Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19352


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Full Text
ANS O ILXXlf
jb^miiis-o 1 de llardo de I*OC
MUMERO 50
V
/
p
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO RANDEIRA E ACCIOLI DE VASCONCEULOS e MAXOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezts adiantados.
Por um anuo adiantado
Numero avulso do mesmo da
8&000
15#000
30000
$i(!0
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLIGACOES NA
FRANgA E INGLATERRA
Os Srs. Mayence Favre & C.*, residente em Pars18 ru de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por om anno adiantado .
Por trimestre vencido....
Numero avalso de dias anteriores.
161500
331000
9$000
200
?ABTE OFFlCrAL
a rea tola!
cohiq i.ii-
a rea, total
lecima urba-
BASE.s DA PROPOSTA DE FIELDKN BRO-
THERS PARA A 1XNOVACO DO CON-
TRACTO PARA A 1LLUMINACO GAZ
DA CIDADE DO RECIFE.
I
PRIVILEGIO
A Una ioagi i eou pre ieod -r
da illoratnagao actual taita pelos
ti'?, oa Srs. t'iei i<-n Brothers, e
que possa Ber eomprebeadida ni
na da capital du Estado da K-rnambuco lujan-
te o l irmo ue tr'.oli (30; ou quar.-uta (40) un-
cos conforme as clausula- II e II a.
Fura dos limites da illuminagao actual os
contractanles (ibngam-se a fazer a sua custa
qualquer extengo da ril le ilo encanamento
qu o Ooverno exigir, se este garantir um (1)
jan peao por cada quarenta (40) metris de tal
eiti psac.
Dentro d'eata rea os contractanles terio o
direito exclusivo e privilegio da illuruinagio
das uas, pravas e quaesquer vias publicas e
de fornecer gaz para o uzo dos consumraidores
particulares e publico?, e de collocnr as ras
estradas e pravas os encanaraenlo necessarios
para a destnbuigio do gas; se >d> garantidos
o numero de lampe--B eti-tentes aclualraen*
te e quaesquer oulios uddi iooaes nos termos
que licam declarados.
H II
TERMO DA CONCESSO
O lermo do privilegio ser de 40 (quarenta)
annos contados do 1.- da do mez de Janeiro
depois da data da assignaiura deste contra-
cto ; e no lim desse termo a fabrica com to-
tas as 8uas dependencias passara ser propne-
dade do Governo Estadual sem pagamento de
especie alguma excepiuando quaesquer obras
novas feilas de coo'ormiiade com a clausula
nnterior.
Taes obras novas, feitaa de accordo e cora
approvagno do Governo 3erio p*gas or eite
no Hm do dito termo dequannia (40; annos,
de accordo com urna avaliagao feta por dois
avaliadores competentes, nomeadas pelas par-
tes contractanles.
No caso de divergencia ou discordancia dos
dols avaliadorea ser nomeado pi-las mesraas
partes um desempalador ; e se estas nao ebe*
garem accordo sobre a nomeagio desse de*
sempatador ou terceiro arbitro, seao apresen-
sentados trez (3) nomes e langa los em urna
urna pura ser extrahido a orle o lerceiro ar-
bitre ou desempalador; do que tudo se lavra-
r um termo, assignado pelas partes ou seus
representantes legaes.
II A
TERMO DA CONCESSO
, (PROPOSTA ALTERNATIVA)!
O Termo do privilegio ser de trila (30)
annos contados do t.- da do mez de Janeiro
deooia da asaignatura do contracto e no fim
desse termo, se o contracto nao fr renovado
com os prsenles contractanles ou seus repre-
sentantes, ser pago o vnlor da emprea com
todos os seus perUoces, isto e ; a fabrica, depo-
Biios. terrenos, esenptorio e ludo quaoto na-
cessano ao servigo da illuminagao, segundo
avaliagao Teita de accordo com a clausula II,
Bendo a avaliagao da empreza e mais perteo-
ees taita em moeda in^leza razio de quatro
mil res por oilava de ouro de viole e dois (22)
quilates, e deveodo o pagamento da avaliagao
X
PRECO DO GAZ
A llluminagio publica, sendo -usada ao le-
rao m 'dio dez (10) horas por noite, de confer*
mi iade cora a clausula VI, o prego por com-
i'ustor ser cal nledo sib'e a basi de trez-n-
los e vint^ (320; res em ouro, nos termos da
lausula XI por lampead p r noile cora um
c. iitamm i le ettn ;10J. I t-n por dora.
LunprQes com. mais do qu*. um l>ico terio
onia reduego oeste prego de dea (10. ris por
bico p.)r noile, at quufo bicos; o prego de
lampe tendo raaior numero de bicos da
que qutro e de miior ponr Iluminante de
que quarema (10) reas sera regulado por ac-
cor.lo especial.
O prego do gaz supprido aos estabelecim n-
los pblicos e aos consummia ores particulares
ser basea 1o sobro o consummo dos mesmos
eid abelecimentos ou nart cularea, que fr veri-
calo pelos medidores ; e ser c-lculado na
mesma co fo-mi ade lo da illurainagii pu-
blica, contanto quj nao excela em caso algum
ao prego desta lluuiraagio.
XI
PADRO MONETARIO
O prego da illuminagao ser regulado pelo
padrao monetarij d; qutlro mil res (4S0O0;
por ot iva de ouro de vinte e dous (22) quila-
tes. (J.lando a m eda usada no Brazil fr dif-
iere te da moeda de ouro e valer man, ou fr
depreciada com relagao ao valor do ouro, o
valor daquella para os tins desla clausula ser
dett-rmiuada pela laxa de cambio entre O Bra-
zil e a Ioglaterra por saques banca-ios vista,
provada por cerlidao do Secretario da Asso-
ciagao ommercial ou em falla deste por cer
tidao do Gerente de um banca inglez, tendo
casa filial em Pernambuco, sendo cssa taxa a
do da do pagamento.
Os contractanles receberSo para sen paga-
mento urna quaotia em moe la corrente equi-
valente em valor qu mtia da divida em ouro
ou recebero saques baocanoa sobre um ban-
co dos estabelecidos em Londres, pagaveis a
vista. Os dbitos por consuinmoj do gat d j.
estabelecimentos pubh os e particulares cal
culado3 de accordo com a clausula X, aero
pagos em nueda correnti brazileira ; e os
coni-actantes podero re-iuz r ou augmentar
este prego qu*n lo esla moeJa corrente tiver
raais ou menos valor do que o ouro, ludo nos
termos da citada clausula antecedente.
XII
ILLUMlNAfAO PUBLICA E PARTICULAR
Emndese por illumioago publica smen-
te a dos combustores assentes na va publica,
jardins pblicos, pragas eic, cujo;consummo
corre por conta do cofre municipal ou esta-
dual.
Toda a mais illuminagao, quer por conta da
Uniao, do Eslado ou do Muoicipio, quer pur
coma dos babilanles, se enlender por illumi-
nagao particular, quer ella saja no interior
quer (o exterior dos edilicios.
Para a illurainagao publica, correr por con-
ta dos contracianies o furnecimanio e o assen-
tamento dos combustores, enmprehendendo o
ramal, a columna ou araodella e a lanterna e
bem assira a craservago e asseio desses ap
parelhos e a operago de accender e apagar,
aeguado um horario que ser tizado palo Go-
verno do Eslado ou municipal da accordo com
a extensao das ooites.
XIII
PAGAMENTO DAS CONTAS
nos rec-bar&o um ab-iiira -nto de dez por con-
t (10 -i.) sobie o prego dos particulares.
XIX
SUPPR1MEVTO DO GAZ
Os contractanles t^ro aviso de quinze dias
(15) para o fornecimento do gaz aos par
t ul e-nos lugares onde as redes do enea
menlo exi tena actualmente ; a nos termos
da clu>ula XVI, serao obrigados a fornecer
o gaz a qudquer pesaos que o desejtr : salvo
os caaoa menciona !os na mesma clausula,
isto se ticuver qualquer divida anda nao
saldada com os ceotractantoa, anda mesmo
provinieme de luminagaj tmoulro predio da
mesma pessoa.
Se, porm, tratar-sa do eslabelecimento de
lampees pblicos, onde n3 bouver rede de
encanament e nos te-mos da clausula I, o
aviso ser He quitro mezes.
XX
COLLOCAgO DE ENCANAMENTOS E AP-
PARELHOS
As conlas da illuminagao publica e dos par-
ticulares serao pagos mensal Benle e para os
.estabelecimenloB pblicos UlmeosHlmenle.
deesa indemnsago ser feito na mesma moeda \ o pagamento da illuminagao publica ser
e com o mesmo padr&o ou em moeda nacional* fejt.o aempre pelo Governo do Estados Isto
equivalente aquella, ca culada ao cambio do dDra,,te toJo o prazo do presente contracto
da do pagamento. i estipulado na clausula II ou II A ; s ainda que
III
QUALIDADE DO GAZ
O gaz supprido nos termos deste contracto
ser exlrahido do carvo de pe Ira ou outra
substancia que produzir o mesmo resultado e
sera Turificado e isento de proiuctos prejudi-
ciaes a illuminagao.
B PURIFICACAO
AoJes de entrar na rede dos encanamentos o
gaz ser lavado e purificado de todas as sub-
stancias prejudiciaes saude publica e aos
canos e combustores.
Para obte este resultado os conlractantes
podem usar deca, oxydode ferro, oo qualquer
oiitra materia de accordo com os metbodos
mais aperfeigoados de tratameoto.
PODER ILI.UMINANTE
Denlro da rea de que traa a clausula I
drste coniracto, os contractanles obrigam-se a
collocar sua cust em '.odas as columnas e
ar.-iiidi-liu8 da illuminago publica actual, no
r.i/O e doze mezes contados da dala deste
completo, lampadas cu bicos daquelles que
d una luz equivalente quarenla (40) vel-
las de poder illurainante com um mnimo de
lu' permiltido o trila e ciaco (35) vallas, e
tan.bem obnganvse manter ou conservar a
sua cusa as meamas lampadas, sendo do mes-
mo poder llumioante quaesquer novos postes
ou arandellas de llluminagao, que forem eolio-
ca*os por ordem do Governo, nos termos da
clausula 1.
O gaz supprido estas lampadas e aos con-
summidores, queimaodo no bico de experien-
cias, tstandard Argand na razaodecem (100)
litros por hora dar urna luz equivalente for-
aecida por dez (10) vellas de espermacete, con
summiudo cada um (7,8) grammas (sete gram-
ma3 e oito decigrammas) ou cent) e vlnie (120
graos ioglezes por hora
VI
HORAS DE ILLUMINACO
Os combustores para illuminagao publica se-
rio accesos durante todas as horas escuras da
noite de conformidade com urna tabella feila
de commum accordo entre as partes conlrac-
tantes o lempo medio da illuminagao nao po-
dando ser menor de dez (10) horas per oolte
en ireientas (300) horas por mez de trinia (3)'
4ia8' VII
ACCENDEDORES
No principio da cada trimestre o cor.tractan-
te remetter ao Inspector da illuminagao urna
lista do pessoal de accendedores com as suas
respectivas residencias :e designago dos res
peciivos dislrictos em que funccionarem.
fJQualquer alterago nessa lista deve ser lm-
mediatamente commumeada ao inspector.
VIII
PRESSO DO GAZ
A pressao mnima aos encanamentos mes-
tres durante o lempo que os lampees pblicos
estiverem accesos sera vinte (20) millimetn s
on (0. 786) setecenlos e oitenta e seis millesi-
anos de pollegada iogleza.
I A.
REGISTRSE 8YSTHEMAS MTRICOS
Os regigiros em uso actualmente continua-
rao a ser usados ; porem, se o Governo adop*
tar o systhema mtrico lodos os novos regis-
tros serao deste systema e os contractanles
sobstiturao os ndices existentes nos med-do-
rea actuaos por outros do Bystbema mtrico, o
consummidar, pagando o custo segundo a ta-
bella de prego taita taita de accordo com o fia-
da illuuTJoagao e os coutracuntei.
deutro desse prazo venlia a licar a illumina
gao publica a cargo exclusivo da Municpali-
dade sempre o Estada ser responsavel por
dito pagamento e e com elle se entenderSo os
conlractantes, salvo previo accordo cem os
mesmos.
XIV
FALTA DE PAGAMENTO
Se os pagamentos para a illuminagao publi-
ca nao forem feitos com regularidade cada
mez, iato at o fim do mex eeguinte como
devem ser, serao cobrados juros sobre os aira-
zados; calculados eaaes juros na razao de
seis por cenio (6 *|c) ao anno durante o pri-
meiro anno, oito por canto (8 |<,) ao anno, du-
rante o segundo e dez por cento (10 |.) ao
anno durante o terceiro anno ; e depois de
conformidade com a segrate clausula se assim
convier aos contractantep.
XV
RESCISO DO CONTRACTO
Se houver falta de pagamento por espago de
tres annos, os cntrac-taoies tero o dlrelo de
rescindir este contract e recenerao o valor
de sua fabrica e seus pertences segundo ava-
liagao feila por peritos nomeados na forma da
clausula II e de conformidade com a disposi-
gao da clausula II A, quaoto ao 'jalar da fa-
brica a pertences. <&J
Tal avaliagao incluir nao somante o valor
da fabrica como tambem a iodemoisago re-
lativa ao resto do termo da concesaaa ; para
o que se ter em vista lambem os lucros oes-
sanies.
XVI
ATRAZADOS DOS PARTICULARES
Os particulares serao responsaveis pelo gaz
consuramido as casas que habilarem ejestibe-
leclmenlos conforme a marcago do registro
embora se perca por defeito ou mo estado de
seus apparelbos de illuminagao o oa canali*
aago alm do medidor; e os contractantes
terao o direilo de cortar a commuulcagao do
gaz aos consomraidores cujas cootasnao forem
pagas com pmtualidade, e serio obrigados a
fazer nos a hgago quando o oebi'o fr liqui-
dado com os competentes juros razao de seis
por cento (60|) ao anno e quando o consumi-
dor der em caugo urna qu mtta equivalente
ao consummo de tres mexes.
Tal consummo devera ser calcolado aegundo
o numero de bic >s existentes na casa, na
proporg&o de cem (100) litros por bico e cinco
(5) horas de consummo por noite.
Es'e direito nao prejudiear o do3 contra-
ctanles de obter pagamento de quaesquer
atrazados pelos tribunaes.
Na falta do pagamen o do ioquino respon.
da o proprietaro do nredio.
V XVII
DIREITOS DOS CONTRACTANTES QUAN-
TO A VERlFlCaCXO
O consumidor jamis podar Impedir aos
contractantes ou seus empregades o iogresso
at o medidor, tanto para a leilura da marca-
gao como para eotreter o nivel d'agua nesse
apparelno.
O consumidor nao poder nem permittir
adaptar so medidor spparelbo de natureza al-
guma e qualquer apparelho s ser a apiado
a canalisago depois de passado o medidor.
A v m
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE
As iostiluiges de candade auxiliadas pelos
cofres dos governos geral a estadual recebe-
ro um kbatimeoto de vinte por cento (20 -|.)
Os estabelecimenloB pblicos de caridade,
porm, a cargo dos g vernos geral e estadoai
A connexao eniro os encanamento^ serae9
e o registro ser feila nicamente pelos con-
tractanles tusla destes atea distancia de
dez (10) metros de encanamento geial ; qual-
quer excedente sendo pago, ou pelo consu-
midor oupelo proprie'a'io da casa
Todos os encanamenios e apparelhos tlra
do registro e dentro da casa sendo custa do
consumidor ou proprietaro da casa, pida es-
te tmpregar para a collocagao dos mesmos os
contractanles ou outra pessoa devidamente
autorisada por estes com "approvugo do fia.
cal.
XXI
REMOQAO DOS ENCANAMENTOS
Se na enejoaraentos pertencentes aos con-
traclanles impedirem qualquer obra publica
que se decidir fazer, os cootraclaotes serio
onrigados removel as, mediauto um aviso
previo rasoavel, e recebeto as despezas que
tal remegio aciarreter, sendo in lerauisadas
por qualquer prejuizp ou responsabilidade
devldaa inlerrupgao do suppnmeato do gaz
al ial obra ficar concluida.
O contraclatite removei sua custa o? seus
encanamentos que se acharem em terreno par-
ticular, se sob e -lies se hi-uver do edificar
ou fazer qna Iquer obra.
XXII
PRIVILEGIO
Os contractanles terio o direito exclusivo
durante o pmo estipulado de collocar as
ras, estrada, pragas a vas publicis da ci
dade do Recita e 8a 8 suburbios encanamen-
tos para a ennduego do gaz ou outra llumi-
oante semelb^inie e tambem para vender ou
supprir tnl illurainante.
Dentro da rea do privilegio dos contrac-
tanles uinguem podra collocar em parte al-
gu i.a, dentro ou fora das casas ou estab .leer
melos, los, arames ou nc umuladores para
supprir ou vender electricidade ou outra
qualquer for'ga que possa ser usada para a ii*
lumiuagio publica ou particular, (cando ve.
dade lambem quaiquer pessoa dentro da
rea da illuminagao collocar apparelhos para
produzir gaz de qualquer naturesa para illu-
ulinago publica e particular sem o consent
ment por esenp o dos contractanles previa-
mente oh'.ido.
Esta prohibigo nio comprehende a facul-
dade que tem cada pessoa de usar no inte
rior de sua habitagio de qua'quer systema de
illumi agio que Ihe convier.
XXIII
SUBSTITUICAO Dp SYSTEMA DE ILLUMI-
NACO
Se durante o praso aeate contracto o go-
verno desejar adoptar outro qualquer syste-
ma de illuminagao, os conlractantes terio
sempre a preferencia ; e se nio se chegar a
um accorde, recaberio elles o valor de sua
fabrica e pertences e ioderanisagio pelo pre-
juizos e lucros cessa tes pela maneira eslipu-
laja as clausulas lie II a.
XXIV
COLLOC VCAO DOS ENCANAMENTOS AS
RAS
O* contractantes terio direito de fazer as
excavage as ruis e pr gas as quaes seus
encanamentos se achara j cellocados n^vos,
mediante urna licenga geral da directora das
obras publicas, a qoal vigorori durante todo o
tempo de aeu contrato.
Durante a execugao da quaesquer obras na
via publica os cont-actantes usario de ttda
precaugo rasoavel para impedir accidentes ao
publico e reporio o calgameoto em seu antigo
estado. xxy
TERMINACAO DO CONTRACTO
No fim do praso estipulado para a duragio
do contracto (nos termos da clausula II) a fa-
bri a com todas as obras, machinas, enca-
namentos, lampe-'s e registros pertencentes
aos contractantas, seus berdeiros ou successo-
res passario a peitencer ao Estado ou muni-
cipio cooforme for deliberado, sem indem-
nisagao alguma, exceptuando as extenges
taitas de accordo com a clausu a II deste con-
tractj e serio entregues fucciooando e era
bom estado.
Os contractantes tambem deixarao na n
brica como paite dos pertences da mesma
urna quantdade de carvio e outras sub^tao-
usadas na produego do gas igual a consumi-
da tres mezes anteriores e um stock de re-
tortas, tjollos, barro de fogo e outras sjby
lancias, igual a quantidade usada nos seis (o)
mezes anteriores.
Todos os outros objectos indurado objectos
para vtnder com candieiros, arandelas, etc.,
(icario seo lo pripnedade dos contractantes
como tambem todas as dividas, sejam dos
consumido es pblicos ou dos particulares ; e
oo caso en que nio se possa ebegar a um
accordo com relago compra destes objee os
e dividas pelo goveroo ou pala Cmara Muni-
cipal, oscontractante8 terio o direita de dis-
por delles da maneira que quizerem.
V XXVI
LUZES APAGADAS OU DEFICIENTES
Para cada lampean achado com luz infe-ior
ao estipulado pagario os conlractantes urna
multa igual ao consumo de urna noite do dito
lampeio e por cada lampeio achado completa*
mente apagado, urna multa igual ao duplo
desta soturna, salvo oo caso da forga maior a
circunstancias alheias vontade dos contrac-
tantes. Urna lista dos lampees achados com
insuficiencia de luz on apagados relativamen-
te ao dia anterior ser fornecida aos contrae
tantes pelo fiscal, todos das segmntes pela
manbi
i insuficiencia de luz para a tnposigo de
multas nio poder ser julgada olbo n mas
sement pelo exame e applicagao dos instru-
mentos competentes ; s podendo, porem, ser
impoetas e cobradas dit s multas, quando a
mJia diaria do numero de lampees delicien
tes ou apagados exceder em um mez meio
por cento (l|2 ],), exclulndo as fraeges, do
numero total de lampees.
Para garanta do pagamento deesas multas
os contractantes recolherao aa Thesonro do
Estado a qnaotia de tres con tos de rea.....
(3:0008000; qual serio obrigados a integra-
hsar, toda a vez que bouver dedueges quee
reduzaru 4 uiatade e Ihes for exigido, seb pena
XXVII
APPARELHOS DE EXFERIE\CIAS
Os contractanles serio oDri^ados manter
era boa ordem econdigo um photome'ro com
seus perlences para fazer experiencias exac-
tas do poder Huminaul do gaz suppio e
i a rio sempre entre as horas de seis ((i) e dez
10) da noite facilidades rasoaveis qualquer
oicial nomeido pe|0 Gmerno cu Cmara Mu-
iiliipiri para fazer taes expeneociss.
XX VI I
CARVO EM DEPOSITO
Dura.te o praso deste ccniracio os contrae
tantes serio obrigados mauter rru deposito
em Pernambuco uina qunn.idade de materias
primas para produego do gaz, como canio e
ouiras substancias, bem como, ulensis, isto ,
retortas, Hjolos, barro de fogo etc., coirespoo-
te ao consumo de tres mezes.
XXIX
ISENCAO DE IMPOSTOS
Os'contraclanies go.-aiio da isengio de to-
dos os mposios estadoaes e municipaes, pre
seutes e futuros, durante todo o praso de seu
conl acto, quer para a fabrica, escriptorios e
quaesquer estabel cimentos, quer para os raa-
teriaes e utensis que imporiarera para u fabri-
co do gaz ; obngando-se tambem o Governo
do Estado a obter Igual isengao do Governo
Oeral para os direilos de importagio, cobra-
dos pela Alfandega.
A empresa, alem disso, fica'.como direilo de
encaar gaz para qualquer casa particular ou
estaheleciiiento publico, sera necessidade de
licenga da Intendencia municipal requerida
pelos mteiessados.
XXX
ARBITROS
lidade dos grandes encargos cima, como
alera disso, Segundo se verifica de nossa ta-
rifa, offsrecemos urna luz manicatamente su-
perior a prego c.nrideravelmen'e mdico,
assim procedemos persuadidos que o Ooverno
p ra em conlribuigao todos os meios a seu
alcance, no sentido de conseguir que a ava-
ii 5o lii al des bens da actual Empreza do
gaz Dio attinja em hypothese alguma somma
desarrazoadas e fa de proposito
.* 8 tarifas que prnpueiuos baspiram-se so-
bre o prego de compra de 1.000:000(1000 our .
tasse eleve esla prego, e.eva--se nio pro-
pcrclonalmenta aquellas ; de ouiro modo ees
saraso lodo as condiges de vida da Em-.
preza.
AINSTALLAQO ELCTRICA PRO-
JECTADA
As dvidas ou quesics que se suscitareis
durante o resentacontracto s.obre sua inurpre
tagio serio resolvidas por arbitros nomeados
exira judicialmente pela forma determinada
no Dec. n. 3900 de 23 de Junbo de 1867; da-
do o casi, orgaoisario as partes o compro
misso particular de que tralaiu os arts- 7 e 9
do mearao decreto, nomeando-se antes os res-
pectivos arbitros, dando-se-lhes autonsago
para julgarem p >r equidnde, Independente-
menta das regias e lorraas de direito, obeer
vaudo s* quauto a nomeaco da arbitros e de-
sempalador ou terceiro o disposlo na clausula
11 desta contrae o.
Se a parle convidada por escripto para a
nomeagio de arbitros a organisagio do cora-
promisso se recusar, ou nio responder no pra-
zo de quraze (15) das, as duvidas ou questes
serao considralas como reaolvidas em favr
Oa parte que flzer o convite. Esse convite
devera ser feito por interm-dio de um oficial
que enha f publica, o qual certificar a dat
em que entregou o mesmo convite, para assim
ser computado o praso
XXXI
REGULAMENTO
O Governo poder, de accordo com os con
tractantes, baixar um regulamenta de contar-
midade com as clausulas do presente contra-
cto.
PROPOSTA
Para a illum:nofo e publica e particu-
lar da Cidade do Recife, Estado de
Pernambuco.
Os abaixo ass'gnados, Alberto Fren 1 &C,
candida es a concessio da illnminagao electri
cada cidade do Recita, jutgam deseo dever
offerecer os seguintes preliminares s bases
qae apresentam para organisagio do respecti-
vo coutracto:
A organisagio de um Contracto de conces-
bo as condiges peculiares do caso ver tente,
crasa qae off-rece as sua- dificuldadea. A
condigio preliminar a preeneber que a nos-
sa Empresa de Electricidade devera obrigar-
se a fazer acquislgio de todos os bens da
actual Corapadma de Gaz. O prego deslea
relativamente elevado, e de momento falta to-
da e qualquer base positiva para urna rasoavel
avaliagao dos mesmos,
Se bem que em 1889 os competentes Peritos
livessem avahado estes bens na importancia
de rs. 931:917/528 (novecenios e noventa e
quatro eolitos, noveceotea a deaeaeta mil qui-
nentoa e viute oito rei>), o que quer dizeruma
avaliagao feta ba cerca de 6 annos alraz,
de toda impossivel deixar de reconsiderar no
prsenle, ato perto de 6 annos dep^is, no
valor eflectivo actual dos .bens entio avalla-
dos.
Encarando com toda a jualeza a situagao,
nio haveria nada de exagerado em tomar em
coosideragioannual nunca inferior a 10 V vis-
to como impossivel que os objeclos de entao
contrariando a ordem natural das cousas, se
tenham conservado tnvariavelmente no mesmo
estado ; nestas condiges rumprria fazer dea-
de j um abatimento de 50 |. oa importan-
cia da citada avaliagao.
Feta a dedugao ac ma, teriamos entio o va-
lor real da installagio avahada por aquella
importancia em 1889. Cumpriria agora ao-
crescen'ar-lhe importanc a dos augraentos
realisados at a presente data, cujo valor of-
Acial ain a contina desconbecido at boje.
Estas considerages pezsm cem tanto mais
importancia no animo de um Conceasionaro
seno,=e eslamos plenamente convencidos que
o Governo o iirimeiro interessato em s
admitlir pretendentes desta categora-quanto
6 cario que o mesmo pouco ou nenhum pro-
veito poder aufenr ta actual I08iailagio de
gaz que ser coagido a adquirir. Aceresce
que a siluagio mais diflicil anda sa torna,
giagas asdeploravea condiges da taxa cara-
b al, quediculiam >m extremo a inveotidu*
ra de capilaes europaus.
o exposlo salta ev dencia que i nad-
missivel o pagamento immediato da somma de
9949178528 e mais a mais a importancia dos
accrescimos posterioras realisados oa Instal-
lagio. ,
Ainda mais, pensamos que s se poder
crear em bom p urna Empresa verdadera-
mente-i, lomando o Governo a seu cargo a
responsabilidade nominal da actual Compannia
do Gaz, limitando-se a pagar aos actuaes pro-
pietarios os competentes juros de o /.-seis
por cento.
Os novo concessionarios tontariam a
seu cargg o pagamento distas importan-
cias, podendo alm disso obrigar-se on
ficando ad libitum dos mesmos desembol-
de vez em quando certas e determi-
Esta ter quanto pcssivel ser constuida no
ediiicie da actual fabrica de gaz
Caso nio baja para isso espago suficiente,
o Governo ceder gra uitaiceate um terreno
convei.ienie, que se preste a construego de
boas funiages, ao fcil iransporie oe carvio
e postua ua immediata visinhanga agua suf-
fictente para a alimcut-.gio e cond"iisacao
A Installagio inteira ser construida de ac-
cordo com os c 'iib -i i los sy-teraas da firma
Siemens & Ha'ske, cora machinas e appare-
lhos exclusivamente d'estes fabricante .
As condiges essenciaea da Iostallagia obe
d -rao ao typo da Installagio do Para.
E' quasi e>cusado mencionar que a Casa
Siemeos & Ilal-ki- lera tomado a si a illumina-
glo elctrica da raaior pane das grandes cda-
das de imporlaO' ia, taes como :
lierhm, Vienna, S. Pete sburg, Moskow, Pa-
rs (Clictiy), Madrid, K'penbagen, Stockolmo,
tlaag, Kovurdans, Cubo, Guatemala, Para,
Valparaizo, Batavia, Minas de Ouro da Airica
Meridional (Johanisburgo).
S no Brazil, alera da cidade do Para, "Sl
concluindo a illuminagao d s Docas de Santos,
e acaba de fecuar oa Bahia contracto para a
conslrucgio de urna grande 11 u ta deBonds
Elctricos, e fra rautas outras pequeas ins-
tan iges.
Basia-nos remetter com a presente um l-
bum das Installages Centraea de Electricida-
de executadaa pela firma e so ficar eonhe*
cendo algumaa das maiores Intullagea da Casa
Siemens & Halske.
O systema eleclrotechnico que ter de serjj'rgg s
adoptado na IostalUgio, ser de ordem tal, jtro 0
elegantes consolos presos s fichadas dos pre-
cios ou ntio em parte nos proprios mastros
do circuito. As lampadas de arco terao alm
do mais, um pequ no reflector collocado exacia-
m ote sobre o foco luminoso, de modo a pro-
yectar uniformemente a luz inteira sobre o
sol". As lampadas sero providas de arma-
ges ornamentaes de bom gosto e elegancia,
como raelborse verifica das estampas que so-
guera era Annexos sob ns. 5 6.
Os mastros para as lampadas de arco, loda a
vez que seu empego fr necessario, serio
constiiuidos de tubos ornamentes de ferro
forja lo, em forma de bculo superposlo a um
scco. 4 altura focal i ara as lampadas incan-
descentes ser de 4 metros, e para as lampa-
das de arco at 7,5 metros cima do nivel do
solo.
Para os mistres da illuminagao particular,
os conductores serio trazidos pela empreza
at entrada do pre lio, correndo a installagio
intern por conta do consumidor. Claro que
so deve deixar ao maior ou menor gosto e
medida das posses do consumidor, a respon-
sabihdade exclusiva na escolha da installagio
doraic liar mais ou menos simples e modesta,
mais ou menos rica e elegants, como melhor
llie approuver.
Na breva revista cima, acreditamos ter dei-
xado convenientemente esclarecidas as diffe-
rentes qu-sies easenciaes que mais de perto
interessam a concurrencia e ao projecto ver-
tentes.
Os abaixo ass gnades, Alberto Frenl&C,
oegociante8 estabelecidos na Capital Federal,
ra Gongalves Dia8 n. 38, repreaentantes da
firma Siemeti8 Halske de Berlm, por si ou por
empreza que orgaoisarem, propem-se a fazer
a illuminagao elctrica publica e particular da
cidade do Recife por meia da electricidade
de conformidade com o edital de concur-
rencia de (8 de Maio de 1895, publicado no
Diario Oficial da Capital Federal em 29 de Ju-
Iho do mesmo asno, 80b as seguintes condi-
ges :
1.* O gove no do Estalo de P rnumbuco
concede aos abaixo assignadoa, pelo prazo de
35 annos, contados da inauguragio do servigo
de illurainagio, o direilo exclusivo de erigir e
explorar orna installagio central elctrica na
cidade do Recita, para fornecimento de llurai-
nagio publica e particular, assim como para
' fornecimenio de forga e outros quaesquer mis-
que a mesma se possa prestar. Den-
referido prazo nio poder o governo
que de urna nica Estagio lentral, se potar ;C0DCeder n lerceiros era concessio anloga,
prover de luz e forga a urna irea de 20 kilo- !n9ltJ mesmo o simples direito de assentar as
metros em ralo, sendo que rae liante recursos j rua3 0 pri5as publicas nem conductores, nem
auxiliares mutto aimplea aera possivel ir anda outros quae quer raatenaes para produego de
muito alm- ... j luz o torga ou outros mistares a que possa
A esiago de machinas sera prvida das me-1 pfe8ta -se a Installagio elctrica em projecto.
cojas comas sao pagas poloi meamos gover de perderem a mesma caogio.
sar
nadas sommas a titulo de amorthacao do
capital.
Para que se possa avaliar os encargos do
novo concessiooario, basta considerar que
dado o prego de 1.000 contos curo para ava
liagio do mattrial existente, teria elle (fe pa-
gar a importancia annoii Ori 180 conloa papel
a titulo de juros ; a caso elle pretenda amor-
tiaar esta aomma no praso de 29 annos com os
competentes juros, o seu desembolso annual
se elevara a 219 contoa papel.
Ora, forca recoobecer que semelhantes de-
aembolsos coostiiuem encargos pezadi-simos,
dado o valor relativamente insignificante qu*
a velha installagio representa para o novo cor-
ce8sionario. ...
Se nio obstante todos estes empeclhos, nio
s nos animamos a assumir a responsab,-
Ihorea caldeiras tubulares de seguranga, e
oem asaim de po i -rosas macbinas de triplica
expansao e marcha lenta, constituidas como
as pnraeiras era rigorosa obediencia ao Ca
hier des charges especial da Casa Siemens &
Haleke.
As raacoinas serio providas de reguladores
elecincos, que asseguram a mxima regala
ndada e uniformidada d'aquellas e conaequen-
tmente a da luz. As machinas serio alm
disso directamente conjugadaa aos Dynamo*.
A conslrucgio de semelhantes Oynamoa foi
iniciada pela firma Siemens & Halske, e ain-
da bem recntenteme acaba de receb r nma
delles de 1200 cavados, cuja phxographia
segu em Anoexo sob n. 1, a grande meda-
lita de ouro, alias nico premio d'esle genero
oa Expo8igio de Chicago de 1893.
Em Annexos sob ns. 2 e 3 remellemos as
eslampas de outros Dynamos da mesma es-
pecie.
Sobre o valor ea aceitagio destes Dyna-
mos, falla mais eloquentemente que tudo o
successo da nova Fabrica de Chicago da Casa
Siemens & Halske, fundada em 1892.
Ella nao a levou a effeito a construegio de
Dynamos de 2 000 cavalloa, como em um
nico anno s para a Amaricado Norte fa-
brcou alm do mais, 26 grandes Dynamos da
capacidade total Je 29.000 cavallos.
A corrente gerada nos Dynamos passa para
um quadro de destribugio, em cujas nlacas
de marmore achio se montados os appare-
lhos e dispositivos necessarios direegao. re-
gulagio e ttacaliaagio do servigo. Ba-ta um
uoico hornera collocado junto a este quadro,
para dirigir o servigo inteiro.
O quadro de dettribuigio possue alm disso
ainda vu-ios apparelhos necesaari03 de aegu-
ranga ; de aorte que em casos de accidentas
ou de pertnibagea inopinadas, em cousa al-
guma vira a soffier o funecionamento da ins-
tallagio. ... .
Aceresce que paa melhor arada razer race a
eventualidades d'esta ordem, a estagio de
machinas provida de mais um a?grega1o
aidicciooal completo de apparelhos (Motor,
Dynamos e Caldeira) a t'tulo de reserva.
Por ultimo aseguiaoga e eetabilidade do
trafego garaniida por um deposito completo
de pegas nece8sarias de reserva.
Do quadro de deainbuigio partera certo nu-
mero de Conductores para o ponto central
do conaumo.
Aqui comega, propriamente fal ando, a ver-
dadeia rede de diatribuigio, a qual cora-
po8ta de fioa ligados de tal moda uns cora os
outros, que mearao quanlo algum deilea
aeia porventu-ada quatqu'.r modo da unifi-
cado, oa demaia encarregan-ae incontinente
da transmiaaio da corrente.
Todas aa lampadas, motores, etc., so ali-
mentados com iLteira independencia uos dos
ootroa ; qualquer perturbagio que acaso com-
prometa urna das lampadas, ele. circuaiBcre-
ve-se pura e exclusivamente a esta, e nada
mais.
Em surama, na icstallagio aqui projectada
s existe urna e nica rede perfeitameote ho-
mognea e aolidaria em tods as suas partes,
na qual os geradores todos emittem a tolalida-
da ae energa produzida ; e nio obstante, esta
mesma rede dolada da mxima capacidade
uul e da mais completa seguranga e estabill-
dade nos servigos mltiplos que presta.
A reda mesma ser cooduzda areamente,
suspeoaa em fortes e elegaotes MASTROS;
parte d'estes serio anlogos ao representado
no annexo sob n 4 os demaia terio de variar
contarme as condiges locaes. Os COJNDU
CT0RE5 consario em parle de nos da cobre
polido, era parte de tios solados, segundo as
necesBidades techolcas.
Toda a rede ser abundantemente prvida
dos apparelhos necessarios de segurangas de
pararaios, segurangas de chumbo, eic. as
ras estrenas os conductores se apoiario em
bragadeiras de tarro, corridas ao longo ou por
Cima daa casas.
A illuminagao publita aera ejecutada
nos ras menos frequentadas por lampadas
incandescentes de 16 velas e as demais por
lampadas incandescentes de 25 velas as
pragas, pootes, ele e outros quaesquer pontos
importantes se empregarii lampadas de ar-
co de nunca menos de 2,000 velas Todas as
lampadas da illurainagio_publica serio prov
daa do competente re:
obo de vidro protector, e trama da rame
2.a Os concessionarios, ou quem uas vezea
flzer, obrigam-ae a construir uma installagio
elctrica de primeira ordem. na altura dos
mais modernos progresis da Electro technica.
A installagio sera executada segn lo o mais
pertaito systema e com oa ma-tiinism >s e ap-
parelhos da firma Siemene & Halske, de Ber-
lina, em condiges de abastecer de energa
elctrica a uma rea de 20 kilmetros on mala,
a contar da Estagio Central. Desde j *~ln>
staMaco sera apparelbada para a alimeniagio
de 5,000 lampadas incaniescentis de 16 velaa
ou seu equivalente no mnimo; alm d'isso
ser dotada de uma ns allagio de appirelbos
de reserva, de modo a garantir em tudo e qual-
quer tempo a seguranga e estabilidade do ser-
vigo. A rede de distribuigio ser rooduzida
aereameote em postes metal lieos elegantes.
3.a 03 coocesaiooarios ou emprexa que or-
ganisarem, obiigam-ae dentro de 3 mezes coa-
tados da data do contracto, a apresen tar ao
goveroo um relatorio com todos os detalhea
sobre a illuminagao a executar, discriminande
minuciosamente caita uma de suas partes com
ponentes.
Oulrosim, obrigam-se a comegar as obras
dentro do prazo de 4 mezes contados Ja mes-
ma dala; e dentro de 12 mexes contados d'es-
te ultimo prazo, a inaugurar os servgos de il-
luminagao publica.
4a A illuminagao publica aera effcCtuada
as ras de maior ira sito com lampadas in-
candescentes de 25 velas e as ras secunda-
rias com lampadas i icandescentes de 16 velas.
Em certoa pontoa de especial importancia, se-
rio empregada. lampadas de arco de 2,000 ve-
las oo mnimo. As lampadas incandescentes
nio distaran em geral mais de 40 metros orna
da outra. A posigio de cada urna daa lampa-
das aer fizada mediante accordo entre o go-
verno e a empreza.
5.a Oa concea8ionarios obrigam-se a eflecluar
sua custa todas as despezas com a installa-
gio da illomraago publica, taes como forne-
c memo de postes, coosolos bragadeiras, lam-
padas incandescentes, lampadas de arco, flos
conductores, segurangas, etc., inclusive a moo-
lagem completa, em condiges de entrar em
servigo de funecionamento.
6 a Quanto a llumraagao particular, os con-
cessionarios obrigam-se as ras era que hou-
ver consumo suficiente, a assentar os compe-
tentes conductores e a estabelecer as conve-
nientes ligagOes para os predios. As despe-
zas de assentameoto de conductores at a en-
trada do predio correrio por c< na dos conces-
sionarios ; ao paaso que por out'O lado o cuate
da maiallagio interna correr todo por conta
dos particulares
7. Os concessionarios se obrigam a tomar a
seu cargo e conta o fornecina-nto de energa
para illuminagao publica, bem como o respec-
tivo custeio e cooaervagio, II como a tarefa
de apagar, accender, limpar substituir as lam-
padas incandescentes e de arco, mudar os car-
ves d'eslsa ultimas, ele, comiato que nio
occarram desarranjos eccaslooados proposital-
ment por terceiros; tudo sob as seguintes
coodiges:
1.a At 1500 lampadas no mnimo para a
illuminagao publica, de 16 velaa ou o respecti-
vo equivalente, pagar o governo.
Illuminagao diariailluminagao diaria de 6
horaa-delOhoraa:
Lampada incandescente de 16 velaa30 res
ouro 27,5 ria, ouro.
Lampada incandescente de 2o velas46 ris
on o-43 ris ouro.
Lampada de arco de 2.000 velas-320 res
ouro 300 ris ouro.
2.a Da 1,500 a 2,500 lampadas para illumi
nagio publica, de 16 velas ou o respectivo
equivalente, pagar o governo :
Illumioagio diaria de 6 horasIlluminagao
diaria de 10 bora: :
Lampada i' candescente da 16 velas-27,5 res
ouro25 ris ouro.
Lampada incandescente de 25 velas -43 ris
ouro40 ris ouro.
Lampada de arco de 2 OJO velas300 re a
ouro280 ris onro.
3.a De 2,500 lampadas em diant- par a il*
lumm gio publica, de 16 v las ou o respecti-
vo equivalente pagar o goveroo :
Iilomioagao diaria Illuminagao diana
reflector esmaltado de
protector, e trama de rame
Qno o ftarecendo um aspecto elegante e agra-
davel vista. .
As lampadas incandescentes se apoiario em
de 6 boras
Lamp. iacaod. de 16 velas
25 ris ouro
Lamp incand. d) 25 velas
40 ris ouro
Lamp. de arco 2.000 velas
280 ris ouro
de 10 horas
23 ris onro
37 ris onro
250 ris onro

