Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19355


This item is only available as the following downloads:


Full Text

/


ASMO IjXXIf
Quiuta-^ iim o de Marceo de 1890
\OIERO 53
*m
PBOP&JS&.&&S Bl SS&ReL FlGBBX&eA BB PABIA & fiLSOS
REDACTORES ANTONIO' ^ITRLVIO PINTO BAXDEIRA E ACCIOU DE TASCOXCELLOS e MANOEE ARAO
PRA A CAPITAL E LUGARES ONDE
Ires mezes adiantados.
p
nr
P Por um anno adiantado
Naaro avnlso do mesmo da
NAO SE PAGA PORTE
8S000
45^000
30&000
$<00
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCAgOES NA
FRANQA E INGLATERRA
Os Srp. Mayence Favre c C.\ residentes em Paris18 ru de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16$5(0
33000
9000
200
Por um anno adiantado
Por trimestre vencido.
Numero avnlso de dias anteriores.
u
ABTK OFFICIAL
Itcgulnmruto
DO TEMPO DOS
da Escola de Eosenharia
CAPITULO III
EJERCICIOS
TRABALHOS
ESCOLARES
( Coninuafao)
Art. 187. Quinze dias antes da abertura das an-
las, 1 congregacao se reunir para distribuir as horas
das aulas, verificar a presenca dos lentes, designar os
substitutos e, na falta d'estes, os que devam reger as
cadoiraa cujos lentes se acharem impedidos A dis-
tribuico das horas que fr approvada no principio
do anno lectivo s pode ser alterado com approvaco
da congregacao, si assim o exigirem as conveniencias
do ensino.
O director far publicar por edital e pela impren-
sa o resultado d'esta sesso da congregacao.
Quando a vaga ou impedimento occorrer no de-
curso~do anno, qualquer que seja o motivo que a de-
termine, cabe ao director fazer, em qualquer liypo-
these, a designaco de quem deva reger as cadeiras.
Art. 188. O horario das aulas da escola ser mar-
cado de forma que o tempo de trabalho diario seja
perfeitamente aproveitado para as materias de cada
anno
Art. 189 Cada lente cathedratico, ou quem o es-
tiver substituindo, ser obrigado a apresentar con-
gregacao, na sessao de abertura dos trabalhos, para
ser por ella approvado o programma de ensmode sua
cadeira, dividido em partes ou artigos distinctos. Sem
haver cumprido essa obrigaco, nenhum lente assu-
mir o exercicio da respectiva cadeira, cuja regencia
ser confiada ao competente substituto.
Art. 190. Apresentados os programmas, o dire-
ctor nomear urna commisso de tres membros para
nniformisal-os, de modo que exprimam o ensino com-
pleto das materias professadas no estabelecimento.
Art. 191. A commisso apresentar seu parecer
motivado em sessao da congregacao, que dever ef-
fectuar-se 10 das antes da abertura das aulas, e esse
parecer ser discutido e approvado na mesma sessao.
Art. 192. Os programmas, depois de approvados
pela congregacao, sero impressos e distribuidos.
Art 193. Os programmas, depois de adoptados
pela congregacao, com modificaces ou sem ellas, s
podero ser alterados na primeira sesso do seguinte
anno lectivo. Os lentes devero preenchel-os at o
dia do encerramento das aulas.
Art. 194. O director providenciar para que os
substitutos em cursos complementares completem o
preenchimento dos programmas das caaeiras cujos
lentes nao possam fazel-o.
Art. 195. Os programmas approvados em um
anno podero servir para os annos seguintes, si a
congregacao, por si ou por proposta dos respectivos
lentes, nao julgar necessario alteral-os. Em todo o
caso dever o lente proceder leitura do respectivo
programma, afim de" ser remettido commisso de
que trata o art. 190. .
Art. 196. Os cathedraticos, quando impedidos,
habilitaro os substitutos com os esclarecimentos ne-
cessanos sobre o estado do ensino da respectiva ca-
deira.
CAPITULO IV
DOS EMPREGADOS
Art. 197. Haver na escola os seguintes empre-
gados:
Um secretario.
Um bibliothecario.
Dous amanuenses, conservadores, guardas, con-
tinuos e bedeis em numero marcado pelo director, de
accordo com as necessidades do servico escolar e do-
tacao do orcamento.
Um porteiro.
Art. 198. Sao funcionarios prvidos por decreto
do Governo, mediante proposta do director ; o secre-
tario e bibliothecario; e por portaria do Secretario
do Interior os amanuenses e o porte ro.
Art. 199. Na vaga dos logares de secretario e
bibliothecario, os substitutos sero indicados pelo
director com approvaco do Governo.
Art. 200. Ao director compete nomear e demit-
tir todos os mais empregados mencionados no art.
197, determinando a collocaco e o servico de cada
um d'elles.
Art. 201. Os empregados que provarem invali-
dez tm direito aposentaco depois de 25 annos de
servido eflectivo.
Art. 202. Para o servico interno da escola o
rector admittir os serventes qne forem precisos.
CAPITULO V
DA SECRETARIA
Art. 203. Haver urna secretaria que, com ex-
cepcao dos domingos e dias feriados, estar aberta
as horas do regulamento, desde o dia da abertura
at ao do encerramento dos trabalhos do anno le-
ctivo.
Art. 204. Poder o director, ou secretario, pro-
rogar as horas do servico pelo tempo que fr neces-
sario, caso haja assumpto urgente a resolver, ou nao
esteja em dia a respectiva escripturacao.
Art. 205. A secretaria, alm do necessario para
o expediente, ter os seguintes livros :
i.) para os termos de posse de director, lentes
e empregados;
2) para o registro dos ttulos do pessoal do es-
tabelecimento ;
3.0) para a nscripco de matricula e para o dos
respectivos exames;
4.) para os termos de exames ;
5.0) para o registro dos diversos diplomas, car-
tas, ttulos ou licencas, expedidos pelo estabeleci-
mento ;
6) para os termos de defeza de these;
7.0) para os concursos ;
8.*) para apontamento das faltas dos lentes;
9/) para apontamento das faltas dos empre-
gados ;
10) para inventario dos movis do estabeleci-
mento;
di-
registro de termos de posse e forma-
11) para lancamento dos livros e papis entre-
gues pela f ecretaria bibliothcca ;
12) para lancamento do inventario do archivo ;
13) para registro das licencas concedidas pelo
Governo ;
14) para
turas.
Art. 206. Alm dos livros especificados, poder
o director, por si, por deliberaco da congregacao,
ou SO proposta do secretario, crear os que julgar
convenientes ao servico do estabelecimento.
Art- 207. Quando algum estudante quizer retirar
os originaes de quaesquer documentos essenciaes
existentes na secretaria, podel-o-ha fazer, deixando
certido, pela qual pagar o sello marcado no respe-
ctivo regulamento.
Art. 208. O pessoal da secretaria constar de um
secretario e dos amanuenses, continuos e serventes
para o servico da mesma.
Art. 209. Ao secretario, cuja nomeaco poder
tambem recahir na pes-oa de algum dos lentes ou
professor.'S da escola, o qual exercer as funcces
sem prejuizo da regencia de sua cadeira, compete fa-
zer ou mandar fazer a escripturacao propria da se-
cretaria, guardar, conservar e arrecadar conveniente-
mente os movis e objectos a ella pertencentes.
Art. 210. Compete-lhe alm d'isso :
1.) mandar no fim de cada anno encadernar os
avisos e ordens do Governo, a minuta dos editaes e
das portaras do director, dos officios por elle expe-
didos, quer ao Governo, quer s diversas autoridades
do paiz e as lentes, e aos actas das sessoes da congre-
gacao ;
2.0) copiar ou mandar copiar em livro proprio,
com titulos distinctos, o inventario do material da
secretaria, das aulas, dos exames, e em geral de tudo
que disser respeito ao servico do estabelecimento,
escriturando, smente o que pertencer biblio-
theca ;
3 ) exercer a polica nao s dentro da secretaria,
fazendo sahir os que perturbarem a boa ordem dos
trabalhos, como em geral em todo o edificio do esta-
belecimento. fiscalisando o servico de todos os em-
pregados, afim de dar circumstanciadas informacSes
ao director;
4.) redigir e tazer expedir a correspondencia do
director, inclusive os officios de convocaco para as
sessoes da congregacao;
5.) comparecer s sessoes da congregacao, cu-
jas actas lavrar %das quaes far a leitura na occasio
opportuna;
6') abrir e encerrar, assignindo-os com o dire-
ctor, todos os termos referentes a concurso e inscri-
pces para a matricula e exames dos alumnos ;
7/) Iavrar e assignar com o director todos os
termos, nao s de formaturas, como de posse de em-
pregados ;
8.) Iavrar os termos de posse do director e len-
tes do estabelecimento ;
9.*) Iavrar todos os termos de exames ;
10) fazer a folha do venc ment do director,
lentes e empregados, apresentando-a no ultimo dia
de cada mez ou no primeiro do seguinte;
11) organisar, sob as ordens do director, at o
dia 25 de cada mez, o orcamento das despezas do es-
tabelecimento para o mez seguinte ;
12) providenciar sobre o asse'o do edificio do es-
. tabelecimento e inspeccionar o servico do porteiro,
amanuenses, guardas, continuos, bedeis e serventes,
tendo sempre em attenco a natureza e qualidade do
objecto e a cathegoria do emprego de cada um ;
13) encarregar-se de toa a correspondencia do
estabelecimento que nao fr de exclusiva competen-
cia do director;
14) informar, por escripto, todas as petices que
tiverem de ser submettidas a despacho do director
ou da congregacao ;
15) lan?ar e subscrever todos os despachos da
congregacao ;
16) prestar as sessoes da congregacao as infor-
maces que lhe forem exigidas, para o que o dire-
ctor Ihe dar a palavra quando julgar conveniente,
nao podendo, entretanto, discutir nem votar.
Art. 211. Os actos do secretario ficam sob a im-
mediata inspecco do director do estabelecimento, a
quem explicar o motivo de suas faltas.
Art. 212. Na falta do secretario o bibliothecario
o substituir, e, na falta d'este, o lente ou o profes-
sor que o director designar.
Art. 213. Quando o bibliothecario ou substituto
houver substituido o secretario por tempo exceden-
te de tres mezes, preparar para apresentar-lhe, quan-
do terminar a substituico, um relatorio circumstan-
ciado de todos os factos occon idos na secretaria na
ausencia d'aquelle.
Art. 214. O secretario o chefe da secretaria e
lhe sao subordinados, nao s os empregados d'esta,
como todos os mais empregados subalternos do esta-
belecimento.
Art. 215. Na ausencia do director ou de quem
suas vezes fizer, nenhum dos empregados, a que se
refere o artigo antecedente, poder abandonar o ser-
vico antes de terminar a hora, sem consentimento do
secretario, ao qual dar os motivos por que precisa
retirar-se, afim de que este, quando comparecer o di-
rector, possa fazer-lhe a necessaria communicaco.
Art. 216. Alm das obrigacoes especificadas
neste capitulo, o secretario cumprir quaesquer ou-
tras que lhe incumba este regulamento.
Art. 217 Compete ao porteiro; ter a seu cargo
as chaves do edificio, abrindo-o e fechando-o s ho-
ras ordenadas, cuidar do asseio interno de toda a
casa empregando para esse fim os serventes que
forem designados ; receber os officios, requerimentos
e mais papis dirigidos secretaria e entregal-os s
partes, quando assim fr ordenado ; velar na guarda
e conservarlo dos movis e objectos que estiverem
fra da secretaria e da bibliotheca ; entregar ao se-
cretario urna relaco delles para transmittir ao di-
rector ; e cumprir quaesquer ordens relativas ao ser-
vico que le forem dadas pelo director ou pelo se-
cretario.
^CAPITULO VI
DA BIBLIOTHECA
Art. 218. Haver na Escola de Engenharia urna
bibliotheca destinada especialmente ao uso dos len-
tes e alumnos, mas que ser franqueada a todas as
pessoas decentes que all se apresentarem.
Art. 219. A bibliotheca ser de preferencia for-
mada de livros, mappas, memoriaes e quaesquer im-
pressos ou manuscripto relativos s sciencias profes-
sadas na Escola.
Art. 220 Haver na bibliotheca um livro em
quo se inscrovero os nomes de todas as pessoas que
fizerem donativo de obras, com indicaco do objecto
sobre que versarem.
Art. 221. A bibl'otheca estar aberta todos os
dias uteis, das 9 horas da manh s 3 da tarde e das
6 s*lo da noite.
Nos dias em que houver sesso da congregacao,
a bibliotheca nao ser fechada sono depois de ter-
minados os trabalhos da sesso.
,Art. 222. Haver" na bibliotheca tres catlo-
gos :
Das obras, pelas especialidades de que trata-
rem ;
Das obras, pelos nomes de seus auctores ;
Das publicacoes peridicas.
O'catalogo pelos nomes dos auctores ser orga-
nizado de modo que, en frente do nome pelo qual
cada auctor conhecido, se achem inscriptas todas as
suas obras existentes na bibliotheca.
Art. 223. No catalogo das publicacoes peridi-
cas se mencionaro as rev stas, theses, bibl ographia,
memoriaes, relatnos e quaesquer impressos que
tenham o carcter de peridicos.
Art. 224. Haver na b bliotheca tantas estantes
competentemente numeradas quantas forem neces-
sarias para a boa guarda e conservaco dos livros fo-
lhetos, impressos e manuscriptos.
Art. 225. Os livros da bibliotheca sero todos
encariernados e tero, assim como os folhetos, im-
pressos e manuscriptos, a carimbo da Escola.
Art. 226. Em hypothese alguma sahiro da bi-
bliotheca livros, folhetos, impressos e manuscriptos.
Art 227. Haver na bibliotheca um livro de re-
gistro para se lancar o ttulo de cada obra que fr
adquir.da, com indicaco da poca da entrada e do
numero dos volumes, afim de conhecer-se o total dos
volumes obtidos.
Art. 228. Na bibliotheca propnamente dita, s
facultado o ingresso aos membros do corpo docen-
te e seus auxiliares e aos empregados da Escola ;
para os estudantes e pessoas que que ram consultar
obras haver urna sala contigua, onde se acharo ape-
nas, em logar apropriado, os catlogos necessarios e
mesas e cade ras pa'a accommodacoes dos leitores.
Art. 229. Um dos guardas do estabelecimento
deve permanecer na sala de leitura e ser respon-
savel, si nao avisar, por todos os estragos que se
derem nos livros e objectos alli exstentes.
Art 230. O pessoal da ^bibliotheca constara de
um b bothecario, um guarda e um servente.
Art. 231. Ao bibliothecario,-que poder ser um
dos membros do magisterio, compete :
i.) conservar-se na bibliotheca, emquanto esti-
ver aberta ;
2.0) velar sobre a conservaco das obras ;
3.*) organizar os catlogos especificados neste
regulamento segundo o systema que estiver em uso
as bibliothecas mais adiantadas, de accordo tambem
com as nstrucges que a congregacao ou o d rector
do estabelecimento lhe transmitir; .
4.0) observar e fazer observar este regulamento
em tudo que lhe dis?er respe to ;
5.0) communicar diariamente ao director as oc-
currencias que se derem na bibliotheca ;
6.) apresentar o orcamento mensal das despe-
zas da b bliotheca;
7.0) propor ao director a compra de obras e as"
signatura de jornaes, dando preferencia s publica-
eses peridicas que versarem sobre materias ensina-
das no estabelecimento e procurando sempre com-
pletar as obras ou collecces existentes;
8.) empregar o maior cuidado para que nao haja
duplicatas desnecessaias e se conserve a convenien-
te harmon'a na encademaco dos tomos de urna
mesma obra ;
9.) providenciar para que as obras sejam irr>3
mediatamente entregues s pessoas que as pedirem ;
10) fazer observar o maior suene o na sala da
leitura, providenc ando para que se retirem as pes
soas que perturbarem a ordem, e recorrendo ao di-
rector, quando nao fr attendido ;
11) apresentar mensalmente ao director um
mappa dos leitores da bibliotheca, das obras consul-
tadas e das que deixarem de ser ministradas, por
nao existirem ; outro-sm urna relaco das obras que
mensalmente entrarem para a bibliotheca, acompa-
nhada de noticia, embora perfunctoria, da doutrina
de cada urna dellas ;
12) organizar e remetter annualmente ao di-
rector um relatorio dos trabalhos da bibliotheca e do
estado das obras e movis, indicando as modificaces
que a pratica lhe tiver suggerido e julgar conve-
niente ;
13) encerrar diariamente o ponto dos emprega-
dos da bibliotheca, notando a hora do comparec-
monto e da retirada dos que o fizerem antes de ter-
minar a hora do expediente ;
14) dar noticia ao director do estabelecimento
de todas as novas publicacoes fe.tas na Europa e
America, para o que se muir dos catlogos das
principaes livrarias.
Art 232. Organizados os catlogos da biblio-
theca, sero os livros collocados as estantes por or-
dem numrica, teado cada volume no dorso um ro-
tulo ou cartSo indicativo do numero que tem no res-
pectivo catalogo.
Art. 233. O bibliothecario reorganizara, de cin-
co em cinco annos, os catlogos, afim de nelles con-
templar as publicacoes accrescidas.
Art. 234. Sempre que concluir os cat.ilogos, o
bibliothecario as far imprimir, com previa autorisa-
Co do director, para serem enviados ao Governo e
aos lentes e empregados graduados de todos os es-
Questura Policial
Seccao 2V-N. 48 -Seeretana d* Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 4 de Margo
de 1896
Ao Sr. Coronel Dr. Julio da Mello Filbo,
digno Secretario da Jostlca e Negocios late-
Particlpo-vos qae foram bontera recolhidos
a Cas* Je Dateaca os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado da freguesa do
Recife, Jos da Cama a Soares conhecido por
Jos Menino, Francisco Joe Ribeiro, Vicente
Ferreira da Silva e Lannado Fortunato Mene
xes, como gatunos, Pedro Jo?e do Lima.. Ma-
noel Pranciaco de Aievado, Ao onlo Fraaciaeo
40 Espirito Santo, Tnomaz de A quino Fooae
ca, Jos^phina Mana da uonceicao, Mana Igna*
ca da Conceicarj. Mara Antonia das Oores
Vanos, por emonaguez, e Joaquirn ..os Frar
cicco, como alienado al que poa lar o con-
veniente destino,
A* orlem do abJelegado da freguezia de
Santo Antonio, JV>s Nooalo Ci-neiro e Jo*s-
ptia Mara da Coocetgo por offeasas a moral
pnblica.
A' ordem do subdelegado do Io disincto da
(regueiia de S. Jo#, Francisco Ferreira Ma-
ciel e Cesarlo Antonio dos Santos, como gatu-
nos, Antonio Leao de Oliveira e Zacnaria
Francisco das Cbagao, como deaordein'g e Jos
Antooio de OlWera, para averlguacOes poli-
cas*. I
)
tabeleeimentos de ensino superior, ficando sempre
archivado um exemplar na secretaria.
Art. 235. Quando o bibliothecario servir de se-
cretario, o director designar quem o substitua.
Art 236. Os empregados da bibl otheca ficam
sujeitos, no que lhes fr appicavel, s mesmas obri-
gacoes dos da secretara.
CAPITULO VII
EMPREGADOS DIVERSOS
Art. 237. Haver para a conservaco dos gabi-
netes conservadores, auxiliares e serventes que forem
necessarios, sendo todos de nomeaco exclusiva do
director.
Art. 238. Os conservadores de gabinetes tero
todos os objectos a seu cargo catlogos e dispostos
na melhor ordem e estado de asseio ; assim como
faro o inventario geral, logo depo s que tomarera
posse.
Art. 239. Todos os empregados da Escola, sem
excluso dos serventes, tm direito aposentaco,
depo;s de 10 annos de effectivo exerc ci, quando
por invalidez nao poderem continuar no exercicio do
cargo.
CAPITULO VIII
DA CORRESPONDENCIA E DA POSSE DO DIRECTOR, DOS
LENTES E SEUS AUXILIARES E DOS EMPREGADOS
Art. 240. A correspondencia entre o director e
os lentes cathedraticos e substitutos ser feita por
meio de officio ; a daquelle com os auxiliares do en-
sino e empregados, por portaria.
Art. 241. O director tomar posse de seu car-
go perante a congregacao.
Para esse fim dever enviar urna petico a quem
estiver exercendo o cargo de director.
Este convocar a congregacao para o primeiro
dia til e participar ao nomeado o dia e a hora em
que daver comparecer, para ser-lhe dada a posse.
No dia e hora indicados, recebido o novo director
porta do edificio pelo secretario e mais empregados, e
porta da sala das sessoes da congregacao pelo dire-
ctor em exercicio e lentes presentes, tomar assen-
to direita do presidente da congregacao, e, lido
pelo secretario o acto da nomeaco, tomar posse,
do que se lavrar um termo, que ser assignado por
elle e pelos lentes. Tomar logo depois o logar que
lhe compete, e dar-se-ha por terminado o acto da
posse, que ser communicado ao Governo.
Art. 242. Os lentes tomaro posse dos seus loga-
res em sesso da congregacao, que ser convocada
para esse fim, em dia e hora designados pelo mesmo
director
Art. 243. Si, em qualquer dos casos dos artigos
antecedentes, nao puder ieunr-se a maioria da con-
gregacao, verificar-se-ha o acto da posse com os len-
tes presentes, qualquer que seja o numero.
Disto se far menco na acta e se dar parte ao
Governo.
Art. 244. Os novos lentes sero recebidos por-
ta do edificio pelo porteiro, guardas e continuos e
na sala das sessoes pelo secretario.
Lavrados os termos, que sero assignados pelo
director e pelos nomeados, viro estes tomar assen-
to nos logares que lhes competirem.
Art. 245. Si, apezar do disposto no a t. 243 nao
for possivel reunir a congregacao, tomaro posse os
lentes perante a directora do estabelecimento.
Art. 246. Os empregados tomaro posse perante
o director, do que se lavrar o competente termo.
Art. 247. No acto da posse faro os referidos
funecionarios as promessas constantes do annexo sob
CAPITULO IX
DOSfTITULOS E DISTINCT1VOS
Art. 248. Ter direito ao titulo de engenheiro
civil o alumno que se mostrar habilitado as materias
do curso. A approvaco na 3.* cadeira do 2.0 anno e
respectiva aula e exercicios praticos, bem como as
materias que constituem o exame de admisso, d
direito ao titulo de agrimensor.
nico. Os titulos concedidos pela Escola de
Engenharia nenhum privilegio acadmico conferem,
significando apenas habditaces officiaes comprova-
das pela frequencia dos cursos mantidos nessa Escola
e pelos exames nella prestados, (art. 72 24 da
Constituico Federal).
Art. 249. Os alumnos formados na Escola de En-
genharia tero preferencia as nomeacoes para ser-
vicos estadoaes, sempre que concorrerem corn pro-
fissionaes habilitados em outros estabelecimentos do
paiz ou do estrangeiro.
nico. Aos nomeados de accordo com o que
dispe este artigo ser passado titulo de vitalicieda-
de logo que tenham cinco annos de exercicio a servi-
co da Repartico de Obras Publicas.
Art. 250. O titulo de engenheiro civil ser con-
ferido em sesso publica da congregacao, em dia mar-
cado para esse fim, com a maior solemnidade, na
forma do programma especial por ella approvado.
Art. 251. O titulo de agrimensor ser conferido
em presenca do director e de urna commisso da
congregacao.
Art. 252. O engenheiro formado, alem do titulo
de engenheiro civil, receber o annel distinctivo des-
se curso, segundo fr escolhido pela congregacao.
Art. 253 Todos os titulos de engenheiro tero o
mesmo formato : sero assignados pelo director, pelo
lente mais antigo da Escola ou do curso especial,
pelo secretario da Escola e pelo proprio graduado.
O titulo de agrimensor ser de formato difi-
reme.
Todos estes documentos sero reg strados em li-
vros especiaes
(Contina)
Commumcoa-me o subdelegado jo 1*
distrito da tregoezia ri Boa Vis a qae hoa*
lem, por vol'a das 10 horas da noite, no logar
Salinas do mesmo di?trict o individua de co-
me Maooel Gomes, ferio com orna faca de pon*
ta a Amaro Mano-.l Ribeiro.
Aquella autoridade, tomando onhecimeoto
do facto, fez rem* ver o off-ndido para o hos-
tal Pedro II e contra o offenso', que evadi-
se proede nos termos da lei.
Saode e fraternidade
Pelo Questor, o delegado eocarregtdo od
expediente,
iou' Antonio Pinto iunicr.
\
MMIIADO
i(

-
"


^
fc
fijarlo ae JPevuambweo Qniita-feira 5 de llardo de 189G
......
GNCftSSO SAGION \L
1ISCRS0 PRONUNCIADO NA SESSO DE,
22 DE OVEMBBO DE 1895
f r-Coellio Cintra=Pro8eguirei as
onsideragOes hontem encelada, relativas ao
desenvelaimento material e commercial do Es-
tado d>- Berna*) buco. Mea fim (trovar que
os sacrificios que ora se pedem neste orgamen-
to, para desenvolvimeote das ibras eocetadas
no porto do Recife, e oulros melborainentoa
matenaes, cojas veibas se acbam nelle con'
lignaoaf, looge de repueaectarem um oous
para o Theaouro da UoiSo, serSo em futuro
bem prximo um Tate de renda, que conti-
nuar progresivamente augmentando, saldan-
do assim toda e qualquer def pea, que porveo-
tura se laca com taes melhoramentos.
Como a Cmara ou\io [boniem, demonstrei
que a producgSo do principal geaero de expor-
tado d qu<-.lt' Estado, btm Como oe multo
(litros Estados do norte, que se dedicara
culiura.ida canoa^corresponde vigsima par-
te da-produceo de todo o mundo ; e coose-
queBtement soffra coocarrerrciaa enormes nao
so de mui o maior producgSo, como tambera
do producto muito mais aperf-igoaao pelos ma-
cbiBismos e procesaos empregados na Europa
e em entras purtes do mundo. ,
lloje proseguirei oemenslrando que nSo s
este principal genero de cultura do norte tem
produzido augmento eoosideravel as rendas
lederaes e eeladoaes, como tambera outros pro-
ductos daquelle Estado, gracas ao systema de
usinas all ^stebelecido, que teem. .sombra
da pea que, felizmente gaaamos, desenvolvido
extraordinariamente a iouu3iria, nao s do fa-
brico de assucar da preciosa gramnea, como
lambem dos productos o,ue desla planta iac-
cbarina, se tem tirado.
Assim, Sr.-presidente, alm do assucar, in-
dustria extremamente desenvolvida em Per-
Bambuco, tem-se alli, como disse, gragas ao
elabelecimento tessas usinas, desenvolvido
cousideravelmente a produegao do alcool e da
agurdente.
Basta dizer a V. Exc. que, tomando por
termo de-comparagoos mesmos quiaquenoios
que comparei com o aisuc8r, observa-se que
no primeiro quinqueooio de 79 a 83 a produe-
gao do alcool fer apenas de 215 pipas.com
im valor oficial de 30 contos e pouco.]
" J no quinquenio de 84 a 88 este valor su*
bio a 46 contos, de 89 a 93 este valor suba a
1.68 contos, tendo a proiiucg&o aUingido ao
elevado algarismo de 4.929 pipas. No auno
de 94, entretanto, o desenvolvnneiUo desta in*
dusxria foi extraordinario, attingiodo p-o*
cial de 3 808:5008000.
0 que se nota em relagSo ao alcool observa-
se igualmente quanlo agurdente. Si no
primeiro quinquenoio a que nos referimos, o
valor official da agurdenle foi tsse valor progresivamente suUinrio, attingio
em-89-93 ao valor offioial de 2.398:1138000,
sendo ento a produegao de 20 620 apipas ;
em 1894 o valor offlcml subi a 6.265? 1138560,
dundo urna producto de 38 mil e 69pipas.
Lcm o grande desenvolvituento desta pro-
dcelo tem o Estado podido eupportar, sem
crise aguda, a baxa do prego do asaucar e
com os impostos que t> m robraar. sobre este
genero de producgSo que, como V- Exc. sane,
pode sBppor-sr taxa mais elevada do que a
daquelle, tetn a receita estadoal se mautido
prspera.
1 Peto-quadre que juntJ.tnelbor se apreciar
O grande deseovolvimeoto e [producgSo deste
genero da industria saecbar na.
Peroambnco eonwgtHdb arrecadar o duplo da productos gimillares das fabricas etraogeiras. do mo servigo que faz com o transporte do mencionare! a de Santa Philonila, como urna
receita ergaTSaj mnnti-kw-on imposto* anteri-
ores estatuosnos orgameotos confeccionados
pelos eoDgregofldstaduaes anteriores 4 pa rio-
tica adfflmistragao que actualmente dirige
o< destinos do estado.
Comparando, Sr; presidente, o valor offlciai
da produegao dos df Serenes gneros de ex-
portarlo d'aquelle estado, nola-se que o as-
sucar exportado figura com o valor official
de 38 mil e tantos cootos, o algodao 11 mil e
lanos contos, a agurdente 6 mil "Contos,
alcool 3 mil contos, diversos 6.800 ; o que d
o resultado que hontem annuociei de ter sido
o valor official da exportagSo do estado no
anno cadente de 67 mil e tantos contos, contra
69 mil e tantos contos de 1893.
Esta differenga vem ;da diminuigao de valor
nao s do assucar, como tambera da menor
exportagao do algodao que deseen coneidera-
veimente no anno-possado, nao devido s
dfflcoHatles que Se offereeem ao transporte
dessa mercadoria no interior do Estado como
tambem pelo augmento do consumo nterr.o
pelas fabricas de tecidos existentes no Estado,
que j vo fazendo vantajosa concurrenciajaos
O 8r. Jos Carlos A grande importacSo assucar. Tem tarifas prohibitivas,
para o Rio de Janeiro augmenten de 10 mi-! O Sr. Coelho Cintra = Taes Bao as tarifas
li-Oes' de kilos. ;<*e~ que gosa esta estrada, tarifas, como muilo
O Sr. Coelbo Cintra -SI o argddSo diminua Dem dlz aea bonrado collega de depulagfio,
conaideravelmente oa quantidade exportada, vexatoriaa e quasi prohibitivas.
peH) augmento de seu prego contrabalangou a
drmioatga do valor ofBciat, qne*, addiccionado
Infelizmente, ha bem pouco anda, foi conce-
dida Estrada Recife S Fraciaco, que
tambera importancia do augmento dos outros. tambera ingleza, a tarifa differenchl que vem
gneros exportados, puieram manter a cifra laggravar anda mais a industria agrcola da-
do valor total da exportagao quasi a mesma de W*H* estrada em perto de 50 %.
de 1803, oSo obstante ter sido de cinco mil
contos a diff-reoga para menos.
A producgo'da agurdente excedeu do
anno anterior em mais de dous mil coritos ; e
a do alcool elevousa a perto de dous mil con-
os, de modo que esta differenga para mais
compensa a menor receita de algodao.
Pelo quadro que se segu observa-se que,
apezar do augmento de produego do principal
genero de exportagao do Eitado, o valor offi-
cial decresceu de cerca de 1.500 contos de
res devido nao s baixa do prego do assu-
car, como tambera diminuigao da prodnegao
do algodao, devida a cautas multplas.especial-
mente s diflkuldades do transporte :
Xatureza Valer tm 1894 Valor em 1893 Dlfferengas em*1894
Para mais Para menos
Assucar Algodao Agurdente. Icool M-l. ( ouros. Diversos . 38.959:0488650 11.516:3158580 6 265:1138560 3.808:493S10H 27:12083(10 489 40286*0 6.822.9328390 39.063:1278090 16.541:8458232 4.143:8748491 2.515:9138570 18:08tiS250 752.2108114 6.303:4858 764 ' '2: 2398069 1.292:5798530 9:0348050 "*5l9:446862o' 104 0798340 5.025:5298652 262:8078434
Tota es . 67 888:4268260 6!).338:5438411 1.450:1178151
O alcool exportado em 1894 pelo porto do Embora, Sr presidente, tivease havido de-
Recife subi ao algaiismo de 13.207 pipas com jcrescimeBlo na exportagSo deste genero de
5.853.500 littrcs, contra 9 917 pipas cora.... IproducgSo, comtudo o valor official da expor-
4.458.600 litios exportados era 1893, de for taco manteve em progresso crescente, gra-
ma que s nm anno o accresimode exporta
g5o-foi -Je 3 393 pipas...
O Sr Jos CarlosPara o anno deve du
plicar exportagao do alcocl para o sol.
O Sr. Coelho Cintra... e oesse mesmo an-
no a exportagSo da agurdente foi 'le 38 069
pipas com 16.724.980 litros conira 28 079 pi-
pas cora 12.252.800 litros; dt-u-se, portanto,
s m 1 anno o accresckno de produego de
9.990 pipas.
E diz minio bem V. Exc. que para o anno
esea produegao duplicar: essas eiperangas
sao '.anto mais fundadas quanto maior tem sido
o desenvolvmento das uainaa ; gragas ini-
ciativa do congresso estadoal cera as suas leis
de auxilios lvoura, correctas e acertadas,
afim de facilitar-lne os meios atequados ao
aperfeicoamento dos productos saecbarinos,
lente principal da riqueza do Estado.
O Sr. os Carlos Aquella triumaho
mais devido lnictaiiva particular.
O Sr. Coelbo Cintra-A producgSo do algo-
dao lende a diminuir por caBsas mltiplas e
entre estas sobresabe a dos meios de trans-
portes.
Basta notar a V. Exc. que o productor do
eriao d ao almocreve metade da mercadoria
que leva ao mercado do Recife, em pagamento
oe:tran?perte !...
X zc ce 00 p OOCOC
.






a*


So^CT
c m o it otow
sOC-CO
-JQO-J OO ia o o c.-t i. -i
sDCiO OOO -s ao
~.te
r.-ixo
^-i^O 53 MBCIO i'i O C5 -^ CC ^
o
a
a
53
O
z
-3
oeoocooD
co oooo

a
p

sr
Oi
OCV3 -*-*
C< ~- co oc
CJ copeo
S CJCR
-, ~ ^t
0C00 05O
~ '-- 1L "-_
O -J
MC GO OS
teu zrz
- ^S^50
O-OOO
a
o
-
t
o
o.
-
a
o
o
a
e
l 5.
E' ebegado o momento de prev^lecer-me da
tribuna para tributar os sinceros agradeci-
mientos dos representantes federaes de Per-
aambnco, ao digno e zeloso relator da receita
da commissSo do orgamento, pelo relevante
servigo prestado aquella iodostria, acquiea-
cendo aoi reiterados pedidos que Ibe dirigimos
em ccmmissSo, para que o imposto sobre
bebidas alcoolicas nao comprebendesse esses
dous principaes gneros de exportagSo de
dosso futuroso Pernambuco. |
0 Sr. Jos CarlosEra-de toda a justiga.
0 Sr. Coelbo CintraDsde que nSo era
possivel, Sr. presidente, gravar o'assoear com
rnpostos novos pela circunstancia da enorme
concurrencia a que me refer, s restava ao
Estado procurar orna outra fonle de receita,
desenvolveodo a sua industria para d'abi au-
erir o necesssario manutent5o de suas
despezas administrativas.
Entre essas industrias figurara a do alcool e
a agurdente ; e nao seria justo que o Con-
gresso Nacional viease dificultar eaae desen-
volvimento, fazendo incidir impostos, alias
gravosos, sohre os gneros de predocg&o local
que comportara um imposto estadoal equi-
tativo.
Pelo grande Jesenvolvimento, Sr. presidente,
da industria saccbarlna dos estados do norte,
pela introducgSo, como disse, dos apparelbos
perfetgoadoi, cdi raanoreocSo inalteiavel da
paz e tranquilidade que all gosamoi, te<^
gas alta dos pregos nos mercados consumi-
dores, como se v deste mappa (l):
MEDIAS
A Estrada do Limoero obteve augmento de
tarifa, o que tem contribuido poderosamente
para ooerar a lavoura floresceole da zona por
ella servida, alm de indirectamente prejudicar
o deseovolvimeoto de industrias que reclam<>m
fretes mdicos para poderem concorrer ao
mercado do Recife, e de gravar enormemente
a lavoura com os onus inherentes : pplicagSo
de taes tarifas.
S comparar/nos o movlmento da Estrada de
Ferro do Limoei'o em 1894rque foi de 564.000
saceas, observamos que, era barcac>s, esse
transporta, que muito comraum nos estados
do norte (sao pequeas embarcagOes emprea-
das neste servigo), subi a 800.000 saceas.
O quadro seguinte mostra meltior o mov-
menta desses trausportes (l):
-a
o
n
n
a
a
3
O
o
3
rji
o
-5
pe
-

n
i
saMiitue
ap seisoa mg
s

l s^jedeA mg


00
O
seSeojeq mg
os
o

I
|J1U33
"d 3P '3 |8d
i^ ^- ^ -*
oo 00 00 00
oo oo *4 --4 o c
co 1 _ 1 co 1 r
c* ** ?-* - M ?
oo oo oo ~J oo ja
m CO oo 00 a a, a

o
OD
* "
fl
M 'i re 1-^
ro co -* O CO 03 2-
O -4 < co
CO OO o s t S CO J en a a

.

