Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19356


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Full Text

ANU liXXII
Sexta-feir 6 de Huroo de 1SOO
vi ui:uo 54
V
.

paepiDABB bb m&n@ii. mmmm& bb fabia & silhs
REDACTORES ANTONIO |WITRUVIO PHVjflD RAXDEIRA E ACCIOLJ DE VASCOIVCELLOS e MAXOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por.seis mezs adiantados.
Por um anno adiautado
Numero avulso do mesmo da
ka

81000
151000
301000
$100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACES NA
FRANQA E INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & C.\ residentes m Paris18 ru de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por am anno achantado ....
Por trimestre vencido.....
Numero avolso de dias anteriores.
161500
331000
_.
m .-
tflGO PASTISLA3 2C MAS
?.??!?'
> rultura, ao sea ensinamento, e apena fi n>
I GlGO P3 TifnSS I Rio de Janeiro baviauma escola de engenha-
i ria civil, e urna outra militar.
Pouco cultvala parece ser a eng;nhnria do
Brasil, nao oblante ser n'um paiz novo que a
eua necesai lade faz-se mais sentir, que os seus
procesaos tem ou devem ter raais applicagao.
E n'ura pala lio vasto como o Brazil itine-
gavel a deficiencia das poucas escolas exis
tenles, que so poliam facil nenie ser frequeo-
Udas por queiles que ..ch avam-se prximos
sua sedo, e nao pelos que se achassem d'el-
las muito distanciados, no meio dos quaes mul-
tas vocago>8 suecumbim pelas difflculdadea
que havia de surera aproveitadas, nao encon-
trando um instituto onde fossem adquirir os
conliecim=ntos precisos, a aprendiaagem que os
babilitassem ao exercicio d"umi prorlssao que
tem anti si um grande campa de actividade
que se prendera os mais elevados interessea do
Brazil.
O curso de engenbaria que hoje inaugura-se
fixa um pouto luminoso d'onde deve derivarse
a luz que do futuro concentrar os seus raios
que vao ferir o caminho do progresso para o
qual o paiz deve dirigir a sua buscla; um
contingenie que vem impulsionar a dul'usao de
conbecimeotog e estudos necessaries nossa
futura piospendade.
E' um instituto que pode oflerecer fecundos
resultados oo futuro, urca iniciativa que vem
estimular outras, que oil'erecem vantageos su-
periores aos sacrificios e despezas que deter-
mlnam.
Facilitar os meio* da educagao da mocida*
de, estabelecer coudiges que favoregam ao
seu desenvolvimento, aproveitar o gosto, es
estmulos que permanecen] afastados de tola
a impul.-ao, fazer convergirem para um centro
as torgas que se es:erilisara pelos obstculos
que encontram sua applicagao, quando falu*
Ibes a precisa orientagao, certamente urna
necessidade; a localisagao de cursos difierenles
ou o isolamento delle.-, iuncciouaudo cada um
nos estados principaes. era urna m urganisa-
gao da instruegao superior do paiz.
No norte nao havia urna s escola de enge-
abara, ou m diciiu, exceptuando-se a Babia,
que ten urna academia de medicina.
Pernambuco eslava reduzido urna acade-
mia de direito ; e todos quantos quizessem
estudar engraharia terlara de ir ao Rio de Ja*
neiro, veocendo dificuldades que se ibe oppu-
nbam, superiores aos recurses de que podiam
dispor.
N'um centro como Peroambnco era necessa-
rij attrabir para a cultura de diversos ramos
de coobecimentos a mocidade, abrindo um
campo m atentao existia; era necessario fortificara
'educag&o positiva, evitando o accumulo de vo*
Rio de Janeiro, 5 de Margo, asvCag0eB differentes em um s ramo dejostruc-
gao, abrindo urna concurrencia prejudial um
s genero de profissao forgosameute procura-
Rio de Janeiro, 4 de Margo,
s 8 horas e 20 minutos da noite (recebi-
do na cstag'10 as 10 horas e 3o minutos
da noite).
Telogrammas de Roma noticiara um
renhido combate das forjas italianas
contra os abyssinios.
Tiveram perdas consideraveis ambos
os lados.
Os italianos contam 3.000 morios e
7.000 entre feridos e extraviados,
alm de 60 canhes que perderam no
combate.
A respeito de Cuba' nada consta
que adiante ao que j lhe temos trans-
mitido.
Em Madrid continua a agitaco
popular, tendo sido muito censurada
na imprensa a attitude do Senado
americano respectivamente Hespa-
nha.
Rio de Janeiro.5 de Margo, s 3
horas e 42 minutos id. tarde (recebido
na Estago s 8 horas e 4$ minutos e
entregue s 9 horas
noite).
e 25 minutos da
A intervengo do governo dos Es-
tados Unidos na questo do Amap,
no proposito de evitar conflicto entre
as duas nar;oes interessadas na mesma
questao, teve o benfico resultado de
ficarem terminadas as negociacoes en-
taboladas pelo nosso ministro em Fran-
ja, accordando-se sobre o modes vi-
vendi no territorio contestado.
Cada urna das duas naces ter ahi
um navio de guerra estacionado, para
garanta e Xazer valer as reclamacoes
dos seus concidadaos.
Por parte do Brazil ir o cruzador
Tiradentes caso seja firmado o allu-
dido accordo, alias de acoitacao muito
provavel.
3 horas e 48 minutos da tarde (recebido
na estago s 8 horas e 55 minutos e
entregue .s 9 horas e 2, minutos da
noite).
A bordo do Benjamn Constant,
que e aqui esperado a cada momento,
registra-se caso de varilas.
Madrid, 5 de Marco.
O governo convidou as potencias da
Europa e da America a protestaren!
contra o voto do senado norte ameri-
cano, referente beligerancia | dos
revoltosos de Cuba.
Roma, 5 de Margo.
O governo submetter conselho
de guerra o commandante das forjas
italianas na Abyssinia, em consequen-
cia do enorme desastre soffrido recen-
temente por aquellas forcas.
da, e concorrendo em geral para a decadencia
da instruegao superior.
Aquelles que qaizerem dedicarse s pro*
ssOes liberaes, nao encontrar fio ante si ape-
nas urna escola de direito, mas outro de enge-
nbaria, e podero fcilmente aproveital-a.
A utilidade do novo instituto intuitiva e
muito d'ella se pie esperar. Oque resta
que elle tenba rigorosa e sabia administrago
que adquira crditos perante o espirito publico
que elle como um novo templo de sciencia s
seja procurado pelos que esta quizerem sin'
ceramente *dedicar-se, e trabalbar com ardor,
aproveit-.ndo os meios que Ibe sao proporcio-
nados.
Segundo esta direcgo, o aovo iastituto evi-
tar a sua decadencia, e antes encontrar con-
digOes que concorran) para o seu floread-
men'o.
O Papa futuro
D1AH10 DE PiMAlIJJCO
RECIFE, 6DE MAEC DE 1896
Escala de engenharla
Finalmente est Dangurada a escola de en*
genhana, incontestavelme te um dos mais
mportaotea melhoramenlos de que tem sido
ltimamente dolado este Estado, devido a ini-
ciativa dnEim. Sr. Dr. Barbosa Lima.
Ja urna vez exprimimos-nos a respeito da
conveniencia de institutos de iastrucglo supe-
rior que babilitassem pronssOes diversas ;
i 4 tinha o finado imperador, quando diriga os
destinos d'esle paiz, lembralose de foudar
nma universidade no norte do Brazil, tendo a
sua sede em Pernambuco.
As exigencias da educagao moderna nao sa-
Mtisfazem-se com especiai-dades que por -ia
de regra reduiem o espirito urna condigao"
automtica,e tornamno incapaz doexwcicioda
Ba actividade em toda a plenitude.
A facilidade de frequencia em cursos diversos
orna grande vantagem das universidades.
AengenbBria qaem compele aioda um
grande ampo de actividade, como factora do
prof'osD material do Brazil, preciaava ser es-
ttmulada, diffuodir-se, e iito nao poda ser
obtido nao havando innitutoi deatinadoi sua
Um fado que hoje comega a attrabir a atten-
gao do mundo, a successSo do actual Papa,
que j atliog o idade muito avangada.
Leao XIII, cujo espirito elevado fulgura
pelas mais bellas qualidades, que tao bem re*
presenta no pontificado o grande papel de di-
rigir os destinos da Igreja Catbolica, da que
o ebefe supremo, j ebegou idade de
86 anuos, quando o invern da existencia
mostra a sua rudeza aos morlaes, que bem pou-
cos leem a felicidade de vel-o aiada como a
imagempallida da vida, nos sena frucios sec-
eos e murebos, e em todas as suas illuaoes
esvaecidas. Sua alma tranquilla e sua Temen
te pairando as regles serenas e cinreas,
vendo o mundo como urna esplendida e bella
YisSo, deixa como longe de si o tumultuoso
fragor das paixOes, a grande batalha da vida,
ende despedagam se as creagea de transitorios
e ephemeros ioteresses, e vai identificado com
os respleodores da raiao, ioteirameote livre
de desejos e ambiges, imprimir os seus tra-
gos na direcgaovdo mundo catholico, estbala*
cendo a harmona, a pas santificadora, e ex*
cluindo as disseages, as lucias que um espi-
rito intransigente pedera produzir.
Intelligencia elevada, espirito cordato, tem.
sabido manler o symbolo das creogas religio-
sas, revastiudo-o de modestas galas, sem des-
afiar as iras dos poderes temporaes, e conse-
guido todava explora)- um terreno mais fecun-
do em resultados, ampliando sua influencia
moral, desviando se de choques.ou pernicio-
sos conflictos.
Maniendo a mais reslricta neutralidad* em.
quanto ao espirito poltico da poca, elle tem
procurado asimilar o elemento democrtico
e mesmo socialista, evitando identificar se com
as dinastas existentes ou as aristocracias.
Estes 'lttmos elementos da organisagao so-
cu o&o tiV-u podido contar com o seu apoio, cu
o prestigio da sua iufluenca moral sobre o es-
pirito catholico; e por este meio tendea o pon-
t fleo a urna unifijagao do espirito c.tholico,
arregimentando o, avigo raudo-o, quando as
queatjs polticas que o diviiiam, linhamo
effeito de enlraquecel-o.
Serapre julgou-ee, que entre o catholicismo
e o rgimen monarchco havia a mais comple-
ta solidariedade, urna allianga resultant; dos
factos h 8toncos que os idenlificaram, urna
cert afiago que os acootecimentos da evo-
lugao poltica dos povos oo fizeram deaappa-
recer.
E as luctas terriveis da idade media entre o
peder temporal e o ecclesiasttco, nao poderam
impedir a conciliagao que alravz todos os
embaragos teve de esUbelecer-se.
A reforma protestante, pjiem, separou de
ligacao com os pontfices romanos os sobera-
nos dos paizes em que a aova religio foi ado-
tada, e nSo obstante, partes da populagao des-
tes paizes maiitiveram-se catholicas. Na Al-
lemanha, por exemplo, os calholicos temar an-
sa urna torga poltica no Estado, organisou-se
um partido catholico que faz-se representar do
parlamento e d ao lado dos socialistas, e ra*
dicaes, verdadera batalha ao governo do im-
perador Guilherme.
Nestas luctas polticas o papa pode intervir
como um elemento moderador, aplainando di*
ficuldades pol ticas que possam sdvir. E eis
porque a poltica pontificia nao iodifferente
aos soberanos dos paizes protestantes, que to
intere.-sados como os calholicos, teem as suas
vistas volvidas sobre Roma.
E por isso que, ebegando o aclual Papa ao
declioio da vida, e a sua looga idade fazendo
prever o tributo mais ou menos prximo que,
como todos os morlaes, tem de plagar lei da
natureza, apesar de anda gozar da mdbor
sade e parecer fadado urna feliz loogevida*
de, cogita se desde muito lempo sobre quem
dever ser o seu successor.
Lefio XIII iofiuio para que a reaegao clerical
nao se dsse para com a actual repblica fran-
ceza, e defini a allitude que deveria ter a
Igreja Catbolica para cora os factos polticos
da poca ; negou que a Igreja Catbolica de*
vesse moralrneote influir pro ou contra esta ou
aquella forma de governo, cerno om facto da
vida poltica dos povos,e acontecmentos resul-
tantes das circuistancias ou condigOes espe*
ciaes em que se acham, como tendencias pre*
dominantes de espirito da poca ou do momen-
to histrico atravessado pelas nagOes em sua
evolugao natural.
Este modo de ver do. actual pontfice cau*
sou um cer o desanimo ou desgoato no espi-
rito conservador ou na opiniao mooarcbca,
que vio separarse de s um elemento mais
ou menos formidavel de reaegao, um auxiliar
mais ou menos poderoso ; a Igreja como que
neutralisou a sua aegao poltica no intuito de
corporificar o seu ideial n'uma forma de go*
veroo determraada.para melhor assenlar o seu
imperio no mundo.
Este meio, antigo, tradicional, de presta-
rem*se mutuo auxilio, a influencia poltica e
a religiosa, esta identicagao de ioteresses,
algumas vezes seriamente ferida, pelas pre-
teng5es de preeminencia de um poder estra-
oho na justa esphera de aegao do outro, es
ireitou-se medida que o revolucionamento
do espirito publico investa contra as bases da
organisagao social, procurando destruir a for-
ma theocratica caracterstica de todas as ins-
tituigOes do passado.
O individualismo moderno abateu o princi-
pio da autoridade limitando-o, reduzndo o,
tanto na ordem temporal como na espiritual-
O poder, eclesistico procurou firmar-se no
throno, o este procurou estribarse no al-
tar.
A secularisagao do Estado nao encerrou o
dominio onde a religiao forma as suas ina-
balaves raizes, como um refugio impenetra-
vel aegao poltica de qualqter governo.
Mas a Igreja nao deixou de ser urna torga po-
ltica tendendo ao poder; assim que o pre*
testantismo ao lado do catholicismo procuram
quer um quer outro, obter a sua preponde-
rancia no mundo.
Poupando o espirito republicano em Fran-
g, Le3o XIII evitou a hostilidade do gover-
no deate paiz e de um grande numero da ca-
lholicos franceses.
Nao convnha abrir incompatibilidades entre
o espirito poltico e o espirito religioso d'a-
quelle paiz, desde que nao podendo dominal-o
a influencia religiosa, creava-se antes um
scisao pela qual a direcg&o ecclesaslica oul-
lficava*se.
Sem ter contra s a opiniao dos republica-
nos ou antes concitando-a, nao se feria a sus-
ceptibilidade do partido moaarchico, apezar
de enfraquecer-se al om cario ponte a sua
sua (orea.
A posigao de neutralidade, ou de toda in*
sengao de animo as questOes polticas, era
de efeto conciliador, e fiToreciaaoi inters-
ses da igreja que fructificaran]-se, sem en-
contraren: embaragos ou boitilidade do poder
poltico.
A actual repblica Iranceza por sua vez con-
ciliadora de todos os interesses e senlimen-
tos, favoreca perfeilamente os intentos do
summo pontfice, qne nella nao via um terre-
no que a cada passo fugisse-lbe.
A Frang finalmente figura como urna tor-
ga adversa poltica de reaegao contra a
nfluencia da Santa S, msconio sobre-
ludo esta sua disposigao actual da sua
posigao em relac/io as potencias, suas ad-
versarias, que formara a trplice allianga,
creada, para destruir a' sua preponderancia
na tureca, maniendo o equilibrio europeu, e
assegurando a paz que h mais de vints ao-
nos nao foi anda perturbada.
Napoleao III suslen'.ou ou garanti pelas ar-
mas o poder temporal do Papa, fazendo oceupar
II ma por um exercito que teve de retirar-se
com a daclaragSo de guerra feita a Ailemanlia
e os subsvquentes desastres.
De posse Vctor Einmanuel da cida le eterna,
tornada Roma capital da Italia, realisada a ooi-
fieagao Italiana, o poder temporal do Papa
desappafeceu, e entre o Qu rinal e o Vati 'ano
reinou sejKpre um espirito de sombra e sipi-
tada hO|tilidade. Razau porque a Italia teme
se da F/aoga, e tem interesie da manler se
firme na trplice allianga ao lado da Aliemaaha
e da Austria.
A poltica de.Be lim e de Vienca identifica-
se com a do Quirioal em relagao ao Vaticano, e
n'uma guerra sem armas ou munigOis emprc
ga-se de um lado e outro um movimento estra
tegico; a-Franga e a Santa S procurando des-
truir por suas combisagOes e medidas indirec-
tas aosinteresses ua trplice allianga, e esta, a
influencia religiosa, capaz de crear difficulda-
des em cada um dos paizes que a formara.
O cardeal Rarapolla, secretario da Papa, um
hornera de espirito superior, intelligencia es
clarenla, que multo tem influido na direegao
do governo da Santa S. A sua ^influencia e
autoridade grande, a sua hbil ida-te inexgo
tavel; concelheiro do Papa, o personagem de
mais cohfianga do summo pontfice, tem sido
o seu mala seguro e Inspirado auxiliar.
E com firmeza tem perseverado n'esta orlen
tago de afastar conflictos da igreja com <
poder temporal, dado ao governo ecclesiaslico
uma certa flexibliOade, ageitaolo-o ;'n cir-
cuinslancias dos difTerentes paizes, impregnan
do a dirtfegao dos negocios ecclesiasticos de
um ct-fio de cordura e tolerancia, compre*
bendendo que por este meio e nao por reac
ges iouteis e mesmo prejudiciaes, que a Igre*
ja Catbolica pode conquistar mais vasto terre-
no para d ffundir-se, e encontrar menos diifi-
culdades sua aegao, que deve tender a har-
mona, e conciliagao.
Cerca j de dez annos que a eleigo do novo
pipa iuscila os cuidados de quasi todos os
paize3 da Europa ; diversas candidaturas ?&o
cogitadas, todas ellas representara proceden-
cas ou matines differentes, e cada vez mais
accantua-se a preoecupagao sobre este facto,
que envolve os mais altos e transcendentes in*
teresses de alguna paizes da Europa. Cada
um d'elles quer ler um papa seu, ou que seja
dominado pela sua Influencia, podendo ampa-
rar ou favorecer planos que teobam em vista
assegurar os seus ioteresses polticos, consi-
derando que os partidos e differengas de credo
religioso na sua populagao pedem uma orien-
gfio que assegure a Bolfdiflcigao do rgimen
existente, aniquilando as dssengoes ou tor-
nando-as impotentes, evitando que o reflexo
cTtr sentimento religioso orgaoisado n'uma forga
activa, leve aos arraiaes polilicos oincenlio,
onJe tal.vez a anarebia levante-se sobre as
ruiuas de thronos ou iostituigOes seculares.
{Continuaremos)
Santos Mergulliao. Ao Sr. Dr. juiz de dirc/fo
do civel pa-a informar.
Francisco Monleiro da Silva, sentenciado,
pedindo perdao do resto da pena.Ao Sr. Dr
procurador eral do E.tado para que se digne
de informar.
Bacharel Josa Pedro de Almeida Pernambu-
co, juiz de direito uo municipio de Bezeiros,
pedindo 3 mrzes de licenga para tratar de sua
saudeSim, com ordenado, na forma da le.
Jofio Redrigues de Moura, pedin io paga-
mento de fornecimento que fez ao 2- balaltiao
de polica de diversos pares de bolinas--De-
ferido, nos termos do odicio d-sla dala.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DJA 28 T> FEVEREIr.0
Francisco Jos Rodrigues Monteiro, soldado
da 2' corapauhia do 1 batalhio estadoal, pe-
diado para ser inspeccionado. Nesia data
providencio no sentido de ser o peticionario
excluido do ba'alhfio a que pertence, indemoi*
sando a Fazenda do que por ventura lhe esti -
ver a dever.
em additamento aos despachos de
29 de Fevereiro de 896
Jo) Gome, da Silva, serventuano vitalicio
dos officios de 2- Uhellifio de notas, esciivo
privativo das execuges civeis e par dis'.ribui-
gao no civel e commercio, e oIScio de registro
de hypothecas do muaioicipio deHonito, achaa-
do-s imposibilitado de continuar a exercer
as suas funcgOes em vista do seu pessimo es-
tado da sauJe e adiaalada idade, pede para
que lhe seja dado successor.= Attendido por
decreto de boje.
O portei-o,
C. Moraes.
Aotonio de Sooza D .ai te Ferreira, reelaman-
do contra o eiiul da Receoedoria coamaudo-j
para psgar o ca!gam>otj da -na dn Rbcnoelo
-Informe O Sr. r. Director (eral.
Dr. Vtenle Ferrer de B.rroe Wanderlev
Ar.oo. reclaujeaJ j con r .a tulleca sobre u
calgam^nto di roa de C-rvaalo Pire..,Liforme
o $'. Dr. Directo- Geral.
Pedro Alvu'ee Monte Res-, pos oidjr de duas
apoiic88 > Uiioa n. i. ue L>urje-, pele liceu-
ga para negocia! -s, zua O Couiu su fiador
A'itooioDioQizio de Barros Ca?aicaQt;.-Ijfor
rae o Sr. Dr. Director geral.
H-raeterio Maciil da Sil', pentodo Itcaoga
le 30 das.Sim, cora es veuciuien.os a que
uver di'eiio.
Cleomene* L-pes de Siqoei-a, red mando
Cuji'a O disposl uo arl. 30.iaa n--iruck6es bai*
xaas era 10 de Ages o de J894.-Iforme o
Sr. Dr. P.-ocuraJor e Juu dos Feiios da ?a-
Z'Qda.
-
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do-tdia 3 de Marco de i8q6
Eugenio lavares dos SaniosAlteodido aos
termos do officio desta data a 3* Directora.
Dr. Apolioano da Triada ie Mefra Henri-
ques, 1- otficial da secgao unioa da 1* Directo-
ra desta Secretara Como requer, com os
vencimentos a que Uver direito na forma da
le. I
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do da 5 de Marco\de l8g6
Joaquim Jos da Silva.Em face das infor-
mages nao ha o que deferir.
Jos Francisco Areias.A vi3ti das infor-
mages nao ha o que deferir.
Cydrouio Ignacio da Mello.-Indeferido em.
face das informages.
Rosana Rodrigues da Costa Cabral, Jos
Rozeodo de a.t'Anna, Alexnodrina da Silva
borges, Alexaadriaa Rodrigues do Sacramento,
Candida Mana da Conceigo, Abilio Aurelio
de Meuezes Ramos, Silvino Cora-s Porto, Aoa-
nias Gongalves Coimbra, Mana Carolina da
Figueiredo, Auna Ferreira de Araujo, Fran*
cisco Piolo de Carvalho, Maximiano dos Sao-
tos, Caodida Mara do Rosario, Paraphilio Bar-
bosa to, Faubtmo Jos da Fonseca, Joaquim Jos
da Silva, Antonio de Lacerda e outros, Jo-
anna Malaquias da Luz.Deferido.
Dr. Mauoel Antonio da Silva Reis, Refi-
nada e Destillagao Pe-nambucaoa, Anua Ca-
rolina Ferreira de Carvalho, Floripes Joa-
quim da Silva. Informe a 1 secgao.
Joaquina Mara da Conceigo Azevedo, Tho-
Da 5 de Marco
Dr. Erneslo Paelchon. pedindo entrega de maz Heonque Ca neiro de Almeida.Cerli
documentos ~-Sim, medanla recibo. ique-se.
Costa Lima & C.=Informe a 3" Directora. AffoDgo & c.Deferido de accordo cora as
Dr.Fraocisco da Cuuha Beltrao. Como requer, Qformac0a8
mediante te-mo, assignado pelos foroecedores B & c Deferido.
Bowraann peU qual ee reBpo sabilisam de ter pagtlna Maria do Espirito Santo.Cert-
sido despachado na Alfandega todo machi !naue.ge
nismo desii ado i usina e canstante da factura prederfco A> aa Costa, Leopoldina Mara do
I Sacramento, Antonio do Souza Duarte Fer-
e conbeciment'js juntos.
O PORTEIRO
Arc/iias Mafra.
Questura Policial
Secgao 2".N. 49 Secretaria da Queatura
Policial do Estado de Pernambuco, 5 de Margo
de 1893.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho,
digno Secretario da Jusliga e Negocios Inte-
riores. "
Particlpo-vos que foram nontem recomidos
Ca3a Je Deteogao os segrales individuos :
\' ordera do subdelegado da freguezia do
Recife, Fraocisco Paulino da Trindade, por
distuibios. .
A' ordera do Sabdelegado da freguezia de S.
otono, Jos Ribeiro de Souza e Jos Carnei
ro de Andrade como desordeiros.
Communicou me o juiz de districto de S.
Benedicto, do muoicipio de Quipap, que 00
da 25 do mez prximo passado, no lugar Ria-
cho do Meio do mesmo districlo, os individuas
Jos Faz e Joaquim Paz, armados de faca e c-
cete, aggrediram Jos Robarlo Ferreira, ferio-
do-o gravemente.
Contra os criminosos, que evadiram-se,
procede aquella autoridade de conformidade
com a lei.
Assumirara o exercicio dos respectivos car-
gos as seguintes autoridades policiaes :
No dia 22 de Fevererio ultimo o cidadao Es
pindiao Marianno de S, como subdelegado do
3. districto do municipio de Aiagoa de
No da 26 o cidadfio Antonio r-e Mello Fal-
cao como delegado de polica de Pesqueira, do
municipio de Cimbres, na qualldade de t.'
supplenle.
Saude e fraternidade.
Pelo Questor, o delegado encarregado do
expediente,
ose' Antonio Pinto Sunior.
reir, Dr. Vicenta Ferrer de Barros Wander-
lev, Antonio Ferreira Alves, Joaquim da Cos-
ta Ma a e Silva, Zefarioo Valente & C, Gas-
par na dos Santos Corre ia de Araujn, Antonio
Jorge Tavares Pacheco, Paulino & Ohveira
Maia, Paulina Maria da Conceigo, Maitoa
Coimbra & C, Igreja Evanglica Petnambu-
cana -Informe a 1.* secgao.
riliBr: nroh
Frt4t. ''
Informa
_ .un i CIRO,
Custodio B. da Silva Quintar oes.
PARTE OFFICIAL
(oieruo do listado de Per-
nambuco
DESPACHO DO GOVERNADOR DO BSTADO
DO DIA 28 DE FEVEREIRO DE 1896
Victorino Domingues Alves Maia, recorren-
do da decisSo do Tribunal do Ttnsouro. -Man-
lenho a deciso do Tribunal.
Manoel Jos do Nascimento.dem dem.
Silv.ira Pinto & C=Idem idem
Aoteoio Guilhermloo dos Sanios.
J. S. do Amaral&C.-Idem idem.
dem
taostinha Perrtlra do Amar^l e Silva, pro
ora pubci da cadeira de matnematicas di
municipio de G ,yaooa, apreseaiando ao regia.
PALACIO DO GOVERNO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO DO DIA 3 DE MARCO
db 1896.
Odiloo Euclides da Silva, alferes do 1- Da
talhSo de infamara estadoal.=bim.
BSPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTlCA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC?AO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DIA 3 DE MASCO DB 1896.
ArseBio Affboso Pereira Borges, 2- cadete e
,anreoio reformado do exercito pedindo cer-
tidao Segundo informa o commaodante do
i bataloao de iofanteria estadoal nada cons-
ta dos livros do mesmo batalhao com referen
ciaao tempo de praga do peticionario
Belarmino Fernandos de Almeida, capilao
do esquadrao de cavallaria estadoal, pediudo
para ser reformado. -A' junta medica do Es-
lado, a quem o peticionario se apresentar aflm
dse inspeccionado.
Arthur Ferreira de Carvalho, tenente do 3-
batalhao de infantera estadoal, pedindo paga
ment de ajuda de custo.=Deferido, nos ter-
mos do offlciO des a data ao Dr. Secretario da
Fazenda.
Da 4 de Margo
Bellarmino dos Santos Bulcao Filho, esGri
vao privativo do jury e execugOes criminaos
do muoicipio da Victoria, pedindo para ser
nomeado labelli&o de nota desta capital vago
pelo falleclmeoto do major Jos Bonifacio dos
INSPECTORA GERAL DA INSTRUCCO
PUBLICA
Despachos do dia 4 de Marco de i8g6
MiriacaCav.lcaoiede Albuquarque C, pro.
fMiora em dispooiblidade.peaiodocertldao do
lempo qoe foi professo-a inierma.-Cerllfl.
que
feasora publ!
municipio de '.juu, r,v"------
iro desia inspectora o titulo de eua noraeagio
-Comprase e registre- e.
Mana Cbristioa Cavalaote Pessoa Cesar,
profesiora poblica de Cimpo Grande, do rnoai-
cipio do Recie, apreseotaudo ao registro o ti.
nlo oe cua oomeagao. Campra.se e regs.
"taro Mirlnbo Cesar, profeasor publico da
Can de Deiencto, apreseotOdo ao regisiro o
mualo de oomeagao.- Cumpa-se e regia-
irNyapna Maois Tavares, professora pub ica
da freguezia de S. Jos deata cUade.-Cumpra.
^Ma'u'salom" dos Santos Dicii, profeasora
publica, pedindo por cerllo&o oseutemjode
aerv-ico no magisterie.-Ceriiflque.se.
Jos Ribeiro da Fonseca Braga, professor
em d.sponibilidade, peiiodo cetildo ao lempo
aae gtsou de licenga era 1891 e do oumero de
alumnos que nabiluou em 1888 -Cert1O40e.ee
o qae constar. ,
Toerezi Emilia de Soun Gomes, proespora
publica de Aplpucos, apreeotando ao regiaire
o litlo de sua nomeago.-Cumpra.se e regs
ire"Be' =5-
Anna Acacia Lras, proessora em disponibi-
lldade, pedio'o par certidaa o lempo do sea
exereklo no maelerio e o de dspoalbidade
= Ajo'ato Jos Mauricio Wnderley, profea.
sorda8aula pralic. d. Estol. l^^V
lo ao registro a apoati
gao de 15 addicional
SECRETARA DA INDUSTRIA 2.a DI-
RECTOiJA
INSPECTORA GERAL DE HYGIENB
Expediente do dia 4 de Marco de 18g6
Foram considerado em condigOes bj^ic.iicas
oara serem nabitidos:
Pelo D coramissario do 3' districto os pe-
dios os. 131 os roa Veltia, 1 da roa de Leao Co*
roado e 62 da ra da Santa Croa.
Pelo Dr. commlsaano do 2 districto. os pre-
dios as. 44 da ra do Barthulomeo, 31 do Pateo
do Tergo e 8 da roa de S. Jos.
Dia 5
Foram considerados em coodigoes hygien cas
para serem baDitados :
Pelo Dr.commissario do 3* districto ua pre-
dios ns. 11 da ra do Cooselheiro Aguiar, 6 do
becco do Qniabo, II da roa de S. Goacalo, 19
da ma do General Seara e o 3* andar do pre-
dio c. 5 da roa da Aurora-
Pelo Dr. coramissario do 1* districto, os pre-
dios ns. 35 da ra de Borlas, 10 a ru 8 de
Setembro, 5 da o raga da Repblica e V andar
do pre lio o. 32 da ra estrella do Rosarlo.
Pelo Dr. commissario do 2* distrlct), os p-e-
dios ds. 200 d ru Imperial e 63 B da roa de
* J*o. ...
O oficial,
Miguel Nunes Vianna.
sobre os venc.
sea
meCnOt08Uque"actaalmeate percebe.=Cumprs.ae
e registre.se. ^.^
ManoelJoiquim dAvillat.
DKSPACHO DO SR. DR. SECRETARIO DA
FAZENDA DO DIA 4 DE MARCO DE
1896.
Aoaa Joaquina Ramos, pedindo por ceidlo
o deapacbo proferido em aoa peticlo ao da o
de Maio e 1894. -Ao Sf. Dr. Director Geral.
DESPACHO DA PREFEITUR* MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 4 DE MARCO DB
1896.
Jos Bailar & C.*Deferido fazendo-ae no
langimanto a correegio coaveolent.
Joo Aleixo da Silva e Manoel Pereira de
Axevedo.Slm.
Jos Lnix Salgado e Migoel Maxulo.Dele-
O Banco Emissor de Pernarabucp. Nao pro-
cede o que allega o *u>plicaote. Na lei en-
contrariara e 'ecorso necesario pa*a fazer va-
ler seos suppostos dlreitos se o'elle tiveesem
usado opportuuameale. Cabeodo ao Bxe:utlvo
Maoicipal o oeooso dever de compnr e faxer
curaprir as deliberagfies do Conceibo falece-ine
competencia para mandar dlspeosal-o do cum-
p-lmeato de disposigoes legaes em vinode das
qnae* forsm os soppticaoies collectadoa era
I:50000d e oao em 2 como al'egam.
Neg portaoto provimeato ao presente re-
A Cempanhia Industria de Chapeos e Anto-
oo Femandes Ribei-o.Prove o qoe allega.
P.olaFilbo &C-Averbe-se.
Barlholomeo Laureogo.Provado o qoe al-
lega, sitn.
. Borle & C* Prora o qoe aliena.
JoSo Mariano Ribeiro Salle.Concedo a Ir
"Auionio Fraocisco da Cruz.-Teodo o sup-
plicante enderegado sua petigio ao Lonceluo
Municipal, alo b qae aeferlr.
Eorboio Fre-es & C.NSo procedem as I-
legagOes do supplicaote em face da terminante
dlepoiiclo da le do ortamento vigente.
D-, Aoguato Coeloo Lene.-Concedo licenga
para'resoostrucgao.
Secretaria da Prefaitura Municipal do Reci*
fe, 4 de Margo de 1896.
O PORTEIRO,
Nano Alves da Fonseca.
- 5 -
Manoel Fraocisco Pedrosa, Francisco Jos do
Naacimenio, Leopoldo A. da Siivelrs, Casemiro
Alves Feitosa.Deferido.
Souu & Cosa. Averbe-se como re*jne',
Loudou R-ver Pate Bank, -lo procedem as
allegagOas do supplicante em vista das terml-
oao.es dlsposlgoes do | 38 aa le do orgaineuto
vigente, neg porianto provlmento ao presen
reSroMna Maria de jHoa.-Reqoeira aa Con-
celtio Manlclpal uoico compleme para deferir
a eapoete.