, *
?



J WUTAD
7 .- .'""


o


Diarlo de Pernambueo Domingo 1 de llano de 1896

de
10 velas
16 velas
23 velas
por mez
e por mez
e por mu
Nos oreos acimn eVl subtendido que a illu
Boacao fuoccionar invariavelmenle todas as
abites.
Os consumidoras particulares, admtlido am
consumo medio d<-, 4 aeras de luz por noite,
pagarlo por cada :
1 lampada iocand.
2:000 ris ooro.
1 lampada incand. da
2:750 ris "Uro.
1 Inmpada iocand. d
4-300 reis'ouro.
Para lampadas de maior forca o pagamento
aera calculado pioporcionalinentc.
Oscousumidorrs peliculares poderS', out-o-
aini oa"ar de conformidade coua as indicacues
de ot Contador e-pecial de elecKicidad*, a
neste caso a taxa se' Je por cada 1.000 vol-
Ampere-5i0 ria ouro.
O custo ou aluguel do Contador correr por
conta do consumidor particular.
Sobre a base dus presos cima, 03 concedo
nano* podrro, canfjrrue o numero de lampa-
das e o te'iipo da respectiva illuramac.ao, con-
ceder aos consumidores particulares .ihalimen
tos ate 10 /. dos an-sm*, e isto em obediencia
urna escala para esse tim especialmente orga.
Disada, e que ser revista de anao em anuo.
Para a liuminacSo dos edificios pblicos,
os concesionarios concederlo abatlineoto de
10 io -<'bre as tazas marcadas para a Ulumi-
illuminacao da Santa Casa de Misericordia.
Fica emendido que as deepez-is de wslaiia-
cao interiu nos edificios pblicos quaeaquer,
correrao por conta dos respeclivoa consum-
dores. 8,
O eo/erno pagar a illuminago por mez de-
corrido ; cm caso de impoi.tualidada pagar os
juros da demora rasao de 6 ,[o ao auno, so-
bre as qujntins era debito. .
Os consumidores particula-es pagarao igual
mente por mez decorrido, cabendo a Empreza
direit- da exigir dos mesmos o pagamento
u lo de um mez da consumo, e de corlar
Guarda Nacional
Qaartel do comtnando da brigada de arti-
Ihhria do muuhipio do Reoife, 28
de Fevereiro de 1896.
Ordem do dia ti. i
Par^ cumpr meato do qua oi deter-
minado pelo I.lustre rir. Co ouel C an.
mandante Superior Interino fase- pre-
ciso que, com urgencia os Srs commaa-
d.ntes dos carpos e capillo secretario
remettam a esta commando a relaja
nominal doa offici;s, afina de ter exe-
cucao o ari. 304 1." e 2. do Regula-
ment proces.aul orimiopl militar, con-
forme raquis.tou o Ilustre Sr. Coronel
Comonndanta. da Guarnido Federal
nes'.e Estado.
O coronel,
Alexandre de Souza Pare ra do Carmo.
l$T4#ti Di MlO
o
adia
em caso de im*
commun cagao da corrale,
pootualidade.
y.
Ao lindar o privilegio da actual Empreza do
Gaz o Eslado tora acquis sao de toda a sui
in=ll,.cao e a arrendar aos novos concessio-
narios com todos os direitos concumita<>tes,
media ite 0 paga nento do juro annual de b .
calcula lo sobre a avaliacao, que era cuso algum
deveu'i esceder de 1.030:0005000 ouro.
0= concessionarios ler&o a faculdade de pa-
gar em qualquer momento ao governo a somma
de 1.000 coritos era sua totalidide ou em par-
le Ou en'&o po lerao reservar to los os annos
nara o overno urna cerla e determinada quota
dos lucros lquidos da exploraco, a qual sera
insc.rpta a ti lulo de amortisacao dos l.ww
contos. Ao meamo lempo qua fr sendo amor-
tieadu o capital de 1.000 coot-s, sera propor-
cionai.neniereduzila a importancia do respec
tivo uro de 6 o qual dever ser .en'i) cal-
culado sobre a quaotia amia nao amorlisada.
O- concessionarios poiero anda calcular a
sua amortisacao de molo que ella teohacome-
roa pirtir de 5'. quid'o anno, a contarda
data do centrado, e termine exactamente na
data .'m que se exgotar o prazo da concessao.
O fa to do arrendamento e tomada A- posse
dos beni da Empreza do Gaz, confere aos no*
tos concessionarios os mesmos direitos e pri-
vilegios d'aquella, ica-l.es assim facultado
foruecer gaz, electricidade ou as duas cousas
ao mesmo lempo.
II1
Finio o praso da concasao, lera o g-iverno
o direilo de lazer acquisico das installagOas
de gaz e electiicidade, medanle o prego que
fr estipulad.) por avalhco de 2 peritos uo-
meados por cada urna das partes. Caso o go-
verno preli a abrir nova concurrencia para os
referidos servigos, os actuaes conceasi narios
terao pr- fereocia sobre as demais em igual la-
de condigetf.
Os proponenles sujeilam-se a mulUs Im-
no Elilal de concurrencia; salvando
os casos de
pro-
post
poriu os casos de forga manr, ou os caso
accidentes ioevitaveis e de d<.mnilioagOes
taes.
13.'
Os propnenles sujeiamse a todas as
mais clausulas do Edital de concurrencia.
de
Questura Policial
SeccSo 2.*N. 44.Sacretaiia da
Qu'sutra Policial do Estado do Pernm-
buco, 28 da Fevereiro de 1996,
Ao T. Coronel Dr. Julio da Millo
Filho, D. Secretario da Juatica a Ne-
goc;os Interiores
Participo-vos qae foram honten reao-
lhid'>s Casa de De'.ens&o oa seguintes
ind viduos:
A' ordem do subdelegado do 1.
di*t icto da freguezia de S. Jos, Jos
Gregorio de S Estevas orno alienado,
at que posa ter o c >.veniente destino.
A' ordem do subdelegad > do 2. dis-
tricto da freguezia da Boa-Vista, Jos
Raposo de Oliveira, por crma da ari-
men'- s.
Commuaic .u-me o delegado de policia
do d. tricto de Catende, do municipio de
Palmares, que no dia 23 do corrente
mez no lugar Larangeiras d'aqaelle dis-
tnct) tr.~.varara luta entre si oa indivi-
duos Bllarmino Pereira de Cerqueira,
Jcs Thomaz de Villa Verde a Manoel
Ferreira de L grave jente farido a levemente o cida-
dSo Pedro Antonio de Lima Tenorio,
que n'aquella occaai? tent a apasiguar
os oa endores.
A r.sp.ctiva autoridade, tomando co-
nhecimeuto do facto, procedeu cjntra os
mesmos individuos de conformidade com
a le.
rtade e frateroidade.
Pe i Dr. questor, o delegado encarre-
gado do expediente.
ose' AntonioPinlo Jnior.
Questura policial
Serrcao 2'N. 45. Secretaria da
Questura Policial do Estado da Pernam-
buc 29 de Fevereiro de 1896.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mell>
F-lh< D. Secretario da Justina e Nego-
cios Interiores.
Participo.vos que foram hantem re-
co!b:d s Casa de DdtensS} os segua-
tes individuos :
A' ordam do Subdelegado da fregue-
zia i > liecife, Evea Belleck 4 Antonio
Felippe do Espirito Sant> como desor-
deiruo.
. C n -n unic ju-mo o aiesmo subdelega lo,
que uontem, por volth tas 11 bora da
manlia, fai encontr do no rio Capibari-
be o (tdaver do catraeiro Fortunato 8o
drigu^s de Andra e,
(jwlla autoridade, tomando conbi-
cimeu' i do facto, fez rem ve* o di,o ca-
dver para o CemitHrio Publico de Santo
Amar afim de ser viatoriade e depois
inhumado.
Saude e fraternidade.
Pelo Dr. questor, o delegado encar-
regado doexpedieate.
]os Antonio Pinto Jnior.
CAPITAL FEDERAL
Dau s a' 21 do corrate.
No uia 0 foi reoebiee o Sr. Dr. Bsifarro P r-
teiia, ministro da Ropubca Ar>*eutiaa. cora o
.-eriQooirtl au -8.y!o em anl enia pobli'a dida
pjlo S*. pra-i'en.' d* Bepur-lici quem apre-
seutoa as saas creieactaes
AsoUtiram ao acto todos 03 minislros prese.i-
les nessa cauiai e a san civil o ru:liiar do Sr.
presid-SQi-9 da Repabhca.
O Sr. ministro a-uentiao foi cobiozJo da
saa resiiencta ao palacio do govooo em ca -
roe n de casa io Se prwtdeo e da ReiubU-
ca, acoaiii?nnado dJ S 1. le'ie.te Maga'.jes
Cd-tto, aiudame <:o ordena de S. Etc.
A' pjta do p^ac:.) dj governo praiton as
hon as milita es lOMi ala .10 W baialQa. de
Infantera.
A > ap-e-fntar as au'i c edeacaas o S'. D".
Epifioto Port-lla proaaaaioa o se?uinte dis-
curso :
Seaor PresidenteTan?o el boior de poiar
eo manos de Vontra Exnlleacia l8 oartaa aa-
Ukgrafas del Seno- Prsidenie de la R-pablIca
ireantiaa, en aue li-me bi-n prt;ciparo3
que, por tiabe- suo ruejawWoa e.i outra p^rte
los sen-icos del Seor M-un Qit ia, trau,
su Bseiada Enraordiaano y Hianuo P-eaipa-
lencMfio cerca del gobio.-n. de Vu-stra Ex^l-
leocia, se na ser i Jo poaar l miu) su
o, y noa brarme con el m.sai) caC.er pira
soniiouaria.
H-i acptalo, itiB. Seor, coa Intensa satis
f.iiu I muy Uj naoat de repreaaaUr al j-
aieraoaV mis paii carea dai Vaesir, par li-
v'ar-iie v.ncoios de viejo a'ra;40 de ca-ioo y
sinpatia, a la n^ble y (eaercia niiia braii
D*.
G drias y aciici-s comunas ii.fjrm to, E .
Sea.-r, la iaalterab- l's II :io i d^ amist' 9.1-
e voest o tais y el m.o ; las medallas con el
esculo de los Euados Ua.d s del Batl.qa
lucen nuestros viejos veteranos, y las qae os-
i<-oin los Tupiros con el de la Kepu)li;a A
ge i Lia. maesirau que uoJjs lactarou por l.
cjasa de la oiviliZiCion de naestra Amrica,
y no b>y fue-za humana capaz de destruir Vn-
culos aa tal auerte frmalos.
Asi, para donar mi misin solo nacessitar
dejarxe guar por las naiorales inclinaciones
de mi eapiri D y ser en toda m.-m-u^o liel in-
terpreta de los ren'.i oientos de mi pus cao el
respecto I vue-tro, cujas destinos tan digna-
mente regs, Esm. S'oor.
D .cjdjs boy los Estados Uaii >< del B-az 1
y la R-'pabUca A'Kentina impeisa- em pro-
greso-, por las artes de la paz, nada se o:-on
que marebea de par tambin en ese id? .
Ya se han creado a favor del reciproco inte--
:acbio de sos pro lucios, moy coaslderblJ3
elaciones oajerciales deatioadas esiabelece
satre los dos pai-e. solia.indades eseomicas
ds escepc onal importancia ; y traigo de mi
Gobierno, Exm. Seaor, el eacargo es.s relaciuaes eoomioaias atlixar ano
mas, si cabe, la an'igoa amistad, por ventura,
icalta'tble basta boy eni-e ios Estados iidos
del Brazil y la Repblica Arg<-n ina. Didoa,
Kxm. Seaor, los aniecedeu'.ps qu-i be tan'do el
noaer de eavocdr, no teaga duda de qoe llalla*
r fcil el cumplimento de mi misin, si os di-
guals dispensarme el alto favor com qoe ti-
vestes a bieo disliaguir i mi baaorable ente-
ivsso-. He dictio.
O Sr. Presidente respoadeo :
Sr. Ministro Agradejo o testeaiunbo de
apr*cj qae S. Exc. o S-. prssideote da Repabli-
oa Arfceolioa acaba de dar i dos istados Oai-
1 .- do Brazil, arredrndolos, pela carta qae
me entregis, no carcter de enviado exUordi-
nario e ministro pleoipoten:iafiario em substi-
tulgao do S-. D. Martio G rea Mroo, coja re-
vocatoria tainbcm me entregis, e qae de xa
nesie pz gratas reco-dasO^s. E' igoalmente
para mim motivo ae jas'.a satisfago a escolba
da vossa pessoa para to elsvado cargo.
Os sentimentos qae manifestis do vosso go-
verno pa a com o do Brazil sao por este since-
ramente correspoidiiog. Fcil, pois, sera a
vossa mis f naturaes nclina^Oes do vossa espirito.
te Imposto, mas para solemolaar a inaugura.
cao ca estatoa do marecbal Manoel Lau Oso.
rio .
O i-, ade M-li8ne, m'Diatro de Italia, ai? aj
dereo. i or urna nota an governo brasilero oa
aoes -nxili ,* qof e i" p e t iu ao comim na.
'- tli.'Ulidi.ie du crozador Lomnar
S l.\c. agraOece tamoem oessa do i
vwrno do Es;do do Rio. o deaia*nt>
n.'r,i-tro o fxte'ior qae te acbava i
al-ii.-euUi nado na llua Grn i **-us
compa'ricta faz grandes elogios ao es >ele.
Clslen u mi-'i8ter"i ta manuha deca' ^a
I lllo do coroo d1 Sao;n (Jatbri ia q ,
a *diio ail'mio Erailio Laesje
c< la de o'acnin^ti de 3' claase, di ad pal
mp rio i Merca-,, oeve ser ella reconn --i i
lasbuturi lades cjmiieien'.es cocbi .i u
I <
Os presedeates de solidanedade, a qis a! u-
dis, assego-am qae os do.8 povjs anda mus
estrellaran os lagos da cordial amisade qoe os
ligam, pro novenao com a paz tolos os atares-
e- qoe concorram para o seo mutuo engran-
de ixe to e prosperidade. Em lao nobra era-
peono podis cootar, Sr. inioist'o, com o mea
;el co jco'so e o do m>>a governo.
Na audiencia de 20 do jaiz da Carara Cri-
minal do Tribunal Civil e Criminal, o Dr. Al-
fonso de Miranda, o S-. D. Inno Machado,
advogado do r. JoSo Cordei^o ac uioa a cita-
Cao feia do Dr. CavaLaa'i Millo para exbibir
o or.gmii de un artigo editorial, publicado no
iRio de Janeiro.
O D-. Uavalcanti declarao qu? deixava de
exbibir o autograpbo, porque o artiga eslava
assignado e oas termos da cotigo tio solidario
-a o redactor, como o proprictario e o impres-
80".
O jaiz mandoQ Uvrar por termo a destara-
C.-.
Esteve tambem preseite o Dr. Frederlco
Borge?, outro advogado do reqaereote.
Diz o Jornal do Commercte de 21:
O Sf. J. A. Olier nos desla'oo pessoal-
menle qoe aoniem oflsrecea por 200 apolices
do Esti.i.) de Peroamooco mais do qae o prec/>
por qae h an veaidasr declarando o corre
cior qne tiana ordem do jaiz p ra nia retalbar
o lote, sin la qae o prego fosse m uor, sendo
sslrn g'an leajeat-3 tesados os interessalos.
O Sr. Olive: Val protestar peranta o jai com
pelete.
Diz a mesma folba, de 20 :
O Sr. majar Rocba dos Sintos resebPU hon
tem telegram a do Sr. goveraadar do Amazo
oas communiciado ter passado proco'agao ao
Sr. Tapaji e a u-ncosbecido advogado desta
capial, arim de pninwer parante o Supremo
T-manal Federal discriminag i de li ait-.-s de
Matte-Grosso com aquella Estado.
E' a primeira ques fto de limites entre os Es-
la ios levada joelle Tnoonal.
A Noticia*, pub ion o seguate tele-
gramm i, recsoldo de New-Yjrk :
O depoiado federal Armar Ua'ta apresen-
ta a o projecti diaca*sao sobre a oecessida-
d- de oaa alliaaca offaaslva e defeasiva das
repnblicas bisaaio americaaas, no seutido de
orotegel*as coatra as violencias das grandes
nagoes.
Affirma a necessidade deesas repblicas se
unir a fomaado potencias navies pira dom*
nar o t-aflc> de Nicaragaa, ligar o resio da
America e adqoinr CoDa.
O proje:to foi tomada em coaaiderajao, co-
mesando a dlscaeao no da 17.
0 Sr. miuielro da guerra dir gio o se.
u teavua ao Sr. ajodaole.geaeral do exer.
cito :
En solnc) cooeolts constante do vosso
offi to n. 8,798, de 3 de Agos'o do atino passa.
do, scie i' o vas qae, segan 10 declara o mi.
ni-ierio da fazeud m aviso de 9 e de 29 de
Janeiro uliimo, est&o ujeitas ao imposto do
sello as patales cooferiodo honras dos postoa
immediatos ao de coronel, inclusive aosofn.
ciaas honorarios reformados qae serviram no
exercito em opersc6es contra o governo da Re.
puolica do Pa agoay, por Uso qna essa com.
missao foi falta o&o para reman rar servigos
prestados niqoella campaoba, caso em qoe le-
ria logar a siogo do pagamento de gemelhaD jj' de Cana.
Doas ciil msurr :top, sjb o coun-n^oto
cDefe Maceo, de xara /i FiOr del Rij U \d ido
a rtir g o da pro ia ii de Hivaia, i'o e-
l'grapim eai da ae 18 lo orea que e.<8^
,-Otfe ) operoa jaueg^o com Mixi no G ?,
aa p oviocla men.iicnadl'.
As r .p s, d qa > discej es es u.n eefea
>nso-rectos acbam se reoaiias e proap us a
acceilar comoaie com os bespanna'.
Taaabem se diz i'aqu-Ha o*oiial, qae a vaa-
gu>rda das topas de Msxlmo Gjmai BCOa-sa s
nave kilmetros d'e'la.
O lelegramma aao dia e os nove khom-< ros
cojtan-se da capital, oa d hallesdd pnvia.
cli de HiV-aa co u a ce Mataazas.
A c^epaoca Cubana, orgaa dos revolado.
na-los, qoe an Piris ap i re;ea imp-e- o aa
irancez e bespsnli)!, i-az no urna a un
mappa de Htvaaa, pelo qaal oa revelaj^ooarios
se consideram 8:ihore< de Bar-coa, Gj: ana.
me, Algol--', B yarao, Santiago, Manzaoillo, Ta-
nja, Porto Re, Nsevitas Mj-oj,Troca., San.
cti SJi-itas, Timai, Cenfaegos, Remedios,
8>ota Clara ? Saga-I.
No mesmo mapoa accresceata-se iae Garde-
aa', ditaiii3 e una parle de Hiva ia s5o
aciaalmeote dispo'adas pelas torcas ls es e
revo uciooa'ia', cji-'nio ajee as po!>aiagoe
de Miaas, Ocslele e Ma goa dclar^ram -id
herir revolugao.
Os alca des coomo' e antros p-rso-ugens de
ioflien :u te-m a taerilo a re-oiogaj.
__ 0> rev-lo loaarlos tooa'aa oji como no
pTtJ da B yin i, apa ter un se da3 provisos
a irmameatjs qae eram desloados aos o-spi.
u -s.
Ubi colama i revcla^ioaaria, comaosti a
uulnerts e eunvoanda ia pa; ima oolata, d;r-
-otoa os nespa-i'ies pe-te d- Villas.
Acaba le ebegar a no-icia da deetralcSo
estrada de ferro (e Moroa.
E't-i desmentida a na icia da morie
oaaeilna caoaaa F-'lii.
Na', cas de, Ca* pira N w Yjrk., e n i
ds 1J, ditera que os insa'gsales et.j reoaaa.
do o abiotooano a- pasigScs conquistJa3.
C -j-\ parea, qae tata retirada Obadasa a
uro plana de il i:t a > Gmez, qae o-run um
pooto estratgico pira dr combJta aoa ne:pi.
ubes.
Telfgrapbam de Havaaa pa-a Madrid, qae
o ebefs MicJ c-^m a sua forga cammette alte :-
lados at ozes coatra a vi'a e prop'ielad^ do*
haauant:? do> cimpos, caaiaainio a deva-t.r
potrenos e plaol>c5es.
O general W-yier ianJou em p-iraegaigao
dessa orga qaairo ola oa** baao armadAS e
muaiciaiis arim 1- Iba d-em cambits.
O gsoeral W-yisr di igio procLmagj aa
eaercito em apa. ages, a:jnseibanl> oniaj e
trroesa oos combit s.
O m ma geasrai, iSj pidenlo con'.or a soa
;ole a, em visia do eaado em que 6acootrou
Cuna e vea io ioe os revolucionar os cooimu im
a adquirir cada vez Jna s valios elemento-,
delaroo qae mandar a fusilar ,toJ. s os qua
cabissem p'-isioatiros das hespanhes; assi n
como ameageu de sat)m-ttr a coaselho Jo
guerra os repurters qoe forem ao ac up -meato
aespaobol, apezar das ordeas prohibitivas qae
a esse respeito deo, ttndo tambem pob'caio
um manifest em que ordsoa a todos os paiza.
nos e trabalnadores dos -ampos qae se rec >.
Iham aa cidadei e as aldeas, com o Hm de
impedir oor este meio a espiooagem, elememo
de que faz am graode oso o revoltosas.
O geueral comman unte em ebefe das tro-
pas hespanbolaa em Coba, activa preparativos
para atacar vigorosamente os revoltosas.
Serio divididas as tropas bespanholas em
tres grandes carpos d3 exe'cito, qae dcaro
sob a direegao imineitata de am geaeral da
inteira coaanga do referido commanaanta em
che fe.
Ser aban ionaio a eyslema da ataqj? por
fracgOes de torgas, tendo recebdo or-iem para
se reonirem ao carpo de exerctlo em orgaolsa.
gao todos 03 desticameataa pelas diffareates
pontos da liba.
O general Weyler seri inexoravel p^ra com
os losurre -tos que, esgoiado o praso concedido
para depo-em as armas, ra.nrem em poder das
tropas hespanbolas, seodo jalgados aammaria.
mente todos os p-isloutdros.
Sbe qae o inimigo est a nova milbas da
fronieira da proviu--.ia de Havann ; e espera
novos reforgos para formar grandes corpos de
exercito e marchar coatra os grupos rebeldes,
qoe conta desiroir, tendo reqaiaitala 15 mi.
IhOes de pesetas para fazer face s despez-.s
da gaerra.
Continaam a partir reforgas para a ilba
de Cana, tendo j segaido o baUlbio de vidr3s
que orna multidao de mais de 20.000 pessoas
saodoo eatbasiastlcamente.
Augnentam por oltimo as noticias pe-si.
mistas para os rebeldes de Coba, noiciaodo
telegra :.mas recebidos a 15 orna nova derrota
do cnefe Maceo, o qual foi atacado r or orna
forga bespanhola ao mando ds coronel Car.
neil.
Miceo abandonou' a lacta, fagiado com os
seos horneas, deixaada no campa de batalna
14 morios e oui'oe feridos.
Os bespanoes tiveram 2 mar'.os.
O coronel Coroell, qoe a frente de suia tro.
paa atacou 03 losorrec.08, ficou levemente fe.
rldo.
O general Wsyler envloo o general Arlas
em persegaig&o do chele Macee.
O marecbal Martnez Campos retobea le-
legramma do general Weyler, comrsonicando
ter chegado a 11.vaca.
Esta p oa de deferencia foi bem acolbi-
da pelos amiga? do marecbal qoe cootiai a
apoiar fraoiameaie o governa, ao contrario do
qn'?e disia.
E' para registrar o cavalbeirismo e a nobre
zi qoe traasparecem dasegainte carta da Mar-
tioei Campos ao governo :
Sr. presidenta do conaelbo de ministros =
Ao embarcar no navio em qoe regresso a Eo-
r.-pa, faltara ao meo dever se nao manif^stas-
se a V. Ex:. todo o meo recoobeclmeato qae
davo ao governo de S a Msgestade, e especial-
mente a V. Exc. eaoa ministros da guerra a
uliramar, pelas considerares qae me diapen
sarao}, adiantando se aos meas desejos e em
pregando todos os eaforcos, para qae eu saisse
oem da micha eam-eza, inda isto por honra
da patria e pelo affecto pesaaal que as coasa
gram.
Se perdi a respjnsabiiidade exclusivamea
te miaba.
O governo na> coarctoo em sonsa a'ga-na, a
comba acc&a, aea poltica nem mili amote.
Fai ea qae oio acertei ao empregsr oa meios
ao meo alcance, e as largas f acal ladea ]ae me
liobam coocedido. Nao touoe cootentar todos
os partidas,posto que esteja convenc lo de
qae elles aao foram jaslos nem imped qoe a
guerra chegasse a provincias qoe permanece-
rn) t-anqoi-l-.s dorante oa dez annos da ultima
rebelliao.
Talez pode-se aitenuar a miaba falla de
exilo, expondo diversas cauaas, est'anbas em
absoluto so governo. NS; este, porm, o
mouieoto mais proprio para isso. Reitero a V
Exc. a expressao do meo agradecimento e ro-
go-lbe qoe eleve a Sua Magestade a miaba
adbesao mais leal, mas reapeitosa e mais reco-
nbecida, ptlacalivanle bondadecom que* sea*
pre me tratoaCampos.
O presidente Alfsro. em nome da rep-i-
blica do Eqoador dirigi orna nota ao Sr. Cano
vas del Castillo, presidenta do ministerio hea
paobol, pedno qne recoobeca a indepeadeo-
0 Eqoador acorepanba os Esladoa-"ndos no
movimemo dn otidarteade americana cam as
asnir-gOe-1 divinas.
G neralnur-s'-bi este mo menta r
O tu .-en que urna .it tu te frao*a do
,i teroo f ri-aoo osata q - ni pO'il'Ca d oa- s-iwgoes di Amrica;
