Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19345


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Full Text
AiWO L. M1MER0 iOO
*i5j

PARA A CAPITAL E LIG1RKS OHWK NiO SEPACA PORTE.
Por tres mazes adiantados...............;A 69000
Por wiaditos idea..................12^000
aU namtro avulso.................
I
SEXTA FEIM 24 DE JUUIO DE 1874
PAH A DKVTROE FOB A DA PBOVIliCIA.
Por tres neies adiantados............... )?*
Por geJs djtoa idem .,..,. ............ llgt-0
. Por uove Olios MM................ mxPMO
For am anno idem...............- ST9OM
PR0PRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA FILHOS.
: '
. 1
Ita in. Gerardo Afltonio AJrea A Filhos, no Hri; Gon$alTe 4 Pinto, no Maranhao; Joaqoim Jooe de OliTeira 4 FUho, no Ceari; AntdnJo de Loams Braga, no Aracaty ; Jolo M/ia Jolio Chares, no Assd; Antonio Marque* da Silfa. Natal ; Jose Justiao
Pereira i'Almeida, em Mamangaape ; Carlos Auxenoio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jos4 Gomes, na Villa da Peaha; Be'armino dos Santos Bulcao, em Santo Antlo ; Domingos Jose da Costa Braga, em Haxarethj
Autonio Ferreirt de Aguiar.em Gojanna; Jolo Antonio Machaeo, noPilarduAlagiitPt Aires dk C.na Bahia; 6 A. Xavier Leitu & C. no Rio Janeiro-
reSI8TC5A0 P0HJLAH
s
Medicinn ni<**tic L
r

CAP1TCI.0 V
Knveoenamento pelo arseuieo. 0 melhor raoio
de t-atar o envenenamento pelo arseaico, con9is-
te i'Ti fazer beber muitos copos de .1211:1 com as-
sucar, de agua f ia ou uturaa, do decoccio de raiz
d> a'.ibea. P6Je-S8 tainbem dar a beber algous
copos de urn 1 raistura em paries iguaes da agua
de'cal e de agua com assucar. Quando se teoha
consaguido acalmar os principaes accidentes, tra
ta-se 0 doente como fica dilo.
Se pelo contrario as dores do ventre sio muito
fortes, eque 0 doente sente movimentos convulsi-
vos, indicam se assangoesugas, a sangria. em uma
paiavra, pralica-se tudo quando esta exposlo do
paragrapho terceiro.
Envenenamento pelo subliiualo corroiivo.
Quando m in tividuo for eoveaenado pelo subli-
made corrosivo, dissolver;e-hao doze claras de
ovo em duas garrafas de "agua fria, e dar-se-lhe-
lia urn copo des a bebida da dons minutes, alim
de favorecer 0 vomito. Esta rejooliecido que a
elara de ovo desfeita em agua fria, 0 0 melhor
contraveneno do sublinia do. N caso de que se nao
possa obter, deve dar-sc em abundancia leite des-
temperado com agua, agua com assucar e mesrao
agufis simples. Administrados estes primeiros soc-
<;orro cuidar-se ha do doente como foi indicado
no tratamento dos envenenamentos em geral, sob
0 segundo caso.
Eavenenamento pelj verdete e pelo* oulros saes
de cobre.Amesraa b-biJa 'deeompoe as prepa-
racoes de cobre. 0 Iratamento e absolutameote
igual ao do envenenamento pelo subliraado cor-
rosive
Eavenenamento pelo emetico.Esta subslancia
raras vezes detenniaa 0 envenenamento, por isso
tiae provoca facilmente 0 vomito.
St- aqnelles se derem em abundancia e que a
ausencia de dores vivas e de movimentos convul-
aivos annuncie que pouco veneno resta no esto-
mago, basta admrarslrar se agua morna. Se nao
l] i,' ,1 vomitos, recorre-se immediatamente a titil-
laeio da campainha depois de sa ter dado a beber
agua morna em abundancia.
No caso de que se nao raamfestem os vomitos,
fazera-se ferver em dous litros de agua, duraute
dez" minotos,quatro on cinco nozes de gallia pi-
zadas,ou uma onea de quina era pd. 0 opio
cenvem quando as dores e os vomitos persistem ;
da-s! entao um grao de extracto, dissolvido em
um :opo de agua com assucar, e repetese tres
veze; 0 medicaniento, com um quarto do bora de
intervallo se os aceidenles nao acalmaram.
Envenenamento pelos acidos. A magnesia cal
cinacla e 0 melhor contraveneno dos acidos. E'
preciso, piis, sem perda de tempo ministrar ao
doente, agua em obuudancia, na qual se tera dis
solvido uma onca do magnesia p >r litro. Da-se
um copo deste liquido de dous em dous minutos,
afim de facilitar o vomito.
Emquaato se nao applrca a magnesia, dio-se a
beber tnoitos eopoa de uma decoccio de senente
de liaho ou a MM de raagnezia," adminislra-se
moia onfa de sabio dissolvido em um litro de agua.
Para 0 resto, pratica-?e 0 que lica menoionado no
jiaragrapho terceiro.
Ervenenamento pel is alcalis con'.entradoj (po-
tassa, soda, etc 1-Nos envenenamentos desto ge-
'nero. deve haver press 1 em administrarem-se logo
tnnitis copos de gua acidulada, preparada dei-
tand) duas colheres-de sopa, de vinagre ou de
sumo de limao, emum ;opo de agua. Se os ac-
cidental se nao dissipam, recorre-se as bebidas
dulc Hcantes, as fomentaroes emolieutes, e as san-
guesagas.
Enveaenamento pelas preparacoes de chumbo
O ge^so e agui de nocos saoo? mehores contra-
venenos dos sae3 le cliumbo, acompanhados de
agua com assucar.
"Eavenenamento pelas substancias narcoticas, e
1- ialmenio pel) opio e a morphina. Em pri-
meiro Idgar c prec so dtfsembarai;ar 0 estomago.
Comcca-se, por ministrar quatro o cinco graos
de emetico dissolvidos n'um copo de agua ; se no
fim de um quarto de hora nao tem lugar 0 vo-
mito, prescrevein-se vinte e quatro graos de sul-
phato de zinco (caparosa braoea) que se dissolve
igualmeote n'um copo de agua, e que se d;i por
dctas vezes, com um quarto de hora de intervallo,
se a primeira pocao nao promoveu 0 vomito. Fi-
nalmente, se estes radios nio produzera bom re
aultaJo, fazem-se tomar tres ou quatro graos de
aulphato de cobre, dissolvidos n'um copo de agua.
Nao e deve facilitar 0 vomito com grande abun-
dant a de agua.
Suppondo que 0 doente tenha vomitado 0 que
tinha no estomago, administrar-se-ha de cinco em
ciocc minutos, e alteroartivamente, uma caavena
de ajjua acidulada com vinagre, sumo de limao ou
creiror tartaro, e uma chavena de infusao de cafe,
r.rep'arada deitanJo um litro (le agua a ferver so-
Lre oito oncas de cafe e tomando 0 lijuiio dez
minutos deppis.
Procura-se dissipar 0 entorpecimento esfregan-
do 0:. bracos e as pernas do doente cim uma es-
cova ou um bocado de la. Quando 0 entorpeci-
mento e extremo, que a doenca pare:e um ataque
de apoplexia, recorre-se a sangria e a applicant)
Oh' saqguesugas.
Se 0 Veneno teve lugar pela applicacio do nar-
COtic< sobre feridas, longe de se peider tempo,
proonvendo vomiio, deve fazer-se uso immediata
monf- do cafe e dos acidos.
Envenenamento pelo acido prussico.Lo?o que
a pessoa foi envenenadi, convem fate-la vomitar,
como fica dito no artigo do envenenamento pelo
opio ; depois adrainistra-se a infusao "de cafe, e fa-
zam se tomar detresa quatro colheres de oleo de
there hentina, de raeia era mcia hora, na infusao
de cafe.
PARTEOTFICIAL
Governo da provincia.
r lU'EDIENTB DO D!A 11 DE MARCO DE 1871.
2." secrfio.
At to :
0 oresidenta da pnvincia, em face do disposto
DO art if do decreto n. 1293, de 16 de dezembro
de 11574, combinado com o decreto n. 817 de 30
do a.rosto de 1831, e officio do juiz municipal e de
orph ios. do tenno da Madre de Deus, datado de 4
do ccrrente, resolve nomear o alferes Jose Gomes
Scares de Almeida para o exercer o cargo de ta
betliao do publico, judicial e notas. escrivao de'or-
phaos e mais annexos daquelle terrao, era quanto
durar o impedlmento do actual sjrventuario, Ma-
thias Soares de Almeida.
OOicios:
Ao procurador da coroa, soberania e fazenda
nacional. Inclnsos remetto a V. Exc. os tres
auto i de medicao e de marcacio de pesse de Jose
Leandro da 8ilva.de Vicente Perreira de Castro e
Jose Marques de Lima, para que V. Exc. os exa-
mine de conformidade com a legislacao em vigor,
e de sobre elles o seu parecer.
Ao comraandante do corpo de policia. Pode
Vmc. engajar no corpo sob o seu commando os
paisanos Ursino Pedro de Lima. Antonio Jose Go-
mes dos Santos,- Domingos Francisco de Assis e
Carbs Jolo Ferreira Lucas, como solicita em eu
offlc.o de hontem datado, s.>b n. 116.
--------------------------------------------,------------------1-------------
'i.* setfflo:
Ao inspector da the ouraria de fazenda.
Maude V. S. pagar ao teaente Antonio Joso de
Souza e Silva a quantia de 7iS10, con^tante do
recibo junto em duplicata, proveniente do forne
cintento de luz agua ao destacamento de llam-
be, duaante o mez de fevereiro ultimo, conforrne
solicita o Dr. etiefe d) policia einofflcio de 10 do
corrente, sob n. 3ot).
Ao mesmo.Conforrne solicita o Dr. chefe
de policia em ofllcio de 6 do corrente, sob n. 32S,
autoriso V. S. a. inandar pagar ao delegado do
termo de Floresta ou ao seu procurador, a impor-
tancia de 2J300, constante da conta junta em du-
plicata, despendida com o recruta Joao Francisco
Damiao, remettido em 27 d Janeiro dosta anno,
pelo mesmo delegado, para o servijo so ttxercito,
e apresentado ao brigadeiro comraandante das ar-
mai om ofllcio de 27 de tevereiro ultimo.
Ao mesmo. Maude V. S. entregar ao por-
teiro da secretaria desla presidencia, Antonio Fran-
cisco das Neves, os depositor em dinheiro exis
tenles nos cufres dessa thesouraria, com applicacao
a constrnccio do asylo da alienalos.Igual a
thesourana provincial.
Ao mesrao. Ao padre Joao Baptista Soares,
vigario collado da freguezia de S. Miguel, de Bar-
reiros, mande V. S pagar a congrua relativa ao
tempo decorrido do l. de outubro doaono passa-
do ao ultimo de fevereiro do correnta, visto como
do incluso altestado se evidencia haver elle cum
prido com os seus deveres na respective matriz.
Ao iiiesmo. Commuoico a V. S, para os
devidos (ins, que em vista das razdes apresenta-
das por Oscar Destibeanx, na peticao sobre que
versa a informacao dessa thesouraria, de 6 do
corrente, sob n. 863 seVieF, resolvi, por despacbo
desta data, releva-lo da multa em que incorreu
por nao haver terminado a obra do quartel da ca-
vallaria, dentro do prazo convenclonado no res-
pective contracto.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Coramunico a Vmc. paralos tins convenientes, que
em 7 do corrente o direct jr geral intenno da in-
struccao publica raultou na quantia de 'i) o pro-
fessor de Malbadinha, padre Jose Procopio Pereira,
devendo a multa ser recolhida ao cofre dessa re-
particio no prazo de 20 dias, sob pena de ser co-
brada execntivamente, como divida da fazenda.
Ao mesmo.Ao delegado do termo de Flo-
resta ou ao seu procurador mande Vmc. pagar,
a vista do recibo junto em duplicata, a quantia
de 28z, despendida desde 9 de novembro do anno
passado a 9 de Janeiro ultini >, com o aluguel da
casa oue >naquelte termo servo de cadeia, confor-
rne solicita o Dr. chefe de policia em offl;io de 6
do corren'.e, sob n. 327.
4* sectfio.
Acto:
0 presidente da provincia, atteQdendo ao re-
ouerimento do alumno-meslre da escola normal,
Gaspar Antonio dos Reis, e tendo em vista a infor-
magio da directoria geral da instrucclo publica,
resolve nomea-lo para reger interinamente a ca-
deira de iastrucgao priraana, de Santa Cruz.
Olflcios:
Ao director geral da iastruccao publica.
Remetto a Vmc, para os fins convenientes, o ti-
tulo de nomeicao do alferes honorario Alexandre
Jose Maria de liollanda Cavalcanle, para o lugar
de delegado litterano de districto da Victoria, ten-
do sido exonerado, a pedido, o bacharel Francisco
Correia de Queiroz Barros, de conformidade com
o officio dessa directoria, de 6 do corrente, sob
n. S3.
Ao mesmo.Fico certo, pelo seu ofllcio de 9
do corrente, n. 83, do ter Vmc. multado na quantia
de 50J o professor publico da cadeira de Malbadi-
nha, padre Jose Procopio Pereira, pelo3 molivos
constantes da portaria que me rametteu por
copia. Nesta data communico a thesouraria pro-'-
viucial para os tins convenientes.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
Communica-me Vmc. em ofllcio de 9 do corren-
te, sob n. 779, que a junta administraliva dessa
Santa Casa, querendo auxiliar-mo no empenho de
levar a efTeitJ a edificanao do asylo de alienados,
resolveu abrir para esse fira uma subscripcao en-
tre os respectivos irmios, a qual tern produzido a
quantia de 2:170/030, que esta a minba ds-
posicao. 0 acto meritorio da junta adminis-
trat va e a boa vontade com que foi corres-
pondido pelos dignos irmaos da Santa Casa, me-
recem louvores eajfradecimentos.que me compra-
zo em consignar aqui, recommendando a Vmc.
que transmitta a es3es nobres cavalheiros a ex-
pressao e seguranca de men sincero e profuodo
reconhecimento. Resto me dizer-lhe que pode
ser entregue a quantia referida ao porteiro da
secretaria desta presidencia, An:onio Francisco
das Neves, raediante o conipetente recibo.
Ao regedor do gyranasio provincial. Em
resjxista ao officio de 10 do corrente, em que Vmc.
consulta a quem compete designar o professor
desse instiluto, que deva substituir a outro du-
rante qualquer impedimento, visto como o art. lii
da lei n. 369, de 14 de maio de 1833, deterraina
que os referidos professores substituirao uns aos
outros como for determinate, ao passo que, nem
essa lei Dem o regulamenta interno estabelece a
quem compete essa desigaacao, lenho a dizer-lhe
que deve eila ser feila por essa regedoria, ouvida
a congregaQao dos professores do institute.
Ao coraraissario vaccinador provincial.-
Remetta Vmc. com urgencia, a secretaria desta
presidencia, alguns tubos com pus vaccinico, para
serem fornecidos ao juiz municipal da villa do
Bonito, onde recrudesceu a variola.
Portaria :
A' camara municipal da cidade le Olinda.
Approvo a arrematacao procedida ante a camara
municipal da cidade de Olinda do imposto de 60
reis por cida pe de coqueiro, pela quantia de
810*, sendoflador do arrematante Felix de Arau-
jo e Albuquerque, o cidadSo Pedro de Souza The-
nono. Fica assim respondido o ofllcio da mesraa
camara, de 3 do corrente.
EXPEDIENTE DO SECRETAtUO.
/.* setrao.
Officio :
Ao engenheiro encarregado das obras mili-
tares.S. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da communicar a V. S. para seu conhecimento,
que por despacho de hoje foi relevado Oscar Des-
tibeau da multa om que incorreu, por nao haver
terminado dentro do prazo convencionado em seu
contracto, a obra do quartel de cavallaria.
2." seccao.
Ofllcios:
Ao Dr. chefe de policia.De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, declaro a V. S., era
resposta ao seu ofllcio d j 10 do corrente, sob n.
330, que nesta data se expedio ordem a thesoura-
ria de fazenda, para pagar ao tenente Antonio Jose
de Souza e Silva, a quantia con3tante do recibo
que veto annexo ao citado officio.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, coramunico a V. S., em resposta
ao seu officio de 6 do corrente, sob n. 326, que
nesta data se expedio ordem a thesouraria de fa-
zenda, nc- sentido de ser paga ao delegado de Flo-
resta a iraportancia da despeza feita com o recruta
Jose Francisco Damiao, por elle remettido para o
servieo do exercito.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, comoranico a V. S., em resposta
ao seu ofllcio de 6 do corrente, sob n. 327, que
nesta data se expedio ordem a thesouraria provin-
cial no sentido de ser paga ao delegado do termo
XX
de Floresta, a iraportanciicoostantodo recibo, quel
veio junto ao citado ofllcio.
4.' seccao.
Officio :
Ao L* secretario da assembles provincial
N. 22De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, e em solucao do officio de V. S. de 9 do
corrente, sob n. 10, remetto para ser presente a
assemblea provincial copias do termo de contracto
da companhia Ferro Carril desta cidade e lormo do
modificaclo do mesmo contracto.
5.* teccfto.
Oficio :
Ao gerenle di Western an I Brasilia* Tele-
graph Company Em resposta a carta de Vmc, da-
tada de hontem, tenho a declarar que deixo de au-
torisar o pagameolo solicitado por essa empreza,
porque, seguaJo communicou-me o Exm presiden-
te da provincia das Alagoas, a importancia do tele-
gramma expedido, a quo se refere, devera ser re-
cebida na corte ou na capital daqoella provincia.
Portaria :
Os senhores agentes da companhia brasileira
de navegacao a vapor mandem dar passagem de r6
ate oRio de Janeiro, por conta do ministerio da fa-
zenda, a bordo do vapor que 6 esperado do norte,
a Joao Antonio da Silva Pereira.
DSSPACH06 DA PRKS!?ENCIA, DO DIA 22 DS JL'I.IIO DE
1874.
Padre Albino de Carvalho Lessa.Daferido c m
officio desta data, dirigido a thesouraria dd fa-
zenda.
Francisco Ribeiro Pavao. Passe-se o titufo re-
querido, depois de pagos os foros devidos e satis-
feitas as prescripcoes legaes.
Hermenegilda Candida Fonceca Soaros. Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
A mesraa.Idem idem.
Henedina Floresta dos Santos Cordeiro. Passe
portaria concedendo a prorogoclo pedida, com me-
tade do ordenado.
Jose Mathias Pereira da Silva. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Jose de Souza Couto. Informe o Sr. engenheiro
chefe da reparticao das obras publica1.
Joao Pedro Jesus da Mitta. Passe portaria, na
forma da lei A
Leonidas Tito Loureiro. -Como requer, median-
te recibo.
Manoel Antonio de LunaInforme o Sr. biblio-
thecario provincial.
Rosalina Maria da Conceicao.Indeferido.
A mesraa.Sim, mediante recibo, e nao haven-
do inconveniente.
Frei Manoel do Amor Divino. Informe o Sr.
inspector do thesouro provincial.
RepartifiEo da policia.
2.' seccao__Secretaria de policia de Pernambuco,
23 de Julio de 1874.
N. 883.Him. e Exm. Sr.Farticipo a V. Exc
que foram hontem recolbiJos a casa de deteocio
os individuos seguintes:
A' minha ordem, Lourenoo. escravo do barito de
Piabas, vindo da corte como sentenciado, a dispo-
siijao do Dr. juiz das execucoas; Joanna, escrava
de Manoel da Cunha Cavalcante, por andar fu-
gida.
A' ordem do subdelegado do 1* district > de S.
Jose, Quirino Pinto Marques, por disburbio3.
As 3 horas da tarde, mais ou menos do hontem,
appareceu aberta uma das portas da loja de fazen
das n. 44, sita a rua DU'iue de Caxias, da fregue-
zia de Santo Antoni >, pertencente a lirma social
fallida Francisco Guimaries & C.
0 respectivo subdelegado comparecendo ao lu-
gar encontrou ja alii o Dr. juiz do direito do com-
mercio, curadores fiscaes, e mais intoressados, e
In a uompe'ente vistoria e mais diligencias, das
quaes verificou-se haver sido a porta aberta cam
uma chave falsa, arrombada uma carteira alii
existente e roubada grande quantidade de Ca-
zendas.
0 mesrao subdelegado procede as mais rigorosas
investigacoes afim de descobrir os autores do cri-
me e proceder contra elles na forma da lei.
Hontem, no lugar Mugonga, do districto da Boa
Viagem, Joio Baptista de Vasconcellos ferio com
di versos golpes de facao, a Felic dade Peres da
Luz, sendo preso em flagranto.
0 subdelegado daquelle districto procode a tal
respeito nos termos da lei.
No dia 12 do corrente foi recolhido a cadeia da
villa de Tacaratu, Joaquim Jose Vieira, pronun-
ciado alii orao incurso nas penas do art. 203 do
codigo criminal.
Deus guarde a V. Exc-Illm. e Exm. Sr. cora-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Curreia de Araujo.
EXTERIOR.
Correspoudeacia do Diario de
Peraaaabueo.
LISBOA, 30 DE JOIfHO DE 1874.
Novidade3 de vulto desde a partida do pa-
quete francez Rio Grande, que tocou aqui a 23,
nio as ha. 0 Sr. Fontes, ministro da guerra, que
tem sido recebido no Algarve como um principe,
tendo visitado as minas de S. Domingosi onde the
foi offerecido um lauto banquete, ainda nao regres-
sou a Lisboa.
0 Sr. Corvo, ministro dos negocios estrangeiros
e interino da marinha e ultramar, tem estado se-
fiamente incoramodado com umas sezoes que o tem
obrigado a estar de eama, sem poder fallar a pes
soa alguma de fora.
Acabo de receber cartas de Macau (China)
com datas de 7 de maio ultimo.
N'uma diz-me o men correspondent-1 :
< A emigracao dos chamados passageiros livres
queo visconde de S. Januario (governador da Co-
Ionia) autorisou segundo os novos regularaentos
por elle elaborados, morreu antes mesrao de nas-
cer; porquanto os individuos que obtiveram licen-
ca para ter estabelecimentos sob o titnlo de hos-
pedarias para alojar e-ses pissageiros, receberara
ordein do dito visconde de S. Januario para fecm-
rem todos esses estabelecimentos, e este passo, se-
gundj Tse acredita, 6 devido a attitude hostil e
amearadora que assumiram os governos inglez e
cbinez. >
Outro correspondence e amigo me diz na mesma
data:
{ As dissengSes politicas continuam e os ultimos
actos do governador tem-lne grangeado poueas
sympathias, e excitado os que sao poucos affei-
coados.
a K na verdade para lastiraar que os individuos
a quem o paiz conGa o governo das suas colonias
nao saibam compenetrar-se da missao que Ihes fora
conflada, e que descendo ao campo das paixoes se
descuidem.totalmente da administracao das colo-
nias, onde nao fazem senSo desperdicios e tolices.
< 0 resto da China agitado, e falla-se em que
ultiraamente houvera em Shangae (ao norte) na
concessao franceza uma sublevaclo dos nativos
contra os europeus por causa dos missiouarios
francezes.
a Os negocios do Japlo ja estao serenados; mas
o governo, excitado pelo povo, projeeta fazer nma
expedigao a Formosa, para exigir a forca d'armas
uma reparacao por causa d'um massacre feito alii
a varios japonezes. 0 JapJo marcha a passos ra-
pidos. i
. Foi eleito por el I a como deputado as cdrles
fsraes 6 irocurador dos negocios civicos, Julio
erreira nnto Bastos, cunhado do ministro de es-
tado honorario, Joe Dia* Ferreira, como deve sa-
ber pela ttlographo.
a A elelpao foi muitissimo renhila ; como nao
ha metnoria em Macau. Foi uma victoria para o
par lido eraeiro desta terra.
No hospital inilitar quo foi inaugurado lu tres
mezes, cwve corao na rua e ja eslai os telhados
em repsrai'ao, gracas a igoorancia dos que foram
encarregados daquella construccao.
Morreu a Gazeta de Macau e Timor. Morreu
ao mesmo tempo que a emigracao pela qual fora
muit) b.if.;,adi, mas a quem ultimaraente fdra
ranito ingrata.
Rasuscitou por alguns dias um novo regula-
inento asmelhante ao de Howgkong, mas logo ca
hio par causa de muito fumo quo so levantou para
os lados de Cantao.
Para a mala proxiTia serei mais extenso. >
Dix um jornal de Lisboa que tenho it vista,
que esta assignado com uma companhia ingleza o
contrato do navegacao entre os portos da Lisboa,
Cabo Virde e Mozambique.
< I'artio para Coimbra, d'onle ja regresson, o
actual.ministro da justica, o Sr. Barjona de Frei-
tas. Dizem que foi tratar de socegar a agitacao
produzid.i naquolla cid.nl-; pela opposicao as pre-
dicas dj nus missi raario?, coutra a pre3enca dos
quaes se fez naquella cidade um meeting, o que
julgo ter Ihe coutado na minha de 23.
0 Sr. Jorge Ellicot, proprietary residente em
Londres, pelio licenca ao governo portuguez para
construir na margem esquerda do Tejo, junto a
Cacilhas, a sna custa, e sera subvencao de especie
alguma pelo estado, a excepcao das expropriates
por ulilidade publica, umadoka e o-tabelecimentos
3nnexos, segundo o projecto que apresentou.
Nos estabelecimentos comprehende se offlcinas
para concertos em navios, um ram il para o cami-
nho de ferro do sul a entroucar no Barreiro ou
em outro ponto, eslacoos para^assageiros, etc.
0 requerimento uao declara m fontes d'onde o
Sr. Ellicot projeeta auforir os lucros da sua em-
prexa.
Esta suleito a junta coasultiva de obras pu-
blica* e minas o requerimento da companhia do
caminho de ferro do Porto a Povoa de Varzim, pa-
ra que Ihe^eja applicada uma variante.
Parece que com o auxilio dc cipitaes ingle-
zes se trata de fundar em LUboa uma empreza
banearia deslinada a emprestar a propriedade e a
agncultura, em condicoe3 corapletaraente novas.
0 banco d'j Porto pedio licenca para estabo-
lecer um caminho de ferro pelo systema america-
no, antre a ponto pensil do Douro e a estacao do
caminho de feno das Devozas, em Villa Nova de
Gaya.
Diz-se que o banco dd P-.rtugal aguarda a
resolucao do governo quanto a prorogacao do pra-
zo do privilegio, entendendo se que so depois do
se saber o tempo porque ?e?a fata a^uella proro-
gacao, se poder ao out mais sego.ro funJauieuto
foimular os novos estatnlos.
0 Sr. Jav.no Anahory, fez propostas ao go-
verno pira estabelecer carreiras de vapores entre
os nos Zambeae e Chiro na Africa occidental.
Com respeito a commissao l.de dezembro
de 1640, W-se o seguinte no Diario Popular, de
hontem:
Dissemos ha tempos que o Sr. visconde de
Sanches de Baena, em seguida as rejolucoe3 toma-
das pell commissao ceu ral Primeiro de Dezembro
acerca'da subscripcao do Rio 5e Janeiro, resolve-
ra pedir a exoner^cao de membro daquella com-
missao.
Consta-no3 agora que aquelle cavalheiro, an-
nuindo ao coovite que Hie foi dirigid) por pane
da mesma commissao, resolvera desistir do seu
propo3ito. 0 Sv. Sanches Baena communicou a
commissao que nio tivera conheciminto dos ter-
mos menos dignos em que haviam sido redigidos
a acta o os oflicios dos subscriptores do Rio, e que
se os tivesse visto, nao consentiria que fossem eu-
viados ao ^eu dostina.
" Tambe.n declarou que dcixava de fazer parta
daquella commissao o Sr. Jose Dionisio de Hello e
Faro. "
Falleeeu no dia 27 do corrente (junho), o Sr.
Joao de Saldanha da Gama Mello Torres Guedts
de Brito, 8. conde da Ponte, 8. senhor de Asse-
quino, par do reino e vedor da casa real. Nascera
o conde da Pjnte a 23 de ago--to de 1813 o casara
em 8 de Janeiro de 1840, com a Sra. D. Maria
Tnereza de Souza Botelho Mouri) de Vasconcel-
los, Olha dos c ndes do Villa Real. 0 herdeiro 6
o Sr. Manoel de Saldanba da Gama.
Sera nomeado vedor da casa real o Sr. Sebas-
tiao do Canto, ministro de estado honorario e ac-
tual adminiitrador da casa de Braganca.
Pareie que este funcciouario accumulara com a
administracao da casa de Braganca, o novo cargo
em que va ser investido. M
Homens honestos em quernel-rei posm Qar a ad-
ministracao do seu morgado, nao faltavam. Mui
tos erara os que ja cubicavara o lugar, porque e
dos mais bem remunerados, embora tenha ijurrta
responsabilidade. ff
A camara municipal de Vianna do Castello
representou ao governo pedindo que quanto antes
mande dar comeco aos trabalbos da construccao
do caminho de ferro do Minho entre o enlronca-
raento de NiVe e aquella cidade.
Ardeu, uma noite destas, no alto de Campo
lide, suburbios de Lisboa, um grande predio que
actualmente pertencia ao meu particular amigo vis-
conde de Castilho (Julio). Ficaram so as paredes
em minas.
Pertencia aquolla ca=a om 1828 a um contra pa-
rente meu, e alii nasci.
Commemoro pois este incendio fatal, como se se
tratasse quasi, da perda de um velho amigo I
Diz-se que o Sr. Oliveira Guimaraes, director
das companhias dos carris de ferro de Lisb a, vai
intentar processo correctional contra a camara
municipal de Lisboa, por nao ter esta corporaclo
olhado com a devida attencao para 03 seus diplo-
mas.
Tambem se diz que o Sr. Guimaraes intentou ac-
gio contra os accionistas de Lisboa, da companhia
mencionada.
O ministro da guerra de Portugal, coocedeu
licenca ao Sr. Folger, primeiro tenente da marinha
dos Estalos-Unidos, para fazer aqui experiencias
com as conbecidas metralbadoras da fabrica Gaf-
ling Gun Company.
O Sr. Folger tem percorrido diversas capitaes e
esta actualments em Madrid.,
0 governo vai nomear uma" commissao para as-
sistir 4s experiencias.
No dia 28, as 7 da manhii, sahio para Tanger
a corvela portugueza Bartholemeu Dias, afim de
proteger os interesses dos portuguezes naquella
dade, residentes, por causa da revolucao que alii
rebentou ha poucos dias. Um telegrarama de 27,
diz que os kabilas raarroquins, quasi que tem blo-
queado Tatfger
No dia 27 celebraram-se solemnes exequias
pelo eterno repouso do finado estadista Joaquim
Antonio de Aguiar. A cooimisslo promotora des-
ta demonstracao religiosa pedio ao publico que nao
excedesse a 100 reis o donativo de cada um, para
as despezas das exequias, o que se cunprio, tendo
pois esta subscripcao todo o caracter de popular.
Foi assignado no respectivo ministerio, o con-
trato, entre o governo e Mr. Hypolito Labi lie, re-
presentante da companhia de Fiver Lille, para o
estabelecimento de um pilar supplementar na ave-
nida direita da ponte sobre o rio Silves, e cons-
truccio de um taboleiro movel do rotacSo, para
permitlir a navegacao. 0 governo obrigou se
pagar a companhia a quantia de 17:370^000.
E-ta importante construccao e complementar a
ponte que se vai construir u'aquelle rio.
Parti ram para Londres dous officiaes enge-
nheiros oortuguezes, encarregados do exame e
ajuste das torrea blindadas necessarias para a de-
feza da barra do pono de Lisboa.
Dizem as folhas desies ultimos dias que o
Sr. Somraer, negociaote allemao, descobrio uma
mina de petroleo em Torres Vedras (Portugal).
Ja vierain amo-tras para Lisboa. 0 consumo que
se faz do petroleo norte-americano era Portugal, e
assombroso.
Foi agraciado com o titulo de visconde de
Negrellos, donominacao d'uma importante proprie-
dade que possue em Braga o Sr. Manoel d'Alporim,
lilti i do visconde de Montanol e cavalheiro de
distinctas. qualidades e intelligencia.
Foi confirmado pela santa se, bi.-po de
Macao, o Sr. Dr. Eones, lente de theologia da
universidade.
Trata se de regular o pagamenlo dos juros
dos titulos da divida iuterna portugueza em Lon-
dres, afi: i dc poder lornar-se elTectiva a autorisa -
cio ja concedida para serem coudos no Stock
Echange.
Estao metti 'os em processo alguns dos prin-
cipaes negociantes de cautelas da loteria da Santa
Ca-a da Misericordii (cambistas) por tambem
veodereua decimos e bilhetes da loteria dc Madrid.
Ate agora o ligor era neste ponto de contra ban-
jo apenas empregado com os vendelhOes ambu-
lantes e mal-trapilhos. Por mais que se faca, o
nosso povo o nao deixara de jogar na loteria de
Madrid, porque e mlhor jogo em todo o sentido
Foi comprado pelo represeotante dos Esta-
Jo>-l"uiji-s cm llcspanba, e de passagem em Lis-
boa, o palacio e quinta da Mitra, que ha poucos
annos haviam sido coraprado3 pelo celebre capi-
talista hespanhol marquez de Salamanca.
2 DE Jll.lt'i.
Diz se o.ue vai professar a lilha do fallecido
marquez de Niza, que ha pouco enirou ho c;nven-
to das Salezias em Lisboa. E' jpven e muilo for-
mosa. As profissoes sao probibidas par lei em
Portugal; entretanto os jornaes referem o caso
como Ih'o estou contando, como se fosse a cousa
mais simples do raondo.
H intern, como Ihes disse, chegou no vapor
Lynce, do Algarve, o Sr. Fontes.presidente do con-
selho, indo esperal-o ao arsenal de mirinba todos
os seus collegas, menus o Sr. Andrade Corvo, que
ainda esta de cama, e muitos amigos, admirado-
res, partidarios e dependents.
Preparam-se esplendidos fe.-tejos para o dia
24 do corrente, que e o anniversario do primeiro
pronunciamento liberal neste paiz cm 18J0. Se
tv ahi q goyerno nao liver tornado alguma declsao
energica era ordem a salvagnardar o nosso terri-
tory e insiitoiroes dos arrojos carlistas e dos seus
manejos a quem Guadiana, e muito possivet que
alguma imponente, mas paciQca manifestacao,
nesse acto solomne, o leve a seguir o caminho
que ihe estao tracando as circumslancias.
Os espiritos vao para ahi; o proprio governo, a
meu ver, se antecipara aos acontecunentDS, porem
a qualquer impulso cstranho, porque, slem fi<>
professar os mais rasgados principios liberaes,
desejaria porventura um pretexto forte e justifica-
dissirao para operar no exercito portuguez e em
geral nas cousas que dependem do ministerio da
guerra um certo numero de reformas urgentes e
raelhoramentos dispendiosos e que, a sangue frio
e nos ocios octavianos da branda paz, nem sempre
e possivel realisar, sobretudo sob o regimen re-
presentativo, onde as praxes ronceiras dos nossos
parlamentos regateam tudo, e de tudo tiram par-
tido para estirados debates ou irapeditivos expe-
dientes.
Nao tenho a menor pretencao a prophelisar ;
mas os factos se encarregarao ds provar a seu
tempo; que nao vou t Ivez muito longc da ver-
dade.
8 de julho.
Quanto a polilica interna, que se ha de dizer
quando os feriodiccs mais noticiosos comecam
todos os dias os seus artigos principaes por decla-
rar que nio as ha.
Os trabalhos cleiioraes seguem regularmente, e
as informacoes particulares continuam a affiancar
que a proxima lota deve empenbar se com ardor
em muitos eirculos. No entretanto de que pode
haver quasi inteira certeza, e de que, apczar da
energia da contenda, a ordem nao sera pCrturbada
em ponto algum do remo.
Antes de hontem reuDio-se nos pacos do
consellio a grande commissao para os festejos
commemorativos do dia 24 do corrente. Ficou
eleita a commissao executiva de que e presidente
o barao do Mendonca, presidente da camara mu-
nicipal de Lisboa, e secretario o commerciante e
anligo deputado Pereira de Miranda. Foi eleito
thesoureiro o negociante Manoel Jjse Bernardes.
Os membros presentes quotisaram-se e por alii co-
mecou a subscripcao que vai ser publica.
Tera-se organisado muitas sub-commissoes pa-
rochiaes pira os festejos.
A camara municipal reunio se hontem nova
mente para tratar da questao da falta d'agua, que
preoccupa e incommoda a todas as familias, apezar
das bonilas e consoladoras explicagoes da direccao
da companhia das aguas. As regas das ruas por
causa da poeira ja se fazem com agua do Tejo,
que defronta de Lisboa, e alguns kilometros mes-
mo acima da capital, e salgada.
Falleeeu uma das mats venerandas reliquias
do exercito portuguez, o honrado visconde de
Leceia, Jose Pedro Celestino Soares, general de
divisao supranumerario.
Os servijos prestados a liberdade por este illus-
tre anciao, e o seu caracter brioso, como cidadao
e inilitar, o tornavara credor de justaatympithia e
respeito. Assenlara praca em abril de 1803, ten-
do 16 annos de iJade, pelo que vinha a ter 86,
quando a morte o colheu.
Em Janeiro de 1809, batalhando pela defeza da
patria, que fora invadida pelas tropas de Napo-
leao, foi promovido a alferes, e em dezembro do
mesmo anno a tenente. Em dezembro de 1814,
foi promovido a capita j e em 1827 a major. Era
1832 a tenente coronel e em 1833 a coronel. Em
1837 a brigadeiro, e em 1851 a raarechal de cam-
po, e em 1836 a general de divisao.
Era actualmente o vogal mais antigo do supre
mo-conselho de justica inilitar, e como tal na au-
sencia do raarechal Saldanha, tervia de presidente.
Ha perto de um anno esteve o velho general a beira
da sepultura, e ate alguns periodicos deram, com
profundo pezar, a noticia do seu fallecimento. Con-
seguio erguer se do leilo onde jazia proslrado pe-
la teimosa enfermidade e-vio a magua que a pre-
matura noticia da sua morte causara em toda a
gente. Ha pouco, assistindo ao funeral do gran-
de estadista Joaquim Antonio de Aguiar, e aper-
tando no cemiteno a raae aos sens antigos cama-
radas, o nobre velerano ainda se julgava promp-
to para o service por mais alguns annos. 0 vis-
conde de Leceia dizia hontem uma folha de Lis-
boa, e com grandissirao fundamento, pertencia
uma familia de beneraeritos.
Tambem falleeeu em Lisboa o onrado in-
dustrial Antonio Polycarpo, bem conhecido e acre-
ditado proprietario do estabelecimento de cutila-
na da travessa de S Nicolao. Foi sempre honra-
do artista e prestante cidadao.
Era cavalheiro da ordem da Torre e Espada.
Naufragou no dia 6, as 8 horas e meia da
raauha, na praia de S. Bartbolomeu, entre Vianna
q Esposende, o vapor portuguez Rio Douro, de
qaere propnelaria a companhia portuense The-
* tit. Tripolacao salva. Fazia a carreira eotrs o
(Havre, Lisboa e Porte. Agora seguia para o Ha-
vre com carga de ganeros coloniae* do Porto
l.isboj, sob o commando do capitao Pedro Jose da
Kosa.
Entrou pela primeira vez no Tejo, a 27 de maio
ultimo, e desta vez ia emprebender a sna tercei-
ra viagem. A sua lotarao era de 242 metro* ea-
bicos, e media de ceinprimenio 44,40 de largur*
e de altura 3,6>.
Comccou hontem o julgamcnto do conde ds
Magalhies, implicado no celebre protesso da re-*
volta, e o qual conde ha cousa de am met viera a
Lisboa apresentar-se e enlregar-se a prisao.
Falleeeu o nobre conde de lieriiandos, Sebas-
tiao Corn'u de Sa Brandao.
Morreu na sua casa dos Biscainhos em Braga,
no seio da familia que o amava muilo e que Ihe
consagrou os mais alTectuusos de.svelos. Eis o
que d'e-te honrado titular diz o Sr. Teixeira de
Vasconcellos, no seu jornal:
a Tinha nascido a 17 de marco de 1818, fiih
do conde de Teren*. Jose Maria Brandao da Hel-
lo Cogominho Correa Pereira de Lacerda, da casa
da Torre da Mirca, e da condessa D. Maria Emi-
lia Coma de Si, e neto pela parle rnaterna do
marquez de Terena, Sebasliio Cornta de Si, cojo
afilliado era. Seguio com aproveitameolo o enrso
de direito na universidade de Coimbra, concluid
o qual, em 1840 ou 1841, foi nomeado secretario
geral do governo civil de Coimbra, emprego que
servio muito a comento dos seus cliefes.
Nio tendo filho varao os condes de Reman
dos, ajustaram o casamento da tilha primogenila
corn seu primo Sebasliio, que por este eosaorcio
veio a ser o 2." conde daquelle titulo, c senhor de
uma das mais import talss a nobres casasdas pro-
vincias do norte, que adminisirou com inielligen
cia e solicitude de quem prepara o futuro de seus
ilhos.
a Era par do reino, e apezar de :er afastada
da curtc a Mia residencia, nio faltava a desempe-
nhar as obrigacoe* daquelle alto encaryo.
a 0 2.* conde de Bertianos foi honrado cidadao,
exemplar chefe de familia, e amigo leal e dedica-
do. A sua memoria ha de ser venerada peios
seus que elle amava tanto, e recordada com sau-
dade pelos amigos que Ihequeriam muilo, entre
os quaes nos conlamos desde a nossa luventude.
< A nobilissima familia de Bertianlos enviames
profundissimos e sineeros pezames. T it V.
0 Diario llluslrado (folha ministerial) consagra-
va hontem o son artigo principal ao facto da
achar se reduzida a divida fluctuanle de Portu-
gal a 2,000 oonlos, c daqui faz thema para ot sens
eaoomiot a sabedoria adminislrativa do actual ga-
binete. A receita para hoje e de 23,000 contos de
rets (fortes), e os nossos fundos estao a 47 0|0. O
nosso deficit que ja se elevou a 6,000 eontos, nao
chega actualmente a rail contos. A nossa divida
fluctuant*.1 J4 excedea a 14.000 Conto?, e acha-s>
reduzida a 2,000 contos. Tinharoos nio ha ainda
muitos annos mais de 3,000 contos de imposto;
em dividie, e Uojo iciuos nj 3,000, nos qaaes san
comprehendidos 2,000 contos consideradoi inco-
b-aveis por serein de bngadata. Temos maisca-
miniios de ferro, mais estradas ; temos organi-
sacao mili tar; temos o material de guerra cor-
respondente ao nosso exercito ; os capitaes offere-
uera se ao thesourj e o thesouro nao carece d'el-
les, e portanto, essas consideraveis sommas que
andavam desviadas da sua applicacio mais acorn-
modadas ao bem geral que so procuravam mul-
tiplicar-se a custa dos elevados juros pelos quaes
o thesonro as tomava e que significavara por nma
parte as circumslancias escassissimas da fazenda
publica, e por outra nma especulacao odiosa
com essas circumstancias, repellidas daquelle
tralico, tomaraai outra direcrao e vio auxiliatem-
prezas indostriaes e agricolas, vao fecnadar elf r-
cos que teriara desucenmbir sem o auxilio in-
dispensavel do capital, vao animar eraprezis que
teriara ficado sem effeito, se a ellas se nao asso-
ciasse a enorme fortuna que se empregava naquel-
la especulacao chimada supprimenlos, e empres-
timo ao thesouro, e que nao era seniio a agiota-
gem legalisala. ,
I.-to e muito, mais ponjlera o Diario Illustrate,
no seu risonho artigo.
Falla-se, com insisttneia, que a empreza da enor-
me mina de S. Domingos, (Pomarao) vai ser trans-
ferida para a companha Sabrua. E-ta iransfe-
rencia deve produzir, para o estado, uma receita
de algumas centenas de'eutos de reis ; porque
naquella mina, ja existem valores muito impor-
tantes.
Eis alguos ftos frisantes qoe provam ate a eri-
deucia, a prosperidade de Portugal. 0 renliraen-
lo da alfandega de Lisboa, foi no proximo findo
anno economico inferior ao passado, de.......
841:8494386, e na alfandega do Porto de.......
300:369*227.
Descmbarcou do lazareto. em Lisboa, no dia t
do corrente, o comraendador Jose Perreira da SU-
va Junior, opulento capitalisla do Maranhio. Foi
re.-iJir. com sua familia para o hotel dos Erabai-
x ado res.
No Minho, e mais um livro amenissimo que o
incansavel escriptor portuguez D. Antonio da Costa
de Souza de Macedo acaba de poblicar. A Jes-
cripcij dos Ingares mais pittorescos dessa formosa
provincia, usos e costumes daquellt populacio la-
boriosa e energica, e os episodios de uma Jornada
interessantissima, dio ao livro um tal encaolo, que
se le de um folego. E' nesta obra que o illuslrado
autor, eminent n.as questoes de ensino e educa.-a >
popular, consagra nm dos mais ridentes eapitnlos
a visita que fez ao instiluto de surdos-mudo^ fun-
dado em Guimaries pelo celebrado pedagogista
portuguez Pedro Maria de Aguilar.
Amanbi realisa-se em Lisboa, no palacio da casa
dos viscondes de Anadia, na rua de S. Joao dos
Bemcasados, para parlilhas entre menores um Ici-
lao notavel, porque alem dos brilhantes, joias o
pratai antigas quo estarao patentes, encontrar se-
hio quadros de diffirentes autores celebres, e en-
tre elle.', de Rubens, Vellasques, Semeira, Pilie-
mont, Raphael Mangs, Vieira, Gerardo de la Note.
Alegri Corri-gio, Andre Vaccaro, Lucas Jordan*.
Micbau, Wik, Annibal Carracbe, Kucareli, N iel,
Benedict! Luti, JorJanes, Casa Nova, Gabrielle.
Resardelli, Perelli; e das escola* tlaiuenga s iia-
liana, barpas, piano, livraria de autores antigos,
colchas de seda adamascadas, mobilia osada e naaa
carruagera.
Ja ouvi notar que o leilio detta colleccio prceie-
sa nio tivesse sido annunciado no eslraogeiro cum
a devida antecedencia, pois a ser certo, como de-
vemos acreJitar que esses quadros sao originaes, o
valor delles 6 para muitos contos de reis, emquan-
to que, fatendo-se o leilio sem os anouncios pre-
vios no estrangeiro serao aqui arrenulados rom-
raodamente por quem nio encontre corapetidores.
Seja como for, a colleccio e preciosa e poueas pel >
menos em Portugal, podiarn rivalisar com a da
casa de Anadi. Pena sera se o governo detxar
perder esta occasiao de adquirir para a academu
das bellas artes esses quadros preeiosos, cuja a?a-
liacio me dizem ter stao feiu em tempo por precos
muito baixes. E' natural que o nio faca, porque
o assumpto que a todos sobre'eva nesta occasiao,
e eleicoes e nada mais.
Esta agora fazendo furor em Lisboa para ceFla
genie amiga de paluscadas deceotes um jardira re-
creativo na Praca de S. Bento, e que se inlitala
poraposamente oJar dim de Ualiaonde ha dan-
5a e ceia.
E' seu propneUno um certo Cantua, que tff""-
ton as preciosas que sio umas taboinbas de no da
.madeira muito delgada como juueo. Jolio Gene
-

