Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19357


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Full Text
AMMO EiXXII
Sahhado de llardo de 1SOO

CIMERO 55
PB03PKJBB.&BB BE lIABeSZi FXCWSI&eA BB f&SJA & BUSOS
REDACTORES ANTONIO W1TRIJVIO PINTO RANDEIRA E ACQOU DE VASCONCEIXOS e MANOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por sois mezts adiaotados.
Por um anno adiantado ._.
N'iffero avulso do mesmo da -
8&000
i5$000
305000
S00
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Sre. Mayence Favre & C.*, residentes em Paris18 ru de
La Grange^tatelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por am anno adiantado ,
Por trimestre.vencido ,. .
Numero avulso de dias anteriores.
161500
331000
$200
ferem-ei a escolha faita por r-lies mesmos,
j de terapos lempos, de uro patricio que r.:pu-
' tam viriuoo u intellgeiitd para gov*rn-i-os
corao cidadaos, ou si a encommenda para a ei-
trangeiro da uro principe, anda mesmo que
esse relenlo ti :at?o tenhi USido am 9.
Christovao, para vn por toda a vida sua. de
seas lllios e de seus natos, reinar em Pero ID-
buco, ato e, dirgil os como subditos liis
vassalios, sera respon-^abi idade, sagrados e
AppescntaaapeloExm. Si'. Go-'mviolaveis mesmo quando desasiaaios e pro-
vcrnadoi' do Estado Dr.' potentes ; e faco justica aos meus conterr*-
Alcxandrc Jos Barbo-! ueos, nenhom adantlina a seguoda liynoihese,
PARTE OFFICIAL
Cioveriio do Estado de Per-
nambuco
MENSAGEM
a I^ima ao Conjrresso (
Ecsislativo,cm (iik-Mar
fode !s;m;
Srs. mcmbros do Congresso Legislativo.
Curapriadoo preceito constitucional timbo a
honra de apresemar-vos a minssg^m annua
em a qu I encontrareis fiel e succinumente
expostos os principses fados que se relaci-
nala eum a publica a iminstracao d'esle Estado
occorr*do a[ a vossa ultima reunido em sessao
ordinann.
Teve lugar em lo lo o Estado no |dia 7 ae
Dezembr.) a eleico, po suD/agio uirecto do
governador e vicc-governaior par o periodo
consiitucional de 7 de Abril de 1808 a 7 de
Abril de 1900, observadas no processo eleiloral
e consecutiva apurago as rii"po8iu:s da le
n. 93 de 10 de Junno -le 1893.
Em sesso extraordinaria approvastes por
uoammidade de votos essa eleico e procla-
mastes corao eleitos para quelles cargosos
nossos honrados conterrneos rs. Joaqaim
Correia de Araujo e Jos Marcelino da Rosa e
Silva.
Faz-se assira pela primeira vez em Pernam-
buco a trar.smissa> normal do governo repu-
blicano, affastadosos processos revolucionarios
com que se leotou perpetuar o rgimen das
deposices e acclama0es.
Possa o meu honrado successor animado
pelo concurso desinteresado dos bons per-
nambucanos, cm dias uiais serenos em que a
paz e a concordia fmperem inal'eravei?, pro-
mover o progresso e realisar os melnorameu-
tos de que tanto ha mister Pernamboco.
Exhausto dos ingentes esforcos com que
em prol d* cauja republicana sacrficou a sua
vida de patriota suecumbio 29 deJuoho
de 1895 o marechal Flonauo eixoto.
Todos os bons republii anos choraram a mor
te prematura do bravo e abnegado brazi.
leiro que tao vigorosamenle fez respailar a
autondade resisiiodo aos tunosos ataques de
demagogia anarebica e incoherente e s
aggressas feroses dos despertados e impeni-
tentes de 3 de iNoverabro de 1891.
Interpretan lo os senmentos de merecida
veneracao dos republicanos de Pernambuco
pelo glorioso soldado e de jusio e fundo pezar
pelo sea fallecimentofi7,, em perfeita commu-
nnao de vistas com a offlcialidade da guaroigao
federal, celebrar solammasimas exequias na
Igreja ConceicSo dos Militares era commemo
racao e reconbecimento dos inolvidaveis ser-
vicos por elle prestadas Repblica Brazr
Efa mRageaTWpial sexao suhffiflldoi
vossa approvagao os documentos dos quaes
constara as despezas feit*s com essa excep-
cioual cerimonia fnebre, cora cujos patriticos
intuitos e cvica sig iincac>>, estou persuadido
sois solidarios.
Nesle Estado oenhuraa repercussao tiveram
as manifestacas hesitantes e desconocas de
alguns servidores do 2." einado, que em vao
que f aos serviQi.es palaciano', aos habitu*
do beija-raao fascinados pelos ouropeis do re-
gio iii iiii:iangi> pod;na agradar.
Nasla capital e no interior <\-> Estado tem
reinado a paz, entregan lo-se a populago la-
boriosa, tranquilla e confiante, ao traballio
activo que ha a base das noasas riquezas e a
condicao mxima de n issa prosperidade.
Durante o anno qua fin lou ti vemos soffrer
grandes prejuizo3 do excepcional inveno que
se prolongou a dias da Oezembro, retardan-
do a safra e fazendo cora iaao enorme damoo
fortuna particular e publica.
Por tal motivo a reedita para o novo exer
cicio que haveis orgado em 8.588:030)033 ou
s-ja em media 716.0008033 ; roxunamente re-
duzio-se sobreraaneira, licando rauilo abaixo
desse computo nos mezes de Julno, Agosto,
Setexbro, Oulubro e iNoverabro.
Nao tendo este gavera) autorsago para
emiitir bonds de Tiiesoaro por antecipagao de
receita, forgoso foi recorrer outras meJida3
que lizessem face s dlficu do passagairo e imprevisto dficit.
Para esse fim redazi quanto foi possivel as
despezas.
Assim foi qae adiei at o me de Fevereiro
a execugo de vanas reforraisque acarrelava u
maior dispendio ; laes, a creagao da Escola de
Engenharia, a do Conservatorio de msica, a
de cadeiras de instruegao primaria nos vanos
municipios do Estado com a reorganisago
desse servigo primordial, a iniciagSo das obras
de u na penitenciaria em Eernaudo de Nuro-
nha e varias outras de menor vulto, o que lu-
do importa era ura uspendio a nual de cer-
ca de 600:0008 assim procraslraadb, calcula
da a despeza com escolas primarlas e seu ef-
fectivo pro imento em cerca de 350:0008 & ac-
crescer aos 450:0008 allnbuidos ao professora.
do em disponibilidade.
Ainda mais, cario de que a paz na > seria
perturbada, e com quanto as 1.400 pragas sa-
jara insufflclentes para um completo polica-
mentj de todo o Esta lo, or lenei que nao se
preenchessem os claros abarlos na forga pu-
blica cora as baixas por molestia ou conclusao
de servigo.
Por essa forma chogamos a ter cerca de
200 pragas menos do estado completo fixado
pela le n. 91 de 10 de Junho ultimo, o qae
imporlou em nao pequeaa economa na des
neza raensal ser feta durante aquelle pe
riodo excepcional.
Outras providencias administrativas, res-
trictivas da despeza, adoptei d menos im-
portancia as quaes addicionadas s qae ventio
iie enumerar conseguirn conjurar a crlse
motivada peto extrauriariu eiar-lameia
da safra.
E aqu seja-me licito accentuar que emquan-
to este governo assim reduzia o effectivo da
forga publica ao ponto de limitar se am es-
quadrao o corpo de cavallana que conlava
dous, ficando, poie, em metade de seo estado
anlogas providencias
a prestte. lnfor ne ci-n nre cii o u-p'>'
e->\ da ios'ru-ao pu.lici.
Jos da Ven Cr.u Cdhos, prof^ssor nooi-
:o em disnonnl-fa 'e, U manicpi < J FlJ-es,
p-diodo par-, o uri'i-ca> do magist^ria do
.ita'o ier coliacado na roip6-tl*s cadetra
[o'oroifl coa u.-genjia o laspector ge:al da
fostroagaj poortca.
Aniooia M.r a de Sonzi, p-of-;580-a pooiin^i
ntM'Mdo Tr^g-i de dicumeaio:1.Si n, me-
diante e Ibo.
E-uilii J)q;vni de UaJeiro* S>nz C'ldas
professora >aoica en un las cad'rss da
cidaie de Olmda pe ilo uertii).D'Sfl.
M*ria Jitoaela d Siuda, padiulo dupnisi di
t'-muqo; fall fa i t'i :ui>r-se o l- nono
lo '-0-80 no'iiai Baoj a L'aa. -Req Mra aa
Congresso do Estado, a qaea esbe conoed-r
i dis'tieo'a roIc tid.
MiQoei Ltojs -a Paz, prTfassor pjblicj, pe-
diodo cer US- =SiM.
N s O' e M a
oa'-i. j'h nin -mi-i '.a-
ldis rus salas do i aano do Inst'iu a f!unj i-
ID CttMiaDt, p lindo pa prmn arem as
mai'icolu pelis do car frt'idj In luto. Reme ti ij ^.o director do
lastr.oto Beolamln Go^'lioi pa'i aifn er, i
vuia de so* lafo'ungo de 21 de Pevereiro
linio.
Anu Angojti do Amoral Gaima ues, pro-
fesaora pDttoa em di-pj Ib ildad, ediodo
nra ser oo ueada p*ra ana das caie'raa de
* eniriocia da fregaeiia ae S Joai'.P.eju
'i ata.
Savarloo Uarqaes da Sooza, pofe.-sor publi
co em dlsioaio ddade, pedindo papaoia-ito d-
= ee odp.nailn8 a que tem direo na ,-j uir.-r
qu* fji soppri-nita e reg d pe > m'S-,io na
ilii ) {im Gjnsalb). Infome o inspector
Ce'al a n-'.m c"u paolica.
Geaerosa Ramo* Fernn le d>> Ca va'b ,
Drofes ora pinlisa p^diodo pa-a Ihe er den-
.ii h ca 1' ra .10 U-eio da Ma-^ie de D-u
per-i nfa vxe.rcer o sea magisterio.Inf roie
con orge icia o insiie ::or gpril da insirncgao
oub ic>, declaraado flal o lerapj do ex--r icio
u etiJioo3rlj.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DA 26 D FEVEREUO
completo ; emquaolo
erain adoptadas nos batalhts de in'antana,
tentara galvanisar o regimem do prevlegio .aDrQdo n'eales um claro de cerca de 200 pra-
dvnasticoirrevogavelmeBteextincto ta Ameri- jag> egmandaram-se os calumniadores que
caera o immorredouro 15 de Novembro de ]nfestam o joraalismo n'este Estado e fra
1889. .d'elle inve tivando rae e aecusando-me de es-
Os apostlos d'essa crusada de relrogada- | tar clandestinamente criando um 4. e mes-
gao poltica nao se eoteBdem e nem a coragem ^g um 5. paulhao policial.
de a'fBrmar com fnmqueza e sera rodeos a
necassidade da estauragao do throno imperial
tiveram anda, dando assim aos nossos concr
dados o espectculo pouco edificante do desa-
nimo e da descrenga senao da pusilammidade
com que veem evangelisar um credo em o
qoal mostrara desde logo nada confiar.
Homen3 encanecidos no seivigo da mooar-
chia, que passaram a sua vida publica alterna-
tivamente a demonstrar na imprensa partida-
ria e na tribuna parlamentar os defeltos con-
cernios da inslituigaoe as maculas da dynastia
que entre nos Ihe servia de orgao, que gene-
dade de carcter, que probiaade civ.ca reve-
lam com semelhantes maoifestagOes de con-
demavel incoherencia poltica e de feia hy-
poensia com que apregoam as virtudes da pa-
na a que elles meamos desacredtarami
Tendo lido occasifto de externar sobre esse
assumplo a minlia opiniao de republicano, pe-
rante numeroso concurso de conterrneos nos
B03 asse^urei, como era do meu dever, que a
nova propagan la do velho rgimen poltico
qoe Be tenlava ressuscitar, encontrarla na mi
nha admnistratao a mais completa liberdade
para a predica O'al e escripia dos seusideaes.
CoDCitei os limn.tos, os hesitantes adeptos
da canuca iostituicao virem dzer era lingua-
gero clara e pncsa o que pretendem.de modo
que o povo aaiba com seguranga o que pro.
jeclam e como entendero fazer a felicidade da
patria brazileira melbor e mais seguramente
do que os republicanos,
At hoja, nenhum orgSo de publlcidaie, que
me conste se quz fazer representante n este
Estado das aspirages polticas tmidamente
esbocadas nos manifestos monarchlstas que
nos teera vindo do Sai, salvo um ou outro ar-
tigo de connecidos peridicos platnicamente
andoso8 do extincto rgimen cojas excelen-
cias tm apregoado em coohecidos parallelos
deprimentes do governo republicano.
Que seja preciso importar do estrangeiro
alguma vergontea realenga que nos venha go-
versar; que somonte os merabros da familia
Braganga teoham aplidao para administrar o
Braail; Ues sao em rude esuggestivasynlheae
aa affirmativas implcitamente coustantes dos
man fes tos restauradores.
Nenhum d'estes documentos arrisca a idea
de orna nova dyoastia oriunda de familia, bra-
lleira, em cujas veas nao eircale saogae de
Braganga, Orleans ou qoalquer outra casia
Ag
Creio mesmo que acbariam ridculos novos
imperantes que usas em nm nome burguez,
sera brazOes nem (Halos genealgicos no ve-
Ibo eonlneote.
Nao a perpetaidade de fuocgao na supre-
ma magistratura do paiz o qua os sedui, como
podendo ser a salvagSo da Patria, porquanto
conheclda a repugnancia que os coryfeus
d'esse movimeoto manifestara contra a dicta
dora aoelseralica. .
B" o precooceito irracional do prestigio feti-
ebico qae anda emprestara esses emperrados
retrogados ao privilegio de casta representado
por ama familia secularmente radicada por he-
ranga e por casamentoa aos thronos da Europa
qoe nao coosegulram enxerUr de vez na liwe
America.
Sen pomposa ostenlagao de erudigao, poila
aasim nos seus termos os mais simples e o
ale ao alcance do povo, essa prelengao po-
ltica serft fatalmente condemnada pelo bom
aneo, e pela digoidade dos brazileiros alada
oa aaenoB esclarecidos.
PergQnte'ae aos nossos mi tutos dos mata
iMtjioquos muaicipioi do lertao o que pre-
Por outro lado a iraprensa diaria que lora
d'esle Estado est sempre prompia a trans-
crever levianamente quando nao malignamen-
te todis as accasagOes contra o governo, ve
ndicas oa nao pouco se Ihes d, contiouou
propalar insistentemenle que Pernambuco
lera um pequeo exercito policial, coolando
mais de 3.000 horaens, cora arulharia Krupp e
grande material bellico 1
Permiltireis que rebatendo a calumniosa
assergao aqu insista em assegurar-vos que tal
fbula foi inventada pela pusilanimidade dos
meus adversarios pouco habituados a verera
um governo forte e enrgico contendo como
lbe cumpria os desordeiroa e impediudo as
arruagas com que usavam escalar as ameias
do poder: nunca dispoz o governo de Per-
nambuco, eslado ou provincia, de tao peqneno
effeclivoTia forga publica como no anno de-
corrido de vossa ultima reuoiao at hoje
E quanto s despezas exigidas pela forg-
pobnca bstala lembrar que ao passo que na
maioria dos Estados pagase a 28000 o vena
cimento diario das pragas de poiicia, em Peri
nambuco tem sido conservado al boje o sold
e etapa no total, iocootestavelmente parco si-
nao insuficiente, de 1S500.
E' portento evid ote a falsidade com qae
os adversarios do meu governo aecusam-me
de me haver cercado do oslentoso apparelho
bellico dos tyraonos dispendendo com pro*
digahdade coademnavel grandes sommas qoe
me adquirissem e conse vassem o indigno
apoio de pre lo nano.
[Contina).
BJSPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DA 5 DE MARCO DB 1896.
Ba barel Antonio Policiano Gaedes Gondim,
promotor paolica do maoicipfo de Plores, pa-
ulado promg.gao de licenga..Gomo requ-r.
Manoel Jos do Nascimeuio, eeoieociado, pe-
dio jo peroo do resto da pena.-laforme o Dr.
jais de atrillo do mooiaipio de Naxaretb, man.
dando juntar oa docameolos a qae se refere o
ari. S- do decreta a. 2,566, de 28 de Margo de
1860.
Bacbarel Joiqoin Mooieiro Dinir, juii de di-
re 110 do municipio de Floresta, peuiudi 3 me-
zes de llcenga.Sim, cam ordooado, na for*
ua da le.
Beneduto Telxeira Pslba, jan de direito do
monxipio deTimbs3a, pediado pagamanlo
de jada de costo.Deferido, com oficio de
boje ao Dr. Secretario da Fazeola.
Amelia Josepdma Nery oa Fooseca, profesio-
ra pno ica, pe iojo entrega de docDmeDUH.
Sim, tnediaote recibo.
Joao Landellno Doroellas Camra,-, professo-
publico, peuioao entrega de .docamentos.-
Sim, mediante recibo-
Raal Lopes de Alcntara Bilha-d, pedlndo
para ser coatemplado oa lista aos aalricala-
doB do Iusiitoto Beojamla Coosiant.-Infor-
me o director do I asmlo Benjamn Consiant.
Manoel Pereira da Silva, profesor pablioo
da cadelra de sordos e modos deete municipio
pedlndo graUQcagao de bous servigo.lafor-
me o iqspe:lor geral da loslrocgao publica.
Leopoldina Feliciana do Nascimento, alomo
meitra mulada pela Escola Normal, pedlndo
para toe ser cootado o tempo qae leca da ma-
gisterio da data de aaa primeira oomeagao at
HeguluiutMito da Jiscol de Gaseaba ra
CAPITULO XIII
DISPOSICOES GERAES
(Conclusao)
Art. 292. PoderSo ser admittidos annualmente
at 10 alumnos, que nao pagaro matricula, urna vez
que provem, a juizo do Governador, extrema pobreza,
ou que alcancem approvafo distincta no exame de
admisso.
Art. 293. Durante os seus estudos poderao os
alumnos praticar na repartigo de Obras Publicas,
tendo quelles que mais se distinguirem vencimentos
de praticantes na razo de 100S000 mensaes.
Art. 294. As primeiras nomeaQ5es sero feitas
livremente pelo Governador do Estado, que dever
procurar profissionaes de reconhecida competencia,
os quaes serao vital,cios desde a data da respectiva
posse.
nico. Para as cadeiras 1.a e 2.* do 5.0 anno,
2.* do 3 o anno e aala d'este, o Governador poder
contractar no paiz ou no estrangeiro profissionaes de
provada competencia para regel-as.
Art 295. O logar de lente e professor compa-
tivel com as funcfSes que, em virtude do mosmo car-
go, tenha elle de exercer durante o anno lectivo.
Podem os lentes cathedraticos, substitutos, pro-
fessoi-es e preparadores exercer commissoes do Go-
verno, relativas ao ensino ou outras inherentes
profisso de engenheiro, comtanto que nao pertur-
bfitn a regencia das j-^ffC.f.Cfrivag a"las e ^'"eyo dos
exerciciv/s.
Art. 296. O director, os lentes cathedraticos e
substitutos, os professores, preparadores e mais em-
pregados mencionados n'este regulamento percebe-
ro os vencimentos marcados na tabella annexa sob
n. 1 (vid. artigo 6., nico da lei).
As taxas de matriculas e de exames, bem como
os emolumentos dos diplomas, constam da tabella an-
nexa sob n...
As formulas das promessas para posse de func-
cionarios constam da tabella annexa sob n...
Art. 297. Os lentes cathedraticos, substitutos,
professores e o secretario, que houverem bem cum-
prido suas funcfoes, tero peridicamente direito a
um accrescimo de vencimentos, nos seguintes ter-
mos :
Os que contarem de servico effectivo do magis-
terio 10 annos, 5 [,; 15 annos, 10 'i.; 20 annos,
20r[9; 25 annos, 30 [0; 30 annos, 40 "[<, J 35 annos,
50 i e 40 annos, 60 [,.
A porcentagem cima marcada ser calculada so-
bre os vencimentos da tabella vigente.
Art. 298. Para a nscripco a concurso da serie
desciencias applicadas preciso que o candidato jun-
te attestado provando haver feito um tirocinio prati-
co d'essas sciencias, por um espago de dous annos,
pelo menos, em servico publico ou particular.
Art. 299. O lente que accumular effectivamente
duas cadeiras perceber os vencimentos integraes de
urna e a gratificaco da outra, salvo em relaco s
cadeiras conjugadas pela lei.
Art. 300. O lente que leccionar duas cadeiras ef-
fectivamente nao pode accumular o logar de substi-
tuto.
Art. 301. O lente que accidentalmente exercer
o logar de substituto, si o logar estiver vago, perce-
ber elle dous tercos dos vencimentos de substituto e
apenas a gratificaco si este estiver ausente legal-
mente.
Art. 302. Cinco annos depois da inauguraco da
escola, para o exercicio da profisso de engenheiro ou
agrimensor em servico publico do Estado, ser pre-
ciso que o interessado exhiba titulo ou diploma vi-
damente legalisado e registrado na secretaria da
escola.
Art. 303. Ser permittido, a quem o requerer,
prestar os exames das materias de qualquer curso para
acquisico de titulo ou diploma ; sendo para isso no-
meada pela congtegaco urna commisso especial,
preenchendo o candidato as condicoes regulamen-
tares.
Art. 304. Os diplomas serao passados segundo
os modelos que forem adoptados pela congregado e
impressos em pergaminho, a expensas d'aquelles a
quem pertencerem.
Art. 305. Os diplomas de pessoas que n5o se
acharem presentes para assignal-os perante o secre-
tario, sero enviados pelo director autoridade do
logar em que estiverem residindo os diplomados,
afim de serem por estes assignados em sua presenca.
Si, porm, o diplomado nao se achar no Estado en
que tem sua sede o estabelecimento, o director en-
viar o diploma ao Governo do Estado em que elle
residir, afim de ter aquelle destino.
Art. 306. Nao se passar segundo diploma sino
no caso de justificada perda do primeiro e com a com-
petente resalva Janeada pelo secretario e assignada
pelo director.
Art. 307. Haver na escola um sello grande, que
servir para os diplomas acadmicos, e smente po-
der ser empregado pelo director, e outro pequeo
para os papis que forem expedidos pela secretaria.
Art. 308. No edificio da Escola de Engenharia,
alm das salas para as aulas, para as sesses da con-
gregaco, para a secretaria, para a bibliotheca, para
Minar-I Lidies da Pea, ri'of^s-'or publico, p^"
dio^o e-i-'j Ao 8r. O', inspector geral
da Icatroccl-i poblica para a-ten 1er.
em additamento aos despachos de
27 de Fevereiro de 1896
Miooel Pigaeira do Nisclmedlo, p-ofessor
publico vitalicio, em diapooiMUdade, pediodo
a entrega de docj.ueLtj.im, mediante ru-
cha.
O portei-o,
C. Moraes.
o director e para os lentes, haver um salo espe-
cial para o acto solemne de formatura.
Art. 309. O porteiro e os guardas usaro diaria-
mente, no recinto do estabelecimento e no exercicio
de suas funecoes, de um distinctivo que consistir
em urna chapa de metal collocada ao lado esquerdo
da gola com a designaco de seus empregos.
Art. 310. Nao podero servir de examinadores
os lentes que tiverem com os examinandos parentes-
co at segundo grao, as linhas ascendentes e des-
cendentes ou na linha transversal.
Art. 311. Durante o tempo feriado, o pessoal do
corpo docente e administrativo, salvo os funeciona-
rios que estiverem no gozo de licenca, percebero
integralmente seus vencimentos, sem embargo de
quaesquer impedimentos occasionaes que occorrerem
no anno lectivo.
Art. 312. O bibliothecario e os mais emprega-
dos da bibliotheca se conservaro na bibliotheca tan-
to nos trabalhos diurnos como nos trabalhos noctur-
nos ; salvo no periodo de ferias em que o servico ser
revezado.
Art. 313. O ponto diario dos empregados da es-
cola, depois de encerrado pelo secretario, assim como
o ponto dos empregados da bibliotheca, depois de
encerrado diariamente pelo bibliothecario, ser cada
um d'elles rubricado pelo director da escola.
Art. 314. Na poca de ferias escolares o director
proceder de modo que os empregados possam ter
tambem um periodo de descanco, devendo, comtudo,
haver sempre na secretaria pelo menos dous ama-
nuenses e as dependencias um dos auxiliares do ga-
binete e um dos conservadores.
TITULO III
HISTOI IA PATRIA
DISPOSICOES TRANSITORIAS
Art. 315. Fica o GovernadW-de Estado autori-
sado a nomear desde logo o pessoal doc*lt-para os
dous primiros annos e o administrativo.
1 Funccionaro desde logo os dous primiros
annos, cujas aulas e cadeiras sero regidas por qua-
tro lentes, dous substitutos e um professor.
2.0 O pessoal administrativo para o primeiro
anno em que funecionar a escola se compor de um
director, que ser um dos lentes, secretario, que ac-
cumular as funecoes de bibliothecario, dous ama-
nuenses, dous serventes e um porteiro.
Art. 316. O Governo installar immediatamente
os dous primiros annos do curso, creando os gabi-
netes e laboratorios que forem necessarios.
Art. 317. As nomeaces para lentes cathedrati-
cos, substitutos e professores dos dous primiros an-
nos do curso de engenharia civil podero ser feitas
pelo Governo, recahindo estas sobre profissionaes de
notoria competencia, independente de concurso.
Art. 318. Para reger as cadeiras de sciencias ap-
plicadas, para as quaes nao haja especialistas no paiz,
poder o Governo contractal-os no estrangeiro.
Art. 319 Se por afflueucia de alumnos das esco-
las nacionaes de engenharia o Governo achar oppor-
tuno installar outros annos alm d'aquelles de que
trata o art. 316, poder fazel-o immediatamente no-
meando para isso o pessoal docente.
Art. 320. Organisado o pessoal docente da Es-
cola, nenhuma vaga ser preenchida sino mediante
concurso.
Art. 321. Ficam >evogadas as disposigoes em
contrario.
Julio de Mello Filho.
Tabella n. t
Cargos
Ordenados Gratificafo
Lentes cathedraticos
Substitutos .
Professores .
Director
Secretario
Amanuenses .
Continuos .
Porteiro zelador
Servente (diaria) .
4.-8oo$ooo
3:333$333
2:400$000
%
2:oooSooo
i:6oo$ooo
i:20o$ooo
1:333*333
2.-400$000
1:666*666
1:2008000
1:2008000
i:ooo$ooo
, 8oo$ooo
6oo$ooo
666S666
2J500
Tabella n.
Acquisico de livros
Installaco de gabinetes.
Mobilia e obras. .
Expediente <
S;ooo$ooo
15:0008000
10:0008000
2:0008000

Ore-amento para o f .* anuo
Administraco
Installaco
Pessoal docente
Expediente .
11:5008000
30:0008000
42:4008000
2:0008000
Julio de Mello Filho.
Pagina de occasto
(Coolitioacac)
Ca t:nu-mos na ap rc.g) do parecer i
commiBi-ao.
Considerando, pondera e-ta. qoe o gover-
no d monarcMa. contra o qaal o capitao Pe-
dro Ivo se b t-n como un b-avo, depois de te-
lo encarcerado (?) na fi-ial-z>. di Liee, para
onde viera preso, 1849. 16 > ob igado a fugir
(o governo da monarcba) (?) pira recuperar a
su liberdde morreado puoso depois em vlr-
lode de molestias adquirid na Insalubre pri-
sao e mos Iraios recrbidrs :
R- s -rvando-:! e para, em c piolo especial,
mostrar qo -1 o papel que a p d -, Ivo coohe aa
rebelliio praeira, em qae elle rja> balea-so
conl- o geverno da ai n-vOi., como ee Ta-
ra, detxare de parte este i-vnaiderando. Qaan.
toa asseverscSo qae Ped'o Ivo rer.eber na ia-
oalub-e p'ifj qu-; lbe foi 'e*t;nada mos tra-
tos de que morrera, Jev- o nonrado relator do
parecer ter em mos aa p-ov^s do ficto qua
denuncia, e qoe, so agora p-n- >doi ii annos,
pea p.-seira vei ruiolilo Elle as apre-
se u-a.
O que ee sabia era, qae afa a c'rcatastao-
ca ti.- acbr-se preso e oo ooder subir da
fortueza, a.-aium outro < 1 -1 -alimento sof-
fna Pedro Ivo, seodo lr-1 xlo cnoa a-, devidaa
att->o(d>s tao o pelo cummaoi*rite, velbo o i- -
rlal reformado e oiiu-u, co no pela gaarai-
ti'.o. Assim qae mantmba f anca e assidaa
ro respondeoca com os amibos de ierra, rece-
Dia os commitsarios por eile enviados, com
os quaes coDce-i.va os mei se, e delles recebia o u i:. h i o qoe par a
tal flm Iba ora mandado, segando as preelsas
reveanla feitas pelo Sr. senador Coristlano
Oitooi, primei-bmenU en caria que entregue!
a pnblicidade, e ultiman-aie n Inbaia do
senado
onsidarando, contina a commlssa), qae
o meio sold a qoe tinba direito a esposa do
revolucionario peroambocano, bije fallecido,
lbe (ji negalo aoo pretexto de na 1 Qcar averi-
guado em documento o (dlleclmejlj do capital)
Pedro Ivo .
Nio bavia 00 rgimen pissado e crelo qae
lambem no cia!joobeco pouco da legisla-
gao recentele qce g.-dQlis.-e le.ica da meio
sold s viavas dos revolacionanos*. fossem
elles pernambacaoos, bubianas oa plaabyea-
8es. Provaveimenie o boaraio relator confun-
de e caso da viava de Pe tro I'o com a da va-
va de Nanea M cnalo. revolucionarlo per*
cambncano. A eda, sabendo o Imperador aa
ms circamttiacias em qoe li a-a, sem meios
de sobslslnocia. maudoo dar lbe de seo bolsi-
nboomape.su de 100 meosaes, qo^ boje
eqoiv*leriam a 30J4, e era muilo sufficeoM
para ella viver sem pnvagOes. maoteodo ae oa
vida molesta a qoe eslava babituada, pola a
a verdade que oo fOra e-posa Miz.
Mas islo foi acto da beneficencia particular
D. Pedro II qoe, come sab o, era prodigo
na pralica ae 1 cede desla ordem.
Coaslderaodo. cool ni a commisso, |qoe
este meio sold, em vinode de dii>po8icao ex-
preses de lei, devia revene- em favor da peti-
cionaria, como ulna nica e 8 .lieira do referi-
do capn), e loe foi seu.pre este oireiio oega-
"p*? pelo governo da morronla, sob o mesmo
pretexi9-~*f-&!iri de documento comprobatorio
do faljecimeuto do iri'S^re revolucionario ;
O oobre deputado, iHjt>r4c2_c.ooi'> esDe-
ce urna pequea cir:u:x -t iDda~~iao.-'-da qaal
icsfaz-se todo o castello qae til arcbitectoliT^
que Pedro Ivu, lando sido condemnado A pe-
na de dea annos de prisao, t -na em vlrlode
de disposifSo de lei expreesi* perdido a pate-
le, e cooaegolDti-DHDte no tinba mais sold
p^ra deixar sua familia. Por maia illoalre
qoe foase como revolucionario, nem o governo
da mooarcbia nem o d Reponiica, nem o de
qoalqnar out-o rgimen em que saiba respai*
tar a le, poda mandar paga- o meio sold re-
q erldo.
Se Pedro Ivo tlvesse morrido depois da am-
aistla e tlvesse sido oslla contemplado, anda
mesmo qoe nao sellvesse apreseotado, justo
era qoe nao Qcasse a sai viava privada do
meio sold ; maa elle fallecen na constancia da
pena a qoe lloba aido condemoado, e era j
coobecida a sua morte, nc t ciada at em jor-
oaes da Koropa, qaando ful concedida a am-
aislia aos compromeiudes na revolta.
Considerando, finalmente, concloe a com-
miseao, qce, do qoe flea ex pos o, um dever
8 grado da patria repaolicaoa, amparar a rilba
do lo iliotre bratileiro, vi>; ima 00 sea amor
e dedicaco i caosa da libe-dade e da Repa*
blica, evitando qo- ella co>lii>as a esieoder a
mo i, caridade para aiqairir mel>s de sob-
istencia quaudo esus meios lbe eslavam e es-
lo garant ios ptr lei e ioiquamenie lbe foram
negados, a commisso de pire er qae seja
adep ado e.c, ec... a
O qoe fiea dilo em relac&o o anterior consi-
derando, mosira qoe os meios de subsistencia
qae agora do alba de Pedro l-o oaaca lbe
estiveram nem e-to garantidos p.r le, e nem
boave laiqaidade em Ib'os o Quanto ao mala, nao pasea de am romance
mal ardido, como veremos adiaate, para escon-
der a calamitosa tendencia, qoe val dominando
0 Congresso, de con verter o erario un ico, ja
com pbusica adiantada, em calxa pa p.ra soc-
corro dos necessltados.
Pedro Ivo sanca manila ton dedicado a
causa da Repblica, al porque, repilo, nao se
iratava da Repblica na Iota em que elle lo-
meo parte. Islo ba de flear claro.
VII
Antes de nos ocupronos do parecer da
commisso do Sen ida, documento [que mais se
recommenda pelo tom piadarco* que adopton
e correceo grammatical, do qae pelo respeito
i verdade da historia, vejamos o qae se passa-
v ao sal da provincia.
Peuoto de Brillo tendo sabido do Recife,
como fleca dito, a 31 de Detembro com os
companbeiros j citados, em ama barc>ca, sal-
loo 00 da 1.* de Janeiro oa prai da Gamella,
territorio de Alagla, limltropbe da fregosla
de Una, pertencente a Pernambuco. Daai se-
galram mmedialamente para o eogecbo iin-
ga, propriedade do lenente-coronel de gaarda
oaclooal I. L. tsltro Nivign.ernico dos
moltos amigos de qoem Peixoto de Brillo s-
pera va auxilio e aos quaes se dirigirqae
Ib'os prestou, cando sem resu>lado as carias
que escrevera.
E quanto nao darla elle, passados anno,
1 quando inlelramente libertado da palxo parti-
I dara qae o illnclnava, para faser desapparecer
aigumas dessas cartas, especialmente a qae
eaderecAra a 'cente de Paula em qae, maldi-
zendo de mela dnxia de brazileiros degenera-
dos qoe unidos aos portogoesas preteodiam e-
cravisar nos e pechado com instancia e con-
Cellos os mais Itsonjeiros ao ex-ebefe da Ca-
banada qoe e auxiliasse, couc'-ula : loa de
corajao seo amigo eQeclaoao e Bel
Qa-telo ato dara elle, repi o, para destruir
esse docaoiento e vatros em qae Unto bm-
cbinavam os portagaeses, a s quaes depoia pe-
dio asjlo 1
I Nao e commoveu Vicente de Paula com M
rogativas do aea Bel am go, e, na 10ramenla
amostrado palas lic-Set Do pastado qae lbe n*-
P*
1