diffiil, pez ir das mam
d ooBcresso ae WaaaiQgtoq, que o
>_ n > 'i 'tii so-1 assomi esaa all ude.
= Pobllca i BpJC a le Ma l-i i, a aegain.
r PC*o, qo- loa fu llrigMs u >r um oo-
i tes -i n-e Itioa omb*te
i ae il Mariin-s Campo- tom i
ri > en C n, 1,1 pre m aa ai durar
^ ,i ver-se lodionadj, uos us plti '.
. iuia e arroja ios losor^eoies anoaao'
os por Mixiroo G mez. Diz o eirespai*
it-nie :
< 5l.isi:uo G -rrez, -om seis a pete mil bo-
Di i ia -ip-oxlma.id )-se dos lim'iea da p-o-
vi icia ^a Mitanza3, ;0. a ioleoga bem bvi-
delira de a invadir, co no ecabiv* de fazer m
a Lis Vlli-'S.
Mar ni-z Campns Stllofl o feu qusrtel-geoa-
r, em Cuna exoellente centro estratgico, por
.rem alii varia* iiohas fe-reas e por se
aa lo entre as .u l)ep- is fe rnanoorar hbil-neoie varia* os
lamaas. tum'Odo a retaguarda de Mixmi Go-
roez, ad a de desalojar do poato onde este se
acn vi e preparar-lbe urna se-ia derrot
GaaPZ acbava se crcalo P^la- colam-iss
des gpoerae- Campos, Navarro P as' e Luq
p I s-il, e oa n?c-*va a reualr-se sua v^o-
guarda e a se alc-ogai pela3 fo-gas -le Saa-
ras ValJa qae com AlJecoa e Caopos, cj-
n-iam a mesma vanguarda pe N te.
A operagn seria D'ilname e o t.-iaapbo q
i seguro. U ni columna, porm, nao lomou
a pinta) q'ie devia sen) 12 on li b^ras le
uo;s ss oatras e isso f.i o oast nte, aprovei-
tad. p-ias in^urectos. pira provocar o des-
aire qua t'nos damnoa c-tusoa.
M-x-mj Gao--z, aj'oveilaaio-re banilmco e
!i nerta-a iueamla exist<, por moti*o d.
lemo-a da Iludida columba, mar,-hoa pa* e.U
>, om u aa rnpid-z verdadeiramente assombrj-
a b g';as a ama alrair vel manobra, tomou
ju oio mea s se esoerava a retaguarda d
M."-'ine; Campos.
Ti-ibao geae'al insa'-ecto as sai freota lod-
sp-oviaela de Matanzas, plaas, sem montes.
: '.rli de i-anna e de eage-ibo3 de aasnaar e
un 'e, em condigOes ordinarias, nao poderla mo
ve--se ae.m tropegar c >a urna c l.imaa Blle
00 a, cal talando nerf.tim-aa-a o 1escaace-io
'norme qae levia praduz a -ua fug. laofioa
e con a su gonte, qual orda de selv.igeas
soare o Osete, quilma ido e destroioJo In-ij '
sua paaaagea e comisa se dirgese a Br
v.na.
\ eiordem es aoBiecea se reatmen.e e a-
oassas colomnas langiram-ae, cano loucos, n;.
po egul uaoto, atim Je .Viiar a aentrada de
Qiaei na capital, qaasi suppaoha ser o seo
alvo.
Sem lindas re*?ea', pirm; sem telegrapno3
q ,hi oad-is aa eatages, deairui-to^ os cam' Q-'S
e os p.ia'oes, "ooio coaaeiiair tal Intento ? 1
M.ximo Gimes porem, venia li'opo -ia fol-
iado i o camiaha de Las Villas, execotoia urna
hiail caot'amarcb. reiiowdeal) e dMxaolo
oa ladas tolas a i fo-gis hesoaoholas que cor-
ri^m desalentadas, pa* ola podarem eacoatrar
na insurrecto?.
Mi'imez Campos entai deseaperatoe dase*
loso de cortir a retrala a Gamez, esolbeu
1 200 o -leas e marchou em sai peraegoigia,
aicangaodo-a rm Andas, p'oximo a am enge-
nho qoe eitava ardendo ; e, eotre eanoaviaes
em chamma?, sustentou um combate pico de
duas horas.
Tolos 8a0am aqot qae Martnez Campos ae
Ojoil fazer malar durante essa luta, exaspera-
do, no p6 destruidos o* seas pianos, mss tam-
oem ao preseociar lautas romas e cmzas.
MauioJ de-tar p em ierra a toda sua gente
- so ''He flcoa a cavallo e em lugar ;bem visi-
vel. pa'a que o matassem.
Eaie acto de uobre beroismo deape*tou sym-
palmas, e todos oa borneas amigos da ordem
o vo recoabecendo.
Temo, parm. que seja j tarde. Os insurre-
ctos vaa queimao.io tanio I e esiSo ia euthu
.iiasmadoa e vaidosos com esia especie de
ma-cua fdaeatamsate triumpbal de Mximo
Goms I ,
A aituacao aqai, ua proprla Havaoa, e
grave.
A Patria, orgia des iaaargeatej, pablr
coc esta ordena-do da s
Qaartel.gensval do exercito libertador, em
Camagocy.=?ara txar de urna forma clara e
P'eciaa a maoelra de p'oceder com os chefes.
officues s sida los da monarchia que sejam
presos com armas na mao oa em eparsgoes, e
com os qae se apreseatem volanariameote as
noasaa calumoas ou autoridades, acabo de re.
solver o segulnte :
Arl. 1- Oa prisioneiros qaa se fizerem em
quaiqaer telto de armas por trooas da Repaoli
ca, serao pos'os immediata nente em liberdade
e devolvidos a suis flieiras, a nao ser qae vo.
lunta-u ..ente queiram engrossar as do exer.
cito libertado*. Os eridoa, abandonados, serao
re oloidos e tratados cena todo o carinho e en.
terrados os morios insepultos.
A-t 2 Serio objecto de procedimentos sam.
marlssimos, os la vldoos presos que leoham
commettidoas faltas comprehenddas aa ciren-
lar de 1 de Jalaa, po* abasos ou falta do res.
pelto mesma circular.
Art. 3- Aquslles dos prisioneros qoe forem
chafes oo cffijiaes do exercito da monarchia,
serao respeitadoa e atteadl los segando a sua
catbegor e considerados segundo as provas
de valar com qoe teobam podido resistir, e to.
do devolvidos a suas lelraa se assim o de.
sejareto.
Art. i- Oa volontarioa qoe se apreaeotarem
s noasas colamaas ou autoridades, a unir.se
is tileiras republicanas, caro todas em pie.
na liberdade pira resolverem sobre a forma
deservir causa da Ripublica, oa com as ar.
ma na mao, oo por meios pacficos, civis ou
em trabamos de agricultura.
Patria e Iiberdad8.O general em chefe.
Mximo Gomes ._...,
O correspondente do World, jornal de
Nova.York, celebron ultim.im ote urna entre,
vista com Mximo Gamas, o geoeral em cnefe
dos insurrectos cubanos.
A i-oirevi-ti teve lugar em Degonae, entre
Alqniza e Artemisa, diseudo Miximo Gomes, ao
correapoodeate do referido jornal o seguate :
__O mea propasito ao penetrar as tres pro.
viociaa occidentaea de ilba, era levantar em
a-mis a populag&o contra a Hespaoha e impe.
dir que se flzesae a safra.
Consegu realizar ambos esses prooo3itos.
Mov o raeu exercito desde o Camaguey,
com a ajuda dop mena capltaes, sem deixar da
fazer damno at Pinar del Rio, e o meu avango
nes.a provincia nao tem tido um s momento
de iaterropgao.
Drigi.me a Matanzas e, quanio a maior
parte da canoa estava destruida nessa provln.
cia, dedquei.me a mesma tarefa na de Ha.
A destruigao da caaaa na provincia de Pinar
del Rii. foi o objecto principal da minha via.
gem a mesma.
Em toda a parte foi receido com as maio.
res demoostrago33 de eatbusiasmo ; e milbares
de pessoas me seguir i, desarmadas; mas ea.
pero poder proporcioaar.'hes armamento.
O mea plano nao sustentar batalnas com
os hespanb?3. Nao me encontr com dispo.
sicea de perder armase maniges; e tam.
nem nSo me pro,ioaho a oceupar citada alan,
ma. porqua em M casa me sitiariam facilmen.
te e me obrigariam a render.
Evito tambem passar pelas povoacbes, as
mircnas qae fago. A destraigao de Gabriel e
de (rara foi urna iigao e um encarmecto, para
que aos oatros povoados nio oppoaham resis.
lencia a miaba entrada.
Fizeram fogo naqnellas localidades contra
a minha gente e, por isso, Uve que dastruil.as.
Tenaoigoalaeate inutllifado grandes tragas
la liaba ferre do Oaste, para impedir que se
sirvan dalles para transportes de tropas.
Nao lbe reveilarel qaaea sao os meai futu.
ros piaoos, mas ainda assim posao assegora'.
me qae todos oa mea i movimentos estn esta,
dados com graade antecipago e qae espero,
salvar as contingencia proprias desle casos
poder contlnoal.oa com xito.
Estamos tasando a actual campaoba em maior
asala do que a anterior, dos 10 aanos.
Martiaez Campos, que um hoaiam honrada
e qae merece o meu respeito, inicoo pessoit.
meaie a poltica qna prevalece, e ea amito me
alegrarla qae ella a contiouasse o maior eapa.
goda lempo posswel, porqae euoacumpi.
nbaria.
Seuti que o governo ncrie.aapri^ano n5o le
oh-i racoobecido beBigeraacta n:as asnero
cO'fl.dsTieii!e que ese BObolade K c-.o tao
- iil .ai <'fi.ir.as nma r.-a'i-ltd .
O > t tip'8 e. d.- i lente qne
DtO me ( lOSSivel fa i r.li. fr.jaea
qued-s-io sabr as 'u'.oraa opera(Aes milita.
r*e, p->* isso que do segrada -lepeo le tumnem
o seu r>om x i .
-
ABIES E AMims
A Opor da Pariz
Durante o mez d D-zinb ul'i o
no theatr" A 'pera df.ram-se IG e*
pr-sentagods cora a receita de 257 (593
francos A opera qu uiaior r eita deu
o Rigoletto, 19.556 fran'os, apear de
ter sid ap-nas re,ir."*eat A Frafieaonda foi iev.da a acea 4
vezes ; a Ada, o iFBB u e o tTan-
nhanser 2 ; o LuLengrin, o cSigard
-i Romei e Julieta 1 vez.
* *
Em Janeiro prximo passado es>reou
no Porto o novo tenor Picho Loinbar-
di, com a oper-. .Sonmbula.
Lombardi agradou bastante o promette
ser um artista not&vel.
Ne8ta cidade tem aido representada
muitas vezo3 a opera M'fistofele da
maestro Arsigo Boito.
* *
Na? margena do mar Negro, no g>
v-rno de Isba-san, exista urna cidade
activa e intelligan-e, que conta de 250 a
300.000 alm>s e que possue urna scona
lyrica d6 pnmeira ordam.
' a cidade da Odessa. Ah foi re-
presentado com grande luxo e desusado
brilhantismo de execucao o Re do La-
hore, de Massent.
O tenor Durot, a Sra. Moga -z e o ba-
rytono Sen'.ti foram oa pri.-icipaes inter-
pretes da opera.
Em S. Petersu..go j oomacou a esta-
go no Aqaariars.
Urna companbia que conta elementos
emo as cantoras Gabbi, Cotagni, tem
represen .ad-i as mslho.es pefas do re-
per orio it liano.
REVISTA DIARIA
Prf,'Sor-is do Est-ado-A )rufeaso-
f Man> Li-opoli-ni Co tote, rol no*
meada para a caJe'fa 'le Corren.e ; e para a oo
Praia, em Boro Coasellio, liana Florencia da
Paz e Cu'ina.
Posse de protessoreaPela Sacre*
laru di.Ioa'.ruciao Pabilo, scb&*ae insercio
em nossj uumero da boje o eJal que tino
praaa para oa pr-.ifess jr- > ul imamenle nomea*
dos a88Uiir*-n o exercicio de seus cargos.
Eia os differeutea praoos de ac:ordo as en*
Irancia3 :
4* entraocia 20 das
3" 35
2 45
I 60
Alfandegra-E*a repartieto eiia habili*
taa. a reali^nr o pjKaaieot i oa .jiuntu de
60Z14, proveaient do montepo a D. M da ljri Bxaaela .e Souza Rea.
instituto Vacclnasentco Dimos o
discurso p'OQunnaJo pelosr. Dr. Goama de S
Pereira, por occaaiia da inaogara^o desse la-
atitato.
HM Seoborea.-Ezcm. S*. Goveraador do
Eetado de Peroambuco.
ao.ues aa Medicina tefe-em um facto que,
apezar dos muitoa aoooa ja de.'u-ridos, as ex*
ponencias i qoe se o ien sab netu lo, e as
aleivos.as Invenala pelos seus detractores,
cada vez mais (uodamentoa cria par todo lobo,
molliplicaado, d'este modo, seus humanitarios
Batios.
E*te facto histrico, Mena Senhores, foi a
descoberia da v.cciaa pelo ciu-g aa ingles
Eauardo Jenner.
Molla leupo antea da ptblicacSo i'esta dea*
cobsrta, ji se bavia observado qae b mulberes
qad ordenbivam vaccaa, queapreientavam nos
peitos certas postulas, Hcivam isemploa da va-
rila, qoando erao, deatas tambem iopacclona*
dos.
Em 1774 am camponez de uiocesterebire,
animado por eaies exemplos iinoculoa em saa
muluer a em seas tiluos o paz deasai pstalas
bovioas.
Je mer, prestando attengao a esses fados,
continooa a estadal-as por longo lempo, e. s
depois de vinte annos de observado, em 1793,
pubikou o resaltado d'elias, alnrm .do os boas
ffeuoa d'esias lunocolacOaa.
De eata^ para c, a vaccinaclo preventiva,
faita com o pus da prop'ia peste, qus era n'a-
quella epj Od o meio eupregaao, toi comple-
tamente aDandonada.
Nao ae pode mais cootar boje o nnmero de
milbares de milbSea de nosaoa semelhantes
preservadua da varila por meio da innocnla-
go jeoneriana.
Nns dem-^n-'t-a a estatistl-Ja que a paale va-
rilica, qaando accomette ama populagao, c ifa
a terga parle dos Invadidos por ella, deixa do
oqneescapiu desea iaceadlo ioaillisador e
mortuano, em estado de invalidez.
Esta terrlvel molestia n&j respeita nem ida#
des, nem sexos, proflssoea, cores, paizes, reli.
gioep, riquezas, e miserias, affirmaado.se, mes-
mo, que tila tem predileccao peles oa mais bel'
los rosios.
Nao oDataotes as innunaras p;ovaa das be-
neficiadoras vaotagens da vaccioaf,a> jenneria*
na, e os medoobos estragos produzidos pela
peste, tem aquelle facto histrico, de que vos
(ailo, soffrido at heje iouse-aa provafOes ; a,
apezar d s longos anuos decorrldos, o valor
preventiva da vaccina jeaneriana cada vez ad*
quire mais brilho aite as couqnistas da ecien*
ca moderna.
Mas, Meas Senhores, em virtude de Incuffi-
ca da Ivmpha fo*neclda pelas postulas do.-
vsceinadv.8 para o abastecimento das graadas
cidadeB, dos exercitos, e marinha, forcoso so
torooo procural o ao oonto de eua oruem, no
pelto das vitellas, par um meio artificial, o qce
ea cooeegue vacciuaodo-se esses animaea com
vaccina bumana, obten io-se 'este modo iym*
pba pora e em grande quantidade.
A utilidade da vaccina animal actualmente
to recoubscila qae lodos os paizes civilisados
proenram coltival.a, criatn eslabelecimeotos
para o seo abastecimento e at para exporta-
CSo.
Bis a origem dos Instituios Vaccmicos, cojo
ti a, Snnborea, o de possar limpna vacciniea
aoimalcow, ox para e em grande qoaoti
dade.
Ap'ova do que venao de diter.vos, aqui mes
mo teodes em vossa oresenijao laetitototo
Vaccinieo Peroambacano,coja ioauguragao
asaistimoa boje, chelos de jubilo por este pro
gresso medico establecido em nossa patria
natal. ... .,
Com a su-, reallsaco a ealubridade publica
alcaaga iacalcolaveis b- neflc.ua
Biemplos deita ordem vos eacon'.ra-eis em
Pariz, Lion, Bordeaos, eriim, Hmbo'go,
Roma, Napoiea, B uxellas NcW.Yo'k, e entre
nos. na Capital Federal, Rio de Jadeiro, i. Pao.
lo. Rio Grande do Sol, *ic.
M as Seanores; para qae um estabeleclmen*
to vaccinogenico preste as vantagens que delle
se ispera, e preciso possnir urna boa dirercSo,
zelosa dos comprimeotos de seuj de ver 8r*
lleniahdo.se a oecessidade de empregar ella
em sen -ervic, i um cuidado todo meticuloso,
motivado em parte pelo recelo de qoe nao se-
jam tran-mutidas com a lisapba fa*oetida, in-
(erjOea nocivas, que trsgsm como corseqaeo*
ca o seu descrdito parante o punlico ; a mo*
Uvada, tambem. pelas rigorosas lela impastas
pela dontnoa psstorisnsa aapaia a toda
prava'.
Da certo, maii luneros, boja o mailco con|
BClencioeo e lllustrado f pode ler coefianca
em urna vaccir a, qoando elle poder p.-ovar qoe
ella i pora, oo iseta de varios vicios, conatl*
oi ios principalmente pela ypbiles e .lober*
colse.
Com a vaccina animal elle roda estar certo
da isnao d> primeira ; qca.tj ac segando vi*
coa lui-e-culoae, compre-Ite exercer boa
ig-lanci., pois boje est provado qoe as pl*
cdss para ;-< i n;-cui t6-.- da vaccina rodeo
banios de K it penetrar n > organismo da aal*
tMl.
' tamem pe'a falta dese meticuloso exa*
-.e o material do trabalha vaicinico que is
vesea ee observa noa vicciaa'los a invaeao da
i ryi %la e Je ahses'-os ; a'.u daa vaccina-
f-c-1-a, que tan'o ooocorrem para des-
,rceii'ar o* operarios qoe a tem fornecino.
Qi-aes ^erao f tea miticuioeoa cedado, prs*
roa q a devem ser torcidos para qae laes
, :< u. as vetes de eo seqoer.cias fu*
nej.as ni :e repixm com as vacunas colhi-
o^s ooa otltotos Vaccoicas T
Vou p- nlaloa ; r. i porqua de-?conbe(a qna
a iop-ir..tao p'eiiosla a eate -eriQa os Ignore,
oas 6ira para q-'.e os ouvinii'S estraabos 003*
ac p iih-fo. 09 Aiinum tambem.
Oau-mal (vitella) escomido par a p-odoeco
lo ci wiox ar'iriclal ft\e ser eadic, o logar
qne oelin se e.-colbe para a innaroiicio da vac
eioa numana, (o-dioanamenie a regio umbe*
ItCal), deve ser raspado, r*m lm -j e asseiado
c;T al caidadoa ds sotiaengia. A caltieita da
laeelaa d<-.ve e.ir feta do qoaito ao sixio dia,
oas veiti:o>a8 qoe leiibarj) Iviopba, e rao puz ?
A ly ipha deva pe gua-dada em lubaa ca*
pillaba de vid-o, aspticos, Isio sem impu*
reza algo oa em leu n-eno*. o qae ee conse*
..t". deixanio o' par horas em estufas, aque*
cidos a 120 graos, ou passaodo-os sobre a
bam.-ca ae urna lampa"1, de slccal.
Oa tobo*, cheioa de ly pba, devm ser fe*
cbadi, oque se co- seeue roo 'o Jo aa suas
i-xiruni-K-.jrs ou rom pra8na, cu rom lacre
derretido, ou ento colloc, u-l-raa na parte
D anca da cbamma de urna lampada de alcool.
Tambem se pode conservar a lympba vacclni*
c- eatre doas lamia is de vi 1ro, fichadas com
paralaa e eivolvla em laminas ds chambo.
E como da mar^?ilhaaa Ijmpba vaccioica
naca se deva peMer o lugar em qoe foi ella
laniada, poie 88' raspan, retifan 'o*8 a pol-
os caro ja, que de gly e iaa neutra, qaa cooservu-a peneitaxen*
le.
E, 8" per -acaso fallarem 'ubos, laminas a
ktly erloa, a lympb vacciniea po.ie ser posta
es vi tos de reoslo e Beccada sob urna c m*
paosla ao lado de urna va.ilhi aoutendo acido
aolforlco auhyaro e nao ao calo qae a destral'
ria.
O traoaporte dr-sie- tobus oa Is inaa feito
e j 'ub s i" raadeira. oa em ce juenas caixas
de fo h^s de Flandres, atim d: a aerem es*
tragados na via>.e.o.
Om [aslHotO Vaecislco, neos enhorea, alm
de sea HlBBt'ado dlre:ior, l-:m nec^ssidade de
TPp:tg flm, a dp.oma earcipturocan que mostr o seo
liesenvolvimento nnao-l, pelo qual se passa ra*
i-onbecer 6ea progrcSao, anasvaaiak^ns pe-au*
le a admiaiatragao ge al,ze!03i pelo bem pa*
blico.
Fiaalmeute, maa' senbor.':-, pira sa ter a
cereza ce que a vitella varcimfera eslava sa*
lia, se a sacrinca, antes de OCaresa purulentas
seas pastlas vaccinieas; e-tuda:n-?e eolio
seus o-gaoa, con pa-ticolaridade, o pulmo o
tu'alo, o bago e os ria.
Taes fa oa tina de am iosti ato vaccinieo e
os piccipes dever-as de seos opera-ioa.
D-vendo eo, meos sr-nbores, a salisfaco de
qae boja me acbo pos->oido assist n o a loau*
guracao do Ieslitu o Vaccinic V, r ^ttbucano,
ao sia.ples convite, recebado em data de 17 do
i-orreaite. feito pe i Dr. Martina Cos'a, na oua
lidado de seu amig e coilega, p-go-lhe que
aceita os mena agradecimrntos por es'.a tineza;
e como esie convite me fo. necea occisiao de
achar*me em preeenca do illuaire administra-
dor des'e Eitadu o Exm. Sr. D-. Barbosa Li-
ma, a cuja inioi--tiv e forneclmer.ta de meios
oevida eeta instituicao, prevaler;)-ma de*la oc*
caaio para di'ieir ao mesma Exm. Sr., os
meos in e*os votoa de applauso3 pelo immea*
eo erviQa qua acaba "le prest.'*- a Medicina e
a Himaoirta 'e
Rendiuientos publicos^Xo mes de
Fe/ereiro dos5 anuos ltimos bouve a seguinte
arrecadacao :
Alfandega Federal
1895 2.08:6482l7
1895 1 511:589*263
189-1 1.698.555*112
1893 1 274:452*505
1892 776.088*033
Estado de Pernambuco
1896 1.124:9061680
1895 458:6818402
1894 558:9688553
1893 306:8238757
1892 297:7068858
Tribunal do juryH.-ltem respoade-
ram a chamada 20 jurauoa.
F-,ram multados em 5*000 os jurados qua
deixaram de comparecer e sorteados os segaia-
(es sappientes:
Recife
Antonio Lopes Braca Jnior.
Baoto Alves Machado GaimarSes.
Santo Antonio
Aotoolo da Motta Botelho.
Ma mel Ferreira Pinto.
Alfredo Angosto de Castro Monteiro.
Jo Gomes de Oliveira tledade Jnior.
Benveouto C. Albnaasrque.
SO JOS
Antonio Augusto Xivii>r da Fonseca.
Boa-Vina
Antonio da Cruz Ribeiro.
Francisco Levino de Carvalbo.
Mauoel Ramos da Costa.
Graca
Jola Carlos Gomes de Almeida.
AJogadoa
Ernesto Marqoe3 de Amorim.
Lolz de Car'albo.
JoSo Tavres Coutiobo.
Poco
Joaqoim Bernardo dos Res.
Ficou addiada para amanba a iastallacao da
sesfSo. _
Ferlmentos=-No dia 23 de Fevereiro
prximo fiuao, oo logar Larangeiras, mnoici*-
plo de Palmares, travaram luta os inoividuos
Beliarmino Pereira de Cerqueira, Jos Tbomax
de Villa Verde e Maaoel Ferreira de Lima,
resaltando sabir gravemente brido Ferreira de
L ms e levemente o Sr. Pedro de Lima Tenorio
qoe oa occasiao da lula lentau acalmar os ni-
mos.
A autoridade respectiva procede contra os
mesmos individuos de conformidade com a
lei.
Instituto d> CearFoi'no* enviada
a Revista Trimensal desse Iostitn r, que n'a-
quelle E-tidose dedica obra patritica de
reverdecer as glorias a patria Cearense, le*
vantaolo-lhe a memoria do passado, sob a di*
receso rio operoso e illuftrado Sr. Dr. Gotlner*
me Stnaarl e collabora5o de distnctos bomens
de lettras d'alli.
E' urna pablicacSo que ja completou o seu
novo ?r.no, e o exemplar a que nos re'erimos
corresponde sos 3o e 4 trimestres do anno Du-
do, e consta de dtenlas e tantas ppglusa. to-
das tratando de assomptos de importancia a
historia do Cear.
Eeta redarcSo agradece a offerta, pois esti
n 500J000-E' a grat3cac5o que oflerece
um cava.neiro a quem Bar W-itara acheo e
qceira raat.totr ama carteira para cigarros, de
oo*o e com monog'ama, qna pardeo, podendo
entregal-a a roa Imperial o. 143, onde lbe ser
89lifet'a a refe"ds 'atificacSf.
"La ssepnblica Cubana -Recbemos o
3 n> me.*o ne-se peridico, qae orgSo da re*
volocSo ftaqoella liba, e na imprensa represen-
ta os 8os inie'^a-.
La IHustracIon Espaola Pela
Agenc Littersr.ia 'oi-ors fff'.recioo o n.,3,
anno Xda Illosiracion Espaola y ****
r.a, cohbeclda t apreciada revista ae Deiiaa
a-tes, litteratura, etc.. qoe publicifla naca,
pital bespaobola. ,, ., ._
0 texto est bem redigido. tratando larga,
mete de asemoptos da actuahdade.
Kov. Re-eista Con, o titulo .Peixes.
P.S fpSioe?. o talentoso IU tera. o Do-
mingos Megarloos araba de escrever omacnia
osa RevlsU em l actos.