>
J .
I


*-
. Kht M o-fitn. id r fit
de PcrDambuco
tk.chado ja dedlcan um foliislira ii ileficus tulfQA-
rius do Jardim de Italia. #.1
i-'ez ha dias ii.in| su.i alteza. s<*rj:niSjim-. &
Sr;i. infanta D. ItihjtKiia. S. A. djttum j.iUir
de familia a qua aautflam el rei 3 Sr. D. Fernan-
do, aSra. condiMMYVila. Wjasfcnhir Matera,
ui.neio da p.ipa, aWtifHduq'is da-Louie, conies
do Unbares, de MesquileHa e de ",'al de Reis, Ma-
ocel Gorreia de Si, mordoma-mor da Sra. infanta,
!><. Ueitta e
m daSr.
asrde Val de
ions lilhas, de
s do Br. il o vapor
3j diiM ) de via-
11st" .vapor per-
Maritime do Porto.
D. Fernanda de Souza.
Freitas. as Sr.n. D. Ha
iu..r.|iiei de I'.inle de
H' s e suas fllhas, de
ii in late e suas filhas.
Iv.iirou honleni dos
portugaez Julio Dtniz
gen. ftouxe 175 pa<*jeir
ten:e a companhia tfi-ogresaa
Ficou impedido.
li-) filvas escreve> o sejtiaW a ura joroal de
Lis!)oa :
a Acham se nesta cidade oj Sts. Fraociosi, e
Naraorado, coronel, e teneate coronel de engennei-
ros. Cesar Nunes, eommandaote do material da
divisao, a Cauaulo. coinuiaaL'ante da extinct a trera
desta praca, que todos era cemraissao, e sob a pre-
tidijacia do Sr. barao de Claros, gavernador mili-
tar di Elvas esUo traiaodo (!e deterrainar o arma-
mejto de seguranca e defcasa desta praca e forte
da Jraja; de precisar as ebras ex:e iares, e com-
fcioicao dustas com a'luellas; mua.^eet/'e vivero*
que devem estar e;n dcposito, etc., etc.
o E' eommissaa importantlssima, \e de muito al
catfee para pracas de gran lo foriilieacli como El-
vas e forte, autr'-ora lio c>osiderada, mas que
na Mutos annos jazeta n > abandon > I a
Vn ser erigido efwfliimbra mri mauzileo para
ondo serao trasladados os rest is morlaes do gran-
de e-taiista ponugaez (ha pouco falleeidn) Joaquim
Antonio de Agfniaf.
Preseguera as o'bras do eanioii i de forro de Ca-
cilh.is a Ceiimhra.
H ije e o HH annive.-siriu do desembirque das
tropas liberaes nas pram de Minlello. 0 Porto
dev- tor comecali dia pir estrjpitms demons
Ir&codj de regoiijo pablicj.
Lsboa, como dehto rfitw prepara se para o dia
2i, snniversario da entrada do exercito W)ertador
na capital. H:iv r;i parada, e ao romper do dia as
baa la* de musica de loJoi of eoruos da guamicao
liao de tocar a mesm i alvorada que se tocava da-
rante o cerco do Portu.
T.inos Hotieias de Angola, pelo vapor Bengirella
que alciDcim a 23 de maio ultimo. Conlinuava
a di'.cflisto da l-i que abolio a cscravatura. As
sira devis suecediT. pois os interes iosurgiriam contra uma lei, alem de jasta, genero-
sa, e esses taes uao querem o trabalho hvre e re-
mun Ta-Jo com urn salario compensador.
Nuig em dfsc.nhe3e todavia (|ue ha grande
fal'i de bracos n is riqijissirnas roc.ts de S Thome
e Principe; mas os proprietaries podem contiatar
operafKM entre os coronnnos, entre os pretos da
Guiri>,"cp GabSo, vi\, e todos sabem qne embora
os proprietaries tenb.im de pagar um certo silario
aos snii operarios empregados na devastac.to do
mit:o virgem encontram na graade.abundancia do
cafe i da eajjii, |de alii e muito. lu:ros >(ue a*as
couiponsara aqmlie augmento de despeza. 0 es
tibeleemmMo oe grattdes ;ol>uias agncoia* e u n
men :i'guro le se e.itir a crijg, que seguudo a
opiniao de ra utos, In de dar em 1378.
A a l:niuistra;io d ) actual governador e pruden-
te ft dint. S'guio ptra Lhmrn no paquete Hen
jitell.t importaniissim i c.trregament >. A associa
<;io c iu ii r -,ial tiuba-sa reuniJo varias vete*. e
disciuido o prep] do cafe que regulava por 3^800,
c hav a trata li da lei da aboliclj.
Eageratrarfe adecisao do mmi>tro da marinha e
ultramar sobre a canalisa;a) das aguas do R-ngo,
o que e de alia irn;)ortaucia para Ivaala. A*
.igu.u iIj lien^i. e n 11 into Will ir.ita da canali-
sacao, sio trazida; a ridadc em pipas n'uns carroi
pejtteitos c!i:innl)s tilieeiru.
Ten se alii clamaij emtra o Bineo Ultranari-
no e cjrna alii c jm > certo que brevemfcnie se es-
(abeieieri em h imla um bauco sob a responsabif
ii lade de uma casa hollan-ieza, ofTer^eendo iniiore*
vantaf-ms deque as succursaes do Banco Ultra-
inanno.
No at > Dm le bo are uma grave Jesintelligen -
cia, e naichou para alii a na forca de safaJores.
Os DeiabM eontinuavan soccegados.
CoraoQara em Loaoda o julgament > do alferes
Vandurraen, accusado de ter espancado o lover
eador Uorta.
O estaJo sauitario da provincia era regular om
feral.
0 vapor brasileiro Vdiior levou o (DM passado
d03 A<;jr-M ll)J..e:n:graoim pari o Ura.il As
igaili d'aquelle vapor sao successivas para o re-
feriio arcbipelugo, e em todas ellas condnx d'alli
para o mesmo destino cenlenares de individuo*.
Sao duas qqestSes esta< import.iutissimas, a da
oiouisac'lo pai a o g ivvrno do Urasii ( que nao
dorme no assumpto ) e a da emigracio, para o
de Portugal (-|iie narese dormir a somno solto).
ls dou> i.-.tere.-scs sao irreconciliaveis : se o lira-
^:l ganba pe|a ai'quisicao de bracps portuguzes,
Portugal perdo, y, ndo despovoar os *eus c-mpos.
0 llrasil esta no seu direito attrahindoos por
leis f alias que favorectm com gran les Uempcoes
a impoilarad de colonos ; P rtugal que nito da
nm pasM para uppedin ( por moios indiwetos e
vnilc>Mni ie flkO
ifii*ttii^^wi%#^ dos P;imeiroS
ik ft tTi. Chcbou, yroccdonle ila Kiw
lanilc Sexta feira 24 de Julho de 187
4
M\ y'A\\l\/
Ultft Suit o u
* I'ani 83 as 8 li. i- Wife, da lui.lo.
('nmbln lobro Londred 2. .1 ban-
i&utn
F-^U^-Sf iprllalerr* o primeiro vt
da--imTwaW, peft Sr. Uianchard Jerr.ld ll-
go orrc4oo^utis* Athene*.
ar|o. Barmcha J70* 1^090. Piu.8.. a-fr,A S*rtfl,A;ftin nolicia q
aba 3S20O. tastanhan v,-iir.it. ordenou a expuTsio dos iudeos 1
^^_----_
PFftK WX ffft> -
f J l*.i.l *-"**mivm+3& fV'
**' *
RE VISTA DIARIA.
i"o S^rJoinaiquTrada's'ilva* ^^Ui"
GiifmarSwr.
IiiM(i(n(o Arcltoologiro e Geogra-
paico. Heunio se hontbm, sob iiresidtncia dn
Exra. conselheiro Munia Tavares, com a-sisi"Oca
dos Drs. Soares d'Azevedo, Aprigio Guimaraes, e
dor 9r?. Iforrano de Brito; Augurto Cesar, ma) ores
Code^eira, Salvador Henrique e ciruigiao Ferreira
d'Almeida.
E" lida e approvada a acta da antecedeole.
0 Sr. secretario perpeluo menclona 0 scguinte
expeder;te :
Um cff1:ij do secretario da presidencia, comma-
nicaodo, por ordem de S. Esc, quo 0 i>eddo do
Instiluto relativamente a sua transferencia para
m lusar para onde for mudada a bibliothei-a provin-
cial, senaopportunamente considerado.Iute'rado.
Outro do mesmo, offertando, de ordm d" S.
Exo.. um exempfar do regnlamento das Caixas
E-,onomieas e Monies de Socc rro das provin-
cias.-Inteirado, sendo recebiJa a offerta com
agrado.
Outro d0 provedor da Santa Casa de Miseiicor-
dia, agradecendo ao Insitato o fact) de naa 4eixar
passar desappercebido aonserva^o das lapidas
da1 ca:a dos Expostos o Ijavando o pelo seu pa-
triotismo manilestado em seu offlciode 16 do cor-
rente.Inteirado.
O mesmo Sr. secretario perpeluo da conta das
seguintes offertas. Varios numeros do Diario de
. -Pu
ue 0 governo rus3
judeus residentes em Var
sovia e que nao tenliam nascido nesta cidade sao
e^pumer
Fallec
tor da Ageo
Tem e*
ny; asieveraid
Carlos de un|a
f- Cqegou; #
que a policia
transilo desda
do direc-
fe paffst^Tista?
^arrcgadj pot D-.
for*. Bcarrcgad
o fjnto aopApa.
dre Ilearique ilocherfoj-t, sum
_ 'za 0 i-uba nioles'ado no seu
Jeenstdwii, onde ddtemtaretm, aid
Naqwslla cidade fei rece^locon asso
Esta actualmenie em seena n'u'm thealro do
Emqiianl* os $rs. Dr>. Aguisr
diudo ^ nterpdl i.;a(, quo Mies loi
*T?|v^#5ft ia1gvm an caso Ai.ijMirpretar
lido partiJo I'Oiservalof,^^u,Qjss.'i
Roqu 0 Mitautro^o, (wduzido em ilaliaao, obten-
do Cta peca am grande stcesso.
O Sr. r-asseur,- mm cowodo em Paris
polilica a iiuinuacao do AsBkatci*Tlelegalo
...... fln *"? 2omemx$ 3art> Pois como era Saiba, porem 0 publico, saiba todo paiz,
n3Ml!S^MJ2fL!lS ^ a^2 D^ "^augunoraonarchaTquee a tercefa v
morreu. I'as.-a solrxlvwtBnla. xtmpm mmn lib a r\<\,-aa ,-,.i.m. -..; 3,^. ,:.
espfero tinha-o^raftrukhna-
Pcrnambtic). pelo consocn Dr. Figueroa ; algnns
numeros a* Provincia, Nacao e SertanHo, pelas "u^'nl'?x'?moicoacan,ial'ii ao leiiao d
respectivas redacgoes. Um eemplar do "drama ?'?!, i0 por 'ntrteo;ao do ageate Pin
chido-offerudo por seu au- iiL PaJ* a c?sa dira* do. Visconde de Goyannan
assaropto puraraento econo nico, industrial
cola e ate mpsmo Jinanca-iro, se quizerem.
nao atteiMalorioii da hberdade individual) a expor
i.ij Je grille- valida, e que uao esta no sea di-
leito e:n ileixar ir inloat cousas a raercti das
contingeaciu Isio e uma questao velha, mas que
em niinha huraille ojNoiio, nnnca foi aqai trata-
da a sua veidadeira luz. Nao e uma queslao
para bcclampcoe.*, nem sentiincntalismos ; e um
e agri-
Trate-
nios, pois, a queslao poreste lado, antes que se nos
iv'iem os campos ; antes quo 0 Minlio lenba
le charaar colonias gallagu para subjtituirem os
braco.s naciouaes que 0 Brasif tem eanvidado;
antes queseja precis > repovoar as ilbas d Aco-
'es qut 03 nossos ant^passados lanto lidaram para
|ae fo.'sem puvoalas ate por colonias flamengas.
\ idea de cbamar para 0 nosso Alamteia colonies
soissos oj g-illeg** vai tomando algnm corpo,
mas os nossos capitaes prefcrera a usura 8 a agio-
tagem a tudo.
Urg{, piis, nio impedir par meios prohibitivo,
ante-ewnomicos e ante-liberaes asahida dos colo-
nos porluguezes, como alguns alvitram ; -mas
providmciar porque outros braces substiUum
esses que sahem, onde apopulacio for menos densa,
como na provincia do Alemtejo, oa tornar aos
nossos trabalhadore3, por todos os modos possi-
-.vis, a vida mais facil ; pois e sabido que essa
pobre (rente, que emigra, salvo algumas excepco-s
e porque esta em pessima sitnacao I
Falleoeu na itha da Madeira o Sr. Joao de
tiant Anna e V asconcelles, commendad jr de varias
ordense anligo governador civil ii districto do
Funch.'.l.
Funilou-sen'aquella cidade uma as^ciacao ca-
tholica.presidida pelo Sr. Dr. Agostinho d'Ornellas
L.
9M'-
i-4.
hisiorico P/anes MatAido olTertado por
tor a ^r. Dr. Aprigio Guimaraes. Oulro do n. i
da Recista d> Instiluto de Atoijihs, ouVrlado pelo
mesmo. Estas offertis sao recebidas com agrado
e mandam-se nrchivar.
Vem a masa a seguinte propotta, que e appro-
vada :
Constand 1 me existir na camara municipal a
planta da ponte da Boa-Vista, que tem de ser
hoje snbstitui Ja, proponho que se offlcie a essa cor-
poracao para que se digne franquear ao Iimilulo,
afnn de s tirar nma copia e ser arebivada neste
Instiluto.- Ilecife, 23 de julho de 187i.J. D. Co
deeeim. >
Nida mais havendo a tralar, l^vanta-se a ges-
sao.
OltjcrtoM npprclicnclidois. AchanPse
guar.ladoj n 1 ilelegaeia de policia da capital, afim
4e serem entregues a quem ledir-ili pertencer, os
seguiotei nbjictijs, pela policia a^prehendid is :
i copos de prata, novos, sendo um pequeno 0 ou-
lro grande, a i.hjs proprios de servico de igreja ;
I par de ros las de ouro e I allinele de peiio.
omr-i-j fdiiotn-c Artte-nontem Kealison-
se, na catbednl de Olinda, 0 offlcio solemne, a or-
chestra e orgao, que alii ha via mandado celebrar
0 Hvm. Sr. governadordo bispaJo, por alma do
veneranlo arcebi*po da Bahia, coude de S. Salva-
dor.
0 acto foi assas concorrido por grande numero
de sacerdotes desta e daquHIa rid ale, cabido, cor-
po seminarist.-!, religiosos do Carmo e da Peiha
desta cidade, vigarios de diversas freguezi s, etc.
Piin ipi-.iu a* 10 horas da manha, e terminou a I
e tneia da tarde ; olliciaodo oa qnali lade de presles
0 mesmo llvm. governador. que teve por diaconos
oalivrn*. conegos Antonio Jose de Souza Games e
Uanoel Joao Gomes.
Hi--oiN. -Hantem, nas igrejas do Tergo. Glo-
ria e S. Jose do Manguinha, resaram-se raissas,
pelas 7 horas, por alma do linado areebispo d^
Bahia, O. Manoel Joaqnira da Silveira, conde do
S. Salvador.
Foram celebranles ires sacerdotes ordenados por
aquelle illuslre prelado, no anno de 186.
Ale aos s,,iu,> : -Os larapias foram a
caixa da 4 esmollas, que a innandade do Bom Par-
to, da igrej.. de S. Jose de UibaVlar, conserva na
niesrna igreja, a. arrombando-a, carregaram com
toda a quanlia qn nella existia. E- 0 caso de di-
zer-se nem aos Santos se respeita.
" "rc*enie. Sob essa denomina^aa come-
coa a ser lublicado urn pequeno jornal, orgao da
sociedade Institute Hecreio Juvenil, em I'ernara-
buco.o qual deve sahir duas vezes p^r mez
Agradecendo a remessa do i. numero, f zemoi
votes pelas suas prospefidader.
Sliwcclaiica. Os jomaes italianos veem
cneios de pormenores acerca das festas do ponti-
licado. Pio IX aeaba de enlrar no 2'J." anno do
seu papada ; ordenou-se no dia 5 de Janeiro de
18i7 em Uouia, lendo 23 anno* de idade; sub-
Jiacono a 10 de dezenabro de 1817; presbyt-ro a
10 do abril de 1819; proconisado bispo de Spolelo
a 21 de maio de 1827 por Leao XII j ungido no
dia 3 de juaho seguinte em Homa, pelo cardeat
Castignioni, mais tarde papa com 0 noroe de Pio
ylll ; transferido para o bispado de Irnola a 17 de
dezembro de 1812 por Gregjf io XVI, creado cardeal
in petto a 11 de deaembro de 1839 pelo mesmo papa;
feito cardeal a II de dezembro de 18iO;eleito
papa era juaho de 1846 no Quirioal ; coroado em
9. Pedro a ?l de jaoho de 1816; enthroni-
sada em S. Joio de Latrao a 8 de novembro de
18 io.
A Pdl-Slall Gazette de Londres, publica
um despaclia de Berlim em que se considera como
duviaoso 0 exile do congresso international de
wruxe.las. Segundo 0 referido despacho, diversos
governes fazem objecvous a proposla do Sr. Bis-
rnark para que se re^lrinjam as deliberacoes aos
assumptos miiitares.
Nas igrejas de Dublira (Irlanda) foi lida
uma pastoral do cardeal Cullen, na qual deplora
os ultrages de que o papa tem sido objecto, e de-
monstra que 0 cesarismo quer snbslituir 0 Evan-
gelh 1 como guia das consciencias, aflm de que-
hrantar a religiao e tornar impossivel 0 catholi
cismo.
No dia 20 4e junho honve em Minchester
uma grande demonstracao a -favor dos trabalha-
dores agncolas declarados era greve. Nos jardins
chamaaos de1 Pomona reunio-se uma muitidio de
itliados nas diversas sociedades operarias em nu-
mero de 20,000, celebrando um meeting eta que se
lorraularam resuiucoes diversas a reepeilo do as-
Oa1 dous beneQcios que Adelraa Palti fez na
assa
triste, que 0 dese
mente a lentar contra a vida. 0 garfo ainda n>o
diide ser extrahido, nem'ha probabilidade 'de 0
Dizem do S. Petersburgo ao Daily Telegra-
ph, que rebeutou unajf inurrelcab muito sena no
KokhaaJ. 0 mukbtir foi euveuenadoe 16 dosseus
ministro3 e grandes offlclaes decapitados. A Tlda
do khan e.-ti era grande perigo.
CompanUiiT do Bclnerlbe. Os res-
poctivos accionistas sao de nova con/idados a
se rennirern no dia 29 do corrente, pelas 12
horas da manha. no, escriptorio da corapanhia,
a rua do Cabuga n. 16, afim de deltberar-se
sobre as contas do anno Qnanceiro. A reaiiao
se effectuara com 0 numero de occionUtas que
comparecer.
l,otwia i-' A que se acha a venda 6 a I09-,
a beneflcio da irraindadb de Santa Anna, da igre-
ja da Madre do Deus, a qual corre no dia 25.
Iieilwe. Iloje, 2i, & 10 1|2 boras em ponto,
deve partir da esWcao do arco de S. Antonio 0
trera expresso com os cooeurrentes ao leilao de
pondia com 0 silencioj
to e uma verdade. qu9^ ifriptors
ma retigiosidade exemplat&lpQo a, nio
egar conscientemente.
como era natural e logico, tomamos aquel-
le wleiicia eomu ama coorirajpjpao do-epie b
uios ditoi asslaroomo ainda contraoaflMs a
pAr que aiguot dot caracteris, invocados
iffi aceitam e nao approvarn a jinha de
tra.adaptla redac<;io da Provima, coat fcpecia-
lidade na.quadra actual ; tanto qe 0 artigo *tue
os refenM03, e nqi cataplasuio fu antes um en
Mlopamento, na e/pressao vulfir, que redafido
M lerraos siuyhtf e claros, 4nada sigoific-u
W. ioJPQj'ta, porem, que anim 0 seja, porque 0
Wjptor memtu iaspirado a diviia : undimu
fortuna juval, timidos que npellit, so pretendeu
ea'raquucLT 0 cfleiio que
pnblica a insinuacao do _
4t %ovrno por algnm Soara
e Portella, aco-1
feila,I*aj*f
*>
a opposicto proi-lamaeiu doulriua a politica
pnnhal, ad bacamarte', eatonsclhi u assas.-ic
221, (s Jcsedo Manguinho). "
AmaobS, 25, e Tectua 0 agente P.nto 0 leilio
de calcados e miudezas avariadai, conrorme esla
annunciado.
No dia 6 do mez vindauro deve ter lugaf
0 cgundo leilao das fazendas e mais mercadorias
qae fazem pane da massa fallida de Pereira de
Slelle & C, (em -continaacao^ existentes no arma
zein da rua ae Bom Jesus n. 63.
Hoie offectua 0 ageale Dias 0 ljilao de um
predio de dous xnuares em a rua do Visconde de
Pelotas n. I, as 11 horas em ponto, em 0 piimei-
re andar da rua do Marquez de Olinda n. 37 agen-
da.
Casa de detencao.Movimento da casa
Je detencao do dia 2J de julbo de 187i.
Etistiara presos 332 entraram 3, sabirarn 3.
existem 332.
A saber :
Nacionaes 256. rnulheres 7, estrangeiros 22
ascravos 43. escravas i. Total 332.
Ahinentados a cusu dos cofres publicos 258
Movimento da enferraaria na dia 22 de julbo de
1874.
Tiveram baixa:
Jose Barbosa de Oiiveira. febre.
Vicente Ferreira de Brito, idem.
Pagsagoiros. Sahidos para 0 sul no vapor
francdi Henrique IV:
Lourenco Itodrigues Vianna, Casemir Sedat,
Francisco da Silva Peres. Mad. Corel e I es-
crava.
Cemlterlo pnblico.Obituario do dia 22
de julbo de 1874 :
Antonio da Silva GuimarSes, branco, Pernambu
co /0 annos, viuvo, Boa-Vista ; hernia
nal.
mgni-
Luiza Maria da Conceicao, preta, Africa. 58 aa-
nos, solieira, Boa-Vista, hospital Pedro II; cache-
xia paludosa.
Jovencie Francisco Xavier, pArdo, Pernarabueo,
20 annos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro I!;
desintena chrooica.
Carol na, branca, Pernambuco, 1 anno, Graca :
memgite. v .
Jaao, parda, Pernambuco, 5 mezes, S. Jose ; con-
vulsoes. '
Pellcidade infella. No lugar denomi-
nado Mugonga, do districto daBoa-Viagem, -Jrio
baptista de Vasconcellos ferio com diversos golpes
Je f.caoa Feluidade Peres'da Luz : foi preSa em
CBRONICi JlWmzUL
TRIBU.li.4L DA UUL\V lo
SESSaO ESPECIAL DE 23 DE JULIIO'OB 1874.
PriESIDENCIX DO EXM. SR. CO.NSELUE1RO
CAETANO SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgdio Coe.ho.
As 10 boras da manha, presectes os Srs. des
rrabargadores Almeida Albuquerque e Motta, Ifoi
aberta a sessao. *
Era scguida 0 Exm. Sr. conselheiro president*
passau a relatar os aggravos que foram julgados
por elle e os adjunctos sorleados na sessao an-
terior.
N. 29.-Aggravante Bernardino Alves Barbosa
aggravado Jose Joaquim da Costa Maciel. Juizes
sorteades os Srs desembargadores Motta e A AJ-
buquerque.-Negou se provimento. ^
N. 30. Aggravante Joao Antonio Monteiro, ag
gravada D. Anna Josepha do Espirito Santo. Jui
Ms sorleados os Srs. desembargadores Motta e A
Albuqoerqae.-Negouse provlmenio.
Encerroa-se a ses-ao ao meio dia.
PARTE POLITICA
pio i -
caxn do
DA ACE.XC1A AMERICANA.)
nio, de Janeiro 3 a I li. e 3U m.
la lardc. O governo rcunio liontem
d.-imiaiioH seas amigoa, e flcou
iiM-iiiB.iu em paiaar a ireforma
eleiioral. manlendo-ac os clrrn-
Iom |?) com voto dnico e eleicao
miirecia.
Kio 3 us 1 li. e IO in. da tarde.
-eu o coronet Ciena In u Olym-
Sampaio no as sal to dado a
rauat.ro Maurer no Kio
Urnn ile do Sul. Canablo sobre bun
Ires 5 n/H nancario. S5 3 1 e M
9/H purticalar.
Bali ia *3 as 3 li. e 15 m. da tar-
ilp.-i-nmbio sobre Londres S5 5/8.
baneurfo; 5 3,4 particular, bo'n-
tvm t e to particular, hoje.
aMlMi.-t aslth.e 3* in. da tar-
dei:sct Interromplde o aUo te-
I'flfrajthico eutre Lisboa e Fal
moiitu. 8es;ne para o Rio de Ja-
neiro, no vapor ACONCAGUA, da liuha
do fiK-iiico. o barao da Pontc ni-
^fslrt'~0s earlistas abandona-
SSrtlS^"* depols Mavre.-Vcn.leram-se 3,5C sae-
*'. *Poo If3,000,
I 'KO-*on;,Toan^naVrn,edCh?
gj. fEUZ VENTURA, procld^^e ^a
^fiSS?. Tenjehraua4?e,"i So*"
-e Sa.0i. da,aeY. a preco de
Russia deram-lhe uraa fortnna colossal s(
boipresenteadacom23 relogios guarnecidos de
pedras preciosas, 6 collares, am dos quaes forma-
do por 13 fios de grandes brilhantes, braceletes
sem numero, brincos, leques de ouro, eraflm um
verdadeiro thesouro. Foi-lhe dada, alem disso,
uma coroa de marqaeza, toda guarnecida de flores
ue Drilhantes e rubis, urn canario do tamanho na-
tural, de ouro macisso, sendo 0 bico formado por
uma perola e os olhos de brilhantes, estando a ave
era uma gaiola.de perolas Unas raettidas era ara-
mes de ouro.
._ No Idaho, que sahio ha pouco para Queeos-
town e Liverpool, ia um grande numero de mis-
s.onarios mormons eenire clles Erneslo Young,
filho do Bngham Young 0 outro do mesmo nome
MM do propheta da nova seita. lam fazer propa-'
gadda das suas doutrinas. v v
Nas eelebres thermas de Ems tem-se renni
do um pequeno congresso de soberanos. Teem
al.i estado o imperador e a imperatriz da Rus-ia
0 iisperador da AUemanha, 03 reis da Saxonia e
Hollanda, e outros pnncipes da Europa.
- Na"pnmeira sala do tribunal civil de Paris
esta-ie jalgando 0 pleito intentado pela adminis-
tracao dos bens do estado contra 0 Sr. Courbert
como responsavel pela dertruicao da columna
> endome. De.'ende 0 re"o 0 Sr. Lachaud e ac-
casa-o por pane da admuistracao oSr. Victor Le-
franc.
iK~JGanibaldi continua a estar bastante doente na
ilha de Caprera.
Desde IS a 22 de maio. e partiuo < tvst:;t\ vmoit
REaFE, 24 DE JULHO DE 1874.
Fjz se necessaria^uma resposta ao artigo qae a
Provincia, ullimamente publicou em data de 22
do corrente, e que acertadamente merece a quali-
ncacao deretratacao.
Nao pode e nem deve Gear sem uma eontestacao
de nossa parte aquelle escripto, onde nao sabemos
S3 se devcra admirar mais a deslealdade, com que
procjdeu ojscriptorJ/neiaj on oforito de do h re
raorso, de um directorio, que falseaodo talvez 0
pensameoto daquelles de que se diz nnndatario
prega a doutrma do punhal e do bacamarte eriee
em dogma politico de nm partido 0 assassinato de
um delegado do governo.
Isto e facto publico, notorio e recente.
Ja de ante-mao podemos dizer que 0 escriolor
que bem no3Pareco ter comprehendido 0 desazo
da redaecao activa da Provincia, que acaba de
comprometter senamenle perante todo 0 paiz, 0
nome do.partiio liberal de Pernambuco, quiz com
a sua penna rehabilitar aquella redaecao, estigma-
tisando a doutrma do as assipato pregada pelos
escnptores procincianos. P
Nao foi porem feliz 0 redemeptor da redaecao da
Provincia porque mais aggravou a situaclo, nao
diremos dos escnptores provincianos, simplesmen
te, mas de todo partido liberal pernambucano
Nos nos expbearemos, porque essa tbeoria inte-
ressa bem de perto a sociedade peroambucina
que nao esta disposta a sujeitar-se ao tremuS do"
pavilhao do assassrao e muito menot ouvir a *T,
dos politics que proclaraam como digno de ser
imitado a feito de Sento-Maior. r
Nanca puzemosem duvida, e nern nnnca acita-
raos a sohdanedade entre um partido qaalqaer e
0
sou orgao ainda que tivesseraos certeza de aua
directono liberal, do qual surgio a Provincial ja
a
sao
de
cos
sendo
siilelrci.
!* a uu c o
Charleston (Carolina do Sal), 0 iguazil 001 e
hasta pnblica 24)00 propriedades fomoveii de di?
b!iS!e Por;,,r"0 no Pagameflto de coatri-
Pela quarta rz a fundicao do falladn imperial de Colonia Uz to. VoM a qUe So
6 de torn .-era vez do dd, di o" do sustS.
Deeidio-se fazer nma qamla rundlcao Ejta de
cisao, porem, parece irae (ei barulho Tm Ber-
lim; am sino qae deve symbolisar a unidado al-
lamaf..
0 a'gflbispo de Avignon acaba de doar a
cathedral ^e Apt uma magnifica estalua de
SantAnna'erfl mafmore g*e Carrara, devida ag
na annos cahio na caducidade, pois que seguudo'
sua organ.sacao, actualmente os seus membros sa
mandatanos sem raandato.
Nao fomos nos, como facilmente se podera veri-
lCaLnS !f? arli?03' 1 levlamos a queslao
de so danedade, cuja palernidade ingenuamente
no. altr.bue agora o escnplor provimiano ;mu
sua a redaecao da Provincia em sua interpellacao
d.rigida aos Sri. Drs. Aguiar. e Portella wn*WP
Pdita a ralerpellacao pela redaecao da Provincia
adinsta; por nossa vez julgamos que era occasiao'
do fazermoi um appeiio a alguns dos liberaes. que
Sf"? CTcto C9m direc">rio, sobre 0 modo
indecente e descomrauoal, porqne diz aquella re-
aacgaodirlglaaducussao, a one inf lizmente, s
por d.gnidade nossa e da cpinilo publica7erameo
obngados a responder. mou
EJIectivamentfl foi 0 que fizemos, sendo que tam-
bem tormamos um quesito quanto 4 antoria das
prooeas5es insolenles e pouco dignas de homens
era qe eom razao se devera supp r prudencia e
urbanidade, provocac5es que deram lugar a re-
pulsa dd nossa parte energica e condigna dos oro-
vocadores. r
Ousara negaj" 0 escriptor enviado que foi esta 0
BO? 0 proceder f
saiba
vez que
do
jnalo
dos delcgados do goTerno.
0 Liberal Pernambucano, jornal qua ja desappa-
recsu, por duas vezes foz seraelbaote iainaac4o,
e a Provincia agora acaba de faze-lo; completan-
do-6 assim a terceira vex.
E para ti, Pernamburo, princeza do norte, 0 que
signified es>a politica, que consagra e endeosa 0
horuicidio 1
Sio,v6s, que estas sendo desholirala e as tuas
vestcs preciosas estaosenJo estracal.iadas pela op-
posicao liberal ?
Mas 0 escriptor messias, com vez tremula e en-
ternecedora, referindo-se a Chronica, que pedio 0
assassmalo do Exra. Sr. Dr. Lucena :
Este pequeno artigo, que pao era destinado a
Chroiuca, sahio nesta rubrica i'itn ser vi-to pela
redaecao. Nao e desculpa ; fallamos n- facto pa
ra reprova lo com tola sinceridade. NiO tergir-
vcrsamos, mas condemnamos perempteriamente
essa Chronica, e nao toleramos se quer que sa
apreseute para ella alteracao alguma. A Chroni-
cs a que alludimo', Oca, era nosso conceito e opi-
niao, quali3cada de eno politico yrosse>ro, e sera
tida cOmo se nao fo.s;o publicada.n
Tal e a expressio de anathema lansada sobr.c a
Chronica e conseguintemeate sobre a redaecao da
Provincia, a que pelos artigos eondemnatorios do
novo messias, cabe a responsabilidade do erro po-
litico grosseiro.
Entretan'o, essa expressao aiala e comprome:-
tedora do partido liberal, porque, ou a Provincia
aceita a responsabilidade e a palernjdade da tal
Chronka, ou declina da raesma responsabilidaje e
paternidade.
Se sceita, ahi temos a politica do bindido c do
sicano, ahi temos um partido armando 0 brage da
raalfeitor para apunhalar a autori ade, ahi temo3,
cmfira, a sociedade pernambucana aterrrada e
ameavada pelo proximo domiuio do bacamarte, es
peranca alentada pelos esc-iplores procincianos.
Se declina da paternidad e respjn^abilii.ide,
ahi temos couiprometlidos os deslinos da partido
liberal, por uma redaecao sera crilerio, sera lino e
seaa cabecaj ahi temos sacriffcada a politica li-
beral por ura directorio incapaz de dirigir a si
mesmo, quanto mais 0 partido do qual elle so diz
mandatario; ahi temos confassaU a iuepcia e
de-azo das pennas que rtdigem a Provincia.
Ora, d'aqui nao "ha para ondefugir, ou 6 re-
demptor dus erros p liticos grossetros da Pr. vincia
aceita a la ou a 2' prop sicao.
Mas exarainemov*era isso. c vejaraos qual das
duas proposic5es e aceita pela Pr vincia,
Ora, esta evidente, oio so pelo que disse 0 es-
LTiptoi" saload/r, como pel i que disse 0 Sr. Dr.
Aprigio Guimaraes em uma caru es^iuta a> Sr.
Dr. Ji.io Baptista Rigueira Costa, e publicada na
Provincia, que 0 prugramma 4a politica provin-
ciana conlein 0 assassinato, 0 enJoosameuto do
acto de Souto Maior.
0 escriptor condemna 0 facto acjnselhadj pela
CAronica coma um erro politico grosseiro, ana
tbematis 1 ; mas declara qqe a redaecao e solida-
.ria coin 0 Sr. Dr. Aqngio, e que sem este ella nio
pode enlrar, nao pode penetrar no temple ; ora,
esta provado a toda a evidencia que da penna do
Sr. Dr. Aprigio sahio a Chronica alludida,' porqne
0 estylo 6 o horaem, e porque na cam escripta
ao Sr. Dr. Rigueira Costa, arada repete, bem en-
tendido por outros lermos, a doulrina a 0 dogma
da politica dJ assassinato dos deiegados do gorer-
no. quando se exprime da seguinte forma :
a Tranquiilisa te : os tempos sao criticos.
E" como disse 0 Illustrc Si veira Martins :
Nas republicas americanas mala se. renden-
do prcito a dignidade humana : lera-so medo do
troco se 0 initnigo flea vivo.
No Brasil surra-se, revolvem-se 03 leitos das
pandas, devassam-se os veaidos das donzei
las............
te em Pernrmbuco, meu amigo, (o escriptor
messias presle bem attencao a estas palavras) um
prcsidente manda espaldeirar 0 povo inerrae, fica
abi nas janellas do palacio como quem a.-si-te a
uma festa.'.ri-se, da gargalhada, ve arrombarem-se
as portas de uma casa particular para serem es-
paldeirados dous cidadaos.....e esse presidente
abi .... ahi tran-ita.... ha quinze mezc.
Logo a redaecao da Provincia aceita a doutrina
da Chronica, aceita 0 facto.
Negara 0 escriptor provinciano que isto quer
dizer : Nas republican americ nas mata se : aqui
no Brasil 0 presidente transita abi., ha quinze
mezes, e nio ha quem 0 male ?
Isto e a Chronica querem dizer a raesuaa cousa,
exprimem 0 mesmo pensamento.
Evidentemente se 0 escriptor nao quer diver-
ciar 0 Sr. Dr. Aprigio da redaecao da Provincia ;
se confessa que sem este senhor a opposicao nao
entra no templo; claro esla iue confessa tacita-
menle que a conderanacao a Chronica nao passa
de nma tangente dd que se servto para occultar 0
pensamento que premituramente foi revelado.
Nio ha a negar, mesmo porque nao acreditamos
que a Provincia tivesso seriamente taxado a
Chronica do Sr. Dr. Aprigio de erro politico e
grosseiro, a Provincia que se considera iosultada
quando nio esta junto do Sr. Dr. Aprigio, sem 0
qual ella nio quer cntrar no templo.
A outra prpposicao nao pode ser aceita pela re-
daecao da Provincia, porque esta claro como a
luz meridiana que nao foi por um descnido publi-
cada a tal Chronica.
A redaecao da Provincia tem nm centro, onde
toios se reunem para examinare ver quaes os
escriptos que devem ser publicad:s, ainda bontem
declararam ; conseguintemente aquelle -pequeno
artigo passou pelo exame, e so sahio coin 0 bene-
placito do centro da redacgaa.
Porlanto 0 escriptor enviado mais complicou e
aggravou a situacao do partido provinciano, offo-
recendo nos occasiao para uma analyse quo poe
tudo as claras.
Outro ponto, era que 0 escriptor se espraioo,
foi em repelhr 0 qoe elle chamou insulto, que di-
rigimos aos provincianos.
' Consiste 0 insullo, segundo 0 mesmo escriptor,
em nao terraos incluido 0 nome do Sr. Aprigio
entre os daquelles liberaes, aos quaes invocamos
em um dos'n.ssos artigos.
Nao respondents a este ponto por agora, por-
que esperamos que mais tarde 0 escriptor faca
uma unica excepcaouma unicapelo devar de
moralidade, e e quanto ao Sr. Dr. Aprigio, a3sim
como jao fizeram quando estiveramno poder.
Ura outro ponto nao teve, porem, resposta ; e
fji elle quanto a autoria da provocacio. 0 es
criptor provinciano nio deu e nem pode dar res-
posta peremptoria a nossa interpellacSo.
Nao queremos saber quem e opposicao e quem
6 governo : queremos saber, sim, quam foi, deque
lado partio a provocacio ?
Sim, ou naff, e 0 que queremos: nada de sub-
terfugio, nada de meias palavras.
1I0 dehcadeza- e atten^io;' declard que nio
Ibessoichei serrreliiantcr intervencat), 'taila
ofliciosa ou espontanea, e que nao aceito 0
avja-1 loOBOr favor do
'P- crintoros da PrVsinda.
cqndfcu r.Klem pnawguir na Uafa oc(
Mmha vida publica j particulustp.lo 0
"ar dom96tico oontkiuam jntHiraroenle
posicao (Jog referidos oscriploreai.
cife, 23 4RJulhade 1874,
/?/teo Augusta de. 1 Imeidu.
0 l)arao de Tracunhaera ao
Bh* puhlioo.
_Firiueno jututto de juteirar 0 publico
acerca de quanto for occorrendo com rela-
cio .1 desgra^ada queslao do preteiidido tes-
tmentode m^u finado fiogro, 0 cornweA-
dador Paulo do Amoritn Salgado, chama-
noos a sua attBucio para a petic^) que em
seguida publicamos, e principalmeqte para
o despacho qafe liie foi da Jo.
Ouauto a esse desfacuo duas considera-
gdes bastam-nos por esta vez.
A piiineira e que oio tendo a decisSo a
que se refere 0 despacho cogitido de um
exame, como diligencia puramente crimi-
nal, para verificacao dos indi i^s do um
grave crime, nao se coinprebeo.de como foi
ella trazida para ser negado 0 exame ro-
querido por parte do ministerio publico.
segunda e que por dito desp3cbo,
"Oj faotos .-a J de todos os;'fiir>J e os ban liJon da
Provincia,- deqtt** it.laetT clwfe 0 salirador-
mor das repulacoes alhelas,
tor do dis
mandand>se que as paries inlernsadas
procadara as diligoiicias preleniidas no
juizo de Barroiros, quiz-se cxcluir a int-ir-
vencao da justira publica sem dar-se os
motivos do tai.exclusao, nem destruir-se 0
fuudamento qua teve o Illm. Sr. Dr. i.
promotor para requerer, nao diUgencias,
mas apenas uma diligencia, a saber : um
cxatne.no tal lestaraento.
Ja" nao e s6m'ente a mim particularmen-
te que sao fechadas, como \i disse, todas
as avenidas que teria eu para p6r-me a sal-
vo do um piano crimi.-ioso, o ministerio
publico nan teve mais feliz resultado.
Toda a felicidade e para 0 major Paulo
de Amorim Salgado.
S. S. que foi pessoalmeute agradecor
uma decisao que obteve, sendo eu 0 con
tendor, 0 que n5o fard agora que venceu
por sua vez 0 iUustrq orgao da jusliea pu-
blica l
Assim o quiz 0 tribanal da relacio.
Por agora nada mais accrescentarei.
0 publico que leia e julgue.
Ilecife, 21 de julbo de 1874.
Ihrdo de TracankSem.
ci-
de que
do que
relacao.
lloflua.
Prefiro 0 governo dos francos conserva-
dores ao reinado dosses ambiciosos, os libe-
raes I... que sen'em-se impuros p3ra sacri-
flcar no altar da liberdade, e andam especu-
lando em nome da deusa I
1866.
Marco Anloniol I..
PUBLfCACBES A PEDIDIE
a=
Sou informado de que os meus amigos
os Srs. Dr. Ulysses Vianna e Antonio Maria
O'Connell Jersey, invjdam esforgos, para
que nSo continue eu a ser insultado nas en- 1874.Lm fe de verdade___Henrique
Illm. Sr. Dr. juiz de direito do 2. dis-
tricto criminal0 barao de Tracunbietn,
a bam seu pre isa qua o esctivao Almeida,
era vista do autoamento de uma petica do
supplicants, em a qual requereu a* V. S.
4ue lossm tornados os depoimenlos de duas
testemunbas relativos ao Hestamento, com
que se pretende ter fallecido o commenda-
der Paulo de Amorira Salgado, Ihe de por
cerlidao 0 qua for apontado pelo suppU
cante. Por isso reqaer a V. S. que se
digae mandar passar a referida certidao.
i'ede a V. S. deferim'ento E. R. M.Re-
cife, 17 de julho de 1874.0 advogado,
Soares Brandao.
C^rtifique. Recife, 17 de julbo de 1874.
Miranda,
Honrique Cecilio Barreto de Almeida,
cavalheiro da imperial ordem da Rosa e da
de Cbristo, condecorado com as medallias
do mento militar da campanha geral do
Paraguay, tenente bonorario do exercito e
escrivSo interino do civel e crime dosta
dado do Recife, por S. M. I., etc.
Certifico que revendo os autos
trata a petigao retro, ser 0 tbeor
me foi apontado o seguinte :
Him. e Exm. Sr. presidente da
0 -2. promotor publico da coinarca verr
anteV. Exc. peJir providncias em ordem
a que seja procedido um exame criminal
no testamento com que f .1 eceu 0 coramen-
dador Paulo de Amorim Salgado. Chegan-
do ao conbecimento desta promotoria quo
se bavia commettido um crime naquelle
testamento, pelo interrogators que se pro-
ce leu perante 0 Dr. juiz de direito do 2.
districto criminal, de duas testemanbas, que
depozeram compridameute, foi requerido,
como sp ve da petic-io junta om exame ;
mas 0 digno Dr. juiz de direito julgotl que
nao devia deferir, desJe logo, no sentido
em que se requereu, por depender de, deci-
sao do tribunal da relacao, uma duvida
pelo mesmo opposia & intelligencia que se
devia dar a um venerando accordao. Mas
parece entretanto que a accao da justica
publica nao p6de estar dependente de uma
decisao que sd alTecti 0 fdro civil, e isso
certamente n3o escapou & intelligencia do
digno juiz de direito.
Enrtetanto 0 respeito devido & este tribu-
nal 0 forcou a nao pemittir que so proce-
desse logo 0 exame crime que foi requeri-
dj a bem dos interesses da justica ; pelo
quo 0 supplicante nao podendo ser indiffe
rente, como orgao da justiga publica, a
um facto sobre 0 qual ha presumpcoesve-
hementes, da pratica de um crime, vem
ante V. Exc. para que, interpondo sua au-
tori fade, facilite os meios de eiTectuar-so 0
que foi por mim requerido. Trata-se de um
crime que nao se sabe onde foi praticado,
e V. Exc. que, encaneceu no servico e pra-
tica das leis, sabe que sempre que ha in-
dicios de crime nap se procura saber onde
foi praticado, mas sa realmente elle existio
0 quem seja 0 delinquente. Assim se V.
Exc. por si entender que nao pode deferir
oque agora se requer, subm'ettera esta ao ve-
nerando tribunal da relacjb para que este
ordene ao Dr. juiz de direito que proceda 0
exame crime requendo, independents de
qualquer diligencia civel que por ventura
possa s?r detertninada. -Recife, 20 de junho
de 1874.0 2. promotor publico, Fran-
cisco Gomes Pareute.
NJo me cumprindo autorisar quanto aqui
se pretende, 6z ver a este tribunal 0 oxpea-
dido nesta peticao, e tive em resposta que
nao cabendo recurso algum do accordao
a folhas sessenta e quatro, que as partes in-
teressadas fjssem proceder asd iligencias
pretendidas no juizo da Barreiros, doraici-
lio do finado testador. Recife, 27 de.ju-
nbo de 1874.Santiago, presidente.
E mais se n3o continua em dita peca que
me foi apontada e fielmente copiada do
proprio original, ao qual me reporto.
Subscrevo e assigno. ttecife, 21 de julho
o ba ub.d'.r e delra:-
pri'tendeole a ro,isio e-nt.radiada da* obras do
padre llarreto, o exsecretario que ettomuoicava
arm pojo os segredtM da artajnistrata, os baodi-
d >s, dizemos, ja m Dtetn di HJTidaflc a luz do
dia, ja espcQulara sem pudor com a boa (e
publica.
Se medera a 1 >.J >s por si e por esse sonstruoso
tartufo I
Xd, poiem, haveiuo* do amncar-lb* as rras-
cariH e apresentsl-os nwti facie com 0 ien e-ere-
vinnador ekela, herva daraniuba oa lerendarla sei-
v.i pernambucana.
. Os facias se rep tem todos os dias : nao so pode
coniar antiguidade.
Cm-m mm Uii -
Foi dura, foi ma, M tudo 0 que quizerem : t .1
concedemos por favor a argumentacao.
Mas, foi uma lei dictadapelae.-tado das tinacra^
publicas, criininosamsat.) analadtsfrfa ecaai-
lo o contrato da companhia Drainage, e pda
verjronliosa patota da innoraralb Mornny.
Foi um acto pungent* para 0- eus aut -res, MM
eoOMqaeaeia necessana dos de-varios d.i ,
g.csso, que embriagado no csyaiJeuameiUo do
povo em frente a casa da policia, a rua do Impe-
rador, em plane dia tl deahril de4H6^Mw nuaa
mios a medir a 13 wranjos. c legou-no* cou>pro-
missos de dor e de vergonha.
Fei nm reenrso financeiro para occorrer ao
Jesfilque de loaia de 11.11 e quiuUenlos cuaiat de
reis, o:casionalo per a juolles contratos Je v. r-
gOnlia e de dor.
Foi uu justid'-ad-i esfiir*o e do nms r.io-
intuilo, para salvar o credito desle wbr pMj
de Pernambu:o; as.-im compromeuilo e ruui-J,
i>'-l 1 Uga, (orido grave.ncniu na lioara e na |. >lsa,
all oniad 1, roubalo, empido.
Pel a nobro povo de t'.rnambnro ... E fBMdJB
di emos povo, nio i.U\mt de.-tc on daque.i p*r-
lido, fallamos de todos desbi'rda.ixis-da f.^riani
quo selTrem a cainpanhia Drainage, e pagaram o
preco aJHsla&i da innova^io iforwiy, u-ndo sidv
viciimas por cinco annos das depredac-iea e do
chhole infamantissiai) da muito ferui e mailo
eslupida oligarchia bronina, como a qualui.nu
sempre 0 proprietario e redactor da Opinmj W
c tonal.
Kiso que se fee...
P.iis oi compromisjos, embora ruiaos&s, ilu
prog'esso uao devenain ser satisMtos ?
I'.is os ageules in.l intoneoaados da lM
compromises podt.n escapar a resp.miaij,li-Ad
dellt-s I
Failanos no Sr Aprigio, porque ven h.j> -
deodar a^uelles aqje.uiao desatMedadaoiaai-! tm-
lifoa por causa de taes e outros contrite.-, aggre-
diado a 11 lermos d-t quilamleira, a quem p.'otura
03 mai.'s de susltntar o credito dos ofre. .?tj
ii, l.ilUin h no Sr. Aprigio, porque esse ;>r r
veio a nesio enc mtro nes-a osciliacao periDauec'c
que Ihe ii peculiar, de sublunar hoje 0 que I. m
tem atirou a- scntioa*, e *ice versa.
Qjera ousara uegar que esla:nos cm ttosso di-
reilo ?
Se nao tinharoos razao. 0 que cumpria aoaprv-
viticianos, 0 qie (ariara lioment que uao b.-avcS-
sem perdido a cabeca (se algum dia a Cver.ii,;.
era mostrar qie nio tinham s ratio.
ira mostrar que es?e fllaucioso pretenJeate a
revisao eslipeodiada das obras do padro U-n < 1.,
ao -dirigir-se esla anno a palatio para fazer ume-
liiaut pedido, indicando a verba evealaaes
por dizer-lhe 0 presidente que nao luvii qu ':a,
ja lin'u 1 a S. Exc. na-eoata de picaideute afjahlta-
ra lor. nao obstante 0 tratamento faratuar simulalamente cliaramincava jauloa S. Exc.
Kra niasirar que dos tempos do BJ|BJMM MM
0 Sr Aprigio tiia maos achou c tanto tatygnttli-
sau, nao rosultara.n as cooseqaenciaa diulce:> em
que nos acbamos, quanto a liuaoca.- qae
aquelies caatratos nao sdo rainoso* e in idrotes.
i-t-i era de lumens, mas isto nio podia:u cllas
fazer, porque nao sao homens, porque i.a 1 >ic
mais do que a aoiubra dessa iaunmaptio que nio se defeodem os abocaohadores da L- i.r*
e des briias aiheios.
0 que fizestes, crcaluras provincianos t
Depais de alguns dias de marasmo e do u-
carte, voltastes aos banhos de lama para de boto
aggredirdes ao beoeinento Sr. commeodaiui' La-
ceni, em bomeuagem as phantasias diabolicas de
Fab:o rustico. -*
U Sr. commendador Lucena e nm mcnLn.so,
piestlente canalka, cynic, satleador, .u,ing9
ftrdad ; animalejj, pilickinello, etc.
Omareis uegar o facto de honlem f
E porque tinbamos 0 direito e 0 deter de defen-
der a viciima, travou se a lula.
Vos, nos estcrqailinos das descompo.-tura; -b-
jecias do Sr. Aprigi e noj, na linguagera dec-.tit:,
unica dlgna do povo, e >6 por bra da ajgressao,
alguma vez ioeisiva.
Oasareis negal-o ?
Oh I ba de bear na bistoria da imprensa Jo i\i
nambuco 0 nojento exceso da opp>si.a ,
CMM I
Que genie Qae opposicio Que cjnic. s '
Entao provais que 0 Sr. Aprigio nao esta despei
tado, porque falharam-lhe os calculus, dizendo que
o Sr. commendador Lucena e um presileute caia-
Iba I ?
Entao provais que nao fizesteis aqnelles cofiira-
tos de eteroa vergonha e de iofame invcstida con-
tra a balsa do povo nas taes contas ieapputelk s
dizendo que 0 Sr. commendador Lu:ena I un ani-
raaleje, um corioga fardado 1 f
Oh ba de Hear nahistoria da imprensa de F r
nambuco 0 nojento excesso da opposicao pioau-
ctana I
E appareccis agora sem pejo, dizendo que nnnca
injuriasteis, quenunca vos occupasteis da vida on-
vada I
K" de mais......Pensais qoe esu terra de Per-
nambuco ti toda cemposta de Aprigios e rabi-.a-
dores procincianos 1
Cantinuai no mesmo gosto, so quizerdes; euicn-
dai vos, se quizerdes. Estaremos sempre em guar-
da a vossos golpes, ou assisliremos a vossa rece-
nerarao.
Para nos pouco imporla uma ou outra oousa.
Aqui estamos, aqui cantiauamos em nosso p.,.|S
de honra.
Os espaldeiradores de 27 de abril de 1807 zom-
bam da boa fe do povo, que teve a pacieocia de
solTrer as empalmacots progressistas.
Hivemos de aeompanha-ios ate onde forem, ba-
vemos de bradar-lbes sempre aos ouvidos era no-
me do povo an uinado, roubado e persoguido pt-lo
contra'o da Drainage e pela innovacao Mornay.
No Sr. Aprigio so tocamos por fatalidade, notai
bem. Saia elle aaiaoha da impraisa politica, que
sempre limbrou era aviltar, e vereis que depais do
epitaohij a que tem jus, nem mais nos lembraremos
da misera creatura procinciaaia.
Ficara para ahi esse nome enlregue a propna
abjeccao, e cercado de tnstes recordac"').-?, para
fazer a maior das mauchas do sol da nossa bjatealaj
pernambucana.
Vejara ahi qualquer provinciano, nio eecoihemos
e preferimo-lo ao Sr. Aprigio, tanta repugoancia
temos de estar era lica com elle,j>ori]ue suppomos
que a raesma geracao all coatenr.a d;us Apri-
gics.
Mas, por Deus I tiretn-nos da vista esae onran-
gulango de oculos.....
Provincianos, quanto ainda haveis de arrepea-
dcr vos de aquecer a serpente, c sobre tudo do rt-
baixamento a que tndes impellido a imprensa po<
litica.
Ob vos todo3 que passais e tendes visto oppasi-
cOes, parai e vede : ss no mnodo ja honve oppj-
sicio baixa e vil como a que fax 0 desteuiperado
Aprigio 1-