-:.'

I
MUTILADO
niiHi


%
IHariosiie. IH'jut**ttbu<* Pit:to.Profe o que

Tweonoe da Gong. I ve*
Tito' Littfr^otTPS^Jtoe prowmenUfn-^r-
nou re.arao p>ra qoft
aaierlores.
B?l rmio^Loaen;; da S4#^-Snterho s
effUoi)eKercicio-aDtjri",-.iM'*i do*r tia-
>BB UofiKiiB bj--..M8 tuca** 4t8 S7 Jo
btL t'da lei vigale d* Jenquin8r*e*da Si;* >SarJ...BtfUjneve
Os collettiaMi 'a- i".*<>:o.T)o'os n>=.
Fredertco At-lB C,8U-On*iio em qo*o
ci e ip, Mtisfoitas portaolo ai dispone* vientes
StH).
OMtaop Victenoa .a f*.-CoeM parece
TprOo d*qo' v"eJa> e L,J0ard
Seriar Bilb*Como requer.
m'd e" 6M Giaea.-Le^llsado o
rotvnto vi>WBqwpn 10._______________
Aoiorlm I'rnaos & C* -=Como reqrer.
B-)a Fwia C*. Rraaciaeo 4a coala, 6pro-
aofcJae 6a pe* .L*aLSinx.eu terrona.
s Gestara.Com i paraca .u>ntadorts.
4dotpi>Li'9.Pro? qtn allega volt
qoerendo.
Kavrna & C*.Dieri-io *m termo?.
Jo'o IfcMOio da ale leiror Reu .Sim.
Ufe -* :o!lec'c '^nrc-iEen-
to aotro- nuda em iebito-c.rao quer.
Bvww'll WiUiWi r;- P/aneiico Pa-sBr
retto Laoeriha L's=Sim.
Pereda e C;biira.se em i:C00.o-vplgr
locat yo, sendo a8:i' deferida a ptte'.gSo do
sop3li<*aole.
LottJon Br?iiti'R*uk Limited..Nao (> d
lei vizeite fito ex:eacSo que aproeit- ao
ainnlitane e ola calleado a es-.;. p'fcfettora
dlsp'JBal-o dos itnpo8!08 oellj es a mido, n*.
goiroviineato a este recn-eo.
HrttsrtiflM Ferrara do Santos- Cer ifi.
que.se.
do
Visir de Csr.'osooG^BMMtJso.Em vista
do ae4iB0a o b. 41 da ab.-S da ledo or-
C*ei*'jt> vJaeut-". ; nao- -nda aw a Hendido o
patarata recurso.
A S'o:n >s? i.".Ba.C*W*. Cosa-pan y Limited"
=* tea no itni a i < ilegacea da>*uppl>cante.
B a u- do ttoer |rov!so.ri>*- qoe sita e
'rqHmo ^i'iJaa- p-ei X ae,jii-i$**BgC8e que fai,
q*o ihm uopl -neAo ;>o can ai qaestao, em
iii.. do qun u spoa l3gi*1*r,Ai*i..v-Qte e leo-
ia a.jo cestos no ex.
erei-io n 'a-, o r-jronbectu o direito
o Coaselno do evo'eaolaes im.ostot1, neaio
pattaoto prnv^tanto a i) recur o e mando
qaa sbatela a r.oUec'a do exercicio Hado do
'reat-'.anflo fl:iaoceiro.
n-sili-i i s da lora. De coafjrmidade c:m
a ioforiD8c5o sim.
BrcstBiia da PrafeJIara HaaicVpal do Reci
fe, S de Margo de 1896.
O porteiro,
Nono da Fonse-a.
f
Palacio do Goverao do -K-itadc de Per-
nambiico. em 3 de Marco de 999
O Covernador do Estado de conformidade com
o art. 57 2. da Constituido promulgada a n de
Juoho de 1891, resol ve appro varas Instruc^es que
com este baixaro, assignadaspelo Dr. Julio de Mello
Fiho, Secretario da Justina, Negocios Interiores e
InstrucfSo Publica, para o concurso das vagas de len-
tes e professores do Instituto Benjamn Constant.
Alexandre J. Barbosa Lima.
Julio db Mello Filho.
In^truccoes
Art. I. No caso de vaga de qualquer cadeira do
Instituto Benjamn Constant, o Secretario da Justica,
Negocios Interiores e Instruapo Publica far, annua-
ciar o concurso para o respectivo provimeoto, mar-
cando um prazo que nao exceder dfr40dias, para a
inscrip^ao dos candidatos
Art. 2." Se dentro do prazo marcado nao se
3x>nver inscripto candidato algum, se marcar um
< aovo prazo correspondente metade do que tiver
sido determinado anteriormente.
Art. 3/ Durante o prazo assignado os candida*
los dirigir-se-ho ao mesmo Secretario por meio de
peticao instruida com os segaintes documentos :
I. Certido da idade, ou titulo ou. diploma que
prove maioridade legal,
II. Folha corrida.
III. Attestado de moralidade passado pela au-
loridade do municipio em que residir o candidato.
Art. 4. No primairo dia til depois de encerra-
do O prazo .para a inscripcao comecar o concurso
perante urna comm^ssao composta de quatro mem-
bros,'presid;da pelo Inspector Geral da Iustrucco
Publica, sendo designados dous pelo Governo, um
, pelo Director do Instituto e outro palo natsmo In-
spector Geral da Instrucco1 Publica, devendo ser
jjreferidos os do Conselho Superior' da InBtrucc5o
Publica.
Art -'5 o No casode- apra^entar-se um so candi-
dato, ser elle examinado pela coramissao.
Art. 6.' As provas-sero.oraes e escripias, sen-
1 ti pela Secretario detairminado, na mximo, para
estas o prazo de 2 horas, empaca cada urna das outras
o de l hora.
Art. 7.a As provas-escripias, sero eitas na pre-
senca nnicarmente da commisso, na& podendo qual-
cmer outra pessoa entrar na sala do concurso sem
W-dem do: Presidente do acto.
Art. 8." A nenhum candidato permittido o uso
de livros -nem apontamentos duante as provas ex-
cepto diccionarios, logsla^ao 1 ou taboas de- logari-
' liimos.
Art. 9.0 0 candidato que inflingir o dlsposto no
aartjga antecedente car inhablitado para o con-
Art. 10. A prova oral ser | publica e far-se-ha
por.arguigo reciproca entre os concurrentes, salvo
ahypotnese do art. 5.0; sendo licito .a qttalquer dos
commtssarios tomar parte na^rguico,' -st'entender
isso necessario.
Art. ti.-'(Qida. um dos eoocurrentes, depois .de
finda a arguico, ou no dia immediato, far orna pre-
lecgo 6obre o pooto>-qoescolher dentre os do pro-
v framma.
Art. 12. Si o concurso versau sobre historia na-
tural, physica e chimica, meteorologa, daseaho e
ninsica, haver tambem urna prova pratica.
Art. 13. Gassumptapara as provas ser tirado
sprte dentre os pontos de um programma organisa-
do por urna, commisso de lentes do Instituto, de-
signados pelo Director.
Art. 14. O programma constar, de pontos dis-
linctos para cada urna das especies de provas com-
.prchendendo cada urna das series tantos, quantos
canstituirem a materia da que se tractar.
Ug- Art'. 15. O ponto para prova' escripia ser ti-
rado sorte pelo candidato que pmraeiro se tiver
-.inscripto e ser, commum a todos os concurrrentes.
Art. i6t G programma formulado nos termos do
art. -14'ser communicado. na Inspectora Geral da
Iustrucco- Publica aos interessados.
Art. 17. Terminadas as provas, a commisso .
dariparaner circunstanciado e fundamentado a res-
oesto- do merecimento de cada urna dellas, e em con-
sequencia desse-parecer cada membro da commisso
declarar por escriptoseu voto para o julgamento e
iftossificaco dos candidatos.
Art. 18. Do occorrido ocommiS9ario mais moco
lavrar um termo que depois de assignado pela com-
aisst) ser submettido, juntamente com as provas
e pareceres ao Governo que escolher dentre os
candidatos o que mais-merecer, ou resolver acerca
da nullidade do concurso, si entender que houve
preterico de formulas substanciaes ou approvaces
indevidas; nao sendo por isso prejudicados os
datos devidamente approvados.
Julio de Mello Filho/
candi-
tegultaiueiito
da Escola de Eaxenliaria
CAPITULO X
DAS LlCEN^AS E EALTA8
( C>ntinua(do)\
Art. 254. O director poder conceder, dentro de
m anno, ate' 15 das de licenca aos empregados, sem
-jrejuizo do respectivo ordenado.
Art. 255. As Iicencas de 15 diasa seis mezes se-
yao concedidas aos membros do magisterio e seus au-
xiliares por portara do secretario do Interior, em
caso de molestia provada ou por outro qualquer mo-
tivo justo e attendvel, mediante requerimento con-
venientemente- informado pelo director.
8 i. A licenca concedida por motivo de moles-
to d d retto percepeo do ordenado at tres me-
zes, e da metade, at seis mezes, e por outro
qualquer motivo dar logar ao descont da metade do
ordenado at tres mezes, e de tres quartas partes
por mais de tres at seis mezes.
2.* A licenca em caso algum dar direito
gratificaco do exercicio do cargo, nao se podendo,
porem, fazer descont algum dos accrescimos de ven-
cimentos obtidos por antiguidade.
Art. 256. O tempo de prorogaco de urna licen-
ca, concedida urna ou mais-ve*es dentro de um anno,
ser contado do dia em que terminou a primeira,
afim de ser feito o descont de que trata o i do ar-
tigo anterior
Art. 257 Exgotado o tempo marcado dentro do
qual podero ser concedidas as licenfas com venci-
mento, a nenhum funecionario ser permittida nova
licenca com ordenado ou parte dalle, sem que haja
decorrido o praso deum anno, contado da data em
que houver expirado o ultimo.
nico. O membro do magisterio poder gosar
onde lhe aprouver a licenca que fr concedida ; esta,
porem, ficar sem effeito se della nao se aproveitar
dentro de um.mez contado da data da concesso.
Art. 258. Nao poder obter licenca alguma o
membro do magisterio que nao tiver entrado em
exercicio do logar em que haja sido prvido.
Art. 59. O membro do magisterio licenciado
poder renunciar ao resto do tempo que tiver obtido,
urna vez que entrar inmediatamente no exercicio do
seu cargo ; mas, si nao tiver feito a renuncia antes
de comecarem as ferias, s depois1 de terminada a li-
cenca poder apresentarrse.
Art. 260. As disposigas dos artigos anteceden-
tes applicam-se ao funecionario que perceber simples,
gratilicaco ou cujo vencimento fr de urna s natu-
reza e do qual duas tercas partes sejam considera-
das como ordenado.
Art. 261. Aos funecionarios contractados, quan-
do requererem licenca, sero applicadas as disposicoes
referentes aos enectivos, quando deste' assumpto nao
cogitarem os respectivos contractos.
Art. 262. Dado -o caso da licenca concedida a
um lente cadhedratico, assim como no de vaga da ca-
deira, ser chamado pelo director um substituto da
respectiva seceo para regel-a :
Quando nao haja substituto da seceo, ou esteja
este impedido, ser convidado por ordem de prefe-
rencia um outro cathedratico da mesma seceo, um
substituto de outra sec?o, um professor e por ultimo
um cidado que tiver o grao ou titulo do mesmo es-*
tabeleciment ou dos seus congneres na Repblica,
preferindo-se nestas circunstancias os lentes das fa-
culdades ou Escolas livres.
Art 263. E' obrigado a ponto de entrada e sa-
luda todo o pessoalklo corpo docente., seus auxiliares,
bem como todo opessoal administrativo.
Art. 264. A presenca dos membros do corpo do-
cente Ser verificada pela sua assignatura na caderne-
ta das aulas e as actas da oongregaco.
nico. A presenca dos aux liares do corpoa
docente bem como a da todos os empregados ser ve-
rificada pela sua assignatura no ltvro do ponto, indi-
cando a hora da entrada e sabida.
Art. 265. O secretario, avista das notas da ca-
derneta, das que haja tosrado sobre quaesquer actos
escolares, e do Hvro* do ponto, organisar no fim de
cada mez a lista completa das faltas e apresentar ao'
director do estabeleeimento que attendendo aos moti-
vos, poder considerar justificadas at o numero de
cinco.
Art. 266. As faltas devein ser justificadas at o
ultimo de cada mez.
Art. 267. As faltas dos lentes s seses >da con-
gregaco.ou a quaesquer actos ou funeces a que fo-
rem obrigados pelos- regalamerttos sero contadas
como as que. dDram as aulas.
i.- Coincidindo no' mesmo da tuabalho de
aula & congregaco, a abstenco de itm dosses serv-
$os importar urna falta.
2.* O trabalho da congregaco prefere a qual-
quer outro.
Art. 268. O lente director estar sujeito s pres-
cripces desta lei como qualquer outro membro do
corpo docente.
CAPITULO XI
DO PATRIMONIO
Art. 269. A' Escola de Engenharia permitti*
do1 constituid patrimonio com oque lhe provier de
doacpes, legados e subscripces.
Este patrimonio ser administrado pelo director,'
na forma do regulamento organisado1 pela congrega-
Qo.
O patrimonio ser convertido era apolices da di-
vida publica, si assim convier, e os seus rendimentos
sero applicados aos melhoramentos do ensino e do
edificio.
Art. 270. As doaces e legados com applicaco
especial sarao, porem, empregados na forma determi-
nada as respectivas doacoes e legados.
CAPITULO XII
DA POLICA ACADMICA
Art 271. O alumno que perturbar o silencio,
causar desordens dentro da aula ou n'ella proceder
mal, ser reprehendido pelo lente ou professor. Si
nao se contiver, o lente ou professor o far immedia-
tamente sahir da sala e levar o facto ao conheci-
mento do director. Si vir que a ordem nao pode ser
restabelecda, suspender a licgo e dar parte do
occorrido ao rector.
Art. 272. O director, assim que tiver noticia do
facto as duas ultimas hypotheses do artigo prece-
dente, far vir sua presenca O culpado ou culpados,
e, depois de 1er publicamente a parte dada pelo len-
te e o termo lavrado pelo guarda, convocar imme-
diatamente a congregafo, que impor por votaco
nominal, ouvido o delinquente, a pena de suspensao
at ao mximo de um anno de estudos, conforme a
gravidade do facto.
Art. 273. Si a desordem realisar-se dentro do
edificio, porm fra da aula, qualquer lente ou em-
oregado que presente se achar, procurar conter os
autores. No caso de nao serem attendidas as ad-
moestaQes, ou si o successo fr de natureza grave, o
lente ou o empregado que o presenciar dever imme-
diatamente communicar o facto ao director.
Art. 274. O director, logo que receber a partici-
paco ou ex*officio tiver noticia do occorrido, tomar
de tudo conhecimento, fazendo comparecer na secre-
taria, perante si o alumno ou alumnos indigitados.
Art. 275. Si, depois das indagac5es a oue pro-
ceder, o director achar que o alumno merece maior
correceo do que urna simples advertencia" feita em
particular, o reprehender publicamente.
Art 276. A reprehenso ser neste caso dada
na secretaria em presenca de dous lentes, dous em-
pregados e quatro ou seis alumnos pelo menos, ou na
aula a que o estudante pertencer, presentes o lente
ou professor e os outros estudantes da mesma aula,
que se conservaro nos respectivos logares.
Art. 277. Si a perturbaco do ^ silencio, a falta
de respeito ou a desordem fr praticada em acto de
exame ou em qualquer acto publico do estabeleei-
mento, se preceder pela aaBneira declarada nos cita-
dos artigos.
_ Art. 278. Siralgum dos factos de que se trata no
artigo antecedente e na primeira parte do artigo 272
fr praticado por estudante que j tenha feito a sua
ultima serie d exames, o lente ou director dever
levar tudo ao conhecimento d* congregaco, a qual
poder substituir a pena de reprehenso publica
pela do espacamento da poca para as formaturas, ou
pela retenco do diploma at um anno.
*= Art. 279. Si o director entender que o delicto
declarado no artigo... merece, pelas circumstancias
que o acompanharam, mais severa punico do que a
do artigo.. dar conhecimento congregaco, a qual
ddpois de empregar os meios necessarios para conhe-
cor a verdade, condemnar o delinquente pena de
perda, at um anno de estudos, conforme a gravida-
de de delicto.
Art. 280. O alumno que intencionalmente que-
brar, estragar, inutilisar os instrumentos, apparelhos,
modelos, mappas, livros ou movis, ser obrigado a
restituir o objecto por elle estragado; e, na reinciden-
cia, alm da restituijo, ser admoestado pelo dire-
ctor, vista da participaco do lente ou autoridade
competente, ou sujeito pena de suspensao, at um
anno de estudos, segundo a gravidade do delicto.
Art 28*.' Sempra que verificar-se qualquer desap-
parecimento de objectos, tanto da secretaria como das
demais dependencias do estabeleeimento, o secreta-
rio, recebida a communicaco, participar por escri-
pto ao director, o qual nomear urna commisso para
proceder minuciosa syndicancia do facto. O bjblio-
thecario levar igualmente ao conhecimento do dire-
ctor quaesquer subtraeces occo.rridas na bibliotheca
e, a tal respeito se praticar o que fica cima deter-
minado.
Art. 282. Descoberto o autor do delicto de que
trata o artigo antecedente, ser reprehendido pelo
director e obrigado re9tituico do objecto subtrahi-
do e se promover o processo criminal, si no caso
couber.
Art. 283. Os estudantes que arrancarem editaes
dentro do edificio da escola ou praticarem actos inju-
riosos dentro do mesmo edifico, por palavras, por
escripto ou por outro qualquer modo, contra o dire-
ctor, contra os lentes ou contra os professores, sero
punidos com a pena de suspensao at um anno de es-
tudos, conforme a grav dade do caso.
Art. 284. Si praticarem dent o do edificio da fa-
culdade actos offensivos da moral publica, ou por qual-
quer modot que seja, dirigirem ameacas, tentarem ag-
gresso ou vias do facto contra as pessoas indicadas
no artigo antecedente, sero punidos com o dobro da
pena all declarada. Si efiectuarem as ameacas ou
realsarem as tentativas, sero punidos com a exclu-
--
*i
sao dos estudos em qualquer dos estabelecimertos de
instruccao superior do Estado ou a estes equipa-
rados.
As penas d'eete artigo e do antecedente nao ex-
cluera aquellas em que iacorrerem os delinquentes,
segundo a legislacao penal.
Art. 285. Si osdelictos dos artigos antecedentes
forera praticados por estudantes do ultimo anno de
qualquer curso, sero estes punidos com a suspensao
de exame, ou, si este j tiver sido feito, com a de-
mora ou retenco do diploma, pelo tempo correspon-
dente aos das penas marcadas nos meamos artigos.
Art. 286. Das penas de perda do anno de estu-
do, de suspensao do acto, demora ou retenco do di-
ploma, se ad'-nitt r recurso para o Governo, sendo
interposto dentro de oto dias, contados da data da
intimaco. O recurso ser suspensivo nos casos de
perda de anno, de estudos ou de excluso. O Go-
verno, a quem sero presentes todos os papis que for-
marem o processo, resolver confirmando, revogando
ou modificando a deciso da congregaco.
Art. 287. O estudante que, chamado pelo dire-
ctor, nao comparecer, ser coagido a vir sua pre-
seDCa, depois de lavrado o termo de desobediencia
pelo empregado que o fr chamar, requisitando o
mesmo director auxilio da autoridade policial.
Art. 288. Os lentes e professores exercero a po-
lica dentro das respectivas aulas, e nos actos acad-
micos que presidirem devero auxiliar o director na
manutengo da ordem e do respeito dentro do edifi-
cio do estabeleeimento.
Art. 289. Nao estando presente o director, de-
verlo substituil-o na manutenco da ordem os lentes
cathedraticos e substitutos por ordem da antiguidade,
e, na falta de todos elles, o secretario quando da con-
tinuaco de qualquer falta possam resultar inconve-
nientes geraes.
Art. 290. O pOrteiro e os guardas velaro na
manutenco da boa ordem e do asseio dentro do edi-
ficio do estabeleeimento, procurando advertir com
toda a urbanidade os que infringirem esta disposico.
Se as suas advertencias nao bastarem, tomaro
os nomes dos infractores e daro parte do occorrido
immediatamente ao director, o em sua ausencia a
qualquer lente ou ao secretario, afim de providencia-
rem.
Art. 291. Se qualquer pessoa estranha ao esta-
beleeimento praticar algum dos actos puniveis por
este regulamento, ser o facto levado ao conhecimento
do director, afim de que faca tomar por termo o oc-
corrido e de de tudo conhecimento competente au-
toridade policial, para proceder na conformidade das
leis. Poder tambem o director prohibir ao autor
d'aquelles actos a entrada no edificio do estabeleei-
mento.
_______________ (Continua).
60NGttKSSi-NClJNIi
DISCURSO PRONUNCIADO U SESSO DE
22 DE NO"v-EMBRO DE 1893
(tonduso)
O Sr.^oelho CintraIsta 6 um facto que V.
Exc. poda apreciar stmplesmenle pela iftspec*
cao do plaao.
Feila a justreacSo das emendas queapre-
semtei, e qas toereceram aapproyacao da com-
mtsso, veotio dar u Cmara a razio porque
oaa posso concordar con rejaico propoaa.a
psJa commisao.da umitas outras qu-s tiguram
no seu parecer, ora em dtscussao.
Eolre estas-eaveodas agura a que apresen-
tei, para corresponder ao desejo patritico da
commisso, de redazir a verba total do -orea
ment, tazando desapiarecer delle verbas que
nao devem afi figurar por inuteis, e outras
porque o orcamento do ministerio da viac&o
nao as comp'orla, por aerem de naturexa pro-
piamente municipal.
Entre estas verbas, figura a de 2.751:0008,
cuja redueco proponbo, destinada ao ser vito
de immigracoo
A-ceimissa 1 do sea parecer diz (l):
< 3* A transferir aos estados poi ajuste, ou
rescm iir, me liante accordo, >> contracto cele-
brado com a Companhia Metropolitana para
in rodcgSo de immigrantes, abrindo os ere;,
ditosqaie 8-jam necessariop. U
E como ao primeira parecer, em 2' dacus-
aao, se l : coasignacSo -servijos diversos
com 40 con tos para a colonisagao nacional.de
meuer-se.oqae n5o acredito que aconleca,. foj8em da defesa technica. para salvar a Es-
porqe nerhum dessos Estados ir accoitar trada Je Ferro Central, de em um pe iodo nSo
'contractos que podem ser muito'bem feito e
em condifOe multo menos one-osas do que as
estpnMdas as clausulas do que sa pretende
com que a Cmara'rescinda.
Creio mesmo que o Estado do nobre relator
da commisso ]4 inlcu sse systema, faien*
do por si um nov contracto; lalvez contando
os rectfrios que a Dniao Iba outorgara.
Por conseguinte, esta autorisaco sera.tam-
bem) burlada, porque o governo nSo ter.meio
de compellir os Estados acceitarem immi-
grantes que para elles forem encaminba-
dos.
Nao comprebendo tambem, Sr. presidente,
como a comraisso, propondo a rorganisacSo
do sefv fo de mmigracao, e desejando arden-
temente' economisar, consigna como emenda
augment dtfvenciment.s para' dous mdicos
da irha das Flores I
Si este servlco for, como natural, reorga-
nis do, e tiver de desapparecer o' srvi{o de
colonisagao aioda hoje a cargo d Uolao pas
sahdo para a administrado dos estados, des-
rieCessail) raantr'dous oredicos, com orde-
nados to elevados, em urna hospedara da
! ramigran-es, que servff'apenas de ponto de
rpassagem para os que fiverem de ser enviados
aos estados a que se destiera.
N&o qOfz tambem a commisso acceitar a
outra 'emenda que apresenlei para auxilial-o,
dando'-lhe mefbs de redualr o orcamento.
Rflro'me emenda que manda supprimir
a verba de 136:000# destinada a conservaco
' de estradas, galenas e Colltctores de eegotos
Matto Grosso, 100 contos como auxilio para a
coloosas'ao europea a cada um dos estados.do de aguas-plbviaes desta capital.
Paran'Santa Catharina'e Rio Grande do Sul ; i V. Exc. nao ignora que quando a inspeeto-'
600 cont3 comoilxilio para a colonisago ria geral de obras publicas tinha a seu cargo
europea nos estados d) norte da Repuhlica, jas obras do municipio neutro, hoje Capital Pe-
sendo dous tercos para passageos e um tergo de ral, nao s atiineotes ao abastecimeoto de
para localisacao dos immigrantes que forem j agua, como ao escoamento de aguas pluviaes,
Contractados por esse -estados.
Parece-me que oeste ponto ha pe falta con-
tradiccao ao peosameoto da commisso mani-
festada nesses dous pareceres porque em -um
aconsellia a rescisSo de contractos e em outro
concede verbas para taes contracta !
No 1* parecer a commisso propOe autorisa-
co ao governo para rescisao dos contractos de
iniroducgao de immigrantes, contractos que
sao fiscalisados pela Unio, e portanto podem
ser melhor examinados do que si fossem fel
tos pelos estados, sendo, entretanto, casleados
pe! Unio, como quer o 2 parecer.
Ou a commisso, qaaodo propoz concede r-
se aulorisacSo ao Poder Executivo para res-
cindir esses contractosiodemalsaado'os, pao
teve em attenco o que j havla proposto nes-
ta emenda, ou, tendo [em attengo, apenas quiz
burlar inteiramente todoa os efleitos desta
emenda com prejuizo dos estados do norte.
E, sendo assim, desnecessario que figure
no orcamento urna verba de 1.200:000$, quan-
do tem a commisso por seu relator convieco,
seno certeza, de que semeluaata verba nao
ser applkada.
Melhor fra que a commisso aceltasse a
emenda que propuz, consignando para cada
um dos estados do norte o mesmo auxilio qu
para o de Matto Grosso, o que darla em resul-
tado urna differeoca para menos, aesta verba,
de^63O.O00SO00.
Fo> um subsidio que quiz levar commis-
so, animando-a na tarefa de diminuir s des-
pezas publicas; vejo, porm, que eslava Ilu-
dido.
Infelizmente a commisso, olbaodo para as
economas por outro prisma, qu j nao aqaelle
que julgo que deve encarar, entendeu ser essa
emenda inaceilavel,e contra ella proauncidusa.
Nao acbo absolutamente proce lente a raza*
que allegou. Dix a commisso. (L).
gJGomo V. Exc. v, esta con signa cao que a
commisso fax, apenas para pagar immi-
graotes que, em vlrtude da rescisao de contra-
ctos com a Unio, terao de pasaar para os Es-
tados, por concesso do governo esotra!, si
por ventura os Estados qulxerem a tal sub-
|e a ouiros servicos de hygiene local, constru-
ram-sediffarenles galeras para aguas plu-
viaes ; entre outras, lembro-me as da roa de
! S- Amaro, ra Dois de Dezembro, etc.
E' um servigo meramente municipal; nao
ba razo absolutamente que justique essa
permanencia noorgamento da viago, dispen-
dendo-se com elle 236:000^000, quando este
servico pertence municipalidade, que tem a
seu cargo a bygiene local, e muitas vezes
pode estar em conflicto com os agentes do
poder publico, incumbidos da conservado
destas galeras a llmpeza dos rios, para ellas
derivados.
' Nao ha, pois, razo no que diz a commisso
em seu parecer, para justificar a manutengo
dess servico a cargo da inspectora de obras
publicas.
Nao ha a menor'relaco entre esaa servico
e o de abas te cimento de agua.
Entendeu ainda o honrado relator ser con-
venieot'e'oo acceitar a emenda que deduz da
verba 634:000S destinada ao CHSteio da
Estrado de Ferro do Rio do Ouro, passando
essa estrada Central, Bao s por serum auxi-
liar natural d'ella, como porque vira desde j
dar campanha aos polvos que tran = parecem em
certas concessOes que esto creando em torno
da Central, elemeatos concurrentes para de-
pauperaba, levando-a a um extremo tal que
possam em prazo nSo longo adquiril a, como
dizem os ju'istas, assim a Ululo de cessode
heranga em beneficio do inventario.
E'contra isto que j protestei na 2." discus-
sao e continuare! a protestar. Tenho aqui
este ma'ppa que mostra grapbicameote o que
vira a ser a Estrada de Ferro do Rio do Ouro
ligando-se rede mineira de btola de um
metro, como ella.
E" para isto que chamo a atteoco da C-
mara e dos poderes pblicos, para impedir
que este proprio nacional seja completamente
ioutilisado com as concesses menos peoea-
das, inconvenientemente feitas, com grande
sacrificio da prosperidade da Central. Fai
esta a razo que me impallia a insistir para
que o Congresso tomasse medidas, ainda que
remoto, licar ainda mais ioutilisada do que
est, com o desservico feito e com a anarchia
qne all reina.
Nao poeBo -tambem dar o meu asseDtimento
ao pedidDMle rejeigo que faz a honrada com-
missi da emenda -que manda supprimtr o
N. 2 do 10. Si se quer, em poca nao
remota, esfabelecer o principio constitucional
que toma a cabotagem nacional, nao vejo
razo para desde j se passar aos estados a
cabotagem local.
Creio que este o espirito da emenda.
Acho que eao de grande vantagem estes au-
xilios que a Unio d a navegago de cabo-
lagem, po'que vo -despertando a iniciativa
particular e Imp'eUindo a a melhorar o ser-
vico local nos estados, que pode muito bem
toroar-se geral em todos os portas da Unifio ;
mas si esse o nosso objectivo, nao devenios
cmecar por 'spprimir e'sias subvenges oa-
torgalas caStagem 03 efetdos, porquinto
assim taremos iiolcanYenle conseguido inuti-
lisar completamente esta navegago ttores-
cente, que poder em poca nao remota con-
corre'r poderosamente com as marinhas estran-
geiras. {Apoiados).
O Sr. Joe CarlosVotando V. Exc. ontra
vez a prorogajSo.
O Sr. Coelho Cintra-Continuo a votar, 3
com tanto mais razo quanto vejo que, apezar
deesa bella exposigo da revista naval onde
concorreu um grande numero de vapores,
todo o norte soffre as extorses das compa-
nhias brzifeiras que xlgem fretes exagge-
radissimos, sera' se embaracarem com es pre-
juizos que assim ausam.atrepbiando extra-
ordinariamente o commercio do norte, que si
nao fosse a concurrencia ealutar de algumas
companbias estraegeiras, estara beje intei-
ramente merc dos especuladores. [Apoia-
dos).
Quem observa, como tve occasio de ob-
servar no Recife, ebegafem all paquetes sub-
vencionados pela Unio completamente abar-
rotados, sem terem praga para um nico
fardo; quem sabe que 03 negeiantes sao
muitas vezes abrigados a telegraphar para o
Cear e para o Para, pedindo praga para as
suas mercadorias, para nao ficarem com ellas
mezes e mezes sem transporte, nao pode dei-
xar de flear grandemente apprehensivo quando
se tenta acabar com a concurrencia destes
navios eetrangeires nos portos do norte.
(Apartes).
Nao continuarei neste ponto, porque tenho
pressa de terminar minhas observages.
Posso, entretanto, assegurar aos nobres de-
putados que encontrarSo em mim um adver-
sario decidido nesta ques'o, porque fui e
serei partidario da livre cabot gem.
Filho do norte, eu nao poderei jamis coa-
sentir que se annullem completamente os in-
teresees vitaes da lavoura, do commercio a
industria daquea floretente zona. (Apoia-
dos, aparta).
O Sr. Cassiano do Nascimento -Para o an-
no o Congresso nao dar mais prorngago.
0 Sr. Coelho Cintra-Havemos de discutir
opportanamente esta questo.
Nessa occasio, eetou convencida de que Vi
Exc, patriota como ser um dos primeiroa
a alliar-se as flleiras daquelles que querem a
prorogago do praso da cabotagem, porque na*
turalmente nao desejar jamis o anniquila-
mento de orna parte da Unio, em proveito de
outra. (Apoiados).
0 Sr. Jos CarlosNao apoiaio. Havemos
de dar combate campal. (Apartes).
OSr. Coelho Cinir.i Nao rosso tambem.
Sr. Presidente, dar o meu asseatimento re-
gego da emenda que manda supprmir os $8
7.* e 8.* do orcamento da viago.
Esta emenda sapprime a soQaignacao para
os estados de cortos s determinados ramais
pa.ra as e#tradas de ferro do, norte e para a
Central, limitando os pontos terminaos delta