-3 H
O o * K
2
69 l B
tKJ
rs
1 .

'. .
e s. a
? Em costas de auimaes
00
s e
-
ts oo Era vapores o
o < 9
ts o .. , B
pk
H
9
co O Em barcagas a 9
CO ffi m
** 9 z.
^-* -~ 9
00 co o Pela E. d F. Central 9
CO 00 i; o ts.

s<
Pela R. de F. do e
4h Limoeiro 0
O 8 5
co - M
X
9
Pela E. de F- de ft
S. Francisco
o H^
00 V
oo CO
H
O
c ro I
8 c>5
cp o o CO 3
Nesse mesmo perodo bouve um decresci
ment de 146.765 sacras de algodao compara
do s entradas de 1893.
Assim que tendo e exportagSo em 1893
sido de 25.868 toneladas decresceu moto em
1894, como se v deste mappa :
-os
3 3
i?
H
o
= .
Ba

o.
m
3 r-^-*
Q OOGO
TI 99
M CO**
m . .
H .
z
o
>
VI .







5
k
9
COCO
S2
en
co

00
oo
en
o


CO
VI
1
CO
9
5
5"
M
T3
O
CL
O
-
00 C5 en
en Q r^ co
b- X oo <5
eo 3 en 8 o
e Xo xa Xti
O 5
O & S5
ts
"90
en
co
o
co
ojteomn op
J 9P 3 8|3d
eo
.<*
co
en
co
co
co
I
0J-I3
-UBJ. "S P
-d ep '3 l^d
I

co
00
S8
-4
H
O
-:
>
r
c
B
9
A
m
O
a

n
8
9
e
9
'*
a
;
9
s -*
m x
- -
e o
1 9

o
D
"I
a
i
t
B
Tambem houve decreseimeoto ne periodo de
tempe que venho referir-me na erportagao de
couros, come se v este resmido trahalro (l):
ExpprtagSo de coaros pelo pO'to do Recife
em 3 quinquenios, comparados com o de 1884:
a
-
s
o
a.
a
00
co

co
00
CO
CO
eo

I
3
CO
I
oS
O
a
z
o
G
P3
X
O
t73


ts
CO
00 op
S 2
n
S5
H
l
a
o
en
co
co
o
co
ts
SU||>)
soptJOdxg
00
->
en
en
"O
as
co
ts
I
8
"o
0117-T jod
oSaJd
K
co
2
!3
>
O
O
V V. Exc. que si as tarifas das estradas
que gosam de garanta da UoiSo nao fossem
quasi prohibitivas, grande parte daquella pro-
duegao, que se escoa por esses outros meios
de transporte, preferira o commodo e rpido
transporte pela estrada de ferro.
A consequencia da teimosia de Me manter
taes tarifas nessas estradas, diminuir a soa
renda brota 5 e assim se rednzir a renda liqui-
da obrgando o governo a entrar com a garanda
d joros qne aunoalmente despende com es*
sas estradas, oo entSo gravar anda mais a
produegao cbm o empreg'ode tarifas difieren'
ciaes que tanto prejuiieam a lavoura, para co*
brir aquella despeza.
E, Sr. presidente, o meio que teem essas
compnhlas de assim explorar o Tbesouro pu-
blico muito commodo e ao alcance de qual-
quer que se d ao estudo desta materia.
Si a renda chegagpara dar um saldo liqui*
do, cara* de cobrir a garanta de joros, tra.
tara inmediatamente de augmentar as despe-
zas de 8dmloislracao e conseqoentemente di-
minuir a renda liquida, para assim jutiflear a
adopgao de tarifas, movis e outras eitorsOes
qoe servem para gravar a ndostrla agrcola
local.
Estando com a palavra, Sr. presidente, e
tratando deste assompto, deata tribuoa pego a
alteogao do honrado Presidente da Repblica
e do muito dl8tiocto Sr. ministro da agri.
cultora, para as pretenges desarrasoadas e
sempre crescentes da alministragSo da es*
(rada do Limoeiro, que anda actualmente
pretende obter dos poderes pblicos, como me ^S*
das mais importantes e adianladaa. Iniciada
pelo grande industrial cojo oome me desvaoe-
co de citar como um doa maia operosos per-
nambueaoos e adiaotados fndustrfaes, o Sr.
coronel tfanoel Antonio Sanios Dias, abnega-
do patriota, que, alm dos servigjs prestados
iodostria assucareira daqoella tona, tem
mais um camobo de ferro com mais de 26
kilmetros, e qoe pode-se considerar pela es*
tabtldade da va permanente e do conforto
qoe offerece seu material rodante, de bitola
redozida, como om doa melhores systemas de
ferro vias econmicas e bem acabadas. (Apoia-
doa da bancada pemambucana.)
E' urna estrada de ferro que conserva o no*
me do seu fundador e que, serviodo zona
explorada pela grande usioa, ama das suc*
cursaes de S. Francisco que bem poda ser-
vir-lhe de modelo na eacolha do systema de
carros conforlaveis para passageiros, e meltior
anda na conservarlo e estabilizada da va
permanente, bem como pira o trafego regola*
nsado, para qoe nSo maia fosaem prejudicados
os agricnltores da zona sul como actualmente
acontece, com extravio e violago dos produ-
ctos entregues a seu transporte.
A industria agrcola, especialmente a as-u*
careira, seffre nnumeroa prejuizoa com o
mo servigo que se tolera na S. Francisco, e
que reflecte no servigo do sea prolongamento,
pelas continuas reclamagOes doa prejudicados
pela desidia da admioistrago.
No ponto extremo dessa est ada do Recife
a S. Francisco, em fra, cu Palmares, en-
tronca a estrada sul, que sen prolongamento
e perience Uniao.
0 director 00 engenheiro chefe desta estra*
da, pelo respectivo regulamento, devia ser o
fiscal da do Recife a S. Francisco.
Entretanto, por disposlgea posteriores nul*
ificaram-se completamente as vantageos que
adviriam dessa salutar medida para conferir-
se a fiscnlisagSo a um delegado da inspectora
de estradas de ferro, independente daquella
directora, n que de certo modo prejudica o
Barvigo e nullifica a salutar e providente lis-
posig&o a que me refiro.
Forgoso con'essar, Sr. presidente, que es-
sas estradas ioglezas que teem contractos cem
o governo da Unio, as disposgOes de taea
contractos s obrigam, de facto, o governo fe-
deral, nSo deixando a latitode precisa para a
UoiSo compellil-a ao cumprimento de seua de-
veres em materia de trafego e outros ser-
vigo?.
A Recife a S. Francisco orna estrada de bi-
tola larga que nao admitte, com segoraoga,
por maior que seja o seu es'orgo, velocidade
superior a 40 kilmetros.
Tal o estado da via permaneote antiquis-
sima, e de systema Ci,ndemnado no Brazil e
abandonado por quasi todas as estradas de
ferro. A S. Francisco ainda con3erva o seo
antigo systema de trilhos, coosinets e respe
divas cunhas de madeira, com todos os seus
inconvenientes.
De maneira qoe o expresso qo se queira
fazer correr naque la estrada oSo consegoe
mais do qoe 35 a 40 kilmetros. Eu mesmo
percorr:-a e tive occasfio de observar que
apesar das condigOes do tragado, a velocidade
prxima oSo attingia a 40 kilmetros por bora
Accrescente*se a'isso a falta de wagoos
systema araeriooo, conforlaveis para o trafe-
go de passageiros, era um clima arienle como
o do norte e terfe'ha o que' a S. Frao*
cbco.
O que obaervei na Recife a S. Fraocisco,
que to caro nos custa, pode-sesera medo de
errar, geoeralisar a todas que teem contrac-
tos antigos com os poderes federaes.
Por esses contractoa as emprezaa arma*
ram-se para explorar o seu trafago deixando*
nos apenaa a pequea Intitude de agir em
urna eaphera de acgSo I mitadissima, o que
tem dado lugar a innmeras qu-sies, que
sSo quasi sempre resolvidas cora um certo
cunh) de favoritismo com manifest prejuizo
doa nossos inlereases.
S, pois, o honrado ministro da agricultura,
em quera tanto confio, dedicar sua acgSo di-
recta para conseguir fazer com que estas es-
tradas prestem o maior provelto era beneficio
das zonas por ellas servidas, compellindo-as a
ter melhor material e tarifas razoaveis, ter
prestado ao paiz um assignalado servigo e
toroar*se*ba digno da8 bengOea doa agricul-
tores que soffremo grvame de taes mposi*
gfies (Apoiados.)
O Sr. Neiva.O mesmo mal affl ge a Sa-
bia.
O Sr. Coelho Cintra=Fazendo desla tribu-
na este appello ao digno ministro, nutro a
mais firme convicgSo de que dentro em pouco
as zonas servidas pelas estradas inglezas do
meu Estado aufenro vanNgeos que actual-
mente nao gosam por ae nSo exercer nellas
urna fiscaliaago efficaz, sendo coranellnios os
poderosos agentes das companhias que explo-
rara esaai estradas a melhor cumprirem seua
deveres. Fazendo este appello ao honrado
muistro sobre as estradas de ferro, resta* me
apenas tratar do moviinento sempre pr grea-
sivo da renda aduaneira e outras da Unio,
bem romo das estadoaes, para o fim, como
dase, de p-ovar, que, proporgSo que se
adoptam naquelle Estado oa melhoramentos
indispensaveis ao desenvolvimento de sua in-
dustria e commercio, essas rendas v3o cres-
cendo em urna progresaSo muito vantajosa.
(Apoindoa).
Si comparamos, Sr. presidente, a renda
aduaneira, propram-rate o que s chama rea-
da de impDrtagSo arrecadada pela Alfaodega
de Pern mbuco nota-seque em 1894 attingin
a 19.615536S950, quaodo no exereicio finan*
ceiro do ann anterior navia se arrecadado
18.338:6178350, bavendo por cbnsequencia,
s oa arrecadagSo doa impostos de importago
pela Alfandega um augmento de.............
1.176.9698387.
Rendas publicas de 1.894
MEZES
Renda Federal
Alfandega
Corre o
E. Ferro de Pernambuco
Sul
Ce> tral
Renda estado
Arrecadada
pela
alfandega
eo
8
s?
s
o
co
to
en
3
eo
S0I13J
sopejjodxg
5?
eo

co

o
ts
o
0|t7I JOd
6S*id
o
Pl
n
o
o
V-
r-
>
o
t
Janeiro. .
Fevereiro .
Margo .
Abril .
Maio .
Junho .
Jultio .
Ag06tO.
Seterabro .
Ootuoro
ovembro.
Dezembro-
co
en
CO
en
en
co
co
en
seiii*
opeijodig
ts
CO
co
ts
lo
"te
o|in jod
805aJd
M
a
a
pi
ca
o
?S
00
o
co
-1
00

to
o
xa
00
CO
o
-4
s
S5
H
>
-a
>>
O
o
Si, como fra de esperar, se tivease deseo*
volvido o syste-ra de viagao de Peroamboco,
pelos meios equitativos conferidos pelos pode-
res centraes a outros estados, boje to flores-
centes, muito teria augmentado a producgSo e
transporte des-as mercadoriaa e mais avultado
seria o mov mentcommerciat do Recife.
Mas, embora o Congresao baja no orgamento
vigente decretado esses meios, lamentavel
que ainda' se veja em meo Estado a concur-
rencia dossystemaeanacbronlcos de transporte
com as vias-ferreas que gosam de garanta da
juros outorgada pela UoiSo.
0 primitivo systema de transporte de mer-
cad orias=en. costas de animaes, ali concorre
victoriosamente com certas estradas. Si estu-
darmos a intredueco de gneros de producgSo
agrcola do estado, oa cidade do Recife, pelos
meios de transporte qoe existem, verifica-se.
por exemplo, que o assucar qoe, como V. Exo,
s.ibe, da zona chamada da marta, quasi toda
servida por estrada de ferro, ainda er. gran-
de parte transportado em costas de cargueiros.
0 Sr. Heretlino Baad-sir'-A-rtradi tt l>-ldpttW pelo Estado
Limoeiro cobra fretes ezaggeraduiimof, alea
coosta. o uso de tarifa differencial (para sua
estrada,Cque ja gosa de tarifas quasi prohi-
bitivas e de tal ordem qoe dSo lugar a qu.:
os cargueiros, que melhores servigos prestam
aos pequeos labradores, ntrem em vantajo-
sa concarrencla com o transporte pela esra~*
da
0 Sr. Alciodo Gnaoabara-Eslava reserva-
da esta mar vi I ha a Limoeiro I
0 Sr. Coelbo Cintra-Basta dizer a V. Exc.
que o transporte de assucar em costa de ani-
maes para o Recife, elevou-ae a 52.254 saceas,
em grande parle da zona servida por esta es*
trada.
Fazendo este appello ao honrado Presidente
da "Repnblica, em nome dos lavradores da
zona servida por estas estradas, espero que
S. Exc. e o bonrado ministro da agricultura,
sejam solcitos em procurar remediar esses
m>leBdando solugSo reclamagSo que pende
de despacho daquelle ministerio, ba longos
tres anuos.
Como se acba nesta capital o representante
da empresa que explora esta estrada de ferro
ingleza do norte, muito natural e fcil que
S. Exe. possa conseguir alguma cousa em be-
neficio dos lavradores daquella zona, que sSo
constantemente explorados por orna empresa
que nao prima pelo anhelo de bem servir a
sena freguexes e meos ainda pelo esforgo de
rnelborar o seu material rodante, qoe nSo do
melhor typo, nem do mais adequado ao nosso
clima.
0 Sr. Jos Carlos Isto se nota em quasi
todas as estradas de ferro estrangeiras.
OSr. Coelbo Cintra-O deaenvolvimento da
odustna assucareira em Pernambuco tem es*
penalmente no sul attlngido a nm grao de
prosperidade digno de ser mencionado.
Alli ba grandes usinas e doladas de todos
os melhoramentos aperfeigoados em oso nos
pases adiattados para o fabrico de assucar e
productos saccbarino8=-=8o fabricas que bon*
rara seas fundadores; e que pOem bem em evi-
dencia aa-VMUgeoa do aystemi de auxilios
Total em
1894 .
1893 .
Para mais.
1.946:7818402
1.698:5558112
1.741:9328417
1.634:8948656
989:4588060
1.398:6268784
1.386:5668612
1.519 6928288
1 574:2568722
1 964:2058386
1.961:6143742
1.699:0028164
19.515:5868945
18.338:6178558
34:07488*5
27:1438267
29:6148425
28:6728137
27:6838731
33:119S86
28 1058573
39:4308596
27:4818548
27:1208532
27:4028087
30:0008000
359:8488577
345:2308279
1.176.9698387' 14:6008000
574:0008000
517:8718000
56:1298000
530:9958000
460:7148000
70:2818000
510:2318253
55S-968S553
'482:0428 508
,450:9018 427
480:0378 538
411:5078902
374:2728334
341:83785
230 904S016
4^8:6468053
44V.126S802
516:9878302
5.251:4978238
4.914:7968823
336:7008415
S comperarmos nao s as reodas da alfan-
como as differentes rendas do Estado
pertencentes UnSo, observa-se que tendo a
alfandega rendido 19.515:0008, o correio...
359:0008, a Estrada de Ferro Sul 574:0008, a
Estrada Central 530:0008, chega-.se conclo*
sao de que o Estado de Pernambuco rendeu
para a oio 24.798.7718 ou cercado......
25.000.0008000.
No mesmo periodo a renda da exportagao
pertencente ao Estado, que cobrada'pela Al-
fandega do Recife, attingio elevada cifra
de 5.251:4978238, quando a receita orgada fra
apenas de 3-625:0568838, gragas ao zelo e tino
administrativo do bonrado inspector daquella
alandega. (kpoados).
Nesse mesmo anno a receita total do Es-
tado arrecadada elevoo-se acerca de.....
que bavia sido orgada pelo Congresao ante.
nor, o que prova que o crescimento desta ren-
da o fructo de deaenvolvimento material que
felizmente se tem dado naquelle Estado, gra-
gas aos auxilios prestador pelos poderes es-
tadoaes, e Coogresso Nacional pelas qnotas
que ba votado para desenvolvimentc de seu
systema de viagao frrea. (Apoiados).
O crescimento das rendas federaes e esta-
doaes se tem accentuado de modo a satisfazer
as melhores perspectivas.
Assim, Sr. Presidente, embora o valor do
principal producto de exportagSo tenba de-
crescido no ultimo anno, apezr da queda
progressiva do cambi, a produegao tem aug-
mentado tanto que se tem conseguido man-
ter a progressSo crescente das rendas do Es-
tado.
Estudando os quinquenios deque me te
7.000:0008, somma muito superior aquella nbo occopado nota-se : (l).______________
Qaadro das rendas federaes estadoaes em cinco qolnqaennlos
De entro estai grande* usinas oa fabricaa,
ESTADO
QINQDENNIO ijportacao POSTAL VAS-FRREAS (ARRECADADAS NA ALFANDEGA)
9538:1168900 11.389:1988951 10.983:5308640 93:7338344 1.271:4118600 2 293:9408370 2.056:9638911
1879-1883....... 1884-1888...... 128:8368325
155:324i]370 760:1258000
1889-1893........ 12.856:9818236 237:4848822 978:5858000 3.555:2578045
1894............. 19.515:5868945 359:8448557 1.104:9958000 5.551:4918023
Si addiuionarmoa a receita estadoal a arre
cadada pelas outras repartgas de arrecada-
gSo estadoaes teremos para receita total do
Estado em 1893 5.557:0848815, nSo obstante
ter a li do orgimento eotSo em vigor calcu-
lado essa receita em 3.600:0008000.
As cifras deate quadro fallam eloqaeotemen
te e di8pensam-me de maior desenvolvimeoto
para mostrar que o Estado de Pernambuco
tem sobejmeate compensado os auxilios qoe
da Uniao tem recebido. (Jfuitos apoiados).
A commssao de orgamento, Sr. oresidante
ai bem qoe tivesae aceita a emenda que sub^
mettemoa eoaiideracio da Cmaro, autori-
saodo aa obraa do p >rto do Recife, eatabeleoe
oa reduccSo que aprsenla a suppressSo de
ama verba, qu, sendo insigoificante, pare-
cer, talvez, exigencia de3arrazoada de miaba
parte vir cmara pedir que nSo vote essa
suppressSo.
Si assim procedo, Sr. presidente, levado
pela conveniencia do servigo e pela indispon*
savel neceasidade que ba de continuaren] aa
poDtes do Recife, qoe foram construida-' pelo
governo central, sob a di'reec&o mmediata
admirftstraclo d reparticSo das obras do
porto. A nao admittir que eal repartlcSo
coBtiaoe a adralniatrar eaaaj pontaa, cahirs*
MUT1AD0 \
--1
-'
\
i