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litarlo ae fr^ribHHftfeG*** **U>la4o ? de Mar^o le l^OC;
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Dalle
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-rita fetto cochace quano s>- arriso qaen
Iota ponUa > aaopsil'de l^a,1,".''1'"***8
achiro, para saors-ttard .aHisar -a ** cfce'
eoeia e ministrar iota oo-jO sea cooax-ao es-
pontaneo ao gein-o->
Dlfrenta foi Caelino AIw^mw'.^'I.j la^ar-'-e
la de Vic.enl*->rte PasU- na CM-aa-n-
S!lrei de pa. i '
Quiz o teooata c-n->' HiUawf pestar
nlg.-o .inu'wo.-wwHiWfe t-atou da reaau
o seo h-talno,
0 seg'Jiote c-fli.;i'> q la t~i.'SQ*~loo aU tes
aeos capua>s. ost"-a qoal o u irao ai que se
icbava o povo daquel'* lo:alit;de :
Tenno le coraran ii^-.ar a V. S. qae me u i
lera sido poasi *el reuor a norapanbia de m^u
romcoando, sor i-so qoe eatre ella ba atn em
aario, que vem fazaod.i. co:i.4ar,.aoa povoa qe
marcuam eoaU**0>*aroo*--i qee-por tira o
a Bear iodos criarnos >s, e \o> qae eoi*arem
em a'cao de tono tra i re iguaria co-tai*. oes
los Meo don ca, salo fas crer-pie M reoaioaa
i*am tenas rom BjJraann do rovo, o qual urna
lUegClarectAoiWapaava- e -ooeorrer.a ellas,
JBlO ,i" coftlra o .vemo.
Tendo o p*wi*sots de Aludas man t fio tor-
cas para Poto Calva, resolveram os depalidoi
pasaar oara Te"n.l, en Penarab-i: BiOI
Nuo-s Mi tu para o lt-cil-v'",r. a-ecutos e-reiinido* a L>
pesNe-to, deviam ("mr ama commissio que
ae putess eos f'equ<*,]lj c >-res->o.ideosa eooi
o di'fcio'io qofl Mtetta ,Ti**Mar-se em Agu-
Prea, e con turauos -oi'nterior, pira tot i
jales do qoe f ss peeorrso o na cap tal e das
proTid.-n.-ias toaajas pelo pf Salsola : o qae
ali^s Lope- Neito js f-na s. Des le-loco Fol-
olo de B-Hlo-n-ius'.nuUi-tie i**-nf-rai em ctinfe
as l opa.-. C0e,*andn, i>o;n, a Aeua Preta,
Ode j actiava-ie a >-oiuajuaj do N>-le -qae
santa oeixoj de per ccass-tls oelaa forc8 les,
jaise rom ella Bi-i**s da Foosnea, proce-
ses se por eleigao dos ebem miliares a orga.
Diaa-So do directorio, que flcou .issira campos-
jo : Palllo de Bri'to, *eo p-eideite e o exe-
pajar de soa-i delioe'o.,o*a e ur lea, com o l>-
5o de ajodan'e-geoeral; Antonio Affaso de
jluraes calih.iiQan e Boruea da Foasee;, como
3*ob es. 'ernodoeete uiaw.'r.ii -e ge;r<"ta-
o, pola Dio era Oomam pan'deiKar-o em
jteoo inferior.
Daa se i8io 23 -\. Janeiro e Pe xoto de
Bruto poi-8 logo em frraalfl ctiviiale, sor
iseten o apuroMcio da direcoria o plano-
Sa c.'Kni8iCo da foica,e am seuiJa>a prov
>oila de uomeacao o* coamnd^iea. e p o-
jo dos ofB:laop.
isiperfio crt-na pira a pintos ma's p-oxi-
MKti, envin oflataM com o tn de ivuclnerem
loadis breve t mjo os eoottoReotal duper--
c.'.qii'i devum enco-p raisa b t-re* qa.i ti-
le entrar em op-racSax.. Nao cooee3io
tanir mais de 1.600 b meos armados t-ofli-
f!e3lemente, com os qnat* lofB cr^adasi tres
itrisos e eeia b-i voc-ionada iqoelta nom8.-o de 'ca.
5ks era preciio dar colloaco ao grame
asmero de offiaaes que ihavu. Alm dialod,
.-.ontava ir reoaiQuo mau Reot* pelo amiobo.
W.i aa.melo'dla a Afogados, onde deixei fi ar
loiOaUttfa Movkrurio e wttlbaru de Imba
uatr.i'j'i'ha twT~rrar;min i'nf ia .rev.ttsaas ooU pate: tonaoao polo bace-j do
Qiiaaiait i-Bta-.U'ti'iaa'.'H v*us4<04 e beta Biat
lenNB^iiooiop' .iiida-a* voIobim;s ao Cana,
so cokhmI de*^:i> Joat> i K-j,--,) Bj* 4o t.* Datalbio.de cuc-ii*-.. o i'itu **>
tal > UMJ il J. tt. C--.eitt.i.aiiy.,- a do *
fadireaaamaaio ajor J.Mltilh aa t
so'iiwuet^m-'ti imlobo. ri/im u
iod i !a doi-V' n nas
noaaos b*avoii sngalo' por iedam^C^as lo
vis e so!'***;), q>n mau o P -laa-u*
de omi vh'.o'u reaiwa U *> ao^
tempero. Bita demonat^acii \- oaanci.
o "isixija oa -I- t-i-a' mil-, .os -3 I batent'8, q-:e am-i ci ios ie lleta | se bo
leii^-ava i<9 .fViU-s, paiSi a-.
Brra 2 braa rawde. Nio ae naiglna
iDir.^sao qu> cajutN i ptiegadi i> teoersi
icoaaaut lirpa, soatrara aq-iella un-a r^sul
ato d^oyoraii .to fra/aeeue mais Ujvi*
loaa.
fcalaagalona>aatwtdei -1* nairro d^ Saaio
A:tnio, qmsli aquiilivra, a lata maoli"
na-se o le S. los, o le o tirot-to era aia
uuiio animado. Mas quj aquella, forc l> I
apressar o dasfeono la pe Ja," a(F a ai lo 9
^)osi'>ili i '' -'e '>ua e-itri ot^r-ae pela noiie^o
qae era muito rara 'eiea''. Ao de qae nao
bavia anda Ji Dinnldo o terror d-- q w c ocha-
va dira'na a poimiacfto paeitlsa da.sde os
O'imairoa lK:>s. Aj a ojado -ir* acrilaoles
iloconoatp, e ^uii.Uo-s.e someale peto que
oaia, co'iseraa-.se de por'aa leonada, 4o
te resalo viv'al.u* as aoellu, como sa a cidaae
tivaa-e fi ado deserta.
\a ooviem-se. >orm, os p'i.Tel-os aoos
las cornetas e o b.ao oe ;iae o general Coea
loo, qua Lb^gava, ob'iram' -e de repente, como
qae mo'Uas por forja eact'ica, as poatasna ja-
neliaa^aa roas p-r onde deabMa/a a columna.
Pol un delirio I
> E' m liiive o enibasiasmoconta o perio
dico Uu-o que i -^pirjn a tolos a preseooa
do g-n-'- f ? a ii- forte colu ana. As familias
l,Qad'8 no terror coorarain animo, e eoaj la-
-lmas n a olbos entoiv^m isas oaer^icos :
nata a.^'i.anaci im uensa relamboa 'mul'a-
naamente ae um para oa.ro por to!a a oda*
le: todas os peainamentos t'iateae meunoiio.
It*03 se diss.param co/uo poc cecnio p.ra dar
lagar as mais lisoaizei-as esperaocus. ii j me,o
fias arJentas snodacoes do povo e da t^osa.^oi
o tteoeral a pal na oide ei-h.-oram ardentes vi-
vas. D'allt itaodo na m-wmo unu-itt), tomao
c commando.eta cbofe i vm
J em oat'8 oc?aelao narre oestaa naesm^s-
coi-i o i i '--> JVru! o que s pissoa naquel-
le illa mema-av.-l
O mappa negaoisa o ua pollita, qn.vtenho a
vista u aos rooeldes 200 rao'tos e cerca de
400 fcri loi e prisioneiriw, toKtosrve tre< eaetaa
L'icena, Ljaoiio Qaaat a Feoosa de-Mello-e
out os suBal;.:rons.
' aire os morios lisura Nanes M oem refer e a qa circamstanciar-foi elle attto-
gido.peia bala que I be tima a vida. Mis tore
Francisco C. Ferreia, Fraoico M de Bar-
Ahrildeata-anao a 7la Abnl.d 1900. __ n- IJnaavo Typ^graiBJtaioa'm*ah fon-- -.
teradOk ; cionarA"ata Bociejad-*, >a se Outro do Rim. Sr. Dr. iosarcaHin* da :*0 dorna da manbi, reantndoae em- a^oidto Almeida, Maootl -Fernaudea,Germn Enrique, dVlla,
da cidade, e 24(5 fora
Rosa a Silva, aecusaodo o raeebimenlo do olli* juoucelrto da delegado*.
co qae ibe (ora enviado pela Mata do Con- j Malta = Fci multada pelo a loiiolstrador
greao, ramtUodo"lhe a copia autiantica da da Marcado de S. Jas por ,tof-Ct,o do ar'. 3
actda*e*sao de 19 do mor ultimo, r.a qul a:ap. V da le n. 4, Alcliao da Coala. Boato
l a recontiectdo e proclamado Vice-lioverna- Mator.
i Pearo Ivo loi conferido poeto de riKadewo e, ie vollara esaeacoatecluvflto.oara mostrarqoe
a roxm.inlo de ama das divuo- -. Us oairos nio aimaodaniei e cooa inaal posto eram Jofio
3ona e Moraes da Iabaman.
miada a onem da mareba e tragado o Hiue-
raro a seguir, parti de Agua Preta a forca re-
elde ^ 4 bora* da tare dodia 27 de Jtaeiro,
detiando pequea goamicao em alguas potitaa
para ill Jlir. a gente do Goveroo,-- raaoteudo*a
v ame. de que-tiaba o nitMgo m frente.
Socaminbaalo-se pa'a a comaroa de Booito,
ue atravessoo a-sim como a ule Santo Aoto,
para cevar a Glo'ia de Goit, deseen a coaom-
sa pelo eogeobo Tapera, e oo-ta^doa fregneita
da Lu loi tu nar a tstrala de Pao d-'Albo em S.
ioureag, no engeobo Moot, onde fes-aito ao
malo dia do i. de Feverei-o, para -a-ooite. ba-
xr as norias do ReOfe, distante 30 leguas de
Agna Preta.
Em moiimentodeftaaea, qaaodo de Rio &>'
uoso ji o General Coelbo (Bario da Victoria)
iGbi posto eos mareba as suas avanzadas pa a
atacar os rebeldea naqu^He ponto, to\ sem *n;
lida-admiravelpela saa eoaceocio como pela
axaclldoe preateta-vCo o/M fot executido. e
sa Una para formarm repalacio de am gene:
ral em qnaJquer guerrarsular.
S6 quam coBOeca- a looograpbia da regiij
auavessa la por aquella forga,-que de maia a
sais para esconder 8oa maetba teve-deipro-
zvrar camiobos deaatntiacido*, qaisi imprati-
saieis, com voltas-adesvos, para nio e en-
.zva'rar comdorcasdo gojerao, seb o sol abra-
sador de Jianeiro.eaJo de lransor eitencOes
ice aataelle itempo eram pouco menos .u> de-
f.--ios, em que at agoa para beber- faltava,
^ae pode avallar o esforjo e^prega lo para
io.er as da -nlrtadesojue ee oppnnbama ee-
Ulnanie operacfc) 8 a pericia com qoe fol-ella
lecniala.
A Peitoto re Brlte', como eeoeral em ohefe, e desde euto
lleve caber a gloria deese fel'o. Mas o general volta.
Zotibo iwa que'E-a eedro Ivo que se devia
aitnboir.
03 revoltosos tinbam mpeaho em dar ata-
ste i c-.p'.tal, que espera va m tomar ro dia 2
Se Fevereiro^ como cosimemoacio do aooi-
versarlo do-gabinete orgaoisado por Almetda
Torres (Vtscooda 4e-*Icah)'que tnaogjroa-a
eitoagio poltica qae acabaa da- caa-. e que
alies; entavam restaurar.
VIII
Sada ficon a dever o cbe'e daB forgas legaes,
p aeneral Josi1 Joaqoim Coelno( cima aen^io-
zado, na rapMe* com que tambem se moven,
9tlo contrario exceden a: dos rebeldes qnndo
ooneceo qoe estes, coolra-marcbando -oara o
serle, levavam o proposito de-accommPt'.e-- a
- aspils!. Nio o fez, para cosquis.ar o oome e
repolagio/qoe j os tmha bem flrwados. Mas
i qna naquelias cood-cOe, Q bravo e posaloooi
wo militar compreheadeu, am oda a saa ex-
jtmio, a g:aade respoosabilidade que sobre si
peta va.
Gomando com os rebeldes m Agua Preta,
alie lioba comaume-ado ao p-sideote, em data
ae 36, que preiendia no na 80 dar-Ibes ni ora
Uque geral. Verifica, porai, ao aproximar-
te, o movimento qoe-iqoelles Unbam operado ;
retrocede em tarreas forjada* afcaoca o eo-
Seobo Csmurimxi mo ae dta 29,.onde foi iefer-
jiado da dlrpccAo toma a pelos rebeldee, que
a ;m. com 48 boras de avrmg.-.
injavcl-o na pa t-t officiai em qae elle di
acota ai prestdea-e da mareba que le; a-ora-
Basheool'O as emojs qae de samloho ia
WBti"!o na aodedade qoe o devorara:
S"fcil rompreflender-a eorpresa, observa-
general Coelno refennio-se A noticia qae
ti^gira-a oidsde no dta i, de que es rebeldes
< ii abandonado A S:e a ciladee com que V. Esc. receben*
tao triste oova, vendo o ioimigo s -portas da
udade, qoondo o snpf-naba combatido com -for-
,ai respeitaveif, a mais de 30 legoac de ciii-
tapeia da capital.
Depois de looga exposigSo do3 Incidentes oc
Barrios e das provideno.a tomadas, que iml-
K>, contino :
5: Como ja-disse, os rebeMes cegaram-se ao
ombate em Agua Preta, onde nao for.m -en-
sontrados... levante! 'immedialamente campo
I rparebas forjadas, cftegnel -ajt;J ao eoi>,e-
T'*tt Gamo imstabo, onde enoaciei noiilas ae
aae os rebeldes, por Santo Antfio, voavam
apital. Com a Intenpio de coarir aquella ci-
iae, accelerei a mlnba raarea, e no dia i do
rrenle all entrel. sedeado'qns o ielmU'O ba*
va paseado orna legea afastado, fasendo- alto
toatro le^oas alme fnrtaodo-se no transito a
tedo e qualqoer enmbate para nio desmoraii-
aar sua gente... A eclomaa acbava-se em de-
aloravel cansado e a bagagem alm o sso vlnb.
aoUo ai- atada poralU -ae cabalgaduras da
f-t me r.ia qolt fornecer, tomando-as desp-
camente aos particulares, como babitualmeo-
Je praticaviMD 01 rebelde?, e por isso s s 9
oas da ooite pode ebegar ao eogenbo Serra-
na. (O E sabeo-de abi qae o inimigo, pela mar*
ros que iraiia, ja devana estar s portas da
eidade, pus a columna a ca laho ir 4 borav
da rcadrngada, disposto a nio desaojar antes
- de aicanjar e intoigo ; mais adrante -*oobe
>or alguna cargoetros, que ja laborava o logo
oa cidade; aceelere a marcoa mais mais, a
depois-de vencer o melnorde doas egoas ouvi
:'o do pea : travada a peUja;-en'io
ofiVWf JM u re-a P"' 'Ir -t'o-
K>, u auuei la-gar emboreaes e capotes este
irnos, a marcbe-Bsrche, percorreo, ao poneos
momelos a distancia qpe ba entre enggoro
Velho e Giqut onde tfanto ia 10 borao da
maba,-e ende apoaaa ase-demorai o lempa
oreetaaoient tnnetsorto-^part Tooorf,- Iffoi r t
nio ria aacooal, orno ,.i.jse um nobre senador,
que, ao qae parece, s conbeca da rebellli).
praeua .1 qoe cooela du a1mir-awl trecb) dfl
Joa 1 Francisco iiiDoa.- qae, ae nio esloo on*
ganado-, nio paeaon de am apatxoo ido diatu. -
so proferido na Assembla Provincial, contra o
presiJeote da proviucia qae era en So o ex-
ebefe depoliciade Pernamboco doraote a re-
.oa, rfeaemoa Quasi tota a colamos, alicante fol aneiqaila-
da. Pedro ivo consaguia escapar, acompatiba-
10 ie 50 bamens, pela uatca sabida, que nio
(01 guardis peus forjas do general Coelho.
.De.Bordea da Foosaea, qoe loga qae peaetrau
00 cejira da cidade peta mansa, oio cessava
de ora lar aoa. seas san nio deixasse am s
nnarinneiro* vivo(3), oioguem mais deo no-
ircus, neai se soooe como escapou eom am pe
qaeao troco, m>o dar. a lootte no eageoheS.
.1 oao, na fregaezla da Varsaa, cerca de doaa
leguas da cidade, onde pernoiten. D'abi foi
reunirse, coma tambem litera Pedro Ivo,
Clamna repeilili da Soletade, que bavia es
tacioaado em BeberiDe, seglo do-depois pira
Pasmado.
Na dia 3 fui varejado pela polica grande nu-
mero de casas da pesa-as susaelias e de ami-
gos declarados da revolta, e (iterara re ame
rosas priss, seado a mais Importante a <*?.
V i-1 a Tavares u Feliciano dos Santosum
dos que tiobam ido cora oa acoulad e para-e
Sa. Arabia- lo ."a cu senados m caadeum
amigo do goverao, qua o sendo tambem delles
como particular, nio Ibea.oeguno Ssjlo qu?
pedtram a sem senara elles descooertos se nio
ra a inditcripjio de-ama vitinba-
A derrolados rebeldes predotio a mais pro*
fuataimpressio, tanto a provincia (Ora delia,
foi considerada vencida a re-
O ataque i capital-, para o quat mullo bavia
-uincorrwio'Lopes Net'o, animando oa ebetes
militares para qua o levassem a -tffeito. parece
no acto de. loocnra e com tal foi qualiticato.
atas a verdade que a rebeHisb nio-pdla Ir
raiiar-6 a orna tota da correras de ora para
uut'o ponto do Interior, que nio cbegatla a
oenbom"esultado traba necessaraamente de ara
bar na capital, ou pela derrota on pela vic-
toria.
Loucura foi a rebelliio, -o ataqae A capital
desde qae nia-esUvamdispotles a depor-os ar-
mas.
rCcn info).
(t) Dlsi-'-nle da oapitai 8 leguas. 1
(i) Era am copo de. (avallarla, formado de
individoos de posijio social, proorieurios -a
ens pareles e advrenles, que serviam por
para oeiicacio i cansa pobliea, sem percebe*
rem veocimeot< a ou qnahjaer ootra vantagem,
e aempre acompaaba.am o geneml. qae os era-
pregava em exulorajes e na dlspersio dos
groD s rebeldes que se lara formando
(3) Foi-meafBrmado este facto pelo coro el
reformado Bruto I iglea, braxiieiro adoptivo
moito conbecido ; era ebefe da pagador la mi-
litar que eolio exi.ta. Fail nJo no oao
qoarto de bur. que passon en qoan'.o os re-
beldes occopavam a ra em qae resida, d fa-
ro e : Veja lomo en Uavia de estar, ouvindo
Borges da Ponseca a gritar : nio me dei-
xem e-m maraobeiro vive Cnamava aos
m rinbeiros- desde os tempos colomaes, pe)
facto multo comraum de ebegarem elles a Per-
oambnco como trlpolaotes dos naviua qne os
traosportavam, mesmo os qne viabam eatabete*
cer-se e com lotaoto de tcaren. Mutis des-
tes fizer.m slitas fononas no coimercic, ca-
sar ,iD, fundaram familias ; mas eram sempre
enarcados marlobeiros.
P. 8.No anterior artigo deram*se dive-sos
arios qae.escaparam a revuw, entre oa ajuaes
este:
Era necessario obrar c>m energa e prora-
ptidio, qnalidades que coccorriam no cara
cter de Ferreira Peona. Deve ler-se nio con.
oorriam.*.
dor do Estado para o quatriennio da 7 de
Abril desie anno a 7 de Abril de 1930. In-
te irado.
0 Sp. Presidente em seguida oomeoa-Tjma
comnissio composta dos Srs. Salaaar Moseo*
so, 1..rio de Naauretb, Malta Silveira, Julio
Antero -i Rodrigues Porlo para irem recebar a
Meniugeui do xra. Sr. Or. Governador do
lisiado.
SahinJo a c mmisso, regressou logo aps,
trazeodo a Mensagem qua foi entregue Masa.
1) Sr. I-Tesiu -j.ie declarou installada ase-
gunda sessio ordinaria da segunda Legislatu-
ra o Cungretso do Estado.
O Sr. 1.' Secretario procedeu i leitura da
Meosa^em, d?pois di q n foi lid 1 a presente
acta, sendo sem dbate approvada, daniO-aa
por fiados os trabalbos da saasao da abertura.
Urna guarda de honra do I.' batalhio tsta'
doal preuiou as honras do aaarrto-
Iiisiallu\-a< -a Escita Je Eagc
abarla Teve lugar tionlam a< t 11* RoraS
da tarde a 1 u-igu-agij solemos do f.d;io da
Bscola M.ciel e a insialljia da Escola de En-
genbarla no mesmo elflclo-
Esta linia eiLi:aji 1 qne jeba-ae situada na
oraja da Reouslici aa lado esquerdo do pala'
co go/ernamectal, compSe-se da um primara-
so sala de honra, en cujas paredes lataraes,
tecla e soaibo nolam-ae trabalbos verdadeira*
men!e,arii8ti:os; -e quatro eapa03as salas de.
id manta mabiliatas e de outras tanUs sale-
as.
rio froatspico da Escola v-se om i:npor:an-
issirao relogia.
O a:i-o da inau?urajio foi revestido de toda
a solemnidad!*,; ctiando-ae presentes o Exm.
Sr D-- Auxaadre los barooaa Lt ia, o r.
8oerotarla da Josilja, Dr. prafalto dj-8.e moni-
pio, o presidente doSanilo, diversas sena*
dj-res, o presidenta da Cmara, g-ande nume-
ro de deputaios, membros oo Soperior Tribu*
oal, corpos docentes do Instituto BenjamiQ
Coostanl, Escola Normal, ofBciaes dos bata*
1 hea estad.aes e grande numero de pessoas
gradas.
Sen oaoerta a ses?5o, orn olfi:ialmente o
Dr. Epaminonlas Jacom, a este segeham-ee
o Dr. Alfoaso Costa e o Dr. Franja Pareira, o
Exm. Sr. D Governador oroa Analmente, oc-
capando a attenjio do sea numeroso eudilotio
por --pijo de meia no-a ao terminar fol co-
berta.d palmas e a liyra o nacional foi execa'
lada por du^a baaias da msica de polica.
Dosaiaode honra, onde teve rugar a ses.-io,
dlriglram-se lodos pira uraa sala onde fol tur*
vi iu cnarapago-, fallando por essa occesiio o
Sr. Baria de Nazanetb, qae em ana bem pro*
onnciada Ifocbjio.brtndoa o Exm. Sr. Dr.
Ba-bosa Lima.
Era segaida fallaran os Drg. Bianor de Me*
deiros el as An.onio de.Almeida Pernambaco,
que em bello discurso pateatao is ptimas
qaalldadesr qoe ornara e Exm. Sr. Dr. Gover-
nador. Es.e fallan par ultimo, brindando o Es
lado de Pernorntraco.
Voltaram ao sali onde a acta foi assignaJa
pelo Exm. Or. Governador, en pnmei-o lu-
gar, a esta seguiramsa as temis asaigaalu-
ras, inclusive as das jomalutas qoe forara es-
tes : Pinto Meides (D.ario de Paraambuco),
Carlsie de Birros(Jjroat,da-a9fe)l?tfraaa* |
do BirrocaT'ovl ale;-), Fraoja Fareira (Ra-
vlsta Coatemporanea) e Alvaro Dioit (-G'.df
de.)
A digna commissio composta das distinctiS
engeneiros Aatonio Urbano Mantenegro, El
gard Gordilho e Luit Lombard, foi .prodiga om
aiteiHP8 aos convidados.
Felicitamos este Estado ralo impartantissl-
me merhorimento por qne acaba de passar.
Durante a noite esteve s edificio em earpo-i
jn v'8'ta pblicai tendo*>ldo estn*] o-ro')
Esta multa foi recolaida aos cofres da lotea.
denota.
Lina rcclaiuaeai Puda-aas s-se.
g:ii- u'ib'icajao :
Srs. Re-tictores do Diario de Parnam-
buco. Pedimos a V. a inserjio era #ua R*-
vi. a Diaria das segqintes lianas, do qae Ibes
. e -eraos issis g*aios.
Negociantes ip?'a praja, temos nacessidade
de reclamar prov.lelas -la digna A.minlt*a-
gio d-is Carrejas d -ste Es'ado, para a incaria
ne alguna de eos Rab.lternos 'las diversas
agradas d> interior, especialmente as da liaba
Central para onde maioes saa as not-gas traus-
acjas rom ner :iaes.
Aconiece que continalas e jostas reclama-
j6a8 por oosa vei, temos recebido pe.18 extra-
vos das 1 o-re.-pon lenr.iaa qae dirigimos aos
noaaos commiUeotee, extravos estes qae, con-
trariando os rateresss que tenaos em b.sm rer-
vir a lodos e les.assa nostprejodlcra, e como
a digna Admloistrajo oora comprebeule, nio
podem nem devera eer tolera las.
Se e allegar a 1.0 procura dVl;33 por pa*-
te dos destioaU-io8, (o qoe nio crivelem
face de soa3 reteiradas refiaraajOes) ; essas
c..rUs dev-riam ser devolvidts i Reoartijao
Ga'al dos Crrelos e entregues ac remetientes,,
vs'o sereno cartas coramer.laes e levarem nos
envoltorios is dlreejes de oossas caaas, entre-
tanto tal no eaccede.
Urge, pais qoe a digna Admintstrajio nos
acoDerle cora o manto da lei, fazendo cessar tal
abaso, alleodendo o que virao* de expor;
certa de quo nos p-estar relevanliaaimo fer.-
vijo, e a todos os oollegas que teem a iotolM.
dadB de passar peas mermas fo*ca* caudinas.
Som s de V- etc. Un ammercante.
Magdelena Moos.
Sahi los para o sol no mesmo vapor :
Esra n a Mitiiaus. sua mii e 1 irmi Eves
Belleck, Joan-Pierrot.
Saludos para o sul no va-mr inglez Da-
nube. :
A. R. Campos, Jo> Mirei/a, V -ilio Mar-
condi Samuel wa-roaa, Rodolpiio Mo eka, Ha-
noel Lopes, Francisca A O iveira. Thnmas
Stov.-me, i-'radenco Burlaranqui, Graciliano
iiartms Fiiho
Tele-irrammas retldooAcbaui-e re-
tido-i a estaca do Telegrapho Nacional os se
goiolea telegrammas :
De M.'.rra, pa-a.Ariiy.
Da BaliU. r. .a Manrel CD'deirc.
Da Sennha -id, para Au Dj Rio, pa^a Drasioa.
^ Ltnhas, funeconando regu'armente para Sul.
Norte e Centro
Caaa ae Metoayao Movinitrito dos
prezos da Casa de Detonjo do Recife, Estado
dj Pernambuco, 5 de Marjo de 1895.
Existiam 407, eutrarara 8, sabiraro 13, exis-
ten) 402.
A saber: nacenaes 362, raullieres 14, estran-
eeii'os 26, muiaeres 0, total 402.
Arracoados 370
Bons 353. doaotes 15, lauco* 2, loncas 0.
total 370.
Moviraento da enfermarlaTvoram bajas :
Pedro Borges de Lima.
Tiveram alia : Jos Feliciano dos S >ntos.
Commimao -Je naa-lhoramenta do
orto do KeeifeBecife, 6 de Marjo
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Boras. Term. cent. Barmetro Tenso do Humi-
nrada
a O)
6 m. 2r3,"9 759,-66
9 2S-.4 760,20
12 29,9 738,40
3 t. 3!),*9 757,-54
6 29,-1 758,"20
vapor
1842
20,89
21,64
21,79
20,58
dae
70
72
69
11
69
Casa-liento IvilO escrivio dos casa-
mentos que funeciona nos districtos do Becife,
Smta Antonio, S. Jos e Afogaios, affixou na
repartijio do registro dos casamentos ra
do Imperador n. 75 1." addar.editaes de procla
mas de casamentos dos saguintes contranen-
tes :
1 Publcago
Manoel de Araujo Mello com Maria Aurora
do Reg Chave?, solteiros, naturaes desle Es-
tado e residentes na freguezia de S. Jos.
Luiz Alves Ferreira, negociante, Josepha
Flora Torres, soltelros, naioraes este Estado
e residentes na freguezia de Santo Antonio.
Joio Climaco PinU Moreira, natural da Pa-
rahjba, residente na freguem da B. Viata,
cora Virginia Leopddina Duarte, natural desta
Estado, residente na freguezia do Recife, viu-
vos.
Fasta {re i ros -Chegados da Europa no
vapor uiglez Danubo :
Alexaoder Schwabact-, Jorena B/uo, Frede
pie Salomo, John Hariy, B. de Camocino,
Maria G. Pereira, Albino dos Sanios, Joaquim
P. dos Santos.
Chegados da Europa no vapor (ranees
Equateur : __________________________
lESTATlSTIC. Resumo quinzen-il de estati3tica demograplio-sanilaria da cidade do
Recife da 2. quinzena do mez de Fevereiro de 1896.
Theomom-.-tros desabrigados ao meio dia :
Ennegreiido : 56,"2 Prateadol; 37 "0.
Temperatura mxima 31,50.
Temperatura mnima 26,*.50.
Evaporajio em 24 horas ao sol 6"",3 som-
bra 3,"4.
Chuva nula.
Direcgio do vento *
E e ES aliernadoa de raeia noite at 8 h.
17 ra. da tarde ; SE com intariupces de ESE
e SSE al meia noite.
Vtlocidade media do vento 2-37 por es
KDOdo.
Nebuiosidade media 0,40.
BOLETIM DO PORTO
Das Horas
Aiira
Pra mar ou
Baixa-mar
P M. 5 de Marco !> h. 00 m. da m. 2-,l
B.
3 n. 10 ra. da t. 0-
CAUSAS DE MORTE
^"-
REVISTA DIARIA
Congresso do EstadoEffjctuou se
hont -ra i 1 hora da tarde a abertura solemne
da segunda sessio ordinaria da segunda legis-
latura do Congresso do Estado, sob a presi
deocia do Exm. Sr. Dr. Francisco Teixeira
de S.
Estiveram presentes os Srs- Molla S Iveira,
Manoel Jardim, Bianor de Medeiros, Bertboldo
Galvio, Joaquim Guimaraes, Alfonso ae Bar
ros. Salaz ir Moscoso, Bario de Nazaretb, An-
tonio Peroambuco, R-guelra Costa, Julio An-
ter,o Albino Silva, Serra Maitios, Jos Mar*
cellioo, Rodrigues Porto, Piahero Ramos, Cel-
so de Souza, Teixeira de S, Pereira da Silva,
Leopoldo Lras, Godofredo Mobcobo, Eduardo de
Oliveira, Caldas Barretto, Ermirio Coutiabo e
Alfonso Costa-
A convite do Sr. Presidente occoparam as
ca 'eiras de 1.- e 2.* Secntjrlos os Srs. Celso
de Souza e Regueira Costa.
O Sr. 1.* Secretarlo procedeu leitura do;
seguinte expedienta :
Um ofiicio do Exm. Sr. Dr. Joaquim Cor-
rea de Araujo, acensando a recepjio do qne,
em 19 do passado, Iba dirigir a mesa do Con-
gresso, remettendo-lbe a copia autbentica da
acta da sessio do mesmo dia, da qual consta
fra.*Ue;i-cc-aao*k> >piaMJeoaado Governa-
oiietai e dar proildeaclas o oonUnando'cbejri>or do Bstado para o' quatriennio de ? de
Vacelna-po0 Sr. Dr. FreUea -Gaio-a-
-iea vacciuuu, oa escola nualica de Sant'Ao.
na, 15 crian as *ra sua altiOa sessio.
Na semana que entra, proceder ao mesmo
lrabalho.no Poco a ao Arraial.
La Bepublique Cubano -Recebaraos
a?radem*io o o. 4 deste peridico, orga das
interesaos cnbaoos.
Tiat os retratos dos generaes Carlos Rol -fl
e SeraOm Snchez ; este un das ebefes mal*
no'aveis do exercito libsrlalor, e aquel a-:-
lual ministro da guerra do goveroo provisorio,
arabos patriotas distinctos e cojoe servijos da.
tam da revolujlo d 18r8.
Kmcola ea-tadoal em Afoscados -
J esta ranccionando i roa Dlreita n. i da.
qaella fregueiia, a escola do sexo femlnioo es.
ladoat, de qoe professora a Sr. D. Gracilia-
na Cabral.
mima E" orna hella valsa para piano,
compesijiode Claudio da Gama, que fez nos
obsfqoio de offe-tar.ncs um exemplar.
A ana recommendajio-esti no nome do pro-
orn anior, caja talento distincto geralmeote
reconhecldo.
pebre amarella ....
Varila...........
Pebre lyphoide-----
Berberi...........
Malaria...........
Tuberculosa.......
Syphiles...........
OS-lga/rinii ...-r
O. mol. garaes....
ConvnlsOss mining.' 12
Apopl. eamal.cereb.
O. mol.dosyaLrierv.
M. cardiovasculares
Broochhe..-......
Pneum-, bron. paea.
O. m. do app. respir.
Mol. do estomago...
Darrha, entente..
infantil, a'hrep.
Dy.sin ten a........
Mol. do ligado......
O. m. dos intestinos
Mol. geoilo nnar.
puerperaes ....
da pella........
de creanga.....
Velbice............
Suicidio ..........
Homicidio.........
O. mofles violentas.
Oatras causas......
IDADE
14
..!.
ti "l
21 2 .
I 1
4l 36' !
Total.........
Nascidos morios.
Sonaona total inclusive nascidos morios.
1
22
i
6
l;l
1
2
2
2
2
5
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ESTADO CIVIL
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2
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NACIN ALID.