<<
I '
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MUTUMD I
......>
uiftjmi i ""
rraatiiii M ...
ynwvjwi w'w j<*>a*''ii>,)''a" y-^^-^.'MWjpai n *


-mrm
<3.
Diario de Pernambuco Domingo 1 de llardo de !*!>*
0 seo sssonpto a loi maolcipal d. 58. cj.
nhe:lu oela le do peixe.
A msica a neto di .Grao-va, pelo que
de esperar ojo socceso.
SeauoJ- cajinQiMc- do proprlo autor,
sabemos jae ella entrar brevemente em un.
"Os Sr. Amaro de Alboquergu*. 'A. P. de
Mendonca e Alfredo de Turres Bandera tam-
bem Cb.m-Be eacreveido orna Revista | e fae-
toa e cuetomeB braieirofl, boo a denoaiioafiao
de FF e i'.K.
Estamos mformaCoa que o i acto cornac3
em represcotdcao alle^onca dos Estados Bra-
xileiri'B e eos MoaicipioB Permmbucanos.
A u u ica esia seo*o colie cloada por nm dos
nula eiimios composiCioniBtaB a'eata Cipitai.
Com.mS vagar ootiia-emoa minucl^a-
menip moa* oa aecsao competente.
Era novaDiai'ibaia.eehj.iteai r. n. 8
cojo esUupMir reoeoeJios sempre gratos a fi-
neta -ollera.
Tribuna MedicaCbegiu.nos es mao-
a g. 2, aa 30 de Jaueiro ulum<', de.-sa Impor-
tante rovisU qiloienal de medicina e cirargia,
dingi-ta ilpelo'Srs. D-. Americo da Vetg* e
Feruande Te ra, coca coILbo-acao dos S-s.
Dr8. Rom Pan-, Benito a'Abren, Sous Lo-
pee, Piter o Gjbu\ Cbapo:. Prtou e F-ijo
Jnior, Mostrados Icoles Ja Fa:olaado do Rio
de Jaa-iro.
O euuiiDario do referida numero, cojo
exempUr agradecemos, consta das segantes
materias:
I.Observasaa ue um caso de prcsuui-
blennorrnagi-a, telo Dr. Fernando Terra.
II.Olmica Medica : Diagnostico precoce
da tubercoloae uuimona* cbroai-a, pelo Dr.
Nicolao G. de Rosta.
III.Clnica Sypbiligrapnica : As perdidas
geminaes, polocOes e eapbermatsonha.
IV Biblitgrabla : TraLdo oe Uedttfna Le-
gal do Dr. AgoBiinbo J. SoUia Lima 2 parte,
1895 pelo D-. Aioerico da Veiga.
RevistaFdj-.b obseiuuaoa com a re*
metea co o. 6 da Resiste T.imeisal do Iabtr
loto Geograpnico e Histrico 'a Baaia.
Somos p-cfauanaeite graLs a valiosa ollar-
'carne impreatavel-Pelo Fiscal do
1 bieincio ue u^-a. vu-u loi mandado laoca'
Drt mar 13 kilos de carne verde do tama n.
siio a Pr8Ca de Maciei Pinbtiro, j,eileoceate ao
njyrcbai.te Araojo.
Hospital Portasjuez-Eutra da mor
domu ua Beuanaifce t a 7 do Correle o br.
Ju ilorelra de S iuza.
a-eixe arruiaado-Pelo a-irnin atrador
lor:.ui maudaJo, laucar ao mar 40 kiius de per
le a-!.toados, perieoceole aa penetro Arlur
Gomes i bacoo.
Bcubiao de Irmandade Plase
gOU,a vei, e pr* boj. as ii oras da maoD,
*;tau convidados es irmaoa da iroiandade o
S.otur Uaai Jess aa Po tai, na igrtja da M-
err de eue, para proceerem a eieicao aa fo-
to a administracio '.-. _^ *&a
Sociedade propagadora da la
lruccuo rubles- bW. ali llura 10
ci: aveii Beiaao .,*>.-: i toLia ,--t:ai para elel
ci do constlbo riiieitar p och-l ta toa-
Vita, o anoo cortte. -----.. Mnr.
Httrtiato par" E anlif8 SBCola "I
mal a cargo da mtfcma EOticdade 101 pro'Og ida
a <6df MbrcJ vi^too o. &
O futuro de tladagascar E do
ejornaj ao nmmorcio o o.u- auaixo le.se :
O Tcgeblatt dd tenim pucucou um inie.
reaante Btuiodo exploraioi Eucne woli
sebreo fuiu-o de MadaKaecar que uOae, ol
elle, se taroar o celieiro d3 Franja :
Ue Suuervifctte as Ironienas da Imerina,
escreve o aator. o pal i resia.se admiravel.
mente a cico de gado e oas u,ooianna8 eo.
contram.Ee pustagens para iuumerave:8 reca.
otaos de caroetroa.
- A Fr. ca todtria tira- de Maiaeascar toda
atoa provisao de laqce Itie vem ctoaimeme
do Celo e da Australia. O caf e o cacao cree-
cemtm >bcnJaocia. .
Madagascar uui admiravfl e maraviiboso
pau tero zcoa fr,a, ttmperaaa e queute, aaooo
todos os proauclcs da ierra. Em utubom oo.
tro, ao lado das maogueiraB e oanaueiras crea.
cem os aorangueiros e macieiras e, como no
mercado aeT.uatiff, tam.se a .sco.i.er o,ta.
tas da E-jropa e cautas uoces oos trpicos .
Di Woll qoe Uad-ks.ar de um valor io.
apri-ciavel pata a Franca.
Aj.eir de Boatxtens30, a UDae oit;ii.
me< te a scav I.
A Fraoca nelU encontra'a carvfco de peora e
portos p^ra abnuar todos os va,o de =ua (ro.
ta. Em iaso ce goerra o pali p.dera foruecer
lato qoe kr neceseano : vveres, comooBlivel
e minerte-*.
Madagascar est destinada a representar
graoie rtapel na da do grande ajuste de con.
las Dtea io:w-8
Bospital Pedro II-O movimenlo des-
se estabelecimento a cargo da anta Casa de
Misericordia do Recii'e no dia2? de Fevereirro,
foi o sefiuinte :
Entraram..... f*
tatiiram..... x
Falleceram .... 2
Existem..... 81
Foram visitadas as entermarias pelos segutn-
*>? Barros'sobriaho, entrou a 6 1/2 da ma-
nh e sabio as 8. ., ,
Dr. Malaquias, eotrou as 101i4 da manna e
8aDr. SimOes Barbosa, entrn as 10 da ma-
DhDre 'Seiirtolnlroo As 111 da manba e
8abDr.Lop2e8 Pessoa, entrou s 10 1/2 da ma
nha e sahio s 111|2. mn
Dr. Vieiradacunha, entrou s 10 da ma-
nba e saliio as 10 3|i. .
Dr. Carnero da Cnnha, entrou as 9 1|4
da manlia e sahto s 10 8/4.
Dr Octavio de Frelias, entrou as 10 da
Tr^Alf "doSaVfroo as 10 1/4 damanb
" D'joao Majues, eotrou as 9 1,2 da manba
e sabio as 10 1|2. ia i,o ,io m*
Dr. Arnobio Marques, entrou s9 1| da ma-
nba e sabio as 11 M2. mnh5 p
Pbarmaceutico, entrou s 9 damanb e
sahio s 2 da tarde. ----- ,
1- Aiudante do pharmaceut co entrou as
8 da manila e sabio s 3 1|4 da la/de.
2 Audante do pbarmaceutico, enl.ou as
' 7 1,2 d'a manh e sabio as 3 1(2 da larde.
Assistente entrou as 10 1[4 da maniu e sa
Hospital santa agueda=0 raoyi-
mento desse hospital no dia 27 de Fcveret
foi o seguinte : *
Vanlas
Existiam.......
Entraram.......
Sabiram.......
Falleceram......
Enstem em iraidinenta
Da 28 :
Existiam.......
Entraram.......
FnlUceram ......
Existem em tralameoto .
casamento elvllO Bcrivodos casa
mentos que tuneciona nos diatrictos do Recite,
Santa Antonio, B. Jos e Afogados, affixou na
repartito do registro dosj casamento ra
mas de casamentos dos Bagutntes co^traben-
tes'
1 publicando
JosLulide Ohveira Azevedo, natural de
de Alagoas, com Esmeraldina Ma'ia d. Olive
ra natural do Rio Grande do Norte, solteiros e
residentes! >a fngueiia do Recite.
i O respectito escrivo oo registro de casa-
mentos da Boa-Vista, Grafia, Poco e Vanea
afSxou na reparticodo registro a ra do Im-
perador b. 41, L- andar editaes de proclamas
dos seguinles conir. beotea :
1. PubUcacao
Uanoel Goncalve Teixra com Flavia de
Mello Campos, aolteiroa, refluiente nafreguezia
daB. ViitB. n>
PatHgfiroB Cbegados do sol oo va-
por nacional Jacuhype ;
Thadeq MedeiroB, OlaW-Daolw; Soloa.-Q.
Brrelo, Miguel M Lu o oaeoorea Jos Mr
S0, Jote Cbrtovo, M. AcbiUes Motta e 2
Ibofl, Victota S. da MelJo, Martiobo M. da
Conceico, Joaquina V. dos Santos, padre Ar-
tbur Carto, Frwi>r Mello, ioviuo Bandelra
Pilbo, Lievin Zariui, ua cenhora e 2 filboB.
i ~ ..
97
5
4
3
95
95
4
4
95
Casa de Ueteucao Maviyiento dos
preos da Casa de Uateucao do Recife. Estado
da Pernambaco, 28 da Fevereiro de 1895.
Existiam 413, entraram 2, sabiram 2, exis-
tem 411.
A saner; oaolsnaes 339, mullieres 14, estran-
ceiios 28, mullieres 0, total 411.
Arracoados 384
Bons 355 doeuies 13, louco3 1, loucas 5,
total 384.
Movimeoto da enfermarla Tiveram alta :
Joaquim Ferreira de Lima (coauecido por Joa-
quim Gasulo)
Tiveram baixa : Manoel Cesario de Amorim,
Manoel Anaslacio da Silva e Jos Feliciano dos
.autos.
cemiterl. PublicoObituario do da
2i de Fevereiro de I89
Ce illa ij^i ae Bmo Caoba, Pcromboco,
i! aoaos C4sada, Boa. Vista.
Er ji l Dd Amalla da Cunba, Ceari, SO o-
DOfl,solteira. Alagados.
V.ier.a. a t jjeralnaa Kautairo, PernambU'
co, 50 aoaos, eoltelra, G-aga.
Mana Kad'iKueB aos facaos, Peroimboco, 2
aoaos Bja-Vis'.a.
Ma'ceiina, Peroambu.o, S aonos, Gr >.
Manoel Fernandez Menezes, i'ernambuca, 2i
ann e, solieiro, Boa-Vista.
Joa Jos Perti-a, Portugal, 60 aonos, v ovo,
Boa- Vial i.
Mara da Coocei^i, Pernambaco, 14 anaoB,
anuo sol-ira, Santo Aatoaio
Feli-:m;oo An;on.o de Sacra Mareira, Per*
a.iuuu : i, 40 aonoa, Salleiro, Gra^a.
Um feto mascolioo, Pernamba o, S. Jos.
Aatooio Elias da Silva, Afnci, KO anaos,
solteiro, boi- vista.
Antonia Ferreira da Silva, Pernambuco, 19
aonos, solteir.', Boa-Vista.
Rojae Pedro Camie', Pernambuco, 58 an
nos, cado. Boa Yuta.
Auna Minias, Miraubo, 47 anaoa, casada,
Graga.
Manoel H-nnqoe Xavier, Peroimbuco, I
aonos, casada, Boa-Visla.
Joeepba Mara de Arauio, Pernambuco, 11
aanos, casada, Boa-Vial*.
Josquim Jos de Siul'Aona, Rio Grande da
Norte, 14 annas, caeao, Boa-Visra.
tNDCACOES OTIS
Medico
O Dr, Lobo Moscoso d consultas em
ua casa ra da Gloria n. 39 das 11
floras da inauha 1 da tarde. Achan
io-se fra do servi?o publico offerece-st
para acudir a quaiqum chamado cou.
premutido para fora da cidade. Espe-
ciaiidade, opera^oe-j, partos e molestia
la senhoras e raninos.
Dr. S Pereira,xm da imperatnz n.
6, d consultas medico-cirurgicis todo
H ?iias das 8 a meio aia, menos no-
ioiflingos e dias santicados.
Oceallstad
Dr. Vtreira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.* 63 i.* andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n. 588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
clinica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, I. andar, e
esidencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de i s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Barreto Sampaio, occulista.d
:onsult& de l as 4 horas ao pnmeiro
audar da ra do Barao da Victoria n,
2*.
Residencia a rd Hospicio n. 46.
Teleohone n. 3oo.
Orogariu*
A. P. Braga Guimaraes Agencia de
jodas as especialidades pharmaceuticas,
tintas, drogas, productos chimicos eou-
tros medicameotos homeopathicos, ra
Larna do Rosario n. 34.
Farias Sobrinho & C.a, droguista
por atacado, ra do aivrquoz de linda
n. 41.
uuimares Braga C. Depsitos
Je Drogas e productos chimicos, espet
cialidades Pharmaceuticas, medcame^
los homeopatieos e tintas, leos, pin
ceis eic, etc. Ra do Mrquez de Olio
da u, 60.
rmuciyit 4 rEDivo
dade foi augmentar a mi vootade do presiden-
te da Repobllca ao Governo deste Bstado, e
obrgalo accentoar a sua poltica, sob o
ponto de vista da legalldade.
Voto por om correctivo. AmanbS ella dlra
que o Gjogilves Mala est nomeado camman-
dante do corpo de bombeires, a depon d'ama*
nba qoe o vigarlo de Santa Auto ,io cliamca o
Arthur de AlbDqnirque para seo BacbrislSo.
A poltica orna coosa oais serla do qoe
fluppos ua ceno grapo de innocentes, e eu
pens que Bem mallo peixe-e-pada as consae
cao (omarao bem camiooo. Qoe o redactor-
ebefo d'A Cidade- seja nomeado late da Es-
cola Militar admltte-se, porque elle nao tem
emprego coobecido e officiil bonorarlo do
exercita, mas, que nm bacbarel em BCieocics
jurdicas e Bocfes e joli de direilo, possa
Bjr nom.ado lente de eogeobarla, nao se lo*
lera.
A leutaiia Je do Jjraal torna-se cala
vec mald latejante e palpavel.
Ella f i-38 embara. Vil mallo loage, e eo fi-
qael maitc atrat, poxanla por omi peroa 1
Quaddo o sal conlm oaa tomo de aci o
.om um de ozyio, torna-se NEUTRO, na opi*
niao dos meelres de cbimica, e p.ecisameate
o que eu vejo com bons^olbos* no Jornal* do
S-. Gibsoo.
A oeotrali^ade resalta, da combioago de
doos iogredeotea* oppostos.
Btm merece, por exemplo o Goveroador do
fistado, porque demittio o delegado de Barrei-
ros, por nao ter dado immediato cumprimeoto
urna ordem de baoeas-corpus, expelida
pelo Superior Trlbaoal de JoatiQ), e mil mere*
ce i-c.-que em cjda esquina oo tem om solda-
do para evitar disturbios.
No primeiro caso, o oxydo ; oo segando, o
aci 10, qoe nao sei onde li cma ves, tem al s
propnedade de avermelbar a tintura do gyra-
sol...
Este pedaciooo do Jornal de ooatem, o
tal pedacinbo qoe avermelbi, qae di co; de
sangue acs actos do governo :
Con tos matutinos
A Cidade de qaiata-feira ultima, com
qaea Una lroola. de que ten da^o tio txu
beraLtja provas, ooticiou que o Dr. Fraocisco
Xivier Paes Barretta, a.tual jaia de direilo de
Lorreotes, ia Ber oomeado etts da Escola de
Eugtouaria. creada oeste Ectaao.
A graca uaqueile orgao vctptrt.no loi m
meautameLts trausmittida em telegramma pa-
ra a imprenea do Rio, caosuouo all graode
lenMfilo.
Prova-o perfeitamtntj, om cutro telegram-
m8, qae de la me fot dirigido pelo jornal de
maior circuUcao, nos seguiut^s t:rmos :
R,o 28.Dr. Abelardo de v'asconcellos.
Ceofela aqu nomeajao Xtco Tripa leDte
oova escola engenharla abt creada. Prosea
te vio mal nomeafiao, parque cbacuu bou
met.er. Cuoaidera acta escandaloso, lem.
brando caso ideotxo Dr. Barata medico para
memb.o Supremo Trlbooal. Jolga Peroam.
buco fra da le e otervlr ponto de vUti
legal dade. Nao admilta sipateiro faca re-
i logios, cem relojotiro eaptjs. Conferencia
mioisterUl Qcou resolvido maodar emisea-
Icsabi Impedir posse. Tripa nao eotrar
exercicio... E' para que serve o Att 6" do
Dr. Marltoa Juoior. Sera bom escrever al-
guos artigo, mostrando ia:oaveoieocia de
acto. Evite cooflagracSo geral com as euas
judiciosas observacOes eoare o caso.
t Sabe-se aqu redactor chee Cidade eer
comeado lenie Escola Militar, val ser crala
abi.
Noticia suavisoa sempre mos effeitoB da
oclra.
O Pali botoa illomioaso edn adlc&o
especial com retrato nomeado, escreveodo
Virgll Pereira vlbraote artigo, dlaeodo ira-
tar-se, lalve, noico acto jasiica Goremador.
Becordon ter sida o oomeado qoem mettea-
Ibe peona na mSo, tornando o conbecido
mundo le tiras. Falla-se Virgilio Ir asaletir
posee. Peco iQfor.-agoes.
Eisal ,.es: um telegramma alarmante, o
d'A Cidade, commanlcaado orna nomeagao
inexacta, a do Dr Paes Barreto ; eieea fosse
goverse, abrigarla o reapoosavel i Ir explicar*
ae na polica.
ConiMbende-M qoe o pensamento 'A. Cl-
Nao bavta b# h*t*t ima praga, SEiND
TO NUMEa)SAS AS F0RC.S QS O E-
TAD PAGA !...
Mas cao :a smente oslo.
O subdelegado do dislricto cao maodto
p o.ejtr t agora ao corpo de ceicto oo
paciente, e l.NTA at qoe teodc-se eocto-
irado cesta capital com os delinquemos, Ibes
PRMETTERAd a mpnnidade.
Est direilo : a le o qae cocv.'m ac
> PODEROSOS QUE SEJA.
; nao se lembrao de qoe esta conveoien
cia urna desgranada arma de doas ga-
mer.
Qaerem os leitores um pedaco maiB oeu-
tre ?
Procurem d'A Provincia oo n'A Cidade.
Fra u'aoi, lempo perdido...
O Jornal pader dar-me o numero das
forjas do listado ?
E o que qaer dizer poltica, grammaiicai e
neutralceme : A L6I E' O QUE CONVEM
AOS PODEROSOS QUE SEJA?
Ea estou ficando to viciado que, em oao se
me fallando portugotz moito diapbaco, nao
eotendo oada...
Pols qoaodo defeadi taeses em S. Paulo, en
oao er Sera eolraqcecimecto dos membros Inferio-
res ?...
PODEROSOS QUE SEJA, ba de ser algom
preparado neutro, algam voltil, de ebeiro pe-
netrante ; os taes p Jdero:OE, de qoe falln
ha utas, o Jornal advogadoa da Compaubia
'e. -o Carril e que bem podem embarazar o D .
Prefeiio deste municipio oo plano de faier vol-
'ar os boodc pela ponte Buarque de Ma-
cedo...
Teabo lido com algam iateresie ojaleodario
Positlvleta, e, a principio, ebegael a eoppcr
qae tratava-se de algam reclame da Maisoo
Cbic on do Armaiem de Delicadezas dos Srs.
Pocas, Mendea & C.
Um amigo, msis esperto do qae ea e qae
eomtlsta, dsse-me ante-beoteai, qae o caso
era ootro moito diverso, e, cconlaado oos de-
dos, moslroa-me oa demonstrou-me, qae ira*
tiva-Eedeumt aasao ao governo do Exm.
Sr. fir. Barbosa Lima.
Eslava eu, accelta, cao accet'a, a eipli-
casao, quaolo cabio me acb as vistas o Joroal
do Reclfe di boje e ti ve a satlsfacSo de conbe-
cer da VERDADE1RA C\USA.
Vide pagiaa seguoda e columna tercelra.
L esta, em leltra re tonda, bem redoudioba,
este pedaco :
Pode ser, penado, a religiao de Comle om
plagio da bella religiio do Martjr do Galgo-
toa ; orna pbantaBa, om ideal Inattiogtvel,
mas nunca podet ser a IMPERADORA (i)
desta conducta reprovavel que tem ostentado
> NO PODcR CERTOS REPUBLICANOS DE
NOSSA TERRA.
Nao; a verdade qae laes individuo0,
em crencas ibeologicas, cem positivas, s
tm a rellgiao do nterease mesqombo de si
proprios ; s conbecem ama moral qoe a
das conveniencias de snaa vatdadea e de
euae algibeiras; e reverenciam a im Dtu?,
qoe o aea.
Elles Bao exclaelvameote traidores a reli.
eiao, qoe diiem professar, COMO SAO TRAI-
DORES A' REPBLICA QUE ARRASTAV)
PARA O ABYSMO .
Oa nao ba verdade nae carias, oa aqalo
... commigo...
Est meemo com feitio de manifest mona -
cbista !...
En coDbeci Comle em S. Paulo maia oa me.
nos eo lempo em qoe defend tbeaes em S Pac-
to, e elle dizia-me aempre qua ea me preveis,
se contra oa falsos apostelas de oa re ligia ,
aqoeiles qae comism bacalbao e arrotavam ca-
va lia...
rtecife, J9 de Fevereiro de 189.
DR. AWMtDO DK YASCONCBLL08.
eu peso lozas oos mestres, lito en peco
lores aos lozeiroa, leia-se en pesa lazas
ao melrea, lato ea peca lazea aoa lozeiroa.
Ha o a tros erro typograpoico* de peqnerit
monta.
DESPEDIDA
Embarcando lioje para o Estado das lagoas
o amigo Sebastiao Pinto de Mendoiifa, desejo-
Ibe feliz viagem e mil prosperidades caquelle
Estado.
" Reclfe, 1 3 -1896. '.T^gBj.
Walfrida Ba-ros Mello.
-?fl!lAeQJV QSV GL-n?aV:-
0
O
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s!
= o a
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dj a; CO B
-^ a co
O C-- N
1
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Cs o ^
S2.S o
O ao i _
u'SSg-
o a m
II
I
s
_es<^i3lfo9QS9&S&- -e^M-b'o-
nos Cootos de boje, em vez de meitoa
tapados :ela-se mallo tapados ; e em ves de
(!> O grjptos alo do Abelardo, qae 6 rapa
OlMMtvde fsatro costados.

Ao conimercio e ao publico
Costa Lima & C.a, dec'aram quenesta
data deixou de eer seu associado o Sr.
j\o ChrBoatomo Jorge de Souza e que
todas aa transaccBee de sua casa com-
mercial aero realiaadaa pelo antigos
tocios capitalistas Cypiianno da Costa
Almoida e Miguel Alves Lima, uniocs
respeneaveia pelo activo e passho de
hoja em diente.
Recife, 22 de Fevereiro de 1896.
Costa Lima & O.
Bmpreza de illuminacao a guz
Havendo eu declarado, como gereote desta
Empreza, pelos jornaes desta cidade que de-
ram-se erros e omissfjea na publicacao e com.
paraco das propostaa para illuminacao fe-
ta no "Diario de Pernaujbuco por ordem da
Secretaria da Indualria, e j e8taudo provada
a existencia de erros substanctaes, principal-
meoti em relajao aa prego da illominagao,
conforme se v das deroonstraces e clculos,
queem seguida z pub.icar, passo hoje a pro-
var tambein a existencia de omissOe?, bem
como que a conteaiac&o, qua pela Revista do
Diario de Pernambuco de bojemandou fazer
a meama Secretaria, nao tem a menor proce-
dencia e tutes vem em auxilio do que licou
demonstrado, uto que a mesma Secretarla
erreu ua comparagao e apreciagao das propos-
tas, desde que parti de urna base falsa, como
implcitamente coofessa na publicagao de
Lomecarei, porm. pelo primeiro ponto, rela-
tivo a omi8sas cu faltas commettidas na pu-
blicagao das propostas.
A primeira omiflsao consiste em nao ter a
Secretaria, quer na primeira comparngo, quer
na rectiiicago das propoataa para illuminagao
(iario de Pe-oambuco de 22 e 23 do correte)
publicado o progo e coiidiges ua iliuminagao
elctrica para os particulares, que entretanto
tem muita cousa capaz de interessar o publico
que a ella tem de ticar sujeilo.
E'asiim que a clausula 7* ria proposta da
Inz elctrica diz o seguinte :
i Os consumidores particulares, admJltido
om cootamo medio de 4 boras de loz por
ooite, pagarao pa a cada :
1 Lampada inc.ndeBcente de 10 velas por
uie 2S0O0 em ooro. .
c 1 Lampada incaodescente de lo vels por
mez 28750 em ouro.
1 Lampada incandescente .de 25 velas por
mez 4g300 em ouro.
Para Lampadas de maior forga, o paga-
mento sera calculado proporcionalmente.
. Os consumidores particulares poderao ou-
trosim pagar de cooformidade comas m-
dicaces de um contador especial de elecln-
cidaue, a oeste caso a laxa aera de por cada
1000 volt-ampre=580 riB em ouro.
. O custo oa aluguel do contador correr
oor conta do consumidor particular.
Sobre a base dos precos acica, os conces-
iionarios poderao, conforme o oomero de
Lampadas e o lempo da respectiva illomi
, taSS. conceder aos coosomidoreB parlicu
. lares abalimeotos al 10 /. dosmesmos e
t em obediencia a urna escala para esse
fim especialmente orgaaisada e que sera re-
talo de anno em anuo-
Sunpouha se urna casa com quatro bicos
elecmcoB de 10 velaa cada om, a cenia men-
sal ser:
2 000x4=8000 rs, (ouro) ou 24S000 papel.
s o consumidor comprar um,'registro elec-
trico. Peosa"do melnorar de sorte, elle paga-
r 580 ra. (ouro) por mil watts, e como cada
mnSa de 10 valia precisar de 3, 34 watts
cad vela ou .33, 4 watts,, elle que.mar noa
tmples fra os' escapamenlos (o ^
ctr.cidade tambem escapa) 33 I watla 4
hora X 4 lampadas x 30 "" '" Por
1000 watta (vo.l ampere) 9.280 rs. (ouro) ou
^frmeama'caaa.tenio 4bicoa incaodea-
cenes de gaz de 40 velas, cada um ter a
seguinte c;.nia meneal :
4 bicoa x 4 horas x 3,5 ps cbicos x 30 das
x 13 s (o cubico=2lS810 (papel).
Hff'ninga para menos no preso rs 23160
Santa para mais no poder illuminan.
,e38iooaiios obrigam-se as ras em que bou-
'var consummo aumeiente a asseotar os compe-
tentes conductores e a estabelecer as coove-
ninte3 l'gacS^s paraos predios.
as despezaa de asseotameoto de combas-
tnres at a entrada do predio correrao por
cootados concessio arios, ao passo que por
outro lado o custo da inetallagao Interna cor-
rer todo por conta dos particularea..
Ora, m vista d'esla clausula, o caso de
nereuntarae: ,
Oue luz teroos consummidores particulares
nue nao tiverem a felicidade de morar as
ras em que houver consumo ufficiente para
obrigar os > oocesslonarios ao assentameoto
dos comptenles conductores?
Ficarao as escuras ?
Demais, quem deverjulgar se o consummo
Asufficiente? Naturalmente os concessi)-
oarioB E se elles assim o julgarem, daro a
eases paticulare- gaz ;arbooico?
Ka aue nreco ? Provavelmeote ao preso
or Kilo watt, lato 2 reis 0, 30 por vela por
hora em ooro, o qae correspoode a 6,090 res
"p!? oa limito-me a apontr esaas omissoea
Commentando-aa ligeirameote ; e assim paseo
a tratar do segundo ponto.
II
i Digae cima que a contestafiao feiU pela se-
cret.na no Diario de Peroamboco de boje
.mprocedente e importa urna commssao im-
pliciudos erros por mim apontados. oque
agora demeustrarei. ..... ..
7Pelo modo de ezposgo feta hoje pela se-
cretaria comprehehde-se fcilmente que a Jun-
ta Baamloadora das propostaa, talvez por nao
tarsido composta de proflsstooaes, que bem
Shecessem o servlco e sythemas de illuml-
nagao, cabio em erro, calculando para o prego
da electricidade a equivalencia da luz loroe-
cida pelas lampadas oo arcos com a utudade
devela, ao passo que para o gaz carbnico
qoe promettia ama luz equivalente a 40 fe
las, deisou de calcular sobre a mesma basa e
sim fuodoa se para computar o prego, oM na
equivalencia da luz fornecida, mas na quan
lidade do gaz effectivamente qneimado nos
bicos antigos, que representa urna luz pelo
menos qoatro vezes menor do que a qne effe-
divamente propuz fornecer pe o emprego dos
bicos modernos.
E porque parece descoolreeer eata cir-
comstancia, que a junta commettea o equivoco
on rro cima dito, que para um especialista
seria imperdoavel.
De faci, o tpico da cootestago, que passo
a traoscrever, mostra bem claramente qoe a
Juota Examinadora das prop stas oac conhece
prorlssioaalmente o que diz respeita illuir i-
nagSo.
Diz a Junta em sua coteatago : Sendo
conbecido que nm lampeo, que conaomme 100
litros de gaz por hora, nSo pode ter um po-
der Iluminante superior a 10 velas, como esta
perfeitamente eapeciB :ado na clausula V. v-
se que o prego de 320 reis cima mencionado
relere-sa a um bico de poder illuminante de
10 velas ele.
Esta clausula compe-Be de dnas aasergOes
que sao ambas errneas : a 1- que um
lampeSo. que consomm 100 litros de gaz
nao pode dar mais do que 10 velas de po-
der Iluminante ; e a 2- que a clausula
V prava isto.
Com relagao a 1.* assergao errnea, o (ac-
to bem conhecido que o poder ilumi-
nante de urna lampada on de um bico com
gaz de cerlo poder Iluminante e certo con-
summo, varia, conforme a lampada ou bico
usado e esla differeng, enorme segundo
8e emprega o bico.mais aotigo cu o mais
moderno. -. u >ti$
i.oiii relacao a 2- assergao a Clausula V.
prova que o gaz queimando em certo bico
chamado Standard Argand, a raza de cem
litros, por hora Jar lu equivalen e a dez
velaa.
A razao desta declarag&o a seguinte, qae
na pbrase da juuta, conhecida.
Amigamente o poder Iluminante da cham-
ma (que formado pelo carvo que ae des
a tu O c ce 3 > -o
P) < < o = 03 es .
Ci a G a
o OB -a es 3 o? o o ;. O B a 01 0 03 ca
o o. o < t* i m Vi O c 3 ca S
3Q t_ 9Q
a. s 0) o-m o-03 GD O
o o ~~'
< a >*
O
i I-
o ? s-
-.
a * o
OB a
B>
O es
oa o.
o a i
prende de suis coaoniflagOes e lom*-se rw
candeeeente) dependa da quanlidad d.
certos gazes. que o ga carbnico continhi
em maior ou menor propor.o. Hoje a ia*
cindescencia dada a cbamma por oxvdos
de metaes euspeettos cima da chamma no
mantelete e a luz, que primitivamente se
obtinba dess;s c;iz.-a boje obdda em moito
maiur eseala com o emprego do gaz no bico
Bunsen, para produegao do calrico elevar sa
essa meama luz uina proporgfto pelo meos
cinco veies maior pela incandescencia do
mantelete.
E' assim, e fundado nestes dados, qua sao
infalliveiB e universaltoente conhecidos, que
propuz fornecer urna luz rqulvaleirte a quaroo-
ta velas, qoe corresponde-a menos-.lo quadru*
po de gaz elfeclivam-te queimado no bico
Standard Argand*.
A razao de ser da clausula V garantir
pessoas que por qoalquer motiva nu qu-i*^
ram ter bicos iocaodescentj; e preraal
continuar a u^ar das- bicos rommuiis
meamo porque, se oo co-.lracto oo Siouyassa
clausula,garantintfoque o ga %er poder i!-
luminrmte queimamh) no bico Standard Ar-
gand e a obrigagao fosse cimplsmenta dar
certa tuz nos lampeoes pblicos (como na
antigo contracto)] a empreza polia supprir
gaz sem poder lluminante. e assim obrigar
as psssoas que queriam ter a luz. ter o
mantelete incandescente,, ou a serem privados
de qualquer luz ; pois que a nada mais era a
Empreza obnga la.
Explicado por este modo o que significan
as duas clausulas, urna das qu es falla em can-
sumo de gaz equivalente a dez velas e outra
em luz equivalente a quarenta velas, lacil
de concluir-ae a verdade do que cima afir*
mei, isto que houve erro ou equivoco da
Junta, e que a conteatag'o'por ella hoje feita
ama nova confiaso, embora inplicita da
eu meemo erro ou equvoco.
Provada parm a existencia do falso sap*
posto, que servio de base ao procementa
da Junta de esperar que o po-lor ompe.
tente pelo menos mande verificar em qne ef.
fectivamento consi-tio eess erro, pira poder
entSo com bons fundamentos reconhecer qu.i
a proposta mais vantujosa.
O publico por sua vez tambem ulgar.
Recife, 27 de Peverero de 1896.
Samuel Jone",
Gerente.
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M
O
03
A. verdade e s a v*rdade
A leitara attencioaa e desapaixo^ad
que temos feito dos artigos publicados
qu=r pelo Sr. Dr. Manoel N.colo es-
director geral da Secretaria de Fazenia,
quer de diversos empregados do lhe-
ouro do Estado, e quer das declara5Ses
officiae, urna a verdade resalta de
todos ellas- e que o or. Dr. Mauoel
Nicolao, foi, alem de um fanccionano
deaidioao, um homem pouco escrupulcao
na linguagem da verdade.
Tod.s as aasevera$3es que fez foram
conteatadas e na imposzibifidaie de pro-
yftr a txac idao de anas declarasOea, re-
correo ao expedante de dizer, que :
qualles que haviam publicado artjgoa a
seu respeito, elle laat mava-oa e lhes per-
doava.
Ainda foi pouco escrupuloso porque
eaaae suaa declarasSa, foram tambem
deatruidas officlalmente por docementoa
que cinguem os acoimar de falsos.
Finalmente nao foi escrupuloso quan-
doalterou em aeu primeiro artigo aa
termos da propoaU que fez para preea-
cbimento de nma vaga, que tsve luga
na Repartilo.
Foi dosidioso, porque, se cert), qua a
escriptura lavrada para c-rapra de ter-
renos para o Paaeio Publico -3 de Maio,
pela n5o intervencao, do legitimo" repre-
sentante da Fazenda, e mil ds pleno
direito tinba o mesmo S-. D Manoel
Nicolao, o rigoros dever da nao sat s-
t'azer a requisito para pagamento i.ita
natnralmeate por outra Secretaria.
Neatas cocdiyes, poi', como jactai-sa
3. S. de que niBguem aotes de si, nem
depoia, cumprio melhor nem cumpriri oa
deveres do cargo que exerc u ?
Nos que conheceaot bem de pertj a
S. S. e que portanto perfeitamente sa-
bemos at onde obeg-m as suas habili-
taooeB, aBseveramos que a ua pemna-
nencia no lng^r que exeroia, havia e
ef prejudicial quer aoa intereasea da
Fisco, quer a regularidade e Ma marcha
do serve), e qaer finalrnaate ao 'rea-
peito qae lhe cumpria faz.r abaettarras
Repartir* que diriga.
E, se ti. 8. quizerdar a prora cabal da
qae .vimos de- aa-ararar sujeite-w a al-


dtt-Wa-taNlr^LBBBBBB


I
s
IMario de Pernamboco Domingo 1 de llardo de l&SH
eumaa ligeiras peguntas sobre o movi-
mento interno da Rrticao, que ella se
far certa e infalHvel.
Era todo o caso nao e born o. o. coa>
tinuar a eebravejar nos trena da via
frrea de Olinda e no lugar onde coatuma
a estar sempre na Ra 15 de Novembro,
certo de que o seu tetado mrbido, s nos
disperta commiseraoSo l
Lembre-88 S. S. que como funcoiona-
rio que nao deve respeitar aos seus su-
periores hierarchicoa e muit > menos ao
Exm. Sr. Dr. Governador do Estado cujas
decis3es S. S. tem atacado como as que
dizem respeito a algumas concessSes de
auxilio Usinas.
V, antes S. S.. ao Thesouro assignar
as actas e despachos que deixou de as-
signar para nao incorrer deste modo no
crime de fajta de exacco n > cumprimen-
to de seus de veres, cbedecendo assim a
ordem contida no officio que lhe foi di-
rigido e publicado no Diario de h<.n-
tem.
22296.
Augusto Sergio.
necrologa
Fallecen hontem nesta cidade e hontem
mesmo oi sepultado o cidadao Manoel
Firmino de Menezes, empreado da cas*
commercial do Sr. Epiphanio Lopes, que
nSo poupou esforcos para salvar o seu
dedicado amigo.
Accommettiio d'uma febre biliosa,
foram imp oficuos todos os recursos
mdicos para debeilar o mal que
poucos dias arrancuu-lbe a vida,
cheia de esperaacaa.
Mui;o moco, pois co-tava apenas i
annos, intelligente, trabalhador e doUdo
de muitas outras qua'idades boas, foi sua
morte geralmente sentida.
O finado era filho do capitao Firmino
Gomes de Menezes, ciddiJ muito con-
ceituado na Villa de Floresta, onde re-
side.
P*z sua alma e pezimes a sua la-
mili i.
dos
em
tZo
Faz annos hoje o j tvrem Yoyosinho
dilecta fiho do nesso amigo Antonio
Jos Das, digno commerciante desta
praca.
Parabens.
Afogados, 1 de Margo da 1896.
Se, no comeco de um d fluxo, houver
lassidlo, caUfrios, febre, e desappa-ecer
o appetite deve.-ee-ha recorer as Capsu-
las de Pelletier, o celebre inventor da
quinina ; orna pequea capsula do t ma
nbo de urna ervilba bas'.a para reanimar
as forjas, e fazer desapparecea todos
estes accidentes.
O fri e a humidade desperUm e
augm ntam os ac;e!8>s d'asthma. Os
cigarros Indios de Grimault .e Cia. cal-
mam essea accesaos, fazem desappa-
recer a oppresso, as suffiC Q3a6, e pro-
curam o s mno aos doentes.
Peitoral de Cambara
Cara de bronchlte chroaica
Tenho a satisfafo de declarar que,
soffrendo ha 4 annos de urna bronchite
que me trazia a maior parte do tempo
no leito, e usando o abencoado Peito-
ral de Cambar de Souza Soaies, ape-
nas com meia duzia de frascos fiquei
completamente curado.(Firma reco-
nhecida) -Silvino Ribeiro (Tenente-co-
ronel chefe de contabilidade da Guar-
da Nacional do Rio de Janeiro),
O agenteCompanhia de Drogas
Despedida
O abaiso as3enf4do, retirando-se hoje
para a Europa eon ana familia e nao dis-
pondo de tempo para despedir-se de todos
es seus amigos, o fa* por meo de*te,
assim orno offerece os seus prestimos em
qualquer parte que ali se ache.
Aproveita tambem a ocoaaiBo para
declarar qae oonsthue oomo proouradorea
dos aaus negocios particulares os S.-a. Dr.
Eugenio Moacoso e seu socio Manoel da
Silva MacSei-
Recife, 1 de|Mrco de 1896.
Manoel Pardal (Jarcia.
^ A v* .-
Ao muito digno e gympathico Dr.
Galdmo Eudoxio de B.itto, felicta e
abraca pelo seu feliz a-miveraarie, hoje
ealissdo o seu compadre e dedicado
amigo.
Jesuino Archa--, jo de A. Pimentel.
Rio Formoso, 1. de Marco de 1896.
II
w
{}
S:
Peitoral de Candar
Cnra de affececSo pulmonar
Em casa do Sr. Fileno Gong al ves de
Medeiros foi accommettida de urna af-
fecSo pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-
nidia Vellas, cunhada daquelle cava-
lheiro, e depois de tomar intilmente
um sem numero de remedios, curou-
se radicalmente com o uso do Peito-
ral de Cambar, de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas.
IB
Papclaria
objectos de escriptorio, papis e car-
toes de phaot .ia para participac&o
de casamen o e naacimenlo, excel-
lente escollia na
Lvraria Contempornea
2-Ra 1 de Marco N.2
RAV.IRO M. COSTA & C.
i!
i
11
Certas lesoas do estomago e do intes-
tin > cau am longos torT-intentos e tornara
difficil, impossivel mesmo a d'gestao dos
hliment-8 oais 1 geiros. Este oc-so
dos duentp lembrrem se que o uso re-
cular do Vinbj d. Peptona da Chap-
teaut intreduz no estomago carne de
vacc* j digerida e las com que pouco
a pouco este 1 rgo regularise suas unc-
,5es.
Entre os diversos productos que sao
vendidas no commercio com o nome de.
oleo de fgado de b-calhau, existe sp -
as um, cojo modo de preparado foi
approvado peU Academia de Medicina
de Par*i. Refirimo-nos ao oleo de fga-
do de bacalhau ds Berth, doas vzes
raais rico em principios activos que todos Do Rio, de 26 de Novembr> de dei893.
FALLAM
Jornal do Coiumercio
os outros.
Em Medicina t se deve empegar
oleo de cor escura, exc uindoas outras
duas variedades. (Professor Trous-
seau).
As crsancas tomam com muita fa-
clidade o oleo de Ber'l-, e ela" mes-
mas acabam p r pedil o dentro de pouco
tempo. (Formu ario Magistral)
E' o medicameuto que meltaor convem
aos temp-Tamentos ymphaticot e a t das
as p?88oas que tm o peito muito deli
sado.
O oleo de Berth vende se puro e
ambem addi"ionada de creosota Alpha
ou com galacol Alpha pr ncipios estes
que augmeniam sua energa a tua effi-
cacia.