w
Diario de Pernambnco Quinta-reir 5 do Har^o 3
ni juli
/
m os do absurdo de pretender que os eocoa
tros da ponte que, como V. Exc. sabe, sao
os pontos oode repoosam a extremidade das
vigas e pavimento, fiquem sob a dirocgo das
obras do porto e o lastro e todo o seu syalo-
ma de vigas, etc., fiquem dependentes das au-
toridades estadoaes.
O Sr. Jos CarlosE' o caso de se entregar
tambem os encontr municipalidade.
O Sr. Coeiho CintraNao possivel isto,
porque, os caes do porta do Recite fazem parte
integrante do meltioramento do porto.
O Sr. Jos Carlos-Noba rszao.
O Sr. Coelbo Cintra-Ha razo.
V. Exc. nao Ignora que o principal melbo-
ramento do porto de Peroainnuco consiste na
dragagein ; preciso conter as areias dessas
dragagens e por obras de arle que irnpegam
que ellas voltem ao seu antigo local, conquis-
tando assim novas reas para estabslecim^nto.s
aduaneiros e oulros que.'nos estados sfo mdis-
pensaveis, porque a Unifio nao dispe na cida-
de do Recite de propiedades que se pre3tetn
ao desenvolvimento da alfandega.
Estes caes que supportam o mximo de pro-
fundidade cinco metros, inferior a dous mal ros
do estatu lo oo projecto do meltioramento do
port>, tero de ser comprometlidos com a ex-
cavago dsete metras, que t o exigido palo
plano approvado.
Ora, compreliende V. Exc. que tendo esses
caes, por sua natureza provisoria de ser subs
tituidos por se ter de aprofundar o porto, si
esta ponte for desligada "da dirocgo irania-
diata das obras do porto, quando se tiver de
aprofundar e substituir este caes, a obra ter
de parar at que o estado leoba meias de a
levar a ell'jito. V V. Exc. a vantagem de
continuar loda esta obra como urna cadea
nica ligada a urna s direcgo.
O Sr. Jos CuriosAnda eao me convence.
Contina.
gos era armas, tenJa-se dado ja.
ataque de Maasaptnbo, em que a
ve-uo leve 23 morios e 66 ferido, :oclusivo o
bravo capitau Rocha Bratil, commandarite da
vinguarda, e os rebeldes 50 monos e mais de
tOO ferldos, alero de 56 prlsiooeiros.
Nones Macbado pronoocioa-ae francamente
cunt'a a luta a-ra Ha, procurando djssnadir ua
amigos do proposito de levaren-a'a por diaote.
Tal eatraobeza, po-m, cansen a sua liogua-
gern, taes murmurios provocou, a taes com-
ineoiaM den lugar, que, fraqueando-lbe
aquella coragem cvica de que dera prova em
outras occasifjes, em ves de se impr aos ami-
gos e cuoieI-08, ceden de anas opintGe*, e ao
da seguate lazia d tribuir BOi lmpresso aval-
so, coaceoido otf-s termos:
Ao publico.Ten io se eepalbado de boo-
lem pa-a c, rtepois da miaba cnecada, a m i -
infama noticia, offeosiva da lealdade do meu
carcter, como a de qae. me ano iaieirameote
mudado de meas principios, adairo caasa sa-
qoarema, que por t.nio tempo leobo combati-
do ; jolgo do mea rigoroso dever declarar pa-
rante os meas comprovincianos que eetou cada
vea mals drme em miaas opinioes ; e visto
coito a malvadei do presideote da provincia, o
Sr. HercQiaoo Kerreira Penoa, lena falto derra
mar sem oenbam motivo legitimo o sangae mens patricios, e se aisofies a levar a minba
patria a fer'o e fngo, estoo resol/ido a correr
indos as viclssitode?, a que por ventura posaa
fc.r lavada asa oeMa provincia, e nem dovi o
olT--reo- nainba vida, se tanto for precia >, para
salvar Pernambuco das desgracas qae Ibe estao
P'opinquis.v
!>sa decla'acao,
HISTOFIA PATRIA
do occaoilo
Pagina
",Sob tal Ululo iem puoinado o nosso :llu>tra.
do coetidano, general Mello Reg, no Jo'nal
do Ccmrcercio ao Rio, orna sane de artigos
que ^e presera a revolia de 1848, neela ento
provincia ;e Fernimcuco.
Pe 8tu aeaump'.o, entendemos que a vulga-
rlsago dos mesmos ariigoa multo interem-a a
historia, e ainda dever da oossa imprenaa
dsl-cs ao cuuueclmento do nter peroambu.
caco.
E' cesta proposito, poia, que os trasladamos
para OOssas columnas, com a deviaa veuia do
autor e do seu e .or, oosso estimavel con.
rade :
I
A'referencia feita pelo Jornal doCimmer.
cic da 11 de NoTembo ultimo ao caso do Or.
Jeror jmo Villela Tavares. coia cadeira de leo.
le nao fci declarada vana e prvida, embora ti.
ve--r elle sido condemnado pena que trazia
ef sa parda, poda ajuntar-se o que occorreu
com o Dao D Jcaquim Francisco de Fana,
JeDte da l.tim ncautiga Lyceu Peroambucano.
Amnistiado e assummdo o axercicii de soa
cadeira. reclamen o pagaiLao'o dos ordensdo-
atrazaaca, como conseqoencia, dizia, da am.
Dtstjs, a quil deixana de attingir o seo Boa, ae
devendo fazer deeapparecer todos oaeffriiod do
crime, i So anoollasse tambem a pena qae o
privava ca percepcSo des seus vencimentoa de
lente.
E o presidente di provincia, que era o De
Jos B nto da Caoba Figue redo, depois Via.
coode d 3;na uonaelho, coubecedo: do direi.
to, como proteSHOr que era na enio Academia
Jurimca oe Oiinda, advogado notavel e aimi.
niatraor prefacio, atsim o c'e-io ; daodo.se a
circunj'taoia de, apezar da divida abrauger
mais ce am exercicio.a Tneaou-ara Provin-
cial considerar toda ella coico periaucente ao
exercicio em qua foi feita a aua iiqaldaco e
logo paga pela verba=eventuae3, sem depen
deoc-ii de crdito pan esse fim votado pela
Aasembla Provincial.
Para ser fiel narrador, dove dizer qae essa
iotelligencia dada aos eflvitos fia amnista
ac o am impugnadornico na Aesembla
Proviocial.
A percepcSo dea vencimertos do p ofessor,
dizia el e em resumo. presapjCa exercicio aa-
respectivas f jueges, o que <> se deo ; e san.
do as faltas em lal cato maten. de ecooomia
interna do asiabelecimert >, reculado por or.
posicOes disciplinares, nao de.iam alcaoal a
os effeiiosda amnista, media i ae carcter po.
Juico e dictado por interease da ordtm pooli-
ca, que nao poda descer at a f rtortagao do
resiman e-rolar creado e icgulaoo por Idi pro.
vincial*. Tambem censurou o modo porque
fura liquidada e paga a divida.
Respondern) que nao aecdo a falla do exar.
elcio acto voluntario do proft-for, qoe ge aci.a.
va coagido sm ana liberdade e privado dos seus
dtreitos de cidadSo em cousequeacia do crima
qoe a amnista pozera em as qaeclmeno, como
se nanea boavesse exist lo, era lgico que a
questiooada falta devera tambem s-r conti la-
rada como nao existente ; e assim ivs -an- o o
motivo que privara o professor da pe'eepgo
do reo ordenado e deveodo este er Ibe desde
logo restituido, dava-se o cao oe divida even-
tual, que como tal tmba de sr paga. Aos ea-
tenniaos deixo a aprecia^ao de tal raciocinio
^ E' verdade que o Deao Fa-m ofo cnegoo a
ser condemnado pelo |ury, como Vieia Tava
res e Lopes Netto. Mas oeputado com fEtea=
race asio do crimedenunciado di me9mo
modo pelo promotor pooli'O e prcuo ciado
igoalmente como om dos cheles da rev Ita, a
nao fot submeltido a jolgamtnlo po'se irr oc.
cuitado e esquivado da prisao, ou ante-, ro-
que nao houve empeobo em prendal.o ; m i < o
facto que, atora as prisO-a effectuadas no oa
do ataque a cidade nc Recite e 'o immedi^to.
Laubcm dos cabecas da revollaon ebefa d-
orc/48, que largou as armas, foi capturado neo.
meamo procurado.
Nao sel, porm, ae pela dreum-taocia de nao
i ter su:u coudeuica lo, fleoo o Deao com me.
Ibor direltodo qoe Villela Tavares para rece,
bar os seas ordenados, e oao se. mesmo o qae
a reapeito deste resolved o governo garal.
Em idnticas condiyes du Deao Fa.-la eslava
Antonm Alfonso Ferraira a Arrada Cmara,
o. pntacoj ambos a pronunciados, mas que nao
fo.am suomettilos a julgamento por se terem
coi servado orcul os, sem entretanto 0e reura-
r-m da provincia. KeUcionados e aparentados
com as pnncipaes familias em que por igoal
se co itavam os seus membrse taolo oo partido
p'aieiro. como no do governo, acbavam sem-
p- agazalbo e vive-am mals ou manca tran-
quillop, com tacita aquiescencia das aotorlda.
des. at que Ibeacbegoo a amnista.
Cerno p'ocedeu o governo em reitero aos
veGCimentos delles, qae eram jones de direito,
tambem nao sel. Se aleuma reaolocao houve a
re-re te, deve constar do archivo da trntlga Se-
ereUrli da Jusiica, como tambem da Secretaria
da presidencia ds Peroambuco.
' II
S-rve o que tica dito para mostrar como
eram b-jndos>naqucHes-lempos os nosaos eos-
tomes, e como moderado e tolerante era o go-
verio.
Comtodo aUjuos chefes procoraram refugio
no estraogeiro : fol una des tes Peixoto de B ri-
to, o deoutado qae mals se salientou na revoi-
ta e mala Impulso Ibe den e nao Nones Macha-
do, como erradamente se tena dita e alada l-
timamente se procurou insinuar da Iribooa do
Senado, a propost orna blba de Pdrolvo.
NSo que a Nanea laehado faltasiem pre-
cicadoe, preetigtoesimpettUat.-denoe dla-
ponoa mals de que neoham ouiropara fr-se
a frente da revolta : mas norqne, qpaado ella
chegon Peroaibo'co. lodo aatjni, d*onda sa-
nio de animo patina \t) j aco os seos imS
qae tem a data de 18 d
Novembro ne'8ii8, toi am acta de fraqueza
mas qoe dea grande foc rebelliin, an-m-n
do os tibios e indecisos a pronunciaren se pela
revolta e fazanoo crescer o enibusiasmo e de
dic ico dos que j se licbam orouanci ido e o-
mado armas. E essa foi o coico servlgomu
to valioso aem duvlda-qaa Naies M-cDad i
p-pMou a causa da revolta, como taremos oc
cas'So de ver mais adiante.
Se elle Uvesse pe-mioe:ido no pensamento
com que daqui sanio e ebega a Pernambaco,
e procurase-.- oesfazer os embastes de qae eram
victimas os seos amigos, por elf-lio de procia-
macOes. escipioa ocendiarios, [i) profusamen-
te, espalnadoa na capital e -eio interior; se
Ihes tiveaae explicado que o adiamento das c-
maras era am a to legitimo pratijado pelo po-
oar moderador, oamro da e-pnera de snas al
t'iDU'coea, e que, poriaoto nao ixportava ama
vioiacao da ConalitnicJo, com o flm de procla-
mar no au-olutismo, se Ihes tivesse faito com-
preheode' os perigos, de orna luta^armada,
de8graca a que se expooba o partido, fraco e
sem melos de sus en ar essa luta com o gove--
oo qae, aioda qoando no comc nao dt-puzes-
8d de bastan es recurso na provincia, receoe-
na am breve das ou'ras e da core os de qoe
preciaaasa para vea er a revolta, terla poupado
lamo o sangos darramado mu1 limante, ieria
evl ado o annrjail imeato do seo partido e a
perda da propna vida qoe ;-ilj olfarecera para
salvar a sua bella provincia das desgragas que
ibe eg avam propinqoas* e qu es-e seu proce-
diraeoto ia agcr.iva-.
Peixoto de Brltto e Lepes Netto, qoB era una
dos mais exaltados, te-iaua de boa oo da m
vontade, recaado ante essa aullle de Nanea
Hachado, con-cus da Impaoibilidade ae arras
laram as influencias pollinas p-locp-'lmente
as do interior em sentido contrario ao delle.
Mas Nonas Macado em nada mala penaoa,
oem relie.-to. desde qoe vio suspeitada a sua
probldade poltica, dizando a qae elle se bavia
ven ni i a Euzebiu de Qaeiroz ministro da Jos-
tica e alma do novo gaoiotte chamado ao po-
der ; alera de que temen perder a popularidade
de que lano ae desvaneca.
(I) Ccnta Urbano Sabioo, no sen opsculo
Apreciaao d Revolta Praieira que Nane-<
Machado Da va receido cartas de amigos, cli
maodo-o para, com soa preaanca, acalmar o-
nimos que se i-chavam multo excitados, e
evitar om romptnento que estava Imminente.
v2) Coottnnam taes p'o-lam.igOas irecnos
como eetes... Pernambacano^ 1 O partido
absoluto M guelista, qae se acna no poder, ani-
do aos portuguezes do Rio de Janeiro e aqui,
acaba de dar principio a obra da oossa escra-
vidao, entregando as nossas vidas e propieda-
des aos 0OS88OS mais eocaruicadus ioimieos
os portagaazea e os Intitlalos (dalgo? Cav-
cantis .. A machina infernal facr. ada palo
ponuguez los Cirnanle, esta sendo pelo n-e-
sitente Tarrasco dos pernambncanoe... Esta
presidenta escomido e comprado pelo-* poriu*
gnezes da ru i da Qoitaoda para estrangular os
pernambacanos, entregando-os aos seus ver-
dugos, esta manifealameoie orocuraudo des-
empenbar essa lorrivel missao nenbum de
nos escapar a persegu>cao e a morte.
III
Urna vez chegado a este ponto, ser-me-ha
permettida u na digresafto, toleravel seoo ne-
casaaria, meaos para fazer historia do qne para
data rentarectificar uns cuantos desvos
da verdade dos (actos, qae e notao nos parece-
res das respectivas commiseOes, com qaa em
ambos oa ramos doXongresso, fot amparada a
solicitacae da referida peosao. Fal-o-ei a me-
dida qae se fr oSerecendo enseio oo correr
esta narraico, tamo mais iodispensavel a o -
portnoa qnanto vejo com pasmo que, apesar do
qne se tem publicado a respeito e consta de
uumer. sob documentos que correm impressos,
aioda boje, oo meio do parlameuto e pela voz
autorisada dos seos siembros mals conspicuos,
atiude-3e, Domo um labo adrado ao rgimen
paasado, ao assassinato de Nones Machado, a
pr.fio-.co de seu cadver e te desappareci
manto misterioso de om prisloneiro ao Impe-
rio. Pearo Ivo, oome legendario que brilaa
em nosaa niatona poltica como ama daa tal-
gca.O-' mais radiantes nos lempos en qae
e-a crime sonbar com a Repualica.
gVereicioa se assim .
Deixemos, pois, por emquan'.o, os ebefea qae
sa expainrao. Fallare! delles mals tarde, para
desde ja tomar em considerando o que escreve-
rao as citadas commissOes. Comecemos pela
j;- Cmara dos Denotados :
a commissao, ets... considerando que o
capiiao i-airo Ivo aacrificon a soa liberdade,
vi la e toturo, bem como de soa familia, deten-
deudo em 18*8 oo Estado de Pernamouco, en-
t&o provincia, a bandeira repoblicana, ja ama
aspiraco oa trra de tantos hroes que a his-
toria ragtftia...
Por partes. Ha ahi poro eugano se nao igno-
rancia da historia.
A revolta praeira nanea teve feico republi-
cana. Sm soa o-igem, alias u o pou-o remota
a arlerior mesmo a modao^a poltica qoe se
eperoo a 29 de S tearo-o daqo lie anuo, mo
nassoo de um mo.im-nto faceoso, com o pre-
sto de que, senoo as autoriJades polictaes
".eadas por p-oposta do CQefe de polica, nao
bv ao ser demltilda" sem que este fosse oavi-
d,, a -oria esta inventada por Antonio Affonao,
Cf de Polica, por occasiao da passageii-a
aum niatracao do Vie-Presilente Souia Tel-
xeira, depoit Baro de Cepibaribe, prae.ro dis-
s:denl", que nos poneos das em qce oceupou
a ;;ree, leucia. pela retirada de Cbicborra da
Gsma, demittio diversas autoridades- do lote-
r via uomeado qoand-i montn o partido.
J a revolta estava em campo, oo norte
como no sol da provincia os praieiros tinhao
gente reunida, j havia corrido sangue pernam-
c-ucaoo, como ficon dito, quando us depatados,
ebetes do partido e depositarios de snas Meas,
pubfi-o o sea manifest, docomento longo e
rematado de declamjoes, qne nu cootiDba
nenbum principio poltico ou programo), se-
no a repetlgo das aecuaacoea, das qaeixas
in (andad as, ar acoladas coot a o presidente
Kerreira Peana pelo orgo do partido o Diarto
Novo, rengldo por Abren e Lima dorante a aa-
aencia dos depatados a com partielpacto des
tes, especialmente d Lopes Nato, logo qoe
ellas se recolberao da Corte em seguida ao-
adiamenlo das cmaras.
O manifest coaclaia po' estas palavras :
>0 qoe aos-compre fazer 1 Aeompanaar os
ooas"B coQCidadoaaaaoa giori03a defesa, pro-
testar em oome da Constltuicao e do Impera*
dor contra tantas atrocidades commettidis pelo
seu delegado ; e-votar execraco dos-Peroam-
bu canos honrado* e da todos oa BraWleiw>9
oome do-dr. Uerculaue Perrelra Peana*
Tem eslec documento, qne de oenhum modo
revela aspiragao republicana, a data de K de"
NovemDro, e era assigoado pelos de- atados :
Nones Machado, Antonio Afioa-so Feweira, i.
Villela-Tavftres.. Lopes Netto. J. F. d Arro-
da Caarara, A. da Coala Reg Moqtero. Joa*.
ira Francisco de Fifias e Flix Peixoto de
rite Mello.
o sangrento Meodes d* Cum<, magtstraio moito JUus-
torga do go- trado, carcter integro, orgclboso, mordaz e
i's-urralo, aDsteve-se completamente de enten-
derse com oa amigo1, reservndose a lber-
dada de, em palestras pelas lojas e boticas,
mal iizer de todos e de lado, am lioguagam um
tanto engrasados.
Uroa.no Stbino, Cblcborro da6ams, Carvalno
de Mandones a aesembargador Abreu e Lima
tiaho ficado oa Cola.
Todo qoanlo fioQvera sido extrahido do Da-
rio Novo e cooaeoeado naquel'e manifest coa-
ira o p-esideoie Penua, j, naba sido poreala
refutado antecipadameuteem ama proclsma-
co tambem loa comoale de MnssopiQbo, coja noticia Ihe hav.a
arrao 'ado lagrimas.
Vivan alona nesta capital e em Minas mni-
tos dos qoe connecerao Ferrelra Peona e com
elie coovie-o.
Esses qoe dig&o se boo.e jamis homem,
mais avesso pratica de violencias e atr ciJa-
es, mais incapaz de realizar ama poltica da
ferro e foge, de sango- e de exterminio. ea-
aa pruclam c,c, esia elle retr- ta Jo.
v Pern- mbuca^ios 1 dizia, historiando os acn-
tac.mentoa e aprecindoos: A mlsso qne me
foi confiada pelo Governo Imperial, quando ae
dignou eucarregar-me da admiastraco desta
briosa provincia, ama mlssao da paze moie
racao, nica que p-ae estar de accordo com os
sent.mantos do magnnimo CQefe da nacao
qoe am sua paternal solicuude vela Incessao*
lemenie sobte o bem estar dos Brasilatros,
i ii ca que eu podarla aceitar, offareceado como
garanta do seo fial d<.sampaoho lodos os pre-
cedentes de mi iba vida purU" Naa acre*
diteis uos emoustes <-.om qae algosa bomens
mal lotencMudjos preieniem illaqniar vosea
ua f, e cco'erter em recuraos de aua eleva-
gao peiisoal as noores inclinaOes de vosso re* |
conhecido patriotismo.
Pernambncanns I que estis illudidos! Re-
cat emqnanio tempo, da carreira do crime,
denonde ai ama?, que nao podis emoaobar
sem off-nsa da magastade da le... aOando,
nal a caaaa da revolta; apreseotai vos as au-
toridades legiimamente constituidas, e fleai
certos de que, recolhenio-vos tranquillos, 4a
vossaa, casaB acharis na presidente da pro-
vincia o primeiro defensor dos vosaos dtreitcs,
quaoda sejt. por qualquer maueira offeud*
aaa.
Nao se acbavam os nimos em estado de ou-
vir asta tingoagem.
En necessario obrar com promrtidao e ener-
ga, qoalidades qae coacorriam no carcter de
Kerreira Peona, pausado e tardio em soas deli-
berages, nem senrre revestidas do conbo de
firmeza que prestigia os actos da aatorldade.
D'isio ae convencen o governo, que resolvea
dar-lbe soccesaor, pedido segundo se disse.
Tanno, p>rm, foulamenio para crer qae oo
noove tal pedido, o que alias pouco importa ao
Cco.
Sobatuaio-a- o desembargado: Manoel Viei-
ra Tosa, actaai Marqaz de MaritiDa, qoe es-
tando oomaado p.ra o Marauoo. fot substra-
do por Perreira Peona, qae passoa para aquele
la provincia.
IV
Nao poda ser o govar-no melbo' inspirado.
O aovo presideote tomoa p %sse a 25 de Dezem-
bro. sendo recebido de langa em rate e nisu -
tuosameote palo Diario Novo.
A actividade que deade louo adqnirlram as
operages eram como pnmeiro resultado a
retirada para f>a da capital de ama pata dos
depota-loa, occuUaodoae a outra com recelo de
ssr presa, deixando assim de aaxiliarem de
pofelino a rebelho, como pollam confiados em
snas lmmooidades.
Nes8a occasiao o g'osso das torcas rebeldes,
que liabam comagado a reooir-se uas mallas
do Catucajob o mallo de Joo Roma, acha-
vaii-se ao^orte da cap al, oo termo de Igaa-
rassn, formanda urna colucana da 1,000 no
mens, m s ou menos, com os cuotlogeoiet le
vados por Manoel Teixeira da Moraes, coohe-
cldo por Mn-aes de Inhamao (3) comm superior da guarda nacional da Igo*ras, por
Joo Paolo Ferrelra, commandaote de um b.-
lalhO'a da guarda nacional de Dliuda, pelo co
rooel Lacena, influencia poltica na comarca do
Limoeiro, oor Leandro Cesar, ele.
NSo saa sem ioteresses ettes pormeacras,
como veremos depols.
A asta torca havia se reunio Borgea da Fon-
seca, vulgo o Repulica, desde o da 15 de No-
vembro tendo antes, segundo elle mesmo re-
feri, procurado os depolados para coavenca-
los de que a revolta, sem proclamar ama idea
poltica que Ibe servisse de bandeira, uo pas-
sana de om movimeoto facciosa e mesqainhn
com a nica mira no poder, que essa baodelra
devja ser'a convoc cao de urna constituate,
que. realnasse reformas radhaes. aem aa qaaes
nao haver patria livre.
Nao podiam oa depatados por se de tntelli-
gencla com Barges da Fonseca, qoe fra at
aBto encarnicado ioimigo do partido praeiro,
e por este perseguido a ponto de o meuer na
cadela.
Estavam moito frescas anda as otlensas e
injurias trocadas na impreosa de pane a parte,
na linguagem mais desbragada, oa maullos
atroz adrados ao presidente Cbichorro da Ga-
ma, para qoe decentemente acceiassem a al
lianga da om bomem alias perigoso, qaa oe-
ohoma torga darla a revolta, e a quem havia
pouco chamara o Diario Novo, em repetidos
artigas, o raats famoso aoarebista do Brazil,
veidadeiro bandido sem crticas, proclamando
como direito do povo o ponbal e o bacamarte.
energmeno sana conlotla, qae usurtava o
imperador, que desacatava como o mais srdi-
do brejetro, a nossa virtuosa imperalrix; e
qae pregava ama cruzada contra todas as es
tas cortadas. furiosa mentecapto, demagogo
de camellos, e o mais esfergado espoleta para
planos, nao de repuolica, mas de anarchistas e
aguas torvas, onde pretenda pescar.
Tal era o concedo formado de Borgea da
Fooeeca pelo orgo praeiro.
Todava,, nao detxaram os depntados de re-
coonecer a necessidale de dar revoita orna
bandeira, proclamando a urgencia de certas re-
formas que, u&o podendo ser raalisadas por
leis ordinarias, reclamavam a coavocago de
ama assembla com poderes constiiuiGtea.
Nesse sentido e bod o titalo=bandeira do par-
tido liberal enceton o Diario Navo, pela
pena de Aoreu e Lima, ama propaganda re-
ta nbante e declamatoria, mas em qoe havia
era tundo de verdade, contra a cenlrlisago
qoe atropbtava as provincias.
Queremos a unan do imperio, armava o
orgo praeiro, depoia de enamorar todos os
soffrime.ratos da nacAo e recapitular os cri*
mes hediondos commeitidos pelo geverno con
ira Peroamhoco; mas qaaremoa qae o governo
oo econmico das provincias Ins pnenla to
do: qae ellas concorram para os cargos da
Un5o, mas qae nao coatiaaem como esto, a
ser tristes feudatarias do Rio de Janei:o. A
centraltaagao como esta, um cancro qua nos
mata e por laso deve acabar...
Pernambucanos A vossa cansa, conclus
easj primeira artigo, toda justa, toda santa
e legitima ; os maoaOes da corte, que lacras
com o nosao arrazamento, nos quera n esmi
gar: as armas I as armas l.oa veacereuios pa-
ra termos ama assembla constituinte, eu nao-
rer como os uossos aniepassados uo campo da
bonra.
O segon lo] artigo dando malor desenvolvi-
mento ae pensamenlo da coavocagao da con*
siturnta, qoe.-ia que essa coavocagao t.sse fei-
ta- pelo Imperador, como Ddfensor Perpetuo do
Brazti.
N&o de balde, observava o citado or-
go,- ja no terceiro artigo, o litlo- deDefeo
sor Perpetuo do Brazilque o povo ontorgoo
ao fundador do imperio e ao* seos eueceaso-
res, oo acto solemne de procramar > soa inde'
pendencia. Seria vo e ate-ridiculo que* simt*
Inaiit-) titul nao tlvesse signidcago poltica .
O mulo de 'Defensor P&rpetuo tem ama si*
gniBcago nkais la.a, mais axleasas que o de
imperador, porque este apenas o coate do oo*
der esecunvo, porm aqaelle abrani> 'Odatras
emergeucraM porqa>e oeni^pBssar lodet os rdY*
parlas eaa-S**|.ltlsllto4es e coniralemanJe,
lsto estu'ulaasanaiffii Oo-^oder ordinario clr-
comscriptrj a aroetiiaic>\
Qoado'pedimos a cotwocaco de-Bmacoo-
sliiulnte > daro qaa ao Imperador, a qaem
oes dirigimos ; porque si) elle-e pode fazer na
caso ex1 remo 6 de consequeocias (uoestlast-
mas, porqaa oeste estado e lomero serla dia-
iolvido. Para evitar tste extremo desastroso
qae pedimos ama constiiurnte.
A esse tempo, uto j nos alttmos dasele
Dezembro, resolveram os directores do mov
raeoto estabalecer o quartel general e ceotro
das operares na sol da provincia, em Agoa-
Preta, onde a torca reunida nao exceda de
590 homens em diversos pjotos, luclastve in-
dios de iacoipe.
tea ease propoaito partir Peixoto de -7lto
acompanhado dos collegas Nanas Machado, V,l-
lela Tavares, A nonio Affioso a vanos oatroa
ioimigo* pclitices, mo aotea a AlagOas, pro-
vincia de que ella havia sido' presdeme at
Abril rt.iquelle runo, e oode suoooona ter aei-
xaio nnmerosos amigos qae o acompanharlam.
Ilin^o t
Na occasiSo da partida, a 31 r!e D?zembro,
foi distribuida ama proclamago assignad-a
pelos mesmos oito depolados sgnaianos do
primeiro manifest a que em nada -desioava
leste : as mesmas i.'aclaracoese recriminacSe',
os mesmos embostes, variando apeoas na ( -
ma, mas sem nenhuma allaso, sem ama pa-
la'-a seque- qae slgnilcas'-e aspirago rep-
blica a, nem o manos a jueoor referencia
convncaco da ccnsiiiuiote.
Salvamos Peroauon-o da Ignominia de orna
conquista, tamo mals igaobil e avilante, dizia
a proclamago, qoaoto tem por object) dar ga-
nbo de raasa aos .portognezes.
ConcidatSost Naja temos a esperar do Rio
de Janeiro ao goverco para conquistar Pernam-
ouco preteode entregar o Rio Grande "o Sal
ao eairaogeiro, qae j t-m iovadido o sea ter-
ritorio ; em saa Ira tem eagoudo oont-a nos
todas as turcas do Iope-io, e oo con en'a com
as Infamias praticadas pelo presidenta Herca-
lano Ferretra Peona, qoe aioda acc.on pooco
aaogaioL.no, m adou para sobat toii-o-o oeaum-
bargador Maaoel Vieira Tala, noinem de c>ra-
g'> feroz, nosso inimigo tigsdal e lodo dedicado
a caosa dos portugnezea...
Toda o Brazil tem os olbos tixos srbre Per
oaoabuco; a s.i-ie de^te vasto Imperio depen-
de boje dos dossos esforgos e da nossa vafe-
la-
Por fastidiosas qae paregam estas traascl-
pcOes, jalgo uecessa ias, parqoe mostrara qaa
a ban eir di co'Slitamte, proclamada pelo
partido qae f z a revol'a, n > impltcava a i >-,.
republicana, e qoe Pedro Ivo envolvendo-se n-
revolta, nao defenda a bandeira republicana
j urna asplraro na ierra de tantos hroes,
como dase a comraiiss&o.
Treze di.s depoia da partida dos deputadrg
isto a 13 de Janeiro, foi distribuido no Re-
cite, com data de 1 desse raez, om manifest
Ao MjouoAssigiado oeos ebefes militares
da colomaa do Norte e Borges da Fonsaca, a
"abtr : Manoel Pereira de Moraes, Joo Igoa io
Rbairo Roma, Hennqoe Pereira de Lucena,
Joo Paulo Ferreira e J. Baptista do Amaral
e Mello.
Essa dpcume.tj, obra de Borges da Fonse-
ca, mas tanda ao no mesmo molde dos aadoa
luz P' los duputado no tocante as declamagoea,
i-acriminagOss e embuate, prbtestava que oeus
signatarios s largariam as armas, qoau .o vi--
sem convocada urna asEemola conslitainte
para realizar os segauies piincinios:
l. voto livre a universal do povo o az l-i-
ro, 2." pleoa lioerdade de commumear o -en-
smenlos por meio da mpreosa, 3.* trabalrin
orno garanta de vida para o cidaio tir-zilei-
re, 4.* commercio a retaino para os ciaadios
brazileiros, 5, Inteira e ellecu >a indepenaeoc a
jos poderes constuuidos, 6." extiocgo do po*
der moderador e do direito de agraciar, 7 ele
memo fede-a| oa nova organlzago, 8 comple-
ta reforma do poder judicial em ordena a agu-
zar aa garantas dos direitcs indivi luaes dos ci-
dados, 9.'ext!occodejaro convencional, 10."
exliacgao ao actual svstema ce recrutamaoto.
Apressou-se o Diario Novo a declarar qu-
o manifest era urna promego apocnpba, a
per cousequaocia espalbada pelos goabirs (de
oomioacao qoe davam aos adversarios) para
a rr-.e.ii->re'ja o partido liberal como
: Gravialaa de S. Fraecten, Battva-ioaaa. Pasaa-
geiro, Bomoardeio* Seo AoasUf.', o Porrera
Ressacae Po polares.
i Na apo nea*e do 1- acto locar, run- hymno a
1895, na do acto o Z Pereira & na do 3- o
HymnoNicional.
f
Companliia do Gaz -A decaraco feita
pelo gerente dassa cauapauhia. acarea do atraso
no na^amenlj da:, sans cootas carece de. retir
ficsco
NSo exa lo que es^as conUs. se refi-am ao
exercicio de 1893, ea centenes de conloa da
re i.
Na divida escriptarada no Tlaesoum a Impor-
tancia qua mais avalla a de 93:518720 pro
v-tneuta ia nflterwnflta oe camDio nos exerci-
co d 188 a 1891.
A illuminaco da cidade est paga en todos os
meses de 1895, oa mapoMaucia total de........
3il.76.*7ll).
A mesan lilomin-gao em 189i si tambem
totalmente poya oa importancia de 313:777*80z.
sendo de notar qoe tao lealmente cumpre o go-
verno do Estado os contractos a que se obrgou
que hacend muntclpalidflde eizado du pagar
a illomioacao cor raspn .en te ana mezas de Ss-
tembro e Ou'ofaro desse exercicio. o Sr. Govar-
lador ab ic sob ea responsabilidad crditos
x raordinarios com qoe tffectuau esae paga-
ment, poaie'ormante ndemntBado pel'i Mu-
nicipio do Recita, que ento arrecadava a de-
CiTia predial.
No exarcrio det893 caba monicipalidade
-eoiifar esses pagamentos, visto pertea er-lrja
ento a ren ia da decima urbana, e a isso se
QD-igoa o Prefeito de ento. oovido por. oeca*
sio da prorogcCo do contracto.
EQeetivumaut- forano pa.-aa- Palo moolcioio
do Reoifa as contas da Oatobro, Novambeo a
De-erntaro nasse aonn de 1893 na importancia
da 75.89./7, e pelo Estado as de Janeiro,
lolfeo. Agosto e Setembro na impon n-ia de
8):' 73I63U, oa 8ejam ao todo sete t**;s es
se ann^, na importancia total de 16:96840O,
restando desse anno de 1893 acera do qaal diz
aquell gerente dever o Estado centenas de contos
de res .mpor ancla da 110:067^060, corras-
nonu-ote aos ujezes da pev^re-o Margo, Abril,
MroeJunno, sendo s de differmea de cambio
61:198*000.
R-siam pagamentos de ditferencaa de cam-
bio de 1892, e ci n:..s de illuminago de edi-
iio- pblicos.
Para o pagamento desaas cootas a'.raza^as,
iocioidas no qua im da divida eacripturada,
oad'O o Giiva.-nn. a o congresso conceden a
v-vbade V30:0004000 consignada no orc vigntj.
Te ido como sabido a renda comejado a
proanzir o naa bava sido calclalo uo orga-
maulo ue receita. so mente do maz de Oeum-
(jro am dlan'.a, sO nesaa data poude o Governo
uzar daqueli aotorisago e aff-ctoa' os paga-
mentos i'onitnaan 10, como est Nzendr, a r
lisal'os, espera o Governo que o Estado da
Pernaaabuco possa contracta o sarvico de il-
lomlnaco pobhci de saa capital sem precisar
sui-i.a--.-e a ext*aona clausota lee ama da pro-
posta da companbia do Gkz, ja aevMamaote
lvala ao coobecimeoto do publico e aoalvsaJa
palo Jo'nal do Recife.
Inspector liitie*arioPela superin*
tendencia do ensmo municipal foi nomeado los'
peclor Luterano do 2. districto de Antonio
o Dr. Samuel Parias.
Concurso-Chamamos a attanco dosio*
teressados para um e tital publicado na sesso
compatente Teste Diario commuoicando que
aclia*se aberta a loacripco para concarao
para a cadeira de esenpturago mercaut.I do
Instituto Benjamn Constant ltimamente vaga
pelo fallecraento de Joviniano Manta.
Inaagruracio da Escola de Enge-
nharia do Estado -Amanb as 2 horas
incose- ida larde, em o novo e sumptuoso edificio
Muoicipio de Boitioe
Jos Tos-doro Cordeiro de Barros, 11 aaoos, 4
msese S9'dia- villn
Esthar. Crestw Manso,' 4 anocs, 2 roexes e 19
das, villa.
Marta ^Candida Tavares de Mello, 4 annos, i
mes e J Hita, GameUaira.
Adelina dos Gmmara-s Peraoto Dornellas, 4 aa-
oos, 1 mei e 18 di.s. Ski. Ciar.
Aialia Eopbro8ioa Cavalcaali Lima. 4 aanoa
e S7 (iia*-, Carnero."
Mana ie Jasas iqaeira, 4 anees e 4 das
Mondo Novo,
Monicipio-de Alagoa de Baixo
o6 Barbosa da Canha Moreira. (apedido) 14
8 mezes e5
7 mezes e S9
queuie, ampiando laaa tantas vez-s por elle! ltimamente conatrunlo para nelle funccionar
coodamnadas. | a Escola de EngeohaTia.imugurar eeha o serv-
Reoaliido i elos derutado', codo vimo9, no go da nova Escola,
desaoimou Borges da Fouseca, bomem sem e?. j A commissao oncarregada da decoraco do
cropoios e da urna audacia fra do ooaamnm ; edificio fez expedir convites para a testa de
e mallo de idaat'ie foi metier-ae as forjas mauguragSo, a qual ser presidida pelo Exm
actualidade, salvo se a Nacao*toda o- qulzeise
de repente, e o fliesse por'sl meSma, mis este
que operavam no Norte como ficoo dio.
Figura actipatbica, mag-o, escaveira lo, ihv-
siooomii sm'asca, conloa fixoa, ament at a
fer. Ci-ade, timbre de voz agado e aspe'o, li-
ona, aniretanto, palavra fcil, anmala c p-r-
suasiva, sooratuio dinglodo se s cias-as pou-
co illostradas. Sabia intuir Ihes 30 aoimo o
qoe senta 03 ai.parealava sentir, pota a ana
lioguageo amoldava-se aempre s circomstao-
ciaa da occaeio.
Nao Ihe foi. portanto, difcil dominar o ani-
mo daqoel!e8 chefes e arraocarJbes a 889goa-
tara para sea manifest.
Multo contrariados deviam ter litado os depu-
Dr. Gove'rnador do Estado, a cuja iniciativa e
esforgosdeve-se a exacugo de um estabele*
cimenio que vira com eerteza, auxiliar o en-
graodecimenlo deste Estado.
Opporiunamente daremos a transcripgo da
canstruego e dadrago de todo o edificio que
realmente um obra importante ; assim
como tarabeui a da feata da ioaugurago.
A Ilustre, commissao a qual loi commettida
a direcgo do acto, dignou-se de distinguir-nos
com um convite para assisteocia da solemnr
dade.
A esta obsequio nossos agradecimeotos.
Professures do E**tado=Da Secr-
talos com o tacto e aioda mais com o aseen tana oo Goveroo reiaettein-nus para publicar a
deote a8somldo por Borge8 da Foose;a sobre cominuacia das oomeacoes de professores do
os cuetes daquella fo-ga, a maie importante e Estado
melnur organizada com que cootava a revolta.
Mas o que fazer ?
(3) Noma de saa lateada de aasacar no ter-
mo oe Iguarasa.
ARTES E ARTISTAS
Trtaz zas n ego
Como livemoB occasiao de noticiar ha algoas
das, este o titulo de ama bem orgaoisada re-
vi-u peroambucana escipta pelos talentosos
litteratoB Erne-to de Paula Santos, Manoel Arao
e Joo Barreito de Menezes.
Naa e novo producto tbeatral b asaeocial.
mente duas qoalidades que aagmeutam o sea
valor; os seus escritores abstiveram.ee de to.
das as criticas polticas e peasoaes.
Prometamos aoa nossos leitores car ama na.
ticia miouoiosa da mesan revista e como j le
mol-a pacsimos a cumpnr a nossa palavra.
A pega divide-se em 3 actos e um peqoeno
prologo que faz parte do l- acto.
U prologo mais oo menos isto : sobe o pa.
no e apoarecem em acea o Rviteiro o Elo
gio Mutuo, o Jornallsmo e o Reaneitava". O
pnmeiro des'.es personaje OMMMti Q
aseeja eacrever orna revista e qu pJia co o ilm
precisa da protaeco do jornalismo ; o Elogio
rpresenta-o ao Jornal s-ao qoe oor su vez re
commenda.o ao Respeitavel (p^rsonagem qae
rep-esenia o pablico). Segoe se depnis o qae
se deuomiaa propnamente revista.
Eis a descripeo dos quadros e os persona-
gens : .
! acto am 3 qoadros. 0 1- representa ama
vista da campo iuamioado a orno, o J- o ce-
miteno-do paaaalo e o 3- o horlsonie do futu-
ro. Ni apotneosa fl^uram os vultos allego icos
da eaperanca e da saudade, como representa-
cao do anuo que nasce (1896) e do anno qoe
mor-e (1895).
p. raooagensRevisteiro, Elogio Mutuo, Jo-.
nalismo. Res.eravel, Valsa, Polka, Sctio'.tiscti,
Qoadrilha, Fica Mana*, Estoa na pona, Eston
cortado, V sahiodo, OlQa o rol Salvo seja.
E' commigo, Val mal, Reloglo e o Tempo. A
claque dos inconscientes, um tropo de Sam.
blatas, polKlaes, pastoras, populares.
j- acto em 3 qaadros. O 1* representa o cam.
po da Repblica, o 2* a p*aga da Independen.
ca leudo ao fundo ama pastelaria eo 3* a era.
ta encantada de Mamo (allegorla ao Carna.
val).
p'ersooagen8Os Estados da Uoio, Revis.
teiro. Elogio matuo, Respeilavel, a Palavra, o
Carcter, o Crime, o Cvuiamo, a Baixeza, o Po.
aulvismo, o laconismo, o Koeipp'smo, ama
Doeot?, Sala entrena, Mangas largas. Bendego,
1- tvpo (eiitufiast das manobras militares),
j- tvpo (Care*a),3- typo (facadlnha), 4-typo
(Tim.heo)vo Entrado. Grupos de populares,
Clubs carnavalesco e policiaes.
3-acto em 4 qoadros: .0 1* representa o
largo da Penua; o 8- vista de um campo na noi*
ieae9. Jol, o3- roa 15 de* Novembro e o
4- vista de norlsoote, o Arasp, a moaarchia e
a Ima fla Tindade, reprerfenudos allegorlca-
?er8onirei<8*-6 Respeilavel, o Elogio mu.
too o Reviteiro, o Bacalhao, a Sardlnha, o
Marisco,' a Cila, as OutrsU-as Bestas, 1* de
Abril um t^PP.-o Proprietarlos; o Ihqnilioo, o
CapibVibe, nftboat&o, o BebartDe, a Eapiga,
a CiQirlCBo Pfrde moleqae, rlm criminoso, os
ereTisWaN) moelro, Grarirtu dot^xang,
Mura pi j de Correles
Honorio da Costa Monteiro, 13 aunes, 2 mezes
e 13 (-is vil'a.
Mana Leopoldina Chaves Peiioto, 9 annos, 8
mezes e 29 aias, vilia.
Lopoldioa Mara Ferreira Jacobina, 9 annos, 6
mezes e 19 das, Lagoa do Emygdk).
Joaquina Gomes Pereira de Lyra, ft anoos,- 2
mezes e 14 das, Oino d'Aaaa de Goes.
Municipio de TaquaretiDga
Luiz Carlos de Carvallar. Paes de Andrade,
(a pedido), 23 annos, 10 mezes e 29 das, ci-
dade.
Mana Victoria de Jess, 8 annos, 11 mtzes e
29 lias, cidade.
Adriana Felicia Maciel, (apedido), 12 annos, 5
mezes e 1 da, Vertentes.
Aurelia do Prado da Canba Souto Maior, 8 an-
uos, 8 mezes e 29 d!aa< Sania Croz.
Feliciana Gomes Perera de Lya, (a pedido), 9
anuoe, 9 meses e 28 das, Grvala.
Municipio de Paaellas
Manoel Edmundo de Albuquerque Santo?, (a pe
dilu), 14 annos, 2 msese 7 a-as, villa.
Mana ao Livramento Silva, (apedida), 8 anoos,
8 mezes e ti das, villa.
M na Ro.-a Pereira, 8 annos, 4 mezes 16 das,
TiD-'elro.
Barros Lima, 8 annos, 1 mez
e 27 diae, Lagoa dos G tos.
Municipio de o Bento
Jas Calasans Rufo Duarte, 12 annos, 9 metes
5 das, villa.
Feliciana Edaviges da Costa Gama, 7 annos, 11
mezes e 11 das, villa.
Amelia Rosa do Bazii, 6 anoos, 10 mezes e 11
das, Cacboeirmna.
Moniclpio do Brejo
Manoal Benigno aa Silva, 12 annos, 10 metes e
27 das, cidade.
Emilia Eulalia de Albuquerqoe, 6 annos, 11
mezes e 6 das, cidade.
Anua Carolina Pereira de Lyra, 6 anocs, 10
mezes e 6 das, Mandagaia.
Francisca Btnilia Speocer Nette, 6 amos, 10
mazea e 5 das, Bello Jaroim.
Mara Joaepuioa Vergoeiro da Costa-, 6 annos,
9 mezes e 29 das, Jatoo.
Aona E'ysa de Oliveira Barro?, 6 anuos, 9 me-
zea e 29 das, Serra do Vento.
Mana Iguana de Jess, 6 annos, 8 mezes e 29
das, Madre de D ma.
Municipio de Cimbres
Jos LSo Vctor de Oliveira Ledo, 11 annos, 4
mezes e 29 diae, fesqueirai (cidade).
Francisca de Mendonca Piolo; 5 aonos, 5 me*
zea e 15 das. Pesqaeira,J (cidade).
Amalia de Barros da Silva Ploto, 5 anuos, 3
mezes e 8 das, Al agolabas.
Mari Lydia Pessoa Gocdes,'5 annos, 2 uteies
e 2 uas. Salobre
Mana das Nevea GalmarSes', Pannos, e 2 meses
Olho d'Agua dos Bredos.
Maria Emilia do Rergo Barres, 5 aonos. mas e
12 (Has, Cimbres.
Jeanoa Batellina Pewlra de Lyra, Vanaos-, 11
mezes e 14 dias, Pogo.
i' ENTRAN .14
Municipio de Aguas Bellas
Bardonllniaoo Kilo dos Santos Perrelra Birroa
11 Boat*8,4 mezes 3 29 dias, V.lls.
Orjajora P.*aoclica de-PaBl, 4 anoos, 6 mezes
e 14 das, villa.
Anna Accacia LIbs, 4 auoos, 8 metes e 21 dias,
Aisarema.
Generla Ramo Fernandos de Carvalno, 4 aav
nos, 3 metes e 20 das, Mucamoo.
A
annos, 2 mezas a 29 das villa.
Beoigoa de Britm Mullo, aaoor, 11 metete
15 dias, villa.
Laura AdelioaSaraiva Salva?, zeci 14 dias, JerlVaca.
Mana Bornellas Peesoa Cataobo, 3 aonos, H
mezes e 13 dias, Sam*mOa)a,
Aoua de Sooza Albuquerque Peasoa, 3 asnos,
11 mezes e 4 ds, Qoit mb.
Maolcip'o da*Pe ra
Isidnr. Bezerra de Oliveira, 10 anuos, mezw
e 29 das, vil.a.
Mana Amalia de Oliveira e Silva, 3 aonos 11
meses e 3 da--, villa.
Leopoldina Feliciana do Nascimento,. S annos,
10 mezea e 14 dias, San-to ADtonio do Tara.'
Municipio da S. Jos do Eeyplo
Eloy Borphino de Lima Ribeiro (a pedido), 14
annos. 2 mezes e 4 da?, villa.
Aona Marques Pereira do Reg (a pedido), S
aonos, 2 mezes e 25 das, villa.
Mana do Rosario e Silva, 3. aonos, 10 metes e
8 das, S. Peiro das Lages.
Mcnicipio oe lugaseira
Joaquina d Costa Gaimarae, 10 aonos, 8 me!
zea e 29 iias, villa (Afog-dea).
;Ma*ia Francisca de Barros Campello, 3 aaoos,
9 metes e42 dua, dem/iaem.
Thereza de Jesas Mello, I anoos,. 9 meses e 6
das, Ingizeira.
Mana Nioacia de Jess Peretti, 3 anoos, 8 me-
zea e 26 das, Va-as.
M ni .io de Tacarat
Fr'nci ca Guede de Barros, 10 annos, 8 m-iea
e 26 -uas, aiils (Jalaba).
Julia Canuto da Mallo, 3 anoos, 8. mezes a 17
das. dem, dem.
Aotoma To-quata do Reg, 3aons, 8 metes e
15 dias. Volta.
Mara daa Merca da Cruz Ribeiro, 3 anuos,
8 metes a 9 i s, Esn rito Santo.
Fei-oe'U Amalia ae Miranda, 3 aonos, 7 me.
;es e 29 das, Tacaral.
Municipio ue Flores
Francisco Cesar. Lima, 10 annos,
dias, ilMst,
Bariaada Mina Cortes, 3 annos,
dia-, villa.
Mina C vacacte de Albuquerqoe Farda, (a
pedi k>), 4 anco--, 1 mez e 29 daa, Carna.
bybas.
Cecilia Maria de Miranda, 3 annos, 7 mtese
10 dias.jS. Cae ano.
Hennqoeta de ArauOiBarbosa, 3 aaoos, 6 me-
zas e 10 .la, S S -rartj).
Aona Fraociaca de Mello, 3 aanoa, 5 mezes e
e 29 das. Colonia.
Mun cipio de T. iumpiio
Julio Ce ar Gangalves Lima (a pedido), 11 aa.
nos, Cidade.
Joa-pua Flora Torrea, 3 anoos, 5 metes e 28.
das, cidade.
Antonia Ribeiro Ciupos, 3 amos, o mesas e 27
das, Santa Crot.
Ftaoci8oa-Eleonoa Duarte, 3 annos, 5 mezas,
14 das, S Antonio.
Ma-iaa.ia Jo-tma Convela da Malta, 3 anuos, 4
mezes e 27 dias, Je-ic-
Municipio ta Villa Bella
Jo octaviado da Rocha Mello, 10 annos,8
mezes e 5 dias, villa*
Municipio de Floresta
Ernesto da Silva M rao la, 10 nanos e 18 dita,
villa.
Mtnicipto de Belmonte
Jos Ignacio ue /tbjqoeqie Tnodade, 9 an]
oo8,9 mezas a21 lias, villa.
Mon'cpio ce Cab-ob
A'."alia io Jo- Taemotbeo, 9 aonos, 9 mezes e
9 das, villa.
Mt icipio de Salgaelro
Jos Felician > Bezerra de Aguiar, 9 anaoa, 9
mezes a 3 das, v lia.
Tneiza de Jess Barros Lima (a pedido), S
aaoos, 6 mezei e 2 das, villa.
Mdicinio de Boa.Vista
Manoel De f io deMadeiros Favwia, 9 annos,8
mezes e 24 dias, villa.
MomcMo de Leopoldina
FraocIscoMorairada Costa, 9 aanos, 8 mezes
e 2* das, villa.
Municipi-a de Peirolina
Alberto Angosto de MoraaB Pradines (a pedido)
10 aaoos, 8 mezes e 15 dias. cidade.
Municipio de Ooricu-y
Fran-is'o Lacio de Castro, 9 annos, 6 metes e
1 da, villa.
Municipio de Granito
Alfredo Jos de Carvalno, 8 aonos, 7 metes a
27 das, villa.
NenadoEffe:laoa*se bontem a 2*-8es3la
p-epara orla sob a presi enca do Exm. Sr.
Dr. Francisca Telxeira da S.
Bsnveram preseaUs us S*s. Baro deNaxa*
reth. Teitera de S, Serra Martlos, Albino Sil-
va, Eduardo de Olivei-a, Antonio Peroamboee,
Reu*ira Costa, Salazar Moseaao e|Ermirio Coa*
liaho.
Foi iida, sendo approvada sem debite a acta
da 8asa3o antecedente.
O Sr. 1- Secretarlo p'oceden laltara do
seeuinte expediente :
Um officio do Dr. presidente do Sopsrior
Tribunal de Justiga, enviando orna copia da
acia da aouragao ceral da eleig&a realizada
oeste Balado, em 5 de Fevereiro oltimo, para
am senador. =Imeirado.
O Sr. 2-1 Secretarlo p*o:edB leltura de om
parecer na 2* commiasri, coocloiodo pela ap*
provago da referida elaico e re'onheeiment
oo Sr. desemoargador Manoel Callas Barreta,
ao lagar vagme Sanndor.
O Sr. Antonio Pernambaco, pela o*dem, re-
quer e obtem dispensa da impreaso do refer*
do parecer ureeocia para ser diacotido.
Sobme tido discussSo approvado aem da.
bate, seoto proclamado seaador o Sr. desem-
barga ior Manoal Caldas Brrelo.
O Sr. Baro de Nazareth, pela ordera, dii
qoe o referido S. saoa^or se acha sa ante-sala
e pede a nemeaco de ama commissao para re*
cbelo e davse-lbe aaseoto.
O Sr. presidente nomeia pa'a tal ftm ao3
Srs. Antonio Pernambaco. Serra Martins e Ba-
ro de Naza*etb, os qaaes deram desempeuho
sua missfio.
Penetrando no recinto das aasaSes o Sr. Cal-
das Birreto, fez a promessa regimental e to*
mou asseoto, preenchidas as formalidades do
ea^ylo.
O Sr. Albino Silva, pela ordem, commonicoa
que o Sr. senador Dr. Ignacio Alclbiades Vel*
loso eatavaa prompto para loman parteos tra*
baltris da sesso ordinaria deste anno.
O Sr. presidente convldoa os Srs. sanada*
rea a Fe r mnirem b"je, aflm de apuamarem a
commanicaga da Cmara dos Dspatados rea*
Uvameote a oamero, e em seguida levantoa a
umoKa
. Cmara dos Depatados -EIT 'Cliaou-
se nontem, a hora legal, a 1* sesso preparato-
ria sob a I presidencia do Eam. Sr. Dr. Jas
Tcellino da Rosa e Silva, tendo compareeiJo
os Srs.: ,
Elpidio Fieoelredo, BertholJo Galvo, Jsa-
qnim Goimares. Pererra' da Silva; Affotwa de
Barras, Blanor de Medeiros, Araojo Urna, Jos '
Marcellino.iMatta Silveir", Affonso Cos'a, Ro-
drigues Porta, Celsa de Sonta, Pmboiro Ramos.
Jolia Aniero e Godofreio Moseoso.
ar. Io secretario proceleu 4 leitara do WHP
golnte expelante :
OfiBclo do Sr. Dr. Io Secretario do Senado
commnnicaodo have^ oamero legal de sanado-
res oesta capital para a nstallaclle do Congres- o
so Legiaiaiiivo do Estado. lotelrada.-
Oatro da 9r. depatadO Praotisco|d AistS'
Pereira Tejo, participando achar-se prompja
para tomar'parte "nos trabalhos legrslatvvaaa
sesso qdftdever ter comeco no ola o doaoo*-^
reate. Intel rada.
Out-o do- Sr. secretario da AMembla^JLo* i
gislativa doiCear, renetteoio ,'1e"P"P,
dos aonaes da meama Assembla, rWMrfOS w
anno paasado:*-A*ccose*8e. --.
Ontrodo Sr. Dr. Prefeito deste jn?n>c,P**
commaniaaado tertstofflido o tercelo a* re*'
i
MUTILADO
7-s-
ilfflH~