53
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2
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1
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21
4
4
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5
4
2
1
9
5
1
2
2
2
1
16
1
221
17
238
Media diaria da mortal i lade .
Mxima diaria da mortalidade
Mnima diaria da mortalidade.
17
21
10
81. 105 por kilmetro ou fraccSo
de kilomet o de triltiog de ferro do mu-
nicipio, servidos por machio a vapor, 8
55 quando se destiurern a trac-.&i ani-
mal, reapeitadsa as -em. co-s le_r <-'s-
85. 158 pir mauiina a vapor fixa
ou movel que funeciona dentro a "-.da-
de, cuja forja nao etc-jda de quinos ca-
I vallos, o 20$ quando exceda.
86. 40S por casa que vend-sr pl-
vora.
87. 505 por deposito de plvora,
kerosene ou qualqua- outra m teria in-
flauavel, nos lugares ^ara isso destiaa-
j des.
88. 200$ por administrador, dire-
ctor ou gerente da compaDhiaa anony-
uaas do municipio.
S 89. 15(5 por cada sobrado dentro
d, cidade, que conse var aaccad s e
mHdeira.
90. 400 res por cada roetro cor-
rente d-i lvenos nao m'iralos d- itro da
cidade, corap-eheodidos os alagado..
91. 5* por matricula de carga-
dores d'agua, creados e ganuaJeres.
92. (58 pir matricula de bautista.
93 2-10 reia d lie-.-oca p r metri
de vallado para derivamento d'agu^ da
qualquer rio oa nasceate, exsteute no
muuicipio, afim de eifectuar rearas,
aciouar machinisraos, ou outris fias
semelhantes e 600 res quando o den-
vamauto f* frito por maio da c mos,
r.o pudendo a ngua ser conduzida para
outro -.uuiuipio, sera lei que isso a.t-
ese.
9i 40 reia por metra c rrents de
r,j para pesc^rii a costa. .
9i fustas do advogado e procura-
dor dos feitcs rLuuicipa-s.
I ni Coi.t ilun,!,o da feira Paulista.
I 97 dem da Companhia Assuca-
reira.
98 58000 por mercador ambulauta
de CBrne de pnreo, ou cameiro,
I 99 680.^0 do licanca por individua
que vender bilhetes de loteras, exoep-
tuados os invlidos.
ll>0 300 res por carga de carvad,
madeiras lavradaa, cavernas, npas, cor-
das, embiras ou eatoas.
S 10 i 200 reis por carga de maieira
rolija, lenlia ou sulipas.
10 200 re s por armsjo de camas
de lona ah-cadas no municipio.
103 Imposto de sfeiicao e re-
v isao.
104 10SO00 por talho, ou acuugue
de freaauri'S.
105 508000 por Pharmacls.
106 5'J80OOpor eutregadord-oba-
ratoa o C'garroa dentro do muuicip'o,
fabr.cados em casas que nao paguem o
impos o da porta aberta, quando f rem
estes considerados d* l.1 clase, 20|UOO
quando forem da 2.a e 108000 de 3.a o
fra da cidade, ser cobrada m-atada
destas taxas.
l7 30)5000 por vendedor ou en-
tregador de laite^ vindo da outro m mi-
cipio e 680 K) sendo do municipio.
108 6800J por curral ou estabulo
de gado vaceum fra do permetro da
edade. /
109 6$000 por esda carro ou car-
ro9 que conduza para deotro do muni-
cipio as mercadorias de que tratara os
100, 101 e 102.
110 300(5000- por mattaa onde sa
fabrique carvao, se t're lenba mid'iras
roIiy*8 e lavradas, ripas, cavernas, ete.
quando forem os proprios donos quem
as explorem.
111 2008COO por mattas as mea-
mas condiegoes das do 8 antecedente,
quando forem exploradas por pessoas
que as tenharn arrendadas.
112 200,5000 por capoeirsou
matias finas, o de somente se fabrique
carvo e se tire lcnha, estacas, fachinas
ate, auando forem exploradas pelos
proprios donos.
113 1008000 por mattas oa ca-
poeiras as mesmaa condicSas das do
antecedente, quando nao forem ex-
ploradas pelos proprios donos.
114 3'1(5000 por ofilcina onde se
fabuquem facas de ponta, estoques e
outras armas prohibidas
Em relajad a primeira qumzena, cooservou-se quasi extaiooaria a mortalidade des'a :
249.238. A excepjio da varila que recrudasceu, as demais molestias zygmeticas apresentam
muito mais baixo coeficiente de mortalidade. Eis as proporce desta ara a quincena pas-
sada : Febre amarella 3:6; febre typboide 0:3 ; vanla 43:28; malaria 24:32; tuberculose
16:29. Vai, pois, memorando o nosso estado sanitario, convindo smente, por meio da vacci*
A' roa do Bario da Victoria o. 13, estabela- najio evilar-se a dissemicagio da varila, As molestias agudas do apparelho respiratorio mo-
tivaran! apenas 90 bitos. Regular foi a proporjio da mortalidade infantil de Oa 1 anno que
elevou-se de 43 na quinzena passada a 58 n'esta. O demograpbista. Dr. Octavio de Fredas.
c'mento da Sr Eduardo Palva, eocontram.ee
exempiares i dlsposijSo do publico apreciador
da mosca. I
liniao Benefleenie doo Proles.
soresPuoccionoj, de coaformUade eim os
estatutos, a directora desaa associ<>jio e na s-
de di escola moni -ipai da rui do Rangei, son
a presidencia do Sr. Firrainc Rio, 10, sendo
secretariada 1 fio Sr. Manoel Teixeira.
Fol lida e Bpprovada a acia da sessio ante-
rior.
Acbtndo.se na ante.sala o Sr. co selhel-o
Manoel Pereira, foi esta -acamoaabadopor al-
guna membros 1 ao recinto e empossado do seo
ca'eo.
NSo hoaw pedleole.
Dada a parava ao Sr. Luit Marque3, he.
soareiro, anee a que tmba recebido S3'd d -
tensallade, qu* pagara ilf de porceota-
ra aci;procrador, qae recolbera a Cix
Econmica, 2Q8# e, oalmente, addlcionanio
essa qoanita a 2:263-1*75 (existente- na mearan
Cala) p fjz.a 2:471*175.
O mesrao Sr. f esoure ro leo a lista dos ,0
eioa alratad.-s, montanda esse atraso em
38-1.
Todas essas conUs foram verificaras e ap.
provadas pelos Srs. conselbelro Manoel Perei-
ra e crador Marques Triadade*
Foi eliminada ama socia por ter deixad. d,e
nagar ais metes de mesaalldade.
Sao havendo mais nada a tratar o S*. pro.
-I.1 nte eacerrn a sessio.
O OccidentePala livraria Leopoldo Sil.
vei -. a roa llague de Caxias a. 34, foi.nos of.
ferecido o n. 617, annol9 d'OOccidente, Imnor.
tante revista mostrada po-togoeza que se pu-
blica em Lisboa.
Este nombro traz os retratos da bravo coro
el Rjlruaes Galbarda e da ostavel actriz
Mara Gontalei.
At'Mtotioo.
O Plmpao R=-ceh-smos oa ras. -1229 a
1230 d sitj-ompriBiico jornal portagoei.
fiemoaacpr-y*em giihjfer, so altillo ponto
itiapa-Irtrta JLleio Marques~R ce-
nemos lindos ebromos da rranae faorlca de
cria peo- Lincoln Bennett fe C, am Loadres.
Os offertantes dease brinda, foram os Srs.
Licio Marques, proprieiaros da Cnapellan
Mdelo i roa Bario da Victoria n. 42, aicos
agentes daquella fabrica IngloM oeste Es-
tado.
Gr* fot.
PERNAMBUCB
Lei n. OS
0 Concelho Municipal de Oliuda, de-
creta :
Continuafo-
% 65. 10 por mercador ambulante
de peixe ou pombeiro.
66. 608 por mascates de fazendas,
miudezag e perfumaras nao stabelecidos
no municipio e 30-5 quando eejam-esta-
belecidos.
67. 508 per mascates s de fazen-
das ou s de miudezas e perfumaras, nSo
etabelecidos no municipio e 25<5 quando
sajam estabalecidoa.
68. 58 pr amoladores ou vende-
dores :e figura*, estampas, ou explora-
dores de qualquT indeatria, nao pracas
ou ras da t'idade.
69. 2008 de licenca por joalbeiro
arabulinte, e 608 por comp-ador de
prata e ouro as mesmas coudcoes.
70. 35 de licenca para encaar
agua e gaz, cobrados dos consumidores
71. 15j5 de licenca para cacar den-
tro do municipio, durante o anno,. fra
do perm-atro da cidais.
1 72. 208 .por licenfa pa*a usar ar-
mas, prohibidas obtida previa autorisa-
co da autoridade policial.
73. 58 de licenca para p-soa.ia na
costa por meio de covoa.
74. 38 da licenca para soltar fogos
do ar, e 108 para fogos de artici >
75. 80(5 por carooo* da ditos ou
aquatro radas viadas de, outro municipio,
J a que n'eata transiUireoa e 3 j\5, sendo de
dentro da Maaioipio, oi^ep^utoWe as
em pregadas ao serv go de agricultura,
ou as que exclusivamente se emprega-
rem em s^rvir-o de fabricas a qua psr-
tenjam.
76. 48 por matricula de esna, sa-
veiro, jangada e ontros bateos de pesca-
ra, e 5(5 por canoa oa barcaca empre-
gada na condcelo de qualquer merca-
doria, Seja, ou n&o do municipio, urna
vez que estas venham carregar ou des-
car regar nos portas do mesmo exceptua-
das as que se.empregarem em ser vi eos
de fabricas e engenhos. .
77. 50-5 de imposto por cada baixa
de capim, seja qual for o seu tamanho e
applicag&o dentro do permetro da cida-
de, e 10 0/j sobre o numero de feixes
de cada corte, fora do permetro.
78. 2$ por licenca annual para
levantar, ou ter banheiros na costa co-
bertos de palha ou madeira 3$ se forem
cobertos da talhas ou zinco, tendo ape-
nas dois compartimentos, e 500 rs. por
compartimentos accrescidos.
79. 108 por carro particular de
quit-o rodas para passeio e 55 por dito
de dras rodas.
80. 15(5 per dito de aluguel, tendo
qoatro rodas, s 88 tendo duas.
81. L cenca para construir e ter
no municp o fornos de queimar cal, co-
brada na razo de 50 reis por alqueires,
s-gundo a apacidade dos meamos, nSo
exceptuadas as fabricas comprehendidas
no 56.
82. 5| de licenca para collocar ma
te ra es nos ras on p rajas do cidade,
somente o tempo preciso para a cona-
trucc > das ob as a que se destinaren).
1 83. 608 pos coeneira 1 do carro de
aluguel, oa do troto e aluguois de 00-
115 108000 por canoa que se fa-
brique ou concert nos portos o muni-
cipio.
116 10-5000 por estancia de linha
na costa.
117 50$000 por mercador ambu-
lante de armas prohibidas.
118 5(500J por balsa de madeiras
tiradas do municipio, oa veni das nos
portos do mesmo.
119 50000 por casa que nSo tiver
cornija, parapaito e as agoas encanadas
as ras !. de Dezembro, S. Sebastilo,
Varadouro, S. Bento, 7 de Setembro,
27 de Janeiro, Mathias Ferreia, Bom
Fim, S. Pedro Martyr, Xavier Santa
Rasa, S. Francisco, Barao de Caiar,
Or. Jos Sor ano, Nascente, Santa Cruz
doB Milagres ot o Pateo da Igreja, a
praijas d'bolijao, Dr. Jos Mariano,
Conoelheiro J0S0 Alfredo e S. Bento.
120 30(5000 p r casa da c rieiro
dentro da cidade e 15-5 JOD fra.
i 121 3^(5009 por negociante de
peixe vinio de outro muaiepb, saja
pa.a coinp-ar ou vender.
122 108000 por vendedor ambu-
lante de agurdente dentro do mun'-
cipio.
123 208OCO por alfaiataria, quan-
do nao for o proprio dono quem traba-
Ihe e enha mais de 2 officiaes, que nao
a-jara mulher e filhos menor-'s, ou Rpren-
dizes menores de 15 annos,
124 108000 por vendedor ambu-
lante de mel de furo cocduzido em carga
de 2 ancoras e 5-5000 qu-ndo for con-
duzido em latas pelo p'o. rio vendedor.
125 18000 por matricula de eni-
mal oa vallar existente d-nt o do muni-
cipio, 500 reis por averbajSo de troca,
pagos por cada um dos contrastantes e
500 reia no caso de vendo, pelo com-
prador.
126 100 reis por cada relaclo
para matricula de animal cavallar.
(Continao)
HUMADO
1
1
i
1
I '
'-
-.-,