Papel pintado
para forrar salas, quartos e corre-
dores ; francezes, inglezes e nacio-
uaes, a pregos sem competencia na
Livrarla Contempornea
Ra 1." de Marco N. 2
RAMIRO M. COSTA. & C.

Toma-se tao ratural substituir per
vm br*9o mecnico o mesmo macabro
amputado, quanto indispensave' ajudar
o estomago q ando, por excesso ou mo-
lestia, 1 ao dispoa da forja necessaria
para digerir os alimentos, por falta ou
in< rea do sueco gstrico, pois que sem
digesto oa as-imar^o da comida, a
vid vem a ser impossivel. Tal resul-
tado mesmo no ult mo caso, poda ser
obtido com o Elixir de Pepsina de Gri-
mault & C* que representa o melbor
f-rmento digestivel a dissipa dores de
estomago, inchacaodas paredes abdomi-
naes, arrotos e outras affoo^Oes prove-
nientes das gastralgias e ay-fpepsias.
Peitoral de Cambar
Cura de ama tsse rebelde
Cheio da mais viva alegra e grati
d3o venho declarar que em menos de
dous mezes minha esposa restabele
ceu-se com o uso do Peitoral de Cam-
bar, dg Souza Soares, de urna hor-
rivel tosse secja acompanhada de
dores no peito, t o espa?o de dous annos, empregado
sem o menor proveito, um grande nu-
mero de outros remedios. Joaquim
Aives Qavalcanti (Firma reconhecida
O agente Companhia de Drogas.
Advogade
O bacharel Antonio Tolentino Rodri-
gues ^ampoa, procurador dos Feitoi p
Fitende do Ettado, pode ser procurado
em aeu escriptorio a ra 15 de Novembro
n. 75, das 10 horas da mr-nha s 4 da
tarde.
I
y
Auvidades Iliterarias
Recebe por todos os paquetes a
Limara. Contempornea
2-Rua 1 de Mario N. -2
RAMIRO M. COSTA & C.
nOBIERCO
B o 1 ya Commercial de Pernam
buco
COTACOES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 2Q de Fevereiro de l8g6
Cambio sobre Linares, a 90 div, 8 3i4, por
1*000 do banco.
O presidente,
t Antonio Leonardo Rodrigues.
\ O secretarlo,
Joao Leopoldo do Reg Villar.
Cambio
Os bancos abrtram com a taxa de 8 13/16
ore Londres 90 d/? realizando-se negocio* pe-
Sueos, depois de me 10 da baixaram para-----
3/4. f
Em papel particular boove algumas transac-
coge a 8 7/8.
Cotaces de genero*
Para o agricultor
ABsncar
Usinas, por 15 kilos. .
Crjaliaado. >dem idEa
Branco, por 15 kilos .
Somenop, por 15 k'ios.
Maacavado, pe 15 kilos
Bruto, por 15 kilos.
84000 a 84700
J a 7*00u
74000 a 84200
44600 a 4480U
4 a 3480*i
34400 a 3480()
Relames.......34000 a 3410;
Algodo
Nao consten negocio, mercado firme.
Ilml
Por pipa de 430 litros 1854 nomlaal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 1284 nomiml.
Conros
Seccos'salgados na Das' de 12 kilos 14010 a..
1030 ris oda refago 676 o kilo.
Verdes.650 ris, ultimo prego.
Carnauba
Cota-se de 284 a 384000 por 15 k los.
el
Por lOOfOOO nominal.
ij.portaco
Recife, 29 de Fevereiro de 1896
Para o exterior
No vapor inglex Elictor*. para Liver-
pool, ca-regaran.:
Borstelmvn & C, 176 saccas com 28.965 kilos
de algodao.
No vapor ingles Arcbltect, para Liver-
pool, carregaram:
J. Pater & C, 470 saccas com 35,250 kilos
de algodao.
Nova Maia 4 C, 130 saceos com 8,853 kilos
de assncar maacavado.
V. Neesen, 100 saceos com 7,175 kilos de
cera vegetal.
B. Williams & C, 13.C07 kilos de ca-ocos de
aleodao.
Borstelman & C, 6 fardos com 88 kilos de
algodao.
No vapor iaglez Siluruvam*, para New
York, carreearam:
Julio k C, 500 saceos com 37,125 kilos de
assncar maacavado.
B. Williams & C 2,000 saceos com 438,000
kilos de assncar mascavalo.
No vapor iaglez Hevelas*, pira New-
York, carregon :
Rossbach Brotbers, 10,280 pellas de cabra.
Na barca portuguesa Tentadora, para o
Porto, carregon:
J. de Aievedo, 2 barricas com 120 kilos de
auacar braoco e 1 caixa com 53 kilos de doce.
Para o interior
No vapor nacional Cometa, para Porto!
Alegre, carree>nm;
P. Carneiro *C, 600saceos Cum 45,000 Kilos
de assocar braoco.
No vapor nidooal Camocim, para San-
io.11, carregaram :
J. T. Carreiro. 250 barris com 21,750 litros
de agoardoute, 55 pipas e (0 barr.s com 30 350
ditos Je alcool.
S iva Goima.ae &. C, 200 saceos vasioi, 1 000
ruceos com 60.000 kilos de assncar mascavado
e 5i0 ditcs com 30 000 ditos ne assncar braoco.
No vapor nacional E ra, para Sajtos,
carregaram : ___m
A. Costa Fiuza, 1,100 saceos com 72,000
kilo de assncar maacavado e 300 ditos com
18,000 ditos de assncar branco.
no varor noruegoenee Monln, para Ka-
qul, carregon: ,
M. i Maia, 20 pipes coiq 9,609 litros de
atoardeote.
Pra ParaoBRo, carregaram:
A. Irmaos & C. 10 pinas com 4,803 litro
de alcool, 200 ssccjb com 12,000 kilos de asso-
car branco e loo ditos cotn 6.000 ditos de assn-
car mascavado.
Para o Rio de Janel o. carregaram :
E Carioso & C 200 saceos com 12,000 kilos
de assocar branco.
Beltrio & irmac, 490 saceos com 27,000 klo-'
de abocar branco e 750 ditos com 45,000 di os
te assucar mascavado.
No vapor inglez Graaville, para o Rio
de Janeiro, carregaram :
B. W.I11 ms & C, 200 fardos esm 35 435
kilos de algod&o.
P. Caroeiro & C, 1,000 saccas com 75,000
kilos de aleodao.
D. G> uveia, 500 sacras com 37,328 kilos de
algirio.
No vapor nacional Satlite, para o Rio
de Janeiro, carregaram :
J M. Los, 993 pceos com 59,700 kilos de
aasucar b.-auc 1 e 1,005 ditos co 60,3-J0 ditos
le assncar mascavado.
Loyo & Filno, 500 aaccos com 30,00) kilos
de assucar branco.
A. Morei-a & Irmao, 161 saccas com 9.960
kilos de assucar maac&vad >.
1. A. Cosa Mo-eira, 408 saceos com 24,480
k'lcs de assncar br.nco e 92 ditos com 5,520
ditos de assocar mascavado.
M-inoel da Costa Moreira, 160 saceos com
9,000 kiios de assncar braoco e 50 ditos com
3,000 ditcs de assucar mascavado.
Lima & Moraes, 400 saceos com 24,000 kilos
le assncar branco e 265 ditos com 15,900 ditos
de isaucar maacavado.
No vapor inglex G.-egory, para o Par,
carregaram:
A. A. de Carvalbo, 150 barricas com 11 358
kilos de assucar branco.
Madeira & C, 30 caixas com 1,200 kilos de
maesa da tomate.
F. Nones & C, 2 caixas com calcado*.
Compaobid de Drogas, 1 f.irdo com 75 kilos
de algodao, 15 caixas com 450 litros de oleo de
ricino, 31 ditas de medicamentos e 1 fardo com
folbss me.icioaea.
No vapor nacional Brasil, para Manos,
carregaram:
P. Aives & U., 5 pipas e 125 barria com
13,625 litros de agurdente e 375 barricas com
25 155 kilos de assncar branco.
P. de Oliveira Maia, 10 barris com 880 litros
de agurdente e 50 barricas com 3,500 kilos
de assncar branco.
F. Rod-igoes & C, 7 barris com 616 litros de
agurdente.
P. Caroeiro & C, 100 barricas com 5,550 kilos
de assucar branco.
T. Lapa & C, 20 csixas com 100 litros de
genebra.
Para o Para, carrega'am :
P. Carneiro & C, 500 saceos com 28,700 kilos
de assocar braoco.
Craga 4 8, 4 caixas com calcados.
Para o Cear, carregram :
T. Lapa & C, 10 barra com 315 litros de
vinagre.
Para o Maranhao, carregon 1
Luis Coala, 40 barricas cjm 1.329 kilos de
ossacar branoa e 14 barreas com 850 ditoa de
Um dos meluores medicamentos
Porto, 28 de Aoril de 1886.
Por muitas vezen, logo dei-do que foi conhe-
ci 'o o preparadora EmuUSo Scott de oleo d.
aio de bacalbo, com bypcobosFbitos, coja
cnuDpotlco sat-ffez evileotemente as indica'
c6es fo*maea, teobo*o tooselbado com verda*
deiro proveiio a criau$ e aioda a adtlios;
porque considero.o digno de toda aiteocao
e nao besito em afirmar qa<> o r polo um dos
melnores medicamentos alimentos, com part -
cul-iridade para criare^, ele.
Accostiobo Antonio de Santo.
Lente da Estola Midico Ciroruica ao Porto.
Instruiuentus
para banda de msica e orcheslra
Violinos, violOes, flautas, cai
da msica e realejos, grande
tmenlo vem de despachar.
RAMIRO COSfA AC.
8-Roa 1* de Marco N.-2
L'ivtnra Conlemporanei
eit ral de Cambara'
Duas curas de cocjtieluciie
Em proveito da3 maes de familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido acommettidos de coquelu-
the, e, nao colhendo melhoras com o
ratamento medico, dei-lhes o Peitoral
de Cambar de Souza Soares, e em
poucos dias a molestia cedia comple-
tamente.Wlaria os Rodrigues Bar-
ecllos. (Firma reconhecida),
O ageute Companhia de Drogas.
PHOSPHATINA FAUERES.Alimento das crian?as
Pra Macei, carregaram :
Lepes & Aojo, 1 caixa com 49 kilos de
doce;
S. Svera, 2 caixas com calcados.
Para o A-acaj, carregaram :
Fonse a l-rnaus C, 100 caixas esm 2,300
kilo- de cahao-
J. S. d'Amaral k C, 7 caixas p 5 garrafa a
rom 136 litros de ceoebra, 3 caixas cid 24
ditos de cognac, 3 di ase i/i pipa com 254
litros de agurdente.
Ne hiate nacional Barroso, para M sac-
ro, carregaram :
Xivier de Simas, 6 c-ixas eom 305 kilos de
pe fumarlas.
M. Viegaa & Filbns, 12 caixas cum <08 liiro'
de cidra, 6 barricas cou 540 ditos de cerveja,
10 c,1x03 cem 80 ditos da genebra e 4 dna-
com 48 dltOB de cognac.
No biate Deus te Guie, para Moasor,
-arreearam :
Souza Nogueira & C, 2 barricas com 102
kilos de as*acar retina Jo e 5 caixas com 108
Kilos de sabo.
Na barcaca D. Jalla, para Macei, car-
rega-am :
Silva Marques k C, 1 caixa com 30 kilos de
doce.
Pira S. Luis, carree.ram :
San os & C, 40 000 cigarras. '
Na bacaca Eu'erpe, para Cimaragibe,
carregaram:
bore & C 2 D irricas com 101 kilos de fumo.
Na oarese Samp'e Viva, para Porto
Calvo, carregaram:
Casuo M ia & C. 2 caixaa com 44 kilos de
abSo e 2 barris cem 160 litros de vinagre.
Na barcaca Dlvi a Providencia, para S.
Miguel, carregaram:
L. JV-reira & C, 111 caixas com 2,775 kilos
de sabfto.
A. Oros & C, 1 caixa com calcados.
Para Jaragna, carrKgaram:
L. Ferreira A C, 37 caixas com 1,036 kilos
de saba?.
Na oarcaca Pbeoes, para S Luis, car-
regaram :
A. Coz & C, 1 caisa com calcados.
Na ba-cag Paragoassb, para a Parahy-
by, curregaram :
C. Pinto & C, 6 barrlg com 215 llros de vl-
oag e, 1 caixa com 8 dios de genebra e 6 ditas
com 60 ditos de cognac.
PAUTA DA ALFANDEGA
VALONES DAS MERCADURAS NACIOSAES
SJEITaS A DIRElTJS DE EXPOBTAg^O
Semana de 2 6 7 de MarSade 1896
O Ferro Bravaia cumpre tudo que
prome te ; asaegura a cuia de todas as
m lestias as qua-s o ferro indicado,
falta ce f ra8, anemia, chlor.'.anemia,
proatr gao proveniente das f ebr. s doB
paizes quentes. E' um dos reoonati-
tuintes mais poderoso).
Para as amas de leite, augmenta a
quantidade e riqneza de leite.
E' o nico ferro que nunca cenia o
estomogo que nao o constipa e qu nao
ennegrece 03 den tes.
Tomar o verdadeiro Ferro Bravaia re-
editado e approvado por todos os profee-
8' res di Fuculdude de Medicina de
Pariz.
Bastara 40 gotta.3 por ia.
Seguir o conceibo o'um velbo medico.
Dr. Uhavanon de Corbiie.
CONSTIPACOES ^CT Peitoral Calharinense
de ralive1ra
drogara brga
Recebemos dos Srs. Gon^alvee & C,
urna garrafa de C g ac Brazileiro, fa-
bricado em Pernambuco pe^os Srs. M,
Veras & C, Este cognac, cuja materia
prima segundo nos dizem,toda n-tural.
est muito bem fabricado e toi premia-
do na exposi$ao Universal di 889.
aO PaizB
Da ra rtma data
Os Srs. GoncaIve3 & 0., enviaram-
nos urna amostra do cognac Brazileiro,
(abricado no Estado de Pernambuco pelos
Srs. A. M. Veras & C.
Provamoa essa bebida preparad- por
indutriaes brazileiros e podemos garan-
tir a pureza do priduco nacional, que
deixa, cativismo parte, a perder de
vista os cognacs estrangeiros.
Recommendamos aos apreciadores de
cognacs essa aova mar a, que \ e ser
encontrada na ra >io Rosario n 82, m
asa dos remett-nts, a q iem ag-al-ioe-
mus a remessa.
Para que os leitores avaliem do m-
rito desse producto nacional, diremo-
que elle foi premiad; n- exposiso unis
versal de i889, em Pariz,
Jornal do BrazljD
Da 23 de Novembro.
Oa Srs. Goncalvea 6c C, mimosear m-
Dos Com urna garrafa do Cognas Brazi-
leiro prodneto nacional, obtido da materia
prima do paiz, fabricad pelos Srs, A.
M. Veras & C, de Pernambuco.
O Cognac Brazilsio nem em a| re->
sentagao, nem em aspecto, nem em gosto
inferior ao estrangeiro.
Assim o julgaram ta^uhem entendidos
na Exposiso de Pariz, em 18s9, pois
premia am-a'o com mencj honrosa.
Gazeta le noticias da Baha
De 23 de Marco de 1895.
Da acreditada fab ica ds Srs. A. Ms
Veras & C *, de Pnruambuco, recebemo.
urna garrafa de tCo^nacj B achanto* excedente, julgand-j-o superior
a muitas marcas q_ue uoa vem do estran
geiro.
Foi portador o amavel actor Pereira de
Lyra, agente dos meamos fabricant-s.
Agradecemos.
Correiode .noticias da Babia
Da mesina data.
D'est. conceptuada cas* comm-:rcal,
e8'abele-ida ra Duque de Caxias, em
Pernambuco, recebem s amostras de um
i'ognac Brazileiro, qu o Sr. ph^rma-
eeutioo A. M. Veras fabrica no estabais
cimento que hbilmente dirige.
Recoramondamo8 esse producto da n
dustria nacional, que alm de ser spre-
ciavel pelo cuidado , de
prejo reduzido e relativamente muito
meihor do que outros expostoa a venda
em noeso mercado.
A Sr. Lyra, agente da fabrica e dro
garia, agradecemos.
FALLE
HYGIKNE DA BAHA
JCpla)
UsandodasattribuH.Oesque me sao con-
feridas pelo regu'.amento an'tari > em vi-
gor e tendo em vista os documentos pre-
sen tado8 comprovamlo a analyse ea licen-
5a concedida pela Inspectora Geral de
Hygiene do Estado de Pernambuc *, con-
telo licenca ao Pnarmawiitico Anton'"o
Martiniano Veras para expor a venda
nrfste Estado o preparado denominado
Cognac Brazileiro de sua conteccao.
t, paraconstar passou-se o presente que
pagos os emolumentos e assijra -o, se re-
gistrar para os devidos effeitos.
O inspec r.
(Assignado) Eduardo G. sta.
Secretaria da Inspectora de U. iene
da Bahia, i2 do Judio de 1895.
O secretario
Pr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de 40.
N. 2.672 Rs 5S000.
Pag u de emolumentos na Recebedoria
da Babia
O fiel
(Assignado) V. .]/, da Silva.
Reg. a fls. 88 V do L. competente.
I. de H. do E. Federado da Babia, 12
de Julho de 1895.
(Aasignado] Dr. Mums Barret:.
Ganafa" 2^560
Duziu 23^000
Faz-se descont na proporjao
portancia do pedido.
da ioi-
1 AMO
7*0
10500
Ij'O
U30U
3HU
3550
fomo.
No vapor nacional Jacubipe, para a Ba-
la, carregaram:
Madeira C, 30 calas com 300 litros de
geoeora.
i, R. talos Porto, 30,000 charutos.
Agurdeme, caco tea litro......... 219
Olla de canoa. dem.............. 320
Alcool, litro.................... 364
Algodao em rama, kilo.......... 966
Dito em caroso, dem............. ios
Aramia (farinba)kilo.............. 470
Arroscom casca, :< en............. 130
Dito sem casca ou pilado, dem..... 200
Assucar branco, Jem............ 48O
Dito maacavado dem............ 330
Diio retinado, dem............... 516
Aieite de coco, litro ............. gon
Bagacos de carosos de algo (c, kilo 040
Borracha, teUe demangabeira, dem (4560
Bolinas, par........ ........... 6*000
Cal, litro........'............... 015
Cacao, dem..................... 980
Caf bom, dem.................. 143110
Dito ordinario, dem.............. 1*500
Dito torrado oa moido, dem...... t400
Carne secca (sarqoe) dem ....... 48O
Carosos 00 semeotes de algodao, idem 050
Carrapaleira (smenles) idem .... 280
Cedro em pranchoes, groasora por
0-.081........................ 1*200
Olio em taboas at 40 milimgr., ama ijioo
Cera em vellas, kllj............... 1*650
Carnauba, kilo................... 2*100
Cerveja, litro ................... 420
Charutos, cento.................... 2*450
Cigarros, Idem................... 650
Cooros seceos espichados, kilo..... 1*150
Ditos seceos salgados, idem......... 1*020
Ditoa verdes, idem............... 650
Conrinbo, cento................... 177*500
Cidra, litro...................... 420
Chlnellas, par..................... 1*600
Cognac, litro.................... i*2co
CaMI e lico-ea. litro..............
Cocos seceos com casca, ceuio......
Uiti- ditos sem casca, Idem.......
Coco, kilo......................
Doces, kilo................ .....
Euchaais, om ...................
ExpaQadores de penna (grandes riaila
Du 3 e dita (ppqoeno)idem....... i8*no
u ios de palha, idem............... 4*i00
Bsieios, um...................... 13*000
Es-.ei'as proonas para forio oc ortiva
de navios, rento................ 13*000
Esior-a nacooal, kilo............. 1W
Parioba e mandioca, litro......... 126
Dna Je milco, dem.............. 20o
Feia-'.idem...................... 300
Poibis meJicioaes de qaalqaer qua-
lidacie. klo................... 450
Pomo em tolha, bom, kilo.......... 85u
Dito de dito ordinario, dem........ VU)
Oiio em rolo bom, idem......-.... 880
Dito de dito ordinario, idsm........ 430
Dito em lata, bom, dem........... 830
Dilo em lata, ordinario, '.dem....... 580
Dito picado oa desdado, :lem....... 800
Genebra, litro..................... 400
La de barriguda (palna Kilo...... 400
Looro em taboas al 40 m'oj grossura
ama.......................... 7*100
Mei de tanqoe ou melaso, litro..... 186
Dito de abelhas, idem.............. 900
Milno, kilo........................ 100
Palna de carnauba, idem ........... 030
Pao Brazil, neta.................. 0i0
Ped-a de rebolo, ama............. 4*500
Pennas de ena 00 p.vo, kilo....... 8*500
Phosphato de cal, tonelada......... 12*
Polviltto (go.uu-a de man iloca) kilo. 140
Ponas oa cbilres de g%do vaceum. 345UU
melles de cabra em caballo, cento... 170*000
Ditas de ca'oeiro, idem ........... 105*oo
Perlamarias, kilo................ *5()0
Qaeijos de qaal^uer qadidale, kilo 1*1)0
Kap, Idem....................... 2*200
Ripas de qualqoer qaalidade, dutia.. 400
Saoao, kilo...................... 350
Sebo on graxa, kilo .. ..... .... /I0
Seno em velas, kila................ 700
ementes de carnauba, silo.. ..... 240
Sieopira em obras ^eixos para carro)
par ...........................
Sola, meia.......................
Tabaco em p, kilo................
Tapioca, kilo...........,........
Taboado de amare!lo,duna......... 180*000
Travs oo liabas at 5 metros de com-
primelo, ama..................
Di.as de maia de 5 at 11 metros, ama
Ditaa de mais de 11 metros, ama...
Varas para candas, ama...........
Vasuor s de carnuda dnzla.....
Duas de plaaeava, idem...........
Ditas de timb, idem.............
Vinhatico (em costadiobo) por C^Ool
Dito (em prancboes; por 0n,081....
Dito em taboaa at 40 00/m gro-eara
ama...........................
Viudo de qualquer qoalldade, litro...
Vinagre, dem..................
Bronchite slhmatica
DR. COKLHO LEITE, Clnica da
justa nomeada na cidade do Rec fe,
attesta que o
Xarop l Lobe k Infla
LO
PHARMAOTICO
ILDEF0NS0 18 AZEYBOO
E' excediente no tratamento da BRON
CHITE ASTHMATICO
Deposito:
Ru Bar3o da Victoria 37, 1.' andar
Pharmacia Conceico
Pharmacia Alfredo Ferreira e em toda
as boa pharmacias.
PerDambuco
O Kauliveira
E' o poiloral raais efficaz, mais barato e da
gos.o mala agraoabiliBsiino ; na Drogara Bra#
ga e em todas as pharuiacias.
Ren-la de 1
dem de 29
hECIFE DRAlNAUK
8 *RM *2
3:05i*226
11.6l9898
6*100
7*000
2*200
180
9*00)
25*OlO
424000
1*100
1*100
2*500
2*209
22*000
12*500
16*000
300
120
HoYlmento do porto
Navio entrado no da 29
Liverpool e w-ala16 Jl^s. vapnr ngle le-
ra. de 2932 toneladas, conmaotaote W.
Hage?, equipagem 103, carga varioa gene-
ras.
Baeaos-Ayres e escala8 diat, var-or francei
La Piis,, de 2814 toneladas, commandante
A. Bau'e, eioipagem 151, carga varios ge-
ne'os ; a B. Burle & C.
Liverpool e escala21 das, vapor ingle Sebo-
la1, de 1031 Itnelsda.0, commandanie Joha
Bla k, eqoloaeem 27, carga vanou geoeros ;
a Blackoara & C.
ParahybvI da, vapor ingle "i'urnam* do
1370 toneladas, cjmataudan'.e O. E. Muce,
qoipaseoQ 23, carga varios gneros; a fcc-
iwU Wilams & C.
Rio ne Jmeiro e escala 7 diaf, vap)r naclocal
Bra.il, de 1993 luoladas, Cmmaodante
Aotooio Pe'reira da Silva, equipagem 60, eir-
g varios gneros a Pereira Carneiro & C.
Terra Nova47 dUs, lugar lnlez Mary Claa-
sen, de 121 loceladas, capitao O. EvanR,
a^nlpaepm 7, carga baca'hio; a Jonoston
Parlar & C
Nivlos sabidos no mesraa da
Bordeaox e eccalaVapor francs La Piafa,-
commandante A. Baule; carga varios gece-
ros
Va'praiio e e8-'-iVaoor ingle Iberia,
comotandante \V. Hayer; carga varios ge-
ne'oa.
N"W-Yurk e'escalaVapor ingle Gallardeo.
commandante A. DavidPOG ; carga caf.
-Malos-U'Jidos Vpor ingle Felbridge,
coaimaudante W. Divis; crga assocar.
Haeei-lugar iogle Bel'.ecftbe Exc, capi-
tao J. M.M. Corydoo ; carga bacalbo.
Rio de Janeiro e escala Vapor nacional Sa-
fl te, commandaoie Jos Partir de Azava-
d ; carga varios gener 8.
Batra e escalaVapor nacional Jjenhype,
commandante JoSo Bjck ; carga varios g-
neros.
Mercado Manlsipiil del. los
O ato vintenio deste mercado no dia 28 de Fe-
vereiro foi o seguala *
Entraram :
PracM do da :
Carne verde de 200 a 1*000 ra. o kilo,
Sainos del* a 1*200 idem.
Carneiro de 1*200 a 1*500 dem.
Farlnba de 600 a U0O0 rs. a caa.
Milho de 600 a 1*000 ra. a cnia,
Feiiio oe 1*200 a 2*000 a caa.
Navios esperados
De Hambargo
Brigae allemSo 0>to Grat xu ?talberg.
Rcndlmento pblicos
Alfandega
e Fevereiro de 1896
Het
Renda geral :
Do dia 1 a 28 3.016:796*90.
dem de 29 51:851*313
Renda do Estado :
Do da 1 & 28 610:989*052
Idam de 29 18:83*335
2.068:643*217
629:872*387
Total 2.698:520*604
2.' seocSo da Alfandega de Pernamboco, 29
da Fevereiro de 18S6.
U chefe da seccao
L. F. Codeceira.
O theaoureiro
Luli Manoel R. ValeDca.
RECEBEDORIA DO ESTADO
Renda de t 485:035*022
dem de 29 9 999*271
495:034*193
34 bois peaando 6,972 kilos
315 kiloa da peixe a 30 rs. 9*300
23 compart. com mariscos a 150 ra. 3*45^
14 ditos com earcardes a 150 h. 2 100
3o columnas a 900 rs. 32*410
3 cargas com gallinbas a 7-0 rs. 2*250
8 cassoaes com gallinbas a 45 1 rs. 3*600
2 cargas com milbo verde a 430 rs. *900
1 carga com amendoim a 450 *450
3 cargas com batatas a 450 rs. 1*330
i carga com macacheira? a 430 rs. *9oo
1 cargas com cebolinbo a 450 rs. 450
3 cargas coa feenmas a 450 re. 1 *330
16 cargas com verduras a 459 rs. 7*10
1 carga com canoa a 450 ra. *450
4 cargas com laranjas a 430 rs. M80O
2 cargas com inbame a 450 *90
2 cargas com toncas 45 l ra. *;-oo
4 cargas com melancia a 450 rs. 1*800
2 cargas com mel&o a 450 rs. *9C0
3 cargas com diversas a 450 rs 1*350
20 cargas com feriaba a 300 rs. 6*0>0
4 cargas com milbo secco a 300 ra. 1*200
2 cargas cem ftido a 300 ra. *600
9 Sainos a 1* rs. 900
67 logaras a 300 ra. 20*<00
12 comp. com soioeiros a 1*500 18*0 0
9 comp. com scin ku a 1*050 rs. 9*430
8 comp. com fresanraa a 900 -a. 7*200
70 comp. com faiendas a 2* rs. 140*000
21 comp. com comidas a 1*050 rs. 22*050
49 comn. com verduras a 450 r* 2l*i 5"
111 comp. com farlnba a 600 rs. 66*Vx'0
42 comp. com talhos a 3*000 126*000
Rendmeatos dos das t a 27
521*330
14.747*4001
15.268/730
De Nek-Yurk
Barca nacional Victoria.
D*> Cardiff
Barca noruegueose Wlnooa.
Barca noraegoense Sala.
Barca norueg .se Dacia.
Barca noruegueose Auriga.
Barca neroeguense Tberals.
Barca noraegoense Solid.
Barca noruegoenfe EMy.
De Terra Nova
Logar Ingle Heldra.
Lugar lnglez Emolator.
Lu^ar nglts Hary Classea.
Vapores a entrar
MEZ DE MARCO
I'.apoan do sol, a 1.
Capri do tul, a 1.
Cly:. do sul, a 1,
Hevelin do sul, a 2.
EiUiteu da Europa, a 2.
Tarcar da Europa, a 2.
Hib--i.'arg da Europa, a 2.
Crele Prince de NW-Yjrk, a 3.
Planeta do norte, a 4.
Daoabe da Europa, 4.
tpana da Earopa, a 4.
Espi'ito Santo do sol, a 6
Potos* do sol, a 8.
Be'g'EDO c'a Enrona, a 8.
lUqai do sol. a 10.
Varchant de L verpool. a 10.
Olinda do norte, a 12.
Belaora de N-w-Yurk, a 12.
Asjocion do Bol, a 13.
8. Salvador do sol, a 16.
R r rio do sul a 17.
Brazil do norte, a 24.
HaranbSo do sol, a 26.
Ortlaoa da Europa, a 28.
Vapores a sahlr
HEZ DE MAhC )
Manos o esc. Brazil a 1, as 4 hora.
Sootharootoo esc. Clycfi a 1, as 12 horas.
New-Yo k, Heveliu a 2, as 3 horas.
Bueoos-Ayes e esc. Eauateor a 2, ia 2 h.
Buenoa Ayrea e esc. Tamar a 2, as 2 horas.
Santos e esc. Habsrurg a 3, as 3 horas.
Rio e esc. Planeta a 4, as 5 horaa.
Boeoos-Ayres e ese. Daoabe a 4, a 2 h.
Santos e esc Campana a 5, as 4 oras.
S-n o' e esc. >nle Prince a 7, as 4 b.
Manos e esc. Espirito Sanio a 7. as 5 horas.
Sant"s e esc. Belgrano a 9, as 4 horas.
Plyrnooln e esc. Polosi a 8, as 12 bo-as
Rio de Janeiro e esc. Odnda a 12, as 5 h.
Santos e esc. Belanra a 12, aa 3 horas.
HaTioa'g e esc. aesccloo a 14. aa 4 horaa
Minaos e ese. S. Salvador a 17. as 5 horas.
Genova e e^c. Rosario a 17, 88 horas.
Liverpool Mar-hant a 20, as 3 horas.
Liverpool Liverpool a 20, as 4 horas.
Rio de Jane'ro e esc. Brazil a 24, as 5 horaa.
M.nos e esc. Mraobo. a 27. as 5 horas.
Valparaso e esc, Oelana a 28. as 2 horaa.
omphnva
de seguros contra fogo
NORTMallN
De Londres e Aberdoon
. Posigfto financeira
Capital subscripto
Fundos accumuladoB
eceita animal:
De premios contra fogo
De premios aobre yidaa
De iuros
Agente em Pernambuco,
SoxwelWiianfc O
3.780.000
3.00000-
626.0000
208.000
155.006
MUTILADO
"N
I
1