*' "m

l*jfli

Diario de Pernamboco Quinta-fe ira 5 ci flarco de 900
ferido cargo em 10 de Peverelro altimo e pon-
do seus eervicos dpoaicau desta Cmara.
Acense se. __ .
Oatro do p-esMeo e da 25- scelo eleiloral
do municipio do Rehile, remtltenao cop a aa.
tbeatlca da acta aa eleicio procedida era S de
Fevereiro oltimo para preeocbmento de orna
vaga existente do Senado. Archive.se.
Ootro do presidente da 3* aec^o eleitaral do
municipio de Ipojoca, no mesmo sentido.Ar.
cbite.se.
Oatro do presidente da 2.a secco eleitoral
do municipio do Recife, no mesmo sent.do.
Arcbive.se,
Ootro do presidente da I* seccao eleitoral
do municipio de Ipojoca, no meemo sentido.
Arcblve.se.
Ootro de presidente da 29" secgao eleitoral
do municipio do Recite, no mtsmo sentido.
Archive.se.
Ootro do presidente da 3* ser-cao eleitoral
do municipio de S. Loureoco da Matta, do mes
mo seou u.Arcnive.se.
Ootro do presidente da Ia secgao eleitoral do
municipio do Recite, no mesmo sen.ido. Ar.
cbive.se.
Outro da presidente da i* secco eleitoral do
muuicivio de Rio Formoso, nomesmo sentido.
Archive.se.
Ouiro du presidenta da 1* secgao eleitoral
do mecanlo de Agua Prea, no mesmo sent,
do. Arcbive.se.
Ootro do presidente da 7* secgao eleitoral do
municipio do Recite, no mesmo sentido.Ar.
cbive.se.
Out-o do presidente da 2' seccao eleitoral do
municipio do Recife, no mesmo sentido.Ar.
chive.sei
Outro do p'esidente da 1* seceso eleitor l do
municipio i.* Ipojoca, no mesmo saudo.Ar
e.ive.ee.
Ootro do presidente da 6* secgao eleitoral
do moo.tipio do Recite, no mesmo sentido.
Archive, se.
Outro do presidenta da 4' secgao eleitoral do
municipio da Ipojoca, no mesmo sentido. Ar.
chive.se.
O Sr. Presidenta declarou que, arbaodo.a-
presentes oesia capital, 8rs. Depataio* emou.
mero legrl pa-a iosiallaco da 2* sessao d 2*
legislatura do Coogreso du Estado, iam se'
fri.as ue a-cordo com o oisvosto oo art. 13* do
Regiment Ioterno, aa couimonicacoes de que
trati o Hrt. 9 do tce-mo Regiment.
Depjia de ter convidado os Srs. Depatado*
para comparecerem hoj Jafim dejterem coobe.
cimento da des gnagai, que deve ser teita pelu
Presi lente do S^nauo, do dia, local e hora em
oue se tffectuara a iostallagao do Cjogreseo. o
Sr. Presdeme hvamoo sesso.
.. Escola Maciel Pinheiro Amanb
pelas i oras aa larde lea uttar a inaugura-
y5o fciemue do edidcio construido na parle
onenlal a Praga da Bepolica sob a denomi-
nacao q^e titula e-a local.
Vaccinaco -Hoje vaccioa o I)r. Freitas
Guimaraes em S-ni'Aona. da* 7 as 9 horas da
maoti. un casa da urofessora da localidade.
' (Diumeiuoracu Hontem commemo-
rou o partido autonomista o primeiro aooiver-
sano da morte do Dr. Jos Mara de Albu-
querque Mello, fazeodo celebrar na igreja da
Penha missa solemne em sufragio de sua
alma.
O acto teve resp itavel assisteucia.
A' tarde bouve visita ao tmulo do finado no
Cemiteno de 3. Amaro-
A fachada das oflicinas d'A Provincia es-
teva coberta de crep ; e o collega hontem
sahio em ediegao especial com o retracto do
finado Da pagina de honra.
Instituto Archeoiogleo e Seo-
graphico Pernaiubucauo- Reoce-se
hoje easa assjcixgao, para proceder a elelca i
de t-ua nova mena administrativa.
Tribunal do jury d recife=Hon-
tem fui Huomeiiijo i ]ui-amanto oeste trioo
nal o r. Antonio Pedro d. Otiveira, pronuu-
ciado como meo so as pena* do|rt. J9i !
do Co iigu Penal, porque no da 9 de Agosto
de 1891, pelas 9 no.-as da ooue, no logar de-
nominado Pjmbal, f egdiu da Ria-Visia, fez
com um revolver na pesaoa de Francisco Gao-
Uno Beierra, ferimtoios que proioziram a
morte do uSeodiao.
Cotrpareeeram 31 jorado-.
O jo-j de semeoca compoi-se dos jurados :
Ignacio t me Fe reir.
EpamiooodssP. 8. Accoly Vasconcellos.
Capitulino Caadd. -n'ia taimaraes.
Baloiao Cesar de Aimeida Leite.
Joaqni i Hennqoe de S Brrelo.
Dr. Manuel Marlins Fiuta Jnior.
Manoel Miobado da Silva Santiago.
Amaro AtTonso Bandeira,
Artnor M.-tins Saldaoba.
Pe a accosigfto o 8r. Dr. Victoriano Regnel-
ra Pinto de Sooxa, 3- promotor puollco.
Prodotio defexa ol-. Luis Smygdio Ro-
drigues Vianna, advogado dos presos pobres.
Em face aa decisSo do Gonselho de seo en-
ga. o Dr. Levtoo Vieirade Macedo Lima, presi-
dente do tribunal, con.leanjn oreo no grao
mximo do arf 29. 1- do Cad go Peaal, a
pena de 30 atioos de pnsao ceilular.
O Dr Bmjdio Yianna apjellou da decisao
do iorv para a SoDe'lo- Trbnnal de Jast'Ci
Passamento-No dia 27 do corren.e ul-
timo falleceu Ortsta cidade, em casa de re-
sidencia do Sr. Dr. Godofredo Moscoso, a vir
tuosa consorte do Sr. Antonio Corlos de Mi-
randa, tabelliao publico na cidade da Escada,
teodo lugar na terga feira pelas 10 horas da
manha o seu enlerrameoto no cemiterio publi-
co de S. Amaro dcsta Capital.
A illustre flnada D. Maria da Conceigao Ce-
sar de Almeida. que suecumhoa urna diabetes
deque tora accomeltida e lornou-se terrivel a
Iodos os recursos da medicina, foi ura. alma
de eleicao que se fazia estimar de todos que
se Ihe approximavao, e embellecia o lar e que
era a aoimago como esposa exemplar e mae
carinhosa para enteados que Ihetinhao eslima
filial verdadeira.
Nossas condolencias a sua ramilla.
companhias anonymas-Remem-
se par. tomarem cdoheciment das contaa e
baUngos do anno lindo, e elegerem a coomis
sao riscal, a m-a da assem ili geral e a res-
pertiva directo'ia.
N dia ti aTeitiys.
No -la 12,a Ampoirile.
No da 13 a Pauhsia
No da 16 a Fi.gj e Tedios de Prnambu-
co e Indemoisadora.
No du 1 a Fneotx Peroamoucaoa.
Ferimeuto -Antehuniem aa lO nona da
noue no lugar denominado Salinas, oer engen-
te m 2. distrito da freguezia da Boa- v'ista, o
individuo M--0,11 G >m a Nr.o com urna faca de
po ta a Anuro Maooel Riheiro, evadindo-ac
aps o ciae.
A utoridaJe lomon coabecimento no tacio e
fez remover o offeuuido para o HspiUl Pe-
dro II.
Co.itra o delinqoente p-ocede-se nos termos
da le.
Inausruracao Aote'hontem 1 1|2
hura ua ude u. Casa ue Dit^-ngao desia caoi-
tal iee logar a inau^u^agao o o servigo ue
ideoiittiaga dos criminosos e ateller pboiogr-
pbi.-o que acbam-se fuoccionatido em um e*
rjcm eapecialmeula construido cara esle nm.
fiativam presmt^s o Ex n. S-. D'. governa-
dor do Kiiadj, Dr. secretario da jo^tigi, '
preleito muoui a!. Dr. directo;' geral das obras
publicas, D-. chete da com uissao de meibora-
meotos douort-, D\ secretarlo da Qaes ora
Policial, lente corocel Pae3 Bar.-eau adml-
n strador da Casa de DeteogSo o oui as pe3Soa^
gradas.
Os Sis. D-9. Constancio Pootual August)
Hyjioo ce Miranda in-ugura ai o rel- do ser-
1(0 qoe e teito pelo Bjatema aomropoiie-
tf co
O Dr. Pontoal den diversas explicas as
pessoaa presentes a fe va'ias experiencias em
o preso de eurecgS. Jos Marceoo e silva.
Fiodo este acto o Etm. Dr. gove-nador e to-
in te pes-oas presen ea foram visitar a cas.
unde acnam-se montados os apparelhoa e ma-
cnioa par* uiuninagao elctrica, em seaoida
dir.giram-ae pa a a casa de r-sideucia do al
miairador, onde por este fot oQVecido um copo
d Aat'ta da ioaogarsgao foi assignada pelo
Exm Sr. Dr. goveruador, com urna caoeta e
penoa de ouro que o administrador offereceu-
Ibe, e por todos os presentes.
A nobreza einalinoeJa-na agn
cia de tenij offereci aoa aiiadres de conde-
coragoes e de mulos de oobreza urna occas.a)
de sal sfaze- as soas ammgs por pregos qae
desatiaoi toda e qoMqaer cuncurrensit.
A rel-rida agencia eD'ia um prospecto a
IM Id'j pedir, acompaobado de urna nota das
crozes de oiffe ente paliea earopeoa "-'
coa ; faz tambem notar que a respeitaDUidad-
di s^u director e as suma relages com um
krame numero de soberanos Ibe permute ar
raoia- os pergam obos nobiliarios e os decretos
couceoendo coodecorgoes, tudo de urna au-
ibenuctdade irreireneusivel.
aoi vio o pregos correles de aig-aos ani
gos leferidos. -(^
Grao-coz de Isabel a catbolica cusa 7,500
marcos, auendendo (diz o prospecto) a que se
assercelha ao giaode cordao da agoia verme-
loa da Prossia ; __.
Chrisio de Portogal costa tambem caro por
se confundir com a Legiao de Honra fr-oceza ;
A o ate cara a cruz de ferro austrl ica, qoe
cusa 60.000 marcos
Commmaade inelliorament do
Porto do HecifeRecife, 3 de Murgo
Relativamente a litlos de noDreza, ba tam- Ide 1895.
b?m oa'a iolo< os palada-es e bolsas : va'iaro'
r.jTMERr.ift
Bol;a Commercial de Pernam-
buco
COTA^OES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praftz do Recife, 4 de Marco de i8g6
Nao bouve cotago.
O presidente,
Antonio Leooaroo Rodrigues.
0 secretarlo,
Joao Leopoldo do Reg Villar.
Cambio
Oe bancos abrlram com a taxa de 8 3/4. so-
bre Londres a 90 d/v, apparecendo tomadores,
halxaodo depols de 1 hora para 8 11/16.
Em oaoel particular bouve pequeas transac
eSes 8 13/16.
Cotaves de gneros
Paro o agricultor
Assucar
de lOJ.OOi) tnarcoi ate 2,030 marcos ; por es'e
ultimo prego pode-se ser barao em algumas ct-
dades italianas.
Ha .i n a urna secgao para diploman de so-
ciedades identificas de cnsul, qoe custam a
m difa auantia de 500 marcos !
FeriadoEm conmeaoragao a revologao
do EqoadO- em I82i sera amaoba feriado, cuo-
servandn.se, portante, fechadas todas as tepar-
i gOes pibii<<.
oeledade dos Artistas Mecni-
cos e Llberaes .manna peas 6 1|2 no
ras da tarde na sesao de aasembia geral, oa
re-pecttva sede, para negocios de lote-esse so-
cial, devendo foncciooar e deliberar qualqaer
qoe seja o numero no* sicios comparecentes.
po- seraegunda aconvo:agii ora feta.
300:000^000 -Amacha sera imn'ete-
rive'meine ext-abi m grande lotera do Esta-
do na Bah.
E-ironir-v-e bilbetes venda no Soobo de
Ooro i rraga ra Indeppndencia ns 3 e 5.
Club dos Sopeiros Nj domirgo pr-
ximo a I ora da tarde reunem-se os mem-
"ros -es h -Io para trata-em da eleigao da
no?a dir-ctoria.
Servico de Vaccinafr da In-
spectora Geral de Hyglene Este
S'rvigo rara 'e:tn uuje, 5 oo crreme, oes ae-
t;i)i' t'- Ligare-:
Na eacma puoca do M n eiro pelos D s.
Avula e Octavio de Fre ts, n- casa do p-ofes-
s>r Ciaadio. em louting, das 9 as II horas da
manha, pelo D- Aln^rto de M^ndooca, e em
S ni'Anna, de 8 s 9 horas da maoti, oa ts.:-
la noMi :, pelo Dr. Freitas Goimaries.
Proclamas de casamento -Foram
lu a na matriz da Uoa Visu a.. du i de Mar*
go corre, ta aa seguinie? denunciagOss :
!
Luit de Andrade Sant ago com Estephania
Gongilves de Barros.
Maooel Googalvea Teixeira com Fabie de
Mello Campos.
2"
Caetioo Reg com Carooa Brlgnota.
3
Mtnoel F-aocifco da Suva con Philomeoa
Lene P nneiro.
Luiz F ani-isco dos Smtos com Natnalu Ci-
mentina da S Iva.
casamento civilO escrivao dos casa
meotos qu'. funeciona nos districtoa do llectfe,
SaDto Antonio, S. Jos e Afogados affixou na
repartigao do registro dos casamentos ra
de Imperador n. 75 1." aniar.editaes de procla
Has de calamentos dos saguintes coitrahen-
tes:
2" Fubllcago
Jas Ferreira Pinto de M>gilhes, lolt^iro,
negociante, com Maria da Gloria da Queiroz
Soares, vi uva, natural de Portugil e residentes
nn freguezia de Afoga tos.
O respectivo escrivao do registro de casa-
mentos da Boa-Vista, Graga, Pogo e Varzea
atfixou na reparligao do registro ra do Im-
perador h. 41, 1.- andar editaes de proclamas
dos 8eguintes conlr*nenies :
1" publicando
EuiiJe* Henrlques da Fonseca com Jerony-
ma Anselica Braga, solteiros e residentes na
reguezia da B. Vi-ta.
Albino de Olivelra Campos com Alice dos
Santos Araojo, solt iros e residentes na fre-
guezia da B. Vista.
Caaa de Metencfto Movttnento dos
prezos da Casa de Detengao do ..Recife, Estado
d. PernarabHCO, 3 de Margo de 1895.
Existtara 400, entraram 10, sahiram 7, exis-
tem 413.
A saber: naclenaes 373, muflieres 14, eatran-
seiros 26, mulheres O, total 4ljj.
Arragoados 373
Bons 355 doenies 15, loucos 2, loucas O,
total 373.
Movimento da enfermarla Tiveram baixn :
Joaquim Ferreira de Lima (conhecido por a-
zuta).
Tele^rammas retidos veha o-se re-
tidos na eslagao do Telegrapho Nncional os se
goiotes telegrammas :
De Pono Calvo, para Thoraaz (becco Carc-
pello).
Do Rio, para Uoller.
De Mossoro, para Viegas.
Da Parahyba, pa-a Mana Cavalcante.
De Macan, para Gaedes.
Linhas, funeconando regularmente para Sul.
Norte e Centro.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Venado do l iutni-
rodo a 0) vapir dade
6 m. 26,"9 758.17 19,85 75
9 27* .9 759,-51 21,69 77
12 * 29.U 7.7.-53 22,11 74
3 t. 39/3 737,-20 22,47 'J4
6 > 28,'6 757,-71 22,41 77
Theomomet.-os desabrigados ao meio dia :
Ennegreiido : 58/0 Pratendo : 33,2.
Temperatura mxima 30,75.
Temperatura minima 2o,*50.
Evaporagao em 24 noras ao sol 5-,8 & som-
bra 3,-9
Chuva 2,-4.
Direcgao do vento
Murante todo (lia.
Velocidade media do vento 4.-45 por es
gando.
Nebulosidade media 0,62.
BOLETIM DO PORTO
Das
Horas Atura
Usinas, por 15 kilos. .
Crysiaiisado. dem dem
Braoco. por 15 kilos .
Somenof, por 15 k ios.
Mascavado, po' 15 kilos
Bruto, por 15 kilos.
Retames.....
9*200
7*400
8*200
8*500 a
7*000 a
7*000 a
4*800 a 6*000
3*800 a 4*000
3*400 a 3*900
3*000 a 3*100
i. T. Carreiro, 300 saceos com 18.000 kilos
de assucar branco. 20 pipas com 10.7-8.litros
de al -ool e 200 saceos com 12,00d kilos oe
"Y.' KrST&lOO barria com 8,800 litros
hfflft., 20 pipas com 9,500 litros de
" M.J'. Mala, 100 barrle com 8,800 litros de
aKComPaQobia de Drogas. 67 kilos eaborandy.
- No vapor ingle Eira, para baalos, car-
" PobloM & C 2 060 saceos com 120.000 kilos
de assucar mascavado.
A O de Souza, 50 barricas e 100 saceos coan
8,780 kilos de assucar branco e 100 ditos com
6,000 altos de assocar mascavado.
S. Guimaraes & C., 600 saceos com 36.C03
kilos de assocar branco.
Para o Rio de Jaoel o. 'f- rtp
P Pinto & C, 10 Dipas com 5,400 litros alcool, 60 ditas com ?9,400 litros de agurdente
e 85 barrls com 13,609 ditos de mel.
Pontoal & Oliveira. 700 saceos com 42,000
kilos de assucar braoco.
Lima c Mjraes. 500 saceos com 20,000 kilos
de as.-ncar branco. .
_ No vapor inglez Grenvllle, para o F.io
d6DMerS'!. com 2,475 kilos de ,.
PERNAHBDCO
precisar d diverses eitacSes em dffe.
rentes datas para responder a termo*
Caixa Econmica e Monte de Soc- eoT0aro8nei maro qUanb f td
n _i.____ para a demareac&o j contenda com Luiz
Cttt'10 (le PernaiulMCO Maranho ,m outras acc5es e tinha ad
Balancetes em 8 de Fevereiro vogado con.tituido. N5o qus compa-
recer sudie ci-* para vir hoje se fazer
de mariyr, mas logo depois constituio
tres novos advrgados e acompaahou s
5'*tVlm-m,ac?a" em todos os seus tramites e usou
Mome deSoc:orroc/d-passagem 57219*510 uu
Oxa 16:241*000 ue todos os recursos protela onos, Pa-
rante o Superior Tribunal estiveram os
de 1S96
CAISA ECONMICA
Activo
Alfandega de Pernambuco
5.218:76!* 90
Pasico
Depsitos em contas correles 5.218:762*5 90
MONTE DE SOCC'ORBO
Activo
Emprestioios sobre penhores 229:3815716
Movis 6:I8*I"
Apolices do Estado 1:000000
Despezas aeraes 4:596* mO
A.anu.nects 7:000*Oj
Caixa econmica c/ ie deposites- 409*120
Caixa 671* 50
advogado
urna vez e trez
Pra mar ou
Baxa-mar
P M. 3 de Margo 7 h. 30 m. da m. 2-.50
B. c lh.40m. du t. 0,35
Ceniiterlo PublicoObituario do di.
2 de Margo de 189i
Maco! Antonio Hodrlgues P'.nheirc, M.ra-
nno, 55 aonos, c-B-ado, Boa-Vista.
Atina Mara da S Iva, Pernambuco, 28 annes
eol'eira, Afcga'ios.
Marta J. cacada, G-;ca-
Man.inbo oaqoim de Olivelra, Pernambuco,
50 annos, ca ado 6-aca.
Mana Carolina de Aguia-, Brasil, 24 annos,
ca ala, S. Jos-
Jos, Pnroamboco. i mes, Santo Aotomo.
M*rix, Per'amtiuco, Santo Aoionlo.
CnMspim Uaotaa e Oliveira, Pernambuco, 3
ann s Boa-V sta.
Um fro m'ECjlino. P^rnambaco. S. Jos.
Jo5o andido le A'aojj, Pernamnuco, 20
an os, solteiro. Boa-Vista.
B^nvinda M.ria de Ohver?, Pernambt.c i, 2.t
ann.j, casada. Hoa-Vista.
.1 > Ullltao Gome< .ios Santos, P.rnambnco.
27 anno-. r-asaJo. Boa-Vista.
Isabel Francisca da Cooceico, Pernamba"o.
40anno^, 1nt, Boi Vi-ia.
M'ROrd Marquen da Silva, Alagoss, 31 annos,
go'ter", Boa-Vista.
MaMa b rea, Pamambuco, 40 anuos, sol-
t-ira Boa-Vist'.
Fraocls'.o Pinnel-o, Pernambuca, 20 annos,
SOlte'rp, Boa-VlS a.
Mana Lo'za 4* i:oi"ei5o, Poraambocj, 2b
annis, casa'ia, Ba-'-Visli.
Jo-quina Maria F'ancisea, Peroamuuco, 45
aonos, solteira,. BoaVlta
Beoedicto Cor'eia do NascimentJ, Parabvba,
53 annos, >ltaim, Graga.
Jo i- M-iio Paotal-ao, Pernambu:o, caca-
do, Boa-Vista.
3
Amelia Leopoldina de Vmeida, Pernambuco'
16 a^no?, solielra, Bn-V'sta.
Ma'ia da Goooeicto Cesa- Almeida, Per
aamAuco, 3o annos, soliei-a, Boa-Vista.
F-ancelina B-niliaia da Silva, RioG-ande
do Nirte, 21 annos, soltara, Recife.
Sbmo HeoMioe Los, Pernambuco, 80 an-
no* eaad". A'ogados.
Ro-
50 -nnos. viovp, Gr^ca.
Mana de Garmo Fe-nandes da S Iva, Pe--
namnuen. 18 aonn, solteira, Santo Antonio.
Joao, Pernamou <>, i minuti, Graga.
Joao, Peruamou'o 24 no as, Graca.
B-anlioa, Pernamboco, 15 meies, S. Jos.
Manoei Jos da Silva, Por.ogal, 28 annos,
solteiro, Santo Antonio.
Doa.iogos Di s Laraogeral, Portugal, 36
annos, rasado. Boa-Vista.
Josa Gontaea do Espirito Sanio, Peroambu-
co, 38 aonos, cas-ao. Boa-Vista.
Manoel Barboside A'aojj, pernambuco, 20
aonea, salteiro, Bja-Vista.
J. o Manauoo dos Santos, casado. Boa-Vis-
ta.
J i5o Pereir dos S mto Pernidboco, 27 ao
no, solteiro, Grafa.
J.jSo Bloy Ooostaotino, Pernambuco, 18 an-
nos, solteiro, Boa*Vista.
2i9:8i0*:73
Ptwsiro
Capital
Fundb dr> res va da Caixa Eeo-
norui a
C 'ii E onomica <*/ 1 na-pagem
Saldos de penhores vendidos em
leilao
Lucros e perdas
Juros
100:000*0u0
57.2:19*510
9:840*332
7:>b*S 0
t.-:j89i7"
249:810*773
Pernamboco, 4 ie Ma-c/i de 1896.
S. E. & O.
O gerente,
Felino D. Ferreira Coelho.
piiblicaiom \ pemil
Salve 5 de Margo!
E' hoje que ao despontar do hori-
sonte, junta mais urna rosa no bou-
quet perfumado de sua existencia a
Exma. Sra. D. Rosa Tneophila Mas-
titis.
Por tao auspicioso acontecimento
acceite meus parabens.
Jos 7. V. M.
Gtyanun
DMA QUETO DE TRRAS
1
de cidra e 5 Dirncas enm 150 ditos de cerveja.
Na barcaca D. Julia*, para Ma;eio, car-
regou :
Francisco Bozas, 50 caixas com 400 litros de
geoebra.
Rendlaieatos pblicos
Alfandega
Mez .e Marco de 1896
Renda geral :
Do dia 1 a 3 142:5S7*137
dem de 4 08:030*870
Renda do Estado :
Oo da 2 a 3 52:754*025
Idam de 4 38:763*757
210:618*007
91:517*782
Mooin>, para o
Algodao
Fot negociado o de sorte a 15*500 os lo ti-
los valeodo 1*000 menos o mediano e 2*000 o
de 2* sorte, o mercado Arme.
Alcool
Por pipa de 480 litros 185* nominal.
Agurdente
por pipa de 480 litros 128* nomimal.
Coaros
Seccos>algados na bas<- de 12 tilos 1*010 a..
1030 rts nda refugo 676 o tilo.
Verdes.650 res, ulumo prego.
Carnauba
Cola-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Mel
Por 100/000 nominal.
Es.portaco
Ractfe, 4 de Margo da 1896
Para o exterior
_ Na barca americana Virginia, para Li-
verpool, carree aram : ,,_. .,,
J. Par C, 1,300 saceos com 97,500 kilos
de assucar mascavado.
Ha ba'ca pottogueza Tentadora, para o
Porto, carregoo:
ji IrmaoB C., 106 conros espichados pe-
sando 741 kilos.
p. Valente & C., 96 volumes de conros sec-
eos salgados, pesando 5,760 kilos.
Para o Interior
Ho vapor nacional Comete, para Pelo
'"S 4 Moraes. 300 saceos com 11,800 kilos
deJLBNoVapofn"cion.l .Itepo-m, par. Pelo-
^.TeXdT. C 150 barrica, com 15,750
kilos de assocar oraoco.
_ Mo vapor nacional Camoclm, para San-
*lo53fi C 1.000 saceos com 110,000
kilos de alinear braoco.
Total 301:135*789
2 secgao da Alfandega de Pernambuco, 4
da Margo de 1896.
O cbe'e da secgao
L. F. Codecelra.
O tbesoureiro
Lu i Manoel R. Valeoga-
RSCEBEUORIA D) ESTADO
Renda de 2 3:930*475
dem de 4 3:739*800
mono.
wo vapor norneguense
Rio de Janeiro, carregaram :
Loyo & Moreira, 200 saceos com 12.000 k os
de assn ar braoeo e 300 dtios com 18,000 ditos
de assucar mascando.
E. Cardoio & C, 168 saceos com 10,080 k os
de asnear brano e 84 ditos com o,040 anos
de assucar mascavado. ___ .
_ No patacho mglez wew Domnoo, para
o Para, carregaram : on
A. Tahona &. n., 300 barricas com 21,990
tilos oe assucar branco.
A. Fernandes C, 300 barricas com 21,365
tilos de assocar braoco.
No hiate Daos Grande, para Gamocim.
"^Fernandes & C. 4 caixas com 50 kilos de
-' No hlate Tentadora, para o Natal, car-
' A. J. Fernandes, 10 barricas co n 600 tilos
de fumo. ... .,,
M. A de Almeida, 6 barricas com 420 tilos
de assocar refioado .,*. a i
M O. C. Pinto, 6 saceos com 150 kilos de al-
a barcaga Crrelo Paranybaoo, para a
Parahyba, carregaram :
C. Pinio & C, 10 barrls com 450 litros de
Para o alai, carregaram .
C. Pinto G., 5 caixas com 16 litros de ci-
dra e 10 barris com 450 ditos de vinagre.
Para Macabyba, carregaram :
E. Fernandes & C, 5 saceos com 125 kilos
de no de algodao e 1 caixa com 14 kilos de
cera em vellas. ., .
No hiate nacional Barroto, para Maco
M. "Viegas* Filhos, 5 barrls com 450 litros
de agurdente. ,
Costa Campos & C i caixa com calgados.
Olivelra Bastos & C, 2 caixas com calgados.
Na barcaga Francisca Leile. para Macelo,
carregaram :
Fraocisco Irmao & C, 160 caixas com 3,680
kilos de sabio, 90 ditas com 1,170 ditos de sa-
boneta e 10 ditas rom 50 ditos de vellas.
Na barcaga Joven Assenc a, para as Ala
eoas, carregaram :
Fonseca Irmaos & C/t SWO caixas com 4,600
kilos de sabio. /
L. Perreira & C, .11 caixas com 1,886 kilos
de iabao.
/. Renda de 2
dem de 4
RECIFE DRAMAGS
7:670*275
3:183*030
1:375*900
4.558*930
60 cargas com arinha a 300 rs.
iO cargas com milho secco a 300 rs.
10 cargas com feiao a 300 rs.
16 Suinos al* rs.
62 lugares a 300 rs.
12 comp. com suineiros a U500