-


Ji
*I*cvs*^IWSPJSIO>-


i
DitM-fo de PeranBibiico Jabado r de Harco <1<* 1*00
Banco Popular
Capital do Banco 1.50).
dem realisado 750.
Fundo de reserva 400.
BALANCO EM 29 DE FEVEREIRO
ACTIVO
Accionstas 750
Letras descontadas 2.816
mprestimos e caucos 3.243.
Adan tamen tos
Cauc&o da directora
Fundos pblicos
Ajobilla
Diversas agencias
Valores depositados
Diversas contas
Latras a receber
Caixa :
Em moeda corrente e
em conta corrente
nos outros Bancos
317.
30.
23
12.
3.637.
5.182.
185.
1.994
0008030
0008000
OCOSOOO
DE 1896
,0000000
8501150
5384o80
826*760
OUOIOOO
8288000
3848003
5688 00
1955140
4715930
,4868730
835.568S780
Capital
Fundo de
reserva
L u ero s
suspen-
sos
Rs. 18.531.7188570
PASSIVO
1.500.0008000
400C008000
37.6528350 437.6529J350
Depsitos :
Contas cor-
rentes de
movimen-
to 2.258.3235410
dem com
aviso 293 750$190
dem de
peculio 1.883.1598280
Letras a
'premio 4 190.0218750
Diversas garantas
Depsitos voluntarios
Diversas agencias
Diversas contas
Dividendos :
Saldos pagar
Rs.
8.625.
5.044.
168.
157.
2.587.
12.
2548630
1765070
0198070
1666920
0938830
lente, ClemeotiDO Paria Tarares Goncalves e
Manoel Colago Das.
E nada mats liavendo a tratar-se o Sr. pre*
siderita encarra a eessao s 3 oras da tar
de.
Eo Joo Perreira Baltar lavrei a presante
acia que val por fflim assignada a pelos mera
broa da mesa.
Francisco Gurgel io Amaral.
Clementmo Parla Tavares Googalves.
Joao Ferreira Baltar.
i
Ji-LL'
CHRONIA JUDICIAR1A
3558700
18.531.7183570
S. E- Se O.
Recife, 6 de Marco de 1896.
(Assiguado).
Gustavo da Silva Anunes.
Gerente.
Manoel C. Leal.
Cantador.
Acta da sessao ordinaria da
assembla geral do Banco
Popular.
Presidencia do Sr. Francisco Gurgel do
A mar al
Aos 17 di .s do rae de Fevereiro de 1896.
1 1,2 hora da tarde, estando reunidos na ede
da -ssciacao ommercial Aercola, 40 Srs.
accionistas, representando 40,6i)5 *ct.e, r u-
mero Ifgal, o Sr. Francisco Gurgel do Amaral,
como presidente do Banco e por forrea dos es
talu os do mesmo Banco, presidente da ;isem-
bla eeral, onvida para secretarios os Srs.
Clementino Parias Tavares Goncalves i Joao
Feneira Baltar, escolha que, sendo submettila
approvacao, aceita.|
Deraru o Sr. presidente que, avistado
livro ce presenca, havia numero mais aue suf-
ficienle para ler lugar a assembla geral ordi-
naria do Banco Popular, que tem lor m a
ai,reseniacao do relatono e contas. do parecer
do ronselho fiscal, relativos ao a-oo bancano
findo em 31 deDezembro de 1895, c eleigOes
da noa directora e do couselho fiscal para o
anno de 1896. ,
envida o mesmo Sr. presidente ao Sr. se-
cretario Joao Perreira Bailar, a proceder a le-
tura da acta a seaso passada, requerendo o
Sr aciooista commend Silva Guimaraes, dispensa deeta leitura por
ter sido publicada a acta, forain consultados
os dunais accionstas e concoraaram na dis-
ten-a requpia sendo a meraia acia posta
em discu.-sao e depota a fotos fo approvada.
Em seguida declara o Sr. presidente que vai
procede-se leitura d > relatorio-
O Sr. accionista con inendador Manoel Jos
da Silva Guiuiai&es hed dispensa dessa leitu-
ra visto ja ter sido taubem publicado o mes-
mo relatorio, e sendo consultada a casa,
concedida a dispensa pedida.
O Sr. secretario Joao Perreira Billar, a con-
vite do mesmo Sr. presidente, procede a lei-
tura do parecer do cor.selho fiscal, finda a qual
posto em discussao, depurando o Sr. presi-
dente que na vo aciio dividira o referido pare-
cer em duas partes : a primara, a que reler *
83 s cootaa apreseotidas pela Directora e a
segunda sobre a commissao de 5 |. dos lucros
lquidos do anno de 1895 a favor do director-
8Sao hvendo quem pedisse a palavra, o Sr.
presidente poz a votos cada parle de per si e
foram approvadas unanememente, nao toman-
do pata a directora e os meosbros do conse-
^Usando da palavra o Sr. director gerente
disse, que devendo flndar-se em 31 de De-
zembro do correte anno, o mandato da actual
Directora, julgou esta, conveniente, gu*. na
presente reuniao se procedesse eJe cao da
nova de modo gue em o primeiro de Janeiro
de 1897, os novos eleitos se acbem emposu-
dos dos seos respectivos cargo?, isto co-for-
me os annuncios fetos com a precisa aote-
cipacao. ,.
O Sr. director presidente convida aos brs.
accionistas a prepararem iu< chapas para o
eleicao da nova Directoria, do Conelho fiscal e
eus supplentes para o anno de 1896 e no
meta escrutadores os Srs. Manoel i naco Da?
eDr. Joao Alvares Pereira de Lv.-nFilhoe
em seguida manda preceder a chana pelo
livro de presetca, dando o seguinte resultado :
TARA. DIRECTORES
Francisco Gurgel do Amaral
Gustavo da Silva Antunes
Albino Narciso Maia
Eugenio Lardoso Arres
Alvaro Pinto Altes
Junta Commercial lo Recife
SESS DK 27 DE FEVEREIBO DE 1896
Presidencia do Sr. deputado commenda-
dor Joaquim Lopes Machado
Secretario Dr. Joaquim Tneotonio S.
de Avellar
A's 10 horas da rnanh abrio-se a
sesto com a presenca dos Srs. deputa-
dos tenente-coronel Francisco Gurgel do
Amaral, Prente Vianna e Bapplente
tenente coronel Afforso Taborda, fal-
tando com participado o Sr. deputado
Gabr el Cardoso e supplente commenda-
de- Guimaraes Bastos.
Feita a leitura da acta da sessao ante-
cedente, a qual fui approvada, passou-se
a tomar couhecimento de seguinte
EXPEDIENTE
D Dr. Secretario da Junta Commer-
cial de Ouro Pret >, com data de 6 do
corrente, remetiendo a lista dos commer-
ciantes matriculados e agentes de leudos
nomeados pela mesma Junta.Accu
se-se o recebimente e archvense.
Da Junt dos Corretores, de 26 do cor-
rente, remetiendo o boletn das cotacS-s
officiaos, realisadaB durante a emana de
10 a 22.Para o archivo.
Foram apreaentados rubrica os se-
guintes
LIVROS
Diarios :
e JoSo Fernandos de Ahneida.
De Jos L'-iz, Vieira & C.
De Manoel Garca &C.
Copiador de Jos Luiz, Veira & C.
Foram submettidas a despacho as se-
guintea
Peti^oes :
De Manoel AutoBo Dominguea e
Jos Soares Vidal, para o archivamento
da seu contracto de sociedade commer.
cial, que gyrava sob a firma de Jos
Soares & C.-Seja archivado.
De Manoel Garca & C, pedindo o
archivameato do seu contracto social,
victo terem satisfeito ex-geocia da Me-
retissima Junta Seja archivado.
Do mesmo, pedindo o registro de s ua
firma commercial.Regiatre-se.
De Joao FernandeB de Aimeida, por
seu procurador Guilherme Pereira Gui-
m-res, para o registro da proonrecjo
junta Seja registrada.
De Roeha Fana & C.,para o arebi
va ment do seu contracto social.Ar-
chive-se.
DeJos Feraaudes Decrescendo e Deo-
dato de Ramos Pimentel, componentes
da firma Jos Fernandos Decrescendo
& C. para o archivamento do seu dis-
tracto ocial.Seja archivado.
De Seraphim Velho Camello Peasoa
de Albuquerque, Francisco Tavares da
Silva Cavalcante e Manoel Jos Vieira,
residentes no municipio de Goyanna,
para o registro de seu contracto social,
conrtanta da escriptura publica, junta
em iraslado.Vista au Dr. Secretario.
Nada maia haveodj tratar-se o Sr.
Presidente encerrou a sesBao ao meio da,
INOIGACOES DTEIS
S 875 vo os
3.875
3.815
120 .
75
PARA O CONSELHO FISCAL
Pau'ino de Oliveira Maia
Antonio Ignacio do Reg Me-
deiros
Dr. Francisco do RegO Bap-
tista
Augusto Gonjalves Fernan-
des
J. Fernando da Silva Pinto
Manoel Colago Dias
Pedio da Silva An'unes
Sebatiao Lopes Guimares
Jos Paulo Botelbo
Joao H-drigues Moara
P.\RA SUPPLENTES
3.930
3.930
3.325
486
200
107
12
5
5
5
Medico
O Dr, Lobo Hoscoso d eonsnltas em
*aa casa ra da Gloria n. 39 das 11
horas da macha 1 da tarde. Achau
lo-se fra do servigo publico offerece-se
para acudir a quaiquer chamado com
promptido para fora da cidade. Espe-
cia lidade, operaces, paitos e molestias
de seuhoras e raninos.
Dr. S Peretra,ra& da Imperalriz o
.'\ d consultas medico-cirurgkns tadoi
n dias das 8 meio dia, menos no-
lomiugos e dias santificados.
Oceallaitas
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.* 63 1/ andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n.' 588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu coa-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
esidencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de I s 4 horas da
tarde. Chamados a quaiquer hora.
Dr. Barreto Sampaio, occulista.d
consulta. de 1 s 4 horas no primeiro
andar da roa do Baro da Victoria n.
2
Bsidencia a ru Hospicio n. 46.
Telephone n. 3o5.
Drogaras
A. P. Braga. Guimaraes Agencia de
Vidas as especialidades pharmaceuticas,
hutas, drogas, productos chimicos e ou-
tros medicamentos homeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Faria Sobrinho & C.a, dreguista
por atacado, ra do Mvrquoz de linda
n. 41.
buimares Braga C. Depsitos
ie Drogas e productos chimicos, espe>
cialidades Pharmaceuticas, medicamen*
tos homeopati6os e tintas, leos, pin*
ceis etc., etc. Rtra do Mrquez de iin
da n, 60.
3.930
3.930
3.770
150
Joaquim Guedes Valente
Clementino P. Tavares Gon-
calves
Manoel Colaco Dias
Augusto Goncalves Fernn-
de9 n
Manoel Joaqun Costa Ra-
mos 1
O Sr. presidente declara que a vista deste
resultado, esto eleitos, para a nova Directo-
ra os Srs. Francisco Gurgel do Amaral, Gus-
tavo da Silva1 Antones Albino'Warciso Maia,
8ara o Lonselbo fiscal os Srs. Paulino 4e
liveira Maia, Antonio Ignacio, do Reg Me-
deirose Dr. Francisco do Reg Baptista e
para supplentes es Srs, Joaquim Quedes Va-
FUftLUiUMS A
Contes matutinos
En tenfio, boje, nos-lago para diverdmen.
to dos ieitores.
Sem querer, adqolro ioformacOes exactas, so-
bre tolo qaanlo val occorrendo, II pelos ar.
raiaes opposiciooistas.
Ettava ea, na tere.'eir, irn eotttfCida casa
de cabelietrlro, ra para as rendas da rtw ta
Croa, entregani tio ao barbalro, quando
notel qoe junto mltn convarsavaaidoui cida-
daos sobre poltica. TJm delleg-era o Ap......
MAS SAO DE COPAS. O outro dao me ares
de negociante, com fondos.
0As.. lia um jornal, e o co religionario
passava, como eo, pelo flrocesso da raspa,
della.
Pode, eotao, apreciar] molto mea goste, a
segointe prosa :
Negociante i' qoe horas comeca amanh
c o acto faoebre do Jote Mara ? *.
< As....Est marcado para s 10 boraedo
dia *.
c Negociante Ento, eu venho mais celo
DOGOSTME, p>rqae nSo qusro perder
raissa. Qnaato tiraram ineti paraaroma-
ra 1 .
A9.... Pouco, moito pooco podemos lazer.
L em Alegados, ns da commissao, fliemoj
( pessima arrecdagao. Nioguem quii con-
correr, allegando as despezas com a obra da
< Matriz, orgadas em 16 coutos de ris. Den1
me lire de ser lembrado para ontra. Pare-
ce qne o A-oelardo tem razio em dizar qae
ddr drmelber morta, e' aura ate a porta....
Ja o primeiro anaiveTsario as con as estao
dlBee>s exs meiroies fogem 1... >.
Negnctaote-TrMte de-qoem morre eao eo
nao-va'; Eo-dei a mioba quota, attendendo
as 'lohfas coMicoes- Bnancelras. Cada qual
enterra'seo pat como pode. Nao assim ?
E devo diter.lhe que Qt mais, muito mais co
< qoe certos dungas qoe se diilam amibos d
naado e que delie receberam grandes provas
> de amisade. Sao una ingratos I
< As.... Se nao osse o Jos, o fiasco seria
gar presSo tjraooica io gove-nudor e a?s.m
raduilr todo orna simples visita ao Cemi-
teo. Nao .fallam recorsos de detezi um
advcea'o babtl Teriamos una sabida
moito tjoiirosa, fateado recibir o odioso so-
bre o governo do Eii so .
Negi-cian'eSlm, V. lombra bem ; as nos.
sas aleibeiras fleanam inclumes e nos te-
riamos lavrado mais om tent, assegorando,
com toda a f.rga dos uossos pulmOes qoe o
< re:eio de om desacato, j de mnito anuon-
ciado por algoos soldados da tyrannia obrl.
goo.ooc a derxar sem rranifestagOes de pro.
tundo petar o primeiro anniversario de mor.
> te lo dotoroBa para nos I
O mais nao conbecer apoltica e ntm sa.
b^r especular nos m memos criticas e diffi-
ceis .
As.... Diabo Uve ese modo de vencer di
fl:uldades I Se en censuro o t^ommercio*,
porque eata todo da i fallar em panto de
1 vista da legalidad^, justameu! qasnd nos
distanciamos cada vez mais do vencedor e
ncamos na mais vergoobesa bagagem I...
J en tenbo dito nanitas vezes ac Pbaelao-
te, que a orienta&o J'A Provincia > pessi.
ma -, e que, se cojtiooam assim, eo vcu pa.
o ra a reserva. Bem avisado andoo o Caroeiro
Viliela em dedicarse a agricultura...
Pauella em que muits mezem...
NSo qoerem oovir o Jos Marianno ; todos
c qoerem dictar leis e o resoltado ba ce ser
fonesto. Al Jje Vicente, j escreve n'A
Prcvlocie, discottodo inconvenientemente
om assompto todo melindroso...
V. nao sabe qoe ao lado do director estao
c boca amigos hor ps. ora dtlles at membro
< c do nosto directorio t! >.
Negociante Palle baixo, porque algoem
t pode estar abi 6 oovir 8 nossas franque.
zas. O Abelardo j disse que tem polica
secreta e eabe tjdo qoanto se passa entre
< ro. Aqollo um borneo) do diabo I De
. S. Paulo e o caf....
' Qjando a conversarlo ebegou al abi, j eu
tlnba acabado de esetoboar-me e precisara de
om pretexto para demorarme.
A cousa promettia ir longo e eu precisava de
ser todo onvido,
Preparel logo o terreno, delxando a cadeira
em que eslava sendo opera.o e sentandu-me
em oBlra commum ; e recorr i urna Provln-
cb, nico mtio de nao tornar-me sospeito, des-
de qoe eu aoubesse aprovelta:-me das eirenm-
tt anclas....
Recorr, em acto continuo um felii expe-
diente.
FAZENDO QUE TINHA LIDO (esta phrase
tem o beneplcito dos grammatieos da actuall-
dale) o telegramma noticiando as mtssas, JW
o Damet io SimSes ia mandar celebrar no Rio,
por alma do Dr. Jos Maria, voltai-me para o
dono da casa, qua alias um bomem de edo>
cacao e versado em litteratnra, e ataquei esta
oomoa :
Vio a prlso uo nosso ditlincto coestadano
Dr. Demetrio Sunbes.
< Qae absordo I Se fosse aqoi em Peroam-
buco, onde ba joizes do quilate do Jos
Ucta e do Paes Barretto, o fado tioba ex-
< pllcaco, mas admiravel Joe um julx ho-
oesio e morallsado descesse tanto I
Ei volarla para qus se telfgrapbasse ao
Ftesidente da Repblica, pedilo que agisse
00 ponto de vista da lega lidade.
Demetrio presten nansa, mas a cffensa aos
bros peroambucanos esta feita.
Ual eu tlnba termlaado o meo discurso ea-
todado, j eu nolava nos olbares TERSOS E
AMOROSOSI dos dona- bomens ; e esta va con
vencido de qoe o engenboso plano surtirla ef-
falto.
Ento, nao bavla duvida, que eu era UM IR-
MO DA '.OPA, e a prosr, ligeiramente nter-
rompida pelas mlnba* judlrfosas observscOes
sobre o acto do Dr. Naboco de Freltas, contl
nuou asalm :
Negociante. O qus vem fazer o Locena em
Pernambuco ?
c As......a sel 14 I...
Aquillo om enefe aulba. Para fallar-le
c com sincerldade Mola1 de Jos Maria mais
tnlnguem.... Aqoilio. slm, reouia todas as
t coQdiQOes necesssriaa ao boaroso e peeitlo
4 encargo.
No r*glmen rer rbllcano, o-'-jotem de
abracos, introdozido na poltica pelo Daptu
da Babia e tRANPLANTADO EM oosso Es*
tado pelo JM produz ^ffeito contrario.
< Franqueza rod, como a do Jos Maria.
Belj&va/ qoaaoo era ipreciio ; shlcoteava,
quaodo o 'caso exiga. Isi de abracar o ne
gro o branco o Idalgo e o plebeu ; o rico
e-o pobre, pode ser maito bonito,' mas 'pro
vocj defgoito; porqoe. V; Nnr sabe, eomo
igaaea pereote Deiw e AW, una oo pernle
a eofiedade.
Depois, eo nao preciso tilzer-Ibe, qoe tn
vivo as caschs, LAMBENDO EMBIRA, e ou-
tros sSo MIlUONARIOS....... Essa des-
iguaidade iDjusuflckvel perante a moral
poltica.
Negociante. At certo ponto, V. tem rt-
zSo: Eo DISTINGO, como o padre da Mor-
gadfnba de Val FlOr.............
0 leiior amigo ba de pe-mittir qoe en sos*
pend, por boje, o reato, qae a melbor parte,
agaardsndo me para amanbS.
He! de contar tado, sem esqaecer o^7 de
Atril e eeui corroanos, um des' mais soecu-
lentos pratos do banquete que sem convite,
eompiree'.
Recife, 6 de Marco de 1896.
Dr. Abelardo de Vasconcelloi-.
Nos tContos d? qusrla felra fui infeliz.
Em vez deDdot des, lea-sa Do nt d;? J
em veztle:orreligtonario, teia-se oreli*
glonarice em vez de horroroso-,lei-se ehon.
roso.
Cemiterio Publico de Santo
Amaro, em O de Marco de
Quicamque turpi fraude se-
mel\innotui eiamsi verum dicit,
amittit fidem f !
Lendo a Provincia de boi-i nelia depare!
com orna po&licacio encimada com a epigra-
pbeVilletas do'Gwvernc.
Como Bessa putilic*co se fazem referencias
ao meo come, vei bo restabelecer a verdade doG
factos taes qoaes ellei se deram.
Em re io < apella deste cemiterio, desde
ba muito arroioada, tenbo sempre olliciado aos
(Ilustres prefertca ueste municipio, solieran o
concert e aogroeotando-seeada vez mais o es-
tado de roiua da mesma cpela, ten o coaao
cansa o rigoroso invern paseado, receieso de
que pessa ea;-se de9iD?mento da .bobada,
cijas rendes se tem augmentado a lomado mato-
re* proporc.oe8, tflkle ao Exm. Sr. r. prefei-
10 para mandal-a fecbar at qoe se reallsasseu
os respectivos coocertos, poopaodo asstm talvez
ceDteoas.de vi timas e tirando de soore n im
tamanba reapoaeabilidade.
Si a provincia qoizer ootra prova disto que
nao a mioba affirmaiiva, poJer por. meio ao
i'.eni'to nblel-a do archivo da prefeHcra.
Com effeito o Exm. Sr. Dr. p'efeilo em con
srqoeucia das pondeacOes qoe Iba ra no gi-
mo que cirg -Ine, delioer u determtnar>me
qoe fecbasse-a ; medida alias muito acertada e
ae grai.de alcance.
Quanto a aeua Denla pedlda-por om dos sa
cerdotes, claro qoe estn o a capetle fecbada.
como o vublico oesia cidade u3o ignora em
vista do meo editai, nSo existe nella agoa beata,
como de ordinario na ba, mesmo quaodo a ca
pella se acta em servico.
ua rscertttes benzem agoa quando precisara
desgoa beoia, pois sabido- que na cafelU nao
existe pa 00 quaiquer outro deposito destinado
agua benta.
Uemais o Revd. sacerdote, a qoem se refere
a Proviacla embaracoo-se com poaca ooosa
S. Revccoa. unlia em soas mao- os rxeioa ue
fazer agea betta. Baetava pedir agoa e beo-
zel-a depois.
A mlm de certo 00 a qoalqner out-o emp*e-
gvdo-deste ctmiterio qoe filtava competencia
para beozer agoa e mlmsiral a a S. Revdma.
Ua :e qae anl se v um acto e miseravel
perversiddde?
A torga esiadoal, que reqolailei, ee compu-
nba de zO pracas e foi por mim mandada pos-
tar distancia des^e cern erio, desde ts 2 ho-
ras da tarde, nSo tendo, portante, se retirado do
porio ao entrarem a msica e alguna Src offi-
ciae 00 ti.* atalbo de nfuDterie, como fal-
samente eacreveu-se, nem (3o pooco entraram
neste cemiterio {iracas cor; ponentes da mesma
torca. Benoo tal o meu eecroi olo a esse respailo
que esiando algomas pesadas sobre o n uro as
nao fiz deocer pelas pregas, cono rlis cosime
tazer nos das de tioaaos para eviiar celeo-
mas.
Esta que a verdade.
Se reqoBitei esta forja foi para evitar quai-
quer pertorbajao ou disturbio, qoe por ventura
se pudMse por occasl&o de grande eoocorrencia de povo
ueste cemiterio, em dia de Qaado por exem*
po-
0 admioiatra or,
Ascencf Mlnervino Meira de^ Veconcellos.
ESmpreza do ^ax
A contesta serta na Revista do
Diario de Pernambuco
de hoje < declaT?ac.o
que fiz sobre as contas
de consumo de gaz
nao destroe e antes
confirma a mesma de-
clara Eu nao disse que
essas coritas se refe-
rem ao anno de 1893
em centenas de con-
t s de reis, mas sim
que o debito do Es-
tado por consumo
c degaz,hoje na iaa-
portancia de cente-
as de ecmtos re-
c monta-se aoann de
.1833.
E' esta urna verda-
de que nao pode ser
contestada, e na
haropria contestacao
se confessa que o ins-
tado mik devetd
110,067^060 corres-
\ pondente ao anno del
1893 restando, anda
contas de difiranla
de cambio de 18811
''1891r.oomo anda con-
firma a contestaco.
Pois bem, para ter-
minar esta questo
declaro sem receio de
contestacao que o Es-
tado deve actual
Empreza' do Ghrz nao
e desde o .anno de
1893 como de outros
centenas de conts de
reis.
D'eesa divida re
queri certido hoje^
quepubliearei se for
neeessar .o lago que a
obtiver.
Nao faria esta de-
clarar) se nao fosse
forjado, porquanto a
Empreza tem sido
credora de sommas
anda mais importan-
tes, prestando-se a re-
ceber os pagamentos
quando convnka ao
Estado, eat em apo-
lices descontadas com
o prejuizo da Empre-
sa.
Quanto n dizer-se
que essa clausula da
proposta leonina,
apenas direi que pela
primeira vez vejo s-
sim qualificar urna
clausula, que impor-
ta simple smente em
garants da boa exe-
ca^o do cor tracto
por parte do Estado e
nao traz a mprezv
augmento algum do
lucro, que se podesse
dizerexcessivo ou leo-
nino.
Sao essas
as expli-
cares <|ue tenho a
dar ao publico e ao
Jornal do> Recife^ para
mostrar que nao l fal-
tei a verdade.
Recife, 5 de Mar-
co de 1896.
SamuelJones,
Gerente
O suco'-sao do Sndalo Midy ansciton
falsificares eimitaces em que aesaencia
de Saadalo substituida umitas vezes
pela essenci de cedro, bem diffic 1 de
conhecer. Recommendaraos por isso
mocidade que nao facam us> das capsu-
las baratas e exijam a palarra Midy
impressa em cada urna das capsulas.
Todotrsabem, mas cumpre repetir, que
as noites passadas nos theatroa, n ;s bai-
les e uraa reuniOesv tatigam o orga-
iemo delicado de mulher. O nnic meo
que se cnimoe para combater esae can-
sa so empregar como perfume para o
lenc^ o Extracto de Kananga do Japo.
da casa Rigaud e C qua- dissipa oa
inoommodoa prodozidos pelo calor e aro-
maUea o ar ambienta, e ao meamo
tempe signal evidente de k>ni goato e
dBtincc.ao.
A'nita'beMa rreanca-pOTnaabocana aae^e
aatamea em.mu to btaaiieas... e qaofln
pre.procura saber de-minba vida.
Vou contarte minba.vida,
Que nao nsysleriosa...
Nem envoltamos iorrrtg
Desia crlse pavoroaa I...
Urna vida de tortura...
Ittpassada da. amargura...
Deaezares, -*fenatura...
Vida agreste------.mui penosa I
Torre milbo, bem torrado
E o misturo om caf I *
E, declaro francamente,
Que caf com milbo 1
NSo preciso de mentir,
A' ningn) qoero tlludir,
E capncho-m preferir
Da verdade a pura f !....
Pelo prego que m'o pagam
So, assim, posso u vender I
O meu lucro 6 io pequeo,
Que nod-me p'ra viver I
Bolo gallos trigar,
Pa-sso noites jogar,
Trabalho a bom trabaJhar,
Nesia vida de soffrer!...
Nao son feliz, como t,
-- Bonito peraambocano...
Que mamas emboas telas,
'Ba nHn-.mla de um anno ...
Foite outrora-mauinista,
E lambem roariannisla,
E'ssgura, barnosista,
E-amanhiseratofleano !...
Eu nasci Bepubllcano!
conriego a Deus! Lei I
son .plebeu .'tenbo urna lyra,
-* E detesto quem rei !
Nao me rendo, -^on- teimoso...
Pernaz------ecapriehdso...
.Nao sou servjl, nem medroso...
Emboca digam qn'errel i
Alguaiae nortes trabalho,
Com perrna, unta e papel ;
Emquaiito vives risonho,
= Em leu dourada docl !...
B depois que toca missa,
Deixo a penna ; e com presuica
von dormir, sem tr cubica
= Do leu bnlhan e laurel !...
A's sete horas acord ;
Mello as ventas- uc ocSo
AJ torrar milho e caf, '
Que minha obrigacio I
M'esqueca al de almogar
lio proprio rosto banhar,'
S tendo em mira ganha'r
= E cumprir minha mtsko '....
E' assWn qu'eu vou vivendo I
N desejas bem naber ?
Escuta, poi-, oestes versos
O qu'eu te quero dizer :
Na vi-la, aein t'i matares,
Gamia-icontos aos milhares,
Ko'raas oastellos nos aro9,
E nao peoaas era morrer !...
J lizeete ten chalet ?
Deve ser de muit) gsto ?
Os continuos qua mamaste,
Nao te sirvum de desgosto !
Ouve, pois, o.que te digo,
Que'fiSo-sou teu inimigo !
Eu nao te d^ixo l...^- e sigo I...
= E Uto 'bto\t Nao comas s que l'engasgas,
E ticas logo eotahiio !...
Deste leu piro gostoso,
D'oje, ao menos, um bocado t
'Stou magrode iribalhar,
Passo as noites velar,
Tudo, erarlo), p'ra sustentar
= O meu fardo bem pezado i...
Reccorri ao laequenete,
E o fieqoeuiei cora flrmaa l...
A roleta nao a qui,
Receiava a cerrerrteza !...
E penti om bom cobnnho,
No demo io aS jdguioho,
Oade-n*,era desaiinho,
Kicaria com certeza !
Meus esforcos sao baldados f
Pens muito em raeu futuro !...
J 'stou velho,-nada valho,
Eme vejo mal seguro I...
Nao despjo ter riqueza,
Nao'nvejo alta oebrza,
Tenho modo d pobreza...
Neste chaos trevdso, impuro !...
X
Sou descrente,pessimista,
Nao sou bonito... -feiiz !
Fu2i > de mim a ventura,
- Affagar-me ella nao quiz I...
A mocidade acabei,
Minbasiforcas esgotei,
T leijado quei,
E meu'am aro nao (iz I...
J contel-te minha vida,
Que nSo mysti-riosa. .
Nem envlta nos horrflres
Desta crise pavorosa !...
Sou leal,teBho a fnaquza
De dizer-te com certeza,
Qoe nao quero ter g andza
Neata Patria detdtosa !
Vou guardar meu alade I
NSo canto mais I -'stou caneado i
Canta sempre esta modinha
Em si bemol. entado !...
Minha lyra te offerco ;
E de ti nunca in'- squc.o t...
Se alguma cousa mereo,
= Manda-me um bolo sonado /...
Margo, de 1896.
Joaquim Francisco de Mella SaMtg.
As palpitaos de corado, o estad
d'irritafo, os movimentos nervosos,
as tristezas passageiras, as vertigeas,
o calor das faces e da cabega, GBrti.
dores vagas, que apparecem 9 dtttp-
parecem sbitamente s2o moresius
essencialmente nervosas e frequentes
na mocidade. A valeriana, tantas v-
zes aconselhada, foi abandonada com
razo em presenca do seu cheiro re-
pugnante e de sua aeco quasi nulla,
desde que comec;ou-se a empregar os
bromuretos, cuja associacao foi rea-
sada pelo distincto pharmaceutico, o
Sr. Baudry, no seu Elixir Antinervas*
Pdibromurado, que setoraa na dose
de duascolheres desopa por dia.
O Dr. Trilha de EiCmcs
attesta os resaltados benficos do aJcm-
fro e jatahy, de Honorio do Prado.
Em CorltykW, PawattA
enctratra-se JATAHY. ( E era as-
sim). em gramde porcSo nar Parmacta
Corrtia. _
O^ Rauliveira
E' o poitorat mauvefltieaz mata barato e de
gostomiaagradabHssimo*) aa Drogara Bra-
ga-e im todas aa pbaraaclai.
i%dTogado
O D* Jo Vioent* Meira de Vawcoo-
cellor, dTOgudo, dedicaae eapecmlmeate
ao eatudo e reposta de conaaltao sobre
aaaumptoa fowasefc Eaoriptorio cu
o ilmperaaor, bajelo-'d*- Novbro, a,
50, .1.* andar.
CDNSTITACES lF PeiUral CatktriaiM
DE RAULIVEIRA
IHiOGJniJL BRGA
i MUTILADO


o
4

tufarlo de Pernambuco Calillado ue llardo &

A o coniiuerclo e a publico
Jos Augusto Al ves declara que nesta
data m diante a bem de seus interesaos
coimeiciaes, e para poder usar a firma
de Paiva Ferrara & 0.a desta praca
da qaal socio, pas a assignar-se
Jos Augusto Alves Ferreira.
Recife, 5 da Maco de 1896.
Liquidarn Pitta Car-
valhu
Roea-.e.o- decollarlos di ItqoagSo do
eUbeleciaipnio de Pila de Camino, para
prfta'fm oiia os ere ore?, poia o temp> e
maisqu* eofli tente..