L-
lomnas da Provincia, tendo escripto o pri-/Ceci'io Barret0 d'Almeida.
meiro uma carta ao proprietario da typo-
graphia, eindo 0 segundo pessoalmente en-
Quadr* hi.ttorica
Acha-se i venda em todas as livrmas,
pelo diminuto preco de 500 rs. a importante
e curiosa gravura da actualidade O Soaho
Dourado de Pio /A, offereddo pela redae-
cao do Mosquito ao eminent* escriptor Gan-
ganelli.
Vfik.
O qae rarii olco de flgaalo de b*-
llllllllO 1
A resposta depende da qualidade do genero. O
olco puro medicinal de Ggado da bacaibao da
Lanman & Kemp, extrahido dos flgdos frescos do
peixe acabado de :olher, tern veriticado taes cu -
ras de phtysica, complicada com escrofolaa, qae
seria rani difflcil encontrar iguaea nos anaaes da
medicina Tanto noa hoapitaes comofna pratica pn-
va la dos medicos os mais disiinctoa, os doente*
ext?nnados e apparenlemente desenganados em


?
^
() Vide 0 artigo
do cerrente, n. 347.
editeral da Protincia de SI


So*** &*& mipn'mm^wm
/


+
/ -
tt, resiabeleeerarn-se com o seu uso, com una ra
pidez Ul, sam qu8Do tem> fiakttoto .eoi sna exscwenci >..
Se oespr^o toj ronrniiUteia apresemtar a^ai 03 ea.
fos curas transoripla* por dilos medico* e extrahi-
dos de suas, raeracrias. asiombrarlam os leitores.
Nill deffleraadum. Nuaca dcsespereis emquanto
tivordes a mao esta remedio puro o in go no par a
vel ius curaadas afloicoes puiraonares.
com
iBSS
lllm. Sr. I>r. Antonio Lopes la Silva Barros.Os
abaixo a6sijnado, jujjes d i ficto, na presante
sessao jud'ciaria deste :crmo, faltariam a urn sa-
grado rlgoroM 4ewi, se por mcio da prcscnte
manifeetaeio, nao viessem agmdecer iVSa alien-,
flo e deticau?a com qua V. S. se digoon tratal-os,'
na qualidade de juij da direilo e presidente de tri-
bunal do jury. >
E com efTeito, noeritls3imo senhor, talvez
tempo algom, so spnta?so nes-a madeira, urn juiz
que melhor soubesse canciliar estes dous seriti-
mentos : Jtiktigi t-beneoohncia: justica em
suas decisDes, benevoleneia pelo I ado social e pelo
trato.
Ha muito a camara do Ouricury, se reseotia da
falta de um juiz de direilo, qtie.'possnindo as al
tas qaaiidade?, quo ornam a v*. S.. representasse
com independencia e dignidade, a santidade do
direilo e da justica.
Felismente estao sat sfeitas as suas aspirates,
por n;us o darreto imperial que o nomeon para
tao important* cargo nesia estiarea, foi uma nova
era, que so Ihe abrio de garaoiias e-prosperidades.
Assim, digoe-se V. S. aoeitar eata pHlidae des-
tigarada manifestaoao, como uma prcva de apreoo
e consideracao, em que os abaixo assignados. a
V. S. teem.
Sala das sessSes do jury do cerrao do Ourtcory,
23 dentate de 1874.
Francisco Jcse Barboza Velbinho.
Secundino Jose Barboza.
Rayraimdo Anlpnio Goncalvjs Vianna.
Eufrazio Alves de Castro.
Francisco Monteiro de Sant'.iuna.
Augosto Peeira da Cunha, oscrivSo do jury.
Antonio Jose Ra/bnza Bahiano Junior.
Alvaro JjidSoires.
Antonio CesariS Alves de Gastro Junior.
Hosario Alves dos Santos.
Fracciscisco Galdino de Ara.'jo.
Damiao de Souza e Silva.
.Ids* Manoel Capuchinho.
l.'mbelino Gomes de Souia. '
Jose Pereira de Alencar.
Modesto Perreira tin5.
Severin. Rodrigues deSouzs.
Moyses Capistenes Rodrigues de Aragao.
Mancel Francisco de Castro.
i.'osme Jose Delmondes.
Telesphoro Lopes de Siqneirs..
Lonel J )se Delmondes.
Antonio Manuel do Xascimebto.
Clementiuo Jose Delmondes.
Luiz Jos6 de Costa-
Antonio Esperidiao de Arruii.
Candida Teixeira Delmondes.
Caetano Pinto de Miranda Feijo Aragao.
Athanazio D-.-moslhones V. o Aragao.
Anacleto Jose de Farias.
Joao Francisco da Silva.
Francelino Alves Feitoza.
E-tavao Olympio da Cunha. Rendimento de
Antonio Estolane Maria Seixis. [Jem do dia 22
da Prata; fcajiegou : P.I Carnetro & C. 50 pjpas
com -24,000 ittros de agwdente a 3d barris torn
t.OoOrtlitos dajn !. ~> ~--*t +f
+-0o.pi\Me&o porto%oez-fentalili Feliz, para
Genon, oarregon : P. Garoeiro 4 (l! 800 sacos
com 60,000 kH*<(tfrwme*rfenKco e 400 djtos
DESPACflOS TO^PO^ACAU XQ DlA 2i{DE
Par* in porrOi do exterior.
,3-.t ^t0 nwiiavaia
_prtugueza S. Maria, para Liskoa,
carregou : Oliteira- Fitoos 4 C. CSi esuros saiga-
dos com 7,152 kilos. / .
?ara os portot do interior.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho naeio
nal Joven Correia, carre;ou : J F. -Balthar ISO
em barricas cm 18,829 kilos de assucar branco
Parao Para, no navio paruguae Mickneieise,
carregou : J. J. Goncalves Beltrao 4 Filbo 10 pipas
com 1,800 litros de aguardente.
CAPATAZU DA ALFANDBGA
Rendimento a dia I a 22. 15:587jGb'8
dm do dia 23. ... oto*"5
- -^*OV*enrtl6l;IT*iito'ihUuro
le decim;
1872 a 1873, que

provincial da Peroambuco, decjara aos^OBtr^oiaies'd Dita'n: Sl-Os t&mg
H*h a, JO.-i-MahaCeii^ft.do Ama
~_
imposto do decima^dft Jrtguezia do Santo AatpnTb-a. oacgo do consulado proJmeial,. "d exercieie do
fc marcado o prazo imj>reffg*v*l da 30dias, a eontar da public*?* desta-na
Jentro
ittfemb-'rWpoiW.fce;'...
fazendo-ss pubJi^ sa/a isto fsUcao dos devedores
Secpap do contenciojo provincial de Pemarabaeo, 20 da jujho de 1874.- -
i i a ^ procursdor fi^caL f
.. t J Cypnano Fenclon Guedes "-'-*- ~--fj r -
Heta?ao atw devedoTei dldecimi trrfiitis da Treguezia de Santo Aiitafljo, qua deixarana do pi'gar
sous debitos WfcnnO fmaacaifo ,de 1672 -1873.
: J*M W~4BMM
et