9 comp. coro scici i*u- a i*051) rs.
8 comp. com fressurna a 9 8.
70 coma, com faiendas a I* rs.
H comp. com comidas a l*u50 rs.
49 com. com verdaras a 450 rs
III comp. com farioha a 600 rs.
46 comp. com tainos a 3*000
19*000
3W*>
3'000
16*000
18*600
18*0ti0
9*450
7*2'W
140*000
2i*05i
J2 *'!,-,
66*600
138*000
Randimtnto do da 1 a 1
562*600
1.093*500
1.656*100
llorlmento do porto
N.vios entrados no da 4
Havre e Lisboa18 das, vapor francs Cara
pana,* de 1594 toneladas, commaadante A.
Voisto, eqoipagem 41, carga varios gneros ;
a Flix Randeira.
Oa-a7 das, vapor inglez Norseman, de
4-1 i 'toneladas, commandante H. Adameon;
eqoioagem 57, carga os telegrapbicos ; a
Companbia do Telegrapho Submarino.
Navios sabidos no mesmo dia
Rio de JaneiroVapor ingles Grenvllle, com-
mandame A. Tioe ; carga varios geaeros.
Fernn 10 de Noronha Vapor nacional S.
Francisco, c|mmandaots A. Pinto; carga
varios gneros.
New-York e escalaVaoor ingles Gregory,
commandante S. M. Farlaine; carga varios
gneros.
Babia=Vapor ingles Norseman, commandan-
te H. Adamson ; carga os.
Sanios eescia Vapor ingles Bellaors, com-
mandante J. L-.Fraser; carga varios gene-
ros.
Ulereado Mranleiptal deS. J* +
O movimento desta mercado no dia 3 de
Margo rol o segolnta -
Rntraram :
41 bols pesando 7.694 kilos
6 JO kilos do peixe a 30 rs. 18*000
12 compart. com mariscos a 150 rs. 1*800
2 ditos com camarOes a 150 ra. *300
36 columnas a 900 rs. 31*400
4 cargas com gallinhas a 750 rs. 3*000
8 cassnaes com gallinhas a 450 rs. 3*600
1 cargas com milbo verde a 450 rs. *900
1 carga com amendoim a 450 *450
4 cargas com batatas a 450 rs. 1*800
3 carga com macacbeiras a 450 rs. 1*350
i cargas com cebolinbo a 450 rs. 4450
2 cargas cent gerimus a 450 rs. *900
10 cargas com verduras a 458 rs. 5*400
1 carga com canoa a 450 rs. *450
4 cargas com laranjas a 450 rs. 1*800
1 cargas com lnhame a 450 *900
1 cargas com loucas a 450 rs. *450
5 cargas com melancia a 400 rs. 1*250
4 cargas com melao a 450 rs. 1*800
5 cargas com diversas a 450 rs, 2*150
.Jregos do dia :
Carne verde de 100 a 1*200 rs. o tilo.
Solos de 1* a 1*200 idem.
Carneiro de 1*200 a 1*5'M) dem.
Faricba de 600 a 1*000 rs. cola.
Milbo de 600 a 1*000 rs. a cnia*
Feiiao ue i*200 a 2*000 a cnia.
Navios esperados
De Ha nourgo
Brigne allemao Olio Grat zu Stalberg.
De Cardiff
Barca norneguense Wioona.
Barca norneguense Sala.
Barca norueg .se Dacia.
Rarca norueguensa Auriga.
Rarca noruegaeDse Tnemis.
Barca norneguense Sol d.
Barca norueguense EHy.
De Terra Nova
Lugar ingles Heldra.
Logar inglez Emnlatn'.
Lugar inglez Mary Classeo.
Vapores a entrar
MEZ DE MARQO
Crele Prince de N;w-York, a 5.
Dannbe* da Europa, 5. -
Campana da Europa, a 5.
Hevelins do sol, a 5.
Equaleur da Europa, a 5.
8. Salvador do sol, a 6.
Una do norte, i 6.
Potos do sul, a 8.
Beigraoo da Europa, a 8.
Plaueta do norte, a 8.
Hobeostaofea do sal, a 9-
liaqui do sol. a 10.
Marcbant de Liverpool, a 10.
lmda do norte, a 12.
Belaora de New-York, a 12.
Associon do sol, a 13.
cBeberibe do oorie, a 13.
Espirito Sao te do sol, a 16.
Rosario do sul a 17.
Brasil do norte, a 24.
Maranho do sul, a 26.
Orelana da Europa, a 28.
Vaporea a sabir
MEZ DE MAtigO
New-Yo'k, Heveliue a 5, as 3 horas.
Buenos-Ayres e esc. Bqoateor a 5, as 1 b.
Boeoos-Ayres e esc. Dannbe a 5, as Ib.
Sanios e esc. Campana a 5, as 4 oras.
Santos directo Caaiocim a 6, as 4 horas.
Rio e Santos Eira a 6, as 3 horas.
Santos e esc. Cometa a 7, as 4 horas.
Sanios esc. Crele Prince a 7, as 4 b.
Mantos e esc. S.Salvador a 7, as 5 horas.
Blo e esc. Planeta a 8, as 5 horas,
Plymoum a esc. Potos a 8, as 11 horas.
Santos e esc. Selgrano a 9, as 4 horas.
Bretnen e esc. Hobeoitanfen a 10. as 3 horas
Rio de Janeiro e esc. Oilnda a 12, as 5 b.
Santos e esa Belaora a 12, as 3 horas.
Hamburg e etc. Associon 14, as 4 horas
O Dr. Joe da Cutih* Ribello parece
ter lindad a serie de rticos que tem
escripto com a epigraphe cima.
Comecou no Diaria de Pernambuco de
29,e 30 de Jatieir. vei) coaclu r no
jornal do Red/e de 14 de Feverwro.
Mais all viada de mssas oceupacoes
comeamos agura a respouder.
A nica cous* que se comprehende
loo-o d'a^uelles nrtigos que > Sr. Jos
Rabello est completamente Lra de si,
porque Lmz de Andrade de Albtiqnerque
Maranho, querendo saber dos limites
de suas trras propoz contra o coronel
Amaro Gomes da Cunha ttabello, pae de
S. S., u:na acQio de demarcac e obte-
ve sentenya favoravel na primeira ins-
tancia e no Superior Tribunal de Justisa
sem a menor di crepanuia de votos.
Havia tres acnos que o coronel Amaro
se debata no lo o para tomar de Luiz
Maranho um p^dag de trra, e o Sr.
Jos Rabillo acha que aquelle coronel
foi traicoeirameutc citado paro, a de-
mar cacao judicial .
proprioSr. Jos Rabello cita tre-
chos de artigos em que Luiz M-tranh&o
desde 1891 da.afiava a S. S. e a seu
pai para essa demarcacSo, e vem boje
S. S. dizer que s urna demarcacao
geral e completa seria a nica rasoavel e
capaz de resolver a questao .
E a demarcacao geral e completa de
que falla o Sr. Jos Rabello a de todo
o quadro de Calug-y, a da sesmaria de
duas mil e quinhentas brabas em quadro
concedida a O ogo Carneiro aos 16 de
Janeiro de 1596, exactamente ha trezen
tos annos.
Existeui actualmente dentro desse an-
tigo quadro cinco engenhos 'pertencen-
tes a diversos propietarios; e o Sr. Jos
Rebullo, que bacharel em sciencias ju-
rdicas e sociaes, nao sabe que Liiz
Maranho nao pode requerer demarca5o
de limites de engenhos alheios na parte
em que nao confinam com as'suas tr-
ras.
As costas que o coronel Amaro teve
de pagar acha c Sr Jos Rabello que
urna guan ta que o futo (//.') da
mais negra deslealdade e tanto se d S .S. com ellas que logo odiante repete
o mesmo eatribilho oca e asnatico com
pequea modificado para peior : nquan-
tia que represento- o prego de urna negra
deslealdades.
O iacto de ter sido o coronel Amaro
citado para a primeira audieocia consi-
dera o Sr- Jos Rabello d< tal natureza
que S. S. se admira como Luiz Ma-
ranlido nao cora de praticar semelhante
vergonha (!!!)
E ah mette-se S. S. a fallar em les
e diz que o : art, 16 da nova lei sobre
demarcacao de trras determina que a
citacao para demarcacao deve PROCEDER
de 3 dias audiencia COM QUE se tem de
propor a acedo e dar os peritos.
Deixando de parte esse proceder e esse
com que, levando-os k culp do typogra-
pbo, precisamos ensinar aoSr. Jos Ra-
bello que o art. 16 do Dec. a queS. S.
se refere d sp5e o seguinte : i
Art. 16. Embora DIVERSOS os lilis
consortes e as citaces feitas em diffe-
RENTES DATAS sero ellas aecusadas de
urna s vez a saber. 2 S*ndo as cita-
edes somente pessoaes, naprimeira audien-
cia depois da entrada em cartorio dos
mandados e precatorias e de ter o escri-
vao certificado que FORAM FEITas todas
AS citacOes assi/n o publicando trez dias
pelo uos antes da audiencia...
Bem v o Sr. Jos Rabello que o
art. aqueS. S. se quer apegar, usan-
do da triste chicana comjque S. S.
tanto embrra, se refero clara e expiessa-
mente ao caso nico em que haja diver-
sos litis consortes, e apenas determi-
na o dia em que devem ser aecusadas
todas as CiTACoEs que forem feitas em
DIFFERENTES DATAS.
Mas o Sr. Jos Rabello parece que
nSo pode "omprehender que o coronel
Amaro, embora tenha dous bracos e
duas pernas. uma s peasoa,e, comquan-
to leja coronel, nao .tuna privilegio de
autos retidos em mo do seu
durante nove mez s de
mezes da futra.
E apezir de tudo aso o Sr. Je Ra-
bello acha que o c rcu-i Amaro no
teve tirapo de se d.-f.-ner, e ex lamou :
: Des te modo a acedo de di hiar cacao ia
correr qnasi a revelia do corone: Amaro
Quines da Cunha Rabello .
E' o caso de o Sr. Jos Rabillo, que
deputad) estadal, presentar ura pro-
jecto da do ao coronel Amaro quaodo
to-- parte em tuna a ci >, o praso de uns
50 ann pars se defender e-n juizo.
Ser pelo menoH mus til do que o de
urna p'iite.ore o Tracanbaom j.-erto de
Areias, isto ero um dos "ng'tiiios de
seu pai, como S. S. j teve urna occa-
sio a semceriinon a d- prop >r.
No meio do ludo ixso o Sr. Jos Ra-
bello teve de coufessar que alo tinha
onda que, oppdr a accSo de. Hpma'ca5SU,
e exclama eno tom d- tiple d-safinao.
Se o Superior Tribunal cm vista da
conUstaco, digo com o devido respeito,
comprcliendcu que o coronel Amaro se
oppoz demarcacao ou por desejo de
questionar cu. porque tivesse recelo, se
engaou mwto : fiois o t'Nico motivo
DE CDNTE3TAC0 vcio da deslealdade
ou traico de Luiz A. Maranho, em
viriudeDO QUAES(!) n-zo pode dar peritos que o representasst
na demarcacao.
Fique agora o Superi r Tribunal sa-
biendo dsa ; mis tique tambem o Sr.
Jos Rabello sab-mdo do sejruinte :
S. S. que bacharel pm scienciaa
jurdicas e sociaes devena saber qu* o
Hgritiidnsor e arbitradores em tima aeco
de demarcar-So s podero ir.flu r em
algema cousa quando nSo ha discuss
nos autos d modo que elle.s tenhara de
se guiar pelos ttulos dos pro primarios
dando-lhes ioterpretagii. sua.
Q lando, portn, durante a acr;o as
p d re tos, quando por isso, a senten?a
em de determinar cm toda a preoiso
todos os pontos dos limites, como Be deu
no caso que discutimos entao o papel
dos pe> os simplem nte execntar o
teor da sentenca.
Nada, poitanto, influir que o agri-
mensor e i'8 abitrad'>res tejam est^s oa
aquelles, comtanto que o sg-imenaor
3ej,i habilitado e capaz de assumir a
r-sDonsab^idade dos servaos que fizer.
Se o agimensor nao executar devida-
mente o que a sentenca manda ser
multo fcil de provar e .!esfazer o erro.
C Sr. Jos Rabell > uo se limita a
esses argumentos chnraming'S dorba-
la ignorante e desillndido. Possesso e
tresloucado atira com os -, s trazeiro
contra todos os juiz-'B que n3o deram
despachos a sen gosto, e anda mais,
contra todos os juizes de G >yanna.
Eis um dos trechos de seus artigos :
t Gjuiz de direito qnerendo advogar os
interesses de Luiz A. Maranlio procu-
rou fundamentar sua sentenca no depoi-
ment de pobres testemun/ias (! !) Diario
de Pernambuco de 3") de Janeiro.
O ju-z de quera o Sr. Jo Rabello
falla por essa forma o Dr. Jos Bran-
do da Rocba, cuja sentenca j foi em
2 sccodos unnimemente confirmada
pela Superior Tribunal de Justina.
O Dr. Brando era at amigo do advo-
gado e do procurador do cor "Del Amaro.
Outr trecho do Sr. Jos Rabello ;
Quanto s cusas devidas pelo 'Sr.
A. Maranho ha J annos empreg- a
mais trise chicana affixado \f) pelo
actual juiz de direito seu valioso advo-
gado Dr. lobias. Diario de 30 de
Janeiro.
O magistrado contra o qual o infeliz
Jos Rabello desanda agora os ps o
Dr. Manoel Tobas do Reg e Albu-
querque que ha apenas anno a meio
exerce o cargo de juiz de direito da
Goyanna.
Nao se esmprehende porque o Sr.
Jos Rabello escolheu-o de preferencia
para alvo de suas investid' s, quando
elle s tem decidido alguma das militas
acc5es que o coronel Aoaaro tena aban-
donado comp etamant-i deixandj os autos
sem prova de especie alguma, e que a
p*r;e contraria tem sellado e prepa-
rado.
Mas o Sr. Jos Rabello falla por di-
versas vezes em trise, horrenda e ver-
gonhosa chicana, dizendo que Luiz Ma-
ranho para usar del la anda va affixado
no juiz !
Affixado anda o Sr. Jos Rabello no
mondo da la !
S. S. quer se referir a uns embargos
de nullidade e iufringentes do julgado
que Luiz Maranho oppoz a um accor-
do do Superior Tribunal, exactamente
dos que o Sr. Jos Rabello transcreve.
Todo muodo sabe que a deciso desses
embargos da competencia do proprio
Tribunal; mas o Sr. Jote Rabillo, que
s ^bacharel para vergonba da citase.
suppSi aue o Dr. Tobas en algima
senteDa nesses autos, e que se elles ti-
verAm de ir para o Tribunal Superior
foi em virtude de algum novo recurso
interposto pelo coronel Amaro.
Esses autos tem estado demorados no
cart rio a espera do sello e do prepio
que competa ao coronel Amaro ou seu
advogado, e o infeliz Sr. Jos Rabelle
que s agora se apresentou para pre-
paral-os, suppoe que a demora foi devi-
da a parte contraria e ao juiz.
O'Dr. Tobas e os outros juizes devem
estar vingados e satsfeitos porque rec;-
ber urna sgejressSo de um bacharel do
quilate do Sr. Jos Rabello vale mais,
muito mais do que o maior doB elo-
gios.
Vergonha seria para urna pessoa que
o Sr. Jos Rabello elogiasae n'aquella
portogoez catsange de quo elle osa.

MUTIUDO I
x
r j
^
!
S
.
t
y
i



"V
MM
Diario de Pernamboco Qaiata-feira 5 de llardo de 1896
5
*->
A
Vejmoa aind* nutro trecho dos ar-
tigoa do Sr. Jos Rabelio :
... os juizes de ^direito que tem tido
este municipio de Goyauna... os quaes
tem patrocinad* escandalosamente os tu-
teressts incoefessavcis do proprietario de
Itapecirtca, pactuaudo com a mais vergo-
n/wsa e horrenda chican*.* Jornal do
Recife da 14 de Keveniro pag 3.a,
col. 1*.
Ura hornera q'-'e escreve e assign um
dislate destes nao pode etar no pleno
030 de suas faculdades iaentaes.
C E' iuaca om -erteza.
f
Seclsdde Musical 0. 15 de
N D.
HriiJon
Deolinda Moreira de
9a Hmira
A dtrffcto-a Ja oci- ai- Musical Oliodeb e
45 e Nj'finnro, om Bjaraeoage'n ao neo ex-
presdsote sosio be i-ine un coroiiel Ji5o Ro-
antjnes de M >n u, m-iioa rmir cali mix-a por
jltD4 (le D. 0-"iiQdd Morain ue Mradooc
Moura, < 6 1/2 h>-a- d. mu n i-a
^Ano'6'io corrale, un tft'aiaio de S- Bemo etn
Sim, nSo ha qu>u acredite que todos 0,loHa
Pa- ssi-ir-'-u s e--s c:o convida a lodo*
os Htoetadofl ea fHi h r ii s-swi ao* oareo
Ip e aaneos da Oa cid i -os ou-- c a. :;.r- i'" e:o.
Secretia da Sovied ri MnW| O- 15 de
Novcujb.o.etn 3 Se M. co 'le '89i.
ji-p Ju-p FTu KDITAES
z.m que eiu havido era Goyanna,
desde .iur! i coronel Amaro teru questCHs,
isto desde 1891, toios 8 tenham patrocinado escandalosamente os
iii/ertsses inconfessaveis de Luz Ma Ta-
nteo, que tim simple agricultor des-
conhecuio e ignorado, pura pr^jud carem
os legtimos tnieresses d- S. co <>nel
Amaro G linea da i'unha Rahello, p^i do
bachar-1 Jos da uunha Rab lio, depu-
tadu esadal em duas legislaturas, e at
bam peuco te rpo am^n priva o do G -
vernador do Estado
Cinco ju zje tem havido em G>yanna
durante ss^ 1-ps) da teseo, e nugu^m
acredita que todos elia* .**m exceygo
durante o vspaco de ci' co anuos, substi-
tuind ana aoa otro, ee .ombnassem
de forma a p el ger urna mesma
Ninguem acredita que 5 haca res in-
vestid s do cargo da inagist atu*a em
ep.cl.is diversa* tiaa D tod a prevari-
cadores da mesma turma e ni meio
delles spparecesse p-ra er mv tyr.sado
a peasoa pura e itnuia ulai. lo cor.nl
Amaro.
Ha Com crt-ZJO Sr. Jo.^ rabelD
tem ama duela Hj menos.
Di facto, esse bacharel anda a^tontas
aesmo a r speito He san quastoes que
chege a afirmar que Lnz M* .'"
tein.iccumu'ado accSes sobra aCiiTs
D'.-se inle'ramente o C ntrar o ; e o
coronel Amaro quam tem proposto cm
tra Lu / M.ranhao nunca menos da b
asco s posseMoms sem n Has cpresea'ar
a me "r prova das 8Jas p eteuv">es.
O advogado que propoz essas acgoei
e a quam pra dar ma s f -re o r. Jot
Kabeilo pa-sMi nma pocuraca> trans-
miUtndo poderes com a clausula con-
stilute, era um tai Jos Wanderley
Van da Cunha, que foi promotoi pu-
blico de Goyanua e que destrahio e di-
vertio muito terapo essa edado com as
suas piUcSea e arrasoados.
Esse advogado, He accordo com o Sr.
Jos Rabelio, emittia a opmio da que
am eaoBM de valor da icais de 4008000
nao se poda apresent-r prova tatemu-
nbal.
E deat modo nao havenlo para urna
ac$o outro meio probatorio nao se dava
prova neihums.
E aimla imbuido deseas ideias de
jurisprudencia equestre que oS'. Jos
Rabell fal'a com ar superior em pobres
testemunkas, quando se refere s provas
fornecidas por Luiz dVanbao
Na ac^ao de de narcagSo o Sr Jos
Rabelio s apresen'ou urna testemunha,
mas eSectivamente urna t^s'emunha
rica, o tenente-coronel Jos Ignacio
a Cunha Rabelio, de qu m havemos de
fallar opportunamente, analysando por
miudo o celebre dep imeut > que deu
E o Sr. Jo.- Rabel o que tem eesas
ideias origmaes ; que nem saba em que
p andam euas questoes, q e passava ao
seu pr i -'tirador poderes com a clausula
eoHStilule, qm cenfunda embargos in-
fringentes do julgado com recurso de
appell9ao ou aggravo ; qu* suppoa que
os juizes podem der andameato aos autos
que nao eslo sallados n.jm preparados ;
em summa o Sr. Jos Rabelio que a
nSo analphabeto porque bicharel,
acha-se no direito de esoucear os juizes
e a prte contraria porque nao pode to-
mar paa 86u pai am grande peda90 das
terr*s alhaias.
NSo negamos ao Sr. Jos Rabelio o
direito d-> ser tolo, mas quaudo a tobce
ultrapassa certos limit^y e o tolo pre-
tende mostrar-se lionrado a cuata alheia
preciso mostral-o bem patente em pu-
blico e dar Ibe a devida repressao.
Temos ainda muita cmsa a dizer, e
iremos c ntiuuando.
Goyanua. 1.' de Margo de 1896.
Methodio Maranhdo.
t> se re ano.
a
Pe toral de C amb
Outrns curas de tosse
Por mais de urna vez, pessoas da
familia do distincto pharmaceutico
Sr. Ernesto Fernandes de Souza fize-
ram uso, com xito completo, e:n,tos-
ses e outras enfermidades das vas
respiratorias, do Pettoral da CambarJ,
de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas.
uutnJ
Febre, sangue vivo pola bocea, tos-
se e dor no peito e as costas, soffreu
a Sra. D. Jardicina H. da S. Figuei-
ra, residente ra dos Arcos n. 59.
Curou-se com dous vidros de alcatrao
e jatahy de Honorio do Prado.
Vidro 18500.
Deposito : J. M. Pacheco & C.
Andradas n. 59.
Encontra-se as boas pharmaci
a O Dr. JjSo Alvares Pereira de Lyia
juie do Paitos da Fasenda do Estado
de Pemambaco etc.
Fz saber que liado os das da le
ae bao de arremutar por venda a quecn
mais der em prac* publica daste juiz>
no da 13 do corronta os predios abaixo
declarados peohoradoa por execugJo da
Fatecda.
Recife
Casa a Travesea para o Corpo Saato
n. 26, com porta e janelta 1 ala, 1
qanrto, 4 metros de frente, 4 metros e
70 centmetros de "tundo, avsliada em
UUO, parteceenta a Antonio Ignacio
Pereira Coelho.
Um balcao com grada de rame, 2
mesas, 1 rologio de parada, 2 cadairas)
de junco, 1 candiairo de gaz, avahados
em 200SOJO, existentes no andar
terreo da ra do Cooimeroio n- ?, per-
B.
tiglo a quantia de l.tiOOfOOU, importan-
o.a, que perder si, eicolhida sua pro-
posta e convida o para aaaigaar o coo-
trvC^o a ibto se recusar.
Para boa garanta da oxecwjSo do
contracto depositar o cootractaate no
Thesooro do Estado ama caac2o qoe ser
previamente arbitrada por esta Dire-
ctora.
Nesta RopartcSo estarSo a disposijio
dos ^rs. ooncarreates, das 10 s 3 horas
da tarda, o orgamento e as plantas res-
pectivas.
Recife, 3 de Mar?o de 1896.
A. Urbano P. Montenegro.
Dire"tor*eral.
5." Para o peixe salgado 00 assado
os pregob serSo oa aegoiates :
Para a 1.' claase mil e desentos rt'ia o
kilogramma ; para a 2.a novecontos rea
e para a 3.* qnalidade seis cantos rea.
6, Oe intrantores da presente le
aerao mnltsdos em trinta mil res e na
reiuoideacia serao punidos com a pena
de priaSo por tres das.
Secretaria da Preaitara Municipal do
Reuife, 2 de Margo de 1896-
O secretario;
Joaquim Jos Ferreira da Ruch\.
O Dr. Francisco Al tino Correia de Araujo
ju:z de direito do commercio da
cidade do Racife, capital do Estado
da Pernamuco em virtude da lai
etc.
Fa.o aaber aos que o presente edital
y'rem ou delle noticia tiverem quem
Submarino Telegrapho interessar possa q>ie, requerimento de
Meadinja Primo & C. se ach decretada
Edital
Secretaria da Instruc^ao
Publica, 29 de Feve-
reiro de 1896.
tenceates a
Compaabu.
Santo Actinio
Casa no 2- beoco da Camboa do Car-
ao n. 2, Cura porta s j-.neila, 2 salas, 1
quarto,, cjsinha frs, 3 metros e 20
centmetros da frente, 7 metros de fundo,
avallada em 400i5000, psrtencsnte a
Adea Josephiua Pe eir da Lyra.
Cbsa a ra de Paulino Cunara n. 19,
tendo o pavimento terreo 2 salas, 2
quartos, co-inha externa e quintal, o 1*
o 2* andaras c m 2 salas, 3 qtartos ejFrey & C e Gongalo Cunha & C
C08inha iata-ra cada am, avahado em I A fallancia aer coatada de J
lf OiiOfiOOO, perte cente
SimSo da Azevedo Cam. os.
Casa a rna de J Sj do Reg n. 20.
PRAZO AIS PROFFSSORF-? NO-
MEADOS PARA ASSUMIREM
O EXERCIGIO DS SEOS CAR-
GOS.
De erdem do Dr. Ioapector Geral figo
falleocia a Oiiveira FaloSo & C. pela pnblioo aos Srs. profesar-rea comeados,
senteoga do theor aegainte : j &* fcoordo com o Regulamento de 23 de
Senteoga Janeiro do crrante aono, que fica-Ihes
Dsc'aro aberta a tHencia doa com marcado o praz de que trata o art-
merciantes Oiiveira FalcSo & C, estabe
leeidos ra da Imperatris n. 70, nesta
cidade, vista das alietrago'es de folhaB
duas e do balaceo de folhas tres aasig
nado pelos meamos commerciantes.
Nomeio syudicos aos oradores Cramers
avahado em
ao Cooego | para a data actaat.
aaeiro
drogaras.
lilil. Sr Ilunorlo Prado
Tviino a r;ii.af 5*. i ie '".'uiainni ar vo^ que
teonn oma tiln-i .jop wB la na ti anuos oe
i.-ifi n;i e qoe e*.a co.-Diiiaiainnte carada ha
nais d o n anoo, pelo vosso precioso alsttrfco
e ja'.ahy.
Tvono tamriem o dp.ver de rter.larar-vos qoe
submeui mioba Blo* a ense irdtame.ito por u.-
gisteocia do ii'pu particular aumso o Sr. Blao-
cna'd, resideriie nea*i capital, a roa no Ca-mo
d. 34, o qa vobo milaiiro^o p-enarado, uo qoai m re-
meneo iiois v 11 r i .-. que me foam iiuffi^ieaies
pa'a orodotir lo b-iltiaaie cura.
Termino 98ta ara ecendj-vos peaherado Uo
all descob ra.
Alfrelo Boucher.
NeeoclBDte imoortador.
S. Pio'o. 23 de Jioei o 1a 1896.
lija Libero Bi a- o- 14.
-es?.,*se&- QSV&SSt^HAj*-
SSXOSB
p x ~< a S o
9 -n O 0 a 33^
- s= o
~ ei
^=2?