Os inte'Pfa'o.
Novldades Iliterarias
hecebe por lodos os paquet-.s a
Livraria Contempornea
2-Ra Io de Mart.o N.-2
RAMIRO M. COSTA & C.
'II
rA^nr^l \fi> r.UITlhQr Ten i eiiurdi ue t.diiiuai a primeir0( e pelo de s. Paulo> depoig#
Cura de ama tasse rebelde O Elixir, tendo por base certas plan-
Cheio da mais viva alegra e grati- tas raras que se encontrara na flora de
d3o venho declarar que era menos de nossos ser^oa*, 60 serve para a cara mi-
dous mezes minha esposa restabele racul ea da astbma, do cancro das do-
ceu-se com o uso do Peitoral de Cam- res rheumaticas, da syphiles, da terrivel
dar, da Souza Soares, de urna hor-, morpha.
rivel tosse seco acompanhada de O seu segredo foi revelado, ha bastan-
dores no peito, t( ndo antes, durante (te tempo, pelo ebefe de urna tribu de in-
o espaco de dous annos, empregado djos, cujo nome agora noa escapa, a as
sem o menor proveito, um grande nu- j que opportunamente designaremos, p r
mero de outros remedios Joaquim que este facto se prende urna inters
Aives Cavalcanti (Firma reconhecida satite historieta, que vale a pena ser
O agente Cort.panla de Drogas narrada.
a-------------- O estabelecimento do Sr. D. Carlos
Elixir 11 Ilornto tem uma importancia excepcional e pode
Certifico cm l d meu grao que tenhc comp. tir com os melhon desse genero,
empreg^du em a-stattaa sypbitics e <\ se cham as dema.s partes do
rbeumatioss o El-xir M. Morato, proeja- mundo.
?ado por D. C..1 f, oortsodo smpre o. As latamos ha algn* das prepara-
alborea re.olt.dca.-Dr. JoBo Alberto cao deste Elix.r, acompanbando atenta-
Peitoral de Cambara
Cura de brouebite chronica
Tenho a satisfaco de declarar que,
soffrendo ha 4 annos de uma bronchite
que me trazia a maior parte do tempo
no leito, e usando o aben?oado Peito-
ral de Cambar de Souza Soaies, ape-
nas com meia duzia de frascos fiquei
completamente curado.(Firma reco-
nhecida) -Silvino Ribeiro (Tenente-co-
ronel ch'efe de contabilidade da Guar-
da Nacional do Rio de Janeiro),
O agenteCompanhia de Dro gas
Papel pintado
i
rara f jrrar salas, quarlos e corre-
dores ; francezes, inglezes e nacio-
naes, a precos sem competencia na
Livraria Contempornea
Ba 1." de Margo N. 2
RAMIRO M. COSTA & C.
Elixir SI Morato
tcoho empregado com filia resul-
tado m trd* as affec\8 s sypbiliti'c.s, o
Elixir M Morato, excedente preparado
do Sr. D. C los, o qae afirmo com
juramento se f8r preciso. Dr. Eduardo
P Guimaroos (*<> de J.tiro).
Agectot em Pernambuco a Compa-
Dhia de Dr.-gas
MIMEWno
Bolea Commercal de Pernam-
buco
COTAgES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 6 de Margo de l8g6
Nao bcoe col gao.
O presidente,
Antonio Lonardo Rodrigues.
O secretarlo,
J So Leop Ido do Reg Villar.
Cambio
O? b8ncrs aT>:iiu bre Loodre a 90 a/v, realizando se alaxaviB
traosice6. r>aixanio ue t.Me para 8 9/to.
Em pap'l oa'ncolar cocsioa algamas tsn-
saeces 8 8 lt/<6 e Dancario repassado a 8 5/8.
Cof acece de genero
Para o agricultor^
Assucar
Ualns.it. por 5 k^o". .
Cryj'alisalo 'im nieu
Branco. po- 15 ki'os .
Someoof, por 15 k ios.
Mascavado, por 15 kilos
Bruto, por 15 kilos.
8*400 a
7*300 a
7*100 a
4*800 a
3*800 a
3*500 a
9*900
8*000
8*400
5*000
4*000
3*900
3*301)
Reumes.......3*000
AI sodo
Foi negociado o de l* sorte a 15*600 os 15 ki-
los valeodo 1*000 menos o mediano e 1*000 o
de 2* sorte, o mercaao firme.
Alcool
Por pipa de 480 litros 185* notla!.
Agurdente
Por pipa de 480 litios 120* nomimal.
Coaros
Seccos>slgad08 na as1 de 13 kilos 1*010 a..
1030 ris' '-na 1 refugo 676 o kilo.
Verdes 650 ris, alomo prego.
Carnauba
Cota-se de 38* a 38*000 por 15 kilos.
MeT
Por 100*000 nominal.
Importa c3o
Havre e Lisbot, vapor iranes CAMPANA
entrado 00 dia 4 ao correle e consignado a
Feliz Boodelra.
Cargs do Havre :
Amostras 3 calxas a diversos.
Artjgos para poo.ograpbia 2 caizas a or.
dem.
Agua mioeral 10 caizas a Parla Sobrlnho
ft C.
Batatas 200 caizas a Amorim Fernandes &
C., 50 a Lopes Albeiro & C, 50 a Goima'es &
Valer,t \ 50 a Vieira & Silva, 50 a hko Fernn.
dea de Almelda, 60 a Silva Marques, 100 a
Medeiroe Irmaos & C, 2G0 a H. fi. de Mace Jo
& C.
Capsulas 12 calxas a Amara! & C.
Conservas 11 caizas a A. Soares & C.
Cbocolate 1 calza ordem.
Coaros 2 caizas a Frede-ico & C, 1 a A y res
dos Res.
Champagne 1 calza a Abran'es C.
Calcados 3 caizas a Toomax de Cirvalbo
& C
Drogas 17 volemea a.Ga'mara 8 Braga & C,
4 a F. F. Leal & C, 4 a Lmx Ignacio de An.
drade Lima, 2 a Faria Sobrlnbo C, 1 a H.
Rooqaayrol.
EIsuco e coaros 3 calzas a F. Nanea & C.
RFerragens 2 volames a C. Halllday & C, 3 s
A. de Carvalbo & C, 1 a Francisco Launa &
C, 2 s Almeida Gomes 4 C, 1 a Olivelrs Bas-
tos a C.
Licores 10 caizas a Tbeo. Just.
Manteiga 135 barris e 305 meios ditos a Amo-
rim Fernanies & C, 110 e 180 ordem. 25
25 a Joaquim Ferreira de Csrvslbo & C, 5 a 1
a Pereira Carvalbc & C, 15 e 20 a Lope*
Albeiro 4 C 20 e 30 a Dias Fernandes & C,
100 e 100 a Flgueiredo Cos a C, 5 calzas a
Amo'lm Fernandes & C, 2 a Joaqaim Ferreira
de Carvalbi & O.
Mercadorlas 6 volames a Compaonla Per.
nambucaoa. 3 a Comrfaohla Geral do Melbora.
ment, 2 a Parele Via loa & .. C, 3 a Nanea
Fooseca & C, 4 a Gomes da alattos Irmaos, 5
a o dem, 3 a Cooceiros l-mos, 3 I- N. di
PoDcec, 3 a Antonio Silva & C. 8 a Vlllella &
C, 1 a F. G- Irmaos, 1 a Aarnlro M. da Costa
i a Albino Campos & Irraoa, 2 a Mata s Silva,
Elixir 13. Morato
... D-p'ia de auitua expe'ienciao e
Hour-do estudo pnbr o bou grande ie
med" o Elix r M. Mornto, cuje tenbo
miei'trado ni a h.spit.ea e em minh
elioioa pirticular, rest-lvi, de aocordo
oom os mena ilustras colleges, o Dr.
Me eirts, Dr. tfevrp, e Di. S Men-
dea, *ppli',al-o ptU soguiote frms, ser-
do o-so ds syphilis laveleada, rbtamma-
usrrt-' chror:co e b...b-n. .
Teuho lid o aifclhor sucoe3ao oom o
Elixir M>rto, e alguos dos mc-na colle-
jas tbaniam-lho citu r> zT'i d > ia''a vi
d<8. O ea remediii um fr^d'pioso
o'iico como ant> sy^hiliiico o anti-heu-
mhi'C't.
Dr J Pitta de Bu nay
fcii Agentes em Pera^mbuc\ Corpa
hia do D.cgaa.
FALLAM
Jornal do Conimercio
Do K10, de 26 de Novembr-j de dei89'>.
Receberroa dos Srs. Gonctlves & C,
Sfto Paulo
Coobe so E1U00 d fia Paulo. oa
|m^ 8/;8 oat 3 q-ie eirc^mdttm Bita-
| esto, aoher-ae a caior df s.-obvrta deate
ae ulo.
O ti'vbalho. o e tudo e a rxperieacia
I deivm em reoltbdo t> deeco'orca do um
venetui ai!irav'!h.bO c ai -^os foz-se um
de Mzdiisos eCnuhv (*&o P..uU>).
Agentes em Priiumbuoo A Compa
ahia d< Or- gas.
6
Fa pelarla
objeclos de iscriptorio. tapis e car-
toes de pliaot?:a para participago
de casamen o e nascimenlo, excel-
li'utu esculla na
Livraria Contempornea
2-Ra 1* de Marco N. 2
RAfciRO M. COSTA & C.
i
I
mente tod s o trabalhos, desde a tritura-
dlo dis vegetaes at ao encaxotamente,
ao o,ual se segu a expedi$!lo para a
mais importantes pbrinacitsda Europa.
Ali'm do curioso ;.rocesso, s5o dignos
de admirar a fiscalisayao, ordem, disci-
plina que reinam nj ampio laboiatorio
do qual s boje o Sr. D. Carlos corneja a
colber os fruct..s, alias altamente lison-
jeiros, tanto polo lado moral como pelo
! pecuuiario.
O Sr. D. Carlos nao se de xa, por>'
dormir sobre os lour s, cogitando tem
i pre cm ampliar m. is o seu estebeleci-
'mer.to, estudando o pr cessi para o fa-
brico de outros productos medicinaeB qu^
Botucat ^ serSo, antes de t do, submettidos aaua-
Deve ser lida com interesse a segain'e j do3 a&-:a Dota.eis e intelligett s me-
noticia, qae a Fanfulla publica a pro- ,cog-
poeito dos productos meJicinaes, propa- ; Os nossos cumprimentos a ersabomem
gados pelo Sr.D. Carlos: Ilustre que, en B tucat, gosa de f,era
Todo o Braz'l, e especialmente este 8 mpathia e ao qual desejam;s prsperos
florescentissimo Estado, tem ouvido fal- neoc:0}.
lar do Elixir e de outras especialidades .
medicinaos do Sr M. Morato, mas nemj ---------- m-------
todos conbecem o alto mrito, abonda-'
de, a tenacidade e a gentileza do prepa- |
rador desses productos, o Sr. D. Ca los,!
que um joven ebeio de intelligencia
de estudos, que com
Dr.
n
amaro Wanderley
MEDICO
Consultorio Ra do Bom Jess,
. 4-1." andar Consultas de 12
o seu lbor incans g 3 horas da tarde,
cavel soube ganbar o elegios de varias Residencia Ra Direita de Afo-
celebridades medicas e tantos attestados gados n. 45 Consultas de 8 s 9
de benemerencia por parte de numerosos horas da manba.
doentes, boje perfeitamente curados pelo: Recebe chamados por escripto.
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e clientes, qae con-
tina a dar consultas todos os das otis,
de 1 as 3 horas da tarde, ra 15 de No
' vemori (antiga do Imperador) o. 79,1." andar,
Chamados por escripto.
Telepbone n. 2?.
m*ravilhoso Elixir.
r!E visto abordarmos este sssumpto, de-
venios dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuy, como o Eli-
xir M. Morat j sSo productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeir e que a sua
S"(talla, 3 m Mel-iros Liym? & C. a A. de
r.arvairio *fi.
Ma8 & :.
0;r-- 80 Oarri a Gi'-nar 3 Bap & C.
Panel 3 .;aiza* a F. N. l-mao-, 1 a R da Costa & C.
PorcelUua e vidroa 5 ci.zaa a Joaj Das alo.
reir & C.
Pe fam"M 2 caizas a a. 8lloa & C.
Pian, a L M-ia & C.
Q eijos i c iza a ordm.
S*'d!0baf 6 caizas a Da Feroandes & C.
Tecidos 3 i)lomei a M11I1 Dietb-ln & C, 3
a Rodrigues Lma & C, 5 a Baro-^i & C, 1 a L,
M.ia & C, 1 a D-imiogOB Coalbo & Saares, l a
A. Vieira & C,
Vidro 2 saliai a C. Hilliday & C 2 a F.
Miooel da Silva, 1 a M. J. Campos, 2 a Guma.
rae* B-aea & C, la A. de CirvaJbi & C., II
a J Gomes >i Amorim.
Dios e perfumaras 3 calas a Ga marSes
Braga & C.
Carga de Lisboi :
Alpiste 5 sacos a S Iva Gol'oa'aS & -.
Agua mineral 2 calxas a Gaima-Ses Braga
AdoeUs 275 a Alfredo M de Ollvelra.
Brutas 18 meias cauas a Amorim Fernn,
des & C. .
Ceoolas 59 c;ixs a Joaquim Farreira ae
Ca'valno & C, 150 a Amo-im Fernaodea & C ,
100 a Ferreira Rodrigos & C.
Drogas 5 caizas a GuimarSes Braga & C.
Feiao 0i saceos a G.nmaraes & Valeaf.
Sikoknas 19 cizae a Gaedea e Araojo &
Fibas ,
Vmbo 2 oipas e 10 dama i ordem, l e 7 a J.
B. Maia. 60 a AujoiIh Feroandes & C, 60 a
Nones Coimbra & C, 50 a Gaai^s de Araojo &
Fildos.
IJj.portaco
Recife, 6 de Marco de 1896
Para o exterior
Na barca americaoa Virgina, para Ll.
verpool, carregaram :
J. P.ler & C, 2,800 saceos com ?10,000 kilos
de assacar maacavado.
No vapor iogleHeveleos, pa-a New.Yjrk.
carregaram :
D. G uvea, 10,800 kilo3 de pelles de cabra.
V. Neeseo, 141 ki os Rnsrbafk Brothers 3,534 pelles de cabra e
1013 ias de ca-aeiro.
Para o Interior
No patacho nacioaal Javm. para Pelo-
tas, carregaram:
. Irmaos & C, 670 barricas com 71,020 kilos
de ascucar branco.
No vapor nacional Itapcam, para Pelo-
No vapor ingle E r* para Saatos, car-
reg'm :
S. Gaima'ies C, 1,500 saceos com 90 000
kll.s de a.-suca- masnava".
A. Mora-a fe I m-Vi. 300 saceos com 1800
k los a* assocar brando e 200 ditos coa !2 000
ditos de a su- ar m Lojn P loo, 1 6io saceos cojb 95 000 kilos
de assacar mascavado.
P P. A'vs & C. 1.010 8icco< cot 6ii,000 kilos
A*, asquear oascafaio.
G. Fooseca & G-, 410 saceos coa: 25,200 kilos
de as*u ar mas^ava-io.
A. Morelra & I mo, 393 Sicc s com 13 5S0
kilos d assocar branco.
No vapor fraotez Campan 1, par San-
tos rar-ek'a'am :
J. T. Carero, 500 eers oom 30 000 kilos
de assocar oranco e 530 titos com 0.000 di'os
de assu^ar mas-avido. ,.mnn
A. Pe-oa'idos & C. 30 plpaa com I0.8OO
litros de alcuol. ,,.,
P. da Ouveir Hiia.lO pipas com 4.800 litros
de alcoo'.
Pan o Rio de Janeiro, carregiram :
Miranda L'ina & ti, 1,000 saceos com b.uuu
kilos de asucar macavd.>.
P. de Oliveira Maia, 25 pipas com 11.75')
litros de aguarJente e 10 ditas com 5,4o'' dito*
V. Ta oda & C 255 saceos com 18,300 kilos
de assa-ar braoco e 145 ditos com 8.700 dto
de 8a;ar oaascavado. ., ,
J. G. & Roirigo-'S, 100 saceos com 6.030 k'los
de aBsucar maacavalo.
A. Feroaoes & C, 25 p pas com 13,500 U
tros de alcool.
Para a Babi, carregaram t
P. P.nto & C 120 ta-rh com 59.400 litros
de agurdente.
No va^or Ingles C. Prioce. para Sintos.
carregaram:
J. G Dantas, 6.2C0 co:os, fruela
S. Res & Renguea, 210 sjccos com 12,610
k loa de assocar mascavado.
Par o Rio de Jaoe rj, carregaram :
J. G. Daata, 10,000 cocos, frocta.
Azevalo C 40 c.izaa com cartas para
gar. _.
= No vapor nacional Planeta, para o Rio
de Jonero. carregaam:
P. Caroeiro & C.. 50 pas com 25.000 litros
de aletol, 450 saceos com 27,000 tilos de asso-
car branco
No vapor oa-.ional S. Salvador, para
Maoos, carregaram:
P. Po o k C, 260 barra e 2 pipas com
33 590 litros de agurdente, 1 p pa e 31 barris
com 3 367 ditos de vinho medicinal.
Amorim & CarJoio, 150 barricas com 10,983
kilos iie assocar braoco.
Deas te Gaa-d para o A*aca-
est muito bem fabricado e 1 > premia-
do na exposigo Universal d 1 889.
eit ral de Cambara'
Duas curas le cofjneluclae
Em proveito dss maes de familia,
declaro que dous dos meus netinho?,
tendo sido acommettidos de coquelu-
the, e, nao colhendo melhoras com o
ratamento medico, deilhes o Peitoral
de Cambar de Souza Soares, e em
poneos dias a molestia ceda comple-
tamente.Marta lose Rodrigues Bar-
ecllos. (Firma reconhecida),
O agente Companhia de Drogas.
Dr. Freitns Guimarles
Participa aos seus amigos e clientes,
ter mudado sua residencia para o Ea
troncamento n. 1, dafronte da estacao,
aonde pode ser procun-do e contina
dar c naultas das 11 1 hora da tardo
k ra Larga do Rosario n. 20, antig*
Consultorio do Dr. Perrera.
Telepho e n. 292.
-------------------------
Clinea Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonca
l.Consultorio : Ra da Imperatriz n. 8
andar.
Uonsnltas : de 1 As 3 da tardo.
t)r. Francisco Leopoldinr
specialidsdes : Febres, molestias d^
crian9as, sypliihticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
rua do Mrquez de Olinda n. 38, l.*
andar.
Residencia Pateo da Santa Cruz n.
72 Telephone n. 214.
'Chumados por escripto.
darte W lliams S -p>d w ; csrga varios ge-
ne'os-
?' Pa a'h.j inmei N w Doxioion, capilao
E. L ml's; carga variin< gti'ieros.
O Paiz
Da m.'Mna data
Os Srs. Go calves Se C, niiviaiara-
noj um* amo-'ia do c-gime Brazileiro,
(abricad 1 no Bstado de Peroamboco pelos j e uhtida
Srs. A. M. Veras & C.
Provamos essa bebid preparad'- porj
iadu-iriaes brasileiros e podemos g.irau- j
tir a pureza do p- duc > iiaci deixa, 1 ativi.-mo parte, a perder de
vista os cognacs estrangeiros.
Recommendamos ais apreciadores da
cogDacs esa nova mar a, que p e snr
encontrada na rua -o liosa* io n 82, -m
asa dos renaattaotse, a qem ag'adece-
inos a lemessa.
Para que os 1 itores avaliem do m-;-
rit-j fesse pr ducto oaeional, diremo-
que alie foi premiad' n- exposiyo uni
versal d*. i889, em Pwriz,
fjsn* o qi
Teve < Estado da S-> Pi.nlo a d (a de
torrecjr, i:a uberimu veget C*o, a
verriadei'ft feli.-.id-do ds hurD>nidde.
C a-oe-s^ a oeso berta xt de M.
Mor.ijo, rropijrftd-i p r D. Orloa, e vea-
>?e-B e u Pernuajbi ci ,ra
ComcaBliia de Droga*- Roa il*ro,ue
24.
Bronchite slhmatica
DR. COELHO LE1TE, Clinica 'la
justa nomeada ua cidade do Recife,
attesta que o
Sanpft Lok ia Infla
10
t>i d i. J..w
naa.-c'lo 00 dia 5
de
ii uo! neom daata
Mirc> '010 segcini-
KDir-ram :
38 nos pesaudo 7,il filos
410 Silos de peixe a 30 rs. l*300
12 compart coro mariscos a 150 '8. l*80i
4 ditos com amaros a 150 ra. <6K)
3-i columnas a 8 '0 ra. 31*41.0
3 Ofgaa com galltnhas a 7U ra. 2**50
8 <-8gaae* com gallinnas a 45 1 r<* 3*600
1 cargas eom milho verde a 450 rs. <450
1 carga com amemloim a 450 450
3 cargas com OaU'as a 45" rs. 1350
2 carea 1:0.0 BBteaefrairaIWra. 49 0
( cars coi- eeboiiohp 450 ra 5451'
t carca a m Rf-mu* > 45'i -s. *^?"
13 cargas com verdoraa a 453 rs. 5*850
1 carita com 3 .-argrts com laraoias a 450 rs. 1*35!)
2 carcas com inn.imc 1 45D *9 m
1 careas com loocas a 45 rs. *'50
4 cargas com melancia a 450 ra. l*80J
3 rarga coro mei&o a 450 rs. 1**50
2 caritas com iee.-nas a 450 rs 1*310
20 carga com farinha a 3 K) rs. 8*00'
2 cargas com mil to aaceo a 300 ra. #600
1 cargas ct.ra leiio a 3 >0 rs. *300
17 Suinos al* rs. 17*000
65 lugares a 3X) rs. 19*500
12 comp. com oaineiros 1*5)0 18*0 0
9 comp. com 8ci3 t'o a (V)53ra. 9*450
8 comp. ctim fressaraa a 9 s. 7*2'Xi
70 coma, com fateoas a t#* '8. 140*000
ti comp. com comidas a li'51) rs. 22*050
49 como, com ver '.rae a 450 ra 22*05"
114 comp. com farioa a 600 rs. 68.4'K)
46 comp. com lalbos a 3*000 138*000
aJoi-nal do Brszii
De 23 de Novembro.
Os Sr.--. Gonjlves &, C, mimosear m-
nos co'f um-"> gurr^ta do Cognac B zi-
leiro producto nacios!, obtido da materia
prima do paiz, fabricad > pelos Srs, A.
M. Veras & C, i!e Pernambuco.
O Cognuc Braaile oei fin a re-
sentaban, nem em aspecto, nem em gosto
inferior ao ettrangeiro.
As-ioi o julgaram ta ubeuj entendidos
na Expasicao de Pariz, era 189, pois
premia am- ,'0 cera menea; h ni osa.
Gazeta le lolicias da Babia
De 23 de Marco de I8!j5.
Da acreditada fab ica d s Srs. A. Ms
Veras & C *, de Pernambuco, recebemo.
urna garafi de Cognac B'z leir. qae
achamo excelente, julgand .-o superior
a multas marcas que u<>s vem do estian
geiro.
Foi portador n araavel actor Pereira de
Lyra, agente d s meamos fabricantes.
Agraecemof.
Correiode noticias da BdaiaB
D mesiiia cata.
D'est conceitund' ras corom-rc:al,
estabeie Ha rua Duque 'a Cxias, em
Pernamboco, reo-bem 8 amostras de um
Cognac Brazilero, qu o Sr. ph-rma-
ceutico A. M. Veras fabrica no -stabele-
cimeto que hbilmente dirige.
Rpcmmondamos e^se producto da in
diiStria nacional, que al d de sei- apre-
c arel pelo cuidado >e seu fabric >, 6 de
prtco reduzido e relativamente muito
m-. ihor do que outros expostos a venda
ero H' sso meicado
A Sr. Lyra, agente da fabrica e dr.)
garia, agradece.nos.
PHARMACTIGO
ILDEFONSO i'< AZKVKdO
E' excelleota no tr^tr-.raentu da BRON
CHITE ASTH.MATICO -
Ueposilo:
Rua Bario da Victoria 37, !. anda.*
Pliarmacia Conceic&O .
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todaa
as boas pharmncias.
Vei oambuco
Rtnalme no do da 1 a 4
No btato
tas, carregaram : lV carregiram :
A. Sdva & C, 200 barricas coa 21,498 kilos J'G de nau08 Irma, 16 cilxas com 240 kilos
de assocar braoco.
A. Irmaos & C, 600 barreas com 63,903
k.lo* de assacar branco.
Pa a o R o G'ande do Sol, carregoa :
V. da Silv. ira, 1E0 barricas com 15,510 kilos
de aeiucar branco.
Para o Rio de j mei'o, carregou :
J A. Cooto Vianoa, 4,270 kilos de bagas de
mamona.
No vidor oacioial Cometa, para o Rio
Qrsnde do Sal. carregaram :
Pontos1 & Oliveira, 50 barricas com 5,276
kilos de ai-sacar braoco.
Para Pealas, carregaram :
Pon oal & Oliveira, 1 pipa com 480 litros de
alcool.
J. A. tosa Moreira, 250 saceos com 15 000
kilos de assocar braoco.
H. P. Lelte & C, 500 saceos com 37,500 kilos
de aesacar brano.
Pootaal & Oliveira, 420 volames com 36,26,2
kilos de aseucar braoco.
P.ra Porto Alegra, carregaram :
Pontaal Oliveira, 500 saceos com 37.600
kilos de assocar brtoeo.
P. Caroeiro C, 3oO f accoi cora 21,500 kilos
de asquear branco.
A. Taborda & C, 600 sacc s com 45,000 kilos
assocar branco.
J. A. da Cosa Moreira, 200 barr.cas com
21,620 kilos de assocar b anco.
Pa a o Rio de J^nMrc, carregaram :
E. Carduzo & C, 200 barricas cou 21,200
koos oe assocar braoco.
No vapor nacional Camocim, para San-
tos, carregaram :
A. Fernandes & C, 30 pipas com 15,730 litros
de alcool.
S. Guimarles & C-, 1,500 saceos com 90,000
kdos de assacar braoco e 500 ditos com 30,000
ditos da assacar mascavado.
No vapor alie nao Belgrano, para San-
tos, carregaram :
B. Williams & C, 400 laidos com 70.870
kilos de algodao.
Nj vapor adema) Caprl, para Saatos,
carregaram :
L'roa & Morase, 300 saceos com < 8.000 kilos
de cera.
Na barcaga Crrelo Parahybaao, para a
Pa atijtia. carregaram :
Fooseca I maoa & C, 00 calxia com 4,600
kilos de sa*>ao.
Para o Natal, carregou :
F. d- Barros Filbo, 10 barricas coin 600 kilos
de aseocar braoco.
Na barcaca P. do Pilar, para Mcei,
carregaram : ,,
A. Feroandes & C, 20 caixas com 166 lros
de ciira.
Na baic.fia S. Mmoel -, paraCamaragibe,
carregou :
Y. Birrozo, 10 meios de (Olla.
Na barcaca Pbeaes, para Maragogy, car-
regon :
M. de Flgueiredo, 5 caixas com 350 kilos de
sabao.
Readlnentos pblicos
Alfandega
e Marco de 1896
Mes
Renda geral :
Do da 2 a 5
dem de 6
276:278*095
95:881*753
Renda do Estado :
Oo dia 2 a 5 134:108*073
dem de 6 14:984*216
1 a Maooel Joaquim Rltetro, 4 a L. A. Salaaar afc sssaar braoco e 200.ditos c Jonior, i a Gaimaraes L'ms & C, i a Pellce de assucar mascavado.
Total 521:252*137
2 anecio da Altanaega de Peroamouco, 6
da Marco de 1886.
O ebefe da seceso
L. F. Codecelrs-
O ihesoureiro
Luis Maooel R. Valenca.
Hovlmcnlo do porto
Nivio entrado no ala 5
Montevideo e escala-18 das, vapor ooraegaen-
88 Kong Frode, de 580 toneladas, commao-
dan te, H. Pderseo, eqolpagem 16, carga va*
ros gneros ;
Navio sabido do meimo la
j^ w-YjrkVapor belga Hvellav coBonan-1
539*50(1
2.;28*850
7.768*350
.-Tecos do da :
Carne verde de 200 a 1*200 rs. o kilo.
Salos de 1* a 1*200 dem.
Caroeiro de 1*2)0 a 1*5)0 dem*
Faricba de 600 a 1*000 rs. a cnia.
Milbo de 600 a 1*000 rs. a cnia.
Felao ce 1*200 a 2*000 a caa.
Navios esperados
De Hamburgo
Brigae allemao Oi'o Grat xu Staiberg.
De CardiCT
Barca norneguense Wioo.
Barca nornegeense Sala.
Barca oorueg .>se Dacia.
Barca nora^goensa Auriga.
Rarea norupgneoso Tneaji?.
Barca noroe^oeoBi1 Sul d.
Barca noruegaenfe EUy.
De Terra Nova
Logar loglex Heldra.
Lagar Ingles Emolator.
Vapores a entrar
MEZ DE MABQO
8. Salvador do sol, a 7.
Una do or*, a 7.
Potos do sal, a 8.
Relgraoo da Europa, a 8.
Braodemborg do su", a 8,
Alice do sul, a 8.
Planeta do norie, a 9.
HjbeoBtanfee do sol, a 9
Itaqul do sal. a 10.
Marcbaot de L'verpool, a 10.
Olioda do oorte, a 12.
Beoerlce de Tieste, a 12.
Assocloo do sol, a 13.
Benenbe do norte, a 13.
Espi-iio Saotu do sol, a 16,
372:159*848 Rustri do sol s 17.
Brasil do norte, a 24.
UaraabSo do sol, a 26.
Orelana da Eorops, a 28.
Vaporea a sabir
MEZ DE MAbCO
Santos e esc. Campaua a 7, as 4 horas.
Sanios cirecto Camocim a 7, as 4 oras.
Rio e Santos Eira a 7, as 3 boras.
Santos e esc. Comiti a 7. as 4 hora?.
S.nto a eac. Crele Prince a 7, as 4 b.
Mantos e esc. S. Salvador a 7, as 5 boras.
Plvmoalh a esc. Potosi a 8, as 12 bo-as.
Santos e esc. 3elgraoc> a 9, as 4 boras.
Saotos a esc. Atice a 9, as 3 horas.
Par e eac. Rrandemburu a 9, as 5 boras.
Rio e esc. Plaen a 10, as 5 horas.
Bramen e esc. Honenatiolen a 10. as 3 boras
Camocim e esc. S. Francisco a 12, as 4 b.
Rio de Jaaelro e esc. 0ilud a 12, as 5 b.
Santos e etc. Belaora 8 12, as 3 boras.
Hamburg e eec. Assccion 14, ai 4 boras
149:092*289
HYGI1NK DA BAHA
(Copla)
UsandodasaUribaicoesque me sao con-
feridas pelo regu'.amento an'tari > em vi-
gor e tendo em vista os documentos *pre-
tBntados comprovaado a analyse ea licen-
5a concedida pela Iuspectoria Geral de
Hygiene do Estado de Pernambuc con
cedo licenca ao Pharmaceutico Anton'o
Martiniano Veras para expor a venda
neste Estado o preparado denominado
Cognac Brazileiro de sua conteccSo.
E3, parac">nstar passou-se o presente que
pagos os emolumentos e assigu -o, se re
gistrar para os devidos efFeitos.
O inspeci r.
(Assignado) Eduardo O. i, va.
Secretaria da Inspectora de H iene
a Babia, 12 de Julho de 1895.
O secretario
Dr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de N. 2.872-Rs 5S000.
Pagou da emolumentos na Recebedoria
da Babia
O fiel
(Assignado) N. M, da Silva.
Reg. a fls. 88 V. do L. competente.
I. de H. do E. Federado da Bahia, 12
de Jalho de 1895.
(Assignado) Dr. Muniz Barret:.
Garrafa" 2^500
Duzia 23^000
Faz-se descont na proporjo da
portancia do pedido.
Instrumentos
para banda de msica e orchestra.
Violinos, violOes, flautas, calxas
de msica e realejos, grande sor-
lmenlo vem de despachar.
RAMIRO COSTA ft C.
2-Rua 1* de Marco N.~2
Hvtarla Contemporane i
im-
{
Peitoral fe Ca.najar
Cnra de affececilo pulmonar
Em casa do Sr. Fileno GonQalves de
Medeiros foi accommettida de uma af-
fec;5o pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-
nidia Vellas, cunhada daquelle cava-
lbeiro, e depois de tomar intilmente
um sem numero de remedios, curou-
se radicalmente com o uso do Peito-
ral de Cambar, de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas.
RALLIVEIRA
T^S ToAOI os mdicos receitao o Peitoral
l Catharineme como o nico medicamento
, contra Toases e Broncbites
DROGARA BRIGV
I'ikrii fia BEo.'i-Yi.stn
PRA^A MACIEL PINHEIRO N. 18
JOS' UIZ, VIEIRA & COMP.
Acaba de n-ogurar-se >8te estabeleci-
ico Jos Luiz dn Silra.
Abre-se a qaalquer hora da noite.
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio a. rua Baro da Vic ria n.
51. 1." andar. Ex-cbcfe de clinica d > Dr.
de Wecker, de volta de sua v agem h
Kuropa, d consultas de i s 4 horca da
tirde, excepto nos domingos e di*s eao-
cficados. Telepihone n. 285 Residen-
cia rua Sete de Setembro n. 34 entrada
pela rua da Saudade n. 26 Telefone
. 287-
DR. NUNES COIMBRA.C/iwaea
Medico Cirurgica. Consultorio, rua
Mrquez de Olinda n. 64, 1* andar,
onde d consultas das 12 s 2 horas
da tarde. Especialidades : Febres,
partos, molestias de senhoras e
criancas. Chamados a qualquer hora
na sua residencia, na rua da Sole-
dade n. 84, esquina da rua do Ata-
lho ou no consultorio.
Telephone n. 387\_______
Bftlieuiiia tifalo
Declaro que enrm-me completamente,
do rhetimatismo qae s< ffria ba 8 ancos a
pooto de omsi otiliavr-me, temando
Elixir de M. Morato, qae garant ser
oro prodigi 'so .nti-rbeumetico e anti-sy-
pbilit-co. Publique a b. m des que aof-
freic.
S. Paulo, 12 de Agosto de 1880.
Aff so J. Bormann.
Agentes em Pernambuco A Compa-
nhia de D.-oga.
-H
Siilvncao
;alvei-me dos hornveis humores sy-
philiticos qae me ptrdegair&m tsnto
Cetupo oom o aso d Elizir M. Mrate,
p-opatcado por D. 'Jarlos.
Mogy-mirim.
Arthor Trvasaos.
Agentes em Peroorobuto / Compa-
nhia do Drogaa.
Consigoa-
ccmmission tion
M. TRES El
Impoita'eor do Cire de Garniba, Gomie,
loecbcanti, Biome, cop/iba, S-'aen R'.coes
Bois ue teintare ei toas predoets de B-til.
Coap es : vtnte el reccisep ompUmenta
terme
UAMB0RG
Aliemagoe.
J}==0~=
Fcridas antigaoi
Carei nma ferida de maia de 12 anaos
qae era una verdadeiro tormento, usando
por algum lempo do Elixir da M. Mora
to, preparado por (* Carlos. Dea* que
recompuse t3o ftlis echado. Use c.mo
convier.
Sfto Paulo, 1.a de Agos'o <3a 1889.
WenceBlo Vicente V eir.
Agontes em Peroambuco A Cv.ropa-
nhia de Drogss.
NlLM
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reaeco febril, broruho-pneumo-
nia, catltarro pulmonar com.febre agra-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias do-rarganta, insom-
nios e tosses suffocantes ce iem immedia-
amente ao uso do
Xarope de Lobea In-
flata
Ether bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela illustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia nflala, no trata-
mento da Influenza podem ser attes-
tados por centenas de pessoas da maior
excepfo, residentes n'esta cidade.
Depsitos "
Rua do Baro da Victoria n. 37, r an
dar, sala posterior.
Pcrnambco
MUTHAD0


atl^
j>......tita* iHialiti

tW


r
Diario de Pernambueo Sabbado 7 ele llardo de I

&
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2 e
* TL
v *-
O
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CB