Diario de Pernambuco Domingo 1 de llardo de I&96
5
>
>
t
Dr. J(io Toiu Araripe da Silva
Ob enjpretr da profundamente luipi espinalos pelo rpido
desapparPCicDHOto de s e amigo Dr. Jufto Tgok- Ararme oa Suva, con
vidam .s pessoas de Ba (.millo e ao* auuo-
do flcado e tes deicis fooccionmcB das di.
Tersas repartif.0as Eiarfoaea, iara afBisltreoj
as mise.p, que sor ata a'ma eeij recadas na
matriz da Hoa Vista. = 8 turas da maor.a do
dia Ico M;(.>' vindou'O.
Por esse tato ae religlio e candada hypo.
tnecaoj desde j4 a maor -r.tuSo e 'e^oiioeci-
menic
Professora
Precio:-se d>*. urna habi itada para
leccionar primearas lrttrs, trabalhos de
agulba e musca a tres meuinas, em uui
engenho prximo a Rib-ia-, vi- frrea
de 6. Fraaciro e por onde tambera
passa lititi.i frrea.
A tratar na ra da D tencfo n. 21,
ou na loja das Estrellas n. 56, com o
Sr. Leoucio Camp >s Jnior.
E cheguei a ficar quasi assim U
RAUMVEIUA
Todos os mdicos rei-eitao o Peiloral
CaUarinente como o nico medicamento
contra Tosses e Bronchites
DOUA A IfstAUA
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mento dirigida pelo cnntucido pharmaceu-
tico Jos Luiz da Silva.
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partos e molestias de criancas. Cha-
mados a qualquer hora. Telephone n
3, __________
Minha esperanza
R. lCOlle-r-IW de Cro-8' I, 14 UaisoQ (jada
da eai 186a
Paris, & de NovemDro de 1895 -Me Sr.
An'.on o Fran is.o Ja Cruz.Peroambuco
Amigo e Sr.TVoti> presente o eeo estima-
do favor de 7 Je Oolub-o prximo passado,
jonto ao qaal Uve o prazer t'e encontrar nm
pedido de papel para cigarros, que mallo es-
rxei receber e agradeco.
Lo;o t'atoi de ent'egal o ao fabricante e
ioelef i>a-a que seja enviado com esmere e roa'
xima preit-za, tt-ndo.se omp'omettido o fa-
brlcante a aprotnplar o em papel para os Bos
des'.e tuez. Espero qae passa fazer Ibe a re-
messa teio vapor do Havre a sabir em 14 de
Dez Si bem desej-isse Hrfil-o o mais cedo an-
da, n5j spria posaltel, po.-qne o seo papel
nao ee (az erro au'ecedencia, e slm de p'apo-
sito, necesBitando o seo fabrico de muito cui-
dadJ.
Serr oulro motivo, sobpcrevo me cora sioce-
sa'.lm"da Vmc, amigo rucito atiento ve
srad"'.-Pflo Sre H. Neol-eCo. I^ojul.
Francisco Pedro da Cnnha
Vresbytero Secular, Cavalheiro da Ordem
de C/insto e Vi gario Collado fa-
rochia e cidade de Sao ]ose desta jiro
vieta de Santa Cat/iarina, ete.
Altes o que tendo usado por vezes o Peiloral
Catharinense de Raoliveira XAROPE DE AN-
GICO COMPOSTO COM TOLU 'E GUACO, pre
paragao dos lllms. Srs pharmaceuticos Rauli-
coHorn & Oliveira, achei que esse xarope de
benfico e promplo effeito as affeccOes dos or-
gaos respiratorios o que atfirmo ia verbo aa-
cerdotis.
Cidade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.Pa-
dre Francisco Pedro da Cunba.
Mais do 50 rail pessoas residentes em dive
sos Estados do Urazil atiestan) a efflcacia des a
grande medicamento.
Deposito
NA
Drogara Braga
Dr. Barreto Mampato Oculista
Consultorio a raa Baro da Victoria n.
51 1/ andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de' Wecker, de volta de sua viagem a
Europa, da consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias ean-
ctificados. Telephone n. 285 Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34 entrada
pela ra da Saudade u. 26 Telehona
. 287. ^^__________
DR. NUNES COIMBRA.Cliua
Medico Cirurgiea. Consultorio, ra
Mrquez de Olinda n. 64, 1* andar,
onde d consultas das 12 s 2 horas
da tarde. Especialidades : Febres,
partos, molestias de senhoras e
criangas, Chamados a qualquer hora
na sua residencia, na ra da Sole-
dade n. 84, esquina da ra do Ata-
lho ou no consultorio.
Telephone n. 387.
Collecta municipal
De ordem do Dr. prefeito do municipio do
Recife se faz publica a collecta abaixo, fleao-
do marcado aos interessados o prazo improro-
gavpl de 20 dias para reclamarles, as qnaes s
podero ser feits por meio de pelic&o regis-
trada no llvro da porta.
FREGRZIA DE SANTO AXTSIO
Kiosques
SS 24 e 55
Caes 21 de Novembro
Laorentino do Reg Barros 70/000
L'joreoco Jos de Axevedo Sanios 70*?S2
Amaro Emiliano Soares '2 ,X
Silvestre Alves Pereira 70*000
Uanoel Joaqmm de Mello 70*0 iu
LiBer>lino flo Reg Barros 70*000
Roa Mrquez do Herval
Mara Prancica do Reg JJ???
Jlo Abdon ggW
Manoel Leite ?0*000
Fraocelino de Almelda Rimos 70*u
Jalio Cesar Bri'l 7*0J0
Pateo do Paraiio
Alfredo Jallo Ianeli 70*000
Largo da Peoba
Daciano Borges Camo-a 70*000
Cortifos
19
Ra Joao do Reg
Ns. rl
7 Tbom Rcdrigoes da Canba 50*000
felippe JamarSo
99 Berosmardioo Jaclotbo Perei-
ra Rami-S 0*000
9-9 Jos Luiz Alves de Freitas 50*000
17 Jeioojmo Francsco Ferreira 50*000
2123 Mana co Epinto-Saato Car-
valbo 60*000
Cadea Nova
9 A Gosrioo de Son*^ Peixn 50*000
19 Tnjmat de C>naluo Soares
Braadao 30*000
Taveasa da Conco*d!a
2 Jos G >me 'la Silva Santos 50*CO0
Varanda de madeira
17
Roa 15 de Novembro
18 Manoel Joao de Am nm f00*000
20 Izidoro B dos oe Olivara 500*000
imposto de 20*000
Quitandas
Roa Daqoe de Caxias
10 Joao Ignacio da S Iva.
Largo do fr'araizo
8 Fellsmioa Mirla da Con:elfiao.
30 Flora Maria na ConceifiSo.
liba do Carvalno
12 Anton'o Francisco Caojeiro.
Roa Joao do Reg
26 Jaclotbo J03 Goarioo. _
|Raa do Dr. Fetoia
40 Maria Gert-odes de Olieira.
Traveasa das Florea
i Romao Rodrigues Chavea.
Ra Paulino Cmara
IA Csetano Carlos d', Lemos.
La'go do Carmo
9 Feliciano Costa Pinto.
Raa de Fogo
20 Antonio Loorenco Martina.
Roa da Penba
15 Meqotlho de Jess.
Roa Viscoo.de de Inhaum
50 Rita Maria da Co'iceico Le tao.
60 Arcbanja Mria do Rosario.
71 Joanna yaria da Conceicao.
Travessa do Arsenal de Guerra
8 Adelalde Croz.
Roa de Pedro ABonso
41 Lodgero de Aqoino Cesar.
37 Engracia Maria de Araojo Barros.
2. iravesaa da Prala
4 La za Maria da Conrelo.
RnaMarcilioDias
72 Jof Raymondo das Cbagas.
ti JoBepba Mana da Coaceigao.
Travessa da Virafiao
12 Marcos Goncalves Lima.
Travessa do Pocinbo
26 Carlos Vicenta dos Santos.
Travessa da Concoma
5 Joanna Delobina Bezerri.
Contadoria da Prefeitora Municipal do Re
cife, em 23 de FWrtto^
Joao Tiborcio da Silva Gulmaries.
FREGUEZIA DE S. JOSJ
Coehciras e carrocas
S 30
Ra Coronel Suasaana
Na. :
183 Z.cbarias de tal 200*000
M-rqoez do Herval
108 Lu'z Meneaes ds Miranda Da-
ro 200*000
Roa da Victoria (00 qaadro D. 1 G)
Joaqoim Costa 200*00)
Roa da Cadeia Nova
Jos Paolaleao 100*000
Deodato Coala Torrea Pal-
meira 100*000
Travessa do Peixoto
Gervasio da 8 Albino Lima & C. 100*000
Ra Imperial
'-61 Joao Pacheco Pimeniel 100/CO
S49 Antonio Ferreira d'OIlveira 1008'M)'i
140 Joaqom NiCvIau Fer tira 10<)*000
150 Lo :i.-vco Goaies da Silva 100*0A
126 B Jos Maria Ferreira Franca 100*000
Coqoeiroa
2Jos Mifhado 100*000
Viveiro do Manta
Compaoba de P*nifi.6io 100*000
Gerorjcio da Silva Sales 100*000
Via-ferrea
Amonio Ferreira a'ulitira ign*00O
Caio 110*100
Viuta Marroqoim 100*00o
Travesa do RafOBJ
Basilio i-a Silva Azevedo IC0*<00
lote Antonio ttaasel 100*000
Yabrica de carros de passeio
% 24
Roa M<): 1 do H'.-pv.l
117al33Jne V-lete 1:000*000
Fabrica de carroca,
3o
Raa Mrquez do Herval
84 Antonio Ig.iacio d'Albnquer-
qae 200*000
Raa Padre Huniz
33 Jos Martius da Cruz J00*000
4o Bernardo dos SaolOS Se, C. 20d*00U
Ra L. de Meudooca
Antonio Jeronymo de Paula 2C0*000
Otarias
38
Ro Imperial
32? V:uva de Caud.do TbiigO
di Costa MaUo 60*000
Fabrica de pregos
39
liba o Maroim
H. Cox 400*000
Contadoria Manicipal do Recite, 28 de Feve-
rtiro de 896.
O laocator,
Fraaciaeo A. Brandao Cavaican'e.
Os contractantes deverSo, alm dessa
idoneidado exigida para a direcjSo e
execugao dat obras, indioar o logar d>
sua residencia.
Nenhum concurrente ser amitttdo
concurrencia lem que provo hsv. r de-
positado na Tnesouraria desta Repar-
tir;8o a qaantia de 1.6005000, importan-
es, qae perder si, escolhida sua pro-
posta e convida o para Designar o con-
trtcr-o a ifitc ae recusar.
Pera boa garanta da czecugBo do
contracto depositar o cootractante no
Thasonro do Estado ama caocSo que ser
previamente arbitrada por ebta Dire-
ctorio..
Neata ReparticSo eatarSo a disposioSo
dos Bri. concurrentes, das 10 s 3 Loras
da tarde, o ornamento e aa plantas res-
peoMvas. 1
Recife, 13 de Fevereiro de 1896. ]
A. Urbano P. Montenegro.
Dire^torsaeral.
O Dr. Le vino Vieira de Macado Lima,
jdi de direito da vara commeroial,
com ezercioio na vara oivsl desta ci-
dade do Recife, en virtude da lei ato.
Fai saber a quem interessar poBsa que
fca marcado o praso de 30 dias, na for-
ma o Decreto n. 3.322 de 14 de Janho
de 1887, para o concurso da serventa
vitalicia do offioio de taballiao de notas
desta capital, oreado por lei do donatario
Duarte Coelho e aubdividido em qaatro
por lei provincial n. 335 de 26 da Abril
de 1854 e vago pelo iallecimento do ser-
vsntuario, Joe Bonif-cio doa Santos Mer-
gnlhto, deve :do os pre tendentes apresen-
tar seus requerimentos ante este jnizo ou
na Secretaria du Juatiga dentro do praso
aoima indicado a c n -.r desta dAta e d -
vidamente instruidos na forma doa arti.
210 do Reg. que baixou oom o Dee. n.
9420 de 28 de Abril de 1885, art. 14
do Dec. v. 17 da 30 de A;oato de
1851, art. 133 do Dee. n. 5.851 de 27
de Fevereiro de 1875 e Brta. 11 a 12 do
Secretaria da Industria p; s.276 isoe outubroda
io8i.
EDITAL
O Dr. Levino Vieira de Macada Lima,
jiiz de direito do civel da cidade do
Recife, Estado de Pernambuco, em
virtude da lei, etc.
Fas saber aos que o presente edital
virem ou dalle noticia tiverem qae no
dia 21 do mea de Maio viodouro, depois
da respectiva audiencia, ir a praca de
venda e erremala^So, a casa terrea n. 7,
aita a ron do Fogo, fregueiia de Santo
Antonio, com orna porta e urna janella
de frente, duaa saias, um qoarto, corre-
dor ao lado coeioha fra, pequeo quiottl
murado, mediado de largura 4 metros e
40 centmetros de eompnmento 6 metros,
penhorada para pagamento de ustas na
execacSo qae Aotooio Firmino Flores
more contra Joa Joaqnim Saaaarooa.
E assim ser dita caaa arrematada por
qnem mais der e maior lance offereoer,
no dia, hora e legar supra mencionados,
servindo de base a qasntia de 1:5005000
por quaoto foi ella avahada.
E para qae ohegue ao conheoimento
de todos mandoi passar o presente edital
qae ser publicado pela imprensa e ani-
sado no lugar o coatume.
Dado e rtSsado neata cidade do Recife
aos 27 da Fevereiro de 1896.
Eu, Felicissimo de Aievedo Mello,
escrivSo o escrevi.
Le vino Vieira de M. Lima.
O Dr. Joa Cavalcanti de Alba qoerque
Uohda, jaia de direito do Civel do
municipio de Olinda pela lei.
Faz saber aos que o presente edital
virem, ou de'le noticia tiverem, qae se
ha de arrematar em 3.* e ultima pra$a
depois da respectiva audiencia deste
joiio, no dia 4 de Margo prximo, as 10
horas da manhS, o bem aeguinte :
Caaa terrea sob n. 6, da roa 7 de Se-
tembro, outr'ora travesea de S. Pedro,
com 4 qu artos, 2 aalas, oosinha fra,
quintal morado e portSo ao lado sal da
mesma casa, a qaal tem frente ao cs-
cente e fundo ao poente, slo proprio,
em bom estado, no valor estimativo de
4.000,5000.
Dita casa vai em 3.a e ultima praga
para pagamento da exeoi'cSo qae move
o Banco Popular deste Estado contra Ca-
mdio Lelis da Sdva e sua mulher D.
Maria Diaa da Silva, com o abatimento
de 20 |0 da aooor^o oom o art. 24 do
R gulamento de .3 de Janeiro de i896,
para que ohegue ao conheoimento da to-
dos jrnndfli oassar o presente edital que
ser publicado pela imprensa e affixado
no lugar do coatume.
Dado e passado neata cidade de Ob'nda
aoB 28 da Fevereiro de 1896.
E eu JcAo Theodomiro da Costa Mon-
teira, escrivSo oeserevi.
Pagt de aello 300 reis o de assignatara
10000.
Jote Cavalcanti de A. Uch&V
Secretaria da Industria
3.a directora
Para ooohecimento dos intereesados
fago publico qne no dia 3 de Margo
vin toaro, a 1 hora da tarde, reoebem-ao
nesta D rectora propostas em carta fe-
chada, devidamente sellada, para o
aervig de abaatecimento d'agua oidade
de Pao d'Alho, orgado em 36.2490065
res.
As propostas davem ser esoriptaa por
de
as
extenso, eem rasara, emenda oo vicio
qualquer especie, sendo rejeitadas
qae se resentirem das seguintes faltas :
1* As que excederem os pregos do
ligamento ;
2* As que > 80 forem organieadas de
accordo com o presante edital ;
3- As qae ae basearem em pregos de
outras propostas ;
4* As firmadas por pessoas qae j
tenham deixado de oomprir contractos
oom esta RepartigSo ;
5.a As que nSo offerecerem as ga-
rantas e qui lidades eligidas neate
edital.
Havendo duaa oa mais propostas em
igaaldade de condigSes, ser preferida a
do concurrente que melhore provas de
doneidade offereoer.
1.a directora
Em 12 de Feveieiro
de 1896
lr> cadam u o de lotes de ter
ra no Arch pelago de Fer-
nando de %'oronha.
Prr eonheciment dos interessados,
fago p;b!ioo ou-, es.ando o Sr. Gover-
oador do datado, autoriaado pela lei n.
124 da 3 de Julbo nltimo, a arrendar
a quem melhores vontageua offereoer pe-
qaecos lotes do trra no Archipela^o de
Fernando de Noronh-, e como qaer que
nenhuma pr-opoats tenha sido aprsente-
da na concurrencia annanciada pelo edi-
tal de 9 da Janeiro ultimo, neata Secre-
taria de coro recebem-ae at e dia 12
de Margo vindouro, 1 hora da tarde,
propostas para o referido arrendamento,
para a fuodgSo de ama estagao de pesca,
de salga oa conservagSo de peixe para
a exoortaga>, pesca de esponjas e outroa
productos msriohos.
Aa propostas devem ser conveniente-
mente selladas, entregoes em carta fe-
chada e conter em termos claros :
1.* O prego do arrendamento de cada
am lote de trra.
2.a IndicagSo da residencia dos con-
currentes.
3.* ComprovagSo de doneidade para
exocutareifl estrictamente os contractos.
Nao serSo aceitas as propostas :
1/ Organisadas em deaaccordo oom o
presente edital.
8,a Bascadas em pregos de outros
concurrentes.
3.a Firmadas por quem qaer qae
tenha deixado de cimprir contractos oa
procesaos de contractos celebrados com
qualquer das extiectas ou das actuaes
repartidora do Estado.
4.* Que nao offereoerem as garantas
eqaalidades exigidas no presante edital.
5.a Nenhuma prop ata aera aceita sem
qne o concurrente aprsente recibo, pro-
vando ha ver depositado no The-ouro Es-
tados I, at ves pura do dia designado
para abertura das propostas a qoantia
de 2.0000, que perder em beneficio
doa cofres do Estado, se, preferida sua
propo.-:, recusar-Be a propononte a assig-
nar o contracto respectivo.
Oa concurrentes obaervarSo como Ibes
compre aa clausulas do decreto abaixo
transcripto, bem como as demais dispo-
aigSeB legaes vigentes, relativas a arren-
damento de proprios estadoaes.
Havendo duaa ou mais de doas pro.
postas ena prefeita igaaldade de condi-
gSes, ser preferido o concurrente que
melhores provas de idoneidade offe-.
recer.
O director-geral,
J0S0 Dinia Ribeiro da Cunba.
DECRETO DE 27 DE JULHO
DE 1995
C 1 a sola s
1.a Aa propostas verearSo exclaiiva-
mente sobre a industria aqui especifi-
cada.
2.a A cada arrematante fioam plena-
mente gkrantidos: aj o direito exclusivo
de explorar a industria que contractar,
e por todo o prazo do arrendamento da
ares, o qaal nSo exceder em caso al-
gum a 15 anuos, contadoa do dia da
inatallacSo do aorvigo; b) o direito de
preferencia em igaaldade de condtgSes,
caso tenha de sar novamente posto em
concurrencia (Lei n. 124, art. 2o.)
3.a Esgotado o praio de qae trata a
clsasala precedente, todos os edificios,
obras, machinas e quaesquer bemfeitonas
effectusdos pelos arrematantes, reverterSo
para o Estado, sem indemnisagSo al-
guma.
4.a A superficie de cada um des lo-
tes de trra, cajo tamenho, meaigao e de-
marcago serao feitos a costa dos arre-
matantes, ser o namero de metros qaa-
dradoi qas for necessario, Bogando o
genero de trabalhos exigidos para cada
expIoragSo.
5. Fica constituido um lote do terrs,
para os effeitos deste decreto, o grupo
das ilhas, tambem perteacente ao archi-
pelago de.Fernando de Noronha. deno-
minadas :*Rata, do Meio, Sella, Geneta,
Rasa, SSo Jos e ob ilhos alli exis-
tentes.
6.a Por conta dos arrematantes cor-
rerao todss as despeaas com o sersigo
qae o governo instituir para fiacalar a
axecogSo dos contraotoa de arrendamen-
to, quer em Femando, qaer no conti-
nente. .
7.a Os arrandamentos serao mtransta-
riveie.
8.
E para quo chegae ao conheoimento
de tor'oD, mandei lavrar o presente que
ser affixado no lugar do costme e
publicado pea impreuta.
Recife, 17 de Fevereiro de 1896.
Eu Florencio Rodrigues Miranda Fran-
co, ett0rv3o do jury, sabscrevi.
Le vino Viera de M. Lima.
Certifico en abaixo essignad), poiteiro
des auditorios desta oidade do Recife,
que por ordem do Exm. Sr. Dr. juia do
commercic cam ezercicio na vara civel
affisei na purta do edificio das audien-
cias o edital marcando o pnzo de 30
dias pra o concurso da aarventia vita-
licia de tabelliao publico desta capital,
vago pelo fallecimeuto do mejor Jos Bo-
nifacio das Santos MergolhSo, cujo praso
comee. a coota:-3 de boje na forma da
lei.
O referido verdade, doa f.
Recife, 17 de Fevereiro de 1895.
O porteiro,
Francisco Manoel de Almeida.
EDITAL
Secretaria da Industria
3.a Directora
F25) publico, para conheoimento dos
interessados, que no dia 3 de Margo,
a 1 horada tarde, recebem-se nesta Di
rectora propostas em cartas fechadas,
devidamente selladas, para qne necessitam aa diversas pontea da es-
trada da Goyanna, orgados em reis
7.4155100.
Aa propostas devem ser escripias por
ex'eoBo, aern rasora, emenda oa vicio de
qaalqaer especie, sea o rejeitadas as
quo se resentirem das seguintes faltas :
1.a As que excederem os pregos do
orgamento ;
2.a As qae nao forem organisadas
de accordo com u presente Edital;
3.a As qu de outras propostas ;
4.a As firmadas por pessoas qae j
tnham deixado de camprir contractos
com esta Repartilo ;
5.a As que n5o offeraoerens es ga-
rantas o qualidades exigidas neste
Edital.
Havendo cuas ou mais propostas em
igaaldade de coodigSes, ser preferida a
do coecurrente que melhores provas de
idoneidade ofierecer.
Os concurrentes deverSo, alem dessa
idoneidade exigida para direegao e exe-
ougSo das obras, indioar o logar de sua
residencia.
bienham concurrente ser admittido a
concurrencia sem que prove haver depo-
sitado na Thesooraria desta Repart
glo a qoantia de 3700000, importancia
que perder si, escolhida sua proposta
e convidado para assigoar o contracto a
isto se recusar.
Para boa garanta da exacogSo do
contracto, depositar o oontractanta no
Thesouro do Estado ama caago qae ser
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Nesta RepartigSo estarSo a disposigao
dos Srs. concurrentes, das 10 s 3 horas
da tf rde, o orgamento e as plantas ras-
pectivaB.
Recife, 8 de Fevereiro de 1896,
A. Urbano P. Montenegro,
Director-geral.
pelos interessados da data do rogistro
de saos titules nesta Secretaria, os quaei
deverSo ser a mesma apresantados oom
a mxima brevidade poisivel.
4.a Entraocia 20 diaa
3.a 35
2.a 45 a
1.* s 60
O secretario
Pergectino Saraiva de Araojo (ialvSo.
C emiterio Publico de San-
to Amaro, 29 de Feve-
reiro de 1896,
Edital
O abaixo aasgnado, adminitrador
deste cemiterio, Boieutifca ao re-peitavel
publico desta cidade para os devidos fina,
oue d'ora om diaote ficam suspensos na
capella deste cemiterio todos os actos re-
ligiosos, at qae se re: liseai os coacertos
de que ella pr cisa.
O adarnistrador,
Asoencio M. Meir da Vaaconoellos.
"EDITAL
O administra aor dt Recebe loria, pre-
vine a qaem intereBBar possa que, dentro
de 30 dias a oooUr do 1 ds Margo, se
proceder nesta RepartigBo a cobranga
bocea do cufre, do imposto devido
pe/os sercigos preBtado3 pala Compachia
Recife Draioaga relativo ao semestre de
Julho a Dsaembr > de 1836.
Recife, 28 de Fovereiro de 1896.
O administrador,
(Assignado)
Affonso d'Albnquer que Mello Jnior.
Alian ciega
Terreno de marinha em
Olinda
Da ordem do Illustre Sr. Coronel Dr.
Iospeotor fago publico que tendo Manoel
GoDgalveB dos Santos reqaerido por ato-
ramento o terreno de marinha sito a
praia de S. Francisco da Oidade de Olinda,
confinando ao norte com o terreno de
marinha em que est edificada a casa de
Jos Martina de Castro e ao sul com o
terreno tambem de marinha em que est
edificada a casa de D. Aona Martina do
Castro, aSo convidados todos os foreiros
confinantes o demais interessados psra
dentro do prazo de 30 dias, apresenta-
rem os documentos que provem os seos
direitos, certo de que, hado esse praso
a nenhum reclamagSo ae attender.
3.a SecgSo da Alfandega de Pernam-
buco, 21 de Fevereiro de 1896.
O chefe,
_______Maaoel Laite Pereira Bastos.
O Dr. Marcos Tulio dos Reis Lime, jais
de direito da Fazenda Municipal do
Recif .
Faa saber pelo presente que no dia
9 de Margo do correte anno se ha de
arrematar por venda a qaem mais der
em praga publica deste jaiso a casan.
169 a roa do Coronel Suasaana, fregae-
zia de SSo Jo&, de Pedra e cal, porta e
2 janellas de frente, 2 salas, 4 quartos,
cosinha fra, qaiatal murado e portSo da
madeira, mede de frente 6 metros e 20
oenti metros o de fanlo, 16 metros e 90
centmetros pela quantia de 4.0500000,
feito o abatimento legal, visto como foi
avahada em 5.OOJ0OOO e esta a ter-
oeira praga. Pertenae a herdeiros de
Loira Francisca de Souaa e vai a praga
por exeeagSo qae Iba move a Fas-anda
Municipal.
E para constar paBson se c edital na
forma da lei.
Dado e pessado nesta cidade do Recife
Capital do '.atado de Pernambuco, aos
27 dias do mea de Fevereiro de 1896.
Ea Jos da Costa Rogo Lima, escri-
vSo tubecrevi.
Mr reos Tulio dos Reis Lima.
DECLARACOES
eisii "Ai-
Secretaria da Indus-
tria
1.a directora
JEna 2? de Fevereiro de 1898
De ordem do Dr. Secretario interino,
fago publico qae acha-se prorogado, por
oito dias, a contar deata data, o praso
marcado para os proprietarios de usinas
Bnbvenciooadsa pelo Governo do Estado
recoiberem ao Thesouro a qoantia de
300SOOO; correspondente ao primeiro se-
mestre do correte anno que se destina
ao pegamento dos honorarios doa enge-
nheiros fiscaes encarregados da inspeegao
das usinas, conforme o diiposto nos arte.
22 e 23 do Regalamento de 5 de Agosto
de 1895 e clausulas dos respactivos con-
tractos.
O director-geral
JoSo Dinia Ribeiro da Cunba.
Tambem nSo serSo aceitas as
propostas firmadaa por estrangeros, e
podendo concorrer a este arrendamento
cidadaoa braaileiros natos ou naturalisa-
dos ba maia de 5 annea, ficando enten
dido que todas as questSes suscitadas,
qur na eecolha daa propostas, quer na
exeoagSo do contracto serio resolvidas
em definitiva pelas autoridades brasile-
ras, importando caducidade do oontraoto,
sem direito indemnisego de especie
algoma, o appollo feito por qaalqaer
forma intervenelo diplomtica ou aos
bons ofScios de autoridades estrangeiras,
bem como qualquer asBociagao dos con-
oessionarioa com oidadlos oa institaig&es
estrangeiras por instrumento publico ou
partioular.
Edital
Secretaria da Instruccao
Publica, 29 de Feve-
reiro de 1896.
PRAZO AIS PROFFSSORF3 NO-
MEADOS PARA ASSUMIREM
O EXERCICIO DE SEUS CAR.
GOS.
De ordem do Dr. Inspector Geral fago
pablioo aoe Srs. profesaores nomeados,
de accordo com o Regalamento de 23 de
Janeiro do correte anno, qae fica-lhes
marcado o praz> de que trata o art-
49 20 do referido Regulamento do
modo por qae vai abaixo descrimicado,
attendidas as respectivas distancias para
dentro do mes.no assumirem o exercioio
de seas cargos.
O alludido" praso devora ser contado
TBEATRO
SEDECLUB DR4HTI0O
Meo Drammalico Prnamba-
eno
DOMINGO 1 DE MARCO
DOMINGO, 1 DE MARCO
Attrahente espectculo aocial extraordi-
nario
SOB A DIRECCO DO CONSOCIO
Martinho Castro
A orebestra, confiada batuta do
maestro consocio JoSo Antonio, dar co-
mego ao espectculo com a exeougSo de
urna lindB8ma symphonia ; continuando
a execotar nos intervallos outras novas o
aprecieveis.
Programma
Ser levada sesna com todo o esmero
e oaprioho a importantsima pega de
grande effeto em tres actos :
ABEL B C vil
Abrilhantai esta esta festa a dis-
tncta sociedade Clab Mascal Reci-
fenseexeoatando os mais bellos trechos
masioaes de sea repertorio.
Dar fim ao espectculo a espiri-
tos, siima comedia em om acto
Choro ou Rio
oojaa pcg;s estSocorrectamente enaaiadas
Principiar s 8 1[2.
Bouds para as prircipaes linhas.
Ao Ncleo!!!
NOTAO resto dos bilhetes acha-se
em m&o do theaooreiro, na T'avessa do
Prate n. 7, Mercearia, e no dia do espe-
otaonlo no Theatro das 10 horas da manbl
em diante.


'


"


e
Dtarto de Pernambaco < Domingo 1 de Hurco de 1S9G
*
c. a a e.
Clab Carnavalesco Cava
lheircs da Epocha
Avsembla geral
Para eleger a nova directora e 'atar-se de
assump'.oa de i- do o iuteresse social, convido
a todos os S*8 ocies reuai: -se:e-m aseerobit
geral, na sala das sesses da So iedade R-j-
crea i*a Juveotude, as II botas em pono, do
dia 1. de Marga prximo v:g loor >.
Recite, 17 ae Pevereiro ae 896.
Ildefonso Santo?,
Sf ceta rio.
SOCIEOADE
Uniao B. dos Mercieiros
i* convocaio
De ordem do r. presidente mido a lodos
os Srs. socios a reoolrem se oa s-de social, do-
mingo i de Marco prximo, as 4 hjraa da tarde
afim de rroceder-se a eieigao dos metnrras da
directora e conseno deliberativo, ao; leem de
reger os destines desta Sociedade durante o
ano crreme.
Recife, 55 de Pevereiro do 1898.
Jos G. Cofea de Mello,
4 80C*' tario.
COMPANflIA
Usina Cansanqo de
Sinimbu'
Dividendo
Sao conv'dsdofl os S'B. acctoLlstrs a receber
o prime! o divdendo relativo ao auoo rindo em
30 'e Juo de 1895 a razao d-i 0*0-0 pur
acta.) correspondente a 8 *u or>re o capital, ua
roa Duq-je de Caxias n. 51, do mtb dia as 3
da (arde.
Recife, 15 de Pevereiro de 1896.
Jcsfc Mara de Andrade,
Direcor tbesoa eiro.
Da
manhia Atuphitre
codo com o art. 16 do decre'o de 17
de Janeiro de 1890, fleam a dispusigSo des Srs.
accinala* oo escriptorio da Comp nbia Am
phitrite a roa do Comroerco n. 48, a copla dos
balances, reiagao nominal dos accionutis e lisia
de transferencias de acg5es dor?nle o aooo de
*895.
Recife, 11 de Feverpiro de 1896.
0< dir.lores,
Arthnr Ao'os'.o de A'meida.
jof Antonio Pinto.
Joao JvS di Arxorim.
AssociagoCom
mercial Bene-
ficente dos
Mercieros-
Assemblea CSeral
De ordem do Sr pre-
sidente do Conselho De-
liberativo, convido aos
Srs socios a se reun-
rem domingo, 1 de Mar-
co prximo, a i hora da
tarde na sede social
ra do Barao da Vic-
toria n. 60 i* andar
eiui de proceder-se a
eleico da Directora e
mais poderes que tm
de reger os destinos
desta Sociedade duran-
te o anno crrente.
Espera-se o comija-
reciment > de todos os
socios.
Recie, 2 de Feve-
reiro de 18^6.
Jos G Correia de
Mello,
1- Secretario-
Companhia
DE
Teci ios Caulista
Assembla geral o:uoarii
Convido es Ss. accionista? a comparecerem
no dia sexta-fe ra 13 de Marco, 1 tio-a da
tarde co palacete da Assoclago Corxmectal
Aercola, afim de oovirem a leitnra do relato-
rio da uirectoria, deliberaren! sobre as mediJas
?ella indicadas, tomaretn coobecimeQto do pa-
recer da cc-mmis.-ao Oscl, juigarem das cootas
do anno boc a' fiado e finalmente elegerem -os
do ves fiscos e npplentes.
R-.cfe, S8 de Feve'etro de 1896.
J. A. Saraiva Jnior.
Direcior Ercretario,
Companhia
De Seguros Phenix Per-
namburana
Nos termos do an 147 do deoreto n. 434 de
4 de Jalbo ce 1891, ricam a disposigao dos Srs.
eeionlstaa nasJe desia Compaobia a roa do
Commereio o. 46, a copia des b?lanco?. a da
relscao onmioal os a'cionls'os e a lista das
transferencias das aeges.
Rec:fe, 14 de Fevereiro de 1895.
Os ;drLi;isi.'adore?,
Loiz Dup-at.
M. S Maia.
Jof Juaqnim Das Ferr .-neje?.
COMPANHIA
DE
Tecido de Malhas
Acharn-ae a disposicSa dos Srs. accionistas
no escriptorio provisorio roa Mrquez de
Ollnda o. 58 x* ama'', de conformidad e com a
lei 06 segiotes documentos :
1." Cjla (10 BaliDCO.
S.a Rel3(o noxiaal dos accionistas.
3." blata das transferencia* d:s acjfies no
anno fi ido.
Recite, 14 c!e Fevereiro de 1886.
J. C. L'-vy,
_______________Secretario.
Companhia Tethvs
E.Sa;> convidados os Srs. accioDitras reuni-
rn-=e em asseabla geral oriricana. na ma
sede, roa do C irrim'-r n n. 14, a 1 bora oa
tarde, do dia 11 de Marco, para icmsr ccohe-
cimenlo do relate rio. o (alineo e coniss re-
ferentes ao inno tindo e do parecer da com-
miseSo fiscal, assim como proceder a eleij-j
da nova directora, do presldun e e le reta-jo
da renoio geral, da memb.os da coromisss-
fiscal e seos su .pleu.eB.
Recife, 25 de Fevereiro de 1898. -Os dlree'o
es. B. ce S^uzi L?ao.=Tbom. Cerner.-Jallo
. Paee Ba-retto.
Veneravel
IRM Aa'DADE DO ESHOa BOM JESS DAS
PORTAS
Ele Icio
Pelasegunia vez coavid se a todos os ir-
mos a comparecerem na consistorio da greja
da Madre de Deus, domingo 1 de Margo, pelas
11 boraa da manual para em me;a geral, ele-
ge* (% a fulera admlnistraca'1.
Recife, ?7 dejtvereiro ce 1896.
O secretario interino,
V. Campos.
De Fiafo e Tecido s
de Pernambuco
Sao convidados o Srs. accionistas a renni
rem-se no da 16 d? Margo prximo lu uro, ao
mel dia. no esiriptono da mesma companhia
roa do Bom i sos n. k, 1* andar, arim de to-
marera cootiecmeuto daa contas e balancos do
anno de 1895 e eleg rresa da ajeembla eral e dir, to-'a de con
[ormidade cea o 9 do art.27 dos Eetatotos.
Recife, 28 ce Fsv^relro de 1896.
O director secretario,
Jos Je5i ce Amorim-
Companhia Manufactura de
Pho&phoros
De conformidade com o disprsio no art. (6
do decreto de 17 de Janeiro de 1890, participa-
se aos Srs. arcinis'as que se acbam a sua < is*
posIcSo, no escriptorio deta Compaobia ra
ub Companbia Pemambncana o. 2. os segoin-
ies documeoios para certm ezamioados,
l' copia dos balancos.
2 rehcao nominal coa accionistas
3* lisia das traa.-(er:n -;us de accOes durante
o anno
Recife, 29 de Fevereio de 1896.
O dlrecUr aecrearlo,
J>gquim Pirt-8 Gj1 -Ii daS Iva
Compauhia do Beberibe
Previne-ee aos Srs. concessionarjns de pennas
.'i'ayua, que oos termos da neva ci.-Dosicao do
ar1. 56 co regoi iemo de peonas dVgoa, e em
'isla b certidao da junta dos correctores que
.eclara e- sido de 9 a. por 14000, o cambio
xe'.io sebre a praca de Londres, nos 30 dia9
u-corndos de 25 de Janeiro a 2i de Fevereiro
do correte anno, o prego a'^Rua as casas,
pelas pennas, en ra razo de 64009 para a
taza mnima e (te 444 ris por mo'or tabico de
excede.ie no prximo mes de Marco.
Recife, 29 de F^ereirog-ie 1896
Prince Line of St-amers
lames Knott ?Vew-Cas(Ic-oa-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados- Unidos e o ^razi!Bin da
Prata
B'esperado d? New York
at a da s te Marco, e
sah'r. dei o da demora ne
cessaria para a
Babia. Rio de Janeiro e Sant'B
O vapor inglez
Crele Prince
Tem excellen'.es cnioca parap;ssa^e-
os e illamtaado a loz el "tr'c a.
Para torgas e paleos trata-^e ccm os
AGENTES
Jobnsto^ 'ater & G.
Ra do Comraercio n. 15
Para passegeua, carga,'frete e etc., trata-se
com oa
Cocsigcataroa
Borstelmaan &C.
18Roa do Commereio18
1 andar
S. B.-No fe attender mals a nenboma
reclami-cao po- faltas qoe nao f rem commu
ni adas p ir < -cnpio a agencia at 3 dias dep. i
la eot adi ""No cso em que es volumes sejim desrarre-
tiid.-s com termo ae avsria, necessaria a pre-
se ga da agoicla no acto da kbarlors, para
po 1er verificar o prejoizo e faltas, se i 8 bou-
ver.
t
T.-mqutllno Ildefonso da Caoba e seas en-
teadee, JoeP M>rcell no Al ves da Fouseca, seos
tilbos e netos, agradecen) do intimo aMma a
todos os seos pareles e amigos que arompa-
nbaram at a ultima morada os resto) mortiesl
Je soa mono presada espesa, mai, nina irma
e Ha, Cec lia Rosa oa Fonseca CuLba, e de
novo os convidan para ouvirem as mis'as qae
pelo eterno reoonso de saa alma manna i> retar
na tgreja da O dem ^e Francisco, pelas 7
1/i oras da manba do da 4 do comn-.e mez
de barco, 7' do 8?u fallrcimento e aattcipam
itas igradecimentos.
I.EIL0ES
Banco de Feruambuco
Assembla geral
Convido ob Srs. acck>Bi*'a< dsste Banco 4
reuQrem-83 no dia 10 da Mai(0 p:cx mo futu-
ro, ao meio dia, no 1* andar do edif) io do
mesmo Banco ra do CuTtnercio d. 40, afim
de tomarem c^nbecinento das ont, s e batn-
eos do anno de 18r5, elet>rem a nova directo-
ra, c^nselbo Brca e eupplea es.
Ficam suspensas as transferencias de ic^s,
na fo-ma do art. 21 dos Estamtos.
Recife, 2/ de Fevereiro de 1896.
D-. Antonio F. Pere a de Carvalbo
Director secreta'io.
BoyalMa Ste m P cke Gompany
O paquete Cljde
CommandanteF. Messer^y
E' e s p erarlo
dospor'osdosol
?t o dia i de
IMa-co segnindo
aepois da deme-
ndispeosavel para
. Tcente, L,!sbna, Vlgo, Cher-
boorg e von'. iaui!>'f-*
O paquete Tamar
Commandante T. Constantino
B* esperado dt
Bu*opa n o dia
9 de M rgo, o-
guindo de p os
da demora ne-
ceseara para
Macei, Baha, Rio de Janeiro e Santos
Danube
COMMANDANTE G. y. IHlKS
E'efperadoda
s_. Eurcpa oo U ta
rrf&*4 "0 MarjO, 86-
guo demora inaispeosavet para
Baha, Ro de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Reducto nos presoa m ptangoM
Ida I;" volta
A iiSiHii 1* asse ?0 t 20
a' Soottaampton ciasae a oa
Csuaarotet raasrrades !>^r^
de Pe ascifcaco.
Agente Oliveira
Leilo
De iim importante e grande terreno sito
roa de Lo z do Reg m S^oto Ama o, cont gao
,o 'en. 54 B, murado na frente, com nm por-
to de ferro, com planta de rapio), cequeiroa
eic, mediado de fpeote 417 palmo, eob 607
ditos de fucilo.
Um viveiro oo fuido do dito siiio, bastnte
largo, com porta o'aRua de pedra cal. ef,
pertencente o espolio do tinado J>.s Joaquim
de Kcuza Malta.
Terc,a-teira, 3 de Mar^o
A's II borss
%o armaiem ra fi ft de no-
vembre d. 39
O agente Ohveira por maodbdo do Eam. Sr.
Dr. joiz ae direito de orpnacB do mu icipij de
O inda, e a reqcenmerto aa viova e Inve >ta-
remede Jote Joqnim deSo?aMota, lesa
a leao o importante terreno cima descripto e
O viveiro respectivo.
Os Sre. pe'rodenies desde ja pederao exa-
minar 08 referidos beos.

Baronesa da Escada
Antoijio Lias Coni de Araajo e seos fl.hos.
convidam seos prenles e amigos para assieti- |
rem mlsss qoe por alma de soa cara mal e
av, Baronesa da Escada, fazem celebrar na
capella do eng. i hj Camaragibe, s 7 horas da
manba do di t ae Mh-ci prximo, 7' di. de
seo p38samento ccnfeseaodo'se desde ja gra-
tos por este de religiao.
f
A Bjrcneza de U inca convida aos parrntes
e amigos do Dr. Joao Tnnm Ararlpe da Siiva,
para aslfliuem aWsa, que por sua Im.
manda celebrar no convento da Pieaade, As 8
horas da m.-nria do da 3 de Marco iroximo
Futuro, 30* do sen pessameoto e desde j i aole-
cipa sua sincera gratrao aquiles que ce iiig-
narem acceder ao seu convite.
ifjiite Qlijetrd
eilo
Cimpanhia Amphi-
trite
Convidamos aos Srs. accionistas pa-a a rea-
ni&o de assembla geral ordinaria que rfevera
ter logar a 1 bo-a da tarde do dia 12 de Margo
prximo f a turo, no etcipto io oesta Compa-
obia, a roa do Commereio n. 48aqualter
por flm jalgar o lelatorio do mno liado, pare-
cer da commlseao Bacal, aasim eomo, proceder-
se a eleicao doB i ovoe memores para a mesma
C'trmuoao oo cor ente anoo.
Recife, 25 de Fevereiro e 1896.
Os directores,
Aiibor Augusto de Almeida.
Jote Aotonic Piolo.
Juo Jos de Amorim.
Dj c;sa terrea si'a roa de Hartas n. 64.
O je Coronel SuasBona), com porta e janei.a
de frente, i 8Btt, 2 quarto?, 8 to interno, co-
stnha, :-ua encaad?, quimal morado cmb
po"ao para a ma de Sita Tbereza, tic.
Terc^-feir, 3 de Mar^Ji
4's \\ horas
tj tii'ita?em roa fl de Mo-
vOfbro n. 39
O agei-te Oliveira competentemente auterisa-
no, levara a Uilai a fi>sa teriea cima descrl-
pa, Ivre e desembartjida, podendo desde ja
ger examinada _______
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pernantbu
cana
RA 60 COMMERCIO
SEGUROCONTRA FOOO
laujuniecs
LINHA MENSAL
Paquete Equateur
C imar.dante Lartigoe
E' esperado.,
da Eoropa at
o dia 3 de Mar-
ico, segal do de-
pols ca demora
precisa para
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Estes
c trica.
paquetes sio Iluminados a luz ele
Previne-se anda aos srejecebadorea de mer
oa lorias qce *6 se atteudera a rectamac6e3 por
!a! .as, que forem reconhecida^ na occasiao da
ieacarga dos volumes ; e qoe dentro da 43 bo
as a contar do dia da descarga das aivarengas,
devero fazer qnalquer reclamarlo concernen-
ie a volumes qce porventnra tennatti aegoido
para os portes do sol afim de srsTi daO% a
tsmpo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros da ae aprsente-
em na vespera da cbega o vapor para te-
ma cm as suae passagens.
Para carga, passagens, eaccmmecdas e H-
nbeiro a frete, trata-se coni
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
!. aodsr
Para carga, passagens, eocommendas e d;
nbeiro a frete, irata-se com os
AGENTES
Amorim Jrinao* & G.
8. '__p.sj* rfr e-om ub N. 3
Hambutg-Suedamerikaiiis-
che Dampschiffahrts-
Gesellschaft.
O vapor
suncion
E' esnerado do sul at
o ais 1S ce Mirco, e
pet>'i a oipois da demora
nereesatia para
Lisboa e HamburgO
Entrar no porto
carga, frete, etc., trata-se
geute Oliveira
Leilo
Do sitio denominado Alto do Machado, em
Brbtrlbe de Bjxo, ci.m 250 palmos, tendq a
fente par a iraveB?a do G.nipapc e aivldin-
lo pelo no-le ccm trras ne Jo^ Soare-, pelo
peen e ccm Ierras do p re Ba.albo, e pela
sol com trras de Jote Macbado Soares.
Terca-feira, 8 de Maic,o
A'S 11 HORAS
So armazem n. SO da roa 1 &
de Novembro
O agente Oliveira por mandado do Exm. Sr.
Dr. jcu de direilo de liuda, levtra a leilo o
riti cima descripto.
Os Srs. preteodenies desde ja podero exa-
minar o referido sil o.
t
D. Deolinda Horeira de Kendonca
atoara
30* dia
JjSo Rodrlgies de Moa-a e snas lili) s, con-
vidnm aos seus pvrentes e aa isos para ibes
lazerem o religioso ODBi-qeio de assistir as
iDissas que p-lo eterno repooeo ce sm r.-e:-;-
da nanea ssqnecida miiiner e roa1, D-el n I >
Moratra d Mador 54 Moar* ma iam rczr na
BRMrt aa Bt-Ti!. pi-< 8 l/i icrB da an*
nbS de qnieta-feira, 8 10 cj"eoi mez e ism-
bem na greja do Carmo m Olmda a 7 i/i bo
ras da maob de eexta-frira 6 do cor ente, tri-
csimo dia f o :-eu fa lecimen.o. A toaos qa-*
se dignarem raacorr p.recer a este acto de re-
Itg'&o licam surxmamente ag-a>iecirj f
Para
com es
passagens,
Consignatarios
Borste'man & C.
RU4 DO COMERCIO N, 18
I.- andar
Norddentscher Lloyd
o VAPOR
Habsburg
E' esperado da Eo'ona at o
da de Marco de 189 e se
soira dppols na demora oeces-
_icisa rara
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Este vapor de 1. clasae e offereee
ptimas accommodac^es aos Srs. passa-
geiros.
passagens, carga, frete, ele, trata-ee
Para
com o
AGENTE
V. Neesen
4Caes do Ramos4
CompaDhia Fraaceza
IKaTcgn^So a vapor
(raba regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernazobnco, Babia, K10 d. Jar.e ro e
Santos.
0 vapor Campana
Commandante Voisin
E?pera-s da Eoropa at odia
4 de Marco, e segar (te-
pes da ni cesf aria demora para
T'ta?
Baha, Rio de Jneiro e Santos
Ruga-se aos Srs. importadores de carita palos
vapores desta lmha, qoeiram apreentar den-
ro de 6 dias, a contar do d descarga das al
vareogas quaiqner reclamacao concernenta a vo-
lumes que por ventora tenbam secoido para oa
portos do eul, aflm de ge poderem dar a tempo
as providencias necessarias.
Espirado p referido praio a companhia ci s
rasponea bilis por extravos.
Recebe carga: i tratar com o
AGENTE
FeHx Bandeira
9Rui do Comtnercia-9

Pacific Steas) Naviptioi to m
pany
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete Potos
E pera-se do
sul ai-5 o dia 8
de Marco, e se-
guir depols da
demora do coe-
m e para Liverpool, com escala porS. Vicente,
LutOa, Corona, La Palce e P^y cutb.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nbeiro a frete trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons i., Limited
10RA DO COMMERCIO10
J. andar
AVISOS DIVERSOS
Baroneza da Encada
O BarSo e a Baroneza de Suassuna, Aolo. ia
Llns Correa de Aujo e seus hos, fazem ce-
lebrar mirsas do 7* da do ir f u;to paeamento
de sua cara togra, nai e av, a Baronesa oa
E?c da, oat matnz'S ue Santo Antcnio e Bca
ViRia, greja da Ptub^ deeta dado e na ao
engeuhn Limoeiro da Encada pelas 8 h. ras da
maob, ao da 2 de Ma-go vindoaro. E, con-
vidando pa a esse acio de relegiao seos paren-
ira e amibos, aoteripam o man vivo reconteci
a.ento.
t
Pr -cl-a-ae ce urna ama, a iratar ua venda
do Vieira ra larga do Rosario n. 14._______
.-"_ Aluga-ee o 1* endar 00 eoPratfo d. 74 da
ra de S. Jorge com S aal-s. 4 qoartos, 3 ga-
binetes, (osiohi f. ra. caiado, pintndo de novo,
cl = rn e f/esco : tratar na rea do Ltboei n. 2.
l>oui estar pa'. ilu**' um ptqucuo
con.prlimeio da ci sa n. 4 a roa do Bemflca,
Macialena proprlo para taino ^e carnes verdes,
Darbeiro, eapateiro, ec, a tratar 00 0. 6, mer-
ceana.
A'Oga se a (Ma n. 43 sita a ra Luz 00
Reg, com coaimodo8 para ranee familia, asna
e gaz encalos, grande qulolal e jardim o
lado, reedificada de novo, a tratar i roa da loo-
peratria o. 16,'loja.______________________
Vende-se
A taverna da roa Vidal de Negreiros n. 15!
e cm bom cavado.
Vende-se
Urna excellente caidel'a com macbin, de
f. rea de 6 cavados, em mu'to bom estado, pro-
p ia para engenbo: a iratar na fabrica Moreni-
nba, ra do Crespo n. 7 A. __________
Hamburg Suedamerikanis-
che Dan pfschiffahrts-Ge-
gellsckaft.
O vapor Belgrano
E' esperado r.'a Europa al 0
la 8 ile Margo pr eximo e se-
>guir depols da demora necea
sarta para 9
Rio da Janeiro e Santos
1 1S? 'X
.e vapor llomnado a lux elctrica
e offereee ptimas aooommoda(;5ea aoi
Srs. paaaageiroa.
Eotrar no porto
LFaUTaBU cazus
DE
Campos & G
N. 35-RA DUQUE DE CAXIA8-N. 35
Em frentH do Diario
Os proprUiar.os deste bem montado estabe-
lecimeoto previuem ao reepeiisvel publico qoe
rara bem servir aos feos freguezeB teem no re-
faricA eetabelettmeoto nm efpleodiuo e vana-
do eortimsnto oe caeemiras p etae e de cores
o u ba fle metnor em 18, L'ins de poro lio*o
de todos os padres, e por pu.-.os raso'.valJ.
Pr.Puem bons artistas, pe- que se jo^ae
nabilitados a sasfazer com totti go^to, eemer-
e perleigao ao freRcez miasexigesie.
Ma mesma alalaiarls alaeam-se casaras,
etc:___________________________________
Ama
Preclse-se de urna ama qoe coslobe bem,
para casa de pequea familia, a Iratar na rea
da Concordia n. 85. sobraro^______________
Ama
Pre.if?.-:-e de ama ana pera la-rar e engom-
mar para peqneja (imilla, a trdar na roa da
Coocordia n. 85. sobrado. __
Preciea-se de orna pa a cosiobar e oulra para
comprar e arrumgOes, oa ra do Bom Jeso?
o._50_________________________________
A.XWXA.
Na rea do Livrameuto n. 7. prerita-se de umt
para cosiohar e msis a guos servicos de iasa
de {.equina familia._____________________
Francisco A. de Araujo Mello
Amare-i j D. da Costa e Clemeotmo C. de Oli-
veira Accioli, convidam a f -milla e a -o o u.-
amioa do I.ile. ido Fraocisco Antonio de anu-
lo Me'lo, a assistirem A mise na igrej r
Santa roz, no dia 3 de Margo, as 8 n.rjs di
manha, que mandtm raiai pela tina ae seu
sempre lembraao ami.; .
t
Wan-
Hat la Bernarda de
derley
Jofto Maocel de M Barros W.nderley e seus
Uibos, aluda soba cor do nefasto falleclmento
de soa cborada lilba eirma, M.ria Bernarda de
M. Wnderlej, convidam os seus p.rentes e
amigos para assislirem s missas do 7-* oi .,
que, por alma da mes&a mandam celebrar
pelas 8 bo-es da manba do dia 3 de Margo pro-
x mo vindooro, na matriz de Alegados, aut-.-
pando'seu eterno recoobecimento e giaiido a
todas as pessoas que comparecerem a este acto
de religiao e c.ruade.
t
.loviniano Fernandes da silv*
Maula
Maria Leopoldina Ne^es Manta, seos Gibes e
genro, (aoseute). Aovosio da Silva e soa mu-
iber, Adolpbo Feroaades da Silva Manta e seus
rj.be?, So 11a B.-zerra de M b e snas filbas,
Adelaiot Paitares, seos Blni-s e georo, cooyi-
dam os seas prente? e amigos para assis-
tlrem as miesas que mandam Ct-lebrar pelo re-
POO80 eterno oa alma da c- u presado e nunca
'Equecido esposo, oa!, irmSa-c 110, Jo-imano
Ferraodes da Silva Manta, na matriz da Boa-
V.s'a, s 7 rieras fia aaatii, de segunda-feira, 2
de Margo, 7 dim do seu infausto p seameuto,
e dtsde j penboram eoa eterna u a.uao aos )
que se digoarem da comparecer i. esse acto e
rei'K:?n e earidade.
AMA
Precisase de orna ama para cosinbar, a Ira
lar na roa Ursa do Ro-"" o. 9. retnioaria.
vC^,J*nJj~C7K*
Precisa se de ama am* de cosioba para casa
de nequena familia, a ra Deque de Casias
|. 86._________________________________
Atten^ao
Vende-sa nm piano em perfalto es'adp,na
Magdalena, tratar com o dono, sitio defroote
t oraca Jtao Alfreda._______
Gaixeiro
Preclu-se da am com prztlca de molbados, i
tratar com Lopes Albeiro & C, oo ra co Pays-
iiod n. J. fi
Coslureira
FRECI'ASE.
Nolre Daae de Pars
.ua do Cabng n. 1 A.
Crindas
Ni ra do Hospicio o. E6, pre.'isa-se de rin.-e
c-idas, Beano ama para coLbar eomprar e
urna para lavare eagomma para poaca f. m -
lia. Paga ,-e tem.
riadc
A' roa da Concordia n. IS6. precisa te de cm
para servigo de fabrica.
Optiiiio negocio
D-se sociedade em
umestab leciaetocom-
mercial bem localisadu
e qte faz bom negocio.
\ tratar ra do Ba. ao
da Victoria n. 30 foja.
Pedreiros e carpiras
Para ama obra importante fra da
capital, coatratam se pedreiroa e oarpi-
naa ; no caea da Beger>er*c3o n. 30, 1;
andar.
0-4-
Grlado
Precisa-ae om, na roa da Uniao n. 65.
/\
-



Diarlo de Prnambaco Domingo 1 de Marcjo de 189G
51 Ra da Imperatrlz 5t
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Extnas Noivas. Um variado sor-
timfci.to de sedas brancas, colchas, coro-
nados, capellas, veos e taias de seda re-
eb6AVED: IHUIZO
Remedios qmecoram
SE II U1ETA
NEM MODIFICACiO DE COSTURES
28,033
Perdeu-3^ a rao'- la i C'&a Bironoml'-a, do
niimrro acicra: quem artiga pode eniregal-a
neaie escnpiork. _________
Vende-se
i
i

E
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tu g
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V-ode-tea^n ra Tobi s B, >.to d. 24,ein
bum pino; ;cqu>Mcao par uro prin^l
siste, o ortivo ia renes se dcr._____________________________________
4uipr p nefarios
0 n op li- red c n BHaaroi Ve!:
da fret (i1,, lia Boa-Vis* e quh erKor.t aSo
n oa a A r t ;a f.ico-za teS
fcn te.eja eii re-ti ayotll' iredio, por 1 i-
go* nao*, a aigoeu que se encaregoe de
coucerial o.
itgen^as do Estmago, JfoUa de IPoremm,
Anemia* Febres, etc.
O ME8MC
!.***
oigisaso
Oblroste, Pobreza do Saugue, Debilidadc, etc.
Lympbutnu'X), Escrfula, Amollcimento dos Ossos,&.--
*-u :: rt id. bm db n-*..
jfc. I il wtjiMl^J.


o.
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CD
"-.
CO
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I-A
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3
Amas
Pife; ia-ge de tinas: noo urna p ra lavar e
eneommar e oe ra ra i' eoatuBar : 4 tratar
:u< d. S 'd Gru "6.
Compadre
ES PE'I FICOS DE
Eugenio Marques de Hollanda
Sa s-, caraba r mnnac-Cura to.
das aa luoieeiias d^ palle, tb-uoiHtismos agu-
dos ou rhrenico?, todas as affecces de o igem
Sjpbilitica, escrfulas, ulceras, bobas darthros
e enipinge' s.
llulus de telam na 'otnbalem as
prU6i-s Jo ventra as eiicbaquecas e s5o d;pu
rativas a reguladoias
Elixir de imltertbinaRestabelece
os ii.vt--; ptic s, facilita as digesles e promove
a deftCico.
V ano d annanaz ferruginoso e
ijuiiu lo P. ra os rhloro'anemicos, debela a
poemia inlertropicV, reconstilue os bydropi.
eos, benbencos e eotival-'srentes.
Xarope de flor de arueira e mu
tftiuaa-Mu'to recommeodado na bronchite,
na beuioptise e as loases ayudas ou chroni.
cas, na ii Daeoza a astbnia.
Xarope de mulung e flores de
Inraegeiras -Contra msomaias, nevrose
cardiaco, hysteri-m:s, eolicaa bepaticns, tos
ses nervosas, asvbrua, coqueluche e convulses
das rrlaocaa.
Vinlio de cacao, p*-ptona e lacto
phospltat de cal quinado C ntra o
raclnti-.io das cianeas, deeenvolvendo-as,
reanimando e organiem > faz recuperar as
forras perdidas por molestias prolongadas e
anemia.
Estes e cutros preparados do Ilustre clnico
continuara a ser fabricados someote no seu
afain do Laboratorio ra Viscon ie do Rio
Braceo, n. 12, Capital Federal.
Cuidado coin as insitacSes
"Vendem se as Pliarraacias e Drogaras
deste Estado e no deposito geral ao Largo da
Companbia i'ernimbucana n. 6,1- andar, os
criplorio de Jo? Muturabo. _______________
Ama
Precisarse de urna cuj Balba CDeioba- ;iem,
pa-a casa Ce familia, paga-ce i>om ordenado, a
tralr roa do L'vracoento c. 2i. fabrica a va-
por de calcio.
Aluga-se
C m contraclo at Agwto a raiao de 6e*f00
meoar ona MjH cora aeu?, sita e teo
ponto de tarada o Carmo em Olindd, e a a to
pe-:o dos bbcbos fale^dos. T'.ta-s-- a ma
Mrquez de Olioda n. (t.
Objecto perdido
Qi.-' a> ti ir una carteira de ciearroe, de
coro, co moDicaiiira, e restituir a *ea dono
a roa 1 L.p-rial n 143, esna lembranga de fami-
lia, receber quichector mi', reis de gra't-
cao. ________
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B ^,5
SSg
8 B g
Co-ipsdre voc dina-me onde compra gene-
ros para roa despensa ?
Eu Ibe oi.o :
Ha muitos airaos que ctmpro em ura araa-
zem, e d5> me coo 'a qot n-ogoem teja mais
bem serviio em ostra tarte ; ttmpro all, por
qoe eoi entro o qoe peciso. dio a nota e mau-
dam me todo a m-u goar, ja s nesia condi
cao estro rallafel o.
Em p'ec'Jfl nao ba cjoem venda mais borato
e todos os eneros i ao de primeira qjalidade ;
a bra ma: t"icp, o tiom iba, o boro qneijo de
dueress ocaiioadfg, <> bem viobo de mera da
Serra da Estrella, o nom vtnho do PortJ ds
msis baixa ma!s alta qaalida-ie, es bons lico-
res, o boro cbatep-gne, rinaltrer-te fodo qasnti
se pode desja' p-ra orna boa re8pe.:sa.
E teem tambera om completo sortin en!o de
obra8 de imp, como 8>j*ra estas para com
pras, halaos para papel, roopeiroe, bergos e
linoae caiei'as.
Obrigado cimpadre palo que me diz, porqo'
a vi a e-t moito c?ra, v> o mandar comprar o
qi e preciar oesse a'ro?zern,
Pois mande compsdre qoe ba de flear ftiis-
fei'o.
Olbc o ?olio 8tm?iero de
Picas MfDdS 4k C.
RA EbTBElA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
Sei tndee rerep dre
JAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOL.OWAY
O ME8MO
As Pilulas purificao o Sangue, conigem todas as desordenft do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constltU9oes delicadas, e sflo d'um valor incrivel para todas as enfermidades peculiares
ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim come tambem para as pessoas de idade ayancada
a sua efiieacia e incontestavel.
Essas medicinas sao preparadas smente no Estabelecimenlo do Profrssor Hollowav,
78, NEW 0XF0ED STREET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse era todas as pharmacias do universo.
' Os compradores so convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada cauta e Pote se nio teem a direccao, '
533, Oxford Street, sito alsincasoes.
L
Deotes
lermina a < crrivel dor de dentes uaai
do o excellente preparado de Manot
i lardoso Jnior.
As cartas que lbe tem sido dirigid^
nelos jornaes de maior circulaeSo, attee
;am a eficacia.
Deposi
ltos
Drogara de Francisco Manoel daSi
va &c C, ra do Marques de Olind*
q. 23,
Pbarmacia Martina, rua Duque d-
azias n. 88.
Pharmacia Oriental, 4 ra Eatreita dt
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, a ra i i
i So da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar
i/i do Koaario n. 13.
Madeiras de construc^ao a
aateiiaes parae difica^ao
A Companbia Exploradora de Productos Cal-
creos, vende em seo armasem no caes do*Apel
lo o. 73:
Madeiras para constrnecio.
Cal branca de 'goaribe.
Cal preta.
Cal virgem para assucar man b
Tijollos de ladrilbn e com
Tijcllos refractarios.
pras de cantarla para aolalras. etc_______
fran de liquida^o
ART1G0S PARA SAPATE1R0 E CORRlEIRO
Manoel Jcsqoim Pereirs, liqodatario da Brm
Alfredo & Perninee, fas sciente ao respeitsvel
nblico em geral e a seos numerosos fregoezes
que tem grande sorllmeDlo em exposicio e a
disp08;cao de lodos os ceguiotes anlgos :
Bezerroe.
Ccuro de lustre Cornelins.
Carneiros de lastre.
B zerros pintados*
Cbagnns.
Vaquetas da Rasis.
Montos.
Sola de lustre.
Sola branca.
Cbarlcte verdadeiro e imitsgao.
Tapetes de diversos padrfies.
Marroqu s trancos e de cores.
Enfiadores dedivenas qualidades.
Elsticos.
E muitos cutros arligos attinentea a seme-
lbanie genero de nfgorio. ludo por presos sem
comtetencia, e bem as im csrrinhos para me-
Dinos, obra bem feita e acabada com eeme,
perfelcao e solides.
Roa 1* de Marco n. 15.
AGUA
II
DE COLONIA
ILEZA DE ATKIUSON
JS verdadeirament a melhor que seja fabricada
" mais odorfera, duravel e muito mais refrescante que as de qualidade allemS.
Ser?lr-se npicamsme da de ATKINSON | Acautelarse das falsicages e mitagoa
A verdadeira tem como garanta o letreiro azul e amarello, forma de escudo, e a
Marca de Fabrica White Rose.
A LOQaO com QUININA de ATKINSON para os CABELLOS
o preparado o mais agradavel que seja fabricado para os cabellos.
Fortifica e estimula o crecimento e melhora o aspecto da cabelladura.
Sm oau da todos os lerfumeirca a a do* Fabrxcaataa. J. & E ATKINSON. 24. Od Bond Street. LONDRES
^EURAS^?ENIA^?YPOCONDRIA^OEr^^
achitismo. Tuberculosa ossea, Arthrite, Rheumatlsmos
TTJBBRCULiOSA FU"r_.2s01Sr.AR,, Oto.
IO GLYCEROPHOSPHATOd.CAL dallozi
I o ItdiumentD poreiuliciicia para as supramtncbnailasinditates na doseel aJtolhcrada (das para cafe) antes da etdi reeitto.
PARS : J. DALLOZ, 13. bouleoard de la Chaaette.
Em PERNAMBUCO : CUMPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CHIMICOS.
VINHOdeBUGEAUD
i Dgommadeira
Precisa se de om lavadeira e engommadeira
na Cam.ho ovo n. 120.____________________
Cosinheira e criado
Precisa-se na ra de Pay-
sand u. 19.
Sementes de hortaJi^a-s
D\ NOVA C0LHE1TA
CoH'pifc'.o sortiaertj.
Ras Estreita do Rosario n. 9
; Poces Mendfs & C.
Ml-NTRITIVO|
lCOM OUINAj
LE CACj
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
alustrados facultativos de Paris, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOENQAS
do ESTOMAGO, GONVALESCENgAS.
P. LEBEAULT & C", 5, Ru Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPAES PHARMACIAS
O API0L2?~J0RETe HOMOLLE.ZSSSi*
INJECTION CABE
Cura certa em 3 das sen octro medicamento
PA.RS 7, noalerard Dcntiin, 7 JPABJS
Depsitos em todas as princinaes Fhavma'Jan ( T^rciecrl'K'*
/Sedalha de honra
DIPLOMA DE BORA]
O OLEO CHEVRIER
6 desinfectado pelo Alcatrao,
tnico tlumico. o Que muito
tutmtnt m propriedidet do
0r9O.
O OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUGINOSO
I a una preptrcio Que permitte
tdminiitrar o Ferro ttm pro.
duzlr Priso da Ventre, nem
IncommoJo.
D1P0SIT0 gerl F1BB
111, rss do FnuV-Montmartre, 21
LICENCIADOS
EFERRUGINOSO)
lo alqatv\p5
*+3Z
^/EVRIEn.
**,,
aiCEITADO POB TODAS IB
Celebridades Medicas |
DA FRANCA EDA EtROPA
MOLESTIAS DO PEITO,
AFFECgOES ES -OFULOSAS I
CHLOROSIS,
ANEMIA, OEBILIDAOE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITISMO
PELA INSPECTORA DE HYGIENE DO IMPERIO DO BRAZ1L.
Vinho de Coca
Grande eortimento de meias propria
para padres, conegos e bispos.
Merinos pretos, superior qualidade na
TE SO FARAISO
51 Una da imperatrii 51
ALBERTO CARDOSO & C.
CosiDheiro ou cosinheira
Precisa*se de urx bom cosinhelro ou cob-
nbelra, na roa do Bemfica n. 18, PaB8a?em da
Magdalena
At engao
Tendo deeapparecido na eenunda-faira 2i do
corrente, um rsp8i de nome Delpbino Martloe,
cbecaio recentememe da Europa, pede-se a
quem o encentroo ou delle tlver noticias o favor
de rartielpar na Torre, roa do Rio n. 13, ou na
ma do Vinati n. 33 que ser gratificado.
OS EXCELLENTES PRODUCTOS
* ternaria
^e Oriza
ORIZA-OIL
ESS-ORIZA
ORIZA-POWDER
Apresentara-se aos consumidores sob
um aspecto novo. Esta ruodificaco se
fez pava permittir aos amadores e apre-
ciadores da
PERFUMARA ORIZA
de reconhecer os productos BOTOS.
Outros annuncios n'este diario dio o fo
tlmilt du novu caixinhat e frascoi.
L. LEGRAND
11, place de la Madeleine
pars
Siire pedido manrlar-se-ba i Catalog illastradi^/
molestias das Creancas
liliE DE RABOIODADO
de GRIMAULT e C
iptrfoviit pela Juta U Hj|ieni UMt-Jaselri.
Mais activo que o xarope anti-
scorbutico, excita o appetite,
resolve o engorgitamento das
glndulas, combate a palli-
dez, torna firmes as carnes,
cura os mos humores e as
crostas de leite das crear gas,
e as diversas erupces da pelle.
Esta combinacio vegetal, essencial-
mente depurativa, melhor tole-
rada que os ioduretos de potassio
e de ferro.
Em PARI8, 8, ra "Vivianos.
ENXAQUEC0S
Cura instantnea
pelas PILULAS
Al
uga-se
O grande armaiem a ra nova de Santa R.;ta
n 79 com grande prsja para qualquer remo
d nec co em alta escala, com ptimo raes
para embarque, guHaete e um grande telhei-
ro bem construloo ; tratar na ra Pedro Affon
fo r. 9.
Cosinheira
P. eciea-;e de urna boa cosinheira que dorma
em casa oo8 patroes, pa(tando-F.e bom ordena-
do, no Caminno Hova n. ilO._______________
Atso
Parede & C, de coja firma sao eccioa Anto-
nio Plorentino Psrede Manoel Vicente doB
Santos avtBauj ao comaercio qoeneeta data re-
tira-Be amigavelmento o relo Manoel Vicente
dos Santos, pago e satisfeito de seu capital e
lucros, aomittindo em snbstruicSo como tocio
da fnia firma Pedro Jote AIvpb, ficando o
activo e psselvo da extincta eocledade a carpo
e responasbilldade do socio Antonio Florentino
P,Tiaftba, de Jauairo WJ. &
AIITI-irEyRiLGICiS doDoutor CRONIER
fiar. ROBIQUET. 1 ialud.daHeoieia. 23. t. delalniah. Puui
Em PERNAMBUCO : C" de Drogas e Productos Chimicos.
Pobrexa do ftgaiqaa *
PHOSPHATO DE FERRO
di LERAS
Doutor em Scienclu.
ApptOTMdo pala Junta do HjffcaW
do Rio-de-Junero.
A anemia, as cores paludas, as
dores d'estomago, a mecatruacAu
dTicil, as flores brancas, curto-se
rpidamente com o ferro soluvel
com o phoepbatos, que seachlr reunidos
no Phosphato de ferro de Loras, mmto
recommendado tambem as creancas palli-
das, delicadas, sem appetite, e as meni-
nas que se desenvo.'vem diflnlasats. I
lefuito ei tois a tomis
t#d\ta de ForPa
*" ANEMIA-CHLOROSE
O TRRO
BRAYAIS
Experimentado pelos primeiros mdicos do mundo,
K;sa immediaUmenLe na Economa sem f ommodos. Itcstitue ao sangoe a sna cor. econs- j
tituiodo-o f dandc-lbe o vigor necessario.
Desconfir-sc das ImitafSet e Falsificacdes.
Teade-s por atacada ti Paria, 40 42, Ru St-Lazaj-e
B EM TODAS AS PUARMAOU
IXLiarope e Pasta
dcSEIVAdePINHEIRO martimo
ds T-A*MrTiiT, Fharmacioiic em Sordsaue
| A,fr.^**4 ptU J%nl i, Hyount dt BU d Jmufr.
Popular ba 30 annos. o nico
praparado com a verdadeira
Selva de Pinbulro, extrahlda
pelo vapor d'agua. logo depois
de coruda a arvore. Car os
defluxo* rebeldes, a toase,
as fjnppe, oatarrsioa, bron-
chites, molestlsts da gar-
ganta s roaqnidtos.
Km fjuum, a. #n Viwutat
Cosinhei
osinneira
Pivca-pe de u f a p Mi-
ta cf-finheira para casa de
familia *ie doas pe-^oa .
A tratar ia ra d< Itripe-
rader u. 23, segundo anda/*
iquidat**
I
Vende-se
Uno cobradJ de ( andar, a. 45, om Ollnda,
roa do Amparo, rom 3o palmos de frente e 300
j de fondo, cem 5 ps de coqoeiros, dando fructo,
I terreno proprio, a tratar no mesmo._________
Ourives Oc-
culista
Ti.EODORO JOS' RAMOS DE yELLO
E-iantleciao com officioa de oorives a roa dae
Lirangetras o. i, avisa aos etos fregueses e ao
ei>peltsvei publico, qoe cna tem cfficiaes hab
IK8dl8i i nicernete a sua arte, especialmente cravac-
Pura briibantes, ocolos, peocines, monoco
iot, etc.
Ooura se, pratela-se qoalqoer metal, (oncer
tos em |i qoe8 de madrereroia ou outra qualquc-
especie, garantindo pre^ss mdicos.
Bua dasLaraogeiras n. 1
O nico remedio
Para EXTINGUIR PULGAS, P ERSE
VEJOS, TRACaS, BICHEIBCS etc.
Brazilin com Seringa
insecticida
Privilegiada na Allemanha, na Blgi-
ca e registrada em todos os paizes da
Europa.
Privilegiada no BRAZIL SOB NO
1577.
Na Repblica Argentina sob o n.
1377.
Nao ba MAIS PRECISAO d'uma SE-
RINGA DE BORBCAHA.
BRAZILIN o MELHOR P insecti-
cida do MUNDO e mata sob garanti-
MOSQUITOS e os insectos cima mena
cionados.
Preco de cada Seringa cem p 500 rs.
Encontra-sc em TODAS as Pharma-
cias.
Por atacado as Drogaras de GU1-
MARaES BRaGA & C* OOMPA-
NHIA DE DROGAS tE FARIA SO
BR1NH0 & C-
Tainhasdas Ala-
goas
Vende-se novas e gran-
des em quartolas e barris,
grant.ndo-8e i^ao estarem
sujeita? a serem vendidas
a peso, na ra de Pedro
Affonso antiga da Praia ns.
7e5.
Regulaaor aa Marinha
Concerta-8e relog^os de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronmetro de
marinha, caixa de musicca, aparelhos
diectricos, oculos, binoculee, oculos de
alcanct, joias e todo e qualquer objecU>
.endent a arte mechanica.
j mis Ufirg-a do osan9

Terreno a venda
4 lof Parir a'iawHrs t, ie lB|.ia.r rfl *
t-ssclw de ea^ntiu* **-
I4asps de *.*s ****' #"*
irandea h.'.iit>>ss cr |8"g
e
Hua do H. di U.y.i
jl PejnamDuco
" Verde -e ro bem erreo com 90 palm s de
frene e 9*0 u Sn .om un a mela agu* am
bornela <* "'ra "o- Renedlos, a traa
B DU'l''e -e J^*'->8 n 68 ^_______
\ osinlieir
Precia
Te er n a-
e urna -tLi- r- cosinbar, roa
7 P i a- bem.
V* *o fuaizv
51 roa ds lsnperatris 51
Rece.bem das priucipaes prajaf da Eu-
' ropa, quiiizennlmeote a nuis alt8 No-
Vidadea en fzen> as iiir-s.
ALBERTO CARDOSO & O.
Bichas de Haiuburgo
Vende-se em grands e pequeoes
poroaa applica-se en^osaB suecas : a
tratar na ra das Laranceiras n. 14.
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YOBK
Livre de Explosao, Fumaca e Mao
Cheiro A' vendo em todos os arm-
zens de seceos e molhados.
Cal i I rauca e % ir-
de lagrnarilie
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora deoal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem snecursaes nem
agencias nestacidade, e
que os wradeiros pro-
ductos se enc ntram em
seu aruazemdo
Caes go Apollo n. 73
Oiferece-se
Um mego que disponbe de te do o a, para
alfcuar. occopacao do H--cif'-, isto trapiche:
auera precisa deixe carta na typcgraphla dests
D a- c, cem as tniciaes A. t.
ATTICO
A LOJA E ARMAZEM
DAS
A'
Roa Deque de Caxias 56 e Si
h ecebeu variadisse
mo sortiment para
quaresrna.
Cachemiras p retas
lisas e lavradas para
todos os precos.
Merinos pretos lisos
ambem para t. dos os
precos.
Etamines pretos de
algodo elcou e sem
msela de seda.
Sedas pretas lavra-
das e chamalotadas.
Sedas pretas lisas,
gorgores, suraks etc,
etc.
Alem do que cima
tica dito, liquida-se tam-
bem por precos sem
competencia urna gran-
de quantdade d< ma-
d poles, cambraias,
fantazias, etc, etc
LOJA DAS f STB LLuS
Roa Doqae de Caxias 5S e 88
Criada
Precisarse de urna
crinda para servico in-
terno para casa ce fa-
mlia de duas pessoas.
A'tratar na ra o !ni-
p ador n. 23, segundo
andar.
Xarope Phenlcado de Vial
Deatroe os microbios ou germens das
molestias de peito e constite um medi-
camento infallivel contra as Toases,
Catarrhos, Bronchites, Gripp, Rou-
quidao et Influenza.
MUTILADO |
'i1, .
"f?T
X-...-

m
m
<


a

e


-
Diario de Pernambuco Domingo 1 d* Harto de i^9fi

I
EMULSAO DE SCOTT
DE OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Coni Ilypophosphitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hyoiene Publica e autorisada pelo governo do Brazil.
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constantemente esta
preparaco. Leia-se o seguinte testemunho:
O abaixo assignado, Doutor em Medicina
pela Faculdade Medica da Babia, Estados
Unidos do lirazi', Delegado de Hygiene d'esta
Cidade, etc. Atiesto sob f de meu grao, que
tenho tirado os melhores resultados na minha
clnica civil, com o emprego do vosso preparado
denominado "Emulsao de Scott" nos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em todas
as enfermidades que deixam em sua terminaco
um depauperamento das torcas. Alcm flo bom
resultado em seu emprego, alem d'isso,
fcilmente supportado pelas enancas as mais
rebeldes medicacao. Podero fazer, d'cste.o
! uso (me lhts convicr.
i De V. V. S. S.
Dr. ANTONIO MUNIZ FERREIRA.
i Mocca.
O !>'' Muuiz IPerreiru sxo r.\ri.o, Braco.
A Emulsao Scott urna pceparac&o d'Oleo de Figado de Bacalhao, de
urna apparencia agradavel e fcil a tomar. Nao tem o gosto repugnante
do oleo puro e simples, e ao contrario d'este de fcil digestao e assimi-
laco. Os hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto sobre os
ervos, ossos e cerebro,e que entram n'esta preparaco, augmentam as
virt reconocidas, do oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrfulas, Anemia, Chlorose, Rachi-
tismo, Affeccoes da Garganta e Pulmces, a medicina nao encon-
trou anda nada que iguale Emulsao Scott.
Vende-se em todas as pharmacias.Scott & Bowne, Chimiocs, New York.
CAPPARINA
isrisinco flidimmmim daeetsipeia
DE
ROUQUAYROL
\
El!
e cura toda
Elle cura
6 lili IWiii 111
E' A DESCOBERTA O
ELIXIR M. MRAT
PROPAGADO POR
GARLOS
a i-yphilis.
o rheumatsm!?.
Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MORTO, pro
pagado por
33 C^3BX,OS
A COMPANHIA DE DS M H PBODDGTOS C8IMI0S
Ra Mrquez de Oliuda 24
3-Kua Bar a o da Victoria---3
Depois da Botica Francesa
Fbrica de Molduras
Estampas de todas as qu&lidades. Qi'drcs Sanefaa para cortinados, can
deiros, chamins, pavios, moldures para retratos.
Encarrega-ae de retratos a craion para o que ha contratado um perito rtist,a
bastante coohecido.
Preparase qaalqoer ercommenda cero a maior brevidade.
Sioceridade e prejrs baratisaimoa.
""JPBTORA L~0 A THARINENSE~
XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
COHPOl(:.iO DERAULIVEIRA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado com a medalba de 1.a classe em diversas exposicSes.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosses, bronchites, asthma^tisica, coqueluche, rouqui-
dlo e todas as mo'estas das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diverso Estados do Brazil, atiestan)
a eficacia deste grande preparado.
RALINO HORN & OLVEIRA, nicos praprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em todas as pharmacias e drogirius
D E P 0|S I T A R 10 NO ESTADO DE PEBNAMBUCO
Guimaraes Braga C.
Ra do Mrquez de Oliuda n. 60
35
AIBIQI6A DB PARIZ
POR
ZATIEfl DE Wtltm

PRIMEIRA PARTE
:-
i-
MEU TESTAMENTO
XXIX
(ContinuacSo)
Ora, porque I Porque na commu-
na serve-se tao bem como no sitio, e
anda melbor Por que a sirvo ? Por in-
tereese, porque tenho galOes e bou be
remunerado... Emquanto a coisa fr
ssim, vai muito bem Mas, se desan-
dar, entSo adeus !nao coutem ccmmi-
go Enfio meu paleto e vou gaihar di-
nheiro no mundo En c nao sou bomem
de preconceitos Engraixarei as botas
do papaizinho Thiers, enxagarei obv-
droa de saas lunetas, comtanto que elle
me pague... Micha questao amoedi-
ba de cem sous, ests ouvindo ? A tro
co de dinbeiro eu fuzilaria o proprio
Dombrowsky... .
Era ahi justamente que eu quera
chegar, meu velho... Nao te faltara di-
nbeiro se aeceitares minha propoata.
Hein?!
H
approvddo pela Junta de Hygiene
A 0APPAEIN&, rfVodutto a* II ra ur..xi| ira e ora remedio de tfTelto oroUsioso nao t pa.
ro a cor* E-y* pea como p re'lsenlo.
A CAPAl- dtis i 'i-n.
?es ra E'V.-li'fli', roo laaibcuj ce i-Dsur a rtctfo-'rra a> "a- di?rrs;8 p-iriea o c rpo, tses co.
roo : os bracos as (:eroa% o* escrotos, molestia c bhtcida sol re o uome de tlepbantiESts
Ery-iffla braoca.
A GAPPARIN* gu'l rO'arll para curar Ly< phati'e.
N. B.Carta frasi. ac( -mp nhado por instrn'COi s eattestad.s que sao ootratCDhs
as < vtrJadeTa >ffica'ia oe.-if uovo medcaoipit".
FBPOITO
Bot^H Franceza
EuA do Bom-Jfsus n. 22 (snt'ga da Cruz)
PEKNAMBUCO

:*.-^
. -
rainde
Ra 15 de Novembro 29
a
H
.o
&
$
PSEIDAS
J&
DE BRISTOL
(AVELEIRA MGICA)
CNGITEXTO rXTEACTO
ESPECIFICO PARA O
BREUMATiSrlQ
E HEMORRHOIDAS
INCHAgOES
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KJ INOF: IVO
O DE
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PUEIFH
V
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SLmilllL.l
DE
BRISTOL
CURA TODAS AS IMPUREZAS DO
SANGUE E HUMORES
EFFICAZ
~WI
GRANDll
Estabelecimonto de primeira ordem.
Casa montada com Juxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
cas da cidade do Recife,
^S5!!! ^Jificas, todas com janellas para a ra. N0EL GA rCIA, a auxiliares euteoddos na materia sui gemris, prim em ser"o
A SVot tfrSfi V^1' r 6n ma18 a^hda ^^ C8pitf] UDC0 8em competencia nesta capital, ja pelo esmerado gito de La archUectura
A cos.nha acha-se a cargo de do.s peritos cosinheiroa, sendo um irancei e altura katra j la promp'td0 J
ERCIAL
LaU h\
Ra Larga do Rosario ns. 2), 31 e 3
Este importante estabekciment, sob a direccSo As seu hbil oroprietari
MA-
e ebegado da Europa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabeleciment tendo a corteza
de que com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a satisfazer ao&
mais difficeis ios appetites e bota-o ao despor do publico ofFerecendo-se para pre
Darar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabeleci ment.
PRESOS RASOAVE1S
ivn
FMLLSAd
per
Formulada e preparada
Jos Marques Ferreira
PHiRMACEUTICX)
T1TULA2Q :::li:::il ra msbicie e mima sa sasxa
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucas heras os verme? in-
testinaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe s
creancas sern repugnancia. Em sua composicao nao entram substancias mine-
raes_ que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Criancas colheres das de cha. Deve ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou 'misturada com caf, leite, ou 4
com agua adooada.
Preco 1/2 vidro U00O
1 2S0OO
Duzia de 1/2 100O0
c 1 c
DEPOSITO GERAL
Praqa MacielPinheiro'".
203000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBCO
Fl y 1(1.10 DO BOWHi
Contina a raanter em seus depsitos completo sorlimento de utensilios para nsinai
fer.riendo sempre sor precos modiros.
MACHINAS A VAPOR de ditTerentes systemas a lmannos dd Robioson e outroa (ab.i-
cantes e de 2 a 12 csvallos. *
CADEIRAS A VAPOR moltitubulares de Fletcher para funecionar com o fogo das forna
Ihaa s lachas.
CaLDEIRAS A VaPOR Comisb e tjpo locomotiva para func ionar com lenba e bagacc
RODAS para agua.
BOMBAS de motun-ontinuo.
MOENDriSe meias moendas, garantida?.
TACHAS de Ierro fundido e batido, cravadas e caldeadas
ARADOS de diftVrentea systemae.
CRIVaCOES para fornalhas.
MACHINAS para descarofiar algodao de 14 a 50 serras com alimentadores e empastado
res a vontade dos agricultores.
Pazendo parte da direejao de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Ciar, vantajosa-
mei te contiendo dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de monlagem de grande numero
n- usinas funecionando deste Estado, incumbenrse de mandar vir e erigir garantindo a pro.
duccao e qualidad do assu ar.
APPARELHOS e meios apparelbos de vacuo.
DESTLLA^OES completas para alcool e aguardentefa vapor e a fogo n, para grandes
e pequeas fabricas.
52, RA BABOBOTKIMEBO. 52
e aceio do servijo culinario aduaueiro, j.
tar beca pela posijo hygienica do seu editicio.
Depois de irnumeras transformaces por que tem pausado esta Hotel, conse-
ga-o afinal o seu incancavel proprietario offerecer boje urna hospedagem que
deve se preferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
ATERITIYOS
POUR SE MANGER.Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do serta*, docess eccos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEG4
E' esplendido o sortimento devinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se >oiro,oios recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importaego, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs finissimos, que vende as melhores condic5es do marcado e precos sem
competencia.
GRANDE HOTEL COMMaROIAL
puno.caq mki
ALLANFTRSONSG
44-RUA Di) JJARA0 DO TRloftiPBMHW
Maehias a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agiia.
Taixas tundidas e
Tai xas b. ti das
batidas.
se:i cravajao.
Chegou Cheg*ou!
PARA A
A mais alta phantt-sia d'esta e>tacao
lindisBimo chifon de seda Maris
Stuart1
Variadsimo sortimento de pbantasias
em las, algodao e seda.
alambiques de cobre
Vende-se muito oaratr-, dons doop, para 130
canacas, a irttar ra da Pa!ma o. (08.
51 RA DA IMPERATRIZ 51
Alberto Cardoso Ou antes, a proposta do governo de
Versailles..,
Servis Daplat arregalou os olhos.
Que estava dizendo o ti atante do Mer-
lin ? Onde quera elle chegar ? Aquillo
era mesmo verdade? g
O governo de Versailles... mur-
murou elle.
Sim, o governo de Versailles...
meu caro,
Mas vamos, qual a proposta ?
A coisa um pouco grave... Juro
que nao estou brincando...
E como que o governo de Ver-
sailles se lembra de rae fazer urna pro
posta ?
Uma questao de trinta mil francos
para cada Um de nos... interrompeu
Merlin.
O ex-forriel teve um sobresalto.
Seus olhos brilharam no escuro como
olhos de lobo.
Trinta mil francos ? repotiu elle,
segurando Merlin pelo braji.
Sim... para dividir entre c i...
ricamente...
Qaioze mil balas para cada um !
Com todos os diabos, o que preciso
fszer ?
XXX
Mern approximou a bocea do ouvido
do cx-'urriel, abafando a voz, ainda que
pronunciando aa palavras ntidamente.
A coisa simples... Basta entre-
gar ao exercito de Versailles uma das
portas de Pars.
Duplat ficou de bocea aberta duraut
alguna segundos.
Merlin, segurando o cabo do punhal,
espira va a resposta.
De repente o capit&o federalista er-
gueu a cabeca.
Dina uma coisa : o Comit Central
manda-te a Veisaillea para faaer
uegoo;os ? O que ma parece que elle
teta areia nos ribos isso nao sera, o
mesmo que accender uma vela a Oeus
e outra ao diabo ?...
Intelligente como s, meo velho
Duplat, havemos de conseguir tudo...
Nao sabes que eu poda denun-
ciar-te do Comit Central ?...
Perfeitamente, mas, antes de me
denunciar, havias de chuchar uma boa
punbalada nos ria...
Briucadeira, meu velho ; eu estava
brincando. Confia em mim, que o me.
reco. Hei de provar-te que sou teu
amigo...
Ah 1 eu logo vi; ests ac ima de
preconceitos vulgares...
Preconceitos ? apoiou Servis Du-
plat. Preconceitos nao valem cois al-
guma. Est dito 1
S.m confar, tornou Merlin, que
preciso nao esquecer as justas represa,
lias que os versai'iezes, uma ves senho-
rea de Paria, exerceram contra todos os
que pegaram em srmas a tavor da Com-
muna. e, naturalmente, Bobretudo,
contra os chefes...
O capitao federalista, pensando noB
galSes que ainda ha peuco o orgulhava,
estremecen dos ps & cabera...
Ah sim... as represalias... bal-
buciou elle. E t tomaste precaucoes ?
Ah podes te orgulhar de aer um dam-
nado 1
- Nem por isso...
E a coisa nao m...
Certo que nao 1
E te lembraste de mim, como
quem diz quero fazer a felicidade de u
plat... E muita gentileza I Vamos, po-
rm, ao que nos importa. A quem te
em Versailles ?
Ao general Valentim.
= O chafe de seguranza publica ?
Sim. A elle que eu informo do
que se passa em Paria.
E foi elle quem promotteu trinta
mil francos.
Elle mesmo.
Para ganhal-os necessario entre
gar uma porta ?
Sim.
= Quando ?
Eu te direi...
Bom ; mas que se ha de fazer para
880 ?
Nada mais simples.
Achas ?
Vaes ver; s ha um meio muito
simples.
Dize l !
Quando costumas fazer guarda a
portas com a oompanhia ?
A's cinco horas.
Em que portas ^
Na porta de Romainville, antiga de
Lilas. porta de Pontin, & do Charmont
e a dos Prs-Saint-Gervais...
__Tens confianza na gente da tua
companhia ?...
-Sim... Una idiotas... Fazem tudo
quanto eu quero...
Bem Inoportunamente ocouparemos
essa geute... Se no diaem qua preci-
sarmos de ti, nao estiveres de guarda,
podes a vanear tambem ?
Posso ?
E escolher um posto ?
__Sim, entendeodo-m* a reepeito com
um collega...
Neste "aso deves escolher a porta
dos Prs-Saints-Gervais...
Bem.
. Quando a pera estiver madura e
boa para ser colinda, eu te farei signal.
D'aqui at la arranja uns trajoa oivis.
Havemos de ver, havemos de ver.
Mas, vamos ao principal ; quando rece-
baremos cobre f
Casa
Olinda
em
Alnga-se orna nos Mllagres com fren'e para
o niar, bous commodos, propna para qoen
precisar osar de baaos saldados, a tratar na
roa do CabugS o. 18.
No dia seguinte entrada das tro-
pas pela porta dos Prs-Saint-Gervais.
Aind* no da seguinte Oh! diab !
Mas, ae depois da coisa feita nao nos
pegaren) ?
Eu me responsabdiso pelo paga-
mento ...
Servis Dulapt tornan a co>r a ore-
lha.
Tu te responsabilisas ? tu te res-
ponBabilisas ? fez elle. Boml... Mas
de que modo ? Se o governo em Ver-
sailles recusasse pagar, teriamos traba-
Ihado para o rei da Prussia O negocio
outro 1 Eu, por mim, desejaria receber
logo alguma coisa... um sigualzinho,
comodizem os alfaiates...
Comprehendes que impossivel...
= Ealao s resta a confiao9a em ti ?
Confiauca nao falta ; mas, 4 ultime
hora, poderia faltar com o teu compro-
m8So...
Tanto peior para os versaillezes !
Ou do alguma coisa por conta, ou en
l nao piso...
Decididamente ?
Sim.
Quanto exiges ?
Oto eu nSo sou muito exigente...
Quero apenas um cobr'estnho para ir pa-
gando urnas dividas...
__Pois bem, dar-te-hei do meu bol-
so... -VI
__Nao sabia que eras capitalista I
Anda nao, mas espero sel-o...
respondeu Merlin, fechando o punhal e
guardaudo-o no bolso, donde tirou um
porta-moeda.
E accrescentou :
Vou provar-te que nao tenho da-
vida no pagamento de tea servico...
Oh !... nem eu duvidei .. mas
pref rivel um passaro na mo a doia
voando .. Quanto me vais abonar ?
Ahi una mil...
TIJOLOS
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra do Coiiimercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
struco.
E' pouco.
Nao tenho mais .
Palavra ?
Palavra de honra !
Merlin fez uma careta muito feia, que
nao se podia ver no escuro. Depois
abriu a bolsinha e tirou um papel do-
brado em oitavo.
Aqui eetao mil francos, disse elle.
Duplat tomou vidamente o papel,
desdobrou-o, esfregon-o voluptuosamen-
te entre os dedos:
Nao ser alguma nota do Banca
de Santa Farca ? perguntou rindo o ca-
pitao federalista.
Destas quera eu muitas Guarda
e cala o bico I
Obrigado Vamos agora tomar um
copo. ..
Ainda uma palavra...
Dize l !
Estamos ambos alistados no servi-
do do governo de Versailles...
Perfeitamente.
Deves mostrar, como eo, grande
dedicacao ao Comit Central, para ob'e-
res sua confianca...
Fica descansado 1 Hei de fazer a
coisa to bem como t !
E guarda bem isto na memoria :
Deixa os padres ; toma a sua defeza se
for preciso sem te comprometieres...
Estas palavras evocaram no espirite
do ex-forriel a figura do vigario de
Saint-Ambroise.
Mas o seu odio tinba paseado.
Ser um pouco difficilmurmuren
elle n'um tona de mo humor. Mas,
emfim, hei de fazer o possivel para nao
ap iquentar a canalha de batina !......
(Continua).
Tvpographia do Diario.



wm L
-~Mm


Full Text
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