,2.5 _
* 0~ 9 *?
a ="3
S 2. P3 =
co ai
o a.
'
2 => ;r
5 --,= "

i
oo
g e> 2._
< S =-o 5.
-fe*yrfigpga aya u^de^? ^a^-
Peiioral de Cambar
Outra cura lo bronchite
Applicado contra urna forte bron-
chite de que se achava atacado nm
filhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos das a perigosa
enfermidade.
O agenteCompanhia de Drogas .
COMPRIMIDOS deVICHYde FDIT
Peitora de Cambar
Outra cura de coqueluche
Urna filhinha do intelligente guarda-
livros Sr. Barros dos Santos, accom-
mettida de forte coqueluche, restabe-
leceu-se promptamente com o uso do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares.
O agenteCompanhia de Drogas.
Agradecimento aos habitan-
te de 'lia de < 'arpia
Ainda profundamente ferHo do amago do
corago, cumpro um dev:r iie graiidfio agr-
decendo aos habitantes ae Cha de Carpina que
acompanharam atea sua ultima mora tos mortae3 de meu estremecido irmao Jos
Hatheus i.'ounbra, e que prestarara Ihe nosul-
tiiaos momenio 09 ssus obsequios.
EDtre essai pessoas, cumprcme destacaros
nomes dos Sr negociante Consta Urjo Roque,
sargento Calea, o estioiavel cavalheiro Ben-
venuto de levado e sua Ezma. familia, aos
qoaes especialmente hypjtheco a minha mais
sincera gratidiio e eteruo recoonecimeaio.
Recife, 4 le Margo de 1896.
Manoel Ardo
INFLUENZA.
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reacr;o febril, bronclw-pneumo-
nia, catharro pulmonar com febre agra-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias do r-^ganta, insom-
nios e tosses suffocantes ceJem immedia-
amente ao uso do
Xarope de Lobelia In-
nata
Ether bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela illustre inspectora de
Hygierie do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no trata-
mento da Influenza podem ser attes-
tados por centenas de pessoas da maior
excepto, residentes n'esta cidade.
Depsitos '
Ra do Baro da Victoria n. 37, r an
dar, sala posterior.
Peruana bco
cam 4 portae de frente, em aalao, grande
Intimo aa
Carador.
R-cife, 20
esta aos fallidos e ao Dr.
de Fevereiro de 1896.
quintal, sotSo iotern>, 7
ceat;metr<>s de frente, 17 metros e 70
centmetros de tundo, avahada em
10.0000000, pertenceote a Cherubina
Josephins e outros.
A psrte que possoe Francisco Moretra
Fragoso no sobrado a roa das Larangei-
ras n. 12, com 6 metros e 20 oeotime-
tros de fren a 13 metros e 30 centmetros
de fuodv, nv liado no tudo em 6.0o0i>.
Um ballo com tampo de pedra mar-
more, avahado em 700000, existente a
ra Marques do Herval n. 27, prton-
caote a Fiue* Lima di Comp.
Sao Jos
Casa a rua de Maroelio Das n. 99,
c.m 2 aalss, 1 gabinete, 3 quartos,
coiti a exteroa, quintal morado, 6
metroB d* treota, 13 metroa e 40 ceoti
metroa de fundo, avahada em 2.0000,
pertenceote aoa^berdeiroB de Barnardo
Duarte Brandfio.
Casa a roa do Coronel Suassanan.
193, 2 salas, 2 quartos, c isioha ex eraa
e quintal, 4 metros e 5 oaotimetros de
freote, 13 metros e 20 centmetros do
fundo, avliada em 3.O0O$OOO, perten-
ceote a Carolina Mara de Almeida No-
ueira.
g|Ca8a*a roa do Padre Floriano a. 68,
com 2 salas, 2 quartos, cosinha externa,
quintal, 4 metroa e 30 centmetros de
trente, 12 metroa e 10 ceotimetroa de
fondo, avahada em l:500000 perteu-
cente a Antonio Jos da Coata.
Boa Vista
Caaa a rua BarSo de S. Borja n. 6 4,
com frente de pedra e cal, os oitoes de
madeira, 2 salas, 3 quartos, grande ca-
cimba, 6 metroa e 40 centimstroe de
freote, 15 metroa e 40 centimbtroa de
fondo com um grande terreno todo mu-
rado com portao de madeira, avahada
em 10.000SOOO, pertencente a Francisco
Avila de Mendonca.
ArmacSo e ballo da Loja e rus da
Imperatr'ia a. 78 A, avahadas em 800J,
penenoentea a Bastos & Guimaraes.
Um balcao 1 Varao de ferro, 1 h-
lanos, 1 tarno de pesos existentes a roa
do Conde da Boa Vista n. r>7, avahados
em 2000000, pertencente a Antonia
Cbristovlo de Albuquerqae.
E para que chegue o oonhecimento
de todos pasou-se e presante qne ser
peblcdo e affixado,
Dado e passado nesta cidade do Kecite
aos 3 de Margo de 1896.
Ea A'fredo Diamantino de
Bandeira, escrivSo o escrevi.
J0S0 Alvares Pereira de Lyra
metros e 601 Francisco Altioo Correia de Aranjo.
Nada mais sa cjntiaha em dita sen-
tenga, aqui copiada.
E porque nlo tivessam acceitedo a
nomeagao oa Syndicoa nomeados, no-
meio oa oradores Mulier & C' e Fraicia-
00 da Asevedo ic 0. para servirem de
syndicoa da raterida massa fallida.
t para qoe chegue ao conhaciraentj
de todos mandei pasear o presento
edital que ser publicado oela im^rensa
e affixado no logar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife,
Capital do Estado de Pernambuco aos 3
de Margo de 1896.
Ea Eustaquio Cava1 canta Lias Wal-
cacer, esciv&o o esorevi.
Francisco Aitino Correia de Araujo.
49 20 do referido R'gulamecto do
modo por que vai abaixo descriminado,
attendidas as respectivas distancias para
dentro do mes no assumirem o exereicio
de seus cargos.
O alludido prazo dever s^r contado
pelos inieressados da dita do rogistro
do saiis titules nesta Sacratarsa, os qoaes
deverSo sar a mesma apreaentados com
a mxima brevidbde poisivel.
4/ Entrancia 20 diaa
3.a t 35
2. 45
l. 60
O aeeretario
Pergentino Saraiva de Araujj alvao.
Alfandega de Pemambaco
Aforamealo u terreos de Marioba, em
_ Olida
Oa ordem do Illm. Sr. coronel Dr. inspector
desta Alfandega, fago porlico, para conbeci-
meolo dos laieressaaos que Androoico Rod--
oej do Pas.o, requeren por aforameoto o ter-
reno de marino* alto p-ata de S. FraacleCo
da cidade de Oliod* com ti me'.ros de irente e
21 de oooo : coofloando ao norte com teneoo
e casa fle Affomo Adkosiu Tabo da e terreno
develte e ao sul com terreno lamoem de mi*
nnba oa posee do prafessor Martios Jos de
Jess.
De accordo com o decreto n. 4,IOS de 22 de
Fevereiro de 1868 convido a todos aquelles qne
forem contrarios a esta preteocSo a ap eaen-
tar-ae oesta Kerjar icio no praso ue 30 das com
documentes que proveen seos direilos; nodo o
qoal a oenbomi reclamago .te atiendera, re-
soleodo-se como for de aireito.
3' seccao d* Ai.'aodega de Pemambaco, i de
M.rco de 1896.
O chefe,
afaooef L^ite Pe-eira Bastos
Alfandega de Pernambuco'
Aforameoto de terreno de mancij, em
tiDda
De ordem do Iflro. r co.'snel Dr. iaspedor
desta Alfandega, fago cobiieo para conbecia
melo dos ioleresjados,- que Anlrooico Kodn*
Riles do Pisso, rtqoereo por aforameoto o te-re-
50 d> marinda siiu pra3 dos M.lagres da cida'
de Olinda, com 11 me ro.'de frente e 22 metros
de fondo, conSoaadn ao norte cum n terreao de
maana oa poxse de D. Francisca TDeresa Ma*
na da Cooeeigo, e ao sui i'om o le reno tam*
Dem 1e maana na posee dt. Jc Terluliaao
Cites.
De accordo com o derrrto n. i.}!>5 de 22 de
Fevereiro de 18H, coavida a iodos aqotlleg
que forem con>raMos a esta pretengao a apre*
sentarte oast< Repartido ao prasdt- 30 das
om docomeoios qoe proveo sios direitos,
fio'io o qoal a oenoama reclamagio ee alten*
de*, re8olveniio-e como for de irsilo.
3' secgao da Alfaadeea oe Peri.a2ii>aco, em
4 de Marjo de 18st>.
O (befe,
Manoel Le'te Pereira Batos.
Directora do Iiterioi da
Secretaria da Justina, em
4 de Margo de 1896.
Cinsurso para a cadeiea de eseriptoracSo
mercantil d o Instituto Benjamn
Constant.
Da ordem do Sr. Dr. Secretario da
JostiQa, Negocios Iatariores e IttStrM-
g5o Pablioa, se fas publico que, dootr
do praao de 20 das, a contar da data do
presente, se acha abarta nesta Secretaria
o concorso par*, o provimante da oadeira
de escr ptaragao nsroantil do Instituto
Banjamin Constant, vaea palo falleci-
mento do cidadSo Joviniano Manta.
Os candidatos deverSo, na forma das
instruccSes approvadaa por Decreto da
3 do oorrente, dirigir os aeas requer-
montos, pedindo a aa inaoripgao para
o referido cancarso, ao roesmo Sr. Dr.
Secretario da Jaatiga. iaatroindo com oa
seguintes documentos :
I CertidSo de idade, titalo oa diploma
qne prove maioridade legal*
II Folha corrida.
III Attestadoda moralidado passado
pelas aotoridadea do municipio em que
reidir o caididato.
Antonio Q mes Leal,
Direotor.
Torrea
~ EDITAL
O adminiatraaor da Recebe doria, pre-
vine a quem intereasar poaBa que, dentro
de 30 das a conUr de 1 ds Margo, Be
proner-er nesta RepartigSo a oobran9a
& bocci do cofre, do imposto devido
petos ser 'S8 prestados pela Companhia
Recife Dr. ^*g- rel*ti70,^ semestre de
JuIhoaDt =c^-rodel836-
de Fevereiro de lo9o.
O administrador,
Recife, 2b
Liquidado Pitta Car-
valho
Roga-ae aoi depoeitano>< da liqoilaco do
eitabetecimeoto de Pitia de CarvalDO, para
preatarem coila ao3 creores, pols o tempo
mais qne soffi .-lente.....
Os intereieados.
Peitoral de Cambar
Cara ale toise pertina;
Confirmando a poderosa erficacia do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
attesto qne, empregando este encl-
lente medicamento em minha esposa,
vi-a curada de urna tosse pertinaz que
muito a affliga.Joaquim Jos Rodri-
gues (Firma reconheenhia ).
O agenteCompanhia de Drogas.
o servigo de
ade de Pao
%5.
ripias por
vicio ae
as
'do
de
CONSTIPACuES 3" Peitoral CaurineiM
DE RAULIVEIRA
DROGARA RRGA
Peitoral de Cambar
Cura de tosse pulmonar
Gravemente atacado de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sortza
Soares, e este importante medicamen-
fto restituio-lhe em pouco tempo a
sade perdida.
Secretaria a Industria
3.* dir ctna, .
dos nteressados
Para conhecimen 21 do correrite
fago publico qne no h 9m.M neBta Dl.
a 1 hora da tarde, recirt, ^ {eehad de.
rector a propostas em car.
vidamente sellada, para
abaatecimento d'agua ca
d'Alho, orgado em 36.249|Jv
As propostas devem ser e;
extenu, eem rasura, emenda oa
qualquer especie, sendo rejeita ,B
qua se resentirem das seguintes falv ,
1* As que excederem os pfe*j3i
orgameoto ;
2* As qi.a r 5o forem orgaoiaad* k
accordo com o presente edital *
3* As que se basearem em pregos d-s
outras propostas ;
4* As firmadas por pessoas qne j.
techam deixado de oamprir contractos
com esta RepartigSo *
5.a As que nSo offerecerem as ga-
rantas e quilidades exigidas neste
edital.
Havendo duas oa mais propostas em
igualdade de condigoes, ser preferida a
do concurrente que melhores provas de.ronpa, cbioL
doneidade offereoer. gado, chfnt
melro, charo,
-Aaro), biouda,
Secretaria da Indus-
tria
1.a directora
Em 3 de Fevereiro de 188ft
De ordem do Dr. Secretario interino,
fago puDlico que aoha-ae prorogado, por
oito diaa, o contar deata data, o praso
marcado para oa proprietanos de usinas
snbvenciocadss pelo Governo do Estado
recolherem ao Thesouro a quantia de
30OS000; correapondente ao primeiro se-
mestre do correte anno que Be destina
ao pagamento dos honorarios dos enge-
nheiros fiecaei ecoarregadoa da inspec9ao
das usinas, conforme o disposto nos arts.
22 e 23 do Regulamento de 5 de Agosto
de 1895 e clausulas dos respactivos con-
tractos.
O director-*eral
JoSo Dniz Ribeiro da Cunha.
EITAL
Eacorporacac de urna com
panhia de pes^a
O Dr. Prateito do Municipio do Recife
manda fazer publico que, a lei municipal
n. 80, da 2fi da Fevereiro do correte
anoo o sutorias a contmetar, com quem
melh rea v ntagens offarecer, a encor-
poracSo de ama companLia de pesca, aob
as seguintes bases.
1.a A companhia dever estar orga
nisada no prazo mximo de 6 meces, a
oontar da data do contracto,
2.a O paxe obtido pela companhia
ser exposto diariamente a venda nos
mercados publioos do municipio, de accor-
do com a lei n. 58_de 16 de Dezembro
de 1895.
3/ Para a venda do peixe gosar a
companhia de iseD-jao de todos os impos-
tes muoicipaeB e da preferencia nos loc&es
dos mercados.
4.a No tempo da qaareama poder ser
aeeltad* a companhia a elevagao at
50/n.obre os pregos marcados- na lei
cima citada.
5. O eocorporador da companhia ter
direito a aubvengao de cinco contos de
reis, qua lhe ser abonada em prestagSes
annuaes de um cont de reis, verifican-
do-ae a primeira prestagSo depo;s de um
anno de existenoia da mesma companhia
tendo ella camprido strictamente o sao
contracto, a jaiso do Prefeito.
6. Pela iofraogSo de qaa'iquer ama
das clausulas do contracto, inoorrer a
companhia na multa de cam mil reis e
na reincidencia na reaciaSo do contracto
E convida a todos oa cieressado a
apreseatarem auaa propoatas em carta
fechada, devidamente legasada, nesta
secretaria, no dia 20 do eorrente, s 2
horas da tarde, par nessa eccasiSo serem
abertaa pelo mesmo P-eteito com assis-
teoala dos proponentes, sendo conBidera-
doi para iaso habilitados oa que at meio
d;a do destinado ao recebimento das
propostas tiverem caucionado no coire
municipal a quantia de um cont da reis
em dioheiro, apolicea geraes ou deste
Estado, caugSo qaa ser reatitnida de-
pois do julgamento das prosposesa aos
proponentes que nSo forem preteridos e
ao preferido logo qaa, assignado o con-
tracto, tiver elle principio de execugao.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 2 de Margo de 1896.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rooha.
EDI r AL
Secretaria dos Negocios da
Industria
3a directora
Faga publico para conhecimento dos
nteressados, que no da 21 do crrante,
a 1 hura da tai de, receoem-se cesta
Directora propostas em carta fechada,
devidamente aeliadas, para construegao
de am boeiro daplo e de arco, aa estrada
de Qoyanna, oreada om 5.2716097.
Aa propostas devem ser escripias por
extenso; sem rasura, emenda ou vicio
da qualquer especie, sendo rejeitadas as
que se rasen til era aas seguintes taitas
1.a As que excederem os pregoo do
orgamento ;
2.a As que a2o forem organisadas
de accordo com o presente edita!;
3.a Aa que ae baaearom em presos
de outras pro postas ;
4.' As firmadas por pessoas que j
tenham deixa to de cumprir contractos
eom esta epartifao ;
o; As que nao oflareceram aa gsran-
tiss e qualidadcs exigidas neste ediul.
Havendo duas ou mais propAstsB em
igualdade de conoicoee, ser preferida a
do concurrente qpa melhores provas de
idoneidade offerecer.
Os concurrentes deverSo, al-a deasa
idoneidade exigida para a d.reogao e
execugao das obras, indicar o lugar de
sua residencia,
Nenhuui concurrente ser admittido
concurrencia sam que prove haver d-a
positado, at s 11 bors daquella dia,
na Thoouraria deata Repartigic a quan-
tia de 260^00(50^ importancia qua perde-
r si, eacolhida sua proposta a convida*
do para aasignar o contracto a isto se
recusar.
Para boa garanta da execogSo do
contracto depositar o contractanta no
Thesouro do Estado urna saocta que
aeri previamente a bitrada per esta Di-
re otoria.
Nesta RepartigSo estarao adispoaigSo
des Srs. concurrentes, das 10 a 3 horas
da tarde, o orgamento e as plantas res-
pectivas.
Reoife, 3 de Margo de 1396.
A. Urbano P. Montenegro.
Uirector-geral.
Edital
Veudagem de peixe
O Dr. Prefeito do Municipio do Re
cfe manda fazer pablico que por dispo-
sigao da lei municipal n. 80 de 2b do
crrante, art. 4.- durante o tempo da
quaresma, a todos os proprietanos de
viveiros e curraos e aos pescadores, que
por si oo por emptegados seus queiram
expor a venda peixes, dentro ou fra dos
marcadoB pblicos, facultada a venda-
gem dessa meroadoria, com 50 /. de
augmento no mximo prego estabelecido
aas tabellas comprehendidas na lei n
58 a,saber:
1. Todo o peixe que for exposto a
venda dentro oa fra dos mercados, ser
classifloado em 3 classes e vendido a
peso.
2.* SerSo considerados de 1.a claase
vendidos ao prego mximo de mil e
nhentos reis o kilogramma carapitan*
Avisa aos Navegantes
Mudanca da la do Pharol de
Mucuripe
De ordem do Sr. capito de fragata
Jos Pereira Guimaraes, inspector do
Vrsenal de Marinha e capito do Por-
to deste Estado, fago pablico a quem
interessar possa, que segundo me
communicou o Sr.-;capilo do Porto
do Cear em telegramma datado de 1
do eorrente que a luz do pharol de
Mucuripe a datar de 2 do eorrente
em diante ser fixa at terminar os
concertos que se esto procedendo no
mesmo pharol.
Capitana do Porto de Pernambuco,
2 de Marco de 1896. # i'
Felippe Mtirulo Ferreira.
Alfandega
Teneno de marinha em
Olinda
De ordem do Illustre Sr. Coronel Dr.
Inspector fago publico que tendo Manoel
Googalvea dos Santos requerido por ato-
o
q*
&
rimas
po (fc&t
3. i
mxime .
gramma, '
oavalla, sioba, dentSo, camorim, co-
, enxova, pescada, carapeba, pam-
ega molla ou papo amarello).
')a 2.* clasae e vendidos ao prego
i "e mil e dnsentos reis o kilo-
erao tainhas, urubaiaoa, ga-
Oa contactantes deverlo, elm ^deasa
idoneidade exigida para a direcgSo e
execugao das obras, indicar o logar da
sua residencia.
Neohum concurrente ser admittide
concurrencia sem que prove havt-r de-
positado na Thesouraria desta Repar-
raorupim, bejup
4." As dmais
si eradas de 3.* ele,
veadidas pelo pregt
arro, garajuba, serra, sen*
(parecido com cerigado),
araoibora (parecido com
oamorim impim, oo oa
, oavalla-impim.
qualidades serSo oon-
ise e s poderlo ser
> mximo da nove*
ma.
ramento o terreno de marinha sito a
praia de S. Franciaco da Cidade de Olinda,
confinaodo ao norte com o terreno de
marinha em que e8t edificada a caaa de
Jos Martina de Castro e ao sul com o
terreno tambem de marinha em que est
edificada a caaa de D. Anna Martins do
Castro, a5o convidados todos os foreiros
confinantes e domis nteressados para
dentro do prazo de 30 das, aprsente-
rem os docurrentos que provem os seos
direitos, corto de que, ad^sae prazo
a nenhumn reolamagao ae attender.
3. Secgao da Alfandega do Pernam-
buco, 21 de Fevereiro de 1896.
O chefe,
Manoel Leite Pereira Basto.
EDITAL.
Secretaria da ladustria
3.a Directora
Fago publico, para conhecimento doa
nteressados, que no dia 21 do correnta
a 1 horada tarde, recebem-se neBta Di-
rectora propostas am cartaB fechadas,
devidamente selladas, para < a reparos de
que neceasitam as diversas pontea da es-
trada de Ooyanaa, orgados em res
7.415*100.
As propostas devem ser escripias por
ex'euao, sem rasara, emenda ou vicio de
qualquer eBpocie, sen 'o rejeitadaa as
que se resentirem das seguintes faltas :
! As que excederem os pregos do
orgamento *
2.a Aa que nao forem organisaaa
de aesordo com u preaente Edital *
3.* As que se basearem em pregos
de outras propostas ;
4.a Aa firmadaa por peBBoaa que j
tenham deixado de cumprir contractoa
com esta RepartigSo ;
5.a As que nSo offereoeren* as ga-
rantas e qualidades exigidas neste
Edital.
Havendo coas ou mais propoatas em
igualdade de condig5es, sera preferida a
do cotcarrente que melhores provas de
idoneidade ollerecer.
Os concurrentes deverSo, alem dessa
idoneidade exigida para oireegao e exe-
cugao das obras, indicar o logar de sua
residencia. .
henhum concurrente aera admittido a
concurrencia aem que prove baver depo-
sitado na Thesouraria desta Repart
gao a quantia de 370(5000, importancia
que perder si, escolhida sua proposta
e oonvidado para assignar o contracto a
isto bb recusar.
Para boa garanta da execugao do
contracto, depositar o contractante no
Thesouro do Estado ama caugSo que ser
previamente arbitrada por cata Direc-
tora. _
Nesta Repartigo estarao a disposigo
dos Srs. concurrentes, das 10 s 3 horas
da tf rde, o orgamento e as plantas rss-
peotivas.
Remfe, 3 de Margo de 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
Direotor-geral.
I
cenfor roia o kilogrtrta