ce
1
O
09
Pofos de Caldas
Voltei da Poyes de Cal Ui, oale fui 5
annos soceeuivos para tratar da urna
enorme empigem que ha meis tempo me
conaummia a paciencia, a bo'.ya e a
vida.
Tomando o Elixir de M. Morato, pro
pagado per O. Cm'-I s. sara completa
mente c dopreas?, observando os direc-
torios.
Realmente enorme o sucesso be .e
fico que so obtem om o uso deate pro
digio novo o Elix'r de M. Morato.
Pego a pub cagS-j, que se torna urna
virtude
|S Pao'o, 9 de Agosto de 1389Ar-
thur da Cunha e Silva
Agentas em Penambuco.A 3o mpa-
nbia de Dr Elixir Anti-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Approvato em 21 de Marco de 1899 pela Inspe-
ctora Geral da digna Jaula de aygieoe do
Biode Janeiro.
Este Elixir de coroposigao toda vegetal pre-
parado segundo a reraB pbarmacenticas,
acon6elb3da8 pelos autores moderos e de re
conbecida cip-cidade scienlifics tanto oo paii
como nn extraogelro.
Este Elixir o prodndo nao 6 do g'aode
estado das acgo.-s pbjsiokgicaa daa sunstaa-
cas como tambem patolgicas, como tambera
e o resultado das lmmensas apphcages nos
diversos caaos oe febrea de fundo palustre,
A ao'l'CCaJ de Este Elixir na grande epide
mU de bexigaa de 1890 a 1891 mal urna ves
demonairon a sua eficacia; pota no principio
dos primeiros Bymptomas a bexlga aborta, e
em caioa maia adiantsdoa a bexlga pansa a
m orno loenga febril vulgar aprescniaudo pe-
'luanas toiief:c6s cine com a eo.it|B**$Sa elixir deaa^arececn aem todava aprsenla-
recelen de perico
ts publicaaca oo Dlailo
e O' H alSrlbOS.
Nvscasn.-- A* (obre murena o effeito e adm:
: rieflomfoua to maraviibo-
q>'e per cidi.'e do Recife e oo da Rio de
wn p' receto cana a febre amareii*
es. _do c doente cora vomito pretos.
sanguneonesttn olimo<- oer icios eento oe-
eesario a ap*Iieag*o eoi alta dose, despreiar-
rct exa
(ate Elixir ja ean*)Aei .*nce pum*T'> ded'pno' meiii-ios e aprsenla
do para combaler osdidereotes iue.oinudos
todos ellas de tartwt febril.
for mafto tempo tivemos cec?siac de 'iy.fr i
jfilicagso ca tei*i eryeipellosas e com .lio
' c renlteao oaeficaoos admirados de to ai
- Pfettc,
Prta pratica rbegatuo e coobecer o,s w
itoqoea (1- feore er;sip*Hofa ru erjsipea
v ralj meme se iz necesaarlo o oso de
i le Elixir.
'Nos granuPcji(iro.xn;ci!o8 da? seihoraF mem -
vida* nos sssm de nano creo fr-
ailado mi. i- ce to e. seboro ea-
.." aposigko l&o s' aptas ooe nao ol-ri-
: ifcar > EMir oem ueemo es
. b ,; res J iu HeMaa na abeia nnr-.
rjiasimoa nedlco une m-i,y i
Faier cao eaaawi cnaica n'
iv'o. m:a vira fa
. ero barntonia co-n os v*bo.
em oombater, certoa iit ihm o ir.e
ato a c' larosi'.ao innoceota i ara o ot
rj
Modo dn usar
A'a .umrxt sie om anoo 10 gotas d? S em i
r.j- en uros coliM r das (!e *o che ib d kiift*
.-. mjfi ,.. -iiin-.K IBgottaa.
Le? r ancos em tanto 40 iroilaa etc.
,. f ( ttf< >: naapN aertaplteada i a
iveponito
de Drogue e Productos Cbimicot
, :, j M Oltnda o. 23.
onal Pbiroiacta, raa Larga-So Rosarle i-
35.
Pnarn>aeririfn^l. ma Fstre:ia doBotaoMc
n.3
fiitrrtBCia AlZiedo F-irreiri. roa o BarCo c'.
. '4.
Pl ancacla Martioe, rus Duque de Caxia? u
0.
PBarmacia RiDeirc, 4 praja Maciel Piubein
Pnarmacia Vlctorienae de Luiz Ijinacio i
Lira, efdade da Victoria.
f: taclo sera encontrado o
Sstreita do R sario o. 17.
asees sfio quadrade? e coma gc-
- N'um Ico '-"lm gravaJo Eliyir ante fe
i oe ootroManoel CardosoPertambucr
lo' ).: .-- l: fao ssi nados por Ma-
Cafdota lacior, beodo falsos 03 qu.- nao
re )*, igaadar
i ir. A II.\ i no de Miranda
^-.Medico pela Faculdade de Pariz, an-
go extern" doa Hospitaes, laureado com
Un a medalha de bronze da Assisteucia
Publica. ,
(Consultorio 4 ra 15 de Novembro
n. 32 1* andar, onde residir a partir
de 20 de Jaceiro,
Consultas de 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senlioras e dos orgos genitourinarios,
Chamados por escripto.
'. s?-sss?sasas3ess2iS3sK<
jj-j Dr. Joo Paulo
Especialista.'em partos, moles-
tias de senboraa e de creanfaa
t) com longa pratica nos h< spitaes Q
K dePariz e de Vienna d'Austria,
g d cnsul tas das 2 as 4 horas no
1 Largo do Corpo Santo n. 19,
8 1.' andar e reside na ra de
|j Henrique Dias n. 2.
U Teleph nes iib. 190 no eonsul-
e: torio e 467 na residencia.
Meffl Olinda, dem, idem
11e 111 Gas, dem, i'iem
Mein Jolito, Mear, dem
Idm Ciib. i.icm, idem
dem Africs, idem, dem
dem Ori-nle, idem, dem
I1em Realidade, idem, i em
Mem Recife, More ra Silva & C.
dem America, idem dem
dem Amazonas, Idem, idem
dem Angelita, idem, dem
dem Pernambucana, idem idem
dem Ribeira Nova, dem dem
Mein "arla i.arolma, Ccmpanbia
de Stvicos M r,nmo3
Hern Medonha, Consec. Irmaos &C.
dem Martin^, Moreira Silva & C.
Mein imoja Fonseca limaos & C.
Mem Martima, Moreira Silva & C.
I em Aguia, Fonseca Irmaos & C.
Ilcm G'iivota, compauhia ervigos
Mar t mos
Mem Venus idem, idem
Mem... Koroira Silva & C.
dem E.-perungn, Lompaubia Serv-
50S Karitimos
Mem Riacliuello, idem, idem
dem Voluutanos da Patria, dem,
idem
Alvarenga Iniranga, Companbia Ser-
via .s Ma'it'mos
Mein Florida, idem idem
II eni Ouas Irmdis, dem Mem
Mem loninha, dem idem
Mem Tacaruna, dem i-iein
Mem Co'ruradoro dem idem
Mem Aliiva, idem idem
dem M duza, idem idem
Mem S. L(mrenc>, "dera idem
Idom Rio Doce, Abs Stem & C
Mem A'gemiro, Companiua Ser*
vicos Martimos
dem Favorita, dem idem
Mem Njmplm, Nicols Joao Nids-
t n
dem Laura, Mm idem
Mem Sert-na, dem dem
dem Hi'lla, Companhia Servicos
M-iritimos
I-li m Florzini a, idem idem
Mem Be ja Pltir, dem idem
dem Alice, Moreira Silva & C
Mein Juli'a, Companhia Servicos
Ma- niii 8
Mem Mosquito, Moreira Silva & C
Mem Sabia, Lu:i panhia S;rvigo3
Martimos
dem Emma, idem idem
Mt-m Kdit, dem dem
Id-ni Coree, idem Mem
dem David, dem idem
Mem Joao Mem Dous Irmaos, idem idem
I I Inri Sapat-.i'O, Companbia Servi'
vieoH M-r.timos
I era Raposo Idi m idem
Mem Carmim, idem dem
id--m Cafagets, Fonseca Irmaos &
C,
Iiem Fonseca Irmaos, Compan'aa
Servaos Ma minos
Mem Soccorro, Fonseca Irmaos &
C .
dem Julieta, dem dem
Mem Seguranza, Compaohia Ser-
vicos Martimo1
11 m Cnnhado, idem dem
Mem Traz z dem idem
tem Benific, Idem dem
Idem Voluntario, Mem idem
Mem Rolinba i-lera idem
Idem M eego, id-m idem
Mem Lindoya, dem idem
Mera Doodon, idem dem
Mein Iuv j 1, idem idem
dem Et-onda Mundo, idem idem
dem L geim, idem idem
Mem Brevidade, idem idem
dem Fva, idem idem
Mem Tira Duvidas, loem idem
Mem Vivemos, idem idem
[dem L -ao do Norte, idem dem
dem Temosa, idem dem
I ii-m Sebastopol, idem idem
Mem Avante, idem idem
dem T te espero, idem idem
Mem Ligeira, idem idem
Mera Neiinha, dem idem
Mero Reformada, Mera idem
dem Meio Mundo, idem idem
Mem Casa Nova, idem idem
Mem Creouia, ideo idem
dem Ganbsldina, dem idem
Alvarenga Vigilante, Jos Joaquim
Goncalves Bastos,
dem 15 de Novembro, companhia
servicos martimos.
M ir, Guilherme, idem, idem.
Mem S. Liurerico 2.*, idem, idem
II .-ni Macei. idem, idem
dem Cruz Capeta, Joao de Aquino
Fon*eca
dem Henry Forst;r, companhia
servicos martimos
dem MedeitOK, idm, idem
A delino Francisco
o
A EmuIsSo de Scot nBo smente
um elemento indispensavel para a cora de
jiUit'S doeucaa, m-s recjostitaiute que
ieve usar-se empra na coavalesccny:,
.presentando sempre resaltados .i?i- {S ?.V Id?.' IdS; IdeS
vei, e aaatm o attesta o Ur. Komulo Htep. Idem Mf.u< p,|n0St dein, idem
pie da Silva que d z :
Attesto que tenho asado em miaba
cHuicaer"""* -tandea resoltadas a Emul-
tao de Se ; E' do des me I ho rea re
coDstituiotOL jos caao de debilidade ge
ral e nt covalesceoya das muletus
depauperantes.
O referido verdade, o que jaro sob
t de meu grao.
Capital Federal, 4 de Janeiro de 1891-
(\88igaadc) Dr. lloinulo Steppla da
Silva.
Advogado
O Dr. Ernesto Adoipho de Vaconoellos
Chaves,tecdo-ae aposea'ado no cargo de
Desenibargador do Superior Tibndal de
Jjstio* do Eatade do Para, abro eacrt-
ptorio de sd-ocacia em B-.m, capiti 1
d'equ-lh Este do, ra 13 do Maio, n. 35,
1.' audar (c*nto da Travesea 7 de Sf>-
tembn ) e ali offdrece us stus serv/y jB
10 coain rcio desta prara.
D1TAES
Collecta municipal
De ordem do Dr. prefeito do municipio do
Recife se faz publica a collecta abaixo, ficando
marcado aos mteressados o prazo improroga-
vel de 20 das para reclamac5es, as quaes e
podero ser feitas por meN?ie petigao regis-
trada nolivro da porta.
Rebocador... sociedade Reflnaria
e eslillacao Pernambucana
dem Armando, companhia Serv-
eos Miiitimos
dem Imperador, dem, idem
Iiem Moleque,idem, idem
dem Pernambuco, dem, idem
dem Amadeu, Livramento &C-
dem Moleque 2 -, idem
dem Pernambuco, idem
dem Marieta, idem
dem DestillacSo, sociedade Refioa-
ria e Destillajao Pernambu-
cana
Mera Marieta, Livramento & C.
dem Nn, Joao de Aquino Fon-
seca
Iiem Droga Espada d'Agua, Fran-
cisco de Olivelra e Silva
dem Cadete, Obras Pablicas do
Br8zil u- ,
dem Rio de Janeiro, Companhia de
Servigo do Porto
Mem Droga Espeleboge, dem
dem Jos Mananno, idem
Alvarenga Mamae, Companhia de
Servigos Mar.timos
dem Sem M&e. idem, idem
Mem Uuvidosa, dem idem
dem Azia, Idem, idem
dem Europa, idem, idem
Mem Rival, idem, Idem
Iiem Alerta, idem, idem
150S0OO
150S00
15080W
150SU00
loOflOOO
150S0O0
ISOSOliO
I50S009
15OS00O
150S0.O
150S0O0
15OS0O0
150g000
1508000
1508000
150S0OO
1508000
*
s
I
dem S. Luis,
da (.osla
Mem Augus'o Labille, companhia
servigos martimos
Mem Victoria, iem, dem
dem Seja Feliz, Joao de Aquino
Fonseca
Mem Va Sahiudo. idem, idem
Catraia Bicuda, Joao Rodrigues
dem Bi Sorte, NicoUu Bunso
dem Nicacia. Victaliano Jos do
NasciiBento
dem Ando'iuha, Jos de Ritten-
court
dem E-porang, Jos Antonio Cor-
rea
Mem Diaba, Jem
Mera Graciosa, Manoel Jos de An-
drade
dem Franga, Manoel Bernardioo
Henriquj
dem Faisca, Jos Antonio Moreira
dem D. Anna, idem
Mem N. S. do Rosario, Manoel Jos
Patricio
Mem O' Bella, Jos Felippe Santia-
go
dem Nao Duvide?, J080 Gomes Lou-
rairo
Mem Viajante, Jos Antonia Cor-
rea
dem Lusitana, idem, idem
dem Munguinho, Fonseca Irmaos
dem Alice, os meamos
dem Salva Vidas, os meamos
Mem Servigo 2.% companhia servi-
gos nrariiimos
Mem Feliz Americana, Bento de
Souza Nascimeota
Mem Mimosa, Manoel Ignacio Vi-
eira
dem Saraos Antonio Grego
Mem Nen, loares d'Amaral Irmaos
dem Boa F, Umbelioo Alexandre
de Souza
Mera Fdalga, Joaquim Alves
dem Salva Vidas, Querino dos
Sanies
dem Dondon, Manoel Ignacio Vi-
eira
dem Malhorga, Antonio Pulgol
Iiem Asurapgo, Querino Lopes
AssurapgSo
dem Progresso, Francelico Fer-
reir da Silva
dem Flor das Ondas, Amaro Fer-
reira Gomes
dem Carlota, Jos Fernandas Lopes
Catraia Mimosa. Jos Googalves do
Araujo
dem Boa Sorte, Jo&o Baneiro dos
Santos
dem Fantasia, Joao da Aquino Fon-
seca
Mem Avante, Francisco Domnanos
Correia
dem D. Mara, Antonio los Gou-
jaivas
dem Aodorinba,
Qutala
I dem Maroquinha, Jos Aolonio Cor-
Ideo Dellgencia, Manoel dos San-
tos Fraga
Andr Antonio
S
s
8
8
8
4
Batelao e bateira :
ateira Serpa Pinto, Luiz Miguel de
Oliveira j -
Mera Euclides, Mtuoel Baptista J-
nior
Batelao Estudante, Companbia de
Servigo Maritimo fl
Mem Audaz, idem idem 8
Mera Atrevido, dem idem 8
dem EHradeiro, dem idem 8
dem Alianga, idem idem 8
dem Dupla Jusiigi, Joaode 'quino
Fonseca $
Bateira Korb.iieta, mbelino Alves
de Souza 8
B-itelao Passo Cardoso, los Anas-
taclo da Silva Cardoso 8
Bateira Amaro, Uoibcliuo Azevedo
de Souza j
Mem Sem Noma, Companhia de
Servigos do Porto 8
dem, Sinliazinha, Joaquim Jos de
Oliveira 8
Lincha Amelia Baptista, Joao Bjp-
US a ACCloljr 8
dem, Jos e Ditleacourt 8
Mem Ururaj Jos Antonio Morei-
ra 8
Mera Primate, iiem idem 8
dem Pensamenio Lvre. Manoel Jo-
s de Lima 8
Mein Alianga, Francisco Lopes Gui-
maraes 3
Iiem Fior de Macedo, dolpho Fer-
rjaodes da Silva M-mla 8
dem Ribera, dem idi-m 8
Mera Dinbeiro 1-, Manoel Nascimsn-
to '.ofta 8
I lem Milonga, Associagao da Pra-
ticagem 8
I lera Garapao, iuem dem 8
Mem venina, 1 lera dem 8
l-tem S-.rvigo 3, Pralicagam Asso-
ciagao 8
dem Servigo 1, Bompanliia de Ser-
v gos Martimos 8
Mem Aceavo, Joao Rodrigues &
Comp. 8
Mem Boa Sorte, Pereira Pinto &
Comp. 8
Mem Autnts, Demetrio Antonio \8
Mem Capungu, commeniador Joao
Fernandes Lopes 8
Mera Hele: a, Emilio f! Ilion 8
Mein T rres, Sociedade Refinaria
Desiiilagao de Pernambuco, 8
dem 1 abotagem, Manoel Martina
& C. .
Mem S D m ngos, Gregorio Vic-
toria de Castro I
Aqueiles, a quem interessar a presente col-
lecta, no acto de pagamento do respectivo
imposto, deveriio npresen ur o conlieoimeolo
da ReCebeJoria para venficagao da tonela
gem.
Conta loria da Prefdiura Municipal do Reci
fe, em 4 de Margo de lb93.
O langador,
Leopoldo Guedes Aleo/orado.
EITAL,
Deaobstructjao do Caes do
Ramos
O Dr. Prefeito do municipio do Recife
mt.nda intim r reto preiea'e ao br. Re-
p-eientantc da Kmpre?a de Obra Pa-
b^as no Braail cu a nuem de direito
tor, para remover no praso de 15 diaa,
coatados da data deat-, os objectos que
ae acbam depositados no Caes do Ramos,
tbs'-'Uibdo-o completamente, sob s penas
d.s leis monioipaes, no caso de infraegao;
alem de psg r por cada dia de cccapafSo
do mesmo caes, fiado o praso marcado,
cem reis per metro quadrado, de contor-
mid.de com o dispoeto no 65 art* 1.*
da lei municipal n. 72 de 31 de Da
sembr de 1895.
Secretaria da Prefeitara Municipal do
Rtcife, 5 de Marc de 1806.
O aeoretario,
Joaquim Jja Ferreira da Rocha.
O Dr. Franciaoo Altillo Correia de Araujo
jais de direito do eommeroio da
oidade do Recife, capital do Eitado
de Pernambuco em virtade da le
ote.
Fa,o saber aoa que o presente edital
V-rem ou delle noticia tiverem quem
interessar pessa que, requer manto de
Mendos-- Primo & C. se acha decretada
h fallencia a Oliveira FaloSo & O. pela
sentarla do theor aeguinte :
Senteoya
D.claro aborta a f.llnela dos com
mermantes Oliveira Falcfio & O, esta be
tenidos ra da Imperatris o. 70, oeata
cidade, viafa das aliegacSes de folhas
daas e do b.krco de folhas tres assig
nado pelos mesmos commerciantes.
Nomeio syudicoa aos credores Cramers
Frey 4 C e Gonyalo Caoba &c C
A fallencia oer coatada de Janeiro
para a data acta .
Intime-sa esta aos fallidos e ao Dr.
Curador.
Rcife, 20 de Fevereiro de 1896.
Francisco Allino Correia de Araajo.
Nada mais se continha em dita sen-
tenga, aqu copiada.
E porque na i tivessem acceitedo a
nomeagao os Syndicos nomeido, no-
meio os credores Muller & C- e Francis-
co da Asevedo & 0. para servirem de
eyedteos da referida massa fallida.
E para qna ebegue ao cocheciroento
de toaos maodei passar c presento
edital que ser publicado pela imprensa
e sffixado do logar ao c isturne.
Dado e paseado nes ta cidade do Recife,
Capital do Estado de Pernambuco aos 3
de Margo de 1896.
Ea Eustaquio Cavalcante Lina Wal-
cacer, eic.-iv&o o esrirevi.
Francisco Atino Cjrreia de Araujo
da
de
c'iaro), bijuda, camorim impim, 00 ca
morapim, bejupir, oavalla-impim.
4. As dmais qualidades serZo con-
sideradas de 3.* c'ssse e ( poderSo ser
vendidas pelo prego mximo de nove-
centoa reia o klogramms.
5.* Para o peize salgado on assado
os pregob serSo os segaiates :
Para a 1.* classe mil e d&sentoa reis o
kilogramma ; para a 2.a covecetoa reis
e para a 3.a qualidade seis ceatos rois.
6. Ce iatraatores da preieote lei
serSo multados em ttinta mil res e na
rei^cideacia serSo ponidos com a pena
de pr.sao por tres das.
Sesretatia da Prefeitira Municipal do
Rauiie, 2 de Margo de ls96-
O secretario,
Jusquim Jos Fe r ira da R ch..
Directoria do Iiterioi da
Secrerariaaa Justina, em
4 de Marco e 1896.
Conanrso para a cadeies de eseriptoracSo
mercantil d o Instituto Beajamin
Constaot.
Da ordem do Sr. Dr. Secretario d
Justica, Negocio Interiores e Io:truc-
vao-Publica, se faz publico qae, dentro
do pr.-zo de 20 das, a contar da dato do
prosete, ce soba aberta cesta Secretaria
o concurso para o pro7;men:e da oadeira
de eacrptursc^o n^rjantil do Instituto
Bsnjamn Constart, va?a p^lo fallec
ment do cidadSo Joviniano .Manta.
Os candidatos doverao, na Lria das
instrucfS^s approadfs por Deoroto da
3 io crrente, dirigir os seus requerl-
mentos, pedindo a saa iaocripgUo para
o referido emeurso, so mesmo Sr. De.
Secretario da Justiga. i s'roindo com os
segaintes documentos :
I Certidao de idade, titulo ou diploma
que prove nv.ijridaae legal*
II Ftlha corrida.
III Attestodo de moralidado p.ssado
peles autoridades do municipio em que
residir o candidato.
Antonio G .mes Leal,
Director.
0 Dr. Marcos Tullio dos Reis Lime,
ju'z de direito da Fazonda Munici-
pal do Reoifa.
Fas saber pelo presante que no dia 16
de Margo do correte anso se hao
de arrematar por venda a quem mais der
em praga publica deate j liso a armagSo
e o balcSo em bom estado de ooaservagao
existente; & ra do BarSo da Victoria no
estabelecimento de Beroardino Ferreira
de Asevedo, pela quantia de 9008000,
feito o abatimento legal, por isso que
esta a 2.a praga. Pertencem ao mes-
mo Asevedo e se aoham panhorados pela
Fasenda.
A 5.a parte do sobrado n. 12, raa
das Larangeiras, freguez'a de Santo
Antonio, tendo o pavimento terreo 3 por-
tasde frente,2 salas divididos por taboaa,
1 quarto tambem de tahoas no fundo do
1." salSo, prximo a porta que d en-
5.* O oncorporador da oompaoha ter
direito a sobveagSo de cinco contos de
reis, que lhe era abonada em prestagSes
innuaes de um eonto de reis, verifican-
do-se a primeira prestagSo depois de um
aano de existencia da mesma companhia
e teodo ella cureprido strictamento o sea
contracto, a juiso do Prefeito.
6." Pela iafriogia de qaaiqaer ama
das claasu'aa do coarracto, acorrer a
compaohia na multa de o m mil reis e
na reincidencia na rescisao do contracto,
E convida a todos os inlereseados a
apresaotarem cuas propostas em carta
fechada, devidamecta legalisada, nesta
secretaria, no dia 20 do corrente, s 2
horas da tarde, para na sa occsi2o serem
abertaa pelo mesmo Pitf.-i'.o com aesia-
teno.a doa proponentea, sendo oonaidera-
doi para ieso bab itado; es que pt meio
da du destinado ao recebimento das
propostaa tiverem caucionaoo no co re
mauicipal a quantia de um cont d>> reis
em dinbeiro, apolicas geraes ou deste
Btado, caugao que ser restituida de-
poij do julgameato das prospostas aos
proponentes que nao forem prendo a
ao preferido logo qce, assignado o con-
tracto, liver elle principio da exeeugSo.
Secretaria da Prefeilura Municipal do
Recite, 2 ce Margo do 1896.
O Becretarir-,
Joaquim J< s Ferreira da Rcba.
Avis i aos Navegantes
udanca da luz do Pharol de
llucuripe
De ordem do Sr. capilao de fragata
Jos Pereira Guimaraes, inspector do
Arsenal de Bfarinha e capilao do Por-
to deste t stado, faco publico a quem
interessar possa, que segundo me
communicou o Sr. capilao do Porto
do Cear em telegramma datado de 1
docorrentc que a luz do pharol de
Mucuripe a datar de 2 do corrente
em diante ser fixa at terminar os
concertos que se eslao procedendo no
mesmo pharol.
Capitana do Porto de Pernambuco,
2 de Margo de 1896.
Felippe Murillo Ferreira.
Edital
Alfandega de Per-
nambuco
Por esta RepartigSo ae fas publico que,
desoarragaran de bordo do vapor iople
Explor-r* entredo em 2 de Julho do
aano prximo fiado, 3 caizas com a mar-
ca F L cS C, sendo a primeira da serie
na. 1746 a a tegunda e terceira da serie
o. 1745 com indicio de falta, de bordo
do vapor italiano Rosario, entrado em
26 do mea prximo p-saado 1 barril da
marca M L S & C numero 6, com
indicio de fa ta, e 1 caixa da marca E&C
n. ft7l8 com indicio de a varia ; pelo qae
trada para es pavimentos superiores elsSo intimados os donos oo consignatarios
quintal murado ; o 1." andar com 3 por-
tas de frentes varanda de ferro corrida,
2 salas cosioha nter: a e qusrto com
apparelho ; o 2.' andar tem 3 janellaa
de frente, varanda de ferro em cada urna
e so to com 1 sala e cosinha, mee de
frente 6 metres e 50 ceatimetros e de
faado 13 metros e 70 centmetros, pela
quantia de 900$DO0. faito o aoatiment
legal, visto qae -esta a 2.a praga.
Pertence a Francco Moreira Fragoso e
se acha penhorado por exeeugSo da Fa-
senda.
E para constar passoa-so o edital na
forma da lei.
Dadc e passado nesta cidade do Re-
cife aos 4 de Margo de 1896.
Ea Alfredo Diamantino de Torres Ban-
deira, escrivSo.
Marcos Tulio dos Reis Lima.
Edital
Veadagem de peixe
O Dr. Prefeito do Municipio do Re
cife manda faser panuco que por dispo-
sigBo da lei municipal n. 80 de 26 do
Hrrente, art. 4.- durante o tempo
quaresma, a todos os proprietarios
v-veiros e onrraea e aos pescadores, qae
por si oa por emptogados seus queiram
expor a venda peixe, dentro oa fra dos
mercados pblicos, facultada a venda-
gem deBsa meroadoria, com oO /, de
augmento no mximo prego estabelecido
as tsbellas comprehendidas na lei n
58 a.saber :
1/ Todo o peixe que fdr exposto a
venda dentro ou' fra dos mercados, ser
classiflcado em 3 classes e vendido a
peso.
2." SerSo considerados de 1.a classe
e vendidos ao prego mximo der mil e
qa>nbentos reis o kilogramma oai apitan
ga, cavall, Bioba, dent&o, oamor m, co-
riman, enxov8, pescada, carapeba,)pampo
po (cabega molla oa papo 8merello_
3. Da 2." ola saa e vendidos ao egr.
mximo de mil e dnzentos reis o kilo-
grmma, serao tainhas, urobaiana, ga-
roopa, chicharro, garajaba, ierra, sen-
gado, ohrne (pareci-0 oom oerigado),
melro, ohatj, araeibora (pareoido com
Edital
Secretaria da Instruccao
Publica, 29 de Feve-
reiro Je 1896.
PRAZO AIS PROFFSSORFS NO-
MEADOS PARA ASSUMIREM
O EXERCICIO DE SEUS CAR
GOS.
De ordem do Dr. Inspector Geral fago
publico aos Srs. professores nomeados,
de acoordo com o Regulameoto de 23 de
Janeiro do oorrente aono, que fica-lhes
marcado o pr*z > de qae trata o art-
49 20 do referido Regnlamento do
modo por qua vai abaixo descrimicado,
attendidas as respectivas distancias para
dentro do mes no sssumirem o exercicio
de seus cargos.
O aliudido" praso dever ser contado
pelos inuressados da data do rogiotro
de 3308 titules nesta Secretaria, es qnaes
deverlo sar a mesma aposentados com
a mxima brevidade possivel.
4." Entrancia 20 ias
3_a 35
2.a 45
1.a 60
O aeoretario
Pergentioo Saraiva de AraojojGalv5o.
dos rsfaridos volumes para reqoererem o
que for a bem de seas direitos, no fiai de
8 -i.3, a contar da data presente.
Prime.ra SecQao, em 3 da Mergo de
1896.
O chef,
Manoel Alves da Silvs.
KiurtL
Arremataijao de 3 cabras
e 2 cabritos
Fgo publico a quem interesstr qoe0
no dia 7 do corrente, ao meio dia, em
frente a porta do pago municipal, irSo em
praga 3 cabase2 cabritosapprehendidos
vagando uas fregoslas de Santo Antonio
e da Bja-Vista, 1.' e 2.- districtos, para
pag. ment das despezas do deposito e
multa; e serSo entregues mediante a
maior offarta, si for aoceita pelo Dr.
Prefeito, podeodo ser entregues ditos ani-
maos a seas donos, at o momento da
praga, se estes pagarem as referidas
despesas, provando o dominio.
Sacre.aria da Prefeitara Municipal do
Recite, 5 de Margo de 1896.
O secretorio,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
EDITAL
Secretaria da Industria
8.a Directora
Fag3 publico, para conheemeoto dos
interessados, que no dia 21 do corrente
a 1 horada tarde, recebem-ae nesta Di-
rectoria propostas em cartas fechaaa!,
vidamente salladas, para s repares de
que neceasitam aa diversas pontea da es-
trada de Goyanna, orgados em reis
7.415*100.
As propc8tas devem ser escripias por
ex'enso, aem rasure, emenda ou vicio de
qualqaer especie, sen-o rejeitadas as
que se resentirem das segaintes faltas :
1.* As que excederem os pregos do
orgamento ;
2.a As que nSo forera orgaaisadas
de scaordo com u presente Edital;
3.* As que se basearem em pregos
de o aira s propostas ;
4 a As firmadas por pessoas qne j
tnham deixado de oamprir contractos
com esta RepartigSo ;
5.a As que nSo offereoerem ss ga-
rantas e qualidades exigidas ueste
Edita!.
Ha vendo tuas ou mais propostas em
igualdade de condig8*s, ser preferida a
do coteurreote que melhores provas de
idoneidade offerecer.
Os concurrentes deverSo, alem dessa
idoneidade exigida para cirecgSo e exe-
eugSo das obras, indicar o logar de Ba
residencia.
henhum concurrente sera admittido a
coecurreneia sem que prove haver depo-
sitado na Thesouraria desta Repart
gSo a qaantia de 370iJ000, importancia
que perder s;, escolhida saa propoata
e oonvidado psra assignar o ocntrscto a
ato se recusar.
Para boa garanta da exacogo do
contra to, depositar o contraotante no
Thesouro do Estado ama caago que ser
previamente arbitrad por esta Direc-
tora.
Meato RepartigSo estar&o a disposiglo
EDITAL
Eaco-por3ijac de urna com
panhia de pesca
O Dr. Prefeito do Manioipio do Recife
manda fazer publico que, a lei municipal
n, 80, de 26 de Fevereiro do corrente
anno o antoras a oontractar, com quem
melh res v ntagens offerecer, a encor-
poraC&o de orna companhia de pesca, sob
as segaintes bases.
1.a A companhia dever estar orga
nisada no praso mximo de 6 meses, a
contar da data do contracto,
2.* O peixe obtido pela companhia
ser exposto diariamente a venda nos
mercados pablioos do municipio, de acoor-
do com a lei n. 58 de 16 de Dasembro
de 1895.
3.a Para a venda do peixe goaar a
companhia de senclo de todos os impos-
toB munioipaes e da preferencia nos lcaos
dos meroados.
4 a No tempo da qoaresm podera ser
acuitada a companhia a elevaclc.at
500/ i obre os pregos marcados tu ajdoiSrft ooneurreates, das 10 s 3 horas
cima citada,
-i
.si .
i
;-a
I
MUTILADO r
*T
f


