Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19349


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Full Text
AflWO L. NUMEM 17ft
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X.
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af! fa*"'*1* ** MA^P..tR.
Porsejs ditos idem. ". ....... W000
fforum anno idem. ... ........ 12*000
a 9320
BsBBP1
QIIARTA FEIRA 29 DE JULII0 DE 1874
FAR A DEATRO IS FOB! DA FRO V 1ACI A.
Por tres mezes adiantados.........
Por seis ditos idem..........'.'.'.'.'.
Por noTe ditos idem.....T .. .
Por um anno idem. .....
6*750
lSWoO
90*380
97*00*
PHOPRIEDADE DE 'HAN0EL FldUEIROA DE PARIA FILH0S.
> W^JP Ml y*~ -. .o Mar^o; Jo.qQim ios6 de Oliveira d Filho. no Cear<; *tonio de Let Bra*., no W, ; io. M.i. JQ,o Cha.es,
Ferear. dAlmeuU.em Mamauguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahvb. Antonio Jose Gome., na VfiH da Penh.; laWno do. faito. Bnlcio,
______________.___________________________Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna ; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Alagdaa ; Aires d C.na Bahia
no Assti; Antonio Marqaei da Silva, Natal ; Jose Justiao
em Santo Antio ; Domingos Jose' da Costa Braga, emCUxarethj
e A. Xavier Leite d C. no Rio Janeiro-
FARTE OFFICIAL
Ministerio do* cstrungciros.
LIMITES DO imAS'L COM 0 PARAGUAY.
N. 21. -Commissao da limites aaire o Brazil
e b Paraguay. Foz do rio Ig'uassii, 9 de junlio de
lllm. e Exm. Sr. Teutio a honra de apresenlar
:i V. Exc. a actada 13* eonferencia. relaiiva a de
irarcacAo da linha norte sul pelo alveo do rio Pa-
rana, desde o Salto das Sete Ojiedas, ate esta nou-
tt', onde tenninou a de toda a fronteira do imperio
torn a republica do Paraguay, faltando apenas 03
tres marcos que mandei construir e a troea dos
iaappas daquelia linha 0 dos da serra de Maracajii,
como tudo esta declarado na acta.
Tendo de ir a commissao mixta inaugurar os
trVs marco-, deixa por isso de seguir para Cor-
runtes, como prescrevem as instruc.oes dadat
pelo digno antecassor de V. Exc, 0 regresso araa
nha para Assumpcao, onde se concluirao os refe-
ridos mappas ; 0 que curapre-me participar a
V. Exc.
Empregou a ommissao 22 mezes era elTectuar
to la a demarcacao por uma fronteira completa-
monte deserta e bem pouco conhecida.
Abrio cerca de 80 leguas de picada, sendo 60
pela linha divisoria, e de-tas 38 sem interrupcao
pela serra do Maracaju e margem direita do Pa-
rana.
Fezo levantamtnto minucioso de toda a frontei-
ra e determinou 20 pontos aslrouomicamente, mon-
tando a laneta raendiana em oito delles, seado 0
ultimo a jut.
Para realisar em tao cnrto espaco de tempo 0
immenso e diflicil servic0 qae fez. nao deixou de
trabalhar a commissao um so dia; excepto o< de
ehuva.
Benovo a V. Exc. os votos de minha alta cohsi-
deracSo c respeito.
Mm. e Exm. Sr. conselheiro de estado visconde
de Saravellas, ministro e secretario de estado dos
negocios estrangeiros0 coronel, Rufino Eneas
Gmtavo Galvao.
N. S5. Commissao de limites entre 0 Brasil e
& Paraguay. Foz do rio Iguassu, 9 de junho de
18" i.
Lllm. 0 Exm. Sr.Em offlcio n. 23 de 11 do mez
passado live a honra de participar a V. Exc. que
bavia conseguido no dia 10 abrir comraunicaQao
com a canlnneira Taquary, e que no dia 12, tudo
de mesmo mez, tinha chegado ate a barra de Pe-
lotas uma lancha a vapor ; porem nao tendo men-
cbnadoas occnrreucias que deram-se a respeito
por nao permittir entao 0 mea estado de saude,
faco agora, bem como dos que sgguiram se ate
bontem, dia em que tenninoo toda a demarcacao.
No dia 7 do referido mez. tend) acampado'em
uma praia do Parana, algumas leguas abaixo do
Salt) das Sete QueJas, laucei ao rio uma garrafa
lacrada, conteado communicates minhas ao com-
mandante da canhoneira, prevenindo-o que estava
em narcha para a foz do Santa Thereza, onde de-
via ;.char-se u alferes Anlero.
\inee;res boras depois achava-se 0 mesmo
0 mi nandante de posse da communicacao no Ita-
fco, seis leguas abaixo do Santa Thsreza" pelo que
no dia 9 nawegou aguas acima, e fundeando n 1 dia
seguinte em freota a sua embocadura, onvio tiros
de fuzii.
Era aviso do reL-nJu alferes, que continuando a
lutar cotri ditllculdades em abrir /".arninho pela mar-
gem peJregosa e ingreme d) Parana, tinha-se em-
fcarcnJo em uma das duas pequeuas, chalanas que
deseurani 0 Pelotas e em tan tragil Ijatei navegado
a? furiosa.s correntes daquelle rio.
A lavegacao a vapor.do Parana do [gaassii ao
bant?. Thereza era ja um facto realisado pelo dis-
tinctc commandante da canhoneira Taquary, e
da hi ate a foz do Pelotas acabava de mostrar 0 co-
rajoso alferes Ante.o a possibilidade de continuar-
se a mesma navegacao. realisando-a com afouteza
0 immediato da canhoneira ) em seguida 0 seu pi-
lito em lanchas.
Dispoe assira 0 brasil de mais 27 leguas de na-
vegac-ao a vapor no ParaM o parece-me ijue se po-
dera leva-la mais acima algumas leguas, empre
gand)-se vapores aprooriados; resttltado aquelle
importante para as provincias de S. Paulo, Parana
e Malto Grosso, p >r limitar-sca interrupr.ao da na-
vegacao do grande rio a poucas leguas no Salto Jas
Sete Quedes.
N dia 13 continuaram os trabalhos da demar-
cacao: e no dia 21 achando-se reunida na foz de
Pelotas a commissao mixta. embarcou-se aas duas
Jauchas a vapor e chegou no mesmu dia ao Ta
qoarj.
No dia segmate proseguirara aquelies trabalhos,
queconcluiram-se hontem.
Ao termiuar esta exposigao me permittira V.
Exc. jue recommende capitac-teneate, Jo=e An-
tonio de Alvarim Costa, commandante da canho-
neira Taquary, pelo importante servico que acaba
de pristarcora intelligenciae dedicacao, bem como
0 iraniediato da mesma canhoneira tenente Fre
dericc Ferreira de Oliveira e 0 piloto Francisco
Gomes da Silva.
Keiiero a V. Exc as expressoes de minha mais
distincta consideracao e respeito. Illrn. e Exm. Sr.
conselheiro de estado visconde de Caravellas, mi-
nistro e secretario de estado dos negocios es-
trangeiros. 0 coronel, Rufino Em-as Gustavo
Galvao.
N- 26. Commissao de limites entre 0 Brasil
e 0 Paraguay. Assumpcio, 4 de julho de 1874.
Mm. e Exm. Sr. Tenho a honra de participar
a V. Exe. que no do corrente chegou a esta ca-
pital, por via do Parana, a commissao mixta de li-
mites.
Falundo os despachos de V. Exc. ns 3 e 4 que
auppoubo aesencamiuhados, deixo do responde-
Jos.
Com satisfagao renovo a V. Exc. as segu-
ran.;as do meu alto respeito e distincta conside
racao.
lllm e Exm Sr. conselheiro visconle de Cara-
vellas, ministro e secretario de estado dos nego.ioj
c-irangeiros.0 coronel, Rufino Eneas Gustavo
Galvao.
Rio le Janeiro.Ministerio dos negocios estran-
g-iros, 18 de julho de 1874.
Beet bi a 16 do corrente 09 offkios ns. 21,25 e J6
era qtiJ V; S. me participou achar-se torininada a
deniarcacao e ter regressado a commissao mixta
a Assutnpcao, re netteodome ao mesmo tempo a
acta di It' eonferencia e dandotrae algumas infor-
matocs interessantes.
0 gDverno imperial recebeu com muita satisfa-
530 a certeza de esta-.em feluraente concmidos os
trabalhos da demarcacao, e, apreciando seu jasto
valor 0 relevante servico prestado por V. S. e pclos
sens dignos companheiros da commissao brasikira,
os louva pela intel!ig-ncia e constanfe dedicacao
com que se houveram no desern,enho da sua ar-
dua e importante commissao.
Nesta data communico ao Sr. ministro da mari-
nha 0 trecho do offlcio n. 23, em que V. S. trata
da valiosa cooperacao que Ibes prestaram os Srs. :
capitac teneate Jose Antonio de Alvarim Costa, com-
mandante da canhoneira Taquary, 1* tenente Fre-
derico Ferreira de Oliveira, immediato da mes-
ma canhoneira e Francisco Gora*? da Silva. pi-
loto.
Apnveito com prazer este enseio para reiterar a
. S. iisegoranja da minha perfeita estiraa e con-
sidera^do.
Viscmde de Caravellas.-Ao Sr. coronel Rufino
fc-oeas bustavo Galvao, coramissario de limites com
0 Paraguay.
ar-
Governo BXPBOnWTB 00 dia 11 d;-: M.viigo DE 1874.
/.* stccao.
Oflicios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das
mas.-Providencie V. Exc. para que se,a entregue
ao 2 sarcento do 16 batalhio de infantaria, aldi-
do ao 9> da mesma arma, Silvino Jose da Costa, 0
seu incluso requerimento, n > verso da qual vai
exarada. a informacio do commandante do 13 ba-
talhao de guardas nacionaes do municipio de Ram-
he, em saisfacao ao quo pedio a referida praca.
Ao mesmo.fnclu-a remelto a V. Exc. a
guia d.i sentenciado mtlitar, Joao Baplista de Car-
valho, cuja pena eta para se fiodar, 0 qud veio
do presidio de Fernando do Noronha para se apre
sentar a V. Exc, como consta do otTl ;io do respe-
ctivo commandante, sob n. 13, datado em 9 do
corrente.
2." secrao.
Art 1- :
0 presideate da provincia, de conformidade
com a propost.i do Dr. cbefe de policia em ollicio
de 9 do corrente, n. 392, resolve nomear para 0
cargo de 1 supplente do delegado do terrao de
Villa Bella, que se acha vago, 0 cidadao Manoel
Alves da Silva.
* T Pre,siJenle da provincia, a vista do olflcio
do Ur. chefe de policia, de 9 do corrente, n. 392
resolve exonerar, a pedido, 0 cidaiao Manoel Joa-
quim Limoeiro do cargo de subdelegado do dis-
tncto de S. Domingos, do termo de Villa Bella.
0 presidentc da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. cbefe de policia, em offlcio
de 9 do corrente, n. 392, resolve nomear 0 cidadSo
Joao Gonralves do Araujo Lima para 0 cargo de
subdelegado do districto de S. Domingos do termo
de Villa Bella.
Oflicios :
Ao Dr. jail de direito da 1* vara criminal.-
Kemelto a V. S. as guias dos senlenciados de jus-
115a Antonio Ferreira Alves da Silva, Thome Ma-
ria dos Santos, Alexandre Jose Tentens, Manoel
Jose de Souza, Manoel Jose Gomes, Joaquim Hen-
rique deMassias, Rufino da Costa Soares e Antonio
Jose da Rocha, vmdos do presidio de Fernando de
CVoronba, onde cumpriram suas sentencas, como
consta de offlcio do respectivo commandante, sob
n. 15, datado em 9 do corrente.
Ao commandante do corpo de policia.-Sendo
aptos para 0 servico militar os paisanos Antonio
Coelho Conrado, Joao da Costa de Menezes, Ama-
ro Jose de Mello. Antonie Jos6 Camillo, Franeisco
bomes de Alencastro e Thomaz Jose Cupertino
Lms, pode Vmc. eugaja-los no corpo sob sou com-
mando, como solicita em offlcio de 11 do corrente,
e Ao engenheiro fiscal da -.
Re.'ife ao S. Francisco. Reraetto porcopia a Vmc.
0 offlcio que em 13 do corrente, sob 11. 371, me
dirigio 0 Dr. chefe de policia, relativamente a
resistencia opposta pelo chefe da estacao dos Pra-
zeres a prisao do inenor J .ao Francisco Firmino,
e bem assim as communicaedes que a este res-
peito llzeram 0 sabdeligido de Muribeca e 0 de-
legado de Jaboatao, alim de que tome era consi-
deracao 0 occorrido.
_ Ao gerente da ompannia pernarabucani.
De Vmc. suas ordeas para que seja transportad >
a Parahyba, por couta do ministerio da guexra,
uma forga de linha eoraposta d) 23 pracas, I te-
nente e 1 alferes ; ficando Vmc. autorisado a
espaf-ar paraanian'ia a sahida do vapor que se
destina aquelle porto.
Ao mesmo.Em resposta ao offlcio de Vine,
de hontem datado, em que communica a partida
do vapor Mandahii para 0 presidio da Fernando
de Noronha no dia 16 do corrente, declaro Ihe
que essa partida so se effectuara no dia 18 deste
mez, visto ter-de etnbarcar tropa, ptesos, etc.
EXPEDIENTS DO SECRETARIO.
1." seccao.
Oflicios
V. S.
Ao mesmo.Seja eliminado do corpo sob
seu commando 0 2 sargento Tito Augosto de Al-
buquerque Porto Carreiro, que, segundo 0 seu offl-
cio de 12 do corrente, sob n. 123, foi julgado inca
paz do servico.
3.' seccao.
Oflicios :
Ao inspector da thesouraria de fazeoda.
Ao cabo Jose Saturnino Moreira de Andrade
mande V. s. pagar os vencimentos do destaca-
mento da villa de Bora Jardirn, relativos ao mez
de fevereiro ultimo, caso este ja em forma 0 pret
junto em duplicata, remettido pelo respectivo eora
mandante superior er ollicio de 11 do corrente.
Ao mesmo.Mande V. S. com t)da urgencia
ajustar contas ate 0 IIm deste mez e passar
guia de soccorrimento ao tenente Jose" Igoaci'o Ri-
beiro Roma e ao alferes Epiphanio de Araujo
Laidas, que vao seguir hoje em diligencia para a
provincia da Parahyba com uraa forca de 19
pracas.
Ao mesmoMande V. S. pagar ao capitao
Jose Carlos de Sa a importancia cunstaote da fo-
lha e pret juntos em duplicata, procedente dos
vencimentos do destacamentu da villa de Aguas
Bellas, relativos ao mez de Janeiro ultimo, confor-
ms aolieita 0 respectivo commandante superior em
offlcio Je 16 de, fevereiro proximo findo, sob
n. to.
Ao mesmo.Communico a V. S. para seu
conhecimento que no dia 18 do corrente deve lar-
gar para 0 presidio de Fernando de Noronha um
dos vapores da c/mpauhia pernambucana.
Aomesmo.Transmilto a V. S. para manda lo
satisfazer 0 incluso pedido feito pelo conselho econo-
niico do presidio de Fernando de Noronha, em
vista do artigo 20 do regulamento qae rege 0 dito
presidio.
Ao mesmo. Tendo nesta data relevado Joao
Carneiro Rodrigues C mpello da mulia que Ihe
foi imposta pelo collector da Escada, por nao ter
dado a matricula 0 liberto Jose, iilho de Miguel
e Maria, seus escravos, e averbado 0 falleciraento
do mesmo dentro do prazo legal; assim 0 declaro
a V. S. para seu conhecimento e fins conve-
mentes.
Ao mesmo.Tendo em vista 0 parecer dessa
thesourara, de 13 do corrente, sob n. 922 serie F,
revelei uesta da reira da multa que Ihe foi imposta pe'o collector
da Escada, por nio ter ella no prazo legal aver-
bado a venda de sua escrava Pastora.
Ao mesmo A' vista do parecer dessa the-
sourana, de 13 do corrente, sob n. 921 serie F,
revelei nesta data a Joao Carneiro Rodrigues
CampeDo das multas que Ihe foram impostas pelo
collector da Escada, por nao ter die. no prazo le-
gal matriculado 0 ingenuo Jose, filho de seus es
cravos Miguel e Josepha, e communicado 0 hlle-
ciment) do mesmo; 0 que communico a V. S. para
seu conhecimento e flns convenientes.
Ao' inspector da tbesouraria provincial.
Mande \mc. pagar a quem se mostrar compete-
temente autorisado a importancia constane do
pret junto em duplicata, proveuiente dos venci-
mentosdo destacamento da villa de Serinhaem, -e
lativos ao mez de fevereiro ultimo ; conforme soli-
cita 0 respectivo commandante superior em offl
cio de 10 do corrente. -
Ao mesmo.Era vista dos docum-ratoi jun-
tos, mande Vmc. pagar ao padre Jose Vicente
Ferreira, coadjuctor pro parocho da freguezia de
Quipapa, os vencimentos relativos ao tempo decor-
rido do de dezembro do anno passado ao ul-
timo de jfevereiro proximo flnlo
Ao mesmo. -Mande Vmc. pagar ao guards
nacional Ulysses de Barros Accioli a importan-
cia constante do oret junto em duplicata, prove-
niente dos vencimentos do destacamento da cida-
de do Rio Formoso, relativos ao mez de fevereiro
ultimo ; conforme solicita 0 respectivo comman-
danie superior em offlcio de 7 do corrente.
4.' seccao.
Offlcios :
Ao coromissario vaccinador provinNal.Re-
metta Vmc. com urgencia a secretaria desta pre-
sidents, e co'n endereco no presilente da cama-
ra municipal da villa da Panellas, algumas lami-
na?, ou tubos com pus vaecinico, para serera
forneciJjs aquella autoridade, segundo requi-
sitou em offlcio de 9 do corrente.
Ao Rvm. vigario da freguezia de Panellas.
-Informe V. Rvma., com urgencia, sobre os fac-
tos que Ihe sio arguidos pelo presidente da cama-
ra municipal da villa* de Panellas na represents-
c2o junta porcopia.
6.' ucgSo.
Offlcios :
Ao engenheiro encarregado das obras ge-
raes.Orce Vmc. os reparo* de qae precisa 0 caes
do Apollo e a rampa denominada do Tasso, vis-
to estarem arrninadas, segundo communica era. seu
offlcio de 13 do corrente, sob n. 16.
Ao Exm. brigadairo commaudaute das ar-
ma-.Da ordem de S. Exc. o Sr. presideute da
provincia, communico a V. Exc. para os fins con-
venientes que no dia 18 do corrente deve largar
para 0 presidio do Fernando de Noaonha um dos
vapores da corapanhia pernambucana.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, tendo expedido todas as ordens neees-
sarias para 0 erabarque da forca que vai seguir
em diligencia para a Parahyba ; assira o manda
declarar a V. Exc. em respjsta ao seu offlcio
desta data, sob n. 209.
Ao director do arsenal de gu*rra.De or-
dem do Exm. preshlente da profincia, communico
a V. S. para os tins convenientes q.ie, segundo
consta da offlcio do commandaute do presidi 1 de
Fernando deXo onha, foram alii arabarcados no
vapor Mandahu, com destino a essa arsenal, 8
caixoes contendo 1,000 pares de sapatos de sol 1
vira tacbados, manuiacturados naofficiua da sapa-
teiros do mesmo presidio.
2.' seccao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.De orlem de S.
Exc. 0 Sr. presidente da provincia, aicuso 0 rece
bimento do ofA^o de V. S., sob n. 371, de 13 do
corrente, relativo ao facto da resistencia opposta,
pelo chefe_ da estacao dos Prazeres a pnsao do
manor Joao Francisco Firmino.
Ao mesmo.De ordem de S. Exc. 0 Sr. pre-
sidente da provincia, participo a V. S., que nesta
data foram reraettidas ao Dr. juiz de direit > da
1' vara criminal as guias dos sentenciados de
justica Antonio Ferreira Alves da Silva, Thome
Maria dos Santos, Alexandre Jose Tentens, Ma-
noel Jose de Souza, Manoel Jose Gomes, Joaquim
Henrique de Messias, Rufino da Costa Soares e
Aatonio Jose da Rocha, vindo* do presidio de Fer-
nando de Noronha, onde cumpriram suas senten-
cas, como consta do offlcio do respectivo comman-
dante, datado de 9 do corrente, sob n. II.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda transmittir a V. S. os lilulos inclu-
sos de autoridades policiaes noraeadas para 0
termo de Villa Bella, de conformidade com a pro-
posta de V. S. era offlcio de 9 do corrente, n. 392.
Ao mesmo.De ordem de S. Exc. 0 Sr.
presidente da prorincia, participo a V. S. que nes-
ta data sereraaiteu ao Exm. Sr. commandante das
armas a guia do sentenciado militar Joao Baptis
ta de Carvallio, vinJ. do presi I11 de Fernando de
Noronha, como consta do oilioio do respectivo
commandante, datado em 9 do corrente, sob n.'
13.
Aomesmo. -De orlem de S. Exc. 0 Sr. pre-
sidente da provincia, communico a V. S. para os
fins convenientes que no dia 18 do corrente deva
largar par-i o presidio de Fernando de Noronha
um do vapores d 1 companhia parnambucaua. -
Igual communicacao ao Dr. juiz do direito da l
vara.
Ao commandante superior do municipio do
Limoeiro.S. Exc. 0 Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S, era resposta ao seu offlcio
de II do corrente, que nesta data se expedio or-
dem a thesouraria de fazenda para pagar ao eabo
Jose Saturnino Moreira da Andrade os vencimen-
tos do destacamento de Bom Jardim, relativos ao
mez da fevereiro ultimo.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio de Serinhiiem.3. Exc. 0 Sr.
presidente da provincia manda declarar a V. S.,
em resposta ao seu offlcio de 10 do corrente, sob
n. 10, que nesta data se expedio ordum a ihesou-
raria provincial para pagar a quem se mostrar
autorisado os vencimentos do destacamento dessa
villa, correspondentes ao mez de fevereiro proxi-
findo
Ao commandante superior do Rio Formoso.
De ordem de S. Exc. o Sr. presideute da pro
vincia communico a V. S., em resposta ao seu
offlcio de 7 do corrente, que nesta data se provi-
denciou no sentido de ser paga pela thesouraria
provincial ao guarda Ulysses de Barros Accioli
a importancia constante dos prets andexos ao seu
citado offlcio.
Ao commandaute superior da guarda nacio-
nal do municipio do Brejo.Do ordem de S. Exc.
0 Sr. presidente da provincia communico a V. S.,
em resposta aos seus offlcios de 6 de fevereiro ul-
timo e 3 do corrente, que nesta data se expedio a
conveniente ordem a thesouraria de fazenda no
sentido de serem pagos a quem se mostrar babi-
lilado os vencimentos do destacamento de Pes-
queira, relativos aos mezes de Janeiro e fevereiro
deste anno.
Ao commandante superior de Garanhons e
Buique.De ordem da S. Exc. 0 Sr. presidente
da provincia, communico a V. S. que nesta data
se expedio ordwm a thesouraria de fazenda no sen
lido de ser paga ao capitao Jose Carlos de Sa a
importancia constante dos prets que vierara anne-
xes ao offlcio de V. S., de 10 do mez findo, sob
n. 13. ,
4.' seccao.
Offlcio :
Ao !. secretario da assemblea provincial.
N. 23.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, 0 respondendo ao efflcio de V. S,. do
12 do corrente, sob n. 13, em que solicita, por
deliberagao da assemblea provincial, informacoas
s bre o qua Joi resolvido em relacio a companhia
Recife Drainage -, tenho a dizer que as infor-
macfies solicitadas constam da falla que S. Exc.
jeu ultimamente jpassemblea por occasiao de sua
installacao, e que esta sendo publicada no Diario
de Pcrnimbncn. Como, porem, pole haver demora
na publicacao, o mesmo Exm. Sr., no iutuilo de
satiifazer com promptidao a assemblea provincial,
ordena-me que reruelia cpia dos actos referent-.s
ao acordo feito com aquella companhia, constantes
do relatorio; 0 qae cumpro nesta oecasiao.
5.' seccao.
Offlcio :
PRRSt)EN'i:i\, DO DIA 25 DE JULHO DE
1871.
Aolonio Francisco Lopes da Fonceca. -DaferidD
com .0 uilicio desta dita ao 5r. command tule su-
da guarda nacional d a inunicipios de
e Iguarassii.
nio Caraello Passoa. D.-frido com offlcio
la, dirigido ao inspector da thesouraria
nd.:
Hilario Cannelitano da Porciuncula Ferreira.
Informe o Sr. director int.Tino do arsenal de
gnerra.
Herculanj de Luna Alencar. Deferido com
offlcio desta data ao juiz de direito da comarca
de Ouri:ury.
Joaquim Bspti-ta da Silva. Informe o Sr. ins
pector do arsenal de raarinha. '
Joao Carneiro Lins Barrad>?. Deferido com offl-
cio desta data, dirigido a thesouraria de fazenda.
Josepha Maria da Couceicao. Deferido com
offlcio de-ta data dirigido ao inspector da thesou-
raria de fazenda.
v Jose Ignacio Avila. Satisfaca o supplicaute a
exigencia d i thesouraria de fazenda
Jose Franeisco Fragoso. Defrndo com offl;io
desta data, dirigido a thesouraria de fazenda.
Padre Manoel Barroso Pereira. -Deferido com
o offlcio desta data, dirigido ao Sr. inspector do
Ihesouro provincial.
Minoel Joaquim de Miranda Lobo.Sim, nao
havemlo inconvenicnle.
Bacharel Manoel Rolhi de Alencar. Deferido
com offlcio dosta data ao juiz de direito da comarca
de Ouncury.
Thomaz de Carvalho Soares Brandao.- Inf r.ne
o Sr. inspector do the;ouro provincial.
27 -
Augasto Pater Cesar.Informe o Sr. inspector
do ihesouro provincial.
Apolonia Maria da Jesus.-Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
I! ir.i de BL-mtica. Passe-se portaria
Catulino Goncalves Lassa.Hequeira o suppli-
C3nta ao governo imperial
Isabel Larmelinda de Gosinao Silva.Deferido
com offlcio desta data ao provedor da Santa Casa
de Misericordia.
Joaquim Ramos da Silva Moreira. Opporiuna-
mente sera o supplicinle altenlilo.
Maria Joarjuina da Conceicao.Junte certidao
de ida 'e do menor.
Padre Manoel Joaquim da Silva.Deferido com
o offlcio desta data a thesouraria do fazenda.
VILIE DE RAHIA% o do Rio da Praia.
p.-Iiim portos Io Kritsii. o paquelv
iuKLex 3IIN1IO. Ksta rvstabelecida a
romniiinlcacito (elngrapiiica i-nin-
l.ishon e Falmouth.
Londrcs.- Conaolidadns Ol tl% %
riindits brasileiros lOl clnco por
cento francez UH. .Cafe mereado
nalteravel.
Havre. Vendcram-se S.OOO sa-
cos coin cafe, sendo SOO de proce-
dencia brasileira j o do Rio a B9 c
o de NuntOM IO?, flrmc.
Hupremo tribunal de juxtira Na
sessao de 11 do corrente o Sr. Darao de Montser-
ral expoz os fundamentos pro e contra da
Revista civel u 8,337. Recorreute, a
prmMiTmnn
REVISTA DIARIA.
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.-Por ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, sirva-se V. S. devolver a esta secre-
taria a planta topographica do aldeiamento do
Hiacho do Matto, a qual se acha nessa reparticao,
e e r con^nientemente archivada com o
offlcio do engenheiro Luiz Jose da Silva, datado
de 3 de maio de 186.
Commando dag armas.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERXAMBUCO, EM 28 DE JULHO DE
1871.
Ordem do dia n. 837.
0 brigadeiro com nandanta das armas fa/, pu-
blic-) para sciencja da guarnicao e devido eirei:o,
as seguiotes oceiirreacias havidas nesle mez :
1. Oo.e por aviso do ministerio da guerra de 13
foi resolvidj que n. corrente semostre, vigorasse
os valoie? da ttapa.e forragam do semestre ante-
rior, mTrcados no aviso da 21 de fevereiro ultim),
publicado na ordeua do dia deste commando n. 803
de 11 de marco.
2.8 Qae approvoa o engajamento qae contrahi-
ram depois e inspeccionados d-? saiidjj e julga-
dos aptos para continuar no servico, o sollado da
3' companhia do 9 batailiao de iufantaria Manoel
Pereira da Silva, uo dia iO, por mais 0 anuos, per-
cabeodo alJm dos veaeimontos estabolecidos, pr
lei u premio de lOOiOOJ ; e no dia 23 o soldad-i
da 2' companhia do 2 batalaao da mesma anna,
Liborio Wenceslao da Cruz, para servlr na mes-
ma conformidade, por mais 3 annos, percebendo
raetade do premio acima referido.
3 Qae apreseqtoa-se no dia 27, vindo da corte
no vapor Parana, com o lim de reutiir-se ao so-
brtidito batailiao 9", o Sr. tenente Joao T.ixeira de
Sampaio; e que nessa dia. s-guio para a mesma
cone no vapor Ceard o Sr tenente do 11* ba'a-
lhao Lauriano Jose Piiuen'.a, que Gcou desligado
do 2., ao qual se achava addido.
0 mesmo brigadeiro determina, que ua manha
do 1 deagosto proximo vind iuro, se passe revis-
ta de mostra em seus respectivos naarleis a s dous
batalhoes da infanieria, ao depa=ito de recrutas,
e as coinpanhias isolaJa*, pela ordem seguinte :
A's 6 horas a conipanhia de operarins, as 6 1|2
ao 2 balalhio, as 7 a companhia de cavaliaria, as
7 1|2 ao li" batal&ao e a3 8 ao deposito de recrutas.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
Lins.
Conforme.0 major Jose R nifacio dos Santos
Mergulltuo, ajudaute de ordens encarregado do
detalhe.
Hpparii$*to da policia.
2.' seccao__Secretaria de policia de Pernairibuco,
28 de julho de 1874.
N. 903.lllm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos a casa de deteD$io
os individuos seguintes :
A' minha orde n Manoel, escravo de Paulo de
Amorim Salgado Nelto, por andar fugido.
A' ordem do juiz de paz da freguezia de S. Jose,
Domingos Joaquim de Farias, por falta decurapri-
mento de deposito.
A' ordem do subdelegado da Boa-Vista, Sebas-
tiao, eseravo de D. Colecta de Pinho Borges, a re-
querimento da senhora.
A' ordem do de Belem, Joanna, escrava de Ber-
tholindi Corrda de Amorim, a requerimento deste.
A' ordem do dos Afogados, Joao Cancio da
Oliveira, preso em flagrante, como cumplice em
crime de ferimentos, a disposicao do Dr. juiz de
direito do 6. districto criminal, Laurentino Igna-
cio dos Santos, como criininoso pronunciado.
No dia H do corrente, foi capturado no termo
de Floresta, Join Xavier de Moraes, pronunciado
no art. 111 do codigo criminal, era Tacaratti.
Deus guarde a V. Exc. -lllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sideute da provincia 0 cbefe de policia. Anto
nio Francisco Cvrreia de Aranjo."
&mmmmms:
[ICBNCU AMERICANA.)
Rio de Janeiro tsiif ta. e IO na.
da manha. A prlncema imperial
teve uma menlna, que foi tlrada a
ferroB, morta. &u 9 boras da ma-
draKada. tres medico* assistiram
eata operacao. O sen estado e
crave.
Bio ZH as 8 ta. da manha. Acaba
de sahir para Pernambnco o vapor
rraiico VU.LR DE RIO.
Rio JN a 1 h. c in in. da tarde.
On medicos que assistiram ao parlo
da prlncesa Imperial foram os Drs.
Feijo. Ferreira de Abren, Wouia
Fontes, e Snbojn. A lllnstre enfer-
ia vai melhor. Camblo nobreLon-
dres 95 3/4 Imncario. & 5 S e SO
particular.
Para ? a 1 h. da tarde.Cambio
sobre Londres 95 :i I bancario, 5
*/S 90 particular. Borracha...
iaoo o kilo, sernamby 950.
Llsboa 98 ns IO h. e 99 m. da
manha. Chegaram i proeedente
de Pernambnco. o vapor franoej
ProresMora-H publicax. Pela presi-
dencia da provincia foi marcado, as professoras
abaixo indicada-, o prazo de sesseula dias, conta-
dos da data da remocao, para assomire-n o
exercicio das respectivas oade.ras : :osma Elvi-
ra de Araujo, Anna Ignez da Silva Ramos. Anna
Bezerra Cavalcante da Silva Co-ta, Jacinlha Ave
linada Cruz, Ubaldim Afra da ConceiClo Vieira
de Mello e Anna Elysa Pareuta Dutra ; e como bem
se vera do respectivo edital na seccao prupria
publicado.
Exposicaa universal de Philadel-
phia. Por portaria da presid.-ncia da provin-
cia, de 27 do corrente, foi nomeado o Dr. Pedro
da Alhayde Lobo Moscoso para substituir o en-
genheiro Jose Tihuieio Pereira de Magalhaes na
commis-ao encarrcgada do promover a acquisigao
de produclos que ligurem na exposieao universal
de Philadelphia, por estar este ausente, coin licen-
i.'.a. na Europa.
Afjente. Por portaria dapresidjn;ia da pro
vincia de 25 do corrente, foi declarada iem efTeito
a de 23 do mesmo. mez, nora ;anJ Jose Joa juim
da Silva Guimaraes, agcule arrecadador do impos-
to s ibre fumo, tabaco, rape, cigarros, sabao e ar-
mas de fogo, por este nao ter aoitado; e nomea-
do para tal cargo o bacharel Jo3e Anastacio da
Silva Guimaraes.
lnstrucciio publica. Por portaria da
presidencia da provincia, de 23 d) corrente, foi de
clarada sem elfeito a de 22 do m:s;n) iidz, que
removeu a professora Anna Elysa Pereira Dutra,
da cadeira de TamattJare para a da povoacao de
Venda Grande; e remjvi-la para esti a de Duar-
Dias, Henedina Flore3ta d a Santos Cordeiro.
Passamento. Falleceu hontem, as 2 112
horas da manha, o Dr. em modicina, Autouio Go
mes Tivares. Era filho desta provincia e prestou
grandes servicos a causa da liberdade em Portu
gal quando esludante, durante a desaslrosi epoca
da usurpacao do legitimo governo constitucional,
a qual lindonse em 1833 : foi um dos presos da
lorre de S. Juliao, onde esteve dous annos e 1
mezes.
S. M. real a Sra. D. Maria II, apreciando osseus
bons servico*, o agraciou com, o babito de Christo
em 2 de julho de 1833 Mais tarde, em 8 de agos-
lo de 1857, Sua Magestade Real o Sr. D Pedro
V tambem o agraciou pelos mesmos servicos com
a commend i da real ordem militar de -Nosso Se-
nhor Jesus Christo.
Recebeu o grao medio cirurgico era Lisboa a
23 do ou'.ubro de 1810. Era huuiem siucero e
foi sempre consideralo entre sens amigos
Militou nas fileiras cmservadoras, tendo sido
sempre eleitor. Em 1837 foi subdelegado da rre-
guezia de S. Frci Pedro Goncalves do Recife.
&k' sua inconsolavel familia" nossos pezames.
Diuheiro. 0 vapor Jnguaiihe trouxe para :
Miguel Jose Alves 3:816*1530
Antonio Domingos Pinto &00j000
Joao Ramos & Machado 131*000
0 vapor Ceard levou de nossa praca para :
Bahia 2:000*000
Rio de Janeiro 7:1003000
Prnpairndora da instruccito) publi-
ca Graras a benufica inlluencia dessa associa-
cao, foi installada era 27 do corrent", pelo consc-
lh<) director da freguezia de S. Jose, uma escola
do instrucijao elementar para o sexo feminino.
Banco do Brasil. Na rua do Vigario
n. 1 paga-se o 41 dividendo das accoes do banco
do Brasil inscriotas na Caixa Filial desta provin-
cia, a razao de 8*000 por cada uma.
Associacao Commercial BcneO-
cente. No dia 3 de agosto devo haver sessio
-la assemblea geral dos membros desta asso-
ciaijao.
Vapores esperados. Hoje, o inglez
Royne, do Rio da Praia pelas' escalas ; a 1 de
agosto, o americano Ontario, do Rio de Janeiro e
Bahia ; a 2, o francez Ville do Rio de Janeiro, do
Rio da Praia pelas escallas,- i o inglez Colopixi,
do Pacifico e sul do imperio.
Instituto Academico. Receberao< da
3ahia o n. 4 deste jornal, orgao da sociedade
assim denominada.
A Lin. De Campos, ua provincia do Rio
de Janeiro, racebemos o n. 2 do jornal quinzenal
A Luz, orgao da Sociedade Brasileira de Bene-
ficencia.
Bibliotbeca das Faniilias. Acaba
de chegar a livraria do Sr. Jose Nogueira de
Souza, a rua Primeiro de Marco n. 2, a 111 ca-
derneta desta interessaote publicacao do Rio de
Janeiro, contendo o lira do 1 volume e o princi-
pio do 2 do romance A mulher do Palhaco, por
Xavier de Montepin. Comintla a assignar-se a
409 rs. cada caderneta.
fiaseta Juridica. A' livraria franccza,
rua Primeiro de Marco n. 9, chegaram os ns. 78
e 79 desta apreciada revista de jurisprudent,
doutrina e legislacao, que fe publi-a no Rio de
Janeiro, sob a redaccao dos Srs. Drs. Carlos Perdi
gao b Alvaro Caminha. A assignatura annual e
de 21*000.
Provincia de Sergipe. Pelo vapor
Jaguaribe, da companhia pernambucana, recebe-
mos jornaes do Araeaju ate 20 do fcrrente.
Tendo entrado no exercicio do cargo de chefe
de policia effectivo o Sr. Dr. Antonio Joaquim
Correia de Araujo, deixou-o elle peucos dias de-
pois, afim de ir tomar assenlo na assemblea pro-
vincial da Bahia; pelo que foi designado pela
presidencia da'provincia, e entrou, em exercicio
interino o Dr. Casemiro de Senna Madureira, juiz
de direito de Propria.
Jornal das Famllias. No- Parana
veio ante-bontem o n. 7 deste jornal de modas, pa
hlicado no Rio dc Janeiro, pelo livreiro o Sr. B. L.
Garnier, a rua do Ouvidor n. 11. Traz esse nu-
mero o segninte : ConU s Macahenses, romance
por Pinheiro Junior, Estrella do Norte, dito por
Gratuliuo Coelho, Resumo do systema melrico, por
Pinheiro Junior, Um dia de entrudo, romance por
Lara, Scismadora, poesia por ^B. Guimaraes, des-
cripcao do llguro e explicacao dos trabalhos de
a prul ha.
Acompaaham o n: um tlgurino de modas,
clnco sstampat de moldes, de bordados e de tape-
^aria.
Contintia a assignar-se nas livrarias frsneera,
industrial e eeononiica, a razao de 12*000 por
anno.
Convenciio postal.Foi publicado o de-
creto n. 3,688 de 8 do corrente mez, promulgan-
do a convencao postal celebrada em 30 de setem-
bro de 1873 entre o Bra-il e a Allemanha.
Magistratora.Pelo ministerio da justica
passon-se titulo, babilitando ao cargo de juiz dc di-
reito, ao bacharel Luii Ferreira Tinoco.
-,----- _-----__, compa
ntna itlumioadora doMaranhao; resorrida D
Maria Thereza Willians. Feita a exposieao Das-
sou ao Sr. Mariani.
apores a satatr. No dia 31, o brasi
leiro Cururipe, para o Araeaju pelas escalas; a
7 de agosto, o brasileiro Pnapamt, para a Granja
pelas escalas.
ttuestao de lliniies. Sob a rnbrica
I'arle Official, puhlicamos hoje o resultado do*
trabalhos da.commissao mixta de liquidacao e d-
xacao dos limites entre o Brasil e o Paraguay.
A nova igrcja de ftossa Wentaora
da Pentaa. Euviam nos o seguinte :
a No m -I-) d i m.lifl-rfiiii-iM", que caracterisa ->
tempo de hoje, o catholicismo nao tern visto ve
offuscar todos os se.s luzeiros. 0 facho da fe, qu*-
rege a vanguarda na estrada da civihsacao, cami-
nha av.ante e nao se receia dos lempesluoios chn
ques do principio do erro. E" que o Catholicism
e eteruo como o seu fuodador ; e que contra a
forga de sua verdade sobre a terra nao podem pre-
valecer as forcas do inferno.
Entre n0< leoos um exemplo frizante dessa
verdade. Os capuihinhos, essa vergonlea feiix do
seraphico de Assis, esses obreiros iofaliaveis do-
progressos dos poos, qae ni.j medem distaocia^
que nao olham dilllculdades para proseguir uacar
reira de sua inissao ovangelisadora, lem sabido cap
tar entre nos o respeito e a consideracao, que mere?
cem aquelies, que limbram em pau.ar o seu pro
cedimento pele mai> puro rig)rism. do dever
acrysoiado no santuario augustod* uma conscien-
cia severa.
Os seus leitos estao patentes. Em cada can
lo da provincia se levanta uma voz para abencoar
a memona desses novos Paulo*. A.jui um cru-
zeiro, alii um templo, mais alein um cemiteno.
hoje uma onversao, amanhi um arrependimento.
logo depois um perda-) enire inimigos rancorosos.
taes sao os lloroes que eng inaldam asfiontes des-
ses inclytos emissarios da verdade.
A obra grandiosa em que prosegnem elles
nesta cidade, a edillcacao do seu novo tempi),
constitue um desses arrojos supremos, que nao se
explica facilmenle na actualidade. Admira real
mente como, ua crise que atravessainos, qmndo a
agricultura se esmoreja para respirar, o o com-
mercio se estrebuxa nas garras das mais repeti
das fallencias, esses humildes, porem, bri-isos li
lhos de M-tieo da Basse, conseguem arcar com
difflculdades, que parecem insupenveis c fazer
face a despezas tao avultadas.
A jut devemos fazer juttica ao povo pernam-
bucano, reconheceodo o seu espinto verdeiramen
te religiose e profundameote catbolico. Apezir
da luia travada no campo da religii", elle nao lem
deixado abalar suas conviccoes, e, dominado des-
se sentimento, nao tem abandonado os, animoso*
missionanos na sua grande obra. Aos capuchi
nhos a delibera;ao, a iniciativa, o^ esforcos, a exd-
cufSo, e a sua gloria ; ao povo a animarao, o con-
curso franco, qae Hies tem prestado.
Admira que os capu>- .inhos tenham conse-
guido tanto.
< Entretanto o facto cane debaixo da percepciu
visual.
A perspectiva que nff.-rece o estado actual da
obraattesta o zelo inexcelivei que os l-in domina-
do e o empenho uue mostram em conc.luir esse
miraculoso portento do seu fervor relig oso.
Ja esta reparado o prejuizo cau.-a.'o com a
desabainento das seis columnas <|Ue formam a ca-
pella-nior : hoje estao eilas ja reedilicadas com
mais seguranca e sohdez, e a obra se acha qua>i
no ponto de receber a cobei ta.
a Sio inipagaveis os services que ha prestado
actual prefeito, Pr. VMascio Maria de Ferrara :
a provincia Ihe e devedora de bem merecido reco-
nheciuiento.
ConsU-no' quo, po-- eartaa recebdas da Ita-
lia, teve elle ultimamente a grata not'eia da estar
concluida a colossal imagem da VlfjpMi da Pe-
nha. que de\e ser cullocada no elegante zimbori-
do cruzeiro do templo. E-sa imagem mede IS
paliius pouco mais ou menus, c talhada era ma-
deira coberta com uma grossa lamina de cobre,
por sua vez dourala para melhor resistir a accao
do tempo, e consta-nos que foi dadiva do sempr--
assas lembra-lo Fr. Caetano de Messina, que se acha
hojo uo Rio -le Janeiro, jiesempenhaodo o carfco
de commissari) geral dos capuchinhos no Brasil.
a 0 nome de Fr. Caetano ainda hoje taz reani-
mar-se o enthusiasmo da le naquelles que o ou-
vein prouunciar : seus servico; nao foram, nem
serao riscados da memoria da provincia. E agora
abrio elle um novo titulo de beremerencia e gra-
n J i,i com a offerta de tao magnifica joia.
K de presumir que em breve chegue as pla-
gas pernambucanas essa mystica corOa do tempi*
em construccao.
Oxala que o exemplo de Fr. Caetano fosse
imitado e que dadivas iguaes viessem engrossar a
lista dos bemfeitores do magestoso templo. Mui-
tas pecas existem que podem receber a preferen-
cia : a porta principal do templo, o cupulim sobre
o qual tem de descancar > colossal imagem, o
forro externo do zimborio etc., etc, sao desse na-
mero.
E um dia quando a posteridade admirasse o
-
esforgo dos capuchinhos conheceria tamoera o
quadro dos seus bemfeitores. Sao os nusaos votos.
4 iiiIom de couro.Continua a s*r compla-
to e muito variado o sortimento de cinlos de cou-
ro, na loia de Amarai, Nabuco \ C, a rua do Bx-
rio da victoria.
Batoeiras mag leas. -Sao curiosas e d
verdadeiro prestimo, as que estao a venda no Ba
zar Universal, a rua do Barao da Victoria n. 11
A incineracao dos mortos. -S'gundo
refere a France, a qaeima dos corpos vai ser leva
da perante o cooselho municipal de Paris, pelo
Sr. Cadet, sob a forma de emeoda ao projecto da
segunoa conmissao do conselho, relativo a crea-
cao de um novo cerailerio. Eis a forma dessa
emenda :
1-* Os diversos projectos relativos a creacao
de cemiterios ficam annullados
2 Abrir-se-ha um concurso por tempo de
seis mezes, para a apresentacao do melhor pro
cesso pratiro, proprio para a incineracao dos ca-
daveres.
a 3.* A a Jministracao e convidada a estudar
immediatamente a queslao, e a solicitar dos pode-
res legislatives uma lei que autorise o oso da
queima dos corpos na communa de Paris.
< 4.* No caso de que este systema seja posto em
execucan, o Sr. prefeito Ira autorisado a comprai
os terrenos necessarios para o esUbeiecitneolo de
cemiterios provisorios.
Suspensao de jornaes.- Em Paris lem
causado certa emocao as buscas prat cadas pela
policia nos escriptorios de diversas corresponden-
eias politicas. Com essas buscas tem a auloridadr
dous fins : 1.* averiguar se essas corresponded
cias constituem a pubiicar;Ao disfargadi dos perio-
dicos nio autorisa'dos nem sujeilos a caocao ; 2.*
se servem de boletins a comiles permanentes, qua
se proponham mndar o governo estabelerido.
Parece que foram fehadas as redaecoes da
Coirespomtencia SanU-Ciicron, legitimista ; a Cm-
respondencia Asseline eo Tache iltar, repnWica
no, bem como o da Ordre, bonapartista.
>'ovos alioH.-De ha tsmpo a eata parte,
refere uma folha franceza, os aluranos da escolad*
tiro de Chalons, officiaes e sargentos, tease exer-
citado ao tiro em alvos movenles. Os systeou
deUande



-.
I"
i
tyginados para esteg exercicio? n*o


Diafte'de Pern&mbueo Quarta telra 29 de Julho d 16
7.4
--..
if i
ll i.f 1/


tef orlginaTIUSiTb: SS-) alvor srrasrtados per ura
roo Pimento de rotacao e que nio appareeenz senai
jjoi uoj maa>oau dnute do atirador. Alem disto
ba maueqaias, Vostidos de soldados, quo desfilant
como os rirartoaert s de feira, com passo o mais
accelerado postivel. E' corao se ve, o aslud > do
tiro lal quat-Se praiica e tao iQteressaate como
-Qlii-
Istaell* entre Jornalifttas. -Li5 se o se-
guinte No ikirio dos estrangtiros, de Giiiebra :
a 0 Sr. Marault, reJa:toc do HepubUcano de
A'.bier, e o Sr. (iaitton, refcetor do Corrcio, di
mesma localidaie, depois de uma polemica renhi-
ila, coran as qua se dio he}* eiM" renublicanos e
bonapartistas, deeidiram qua eo um doello c quo
podia por terrao a pendenoia ascolheram a Suis-
*a paca o lugar do oombate.
ElTecti vainer*, encontraram-se o* dous ad-
versaries no fccsqae de Batie, proximo da junecao
de Rhooe c do Arve. A.' anna escolhida era- a
prsiola.
a 0 conbate foi regtftado por um dos aossos of-
f.siies, que accelera a ser lestemunha do Sr. Ma
rault. D.'Q-se o signal, porem "o tiro nao parlio
do lado do Sr. MaraoK Qaanto ao Sr. GaBtoo, a
sua bala zunio um peuco acima da cabeca do seu
ader>ario.
Depois disto as ic-temunhas rtec'.ararara termi-
oaclo o coaibate, apezar da rasiscencia dos dous
cantendores, quo segundo se diz, sao ambjs pais
de familla.
.'kuvo armamento praaaiaao.Refe-
reiQ algumas foi has e*traagciras quo a Prussia
oecupa-sa aotualmente com grande aetividade de
uai novo aneanienio d h seus soldaJos, os quaes
serao muaidos de espingarda deaoraiuada Mau-
ser, models 7.
;omo asfacturas pros-Manas na>oode.Ti a pro rap -
lira quaaiidade de arm is iieemrn, foi feita
uma eneemenla de 550,003 espingardas a celebre
avaaufsetnra austriaea stayer. 0 tenento general
pr.issianj Wi Iff tern sidi o encarregado de vigiar
os progressos d.i fabricacao da nova arma.
Prtseentr- do papa aa semlitarlo
rraaefz. -La ss o seguinte no jomal de Flo
reica ;
Soa Santidade acaba de dar ao semraano
fra.noez um novj tstemunho da sua beacvelencia.
M;.ndou, pois, a este estabelecimento um das ob
jfrtos que lht>. fo-am otfereeidos petei artist s dc
llnna por (ecaslio do anuiversario da sua exalt i-
ei) an tiirono pontilicio.
ET um mignifico oandelabro co^n um cirii, no
qual se ve.Mii eolcridas a- armis to Pio IX. A ba-
te e formidi por um etegaati aeafete, tendo o to-
dj do caudeiabro a forma pyraml lal. 0 candela-
bro e feito de cera de divcrsas C()rs. As vigas >lo
aijjfate estio Ho perfeitamente imilalas qu3 a pri-
m.iira vi-ia paroeem ffe jun-.o. R-lt peqaeoa
obra de arte f>i trabalhaJa pelo arti.-ti liiovanui
Fralellini.
Salseadorefl ilaliunos. Refere o se-
guinie a Gateta *V Angsbourg :
Dm MtoBleeiawBt > horrive1 acaba l". attrahir
a u ctn.-Jo para o med.miu estadoero que se acha
a Sicilia :
0 MV-lli'Mri Gri'maldlesna irina, que linham
silt raptadi- pubs banJidos; foran queiinados vi-
vo s !
Os Htlfbadores sSa aomerosoa, estao beaa or-
ganisad.is pir .-ompanhias, passoen exeellentes
-s.jini! irdas, teodas e oniros inat-ri lea de campa-
nha, sao servidos pel n pastores, Bnalmeote lorna-
" ran-se o senh.ires .ib-oliitos de toda a ilha. T-
!o< } dias levam para os seus acarftpaateolos al
gum rico pnpnotario e moitas vezes *li a* rece-
iieJires de inpOitos ; a laxa ie resgate e de in
mil francos.
SMTC tlciiovn enpeole. Acaba de ap-
parmer em Muiich ami greve de niva esfwcie ;
nna greve dos ensumid >re- de cerveia. Aeliam-
D*a muito cara a 3 centiinos o I tro I
Os membros d > pirtido da-demoeraeia social or-
paui-aram utm va>ta associai;a > para se abste-
rein de beber cerveja :> r prep) superior a 30ceu-
timiis.
Esu g'eve apreseata mais deumlad) romico,
mat e tamos ooaveaeidos que nma pouca de abs-
l-n<;io nai deve fazer mal aos habitaotes de Mu-
nich, at'.endendo-se a que uma f.imtlia compona
.1 qaatro pessoas, Ibo alii, tcrmo medio, 2,000
lilr-is de cer.i-ja i>or aono.
Uua Ihcsuiiro. Alguns capilalistas de No-
va York acabam do frotar um navio, que os deve
rondatir a ilha d' Cocos, alim de se entregarem a
proenrade um t!i suuro qne se diz existir alii ha
Ijirt) de 40 annos. A historia des?e thesonro ^ a
Mjninte :
Bin 1835, duran'< a guerra entre o C i!e e o
Pura h ommandante de um dos fortes peruvia-
nos, reeeiaado er cahir nas mios do ioimigo a
piacaque estava sob a sua guardn, fez embarcar
valor8 consi ieraveis no navio Mary Deel, porm,
rrni o.-.-.o nalnrot f.iram alii colliicados a tripola-
(.:i i fez e de vela em esperar pelo capitao, i|ue
licara em terra. Chagaraai a ilha de Co:os e en-
leiraram alii o seu ihesouro.
A tripolar,.!) fii logo feita prisioneira pelos
proprios poruvianos, e dos onze bomens que a
compunham oilo forwn fusilados e o< tres re^tio-
t v m o sitio oiule linham escon-Jido os milhfiw.
!i.'?ignarairi as ilhas Gallipapos o foram alh
'..'iiluziJos a hordo do Mary Deel; durante a via
g'^n, poiem um dos bomens morreu e os dou< ou-
ti is salvaram-se a oado, sendo alinal recebidos
n uma aaleelri quo os deixou em S. Francisco.
a E", pwl*, ce Ihesouro tscondido que os tafs
jineric.iiins, coahecedorei da blstoria, ao procu-
rir. Qne sjam ft-lizes.
'::i;::!' iiicciidiada. -Osjomaes rilSS03
pOblieara tuftiicrosos pormenores aeerca de um
grande iaeendio que acaba de consumir a cidade
de flerdiichno, hatntada principalmente per ju-
liens e siluada a sudoeste das possessors russas
na Ivor003. I-'farain destruidas (100 easas, aohan-
do s-.' .--em abrigo certicnares de f imiiias. No dia
seguinte houve um scg'jnJo iucendio que destruio
'i bairro onde estavai asescolas publicas e parti-
i-ulare.-. No terceiro o iruaita dia rebentaram
novos incendios que consumiram o que restava
da cid?de. Todas as casas construilasde madei-
ra, arderam com tal rapidrz que apenas houve
t;mpo para se atalhar a que se communicasse a
nma oulra cidade proxima. Ha todas as probi-
tulidados de que os diversos incendios fossem poS-
Is por m;io criminosa.
CuRiprinii'ntON. 0 Norte, de Bruxellas,
publici um telegramma de S. I'etersburgo. noti-
ciando que partira para Vienna o gran duque
''.oastantino, acompanhado de tres generae?, c nil
a raissao de ir felicitar o imperador Fraacisco Jose,
em nome do imperador Alexandre, por motivo do
anoiversario d batalha de llaob, em 18i9, na qual
os insurgentes hangaros foram derrotados pelas
forras combioadas da Austria e Russia.
SinisiioH marltlmos.A direccao do
L'ureau Veritas acaba de publicar a lisla dos sinis-
tirs marilimos qae se deram durante o mez de
maio ultimo. Sao os segnintes :
c Navios de vela completamente perdidos, Hi,
a saber : 65 inglezes, It amer caaos, 15 francezes,
II allemie-i, 9 italiauos, 6 nomeguezes, S dinamar-
quezes, i gregos, 3 boll ndezes, 1 glieea, 1 aus-
Iriaeo, I chileno, i hespanhol, 1 nicaraguez, I
r asso e i de pavilhoes desconhpeidos. Neste pu-
n "ro eaUo comprebendidos 23 navios suppostos
perdidos por d3o haver noticias deuej.
Vapores completamente perdidos 11, a saber :
13 inglezes e 1 hespanbol. Neste numero contam-
*j 3 vapores suppostos perdidos (otalmente por
nao se saber noieias deltes.
nisrelanca.-N) dia 29 d; jnaho celebrou-
so em Lcridres um baa^aete comiaua'wta ao qua!
as Este ultimo pronunciou um di-curso a favor da
c jiBinnna, no qual fallen dos commuaistas e da
preponderance dos admirtweis principios da com-
muEi. Estes principios, aerescentoa o rador, aca-
bararn por prewlecer e o rep^uso pronsovera a
uniSo. Os eanvivas retirarata se cantaad) a anr-
sslheza
Oizem J: Austria qu
n>ver. que estiva seriameale eafermo e que teve
d<3 sollrer m:i granirf operacao, acha se ja eom-
pletamenle rcstabeleudo.
A coma ssao internacional nomeada no an-
ao pas.-aJ.i eui Vieona, resolveu abrir um mercado
ititeruacional de g aos, ua mesma ciiale, para 12
e 13 de agoeto. Ao mesia < tempo tera lugar ama
1 iposirao de iusirmuoutos e uteosilios agncolas.
0 papa pronumiou as seguinte* palavras,
per occasiio de reeeitcr os geraes das t-orporago.-s
r jUgiosas, no dia 26 de junbo: Por uma estra-
nha coincidcncia, ao mewno tempo que tinha lugar
a demonstraglo, recehia eu do estraogeiro uma
Varta offereoeodo-se me hocpitalidade em um gran-
da palacio, a||m de me subtrabir aos pengos que,
sjguodo o autor da "carta, rao ameagam na Italia.
0 papa lam declarado aos seus /urailiares que aao
aabira de Roma.
- Estao prestes a partir para os sous deatioos,
i sdiversas expedicoas scieulifica; franoezas, en-
o-irregadas de observarem a pa^sagem de Veaui1,
pu/o sol, o qua se veriUcara no dia 8 de dezem-
bi o.
Oamas; sffiretario n^rpetno di ac*4snTO. Tdrrst Xisi'lnwma'-A ncvo jury.
ai owiflJiXio*.eilari pr^djn d iyu tn.tmo mite I Dj Rjcif.;.AppeUaaia o dew
rial. Cada uma Ijllas, Ann d?s instrmnentt"
.aila uma djlias, alem aos insirii'nentoj pro
prlos para tneror ol-jmpo, laas'eom.i qnatranni.
mendiano*. chronbmatfjs, etc., levam Ao:.is g'ra*l-
das oculos equalorlaes e um appirelho pheto-he-
liographico. As divetsas commissoes van : usaa
para o hmis.pherio do ul, na ilia Campbell ; ou-
tra para a ilha de S. Paulo ; duas para o hemis-
p ierio do norte, iadu um-a oara o Japao o-oiitra
par* a Cluna ; limlmou'.e havera uma outra que
ira pat a as visinhaaQas dos tropicos, em Noumea.
-- No dia 30 dejunao houve em Gorfn um coa-
Hicto entre soldados o povo, da que resultou fica-
rem fen las 25 pessoas, natra ellas qnatro turcas,
dous au~triacis e um iuliaoo. Foram siquaadas
varias lojas e a gaaroieSi uio pade sali.r dos
qoarteis. Esperavam-se disturbios mais gravos
por causa das eleicSes que deviam verillcar-se no
dia 5 de jtinno.
0 (mpeno alleman emprega ja as mdlheres
no servi^o dos telejt duzida mais pir teonomia, pois pagam-|he muito
menos que aos h>men, do qae por um sentimea-
to pkilanlropico.
0 conile de Paris aspira a substituir Julio
Jaein na ac.idemia franiera, em competencia com
John Lcmoinae.
Il)uve mais um duello eulre doas jomalistas
fran;eies Fofam os Srs. Robert Michel, do Seii; e
Soholl, do EvenenuM. O duello verificou so na
Relgica, e este ultimo conlen or ficou gravemente
f.-riJo num bracu. II* aiada a n>tar que o ferido
j igava p?rfeitamen'.o a espada, em.]uanto que o
diiiro rratotaimanto lei^o na materia dd esgrima.
Le-se o seguint-) em uma folba de Saint-
Etieane, cidade natal de Julio Janin :
Julio Janin, que iaato e unto escreveu duran-
te a sua vida, fez um pequeno testameat >. Uma
linha, a data e o seu no ne ; nada mais : a lusti
tuo mioha querida osposa, minha herdeira uuiver-
sal Julio Junin. A bibliotheca perteaee, pois,
a esposa do illustre escriptor, a quaUera ttiicao
de a leg.ir, depots da sua morte, ao Inslituto.
U.na corutais^ao composta de seta membros,
enearregala do examinar os resultados do inquo-
riio a quo se procedeu aeerca do projectado tun-
nel submariau entre a Franja e a Inglaterra, par
tio ultimameute para Calais aflin de estudar a
questao nos proprios lagares em que se lenciona
Eaur essa obra monumental.
Dizem do Hova-York que foi devorada por
um mcenlio a grande fabrica do liaci) de a'g.-
dio d^ Woonsockat As perdas calculam-se em
8tK),000 dollars.
Clu-giram a Vimoa dous japoa-^zes encarre
gados pelo seu govcrno de aprender alii a fabricar
ccrveja 0 ministro d. Japao naquella cidade, 11-
zera uma grande eacommenJa daquella bebida
por conta da cOrte de Yedio
Conipanltia Deetivos accionistas sao de nov> coo.'idados a
se rewulrem huje 29 do corrente, pelas 12 ho-
ras da manhi no escriptorio da compaohia,
a rua do Cabuga n: 16, aiim de deliberar-se
sobre as coatas do anno Aaancciro. A reauiao
se elTecluara com o numero de accionina- que
comparerer.
beilfin. Iloje. as II horas do dia, havera
leilao na feira econoyiica, a rua estreita do Rosa-
rio. n. 45, ccnslando de diversos ariigos de miu
dtzas, muveis e Vidros, que serao veudidos scm re-
serva de pref^o.
taterta A qne se acha a venda e a 10."
a beneficio do patnmonio dos crphaos, a qual cor-
re no dia I." do agosto.
Casa te deteaefto.-Movimento da cask
de deten;ao do dia 27 de julho de 1874.
Existiam pfesos 333 entr.uam G, saliiram 8,
exis'.era 331.
A saber :
Naoionaes 230, mulberes 7, estraugeiros 24
ascravos 10, osenfras 4 Total 333
Alijienlados ;i casts dos cofres publicos 234:
Movunento da enfermaria no dia 27 de julho de
1874.
Ti'cram baixa :
Manoid Jjaquim de Siquet'ra, fibre.
J'lSy Franesco Hezerra, idem.
Al.'xan -rina Maria, idem.
Tiveram alia :
tfaood Pereira Lios de Araujo.
Joao Vicente Ferreira dos Santos.
HoMpitnl [lortdu'iie/.. Movim nto das
enfermarias na scniaDa de 18 a 25 de julho de
1874
Existiam 32, entraram 3, saliiram
Scam en tratam nto 27.
ppeiianio o nesemhirgilor y.resi-
'!eute do jary, apjiellado Alaojel Siare* dfi litma.
A nivo |ur\.
0) Rftciie. -AppKlante o ilcsembargador pre-i
(tank) do jury, appellate Attonio Jose lj* Anj'J e
outro. tioaiirmada a sevteaca.
Do Bom Jardim.Appelltnte o-juizo, appeladol
Galdino, escravo do lr. Felippe de Soaia Leio.
Nao loiiiaraiu conhecimenlo da appella^ao.
Do I'ilar.Appellaale Aotooio Joao Carlo*, ap
pellada a justii;a.Reformada a sentence oienos
na pane q condemouu o reo duplicadamente.
IK; liarreiros.-Apoellauio Manoet Quiatiao de
Freitas e oatro, appeilada a ju*tica.A now jury.
De Mamanguipe. -Appellaale o juizo, appellado
Oaonel Arcnaajo Uodrigucs de Mello. A novo
Jurv.
Ue Alagoa Xova. -Appellant* Antonio Francisco
de Lima, appeilada ajastica.A novo jury.
Dj Buique. Appellants o juizo, appellado Vic-
tor da Silva Sjuio.Nao se tomou conaecimento
da appella^ao.
Da Victoria.-Appcllaate o juizo, appellado Car
lea Jose Vercosa.A novo jury.
De Pedras de Fogo.Appellante o juizo, appel-
lado Viceute Ferreira da Silva.A novo jory.
Da Pesqueira. Appellante o Juizo, appellado
Iojc; V.ctaliuo da Silva.A aovo jury.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Ijourenco Santiago ao Sr.
desembargador Reis e Silva :
Appellacdes crimes.
Da Pilar.Appellaules Manoe! Luiz do Souza e
outros, appelladi a justica.
De Patos.Appellante o juizo, appellado Cle-
meutino Barboza da Suva.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerqus :
Appellagao civel.
Da Victoria.Appellante Goucalo Jcse de Bar-
ros, appellados Jose Jeronynn de Mello e oatros
Do Sr. desembargador Reis e Silvi ao Sr- des-
embargador Almeida Albuquerque : ,t
Appella^Ses crimes. %
Do Bnique. -Appellante Joao Vicente Moreira,
appeilada a justica.
De Camaragibe Appellante Alvaro Jorge da Sil-
va Loureiro, appeilada a justica.
De Banaueirao. Appellante o promoter, appel-
lado Antonio Bezerra da Silva.
Do Inga.Appellante o promoter, appellado An-
tonio Ferrein de Ohveira.
Appellaclo civel
Do Recife. -Appelhote bacharel Luiz Rodrigaes
Villares, appellados a Santa Casa de Misericordia
curados 8,
mordomo Manoel Luiz
Snhidos hontem
o ST.
para
J"f um
Os trabalhos de organi9acao foram dirigidos
fla, caiflmjsjao especial presidida peb %.'
Enira de semana
Ribeiro da Silva.
PassagHroMi
sul no vapor Ceard
Philadelpho da C Ramos, Joao Maximo Coelho,
Antonio Augiulo, J. de M. Vasconcellos, Procopio
de S. Santiago, Joaquim de FreitasGuimaraes, Jose-
pha, Augusto, Cordolioa, Candida, Petronillo,
Antonio, Florencio, Satnruiano, Cesar, Guilherme
Henri, Jose Pereira de Azevedo, Jofe Francisco da
Cruz, Jose Pint a'Azevedo, Francisco Antonio
Pereira, Joaqnitn da Silva Vilella Junior, Luiz
Antonio Machalo, Manuel Joaquim Dias, Ani-
ceto Augusto, Fractuosn J. da S. Oliveira e sua
senhora, Jose Munleiro Vasques, Joao Ferreira de
Moraes, Vicente P. de Oliveira e sua senhora,
Xisto de Paula Rahia e sua senhora, Joaquim In-
lanie da Camara e sua senhora, Joao Antonio do*
Santos silva o sua senhora, Pedro A. de Carvalho
c sua senhora, Augusto Cczsf de Oliveira e sua
senhora, M.moel Constantino dos t-antos e sua
senhora, Francisco Libanio Colas, sua senhora e
I lilha, Olympia dos Reis Valladas e sna filha,
Olympia Augu ta dt Oliveira, Francisca A. Pi-
mentel, Thomaz Antonio Espiuca, Julio Xarter,
Conrado Ferreira Jacarandii, Florindo Francisco
de Oliveira, Manoel Jose Pinto, Joio Carlos Co-
ias, Leon Chapelin, Bernardino Ferre-ra Cardoso,
Pranoisco Cesar M. de Moura, Dr. E. Franco de
>'.i, Dr. Manoel Nunes d i Costa, tenenle Lanriano
Jo-e Pimenta, AdteiioG de Oliveira Guimaraes,
Achilles Levy, Dr. Manoel Jementin < C da Cunha
e I criado, Antonio losfl de Almeida Costa, Cu3to-
dio P. Mendonen, tenente CoronM Augusto A. de
Rarros Pimeutel, Maria Francin-a de Mcssias e 1
eriada, Hiria Fraaeisca de Mello, Roberto Pinto
Magalnaes, Deiphina A de Jesus, D. Pedro A
Kerreira e 1 criado, Jose S. Rasilio Pirrho, ca
dele Manoel de N. Vieira da Cunha, Antonio Jose
Duarle, Justmo da Silva Torres, sua senhora e 1
criada, Gustavo L. F. Mendonca, 13 recrutr.s e 08
escavos a\entregar.
Chegados do Aracajd e e9calas no vapor
nacional Jaguaribc :
Joao Dias do 0arro;,"2 pracas, I preso, Maria
Anna das Merce-, sua lilha Elysa Maria da Con
ceic.ao.
UHMMl* itUliiEARU.
I Hlltl \ VI. 1A EftKl.AtJAO
SESSA ) EM 28 DE JULHO DE 1874.
PRESIDEXCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
CAETANO SANTIAGO.
'Sewetario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manhi, presentes os Srs. des-
embargadores Silva Guimaraes, Reis e Silva,
Lourcnco Santiago, Almeida Albuquerque, Mutla,
procurator da coroa, Accioli, Domiogues Silva
Souza Leao, Oliveira Maciel e o Dr. Gougalves Li-
ma, juiz de direito. ehainaJ :s os dous ultimos no
impedimento dos Srs. desembargadores, abrio-se a
sesao.
Em seguida passouse a proceder o sorteie dos
aggravos seguintes ;
-V. 34. -Aggravante Jacob Joaquim da Silva*
aggravado Joaquim Jose Duane. Sorteados os
Srs. desembargadores Domiogues Silva e Almei-
da Albu |uerque. ,
,N. 6.Aggravaute Jos6 Maria Goncalcea Perei-
ra, aggravado o jaiio de Penelo. Sor'.eados os
Sfs. do-;embargalires Almeida Albuquenue e
Motta.
N. 7. Aggravaate Sdvestre Boiuingues da
Silva Pirpenteira. aggrar^ lo o juizo de Peaedo.
Sorleadus os Srs. desembargadores Reis e Silva e
Almeida Albuquerque.
JULGAMGNTOS.
Rocursos crimes. *
Recorrente o juizo do Beetfe, recorr.do A Fer-
nando da Silva Mania. Ileiater o Sr. desembar
gadbr Silva Guimaraes. Sorteados os Srs. desem-
bargadures Domiogues Silva e Souza Leao."A'e-
gou-je proviiaeuto.
Reeorrenteajiiizo de Bom Cmselho, recorrido
Joaquim Pereira Ja Silva Itelater o Sr. desem-
bargador Domiogues Silv. Sorteados os Srs des
embargadares Ac ioli e Loureu<;.o Santiago.Jin-
proceJente.
Reeurso de fallencia.
Recorrente o juizo especial do comnxereo, re-
corrido Jose Antonio da Silva jlachado. Relator
o Sr. desembargador Silva Guimaraes. Sorteados
os Srs. desembargadores Almeida Albuquerque e
Daminga.es Silva.Deu-se provimento ao recurso
para julgarse casual a fallencia,
Appellacdes crimes.
Do Reci/e.'-Appellaote o desembargador presi
e outros.
Do St. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta :
Appellacao cirel.
Do Aearacu. -AppelUnte Francisco Jose Leitao,
appellado Manoel Antonio d Vasconcellos.
ao 3r. desembargador Accioli :
Appellacoes crimes.
Da Atalaya.-Appellante o juizo, appellado Mar-
colino Joiii Vieira Brejo ; appellmte o juizo, ap-
pellalo Manoel da Silva Uivaleanie.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Accioli :
Appellacao commercial.
Do Recife.-Appellante Eduardo A. Burle < C,
appellados Oliveira Filtos & C.
Ao .Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Apprllacao civel.
Do Recife,Apyeilantoa Maaoel da Silva Faria
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desem'oar
gador Domiogues Silva :
Appellacao commercial.
Appellante Francisco Rodrigues dos Santo?, ap-
pellado Jose Gonealves da Cruz ; appellantes Sa
Leitao 4 Coimtra, appellados a adrainislra^lo da
massa de Man'.vl Jose Monleiro Torres.
Appellacao crime
Do Bui we Appellante o juizo, appellado Jose
Florencio de Souza.
Do Sr. desembargador DomingQes Silva ao Sr.
desembargador SoUZi Leao :
Appellagio civel.
D'Area.Appellante ManoM Valerio dos Santos,
appellado Flurentino Antonio do Sobral.
Appellacao crime.
De Pedras de Fogo. -Appellante o juizo, appel-
lado Jose, escravo.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des
embargador Silva Guimaraes :
Appellacao civel.
App- liante Candido Francisco Soares, appellado
Jos6 Francisco Clod aldo Pires da Cunha.
Appellacao crime.
Appellante Fraucisco Pereira do Nascimento,
appeilada a justiga.
Ao Sr. desembargador Motta : ..,
Appellacao civel.
Appellante a fazenda, appellado o Visconde de
Valmou. ^
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da jnstica :
Appellante a justica, appeilada Maria Josepha da
Conceicao ; appellante o juizo, appellado Francis-
co Ferreira da Silva ; appellante o juizo, appella
do Lanrmdo Barbosa da Silva ; appellante o pro-
motor, appellado Aleixo escravo ; appellante o jui-
zo ; appellado Sebas.iao Pereira da Cunha.
Diligencia civel.
Ao Dr. curador geral :
Do Recife.Appella te Luiz Freire de Andrade,
appeilada Rosa, por seu curador.
Ao Sr. desembargador procufadcr da coroa :
Do Recife.Appellante o juizo, appeilada Fortu-
nata, per seu curador.
Ao Dr. curador geral e ao desembargador pro-
curador da coroa :
Do Recife.Appellantes JoseJacomeTasso e ou-
tros, appellado Dr. Ceciliaao Mamede de Almeida.
Assignou se dia para julgamento dos seguintes
feitos :
AppcllacQes civeis.
Do Bonito. -Appellante bicharel Nabor Caraei-
ro Hezerra Cavalcanta, appellado Maaoel Felippe
de Mello Lins.
Do Recife. -Appellante a fazenda, appellado (
Visconde de Snassuna.
De Alagoa Gran Ie.Appellante Jose RuQnode
Souza Rang'!, appellado Eloy Bezerra do Valle
appellantes o juizo e Joao Baptista Maria deLemos,
appellados Joao, Jose o outros.
DISTRIBUTES.
Recurso crime. ,
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Do Nazareth."Recorrente o juizo, recorrido Jose
Francisco dos Santos.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva:
De I'orto Calvo.-Recorrente o juizo
Felippe Nery de Santiago.
Appellacfles crimes.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva :
De S. Miguel.Appellante Antonio Rodrigues
do Nascimento, appeilada a justica.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
De Floras. Appellante Cypriano Fran:isco do
Nascimento e outros, appellado Alexandre Perei
ra de Barros.
Encerrouse a sessSo a uma hora-e um quarto
da tarde.
Vro De Joao Francisco Ferreira Junior, irapetr.ia.lo
jeerlidao da nomeacan da seu caixeim \nionio
Lins de Albuquerque. Passe se a certidao pc-
dila.
\y Morefit Irmios para -ertilicat-se-llics se cm
noveinl.ro proximo passado foi ou nao registrada
a nomeacio de seus caixeiros.-Cerliftque se. |
De Duarte Irmios, pedindo que se Ihes mande
cortifiear se acha-se ou nao regislrada a nomea-
cio de teas caixeiros. -Passe-se.
De A Martias & ''., para que certili jue-se a
nomeacao de seus caixeiros. Na forma reqoe-
rida.
De Moreira & Baptista, soUcitando que, a vista
do coatrato celebrado eatre Manoel Joaijuim Ro
drigues Teixeira e Maaoel Jo6 Tinoco de Soaza,
dd-se-lhe por certidao os cinoo Hens, constantes
de sua peti<-ao.Sim.
J)e A. Monioo. requerenjo que por informacao
d~praca se Ihe certifique qual o modo de contar
os dias dados a descarga nos navios a Crete.0
iribuaa! resolveu que se pedUse a directoria da
Associacio Comraraercial os esclarecimentos ne-
ccssarios para deterir ao supplicanle.
De Ferreira Junior & Rodrigues, submettendo a
regairo a nomeacao de sou calxeiro Jolio Paulino
da Silva.Registrese.
De Gregono Tliaumaturgo de Sa Leitio, tra-
zeado para registrar-se a nomeacao de seus cai
xeiros.Seja registrada.
De Jos6 Lopes Dias, sujeitando a registro a ho*
mea^ao dc seu calxeiro Arnor Cavatcanti de Al
buquerque.Deferido.
De Caetann Jose Meudes, para proceder-se ao
regi-tro da nomeacao de caixeiro, que concedeu
a Marcolino Antonio de Brito.Procela se aj re-
gistro pedido.
Da Joaquim Teixeira Bastes e Joao Thomaz de
Ajuino, pedindo que so registre o seu dlstrato
social junto. Vista ao S\ desembargador fiscal.
COM 0 PARECER FISCAL.
De Santos Falcao & C, registro do seu distrato
social.-Salisfeito o parecer fiscal, registre-se o
distrato, na forma da lei.
De Francisco Igaacb Ferreira e Manoel Jose da
Costa Pereira, satisfazendo o parecer llscal, para
ser regisstralo oseu contrao. -Effestue-so o re-
gistro, aos termos do decreto n. 4,394.
De Machado & Baptista, registro do seu contra-
to. Satisfacam o parecer dscal.
Da Souza Junqueira 4 C, para declirar-se
aberta a fallencia de Joaquim da Silva Costa
Junta aos autos do ajar toria a presente peti.^o,
com a de Nicomedes Maria Fr ire. sobre a qual
nJo chegou a ser ouvido o Sr. desembargador fis-
cal por ter ja interposto n seu parecer sobre a
mesma presente petigao, relaiiva a identico ob-
jecto, venham conclusos ditos autos.
Autos de moratoria, vindos conclusos em con-
sequencia do despacho proferido na petigao de
Souza Junqueira & CFoi revogada a moratoria
em questao, mandando-se remetter copia de algu-
mas pecas dos autos ao Dr. juiz de direito especial
do commercio.
Nada mais bavendo a despachar, S. Exc. o Sr.
conselbeiro presidente encerrou a sessio ao meio
dia.
recorrido
Tribnnul do commercio.
ACTA DA SESSAO DE 27 DE JULHO DE
1874.
PRESIDENCY 00 EXJI. 8R. CONSELHEIRO ANSKLUC
rhANCISCO PBRETTI.
A's W horas da manha, presentes os Srs. de-
putados secrutario Olinto Basics, Lopes Machado
o Alves Guerra e o Sr. suppleale Sa Leitao, S.
Exc. o Sr. conselheiro prfesidente abrio a sessao.
Lida, foi depols apptoffada a acta da ses*ao pre-
cedeule.
EXPEDIENTS.
OfRcio do ihs^eccor da thesouraria de fazenda
deat^ provinei*-, em resposla ao do tribunal, da
13 do correat-. -A' secretaria, para os lins con-
venientes.
Offlcio do presrtlanto e secretario da junta dos
carreiores, reinetleudo o boUtim das eotacoes.offi
ciaes da semaas da 2J a Jodoprosenteinez.Para
o archive.
D8SPACH05.
Raqueriiuoutos :
De Moreira Monleiro A C-, para declarsr-se
aberta a fallencia de Joaquim da Silva Costa, por
falla de euiitpri aieutu da moratoria que obteve.
Serao allendidos..
De Francisco Jose de Oliveira Rodrigues, para
pasmr-se-llie a patent* de corretoc feral testa
praca, visto j.i ter prestado a Qanoa legal.Coaio
re pier
I) Joaquim GamiaiaDo de Arruda, solioitan.lo a
baixa am norueacao de seu en-eaiiteiro Francis-
co Joaqaim do RegoAlmeiaa.Deferide.
Do uiesrao Arruda, pedindo certidao da aomea-
cao do seas caixejros Luiz ifartios era Araujo.
Demetrio Ferreira aa Silva e Aatouio Caroeiro da
Cunha.Dd-se a certidao requerida.
Do Aureliano Luiz Alves, para dar-se certidao
da nomeacao de seu caixeiro Joao Luiz Alves.
Certifiqae-se.
De Luiz Jose da Silva Guimaraes, roijuerando
CAMARA MUNICIPAL.
5' SESSAO DA 2' ORDINABIA EM 11 DE JULHO
DE 1874.
PBESIDKNCIA DO SR. THE0DOR0 SILVA.
Ao meio di.t, presentes os Srs. Loyo Junior,
Rpgo Barros, Cunha Guimaraes, e Dr. Moscoso,
abrio-:e a sess3o.
Foi lida e approvadaa acta da antec:edente, len-
do-se o seguinte
EXPEDIENTS :
OHleios:
Do Exra. presidente da provineia, em r sposta
ao desta camara, no qual pede a presidencia que
manle calaar a praca do Pelourinho com i s pa-
rallelipipedos que sobraram da reposi?A6 do cal-
cainento levaniado pela empreza Loeomotora
Pernambucana, tern a dizer que aquelles pa-
rallelipipedos j^i foram cedi-Jos> a companhia-
Ferro Cafril, sfb a condi<;ao de calcar parte da
rua Imperial efda rua do Barao do Triumpho.
Inteirada.
Do mesmo, declarando que o final da circular
de 24 de fevereiro ultimo, sobro pesos e medidas,
deve sar lido : Se nao usarem de laes pesos e
medidas-e nao como alii estaInteirada.
Da cmara municipal de Jaboatao, em resposta
ao desla camara, de 6 de maio proximo passado,
tern a dizer qae nao convem no recebimento da
quantia de 4004, corn* iaderanisasao do imposto
de afericao das duas freguezias qae compoe
aquelle municipio, a vista das razdes que expen
deu em dito ofilcio.A' commissJo de policia.
Do fiscal da freguezia de S. Frei Pedro Gon?al
ves, infonnando o requerimento de D. Margarida
Starr, no qaal a mesma pede licenga para collo
car no armazem do caes do Apollo a 3, uma fa
brica de gelo, tera a dizer qua nenhum incoave-
aiente ha.Deferiose a peticlo.
Do mesmo, remetteulo uma rela;ao das mullas
inpostas por aquella tiscalisacio, do 1* a 11 do
corrente : Parente Viaona & C, como infraclor do
an. 75 combiaado com o-art. 91, par nao ter li-
cenca para reparar a coberta, 30| ; Antonio Mu-
niz Machado, como infractor do art. I''8, couros
ao sol no largo do Forte do Mattos, em 12*. Ao
procurador.
Do fiscal da freguezia de S. Antonio, infonnando
a peticao de Joaquim Jos6 do Oliveira, tem a di-
zer que esta no caso de ser attend.do.Deferio-se
Do fiscal da freguezia de S. Jose, remettendo
dous termos de raultas cmlra Maaoal Paulo de
Albuquerque, como infractor dos arts. 77 e 91 da
lei n. 1,129 de 26 de jualio de 1873, em 30J, e
Simi) Jose Correia, como infractor dos mesmos
artigos e multado era 304.Ao procurador.
Do fiscal da freguezia da roa-Vista, parliei-
pando tar multado Jose Fernandes dos Santos
Bastos e Jorge Lucas Gonealves Jnni >r, como io
fractores dos arts. 83 e 91, por estarem construia-
do paredes singellas, em 304 cada um. Ao
procurador.
Foi apresenta io o seguinte parecer :
o A' oommissao de pftlicia, a quem foi presente
0 balancete da receila e despeza do mezde junhu
proximo fiodo, tendo o examinado, o achou con
forme, existintoum saldo de 18:4334419, pelo
que e de parecer que se de ao respeclivo procu-
rador a competente qaitacaa. Paco di camara
municipal, 11 de julho de 1874. Theodora Ma
chado Freire Pereira da Siloa. Jose da Silva
Loyo Junior.* -Approvado.
Foi submettido ao conheclmento da camara um
requerimento de Lourenco Alves de Souza, pro
pondo near corn a arrematacao do imposto sobro
coqueiros, pela quantia de 3004.Man loU-se por
em praca, tendo por base a quantia olferecida
pelo supplicante.
Foram apre-eutados os seguintes projectos de
posturas :
Ficam revogados os artigos de posturas sanc-
cionados, que p-rmiltem a consiruccao de sotea,
qualquer que seja a qualidade da casa.
a Flea igualmento prohib d) a construc^ao de
casas de mais de dous andares, qualquer que seja
a largura da rua, em que hajam ellas de ser
construidas. Ao engeaheiro da camara compete
indicar na cordeacao que der, o modelo da cor-
nija que deve ser feita na casa quo se. pretender
cmstruir. Os infractores incorrerSo nas penas
comminadas no art. (U das posturas em v]gor. Da-
rogada9 as disposlcois em contrario. Paco da ca-
mara municipal do Recife, om f I da julho de
1874. Dr. Tjibo Mosciso
t Art. 1 Depois de approvadas as presentes
posturas, m proprielarios rieam obrigados a con-
certar as calcadas de seus predios, que se acha-
/em em mao estalo, no pra o d-3 trinta dias, s b
pena de 134 de multa, sendo em seguida fetto o
concerto pela camara, que lieara con Jireito de
haver sua importoncia do proprietario.
Art. 2.* Feito o concerto, tem o locatariaobri-
gagao de coaserva- as, e vigiar s bre quem as
destruir, cabendo Ihe o direito de exigir ioJemni
sajSo ou concerto immeliato.
c 0 locatario neste caso tomaaduas testeraa-
tihas, afim de que a camara pnssa fazer valer o
seu direito
a Art\ 3." A obrigacSo imposta ao locatario, no
arligo anlecedente, re:ahe sobre o que residir no
paviraento terreo, e quaado nio ohouver, sera so
breo que habilar no segutndo andar.
* Art. 4 Piea comminada a multa de 134 pela
infriccito do art. 2', procedendo a camara as
concerto. I'a.o da camara municipal. 10 de ju-
lho de 1874.Logo Junior,*
Foram ambos a eommissio de edifieacSo.
Foram 3pre=entados os seguintes requerimen-
ts :
t Requefro qne se solieite do Erm. presidente
da provineia, suas ordensjafim de qne seja cal-
eado de prefereneia o largo do Peldnrinlm, vfsto
ter sido renovado o coatrato do caljamento. Paco
da camara mnaicipal do Recife, II de julho de
1874.Loyo Junior.* .
Reqaeiro que seja nomeada uma codmo's**0
desta camara para entender-se com o Illm. ar,
de m^lliorar p esiaio em qoe so acha o caes cm
|4irSi a direeel-* d t'krtt >r\ Coneei;tn a praca .to
Pedro I, Paco .U cam.vu 'liumeiitii- d> Recife,
11 de julho de 1874.Lii/o Junior.'
Foram approvados ambos os re jueri nmtos, e
a vista do seguado, o Sr. presi Jeuie da caraar.
nomeou. para facer parte da commrssao os Srs.
Loyo Junior, Rego Barros e Dr. Moscoso.
fend.) sido lido,- discutido e approvado o novo
reglilaroeuto da afericoes a as posturas relativas
a camara resolveu que fosse raawtti lo a S. Exc.
o S;\ presidents d i [n'ovinci.1, padindo-se-lhe a
approva^ao.
For im despachadas as peticSes seguintes :
De Antonio Manoel da Silva, barao do Livra-
mento, Camillo Lias Chaves, Fraacisca Adelaide
Carneiro Monteiro, Joaquim Jose de Oliveira Jo-
vino Bandeira, Joaquim Bernardo dos Reis, Joao
Jose da Costa Mala, Joao Francisco do Nascimento
Feitoza, Luiz Adtonio de Siqueira, Maooel Jose
Gonealves Braga, Otto Bohres, Reginaldo Jose do
Nascimento e Vicente Jose de Oliveira.
Nada mais haveado, o Sr. presidente lavantou
a sessao as 2 horas da tarde.
Eu, Francisco Augusto da (iosla, irecrelario, a
escrevi.
Theodoro Machado Freire Pereira di Silca.
pro-presidente Jose Cesar io de Melloi Bellar-
mino do Rego Barros. Joao d i Cnnha Soares
Guimirues.Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.
Jose da Siha Loyo Junior.
"PARTE POLITIC"
PARTintt CO*8BRVADOll
RECIFE 29 DE .'ULH ) DE 1874.
- Nescit vox missa reverli.
(Horacio.)
Dito esla o que uma vez se disse, ver Jade simpies,
mas admiravel, elegaotemenle formulada nas pa
lavras acima transcriplas do grande poeta latino,
que tanto brilhou em suas odes, como em soas sa-
lyras e neslas como em suas epistolas.
E de facto, a palavra uma vez lancada aos ven-
tos da publicidade, quern a pole jamais recolher *
Profaril-a, pois, e fazel-a produzir todos os seus ef-
feitos; e assumir-lhe a respoasabilidade, sem mais
poder declinal-a.
Nao e a palavra como a semeote, que eonfiada
ao solo pode ser del c retirada, nullili'ada assim a
sua germina^ao ; nao e ainda como a Uor, que des-
brochando no jardiro, pode ser colnida, deixando
por esse modo de embalsauiar as brisas que por
elle perpassam.
A palavra e pero conlrario onw o rate que des
prendido das nuvens ninguem pode mais fazer fol-
iar ao ceo ; e como a torrente, que mananJo da
terra nao pode ser embargada em sea CUTSO, nem
se fazer retroceder a sua origem
Ajudada das azas da^iupreusa, que, mulli.L.lican
do o ptosamento, multTplica Ihe as beau, a paia
vra uma vez escapula do.- labi w do politico ou
de quer.iquer que seja, v6a e percorre um round .
de coracoes e de inlelligencias, deixau lo Belle uma
impressao benelica ou nociva, iorte oa fraca, mas
uma impressao sempre.
Depeiiito a for^a e energia da pa'avra da verda-
da que^ aiiiuia, assim como a- sua fraqueza e im-
poteu^p*da menlira que a reveste.
DeuTuuiz por bem da humanidade que a men
lira tfao'podesse-servir de ponto de apoio i alavan
ca da palavra, com que os Archimedes da intelli-
gencia podein erguer a terra, apoiando se sobre a
verdade.
Mas" nem por isso e menos certo que a palavra
insidiosa e que como a boeeta de Pandora so pode
conter males, prcduz, quando alirada ao mundo,
os seus elTeitos nocivos, muito aquem, e verdade,
do que tinham em vista os que a jogaram com a
funda de seui labios, mas nocivos sempre.
E ai de nos, do povo, de toda a r.umanidadc, se
a pala\ra envenenada dos inimigos dos verdalei-
ros interesses sociaes podesse produzir todo o mal,
de qae esla improgoada, e isto rapiJa, prvmpta-
uieule I Ai de nos, ai de todos, se assim fosse I
A palavra corrompida, meusageira de erros, e
de doulrinas subversivas, perigosas, mas,, o que
quer dizer a palavra a servico da meatira e do
mal. perde, como ja uma vez o dissenvs, as suas I ^dy e!^ veiiios' chamam so
euergias, a sua forca, energias e torca que laiem- AfrjC0 quaado dies sao temper
na em outro caso obrar como uma corrente elec-
trica; mas vai ainda que lentamente seu caminho
dc destruigao, de desmoronamento o de ruina, e
e como a gotta d'agua. que fura afioal a pedra e
Ainda vamoa-eaeoatrar pro vis, para sastentar a
nossa asserc. -o, ius proprin paUvras escriptaa
li .j I pelo prucinci not em .-na ju tilicarao, jn-
lideagao un-ntirosa a aid fo--.no lidicu a a itnbe-
eii, com a qual nos qtwretn faaar acr.-dit.ir que o
artiguilo Suulo Motor so sabiu na Chronica da
Provineia, por conta e anoo das tvpocraphiis f t
0 que sigsinca aquelle a e uaj toleramos e-
quer que se apreseuta para eHa alleraaii algm-
ma t u 0 qae d;vola .K|neile a Chronica a
que alludimos, fica, era nosso Con.'eilo e opiaiao,
qualiiicada de tiro politico gntseiro ?
E' eseu-ado que o digamos. Todos sabem o
qae uma c oulra coasa sigmticain e daootam. E'
que a Chionica Suulo Ma.or foi destioada a essa
parte da Provineia, e Bella sabio com o vislo da
redaccA" provtnuana.
Mtus de/iressa se apanlia um menlin so do q>ie
umcoco tal e o duado, Ul e a verdade.
E de facto aoies dc apaaharmos um cux apa-
nli.iiii '- os provincianos mentiouo.
Na verdade, aquelle nao coiisentimenlo para a
apreseutacao de allera.ao alguma a Ckromca u >
fallada, aquella condeaiuai;ao da luesuia Ckiun 'i
como eiro politico e grosseiro nao estao desinas^a-
raudo os provincianos *^
Cina e uatra cousa querem dizer na bocca dos
Srovinctanos : publican Jo a Chrom< i s .r
laior, nos commetlemos um nro pttUien ftotm ir ,
confessamul-o. Alguein de nos, o factor da Chn*-
ni&s quiz apresentar para m uma alter
quando nos vinios forcados a explicarmu uj> a
recuarmo.-, iua> uos nao loleiaiuos que tal e B
zesse ; pois qae seria nao iccoo .ecer aadajltauaf
de tod > ease erro. a
Assim provado que a Chronica, qae lave .utra
epigraphi-Jmas hoje u-urpou a deSouto Ha-
publicada com approvacau dos protiiirianos, ac-.-.-
temos como certo que de facto eUes a condemii. u
hoje e reconheceni-ua erro ptiitico grosseiro.
Aceitem.is isto como hypulliese ; porquanto en
o passado artisjo fieou tiraJo a Uiajpn que ai I
sinceridade nem verdadj nas pilavras dos prucm-
cianos e que no sen programma politico esla
ile/iunii iliL'ina a b'iC'iinaitismo : a BM imp.irU
nao pa?s..r a coudemua;io a Chronica Sm:
Mmor de um reinendo, ponto no buraco aberio
pela inao da inJn-cri'.ao na rapa dos iitiisir"-1
pianos prucinciaiws.
Isto por to, ocnliuuemos.
Si'rd lid i c mo se fnste putilicuiLi, dizem H pio-
vincianns juslilicando-se pelo app.iri-ciinento 'J'a-
quella Chronica. E asim lappaaa aa perf-Ua-
inenle deleu lidos ; julgnin ter capitalado her i
menle. s. represenlam; e reputam se livres do imm>
peso de uma respoasabilidade irem.-uda, qul a
das doutriuas subversivas de todos os principi .s de
jostn.-.i e de^ordejj, coudeinuadas pela in rai r
pela civili-a.;ao.
Mas ennmam-se os prutincianns oa torn a
'o-idade de queier enit^nar <>s outros.
A sua respons-bid-ide por todos os mao> elfeitos
d'aqueila pariguta iioutriua, que uma vez pi
ram, o se.npre a mesma, .-ul.-isie. Pis lana
arredado de st toda a rcsponsablbdaJe, tar-e-hta
jii-lilieailo a dutenlo e s.lisia- t-.riamenta,
capittio, que, accus^do pelo mao exilo de uma
batalba, ilis>es?e: Eu uau cuidai II
Tei-so-liia Eolo justficado pcrauU: o rei riH !*-
ses, depots de haver arredado com o coalo a.- >
lauca a p<-Jra que tocluva em seu aolro os
furio.-os, para que dies vairessem ceo, MM e
mi r, dizendo : ua inmlia opi i;io e conseito a*
isto coasiderado uma irnpruJt-ucia gnsseira.
couio si eu nao lives-e soliado aquella* n.eu- *a-
nhudos e ferozes escravos ?!
E em cima disto teria Eolo a simpliciJade j
autos a prelenciio de ser julgado irrespuotavd Por
todos os esiragos que por vvulura liouvesse !
pudesseoi taaer os venlos de>encadeiados e Ml-
los t
E attendase bem. Dizemo- e pmUssem fazer, *
suppoiido conlinuare.n soll..s os vent s, que .
Eulo luytiioiogico bem p.ideria tmncafMr de uovo
porque quereaios quo seja coinplela a cm *ra-
cao, perl'-iio o simile.
Os venlos da palavra nao podein ser in* re-
coihidos a aulro pel-s Eolot do pea.-aiaeni .
vez aiirados ao muiido.
Pode embargar-lhes o passo, pode nrulra. r-
' it-s a Curia, nullilicar-lhes a aeco deslru: I ra
Euro. R .: >
luos.ia, e inec-i-
geiros de ruiuas, pode ludo isto fazer con um >u-
blime QujS ego... essa N-pluao gran.; .
que se oliama povo e manda aos mares da aat-
inao ; mas a respoasabilidade dos Kotos e iu presidida peb w.'deaifl co jary, 3ppelIad.Q Francisco Antonio do" qne 56 ceriifirjaem a? nomeaQoe? dos serjs -cai^ei- inspector do arasaal <> como a baba do caric.l, que acab; por corroer os, ci,uaVel a graade, aliegueui embora i.uprudeo-ia
rochedos.
a palavra emittida mlo pode mais reverie:
Pease bem, medile muito e muito aquelle qae
tem de fallar; amadureca o politico o que Ihe sug
gerio a defeza da causa, por que milita, para de
pois dizel-o ao povo; lemhrando-se sempre de qae
a palavra emittida uao pole mais reverter e de que
a dia audara inherenle, ligada insaparavelmenle,
a sua respoasabilidade.
Os sagrados interesses do um paiz, o futuro, a
gloria de um povo, do que sc fajera cargo os par-
lidos poiiticos, em quem a collectiwJado de luzes
e de esforcos deve imprimir um caracler augusto
de sabedoria e de prudencia, sao cousas serias de
mais para estarem expostas a leviaadade e estul-
ticia, que entende sempre juslilicar-;e com uma
retratacAo e com a declinatoria de respoasabili-
dade.
Seria esse o mais commodo meio de fazer os
maiores males ao nun.lo em nome de uma idea,
sem estar exposto as execracoes que devem (.esar
sobre o autor de tao grande crime.
Quanlo um erro, quando uma doutrioa pei ver-
sa e crimiaosa nascerem da leviandade, da estul
ticia de um partido; esse erro, essa doutrina, as-
sim como essa leviandade e essa eslolticia corram
por conta desse me3ino pariido, que so de si se de-
ve queixar imputetc silii.
Tratemos dos provincianos, de quem foi intui-
to nosso occuparmo-uos, escrevendo o que fici
dito.
Os provincianos, em um dos passadjs BMMW
de seu orgao na inipreasa, escreveram :
- Ah I presidente peixe espada, quanta f.ilta
faz a este povo um Souto Maior Mas tado tem
seu dia I
Atacados, porem, por mis os provincianos por
tao condemnavel, perversa e eslraaha doutrina
pregada em nome de um parlidi; pi stes om aper
tado sitio -eil-os que entregam asarmas, arreiam
a bandeira e capitulam comnosco, dizendo nos por
um parlvnentario : So fazemos uma uoica ex
cepca i, uma uuica pelo nosso dever de moralida
de e e quanto a Chronica relaiiva a Souto Maior.
Este pequeao artig) que nao era de.-tiualo a
Chronica, sahio oesta rubrica sem ser visto pela
redacciio.
n Nao e ie culpa ; fallamos no facto para reprd-
valo com toda a sinceridade. Nao tergiversamos
mas condemnaraos pere.Tiptoriamente essa Caroni
c.i e nao toleramos saquer qua se apresen'e para
ella alteracao alguaia. A Chronics a que alludi-
mos, lica, em nosso conceito e opiaiao, qualifi:ada
de euro politico guosseip.o, e sera tida como sk
NAO POSSB PUULIOADA.
Esta isto que acaba nos de transcrever no ar'.igo
editorial da Provineia de 22 do corrente.
Antes da irmos adiante, mbstre nos que o arli
guito em que se trata de Souto Maior a no qual o
6 ,camarlismo & erigido en dogma politico, foi des-
tinado a Chronica a nella sahio visto pela redac
coo provinciana. E depois Jo_o fazermos e n pou
cas palavras, por certo que uao aos dirio os pro-
vincianos : eris mihi magnus Appollo.
Ja em c uuuiero de antehontem desle Diario
alguma cousa foi !ita em fivor da oossa a^sercao.
isto e, a Chronica relaiiva a Smto Maior foi es-
orinUaom destino a essa parts da Provineia e
nella sahio com o vis'.o do seus redaclores. Mais
alguma cousa accrescaotemos.
Se fosse verdade que o pequeno artigo, como
iizem hojs os proviiamos, relativo a Souto Maior
tivesse sahido na Chronica sam ser visto e appro
vado pela redacciio e so por um descuiio, cao te-
ria essa mesma reda.-cao, uma ve'. quo diz con-
demn ir com todas a* forcas a douirina nella con-
tida, I .go n> d^ seguinte. no outro, o no outro, ex
ponte sua feito uma rectificicao, uma declaracao,
explicando esse occorrido 1 de certo.
Era cousa naturalissima e qua se teria feito, se
as coasas se tiveiscm passado como hoje se
quer fazer crer.
Isto cala no espirito de todo o mundo, podem
estar convencidos os provincianos.
Todos os dias vemos nos jornaes reclificacoes e
declara?5es de sem redaclores ne-sa sentido e
niuitas vazes sobre cousas de pouca imporiaocia e
de beahumas conseqaencias.
P.is agora para a Cnroniea -Souto Maior qae
os prooincianos dizem estigmatisar peremptoria
mente, e que sem ser vista pela redaccao e so por
isao foi publicada na parte do jomal, em qae boje
e lida; pois pan dssa Chronica, qae pelo seu dever
de mar alidade e nao por desculpa e lergiversacao
os provincianos repellera, e que nao liveram uma
rectifico^ao, uma aecku-acdo, deixaodo-a dormir o
somoo do comeoUmeoto e da approvacAo uo seio
rje sn i lvsponsabilidade f
ou erro.
Os capitaes e Eolos prudnct.nos, pois, aao po-
dariio jamais cooseguir ju>liiicar se, aem in.-s-
ponsalnli.-ar-se pelo seu erro politico ro*seir*.
pela ChronicaSoulo Mam\ que scro lidu em,
sua opiuuio como se nao fosse -pnUicuda
Me.'cil vox missa revtrii.
Contra esse eseblaM quebrar-se bio todo<
esforgos provincinos, que leDlam o impjsmv-|,
que teutani divorciar se da responsabilidade, que
Hies cabe e cabeni MMHJM pela Chronica Souto
JiaMR
Nesse e-colho, em que caufragaram uma vez,
de e-perarr ergain os prorinrmiios un piuroi,
|ue os guie in parigosa a dilliol uavega.;>. da
imprensa para qua eviiem ura saguodo MMrafa
E pa-Inn is aos provincianos que assim o f.n;ain
pois que estamos veudo a Cada paso soss.b ar *
uao, qua dirigem.
lueptos paliouros I
V raici da Pro\iatria.
Exgotado o vocabu'ario do i;i-ulto ; exha *ta -
dialeclica da calumuia, i'ez sa evileate a conK--a-
cia da propria re lac^ao da Pcovincia a im^lxJu
cticiXide .Ie sua chronica.
C.)mo,poreui, roHOter-se no uo-to, que )a ;^
poda suslentar, mas qua Ihe rnuapre defender. KB
pena de abysmar se ua mais ignoniiaiusa derrola
Como salvar-se a c.llisao creada por eircamstaa
cias laiais I
Nessa cbnjuctnra iremenda, dacisiva, a reJaccao
da Provineia, por uma evolucao que trahe a c-.-
vardia de as irinch'iras desmanleladas la cfcroiiVcj, proca-
raado abngar se e ue uovo f rinicar-seuo arraial.
supposto neutro, da publiaril i solicitada.
K' a isso que se podera cliamar iniaena mise-
raval I
Chega laes a coasciencia a uuprolkuida 1 da
propria palavra ; chega-Hies a consciencia a kjpBo
bililade do papal que represaatam ; e, quaudo Je-
viam ter, ao menos, a gnndeza da saberem des-
apparacer afunlados naahiaccaa que se pr^nara-
ram ; oecullam-.'C por traz do povo, fallam en s, i
uome com > si a sombra do p.vo podesse agaiaihar
villoes, como si a palavra dalle podjesse ser BUV
fundiJa com a algaraviado agano.
Mascara i a cai on tea cm a pnbUcacm sulitada.
mas nio calumnieis o pevej oh hypocritas d sr m-
inunaes I
Qua consciencia ten.las "6s, genie da Pi\.vim>*.
da uiissao qne curopris em nome do direeiorio da
um partido que se iubtuia o partid> liberal r
Qie sacrilegiohislorico I
O partido liberal combatau e raorrom nas raai
e nas estradas, e vos de emboscada auraes
11 ma. .
Teade a coragem de vossM cios mordei. at*<
da frente, e nao como a fazeis. dc furl... e, as va-
aos, com deates posticos, dmtes Je babar aao murder.
Isto de do povo, am arUst', iMtmr-
cM, etc., etc, 6 giria que ja uao peg a ; a o ea*i
da dizermos : nao e com essas...
Sddo, ao menos. graves, a.nda que por apjaa-
rencia somenta.
Com kMM e vssa ultima meaura a oiuma co-
vardia, a l.zerdes qua, *s sAialamns da Prounci*
sao oanaiuiias do Casuza e aao esptrttsie da Tt-
4aecao, corao se eatre am e outra iVese p^s-ivw
distinguir. .
Molina
l'reliro o governo dos francos consorva-
Joreiao reinado desses amhiciosos, os libe-
raes!. que sen:em-se impuros para sacri-
ficar tx> altar da liberdade, andam spem-
lando em nome da dcosa I
1866.
.tfarco.liaonio//..
UBUCACBE8 PEWP6.
%( publico ilo*> Arg;a1t.
Conslando-me qne arleiramenle ae tem eafa-
Ihado nesia povoacao haver eu coaeorrtdo para a
exoneracao do Sr. padre Faria, de viaarw eacoai-
racadado desta fregaezia, cumpre-me dedafar fM
e ab-olutamente falsa uma tal imputacjto ; e Beta-
Go a quem quer qua seja apreseuta asaa prevB
em conlrario ao que acab i da afurmar.
Na qualidade de coadjactor tenho maatido eoaa
1
.
<

----------------"




T
v
*

V
flltfJo aePetthttnfeg -3 frutibv feira 29 de Jtrm# 4
harunnia; e
dcjiateliigen-
o Sr. padre Park a raaKJeordial
nunea entrinoj fcedeu a**is leve
CM.
a,fi.lVdi ao Taar de v'8rio enjommen-
da.do desta freguezia ; raw quando aspirasse a lal,
at'ldtM* "ie'0S rc')rovatk,s 1*0 se ma 1uer
.Quern me conheca sabe que por raiolia educa
cao, por meua se'ntieaentos pessoaea, a sobre tudo
pelo caracter sacerdotal da qie ms aclio revestido.
.iue rnuito prezo, eunio eracapaz do uma tal
vtieza.
Se, portanto, alguma deauncia ha contra o Sr.
padre Faria, e de oittrera quese devem queixar e
o tempo mostrara a verdaJe do que acabo de
asteverar.
Ao Sr. padre Faria professei sempre a mais
re.ipeitosa estfmi. 0 5r. padra Faria toin mnitos
atleicoados, mas a nenhum celo nos sentirneut03
de considerajab que se Ihq vbta.
Em vista deltas rapida* eonsideracdes, e justo
que sn'petid.irn is os juizos preeipitsdos o qae nSo
abraeemos a Ouvem por Jano. /^
Afogados, 29 de julho de I87i. N
Padre Manoel da Silva Gid,
Coadjuctor da freguezia.
O sapato de borraclia. (*)
Havera lueido interv.illo pelo direetorio urovin
no no?
l'arece .......
Ja n.1) sao os vivas e gritos........
Como que vao moderan'o os vomitos biliosos..
Iixperimentemos.
No hospicio de Pedro II, em eerto tempo, uma
:ila era guardada por dm do >do Era uma ala so!
Alii, no hospicio da rua do Queimado e urn don-
do quern dirige todo o estabelecimwito.
0 muodo auda : sao conquista3 leoninas.
Experimentemos-----cam toda a cautela. Nao
ha que fiar em doudos.
Ora vamos, senhores da Provincia ; direis que
estais promptos no rampo da insidia ; vamos.
fara qae bem facai! o vosso olticio de detracto-
res, recapitularemos ; pois que nao estaveis em
vosso juizo, quaado assentavamos os eapitulos de
accasarao, e andaveis atarefado? em attribnir
totpezas ao illustrado e honestissimo Sr. common
dador Lucena.
Tomai tento I
Sagrados sao 6s direitos da defeza ; nus, quan-
do ella se e.xcede, quando ella investe a esmo,
MO) defender o reo, comproraette a causa deste e
indispoe os juizes.
No cntenio, se os direitos da defeza sao sagra-
dos. saeratissimos sao os da accusacao, quando
ella se r.-fere ao resguardo da boa fe publica, dos
brie-: e da honra do povo.
Tomai tento !
A postos.
V6s ahi na Praincia.
.\ni aqui no Dtaiiode Pernambuco.
N a banco dos reos oJSr.^Aprigio :
Juiz a opiniao pubiica.
Tomai lento que o juiz e severissimo.
Vedeljt.que o povo constituiute, felizmente, ja
vai criinecendo as vossas manhas.
Tern os accusado o Sr. Aprig'o.
1' De preparar-se traicociramente para sur-
prender os cofres publicos," que deveriam pagar
tare uma ravisno, que Qio Valeria a pena nem de
graea.
I.8 He ter rompido de modo rostico as relacoes
ami tosas de lonua data com pes.'oas altamenle
colloeadas, qne nao apresentavarn nenhum carac
lerlaoslil.....per meio do descomposturas ano-
nymas.
3. De tereombinado com o direetorio no atrai-
Qoamenlo do povo; que fez o que elle manJou,
sendo que era elle pessoa incompeiente para pro-
testar no outro dia contra os aconteeimeatos.
'i De ter visto com osmuh ocutos nessa o:ca-
silo invadir-se una casa de educacio e quebrar-
se uma typograpbircom pedras e eacetes, depois
de terem sido espancados os padres da rua do
Hospicio, como to elles dentro de sua casa lives-
sem a forea de oppur barreiras a alguma apri-
yiadn illicita.
-i.' De ter mentidn no protesto quando declinou
de h a responsabiliJade desse dia, negando mise-
ravtliLente as snggestoes e falsos consellios que
deu ao povo contra o bispo D. Vital.
6.* De ter escarnecido cynicamente da inexpe-
riencia do povo, a quern eoncitou. e ainaa hoje
concita, insinuando-lhe n assassinato, e fingindo se
aniiir^ domesmo p^vo, de tempos a tempos, eom
o patavrSo desconcertudo.
Agtia de Florida de Mili+aj A
Iiitnnian.
* iatroducfjlo de"Me siflidavrt e' simo ptfrfumo ine-vitavelmente deve fazer
co'ii que essas mil e uma aguas o espiritos
le eheiro, compostns prftc|)l!rSeiite deoleos
ossenciaes forleS 8 le unrtf q\jalidade impura,
se transformem n'una verdadeira droga nos
mercados. Ha vinte annos a esta part, ella
tomon o lugar de todos os extractos e essen-
cias euriipeas nos mercados tanto da Ameri-
ca do Sul, como nas Antilhas, *p|irifdiMo
todas as dillnrentes quajidades ddssas oba-
madas Eau de Cologne. 0 seu deleitavel
aroma tem uma aproximagao mais estreita
e aiiiloga u respirB53o delicada d3 verda-
deiras floras, do qlie aquelle d: nenlium
oiltfo artigo em uso para a mesa do touca-
dor. Us.ida como uma. lavagem ou ehcha-
goamentQ di bocca, ella itfuatmente neutra-
tisa e faz desapparecer o mo gosto e halito
causad,) pelo fumo do cbaruto, melhorando
a condicao e estado dos dentes e gerigiVYs.
"" m***^fa^-.....
Generos de estiva.
Retodimento de 6 a 23 7:^101253
IdmdodiaW |flft
I Fumo, ate.
Hewlimeato de 6 a 2o t:877i
IdSm ao *a %6 i%U
*-<-' 7:7Wf88I
i
1:890*102
21:696*295
de Pernambuco, 28 de ja-
o^^fcNCKS
JUNTA DOS CORRETOKES
I'raca .1 Reeife, *S do 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE
COTACOBS OFWCIAHS
Algodao-dosertao l"sort5 7^800 paf i5 Rilos,
hontem.
Algodaode Macei6 mediano 7*800 por 15 kilo3
posto a bordo a frele de 7(8 e o 0(0.
thesaura provincial
Iho de 4874.
0 ejcrivao,
Joao Carneiro M. da Silva Santos.
BANCO COMMERCIAL
0 banco paga o terceiro dividendo, na
razao de 7 nor /0 ao anno, ou 29100
por acr^So, relativo ao semestre findo em 30
dejunho de 1874.
Bahco do Minho.
Joaquim Jose' Goncalves Beltrao & Filho sacara
por todos os vaporea sobre
Bwl?! *- 44 __ ^ tdfle|aoas, capitaV) Francisco Marista-
^#*fbfa|(tn 13,Sf^a; Wobo a AAidriW Ifo
fffoto iihido ho ndstiiif dia.
Porto* do nette Vapor oacional Parana, com-
mandaofa Quadros Junior, carga vailos g<:
Beros. "
__i.
Ouadros Junior,
fillllli l mi
-.,
(WTMM-
* baixas 8*000 por
a
hontem.
C'e do Rio do Janeiro
13 kilos, hon'era.
Couros salgados seccos 338 rs. o kilo, hontem
Gambio sobre Loudres a 90 d|v. 25 3|4 por 1*,
hontem e hoje.
Dito sobre dito a 90 d|v. 25 7i8 e do banco
25 3j8 d. por 15000.
Dito sobreditoa3 drv. 23 3(8 d. por 1*000,
do banco.
Gambio sobre Paris a 90 rtjv. 373 rs. o franco,
do banco.
Dito sobre dito a 3 d|v. 38C rs. o fran:o, do
banco.
Cambio soore Hamburgo a 90 d|v. 470 rs. por
R. M., do banco.
Cambio sobre Lishoa a 3 d|v. 113 0|0 de pre-
mio, do banco,
Dito sobre dito a 8 d|v. 112 0(0 de premio.
Cambio sobre o R ode Janeiro a 15 d|v. 1(2 OiO
de desconto.
Oesconto de letras 10 0|0 ao anno.
it. ae Vascoiiceilos
Prasidente.
A P. de Lemos,
Secretano.
Anadia. Evora.
Aguida. F(e.
AVeiro. Faro.
Ma. Goarda.
Chaves. Leiria.
*as. Lisbea.
Amarante. Ba^cellos.
(Jairnaries. CofmbYa.
Covilhi. Mirandella
Melgaco. Penaflei
Porulegre.
Areas de val de vez.
Celorico de Dasto.
Camioha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
Villa-Nova de Portimao.
Monsao.
Orar.
Tavira.
zeo.
Pigoeira.
Lamego.
Estarreja
, Valenca.
Villa rtelf.
Cabeceiras dc ftastoi.
Castello-Branfco.
Espozende..
CJlfyeira fle Aieirieis.
Povoa de Vafzira.
Visnna do Castello.
Villa Nova de Fa.oalicao
\LFANDEDA
rteadimento Jo di* 1 a 27. .
a#m do dii 28
618:265*073
21:122*621
639:387*694
7. 1): .aggravar este esearneo danio ao pavo no
i popular o tratamento deirmSo, e ainaa tra-
il n!:o, como Judas, na el icao de presidenle,
! land se havia eomprometliJo em homenagem
10 cl -!' dos jesuUat de casaca. o Sr. Zacaris ; e
aiada llludindo-o, quando, tenJa escarneciJo sobre
o cadaver di Nonas Macbado, anJa hoje a especa
lar c jiii a memoria do homo infeliz compatriota.
K i dwejo insaciavel de irahir sempre, e uma
coasa propria da ferocidade iosidiosa dp Aprigio
de i't ile maio.
8 De v.ver ageit^ndo patotas litterarias, re-
. ilo so prin Mpalmente no pretencioso pedido
para ser ruviaorj.eslipeodiado pela verbaEven-
tuae;, na noite do dia em que soube que tain
ter imprestas, as obras do padre Barreto.
9." De escarneeer d:s:e povo, olTerejendo-llie
: : asSes do patrioiism) e de sinearldade, quando
illaiueou lie a boa fe, econtinui a illa-
dit-o em nome do ba-ialhio, da came sccca e do

10.' I)j haver usaii de uma my-tifuacao igno-
bll, i landj accasou (Halo hoje defenJer) a pitota
Drainage, que metteu a mio na ja pobrissima pa-
n-lla do puvo.
II Dj revelar-se uma triste croaiura quaado,
nao t'lido for.-a para riscar da lembranca publica
a- ditra i acSes cj;n que na imprensa fenoa familia
iraoda Villa-Bella, amolda-se a humill.acoes,
f.rejando a intimidada do pr prio barao, co'ntn
i'n tanto exirava-ii.u ('eni beifl d> pivo, ja se ve)
isto e, contra queio atiroa a baba qae sahe de
si.
II De -e d pej) ter 14a alraicoar no Ceara, ao
presideate cjaserralor, le qaem era lecreiario,
para tazer-se re :) nn nlar a a parti jj contrario
por meio da perOJia.
13. De revelar-se um puro tasirnmento de con-
I iioi, inaodo anda ageiiando- a delractacao ao
gosto dos detractores.
Ii. I*' ler f;:ti um triste papel quaalo andou
i recarJando as de.-cjiuposturas antigas para avo-
.lamar as novas.
13. De ter selnpre corn viieza, rebaixado a im-
pren; i jornalistica.
E mais, e mai? e mais....
Por agora, pjreai, lenJes materia, Sri. da Pro-
vincia.
I nil a palavra a defeza.
Mas, veda bem, Srs. advogado>, nao compro-
mettais a pebre reo, como ja tendes compromet-
tido.
liai, queiremos continuando; voltando oppor-
lanaaeate a responds-vos.
Falai, mas tende compaixao do reo Apri-
gio.
0 juiz atlende tanto para elle___
Traz o reo Aprigio tao estampados na face os
lairos da traicao... e as rugas da precito...
Tonde pena do pabra homem, Srs. da Provincia.
Dascarregam tiojn 29 de jinho de 1874.
Vapor national Jaguaribe generos nacionao3
para o trapiche da companhia pernam-
bacana.
Brigue inglez Victoria varios gen ros para
o trapiche Conceicao, para despachar.
Brigue nortuguez Voador do Mondego pedra
de cantaria para o trapiche Conceicao,
. para despachar.
Barca franaeza Zevallos mercadorias para
alfandega.
Barca ingleza Fazilier carvao ja de^pacha-
^ do para o caes do Apollo.
Barca inglezaQretennn-carvao ja despachado
para o caes do Apollo.
Barca franceza Mauricien vinho para deposito
no trapiche Barbosa, e cimento para de-
posito no trapiche Barao do Livramento,
e sal ja despacbado para terra.
Lugar inglez AW/Ve-fau'nha ja despachada para
o caes do Apollo.
Barca ingleza Hampton Co.rt (arribado)-assu-
car para s armazem da companhia per-
nambucana.
Isiaportapito.
Vapor naChiMl Jaguaribe, entrado do Ara-
cajii, em 28 da carrentee consignado a compa
nbia peroarnliueaiia de nivegacio costeira por
vapor, manifestou :
Asiucar 293 saceos a Lilstone RobilliarJ & C .
123 a 11. Jose Aires.
Farello BO saceos a Francisco Concaives Torres.
Milho 27 sajcos"ao mesmo.
Oleo de ricino 30 Ltas ao mesmo.
Saceos vasios 3 volumes a M. Jose Alves.
Villa do Conde.
\n* ilhas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira
companhia'allianca
seguros maritimos e teftreb
tres estabelecida na Bahi^
em 15 de Janeiro em 18 7 0
CAPITAL 4,000:000^000.
Toma seguro de mercadorias e dinbeiro
ico maritimo em navto de vela e vapore-.
para dentro e f6ra do imperio, assira corut
ontra fogo sobre predios, generos e fa
ondas.
Agente : Joaquim Jose Goncalves Beltrao
cm doCommercio n. 5, l*andar.
- be ordem do Illm. if. frtxpector da thes'dn
raha de fazenda desta p'roTiocia se faz publkc
$rm*A c""ento de 'inem ia^eressar que ho
dia W de jullio proximo fuluro, pelas 2 boras da
larde, sera pdsta em hasta pubica perante a jtro-
ta da mesma ihosouraria, para ser arreraatada por
(ue.-n mais latico olTerecer a casa terrea sita a
rua do Paeo Caslelhaao, na cidade de Olinda, pro-
pno nacional e bem assim o terreno qae Ihe fica
adjacente, o que tudo foi avaliado por dons contos
de t6is.
Seeretaria da thesouraria de fazenda de Per-
aambueo 30 de junho de 1874.
0 2. escripturario, tervlndo de seeretaria,
^____________Carlos Jolo de Sonza Correia.
De ordem da inspectoral geral se faz consiar
pelo presente (is ioharam licenciadas e em
lugar nao sabido) as professoras publicas de ins-
trnccio pnmaria, Cosma Elvira de Aranjo, Anna
Igoezda >ilva Ramas. Aima Bezerra Cavalcahte
da Silva Costa, lacintha Avelina da Cruz, Ubaldi-
na Afra da Conceicao Vreira ilo Mello e Anna Elv-
sa Pereira Buiraf uliimament-! removldas, a 1', t\
e 4* para as cadeins do nocq feminiuo da es-
cola medelo. Campo VarJe, Fandao da Colonia
Izabel, recentemeote craadts a 5" para a de Bom
Conselho e a 6" para a de Venda Grande, que
por portaria de hoje Ihes foi marcado o prazo de
60 dias, contados da data da remo?ao, para assu-
mirem o exerelcfo das respectivas cadelras.
Seeretaria da instruccSo poblica de Pernambu
co, 58 de julho de I87i.
0 seVretirlo,
Joaquim Pereira da Silva Guimaraes.
qne pertencendo a!f cw.-alK*n?s babBiU;3u; e
avaliada por LOOOjLR^ '^ '"ventanado, foi
B- Utfte, W a mehcioii4! abate da respecliva
do 800*000 esema com o ralor
E, pois, qae annnjndo a sere.._ .
pelo presente e firmado no que dS? pretencao,
n. 1695 a 1869, convido a todos quanV0 dBCret0
lancar sobra a precitada e srava, ap/elueiram
suas prqpostas emcartas fechadas cbrnpe'?/?04
mento estampilhadas, nas salas das aadleD*hfij
autonlailes judiciaes da I' iuMancia, no prazo de
.0 dias, a eontar d hoje.
Os pretendantes qacrendo, poderao ver a pre
dit eserava, na casa da residencta do inveofa-
riaute a raa da Iraperatriz, no 2 andar do sobra-
do a. 86.
E para eonstar mandei passar o presente, qt
sera aflhado nos iogares do costume e pnblicado
pela rmprensa.
Dado e passado sob man signal e sello ou valha
sem. sello ex causa, nesta cidade do Recife de fer-
nambuco, aos 20 de jttlho de 1874.
Eu, Ploriano Correi* de Br to, eserivao, o llz
escrever e subscrevi.
,____ Francisco it Assis Oliveira M&ciei.
-apital.
'rmdo
NORTHERN.
. 20,000:0005001
i reserra. 8,000:000500!
Ag-mtes,
Mills Latham & C
RUA DA CRUZ N. 38.
Sumaca bespannola Paula, entrada de Bar-
celona, na mesma data e consignadaa Amorim Ir-
mios & C, manifestou :
Vinho bran:a 73 barns de quinto.
Dito tinto 269 pipa?, 373 barris de quinto e 460
ditos de decimo aos conslgnatarios.
DESPACHDa DE EXPORTACAO NO DIA 27 Dt
JULHO DE 1874.
Para os portot do exterior.'
-No patacho portuguez Tentaliva Feliz, para
Geaova, carregou : L. J da Silva loO saceos com
18,730 kilos ue assucar bratco e 230 ditos com
18,750 d.tos de dtto mascavado.
No vapor inglez Student, para Liverpool,
carregou : J. Pater A G. 320 saceos com 39,000
kilos de assucar mascavado ; Keller & C. 100 sac
ca* com 7,356 ditos de algodao ; aimpsun 4 C.
983 ditas com 68,616 di os de dito.
No brigue inglez Victoria, para o Havre, car-
regou : E. A. Burle & C. 2,000 couros verdes com
42,000 kilos
'ara o; portcs do interior.
Para o Rio de Janeir.1. no vapor national
Ceard, carregou : J T. Carvalho JC. 2 volumes
com 100 kil's de doce.
Para o WaranhSo, no vapor nacional Parana,
carregou : M. L. Paes Barreto 20 barricas com
2,08i kilos de assucar branco ; Carvalho & No-
gut-ira 30 ditas com 4,789 1(2 ditos de dito, e 10
ditas com 1,231 1(2 ditos de dito mascavado.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA E0 FOGO
A companhia Indemnisadora, estabelecidi
uesta praca-, toma seguros maritimos sobrt
navios e sous carregamentos e contra fog<
em edifjeios, mercadorias e mobilias: n
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo
Inhsto F. d'Oliveira & C.
CAPATAZIa
rteadimento do dia 1
dm in dia 28
DA ALFAN! EGA
s 27. 17:46**093
. 422*337
A casa commercial e bancaria de Augusta
j d'Oliveira & C, a" rua do Conmercio ns
42, encarrega-se de execuQ3o de orden*
para embarque de prodoctos e de todos o-
mais negocios de corntnissao, qucr coramcr-
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinheiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e a
jazo, a* vontade do tomador, sobre as se-
guintes pracas estrangeiras e nacionaes :
Londres. Sobre o union bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEAT1C BANK.
limited, e varias casas de 1.* classe.
Paris. Sobre os banqueiros fould
& C, MARCUAP.D ANDRE & C. e A. RLtCQUE,
VIGNAL & C.
IIml>!U'-o. Sobre os Srs. joao
SCHU BACK & FILH S.
Ijisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTIAO JOSE DE
ABREU.
Porto. Sobre o banco uniao do PORTO
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco comnbrcia-
oo para, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILHOS.
MaranliSo. Sobre o Sr. jose fer
REIRA DA SILVA JUNIOR.
Ilaliia. Sobre os Srs. marinuos & c
Rio de Janeiro. Sobre o banco
industrial e mercantil, banco nacional p
banque brash ienne frangaise.
0 Illm. Sr. inspector da thesoudu
vincial, manda f.tzer publico -que, em vict
tude proda ordflm da presidencia, de 10
do corrente, vai & praga para ser arreraata-
da no did 30 do referido mez, por quem
melbores vantagens offerecer, a obra da re-
construcgao de 300 metros deempedraraen-
to e 600 de repa.-os na estrada da Victoria,
entreos marcos 11 a 12,000 bragas, orcada
em I:254jj000,debaixo das condifdes ab'aixo
transeriptas.
As'pessoas que so propoterem a esta ar-
rematagao. coinpare.ain na snla das sessOes
da refurida junta no dia acima menciona-
do, pelo meio dia.
E para eonstar, so mandou fazer publico
pelo presente Diario,
0 secretario,
Miguel Alfonso Fmerreira.
Clausulas especiaes para arrematagrio dos
reparos da estrada e rcconsjrucgao de
300 metros corrrentes de em pedra mento.
entre os marcos de 11 a 12,000 bragas da
estrada da Victoria.
1.* Os rep "iros da estrada e reconstrucgao
dos empedramentos, serao executados de
conformidade com o orgaTnenl1, na impor-
taocia de 1:2545>100.
2.a 0 orremataiite dnra" principio asobr^s
no prazo do 1q dias, e as concluird no de
tres mezes.
3.a 0 pagamento serd effectuado em tres
prestagioes iguaes, a proporgSo do trabalho
executado, sondo a ultima e definitiva,
quinze dias depots de sua conclusao.
4 Para tudo mais que nrio se achar es-
pecificado, ser^i regulado pelo quo d.spoe o
regularncnto de 24 do fevereiro do corrente
anno.
Villa de Jaboatao, 22 de junho de 1874.
0 engenheiro interino, F. R. Leutier.
Conforme.0 1 es.riplurario, Joao Joa-
quim de Siqueira Varejio.Conforme.0
official major, Luiz Salazar Moscozo da
Veiga Pessoa.--^Coiifornae M, A. Fer-
reira.
0 Dr. Joaquim Correia de de Oliveira An-
drade, juiz substituto do L\r. juiz dedi^
reito provedor do capellas e risiduos,
nesta cidade do Recife, capital de Per-
nambuco e seu lerrao, por S. M. impe-
rial, a quem Deus guarde, etc.
Fngo saber que no dia 30 do corrente,
finda a audiencia duste juizo, se k-varao .1
praga os seguintes bens: 2 tergas panes no
sobradinbo do doUS andares, sito na frefjue-
zia de S. Fr. Pedro Gongalves, rua do Com-
pello n. 2, tendo de comprimonto 38 pal-
mos B de largura 19, cada andar com uma
sala, um quarto, cozinha inlerna e andar
terreo, servindo de deposito de ferragens,
sendo entaipado o fundo do sobrado e es-
tando em ma"o estado, avaliado em 5:000
lima casa terrea de pedra o cal, no lugar do
Barro, freguezia dos Af>gad)3, com tresja,
nellas de frente, porta de madeira ao lado-
tendo duas salas, dous quartos, cozinha,
quarto junto e despensa, com 2G palmos de
Iargura e 38 de comprimento, terreno f .-
reiro, medindo 690 palmos de comprimen-
mento e 59 de Iargura o dito terreno, e e-
valiada a mesma casa em sua totalidade em
3:0009, de cujo valor sera" deduzida a quan
tia de 559J023. Um terreno foreiro com
090 palmos de comprimento e!93de
Rua do Bnrgos.
Idem n. 19 .......iiUjHNi
Idem n. 21 .......... iSJiOUi
Rna te-Vigario.
2' andar do sobrado a. 27 243*000
1- aodar do mesmo *". 300*Oftn
l.oja do mesmo.......375*00n
Sobrado de S andares n. U :3ug*O0o
Rua do Encanamealo.
Sobrado de 3 andares n. 13 1:400*0-0
Rna da MR^a velha
,va terrea d. 132......7o*W*
*' 0. 25........209|000
Rua da Gut-.
|, ..... .
Idem
dero
n.
n.
.-iobrado de 3 and*.,, 9 ^
W*4X
2W0O
24l*0tt>
SOOtOOf
do acto 4*
Casa le-rea n
Rna de S.'tK-i,,
Lasa lerrea n, 17 .
Os pretendente* deverto apresen
urematacao as suas tb*$vi, ou eotu,,rectr^,
icompanhados dos respecHro, fhrtoreT %
pagar alem da renda, o premig d* omanuaT^
T^s for seguro p praUo aento commercial, assira como o serviro da lit*
eia e precos dos apparelhos.
Secretana da Santa V** da Hkerieordu do R#
Jife, J6 de rnnho o ii i874.
0 esenva...
__^ Pedro Roiriontt 4e Stmza.
A.rmazens da com{>a&fiia pet
nambu^ana.
^-jKurosr contra e fbgfo
A companhia pernamhucina, disv..a.>> de ea-
.eiientes e vastos armaten* em sea predio ao far
te do Mattos, o(rerece:os ao comniercio era fern
para deposito de generos, garintindo a lotior
*ervacao das mercadorias depositatlas,
prompto, precos modicos, etc.
Tambera recolheri, mediante prevw accordn, et
Mosivamenie os generos de uma so pesaoa.
Estes arraaiens, ale"ra de arejados e eoMBodw
ao inteiramtnte dovos e asphaiudos. iseatoa 4*
:npim,.rat.is, etc., etc.
As pessnas tjue qnizerem utilisar-se dam* ar-
nazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da
panhia pemambueana, que acharao com
tratar.
*mr
com
Collegio de Santo Amaro, a
rua do Hospicio n. 10.
Terdo renunciado em novembro de 1872 o ca-
oonioato da cathedral de Olinda e a cadeira de
It s'.or a, que cu regia no seminario, e dedicado-
me Iki mais de oi'.o annos a edoeagao da mocida-
resolvi compra* o collegto de Santo Amaro, do
qual lico sendo director e re?ponsavel por todo o
ic'iivo e passivo do mesmo collegio a eontar "so-
mente do dia 1 de julho do correuti anno em
diante; porque polos negocios a'teriores a estaJ
data o unlco responsave! e o meu antecessor. Te-
nho pois a salisfacao de offerecar aos senhores
pais de farailias um etabeleeimento em tudo cou-
veniente a educagio de seus filhos; pois al^m dej
haver mestres dos mettioras para todos -os prepa-
ratories exigidos para a matricula no cur3o juri-
dico, ot ha tambem para musica e lingua france-
za fallada e escripta, accrescendo que desejo arden-
temente- empregar todos os esforcoa, que me fo-
rem powveis para a bom tratamento, zelo e soli-
etude na educagio dos collefiaes.
Recir,24 de julho de 1871. '"'
Padgs Augiuto Molpko Soares de Xusewetter.
Quadro historico
tse a venda em todas as livr*rias,
linuto prego de 500 rs. a importante
gravura da actualidade 0 Sonho
de Pv/ IX, offerecido pala redac-
fosquilo ao eminente escriptor Gan-
ganelliv-
ide o 2 arUfe odiloriai da PovincUt, da
n
22- dc corrente n. 348.
- 'U)H53 saHlOOS
JJo dia 1 a 27 ...
No dia 28
Pnmeira par*.....
leguu-ia porui.....
farceira porta.....
Trrpicba Codtfasjic
17:886*430
33,995
37
112
216
608
34,968
SKKVigu MARITLMO
Xiiarengas descarrezadas no trapicle da
alfandeea :
No dia 1 a 17 -. 42
So dia 28......."
i tflpTeP* Coucaifao ... 1
.1- 43
aii'jKED'jRlA T/E REN DAS INTHINAS GE-
RAW DE PERNAMWC'
'.eaditnento do dia i a 27 43:794*481
4m do dia 28. 1:798*700
45:593*181
CONSULADO PROVJUfilAo
Iteadimeoto dn dia i a 27.
Idea do dia 28
129:151*195
1:880*608
131:431*803
AGENC1AS ROVINC1AE3
Liauidos espiritnosos.
Rendimento d 6 a 13 7.0fl8|604
Idem do dia 36 4*26 i
Dacalbao, etc.
Rendimento de 6 a 25 4:476*504
Item do dia 16 510*88)
7:072*868
4 997#$8i
Seguro contra-fogo
THE LIVERPOOL 4 LONDON & GLOl
INSURANCE COMPANY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS A G.
11Corpo Santo-*-il
Banco Commercial de Braga.
Jorge lasso.
Saia qualquer quantia a praio ou a vista sobre
este banco ou suas agendas em todas as cldades
e villas ae Portugal e ilhas adjacentes, e Hespanha,
na cidade Madrid. Cadix, Vigo e Barcelloaa.
. 37Rua do Amorim37
SEGUROS
Maritimos e eoulta-logo
COMPANHIA
Phenix Pemambaeftna.
RUA W COMMERCIO N. 34.
0 Illm. Sr. iu em virtude da ordem do Exm. Sr. presidenle da
trovincia, de 4 do corrente mez, manda fazer pu-
lico, que v^o a pra^a no dia 6 de agostoproxi-
mi) futuro, peraote a junta do mesmo thesouro
para ser arrematada a quem por raenos llzer. a
obra do calcamento da estrada de Jaboatao, desde
a ponte de Afogados ate a birreira do Giquia,
orcada em 2^:481)5000 em apolices de 7 0|0, de-
haixo das condicoes infra transeriptas.
As pessoas que.se propozerem a esta arremata-
ea>, compaietjam na sala das sessSes da junta do
mesmo thesouro, as 12 boras do indic^do dia, com-
pctentemente habilitadas.
E para eonstar, se mandou fazer publico no pre-
sente jornal. ,
c^crotaria do thesouro provincial de Pernambu
co, 8 de julho de 1874.
0 secretario,
Miguel Affonsa Ferreira.
Clausulas especiaes para a arrematacao do calca
mento desde a ponte dos Afogfdos ate a bar
reira do Giquia, na estrada da Victoria. '
. \.'
0 calcamento desde a ponte do Afogados ate a
barreira do Gj iuia sera feit de conformidade com
o orcamento approvado pelo Exm. Sr. presidente
da provincia, ha importancia de 29:480*000,
2'
0 arrematacte daia principki a obra'no prazo
de um mez e a concluira no de oito mezes, con-
tados da data da assignatura do contrato.
3."
0 pagamento sera effectuado em quatro presta-
;oes iguaes, na proporcio do servigo executado.
4.'
Para tudo 0 mais que nao vai especi6cado nas
presentes clausulas obsrrvar-se ha o que dispoe
o reguiamenlo de 24 de fevereiro do corrente
anno.
0 engenheiro <>judaute, Francicco Apoligoaio
l.eal Conforme. 0 offlcial-maior, Luiz Salazar
Moscoso da Veiga Pessoa
Conforme,
M. A. Ferreira.
Iar-
gura, no mesmo lugar c na mesma fregue-
zia, tendo nelle duas casas de taipa, ambas
em mdo estado, tendo ellas 44 palmos de
comprimento e 24 de Iargura ; uma das
casas tem duas salas e um quarto e porta e
jane la no fundo ; a outra casa em caixa'i
com uma porta e janella na frente, tudo
avaliado em 1:0Q0&, cujos bnes sao per-
tencentes ao iuventario do Dr. Antoni> da
Assumpi;ao Cabral, c v3o a prar;s a reque-
rimento do testamenteiro e inventariante do
mesrno finado ; prtcedendo-se qoanto ao
mais na forma da lei. 0 presente sera pu-
blicado pela imprensa e allixado nos lugares
do costume. Recife, 7 de julho de 1874.
Eu, Domihgos INunes Ferreira, eserivao,
o subscrevi.
Declaro que ditos bens vao a praga com
o abate da o.' parte, em virtude 'do despa-
cho do Dr. provedor, do dia de hoje, 24
do corrr-.ntp. Eserivao, Domingos Rama
Ferreira.
Edital n. 19.
ess-
CVSMENT8 80 P0RT6.
A cair.ara municipal do Recife faz saber a todos
os seus-habitantes que o Exm. presidente da pro-
vincia approval provisoriam nte os seguintes ar-
tigos de postura.
Pago da camara muni ipal do Recife, 22
de julho de- 187"4.
Manoel Joaquim do Rego Albuquerque
Presidente.
F. A u fi us to da Costa,
Secretario.
Seccao 4.' Palacio da presidencia de Pernam-
buco. Recife, 17 de julno de 1874.
0 presiJente da provincia, sol) proposta da Illma.
c mara municipal do Recife, constante do officio
de II do coframe, n. 81, resohre, asconformldada
do art. 24 da lei de 33 deoatobro de 1831, appro-
vaf provisonamenle e maodar qua se execute e
observe o art.,de posturas abaixo transcripto :
Art. < E p-ohibido toqar era objectos algum
dos jardia publicos, tirar flares, sementes, ou par-
te alguiiK dos arvoredos, ou dan4nifica-los por
qcalquer forma : os infractores serao multado?
em 10* e tres dias de prislo, e obrigados a mdem-
nisar e damno causado.
Junico. Namesaia peoa incorrem aquelles que
qaalquer forma daraniiicarem as arvores plan-
tadas nae mas e pracas, ou as gaiolas que as pro-
tegenij quer esiewiendo roupa sobre ellas, qoei
amarrsndo animaes, quer lancahdo-lnes rfualquer
substancia qw n posss prejudicar.Henrique Pe-
Mtz de Lucent. Couforme 0 official maior,
-Late Salaaar Mojcosp da Veiga Pessoa. Confor-
me-0 secretario, Francisco AQgosto da Cosil
0 DewmbargaAor Francisco de Assis Oliveira Ma-
Pela inspectoria da alfandega se faz publico que
as II horas da manha do dia 30 do corrente se ha
de arrematar, livre de direitos e sujeila ao imposto
da capa'azia, a porta do trapiche Conceigao, as
mercadorias abaixo declaradas, annunciadas a con-
sumo por edital n. 180, que deixaram de ser des-
paehadas dentro do prazo marcado.
Trapiche Conceicao.
Marea A J A C sem nurcero 1 caixa vinda do
Porto na barca portugueia A melia & Henrique,
descarregada em 24 de margo de 7), ignora-se a
coasigoacao, com 7 litros da vinho secco, no valor
de 4*900.
Idem S S sem numero10 barris vindos de Ham
burgo no brigue allemao Miranda, de carregados
em 30 de abril de 1873 e consigoados a Moreira,
Monteiro & C., com vinho secco, medindo liouido
legal 180 litros, no valor de 336*400.
Idem M senn numero 50 caixas idem idem,
com vinho secco, medindo liquido legal 400 litros,
.no valor de 2805.
Idem D 0 ns. 2,244 e 2,246 2 barricas vin las
de Lisboa na barca portugueza Vencedora, de-car-
regadas em 30 de julho de 73 e consignadas a
Salman frere, com cera em grnrr.o, pesando liqui-
do legal OiO kilos, no valor1 de 896*.
Iem T A Fonce:a & S sem numero I caixa
vinda no vapor pormguez Julio Dint:, descarre-
gada e.n 23 ie agosto de 73 e consignada' S Tho-1"
maz de Aquino Fonceca, com 89 i-hapeos de pallia
ordinaria, simples, no valor de 124*600.
Idem circulo J J C M no centro sera, numero -50
caixas vindas no brigue suer-o Olaut, descarrega-
das em 10 de setembro de 73 e consignadas a or
dem, com vidros em chapas para vidraca, branco,
liso, pesando 215 kilos, no valor de 50*166.
Idem S J sem numero 25 gigas vindas deHam
burgo no navio hamburguez Eliza, descarregada?
era 18 idem, a Moreira, Monteiro & C, com 160
litros de cidra em meias carrafas, no valor de
132*200.
Idem J L M & G sem numero 1 pacote vindo
de Liverpool no patacho inglez Impulse, descarre-
gado em 5 de novembro de 73 e consignado a
Henry Forster & C, com 7 kilos de arrebites de
cubre e suas ligas, no valor de 11*433.
Idem F V Psem numero 1 arado vindo de S.
Miguel na barca portugueza Arabella, descarre-
gado em o de novembro de 1873, a Francisco Viei-
ra Pacheco, no valor de 1*000.
Idem J M n. I|27 -27 gigas vindas de Liverpool
no brigue inglez Eduard Herbert, tiescarregadas
em 28 de agosto ae 73 e consignadas a ordem,
contendo apparelhos de louca n> ?, pesando 6,156
kilos, no valor de 2:298*240
Idem diamante M J T S sem numero 19 ditas
vindas de Liverpool na barca ingleza Jane Maria,
descarregadas em 10 de dezembro de 73 e consig-
nadas a ordem, com apparelhos de loura n. z, I
pesando liquido legal z-,722 kilos, no valor dc
1:016*213.
Alfandega de Pernambuco, 24 de julho
de1874.
Imperial Sociedade dos Ar-
tistas Mechanicos e Libe-
raes.
Por terem omparecido poucos socios, rwolv.n
esta sociedade, a reqnerimento de am de seas
memhros, nao poceder no dia 26 do corrente,
como foi aonnncia I >, a eleicao da administracan
que tem de dirigi la no dia 16 de agosto proximo
futuro, continuando o indnllo a respeit i daqnel
lo, que se acham atrasados no pagamento d:
suas mensalidades ale o mencionadn dia, inclu-
sive, afim de poderem todos concorrer com aeus
votos para a refenda eleicao.
Recite, 28 de julho de 1874
0 I secretario,
________P. Paulo dos Santos
COMPANHIA
Recife Drainage.
Acham se promptos para funccimar o* appar*
Ihos que foram collocados nos predios abaixo da-
cUrados. Os senhures propriettfins so deveri>
didles tazer uso depois que receberein urn carl i i
da companhia que os autori-e para isso.
Freguezia da Roa-VL Rua de Gervasio i ires ns. 7, 97, 81, 107, 115,
117, 119, 121, 123.
Rua do Visconde de Govanna ns. 6, 14, 30, 34,
40. 44, 23, 29, 37, o7, 59, 83, 87, 89, 105, lo:i.
117 e 93.
Rua do Socego ns.
51 e 53.
4,6,8,50, 34, Ml it, W
Rua de S. Gonijalo ns. !8 e 32.
"Rua Ja Santa Cruz n. 42.
Rua da Imperatriz n. 38.
Rua do Camarao n. 5.
Rua do Barao de S. Horja ns. 21. 23. 37 e 3.'
Travessa do Palacio do Bispu n. 2.
Rua do Coronel Lamenba n-. l.'i e 17.
Rua do General Seara ns. 10 e II.
Rua do Principe n. 5
Raa do Visconde de Alhuquerqne o. 60.
Freguezia de S. Frei Pedro Goncalves da
Itecife.
Arsenal de raarinha. Rua do Coriiinercio n.
10 e iG.
Rua do Bom Jesus n. 43.
-Rua do Marquez de Olinda n. 5.
Recife, 28 de julho ue 1871
0 gerente,
_^______________J I)>w?|.-y Junior_______
Confraria dn Seobor Rom Jmi da Vij'
Sacra da igraja De ordem do irmio provedor, convidi. a todt -
os nossos charissimos irmaos confrades a comna
recerem pelas 6 boras da toll d" dia 31 desm
mez, afim Oe em mesa geral se pVoceder a conti
nuacao da eleicao da nova mesa regedor-i que t-i..
de funccionar uo anno coir.promis?al de 1171-75,
ptloque sao rogaaos a c mpareeirem, aiim d>- nt
fmar-se a mesma eleicao ja enc^tala in dia >
abril do corrente anno.
Consistorio da confraria, 28 de julho de IWV
Servindo d.- aaofvi
ilaiv-.'lino Jus- i-ui.e
fiNSi'KCC.At) 10 ARSENAL 1H.
MARIJWA.
Faz-se pnblico qne em data de 28 da correol-
foi vistoriado o vapor Cururipe, da cuinpanliia par-
nambucana de navegacao c. steira. e a cooin:
julgou-o em estado depikr continuar n se
em que se emprega.
Inspeccao do ar-enal de marinha de Perna:
co,28de julho de 1874.
Francisco Jose Coeibo S
Inspector interioo.

JVat'ios enlradot no dia 18.
Aracajii e porto? intefmedlos S dtas. vapof
birasileiro Jaguaribe, de 459 toneiadas, conl-
raandanle Julio G. da Snva Jeeves, eqnipagem
, carga assucar e outrbs geae'fbs ; a conipa-
tlhia pernambucaoa.
frieia 76-dtas, escuna noruegtteo3e" Olat fiiel
stn, de H^ ttpMfe 0. K OVerlaftd, eqtrfpigem
clel, o^cial dt imperial ordain- da Rasa, eava-
Ibeiro da de Chrtstb, jiilz r rtvattvb da orphios e
aUsentes da cidade' do R&ifb e sin termo, por
3. M. o Impera lor, qae Baas' goarfe, etc.
Paco saber aos aua Francisco Pereira Martins Ribeiro, inv-nuriaute
dos'beaj qua ficaram por faHecimento de seu ir-
mao Unsold* Fejrreira Hartins Wbelro, requeren-
do-raa_ nara vender eai hasta publica, com e abate
Malw Snn't'r3* "m m*** ^ af^MuTn^a Pa^e,vist7CoWnFprinVeVrpcro
Batheus Austin $ G, \ houve rancrtc-r, a ertftv* ftieV*, pret*. cfion%
0 inspector,
Fabio A. de C. Rein
SANTA CASA DA MISER1CORD1A 00
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da Saata Casa di
Misericordia do Recife, manda fazer puhfico qut
a* sala de suas sessoes, no dia 23 de julho, pe
las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas *
raera mais vantagens offerecer, pelo tempo de nrc
tres annos, as rendas dos predios em seguida
leclarados. .
ESTABKLECIMENTO DE CARFDADE.
Rna do Padre Fforiano
Casa terrea n. 43......201*000
Cinco Pontas.
Idem n. 414........362*000
Rua laTga do Rosario.
^ andar do sobrado n. 84 A3 310*000
idem do scbrado n. 14.....408*000
, Rua do Amerini.
!. andar do sobratfo n. 16. 304*000
Rua de Antonio Henrique.
Casa terfei n. ...... 9?*000
Largo da Campina.
'dettrn II.......
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
, Rua Dnque de Caxftrs.
Lojan. 77 ._ .
Becco das Boils.
^etofca* ....... .
, Rua da Laps.
^aia terraa. 40-. ... .
Rua do Amortm:
Sobrado di! 1 andares n. 23 .
Ci iWYea a. 3t ,
De ordem do Hint. Sr. iaapaetor dn lb
rj de fazenda desta provineia *e faz ft
que perante a junta da me ma, ira a praca, ; i -
2 hotas da tarde. do dia 29 io corrente R
arrendameiito por um anno, do convento de N
do Carmo ue Olinda, podei dentes examinar o referido convent i.
Secreiaria do thesouro de (Mem do Pernax-
buco, 16 dejuiho de 1874.
0 2* escripturario. servindo de secret..;i:.
.____________Carina J. de Souza Carreia.
Associa^o cowwerciil heoell
cenlc.
De conform! lade com os estatutos >ao con; I -
dos os senhores socios a ss reunirem em ass
Llea geral, no ediheio la niesmi associ (jio, u u .
3 de agosto proximo, a meio dia. Recife. 27 le
jullio de 1874. Ojccrelario.
D 0. Rai.,
120*000
700*000
4*00C
3.i3*000
saR
Ovr.
Paga-se 0 41.' dividendo das acr6o:
Banco do Brasil, inscriptas na cai\a liln!
desta provincia, tia nzia d- 8JJ00O por
acr-do : a rua do Vigario n. 1.
Recife, 27 de jnlho de Wi.
A arrematagi) do arreridamenio da ca-a ti--
rea n. 55, proprio nacional, silt a rna de S. Rent.
da cidade de Oliada annunciada par.i 0 dia 2i rt
corrente, foi traasferida para o dia 5 do futaro
mez d* agosto. a qne ?e dedafa para coBajeciuien-
to de quem interessar.
Seeretaria do thesnnro de faggwda d> Ki'iMJ
buco, 27 dejnlho do 1874. 0 2* escripturanr.
servindo da secretario,
Gatlos J <)e 8ouza Correia.
DO
BEBEHIBE
Ndo se tendo reofrido-numero legal dos
Srs accionistas desta corhpanhta. convid-
p6ra a assemblea gerat eta dia 6 do corn-'
te mez, 9o dfe novo cdnvidadot a rV
rera se no nia* ft defttf mel-', pfl-s% fi >-
ras da tifdnh*, no es:rrpterto de stras sessoes
rtra do Calongd n. lfi, anm do defibpr'ar-Be-
sobre as coutas do anno 6nanceira deu
companh'a, e approvar 0 orcamento via)-
if
y


4
Diario do Pernambuco Quarta ieira 29 de Julho de 1874.
l

louro, devendo nesta accasiSo ser lido o
reiatorio do Sr. director, mostrando o esta-
do da companhia no anno undo em 30 de
abril ultimo ; prevenindo-se aos Srs accio-
nistas, que, de conformidade com o art. 23
dos essatutos, a reunifio terft effectividade
com o DUinero dos Srs accionistas que a
ella comparecerem.
Escriptorio da companhia do Beberibe,
'20 da julho de 1874.
0 secretario,
Luis Manoel Rodrigues Valenpo-
loiiipanhia Fidelidaik
Meanroi uiaritimo* e A agencia desta companhU toma seguros ma-
ritim s eterrestre*. a pre-iios razoaveis, dando
uos ultimos o s6lo livr* > *etimo anno gratuilo
ao segnrado. ^C,
', Felwiano Jose Gome?,
_______Ageoie._________
Massa fallida
DE
Amorim, Fragoso, Santos
&C,
8 divldendo de 1,95 por cento.
Paga-se o ultimo dividendo as quintas-feiras,
das it horas da manna a 1 da tarde, no escripto-
rio da rua do Vigario* n. 13, t* andar.
Os Srs. cradores queiram vir logo receber, pois
em de ser reeolhidas ao deposito pub'ico as quan-
lias que nao forera procuradas ate o dia la de
agosto proximo.__________________^_____
Pelo tbesouro provincial se faz publico a
quern interessar possa, oue foram transferidas
para o dia 6 de agosto proximo vindouro as arre-
malacoes da obra dos r paros do empedramentc
na estrada da Victoria, e os 8 0|0 sobre o capim
de planta eoftsumulo nesta cidade : a primeira or-
iada em 3:215*, e a segunda em 2:319*28i>.
Secretaria do tbesouro provincial de Pernambu-
co, 25 de julho de 1874.
0 secretario,
_______Miguel Affonso Ferreira.
Manoel Jose Monteiro Torres
Keller & C administradores da massa fallida
de Manoel Jose Monteiro Tofres, pedem aos Srs.
credores da mesma massa, qne dentro de oito
dias, a contar de 27 do corrente julho, Ihes apre
intern os lens tilulos para serern conferidos e ad-
mittidos ao passivo da fallencla.
Rip de Janeiro
" Para este. palhabote po*|oe*, i **-
tada pane de sua carga frete ao referido porto.
Para o resto trau>.com Amonavlrmaos 4 C
--------COMPiSfflA PERMAMBLCAHA
DE
IaTiA?So costelra a vapor.
,km*ftUL, HATAL, MACAO, MOSSORO', A&AC*.-
fT, CBABA, MANDAHO, ACARACO' E GRANiA.
0 vapor Pirapamu, com -
mandante Silva, seguira para
os portos acima no dia 7 de
agosto as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 6,
encommendas, passageiros e
dinheiro a frete ate as 8 horas do dia da sahi-
da : escriptorio no Forte do Mattos n. 12._______
Real companhia de paqueles iu
glezes a vapor.
No dia 29 do corrente espera-se dos portos do
sol o vapor inglez Boyne, commandaote F. Beeks,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para'passagens, fretes, etc., trata-se na agencia,
rua do Commercio p 40.______'
Pacific Steam Navigation Coinpai)
ROYAL MAIL STEAMER
fttnpaxi
(DE 4027 TONALEDAS)
Com maud ante BaX.
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia 2
de agosto, e depois da
demora do costume
seguira para -Liver-
pool, tocando em Lis-
boa e Bordeos, para onde recebera passageiros,
encommendas, carga e dinheiro a frete
N. B.Nao sahira antes das tres horas da tar
1e do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Bone a C
14PRACA DO COMMERCIO -14
ADMINISTRACAO DOS CORRE10S DE PER-
NAMBUCO, 29 DE JULHO DE 1874.
Malas a expedir-se
Ptlo vapor nacional Dantas, esta administra-
;*> expede malas para Maceio, Penedo, Sergipe e
Bahia, boje 29.
Recebem-se jornaes, impressos de qualquer na-
tureza, e cartas a registrar, ate 2 horas da tarde,
<:artas ordinarias ate 3 horas, e estas ate 3 1)2,
pagando porte duplo.
0 administrador,
Affonso do Uego Barros.
CIRCO EQUESTRE
NO
CAHPO DAS PRINCEZAS
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
Hoje
QUARTA-FEIBA 29 DO CORRENTE
A's 8 boras em ponto.
0 progtamma constara de
Trabalhos equestres.
GymnaslicoJ.
Eijuilibrios.
Acrobaticos.
Saltos.
piador de cartas, quarti-
nheiras, cabides, lavato-
rios, fiteiros envidracados,
proprios para qualquer
estabelecimento, 1 banco
de marcineiro, com ferra-
menta, 1 lote de ferros pa-
ra sitio, vidros, louca,
grande quantidade de
trastes avulsos e innume-
ros artigos dousodomes-
tico, que seraovendidos
por conta de diversos, a
tr6co dobarato
NA
FEIRA SEtMANAL
.6~Rua do lmperador10
ARMAZEM.
Ouinta-feira 50 do corrente
as 11 horas
pjb aggijj Martins.
, Bahia no paquete nacional Ceard
Sabbado 1.* de agosto
as 11 horas eaaa ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandfga.
O preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quern pertencer, dos cbarutos
acima menclonados, os qoaes serao vendidos em
lotes, a vontade dos Srs. compradores
SABRADO l. DE AGOSTO
A'Sli HORAS EM PONTO.
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega ________
FUNDICiAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM I. 52
\
Agente Pestana
DE
23 caixas com maizena avariada, em ina-
QOS.
Sabbado 1." de agosto
ASH HORAS EM PONTO.
No armazem do Sr. Annes, defronte da alfandega
?0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
coma e risco de quern pertencer, dos macos de
farinha maiiena acima mencionados, em ura ou
mais lotes. a vontade do? Sia. compradores.
(Passando o chafariz)
Para.
Pretende seguir para o indicado porto com mui-
ta brevidade a escnna portugueia Christina, por
ter parte da carga ; e para a que Ihe falia trata-
se com os consignatarios Joaquim Jose Goncalves
Bellrao & Filho, a roa do Commercio p. 5._____
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42._______
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\nvcsacao costeira a vapor.
Maceio, escalas, Penedo e Aracaju'.
O vapor Coruripe,
commandante Santos
seguira para os por-
tos acima no dia 31
do corrente as o horas
da tarde.
Recebe carga ate o dia 30 do corrente, encora
aiendas, dinheiro a freie e passagens, ate as 2 bo-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio
no Forte do Mattos n. 12.
Agente Pestana
Leilao
DE
armacao, generos e mais utensilios da ta-
verna sita & rua de D. Maria Cesar a. 22
QUINTA-FEIRA 30 DO CORRENTE
ds 11 horas em ponto
O preposto do agente Pestana fara leilio por
conta e risco de quem pertencer, da armacao, ge-
neros e mais utensilios da taverna sita a rua de
D. Maria Cesar n. 22, em urn ou mais lotes, a von-
tade dos Srs. compradores, livre e desembaracada
de qualquer onus. O balanco acha-se em mao do
referido preposto para os Srs. concurrentes exa-
minarem.
Agents Bias
LEILAO
iMum
Ho dia 9 de agosto
pelo agente Martins.
No armazem da rua do Barao da Victoria,
junto ao Bazar Universal do Carneiro
Vianna
CONSTANDO DE :
cadeiras de guarnicio, ditas de bracos, ditas de
viagem, espelhos, ternos de bandejas, camas de
ferro, machines de costuras, caixas de musica,
estojos para viagem, facas finas, garfos de metal,
e urn iufinidade de objectos de gosto, que se-
rao vendidos ao correrjdo martelloj para liqui-
dar facluras.
Principiara as 11 horas.
PEDEM AOS senbores de engenbo e oatros agricultores, e compradores de ma-
chinismo o favor de fazer uma visita a seu estabelecimento, para Verem o novo sortimen-
to completo que abi tern ; senrlo tudo superior em qualidade e fortidao ; 0 que com a ins-
trucQao pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
V apOreS e rOClaS Cl agUa dos mais modernos systemas e em tamanhos cou-
venientes para as diversas circumstancias dos senbores proprietaries e para desearocar
alg. dao.
MOenQaS Cie Canna de todos os tamanhos, as melhores que aqui existem.
rlOdaS dentaaaS para animaes. agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre
Alambiques e fundos de alambiques.
MacmniSniOS para mandioca e algodSo, e para serrar madoira.iser movidos a mac
RnmhflR j .j )por HS 'p0T'
jjuuiuao de patente, girantidas........ ton animaet.
lOQaS aS niacmnaS e pe^as do que se costurxa precisar.
r az CJUalCjUer COnCertO de machinismo, a preco mui resumido.
I: OrmaS Ole ierrO tem as melhores e majs baratas existentes no mercado.
JinCOninienCiaS. Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo & vontade d^s
clientes, lembrando-lhes a vanlagem de fazercm ss compras por intermedio de pllMM
enttndida, e que em qualquer necessidade p6de lhes prestar ausilio.
Arad0S americanOS e instrumentos agric las.

Leilao
de dous andares e sotao,
do Vis'conde de Pelotas
Ui

CIIABGBDBS RGIA'IK
COMPAMIH FRINGEZA DE NAVE-
GACAOA VAPOR
Li Nil A* MENSAL ENTP.E 6
Havre, Lisboa, I'ernambuco, Rio de Janei-
ro, Santos 'somente na qoJta], Montevi-
deo, Buenos-Ayres, (coai baldeagao para
o Rosario).
STEAMER
YILLE DE RIO DE JANEIRO
Coniutandaute A. Fleury
E' Esperado do sul
ate 2 de agosto proxi-
mo fnturo. segundo
depois da indispensa-
vel demora para o
Havre com escala por
Lisboa.
Para frete?, encommendas e passageiros, trata-
se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA & C.
42Rua do CommercioEntrada pela rn*
do Torres.
Companhia americana e brasileira
de paqueles a vapor.
Ate o dia 1 de agos-
to e esperado do snl o
vapor Ontario, com-
mandante Slocnra, o
qual depois da demo-
ra do costume, segui
ra para New-York com escala pelo Para e S. Tho-
maz.
Para passagens trata-se com os agentes
Henry B 'or*ter tt C
8 Rua do Commercio 8
LEIL0E8.
=
NA
Feira Economica
Rua do Rosario estreita n. I'S
Pelo agente Hurtins.
De diversos arligos que eatario a exposiQao dos
conenrrontes, assim coti 3 cabra-, boa3 leiteiras
(bicho).
LEILAO
DE
moveis, iougas, vidros, pianos de armario e
mesa, chapeos do Chile, iitos de feltro,
diversas miudezas, e 1 ienportante machi-
ne para moer titita, com tres cylindros
as it horas em ponto
>> iirmaiom da i-na do Bom Jou
n. GA (antiga Cruz).
O agente Dias fara leilao, por onta 3 ri3Co de
quem pertencer, de mobilias ^le jacaranda, com
tampos de pedra, ditas de aTarello, nas rnesmas
condifoes, guarda-roupas, guarda vestidos, guar-
da-loaga, camas francezas de mogno e amarello,
marquezoes, marquezas, cadeiras avulsas, ditas
de balanco, ditas de bracos, quadros a oleo, me-
sas elasticas, 1 prensa para copiar cartas, bercos,
carteiras, e rauitos ontro3 objectos que estario pa-
tenies ao acto do leilao.
urn bom predio
siluado a rua
n. 1.
Sexta-feira 31 do corrente
A'S 11 HORAS DA .MANHA
No sobrado da rua do Marquez de Olinda n. 37,
primeiro andar.
O agente Dias, compel ntemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima indicados, o so-
brado de 2 andares e sotao, com os commodos se-
guintes : primeiro andar, 2 salas e o quartos, se-
gundo andar com os mesm.s que o primeiro, e
sotao com 1 sala a 1 quartos.
Fica em optima posicao, pois apanha toda a
praca do Conde d'Eu, e rende annualmente.....
1:440,000 rs."
Os Srs. pretendentes para qualqner esclareci-
mento podem dirigir se ao escriptorio do agente,
onde tera lugar o referido leilao.
Em continuacao o mesmo agente vendera, por
conta e risco de quem pertencer, algumas joias
com brilhantes.___________________.________
LEILAO
DE
B< ns moveis
SEXTA-FEIRA 31 DO CORRENTE
A's 11 horas ua tuatiha
(Sendo :
Uma linda e solida mobilia de jaiaranda, a Luiz
XV, constando de 12 cadeiras de guarnicao, 1 di-
tas de bragos, i sofa, 2 consolos, 1 jardineirajcom
pedra, 1 guarda-vestidos de amarello, 1 impor-
tante toilette de jacaranda, 1 cania franceza de
dito, com eortinados, I columoa, 1 cadeira de
viagem, i liguras finas par. enfeiics de consolos,
serpentlnas, candtlabros de crystal, 1 excellente
espelho oval, 1 relogio de parede, quadros, eorti-
nados, objectos de toilette, a!moi'ada,'Upetes, es-
carradeiras, diversos vidros linos, alguns enfeites
para sala, venezianas, esteira (furro da sala) e 1
importante reparliraento de madeira.
Na rua do Bom Jesus, segundo andar do
sobrado n. 7, antiga rut da Cruz.
O agente Martins fara leilao dos moveis acima,
sendo todos objectos de gosto e bem conservados,
e serao vendidos ao correr do marteilo.
DE
moveis, louca e crystaes
SENDO:
Um piano forte, t mobilia de jacaranda, com I
sofa, 1 jardineira, 2 consolos, 2 cadeiras de bra-
qos e 12 de guarnicao, t serpentina, 4 :asticaes
com mangas, 6 jarros para flores.
Uma mesa de advogad >, I secretaria com se-
gredo, t estante para livrns, 4 raocho, 1 burra pe-
quena, prova do fogo, 1 banco para a mesma e 1
carro para menino.
Uma cama franceza de pio setim, 1 dita (ma-
deira preta), 2 camas de faia para menioos, 1 ber-
co de balaustres, 1 goarda-vestido, 1 toilette gran-
de e bonito e 1 machina de costnra.
Uma mesa elastica, 1 guarda-louca, 2 aparado-
res, com floroes e pedra marmore, t quartinbei-
ra, 12 eadeiras, t sofa, 1 cadeira americana, t di-
ta de balanco, louca, vidros, crystaes e outros
objectos de casa de familia, existentes no primei-
ro andar do sobrado da rua estreita do Rosario
n. 41.
Terca*feira 4 de agosto
O agente Pinto, legalmente autorisado, levara a
leilao os moveis e mais objectos acima descriptos,
existentes no primeiro andar do sobrado da rua es-
treita do Rosario n. 4t.
Principiara as IQliOhcras.
Agente Pestana
LEILAO
Bahi
ia
Para este porto segue en poucos dias o biate
Do-as de Julho, por ter alguma carga engajada,
para o resto que lhe falta trata-se com os consig-
natarios Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho,
a rua do Commercio n. 5.
Palhabote tJoven Arthur*
Vende-se eUe navio p romp to de um tudo para
navegar, e feito de madeiras do Brasil, esta anco-
rado no quadro da descarga : os pretendentes po-
derao examinar, e para tratar com Antonio Luiz
de Oiiveira Azevedo, a ma do Bom Jesus n. K7.
Pacific Steam Navigation Compan)
ROYAL MAIL STEAMERS.
(D+ 3,829 toneladas).
Commandante G. !%. Conlan.
- Espera-se da Europa ate o
dia 16 de agosto e seguira
para Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos Ayres,
Valparaiso, Arica, Islay e Cal-
lao, para onde recebera pas-
sageiros, encommendas e dinheiro a frete.
N. B.Nao sahirao antes das tres noras da
tarde.
OS AGENTES
'Wilson Rowe A C.
itrua DO COMMERCIO14
PARA' E MAA1AQ
A eseuna Georgiana tendo engajado parte de
sen jarreganiento para o Para, recebe tambem
j -i o. Maranhao, caso conveoha faxer a escala
.i vista do frete que appareeer: a tratar na raa de
4jju?ritf a. 37.
DE
miudezas, calc,ados, perfumarias, chapeos,
livros em branco e p8pel de copiar
CONSTANDO DE :
espartilhos, meias para homens e senhoras, oleos,
balancas para libras sterlinas, carteiras, botoes,
linhas, fitas, estojos, extractos de differentes
qualidades, botioas para senhoras, sapatos de
tranca e tapete, elastico de algodao e de seda,
colchetes, cordoes, copiadores de cartas, caixas
pajias para pentes, ciotos para senhoras, cha-
peos de rnuitas e differentes qualidades, sapatos
de tranca (bons) borzeguins para senhoras, gra-
vatas e muitos outros artigos.
QuinAa-feira de agosto
Na rua do Bom Jesus n. 63.
Os administradores da massa fallida de Pereira
de Mello & O, usando da autorisacao do Illm. Sr.
Dr. juiz epecial do commercio, levario a leilao, por
intervencio do agente de leildes F. I. Pinto, diffe-
rentes miudezas, chapeos e calcados, qae fazem
parte da referida massa, e existentes no armazem
da rna do Bom Jesns n. 63, onde se effectuara o
leilao.
Principiara as 10 lr2 horas.
Feira Semanal
DE
pianos de 3 cordas, quasi no-
vos, mesas elasticas, qua-
dros dourados, carteiras
para escriptorio, jarros pa-
ra plantas, espelhos gran-
des, com molduras doura-
das, guardas louca, relo-
gios de parede, de algibei-
ra e de cima de mesa, 1
mobilia de amarello, cana-
rios do imperio, bons can-
tadores, objectos de ouro,
mesas de pedra, comp6s
de ferro, secretaria s* co-
de
moveis, lougas, vidros, crystaes, ouro, pra-
ta e brilbantes
SEXTA-FEIRA 31 DO CORRENTE
A's It 113 horas.
No armazem de agencia de leildes da rua do
Vigario Thenorio n. 11.
O preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de mobilias de
jacaranda, ditas de amarello, ditas de junco, guar-
da roupa, guarda-louca, camas francezas para ca-
sal, de jocaranda, marquezaj, marquezas, conso-
los, mesas redondas, aparadores, commodas, meias
ditas, mesas elasticas, d.s 3, 4, 5 e 6 taboas, e
muitos outros artigos pertoncentes a moveis, os
quaes se tornara enfadonho raencionar, e serao
vendidos ae correr do ma tello. ,__
SEXTA-FEIRA 31 DO CORRENTE
as tt 1|S boras
No armazem de agencia de leildes da rua
do Vigario Thenorio n. 11.
Agente Pestana
Leilao -
DE
duas casas no correr do caminho de ferro
de Olinda, as quaes sao conhecidas por
casas amarellas, junto A estagao do Campo
Grande, eem terreno foreiro.
SEXTA-FEIRA 31 DO CORRENTE
as If horas em ponto.
No armazem de agencia de leildes da rua
JJ do Vigario Thenorio n. 11.
gO prepof to do agente Pestaua fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 2 casas edifi-
cadas junto a eatacao do Ctmpo Grande, tendo a
maior os seguintes commodos: t salas, 4 quar-
tos e cozinha fora, e aoutra com pequenoi com
modos para familia, podendo os Srs. eomprado
ces desde ja dirigir-se ao mesmo lugar, onde exis
te nma venda em qne se acham as chaves das
refendas casas para os Srs. compradores ex ami
narem, e para mais ioformacoes dirijam se ao
mesmo preposto, a rua do Vigario Thenorio n. 11,
armazem.
SEXTA-FEIRA 31 DO CORRENTE
As' tt horas em ponto.
No armazem da rua do Vigario Thenorio
n. 11.
Agente Pestana
leilao
DE
6 caisas marca J M S, com 418 1|2 caixas
com cbarutos.ExposicSo de M. M. Sam-
paio e 264 1(2 ditas Lyricos, vindos da
LEILAO
de fazendas inglezas, francezas, snissas e
allemSs
Em coiitinuaqao
Constando de : caserairas pretas e de cores, em
Cortes e em pecas, pannos finos, brilhantina
branca, chitas, algoddes, cobertores, chales, len
cos, gravatas, merinos, bombazinas, cambraias, es-
parlilhos, meia?, collarinhos, braraantes, grosde-
naples, popelinas, tapeles, chales, capas de seda,
brins brancos e de cores, chapeos de differentes
qualidades, chapeos de sol, camisas para homens
e meninos, peitos para camisas, sargelim, atoa-
Ihado, veos para casamentos, chitas de ganga ada
mascada, damasco e moitas outras fazendas.
t^uarta-feira 19 do agosto
RUA DO BOM JESUS N. 63.
Os administradoros da massa fallida de Pereira
de Mello & C., farao leilao, por autorisacSo da
HUn. ^-r. Dr. juiz especial docommercb, e por in-
tervenc.ao do sgento Pinto, de am variado sorti-
mento de fazendas inglezas, francezas, suissas e
allemas, existentes no armazem da rua do Bom
Jesus n. 63, onde M effectuara o leilao.
Em continuacao
venderse-ha tambem differentes volumes com
camisas francezas, popelinas, chitas e.. cobertores
ullimamente despachados.,
O leilao principiara as 10 boras emeia
;asosf!SQS
Companhia
EDIFICADORA 01 PROViNCIA DE
Fernamliucii.
4oh *i gubHcriptorcs da dila
Companhia.
Venho levar ao conhecimento dos Srs. subscrip-
tores e do publico em geral que apezar da ue-
cessidade que esta provincia tern de ver funccio
nar sua utilitarla companhia de edilicacoes, cujos
benefkios e vantagens de toda especie sao incon-
testaveis, e serao sempre acima dus de toda e
qualqaer outra erapreza, ninguem deixa de o re-
conhecer.
Todavia ate esta data o miniterio da agricultu-
ra, commercio e obras publicas ainda nao man-
dou a presidencia desta provincia o decreto ao-
torisando a compaabia edificadora desta provin-
cia a dar comejo a suas operacoes.
Espero que o decreto chegara breve acompa-
noado de todos os papeis e documentor q .e man-
dei em agosto do 1873 por intermedio da mesma
presidencia.
Vendo em fins de maio que ja se tinham pas-
sado 9 inezes, sem nada receber da corte, resol-
vi-me a levar esta occurencia a consideracio de
S. Exc. o Sr. presidente, pedi-lhe em 4 de jnnho
proximo passado que se dignasse dar as provi-
dencias que julgasse mais convenientes.
Voltei a secretaria do governo em 17 do mes-
mo mez, e soube que o Exm. Sr. commendador
Henrique Pereira de Lusena tinha dado uma no-
id. prova do interesse que toma e do desejo que
tem de ver funccionar esta importanlissima em-
preza o mais breve possivel.
Eis o resuino das ioformacoes que me foram
dadas :
a Em 15 de junho de 1871, S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia dirigio a S. Exc. o Sr. mi-
nistro da agricultura um officio pedindo solucao
da peticao que lbe (oi dirigida em 21 de agosto
de 1873, sob n. 77, relativa a approvacao dos
estatutos da companhia de edificacSes da provin-
cia de Pernambuco, da qual F. if. Duprat e en-
corpora dor.
Recife, 30 de julho de 1874.
F. M. Vuprat. ____
Ao publico.
Joao de Azevedo Pereira, estabetecido a rna VI-
dal de Negreiros n. 82, faz sciente ao publico e
especialmente a sens devedores residentes para o
lado do sul e centra, que nesta data retirou e cat-
ion os poleres da procuracao que deu a seu pro-
cufador Ignacio Ferreira de Lima Baraeury, mo-
rador na villa de Palmares, pelo que nao leva em
conta as Iransaecdes que o mesmo faca de hoje em
diante com os ditos sens credores, como ja por
carta lbe communicou, suspendendo a mesma pro-
curacSo, e cbamando-o para prestar contas dos
documentos que tem, e dinheiro? que recebeu.
Recife, 28 de julho de 1874._________________
Aluga-se um pequeno sitio, edificado de
novo, no lugar da Tamarinewa : a trattr na rua
do Commercio n. 9, i* andar.
RUA DO. BRUM N.
PASSANDO O CH
ODILON
Premiados
52
DUARTE k IRMAO
ELLEIREIROS
na exposiqao de 1872
IMPERATRIZ'^JC g B
|S.,,682J
RUA
>3?--

\\ -
RL'A
IMPERATlil?
N. 82
|. ANDAR.
reforrcar o seu estabelecrr.ifuti!, ccl'-ccando-o nas'melhcres
bem sorvir ao publico desta illuslre capital, e &s Exmss. Sras.
de
n'a-
jl/ ANDAR.
Acabam
iiccoes possiveis .
tuillo que for tendei.te i arte de cabellfireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para honiens como para senhoras, tupete, chign
oques modernissimos, trancas, cacbepeign, tccidos. desenhos em cabellos, quadros :u-
"Tiulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo tmeginavel em cabello.
O estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estrtn-
eeiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e lift -
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /, menos quo outro qualquer, garautir. -
perfeicao no trabalho, agrado, sincendade e prec^o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; v*nde-se canollo.- -
porcio e a retalbo e. todos os utensilios pertencentes & arte de cabclleireirn.
#*tOtf**##*#^^l**^***
m
m
.
DE
JOf^B21.IiIAS IIE M9MJH
17Largo do Mercado Publico-
17
V
eta nova phar-
&6
m
(Antiga ribeira de S. Jose.)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposigao do respeltavel i nl'
macia e dro^aria, complctamente provida do indi?pensavel a um ciiabiiecimento dess-a na-
tureza sem ex'cepcao de producto3 chimicos e m?:ieamentos preparados no estran-
trasgeiro, tudo novo 6 o melhor possivel. .....
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachs,1a> com a mais seria attencao,
e sempre sob as vistas do pharmaceutico que compr-e a nossa firma social.
As pessoas quese dignarem de honrar o cossu esatbeleeinMMo com a *ua connan-
ca, podem estar certas de que serao conscienciosamenie serridas, nao so relativamente ao
qiie pedirem, como tambem a modicidade dos precos.
iSSENCIl C0NGENTRADA
DE

DE
Premiada nas expo-
sigoes de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
MEDALHA DK PRATA.
AWffiTiaWS
Phaimaceulico
Premiada na expo
si.ao de Vienna d'Aus
tria.
Pela csrola de ParM ^
Successor de
MEDALHA DK MERIT.
^riiijjiijA
ARISTIDE SA1SSET E. J. SOOM
Tratamento puramente vegetal verdadeiro purificador do sangue. sem mercurio.
A Eeaenrla de Caroba e um remedio hi je reconhecido como um poderoso depura-
livo e especial para cura de toda* as molestias quo teem a sua origem na impureia do iMfni,
como sejam : as molestias Svphiliticas, Boibaticas e Es.:rokilosas, Rueitiatimo, Empingkss D*n-
tros, Ulceras, Erupcoes, etc. etc.
Os prodigiosos effeitos que tem produzi'o a Essenrta de Caroaa, por toda par^
onde ella tem siao apropriadamente experimenUda, a tera feito adoptar como um dot medicamin-
tos mais seguros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natnreza syphiliti-a e
boubatica.
A cada frasco acompanba uma instruccao para a maneira ae usar.
Pomada anti-darlrosa
. Contra as affeccfles cutaneas, darthros, comicudes, etc., etc.
Ingnenlo de Cinti
Para cura das boubas, nlceras, chagas anUgas, etc .etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
RODOUiTROL IBHAUS, SUCCES&ORES
Botica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
( ANTIGA RUA DA CRUZ )
^n^AQpai
9
I
I
I
I
Lindas tarlatanas. jie cores, de assento branco e preto com talpi-
cos, para vestidos, pelo baratissimo pre^o de 2*0 reis o covado, na
loja das columnas, de Antonio Correia de Vasconoellos, na raa do
Crespo n. 13. -
\


I
-;. "
f

>
r*
Diario de Pernambuco Quarta feira 29 Je Julho de 1874.
TRftTUHHTO E CURATfVO DAS MOLEST AS PROlfENIENTES DAIMPUREZA DO
SANC
E
PELO
ARR-OBEDEPURATIVO DE S. LSAPAR.4ILIIA, CA-
ROBA E VELA ME
PltGPAR.MiO POR
m BARTHOLOMEU & C.
Phariuacenticos da casa real do S 11 V. El Rci do Portuga
Premiadosem diversas exposicoes com o premio de sua classe.
A saiide c urn bem inapreciavel, cuja importancia e valor so esta" reservado ao enfer-
mo avalial-o. E' incntesUvi-I quo o homem rieste rnundo e constantemente, c por todos
os lados atacadorpor uma infini.lade de agentes morbidos, que todos tandem, dadas i-er-
tas e determinadas circumstraocias, a alterar o regular exercicio das futiccoes organicas,
resulUndo desse desiquilibrio o quo so duuominamolestia.
A molestia nao 6 mais do que a desvirtuasao das forces vitaes, occasionada, segtfn-
ao as investigates e experieocias dos mais abalisadcs mestres da sciencia, pela deprava-
50 dos humores geraes, consequencia da accao maligna desses mesmos agentes morbi-
dos introduzidos no organismo pelo acto da respiracao, pela via digestive, pelo contacto
immediato, etc.
A syphilis infeliimente tern sido a partilha da bumanidade, e como 6 fora de duyi-
da qne esse terrivel Proteo da medicina e uma molestia heredttaria, ella tem sido obser-
vada em todas as ide"as, e debaixo de todas as suas formas tio variadas, enfraquecendo
constituicdes robustas, produzindo mutilates e co'tando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economia esses principles deleterios, e purificar a massa geral dos hu-
mores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os depurativos
figuram em primeiro lugar para preencher esse desiderate
E' de preferencia no reino vegetal que a sciencia aconselha que devemos procurar as
substancias proprias e depurar o organismo, eliminando os principios novigos a sairiis
peloaugmento das secrecies naturaes ; e que possam ao mesmo tempo neutralisar a vdeu
syphilitico, ainda quando este virus ja" tem feito erupcao no exterior debaixo de suas mul-
'.iplicadas formas. Os grandes e incomparaveis depurativeis vegetaes conseguem
muitas vezes preyenir os estragos da syphilis, quando por ventura se acha ella ain-
da no estado de incuba^ao; isto e", sem se ter manifestado sob formas externas; bene
licio incomparavel, tanto mais porque neste estado os individuos igooram completamen-
le se estao contaminados por esse terrivel inimigo.
Felizmente para nos o recurso prompto e sem igual para combater virus tao delete-
rio encontramos envabundancia em nosso uberrimo solo, nessa riqueza invejavel de es-
pecies de vegetaes, maitos dos quaes ainda tao pouco conhecidos e estudadoscom pezar
o dizemos.
Nos mereceu a preferencia na grande variedade de plant* de deporativos que pos-
suimos, as tres plantas bem conhecidas no no;so paiz ;a CarobaJacaranda p^ocera
de Sprengel, da familia das Bigoniceas; o Velame croton campeslre, deS t. Hil; da fa-
milia das Euphorbiaceas;e a Salsaparrilha-Smi/aa; syphilitica de Runtle, da familia
das Asparagineas. .
Extrahindo somente destes tres importante vegetaes os principios medicamentosos
pelos processos mais aperfeicoad s da sciencia moderna, conseguimos reunil-os em um
compc sto agradavet e de facil applicagao, cujss propriedades para acura da grande serie
das molestias syphiliticas e todas as que proveem da impure/a do sangue, nossos estudos
e repetidas experiencias nos convenceram serem incomparaveis, as que se tern obtido
com emprego, nas differentes formulas conhecidas, dos principios de cada um daquelles
vegetaes de per si. Nao precisamos descrevertao importantes plantas, fazer conhecidas
suas virtudes; ellas eseusbons effeitos medicamentosos j<$ sao bem conhecidos, quer em
nosso paiz, quer na Europa, onde abalisados botanicose distinctos inedicjs se teem del-
las occupado, e mesmo estes experimentado com optimos resultados no tratamento de
muitos pedecimentos.
0 nosso Arrobe depurativo de Salsaparrifha, Caroba e Velame tem urn sabor
agradavel, a sua accao esuave e benigna e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece geralmente a todos os compostns em que entram substancias
mineraes como.mercurio, o iodureto de potassio, etc., ;ujo uso prolongado e sempre
p3ra receiar, principalmente por que trazem grande alteragao do sangue, resultando deste
estado muitss vezes hydropisias, quasi sempre funestas.
Sendo as molestias, como acima dissemos, devidss asaltera^Ges dos humores, o Ar-
robe Deputativo de Salsaparrilha Caroba e Velame pode ser empregado vantajosamente
na syphilis, erisypelas, rheuraatismo, b6bas, gdta, dores sciaticas, ulceras chronicas,
gonorrheas chronicas, molestias da pelle, etc., e em geral em todas as molestias em
qae se tenba em vista a purificaeao do systema sanguineo ; pois que nossas constantes
experiencias tem feito ver, qne elle e indispensavel nos .casos gravissimos para minorar
os soffrimentos e prolongar aexistencia, e nos menos graves a cura e a consequencia do
seu uso convenientemente prolongado.
Assim, pOis, nutrimos a convicgao de que o uso do nosso novo preparado justifique
cabalmente as nossas asseveraooes, porque se/ido medicamen'o puramente de principios
vegetaes, nossas experiencias ate hoje tern confirmado sua utilidade.
DEPOSITO CERAL
Aos Srs. de engenho.
Um mono portuguez offerece-se para machinis-'
ta ; assim fcoBio para assentar qtrtlqnor machina
a vapir : a trai.ir na nia d Imperavji.r n. 8, ar
niazcin.
^ Pretos
Alaga-se am prut.) de m-ia iiinle .; nm molwjaa
ni' lfi ann-i.-s, o. (|iW>t>* >;io opliuiiw para I n}o o
serv^v.) J,i:tn tfd.p, oik so uela sua lw;i conducU.
como tambem por ja conhecerem o Irabalbo ; so
se alugarn para servico nesla cidad : a Iratar na
rua do Barao da Victoria n 22-
Allendfi
t
ii
A confeit ria do Campo*, sita a rua do Impera--
dor n 54, uoico esiabnlerirneut'i de.'te georro ues-
la p'ovineia, proporciona aos butoitanles d-.lla a
vaut.igens
.-.aiiiresi
Furlo
A possoa que liver coinprado o 1 tomo de Pe
retra e Souza, Primeiras Linhas sobre o Proceuo
Civil, querendo retitui-lo a seu legiiimo dono,
lenha a bondade de dirigir-se a rua do Imperador
n. 20, d'onde foi furtado por nm moleque. Pro-
melie se sstisfazer o preco da compra, e gratificar
ao porlador.
Atten^ao.
Eacrai Inba pcrdlda
Antes de ontem 27 do hcerreote, depois do sol
posto, perdeu se a dita pretinha, de nome Andreza,
seu vestuario consta de camisa de madapolio,
pessoa visinha observou ella tomar a d reccao do
pateo d > Livramento ; sabendo-sa disto mais larde
um pouco, nao se pode mais eocontra-Ia, tem 4
annos de idade : roga-se a pessoa que por carida-
de a recolheu, o favor de raanda-ia trazer a rua
de Marcilio Dias n. 30, que alem de seu pagamen-
to licar-se-ha extremamente grato._____
No dia28 do corrente evadio-se da rua
da UniSo n. 45, o moleque Reiberto, de 15
annos de idade, bem preto, trajando calga
de brim j)reto e camisa de algodaozinho ;
quern ojapprehender leve o a seu senhor,
quo sera gratificado.
E se nii-o, vojuin
e Ulllil pi-SS H Ipli/.-T tll-lfl I] I PHI M C* B-
COSSafi i pra
Um casarnei.to
Trn hapiisado
I'ma pariida
I'm cha para vinias
Um lunch
Um lauto jantar
Nio tem mais do que ir oa mandsr & con-
feitaria do Campos, rua do
Imperador n. 24
Alii tambem e en arregam de bouquets, (lores
e folhas para casamento : assim come, de docos
de todas as qualidades para embarques, e tem
sempre preparados fiambres inteiros e a retalho,
pasteis de diversas qualidades, empadas de cama-
roes e de came.
De ludo que alii se vende, garantese a boa
qualidade, limpeia e promptidao.
Enfeiiam-se fiambres, bolos, pIes-de-16 e ban-
deijas, tudo por precos razoaveis.
Alii alegra-se a vista e satisfaz-se as exigencias
do paladar.
Sona confeitaria do Campos
Casade campo.
Alnga-se um siiio perto da estado da Casa Por-
te, com banho do rio Capibaribe dentro do sitio,
com duas casas, cocheira e estribaria, quartos
para criados, pasto para vaccas, baixa de capim,
com alguns alvoredos de fructo : a tratar na rua
do Rangel n. 37.
Precfsa so frc uma ama
i )i. foziniiar ein casa j^qiieua (iiiiiilia, prefe*wi-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe n. 40.
Aw mrninos
A XOVA ESI'Kli '.\i;,\, a rua Oaqne ^ Qnat
*, id <>rtimeitU tie ti-
naiboiii-us <|ne rlini, qnn rirtase* rhcraii .
tamhetn a< lenf moda< rurdsf ou urda' m:idi-
v. nhiHi \cr .-e nio s ..'
I'i. Rn<
ao ii.i. i> ii.
Kl;('i!i->
:. (.
ft."
i '
'.:
in
AVISO.
34.Rua Larga do Rosario.34
PERNAMBICO.
Alugase o !.', e 2. andares a o armazem
da rua dos Burgos n. 11 (Recife), esta caiado e
pintado dc novo : a tratar com Jose Feliciano Na-
zareth, na rua de Pedro Affonso n. 20, outr'ora da
Praia. Tambem aluga-se uma casa terrea no bec-
co Tapado (Recife).
S 0 advogado 0
%' Adolpho Burgos raudou o seu escrip
."5| torio para a rua das Trincheiras n. 48, !. 2
*i andar, ende reside.
$ rillf9f$Rffffff$f$ff
AO COJfOIERCIO
0 abaixo assignado declara ao publico e espe-
ciaimente ao corpo do commercio, que comprou a
-Luiz Moreira Reis & C. a taverna sita a rua das
Carrogas n. I, livre e desembarapada de qualquer
transaccao que haja. Recife, ll de julho de 1874.
Manoel Miranda de Souza Junior
Aluga-se
o sobrado de dous andares e loja, sito a ma da
Aurora n. 79, tendo agua, gai, estribaria, cocheira
e cozinha : a tratar ni mesma rua n. 81, segundo
andar.
CASA DA FORTIA.
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
A rua Primeiro de Marco (outr'ora rua d>
Cretpo) n. i3 e casas do costume.
Acham-se a venda os (elizes bilhetes garantidos
da 16* parts das loterias a beneficio do patrimonio
dos orpbaos (HO*), que se extrabira nosabbado
1 do mez vindouro.
PREgOS
Bilhete inteiro 1*000
Heio bilhete 4*000
M PORQiO DE 1009000 PARA CM* .
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipojuca, moente e corrente, com todas as obras
em psrfeito estado de conservacao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, l andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
Kao se prestando o pequeuo espajxi do-armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, pan um abaste-
cido deposito das diversas imreas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
dlante aberlo ontro es abelecimento sob a mesma
deuominacao de
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorira n. 41'
com todas as proporcoes desejadas, e onde pode-
rJo os senhores freguez s dingir-ie, certos de que,
como ate" aqnl, achirao sempre a par da modici-
dade dos pregos, a maior sinceridade possivel. En-
tre as differentes marcas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem sido annunciadas, icaba de
chegar nma eneomraenda especial, qne muito deve
convir aos senhores freguezes. Conscierte o abai
xo assignado de que neste genero de negocio nao
esta sem competidores, fara muito por evitar que
tambem os tenha com rclacao ao pequeno lucro
que procurara obter da dita mercadoria.
Jose Domingnes do '".anno e Silva.
PENH0RESJ
N"a travessa da raa
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
\>i.-.i ... i trff ,
1} In-. yi. i .. ^ nu a
' "' -I "' '-. i C-li.ll c-i..piuifc,
1.1 --in... i.r..i:i-... .-.-uii.ia ivgiilar, um inii ma-
fir-, if in toiiiis i > rtcdtr*. < astnfarfe tfa mtrnt .i .
i.i. baataafis prurbia, e 4*e. iu'o qu..ii obi*,
f-i c.i.iqi .'Kin a .Via:,... I Ti^va-su l.unoho, e ttutt
achar te em S. Vicente, freguezia dn.lfambc : r -
ga se a todas- as autoiidade- c npiUci de nmp >
qneiram apprehenJer dito escravo e leva-'o a re
da Madre de Dens n. H, 1* audar. das 9 >i 4 '-.'in-
da taric, ou a rua de S. Goncali n. J9, sobra-J-<
ao lado da igreja, que serao gratilicados.
^KBg^-%.
h
v*r%z*
24-Rua do Ulahjuez k MMoi4
I'iSquina lo beern l.iir;ii
Participa a MM frrguezes e amiges que u udcu
o seu estabeleciniento de rekjue ro para a iw'ira
rua n. 2i, onde enconirarao m grand'- wrtirMMa
de relogics de parcde, amerioanos, e cin a et- m -
sa, dos melhores gostos e qnalidadfs, re1' ?i algibeira, de todas as qualida- e. patenit- tuitso.
de onro e praia donrada, folesdo t| ;a gios de onro. inglez, desenberto. dos H--H
fabricantes, cadeia de ium, plaqni-t e prai^. ii.ii.
detod!>s as <;ualidades, tud< por prero* ncri b-
rato?.
J4RD1M DAS PL4NIAS
A ma da Ventura n. 95 (Capuuga)
Abi se encontrara:
Larangeiras celecta e de umbigo enxertadas a 3*
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de 1 all
palmos e ate ja com flores para dar fructo, alem
das scguintes plantas de ornato e de fructo por
preco muito commodo.
41 Rua do Imperador 41
0 novo proprietario deite acreditado e bem montado estabelecimento, com o fim de
oonservar os creditos dc. imico neste genero, tem reformado e melhoiado completamente
0 mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provincias do norte e in-
terior desta, garantindo perfeigao em todas as prep.r8coes, aceio e medicidade nos precos,
compativel com este genero de drogas.
Espera a todo momento uma grande remessa de pharmacia homeopathka de J.
Epss & C, de Londres, composta de medicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
Rhus, de Buvonia, de Arnica e depos especiaes para denies.
Tem a disposiqao dos amantes da homeopathia a excellente, obra do Dr. Mure me-
dico do povo, ja em 3.a edigSo.
Tem carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamentos ate 120, a* escolha do com-
prador.
l'lumeria, para mordeciura de cobras. i
Seracena( Chocolate homeopathico.
I Para bexigas camo prcserialivo. Cafe homeopathico.
Vaccina (
China cruzeiro, para intermitlenlts.
Schynus, para anginas.
Calendula, para queimaduras.
Tarantula, para paralysia.
Tiotura mai d'arnica, para contusfes, cor-
tes, etc.
A CHEGARE.M
Opodeldock d'Arnica.
Dito de Rhus |
>para rhematismo.
Dito de Bryonia)
Elor d'araruta.
' P6s para dentes, inglezes.
Jeric6, para rheumatismo.
Matta-matta ou jaboti, para tosses.
Espinto
ra.
de Hahereman ou de campho-
Cactuc grande florus, para pneumonias e
molestias do coracao.
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Condeca.
Coracao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fracta-pao.
Inga do Para.
Jam bo.
Jasrnim laranja.
Laranja da China.
L'ita do ceo.
Dbaia e ootras mvitas.
E outras plantas : na Capunga
ura n. 25.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Dita branca.
Dita tangeriua.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticoro.
Palmeira imperial.
Parreiras.
Pinheiras.
Rom?iras.
Rozeiras.
Rozeda.
Dbaia.
a rua d a Ven-
Affoaso de Albuquerque niello
incumbe-se de promover cobrangas amigavel
ou judicialmente, assim como de ontros negecios
concernentes a sua profissao, nos lugares proxi-
mos a linha ferrea, e nos outros termos proximos
a esta cidade; para cujo auxilio tem o annun-
:iante sulicitadorcs habilitados e probos, respon-
sabilisando-se no enlanto pela boa gestao e conta
do que lhe for conGado. .
Mediante modico honorario acode aos chmados
para diligencias ou consultas fora da cidade e do
termo e incumbe-se da defeza de appellajoes ante
o tribunal da relacao. Pode ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde era seu escriptorio
iprua do Puque de Caxias n.37.
DE
RBISTOL
Acha-se constantemente a testa do estabeleciraente e inspeccionando todas
parades o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Hello.
C0NSULT0W0 HOMEOPATHICO
as pre-
' i*
BARTHOLOMEU et C
aharmaceuticoB preraiados era diversas expoeicoes
ELIXIR SEDATIVO PECTORAL
ANTI-ASTHiMAHCO
ESPECIALIOADE
^.i?t?1?*B?0 ^ *****. <, conmUsa, dtfhuo catarrhaet, e todas as mofeiftai ds pulse*.
q Mm feito imporuntee curas, qe 4 hoje o unice acseito pelos melhoree ItadicoaT^^
BETOKTO OERJX, 34, rua Larga do Rosario, PERNAMBUCO.
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL puri
fica a massa do sangue, expelle para for*
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secrecies, di vitalidade e
energia a todos os orgaos e di forga e vi-
gor ao systema afira de poder melhor resis
tir a todos os ataques da enfermidade. T
pois este um remedio constitucional. Elk
nunca distroe afim de poder curar ; pore'm
constantemente assiste a natureza. Portantf
em todas as doen$as constituciomies e em to-
das as molestias locaes dependente d'um es-
tado vicioso eimperfeito do systema em ge-
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha w
Bristol earn remedio seguro e efficassissi-
mo, possuindo inestimaveis e incontestaveis
vrtudes.
As curas milagrosas de
KscrofalasJ
Ulceras,
Cha gas anti gas,
ENFERMIDADES SYPHILI'fiCAS
ER\SIPEIAS,
RHEUMATISMO,
NEVRALGUS, .
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC,
que tem grangeado e dado o alto renome
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do uni verso, sao Uo so-
mente devidas a*
UNICA LEGITIMAK ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
PHARMACIA CENTRAL
Casa de saiide de Santo
Amaro.
Joao da Silva Ramos, proprietario da
casa de saude, tendo regressado da Eu-
ropa, reassumio a administracao, e o
servico medico do mesmo estabelccimen-
tos, e espera qne o publico continue a
depositar a confianca, que sempre depo-
sitou em vista de seu zelo e interesse
pelos doentes alii recolhidos.
Joao da Silva Ramos, medico pela Uni-
. versidade de Coimbra, de volta de sua
j] viagem a Europa, contimia no exercicio
' Ho sua profissao, prestando-se a tratar
1
de
de qualquer doente dentro ou fora da ci-
dade, e dando consultas diariamente das
10 as 12 horas da manba em .-mi escrip-
torio na rua do Imperador n. 67.
Joao da Silva Ramos, deve'ndn receber
mensalmente da Europa, vaccina de su-
perior qualidade, prestase a ir vaccinar
qualquer pessoa em seu domicilio ou em
seu gabinete na rua do Imperador n. 67,
nas quartas-feiras e sabbados das 40 as
12 horas da manha.
MJJll".-.i^JJj :lMg!P4|LyJ--lj
No dia 21 do corrente, fugio um cSozi-
nho da ra^a Kingcharles, com ossignaes se-
guintcs: preto e cfir de cafe por baixo da
cabe^B, p^s e peito, pello lustroso, lino e
comprido, orelbas muito grandes, e muito
manso, e acodo pelo nome de Millord ;
quem o encontrar ou o tiver recolhido, terd
a bondade de o mandar ao caes do Capiba-
ride (ponte velha) casa entre ns. 6Je 8, onde
sera gratificado.
Villa de Palmares.
As Sras. Carroll participara aos Srs. pais de fa
milia, que abriram um collegio francez para o
sexo feminino na villa de Palmares, onde recebe-
rao aluninas'internas e externas. Ensinar-se-ha
alem do francez, portnguez, inglez, arithmetica,
geographia, historia, musica, bordados, etc. Tam-
bem se propoem a receber alumnas das 3 as 6
horas da tarde, por metade do preco : para tra-
tar na mesma villa, no pateo da Feira.
Palacete
Ainda esta por alugar-se o palacete da liha dos
Ratos, do linado Cuslodio Jose Alves Guimaries,
onde morou ultimamente o Sr. Dr. Ignacio de Bar-
ros : a tratar na rua Primeiro de Marco n. 7 A.
Aluga-se
o predio da rua da Ponte-Velha n. 75, com com-
modos para familia, contendo agua e gaz encana-
dos, com apparelho de limpeza, quintal bem plan-
tado, com portao qne delta para a rua da Alegria :
para ver no mesmo, e tratar com o Sr. Diogo Es-
teves Vianna, a rua do Barao de S. Borja, antiga
do Sebo, rasa em obras.
- No .pateo da Mainz de Santo Antonio n. 6
tem amas para cozinhar e engommar, e tambem
para andar com criancas, que se alugam a preco
commodo.
Escrava.
PrecUa-se alugar uma para tratar de meninos
e mais services de uma casa de familia : a iratar
na rua do Marquez de Olinda n. 35.
Aluga-se
a casa terrea sita na rua de Paysandu, com agua
potavel: a tratar na rua do Vigario n. 31.
Aluga-se por menos do que estava, o arma-
zem da rua Duque de Caxias n. 36 : a tratar com
Jose Henrique da Silva Guimaraes, na Soledade
n. 27^ ___________
Antonio Jose Gaspar de Azevedo e Francisco
Anastacio Fires Loureiro, com refinacao de assu-
car e cafe moido, na villa de Palmares, lugar de
Una, avisam ao respeitavel publics e ao corpo do
commercio, que sempre acharao fornecimento des-
tee generos a venda, por precos razoaveis. ____
Casa.
Aluga se a csa n. 148, no Caminho Novo, per-
to da estacio do caminho de ferro, na Soledade,
com muitos eommodos e bom quintal, com mui-
tos arvoredos de fructo. A ct.ave esta junto na
casa n. 153, para ver e tratar no Recife, rua da
Cadeia n. 3.
Aitencao.
Vende-se o estabelecimento sito a rua de Vidai
de Negreiros, outr'ora Cinco Pontas n. 148, de ac-
cordo com os credores do Sr. Joao da Silva San-
tos ; a-saber : uma armacao nova, de amarello,
envidracada, com todas as suas pertencas, pesos e
medidas, com poucos fund is a vontade da pessoa
que quizer estabelecer se em um bom local, ja pe-
la casa ser mnito afregueaada, e alem do que oc-
cupa o estabelecimento tem commodo para fami-
lia : a tratar na mesma que aeharao coin quem
fawr negocio.
m D0
V Dr. If ii rill a.
W RUA DA CRUZ N. 26, ANDAR.
'J Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
Q quentou os hospitaes de Paris e Londres,
Q pode ser proenrado a qualquer hora do
"i* dia ou da noite para cbjecto de sua pro-
ft fissao.
^ Consultas das 6 horas da manha as 8 ho-
jm ras, e do meio dia as duas da tarde.
f. Gratis aos pobri?.
tf ESPECIALIDADES.
V Molestias de senhoras, da pelle e de
y crianca.
CASA DO OURO
Aos 4:OaO^OOO
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora IS ova
n. 50, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos sous
muito felizes bilhetes a sorte de 4:000/! em um
bilhete iateiro de n. 467, e um dito de n. 1,715
com a sorte de 7002, e um meio de n 3,827 com
a sorte de 1002, alem de outras sortes menores de
400O0 e 202000 da loteria que se acabou de
extrahir (109*) ; convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabeleriuientu com
prar os mnito felizes bilhetes.qus nao deixarao de
iirar qualquer premio, como prOva pelos me. annuncios
Acham-se a venda os muito felitea bilhetes ga-
'antidos da 16* pane da loteria a beneficio do
patrimonio dos orphaos, que se extrabira oj dia
1 do mez de agosto.
Pre$os
inteiro 4*000
Meio 2/000
De tOO^OOO para ci*o.
Inteiro 3^500
Meio 1/750
Recife, 25 de junho de 1874.
Joao JoaQuimCostaUili.tip
LOJA DO PASSO
1
Aluga se o !. ej2* andares do sobrado
sito a rua de Lomas Valeutina* n, 86, co n bas-
tantes eommodos, cada um para grande familia,
lendo o mesmo sobrado quintal e portao quo da
s&hida para a roa de Hortas ; bem como o aegun-
do andar do sobrado n. 86, sito a rua de Marci-
lio Dias : quem pretende-los dirija-se 4 rua Nova
n. 17, qne achaiacom quem tratar.
Pede-se ao Sr. Jose Paulino da Silva, mora-
dor no Campo-Vnrde, qne dirija-se a rtu do Li-
vramento n. 37, afim de ehtender se com o Fsr-
Jreira Junior,
Negocio da costa da mina
Uma pequena taverna com poucos fundos e bem
localisada, propria para principiante, garantindo-
se 10/000 mensaes do aluguel da casa : quem
quizer, va a typographia da Provincia, qne la tera
informacoe).
Escravo fugido.
Desde 8 do corrente mez de julho que esta fu-
gido do engenho Sapucaia de Beberibe, o escravo
Luiz, pardo, cabellos de caboclo, corpo regular,
esta nm pouco pahdo por ter acabado de se tratar
de uma bronchites : reeommeoda-se a sua cap
tura.
AllencSo a gralilkaciio de
2008000.
Fugio no dia 7 de julho deste anno, do engenho
Giqui, da freguezia da Escad;, o escravo Luii, ca-
bra escuro, idade de 25 anno?, lem marea de ta-
lho em uma sobrancelha. bem barbado, peitos
cabelludos baixo, espadaiiio ; este escravo esto-
ve pas?ando por forrc ha cerca -ie um ann.\ no en-
genhn do Meio, freguezia da Varzea, e cgora cons-
ta ja ter apparecilo por la e anda aeoilado netes
lugares : roga-se aos capitaes de campo ou a
qualquer autoridade a apprehensao do dito eicra-
vo, podendo leva lo ao engenho acima, de Floris-
mundo Marques Lins, ou no Recife, rua do Tor-
res n. 12, !. andar, escriptorio.
~CRlADCT~
Aluga-so tun mulato para cnado e bom copeiro:
a tratar pa ma do Crespo n. 16, primeiro andar.
UK
Cordeiro Siniocs ,\ L
Acab^m do recjb'.T peJo fapnr Mmdozn
Riauissimos cout> de gctfutio ue Mia i;*
com listras arhanjelotadas.
Ditos dc linhomrirr. veslMos, contealo ***mi >: .
te, o ncccs^arfrJV(^.lra seu mfoHe, coaH I -,
franjas, trancas, t-otoes, tivcilas, ie
Riqui.-simos rhapeos para senhora, ultima rr._ *;
rua Primeiro de Mar^o n. 7 A.
Ferfumariaf-
Fino? extractos, hnnha?, olr^s, c, iati I p-
trillce, agua de flor 'le laranja, ngna divina, fiorida, lavande, pte de rircz, .
crosmetii!os, mui'os artigodtli^a- s en fei-fama-
ria para prescntes an frascn 'Ie tracts,
nhas snrtidns < garrana de dHfci :te< tai
d'agoa de Cofofrm, tado de prm^ira qua!:
do< tem eonbecidos tabricaatea Piver e C ".drk,..
No arinazeu do Vapor Fracc.i, a rua d '
da Victoria, ontr'nra Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artift-ns dc 'IiI?'orcR( phiai.t:tKin*a.
Bepalkos, laqaes, lavas, > faa a'onro, k di
canivetes, caixinha* de cosurn, alt in-. '
e caixinhas para retratu-. Imlsinhas de veils
diia de oonro, cestinhas para braces de irtuinas,
chicotes, bengalas, oculo, pencincz', poi.lei-as para
eharntoae eigarres, escovas, peMe*. c.ri-ir.nh i us
madrcperoia, lapete para lanterua?, nalas, b
de viagens, venesianas nara jinrBn,
pos, lantcrnas mifrlrit rmnin> i. jogos da gl rii,
de damas, de bagatelii. quadrot com paisaf
glubos de papcl para i luminaciies, mac!..' is J
fazer cafe, espana.lores de*nlus, realej* '
accordaos, carrinhos, e b-ri; ? para eriJ>n a~, '
outras muitas quinpiilLirjs.
Brinquedos para meuii
A maior variedade one se | ode > m'. r ir i
des os brinquedos fabricados em diff. rnb ;
da Europa, para entrttimeutos das cri.":
a precos mais resnmidos que e possivel : dj ar-
mazem do Vapor FraDCtz, rua do Baraj da
toria outr'ora Nova n. 7.
(lalcails) franeci
A %
Botioas para hojin
Acabam de cheirar grandes ja>*!uras i
de bezerrc, de ciirdavao, de pelica. de iwiraa
com biqueira. de bMcrrq com boldes. sec iiho-
ses a 95000 (a escoi!:er) por ter viudo -aC-
quantidade por conta e ordem do* fabr' *Hl;
ao armazem do Vapor Francez, a rn'a d' '. '.t
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
I*nra senhora.
BOTI.VAS preta?, brancas e de cores. i
lisas, entcitadas e bordada".
SAPATI.VHOS de phantssia com salv>, i i,
pretos e de cores Jiffercntes, I d ,
SAPATOS de tapctes, chariot, BMM e dc c \.
Para meniuasi.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differe;.. ,
lisa^, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portugnezes.
Para naenine*.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corda an,
>BOTINADOS e sapatoes, de bexerro, de devers*,*
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a GuUhenne, pen>4- *
meias perneiras para homens, e meias porne.ra
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rna do Bara*
da Victoria n. 7.
E' economico.
Graxa glycerina prcpria para a conservacao Jo
cordovao ; v^nde a NOVA ESPERANCA, a rna L' i-
que de Caxias n. 63.
~ Avlaa-se a quem convier, que a cadeira pu-
b[ica do sexo feminino. novamente creada no Fun-
dao, am Beberibe, principia a funccionar em o i
de agosto proximo vindouro
Precia-se de um feitor qae lenba praiica para
nm sitio fora da cidade : a tratar na rua do Ran-
gel n. 37.___________
Preciia se de uma crionta para tratar de am
crianca : a rna da Concordia n. 10,
Nao ha mais cabellos
braocos.
u TINTUMRU JIPOXEZi.
S6e unicaapDroTad* pelas acnoWniaa m
sciencias, recouhecida s perior a toda qne
tem apparecido ate" hoje. Deposito utima*-
pal a rua da Cadeia do Recife, boje Ha>
fjuex de Olinda, o. 51, 1.* andar, e a
todas u boticas e cases de eabeilte-
reros.
BsH!

p



Ju&a d ?iflU.m&ii(# Quarta feira 29 dfc Juibtf de K?4. *
F1INDIGA0 DE FERRO
4* re3 do BarSo do Triumpho (ma do Bran) us. .00 a (04
CARDOSO IRMAO
.*VTSAM sos senhores de engenhos e outros agricultorcs e ao publico em geral que
coDtinaaca a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e macliina s ne-
eesa was aos estabelecimentos agricolas, as raais mode; nas e melhor obra qne tern viDdo
ao rnereado.
V apores ,de forca de 4, 6, 8e 10 cayallos, os rcelhores quetem vindo ao merado
oKiGIiclS (ie sobresalente para vapores.
JlOOndaS mteiraS e meias moendas, obra como nunca aqni teio.
TaixaS flindida-S e batidas, dos melhores fabricantes.
KodaS d aglia com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
E\OdaS deiltadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogloseapitos para yapores.
BombaS de ferro, de repucho.
A.raOOS do diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar^andes e peqaenas.
VaraEidaS de ferro fundido, franceias de diversos e bonitos gostw.
* 0o0CS iraHCeze8 parn lenha e carvio, obra superior.
Ditos ditos p,ra gaz.
Jarros de ferro fundido
Relink", 0 popular!
icne e economic
pre-
fm-
para ardim.
para mesa a banco.
Pea de ferro
aLaCnilia para gelar f gua.
V aiVUiaS para bomba e banheiro.
Correias inglezas ^n maehinismo.
DaHCOS e SOiaS com tiras de madeira, para jardim.
OOQCCil'tOS concertam com promplidio qualquer obra ou maohina, para o que teea
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
SriCOJIUliendis man(^am v'r Por encommendada Europa, qualquer maehinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
com am dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assents?
mchiilas, e se respunsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Bram) ns. 100 a 104
F 1! N D 1 g A O DE CARDOSO 4 IRMAO.
CabeTleireiro francez
t
Rua do Marquez de Olinda n. 51
i. ANDAR.
P ti ) Rentier, ofTicial de cabelleireiro e gerenle da C3sa de (iustave Uerveliri. cabel-
n francez; tern a henra de prevenir ds Exms. Srs. familias que acaba de fazera ac-
quisicSo de am perito official vindo ba pouco de Peris, o qual esta hebilitado a desem-
poniiar qualqt er encon menda de sua arte, e se acha a" disposic,5o das pessoas que deseu
prpR'Tmy^se queirara otilisar. Outro aim scientifica que cm sru eslabdecimento encon-
tfmpre a Monitor dos cabclleireiros, onde se acham descriptos e desenhados todos
utesdos modernns, para son's, casarxentos, bailcs etc.
[ main i !e previne us mesmas excellentissirras senhoras, que re* ilieu um completo
.-.: o decoques, cachepaines, band6s, crescentes, etc., e vende tudo pel is precis
oi rancipiiados:
Coque de cabello de 15?, 205 a 50(9000.
Trangas de dito > 1(55, 12# 15? a 200i 0.
C.ichepaine de dito 15?, 2('6 8 30?>000.
Creicejites de dito 2C, a "5('?0C0.
: m i fcontrarao i.m con pleto sortimento recc-bido ha pruco, de cabellos-de todas
: i n s e coipprimeiito.
X. 54.Rua do Marquez de OlindaNT. 51.
)E CHIN0LIM

rav
i
.
a
lioa da
cabeca.
34
II.10*>1T0 dii:RAL
Pharmacia e droeraria
Rua larga do Rozario34
PKRN'AMBTCO
PREPARADO POR
BARTHOLOMEO & G.
Phari&Mi stieos da casa real de S. M. F. el-rei de IVrlngal
Prenriados era diversas exposicoes com o primeiro pre-
mio de sua classe.
11 carope vegetal amtridko, girantida poumbnr vrgetal, nio contem era sua composicao
umsoalomo Jo pio, e --irn xiniente suecos de plantar ndigenas, cujas propriedades beneflcas Da
cara das Jjole-Uas qne pertencem aos orgaos da respiracao, tem sido observadas por longo lenipo pe-
- nn distinctoa '\'v or?-oTimenJam a prescrereai todos os dias uo tratamento das brou-
i ratoapudas who chronfeas, as'hma, tosssrebeldes, eacarros Josangue, tfcisica no primeiro
grao e e >ntra as irritajSes nTvosas.
DEPOSITO GERAL
34 Rua larga do Rosario = 34
PERNAMBUC0.
Empreza do gaz
A eaapreza do gaz tem a honra de annunciar ao
I ul lii i q e raceMB ultimanienta um esplendido
soi limeato de lustres de vidro, candieiros, aran-
9<. is e globos, cujas amostras estao no escriptorio
a rua do lu.'perador n.' 31, e serao vendidos aos
sej? freguezes peloprojo mais razoavel possivel.
Albuns para retratos
A \"OV\ ESi'ERA.NQV acaba de receber um
linio ortimnto de albuns para relratos, os mais
eifsruntes qup teem vindo a este itereado. tendo-
diver- >- tamanlios e precos; a elles antes que
se acabein.
i'ede-se
a pessoa que por engano levoa urn chapeo de sol
r.a none do 21, da rua de Marcilio Dias, cujo cha-
eo lem n norae Adolpho Antooes, qaeira ter a
ondade de eutr^-ga-Io a rua estreita do Rosario
n. 60.
Alogam-se dual oaias terreas ns. 13 e 15,
pa cidade de OUnJa : na-rna do Paco Caste'.hano.
Muita attencao
Qjem acllou dpas cbavesinhas em uma argola,
queira fazpr o obsequlo de leva-laa a rua do Vls-
c?nJe de inbausaa n 50, sobradt), que muito se
*gradecer;i. ,
AOUAS MINERAES NATURAES
' DE
Vichy-Cnsset
Pretertveis a por serem as unicas que conservam todas as suas
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, e a mats elQeaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no empobreelmento do
sangue, e nas febres intermittentes. Os resultados
obtidos nas diabetes sao muito aotaveis.
Fonle Elisabeth, nlo se altera nunca eta mais
rica das agtiis de Vichy em bicaibonato. de soda
em magnesia e recommendada pelos senbores me-
dicos pela sua efflcacia nos epgorgitamentos do
Cgado, du baco, nas affeccSe3 do estomago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJA SE
o oome da fonte na capsala
Vende-se em caixas e a retalho, no nnieo de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
IB
Ferrcira MaiattC'ompauhia
37-RUADUQUE DE CAXJAS-57
Escravo.
Precisase alugar um eserafo para o service
de bdk casa de commercio ; ca rua do Marqnej
d Olinda n 35.
Quereis passur algumas boras -atisfeilo "'
Quereis censervar a forca dos orgies digestiros
Qaereis espuecer os peripecias da vida ?
Quereis viver engolfado no prazer f
Quereis prevenir muitas enf rjidades ?
Qaereis gozar os effeilos da boa economia ?
Quereis ter appetites e facil digestSo 1
Quereis, final Tiente, ser feliz e ditoso ?
Attendei aos meios:
Vinde incontinente ao muito conhecido e
coni?ado armazem do Campos a rua do
perador a. 28, onde encontrareis lodos os agentes
(sem ser do leilao) necessaiios p.ira conseguirdes
os gozos qtte vos offerecferft as afllrrnativas, que,
indispensavtlmeole exigem as ^iiopergfl&us predi-
Us, istoe, encontrareis os gttieros nlais Onos e
gostosos que por ventura lenbam alimemenlado
os oslomagos mais susceptives e delicado^ encon-
trareis os vinhos mais pur s que teem exportado
os paizes mais vinbateiros do mundo e qne fazem
espaoear a mais impertinente tristeza, dcixando,
com certeza, iaraizado o germen da alegria, que,
inuadando de perfumes- o oceano da alma a
imaginacao exercera, poderosamente, prodigiosa
inspiraca* sobre lodas as oabecae a qae teotoa fei-
to a sua ascensao ; encontrareis os a'-epipes mais
rAelindrosos. de cheiro activo e embriagador ;
encontrareis, em summa, iguarias del- itosas, pe-
liscos deliciosos e tndo o que ha de mais pro-
vocador (o>pois da'WuHier) e-qu*"*as pod> saa'l
vemente transportar ao- paratzo da gastnmorrrra,
fazendo-vos gozar a mais real das* felicidades
da vida humana, a- boa mesa
Vistocomo:
N. 28Cem o emporio da9 tripasS. 28.
N. tt- Recfietado deiguarias-N. 28.
N. 2 Sb pDde' dos eirrbacados -1?. 28.
N. 28 Repetir as nicardias -N. 28.
Ituado briperador
Mesmo porque:
E' patente e apregoado por todos os medicos de
mais celebridafle qae os bons aliaierJtos sao es-
sencialmente necessarios para a boa conservacao
da saude e un-a das bases- mais pr.derosas paca
assegurar o completo desenvolvimento da* fa-
culdades pbysicas o raoraes da creatura ; e
com effeilo, se asaim nao 6, respondam-nos qual
a causa porque em cada canto qae paramos des-
cobriiLOs una qoanlidade enorme de criancas ra-
chiticas e tnfesadas, de mocas debris e de uma
construccao franzinc, de rapazes maalenlos e sem
vigor e finalmenle de toda a mais bicharia, dig-
na por certo de melhor sorte, verdadriros typos
do desfaliccimento e que nos d-ixa pbysiologica-
mente conbecer bs fefleitos.mepliiiiccs da ma ali-
mentaQlo, de que irreflectUameute Taztm uso ?
Silencio profundo 1 CoiifinnaQio absoluta!
Verdades puras :
Quern negar ja ousou dos pj-ios a fama,
Dos presuntos os sabores requintado ?
E do vinho o poder que leva a eama
Vida ao enfermo e forja aos esfalfados *
A lem do que :
E' um facto ccnsciencios?mente provado c que
so podera ser contestado per algum hypocrita mi
becil, de que uinguem esta tao habihtado a ven-
der bom e barato como o Campos, o qne e de
facil intuicao, aliundendo se a que o seu fim e
fazcr com qne todos venham eomprar cm seu a"r
mazem, para o que nao se acha, felhmente, sob
o jugo do egoismo c nera tao pouco e alimenta-
do pela ambi^ao do -ouro- e sim pelo desejo
de bem servir aos seui fregnezes, dispensando a
todos agrado e sinceridade.
Embora que:
Ruja, ruja os invejosos,
Fallem, pulem, saltern, berrent :
Nao poderao, desditosos,
Competir, nao, mai? esperem"..
Vicente fugio
Na noite de 13 para 14 de marco do corrente
anno fugio o mulato Vicente, escravo, de 20 annos
de idade, bonita figura, barba e ettatura regular,
levando vestida e em um sacco roupa de algodao
branco e alguma mais fins, pertencente a um cai-
xeiro da casa donde fogio ; e natural da fregue-
zia de Sant'Anna do Mattos, diz .ier livre, casado,
e ter sido crlado em companhia da madrinha D.
Anna Luiza da Luz, de quern, abas, foi escravo :
roga-se, portanto, aos Srs. capitaes de campo
eautoridades policiaes a apprubensao do dito es-
cravo, e entregal p na cidade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaqu m Moreira Reis, ou
na cidade do Assii ao Sr. Torrjnato Augusto de
Oliveira Baptists, que serao generossmente grati
ncados.
? A mo. Pl"W* ^e nrria, para cozlnfiar : na-
! ^t" rua do Imperador n. 63, 3." andar. Pa-
ga-ss bem.__________________________________
Precisa se de uma ama, pre
ferindo-se escrava, que saiba
cozinbar : a tratar na rua do
Obuga n. 3, 2 andar.
Ama
AMA
Coronel Lamenha,
Precisa se de ama ama pa-
ra andar com meninos e tra-
tar de sua roupa : a\ rua do
antiga rua dos Prazeres n. 6.
Aluga-se uma ama para o servir.o de cozinha,
dentro ou fora da cidade : na rua de Santa Ceci-
lia n 45.___________________________________
Aluga se o 3* andar do sobrado n. 32 da rua
estreita do Rosario : a tratar na loja do mesmo.
Cozinhi
Signaes do negro Feli-
(ozuiiMrn.
Precisa-se de uma perita, para casa de du?s
pessoas : trata-se na rua do Imperador d. 69, so-
PARA miM 3\8TA\TAiVEAMEME OS CABELL0S
PREPARADA POR
. BARTHOLOMEO & C.
t?rtaenAieos !a Casa Ileal-dc N. II. '. El Btci ilc Portugal :
. taladrs em diversas exposieSes coin o primeiro preniio de
i e":isse.
i ico composto, cuja base principal sao principios vogetaes, que p6de por isso ser
por tempo indefinido sem o menor receio de alteracao de saude. Esta ngua admi-
i sos cabellos, em poucos minutos, uma c6r e brilho natural, desde o castanho
i :, ro, c ao contrario de todas as tinturas conbecidas, tem um aroma agradabilissi-
iiita oseu uso ds senboras, ainda as mais difliceis. Iflianr-am-se os seusre-
itos inoffensivos, quer a applicar;ao seja limitada a Itarba, qiiFr comprehen-
ciano
crionlo, idade, 40 annos pouco mais ou menos,
alto, corpo regular, bem pre to, desdentado, bar-
bado, m I feito de pe<, tendo um dos dedos gran-
de, ou ambos baslante tortos. Acha-se (ugido
ha seis mezes desta segnnda fugido, e da primeira
esteve dous annos no engenho Tarabador, fregue-
zia do BoniW, parrencenle a Pranuseo de tal,
I genro do capitao C Jus* Machado.senhor do enge-
uho S. Christovaoi da dita fraguezia e por e.-tes
engenhos esta occulto como tem esiado. Vein pelo
primeira vez preso pelo capitao de campo Joao
Ventura, que mora em Agua-Prela; recommen-
Ja^se a sua captura as autoridades policiaes e
capitaes de campo e leva lo no engenho Minas-
Novas, lreguezia de Gamelleira ; o dito negro in-
tiiola-so forro, com o nonae do Jose Feliciano.
8
CwBsulloritt ,.ietlic brado.
Oasa Oaiada e Rio Tapado.
Jose Jacomo Lisso, senhore pos?oidor. por ti-
tulos iegiiimos, dos sitios Casa Cajada e Enseada
da Mai Lncrecia, em Rio Tapado, lermo de Olin-
da, previne a qnem interessar possa que nio faca
conlrato algum de compra, arrendamento, per-
muta, etc., etc. on oatro qualquer negocio, com
terras dos ditos sitios, qne limitara com as do en-
genho Fragoso, porjuc serao onllos taes contratos
e o annuneiante prolesta ppr seu direitoem qnaes-
quer circumstancias em que se acharera os ditos
contratos, e para obviar duvidas vai desdo ja
tratar das demarcates dos referidos sitios para
flxar os seus limites.______________________^
Vende-se o estabelecimento da rua Vidal de
.Negrelros n. (48 : a tratar no memo.
wamammammme^mmmmmmmmm
COMPRAS.
vaasAEES mromms
0 INEXTLVTGUIVEL-
A ccielire apa
DE
1IIJKRAV 4% LA\1IA\.
Uma pura distillacio das mais raras fla-
res dos tropicos. Content, para assim oi-
zer, quasi o oddr odorifero das flores do
tropico da America, e sua fragancia e, quas
luexhausta ainda mesmo por continuada
o^aporacao e diffus3o. N'este respeito e
t.icomparavel 8 qualquer oulro perfume
qne ha de venda para :
DESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOR
BE CABECA, PEBIMDADE E"
HYSTKRICOS.
E um corto e ligeiro allivio. Com o bom
.in, tem conservado sua influencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
j^rfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
ulexico, America Central, e do Sul e n6s
com toda a confianga o recommendamos
como um artigo. pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, nao
node ser igaalado. Tambem faz remover
da pelle:
ASPEREZAS, CMPOl.AS,
QUEIMAUL'RAS DO SOL,
SARDAS E BORBULHAS.
Sendo reiluzida corn agua, se torna um?
excellente mistura para hauhar a pelle,
dando um aroscado e cor clara a complei-
cao nublada, sendo applicada depois d
barbear, evita a irrita^ao que geralmente
occorre, assim como lambera garganteando-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
Ihora a condicao dos denies e gengivas.
Como ha muitas imita^oes, as quaes nac
possuem nenbumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e con tar s6mente c
o famoso perfume a cosmetico do sul d?
America, cham
A(iti: FLORIDA
DE
MlliaVl ft LA\HA\.
SsJ acha a" venda em todos odrngu
perfumari < ds pioda.
Estd eneouracado 1 !
Agua mole en\ j>' Ian to da ate qu a fura
Roga-se ao Illra. Sr. Ignacio Vieira de Mall
escrivio na oidade de Nazareth deata provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a coo-
clui' iqnt.le negocio qne S. S. se comprometten a
reai' .r, pela terceira chamada deste jornal, em
nn li dezembro de 187t, e depois para Janeiro,
passou jklfevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
6 por este motivo e de novo chamado para dito
9m, pois S. S. se dew lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e qoando o Sr. sen nlho sf-
ichava nesta cidade.
Engenho
Vende-se o engenh > 3. Pedro, situado na pro-
vincia de Alagoas, comarca do Porio Calvo, a
menbs de uma Tegoa distonte- do porto de mar do
Gamella, tem oxoeileotes terras-, malas; e safreia
regularmente 2.C00 paes : a tratar na rua dp VI-
gafio n, U,
. Atuga>seo primeire anlarda rna da Impe-
ratriz n. 22': a tratar na rua de Hortas n. 106.
g A- B. da Silva Maia. i
fit. Medico parteiro e operadi-r.

-.-Na rua vellia de Santa ttila n. 57, precisa-s
alngar uma preta para vender con: taholeiro.
Tornou a fugir
Do Dr. V. C. C. Albuquerque ausentou-se desde
0 dia 10 de julho do corrente anno o preto Bene
dieto, de i'-i annos de idade, e bastante ladino, falla
mansa, cauiador de modas, 6 bom carapina, esta-
1 tura alta, espadando e um pouco corccrvadb, bar-
' bado, fendo a testa peqnVna, fait* tfe UlRtPMl
i frente, pes feios, e com uma cicatr-z grande por
I cima de cada um p6, proveniente de talhos de
' raachado ; nasceu no engenho Buiary, de Goyan-
na, onde tem mai e pa rentes, tendo passado ao Sr.
Laiz (^valcaote de Albuquerque, morador na
mesma cidade, e desie ao Exm. Sr. Barao de Na-
zsreth, tendo a primeira voz que fogio estado no
engenho Pangana, de oyanna. Pedese a todas
as autoridades c capitSes do campo,que opegando,
ievem-o a rua Direila n. 40, ao it. Betisario de
Souza,Bandeira, ou no engenho Furna, de Santo
Amaro Jaboatao, qae cerao generosameote grati-
ficados.
y% VINO
Precisa se eomprar lew esemfos,
carapina, paga se bem : a tratar na
pedreiro
thesonraria
das lotenas, a rua Primeiro de Ma-co n. 6.
nua do Kangel u. Si
Consultas das 8 a'; 10 boras
Chamados a qualquer l Gratis aos pobres.
I
mmmmmfmmm-.
1
i
5 HEBICO-GIRl'RGIC:
DO

m
Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
PARTEIllO E OPBBADOB
@|ltua do Vinronde de Alltuijiter-JO'
0 que n. 39. -A
ESPECIAL1DADE ^
Nolestlas de senboras c ft#T
< meninos. jft
Consnhas das 7 as 10 horas da ma- K
nha, todos os dias. Wt
Of Das 6 as 8 da noite, nas segundas, (juar- JM
^ tas e sextas-feiras. S
jK 0> doentesqae mandarem os sous cha- )8r
^a mados por escripto at 10 boras da ma- g?j
j5 nha serao visitados em suas casas. *T
V '"I
m
CKIADO.
H*
Precisa-se de um criado que entenda de jardim
e para todo service dometico : trata-se na rua
do Imperador u. fi'J.
Para casa de tamilia precba-se de-uina se-
nhora de meia idade, que saiba cortar e coser qual-
quer vestido com perfeicao, e quo de flador a sua
conducta : a tratar na rua de S. Goncalo n. 29,
sobrado ao lado da igreja.
FR*-3CIK2EES
Vinho de quinino do Or. lieeonie.
Este vinho preparado com optimo vinho de
Malaga 6 o melhor de tjdos os touicos reconsti
tuinics na con^alescenca das molestias grave's, e
se recommenda'para a cura d^s padecimentos
do estomago e intestinos, febres de toda a espe-
cie, com o caracter intermittente.
Vinho e xarope de larto p!iosplialo
de eal do ir. I^eronie Iiecmmen
dado pelus medicos como o melhor agente re-
constituinte para favorecer a nutricao, a for-
macao dos ossos nas criancas e enriquecer o
sangne.
Vinho pianta preparado por Priniault. -
As folhas do boldo sao empregadas no Chile
como remedio domestico, mnito efllcaz, para a
cura dos padecimentos do figado, de que e o
antidoto, como o quinino 6 das febres.
Vinho e elixir de caeito da Kolivia.
de Ctrimault. Tonico fortiOcante, diges-
tivo e reparador das Areas exhauridos.
Vinho de uuinn ferruginogo de i;ri-
nault. Ireparado c^m vinho de Malaga
pyrophosphato de ferro e soda, constitue um
precioso airecte tlierapeulico para a cura da
Chlorou, dos radocimentos do estiimago, po-
breza de sangne.chlorose e as diversas mole s-
tias das senhoras.
Xorope de chloral liydraiado do Or
Leconfe. Os medicos aconselham com
successo contra a gota, as apha gias, vertigens
hystona. insomnia, epilepsia, nevralgias, tosse
asthmatica, coqueiuche, etc.
Crenie de hisniullio de Griniauli.
Centra as gasiriti-s," diarrheas, gastralgias, dy-
senteria.
Xarope de bromurelo de polaKsa di
<>rimault. Anti nervoso o applicado com
optimo resnltado no tratamento da gota e rbeu-
matisrao.
Inga dn India de Cirimaull. -Cura ins
lantemente as enxaque:as, dores de cabeca,
nevralgias e dyarrheas.
Ferro de eir'ard.Protoxoto de ferro. O
meflior de todos os preparados do ferro para o
tratamnnto das molestias que reclamam este
agenfe therapeulieo.
I'asiiI Iiuh de ia;tnnila de Cirimault.
- Empregam se como laxativas e purgativas
contra os catarrhos mucojos, falta de appetite,
catarrho pulmonar.
Oioo de figado *e hacalliskO. ferru.
Sinoso. de Ggimault.E' um medica-
mento de uma cXBcacia cr.nstante contra 3
cblorose, pallidas c/^res, anemia, phtysica, todas
as molestias dos-pulm5-s, lymphatismo, es
crofulas, etc.
Po ferro mangauleo de Burin du
Biiisson. .'Agradavel ao tomar-se, dotado
da propriedade digestivas mui activas, e o re-
medio por excellencia, na leuchorrea, anemia
gastralgi etc.
Pastillia de Inctato de ferro de Bu-
rin du Buisaon. .Digestivas e optimas
no tratamenio das menstruacoes diQlceis, (lores
brancas e todas as affeccSes nervosas do tubo
digestive
11yoonina Sic-hol. Linimento muito su-
perior aos cerotos, pomadas e uoguentos para a
cura das ulceras e ferid:is de toda a espacie.
Capaulas de Aplol de CSrlntault.
Sao recommendadas pelos medicos para reen-
lansar a menslruac5o prevenir as colicas, dissi-
par as do'es dos rins e ainda para as febres
initermitentes rebeldes.
PilUlaa de podophylina de .ri-
ntauif Para a cura de todas as molestias
do figado, para combater as prisoes de venire
rebeldes, etc.
DEPOSITO
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
fiarlhotomei.
34 RUA, LARfiA W
4 C
ROSARIO
34
Na rua,larga. (Ja Rosario u. 34, precisa-se
saber se existe nesta proviheja o Sr. Jose Maria
o> Cruz, nlho de Jose Francisco da Cruz, natural
de Santarem, Soaie tinha dous irmaoa. um cha-
mado Marc lino Jos.4 da Cruz, proprietario, e o
outro Gabriel Josids Cruz, conegp da collegiada
deAloaoova, a-uma irma frelra^ ohamada D Mar
garida Ja Cruz.
LlTtt E
CHUMBO
Compra-se cobre, latao e
armazem da bola amarella, a
Imperador.
chumno velho :
travessa da ma
Du
do
rum
.eceiie-se-encommendas de fogo do ar, para
dentro e fora da provincia : no armazem da bola
amarella, a travessa da rua de Irrrperador.
\ttenQao
1
Na rua estreita do Rosario n. 33, prepara-se
bandejas co'n todo gosfo para casamentos e bai-
les, pelo baralo preeo de 203 e lai, bandejas ar-
madas com bolos linos, que fazem muita visia e
sati^faz a seus donos ; na mesma casa faz-se bou-
quets para noivos, com liia bordada a ouro, dan
do-se os cravos, ? endo a encommenda feita 4
diiS antes e faz-se mais barato do que em outra
qualquer parte ; enfeita-se velas para baplisados.
com toda perfeicid ; faz-se lindos bouquets de
cera para olfortas por muito barato preco ; e bou-
quets de rosas, cravos,dnalias, saudadese qualquer
flor que seus donos queiram, com fltas bordadas
a ouro ; bouquets para enfeitar bolos, por todo
preco : tudo na rua eslreita do Rosario n. 35,
sobrado de um andar.
Para santuarios
A NOVA ESPEftAJfCA receben peqnena qnantl
dade de bonilos vaporisadores proprios para incen
sar oratorios ou sanetuarios.
LIVROSAVENDA.
No primoiro anlir desta typographia em
mao do administralor, vende-se os seguin-
te livrinhos :
O inntuto Ks;erto dialogo ins-
tructivo, crilico, nnalytico, historico, e rno
ral, entre um rfiatuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
Ednca^ilo Fanilliar romance, 0
i uma aerie de leituras, 2 volumes por ....
IJJ00O. __________.
Dous aiinazciis para alugar.
Traspassam-se osdo pateo doParaizons. 10 c
12 : a Iraiar nos mesmo.-.
Aos nervosos
A NOVA ESPERAXCA acaba de receber aauel-
les rtilagrios aiftrds electricos, cura irrfallivel doi
rierS-osos.
Para o fabrlco de chapcos
A NOVA ESPERANCA recebeu o araoie proprio
para arma;36 de chapeos.
Para
concertar meias
A NOVA ESPERANflA, a rna Duque de Caxias
n. 63, receben desta necessaria linha.
AiiilK'ilii
= Abertura de lapention
bourgoise, 1" de agosto, rua
da Cruz n. 26, 1" andar.
Haebado por antonomazia Esterio do S. Ilenio,
rrorad.T na fazenda de S. Bento, lermo de Cuile
provincia da Parahyba, appare;a na rua do II<>i
ta? n. 86. sobrado.-
Hga-sc
o armazem e 3 an lar com s>Wo, tRiido bastantes
eommodos, e pintado : a tratar na rua do Viga-
rio n. 31.-
Ciiixeiro
Precisa-se de um com pratiea de venda : a tra-
tar no Ces ii de N'lvumhro n. 38._______^^_
Ha para alugar um bum sitio na Boa-Viagem:
trata-se aa Capunga, rna da N'entura n. 21, ou
na rua N' va n. 43. _________
Paris, 36, Rna. Vlvlenne, D
H3EH medecis spficiat
DAS FlU'l.MMUlng DBS SEXGABS, AS ArTICCOES
C'TWFU. P. ALTBRACOBS DO SAMOK.
130,000 curas das impin-
gens,pustulas, herpes,
surna, comixoet, acri-
monia, e allercoet, vi-
\ciosas do.sangue, vi-
rui, tallerucon Uo sangne. (Xarope vegetal
sem mercurio). BcpnratlTaa icjturi
BaiDMSL.BHREMEt tomao-sc dous por
semana. scguindo o tractamento Depurativo: i
empreeadn n:-s mesmas molestias.
| Este Xarope Gitracto de
ferro de CH ABLE, cura
limmediatamente qual-
ijuer purgacao, rela-
\xafao, e debilidade,
e igualmeote os jluxos e flores brancas du
mulheres. Esta iujeccao benigna empregasw
com o Xarope de Citracto de ferro.
emorroldasj Pomads que as cura ems diat.
POM AD A ANTIHERPETICA
Contra -. Das ajj'tcfoes eutaneas e comixoet.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do ciiabte, cada frasco vrai accompahade
de um folheto.
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
I Cure calarrhei, wit
coqueluchei, rrrixafta
nervoiai tas dot bron-
chiot t todai at dotnfl
I do peiio; basta ao doeale
ma colhe rchdea dite xarope D' Foacir.
Or. CHABLi en Paris. rm vuieeee,
hot ca Franceza
Vende-se um lerreno em Agua-Fria, com 6*
palmos de frente e :>' 0 de fundo, tendo duas freo-
tes, uma para a rua do Cacundo e outra para a
rua das Mocas, proprio para edificar, cujo lerreno
tem arvoredos : a iratar na rua da Santa Cruz
numero 7.
Grande liquidaqao de charu-
tos de Havana.
Flor Regalia.
Iskandro.
El ordem.
ltua do Marquez de Olinda n. 18.
A M00
Farinba de mandioca de superior qualidade,
com 12 cuias cada sacco, pelo barato preco de if
o sacco: a ma do Imperador n 83, venda do
Azevedo ; a ella antes que se acabe.
Grande Hquidacjao de charu-
tos da Havana
Flor Regalia.
Iskandro.
El ordem.
Rna do Marquez de Olinda n. 1.
Toalhas de linho a 500 rs.
Vende-se toalhas de 1 nhopelo barat ssimo preco
de 300 r^. cada uma, e metade de seu valor"
aro veitem, que estio seacabando: na rua Du-
que de Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastns.
Vend-- so na rua di
Nsruega, marca ML:
Bitter Augustura.
Rum de Jamaica.
C.omiii-mo n. 4. eerveja
Na rua d>> Calle:reiro n. 31, vende-se gai >
as inui'o bem feitas, pan todos os passaros.
DEPURATIF
'& SANG
PLUS DE
CO PA H U
Vende-se a taveroa siia a rua da Punie Ve-
Iha n. I, bem afregnezada, e o motiv> da venda aa
diraao compraior qaeu a pretender dirija-se e
mesma.
Vende-so uma iionila- escnva, crin de etn,
com habilidaJei. de 18 a0Bos da idade, pan fora
da (erra ou engenho : quem pntender, dirija-se
a rua da Imperatriz n. 6, loja do louca.
Loja do Arantes
l*i'nt-n la inilc^oiKloiK-ia i- II.
1.1 15.
Botinas para boneM a (>& e "h-
Oilas de pelliea preta paia senhoras I
Ditas de dila dourada, cano alto a 8j.
Dilas ga-piadas de pelliea d urada, cano alt'', a fit.
Ditas Ce duraque de cor, com laco a .'i^ e 6#.
Dilas de dito preto idem a ' Dilas gaspiadas, cano baixo a if e 35.
Dilas ue cores para criancas, cano alto a if.
Sapstos de cores para senhoras a 3*.
Ditos de couro idem a 2*.
Tem porto de embarque.
Vendo so a propriedade denominada Barrei-
rinha com terns sufflrientos para engenho.
Ltem boas varzeis e tres mattas, disiante da cidad?
I l|2 legua, pelo preco de 12:0004 : a tratar em
(joyanba, com Cmbelino Francisco Albuquerqu.--
Mannha. _________________________________
Attencao
Vende se um rico carro (Lendu) de p issei'j com
todas as suas pnrlOBQM. estando tudo em perfeitr
estadc, por ter sido usado poucas vezes : qnem o
pretender eomprar, dirija-se a rua do Torres n.
12, l. andr3, escriptorio.
Sirop du
D'FORGET
Deposito
22 Rna da Cruz 22
E\CADEimCVO
mumm mmsat
DE
Mirantto k Iruiilo.
^S. 37Rua Duque de Caxias -N. 37t<|
Neste estabelecimento oocadema-se
com toda presteza, pitidez a perfeicae,
de|de o mais siirple^ate os mais pn-
morosos trabalhos d setime e velludo. m
PauJ.i-se e rirca-se papol para livroa
em bnjnci, tan to para o commercio, como
pM nspariicoes publicas, num^ra-ie, li-
vroa, qxeeuta-se tudo quanlo tir.eia'ivo a i
garairtompbta.
Himnda Ar.frmSo, n^unidbt de boas
maphinas, bons anistas fexcelHiitae,t8-
ttrjaes, julgam-se habilii^los para servir
sal^sfactoriamente as pesap&s qua *jui2%. ij
resj trabalhos tao perfeitrj* ooajfi. qs, ifiis. '
vett do e.stranfteiyOi.
Grande pechiHcha.
de seda
cliapeo*
Cetrtesi do iior^oruu
pnra collt-tc n '.% c
dc sol de >im!u a .s->.
Vende-se cortes de gorgorao de seda de coies
para Cullete, pelo baratissimo preco de 24 e ch.v-
poos de sol de seda ; or 84 : quoin duvidar ve-
nha \er e eomprar, na rua do Duiue de Caxias
n. 88, loja do Demetrio Btstos..___________
I va dura.
Vinho verde e do Amarante. especial, vendeoa
PCcas A C. : a rua estreita do Rjsario n. 9, junto
a igreja._________________________
Ciiilos de mum
Amaral. Nabueo A C. receb-Tani um completo
sortimento de einios de couro p_reto, com ftvellas
e eaTeites de metal branco, doiirado e oxiJado,
para sevhi rajs meuinas ; sao dos mais moder-
ncs que lem vindo ao mercado : vende-se. uo Ba-
zar Victoria a rua do Barao th Vw-toria a. 1.
Ratoeiras raagicas
Acaba do ctv'gsr .a* Bazar Ci^arsal .iruJi
Barao da, Victoria a. 21., ** ratoeir*. magjau pa-
ra pegarem os ratos ?aD:dos. as quaes se vendem
por pre;o comuwlo : ooow- hero, outros mnitos
artigos, per se icfinesta oasaem, liqnidacao : at
rua do Barao da Victoria n. 22.
A^ujejo*
\end{uo na ria-do Camenenio o. >, l aadar.
com palrBr-s boa los e ttmante graq*1a, *ar f>rec<
mais corrinwMl* possivel : o^ seuttores nroyrieU-
rios podem vir exammar, que nesta occasiao ft-
oarao sorpfemliiloa pala pregj poojue sa veatie
os referidos azaleioa. _____
- Ve*-1ec i1i ^aat-'ii<5r-
Teirs : ?. tr-wr Jt,n Hel^rro?,
?a rua da Aurora n. BS.

i

-


1.

?
V

'
H3IAK&TC
inas
D,
7 A
Cfctio de Peimmbueo Qaarta teftFMl de JuftD:*rH>74.
Rua Primeiro de Marco
M
Oordeiro Simoes & C.
K' esta uma das casas que boje pode com pi 1-
aazia offerectr tos seus fregnezes um variadissi-
o c sortimento de fazendas linas para grande toi-
t-tte, e bein assim para uso ordinario de lodas as
classes, e por precos vanlajosos, das quaes ,'az um
jequeuo resumo.
Mandam fazendas as casas doe pretendentes,
.iara o qne tern pessoal neeessario, e dao amostras
oediante peulior.
Cortes de seda de lindas c*res.
Grosdenaples de todas as cores.
GorguTio branco, lizo, de Hstras, preto, etc.
Setirn Macao, preto e de cores.
tirosaenaples preto.
Velludo preto. .
j\ wnadine de seda, preta etde cores.
PopelhiM de lindos padroes.
Filo de seda, branco e preto.-
*icas basquioas de seda.
r.asacos de merino de cores, la, c*c.
dantas brasileiras.
'Series com sambrala branca c*m lindos bord*-
Hicas capeiias e manias para noivas.
rtiquissiiro sorlimento de las com listras de
>fla.
Cambraias de cores.
Oitas maripozas, brancas, tizas i bordadas.
Nanrsques de iindos padrJes.
Hap'tistas, padroes deiicades.
Percalira* de quadros, pretos e brancos, listras,
ic, etc.
Brins de linho de cir, proorine oara vestidos,
tcm barra e listras.
Kicos corles de vestido de linho. f eites da
esoM cor, ultima mad?
Dilos de camL-rai* de certs. <
Fustao de lindas cSres.
saias bordadas pxra senhoras.
Camisas bordaws paia seohnras, de linho e al-
fodi".
Sorlimento de'.uvas da verdadira fabrica de
uvio, par" kinr.eo.se senhoras. |
Vpitua'' para meninus. '.,
"'ice para (.ajuii.ado.
Gbapfew para euo.
F^ainrs e geardauapos adam*$cados de n te
i.oara mesa.
Udchas de 14.
Cortinados burdai*' s.
Grande soriiraento de cami^s de Unto, lizes -a
ordadas, twra homecs.
Hefts die cores para bomens, meninos e mcci-
.
Ditas escocezas.
Cow^sftj so.-umepto de chapeos de sol dm 6o-
C8iIS t Sa&ncr&S.
Heriso de '-"res nsra vesliflos.
Pto preto, trancado e <**to de verao.
*n\Wdo de nno e algoiio para to
Moarhado pardo.
Qamaseo de 15.
Brins settm de lindas cores com listras.
QMm de merin6 de cores e pretos.
Ottos de easemira.
Ditos de seda preta e de cores.
Dita de touquim.
CaMisas de chita para feomens.
DiUis de flanella.
^reulas de linho e algodao. .
. Pacnos de crochet para sofa, cadeiras < conso-
Leccos bordados e de Isbvrintho.
Cokhas de crochet.
Tariatana de tolas as o3rer.
Ricas cortes de vestidos de tariatana bordados
ara corles.
Eapartifhos lisos, bordedos.
Foulard d kfoias de seda para sophoras e mecinas.
Kicas fachas desedac-la para senhorai.
fli'-o fortimento de le^ues de madreperolat e
OSS c.
Damasco de seda.
Casemira preta e de cAres.
Chitas, m^ilapolao par.no fino preto e azol, col--
arirhos, puuhos delinho e algodao, gravatas, lu-
ra de fio de Escossia, 'apeles de todos os tama-
ahoe, bolsas de viagem, pcilos bordados ^iara ho-
mB., lengw de linho branco e de cores, toalnas,
luardanatios. etc.. etc.
E' barato.
Vende-se um poqueno si io perto da estn-
fao do Sa'.gadiulio, luudo tie frente 150
palicos, e \le tuiidos Mm de quatrovcntos,
cons uma ciogente caM de taipa, acabada de
arosim e bem asseiada, tendn 2s! s, 2
^oarlcts e co/.inha f6ra- 0 terreno e pro-
orio o bom de plantajdes, tendo atgonaas
rvores ile sructo, agua de beber e torio cer-
^ado.
Para ver e m:iis exp'ii;agOcs, no mesino si-
cio qualquer hora a qUjb ler-se com Tris-
tao iTancisco Torres, e para tratar, na tbc-
fouraria dislotorias, rua 1.* de KarQO
. 6.______________________________________
Engenho a venda
Vede-se a dinhciro ou a prazo cm engealio
moente e correote, de animnes. com pcijuena a-
fra creadn, a uma legoa d s'.anle da villa de Pal-
mares, esiacao do Una, 6e bom ierrno de varw,
podendo s;ifrcjar 2,000 paes annuaes, com propor-
cio a ser de agua, podendo tin la ser accresceula-
io ao ponto qne se queira, eom terrenos annexos
que se venaVm : qnem pretender, cntenda se eom
JoaqoimSVidrignes Tavares do Mtslln,nesta cidada,
praca dn Oir. n Santo n. 17, fandar.__________
As unicas verdadeiras
Bichv hambiuin'eza.* fnf vm a ni "ir do Manine*. rtflijtintl* n.BJ
or do Gabello
BAEATEIRO DA BOA-YISII
Rua da Impcratri.z n. 72
DE
MENDES GUIMARAES t lRM.lOS
Acabam de fazer um gmride abntitni'iiU) ik-s precos do suas fnzend.is
dendo a grande falta que ha hcije de dinlieiro,^ por isso creio qii) o proc^ q.ii: v
cionado agradari o respeilsvel publico.
CHAPEOS DE SOI. DE SEDA A *3000.
Vendc-se chapeos de sol de seda para se-.
nhoras e meninas a 43, ditos de algaca (i-
j dm com 12 a6tes a 4$, ditos ile merind de
' duas cores a 6J), ditos de seda para homem
! a 63, ditos inglezes com 12 nsles a 83 e 93.
BRIM PARDO A iOO rs.
Vendc-se brim pardo escuro a 400 rs. o
FA1M lUUTtt
1?A
Laziolus
r.ROCUKS A 15500.
VenJe-se croclies para cadeiras a
cada uia.
LAZIM1AS A 200 REIS.
atten-
inen-
1 Vendese' Ifehtbas para vesli'do a 200, CTS^P"*^.
LO J\ INI PA 7AO
NA
RuU da Imperatriz n. 60
PARA LIQUID A R
GranadiuA preta a SOO r.
covatlo.
0 PavSo vende granadina preta e lavrada
pelo baratu prcgo de 500 rs o covado.
ALPACAS PRLTAS A A00, 640 E 800 RS.
0 Pavao tem um grande sortimento de
alpacas prctas, que vende a 600, 640 e 800
rs. o covado, assim como grande sorti-
mento de tantoes, bombazinas, princezas
pretas, merinos, e outras muitas fazendas
32 ', 400, e 500-rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vende se alpacas de cores a 500, 640,
corado, dito de cores com quadrmhos a j 800 rs. o covado.
500 rs. o covado 'OKAN'DE SORTIMENTO DE TAPETES A 43-
CORTES DE C\SEMIRA A 53. ', Vimde se grande sortimento detapetes para
Vendese cortos de casemira de cores para todosos tamatihos a 43, 43500, 53, e 63
calca a 53, e 63, ditos de dita preta para ca la urn.
calca a 43, 53, 63, e 73-
BRIM DE ANGOLA A 23 0 CORTE.
! GRANDE SORLIMENTO DE ROL'PA FEITA
Vendese cortes de brim de Angola para j
calc;a a 23, dito rnuito finos a 33. '
ABERTURAS PARA CAMISAS A 200 REIS(e
V'eode-se aberluras para camisas a 200 rs,;
ditas mais linas a 400 e 500 rs. ditas de:
esguiaoa 13, ditas bordad.-s a 23. ie
CHITAS A 240.
V'ende-se chitas para vestidos a 210, 280 ,e
MADAPOLAO A 33. :
Vende-se {MQM de mad-polao enfestado a '
33, ditas de dito ingiez'S 45iiOO. 5(5, e 63,!
ditas de ditofrancez unb a 73, "3j00, 83' |
I 93000.
CAMBRA1A VICTORIA A 43'00, 43500,
OJJOOO E 73000.
0 Pavao vfiode um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada peca, pelos baratos precos
de 43000, 4360", 53000, 63000 e 73000
a peca, assim como, ditas de salpico bran-
co, a 70000, e pechincha.
CAM SAS FRANCEZAS A 20000, JJ500
33000 E 3C500.
0 Pavao vende um bonito sortimento di
camisas francezas com peito de algadao, i
2C000 e 23500. Ditas com p< ito de Iinb<
de 33000 a 63000. Ditas bordadas muitc
fines de 6-3010 a 103000: assim com.
grande sortimento de ccroulas de linho e d
NAC10NAL.
Calcas de riscado para traba ho a 1#000
13400.
Calcas de brim pardo a 13900,23, 23500.
Calces de brim de Angola de cores a 23
33.
Calcas de casemira de-cores a 53500, 63 j algodao, por precos baratos, e tambem ten
73.
Calcas de casemira preta a 33500, 53500
.73 *
Palitots de riscado a 13.
Paletots de alpaca de cores a 23.
Paletots de a paca preta a 33, 33-">00, 43
53.
a 200 rs. o covado.
S6 na rua do Queimado n. 43, junto & loja
da Magnolia.
Cheguem, venham a ellas 1 1...
Uuinhas de quadrinhos a moda escoceza pa-
drdes muito chiques, propria para vestidos de se-
nhoras e meninas. pelo diminnto preco de "
0 envado.
So 0 43, loja de Guerra & Fernandes.
[)io-se amoslras compenhor.
TSngenlios em ulamam-
guape.
Vende-se os aeguinles:
Barra,
Pre^uica,
e P.ttricio.
A tratar com seus proprietari 1 neta ci>lade
para informacdes com Joaqnira Pint > do Mei-
200 rs.! rtl'es Filbo
?a mesrua cidade de M.imamguap*
Tasso Irmios \ C
VENDE-SE
um terreno no Arraial, com 120 palmos de fren
e 140 de fundo, com uma boa cacimba : no ca
da Companhia Pernambucana d. 26.__________
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Em seu armazem a rua do Trapicbe n. 14, 0 *
guin'te:
Algodao azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qnalidades.
Tndo muito barato.________________._______
YENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Cora
lercio, por preco modico: a tratar com Taasc
Irroa. 5 4 C
Wilson Howe & C. vendem no fen am.i
rua de Commercio n. '. i :
I verdadeiro panno de algodao azul amenr.- <
Excellente flo de vela.
I Cognac de 1" qualidade
Vinho de Bordeaux.
I Carvao de Pedra ae todas as qua!'da.li________
OueiiieovigilaDiedaeco-
Doniia ?
E' com as noivas
A NOVA ESPER.ANCA, rua Duque de Caxias n. rateiro.
E0J1A1UTF1K0!
A' rua 1. de Marco n. 1.
Grandesortiment'i decasemira<: e e-rurasclar.-
farenda superior a 3f500 o cova'. ; t. do< qnertm
,5*000.
Brins para cal?a de cores e pardo a 2n, 500
501) r. o covado. So aqui por e>l~ pi'r
Ch tas em grande qnnntidad'1 a 210 e 180 rs. o
covado
Metins a 240 e 280 rs Supers-.
Percales a 3(0 is. ocovado. So aqai no ba-
A' ma do Cattnsa n. 1 A.
Os proprHtarios da PredHecta, no inluilo d
conservar e twrn conceito que teem merecWo dc
respeitavel publico, distinguindo o seu estabeleci-
I mento dos mais que negodam no mesmo geaero
veem seietnificar aos seus toons freguezes que pre-
| veniram aos seus correspondentes nas diversas par-
; r^as d'Eurepa para lties erviarem por todos os pa-
| quetes os objector de Ikxo e bom gosto, que 96-
jam mais bem aceitos pelas sociedades tegaDtes
daquelles paiies, visto aproxiraar se o tempo, de
1 festa, em que o bello sexo desta liada Venexa
mais osienia a riqueza de suas toiilettee ; e co
j mo ja raf ebessem pelo paquete francei diverso
artigos da ultima moda, veem patentear algnn>
d'entre elles qne se torcam mats recoromeudaveis.
espermdo do respeitavel publico a cestomada
coDcurrencia.
Adaracos de tartarnga os mais lindos que teeit
vindo eo mereado.
Albuns com ricas capas de madreperola e d*
velludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre
os
Aderecos completes de borracba ^K^">p^io9 para
Into,-tambem se vendem meios aderecos muito bo-
nitos.
Boxoes de setim preto e de cores pera ornato d
estWos de sethora ; tambem tem nara coHete
palitst
Bolsas para senhoras, existe um beillo sortimen-
de seda, de palhe, de chagrim, etc., etc^ por
bareso pre^o.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de louca
oorao de cdra, de borracha e de massa ; chama-
mos a atten^ao das Sxmas. Sras. par-a este artigo,
pois as vezes tomam-se as crianeas am pouco im-
per*nentes por falta de um obtecto que as ea-
tretfiiharo. &
Csmtsas de linbo lisas e corn peitos bordados
para homem, vendem-se por preco emmodo.
Coroulas de linho -e de algodao, de diversos pre-
Ccixinhas com mesica, o que ha de mais Undo,;
com disticos nas tempas e proprios .para presen-
ts
Goques os mais madernos e de diversos forma-
tes.
Cfcapeos para senbsra. Receberam om sortimento;
da dtina moda, teEto para senhora, como paw j
moiaas.
Cepellas simples e com veo para noivas.
Cfihjas bordadas.pera meninas.
Eatremeios estaaifiados e bordados, de lindot.
Sicovas electricas para dentes, tem a proprie-1
dado de evitar a owie dos dentes.
Frrnjas de seda .pretas e de cores, exiate um;
-aade sorlimento de divercas larguras e baratc
preco.
Fitr-s
E' com as senhoras.
A Magnolia, a rua THque de Caxias n. 45, par-
ticipaa bcllo sexo que acaba de recber da Eu-
ropa, um eompLto sortimento de artigos de ulti-
ma moda, e como acfta dcsncccssario fazer um
enfadouho anuuncio, por ja ser bastaote conhe-
cida, c caprichar sempre em ter bons correspon-
dentes, =endo a pr meira que apresenia o que ha
de mais moderno e por precos mui razoayeis, par
isso limita-se a desccever somente o seguinte:
Sc5tn> jouradas.
Itiros de c.'irts, Unto de seda como de guipure.
LRquew dourados, do madreperola, rnarlim, tar-
taruga, os-o, ec.
'Siithi Presented, dKersos artigos ifTopiios para pre-
sentes.
Golinbas e psnhos.
Manual para missa, com capa de madreperola,
tartaruga, tnarfim, velludo, etc.
Sapntinlioe de setim para toaptisado.
(niniKHN bordadas-para sertiora?.
iits:s de seda.
Fraujne mosaicas.
Ailereeos de tartaruga.
voiiasde madreperola.
PulseiraS de madreperola.
I.tti(!;iM (lores para cabe;a.
Bolsax de velludo. .
PerfOtnawtas dos meltiores e mais antiH
fabrieantes.
ChaneoR FUaa de velludo de todas as cores e lar.gOT-;<.
Moscas.
Quereij Imar vos destpsmalditosinseeto*? com-
prai uma m .china de natar moscas por 8*000
ua Magnolia, a rua Duque de Caxias n. Mk
Calvice.
A MagnoSa, a rua 0ofae de Caxias u. 45, ven-
de o verdadeiro Vigor de Ayer, que impede a
cahida dos cabellos.
Sardas e panos.
So tem sardas e panos quern qner; ^enquea
MagnoUa, a rua Duque de Caxias n. io.tem para
vender a verdadeira Cuticuleria, que fa* desappa-
recer estas tnanchas em ?ou.cos dia.
Mo Baraleiro
A' rua 1. de Marc,o n. 1.
Confronte ao arco de Santo Antonio.
E>tao veadeodo fazendas por menos 30 0[0 do
que em outra qualquer pane, para o que pede
um pouco de attenr;ao'!
Madapolao francez, fazinda superior, vende-
os a 6< a iiera e 890m. a vara.
de saria. dA.^rgtirSo. de setio e de cba-1 .Chapeos de sol de seda, para senho^a U, de
de-d.ver^.largurasebonitas^res. ^l^^t^*t^ de 12 basteas a
cores, fazenda de 6;.; a-elles.
Faebaa de orgurae mnito lindas. ', *>}%* dce alPa,'a' Pa^ bomens,
Ft ^ artif.ciaes. A PredilecU prima em con- 35o00. Superior qnali-Iade.
ervar sempre um beilo e grande Wtimento des- D'|s e enn^, com duas cores a A^OO. Isto
tamSaroruaK^lt ^ HTSffitSttTSM -
os^'dtks^ves6,14 e de ^ ^^^^XU^^i SSU *StRS
os et de diversas cores. GraQde sortiincnto de C3tnisas fr3nccza?, de 32*
IKJ
Dr. Ayer.
Para a renovacSo do ca-
be!lo, restituicao de sua cor
e vital idade prim it! va e nat-
ural.
Grava'.as de seda parr, homem e senhoras.
Laco3 de cambraia e de seda de divereas cores
para tcnora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
Hin.
Livros {iara ouvir miasa, ccm capas de jnadre-
I perola, rotrfim, fis^o e velludo, tudo que -ha de
! bom.
Pentes de tartaruga e nerfim para alisar^s ea-1
; bellos ; teon tambem para tirar easpas.
Port boutjuet. Um bello -cortimento de ouidre- j
perola, mardm, osso e dowados por barato preco. j
Perfumarias. Neste artigo -esta a Predilecta bem \
j provida, nSo so em extractas, como em oleos e
banbas dos melhores odores, dos mais afamados
Ubricantes, Leubin, Piver, Cociedade Hygieniea,
';oudray, Gosnel e Bimel ; sac indispensaveis paca
a festa.
a iOi. Superwr qualidade.
J^sguiao hi' u.ihu e algodao a ij5.
Chapeos de casemira para homem 3*-
Cortes de crotone bordadas a 6J5. sempre cus-
tou 103. .
Cambraia Vietaria, lina, a .3^500, com* i\t va
ras e transparent M.
I^oja de Agosiinao Ferreira da Silva Lea! t> C.
ta to cstreilaaiccto (i'sretra
pela facil applic*c,ao das
SONDAS
DE
GOMMA ELAST1GA
Saias bordadas para aenhora, por commoio j^s majs uiodernas e aperfei^oadas de tG^as
O Vigor no Cabello 6 uma preparacao ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e effieaz para
eonservar o cabello^ Por raeio do eeu uso o
cabello ruco, grisalho, e enfraquecido, dentro de
pouco tempo revolve it cor que lhe & natural e
priaiitiva. e adquiro o brilho e a frescura do
cabello da juventude; x> cabello ralo se torna
der..-,o e a calvicie muitas vezes, posto que n5o
em todos os casos e neutralizada.
. NSo ha nada que pode reformar o cabello
depois dos folliculos estarem destruidos, e aa
glandes eansadas e idas, mais ae ainda restarem
algums ]dem ser salvadaa e utilizadas pela
applicacSo do Vigor. Libre de aaas subatanciaa
deleterias que tornam muitas ptepM-acoeB de ceto
geuero tarn aocivae e. deatructivas ao cabello, o
Vigor somente lhe e beneficial. Em vez de
auj.iT o cabello e o fazer pegajoeo, o conaerva
limpo e forte, cmbellizando o, impedindo a queda
e o tornar-se ruco, e por consequinte previne a
calvicie.
Para wso da toilette nfo ha nada mais k deae-
jar; nao contendo oleo uem tinfcura, nm pode
macehax mesmo o mais alvo lenco de camLraia; i
perdura no cabello, lhe da uio bistre luxarioso,
e um perfume muito agradavel.
Para reformar a cor da barba, 4 neeessario i
mais tempo de que com o cabello, porem i>.e pode
appreasar o effeito, envolvendo a barba de nOte
com um lenco molhado no Vigor.
pre^o.
&patinhos de ia e de setini bcrdaaos ,para bap
I tiaados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
1 memo de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para cntrada de salas.
Velifiientas para.baptisado o qua ha de melhor
gosto e os mais moderno t recebeu a Predilecta
de or arrto pre^co, para Scar ao alcance
i .;ualquer bolsa.
[ Rua do Cabugdn. 1
barato
as coohecidas
Ycndeiu-se
NA
PHARMACIA E DUOGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34 Rua larga do Kosario 34
comploto sortimento de punhos e collarinhoi
tanto de linho como de algodao,
em conta.
COllTINADOS BORDADOS PARA CAM A r
JANEI.LAS, DE 7 ATE' 239000 OPAR
0 Pavao vende um grande scitimento d*
cttrlinados bordados, proprios para cama *
jatiellas, pelo barato pre^o de79000,85000,
10f$0o0 ale i59000, assim como : colxai
r'e dnraasco de la muito fina de 1D9000
!'.r0()') cada uma.
BIUMANTES A 19800, 29000 E S9500
0.Pav3o vende bramantes para lenses
tendo 10 palmos de largura, sendo o di
algodao a 19800 e 25000 a vara, e de linh.
a 29400, 2?800e 39000 vara: e pechin
cha.
Gh-ande pechihcha a 4^000
e 5|000
CORTES DECASEM RA.
0 Pavao recebeu uma prande por^io de
cortes de casimeras de cores para calcas, e
vende pelo barato prtco de 490.0 e 59000
cada corte, na ru da Imperatnz D. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
ESMEKALDLNA A 800 RS.
OPaV^o recebeu um bonito sortimenti.
das mais i h ganlvs esmeraldinas com listras
de seda, sendo em cores c padroes as mais
noras cue lem vindo ao mereado, proprias
paTa vestidos, e vende pelo bar(rUssimo pre-
ct) de"900 rs. o covado, a raa dalmperatrii
n. 60.
C" P seguintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeitcs bordados de la a $$OQ<&
Dit s todos brancos 1> {-dados a 12^000 e
159060.
Ditos muito ricos a 259000.
Bonitas lansinhas para vestidos, com lis-
tras lie seda, covado a 800 PS.
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 80 rs.
, Cinios de setim de todas es cores a StOOO
Puahos com gollinbas de esguiao ?t 500 rs.
Stdiuhas de ores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 1900O.
Ditas de dita ditas sem mofo a 19600 9
29000.
Diversas lansinhas pera vestidos, de 240
ate 500 rs.
'Colchas de fustao brancas para cams t
29500.
Ditas de dilo de cor a 49' 00.
ambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 89000.
Cortes de cambraia branca com booitos
eofeite6 bordados, de cor, com figurico t
65000.
Pecasde madapoUo cora pequeno toque
de aMM a 45500.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com lewe toque de av.iria -a 4|5500.
Madanolao enfestado com 12 jardas-stn
perfeito stado a 3^000-
Pecas de madapolao com 20 jardas a
4,5500.
Brim pardo para,^oupa de homem e me-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chiia para cama a 2^500 e
35000.
Braman'.e de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 256C0.
Atoalliaiio -com 8 palmos de lejgura, vSra
a li5500.
Espartilhoc branco6 e de cores a 40 I
55000,
Cortes de casimira a 45 e 550OO.
6H, acaba de receber boa' rneias de seda proprias
para noivas, e os apreciaveis ramos de larangeira
Engenho Segrefio
Vende-se o engenho Segredo, distando apenr-
por pref^oi j i ma legoa da eslacio do P>iiicirao, moente e cat.
"rente, bem obrado, e com terrenos muito ferosa
rjnp safrejava mais de 2,500 pies: a tratar na rua
do Encantamento n. 5.
a SCO a V" -
Grande liquid c,ao de cha-
rutos
do fabricanle Gustavo Alberto Schnorbusck, da
Bshia, das seguintes niarcas :
Arislocratas.
hii-chuellus.
Perolas.
J.k Club.
CODCtM.
I'erfeicao.
Principe Bismaiks.
Trabucos.
(iolondrinos.
Vendem se na rua do Marqucz de Oiinda o. 18, |
araaiem.__________________________________ i
Casa e \smm baratos no Sal-1
gadinho.
Antonio Jose Rodrigues deSouza, na thesoura-
ria das loterias a r'ua do Crespo n. 6, vende sua
casa de taipa e terrenos de seus sitios no lugar
do Salg?dinho^ a tratar somente com o mesmo
Raptistas matisadas com barra
o covado.
Alcassianas, fazenda de phantasi;; c^m benit
desenhos a 4 JO rs. !
Cr^t nes escnros a 300 e 320 r.
La'inhas escoceias a !80 rs. S r.vad^ ? -i
te para ?c bar.
Madapolous para todos cs pn .
edas de cons, verde, encari.
cores a UOOO, lti'0 e li."no.
Chales de casi-mira c^m liatra
e barato? 6 !
liramante de linho a 1/100 rs.
larguras I
Retinas para senhora, a 44
Confromc ao arco ic ?;n!>
c de
ra eon inn
An
Ag.-stinho Ferreira da Silva \.-.-\ & >..
: ja i
E barato
Trancas de cabello
humano, natural, com um n etro de comprimenlo
a I5i cada nma : so na rua da Imperatriz n. 8
case de Odilon Duarte Irmio.
US
EM
43
Aproveitem
Trancas de cabellos humanos, naturaei, nao
digo qne tenham nm metro de comprimeBto, sio
soffrivelmente cempridas, pelo peeco de 18*000 :
so na rua do Marquez de Oiinda o. 51, I* .'ndar,
easa de Gostave, cabel!ireiro.
Cbqne cre?po natural^* 104, 124 a
Um par de crespo natural, compridc-i a
Um tapet frizado por
Uma iuzia de grampos frizados por
Coques, modernismo, de 404, por
Di'ademas, modernismo, de cabellos, por
Cres jontea de cabello, de 304, 354 a
0 PABISN'AMERICA, a rua Duque de Cajias
, n. 59, primeiro andar, esta vendendo calcado pelos
segoint' s-pre^os: '
Botmas de doraque para senhora a 3.580 ieis.
Ditas de dito preto a 4,000 reis.
Diias de dito com botSes ao lado, a 4,000 rew.
Ditas gaspeadas, cano aJto, para senhora, a
5,000 re s
Ditas de pelliea, ingleza, a 4,000 reis.
Ditas de duraque bordado, para senhora, a
'54000 5>0oo reis.
Ditas de dura jue, de cores, para meninas, a 34-
Em qnanto 6 tempo
aproveitem.
3000 :
44C0O'
204000
5 000
404000
So na rua do Marquez de Oiinda n 31,1* andar, 1
em casa de Gustave, cabelleireiro.
A-
Baeallwo de IXoruega.
Especialidade
Vinho particular, puro e ge-1
nuino.
Acaba de chegar ao mereado alguns barris de
vinho do Alto Donro, especial e unicamente pre I
Acaba de clie^ar um pe^ieno lote de caija*
j desta desejado bicalhao : no caes da alfcndega.
, armarem de Tasso Irmaos 4 C.
Cabriolet e cavallo
PBEPARADO POB
Dr. J. C. AYER & CA., Lowell, Mass^
i Estados XTnidoa,
Chimlcot I'raetictt e. Analytical.
i _Jt- YENDB SBJ K)R
Vende-se nm cabriolet de 4 rodas e 2 auentoi
parado do extracto 'da brae isento de qualqneriera perfcilo -artado, cocp "vallo e arreios, por
do muito mais brando que o da Fi commodo preco : a tratar na rua do Crespo n. 16,
1 andar,
confeecao, sendo
que
gt^ira, o qne o torna recommendavel pelo muito
i que rafla ao paladar e preferivel a todos os on-
! iros, vinho*" de pasto. ,.,,,
' Acha-se a >enda noe arrnazens de Joao Jose Ro-
drignes Mende*, 99^ Basto A C, e Fernandes da J
. Cosla & C,
Salsa-parrilka do Par4
Tem para vender Antonio Lulz do Oliveira Aza-
vedo, no s^n escriptorio, a rBa do Bom Jesus nu-
pjero 87.
Attendam a Nova Espe-
ranca
a raa Duque de Caxias n. 43, que alen do bom
sortimento que ja tinha de artigos de awda e
phajitasia, acaba de neceber maiso seguHUe :
Verdadeiro oleophaae para a barba.
Brftbantina para os abellos.
Roas uavalhas de puno Mp.
Fiaiasifoas lesouras para unbas e cottora.
l.aoi patinas .economicas.
Estojos para tralamento das nnhas.
Abrfdores de luvas, osso e madeira.
Lin-Jos nedalbdcs de madreperola eom caco-
leta.
Boos pentes de tartaruga para regaco.
Suspeosorios de seda, algodao, para calca de
bomens e meninos.
CoraoMiiaas ligas lisas de seda para meias.
Toucas do crochet para crianeas.
Bolsas para viajar-se.
Finas esponjas para banhos.
Cliiiciilatc brasileiro
FABBiaDO NO .MARANH AO
Has seyuittUs marcas :
Flor de chocolate.
Chocolate de baunilha.
Dito de eanel'a.
Dito commum, fine. '
Dito homsopatijjoo.
Dito de arariua.
Dito de musgo.
Dito de ferro.
CbocolateA'erraifugo.
Vandem pelo proeo da fabrica, Jose Tavares
Carreiro k C, a rua Direita n. 14. _______
POJIAR
Vende-se pes de ajD0ta? de optima qualidade
na rqa do Hospicio n. 75.
liquida(;ao
E para acaliar
\;. run do Queiiiiitilo n.
Junta & loja da Magnolia.
ET pechincha !
Cortes de organdis do listras, proprios para ves-
tidos, a 24-.
Pecas de cambraia transparent-', fina, a 34.
Dita de dita tapada a 34 e 34500.
Grande sortimento de laziohas padroes modernos
a KX) rs. o covado.
Metin3 de co es a 280 rs. o covado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Madapolao com toque a oL00 e 44 a peca.
Dito francez fine, com 20 varas, a 54 a peca.
Brim pardo trancado a 320 e 400 rs. o covado.
Brim de linho aicochoado nno a 2/500 a vara.
La com lUlras de seda a 400 rs. o covado.
Chegiicui ao uurutcii'o da rua
do Queiauado u. 13.
IT BOM SAREH-SE
Que a NOVA ESPERA^CA, a rua Duque de
Caxias n. 63, bem conbecida pela soperioridade de '
seus artigos de moda e phantasia, acaba de reco-
ber diversas encommendas de iner adorias de sua
reparticao, que pela eleganci i bem mostra aptidao
e bom fo.-to de seus aoiigos corresprndentes da
Europa, e por etta razao a NOVA ESPERANCA,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa
e constaate freguezia c com especialidade ao sexo
amavel, a visitarom na, aura de apreciarem ate
onde toca o primor d'arte.
A NOVA ESPERANQA nao querenirar no nu-
merodos massantes (verdadeiro* azucrins) com
extensos aonuncios e nem pretende deserever a
immensidade de objectos quo lem expostos a ven-
da, o qne seria quasi impossivel, mas limitarse-ha
a mencionar alguns daquelles de mais alia novidade
e toma a liberdade de aconeelhar ao bello sexo,
que a vk-item constanteraente, para depois que
comprarem em outra qualquer parte tan se arre-
penderem, a vista do bom e escolhido sortimento
que ha em dito estabeleciinento, esta razao tam-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completer a elegancia de seu toilet
sem que J.' um (lasseio a- NOVA ESPERANCA, a
rua Duque de Caxias n. 63, a qual acaba de rece*
ber os seguintes artigos de luxo e inteira novida-
de :
Modernas settas para prender os cabellos
Primorosos ieques de nbantasia.
Ronitae sabidas de bailes pan senhoras e meni-
nas.
Interes8antes gravatas para senhoras.
Elegante* fachas de touquim.
Rona aderecos de madreperola.
Deiicados aderecos pretos de pufalo e borracha
(gosto novu). ___________________
Loja de faieodas
DE
(inilhenne -1
0 antigo baraleiru contimia a Vtatier
do que outro qualquer, com airaoqutt* e -a
ceridade ja cunherida.
Las de cores a 210 e 240 r. o tm do.
Las pretas superior, a 300 rs. o eova4o.
La e seda, fazenda de 14400 p-^r 7,0:.=. o
vado.
Chilas deco(es a 240 e 280 rs o toi
Metins de cores a 280 rs o co\ d .
Cretones de radioes Uados e moderr.o1 n I
440 rs. o covado
BapticUs de litdo.- padroM a 400 rs o n v.-.do. .
Cambraias dc core miudus u grjcli; .. it'*) r-
covado.
Diias pretas com II ires a 200 r?. o covr.dx
Caabraias bwcts, bordadas i ahutaa, f
mais fina que tem vindo ao mercad-, e I iteada
de 24000 o metro, por 14000 a tan :
chineha.
Cambraia transparrnte. fir.a, a 3* a 1 .
Dita Victoria, tina, a MW a pe-a.
Algodao trancado. alvo, a 440 r-. a vara.
Orim branco deliuho a U4O0 a vara.
Ditos do cores de linho fiuo a oOO rs. o e
Madapolao franc?z verdadfiro, ii j": I
74 pe;a-
Algodao T, largo e superior, a hi a peea
Gurgorao preto de seda para te&Jdo e para c
a 34 0 cevado
Toalf-as granies a 43300 a duzia.
Colchas grandes 1 34 unia.
LenQoea de bramanle a ii u :.
Coberus de ganga, (orradaa, a 24 c ''I.
Lenfos de linho, ?t-anhad's e em caixicl -
34o00aduzia.
Ditos de cores a 34SO0 a duzia.
E outros muitos ariig'.spor prMaa bi r im_ s.
So na rua do Crespo u. 20, loja das 3 p; rli
se amostras.
-
SB
a armacSo com caixilhos, tavrBlad3
roa Direita n. 83, por meude lc i.::: fa.
lamas Cinco Pontas n 31.
r
ja a
a fal-
Quailrilhas.
A' rua do Rarao da Victoria n 17, loja de Pe-
dro Em lto Roberto, estao a venda Ires Hndas ;na-
drilhas para piano, a 14000 cad.i ex A. loja das 6 poitas
Continua a ter um complet' sori:r/.ei;t. de fa-
zendas, que pela qua idade e preco paiece impos-
sivel, um completo sortimento de chi'.a, para tiO,
280,300 e 320 rs. o covado, grsi.iiir,: -;' listra a
MO rs. o covado, diias com IMraa e pah .bas a
240 rs. o covado, chita oaracoberta a -',! r;. 0
covado, chapeos de sol de seda com duas nr:na-
coes a 84OOO, ditos de sola par:, cabeca, fa cJa
muito fina, da 124000 por 74000, ba*admbo- e ?n-
tre-meios bordados, com diversa- iore.- a '.:'-' rs. a
peca, redes de fio maeahiba muie pr.; i.. : :j
sitio, pelo dimioulo preco de 340 0, eanl '
cores mtudinhas a 240 rs 0 covat' ; aa ji
pjrtas em/rente do Livramento.
Espell
K1S.
Vlf?
. u
Nao f altarao flores
A NOVA ESPERANCA tem em sen jardhn as
mais vicosas e lindas flores, desde 0 mais singelo
botao de rosa ale 0 mais elegante rarao de flor de
larangeira.
Velas decera
A aereditada fabrica de velas de cera da rua do
Bom Jesus, outr'ora da Cruz n. 60, para commo-
didade de seus fregnezes, acaba de abrir uma
outra na rua do Barao da Victoria n. 63, aonde
ackario um completo surtimento de todos os ob-
jectos tendentes a esta ar;e, tudo do melhor gosto
e qualidade. e por precos cororcodos.___________
As alraofadas bordadas de la matisadas que re*
cebeu a Nova Eaperanca, a rua Daqne de
Caxias n. 63.
Amaral. Nabuco 4 C-, vendem cspeVu
quadrados e redondos, pruprii s p^r^ -.
tos e toillete, toueadi res de astamoa e 1 111
com moldura donrada, de toearaadi 1 1 ;.
nr Bazar Victoria, a ma do BaMa da V" ,
~AOX9"
No progresso do paieo do Carm >. Nada-
manteiga flor a 14200 a libra. Graaeasa .1 800 rs.
a libia, bem como tem um coa ilet.) sortin.entj
de molhados, para qualquer chtfj de f.-imlia fa-
zer snadespensa qne encontrara pref 1 mais com-
modo do que em outra qualquer parte.
Sedinhas a IjfSQO o cov do.
Venham antes que se acabetn : u loja do Paan
ua 1.* 1e Marco n. 7 A.
Aos cigarreiros
NOVA ESPERANCA vende
proprio para cigarros, de diversas
de
rj ra\
linho
Boos pianos.
Chegados de novo.
Vende-se. "
Trora-ae.
E aluga-se.
No armazem do vapor francei, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7._______________
Vende-so uma parte do sitio Paripe, sito a
Ilha] de Itamaraca : quem preteoder, dirija-se a
raa larga, do Rosario n. 60, laverna.
Manuaes para nrisato
de muitas qualidades e precos, rece!" u-os a NOVA
ESPBRANT.A, a rua Daqne de Caxia; n 63.
Eseravo.
Vende-se um mulato de 40 annos A- iddde, tem
boa candueta, e earroceiro e apto pi. 1 qoa!qner
servico : a rua do Hospicio n. 81. __________
MOMMAS
de vime e dc bk
Vemde-ae muito em conta ; cadeiraa ulsas, de
balance, de bracos e de dobrar. no arrr-atem do
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou'ri
ra Nova n. 7.
Atten(jao
Sem reerva de preco vend se a tarerna da
raa Direita n. 45, tambem ae vende 10 a annafao,
que se presta para qualquer r'n>. de negocio, e 0
molivo da venda e por seu donu retirar-se par>
f6ra da provincia : trata-se na mesma.
Vende-se nma victoria, pintada e fomia de
novo, com am par de arreios, muito propria para
viagens : qnem preotoar, dirija ae A raa ao r
rador n. 17.



8
Znario de Peraambuoo Quarta feira.29 de Julho de 1874.
.- -. j


1SSEMBLEA GEBAL
SENADO.
DISCURSO PRONUNCIADO NO ULTIMO DIA DA
MSCUSSAO DA RESPOSTA 1 MI.I.A DO
THKONO.
(Continuaeao) '
Sabiamos quo', Deus creando o mundo,
deu ao homem a iutelligencia, a razdo, para
das cousss creadas e dos factos que se succo-
dem tirar as consequencias para firmar re-
gras de conduota bos homens, regras a quo
se da o nome dj leis.
0 Sr. Modes de Almeida : -Leijis uon
habemus.
0 Sr. Visconde de Souza Franco :Ago-
ra vem-se dizer :Nao 6 a razdo do homem,
nao e a razdo de tod >s reuuida, formando
uma soberania, uma nag3o, a que, adop
tando a experiencia dos seculos pass;idos e
observando os factos presentes, julga que
taes e taes sdo conformes com a lei natural
eos proniilgaora leis politics, em leis ci-
vis, etc,, que tem deser executadas no paiz.
Ha uma lei diviua superior a lei escripta,
diz o nobre senador pelo Maranbao. Escripta
oude? Oode estd escripta a lei divina quo
di2 que o supremo tribunal de justica njij e
o julgador competente dos bispos ?
0 Sr. Mendes de Almeida :Na secgdo
24.cap.,5 do concilio Tridentino, que e
tambem 'ei nossa, se determiua que nas
causas graves os bispos sejam julgados pelo
papi, e nas outras polo concilio provincial.
0 Sr. Visconde de Souza Franco:Os
actos do concilio de Trenlo,. pela nossa le-
gislagdo, estaosujeitos, corno todos os ou-
tros actos dos concilios e da igroja, ao exa-
ne da hacao pelos seus delegados em as-
sembled geral. ao pl-xcet.
OSr, Mendes de Almeida:Depois de
estar recebido ?
.OSr. Visconde de Souza Franco :Pri-
meiramento, ndo ti claro que se recebesse o
concilio Tridentino neste ponto.-
0 Sr>. Memoes de Almeida :Estd da-,
rissian.
0 Sa. Silveira I.oiso :E riem se choca
com a nossa legislagdo; et.1 do accordo.
0 Sr..Visconde DE Souza Franco : A
constituigao promulgada posteriurmente o
revogou em graude parte, outra ndo estd
era pratica desde rauitos annos ; e mesmo
parte delle nao foi recebida, porque o placet
faz sempre exccpgdo expressa do quo e con-
trario ds leis.
O.Sr. Mendes de Almeida: Revjgou
como 1
'0 Sr. Silveira Lobo :Esta de accordo
com a constituigao e com toda a nossa legis-
lagdo.
(Ha outrosapartes.)
0 Sr. Visconde de Souza Franco :Eu
estire d espera de que mo deixassem conti-
Jiuar, o por isso calado.
0 Sr. Silveira Lobo :E' bom parades-
cancar.
0 Sr. Visconde de Souza Franco : -Sem
duvida & um tavorque mo querem fazer. 0
beneplncito, como toda a lei humana, nao e
perpstuo e nem p6de ser. As geragoos se
succedom, e niaguem tem o direito de ligar
de tal sorto as geragoos futuras, quo ellas
nao possam determiaar do outra fdrma. A
constituigdo actual, adop'ada pela goragao
qua vai desapji.iro.vnJo, determioou que as
leis occlcsiasUcas rrecisam do boneplacito
para serem executadas, e este direito de esi
gir placet so estendo ds mesmas que ja o ti-
vessem ti lo em outras epocas, em quo
eram diversos os principios reguladores:
0 Sr. .Mendes de Almeida : Mandou
quo continuaspe o que existia.
OSr. Visconde de Souza Franco:
Man Ion quo continuasse o quo existia, de
conform iade com os seus novos dictamos o
modiiicHdos, como o foram pela constitui-
cao, jo ligo criminal; deviam, pois, ou de-
vem s iffreressas raoJificagoei. As leis mo-
den.a- :iao a lmittem que nenhum ecclesias-
tico tinha fdro especial em materia tem-
poral.
0 Sr. Silveira Lobo :Ah I Isto 6 ma-
teiiammporal ; nao e do que sb trata.
0 Sr. Visconde de Souza FRANCO : Ou-
ca dos e registremos estas concessoes quo
nem os bispos e nem o nobre senador pelo
Maranhao faz,
Vamos adiante : em materia mesmo espi-
ritual, ou puramente espiritual, eu fago
naencao do puramente, que e" expressivo, o
processo d3o 6 arbitrario, tam formulas es-
senciaes e o governo esta" nb direito de pro-
teger seus subditos, mesmo ecclosiasticos,
que sotfram violencia da parte da autorida-
ds ecclesiastica.
0 Sr. Viscoude de Souia Frakco :
C'jmo individuo, a mim somento cabe jul-
gjr da bondade dos principios religiosos quo
sigo, de accordo alids com os que tomo por
guia, espiritual, mas sem que estes tenhsm
'direito de coagir-me e sen que o estado me
OSr. Silveira Lobo: Na lei nio ha possa constranger ou possa perseguir-me por
processo civil, nefn politico. 'tnotivo de religiio._ Como cidadto, estou
0 Sr. Visconde or Souza Franco : E sujaito ds leis do paiz e hei desoffrer 'a sanc-
d'ahi 6 que teem provindo os principaes ;of salva a liberdade de sahir do paiz.
abusos. Os bispos nfip in'stauram hojo um Nisto e" que estd a differenga eos nobres se-
umco processo occlesiastioo ; entenderam e oadores ndo teem raa^b quando entendem
entendem que em favor das suas doutrinas que a igreja catholica Oseus bispos podem
invasoras, teulo elles o direito de interdicto influir sobre o estado, sobre o governo do
ex-mforrnataconscientia, chegam mais de- Brasii, a ponto de pertencer-lb.es o direito
prcssa a sous fins. de distinguir o que e* espiritual do que e
Desto direito, alids limitado, a poucos da- temporal, de influir assim sobre a marcha
sos, o que devo ser entendido para as sus- da administracjio publica, sobre o julga-
pensOos tie poucos dias ou mezes para aqutl- mento dos tribunaes e sobre a politics ua-
la breve suspens;! > que d toda a autoridade cional. E tudo isto sob a depondencia de
compote sobre seus subordinados, teem elles uma autoridade externa !
abusado, estendendo a susponsdo exinfor- 0 Sa. Silveira Lobo :Isto e que 6
mala conscientia a actos quo precisam de confundir tudo.
processo ecclesiastico e aos que cabe o re- O.Sr. Visconde de Souza Franco: -
cursi. Mo tem-se feito nenhum ultima- P6deser... 0 nobre senador entende que o
mente, porque os processes ecclosiasticos au- liberalismo consisle em dar ds autoridades
torisadosno paiz, tirariam aos bispos parte ecclcsiasticas direito amplo para explicar as
do arbitrio em que somente coiifiam, como leis a seu modo, a pretexto de liberdade de
que-n suspita que os seus proprios tribu- 'consciencia ; outros dfeera que pela supre-
naes ecclesiasticos nao se prestariam aos raa^macia do espiritual sobre o temporal. Jd
ri'jos adoptados para sjbordinar o clero e estd demonstrado que os bispos de Oliiida e
tirar-lhe toda a independencia. jdo Pard ndo podiam arrogar se o direito de
Mas quando a lei do paiz ordena que al- doclarar que a questdo das irmandades e es-
guns actos cnminosos n':o sejam objocto de piritu.il o deixar de obodecer ao governo,
processo ecclesiastico, e sim de processo que p-los meius corapetentes declarou que e
civ'- iraixla e temporal, quanto d expulsSo de
0 Sr. Silveira Lobo : -Isto e, quando seus membros. Cidaddos brasileiros, elles
du, e neste caso ndo 6 arbitrario. deve'm ter como questSes temporaes sujeitas
Souza Franco: E ao fdro judiciario aquellas que as leis do
FOLHETIM
sem duvida algoma odiz, p irque designs a
autoridade que p61e distinguir os actos tem-
poraes dos espirituaes...
0 Sr. Silveira Lobo: -Nao diz tal, enem
V. Exc. po le provar isto.
0 Sr. Visconde de Souza Franco:...
como admittir que autoridade extorna possa
contrariar a decisao ? Quero, porem, ad-
miitir para argumento, e suppdr o absurdo
da existenoia de um paiztdo atrazado quese
tivesse esquocido de que compete d sua so
berauia marcar quacs sao os crimes que
offendem as suas instituigoes.
0 Sr. Silveira Lobo:V Exc. agora
mudou de terrono : fal la vamos do espiri-
tual.
0 Sr. Visconde de Souza Franco : E'
do que continuo a tntar. Seria muito
atrazada a nagao quo deixasse a uma auto-
ridale de t'6ra o direito de distinguir os ac-
tos que lhe competcria julgar, dos de natu-
reza temporal, que ficavam ao governo da
nagao com a corteza delimitada jurisdicgao,
arrogando aquella a si o principal e impor-
tanle, e por fim tudo.
0 Sr. Silveira Lobo : E' o principio da
liberdaJe de crencas e de cultos.
0 Sr. Visconde de Souza Franco : Eis
abi como o nobre senador confunde todas as
questoes.
0 Sr. Silveira Lobo :V. Exc. e que e"
a clareza era pessoa I
0 Sr. Visconde de Souza Franco : Es-
tou demonstrando que mesmo o que e espi-
ritual nao deve nagao uenbuma deixar a ou-
tros, que nao aos seus delegados, o distin-
guir do temporal. Depois demonstrarei que
a nacao brasileira nao incorreu neste grave
erro, e que sua constituicao e suas leis mar-
cam as regras de distin.cc.ao, e as autorida-
des incuiabi las de resolver as questoes que
se suscitem sobre a competencia.
0 nobre senador, sabindd da questdo,
confunde a liberdade de consciencia em ab-
soluto, com a liberdade" de consciencia e
culto, permittida em um paiz em que ha
igreja do estado ; confunde os direitos do
individuo no sou fdro interno, na sua con-
sciencia com os deveres do cidaddo no fdro
extemo, e a rospeito dos outros cidadaos e
individuos.
Como individuo tem cada um plena li-
berdade de crenga e de passar da catholica
para a judajca, para qualqoer das seitas
protestantes, porem, como cidaddo, se inu-
dar de crenga estd sujuito as condigoes que
a constituicao e leis impoem Merabro de
uma associagao politica, estd obrigado ds
regras que constituem lei para essa socie-
dade.
0 Sr. Silveira Lobo : .Nao constitue
lei; respeita-se o principio
POR
.loito Candido.
(Conliauagdo do n.. 168.1
XXI
ALBORES.
0 Sr. Victor da Cruz passou uma noite
de insomnia e inquietagdo, como s3o sempre
aquellas era que um pai medita acerbamen-
te no futuro compromettido de um filho.
A's onze horas, como havia ficado certo,
: ;m dizer palavra d filua, saio o foi ter
rojoa Raphael.
Ete jd o eiperava anciosamente, attri-
buinrio a mil motivos a vinda solemned'a-
quelle homem d sua casa.
Torque a curiosidade 6 mui justa
n'ertesjeasosprincipiou o paideArmanda
o sou espirito deve tor ficado bastante preoc-
oupado com o peJido que lhe fiz. Mas co-
mo sempre foi muito magnanimo para mim
e ;. i a os meus, Je^culpar-me-ha ; ndo e
as-i:n ?
Oh 1 Sr. Victor. Que merecimento
tenho eu para tauto 1...
Muito, Raphael, muito. Etanto assim
e quo tendo de responder sobre um negocio
que diz-I be respeito, nenhuma resolugao
quiz loioar sem consulta-lo.
Qua diz-me respeito I
Sim.
'Hr-me ha. Mas creia que tdo alto
estd cot'.ocado no meu aprego, que qual-
que? que fosse o seu procedimento me con-
Tena.
Obrigado, obrigado, meu excellente
amigo disse-lbe o commerciante apertan-
do-lbe a mdo com jubilo.
Creia.
-<- Sim, crew, Raphael. Mas por dema
siado generoso nao se escuse de receber a
manifestaedo do mou reconhecimento e gra-
tidSo.
Diga o quer de mim, Sr. Victor ; es
too prpmpto a satisfaze-lo.
Raphael. Mur raras vezes aconteca
que se pense nos vai-vens do muudo, quau-
do se vive ongulphado nos prazeres dafor-
tuna. Parece que esse bem-estar do u6s
mesmos nao permitie-nos uma hora de
meditagao ; e levados pelo Bo seductor ne-
nhuma ideajtemos do iufortunio, queTinal-
mente nos surprende.
Eu vivia assim, Raphael. Quando,
porem, mais alheio me achava de que-pro-
fuudo golpj se aproximava de minha ca-
bega, eis quo sou victims d'elle Oh I nao
teuho animo para continuar.
Raphael aaimou-o a prbseguir ; elle ac
cedou immediatameQte :
Circumscrevendo ao lar da familia
toda a minha felicidade, dava lugar a que
cada um deparasse com o objecto de seu
melhor entretenimento, e procurava por
meu lado satisfazer desejos meus, quaes
devem ser os de um homem de minha ida-
de. S6 hoje comprehendo o erro que
commettia, preferindo a tudo jogar com os
amigos que na occasido se reuniam.
0 jogo, Raphael, acarreta males tio
imprevistos, que nenhum jogador 6 capaz
uunca de suppor, ainda no meu caso, que
ndo pegava em cartas por vil interesse.
Ndo era eu pore'm viotima d'aquelle prazer
tantas vezes funesto ; ndo ereis v6s, e nem
outros amigos, mas... podeisbem adivinhar
o resjo; ; podeis adivinhar o horror que
deve-me inspirar hoje o perigo de serae-
Ihante passa-tempo. Vosso irmdo, Ra-
phael !... Tfleodorico I... Ah I Eu con-
corria em parte e sem o saber para a des-
ventura do pobre mogo I
Raphael devassou n'um instante o mun-
do de mysteries, que subito havia co-
raegado a descobrir.
Adiviuho, Sr. Victor disse-lhe per-
dendo a calma com que pretendeu escuta-lo
ate- o fimSe: infelizmente de tudo. Ignoro
apenas o que tem isto de commum com o
que me disse a principio.
Ah I Mas quando o vosso espirito
perde aquella serenidade, em que eu tanto
confiava, que pahveas proferird mais a
minha bocca.
Tpdas, senhor ; todas as que preten-
dia-me dizer. Eu nao perdi ainda, como
pensa, a coragem que dove assistir au ho-
mem no perigo. Essa tristeza, ou o quer
que seji que em mim so manifests, e o scn-
timonto natural de que nos possuiraos,
paiz determinam quo o sdo
0 Sr. Silveira Lobo : Apoiado, quan-
do houver lei.
0 Sr. Visconde de Souza Franco :...
seja qual for a sua opinido particular. Lo-
go, desde que entendeu o bispo de Olinda
que, na qualidade de magon, devia um
membro de innandade ser della riscado, ti-
nha, na f6rma das leis, de recorrer ao juizo
competente. Tinha o irmdo excluido de
soffrer ao mesmo tempo a perda da proprie-
de dos dinheiros contribuidos, a perda de
direitos adquiridos a soccorros presentes o
futuros a elle e sua familia, de soffrer para
com alguns de seus amigos e conhecidos
quobra na sua reputagdo ou pelo menos nas
suas relagoes, e tudo isto, nem e" por sua
naturezi da competencia da autoridade oc-
clesiastica, o nem as leis adraittem que o
seja, porque determinam o contrario; e
quando a lei falla, calam-se todas outras
vozes.
Quando mesmo se tratasse de questso es-
piritual, ndo podia o bispo, sera instaurar
processo ecclesiastico com as solemnidsdes
legaes, tomar providencia e impdr pena es-
piritual contra qualquer individuo, nem
usar do raeio, tdo abusado, da decisdo ex-
in for mala conscientia somente applicavel a
ecclesiasticos e com Iirailagoes a que ndo
teem a% bispos obedecido. Sua ordem de
expulsdo dos irmios das irmandades, inter-
dicto das igrejas e prohibigdo aos parochos,
foi um firman de bache turco.
0 Sr. Silveira Lobo : E' extraordi-
nario.
0 Sr. Visconde de Souza Franco :
Isto nao 6 liberal. 0 que distingue o libe-
ral hoje no mundo, e o respeito a estes
dous principios: independencia da razdo
hurnana e plena liberdade de consciencia.
0 Sr. Figoeira de Mello : Ndo ha
mais dogmas A razao hurnana assim.o
determina I
0 Sr. Visconde de Souza Franco :C
nobre senador invoca sempre o princicio
religioso e chama a tudo dogma e dogma
obrigatorio. Desde que a curia romaua fal-
la, a razdo deve callar-se, e a consciencia
obdedecer-Ihe, sem reflexdo para aquella, e
sem que esta attenda ao sentimenlo que po-
de ser de duvida, de remorso.
0 Sr. Figueira de Mello :Eu me op-
ponho a este racionalismo.
0 Sk. Visconde de Souza Franco :Va-
mos por diante. A liberdade de conscien-
cia 6 plena em materia religiosa, es6mente
a crenga voluntaria da creatura pode ser a-
gradavel ao Creador.
Eu posso ser hoje catholico apost lico ro-
-mano, e seramanhd calvinista ou lutherano,
ou de qualquer outra religido, e o verdade1-
ro liberal 6 aquelle que segue os dictames de
sua razdo auxihada pela razdo universal,
pela expenencia dos seculos, e porque se
guia pela razdo, n-speita, que os outros o
neons.
OSr Silveira Lobo : Agora vai bito-
lar quem e liberal: emsendo citholico ro-
mano, jd proclama : ndo e liberal. Onde
ird parar o partido liber Liiesta terra de ca-
tholicos ? *
OSr. Vis-onde de Souza Ftanco:Ao
quo parece, o nobre senador quer um par-
tido liberal muito numeroso, embora com-
p sto de pessoal que era parte ndo tenha
ideas verdadoiramente liberaes. Os brasi-
leiros seguem em quasi u.ianimidado a reli-
gido do Jesus Christo ; dizjin-secalliolicos,
ter o que signilica universal, e podem
presci .dir do nomo desde que'o facto o nao
abona. Jesus Christo ensinou sua doutrina
e ndo a impoz ; e para a salvagdo de cada
uma uiliversidade da crenga ndo conlribue
E sdo roraanus, porque a igreja estd com
seda em Roma, tendo por muito tempo es-
tado em Jerusalem. .
Os bra ileiros devem saber que, para ser
liberal, o preciso mauter a soberania da na
gao isenta de qualquer poler ou autoridade
externa e dar as leis que ella promulga ac-
gdo intoira sobre todos os que habitam o
territorio nacional. Admittir como qssoii
Cial d crenga religioS3 que o chefo da igre-
ja territorial ou externa em sua sele cstoja
isento de resp:itar a constituigao e as leis e
ainda mais que lhe seja superior, quo tenha
direito de as explicar, e ate de declarar nul-
lo o dir. it j constituido, quando entenda
elle chef, ou entendara os bispos, que essa
direito constituido e* contrario ao que dizera
ser direito divino, isto nao e ser liberal.
Os hpmens instruidos sabem e devem cn-
Sinar ao pavo que ha grande differenga en-
tre religido e igreja. A religido chnsta e
divina, como o Redemptor do mundo, q-ie
a ensinou : seus preceitos devem ser sem-
pre- obodecidos o Jesus Christo o disse que
nao jo reforia.n ds cousas temporaes. a 0
meu reino ndo e" deste mundo.
A igreja e, porem, composta de homons;
os poatilices sao homeps, paccadores alguns
e falliveis todos. Os proprios ultramonta-
Se-
este
quando vemos um irmdo soffrer como o
meu soffre.
E' que eu temo molestar-vos de novo,
Raphael. 0 vosso coragdo ndo imagine o
que vai de angustias pelo meu I Oh I meu
amigo !..,
Pois bem, Sr. Victor ; tudo vai ter
agora o fim mais desejado. Eu jd ndo posso
occultar-vos nada do que sinto ; soffreria
muito assim I Dizei-me : que devemos
fazer para rehabilitar aquelle que trilha o
caminho do erro e da deshonra ?...
0 Sr. Victor jd ndo tinha mais duvida
nenhuma sobre o que lhe havia dito Eduar-
do Mario. Era verdade tudo 1 Fazia-se
preciso, sem que fosse por deslealdade e ia-
famia, arredar Theodorico de junto de sua
filha.
Raphael empregava todos os meis para o
mais breve possivel ouvir o norae de
Eduardo.
Depois da pergunta de Raphaol, o Sr.
Victor proferio :
r- Raphael : o remorso que deixou-me
a idea de que eu era complice no mdo des-
tino de vosso irmdo, deixou-me a alma
agonisante. Para suavisar a minha dor, e
melhorar por Ventura a sorte d'elle, tentei,
a s6s comigo, meditando n'um recurso que
produzisse grande effeito, es rever anony-
mamente a vosso pai, narrando-lhe com
prudencia e reflexdo, a perigosa condigdo
ide Theodorico. Mas, no mesmo instante,
Jrepugnei o passo que ia dar. Queria com-
. municar-vo-lo primeiro. Eis porque vos
disse que dependia de vossa palavra. Agora,
i vede o que e* mais vantajoso n'este caso.
. Se quizerdes, em meu lugar e com maior
(influencia, podeis vos dirigir a vosso pai.
(Uma vez que Theodorico se retire d'esta pro-
, vincia para aquella em que encontra um
guarda sempre vigilante de seu futuro,
tem-se feito tudo. Deus fara" o melhor,
Raphael.
! E o Sr. Victor demorou-se ainda n'uma
longa digressdo, onde tentou provar a Ra-
phael a necessidade da mudanca de Theo-
dorico, citando a cada passo as palavras de
I Eduardo. Quando porem tenflmou, ficou
como fulminado ao ouvir meu amigo pro-
ferir :
Obrigado, Sr. Victor, obrigado. Eu
sei qrianto o senhor e sua familia nos esti-
mam ; sei que e" verdade tudo que me diz ; I
que Theodorico ha pass&do horas inteiras a |
nos o coufessara e que era impossivel quo
em mil uitocentos e t:intos anncs nao hou-
vesse excepgoes aos santos varoes do pontifi-
cado. Podem pois e'rrar o cbefe da igreja
eos bispos e dianto de Deus ndo podem
ser culpi los os catholicos quo lhes desobe-
dece.n em algumas decisdes, e que mesmo
se afastam de Roma em epocas de seusdes-
vios da verdadeira doutrina de Jesus Chris-
to. Os catholic >s liberaes podem c devem
faze lo, sem que se afaftein da santa reli-
gido que professamos. Deixam, porem, de
ser liberaes os que aompanbam o bispo do
Pard que, m tejando os de liberangas, s6-
mente os aceita como apostatas politicos,
dispostos a segui-lo ate na theoria anarchica
da nullidade do direito constituido, das leis
que ndo approve.
Ate ullimamente os dogmas depondiam
dos concilios ecumenicos do voto unanime
dos bispos todos e doutorts da igreja. Hoje
basta a vontade do papa, porque e infal-
livel. E que infallibilidade e esta limitada
pelo tempo o pelos legares e circumstan-
cias? Infallivel, o que o ndo era ate 18701
Infallivel quando assentado na cadeira pon-
tificia, e ndo quando f6ra della I Infallivel
no dogma e altas questoes de doutrina e
fa.Iivel em assumptos menos importantes I
0 Sr. Figueira de Mello : Nao e a in-
fallibilidade, e :oda a igreja no concilio do
Vaticano.
0 Sr. Visconde de Souza Franco :Se
a iufallibilidade presuppoe a omnipotencia
e a oranisciencia, corao p6de ella ser limi-
tada ? Como e que o acredita Jo em tempos
idos como verdade divina, e hoje substitui-
do, substituido todos os annos ate em mate-
ria de dogma, como so diz que se tornou a
infallibilidade do papa, substituida a infal-
libilidade da igreja em concilio geral ecu-
raenico ?
0 Sr. Figueira de Mello :Sao troca-
ddhos do palavras, que ndo tem importan-
cia.
0 Sr. Vieira da Silva :Mas que incom-
modam.
0 Sr. Visconde de Souza Franco :Eu
fallsva do liberalismo. 0 libera. e aquelle
que quer a independencia da razao huraa-
jogar com iudignos parceiros, e perdido
sommas eleva las a coutrahido emprestimos
terriveis ; sei emfim que lacu pobre irmdo
se tem arruinaJo oxtremamonte. Mas, por
Deus, senhor, elle ndo devo nada d'isso ao
raarido de D. Helena, em cuja casa encon-
tro sempre o agazalhopuro da amizade. 0
criminoso e" outro, senhor. E como para
esse ndo tarda muito a punigao,- Theodo-
rico ficard comigo, sem meu caro pai co-
nhecer tamanhas desventuras.
Mas, Raphael... dizeis-me... o crimi-
noso e" OMtro ?!...
Ah I Sr. Victor I Poupai-me a reve-
lacdo do nome d'esse bomem...
N'alma nobre do marido de D Helena
como que de chofre clareou uma alampada
divina.
Sim, Raphael I Esse homera deve
ser um misera-el I Confiai-me o nome
d'elle ; eu vo-lo peco; vo-lo stipplico I
Perdoai-me I...proferio Raphael nao
tendo animo de fazer a coufissfio que o Sr.
Victor lho pedia. Mas como o pai do Ar-
manda o collocasoe ua contingencia de fa-
ze-la, depois de murmurar o nome de
Eduardo, referio minuciosamente a bistoria
odiosa d'este homem.
Mas tado, Sr. Victorcontinuava Ra-
phael- -como que e;.'.ava preparado para hon-
tem terminar sem desar nenhum para meu
irmdo. Ate mesm) Martha, essa mulher
com quem Theodorico existia ha mais de
um anno, cravada de espinbos, como os
martyres, nao faz mais parte d'esle mundo.
Nao quero dizer-vos com isso que hoje
Theodorico se acha dig o do amer de vossa
filha ; ndo, ndo, que elle ndo podia mere-
ce-lo; pore'm digno de mim e do nome
de meu pai., v
E Raphael deslisan lo intimo pranto, em
quo havia tambem lagrimas de jubilo, dei-
xou-secair sobre uma cadeira, abatido e ao
mesmo tempo satisfeito.
Cobarde Iexclamou o Sr. Victor er-
guendo-se e dirigindo-se a Raphael. Mas
Deus foi just) ; pois evitou que aquelle in-
farae fosse um dia o esposo de minha filha.
N'esse momento, na porta principal asso-
mou o vulto de dous homens.
Era Paulo e Fernando.
Tlnham acabado de ver Martba descer d
sepultura, e voltavam em busca de encon-
tra-se alii com Theodorico, como amigos
dedicados.
na como a principal fonte da sciencia.
0 Sr. Sivveira Lobo : E' s6 o racio-
nalismo, por tau to.
OSr. Visconde de Souza Franco :Eis
ahi que ate se chega ao ponto de tomar co-
mo uma palavra de stygma o uso do mais
bello ddm.de Deus, a razdo. Quem^me de-
ra ser racionalista exacto, 4)roficiente"!
0 Sr. Silveira Lobo:Nao, eu, ndo
tomei como offensa a liberdade do dog na.
Argumento com lealdade que ndo careceisto.
0 Sr. Visconde de Souza Franco : Com
lealdade, isto e, segundo as suas opinides.
0 Sr. Silveira Lobo :Ndo, senhor;
e ndo trocando, ndo inverlendo.
0 Sr. Visconde de Souza Franco : 0
que ? alburn texto ?
0 Sr. Silveira -Lobo :Opinides ; e e
justamenU o que V. Ex-., estd fazendo.
OSr. Visconde de Souza Franco :
nhores, o liberal e aquelle...
0 Sr. Silveira Lobo :Vamos a
dogma.
0 Sr. Visconde de Souza Franco : .
que, pr.meiro que tudo, procura firmir a
independencia da razao hurnana.
0 Sr. Silveira Lobo:Liberal e aquel
le que sobretudo e justo.
0 Sr. Visconde de Souza Franco :V.
Exc. perm tta que eu faga minha demuiis-
tragdo. Liberal e aquelle que respeita a
independencia da razao hurnana. A razdo
dos brasileiros reuuidos em so^iedade de-
cretiu por sous delegados, na constituigdo e
nas leis, que e livre a consciencia de qual^
quer de seus concidaddos e los habitantes
do imperio ..
0 Sr. Silveira Lobo : Apoiado.
0 Sr. Visconde de Souza Franco -....
a que e" a nagao brasileira, conservando a
religido catholica apostolica romana, cha-
mava a si o direito de examinar nas bullas
pontilicias a actos dos concilios, assim co-
mo era todos os decretos ecclesiasticos o que
nao seja contrario a constituigao e puramen-
te religioso para autorisar sua execugao no
imperio ; e, pois, negar essa aulorisagdo ao
que fdr contrario d constituigdo e tender a
invadir o poder temporal.
0 Sr. Figueira de Mello : Segundo
a celebre razao humana.
0 Sr. Visconde de Souza Franco : De
f6rma que a razdo humana e alguma causa
que se deva fugir della para preferir tilvoz
a loucura humana Eu pego a V. Exc. en-
tdo que admitta a minha razao, porque, se
a razdo humana ndo serve, a minha razao
que, como ja disse o nobre senador, e a de
um corebn amollecido, toca d loucura e
servird melhor.
0 Sr. Figueira de Mello da um aparte.
OSr. Visconde de Souza Franco:A
razdo nacional e (fallando serio) -, o juizo da
assembles geral, a que deve procurar satis-
fazer os preceitos da constituigdo, e nao a
razdo s6mente dos bispos ou o seu juizo par-
cial o nem o de Roma.
Seria tirar d constituigdo e leis do impe
rio o seu caracter temporal, promu'gada,
interpretada e executada pelos delegados da
nagdo, por seculares, e no espirito secular
ou temporal, que d sua fonte. 0 espirito
religioso a mystilicaria.
0 liberal e entdo aquelle que respeita os
principios da constituigdo, em sentido do
progresso continuo e nunca aquelle que,
aos dictames da nagdo, formulados na con-
stituigdo e nas leis, prefira os dictames de
uma autoridade alheia ao paiz, estranhi aos
principios temporaes deque as leis se com-
poem e, como sacerdotal, desiinada somente
a guiar no empenho da salvagdo da alma os
que aceitarem o seu ministerio.
0 Sr. Silveira Lobo :A defioigao estd
longa de mais.
0 Sr. Visconde de Souza Franco: Po-
de ser...
0 Sr. Silveira Lobo:Eu defino em
reenos palavras; libera! e ser justo.
0 Sr. Visconde de Souza Franco :Sem
duvila quejusto sem auxilio da razao, por
qne o racionalismo V. Exc. o prescreve o
ndo quer o influxo da razdo humana e so a
autoridade : o so tal vez a autoridade dosa-
cerdocio na interpretagdo e na execugao das
leis.
0 Sr. Silveira Lobo :Ndo ; eu respeito
o racionalismo ou qualquer outro modo de
pensar, como tilho do direito do individuo.
0 Sr. Visconde de Souza Franco :V.
Exc. ndo quer o liberalismo dos liberaes da
Meia hora depois Theodorico entrando
por sua vez, semser apercebido, encontrou
o grupo de quatro homens abragados, e
como de maos elevadas para o ceo, entoan-
do um cautico de gracas.
0 sol, estendendo do horisonte um raio
limpido o brilhanto, p^netrou por uma ja-
nella, e illuminou aquelle qiiadro bello e
signiScalivo.
Era que com effeito bouvera alii um
fiat tocaute.
XXII
V'INDICTA.
Conhecedor dos actos de atroz vilania que
Eduardo Mario pralicara contra Theodorico,
o Sr. Victor daCruzpropoz ds victimas d'a-
quelle energumeno os raeios de uma vin-
ganga satisfatoria.
Erara taes as medidas que se dispoz a to-
mar, e surtiara effeitos tio desejados, que
ate Raphael applaudi-as, confessando-se mil
vezes grato'ao pai de Armanda.
Deixemos pois o commerciante a traba-
Ihar para a justa e necessaria punigao do
perverso seductor.
No dia seguinte, a pretexto de um mo-
tivo que s6 faria patente naoccasido oppor-
tuaa, o marido de D. Helena convidou nu-
merosos amigos para um custoso jantar,
ndo esquecendo dirigir um convite por es-
cripto a Eduardo.
Era de tarde e aproximava-se a hora so-
lemne.
Como sempre succedia, e agora sobre
tudo, a casa do rico commerciante resplan
decia de luxo asiatico. Por toda a parte do
edificio escutava-se um borborinho, nuncio
de uma grande fesla.
E' inutil descrever pega por pega, um a
um, todos os conjuctos da luxuosidade que
se via alii. Dir-se-hia a sededa ristocracia,
aregido para oude convergiram os mais raros
artefactos, o palacio illuminado da felicida-
de humana.
A propria filha de D. Helena, que viamos
outr'ora por essas occasides dominada de
melancolia, pelas razSes que nos ndo sao
desconhecidas, ostentava no todo. radiante
a formosura da flor que abre a ultima petala
do calice mimoso.
Que teria havido, pois, de exlraordina-
riamente feliz na sua pura existencia ?
Os raativos de folgar e sorrir a cada in-
stante ; de beijar tantas e repotidas vezes as
faces morones de Beaicr que a sou turno
Belgica. .
0 Sr. Silveira Lobo : -Quero, mas com
a correcgao da expressdo.
0 Sr. Visconde oe Souza Franco :...
vai sendo seguido como regra em todos os
paizesjmais adiantados, isto e que liberal so r
aquelle...
OSr.Silveira Lobo:Que ndo eeatbulico
OSr. Viscondr de Souza Franco :...
que segue os dictames da razdo humana il-
lustrada, obadece os preceitos formulados
na const tuigdo e nas leis de seu pai i, os
quaes se esfurga, para que caminhem a par
dos pregressos nodernos.
Na Franga, ua Belgica, ua Allomanha e
em outros paizes passa como principio in-
contestavel que nao pole ser liberal e que-
rcr o progresso"d > seu paiz aquelle que en-
tende devor obedienci.a d vuz de uma auto-
ridade extema, que1 diz: Nio posso,
nem devo, conciliar-me e trausigir com o
progresso, coui o liberalismo e com a civi-
1 sagao moderna. (Syllabdstu n. 8).
O Sr. Visconde de Souza Franco : A
au tori la ie do catholicismo du pontificado
actual, a qua o verdadeiro liberal nio pode
jltelecer neste e outros ponto.-.
0 Sr. Silveira Lobo :Isto (i que e con-
fundir as materias.
OSr. Visconde de Souza Franco: Es-
tis dout.inase mais aquellas, que, em seu
folbeto, que teuh> em raajs, publicado pe-
lo bispo do Pard, doutrinas que proclamam
a anarcbia social em linguagem elegante,
devemoa oiifessar.
0 Sr. Figueira de Mello:-Sem du-
vida.
OSr. Visconde de Souza Franco:...
querem nos fazer admittir que ha" uma lei
divina superior ds humanas e que as deve
fazer calar.
Onde esta ella I Mostrem-n a : nao ha
ninguem que, desde que reconbecessc que
a lei apregoa la vem de Deus. nao Hie cur-
vas e a cabeca a ndo lhe obedecesse. Mas
onde o criterio para reconhecer que tal lei
e divina, vem de Deus?
A razdo humana que Deus, forjundo o
homera, lhe deu para, por meio della, co-
nhecer os preceitos do seu Creador e a na-
tureza e relagoes das cousas creadas, diz o
contrario quasi sempre do que nos ensinam
alguns inculcados interpretes da divindade.
seus infieis interpretes.
A razao guiada pelo ensino e experiencia
dos factos mvstra ao homem quo, sendo elle
a obra prima dacreagao, provaservir-se das
cousas creadas ejiominar a materia, cumpre-
Ihe aporfeigoar a sua intelligeocia, reforgar
suas faculdades corporaes, robustecer seu
corpo. A alimeotagdo 6 uma necessidade
indeclinavel, mas a parcimonia nascomidas,
e a abbstinencia periodica mantera o vigor
corporeo e influe no intellectual. A titulo,
porem, de salvagdo da alma e de lei divina]
seus infieis interpretes promovem o obscu-
rantismo, prescrevem jejuns frequentes e
flagellagao do corpo, visando esses tempos
ominosos em que sd o sacerdote e os reli-
giosos claustraes sabiam ler.
A fraqueza do corpo acarreta a da razao,
a ignorancia a per.erte, e os guiasespiri-
to aes das almas consoguem demorar a ci
viiisagdo, governar mesmo no que e tempo-
ral as nagOijs embrutecidas e armal-as con-
tra os governos, mesmo os della por si pro-
pno, pelos delegados de sua escolba.
E' lei da uatureza, escripta como divina
(toda a lei feita pela bservagao da nature-
za ti diviua ou inspirada pelo Creador; que
o cruzament) aperfeigOa as ragas e que o
cojisorcio entre pareutes proximos, alem da
imporfeigao c rporea. fomenta a desmorali-
sagao e perturba a paz das familias. Esta lei
porsua uatureza, principalmente temporal, a
igreja a chama a si e a prescreve como divi-
na. 0 Estado c igreja se ligaram para tor-
nar respeitavel, sagrado, um dos lacos mais
importantes da vida humana. 0 EsUdo
procura cumpr.r lealmente a sua accio so-
bre o contrata por raeio das leis e dos tribu
uaes: a igroja actual f^z do Sacramento
uma das fontes da sem lucros pecuniarios.
Pedro nao pode casar com Maria, pjrque
e pareute proximo ; poderd jwrera, receber
o sacramento; se contribuir para o cofre da
mitra com iOOU ; Antonio com Joanna, se
pagar 8003 E assim outros. E os im-
pedimentos por afinidade, exagerados sobre
modo, ongrossara os redictos condemnaveis.
I Conlinuar-se-haJ
partilbava do jubilo imraenso que em cons-
te manifestagao lhe auuunciava a arnica que-
rida ?
L'ma cousa sd fazia ainda Armanda fochar
n'alma aseusitiva de seus transports de
suave alegria. Era a preseuga de Eduardo.
Este tiuha-lhe feito soffrer tanto I
Deanor-dizia ellaEsse bomem tem
uma sorabra feroz que me horrorisa.
Occulta como estava quasi de todos, a
causa do capo d'ayua que o Sr. Cruz ia
offerecer a seus amigos, a sofreguidio subia
de ponto e coucorria directaraente para
aquella reuuido tornar-se notavel esobrc-
maueira aprasivel.
Ndo havia quem nao conjecturasse um.
milhao de cousas.
Eduardo era eutao o que mais se entreg i-
va a reflectir sobre aquillo.
0 que sigmfica isto Iperguntava elle
com adrairagao a si mesmo, deixando ds
vezes compreuender que accrescentava :
Que vim fazer aqui I...
0 espirito todo era-lbe uma revolugio
que apenas amaiuava quando alguem em
conversa com elle attribuia a origens muito
estranhas a festa do Sr. Victor.
Alguma transacgdo mui vantajosa ;
talvez uma visgem a Europa, cousa deque
seotpre nos tem fallado ; algum casameuto
rico para a filha, etc.
Ao ouvir fazer se a supp sigao de algum
casameuto rico para Armanda, supposigao
que lhe era talvez lisongeira, sorrio.
Mas seu sorriso foi o de um precito.
Se ndo for porim I...disse elle pelo
gesto, traiudo seus reconditos pensamentos.
Era preciso ir ter de novamente oom o
pai de irmania, por quanto jd uma vez
1mha-lhe feito indagagoes sem proveito. 0
Sr. Cruz havia-lhe respondido o mesmo que
aos outros.
Eulao ate de mim deve occultar o
motivo de seu obzequio hoje ?...
Nenhum actor representou nunca o teu
papei com tanta arle, como o marido de D.
Helena gngindo a sua 'calma. 0 riso, u
pslavras, as manoiras, as feigoes do Sr.
Cruz dir-se-hia que eram um veo de seda
encobrindo uma porcao de tremeudo com-
bustivel.


.I
{Conliuuar-se-ha.)
NVP, DO WARIO. -P."A DUUl'E DE CAXUa


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