Ho dia 23
i^-imeira poria
Jeganda porta
Tferceira porta
Tfvpiofas Ccnesi^ao
pbq l
SBRYICO MAR1TIMO
ii>apangas iescarregadas no trapicle da
al/andefa :
lVo dia I a 12.....
Se dia 23.......
ic- traptcbs Omceicao .
IJ0II0E8CI&
JUNTA DOS CORRETORES
fraea do Recife, 33 dc jnlho
ie 1S74.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTAQOBS 0FFIC1AKS
Algodaa do sertao 4-1 sort? 7800 por 13 kllo3.
Dito de dit j 7i900 per 15 kilos, hentem
A'godaode Maceio mediano 7^800 por 15 kilos
posto a bordo a freto de 7(8 e 5 0[0.
bantam.
M.liio 83 rs. o kilc, hontem.
Cambio sobre Londrtis a 91) d|v. 23 1|2 d. por
1^000, do banco.
Gambia sobra Lisboa a 3 d|V. 114 0|0 de pre-
mio, do banco, honten.
i' sobre dito a 60 djv. 110 0|0 do premio.
ti. de Va^concelios
Presidante.
A P. de Lemos,
Secretario.
KECEBEUGRIA DB RENDAS 1ST RNAS GB-
RAES DB PERNAMBUC
ttndimehto do dia 1 a 22 37:8104039
4aai do dia 23..... 796;03S
Nomes.
Estreita do Rosario n. 9 Irmandade da Nossa
Senbora do Rosario de Santo Antonio
Fogo n. t.A nresma
Bitan. J..A mesroa
Dita n. 3.A mesma
DHa n. 7.-A-mesma
Larga do Rosario n. 9.Irmandade de Nossa
16:0941413 Senbora da Concern da Escada
Travcssa dos Expostos n. 10 Irmandade do Se-
. nbor dos Passos do Recife
27,878 Santa Theresa n. 60.Irmandade de Nossa Se-
nbora do Terco
19 Coronel Suasson* n. tl^fnnantlade de Nossa
124 ScKkora da CoMtiw4e Beberibe
702 Lomas Valentinas n. 3. -Viuva de Irinea Jos6
689 do Azevedo
Dito n. 18. -Irmand.de de Nossa Senhora do
29,312 Rosario
CO.NSULADO PROVlNCiAL-
rtendimento do dia 1 a 22 114:576>422
idem do dia 23..... 1:565*018
AGENCIAS ROVIXCIAES
Liquidos espiritaosos.
Rendimento de 6 a 21 6:238a.8"4o
Idem do dia 22 153^920
Bacalbao, etc.
6 a 21 4.331X346
145322
0:4141763
Generos de estiva.
Rendimento de 6 a 21 6.9624447
Idem do dia 22
Rendimento de 6
Idem do dia 22
2124816
Famo, etc.
a 21
1:5834316
4
4:345Jt68
7:1755263
1:383X316
Thesouro provincial
ho de 4874.
19:5:94015
de Pernambuco, 23 do ju-
0 escrivao,
Joao Carneiro M. da Siiva Santos.
"HfcFANDROA.
Read manto do do i a 22. .
do du 23
526:8334369
20:351X372
547:1814711
i> scarregam bj 21 de jnaho de 1874.
Vap )r inglez Student (atracado) raercadorias
para alfaudega.
Brigue inglez Victoria (atracado) mercado-
riaa para o trapiche Conceicao, para des
pachar.
Rarca franceza Zevallos mercadoras para
alfandega.
Brigae oortuguez Voador do Mondego mer-
eadorias para o trapiche ConjeifSo, para
despachar.
Srigae a'leraao l.ubeckaci ja despachado para
o caes do Apollo.
Barea ioglezaCre/enon-carvao ja despachado
para o caes do Apollo.
IiuportaciEo.
Patacho hespanhol Prim, entralo de Montevideo
em 23 do corrento e cons'gnado a J. Joaquim Gcn-
galves BeltrJo a Filho, manifestou :
Xarqne 132,733 kilos a ordem.
Barca inglcza Fusilier, entrada de Liverpool na
nesma data e consignala a Sounders Brothers &
C, manifestou :
A:ido oxatieo 1 bar.il a P. Maurer & C. Amos-
tra? 2 volumes aos consignatar.os, 1 a Carneiro &
X t ;eira, 1 a ordem. Acido sulfurico 5 caixas
a P. Maurer & C. ArrozIOO accos a ordem,'200
a Fernandas da Costa & C, 50 a Costa, Cunha &
SO a P. J. da Costa Amorirr & C.
Biscontos 6 caixas a Pereira Simoes & C.
Cerveja 40 barricas a Rosa & Irmao, 300 a or-
iiw, 90 a J. J. Goncalves Beltrao & Filho, 25 a An-
tonio M. Monteiro, 16 a Santos & Araujo, 8 a J. J.
Alves & C. Coke 10 toneladas a ordem. Cidra 30
cams a ordem. Chopas para f igao 100 a S P.
J hnston & C. Canos de.ferro 3 a A. B. Gheny.
Clmmbo de municao 69 barris a Parcnte Viinn'a
4 C. Correntesde terra 1 barrica a Moreira Hal-
liday & C. Carvao do pedra 173 tonelaJas e 12
qraintaes a Simpson & C. Correias 1 caixa a Car-
doso i; Irmao.
Drogas 1 barril a J. da S. Ramos. Dobradiras
14 barricas a ordem.
Euxalas 20 barricas a Von Schsten A; C., 11 a
M. Halliday & C. Eaxofre 2 barricas a Pedro
Mourer&C Ether 1 caixa aM. A. Barboza.
Fjrrnas para assacar 50 gigas a A. B. Gheny,
40 a ordem, 16 a Cunha' Irmaos & C. Ferragens
7 volumes a Von Sclwten at c.. 13 a Moreira Hal-
Ma- 4 C, 2 a Parente Vianna & C, 2 a S. P.
Johnston & C, la A. B. Gheny. Folhas de Flan-
Iras 83 caixas a Moreira Hilill,ay & C. Farinha
d milho 300 a ord,?m. Fogareiros 600 a Von
Schsten & C, 300 a Moreira Halliday & C. Ferro
fandido 22 ppcas a A. B. Gheny. -
lostrunuotos de cirurgia 1'Gaixa a P. Maurer
LouQa 83 gigij ao? coasignatarios, 50 a ordem,
22 % T. A. Fonceia & Successores, 10 a Silva Gui-
maraas & C, 2 barricas a B. D. Campos & C.
Machinisrao 3 volumes a Moreira Halliday 4 C,
michiaas 190 volumes a S. P. Johnston & C.
Oleo de linhacja 8 barris a M. Halliday & C,
objectos para gaz 9 volumes a Simpson & C.
Po4 para sapatos 1 barrica a \. B. Gleny. pesos
de fefro 156 a 10 barricas a S. P. Johnston iC,
papel 23 caixas a Parente Vianna & C, pas de
ferro 20 feixes a M. Halliday 4 C, pregos i bar-
ris aos mesmos.
Salitre 50 barris a ordem, seccante 10 barris a
A. Caors, 5 a P. Maurer & C.
Tachas 108 a A. B. Gleny, 6 a ordem, tijolos
para facas 50 caixas a Jorge Tasso, taboado de
pinho 83 pecas aos contratinte; da ponte da Uoa-
vista, tecidos divcrsos 103 volumes a C. C. Friend
& C, 29 a ordem, 6 a Mills Lathan & G., 2 a
Otto Bobres.
Patacho nacional Rival, entrado do Rio Grande
do Sul em 22 do corrente e cmsrgnado a Baltar
Oliveira & C, manifestou :
Couros seccps 60.
Graxa em bexigas 6 pipas com 2,644 kites!-
Tainbas salgadas 12 barris.
Xarqae 211,545 kilos a ordem.
m Navio sshido no dia 2?.
Terra-NovaBarca ingleza Olinia, capitao Samuel
Prousc ; cm lastro de areia.
tNavios entrados vo dia 23.
Montevideo 17 dia-, patacho hespanhol Prin,
de 132 toneladrfs, capitao Cnrell, equipsgem 9,
cargi 216.C00 kilos de carne, a Beltrao & Fi-
lho.
Liverpool 40 dias, bare i ingleza FSzilter, de 401
toneladas, capitao John Chambers, equi,jagj.m
15, c^rgu d:u"ereuies generos; a Saunders Bro-
thers 4 C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio de Janeiro e escalhs Vapor francez Henri-
que IV, commaudante Capella, carga parte da
que trouxe dos portos da Europa.
New York-Barca Ingleza Xampton Court, capitao
J. F. Langri.-h, cargo assucar.
Bahia Patacho amencano Walter Lebj. capitao
Cintra, carga parte da que trouxe de New-
York.
Rio da Prara Escana a'.lema Johane, capitao
Meyer, carga aguardente.
QSTAit
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesou
raria de fazenda desta proviocia se faz publicc
para conhecimento do quern interessar que.no
dia 29 de julho proximo futuro, pelas 2 hora3 da
larde, sera posla era hasta pub ica perante a Jun-
ta da mesma thesouraria, para ser arrematada por
quern mais lanco olferecer a casa terrea sita a
rua do Paco Castelhanovna cidadc de Olinda, pro-
pno nacional e bem assim o terrcno quo lhe fica
adjacente, o que tudo foi avaliado por dous contos
de reis.
Socretaria da thesouraria de fazenda de Per-
aambuco. 30 de junho de 1874.
0 2." escriplurario, servindo de secretario,
Carlos Joao de Souza Correia.
Imperador n 2.-Joio da Cunha MagalhJes
Diu n. 38Vinva de Jo5o Henriqaes da Silva
Dita n. 73. 0 mesmo a outros
33 Duque de Caxias n. 34.0 mesmo
3 Dita n. 36.O mesmo
I Barao da Victoria n. 46.0 mesmo
Estreita do Rosario n. 45.0 mesmo
' Prlmeiro de Marco d. 17.Jos6 dos S"antos Neves
e outro
Duque de Caxias n. 8.Joao, Maria o Isabel li-
Ihos de A. J. E. Braga
Dita n. 60 Joao CHinto Bastos e outros
Cabdga n. 18.Viuva de Jose Rtymundo da
Costa Menezes e outro
Trincheiras n, 22.Joao Baptista d? Oiiveira
38:606^,074 Travessa da rua Bella n 10.-Joanna do Rosa-
rio Guimaraes Machado
Trincheiras n. 31.Joao de Brito Moreira
Paulino Camara n. 7.0 mesmo
Trincheiras n. 3.Joaquim Antonio da Silveira
Largo do Paraizo n. 20.- Herdeiros de Jos6 da
Fonceca Telle3
116-1421470 Lar8a do Rosario n. 4.Fillioa de Jose Rodrigaes
d s Passos
Roda n. 43.Os mesmos
Patos n. 12.-Os mesmos
Travessa dos Quarteis n. 28. Oj mesmos
Estreita do Rosario n. 14.Jose Moreira da
Silva
Dita n. 31.0 mesmo
Caes Santa Isabel n. 1.Joaquim Nones Bairao
Travessa dos Quarteis n. 33.Joanna Maria Pi-
nho Costa
Ditan. 24.'-Jose* Doraingos Codeeeira e outro
Travessa dos Expostos n. 4.Jos6 Maria Seve
Becco da Malriz n. 1.Dr. Jose Rufino Pessoa
Mello
Marcilio Dias n. 47.--0 mesmo e outro
Segundo becco do Carmo n. 8.Joao de Brito
Correia
Largo do Carmo n. 3.Joaquim Bernardino de
Castro Reis
Travessa da Bomba n. 9. Jo-d- Francisco Fcr-
nandes
Coronel Suassuna n. 23.O mesmo
Travessa do Livramento n. 20. Jose Martins
Pinto
Pedro AiTjn'so n. 46. -Jose Ferreira Pinto e ou-
tros
Viracao n. 1Os mesmos
Pedro Alfonso n. 30.- Filhos de Joaquim de Aqui-
no Fonceca
Dita n. 52.Joaquim Gonc.alve3 Ferreira
Marcilio Dias n. 28.Josspha Maria dos Praze-
res
Dita n. 29.Herdeiros de Jolo Mauricio de B.
Wanderley
Dita n. 75. Joao Marlins Ponies e outros
Travessa do Pocinho n. 16.Herdeiros de Jo-
sepha Cardoso d6 Oliveira, metade
Largo de S. Pedro n. 13.-Joao Pedro da Rocha
Pereira
Lomas Valentinas n. 22.Joaquim Coelho Cin-
tra
Coronel Suassuna n. 12.Viuva e herdeiros de
Jos6 Iguacio Ferreira da Silva e outro
t'anta Thereza n. 25.Herdeiros deJoao Ignacio
do Rego
Palma n. 28.Joaquim Antonio Pereira
Dita n. 36.0 mesmo
Dita n. 32.Omesmo
Marques do Horval n. 43.' Jose Joaquim
Alves
Dita n. 91.-JosFra"nci:Co da Costa
Dita n. 93.0 mesmo
Dita i). 95.0 mesmo
Ditan. 97.-0 mesmo
1 becco da CaJeia Nova n. 1.Jose Ignacio
de Avila
Dita n. 7.Joaquim Maria de Siqueira
Duque de Caxias n. 63. Jose Pereira
Cesar
Travessa do Carmo n. 4.Joao Casado Lima
Cabuga n. 2.- Lcopoldo Jose Felippe Santiago
e outro
Di!a n. 4.-0 mesmo
Roda n. 14. Luiz de Franca Souto
Dita n. 15.Luiza Tavares da Sa a outro
Pedro Alfonso n. 43.Lourenco Ribeiro C. Oli-
veira'
EstreUa do Rosario n. 10.Leoncio de Sa Ca-
valcante de Albuquerque
Travessa do Pocinho n. 24, Lucia Maria
Drummond, uma teroa
0 Dr. Joaquim Goncalves Lima, juiz di dlresto e
privativo dos feitos da faienia nacional, etc
Faco saber a todos que e-te virem, que no dia
24 de julho corrente, se vendera em praca pu-
bltca deste juizo na sala das aadiencias pelas 11
horasda manha, a casa terrea cita nos Remadios,
freguezia dos Afogados, com 33 palmo3 do frente
e 58 de fundo, com uma porta, e dua3 janellas,
duas salas, tres quartos, quintal em aberto com
28C palnus de fundo, de pedra e cal, penhorada
a Manoel Antonio Ribeiro, para pagamento do
que deve a fazenda nacional e avaliada por......
2:500X-
Este sera aCQxado no lugar do costume e publi-.
cado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidide do Recife aos 3 de
julho de 1874. Eu, Jose Francisco do Rego Bar-
ros, escrivao o subscrevi.
Joajuim Gjn;.3lves Lima.
0 Desembargador Francisco de Assis Oliveira Ma-
ciel, official da imperial ordem da Rosa, cava-
lheiro da de Christo, juiz prtvalivo de orphaos e
ausentes da cidade do Recife e sea term\ por
S. M. o Imperador, qne Deus guarde, ere.
Fac<) saber aos que este virem, que o bacharel
Francisco Pereira Martins Ribeiro, inventariaote
dos beas que ficaram por fallecimento de, seu ir-
mao Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro, requeren-
do-me para vender eoa hasta publica, com o abate
da quinta parte, visto como na primeira praca nao
houve lancador, a escrava Izidra, preta, cfioula,
de 26 annoi de idade, com algumas habilitafoes, e
que pertencendo ao espolio do Inventariado, foi
avaliada por 1:000X, e com o abate da respectiva
5s parte, flcou a raencioaada escrava com o valor
de 800X000.
E, pois, qua annuindo a semelhante pretencao,
pelo presente e firmado no que dispde o deereto
n. 1895 a 1869, convido a todos ouanto queiram
lancar sobre a precitada e srava, apresentarem
suas propostas em cartas fechadas competente-
mante estampilhadas, nas salas das audiencias das
autoridades judiciaes da 1' instancia, no prazo de
20 dias, a eontar de hoie, -
Os pretenderites qderendo, poderlo ver a pre-
diu escrava) na casa da residenoia do mventa-
riante.^ raa da Iraperatriz, no V andar do sobra-
do n..'88.
E para constar manflei 4)assar o presente, que
sera affixado nos lugares do costume enubiicado
pela imprensa.
Dado e pajsatio sob meu signal e sello ou vaiha
sam ??l!o ex causa, nesta cidade do Rasife de Per-
asmbaeo, aos 20 da julho de 1874.
Eo, Floriino Correia 4e Brito, escrivao, o fiz
escrever e subscrevi. _.
Francisco de Assis Qlmira jpacitl.
Imperador n. 23.Marcellno Jesuino ie Azeve-
do e outro
Primeiro de Marco n. 7.Miguel Jose Barbosa
Guimaraes
Primeiro de Marco n. 15.Manoel Jose da Cos-
ta Pereira
Fogo n. 8.0 mesmo
Duque de Caxiasn. 16. Manoel Pereira de
Lemos.
Largo do Paraizo n. 31.0 me3mo
Duque de Caxias n. 42.Herdeiros de Manoel
de FigueirSa Paria
1 becco da Camboa n. !.Os mesmos
Barao da Victorian. 61.Herdeiros de Miguel
Bernardo Quinteiro
Mathias de Albuquerque n. 30. Os mes-
mos
Trincheiras n. 30.-Manoel Antonio da Silva
Rios
Largo das Crazes n 2. 0 mesmo
Dita n. 4.0 mesmo
Travessa das Cruzes n. 17.0 mesmo
Dita n. 17.0 mesmo
Colonel Suassuna n. 19.0 mesmo
Dita n. 21.0 mesmo
Larga do Rosario n. 26. -Manoel Muniz Fmza
e ontro
Ditan. 41.Manoel Antonio da Silva
Estreita do Rosario n. 23.Herdeiros de Ma-
noel Alves Guerra
S. Francisco n. 96.Maria Joaquina Vianna
Dita n. 70.A nlesma
Campo das Princezas n. 1.Herdeiros de Ma-.
ria Theodora d'Assumpcao
Ilha do Carvalho n. 20. Dinoel Ferreira da
Silva Ramos
Dita n.'22.0 mesmo
Dita n. 24.0 mesmo
Dita n. 26.0 mesmo
Dita n. 28.0 mesmo
Dita n. 30.0 mesmo
Dita n. 32.0 mesmo
Dita n. 34.mesmo
Dita n. 36.-0 mesmo
Dita n. 38.0 mesmo
Bila n. 40.0 mesmo
Ilha do Carvalho n. 42 a 48.Manoel Ferreira
da Silva Bamos.
Travessa dos Quarteis n. 33.Miguel Jose Bar-
bosa Guimaraes
Travessa dos Expostos n. 22Maria Joaquina
Machado Cavalcame
Mathias de Albuquerque n. 25.Viuva e her-
deiros de Minoel Caetano Scares Car-
neiro Moafeiro
Dita n. 27.Os mrtmos
Dita n. 3!.Os *r!fflo "* '* -" """'
Dita n. 29.-Os mesmos
Dita n. 33tOs mesmos
Dita n. 35.Qs mesmos
W.200
8,640
6,480
13.500
16,200
10,300
6.4SO
16,200
13,500
45,720
ll,8#0
75,001
84,600
81,000
72,000
56,000
18,000
16.200
10,803
9.003
18,000
13,503
6,480
8,640
10,800
16,200
81,000
7,200
10,800
10,800
6,480
8,400
29,700
13,300
10,800
M
23,200
'6,171
4,0,500
I
13.500
3,200
16,200
51,800

11.880
11,880
11,880
10,800
32,400
148,971
23,584
11,880
72,000
2,160
49,500
180,000
33,730
27,000
JO.OCO
72,000
' 5,400
72,000
13,500
13,500
48,600
6,480
6,480
3,400
10.800
5,400
16,300
6,480
(47,500
26,370
33,300
t3,300
|17,280
17,280
17,288
17,180
17,280
17.280
17,280
17,280
17,280
17,280
^2,680
27,000
30,780
16,200

16,200
6,750
5,400
8,640
6,480
13,500
16,200
10,800
6,480
16,200
13,500
27,000
18,000
16,200
10,800
9,000
18,000
13,500
16,200
9,000
6,480
8,640
10,800
7,200
10,800
10,800
6,480
9,000
9,000
3,100
29,700
13,500
10,800
25,200
13,500
7,560
0,171
11,800
40,300
3,350
13,300
3,200
16,200
51,8(0
33,036
14,040
10,800
9,720
9,720
24,300
6,480
5,400
32,400
5,400
148,971
23,584
11,880
.13,500
72,000
84,600
2,160
49,500
180,000
33,730
27,000
18,840
72.CO0
5,400
72,000
13,300
13,300
48,600
6,480
6,480
5,400
10,800
5,400
16,500
6,480
67,500
26,370
33,300
13,500
17,280
17,280
17,280
17,280
17,280
17,280
17,280
17,280
17,280
17.W0
mjm
27,000
30,7*
10,800
j
16,200
13,500
16,200
43.500
16:200
27,000
2
o
s
2,915
1,215
972
1,555
1,166
,430
2,916
1,944
1,166
2,916
2,430
3,240
2,916
1,944
1,620
3,210
2,430
1,438
810
1,166
1,555
1,844
1,458
7,290
1,296
1,944
1,914
1,160
' 810
810
972
5,346
2,430
1,944
4,536
1,215
680
1,211
1,115
7,290
481
2,430
583
2,916
9,234
3,153
1,263
992
874
874
a, 187
1,069
1,069
1,069
972
583
486
5,832
486
26,814
4,243
2,138
1,213
12,960
6,014
488
8,910
32,400
6,093
4,860
900
1,693
12,960
972
12,960
2,430
2.430
8,748
1,166
1,166
972
1,944
972
70
1,166
12,150
4,746
5,994
2,430
3,110
3,110
3,110
3,110
3,110
3,110
3,110
.3,110
3,110
3,110
4,082
3
.
124,194
29,430
35,316
23,544
14,126
33,316
29,430
45.720 8,219 99,669
12,800 2.870
73,001 13,500
84,600 15,223
54,000 4,860
81,000 14,580
72.000 12.960 1.005,200
6,375 873 6,948
16,200 1,458 17.638
56,000 10,080 122,080
39,240
35,316
23,544
58,860
29,4 0
17,658
66,3; 3
103,948
15,699
2.3,541
23,544
14,120
9,810
9,810
11,772
61,746
29,430
23,344
51,936
52,955
13A52
11,713
88,290
5.831
29,430
35,316
112,834
38,(89
15,303
32,960
26,487
71,619
7,063
5,886
70,632
5,886
376,160
23,898
14,713
136,960
92,214
4,703
107,910
392.400
132,435
31,435
156,960
11,772
186,390
Ptuiiao Cams,
rl e" Sifvi edufm
Becco da uiWa., A Maooei de-j.afcdeirc*
Sduza
targd do Carmo n. 11.sraria da Coneeicao'Mi-
randa-Castro"
Travessa do Gsrmo n. 10.-Herdeiros de Maria
Joseph's-de Mattes
Penhs n. 19.-Dr. Manofl Jose Pereira de Mello
e ontro
Vfceonde de Inrranma n. 39.Manoel Joaqoim
de Oliteira e ontro
Diu n. 57.Maria Joaquina dc Patrocinio Datra
e ontro
Travessa do Carcereiro n. 6.Manoel Joaqnim
4s Silva Brasileiro, resto
Marcilio Dins n. 68.Maria e seu irmlo Joao
Baptista F.
Lomas Valentinasn. 38 Viuva e herdeiros de
Manoel Antonio Cardoso
Travessa do Lobato d. 1.Maria Joaquina Pe-
reira Vianna
Vinte (Juatro deilaio a. 1 Maria Joaquina
-d'Oliviira Campos, resto
Trincheiras n. 27.Raphael Blanco Corre"a
Calabouco n. 6.Rita joaquina Mcura
Mathias db Albuquerque n. 14.Rita Maria Fir-
mina de Almeida
Travessa do Carmo n. 6. Ro3a Candida Gonc.al-
vss Ferreira
Primeiro becco da Cadeia Nova n. 1 A.Rodri-
go Pinto Moreira
Dito n 1B.-0 mesmo
Dita u. 3.-0 meuno
3arac da Victoria n. 22. -Sebastiao Jos6 Gomes
Penna e outros
Fogo n. 28.-Simian Ribeiro da Gonceicao
Travessa da Concordia n. *9.Senhonnha Er-
nesta Jorge
Dita n. 31.A mesrm
Dita n. 33.A mesma
Dita n. 35 A mesma
Dita n 43.A mesma
Ditan. 43.A mesma
Dita n. 47.A me3ma
Dita n 49.A mesma
27,000
W.860
14,840
*7,D00
24,300
3,780
9,000
8,100
II
*
Travessa do3 Quarteis n. 3.-The^eza da Costa
Visconde de Innaiima n. 12.-/Herdeiros de The-
reza de Jesns
I
Fogo
oximiu
n. 24.Urabelino Maxnaino de Caiva-
Iho
Livramento n 28 0 mesmo
10,800
13,500
13,500
13,300
7,560
7,560
7.560
75,60-
7,360
8,100
10,800
31,500
27.OC0
,0W
3(,60
M.8M
24,849
27,rt
'24,300
16.2CO
3,789
3?,800
9.C00
8,100
8.4W
18 3*40
3,14
19,800
8,400
6,400
3.400
33,750
8440
10,800
13,300
13,3( 0
13.S0O
7,560
7,560
7.560
7.360
7,500
8,100
10,801
31,100
4 850
1,080
S,S07
4il4
4,471
1,800
4,374
1,438
680
3,401
1,620
4,458
(86
1,701
291
Ml
m
\m
100'
406
3,037
777
1,044
t,4:K)
2,430
2,430
f^
l.36c
t,360
1..3CO
1,360
1,486
1,944
3,670
117,112
U,(h.i
34,717
49,834
84.151
58.860
52,974
mjm
8,110
41,102
I9,6i
.i;,5H
5.80H
20.601
3*31
3*31
11,791
11,772
3C.787
9,417
23,544
Coroflel Suas3una n. 50.Herdeiros de Vicente
Ferreira Gomes
Largo de S. Pedro n. 2.Visconde deSuissuna
Scccao' do contencioso do ihesouro
24,810 21,810
67,500 67,8(K)
provincial de Pernambneo, 24 de
0 l. official,
Uoracio Walfrido Peregrino da Silt a.
4,471
12,150
jnlho de 1874.
177,757
16,480
17,63*
92,214
54,151
H7.150

210,718
35,970
14,126
147,130
130,030
29*30
Edital n. 17.
Pela inspectoria da alfandega se faz pnblico que
as 11 boras da manha, do dia 28, se f.a de arreraa-
tar, a porta de sahida do armazen n. 7 desta re-
partioao, livres de direitos e sujeitas ao imposto da
capatazia, as mercadorias abaixo declaradas. pos-
tns a consumo por edital n. 18", e que nao foram
despachada3 dentro do prazo marcado.
Armazem u. 7.
Marea qu.idrado 73 e J J C M, sem numero.
Cmcoenta caixas vmdas no navio inglez I), of .Som-
tkertand, descarrrgadas em 27 de agosto de 1873,
consjgoadas a J. J. de C. Moraes, coniendo folhas
de Flandres em lamina?, pesando tiquido legal
2,470.kilos, no valor de 1.2I0X3OO.
DiU L GC, ns. 171 A e 171 B. Dous atados,
idem idem, ignorase a consigoacao, contendo ro-
das de ferro fundido e simples, pesando li juido
real 83 kilos, no valor de 19x366.
Dita T H, ns. 1,735 A, 1,733 B, 1,733 C e 1,733
D. Quatro Jitos idem idem, contendo rodas de
ferro fundido simples, pesando li ;uido 239 kilos,
no valor de 33X766.
Dita quadrado 13 e J J C M, n. 602. L'ma bar-
rica idem idem, contendo pregos de ferro simples,
pesando liquido legal 450 kilos, no valor de
1135400.
Dita, sem numero. Quatro ditas idem idem,
contendo eslanho em verguinhas. pesando liquido
legal 202 kilos no valor ue 81X840.
Dita A C 5 G. n. 3. Uma caixa vinda no navio
ho landez Catharine, descarregada em 20 de agos-
to de 1873 e consignada a Angelo C. da Silva Gui-
maraes, contendo: 16 kilos, peso no3 cartoes de
briuco3 do vidro ; 3 ditos, peso nos" cartoes de bo-
toes de vidro; 10 ditos, peso nos cartoes de gram-
po de ferro com cabeca de vidro, no valor da
132X999.
Dita A C S TJ, n. 4. Uma dita idem idem, con-
tendo 14 kilos, peso nos cartSes de brinquedos
para crianca, no valor de 39X200.
Dito, n. 5. Uma dita idem idem, contendo 6 ki-
los, peso nos cartoes de agulhas para coslura, no
valor de 56IO0O.
Dita n. 14. Uma dita idem idem, contendo 600
grammas, peso nos envoltorio3 de cordas de tripa
para violao, e 1 kilode bjrdoespara os mesmos,no
valor do 13^033.
Dita n. 15 Uma dita iJem ilero, contendo 11
kilos, peso nos envoltorios de la em fio frouxo para
bordar, no valor de 117X000.
Dita S N & C, ns. 16 e 17. Daas ditas idem
idem a Silva Neves & <',., contendo 113 kilos, peso
bruto nos frascos de vidro ordinario, de perfuma-
ria, no valor de 490X000.
Dita J R, n. 34. Uma dita idem idem a Joao Ra-
mos & Machado, contendo 12 cadeiras de madei-
ra ordinaria, cora3racos, assento e encosto de
palhinha, 12 ditas com assento de palhinha, no
valor de 309X120.
Dita triangulo P S, ns. 120 e 121. Duas ditas
vindas no navio allemao Maria, descarregadas em
16 de ootubro de' 1873 e consignadas a J. Ramos
& Machado, contendo 173 kilos, peso liquido le-
gal de jarros de viiros psra (lores n. 1 coalhado,
do valor de 135XCO0.
Dita n. 172. Uma dita idem idem, contendb di-
versas amostras de vasos para plantar floras, da
barro, porcelana, etc., no valor de 63X000.
Dita A F C, n. 235. Cincoenta ditas vindas no
navio hollandez Catharine, descarregadas era 22
de agosto de 1873 e consignada a Antonio Ferrei-
ra de Carvalho, contendo cincoenta duzias de
frasco3 com iicor, hesperedina, ho valor do ....
1:078X560.
Dita S N, n. 120/122. Ties ditas vindas no na-
vio allemao Maria, descarregadas em 16 de outu-
bro de 1873. a Silva Neves & C, contendo 257 ki-
lo?, peso liquido legal de moringues de barro, no
valor de 143X920.
-Alf.ndega de Pernambuco, 23 de julho de 1874.
0 inspector,
Fabio A.deC. Reis.
Edital n. 18.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico, que
as 11 horas da manha do dia 29 do corren'e, se
hade arrematar livrede direitos e sujeitas ao im-
posto da capatazia, & porta desta repartieao, as
mercadorias abaixo declaradas, postasa consumo
por edital n. 180 e que deixaram de ser despacha-
das dentro do prazo marcado !
Armazem n. 5.
Marca J R \ M. N. 18. Uma caixa vinda '
Liverpool no yapor inglez Lalande, descar1"
em 11 de novembro de 1873, cocsignad'
Ramos 4 Macnalo, com 68 kilos da a
em frascos ordioarios, no valor de .napf.Vn
Idem idem. N. 19. Uma dit '
kilos de perfamarias em '
valor de 190X400.
Idem idem. N.iO
0 inspector.
Fabio A. de CurvaUio licit.
A camara municipal do Recife faz saber a tod*
os seus habitantes que o Exm. presidente da pro-
vincia approvcu provisoriam-nie os seguinle> ar-
tigos de postura.
l'ago da camara mani ipal Jo Recife, iz
tie julho de 1874.
Manoel Joaquim do Reyo Albwfw.rque
Prestdcnte.
F. Augosto da Costa,
Secretario.
Seccao 4.* Pilacio da presidencia do Pernax-
buco. Recife, 17 de julho de 1874.
0 presidente da proviocia, sob pro.nsla da l!lma.
cimara municipal do Recife, constante do cfliri
de 11 do corrente, n. 61, resolve, na conforasidad-
do art. 2" da lei de 25 deoutubro da 1831, appro-
val" provi oriaraente e inaadar que -se execute a
observe o art. de posturas abaixo transcripto :
Art. 1* E p*ohibido tocar em objectos algnm
d>s jardins publico?, tirar flores, MaseMst, ou par-
te alguma dos arvoredos, ou damoilica-los p)r
qualquer fdrun : os iafraclores serao multadis
em 10X e tres dias dc prisao, e obrigaJos a indem-
nisar o damno causado.
| unico. Na mesma pena incorrem aquelles qn?
por qualquer forma damniQcarem as arvores plan
J tadas nas ruas e pracas, oa as yaiolas que as pro-
tegem, quer estendendo roupa sobre ellas, qutr
amarrando animaes, quer lancando-1'es qualjuer
substancia que as possaprejudicar Hearique Pe-
reira de Lucena. C^nforme 0 official mr.mr.
Luii Salasar Hoseoso da Veiga Passim. Confor-
me0 secretario, Francisco Augutio Ja Gasss.
0 lllm. Sr. inspector da thesoudu
vinciol, rnanda idzer publico quo, cm viti
tude proda ordem rja presidencis^. de 10
do corrente, vai a pra<;a para str arremata-
da no dia 30 do roferido mcz, por querr.
mclliores vantagens offerecer, a olira da re-
construqc.ao de 30u metros de empedrarof n-
to e GOO de reparos na estrada da vktoriv
entreos marcos 11 a 12,000 bra{M, aVfkia
era I:2.j'i5000,dcbaixo das cct.dKoos sksho
transcriptas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematacao. compare^am na sala das so-
da referida junta no dia acima menci. na-
do, pelo mcio dia.
E para constar, se mandou EsMT puWico
pelo presente Diario,
0 secretario,
Miguel Affonso Ferreira.
Clausulas especiaes para arremata'.."!
reparos da estrada e rtcons'.ruci.ii !>
300 metros corrrentes de empedramento,
entreos marcos de 11a 12,000 bra>;
estrada da Victoria.
1.* Os reparos da estrada e recoiiilruc.
dos empedramentos, serao executados dV
confo'rmidade com o ornament.1, na impor-
tancia de 1:254-5:00.
2.* 0 arrema**tc dari principio asour s
no prazo de 15 dia-, e as concluira lio de
tres mezes.
3.a 0 pagamento sera" tffectuado em .
prestagoes iguaes, & propor^ao do trab::
executado, sendo a ultima e definite.<
quinze dias depois de sua conclusao.
4 Para tudo mais que nio se achar es
pecilTcado, sera regulado pelo que d
regulamcnto de 2+ de fevereiro do cor:
anno.
Villa de Jaboatao, a^ de junho de 187
' .\erino, F. R. Leutier.--
es.ripturario, Joao Jo.-.-
L
0 engenheiro
Conforme.0
idem idem com 68
irascos ordinar'103, no
kilos de perfum>'
Uma dita idem idem con 38
35,316
4,860
lor de 106J4^' -,ias em frascos ordinarios, no va-
Carvalh <3 *i C. N. 75. Uma dita idem idemja
"l^ uo Guiraarae* & C, eom 92 kilos, peso -i
? oo real, de gregas de algodao, no valor de
i:073*333.
Idsm Maria Candida da Silva. Um embrulho
vindo no navio portuguez Recife, descarregado em
10 de outubro de 1873, com um casave^ue de te-
cido'de la, pesando liquido real 400 grammas, ao
valor de 7*000.
Idem Cunha Ir'mass 4 C Um dito idem idem
com 2 kilos, peso liquido real, de impressos avul-
sos, no valor de 5.3600.
Idem D. Pereira MagalhJes. Um dito idem idem
com o seguinte : 4 ceroulas, i leagues, 4 toalhas,
2 Ironhas, 8 pares de raeias curia* de mais de
0,.!0" da cornpiifn do, bo valor de 14*000. .
Idem Jeaquim Vieira da Roeha. Um dito idem
id*m com o seguime: 2 kites de ferrameiitM nto
classificadas paraartesf offlcios, 4 pares de hi-
Mllas de couro de mais le 0,22", um kilo defouas
medicidae no TSBTds 7*466. ,
Alfaodega. de Pernambuco, 23 de julho
de 1874.
gadal P^resta delegacia de poHciase lax on
a JoJo' e notorio quo foram apprchendidos 03 objaeJc* :r
' guintes, qne se achara depositos na mcsina ttl*z -
cia, para serem entregues a quern de direilo r> >
tencerem.
Dous copos de prata, novos, sendo um pin#n .
e outro grande,{ambos proprios para uso de igrej -.
Um par de rosetas de ouro e um alllnete d.-
peito, tudo em bom estado.
Delegacia de poKda do l. districto da capital, 21
de julho de 1874.
Democrito Cataleantede Albnq*erft*. .
0 lllm. Sr. iuspector do thesouro pravii
em virtude da ordera do Exm. Sr. president* da
provincra, de 4 do corrente ro>z, inanda fawr^u-
blico, que vio a praca no dia' 6 ds agosloproxi-
mo futuro, perauto a junta do mesmo Unsouxo
para ser arrematada a quem por menos Oxer, a
obra do calcamento da estrada de Jatoitao, de*l a ponte de Afogados ate a barreira Bo Girnfla.
orcada em 2:48o*000 em apolicfes de 7 OjO, de-
balxo das condicOes infra transcrlptas.
As pessoas que se propozerem a esta arremau-
cao, comparecam na sala da* aessdts dajuala'do
mesmo thesouro, as 12 horas do inlicsdo dia, coa-
peteniemente liabilitadaj.
E para constar, semandonfazerptfblico no
senta jornal.
^cretaria do thesouro provincial de Persamla
co, 8 de jojb.0 d 1874.
0 seerettrfa, ~*
-
Migwl Affonso PerfalM
ara a arremaucio davit*.
I Clausulas especiaes para -...-.-, .
1 mento desde a ponte dos Afogados ate a paji"



f
Dtario de Pernambuco Sexta feira 2i de Julho to 1874.