I
/

Otarlo de Peroambnco Sahbado 7 lie llardo de 1&96

datfide, o orcamento e a plantas res-
pectivas.
Beotfe, 3 de Margo do 1896
A. Urbano P. Montenegro,
Direotor-geral
" EDTAL ~~"
Secetariadjs Negocios da
Industria
3* directora
Fa$ publico para cocheaiment > dos
intercalados, que no da 21 do correte,
a 1 hura da tai de, reoeoem-se tiesta
Directora proposta em oarta fechada,
devidamente sell*das, para ooostrooca
de una boeiro duplo e de arco, na eitr ida
de Goyanna, oreada em 5 271&007.
Aa propoetaa de vera ser escripias por
extenso; sem rasara, emenda cu vicio
de qualqaer especie, sendo rjeitada as
que ie rcsentiieni daa seguintes faltas
1.a As que exoederem os preooa do
ornamento ;
2.a As que nlo forero orgaaiaadas
de aooordo coro o presente edital;
3.a As que se Dasear,m em precoB
de ootras pro pos tas ;
4.* As firmadas par pessoss que j
terinam deixa .o de cumprr contractos
cotn esta Reparticao ;
5:a As que nao offereceram as garan-
tas e qualidsdts exigidas oeste edite 1.
Havendo daas ou maia propostsa em
igualdade de conaieoes, aera preferida a
do concurrente que melhores prOVfcS de
idoneidade offerecer.
O ejecurreotea deverao, alm dessa
idoneidade exigida pBta a d.recelo e
execooao das obras, indicar o logar de
ua residencia,
Nenbuin ^concurr nte ser admrttido' .
concurrencia sem que pro ve baver d-e
positado, at s 11 hors daquelle dia,
na Thesouraria debta Rep-.rt'c,a\. a qu.c-
tia de 56O0OOt$O, importancia qoe- perde-
r si, escolhida sua proposta e contii
do para, asignar o contri co a uto tu
recusar.
Para boa garanta
contracto depositar
Thesouro do Estado
ser previamente a bitrada por esta Di-
rectora.
Nesta ReparticSo estarao a di aposito
des Srs. concorrentea, das 10 s 3 horas
da tarde, o ornamento e bs plantas res-
pectivas.
Recife, 3 de Marco de 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
irector-geral.
%s*oc*iu<*ho om
meroiiiI Benefl-
eente do m ,11er*
cieiros.
ASSEMBLEA GERAL
Deorderu do Si\ presi-
dente do Conselho DeHbe-
rativo,
convido aos Srs.
socios a se reunirem no
DomiDgo 8 de Maico, s 4
horaf> da taTde, na sede
social ua do Barao da
Victoria n. 60, 1. andar,
afim. deprocedsr-se elei-
cao da >. rectora-e mais
poderes que tem de regev
iosdestiDOs desta Sccieda-
de durante o anno coiren-
te. Espera-se o comparec-
ment de todos os socios.
Recife, ti de Marco de
1896.
Jos Guedes Correia de
Mello.
secretario.
COMPANHIA
DE
Tecido de Malhas
Acbam-se a dipposicao flus Srs-. accoolslss
no eecriptirio provisorio roa Marqoei de
Olioda o. 68 aniar, de coafornvdade cotn b
let os. spgejotes documentos :
1.* Cjia (io BqIhiicjo.
!. Relapso nominal dotr accioolatas.
3." Lista dita transferencias d s acefiss no
anno fiado.
Recife, 14 de Fevereiro ae 1886.
J. C. I>vy,
Secretario.
CompanhiaTetfrys
Sao convidados os Srs. accionistas a reun-
rea-se en aseembla geral ordinaria, na fu
>de, a raa do Commercio n. 14, a t hora ea
tarde, do da 11 de atareo, para lomar coobe-
clmeato do relaUrio, ferentes so Boao undo e do parecer da com-
mu-pao fiscal, assim como, procede' a leicao
da nova dtrecicria, do presidente e i;retario
da reouiao eral, dos nienjb.oa da commUsac'
riscal e saos suopleutes.
Rutile, Jo de Feweiro de 1896. Os dlredo-
es. B. de.SoDsa Leo,=Tnob:. Ccmoer.-Julio
. Pies Barreno.
Bamburg Suedamerikaeis-
che Dan pfachiffahrts-Ge-
sellschat.
O vapor Belgrano
E' i sperado da Europa a o
rtla 8 de Marco prximo e se-
'gtiira depuls da demora neces-
eari par o
Rio de Janeiro
t& e
LE1L0ES
Agente Oliveira
2 Leilo
I Venda-Fe a fabrica de bfbldas da roa da
I Madre de Otos n. 10, a tratar na mesma.
, O capital regola viotecoDios e pode rtceber*
Be em predo 00 apolires.
da eaacnSo do
o contractas te no
urna cao^So que
DECLAKACu-ES
Junta Coinmercial
Tela Secretaria da Janta Comtneroi&l
do Recife so fai publico, que dorante o
periodo de 16 29 de Fevereiro proxim
findo, toram archivados os segenatea.do-
cumentos.
CONTR'OTOS
Ds Marcellino Domicgos Neves Amo-
rir, Joe Tneodoro AragSo e Maaoel
Nunea do Valle, sob a firma Domingos
Amorim & C.a, para o commtroio de g-
neros de estiva, no armaaem roa do
Yisconde e Irhama n. 45, t esta ci-
dade, com o capital de 40.03CS000,
aendo s. a ciedade em nome colleotivo.
De Rodnlpho Carneiro Monteiro, Joaepb
Eenaty e a firo.a commercial Joaqoim
Ferreira de Carvalho &c C.a, sendo esta
firma commanditaria, sob a fircra Mon-
teiro, Esoatj C* para o com merejo
de assucar, 00 armanem raa da Sensata
VeJ.ha n. 2t deata cidade, com o capital
de 50.000OO e o fundo com-.nandit .rio
de 20.0000000, aendo a soci dado em
ccmmandit.
Da M-iuoei Soteno e Ser.fia 10 ri
goes, Bob a firma Mancel Sotelmo Ro-
drigues, para o commercio de gneros1
de eativ.', no estubalecimeoto sito Es-
trada de Saeta Amaro, desta cid o capital d 736$200, Bendo a sociedade
em nome oollectivo.
De Juventiuo Gomes de Albuqaerqoe
Moraes e Jos Alfredo Rodrigues, sob a
firma J Gomes & Rodrigues, para o com-
merco de assucar no ettabelecimento
ra do Viseonde de Itap^rica n. 31,
desta cidade, com o capital de 40 0000,
eudo a aociedade em nome collec
tivo.
De Manoel Odorico Daarte e ura
commanditario, sob o firma M*noel Odo-
rico Danrte & (J-% para o commercio ce
gneros de estiva, no
eatabeleoimento
roa de Sonta Croa, n. 9, desta cidade,
com o capital de 7.&47f440, s ado o
fundo commandat-rio de 6.tOO|$0GO e a
sociedade em commsndita.
De Jos Soares Vidal e Manual An-
tonio Domirjgjes, sob a firma Jote. Soa-
res & C.a, p ira o commercio de generoo
de estiva, no estabeleoimento sit:> i roa
da Un'So n. 2, deata cidade, com o ca-
pital de 2.50b00, teado a sociedade
em come colieotivo.
De Jlo Rodolpho dos Pasaos Guima-
raes e Jo2o J iquim da Rocha Foria,
sob a firma Rocha Faria & C, para o
commercio de dr.gaa e manipulases de
productos pharmaceuticos, nest^ praga,
com.0 capital de 18.CO0SO0O, sendo a
sociedade em nome oolleotivo.
Foi distratada a aocidade que aesta
praca gyrava sob a firma Jos Feroacdes
Decreceticio & C.*, estabeleoida raa
as Jo3o do Reg n. 34 e alterado o con-
tracto social da firma Domingos & C.a,
desta pr-ca, pela retirada do socio joe
Neiva Lina*
Foram registradas as segaiotaa firmas:
Montero, Esnaty( & C.8, Tbomsz
Macdcwld Hood e Manoel Garca & C.
Contracto de 'Janoel Pardal arcia e
Mttcoel da Silva MacSes, sob a firma
Manoel Garca &. C.*, para o commercio
de Hotel, ra Larga do Roa*rio os.
31 e 33, deata cidade, otm o capital de
S0.660J213 res irndo a souiedsde em
come colieotivo.
Secretaria da Juata Commerciol do
Recife, 2 de Marco de 1896-
O secretario,
Joaqaim Thaotonio Soares d'-AvelUr.
"Seguromartimos contra
FOGO
Comuanhia Phenix Pernansbu-
Pede-se aos Seiiho
re3 consummidores
ue queiram fazer
jualquer communica-
r esta jeita no escrip-
torio desta empreza
na do Imperador n.
55,onde tambem se re-
ceberqualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va OUveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes,
Todos os recibos
desta empreza deve
rao ser passados em
ialo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Saniuel Jones.
Gerente.
Co mpaii n i a A rophi-
trite
Conv4coioe o> Su. aceiottifctas p'a a reu
Diao de asserrtiles R^ral ordinaria que .(prvera
ler logar a i (ora da lame do dia 12 Je Marco
proxiajo faturo, ro eteipto io '?'Sta Compa-
ahm, a ros ro Commercio u. 18 a (jual lera
por fim julgar o elaterio do mao Hado, pare-
cer da cprjn'eisESo fljeal, isslro como, proceder-
se a eleicao.doa ovoe memorus p'ara a meaxa
c> n miieao to ror eote anco.
Recife, S6 de Feverei^> e 1896
O direi'lo-is,
Arthor Asgosto Ge Almeida.
Jote Antonio Pinto.
Joao Jos de Amoriro.
Companhia IVlaiMittrCtara de
Phosphoros
De conformidad- rom o'disposto 00 srt. 16
do decret de 17 rie Janeiro de 1890, participa-
se aos Srs. accionis'as qoe se sctiam a sin i ls-
poslgao, no esenjt..-to cp-ti Compaotim a roa
ue Companbla PerDambacaoa o. S. o8-eeaio*
es docomeoiof para fertm examinados,
i* copia dos balaocjs.
2 relacao ncitirai ros accioninas
3 lista das traocreitn .ras de tcc6e duraDte
o anno .
Recife, 29 de Feverei o de 1896.
O director secretario,
J irqui m Pirre 6o> c>l?efl di Silva
,, 1 1 .
COMPANHIA
Phenix Pernambucana
Oa Srs. sccl. nt>tas f&a convidados a reui-
rem-?e em sesea Pi gersl ordiari no da 18
de Marco correne, urna hora da tarde, o
sJeda ''ompannii ra 'o Commercio n.46.
A reooiao tem por m a leltora de rclatpro
do parecer n cal e exame e deliDeracSo das
cont.s do ultimo enno recial, tem assi u a tlei-
(o da respectiva c amiso rjsiral.
Peroamboo, 2 de M-"CO de 1896.
I.utz Daor t.
M. S 1 a Mt.
J J Di8 F"rna'' idemoisaora
SSo conu^Bdoa os gn>i seaDsatas a so ren-
n rem em .ssemnla geral crdiaa'ia, ao me;o
uta de 16 00 crreme, no escrtptorio defta Com
pantiU,aroa co Commercio n. 44, flm de
apreciaren) a rea orto das jiperaces do aoDo
nodo, parecer d^ commi6Bao flfca, assim como
pro :ede--se eleico da nova commis^ao qoe
tem iie fpnccouar n si anno.
Recife, 2 de Ma-fi 1 de 1896.
Joaq Jim AIvps da Fonseca.
Alvaro Pi' t) Alves.
H rmerewil' o da S'lvs Loyo.
a Santos
Este vapor Hlomnado loa eleotrict
& offereoe optimasy. sooommoda;Ses aos
Srs. passageires.
Ectra- so porto
Para pasaageDS, carga, rete e etc., trata-ss
com os
Consignatarios
Borstelmann. 8c C.
18Ra do.Gotnmttrcio18
1- andar
N. B.-Nio fe atender mais a nenboma
reclamaQao por fallas qie oso f rem (f>mrr.u
oiradaa por et>cr:pto a ageocia *< 3 das uepol*
lia ei t'adi dos gpneros i,a Alfarniefia.
No caso.em que os volumes se|-.m desrarre-
fados com termo de averia, npctes'.na a pre-
senca da ageocia no a to da sbertora, pu-
pc >er veriBcar o prejolz e taties ae us boo-
ver.
Gifaibi P-. de Savega^o
PORTOS f,0 NORTE
Parayba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear e Camocim
i paqaete
S. Francisco
Commanante Antonio Pinto
Do importante e grande 8it>o do logar lia
tombo, morado na frente, cem portao de ferro'
a sredeamnito de dito, mono arbonssdo, com
grbsde baixa de capim, ten lo asa c^s. Kraode
iv xa porta e 2 janellas de freo'e, 2 esU?, 4
qoa-tos, cosinba eneros, *eodo porta e jauel-
las nos oi'Oes. em solo propno, a qual deila a
dente para a estrada do Porto da Matieira, e
limiti o fondo com o rio Beberibe.
Um terreoo contiguo a casa cima, cem a
frecMe toda maraoa, portao de medeira, multo
arboleado, tambem com g ande baixa de ca-
pim, medlodo o referido terreoo 2' metros a
50 centtmeatrOB de largara, e fundes a o rio
BeDeriOe.
m dito no logar da Aaasiobs em Beberibe,
com ama casa de taipa em solo p'oprlo, rom
40 metros e 90 centmetros de lardera, e fao-
d8'4t o viiao o eoseooo Sapocaia, tudo
pertencente ao acervo ioveotariado de Adolpbo
St;ixeubj(k.
Sabbado, 7 do corrente
Ao meio ia em ponto
%o armazem raa 15 de No-
tembro u. 3
O sgeote Oliveira, por maodado do Exm. Fr.
Dr. juu de dirello da Provedon?, levar a 2."
leiao a casa com imprtame sitio, e os terre-
os acii.a deeciiplos, a reqoenmeoto do tc-
ventariaDte dos beos oeisados pelo finado
Adolpbo Stoliemback, servalo de bace a ot
feria feta por peticao depoia do primeiro le-
lio.
U- Srs. pretendeotes, deede j, poderao exa-
minar os referidos tino e torreaos.
i Vende-se om ctialet na estrara real do
Arraial n. 4') A, ce 60 pil:-o> de frnle, 320
de fondo, srnonea'o e frente maraoa, com
portj de fe'ro. tratar no memo, perlo da
Mnngab'-ira de Cim i
> PKKolSA-Sii oe um '.i irt-u o p a uca
de moloado?, de 12 a 14 aooos, aa rui da Au-
rora o. 39.
Vende-se orna da Nova a ratsr ra venta da Estrella, uo mes*
mo Zamby, rom Da o l Ma-i-,
Precisa se ae cm csiotieire oa coiiutlei
ra e de orna pngommadeira somente pira ron-
pa de eeobor?, do Caes du Capibariue o. 30,
Serrarla Pe-caa bacar.
uti OlBin
2-
Segu tro dia 19 io con-
rete, as 3 boras da tarde.
Recebe- carga, encommenda, pabigeaa e di
abeiro a frete ai s 10 noraS da m*Ob& do Oia
da -artida.
Cbama-se a atteocao dos ST. carregatioreB I
tara a claoaola 10* dos cobectmeBlcte qee a I-aj0
Do importante e grande terreno sito roa de
Luizdo Reg un Santo Ama o, cont gao ao de
n. Si B, morado Da fieote, com portao de fer-
ro, grande baixa de rapim, cequeiros. etc.,
medindo de f-ente 417 palmo e oe fondo 607,
e om grande vivelro no fondo do dito sute,
com porta a'agua de pedra cal. et", todo
pertencente ao espolio de Jos Joaquim de Son-
sa Uotta.
evo^o de Nowa Seuho-
ra da 8oaMorte
Mesa g-ral
De orJem - dettia D^vcgao a comoarecerem neste coasisto*
rio, domiouo 8 do rorrete as 10 horas da ma-
obS, e a di^iu'rem a refirma oo rompromisso,
coja leitara pe fara em mesa geral.
Consistorio da Dewcao de Wssj 8enhora da
BoaMorte, e- cta no convento do C rmo, 4 de
va'C0 de 1896.
Manee1 C. L'bcrlo, .
Esinvao.
jegoltite :
. No csao de baver algoma redlamacao con
tra a Compaebia, por avana'oa perta, deve ser
feita por-escripto ;o agente respectivo Jo porto
da descarga, dentro de les tilas depbls de fina
isada.
Nao precedendo esta formalidade a Compa-
obia flea iaeuta de" toda a tesbonBabilfdade.
ESCRIPTORIO
No Caes da Companhia. Pernambncaca
>, 12
Companhia
DE
Tecidos Paulista
AS3PT:bla eral oruioari
Convido i.B *-t 8. Bcciooietas a compareoerem
oo da 8exta-feir 13 de Marco, 1 bea da
tarde oo palacete da Associacaj Cou me-cial
Agrieoia, afim de oovirem a leilora do relaro-
rio da uiretloria, deliberarem sobre as medidas
tll indicada, lomarein coohecimeoto do pa-
iecer "a commissao Osctl, joigarem das contie
do noo social fiodo e oalmente elegetem os
novo fiBCaes e i oppleotes.
Recife, 28 de Pevereiro de 1896.
J. A. Saraiva Jnior.
Directo: Bicretario,
Hambutg-Suedamerikaois-
c h e Damptschifffahrts
Gesellschaft.
O vapor
Asuncin
E' esnerad do sol at
0 di) 13 de Margo, e
'Bvedi'i depb.s da de&iora
npreraaria para
Lisboa e Hamburgo
Entrar no porto
Para passageos, carga, frete, etc., lrala-8e
com es
Consignatarios
Borste'man & C
RUi DO COu-MERCIO N. 18
l. andar
SabbaJo, 7 do correte
A's II horas
nrmazcm ra 5 de lo-
vembro o. SO
O osete Oliveira pu: mandado do Exm. Sr.
Dr. jais de direito de ovpbaoB do mo icipio de
Oada, leva- a 2." ieiiao o grande -eitio e vr
veiro cima aesenpto, a reqoenmetito da in-
ve iieriD'e dos bens deixadob por peo marid-
ot Joaqalm de Soaza Mot a eervindo de base
a oderta do 1." le lo ; pedendo desde ja eer
examinado oloe Srp. e Agente festaoa
Leilo
9
De 50 acfoes da Compantia de Dro
gas.
Sabbado, 7 do corrente
Ao meio dia en ponto
No l1 sndpf roa d Vigarie Tenorio
n. 26
O ageDte cima vender per coota e risco de
quem pertencer 50 acgOes da Compenba da
Drogas oo da e boa cima mencionados e a
qoem mais der.
Livrari a Popular de Avelino
Rodrigues de Paiva
Acac-a-de abrr-e orna l>vraria roa E-trfi-
ta oo Rosurio o. 8, oa espenJtdo o-nmeato
liiterarle moito deve convianr qoe, o re*pei-
tavel publico desta cida e 8^ dlsne faze- una
visita. Tem trob?m este estbele imento,
alen de livos e pa el .ra, monos anmos de
gofio, pfopri's pora nrv-en'.es.
Menino
PreiflS-se de ttm de -Oa 12 arooB, pars
praciir em cPB-dc moltwdos. a trdar Da roa
da 3018- n. 42, M e.
Cosinheira
Prec^a-Fe de urea peii-
ta co8iieirapara casa de
familia de duas pe^oas.
A tratar ia ra do Impe-
rador u. 23, segundo ^^da/'
Terreno a venda
Vende "pe om b?m errwo com 90 palm.s de
rente e 90 de ittbflo-, com ama meia sroh am
bom estarlo, na estrada do? Rerr.edlc?, a Ira a:
oa roa Duqce de Caxis :i. 63.
De Fiafo e Tecidos
de Pernambnco
Sao convidados o* Srs. accionistas a renni-
rem-8e oo da 16 de Margo prximo fu'oro. ao
mel da, no escriptono oa mesma companbia
raa do Bom Jesos n. 4-, 1* andar, anm de to-
maren conbecimeDto das coDtas e balances do
auno dp 1895 e eieg rem u commUtSi fiscal,
mesa da aseembla geral e direitona, de con-
formidade cm o 9 do art. 27 dos Estattlos.
Recife, 28 ue Fevrreirr de 18S6.
O director eecretario,
J. .- Jcao de Amorim.
Ctiqupanhia Aruphitrite'
De iccoido som o aru 16 do decreto de 17
de Janeiro de 1890, :rt a disposigao des Srs
Companhia
De Seguros Phenix Per-
nambucana
Non termos do avt 147 do decreto n. 434 de
4 ae Jnibo oe 1891, ocarn a elispos gao dos Srs.
accionistas Da sede desia Companbia roa de
Commercio. o. 46, a copia dos b laucos, a da
rtUcao nominal tos a-cicnis'es e a lleta das
tranifereuctBS das arjpe.
Recife, 14 de Fevereiro de 1896.
Os dmioistradorep,
Lyii Ooprat.
M S Mala.
Jo.- Joaquim Das FrroiOdeg.
accioxislas oo escriptono >ia Cop-Cbia Am
tilinte raa do Commerco o. 48, a copla dos
alaocoB.nrelac&o nomi: al dos accionistas e lista
" I de transferencias de accSes dor; nte o anuo de
1895.
Recife, 12 de Fevereiro de 1896.
O diectores,
Aribor Augusto de Almeida.
JOf Antonio Pinto.
Joan Jos d- Aaor.m.

RBA WCOMMMBQIO
SEGROCONTR FOGO
SOCIEDADE
Musical Olindnse 15
de Novembro
Assembla geral
De ordem co 8f. Dr. presidente, convido a
todos os socios dbita associago a se rtuo rem
em e8Bo de ass^mbla geral, s 7 boras da
noile de 9 do cocele, em nossa sede ra de
. Peoro tiartvr n.8, atJn de diacatir-ae om
projecto de reforma dos estatuios, apreseotado
pela directora.
Outroeim, faco splente de qoe e*sa assem-
bla resolver cem qualquer numero de tocios
qoe com ar< ctr.
Secretaria da Sociedade Mopical Ollndeose,
em 4 de Marca de 1896. z
Mario Jos Feroande?,
* 1' fccretno._______
Banco de Pernainbuco
Aseembla eeral
Convido o. Srs. acco^isia.B des'e Banco
reonlrcmee no da 10 de Marco poximo fo u-
j.o, ao meio da, oo 1" ao*|a^ do ediOiilo do
mesmo Banco a ra do Commercio n. to, afim
ae tomaren) conherlmeoto das con tas e balan*
gos do spoo oe 1895 e, i-legerem a nova direc
tona, ccnselbo Hscal e eoppleoies.
Ficam sospeoSdR as trasfereociis de acc'es,
oa forma o a-t. 21 dos Ettato'os. ,
Re:ife, 27 de ^everniro de-1896.
Dr. Antonio F. Pe-eira oe Carvalho,
Director-eecretaric.
Austrian Lloyd Steam Na-
vigatin Company
0 VAPOR AUSTRACO
Berenice
> E' esperado de
Trieste at o dia
1 do correte,
segoipdQ depois
da indippeosa-
vel demora para
os portos da
Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e di-
obero a frete, trata-se com
OS AGENTES
Henrj Forwter & C.
Raa do Commercio n. 8
1 '.andar
Pacific Steam ftrvigatioD (iv
pany
STRAIT3 OF MAGELHAN LINE
O paquete Potos
Epera-se do
ni at* o dia 8
de Marco, e te-
tra depos da
emora do co-
urr-e para Liverpool, com escala por S. Vicente,
Lisboa, Corona, La Paliice e F,y cute.
Para carga, paasagens, eocommendaa e dl-
obelro a frete trata-ap com os
AGENTES
Wil&fln, Sons C, Liaiied
10RA DO COMMERCIO10
i." andar
A^i-, jNfcr^J
1 ^Bh i"/;t"':'^Sav >|yijy
H wM^V ^r -
l^; jSr'jdM
v 1 E0k w

Royal Insorance Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,O00,000 >, *.
nados accttianlados 8,274'9/3,19,.0d.
AGENTE
POLHMANN & C
MAFsmiitCS
Norddentscher Lloyd
o VAPOR
Hohenstaufen
E' esperado do sal at o
da a de Mar0 de 1896 e se
ir depols i:a demora oeces-
Jcisa para
Lisboa, Antuerpia e Bremen
_
Este vapor illuminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
fSes aos Srs. passageiros.
Para pasiagena, carga, frete, etc., trata-se
com o iJr
AGENTE
V. ^eesen
Caes do Ramos n. 4
/
PORTOS tX) SUL
Directo Santos
Capibaribe
Commandante 1." tenenteVerissimo
Costa
Segoe oestes poneos,
dias
Recebe carga, ocomuiend'Mi'l889^118 e dl-
nbelro i frete, ate as 11 boras da ma&ba to
da da partida.
Cbama-se a attencao dos Srs. carrgadoree
para a clansola 10dos conbecimemos que a
segotnte: .
No caso de baver algama reelamac3o, con-
tra a Companbia, por avaria ro perda, eve ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
da descarga, dantro de t es dias depois de fina-
Usada. n -
Nlo preceden o esta formalldade, s Compa-
obla flea Issnta de toda a respoosabilidade.
t E80RIPIOR1O
Ao Caes da Companhia PetnambocaBa
n. la
Agente Oliveira
2. Leilo
Do sitio denominado Alto do Macb?do, em
Bebrribe df Bailo, rom 250 palmos, leudo a
freole para a travesa do Gtnipapc, e oivldin
do pelo norte com trras de Jos Soare- J
pelo poen e c m trras do paire Baulbso, t-
pel'scl com trras de Joe Machad Soares.
abbado, 7 do corrente
A's \\ horas
%o armazeu i ni ISdrXe-
?embro n. 39
O gente Oliveira por mandado do Bsm. Sr.
Dr. icu de direito de Olioda, levtra a S* leiao
0 sitio closa cescripio, podeodo desde j ser
esamioado pelos Srs. compradores
LElLAO
De 1 piaoe ferie, 1 mvbilia de jooco preto
cora donqoerqoe, 2 cadeiras de bala 50, 1
mesa da jogo de abrir oe Jacaranda, 1 espellio
grande sob cilomia, 4 |arfos para flores, cas-
t juea e mangas, upeies de sof e portas, e 4
escatiradetras com pangeos.
! Qaarto
Unja cami sVsacita de Jacaranda, 1 toilette,
1 lavatorio com pedr, 1 mesa de cama, 1
guarda casaca, i commoda inieira e 2 cib.-.e-.
2 Quaito
ma cama de bn grande, i gtarda vest -
do, 1 commoda e Cbider, 2 meus com gave-
tas, 1 lavatorio e 1 espe-h 1 doorado.
1' Qutrio
Um Roarda reeps. 1 cablde torneado, 1 com-
morta. 1 lavi-to'io, 1 mesa de pe lorueades. 1
cama^-e fe-ro pa a solteiro, 1 dita paa meni-
no c'6 cauetras.
4- Qjario
Uma-cama, tea'idei-, 1 lavatorio, i caadle!-
ro de topeot&o, 2 e^agtrea, 1 ctmmoda e cu-
tros movis-
S ila de jai.tar
Uia mesa ela-tica cm 4 ou 8 taDoap, 1
gnarda loufia envid-agado, 2 apparadores, guar-
da comida, 12 cadeiras fie jomco. 1 quartiDbei'
ra, 1 rtloKlo, 2 mesas com -BVeae, 2 eianeres,
2 qoadros grandes e de gosto, porcellaoap,
copos, callee?, garrafas, co.L;.o!eirs, metiee e
ontros objectos.
Sala de copa
Mesas para engommar e qosinha. i.prttilel-
ra, dispensa Klbo* para ga, Jarrae, e moitos
ootros cbjectes te casa de lamilla, exisleatrB
no 2 audar do sobrado da rui da Aurora n.
81, junto da estaco de Olinda.
Ter^a-feira, WKlo corrente
Ageilef i'ilo
0 referido le o.comecar la 10 1|2 horas em
pomo. ^____ __>____________
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YOBK
Livre de Exploso, Fumaba e Mao
Cheiro A' vendo em todos os arm-
zens de seceos e molhados^
Ferro em ehapas Best
Best
Vende-se ra Duque
de Caitas n. 91, com grao-
de a batimento do pre^o do
mercado
O nico remedio
Para EXTINGUIR PULGAS. PER3E
VEJOS, TRA^aS, BI HEIR S etc.
Brazlin com Seringa
insecticida
( Privilegiada na Allemanha, na Belgi-
ca e registrada em todos os paizes da
Europa.
Privilegada ro BRAZIL SOB NO
1577.
Na Repblica Argentina sob o n,
1377.
Nao ba MAIS PLECISAO d'urra SE-
RINGA DE BORRCAHA.
BRAZLIN o MELHOR P insecti-
cida do MUNDO e reata s b gtrant-
MOSQUITOS e os insCtos cima mena
cionados.
Preco de cada Seringa c m p 5C0rs.
Encontra-BC em TODAS as Pbarma-
cias.
Por atacado as Drogaras de GU1-
MARaES BRaGA & C. COMPA-
NHIA DE DROGAS E FARIA 80
BK1NHO & C-
Leilo
" O agenteOiveira, por ordem de neca famma
que se retir para Bowpa, fara leao na terca-
fera 10 do correute de bons movis, esve|ao,
ricos qodrv, moldaras e etlag res e ootros
muit(* movis tod 8 cttn^popco oso; na oa
do Bem Fea n. 29,- na: Magdalena, como ?er$
do in'OnCfr 1
III. I. "
AVISOS DIVERSOS
VeAde;a om peqoeoo deposito d seceos
proprio par priBcipiaute na roa de 3. Jorge n
30, t1 atar na mesma.
Cooilcftt estar par alosar oto peqoeoo
comparlimeato da ctsa n. 4. roa do BemBca,
Macilalena, proprio para laiDtt de arns
barbeiro, sapateiro, ele, a tratar no n.
cearla.
yndose por barato pre{o o> ler,
Boa Tiagem com 100 palmos ae frente e 600
de toado, a tratar na roa dos Obsos d. 26.
f
Jos Alvo* Valongo
Sesbonno l eres Val n: e i'Oi tillaos
agradecem do Inumi dVlaia a ioi"B oa sena
prenles e arauo- qaH . panbar oa re-loj morios de reo enore le-n-
brauo eepoBJ pai, Jos AW?* Valoneo, ao
niesmp' lempo convldam para s t rm a mis-
to qnp por soa ilmj uanca'n ruar no conven-
8a do G-rmo do R- -.He, no da 6 (<0 errreote,
pelat 7 1/2 oca- du d a, T drf s^o par.smen-
ta, pelq qu co,fe88am--e deede ja eierismen-
te gratos por este ac ce tlijV.ao e car/dade
t
Domingos Jos de Castro e Silva
A familia e socio do Uecjtrp D?m!ng03_Jos
MUTILADO
*"
1
I

-
'




Diarlo de Peniambnco Sabbado 1 de Mam de 1896
f
Mara dnsGra9as Vilella da Matta
Aifrt-1o o" q' d< Sartas 0'DO8 8Rra*
dec^ii do i meo i'atos i todos 08 prenles e
aaigos M "!*sa- do 7 da por
aim, ei p i e o > o e.ique.d a esposa
e mi. Ma d< G- C% Vl.lla da Malta e de
nCu c ',r U'i-"a queman
d; m e B Igi E'P' t> Santo s 8 i/i
dan 7 crrente, 30' da do
gen i do des ie ] por este
Ama
Preclse'se de atea a <* qua cosinhe barn
para esa da pequea uc.lia, a tratar na ru
Ua Coocord'a o. 85, od-j"o.
AMA
Precisa e de orna ana para coeiobar, a Ira
lar na rv* larp rio Ro arta n. 9, reloioarh.
Alten cao
t
Hanoel Antonio Rodrigues PI-
uhciru
Caihanna :. o i So P metro Anua E. Xavier
Con inho, (prese .'e-) A itonl Hod-KueaPinhBi-
ro B*rreiros o na mu' r, Luir Pr-reira Mon-
teiro e sua rm-lher, Od- a Pn -i o Coruro a e
raatllba, Ja,. Pe.tr- na C: ira, lofto Nepoa.0 ei;o .-rr-to- e sua milber,
Minoei RiyiLUti.> Pa*'a > so. Irroft plisen-
les) mulna-, on-i-'a-ia f s-bfincos agradeces)
iotiinaioenie a todas as pe-a as qoe ee digna-
ras) acitinuanha' is e*t'8 o ta-a de seo na-
rido. rtb.do e fo. Manml Aotooio Rodrigues
Pinbei.'O a soa um^a -lou-aede novo con
vila a a todos os srus amigoi para asaiblirem
as txifsaa do 7-lia, que serSo ceUb-aiaana
matr z da Boa-Vista 45 8 Poru da mar.b do
ti* 7 'o cnrrpnie
VeDde-se cm piano eai perNo estado, na
Magdalena, tratar com o done, sitio cefronte
a '.esca J S" Al'red '.
Ama
Precisase de um qoe eaiba coriohar bezo,
pa a casa de familia, paua-se bom ordenado, r
tratar a roa do LVvramento D. 2i. fabrica a va-
por de calcado.
uinmm
VIHHO FEBRFUGO
AJFOVA-PO PEA ACADEMIA X3E MEDICINA. rj
E PABIS
O VINHO DE QU1NIUM de Alfrbd LABARRAQUE, eminentemente tnico e febrfugo, deve ser preferido a
todas as outras preparaces de quina.
O VINHO DE QUINIUM de LABARRA.QUE, preparado com o QUINIM (extracto de verdadeira quina),
causas d'enfraiiueciiiwilo, seja por antigs molestias; aos adultos fatigados por um rpido cresciment'o, s meninas que
tim difficutdade em se formar e desenvolver,- as mulkeres depois dos partos; aos velhos enfraquecidos pela edade ou doenca.
No caso de Ghlorosb, Anemia, Cores paludas este vinho um poderoso auxiliar dos ferruginosos. Tomado junta-
mente.por exemplo, com as terdadeirns 11LLLAS dcVALLET, produz efleitos maravilhosos, pelasuarpidaaeco.
PAEIZ, 19. ra Jacob X-.. 1* Jfc-e.:iS.E3 Casa A. champiciy
__________ E NA MAIOB. PARTB DA8 PHAHMAC1AS DE TODOS OS PAIZES
Ama
P'eciea-ae de orna para coair.rar para pe
queoa familia, a tratar na prag? da Iodepen
denca o. 27, loja de calenden.
Precisa,
fabri'"?
Criado
e de nm id da Concordia n. 126
ANTI-DEPERDIDQR
REGULADOR
DO CQRAQAO
ai as
Pi eciaa-se de doas amas, a tratar ra Barao
da Victoria o 65,1 andar.
Cosinheiro
t
Preci ase de ox qoe tenba bem cempoiti-
f nenio, na roa da Floreotioa u. 6, Caf Goa-
rapy.
Cecilia Maria Gomes da Silva
30* dia
Jos^ Lulz da 8 Iva es. u fitbo, mai. segra
cunb la, irmao^, ttoa, a^-im como oe pareles
da Uada, arrale em a lodas aa peseoas que
'a9sistirtmnaii^8a.-q.>e m*nda.. retar por alma
de t--a esposa Ce;:U M^ria Gomes da 'ilva,
3u i i de st-ij pasamenK', faboado, 8 de Mar-
co, 8 ti"s, ua in.it- z le 8. Jo<, e DO con-
venid de Noru SrtQO'ora da Carmo &s -esmai
hoiat-, auteciptoJo ues^e ja seus g'a-Jeo
mate.
f
D Urralninde Ksm- raiuina Men-
leiro
Fe:ix Vaiois Cant.hcee Torqtato Jcf Mo' -
teiro, grade tm KM -eu< amigos qoe acomfa
nbarain o* ra>to morais oe saa parenta e
irm G-ral;i: da EsT.e aWioa Muoteiio, e con-
vidam aos eua pe rentes eaislgos para ass atirem
3 n usas qoe maDdacu resar pur alma da mes-
ar seur.o a no dia 7 do cor.-er.te'na capella dos
A --o- 7 Oorsg da rpanha
t
aria Amanilla de Bendonpa
SiBBCea
J aqr. rr Air'pino de MendcnQa HimOes e
seas ihos coroael T'^jano Alipio Carvalbo
MeoaocQ. e >ua mulber. T rjano Alip'o Tem
poral de Mendooc:-. e ?ua mulber, Jo Xifier
de Carvalbo Mrndonca (aureott), Jjuo Das
C.rJoso e sea mulber (auseutef), convidara
seus pareles e amigos para aselstirem s
missas que mandam cehbrar no dia 7 la 8
oras da nacha, B matriz da boa-Vista, 3C*
da de t^fauBo pasameto de fDa sempre
cboraoa espora, mai, Ulna o irn a, M bllia de Mondones siu'i, coofessando ee
dea e j agradecidos por este acto de religlao
t
Slara da Conceifo Cesar Al
meldav
7 dia
' An'onio Carlos de Almeida, suas Gibas e
inais paren-es agradecem do initmo a odas as
peascas que re dtgDaram compaDbar es restos
mo laes de sua sempre letobrada esposa, ma-
drasta. Irma, cuobada e madriiha Mara da
Concfigaj Cea r Alaseida, a ana nltims mora-
da e de novocoDvidam seos rarecies > tml
so3 para Bssisiirem s missas qu mr>ndam
celebrar no da 7, sabbado, na mama da Boa-
Vista, as 7 1/2 ho a da manhS, 7* dia de ato
falleca ente.
t
Mara da Conceic&o Cesar de
aJmeida
J03 Cea r de Menezes Cisneiros e eoa ma-
lher Mana Cezar de Andrade Cysneiroa, seni-
dos pela perda da sna cbara conbada e Irma
Mana da i.oa.eic3o Cezar de Alrxeida, maDdam
celebrar missas terea-foira 10 do correte, na
matriz da cidade da Escada, para o que c;nvl-
dam aos prenles e amibos a assistirem a este
OCtO de rehg.ao e cari 'ade.
t
iui
F. ancisco Jes dos Pasaos
maraes
A confraia de SS. COrL-pioi e Chrispiaiano
erecia no convento do Carmo, grata a memoria
do seu lrmao bemeitor Francisco Jos dos
Pasaos GuirnarSes, convida aos parames, ami
go. e as corporacoei religiosas e civis a qoe
pertescia o illustre aono, para asalstirem
missa de reqoeto e memento que por soa
alma manda cel-brar s 8 horas da maoh do
da 10 do rorrete; aesim como a collocac&o
do spu retrato no consistorio
Cotsie'ciio da CiOfariade S8. Corispim e
Chriaoiaiano, 6 de Marco de 1895.
0 secretario interino,
Ravmnndo Go iioho.
Sf
t
D. Hara Perelra de Jesos
Manoel Gooc^'m dos Santos Pereira, tendo
recebldo a infiusta ociicia ae ter fallecido no
dia 9 do mez proxino paesadoem PoHugol soa
idolatr.fia ir.ai D. Ma-ia Pereira d Jeaui, fon-
vida 08 ; a--rt?--o n-gos pa : atatsUreiB
mise do trigsimo ia, a qoai lera Ibk r na
igre:a tic E^ri'i'o Pr.nto pelas 8 ho'aa da mn-
ba'ilr. i|a S d en re'.'e.
t
Atttn^ao
Veode.se orna armacSo de amarello, propria
para qoalquer genero de negocio, a tratar a roa
Formosa n. 29.
Capunga
Alaea-se a cesa n. 40 ra da Amia de
com poucoa comandos, quintal e cacimba de
excellente agua, a tratar na roa Direita n. 45.
abrade*
Parallelipipedos
Com "-ra-ee. em qoalqcer qaantidade, na ras
do CoffiTi-icc n. 13 1* andar.
noarr
Offerfce-se um chegado
da Europa, c:m longa pra-
tica em fabric. de tecidos
n alla inglez.
A tratar no salao Braga
Ra Bom Jess n. 40.

e C*, Buce"-
HTLSiSlL Lim

ELIXl VINOSO
Sabor agradavel; poderoso contra
rdiacas. Cansado, etc.
sistema muscular e nervoso.
Pars, 22, rae Drouot.
BhATQiftQiU.
O I^O TH
EDICO de LEN SLOCH
O ISAS SKN8XT/XIX. t? TODOt O SYSTEMAS CONHECIDOS
Toa& os mu IcrtrumfltQ kraa I "**"^"' ,
To4&a o* Icr.tramOtQ U,
M'&kM *'gnaisrn :
PARS, V, roa di 1'EatrepCt, 2, PARS
' --------- ranto, m, roa a /nlrepCJ, 2 PARS
" Um chero ezqvisito
n
8. A. H. a Daquara do York.
alambiques de cobre
Vende-se moi:o barate, dous noos, para 150
cenadas, tratar ra da Palma n. 108.
Madeiras de con^truccao t
nateiiaes para edifica 9S0
A Companhia Exploradora oe Producios Cal-
careos, vende em seu armazem no caee do Apoi
lo u. 73:
Madeiras para coosi*occao.
tal tranca de ag-aribe.
Cal preta.
Cal virg.m par assaeaameQa
l*]oiloade ladnltio e com
'fijClloa'refrctarics.
. -s de cao-ana D^ra eoleiras, etc
51 Ra da Imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Exmas Noivas. Um variado sor-
timento de sedes brancas, colohae, corti-
nados, capellas, veos e saiaa de seda re-
ebea a
AVEDOPARAIZO
ngommadeira
Pr-ci a-s de orna que dn-rc em casa dos
patroesina ra da Uo'ao'n. 65.