- -. .'
MOTaADO
. >*....
-j*.
r
I fttmftt j
J




~*rBM-BjMMBJ
T
liarlo de Pernamboeo Qainta-cira ." iu' Harc il- I^K
DEClihCOES
' OMPAbiHl""
Phenix Pemambucana
Oa Srs. accionistas sao eoovidadog a reuoi-
rem-.-e em assembla geral ordinaria no dia 18
de Marfil correte, t urna hora da tarde, Da
sede da ''omcanbia roa ao Commercio o. 46.
A reunio tem por tico a leilora do relatono
do parecer brcal e examee deliberafiSp das
contuS du ultimo mido rocial, ceno aselu a tlei-
cao <;a 1 efectiva c .n misso Bacal.
PernamDuco, 2 de Mrco de 1896.
Luii Dopr :t.
M. S ia Maia.
J J. Das Fernaode-'.
Club Ca'los Gomes
Fram temporariam nte sospenaas as aulas
de ensioo mo-UI ae^te Clob, al que aeja pre
encuita a exigencia oa parte noai do art. JO
dos E.-ta'oios desia scciedade.
A directora.
lodemnisadora
Sao cc-n lados os Sr. acci nietas a se reu-
n'.reai un .ssembla eral ordioaria, aome;o
dia de 16 co crreme, uo escripiorio desta Coco
panfila, a roa do Commercio n. 44, fina de
apreciaren) o rela'ono das oDerafie* do aono
tinao, pan-ce' d^ comoiisso flcal, assim como
proceder-s a cleicSo da nova commisaao que
tem re fraccionar nrst anno.
Recife, 2 ne Marcj de 1896.
Joaquim Alves da Foaseca.
Alvaro Piuto Alves.
11 rmeoegil.o aa s>ilva Loyj.
Instituto Archeolpgico e Geogra-
phieo Peraambpcanu
Quinta feira, 5 do correte, a bora do ccstq-
me. havera sesso especial para a eleigo da
mesa administrativa lo crrenle anno Soci.il de
1896187, visto oao se ler podido remiro
Iuetitoto aa qumta-feira nlt'roa.
Secretaria do Iostitoto, 3 de Marco de 1896.
O secretario,
Baptisia Regueira.
Sociedade dos Artistas M-
chameos e Liberaee
De ordem do Sr. director, comido aos Srs.
bocios para rea irem-se na fde social, sella-
te; a 6 uo corante, :'.s 6 1/i horas da tarde,
para em assembla geral oruioarla tratarse de
aetumpto social: (ando esia a egaoda coovo-
cacao, realisar-se-ba com o namer. qne com-
parecer.
Secretaria, 4 de Marco de 1896.
O 1.* secretario,
Jos Tbimes Pereira Jnior.
COMPANHIA
Usina Cansancao de
Sinimbu'
Dividendo
Sao convidados os Srs. accionistas a receber
o primeiro diT.deodo relativo ao auoo Rodo em
30 de Junbo de 1895 a razao de lOJOQO por
ac^aa corresoondente a 5 '\ soore o capital, na
roa Duque de Canas o. 52, do mtio dia as 3
da tarde.
Recite, i5 de Fevereiro de 1896.
Jcst Mara de Aodrade,
Director tbesooreiro.
COMPANHIA
DE
Tecido de Melbas
Acbam-se a dioposicao dos Srs. accionistas
00 escripiorio provisorio a roa Marqoez de
Olinda n. 68 2* andar, de conformdsele com a
le os srgniotes documentos :
1.* Cjia (Jo Balando.
2.* Retaco nominal dos accionistas.
3. Lisia das transferencias das acjas 00
anno fiado.
Recite, 14 de Fevereiro de 1886.
J. C. Levy,
Secretarlo.
Hamlju? g- Suedanjerikaois-
c b e Damptschiffahrts
Gesellscbafr.
O vapor
Asuncin,
Companhia Tethys
Sao convidados os Srs. accionistas reuni-
reaj-se e*D assembla geral ordinaria, ca eua
-de, a ruj do Commercio n. 14, a 1 hora oa
Urde, do da 11 de Marco, para tomar conbe-
clmenio do relate ri", 00 talanco e comas re-
ferentes ao nao Bndo e do parecer da com
mlesio fiscal, assim como proceder a eleic >
da nova airecuria. do presidente e fe:retario
ta reomo geral, dos memb.-os da commisso
tisral e seos eouUentes.
Recife, 25 de Fevereiro de 1896. -Os directo-
es. B. <: Souza L'-'o.=Ttiou:. Comoer.-Iulio
. Paeg Barnito.
E' es-erario do sol at
o oa is ne Marco, e
secci-a oepms a deiuora
ntreesatia para
De
DP.
S*I*UKUt jyiAKlTMua .,UNXnA
FOGO
Coiniaanhia Phenix Pcrnarakn-
ROA O COMMERCIO
EGUROCONTRA FOGO
Associagao k ommer-
cial Bt neficente
ASSEMBLA GERAL
Decrdem do Sr, presi-
den:edo Conseibo Delibe-
rativo, convido aos Srs.
50CI03 a se leuoirem no
Domingo 8 de Marco, as 4
boras da tarde, na t Je
social ua do Barao da
Victoria n, 60 1. andar,
afim de procedsr-se ; elei-
^ao da D rectora e mais
poderes que tem de rege;-
os destinos desta Sccieda-
de durante o anno corren-
te. Espera-se o comparad-
me ato de todos os socios.
Recife, ti de Marc,o de
1896.
Jos Gaedes Correia de
Mello.
1* secretario.
Devoco de iNosta aeuno-
ra da Boa-Morte
Mesa geral
De meco de.- a D-vi-cao a rio, duin.o lo corceoie as 10 horas da ma-
nba, e a oucu'lrem a retrma oo compromisso,
coja leilora se far-i cm ;:esa geral.
Consislirio da Devovao de Nossa Senbora da
Eoa Mo'te, e-.cta no itaveoto uo Crmo, 4 ce
liaren de 1896.
M-nre' C. L'bono,
Es'-r va".
Companbia
De Fiafo e Tecidos
de Pernambuco
Sao convidados o Srs. accionistas a renni
rem-se no da 16 de Margo prximo fumro. ao
mel da, do estnptono da mesma companbia
roa d Bom Jeaus n. 4-, 1 andar, afim de to-
m?rern coobecimeoto das coBtas e baUMOS do
anno de 1895 e eleg rem a commiaao nscal,
mesa da asee-Dbla eral e dlrectoia de coo
(o^midade t m o 9 do art.27 dos Estatuios.
Re.tfe, 28 ue Fevereiro de 18S6.
O director secretario,
Ji Joj de Amonaj.
IC^^-ITIICCS
Companhia Amphi-
trite
Convidamos aos Srs. accionistas para a ren-
nio de assembla geral ordinaria qne nevera
ter logar A 1 oo-a da tarde do dia 12 Je Margo
proxiiiiO fatoro, no etcnpioio desta Compa-
nbia, d roa oo Commercio u. 48. a qual tera
por fim jnlgar o elatorio do nno Uodo, pare-
cer da commisso fiscal, assim como, proceder-
se a eleifo oos ; evoe memores para a mesma
corcmi*sau no cor ente anoo.
Recife, 25 ue Fevereiro e 1896.
Os directores,
ADbor Angosto de Almeida.
I aV Antic Pinto.
Joao Jos de Amorim.
OMia*arA
DE SEGUROS i.'ONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posico financeira
Capital subscripto
Fundos accumtilados
eceita animal:
De premios contra fogo
De premios sobre ridas
De juros
Agente em Pernambuco,
2cxwe! Williaa & I*
Tbesouro do Estado
Faco publico, de ordem do Sr. Dr. director
peri, qor, am^nb neeta Repartico serao pa-
gos os veocimeo-Oj dos erxpregaoos aa Jonia
Commercial, coajmissao de estatistici, joizo
dos fetos ca fazeona, Bibliotbeca e Detencau.
Tbesooraria do Tcesoun- do Estauo de Per-
namnaco, 4 o Margo de 1896.
O ajodanie oos esenvaes,
Jote oe raola R-pni-ta.
LINHA MENSAL
Paquete Equateur
Commacdante Lartigne
E' esperado.-
da Europa at
o dia S de Ma-
leo, segu do de-
^"poi oa demoia
precisa ,>ara
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Estes paquetes sao illumioados a loz ele
ctrica.
Prevme-se aindaaos srs.recebedores de mer
cadorias qce -6 se attendert a. reclamacoes por
faltas, que forem reconbecida' na occaslo Ca
lescarga dos volomes ; e que dsntro de 4Sbo
as a contar do dia da descarga das aivarengaa,
d averio fazer qualqoer reclamacio concerueo-
re a volumes qne porventura tenbam seg.a1 para os portos do snl, afim de serem dadas a
lampo aa providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passagetros de se aposenta
em na vespera ta chegaca y vapor para te-
ma m as suas passagpns.
Para carga, passageos, encommeedas e-4i-
obeiro a (rete, trata-se com
0SAGENTS
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1." sndar
Lisboa e Hambu-go
Entrar no porto
Pa-a passagens, carga frete, etc., trata-se
com os
Oonaignatarios
Borste'man & C.
R4 DO COMMERCIO N. 18
1.' andar
tiamburg Suedamerikanis-
ebe Dan pfscbiffabrts-Ge-
sellsoh'ift.
O vapor Belgrano
E' f speado ca Eoropa al o
l. 8 ue Margo prextmo e se-
gra dtpuis a demora neces
=aria i^ro o
Ro de Jtneiro e Santos
Este vapor il!ominado loa e'.ectrict
offarece ptimas accommcdaySe aoi
3rs. passageires.
Eiia io porto
Para passageos, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
jBcrsteliianu &C.
18Run do Commercio18
1- andar
Pestaa
Leilo
35 saccas com arroz ava.iadas e marca
Quinta-feira, 5 do corrente
Ao uicio da em ponto
No 1* andr ra do Vigaho Tenorio
d. 26
O agente acin vender per coota e risco de
qoem perteacer as taccas com arroz cima
mencionabas viadas pe o vapjr Arcbltft en-
trado nesie porto em 18 ue Fbfereiro do cor-
rente aono.
t
os Al- Valoneo
Senborinna torres Val.ngo e seos filaos
:'graiecem do Intimo a'alma.a -oos os seos
prenles e amigos que se dlg a-am de acom-
pannar os re.itoj mort.es de neo remore ie braoo -sposo e pai, Jos Alves Vaiongo, ao
ciesmc tempo coDvioam para asKlstirem a mis-
to qae por aua alma mao.am rezar no cooveo-
sa ao Citmo do Recife, oo da 6 do correte,
pelas 7 1/2 noai do da, 7' do seo pa^samen-
t>, pelo qu4 coufessauwe deede ja eternamen-
te gratos por este acio i e rehutao ecandade.
Leilo
t
3.780.000
3.00 00o-
626.0000
208.006
155.000
Companhia Manufactura de
Pbospboros
De conformidde tom o dlspesto no art. 16
do decreto de 17 de Janeiro de 1890, participa-
se aus Srs. accionistas qoe se acnam a soa lis-
poBigao, no escrlpturio oeta Compana a ra
ue Companbia Pemambucana n. 2. os segua-
es docomeotos para eerem examinados,
1* copia dos balao^os.
2o relasao nominal dos accionlas
a lista aas traofle-tnoias de accots dorante
o a'iu
Recife, 29 de Feverei-o de 1896.
O director secretario,
Joaquina Pires Goi galves da Silva
Pede-se aos Senho -
res consummidores
7ue queiram fazer
malquer communica-
^o ou reclama^o, se-
r esta jeita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55,o i ule tambem se re-
ceberqualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes,
Todos os reciboe
desta empreza de ve
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Gpun-nruiOHui iu lia
PORTOS DO SL
Directo Santos
O paquete Camocim
Commandante Alfredo Monteiro
N. B-N8o ee attender mais a nenboma
reclamacao por faltas qo nao f rem commu-
oicadas por eecnpto a agencia al 3,dias depois
da entrada dos gneros La lfaodega.
No caso em que os volomes sejam descarre-
fcados com termo de avaria, necessaria a pre-
senta ta agencia no acto da i batiera, para
pojer verificar o prejuio e faltes se as bou-
ver.
Austrian Lloyd Steam Na-
vigation Company
0 VAPOR AUSTRACO
ierenice
E'esperado de
Trieste al o dia
1*. do correte,
>fguineo (*epoi8
d a lodispeoea-
|vei demora para
os nonos da
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e di-
obeiro a 'rete, trata-se com
OS AGENTES
Henr j For&ter & G.
Roa do Cnnmercio n. 8
1 andar
De 32 pecas de Amella com ava-ia r.'apua ele
mar, 'e ootras fazenias e mtudexas, taes come:
Colcnap, ebras, cazineas, collannbos, saoo-
neies, madapoles, seroulas, cos'unes, roup 8
para menino3, chos, e oovras faxeodas de le,
e milas para viagem.
Sexta-feira 6 do corrente
Agente Pinto
A' HUa UO BOM JESS N. 45
Agente Oliveira
2 Leilo
Do importaoie e grande sitio no legar Ha
tombo, morado na frente, com porlao de fer-o
e gradeamenlo de dito, mono arbonsado, c m
grande baiza de capim, tendo ota csa grand"
com porta e 2 janelias de frente, 2 sala?, 4
qoartos, coaioba externa, lndo portao e janel-
ias nos o'.'es. em solo propno, a qoal delta a
limit o foodo com o rio Beberioe.
Um terreno contiguo a casa cima, com a
frente toda morada, porlao de nud-ira, muilo
arb.risado, lambem cem grande haixa de ca-
pim, mediado o referido te'reno 2* metros e
50 centimentro8 de largora, e fundos a o rio
benenoe.
m dito no logar da Agaasinba em Beberioe,
com urna can de taua em solo proprio. 10 metros e 90 centmetros de largura, e fon-
das at o vallado do eogenho Sapocaia, iudo
pertencente ao acerve inventariado de Adolpbo
Stjlxea bi k.
Sabbado, 7 do corrente
Ao meio h em ponto
D. ixolinila Hon-ra de Kcndonca
Huura
30' aia
Jj Rodrictes de Miu-a e suas filbas, con-
viai aos seue pareles eaugos para Ibes
fazerem o religioso obsequio de aseistir e
missas que p-lu eterno repooso de sua pea-
da e nuoca esqoecida moloer e mi, Declnda
Moreira de Mennorca Huura man->am rezar na
matriz da Boa'Vist. pelae 8 i/i boras da ma*
nba de qumta-feira, 5 lo corrate mez e tam-
Dmi oa igreja do Carmu em Olinda as 7 1,2 bo-
ras da maob de sexts-feira 6 do cor ente, tri-
gsimo uia oo reo fa lecimeoio. A touos qae
se dignarem de compirecer a este acto de re-
llgao ficam sua mmenle agrauecides.
t
Hara da* ores
Carlos Jos Das da Silva, eua mulb f, fllboi,
irma, conbaoo e tcb-lobo* asracecem sincera-
meote aa pescas que prestaram a sna finada
m5i,s Pgra e a\6, servico-' de candaCe a reiij-iSc,
e roKam anda as iLt.-m i- p -->. as o favoi de
assitirem missa do 7" da do fallecimeoto,
guinia-f-i'a 5 do correo e, peUs 8 Doras, na
igreja de N esa Seobcra da P- nba ; manifes-
tando desde ja a iodos su recot-bectmenlo e
gratidao*
*o armazem ra 15 de ISo-
Tembro n. 39
O agente Oli'ei'a, por mandado r.
Dr. juiz de direilo da ProveJona, levar* a 2."
leilo a casa com imprtame sillo, e os terre-
nos aci i a desciiptos, a reqoenaeato do ic-
ventanaote dos Dens deixados pelo finado
Adolpbo Siolzemback, servino de base a of
feria feta por peticao oepoia do primeiro le-
ISo.
O* Srs. pretendeotes, desde j, poderao exa-
minar os referidos sitio e t-rreaos.
Agente Oliveira
2. Leiio
t
Devocao de Nojsa S-obora da ConceicSo, erec-
ta na igreja de Santa Ru de Cassu
D. Alice do Reg lionteiro
Ten lo a wta resedora na deviijflo d e Nossa
SeBbora da Coocefao, erecta Da u-reja de Son-
ta Bila de Cassia, de maonar celebrar urna
missa em 5 do correte, 8 boras ca manb,
30 da oo fallecmeoio de 0'>ssa Irma D. Alice
do Reg Mooterj, convido a Exma. Famila e
aos nossos Irmaos para amstiram este acto
religio:o, qoe ter? logar oa mesma igreja
cima.
Secretaria da D^voQo Je Nosa Senbora da
Couceic&o, 1 de Marvu de 1836.
O secretarlo,
Octaviano Florea.
Segoe no dia c do cor-
rete, as 4 boras da tarde.
Recebe carga, eucommendaa, passagens e di
nbeiro frete, at s il oras da maob do da
da partida.
Cbama-se a atteno dos Srs. carreeadores
para a clauscla 10* dos conbecimentos que s
seguate :
>o caso de baver alguma reclamacSo con-
tra a Companbia, por a varia ou pe-da, deve aer
f ella por escripto ao agente respectivo no porto
na descarga, dentro de tres dias depois de na-
I isada:
Nao precedendo esta formalidad?, a Compa-
nhia tica lseota de toda a respoosabilidaae.
E8CRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pwrnambucana
0.12
Great Western o BraziJ
Railway Gompany Li
mited^
Aviso ao publico
Deparando na memoria justificativa da
projectada Fstra..a de Ferro do Recife a
Itamb com a aaseverufao de ser o pri
vilegio de oca da Great West'in of
Brazit Riw7 Compaoy Limited quaoto
ao ramal de Nezareth Timbeaba, de
10 kilmetros apenas, declara-ae qae esse
privilegio de 20 kilmetros pftra cada
lado do eizo da linha como se v do De.
creto 8822 de 3u e Deaembro de 1882,
clausula 19
Recife, 2 de Margo de 1893.
J. H. Conolly.
Suptrinte. dente interino.
Aos Srs. carregadores pedimos a eua atteocao
Cuiupanhia AuipliitritelBr"a2"n,a 10"J0B coo!lec,meQ,o8iee a
No caso de baver algoma reclamaco contra a
companbia por avarias oo perdas, deve ser feia
per escripio ao asele respectivo do porto ca
descarga, decro de tres das depois de oali-
sada.
Nao precedecdo esta foraiaudade a compa
abia tica uen;a de toda a respocaabilidade.
Uo|d Br.zileiro
O vapor S. Salvador
Commandante J. M. Pessa
Pacific Sleam Nvigalioo U
pany
STRAIT3 OF MAGELHAN LINE
O paquete Potos
Espera-se do
sol at o dia s
de Marco, e se-
>guira depois da
'demora do co-
orreT^a Liverpool, com escala porS. Vicente,
Lista, Corona, La Palllce e Pij outb.
Para carga, passagens, encommendas e dl-
nbetro a frete trata-nt cem os
AGENTES
Wllson, Soss 11, Limited
10RA DO COMMERCIO^ 10
1 andar
E' esperado 'os portos |
do sul oo dia 6 do cor
rente, e se oir para os
piros do no le do dia Be-
De i eco. do com o art. 16 do decrelode!7
de Janeiro de I8s0, ficam a disposicao dos Sra.
acciosla uo escripiorio da Comp.-C&ia Am-
pilrite a roa do Commercio o. 48, a copla dos
balaojos, relayao nomical dos accionistas e lista
de transferencias de ace3 drenle o aono de
Recife, 12 de FeveMro de 1896.
Oj di ectores,
Artbur Angosto de Almeida.
joe Aotonio Piot:.
Jo&o Jos de Aaorim.
Companbia
DE
Tecidos Paulista
Assembla geral oraioaria
Convido es flrs. accionisUj a comparecerem
do dia sexta-feira 13 de Marco, 1 bora da
larde do palacete da Arsocn^aj Goamerclal
Agrcola, afim de oovirem a leitora do relato-
rio da oirecloria, deliberaren sobre as meoias
uella indicadas, toroareui coi.becimente do pa-
recer da commisfao fiscal, jolgarem aas qootas
do sdoo social fiooo e fit.almeDie elegerem os
oovos fiscaes e oppleDtes.
Recife, 28 do Fevereiro de 1896.
J. A. Saraivii Jontor.
Direcior sicretario.
Companhia
De Seguros Phenix Per-
nambucana
Nos-termos de art. 147 do decreto a. 434 de
4 de Julbo de 1891, ficam, a disposicao dos ara.
accjoBistaa np sede des a Gompaabia roa, de
' -46, a copia dos'batneos, a da
Commercio
relacSo nominal ooe a
trinferencl das accOe.
Recife, 14 de Fevereiro
Of
Lila Doprat.
M. S. Mala.
Jos JoBqiio
oniatas e a lista das
le,l894.
[ministradores,
Has Fsroindsi.
As paasauens s5o tiradas no meemo escripto
no, st 2s 2 i/2 Doras da tarde do da da sabio:,
do vaper.
Atien^ao
As passagens pagas a bordo custam
nai8 15*/s<
Para carga, passageas, encommeodab e va-
lores trata se cem os
16BMB8
Pereira Carneiro c C.
6RA DO COMMERCIO-6
i." andar
Norddentscher Lloyd
o VAPOR
Hohenstaufen
E' esperado do snl at o
dia 9 de Marco de 1896 e se-
'ra depois oa demora ucees-
ea para
Lisboa, Antuerpia e Bremen
Este vapor illuminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
f3es aos Srs. passageiros.
passigens, carga, frete, etc., trala-n
AGENTE
V. Neesen
Caes do Ramos n. 4
Para
com o
Companhia P. de Kavega^o
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear e Camocim
<' paquete ,
S. Francisco,
Commandante Antonio Pinto
Segu no dia 1S do cb-
rente, as 3 hars aa tarie.
Recebe carga, encommendas, passagens e di
nbeiro a frete at s 10 oras da maoba do da
da partida.
Cbama-se a atiene?") dos S/s. Icarregadores
para a clausula 10" dos couDeclmeolos que 6 a
leguiote : t_.____
No caso de baver alguma reclamaco con
tra a Companhia, por avaria oo peras, dee ser
feita por escripto ed agent respertivo do porto
da descarga, dentro de tres das depois de fina
issdft*
Nao precedendo esta formaliHade a Compa-
nhia flea isenta de toda a ressonsabilldade.
ESR1PTQRIO
No Cea da Companbji. Pernambocana
.12
Do sitio denominado Alto do Machado, em
Beb^riDe de Boixo, coro 250 palmos, teodo a
freDte par- a iravesr-a do GeDioapc, e oivldin
do pelo norte cem trras de Jo.- Soare J
pelo poeo-e cem ierras do pa re BaoalDo, e
pelo Bol com trras de Jof Machado Soaree.
Sabbado, 7 do corrente
4's [\ horas
o armazeo ra 15 de No
?einbre n. 39
O agente Onveirn por mandado do E*ni. Sr.
Dr. |ciz oe d'reiio de hn la, levara a J* leiiao
o sitio cima descripto, poa -rolo desde j ser J^
t
Vigari
examinado pelos Sre. comp'adores
AVISOS DIVERSOS
Manoel Candido das Cha*
gas Gondiin
2* annlversario
Os i'mSn e obnobes do fallecido vicario
Manoel CaDdido das CDagas Goocim, convidam
a todo os seos pareles e an igos para ;.ssi8-
tirem i misas.que m=nt.m celebrar oa ma-
t-ii de Sioto Antonio, aa 8 oras do da 5 do
coi reme mez, segaude aniversario de sea
pa-8amenlo, ticaouo desJe.j gratle reconbe-
os oor e te acto d reii*iao e caridade.
61 na ra do padre
andar do predio o. 1
Veooe-8e a ca-a o.
noDrega, a tratar no 2*
da ra da Peati^_________
"Vende'e ojo peuoeoo deposito de seceos'
proprio para i incipiente Da roa de 1. Jorge d-
30, m f alar na mesro>.____________________
Pr ci a-se ue ocua ama, a tratar oa venda
do Vieira ra larga do Rtsarlo n. 14.
Comioi estar.par* alouar om peqoeno
comparlimetiio da cisa n. 4 roa de Berofica,
Magdaleoa. proprio para lamo iecaroes verdes,
barbelro, sapatei-o, etc., a iralar oo n. (5, mer-
cearia. ______^^___________________
= Venoe-se um ctialet Da eslraia real do
Arraial n. 40 A, com 60palao* de frtnte, 320
de fuDdo, ahDonsado e freoie murada, com
nortau de ferro, a tratar oo mesmo, perto da
Maogabeira de Cima
t
SAL
IEIL0ES
2- leilo
Do importante1 e grande terreno sito roa de
Luii o Rega-em Saoto Ama o, contiguo ao de
n Si B murado na frente, com porto de fer-
ro' arade baixa 'de capto, coqueiros. etc
medindo de frente 417 palmo* e de fundo 607,
e nm grande vlveiro no fundo do dito sitio,
com portad'agoa de pedra cal. etn, todo
pertenceot ao espolio de Jds Joaqun de Son-
ta Molla. -'
Sa.bbaJo, 7 do corrente
4s 11 horas
No armazent ras 15 de o-
yembro n. 30 .
agente Oliveira por mandado do Eim. br.
Dr ioii de direito de orpbaos do municipio ue
Olioda, levar a 2. lellao o graflde sitia e
feiro acims descripto, a requerlmento da in-
Teoiariante dos neos delxadoa por #eo parido
JdsJioaqBliD de Sooia Motta servlndo de base
iofferta doi> leilo; poiendo desde ]t ser
xaainido pslos Srs. compradores.
Vende-serua
Pedro Affonso n
66, por menos
prego que em ou -
tra qualquer par
te.
Mejor Jos Bonifacio dos Santos
Mergulbo
Bayird Leopoloo a Sena Magalbe?, tendo
de mandar celebrar orna roisa por alma de sen
i,nado migo maior Jo4 Bonifacio eos Santos
Mergulbio, couvida ; os seos amigos, Dem como
aoa prenles e amigos do finado, para assistl-
em eate acto oe rrt'kifc.. que ttr logar no
da 5 fo crreme, qu ot -fera, s 8 bo-as da
ro-noa, Da ireja a-. No.-fa Senhora da oieda-
oe da BrwVit
Mara Nenhorinha le JL ma
D. Tbereza Adriana da Lima, BacharelLuiz
Rodrigues Villares, sua mulher e Albos, agra-
decen! cordialmenta a todos os prenles a
amigos que se dlgnaram acompanbar at o
Cemiterio Pubfico,. os restos: mortaes de sua
presada irm e lia D. Maria Senhorii.ha de
Lima, rogando aos mesmos parantes e amigos
o caridoso obsequio de assistirem s missas,
que mandara rezar na Matriz da Boa Vista, as
'8 horas da manhS de sexta-feira. 6 do corrente,
stimo dia de seu passamento, confessando-se
agradecidos aos que comparecerem a este acto
de religlo e cariade.
t
Manoel Antonio Rodrigues Pl-
nheiro
Catharina Ccu'it.bo Pioheiro. Anna E. Xavier
Coo'iobo, (preieotes) Antonio Rodigoes Pmbei-
ro Brreiro8 e sua mulber, Luii Pereira Mon-
teiro e sua molher, Odeta Pin'ieiro Caruroca e
sua tilh?, Joao Pedru da Cunha Heves e sua
irm, JoSo Nepon-uceco Sarrilros e sua molher,
Manoel Raymondo de 'anas e soa IrmS {soseD
es), mulhe-, connada e sobriooos, agradecem
intimamente a todas as peesoas qoe se digna-
ram acompanbar ca 'estos mortaes do seo aa-
rido. coobado e Ho. Maoofl Antonio Rodrigues
PiDbei'O a soa ultima aora'ia e de novo con-
vidam a todos os sena amigos para assistirem
as missas do 7J "ia, qoe sero ceUbradas na
matriz da BOa-Vista as* 8 Doras da manbS do
da 7 do corrente
Jos Matheui Coimbra
Francisca Joaquina de Oliveira Campos'
Manoel ArSo e Palmira de Oliveira Campo?,
convidam a todos os seu pareotes- e*nrrgos a
prestaram-lbes o caridoso olwequio deflawisti-
tirem s missas que mandam celebrar oa Djai
triz de S. Jos, s 71)2 horas da. maoba do
dia 6 do correte, pela 'alma, do BeO minea es,
quecdo fimo, irmlo ecnbado los atbens
coimbra. .,
Desde j antecipam o seu iDolvidavel reco*
ntaecirJMto s pessoas que acquioscerem ao
seu convite. I
t
Maria dasGracas Vilella d* Matta
Alfredo Hennqoe d Malta e seos fllbCf ra-
decem do timo'alaia a todns os pare..ci e
amiios qae a-sistiratn as missa' do 7o d:a oor
alma de soa presada e oocci eaquecia e posa
e mi. Mana das G-c*s Vilella da Matta e de
novo c .nvtdam-os a rs-iatir aB missa- que oan
dam reiar na igrej* de. Eaptnto Santo s 8 l/I
da mano ae saODado 7 n correte, 30- da ao
seo pasamento, agraaecendo desie j por este
to de religi* e randare.
t
Domingos Jos de Castro e Silva
A familia e socio do faleciio Daminno -os
de Cattro e Siva, mandam resar 'Dtssas no 30*
dia de peu fallecimeoto, saDDado 7 oo correa*
te, na mairii da Boa-Vista, s 8,horas da oa-
oh, e para esse acto oe rel'gi&o e carraude
couvioim as pessoas de ouaa relCOes, agr .e-
cendo o feu eompareemento. ^^^^^
cViattas e propriedade sgri-j
cola
Aquelles qoe pretenderam e os qua pelen-
de* m comprar a proorledaoe P.rras, a m.
gem do rie Beberibe. .preaenieB-st no'escri-.
torio da Companbia do Beberioe.
?occa propriedade rica /le mattss. csUaB.
a para plantacnes. b ponanle a'agoa, pou
at-avessada pelo r)o Jseberlbe.
jTrTfH^j^nheclda por matta ado CatnO.
Pedriros carpinas
Para ama obra importante fosa -da
capital, ootrtratam-se pedreirs le* csr|V
n*s jn caes da Regenert-jto n. 3Q, V
sudar.
MUTILADO
-c*
A
v.
1
t
r*

>>
\
Diarto de Pernamboco Quinta-reir 5 de llardo de 1896
Ama
Precise-sede urna auto qoe cosinbe bem.
para casa de pequea familia, a traiar na roa
da Concordia o. 85. sobrado.________________
AMA
PreJlsa-e de ama auia para cosinbar, a tra-
tar na m lrpa itn Rn'"" 9. ">lnnrU.
Attencao
Vende-se otn ouno un' permito esiado, oa
Magdalena, trata- com o dono, sitio dafronte
3 caca J'5" A''" (I -____________________
Ama
P-eisa-s-' d nti aap iba coeiobar bem,
na-a Caa iratar a roa do Lwramemo o. ii. fabrica a a-
por de eticado-_________________________,
Ama
PreciFa-se f"e na para cosibar oara pp-
quena familia, a traiar na prug da Indepen-
dencia n. 17, lija "e flcaee. ________
Na Fabrica de Teci-
dos em Taraaragibe, ou
ra do Coniniercio n.
6 1. andar vende-se li-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
strucco.
Taverna
Vende-se a dn roa Tobr?a Barrtton.5i.em
bom pcn'o; ri jcqoisicio rara om priorl
piante, o motivo da venda ge dir o compra-
drr.
Reconstituintt-^eral
do Systema nervoso,
HeartSthema,
Ptiosphaturia,
PHOSPHO-GLYCERATO DE CAL PURO
*^ Esta prepararo .que se pode tomar sem nenhum
Debilldade gara/,
Enxaquecas,
neuralgias,
I OeprttUo do a/ttama nerroao.
perigo, embora que Inventada ha pouco tempo, de'u ja resultados maraviihosos como o certlflcam mlihares de attestacea.
Deposito giral : CHASSAINO e C", 6, avenue Victoria, Paris, e em todas as Pharmacias.
Ama de cuoioha
Precifa-ge pa" a Vaze, paga-se bem, a
traiar na roa ae Rangel o. t7. _______
Alambiques de cobre
Vende-ge moito barato, don novo?. Dar 150
caadas, & tratar roa da Palma n. 108.
Ama
Precisa-fe de urna ama qoe cosmhe bem.
para casa d* pequea r da Concordia n. 85. -ODfr'do;__________________
Ao commercio
O abaixo as-unado eN-ra qce neta data
coroprou o Sr Mansoo H.iraclo da Silva. Iivre
e desemb rac'do qo^esquer onofloseo fiotel
eito na cdate da Victoria roa Nova n. 2.
Victoria, 3 de Mrco oe 1896.
Manee- Eortonato da & Iva
Cosinheiro
Precisa-se de sm ioe lenha bom cmpo'U*
memo, na roa ca Kljreaiiua n. 6, Cf Goa-
raoy._____________________________________
Attencao
Venciese urna armacfto de amarello, propria
para qoalquer genero de nego.'lo.a tratar a roa
Formla n. 29.
Capunga
Ainsa-Fe a casa a. 60 a roa da Amizade.
com poneos rom-i ndos, quimal e cacimba de
excedente agaa, a t'atar oa ra Direita n. 45,
obrado*
Parallelipipedos
Gomora-ge, em qoa'noe' quantiiiade, na roa
do GomTie'Cio n. t3. i' andar.
Casa em Olinda
AloRa-se orna ne.i Magres <"0m fretXe para
o mar, bon crmmrMnp, prr.pra para qo"'
precisar or*t de h' nt^os falcados, a tratp' ra
roa -do Cabug n. 18
Madeiras e construcQao e
n ater iaes parae dificacao,
A Coinpanhia Exploradora dp Productos Cal-
careofl. vende em seo armazem do cae de-ApoJ .
lo n. 73:
Madeiras para const-occao.
Cal branca de goaribe.
Cal preta.
Cal virgen) para assncar man 3
TijolloB de ladrilho e com
Tijclloe refractarios
pras dp rantarb mra snloirag. pte
A luga-se
Com crptrfcto at Agosto a raigo de 60*000
menear*, nma esa com ago, Bita ert-e o
ponto de rabada e Carmo. em Olinda, emuk
peno dos bsnboa falirados. Trata-se a roa
Marqoez de Onda n. 16.
TJ33J.CO Successor cios Caraaielitas
S*A.SSE 14, Ra de VAbhaye, 14 E^^E^ES
CONTRA!
Apoplexia
Cholera
Enjo do mar
Flatos
Clicas
Indigcstes
Febre amarelia, etc.
Ler o prospecto no qual ral envoMao
cada viOro.
Deve-se exigir o letreiro branco
e preto, em todos os vid:o^.
seja qual fer o tamanlio.
Orosnos em todas as phabmacias
do Universo
Desccnar
JFalsifirarrs
e exigir a Assignatura
de
7plVERn
Vt NOVA PERFUMARA EXTRA-FINA
AO
Vende-se
Offerece-se um chegado
da Europa, c:rn longa pra-
tica em 'dbric. de teciJos
e ialla inglez.
A tratar nosalao
Ba Bom Jess d. 40.
Braga
r
a
Cautella perdida
Previoe-gp ao pnbl'co qoe foi perdida a cao-
tella r. 28,164 oa Caixa Econmica e Monte de
Socrorro degia ti ade, e quero a a^bcu ;ar o
oD-pjtn de enregal a na Feacjao da Gazela
da Tarde, qoe mono se loe agradece-
l
Urna excellenie caidei'a com machina, Af
forga de 6 cavallog, em mn'to bom estado, o'o-
pria para engenbo: a tratar na fabrica Moreoi
nba, roa do CreBcon. 7 a
SABAO. ESSENCIA. AGDA OE TOILETTE. FO DE ARROZ.
OLEO
HOGGDHOGG
ihmh*m
u
Caixeiro
de
Precifa-se ce um que
tmha grande pratica de
moJhadosem grosso e a re-
talho.e que d fiador a 8U3
conducta, tratar a Ra
do Rangel n. 53. mere ia
na-
51 Ra da Inaperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Exmas Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e saias de seda re-
ebeu a
AVE DO P4RAIZO
(
^aixeiro
Precisa-fe de r.w de 14 16 annos.com
prattea de padaria oo moibados, e qoe d atte.-.
tado de goa c acuca, a ir.tar na praca Maciel
Pinbeiro o. 15. ______
Engommadeira
Precisa-se de orna qoe dn'ma em ca?a dos
patrOe s, na roa da Uoiao o. 65._______________
Demarca^oe8 de trra
Pelo engenbeiro C. C. Carlini, eacriptorlo na
cidade dt Esc; da roa de Ro n. 18.
Companhia Exploradora
de Productos Calca
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do aasoear vende-Be na
mpanhia Exploradora de Prodaoto.-
Icareoa no Caes do Apollo n. 73.
Marcineiros e Car
pinas
Precisa-se de contrac*
tar alguna que sejam pe-
ritos ; na ra Imperial n.
17. loja.___________________
Oiferece-se
Um meco qoe disperhe de todo o da, para
dlcoma cccop8c9o do Recife, isto trapiebe:
qoera precisa, deixe carta na tvprgrspbia dtste
D iario, cem as ipiciaes A. t.________________
'Cosinheira e criado
Pr eeisa-fle na ra de Pay-
9uii(l n. 19.
Grande sortimento de meiaa propria
para padres, conegos e bispos.
Merinos pretos, superior qaalidade na
7 DO FASAIZO
51 Boa da f oiperatriz 51
ALBERTO CARDOSO &c C.
Cosinheirri ou cosinhei-a
Precisa-se de nm bom coalnbelro oo cogi-
nbeira, na roa do Betica d. 18, Passasem da
Magdalena
Al
uga-se
O grsnde armazem a roa nova de Santa H ta
o. 79, com grande prtca para qoalqoer ramo
de neg co em alta e8caia.com ptimo caes
para embarqoe, guindaste e um grande telbei-
ro bem constrolao tratar oa roa Pedro A flan-
eo n. 9.
i
a
O

as

8*9 2
3?
II
5>
-.isa i g
Z
(_'1 H 2.
5 m
Vende-se
A taverna da ra Vidal de Negreiros n. 151
; om bom cavallo.
Ourives Oc-
jculista
TLEODCRO JOS'RAMOS DE MELLO
Esta be|fr;rtj cora officioa de ourives i roa das
LraDgeiras o. .ivisa aos seos fregoeies e ao
re8peitavei pobco, qoe martem cfBciaes h8bl
tadiBsimog para execoco de qoalqoer trabalbt
coDCernenie a goa arte, especialmente cravacots
para brllbaotes, ocelos, penclnei. menoco
loa, ale.
Doora aa, pra'ela-se qoalqoer metal,'oncer
toa em i< qos de madreperla oo ontra qoalquer
apele, garantindo preces aodicos.
Ba das Larangeiras n. 1
3 a* Bts
C o 5 2 *"^
I ^?1H
5L* b
ffS. 5 2b
B 2.
B M-
o- xif
-?|
si