wlra 0 calgaruento desde ponto do; Afogados ate a
fcarreira do Gi raia mi wit > de conformidade com
o orcamento approvado pelo Exra. Sr. president*
da provincia, na impeftaecia de 29:180*000.
1*
0 arrematante dan princisio a obrafao praeo
de nm mez e a concltura no de oito mezes, (ion
tados da data da asNgaatura do contrato.
3.'
0 pagaateato sera effectuado em qaatro .presta-
c*es iguaes, na proporcao do servico executado.
*.
Para tudo o maie que nlo vai especificado nas
presentee clansulas observarse-ha o que dispOe
o regulamento de 2a de fevereiro do corn nte
0 engenheiro ajudante, Prancicco Apdigcmo
Leal. GeofoTroe. O olBcial-maior, Luiz Salazar
Moscoso da Veiga Pessoa
Conforme,
M. A. Ferreir-a.
DECLARACQES.
Ex[>osi<#o de Philadelphia
De ordem do Exa. Sr. eorcrcendador presiden-
te da commiesao central par:, acquisicio de espe-
cisens da iodu-tria naoional para a exposicao
universal de Philadelphia, coovido os membra da me-roa commissao para a reuoiao
que dew aer lugar pelas 6 horas da tarde do dia
34 do corrente i(sexta-feira ) no auJar do so-
brado n. S3 da rua do lmperador ; e previno aos
mesmos dignos membros de que as reunifies da
commissio terao sempre lugar as sextae-feiras de
cada semaaa, e as qnintas-feiras, quando aquelle?
dias forero ftriidos.
Recife, 22-de julho de 1871.
Felippe de Figueirua F.ria,
Secretario.
COMPANHIA
BO
BE BE III BE
>ao se ten io reanido Dumero legal dos
Srs accionistas desta companhia, oonvidados
ptra a assemblea geral do dia 6 do corren-
te mez, sao de novo convidados a reuni-
rem se no nia 29 deste mez, pelas 12 ho-
ras da manha, no esirip'.orio de sues sessoes
rua do Cabuga" n. 16, aQra de deliberar-se
sobre as coutas do auuo financeiro desta
companhia, e approver o orcamento vin-
douro, devendo nesta occ siao ser lido o
telatorio do Sr. director, mostrando o esta-
do da companhia no anno findo em 30 de
abril ultimo ; prevenindo-se aos Srs accio-
nistas, que, do conformidade com o art. 23
dos essatutos, a reuniao tera" effectividade
com o nunero dos Srs accionistas que a
ella comparecerem.
Escriptorio da companhia do Bebcribe,
20 de julho de 1874.
0 secretario,
Luiz Manuel Ilodrigues Valen^a.
8. e ultimo dividendo da
massa fallida de Amorim,
Fragoso, Santos & 0-
Paga-se o e uliimo divideado a raiio dc
1,95 ]. no escriptorio a rua do Vieario n. 13,\-
andar, nos dias 20, 21, it, 33 31 e 23 do corrente,
das 11 da manha a 1 da tarde, devendo os -Srs.
eredores aprcsenlar seus titulos. Depots 'daquel
les dias os -pagamentos somente serao feilos as
quintas feiHta, e por isso os Srs. eredores tennam
a bondade de vir logo receoer oa mandar seus
procuradoros nog dia* acima fixados.
Companhia Fidelidade
** morilimo* e lerrcxtrcs
A ageocia desta companhia toma seguros ma-
ritimos e terrestres, a premios raeoaveis, dando not
altimos e solo livre, e o setimo anno grataito ao
wgnrado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
51 Rua do Apollo 81
Companhia Phenix i'ernam-
bueana
A direccao desta companhia convida aos Srs.
accionistas para a reuniao da assembled geral,
qne devera ter lugar no dia 21 do corrente, ao
nieio dia, no seu escriptorio, aflm de (heg ser
aprcsentndo o Telatorio do auao lindo, tn 30 de
junho proximo Dassado, o parecer da oammissao
de contas, e 'proceder-se a eleirao da nova di-
rectors.
Recife 2b de julho de 1871.
Os directoras
Luic Daprat.
Joio Jose Rodrigaes Meades.
Eduardo Candide de (fciveira.
De ordem do Illm. Sr. inspector do thesou-
ro de fazenda desta pnvincia se faz publico,
que perante a junta da me.-ma, ira a praca, pelas
2 horas da tarde do dia 29 do corrente mez, o
arrendamento por urn anno, do convento de N. S.
do Garmo de Olinda, podeLdo desde ja os preten-
dentes examinar o referido convente. '
Secretaria do thesouro de fazenda de Pernarn-
bneo, 16 de julho de 1871.
0 2* escriplurario, servindo de secretario,
_____________Carlos J. de Sonza Carreia,
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Elma. junta administrativa da Santa Casa d
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
oa sala de suas sessoes, no dia 23 de julho, pe-
.as 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas s
juem mais vantagens offerecer, pelo tempo de urr
j tres aunos, ss rendas dos predios era seguids
ieclarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Rua do Padre Flor.ano
'3asa terrea n. 13......20UO00
Cinco Pontas.
Idem n. Hi........ 3623000
Rua larga do Rosario.
2* andar do sobrado n. 21 A^ 310S0OO
fdem do sobrado n. 2't.....10!>000
.Rua do Araoriin.
!. andar do sobrado n. 26. 30iJSOOG
llua de Antonio Henririue.
Casa terrea n. 26...... 99*000
Largo da Campina.
'*mn 11.......120*000
PATRIMOXIO DOS ORPHAOS.
Rua Duque de Caxias.
loja n. 77........700^000
Becco das Boias,
Idem n. 39........121*000'
Rua da Lapa.
O&sa terrea b.-10.......202/000
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 602-5600
Casa terrea n. 31......122*000
. Rua do Burgos.
Idem n. 19........153*000
Idem n. 21 .......133*000
Rua do Vigario.
5! andar do sobrado n. 27 243*000
t andar do raesmo.....' 300*000
Loja do mesmo.......375*000
Sobrado de 2 andares n. 25 1:300*000
Rua do Encanamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 1:400*000
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 132......701*000
Idem n.' 25........209*000
Rua da Guia. \
Idem n. 25........209*000
tiem n. 29........201*000
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 andares n. 12 800*000
Rua de S. Jorge
Casa terresn. 100......241*000
Rua de S. Bento.
Casa terrea n. 17 .......2O0*O0C
Os pretendentes deverao apresentar no acto d;
arrematac.ao as suas tiancas, on compareceren
asompanhados dos respectivos fi adores, devendc
p.igar alem da renda, o premio da quantia en
y.w for seguro o predio que cottiver estabeleci
mento commercial, assim como o senrico da lim
poza e precos dos apparelhos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do R
cife, 26 de junho o de 1874.
O escrivao,
Pedro Rodriyues de Souza,
O conselho parochial da Sociedade Propaga-
dcra da Instruccio Poblica da freguezia da Var-
zea, convida pelo presente a todos os seus asso-
ciidos para no dia 26 comparecerem na casa de
nsidencia do engenho do Brum, para se proceder
a eleicao do novo conselho para o aono de 1871
a 1875, por ser o dia 26 do corrente anniversario
de sua installacao.
Varzea, 18 de julho de 1871.
No dia 27 do corrente mez, depois da au-
diencia do Ezm. Sr. desembargador juiz de or-
pbaos que tera lugar ao meio dia na sala das au-
diencias, vai a prara uma morada de casa terrea
e sotao, com terreno proprio, denominado Ilba
dos Ratos, no lugar do Mcnteiro, freguezia do
Pico da Panella, cuja casa e sitio vai a pra;a a
re jueriraento da inventariante dos bens deixados
por morte de Francisco Geraldo Moreira Tempo-
ral, para pagaratnto dos eredores, servindo de
base a avaliacao de 5:000*.
A.rmazens da companhia per
nanibucana.
N#;iiro* contra o f*c*
A Cvini|.a!)liia peraambucana, disponoo de ex
:ellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garautindo a major con-
servacao das merc.idorias depositadas, service
prorapto, precos modicos, etc.
Tain hem recolhera, raediante previo accordo, ex
i::usivaineote os generoe de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodes.
sao inteiramente novos e asphaltados, isentos d
cupim, ratos, etc., etc. &
As pessoas que quizerem Rtilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com aoeo
tratar. _____________________
Confraria do Senhor Bom Je-
sus da Via-Sacra, da igre-
ja ds Santa Cruzv
De ordem do irmio provedor convido a todos os
nossos charissimos irmaos confrades a comparece-
rem em ncsso consistorio, pelas 6 horas da tarde
do dia' 21 do corrente mez, afim de em mesa geral
se proceder a eleicao da nova mesa regedora, nos
termos prescriptos pelo compromisso, e de confor-
midade com o despacho do lllm.Sr. Dr. juiz de ca-
pellas, pelo que sera considerada a mesa geral
com o numera de irmao3 que a ella comparece-
rem, visto como nao tem sido possivel reunir--e
numero exigido pelo art. 10 do citado compro-
misso.
Consistorio da confraria, 20 de julho de 1874.
Servindo de escrivao,
Marcolino Jos6 Pape.
r ado to quadro da descarga : os prelendentes po-
derfie examinar, e para trttar com Antonio Luiz
JeMMIveira Azevedo, a ma do Bom Jesos n.K7.
teal eompanhia it paquetes io-
glewsavapor.
Ate o dia 3ft do cor-
rente, espera-se da
Europa o vapor in-
Slez Douro, comman-
ante Tbwaites o qnal
depois da demora do
costume, seguira para Buenos- Ayrm, toeando nos
portos da Bahia, Rie de Janeiro e Montevideo.
No dia 29 do correste espera-se' dos portos do
sul o vapor ingloz Btyne, commandante F. Beeks,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, twaado nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-se na agenda,
ma do Commeroia n. 40._______
Paciiic Sleani i\avigalion (mmrn
RO?AL MAIL STEAMER
Colopaxi
(BE 1027 TONALEDAS)
Commandante Bax.
Espera-se dos por-
tos do sul at o dia 2
de agosto, e depois da
demora do costume
seguira para Liver-
pool, toeando em Lis-
boa e Bordtos, para onde recebera passageiros,
encommendas, carga e dinheiro a frete
N. B.N5o sahira antes das tres horas da tar-
le do dia da sua cbegada.
AGENTES
Wilson Bowe A C
UPRACA DO COMMERCIO-14
Rio Grande do Sul
O brigae nacional Sahy sahira para o porto aci-
ma, e recebe a carga precisa para^alastrar : tra-
ta-se com Pereira Vianna & C, a rua do Vigario
nuroero 1.
O leilao principiari is. 11
horas.
Leilao
1 T
predio 4 i rua1^ do Visconde de Pelotas
um bom
situado
n. 1.
A'S il HORAS DA MANrJA
No sobrado da rua do Marquez de Olinda n. 37,
primeiro andar.
O agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e bora acima indicados, o so-
brado de 2 andares e sotao, com os commodos se-
guintes : primeiro andar, 2 salas e S quartos, se-
gundo andar com os mesmos que o primeiro, e
sotao com 1 gala a 1 quartos.
Fica em optima posicao, pois apanha toda a
praca do Conde d'Eu, e rende annualraente.....
1.110,000 rs.
Os Srs. pretendentes para qualqner esclareci-
roento podem dirigir se ao escriptorio do agente,
onde tera lugar o referido leilao.
Em continuacao o mesmo agente venders, por
centa-erisco de quern perttneer, algumas joias
com brilhantes.
LEILAO
Libras eslcrlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
THEATRO
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
VICENTE
Sabbado 25 do corrente.
Mima reTila
da empreza, por ter de retirar se a companhia na
seguuda-feira proxima.
franilc cspectaculo
de canto danca e declama^ao I
Beneficio do Vicente
Companliia de navegacao a va-
por bahiana, Ilmitada
. Maceid, Penedo, Aracajii e Babia.
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 25 do
corrente o vapor Dantas,
o qual sahira para os por-
tos acima no dia seguin-
te ao da sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete
Agente
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
7Rua doBom Jesus57
PA1U'
A escuna Georgiana segue nestes dias para o
porto acima, e recebe carga a frete : a tratar com
Tasso Irmaos & C.
DE '
moveis e mais artigos, e uma can6a propria
para familia
Sabbado 25 do corrente
A'S 11 HORAS DA MANHA
No segundo andar do sobrado da nn do Marquez
de Olinda n 25
O agente Dias, competentemente autorisado por
despacho do lllm. Sr. desembargador juiz de or-
phaos, levara a leilao, no dia e hora acima desig-
nados, os moveis e mais artigos pertencentes aos
bens do fallecido Manoel Antonio vieira.
- A SABER:
Uma mobilia de jacaraqda, 1 dita de amarello,
I comtcoda de dito, 1 sofa de jacaranda, 2 espe-
Ihos, moldura dourada, 1 jarros para Mores, 2 ban-
cas para jogo, de jacaranda, 1 mesa redonda de
dito, 1 guarda-roupa de raogno, 1 marqueza de
amarello, 1 mesa de dito, 1 mesa para jogo, 1 ca-
ma de amarello, 1 commoda de mogno, i apara-
dor de amarello, 1 commoda dedue, 1 guarda-
roupa estragado, 2 pares de lanternas, 1 candieiro
para kerosene, 1 par de escarradeiras e 1 canoa,
propria para familia; para qualquer informacao
a agenda da rua do Marquez de Olinda n. 37, 1.*
andar.
O preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, dos charutes aci-
ma mencionados, os quaes serao vendidos em Io-
tes, a vontade dos Srs. compradores.
TERQA-FEIRA 28 DO CORRENTE
km If horaa cm pant*.
No armazem de agencia de leiloes da rua do
Vigario Thenorio n. II.
. IMLMM
\'o dia de agosto
pelo agente Martins.
No armazem da rua do BarSo da Victoria,
junto ao Bazar Universal do Carneiro
Vianna
CONSTANDO DE :
cadetrai de guarnicSo, ditas de brae is, ditas de
viagem, espelhos, ternos de bandejas, eamas de
ferro, machinss de costaras, caixas de musica,
estojos para viagem, facas finas, garfos de metal,
e urn iufinidado de ohjectos de gosto, que se-
rao vendidos ao correrjdo martelloj para liqui-
dar facturas.
Principiara as 11 boras.
AVISOS DVFRS0S
Muila allenfao.
Pedese ao Sr. Joaqnim H norio de Siquetra
que digoese apparecar a rma do Baiio da Victoria
n. 41, a negocio do seu particular iauiane.
Desappareeea ao dia SO de junho deste ana
o menino Joao da Cruz Perreira, meair de If an-
no*, eara bezigosa, e irajava earaisa branoa eeai-
C-a de riscado : quern o eocontrar on delle souber
noticias, roga-se u f.i;a saber no becco das Barrel-
ras n. 9, Boa-Vista. ________
Ao oommerciov
O abaixo assignado declara por sua vez, qae
desde o dia 11 do corrente despedio-te da casa am
, Srs. Gomes de Mattos Irmaos, onde era err.prega-
do, e isto por motivoa particulares qne nao ton
relacao com os mesmos senhores nera eon o com-
mercio. Recife, 33 de julho de 1871.
Joao Alvares Femamles Barro*
Aluga-se
a casa terrea gita na rna de Paysandd, com agaa
potavel: a tratar na rua do Vigario n. 31.
N.i rua Direita n. fi, 3* andar, na para a.'u-
gar se uuia escrava de boa enndacta para o ser-
vi ;o interno de casa de familia, menos engom-
mado.
As pessoa* que eomprarara bilheleapara ariU
de uma carroct e um boi, que deveria ter lugar
a sua extraccao no dia 25 do corrente, e que .
tiverem pago sua importancia, queiran vir rece-
ber a me-ma importancia, pois qne a mesma r '.,.
Jose Luiz Alves Vilella e Joao Pereira da Silva, deixa Je ter lugar. Recife, 23 de julho de 1871.
com armazem de madeiras nacionaeg a ma nova i ~ Ha para alnpar nm bora silk) na Boa\ iagei.
Si SW t '.'sob a rauo social de Alves V" (,ra,ase Da Capunga, rua da Ventora n. 21, N
lella & Suva, declaram a quem interessar possa,' na rua N-jva n. 43.
que dissolveram amigavelmeote a sociedade que'
tinhani em dito armazem, licando todo o activo e
passivo da casa commercial a cargo do socio
Pereira da Silva. Recife, 22 de julho de 1871.
Ao corpo do commercio
i.l Offerece-se uma pessoa para engomrcar ntr
,n5. 'barato preco, sendo camisas a 100 re., cafras a
160 rs., colletes a 100 rs., paletots a 210 rs.," tudo
com perfeicao : na rua da Aurora n 41.
Maria
LEILAO
C 0.111'A \ II1A BRA SKIIK A
DE
VAVEGACA0AVAP0R
Portos tlo sul
Conimandante
.K
Alcoforado.
E' esperado dos postos
do norte ate o dia 27 do
corrente e seguira para
os do sul de'pois da de-
mora do costume.
Portos do norte
Opereta. em 3 actos, original
do maestro Colas :
brasileiro, musica
A
Opereta era dous actos, original
ca de Offemback :
francez, musi-
A rainha Crinoline
OU 0
Rein ado das iniiliieres
O beneQciado em virtude de seus muitos afa-
zeres, nao pode passar os bilhetes deste especta-
culo, e por este motivo entrega-se a proteccSo li-
vre e espontanea do illustrado publico desta ca-
pital.
<^Os bilhetes estao a venda no lugar do costuaie.
O emprezario do theatro Santo Antonio, ao re-
tirarse temporariamente desta capital com a sua
companhia, faltaria ao mais sagrado dos deveres
se nao desse um publico testemunho de sua gra-
tidao ao generoso pubiico que aqui o sustentou
ha dous a.nnos e a imprensa moralisada pelas pro-
vas de consideragSo ao theatro e aos artistas.
Ao Sr. Antonio Jos6 Duarte Coimbra, digno pro-
prietario do theatro, manifesta igualmente o em-
prezario a sua gratidao pela delicadeza e cava-
Iheirismo quo sembre Ihe dispeusou.
A todos o seu reconhecimento e gratidao. Quer
Da provincia da Bahia, para onde foi chamado,
quer em outro lugar onde o leve o destino, sera
immorredoura a lembranca de tantos favores rece-
ibdos.
E' esperado Jos portos do sul
ate o dia 27 do corrente e segui-
ra para os do norie depois da
demora do costume.
Recebera so encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO 7
Pereira Vianna & C.
COMPANHIA PKRNAMBUCANA *
DE
\avejaciio costeira a vapor.
Maceid, escalas, Penedo e Aracaju'.
O vapor Coruripe,
commandante San tos
seguira para os por-
tes acima no dia 31
do corrente as o he ras
da tarde.
Recebe carga ate o dia 30 do corrente, encom-
cnendas, dinheiro a frete e passagens, ate as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio
no Forte do Mattos n. 12.
DE
UIIIT912ZAS
AVARIADAS
SABBADO 23 DO CORRENTE
as IO 1|* horas
O agente Pinto, em cumprimento do mandado
do lllm. Sr. Dr. juiz de direito da !. vara de?ta
cidade, levara a leilao, a-requerimento de Cardoso
& Freitas, e par conta e risco de quem pertencer,
de diflerentes miudezas, damnificadas em razao da
extravasaclo de ?gua putrida e materias fecaes do
cano collocado uo estabelecimento da rua Primei-
ro de marco n. 7, pela companhia Recife Drainage.
O leilao sera effectuado as 10 l|2 horas do dia
acima dito, no escriptorio do referido agente, a
rua do Bom Jesus ?. 43.
S. CARLOS
BnHtOH laiiilianic.
Manoel da Silva Bastos,
Joaquina C. da Silva Bas-
tos, Praxedes Ferreira Ca-
valcante, Manoel da Silva
Bastos Junior, Pelro G. da Vende-se on arrenda-se o engenho S Carlos -m
Silva Bastos, agradecem Ipojuca, moente e corrente, mm t;das as ofcras
smceramecte a todas as pes-1 em perfeito estado de conservacao, e moilo bom
d'agua : a tratar na travessa da rna Dnqne d C-
xias n. 3, i- andar, com Galirict Autooio de Ca try
Quintaes.
soas quo se dignaram acompanhar ao cemiterio o
cadaver de sua fllha, csposa e it mi Maria Ame-_
lia Bastos Cavalcante ; e de novo rogam-lhe o ca-
ridoso obsoquio de assistirem as n.issas que se
hao de rezar na capella do cemiterio, igreja de S.
Pedro e convento da Gloria, segunda feira, 27 do
corrente, as 6 l|2 horas da manhS.
| Jim-
#-ts>
Hcnriqiiota Maria do Carmo
Fonccra.
Joao Coelho de Almeida e seus fi-
lhos Manoel Pinto Ribeiro da Silva.
Adelaide Delfina Perpetoa da Sil-
veira, Joaquim Coelho de Almeida
e Antonio Coelho de Almeida, agra-
decem a todas as pessoas que acom-
panharam os restos mortaes de sua
presada mulher, mai, nora, sogra o cunhada,
Henriqueta Maria do Carmo Fonceca, ao cemite-
rio publico, de novo as cenvidam, bem como, aos
parentes da mesma finada, para assistirem as mis-
sas que pelo seu eterno repouso mandam celtbrar
no dia 25 do corrente, pelas 6 J|2 horas do refe-
rido dia, na igreia de S. Francisco, 7. dia de seu
passamento, e desde ja agradecem a todos por
mais este acto de religiao e caridade.
Manoel da Silva Pontts
avisa a seas amigos e freguezes, que se act a d
p sse e na direccao de sua ca?a coramere aL t
prompto a receher as ordrns dos que quinren
enntinuar a honra Io com sua amizade e coi tian-
a. Recife, 16 de julho de 1871.
Hudanca.
loao lose Rrdrignes Mendes faz sciente
mud i j sen estatielecimen'.o de generos de ev.ns,
para a mesma rua da Madre de Dens, armazem
n. 1. confronte a guarita do consnlado proria
I
N
Leilao
DE
cal^adose miudezas
A SABER:
5 duzia3 de borzeguins escocezes, pellica ama-
rella.
U ditas d ditos ditos, chagrin de cores.
10 ditas de ditos ditos, casemira de cores.
> ditas de botinas turco, preto.
o ditas de ditas sarjado de cores.
3 ditas de sapatos, idem idem.
Uma caixa com Gtas de sarja de core?, n. 1 1)2 a
20, e litas de velludo preto, sortidas.
Sabbado 25 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO.
Por interven^ao do agente Pinto
Em seu escriptorio, rua do Bom Jesus n. 13.
'uiiiiu-os Jose da 4Josta
O bacharel Jose" Domingos da Costa, no dia 27
do corrente, as 8 horas da mauha, manda resar
missas pela alma de seu tinado pai, Domingos Jose
da Costa, na igreja de S. rrancisco, e convida aos
seus amigos e aos do mesmo finado.
Sorvete
Roga-se ao respeitavel publico e as Exmas. fa-
milias, que a antiga casa de sorvete da rua Nova
n. 67, contint'ia a vender o afamado sorvete, h je
aindi mais aperfeicoado. Chama-so a allencao a
fabricacao de sorveteiras inteiras para parlidss,
etc., etc.
4
Casa de saude de
Amaro.
Santo
Leilao
Para.
Pretende seguir para o indicado porto com mui-
ta brevidade a escuna portagueza Christina, por
ter parte da carga ; e para a que Ihe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jose Goncalves
Beltrao & Filho, a rualdo Commercio n. S.
Para este porto segue~em poucos dias o hiate
Dous de Julho, por ter alguma carp engajada,
para o resto que Ihe falta trata-se com os consig-
natarios Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho,
a rua do Commercio n. 3.
para mum
A escuna Georgiana tendo engajado parte de
seu carregamento para o Para, recebe tambem
para o Maranhao, caso convenha fazer a escala
a vista do frete que apparecer: a tratar na rua do
Amorim n. 37.
Santo Antonio
KKPBEXA
Jurzo de orphaos
Foi transferida para o dia 27 do corrente, de-
pois da andiencia do Exm. Sr. desembargador juiz
^e orphaos, ao meio dia, a arremitacSo da casa
terrea n. 2 da rua de S. Goncalc, avaliada por
i:000f, pertencente ao Qnado Le }poldo Ferreira
Martina Ribeiro.
Imperial Sociedade dos Ar-
tistas Mechanicos eLibe-
raep.
]>omiogo 26 do corrente, pelas 10 horaa do dia.
M reune esu sociedade, afim de eleger a nova
iieecao, para o que devera comparecer todos os
Domingo 26 do corrente
Espectaculo de despedida da companhia, offere -
cido em beneQcio do hospital Portuguez de Bene-
ficencia.
Comedia-drama em 1 actos, ornada de musica :
Recordacoes da mocidade.
LEILOES.
DE
20 meias caixas com queijos flamengos, 10
ditas inteiras com ditos, o ditas com 40
ditos prato, chegados por este vapor, os
quaes serao vendidos em lotes, a" vontade
dos Srs compradores
SABBADO 25 DO CORRENTE
as II horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega
O preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, dos generos
acima mencionados, os quaes serao vendidos em
lotes, a vontade dos Srs. compradores.
SABBADO 25 CORRENTE
as 11 horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
_____ fandega.
Joao da Silva Ramos, proprietary da
casa de saude, tendo regressado da Eu-
ropa, reassumio a administragao, e o
service medico do mesmo estabelecimen-
tos, e espera que o publico continue a
depositar a confianca, que (empre depo-
sitou era vista de seu zelo e interesse
pelos doentes alii recolhidos.
\inbo dc f|iiiiiiuo do Dr. l.pronir.
Este vinho preparado com optimo vinh: de
Malaga e o melhor de tidus os tonicos tmrnmrnM-
tuintes na convalescenra das molestias graves, e
se recommenda para a cura dos padesimen::*
do esiumago e intestinos, febres de tcda a [>-
cie, com o caracter intermitteute.
Vinlio o varopc dc larlo pttosphatu
do oal do Dr. l.eronte-Rec< rncen-
dado pelos medico; comoo melhor agen:e .-:-
consjituinte para favorecer a nutricao, a .' :
macao dos ossos nas criancas e enriquecer
sangue.
Vinbo dc Soldo c clixlr.dn nichtua
plania preparaflo por Frimaut t. -
As folhas do boldo sao empregadas no Q
como remedio domestico, mnito tfflcaz, para a
cura dos padecimentos do ligado, de qne -.
antidoto, como o quinino e das fibres.
Vinbo e ett\ir dc ranin da Bolivia,
dc ferimaiilt.Tonico fortificante, die--
tivo e reparador das forras rxhaimdas.
Vinho dc quina frrrusinoHo de -
maiilt. ireparado com vinho de Ma:-
p\r.phosphato de ferro e soda, constitu- am
Leilao
LHLAO
Terminara o espectaculo
acto:
com a comed:a em 1
Inia experiencia.
Principiara as 7 1|2'horas.
O theatro achar-se-ba decorado e duas bandas
de musica tocarao alternadamente no salao da en-
trada,
O resto dos bilhetes estarao a venda no theatro
no dia do espectaculo.
AVISOS MABITHMS.
Palhabote cJoven Arthur*
Vende-M este navio prompto de nm tudo para
navagar, 6 feito de madeiras do Brasil, esta anco-
DE
Moveis, louca e crystaes
A SABER:
Um piano de Pleyel, 1 mobilia de jacaranda
com 1 sofa, 1 jardineira, 2 consolos, 12 cadeiras
de guarnicao, 2 ditas de balanco, 1 espelho dou-
rado, grande e oval, 2 ditos grandes para consolos
6 quadros, com gravuras, 1 Tangas, madeira pre-
te, 1 pares de cortinados 1 mesa redonda.
Uma cama franceza de jacaranda, 2 ditas de>
ferro, 1 toilette, 1 guarda-vestidos grande, 1 mesa
1 estante e 1 tear.
Uma mesa elastica, 1 guarda-louca, 2 aparado-
res, com tampos de pedra, 1 quartinheira, louca,
vidros, cryitaes e mais objectos de casa de familia
HOJE
Na casa de rua do Visconde de Goyanna n.
231, sobrado junto ao estabelecimento
do Sr. Carpintoiro Hijo, S. Jose do Man-
guinho.
Oagente Pinto, autorisado por uma familia que
mudou de resiaencia. fara leilao dos moveis e
mais objectos acima descriptos, existentea na oaia
da rua do Visconde de Goyanna n. 221, onde se
effectuara o leilao.
Os pretendentes encontrarao na estacao do areo
de Santo Antonio um trem que Ihes servira de
conduccao gratis, o qua] partfra as 10 l]t hone.
DO
engenho S. Matheus, sito na
freguezia deGamelleira
SEGUNDA-FEIRA 27 DO CORRENTE
As 11 horas da manha
No sobrado da rua do Marquez de Olinda
n. 37, primeiro andar.
O agente Dias vendera, no dia e bora aeima de-
signados, a requerimento do Dr. curador do inler-
dicto D. Nar:izo Vidal, o engenho S. Matheus,
moente e corrente, com todos os seus edifkios,
casas de lavradores, machinas, cercados, logra-
douros e matas, o qual limita-se pelo nascente
com os engenhos Viracao e S. Boaventura, pelo
poente com terras de Duas Barras, pelo norte
com terras dos engenhos S. Vicente e Amaragy de
agua, e pelo sul com terras de Bom Successo e
Gamelleira.
Para qualquer esclarecimento podem desde ia
os Srs. pretendentes dirigirem-se ao escriptorio do
referido agente, em poder de quem se acham os
competentes doenmentos, que doderao exrmina-
los.
precioso agente therapeutico para a cura da
Chloroii, dos padecimentos do estoma^
breza de sangne,chlorose e as divorsas mttt
tias das senhoras.
Xoropc lc chloral !i> dratado do Dr.
l.ccontc. Os medicos aconselham C'a
successo contra a gota, as apaalgias, vert.'^r-..
hystona. insomnia, epilepsia, nevralgias, :w
asthmatira. roqneluchf, etc.
Crcmc gle bisthe tte brimault.-
Centra as gasttites, diairheaa, ga senteria.
Xaropc dc bromurcto dc iioI.ikk.i gV
Urimanll. -Anti norvoso c applicad
optimo resultado no tratamento da gota e rl
matismo.
Ummph da India dc Crinaauli.-Cura r-
tantemenie as enxaque?as, dores de ca;-;-.
nevralgias e dyarrheas.
Ferro dc <-lrard.Protoxoto de ferr .
mellior de todos os preparados de ferro par*-)
tratamento d*s molestias que rcclamam
agente therapeutico.
PastIIlias tic manniia dc Cirlmaalf.
Empregam se como laxativas e purgaiiva*
contra os catarrhos mucosos, falta de appet..
. catarrho pulmonar.
Olco dc figado ginoso, dc tiriniaall.-E' um medica-
>mento de uma efflcacia cunstanle contra *
chlorose, pallidas cores, anemia, plitysica, toiu?
as molestias dos pulmo s, lymphalismo, es-
crofulis, etc.
Obras ineditas e colleccio- r*-* mmSSB!i '
A
Joao da Silva Ramos, medico pela Uni-
versidade de Coimbra, de volta de sua
viagem a Europa, conliniia no exercicio
de sua profissao, prestando-se a tratar
de qualquer doente dentro ou fora da ci-
dade, e dando consultas diariamenle das
10 as 12 horas da manha em seu escrip-
torio na rua do lmperador n. 67.
Joao da Silva Ramos, devendo receber
mensalmente da Europa, vaccina de su-
perior qualidade, prestase a ir vaccinar
qualquer pessoa em seu domicilio ou era
seu gabinete na rua do lmperador n. 67,
nas quartas-feiras c sabbados das 10 as
12 horas da manha.
Precisase na rua Augusta, hoje Corona I
Suassuna n. 201, uma a:na para cozinhar paraj
duas pessoas e engommar para as mesmas : quem
eativer nestf.s condicoes appareca na mesma casa |
a qualquer hora.
vigario
LEILAO
DOS
carros com arreios e cavallos da coxeira
, da rua do lmperador n. 23
TERGA-FEIRA 28 DO CORRENTE
pelo agente Martins
A's 11 hora*.
Agente Pestana
nadas do finado
Francisco Ferreira Bar-
reto.
Os editores desta importarjthsima o'.ira, avisam
aos senhores, que aioda nao a assignaram, que o {
facam ate o dia 15 de agosto, o mais tardar, e
quando se acha prcrapto o primeiro volume ; de-1
pois desta data em diante nao se recebera mais,
assignatura. Assignase em todas as Iivrarias e '
na typograpbia dos abaixo assignados na razao de !
3J, os dons volumes, depois desta data em diante
sera de 83 ; a assignatura fera paga a entrega
do 1. volume.
Carlos Eduardo Muhlert & C.
Editores.
Aviso.
Ada risen, Hovie & C. participant ao respetta-
vel corpo do commercio desta praja que, conti-
nuando a gyrar sob a mesma razao social, tem
adraittido como socios novo3 Horatius James Can-1
nan e William Munn Webster, tendo se retirado.
os socios James Pender Logan e William Reidj
desde 3 1.* de Janeiro proximo pass^do.______ j
No pateo da Mairiz de Santo Antonio n. 6
tem araas para cozinhar e engommar, e tambem |
para andar com criancas, que se alugam a preco
ommodo.
Buisson. Agradavel ao tomar-se, doiadj
de propriedade digestivas raui activas, e o re-
medio por excellencia, na leurhorrea, anex
gastralgii, etc
Pastilha de lactato dc ferro de Bu-
rin da Baittson. Digestivas e oplims
no tratamento das menstruacoes difJQceis, flores
brancas e todas as affecrves nervosas do tnbo
digestivo.
Clyconina Michel. Linimento mnito M-
perior aos cerotos, poroadas e unguenlos para a
cura das ulceras e feridr.s dc toda a especie.
Capaalas de Aplol de t-rimnuK.
Sao recommendadas pelos medicos para rero-
larisar a menstruacio. prevenir as colicas, dissi-
par as dores dos rins e ainda para as febres
inttermi'entes rebeldes.
Pilalaw de podopnyllna de wr
mauit. Para a cura de todas as molestias
do ligado, para combater as prisdes de ventr*
rebeldes, etc.
DEPOSITO
NA
PHARMACIA E
DE
BarlholoniCu
34 RUA LARGA DO
DROGARIA
4 C.
ROSARIO 3*
Agente Pestana
Leilao
DE
caixoes marca J M S, com 418 meias cai-
xas com charutos Exposic5o. de M. M.
Sampaio, e 364 meias ditas Liricos, vin-
dos da Babia no paquete nacional Ceard
TERCA-FEIRA St DO TORRENTE
As' 11 boras eat ponto.
No armazem de agencia de leiloes da rna
do Vigario Thenorio n. 11.
Declaraqao.
Nos abaixo assignados, estabelecidos com ar-
mazem de fazendas a rua da Imperatriz n 40, sob
a tirma de Manoel Bnrlamaque & C, declaramos
ao respeitavel publico, e com etpecialidade ao dis-
tincto corpo do commercio, que nesta data dissol-
vemos amigavelraente a sociedade que no referido
armazem tinbamos, retirando-se o socio Jose Alves
Machado Uuimaraes pago e satisfeito, e flcando
todo o activo e passivo a cargo do socio Manoel
do Nasciraento Cesar Bnrlamaque, que continua
no mesmo armazem sob a mencionada firma.
Recife, 17 de julho de 1874.
Manoel do Nascimento Cesar Bnlarmaqne.
Jo?e Alves Machado Gnimaraes.
JARD1M DAS PLANT AS
A rna da Ventura n. *s (Capunga )
Abi se encontram:
Larangeiras celecta e de umbigo enxertadas a *t
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de 1 a ll
palmos e ate ja oom flores para dar fructo, alea
das seguintes plantas de ornato e de fructo per
preco muito commodo.
Aluga-se
o predio da rua da Ponte-Velha n. 75, com com-
modos para familia, contendo agua e gaz encana-
doe, com apparelho de limpeza, quintal bem plan-
tado, com portao que deiU para a rua da Alegria :
para ver no mesmo, e tratar com o Sr. Diogo Es-
teves Vianna, a rna io Barao de S. Borja, antiga
do Sebo, casa em obraj.
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Conde?a.
Coracao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
I Jambo.
Jasmim larania.
{Laranja da China.
Uitadoceo.
; Dbaia. e ootras mvitas.
Laranja cravo.
Diu de doce do Para.
DiU branca.
Dita langerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Liraao francax.
Dito doce, enxertad?
Oiticoro.
Palmeira imperial
Parreiru.
Pinheiras.
Romeira#.
Rozeiras.
Roaeda.
Ubaia.
(

E outras plantaa : oa CaaMge a roa d a Vao-
ura n. 25.
i


Dfjffio de Pernambucu Sexta feira 24 de Julho ue 1874.
Companhia
EDinUDOM DI PRONICU HE
Prniainhii'o.
Aon Hvm. t*ubHerip(ii'e da Vbdho levar ao euulieciiuenio dis Srs. subs.'rip-
tores e do publico em geral qne apezar da" ue-
cessidade i,ue esta provuicia teni do ver funccio
nar sua utiliiatia companhia de editicacOes, cujos
benerkios e vantagens de toda especie s3o incon-
testaveis, e serao sempre acima dos de toda e
qualquer oulra empreza, ninguem deixa de o re-
conhecer.
Todavia ate esla data o mini lerio oa agricultu-
ra, commercio e obras publicat ainda nao roan-
dou a presideneia desta provin:ia o deereto au-
lorisaado a tompanhia ediflcadora desta provin
cia a dar comeco a saas operates.
Espero que o decreto chegara breve acompa-
obado de todos os papeis e docamentos que man-
lei em agosto de 1873 por intermedio da mesma
presideneia.
Vendo em fins de maio que ja se tinham pas-
sado 9 raezes, sem nada receber da cdrte, resol-
v i-me a levar esta occurencia a consideracao de
. Eze. o Sr. presidente, pedi-Ibe em 4 de junho
proximo passado que se dignasse dar as provi-
dencias que julgasse mais convenientes.
Vollei a seeretarla do governo em 17 do mes-
nio mez, e sonbe que o Exa>. Sr. commeadador
Henrique Pereira de Lucena tinha dado urn a no-
va prova do interesse que toma e do desejo que
lira de ver funccionar esta importanlissima em-
preza o mais breve possivel.
Eis o rcsumo das informacoes que me foram
didas :
Em i5 de junho de 1874, S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia dirigio a S. Exc. o Sr. mi-
nistro da agricultura um oilicio pedindo solucao
d.i peticlo que Ihe foi dirigida em 21 de agosto
de 1873, sob n. 77, relativa a approvacSo dos
estatutos da companbia de edificacoes da provin-
ce de Pernarnbuco, da- qual P. M. Duprat e eu-
ccrporador.
Recife, 20 de julho de 1874.
____________________F. M. Duprat._______
AO COMMERCIO
Os abaixo assignados fazem publico e com espe-
ci.ilidade ao respeitavel corpo do commercio, que
nwta data dissc lveram amigavelmente a sociedade
que tinham no estabelecimento de raolhados silo a
praja de Conde d'Eu n. 15, o qual gyrava sob a
razao social de Teixeira & Irmaos, Gcando o socio
Manoel com o activo e passivo da mesma, e o so-
cio Antonio pago de seu capfal e lucros, e deso-
nerado de toda e qualquer responsabilidade. Ke-
cife, 21 de julho de 1874.
Anlonio da Costa Teixeira.
. ________Manoel da Ccsla Teixeira.
Alaga-se o sobrado n. 27, a rua de Lomas
Valentinas, o andar terreo da casa n. 41 a rua
do Range), e nm escravo de 14 annos : no segun-
do andar da'mesma ca'a._________________
' CASA DA FORTIA.
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
A. rua Primeiro de Marco (outr'ora rua d-
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
!izi! bilhetes um inteiro n. 3716 com. 7006, um
racio n. 2298 com 100*, e outras sortes de 404 e
20 s da loteria que se acabou de extrahir (108),
eouvida aos pcssuidores a virem receber na con-
formidade do costume, sem desconto algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
FUNDIQAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
t
PEDEM AOS seubores de engenho e ontros agriculfm-s, e coropradores, de rna-
chinismo o.favor de fazer uma visita a sou estabelecimento, para vererh o novo sortimen-
to completo que abi tem ; sendo tudo superior em quali lade e fortidao ; o que com a ins-
trucjao pessoal pode-se verilicnr.
ESPECIAL ATTEHC VO AO NUMERO E UV.AR DE SU\ FUiW.AO
V apores G rouas Q agUa doS mais modernos systernas e era taraanhos con-
venientes para as dirersas circumstancias dos senhores proprietarios e para descarc.'ar
algodao.
JJlOenaaS de Caniia & todos os tamanhos, as melhores quo aqui existem.
RodaS dentadaS para animaes. agua c vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MachiniSTTlOH a- i j, i ( Podendo todos
^*.^uiiiioujv/o para mandioca e algodao, e para serrar madoira. her movidos a mao
Bombas de patente, garantidas........ iffJB,vapor'
TodaS as machinas e pegas de que se costuma precisar.
Faz qualquer COnCertO de rnachinismo, a pre5o mui resamido.
rormas ae ierrO tem as melboros e mais baratas existentes no mercado.
IlillCOlniJienaaS. Incumbe-se de mandar vir qualquer rnachinismo & vontade dos
clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem as compras por intermedio de pessoa
entendida, e que em qualquer necessidade pdde lhes prestar auxilio.
Arados americanos e istrumentos agric las.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEiBEiROS
Premiados na] exposicao de 1872
RUA
IMPERATRT2 g*
[!. ANDAR,"

X

RUA
DA
'ri'rw;a
PS
Zi&f FRID Q ffi'3; f
IMPERATRIZ
N. 82
1. ANDAR.
Aca'bam de reformar o seu estnbelec'irnento, collocando-ornasjmelhores con-
dicgoes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e Ss Eimas. Sras. n'a-
da 6* parte das loterias a beneficio da irmandade j quillo que for tendente a" arte de cabelleireiro.
de Sant'Anna, da igreja da Madre de Deos (109'): Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chicnon,
coques modernissimos, tran^as, cachepeign, tecidos, desennos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imsginavel em cabello.
O estabelecimento acha-se proVido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos osvapores da Europa, assuas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pcde vender 20 % rnenos que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sinceridadc e pre^o razoavel.
rcnteam senhcras, tanto no estabelecimento corao fora ; vende-se cabellos em
porcSo cj retalho e todos os utensilios pertencentes A arte de cabelleireiro.
quise extrahira no sabbado, 25 do corrente mez.
PREgOS,
Bijhete inteiro 4 Meio bilhete 2*000
Kf ?ORgiO DE 1005000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3J5S00
Meio-bilhete 1*730
Manoel Martins Fiuza.
foaiuim de Azevcdo Carvalbo %.
Varcjiio
') bacharel Joaquim Jose de Carvalho S. Vare-
jSo, Maria Victoria de Azevedo Carvalho S. Vare-
]so Martiniano de A. Carvalho, Clementina de
Azevedo Carvalho S. Varejao, Antonio Agustinho
de Azevedo Carvalho S Varejao, Leopoldina Aze
vec.o Carvalho Siqueira Varejao, Luciano de Car
valao Filgueiras, Francisco Cavalcante de Carva-
lho, Joei Joaquim de Carvalho Filgueiras e Antonia
Annunciada Cavalcante de Carvalho, agra^ecem
corlialmente a tolas as pessoasde suaintima ami-
zade.que se dign*aram acompanhar os rest03 deseu
' mui presado fllho ; e rogam lhes o mais caridoso
obsequio de assistirem as missas que celebram-se
peb seu eterno repouso, na igreja de X. S. dc Car-
mo, pelas 8 horas. da manlia" do dia IS, setirno de
seu faliecimento '; e desde ja se confessara sum-
manenle agradecidos.
AO COMMERCIO.
.lo5o Pereira Moutinho, para evitar qual-
quer duvida, julga conveniento declarar, ao
respeitavel publico e especialmentc ao corpo
do commercio, que o Sr. Razilio Gomes
Teieira Rodrigues, deixou de ser seu cai-
Xfliro desde o dia 30 do junho proximo pas-
sado.
Recife, 18 de julho de 1874.
Alyga-se
o scbrtdo de dous andares e loja, sito 4 rua da
Aurora n. 79, tendo agua, gaz, estnbaria, cocbeira
e cozioha : a tratar c* mesma rua n. 81, segundo
andar.
Coziuheiro.
Precisase de nma que saiba cozinhar bera e
que seja de boa conducla, prefeiindo-se escrava,
pan. casa de pequena familia : a tratar na rua da
Imperatriz n. lb, 1. andar.
Ouverture de lapention bourgoisc,
-ua do Bom Jesus n. 26; 1/ andar.
~ CASA DO OURO
A.OS 1:000^00*0
Bilhetes garantidos
Rutt do Bardo da Victoria (outr'ora Nova
n. 50, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
muilo felizes bilhetes a sorte de 4:000* em um
meic bilhete de n. 2186, e um meio de n. 568 com
a sorte de 100*, alem de outras sortes menores de
40*CO0 e 20*000 da loteria que se acabou de
extnJiir (108";; convjda aos possuidores a virem
reccW, que promptamente serao pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeiu-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar ob mnito felizes bilhetes.qne nao deixarSo de
tirar qualquer premio, como prova pelos mejmcs
annuicios
Acham-se a venda os muito felizes bShetes ga-
rantidos da 6' parte da loteria a beneficio da
irmandade de Sant'Anna, da igreja da Madre de
pens, que se extrahira no dia 23 do corrente mez.
Pre?os
Inteiro i*00O
Meio 2*000
19m lOOcOOO para ciatir.
Inteiro 3*S00
Meio 1*750
Re-afe, 11 de junho de 1874.
Joao Joaquim da CostaLeiU.
mi
m
K'S
'-/''
Rwjniao popular!
Wygku e oconofoia
'laoreif |ias,ar algnmas boras a'i-IViio ?
Ouereis cusei-var a for-.a do. o'gics itigesliros I
QiKTcis *|iu'ter .t* |ic-ri,ifcias Q.i' rcis vivtr in^i-lfalj no j-razor 1
Q ijai'rtis i m os ell ilvs d.i Ioi fc.iiicmi* f
Qticreii ler ;it.;n m.> i> r.i.-il lyBfl^i ?
U'ireL', ini^l ueute, scr fclu u diius f
Attendei aos meios:
Vinde incnlincnte ao muito conhecido e pre-
eoni.-ado.armazem do Campos a rua do Im-
pcra^or n 28, onde encontrareis todos os agentes
(sem ser de leilao) nccessa. ios para conseguirdes
os guzos que vos offereeem as afflrmativas, que,
indispensavelmente exigent as oito perguntas predi-
tas, Isto e, encontrareis os generos mais linos e
gostosos que por v otnra tenham alimementado
os Mtomagoi mais suseeptlves e delicados, encon-
trareis oi vinhos mais purst que teem exportado
os paizes mais vlnbateiros do mundo e que fazem
espancar a mais .impertinente trlsteza, deixando,
com certeza, inraizado o germen da alegria, que,
inundando de perfumes o oceano da alma a
ImaginafSo txercera, poderosamente, prodigiosa
inspiracao sobre todas as_cabegas que tenha fei-
to a sua ascensSo ; encontrareis os acepipes mais
melindrosos, de cheiro activo e embriagador;
encontrareis, em summa, iguarias deleitosas, pe-
Usgos deliciosos e tudo o que ha de mais pro-
vocador (depois da mulher) e que vos pode sua-
vemente transportar ao fkraizo da gastronomia,
fazendo-vos gozar a mais real das felicidades
da vida humana, a boa mesa
Visto como:
N. 28Com o emporio das tripasN. 28.
N. 28-Recheiado de iguarias N. 28.
N. 28- Se pode dos embucados -N. 28.
N. 28 Repeiir as picardias IN. 28.
Rua do Imperador
Mesmo porque:
E' patente e apregoado por todos os medicos de
mais ceiebridade que os bons alimentos sio es-
sencialmente necessarios para a boa conservacao
da saude e uma das bases mais poderosas para
assegurar o completo desenvolvimento das fa-
culdades pbysicas e moraes da creatura ; e
com effeito, se assim nao e, respondam-nos qual
a causa porque em caaa canto que paramos des-
cobrimos uma quantidade enorme de criancas ra-
chiticas einfesadas, de mocas debeis e de uma
construccao franzina, de rapazes mactlentos e sem
vigor e finalmen'.e de toda a mais bicharia, dig-
na por certo de melhor sorte, verdadeiros typos
do desfallecimento e que nos deixa physiologica-
mente conhecer os effeitos mephiticos da ma ali-
mentatao, de que irreflectiJamente fazem uso ?
Silencio profundo I Conlirmarao absolutal
Verdades puras:
Quern negar ja ousou dos pa ios a fama,
Dos presuntos os sabores requintado .'
E do vinho o poder que leva a cama
Vida ao enfermo e forca aos esfalfados 1
Alem do que:
E' um facto conscienciosamente provade e que
so podera ser coatestado por algum hypocrita im-
becil, de que ninguem esta tao habilitado a ven-
der bom e barato como o Campos, o que e de
facil intui?io, attendendo se a que o seu fim e
fazer com que todos venham comprar em seu ar-
mazem, para o que nao se acha, felizmente, sob
o jugo do cgoismo e nem tao pouco 6 alimenta-
do pela arabicao do ouro e sim pelo desejo
de bem servir aos sous freguezes, dispensando a
todos -agrado e sinceridade.
Embora que:
Ruja, ruja os invejosos,
Fallem, pulem, saltern, berrem :
Nao poderao, desditosos,
Competir, nao, mais. esperem"..
PHARMACIA NORMAL
W
DE
JOSI2 EHLIAS UE MOUBA & C
17Largo do Mercado Publico17
(Aiitiga ribeira de S. Jose,)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposicjio do respeitavel publico esta nova phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na- (Q
tureza, sem excepcao de productos chimicos e meiicamentos preparados no estran-
trangeiro, tudo novo "e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao,
e ssmpre sob as vistas do pharmadfcttico que compoe a nossa Qrma social. flfc
As pessoas que se dignarem do honrar o nosso esatbelecimento com a sua confian- ^
fa, pidem estar cer'.as de que serao conscienciosamente servidas, nao so relativamente ao
que pedirem, corao tambem a modicidade dos precos.
mi
IS1
m
1S
Jn-
KtiEtrm,
!,
:SSENCIA
ARISTIDE SA1SSET E.
I SOUM
Tratamento puramente vegetal verdadeiro purificador do" sangue. semmercurio.
A EisHenria dc Caraba e um remedio hoje recenhecido como nm poderoso depura-
tivo e especial para cura de todas as molestias que teem a sua origem na impureza do sangue,
como sejam : as molestias Syphiliticas, Roibaticas e Escrofulosas, Rheimatismo, Empfsgeks, Dar
tros, Ulceras, ErlpcSes, etc etc
Os prodigiosos effeitos que tem produzido a Easencia de Caraba, por toda parte
onde ella tem sido apropriadamente experimentada, a tem feito adoptax eomo nm ilos medicamen-
tos mais segnros e mais energicos para a cura de 4odas as molestias de natureza yphilitica e
boubatica.
A cada frasco acompanha uma instruc^ao para a maneira de usar.
Pomada anli-darlrosa
Para
cura das
V
Contra as affeccoes cutaneas, darthros, comichSes, etc., etc.
iDguento de Caroba
boubas, ulceras, chagas antigas, etc., etc.
UNICAME.NTE PREPARADO POR
ROUQUAYROL IRMAOS, SDGCESSORES
Botica Franceza
22- -Rua do Bom Jesus 22
( ANTIGA RUA DA CRDZ )
Attendant a Nova Espe-
ran^a
a rua Duque de Caxias d. 63, qie alem do b.im
?ertimeio qoe ja linha de artigos de moda e
phantasia, acaba de recetuT loaiso segmnte :
Vi rd.-iil'-iro >|ei>p!i:ii;c |;fl'a :i l-.ir!-a.
Itril!:.inlj|ia paig (.s fa''fl!>.
liu.is r.va a* f<; [ u*o :{*.
F;n:sm;a5 tcsouras para u"a* e 3 .-tu-a.
Lai p'.rlnr.s rmrtrthi'ia*.
Ktj.)* 1 91 a tiitsmcnij d*s lii.'i--.
Airidojcs de lnM, osso e madia j.
Lindos medalhGes de m:idr-'iH;ro!a coin caco-
leu.
Bons pentes de tartaruga para regaga
SospenfcrJoa de seda, algodao, para calca de
bomens e meninos.
Commodas ligas lisas de seda para meias.
Toucas de crochet para criac^as.
Rolsas para viajar-se.
FiDas esponjas para banhos.
Aproveitem.
0 PARIS N'AMERICA, a rua Duque de Caxias
n. 59, primeiro andar, esla vendendo ealeado pelos
seguint' s precos :
Botinas de" duraque para senhora a 3.o00 M.-is.
Dius de dito preto a 4,000 reis.
Ditas de dito com botCesao lado, a 4,000 ihs.
Ditas gaspeadas, cano alto, para senbora, a
3,000 res.
Ditas de pellica, iog'eza, a 4,000 reis.
Ditas de duraque bordado, para senhora, a
3,000 reis.'
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 3|.
Em quanto a tempo
aproveitem.
Precisa-se de uma ama
aia cozinhar em casa de
pequena familia, preferin-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe n. 40.
Aluga-se dous escravo3 muito sadios e Deis,
para service que come^e das 7 horas da manha
as 6 da tarde, sendo um delles muito bom pintor
e jardineiro, enteadendo de todo service de jar-
dim : na Soleda.de, defronte do palacio do bispo
n. 73. Na mesma casa compra-se nma escrava
que seja perfeita cozinheira e engorr.madeira, sen-
do de seus 30 annos, e muito boa conducta : a
tratar a qualquer hora na me-ma casa.
A!uga-se um pequeno sitio, editicado de
novo, no lugar da Tamarineira : a trater na rua
do Commercio n. 9, andar.
CASA.
Aloga-se a casa n. 113 da rua da CoBeordia,
com bastantes commodos : a tratar no R-.cife, rua
da Cadeia n. 3.
Aos meninos
A MOV A ESPER \S$A, a rui Deque d Caxia*
n. 63, ac.ha do ucrbcr um burn s'.rt:mia de C-
nas booecas queUllam, que riem c v ch.ran.
tamlirin as leia muda* e surdis on >urdas raud.s
vciili.irn verse na i i rtrdtile.
Kuf'::i ) fu^ici
Rmfini d'l :.n i"c I vniiu lu^in ".>: u
I l'i.i..:, I-in! i iif >i, n ? ffulion : aia .
. .j i in..,.- o la Ui*, i i en :,, clu-li, cai^.j uili ,
[c ;.'i,-;,.- LriCC.i, i:t l.ia relttlar, um liiiti ma-
I gr inn tjdu? o- I'mie*, 6. ai';jado da posaa
It.-., bastanle |>ro?l, e liii- laih) .\u2t1 0I1 U: ,
fui coaap"adi a Mam 'I Frava-M Lannho, econ*u
achar se em S. Virente, frcf ur-iia de IttaAii: ro-
ga se a todas as ant ridadc> e-capitici dc campo
queiram apprebendor dito escravo e leva-io a rua
da Madre de Deos n. >, I* andar. das 9 as 4 i.orai
da tarie, ou a rua de S. (1 'ncal" n. 19, sobrado
ao lado da igreja, q;;n seraa gratiikiidos.
24-IUia do Harqiei k 6iiEda-24
B'^sqithia t'o In t re. B.ftr^a
Tarticipa a seta (fftnet e :n ifi^ qte 1, UJ u
0 sen estabelrcimfnto de relojte ro para a ir-esca
rua n. 24, onde enccrtrario 1 in grande s< rtii.. x:
de relogics de paretie, iBMTfcam, e cima do me-
sa, dos melhores ft-iUn e qualidads, aaajiai (.'
algibt-ira, de tcoas ?.- qoalwa e., paMtfi sui**-,
de ouro e pratt doorau, Mcdo ti, wav
gios de euro, ittftet, descubrk, dos m-lucres
fabricactes, cadeia de ecro,pli.qurt e f.rata. Innet'5
de tod?s as qcalidades, tudo por precos nouit. ba-
ratos.
LOJA lift MSSO

NURTIMENTO
MEDIC IN A
Preparado poi
Lanman & Kemd
para thisiaca
toda a qualidade
de doenr;as, qusr
seja na garganta,
'peito ou bofes.
Expres'samente
escolhidodosme-
lhoresfigadosdos
quaes se extrahe
0 oleo no banco
da Terra Nova
purificado chimi-
calmente.'e suas
valuaveispropri-
'^^edades conserva-
das com todo 0
cuidado, em todo
0 frasco se garan-
teperfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame mui-
to severo, pelo
chimico de mais
talento, do go
verno hespanho)
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOR -P0RCA0 D'lODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODINO E UMPODFR SALVADOR.
Em todo 0 oleo de 6gado de bacalhdo, e na-
quelle no qual contem a maior porgao desta
invaluavel propriedade, & 0 unico meio para
curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Pntysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
Uns poucos frascos da" carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e da* vigor
a todo 0 corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, da tanto
nutimento ao systema e inoommodando quasi
nada 0 estomago.
As pessoas cuja organisa^fio tem sido des-
truida pelas affeccoes das
ESCROFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquella?, cuja digestao se acha com
pletamente desarranjada, devem tomar*
OOLEO DE FIGADO DE BACALHAO
LANMAN A KEMP
Nao se prestando 0 peqneuo espaco io armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas mtrcas de fumo, que 0
abaixo assignado alraejava ter, acha-se d'ora en
dlante aberto outro es abelecimento sob a mesma
denominacao de
ARMAZEM DO FCMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcSes desejadas, e onde pode
rSo os senhores freguezes dingir-se, certos de que,
Como ate aqui, ach-irao sempre a par da modici-
dadedos precos, a maior sinceridade possivel. En-
tre as differeutes mareas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba de
chegar uma encommenda especial, que rnpito deve
conviraos senhores freguezes. ConscieMo 0 abai-
xo assignado de que neste genero de n gocio n3o
esta sem competidores, fara muito por evitar qne
tambem os tenha com relaeSo ao pequc-co lucro
que procurara obter da dita mercadoria.
Jose Domingues do Carrco e Silva.
_a^ K"^ rii^-':- .
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri- ^
meiro andar, dd-se |||
dinheiro sobre pe- S
nhores de ouro, pra- fe|J
ta e brilhantes, s.:; J;.
qual for a quantia. ^.:
Na mesma casa
compra-se 03 mes-
mos metaesepedras.
, r v.- ...'
So ella!
. A Cbapelaria Imperial e a unica quo tem os
commodos e verdadeiros chapeos de copa molle
e aba dura : na Chapelaria imperial, a raa Pri
meire de Marco n. 6.
Villa de Falmares.
As Sras. Carroll participam aos Srs. pais de fa
milia, que abriram um collegio francez para o
sexo feminino na villa de Palmares, onde recebe-
rao alumnas internas e externas. Ensinar-se-ha
al^m do francez, porluguez, inglez, arithmetics,
geographia, historia, musica, bordados, etc. Tam-
bem se propoem a receber alumnas das 3 as 6
horas da tarde, por metade do preco : para tra-
tar na mesma villa, no pateo da Feira.
MB
Cfcrdeira SlnKles t C.
Acabam dor:ether pelo rapor .i'-iit? :
Riquissimos cartel d- p-rj:;;.7: i de seda I
con listns achamah :.. I
Ditos de liiil.o para .v.-:iJ s. eoHenas cad", r
te, o Decawario para sen enfeiM, eana
franjas, Irancas, \ o;Jm -, fivellai, 11
Riquissimos diap6os jara saoMra, ultirra ;.
rua Primeiro de Marco n. 7 A.
PIANOS.
Acabam de ebeftr muito bens pian> s fort s e It
elegantes mcdellcs, des mais notaveis %btm
nhecidos tabiicante- ; como srJMH
done!, Henry Hi rs e I'ley. 1 \V HT \ C. : an \
Francez, ariia do Barao da Victoria, eoti
va n. 7. a pre; fl mutt t ;: codes.
Pcrfumarias. .
Finns extr.-n't is, oleos ; i j icn-
trilice, agua de i., r : iarania, :. u lie I
divina, florida, iavande, | -.:..,
erosmetieos, mni!
ria para present m fi c ft Hi ios, i
nbas soru'das egan di
d'agua de Colofne, tudo de primeira
do fccm cinlii : aV i PiTi r e
No armazem d : Prsneez, .. rtu d B r
da Victoria, nutr'c ra Nova n. 7.
Qumquilharias.
KsK
unerajatea fsmslcti e
ALUGA=SE
a loja e 1 andar, a rua da Imperatriz n. 1 : a
tratar no estabelecimento denominado Cafe- Im-
peratriz, na mesma casa.
Palacete
Ainda esta por alugar-se o palacete da Una dc
Ratos, do finado Custodio Jose Alves Guimaraes,
oade morou ultimamente o Sr. Dr. Ignacio de Bar-
ros : a tratar na rua Primeiro de M3rgo n. 7 A.
No dia 21 do corrente, fugio um caozi-
nbo da ra$a Kingcbarles, com os signaes se-
puiu.es : preto e cor de cal'e por baixo da
cabe<;s, pds e peito, pello lustroso, fino e
comi rido, orelhas muito grandes, e muito
manto, e acodo pelo nome de Millord ;
queci o encontrar ou o tiver recolhido, tera
a bondade de o mandar ao caes do Capiba-
ride fponte yelha) casa entre ns. 6Je 8, onde
sera" ?rUficado.
Lindas tarlatanas de cores, de assento branco e preto com salpi-
cos, para veslidos, pelo'baratissimo prego de 240 r^is o covado, na
loja das columnas, de Antonio Correia de Vasconcellos, na rua do
Crespoji. 13.
Alugam-se
mei-aguas de 8/ mensaes, na Passagem da Mag-
dalena : a tratar no mesmo lugar, com o Sr. Ma-
noel da Silva Moreira, junto a primeira taverna ao
ado esquerdo indo do Recife.
O Monte Lima
tem um completo sortiraento de galio e franja de
ooro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para offlciaes, canutilhos e
enfeites para berdado. Tambem se eneanvga de
todo e qualquer fardamento, como ssja : bonets,
Ultns, pastas, espadas,dragonas,charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc.; assim como um completo sortimento de
franjas, galio falso para armamento, cordao de II
com borla para quadros e espelhos (conforme o
gosto da encommenda) tudo por muito menos pre-
Sqne em ontra qoafqner parte : na praga da
aepepdencian. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
Carta.
Na rua do Livramento n. 26 existe uma carta
:om urgencia para ser entregue ao Sr. Rodrigo
Goncalves Bastos.
Offerece-se uma mulher para lavar e engom-
mar ronpa de homem, por prefo modico, promet-
tendo todo o asseio e promptidio : a tratar no pa-
teo do Terjo n. 5.
Albuns para retratos
A NOVA ESPERANfA acaba ae receber um
undo sortimento de albuns para retratos, os mais
elegantes que teem vindo a este mercado, tendo-
os de di versos tamanhes e precos; a elles antes one
se acabem. '
ConsoKorio medico 1
DO 9
Dr. Hnrillo. IL
RUA DA CRUZ N. 26, 2.' ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
(raentou os hospitaes de Paris eLondres,
pode ser procurada a qualquer hora do
dia ou da noite para objecto de sua Dro-
fissao.
Consultas das 6 hora* da manhi as 8 ho-
ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis aos pobres.
ESfECIALIDADES.
Molestias de seohoras, da pelle e de
crianca.
.Sr plittattizinm.
E---pelh'is, leoues, Ions, joiasd'our-\ ta
caniTetes, caixinlias '.-, eosiura, all uns, qn
ecaixinhas para retratos, bolsiahas d"
dita de eonro, e eesucbas i ara braco* de n
chieotes, bengalas, oculo, n .:-, | i,.. | ,r%
chirutos n cigarros, i -. ;'-. ,-t
madroperola, Lapete para lantemas, mal
de fiagens, feoesiauas para Jaaeflas, (-
pos, lanteraas magieas.cosmoranas, j .
de damas, de bagatelle, raaftraa eoai pi
globes de pipel para illnminacSes, mac
fazer cafe-, espan id -.' j slhas, realejoi
accordacs, caruniios, e bercos para criarcas, ?
outras muitas quioquiiharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qoe e pode d-.-s;-.iar d
dos oj briaquaios fal im diflerntes ;
da Europa, para entl :;' I I crian?n.
a prejos mais ream i!..< que ( nassrfd no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do B.tSo d.i '
toria-outr'ora Nova n. 7-
Calfado fraocer
A 9*
Botinas para homem
Acabam de ehear grandes jacturas dc I unas
de bezerro, de cordavao, de pclica. de dor
ccm biqueira, do bezerro ceil bctoes, e com iibo-
res a 9^000 (a escclher) ; r ter vindo pranJ*
quantidade por conta e ordem dos Mricattea;
ao armazem do Vapcr Francez, a rua do Ba.-io dt
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para aeoliora.
BOTINAS prelas, brancas e de Cores, did.nates
lisas, enteiladas e bordadas.
SAPATINIIOS de phantasia com salto, hraacoa,
pretos e de cores differeutes, bordados.
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de trans*.
Para menlnaa.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differeutes.
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca Portugueses.
Para nacninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapafSes, de bezerro, de devorsa*
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilhernw, perkar -
meias perneiras para tcmens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
E' economico.
Graxa glyceriaa prcpria para a conservacao
cordovao; y.nde aNOVA ESPERANCA, a rua 1
que de Caxias n. 63.
do
Da-
**
SJQQSSS>fS50SQOSa
Nao ha mais cabellos.
- francos.
TINTURaRIa JaPONEZI.
So e unica approvada pelas academiu de
iciencias, reconnecida s perior a toda qoe
tem apparecido atd hoje. Depoaito prinii-
pal i rua da Cadeia do Recife, hoje Ma>
quex de Olinda, n. It, t.* andar, e tm
todas u boticu e casas de eabeCei-
reros.



r
I ..nil Mi n in yi I.
3iank> dd^vaambuca.i-rf Soxta ie\i%>&&ai&>tf\hfr d&xk&S-x
FUND1GAO DE FERRO
A' ma 3o Baro do Triampho (rua do Bruin) ns. 100 a (04
CARDOSO & MAO
/
IVIS4M aos scnhores cle engenhrs e outros agricultores e ao publico em geral quo
eooliimam a receber de Inglaterra, Franga e America, todas as ferragens e machinas ne-
eessarias aos estabelecirnentJS agricolas, as mais modemas e melhor obra qoe tem vindo
ao mercado.
V apOreS de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os melhores que tem vindo ao merado
Ua*(ieiraS de sobresaleute para vapores.
MoendaS lllteiras e meias moendas, obra como nanca aqai reio.
TalxaS fundidaS e batidas, dos melhores fabricates.
KodaS d aglia com cubaje de ferro, fortes e bera acabadas.
RodaS deiltadaS de todos *s tamanhos e qnalidades.
Relogios e apitos para Tapore8.
OOmbaS AradOS je diversas qaaiidades.
Formas para assucar,grandes e pquenas.
Varandas de ferro fundido, franceias de diversos e t*tem go***.
fcOgOGS iranCJezeS para lenha e carvSo, obra superior.
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido para im*.^
l 68 Oe ierrO para m/jsa e banco.
MaCilina para gelar gua.
V aiVUlaS para bomba e baiibeiro.
'Oorreias inglezas parc machinismo.
DanCOS e SOiaS com tiras de madeira, para jardim.
ConCCt'lOS concert*mcom promptidao qualquer obra on machine, para o que teen
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOiiiinendaS mam'ara vir Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondent com uma fespeitavel casa de Londres
com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentaj
ifitas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua-do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
F U N D I C A O DE CARDOSO 4 IRMAO.
t,4
Esta encouracado I !
Precisa se He duasr*{ndo
uL- M \ \ uma aara cozinhar e (cm
pr-r e ouira para
cog nmmar, prefoi inuo se a ptidjeira, esci
rua dosCrespo d. 7.
lavar e
escrava : na
Ajf iu mole em pedra dura
Tanto da ate qoe a fura.
Roga-se ao Illm. Sr. fgnacio Vieira de Mall
sscrivio na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
cluir aquelle negoclo que S. S. se comprometten a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
tins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou i'tarereiro e abril de 1872, e pada cumprio; .
e por este motivo 6 de novo chamado para dito! i ir i
flm, pds 8. S. se deve lembrar que este negocio j \ Wl A
de mais de oito annos, e qaando o Sr. sen filho s /jLliXfl.
achava nesta eidade.
Precisa-se de uma ama para engummar
ravessa do Corpo Santo q. 25.
na
Ama de leite
Aloga-se uma preta, -escrava, njoja e sadia,
parida ha pouco, com hastante leite ; quern pre-
cisar dirija-te a rua Direita. D. 32, loja.
I Ama
Precisa sedeoma ama para cozinhar":
na rua do Cotovello n. 129.
Precisa-se de vma ama para casa
de moco solteiro : na rua de Pedro
AfTonso, antiga da Praia, n. 31.
Engenho
AMA
Vende-se o engenho S. Pedro, situado na.pw-,
vincia de Aiagoas, comarca do Porto Calvo, a
menos de tuna legoa distaste do porto de mar do
Gamella, lem oxcellentes terras, matas, e safreja
regolannette 2.C00 paes : a tratar na rua do Vi-
gario n. 31.
Offerece-se uma de boa con-
ducta para andar com raeni-
no, levando em sua compa-
. nhia um filho de idade de 4 annos : quern preci-
i sar dirija se a Torre, quarto sitio a esqnerda, de
pois da ponte.
Vicentefugio
Na noite de 13 para 14 de mareo do corrente
anno tagio o mulato Vicente, escravo, de 20 annos
de idade; bonita flgura, barba e estatora regular,
levando vesiida e em nm saceo rbupa de algodao
branco e algnma mais fina, pertencente a nm cai-
xeiro da casadonde fbgio; 6 natural da fregue-
zia de Sant'Anna do Ratios, diz e ter sido crlado em companhia da madrinha D.
Anna Lniza da Luz, de quern, alias, foi escravo :
roga-se, portanto, aos Srs. capitaes de campo
e autoridades polieiaes a apprebensSo do dlto es-
cravo, e entregal o na cidade de Recife, rua do
Grespo n. 10, ao Sr. loaqn m Moreira Reis, ou
na cidade do Assii ao Sr. Torquato Augusto de
Oliveira Baptista, que serao generosamente grati-
ficados.
Alugara-se boas
de leite : na iravessa
nio n 6.
araas, tanto seccas
da m.-iiri/. de Santo
como
Anto-
Botica.
Precisa se de urn moco com pratica de pharaa-
cia, para caixeiro de uma em Maceio, dando-se
bom ordenado : a tratar na rua do Marquez de
Olindan. 61.
/
Cabelleireiro francez
Rua i. ANDAR.
Pedro Routier, oflicial de cabelleireiro e gerente da rasa de Gustave Hervelin, cabel-
Jeireiro francez; torn a hema de prevenir ^s Exms. Srs. fami!ins que araba de fazera ac-
cuifjfi.u de um perito official vindo ha pouco de Tsris, o qual estfi babilitodo a desem-
pc-nhsr qualqier encor: mrnda de sua arte, e se acha k disposigSo das pessoas que deseu
preslimo.se queiram otilisar. Outro sim scicntifica que m seu estabt-lecimento encon-
trar.no si mpre a Monitor dcscahelhireiros, ondeceacham descriptos e desenhados todos
os penfeados modernos, pat a fores, casarreulos, baiks etc.
Finalmente previne ds mesmas excellenUssimas senhoras, que rerebeu um completo
timento decoques, cachepaines, bandds, crescentes, etc., e vende tudo pelcs precos
o rr.cncionados: '
Coque de cabello de 155, ^0^ a oOc$COO.
Tr;iri<;as de dito Its, 12^ 15? a20f>0f0.
bcpr.ii ledito 15-"\ 2< -) a 30^000.
Crescentes de dito 2(, a ScrOCO.
ran bem fpcontrerSo um completesortimento rcccbido ha p-uco, de cabellcs de todas
res <- con Drimento.
51. Rua do Marquez df- Olinda>'. 51.
Copeiro.
Qaem precisar de um rapaz ponuguez, com
habilitac.ao e que da fiador a sua conducla : diri-
ja-se a travessa do Livramento n. 10, sobrado.
Signaes do negro Feli~
ciano
crioulo, idade, 40 annos pnuco mais ou menos,
alto, coipo regular, bem pre'.o, desdentado, bar-
bado, m.l feito de p6?, tendo um dos dedos gran-
de, ou ambos bastante tortos. Acha-se fugido
ha seis mezes desta segunda fugido, e da primeira
esteve dous annos no engenho Tarabador, fregue-
zia do Bonito, pertencente a Francisco de tal,
genro docapitao G.Jose" Machadq,?enhor do enge-
nho S. Christovao, da dita freg'uezia e por e.-tes
engenhos esta occulto como tem estado. Veio pelo
primeira vez preso pelo capitJo de campo Joao
Ventura, que mora em Agua-Preta ; recommen-
da-se a sua captura as autoridades polieiaes e
capitSes de campo e leva lo no engenho Minas-
Novas, freguczia de Garaelleira ; o dito neg-o in-
titulase forro, com o nome de Jose Feliciano.
pnmeijtti.
S.
'

i
H1N0LINA
PARA TliVGIR IXSTAXTAXEAMEXTE OS CABELLOS
PREPARADA POR
I da Casa Steal tic S. H. F. El lie! de Portugal ;
preniiados em
n clnsse.
jmposto, cuja base principal sao principios
vegelaes, que p6de por isso ser
tempo inddinido ssm o menor receio de alteraijao de saiide. Esta agua admi-
i ?,05 cabellds, em poucos minutos, uma cdr e brilho natural, desde o castanho
i lo o :,' gro, e ao conlrario de todos as tinluras conbecidas, tem dm aroma agradabilissi-
, ilita o seuii us a a"s senhoras, ainda as mais difficeis. A ffiancam-se os sens re-
';> inoffensitos, qoer a opplicaijao seja limitada a barba, qaer comprehon-
bellos da cabega.
E>Ea>0.ilTO MiHI
Pharmacia e drogaria
.' 34Rua larga do Rozario34
PERWAMBUCO
Precisa-se de um portuguez para feitor de
engenho : a tratar no pnmeiro sobrado passando
a ponte grande da Magdalena.
Massa fallida de Joaquim
Jose Gomes de Souza.
Os administraJons desta massa. novamente
comidam aos respectivos credores, para no prazo
de oilo dias, apresentarem seus titulos afm de
serera classitkados e dizerem acerca da venda em
leilso dos debitos a referida massa.. Rua do Im-
perador n. 39,. i. andar.
Costureira
Na Iravessa da raa da Palma n. 2G, defronte do
becco do Possinho, coze-se com perjeicao e aceio
qualquer obra ; da-se fianca e raanda se levar as
obras aos freguezes.
ma
i
Cheshire Ci ndensed Milk.
Leite condensado novo.
Cerveja de Noruega.
Keller & I.
Na ma vciha de Santa Rita'n. 57, precisa-s
alugar uma preta para vender corn taboleiro.
Aa noite de domingo, 5 do corrente, furta-
rm do engenho Rola, freguezia da Escada, dous
cavallos : um russo, nao claro, velho, denies que-
bralos, de sclla, carregador e esquipador obriga-
do, tem marcas de colheira nos lados por traba-
Ihar em carro, ferros a margem no quarto direito
e no queixo menor, com o signal dous ou dez.
Outro, ala?3o tostado, os mesmos ferros em cima
da anca e na queixada, carregador obrigado na
redea, e tem ma redea, trabalha na cangalha.
Ambos estao gordds, o russo 6 grande, e o alasao
novo, tamanho de meio acima. Informam que estes
animaes foram furtados por Manoel Joaquim Ta
vares, que ja esteve no coito do llnado Siquelra,
no engenho Mupan, e Mathias Antonio de Souza,
ftitor de Manoel Antmio Dias, senhor do engenho
Rola, por ter sido despedido, visto nab r o dito se-
nhor do engenho que aquelles cram ladioesde
cavallos, que vieram acossados do Cahn, ond? Hie
foram apprehendidos dous cavallos furladj3 no
engenho Gnerra. Gratifica-se bem a quern d-x
noticias dos dous cavalfos furtados, no 'msentio
Rola, ja dito.
Alliii^)
Vende-se um terreno e;n Agua Fri.: com 60
palmos de frentee 330 de fundo, tendo duas fren-
tes, uma para a rua do Cacundo e ontr.i para a
rua das Mocas, proprio para edilicar, cuj i lerreno
tem arvoredos : a tratar na rua da Santa Cruz
numero 7.
Tornou a fugir
Do Dr. \,jC. C. Albuquerque ausentou-se desde
o dia 10 de jullio do corrente anno o ; reio L'ene-
dicto, de 25 annos de idade, 6 bastanto ladino, falla
mansa, cantadcr de modas, e bom carapina, esta-
tnra alta, espadaiido e um pouco corcovado, bar-
bado, teddo a testa pequena falta de dentes na
frente, pes Mos, e com uma cieair-z grande por
cima de cada um pe, proveniente de taihos de
machado ; msceu no engenho Bujary, de Goyan-
na, onde tem mAi e parente?, tendo passado ao Sr.
Luiz Cavalcante de Albuquerque, morador na
mesma cidade, e desie ao Exm. Sr. Barao de Na-
zareth, tendo a primeira vez que fugio estado no
engenho Pangaua, do Coyanna. Pedesc a todas
as autoridades e capitaes de campo.que o pegando,
levem-i a rua Direita n. 40, ao Sr. Belisario de
Souza Banieira, ou no engenho Furna, de Santo
Amaro Jaboatao, qae eerao generosaraente grati-
flcados.________
Aluga se o rTindar do sobrado da rua do
Apollo n. 33, por preco commodo : a tratar na rua
do Bom Jesus n. 31, audar.
8 Consnllorio medico-cirurgjeo 9
g de 8
g A. B. da Silva Maia.
p\ Medico parleiro e operadcr.
Mi iSua do Hansel u. 51
!
8
5f Consultas das 8 as 10 horas.
m Chamados a qualquer hora.
5 Gratis aos pobres. fy
rtecebe.se encommendas de. fogo do ar, para
dentro e fora da provincia ; no armazem da bola
amarella, a Iravessa da rua do Imperador.
AttenQao
Na rua estreita do Rosario n. 35, prepara-se
bandejas com todo gosto para casamentos e bai-
les, pelo barato preco de 20,3 e 15$, bandejas ar-
madas com bo!o? finos,-que fazem muita vista e
satisfaz a seus donos; na mesma rasa faz-se bou-
quets para noivos, com fita bordada a ouro, dan
do-se 03 cravos, s endo a encommenda fuita 4
dias antes e faz-se mais barato d > que em outra
qualquer parte ; enfeita-se velas para baptisados.
com toda perfeicao ; faz-se lindos bouquets de
cera para offerta*. por rauito barato prejo ; e bou-
quets de rosas, cravos.dnalias, saudadese qualquer
flor quo seus dunos queiram, com litas bordadas
a ouro ; bouquets para enfeitar bolos por todo
preco : tudo na rua estreita do Rosario n. 35,
sobrado de um andar.
q predio da rua-da 1' no VeUia n 7% cm oom-
modos (lara familiar colwhdoiaBna efaz ehcana-
dos, com appafellio de limpeza, quintal bem plan-
tado,.com portao que deita para a rua da Alegria:
para ver no mesmo, e tratar com o Sr. Diogo Es-
teves Vlanna, a rua do Bario de S. Borja, antiga
do Sebo, casa em obras. d.
COMPRAS.
AVISO
Precisa-se comprar dous escravos, pedreiro e
carapina, paga-se bem : a tratar na thesouraria
das lotenas, a ma Primeiro de Mareo n. 6.
CHUMBO
Compra-se cobre, latao e chumbo velho : no
armazem da bola amarella, a Iravessa da raa do
Imperador.
VTMDJW.
Aos nervosos
A NOVA ESPERANGA acaba de receber aquel-
les milagrosos anneis electricos, cura iafallitel doj
nervosos.
Para o fabrico de chape os
A NOVA ESPERANCA reedbea o ararae prOprio
para armacao de chapeos.
E' BOM SARER-SE
; Que a NOVA ESPERANCA, a raa Duqne de
Caxias n. C3, bem conhecida pela superioridade de
sens artigos de raoda e phanlasia, acaba de recc
ber diversas encdromeudas tfe mer adorias de sua
reparticao, que pela elegancia bem mostra aptidao
e bom goto de seus antigos correspondentes da
Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa
e constante freguezia e com especialidade ao sexo
amavel, a visitarera-na, aGm de apreciarem ate
onde toca o prim or d'arte.
A NOVA ESPERANQA nao guer enlrar no nu-
mero dos massantes (verdadeiros azucrins) com
extensos annuncios e nem pretende descrever a
immensidade de objectos que tem expostos a ven-
da, o que seria quasi impossivel, mas limitar se ha
a mencionar alguns ddquelles de mais alta novidadc
e toma a liber jade de aconselhar ao bcllo sexo,
que a visitem constantemente, para depois que
comprarem em outra qualquer parte n5o se arre-
penderem, a vista do bom e escolhido sonimeBto
que ha cm dito estabelechnento, esta razao tam-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completir a elegaucia de seu toilet
sera que de um passeio a NOVA ESPERANCA, a
rua Duque de Caxias n. 63, a qual acaba de "rece-
ber os seguint s artigos de luxo e inteiia novida-
de :
Modemas setias para prender os cabellos
Primorosos leques Bonitas sahidas de bailes pan senhoras e meni-
nas.
Interessantes gravatas para sennoras.
Elegantes fachas de louquim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pretos de pufalo e borracha
(?osto novo).
II
EM
liquidagao
E para acahar
.\a rua do Quclmailo n. 43
Junto ii loja da Magnolia.
3/ pecliiucha !
deorgandis de listras, proprios para vt
Engenhos em Mamam-
goape.
Vende-se oe tegmnfe*:
Barra,
PreSl?,
e Patrick
A tratar com sens proprieUrios nesu eidada
e para informacoes com Joaqorm Pinto da liei
relies Filho na mesma eidade de Maraamgaap*
Tasso Irmios & C
Wilson Rowe & C. vendem no sea
raa de Commercio n. 11 :
vardadeiro panno de algodio axol ameneaao
Excellente Bo de vela.
Cognac de 1' qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de toda* as qnalidadM._______
Para viagens.
Amaral, Nabuco A C., alem de um eomplei-
sortimento de objectos de gosto, vendem os se-
gulntes, indipensaveis para vjagens:
Cadeiras espreguicadeiras de abrir e fechar
Malas de couro e de madeira, forradas de Ma
e de diversos tamanhos.
Bolsas de conro e de tapete, de maitos tamanho-
Capotes de barracha.
Cerolas, camisas de meia, lavas e cachinez -
tudo be IS.
Estojos para barba, com pertenras.
I.anternas furta fogo.
Chicotes de diversas qnalidades.
Canivetes com eolrer, saec'a -rolha e garfo.
Insignias maronicas de diversos mos.
No Bazar Victoria, a raa do Barao da Victoria
n. 2.___________________________________
Sedas a 1$280 o coyodo.
Vende-se bonitas sedas de listras de lindas cu-
nt pelo baratissimo pr^co de U280 o c.vad..
aproveitem que esta se acabando na raa do Du
quo de Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastos.
wooo.
Cortes
lidos, a 25.
Pecas do cambraia transparent", fina, a 3^.
Dita de dita Unada a 3&p. 33300.
Grande sottmiento do iaziohas padrdes modernos
a 2' 0 rs. o covado.
Hetins de cores a 160 rs. o covado.
Chitaa de cores a 2i0^ 280 rs. o covado.
MadapoUo com toque a 3ic00 e \& a peca.
Dito francez fino, com 20 varas, a 53 a peQi.
Brim pardo trancado a 320 e iOO rs. o covado.
Briai d.^ linho alcochoado lino a 2/500 a vara.
La com listras de seda a 400 rs. o covado.
Clii-gucau no Smtrateiro da nift
do Qiteimado n. 43.
TREPARADO POR
vihulOMEO & C.
Ptaacettlcos da casa real de S. H. F. el-rci de Pcrlugal
Premiados em diversas exposiqoes com o primeiro pre-
mio de sua classe.
Oxarope vegetal amerienno, garantido puhamexte vegetal, nao contem em sua composicao
K atomo de p.o, e sim tonrmte succos de^lantas indigenas, cujas propriedades beneficas na
jDEPOSITO geral
S4 = Ru.alanja do Rosario = 34
PERNAMBULO.
C0\SILT0RI0
! Medico-cirurgico
| DO
Dr. Jom.- Felix da Cunba Me-
nexeg.
Medico operador.
RUA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Da consultas todos os dias das 9 ho-
ras da manha as I da tarde, dessa hora
em diante acha-se prorapto para qual-
quer chamado, em casa de sua residencia
a rua da Princeza Isabel n. 4, junto a
estacao dos trilhps de C linda.
Das 7 as 9 horas da manha da consul-
tas gratis aos pobres.
ESPECIALIDADES
Molestias syphiliticas, via digestiva e fe-
bres.
Ja lemos gelo.
^ 0 Vicente, anligo fabricante de sorvete, a rua
Nova, avisa aos sens amigos e freguezes que se
mudou para o Caf6 Imperalriz, aonde espera o
madamismo e a rapazeadacom o agradavel sorvete
de todas -,s qualidades._______
Para santuarios
A NOVA ESPERANCA recebeu pequena quanti-
dade de bonitos vaporisadores proprios para incen-
sar oratorios ou sanctuarios.
n. ii
Para concertar meias
A NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxias
), recebeu 'esta necessaria linha.
guem
guem I
inn-
i

Ninguem 6 capaz de p eparar bandejas e Lou
quets para casamentos, com tanto gosto, como se
prepara na
Confeitaria do Campos.
Quern duvidar venda ver.
No dia 25 do proximo nassadiTmez de abril
fugida.
-sado mez de .,
dc vender fructas ao Recife a preta Maria, crioula,
tor Tula, i lade iOann<-, mais ou menos, com fal-
ta de nin olho, cbeia do corpo, peitos muito vdu-
mosos, feia de feicoes ; deve cstar occulla em al-
gnma casa por ser de costume assim o fazer. e
prjlesia^e contra quem a tiveraeoutada com todo
i igor da lei: quern a apprehender, leve a a ci-
dade dc Onnda, nos Arrombados, sobrado defronte
tia_igrcja. ______
Empreza do gaz"
AGL'AS
MINERAES NATLRAES
DE
Vichy-Cussdt
Preferlveis as de Vicliy-Vicliy
por serem as"nnicas que conservam todas as suas
propriedades depois de transportadas.
Fonle S. Marie, 6 a mais efflcaz na anemia na
albuminaria, na chlorosis, no empebrecimento do
sangue, e nas febres intermittentes. Os resnltados
obtidos nas diabetes sJo muitD notaveis.
, Fonle Elisabeth, nao se altera nnnca e i a mais
I nca das aguas de Vichy em bicarbonate- de soda
; m magnesia e recommendada pelos senbores me-
i dicos pela sua efflcacia nos encorgitamentos do
\ emprezauo gaz tem a honra de annunciar ao figado, do baco, nas affecc5es do estomago, dos
rrns, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJASE
v ^ non ia foiite na capsala
\ende-se em caixas e a retalho, no unico de-
posito
PHARMACIA AMERICANA

m
m
MEDICO-CIRURGICO S
m
i
DO
jrcMico qae rpcebea nltimamente nm esplendido
soi'iimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
oelas e ginbos, cujas amostras estao no e3criptorio
a rua du Ituperador n. 31, e serao vendidos aos
sens tregoezes pelo preco mais razoavel possivel.
Ao publico e ao commercio
aniunrai-filX "j!*4? leclaro cesde a. dataja
"?S to Col di*V0l?1 foedle.que tinha na
letra nue hmw0.dEu? i3 ; V*V>* conta ou
DB
Ferrelra Maia rt Companhia
57-RUA DUQUE DE CAXIAS-57
Escravo.
Antonio da Costa Teixeira.
Precisa-se alugar um escravo para o servico
;de uma casa de commercio : na rua do Marquez
- de Olinda n. 35.
Dr. Pedro d'Athavde L. Moscoso
PARTEIP.O E OPERADOR
Bua do Yi*< omit- de Albuquer-
tt qne n. 39.
S ESPECIALIDADE
Molestias de sennoras e &
meninos. w
Consultas das 7 as 10 horas da ma- SB
nha, todos os dias. <
Sk Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- IK
S las e sextas-feiras. W
W Os doentesque mandarem os seus cha- Wt
0 mados por escripto at iO boras da ma- m
W t"13 serao visitados em suas casas.
#*MM& *8I6I8K** m
Aliiga-se
nma mobilia de jacaranda para saia. com tarapo3
ae pedra : a tratar no Corredor do Bispo n. 15.
Allencfio
A final temos conseguido introduzir o vantajeso
costume do todos ps apreciadores dos saborosos
Fiambres
Todos, todos, ou pelo menos a maior partj, isto
e, os desenganados bu tnganados, virem fazer
suas encommendas dos taes auimasinhos
So e fomenle
>a CoiiTeltaria do Canipos
S2^* Ja tao conbecida I I..,

Escravo.
Vendese um mulato de 40 annos de idade, tem
boa conducta, e earroceiro c apto para qualijuer
servico : a rua do Hospicio n. 81.
Co fres de ferro.
Fogoes de ferro.
Sofas para jardim.
Formas de ferro para as-
suear.
Arados americanos.
"\'eudem-se em casa de
HawkeslS; C, a rua da Cruz
n. 4.
Biilan^as.
Pesos,
Vendcm-se em casa de Hawkes & C.
Rua da Cruz n. 4.
Colchas de fastao muito grandes para cama,
pelo diminuto preto de i^ : & loja dos arcos, d^
Gnrgel do Amaral 4 C, a rua Primeiro de Marc'..
antiga do Crespo n. 20 A.__________
Quem eo vigilante da eco-
niiiiiia ?
E 0 JiARATFIRO!
A' rua 1. de Marco n. 1.
Grande sortimento decasemiras e escuras claras.
fazenda superior a 3 j;ino o covado; todo* qnereni
3000.
Brins para cal^a de cores e pardo a 280, iOO e
500 rs. o covado. Su aqui por este prec
Ch Us em grande quanudade a 240 e Jo r;
covado
Metins a 240 e 280 rs. Superior.
Percales a 300 rs. o covado. So aqii no ba-
rateiro.
Baplistas maiisaJas com Larra a 360 e 40"j i.
o covado.
Alcassianas, fazenda dj phantasia com bonitos
desenhos a 4dO rs. I
Cr^tines escuros a 300 e 320 rs.
Lazinhas escuceias a 180 rs. o ccvado. SflM>-
te para ac bar.
Madapoloes para todos os preccs.
Sedas de cCirt s, verde, encarnada e de outr3-
cJres a 1/00J, liiiM e U300.
Cha'es de casemira com listras e 3A5CO e 41
e barato ? 6 !
Bramante de linho a 13100 rs. a vara com dna-
larguras !
Botinas para scuhora, a 4 s
Cunfronie ao arco de Santo Astosio, i ja
Agostiuho Ferreira da Silva Leal & C.
Loja de fazendas
DE
(iuillierjiie k C.
0 anligo barateiro rontiniia a Tanfci per rr.e:...
do que outro qualqu-T, coin a franqucza a
ceridade ja eonhecida.
L^5s de Cores a 2CO e 240 rs. o covado.
Las pretas saoerior, a 360 rs. o
Li e seda, fazenda do Ij400 p.jr "CO rs. a
vado.
Clutas to circs a 2i0 e 280 rs o covado.
Metins de cores a 280 rs. o covado.
CrPbnes tie padrr.es lindos e modern--s a i
440 rs. o covado
Baptistas de liadot padrijes a 400 rs o eovaaV
Cambraias de core; iniudas e araudas a 280 rs
covado.
Dilas pretas com flores a 2u0 rs. o covado.
Cambraias brascas, bordadba i abertas, fa:
mais fina que torn vindo ao mercado, e f.4.
de 2j5O0O o metro, por 15000 a vara ; <
chincha.
'Cambraia transparent, fina, a 3J a | i.
Dita Victoria, lina, a 3^30t> a peca.
Algodao Irancalo, alvo, a 440 r. a vara.
Brim branco de linho a It 400 a van.
Ditos de cores de linho fino a SCO rs. o c ivado.
MadapoUo francez verdadeiro, It Jlrtn. I
"3 a peca.
Algodao T, largo e superior, a 06 a pera
CurgorSo preto de seda para vesiido e para e
a 31 o cevado
Toalhas grandes a 43500 a duzia.
Colcbas grandes a 33 uma.
I.encoes de bramante a 23 um.
Cobertas de ganga, forradas, a 23 e 3$.
Leoers de linho, ?banhadcs e em caixinhas a
3#500 a duzia.
Ditos de cores a 3^500 a duzia
E outros muitos artigos por precos hmHiiimn
So ca rua do Crespo n. 20, loja das 3 porUs. Di
se amostras. _____________
Vende se na rua do Commercio n. 4, etrv*ja
Xeruega, marca M L :
Bitter Auguslura.
Rum de Jamaica.
Quadriilias.
E' com as noivas
A NOVA ESPERANCA, rua Duque de Caxias n.
63, acaba de receber boa- meias de seda proprias
para noivas, e os apreciaveis ramos de larangeira
As unicas verdadeiras
Bichas hamborgueza3 qne vem a este mercado
na rua do Marauez deulinila n. 51.
Trastes.

^.'"'
Corapra se e vende-se trastes novo s
e nsados no armazem da rua o Im-
perador n. 48 .
E' bovito
As almifadas bordadas de la malisadas que re-
cebeu a A'ovn Espcranra, a rua Duque de
Caxias n. 63.
VENDE-SE
a armacao com caixilhos, invernisada, da k-ja a
rua Direita n. 83, por metade de seu valor : a fal-
larnas Cinco Pontas n. 31.
A' rua do Barao da Victoria n 17, loja to Pe-
dro Em:ho Roberto, estao a venda tres lindas qua-
drilhas para piano, a l000 cada exemplar.
A. loja das 6 portas
Continua a ter um completo sortimento de ta-
zendas, que pela qualidade e preco paiece impss-
sivel, nm complet? sortimento de chita, para 140,
280, 300 e 320 rs. o covado, graoadinas de listra a
200 rs. o covado, dilas com listras e palminbas a
240 rs. o covado, chita para coberta a 240 rs <
covr.de, chapeos de sol de sc\Ja com duas arma-
Qoes a 8^000, ditos de sela para cabeca, fazenda
muito fina, da iijlOOO por 7*00C, babalinbo* e en-
tre-meics bordados, com diwrsasxeres a 400 rs. a
pega, redes de flo macahiba muito proprias para
sitio, pelo diminulo preco de 33000, cambraias to
cores miudiuhas a 240 rs. o covado ; na loja das 6
portas era frente do Livramento.
Desappareceu
da casa do abaixo assignado no dia 13 do corren-
te, o sen escravo de nome Manoel, conhecido bor
Manoel Amaral, com os signaes seguintes: baixo
secco, falla mono, porem, um pouco atravessado
couco
roi escravo do Sr. Andrade, na Parahyba do Norte-
roga-se a quem o apprehender, leveo a rua de
Santa Rita n. 3, enirada pela rua nova de Santa
.Rita.
LIVROS A VENDA,
No prtraairo andar desta typographia em
mSo do administrador, vnde-se os seguin-
te ltvrinhos:
O n.uuito Esperto dialogo ins-
tructivo, critico, analytico, historico, e mo-
ral, entre um raaiuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
E e uma serie de Ieituras, 2 volumes por ....
15000.
Vende-se a taverna sita a rua da Ponte-Ve-
lha n. 1, bera afreguezada, e o motivo da venda
se dira-ao comprador : quem pretender, dirija-se a
J mesraa. *
Espell
10S.
Na rua do Caldeireiro n. 31, vende-se gaio-
las muito bem feitas, para todos os passaros.
Aluga-se o 1 j
ill: a tratar na rua
Bellarmino Alyes Arocha.
dar to rua da lmperattii n
H)rtasn,06,
Aluga-se
o armazem e dous andares do sobrado, a rua da
Madre de Deos n. 32 : a tratar" com o Sr. Thomax
i Times, na escadainha da altandega n. 5.
Vendese o hotel da rua da Imperalriz n. 21
bem montado como esta : a tratar na rua do Mar-
quez do Heryajj. 2, anttoadaConcordia, taverna
Engenho a venda
Vende-se a dinhoiro ou a prazo am engenhp
moente e corrente, de animaes, com pequena sa-
fra creada, a uma legoa d stante da villa de Pal-
mares, estacao de Una, de bom terreno de varzei,
podendo safrejar 2,000 paes annuaes, com propor-
cio a ser ds agua, padendo ainda ser accrescenta-
do ao ponto que se quelra, com terreaos annexes
que e vendem : quem pretender, entenda se com
Joaquim Rodrigues Tavares do Mello, nesta cidade,
praga do Corpo Santo n, i7, 1 andar.
Amaral, Nabuco & C, vendem espeluos oTae*.
quadrados e redondos, proprios para sala, quar-
tos e-toillete.toucadores de columna e com gaveta.
com moldura donrada, de Jacaranda e de metal
nr Bazar Victoria, a rua do Barto da Victoria
AON. 9
>'o progresso do paieo do Carmo, ven*e-se
manteiga flor a I 200 a libra, franceza a 800 rs.
a libra, bem como tem um completo soMimaiUo
de molhados, para qualquer chefe de familia fa-
zer sua despensa qne encontrara preqi mais com-
modo do que em ontra qualquer parte.
Sedinhas d 1^500 o covado.
Venham antes qae se acabem : na loja do Pa-.--
a ua 1.* de Marco n. 1 A.
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA rend* panel de
proprio para cigarros, de diversas lirgaras.

-

liat-


(
/'.


Diakifr ileotemwbblfeo^ ^Mt&^a^0^ Wffl9^l^i^^
01-
tazentias imas
Rua Prlmciro ^SUfjo n, 7 A
ordeiro
5des & C.
8' esta uoia das casai qae boje pods com pel-
oazia offerecer aos seas freguezes um variadisai-
o csortimento do fazandas iinas para grande toi-
lette, e bem assim para uso ordinario de lodas as
:lasse3, e por pregos vantajosos, das qaaes faz um
lequeno resnmo.
Mandajn faiendas as casai dos pretendentes,
ara o que tem pessoal necessario, e dao amostra
nediante peubor.
fortes ae seda de lindas cores.
Grosdenaples de lodas as cores.
Gorgurao branco, lizo. da listra* preto, elc.
Setim Macao, preto e de cures.
Srosdeuaples preto.
Vellude preto.
Granadme de seda, preta *de cores.
Ponelioaa de Undos padroes.
Filo da seda, Lraaco e preto.
Hicas basquinas- de seda.
'^isacos de merino de cores, la, etc.
s'antas brasileiras.
Cortes com iambraia branca com lindos borda-
Ricas capellas e raantas para noivas.
..quissimo sortimoato de las com listras de
>da.
Cambraias de e8res.
Oitas maripozas, brancas, lizas (bordadas.
Nanzqqacs de.dwdos padrdef.
riaptistas, padrOes deucados.
PercataM* d quadios, pretos e brancos, listras,
ue, etc.
Brins de Jinho de cdr, proorioe oara vestidos,
:^m barra-e listras.
Ricos cortes de vestido de linho. r eites da
esma cOr, ultima mod?
Ditos de cambraia de cores.
Fustao de lindas cdres.
jaias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para souhoras, de linho e al-
lodan.
Sonimeato de luvas (a verdadeira fabrica de-
avin, par" homens e senhoras.
^estua"' para meninu*.
^ito* para bapti^tdo.
uhapeos para auo.
roainai e gnardanapos 2daniascados de n de
tx-ara mesa.
. iclias de la.
Oortinados bordad's.
irande sortimento de camisas de linho, lizas e
rdadas, para homons.
sfeias de cores para bomena, tnenino? e meni-
.
Ditas. eacoceza?.
Cow'sto sj.(imeu> de chapeos de sol para ho-
ofciis t sebnoras.
Herico de cores psra vestidos.
Dito preto, trancado e ''to de verao. v I
' '!!:do de uno e algodao para to
ttoaihado pardo.
Damasco de la.
Brins de linho, branco de cores e preta
>etim de lindas cores com listras.
Shales de merino de cores e preto*.
Ditos de caseniira.
>ites de seda preta e de cdres.
Ditos de touquitn.
Oamisas de chila para homeos.
Oitas de flanella.
lereulaa de linho e algodao.
Paunos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
i.encos bordados e de labyrintho.
.'olchas de crochet,
l'ailatana de todas as cores.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados
ara cortes.
t-Ispartilhos lisos, bordados.
rVulard de seda, liddas cores.
s!eias de seda para senhoras e meninas.
Kicas faclias de seda e la para senhoras.
IU-~o sortimento de leques de madreperolas e
JSf tl.
Damasco de seda.
Oasemira prela ede cores.
'Mas, madapolao panno fino preto e azul, eol-
ar.nho3, punhos delinho e algodao, gravatas, lu-
'.'.s de no de Escossia, tapetes de todos os taraa-
nhfw, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
mans, leaps de linho brancu e de cores, toalhas,
(uardauapos, etc., etc.

barato.
e ge
Vende-se um pequeno sitio perto da esta-
(ao do Salgadiuho, tendo de frente 150
aslmos, e de fundos mats de quatrocentos,
ouii utna elegante casa de taipa, acabada de
oruxim > e bem asseiada, tendo 2 sal s, 2
stutrtos e coziuha f6ra. 0 terreno 6 pro-
ono o bom de plantagdes, tendo algumas
rvores de sructo, agua debebef e todo cer-
sado.
I'ara ver e mais explicates, no mesmo st-
'.io a qualquer bora a entender-se com Tris-
:ao Francisco Torres, e para tratar, na the-
ouraria d^s loterias, rua 1.* de Marco
a. 6.
Especial idade
%'inho particular, puro
iiuino.
Acaba de chegar ao mercado alguns barris de
viuho do Alto Douro, especial e unicamente pre-
parado do extracto da uva e isento de qaalquer
conleffao, sendo muito mais braudo que o da Fi-
gueira, o que o torna recommendavel pelo muito
que agrida ao paladar e preferivel a todos os on-
irus viahos de pasto.
Acha-se a venda uos armazens de Mo Jose Ro-
drifues alendes, Souza Basto & C o Fernandes da
Costa & C.
Pillulas Cathartic as
de Ayer.
Para todos oi effeitos d
um remedio laxant*.
NStohn segnramente, um
remedio lam universalment
procurai] como um cathar-
. ttco ou jiurgantc, e nenhum
ontro toiri sido tao nsado em
todos os paizes e por todas at classes, como estat pillu-
LA9, snaves mas efficazes. A razfto 6 evldente, formJo
nm remedio muito mais certo e efficaz que nenhum outro.
Aquelles que os teem ensaiado tabem que se teem curado
pelo seu uso, os que nao os ensalario sabem que seus amigos
e visinhoi e teem curado, e todos conhecom que o resnltado
tirade uma vez, se tirara todas as vezes, c que as nz.LV-
Z.A.1 nunca falhao por consequencia de erro ou uegligencia
r,a s la composicio-
Timos milhares sobre milhares de ceruficados referentes as
distmctas cures quo hao effectuado estas pillulas, nas moles-
tias qua em scguida mencionamos, porAn sendo taes cures
conliecidas-em toda a parte aonde teem peaetrado, des neoes-
sano e publica l^>s aqui. Adaptadas a todas as idades- e a
todas as condifdes, era todas as cllmas, nao contendo calom-
clano nem outre qualquer droga deleteria, ellas podem ser
tomitdas por qualquer pessoa com toda seguraiica. Sn
caps d'assuear as oouserva sempre frescss, e as torna gosto-
sas no paUadar, sendo tambem puramentc. vegetaes, nao
dem rcsultar effeitos pronidlciaes se poracaso forem tomi
em ]oze desmasiada. 0' papel que serve de coberta para
sada vidro leva direccoes minuclosas com relacao as secuin-
tes iaolestias que as PIzruz.Aa CATHAXT1CA8 rapU
dam:nte curao. Para a By.p^tia oa IndigettZo, DU-
plie-rnela, I.anguidcx, Falta de Appetite, devem ser
tomt.das em dose modereda a fim de estlmnlar o estomago e
restebleccr suas funccaoe saudavcis.
Pua as Doeneat do Figado e suas diversas symptomas
Bra-aqueeat BlUOeae, Ztor de CaBeeii, leterielm, Col-
iee ililioMo, Febrei Bilioeam, devem se tomar uunbeax
modtsradamente em cftdo case, para correger a ac^lao viciada
ou remover o obstaculos qne a causao.
Para a DgienUHa ou Diarrhea, 6 giiralmenia bastante
uma dose pcquena.
Y Coraeao, Dore* not ilhargai ou autas, devem ser
tomadas continuadamente, ate alterar a accao dos orgaos
disre.5ulados, de sorte que a moleetia dtsappareea.
? HydTopcHa e InehmoSes Hydroptcai, 6 preciso
torna 1-as frequentemente e emporcoes assas graudes para
produzu- o effeito de um puisatrVo drastico. Como Diget-
tivo para o Jantar ou comida, toma-se uma ou duas para
pren.over a digestao e ajudar o estomago. Uma ou duas, to-
adas dsvez em qando, eitiaulio oa estonago a obrar sau-
dave'mentc. ,
Qoalqaer *in se cha regularmepte Ixsa, tomando umt,
ou duas d'ess pillulas se achari, muitas rezes, decidida-
mente milhor, por razSo que ellas purifier us g restaurSo o
apparellio digestivo.
^llfiO DA BOA-VISi'A wrnimwmumimummwmi
3 j t ******* SAmjlJt
Hua-'da Imperatriz n.' 72 __m pelo
li
DO
^-
ULUTIS
NA
5DEPUR1TIVO DfcSiLSAPARfilLHA, OA-
ROBA E VELAME
PREPADADO POR
.1
Uen
MENDES GUIMARAES & IRMAOS
Acabarn de fazer um grande abatimrmo rtos prcgoc de suas tizepdns
denrjo a grande falta que ha boje de dinh-iro,^ por isso creto qu3 o protp que vai men
cionado agradara" ao respetave! publico.
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A i&OOO.
Vende-se chapdos de sol de seda para se-
nhoras e meninas a 49, ditos de alpaca (i-
nos com 12 astes a 45?, ditos dc nerin6 i?e
duas cores a 89, fiitOs de seda para horcem
a 69, ditos inglezes com 12 ??tcs a 3$ 6t)p.
BRIM PARDO A 400 rs.
Vende-se brim pardo escuro a 400 rs. o
covado, dito de core6 com qaadnnhos a
500 rs. o covado
CORTES DE eiSEMfRA A 59.
Vende-se cortes de casemira de cores para
calr;a a 59, e 69, ditos de dita preta para
calca g 49, 59, 69, e 79.
CROWES A 19500.
VenJerSecroches para cadeiras a. 1(J500
cada um.
LAZIM1IAS A 200 REIS.
Vende-se lazinhas para vestido a 200,
3-2 \ 400, e 500 rs. o covado.
'ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vcnde so alpacas de cores a 500, 640, 5
S00 rs. o covado.
GRANDE SORTIMENTO DE TAPETES A 49.
Ver.de se grande sortimento de tapetes para
todosos tamanhos a 49, 49500, 59, e 69
caJa um.
NA
Rua da Imperatriz n. 60
PARA Liyl'IDAR
BARTHOLOMEU & C 0raB""" ssl* ft-" *
I kariuaccnUcos da casa real de S M. P. El Rel de PortuS pelo barato preco de 500 rs o covado
rremiadosem diversas exposifoes com o premid de sua classe. ALPACAS PRLTAS A 500, 640 E 800 RS
mo avalhl n i bem'n,aPrAe.ciave1' c"Ja importancia e valor s6 osta reservado ao enfer- 0 Pavao tem um grande sortimento de
n. t.rir!! .V, ,a ^'^^^ ?u0, bomem ttcsU) muado e constantemente, e por todos alpacas pretas, que vendea 5 >0, 640 e 800
?L,?L P0,:uma !n"mdade de agentes morbidos, que todos leaden, dadas cer- rs. o covado. assim como grande
rSultandH11 a c,rc,?.ms,fanc,ss' a alterar o regular exercicio das funcgdes organicas, mento de cantoes, bombazinas,
resurtando desse desiquiiibriooque se denominamolestia.
A molestia hao 6 mais do que a desvirtua^So das forges vitaes, occasionada, segun-
do as investigagSos e experiencias dos mais abalisadcs mestres da sciencia, pela deprava-
gao dos hurcores geraes, consequencia da accao maligna desses mesmos agentes morbi-
rjos lntroduzidos no organismo pelo acto da respiracao, pela via digestive, pelo contacto
immediate, dc.
A syphilis ink
da que
orti-
pruieezM
muitas fiiit^das
pretas, merin6s, e outras
proprias para luto.
CAMBRAIA VICTORIA A 49 00, *9500,
OJOOO E 7900'J.
0 PavJo vende um grande sortimento ie
cambraia Victoria o transparente com
BRIM DE ANGOLA A 2ii 0 CORTE. j GRANDE SORTIMENTO DE T
Vende-so cortes de brim de Angola para I NACIONAL.
calca a 29. dito muito finos a 39. I Cal^os de "scado para traba'.ho'a l^OOO
19400.
ABERTURAS PARA CAMISAS A 200 REIS
Vende-se aberturas para camisas a 200 rs,
ditas mais finas a 400 o 500 rs. ditas de
esguiao a 19, ditas bordadss a 29.
CHITAS A 240.
Vende-se chitas para vestidos a 240, 280
e 320 rs. o covado, tem escuras e Claris.
MADAPOLAO A 39.
Vende-se pegas de mad'polao enfcstado a
3JJ, ditas de dito inglez a 45500. 5S, e 69,
ditas de ditofrancez fino a "9, 79i00, 89'
09000.
-------------------J.------------------
Calgas de brim pardo a 19000, 29, 29500.
Calc&s de brim de Angola de cores a 29
e 39-
Calgas de casemira de cores a 59500, 69
e 79.
Calgas de casemira preta a 39500, 59500
e .79
Palitots de riscado a 19.
Paletots de alpaca de cores a 29.
Paletots de a pace preta a 39, 39">00,
59.
XtorttpTT S,d-0-aPartllha da b"nr,anid.de, e como e f6ra da duvj- 8 1/2 varas cada pega, pelos bara os JZ
enltu< lV\i aS m r.8 f Uma mIefUa hered:taria' e,lalem sid0 obser- de 49000, m-TSm, 6*<,00 B JJSw
?f..-fP?,toJas as lJ*M. e debl,xo de todas as suas formas tao v.ariadas, enfraquecendo a pega. assim como. ditas de E8!-,ico !?-
constitui^6es robustasr produziudo mutilagoes
preciosas;
El minar da economia esses principios deletcrios, e purificar a massa geral dos hu-
mores tem sido desd-j t-jmpo immemorial o fim constante da medicina, e os depurativos
49
liq-uida^ao
a dinheiro
Reis e Silva 4 Gnimaraes, novos proprietaries do
grande sortimento de faiendas, sito a rua do Du
ijue do Caxia, ocfr'ora do Queimado, n 60 A,
convidam ao respeitavel publico e com especiali-
dadeao bello sexo a coniparecerem em seu esta-
beleeimento, afim de proverem-se do que ha de
melhore por prego assas comnr do.
Teem era exposigao, e a gosto de todos, o se-
tegumie :
Pedas, popelinas, etc.
Alpacas de cores.
Ditas pretas muito baratas.
L4s de cores.
Cambraias brr.ncas.
Ditas de cores.
Chalcs de merin6, baratisslmoB.
Riquissimas basquinas de seda, bordadas, para se-
nhoras.
Bramanles de algodao liso e tranjado, de quatro
larguras.
Hamhurgos de linho de differentes numeros.
Toalhas felpudas.
Dius de liDho.
GuarJanapos de linho e de algodao.
Fustao branco.
Col:has adamasradas, para cama.
Tar I atari as de todas as cores.
Cambraia adamascada para certinados. Excellen-
te aequisicio
Grande sortimento de Canellas de cores.
Damasco de algodSo.
Algodaozinho branco.
Dito azul.
Sargelira de todas as cores.
Gravatas pretas e de cores, para homens.
Gravatinhas de cores para senhoras.
Punhos para senhoras e para homens.
Collarinbos, idem idem
j Lencos de linho muito finos.
Chapcos para senhoras.
Delos de massa para homem. Const finissima.
Vistuahos para baptisados de criancas.
Camisas mglezas e (rancezas para homens.
Meias para senhoras.
Ditas para homens.
Ditas p ra menino- e moninas.
Chitas franc* zas e inglezas, dos mais
padroes.
Madapolao de differentes marcas.
SEDILECfA
e co.tando aiuda em.flor da idade vidas co, a 7|5000, e" pecbincha.
CAMSAS ERANCEZAS A 25000, '300.
39000 E 3*500.
figuram em primeiro lugaV para preencher" esse" taUM."" """" ""* J^tLSSS J?? S^S! "
E" de preferencia no eino vegetal que a sciencia aconselha quo devemos procurar as SSST. SST DZslZ S *&!
substancas propnas e depurar o organwno, eliminanda os principtos novig?s a sairus dliSSOOofSooo D tasZ i S
pelo augment., das lecrteooiinaturaa;; e que possam ao mesmo tempo neutralisar a vdeu finas de 690C0 a 109000 am aio
3SS.fforlasqu o ^nrsi' XZ fe,, erapr tipl cadas Tormts. 0, grandes e incomparaveis depuraUveis vegetaes conseguem algodao nor Dreros baratos e tambem t
muitas vezes preventr os estragos da sypu.lis, quando*por venlura a acha ell. aiin'coSpleto?rtfSSSo.^r.dS
da noestado de mcubagao; to e, sem se ter manifestado sob formas externas; beue 'So delinho S JlfSto wr [S3
fico.ncomparavel, tamo mats porqne neste estado os individuos ignoram completamen-'em conta g P t ?
te se estao contaminados por esse terrivel inimrgo. CORTINADOS BORDADOS PARA CAXA l
Eelizmente para nos o recurso prompto e sem igual para combater virus tao delete- JANELLAS DE 7S ATE'SUGM OPAI
no encontramos em abundancia em nosso uberrimo solo, nessa riqueZ1 invejavel de es- 0 PavSo vende ufn granl ,'rL /'o de
*dSmosVe8e m qU8eS a' ta PUCOt01lhecidos e <-'^Jads-com pezar cortinados bordadds, propri.;
, [janellas, pelo barato pregode 75o00,89000.
na^grande vanedade de plant) de depurat.vos que pos-110,5000 ate 259000, assim como : coin.
Nos inereceu a preferenca
suimos, as ires plantas bem conhecid.s no no;so paiz ;-a Caroba-Tacamnd;^^; | SeTm JS dTZZ'^TZa *del w"
i; -o Velame croton campeslre, deS I. H-il; da la-! Ii9000 cada uma.
de Sprengel, da fn.nilia das Big.miceas :
| milia das Euphorbiaceas ;-e a Salsaparrilha Smilax syphiiihea'de flune,"da'famiiia BrTmANTES a'T^OO 29000 I
,. ... ... 0 Pavao vende bramantes para iencS ,
s importante vegetaes os pnocipios medicamcntosos tendo 10 palmos de largura, sendo o -1*
moderna, conseguimns reunil-os em um algodao a 19800 e 2*000 a vara, e de lrnho
das Asparagineas.
Extrahiudo somente
pelos processos mais eperfeigoad s da sciencia
comp. sto agradavet e de facil applicagao, cujas propricdades para acura da grande serie
das molestias syphiliticas e todos as que proveem da irapureza dosangue, nossos estudos
o repetides experiencias nos convenceram serem incomparaveis, as que se tem obtido
com eraprego, nas differences- formulas conhecidas, dos principios de cada um daquelles
vegetaes de per si. N5o precissmos d^screver t5o impbrtantes plantas, fazer conhecidas
de ^suas virtudes; ellas eseusbons effeitos medicamentosos jd s5o bem cbuhecidc
exa, nosso paiz, quer na Europa, onie abalisados botanicos e distinctos medicjs<
A' rua do Cabala n. i,A.
Os proprietarios da Predilecta, no intuito d
jonservar o bom concetto gue teem merecido dc
respeitavel publico, distinguindo o seu estabcleci-
meoto dos mais que negociam no mesmo genere
, veera scientificar aos seus bons freguezes que pre-
veniram aos seus correspondentes nas diversas par-
cas d'Europa para lhes enviarem por todos os pa-
queles os objectos de luxo e bom gosto, qne se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paizes, visto aproximar e o tempo de "". wiajucmuumciraiM umuicoiueiuusus ja sao oera con ter ei
testa, erai que o bello sexo desta lihda Veneza,nosso paiz, quer na Europa, onie abalisados botanicos e distinctos medicjsse'teem del-
riaS^TeK^SarSrJive^ experimentado com optimos re.ulUdilSfr.UiSSod.
artigos da ultima moda, veem patentear alguns- mu'tos pedecimenxos.
d'entre eiles que se toraam mais recommendaveis,! 0 nosso .4rrobe depurativo de Salsaparrilha, Caroba e Volume tem um sabor
e?perando do respeitavel publico a costumadiagradmrel, a sua acgSo e suave'e benigna e de nenbuma forma produz molestias medi-
%T urtaruga os mais lindos qne teen I Ci,.mento5aa, *omo acntece geralmentc a todos os compostos em que entram substancias
vindo ao mercado. ,mmcra3 comi_ mercuno, o todareto de potassio, etc., cujo uso prolongado e serapre
Albuns com ricas capas de madreperola e d Para receiar, ^rincrp Imente por que trazem grande alterag3o do sangue, resultando deste
veiludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre- j estado mtiita* tezesbydropisias-. quasi sempre funestas.
Aderecos completes de borracha proprios Bai fgjg^'esli"'?0,no .^im; dis;semof; devid.s asalteragoes dos humores. o Ar-
luto, tambem se vendem meios aderegos muitoTbo- robe *WKiW de SalsaparriFha Caroba e Velame pode ser empregado vantajosamente
d'W- ua syphilis, .nsypelas, rheumatismo, bObas, gdta, dores sciaticas, ulceras chronicas, I para vestidos ev
Botoesde setim preto e de cores para ornato d. gonorrheas chronicas, molestias da pelle, etc., e em geral em todas as molestias em
paStS n'' m tCm Pa" .'que S? l?!?ha em vi.sta d Puri,i^Cao do systema sanguineo ; pois que nos-.as con.tantes
Bolsas para senhbras, existe um beUo sortimen exPerJ.e.riC'8s tem f,,'t0 ver> qne'elle 6 indispeDsavel nos casos gravissimes para minorar
de seda, de palha, de chagrira, etc., etc, pur,os soffnmeiitos e prolong ir A existencia, e nos menos graves acura e a consequencia do
barato preco. seu uso convenientemente prolongado.
comoTcVra,tbo?rar3S22 ;%% VjsJ**} ^ nu,rimbs a convicao de ^ ? ~ do nosso novo preparado justifique
mos a attenjao das Exmas.
pois as vezes tornam-se as cri
pertinentes por falta de um obiecto que as en
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem. vendem-se por preco commodo.
Ceroulaa de linho e de algodic, de diversos pre-
{C-8.
Caixinhas com mustca, o que ha de mais liwto,
com disticos nas tampas e proprios para presen
te
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tes.
Sras. para e'ste artigo i cabialmente as nossas asseveragoes, porque sendo medicamento puramente de principios
riancas um pouco im- vegetaes, nossas experiencias ate boje t?m confirmado sua utilidade.
DEPOSITO CERAL
34.Rua Larga do Rosario.34
PERNAMBUCO.
E' com as senhoras.
A Magnolia, a raa Duqne de Caxias n. 45, par-
Chapdos para senhora. Receberam um sortimento tieipa ao bello sexo que acaba de receber da Eu-
da ultima moda, tanto para senhora, como para ropa, um complete sortimenlo de artigos de ulti-
agradaveis meninas. t ma moda, e como acha desnecessario fazer nm
Capellas simples e com veo para noivas. enfadonho anuuncio, por ja ser bastante conhe-
Calgas bordadas para meninas. cida, e caprichar sempre em ter bons correspon

E muitos oulros objectos que seria enfadonho' Entremeios estampados e bordados, de lindos denies, sendo a prmeira qrie apresenta o qne ha
enumerar-se. |desenhos. de mais moderno e por pregos mui razoaveis, por
Escovas electricas para dentss, tem a proprie- Isso liraita-se a descrever somente o seguinte:
dade de evitar a carie dos dentes. Scltas douradas.
Franjas de seda pretas e de cores, existe um BIcos de cores, tanto de seda como de guipure,
g-ande sortimento de divercas larguras e barato Lequcg dourados, de madreperola, marfim, tar-
preco. { taruga, osso, etc.
Fitas de saria. rf grgprao, de setim e d,e cha- Sahidas de bai e.
mplr> Factias de gorgurao muito lindas.
Fi r arlificiaes.
Corram a grande liquidaqao I
E pcehinchu!!...
E barato
Trangas de cabellos humanos, naturaes, nao
digo que tenham nm metro de comprimento, sao
soffrivelmente compridas, pelo prego de 12^000 :
so na rua do Marquez de Olinda n. 51, 1* tndar,
casa de Gnstave, cabelleireiro.
Co ;ue crespo natural, de 10fi, li$ a
Um par de crespo natural, compridos a
Um tupet frizado por
Uma duzia de grampos frizados por
Coques, modernismo, de 40$, por
Diademas, modernismo, de cabellos, por
Cres:entes de cabello, de 30jS, 'Sofi a
So na rua do Marquez de Olinda n. 51, 1
em casa de Gnstave, cabelleireiro.
i. iu artinciaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre um bello e grande sortimento des-
as flores, nao so para enfeite dos c-bellos, como
tambem para ornate dc vestido de noivas.
Guides de algodao, de li e de seda, brancos, pre
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
lofiOOO' ''a53 de cambraia e de seda de diversas cores
54000 Par* *een 3*000 ^'R*3 seda de cores e brancas bordadas para
44000 ^jX*- .
204000 t.'vT03 para ouvir missa, ccm capas de madre-
54000 perola, marfim, 6s 404000 bom-
1 andar,
Cura
eslreilamento d'urelra Tftp'^!6,^^ 5ttE
des
pela facil applicagao das
SONDAS OUVAES
DE
. GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeigoadas de todas
as conhecidas
Vendem-se
NA -
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
3i Rua larga do Rosario 34
I Pentes de Urtaruga e marfim para alisar os ca-
I bellos ; teem tambem para tirar caspas.
r Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
9^**
4rmazeiu da es-
Irella.
dem rcsultar effeitos proiudlciaes se poracaso forem tomadas TllPfi flPrvAWlm ttfit OJtA hrflTl-
em jo*, desmasiada._ 6' papel qne serve de coberta para U U1^" UCpUbllU UtJ L/dl Ufdll-
fumarias. Neste artigo esti a Predilecta bem
sentes.
(.minims c punhos.
Manual para missa, com capa de madreperola,
tartaruga, marfim, velludo, etc.
Sapatinhoa de setim para baptisado.
Camisas bordadas para senhoras.
J.isas de seda.
Franjas mosaicas.
Aderecoe de tartaruga.
Voliaade madreperola.
ulseirns de madreperola.
Lindas flores para cabega.
Bolsas de velludo.
PeiTumarins dos raelhores e mais afamados
fabricantes.
< iiapeus do sol para senhoras.
Fitas de velludo de todas as cores e larguras.
Moscas.''
Quereis livrar vos destes malditos insectosf com'
provida, nao so em extractos, como em oleos a prai uma jnachina de raatar moscas por 3^000
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bontto sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado o que ha de melhor
gosto e os mais inoderno i recebeu a Predilecta
de or ardo preco, para Scar ab alcance
qualquer boba.
Rua do Oabuga n. 1
cade S: Bentoe?a^?fffiI3S^
ribe. '
. 6 -Caes do timm<~$, 6
Chocolate brasiteiro
FABRICADONO MARANHlO
Das seguintes marcas :
Flor.de chocolate..
Chocolate de bauhilha.'
j Dito de eanefa.
0 dono deste armazem de maleriaes contrail
em grande porcao cal preta, pela medida dos for-
nos, mediante ajuste, mandando botar no lugar
competente, garantindo seriedade neste negoclo.
Vetas-'deeera
c
rREPAiADAS FOB
J, C. Ayer & Ca., Lowell, Mass^ E,17.
A acreditada fabrica de velas da cera da rua do
Bom Jesus, outr'ora da Cruz n. 60, para commo-
j didade de seus freguezes, acaba de abrir uma
I outra na rua do Bario da Victoria a. 63, aonde
! acharao um complete sortimento de todos os ob-
' jectos tendentes a em ar;e, tudo do melhor gosto
| e qualidade, e por pregos commodos.
Salsa-parrilha do Pai^.
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
, vedo, no sen escriptorio, a rna do Bom Jesus nu-
mero 57.
Dito de araruta.
Dito de musgo.
Dito de ferro.
Chocolate vermifugo.
na Magnolia, a rua Du]ue de Caxias n. 45.
Calvice.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, ven-
de o verdadeiro Vigor de Ayer, qne impede a
cahida dos cabellos. '
Sardas epanbs.
Solera sardas e panos quern quer; porque a
Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, tem para
vender a verdadeira Cutlculeria, que fas desappa-
recer estas manchas era pou'eos diaS.________
Casa e Cerrenos kralos no Sal
0.
Antonio Jose Rodrigues de Souza, na thesoura-
ria das loterias a rua do Crespo n. 6, vende sua
casa de taipa e terrenos de seus sitios ho lugar
do Saigadinho : a tratar somente com o mesmo.
# Manuaes para missas
de muitas qualidades e pregos, recebeu-6s a NOVA
ESPERANCA, a rna Duque de Caxias n. 63.
Vende-se um sido em Beberibe de bajxo, com
800 palmos de largura e mais de 2,000 da compri-
mento, com (rente para a estradareal e fuodos
para a da Uoiada, com diversas arvores fructife-
ras, inclusive 18 coqueiros, lendo tambem matta
para car tao ; accrescendo ter uma casa e nm oa-
sebre era bom estado, passar o trem pela porta, e
n
Vendem
Wilsori;1 Rowe & 0.
Em seu armazem a rua do Trapiche n. 14, o s
guinte:
AlgodSo azul americano.
Fio de vela.
Garvao de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.
Vende-se a taverna da ru i das Carrogas n. "
que fdz esquina para a rua de S. Jo5o : a tra
na mesma.
traur na rua do Alecrim
n. 12.
1 .i
Vondem pelo.preco da fabric*, Joae-Tavares ficar njujto proximo aestagao de Agua Frla : a
Carreiro k C, a rua Birerta n. li.
VENDM
um terreno no Arraial, com 120 palmos de fren
e 140 de fcrado, com nmk boa eaeinjba : rioca
da Companhia Pernamhucana n. 26.