Demarcares de trra
Pelo engenbelre C. C. Carlini, ear-ipiorlo na
cidade da Eecada a roa de R!o o. 18.
Companhia Exploradora
de Productos Calca
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do asaltear vende-se n
Companbia Exploradora de Producto
Calcreos do Caes do Apollo n. Td.
Maruneiros e Car
pinas
Precisa-se de contrac-
tar alguns qoe sejam pe-
ritos ; na ra Imperial n.
17. loja.
Oiferece-se
Um mrcoque disponhe de todo o di, para
Iguma cccop8c8o co Recife, lato trapiche:
auem precisar deixecarta na typograpbia deste
Diarlo., erro as iniciaes A t._____________
Vende-se
A taverna da ra Vidal de Negreiros n. 15*
e cm brm cavallo.
Suave e delicado odorifero semelhante propria Rosa.
O mais delicioso de todos os Perfumei
O d'ATKXNSON o nico verdadeiro e original
Os Perfumes Inglezes de Atkinson
sao muito superiores s outras fabricaces; conservam a sua forca inteira e possuem (*
chero delicado das flores naturaes :
0F0P0NAX, FRAN6IPANE, ESS. BOUQUET, HELIOTROPE, JOCKEY-CLUB
todos os aromas preferidos.
ArtQn+olaVt-aa Aatt TTYl+flrMf i '"thenticiande iguarantidt palo letrelrotzul i tmtmh.tm
aCi*UGBiar-Se aS ailWa.^OCl forma de eicudo, e a mares da fabrica < WHITE ROSE..
OS todas as casas ou pEBFuuEiBos a a dos FAB&icAMTES. J. & E. ATKINSON. 2*\ Od Buiid Street. LliilX.
Vende-se
U.i.a excel.enle csidelra com machina, de
forca de 6 tavallos, em a uto Dom estdo, pro-
p ia pa;a engenho: a tratar na fabrica Moreni-
nn<, roa do Crespn. 7 a
Por aer
a mais pura,
a Peptona
CHAPOTEAUT
a Mtac
empregada pelo
Sr.PASTEUR
a nos
laboratorios de
Berlim, Vienna,
8.-Petersburgo
e
na Marinha
Frantfeza.
EFFICACKA t ACCA0 RPIDA
VINHO CHAPOTEAUT
com PEPTONA PEPSIGA
A Peptona, o resultado da digesto da carne de
vacca pela pepsina como pelo estomago. Com ella
nutrem-se, sem nenhum outro alimento, os doentes,
os convalescentes e todas as pessoas soffrendo d'ane-
mia por perda de torgas, digestoes dificeis, repu-
gnancia dos alimentos, febres, diabte, tsica, dysen-
teria, tumores, cancro, molestias do estomago e do
figado causadas pela habitagao dos paizes quentes.
Este Vinho o mais poderoso de todos os alimentos.
chapoteabt, Pharmaceatlco. 8, roe Mmn, PAWS, e m todas as Pbarmadas.
i aixeiro
Precisa-se de um que
jtdiiha graude pratica de
n.olhadosem grosso e a re-
talho.e que d fiador a sua
conducta, tratar a Ra
do Rangel n. 58. mere ia
lia-
Molestias da pello
Elixir Depurativo
Do I>' OAZENAVE
n-aiDico an CHE de hospital aa sao wn
(doencas da pbllb)
Este Elixir representa as ultimas
conquistas da sciencia moderna e cona-
titue o mais poderoso depura-
tivo e renovador do san&ue
que se co n he ce. Em prega-eeoemprc
com auceeaao as segdintes
Dartroa.
csaroa.
a^Xla*
Pltyrlaala
Prundo.
moTaanaja.
Paorlauaa.
Byphim, toda* oa
tfaa sjTscfom
iimo pars, s, ras
osm lodos os
Tenente coronel Domingoa de ti.
Lea Reg Barros
A v,u-:-, mos, ronbadoa o ecbnobosdo
tenente coronel Douiqrob ae Scozi Leao Reeo
Barres, convl am os ^eus pareotes e tmiges
para assistlr a* miraas qoe mandam celebrar
na matriz da Boa-Visto, oe a aimn de ten tem-
5re lembrado eepeso, ira bo rurihf do to, fa
horas da maoba, tero-f.ira 10 do correte,
|o anniversarlo de ieu psss^mento.
Aotecipam 08 seus 8Braoecimentoj qoelies
qoe se dignaren) comparecer i esee acto de
rel'giao e rarjna^e.
Bichas de Hambur^o
Vende-ae em grandes e pequen
porc5es, applica-se ventosas aeccaa : a
tratar e-ru daa La*aaTi>fs n. 16.
Sement* de hoitali^as
DA NOVA C0LBE1TA
Completo soi-ment.
Roa Eatreita do Rosario n. 9
Pocas M endes & C___________________
Mattas e propriedade sgri-
col&
Aquelles que preteoderam e os que preten-
deren! cemprar a prourledaoe Ptrraz, a mar
gem do ro Bebenbe. apresen ea.-8e no eicnp
torio da Companbia do Beberibe.
E' orna propriedade rica ^e matias, excellen-
e pira plantacOes, e ahondante d'agu, pols
at'avessada pelo rio Leberlbe.
Tambem conheclda pof mal' aigdo C8tnc
Cal Branca e Vir-
tfOlll
de ofa^naribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
explerad .ra deca bran-
ca e virgem, avisa aos
consumid.res q^e nac
teui saecursaes neui
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro
duelos se ene^ntram en'
seu aruazemde
Caes ao Apollo a. 73
Criada
Precisase de urna
criada para servido in-
terna para casa ne fa-
milia de duas pessons.
A'tratar na ra o im-
perador n. 23, segundo
andar.
Ave do '^araizo
51 ra da Impera tria; 51
Bec ebem daa principaea pra9at da Fu
ropa, quinzenalmenre as maia altea No-
vidades eva fazendaa fin>.s.
ALB EBTO CARDOSO & C.
PASTILHAS FEITORAES
o avoco aVAifaos Louas otsaw
f aEIMAULT & 0", Pb- ea fin
Admittido na son pharmaoooa ofloltldi frases,
tperoraaoBtlaJuntaeentralde HftI00 Brasil.
Soba formad'urn confoito dtlicioso,
tomadocom prazer, tanto pelaa crean-
cas, como pelos adultos, estas pao-
tilhas contm os dois principios
mais calmantes e inorTensivoa em
materia medica. Empregam-ae
com o melbor xito contra:
Tosa, I Holaattas do Paite,
Baflnxoa, i Catarrho-Epidamioe,
Caurrnoo. I Rouqnido,
Dstaoasoa Baioanta,
cooaloahe.
rjkjum. a. rk vrvnrsiiraT
uiruwia nmnii
i
. Grande sortimento de meiaa propria
para padrea, conegos e bispoa.
Merinos pretos, superior qoalidade na
TE DO mLUZ
51. Ra da i mperatriz 51
ALBERTO CARDOSO &c C.
Cosinhriro ou cosinhei'-a
P e:i8a-se de orx bom roalnbeiro oo roi-
nheira, na roa do BemQca n. 18, Paseagem da
Mjzd aJeia
DE
Campos & G
N. 36-RA DUQUE DR CAXIa.S-N. 36
Em ir.11 o Diario
Os proprietarioa des'e cim mentado estabe-
lecimento previntr.- ai refuj't: vel polilico que
?ra bem ser vi i ais i-eus frejoees teem no ro-
lei i i pleodiao e varia-
fUi,-. i ib de cas |ras p etaa e ne corea
ha '; Bieitiorm ia. i-igs de poro lio!"o
de locos o8 p idres, e pi, ?os raso toj.
Posseem o r>>ie se jm^as
riabilltado r. ^oto, esmere
a perfeifo ao fre^of r ausetlgeste'.
Ma mer-ma dNiatSna a!Utm-6e casacas,
ATMCAO
A LOJA E ARMAZEM
DAS
Boa Duque de Caxitts 56 e 58
Recebeu variadiss
mo sortiftiento para
quaresma.
Cdchemras p re tas
lisas e lavradas para
todos os presos.
Merinos pretos lisos
ambem para ti dos os
presos.
Etamines pretos de
algodo elcoiu e sem
msela de seda.
Sedas pretas lavra-
das e chamalotadas.
Sedas pretas lisas,
gorgoroes, suraks etc,
etc.
Alem do que cima
fica dito, liquida-se tam-
bem por presos sem
competencia urna gran-
de quantdade de ma-
dspoloes, cambraias,
fantazias, etc, etc
LOJA DAS ESTILLAS
to Duque de Cavias a6 e oB
Al
u^a-se
O errnde armaiem a roa oova de Santa Ra
n. 79 rom grande pr?ca para qualquer ramo
de iee do em alta escala, com opimo raes
P'-ra embarque, go.nia.'te e um grande telbei*
ro bem constroio ; tratar na roa Pedro Affon-
rO r.9.
II
?tsS" B
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3
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5 2.
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S f go* 3 2 3 2.
** SO*1"
rf
O FEHRO
BMVMS
I representa eiactamtDleo ferro contldo i
|aa economa. Experimentado pelos!
prisupaes mdicos do mundo, pasu *
mmediatamente no sangue, nao occa-
lipna priso de yeotre. nao cansa o
i esiomapo, nao ennegrece os denles, i
tuaea-si liau ggttu ti ais cosita.
Iiiji-H t tortaMn lir:.
Yende-se em (odas as Pharmaciae.
rifaor-40i42,r.St-Lazare,rtrii.
i
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8

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3^ i.
6 do
111
2 5.
J
55
5 B2,
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra doCommercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jolos de superior quali-
Ourives Oc- dz^Ti0 para con"
culista
Ti.EOD* RO JOS'RAMO.- DE ELLO
EstaMci.tn coa oftrir.8 oe cnrives r roa r Laranee' .f n. I, cries Wo* <->o fregpetff e ai
reapelu^ei rjbhro, oot i >' (Scia* "aW
IHadH id para exeeoclo o* qm Qi>e< i'ibalf
conrernei' e foaarie, ef k- iif >n'r rravacO*
para t.riitantea, orlo- i-n inet. qodoco
lea.-el- .
Doora ao, pratela-ee qnalgoe. meirl, onrer
toa ero nqore te msdreperoa ou rotra qoalqoe
especie, eprantiodo fn> a o ontros.
Ra das LaraDgeirah n. 1
o
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O-V fi-
es >
fifi
es 52.
ptimo negocio
D-se sociedade em
um estabelecimeto com-
mercial bem localisado
e qae faz bom negocio.
A. tratar rua do Baio
da Victoria n. 30 loja.
Regulador aa Marinha
Oencerta-ae relogios de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronmetro de
marinha, caixa de mus cea, aparelhoa
elctricos, oculos, binculos, ocnlos de
alcanco, joias e todo e qualquer objeeto
tendente a arte mechamca.
yfilia Larg-a do osari %9
Garande liquidar o
ART1GOS PARA SAPATE1RO E CORRtEIRO
Manoel Joaqoim Pereira, liquidaiario da Qrma
Alfredo A Femantes, faz sciente ao respeiiavel
oblico em geral e a seos numerosos fregoezea
qoe tem grande sortimento em ezposicao e a
disposcao de iodos os eeguictes artigos:
Bezerros.
C> uro de lustre Cornelias.
Caroelros de lustre.
B aerros piolados-
Cbagri08.
Vaqne'as da Roseia.
Mrutons.
Sola de lustre
Sola branca.
Charlte verdadeiro e imitacSo.
Tapetes de diversos padrOea.
Marroqu: hraocos e decores.
Ecuadores deaiverias qualidades.
Elstico!1.
E moitos cutros artigos altiDentes a seme-
lhante genero de negocio, ludo por pregos sea
competencia, e bem as im carrinbos para me-
ninos, obra bem feita e acabada com esmem,
perfeicao e solides.
Ra 1* de Marco o. 15.
i
Taverna
Vende-tc-a da ra Tobiis Bcrrttr o. 2i, em
bom finio; toa scquicicio iar* om prlori
pdete, o roe tlvo da venda ee dir ao ctmpra-
m r.
Cosinheira e crailo
Preeisa-ae na ra de Pay-
and n. te. __________________
Criado
preriea-ae om, na roa da Umao n. 65.
SAL
Vende-se ra
Pedro Afonso n.
66, por menos
prego que em ou-
tra qualquer par
t^____________
a ma
Preciaa-e de urna ana i ara lavar e engom-
mar para p ipi i Emilia, a trttar ra roa da
Concordia o. 85, r do. ________
sj^AwvH ts iw'rU
Precisa-se. de urna arra com platica de cesi-
ba, na roa da Florentina n. 8, venda. -
Bom
25 0|0
negocio
Preci8a*8u de nm socio com capital, para
entrar n'om eetabelecimento de primera or-
dem em urna das principies roas. Quem pre-
tender dei e carta nesio lypograpbia paraA.
P. de Lima.
Dentes
Termina a i orrivel dor de dentes usar
de o excellente preparado de Mano*.
Cerdoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacao, MMS'
tam a eficacia.
Deposif
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & C., ra do Marque de Olinda
a. 23,
Pharmacia Martina, a rea Duque dy
axiaa o. 88.
Pharmacia Oriental, A ra Estreita de
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo cerreira, a rus i i
ti lio da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lepes, ra Lar-
ga da Rosario n. 13.

V-



i
HUMADO I
-----,+----^,

>^"^"
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*^.'<*W..*v.-l ?***
sttf'


iarlo de Pernambuco Sttbbado Y de llardo de I

.
-^""
GRASTDE
i
HOTEL
xxos3PoeaD(Jk^ixA.s
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 3
Este importante estabekcmento, sob a-direcc5o do sea hbil proprietari? MA-
NOEL GA RCIA, b auxiliares entendidos na materia sui generis, prima era ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua archectura
e altura .nt;rna, j pela promptido e aceie do servido culinario aduaneiro, ja
tarr bem pela posijo bygienica do seu edificio.
EPASfiPAS3KTQ8
Depois de innmeras transformaces por que tem pausado este Hotel, conee-
gaio afinal o seu incancavel proprietario offerecer boje ama bospedagem que
eleve se preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podera ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
JUPEB2HT7CS k
POUR SE MANGER.SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes ero
latas, queijos fiamengos, suissos e do sertao, docess eccos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
A9EG4
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Verrcouth,
coguac, cervejas, licores, champagnes eoutros aperitivos & a se boiro.odos recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importado, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognac? finissimos, que vende as melhores condicoes do marcado e presos sem
competencia.
GRANDE HOTEL C0MMKR(ML
MOSQITEIROS
56e58 ra Duque de Caxias
lelephonen- 210
DP A.3R. .A. X,XQXJXX3 AJR.
lona n_____;_______. j/T.-.n J fit AS nU ^
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os ta-
annos.
COMPLETO
variado sorti-
mento de tape-
tes.
Justa coco c
[catifas
ai
para forro de
salla.
MALLAS
para viagem, de
todos os tama-
nhos e qualida-
des.
0MANEQUIN8
Casemiras pretts e de cores de 8$ a 40
covado.
Sarja preta fina, pura 15 a 58500 idem.
Morim finiseimo com 24 jardas de 15$ a
10)5 a pesa.
Ditofrancez de 120 a 88 idem.
Dito p ra noiva a 38500, 48 e 48500
idem.
Cretones francezes a 600 rs. o covado.
Algodaosinho T muito largo de 12$ a 80
a pesa.
Merino preto, pura U de 20500 a 1S40C
o covado.
Crepons de cores, pura la, de 2$500 a
1$500 o covado.
Cambraias brancas, rendadas a 500
700 tb. o covado.
Merino F do b ile, branco e de cor, nc-
? dada a 500 rs. o covado.
Foulardne.lindos desenhos de 800 a 500.
Surbats de seda, todas as cores a $50C
2$ o c vado.
Cachemira infestada de listas e quadros
de 20500 a 800.
Meias cruas, inglezas para homem de
12$ a 6$ a dur,ia.
Cam sas para homem de 80$ a[480.
Atoslhado branco adamascado para mesa
de 48 a 28500.
Guardauapos branco adamascado de 68 a
38000.
Completo sortimento de sedas brancas, capellas, coJ-
chss e fronhas tudo para casamento.
Damasco, pellacia e reps propnos para resjosteiro
e cortinas.
Urna grande quantidade de retalhos de
chitas, cretones, cambraias e setineta que se
vende por barato pre$o.
LOJA MS ESTRELLAS
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
americanos para
todos os corpos.
COMPLETO
sor Jim uto de
tapetes de alca-
tifas e velludo
PARA
SOF' E PORTAS
CAPACHOS
de coco de todo ?
os tamanhos
com ioBcrigGes e lis c
EMULSAO de SCOTT
de OLEO PURO
DE
FIGADO DE BACAIHAO
COM
HYPOPHOSPHIXOS
DE CAL E SODA.
73o agradavel ao paladar como o leite,
Approvada pela Junta Central de Hy
giene Publica e autorisada pelo
governo do Brazil.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES.
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as criancas
eomo nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vas respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS^E CRi'A CARNES.
A venda as principacs boticas c drogaras.
SCOTT & BOWN-E, CHI MICOS. NOVA YOHK.
PEVFOBAL 0 A TH BNENSE
XABOPE DE AKOIOO; TOLO* E GOAC
cofflposicso s !> ni; ;,;v;;!it
Approvadq, e utor>ado pela Inspectora Gen.l de Hygirne do stad
premiad c<..-iri>-s.
Recoratnendado na clnica medica de difitinetos f-cnltativos como grande
medicamento par combatir togseb, bronchites, astbina. tsica, coqueluche, rouqui-
J5o e tudas as nio'esiias das va? re.-piraturiaB.
Mais de 50 mil pepsoa; residentes eiu diverso" Estados do Brasil, attestan
a eficacia este grande preparad .
^ IUULIO HORN & OLVEIRA, nicos propri tnrios c fa' ricantes.
cania Caiiarina.
A' venda ni todas as pliarmncins e dros:-tra
DEPOSITAR IO NO ESTADO DE PETNAMBUCO
G ni maraes Braga C.
Ra do Me rquez. de Oliidn n. Gi
3!-Rua Baro da Victoria31
Depnis da Botica Franceza
Fbrica de Molduras
Fs'nmp-8 e tcd' se qu Mdadpi-. Qi'dre Sanefas para cortinados, can
diairoB, chemius, pavios, molduran paro retritos.
Euc^rrega-ae de retiato & craion p-ia oque ha contratado un peiito rtiats,a
bastarte cmhecidn.
r'repRra-se qoa'quer encoirmindi cera a maior brevidade.
Sineeridade \t< < s barfitieimcs.
ni muso i ma
E' A DESCOBERTA O
ELIXI M. NORATO
PROPAGADO POR^S
D GABIiOS
Elle cura toda a syphils.
Elle cura o rheumstisma.
Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MOR ATO, pro
pagado por
DEPOSITO ,M P,RK\MB13CO
A ODMPAHHIA DB Dfi GAS E PBflDOGTBS CBIIIOS
Ra Mrquez de Oliuda 24
FOLSETIM
'.o
ilHBIIIIlfilU
POR
Z?IE5 DE aOSIPIS
PRIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XXXIII
(CentinuacSo)
F Formidavel artilharia mandava seu a
obuzes ao P-e-Lachaise, d'onde as bate-
ras federalistas respondiam, inundando
tambem de balas as pracas e a ra de
Rivoli, onde as tropas legaes tinbam
formado, depois de harernao sem cus-
todestruido as barricadas da margem
esquerda.
Mas o incendio impeda-as ; urna li-
ona de chamraas embargara-Ibes a mar-
cha.
Os communistas queriam incendiar
Pariz, comecao o pehw ras de Bac e de
Riroli.
O conielho de estado, o tribunal de
eontaa, o palacio da legiao de honra, o
ministerio da faaenda, as tuiJlerias, a
an ara, o theatro da Porta-Saint-Mar-
o, tudo cbsmmejava, tudo desbaya.
Esp*8Ba ruvem de fumo negro pairara
sobre a grande cidade.
A eada instante surgarn novos bra-
zeiros, rubros, crepitantes.
Cahiam tectos com um fracasso sinis-
tro, e os canhSes orravam, oempre e
sempre os obuzes descreviam, cantando,
sua parbola no co escarate.
A communa, Bemelbante a um cao
damnado que se debate e quer morrer,
passeava em Pariz o mas>acre e a de-
vaats^ao.
E os prussianos, do alto de nosse s for-
tes, riam, vendo os francezes queimar
Pariz, como elles haviam queimado Ba-
zeilles, como haviam queimado S>int.
Cloud.
Foi no 11 districto que se refugi -ram
os restos do monstruoso governo de san-
gue e lama.
O Comit de Seguranca Publ'ca ns-
tallara na tnairie o centro de urna resis-
tencia feroz e louca, resistencia de
quem se vendo perdido, sent que nao
ser perdoado.
O ezercito legal devia anda a ce u mu-
lar cadveres s< bre cadveres para levar
os ultimes combaientes at a parede,
onde riles iam ser definitivamente eema-
gados.
Os obuzes cahiam como chuca de fjgo
obre o bairro e crivav*m os tectos das
casas, indo rebentar l dentro.
Os habitantes, assombrados, abriga-
vam-se nos por Sea.
No da casa habitada por Oilbert Ki-
l'n, ra Servan, a existencia tornava-
se quasi impossivel no meio de pedacos
da madeira e de carvSo, de barricas ve-
lhas, de montes de garrafas vasics, ao
]uar indeciso das candeiai ou das pe-
quema lampadas de petrleo.
Essa casa, como muitas outras do
bairro, posania dous andares noperao.
Nem todas esuvam ocupadas.
FUNDiCAG GSRAL
LLAN FfGRS0N& S
44-BUA DO B4M0 DO TR1UMPH0-44
Machinas a vapor.
Mcendas.
Rodas ti'agua.
Tsixas lunJidas e batidas.
Taixas btidas sem cravatjao.
Orande numero de locatarios, burgue-
zes ou empregados, tinbam conseguido
deixsr Pariz, onde nao regieesariam se-
nao depois.
Oilbert, offl cto pela situacSo da mu
lher que manifeetava as primeiras d'68
do parto, refugiara-se no segundo andar
do porao.
Ahi se achava elle mais II nriqueta.
Cinco casaes tinham preferido ficar no
.-ub-solo, pensando que d'abi seria mais
fcil fugir, .se o incendio ameacasae in-
vadir o quarteirao.
Oilbert conduzira para baixo camas,
lencea, munieos de bocea e, ahi, luz
amarellada de urna lampada do esaencia
mineral, esperara o successo de Henri-
queta, preoecupando-se e inquietendo-se
muito com os cuidados que elle proprio
seria obrigado a dispensar mai e ao
filho, na imposs bilidade de chamar urna
parteira ou um medico.
Chegou o momento.
O parto foi laborioso.
Emtm, depois de oito horas de indi -
ziveis aoffrimento8, que deviam terminar
por urna hemorragia quasi mental, Hen-
riqueta deu luz a crianja, que nao vi-
veu senBo alguns m'nutos.
Oilbert esta va s junto cama imp o-
visada em que repoasava, sem sentidos,
a sobrinha do conde d'Areynes ; s ante
a crianca morta.
Tomou as mSos o pequeo cadver,
chegou o ouvido ao peito delle, e, ao
sentir que o coracSo nao pulsava, soltou
um grito de raiva, um rugido de an mal
feroz; depois, repousando o corpo fri
do recem-nasoido, cobrio-o com um leo-
col.
Henrqaeta volrava a ei, mas para en-
trar logo n'um delirio cansado pela fe
bre ardente.
Nlo tinha consciencia de nade,' nem
reconhecia o marido. <
Gilbert, lvido, olhos fixos, labios agi-
tados de um tremor nervoso, \ia, com
assombro, que tudo para elle estava
Um filho morto 1
Era mesmo um fatalidade !
Seguramente Ral d'Areynes, o viga-
rio de Saiut-Ambroise, logo que soubes-
se, dar-ae-hia pressa em communicar o
fact > ao to de Henriqueta.
E ent&o, seguramente, o conda Em-
manuel, implacavel em seus odios, ras-
gara o testamento feito em favor do fi-
lho que acabava de naacer m rio 1
Nesse momento o joven padre estava
em Versaillea ; mas urna vez vencida a
insarreijao, voltaria a Parjz e seria im-
possivel occultar-lhe a verdade.
Isso era a queda absoluta de todos os
sonhos architectados por Gilbert, desde o
dia era que ello ficara cenhecendo o tes-
tament, do velho fidlgo Era a'ruina
de seus bellos sonhos !... Era a prolon-
gado indefinida de urna miseria negra
qu os acontecimentos iam tornar anda
mais terrivel!
Rolhn teve um momento de deses-
pere.
N8o seria melhor que os obuzes, pe-
netrando as casas do bairro, fossem tam-
bera destruir o edificio em que elle esta-
va com Henriqueta ?
2Nao seria melhor isso, que arrastar
urna existencia mseravel, Bem um raio
de esperance T f
Ah I se a crianfa houvesae nasci-
do vira exclamou el:e n'uma voz que
sibi'ava entre os dentes. Ah !
De repente e;sa crise de desespero,
dessas que muita vea levam o homem ao
suscidio ou ao crime, acalmou-se como
por encanto.
Gilbert ergueu a cabega.
Como um relampag) na noite escura,
eatranbo peniameuto atravessou-lhe o|
erebro.
lili
.-
; k. .:
-'- -.: ;
ovembn

9
Rstahflpciint'bti (' primpira ordem.
C ru :: h commodidade. n'um dos pontos uais hygieni-
cr->- da cidade d(l Rccife
A i i i: a jSes magnificas, todas com jaDellas para a ra.
Esplendida aalade refeice-, a mai r e mais arej-da nesta capital
A cosinha acha-Fe a cargo de dois peritos cosinhHroa, aendo um francs
e chegado da Europa o outro brasileiro, ambos especializas na ar-
te culinaria.
Os proprietarios d'este grande e luxuoso oatabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima offerese acha-pe habilitado a eatisfazer aoa
mais dificeis os appetites e bota-o bo despor do publico offerecendo-e para pre;
parar banquetes, jantares etc.; dentro ou fra do mesmo e^tabeleciment.
PRESOS RASOAVK1S
ii lilOUS
W05~
1}
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ACTIVAS
PTLTJLAS
DE BEIST0L
VEGETAES
ASSUCAEADAS
SEGURAS
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^ INOFFENSIVO a
> < < t 0 < O GRANDE PURIFICAD0R SALSAPARRILHA DE BRISTOL CURA TODAS AS IMPUREZAS DO SANGUE E HUMORES H > H 4
& EFFICAZ ^
^mm
EMLSAO VERMFUGA
Formnlada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHmMACEUTIO
TITULADO rSUSSCOLA BE miin i mm:iL SA SASIA
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYOIENE
Esta Emulso faz expellir completamente em poucas heras os vermes in-
testmaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
purgaDtes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pelas
creanyas sem repugnancia. Em sua composiyao nao entrara substancias mina-
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Crianeas colheres das de cha. Deve ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou "misturada com caf, leite, ou -S
com agua adobada.
Preco 1/2 vidro 15000
1 28000
Duzia de 1/2 t 10SOO0
1 205000
DEPOSITO GERAL S Pharmacia Ferreira
Praqa MacielPnheIRO". PERNAMBUCO
XXXIV
Gilbert acabava de se lembrar de Ve-
rnica, da velha que o fra procurar,
pedindo protecyao par a viuva de Paul
Rivat.
Lembrava-ie das palavras de Henri-
queta e de Veron ca a respeito daquella
mulber.
Joanna Rivat devia dar luz ao mea*
rao tempo que a sobrinha do conde d'A-
reynes.
Se o filho de Joanna vivesse, menino
ou menina, que importava ?
Se lhe fosse possivel tomar essa crian-
ca, compral-a, roubal-a?
Tinba necessidade de urna enanca
viva para substituir o filho morto, afim
de que o conde Emmaouel no pensasse
em annullar as soaa deposites testa
mentaras, afim de que elle, Gilbert, pu-
desse goz r o usufructo dos quatro mi-
lh3es e quinbentos mil francos legados
ao filho de Henriqueta I...
Cento e setenta mil libras da renda !
Perder tudo isso 1
Nao nSo mil vezes 1...
Sj Servis Duplat estivesse ahi !
murmurou G.Ibert. 8ervais Duplat
presta-je a tudo, comtanto que lhe pe-
guera Era esse q homem de que eu
precisara!
Poz-se a reflexionar, e o resultado de
suas reflexSes toi dec dir-se a procurar o
capitSo communista em quanto era tem-
po I...
Absolutamente n&o se preoccapava
com o que se passara entre elles relati-
vamente a sua recasa, quando convidado
para a communa, e a presenca em sua
casa do vigario de Saint-Ambr se.
Por dinheiro o ex-forriel eiq necia
do.
Mas onde o encontrar ?
Gilbert conhecia bem o homem, s-
bia-o to cobarde quanto fanfarreo, ere-
ceiava que elle houvesse fgido no mo-
mento da entrada dos versaillezes em
Par z !
Quanto idea de que elle houvesse
morrido n'uma b.rricada, nao o incom-
modava.
Havia a receiar som-nte urna cousa 0
que elle, victima de alguna embosca-
da dos legalistas, fosse inmediatamente
fusilado.
Entretanto, esta supposico pareca
pouco verosmil.
NSo, nao ; elle estava viv, b;m vi-
vo ; mas, anda urna vez, onde o encon-
trar?
Em casa talves, escandido no funde
do porSo...
A' luz da pequea lampada que allu-
miava o refugio Gilb?rt consultou o re-
logio.
Os ponteiros ndicavam oito horas me-
nos dez minutos.
O marido de Henriqueta tomou urna
resoluco immediata.
Vou procural-o disse. Vou j.
Inclinoo-se sobre a mulher.
A febre tornava-se cada vez uns in-
tensa e o delirio augmenta va.
Gilbert approximou-se de ama lampa-
rn collocada mesmo no chao, qua esta-
va aquecendo urna chaleira de tisana.
D 'rramou n'um copo metade de sea
conudo, e, paseando o braco em volta
dos hombros da joven doente, approxi-
mou o copo de seus labios. a
(Continua).

.



Typographia do Diario.
MUTILADO
i
1.


Full Text
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