I
t

I minio
-*



Diario de Pernanbnco texta-fefrt~
m
i'T.........
estradas aos logares onda actualmente se
acham;e n5o posso votar, Sr. Presidente,
porque easa disposifiao nao traz a menor van-
tagem aos cofres pubrtcos, pelo contrario tem
difiicultar a administracto dessss estradas,
impedindo que o pessoal inactivo seja appli-
cado em servicos vantajosos de explorado
que, quaodo nao utilisados na coostruccao ser-
virao de subsidio para a orgaaisaso datarla
ctwrograDbica da zona servida por essas es-
tradas.
Terminando, Sr. Presidente, dirijo um ap-
pello ao patriotismo da Cmara em nome dos
iuteresses vitaes do meu Estado, pedindo a ac-
ceitajao das emendas que a honrada cotunais-
sao de oriniento, em sua maioria, com grao-
de justiQa e equidale julgou acceltaveis.
Fago votos para que a Cmara, suficiente
mente orientada no bem geral da oagao, se dC
pressa em votar esse ornamento, consignan lo
nelle as ideas contidas as emendas que apre-
sentanacs, que leem por fim objeclivoa ver-
dade orsamentaria com a reducjao das des
pezas
Agrade^o Ilustrada commssao o con
curso do seu juo sobre as principaes emen-
das que apresfntamos-suppnmindo o numero
nove do g 10, e a que estabelece a base para
o inicio dos welhoramentos do porto do Res
Cife.
E me felicito por ter visto o honrado relator,
em tao boa tora, compenetrado dos sentimen-
tos patriticos que o auimam, abrir mao de
suas idaa sobre a venda das estradas, contri
buindo asaim para facilitar o desenvolvimenlo
das zonas servida? pelas estradas do norte,
que tantos beneficios prestam lavoura e in
dustna dessts estados
Represeniante do heroio e prospero ret- [D ,la multiolo.
relio da comar'a, eaptanf-arfos por membroa
do directorio d* patiido federar, sposgarauvse
do paco e repartieres municipios, como flm
ter sido posta de p-om0udo, p^r ordem do
governo do Balado a forca publica 4 porta do
palacete.
O intendente e os concelhei-os apenas pro-
testiraia por lelegramma dirigido ao gceroa*
dor do Estado.
O poto valenciano es' do lado do Intenden-
te
A proposito o Crrelo de Noticiar, defen-
deoo o Goveri'o dos ataques da opposico,
decla-a ter btvido Irregularidades nos soeces
sos oaquella cidade 8 que se tomaro provi
re ocias.
Ao acto de levaaiamento da Interdicto
da ni.iru da Fera de Sjol'Anua comprete-
rao mais de 5.000 pfs o t.
O paroefio, conego Brito, fol saudado entno-
siasticaaiHDtr'.
O Dr. Tanajora GuimarSes cumprlmeatcu-o
em nome ae amigos.
Ao passar por aqoi c Dr. Gaspa' Manas,
UA a borao apenas o constlneiro Carneiro da
Rocha com qoem S. Exc. veio para a trra'
passHlando pelas roas odifferenlemente.
AUumas talavras ouvidas do conselbeira-
Gj.-far MartQS :
Teoho ntalo-que depols da Repblica
ludo tem-se atrasado. Os estados tjdos esiao
mais pobres.
Macedooi;) da Silva Car io?o, casado, teo-
do cinco rilhos, hornea syoipaihicp, negociant-
ern Belmouie, ue onde em Agosto do anno
passado fujiio aps um ataque e rouoo por ca-
vinowcs, e actualmente residente aqm.no-
)e, cerca de S hora- da tarde, ass-ispi ou Jo3
Ale' Leao. vulgo Zjca, com tiro de i tola
pi las costas, quando L, uo estava debrucado
sobre o t alcao.
Os comcoeotkrioa sargem da todos os pon-
los do Siad, dixeodo-se que toi peiido aq
crji-ff de polica que fosee Uvrado auto de Sa-
grante coutra Macedonio, ao passo que as p-a-
9a declararan) que elle te eoiregou a prao,
de-U-an o ;er o i83asMuo do c pitar. Alves
L ao, pelo que loi lavrada aula de apesenta
80.
O povo acompaobou o preso al e?ia;ao
cent ai de poiloi, t-ndo-lbe sido felta grai.de
ovai,a.i, ouv'Uio-s. pakn.3 e viv.s que part*
nambuco, appello para o acendrado patriotis-
mo ta Cmara dos Srs. Deputados, pedindo
que vote os meios indispensaveis ao desenvol-
vimenlo de nossas riquezas agrcolas e in-
dustriaos, concedendo o que toaos nos alme-
jamos, que -a aianutncSo das nossas v:as-
erreas prosperas, florescenU-, convergindo
para o porto do Recite dotado de melSoramen-
tos que o loroem digno da grande-cidade
do commercio do norte da Unlao.
( Muito bem, muito bem. O orador cum-
plimentado pelos Srs. deputados)._________
" LSlAOS D4 U)
da elei-
r. Gar-
teaaaor Domingos
SUL
|]s|>irilo Santo
O refulio hiial, a^ora Counecido,
rao para i-rcsideme do Estado foi
cuno Neves 6.707 votos,
Vicente i 466.
Ctnparecero 4 eleijao mai9 de dons te.-fios
do elHtorado alistado, o que prova quautj fol
dispetadoo pleno, que curreu cala.o, barendo
apeis pequeo disturbio na 1* sccc.o da Vila
ue Bspintu-Safllo.
So e;: q ktro pequeas gectoea de munici
cha diverso*, deixou de h ve' eleic/.c.
A opposcao leve todas as garantas, flseaes
oo rtesirtos em qussi toos os collegios; ai-
cangeu uoi-imidade oe votes em diversos,
crsLde malera eai oulros.
No diada titil baviao apenas 7j pr-jas de
pdela frj da c pitat em sbrvico por divereo
mcnicipio. .., .
_ p,-ocedeu-ee no mesmo da s eleicOes de
Tice-preste:;^, gorernos muo:clpaes o joucs
d,OsriaeSl:r.siden.es eluos com votacao sn-
pelcr a C.SOO eo: Dr. ConoUtiH al', tu-
ronel i -t Pioneiro e Dr. Cerqooird Lima.
_ Tecdo o Commercio. da Vvtoria, passado
te'esrdmL.as p.ra a Gazeta de .Vutictas, HoHio,
deVVrcio a eleigao a que se pio-eaeu Qte
BsUdr, o digno Sr. Uuuu Preh-e ai-lgio a re-
ten a tola flumi-lene a eegoi'ite con estavo
por despacho tele^rapbico, ae 16 do passaao :
.0 ttl^grammas oe vossa edicjao de b ,0
Correte, atsigoados ptlo J Cc-mmercio. sao
ridiculamente faUos.
Em Guar par v boove eleifiac, tm tolas as
BecSoes a opposIfiSo uve Hccaet -v\o estao as-
EiS.iados as aciaa. ___
Em Santa L-opoldtoa nao to leve fijeaes,
como inexato que a opposlcao b* sse sido im-
pedida de votar. O senador Don. igoa Viceott'
teve ahi, n'uma secco, 89 votos tootra 11* Jo
Dr. Graciauo Neres e as miras 7i couua
11*
o'circo de mesas pela forja publica Io-
rencSo grotesca que nao resiete a eiaiples eno-
mer.sao da fo fia existente fra da capital no
Ca do leito. _
Q.jsc'o altueao ae actas fals, o Salado,.
folna cffi'-'a', publica diarlaroeine orna pro^o-
cacao ao Gomtcercio para declarar urna ib
geccao onde a acta bou-esse sido uls.ucBda,
aBco de serem opportunamente publicados no-
me por nome os eleitores que vouram, uaado
aseim logar a conteBiacao otate.
At boje oenhoma resposia do Gommerclo,-
que se limita a tose-ir diarumenie accosacOts
pela derrota estrondosa da seu grupo, compoto
de cma fraccao o.miuuta accrescida pelos dea-
cooteuits qoe as occas.Oes de pleito sa ala -
tam da situajo, rendo maliogradas soas can-
didato'as.
0 Auicnoa;i6t,- o-gao oppoticioateta do
grupo aingido pelobarao Je Moojardini, gropo
ppqie.c, mas ieno, e que cojeorrea as unas
mundo qnasi todo no senador Domingo: Vi-
cente, lomojtntaoto a ele.c&o, oisse :
J se toTow os lempos em qua os fleitos
eram presididos; pelo appsrato da fo c*. a r c-
tTia o co 11 Jatos tcao 10 a merc oob m-
larioe. Felizaeate, na aituainiade j se r o
peo congregar se para levar s ornas os nome:
q ^nfia loe inspirara).
Brse not-e exemplo de patr otismo acabu
e ar-se OS eleicoesolumae. us gropos po-
lticos I, vi emente disputaran) a escolba -3 seos
candilalos; melhor tesienonho nao pole apre-
a 1 ,: n g. varu'. : Munis Freir.
Babia
Consta que ar c nvocado pira 28 de HSrc)
c gres- de Estado para aparafiio da ele'jao
de o--- a or.
Foi oegatO p'ovimento pelo Tribunal de
A p I -i,;-o reviota em recurso official nter-
r nr. Lal Ferre-Ira, da su* deciso
e habeas corpas aos irmaos Bahiaou
aceo 01 do -B?a aiiidio de Pecegueiro.
0 < ngenbeiro Dr. Augu>ta Oarralbo de
II : pe= ro Domjr!o para representar a Babia
en. 2 de Ma co. em S. Paulo, na reuoiao de re-
pre eoUn.es dos divarcos Estados i.-fim de tra-
ta em da propaganda ao caf brazlei-o na Eu-
ropa.
A pedido do Dr. Deorleciano Ramos, len-
te M.bsliiu o da Faiuldade de Medicina da
Bh em carta dirig a aocbefe oeSeiforanga
em i.:nn da moral, da smencia e- da bumaot-
dadi. es de ar espectculos d^ bjpholismo.
Tenno mo-ildo un. frade franciscana de
oriem allerua, e bavendo otiirys doentes de
febe amarella, repnido o coaaelbo de saude
publica deliberen que os frades abapdooass.m
o ccavento, que rai ser fechado, 10 p os frades
franciscanos para o conrela de 8. Francisco
de Par.^goasra, na, oaargem .do Rio do gaal
nome, prximo cidade da Qucboaira.
Os frades recosavio seguir. O. governo to-
mou providencias preoarando um vapor paro
conaozil-OB-.e con effeito na madrugada de
16 piriirao paraalIU .
i Forao empregados os meips acooselbadoa em
taes casos pela 8?.ncla. tendo o governo pro-
cedido com a mxima sorjcitade. .
O iuieoaente municipal da cidade de Va-
lenga telegrapboa a imprens*. dizendo qe os
operarios das fabricas do sogro do Jais de di-
u pre.o esa iocommunkavel, causando -sj
g an ie adiniraco, em virtude da declararlo
expootaoea da autora do crlme, eem cmpli-
ces, contando que ser requerido habeas cor-
pus> em seu f vor.
O pov j fez um ana'xo assignalo pedindo
qoe o crimiooro ( ase removido da casa d cor-
rec^ao para o quartel de polica, allegando qoe
0 c-ime f-i praiicada em defeza propia.
Alvos Leo acbava-se aqu desde o mez pas-
eado, pr- endeudo seguir para o sol no da 2i
co correte.
Hivia comprado, segundo dizem, a e-edito,
dado pelo coronel Ga:u"s de Oltveira, dtz-'a?
espicgaruas, retid', plvora e caoheies em di-
versas casas com. erciaes, estando tudo ] em-
barrad o.
Uas l.iga aps o assassinato, os negociaoles
ven edoes foram a Dordo bascar ludo quamo
l exista.
Parece que traiaa de maralir rir de Belmon-
te una autos em que figura Uacedooio o no
lutor do assassiruto de Aires Leaa, aflu di
processo correr por all.
O criminoso couinn sareno, c:lmo, deca-
-a .do que Alves Leao foi qoem .assasainou o
fri-o L" 'jun-e ; e alh in que o maloa pelo
desespero t m qoe se achav pela falta de re-
corsos e ser elle o cautaaor -.'a miseria de soa
familia
O Bacba-el Brlio Caoba aivogado de Mi-
cedocio.
D zem qae Leo era o terror de BcIioi'p.
causador da ruina d macedoni e de moitos
oatros, cuja opioio Ihe era hostil.
laterrogado Ma'cedooio por u redactor do
Jornal de Noticiar declaoo qae ha seis me-
zes precisos foi a eua faieaaa de Cnal Quas -
:, eua Canavieiras, assallaJa, seiro roauados
mullos Dos, e po endo apeaas escapar com a
familia, ameagada de morte, e qae o autor ue
tudo i8to id-a o malvauo que acabava de matar
sem remoraos.
IJaioel e acootecmeota fez s:iente ao gover-
najo-, que neobum i.ro'ideu>-4a dea, apTiar
oe ier vindo a esta capit-l queixar-i-e.
Era negociante e fazaaae ro e perdeu lodo
qjaoto possuia, caodo na miseria.
Ve iuo uo meio da suele a le noaesta o auto
do- transes por que soa esposa e st-us Uinos
ieem passado, resoiveu ass:Siaal-o oude o en-
contras e.
Ddclarapa que nao tem cmplice e qae e-pe-
ra uuicamente a justica dos horneas ae Oem.
Micedomo, na eoxovia immunda oude eala-
va, mocirou sa calmo e sereno eem se p'ertur-
Dar com a moitldo que p-ocurava conhcelo.
0 faci tem sido multo cooimen'.ado, sendo
todos os cooceitoa desfaroravets ao caoitao Ai
ves de Leo, ao passo qae crescem as provas
do sympsinid de todas as classes sociies a ,'aa"
cedouio.
Macedoni foi quera se entregou priso.
a'- 6 1,2 da larda foi conduxido a polica,
.Lido acompannado at o plano incliaado por
ojuito povo que dava viras ao bome'm qoe ma-
tou a lera.
A petic&o para transferencia de Micedonio
Ca-d'o-o para ontra priso ja coota cerca de
500 j-stgna-uras de pessoas de todas as cas-
es sociaes.
U.ze :i que Macedoni coota com o patroci-
nio do diversos advogados. mas, confaroa-< es-
crereu a um amigo, deseja elle proprio incum-
blr-se de yja defeza oral perante o jury, leudo
para eiSdervifio declarado o deputado (ederal
Dr. Geni Zama que delle se incumbira.
Fioou i: ammonicave al q'ue a polica pro-
ceja o auto ae pergants.
inp, rtrj:ea casas commerclaes pramorem
uo:cnpge< para occorrer s despezaado po
cesso, acna .oo-se tambem abena urna suoa-
cr;pc-'j em favor de sua lamtiia e em Alago
..n.-s abrira) tambem urna auDscripgo eoa fa-
vor ua la.nil'a do asaassino, e outra para occor-
rer as despezas do prncesao e em iavor oa fa-
milia.
1 e Cannavieir-s, com a asslgoalu-a do com-
mercio, livoura e papulajao, eoderegaram u u
uit';raama as mesmas classes ne.-ta cidade,
connralolaudo se pela attitude favoravel a Ma-
cedoni Cr oso.
Esse assasaioato se tem conUituido asauap-
to argado de conre-sas e discusses.
O jsjassioado, capito Aires Leo, deixon
1 -arneuto, rslituialo eua berdelra universal
D. "liria Candida da Conceitjo.
-sta areti.-uida a sabida de um biate
para vanu ;-ande quaotidade de armas, fleaodo
em ifc a quasi toda a tripoUQo.
Con nassageiro seguio, segn4o dlsem, o
coronel Gamas de Oilrelra, inteadente muni-
cipal.
Consta qae a polica proridaeciou a res-
peno. .
Em reaoiSo de grande nnuieio ue prores-
leras paolicos, entre-os quaes alguna de lo;a*
lidades do ceot.-o, dtlibe-aram nomear com-
mi :6 8 abm de en'.cnljr-se-ioo o goreroadoi
a r. apello da pagamento dos ordenados vea-
cides e anda nao p.gos'.e discutir pela im-
prensa os dieuos da classe, garaalidos pela
coaii;u-{c.
Poi nomeada anda ontra commissScr para ln-
cambir nal res adregados da:c-pital, atina de
pleiiear peranie o goveruo e trrbaaaes do Es-
tado, os direitos adquiridos dos actuaes profes*
sores, como onci-iooarlos estaaoaes.
No uia 23 sIkqo's ebefes co.astitu -iouaes
fuerana urna reuulfto do eleitoradb em Santo
Antonio icnau Jo-os s ornas no ple.ta muni-
cipal.
F.ilaram os Drs. Zamae Janqusira e o coro*
i;el Arapoaga, que referiado-se pessoa do
eonselbeiro Viaona, disse acreditar que S. Bxc.
faris bom governo nao acreditando no qae di*
zem no seio do partido constitucional a seu
respelto.
Esta referencia muito commentada nos cir-
cuios polticos.
O paquete Satelllte* ebegou as 9 1|2 bo-
ras da noite de 21, tendo sido a rlagem da
Victoria para este porto demorada por rentos
contrarios, de modo que ebegou o paqaele com
o atrazo de cinco ho-as.
do pe'o covernalcr e mals nesnoae-deseen
trra, rollando a noite para borao.
O mioielr), que leve grande recepcio, pe-
guio a 6 horas de 23 para Alago-nhas, onde
acompaohsdo do Dr. sfiBDel1 Victtf>fm>, vice-
rrasideole da Repnhl-ca, depotados federaes
Paula Ramos Vergne te Abren, oooelOeli-e
Carnero da Rocha, haniu^iros, cotimerclantes
e repre'i;tintes dalraorened, chegOu 101)1
horas em treuj d l'Dha ingleza.
Foi poibas!a.~ticameote recebtdo por grar.de.
nuraeo de peisoas, entre as qoaes se acha-
rain o eng-nheiro Argollo, director, e o prs-
soal da estrada.
Depols te deacanctir algor s minutos, almo-
50 em casa do director, parti jo, 1 ho-a da
tnn uo trera'do piolo ta rento, com desuno a
Villa No^a, onde f.heg.>u 1 hora da maoML
Em Ai-eoin'ra- aoementou coosideravcimen-
te c nuaier! de viaianwg, principalmente fa-
milia'?, no trem ioaugtf-il da estago drj Joa-'
ulro.
A aoinhase estago Inicial do prolongamen-
10 11a i F. da Habla ao S. Francisco, esta-a
profu:amea(e oreamptuada, s?ndo os najantes
recebidos com gyrandolas. foguetes e musida.
A outras esUgOe do pe-curso estaram tam-
nerp ri'f la us.
O direotor ge-al dos telegrapboa lospecclo.
000 O servido das respectivas est368?, provi-
denciando si ore melburameotoi a faseV.'
Foi asegurada a estt<> do 'Eatron ameD '
to do ramal da Petra de Saot'Auna.
O edificio da psUgo e dependencias, asslm
romo todos oa cartor, estavam embandeira-
dos, reinano a maior alegra psla chegads
do ministro.
As autoridades judi iarias e membroa do
coieltia .,-iuoiftpal cdoapareceram a rrcep*n.
Peno de mil aeeMM s gnirara em d-us trens
3C"mpi.noando o ministro.
Urna rommissa do commercio da B bla se-
ecia iamt>eiu no Irem juaneara!, atina de rf
fe-ecer-lne. dflpoia aa ioaognracao Jo Joazfliro,
um oume'o especial da Gazeta can o relra-
trato e biograpbia do director eogenheiro Ar-
gollo.
A Pnilarmooioa Puriflcaao espera 0 trem
na estafiao e A^oi F ia.
Da Vnia Nova 1 filo O 3-. Iir. Antonio Oly.
too. BtffftborV* Jodia 2icpar o Joazeiro,
d'onte temos as segatnt 9 noticias :
O trem maogural foi puxad 1 da estaca oe
Piuheiro at es a deJoazei o pela ma biua An-
tonio Qlyniho, f-aiendo o mloislro ejt* parte da
viagem em om carro especial en frente a na-
coina para "examinar a estrada iaaugorda de
Anglca a ecta cliade.'qoe comprehende69 ki-
lometrcs de linUa com ouas eteOes a duas
paradas, sendo gra-idemente admiraJa a tao-
gen-e de 62 ki orne ro'.
Mu Joazeiro, ha u.aa cfll ina do fondicfto e
outra de oraras de madelra ; e toJ n as ohras
de oruamenlafSo da e-tajo foram execoiadas
jes-a? ofiiciuas.
Na estago de Piran?u, sero levntalas 00
tras oflicoas. A grande explanada des-a esta-
o e uiagoiUca.
Em uerai, a liaba be 1 construida.
A ceremonia de inaogaraco constou do se-
tuui p prog amina :
eoa da estao pelo R*vm. vicario da
parochia ; e acta da inaueurafao assgii-ida
pelo mililitro pelo vice-pesideoie da Repuoli
ca, eugenhe>ro us errada e grande i.u e-o de
pesso.s pree les festa.
Depois do discurso do ministro o Dr. Man jel
Victorino, vice-pre denie da Repblica, oirl-
10 Lma eloqueflia alio agao sobre'o progresso
que se realisava, dirigiudo aps es>es cava-
ineiros om tele^ramma ao 8.. pesideule Qa
Repblica aonunclaaio-lbe a iuau Usada.
Pal inaugurado timbea o telegrapno, fal-
lando o mloist o, o Director da estrada, o de-
putado Vergne, baldo ero, representa uto da
ioap-ensa fluminense, e jamaeS da Babii. O
juiz de oireito agradscea ao ministro e ao Dr.
Argollo terero coacorrido para Uo importante
acoDteci ae-oto.
u goveraador maadoa telegramm% commu-
nii a ido nao comparecer, por do-uis, ecdo-se
feto censo-as !--.ncai pela ausencia albsolu'a
do elemento ofllclal.
O eotbusiarmu ao pavo, porm, indiscrip-
rel.
Em seeuia o minlstrp e saa comitiva per.
correram as ras da idade, que acharam se
eofeitidas e cooerias de bandeiras.
As fe -taa 'i.-tdi.i'U.sa por Urna subscripfio
promov ia no coomercio Iccal, cojo algarisiiw
ailioKio a 10.O0O.
A comraM>3o dessas fastas foi infatlgavel.
O ministro, o vice.presideme da Ra^uraliCa e
diversos conridadoa foram Lospedado em ca.
sa do commerciaote Au>-a8io Piuho, que offe.
rreeu una oanquete em que pronunciaran) du-
corsis o ministro, o Dr. Mmoel Victor'iaoj o
leputado V<-rgne de Aeren s outros.
baile oferecido ao mioistro e soa co l i
va fol brilnants.
O mi isiro da industria teTegrapbou aos p*e-
sidentes dos EsUdos de Minas. P.auOy, Govaz
e Peromouro e a imo-enaa mmei-a e per.mil.
Oucana, dando uot'C'e da inanguraio ; e o
mesmo com referencia aot tu. coileKas de ga.
bin-ite.
=> Aqoi boove no da 2i ama erande mani-
fe*taSo ao eageoheir A'golo, st-nto-lbe offe-
recido om rico porta uartOes e um cario de
onro com o seo nome em letiras crarejadas de
brilhautes.
Hoore diversoa discursos csnsratulatorios,
distinguindo.se o do_Dr. Manoel Victorioo, ri.
ce.presidente da Repblica.
O commercio qoe fecbo, contioooo no da
em eigoal de regosijo, que elle Jiramente
geral em todas as ca.nadas da popolagao.
Na coast uegao d ssa estrada loram con-
sumidos 39 annoa e 9 meses.
Durante os aanos de l89S-at 1895 o ren-ti.
melo do proloogameoto (01 de 3,573:6974858.
E' a malcr esiratta de ferro da Baha em ex.
ten.-o ; seguem Ibe : Contra! de S. Flix, Bao.
lera de Mello 253k,2ai)m., Baha e Mioai...
142'iiC ; da Calcada a Alsgoiobas 123,130,
dain h Joazlro 452,310.
A rede geral da rugi fe-rea do Eatado me-
de 1,249.848, J em trafego e 100,281 em cons.
trocean.
No da 15 o S-. ministro da industria e
rlago segnio para Petrolloa, percorreojdo com
os eens compaobeiros no vapor Antonio Oiyn.
toe grande extenso do Rio S. Fraocisco e
rodeando a ilba d Fogo.
Entraram em Petrolina, toado receidos pe-
lo coaceinc municipal, autoridades e poro com
fogU' tea e acclamaOes.
Dept.'isaa recepo em casa do coronel Padi-
Iha e de felicitados por todas as auteridade,
foram ioaugurar o circuito tclegrapbico, re.
mettendo diversas felicitagOee.
A popla .So de Petrolloa tem-se mostraio
obsequiosa e expansiva.
Antes da laaogorago o Sr. mioislro loi
visitar as oflicinaB da companbia Fluvial S.
Francisco, deprehealendo se da conversa com
os en enbti os que a inap ido dos macbinis.
tas e commandantes dos vapores sao a raiao
de have- sempre eacalhei e estragos dos va.
pores. Ficam muitas vesos vapores outilisa.
dcB por espaco de Jos aoaos.
A navegao do Rio S. FraocisCo cSerece
um eapectaemo muito curioso aos viajantes.
Aa barcas de transporte sao couatrailas se.
guada oa moldes aottgoa, apresentaado as
p.-oas enormes flguras.
Os tripulantes sao estringairos, resiidos i
moda do serto, e quaodo tx ds remar jOes.
se n.
Foi notado extranbante, qua em Petrolina
onde ha constantemeata conflictos eJ-morin?,
nao exista nem urna p-aga de polica ; apenas
qaatro pra a municipao armadas e ob paiza
nos faxem o servi0 da pol.cia.
'3- O Dr. Nszaretb, aocusado de promover o
casaDlerato da <\ Luna Csoto, oo depoimen:e
declarou que 6 medico e amigo da casa ba al.
gaos aonos ; tratara Co calamento a pedido de
D. Luca, bapouce fallecida, lr'mde D. Laxia,
a qual Ibe rogara que concluase o casamento
de soa iraa-para evitar que a forma cab'.sss
em poder do rrarao '4e Desterro i qu* n&o reco*
onece em O- Luiia soffrimeoto mental ; qae
em Agosto de 1894 passou a eacriptara de veo
da aos flllfa do Dr. Asis Sooza e em Deseto,
bro de 1899, outra ao Dr. Ribetro Santos, ex.
iatindo a procoradao'jjassada pelo- poi bo de D.
Lbzia a Eduardo Wrutoie para receaer o mon.
te piona tbssourarla ; que no da do casameo.
Ierro perrooloor-arD. Laiia o aueh f^zw, e
ta responden qua la casar i>orqoe quera assi-
gnar os papen,- qo* liega.ido o D'. C-andido
LeSo fleo voi Oto prisISo a$ no: ro, Beodo D. Lu-
dolida eomra'a ronfaife para odlra fa.
la ; qu-anto a d1ter. nava- eooirbcto va.:'a| .
eo 8iiore a reallasoao do casameotb,.ec,a'cu
nao i.Qjrar que os nobeoles oo coderem oa.
sar cora communhSd ber.s/
O Dr.'ioimaraes Ce-ce deu pe tenca r-rnia
D. Luisa CeBtc% *coniiideranc;o-a meoteipra,
OBmeirHieeurCorador o ba-io di. O sle n.
REVISTA DIARIA
InnuarurapiS H ;je, s 2 norte da ar.
de, a Pr.-fi! da Rpobli3, inaugn-a'-se si.
mn!t-.nkmente o edificio da Escola Macief
PiPheiro e a Escck de Engrosara B^tadoal.
que oell- fnacclonar.
A cre') desia escola, a priuaeira neste ge-,
ero, qae anparece ao norte-da Repohlica.vem
attea'.ar sobejameme o >rog/esso desle Esi, io,
devido Iniciativa do Kxa. Dr. Akxaad-
Jos Sarnosa Lima, que ton.o ba con corrido
pa-a o deseavolvimea'.o lat.-tlao'nal e mneriil
oeste pedsgo da Amerl.a, sempre esqoecidu
dos governos moaa-cmcoa.
E' orj oovo elemento 1e inatrueco adquirido
para a mocl >ade pernambucana e, pode.ee di.
zer, para todo o norte do Bnz'-J, que cornac* a
eriiuer.se da acattia c.odemua.-fl a qae esta.
a volado, a qual, feliieeate vais-; diss paraao.
grapas a autonoma dos Estados e por i#?o nuo.
ca louviremda ba-raota 03 noores iatoitos, que
dlCtaram 'a otil m-lhorameai.->.
A Escola de Eagccbana se levanta sobo
mtlhoresauspicios, leo la so^frenta pVoflJ
a'ooaea de reconttetda compitencia qu- s:-be.
r> loaotaha oa alta-a das ina'.liui'cO -,- conga.
oee1 da Republi'-.a.
SenadoEtrectuou se hontem a 3." sesi-o
preparatoria, ob a presidencia do Exm. Sr.
Dr. Franeisco Teixeira de Sa.
Estiverara presentes oa Srs. Teixeira de S,
Baro de Nazare h, Aotmi Pernainbuco, Al-
bino Silva, <)aldas Barreto, Serra Martios,
E-luardo de Olireira e Reguera Costa.
Foi lida e approvada, sem debate, a acia da
sesso antecedente..
O Sr. 1. Secretario proceleu leilora do
seguinte expeliente :
Um otflcio do 1." SCretaro da Cmara dos
Depotados, communic-nido acharem-se p esen-
tes nesta Capital Deputados em numero legal
para eil'eituar-se a inatalla&o da 2..* sesso
da 2.' legislalura do Coogresso do Estado.
O r. Presidente deotarou haver deignado o
dia de .'ioj<-, a 1 hora da tarde, para na sala
das sess6s da Cmara dos Depira 'os efifo-
ciu ir-se a sesso de abertura do ''ongresso,
fazen to oeste sentido as devi ras corntauor-
cac;s.
Nada mais liavendo a tratar, levaotou-ae a
sesso.
cmara dos Oepntadus-Eff -ctuou-
se honeiti hora regimental a 2* B-;s*o pre-
paratoria, sol) a presidencia do Exm. Sr. Dr.
Jos Marcetlioo da lio a e Silva, lenlo compa-
recido os Srs. :1 .,4 y.i
Berihol 10 Galvo, Affonso Costa Alfonso de
Barros, Bianor d Medeiros, Rodrigues Porto,
ano'.'l Jardim, Jos Marcellioo, Motta SilTei-
ra, t."eleo de Sousi. Jaita Antare, Joaquim
Guimaras, Elpidio l-'igueiredo, Godofredo bos-
coso, Goofalves da Rocna e Pereira da Silva.
Foi lida e sem uebate approvada a acia da
sesso antecedente.
0 Sr. 1 Se retario proceden leitura d>
seguint'- expediente :
OtHca do Sr.' Dr. 1 Secretario do Senado,
oommumeando que boje compareeco os Srs.
Senadores ao Pa0 dessa Caiuara. 1 hora da
tarde, alim de inslallar-se a segn la sesso
ordinaria da segunda Legislatura do Cora^rasso
do Estado.Inteirada.*
Outra do mesm > Dr. Secretario, communi-
caodo qua em sesso de 4 do correrte foi reco-
nhecido e proclamado Smador <> D -s -mbarg
dor Manoel Caldas Barretto na. vaga do Dr.
Hercuiauo Baodefr* de Mallo.Inieirala.
Outr<\.io Sr. Deputado Leopoldo Lins, com-
muuicaudo acuur-se pro 11. to para tomar parte
nos ira aih.13 Jo Coogresso InWirada.
Outro da m^sa regidora da irmaodada dos
Pasaos da matriz do .orpo Santo, convidando
esta Cmara pura se fazer representar oa trus-
ladao oa imagein da seu Padroeiro para o
convento de Nossa Seohora do :;armo no da
19 do correte, a reconduzl-a em solemne pro-
cisso, no dia immediato, daquelle convenio
para sua sede. Para representar a Cmara
nessea actos foaiu oomeados os Srs. Affonso
Costa, Bia or de Medeiros e Pereira da S Iva.
O Sr. Presidente coovidou os Srs. Ueputa-
dos para assistirem boje, 1 hora da tarde,
in-tallao da segn ia sesso ordinaria da se-
gundi legislatura do Congressa' o Estado ; e
em seguida deu por termoados os trabilbos
preparatorios e levantou a sesso.
Inuandaile C(t Senbor Bom Je.'
sus dos i'assoS Esta Veueratl I'rmau.
dade tendo de irasfadar no dia 19 do curren!'-;
a imagem du seo Padroeiro pra o conveato de
Nossa Sennort do Ca-mo,'am de 06 dialm.
mediato recondusll.a em solemne oroisso
a'aqueils Convento para a sua sie'ria m.triz
do Corpo Sabio, teve a fineza ae cisiar.'ios
convidando para (omarmos parte as mesmas
festividades.
G-nto8 pela fineza.
Iiicen9a-Por portara de i do correte,
Jo Sr. Dr. Secretario da Justifia, foram conce-
didos tres mezes de liceoa, com ordenado, n
forma da I-i, ao juiz de direito do municipio
de Bezerros, nacharel Jo Pedro de Almeida
Peroambuco, para tratar de sua sade onde
Itie coavier, devendo entrar no gozo da referi-
da licena dentro do prazo de 20 dias.
Posae de irmaadadSegu da feira
9 do correle, pela 1 hora da tarde deve ef-
feduar-sea poase da mesa administrativa l-
timamente eleita, da irmandrde do Son. o
Bon Jess das Portas na igreja da Madre do
Deus.
1 astil uto Vaccinogenlco rsta-
doal-Sob a direcfo do Dr. Octavio de
Freitas procedan-sa nesse instituto a primei-
ra sesso de vaccidao nimal, na qual fo-
rara vaccinndas 20 mancas.
Prepararam-se 313 tubos vaccnicos para se-
rem distribuidos pelos commissarios de Hy
giene e pelos mdicos que solicitaren) na sede
do instituto. .
Municipio do Reelfe=Fevere ro 1-
Saldo o balao0 de Janeiro
prximo passado.
Fevereiro 29, Receita do mez
de Fevereiro prximo pas-
sado
CoopjreiMro rernatsabacano Ilafa^.,acodo8 insectos parsitas ;.bsttnr
1 or. da tarde ter logar a solemne aber1. ^as frCoe, cotD tgua.petrolisada. 1 .
tU'a do LongreBOdo Balado. prnm^M. Hu m4 rtnm n.
. Pe upo depols da frieco devem os apia
edificio ds>Camjra das der,Dtta ,av^,rtg.e eosit,aios.
O ai lo -fullas.ae ao
8' O- a.elie e o olea-Sao om =^'^>m petrleo, este ser sufflcleot. paraMM- '
das areoi-oraa d B.rBo de Meuehiasen^E oB*^a,r todog J ^^
lornal alleme auo n.s nJoraa da tma nova exstaa)
TelesraMinaa reildosT-ACtrur-sare-
exnenencia.
S(.e--e que orna
a c rt> qoaotiade -te oleo
oerraoiaMo sobre 8 sopeitlcie oo"ma' basta pira
a-simar as o::dai>.
'imams onda?. n, H _?,_ a ,_.'
Por orcaslo oe om,. .e-noealado om capWo: I ^'naaeiras "?. I
mil f., im,^n.i. .m ...,.^. h.,. ^ i Va aananeiras.Q para i
tjdos na esiao do Telegrapho Nacional gointe lelegra-inraBn:
de navio fez iot-odozir um re vente chelo de
azeite oa earganta de um canVffo carregadoe
mndou disparar. O azeite-p'ojectbdo em
grande distaocia"' prodezto l repente urna
ca'mn no mar- a'.fi eni&o a-eii<>dn.
Corybantina olindenseTondo es-
ea sociedade recreativa procedido a sua elei-
j- deu o seguinte resultado :
Presidente e vice'dito -Dr. Paulo Silvalra e
Manoel Beernarde8 de-Ovaira.
S^cre ariosJi.o Alfredo Alvas- Rosa e
Abiho Galvo.
Thesoureiro e adjuntoMario Gonalves
Ferreira e Antonio Bellb.
Orador e vice dito-Dr. Jnlie Pires Ferreira
e Dr. Antonio Augusto Ferreira Lima.
Com'mlasat fiscal-Dr. Francisco Gomes
Prenle, Dr. Joo Aususto Ferreira Lima-e
Dr. .lo.- de Moraes Quedes Alcofora-lo.1-
Dlrecrores de mezAbrilManoel B. de
Oliveira.
Mai.' dolpho Monteiro.
Junho Dr. Francisco Leopoldino.
Julho-Abilt* Galvo.
Agosto -Dr. Caldas Lin Filbo.
Seiembro=Pedro Carvalho;
OutubroSebastio do Reg Barros.
NovembroManoel Carvalho:
DezembroEiyjio Albeito Silveirs.
Ferlmenlo graveVods 15 de Feve-
ei'.> unin oo i<'fc3' d) 'minado 'flinclM do
Hese, iinpictpio d Quipap, o^ individuo* Joa-
yuim Paz e Jor faz, ar.naios de faca e ccete
aggrefiiram' Jos Roberto Parrelra, ferlndo-o
srsvemente.
QA aalori iade respectiva tornou CORheciroen *"
o do fa-to e COntr^OS c-imioosux que evaoi*
am-f p'orfde n> s termo* d-t I-i.
Autoridades potictaes -A;sorlira n
o excreto d" rudmvW(cargas as seguidles!
aU>0'Ha-iP-'p l'Ciaes :
O cid.do Aulo 'io de Mello Falrio, oo tU
26 do m-z prox'mo lindo, como delegado Ue
poli la 8* P-^quiira.
No "tu ?2 "O mvsirjo met, o cldado Eapirl-
diao Marlanno de Sa, co-ob sobd-leeado do 3."
di-t'i t Oirnnic.lO O ffe Ala01 de BliXO.
razeoda do Estado A a < e cia da
Faz- > >a do Estado ter lugar no prximo s bado. 7 io c-rrema.
Kocie tad Instructiva e Beerea
tiva Triuiuphenae -Sata amelada pro
- :ea no au 9 a- Fevereiro ultimo a elelgc
a sai nova dlrecvari* no l'-sMnesire-do
Corrate aoaOf navenlo o snrointM're80lta*o :
Preaideole Teoente coroae! Joo da Niscl.
m*n;o L pe> ta-roj.
Vice o-'^ide ila Teaente coronel Aogaato
E. io N. Wi*!e-lty,
1." S^retario-FroftfEcr Franciaoa Cant L1.
Da.
fui uauaaciins.g para MaUOtl J.aquia W-
ia.
De Amarante, pora capitSa Mar\lalaao.'
Da Paruabyaa, para Freir
Linhas.funcconando regularmente para S<;
J^orte e Centro.
Casamemo civil U scrivftodo8ua
mentos que funecioaa aos rtistridos do Reoife)
Santo Antonio, S. Jos e Afogadoa, allitoa aav
reparto do registro dos Casameo tos roa.
d Imperador n. 75 l.'andar,editaea'de procla "
mas de casameiltos dos segnintss coQtrf&eav.
1 /'uiltCOf rio
Francisco da Hullanda Cavalcante, agrict-
tor, com Anna Marta do Espirito Santo, tolla-
ros, naiurues deste Estado e residenteat-lrt-
gUezia de Afogados.
Manoel Thago dos Pasaos, natural artista, com Marir Amelia de Araujo Moatwve-
gro, natural deste Estado; solteiros e ramalea-*
tes na freguezia de S. Jos.
O respectivo escriv do registro de casar
mentos da Boa-Vista, Graca, Pogo Vanas
alfixou na repartic> do registro ra' io tu-
pera-lor ra. 41, 1.- andar editaes de prucsaXS
dos seguiotes cnntr hentes :
1 PublUoco
Ernesto de Vasconcellos*om Cecilia Carob'
ob de Oliveira, solleiros e residntaa im frejafr.
-/.i i i Boa Vista. -
2" publicar
Eu liJe.i Henitlques da Fonseca cora Jeroay-
i a Anaelica Braga, solteiros e residentea na:
reguezia da B.'Vi-W.
Albino de Oliveira Campos com Alica loa
Sanios Arauj", soltiroS: e residentes a*(r-
guezia da B. Vista.
coni!Uist;\u te melboraineota da
Porto do RecireUeclfe, 4 .de Uzrrn
de 1895. '
BOLETIM METBOROLOGICO
rYoras. Tennr centt. Barmetro Temado tw-
/irada
Q m. 26,-4
9 28',3
l 29,-5
3 t. 30.-0
0 20,U
a O)
769," 19
760,-72
759-11
758,-30
758,-84
vapor
18.73
22,05
21,79
20,97
21,07
Ut
73
TI
71
O Dr. Antonio Olrotbo, ministro da Htnv to parante o )bli e o eserlrio e&testemuntuu
tria e rlsjo, fol cumprimentaao a bordt pe peV^hnUram a D. Lozla se ara de sea vontade
gorernadar cdo Balado, deputado Vergns do tftr e esta- iMponden varias tete afflrma4i.
Abren e multas pessoas gradas; e acompanba- ramate ; qae qatado Qlaa do bario do Das.
61:3128182
134:1618318
195:4738500
89:3108651
106.1628849
Fevereiro 29, Daspeza
Saldo para Margo
c'ootadoria, 5 de Marfio de 1896.-0 Conta-
dor, Genuino Rosa.
Batalbo de infantera Esta,
doal S '0 o comanodo oo da m.t > coronel
Leoooio Pulo Ribeiro, sabio hooiea este ba-
talhio, acompannado das respectivas matrala-
iori, com destino, a MagUaleai onde fsz exer-
cicios nos quaea todos os officiaes e pracaa
mostata o pe Icia ei-arbow
Tanto Ba lia como na volta percorreram al-
comas mis da capital.
Feriado -Po- eagaao noclamos un ma-
so ultimo numero que o feriado de boje em
jammeiooracAo da'te^olog do Equador em
T t da revouco de 18l7.
F.ngenbeiro Au;uato Clark No
r#po- Potuai esperado amaun do eut, segu
payj.a Europa o esiimavel cidaatto ingles Dr.
A'ogaato Clark, eogenheiro meehaoico, eucar-
regaao do seavtso technico di andlco dos
iowelros Bowmao. t i
-eseiaraos boa riagem. -
Vaccin90o no aioatelrOs Drs.
AtVla e Octano de Freita'accinaro sabba-
do 7' de Margo na escola publica do Moatei -
ro, s horas da aanba, as]pessoas que se
apreseutarem. ._j
J. SjcntnoMajor A-dolpha Corle.-
Oraior Tab"liiao D^odatO Monteiro.
Toesoure ro Majo-zalas G mcalva" Lima.-
De conforroMide coto os Esuioto* d meswa
Socreflade a posae effictanoi.Be no dia 15 do
O- 8 nO If't.
Professor Vicente de Moraea
Heno- Ei. Gua-aiiOKmia, S. f.io'o. falle-en
o aosao roestadane, orofessor tficeo'e de Mj-
rae M-'la, oa do< m-iis fortes II adores ero
o-ol da cans di insiruc;a paoli-ra neste Es
la1-
D'dicaiio-se ao mSgirteno poblioeoima-i >.
reveio-; serop-eHooio esta to, gade aptfiaoe
v ir gao, n i oooo a lo eaorcos 0?m sacriB :i s
oara o rcaOf d^seavolvimenta da naru g:
publica.
V'sanio rempre este nahrro generoso it)tai-
U>, foi um oa fttnJ i^O'es da SoMetadn Pao-
oaRafora da [ostraecfto Poolina, .ia Escoi>
Normal para Sentiofa*, ma uda
Sociedade, e da Gremio dos P olesso ea P Iraa-
tos.
Dssem enhon motase Imairtaote crjm"n1s-
vo-a^seido el;to palo maiHi'id- oara snbili1-
tu r aoeotao nspecorg'ral, Dr. Jaa BirOtibe,
para o rearasen- na Coogresso PadagagiCi,
d> Rio de Janeiro.
No loca" de p-ofea-'or da rola pra'lc-,' anne
^a Enrola No-mal, se b'ove seap-ft~com
booade e mestna. d ) que devel) oa^Jar szu-
;io3a'r9(rro,'daf>o muitos cidadoa qoe hoje*exer-
em o magiareno.
E-a m--maro hoio-a-io do Cnaelbo Littera-
ro. #m v.rruda don t'ab'lhos ilfoa naa #8oq.
fij-erjcias Ped:i-entC38f-ff,ir?,.Badaa nste-EHado
a i Annl de 1878 e agraciado com o laOKo'de
ravarheiro da Ordem de Ctinsto, em atten<
;ob relegantes sernas prestados lostrac-
c'.
Prcfando pentl^ento causn a -noticia'de
seu fallecimea'o a rolos os seos collegas, ami^,
goa i discpulos.
Em demoait^fio defpezar delx^ram lefooc
cioaar hoff'e'a a Escola Normal Offlc-al -va 'a
da Sociedade Propagadora da Iistroeco Po.
bneai
Nr-sos slaceroB tez'm98 so famtlla.
Tribunal do Jury dO'Wecife-
Funccionou hontem este tribunal sob a pre-
sidencia do Dr. Livino Vieira de Macedo Lima,
Juiz de Direito do 2:0 Dislricto Criminal, oc-
dipando a tribuna da accusao o Dr. Manoel
Nunes Crrela 1.- Promotor Publico.
Compareceram 28 jurados.
Foi submettido a julgameoto, o reo eoseote,
Joo Pereira d'Araujo, pronunciado cont In
curso as penas do art. 303 de cdigo penal,
por baver no dia 21 de Abril de 1892, no
logar denominado Coeibos, freguezia da Boa
Visia ferido a Maximiano Jos Ferreira.
Em egundo logar foi julgado o reo ausente,
Fr. nci'co Jacob Effert, tambem pronunciado
no art. 303, por haver praticado um fe ri ment
de natureza leve na pessoa de Flix Walde-
man. 9 de Fevereiro de de 1892, na ponte
de CaxangJ. .
Foram condemnados no grao mximo do
Ci.aa i.it. 303 combinado com o art. 409 do
cdigo penal, pena de um anno e dois mezes
de priso simples.
O cooselho de sentena compoz-ae dos ju-
rados :
Joo Tavares Coutinhq.
Aprigi Braz de Oliveira Lima.
Joaqoim Domico,Leopoldino l-erreira.
Cyr lio Augusto da Silva Santiago.
Alfredo Gibson.
Balbino Cezar de Almeidq_Leite.
Ignacio Gomes Ferreira.
Antonio Augusto Xarier da Fonseca.
Jos Monteiro Pessoa.
Expcctacnio ena Olinda Realisar
se-ba, eabbado 14 do correle, o espectculo
nue, em beneficio da biblioteca do Instituto
Liturario Olindense, promoye o Club Dra-
mtico Familiar nothaalro Melponense Olin
dense, levando a scena o drama em 2 actos
- Jomo Deus Castiga e as comedias Choro 7
ou Bo ? e Um (dado Disirahido.
Haver treos depois do eapectaculo.
Appllcaco do petrleo a ajjrl-
culiura-ii patro eo um Mllenle tose-
clicida, que, pelos bons resuliados ja obtidos
em alfiOQi paizes, e aioda pe o seu diminuto
preco leve ser empregadp na agricultura
O chairo que exhala io activo que por
sis Burflcieote para afugentar alguna anr
ToffiSSro deeser prferjdo at^os
os. melhores resu'tados que detles ae oo
teos* aaricflltores que t^m empregado este
precioa* iScidi? obt.veram os segn.ntes
restados: morangaeiros con^algumas
gotas de petrleo, misturaos em .cada rega
da d'agua ; os insectos em pouco tempo sao
destruidos ou arugentados pelo chairo d esta
8U|-HSf xeaeu efficaz; para matar os ratos,
bstam grammas de petrleo impuro em
om litro d-agoa. A mistura\delta-se nos.bu-
racos por onde estes aoimaes costomam sa
ha
Aa vsaes basta exir eyaporaSo em uaaofc
casa urna pequea porfio de petrleo para de-
aapparecerem d'ella todos oa ratos:
3. Para ltvrar os aalmaei domsticos da
Theomom Vos desibrigados ao meio &:::
Eonegrelido : 56,6 Prateadoi: 37,04.
Temperatura mxima 31.50.
V'-mperatura mnima v26,*.25.
Evaporao em 24 horas ao sol 6,0 waa-
bre 3,-5
Chuva nula.
Direcgo do vento
E com interrupces de ENE e ESE da oseta
ooiteal 11 h- 15 m. da maoh ; Eat ta.
da tarde ; E e ESE alternados al meia noita.
Velocidade^ media do vento 4-sr- por tf I
gundo.
Nebulosidade media 0,44
BOLETIM DO PORTO
Das
Horas A..'ra
i
Pra mar ou
Baixa-mar
P M. 4 de Margo 8 h. 15 m. dam.2-.3u
11. r. 2 ii. 25 in. dat.O-,41
Casa tfe Ueteaca Muvimeaia ios
prozos da Casa de oienfo do liecife, EsUdl,
di Pernambaco,a4 de Mar0 d? 1895.
Existlam 413, entHiram 3, sahira-n 9, exia-
tem 407*
A saber: naciunaes 369, mnlliercs 12, eatra-
seiros 26, mullieres 0, total 407.
Arracoados 371
' Bous 354 doenies 15, loacoa 2, loueas O,
total 371.
Movimeolo da enfermarlasTveram baixa;
Rutino Rodrigues de Mello,
Tiveram alta : Joo Baptreta do Nascimeots) '
'Jos F. da Silva e Elpidio Jos de Menoaj-
emtvrio pabl*e OOrtuario d j dta
4 de Mirco :
Julie:a Maria e Silva, Peroar.buco, auno,
(tamo Anionio.
A-
ca.
Francisca Rosa do Sacramnto, Pernimbaco,
85 aonos, viuva, 8. J)a.
Joaepba Mara da Coiceico, Pernambocr, W
anaop, soltelra, G'aja.
Mana Joeatia da Costai PerttambdCt, V*
aonos, Bilteira, Recite.
Uro feto do sexo feminino, Prnamhsa,
Gta.
Maria da Cooceico, Pernambaco, IB aaass,
eaitelra, Boa Vista.
j Jasepha. Peraambaco, 8 aoooa. Boa Tiste.
BahliuoLoiz 'da^lotia, Pe-aambUco. (74 zsr-
n, Tiuvo, Boa Vala.
Vicente, Peroamouco, 4 aaioGrafi.
k


PERNAMBCO
Lfjndoa and Braziltan Bank Li-
mited
Capital do Banco
Pago
1.500:01
c fago 750:008
Fundo de reserva c 600:009
balan90 da caixa filial km -persax-
boCo, km29db -fevereiro db 1898
Activo
Letras descontadas
i.e'.ras a reeeber
Emprestimos, contas c rrentea e
ontras
Gaixa matriz e finaes
Garaltias ooi- contas correntes e
uversoa valores
Diversas con'as
Caixa! em meeaa correnta
372:359*3
3 393:199*169
1.758.087IW
4 33t.735*7S>
380 230* 102:6554O
1423:677**10
Rs.
Passxvo
11.766;941*
893:158*960
Depsitos :
Em conta corra-
te sem jaros
Com jurse com mn.n
-nrevio aviso 1.429:771*020
A prfio filo 1 2)1:852*580 3.611 782*550
Garantas por contaa correntes e
diversos valorea
Ciixa mairia e filiaes
Diversas contaa
Letras a pagar
330.230*008
3 013:963*893
4.718:234*8
9:728*5!

R8. 11.766:944
S R & O
Prnambuo, 5 de Marjo de^lSW.
Gerente.
iV. /. Hariig,
Contador.
_o-----
Le n. *
O Concelho Municipal de Olinoj'Ao-
crbta: ...
Art. 1.' A receita daate municipta.
oreada na-^uantiaio 85:0001600, e ae-
ra realisada com o producto do que
arrecadar dentro do exeroicio di
seate lei.
1. Foros de tBrrmioa maaacips
2.* Altfgneis da predoa mani
paes.
J3.- Laudemios pela transfereac
de terrenos toreiros *icVP.l*f2
bem asaim-_de qdaeSqtter berUfemnasi
n'Ues existentea.
pro-
MUTILADO I
B