MHTP0PH0SPHIT08.CAL
..SODA
Eitriui.FIGADQS FRESCOS
a. BAGALHO
0 mJs iCtlVO, igradavel Deliciosa creme de oleodeflgado
< nutritivo de I'acalbo de Borr tao gradavel
ntuiuio ka peno dt mrio-wciio peoi ao P*ldar como o lelte i ascrlancas
prlmulrM maula do mondo, tomam-o com goito.
Cmm u mole ta di Felto.Toie.Tumor, IrrapSeadaelle,
(rraaaaiTIUNGUURCS) Farmacia H0GO.2, Rut Catllgllam, PAR, t
Dawoaalo COMPANHJ digestOes
oifficeis
Dyspepsla
Parda
de Appetite
ELIXIR GREZ
TNICO DIGESTVO oom QUINA, COCA e PEPSINA
lADorTAno em TODOS OS HOSP1TAKS Affcfal&as co Ooto e Diolomns de Honra
I CARIS cullin e C* rne fc Kanbease. <*<). o ca, as FOiruclas I
GASTRALGIA
ANEMIA
Vmitos
Diarrha
clwonlca
VERDADERAS PILULAS do D" BLAUD
aaMeapaaVea 9om ptimo ato tu aula ae a* auai peu nubr porta ooa RacoIUU-
oa rnncezea a Eatrangelros para cura cu as/KMa, C3fhMO*m (orrm aiiuw.i <
JTaanniali ta atentwu.
A lnsercio no uoto Coea Framxt. rntrmrn -TftrlniHlmraT i rmnn aTj|l m m
vsflflcaclo t-"cela d'eataa nioima, utufiaaadO'Uiea a venda. eacuM qiulqoer encomio
a aaaanar H-m Uf a M tmatar aaUM J m aUt aflaU aaa alna.
DB8CONFIEM-SB OU XZMCZ7A.qiXlaS
OTA. At HtlaWru rikilaa o* D- JIUntul ola aa rwdam wlo aa Dihh f fruoo
tf 200 i 100 Plh.iaa, mu UM* par orada.
VAaSB, EUA. rATBKNK. OSPOSITOS Kat TOBAS AS MJT3IP.KS PHAUlACaAB
DYSPEPSIAS REBELDES,
GASTRO-ENTERITES CHRONICAS,
GASTRALGIAS,
NEVROSES do ESTOMAGO,
DILATAQAO ESTOMACAL,
CANCRO do ESTOMAGO.
PARS :
_____Em PERNAMBUCO
A TRIDIGESTINE
Granulada DALLOZ
S o medicamento por exccllencia para as suprimen-
donadas indicaces na dose de 2 colheradas (das para cal)
antes ou drpois de cada refeico.
.T. DALLOZ, 13. boulevard de i Chapelle.
COMPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CIIIMICOS.
ASTHMA
Tuteos
CATARRHO-OPPRESSAO
e todas as aOecces
das Vas respiratorias
Curados pelos ___
" SSBUR
lonnaie, PARS.- Em PERNlHBUCO: C" di Drogat e Productos-C/iimicos
MATICO de GRIMAULT &. C
PHARMACEUTICOS em PAJLIS
Approvado pela Junta de Hyglene de Rio-de-Janeiro
IA
E
INJEC9AO DE MATICO
inclusivamente preparada com
as folbas de Matico do Per,
esta injeccao adquino em pou-
C08 annos urna reputarlo uni-
versal. Ella cura rpidamente os
corrimentos mais rebeldes.
Deposito em PARS, 8, ru Vivienne. as principaes Pharmacias e Drogaras.
CAPSULAS OE MATICO
resultado infalHvel no tra-
tamento Gonorrhea sem
nunca fatigar o estomago, como
sucede com as capsulas de
copahiba liquida, SaO empregadas
nos casos chronicos.
0
Perolas d8 Pepsina Pura
DYALISADA
de CHAPTEAT, Pharmaceatko.
Foi o Sr Chpoteai'T o prmeiro chimioo
3ue conseguio preparar e fornecer ao me-
ico e aos doenles, em perolas redondas,
urna pepsina pura, nao conteado nem
amida, nem assucar de Uite, nem gela-
tina, E* Cinco vezes mais activa qne a
Bspsina que figura na ultima edicto da
harmacopea francesa 0 digere 100 vetea
seo pean ue carne.
Sua aceto da maior ffleacia; duaa
perolas tomadas depois da comida basti
para favorecer e activara dlgestio, e fuera
desapparecer no fin de um quarto de hora
aa anxaquooa, as dores de oabeoa,
oa bocejo e a somnolencia, que alo
a eonaequencia de urna mi digeatio.
F-AHIS, 8, Han Viviana*,
a am toda ai Dnifartaa Plumadas.
Criada
Precisarse de urna
criada para servido in-
terno para casa de fa-
milia de duas pessoas.
A'tratar na ra o Im-
perador n. 23. segundo
andar.
Regulador aa Marinha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chromnetro de
marnha, oaiza de musicca, aparelhie
elctricos, oculoa, binoonlee, oculos de
al canc*s joiaa e todo e qoalquer objeetc
tendente a arte mechanica.
9fina Larga do Koaari-B9
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porciies, applica-se ventosas aeccas : a
tratar na ra das Laranceiras n. 16.
Dentes
Termina a orrivel dor de dentes usar
de o excellente preparado de Mano.:
Cerdoso Jnior.
As cartas que lbe tem sido diripid
pelos jornaes de maior circulacao, arte
tam a efficacia.
DepoRtf>*t
Drogara de Francisco Maaoel da ~':
ra &. 0., ra do Marques de Olind
b. 2',
Ptiarmacia Martina, a roa Duque o
axiaa n. r*8.
Pharmacia Oriental, 4 ra Eatreita i(
Roaano n. 3.
Pharmacia Al'r-u-- cerreira, ama
b rao da Victoria l. 14.
Ibarmacia Virgilio Upea, ra Lar-
gi de Heaario 1, L

>*
a$ dorejoj aTrhsos
A JUppREJJAO RECRBJ
PH BRflrvT 150 R.R pflBZ
EIMTopflj PH'-'E JRQG'"
Paste e Xarope]
d, Naf de i
DELANGRENIER
PARIZ
53, Ru Vivienne
f achila venda em
todas;: i Pbarmaciai.
Ce^TRA !
a Tosse, Grippa |
InITuenia
Br chite |
CoqDeluche
|lrrilacOesdoPeilo|
e da
Garganta
N.
IhimilL CAZIAS
DE
tropos & G
35-RUA DUQUE DK
CAX4S-N. 35
Em Ireuif do Diario
Os prori'e'arioa deste cem mco'ado estabe-
Ircimecto p^evinem au resreiuvtl publico qoe
para bem gerafr ace seos fr^guezes teem 00 re-
jrid da or.'ivaio oe casamiras p-eias e ue corea
o d^ ta ae meirior em !S, fias de poro hoto
de -.> :oi< oh pao roes, e por pri "os raso.'tel.
PoF.-'cet!) Dona ariielaf, pt. que se juiKan,
nabiuiaio a saiistazer com toc> Ro-to, esmere
e oerleicao ao (regoei miaBexigeoie.
Ma meiTca alfaiaiana alacam-se casacas,
etc.
B
-1
"S
s2f
a
2 fe?
I j
e S _
9
e
a

n*
a b-
' B 1-8 8LS 8.3 B

B =t n
os s, o sr- a. ; B & 5
-" I
Al
?8fSf|8S
Pg 9 2 S-5.1
3 s*I S 5 n t
9 9 2 "Si
= 5S ero
8.5 e
o
a te
s
S-S o.
a a
^J3 m fi.
go'B^0
Ir" 1 s- o g ^
g XP ~ os ---- ~
o o. 5 <-
C, jo O a> d
a
a o
Isg
m o
t*a- ~k-
S. o
B
B i
5 I o
1 a>
o
0 3 S. 8 21
o as- o
m ir !
8 o
p
d
B -82,E.B ,
M
i
9
a s 5

2 5'
S 5
18.
Si'
12 5.
O
a
n 1 1
B
2. a>
K|
s i
2. -
*?
i
re ^
2
I
O
?o -
2
93
O.
o
CD
I
1
C
CB
13
O
o-
B
ep fD _
2 o 1 N p
d erB b S.
^o o 2 ,-.
S (5 J. O
m 2
"gft
o, S.o
99
fio 2
o ocn?
0.9 a
o er2
o> -t S
c *,
B o
99 -
cr es
11
B
B-
a. cu
SO 0)
re
D N o
? fD a
O B r
oa B 0
ce
s
B
25 0|0
Bom negocio
Precisa'sa de un bono com capital, para
emrar o'om eetabfrlecimanto de pnrrei.-a or*
"em em urna das principies roas. Quem pre-
leuuer <1ei e carta cesta iji,czri(ih\iL paraA.
P. ne Lma.
Cosinheira
Precisa-pe de urna peii^l
ta cosinheira para casa dj
Emilia de duas pessoas.'
A tratar na ra do Impe-
rador u. 23, segundo anda/*
Aos proprieta
rios de padarias
Os abaixo assig-na-
dos convidara a todos
os collegas a se reun-
rem na Quinta-fera,
5 de Marco de 1896,
s 6 horas da tarde,
no 1. andar, ra
Larga do Rosario n,
18, amde tratar de
nteresses da classe.
Recife, 2 de Marc,a
de 1896.
Figueiredo & Men-
donc,a.
Angelo de S Peixoto
Manoel da R e Souza.
. Albuquerque 8f C.
Luiz da Fon seca Oli-
veira.
Antonio Telmo daR.
Barros.
Liquidacao
A loja Pariz nAmerica leu-
de de liquidar diversa* fa-
iendai de modas chama at-
tencao de oea* tregnezea) para
grandes abatimeatoode pre'
ee.
Ilua do B. da Victoria 16
Pernambuco
Terreno a venda
Vende-pe um bom terreno com 90 palmos de
re nie e 960 de oodo, com ama meia agua sm
oi na roa Duque de axias n, 63.
Crran de liquidacao
ART1G0S PABA SAPA1EIR0 E CORRlElRO
Manoel Jcaqoim Perelra, llquidaiario da Qrma
Alfredo & Femantes, faz s:ieaie ao respesvel
ublico em cer?l e sena numerosos freeoezes
que tem grande Bortiaeoto em expos'gao e a
nsros cao de todos os eeguiotes anlgos :
Bezerros.
(".uro e lustre Cornelias.
Cameiroe de lustre.
B-aerros pin'adna-
':bagrins.
Vaqoe'as da RdBsia.
Unutons.
Sola le lustre.
Sola br-ru a.
Charl t verdadeiro e imitacao.
Tapetes oe diversos padroes.
Marruqui b rancoa e de cores.
Eofi-dorrs dediver ae qualldades.
Biastiro-.
E mo'io- rutros artigoa attioentes a seme-
IbaDie fHii ru de negocio, indo por pregos sem
otoietpDcia, e bem as im csrrlnbos para me-
ninos, obra bem feita e acabada com eeme'o,
perfeic&o e solidez.
Roa 1* de Marco n. 15.
I
:--
-



mam M
aaaaaaaaaaai aavaar
*

\\......."'


I
8
Diario de Pernambneo Htfinta-feira 5 d** llardo de E&9G
1,1
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YORK
Livre de Explosao, Fumafa e Mao
Cheiro A' vendo em todos os arma-
zens de seceos e molhados.
fc
AUGMENTA
k
TTENGAO
<
H
>
TNICO
ORIENTAL
P5
CURA A CASPA
IMPEDE A CAHIDA DO
CABELLO

TU
fc
PERFUMA
^
O
O
fe
O
ce
<
LsJ
DELICADO
AGUA
FLORIDA
Mantem sempre a sua popu-
laridade. Cautela com as
imita^Oes.
DURADOIRO
m

i
A LOJA E ARMAZEM
DAS
Boa Duque de Caxits 56 e S8
Recebeu variadiss*
mo sortiaiento pa^a a
quaresrna.
Cachemiras p re tas
lisas e lavradas para
todos os precos.
Merinos pretos lisos
ambem para ti dos os
precos.
Etamines pretos de
algodo elcoiu e sem
msela de seda.
Sedas pretas lavra-
das e chamalotadas.
Sedas pretas lisas,
gorgorees, suraks etc,
etc.
Alera do que cima
fica dito, liquida-se tam-
betn por precos sem
competencia urna gran-
de quantdade de ma-
dapoloes, cambraias,
fantazias, etc, etc
Iffll DAS BBFLUI
Boa Duque de Caxias 56 e 58
ptimo negocio
D-se sociedade em
um estabelecimeto com-
mercialbem localisado
e que faz bom negocio.
\ tratar ra do Baro
da Victoria n. 30 loja.
31-Kua Baro da Victo ra--31
Depois da Botica Fraaceza
Fbrica de Molduras
Snelas
para
corundos, cao
Ea'amp-s de todna bb qulidade. Quodroa.
dieiros, chamices, pavioa, molduras para retrates.
Enoarrega-ae de retrato a craion para o qoe ha contratado um perito rtistf>,a
bastarte conhecido.
Prepara se qualquer ercommenda oom a maior brevidade.
Sincendade e pr^e b baratissimoB.
MOSQUITEIROS
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os ta-
manhos.
56 e I>8 ra Duque de Caxias
lelephonen 210
.inftfi n_____:_______.____J JQ fit A-X nMA
COMPLETO
variado sorti-
mento de tape-
tes.
Justa coco e
|catifas
para forro
salla.
al
de
MALLAS
para viagem, de
todos os tama-
nhos e qualida-
des.
oMANEQUINS
americanos para
todos os corpos.
COMPLETO
sorlimr uto de
(petes de alca-
tifas e \ ellnd
PARA
SOF' E PORTAS
CAPACHOS
de coco de torio f
os tamanhos
com toscricOes e lie o
.-i*"
::
I

9 Grande Reconstituirte.
Os p.nncipaes facultativos do mundo proclamam a Emul-
sao de Sc^tt de oleo de figado de bacalhau com hypophos-
phitos de ca5 e soda como o reconstituinte por excellencia.
Certifico que tendo empregado desde muito
tempo a Emulsgo de Scott em minia clnica,
obtive excellentes resultados, pelo que estou
convencido de que um reconstituinte de pri.
meira ordem que considero melhor que o oleo
de figado de bacalhau commum, tendo tambera
a vantagem de nao ser repellido pelos estma-
gos traeos.
Dr. Pedro Izidoro de Moraes.
Medico da Junta de Hygiene do Rio de Janeiro.
A Emulso de Scott rebustece e
d saude aos debis e enfermos,
pela simples razao de que cono
reconstituinte, purificador do san-
gue e tnico para o cerebro, er-
vos e. systema osseo, o oleo de
figado de bacalhau e os hypo-
pnosphitos nSo tem rival, S Na
Emulso de Scott
as virtudes d'estes dois componentes esto notavelmente
enriquecidas. A combinacao indispensavel para comba-
ter os casos de escrophulas, para os convalescentes, para as
creangas rachiticas e para os que soffrem de qualquer enfer-
midade debilitante como Phthysica, Anemia, Clorosis,
Constipages, Tosse Chronica e outras. E de cheiro e
sabor muito agradaveis e de fcil absorpgao pelo systema.
A venda cm todas as Pharmacias. Exja-se a legitima. Recusem imitatBes. ^
Scott & Bowne, Chimicos, New York.
Dr. Pedro Izidoro de Moraes.
Capital Federal, Brazil.
GK\ND:
Ave do r*aratzV
i raa da Imperatriz 51
Recebera das principaes pracar da Eu-
ropa, quinzenalmente as mjiaaltaNo-
"dades em fazpnr'aB fins.
ALBERTO CARnOfO fe O.
Remedios que curam
SEM IET.
NEM MODIFICADO DE COSTURES
es
?
it
4
O
-<
O


Ci-
ta

c.
M
I
ss
e
<
o 2
a
~ c
B o
-
> O
9
9

o
co
O
n
O
I
NA
s
s
5

Casemiras prets e de cores de 8| a 4(J
covado.
Sarja preta fina, pura l a 585C0 dem.
Morim finis?imo com 24 jtrdaa de 15$ a
1C(5 a peca.
Dito francez de 12)5 a 88 i?em.
Dito p-ra noiva a 38500, 48 e 48500
dem.
Cretones francezes a 600 rs. o covado.
Algodaosinho T muito largo de 128 a 8*5
a pea.
Merino preto, pura U de 20500 a 18400
o covado.
Crepons de cores, pura 15, de 28500 a
18500 o covado.
Cambraias brancas, rendadas a 500
700 rs. o covado.
Merino F do b ile, branco e de cor, nc-
t dada a 500 rs. o covado.
Foulardine,lindo8 desenhos de 800 a 500.
Surbate de seda, todas as cores a 18500
e 28 o evado.
Cachemira infestada de listas e quadros
de 2(>500 a 800.
Meias cruas, inglezas para honaem de
128 a 68 a duxia.
Carneas para bomem de 808 48)5.
Atoslbado branco adamascado par :
de 48 a 28500.
Guardanapos branco adamascado de 68 a
39000.
Completo sortimento de sedas brancas, capellas, col-
chas e fronhas tudo para calamento.
Damaeco, pellucia e reps proprios para resjosteirov
e cortinas.
Urna srrande quantidade de retalhos de
chitas, cretones, cambraias e setinetaque se
vende por barato prego.
LOJA DAS ESTRELLAS
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni
eos da cidade do Recife.
Aecommodacoe8 magnificas, todas com janellas para ra.
Esplendida sala de refeicoes, a maior e mais arej-da uesta capital
A cosinba acha-fe a cargo de dois peritos cosinbeiros, sendo um francea
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os proprietarins d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima offere-se acba-se babilitado a satisfazer ao
maie difficeis rios appetites e botl-o ao despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
PRECOS RASOAVE1S
E D1
especficos he
Eugenio Marques de Hollanda
a s, earoba r imnac- Cora to.
das as uioi!"ias <1 pe le, rh'OlDatlsmos agu-
dos ou clircnicof, todas as affeccOos de o igem
syphilitu-a, escroiuUs, olceras, bobas darthros
e emninge' s.
'Huas de lelamna omhntera as
prlSitt-B do ventre a> encdsqaeraa e so d-jpu
raiivas e regoladoras
Elxir de imheribina-Restabeleca
os dvspeptic> s, facilita as iii^vaiOea e promova
a defpcacSo.
v niin d annanaz ferruginoso e
yuinado Para os t-iiloi(i*dn>-iiiiro8, dfbela a
poeaiia ialertropica', nconsiilue os hydropi.
eos. benbpricos p convalpsrenies
Xarope de flor de arueir: e mu
tambaMuito racoffimendarto na bronchile,
na hecnoptise e as toss.s agudas ou chrooi.
cas, na ipflneo/a p asthma.
Xarope de mulnn^ e flores de
laraageiras -Contra ntomoias, nevroso
cardiaca, hysieri-raos, clicas liepacas, toa-
ses nenosas, asthraa, coqueluche e convulses
das rriancas.
\ inlio de cacan, p^ptoan e lncto
phOsphatu de cal quinado -C ntra o
rachili?Jio das enancas, uc?envulvpnilo-a8,
reanimando e organero i faz recuperar as
forjas perdidas por molestias prolongadas e
an-tma. .
Estes e oulros preparados do Ilustre- clnico
continuara a ser fabricados snraente no seo
afam 'rio Laboratorio ra Visconde do Rio
Braceo, n. 12, Capital Federal.
Cuidado com as iiuitacSea
Vendem se as Pliarmacias e Drogaras
deste Estado e no deposito feral ao Largo da
Companhia Fern.imbucana o. 8,1* andar, ca
criptorio de Jof Musurabo.
fOLHETIM
38
AIBlDIGaBE PAR
POR
ZATISfi SE II3SIPI
PRIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XXXII
{CentinuacSo)
"*_ Sr. abbade,tornou elle, fazendo
nm esforgo doloroso para segurar as duas
mSos de Ral d'AreynesSr. abbade, eu
?ou morrer... Bem sei que estou per-
dido, irremediavelmente perdido... O
senbor um bom homem .. Tenba pie
dade de mim !Quer que eu morra em
paz, calmo, tranquillo, consolado e con-
fiante ?
Se quero, meu Deus 1 Farei tudo
o que depender de mim !responden o
vigario de Saint-Ambroise, inclioando-se
para o ferido, cuja yoa extinguia-se pou-
co s pouco.Falle Falle Que quer
de mim ?...
Urna promeaia..
Qu.l ?
prometta-me que, quando voltar a
Pariz, vai ver minha pobre mulher e
dizer-lhe que ass-stio os mena ltimos
momentos... Simr...
Promette, meu amigo, prometto e
juro fazel-o I respondeu vivamente o vi-
gario de Saint- Ambroise... Fa,rei mais...
Mais... Mais o que? halbuciou o
ferido, fixando os olhos vitrels nos bri-
lhantes olhos do padre.
Juro proteger sua mulher... n&o
so a ella, mas tambem ao filho que est
para nascer... /
Obrigado... obrigadr/... gaguejou
o moribundo com urna alegra suprema.
Agora estou tranquillo...
Onde poderei encontrar sua mu-
lher ? perguntou o vigario.
_ Na ra Saint-Maur, n. J57, 5o an-
dar... I
Raal tirou do bilso ana canbenho, no
qual escreveu o enderec.0 que, Paul aca-
baba de lhe dar. \
Eite continuou, crispando os dedos
magros sob os len^es : '
Se ella m->rrer, e o filhd viver, pro-
teja-o... Se o filho acompanjkar a mi'...
Reze... reze por todea nos !,
E af s um silencie :
__ Agora, Sr. abbade, recaba a mi-
aba confissfto... \
Ral d'Areynes sentou-se jperte do
leito.
A confieso foi curta.
A voz de Paul tornava-se
mais intelligivel.
Seus labios desbotavam ; afii
lhe o nariz.
Um saor abundante cobria-lha
lvido. i
A abiolvicio e a benceno do padre des-
cera m sobre elle. \
Urna eipecie de sorriso muito'doce*
muito resignado, brotou de seos laVbioa
cor de cera.
SINUIH li HNiJ
E' A DESCOBERTA O
ELIXIR M. MURATO
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a hjphilis.
Elle cura o rheumatismj.
Elle cura a asthma.
Elle cura cancros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MOR ATO, pro
gado por
DO. CAJRXQS
DEPOSITO .M PE,l\N\MBI3CO
i GOMPANHA DE DB B&S 1PRODOCT
Ra Mrquez de Ol oda 24
mi
O nico remedio
Par EXTINGUIR PULGAS, PERSE
VEJ0S, TRACaS, BI fEIR'S etc
Brazlin coro Seringa
insecticida
Privilegiada na AUemaoba, na Blgi-
ca e registrada em t' dos ob paizes da
Europa.
Privilegiada co BRAZIL SOB NO
1577.
Na Repblica Argeotina sob o n,
1377.
Nao ha MAIS PEECISAO d'uma SE-
RINGA DE BORBCAHA.
BRAZLIN o MELHOR P insecti-
cida do MUNDO e mata sob garanti-
MOSQUITOS e os insectos cima mena
cionados.
Preco de cada Seringa com p 5C0 rs.
Encontrase em TODAS as Pharma-
cias.
Por atacado as Drogaras de GUl-
MARaES BRaGA & C* COMPA-
NHIA DE DROGAS E FARIA SO.
BK1NHO & C-
Semmteh de hoitaiiqas
D* NOVA C0LHE1TA
Completo 8oi..ae> io.
Roa Estrella do Rosarlo o. 9
Pccs |fn)dfs&C
Depois cahiram lhe os bracos retesos ;
a cabera tombou igualmente ; um ulti-
mo e8tremecimento agitou-lhe o corpo
e o co-ayo ceaou de bater.
Paul Rivat acab*va de entregar a
alma a Deus.
O vig-rio de Saint-Ambroise fechou os
olhos do morto e ajoelhou orando.
Depois ergueu-se murmurando :
Dorme em paz Uorme, pobre vi-
ctima do maior dos flagelloaa guerra !
Cumprire a prumessa que te fiz l Prote-
gere tua mulher e tea filho !
No dia seguate o corpo de P*ul Rivat
era inhumado no cernterio de Versail-
les.
O abbade d'Areynes foi a nica pf isja
que acompanhou o coche de ultimo
claase que conduzo ao campo de repousa
o marido de Joanna.
Decidido a por fim aos horrores da
communa, Thiers, de accordo com os
generaos do ezercito de Verstiles, deu
ordem para o asaalto da grande cidade,
entregue insurreico.
A porta de Auteuil era o objeotivo do
assalio.
Uomejou o bombardeio.
A resistencia dos federalistas foi ter-
rivel e comprehendeu-se logo que, se nSo
houvesse urna inteligencia entre as duas
partes, Pariz reduzir-se-hia a um mon-
i&o de ruinas.
vez
?a-se-
rosto

MUTILADO
O caso era previsto.
Merlin sobornara Servis Duplat com
o fim de ceder s tropas do governo le-
gal a porta dos Prs Saint-Gervais.
Merlin era um dos numerosos espiOes
a sold do general Valentim.
As ordena foram dadaa e no dia 22 de
Maio a porta de Auteuil foi entregue ao
exercito de Veraailles, que pode pene-
trar em Paria.
Suppunha-ae que isso era bastante.
Engao : isso era nada.
A noticia d entrada das 'rops pro-
duzio furioso delirio noj membro* da
commnna, do comit central e do comit
de seguranca publica.
Os federalistas, em vez de deporem as
armas ante o perigo que os ameajava e
ante a derrota certa, inevitavvl, ques-
tao de mais dia, menos daacuaram-
se formidavelmante como animaes selva-
gens.
Fluctuavam bandeiras vermelhas.
Rolavam canhSes, com om barulho
enorme, no meio dos batalhSes, barrando
a Marselheza.
Era o marche marche geral, o trium-
pho da exaltas&o feroz.
Mulherea e criancas pegava em ar-
mas, e o governo da communa fazia um
appello supremo.
Mas, eraquanto urna parte da popula-
580 jurava resistir at morte, os inde-
cisos, os desorientados, aos quaes faltava
um raio de bom senso, pensavam em a ti-
rar o tuzis aoa esgotos e em queimar
seus uniformes.
Por toda parte rufavam tambores, por
(oda parte soava o rebateessa ave de
bronze que va de urna torre para pousar
em outra.
Fecbavam-se os estabelecimentos.
Erguiam-se barricadas, mostrando, no
alto, a guela dos canhOes carregados de
metralhas e promptos a fazer fogo.
O 23, es tropas da Verstiles acam -
pav.m no Campo de Marts, no faubourg
Saint-Germain, na Muette, ao redor do
Arco de Trumpho.
As cabecaa de columnas oocupavam,
na margem esqaerda, a gare Monipar-
nasse, n direita as Batignolles ; as
variguardas amear^avam a praca da Eu-
ropa, a Ppiui.-e, a Nova Opera.
Os federl8ts8 fortificavam a ra Au-
|bar, a Chau-s< d'Antin, as ruaS Dronoi
'e de Chleau-dum, a ra das Martyres, o
entroncmento de Montmartre.
La Chapelle, os morros de Chaomont,
Belleville, Menilujontant, o Pre-La-
chaise, todas as eminencias crivavam-se
de bateras.
as grandes arterias amontoavam-se
parallelipipedos, barric-s. carrocaa em-
borcads, todos os obstculos de que se
podia lanzar m8o para ?mb-irgar ou, ao
menos, retardar a marcha das tropas de
Do outro lado do Sena organisava-se
a defeza com menos calor.
A guerra das ras, a luta eotre fran-
cezes, a luta impia, monstruosa, fratri-
cida, a abrir rios de aangue.
No dia 25 a porta Crnauo foi entre-
gue como o ffira a porta d'Auteail.
Nao era tudo ainda.
Era necessario envolver os communis
tas por todos os lados.
O general Valentim expedio Merlin a
Pariz.
A porta dos Prs-Saint-Gervais per-
mittiria aoa versaillezes operar um mo-
v ment decisivo.
Foi com mil precau$5es que Merb'n
atravessou as barricadas e chegou, na
manh5 de 23, mairie do 11 diatricto.
. Ahi que elle esperava encostrar Ser-
vais Duplat.
3 57 restava metade. Um quarto
da gente que o compunha oceultara-se,
ama outra parte fugira.
O ex-forriei oomraandava urna compa-
nhia composta dos mais diversoa elemen-
tos, urna parte dos quaes fra incumbi-
da de guardar a mairie do 11.
Merlin perguntou a um federalista
pelo capujo Servis Duplat.
O capitn, respondeu o interpella-
Criado
Pre isa-se om, na raa da U01S0 o. 65.
do, acaba de ser enviado Rriuette, em
serveo, com um peloto para fuz;lr pri-
sionei'os... Nao cedo para dar cabo
dessa canalha !
Ao ouvir a resposta, Merlin estreme-
ceu.
Nao pedio outras expliaacSas e, ga-
nhando a praca de Volta re. di-igio-se
rpidamente priso onde se achavam
detidos monsenhor Darboy e o senador
Bonjeau.
A entrada da ra Servan, ouvio urna
descarga.
Parou e, volvendo o olhar para os
muros da prisSo, vio se elevar no ar
urna nuvem branca de fumo, que logo
se dissipoa.
Coutinuou a andar e, parando de no-
vo, prestou ouvidos.
A porta da Grande-Roquette abrio-sa ;
doze homens bebedos, titubeantes, com-
mandados p r Servis Duplat, sahiram
da pris&o, onde acabav i da se consum-
mar o monstruoso crime.
Urna pallidez livid* cobria o rosto cy-
nico de Duplat.
Merlin atravessou a ru.
O capitSo federalista reconheceu o.
A postos !commandoa elle. Eu
ja venho... ,
Os homens se afaataram, s crdeas de
um sargento, e o chefe dos band.dos fi-
cou s, em face de Merlin.
_ Que fizeate, desgracado 1 balbuciou
eBte, trmulo de horror.
___ Se eu me houvesse recusado a fa-
zer fogo, elles me fuzlariam, como fi-
zeram a oatros.
__ Mas, um crime I I
__ Qae queres tu que eu fa$a ? Em.
primeiro lagar nv.nha pella 1
(Continua).
*~-^-"-""*~~~~~-~~~^^^~^^
Typographia do Diario

i
:
"
Y
1
.
-

\


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E75ZC4TAK_2RLG8M INGEST_TIME 2014-05-19T17:34:40Z PACKAGE AA00011611_19355
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES