Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19346


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Full Text
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AAWO L. MJMERO 167
for tres mezes adiautados. 4 ~ RM
Por aeisditos idem. ...............
129000
For urn inno idem.. .'.... I] *.......
Cada numero avulso "' *.....
i
&IBMD0 25 DE JULB DE 1874
PAR4 BKVlllOEIOHVDl PROVIACIA.
Por tres mezes adiantados............... 6*750
Por seis ditos idem..........?......1395oO
Por nove ditos idem.......... .1-1 .- .
Por am anno idem. .
.
. .

27*000
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIRQA DE FARIA A FILHOS.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- i -------------------------------------------------------------------------_______________________________________
f In. Gerardo Antonio Ahead Filhos.no Para; Goncalvea d Pinto, no Maranhio; Joaqnim Jose de Gliveira4Filho, no Ceari; Antonio de Lenu* Braga, no Aracaty ; Joio Maria Julio Chares, no Assa; Antonio Marques da Silva, total ; Jose Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jo** Gome., na Villa da Penha; Be'armino dos Santos Bulcao, em Santo Antfo ; Domingos Jose da Costa Braga, emSaiareth;
_____________i__________________ Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar dasAlagdai a Aires A C.,na Bahia; e A. Xavier Leite d C. no Rio Janeiro-

nrsiOTCtfo populas
ELE31EXT0S D PHYSICA
i. ro prliuclro
CAPITULO I
nocSes prkliminabks
Objecto da physica. \ palavra physica deri va-
se rte urn nome grego que s gnilica natureza, vis-
o eoiio 03 aotigos abrangiam sob o nome de phy-
sios, o estudo de toda a natureza, comprehenden-
do nt'3 dominios dessa seieneia a mechanic!, a as-
tronomia, a chymiea, a botanica, a zooloyia, a me-
dicina, e ate a aslroloyia e a adeoinltacao.
Actualmeate os domiuios da physica sao m .i-
restriclos, visto wmo, pondo de pane as seiencias
e artes acima enumeradas, ella tera unicamente
por objecto o estudd dos phenomena quo se mani-
festo it nos capos terrestres inorganicos, nao eom-
prehendidaa as Midi fir irues de sna siibstancia.
A narticularisaeao do corpos terrettres, provera
de que os phenomenos que apresentam os celestes
s.io do dominio da astronomia ; eade inorganicos,
provem de qua os pheauineaos que se observajios
Corpos orgaDicos, comu pUmas e auimaes, sao da
alcada da botanica e da zoologia ; iinalmente a res-
triccio que se refere a nao modificacdo da subs
tan'cia, decorre do facto de haver ouira seieneia
a chymiea,que se occupa do estudo dos pheno-
menosque apresentam os corpus terteslres, quan-
do a sua siibstancia se inodiiica pela leparacio
de seas elemenlos ou pela addic&o da novas ele-
inento3.
Quando, por exemplo, a agua pelo resfrianien-
to, se transforma em gelo, e, depois pelo aqueci-
memo, o gelo se transforma em agua, isto e, tor-
naao estado primitivo, temo3 a manifestacao de
phenuoienos pliysicos, nao so porque todas as pro-
priedades do corpo se couservam identicamenle as
mesmas, mas tambem porque a sua substancia se
conserva identicamente a mesma.
Da mesma forma, sa > phenomenos physicos : o
fraccionamento de objectos de porcelana, vidro,
made ra, etc. ; as correntes athmosphericas ; as
reper:uss5es do som ; a projec^ao directa djs raios
lumiuosos ; e era geral todos aquelles phenomenos
qua nao alteram a substancia dos cjrpos, e refe-
rtmse aos terrestres e inorgaoicos.
t'.-l. cantrario nao sao da sua al^ada os pheno-
maaos que alteram a substancia dos corpos e di-
zem respeito aos celestes ou organicos, como por
exemplo : a queiraa da madeira, a liga e a amal
gama de metaes, e a combinaroes de acidos a
saes; as Concedes da alimentacao e da reproduc-
.;.i i das plantas e dos aninii>es ; c o movimento dos
astros e seus eclipses, etc., ate,; vist> como se 03
primeiros. alteraado a substancia dos corpos, sio
da alc.ada da chymiea. os segundos Beam compre-
liendilis nos dominios da botanica e da zoologia,
e 03 ter^eiros entrain no quadro de estudos da
'astronomia.
Uateria, corpo, mass*, densidaie.Da se o no-
me de materia a tado quanio p6de affectar um ou
mais ilos nossos seot'dos, isto e, a lado cuja exis-
tencia podemos recunhecer por meio da vuta, do
OUfidc,do laclo, do yosto e do olfacto.
Todo e qualquer objecto material e urn corpo,
como par exemplo : uma pedra, uma arvore, um
move) a agua, o ar, o vapor, o livro, etc., etc.
Mas-ia de um corpo e a rpianiidade de materia
que elle contain. Km geral, debaixo do mesmo
voluraj, as dlversas subslancias coolem quantida-
de? de miterias differentes. E' assim que, em dous
volumes iguaes de agua e de chumbo, este con-
tem quasi onze vezes mais massa do que aquelle,
e com relacao ao oaro, coniem este dezenove ve-
?.'? miis massa do que a agua.
Indca-se que, em igualdadeda volume, um cor-
po contem duas, tr-s ou mais vezes mais massa do
que oatro, dizendo que elle e duas, tres on mais
vezes mais dens); e, coaseguintemente a densida-
de de, umcorpo em relacio a outro, e o numero
que exprime quantas vezes um determinado cor-
po eastern mais materia do que outro, tornado por
i?rmo de comparacao.
Corpos simples e corpos composlos. E:a presen-
ja do numero intlnilo e da enorme variedade de
r.os quo apresenta a natureza, convent saber se
cada um delles e furmado por uma substancia
particular e apropriada, ou se todos sao oriundos
de um certu e pequeno numero de su!.stancias ele-
mentares, que grupando-se convenientemenle e
<*ombinaudo-se, podern formar a agua, o ar, as
roehas, as plantas, os animaes, e em geral todos
tuanbs corpos cahem debaixo da nossa obser-
v;tcao.
Ds philosophosda autiguidaJe soadmittiam qua
:ro e.ementos, que eram : terra, agua, ar e fogo ;
o quo mais admira 6 saber-se que ate a segunda
metade do seculo XVIII, predominou scmelhante
doutrina.
Nos tempos modernos, isto e, de cerca de no-
venta annos para ca, foi que os chymicos chega-
ram a decompor os corpos formados de diversas
substancias, encontrando nelles sessenta e seis ele-
inentos, que sao designados sob o nome de corpos
simples, como que para exprimir que cada um
delles so contem uma especie de mat-ria.
Todos os metaes sao corpos simples ; e 03 cor-
pos s.mples nao metalicos sao apenas em numero
de quinze, dos quaes as mais importantes e de que
eonvem guardar iembranca, 9ao : o oxigenio, o
azo'.o. o hydrogenio, o enxofre, o carvuo, ou car-
bono, o phosphoro, o chloro e o iodo.
Tocios os mais corpos da natureza sao compos-
es, isto e, formados pela combinacao de dous, tres,
quatro ou mais corpos simples, visto como nenhura
encerra mais do que um pequeno numero de ele-
mentos, como por exemplo : a agua, que e com
Posta de oxigenio e de hydrogenio ; a madeira que
e constituida pelo carbono, oxigenio e hydrogenio ;
o a corne dos animaes, que e forraada de carbono,
origenio, hydrogenio e azoto.
Composiguo intima dos corpos, alamos, molecu-
las eforgas moleculares. -As propriedades dos cor-
pri deixam ver que estes nao sao formados de
cma materia compacta e continua, como parecem
a primeira vista, mas sim por aggloiieraroe? de
partes materiaes extremamente pequenas a que
se da o nome de atomos.
Estes, grupando-se uns aos outros, formam par-
ticuias materires ainda extremamente pequenas a
quo se da o nome de moleculas ; e emQm as mo-
leculas, nnindo-se umas as outras, formam os dif
frrentes corpos que existem na natureza.
Atientas assuas dimensSes, 09 atomos e as mo-
leculas 5o inieiramente invisiveis e impalpaveis,
visto como os mais tenues grios de po, que se
veem suspensos na athmosphera, estao longe de
sdrem simples moleculas, pois qne contem de ordi-
nario um numero consideravel deltas.
As mesmas propriedades que !evaram os phy-
sicos a admitiir atomos e moleculas, forneceram-
ihes meios para reconhecer que ess.is pariiculas
dos corpos nao se tocam, mas apenas se justapoem,
- conservando entre si intervallos extremamente pe-
quenD?, que sio denorainados pdros.
Nao se deduza, porem, dabi qup, por causa des-
ses n esraos poros, os atomos on mo eculas se de-
vam lesmanchar em p6 impalpavel, nem que seja
inexplicavel a sua solidez e dureza, nao ; visto
como uma forga iuvisivel as prende entre si, ten-
dendo a aproximar incessantemente umas das ou-
tras, as panes constitupvas dos corpos, da mesma
form?; que o iman attrahe o ferro.
.(Continuar-se ha.) -
FARTE OmCIAL
Govcruo Iu pi'u% iiieiu.
EXPEDIKNTE DO D1A 12 DK MAKUO DK 1874.
I." seccdo.
Acto :
0 presidente da provincia exonerou a seu
pedido, a Manoel Caroeiro Machado Freire, do lu-
gar de apontador do arsenal de marinha.
Offlcios :
Ao brigadeiro- commandante das armas.
[Tendo de funccionar a recebedoria de rendas desta
provincia, de hoje em diante no pavimento terreo
do edificio a rua do Imperador, que serve de paco
a camara municipal e a assemblea legislativa pro-
vincial, rceommendo a V. Exc. se sirva de pro-
videnciar para me ssja postada uma sentinolla
na porta daquelle edificio, duraate o dia e a noite,
para maior garantia dos dinheiros nacionaes, ar
recadados pela dita repartiQao, podendo a referida
seniinella ser fornecida pela guarda de palacio,
sendo esta augmeniada com o numero de pracas
que a V. Eie. pareeer convenieotc.
Ao inspector do arsenal d; marinha. Cora-
munico a V. S., para seu conhecimento qne nesta
data concedi a exoneracao pedida por Manoel Gar-
ueiro Machado Freire, do lugar de apontador
desse arsenal.
Ao director do arsenal de guerra.Nos tsr-
mos da sua informacao desta data, ?ob n 59i,
autoriso V. S. a Bandar fornecer ao delegado do
termo de Flores, como solicita o Dr. chefe de po-
licia em offlcio de 7 do corrente sob n. 175, doze
armas de espoleta de ad^rme 17,5'*, devendo faze-
las acompanhar do couveniente numero de espo-
letas.
Ao mesmo.Sirva-se V. S. da mandar con-
certar o correame e utensilios contantes da in-
clusa reiagao n. 1, pertencentes a companhia de
cavallaria, e recolher a esse arsenal os artigos de
armamento, equipamento e municao, mmciona-
dos na relacao sob o. 2, visto que nao fazem mais
parte do armamento e equipamento da mesma
companhia.
2." secqao.
Actos :
0 presidente da provincia, atteodendo ao
que requsreu o bacharel Manoel Lopes da Caaba
Maciel, juiz municipal e de orphaos do termo de
Garanhuns, resolve conceder-lhe tres mezes de
liconca com vencimentos, na forma da lei, para
tratar de sua saiide onde Ihe convier.
0 presiJenlo da provincia, attendendo ao
aue requereu Joao Paulo Carneiro de Souza Ban-
deira, tenente-coronel da guarda nacional do mu-
nicipio do Cabo, e avista da informacao do ra9-
pectivo commandante supeiior de 7 do corrente,
resolve que, ao dito tenente-coronel se devde con-
formidade com o disposto no art IS do da'creto n.
1,130 de 12 de marco do 1833, guiade passagem
daquelle municipio para o de Santo Araaro de /a-
boaiao, onde esta residindo.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.Previno a V.. S.,
de que o director do arsenal fica nesta data au-
torisado a mandar fornecer ao delegado do termo
de Flores doze armas de espoleta de adarme
17,5", e bem ass'm o couveniente. numero 4e esj-
poletas, conforme solicitou V. S. em] seu oQlcib
de 7 do corrente sob n. 337. Por esta occasiao
recommendo a V. S. que exija em circular as au-
loridades que Ihe sao subordinadas, uma relacao
do armamento fornecido e existente no poder
deltas.
Ao mesmo.Transmitto a V. S., para os dff-
vidos tius, por copia, o incluso otflcio do enge-
nheiro fiscal daestrada de ferro do Recife ao S.
Francisco, datado dj 11 do corrente, sob u. 45,
sobre a morte de um iodividuo de ci't branca e
de 50 a 55 annos de idade, occasionada pelos trens
daquella estrada.
Ao commandante superior da guarda 'na-
cional do municipio do Recife.Para constituir o
tribunal da junta de justiga, que tem de ju'gar
o processo instaurado contra Francisco Martins do
Nascimento, praca do corpo de policia, designe
V. S. ires vogaes entre os oflkiaes superiores
da guarda nacional sob seu commando, devendo
elles comparecer neste palacio no dia 16 do cor-
rente, as 12 horas da manna.
Ao commandante superior da Boa-Vista.
Remetto incluso por copia a V. S., afim de que
informe a respeito, o oflicio de 27 de fevereiro ul-
timo, n. 288, do Dr. chefe de policia, cobrindo o
do tenento commandante do desta-amento do ter-
mo da Boa-Vista, de 6 do corrente, solicitando o
pagamento dos vencimentos das pracas destaca-
das no dito termo.
Ao Dr. juiz de direito da 1* vara crime da
capital.Remetto a V. S. o processo instaurado
contra Francisco Martins do Nascimento, praca
do corpo de policia, alim de fazer V. S. o relato-
rio do estylo peranto a junta dejuslica que tem
de julgar o mesmo processo no dia 16 corrente
as 12 horas da manna, neste palacio.
Ao juiz de direito interino de Tacaratu,
Francisco Cavaleante de Albuquerque.Em offl
cio de 26 de fevereiro ultimo, consulla Vrac. se,
em vista do disposto na 2' parte do art. 7* do
regulamento que baixou com o decreto n. 4,824
de 22 de novembro de 1871, e ou nao incompa-
tivel o exercicio do cargo de juiz de paz com o de
subdelegado de policia, caso que se verifica no
termo de Floresta, dessa comarca, na pessoa do
capital Joaquim Francisco de Sa. Em resposta
tenho a dize~-!be que nao ha ineompatibilidade
no exercicio dos dous lugares alludidos, nao to
porque o artigb da lei citada em seu offlcio re-
fere-se aos juizes municipaes e seus supplentes,
como porque o avi30 de 28 de agosto de 1872 de-
cidio clara e positivamente a especie, declarando
que nao ha ineompatibilidade na accumulacao do
cargo de juiz de paz com o de supplente de dele-
gado de policia, a vista do art. 26 do regulamento
n. 120 de 3 de Janeiro de 1842, que nao foi nesta
parte alterado pela lei da reforma judieiaria;
cumprindo, porem, que o juiz de paz, qaando li-
ver de servir rnos trabalhos da junta qualitica-
dora ou da mesa parochial, passe ao immediato
o exercicio do cargo de policia, na conformidade
dos avisos n. 18 de 17 de Janeiro S 2, n. 37 de
1.3 de fevereiro 10, e n. 139 de21 de marco de
1841.
Ao bacharel Francisco do Rego Baptista, 3
supplente do substituto da provedoria de capelas
e residues. Afim de sati9fazer o qua solicita o
Sr. consul geral do Brasil em Hamburgo, remet-
ta-me Vmc. uma copia do processo instaurado
contra Daniel Tavares Coelho, Olegario Saraiva
de Araujo Neiva e Jacob Todot, pelo crims de fa-
brico e iolrodaccao de moeda falsa.
Ao promotor publico de Caruarii.Por co-
pia remejto incluso a Vmc. o offlcio do delegado
de policia do termo de S. Bento, datado de 2 do
corrente, e mais papeis quo o acorapanham, afim
de qne nos termos da lei proceda contra os que
tomaram do poder da re'pectiva escolta o preso
Jose Joaquim de Mello Junior, que a 1 do cor-
rente ia remettido aquelle delegado pelo subdele
gado de Canhotinho.
3.' seccao.
Offlcios:
Ao inspector da thesouraria de faienda.
Mande V. S. pagar ao capitao Jose Firmo Pereira
do Lago, conforme solicita o Dr. chefe de policia
em offlcio de 6 do corrente sob n. 333 a quantia
30$000 constante do recibo junto provenience de um
seraestre de alnguel da casa que era Petrolina ser-
ve de quartel ao respectivo destacamento a conlar
do 1 de julln ao ultimo de dezembro
paseado. .
Ao mesmo.-Transmitto a V.S para os devidos
fins 6 ordens d> dia e 2 rl>i ihesonro nacional sea-
do as priineiras da ns. 1014 a 107 a as ultimas
de ns. 34 e 35.
Ao raejmo.-Para os fins convenientes comma-
nico a V. 3 que segunlo partiaipagao do respe-
ctivo commandante superior de 9 do corrente falle
ceu n'esu cidade no* I de'ste mez o eabo dos tam-
bores do 2 Bitalhao de infaotaria da guarda na-
cional deste municipio, Cosine Maaoel d) Nasci-
mento.
Ao mesm.). Tendo a 10 do corrente o bacha-
rel Alexandre da Silva Pereira do Carmo Junior
assumido o exercicio do seu cargo de 3.* juiz sub-
stituto d'esta capital, assim o communico a V. S.
para os fins convenientes.
Ao mesmo.Expeea V. S. as suas ordens no
sentido de ser pago a Manoel Taomaz da Albu-
querque Maranhao, contractante da obra do paial
para deposito do polvora, mandado construir pjr
conta da fazenda, a segunda prestaclo no valor (Je
8:762/770 a que elle tem direite p r forca de seu
contracto e em vista dos attestados juntos por copia
assignados pelos engenheiros eacarregodos da 'is-
calisacao da mesma obra, devendo o referido arre-
matante recolher em deposito para caucionar a
fazenda a quantia da 1:7531546, nos termos da
informacao d'essa thesouraria de 26 do mez tin lo,
sob n. 804. Serie F.
Ao mesmo. Ao engenheiro Agnraensor
Carl is Camillo Carnili contractado pelo ministro
da agricultura commercio e obras publicas para
*ervir nesta provincia perante o aaganheiro Luiz
Jose da Sirva encarregadj da medicio das terras
publicas e ligitiraacoes, mande V. S. pagar a im-
portaneia que Ihe competir em vista do atteslado
junto, por haver duranto os mezes de agosto e se-
lembro do anno passaio, medido 8,658 bracas cor-
rentes nos trabalhos procedidos para veritieacao do
perimetro do extincto aldeiamento de S. Miguei;na
villa de Barreiros.
Ao inspector da thesouraria provncial
Mande Vmc. pagar ao capitao Jose Firmo Pereira
do Lago, conforme solicita o Dr. chefe de policia
em oflicio de 6 do corrente sob n. 333, a quantia
de 30/000 constante do recibo junto provenieute
de um samestre de aluguel da casa que serve de
cadeia no termo da Boa-Vista, a ontar do 1. de
julho ao ultimo de dezembro do anno passado.
Ao mesmo.Ao alferes Mariano dos Reis Es-
pindola mande Vmc. p'gar conforme solicita o Dr.
chefe de policia em otflcio de 6 do corrente sob n.
331, a quantia de 295440 constante dos documen-
ts juntos provenieute de dous mezes da aluguel
da casa que em Beberibe serve de quartel ao res-
pective destacamento, a contar d> 1 de Janeiro ao
ultimo de fevereiro deste anno, e do fornccimento
de luz e agua ao referido quariel durante o mes-
mo tempo.
Ao mesmo.Conforme solicita o Dr. chefe de
policia em otflcio de 6 do corrente sob n. 329 man-
de Vmc pagar a Firmino Antonio Rodrigues, em
vista do document junto, a quantia de 45/000
provenieute de um trimestre de pjoguel da casa
que no districlo de Afigados serva de quartel ao
respectivo destacamento, a contar do dia 10 de
novembro do anno passado a 10 de fevereiro ul-
timo.
Ao mesmo.A' vista da inclusa conta dicu-
mentada mande Vmc. pagar aos eraprezarios da
illu'ninacao publica desta cidade a quantia de
1:053/900 provenients do gaz consumido eom a
illuminacao da casa do detencao nos mezos de
outubro a dezembro do anno passado.
Ao mesmo. -Afim de que Vmc. demonstre a
deflciencia das rendas da provincia em ordjm a
poder merecet do governo imperial um auxilio
para pagamento da forca policial, incluso remetto
por coaia o aviso quo em data de 4 do corrente
em enderecou o Exm. Sr. ministro da justica.
4.' seccao.
Actos :
0 presidente da provincia, attendendo ao
que requereu a professora da Venda Grande, Anna
Bazerra Cavaleante da Silva Costa, resolveu pro
rogar per dous mezes, sem vencimenton, t licenca
que Ihe foi concedida por portaria de 7de Janeiro
ultimo, a qual expirou em 28 de fevereiro.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu Anna Elysa Pereira Dutra, professora
publica dacadeira'de primeira3 lettras, da povoa-
cao de Tamandare, tendo em vistas o altestado
medico por ella exhibido e informacao do director
geral interino da iostrucgao publica, em offlcio de
10 di corrente, sob n. 90 resolve conceder-lhc
dous mezes da licenca, om vencimentos na forma
da lei, para tratar de sua saiide, onde Ihe convier.
Offlcios :
Ao director geral da instruccSo publica.
Devolvo o requerimento que Vmc. me enderecou
com offlcio da 10 do corrente. sob n. 92, da pro-
fessora publica da villa do Cabo, pedindo autori-
sacao para admittir alumnos do sexo masculino a
uiatricula de sua escola, afim de quo a mesma
professora declare primeiramente se na casa em
que fuocciona ha compartimen'os soparados e que
fique simultaneamente sob as vistas da professora,
de modo que os meninos nao estejam promiscua-
menle sentados com as meninas.
0 syslema da co-educacao dos sexos, que o art.
30 da lei n. 1124 do anno passado ousca ensaiar
na provincia, nJo pode deixar de ter como con-
dicao essencial e indispensavel precaucSes desta
ordem.
Ao mesmo. Remetta Vmc. com a maxima
brevidade o relatorio que exigi em offlcios de 11
de setembro e 29 de dezembro ultimas, afim de
ser satisfeito o aviso do ministerio do imperio, de
30 de agosto do anno passado.
Portaria :
A' Illm*. camara municipal do Recife.
Achandose concluida a obra da latrina publica,
sita na Praca de Pedro I, bairro do Recite, pela
companhia Recife Drainage, e em etado de func-
cionar como me communicou o respectivo enge-
nheiro fiscal; assim o deeiaro a Illm.' camara
municipal do Recife, para que delta tome conta,
visto os reparos e conservacao da mesma Ihe com-
petir.
5.' seccao.
Offlcio :
Ao engenheiro chefe da reparticio das obras
publicas. Devolvo o projecto e planta do uma
ponte de ferro em substituicao da que existe sob a
denominacao de ponte dos Afogados, para que
Vmc de seu pareeer sobre elles.
Portarias :
Os Srs. agentes ^da companhia brasileira de
navegacao a vapor mandera dar passagem para a
corte, por conta do ministerio da guerra, no vapor
Parana, esperado do None, ao soldado Jose de Si-
queira Lapa, que foi transferido do 9 batalhio de
fcinfanteria para a companhia de operarios do arse
nal de goerra da mesma cdrte.
0 Sr. gerente da companhia pernambucana
faca transportar para c- Rio Grande do Norto, no
vapor que tem de seguir para alii, dous caixSes,
que serao remettidos para bordo pelo director do
arsenal de guerra, e vieram da cdrte com destino
aquella provincia.
EXPEDIENTE DO SECRETARI0.
IS seccao.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas. Sua Exc. o Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. Exc. que nesta data fleam
expedidas as necessarias ordens no sentido de ser
transportado a corte no vapor Parana o soldado
. Jose de Sicnieira Lapa, de que trata o seu offlcio
do anno de It do cbrrente, sob n. 119.
Ao mesmo. Sua Exc. o St. presiiente da
provincia manda declarar a V. Exc. que nesta da-
ta foram UMbnittidas ao director do arsenal de
guerra, pantos fias convenientes, as duas relac5es
que vierani_annexas ao seu oflicio de hontem'da-
tado, sob a.'290, do correame, equipamento e uten-
sis pertaneiaiBS a companhia de cavallaria.
Ao nMsipo. Sua Exc. o Sr. presidente da
provincia naanda declarar a V. Exc, para seu co-
uheeimentoi que nesta data concedeu ao recruta
Manoel Pedro Banicio, oito dias de praso para pro-
var isenciajleg-l.
Ao cd amandante da divisiio naval do 2 dis-
tricto. S Exc. o Sr. presidente da provincia
monda dar irar a V. Exc, em resposta ao seu
offlcio de a ntem datad >, sob n. 305, que fleam
expedidas a necessarias ordens no sentido de ser
traosportad a cfirte no vapor Parana, o 2 tenen-
te, Alfredo ilvino de Souza e bem assim o seu
criado.
~yAo disfector do arsenal de guerra. De or-
dem do Exti. Sr presidente da provincia c*mrau
nico a V. St em resposta ao seu offlcio de 10 do
corrente sol n. 593, que ticam expedidas as eon
venieotes oadens para serem transpprtados ao Rio
Grande do Worte, os dous caixoes da que allude o
cilado oflicio.
2." seccao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia. 0 Exm. Sr. pre-
sidente da provincia manda communicar a V. S.
que nesta data se expedio ordem a thesouraria pro-
vincial no sentido de ser paga ao alferes Mariano
dos Reis Espiodola, a quantia de 29/440, de que
trata o offlei) de V. S., de 6 do corrente, sob n.
331.
Ao mesmo. De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, declaro a V. S., que nesta da-
ta se expedi < rdem a thesouraria provincial para
pagar a Firmino Antonio Rodrigues, a quantia de
455, constante do recibo que veto annexo ao ofli-
cio de V. S., de 6 do corrente, sob n. 329.
Ao me-mo. De,ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, communico a V. S., em respos-
ta ao seu offlcio de 6 do corrente, sob n. 333, que
nesta dala foram expedidas as convenientes ordens
no sentido de ser paga ao capitao Jose Firmo Pe
reira do Lago, a quantia de 60/. constante dos re-
cibos annexos ao citado ofllc o.
Ao commandante superior do Cabo. 0
Exm. Sr. presidente da proviucia manda commu
nicar a V. S. que, por portaria de hoje, resolve
que ao tenente coronal Joao Paulo de Souza Ban-
lugar denominadoTambor, do termo do Brejo, La
dislio, escravu de Jose Cavaleante de Albuquer-
que, o equal anda fugido, disparou um tiro sobre
o capitao de earapo Pedro Jose dos Santos. A auto
r'dadj competente proiedeu ao inquerito policial,
que tove logo o devido destino.
No dia 17 do corrente foi preso, no termo do
Limoeiro, Joa > Gomes da Silva, por antonomasia
Joao da Rocha, o qual esta sendo processado como
incurso nas penas do art. 205 do codigo criminal,
pelo Dr. jniz substitnto do 2 district> criminal
desta capital.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Correia de Araujo
&mmmmmm&:
[DK AGESCIA AMERICANA.:
deira se de guia de passagem do municipio do Ca-
bo para o de Jaboatao, onde esta residindo.
Ao jniz de direito de Caruarii. 0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda aceusar o rece
bimento do offlcio de V. S., de tt do corrente, par-
tlcipando ter naquella data convocado a sessao
judieiaria do jury desse termo para o dia 6 de
abril proximo futuro.
Ao bacharel Alexandro de Souza Pereira do
Carmo Junior, 5* juiz substitnto da capital. 0
Exm. Sr. presidente da provincia manda aceusar
o recebimentb do offlcio de V. S., de 10 do corren
te, partieip mdo ter naquella data assumido o
exercicio das funccoes do seu cargo.
Ao juiz municipal 1 supplente em exercicio
do termo de Itezerros Joaquim Pantaleao Xavier
de Lima. 0 Exm. Sr. preidente da provincia
manda aceusar o recebimanto do offlcio de V. S.,
de 13 de fevereiro proximo findo, parlicipando ter
naquella data nomeado o cidadao Manoel Isidro
Falconieri dos Santos, escrivao do crime e civel
desse term >.
Ao presidente do conselho de qualifieacao da
guarda nacional da parochia da villa de Panellas,
major Jose Cordeiro dos Santos. 0 Exm. Sr. pre-
sidente da provincia manda aceusar o recebimen-
to do oflicio de V. S., de 2 do corrente, participau-
do ter currido regularmente o processo da quali
licacao da guarda naciodal dessa parochia.
Ao presidente do conselho de qualifieacao da
guarda nacional da parochia de S. Caetano d'a Ra-
poza, Joss Clement* dos Santos. 0 Exm. Sr. pre-
sidente da provincia manda aceusar o recebimen-
to do offlcio de V. S., de 2 do corrente, communi-
cando que naquelle dia o conselho de qualifieacao
da guarla nacionat dessa parcchia conciuio os
seus trabalhos ds conformidade com a respectiva
legislacao.
4.' seccao.
Offlcio :
Ao se;reiario da presidencia da provincia da
Bahia. Remetto a V. S. o incluso offlcio com
que o Dr. Theopbilo Moreira Guerra respondo ao
que V. S. por meu intermedio.lhe enderessou em
dias do mez proximo passado, i
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 23 DE JULHO DE
1874.
Antonio Luiz MarquesInforme o Sr. engenhei-
ro chefe da repar-.iyao das obras publicas.
Padre Felix Jose Marques Bacalhao.-Junte o
supplicante altestado, nos termos dalnformacao do
inspector da thesouraria de fazenda.
Padre Franiisco Raymundo da Cunha Pedrosa.
Deferido com o offlcio desta data ao Sr. inspe-
ctor do thesouro provincial.
Caetano Pinto de Veras.Informe o Sr. inspe-
ctor do arsenal de marinha.
Irmandade de Noisa Senhora da Conceicao dos
Militares.Informe o Sr. inspector do thesouro pro-
vincial, i
Jose Sabasliio Basilio Pyrrho.Passe portaria
coneedendo, 50 dias com ordenado.
Padre Joao Senfpiao da Cruz.Deferido com o
offlcio desta data ao Sr. inspector do thesouro pro-
vincial.
Jose Francisco da Cruz. Expeca--e ordem para
a passagem do supplicante.
Joao Bapti3ta do Rego.Passe portaria por 2
mezes, na forma da lei.
Liliosa Silveira de Oliveira e Silva.Passe por-
taria removendo a supplicante para a cadeira da
villa de S. Bento, na forma requerida, e nos termos
da informacao do inspector da instruccao pu-
blica.
Maria Joaquiaa de Jesus.Informe o Sr. inpe
ctor da thesouraria de fazenda.
Thomaz de Carvalbo Soarej Brandao Sohrinho e
outros.Passe portaria relevando os supplicantes
da multa e prorogando por 12 mezes o prazo con-
cedido, nos termos da lei n. 1,149 de 1 de junho ul-
timo.
Watson & Smith. Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Reparti2o da policia.
t.' seccaoSecretaria de policia de Pernambuco,
24 dejulho de 1874.
N. 889Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Etc.
que foram hontem recolhidos a casa de detencao
os individuos seguintes:
A' minha ordem, Joaquina Maria da Conceicao,
como alienada, ate que tenha destino para o res-
pectivo hospicio.
A' ordem do subdelegado da Santo Antonio, An-
tonio Augusto da Costa Guimaraes, Hermino Jose
Francisco Trigueiro e Manoel Francisso de Barros,
por disturblos.
A' ordem do da BqaVista, Manoel, escravo do
Dr. Gabriel Siares Raposo da Camara, a requeri-
mento do procurador do senhor.
A' ordem,do da Bda-Vista, Joio Baptista de Vas-
cencellos, por crime da fenmentos, a disposicao do
Dr. mix de direito do 6. districto criminal.
A s 9 horas da noite, do dia 12 do corrente, no
Rio ill- Janeiro i as s n. <- 35 m.
da manhsi. O porter moderador
commutou ;i pena tlo iii>i>i do l*ani
em quatro anilog il<- itriMao Bimples.
Vai M-.iiiiikIo o paquete Inslea BOYNE
para on portoa do norte. I'hcgou
da Europa o paquete inglcz CHlilUO
RAZO, da linlia do l'aciflco.
Rio S I a 1 liora e 30 m. da tarde.
Mercado inalteravel.
llahia 11 :i l It. i- 30 m. iln tarde.
Chegou o vapor PARANA', procedeu-
te do Hiu de Janeiro, e Megue lioje
mesmo para ok portoH do norte.
Bahia tlas.1 li. c 3U m. da tarde.
<> PA BAN A' chegou com avariax, tal-
vez n;ii Hisa tambem. Sliio Hon-
tem para alii o pataeho I'.l.V/M, i-iiia
a arcuinte earsa : ro) Kilos A\e fu-
isin. lOO pipns vasias. I.OOO saccos
com I.OB3 Kilos de farinha de man-
iiioi-a. 5 ltarricas tapioca, e "SI far-
dps piassaba. Cambio sobre Lon-
drcs 95 3/1 bancario e particular;
sobre Portugal, a OO dias ie vista.
09 %< sobre Paris 30 a 3U9 reis
o franco. Assuror maseavado IS e
1* por sacco(t). o de Kniarnth 16.
Cafe de Uuritiba 5VO reis pur Kilo,
o do Rio 89 por sacco. Couros sa t-
gados lYO a 593 reis o Kilo.
Para 94 a 1 li. e lO in. tin tarde.
Receberam-sc desagradaveis noti-
cias de Mantarem. < iuira. .\vo Cu-
ruca e outros lugares. lie in am nel-
les as febres intermittentes de mao
earacter, e ate dizein que se dao
casos de cholera. :Vuma frcsuezia
de duzenias aloas (cremos ser al-
mas) morreram sessenfa pessoas.
Os eommerciantes vao mandar soc-
corros. O presidente vai tambem
provideneiar. O mereado conserva-
sc inalteravel.
C'begou o paquete VALPARAISO, da
linlia do Pacilico. procedente do Rio
de Janeiro.
Londres9l.-Consolidados l/8i
fumloH branileiroa lOl ; cinco por
cento francezes 9t. CaK 89 a 83.
nominal, frouvissimo .*ew-Tork :
algodilo i* 1/8. Versailles: O pro-
jecto para a proclamactio deflniti-
a da republica como governo. foi
discutido e rejeitado.
cousa necessaria. As cifras abaito mostram a
maior rapidez attingida nos caminhos de ferro, t
em caso algum no* pareee excessiva. Por eonse-
quencia, o actual preeo da viagem e algumas vezes
demasiado excessivo, assim como ha muitos luga-
res em que se torna necessario reduzir o passe
consideravelmente.
0 perigo teal, todavia, esta na falta de pon-
tualidade, gue muitas vezes obriga a percorrer 60,
ou sempre 70 milhas por hora, para compensar os
minutos perdidos, e se poderera ser tornados al-
guns meios para obrigar a uma stricta observan-
cia das (abellas para todos os trens, as demoras
nas estacoes, e os sigoaes se tornarem menos fre-
quentes, admtltiudo assim o tempo preciso para
ir de uma eslacao a oiitra, os perigos diminuirao.
As seguintes labellas marcam a maior rapidez dos
nossos principaes caminhos de ferro. Na primei-
ra pane e-tao inciuidas as velocidades concentri-
cas entre i\ e 8i milhas ; na segnnda a media
das viageos de 76 a 202 milhas incluindo as pa-
ragens.

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EXTERIOR.
ferro iuglezcs
Camtnlios tie
thi-.ns t:xpr>ESsos e ds correio.
interestante jornal do Londre
De um interessante jornal do Londre', The
Hour, transcrevemos o seguinle cqjioso artigo :
t Os perigos das viagens em caminho de ferro
teem, durante os ultimos doze mezes, impressions-
do vivamente o publico. Accidentes sobre acci
dentes e ja com tio notavel frerjuencia que, a me-
nos que a catastrophe venha acompanhada de
grandes e desastrosos resultados, nao excita inte-
resse ou attencao.
Diz-se que se nos conhecessemos alguma
cou.-a do admiravel mechauismo do corpo huma-
no, a os complicados movimentos necessaries para
execucao das mais simples acgoes ou movimentos,
temeriamos agitar um membro com receio de que
alguma parte da sua delicada organisacao fosse
offendida.
Podemos bem imaginar que os pasageiros dos
caminhos de ferro precisam experimentar um uni-
co e geral sentimento em quanto escularem as in-
finilas variedades de perigos com que sao amea-
cados a cada raunento, tanto na precipitacao dos
trens para a junccao, facingpoints, station yards,
e cruzamentos, como nas dilncultosas inclinaooes,
e tornear curvas quasi impossiveis.
t Nao Ha muito tempo appareceu ao publico
um pequeno livro contendo bastantes informacoes
sohre o assumpto e as experiencias de um signal
homem para uma de nossas incessantes junccoes.
Depois desia publicacao soubemos que durante
oito horas de trabalho e necessario mover os ins-
truments mil e seiscentas vezes, e dar para cima
de dous mil signaes pelo telegrapho.
< Quando consideramos que so empregam mais
de tres movimentos dos instruments e quatro
signaes telegraphicos em eada minuto, parece-nos
realmente que isto n5o e mais que uma combina-
cao de milagres que nos conduzem ao flm da nos-
sa Jornada. E ainda, com excepc,ao, talvez, dos
conductors, quantos passageiros dao um passo
para o risco a que estao momentaneamente ex-
post js ? Nem nos e isto estranho. Nao obstauje,
tudo quanto temos dito dos perigos do3 caminhs
de ferro, e s6mente um passagciro em cada
220,000. que e contuso, em quanto que um em
cada 4 1/2 milhoes deixa a sua vida nesles acci-
dentes ; ao contrario, os accidentes so nas ruas
de Londres elevam-se a maior somma do que em
todos os caminh03 de ferro do Reino Unido ; a
sua proporcao no numero de peoes e vehiculos e
muito maior do que a- que demos acima. Emfira,
uma pessoa tem menos perigo na viagem de Lon
dres a Edimburgo, do que no cruzamento das
nossas confusas ruas.
a Nao deve, todavia, inferir se do que temos
dito, que consideramos os nossos actuaes caminhos
de ferro perfeitos. Muito, e esta e a verdade, se
tem feito nestes ultimos annos para tornar as via-
gens menos perigosas ; mas, ao mesmo tempo ha
ainda esperancas de melhorar, e cremos que a
real commissao.tratara do as execntar.
a Uma das primeiras questdes que deve igual-
mente prender a attencao da coramissao, sera o
muito importante assumpto da pentualidade, e em
connexao com isto a maxima velocidade dos ex-
pressos de varias linhas. Nos ultimos mezes, os
presidentes de muitas das nossaS principaes linhas
disseram-nos que de boa vontade reduziriam a ve-
locidade'dos seat trens, se todas as outras compa-
nhias consentissem no mesmo, mas a accao indivi-
dual neste assumpto e distrahir passageiros das
respeclivas companhias.
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C.ADO

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I
MEDIA DK MILHAS
POR HORA
Nao e pouco interessante comparar as maiores
sommas de velocidade com a lentidao de .-.lguns
trens entre os mesmos ponlos. Por exemplo ; no
Great Western Railway, o trem que sae de Exe-
ter para Padliogton.as ll.io da m. para 34 ve-
zes, emprega 9 horas 40 minutos na viagem, e a
media da vebcidade e de 20.04 milhas por bora.
No Great Northern Railway o trem gasta 8 horas
e 23 minutos na viagem de Londres a York, toca
em 46 estacoes e a media da velocidade e de 22 36
milhas por hora. 0 North Eastern Railuay pos-
sue um trem que gasta 7 horas e 15 para veneer
as 151 milhas que separam York de Berwick, pa-
ra 42 vezes, sendo a med;a n'este caso 20.82 por
hora. 0 London and Western R ulway Company
emprega um trem que gasta 8 horas e 50 minutos
entre Liverpool e Londres, para somente 32 ve-
zes, e achamos que ajnedia apresenta a respeita-
vel cifra de 22 84 milhas. 0 Sour* Eastern Rail-
way da 4 boras e 20 minutos para as 86 milhas
que distant de Charing Cross Hamsgat dando uma
media de 19.84 milhas por bora inclusive 20 para-
Sens. 0 trem entre Londres e Exeter, pela via
o South Western toca em 40 estacSes e gasta 7
horas e 12 minutos na viagem, a media da velo-
cidade e do 23.81 milhas ; este trem sae somen-
te aos domingos.
A Midlaydeline, todavia, fax parlir aos domin
gos um trem que gasta 8 h. e 12 m. era percorrer
as 157 milhas que separam St. Paneras de Shef-
field, fazendo 47 paragons e apenas apresenta a
media de 10-14 milhas por hora. Para cima de
4 horas e 45 minutos gatta (aos domingos) o trnm
de London Bridge a Portsmouth, via Brigton a
distancia sendo de 94 l|2 milhas e as paragens
em numero de 37, a media de milba por bora e de
Em quanto a nos affrigir-nos-ha o ver addi- 19.89. Tocando em 29 estacoes, en ronth, o
cionada com uma outra hora as -ja fatigadoras trem de Chaum e Dover, de Hamsgat a Victoria
viagens do norte e oeste ; nem julgamos este passo Igasta 3 horas e 45 minutos, sendo media da ve-



'


*
i


_*___iili
Diario do Pernambuco Sabbatio '25 de Julho de 187
*4
; .
loeidadi! 21.06 milnas. ti &reat tiller* R!toayT
na viagem de Lnndres a Varmeoth apresenia a
media de 18.90 pjMtpjjjj por *pra, con, 39 para-
gens p;,raquebrM;a,iJ#toBtda viagem
Iwai-
V.iik
RBVISTA DIARIA.
Colliectorfta proviariMl. -Per r.orwria
da pre-idencia da provincia, de SS do corrente,
Toi ootneado o promotor pubWco 4a coinarc* de
Tacarr.'ii, bacharel Aogelo Jansen *j Castro Albu-
querque, fiscal da collectoria. provincial d3 respec-
tivo m micipio.
insiruoffio puitlie* Por pofrarii da
presidt ncia da prov.ncia, de 22 do corraote, foram
removidas: a professora da Ltgoa dos Gates, Ma-
ria do Rosario Pinheiro. para a i" cafcira do sexo
raasculieo da freguezia de Santo Antenio desta ci-
dade; e a de Tamandarc, Anna Elyse. Pereira Da-J
ira, para ade Venda Granie, na freguezia de Mu-
ribeca.
Ltr-enca. -Por portaria da presidmcia dti
pTovincia, "de 22 do cotrente, f concedida urea
lieenca de 3 meies, core vencime*to., na forma Ga
lei, ao juiz substitute da I' vara civel desta cidade,
onacbirel Jose Hygmo Uuarta Pereira.
Cniiimissaiiu le itofb-in.-Por portaria
da presidencia da provincia, de ii do c-irrente,
foi nomeado comraissario de policia do mnmwpio
de barinhaetn o capita.) haaocaria do exeroito Ma-
noel Eloy Mendes, pjr nao ter sohcilado o-scu ti-
tnlo o tenente honorario do exercite Samuel Lopes
Delgado Maroje.
Pb.enlx Pcrnnmfcicana Rtonio se
liontem a asserablea geral do* ac-ionislas da corn-
pan hia de seguros Plieuix Pernamhiicana, repre-
sentanlo(JSSi acc,0>s. P.tilido e apfflovado o rela
lorio do ultimo anno; t procedendo-se a eleic^o
da nov* rae-a da BWemMei crural e direetoria, sa
inrara eteitos os Srs : president.', vi-conde de Ca-
niaragibs^ viee-presidTto, barao da Sole lade; .1
secretario, JoSo Qierino fle Aguilar; 2* dito, An
lonio !gRacio do Ma/o Medeiros.
Diroctorea. Laiz Baprat, Joao Jose Rodrigues
Mrades. c Antonio G im.'s de Miranda Leal s^sup-
plento^ Jose da Sit -a L->yo, Manoel Joao de Amo-
rim Sobrinho, e Jose Jacome Tas CoTimi-sao de cowtas.-Francisco Ribeiro Pinto
Gawaiies, J >ao Igoaeio de Medeiros Rego, Lutz
Antonio Sequeira.
Daspitul iira-tusnez ElT-.ctuar se-ha
amanla, i mite, n > theatre de Sa. lo Antonio, u n
vsriado espeetaculo, con forme o programme publi-
cado na -eceio compden'e em benelieio dease uti-
Usshn etabele:imento, que ha entra mis satisfei-
to de modj mais satisfaclorio os elevados fins qoe
inspiraram s;a iaslita'Cio, graca> a boa e-:trc!!a
que tc in mail ou menos onentad > a \a-s Is?, a :u}a
gua-da ha eorridd sua mantltaBjXo b;uelica, e por
lanto ae:es?aria.
A u.n e'pecticulo, como esse, eajo predacto-sera
applistdo ao qu-j ba de mais cirilalivo epieiosi
na esi'ah da huiiianitariedade, c de-^sperar nr. > s6
a mai)r concarrencia, como que esta se convene-
tre d:s senti ncnlos de generosid d^ e piibtntropia
da quj e sempre prodigi a pspala^io d^sta d-
daie.
A rccIo digaa de luuvor do emprezario c nrtis-
tas do Santo Antonio r-era dignament^ secfildida
pelo poblico.
4i>tu:i;:stii-a e o:i;iiIc;ii:. R;;onhe-
cendo o Sr. Antonio Carlos do Carmo, director do
CiFCO Ejue^lre Bras'leirn, a f !ta de que se resen-
ts esta proviocia, de ptssoas" habilitadas ao entioo
de gyfnnastica e e |m!ara,i, resolv: n abrir eursos
de uoia e outra artes, para gueoi desejar ayrende-
1as, BUMiaoie m^dua retribuigSo.
Oi titn't is do 5r. Antonio Carlos sa> de toavar,
ef de c^.ierar que s^jam aproveitados.
Paano f.'ta akposia na sala de edtrada da Acia,cio
Commercial Beneficent", n:na p -;a de pasuu de
abjodaq, tecilo n fabrics da Magdalena.
Captunt No dia 17 do correr.ie. foi nreso,
no tenuo de Liinoeiro, Joao Gomes da Silva, conhe
ciJo f. ir J ia i da Itocha, por estar sendo proces^ado,
cemo iucur-o nas peuas J.> art. 20"> do codigo cri-
minal, pelo Dr. juiz subititato do 2' districto crl-
muni da capital
fln>-A's 9 boras da noite de 12 do corrente,
o lugar Tambor, do term) d > lirejo, Ladislao, es-
cravo de Jose Cavalcinte de Albuquerque, o qua!
an la fot;ido, deu urn tiro no capitao de campn Pe
dre- Jiiil dos Santos, ponlo-sc em segntda em fu,ia.
Asaemlilea sera!. Eucetamos hoje em
nnssa 8* pagiha a publicacno do discurso pronun-
ci do no senado pelo Sr con?elh?iro vijeoode de
Souza Franco, poc oceasjio da discussfn dares
PDiti a falla do throno, no q lal clle se occupa ex-
tent nente das que.-tots motmmtosas do Itrasil.
Airili:t com agua aberta, o patach > allemi) llenrictte
Bur-chard, com carregamento de dirersos genero,
0 q'lal ia tl) Liverpool para oUosario de SanlaFe,
no Uo da Praia. t.'nJ > .*>! dlas de viagem.
ttaaelaaea.So dia l7dejunno, 23. an-
ntvi-rsario da exflitacao de Pio IS, e-le recebeu o
saero-eollegio. O cartleal Patrizzi ka uma feiiei-
tafao, a qual o papa re^pondeu. Em seguida re-
ftbeu laniherii os gnardas nobres, os antigos offl-
ciaes-doexercita pontidcio e uinitas familias ita-
iianas e c-irangciras.
Descobrft-se ha dias na bibliotbe?a pnbliea
de Parma, nma colleCc5o de 200 cartas ineditas
do conde de Caylus e do abbade Rarthelemy,
riirigidas por etes dons homens de leltraa ao pa-
"ire I'aciandi, sabio religioso. Fui uma boa desco-
berta.
Todos os diarios de Paris tributam grandes
elogios a memorta de Julio Janin, o celebre cri-
Jico do Jornal d $ Debates, e urn dos litleratos
mais distinctos da Franca moderna. A'parte os
seus inaumeros trabalhos periodkos, deixoa com)
estudo historico- Ilirnabe, sua obra mais njtavel,
eono novela a Religiosa de Tolosa. Era mem
bro Rochefort, lao maltratadona Irlanda, encon-
trou uma pouca de Iranquillidide em Londres,
onde ov communistas qu^rem offerecer Ihe urn
banruete, ao qaal se nega assistir. Eniretanto
venden vantajasamentcaum editor inglez um livro
escripto duraute o sen desterro, e ns qual narra
os sneeessos mais notaveis de 1870, 1871 e 1872.
De Inglaterra ira para It itlerdam para continuar
alii a publica;ao da Lanlema.
- 0 Horning Posl, nolicia que bouve ultima
menie um duello enire o general von Kotzebue,
mini-tro da liussia junto da cOrte de Dresde e o
' conde Lnckner, pertencont^ a nob eza saxonia.
A ene nltimo tinlia sid) promettida a lilha do di-
plorrata, pcrem o contrato foi qucbraio por moti-
vos le qne a familia da noiva so acha offendida.
O duelloVfoi a pistola, a distancia de ,10 passos,
porem nenhum dos combatentes fic:>a ferido, de:
clarando entao a3 tesleojunlias terminada a pen-
dencia. Q general chegou a ter ainda c cbapeo
furado por uma bala.
Refere um telegramraa de Constantinccla i|ue
onavio turco Horo, que ia para Salonica, fo; abal-
roado no mar de Marmara pelo navio egypoia Be-
cheran, proeedente de Alexandria. De 330 pes-
soas que se achavam a borJo &aH>rj, tanto n3sa-
geiros como tripolacao, apenas uos 30 poderam
ser salvos peio navio egypcio, que ficou tambem
muilo dariinilicado.
k Prest, de Philadelphia annaccia que um
cidadao daquelle paiz proraettea COfiStrair, para
uso ia exposicao internacional. um navio capaz!
de eondnzir 10,000 passageires.' A sua velocidade'
ser.i de G milhas por ho a. Sera ties ou qualro
veze* mais largo e mais comprido do qie o Great
Eas'-efn.
A cidade de Avignon prepara-se para ce-
Iebr;.r dignamente, nos dias 18, 19 o 20 de julho,
o S' centenario de Petrarea. As fetas pro.tottem
ser <^plendidas. Alem das distributes solepnes
dos preraios aos laureados, havera' illominac/jes,
fogoj de artificio, masicas pelas ruas e espeetaculo
de gala, sendo tambem inaugorado o busto do im-
mortal poeta. O concurso de poe6ia franeeza, pro
vengal e itaiiana, organisado para o dia deata so
lemcidade, foi prorogado.
O St. Marshal,', o feliz proprielario do Trent,
Sue ganhou o primeiro premio nas corridas
e Longchamps., deu uma grande ceia a muitos
dos seus cornpairiotas, para celebrar o seu trintn-
pho.
Cm telegramma de Havana diz ter naufraea-
do entre Hagna e.o eanal Obijpo, a barca Isabel,
do^orlo de Bordeus. A trip lajao pode sal-
o<* ie- 0 navio (6ra construido em I860 e media
iSo .oneladas. Ia com um carregamento de aoano
para Havana.
Uma familia inteira de Troyes, stere ba
dias paramoirer todaenveneaada com unsebcuri'
f03 iue comeu. A policia, lomando conhecimen-
to do facto, mandou analysar os chonricos e ve-
nncou se entao haver nas gorduras do porco mui-
toa mycodernas de aspecto esverdeado. ,0s promp-
los sjecorros da medicina evitaram que 43 pes-
soas que comerara daquelles ebouricog orreiem
enveoenatjas
0 noite no
0 relalorio annual do jon?nl ingtez Moor*,
retere qiw o commewit e*4.iWa, jth&AMj**
vincia da rjuc Jerusalem -capKal, muilo lv
lado. A propria'cwftae'>ani* e consi-tera
bmouma das pnK*s\nais irapurcames d>( fflaa-
do. A nopulacaode biwa e d> 16B,00 nvafcome-
tanos, 30,000 ehnsiaoke s U),000 judeus. Em
lerusalem estesMltimos formam pouco mais da
matade dos Kmfoitantes. Sa cm numcro de 8 a
9,000, eoatra ? 0 )0 maheaetanos e 4 00 chris-
tios. As princrpaes mdesttias da cidade *an as
do sabio e a que se densmina urtigos d Jerusa-
lem, a qoal consist* -era escapalarios, cracifixos,
coliares-e crozes, teftcs de madre-perola e de ma-
deira 8 olivaira. "Estas lembranQas de uma
visile f. Jerusalem ^endem-se aos peregrinos que
alii -9 dirieem todes os annos em Tiauieco de "
a 8;600.
Acaba de c%egar a Paris um foven viajante
qru merece serlhado como um do* boas cami-
Hhaiores. E' 0 Sr. Dudok de Witt, de uma no-
bre familia hoBandeza, que percorreu em 10 dias
menos 3 boras, a pe, a distancia entre Amster-
dam e Paris, ou 490 kilometros, nao dormindo se-
nao duas hopes por noite e paraado apenas finas
vezes para comer. 0 tempo restante gastava-o
todo na raarcha.
Companliia do Bcbearibc. Os Te3
pectivos a-cionistas sao de novj con/idados a
se reunwera no dia 29 do corrente, pelas 12
horas da manna no escrtjrtdrio da companhia,
a rua da Cabuga n. 16, alim de delilssrar-se
sobre as contas do anno iaancciro. A reuiiao
se effecutara com 0 numero de accionhtas que
comparecer.
!.(?* rii A que se aoha a venda c a 109",
a beneficio da irmandade de Santa Anna, da igre-
ja da Madre de Deus, a qnall corre hoje.
Csul de deteucHU. -Moviccento da casa
de dctengao do dia 23 ai julho de 1874.
Existiara presos 332, entraram 6, sahio 1,
extern 337.
A saber :
Kacionaes 239, muJheres 8, estrangeiros 23
escravos 43, escravas 4. Total 337.
Alimentados a custa dos cofres publicos 2oo.
Movimento da enfermaria no dia 23 de julho de
t7i.
Tiveram altaj
Dernardo Vieira da Silva.
Pranciso das Chagas^do Monte.
E'.is.i-.sycii-oM. Sahid-js para
vapor national Sequid:
Rtcharel Hjnorij II. C de firito, Benedicto da
Gama Girrilo, sua mnlher e 1 criado, CamiUn de
SaJIe^, Vicente Fc/relra Nob re Pellinca, Francisco
Papaterra. Jose (liberto), Jose L. Monteire da
Fianca, Dr. Luiz Jgnacio de Mello Barrel), sua
mnlher eSraeaores, Dr! Joio Maria de It. Car-
valho, sua mulher e 4 criados, Camilk) Tavora,
conego Gregorio Ferreira Lnstosa, M.inoel Tava
res de Kigueired), Manoel (criado), Alfred' Pal
cio, J laqnira Lima, Joao Lair. Velho de Mello, Ro-
salina Maria, da Conceicao, Francisco Goncalves
Seixas Junior, !'r. Antonio Amorim Garcia e Fran-
cisco II lines Wilson.
Cemlteritt itu!elico.. Obituario do dia 23
de julho de I87i :
Ciaadlo, c-i'ravo, preto, Pernamhnco. 37 annos,
solieirn, B ia-\i ta ; phtsica pulniunar.
Francisco, escravo,' pnto, Afrca, 40 annos,
solteiro, B^a- Vista ; enterite.
Amaro Savior, preto, Africa, 33 annos soltein-',
Boa-Vist hospital Pedro H ; lubercnlos pulmo-
nares.
Jo>''- Antonio preto, Africa. 'iO ann<", solteiro,
Boi-Vi>ta, hospital Pedro II; tetano traumatico.
Kranei-ca Fernar.des de Alcantara, parda, Per-
nainbjco, 2 1 annos, solletra, Boa-Vista, hospitil
Pedro II; lubercnlos pnlmonares.
Laic d". Franca, parlo, Pernambneo, 2o .".nnis,
solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro I!; vari 'la.
Clara Maria da Concetcao, pr^ia, Jaboatao, 40
annr.s, solteira, B.ia-Visia, hospital Pedro II; tu
berculos pnlmonares.
.Maria Cavalcante Paes Barreto, l/ranca, Pernnm
buco, i lade igoota-se, slteir*, S Jose; t.Uano.
Jo-e, brnnco, Pernambneo. 10 mezes, Boa-Vis-
ta ; pspasmo.
Florencia Mana da Concejca), pirda, Pernam-
buco, tiii ann is, solteira, Boa-Vista ; diarrhea.
Diogo. escravo, pretS, Africa, 8) annos, solteiro,
Santo Antonio ; hydropizia.
Mario, preto, Africa, 40 annos, s Iteiro, S. Jo-
se : erysipela.
Jo3o| t.ranco, Pernambuco, 6 mBze?,- P. Jose ;
convusloes.
Anstrl-ri), branco, Pernambuco, 3 mezes, S.Jo-
se ; gastro entente.
An onio Correa Gonws, branco, Peraambuco, 83
afanof, viuvo, Santo Antonio ; bronchito chronica
Militina de Npronha Frsitis, branra, Pernam-
buco, 11 anno--; solteira, Santo Antonio; entente!
Josepha, preta, 42 annos, solteira, Boa- Vista I
tuberculos pulmonares.
i'-HtTOKPrA JtUKKRii.
TBIRU.liAL. Ui REL,W.iO
SESSAO EM 2i DE JULHO DE 1874.
PRESIDENC1A DO EXM. SR. CONSELIIE1RO
CAETASO SANTIAGO.
Se~retario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manhJ, presentes os Srs. des-
embargadores Silva Guimaraes, Lourenco Santia-
go, Beis e Silva, Almeida Alhaquerque, Mofa,
procurador di coro3. Aecioli, Domingues Silva e
Souza Loao, Oliveira Maciel e 0 Dr. juiz de direito
B.rros de Lacerda, chamados o> dius nltimos.no
imp3dimer.t0.de alguns Srs. descinbargadores afim
de julgar-se alguns feitos crimes, abrio se a sei-
sao.
Em seguida procedea-se ai sorteio dos seguin-
tes apgravos :
N. 31.A;;gravant3s Costa e Irmaos, aggravado
Maudes & Carvalho. Sortaados 03 Srs. desem-
bargadores Aecioli e Motta
N. 32Aggravanti Can lida Alberto Sodni Ja
Moita, aggravad) 0 jnizo. Sorieados osSrs. desem-
bargadares Souza Leao e Motta
H. 33.Aggravante Laiz Jacques da Silva, ag-
gravado Jjaquim Albino do Gusmao. Sorteadjs os
Srs. desembargadores Aecioli e Reis e Silva.
JULGAM8.NT09.
Recurso crime.
DaParahyba. Recarrente 0 juizo, recorrido
Man wl Gomes Marinli 1. Relator 0 Sr. deserabar-
gador Lourenco Santiago. Sirteados os Srs. des-
erabargadores Almeida Albajuerqae e Souza
Leao.!mpro:e lento.
Appellacoes crimes.
Do Recife.Appellante 0 pr.iiutjr e Jj;I> Le-
vino Leal di Barns, appellada a justica.I.npro
cedente.
Do Araeaty.Appellante 0 promotor, appellado
Manoel Pereira Dias. Imorocedente.
Da Victocia.Appellante 0 juizo, appellado Lu-
cio Cusiodio Tiarres. Reformaram a sentenca na
segunda parte, negando provimento ao aggravo.
Do Bonito.Appellante Cyriaco Jose da Silva,
appellada a jastica.A novj jury.
Da Miserieordia.Appellante' 0 juizo, appellado
Antoaio llodrigue? do Nascimento. A novo jury.
Do Triumph). Appellante 0 juizo, appellado
Ricardo Roberto de Limi.A novo jury.
De Cimpiaa.Appellante Francisco de Paula
Barreto, appellada Jose Condi de Amorim.A no-
vo jury.
De Btnaneiras.-Appellante 0 juizo, appellado
Bernardino Games de Amarim. A novo jury.
Do Buiuae.Appe'laate Pedro Targino da Cu-
nha Sampaio, appellado 0 juizo. Reformaram a
sentenfllt e absolveram 0 r6o.
pissaccns.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
deerabargador Reis. e Silva :
Appellacoes crirnos.
Ba Flores.AppeUante 0 juizo, appellado Ma-
noel Vicente de Lima.
De Bom Jar dim.Appellante 0 juizo, appellado
Jose Ljuacio Pereira de Lima.
Appellado commercial.
AppeiUote Gabriel Antonio de Castro Quintaes.
appelladt Dr. Nabor Carneirq Bezacra Cavalcante,
Apnella^ao civel.
Do Recife.Appellante Alexaadriaa Perpetua de
iesus e outro, appellada a fazenda.
Ao Sr. desgmbargador Lourengo Santiago :
" Do Recife.Appellante bacharel Luiz Bodrigues
Villares, appeiiad}3 a Sanla Casa de Miserieordia
e oulros.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
de3embargador Reta e Silva:
Appellacoes civeis.
Appellante 0 juiza b Jose Maria de Queiroz, ap-
pellados os escravos Jcio, Jose e outros.
Do Sobral.Appellante Francisco Beze ra de
Araujo, appellado Francisco Alves da Fonceca.
Da Parahyba,Appellante Dr. Francisco Pinto
Pessoa, appellada a baroneza de Jaragui.
Do Recite.Appellante bacharel Luiz Rodrigues
Villares, appellada a Santa Casa de Miserieordia e
outros.
Ao Sr. deserabargador -Almeida Albuquerque :
Appellacdes civeis.
Do Acaracu.Appellante Jose Gomes da ilva,
appellada a africana Florinda e seus Mho?.
D> Recife.Appellante AfTjn-a da Cruz Mumz,! Slcp'vrece comprehenler 0 sen papal 0 sccn-J. Peraamhiicj, onttdo, amupvd) do uma
abpellada a faieiid* lucioiia'. J'Jiior jwociiiftano, desempenhanda o (? mtlo lemi-i, rtald z as ^carf-tal isas sympathise di t^nte
epi-
Ui)T8(, .lq*emb*rga*ir U -is Silvi ao -Sr. de*
dese.nbargidor baurwico Santiago'.
A(ipc|lac*o civel.
Appellant j G Jose le.nnymii ia Mello e outros.
Ao Sr. dosembargadoc Almeida AlbuqnerqiK :
Appe**?ao civel.
ApnellanBento Aognsto d#lva, aypeilada D.
Maria Ricarda de Souza Rego.
Agpellacao crime.
DeBem lardioa.-Appellante 0 ytAt%, appellado
Galdino, escravo.
De Sr. desembargador Almeida Albn^nerque ao
Sr. dessmbargador Motta :
Appellacao comoKrcial.
9o Recife. -Appellantes Edoardo 9nrie & C,,
ap^ellados Oliveira Filhos A C.
Appullacio civel.
De S. Bertto. -Appellante Francisco Ignacio de
t'aiva Junior, appellados D. Maria Quitena de Pai
va e outros.
Do Recife.Appellante Leonidas Tito Lonreiro,
appellado Jose Ripardo Coelho.
Ao Sc desembargador AcoioJi.
Appeliacio civel.
Da Atalaya. Appellante Antonio Jos6 Telles,
appellado Manoel Joaquim Maia.
Appellai,'3o commercial.
Do Becife.Apellantes Vicente Alvea Monra e
outro, appellados D. Silvern Fernandes de Souza
e outros.
Bo Sr. desembargador Aecioli ao Sr. desembnr
gador Domingues Silva :
Appeliacio civel.
VArtx. -Appellante Mtnoel Valerio dJS Santos,
appellado Florenlino Antonio do Sobral.;
Appellacao commercial.
Appellante Francisco Antonio do Albuquerque
Mello, appellado Babe Schmetleau & C
Appellacao crime.
Do Recife.-Appellante Joao Ferreira dos San
tos Junior, appellado Manoel Jose Guedes Maga-
lhaes.
Do Sr. desembargador Domingues Sirva ao Sr.
desembargador Souz% Leao :
Appellacoes crimes.
Oe Alagoa Nova.Appellante Antonio Francis-
co de Lemos, appellada a justica.
Appella$ao civel
Di Bonito.Appell.nte bacharel Nabor Carnei-
ro llezerra Cavalcante, app'ellado Manoel Fe ippo
de Melh Lins
Do Sr. desembargador Souza Leiio ao Sr. des-
embargaior Silva Guimaraes :
Appellacao civel.
Appelhntc Joao da Silva Leite, appellada D Fo-
Hciana Lins liarrada, com oulorga de seu marido.
Diligcncia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da justica :
DeCoite.Appel nte Henrique Guedes de Sou-
za, appellada a justica ; appellante 0 promotor,
appellado Graciano Jose Pereira ; appellante Ma-
noel Mont.iro Cavalcante, appellada a ju^ti^a.
Diligencia civel.
Ao Dr. curador geral e desembargador procu-
rador da coroa:
Appellante 0 juizo e Oaofre, appellada Maria
Joaquiaa de Snolo Andre
Ao Sr. desembargador procurador da coroa :
Apuellanie 0 juizo e 0 barao de Goyanna, ap
pellado Jose Bodrigues Correia.
Ao Dr. curador geral :
Appellant s Jo-e Franchco Maia e outros, ap-
pellado Autjnio de Moraes Sarniento.
Avsignou se dia para julgameuto dos seguintes
feitos :
Appellacoes crimes.
Do Barreiros. -Appellante a justice, appellado
Bernariiuo Gomes de Amorim.
Do Cabo.Appellante 0 juizo, appellado Luiz
Eugenio Vieira.
Da Miserieordia. Jppellanto 0 promotor, ap-
pellado Antonio R>drignes do Nascimento ; appel-
lant? 0 juizo, appellado Manoel Jose Feireira-Gui-
mara-'s, p.r seu curador ; appellante 0 juizo, ap-
pellado Carlos Jo;e de Vercjsa.
Appellacoes civeis.
Appellante Jose Francisco de Carvalho, appella-
do Join 'ie Albuquerque Cavalcante.
Da Olinda.-Appellante Valentim, por seus fi-
lhos Francisco e Elisa, appellado Silviuo Augu-to
Nunes de Mello; appellante Fra.c:sca Maria da
Conceicao. appellada D. Candida Balbina da Rjcha.
Do Recife.Appellante Joaquim Salvador Pes-
soa de Si jueira Cavalcante, appellado Salvador de
Siqueira Cavalcante ; appellante Malbjas Lopes
da C. Maia, appeilado Antonio Casemiro de Gou-
veia ; appellante 0 juizo, appellados herdeiros de
Theotunio Jose de Freitas.
DISTBlBL'igOES.
Recursos crimes.
AoSr. desembargador Domingues Silva:
Do Bom Conselho.Recorrente 0 juizo, recorri-
do Joaquim Ferreira da Silva.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
De Petrolina.Recorrente bacharel Francisco
de San'.iago Aecioli Lins. recorrido 0 juizo.
AoSr. desembargador Silva Guimaraes :
DjReciieRecorrente ojuizo, recorrido Clinio
Fernandes da Silva Manta.
Recurso de tallencia.
AoSr. desembargador Silva Guimariies :
Do Recife.-Recoreente 0 juizo especial, recor-
rido Jose Antonio da Silva Machado
Appellacoes crimes.
Ao Sr-desembargador Reis e Silva:
De Pedras de Fogo.Appella .te Sebastao Cor-
reia tia Silva, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Da Atalaya.Appellantes Manoel.Lucio Correia
0 outro, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Aecioli
De Campina. Appellant: 0 juizo, appellado
Aleixo, escravo,
Ao Sr. desembargador Domingues Silva:
. Da Assembles.Appellaate 0 juizo, appellado
Sebasliao Pinheiro da Cunha.
Ao ?r. desembargador Souza Leao :
De Nazareth. Appellacte Maria Josepha da
C .i.i---i.a>, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes:
Do Pilar. -Appellante a justija, appellado Ma
noel Cabrsl de Jesus.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago j
De Patos.- Appellante ojuizo, appellado Fran
cisco Ferreira da Silva
Appellajoes civeis. *
Ao Sr. desembargador Loureugo Santiago:
Do Recif-.-Appellante Jose Luiz Alves Ferrei-
ra,-appellado Luiz Freire de Andrade.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva :
Do Recife.Appellante 0 barao do Morenos, ap
pellado IVimo Pacheco Barges.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque
Do Recife.Appellantes Pereira Carneiro & C,
appellados Aristides Duarte Carneiro da Cunha
Gama e ontro.
Ao Sr. desembargador Motta :
Do Recife. -Appellante D. Annunciadi C. Alves
da Silva, appellados Azevedo Irmaos k C.
Ao Sr. desembargador Aecioli :
Do Recife. Appellante Gregorio Taumaturgo de
Sa Leltao, appellado Jose Maria Ferreira da Cuuua.
Encerrou-se a sessao as 2 horas.
I rwrqne o fea ; no eniretanto que dirom arcs du
1 r aba lice qua via ntissunut sao us tUivitos ia ac-_
ta*jriitt,ifuatufa etta fe refere uoresguardn di m)-'
vtiltdad* pubHcti,4os direitos, du honra i* poro.
E agora a defeza apenas tern direitos sagrados na
cartllha do escriptor provmciano, a dofeza que
entre todos s povos e em todaa as Jeis e codigos
leva sempra muilo mais garaatias prlvilegios qae
a accusaci>, sempre despida das grandezas e su-
bliniidade* daqnella.
Nao tsfli duvida 0 accustdor |iropnciano quer
mudar a lace, das cousas, quer inverter todos os
principles de justica, para, segundo as novas nor-
mas, .proceder ao julgamento do Exm. Sr. Dr. Lu-
cena, ja tantas vezes gioriosamoate 'absolvido,
uuando em forma accusado, nao 16 pelos tribnnaes
do paiz, como tambem pelo grande tribunal da
opiniao publiea, qua so a Provincia condeinua.
Sim que so a Provincia condemna, a Provincia,
quo diffama, qua insulta, qne crnpromeUe os m-
teresses do jtovo e a causa da liberdade, e que fi>
nalmente nao trepida em aconselhar 0 assassinate
de um grande cidadao e de um grande administra-
dor, em nome de uma idea que elles nao compre-
hendem, em nome de um partido a qae so como
gralhas podem pertencer.
Nlo, Sr. accusador provinciano, nio consegui-
reis em nome de vossos conttiluintes calcar as
lets, conbecenlo-as, ou nao respeital-as, lgno-
rando.
Qaando nai fosse inepio 0 vosso libcllo, quando
nao estivesse mhibida a defeza de to:nar a palavra
por nSo haverdes formulado uma accusacao, nao
poderies proceder em vos&o proposilo, porque ain-
da mesmo no tribunal da opiniao publiea e um
principio recoahecido e respeitado 0 nm bis in
idem.
Ja foi intenlada no tribunal da 0 iniao publiea
contra 0 Exm. Sr. Dr. Lucent, a queixa, que ago-
ra quoreis formular. Esse tribunal 0 absolveu,
esgo ados todos os recursos por vos inlerpostos.
Nao podcreis renovar esse procedimento.
Se nao ten les materia nova para nova accusa-
cao, e se os brilliances actos da adminislra;ao sa-
iutar c benedca do Exm. Sr. Dr. Lucena vos in-
commodara, vos irrilam, estourai, mas nao fal-
leis; immudecei para sempre, mas nao repiseis
pela decima millssiuu vcz improcedentes, infun-
dadas, injustas, rebalidas e pulverisadas accusa-
coes.
Fique sabendo de uma vez para sempre 0 accu-
sador procineiano que nao se occupa a cadeira
da accusacao no tribunal da publiea opiniao para
se fazer lao tristo papel I
I*Alt 1 11<> CONSERVADOR
RECIFE, 25 DE JULHO DE 1874.
A Proeincia no segundo artigo de fando de sea
numero de 22 do cenente, aceitando, aiOda que
como quern c, 0 nosso convite para encaminhar a
discussao em um terreno serio e digao de uma
imprensa civilisada e de bomens qua se presam,
oritanisou um tribunal para 0 julgamento do Exm.
Sr. Dr. Lucena, dictribuindo se a si inesraa 0 pa-
pel de parte accusadora.
Depois de apresentar, porem, um libollo accusa*
torio muito repeti :o e desacreditado.e quando pen-
savamos nos que ia ser desenvolvida a accu;a;ao,
eis que diz a Provincia: tern a palavra a 'de
feza.
Ora. ja se deixa ver que 0 escri^tor provinciauo
nao Ism grandes praticas dos eslylos em semelhan
te materia. ,
Pois onde ja se vio um accusador serio e grave,
hem eompen'etrado dos sacratissimos direitos da
accusacao, limitar-se a ler oseu libello, e sem uma
palavra em sustentagSo delle, sem uma prova em
que 0 basee, quer que tome a palavra a defeza
para combaler 0 que nao esta devidamente alllr
mado, para degtruir 0 que nao se edificou? |
Por ventura ignorara 0 accusador provinciano
que a quern afllrma incumbe 0 onus da prova ?
Assim.o parece.
Esta se nos afflguraudo 0 accusador provinciano
um quinto annista que comecou os exercicios de
decani'i na faculdade de direito.
E aqaelle modo de concluir um Jibello-e mais
c mais e mais...-nao indica isto mesnip 1
Era so 0 que faltava a Provincia, que pcrtoios
ot pdos e por lodas as pedras tern dado.
Que iriisao !
E' a epigraphe, sob a qual 0 chronista procin-
eiano, se ilignou responder ao que, provocados,
disseinos sobre a a;cusacao que nis fez de haver
mos insultado e injuriado aos Srs. barao de Villa
Bella e Buarque de Macedo
Contrapomos ainda ao que afflrraou 0 escriptor
provinciano as nossas asseyeracoes, qne so envol-
vem verdade. Nunca insuitamos, nem injuriamos
0 barao de Villa Bella e 0 Dr. Buariue de Maceio.
Por iulermedio deste fez 0 Exm. Sr. Dr. Lucena
obsequios a aquelle.
Dos elogios, a que nos referimos podem dar
testemunho muitos dos provincianos e correligio
narios nossos.
0 quo os provincianos denominam insalios e
injarias c ntra a pessoa de seus dous ;onfrades,
nao vem a ser senSo as durds verdades, que Ihes
diziam rcspeilo e foram por-nos divulgadas, depois
de inuilas provocacoes.
0 que fazer ? Nao nos foi possivel amollecer
as'v;rdades antes do dizel-as e pjr havermol as
dito assiiamcsmo duras para os ouvidos procin
cianos ; eil-os que nos accusam de in>ultar e
injtuiar I CoiUrdos I
Pol entendem os.provincianos que ten 0 direi-
to de insultar, de injuriar, de aggredir por t dos
os modos a seus adversarios e que estes devem
ficar itnpa^s veis, a fazer cruzes na bocca e a guar-
dar complete silenci* sobre as accues munoraveis
dos seus f
Nao seria ma esta; e raesma acreditamos que
muito 0 estimariam as procinciinos que te.numas
reputaQoe. de alfinim. Mas nao pode ser isto ;
do que ja devem estar bem certos.
Podem os provincials atirar seus boles sobre
0 Exm" Sr. Dr. Lucena e demais coreligiouariis
nossos, que Ihes incorre.n nas iras; mas nao
pensem qae hao de ficar elles sem defeza. Pelo
conlran 1, podem contar mais. que Ihes havemos
arrancar as plumas pregadas a cera, e expol os
e:n suas mesquinhas e despresiveis proporcoes ao
es^arueo das multi-Joes.
Digam embora que isto e insultar e injuriar;
nao e porque assim o fagam, que mudarao a na-
tureza das cousas. 0 nosso papel sera sempre
outro ; porque dizer a verdade nua e crua po-
dera dar lugar a que se iliga que somos incle-
mente, inexoravel, rispido, inconveniente, emflm,
mas nunca a que se diga que insuitamos 0 inja-
riamos.
A respeito do barao de Villa Bella e do Dr.
Buarque tudo quanto dfs-emos loi a pura verda-
de ; sendo que a respeito do primeiro naj tizemos
mui'.as vezes senao repetir o que ja haviam dito
os seus coireligionarios de hoje.
Dizem os provincianos que 0 barao de Villa
Bella teria repugoancia em tocar na mio do Exm.
Sr. Dr. Lucena. Es'-a 0 que nao duvidamos, alem
de rauilas outras razcies, porque a mio de vosso
grave barSo so se cstira bem e sem reougnancia
para apertir a daqueles que 0 vilipendiaram, dif-
famaram e cuspiram, invadindolhe ate 0 lar para
ahi eniamear 0 que pode haver de mais sagrado
para um homem de honra e de brio.
0 homem acostumado a apertar a mao sebosa
e immunda do carvoeiro e do lavatripas deve
sentir dev.-ras seria repugnancia de estiral-a
para tocar a mao limpa 0 fiaa do homem de
mais elevada esphera. Essare pugaancia nao4e
leal, so toma esse nome na bocca ; n) coracao
ella chama-se reeeio, raedo de ser repeHido.
Succede muitas vezes que em presenca de certos
homens e>se reeeio e sem razlo de ser ; mas elle
exhte sempre.
Entre 0 Exm. Sr. Dr. Lucena e 0 barao de
Villa Bella ha de facto um abysmo.- 0 primeiro,
porem, esta sobre as bordas deste abysmo, ao
passo que 0 segundo jaz achatado no fundo do
mesmo. Ha entre 0 primeiro e 0 segundo todo 0
immenso interval lo dessa profundeza.
Sao desapiedados e maos os provincianos para
com 0 barao de Villa Bella. De vez em quando
vemol-os erguerem a grandes alluras 0 barao e
suppunhamos a principio que queriam com tripas
e tudo pregal-o no ceo. Mas a observajao reve-
lou-nos a intencao com que isso fazem os provin-
cianos : e a mesma com que uma p-rversa aguia
elevou as nuvens uma tartaruga.
Como do facto se pode deduzir a inteacao, dize-
mos simplesmente que aquella aguia depois de
muito subir com a propria tartaruga. de la de
grande altura soltou-a sobre um rochedo para
esborrachal-a 0 dar-lhe a morte:
E' a inten;ao d)s provinc anos para com 0 ba-
rao.'de Villa Bella. Ja nio sao poucos os estouros
qne elles Ihe lem dado e 0 barao anda por bem
longe meio esborrachado ja. Nao tardara muilo
que 0 esborrachem de todo.
Pobre tariargua politica I
Glorias de S. IOvc, o Sr. Luce-
na na PronvinoIa 11. 349.
(Continuacao)
Reseivados aogoverno.Outra charada que ao
que parece tern por conceit) a asneira provin-
cial.
0 que quer dizer com isso 0 libelllista 1 Os re-
servadas sempre honveram e haverao, se ignorais,
nao temns a colpa.
N 'tnoro com 0 Sr. MelhRego.Sera nova ea-
rambola ? Querera 0 libellista ferir 0 amigo Agri-
pa ? So elle, segundo nos consta, outr'ora qaando
queria ter um cargo, nnmorou se das boas qua-
lidades do Sr. Mello Rego, com quem convivia, elo
giava, e a quem protestava eterna araizade, a
ponto de 0 querer para padrinho de um filho.
For ca apreciamos 0 merito do Sr. -Mello Rego,
mas ninguem tern com ello dosses namoros I
Namori 1 E" celebre, que a Provincia, por es-
sas e outras espirituosas gracas demonstre a to-
dos quanto s3o capadocios e ganymedicos alguns
de seus redactores ?
Dedicaca > ao Sr. Qaeiroz Barros Continoam
os enigmas Se a Provincia quer ser sphinge,
seja oiis deeente, para podermos com ella occu-
par-nes ; como so oslaata por ella devemos pas-
sar de carreira, com olhos fecbados, len;o ao na-
riz e estomago. revoito I 0 Sr. Qaeiroz Barros
naosequeirae nem tern da queixar-se do Sr.
commendador Lucena. Se a Provincia pensa 0
contrario, sonha.
Carlcias a Drainage.^6 da gente da Provincia
leve a Drainage earicias, pagas d verdale, cam-
me nte I Essa sympathia explica-ss : alem do mo-
tel, aquillo de que ella se oceupa, oroa, constiiue,
se exhala da Piwincia papel; d depois esie ou
aquelles que a manipuUm, dizem como Pelippe de
Macedonia : ve ie este dinheirofede I
lijk.PrjitincLn cva a Dittrntfe, %ne lligeiitqie
poz u n fece de infer.;;i) t- cala casa, e 0 liscu
amea^indo :ala inJividui, esse fl igello que to-
poz Bio" rea'es, mas fait rr'/s nos alugueis, quo pjz"
0 pobre no toerijo ds se ver a cada instanle na-
rua 1
Di administracSo actual, a Drainage so torn re
cebido justifao a observancia do contratom.li-
ficado em fivor di provincia.
Fundacdodo asglo.-A Provincia, embora iro-
nicamenle, diz uma verdade. 0 asylo recomnien-
dara o nome de S. Exc. Qaando nesse estabcle-
cimenlo a hamanidade aiTlicta encontrar um abri-
go, sera abencoado 0 nome daquelle que 0 tiver
erigido. Acima da* paixoes de momento esta o
juizo das geracoos, acima dos mesquinhos odios da
faccao esta a caridade : a caridade, que n5o tern
patria, porquo sua patria e 0 ceo, que bio tem
bandeira, porque seu fanal e a cruz, que nao olha
a pariidos, porque lodos sao irmaos I..... Conti-
nuai I Jogai com a lama que quizerdes, usai do
sarca3tno que bem vos aprouver : essa lama so
cahira sobro vos, esse sarcasmo so a vos prejudi-
cara.
0 administrador que ergue 0 asylo sera um dos
bemfeitores da huraanidade, e vos que por esse
motivo 0 insultaif, sereis......vossa consciehcia
que vos dd 0 nome que mereceis I
Nao e necessarioio futuro, 0 presente most'a
quem bem merece da humanidade-se vosse
elle I Emquanio vas -pelo tacanho espirito do
faccao,bascais empecer um esforco generoso, a
popnlaijao secunda 0 administrador zelo-o, que na
alta p.i.-n;lo em que se acna, deseiando fazer bem
a seus seiriilhantes, procura fundar estabeleci-
mentos, quo so a elles apioveitam, c, gracas a es-
se apoio, nesta epoca de indifferentismo e de Into,
no meio de uma grande ense, essa populacao ge-
nerosa e nobre,nio duvida concor.er com oque
pode em favor do asylo, qne gramas a esses sou
eorros se eievara era breve I
Ficai nas trevas, homens do sarcasmo e da'in-
juria ; aqaelle a quem bascais o'tender caminha
a luz que nao teme I Sim, a fundacio"do asylo se-
ra uma de suas glorias I
Economia dos dinhe'iros publicos. -Tonics ra-
zao : deveis morder aqaelle que nio e liberal, com
os dinheiros da provincia 1
Sim, a administracao do Sr. commendador II.
P. de Lucena se recommends igualmmle pela
economia. So ella explica como tem s'do possi-
vel fazer face as despezas, e pagar os pesados en-
cargos, legados pelas administracoes anteriore?,
maxima pelos provincianos que benepciaram a pro-
vincia com a Drainage, Mornay, etc. etc., sem re-
correr a emprestimos. Nio 6-com injurias pes-
soaes, com ironias, nem com declamaci5es banaes,
que podereis atacar oa:tual administrador. Pre
cisai factos e t reis resposta.
Someacdes da secretaria. Nas nomea;f>es da
secretaria tem 0 actual presidents so attendid 1 a>
habilitago's, ao morito e servi^o. A mor parte
das ragas tem sido preeochidas por ac:esso, sem
que se indague 0 pemar dos individuos, suas
crencas ou partido. 'A habilitacio justilica a es
colha, a boara do enpregido responde pelo cum-
priraento do seus deveres. Mais naoexige 0 ac-
tual administrador, e a prova sao os m.'-mos no-
meados.
Beneficio ainstrucrdo INao sois vos, provin-
cianos, quo poleis ser juizas do actual admiuistra-
ilor. Faca elle 0 que liter, nada fara segundo -
ros- E' que 0 ditado la diz : nao ha peior cego
do que aqaelle que niio quer ver I0 qu esta ao
alcance da administracao tem ella feito em bem
da inslruceao. Ahi estao os provimentos das es-
colas, as caleiras creadas, os regulamentos. a pro-
teccio as lettras, tudo quanto pode ser feito em
bem do ensino. (
Vos ncgais os servi^o', entretanto outros 0 re*
conhecem e dio public) testemunho disto I E'
que vos mirrados de paixio sois capazes ate de
negar a ins, emquanto essesqueiiao olliam pa-
ra 0 me.-mo prismaenxergam os servir^os que
desconheis -
0 matnd-juro do Peixmlto.03 provincianos sio
lij leinwS'os omo um burro I Qaando dio para
um lado, obriolam, eorcovara,-mas por eousa ai-
guma seguem para oatro I Discutida, tratada, elu-
cidada se acha a questao do matadouro ; entre-
lanto, sobre ella voltam 03 teimoeos provinciams'.
Qne importa que 0 matadouro seja uma necessi
uade, que com ella ganbe a capital, que semelho
re 0 servico da malinca que se aproveite melhor 0
producto annual, que se cream nova* indn-stria?,
novas fontes de renda, 03 provincianos empaea
rao, e forca e evitar e rebater os ataques! For-
f-mule a Prcvincia a accusacao, nao declame, fun-
damente a censnra, que nao lhe responde-
remos I.... Qual I os provincianos sao capvlo-
cios, jogam capoetra e querem levant:r_somente
po I.... E' asneira provocar mm discussao since-
ra e grave !
Prtvilegio funebre 1 -Contintia a materia ve-
lha 1 0 pr.vilegio funebre p > '.ia ter sido uma g!o
ria para os procimian's, se o bom sens) do povo
nao tivesse feito justica a suas machinacoes.
Os provincianos por esse privilegio quizeram fa-
zer valer sjus direitos de partido, dos mofjui e as-
suadas, como agora concitaram 0 povo, mas 0 po
vo tern mais senso do que esses perversos tle-
claraadores 1 Os provincianos grltarant debalde, 0
povo rio-se da grita I
Em 1841homens que nao podem ser suspei-
tos como liberaes crearam por lei esse privilegio,
qae, como agora, fizeram em favor da Santa Casa;
no Rio, em rranea esta isto eslabelecido : a assem-
bled provincial renova a disposicao, a Santa Casa
contrata e to 0 presidente 0 insultado 1 E dei-
xou-se pelo privilegio de rcs^uardar sc os inie-
resses do povo ? Nao I Mas a Provincia'quer pa-
llia, e para te-la a tudo e a lodos escocea I
Bencftcios da Locomotora I Deixe a declama-
00 banal, a ironia e formula os pontos de accu-
sacao a Provincia, que tera resposta cabal. Se fa-
cililar 0 iransporte as mercadorias, economisando
bracos, que podem erapregar se e:n outro mister.
se olferece ao commercio um meio mais facil,
commolo e seguro dessa transporle, pode mere-
cer censura, a nova empreza 0 merece e.merecem
aquelles que a permittiram.
E attenia quo nao M S. Exc quem fez esse con-
trato, que nada innovou. E cousa celebre Sao
os mesmos homens que censuram um privilegio
ja concedido, e em outras partes pertencentes a
Santa Casa, aquelles mesmos que querem matter
privilegios e afastar melhoramentos I Para que
perdeis tempo ? Para os provincianos nao ha co
herencia nem principiostudo serve, com tanto
que possam fazer gritaria 1......
- (Contintia.)
Partido conscrratlor.
A Provincia argiie-nos do que lla soraente pra-
tica I
Diz que nao se occupa da vida privada dos
seus adversarios, e que somos nos que 0 lemos
feito I
Desejavaraos que indicasse a offensa avida pri-
vada, que nesta columm ja foi feita a jilguom ;
que inJiquo 0 assalto constantea reputajao alheia,
0 botes ao saerario das familias, como esses que
se leem nas columnas da Provincia.
Que indique, quando e em que vez, foi publiea
do em jornal conservador diffamacoes e offensas as
familias, como estas pue se leem na Provincia do
correnle mez I
Mas nao importa isto, 0 porco so esta a gosto,
quando se ve" melt do na lama.
0 que queremos 6 saber se os Srs. barues de
Bemflca e Campo- Verde, se os Srs. Magarino 0
Ulysses Vianna, aceitam desculpara as injurias
teitas a uma honesta lamilia, que a ellss deve ser
cara.
Queremos saber se aquelles cavalheiros sao lao
rancorosos politico*, que nio aceitam como offen-
sa sa diti.imaiMo de uma familia sua parenta,
desde que e isto um meio empregado para moles-
tar e ferir um alversario.
E' preciso que declarem S3 ao solidario3 com
a imprensa que bate raoeda sobre a reputaeao
alheia.
Veremos. ..
O pfto do povo.
E' preciso nao aggravar a sorto do povo, na
crise em qne se acha e3ta provincia. E' preciso
que os faminlos por dinheiro; procurem melhor
ijuadra para arrecadar 0 seu imposto.
Alem dos imposto* do governo, 0 pobre pevo
cumpre com 0 imposto dos seus inculcados defen-
sores; que andam a colleccionar parvoices e a
distri'ouir pelo povo e pelos estudantes, ali.n de li-
larem 0 cob re.
Agora andam os pais da patria na collecta do
pobre povo, e caia volume de Nunes Machado es-
ta sendo distribnido por 21(000 !
Que imposto caro I
- Uma arroba de bacalhao paga 60 rs., 0 meia li-
bra de especulacao politica- paga 2*000 I
Pobre povo I Tanta grita por causa do baca-
lhao, e immediatamente 0 imposto do livro I
Qua pais da patria I
Aodar assim, qae 6 bom andar.
C*nanlita DrMimf.
%trl& a-finiravel, se nai parii-s* dos pr vnicii-
nit. a disfaratez Corn ,ue | recur m fazer 111 rr-
pi.oes, a'pRopositi da Damp .n':na Dv.in.yy. io'ft-
ii::il 1 c.inira Exm. Sr. cummooda lor l.ocena.
certameula porqse S. Exc. Wve a bombridade
de arm 0 0 lio a despeito wmn, fazenJo pa-
tente a nojenta falsificacao de scmelhante contra-
to, j.i por &i d de eterna verg- uia \*r* os cam-
peues do phigresso, a dolorosas provacoes pa-a 1
povo desta cidade.
0 pa racer, a que alludio na Provincia de 2:i d
corrente, da commissio nomeada por &. Ex;. pa-
ra estudar e offerecer as medidas convenicntes no
senlido^e minorar os male* demrrentes do con-
trato, foi pnblicado, era parte pelos interes.-ados
da Drainage, e em parte peio autor do mesmo pa-
neeer, 0 vosso querido Buarqne de Macedo.
Nenham movel fazia S. Exc. entregar ao silcn-
cio esse pareccr, que, se fos^e inspirado na verda-
de dos factes, seri 0 corpo de deliclo do excera-
vel 1-uoiiii; piogressiita.
So S. Exc. tivesse em vi*ta deixar no es jueci-
inento lao tristes masellas da liga, e kroOM a u-
virqae nio teria nomeado aquella commissio. c
que fez por .nicialiva propria.
F.cariamos aqui se os /irorincianos nao hou- .
vessem deixalo carter a baba nas segiintes paler
vras:
a 0 publico tem direito de saber qial 0 proce-
dimento do governo em materia, chid etta, qie
allecia sous inleresses (all! estradeiros !) e tin di-
rectamente lhe diz resoeit); mix me fBHids -
voz baixi, se falla em a ma avallii'li f nalii Iv-
pendula pela companhia para obter o sikn ...
deploramos e a permanencia das nus'is (MM
As cousas iam ccmo vm as tizesteis ; e o Sr.
commeudador Lucena ao lojar nessa pustuia jro-
grcssitla, so commetteu um erro, 0 oe momm ; .-
ra aquella coinmissao 0 vosso iutimo Buarqie d
Macedo, que foi'no parccer, antes 0 advoga lo do
contrato e da companhia, do quo 0 pertw es*ra-
puloso e iinparcial.
Ee.-ta e a razao porque fallals na paiiicarao
do parccer, comedianli! I '........ ^
S. Exc. 0 Sr. commendador Lucena e-ta t
cado lao firm; e Uo alto no pedestal de u r.
ne-tilade, que osmwae pnoimei*o$, :ral-
condensain ao longe, tombara para <> Ueo.
Q lem diz 0 qua quer, ouve o qae nao q 1KT
A c.'inpan ia Drainage nio se ularesu I
cullar 0 bem elaborad 1 parccer do Sr. Buar;.:
Macedo, escudad), como esta, no inenval contra-
to que lhe desteis ; para cuja obten.ao.
e voz publiea, dispendeu sormnas avoJtadis,
rnodo quo alguns do v6i passarara milagrosam^n-
te de reconhaelda pnari 1 a lisongeiras Bnaoeaa,
pagmd) grand ;s dividat; de molo que, a .
de vos, i|ae nada pjssuiam, liveram logo tnp!iA
dczena de contos para e mipra de apolkes.
Esses si:n, 6 qae sao a:ces>iv.-is ao sub r:; .
a esses sitn recorreria a companhia, sc I* ,:
eisasse, com 0 mesmo armeM de jU'1 --
para fazerdas da pravincu osea eatxeiroil
branea.
Quem igaora q-.ie os pror os cofres publicos aos c. priejMM da co:n^Hnh.a,
obrigando-03 a pagar incontimenti, e sem obiervn-
cao, tolas as eontasque f.rem a;.re*entad..^. pa-
ra depois baver-se a importancia de p rta em
porta ?
Ja sc tem pago mais de oito cento; ,- ..
reis, e ainda nio se pole cobiar nem um j itrto
dessa quantia. Que bom caixeiro qie ea pi
cia de Parnambueo, senhorae liberaaa pen .".)t.c
canos I
Quem ja vio uma provincia feita caix if *
uma empreza *...
E por uma fal-ilicaciio impiedoja in 1 ,
levado a pagar "i'O re s porpalmo de eneaoamea-
lo, 0 que restiliou para os interessados mais am
iucro ue utis |oatro centos conto* de rdis!
E d'onde ha d saliir i.te, liberaes prw
nos ?
Bern 0 sibeia; da p&aaUi dest: p>vo. 1
boiebuscaucontenttr com il.uforiostem; rod>
palavras, depois de Ibe haverdes tirado 0 Jai-
da caroe para pagameato dos concert's e rnnMt*
da Drainage !
Bemo sabeis : ha de sahir deste povo, era
panel!., tanto foliate hoje, depois de haverdes
locado ao lado delta uma hedionda sentina.
Ide a casa do homem do povo e vele a -
obra I
E veem pliantasiar dmheiro recebido ;ara al-
tar parecer 1
E' disenlnavd que julgucm os mais por 11
Mas jierdem 0 seu tempo cm jogar aemelbMHe
infamia a um caracter de tempera, como 0 d..
Exm. Sr. commenlador Lucena.
S. Exc. tera a sua honra e probidade guardada.
cm piecioso cofre, muito a salvo das gasaad ;
vinciunas.
Ho (ia ft
Prefiro o governo dos francos eonserva-
dores ao reinado dc?ses ambiciosos, os Itbe-
ra-'sl. quo scn'em-se impuros para sacn-
(icar no allar da liioerdadc, e andam c-^cu-
lando em nornc da dousa !
1866.
Marco Antonio!.'..
t iif 1
C.AG8E8 rim*
-
>


Coilegio de Santo Amaro, a
rua do Hospicio n. 10.
Tendo renunciado cm novembro de ISTi o ca-
nonicato da cathedral de Olinda ea cadeira A
historia, que cu rcgia no seminario, e dedicado-
ine ha raais de oito annos a cdueacao da mocida-
de, resolvi comprar o coilegio do Santo Amaro, do
qual fico sendo director e responsavel por todo e
active e passivo, do mesmo coilegio a contar o-
mente do dia 1 de julho do correnU anno em
diante; porque pelos negocios atjteriores a esta
data o unico responsave' e o meu antecessor. Te-
nho pois a salisfacao de offerecer aos senhores
pais de familias um tstabelecimento em tudo con-
veniente a educa^ao de seus filhos; pois alem d(
haver meslres dos melhores para todos us prepa-
ratorios-exigidos para a matricula uo enrso jun
dico, os ha tambem para musica e lingua franee-
za fallada e escripta, accrescendo que desejo arden-
teraente empregar lodos os esforcos, que me fo
rem possiveis para o bora tratamento, zelo e soli-
citude na edacacio dos collegiaes.
Recife, 21 de julho de 1874.
Padre Augusta Adolpho Soares de Ku-nnliei.
Srs. redactores.Postoque os mcus dous
filhos nao possuam casa a guma na rua de
Pedro AlTonso, t^davia, chamados ptra pa-
garem a decima urbana da casa lerrea n.
iiO dessa rua, no oxorciciode 1872 a 1873,
e achando-se ausentes, devo responder por
elles.
Lu e os filhos de meu fallecido irmao,
Jose d'Aquino Fonceca, somos os proprie-
taries da casa terrea n. 50 da rua de Pedro
Atlonso, e nada devo de decima, nem desee
exercicio, nem di qualquer ontro ; porque
nao me descuido de pagar impostos.
Tudo isto prova o pouco cuiJad o que ha
em copiarem as notas dos devedores de im-
postos, que mandam publicar, em se esqoe-
cerem das ameacas, e dos iucommoJos, e
por vezes despezas inuteis, quo com isto
causam.
Assim, pois, incus filhos naj possuem
casa alguma na rua de Pedro AlTonso, nem
devem imposto algum nesta provincia. O
imposto da decima urbana do predio, deque
setrata, reiativo & parte que me pertence,
foi pago por mim, o 1 semestre em 3 de
Janeiro de 1873, e o2"no i de julho dense
anno..
Dr. Joaquim d'Aquini) VttMMB.
Recife, 21 de julho de 1874.
Aprigiadas.
Esta o Sr. Aprigio no sen eiemenlo-exhihindo-
se, em todos os senlidos : esta na mare de escre-
ver cartas a tolos, com tanto qne falle de i.....
E' mania, 6 gosto e idiolismo.....
Porem, essa mania, esse gosto hao de ipresen-
tal-o, no Goal de tudo, como um perfeito Mall
Cartas e mais cartas, e mais cartas, escreve o
Sr. Aprigio : e lodas tiatando de si.
Escreve carta ao Exm Sr. visconde de Camara-
gibe, carta ao Sr. Or. Joao Baplista Rigneira Costa,
e breve escrevera carta a Nunes Machado.




f


Owtrio dfriJ&rQftmfrflco ~ ^ofcbado 25 4a Juihu fa-IB?4
y~
.
?era
Provavelmeaia a Qfcrjj 4 Saaes Machado,
sobre t?r 0 Sr. Aprigio, i.r, 48, insujtadj 0 sou ca
daver e carumBiaao 03 liburaes !
Forte wbo fjrte eenturiao da oculos I 6 0 Sr.
Aprigio L-----
Iasjjira compaixao a todos que 0 voem e ouvem
a gestieular a faltac aos trim*, nos bonds e ate no
sea eseriplorio, onde ja nao exerce a profissao de
advogado.....
Ja nao vai a Facaldade de Direito.
Como femate do seu idiotisrao, aeaba 0 Sr. Apri-
gio, de agarrar-se a Dm moco qoe vive em uraa
perfeita illnsao.
0 Sr. bacharel Rigaeira Costa, vive em sna per-
faita illusao : nao conhese a f erpeale que o afaga
e em sen corpo escoliie 0 inelhor lugar parainno-
cular-lhe. 0 veaeno, em occasiao opportnna.
Como amigos do joven, que esta para ser victima
do auiuial, a que aa vespera dera 0 alimento, the
dizeraos : nao se illuda !
Olhe que 0 Aprigio foi 0 e 0 maior traidor, 0
maior ingrato que uos ultimas tempos, Pernarabu-
co tern vista I
Ollie que 0 Aprigio, nuaca respeilou a conside-
racao aJguma, quaado esta nos seus furores :
com a mesma ml} com quo recebe 0 bcneficio, da
a bofetada no bemfeitor !
Elle e urn perverso I
Quer uma-prova ?
Olhe 0 quo esta succedeado ao Sr. Joaquim de
Mello Reg)..... 0 Sr. Mello Rgo, a quern 0 Sr.
Aprigio, ale hontem, entoou hyrano, e em votes
mais fortes do que cntoa ao Sr. Dr. Rigueira Costa.
0 Aprigio, Sr. Dr. Rigueira Costa, e urn hornem
que assigna la 0 dia da sua ingratidao com 0 elo-
gio na vespera.
Nao se illuda : acautelese em tempo contra 0
veneno da serpente, a quern 0 Sr. Dr. hoje afaga.
0 Sr. Joaquim de Mello Rego viveu iliudido 17
annos : suppoz que 0 Aprigio, esse assassiao da
1 eputa;i 1 alheia, essa hydra que todos os dias ata-
ca a boara dos oulms, nuaca volvesse 0 punhal
contra elle :
Eotretanto 0 que succedea ?
0 Sr. Aprigio, que tado qaira de Mello Rego, acaba 'e escolhe-lo para sa-
criuca-lo a sua ambicao, ao sea desejo de atassa-
lhar a honra dos outros.
Talvez Sr. Rigueira, 0 Aortgio Ihe prepara no
futuro, uma recompensa, igual a que dea ao seu
primeiro amigo, 0 Sr. Joa [ufra de Mello Rg->.
0 Aprigio, Sr. Dr. Rigueira Co-la, tem em si 0
melhor elemento para distinguir 0 scelerado, 0 ban-
dido, 0 malvado : e 0 desejo, e 0 afan com que elle
costuma, morder a honra e a reputacao dos ho-
meos de bem.
Nao ve" como na mesma carta quo elle Ihe diri -
ge, (alia do hsnredo administrador, de quem, elle
Aprigio, em um eseripto, ja disse 0 segainte : "que
tinlu ama illustragio e amor comprado a esti pro-
vincia. que l;io digna.nente al ninistrava? "
E nSo ve como hoje trata 0 homem, em quem
elle reconhecia illustrafSo e amor a esta provin-
cia ?
Pois tuio isso, Sr Dr. Rigueira Costa, bem pode
pul 0 de sobre aviso contra 0 loueo do Aprigio.
Nat ve" como elle na alludida carta, ja deu-lhe
a primeira dentada, e com a qual ja se prepara
para 0 futuro ?
Nao ve como a fera, quer^ndo prom war ama
defeza sem razao, nao re do Sr. sea pai, Sr. Dr. Rigueira Costa ?
0 Aprijrio, Sr. Dr. Rigueira, e am homem de
cuji perversidade aaligna, ainla ninguem prtie
eseapar.
5abe, 0 Sr. Df Rigueira Costa, qnal foi 0 fim,
que se occultou na carta do Aprigio ?
Foi tornar publico, fa7er barulho com sou no-
me. a dizer por ullimo, que 0 Sr. esta a pe delle,
qu; mais tarJe ha de se iuculcar 0 seu bem'ei-
tor.
NOs tssemos justica inleira, corapleta ao carac-
ter honesto e sisudo'do Sr. Dr. Rigueira Costa e do
seu digno progenitor, nosso amig .
Quer a um, qaer a outro aiada nao fijemo3 ate
hoje a minima allusao injuriosa : no entretinto ve-
ja 0 Sr. Dr., como 0 nojeuto replil, bajulaado-o
sem necesstdade, procura intrigar-nos com S. S. 'e
0 sou digno pai.
0 scelerado nunca quer estar so no raeio do pe-
rig),porque e sempre cobardee 0 isolamento
aniquila 0.
.' -
sorprdmlfintemeote cooppielas ; por^m sgtas
funcgdes acham-se interroropidas por com
rnotivos.
Na. sociedadu civilieada poucas veaes se
tem plena libordado; as nooJas veem estOr-
vor a rejularidade de suas operates.
As cabe^as das senboras, por eiemplo, se-
cobrem algumas vezes corn estofos quentes,
outras vezos ei las sem protecc^o algutna.
Frequentemente as enchera e lubricarn com
composigdes que damnam ou destrdam a
vitiilidaJo do cabellu.
Um touico vegetal puro e suave qua assi-
miiara com osfluidos animaes que dio cor
e vigor &$ fibras, 6" 0 qaanlo se torna ne-
cessario e se precisa.
0 Tonico Oriental para 0 cabello preen-
ihe completameule estas necessidades, e pre-
servara, fortalecerd e dara- brilho eespessura
ads cabellos, quaado todas as mais prepara-
goes nao produzem 0 effeito desejado.
Guimara>.
CoviibJ.
Melgaco.
Portalegre.
Arcos de val de vei.
Celorico de Basto.
Caminha.
Ponte do Lima.
PoToa da Lannosa.
Coimbita. Lamefo.
Mirawlefla. Eotarreja
PenalWl Valenea
Villa Real.
Cabeeeiras de Bastos
Castello-Branco.
Espozeade.
Oliva'ra de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Villa-llovada PorUmio. Villa.Nova de Fajjalicao.
Villa do Conde.
\as illias.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira.
COMMERCIO.
JUNTA DOS COaRETORES
Pruca do Recife, ^Idciulho
de 185 t.
. AS 3 HORAS DA TARDE.
C0TA55B8 OFFICtA.ES
Algodao do sertao 1" sorta 7^800 por 15 kilos.
Algodao do sorte 7*600 e 7*800 por 15 kilos,
hontem.
Algodao da Parahyba sorte 7*750 por 15
kilos posto a bordo a frete de 3|l e 5
OjO.
Couros satgados seccos 53i rs. 0 kilo.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 25 1(2 d. por
1/000, do banco, hontem.
Cambio sobre Paris a 3 d|v. 380 rs. 0 franco,
do banco, hontem e hoje.
Cambio sobre Lisboa a 90 d|V. 108 0|0 de pre-
mio, hontem.
Hesconto de letras ^- 9 0|0 ao anno.
U. de Vasconceuos
Presidente.
A P. de Lemos,
Secreuno.
COMPANHIA ALLIANCA
seguros maritimos e terres
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0009000.
Torna seguro de mercadorias e dinheiro
ttco maritimo em navio de vela e vaporet
para dentro e fdra do imperio, assim come
contra fogo sobre predios, generos e fa
ondas.
Agente : Joaquim Jose Goncalves Beltrio
'aa do Commercio n. 5, I- andar.
Capital
'undo
NORTHERN.
.... 30,000:0009001
de resenra. 8,000:0009001
Ag^ntes,
MilU Latham & C.
RUA DA CRUZ N. 38.
iapptr obre a pracluda e srava. apr^senfarenj
*W*< p/oposlaa em eartas fecbadan flompefente-
Oitoie eslampilhadas, nas salas du audiuneias das
aat jridade* ju4wiae da iJ insiancia, nj praio de
0 dia, a coatitdebute.
0* Kreuudeoles qucrqoflo, p>lerao ver a pre-
dita e3crava, a casa da residencia do inventa-
riante a rua da Imperatriz, no 2* andar do sobra-
do n. 86.
E par* constar mandei passar o preaent^, que
sera atQxado no* lugares do costume e publieado
pela impren.-a.
Dado e passado sob mea signal e selio ou valha
sem setfa ex-causa, neslacidade do Recife de Per-
aamlMm, aoj 20 de julho de 187.
Ea, Floriano Correia de Br to, escrivao, o fiz
escrever e subscrevi.
Francisco dt Assis Oliveira ihciel.
posie fcrrt? com eirbeca de vidro, no vater de
13ff| W?.
Oita A C S G, D. 4. Uma dita idem Idem, eon-
ten do n kilos, peso nos cart8e3 (te brinojuedos
para crtanca, no valor de 39/200.
Dip, n. 5 Uma dita idem idem, contendo 6 ki-
los, peso nos eartoes de agulhas para costura, no
valor de56J00O.
Bita n. 14. Uma dita idem idem, contendo 600
grammas, peso nos envollorios de cordas de tripa
para violao, e 1 kilo de bjfdoes para'os mesmos, no
valor do 136533.
Dita n. 13 Uma dita idem idem, contendo 14
kilos, peso uos envoltorios de la em fio frouxo para
bordar, no valor de 117*000.
Dita SN&C, ns.O0.el7. Duas ditas idem
idem a Silva Neves & C, contendo 115 kilos, peso
bruto nos frescos de vidro ordinario, de perfuraa-
0 Dr. DelBno.Augusto Uavalcaute de Albu- riaAno ,,aDlor i'k90*'m-A.
querque official daordem da Rosa, juiz % \Lt JrZ'o' '
ae airetto e pruvedor de cnpellas e resi- ra ordinaria, com braco*,
SEGUROS
MARITIMOS
ALFANDEGa,
Keadimanto do dia I a 23. .
cam do dia 21......
Qiiadro hintorico
Acha-se a venda em todas as livnrias,
pelo diminuto prego de 500 rs. a importante
e curiosa gravura da actualidade 0 Sonho
Dourado de Pio IX, offerocido pela rcdac-
qSo do Mosquito ao eminetite cscriptor Gan
gaaelli.
547:I8U741
19:596*434
566:781*175
Descarregam hoja S3 de junho de 1874.
Vapor inglez Douro (esperado) mercadorias,
bagagens e amostras para alfandega.
Vapor inglez Student (atracado) mercadorias
para alfaidega.
Brigue' inglez Victoria (atracado) alcatrao
para o trapiche Conceifao, para des-
pachar.
Barca ingleza Fuzitier carvao e coke para o
trapiche Coneeicao, para despachar.
Brigue portuguez Voador do Mondego pedra
de cantaria para o trapiche ConceicSo,
para despachar.
Barca franceza Zevallos carvao ja despacha-
do para o caes do Apollo,
barca ioglezaCreterion -carvao ja despachado
para o caes do Apollo.
Brigue allemaoLubeck ago ja despachado para
o caes do Apollo.
ESTAUTOS
COLLEGJO DA SANTISSIMil TRIMDA OE
SO-rn:i dos Coelhos'iO
JOB I DIBBCgAO D3 PIIILjMEW mi.vbrvi.na de aluu-
ii.i: ,: O'CONSELL IB838Y, OADJL'VAD.Y PoR
- \- I UfAS D. LANOBLGTA IiE ALUUQUERQUS O'CON-
NEL JKRSlCV E D. OLINDINA. OE ALBUQUERQUE o'COX-
. JEBSBT.
I
Artigo l. 0 collegio dirigido por Philomena
Minervina de Albuquerque 0 Conneil Jersey, de-
nornina-s3 Collegij da Santissqu Tri.ndade.
Ail. 2' As alumnas recebem nelle inslruccao
primaria, sccundaria, religiosa, de civilidade, e de
recreio e prendas.
Art. 3. A iustruc.ao primaria e" :leitura, es-
cripta, contabililade (as quatro operates), noi;oes
de grammatica portugueza, corlura cha e cro-
chet.
Art. i. A instrucQSo secundaria comprehende
liogua nacional, francez, inglez, italiano, histo-
na, geographta e arithraetica.
Art. 5. A instrucgio religiosa e dada pelo ca-
thecismo ; as alumnas aprondem : doutrina
eb:Jsta, e todos 03 deveres religiosos a cumprir
para com Deu, seus pais e parentes, e em geral
com a sociedade.-
Art. 0. A instruccae de civilidade abrange to
dos os actos da vida de uma senhora em relacao
com aj'pessoas do sua farailia 0 com a socie-
dade.
Art. 7." A inslruccao de recreio consta de-de-
senho, mnsiea, piaoo e danca.
Art. 8. A instrucfio da prendas reune :
todos os trabalhos de agulha e toda a especie de
bordados, que deve saber uma senhora da melbor
soc iedade.
II
Art. 9." 0 collegio admitte
meio pensionistas e externas.
Art. 10. A lingua que se falla no interior do col-
legfo a franceza ; e durante as aulas de inglez e
lUliano so se fallam estas linguas.
Art. 11. As alumnas que e.-tuiam francez, in-
glez e italiano, aprendem a fallar, escrever e tra-
duzir estes idiomas graramaticilmente.
Art. 12. A mensalidade para as internas 6 404,
para as meio pensionistas 20* a para as externas
">i, pagos adiantados, pjr trimestres, que uma vez
comecados, consideram se veaeidos.
Art. 13. A InstrucQao das alumnas externas,
reraunerada segundo 0 artigo amecedende, e" a
ios arts. 3 e 5, as internas e meio pensioni3ta'>,
;eem direito ados arts. 3, I, 3, 6, 7 e 8ypodendo
: ;lavia, qualqner alamna externa frequentar as
aulas superiores, mediante a inlemnisacao que se
:jnvencionar.
Art. 14. As delpezas com livros, papel, etc
ao da competeucia dos pais ou currespondenes
alumnas, e bem assim a materia prima de
executados, sao propriedade
DE-5PACH03 DE EXPORTACAO .NO DIA 23 DE
JULHO DE 1874.
Para os portos do exterior.
No navio allemao Volatile, para 0 Rio da
Prata, carregou : J. J. G. Beltrao 4 Filho 50 pipas
com 24,000 litros de aguardente.-
No patacho portuguez Tentativa Feliz, para
Genova, carregou : P. Carneiro & C 100 saccos
com 7,500 kilos de assucar bracco.
fara os portos do interior.
Para 0 Rio Grande do Sul, no navio nacional
Princeza, carregou : P. Vianna & C 300 barricas
com 30,479 1|2 kilos de assucar braneo e 30 pipas
com 14,400 litros de aguardente.
Para 0 Para, no navio poriuguez Michaelense,
carregou : A. J. L. Teixeira '0 pipas com 4,800 li-
tros de aguardente ; J. A. Silva Araujo 250 bar-
ricas com 15,632 l[2 kilos de assucar braneo ; J.
C. Goncalves 485 ditas com 21,593 1|2 ditos de
dito.
ParaAlagoas, na barcaca Lindoza, carre-
gou : A. J. L. Teixeira 1 barrica com 65 kilos de
assucar refinado.
CAP AT AZ! A
dendimento do dia I
dam do dia 24
DA ALFAttt
a S3.
VOLUMES SAH1DOS
No dia I a 23
No dia 24
.Timeira peri* .
Jeganda porta.....
r&rceira porta.....
rtvpicha Conceit .
EGA
10:094*413
587/138
10:081/331
29,312
CONTRA 0 FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecida
aesta praga, toma seguros maritimos sobrt
aavios e seus carregamentos e contra fogc
am edificios, mercadorias e mobilias: in
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Augiislo F: d'oiiveira k C.
A casa commercial e bancaria deAugusto
j d'Oliveira & C, A rua do Commercio ns
42, encarrega-se de execucSo de ordens
para embarque de prodoctos e de todos 0-
mais negocios de commissSo, quercommer-
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinbeiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e a
lazo, a" voutade do tomador, sobre as se-
guintes prar.as estrangeiras e nacionaes :
Londres. Sobre 0 union bank of
LONDON, 0 LONDON AND IIANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de 1.* classe.
Paris. Sobre os banqueiros fould
& C, MARCUARD ANDRE & C. 6 A. BLICQUE,
VIGNAL & C.
Haiuburgo. Sobre os Srs. joSc
sctiu back &-f-ilo s.
Lisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTIAO JOSE DE
ABREU.
Porto. Sobre o banco cniXo do porto
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco commercia-
do para, e os Srs. FRANCISCO gaudencio da
COSTA & FILHOS.
llaranliilo. Sobre o Sr. jose fer
REIRA DA SILVA JUNIOR.
Balaia. Sobro os Srs. marinhos & c
Rio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQIIE BRASILIENNE FRANQAISE.
,duos da coraarca de Olinda, por S. M. o
Imperador, a quem Deus guarde, etc.
Faco saber que a requerimento do Dr.
Jose" Antonio de Figuoiredo, testamenteiro e
inventariante do finado Dr. Antonio d'As-
sump^ao Cabrel, foi expodida carta precato-
ria do juizo da provedoria da coraarca do
Recife, para neste juizo ser vendida, era
basta publica, no prazo legal, a casa terrea
n. 11, sita a rua Vinte e Sete de Janeiro
(outr'ora Paco Casteihano), freguezia de S.
Pedro Martyr desta cidade, a qual tem 29
palmos e meio de largura, 50 o aieio de
eomprimento, uma porta e duas janellas de
frento, porta e janella no oitao,' duas salas,
sendo a de detraz assoalhada, quatro quar-
tos, cozinha inttrna, quintal murado de 100
palmos de extensao, cacimba, e um terreno
ao lado do norte, com porLSo, tendo sob a
sala de detraz uma loja, avaliada a rcferida
casa em 2:500$. E bavendo posto em dita
carta precatoria o meu cumprs-se--mau-
dei passar o presento adital, que sera" aflha-
do no lugar do costume e publieado pola
imprensa.
Dado e passado nest* cidade de Olinda,
aos 21 dias do mez do julho de t-7i.
E eu, bacharel Francisco Lins Caldas, es-
crivao, o subscrevi. Delfino Augusto Ca-
valcanle de Albuqwrque.
0~
idem idem a Joao Ra-
mos & Machado, contendo 12 cadeiras de madei-
. assent) e encosto de
palhinha, 12 ditas com asscnlo de palhioha, no
valor de 309*120.
Dita triangulo P S, as. 120 e 121. Duas ditas
vindas no navio allemao Maria, descarregadas em
t6 de outubro de 1873 e coosiguadas a J. Ramos
& Machado, contendo 175 kilos, peso liuuido le-
gal de jarros de vi iros para floras n. 1 coalhado,
do valor do 135*000.
Dita n. 172. Uma dita idem idem, contendo di-
versas amostra* de vasos para plantar flores, de
barro, por.:elana, etc., no valor de 60,5000.
Dita A F C, n. 235. Cincoenta ditas vindas no
navio hollandez Catharine, descarregadas em 22
de agosto de 1873 e consignada a Antonio Ferrei-
ra de Carvalho, contendo cincoenta duzias de
frescos com licor, hesperedina, no valor de ....
1:078*560.
Dita S N, n. 120/122. Ties ditas vindas no na-
vio allemSo Maria, descarregadas em 16 de outu-
bro de 1873, a Silva Neves & C, contendo 257 ki-
lo?, peso liquido legal de moringues de barro. no
valor de 143*920.
Alf.ndega de Pernambaco, 2) do julho de 1874.
0 inspector,
Fabio A.de C. Reis.
Edital n. 18.
31,314
SERVigO MARITIMO
M>arangDs descarregadas no trapicte da
alfandega :
No dia 1 a 23 .....
No dia 24.......
alumnas internas,
clECSBEDOhLA DE RENDAS INTr R.NAS GE-
RAES DE PERNAMBUC
.leadiraento do dia 1 a 23 38:606*074
dm do dia 2V..... 1:533*023
40:141*099
GONSULADO PROVLNCIA,
Kendimento do dia 1 a
dem do dia 24
23.
416:142*470
1:818*217
117:900/>GS7
COMPANHIA
Phenfa: Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias,
Iretes, diuheiro a risco efinalmente de qual-
[aer natureza, em vapores, navios \i ela or
barca^as, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
Seguro contra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON & GL0
INSURANCE COMPANY
Agenlcs
SAUNDERS BROTHERS & C. .
11-Corpo Santo11 -
Banco Commercial de Braga.
Jorge Tassi).
Sa'.a qualquer quantia a prazo ou a vista sobre
este banco ou suas agencias em todas as cidades
e villas de Portugal e ilhas adjacente?, e Hespanlia,
na cidade Madrid, Cadix, Vigo e Barcellona.
37Rua do Araorim37
Dr. Luiz Ferreira Maciel Piuheiro, juiz
subsiituto do juizo especial de commercio,
nesta ci lade do Recifa do Pernambuco,
por S. M. o imperador, qua Deus guar-
de, etc.
Faco saber aos quo o presento edital vi-
rem e delle noticia tiveren, que no dia 5
de agosto" do c jrrente anno se ha de arre-
maLir por Venda em pcaca publica deste
juizo, depois da respectivs iuliencia : uma
ar.naQao do amaro'lo, enverniradi o envi-
draijada com u seu competento balcao da
mesma maieira, existenle no estabeleci
mento de miuilozas da rua do Duque de
Caxias, n. 5'), avaliada por seis centos mil
rdis, pf-nhorada por execugiio do Rodrigues
Irmaos it Guimar3es contra Marcolino Dor-
nellas Camara. E no havendo lane.ador
quo cubra o preco da avaliagao, a nrrema-
tar^ao sera" feita pelo prec,o da aljudicacao,
na forma da lei. F para qnechegue ao co-
nhecimento de todos, mandei p3ssar o pre-
sento, que sera publieado pela imprensa e
aflixado nos lugares do costume. Recife,
18 de julho de 1874.Eu, Manoel Maria
Rodrigues do Na;cimento, escrivio o subs-
crevi.
Recife, 18 de julho de 1874.
Luiz Ferreira Maciel Piuheiro.
itiMENTB 00 ?SRT
B
AGENCIAS R0VLXC1AES
Liquidos espiritaosos.
Rendimento de 6 a 22 6:414*763
Idem do dia 23 232*220
Bacalhao, etc.
Rendimento de 6 a 22 4:345*668
Idem do dia 23 11*311
das
lordados ; e estes
(.as mesmas.
Art. 15. As aulas no CoLLErio da-Santissima
Tbindade, trabalbam duas vezes ao dia, de raa-
lba des 9 as 12 boras, e de larde das 2 1|2 as
5 1|2.
Art.
16. 0 enxoval das internas
e ao gosto de
seus pais, assim como a roupa lavada e engom
Hi la e pertencas, por elles serao fornecidos.
Art. 17. As pe^uenas indisposijoes e moles-
tias das- internas, sao tratadaa no collegio ; nas
graves, porem, a directora faz avisar aos pais ou
correspondentes, para providenciarem sobre o tra-
t2.mento, que pode ser em sua3 casas ou no col-
legio.
Art. 18. Os feriados sao os das aulas pablicas,
salvo as quintas feiras que, no collegio, fleam des-
tmadasa iastruccao do recreio.
Art. 19. Todas as materias lecsioaadas no Coi.-
l soto oa Sanaissima Trindade, sao professadas
p;la directora e suas irmas, ou outras senhoras
oimaaptidao precisa, e que a directora julgar
nwessarias.
Recife, 30 de dezembro de l87Z.-Philome*a
Mnervina di Albuquerque O'C.nnell Jersey.
Approvo.Directoria geral da nstruccao publi-
cs do Pernambaco, 8 de Janeiro de 1874.Joao
BubiUka VohovCovalcante.
Generos de estiva.
Rendimento de 6 a 22 7:175*263
Idem do dia 23 186*706
_ ., Fumo, etc.
Rendimento de 6 a 22 1:381*316
Idem do dia 23 *
6:646*983
4:337*179
7:361*969
1:583*316
navios enlrados no dia 24.
Cardiff39 dias, liigar fraacez" Meredeen, de 239
toueladas, capitio J. B. Boju, equipagem 12,
carga caivij; a Wilson Rowe & C.
Liverpool 51 dias, patacho allemao Henrietle
Durchard, de.234 toneladas, capitao Carl Pele-
ro, equipagem 8, carga polvora e oatros gene-
ros ; ao consul. Arribou com agaa aberta; seu
destino era Rosario de Santa Fe\
Observagdo.
Nao houve sahida.
Fundeou no laraarao uma barca iogleza, mas
n3o teve communicacao com a terra.
FD'TAES.
19:949*441
de Pernambuco, 24 de ju-
A natttrerA melhor chimico
9 sem apparatos para nutrir o cabello sio
Thesouro provincial
Iho de 4874.
0 escrivao,
Joao Carneiro M. da Silva Santos.
BANCO COMMERCIAL
DE
PE RN A1IBUCO,
0 banco paga- o terceiro dividendo, na
razao de 7 por ,'0 ao anno, ou 2i00
por accao, relativo ao semestre findo em 30
de junho de 1874.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho sacam
por todo3 os vapores iobe
Anadia. Evora. Moosao.
Aguida. / Fafe. Ovar.
Aveiro. Faro. Porto.
Beja. Guarda. Tavira.
Chaves. Leiria. Regoa.
Elvas. Lisboa. Vizeo.
Amaraate. Bar cellos. Figueira.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou
raria de fazenda de3ta provincia se faz publicc
para conhecimento de quem interessar que no
dia 29 de julho proximo futuro, pelas 2 horas da
tarde, sera posta em basta publica perante a Jun-
ta da mesma rhesouraria, para ser arrematada por
quem mais lanco offerecer a casa terrea sita a
rua do Paco Casteihano, na cidade de Olinda, pro-
pno nacional e bem assim o terreno qae Ihe flea
adjacente, o que tudo foi avaliado por dons contos
de reis.
Secretaria da thesouraria de fazenda *de Per-
nambueo. 30 de junho de 1874.
0 2." escripturario, servindo tie secretario,
Carlos Joao de Souza Correia.
0 Desembargador Francisco de Assis Oliveira Ma-
ciel, offlcial da imperial ordem da Rosa, cava-
Iheiro da de Christo, juiz pnvativo de orphSo3 e
ausentes da cidade do Recife e seu terms, por
S. M. o Imperador, qae Deus guarde, etc.
Faco saber aos que este virem, que o bacharel
Francisco Pereira Martins Ribelro, inventariante
dos bens que ficaram por fallecimento de seu Ir-
mao Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro, fequeren-
do-me para vender em basta publica, com o abate
da quinta part?, visto como na primeira praca n5o
houve lancador, a escrava Izidra, preta, crioula,
de 26 annos de idade, com algumas babilitacoes, e
que pertencendo ao espolio do inventariado,' foi
avaliada por 1:000*, e com o abate da respectiva
5 parte, ficou a mencionada escrava com o valor
de 800*000. _'
E,. pois, que annuindo a semelhante pretencSo,
Pe'o presente e firmado no qae disp3e o decreto
a. 1693 a 1869, convido a toaos quanjo queiram
0 Dr. Joaquim Correia de de Oliveira An-
drade, juiz substituto do Dr. juiz dedi-
reitj provedor do capellas e nsiduos,
nesta cidade do Recife, capital de Per-
nambuco e seu terrnc, por S. M. impe-
rial, a quem Deus guarde, etc.
iF*SO saber que no dia 39 do corrente,
finda a audiencia deste juizo, se levarSo a*
praga os seguintes bens: 2 tercas partes no
sobradinho de dous andares, sito na fregue-
zia deS. Fr. Pedro Gongalves, rua do Com-
pello a. 2, tendo do eomprimento 38 pal-
inns e de largura 19, cada andar com uma
sala, um quarto, cozinha interna e andar
terreo, servindo de deposito de ferragens,
sendo entaipado o ftindo do sobrado e es-
tando em ma"o estado, avaliado em 5:000j?.
L'ma casa terrea de podra e cal, no lugar do
Barro, freguezia dos Afogadw, com tres ja-
nelbs de frente, porta de madeira ao lado,
tendo duas S3las, dous quartos, cjzinha,
quarto junto e deepensa, com 20 palmos de
largura o 58 de eomprimento, terreno f >
reiro, medindo G90 palmos de comprirnen-
menlo e 59 de largura o dito terreno, e a-
valiada a mesma ca.-a em sua totalidade em
3:000*9, de cujo valor sera" 'leduzida a quan-
tia de 559J023. Um terreno foreiro com
690 palmos de eomprimento e 193 de lar-
gura, no mesmo lugar c na mesma fregue-
zia, tendo nelle duas casas de taipa, ambas
em mao estado, tendo ellas 44palmos de
eomprimento e 24 do largura ; uma das
casas tem duas salas e um quarto e porta e
janella no fundo ; a outra casa em caixao
com uma porta e janella na frente, tudo
avaliado em 1:000$, cujos bnes sao per-
tencentes ao iuventario do Dr. Antonio da
Assuaif rao Cabral, e v3o d praca a reque-
rimento do testamenteiro e inventariante do
mesmo Gnado ; pr^cedenda-se quanto ao
mais na forma da lei. 0 presente sera" pu-
blieado pela imprensa e aflixado nos lugares
do costume. Recife, 7 de julho de 1874.
Eu, Domingos Nunes Ferreira, escrivao,
o subscrevi.
Declaro que ditos bens vao a" praca com
o abate-da 5.1 parte, em virtude do despa-
cho do Dr. provedor, do dia de hoje, 24
do corrente. Escrivao, rjomingos Nuues
Ferreira.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico, que
as 11 horas da manha do (Jia 29 do corren e, se
lia de arrematar livre de direitos c sujeitas ao irn-
posto da capatazia, a porta desta reparti^ao, as
mercadorias abaiso declaradas, postas a <-onsumo
por edital n. 180 e que deixaram de ser despacha-
cas dentro do prazo marcado :
Armazem n. 5.
Marca J R & M. N. 18. Uma caixa finda" de
Liverpool no vapor inglez Lalande, descarr.gada
em It de novembro de 1873, cossignada a Joio
Ramos 4 Machado, com 68 kilos de perfumarias
em frescos ordinaries, no valor de 190*400.
Idem idem. N. 19. Uma dita idem idem com 68
kilos de perfumarias em frescos ordioarios, no
valor de 190*400.
Idem idem. N. 10. Uma dita idem idem con 38
kilo3 de perfumarias eai frescos ordiuarios, no va-
lor de 106*400.
Idem C G & C. N. 73. Uma dita idem idem|a
Carvalho Guimaraes & C, com 92 kilos, pe?o -t
qaido real, de gregas de algodao, no valor de
1:073*333.
Idem Maria Candida da Silva. Um embrulho
viudo no navio porturuez Recife, Qescarregado em
10 de outubro de 1873, com um casaveque de te-
cido de la, pesan-Jo liquido real 4G0 grammas, no
valor de 7*000
Idem Cunha Irmaos & C. \2ea dito idem idem
com 2 kilns, peso liquido real, de impresses aval-
sos, no vaior de 5600.
Idem D. Pereira Magalhaes Um dito idem idem
com o seguiute : 4 ceroula.-, 2 lencoe?, 4 loalhas,
2 Ironhas, 8 pares de meias curtas de mais de
0,:i0" de eomprimento, lud) de linhodja servi-
do. no valor de 14*00').
idem Joaquim Vieira da Itocha. Um dito idem
idem com o seguinte : 2 kilos de ferrameulis nao
classiflcadas para ariose oilicios, 4 pares de ebi-
nellas de eouro de mais da 0,22", um kilo de follias
medicidaes, no valor de 7*460.
Alfand ga de Pernambuco. 23 de julho
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Caronllio Reis.
Seorntarfj Ac- itesooro de Nktnda de Penw?-
buco, lSajnlkodtlir4.
0 escripMt*artia%> o> teereurw,
Carkx J. de Sown Camta.
COMPftHHlA ~~
DO
BEBERIBE
Nao se tendo reunido uratro legal dos
Srs accionistas desta companhia, convidados
pira a assemblea geral do dia 6 do corren-
te mez, sio de ncvo convidados a reum-
rera se no nia 29 deste mez, pelas 12 bo
ras da manbi, noesMiptono de suas seasoe*
rua do Cabugd n. 16, fim de kkberar-a
sobro as cdutas do anno nnanceiro desu
companhia, e approvar o or^amento vin-
douro, devendo nesta occ siao ser lido
felatorio do Sr. director, mostraado o esta-
do Ha rompanhia no anno findo em 30 do
abril ultimo ; prevenindo-se aos Srs accio-
nistas, que, do conformidade com o art. %i
dos essatutos, a reuntio lerA effectividad>
com o nu.nero dos Srs accionistas qoe a
ella comparecerem.
Escript rio da companhia do Beberihe.
20 de julho de 1874.
0 secretario,
______Luiz Manoel Rodrigues Valenra.
SANTA CASA DA MISEK1CUKDIA IH>
RECIFE.
A HlnuL junta admrnisirativa 4a Seata Cms 4*
Misericordia do Recife, manda fazer publico fa*
aa sala de suas sessdes, no dia 23 de julho, m-
las 3 horas da tarde, tem de aer irraanliin a
juem mais vantagens offerecer, pelo tempo 4e na
i tres annos, as rendas dos predios em imtu4i
leclarados.
ESTABELECIME.VTO DE CARIDADB.
Rua do Padre Floriano
Casa terrea n. 43......201*000
Ciuco Pontas.
idem n. 114 ........ M24000
Rna larga do Rosario.
2* andar do sobrado n. 24 A* 310*''o>>
Idem do sobrado n. 24.....408*000
Rna do Araerim.
1.'andar do sobrado n 26. 304*000
Rna dc Antunio Henrique.
Casa terrea n. 26...... 99*000
Largo da Campina.
ldemn 11...... 120*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua Duque de Caxias.
LJa 77........70ft*C Becco das Boias.
,dora n- 3........M1J00U
Raa da Lapa.
Usa terrea n. 40.......a0i*Offl
Rua do Amorira.
Sobrdo de 2 andares n. 23 602;>um
Casa terrea n. 34......122*0-*)
Rua do Burgos,
'dem n. 19........UM/OOtt
Edital n. 17.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico qae
as 11 horas da manhi, do dia 28, se ha de arrema-
tar, a porta de sahida do armazem n. 7 desta re-
particSo, livres de direitos e sujeitas ao imposto da
capatazia, as mercadorias abaixo declaradas, pos-
tas a consumo por edital n. 180, e que nao foram
despacuada3 dentro do prazo marcado.
Armazem n. "7.
Marca quadrado 73 e J J C M, sem numero.
Cincoenta caixas vindas no navio inglez D. of Sou-
theciand, descarregadas em 27 de agosto de 1873,
consigoadai a J. J. de C. Moraes, contendo folhas
da Flandres em lamioas, pesando liquido legal
2,470 kilos, no valor de 1:210*300.
Dita L G C, ns. 171 A e 171 B. Doas alados,
idem idem, ignora-se a consignacao, contendo ro-
das de ferro fundido e simples, pesando liquido
real 83 kilos, no valor de 19*366.
DitaT H, ns. 1,735 A, 1,735 B, 1,735 C 6 L735
D. Quatro ditos idem idem, contendo rodas de
ferro fundido simples, pesando li juido 239 kilos,
no valor de 55*766.
Dita quadrado 13 e J J C M, n. 602. Uma bar-
rica idem idem, contendo pregos de ferro simples,
pesando liquido legal 450 kilos, no valor de ....
113*400.
Dita, sem numero. Quatro ditas idem idem,
contendo estanho em verguinhas. pesando liquido
legal 202 kilos, no valor de 84*840.
Dita A C 3 G. n. 3. Uma caixa vinda no navio
hollandez Catharine, descarregada erh 20 de agos-
to de_ 1873 e consignada a Angelo C. da Silva Gii-
maraes, contendo: 16 kilos, peso nos carKSes de
brincos do vidro; ditos, peso nos cartoea de bo-
0 d sembargador Francisco de Assis Oliveira
Maciel, ollicial da imperial ordem da Ro-
sa c juiz-de direito privativo de orphiios
da cidade do Recife de Pernambuco e seu
termo, por S. M. o Imperador, a quem
Deos guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem, que no dia 27 do correute
ira a praca de venda, pelo tempo de tres annos, e
peb preco annual de 1:830*. por quanto jaesteve
arrenlado, que servira dc base para a arrernala-
sao, a casa de sobrado de um andar e solao, sita a
rua da Imperalriz a. 46. da qual 6 consenhor An-
tonio Hennjues Rodrigues, a requerimento de
quem se proceJe o dito arrendamento, obrigado o
arrematante a fazer as'obras de que precisa o dito
sobrado, arbitradas em 600*, que serao levados em
couta nos alugueis, e constanles da vistoria a que
se preceded, e saj ellas: reielhamento, reparo no
assjalbo e reboco no:sotao ; no 1 andar 2 caxi-
Ihos na janella da frento, aros e vidro;, reparar o
assoalho-no corredor e sala de comida; no an Jar
terreo e quirtos-exteriores precisa ser picada a
paredc direila e rebocada, todo o pavimento pre-
cisa de ladnllu e na parte que da para o quintal ;
no- quartos exteriores precisa ser retalhada a me a
agua e reparar se o ladrilho o reboco ; no telheiro
precisa-se reparar o telhado e parte do rebjeo, e
no quintal precisase de em parte reboca-lo.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar o presente, qae sera publieado pela
imprensa e affixado nos lugares do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recite de Per-
nambuco, aos 9 de julho de 1874.
Eu, Manoel do Nascimento Pontes, escrivao,
subsc:cri.
Francisco de Assis Oliveira Maciel.
Recife, 4 de julho de 1874.-0 escrivao, Mano=l
do Nascimento Poates.
Ao sello de300 rs. Valha sem sell) ex-causa.
Oliveira Maciel._________________^_^__^_^
A camara municipal do Recite faz saber a todos
os seus habitantes que o Exm. presidente da pro-
vincia approvou provisoriam^ nte os seguintes ar-
tigos de postura.
Pa?o da camara municipal do Recife, 22
dejulho de 1874.
Manoel Joaquim do Rego Albuquerque
Presidente.
F. Auguslo da Costa,
Secretario.
Seccao 4." Palacio da pre'idencia de Pernam-
buco.Recife," 17 de julho de 1874.
0 presidente da provincia, sob proposta da Illma.
camara municipal do Recife, constante do ofllcio
de U do corrente, n. 63, resolve, na conformidada
do art. 2 da lei de 25 de outubro do 1831, appro-
var provisoriamente e mandar que se execute e
observe o art. de postures abaixo traascripto :
Art. 1* E' prohibido tocar era objectos algum
dos jardios publico?, tirar flores, seraentes, ou par-
te alguma dos arvoredos, ou damnifica-los por
qualquer forma: cs infractorcs serao miajtados
em 10* e tres dias de prisao, e obrigados a mdem-
nisar o damno causado.
unico. Na mesma pena incorrem aquelles que
por qualquer forma damniQcarem as arvores plan-
tadas nas ruas e pracas, ou as gaiolas que as pro-
tegem, quer estendendo roopa sobre ellas, quer
amarrando animaes, quer lancando-lhes qualquer
substancia que a3 possa prejudicar.Henrique Pe-
reira de Lucena. Conforme 0 official maior,
Luiz Salazar Moscoso da Veiga fessoa. Confor-
me0 secretario, Francisco Augusto da Costa.
153*000
*43*0Qo
300*000
373*000
1 300*0" i
1:400*0'i
701*0.*
209*COU
301 *)
8M*0>
24U0OI
Idem n. 21
Rua do Vigario.
2* andar do sobrado n. 27 .
1* andar do mesmo.....
Loja do mesmo......
Sobrala de 2 andares n. 25 .
Rua do Encanarnento.
S ibrado do 2 andares n. 13 .
Rna da Seuza.ia velka.
^sa terr.-a a. 132.....
Idem n. 25.......
Rua da Gaia.
Idem n. 25.......
dem n. 2D......
Rua da Crtu.
Sobrado de 2 andares n. t2 .
Raa de S. Jocge
f"a?a tc re* n. 100.....
Rua dc I, Bento.
Jisa terrea n. 17..... 200*00.'
Os pretendentes deverao apresentar no arto^l*
irrematacSo as suas fiancas, on compareceres
icoir.pauhados dos respectivos nadores, deveca
pagar alem da renda. o premio da quanta ai
;ae for seguro o predio que Cintiver esUbelec:
ncnto commercial, assim como o servigo da bm-
oeza e preyos dos apparelhos.
Seerotana da Sanu Casa da Misericordia dc ?
life, 26 de junho o d> ;S7i.
0 escnvaV,
_____________Pedro Rodrigues de Souza.
0 conselho parochial da Sociedade Prop-ga-
dora da Inslruccao Publica da hvgueiia da Var-
zea, convida pelo presente a todos os sens asso-
ciados para no dia 26 comparecerem na ca?a d
residencia do enger.lio do Brurn, para se proced-T
a eleicao do novo conselho para o aano de 1871
a 18/5, por ser o dia u26 do corrente anniver-ari i
de sua icstallarao.
Var/ea. 18 de julho de 1874.______________
N> dia 27 do curreote mez, dtaois da au-
diencia do Exm. Sr. desembargador juiz de or.
pbaos que tera lugar ao m;io dia na *a! das au-
diencias, vai a praca uma morada de casa Ml.
e sotao, com terreno proprio, denrminado I ha
dos Ratos, no lugar do Mcnteiro, freguez.a i
Pofo da Panella, cuja casa e sitio vai a praca i
requerimento da inventariante dos bens drixad-
por morte de Francisco Geraldi More ra Tempo-
ral, para psganitn'.o dos eratavs, serviaia Ja
base a avaliacao de 5:000*.
Juizo de orphaos
Foi transferida para o dia 27 do ccrrintr, de-
pois da audiencia do Exm. Sr. desembargador jn:;
de orphaos, ao meio dia. a arremata-So da casa
ten-pan. 2 da raa de S. G?ncalo, avaliada pr
2:000*, pertencente ao linado Leopoldo Ftorrerr.
Martins Ribeiro.
Imperial Sociedade dos Ar-
tistas Mechanicos eLibc-
rae?.
Domingo 26 do corrente, pelas 10 horas do dia
se reune e?ta sociedad-. aQm de eleger a
direcrao, para o que devem comparecer tod
socios.
Ptr esta delegach de policia se (az publie
e notorio que foram apprehendidos os objectcs se-
guintes, que se acbam deposilos aa mesma delega
cia, para serem entregues a quem de direito peo8
tencerem.
Dous copos de prata, novos, sendo um pequeno,
e outro grande,{apibos proprios para uso de igreja.
' Um par de rosetas de ouro e am alQnete de
peito, tudo em bom estado.
Delegacia de policia do 1." districto da capital, 23
de julho de 1874.
Detnocrito Cacalcantede Albuquerque.
OECUfiACOES.
De ordem do 1fe. Sr. inspector do thesou-
ro de fazenda desta provincia se faz publico,
que perante a junta da me-ma, ira a praca, ndas
2 horas da tarde da dia 29 do corrente mez, o
arrendamento por um anno, do convento de N. S.
do Carmo de Olinda, podetdo des.de ja os pret".'
(yes ae vidro; JQ ditos, peso nos cartQes de gram-' dentes exaraiuar o reTerldo couveqta, 'a
8. e ultimo dividendo da
massa fallida de Amorim.
Fragoso, Santos & C.
Paga-se o 8. e ultimo dividendo a razi.. i i
1,95'i, no escriptorio a raa do Vigario n. 13 I
andar, nos dias 20, II, 21, 23 24 e 25 do corren;
das 11 da maniii a 1 da tarde, devendo os Srs
credores apresenlar sens titulos. Depois daquei
les dias os pagamenlos somente serao feitos a-
quintas feiras, e por Ism os Srs. credores tenbarr
a bondade de vir I igo receber on mandar en*
procuradores nos dias acima lixados.________
Companhia Fidelidade ~
Seguro maritimos e lorrpstrri*
A agencia desu companhia toma segnros ma-
ritimos e terrestres, a premios razoaveis, dando n
ultimos o solo livre, e o seUmo anno gratui: a
segurado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
_________51 Rua do Apollo 51
Armazens da companhia per -
nambucana.
Seguros contra o fogo
A companhia pernambucana, dispoado de ez-
jellentes e vastos armazens em sea predio ao tor
te do Mattos, oiTerece-os ao commercio em fera.
para deposito de generos, gannUndo a maior eoa-
jervacao das mercadorias depositadas, sarvico
prompto, precos modicos, eie.
Tainbem recolhera, mediante previo accordo, ex
clasivamente os generos de uma so pessda.
Estes armarens, alem de arejados e conBBOdo*.
sao inteiraraente novos e asphallados, isentos dt
capim, retos, etc., etc.
As pesscas gue quiierem n|mr-se dertes ar-
mazens, pederacidingir-se w eSStono da eom-
panhia pernambuctt* qUe achario com qina
U


Diario de Pernambuoo Sabbad 25 de Julho de 1874.
-
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
VICESTE
Sabbado 25 do corrente.
llli.ua recita
4a empreza, por ter de retitar se a companhia na
segouda-feira proxima.
iirnudc epectacul
de canto danca e declamacao t
Beneficio do Vicente
Operet? em 3 actos, original braaileiro, musica
to maestro Colas :
A TORRE EM COMRSO
Opereta em doas actos, original francos, musi-
ca de Offemback:
A rainfja Crinoline
OU 0
Reioado das iimlheres
0 benefieiado em virlade de seus muitos afa-
zeres, nao pode passar m bilhetes deste especta-
cnlo, e por este oiotivo entrega-se a protect-So li-
vre e espontanea do illustrado pablieo desta ca-
pital
fgOs bilhetes estao a veoda do lugar do costume.
0 emprezario do theatro Santo Antonio, ao re
tirar-se temporariameate desta capital com a sua
companhia, fallaria ao mais sagrado dos deveres
se nao desse um publico testemunho de sna gra-
tidao ao generoso public> quo aqui o sust.ntou
ha dous annos e a imprensa maralisada pelas pro-
vas de consideracao ao theatro e aos artistas.
Ao Sr. Antonio Jose Duarte Cqimbra, digno pro-
prietario do theatro, manifesta igualmente o em-
prezario a sua gratidao pcla delicadeza e cava-
Iheirismo quo sembre lhe dispensou.
A todo3 o seu reconhecimento e gratidao. Quer
oa provincia da Bahia, para onde foi chamado,
quer em outro lugar onde o leve o destino, sera
immorredoura a lembranca de lantos favores rece-
ibdos.
Santo Antonio
VICENTE.
Domingo 26 do eorreite
Espectaculo de despedida da companhia, offere
cido em beneflcio do hospital Porluguez de Bene-
ficencia.
Comedia- drama em i actos, ornada de musica :
Reeordacoes da mocidade.
Terminara o espectaculo coir, a comed'a cm i
acto :
lina exporieneia.
Principiara as 7 J|2 horas.
0 theatro achar-se ba decorado e duas bandas
ce musica tocarao alternadamente no salao da en-
irada.
0 reito dos bilhetes estarao a yenda no theatro
no dia do espectaculo.
CIRCO EQUESTRE
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS
M)
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
C.rait'le e variado espectaculo
Domingo 26 do corrente
An fl 13 horns da tarde
0 programma constara de trabalhos equestres,
f-ymnasticos, equilibrics, saltos, e grande quadro
a.llegoiico, ou o Triun pho de Caligula nas ruas de
Roma.
N. B. A companhia dara sempre que o tempo
permitlir espectaculos as quartas e domingos, sen-
do nos dias santos as 5 1]2 horas da tarde e nos
5
RioOrande do Sul
brigae national Sahy sahira para o porto aoi-
ma, e recebe a carga precisa para aiastrar : tra-
ta-se com Pereira Vianna & C, a rua do Vigario
umero 1._________________
Libras esterlioas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Run do Commercio n. 42.
Companhia de navegftctto a va-
por baliinna. limitada
Maceid, Penedo, Aracajii e Bahia.
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 25 do
corrente e vapor Dantas,
o qual sabira para os por-
tos acima no dia seguin-
te ao da sua cbegada.
Becebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete
Agente
Antoaio Luiz de Oliveira Azevedo.
7-RuadoBom JesusS7
PA HA'
A escuna Georgiana segue nestes dias para o
porto acima, e recebe carga a frete : a tralar com
Tasso Irmaos <& C
COHIM^HIAHIMMLUIRA
DE
\AVEGACAOAVAPOR
I'urtos do Bill __
Commandante Alcoforado.
E' esperado dos portos
do oorte ate o dia 27 do
corrente e seguira para
os do sul depois da de-
mora do costume.
Porion do norlc
E' esperado dos portos do sul
ate o' dia 27 do corrente e segui-
ra para os do norte depois da
demora do costume.
Recebera sd encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C.
C0MPAM1IA PEILNAMBUCANA
DE
\vegncil costeira a vapor.
Maceio, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor Coruripe,
commandante Santos
seguira para os por-
tos acima no dia 31
do corrente as 6 hr ras
I da tarde.
Recebe carga ate" o dia 30 do corrente, encom-
mendas, dinheiro a fre:e e passagens, ate as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio
no Forte do Mattos n. 12.
Bahi
la
Para estc porto segue em poucos dias o hiate
Dous de Julho, por ter alguma carga cngajada,
para o resto que lho falta trata-se com os consig-
natarios Joaquim Jose Concaves Beltrao & Filho,
a rua do Commercio n. 8.
PAR1
A escuna Georgiana tendo engajado parte de
seu carrogamento para o Para, recebe tambem
para o Maranhao, caso. conveoha fazer a escala
a vista do frete que apparecer: a tratar na ma do
Amorim n. 37.
Rio de Janeiro
Syiupathia
Para este palhabote portuguez, ja esta contra-
tada parte de sua carga a frete ao referido porto.
Para o resto trata-se com Amorim IrmSos & C.
LEIMES
moveis e mais artigos, e uma caii6a propria
para l'amilia
AVISOS jjAMTMIBg.
Palhabote Joven Arthur*
Vende-se cue navio prompto de um tudo para
navegar, e feito de madeiras do Brasil, esta anco-
rado no quadro da descarga : os pretendentes' po-
cerao examinar, e para tratar com Antonio Luiz
Heal companhia de paqiietes in-
a vapor.
Ate o dia 26 do cor-
rente, espera-se da
Europa o vapor in-
glez Douro, comman-
-------- dante Thwaites o qual
B depois da demora do
cDStume, seguira para Buenos-Ayres, tocando nos
portos da Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
No dia 29 do corrente espera se dos portos do
ful o vapor inglez Boyne, commandante F. Beeks,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-se na agencia,
rua do Commercio n. 40.
I'aciflc Steam Navigation Cooipab)
ROYAL MAIL STEAMER
Cctopaxi
(DE 4027 TONALEDAS)
Commandante Bax.
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia 2
de agosto, e depois da
demora do costume
seguira para Liver-
pool, tocando em tit-
loa e Bordeos, para onde recebera passageiros,
encommendas, carga e dinheiro a frete.
N. B.Nao sahira antes das ires hoias d3 tar-
it do dia da sna chegada.
AGENTES
Wilson Bowe C
14 PRACA DO COMMERCIO-U
AS ti HORAS DA MANHA
No segundo andardo sobrado da rua do Marquez
de Olinda n 25
0 agente Dias, competeutemente autorisado por
despacho do Illm. Sr. deserobargador juiz de or-
phaos, levara a leilao, no dia e hora acima desig-
nados, os moveis e mais artigos pertencentcs aos
bens do fallecido Manoel Antonio Vieira.
A SABER:
Uma mobilia de jacaranda, 1 dita de amarello,
1 coraxoda de dito, i sofa de jacaranda, 2 espe-
lhos, moldura dourada, ijarros paraflores, 2 ban-
cas para jogo, de jacaranda, 1 mesa redonda de
dito, 1 guarda-roupa de mogno, i marqueza de
amarello, 1 mesa de dito, 1 mesa para jogo, 1 ca-
ma de amarello, 1 commoda de mogno, i apara-
dor de amarello, 1 commoda dedUo, 1 guarda-
roupa estragado, 2 pares de lanternas, 1 candieiro
para kerosene, 1 par de escarradeiras e 1 canoa,
propria para familia; para qualquer iaformacao
a agencia da rua do Marquez de Olinda n. 37, !.
andar.
ditos nrffto, chegados por-ste vapor, os
quaes-sarao vend id os em lotes, a vontade
dos Sr< compradores
HOX
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandege
0 prepesto do agente Pestana fan leilao, peri
conta e risco de quern pertencer, dus generes
acima mencionados, os quaes serao vendidos em
lotes, a vontade dos Srs. compradores
SABBADO 25 CORRENTE
- as 11 horas em ponto
No arraazem do Sr. Annes, defronte da *1-
fandega.
Agente Festana
LEILAO
DE
uma factura de fogo
A saber:
it duzias de pislollas de 12 tiros.
9 ditas de ditas de 10 tiros.
5 i|2 ditas de ditas de 8 tiros.,
II l|2 ditas de ditas defi tiros.
15 ditas de ditas de 4 tiros.
6 ditas de ditas de 2 tiros.
6 ditas de ditas de 3 tiros.
6 ditas de gira sol, sembomba.
6 Ii2 ditas de ditos, .com bomba.
0 preposto do agente Pestaua fara leilao, por
conta e risco de quern pertencer, do fogo acima
mencionado, em um ou mais lotes, a vontade dos
Srs. compradores.
A'S 11 HORAS EM PONTO.
No armazem de agencia de Ieiloes da rua
do Vigario Thenorio n. 11. ____
DO
engenho S. Matheus, sito na
freguezia deGamelleira
SEGUNDA-FE1RA 27 DO CORRENTE
As 11 horas da marilia
No sobrado da rua do Marquez de Olinda
n. 37, priraeiro andar.
0 agente Dias vendera, no dia e hora acima de-
signados, requerimento do Dr. curador do inter-
dicto D. Nar;izo Vidal. o engenho S. Matheus,
moente e corrente, com todos os seus edificios,
casas de lavradores, machinas, cercados, logra-
douros e matas, o qual Iimita-;c pelo nascente
com os engenhos Viracao e S. Boaveotura, pelo
poente com terras de Duas Barras, pelo norte
com terras dos engenhos S. Vicente e Amaragy de
agua, e pelo sul com terras de Bom Successo e
Gamelleira.
Para qualquer esclarecimento podem desde ia
os Srs. pretendentes dirigirem-se ao escriptorio do
referido agente, em poder de quemse acham os
competentes documentos, que doderao exrmina-
los.
DOS
carros com arreios e cavallos da coxeira
da rua do Imperador n. i;J
TERCA-FEIRA 28 DO CORRENTE
pelo agente Martins
.%.". 11 horas,
ente Pestana
Agt
Agente Pestana
DE
6 caisoes marca J M S, com 418 meias cai-
xas com charutos Exposig5o. de M. M,
Sampaio, e 264 meias ditas Liricos, vin-
dos da Bahia no psquete nacional Ceard
TERCA-FEIRA 28 DO CORRENTE
\s 11 horas em ponto.
No armazem de agencia de Ieiloes da rua
do Vigario Thenorio n; 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quern pertencer, dos charuto3 aci-
ma mencionados, os quaes serao vendidos em lo-
tes, a vontade dos Srs. compradores.
TER^A-FEIRA 28 DO CORRENTE
as 11 horas em ponto.
No armazem de agencia de Ieiloes da rua do
Vigario Thenorio n. 11.
Segundo leilao
DAS
dividas activas, na import.ncia de.......
9:2419791, da massa fallida de Farias Lessa
Tcrca-leira 88 do corrente
as 1 L hv.ras da manha
No escriptorio & rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar
0 agente Pinho Borges, em cumpriraento do
mandado do Illm. Sr. Dr. juii de direito especial
do commercio, levara de nov'o a leilao as referi-
das dividas, servindo de base a ofTerta de 510,000
reis, que foi obtida no primeiro leilao.
LEILAO
DE
AVARIADAS
HOJE
as lO 1|9 horas
0 agente Pinto, em cumprimento do mandado
do Illm. Sr. Dr. juiz de direito da I." vara de-ta
cidade, levara a leilao, a requerimento de Cardoso
& Freitas, e par conta e risco de quem pertencer,
de difTerentes miudezas, damni&cadas em razao da
extravasacao de ? gua putrida e materias fecaes do
[xano collocado no estabelecimento da rua Primei-
ro de marco n. 7, pela companhia Recife Drainage.
0 leilao sera effectuado as 10 1|2 horas do dia
acima dito, no escriptorio do referido agente, a
rua do Bom Jesus n. 43.
Para.
Pretende segnir para o indicado porto com mui-
la brevidade a escuna portagneza Christina, por
ler parte da carga ; e para a que lhe (alta trata-
fe com os consignatarios Joaquim Jose Gonjalves
iiellrao & Filho, a rua do Commercio n. 5.
Leilao
DE
calcadose miudezas
A SABER:
5 duzias de borzeguins escocezes, pellica ama-
rella.
S ditas d ditos ditos, chagrin de cores.
10 ditas de ditos ditos, casemira de cores.
5 ditas de botinas tnrco, preto.
5 ditas de ditas sarjado de cores.
3 ditas de sapatos, idem idem.
Uma caixa com fitas de sarja de cores, n. 1 i\2 a
20, e fitas de velludo preto, sortidas.
s
Feira Economiea
Rua do Rosario estreita n. 45
QUARTA-FEIRA 29 DO CORRENTE
Pelo agente martins.
De diversos artigos que estarao a exposicao dos
concurrentes, assim com 3 cabras, boas leiteiras
(bicbo).
as 11 horas da manha.
Agente Dias
LEILAO
pi
um bom predio de dous andares e sotSo,
situado i rua do Visconde de Pelotas
n. 1.
Scxta-feira 31 do corrente
A'S 11 HORAS DA MANHA
No sobrado da rua do Marques de Olinda n. 37,
primeiro andar.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima indicados, o so-
brado de 2 andares e sotao, com os commodos se-
guintes: primeiro andar, salas e 5 quartos, se-
gundo andar com os memo* que o primeiro, e
sotao com t sala a 4 quartos.
Fica em optima posicao, pois apanha toda a
praca do Conde d'Eu, e rende annualmente.....
1:440,000 rs.
Os Srs. pretendentes para qualqner esclareci-
mento podem dirigir se ao escriptorio do agente,
onde tera lngar o referido leilao.
Em continuacao o mesmo agente vendera, por
conta e risco de quem pertencer, algumas joias
com brilhantes.
crfeirts de guarnicao, ditas de bracos, ditas de
viagem, espelhos, ternos de bandejas, camas de
ferro, machines oe costuras, caixas-de musica,
-estojos para viagem, facas Unas, garfos de metal,
e am inBnidade de objectos de gosto, que se-
rao vendidos ao correrfdo martello* para liqui-
dar facturas.
__________Principiara as 11 boras._________
LEILAO
de fazendas inglezas, francezas, snissas e
allemis
Em contiauaqao
Constando de : casemiras pretas e de cores, em
cortes e em pecas, pannos flnos, brilhantina
branca, chitas, algodoes, coberlores, chales, len-
cos, gravatas, merinos, bombazinas, cambraias, es-
partilhos, meias, coliarinhos, bramantes, grosde-
naples, popelinasi tapeies, cbales, capas de seda,
brins brancos e de cores, ehapoos de differentes
qualidades, chapeos de sol, camisas para homens
e meninos, peitos para camisas, sargelim, atoa-
lhado, veos para casamentos, chitas de ganga ada-
mascada, dama?co e rauitas oulras fazendas.
Qiiarta-feira 1% de agosto
RUA DO BOM JESUS N. 3.
Os administradores" da massa fallida de Pereira
de Mello & C, farao leilao, por autorisacao do
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, e por in-
ter venyao do agente Pinto, de um variado sorti-
mento de fazendas inglezas, francezas, suissas e
allemas, existentes no armazem da rua do Bom
Jesus n. 63, onde se effectuara o leilao.
Em continuagao
vender-se-ha tambem differentes volumes com
camisas francezas, popelinas, chitas ej cobe rtore,
ultimamente despachados. s
0 leilao principiara as 10 horas e meia
AVISOS DVFRSOS
Ao corpo do commercio
Jose Lniz Alves Vilella e Joao Pereira da Silva,
com armazem de madeiras nacionaes a ma nova
de Santa Kita n. I, sob a razao social de Alves Vi-
lella & Silva, declaram a quem interessar possa,
que dissolverara amigavelmente a sociedade que
tinham em dito armazem, licando todo o activo e
passivo da casa commercial a cargo do socio Joao
Pereira da Silva. Becife, 22 de jnlho de 1874.
Ao publico!!!
Maria Amelia Bastes C'avalrante.
Manoel da Silva Bastos,
Joaquina C. da Si va Bas-
tos, Praxedes Ferreira '.a-
valcante, Manoel da Silva
Bastos Junior, Pelro G. da
Silva Bastos, agradecem
sinceramente a todas as pes
soas que se dignaram acompanhar ao cemiterio o
cadaver da sua filha, esposa e ir ma Maria Ame-
lia Bastos Cavalcante ; e de novo rogam-lhe o ca-
ridoso obfequio de assistirem as n.issas que se
hao de rezar na capella do cemiterio, igreja de S.
Pedro e convento da Gloria, segunda feira, 27 do
corrente, as 6 l|2 horas da manha.
i-.-'..."t-
Hctiriqneta Maria ilo Carmo
Fonccrn.
Joao Coelho de Almeida e seus fi-
lho? Manoel Pinto Ribeiro da Silva.
Adelaide Delfina Perpetua da Sil-
veira,, Joaquim Coelho de Almeida
e Antonio Coelho de Almeida, agra
decerti a todas as pessoas que acom-
panharam os restos mortaes de sua
Dresada mulher, mai, nora, sogra e cunhada,
Henriquela Maria do Carmo Fonceca, ao cemite-
rio publico, de novo as cenvidam, bem como, aos
parentes da mesma finada, para assistirem as mis-
sas que pelo seu eterno repouso mandam celebrar
no dia 25 do corrente, pelas 6 l|2 horas do refe-
rido dia, na igreja de S. Francisco, 7.* dia de seu
passamento, e desde ja agradecem a tudos por
mais ete acto de rHigiao e caridade.
Hoje
AS 11 HORAS EM PONTO.
Por intervene^) do agente Pinto
Em sen escriptorio, rna do Bom Jesns n. 43.
Leilao
DE
20 meias caixas com queijos flamengos, 10
ditas inteiras com ditos, 5 ditas com 40
'omlsigot* Jose da tusla
0 bacharel Jose Domingos da Costa, no dia 27
do corrente, as 8 horas da mauha, manda resar
raissas pela alma de seu linado pai, Domingos Jose
da Costa, na igreja de S. rrancisco, e convida aos
seus amigos e aos do mesmo tinado.
Vntonio i Silva CiuimariioH.
Jose Joaquim da Silva Guimaraes
e seus filhos, Joiro tiburcio da Silva
Guimaraes e Maria Magdaiena da
Silva Guircaraes e seus lilhos, agra-
decem do intinio d'alma a todos
aquelles (jue acompanhararn os restos
mortaes de seu presado pai e av6, e
de novo os convidam e a todos os seus pareutes e
amigos para assistirem as missa- do selimo dia,
que terao lugar no dia 28 do corrente pelas 7 ho
ras da manha, no recolhimento da Gloria, na
igreja de S. Jo.'e do Manguinho e convento de N.
S. do Carmo._____ _____________^^_
Aircrew Manoel do Kaacimeniu
Costa l.i:ua.
Os oflkiaes do 2." batalhao de Infantaria, tendo
de suffragar a alma de seu presado companheiro
o alferes Manoel do Nascimento Costa Lima, no
dia 27 do corrente, pelas 7 horas da manha, na
igreja do Carmo, rogam encarecidamente o compa-
reciraento dos parentes e amigos daquelle finado
e de seus companhoiros d'armas do 9. batalhao,
deposito de rccrutas, companhia de cavallaria e
dos corpos especiaes, pelo que Ihes hypothecam
desde ja sincera gratidao._____ .__________
A sociedade Coracao Livre Popular, cumprindo
com o art 4* de sua constituicio, deliberou inau-
gnrar na casa de seus trabalhos, a rua do Ltrra
mento nl 25, 3* andar, as aalas primarias e se-
cundarias para todos aquelles que se qneiram
illustrar, sendo professores os Srs. Andre Jose de
Almeida Catanho e Luis Eustaquio da Conceicao
Pessoa, fazendo a installacao solemne hoje 25 do
corrente, p)las 7 horas da noite. Convida a todos
os associados para este acto de desenvolvimento
das leltras e sciencias, e prcgresso do povo brasi-
leiro. Scientiflca-se aquelles qae se qaizerem ma-
tricular, que deverao entender-se com os profes-
sores! 0 secretario interino,
Manoel Jose de Almeida Cat ant o.
PEDIDO
Pede-se aO muito digno Sr. Vicente, que leve
a scena no espectaculo de domingo, alem do que
esfa annunciado, a mui graciosa comedia Bede
para noivos.
______________Algumas familias.
0 abalxo assignado faz sciente quo em 23 do
corrente lhe foi offerecida uma vacca por pessoa
desconhecida, e como o abaixo assignado descon
fiasse, comprou com eondicao de pagar no dia 28
do corrente ; se alg^em se julgar seu dono appa-
reca na rua do Conde da Boa-Visu n. 63, dando
os signaes e pagaudo as despezas, lhe sera entre-
gue, no prazo de tres dia, a contar desta data.
Becife 24 de julho de 1874.
. _____Joaquim Jacintho de A.
Perguata-se a certo trapicheiro de barbas
inglezas, se ja esta quebrado, para estar retalhan-
do as botijas de cerveja no armazem aos vende-
Ihoes a 600 rs. a botija ? que vergonha 11 para
que tanla basoOa meu charlatao...
0 abaixo assignado deparando coin nm an-
nnncio no Diario de Pemambuco de hontem. as-
signado por sen innii Antonio da Costa Teixeira,
vem protester contra o meno; declaraodo qne
existeuroa lettrajparticular da quantia de 500*000,
sacada por Jose Lais Alves Vilella, e aceita por
Antonio da Costa Teixeira, girantida pelo aba.-,
assignado : eaja lettra, declara o mesmo qne f
ra nroveniente de lavas que garantira dot uma
casa onik sea irmao pretende comraerciar pat
tanlo faz sciente ao digno corpo do eommerc i >
que nao se responsabilisa por dita lettra, sd sim
no c.-.- > de nao ser paga pelo aceitante.
Becire, 25 de julho de 1874.
Manoel da Costa Teixeira,
A Heinle i!.
A confeii .ria do Campos, sita a rua do Impera
dor ii 24, unico estabelecimento deste genero nes-
ta provincia, proporciona aos habitantes della as
maiores vanUgens
E se nao vejam
Se uma pessoa quizer tudo quanto e ne-
cossario para
Um casamento
Pm baptisado
t'ma parlida
Um cha para visitas
Um lunch
Um lauto jantar
Nao tern mais do que ir oj raainl r ii con-
feitaria do Campos, rua do
Imperador n. 24
Alii tambem se encarregam de bouquets, flores
e fothas para casamento : assim como, de doces
de todas as qualidades para cmbarqucs, e tern
sempre preparados~liambres inteiros earetalho,
pasteis de diversas qualidades. empadas de cama-
roes e de came. .
De tudo que alii se vvinl, garante-se a boa
qualidade, limpeza e promptidao.
Enfeitam-se fnmbres, holes, paesde-16 e ban
deijas, tudo por precos razoaveis.
Alii alegra-se a vista e satisfaz-se as exigencias
do paladar.
So na confeitaria do Campos
Para a boa conservacao
VOSSOCA BELLO
MIUM
Ilo dia 9 de agosto
pelo agente Martins.
No armazem da rua do Barao da Victoria,
junto ao Bazar Universal do Carneiro
Vianna
CONSTANDO DE :
.Uauocl Jose de Azevedo Santos
Junior.
Manoel Jose" de Azevedo. Santos,
seus filhos e genro, agradecem cor-
dialmenle aos seus parentes e
amigos os ullimos servieos que
prestaram ao seu sempre lembra-
do filho, irmao e cunhado Manoel
Jjse de Azevedo Santos Junior, e
de novo os convidam para assistirem as missas
que mandam rezar no dia 27 do corrente, as o
horas da manha, na igreja de N. S. do Bosario
da Boa-Vista desta cidade, pelo que se contes-
sam etern?mente gratos.
. Scrvete
Roga-se ao respeitavel publico e as Exmas. fa
milias, que a antiga casa de sorvete da rua Nova
n. 67, continua a vender o afamadb sorvete, h >je
ainda mais aperfeicoado^ Chama-se a atlengao a
fabricaijao de sorveteiras inteiras para partidas,
etc., etc.________________________________
Precisase na rua Augusta, hoje Corone
Suassuna n. 201, uma a.na para cozlnhar para
duas pessoas e engommar para as mesraas : quem
estiver nestzs condicoes appareca na mesma casa
a qualquer bora._________________
Obras ineditas e colleccio-
na Francisco Ferreira Bar-
reto.
Os editores desta importanthsima obra, avisam
aos senhores, que ainda nao a assignaram, que o
facam ale o dia 15 de agosto, o mais tardar, e
quando se acha prorapto o primeiro volume ; de- j
pois desta data em diante nao se recebera mais
assignatura. Assigna-se em todas as livrarias e
na typographia dos abaixo assignados na raiao de
of, os dous volumes, depois desta data em diante
sera de 8J ; a assignatura sera paga a entrega
do !. volume.
Carlos Eduardo Muhlert A C
Editores.
Desappareoeu no dia 20 de junho deste anno
o menino Joao da Crur Ferreira, mensr de 11 an-
nos, cara bexigosa, e trajava oamisa branca e cal-
ca de riscado : quem o encontrar ou delle sooner
noucias, roga-se o faca saber no becco das Barrei-
ras b. 9, Boa-Vista. ________^_^__
Elle e um preventivo seguro e certo contrs
a calvice.
Elle da" e restaura forc,a e sanidade a pelle d
C8ber;a.
Elle de prompto faz cessar a qucda prema
tura dos cabelles.
Flled^ grande riqueza de lustre aos ca-
bellos.
Elle doma e faz preservar os cabellos, ere
qualquer forma ou posigao que se dese-
je, n'um estado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastos e compri-
os.u
Elle conserva a pelle e o casco da"cabec
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornarem bran
cos.
Elle conserva a cabe^a n'um estado de fres-
cura refrigerante e agradavel.
Elle nao e demasiadamente oleoso, gorda-
rento ou pegadigo.
Elle nao deixa o menor cheiro desagrada
vel.
Elle e o raelhor artigo para os cabellos das
criangas.
Elle e o melhor e o mais aprasivel artig<
para a boa conservacao e arranjo dos ca-
bellos das senboras.
Elle e o unico artigo proprio para o pentea
do dos cabellos e barbas dos senhores.
NENHUM TOUCADOR DE SEN1IORA SI
PODE CONS1DERAR COMO COM-
PLETOSEMO
TOMOO. ORIENTAL
o qual preserva, limpa, fortifica e aformoset
O CABELLO.
Acha-se & venda nos estabelecimentos dt
H. Forster & C, agentes. E em todas as
prjncipaes loja de perfumarias e boticas.

I
i
Casa de saiidc de Santo
tmaro.
Joao da Silva Ramos, proprietario da
casa de saude, tendo regressado da Eu-
ropa, reassumio a administracio, e o
servico medico do mesmo estabelecimen-
tos, e espera qne o publico continue a
depositar a confianca, que sempre depo-
sitou em vista de seu zelo e interesse (|
pelos doentes alii recolbidos.
Joao da Silva Ramos, medico pela Uni-
versidade de Coimbra, de volta de sua /
viagem_a Europa, contintia no exercicio [
de sua proiissao, prestando-se a tratar
de qualquer doente dentro ou fora da ci-
dade, e dando consultas diariamente das
10 as 12 horas da manha em sea escrip- (
torio na ma do Imperador n. 67. '
Joao da Silva Ramos, devendo receber
mensalmente da Europa, vaccina de su-
perior qualidade, nresta-se a ir vaccinar f
qualquer pessoa em sea domicilio oa em ^
sen gabinele na rua do Imperador n. 67, (
nas quartas-feiras e sabbados das 10 as '
12 horas da manha.
Ao commercio.
0 abaixo assignado declara por sua vez, que
desde o dia 14 do corrente despedio-se da casa dos
Srs. Gomes de Maltos Irmaos, onde era emprega-
do, e isto por motivos particalares qae nio tern
relaclo com os mesmos senhores nem com o com-
mercio. Recife, 22 de jnlho de 1874.
_____Joao Alvares Fernandes Barros.
Aluga-se
a casa terrea sita na rua de Paysandd, com agua
pouvel; a tratar na rua do Vigario n. JL
S.. CARLOS
Vende-se on arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipojnea. moente e corrente, com todas as obras
em'pfrfeito estado de conservacao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rna Duqae de Ca-
xias n. 3, 1* andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
Mudanca.
Joao Jose Rodrigues Mendes fat sciente qne
mudou sea estabelecimenu> de generos de estiva,
para a mesma rna da Madre de Dene, armazem
n. 4. confronts a guariu do ennsalado provincial
As pessoas qaecomprarara bilhetes para arifa
de uma carroc.a e am b >i, que d;veria ter lugar
a sua extraccao n > dia 25 do corrente, e qae ja
tiverem pago sna iinportaacia, qaram vir reee-
ber a mesma imp rtancia, pois qne a roesou rifa
deixa le ter lugar. Recife, 23 de julho de 1874.
Ha para alagar am bom sitio na Boa-Viagem
trata-se na Capunga, rna da Veotora n. SI, on
na rua N va n. 43.
Pieeisa-se de am com pranca de venda : a tra-
tar no C es it de Novembro n. 38.
Declaracao.
Nao se entende com o Sr. Dr. Epaminondas 4>
Souza Gouveia, o annuncio que foi publicaio ii
te Diario, o^ dia 20 do corrente mex.
Aluga-se nina casa terrea c.m bastante
commodos : a tratar na rua An Pedro Aflbnc r.
49, segundo andar.
Uj
FR^i:%EN
Vintto de quinino do Dr. I^fchk.
Este vinho preparado com o|>t.nij vislw tv.
Malaga e o melhor de t-dos os t'tnicos rfons;i-
tainies na convalescenca- das molestias graves, e
se recomroenda para a cura Jos padeciu; l.y
do estomago e intestiuos, fchrcs de Wda a v-
cie, com o caracter inleriuitteute.
Vinbo e i a rope tie larlo pliospli.. >
de ral do Dr. L.eceNte Recummcn
dado pelos medicos como o melhor agente rt-
consjituinte para favorecer a nutricto, a f> r-
ma^ao dos ossos nas crian^-as e ennquec^r n
sangue.
\ inlio de Boldo e elixir ii* mthiu*
planta preparado por I rimanK
As folhas do boldo sao etnpregadas no Chil-
como remedio domeMico, mmto eflicaz, para a
enra dos padecimentos do flg>4o, de qne
antidoto, como o quiuino e das f. beta,
Viitiio e elixir de carao da Bolitia.
de Ciriinaalt. Tonieo fortifirante,
tivo e reparadnr das forr;as eihaHitdas.
X inlio de quina ri-rriisino-o de .t
mault. I reparad.) com vinho de Ualap..
pyrophosphato de ferro e seda, const.tor am
preejoso agente therapeulico para a cur* da
Chloron, dos ladocimentos do estomago. r>^-
breza de sangne.chlorose e as diversas mcle -
Uasdas senhiras.
Xorope de cliSoral hydratado do t r-
Leconie.- 0.J me-Jicos aconsflham c :a
successo contra a gota, as apaa.gias, vertigcb*.
hystona. insomnia, epilepsia, nevralgias, I i
aithmatica, coqueluihe, etc.
Creme de niHmullio de Cirimaitlr
Contra as gastrites, diarrheas, gastralpia- r]
senteria.
Xarope de brnmureto de polaMa de
Cirintault. -Anti nervoso c applicado SMI
Optimo rcsultado no tra'.amento da gota
matismo.
In^a da India de Crimault.- ( uri mm
lautemente as tnxaque:s, dores do ca ..
nevralgias e d\arrheas.
Ferro mb tliwml rtotrrxoto do ferr\
melhor de todos os prepared* s de forro para o
fralamcnti) das molestias qne mttsjBm
agente thempcutico.
Pastil hag de mannita de tiimai: :.
- iinpr.sam se como lr.xativas e purga. va*
contra os catarrhos mucoros, falta de app- i
catarrho pulmonar.
Oleo de figado dc IsaealliaO. ferrc-.
tiho.o, de <-iii mento de uma efflcacia constante con.:. .
chlorose, pallidas cores, tnemias pbtyska, I
as Dolestias crcfalis, it-.
P6 ferro maiisattiep de Burtst dc
ituisMon. Agradavel ao tcmar se, I :ad
di propriedade digestivas mui activas, i :
medio por excollcncia, na leucli rrea, an-^. i
gasfa'gi etc.
P.tHlillia de laetato de rerro de Dn-
rin du Buimsnn. Dig slivas e cp:
r.o tra'.amento das menstruaojes difljcei>,
brancas e todas as afTccc/ies nerv<*sas do
digestivo.
Ctjeonina Wic-hel. Linimento muito su-
perior aos cerotot, pomadas e uig'ientos para a
enra das ulceras e ferid>s de toda a <;
CapsiiEas dc Aptol de (.limnull.
Sao recommendadas pelos HMt para r-.x.-
lansar a menstruacao prevenir as colica. d--
par as do es dos rins e ainda para as Mm
Htttennitentes lebeldcs.
Pilulas de podopbylina tie tr
mault. Para a cura de toJas as m '.-
do litiado, para combater as priata de v n
reberae*, et:.
DEPOSITO
PHARMACIA E DROGARIA
DE
BarlholoHieu C.
3i UUA I.ARGA DO ROSARIO U
JARDIH DAS PLWTiS
.4 rna da Ventura n. *5 (Capncga j
Ahi se encontram:
Larangeirat celecta e de umbigo enxertadas a ;/
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de 1 a II
palmos e ate ja com flores para dar frncto, n~m
das seguintes planus de ornato e de frncto por
preco mu4|p commodo.
Abacati. Laranja cravo.
Acacia. Dita de doce do Para.
Ariticnm a pe. Diu branca.
Canella. Diu taogerina.
Casuarina. Lima da Persia.
Cdrolina do priocipe. Dita de nmbigo.
Condeca. Liraao trance:.
Coracao da India. Dito doce, enxerude.
Figueira. Oiticort.
Flamboyant. Palmeira imperial.
Fructa-pao. Parreiru.
IngadoPara. Pinheiras.
Jambo. Romeiras.
Jasmim laranja. Rozeiras.
Laranja da China. Rozeda.
Uita do ceo. Ubaia.
Dbaia. e outras mvitas.
E octras plantas : na Capunga a roa d a Va-
nra n. 25.
O ADVOGlilO
AtTnso de Albaquerqne leilo
incambe-te de promover ccbrancas aoigael
ou jndicialmente, assim como de ootrot egecKis
concernentes i sua profissao, nos logares proxi-
- os a hnha ferrea, e nos ontros termos proximos
esu cidade; para cujo suxilio tea o amuzn-
ciante soliciUdores habiliudos e pcobos, reatjea-
sabilisando-se no eolanto pela boa f estao e au
* i qne lhe for con6ado.
Mediaote awdico honorario aeode aos CMUtsH
para diligencias on consultas fora 4a 'etfeie e do
termo e incumbe-se da defota de atjoaBaefcts m
o tribunal da relacio. Pode ser prettirntle 4a
DMio dia as 3 horas da tarde ens tea i
tpraa do Duque de Caxias n.37.
i


Dfario de Pernambuco Sabbado 25 de Julho de 1874.
Companhia
EDIFICADORA DA flVINCIi DE
PeniamlniM).
PUNDICAO DO BOWMAN .* p^
tos Svk. Rfiftttfrlpiitres da dita
Compiiiiliin.
Venho levar ao cunbecimcHto dis Srs. iubsiTip-
tores e do publico em goral qua apeaar da ue-
cessidad* ^ue esta provincia tern do"ver funccio
oar saa atilitaria companhia de edilicacoes, cujos
beneticios e vantagens de loda especie sao incon-
testaveis, e serao sempre acima dos de toda e
qualifier ouira empreia, ninguera deixa de o re-
conliecer.
Todavia ate esta data o mini terio da agricultu-
ra, commercio e obras publicas aiada nao man-
dou a presideocia desta provincia o decreto au-
lorisando a companhia edificadora desta provia
cia a dar comeco a saas operacoes.
Espefo qae o decreto chegara breve aeompa-
nbado de todos os papeis e docuraentos qoe man-
dei em agosto de 1873 por intermedio da mesma
presidencia.
Vendo em fins de maio qae ja se tinbam pas-
sado 9 mazes, sem nada receber da cdrte, resol-
vi-rae a levar esta occurencia a consideracao de
S. Exc. o St. presidente, pedilhe em 4 de junho
proximo passado qae se dignasse dar is provi-
dencias que julguse mais coavenientes.
Voltei a secretaria do governo em 17 do mes-
mo mez, e soube qae o Exoj. Sr. commendador
Henrique Pereira de Luwna tinha dado uma no-
fa prova do interesse que tonia e do desejo qae
tem de ver funccionar esta importantissima em-
preaa o mais breve possivel.
Eis o resumo das informar jes qae me foram
dadas :
Em 15 de junho de 1874, S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia dirigio a S. Exc. o Sr. mi-
nistro da agricultara urn ollicio pedindo solncSo
da peticio qae (he foi dirigida em 21 de agosto
de 1873, sob a. 77, relativa a approvacao dos
estatutos da companhia de edificacoes da provin-
cia de Pernambuco, da qual P. H. Duprat e en-
corpora dor.
Recife, 90 de julho de 1874.
F. M. Duprat._______
casa da fortia.
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
A rua Primeiro de Marco (outr'ora rua d*
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seas fe-
!izes bilhetes am inteiro n. 3716 com 700*, um
meio n. 2298 com 100f, e outras sortes de 40J e
20* da loteria que se acabou de extrahir (108),
convida aos possaidores a virem receber na con-
formidade do costame, sem desconto algam.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 6* pane das loterias a beneficio da irmandade
de Sant'Anna, da igreja da Madre de-Deos (109*),
que se extrahira no sabbado, 25 do corrente mez.
PREgoS
Bilhete inteiro 4*000
Meio bilhete 2*000
in porqao de 1005000 para cima.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750 '
____________Manoel Marlins Fiuza.______
Joaqnim de Azevedo Carvalho S.
VareJ&o
0 bacharel Joaquim Jose de Carvalho S. Vare-
jao, Maria Victoria de Azevedo Carvalho S. Vare-
jao, Marliniano de A. Carvalho, Clementina de
Azevedo Carvalho S. Varejao, Antonio Agustinbo
de Azevedo Carvalho S Varejao, Leopoldina Aze-
vedo Carvalho Siqueira Varejao, Luciano de Car-
valho Filgueiras, Francisco Cavalcante de Carva-
lho, Jose Joaquim de Carvalho Filgueiras e Antonia
Annunciada Cavalcante de Carvalho, agradecem
cordialmente a toda* as pessoas de sua intima ami-
zade,que se dignaram acompanhar os restos de seu
mui presado filho ; e rogam Ihes o mais caridoso
obsequio de assistirem as missas que celebram-se
pelo sea eterno repouso, na igreja de N. S. do Car-
mo, pelas 8 horas da manlu do dia 25, setimo de
5eu fallecimento ; e desde ja se confessam sum-
mamente agradecidos.
AO COMMERCE
Joao Pereira Muutinho, para evitar qual-
ijuer duvida, julga conveniente declarer, ao
respeitavel publico e especisimente ao corpo
Jo coinmercio, que o Sr. Bazilio Gomes
Pereira Rodrigues, deixou de ser seu cai-
xoiro desde o dia 30 de junho proximo pas-
sado.
. Recife, 18 de julho de 1874.
RUA 00
(Passando o cliafariz)
N. 52
PEDbM AOS senhores de engenbo e outros agricultures, e compradores de raa-
ehinismo o favor de fazer uma visita a sou estabelecimento, para verem o novo sortimen-
to completo que abi tem ; seodo tudo superior cm qualidade e fortidSo ; o que com a ius-
trucfao pessoal pode-se verifienr.
ESPECIAL ATTEJS'CAO AO NIMERO E MJtiAH DE SUV FUNDICAO
V aporeS G rOClaS u Sglia dos mais modemos systemas e em tamanhos con-
venientes para as diversas circumstancias dos senhores proprietaries e para descarogar
algcdao.
JxlOGnuaS QG Canna de todos os tamanhos, as melhores que aqui existem.
-KOaaS ClCDtaaaS para animaes. agua e vapor.
Taixas dc ferro ftmdido, batido e de cobre.
Alambiques e ftindos de alambiques.
luaCniniSHJOS para mandioca e algodSo, e para serrar madoira.
DOmbaS de patente, garantidas........
lOClaS as macilinas e pe?as do quo se costuma precisar.
Faz qualquer COncertO de machinismo, a pre5o mui resumido.
rormas Lie ieiro tem as melhores e mais baratas ententes no mercado.
JinCOmmenOlaS. Tncumbe-se de mandar vir qualquer machinismo & vontade dos
clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem as coinpras por intermedio de pessoa
entendida, e que em qualquer necessidade p6de lhes prestar auxilio.
Arados americanos e mementos 8griC las.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
todds
ser raovidos a mao
por agua, vapor,
oa animaes.
ODILON DUARTE & IRMAO
m
Premiados
ELLE1I1EIB0S
na^ exposicao de 1872
rua
|0AJ1
IMPERATR1Z
IN.1WJ
[! ARDAR."
^^Ji^
-t;C3 (RSfJQ Sfs
RL'A
DA
1MPERATRIZ
R. 82
1. ARDAR.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, colloc8ndo-o"nas7melhores con-
dic^5es possiveis de bem servir ao-publipo desta illustre capital, e a"s Ex'mas. Sras. n'a-
qoillo qae fdr tendente k arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhores, tupete, chignon,
coqnes modernissimos, tran^ss, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
cnulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os v8pores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 / menos que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e pre^o razoavel.
Penteam senhores, tanto no estabelecimento como fore ; vende-se cabellos em
porgao e a retalho e todos os utensilios pertencentes k arte de cabelleireiro.
iluga-se
o sobradc de doas andares e loja, sito a rua da
Aurora a. 79, tendo agua, gaf, estrtbtria, cocheira
e cozinha : a tratar na mesma rua n. 81, segundo
andar.
Coziuhi'iro.
Precisa-se de nma que saiba cozinhar bem e
quesejade boa conducta, prefer iado-se escrava,
para casa de peqaena familia : a tratar na rua da
Jmperatriz n. 15. 1." andar.
Ouverture de lapention bourgoisc,
rua do Born Jesus n. 26 ; 1. andar.
So dia 21 do corrente, fugio um c5ozi-
nbo da ra^a kingcbarles, com oe signaes se-
guintes : preto e cdr de cafe por baixo da
cabec;a, pes e peito, pello lustroso, fino e
comprido, orelhas muito grandee, e moito
manso, e acode pelo nome de Millord ;
quem o eneontrar ou o liver recolhido, terd
a bpndade de o mandar ao caes do Capiba-
ride (ponte velba) casa eetrs ns. Gje^, onde
nerk grat ificad'.
Aluga-se
3 predio da rua da Ponle-Velba n. 75, com com-
cnodo-i para familia, eontendo agaa e gaz eacana-
dos, com apparelho de Jjmpeza, quintal bem j>lan-
tado, com portao quedeita para a rua da Aiegria :
para ver no mesmo, e tratar com o Sr. Diogo Es-
[eves Vianna, a rua do Barao de S. Borja, antijra
do Sebo, casa em obras.
Aviso.
PHAttMCIi NORMAL
-^
^^
DE
17Largo do Mercado Publico17
(Antiga rikeira Acaba de ser aberta e acha-se a disposiqao do respeitavel publico esta nova phar-
ma e drogaria, comple:araente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na-
tureza, sem excep^ao de productos ehimicos e meiicamentos preparados no estran-
trangeiro, tado novo e e melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao,
e 9empre sob as vistas 60 pharraaceutico qne compoe a nos?a firma social.
As pessoas quese dignarem de honrar 0 nosso esatbeleciraento com a sua coDflan-
ca, podera estar certas de que serao consciencjosamente ssrvidas, nao sd relativamente ao
ESSQICIA C0NCENTB11A
DE
DE
IAWT0CA6RS
Phaimaceutico
PIa
esrola de
Successor de
Paris
Premiada na expo-
sicao de Vienna d'Aus-
tria.
MEDALHA DE MERITO
Adamsoa, Hovie & C. participant ao respetta-
vel corpo do commercio desta praQa qne, conti-
nuando a gyrar sob a mesma razio social, tem
admittido como socios novos H ratius James Can
nan e William .Munn Webster, tendo se retirado
os socios James Pender Logan e William Reid
desde 0 1.* de Janeiro proximo passado.
No pateo da Matriz de Santo Antonio n. 6
tem amas para cozinhar e engommar, e tambem
para andar com criancas, qae ne alagam a preco
commodo.
Declaracao.
Nos abaixo assigoados, estabelecidos com ar-
mazem de fazendas a rua da Imperatriz n 40, sob
a firma de Manoel Bnrlamaque & C, declaramos
ao respeitavel pnblico, e com especialidade ao dis-
tincto corpo do commercio, qne nesta data dissol-
vemos amigavelmente a sociedade qae no referido
armazem tinhamon, retirando-se 0 socio Jos6 Alves
Machado liuimaraes pago e sitisfeito, e flcando
todo 0 activo e passivo a cargo do socio Manoel
do Nasclmento Cesar ISurlam:que, qne continua
no mesmo armazem sob a mencionada firma.
Recife, 17 de jalbo de 1874.
Manoel do Nascimento Cesar Bularmaqae.
Jos6 Alves Machado Guimaraes.
Escrava.
Precisa-se alogar nma para tratar de meninos
> mais servic is de nma casa de familia: a tratar
na rua do Marquez de Olinda p. 35.____________
Precisa se de 200*000 a jaros, pagando-se
ooas por cento ao mez e dando se uma meia agua
fara garantia a dita qaantia : (mem liver dirija-se
ma da Santa Cruz n. 12, on no pateo da mesma
n. tt, aeaogue. Asaim como, vende-se uma llteira
nova, propria para eiagem, por commodo preco.
ARISTIDE SA1SSET E. J. SOUM
Tratamento puramente vegetal verdadeiro purificador do" sangue. sem mercuric
A Esaencia tivo e especial para cura de todas as molestias qae teem a sua origem na irapnreza do sangue,
como sejam : as molestias Syphiliticas, BouBATrc** e Escroflxosas, Rhbdmatismo, Empingens, Dab-
TROS, tjLCEBAS, ERUPgSES, ETC. ETC.
Os prodigiosos effeitos qae tem produzi '0 a Eseencfa de Caroba, par toda pane
onde ella tem sido apropriadamente experimentada, a tem feito adoptar como nm dos medicamen-
tos mais seguros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natureza syphilitica e
iioubatica.
A caa frasco acompanha nma inslruccao para a maneira de usar.
Pomada anli-darlrosa
Contra as affecsoes cutaneas, darthros, comicb5es, etc., etc.
Inguenlo de Caroba
Para cura das boubas, ulceras, chaga3 antigas, etc.. etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
BOUQUAYROL IBHAUS, SUGGESSORES
Botiea Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
( ANTIGA RUA DA CRUZ )
Lindas tarlatanas de cores, de assento
cos, para vestidos, pelo baratissimo pre^o
loja das columnas, de Antonio Correia de
Crespo n. 13.
Hygiene e ecenoinia
Quereis passar algnmas horas atiffetlo ?
Qoercis c_onservar a forca dns orgiM dige3livos
Qaerrts e.-pu cer at tfe/iprcUs di vidj 1
Q-t' rfis vivcr engnfiln no pra_zr,r ?
Quereis [,nv(ijir lui'as r iJldct ?
Qaerrr* gi zar o< eff it's da hi' re incmfa I
fjuereli ter apptfjtes e f.i-il drge.tid ?
Qaereif, iiu.lj.uate, set fcjn-u Jituso ?
Attendei aos meios:
Vinde incontinent* ao muito conhecido e pre
coni?ado armazem do Campos a rua do Im-
peralor n 28, onde eucontrareis todos os. agentes
(sem ser de leilao) nccessa.ios para conseguirdes
os gozos qae vos offerecem as afflrmativas, qae,
indispensavelmeate exigem as oitbperguntas predi-
tas,lstoe, encontrareis os generos mais linos e
gostosos que por venture tenbam alimemeotado
os estomagos mais sasceptives e delicados, encon-
trareis os vinhos mais pnrss que teem exportado
os paizes mais vinbateiros do mundo e que fazem
espancar a mais impertinente tristeza, deixando,
com certeza, iaraizado o germea da aiegria, que,
inundando de perfumes o oreano da alma a
imaginacao txercera, poderosaraente, prodigiosa
inspiracao sohre todas as cabe^as a qne tenba fei-
to a sua ascensao ; encontrareis os acepipes mais
melindrosos, de cbeiro activo e cmbriagador;
encontrareis, em summa, iguarias delritosas, pe-
tiscos dellciosos e tado o qne ha de mais pro-
vocador (depois da mnlher) e que vos pode sua-
vemente transportar ao paraizo da gastronomia,
fazendovos gozar a mais real das felicidades
da vida humana, a boa mesa
Visto como:
N. 18-Com o emporio das tripasN. 28.
N. 28-Recheiado de Iguarias-N. 28.
N. 28 Se pode dos embucados -N. 28.
N. 28 -Repetir as picardias l-N. 28.
Rua do Imperador
Mesmo porque:
E' patente e apregoado por todos 03 medicos de
mais celebridade que os oons alimentos sao es-
sencialmente necessarios para a boa conservacio
da saude e uma das bases mais poderosas para
assegurar o completo desenvolvimento das fa-
culdades physicas e moraes da creatara ; e
com effeito, se assjm nao e, respondam-'nos qual
a causa porque em cada canto que paramos des-
cobrimos uma quanlidade enorme de criancas ra-
chiticas e tnfesadas, de mo^as debeis e de uma
construccao franzina, de rapaies maalentos e sem
vigor e finalmente de toda a mais bicharia, dig-
na por certo de melhor sorte, verdadeiros lypos
do desfallecimento e que nos deixa physiologica
mente conhecer os effeitos mephilicos da ma ali
uienlacao, de qae irreflectidamente fazem uso ?
Silencio profunde CoDftrmacdo absolutal
Verdades puras:
Quem negar ja oasou dos paios a fama,
Dcs presantos os sabores requintado ?
E do vinho o poder que leva a caroa
Vida ao enfermo e forca aos esfalfados ?
A 16m do que :
E' um facto conscienciosimente provade e que
so pedera ser contestado por algum hypocrita im-
becil, de que ningnem esta tao habihtado a ven-
derbom e barato como o Campos, o que e de
facil intuicAa, attendendo se a que o seu fim e
fazer com que todos venham comprar em seu ar-
mazem, para o que nao se acha, felizmente, sob
o jugo do egoismo. e nem tSo pouco e alimenta-
do pela arabi^ao do ouro e sira pelo desejo
de bem servir aos seus freguezes, dispensando a
todes -agrado e sineeridade.
Embora que:
Raja, ruja os invejosos,
Fallem, pulem, saltern, berrem :
Nao poderao, desditosos,
Competir, nao, mai9 esperem*..
NURTIMENTO
MEDIGINA
Preparado pci
Lanman & Kemd
para thisiaca
toda a qualidadt
de doencas, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamente
escolhidodosme-
lhoresfigadosdos
quaes se extrabe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificadochirai-
calmente, e suas
valuaveispropri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado.emtodf'
o frasco se garan-
teperfe it a men-
te puro.
Este oleo tem
sido subrne'.tido
a umexame mui-
to severo, pelo
cbimico de mais
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba e foi
.pronunciado por
elle a conter
MAIOR PORQAO '10DINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODINO E UM PODER SALVADOR.
Em todo o oleo de figado de bacalbio, e na-
quelle no qual contem a maior porc&o desta
invaluavel propriedade, e o unioo meio par*
curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Phtysica, bronchistes, asthma, eatharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
Uns poucos frascos dA carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e di vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nbecido na medicina ou sciencia, da tanto
nutimento aosystema e inr.ommodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisacSo tem sido des-
truida pelas affecr;6e6 das
ESCROFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digestao se acha com-
pleUraente desarranjada, devem tomar
OOLEO DE FIGADO DE BACALHA
DE
LANMAN & KEMP
Attendam k Nova Espe-
ran^a
a rua Duque de Curias n. G3, que alum do bom
foriimealo que Ja tinha de artigos de nioda e
lilianta.'ia, acaba de receber maiso seguinte :
Vcnbil'ir.i rileophaiir paraa baifia.
Rrilh.~iiiiiM |mf <> rtiltll'i*.
|l"ia i::i;i.
rii:>-m.;i ! I.a" |nri!a- ( c.i;ii[ii ;..>.
V. Mus paia iraUuMilu d4 uaha*.
ADndores de luvas, osso e inaJii:;i.
Lindos medalhdes de madreperola com caco
lela.
Boas ppnlos de tariaruga para refafe>
Sospensorios de seda, algodao, para calca de
homens e meninos.
Commodas ligas lisas de seda para meias.
Toucas de crochet para criarjcas.
Bolsas'para viajar-se.
Finas esponjas para banhos.
Aos
Hjcmaos
A NOVA E5TKI >'.' I, a iua DoM CkliM
n. O'i. .%(, li.'i do i.i-ibci liii l-:ii NTMMMi de lr-
nas 1>oiii eis ijne f .
Unben a*ten muda- e sardas on martin ruudat
renham vert*. n4o ../,-;>.
Ktifii

.: I. \i ; .! i :. | i iav
I if* r : : |,U f :* .||
, < 11 ii > i ai,.piLtk*,
Km !in di
z;i ua, !-;. ..
: !!:.! ii :
e :.'j:tir.> braLC>, r-:/.v.,tx rrpular. um t-i:t t ma-
pr ifin tido..v (ft.uf_ tUe ja.'o da puna Ani-
ta, basunte projifl*, f im- u.l.i ijuan o b be ;
fui coa-p-ado a Mar.n 1 r:uvro l.annfio, e r.infta
ehar sc em S. Vicente, frcgoczia de l!amli;: ro-
gase a todas a< auii'.'iiiadcs ecapitaei de rampo
Jueiram p|irthender dito i-cravo e leva-io a rua
a Madre de Oe n. ''; 1* andar daa 9 a* ir.orat
da larJc, ou a rna de S. Gaaafc n. i9, olirai
ao lado da igreja, que aeraa gratifieades.
Aproveitem
0 PARIS N'AMERICA, a rua Daqae de Caxias
n. 59, primeiro andar, esta vendendo calcado pclos
seguitit'-s pret;os:
Botinas de duraque para senhora a 3.500 ms.
Ditas de dilo preto z i,000 reis.
Ditas de dito com botSesao ladp, a 4,000 reis.
Ditas gaspeadas, cano alto, para senhora, a
5,000 re s.
Ditas de pellica, inglcza, a 4,000 reis.
Ditas de duraque bordado, para senbora, a
5,000 reis.
Ditas de duraque, de cores, para menina3, a 3 J.
Em quanto 6 tempo
aproveitem.
JSRSs
Precisa-se de uma ama
ara cozinhar em casa de
pequena familia, preferin-
do-se escrava :. na rua do
Capibaribe n. 40-
Aluga-se dou* escravos muito sadios e fieis,
para service que come.e das 7 horas da manha
as 6 da tarde, sendo um delles muito bom pintor
e jardineiro, entendendo de todo service de jar-
dira : na Soledale, derronte do palacio do bispo
n. 73. Na mesma casa compra-se uma escrava
que seja perfeita cozinheira e engommadeira, sen-
do de sens 20 annos, e muito boa conducta : a
tratar a qualquer hora na me?ma casa.________
Aluga-se um pequmo sitio, edificado de
novo, no lugar da Tamarineira : a trater na rua
do Commercio n. 9, 1* andar. _____
CASA.
Aloga-ss a casa n. 113 da rua da ConcorJia,
com bastantes commodos : a tratar no Recife, rua
da Cadeia n. 3.
24--Ra do lfHl fc ClWi-M
F.sjjuii'.a in lircro l.nr^o
Participa a feus (rrgnezes e an.igcs qu<
o sen estabelecimento de relcjoero para a nte.-ma
rua n. 24, or.de (rircr.irarlr im grande tof.imf
de relcgics de parede, Mterkaat*, e cima tie me-
sa, dos melhores gcMcs e qualidad.?, relogif* de
algibeira, de todas s qnaMw e>, pattnte ;Ci:-o,
de onro e rraia docrada, foletdo (| laqaf'*. relo-
gios de onro, irpioz, descuberti, do? m>
fabricanles, cadeia de r uro,plaquel e prata. Innetis
detods as (;i!al'caJes, tudo por prccos mu.ti ta-
ratos.
LOJA DO PASSO
"!'
-u
Rio se preslando o peqaeuo espaco do armazem
.. 10 A, a rua da Madre de Decs, para um abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado alraejava ter, acha-se d'ora ern
diante aberto outro es abeleeimento sob a mesma
denominacao de
ARMAZEM DO FDMO
A' rua do Aniorim n. 41
com todas as proporc_oes desejadas, e onde pode-
rao os senhores freguez-s dingir-se, certus de que,
como ate aqui, ach-rio sempre a par da modici-
dade dosj>recos, a maior sinceridade possivel. En-
tre as diffcrentes marcas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba de
chegar uma encommenda especial, que muito deve
convir aos senhores freguezes. Conscier.te o abai-
xo assignado de que ncste genero ii negocb nao
esta sem competidores, fara muito por evitar r,ue
tambem o< tenha com relar^ao ao pequeno lucro
qua procurara obter da dita mercadoria.
Jose Domingues do Carmo e Silva.
)
:-.
PBNHOBES
Na iravessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, (M-se ]
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedi-as.
So ella!
A Chapelaria Imperial 6 a uniea que tem os
commodos e verdadeiros chapeos de copa molle
e aba dura : na Chapelaria Imperial, a rua Fr-
meire de Marco n. 6.
Villa de j almares.
As Sras. Carroll parhcipam aos Srs. pais de /a
miiia, qae abriram um eollegio francez para o
seio feminino na villa de Palmares, onde recebe-
rao alnmnas internas e externas. Ensinar-se-ba
alem do francez, portuguez, inglez, arithmetica,
geographia,historia, mnsica, bordados, etc. Tam-
bem se propoem a receber alumnas das 3 ie 6
horas da tarde, por metade do preco : para tra-
tar na mesma villa, no pateo da Feira.
in:
Corddre Slurbs ^ C.
Acabain do rccel.er peio vapor VmaVm :
Riquissimcs corte* de g rgu:ao de mtl
com lL-lras achanali'.
Ditcsue linho para -..'-id^?. eoftl : r-
te, o noceetario para s-n enfeite, como seja
franjas, iranca?. iotdef, livellas, etc.
Biquissiinos ehapeoi para stnhcra, ultima ;n ia
rua Primeiro de Marco n. 7 \.
PIANOS.
Acabam de chrtar muito bens pian s (
elegantes modeik.-, dos mais notavei- I
nhecidos fabrieaotes ; como .fjam :
df-nel, Henry Hers e i'lexel Wi i' -' '".. i
Francez, a riia do Baiao'da Viet, ria, ouu i
va n. 7. aprecos muito coauBodea.
JPerfumarias.
Fiooc extractns, baahas, -. pi>taej >..a-
irilice, agua de (lor de lar.ii:;.1. ifW !. I '
diTina, florida, Uvande. poa de at .
crosmcticos, moil s artig ... |
ria para presentes ri- '
n'.ias sortidaa ( garra.'as ifagna de Col i de prim r
Jos beat eonh eidos fabrj ntes P
No armazem do Vapor Frai
da \ictoria,outrera .Nova n. 7.
Qumquilharia .
Ariigos do iliiiVrenfrs goal;* r
phautr.zlns.
Espelhcs, leques, laras, joiad' caniveies, caixinhas de eoatvra, ritr.ms
e caixinhas para retrains, bobisbas
dita de couro, e eesUnhM para brap ie i
chicotes, bt-ngalas, t-ru'o, p -. '
eharntoeecigarroa; esoovas, ; nle earl 11
madieperola, tapete pan lanteraaa, malas
de viagens, veaesianaa para jaaeflw, i
poa, laateraai magica,o''.-.inmnia--, |ogo
aedamaa,de bagatel!!, qoaaroi com p
globos de papel pnra ifrarataafdea, mat
fazer eaH,. sp ma Lores 11 albas, r
accordaos, carriohoa, a erc.ai para c.
outras mailas ouinqr,l!hnria'.
Brinquedos par menin(
A maior variedade qoe se pode
doses brinquedv. fal: a difl n I
da Earopa, para er.tr ; Btoadaaeriu
a pre{aa mais resomMoa qne i pos ivel
mazem do Vapor Franctz, : ua ia H.irio d i
toria ontr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9$
Botinas para hemem
Acabam de chegar grandes JMam de L

UIU *
de taarro, de cordavao. dc pclica. de tinmi
Palacete
O Monte Lima
tem am completo sortimento de gallo e franja de
ooro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para offlciaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamenio, como ssja : bonets,
lalins, pastas, espadas,dragooas,charlateira9, baa-
das, abotoaduras lisas e donradas, para criado,
etc.; assiro como um completo sortimento de
franjas, galao falso para armamento, cordao de la
com borla para quadros e espelhos (punforme o
gosto da encommenda) tado por muito meuos pre-
co qne tm outra qualquer parte : na praca da
Independencia n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
Ainda esta por alagar-se o palacete da Una dos
Ralos, do liiudo Custodio Jose Alves Guimaraes,
onde morou altimameote o Sr. Dr. fgnacio de Bar-
ros : a tratar na rna Primeira de Marco n. 7 A.
Carte.
Na rua do Livrameuto n. 26 existe uma carta
sm nrgencia para ser entregue ao Sr. Rodrigo
Gongalves Fiastos.
Albuns para retratos
A .NOYA ESPERAXgA acaba de receber um
lindo sortinjenlo de albuns para retratos, os mais
elegantes qae teem vindo a este mercado, tendo-
os de di versos lamanhes e precos; a elles antes que
9e acabem.
ConsulloFio medico
DO
Dr. lEurillo.
RUA DA CRUZ N. S6, 2. ANDAR.
chegado da Eurepa, onde fre-
es hospitaes de Paris e Londres,
procurado a qualquer hora do
noite para objecto de sua pro-
com bl^ueira, de bezerro cm boi.le--, e corn
zesa WOO escolher) por ter vindo c.
qnantidade por conu e ordem dos fabrkante*
ao armazem do Vapor Francez, i rua do Dari: dV
V ictoria (outr ura Nova) n. 7.
Para ineabora.
BOTINAS prelas, brancas e de cores, diflc-n'-a
iPiTiYHAca,J en'ii,adas e bordadas.
>APATL\HOS de phantasia com saho, bnmem
SAPathc ST!. f de cu"re.s diflferetes, borJidoi,
SAPATOS de tapetea, chariot, castor e de tnuca
Para aaealaa*.
BOTINAS pretas, brancas e de cores difleroiiea.
ABOTrv*rte e"feitadiis e bordadas.
sApIxnt s.de d,versas pS5C
bAPATOS de tran$a portugueza.
**a uieuino*.
/SBOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de d<-
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Bous a Napoleao e a Gailherme, peraa- -
da^vST 7d VaPr ^^ raa d0 Blr50
de\ er^as
Offerece-se uma mulher para lavar e engom-
mar roupa de bomem, por preeo modico, promet-
tendo todo o asseio e promptidao : a tratar no pa-
teo do Terco n. 5.
Manoel da Silva Pontes
a visa a seus araigos e freguezes, que se acba de
poase e na direccio de saa casa commercial, e
prompto a receber as ordens dos qne quizerem
contlnaar a bonra lo com sq* amizade e confian-
ca, Recife, 16 de julho de 1874.
Consultaa das 6 horaa da manha as 8 ho-
ras, e do meio dia is duas da tarde
Gratia aos pobres.
ESfEQALfDADES.
M Molestias de senhoras, da pelle e de
y cnanca.
Alnga-se o sobrado n. >7, a rua de Lomaa
Valeofioas, o andar terreo da casa n. 41 a rua
do Rangel, e um eseravo de 14 annos : no segun-
do andar da mesma caa. *
E' economico.
Graxa glycerina prcpria para a cooservaca^ Jo
cordovao; v-nde a NOVA ESPERANCA, aroa Da-
que de Caxias n. 63.
Nao ha mais cabellos
braocos.
TiHTuaARiA mm. '
Soe unicaapprovada pelas academiu da
foieooias, reconhaoida s perior a toda -qua
tem apparecido ati hoje. Deposito princi-
pal i rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
cruex de Olinda, n. II, I.9 andar, e tm
todas u botieu e casas de eabeUei-
reros.





i


----------------------------
. ......


Jiario de Feroambuc Sabbado 25 de Julho de 1874
+
^
FUNDIQAO DE FERRO
4' ma do Barao do Triunipho (ma doBrara) os. 100a 104
CARDOSO 1RMA0
IViSAM aos senhores de ehgenhrs e outrcs agricultures e ao publico em geral qua
isontuiuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machmas ne-
iMssanas aos estabelecimentos agricolas, as mais mode.nas e melhor obra qoe tem vindo
io mercado.
Vapores de forei
GaldeiraS ^de sobresalente
Moendas inteiras
Taixas fundidas
Rodas d'agua com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
Bodas dentadas de todo8 os tamanhos a qualidades.
iielogios e apitos ,)ara vapores.
i de 4, 6, 8e lO.cavallos, os raelhores quetem vindo ao merado
para vapores.
e meias moendas, obra como nanca aqai Teio.
e batidas, dos melhores fabricantes.
de ferro, de repucho.
de diversas qualidades.
IJombas
iirados
Fonnas para assucarVandes e poquenas.
^arandas de ferro fundido, francezas de diver30S e b0nit0J gostes-
Jogoefi1 francezes para ler.ha e carvao, obra superior.
Ditosditos p8ram.
Jarros de ferro fundido
Fes de ferro
Machina
Talvulas
para
para
para mesa e banco,
para gelar agua.
para bomba e banbeiro.
Oorieias iuglezas para raachinismo.
ardim.
Bancos e sofas com liras de madeira> parajardim.
UGllCOrtOS COnc,ertP com promptidao qualquer obra on machine, para o quo teem
sua fabnca bem montada, com grande e bom pessoal.
iir.COmmendaS m*nJam vir por encomraenda da Europa, qualquer machinismo,
i ,. para 1ue correspondem com uma respeitavel casa de Londres
Mm urn dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
mas maeoinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Hua do Barao do Triumpho (rua do Bnim)ns. 100 a 104
F U N D I C A O DE CARDOSO & IRMAO.
MOFINA !A M A M
-'-*- V A 1J ij'i v iT)gon;mr, preferinio se a
Esta encouracado!!
Preci?a se de dnas, sendo
para eozinhar e cam
. e ouira para lavar e
i-ngommar, preferinJo se a priineira, escrava : na
rua do.Crespo d. 7.
Agua mote eui pelra dura
Tanto ila ate que a fura.
Roga-se ao IUm. Sr. Ignacio Vieira de Mall
ascrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor ae vir a rua Duque do Caxias n. 36, a con-
cluir aquello negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira ch&mada desle jornal, em
tins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
pasaou afevereiro e abril de 187i,e nada cumprio; j
por este motivo e de novo chamado para dito j i it j
dm, pois S.- S. se deve lembrar que esie negocio \ V| A
de mais de oilo annos,e quando o Sr. seu nlho sa ;i\I'M.l\
aebava nesta cidade.
Precisa-se de uma ama para engoramar : Da
ravessa do Corpo Santo p. 25.
Ama de leite
Aluga-se uma preta, escrava, moca e sadia,
parida ha pouco, com bastante leite ; quem pre-
cisar dinja se a rua Direita n. 32, loja.
!Ama
Precisa sedenmaama para eozinhar':
na rua do Cotovello n. 129.
Precisa-se de nma ama para casa
de moQa solteiro : na rua de Pedro
Alfonso, antiga da Praia, n. 38.
Engenho
AMA
Offerece-se uma de boa con-
dacta para andar com meni-
i .------- no, levando em sua compa-
, nma um nlho de idade de 4 annos : quem preci.
(sar dinja se a Torre, quarto sitio a esqnerda, de-
Vende-se o engenho S. Pedro, situado na pro- P0'3^ ^',^ _
viocia de Alagoas, comarca do Pom Calvo, .a MMi AffigRfc* -^MllMfilfe
menos de nma legoa distante do porto de mar do
Gamella, tern oxcellentes terras, matas, e safreja
regulannente 2,(00 paes : a tratar na rua do Vi-
gario n. 31.
Vicente fugio
Na noite de 13 para 14 de marco do corrente
anno fugio o mulato Vicente, escravo, de 20annos
de idade, bonfta figura, barba e estatura regular,
levando vestida e em um sacco roupa de algodao
branco e alguma mais fina, pertencente a um cai-
xeiro da casa donde fogio; 6 natural da fregue-
ua de Sant'Anna do Slattos, diz ser livro, casado,
e ter sido crlado em companhia da madrinha D.
Anna Luiza da Luz, de quem. alias, foi escravo :
roga-se, portanto, aos Srs. capitaes de campo
e autoridades policiaes a apprebensao do dito es-
cravo, e entregal o na cidade do Recife, rua do
Grespo n. 10, ao Sr. Joaqn m Moreira Reis, on
na cidade do Assd ao Sr. Torquato Auosto de
Oliveira Baptista, que serao generojamenJe arati-
ficado3. "
Alugam-se boas
de leite : na iravessa
nion 6.
bums, taato
da matriz de
secca3
Santo
eomo
Anto-
. eiro.
u.P.a.eQ1-Precisar de nra rapaz portuguez, cor*
habilitafao e que ete fiador a sua ceaducta : diri-
ja-se a travessa do Livramento n. 10, sobrado
CabeTIeii eiro francez
Rua do Marquoz de Olinda n. 51
1." ANDAR.-
Pedro Rootier, official de cabelleireiro e gerente da casa de Gustave Hervclin, cabel-
leireiro francez; lem s bcnra de prevenir is Eims. Srs. families que arsba de fazera ac-
ajjai^o de um perito official vindo ha pouco dej'aris, a qual esta" habilitado a desem-
i.Dharqu.ilqi er encon menda de sua arte, e se acba & disposicao das pessoas que deseu
n o. se queircm btilisar. ,Outro sim scicnlifica que em scu estsbelecimento encon-
a mpre a Monitor das cabelleiteiros, onde seacbam descriptos e desenhados todos
os pen;. a n.odenios, para so its, casamentos, bailes etc.
lhi.ilii < iite previne ds mesmas excellentissimas seuhoras, que rerebeu um completo
irtimento decoques, caehepaines, bsndos, cresctrtes, etc., e vende tudo pelcs precos
' v. mencionados:
Coque de cabello de 15p, 20?$ a 50^000;
Trances de dito .1C9, 12^ 15? a20;>0(0.
Cacbepnine dedito ]189, 2C^ a 30,->000.
CrescWtes de dito 2(s, a 5t'50C0.
: I em trcontrario um complete sorliroento rectbido ha pcuco, de cabellos de todas
comprimentb.
Signaes do negro Feli-
ciano
crionlo, idade, 40 aoaos pnuco mais on menos,
alto, corpo regular, bem preto, desdectado, bar-
bado, m 1 feito de p6*, tendo um dos dedos gran-
de, ou ambos bastante tortos. Acla-3e fngido
ha seis raezes desta seguada fugido, e da primera
esteve dous annos no engenho Tambador, fregue-
zia do Bonito, pertenrsnte a Francisco do tal
genro docapitao C. JoseMaebado,?enhor do enge-
nho S. Chrislovao, da dita freguezia e pore-ies
engenhos esta occulto como tern estado. Vein pelo
primeira vez preso pelo capitao de campo Joao
Ventura, que mora em Ag-ua- Preta; recoramen-
da-se a sua captura as autoridades potietaes e
capitSes de campo e leva lo no engenho Minas-
Novas, freguezia de Gameiletra ; o dito nfgro in-
titulase forro, com o nomc de Jose Feliciano.
Cheshire cmdensed Milk.
Leite condensado novo.
Cerveja de Noruega.
K-eiler & C.
Na-ruavelha de Santa Rita n. 57, precisa-s
alugar uma preta para vender com taboleiro.
Aluga-se
o predio da rua da P-nte Velha n. 75, com eom-
modof para famiha, conteodo agua e gai encana-
dos, com apparelho de limpeza, quintal bem plan-
tado, com portio que deita para a rua da Alegria:
para ver no mesmo, e tratar com o Sr. Diogo Es-
teves Vianna, a rua do Bario de S. Borja, antiga
do Sebo, casa em obra?.
Escravo fugido
Fogio no dia 12 de julho do corrente anno, do
engenho Rapessoca, o escravo Josd Cambinda, com
os signaes seguintes : preto, idade 72 annos, pou-
co mais ou menos, bastante forte, estatura baixa,
grosso do corpo, cabellos brancos, levou calca de
algodiio aznl de listra branca, camisa branca de
algodlio, chapeo de palba ; coDsta que tomou a
direccao da IJaita ou Igoarassd. Protesta se con
tra quem o tiver occulto pelos prejuizos, e recom-
menda se as autoridades e capitaes do campo a
apprehensao do mesmo escravo, reraettende-o ao
mesmo engenho, que serao gratificadoi.
Aluga-se uma escrava para servi^o de casa
de farailia : quem precisar dirija-se a rua Impe-
rial n 42, sobrado.
Na noite de domingo, 5 do corrente, furta-
r?m do eDgenho Rola, freguezia da Escada, dous
cavaflos : um russo, nao daro, velho, denies qae-
bra Jos, de seila, carregador e esquipador obriga-
do, tem marcas de colheira nos lados por traba-
lhar em carro, ferros a margem no quarto direito
e no queixo_ menor, com d signal dous ou dez.
Ootro, alasao toslado, os raesmos ferros em eima
da anca e na queixada, carregador obrigado na
redea, e tem ma redea, trabalha na cangalha.
Ambos estao gordos, o russo e" grande, e o ahslo
novo, tamanhn de meio acima. Informam que estes
aniinaes foram furtados por JLnoel Joaquim Ta
vares, que ja esteve no coito do finado Siquelra,
no engenho Jlupan, e Mathias Antonio de Souza,
feitor de Manoel AnDnio Dias, senhor do engonho
Rola, por ter sido despedido, vato saber o dito se-
nhor do engenho que aquelle3 eram ladroes de
eavalfes, que vieram accssados *> Cabn, onda Hie
foram apprehendidos dous cavaJh>s furtados no
eDgenhe- Guerra. Gratiffn-se bem a quem di-r
noticias dos dous cavallos furtados, uo -'ngenho
Rola, ja dito.
TOMPRAS
AVISO
Precisa-se comprar dous escrafos, pedreiro e
carapua, paga se bem : a tratar na thesouraria
das loienas, a rua Primeiro de Marco n. 6.
CMBO
Con:pra-se cobre, latao e
armazem da bola amarelia, a
Imperador.
chumbo velhc: no
travessa da rua do
v:nda$.
Aos nervosos
4U(4n$fc)
Precisa-se de um portuguez para feitor de
engenho : a tratar no primeiro sobrado passaado
a ponte grande da Magdalena.
". e
51. Rua do Mtrquez d OlindaN, 51.
PARA TINGIR I\STA\TA\EAMEi\TE OS CABELLOS
I'RLPARADA POR
Ph riaiaceutioMi da Casa Real de H. SI. V. KI llci de Portugal :
preiu1ada c? diversas exposicoes com o primeiro preiuio de
sina classc.
Unico composto, cuja b;5e principal sao principios vegetaes, que p6de por isso ser
r tempo indefinido semt> menor receio de alteracao de saude. Esta agua admi-
raTel da aos cabellos, em poucos minutos, uma c6r e briluo natural, desde o castanho
negro, e ao contrario detotlus as tioturas conhecidas, tem um aroma agradabilissi-
facilita o seu usu effeitos inoffeftsitos, quer a applica<;3o seja limitada a barba, quer comprehen-
. cabellos da cabe<;a.
DKPOKITO <-llt VI.
Pharmacia e drogaria
34Rua larga do Rozario34
PERNAMBUCO
Mi
rfjwwi.
PREPARADO POR
BARTHOLOMEO & C.
Fhaniiaceuticos da casa real de S. M. F. cl-rei de Portugal
Premiados em diversas exposicoes com o primeiro pre-
de sua classe.
Massa fallida de Joaquim
Jose Gomes de Souza.
Os administradorts desta massa. novaroente
comidam aos respective^ credore3, para no prazo
de oilo dias, apresentarem sens titulos aPm de
serem elassificados e dizerem acerca da venda em
leiiao do3 debitos a referidi massa. Pua do ;-
perador n. 39, !. andar.
Costureira
Na travessa da rua da Palma n. 26, defrouta Jo
becco do Pbssinho, coze-se com perjeicao e ac&io
qualquer obra; da-se lianga e raanda se leva? as
obras aos freguezes.
B Consultiirjo medico-cirurfficfti
V DE & %
A. B. da Silva Maia.
Medico parteiro e operadcr.
Rua Io Rnngel n. SI
Consultas das 8-a? 10 horas.
Chamados a qualquer hora.
Gratis aos pobres.
|
A
mio
0 xarope vegetal americano, garantido tlramexte vegetal, nao contera em sua composicao
rrnso atomo de ipio, e sim sommte succos de plantas indigenas, cujas propriedades beneflca3 na
cjra das inolostiasi que pertenceu. aos orgaos da respiragao, tem sido observadas por longo tempo pe-
Is medicos mais disiioctos que ore:ommendam e prescrevex todos os dias no tratamento das brou-
e iites, tanto agudas como chronbas, asihraa, toss:s rebeldes, escarros desangue, tbisica no primeiro
contra as irritates nervosas.
DEPOSITO GERAL
34 = Rua larga do Rosario
PERNAMBUCO.
= 34
COXSILTORIO 1
Hedieo-cirurffico I
DO |
Dr. Josi1 Felix da Cunba Sic- [.'
nozes. S,
Medico operador.
RUA ESTREITA DO ROSARIO N. 3. H
Da consultas todos os dias das 9 ho- fe
ras da minha as 4 da larde, dessa hora M
em diante achase prompto para qual- tf
quer chamado, em casa de sua residencia S,
a rua da Princeza Isabel n. 4, junto a B
estacao dos trilbos de Olinda. g,
Das 7 as 9 horas da manha da consul- i<|
tas gratis aos pobres.
ESPECIALIDADES &
Molestias syphiliticas, via digestiva e fe- a.
bres. t^
?Wll&?^
It
Vende-se um terreno em Atma-Fri.-; com 60
palmos de fTentee 3S0 de fundO;' teneto dvaa fren-
tea-,, uma para a ma do Cacuniio e otiEr.- para*a
rua-das Moras-, proprio para eo1ear, rojrj terreno
ter an-oredos: a iratar na ru;i du Sauita Cruz
nuriero 7.
Tbrnou a fugir
Do- Dr. V. C. C. Albuquerque ausentoi^'e desde
o dia 10 de julao do evrrenie aneo- o pre Bene
dicto, de 25 annos de idade, 6 ba'tsote ladiao> faila
mansa, caniador de modas, e bom carapina, esta-
tura aia, espadatido e um pouco corcovado, bar-
bado, lendo a testa pfequcna, falta de denies na
frente, pes f-ios,- e oora ama cieatwr grande por
eima de cada um pa, proveniente de talhos de
machado ; nasceu no engenho Bnjary, de Gbyan-
na, onde tem mai e parentes, tendo p'assado ao Sr.
Luiz Cavalcante de Albnqnerque, morador na
mesma cidade, e deste ao Exm. Sr. Barao de Na-
z reth, tendo a priaieira vez que fngio estado no
engenho Pangaua, de '-'oyanna. Pede-se a todas
as autoridades e capitaes de campo.quo o pegando,
levem-j a rna Direita-n. 40, ao Sr, Belisario de
Souza Bandeirj, ou no engenho Furna, de Santo
Amaro Jabaatao, qoe-serao generosamente grati-
licados.
Aluga se o 1 %udar do sobradu da rua do
Apollo a. 33; por prefo comm&do : a tratar na rua
do Rom Jesus n. 31, tf andar.
Recebe-se encommeadas de fogo do ar, para
dentro e foia da provincia : no armazem da bola
amarelia, a travessa da rua do Imperador.
A my A ESPERAN^.A acaba de receber aquel-
les milagrosos anneis etsctricos, cara infallivel do
nejn-osos.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os tegnintes:
Barra,
Pregulca,
e Patricia.
A tratar com sens proprietaries nesta cidad
e para informacoes com Joaquim Pinto de Mei-
rellei Filbo na mesma cidade de Mamamgoap*
Tasso Irmios & C.
Wil-on Rewe & C. vendem no seu armaiav
rua de Commercio n. li :
verdadeiro panno de algodao azul anMneaao
Excellente 9o de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qnalidadaa.________
Sedas a 1^280 o covodo.
Vende-se bomtas sedas de Hstraa de lindas au-
res pelo baratissimo preeo de 1*2)10 o c -vado,
aproveitem que esta se aeabando na rua do Du
qne de Caiaa n. 86, loja de Demetrio Bastos.
4>000.
Colchas de/ustao mnito grandes para cama,
pelo diminuto preco de 4i: a loja dos arcos, de
Gurgel do Amaral 4 C, a rua Primeiro de Marco,
antiga do Crespo n. 20 A.
Quem e o vigilante da eeo-
nomia ?
E 0 BARATPIRO!
A' rua IT de Marco n.
1.
Para o fabrieo de ehapeos
ANOVA ESPERA.XCA recebeu o arame proprio
para armacjo de ehapeos.
Atten^ao
Na rua eslreita do Rosario n. 3">, prepara-se
bandejas com lodo gosto para casameatos e bai-
les pelo barato preco de 203 e ISi, bandejas ar-
madas com bo!os finos, que fazem muita visia e
satkfax a seus donos ;na mesma rasa faz-se bou-
quets para noivos, com fita bordada a euro, dan
do-se 03 cravos, s endo a encommenda feita 4
diis antes e faz-se mais barato do que em outra
qualquer parte ; enfeita-se velas para baptisados.
com toda perfcicao ; faz-se lindos bouquets de
cera para offerta*, por rauito barato preeo ; e bou-
quets de rosas, cravos.dnalias, saudades e qualquer
flor que seus donos queiram, com fitas bordadas
a ouro ; bouquets para enfeitar bolo-, por toio
preco : tudo na rua estreita do Rosario n. 35,
sobrado de um andar.
Ja temos gelo.
0 Vicente, antigo fabricante de sorvete, a rua
Nova, avisa aos seus amigos e freguezes que se
mudou para o Cafe" Imperatriz, aonde espera o
madamisrao e. a rapazeadacom o agradavel sorvete
de todas as qualidades.
E'BQM SARER-SE
Qu-j-a- N'OVA ESPERANCA,- a rua- Duqne de
Caxias n. 63, bem conhecida pela supenoridade de
seus trtlgos de rooda e phantasia, acaba de reco-
ber diversas encoromendas de raer,adorias de sua
repariiclu, que pela elegancii bem mostra aptidao
e bom go to de seus antigos correspondentes da
Europa, e por esta razao a ^OVA ESPHRAriCA,
a rua Duijue de Caxias n. 63, coqvid_a a saa boa'
e constar.te freguezia e com es^ecialidade ao sexo
amavel, a visitaremna, afim de apreciapem attl
onde toea o primor d'arte.
A NOVA E3PERA>CA nao qaer entrar no ca-
mero Jos massantes (Verdadeiro3 azucrinf) cora
extensos annuncios e nem pretende descrever a
immeasi&de de objectos que tern expostos i ven-
da, o que seria quasi impossivel, mas liraiUr-se-ha
a mencioaar alguns daquelles de mairalta BO'.'idade
e toma a liberdade de acnnselhar ao bello sexo,
que a visiiem constantemente, para depois que
comprarem em outra qualquer parte nao se arre*
penderem, a visia do bom e eicolhido soriimento
quo ha em dito estabelecimentor esta razae tam-
bem demenstra que qualquer sechora do bom torn,
nao podera completir a eleganoia de seu toilet
sem que d! um passeio a NOVA ESPERANCA,. a
rua Duque de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-
ber ossegaint s-artigos de luxo a inteira Dovida-
de :
Modernas setias para prender os cabellos
Primoroscj leque3J?e phantasia.
Bonitas sahidas de bailes para senhoras e meai-
nas.
Interessantaa gravatas para senhoras.
Elegantes faclias de touquim.
Bons adere?03 de madreperola.
Delicadcs aderegos ^retos de pufalo e ncrrae^ia
(gosto novo^
EM"
liquidacao
E para acabar
\:i rua do QiieinitMlo u. 13
Junto d loja da Magnolia.
E' pechincha I
de organdis de listras, proprios para
Grandesortimentodecaeemiras o escurasdaras,
fazemla superior a 3/500 o covado ; tudos querem
BriBs para ralca de cores e pardo a 280, 460 e
500 rs. covado. So aqai per este prefo.
CbJtos- em grande quantidade a 240 e 280 rs. o
covado
Metins a 240 e 280 rs. Superior.
Percales a 300 rs. o covado. So aqur no ba^
rateiro.
Baptistas malisadas com barra a 360 e 400 is.
u covado.
j Alcassiaua9, fazenda da phantaeia corn bonitos
desenhos a WO r3. t
Cr-'tones escuros a 300 e 320 r.
Lazinhas iwcoeezas a 180 rs. o .vado. Somea-
Upara ac bar.
MadapolSes para lodos 03 preccs:
Sedas de curvs-rverde, encarnads e de ouira-
corss a 1/000; */20 e 1/500.
Cha'es'de casemira com listras e 3/500 e 4/ ;
e barato ? e r
Bramanle de linho a 1/100 rs. a vcra com dua-
larguras I
Bclinas para senhera, a 4/.
Ccnffonie ao arco de Santo Antonio, loja de
Agosiinho Ferreira da Silva Leal & C.
ves-
Para santuarios
A NOVA ESPERANCA recebeu peqoena quanli-
dade de bonitos vaporisadores proprios para incen'
sar oratorios ou sanctuarios.
Escrava fugida.
> dia 2.1 di proximo passado mez de abril, tu-
do vender fructas ao Recife a preta. Maria, crioula,
si-r fula, idade 40ann'~s, mais ou menos, com fal-
i? de um olho cheia do corpo, peitos muito vtlu-
m -sos, feia de feijSes ; deve estar oeculla em al-
gr.ma casa por ser de costume assim 0 fazer, e
protesta >-e contra quem a tiver acoutada com todo
o rigor da lei-. qnem a apprehender, leve a a ci-
dade de Olinda, nos Arrombados, sobrado defronte
da igreja.
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra de annunciar ao
pntjlco que recebeu ultimamente um esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
dalas e globos, cujas amostras. estao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serlo vendidos aos
seus fregoezes pelo preco mais razoavel possivel.
Ao publico e ao commercio
Kn abaixo assignado declaro desde a data ja
aaiiunclada que dhteolvi a sociedads que tinha na
Er.-:$a do Conde d'Ea n. IS ; qua.quer conla ou
Ha que houver. aceittda ou enclossada nor Ma-
noel da Costa Teixelra, 0 abaixo assignado esta
oesToerado de dita qoantia, porqae nada deve
JFIeafe, 23 de ;'ulho de 1874. '
Afltonio da Co9la Toixeira,
AGUA.S MINERAES NATURAES
DE
Vichy-Cosset
Prefterlvels as de viciiv-vioiij
por serem as unicas que conservam todas as suas
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, 6 a mais efflcaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no empobrecimento do
sanguo, e nas febres intermittentes. Os resultados
obtidos nas diabetes sao muitD aotaveis.
Fonte Elisabeth, nao se altera nunca e i a mais
rtca das aguas de Vichy em bicarbonate de soda
m magnesia e recommendada pelos senhores ma-
dicos pela sua efflcacia no9 engorgitamentos do
ngado, do bago, nas affecgoes do estomago, dos
rios, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJA-SE
0 nome da fonte na capsala
vende-se em caixas e a retalho,. no unico de-
posito
PHARMACIX AMERICANA
DE
Ferreira Mala ft Companhia
67-RUA DUQUE DE CAXIAS-57
Escravo.
Precisa-se alugar um escraro para 0 service
de uma casa de commercio : na rua do Marque*
de Olinda n. 35.
*
MEDICO-CIRURGICO |
jfi DO g
m Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso ]
PARTEIRO E OPERADOR
^itua Uo Visconde de Aibuiiuer-W
tt que n. 39. *.
ESPECIALIDADE W
MoioHiiam de senhoras e 4fr
menlnoa. w
Consultas das 7 as 10 horas da ma- 5
nha, todos os dias. ^
Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- ]M
tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem- os seus cha- 19
0 mados por escripto at 10 horas da ma- J*
S nha serao "Visitaaos em suas casas.
LIVROS A VENDA.
So primairo andar desta typographia em
mao do administraJor, vende-se os seguin-
te lminhos:
O niatiito Esperto dialogo ins-
tructivo, critico, analytico, historico, e mo
ral, entre um matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
Edacactto Familiarromance, 0
e uma serie de leituras, 2 volumes por ....
19000.
Coties
tides, a 2^.
Peras de carabraia transparent, fina, a 34.
Dita de dita tipada a 34 e aj6m
Grands sortinien'.o de laziabas padroes niodernos
a 2C0 rs. 0 covado.
Melins de cores a 280 rs. 0 covado.
Chitas de cflre3 a 240 e 280 rs, 0 covado.
Madapoklo com toque a 3*300 e 45 a pe?a.
Dito francez fino, com 20 varas, a o a pega.
Brim pardo trancado a 320 e 400 rs. o covado.
Rrim de linho alcochoado fino a 2*500 a vara.
La cora listras de seda a 400 rs. 0 covado.
Claeguoni ao barateiro da rua
________do Qiieimado n. 43.
Para concertar meias
A XOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxias
n. 63, recebeu festa necessaria linha.
Loja k fazendas
DE j
Guiihcrme & G.
0 anrigo baratuiro contivna a vender por meBi*
do qu& ootro qualquer, cwn a franqueza e sin-
ceridade ja conhecida.
Las de cijres a 2C9 a 240 rs. 0 covado.
Las preias superior, a 360 rs. 0 covado.
La e seda, fazenda de 13400 por 700 rs. 0 co-
vado.
Chitas tic cures a 210 e 280 rs. 0 covado.
Metins de cores a 236 rs. o covado.
Cretones- de padroes lindos e niodernos s 400 e
440 r>. e covado
Baplistas de lindos padroes a 400 rs 0 covadu
Cambraias ds cores rciudas e graudas a 283 rs. >
covado.
Dilas preras com (lores a 200 rs. 0 civado.
Cambraias !>raocas, t-.-rda.las a abertas, fazenda
mais liiia que tem vindo ao raercado, e fazenda
de 2i-300 0 metro, por 1JOOO a vara ; e p.'-
chincha.
Cambraia transparenta, Una, a If a pera.
Dita Victoria, Una, a Jtli^O a peca.
Algndao iranrjado, alvo, a 440 rs. a vara.
Brim branco" de linho ayljlOO a vara.
Ditos de cores de liuho fino a 500 rs. 0 covado.
Madapolao francez veniadpi.ro, 24 jardas, 1 ij^
< i a peca.
Algodao T, largo e superior, a oj, a peca -
GorgcrSo preto de seda-pnra vestido e para coliet*
a 3^ 0 cevado
Toallas grandes a 45o0l> a duzia.
Colchas grandes a 34 uma.
Leny/3es ile bramante a i} um.
Ccbertas do ganga, forradas, a 2j e ii.
Lenccs de linlio, ?banhad;s e em caixiaaas a
3J300 a duzia.
Ditos d.' cures a 3#500a duzia.
E ouiros murtos ariigospor precos baratiacimos.
So na rua do Crespo n. 20. loja das 3 portas. Da v
se -amostras.
VENDE-SE
a armarSo com caixilhos, invernisada, da
rua Direita n. 83, por metade. de seu valor :
larnas L'inco Ponlas n. 31.
ja a
afal-
Ouadrilhas.
Escravo.
Aluga-^e
ama mobilia de jacaranda para sala. com tampos
de pedra : a tratar no Corredor do Bispo n. 15.
Desappareceu
da casa do abaixo assignado no dia 13 do corren-
te, 0 seu escravo de nome Hanoel, conhecido por
Manoel Amaral, com os signaes seguinles: baixo,
secco, faila mnito, pore"m
foi eseravo do Sr. And
roga-se quem 0 apprehender, leveo a rua de
Santa Rita n. 5, entrada pela rua nova de Santa
RHa.
Bellarmino Alves Arocha.
0 Rocambole Mercador
ESTRADA XOVA
Aberlura solemne
Domingo. 2t de julho
0 proprietary deste estabelecimento acaba de
montar com gosto e asseio um hotel, onde se en
contrara t6das as comraodidades para passar-se
um dia no campo agradavelmente, e por isto con-
vida ao publico em geral, e particularmente ao
commercio, para a sua instailacjto, que tera lugar
no dia 26 do corrente ; prevenindoque queimar-
se-ha um Undo fogo artificial, acompanhado de um
rieo balio. Couflando no publico desta cidade,
espera merecer a sua presenca.
Vende-se um mulato de 40 annos de idade, tem
boa conducta, e carroceiro e apto para qualquer
servieo : a rua do Hospicio n. 81.
E' com as noivas
A XOVA ESPERANCA, rua Duque de Caxias n.
63, acaba de receber boas meias de seda proprias
para noivas, e os apreciaveis ramos de larangeira
As unicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a este mercado
na rua do Marouez deulmdan. 31
A' rua do Barao da Victoria n 17, loja de Pe-
dro Emilio Roberto, estao a venda ires lindas qua-
drilhas para piano, a IgOOO cada exemplar.
A. loja das 6 portas
Continua a ter um completo sortimento de fa-
zenda?, que pela qua'idade e proco pareoe impos-
sivel, um complet} sortimento de chita, para 240,
280, 300 e 320 rs. o covado, granadinas de listra a
200 rs. o covado, dilas com listras e palminbas a
240 rs. o covado, chita nara coberta a 240 rs. o
covado, ehapeos de sol de seda cora dnas arma-
(5es a 8000, ditos de soda para cabeca, fazenda
muito Una, da 12000 por 73000, babadinbos e en-
tre-meios bordados, com diversas cores a 400 rs. a
peca, redes de fio macahiba muito proprias para
sitio, pelo diminulo preco de 3000, cambraias de
cores miudinhas a 240 rs. o covado ; na loja das 0
portas era frente do Livramento.
Espelh
os.
I. Iiouilo
Ao publico.
0 abaixo assignado, deparando com seu nome
em uma relacio dos devedores da massa fallida de
As almofadas bordadas de li matisadas que re-
cebeu a Worn Esneranea, a rua Duque de
Caxias n. 63.
Vende-se a taverna sita a rua da Ponte Ve-
lha n. 1, bem afreguezada, e o raotivo da venda
se dira ao comprador: quem pretender, dirija-se a
raesma.
Na rua do Caldeireiro n. 31, vende-se gaio-
las'muito bem feitas, para todos os passaros.
Amaral, Nabuco & C, vendem espelbos ovaes,
quadrados e redondos, proprios para sala, quar-
tos e toillete, toucadores de columna e com gaveta,
com moldura donrada, de jacaranda e de metal.
Li' Bazar Victoria, a rua do Barao da Victoria
d. 2.
AO N. 9
No progresso do pateo do Carmo, vende;-"
manteiga flor a 1*200 a libra, franceza a 800 rs.
a libra, bem como tera um completo sortimento
de molbados, para qualquer chefe de familia fa-
zer sua despensa que oncontrara preco mais com-
modo do que cm outra qualquer parte.
Para emgenho
Vende-se um bom escravo, pardo, de 40 annos,
foi carreiro e mestre de assucar : a rua da Impe
ratriz n. 28.
dever a referida massa, e que se a mais tempo nio
proteston, folpor ignorar tal annuncio ; e apro-
( veila a occasiao para declarar que nao se respon-
6m, Um pouco atravessado, sabilisa por debitos contrahidos era seu nnrae, sem
rade, na Parahyba do Norte: soa plena aatorisa^ao por escripto. Recife, 24 de
Aluga-se o 1 andar da rua da Imperatriz n
22 : a tratar na rua de Hortas n. 106.
Attencao
Luiz
negocio
Pereira de
algum tem
vembro, n. 36.
Farias, [deolara que
no Caes 22 de No-
julho de 187*.
Farias de Lessa, onde se acha considerado devedor I ^
da quantiade 46*940; declara pelo presente nada (jj-rande liquids ^aO de Cha-
rutos'
do fabricante Gustavo Alberto Schnorbusck, da
Bahia, das seguinles marcas : ,
Aristacratas.
Riachuellos.
Perolas.
J k Club.
Conchas.
PerfeicSo.
Principe Bismarks.
Trabucos.
Golondrinos.
Vendem se na rua do Marquez de Olinda n. 18,
Jos6 Antonio da Fonseca e Silva.
AVISO
Avisa-se aos compradores dos bilhete? da rifa
de um cavallo sellado e enfreiado que flea traus-
ferida para a seganda loteria do mez de agosto
proximo, por nao se ter recebido o dinheiro todo.
Dous armazens para alugar.
Traspassam-se as do pateo do Paraizo ns. 10 e
12.: a tratar na mesma.
|Sedinhas a 1^500 o covado.
Venham antes que se acabem : na loja do Passo
a na 1.* de Marco n. 7 A.
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papel de linho
proprio para cigarros, de diversas larguras.
armazem.
Vende-se na rua do Commercio n. 4, cerveja
Neruega, marca M L :
Bitter Augustura.
Rum de Jamaica,
Manuaes para missas
de muitas qualidades e precos, recebeu-os a NOVA
ESPERANCA, a rua Duque de Caxias n. 63.
Atieot&o.
Vende-se o estabelecimento sito a rua de Vida.
de Negreiros, outr'ora Cinco-Pontas n. 148, de ac-
cordo com os credores do Sr. ioao da Silva San-
tos ; a saber : uma armacao nova, de amareilo.
envidracada, com todas as snas pertencas, pesos e
medidas, com poucos fundos a vontada da pessoa
que quizer estabelecerse em um bom local, ja pe-
la casa ser mnito afregu&aada, e alem do que oc-
cupy o estabelecimento tem commode para farai-
lia : a-tratar na Mesma que acharao com quarr,
fazer negocio, s
1

J
t

.




1
. J
Diario de PonHmtbuGo
25 Je Julho de IbU
1
DE

Rua.Primeira dnMarc/) n. ,7 A
DE
Cordeiro Simoe&^C.
K' esta oraa das fcasas que hoje pode com pri-
cazia oilerecer aos seus freguezes urn variaJissi-
o : sortimento de fazendas finas .para grande toi-
lette, e bem assim para uso ordinario de todas at
classes, e por precos vantajoso9, das quaes faz um
sequeno resume
Slandam faiendas as casas dos pretendentes,
uara o que tem pessoal necessario, e dao amostras
nediante penhor.
Cortes de seda de lindas cSres.
irordenaples de todas as Mres.
Gorgurao braneo, lizo, de listras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cores.
Grosdenaples preto.
\ ellndo1 preto:
Grinadine de seda, preta e-jde cores.
. Fopelinas de lindos padroes.
Filo-de seda, braneo e preto.
icas basquinas de seda.
Hisacos de merind de cores, 13, etc.
tlantas brasileiras.
Cortes com fambraia branca com lindos borda-
Ricas.capellas e manias para noivas.
I'.iqaiisimo sorlimento de las com listras de
da.
Cambraias de cores.
Ditas roaripozas, brancas, lizas t bordadas.
Nanzuques de lindos padr5es.
fhpjistas, padroes deiicados.
Pi.Tcal;ra* da quadros, pretos e brancos, listras,
ic., etc.
n ins de linho de cor, pronrine nara vestidos,
torn barra e listras.
Kicos cortes de vestido de linho. r eites da
nesma cdr, ultima mod?
[i to* de cambraia de cores.
Fastio'de lindas cores.
Siiias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para senhoras, de linho e a)-
J.d.in.
Sortimento de luvas da verdadeir* fabrica de
ttvin, par" honiens o senhoras.
*9tn* para meninot. -
^!Of para baptlzado.
Chapeos para ano.
r.'amas e gnardanapos adamascados de n de
oara mesa.
. Icbas de IS.
Cortinados bordarf's.
Gr.inde sortimento de camisas da linho, lizas e
mrdadas; para horrors.
Heias de cores para homens, merinos e meni-
i.
O.tas escocezas.
Gomn'et-i sj.iimepto de chapeos de sol iiara ho-
t.c^s c stunoras.
A irino de t^Wd psra vestidos.
"i'o preto, trancado e *fa de verao.
'talhado de uno e algodio para to
voalhado pardo.
Oamaseo de la.
Brins de linlio, braneo de cores e. preta
Setim de lindas cores com listras.
Cr-.ales de merino de cores e pretos.
D;:gs de casemira.
Ditos de seda preta e de cOres.
Ditos de touquim.
Csmtsas de chita para homens.
Dilas de flanella.
'".ereulas de linho e algodao.
P;>nnos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
Lencos b irdados e de labyrintho.
Fionas de crochet. .
Tarlatana de to:las as cores.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados
ra cortes.
EsparfHbos li^os, bordados.
Foulard de seda, liddas cures.
ileias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas de seda c la para senhoras.
Ri'osorlimento de leques de madrcperolas e
JSSC.
Daraasco de seda.
Casemira preta edecores.
Chitas, madapolao panno lino preto e azul, eol-
arinhos, punhos delinho e algodao, gravatas, lu-
'ai de fio de Escossia, lapetes de todos os tama-
ah'is, bolsas de viagem, peitos bordados para no-
xiens, leucjs de linho braneo e de cures, toalhas,
tuardanauos. etc., etc.
E' barato.
i
DA
Rua da Imperatriz n. 72
DE
MENBES GUIMARAES fc IRMAOS
Acabam de fazer um grando abatimento nos pregos de suas f.'zon l;is atteii-
dendo'a grande falta que ha hojo de dinheiro.'^ por isso crcio qu j o preiM quo vai men
cionado agradara" ao respeitivel publico.
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 4*000.
Vende-se chsp&s de sol de seda para se-
nhoras e meninas a 4JS, ditos de alpaca fi-
nos com 12 astes a 4J>, ditos do anerin6 de
duas cores a 5$, ditos de seda para hOraem
a 6JJ, ditos inglezes com 12 astes a 8? e 9JS.
BRIM PARDO A 400 rs.
Vende-se brim pardo escuro a 400 rs. o
covado, dito de cores com quadnnhos a
500 rs. o covado
CORTES DE CASEMIRA A 5$.
r.HOr.IIKS A 15500.
Ve'nJe-se crocties para cadeiras a 15500
cada um.
LAZIMIASA 200REIS.
Vende-se lazinhas para vestido a 200,
320, 400, e 500 rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vende se alpacas de cores a 500, 640, 3
800 rs. o covado.
GRANDE SORTIMENTO DE TAPETES A 4.
Vende-se grande sorlimento de tapetes para
Vende-se cortes de casemira de cores para todos,os tamanhos a 4JJ, 45500, 5$, e 6$
calca a 5JJ, e 69, ditos de dita preta para'caia um.
calca a 49, 59, 69, e 79.
BRIM DE ANGOLA A 29 0 CORTE.
Vende-se cortes de brim de Angola para
calca a 29, dito rnuito flnos a 39.
ABERTURAS PARA CAMISAS A 209 RElS
Vende-se aberturas para camisas a 200 rs,
ditas tnais finas a 400 e 500 rs. ditas de
esguiSoa 19, ditas bordadas a 29-
CHITAS A 240.
Vende-se chitas para vestidos a 240, 280
e 320 rs. o covado, tem escuras e claras.
MADAPOLAO A 39.
Vende-se pec;as de mad'polao enfestado a
39, ditas de dito inglez a 4?500. 5$, e 69,'
ditas de dito francez fino a 79, T9i00, 89' I
03000. '
GRANDE SORTl.ME.NTO DE ROUPA FEITA
NACIONAL.
Calgas de riscado para traba'ho a 1(5000
e 19400.
Calgas de brim pardo a 19900,29, 29500.
Calgas de brim de Angola de corej a 29
e 39.
Cal$as de casemira de cores a 59500, 69
e 79.
Calebs de casemira preta a 39500, 59500
e .78
Palitots de riscado a 19.
Paletots de alpaca de cores a 29.
Paletots de a paca preta a 39, 39*500, 49
59.
Vende-se um pequeno siiio perio da esta-
cao do Salgadinho, tendo de Irente 150
oalmos, e de fundos mats de quatrocentos,
com ama elegante casa detaipa, acabada de
proxim>ebem asseiada, tendo 2sal s, 2
guar.os e cozinha f6ra. O terreno & pro-
ono 0 bom de plauta^Oes, tendo algumas
irvores de iructo, agua de beber e todo cer-
cdo.
Para ver e mais explicagoes, no mesmo si-
uo a qualquerhora a entender-se com Tris-
tao Francisco Torres, e para tratar, na the-
*ouraria djs luterias, rua 1. de Marc,o
.6.
Especialidade
\ su'io purtlcular, puro e ge-
nuiuo.
Ac.iba de chegar ao mercado alguns barris de
vinho do Alto Duuro, especial e uniramente pre-
parado_do exlracio da uva e isento de qualquer
confeircao, sendo rnuito mais brando qhe o da Fi-
gueira, o que o torna recommendavei pelo rnuito
que agrada ao paladar e prefertvel a todos os ou-
tros viuhos de pasto.
Achase a venda nos armazens de Jnao Jos6 Ro-
drigues Mendes, Sonza Basto i C. e Fernandes da
Costa & C.
Pillulas Catharticas
de Ayer.
Para todos os effeitos d
um remedio laxante.
NSo ha ;egnramente, un
romedio tara univcrsalment^
procurado como um cathar-
tico on pnrgante, e nenhura
outro tem sido tao usado em
todos )S paizes e por todas as classeSj como estas PJIZ TT-
J.AS, snnves mas efficazes. A razao 6 evidente, formao
nm remedio muito mais certo e efBcaz qne nenhum outro.
Aqt elles que os teem ensaiado sabem que se teem curado
pelo sen nso, os qne nSo os ensaiario sabem qne sens amigos
e visithos se teem enrado, e todos conhecem que o resultaao
tirado nma vez.se tirara todas as vezes, e que as PILLT7-
LAS nunca fathao por consequencia de erro ou negligenci
na sua composicao.
Terr.os milhares sobre milhares de certificados refertntes as
distiiK tas curas qne hao effectnado estas pillulas, nas moles-
tias que em seguida mencionamos, porem sendo taes curas
conheoldas em toda a parte aonde teem penetrado; des neces-
sario 6 publics 1-os aqui. Adaptadas it todas as idades e
todas is condi^oes, em todas as climas, nao contendo calom-
elano nem outra qualquer droga dele.tcria, ellas podem ser
tomac'as por qualquer pessoa com toda seguranca. Sua
capa d'assucar as conscrva sempre frescas, e as torna _gosto-
sas ac paUadar, sendo tambem puramente vegetaes, nao po-
dem lesultar effeitos prejudiciaes se por ac: so forem tomadas
em qoze desmaslada. O papel que serve de coberta para
sada vidro leva direc^oes mirraciosas com relacao as secuin-
tes molestias que as PILZ.P7.AS CATHARTICAS rapi-
dameute curao. Para a Dyspepsia ou Indigeitao, Dis-
plieencia, 7,anguidez, Falta de Appetite, devem ser
tomadas em dose moderada a fim de estlmular o estomago e
restablecer suas func<;aos saudaveis.
Pan as Doentxu do Fig ado e suas diversas -?ymptomas
Enxa quecas Btliosat, Z*or de Cmbeca, Jeterieia, Col-
tee Billoso, e Febrvs TSUiosas, devem se tomar tambem
moderadamente em cado caso, para correger a accao vicUda
on reriover o obstaculos que a caus&o.
Pari a bytenteria ou Diarrhea, e geralmente bastante
ama dose peqnena.
Para BheumatUmo, Gotta, Arreias, Palpitacao do
Cora.-Ao, Bore* not llhargas ou eo-ttas, devem ser
tomaias coutinuadamente, ate alterar a iccl^o doe orgies
disregulados, de sorte qne a molestia disapiiirefa.
Pars a Bydropesia e InehaeSes Hydroptcat, i preciso
torna- l-*s frajuentemente e em porches aisas grandes para
produiir o efleito de nm purgativo drastico. Como Digts-
tiro para o Jantar ou comida, toma-se nma ou duas para
promt ver a digestao e ajudar o estomago. lima on duas to-
adas de vez em quaudo, estimulio on estomago a obrar san-
uavelidente.
Qualquer qne se ncfaa regularmente bom, tomando nma
on duas d'estas pillulas se achara, muitas vezes, decidida-
mente millior, por raz&o que ellas pnrificam e restaurao a
apparjlhodigeetivo.
PSKTASASAS FOB
Ji C. Ayer & Ca., Lowell, iriass., E.U.
T33NDE SE POR
(GBMDE
liquida^ao
d dinheiro
Reis e Silva 4 Gnimaraes, novos proprietaries do
grande sorlimento de fazendas, sito a rua do Du
que de Caxias, outr'ora do Qneimado, n 60 A,
convidam ao respeitavel publico e com especiali-
dade ao bello sexo a comparecerem 6m sen esta-
belecimentu, afim de proverem-se do que ha de
melhor e por preco assas comm do.
Teem em exposicjio, e a gosto de todos, o se-
teguinte :
Seda?, popelinas, etc.
Alpacas de cflres.
Ditas pretas muito baratas.
Las de cores.
Cambraias brancas.
Ditas de cores.
Chales de merino, baratissirao?.
Riquissimas basjuinas de seda, bordadas, para se-
nhoras.
Bramantes de algodao liso e trancado, de aualro
larguras.
Hamburgos de linho de diflerentes numeros.
Toalhas felpudas.
DiUs de linho.
Guardaoapos de linho e de algodao.
Fustao braneo.
Colchas adarnascadas, para cama.
Tarlatanas de todas as tiires.
Cambraia adamascada para certinados. Excellen-
te a:quisicao
Grande sorlimento de flanellas de cores.
Damasco de algodao.
Algodaozinho braneo.
Dilo azul.
Sargelim de todas as cores.
Gravatas prelas e de cores, para homens.
Gravalinhas de cSres psra senhoras.
Punhos para senhoras e para homens.
Collarinhos, idem idem
1-encos de linho muito linos.
Chapeos para senhoras.
Detos de massa para homem. Cousa finissima.
Vistuarios para baptisados de crtaneas.
Camisas inglezas e francezas para homens.
Meias para senhoras.
Ditas para homens.
Ditas p ra rtenino- e meninas.
Chitas franctzas e inglezas, dos mais agradaveis
padroes.
Madapolao de diflerentes marcas.
E muitos oulros objectos que seria enfadonho
enumerarse.
Corram a grande liquida^ao!
E pechineha!!...
barato
Trancas de cabellos humanos, naturaes, nao
digo que lenham nm metro de comprimento, sao I
solfrivelmente compridas, pelo preco de 12^000 : |
so na rua do Marquaz* de Olinda n. 51, 1" andar, i
casa de Gustave, cabelleireiro. ', |
Coque crespo natural, de 10^, 122 a 15i000
Um par de crespo natural, compridos a 5*000 {
Um tupet frizado por 3*000
Uma duzia de grampos frizados por 4*000 (
Coques, modernismo, de 40*, por 20*000,
Diademas, modernismo, de cabellos, por 5*000
Cres:entes de cabello, de 30*. 35* a 40*000
So na rua do Marquez de Olinda n. 51, 1* andar,
em casa de Gustave, cabelleireiro.__________._
Cura dos eStreilamento d'uretra
pela facil applica^ao das
SONDAS OLIVAES
DE
GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeiroadas de todas
as conbecidas
Vcndem-se
NA
PHARMACIA E DROGA RIA
DE
Bartholomeu & 0.
31 Rua larga do Rosario 34
IH^
\rmazem da es-
trella.
A' rua do CtJ>upra n. 1 A.
Os proprietarios da Predilecta, no intuito da
:onservar o bom conceito que teem merecido dc
respeitavel publico, distinguindo o seu estabeleci-
mento dos mais que negociam no inosmo generc
Teem scientilkar aos seus bons freguezes que pre-
veniram aos seus correspondentes nas diversas par-
cas d'Europa para lhes enviarem por todos os pa-
quetes os objectos de luxo e bom gosto, que se.
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquclles paiies, visto aproxiniar se o tempo de
festa, em que o bello sexo desta linda Veneza
mai3 ostenta a riqueza de suas toillettes ; e co-
mo ja recebessem pelj paquete francez diverso
artigos da ultima moda, veem patentear alguns
d'entre elles que se tornam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a' costumada
concurrencia.
Aderecos ue tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Aibuns com ricas capas de madrcnerola e d
veliudo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
os
Adereijos completos de borracha proprios para
Into, tambem se vecdem meios aderegos muito bo-
rn'.os.
botSes de setim preto e de cores para ornato de
estidos de senhora ; tambem tem para collete
palitot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen
de seda, de paiha, de chagrim, etc., etc., por
barato preco.
Bonecas de todos os 'tamanhos, tanfo de lone*
como de c6ra, de borracha e de massa ; chama-
mos a attend das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criancas um pouco im-
periinentes por falta de um objecto que as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-sc por preco commodo.
Ceroula* de liuho e de algodac, de diversos pro-
ves.
Caixinhas com mdsica, o que ha de mais Undo,
com disticos nas tampas e proprios para presen-
te
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tes.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindoi
desenhos.
Escovas electricas para dentes, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes.
Branjas de seda pretas e de cores, existe nm
-ande sortimento de divercas larguras e barato
preco.
Fitas de saria. rl gcrgtirao, de setim e de cha-
mplo'e, de diverts larguras e fconitas cores.
F.ichas de gorgurab mnito lindas.
Fi artificiaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre um bello e grande sortimento des-
as Cores, nao so para enfeite dos cbellos, como
tambem para ornato dc vestido de noivas.
flaloes de algodao, de la e de seda, brancos, pre-
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhora3.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores-
para sennora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
ooiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
perola, marfim, 6s*o e veliudo, tudo que ha d6
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca-
bellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Unvbello sortimento de madre-
perola, marfim, 6sso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
provida, nSo s6 em extractos, como em oleos
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosuel e Rimel ; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commode
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,par"a bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado o qne ha de melhor
gosto e os mais moderno i recebeu a.Predilecta
de or arcto preco, para ficar ao alcance
qualquer bolsa.
Rua do Cabugan. 1
! m ram, e cwftTiMf m wolest as mmxm n mmk db
SUM
... s PELO m
ARROBEDEPUtUTIVO DBSiLSAPARSILHA, CA-
ROBA E YELAME
PREPARADO POR
, BARTHOLOMEU & C.
Pliariuaccntlcos da casa real de 8 H 1 HI Rci de Portuga
Premiados cm diversas exposifoes com o premio de sua classe.
A saiide e um bem inapreciavel, cuja importanciae valor s6 estd reservado ao enfer-
mo avalial-o E' incontestavel quo o homem neste raundo e constantemente, e por todos
os lados 8tacado por uma infinilade de agentes morbidos, que todos tendem, dadas cer-
tas e determinadas circtlmstrancias, a altCrar o regular exercicio das funcQdes organicas,
resultando desse desiquilibrio o que se deoominamolestia.
A molestia nao 6 mais do que a desvirtuacjio das forjas vitaes, oe'easionada, segun-
do as investigates e experier.cias dos mais abahsades mestres da sciencia, pel? deprava-
rtio dos humores geraes, consequencia da accjio maligna desses mesmos agentes morbi-
dos introduzidos no organismo pelo acto da respiragio, pela via digestive, pelo contacto
immediate, etc.
A syphilis infulizmente tem sido apartilha da humanidade, e como 6 f6ra de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina e uma molestia hereditar'ia, ellatem sido obser-
vada era todas a9 iddas, e debiixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendj
constitui^des robustas, produzindo mutilates e co tando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
LI minar da economist esse; principios deleterios, epurificar a massa geral dos hu-
mores tem sido desd; bsmpo immemorial o fim constante da medicina, e osdepurativos
figuram em primeiro lugarpara preencher esse desiderato.
E' dc preferencia no reino vegetal que a sciencia aconselha quedevemos procurer as
substancias proprias.e depurar o organismo, eliminando os principios novigos a sairtis
pelo augment) das secrecoes naturaes ; e que possam ao mesmo tempo neutralisar a vdeu
syphilitico, ainda qu ndo oste virus jd tem feito erupcSo no exterior debaixo de suas mul-
tipliead8s formoS. Os grandes e incomparaveis depurativeis vegetaes conseguem
muitas vezes preyenir os estragos da syphilis, quando por ventura se acha ella ain-
da no, estado de incubagad ; isto e, sem se ler manifestado sob formas externas; bene
ficibincomparavel, tanto mais porqne neste estado os individuos igooram completamen-
te se 'estao contaminados por esso terrivel inimigo.
Felizmente para nos o recurso prompto e sem igual para combaler virus tao delele-
rio encontramos em abundancia em nosso uberrimo solo, nessa riquezi invejavel de es-
pcetes de vegetaes, muitos dos quaes ainda tao pouco conhecidos e estudadoscom pezar
o dizemos.
Nos merccou a prcferenc a na grande variedade de plant i de tfeparativos que pos-
suimos, as tres plantas bem conliecidis no no so pail ;a CarobaJacaranda focera
de Sprengel, da fa nilia das Bigniiceas ; o Velaine croton campestre, dcS t. Hit ; da fa-
milia das Euphorbiaceas;e a Salsaparrilha -Smilax syphilitica de Runttc, da familia
das Asparsgineas.
F.xtraln'ndo s6mento destes tres importante vegetaes os principios medicamentosos
pelos processos mais apt rfeicosd s da sciencia raoderna, conseguimos rcunil-os em um
comp. sto agradavc! e de fa.il npplica^So, cujas propriedades para a cura da grande serie
das molestias syphiiiticas e todas as que proveem da impureza do sangue, nossos estudos
e repetidas experiencias nos convenccram serem incomparaveis, as quo se tem obtido
comemprego, nas differen'.es fobmulas conhecidas, dos principios de cada um daquclles
vegetaes de per si. Nao precisarnos d ;s'crever tao importantes plantas, fazer conhecidas j
suas virtudes; ellas e seus bons effeitos medicamentosos j nosso paiz, quer na Kuropa, onle abalisaJos botanicos c distinctos mediejs se teem del-1
las occupado, e mesmo estes experimentado com optimos resultados no tratamento de
muitos pedecimentis.
0 nosso Arrobe depuralivo de Salsaparrilha, Caroba e Velame tem umsabor'
agradavel, a sua aegflo 6 suave c benigna e de nenhuma forma produz molestias medi-
caraentosas, como acmtcce geralmente a todos os compostos em que entrant substancias
mineraes conn mercurio, o iodureto de potassio, etc., cujo uso prolongado e sempre
para receiar, princip lmente por que trazem grandealterar;o do'sangue, resultando deste
estado muitas vezes bydropisias, quasi sempre funestas.
Sendo as molestias; como acima dissemos, devidas ds altera;6es dos humores, o Ar-
robe Deptttativo de Salsaparrilha Caroba e Velame pode ser empregado vantajosarnente
na syphilis, i risypelas, rheumatismo, bdbas, gdta, dores sciaticas, ulceras chronicas,
gonorrheas chronicas, molestias da pelle, etc., e em geral em todas as molestias em
que se tenlia em vista a pun'Gcaclo do systema sanguineo ; pois que nos;8S con-tantes
experiencias tem fi-ito ver, qne elle e indispensavel nos casos gravissimos para minorar
os sotl'rimentos e prolong ir Sexistencia, e nos menos graves a cura e a consequencia do
seu uso convenienlomenle prolongado.
Assim, pois, nutrimos a convicgao de que o uso do nosso novo preparado justifique
cabalmente as nossas nsseverac/Jes, porque sendo medicamen'o puramente de principios
vegetaes, nossas experiencias ate hoje tem confirmado sua" utilidade.
DEPOSITO CERAL
34.Rua Lauga do Rosario.34
PERNAMBUCO.'
NA
IiOJTA IBIIPitTAO
KA
Rua da Imperatriz n. 60
PARA LIQLIDAP.
Granadlna preta a 500 rs.
covado.
0 PavJo vende granadirn preta <. laTrada
pelo barato progo de 500 rs o covado.
ALPACAS PRETAS A 500, 610 E 890 RS.
0 PavSo tem um grande sortimento de
alpacas pretas, que vendea 5-0, 6+0 e Mf
rs. o covado, 8ssim como grande EOrti-
raento de cantdes, bombazinas, princezas
pretas, merinos, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
CAMBRAIA VICTORIA A 4#r00, 4^500,
05000 E 75000.
0 Pav5o vende um grande sortimenU) de
cambraia Victoria e transparent: cjm
8 1/2 varas cada pecja, pelos baratos preccs
de 450t'0, 43500, 55000, 6r0COe;.0-O
a pe^a, assim como, ditas de saiptto brau-
co, a 7(J000, 6 pechineha.
!CAM'SAS FRANCEZAS A 2,5000, :C50O.
35000 E 3C500.
0 Pavao vende um bonito sortimento de
camisas francezas com peito de algdaO,
2^000 e 2550(L Ditas com pi ito de linho
de_ 35000 a GjJOOO. Ditas bordadas m
fnias de G3010 a 105000: assim cotL.
grande sortimento de ceroulas de linho e d
algod5o, por DtSfM baratos, e tambon tem
compltto sortimento de punhos c collarinhos
tanto de linho como de algodao, |KM |... .
em conta.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA
JANELLAS, DE 75 ATE' 1S90Q0 0 PAl
0 PavSo vende um grande s&rtimc:ito de
cortinados bordados, proprios para Lima e
janellas, pelo barato preco de 7300C, 8C00O,
10(5000 ate 255000, assim c> r.-.o : co'xai
de damasco de la muito fina de. 1j5u00
1^5000 cada uma.
BRAMANTES A 15^00, 25000 E ^viOO.
0 Pavao vende bramantL-s parr '
ten lo 10 palmos de largura. Kudo o d*
algodao a 1C800 e 2C000 a vara, e i I .inho
a 25*00, 2CS00e 35000 a vara: e :: i. n
cha.
Grande pechineha a 4*000
e 5^000
CORTES DECASEM RA.
0 Pavao recebeu uma prande por^lo de
cortes de cssiraeras de cores para cal^af, e
vende pelo barato pr*O0 de V$0 0 > 59000
cada corte, na ra* da Imperatriz a. 60, '^je
de Felix Pereira da Silva.
ESMEKALDI.NA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortir
das mais il-gnntes esmeraldins; com '-.
de seda, sendo em cores e padroes as mais
novas que tem vin lo ao mercado, profilfai
p3ra vestidos, e vende pelo bar-'. : so pre-
co de 800 rs. o covado, a* rua da Imj ra1 i
n. 60.
6 Pavao queima os artigos
seguintcs:
Unico deposito de cal bran-
cade S. Bento e Jagua-
ribe.
t. 6 -Caes do RamosN. 6
0 dono dette armazem de materiaes contrati
em grande porcao cal preta, pela medida dos for-
nos, mediante ajuste, mandando botar no lugar
competente, garantindo seriedade neste negoclo.
Velas decora
A acreditada fabrica de velas de cera da rua do
Bom Jesus, outr'ora da Cruz n. 60, para eommo-
didade de seus freguezes, acaba de abrir nma
outra na rua do Barao da Victoria n. 63, aonde
achaTao um completo sortimento de todos os ob-
jectos tendentes a esta ar'.e, tudo do melhor gosto
e qaalidade, e por precos commodos.
Salsa-parrilha do Para
Tem psra vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no sen escriptorio, a rua do Bom Jesns ntr-
mero57.
Chocolate brasileiro
FABRICADONOMARANHAO -
Das seguinles marcas:
Flor de chocolate.
Chocolate de baunilha.
Dito de canel'a.
Dito commum, fino.
Dito homeopathico.
Dito de ararnta.
Dito de musgo.
Dito Chocolate vermifugo.
Vendem pelo preco da fabrica, Jose' Tavares
Carreiro C, a rua Direita n. ti.
VENDE-SE
um terreno no Arraial, com 120 palmos de fren
e 140 de fundo, com tuna boa cacimba : no ca
da Companhia Pernambucana n. 26.
Yendem
Wilson, Rowe & 0.
-Em seu armazem a rua do Trapiche n. 14, o s*
guinte :
Algodao azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tudo"muito barato.______________________
Vende-se a taverna da ru i das Carroca3 n.
que f.iz esquina para a run de S. Joao : a tra
na mesma.
E'com as senhoras.
A Magnolia, a rua D jque de Caxias n. 43, par-
ticipa a bello sexo que acaba de receber da Eu-
ropa, um completo sorlimenlo de artigos de ulti-
ma moda, e como acha desnecessario fazer um
enfadonho anuuncio, por ja ser bastante eonhe-
cida, e caprichar sempre em ter bons correspon-
dentes, sendo a pr meira qUe apresenta o que ha
de mais moderno e por precos mul razoaveis, por
isso limila-se a descrever somente o seguinte :
Sctlas douradas.
Bieos de cores, tanto de seda como de guipure.
Leques dourados, de madreperola, marfim, tar-
taruga, osso, etc.
Naii iiia-. de bai e.
Progenies, diversos artigos proprios para pre-
sentes.
Goiinlias c punhos.
Manual para missa, com capa de madreperola,
tartaruga, marfim, veliudo, etc.
Sapalinliog'de setim para baptisado.
Camisas bordadas para senhoras.
liigas de seda.
Franjas mosaicas.
Aderecos de tartaruga.
Volias'de madreperola.
PulseiraS de madreperola.
Lindas flores para cabeca.
Bolsas' de veliudo.
Perfumarias dos melhores e mais afamados
fabricantes.
ciiapeos dc sol para senhoras.
Fiias~de veliudo de todas as cores e larguras.
Moscas'.'
Quereis livraryos destes malditos insectos? com-
prai uma machtn'a de matar moscas por 3^000
na Magnolia, a rua Dujue de Caxias n. 45.
Cal vice.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, ven-
de o verdadeiro Vigor de Ayer, que impede a
cahida dos cabellos.
Sardas epanos.
. So tem sardas e panos quem quer; porque a
Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, tem para
vender a verdadeira Cuticuleria, qne faz desappa-
recer estas manrhas em poucos dias^_______^^
Casa e terrenos baratos do Sal
gadinho.
Antonio Jose Rodrigues de Souza, na thesoura-
ria das loterias a rua do Crespo n. 6, vende sua
casa; de taipa e terrenos de seus sitios no lugar
id Salgadinho : a tratar somente com o mesmo.
. ATTjBW^AO
Vende se o hotel da rua da Imperatriz n. 21,
bem montado como esta : a tratar na rna do Mar-
quez do Herval n. 2, antiga da Concordia, taverna.
rOl.41
Vende-se pes de sapotas de optima qualidade
narua do H spicio n. 78.
Grande liquidacao de' charu-
tos de Havana.
Flor Regalia.
Iskandro.
El ordem.
Rua do Marquez de Olinda n. 18. _______
Engenho a venda
Vende-se a dinheiro on a prazo um engenho
mSente e corrente, de auimaes, com pequena sa-
fja creada, 4 nma legoa d stante da villa de Pal-
mares, estacao de Una, tie bom. terreno de varzea,
podendo safrejar 2,000 paes annuaes, com propor-
cSo a ser de agua, podendo ainda ser accre9centa-
do ao ponto que se queira, com terrenos annexos
que se vendem : quem pretender, entenda se com
Joaquim Rodrigues Tavares do Mello, nesta cidade,
.praja do Corpo Santo n. 17, 1 andar.
No Baraleiro!
A' rua 1. de Mar go n. 1.
Confronte ao arco de Santo Antonio.
Estao vendendo fazendas por menos 30 0[O do
que em outra qualquer parte, para o que pede
um pouco de attencao I
Madapolao francez, fazenda superior, vende-
os a 6* a pet;e 320 rs. a vara.
Chapeos de soTde seda, para senhora, a 3, de
cores, fazenda de 6/ ; a elles.
Ditos de alpaca, para bomeus, de 12 hasteas a
3300. Superior qualidade.
Ditos de merino, com duas core3 a 4*500. Isto
sim e veuder barato.
Chap6os de sol de seda, inglezes, a 11*000.
Ditos de cabo de marlim, o melbor que tem
vindo ao mercado a 12* c 13*. Venham a elles.
Grande sortimento de camisas francezas, de 32*
a 4,0*. Superior qualidade.
Esguiao de linho e algodao a 4*.
Chapeos de casemira para homem a 3*.
Cortes de crctone bordados a 6*. Sempre cus-
tou 10*.
Cambraia Victor'a, flna, a 3*300, com 8 Ii2 va
ras e transparent 4*.
Loja de Agostinho Ferreira da Silva Leal & C
TACHAS TACHE
BATIDAS FUNDIDAS
Qualidade superior
Syslema novo
Mais barato do qnem em qualquer outra pant
NA
Fundi$o da Aurora
C. STARR & C, EM LIQUIDACAO.
Lazinhas
a 200 rs. o covado.
S6 na rua do Queimado n. 43, junto & loja
da Magnolia.
Cbegucm, venham a ellas II...
Lazinhas de quadrinhos a moda escoceza pa-
dr5es nfuito chiques, propria para vestidos de se-
nhoras e meninas. pelo diminuto preco de 200 rs.
o covado.
So o 43, loja de Guerra & Fernandes.
Dao-se amostras com penhor.
Vende-se portas americanas por todo preco :
na travessa da rua do Imperador, armazem da
Bola Amaiella.
E' barato
Trancas de cabello
hnmano, natural, com nm ivetro do comprimento
a 15* cada uma : so na rua da Imperatriz n. 8
cass de Odilon Daarte IrmSo.
.VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Com-
terclo, por preco modico: a tratar com Taste
Irmag kC_____________________________
Toalhas de linho a 500 rs.
Vende-se toalhas de l'nho pelo barat ssimo preco
de 500 rs. cada ama, e metade de sen valor
a roveitem, que est3o se acabando : na rna Du-
que de Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastos.
Corles de combraia branca, tran?[ar
com enfeites bordados de la a S^OOO.
Dit s todos brancos b rdados a li^juO t
159000.
Ditos muito ricos a SBpfltO.
Bonitas lansinhas para vest!Jus,
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transpanatM e de muita fan-
tasia a 500, GiO e 800 rs.
Cintos de setim dc todas es cores a ~*" Punhos com gollinhas de esguiao j i'li) rs.
S-.dinlias de cores, s*-ndo de listras e la-
vradas, com toque de mcfo a 15000.
Ditas de dita dius sera mofo a 1CCC0 e
2?J000.
Diversas laniinhas para vestidos, de 2*0
at^ 500 rs.
Colchas de fustao braiic3s j ira cam a
25500.
Ditas delito de cCr a (fCQO.
ambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 83O00.
Cortes de cambraia branca coin Jcr.ites
enfeites bordados.de cdr, com Ggarioa a
GJ00O.
Pejas de madapolao com pequtu; tafH
de avana a 4,6500.
Ditas de algodiiosinho nuuto encorpaia,
com leve toque de avaria a 4?$500.
Madapolao enfestado com 12 jar '
perfeito estado a 3^000.
Pecas de madapolao com 20 jxdas n
A-yoCO.
Brim pardo para roupa dc baaaan roe-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 2 J500 e
35000.
Bramante de linho com 10 palnuM d*
lagura, vara a 2(56CO.
Atoalhado com 8 palmos de lar. :r.\. ftM
a 1,5500.
Espartilhos brancos e de cores I i(J a
5,5000,
Cortes de casimira a 4:5 e 5,5000.
Vendem se dous sitios na P&nte de Ccb&a, que
foram do finado Joao Carroll: a mtar a'aai aos
mesmos sitios n. 10, ou na rua dj Vigari: a. 19,
1 andar, succesiores Para preseoies
No Bazar Victoria, a rna do Barao di Victo-
ria n. 2, se encontrara objectos propri? para prt-
sentes.
Bacalhao de INoruega.
Acaba de chegar am pejneno lote de caixaa
deste desejad" bacalhao : no caes da alf n**fa,
armarem de Tasso Irmaos k C.
Nao ialtarao flores
A NOVA ESPERANCA tem em seu jardim ta
mais vicosas e lindas flores, desde o mais siofaio
botao de rosa ate o mais elegante raruo da fljr ie
larangeira.
A 1^ cadaum.
Chapeos. de pal ha a imliaclo de Chile. Em por-
cao se faz differenca cm preco : na rua do Bario
da Victoria n. 44.
Para senhoras.
E' chegado o mais lindo e variado aortiatemo
de chapeos e chapelinas de paliii e aeia, taat>
pretas como da cores, sendo o que pode kaver de
mais elegante.
Quem desejar ve las dirija se a rua da Baric-
da Victoria n. 44.
Engenho Segredo
Vende-se o engenho Segredo, distaado
nma legoa da estacio de Ribeirio, meaala
rente, bem obrado, e com terreno* mmt lar*
Sue safrejava mais de 2,600 pies : a tratar aa ra*
o Encantamento n. 5.
.


ASSEMBLE!
CAMARA DOS DE
Abos.
REFORMA ELEITORAL.
(Conelusio).
A' observagdo tirade 4a terminologia da
constituicdo respondo que uma constituigdo
nSo e uma collecgao de preceitos, a que cle-
va presidir um methodo scientifico, ura
epUome dc direito on que so proeeda por
delinigoes. So' ella em parte neuhuma re-
fuse a -jualificacao do direito politico ao di-
reii:o do voto, ndo sei como a sua termiuolo-
gia possa preslar-se a uma tal conclusao.
Ha um meio, ssnhores, de cortar por es.a
questao de constitucionalidade.
Os que sustentam que a elcigao directs
indepcndo da reforma da constituted.), nao
avaliam talvez a que verdadeiro absurdo
leva a sua doutriua.
tie o voto nao cum direito, mas uma func-
cSo, e por ahi po.le ser subme.tido a novas
condigoes de exercicio sem a reforms consti-
tutional, Sea sondo licito a uma legulatura
ordinaria modifjear por sua base o systema
representative, ate" supprimi-lo.
trinas de Adam Smith. yesse de. manter uma farailia numerosa, nao
' tanto mais natural que os autores da teria rends- Uquida e conseguintemente ca-
constituic5o se inspirassem nas theories de'pacidade political emquanto ontro, vencen-
J. B. Say e A. Smith sobre a renda liquida, [do salario superior, mas tendo menor nu-
quanto o 15 do art. 179, onde se diz quojmero de necessidades A attender, seria dota-
ninguera sera* isento de contribuw para as do com essa oapacidade de que uma certa
despez,.s do estado em proporgao" dos seus escola se mostra tio ciosa.
haveres, e litteralmente copiado
de Adam E como a vossa qualificacSo attingiria es-
Smith, sendo esta a primeira de suas regras tos factos ?
sob re o imposlo.
Ora, eis como Say define a renda li-
quida :
0 nobre deputado pelo Ceard dirigio ao
illustre Sr. ministro do imperio uma per-
gunta a quo S. Exc. me permitted respon
t< Quando cu, emprehendedor de indus-.der:Qual 6" a renda liquida do artista que
trie, Cumpro 5 servifo de um obreiro, nao tern 30$ mensaes de salario ? Queessdo os
conto oseu salario no producto liquido da gastosda produegdo que devem ser dedu-
miuha empreza ; pelo contrario deduzo-o. zidos?
Mas o obreiro conta-o em seu producto J Os quo forem indispensaveis d sua pro-
liquido, e como.estao no mesmo caso todos fissao, respondo, a" compra de matoria pri-
os servicosque concorreram para a forma-'ma, do instrumentos, de tudo isto que e o
gdo do producto, o valor total do todos os capital. Nao 6 aluguel da casa, nao a ali-
productos 6 a mesma cousa que a somma'mentagdo, porquo estas necessidades sdo
dos productos liqui'dos de todos os produc- communs para os que trabalham ; como
tores. ..,.,, para os que n8o trabalham nao sdo'nocessi-
Sei que esta doutnna, amda hoje defen- dades impostas pelo exercicio da prefissdo
dida por escnptores denotas, encontrou um V. Exc. torn visto, Sr. presidente, que a
adversano em Rossi. Mas era a doutnna inconslitucionalidade dessa apregoada refor-
om vogaem 1824, edbemdepresumirque ma naop6de ser posta em duvida (aooia-
Em seu livro sobre o sys'ema represen- nella se inspirassem os autores da constitui-
tativu, que por si s6 lhe houvera grangeado
a miis elovada reputagao, arguminta o Sr.
conselbeiro Alencar :Legishndo sobro as
concedes do voto, v6s poderieis attribui-lo
exel isiveraente a propriedade Hmmovel, e
assim terieis conslituido, sem reformer a
constituigao, uma aristocracia territorial que
nao poderia ser a base do um governo de-
mocratico.
Nao iroporiaria isto auiquilar, por ado
de ii ma legislatura ordinaria, o systema que
nos rego ?
Os defensores da eleigao directa jd nao
insistem, como o nobre deputado por Minas-
Geraes, em despojar o direito do suffragio
do seu csracter e natureza de direito po-
litico.
Reconhecem-no, mas ao mesmo tempo
proctirando estabelecer uma curir.sa distinc-
q3o cntre o direito e suas onviccdes de
exercicio. Assim e que nos disse o illustre
deputado pelo Rio de Janeiro, o Sr. Ferrei-
ra Vienna: 0 que e que vos preoccupa ?
Impo-ta pouco que o voto seja um* funcgao
ou urn direito politico. 0 direito em si Uca
0 mesmo, inatacavel, tal como foi sagrado
pela constitaic&o ; o que ap;uas- quercraos
niodilicar s3o as condiroes do exercicio, e
isto nao demgrida alguma reforma da consti-
tuicao.
lia aqui, senhoros, uma distinccSo subtil,
um aigumtnto engenhoso, o somento isto.
Quern diz condiQoes do exercicio de um di-
reit">. diz modos de ser desso direito ; quern
moditica aquellas, modifica este, altera-o em
sua sibstancia. (Apoiados).
Uma cousa e o modo pelo qual o direito
pode serexercido, outra e a condiQao de ser
desse direito. Quanto eo modo de-exerci-
cio a constituicao deferio A lei ordinaria a
missao de reguta-lo pelo processo eleitoral;
quanto ds condicdes de exercicio, clla as es-
tabeleoeo, o uma lei ordinaria as nao pode-
ria modificar.
Invicou o nobre deputado osdireitos in-
c!ividuaes, como exemplo do que o direito
fica o me.mo, altetando-sc-lhe todavia as
condiroes de exercicio. Mas, senhores, se
as leis ordinarias regulnm o modo pralico
do exercicio dos direilos in lividuacs, nao o
poderhm fazer.alterando os condir40es pre-
estabfdeeidas na constituicao. Como o fa-
riam, pois, a respeito dos direitos politicos?
Talvez porque comccam a Sciiiir-se mal
collocados na questao constitucional, esco-
lhem recentes partidarios da eleigao directa
um outro campo de combato na questao da
renda. Aqui no tcutam cllcs revogar a
Conslitnii;ao, tentam interpreta-Ia, ou, o
c8o. (Apoiados).
A questao actual, senhores, n3o e saber o
que a sciencia onttnde em nosso tempo como
renda liquida, mas o que, por estas pala-
vras, eiiteuderam os autores da constitui-
cao. De outro modo nao seria uma lei de
interpretacao, porem uma lei inteiramente
nova, a quo declarasse a renda liquida como
o excedente da receita sobre a despeza.
Se assim devesse ser entendida a consti-
tuicao, a que resultado cbegariamos? Para
que alguem tenha a renda liquida tal como
a quercm, de 1005 ou de 200??, avaliada
em prata, e preciso qile tenha uma renda
bruta dez ou mais vezes superior dquella
quantia. 0 Sr. conselbeiro Autran, citado
pelo nobre deputado pelo Geard, avalia em
2:000-3 a renda bruta, necessaria para pro-
duzir renda liquida do votante.
Ora, senhores, a conslituigao falla em
renda liquida proveniente de bens, indus-
tria, commnrcio ou empregos. Mas quan-
tos empregos oram remuneiados em 1824
com o vencimento annual de 2:0003 ? Po-
dia ser o pensamento da c mstituic.ao recu-
sar o direito de tomar parte nas assombleas
parocbiaes ds quatro quintas partes, ou tal
vez mais, dos empregados publicos de seu
tempo ? Ouem nao ve que se quer attribtiir
d constituicao um verdadeiro absurdo que a
desbonraria ?
N'do lembrarei que, assim entendida a
renda liquida, os nossos actuaes cidadaos
activos seriam apartados em massa das ur-
nas. 0 que tenho somente em vista e uma
questao do interpretacao.
Esta, senhores, roceba verdadeira luz da
combinacao dos arts. 91, 94 e 9o com o art.
42 da constituicao. A prova de que a consti-
tuig3o cbama renda liquida a todo rendi-
mento, e que do votante exige 100$ de ren-
da liquida, 2003 do eleitor, 4003 do depu-
tado, mas do senador nao exige nenhuma
renda liquida, mas o reudimento annual de
8003.
Ou a constituicao serve-se indifferente-
mente das palavras reudimento e renda li-
quida, ou exige-se mais do votante do que
do senador, porquo exige daquelle 100;? de
renda liquida que, em regra, nao p6depro-
vir do rendimento bruto de 800$.
Uma voz :Istoeirrospondivel.
0 Sr. Gusmao Lobo : E ainda interro-
garei aos que entendem ser a renda liquida
o eicelente da despeza do cada cidadao.
Quanto seria preciso dc renda bruta para
produzir 40?3 de renda liquida exigivel do
deputado, ou 800)5 como e exigivel- do se-
nador ? Pelo calculo, aqui citado, e que
dos), de animo isento a suggest6es de oai-
xao politica.
Ndo condemno de um modo absoluto a
eleicdo directa, antes faco votos para que a
illustrate popular avizinhe o tempo em que
a todo o cidadao se reconhega igual capaci-
dade para intervir na vida publica.
Porem muito mais vale nao tentar uma
reforma do que desacredita-la, fazendo-a an-
tes do tempo.
Vozes :Muito bem I muito bem I
O Sr. Ministro da Justica : Fez um
discurso magistral.
(O orador e felicitado por muitos Srs. de-
putadosj.
SERADO.
que e mais correcto, tentam sophisma-la delnlo e exagerado, seria preciso que o depu-
modo ale grosseiro. -'- *:........--------J- J- o-"---------
um
Renla liquida, dizem, nao e a que resul-
ta do esforgo individual, ou^de quulquer ca-
pital, deduzidos somente os gastos da pro-
daeclo. E' a difl'jrenga entre a receita e
despeza de cada cidadao, o excedente de
suas. necessidades naturaes ; o que se pode-
ria dizer a quantia que cada urn poderia
economisar ou amontoar.
De quantos crgumentos temos visto addu
zidos cm defeza da ambicionada restriccao
do vote, este me parece o mais ousado.
A constituigao, senhores, foi uma obra
de 1824. Dotis annos antes tinha sido pu-
blicadc em 3* edigSo o Tratado de economia
politica de J. B. Say, o propagador das dou-
FOLHETIM
s::;-::;al so diabio set::v;a::2:::
i-
o >'
POR
JoSo Candido.
(Continuagdo do n. 16G.)
XVIII
EM QUE VENUS VENCE JUPITER.
Theodorico havia conta'do por um hor-
: ivel contra tempo cada minuto que se pas-
sava sem que houvesse a reuniao dosgladia-
doresdo destino.
N8o ter visto o Sr. Victor, conlente e
pressuroso, congregar-se a seus amigos, e
dar com estes mais um combate dsorte,
era para elle como se se tivesse sujeitado
de brticos cruzados & vontade do absolto.
Achar-se d'esse modo segregado de um
baralho e uma banca valia para elle o
mesmo que conservar-so inteiro, porque se
nao podia espedagar.
. Sentia-se como que qbrigado a n3o apu-
nhal.n-se.
A's nove horas da noite, depois de haver
pensado at que Arnanda fdratalvez'a causa
de nao poder olle atirar-se de corpo e alma
na bitalha" maldita, procurou ter com
Eduardo.
c Ha occasiSes em que o corag8o sabe
Tcontir tanto, que sorri quando lhe cai uma
lagri'tna de sangue. Raphael me disse
isso uma vez, n'um raomento de falsa ale-
g-ia, u eu ogora vo-lo repito com referencia
a v6s. Estais a longo tempo aqui santado,
olhando fixamente para todas essas mulhe-
tqs que capricham ein fazer da mocidade O
iris do prazer; no entretantoque, em ver-
dsde a nenhuma d'ellas prestais attengao.
Achaivos, pode-se dizer, sozinho no meio
de um exercito. Soffreis algurna cousa ;
nSo e exacto ?
Enganai-vos, Theodorico respondeu
Eduardo com um gesto de desagrado.
tado tivesse uma renda de 8:0003 e o sena-
dor de 16:000$.
Mas quantos dos nossos mambros do par-
lamento podein raostrar um tal renda por
bens, industria, commercio ou empregos ?
Tom-sodito, nesta verdadeira conspir'agao
contra o espirito e a lettra da lei funda-
mental da nossa organisagao politica, que,
ainda admittindo-se -ser a renda liquida. o
valor da producgao com deducgao do seus
gastos, a renda liquida do operario nio.e o
seu salario, tendo elle de manter-se e vestir-
se como condigao de reparar as forcas gas-
tas pelo trabalho.
Esta doutrina levaria ao absurdo. O ope-
rario que, ganhanda na razao de 20, hou-
Como Pois nao estais contrariado
como eu ?
Nao, Theodorico.
Pois ndo vos tem falta o Sr. Vic-
tor ?...
Nao ; jd vos disse.
O diabo que vos comprehenda 1
Mas nao porqua vos seja difficil com-
prehender-me.
Explicai vos.
E' impossivel aqui.
Bra vos 1 EntSo ?..
Entao?. .*
E' cousa importantissima !
Sabereis mais tarde.
Onde ?
lde primeiro, e ma esperai na rua
de...
Ml...
N'esse momento Raphael parou ao pe de
Theodorico.
Vamos ?perguntou a seu irmao.
Oh 1 Tambem ?
E' tempo respondeu Raphael O
Sr. Victor acaba de mandar dizer por sua
senhora que acha-so doente, e que por isso
pede permiss8o para recolher-se.
Inferno Ibramio Theodorico surda-
mente.Armanda I...
Pois bem disse para Raphael:
Eu ainda fico.
* Adeus.
E Raphael, despedindo-se de Eduardo,
retirou-se.
Ide ?perguntou Eduardo reatando
o fio da converse interrompida.
Era a terceira vez que Theodorico ultra-
passava os limites de sua habitual impassi-
bilidade.
D'essa vez motivara a sua colerazinha o
dinheiro, pelo qual empenhou o annel de
Martha. Como quo estrangulava-lho as en-
trants. Tinha-o deitado no bolso, para
faze-lo voar em busca de um milbao, (elle
o desejare I) e o maldito fdra condemnado
a cair como uma pedra n'um abysmo. Fi-
cer immovel entre os dous forros de setim
de seu collete era o mesmo que ter aquolla
sorte.
Para vingar-se de quern quer que era
que tanto o tortu-ava, em rosposW a Eduar-
do, proferio :
DISCURSO PROiNUNCIADO NO ULTJ.tfO D1A DA
DISCUSSAO DA RESPOSTA A FALLA DO
TURO.NO.
O Sr. Visconde deSouza Fran-
co:Nao teniio tornado a palavra 3obre a
resposta d falia- do throne, eu ndo a toma-
ria hoje, se ndo fosse indispensavel contes-
tar alguns dos argumentos, principalraente
os que, com apparencia juridica, o nobre
senador por Minas &eraes houtem apreaen-
tou contra o julgamento dos bispos e em
desabono do supremo tribunal de justiga do
imperio.
Se podesse passar eomo verrlade o que o
nobre senador disse, o Brasil com um su-
premo tribunal de justiga, qual elie o figu-
re, era a nagao mais lastimavel do- mundo.
(Apoiados.)
Senhores, umas das- garantias da paz e
progressos do qualquer paiz 6 a sua magis-
tratura ; e o- tribunal supremo do justiga
que com seus julgamentos firma a- regula-
ridade dos processos e os-direitos e- execu-
gao das leis.
Um paiz de que se podesse dizer que o
sen supremo tribunal do justiga julga sem
lei ousem respeito a eiFas; julga sem pro-
cesso antoriorraente marcado; julga por im-
posigao, ou segundo apraz ao poder; que
se sabe de antemao os seus julgamentos pe-
la vontade manifostada daquelle; que nao
tem emfun neuhum respeito ds formulas,
esta pa;z deviaser evitadopor todos os ha-
bitantes domundo.
Ha, porlanto, obrigo^Se restrictade mos-
trarmos dquelles que amara seu paiz e de-
sejam seus creditos e prosperidade que o
supremo tribunal de justica no julgamento
que proferio sobe o bispo do Olinda e que
estd em vias^ de proferir sobre o- do Para,
funda-se na constituigao e nas leis.
P6de elle errar alguiaas vezes, porque o
erro. e partilha da natureza humans ; deplo-
remos taos engaoos ; porem ascensuras nes-
ses casos dovem ser antes a exphcagdo das
razoes juridicas por que houve erroe sem-
pre na convicgao de que os provectos ma
gistrados procuravam a verdade e deseja-
riara tel-a descoberto, ficando ncs ate agra-
decidos, porque lh'a indicamos.
Mas sem duvida alguma ninguem tem o-
direito do attribuir os erros do julgamento
d md fe, subserviencia e proposito, sem que
desde logo apresente provas incontestaveis.
Apoiados.)
Comegarei por esta proposig8o do nobre
senador; O supremo tribunal nao e com-
petente para julgar os bispos.
O' Sr. Msndes de AtiiEin v : Seculares
civis.
O Sr. Visoo.nde de 3ouza Franco:Lo-
go uma nova lei podia incluir os bispos
^como cidadaos e como funccionarios publi-
co5 no numero daquelies quo dovessem ser
julgados polo supremo tribunal de justiga ;
a-constituigao nao limita sue acc.ao legislati-
ve aos seculares ou leigos, isentado della 05
ecclesiasticos.
O Sr. Silveira Lobo :Nao apoiado.
O Sr. Mendes db Almeida:E' cousa
muito differente.
O Sr. Visconde de.Souza Franco : Ain-
da mais: desde que a lei estd promulgada
por aquelles quo teem o direito da legislar
interpretando a constituigao, essa lei deve
ser obedecida mesmo pelo supremo tribunal
que nao tem entre n6s o direiio do declarar
nulla uma lei.
Esse principio anarchico I de que ou tra-
terei depois) que nenhuma loi, neuhum. di-
reito constituido prcvalece contra ura sup-
Nao I
Zombais, Theodorico ? Refiecti bem I
Vou, Eduardo ; espero-vos Mas ju-
ro-vos em como estou desesperado 1
E com pouco retirou-se.
Eduardo havia precisado ficar s<5. De-
pois, quando se reencontrasse com Theo-
dorico, e esto lhe inquirisse pela supposta
explicagao, dir-lhe-hia talvez que havia ape-
nas gracejado, e o irmao de Raphael ficaria
satisfeito.
Assim que o vio descer, levantou-se, di-
rigio-se djanclla, e s6 depois que a densa
sombra da noite occultou de todo o vulto de
Theodorico, foi que reparou para uma se-
nhora, que tambem pare alii havia ido.
Era Armanda.
Minha senhoraproferio elle pfesen-
ciando o choque que a-sua presenga produ-
zio na filha de D. Helena. Que ospecie
de odio e esse que lhe inspiro, eu que a
amo, que a amo tanto, para que merega de
sua parte esse constante tratamento glacial,
esse constante acto de repulse, com que
sempre me recebo ?
Armanda ficou immofel, de cebega baixe,
pallida e afflicta.
Quo culpa tenho eu de ama-la tanto,
quando, como a senhora, como Theodorico,
e como o mundo todo, eu tenho tambem
um corag&o, e n'ello o so. timento profun-
do do amor ?...
Deixai-me, senhor I Permitti que eu me
retire.
Deixa-la-hei, sim, minha senhora.
Mas, attenda-me primeiro por mais um so
instante. Eu nao posso continuar a solTrer
a enorme iufelicidade de ve-Ia recuar sem-
pre de mim, como de um espectro que lhe
confunde e lhe aterra. Diga-me porque
essim me deteste ; porque recusa unir o
seu destino ao meu ; porque n?>o fez-me tao
feliz e tao ditoso, como aquelle cujo amor
tece uma corda de espinhos para o seu ?...
Oh 1 senhor I Nao queirais que eu
seja tao imb:cil e grosseira para com um
amigo de meu pai, fugindo de vossa presen-
ga. Consenti que me retire.
Meis um momento s6 ; depois pode
fugir de mim para sempre. Eu terei resig-
nagao pere ve-le como e vejo, ema la co-
mo, a amo sem que um benigno olhar seu
A lei de 18 de agosta de 1851, disse ain-
da onobre senador, < uma lei nulla, por-
que a constituigao tinha designado expres-
samente quaes os funccionarios publicos
quo teem juizo privilegiado perante o su-
promo tribunal de justiga (art 161 e aes-
tes nao estdo incluidos os bispos. Eu res-
ponderei que deste mesmo art. lrji se con-
clue que foi estabelecido um fdro privile-
giado para certos funccionarios publicos;
porem que outras disposigdes da constitui-
gao autorisam as logislaturas ordinarias pa-
ra accressentar d esta lista outros funcciona-
rios publicos.
Oi 16 e 17 do art 179 foram cs quo
autorisaram a promulgagao da lei de 18 do
agosto de 1851.
Diz o 16 ; Ficam aboli los tocios os
privilegios que nao forom julgados essen-
ciaes, inteiramente ligados aos cargoi por
utilidado publica.
Quem 6 que julga quies sao os privile-
gios essonciaes, e inteiramente ligedos aos
cergos ?
Quem julga a utilidade publica ?
A assembles goral, e se lhe nao fosse
deixada osta attribuigao, so limitaria o para-
grapho da constituigao d disposiglo prohibi-
liva dos privilegijs.
A constituigao, tendo julgalo que os car
gos de ministros de estado, do supremo tri-
b-inal, de presidente de prorincia, de des-
embargador e do diplomats, eram os que
deviam ter privilegio de f6ro, deixou d -s-
semblea geral o direito de accressentar ou-
tros funccionarios creados ou que uo future
fossem creados polo poder legislatiro.
0 Sr. Silveira Lobo: Ndo a'poiado.
O Sr. Visconde de Souza Franco ;Nao
serdo nobre o nobre senador quem nos ve-
nba dizer que a classo dos bispos nao estd
em circumstanciasiguaesd dos desembarga-
dores, diplomatas, etc., para teremigual pri
vilegio de fdro.
O Ss. Mendes de Almeida : Nao sao
funccionarios civis.
O Sr. Silveira Loso-iV. que o fos-
sem.
O Sr. Visconde deSouza Franco :Sdo
ou n3o cidaddos brasileiros? Tanto basta para
quese lbes podesse dar foro privilegiado
bos crimes communs, e se lh'os deu fi'",an-
do elles sujertos ao julgamento do supremo
tribunal.
Se o nobre senador nfiu tem os bispos
como funccionarios, o crime em julgamen-
to e commum e competento o supremo tri-
bunal-.
O- Siiv Silveira Lobo :E* quanto bes-
ts.
0 S*. Visconde: de Souza-Franco :A
respeito-uos cidadaos em geral nao negarao
os nobressenadores-que a assembles geral
tenha o direito de legislar.
E pois ndo se lhes- pode negar o direito Je
os incluir nesta ou naquella cl isse, para ter
esta ou aquella forma de julgamento e cate-
gorie de juizo.
0 17 do art. lT&diz: A' excepcao
das causas que por sua natureza pertoncem-
a- juizos particulares, ria conformidada das
leis, n3o haverd fdro privilegio, nem com-
missoes especiaes nas causas civets ou cri-
mes. Se,. pois, ha causas crimes, que
pelas leis podem ter fdro privilegiado e jui-
zos perticulares, como negar que^ na con-
formidede das leis e por meio d'i uma nova
lei, sjsfipiteuma classe de cidadaos brasi-
leiros, ou funccionarios publicos^ ao juizo
do supremo tribunal de justiga do impe-
rio ?
posto direito divino, deve ser repellilo por
todos os brasileiros.
O Sr. Silveira Lobo:Ndo contra odi-
reito constituido: nSo dosloauo a ques-
tao.
OSr. Visconde de Souza Franco:Eu
hei do demoostrar que o maior dos ab-
surdos esse supposto direito divino.
0 Sr. Jobiji : Apoiado.
0 Sr. Silveira Lobo : Do direito cons-
titucional, naofallei em direito divino.
compense meu amor e meu martyrio, Que
tenho mais do atirar-me ds suas plantas
para supplicar-lhe o coragdo, se o feliz 6
Theodorico I... Ah 1 O meu quinhaoahi
de gozo e felicidade so pode ser libado em
seu calix de amargura. Mas am nao qui-
zera bem nenhum que revertosse de seu mal.
Oh I ndo, nao I
Senhor I
Perdoe-mn I Porem creia que eu
n3o busco s6 obtor sua affoigao ; antes cui-
do mais em seu future e em seu destino.
Nao estremeca a cada palavra que profiro ;
n3o incline essa fronte bella como as (lores ;
ouga-me tranquilla. Eu sei que a cada
qual assiste o direito de amar a este ou
aquelle ente, segundo a alma exige. Mas,
por esse facto de absolute liberdade, n3o
estamos isentos de ser victima de n6s mos-
mos. Ah 1 Quantas vezes a mulher com-
promette a sua vida inteira, espousando o
homem que ella ama I E quantas vezes
aquelle, que por venture ficou esquecido ;
aquelle que por ecaso mereceu o desprezo
ea ingratidao, nSo era ounico capaz de
assegurar a ella dias ditqsosno porvir I...
Ah I Senhor I Mas que quereis com
isso dizer? Apressai-vos... apressei-vos I..
Eduardo como que fez ura esforgo sobre-
huraano :
E' que podeis aceitar a rainha mao,
Armanda 1... Amai-me, amai-me I
Armande estremeceu e leventou e fronte.
Nunce 1
Theodorico perde-vos, senhora ; Theo
dorico 6 ura jogador I...
Amo-o 1
V6de bem, senhora I...
Amo-o 1
Um pensamento hortoroso atravessou
pelo cerebro do mo go desleal.
i- Pois bem I proferio elle.
E como que escostando a bocca n'um
canto medonho do mundo, exclamou sur-
da e miseravelmente :
Defende-te, Theodorico !
XIX
NOBREZA.
Vis instrumentos de Eduardo Mario, tres
d'aquelles homens que estiveram na espe-
lunca de Febronio, na noite em que Theo-
dorico foi victima de uma infamo traigao,
0 Sr. Presidente:Attengao.
0 Sr. Figpuia ok Mello:0 direito
constitucional ndo p6de corromper o natu
til.
OSr. Visconde de Souza Franco :"Es-
tou a espera que cessem os apartes para
continuar. *
0 Sr. Presidente:Pe.go que ndo se in-
terrompa o orador.
"0 Sr. Visconde de Souza Franco :A*
lei de 18 de agosto de 1831, que o legisla-
dor promulgou na plenitude de seu direito,
ninguem tem o direito de desobedecer,
o menos o direito que se arrogou o bisp > do
Pard de a declarar nulla e sera vigor. Co-
mo lei que fi, deve ser obedecida, eo supre-
mo tribunal mdo podia fazer outra cousa se-
ndo obedecer-lhe a cumpri-la.
0 Sr. Silveira Lobo : Apoiado.
0 Sr. Visconde de Souza Franco: Esse
venerando tribunal, e tenho muito prazeT
em cbama lo venerando, (em falta do ter-
mo mais expresslvo, que ndo me occorre
agora) ; tribunal venerando sobre o qual
nera um processo pesa e nem sobre quel-
quer do seus membros.
Se algum processo decidido em sentido
-contrario a qualquer de seus membros o ti
vesse julgardo criminoso, impor me hia o
dever de ndo reconhecer a venerabilidade,
quo ate agora enten Jo que devo reconhecer-
Ihe, ao mesmo tempo que a nao adraitto nos
conderanaJos por sentenga e, pois, crimi-
nosos.
Vamos adiante.
0 nobre senador disse qoe o supremo
tribunal fez miis do que executer uma lei,
que elle diz quo 6 inticonstitucional, e por-
tanto, nulla. Eu nao reconbego no no-
bre sena tor direito para declarar que uma
lei e anticonstitucional e nulla.
0 Sr. Silveira Lobo .- Da decretar, n3o;
raa3 de dizer tudo.
0*Sr. Presidente : Attengao.
GSr. Silveira Lobo :Nao darei1 mais
apartes.
C Sr. Visconse de Solta Franco sEu
explico as m in has palavras : De dizer corn
eflicacia, de dizer para ser obedecido,. de
dizer para ser attendidopelo supremo tribu-
nal do justiga. P6de dize-fo-,. porque di-
reito do orar o tem o nobre senador e ndo
se p6te-irapeJir a critica e censura, pois
que seria impedir a descoberta da vordade.
E' depois de errar, e muitas vezes, que che
gamos ao conhecimento de muitas verdados
por novos esforgos proprios, ou corregidos
por outros. 0 senado nao i lugar proprio
para ensaio de censuras.
0 nobre senador dissa que n ndo s6 orrou
o supremo tribunal executando a lei de
1851, mas julgando- os bispos sem lei de
processo-, porquo nao ha processo marcado
por lei para julgamento dos arcebispos e
bispos. >
O.Sr. Silveira Lobo :Apoiado.
0 Sn. Visconde de Souza ammo :Vji-
ganou-sc- o nobro senador. Em boa forrte
achou o supremo tribunal de justiga, lhe
direi eu, base para o ju'gameato dos bispos
de 'Olinda e do Pard>; essa fonte e a lei de
sua craaCjao o organisagao : a-lei de 18 dc
setembro de 1828-. (Apoiados.) E' sua
obrigagao obedecer as leis, e a lei de 18 de
setembro estaboleceu o processo com todas^
as suas formulas.
Sr. presidente, V. Exc. me rnande a lei
de 1828. Queroler ao nobre senador os
artigos respectivos a esta questao.
0 Sr. Silveira Lobo :Ja a li muitas
vezes.
0 Sr. Visconde de Souza Franco :
Quero avivar-lhe a mexoria.
0 Sr. Silveira Lobo :Nesta lei nao es-
tao comprehendidos os bispos.
0 Sr. Visconde de Souza. c'ranco :So-
gundo o aparte do nobre senador, seria
preciso que, para cada classe de emprega-
dos, que fosse creada, se dissesse os artigos
taes.do codigo criminal applicam-se tambem
a esta classe ou empregado singular.^ Far-
se-hiam como que uovos codigos criminaes
para cada creagao de eraprega los. .
erara membros d'essa massa popular que
tudo ignora, que tudo desconhece ate a
propria escuridao em que vive submersa,
e do que muitas e muitas vezes os civilisa-
dos fazem presa de ignobeis caprichos.
Eduardo Mario, nao satisfeito com pre-
parar o irmao de Raphael para o completo
aruquilameuto moral de sua vida, queria
ainda ve-lo mais nltrajado em presenga
mesmo das pessoas que o amavam. Este
era um dos meios poderosos de que elle
langava mdo para ferir de morte o adver-
sario. Por isso, bem de proposito, levou
aquellas tristes scenas da casa de jogo ao
ponto de Theodorico retirar-se, tal como o
vimos, perseguido por uma tempestade de
maldigoes e juramentos de vinganga.
Depois que se apartou do irmao de Ra-
phael, n'aquella fatal noite, esperou n'um
ponto dado os tres individuos de quem nos
occupamos, e logo que os encontrou, fal-
lou-lhes d'este modo :
Haveis ate agora correspondido fiel-
raente d minha espectativa, meus amigos.
Faz-se, porom, preciso que me presteis no-
vosservigos. Felizmente tenho ainde com
remunerar-vos, e com duas mdos, sa fordes
tao bem da segunda como da primeira vez.
Ouvi. Amanhd, por volta de nove horas
da noita, estareis no arrabalde de... nas ira
mediegdes da rua de...-Theodorico ha de se
acharld, em cesado rico commerciante Vic-
tor da Cruz. V6s o conheceis ?
Sim. Mas ndo habita essa lugar.
Vai hoje pare elle, que me disse.
Bem.
Sim, bem. Eu farei por ndo me re-
tirar acompanhado por Theodorico ; pois
tambem estarei n'essa noite em case do Sr.
Victor. Quando elle sair, sob pretexto de
vos achardes offendidos, e quererdes tirar
uma desforra, agredireis meu inimigo, e
de modo que provoque alvorogo e attengao ;
mas nao tambem a ponto de compromelter-
vos seriamehte. Basta um insulto para a
face, e uma ameaga para o peito. Tomai
um de v6s o meu punhal. Theodorico 4
cobarde, eu vo-lo asseguro. Para um com-
pleto triumpho meu e vosso, nao e precisa
a coragetn de um guerreiro e a forga de
um gigante. Pouco depois en estarei cora-
vosco. Estais ontendidos?
0 Sr. Silveira Loao :0 qua V. Exc
diz, nao precede.
0 Sr. Figueha de Mello :Queriaaos
que se seguisse a ratpeito dos bispos e me-
mo que se sfcgue a respeito do prtrnaw le-
gal dos senadores.
0 Sr. Visconde de Souza Franco :Sio
os arts. 5 e 20 e seguiotes da lei da 13
de setembro do 1828, os qua raarcam a
competencia do tribunal supremo de justica
e a fdrma do processo da todos os emprega-
dos, que teem de ser julgados perante elle.
Diz o art. 5. (lendo) : Ao tribunal
compete: 2.' Conhecar dos delictos a
erros do officio que comraetterom seus ai-
nistros, os das rclagdes, os empregados no
corpo diplomatico, e os presidentes das pro-
vincias. > Com esta disposieio a do art.
164 da cniislituigdo tornou-se pratica, e por
meio de lei regulado o julgamento dos delic-
tos (crimescomrauns) a dos erros de officio
(crimes de responsabilidade) dos empregados
privilogiados, em cuja classe, outra lei regu
la men tar du 18 de agosto de 1851 comprehen-
deu os bispos. (Apoiados )
Art 20. Quindo o supremo tribunal
couhecer dos delictos e erros de officio, cu-
jo couhecimeuto lhe confere e coostituigio,
o ministro, e quem tocar por distribuicio.
ordenard o processo, fazendo autoar pelo
secretario as p^gas instructivas; e procedeo-
do ds dilligeiK;ias necessaries o apresenU-
rd d mesa, onde por sorte se escoiberdo tres
min.slros, os quaes depois de instruiios do
processo c tendo ouvido o in liciaJo, o pro-
uuncirdo ou nao, segundo a prove*
Os arts. 21 a 2'J marram o an 1j men to do
processo ate final sen tonga. Como, pois.
p6 le s'l.stent.ir o nobre senalor que rjio ba
processo legal para o julgamento do* en
pregsdos privdegiados, incluidos os bispos,
quando os artigos transcriptos marcara o
processo dos mesmos e os cita los sao sxpfi-
citos sobre todo seu andamenlo ?
E' certo que em ju gamento que lhe com-
pete em virtude du art. 17 da onstituigao, o
senodo ndo se servio de lei de 13 de outu-
bro de 1827 : a razao 6 porque o art: SO
desta lei diz : Para julgar estes crimes
o senado se converte em tribune! de justi-
ga, Estes crimes da lei de 15- de ojlobro
sao do responsabilidade, e para seu julga-
mento c que ella marcou processo. O pro-
cesso da lei de 22 de setembro* de 1828
e, porem, para crimes in Jiviluaes (delictos;
e de respjnsabilidnde (erros de officio), e
ndo podia suscitar-se igual duvide. P6 le
duvidar-se que prooesso para crin es de res-
ponsibilidade sirvam para crimes comoMins ;
porem nao pole sustentar-se qus o% raarca-
dos para uns funccionarios ou individuos
com foro privilegiado, deixem de ser appli-
caveis a funccionarios, que entrain por lei
para a classe dos pn/ilegiados para que o
processo e fixado. Apoiados.)
Sendo cssim, para que era necessario
que nova lei de processo se fuesse, ou mes-
mo lei para declarar somente que tambem
os bispos ficavam incluidos no nuraero da
quelles que teem de ser julgados pelo pro-
cesso especial que ao supremo tribunal de
justiga esta marcado para os indiciados cri-
miaosos quo julga f Por ventura nio fi-
cam os bispos pelo facto do serem inclai
dos- no numero dos in liciados que o tribunal
julga, tambam comprehendidos no mesmo
processo determinedo pera todos os outros *
Quo razao pode ter o nobre senador para
dizer o contrario 1 Mereciam maior favor
os bispos ? Nao. Eu creio que files aio
terio tal pretengdo.
O Sr. Mf.:*des de Almeida :Llles- re-
nonciain ao favor.
O Sr. Visconde di Souza Franco :As
mesraas garantias que- ba para os desembar-
gadores, para os membros do supremo tri-
bunal, para os diplomatas e para os presi-
dentes de provincia, parecem bastautes para
os bispos, e lhes foram dadas. E' certo que
a constituigao ndo os incluio nesta classe
superior.
O Sr. Silveira Lotto:Ainda bem.
O Sr. (Mowes de Almeida :Nem em
nenhuma classe, porque nunca fallou em
empregados religiosos.
0 Sr. Vieira daSilva :E' uma casta.
O Sr. Visconde de.Souza Franco :Lo-
go, a conclusao & a opposta i do nobre se-
nador. Quando do individuos ou classes
nao se faz especial mengao, fica entendi 1.
que elles estdo comprehen lidos nas classe-.
ado especificadas, no geral dos individuos
[Contiuuar-se-ha.)
Estamos. Mas dizei-nos obserrou
um dos homens : Se n'essa occasido for-
raos pilhados polos agentes da policia *
Eu vos defonderei.
E como ?
Sabejs o que e o dinheiro ?
Os tres homens riram-se ; isto e, as tret
raachinas moveram se.
Pois simdisse um d'ellesFicamos
ds vossas or lens. '
Eduardo tirou do bolso seis moedas, e
dando duas a cada um, como quo fox ver
aos pobres desgragados que a alma d>l!es
pertencia ao abysmo.
D'esse modo tinha fica lo tudo eombinado
contra o desventurado irmdo de Raphael.
No dia seguinte, A bora eprasada, os tres
sujeitos esperavem que chegasse o momento
da aggressao.
Porem, quando mais pensaram represaa
tar sem estorvo a tragedia de Eduardo, al-
guem os surprendeu :
Homens, monstros que podeis ser in-
nocentes ; criminosos que podeis ser per-
doadosque fazeis aqui e com que fim ?
Que tendes com isso, e quem sois para
fazer-nos taos perguntas ?
Ah I Conhego !...acudio ura dos tres
rebeldes, aproximendo o sea do rosto do
desconhecido E' nm dos mogos que esti-
veram hontera oomnosco...
E' sim I
Tambern ?...
Que quererd ?
Onvi, bandidos, serpentes que" mor-
deis o proprio seio Icontinuou Fernando,
pois assim chamaremos ao desconhecido
Ku vim annunciar-vos uma cousa. Aaa-
nha ire is to los morrer n'um patibulo !
Trernei I
Estais doudo, homem!perguntou um
dos facinoras, tremendo de admiraglo.
Quereis repetir hoje os palavroes que
hontem nos dissestos ?
Mas tudo sem injuria para nos, olhai
bem !ajuntou um outro.
(Coniinuar-se-ha.)
NVf.UO IVAliiO. lYvk UL'aiS uli CAX.*a
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