Diario de Pe mam buco SCxta-feira'G e Ma^o de ls90
S 4.* Realimento do mstsdoaro.
| 5. dem do cemiterio publ co.
6.* dem do mercado.
7. Investidura d trenos calcu-
ada por metros q ladrados conforme o
local (300 a 600 rs.)
8. Maltas s gundo o cdigo cri-
minal e mais leis e iegul;mentos em
vigor.
9.. Id m por infraccSo de posturas.
10 dem por falta de cumprimento
de contractos municipaes
11.3 0/0 sobre o valor dos de -o-
sitcS.
12. 10 0/0 pela indevida mora das
rendas municipaes.
13. 2 0/q sobre os vencimentos dos
empregado* efectivos e aposentados mu-
nicipaes, e 1 0/0 sobre os dos inferimos
pela expedicao de seus ttulos.
8 14 2 0/0 sobre i s vencimentos dos
meamos, por ap< st;llas*de 1 cene, remo-
cao solic tada, accesso ou melhora de
vencimentos cob ados somente sobre o
accressimo.
Receita eventual.
15.
k i6. Divida activa reali-ada.
17. Sallo do arricio antar'or.
18 Emolumenta.
19. 10 0/0 addicionaei Bobre todas
as impos co"es municipaes, cora a appli-
caco ao asseio e limpeza da cidade.
8 20. 105-00 por mercad r ambula-
te de fressura dentro do permetro da
edad-, efo a.5S0i-0.
| 2l- 48000 por ter imcnpco em-
casa de n^gieio, ou nao seja qul for o
lugar em que ella se che ollocada.
22. 500* por cada casa que ae edifi-
car coutra hs pisturas municipaes, no
permetro da cidadV, muitj embora a
Prefeitu-a nao tenha podido obrigar
judicialmente a sua demolcao.
8 25. 208 por casa de expsita de
vistas e outros divertimentos semelhan-
tes dentro do permetro da ciade, e
for 1<)$003. Se taea expusieres se et-
fectuarem em caaa, pavilhSis on barra-
cas j est-belecidiS para fias semelhan-
tes pagarSo apenas o imposto do para-
grapho seg'inte.
8 L'4. 103 da henea por espectculo
de quilquer naturez* concert ou baile '
cona entrada paga.
8 2>. 360 por casas do jogoS nao pro-
hibidos, exercico de esgrima, ou tiro ao
alvo, exieptuad -a os buharesque paga-
rao somente o imposto do 55.
8 26. lOfpot licenca p*ra espect-
culo ao alvo dentro do permetro da ci-
dade, e f ra 5$.
27. 608 por licenQ para armar
circulo ou pavilhao para e pectaculo de
qualquer natureza dentro do permetro
da cidade e fora 15fJ00J.
28. 3 0/o sobre o producto liquido
dos leilOes nao judiciaes effectuados n->
munic pio.cobrado dos respectivos agea-
tes.
8 29. Pedagio das pontes e estradas
a cargo da municipalidadc.
30 58 p->r casa de oeg co que vender
por atacado nacionaes ou estrange ros embora p g e
o impos o do 86.
31. 33 de licenca para a-mar an-
daime den ro da cidade, e 2% fora d'ella.
32 108 por advogado ou medio
que eiercer sua profissau e 6$ por Bolicitador e eBCrivea de quxl-
quer Juizo.
IMMERCIO
Bolea Commcrcial de Pernam-
buco
COTAoES OFFICIAES DA JUSTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 5 de Marco de l8g6
Can dio sobre Louurai, a 90 i|V, 8 5,8 d, por
1*000 do baoco.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretarlo,
Jjao Leopddo do Reg Villar.
Cambio
Cs bancos abriram com a laxa de 8 il/16 so-
bre Londres a 0 d/v, baixaodo depois de meio
da para 8 5/8.
0 mov ment (oi limitado.
Em papel parlicolar iao cooatoo negocio.
Cotaces de gneros
Para o agricultor
AssQcar
Usinas, por 15 kilos.
Cry^alisado. dem dem
Branco, por 15 kilos .
SomenoF, por 15 avos. .
Maacavado, por 15 kilos .
Bruto, por 15 kilos.
Relames......
8*500 a 9*200
7*000 a 7*400
7*000 a 8**00
4*800 a 5*000
3*800 a 4*000
3*400 a 3*900
3*000 a 3*10J
Aigodo
Fol negociado o de 1* sorie a 15*600 os 15 ki-
los valeodo 1*000 menos o mediano e 2*000 o
de 2* sorle, o mrcalo firme.
Alcool
Por pipa de 480 litros 185* oomtaal.
Agurdente
Por pipa de 480 lutos 120* uomimal.
Couros
Secco8>algad08 na has* de 12 kilos 1*010 a..
1030 ris nda a refago 678 o kilo.
^erde9,650 ris, ultimo preco.
Carnauba
Cola-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Hel
Poi 100*000 nominal.
Importaco
Portos do snl, vapor francei La Piala. en-
trado em 29 do pascado e consignad; a H. Bor-
le & C. *
Alpiste 90 saceos a Paulino de Olivelra Mala.
Xarope 900 fardos a Pereira Carneiro & C.
1.006 ordem, 394 a Jos Baltar & C, 402 a
Amorim Ira aos&C 1.090 a M. S. Mala.
Portos do sol. vapor iog'es Cljde, entrado
no da 1 do correte e cooslgnaao a Amorim
Irrooa C.
X.rqae 2.361 f.rJoa a ordem.
Salot lobos, lugar ingles Abary Ciasen >
entrado no da 29 e consignado a J. Paier
t C
Bacaloo 2.173 barricas e 2.174 meias ditas a
ordem.
Saint Jobas, lagar Ingles Maggle, entado
no da 29 do passodo e consignad) a I. Pater
& C.
Bacalbo 2-030 barricas e 2.056 matas dit s
i ordem.
Portos do,sui, tapor nscioml Comet, ea-
trado em 26 do pastado e consignado a Pereln
Cirntiro 4 C, maoifMlo:
33. 58 por partid.r ou contador do
Juize.
34 S$ por guarda-livro.
35. 5' 8 por mercado.- ambulante on
entregador da cigarr e ou charutos, fa-
bricados fora do municipio.
33 7(J por cada rez abatida den-
tro do matadouro para o consumo no
mere do publfco, e 5$ sendo abatido
fora do perimrt'o ns lugaea onde te-
nha-se exposta a vnda.
37. 2 0/o de licenca aobre o galr
locativo dos estabelecimenlo8 de compra
e venda em g'ossj de mercadorias na-
cionaes ou pstrangeiras, muito enb ra
vendaai tambem a retalh >, sendo o'va-
lor locativo o da decima urbana.
38 1 ./ pela a?erbacao de trans-
ferencia de beU d raz e casas da ne-
gocio, e 2 *(. qando a meama fo- feita
depois de 30 dias contados da -data da
escriptura ou transacc&o.
39 1'08000 d- cnca por-esta-
beleaimeuto de cslcadis ou rompas fcit&s
de procedencu estrangeira.
40 10|uOO de licenca por quitan-
das fra d > mercad e dentro da c dade
e f800) q'uando eatejv Bitn%da fra da
mesma.
U 108 )v0 de licera para conti-
nur a er ranchos ou garapeiras dentro
da cidade e 5SM'O0 para abril-as ou tel-as
>.b -rtas f a d'ella. .
42 508000 de leensa p*r estabe-
lec;er ou ter na cid.de ueteis, blna'es,
cafs, b?rr cas e outros estabelcinn~tos
semelhantes, cot faculdale de se con
serv.r m aberios at qualquer hora da
noite e 201' 0 fra da mesis,
43 20$0)0 de lxenca por carral
de fundo, de costa e camba p-.ra pesca-
ra e 108000 por curral de peda.
m Ai 25|5000 por licen9a para ab ir
ou ter aberta typographia e 20$000
por lyfographia.
45 605000 par lies ca psra abrir,
ou te abta olaria que forneca a ter-
ceros seus productos e 20 'S00J quinlj
mesma empregar mauhinismos em s.;u
fabrico.
46 100 res por p de coquei-os
de fructo, exceptuados 20 ps para uso
dos propr etarios O'i rendeiro.
47 20|$'J0'> por vivdiro de peix'.
i 48 10000 por anima' suino, ove-
lhum e cab.uui abitdo para o con-
sumpo.
49 Licenca para edificacRo, reed-
ficagJo ou conoertoa.
50 108033 por matricula de ca-
pataz, Ulbaaor e *j idanie e 68000 p r
magarete.
51 15i5O00 de l;eensa para conti-
nuar a ter aberto t*lho ou aougua ce
carne de anmel suino, ovelhum ou
c brum dentro ia c dade e 10S000 nos
suburbios.
52 1000000 de 1 cenca para eeta-
be ecer oui ter cortume de couros nos
lugares designados quanlo nao tenha
ma s de 3J tnques e"1508000 quando
tenha.
r3 808000 por salgadeira de dit s
as mesmas c "nd'.joea.
54 60S')00 por -stabulo de vaccas
de leite den o da cidade.1
55 300000 por caa de j >go de b;-
ibar, venda ou uSi caf, charutos e b-
bid-s fermentad s, nS > tendo mais de
2 bilhares e 68000 por cada ura que
accresser.
c6 15 [. da licefga para abrir ou
I ter berta fabrica d- qualquer nat>-
,'reza dentro do mun opo, sobre o valor
loca'ivo del' a quando nao e?tj*m es-
pe almente taxidas, respeitadas as isen-
95e8 eftabelecidaj por le.
57 As c-sas que venderem habi-
das espirituosas e fermen alas serao
coas deradas em '.*, 2.*, 3 e 4.1 clssses,
send > em 1 5080l', em 2.a 3">0iW\
em 3 58'M)') n em 4.* 12$000.
r<8 la8 )00 p r Tcenca para le-
vantar kosqses ou barracas por ocsa-
sio de festividades e 3 00 0 se u s
me.smas a* vnd r-mbsbd s eapirtuosa--,
v girando somente as refer las i cencas
durante o terapo de taes festividades, e
fra da cdadi pagr3o metade do im-
posto.
9 1-0000 da liernca para ab ir ou
ter aberta casa da negieio a ret-lh'
dentro da cidade e 850 K) lora della.
6.) 81000) de licenca para abrir
dep sito de p8o, hilachas e poductos
sem lhantes, a^sucar refinado, ou caf
moiio, fabricados em outro munieipio
61 ;0|00) de licenc'i por ent e-
ga'ir ou vendedor ambulante dos mes-
mos gneros fabric dos eua outro muni-
cipio
62 8"0O'O ^obro refiaagao dentro
do per metro da cidade e 500300 f
63 As padarias situadas dentro da
cidnd-, se'3o consideradas em 1.* e 2.a
classes, p-tgando as di 1.a 80$r)0<), aa
de 2. 40SO'0 e f a da ciaade 2 S0 64 31 p r marcador ambulante de
calcados nucionaes, oa obaa de f llia
de ferro, cobre, lata) ou es aoho na>
cstabelecdo no m. n epio.
(Contina)
Alpiste 50 sarcos a Auurim Fe.'aodes & C
Barris 250 a orflrto
Ceblas 30 ealia a ordem.
Cerveja 25 usxjs Rodrigos Lita & C.
E-ie.rrs 10 encapados a Roiirignea Lim-
& C.
Fumo 60 volomes a ordem.
Peixe 16 qua t'ias e 53 bordalexas 4 ordeno.
50 a Santos da F goeira & G.% 63 aoa coosiga-
tarios.
T'.eeiB 2 aos mesrxo', 2 a Jes Bailar & C.
Tecidos 20 volomes a Rodrigoes Lima & C,
60 A. Lopen & .
T'fcauum 8 voiompr. a Silva Marqaes & C.
4) Fui'tos I & Oveira.
X ra^e 92 Jo Bal ar & C, 452 a Ro^a
Ca-valbJ & Rioo, 448 a Amo'im Irmaos & C,
423 aos consignatario*.
Portos do so', vapor nacional Capibariba,
entrado no da 27 e coneigaado a Con-panoia
Pernambocana.
a lis 1.683 a ordem.
Cali 145 taceej a ioao Fernaades de]AI-
meida.
Lad bo 30 e.igradaloa a Paulino de O i .ela
Maa.
Oleo 1 raixa r ftht'os I maos.
Pipas 490 a diversos.
Tec do 15 volamos a L. Mil C 2 a A.
Sanios & C, 17 a RonriKoes Lima & Q., o a
Msctia.io & Pa-rir', 3 a D as Looreiro & C, <0
a Olilo Jarrtim & C, 10 A. Maia & C, 20
* A- Loes & C, 11 a Joaqotm Googalves &
C, 21 a Aives de Brillo & C.
Vmbo 28 barris a Joo Feroaodes de Al-
mei.a.
Aracaj e e?cal, vapor nacional Jcobyp.
er dmpaabia P^roambacanv, mamfesioa:
Algocao 266 rceos i ordem.
Cafe 40 saceos a Parale VuD'ia & G.
(lingos I.t00 sacers a J. Palter & G.
Fomu 46 rolos a Amorim Feroaodes & ''
Pellas 22 volomes a E. K.bn, 11 a Delmiro
Goovea.
TamancB 38 amarrados a Aimeida SLcbado
& C.
Po-tos do sol, vapor nacional Braxil, en.
iraao em 29 do passado e consignado a Pereira
Caroeiro & C, manifestoa:
Agoae 10 calzas i ordem.
Cerveja 20 caixas a A. Soares 4 C-, 21 t J
R. D. Fernandez, 1 a uliveira BisUa & C.
Cigajrus 1 caixa ordem.
Calcados 2 calxOes a C. C.-mpos & C-
Cnarutoa 2 caisaa ordem.
Drogan 3 caixas a Antonio Neves & C, 3 a
Leal & C.
Caf 160 saceos a Teixeiri & Miraod, 94 a
Farrelra Rodrigues & G.
Etopa 5 f .rdos a Julo & G.
L v oa 2 caixas a Gomet de Mallos IrmSos.
Fumo i volame a Antonio Silva 4 G-, < a P.
A. Lins Caldas, 3 a Francisco Da* Pereira, 1
ordem. 60 a Axevedo & C, 8 a Borel & C.
Ferrageos 1 calza a Fredertco C.
Tecidos 32 volomes a Rodrieoea Limi & C,
3 i crdem, 5 a Albino Amorim & C., 32 a Ha-
coad i & Pereira, 8 a A. Lopes & C, 38 a Ola-
lo Jardim & G., 45 a L. Mala & C.
Porto de sol, vapor nacional Itapoao, en
t-ado em 1 do correte e consignado a Ignacio
Goedes Pereira, maoifesioa :
Barris 550 i ordem.
Brabante 4 caixas a Amonio Pialo da Silva
& c.
en ambo 50 caixas a Antonio Doarte Carneiro
Vtaona.
Calcado 2 caixas a Farreira Barbosa & C
Chsrotos 5 calis a dlverros.
Cordal de plassava 450 a Amonio de Carva-
Iho Hooleiro.
Coo o* 817 a Rosback Brotbers & C.
Fio 80 fardas I vlova Soares Lelle, 5 a Case,
miro Fernandei C.
Ferrageos 1 calza a Flix Bandeira.
Fumo 10 volamea a F. Coala C W a Mo-
London &l\ver Pate
Bank Limited
Estabelecido etu 1B'
BALANCETE DA CAIXA FILIAL NESTA
PRACA, EM 29 DE FEVEREIRO DE 1896
Capital t 1-.50.00Q
dem realisado t 900.000
Fundo de reserva 930.000
Activo
Letras descontadas
Letras a receber
Emprtsiimos, contas caucio-
nadas, etc.
Diversas contas
Caixa matriz, tliaes e agen
cas
Penhores de empres timos,
contas caucionadas etc.
Caiza em moeda corrente
539:9783703
90l:235S0M
1 913:903S250
534:713S40
9.453:99589 JO
2 572:2238260
-03:324220
Rs. 16.639.3878230
Passivo
Capital declarado da Caixa
Filial
Deposito prazo fixo e com
aviso
Contas correntes sem juros
Diversas contas
Ttulos era caug&o
Caiza matriz, fiaes e ges-
elas
Rs.
500:0008000
2.470:3288410
2.l7:074S.l00
833:0318370
2 572:288360
8 131:691*830
16.639:3878230
S. E. &0.
Pernambuco, 4 de Marco de 1896.
(Firmado T. EUis, gerente.
F. Wiltnot, contador inierno.
raira & C., ?6i iz-v.do & C, 16 a aoioiio
de Ca-v.in i Mjn'.n o.
Mrcado-ls8 1 caix. a L. Mi:a & C.
Mifsas 100 ca x Pascas 32 ca Fipas IfO a M. S. H.ia.
Pnospncros 28 latas C. Lemca di C
Ptll-8 ti vniunrjf.a a Ros^oack; Bro ners & C,
15 i B,xwa I W.liim & G.
Pegos 39 caixas a Gomes de Millos Ir
mana.
Qje'ps 4 encapados a J.i Morelra A C.
Roopa 3 v. luxa- a Mun.ai Goellio Ciotra.
Tocis 5 a Amorim Irmm & G.
TcCirioJ 3 volamos a J. Gnna & C., 31 a 1
Amerito &C-, 20 a L Una & C, 11 a A. L--
ae- 4 C, 4 a ailveira 4 C 5 a Roiriauas Li-
ma & G 2 a Aff.i so Uaia & G., 30 a Per-
nira lmaoo, 27 a N Mala & C-, 7 a Mchalo
& Pera ra, 6 a Aives de Bntto &C, 20 a A
Uata &G., 8 a Pialo A've? & C, 10 a Alei-
da Mu na 'o 4 C.
V>obo 78 barris a Delflao Lopes da C'oi.
Vio 'gre 40 baria a JoSo F. de Alm-i^.
Xrqoe 1.I23 f.rdos a Jos Billar & C
00 a Pereira Caneiro C, l.085 a M. S.
Uaia.
New-Yo k e escala vapor BellaoN, ea'ra-
do oo da 2 consignado a H Forsler A C.
rame 200 rolos aos berdeiros Bowmaup.
Caudieiroa 14 volame' a odem.
Fainba de t igo 2.200 ta r cas a Machdo &
Lopes.
Ferrageos 2 volomes ao D'. Franci?eo do
Reg Barros de Lacardi, 5 aos berdeiros B.w-
pjaBO.
Mercadorias 1 cn'xa a C. Ribeiro & C, I aos
CiiiKigDatarics, 3 i ordem.
MacDiras para deaesrogar algodSo 4 caixas
aos n- rclt-iroi Bowmanr.
Uaieriaes 22 volme a ordem.
Pa de Urro ?0 felxes ordem-
Tenidos 4 vulunes a Ual'oa Camicha & C,
4 a B- .-'.ei & C.
Esporta^o
Recire, 5 ae Marco de 1896
Para o exterior
No vapor logle Hiveleoc, para rl-w.Yjrk.
carregoo :
0. Gooveia, 16.517 peilea de cabra e 7,768
ditas de carneiro.
na barca portoguea Tentadora,'para o
Porto, carreearam :
A. Costa 4 Ficz>, 2 barricas com 600 kilos
de assecar branco.
Para o interior
No vapor oacioa&l Gmela, rara o Rio
Grande do Sol, carreearam :
U. da Cosa Mo'eira, 600 saceos com 45,000
kilos de aasocar branco.
Borstelman 4 C, 300 barricas con 33,603
kiloa de assncar branco
Para Porto Aleg'e, carregaram :
P. Garnelro & O, 4T0 barr ras com 30,930
kilos de assocar branco.
Para Pe >taa, carregaram :
A. Taborda 4 C, 800 saceos com 60,000 kilos
de assncar branco.
No palicbo allemao .Taona, para o R o
Grande do Snl, car osaran :
P. Carneiro & G., 450 volme) com 44,609
kilos de asso ar braaco.
Para Pelotas, carreearam :
P. Carneiro 4 G., 550 volemes com 52,100
kilos de assocar branca.
Na patacho belga Enile, para Pelolaa,
carregaram:
G. Fonseca& C, 300 saceos com 22500 kilos
de assocar branco.
Ro vapor francez Campana, para San-
tos, carregaram :
Beltrio & Irmio, 500 sarcos com 30,000 kilos
de assncar mascavado e 100 ditos com 6.000
ditos ce assocar branco.
H. Baile & C, 400 sacro* com ?4,000 kilos
de oasnrar mascavado e 1,000 ditos com 60,000
ditos de assncar branco.
i. Bailar & C, 10 pipas com 4 870 litros de
alcool, 400 saceos com 24,000 kilos de assucar
H.BLIUijOlS 4 PEDID
Cont* matutinos
Rolcre o Diario de Pernambuco, em sen
numero de ante i.ontem, qao esl3o (eitai as
numeaga para a njva E-cola d Eogenha-
ria desle Eslato ; e em seu numero de hon-
u-m que, Deje tfr lu^a a eua inaugargao so-
lemne.
Tiaia-se da um importante melhorunenti',
devido aos incanaaveis esforfiOS do honrado
pernambucaao Dr. Aloxand.e Jos BirboJa
Lima.
S. Ezc. na> qui doixa1- o governo (lo Es-
tado, sem da' fxecuga) le n 84 !: 3 de
Juiri i lo anuo u lo, urna da HWB Dti| bel-
las iuvongoas. um do? melhore3 pontos de seu
billiaule pr.igramiua.
A gloria devia realirento, ser de S- Btf;
ef.cil 6 de ava;ar o s>u coiilei.timenio, no
dia de boje.
Smenle, sgora, ja no fim oa sua almiois-
tragao, confeguio S. Exc. ura pouco de so-
cego de espirito, pira dolare seu raro Per
(Tarabuco te raellicrara litis, qu-j ella tinha
incont'rt.vel direilo.
t D:zambrj de 1391, b:tn fabem todos
aqualles que t^em iCampanAalo a mir.ha dos
negocios pblicos nesle Balado, a lula larri-
vel, encarnigada, que o arrasluram pequeni-
nos e desleaes inimgos, todjs elles araigo
la vespera.
Fthznente o anno da 1895 reparoii de al-
goma firma o grnude mal, e pd'.-s afBrmar,
em recelo de coolcslagao saria, que n lie r -
cuiieroo S. Etc. 04 3 innoa perdidos, era urna
ag'tagao diaria, constante, e beru pouco provei-
tosa para o seo Estado.
Nao que o illustre Groveroa 'or do E.-tado
riesse perder era aquella tretn ndo agita
gao. 0< ra.iore3 boraDiis, j o di'-se algu-m.
pi.-a a n p.'lo apien lizado das liffieuldades,
que smpre oteeliior e-timulo e disciplina*
dor do raracte", a muitai v;z2s desperla facu1.
dades qu, Bi'in elle, ter ara lieado ado.nie-
sidas.
As-ira como, s vezp, rj comrtis se da-
Cobra o du>a te os eclipses, oa h;r 8 briliiam
nis calaml l iles r pentina*.
Mi?, eu dis'e que em 1895, o Sr Dr. Bar-
b) a Lima fez muito, pondo-si em dia cora a
su eooseieneia de bom pemambacano.
A cjlitcgj de leis daqu>-lle anao, gros;o
volurao de 127 paginas, cjntern prova irrecu-
ivel. immoredoura, do qoant vale o enjenho
e arte do distincto Governador do E'tado.
Ha alli, em feu? projectos convenidos em
le, um atiestado vivo da grandeza d'.iiina da
S Ezc do d9sejo ar li-nie que sarapre nuniu,
de da os primaros das da seu goveroo, de
trabalhar neln engrandec n Mito e prospenda"
de desla patria s%a muito amida.
S Esc. lera sido sem re um valenti d ifen-
8or da clajse dos funeciouarios pblicos do
Esla lo, cercando-a de todo prestigio, de todas
as garantas, at endando a em todas as suas
justas reciajoa(OiS, da um rao'.o quisi pater-
nal.
Il"prehjnde, hoje, o erapregadoque corara :t-
teu nina falla, pira imaniift conceder-ine o
perla>, em plirases ainigis, cari(ibosa8, de
chefe que canbace seus dirpiio? e d -ver*.
mascavado e iU dios com li.OO ditoa de
b.U'.ui i.*ad',0.
P. t F rrfi'a & G 23 p-jas com! 1,750
litros da alcool.
9> a o R d Janeiro, carregaram :
Mi"ii.iuc Srixas. 1,000 malos la 'olla.
Djrarag 8 Muoes, 2,030 sacc s com 120 000
kilos .le assecar mn><'. i. V. Uirques, 2,000 saceos ca O.OOO tilos
de ar-aar b kOCO.
Polo Perreir? &C .SOpiaiccom 15,400 lifoa
de si o.I e 30 ditai coji 16,(50 ditos de a^aar
.lente.
No vapor nacional Hapcam, taia Pe.o-
tas. careearam:
U. $. M*ia, .03 6accoscora 30,0C0 kilos ut
assicar baoco.
V. di 8 Ivein 4 C 150 b.r.icas com I5,4i0
kilo de assocar brando.
Para o R o de Janeiro, carregou :
J. F. Borges, 15 Ciixis com 300 kos de
do;e.
No varoi ioele C. Prince, para Sintos,
carreearam :
M S Miia, 500 saceos cora 33,000 kilos dr
abocar masca-alo e 100 ditos com 6,000 ditos
de assocar branco.
= No vapor nacional Planeta, para Victo-
ria, carregoo :
A. C Moreira Di'S, 25 cMxas com 630 kilo3
No vapor nacional Camocim, para San-
tos, carregaram :
S. G'im-r<'s 4 C.50O saceos com 30,000
kilos de assucar mascavado.
J. T. Carrrirc, 400 sccoj com 24,000 kilos
de assucar maseivado.
J. See Gaufii vs, 1 ca'xa com 20 kilos <>
Pereira Pie ti ., 203 barricas cu 17,400
litres de agoardente.
A. C. Moreira Da-, 30 barra co i 2.640 litros
de agoardente.
BeltrSo & I'rc\ JO) saceos com 12,000 kilos
de assocar branca e-i'-i ditos com 24,000 kilos
de assucar mascavado e 15 pipas com 8,100
litros de alcool.
No vapor inglez E Domingos Mtnles. 2,000 Sceos com 120.000
k los de assocar ma"avado.
A O. de Souza, 38 caixas (on 1,000 litros
de oleo de ricino.
P. Alves & C., 00 sicc.s com 30,000 kilos
de aiaoear'oraoco.
Para o Rio de Janeiro, carregaram :
A. Cosa & Fraia, 1,500 sacces cam 90,000
kilos de assocar branco e 500 ditos com 3),00U
ditos de assocar nmcavado.
J. Goocalves d'Araajo, 40 pipa* citn 19.2C0
litros de agoardeatd e 35 ditas com 17,550 ditoa
de alcool.
A. Koreira & Irmai, 55 saceos con 7.680
kilos de asen a: branco.
No vapor noraegaense Uaain, para o
Rio de Janeiro, carreea'am :
A. TabiTda de assocar branco.
U. S. Mua, 800 saceos com 4i,00O kilos de
aasocar branco.
No vapor inglez G egory, para o Para,
carregoo:
L. J. Silva Goituaraes. 200 barreas com
13,330 kilos e asBo^ar branco.
No biate Teatidora, para o Natal, car-
reearam :
Sanos Arsujo & C, 100 caixis com 2,300
kilos de eabio.
Costa Lima, 3 caixaa com 216 kilos de lamo,
Az vedo & C, 1 caixa com 1,000 cbaroto.
No blate Deua te Gaa-d, para o A-aca-
ty, carregaram:
F. Rodrleoes & C, 10 barricas cou 1,656
kilos de assocar branco.
J. A. C. do Reg, 1 caixa com 3,000 charo os.
Na barcaga D. Jalla, para Macei, car-
regaram :
Aievedo C, 2 caixas com 220 kilos de
carias para jogar.
Na barcaga Crrelo Parabybano, para a
Pa abjba, carregoo :
O monte pi, que vai entrar, agora, em eze-
cugao, 6 tambera urna oua prova do que vale
aquella Rima, sempre ab?na aos grandes cora*
inetlimenlos.
Dlfpen80 me de sprec'.ar, agora, os actos
mais imporlanles da atinmistragio do S. Ezc.
E' potvel que eu lenlia a nda occasiao de
a/el-o.
Pegando hoje da penna s tive cm vhla Mi"
cital-o pe cr-agi da nova E-cola de E ge-
nharfa.
E" portanlo, cheio da ra .ior salisfag'io, qua
eu, pernambucr>no da nasrimento, e bairrista,
no genuino sentid > da palvra, envo d'aqu
n inhas cordeaes snu ag6-s a Esa. peio
dia de h"je, sem duvida um dos mais alegres
de sua vida.
Est r.--conheci lo sena lor do Esta lo, na va-
ga deizad pr-lo maa illuslre Collega I) i r*
culino Bandera, boje era asento no Con-
greeso Nacional, o Bxm. Sr. D-xcmbargador
Manuel Caldas Barfetto.
!u pens que a escolia do Directorio do
Partido Republicano Federal de Pernambuco,
fol acertadsima.
O passndo de S. Rzc. urna garaolia de s^u
fu i uro.
Educado n is sai 3 principios d justo e honesio, magistrado qu- eooservoo semp e !m*
po lula a l ga, qu? por muilos annos, vests,
fra de dovida que adqoiriu direitos esli
ma e consider-igo de I0U03.
Recilw Dr. Abelardo de Vasconccllos.
O tlunlc-pio
Alcm dos innmeros molhoramen-
tos de que tem sido dotado este Esta-
do pelo benemrito governador Dr
Alexandre Jos Barbisa Lima, mais
um acto incomparavel vai ser posto
em execufo, amparando as familias
dos funecionarios publ eos por meio
do Monte Po.
Qtiantas fam lias de funecionarios
distinctos e que hoje vivem debaten-
do-se com os horrores da miseria ?
Qual a razo ?
A inerc'a e a desidia dos governos
anteriores.
Milhares de familias para o futuro
bendiro o nome d'aquelle que, como
governador d'este Estado, soube com-
penetrar-se dos seus deveres, visando
nao s o bem geral, como nteiessan-
do-se com afinco por todos os ramos
do servco publico.
O Monte-Pio ser o chavao de ou-
ro de todos os acto do immortal go-
verno do Ilustrado pernambucano.
Os invejosos e mesquinhos adversa-
rios, conscienciosamente, faro a devi-
da justifa ao governo que infelizmen-
te finalisa a 7 de Abril.
Os ingratos e os despeitados podem
morder de furto as maos d'aquelle que
anda hontem os acariciava.
Olinda2 3 96.
CONSTIPACOES D1C UAULlVlilRA
DllOUtftlt BRG.4
J T. Car eiro, i0 CXK cora i,JO) k.l>s d>
faoao.
__ >a t, r.ag F Si ie 1 -d para Miran
guape. car.egar*m :
fiib6*.vos Correl< & C, 2 barrea) cora 18o
kilos de as-incir reli ajo.
Ni b naga Flor de Miri.. pa-a Miran
KOa <, carreearaia :
SiQi03 A'ao|o & C- 30 calzas coa l.loO
kilos de eabao.
N1 Darcag ?bene, p.ra Maragogy, car
re "Tam :
p. Rjiruii'S& C, 2 ba-rts com 180 Uiros
e vma< e.
Na b c g* 5. U noel -, para Camaragrae,
carr.Ka'am : ___
* C U.Tfird Diis 5,030 litros de sal.
e' S.lva, 30 ^a xs oosb 960 kilos d a!)S), 8
asilas com fc4 liras d geueora, \ oarris com
120 d:toi de f.uctas e l caixa coai 40 duos de
cidra.
Retid estos pblicos
Alfnniega
M?i e Mi-go ue 1896
Ronda geral :
Do dia 2 a 4 210:899*417
dem de 5 65 378*686
Rend do Evado :
i)o da i 4 91:517*782
dem de 5 42 590.491
276:279*103
134:108*073
Total 4(0:386*171
l'secgao ds Alfande-.a de Paroamoocn, 5
la Marg de 1896.
U ebefe da aeccao
L. F. Codeecira.
O iieaooreiro
Lalz Minoel R. Yaleaga.
R2CEB20O.1IA DO ESTADO
Renda de 2 7:570**73
dem d 5 IjMBMDl
9:503*678
hSGI<"E DRAIUGS
Reala del 4 518*910
dem de 5 2.276*430
6835*360
Mov/lmeato do porto
N-vios iniradi.a no da 5
Sootharao om e esneU13 das, vapor ingle
Daaob", del'25 tonelada?, co'Dmandant-
G. M. H k-, equipagem 159, carga vano
gneros; Amorim Irmaos & C
Bordeaos e escala13 diis, vapor f'ancez
Equateor, de 2002 toneladas, commandinie
E. Lartigne, eqopiuem 124, carga varios ge
ner.is ; a H. Burle & C. .
New-York -18 da?, v por inglez Crele Pm-
ce. de 1302 toneladas, commaolanie W-
Duon, eqoip(?'m 29, carga vanos .gneros ;
a Joboaton Fatler &. C.
R.o de Janeiro e ts.ala-8 dias, vapor belga
Hevelioa. de 1653 tocelads*. commanlaole
W. Slapledon. equ'paem 46, carga va'io.
gneros ; a BlarkOnrn & C.
Navios sabidoa no mesmo la
Boenos-Ayeae escalaVapor Ingles Danobe,
commanJanie G. H Haks; ca'ga vanoi g-
neros. ,
Baeoos-Ajree e escalaVapor rrancei Eqoa
lier, commanJante E. Lartigue; caga va-
rios'gneros.
Montevideo e escala Vapor oorae&oeose
Mooio, commandanie J. Sund ; carga varios
genero*.
Hereadlo Mauicinai de *se
O movirasuto dests mercado no dia 4 de
Marca fol o segoinia -
Entrsram :
40 bois pesando 7,195 kiloa
575 kiloi de peixe a 30 rs. 17**50
38 compart. com mariscos a 150 rs. 5*700
6 dit. com camaroes a 150 rs. *900
Um mar
(a* d. anna alexandrina c.
d'albuquerqe)
Vga, tosca canoa,
Sim, vga docemente
Por este mar afora ..
Apraz-me seu suspirar,
Grave, emocionante,
Que relembra-me vivo
d'um seio de donzella
O encantador arfar.
II
De joelhos contemplo
O eco e este mar
Que ora figur-m-me
Cambuta extasiaste...
Lembro-me dos am'gos,
Lembro-me de meu lar...
Procuro desvanecer
Vio extenuante.
III
Oh certamente sois,
Ondas do Ocano !
O Fj-mbolo perfeto
D'aquella Laura gentil
Que por desdita encontrei,
E sbito perturbou
Meu viver solado
Com sua graca infantil.
IV
E' tompo de deixar-vos
Ou'a noite vem cahindo,
Frgida e sem loar,
E prtas vo ficando
As aguas verdes do mar ;
E vo m'apavorundo
Os ttricos phantasmas
Ou'a mente est, croando.
Tamandar, 8 de Fevereiro do anno
VIII.
Ibituzaingo.
Capuoga
P. r rf. ter i 'o i. ; *i-Mto no edido
ja- ti; r o Din-. i 50 do pasaal i ara
1 ; '. i .t I co se a es-t-.ii s m p-ev.s J s
>ecesa(03< q f. na rofiamenle se mefa-fm,
loase o lvi:rKde f ter poulicar os ai'eatidcs
ai. xi, com os sjoaes cea fzer que o pos i',
rive lo on ojie :e 'e t u eavrnBiar micba re-
oi 50-, ;ri. 1 q p d ora ro era pobre, vjlte
p .'i o ifil I q- e vo.ti 00.
R-cife. 4 d- Mar^o a 1896.
J au Qj :.t ih-. ie Portes Braga.
I lm 3-. 1 a ia ere e ,> pedir a V. S.
pa-a i~e r.so-r'i-r ais loesitol a^Komle- :
1 Sj n qoili ade d ras.deo" que V. S.
aj.i. no 1 di r 1 11> poi'isl 0.. i>,.;,, -iIlv se
eu no i m.vj de .! i- bdimm u i aoo euide'.ga-
o d^fie mermo d:s:-icio, t n-a-me p-evate'i.
lo d 1 ra go para DraUrar a' 11* d- p -rs. oi^aj
contra r,u .:qu^r c d do squi mora'or ;
2 Ss a V. S j -or.bioa am '.a atsm> pelc=
diaemBter f 11 a lo ed c >m o re'peuo teido
eejoitqaer fauili., 'e licdo coat-a a m bo.
neeiida-, i.jso aqai uo .ftncio oj me.;rao em
tu ro leg**.
D rijo.me a V. S pe lindo para respoader
ar* qoesitoa a-resr-oia o ronfi .do, qu* com3
xel so chafe de 'afilia, como V. S sabe ser,
uo eixn' ie due' a ve'd^de embora esaa
ji cota mi-D ; dieto que l&e livra e por
coj > m Uvo nao ra fl a res numen! 1 algim,
pom f P'o oro ir.'' Tf--dalj e|i a ve-aade.
Re <>-,34 da K;v e o e 1895.
oa Q .lo'lloi de Po-ile-i B tg.
35 columnas a SoO rs. 3J*4CO
1 cargas cora gallinbas a 750 rs. *7o0
8 caasnaes com gailin -.ns a 4$0 t< 360O
2 cargas com milbo verle a 450 ra. *900
1 carga com amendoim a 450 450
3 cargas com balaias a 45i rs. 1*350
2 carea co.n macacbairai a 450 rs. *90O
t carggs con> coquimbo a 450 rs, 450
10 cargas com perlinas a 450 rg. 4*5U0
14 cargas com verdo.'a.< a 4)9 rs. 6*100
i carga com canoa a -'><) rs. *450
4 cargas com laraojas a 450 rs. I*8J0
3 cargaa coai iohnrnti .1 450 1*350
2 cargas rom loucas a 45 rs. #903
6 cargas com melancia a 450 rs. 2*703
2 cargas com melSo a 450 rs. *900
3 cargas com diversas a 450 rs 1*350
90 carga- com farinba a 300 't. 27*003
10 eargaa Coai miibo sera* a 300 rs 3*000
10 cargas cem feiao a 3 JO ra. 3 iCOO
15 Sumos a 1* ,-3. 15*000
68 iugares a 3J0 .9. 20*400
12 como, com auineroa a isK-XI 18*000
9 comp. coa aci.i iu sl#980rs. 9*450
8 comp. cum freasuraa a 9 K s. 7i200
7J com'. com faiend;-- a rs. 140*000
31 comp. com oiti'mj a I*u50 ra. 22*050
49 jomo, com verdaras a 450 rs 22*050
110 comp. com arioOa 600 ra. 6^*003
45 Da,', com talo a 3*000 135*000
RtndlmtQto do da 1 a 3
572*750
1.656*109
2.. 23*850
?re!,oa do da :
Carne verde de 200 a UM0 rs. o kilo.
Solos de 1* a 1*200 dem.
Carneiro de 1*2)0 a 1*5 Hl ideo.
Par;-.ha de 600 a 1*000 ra. a cuia.
Milbo de 600 1 1*000 rs. a coia
Feiiao ue 1*200 a 2*000 a caa.
Xavios esperados
De Hambargo
Brigue ailemao Oao Grat ta Slalberg.
De Cardiff
Barca Do:ueguen3e Wipooa.
Barca nornegeense Sala.
B^rca noroeg .ise acia.
Barca noroeeuens Auriga.
Barca ooruegnenso Tnemif-
Vapnres a entrar
MEZ DE MARgo
S. Salvador do sol, a 6.
Una do n.rt", 6.
Potos do sai, a 8.
Be'graoo ca Eoropa, a 8.
Piaueta do oone, a 8.
BraodemtJorg do so1, a 8,
beoerice de T-ieete, a 12.
Atices da sol, a 8.
H.beuslaafeR j ;!, i. 9
Itaqoi do sol. a 10.
Marcban! de Lveri'ool, a 10.
Olinda do noite, a 12.
Vapores a sabir
MEZ DE MAtCO
Santos e esc. Urrpj-a a 6, as 4 horas.
SioloB cirecto CaDoctm a 6, as 4 horas.
Rio e Saoloa Eira a 6, aa 3 loras.
Sar.tia e esc. Comtta a 7, a8 4 hora?.
S.-n o e et-c. 'J'-ole P.'ince a 7, aa 4 b.
Manaos e es'. S. Saiv*do a 7, as 5 horas.
Rio e esc. Pl-Dtti a 8, ss 5 bo-8.
Plymooth 6 esc. Poioai a 8, as 11 horas.
Sastra e eac. eigrjoc a 9 as 4 horas.
Santos e es.'. Al ce a 9, 88 3 horas.
?ara e esc. Braoiembur. a 9, aa 5 oras.
Camocim e eje. S Franci ce a 12, 88 4 b.
Brenen e esc. Honentofen a 10. as 3 oras
Rio de Janeiro e eac O Inda a U, as 5 b.
Sintos e eac. Belanra a 12, es 3 boras.
HaxDO'g e esc. Aesocion a 14, as 4 huras
Genova e e?r. Rosario a 17, as 3 boras.
Manaes e eac. Espirito Santo a 17. as 5 boras
Liverpool Marcbant a 20, as 3 boras.
Liverpool Liverpool a 20, as 4 boras,
I

i.
I
.
MU1HAD0



__

I
Diario de Pernamboco !ex
a- m'
189o
-D-. Pe
Re putanlj ton qi-i o te mi formilalo*
pelo Sr. Braga como aoto'ii-iJe que S. S.
nao me coma a a p->Men e i ata qa-; coa
exoroiu u pessoa aVom ; ssnu c au jn.i* eb-gu a.
meo coin'/m a o qu> om'im S B a*,
em tenpj algam te iu se -ffam ij to-i i>
pos de moral edo*-*o-io as fam lia*. A) coatra'io ie>i se loruado :.
dor da estia; e coasne agio di Utos aq com qaem as relacin> e p>r -e- vanade o ojo*
digo, aisigaj m cralo, ottrgiio o amigo.
Df. favarc*" de UoMo.
Recite, U de Ptv.j-.-irc de 1896.
Aamboa os jo'.'itjt respod neg ti/-.
mente.
G.-aga, t% de Feve/ei o de 1893 Padre Z.
Ferreira Vello c
Sibacrevj us pa-torea a ina.=D Fe .
raira Velloso.
Paco o mih"1" cooeUe d) suip'icinl".
Recite, 25 ite F-w.i'j de t8H.-Wg h
Coe.no.
Sobscieo o p.r^ce anpri-A e cti-
. lbo.
Suba revo O? atistalos on-a.
Kecife, 23 <1 < Fever.-i o Je 1896.Ao-'osi-
Ce^a" 'la Caoba.
SoOSO'Ovo oa a tO:t:d i i'inn.
Gr.'C), 23 J'F .-irj Je 1596 J>s J >
qu corroa oe A ao|o.
SreTeoos pi' ti jga, 25 tr !' e tj de t-sy>.=J iaqal n
Jos Cirreta de A a
Raspjoio oegitivamei'.'' ao> lois quvio.-
CTiiU'ilos o lo r B a^a. e .are.'.
trario, formo j menr boj sito a esta r.
pello.
C.punga, 26 de Fevereiro de 1893. O
Adnao i. P. .t, 8 Ifa.
R-bj ood do hi an sUas ca i ramal i.
dos p-i-i 8r. 3 a::, ".id; mi conaia q-ia o i-.
abone, leo lo o id mira io como se .v i e ze-
Icau aprimeato de ai tetera o.o
aatandade.
Re e, 26 a FeverefrJ de 1896. Bisarlo
de L'iii C sir.
K'-p.m'o pea mssaii for.ni di --sp st
aa* a cst Cede.
Radie,6 a Fv*mo la I8WJisqBi
Pires Goicatve* da S Iva.
SooS'revj i a t d '
Reeifa, ^7 j Peariro .te
Poioii.
Sobae e o oa a;te falos a:im>. Joro Pe-
relrj da R-to.
SabeC'evo o* ate tad m eoo'a.
R'Ctf,l7di F v reiro 189S -B .lo d
Preitaa tioimaraes.
N-Ua aja cooau qce d-a-oooe > e ,!-ti :.
do S Braga, coom autorlda le. O F
Salmxraes.
= N-i i teolM conh-<* aeot de fael a'*?
qoe prejadiqae a raj ti,> tl^aiurij la
prtMot r^-t-.
Ctpaag ,7iaP wrel ) i 1898.Cwei
da Silva.
= Sb-.',-e7j o j t t.los adaia.Miaoel
Carpiiiteiro Peres.
Soi qu? o 8opr)l\.an'.B oi!a lera q;e o d-
sabone ou >oa na noral 8 pnta ".
Caponga, 28 de Pevereiro d^ 896 P ao
Cisco Maobil da Silva.
A smboi i s que-iO- 'O'mnladoa p?u br
Braga, re'nondo i-eg livaije-iP.
Recite. 29 de Pefereirc oe *8.f3.Alfredo da
S:lva L yo.
Nao m? coisU Ojae jamis o S-. Bra?a '-e
nba ibusaio ','e fu latcridade nara peraegai'
a qoeni qaer qu e-ju e pao 'u o qae sel *
seo reapsito Ibe (avoravel. Ha moi'o* atooi
qoe o conbego coico aii .idaao hoae-lo, ten-
tlo e nion.u-a.lo.
Recite, 29 de F*erein de 1896.-Dr. Mila-
qu as A Godc.I.s-
Subscrtvo a resio.Ma cima.-Aigusto
OctaviaDO di Soma.
Subfcrevo o att-g'alos cima, em 1 de
Mirg i 'ie 1836.Euaei o Ca'doao Ayeg.
Sobtcrevo a re p.-gta d> D-. Maiaqoas
Gencaivea.
Ca unya, 1 v;e Ma-o d' 1896.Aatou'o Do.
mijtfii* Pmio.
Fo-ruo boii cooce'o do Bopplicanle e na-
da ocvi dizer em sea disfavor. O-. Coelbo
Leiie.
Pe-so qne o Sr. F. Btoa Braga, tem a ido.
neidads precisa pana ext-rcer o crgo A', sob
delegado ; aim dir-so el) bam iai< boas qualidalea que pos-ae. Cassiano Li.
pes
Resp.indeod* aos qaesilos formulados le.
loS% Br.ga, ttoho a diter am de f^rda f
qoe o raj8mj eenior, ne-la fre^onz a nan pO
lem fe m optim^ polica, com 'ar.tetn, gerep-e
respei ando a tolos e gem extrae' viognea o#
especie tUorna. Tqji as RozeoJo de 0.;-
veira.

Jos llatheus Coimbra
7. da
Morreste dos miseraveis grilh5'S da
materia alou-se o teu espirito immacu-
lado, desprendendo o v5o atravez de es
pago infinito, em bu^ca de ana erigen.
Morrest mas tua mamoria querida
ficar gravada eternamente na alma dos
que souberam apreciar o teu grande es-
pirito e a afiaita bondade do teu cora
52o, s amor e ternu-as.
As musas que te foram oompanheiras
e que enc'ieram da illus5es o teu cora-
c5o de poeti, hio de e'etmente fallar
de ti, dos teus sonhos dourados de mo-
cidade, de tuas aspiracoea da homem de
b:m. N'esse mystico sanctuarlo que
construste para arebitettar as aspira-
coes do teu fu'.uro, tio prematuramen'e
langados por trra, revivar para ssmpre
a mysterioBa historia 'o teu coroslo que
tar.to amou e soffreu, do teu espirito que
tvnto luctou no combate asperrim da
vida, onde sempre estiveste, corajoso e
forte.
Dorme, sinhedor a recompensa que
a eterna justiga res ;rva aos bous, se ha
de inanitest r para ti qu3 tantos bens
espalhaste com tuas maos prodigas, que
tanto te fizeBte amar p;h tua grandeza
moral.
Ao menos t que fosta um justo, nao
sentirs mais feriram-ta as njustigas da
trra. Dorme em paz '.
Ao coiniuercio ao publico
Jo Augusto Alves declara que nesta
data em diante a bem de seus interesaos
coimerciaes, e para podr usar a firma
de Paiva Ferreira & C.a desta pra^a
da quai socio, pa*sa a assignar-se
Jos Augusto Alves Ferreira.
Recife, 5 da Margo da 1896.
< a n tundo
A' urna bella creanca pemambuenna qoe
amarnenia em mu to boas tetas... e que se
pie procura saber de minba vida.
Voo contar-t^ minha vida,
Qua nao 6 royMeriosa...
Nam envolia nog borrrea
Des a crise pavorosa I...
Urna vida de toriura...
R passada de amn-gura...
Oi pezares, detrisiura ..
Vida agreste... mol penosa !
torra millio, bem torrado
E o misturo rom caf !
E, derlaro francamente,
- Que caf com ral ti o !
au preciso d m-ntir,
A' iiiU ni quero illudir,
E eapricho em preferir
Da verdade apuraf!....
Pelo pr co que m'o pagam
- S, aeaioi p aso o vender f
O m>'u lucro lo pequeo,
Qu.> nao l-nie p'ra vivar l
Boto .'alio* britinr,
Pasa i noites jogar,
Trahalh > a bom trabalhar,
Nesta vida de aoffror
(Uo sou felii, como t,
-- Boiiiio pernambocano...
Qj mamas era boas telas,
H.i inuito mais de uiu anno !...
Poste dutr'ora nurtloiata,
E lambem roarianni^la,
E's agora, barbosisia,
E amanh S'.Tas tosono !...
Eu nasci Republicano !
S cinneco Dfua '. Le l
>ou |il bep Ilenbo urna lyia,
E drt--io quem re !
Nao nv ren in, sou ieimn?o...
Pertioax. e caprichoso...
N> suu servil, nem medroo...
limbora digain qu'errel l
A'gumas noiles trabalho,
Com peona, Unta e papel ;
EmquaiHo vines i-isonbo,
= Em leu dourada docl !...
E depoia que loca missa,
Deixo i p tnna ; e com prejUiC
Vou dormir, gem t r cubiga
= Do teu b-iihan e laurel '
A's seta hora3 acord ;
Mello as venias no fogo,
A' torrar millio e caf,
- Qu^ minha obngigao !
U'>qiiegi al de almogar,
Do proprio rosto hanhar,
S teodo in mira Knnhar,_
E (umprir minha mts/o !.
E' assim qu'eu vou vivendo t
- Na> d-ej,is bem saber ?
Esrula, pop. nestes versos
- O qu'eu te quero dr :
Na vi la. sem te matares,
Gamia- contos aos milnares,
Fo*mas castellos nos aros,
- E nao pensas era morrer !...
J tueste teu chalet ?
Deve ser de muil i glo ?
Os continhoa que mamaste,
- N5o te slrvara da desgosto I
Ouve, pois. o que te digo,
Que nao sou leu inimigo !
Eu nfto te d-ixo I... e nigo !...
= E d teto 'oi* dtposto .'...
Nao comas ? que t'engasgas,
K ftcas logo ental-do !
Deste leu pirftu gostoso,
l''me, ao menos, um bocado I
'Stou magro de irahalhar,
Passo as noites velar,
Tudo, emlim, p'ra suten'ar
= O mea fardo bem tezado !. .
Reccorri ao laequeoete,
E o frequeniei com firmeza !.
A roleta nao a quit,
Rereiava a cerrenteza !...
E perd um bomcobnnbo,
No demo 10 d i jdgoinho.
Onde n,em desalinho,
Ficaria com certeza l
M?os esforgos sao baldados !
Pens muito em raeu tuturo 1...
J 'slou velho. nada valho,
E rae vejo mal seguro f...
Nao desej ler rlquia,
Nao invejo alta ncb'*a,
Tenho rado di pobreza...
Neste chaos trevso,impuro !
Son descrente,pessimista,
Nao sou bonito... feiia I
Fogio de mira a ventura,
AfTagar-me ella nao quu !...
A mocidade acabei,
Minhas forjag esgotei,
T aleijado fiquei,
E meu^am aro nao fiz
J contei-te minha vida,
Que nSo mystri>sa. .
Nem envlia nos horrores
Desta crise pavorosa !...
Soa leal,lenho a franqueza
De dizer-te com certeza,
Que nao quero ler.g andza
Nesta Patria desdtosa I
Vou guardar meu alade !
Nao canto mais I -'slou cansada '.
Canta sempre esta modinha
Em si bemol, entado !
Minha lyri le offergo ;
E de ti nunca mVsqugo !..
Se alguma cousa merego,
= Manda-me um bulo svado /..
8*
m-
t
Seciedade Musical 0.15 de
Novembro
D. o* ollnda Morelra de endon
ca Moura
a directora da Socudade Mosical Olinder^e
Me Novembro, em bomenagem ao sea ex
presidente e socio benemrito coronel JeSo Ro-
dneoe* de Moora, manda resar orna mise por
alma de D. Deoi.ada Moreira de fcudonga
Moora, as 6 1/1 horas da maab de *';
6 do correle, no Mostelro de S. Beoto em
Oiinda
Para'sssistiremaease acto convida a todos
os aesociados em geral e oem assim aoa pareo
tes e amigos da finada, confessaodo-se agrade-
cid i tog qoe compareceiem.
Sfcretaria da Soi-ted de Moaical O" 15 oe
Novembro, em 3 de Margo de 89S.
Mano Jos Fernandes,
1 secrelario.
Margo, de 1896.
Joaquim Francisco de Mello Santos.
Empreza do g*az
A. contesta^o in-
serta na Revista Dia-
ria do Diario de Fer-
nambuco declarado
que fiz sobre as contas
de onsumo de gaz
nao destroe e antes
confirma a mesma de-
clarac,o.
Eu nao disse que
e s s a s centenas de
contas de reis, m is
sim que debito do
Estado por consumo
de gaz, hoje na im-
portan cia de cente-
as de contos re-
monta se aoanri de
. 1893 .
E' esta urna verda-
deque nao pode ser
contestada, e na
propria contestado
se confessa que o Es-
tado esl devendo
1L0.067060 corres-
pondente ao anno de
1S93 restando, ainda
contas de dilTeren^a
de cambio de 1881 a
189!,como ainda con-
firma a cutestae.o.
Pois-bem, para ter-
minar ^esta questo
declaro sem receio de
contestacao qae o Es-
tado deve actual
Empreza do Gaz nao
8 desde o anno de
1893 como de outros
centenas de contos de
reis.
D'essa divida re-
quer certido hoje,
que publicare! se for
necessario logo que a
obtiver.
Nao faria esta de-
clarar 3 se o fosse
forjado, porquanto a
Empreza tem sido
credora de sommas
ainda mais importan-
tes, prestando-se a re-
ceber os pagamentos
quando convinha ao
Estado, eate em apo-
lices descontadas com
o prejuizo da Empre-
za.
Quanto dizer-se
que essa clausulada
proposta leonina,
apenas direi que pela
primeira vez vejo s,
sim qualificar urna
clausula, que impor-
ta simplesmente em
garantia da boa exe-
cugo do cor tracto
por parte do Estado e
nao traz Empreza
augmento algum do
lucio, que se podesse
dizer excessivo leo-
nina.
Sao essas as expli-
cacoes que tenho a
dar ao publico e ao
Jornal do Kecife para
mostrar que nao fal-
tei a verdade.
Recife, 5 de Mar-
co de 1896.
Samuel Jones,
Gerente
de llardo de 1 f>0
5
SAUDADE ETERNA
NASCEU A 1 DE NOVEMBRO DE 18V1
^Tq)
UM A LAGRIMA
Sobre o tmulo
DE
JOS MATIIEX'S
COIMBRA
HOJE
7. (la do seu passamento
(29

5C
TT,
a
A drogado
O Dr. Jos Vicente Meira de Vasoon-
cellos, advogpdo, dedica-so especialmente
ao estndo e resposta de consaltas sobre
assumptoa forenses.Escriptorio rea
do Imperaaor, hsje 15 de Novombro, o.
50, 1.* andar.
PHOSPHATINA FALIERES. Alimento Has enanca
O Rauliveira
E' o poitoral mais effcaz, mais barato e da
gosto mais agradabilsimo ; na Drogara Bra-
ga e em todas as pharmacias.
GC
^3
Adrogado
O Dr. Ernesto Adoipbo de Vaaconcellos
Chaves, tendo-ae aposentado no cargo de
Desembargador do Superior Tribodal de
Justiga do Estada do Para, abri escri-
ptorio de advocada em Ba'm, capitil
d'qu?ll-i Estado, ra 13 de Maio, n. 35,
I.* andar (doto da Travesea 7 de $*>
oro) e ali offerece os aeus servigos
j ceameroio desta prags.
litA^
EDITAL
Detobatruc^ao do Caes
Ramos
O Dr. Prefeito do municipio do Recife
minia intimar relo preaeate ao ^r. Re-
presentante da Empreza rio Obras Pu-
blicas u> Brasil ou a nuem de direito
tor, para remover no prazo de 15 dias,
oon'adcs 'da data destr, os objectos qne
se achsm depositados no Caes do Ramos,
obs'.ruiodo-o completamente sob ns- penas
deS leis municip>es, no caso de infraeg&o;
arem de pagar por cada dU de ccoapagSo
do masmo caes, nodo o praao marcado,
cpin reis per metro quadrado, de oonfor-
mid.de com o dispoBto no 65 art* 1.*
da le municipal o. 72 de 31 de D-
aeo.bro i e 1895.
Secretaria da Prefeitara Municipal do
Recife, 5 da Margo de 1806..
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
O Dr. Francisco Altino Correia de Aracjo
juiz de direito do'jComaiercio da
cids-'e do Rocife, capital dn Estado
de Pernambuco em virtude da le
etc.
Fa.o-saber aos que o presente edital
v'rern ou delle noticia tiverem quem
interesssr pessa que, requerimento de
Mend ng. Primo & C. se acha decretada
a fallencia a Oliveira FalcSo & O. pela
sentenga do tbeor seguinte :
Sentenca
Declaro aborta a fallencia dos com
merciantes Oliveira FaioSo & C, estabe
Iemdc8 rna da Imperatria r 70, nesta
cidade, vista das allegacfcs de fclhas
duas e dn balaceo de folhaa tres aBsig
nado pelos meamos commeroiantes.
Nomeio syudioos aos credores Gramera
Frey & 0 e Gongalo Cuoha & C
A fallencia er. contada de Janeiro,
para a data acta'.
Intimse esta sos fallidos e ao Dr.
Corador.
Roife, 20 de Fevoreiro de 1896.
Francisco Altioo Correia do Araojo.
Nada mais se contiuha em dita sea-
tenca, aqui copiada.
E porque nSo tivessem acceitedo a
nomeacSo os Syndicos nomoados, no-
meio ob credores Malier & C* e Francis-
co de Aaevedo & C. para servirem de
syndicos da referida massa fallida.
E para que obegue ao oonhecimento
de todos mandei psssar o present
edital que ser pubcado pela imprensa
o affi&ado no logar do costume.
5." Parado peixe salgado ou asiado
os precob serlo os.segniutes :
Para a 1.a olass mi] o dtentes rea o
kilogramma ; para a 2.1 novecentos reis
o para a 3.* qualidade seis cantos reis.
6.o Oe infractores da presento le
aerSo multados em t.inta mil reis o na
reiuoideucia serSo ponidos com a peno
de prisSo por tres das.
Secretaria da Prefeitara' Municipal do
Recite, 2 de Margo de 1896-
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rochi.
~~~ Edital
Secretaria da Instruccato
Publica, 29 de Feve-
^reiro de 1896.
rPR>Q AIS PROFFSSORFS NO-
MEfcQQS PARA ASSUMIREM
O E3ESQICI DE SEUS CAR-
GOS. \.
De ordem do Dr>Mpeoto.r Geral fago
publico aoB Srs. profestores nomeados,
de accordo com o Regulamtrto de 23 de
Janeiro do correte aono, qua^-fc .-'hes
marcado o j-iz' de que trata o
49 20 do referido Regulamento
modo por qae vai abaizo descrimicado,
attendidas as respectivas distancias para
dentro do mes no essantirem o exercioio
do seas cargos.
O elludido' prazo devora ser contado
pelos interessados da data do rogiatro
de seus ttulos nesta Se^retaris, os quaes
deverSo ser a mesma apresentados com
a masima brevidbde poisivel,
4.a Entrancia 20 dias
3.a 35
2.a 45
1.* 60
O secretario
Perge&tino Saraiva de Arauj^iialvSo.
EDITAL '
EncofporHijac de urna com
panhia de pesca
O Dr. Prefeito do Municipio do Recife
manda fazer publico que, a lei mnnicipal
n, 80, de 26 de Fevereiro do corrento
anno o autorisa a contrsetar, com quem
melh res v ntagena offdrecar, a encor-
poracSo de orna companLia de pesca, sob
as geguintes bases.
1.a A compaobia dever estar orga-
oisada no prazo mximo de 6 meses, a
oontar da data do contracto,
2.a O peixe obtido pela companbia
ser exposto diariamente a venda nos
mercados publioos do municipio, de recor-
d com a lei o. 53 de 16 de Dezembro
de 1895.
3.a Para a venda do peixe gosar a
compichia de isen^So de todos os impos-
tes munioipaes e da preferencia noa lcaos
dos mercados.
4.a No tempo da qaaresma poder ser
acultida a companbia a olevagSo at
50 / fobre os pragos marcados na le
cima citada.
5.* O eoooroorador da oompanhia tora
direito a subvengSo de cinco contos do
que lhe eer abonada em prestagSes
Capital do Estado de Pernambuco aos 3
de Margo de 1896.
Eu Eustaquio Cavalcanto Lias Wal-
oscer, escrivfto o escrevi.
Francisco Aitino Correia de Araojo.
res, j
. annuaea de om cont de reis, verifican-
Dado e passado nesta cidade do Recife, do-se a primeira prestag&o depois de um
1 anno de existencia da mesma oompanhia
a tendo ella camprido strictamente o sea
contracto, a jaiso do Prefeito.
6. Pela iofracgSo de qualquer nma
das clausulas do coo'racto, inoorrer a
companbia na multa de o:m mil reis o
oa reincidencia na resoisSo do contracto,
E convida a todos os interessadoB a
apresentarem suas propostas em oarta
fechada, devidameDte legalisada, nesta
secretaria, no da 20 do corrente, s 2
horas da tarde, para ne-sa oocasiSo serem
abertas pelo mesmo Pietaito com assis-
tenciA dos proponentes, sendo considera-
do] para iso hab iiado. os que at maio
da do destinado ao recebimento das
propostas tiverem caucionado no cofre
municipal a quantia de um cont de reis
em dinheiro, apolices geraes ou deste
Estado, oaugSo que ser restituida de-
pois do julgamento das prosposcas aos
proponentes que nSo forem preteridos o
ao preferido logo que, assigoado o con-
tracto, ti ver elle principio de exeeugSo.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 2 de Margo de 1896.
O secretario,
Joaquim Je s Ferreira da Rocha.
Directora do literioi da
Secretaria da Justina, em
4 deMarc.0 de 1896.
Concurso para a oadeiea de eseriptoragSo
mercantil d o Instituto Benjamn
Constant.
Da ordem do Sr. Dr. Secretario da
Jostiga, Negocios Interiores e Intruc-
gSo Publica, se fas poblioo que, dootro
do praao de 20 dias, a oontar da dato do
presente, se acha aberta nesta Secretaria
o concorso para o provimente da oadeira
de escnptnragSo mercantil do Instituto
Benjamn Constant, vaga pelo fallec-
ment do cidadSo Joviniano Manta.
Os candidatos deverSo, na forma das
instruc^oes approvadas por Deoreto de
3 do corrento, dirigir os seas reqaerl-
mentos, pediodo a soa inscripg&o para
e referido concurso, ao moBmo Sr. Dr.
Secretario da Justiga. icstrnindo com os
seguintes documentos :
I CertidSode idade, titulo ou diploma
qoe prove maiordade legal*
II Felha corrida.
III Attestado de moralidado passado
pelas autoridades do municipio em qoe
residir o candidato.
Antonio G .mes Leal,
Director.
Edital
Vendagem de peixe
O Dr. Prefeito do Maoicipio do Re
c fe manda faaer publico qoe por dispo-
sifSo da lei municipal n. 80 de 26 do
correte, art. 4.* durante o tempo da
qoaresma, a todos os proprietarioa do
riveiros e oarraes o aos pescadores, que
por ai oa por emptegados seus queiram
expor a venda peixes, dootro oa fura dos
morcados pablioos, facultada a venda-
gem dessa meroadoria, com 50 / de
augmento no mximo prego estabelecido
as tabellas oomprehendidaa na lei d.
58 a .saber : ,
1.* Todo o peixe que or exposto a
venda dentro oa tora dos mercados, ser
ulasBiflcado em 3 olasses e vendido a
peso.
2.a SerSo considerados de 1.a classe
e vendidos ao prego mximo de mil o
quinhentos reis'o kilogramma oarapitan-
ga, cavalla, aioba, dontSo, camorim, co-
riman, enxova, pescada, carapeba, pim-
po (cabega molla oa papo amarello).
3. Da 2.a classe e vendidos ao prego
mximo de mil e dnsentos reis o kilo-
gramma, serBo tainhas, arubaiana, ga-
ronpa, obiobarro, garajaba, sorra, seri-
gado, chrne (parecido com oergado),
melro, cbaro, araoibora (parecido com
clareo), biooda, camorim impim, ou ca.
morapim, bejapira, oavalla-impim.
Roga-se so depoltariosjda liqoidacSo do 4. As dernais qaalidados serio oon-
eitabeleclmenlo de Pita de Carvaloo, para .'^eradas de 3.a classe o s poderlo ser
prestsrem coota aos credore?, pos o tempj ) venddaf pel0 prego mximo do nove-
mal, que sofflclente.....^ |Qtere|fa(lo ) ceBtoB rei.F 0 kil0gramm..
Liquidarn Pitta Car-
valho
Avisa aos Navegantes
Hadanca da luz do Pharol de
llncuripe
De ordem do Sr. capito de fragata
Jos Pereira Guimares, inspector do
Arsenal de Mariana e capitao do Por-
to deste b'stado, faco publico a quem
interessar possa, que segundo me
communicou o Sr. ^capitao do Porto
do Cear em telegramma datado de 1
do correntc que a luz do pharol de
Mucuripe a datar de 2 do corrente
em diante ser fixa at terminar os
concertos que se esto procedendo no
mesmo pharol.
Capitana do Porto de Pernambuco,
2 de Margo de 1806.
Felippe Murillo Ferreira.
SSdTtaT
A.lfan4eg"a de Per-
nambuco
Por esta Repartilo se fas publico que,
desoarregarao de bordo do vapor ingles
Explorer entrado em 2 de Julho do
anno prximo fiado, 3 caixas cara a mir
oa F L 4 C, sendo a primeira da seria
ns. 1746 e a reganda o terceira ca serio
n. 1745 oom indicio de falta, de bordo
do vapor italiano Rosario*, entrado em
26 do mes prximo psaado 1 barril da
marca M L S & C numero 6, com
indicio de fa ta, e 1 caixa da marca B&C
n. fi7l8 com indicio de avaria 5 pelo qne
sSo intimados os donos oa consignatarios
dos rjf.ridcs voiumas para requererem o
qua for a bem de seus direitos, no fin de
8 dias, a contar da data presente.
Primeira Socolo, em 3 de Mergo do
1896,
O ohefe,
Mnoel Alves da Silva,

5
*
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>... V
rasa


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I
Diario de Perambaco"*t~#

EttltlL
Arrematacao de 3 cabras
e 2 cabritos
Fco publica a qnem interestar que,
un da 7 do correte, ao meio dia, em
frente'a porta do pao/i municipal, irSo f m
pra$ 3 cabras e 2 cabritos apprebecdidea
vagando na tregaeaias de Santo Antonio
e da B .--Vista, 1.* e 2.- diatrictoa, para
pag msr.to das despeis do deposito e
mu"'' ; e serSo entregues mediante a
maior cfforta, si for aoceita pelo Dr.
Preleito, podeodo ser entregues ditoa ani-
maos a seus donoa, at o momeuto-da
prg, Be estas pajarero, as referidas
despean*, provaado o dominio.
S.-cro.aria da Prefeitura Municipal do
Recite, 5 de M ry de 1896.
O secretario, t
Joaqaim Jos Ferreira da J&ookpr
O Dr. J>Io Alvares Pereira JrLyr?,
jus dos Foitos da Faseoju do Esado
de Pernambueo etc./"^
Fz s tnr que tijios os dias da le'
se bSo de .rrematar por venda a qnem
mais der euj/prt^a publica deste juizr
no da l&--do crrante os predios abaixo
declurhdcs pethoradc'a por execcyJo da
Faae.du.
Recife
Cana a Travesea para o Corpo Santo
n. -6, com porta e janella i bala, 1
qnarco, 4 metros de frente, 4 metros e
70 centmetros de _ufedo, avaliada eto
6000000, partencecte a ftntoDo Ignacio
Pereir.i Coelho.
Um bkloao com grsde de rame, 2
mesas, 1 rclagifi de parede, 2 cadeirs
de juno, 1 oendieiro de gaz, avaliadbfi
em 2C0S0C0, existentes no andar
terreo da ra do Commercio n- 2, per-
tence .tes a B. Submarino Telegrapho
Cortpanbia.
Santo Actinio
Cf-sa no 2. beo;o da Camboa do Car-
mo n. 2, com porta s janeila, 2 sala?, 1
ansrto,, c micha tora, 3 rostros e 20
centmetros de frente, 7 me'ros d'ictvto,
av:.liada em 4000000, pertenctx.te a
Aeia Josephiua Pereira da Lyra.
Casa a roa de Paulino Cfemara n. 19,
tendo o pavimento torreo 2 salas, 2
quarlts, conha externa e quintal, o 1*
o 2* edar^s c m 2 salas, 3 qiartoa e
cosioba iota ta cada um, avallado em
15.0000000, pertencento 'eo Oonego
SimSu da Aseveco Campo.
Casa a rna de J..ao do Reg n. 20.
C3d 4 portas de frente, em salto, grande
quintal, soto interna, 7 met os e 60
cent'metns de frente, 17 metros e 70
centmetros de tundo, avaliada em
lO.OC'OOOO, perencente a Cnerubina
Joeepbms e outroa.
A parto que posase Francisco Mcretra
Fragoso o sobrada a roa das Larangei-
rcs n. 12, com 6 metros e 20 centme-
tros de fiea e 13 metros e 30 centmetros
de fund, tv Um b-lcio com tampo de pedra mar
more, avaado e?n 7i'i5000, exponte a
raa Marques to Herval n. 27, p-rteu-
cecte a Fias* Lima fcfao Jos
Casa a raa "e Matcelio Diaa r>. 99,
com 2 salas, 1 gabinete, 3 quartoa,
cotia a exterta, quintal murado," 6
metros d trente, '.3 metros e 40 ceati
metro* de fundo, avahada em 2.0000,
pertence-te ao3_r-erdeirys de Bernardo
Doarte 13r.-nd.ao.
Casa a roa do Coronel Soaasana n.
193, 2 salas, 2 quartos, c einba ex.ern
e quintal, 4 metros e 5 ceEtimetroa de
frente, 18 metros e 20 canmetros de
fundo, av-hada em 3.000JOOO, perten-
eente a Carolina Mara de Almeida No-
dueira.
Casa a ra do Padre 1 Fioriano n. 60.
com 2 salas, 2 qoartes, cosicha 'externa,
quintal, 4 metros e 30 centmetros de
frente, 12 metros e 10 oentisaotros de
fundo, avaliada em 1:500:000 perteu-
ceate a Antonio Jos da Costa.
Boa Vista
Casa a ra Bario de 8. Borja o. 6 A,
com frente de pedra e cal, os oites de
madeira, 2 salas, 3 quartos, grande ca-
cimba, 6 m*tros e 40 centmetros de
frente, 15 metros e 40 centmetros de
fnndo com um grande terrena tudo mo-
rado com ponto de madeira, | avaliada
em 10.00CSOOO, perteneente a Franciscj
Avila de Man doea.
ArroacSo e baluto da Loja e roa da
Imperatria n. 78 A, avahadas em 8005,
periencintes a Bastos & GuimarSes.
Um balcao 1 vai&o de .'er.ro, 1 ba-
lacea, 1 temo de peses existentes a roa
do Conde da Boa Vista n. 57, a valia lo
em 2000000, pbrtencente a Antonio
Chriatovao de Albiquerqne.
E pata que ebegue ao conhecimento
de todos pe soa-se a presente qae ser
peblie do e ffix-du,
Dado e paseado nesta oidade do Rec fe
aos 3 de Marco de 1896.
Eu A'iredo Diamantino de Torres
Baudeira, escrivto o escrevi.
J0S0 Alvares Pereira de Lyra.
*~ EDTL
Secretaria da Iadastria
3.a Directora
Faj publico, para conhec'mento dos
interetsdos, que no dia 21 o correte
a 1 fcora da tarde, recebem-se nesta Di
rectora propostas em cartas fechioas,
deviderr ente selladas, para < s reparos de
que receasitam as d versas pontea da es-
trada de (ioyanna, oreados em res
7.415S10O.
As prop st!-8 devem ser escripias por
ex'enso, tem ras tp, emenda ou vieio de
qualquer especie, sen o rejeitadas as
que se resentirem das seguints faltas :
1.* As que excederem os precos do
orgamento ;
2.a Aa que nto forera orgeaiadas
de aesord 1 com u presente EdiUl ;
3.* As que se basearem em pregos
de outras propestaa ;
4.a As r.-ni das por peasoae que ja
tnham deixado de cumpnr contractos
com esta ReparticSo ;
5.a As que nto offereeerent as-ga-
ractiai e quaiidades exigidas oeste
Edita!.
Havendo cues ou maicpropostaa- em
igualdade de condicSes, ser preferida a
do,.Cotcurrente que melhores provas de
-joneidate oiereoer. i
Os concurrentes deverio, alem dessa
idoneidade exigida para o receto e exe-
oic5rt das obras, indicar o logar de loa
residencia.
hebbum concurrente sea admittido a
con curren oia aem qlb pro ve ha ver depo-
sitadd na Thesourer* deato Rsarti
cto a eaantia de 3700000, import>noi:<
\ue perdt-ra s', escolhida sna proposta
e convidado ptra assignar o contracto &J
ist- Se recusar. j*
P. ra boa garanta da exaca^&o do
contra to, depositar o contactante no
Thesooro do Estado urnaiflauc.80 que ser
previamente arb i rada/por esta Direc-
tora.
Nesta ReparA^gSo estaro a disposi^to
dos Srs. cojcoorrentes, das 10 s 3 horas
d tfrdefo orcamento e as plantas ras-
pe^Vras.
Recife, 3 de Margo de 1896
A. Urbano P. Montenegro,
Director-geral C3&S
~EITAL
Secetari' dos Negocios da
Industria
3a directora
Fpce publico para coobeciment) dos
intereBsados, que no da 21 do correte,
a 1 Uvia da tai de, receoeas-ae nesta
Oirectoria propostas em carta fechada,
devidbmente Bell-das, pira constrnogai.'
de um boeiro duplo e de arco, Ha estrada
de Qoyanna, otgada e *a propostas devem ser esoriptas por
extenso; sem rasura, eaJnda cu vicio
d qualquer especie, seodo rejeitadas as
q e se resentiiem a:>s seguints faltas
1.* As que xoedrem os precoo do
0"C ment ;
2.a Aa que nto forem organ':sada&
de 1 tisordo cois o presente edital;1
3.a As que se btsaar.m em presos
de nutras prepostes ;
4.* As firmadas per pessoKB que j
i dai*a o de cumprt contractos
com asta R -partido ;
5;a As que nfto offereceram'es giran-
tras e quaiidades exigidas nuste edite 1.
^Havendo dui.s ou mais pro'postas em
igualdade de conc>ic3e3, 'ser preferida a
do concu'rente que meiheres provas-de
idoneidade cfferecer.
Oa concurrentes dererSo, alm' dessa
iioneidade exigida para a rf,rccc2o e
xecucto das obras, indicar o lugar de
sua residencia,
Nenhum ^concarrente ser admittido
Concurrencia eem que prove haver d-a
positado, at s llfaor.s daquelle dia,
na Theaodraria desta Rep-.rtict a qusn-
tia de 26000000, importancia que perde-
r si, esco'hida sua propesta e convida-
do para asBgoar o contri co a isto se
recusar.
Para boa garanta da exeeucSo do
contracto depositar o contractante no
Tiesouro dj Eatado urna canato que
ser prsviameftls a brftda por :esta Di-
rectora.
Nesta Repsrticto eatrao adispofiySo
des Srs. concurrentes, das 10 s 3 horas
da tarde, o oroameiito e ss plantas res-
pectivas.
Recife, 3 de Marco de 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
irectbr-geral.
COMPANHIA
DE
Tecido cjL^HV^Ihas
Achato-Be a dlsnjBTjio ' 00 e8Cf^ro>io,^frijVitorlo a rea. Ma/qorz de
OHnds D. 6g/j aQ'a"-; d confonuldrd iota a
le os sj^intes docurewios :
tyr^OTJia do BTsoco.
>^.* Relajo no.tl'ir dos scfioDlslas.
3* L .-ia das iranaifenca* d,-s accoes no
anno fiado.
Recife,'Ii de FevereirO de'1888.
J. C. Levj,
_________Secreiarlo.______
Com pan hia Tethys
Sio coovidsQos os Srs. accionistas renoi-
rex-3e e -Je, a rna do Commenlo ft. 14, i 1 hora .a
tarde, do'Jia il de Marfil), para.iomar copne-
clmenio do reiatcrus. do almco tomos re-
ferente* so snno Qndo eio padecer da com
mlssao HcsI, a8sim como proceder a eleljao
da nova directina. do presdeme e fe^retario;
da rtumo ii-t.1, dos uembro da commissao
tica e si-ui su. i>li-u!fs.
Recite, 25 de Fevereiro de 1896. -Os directo-
es. B. ce S. uz Leao.=Tnou:. Cmner.-Julio
. Paes Ba^reito.
tm^
Del Fiapao e Tecido s
de Pernambuco
Sio convidados o- Srs. a cimatas a reoni-
rem-sd no dia 16 d Msix > pronr^o futuro, o
mel dia, no escripu-noVia uiesrca companbia
i rna do Bom Jes s n. 4-, Io andar, aQrn d to-
rjDsrem conhecimento das" rontas e bal*ncos\to
anoo da 1895 e eleg rem a con.mttta fiscal,
mesa da aaeembla erM e 'Mre'tna de coa
rormidade c ai o 9 do art.27 nos Estatttos.
Recire, 88 de Fevereirr de 18S6.
O director secretario,
Jos Jii de Amorisa.
EDITAL
O administra aor da Recebe doria, pre-
vine a quem interessar posea qne, dentro
de 30 diaB a contar de 1 da Marco, se
profiera nesta liptrticBo a cobranca-|
a bocea do corre, do imposto devido
petos seroicos presta lo, pela Companbia
Recie Draoage relativo ao semestre de
Julho a Deaembro de 18-^6
Recife, 28 de-Fevereiro de 1896.
O administrador,
(Ain8do)
A ganso (TAlbuquefque Mello Jnior.
oujpdiihia IVlautcictura de
Phosphoos
De conformfdr'tfe^dBi o dfsjpidjflfo 00" art. f6
do decreio dt 17 de J.neiri. de 1890, participa-
se sos Sr8. acclonls'as qoe Se acnui a sna'i-is-
poaigio, 00 SBCrtptorio ceta Com ania roa
ue Companbia Pernambncana o. t, os ee^nin-
tes dc.'trjse .;o- para ferem examinados,
! copia dos b!an5-.
2o relac&o nominal dos accionistas
3 lisia das transferencias de acgOes durante
o anoo
Recife, 29 de Fevereio de 1896.
O director secretario,
J ; qui m Pin s G01 Calves da Silva
COMPNHA
Phenix Pernambucatra"
Os 8rs. ccicnist>s sao convidadoa a' renni-
rem-ce em asoenibla g1. rtl urdio>ria no da (8
de Marco corren>e, ^ ama hora da tarde, p
ede da Oomcanbia na 00 Coi mercio n. 46.
A rennio lem por nm a leilnra tfo rlstorio
do paVecer ti ca e exacnee deli^rafiao das
ccntuS do ultimo anoo ^cial, bem alstu/a tlei-
(o da respectiva ciamisi-ao fiscal.
Veroaubuco, 2 de H>rco do 1896.
Luii Djpr t.
M. SlvaM:.
J J. Dis Ferna-de'.
De clara cao
0 abaixo ass'g^a 'c cjmo prfu'ado' da vio-
va do c nselbflroOuintiro Jos d; Ml'andav
lorra "e b a Riba D. Hara da Conce'Cio de
Miranda, i^ndo se extraviado a apolce da publica !de^te Eto, de o. 3,258. de oro
ptte-ade da tutelada, e do valor de liOO'JOOO,
apolice qne tinha sido iraepafieada a -]Sp. Lutz
Marm Ribeiro Guima ie, mas a 1 ojo nme nao
t.v a nloda sido avirb.do, faz poDlicc, para os
rien.os e.leitns, f?e" exl'S.io, rofjan'8 a
mesmo tempo pesson que acbon-a, o obsequio
de entrekal-a ao SDprsdlt... Sr. L'Uiz Gnimaraes
a ra di iT.p'eratriz n. 42.
Recife. 2 de Marco de 1896. .
Eailio tle MirahdaHc'ea.
Norddent8eher Lloyd
o VAPOR
lohenstaufen
E' esperado do sol at o
dia de Margo de 1896 e se
-enira depols na demora oeces-
fcieii para
Lisboa, Antuerpia e Bremen
. Este vapor illuminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
c5es aos Srs. passageiros.
Para
com- o
paseageos, ca.ga, f'ete, etc., Irats-ee
AGENTE'
V. Neesen
Caes do Ramos n. 4
umum rintinai ida
treote loda morada, poto de madel'f, mnito
srbir)8ado, tambem cem -ande baixa de ca-
I piro, medtndo o referido lereno 2* metros e
60 centimentiOB de largura, e fundes a 6 o rio
Benerttie.
uro dito no lo^tr da A;;iiaHloha em Beteribe,
com nma cana de tana un solo p.'oprlO, com
10 melros e 90ceoi!n.eto8 rfp largura, e fon-
d.8 a' o vallado no entecho Sspocala, tudo
perierJcenie ao acerve inven'anado de Adolpbo
Stilrer bnk
Sabbado, 7 do corren te
o meio U em ponto
3?o arittazem raa 15 de So-
vembre n 30
0 agente Oli-ei.u, por [bandido do Exn). ?r.
Dr. juiz de oireilo da Prove-icri, levara a 2."
leiio a caa cum impo-ranie su o' e es terre-
nos aci ia descipios, a reqoer'uento do in-
ventarame doa bees 'eixaiios pele finado
Adolpbo SiclxeorbleK, e.-tvlolo de base a of
feria fena por petizo cepola do primelro le-
0-. rj. pretendente, desde j, podero exa-
minar os referidos filio e tarreaos.
PORTOS DO 3UL
Directo Santos
O paquete Camocim
Commandante Alfredo lonteiro
1 Qclemnirmdora
gao coa\iiado8 oa Sr^. acci niftss a te reo-
n rem em issembla geral ordinaria, ae me.o
aa de 16 do crreme, no escrip'orio deeta Com-
panbia, a ra do Commercio n. 44, 6m de
aprecisreffi'u relaiono das ^i'erasCej do anoo
ndo.pdrt'cer da comrEis3a fl;tai, asalm como
pro-etlertse & eleiS da nova commiseSo qoe
lem ce focciooBr d al: snno.
Recife, 2 de Marc i de 1896.
Joaquim Al ves da-foaeca.
Alvaro Pi-1> AWW.
H rmeneu'l o 4* S'lva Loy>.
Uevo^o de JNosta sebho-
ra da Boa-Morte
Mesa geral
De crJem *o i'mao mir, nvdo es irTnSos
detiS Dalrccao a com.^arecereni'nefie cOosIftO
rio; domiQKO 8 do crreme 8s 10 113^88^8.^8'
cba, e a hlatuilrf m a reforma vio comprOTisao,
cuja leitur te fdta em mesa ge>al.
ConsfsUTio ta DevcgSo de obsu Seaoom d
BoaMorle.'ercCta no cenveoto do C.ruio, 4 re
largo de 1896.
Minee'. C. L'bcrio,
Es' rivfto.
SOCIEDADE
Musical Olindense 1^
de Novembro
Aissembla geral
De ordem do S-. Dr. preeiieme, covilo a
lodosos socioB desta asociagao a se reumrem
pm sessn de awtnbla geral, s 7 boras da
noiie de 9 do cor-eote, em noaea s*de" ra de
-.Pedro manyr u. 8, aun de ciacar-se um
projecto de refirma dos etalutos, prespntalo
pela directora.
Ontrotim. taco sriente de qoe eata setn-
bla resolver tcm qoalqoer LUtr/ero elelos
que com arcer.
Sscetana da'. Sorirjade Ma?ical Olinderjs*,
enfi e M.rco de <896.
Mario J.15P FerDsnde.-,
1* fecretaric.
socii'ae
Auxiliadora' da i^ricaltara em
PernamtHCo-
No dta (6 do correrte, ao meio dia, f i' esta
ociedad&'nma retengo publica em sua (1fl ao
Cu b do liamos'n. 3z, 1* andar, para a qual
1. o vida tedos ob ag'li nitores e nteiesaados Qa
otastria agricola oeaie Estado, no sentido de
8' rem ob di eitce dos meso o> delecados a udi
grupo sirnl qne nata rapnalos dfeoda e vf^
gie, conforme o inqoerilo distnbuidj e posto a
diap08icao dos ir.t-.-esadis, desae j, naade
social.
Re:ife, 4 de Margo del 91.
O cerente.
Antonio Pereira im'Oes.
lEill Mi
Sfgoe no dia A do cor-
reute/a 4 boraa da tarde.
Recebe carga, encominesdas, pssageqs e di
nheifo trete, at s 11 oras da macha do dia
da partida.
Cbama-ce a attengao dos Sra. carrecadores
para a clausula 10* dos coebecimentos qne 8
segointe:
so caso de haver alguraa reclamagSo con-
tra a Componbia, por avaria oo pe"da, deve ser
feila'pr escriplo ao a ente respectivo no porto
da desear^, centro de tres das depoia de oa-
lisada:
NSo precedendo esta formalidade, a Compa-
Qbia uc'a IsecU dd toda a :'?3pon?abilidaae. *
E9CRIPT )RIO
Ao Cae da Companhia Pernambucana
q. 12
2* leio
Do importante e grande terreno sito roa da
Leu do Reg em Santo Ama o, cont gao ao de
n. 51 B, mor; dr. na frente, com porio de fer-
ro, grande baixa de capim, ccqaelroB, etc.,
medtndo de f'ei te 417 palmos e de fondo 607,
e om gran ie viveiro no fundo do cito Biiio,
com porta o'agua de ped'a cal. et-, todo
perteneente to espolio : Jos Joaquim de Son*
za Uotta.
Sabbado, 7 do correnta
A's \\ bors
fio armazeni ra 3 5 de lo*
vembre D. 39
O aeen'.e Oliveira poitoandaoo do Eim.'Sr.
Dr. joik de direiio de orpbos do u fcipio de
Or.da, le*a a 2." eiiao o grande sitio e vi*
veiro cima eecriplo, a reqrermerlo ua in*
ve-isriiD'e doa bens oeixados por reo marido
Jor Joqom ce Sopr Moi a aerviedo de case
a rffe-ta do i. lelao ; i. dtndo desde j eer
{PXi-miiarlo peluf Srp. C rcnrn(1ores.
Companbia
Tecidos 'Vulista
Asserubla (eral oruinaiu
Convido ;s S s. accionistas comparWerem
no dia sexta-feira 13 ce Marjo, 1 Uora da
larde do palacete ua Assccii CoaBlefclal
Agricola, afim de oovirem a lettbra do'"felato-
no da cirecloria, dellberarem sobre as ndiaaB
nelU indicada, lomareui conhecimento do pa-
lecer da commlsfaj Bacal, joigarem daa epatas
db anno-social flodo-e.finalmente elegdrem os
oovos filcaes e .-oppleutes.
Rtcife, 8 de Fevereiro de 1896.
J. A. Saraiva Jooior.
Director secrlarlo,
Ais^oeia^o Com
meretVil Boncf i-
cente dom MerJ
c*ikii*o.
ASSEMBLEA GERAL
Decrdetu do Sr presi-
dente do Conselho Dtlibe-
rativo, convido aos Sr.
sti'cios a se reanirem no
Dom'-ngo 8 de Marco, 4
hora^ da tarde, na tele
social ra do Baiao da
Victoria o. 60, 1. andar,
afim de proceder-s ele-
qao da D.rectora e mais
poderes que tm de regei*
os destinos desta ^ccieda-
de durante o anno corren-
te. Esper-seo cotnparsci-
meato ds todos os socios.
Recife, / de Marc, > de
896.
Jos Guedea Correia de
Mello.
1' secretario.
Cbrapaiikia Amphi-
trite
ConvidaaiOB os Srg. BCCioirlelas pa'a "WD-
niao deasaambla geral ordroaria qoe devera
ter logaf a \ bea da tarde do d'ia proxlipo.fatoro, no e-c.-ipto lo desta Ccmpa-
.4 chi?, i rna do Commercio o. 48. a qual h-ra
por Coi jolgar o elaterio do tnao'rJndo.lWTe-
er Ai cemmissao fiscal, 39im como, precetfer-
Le a eleifcae dos-r ovos memnf|8 para a mesma
conrmiveastia cor ente snno.
R-.cife, K de Tevereir-o e 1896
Os directores,
Attbnr AosrosMide Almefl.
Jof Amonio Pinto.
Joao Joe .te Affionm.
isUjamaioS'
damburg- Sudamerikams-
che'Dao pfschiffhrts-Ge-
sellscM^ft.
O vapor i Belgrano
E' tspe-ado .'a Europ at o
;1 S ii Margo p-eximo e s. -
nfra d^puls da demora neces-
cana para o
Rio de J.- neiro e 'Santos
Este vapor lumiraao loa eleetrict
e offerece ptimas Eccomnicdajoes aoi
3rs. pHssageirco."-
Eotrara ao porlo
Para passagens, carga, frete e etc., trata-se
com es .
Consignatarios
Borstfclm'ann &Q
18Ra do OommecitF18
I- andar
N. 6.-NSo pe attt-nder "rflalB a netboma
' reclamagao por fallas que nao f rem commu-
nicadas pjr escripto a agenciaistf I dias depbis
da eLtrada dos gneros i,a Alfarraega.
No caso em que ob volme eenm descarre-
gados coaf termo de avaria, Verparia a pre-
seoga da agencia no acto da ibartora, para
pojer veriflcar'o prejoiio e falles se rftodc-
ver.
^ccieade dos Artistas Me-
chanicos e Libetae
De orcen do 8r. dl.fdor, convido ads S/f.
pocios para reo irrm-3f> oa td' eoomI, s*ia-
fera 6 uo corete. "8 6 \X bors ds tarde,
para emaa8tLb''a geral ordinaria .ratar se de
a-ium; io aoeul : cacao, reallsar-se-ba coa o-nomer qae com-
parecer. /
Secretaria, fc de Marco ds, 1696.
O 1* gecreiaiia,
_JosTbimea Pereira Jonfor.
JSEGliROS^MARITIMO^CtSft
' FOGO ,
Companhla Phenix Pernanalsas-
cana
ROA O COMMERCIO
SBGROCONTBA FOGO
Compaahia
D Seguros Phenix f%r-
nambufana
Noa termos rio un 147 do decreto n. 484'de
4 le Jolbo de 1891, licaai a aisposigao dos Srs.
accionitaa na Bit- dea.a Compaobi* & roa do
Commercio n. 41, a copia nos b, langos, a da
reUg&o nominal ob acicuistas e a lifta das
trac ferenclaa das ;.rg6ss.
Recife, 14 de Fevrreiro de !89i.
Os idiiJiD'.saiore?,
Loiz Oaprat.
U. o. alais.
Jo.; Joaqnlro Dise-P- mande?.
C iffipanhia Amphitrite
De ccofdo com o art. 16 do decreio de 17
de Janeiro!* 18t'0,- Ocam a disposigao-dos Sra.
acclor isla? no eetriptorio da -Comp cbla Am
pbitrite raa do Commerco n. 48, a'copla dos
balangoB, relsgao nomi' al dos accionuUs e lleta
Je transferencias de a'.gle.- dor?Dte o anno de
1895.
Recife, 11 de Feverpi'o de 1895.
O di ectores,
Arlbnr Augusta de Almeida.
Joc Antonio Pinte.
Joao J s d Auor.m.
Banco de Pernambuco
Aserxbla ceial
Convide os Srs. accionistas deste Banco a
reottlrem-ee oo di. 10 de Margo prximo fa u'
jo, ao meio da, no 1* an ur do edificio do
i,e*njo Banco a rna do Commercio n. 40, aGm
ae tcmarem conhecimento das contase balan-
eos do anoo de 1895, e i legerem a nova dlrec
.una, c nselbo fiscal e soppieDtes.
Picam soapeosae as transferencias de acg'.es,
oa forma >o art. SI dos Ev.a'u'os.
Reiife, S7 de 'everi-iro de 1896.
D*. snioiiio P. Pe eir de Carvalho,
Director 'secretarle.
i
ftyal Insurance Gompan_y
de. Liyerpod
CAPITAL t,W,000-, Od.
ando* accumulados 8,274i'3,19,.0d.
AGENTE
POLHMM & C
Gompaabia P. d ^avega(aO
PORTOS ^O NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
catyt Cear e Camocim
I > p^qaete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segoe no dia 1S do cor-
rente, as 3 baras oa tarde.
Recebe carga, encommenas, passagens e di
ebeiro i frete at s Ignoras da tiiaritia do dia
da partida.
Cbama-sVa atleDgao'-dr Sra/earregadoreB
para a claosola 10a dos coobecimeotOB qae a
seo!nte :
No capo de baver algosa reclamagSo con
tra a Companbia'.ipar avaria oa parda, deve ser
feita por escriptro agente reapeMKp do porto
da descarga, dentro de tres das depols de fina
isada.
Nao precedendo esta formali-iade a Compa-
nbia flea isenta de toda a reapin^abilidatt.
ESCRIPTRIO*
No Caes da Companbia Pernnmbacana
-.12
Llojfd Brazilelro
O vapor S: Salvador
Commandarte J. M. Pesea
E' esperado doa portos
do f el no dia 6 do cor
?3 rente e se; oir para ob
Sv por'os do noie no dia se-
gninte.
Hanibutg-Suedamerikaais-
che Oampscbiffahrts
Gesellschaft.
O vapor
A-suncion
' E' esperado do snl al
o dis 18 ce Mai-go, e
.aegoira depon da demora
neressaria para
Lisboa e Hamburgo
Entrar no porto
Para passagens, carga, frete, etc.,
cornos rf
Consignatarios
trata-se

Borste'maii'& C.
RUI DO COu-MERCIO N. 18
I.- andar
A08 Sr?.ca^rcgadored pedimo eoa altecgao
pera a tlanroia 10a dos coobecimeo'os qe e a
segalote:
Wo caso de baver algnma reclamagao contra a
coropaohia por avanas oo perdas, dte ser fei'a
per esCripio ao asrente respdctivo de porto i*a
descarga, dentro de iref das r!epoi*'de fioali
jada.
Nao Braceando esta for.nandade a compa
obla oa Isenta de toda a reap'icgabiildade.
As passagens sao tiradas no mesmo escripto-
rio, alis 2 /2 horas- da tarde do da di sabida
:do vapor.
Attencao
As passagens pagas a bordo custaru
mais 15/a-
Para carga, passagens, encommendaa e va-
lores trata se aro. n*
A0BMIS
Pereira Garneiro k C.
6 RA DO COMMERCIO-6
x." andar
Austrian Lloyd Stean Na-
vigation ompany
O VAPOR AUSTRACO
Berenice
E' esperado de
Trie?te at o dia
l do correte,
Ijsegaindo depois
d a ndispeofa-
Ivel demora para
os portos da
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, paasagear., encommendis e di-
obeifo a frete, trala-se com
OS AGENTES
Hdnrj Forstr&C.
Roa do Commercio" c. 8
l'andar
Pacific Steam !\avigati0D U
pany
STRAIT3 OF MAGELHAN LINE
O paquete Potos
E-pera-Be do
sai at o dia s
de Margo, e ee-
guna depois da
lemora do coe-
me paTa Liverpool, com escala por S. Vicente,
Lisfca, Corona, La falliese P*'y catb.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete trata-e cobI'os
AGENTES
WiSsoa, Soiri 6; \Mk
10RA DO COMMERCIO10
1. andar
^'------^**aiJ^
Agente ftm
Leilo
De 50 acfoes da Companhia de Dro-
gas.
Sabbado, 7 do corrente
Ao mel dia em puni
No 1- and>r ra d' Vi rio Tenorio
n. 26
O agente adap vender per conta e risco de
quem pertencer 50 aece da Companbia d
Drogas no da e .10 a
qoem mais der.
cima mencionados e a
Agente Oliveira
2. Leilo
Do sitio denominado -Alto c'o Machado, em
Bebr'ibe de Balio, com 250 palmes, tendo a
freole pars a iravessa do Genipapo, e dividi-
d<> pelo norte erro ierras n*e Jor Soaren J.
pelo poen e c< m trras do pa re Bacalbao, e
ptli snl cora trras de Ju= Machado Stares.
Sabbado, 7 do corrente
A's \\ horas
.- nriaBazem A raa 15 d6Mo-
vtit!>ro n. 89
O ugente Oiveiri por mandado doExru. Sr.
D'. idi de dlreilo He Olio :v levar a 2* leilo
o sitie flcirta fserlpto, pi.i.-odo desde j ser
examin-rJo pelos Sr.. comp'ado^es
AVISOS DIVERSOS
Veooe-fe a ca-l n. 6t oa ra do p adr
fiotrega, a tra ar no 2 andar do preJio n.
da roa da Peuba.
Vndese O.'i peqoeno deposito de seceos
propriopm O-fBCil'ote na roa de i. Jorge n
30, a tratar na mesma.
Prc a^6"v.e uro ama, a iratar ca vend
do 7leira a ra lrg'do Ri-s^io n. li-_______
oi; li' a ea'ar par aligar nm prqoeno
com'prlimenioda CiS3 n. 4 a ra,do BemOea,
Maa'aleba, p'i.prio para tamo-e carnes verdes,
barbeiro, sapa'.el-o, em., a tratar no o. 6,'mer*
ceana. _________________ .
'"a Veode''B bm cnalet ua estra'aa real do
Arraial o. 4) A, "0-d 60pilfO' d rnte,320
de fondo, aroorflar'o e frente morada, com
porta ds ferro, a iraiar no mesmo, perto da
Mangsbeira de Cima__________________
a= PRTsa-SS ae am taUefo co u p tica
de moloade, de ti a 14 atSaos, aa ro da Au-
rcra n. 39.________
_ v^nle^enimTFlF^Ziraby da Erra-
da Soa a trtttr na ves-f" 1* S3.'ella,ao me3''
mi Znmby, con Ma ol Ma'p_________
P-eeua se de nm c_3nbeiro oa Co^db*
ra e de om-i engommadeib somen e para ron-
pa de xenhora, no Caes di Gapibirloa n. 30,
Serraria Pe*nair.bocina..
i
LEILOES
Hoje, sexta-feirB, deve ter logar o lellSe
ae fazendas avenadas, malas, roupa para me-
ninos, collarinbos, c^r^-iras, carcas de ferro, o
outroc move?, ex-s ea'les oo armazem da toa
do Bom Jeeus n. 4o
Leilo
De 32 pecas de flieella tfoof fcva-ia a'aiou de
mar, de ooiras fazendas e rriadezas, taes como:
Cclcbar, cbi'aa, cazinetas, collarinbos, sabe;
netes, madapoloes, seronlas, cosiumee, roopas
para meoioo3, flebos, e outras fazendas de le,
e malas para visgem.
Sexta*feira 6 do corrente
Jos Alvos Valongo
Seoborinna Torres Valoog i e teas filboa
rg'adecera do inmi d'eljna a toles os seos
parentes e acaii{0< que e Cjg -a-am de acom-
panbar 03 reos mbrtans de sen eeropre leo-
brado epposi e pai, Jos Alves Valongo, ao
mesmo tempo convidam para ssfistireuLa mis-
to qce por fna alma tearrVri rf^r no conven-
ga do Careno do ReciTe, or> d a 6 do correte,
pela? 7 1/2 tao-ai do d a, 7 do Pro pacsarcen-
p, pelo qu' confesBsm-.'e desde ja eternamen-
e gratos por est- acio c'e re.l.g'.o e cardade*
A'
Ageste Pinto
FU DO BOM lsS N. 45
Agente Oiiveira
2 Leilo
Do imrioitante e grande sitio oo ligar Ma
tombo, murdb na" freole, cora l>6rt|ip de ferro
e gradendolo de dito, moito afbonsado, com
grande baixa de'spiav tendo*t.b casa grande
com porta e 2 Jneilal-He Ifetfte, 2 salas, 4
qoarlos, cobioba externa, tendo portas e jynel-
las nos oMOes, efif solo pro>'lo, a'djoal delta' a
frente para a estrada do Porto da Madeira, e
' Umita o fondo com o rio Beberlbe.
Um terreno contiguo > casa aclmi, com a
Hara Nenliorinha le Lima
D. Tbereza Adriana de Lima, BacharelLuiz
Rodrigues Villares, sua mulher e fllhos, agr-
decem cordialmenta a,todos oa parentes e
amigos que se dignarar Scompanbar at o
Cemiteno Pobfico, os restos, mortaes de sua
presada irmS e lia D. Mara Seohorinha de
Lima, rogando aos mesmos parantes e amigos
o caricioso obsequio de assistiram s missas,
que maodam rezar na Matriz da Boa Vista, s
8 boras da manh de sexia-feira. 6 do corrente,.
Betimo di^ de seu passamento, confessando-se
agradecidos aos que comparecerem a este acto
de religlao e cari ade.
skMMMB
t
Doilalgbs Jos de Castro o Silva
A familia e socio do f.l ecido Domingos Jol*
de fit e Sl'va, mandaq? rezar raissas no.30*
dia de tea iallecimeoto, sabbado 7 uo corren*
jf, na majrii da Bss-VIst', Ss 8 boras da m-
nb, e pira esse acto de relgi&o caridade
coovidam la pessoas de bosb reUcOes, agrade*
eendo o eeu compareclmenlo.
v"-
I

']
MUTHABO I


Otarlo de Pernambneo -* exti*-
0 de Harco de I Stt*
1 ~
f
Mara das Grabas Vilella daMatta
Alfredo Hannqoe-da^aiiae seos fliboa agra-
decen do rtitnu Mma % todog 08 prenles e
amigos que B'S'Btira!." as mise* do 7o da por
alma di sea pr-sa*a o ct esqueja e'posi
e mai, Ma-'a novo cmldauvcs E rfstlrwtaita' queman
dam rezar na cr^ !" Epictj Santo s 8 i/I
da raano fle saooa lo 7 ao carrete, 30- di do
seu samiwi o, sg-a^ereado dta-te ja por este
ario de reiigi&i e dJ''e.
Ama
Prel??'p de nira ai a qoe cosinbe bem.
paraeaia de e da Concordia u. 88. obrado.
AMA
Precisase de ama ': a pra cnpiobar, a tra-
tar na ron tari? do Bo 'tn n*9, 'e|r.|oari
Attcncao
f
n-
Manuel tntonio Rodrigues
nheiro
Catiiarim Cro'ii.no Pinheio. Aona E. Xavier
Cauiobo, (nrirentp) Antonio Itodieues P.nber
ro rV-**eircs mi muin.r, Lnu Pt-reira Moa-
telro sos dntrBBf, Odfia pin*i'0 Carura a-e
aaaiiiii., J P ir i Caoba Matea tf sea
ira.5, loMrN i r i-n-esoa mulher,
Manc i R rtnt f 8Ui irma "csen*
lee), mtilne', confiada e s?brhrtM>g, agradecen!
iatioameDie a todas ; re-'S^as qoe se diyna-
rara acooipannar rido.cDtiTdo e to. tfaaorl Antonio Rudrigcts
Pinbeiro a soa aluna osera a e de novo
vidam a todos os ,vua ?mio- para arsistirem
as rtiesas do 7- '.a. que eerSo celt-b'a.'HS na
matriz ds Ros-Vista la 8 for.s da xai ba do
dj.i 7 '1o crreme
Vende-se c-o puno <:; perftiio esiano, na
Magdalena, traa' cum c don., sitio defroate
a i'ac Jf.a"* Alfrpd'. _
Ama
P'eci8a8 de urna' que saiba coeinbar betn,
pBra casa de (adulta, paca-sa bom ordenado, a
tratar a roa do LV.ratenlo r.Ji, fabrica a va-
per de careado.
Ama
Piecisa-se t'fc atoa para coslnbar para pe*
quena familia, a traiar'o prtga da Iodep*n-
derca.p. 97, lij> fe enloden.
TIJOLOS
Na Fabrica de Teci-
dosem Camaragibe, ou
ra doCommercio n.
6 1. andar vende-se li-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
struc^o.
Taverna
Ama
Precisa'se de urna ama qoe cosiehe bem,
para cara da peqoeoa Taoti, i t*atar na rea
da Cnncor- ia d. 85. ^orrado-
riadc
Precisa-fe e um m
fabrica.
Amas

Piecisa-se dr deas amas a tratar a roa Balito
da Vi '.o: ia n 66, 3 andar.
Cosinheiro
H '
los Matheus Coimbra
Francisca Joaquina de Olveira Campos
Manoel Arao e Palmira de Oliveira Campo*
convidara a todos os seu* pareotes e Bffi'gos a
prestarera-lhes o raridoso obsequio deiassisti-
UreiD as missas que mandara celebrar na raa
triz de S. Jos, s ?1|2 horas da manha do
dia 6 do rorrete, pela aira do seu nunca es-
queciio filho, irmao e cuntalo Jos Matbans
(Joirabra.
Desde ji antecipim o seu inolvidavel reco-
nhecimeuto s pessoas que acquiescerein ao
eau ca ovi" ________^^_^_^^___^^
Precl as de cid qoe tenha bom c^mpotta*
m^n'.o, oa roa Ca Florentina u. 6, Caf Goa-
rany. __________
f
Cecilia Hara ornes da silva
30 dia
Jos Luis da S Iva e S'U filho, mSi. segra
tonbidd, ir.cao.*, ims. assim como os parentes
dj Uad), a^radeem a radas as peasoas que
asaisiireinsmlsasq ie manda'!, resar por alma
de m esposi Celia Maria Gamea da ilva,
3u lia de, aeo pa 'acnen'o, eabbado, 8 de Mar-
co, 8 bofas, oa m;it- x Je 8. Jo., e no con-
vento de N .Tsi S>;nbura do Carmo s meama
boras, aulecipaaio es e ja saua ig akci-
mentos.
I
Attent^ao
Vende.se ama a:i ;go de amar.-lio, prop'ia
para qaalqaer genero de negocio, a tratar roa
Pormosa n. 29.
apunga
Ala?a-fe a casa o. 40 & ra da Amizade.
com puncos comu;nacs, qjiu fl e cacimba de
txcellente agoa. a talar nu ra lireila d. 45,
sobrado. _____________^_____________
Parallelipipedos
Compra-fe. im qo.iqce' qosnti'.'ade, na ro
do CumTe>c:o n. 13 andar.
Offerece-se mu chegado
da Europa, c m longa pra-
tica emfabric. de tecidos
<) ialla inglez.
A tratar no salao Braga
Ra Bom Jess n. 40.
un
Vende-?e a d ra Tobias Barrtto n. 24, era
bom pt-n'o; ti cquif-tcao par um prton
piante, o m( tivo da venda se dir ao compra-
ficr._______________________________________
Alambiques de cobre
Vende-se mnito barato, dons nouop, para 150
caadas, a (atar roa da Palma o. 108-
Madeiras de construc^ao e
h atevises |>arae difcat^ar*
A CoBpaobia Exploradora > Productos Cal-
careos, vende em sea arraazem no caes oo Apel
!o n. 73:
Madeiraa para ronstoecSo.
Cal branca ne "froaribe.
Cal p'eta.
Cal vircem para assncar mnn 8
Tijoilos de ladriloo a com
Tijrllce refractarioe
pras oe cantarla cara Boleiras. etc.
Aluga-se
C m ccntrtclo t Agato a rsid ^ 6PC00
meofare, ama eaai cm aen?, sita eot-eo
i .cto de ra ada e Carmi- ea Olicda, en.n porto b-ohoa :alc?doi. Trata-ae a in
Mrquez de Olioda n. 16.
[OLESTIAg NERVOSAS
CURA CERTA
XAROPE HNRY MURE
Bom xito verificado por 15 annoa de experiencias nos Hospitaes de Parla
PBLA CURA DB
.TTHC40
]k LOJA E ARMZS
DAS
Vende-se
Uva excedente catfajra com msrbfna, d
f rg3 de 6 cavaIKs, em tooHo bom eaiado, .-o-
p u pa'a prgenh-i: a tratar oa fabrica Moreni
i.r. roa do Creer os. 7 a
Caixeiro
Prec.5 -se de um que
t?nha graude pratica de
oioJhadosem grosso e a re-
taJha.e que d ador a sua
conducta, tratar a Ra
do RaDgel n. 53. mere ia
ra*
D
Hon
eralninda Ksmtraldlna
eiro
Flix Valois Canalice e Torqcato Jos Mo*-
teiro, agradecem aa teu< amigos que acumra-
Bbarara os reales rnonafs He soa pureota e
iroi G-ral;l di Esir.e aldtfia M cielro, e con-
?Idam aos (apsreoteeamfD*pir ais slirem
s ixi-SrfS que mandara resar pur alma da mes-
ma aedro a no dia 7 do correte Oa capella dos
Affl aloa i' 7 oras da iranhi
t
aria Amabllia de Hendonca
WiaaOea
Joaquim Aenpino e Meod^nja NimOds e
seas dinoa. corooel Tvj^ro Ahpio Carvalbo
Meodcnja efnamulber. T -jaoo Alipio Tem
poral de Mendinc- e sua rculner, Jo Xnvier
de Carvalbo Mtodonga (^oeeolf). Jaao Diaa
C rdoao e soa muib'-r (aoaeuter), convidam
seos pareotes e amieos para assistirej] s
missas que mandara reltbrar oo dia 7 s 8
boras da aanba, n> matriz da Boa-Vista, 30*
da do ^lausio passHOjeiito de tua sempre
chorada esposa, diai, Alna irri Si, M^ria Alda-
billa de Meodooga ia s, coofessando se
desde ji agradecidos por este acto de religlao
e an Sade.
t
laria da Coneelvao
incida
Cesar Al-
"da
Ao cnio Carlos d Alan-ida, euss tillas e
maia pareous agrrdtceui do intimo a todas as
pea.-cas que se dignaran) ^companbar es restos
. o taes de soa sempre lembrada esposa, ma-
. s'.a. IrmS, caobana e madrioba Mara da
;c ig5iC.s r A.ai:a a ana ultima aora-
e de tovoconvidbm as i s paetes p :mi
. p -a BS'lfifrera ;'n missas ou^ m-ndam
' lebrar no -lia 7, ssbbado, oa aa-rii da Boa-
VUta. 8 7 1/2 bo a da manha, 7* dia de 8(0
fallecimento.
51 Raa da Impera triz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Exntas Nowas.- Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, ^os e aaiaa de seda re-
ebea a
AVE DO PARAIZO
: ngommadeira
Precisa-ae de orna que do-ma em ca-a dos
patroes, na iaa aa Umao n. 65._____________
Demr cacoes de trra
Pelo engenblro C. C. Carllni, escriptorlo na
cidade da Becada & roa de filo n. 18.
Companhia Exploradora
de Productos Calca
reos.
Cal Virgem de Jaguaribe
A 90000 a barrica
Para o fabrico do asnear veada-ae na
Companhia Exploradora de Producto =
Calcreos no Oaa do Apollo n. 73.
Martineiros e Car
pinas
Precisa-se de contrac*
tar alguns que sejam pe-
ritos ; na ra Imperial n.
17. loja.
Ferro enj chapas Best
Best
Vende-se ra Duque
de Gaxia>- n. 91, com gran-
de batimento do preco do
mercado
SAL-
Vende-se ra
Pedro Affonso n.
66, por menos
prego que em ou-
tra qualquer par
te.
Cosinheira
Precsa-Fe de urna peri-
ta cosinheira para casa de
familia de duas peboas.
A tratar ca ra do Impe-
rador u. 23, segundo e'-da/'
Olferece-se
Um meco qoe disporhe de tedo o di, para
cUooa ocecsaeso ro R>cil., istp lrai.i(be:
onero pncisar deixe caria oa (-/pcgrapbla dtsie
Diarto, erm as iniciaes A t.______________
"Vend-se
A tavf rna da roa Vidal de Negreiros n. 16*
e n bem cavado.
Ouriyes 0c-
;culista
TLE0D0RO JOS' RAMOS DB MELLO
Estabelecldo com officioa de onrives I roa das
Larangeiras o. i, avisa.aos sena, frcgaeies a ao
reepeitavei publico, que mantm cfficiaes babl
litadisfimos para execqcao de qnalqoer trsbal
coneernenie a eoaarte,"8Pcalroentecravac6>
para brllbaotee, ocelos, penclnei, monocu
loa, etc.
Doora se, pratela-se qtalqeer metal, tos em leqocs de msdrepero a ou oatra qoalqoer
especie, garantindo preces n odeos.
^adasLarJi.fgeiras n. 1
Grande sortimento de meias propria
'para padrea, conegos e biapos.
Merinos pretos, superior qnalidade na
ve bo mm
St Raa da mperatriz 51
ALBERTO CARDOSO &c C.
Cosioheiro ou cosinheira
P ecisa-se de no; bom coBinbeiro oo cosi-
nheira, oa roa do Betica n. 18, Passaeeco da
Magdalea
Aluga-se
O cr;nde armazem a roa nova de Santa H la
n. 79. com grande prs(a para qualquer ramo
de neg co em alia escala, com c.pi mo raes
para embarque, guindaste e nm grande telbei-
ro bem constrsiao ; tratar na roa Pedro Alfon-
so n. 9.
Epilepsia-Jtysteria
(Chorea
Hystero-Kpitepf^a
Molestias do Cerebro
e do Espiihaco
liiabete assnearado
Voiivulsiies, Vertigena
Crimen nervosas
Enxaqueeaa, Tonteiraa
Congeaffea cerebraea
Iitaotnnia
Spertnatorrha.
..y
11
A'
m Folbeto multo imponaate dirigida gratuitamente i qualquer pessoa qoe o pedir
HliNRY MUREe. PONT-SAINT-ESPRIT 'Franca
V.Mjt j H Juuis Ai eKLMiU'Ai i'llAKMALlAj UKuUAHAb

a Phosphatina Falires
i alimento o mais agradavel e mala recom-
mendado para as enancas desde a idade de 6
para 7 mezes, sobretudo na poca do desmamar
e durante o periodo do crescimento.
Facilita a denti^ao, assejjura a boa formacao
dos os:,os, dele e o.-iorva 03 deleitos de cres-
cimento, impede a diarrhea lofrequente entro
as changas.
Ptril, 6, Avena Victoria t em todas as pharmacias.
PRISAO VENTRE
Cura pelos
I Verdadeiros
1
ii
y0M*
0u
ito"-'
soouoc
Laiativo certo, de I
d sabor agradavel e (acll a tomar]
Pars. 6. Avenue -Victoria e fin tAda t* Pharmtrix. ^
Sem^ntes de hottali^att
C0LHE1TA
DA NOVA
Completo Boi. Rta E-treita
Pogas lendts & C
do Rosarlo n. 9
Vattas e propriedade gri-
cola
Aqoelles que preterdersm e oa qoe preten-
derlo ctmprar a pro riedade Ftrra, a mar
gtm do rio Bebenbe. tp-esen etL-se no esenp
torio da Companbia so Beberiba.
E' orna propriedade rica 'e mattas, excelleD-
e p. r.. phntacoer, s abondaote d'agoi, pola
at-avesBada pelo rio Lcberibe.
Tambem e conhecida por malla do Catnce.
Bichas de Hambnrgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcSea, appUca-ee ?entoaaa seccaa : a
tratar na rna das Laranseiras n. 16._^_
s
S
8-
te
i
MORRHUOL
De CHAPOTEflV
0 MORRrUOL contm todos os prin-
cipios que entrao na composico do Aleo
de figado de bacalho, excepto a matena
gordurosa. Elle age com mais rapidez e
representa 25 vezes o seu peso d'leo.
As experiencirj} effectuadas nos hospi-
taes provarao qUo o MORRHUOL
muito efGcaz as Bivnchites, nos Resfria-
mentos, oo Catarrhos e as Molestias
de petto em sea principio. Desde os pri-
meircs dias de sua applicac.ao, cessao os
sures nocturnos, reapparece o appetite,
avivao-se as cores de face, oe doentes
aecusao um sentimento de bem estar,
ach&o-se mais fortes, a tosse dimine, o
corpo augmenta de peso. 0 MORRHUOL
.modifica promptamente a constituicao
'das cranlas debis e lymphaticas,
sujeitas a resfriamentos frequentes.
PARS, 8, RU VIVIENNE
et em todas as Pharmacias
Criada
Precisa-se de urna
criada para servido in-
terno para casa de fa-
milia de duas pessoas.
A'tratar na ra do Im-
perador n. 23, segundo
andar.
Criado
Prerisa'sem, na roa da Uoao n. 65.
Ave do *'araizo
*1 ra da Imperalriz 51
Becebem daa principaaa pracar da Eu-
ropa, qninzenalmente aa mais altaa No-
vidades em faaendas finas.
ALBERTO CARDOSO & O.
| VDHO e XAROPE de QUINA e FERRO
De QRIMAULT A O*, Ph<~ de Ptrls
I *pprottoipltJunttliHyltn*(toRlo-d*-Jtniln
Gbacas as anas propriedade* tnicas e
reparadoras, estes preparados nrodu-
I zem os melhores resultados quando em-
pregados contra a anemia, a colorse,
la leucorrha, as desordena da mens-
I truacao, as caimbraa do estomago i conse-
cutivas a essas enfermidades, o lympha-
tismo e oulras moleslins proveieot"s
da pobraaa do sangue.
Este Vinho e ette Xarope sao prepa-
rados com a casca da encllenlo aalna
que sarro para a abricacao da celebre
| QUININA DE PELLETlER.
Mm PARS, a, raa Vlvtnne.
KiSASTHMA
Oppresso, Catarrho
coro os CIGARROS CLRY
___ e os POS CLRY
Obtlveram as mais altas recompensas
fiada por atacado: Dr CLRY em Msrselha (Franja)
* Prhambuoq i C" de Drogas Productos ChimIcos.
lfi:ibi USAS
DE
Campos & C
N. 35-RUA DUQUE DB CaXUS-N. 36
Em frenii do Diario
Os pronnetario deste bem moolado egtabe-
I' cimento previnetr ao resceiuvel iublico qoe
cara bem servir aos seos fregaezes te. m no re-
!?ridi eotabelecimeoto om e?pln.ii ,o e varia-
di sortimaoto de casemiras p eias e Je corea
o (jos ba de meibor em la, L-bb a piro imuo
df todos os padroes, e por pr ".os raso.Telo.
Possaem bons artisias, >. que se ioisn
' bullados a sasfaier com loe. ko-io, esmer
' parfcicao ao freeoei mas externe.
Ha mesma allaiaiana alugam-se casacas,
etc.
Regulador aa tfarinha
Coocerta-ae relogioa de algibmra, pen-
di.laa de torre deigreja ch ron metro de
rpunnha, eaixa de mnsicca, aparelhuc
Uctricoe, oculos, binooale, ocaloa de
al< anct, joiaa e todo e qualquer objocte
ten dente a arte mechanic.
9Roa Larga do turnan 9
CURA CERTA
de todas as Affeccoes pulmonares
Todos aquelles que sofirem
Ido peito, devem experimentar
jas Capsulas do Dr. Fournier.
Oapoi/fos em lodit a principies Pharmaciti -
do Brttxit.
NOVOS PERFUMES
Pata a lene*
OE RIGAUD E C,a
PERFCUEIROS DAS CR*'*
it'Espanha, da Grecia b u HolUinaa
EXTRACTO-. Graciosa.
Iris.
Violette blanohe.
Ylang-j lang.
Lilas blano.
Asoanio.
Rosina.
_ Melati.
Muguet des bola.
8ab6e8 e Pos de Arroz
nxsiioa
potito em PARE, 8, Rne Vrrlenne
SABONETES
Oa GRIMAULT e Cr
SABONETE SULFUROSO contra as bor-
bullas, as manchas e as diversas erufcOet
qoe se manifestao na pelle.
SABONETE SULFURO-ALCALINO
chamado sabonete de Helmerick, contra
a sarna, a tinha, mal has escamosas e a
pilyriase do couro cabelludo.
SABONETEdeALCATRAOoaNORUEGA
empregado nos meamos casos que o
precedente.
SABONETE DE ACIDO PHENICOpre-
servatlvo e antiepidemico.
SABONETEoeALCATRAO coi BRAX
contra, as afiecedes cutneas, chronicas ou
ligeirAs, crosta8deleite,dartros, eczema.
Depotito em PARS, 8, rna Vivienne.
NEVEIRA
DOS
CASTELLOS e dos CAMPOS'
Produz em 10 Minutos
500 gr. a 8 kll. de Gelo,
ou Sorvetes, Bebidas Ge-
ladas, etc., por um Sal
inoftensivo.
J. SCHALLER
332, ru St-Honor, PARS
PROSPECTO FBANCO
Roa Duque de Cx?s 56 e 38
Eecebeu vari3dss
;mo sortimento pa a a
quaresrna.
Cachemiras pretas
lisas e lavradas para
todos os precos.
Merinos pretus lisos
ambem para t dos os
presos.
Etamines pretos de
algodo elcou e sem
luescla de seda.
Sedas pretas lavra-
Idas e chamalotadas.
j Sedas pretas lisas,
gorgoroes, suraks ele,
etc.
AIem do que cima
fica dito, liquida-se tam-
be in por precos sem
competencia urna gran-
de quantdade de rna-
d poloes, cambraias,
fantazias, etc, etc.
LOJA DAS ESTBrLLAS
Una fioqoe de Caxias 36 e 58
ptimo negocio
D-se sociedade em
um estab lecieto com-
mercial bem localisado
e qae faz bom negocio.
4. tratar ra do 13a. ao
da Victoria n. 30 loja.
Liquidado
A loja Parla n'America ten-
da de liquidar diveraua fa-
cendaa de modas chama at-
ieuc8o de seus freguesea para
grandes abatimentoade
aa.
Raa da B. da Victoria l
Pernambuoo
rrande liquidago
ART1GOS PARA SaPaTEIRO E CORBjEIRO
Manoel Jraqom Pereira, Hqnioaiario da firma
Alfredo & Femante, fas ecieoie ao respeilavel
eblico em geral e secs numerosos fregoezes
qae tem grande sortimento em expongan e a
disposigao de lodos os egoiutes arigos :
Bezerros.
Crnro de lastre Coroellos.
Carneiros de losire.
Beierros pioiados*
Ghagrins.
Vaqueas da Rassis.
Unatons.
Sola de lastre
Sola branca.
Cbarlote ferdndelro e imitsedo.
Tapetes de div-raos paorV.
tiarroqoiis f'rancos e ae ai res.
Enfi rto.'ts deiivenan qoal.dades.
Blaatlros.
E mo los t otros artlaoi t nea.es a seme-
Ibaoe ffoere de aagocio, u c por precos seas
congelen' i, e bem as im ibrriubos para me-
ninos, cor. be o feita e acatada com esme',
perteic- e solides.
Roa I* de Marco n. 15.
Cosinheira e crailo
Preciaa-ae na ra de Pay-
sand n.
p-^:
Terreno a venda
Vende se om bom 'erreoo com 90 palmes de
reme e 950 de '"u'-do. com otra meta ago- am
bem estado, na estrada dos Remedies, a Ira'ar
oa raa Duqoe de axias n. 63.
25 0|0
Bom negocio
Precisa-Bu de nii socio com para
eotrar n'am eetabeleomento de p > fia or*
dem em ama das principies roas. Qoem pre-
tender deiie carta nesU lypogmpb t r:A.
P. de Lima.
Dentes
Termina a orrivel dor de deotee aaar -
de o escolente preparado < >fauoei
Cardoao Jnior.
As cartaa qae lhe tem eico din o-ida
pelos jornaes de maior eircolaoao, attds>
tam a eficacia.
Depojiiots
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
re &c C., ra do Marque de Clinda
a. 23,
Pharmacia Martina, rua Daqne d
axiaan. 88.
Pharmacia Oiiental, roa Eetreitad
Rosario n. 8.
Pharmacia Alfredo Ferreira, a roa 11
B. rio da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopea, ra Lar-
ga da Resano n. 13.

1 MIMADO I


7-

8
Diario de Pernanilasaeo
wtm

DO
Q
FEEIDAS
HAMAMELIS
DE BRISTOL *
(AVELEJRA MGICA)
UNGENTO EXTItACTJ^
ESPECIFICO PARA Q
o
o
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:-
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g
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B
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<
K
0
xta-fei?a O de Marco de S&0O
MLSIPljmtl
e
[STOL
URATODAS AS IMPUREZAS DO
SANG'JE E HUMORES
EFFICAZ
^
31 Ra Baroda Victoria31
Dcpois la Botica Franceza
Fbrica de \1 o duras
EB'3inp^B de todfii as qu-iJisdct. Q-i^drcs- Sanefss para cortinados, can
dieiroa, cbamins, pavios, molduras para retratos.
Eac-rrepa-ae de retratos a craion para oque ha contratado um perito rtiat. ,a
i. bastar.t? ccihecido.
Prepcra as qnalquer encommecda coro a maior brevidade.
Sici'.tnd&de e prec s baratsimos.
t non
MOSQUITEIROS
56 e 58 ra Duque de Caxlas
lelephonen 210
3P A.3R. .A. DCX QTJXDO AIR.
38--R.jado.Bara- da Victoria-38
Tem recebido ullimamente de Pars um variado
sorlimcnlo em:
Sedas brancas, preas e de cores para grande
escolba.
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os ta-
annos.
COMPLETO
e variado sorti-
mento de tape-
tes.
Justa coro c al
(eatifas
para forro de
salla.
MALLAS
para viagem, de
todos os taa-
nnos e qualida-
des.
oMANEQUINS
Casemiras pretss e de cores de 8| a 40
covado.
Sarja preta fina, pura 15 a 58500 dem.
Morim finissimo com 24 jardas de 15$ s
100 a peca.
Dito francez de 120 a 83 idem.
Dito pra noiva a 3S500, 4S e 48500
dem.
Cretones francezes a 600 rs. o covado.
Algodosinho T muito largo de 128 a 80
a peca.
Merino preto, pura 13 de 2(5500 a 18400
o covado.
Crepons de cores, pura la, de 28500 a
18500 o covado.
Cambraias brancas, rendadas a 500
700 rs. o covado.
Merino F do b ile, branco e de cor, n< -
? dada a 500 rs. o covado.
Foulardine,lindos desenhos de 800 a 500.
Surbats de seda, todas as cores a 18500
e 28 o evado.
Cachemira infestada de latas e quadros
de 20500 a 800.
Meias cruas, inglezas para homem de
128 a 68 a dugia.
Camsas para homem de 808 a 485.
Atoslhado branco adamascado para mesa
de 48 a 28500.
Guardanapos branco adamascado de 68 a
39000.
Completo sortimento de sedas brancas, capellas, col-
chas e fronhas tudo para casamento.
Damasco, pellacia e reps propnos para resjosteiro
e cortinas.
Urna grande quantdade de retalhos de
chitas, cretones, cambraias e setineta que se
vende por barato prego.
LO JA MS ESTRELLAS
56 e 58 Ra Duque de Casias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
americanos para
todos os corpos.
COMPLETO
sortimento de
tapetes de alea-
tifas e velludo
PARA
SOF' E PORTAS
CAPACHOS
decoco de todo
os tamanhos
com ioscricoes e lis c
FOLSEXIM
39
AMBHJIIGAEPARI
POR
satis?, se miim
WA.-VAv
PRIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XXXII
(Centinuacao)
E' preciso resgatar esse crime
tornou Merlin em toz baixa.
Como ?
Entregando-mo a porta dos Prs-
Saint-Gervais.
Hoje impossivel...
Entao, quando ?
Amanha, se quizeres... porque
am nhi tenho de render a tuarda Com
vinte hemens...
Mas, certo ?
Sim. Eu arranjarei a coosa...
A que horas ?
A's nev da aoite. ..
Posso, ento, contar absolutamente
comiigo ?
S in, meemo porque ja e&tou cheio
da communa !... A questSo diubei-
ro.
Tama...
Merlin entreeou algumas notas de
banco a Servis Duplat, e accrescen-
toa :
Aqui estSo cinco mil francos...
E o reato tica para amanha... Mas
presta bem attengao proseguio Merlin
ti'um tom amet^adorse nao realisares
o compromisso, debalde te esconderes,
porque sers fuzlado I
O capitfio federalista sen ti o um fr-
mito na carne.
Vai tranquilo, disse elle, eu s
tenho urna palavra... AmanbS, s nove
horas da noite, a porta Saint-Ge-vais
ser aborta aos calcdes vernulltos.
EatSo, at amanha 1
E Merlin dirigio-se para o Pre-La-
chaise, emquanto Servis Duplat volsava
& mairie do 11* distrioto para fazer o re-
latorio da execuc&o que elle acabava de
presidir.
Na tarde do mesmo dia o general Dom-
browski d'stribuio as guardas para o da
seguinte.
Era ul'ima vez que esse chufe im
provisado devia dar ordena, porque ho
ras dep is cahia ferido por urna bala na
barricada da ra Myrrha.
XXXIII
Servis Duplat fura designado por
Dombrow.-ki para guardar a porta de
Montreuil.
Um tenente da ana companhia devia
commandar a guarda da porta Saint-
Gervais.
Isso nao agradara absolutamente ao
cap to federalista que tinha de cum-
prir a sua missao para poder embolsar
os quinao mil francos e o resto do di-
nheiro.
Troquemos a guardadi;se elle
ao tenentevera a dar na meema. ..
Ricos corles de Velludo Flamboyant.
Caaes de seda lizas e com dosenhos.
Espartilhss Gnos em seda e de brim.
Cortinados finos, com pinturas para janeilas.
Colchas de seda, lavradas e bordadas.
Camisarde soda c de linho guarnecidas de
rendas e fitas.
Legues demadriperola e de phanlasia a Lui
XIV.
;o'.
Cortinados de lil para cama.
Meias de seda e de fio de escossia para boniem
e senbora.
Esteiras brancas e de pbanlasia.
Tapetes e alcatifas para forro de casa.
Almofudas bordadas a ouro c em alio relevo.
Grande o tmenlo em lans de phantasia.
Grande escolha em tecidos de algodo.
TELRPH0NE---59
!
EMLSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHVRMACEUTI o
TITULADO PSLiSSCOLA 11 IIEBICHA 2 mmnA SA 2 ASIA
APPROVADA PELA 1NSPECTOKIA DE HYGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucas heras os vermes in-
testinaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pelss
cranlas sem repugnancia. Em sua composico nao entraa substancias mine
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Crianeas Teolheres das de cha. Deve ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou 'misturada com caf, leite, ou j
com agua adocada.
Proco 1/2 vidro 1)5000
1 21000
Duzia de 1/2 101000
1 205000
DEPOSITO GERAL Pharmacia Ferreira
Praca MacielPinheiro". PERNAMBUCO
PUN01CA0 CSRAl
LLAN PTERSONS
44-RUA 00 BAR0 DO TRllMPHO-44
Machias a vapor.
Moenda8.
Rodas ci'agua.
Taixis tundidas e batidas.
Tsixas batidas sem cravacao.
O offic'al, muito alcoolisado, nem se-
qner fez objec^ao.
Ah 1 sim, meu velho, como qui-
zeres J sei que tens alguma pequea
ahi para o lado dos Pri-Saint-Ger-
vap...
Isso mesmo !
Pois esta bem! Para raim o
mesmo... Troquemos a guarda. Mas
has de pagar alguma cousa, hein !...
Duplat nao fez ouvido de mercador, e
os dous d gnos officiaes da communa fo-
ram-se aboletar n'uma taverna visinha
ao boulevtrd Voltaire.
A's nove horas da noite o cap tai dei-
xou o tenente, que mil pod-a se suster
as pernas, e toman a avenida Parmen-
tier.
Chegando diante da casa em constru-
ccS", aonde elle conduzira Merlin, na
tarde em que este abrira-ae com elle,
pareo.
Ninguem sabe o que vai acontecer
inurmurou... aqui o dinhero est
mais sfgu-o que em casa... Urna vez
dedo o g Ipe e estrangulada a communa
pelos versailleza*, nada poderei re-
ceiar.w
Duplat transpoz o limiar de casa sem
porta e dirigio-se escada do po o.
Para desear foi neceasario accender al-
guns phosphoros, uns atraz dos outros.
Muito cauteloso, pode, com a ponta de
nma faca que leva va, abir um buraco
no oh&o e nelle introduzir o dinheiro que
lhe dera Merlin, embrulhado n'uma fc-
lha de jornal.
Feito bb", cobrio o buraco com. areia,
nivelou o terreno, collocando umapedra
sobre elle.
Fora longo o trabalho, porque, de vez
em quando, tornava-se preciso renovar
a luz.
Prompto, disse o miseravel Jesfre-
gando as maos. Cinco mil balas, sem
cont r com a primara nota, e amanha
nove mil a embolsar ; total: qninze mil,
menos alguns luizes.
Estou rico como a vitrina da um cam-
bista, e, quando Pariz estiver tranquillo,
poderei montar, n'um bairro chic, nm
commerciosiaho de .. qualquer cousa...
Hjpnotisado por esse bello sonho, Ser-
vais Duplat sabio da casa em con&tru-
ccSo para o seu commodo do n. 157 da
ra Saint-Maur, cantarolando :
Irmaos o povo somos,
Irmaos,
Iratioa,
E dos tyraaaos iorni i-gos:
Desde Abril oceupava elle um qoarto
n* casa habitada por Joanna Rivat e tia
Vernica.
Esse quarto fcava na extremidade de
um c rredor, sobre o qual abriam-se oa
aposentos das duas mulheres.
Depois da batalha de Montretourt,
Joanna mal acordava dos successos que
durante algumas eem.naa ameacaram-
lhe a vida.
Se n2o morrra fura isso devido antes
& sua mocidade e sua constitus3o ri-
gorosa, que aos cuidados e medicamen-
tos.
Ella vivia, mas vivia triste, sombra,
evtcando sem cessar a lembranca da-
quelle que ella suppunha morto, e a
qaem teria ido procurar, se nao f osse a
idea do filho, cujo nascimento approxi-
mava-se.
Comegava a recobrar animo quando se
pronunciavam os primeiros symptomas
do parto.
No dia 25 de Maio, depois de horriveis
eoffrimentos, Joanna deu luz duas
enancas, duas meninas ebeias de vida,
que tia Vernica recebeu nos bracos.
Para as Creancas.
Tenho feito uso constante do seu preparado Emulsao
de Scott com grande aproveitamento para as creancas
e pessoas com estomago delicado, cujo estado de saude,
necessita o uso do oleo de figado de bacalhau. O seu preparado
excellente. Dr. Manoel Antonio Affonso Res.
inspector de Saude do Porto do Estado do Rio Grande do Sv.l. Presidente do Conselho
Municipal da Cidade do Rio Grande. Delegado de Hygiene publica Ex-interno do Hospi.
tal de Misericordia, do Hospicio de Pedro II e da Casa de faaude Calta Freta no Kio da
Janeiro.
^A Emulso de Scott de oleo de
figado de bacalhau com hypophos-
pnitos de cal e soda especialmente
adaptada para as creangas. Os hy-
pophosphitos fortalecera o systema
osseo e a combinagao com o oleo
de figado de bacalhau nao tem rival
para eliminar os germens das escro-
phulas e outras enfermidades para
dar vigor e rebustecer e para pro-
teger os corpos das creangas con-
tra os ataques das numerosas doen-
as a que a infacia est exposta
Em todas as epochas da vida a
Dr. Manoel Antonio Affonso Res.
Rio Grande do Sul, Brazil.
Emulsao de Scott
produz forgas e carnes. Desterra as impurezas do sangue.
Cicatriza as leses pulmonares. Cura a Phthysica.
A venda em todas as Pharmacias. Exija-se a legitima. Recusem imitacoes.
Scott & Bowne, Chirrieos, New York.
GRANDE
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luso e commodidade n'um dos pontos mais higini-
cos da cidade do Recife.
AccommodagSes magnificas, todas com janeilas para a ra.'
Esplendida sala de refeicSes, a mai< r e mais arejsda nesta capital
A cosinba acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da Enropa e outro braaileiro, ambos especializas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que ecima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aoa
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico ofl'erecendo-se para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
PRESOS KASOAVE1S
SEDiflBSi!
lili || II
E' A DESCOBERTA O
ELIXIR M. MMTO
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a sjpliilis.
Elle cura o rheumatismj.
Elle cura a astbma.
Elle cura cancros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MOR ATO, pro
pagado por
deposito w pern\m.ii:co
A GOMPANflfA OE DB GAS E PRODUCTOS
Ra Mrquez de Olioda 24
A excellente mulher nao abandonava
Joanna um s in tante, pensando em tu-
do, prevendo tudo.
Hav a-se preparado o enxoval e o
ber90 em que devia iepousar o recem-
nascido.
Em lugar de um, vieram dous !
A pobre Joanna, to fraca, qaasi suc-
cumbe a essa dupla maternidade.
Deca-ou-se nella urna febre extraor-
dinaria, e, com depois da batalha de
Montretout, escapou milagrosamente.
Nenhnma parteira, nenbum medico
para a assistir naque.le momento 1
A decidida tia Vernica multiplicou-
se, fez prodigios !
Tenbamos f I Tenhamos coragem !
d'zia ella com essa meiga philosophia
da gente pobre 6 honestaDeus bom
pai I... Ha vemos de nos arranjar !
Todas aa suas minguadss economas
deeappareceram son a sou.
Passava as noi?es cabeceira de Joan-
na delirante, cuidando dos gemeos, cu-
jos labios roeos apenas entreabertos ps-
reciam-lhe sorrir j, como agradecendo-
lhe Ba dedicaco por elles e por eua
mai.
No momento em que Servis Duplat
entrn, dep:is de ter guardado o dinhei-
ro, Vernica descia a escada para bus-
car dgua.
Trazia urna lampada para accende ,
pois ha muito tempo havia aid < cortado
o gaz e a etncierge, dicil s crdens do
proprietario, nao o substitoia por anter-
oas a oleo ou a esencia mineral.
Ora viva -ezclamou o capitSo fe-
deralista, hombreando com ellaEst
aseim com cara de quem vai levar pe-
trleo aos irmaos e amigos para incen-
diar o bairro ?...
Cala a bocea, malvado I... Cala
essa bocea, incendiario I... repioou
enrgicamente a velhVai te dei'ar,
que melhor I .. E nao f>cas bulha,
hein !...
Ah ali!.... Por causa da cidadS
Rivat !... Ella anda est doente ?
Deu ua hontem... E nSo brin-
ques, que ella tem mais coragem do
que u -. Agora que est com urna
febresiuha.
Com febre?... Isso nao nada...
Passa...
E Servis Duplat continuou a subir e
entrn em seu aposento.
Antes de sedeitr, passou urna vista
d'olhos no guarda-roupa, d'onde tirou
urna calca, um c Hete, om casaoo e una
chapeo de feltro,tudo de eflr escura e
em bom estado. Faz um embru'ho e
collocou-o n'uma cadeira.
Prompto !fez elle. Urna vez en-
tregue a porta dos Prs-Saint>Gervais,
inetto-:na em pelle de 16bo a ninguem
me conhecer !
Em seguida deitou-se e adormecen,
sem mesmo pensar mais no abominavel
crime de que havia sido cump'ice o
assascinato dos prisioneros!
Ergueu-se pela madrugada e dirigio-
se mairie do 11 districto, onde devia
tomar o comisando dos vinte homens que
constituiran! c m elle a guarda da porta
Saint-Qervais.
Durante a no te as tropas de}Versaille*
tiuham ganho tarreno e oceupavam a
pra$a da Trindade, a ra Saint-Laziro,
a ra dos Martyrer.
Da perta Oroano as fileiras tinham
invad dj Montmartre e a Chaasse-Clig-
nau-ourt.
(Continua).
Typographia do Diario.
MUTILADO
s


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