Vende-se pes de sapotas de optima qualidade
na rna do H spicio n. 75.
Grande liquida^aode charu-
tos de Havana.
Flor Regalia.
fckandro.
_ El ordem.
Rua do Marquez de Olinda n. 18.
/ Mobilia de jacaranda.
VeBde-seunk;eflrJperfelte estado : a iratar i
raa do Livra mento n. 8.
No Baraleiro!
A' rua 1. de Marco n. 1.
Confronte ao arco de Santo Antonio.
Estao vendendo fazendas por menos 30 Ojo do
que em outra qualquer parte, para o que pede
um pcuco de aitengaa 1
Madapolao francez, fazenda superior, vende-
os a 6fi a peca-e 320 rs. a vara.
Chapeos de sol de seda, para senho/a, a 3/>, de
cdres, fazenda de 6/1; a elles.
Ditos de alpaca, para bomens, de 12 hasteas a
3|a00. Superior qualidade.
Ditos de merino, com duas core3 a 4*500. Isto
sira e vender barato.
Chapeos de sol de seda, inglezes, a 11*000.
Ditos de cabo de martini, o melhor que tem
vindo ao mercado a lit e 13fi. Venham a elles.
Grande sortimento de camisas francezas, de 32*
a 40/. Superior qualidade.
E-guiao de linho e algodao a 4*.
Chapeos de casemira para homem a 3 A
Cortes de crctone bordados a 6*. Sempre cus-
tou 10*.
Cambraia Victor a, fina, a 3*500, com 8 l|2 va
ras e transparente 4*.
Loja de Agoslinho Ferreira da Silva Leal & C.
a afliOO, 25800 e 35000 a varu: e nechio-
cha.
Grande pechiccha a 4#000
e 5^000
CORTES DECASKM'RA.
0 Pavao recebeu uma grande pnr;5o a%
cortes de casimeras de cores para calca*,
vende pelo barato prego de 4?0 0 e "COCO
Cada corte, na rua da Imperatriz n. GO, faja
de Felix Pereira da Silva.
ESMEKALDI.NA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito MrthaMl
das mais tb-gantes esmcraldinns &m !itraj
de seda, sendo em cores e padroos as man
novas que tem vindo ao mercado, pnfftai
ende pelo baritissi~o pre-
go de 800 rs. o covado, A rua da huugfUiia
n. 69.
6 Pav&o qiieima os artigos
seguintes:
TACHAS TACHAS
BATIDAS FUNDIDAS
Qualidade super.or
Systema novo
Mais barato do quern em qualquer outra pant
NA
Fundicao da Aurora
C. STARR fit., EN LIQUIDAgAO.
Lazinhas
a 200 rs. o covado.
S6 na rua do Queimado n. 43, junto & loja
da Mngnolia.
Cbeguem, venham a ellas 1 1...
Lazinhas de quadrinhos a moda escoceza pa-
droes muito chiques, propria para vestidos de se-
nhoras e meninas. pelo diminuto prego de 200 rs.
o covado.
So o 43, loja de Guerra & Fernandes.
Dao-se amostras com penhor.
ende-se portas americanas por todo prego
na travessa da raa do Imperador, armazem da
Bola Axaiella.
E7 barato
Trangas de cabello
humano, natural, com um n.etro de comprimento
a 15* cada uma : so na rua da Imperatriz n. 8
case de Odilon Duarte Irmao.
YENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na raa do Com-
tercio, por prego modico : a tratar com Taaao
IrmaS 4 C
Toalhas de linho a 500 rs.
Vende-se toalhas de 1 nhopelo barat:ssimo prego
de 500 rs. cada uma, e metade de sea valor
aproveitem, que estao se acabando : na raa Da
que de Caxias n. 88, loja de Demetrio Baste*.
Cortes de combraia branca, Iranspareate,
cam enfeites bordados de la a IfQW.
Dit s todos brancos b.rdadcs a 12&300 c
155000.
Ditos muito ricos a 2fi5000.
Ronitas lansinbas para vestidos, em lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 0;0 e 800 rs.
llintos de fetim de todas es cores a .">*(>00
Punhos com golliuhas de esguiao a 500 rs.
Sedinhas de cores, sendo dc listras e la-
vradas, com toque de mofo a IJJiOO.
Ditas de dita ditas sem mofo a l?GOO a
2JJ000.
Diversas lansinbas para vestidos. de 240
ate" 500 rs.
Colcbas de fustuo brancas i arc cam a
25500.
Ditas de dito de c6r a tfil 00.
Cambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 85000.
Cortes de cambraia branca cm boaites
enfeites bordados, de cdr, com figurino
GffOOO.
Pegasde madapolio com pequeno Uxjue
de avaria a 4^500.
Ditas de algodaosinho muito encorpada,
com leve toque de avaria a 4-v'juo.
Madapolao enfestado com 12 j*rdas em
perfeito estado a 33000.
Pegas de madapolao com 20 jardas a
4^5CO.
Rrim pardo para roupa de homem e m#-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a IfMQ d
3^000. I j
Bramante de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 2(56CO.
Atoalhado com 8 palmos dc largura, vart
a 1^500.
Espartilhos brancos e de cores a 15 *
5j$000,
Cortes de casimira a 45 e 5^000.
Vendem se dous sitios na Ponte de Uchoa. qne
foram do Snado JoJo Carroll: a tratar n'um dos
mesmos sitios n. 10, ou na rua do Vigarh n. 19,
1* andar, sneceasores de Tbomax de Aquino.
Para presents
No Bazar Victoria, a rua do Carlo da Victo-
ria n/2, se encontrara objectos proprio para pre-
sentes.
Bacalhao de Noruega.
Acaba de chegar um pequeno lote de eaixaa
deste desejado bacalhao : no caes da alf.-ndep,
armaiem de Taaso Irmaos & C
Mo faltarao flores
A NOVA ESPERANCA tem em seu jardjm as
mais vicosas e lindas flores, desde o mais singeio
botao de rosa ate o mais elegante ramo de flor As
larangeira.
A 1$ cada urn.
Chapeos de palha a iraiUci) de Chile. Em por-
gao se faz diflerenga cm prego : na raa do Bario
da Victoria n. 44.
Para senhoras.
E* chegado o mais Undo e vaxiado sortimeato
de chapeos e cbapelinas de palha c seda, taato
pretas como de cores, sendo o que pode havsr de
mais elegante.
Quern desejar vti-las dirija-se a rua d.
da Victorian. 44.
Engenho Segredo
Vende-se o engenbo Segredo, dislaade
uma legoa da estagio de Ribeirio, aola a e^.
rente, bem obrado, e com terrenos mail* lira
Sne safrejava mais de 2,500 pies: a tratar na v.
o Eacaniamento n. 5.



y
8
de
3irio do Peniambuco i Sexta feka 24 de Julha de 1874
>i
ASSEMBLED

y
CAMARA DOS DEPUTDOS.
REFORMA ELE1T0BAI..
(Continuagdo.j
I!' verdade que as deputagoos ndo serdo
unanimes, loda vez quo ds minorias consi-
deraveis seja dado triumphar do natural do-
sejo dos partidos de obter na representacdo
influencia superior a que devom ter. Mas
e precisamente para quebrar esta odiosa uni-
formidade, que nao p6do existir no parla-
mer.to, quando ndo existo no paiz real, que
se busca proporcionar as minorias o direito
de reprosentagdo.
Porque razao os districtos manteriara me-
lhor a cohesao de Muas que as provincias ?
Ndo vejo mesmo uma razdo. Antas me pa-
rece que mais cohcsSo deve existir ontre os
represent rates de uma grande oircumscrip-
gdo oleitoral do que entre os mandatarios
de pnquenis divisoas territoriaes, cujos inte-
resses podem ndo ser os mestnos, e m6r-
monti nas grandes provincias diversificam
profundamento.
Se por nexo das doputagoos so entende a
collig-.gao de interesses, ndopdie rostardu-
vida de quo a eleigdo por provincia,' obri-
gando a combinagdo de esforcos quo se en-
caminhara ao mesmo fun, crea ontre os re-
presenuntes urn nexo que hoje ndo existe.
(Ndo apoiados).
Alem deque, senhores, no raecanisrao
do voto uninominal com grandos circum-
scriptions, combinam-se as vantagens dos
dous system*.? da eleigdo de provincias e
eleigdo de districtos.
0 Sr. Siqueiiu Mexoes dd urn aparte.
0 Sr. Gusmao Lob3 :0 que e que se in-
voca para justificar a eleigdo por districtos?
A reprcsent3Qao local. E porque outros
preconisam a eleigao do provincia ? Pel*
representagao geral.
Pois bem. No systema do projecto a re-
presentagdo geral ndo exclue a local.
Qaem tiver em um dos actuaes distric-
tos, ou em uma cerla redonlezi, real in-
fluencia, cultive-a, e sera" sempre deputado.
Obtido o que se charaa quociente pratico, e
por quociente se entende o rcsultado da di-
visao Jo numero dos eleitores pelo dos ele-
giveis, firma-se o direito d representsgdo.
Os que teem forga real nos d strictos, por
servigos, relates do'familia ou de outra ni-
lureza, nao precisam de outros sulTragios;
bastam-lhes estes.
Ha^porem, nos partidos homens superio-
res, pwsonalidades elevadas, grandes esta-
turas politicas, que, podendo reunir um
grande numero de votos esparsos, ndo che-
gem a fundar em um districto elementos
de influencia quo os possam trazer ao par-
lamento.
Estes reunirao votos em toJos os distric-
tos, e serao deputados pelo melhor dos di-
reitos.
0 Si. Flares :-V. Exc. crc que o votd
unico dii este resaltado.
(Trccam-se outros apartes.)
0 Sn. Gusm.Io Lobo :E' possivel que a
pratica vcnha desilludir-nos em tnais de um
ponto. Jd me referi d eleigao recente de
Londri-s, em que o candidate mais popular
nao po le sor eleito...
Um Sr. Deputado :Mas por outro sys-
tema.
0 Si!. GusmAo Louo :Por outro systema,
6 verdade, aias nao vou ate a aflirmar que
o voto singular nao possa, em alguns casos
e mais pela indisciplina dos partidos do que
por vicio proprio do systema, lalhar ds nos-
sas previsoes.
-Mas nao ha um systema que so pos?a julgar
isento a todas as desillusoes da pratica.
Quanto a este e possivel que encontre em-
baracos, e mesmo natural que os encontre,
pois nao e impunemento que um grande
prinuipio faz caminho.
A verdade e, porem, que o vote singular
sobre a base das grandes circumscripgoes
correspende a uma necessidado politica de
ordem elovada.
0 Sb.. Pereira dos Santos da um
aparte.
minorias que, nao encontrando na lei 06
meios necessarios a f.zerem-se representar,
buscam usurpar o lagar das nrelorias. E'
que cada urn dos nossos diplomas suppoe,
nao.s6raen.te uma opiniSo Tencida, mas snf-
tfocada. t.> \ > r
OSr. Fibres da ura aparte.
0 essencial e que a representacio 'geral
do paiz traduza em grande o estad j da opi-
nia). Ora este resultado nib sord certa-
metite perturbado, porque conservadoros do
Ceara possam ter uma cadeira de raenos,
a liberaes de Ninas uraa eadeira de mais
no parlamento. Taes perturbacoes sdo de
0 Sr. GusmAo Lobo : Apontt) um exert- --todp ponto kremediaveis, sio verdeiros ae-
plo com quo olids nJo desejo viancar uma \ ctdentes a que cumpre que nos resignemos
suspeita sobre a legitimidade da origem da o a que nenbum systema poderii esca-
fllustre opposigfto liberal. Eu a julgo re- par.
presentante de uma importante frac^Jo da Em to Jar as 4rdens de |d0as, diz ura par-
opinido no RoGrando do Sul. Mas acre- tidario deste systema, as medi las do apro-
dita algaem em eonsciencia que o grande' xiraacSo precederam as de precisio. Ilao
parlido conservador daquella provincia ndo'e* um defelo do voto singular que, o dfiva
tonha a devida influencia para enviar um fazer coniemnar, o possivel desperdicio de
sO representante ao parlamento ? u ndo! votqs. Elle nio e dos systemas racionaes
appe'lo para ningu^m mais senao para o no- que turn a velleidade de representar, na
bre deputado. maisjusta proporglo, as differentes fracgdes
OSr. Fl6res :Nao, estando em mi- e raatizes da opiniao. Um escriptor ocora-
noria. jpara a u na carta geographica quo, assigna
0 Sr. GusmAo
osteji em rainorii.
que um partido
Lobo : "-Conceda-se que lando as grandes divisoes de um paiz, os
Mas e justo, e racional'seus grandes rios, raontanhas e cidades, dei-
de opiniao, s^rvido por xa a t^pographia que faca o rosto a rfispeito
uma imprensa activa e illustra la, ainda
mesmo sentindo-se em accidental despro-
porcJo de forgas con os seus vadversarios,
de cada localidade.
Exigem do voto singular muito mais do
quo elle p6de dar. os que lbe attribuem a
nao possa romper-lhes a unatiimidade da iutengio de fazer do parlamento um paiz
repi esentac,do ? Eis abi onde estd o profun-
do vicio do nosso systoma ; e nessa tyran-
nia do uma parte da opiniao contra ou-
tra.
ijpS*.. FlOres :Applique V. Exc. estes
principios a Pernambuco.
0 Sr. GusmAo Lobo :Nao duvido aflir-
mar que equivalente observed? possa caber
d miniia provincia. Se julgo ostar alii en
0. Sr. GusmAo Lobo : 0 vicio organico
de nosso systema eleitoral nao e este, mas
outro. E' a oppressao quasi selvatica das
FOLHETIM
QSH1W DO DlattlQ MflHAfflnCD
ainoria o pa tido liberal, trata-so do uma
dessas minorias consideraveis que ndo po-
dem seresbulhadas da representajSo.
(Trocam-se apartes.)
Se offendi de qualquer modo 03 justos
melindres de V. Exc retiro jd a mioha
observacdo. Ajpellando para o honrado
csracter do nobre deputado pelo Rio Gran-
de do Sul, julguoi dar uma nova prova de
respeito ao adversario distincto (apoiados),
quo tantas vezes nos tem mostrado que ndo
antepoo a interesses de partido os reclames
da verdade e da justiga.
0 Sr. Fibres : V. Exc. desarraou-me
completamente; ndo lbe dou mais on
aparte.
OSr. Florencio de Arreu :0 priraei-
ro vicio do systema estd na oppressao do
governo e ndo nas leis.
0 Sr. Gusmao Lobo :Pois se o vicio estdi
nos meios deixados ao arbitrio do governo,
arme-se o direito eleitoral de novas garan-
tias, e uma deltas e lanc/ar as bases de um
systema pelo qual a rmnoria tenha toda a
probabilidade, sendo ccrteza, de abrir pas-
sagem \ ara o parlamento.
Nao daixarei este assumpto sem recordar
uma objec^ao do nobre deputado pelo Ca-
rd. Disse S. Exc, ao combater o- voto'sin-
gular, que, so os partidos- procedem em desa-
accordo, baverd a deplorar uma grande perda
de votos, e se procedem em accordo-, cum-
pre quo os chofes realisem'uma operagao
dilficilima para a distribuiclo doe- suftra-
gios, e dispunbam de tdo grande influen-
cia como superior mteHigencia.
Figuremos a primeira bypothcse-. Eis-
abi nandidatos que nao combinam a sua-ac-
<;ao, que nao fazem coavergir os seussfor-
50s para a rcalisagao de um piano commum,
e solicita cada um 0 seu lugar.
Esta hypothefe coroena por ssr um tanto
avessad ordem naturaLdas cousas ^.ella re-
velria era todo o caso uma-situac,3o excep-
cional.
Mas demos que assim seja. Onde estd 0
perigo ? Nos votos superfluos : O- perigo
das maiorias e proporcional ao das minorias;
se aquellas podem perder votos, por inuteis
ou por superfluos, tambera estas.os padera.
perder. Na elei^ao de districtos. quo con-
sagra, bem que sob uma f6nna defeituosa.
e incompleta, o prinoipio da representaruo
das minorias, iguaes perigos se podem dar;
A indisciplina deum parlidopode dar triura-
pho aos contraries.
Admitto que possa provir dabi uma. tal
ou qual perturbacao, que sa resolva pela
perda de um ou- mais lugares no parlamen-
to. E' licito confiar tanto. do mais porfeito
regimen eleitoral que tudo. preveja e tudo
remdeie ?
m
POR
Joiio Candida.
(Continuagdo do
n.
105.)
XVI
QUERIDAS LAGRIMAS.
Uma vez a sos com sua presada
Beanor, Armanda com
era-miniatura, umi eomo pbotograpbia 6
que nada escapa.
Sdo os systemas racionaes, e entre elles 0
do voto uninominal transferivel do illastre
relator da comraissdo especial, que tem a
pretencdo de, por meio de urn processo ar-
tificial, cbegar a ura tal resultado.
< O Sr. J0A0 Me.ndes :Tem lambem a
pretenjdo do irapedir a dissolu^do dos par-
tidos quo o projecto do nobre mmistro fa-
vorece e arrasta.
0 Sr. Theodoro ox Silva :Eu penso
que 0 systema do projecto vai dar s6nente
triumpbo ao acaso.
0 Sr. FLOMlncio de Abrec ;... ou ao
governo.
0 Sr Gos&ko Lobo : Jko acaso ow
ao governo, coneiliem-se Vs-. Eies. 0 go-
verno e acaso sdo ideas muito distinctas,
para que u n mesmo projecto possa assega-
rar o triumpho a am e outro.-
0 Sn. Fheodoro1 da Silva'Nao posso
desenvolver o meu pensamento em am a-
parte. Eu terei occasiao le rae explicar.
O Sk- GusmAo Lour:E' claro o pei>sa-
raento do projecto. Elle ndo se propoe tra-
zer ao parlamento representantes de todos
os matizes- d opiniao, dos pequenes e gran-
des fracc^oes-, u'um esscto grdo de propop-
c,5o.
O que eonvon indagar ,e se elle alcanca-
rd que toJas-as opinioes de certo valto, to-
das as escolas- politicas que disponham de-
real influencia, se- fagara ouvir nos-conso-
ibos da nacao.- Se 0 projecto attinge a este
resultado, oonsagxa ura gxande progresso
em nossos costumes-.
0 Sr. Florenci' oe Abbu:Tndo istoe
pura tbeoria ; a questao estd-na pratica.
OSr. Gusmo Lobo :E o ca-senao a tbeoria'em acto?' Ndo eellae
censag r ag do dos petneipi os ?
As observagOes eom que tenbo proeura-
dotornar patente o-pensamento do prejecto
deveriam tranquilliaar aqueiles qpe julgam
esigiro systema do voto singular uma rara
babilidade nos cbefes, facuktades -excapoio-
naes, para a-distribui:-ao antecipada das vo-
tanpes de cada localidade.
Ndo se fund a ndo 0 projecto em aJgum
processo raeional, mas-n'ura process em-
pyrico, que ndo se preoccupe- sendo eom as
minorias consideraveis, o desperdioio dos
votos ndo o um ma'de taraanha gravidade
que possa trazer graves perturbagOes no re-
sultado da eleigao.
0 cbefe- do partido ndo pode fazer essa
distribuigo em accerdo com. as inflnencias
locaes, consnltadcs oslegitimos interesses
de cada candidate-,, e por um calcuJo mais
ou raenos aproximado em que s-cic mar-
gera ds moditicacoes da votagao.
Os interesses coramuns bdo do aeonselhar
a barmonia, adisciplina, e cobesdo dosJ.
partidos*
Nos ultimos annos da proscripgd do par-
tido conservador, e quando eu digo pros^
cripgao, exprimo ura facto por seu norae
proprio, recoohceu-se a necessidade de uma
organisagdo que, congregando os elementos
do partido proscripto, 0 reavigorasse pela
amiga
pezar
verdadeiro
relatou-lhe rainuciosamente a scena recente
que se havia dado entre si e Tbeodorico.
Depois, anciosa tambem por levar ao co-
nhecinento de Beanor 0 acto da mais no-
bre alma, que Raphael praticbu com relagdo
a ella 3 a Guilherme ; inspirada da melhor
boa vontade para com 0 meu araigO, visto
:omo era fiel testemunha da sincera vene-
ragdo quo da parte do irmdo de Theodori-
co era consagrada d filha do Sr. Osmundo ;
Armanda ndo sdo s6 conQou-lhe 0 segredo
de quo eu sera nenhum proposito fiz-lhe
sabedora, mas ainda empregou em sua
grata narrative taes palavras e taes concei-
tos, q'ie 0 espirito de Beanor, revoltado
outr'ora contra todos 03 homens, ameigou-
se agora com uma innocente raenina, e po-
de-se dizer quo de repento 0 volcdo coberto
do rinzas em seu peite accendeu chammas
tdo ardentes como nunca.
__Ah 1suspirou Beanor acabando de
ouvi-la eabraga-la, derramando lagrimas
E' preciso que hoje mesmo eu fille a Ra-
phael. Vamos, minha amiga, vamos.
E sairam depois de curtos instantes.
Estd so, Armanda dizia-lhe mos-
trando Raphael d janellaV6 I
Sim. /
Deixa-me Id e retira-te. Talvez que
ndo tc nha occasiao tio cedo, e isso seria um
martyrio para mim.
Vem.
Forara.
Qusndo Armanda voltou, sua mai cba-
mou-a e seguio com ella para 0 interior da
casa, naturalmente anciosa por sous cuida-
dos de m5i, que sua filha fosse logo desde
aquel le instante occultando a bella fronte de
algun, golpe do destino.
Diga-me, Sr. Raphael murmurava
Beanor ao pe de meu amigo. Eu poderei
merecer 0 seu perddo ?
Raphael como que vio rasgar-so diante
de seus olhos a porta mysteriosa de um
mundo adrairavel. Apenas poude articular :
Minha senhora...
Oh I Diga-me, diga-me !...insistio
Beanor.
Meu Deus 1 Suas palavras 1
fundem por tal modo I...
Ah I exclamou Beanor com 0 triste
sorriso do soffrimento noslabios ; com uma
voz que era uma musica do ceo ; com uma
pallidez, que era 0 verdadeiro brancor de
uma santa.E eu que ndo tenho a forga e
a coragem precizas para tudo confessar-lhe;
porque dianto de sua nobre alma a minha
val tdo pouco 1...
Mase... Oh 1 por Deus, minha se-
nhora 1 Mas 4 que eu ndo posso mesmo
permittir que V. Exc...
Pois beracontinuou Beanor Serei
eu que vd agora dispertar era seu grande
coracdo aquellas sensagoes que ja* me per-
tenceram e que para meu castigo deviam
hoje ter morrido por uma vez. Ouga-me.
N6s nSo teremos muito tempo para estar
aqui s6s e faz-se mister que hoje mesmo
lbe diga tudo. Eu tinha quinze annos,
quando, com 0 espirito cheio de doudas il-
lusoes, encontrei-mo com um horaem joven
e formoso, que arrebatou-me a alma sonha-
dora, e para pensar n'elle com ardor e com
loucura deixou-me 0 dia com toda a sua
luz, a noite com todos os seus mysterios.
contra tudo que ndo tivesse como eu 0 riso
repulsivo do escaraeo. Os- homens todos
me pareciara com aquelle por quern eu aca-
bava de soffrer, a 0 mundo em pesouma
cilada IMas, ndo obstaate este meu grito
de ameaga e de descrenga, com que
pretendia confundir a quem querque me
dissesse palavras de amor e de affoigdo,
tive sempre aos meus pes rebeldes corte-
sdos 1 Ah I Entdo era n'essas horas que
eu sabia vingar-me d'esses veros oppresso-
rs Lembra-se da noite era que, n'uma
varanda, como hoje, eu fui austera e cruel
para com sua alma innocente d'esses crimes
que degradam e perdem a mulber ?... Oh I
Mas eu lhe pego perddo de tudo que lho fiz 1
Por sua mai, que lhe araa, perdoe-me !_
E as primeiras lagrimas de ura pranto in-
timo e ardente brotaram ospontaneas dos
olhos da piedosa Beanor.
Raphael, transido de espanto e de marty-
rio, fazendo um esforgo, poude perguntar-
Ihe:
Mas... dig8-me tambem, minha -se-
nhora. Eu soffro tanto n'esta hora por
ve-la assim chorar e padecer I... Que mo-
tivo consideravelmente poderosoe' esse que
a obriga a confessar-me aquillo que nun-
ca tive oarrojo de indagar-lhe ?...
Ah I... murmurou Beanor, enu-
grado os olhos e orosto Sim, Raphael,
eu sei que ignora tudo. Mas Deus se en-
carregou de revelar-me 0 seu immenso co-
ragdo. Guilherme ndo podia jdmais corn-
mover 0 meu amor, e hoje dove para sera-
pre mejesquecer. Euamoo, arao-o, Ra-
disciplina. Quanto 0 parlido conservator
ganhou comjossa organisagdo, o paiz saDo-o.
Porque se ndo faria outro tanto para obs-
tar aos perfgos da voto singular, se e quo
os tem ? Pois c soroenU na opposigao que
os partidos devem cuidar em sua disciplina ?
Das censuras que coraegam a raamfesttr-
se contra 0 projecto, ndo conhego nenbuma
mais injusta do que aquella que lhe attribue
0 pensamento de dissolver os partidos. Pe-
rante ra.norias que tenbara 0 direito e os
meios de se fazerem representar, as maiorias
procurardo naturalmente "fortiflcar-se ; ellas
sentirdo que da disciplina pode vir aoscon-
trarios um triumpho accidental.
Os candidatos comprebenderdo, por seu
lado, a necessidado de uraa acgdo com-
mum, da combinagdo deesforgos, sob pena
de comprometter com os seus os interesses
de sea partido.
0 Sr. Pereira dos Santos dd um aparte.
0 Sr. GusmAo Lobo :Pelo actual sys-
tema dos districtos, qual e a identidade de
ioteresses eleitoraes que liga entre si as cir-
curascripgoes?
0 que ha mesmo de commum, salva a
unidade de convicgocs politicas, en're os
deputados do 1.* e os do 6." distrij;to dessa
grande provincia de Min ?
Reconhegimos que uina das causas da
divisdo dos partidos e essa mutilagao das
provincias em cireumscripgOes- eloitoraes
que ndo se entendem sobre os interesses
geraee da politica, pugnando cada ora pelo
que 6 de uso charaar wteresses Ioeaes-i e a
pequena politica, substrtuinio-so a grande,
e produzindo os seus mrturaes resnltados,
isto e, o enfraqueciraento da direcg&' gerai
dos par.idoe e o pouco prestigio das supe-
rioridades.
Tudo isto, porem, de pouco valor deve
parecer a quem, como 0 nobre deputado1
pelo Ceard, ve por toda parte ruinas politi-
cas, am paiz a dissolver-se. ura estado dfe
cousas immediate!, so na eleigao dir'ecta-
depara-JKlo com o' remodio que este, sim,
terd em si a virtnde de repdr tudb em seu
Uigar.
E' debelde, pensa- 0 nobre deputado, que
se-accuraufariain leis e regulamontcs sobre
a iase da eleig'do indirocta. Haveria- sem-
pre- ahi um governo forte perantc a multi-
dac ignorant ; a fraudo' ou a corrupjdo e
por ftm a vioJencia.ndoterdariam em'bur-
lar o-mais engenhoso systema.
Esta aspiragao da eleigfio directa, Sr.
presidente, tem uma carta historia, que
ndo e inopportuno recordar.
AnCes que ella fosse consagrada a medo
no programme liberal, maniftstou-so par
vezes no- parlamento e mui'.as mais na im-
prensa. .t,i em 1855 a defendia oillustre
Visconde de Jequitinhonha. Em 1867 ura
conservator eminenle, o nobre Sr. bardo
de Cotegipej tirando aos fado-de que era]
testemunha uma li$ao consternadora, ndo
duvidou fazer ura appelloacdesconheci-
do (apoiados), proconisando a eleigdo di-
eecta.
Mai deixova a tribvna 0 illca^re Sr. ba-
rio de Cotegipe, 0 nobre Sr. cocseibeiro Za -
earns de V(ttsconcelloa acudia, elle chefo
liberal, e presidente do eonselbo, pela cons-
tkuigao, c peia excelleneia da eleiaode dous
graos.
N'um vig9roso trecho, quo traasereverei
ee>.meu discorso a'e* eomo modelo de pu-
ra- diegdo parfamentar, qne a S. Exc. anda
parecendo deSnrpada pelO neologismo, disse
o illustre raioistro que a eleigs^ directa,
n<) podendo ser realise la sem a reform a
da constituigie, dande indevida influencia
is-summidades, tinha contra si o-specimen
das eleigo-js launicipats, e ndo podia ser 0
programme de um horaem prudente.
Tdes-!sdo as-palavras do illustre 3f. conse-
lheiro Zacarias, referinio-se ao 9ft> barao
de Cotegipe:
E' por isso que o- nobre senader, que
destacou-so de todos os partidos no Brasil,
porque ndo me consta-que nenhum insista
na eleigao directa, insorove na sua bandeira,
que e a do bem senso, a eleigao directa.
Mas, senhores, a eleigao directa presuppoe-
a reforms, ude ns poucos de artigos da
constituicdo. Demais a eleigdo .directa tem.
apresentado resultado contrario aoque pro-
ve 0 nobre senador ; a eleigdo directa ddij
mais iraportancia as-sumraidades da socio-
dade sobre a raassa dos votantes, ao passo
qua a tleig'o iedirecta qaebra a respectiva
for<;a. E para nos raostrar qudo ceutelosos
devemos *r a este-respeito, ahi estd 0 ex-
emplo das nossas eleigoes municipaes, que
ndo sdo as meis vestaes, as mais puras que
se possam facer. Cite specimen da eleigdo
directa persuade a todo homem prudente
que ndo convam fazer da eleigao directa
um programme.
Isto era em junho de 1867. Dous an-
nos depois, a idea tinha feito caminho, e
no conhecido programme do partido libe-
ral, onde sediz que teraos idobuscar a ins-
piragdo de nossas reformas, era proraettiiia
a eleigdo directa ao rnunicipio da cdrte, ds
capitaes e cidades com ,populagao superior
a 10,000 almas.
0 nobre Sr. conselheiro Zecaries tinha
dormido sobro 0 caso, tando a prudencia
de assignar 0 programma.
r.jmo a caraara ve, .nee sequeria entdo
a eleigdo directa para todo 0 paiz, raas para
os grandes eentros da populag&o. 1 ora das
cidades de populagao superior a 10,000 al-
mas a eleigdo indirect* era provisoriamente
raantide. Este provisorio era um pro-
gramma deixa ver bem o que se queria.
Foi ura rystema enalogo que, em 1868 e
1870, veio ao perlamento sob a forma de
projecto. Nease systema hybrido do nobre
ministm do imperio do gabinete 16 de
julho....
0 Sr. Jose de Alexcar : Apoiedo.
0 Sr. Gbsmao Lobo :.... nm felso ec-
clectismo politico que reune os defeitos dos
dous systemas- sem 0 raerito de nenbum....
Um Sr. Deputado:Apoiado.
O Sr. GusmAo Lobo:... deviam accom-
roodar-se com 6* eleitores actuaes atw taes
eleitores do direito- proprio, isto e\ os que
poilom pagar um aluguel de case efs-^ado.
Corabatendo est* systema que-evidtente-
mente tervlia a aristocratisar 0 voto...
0 S*. Jose de Alencar : Apoiado.
0 Sr. (JusmVo Lobo-: .... dizia por esse
tempo o illustre Sr. conselheiro Nabuco de
A'raujo, i^ie, quaudo a Inglaterra, pela auB'
reforma eleitoral de 1868$ acabava de alar-
gar 0 suffftagio acerca de 3,000,000 de
eleitores, e;a uma tendoncia retrograda *
de restringir o voto.
Oue novos fectos vieram- influir para que
dentro em poucos annns, tdo profunda mo-
dificagao se operasse em eerto* espiritos f
Os qoe, ha pouoo tempo, tentevam impedir
a restriccde do voto, pareceraquerel-e; os
que pediam a eleigao directa para as cida-
des, qnerern-na para os campos; .'para toda
parte ; os que, como 0 illustre chefe de dis-
aidenciav queriam- uma eleic^o-mixta, dei-
iarama-sua bendcim e parecen ir'ate a elei-
gdo cenataria.
Ndo oommento o facto, oponto-o. E'
ntil que epaiz saiba-que a nosea restslencia
6 feita a ama idee pouco fixa, raal delinida,
e e feita em nome de direitos cue nao po-
dem ser sabordinadoa a outras xondiriis de
exercicio sendo aquellas que a eonstituigao
estabelecetij (Apoiad&s.)
Os que por esteraodo tent am-' esbolhar
de direito do voto para cima de uma terge
parte dos que 0 exereem ou tem- direito de
exercel-o desde 50 aaaios, coaegem por
encontrer o espirito- e na letradaeoosti-
tnicao a ir-aisaugusta-resistenciaa essapre-
soaisede reforma.. Ip.voeo uma autoridade
respeitavel, recordando mais uma vez a 0-
pioiao do 3r. Zacarias. Para S.- Exe. a
eleigdo directa presuppoe a reforma' ds va-
rios artigos de eonstituigao ; ora, o que era
ineonstitucional em 1867, deve- sel-o em
1*71.
Do controntd-do art.. 178 com varies ou
ros da constiltfigao poli;ica, resalta irre*.u-
savelmente a inc instituaionalidade do voto
directo.) Ssta demonstragao a caonara' id
teve occasiao de ouvir a um de seus mais
eloquentes oradores e talento dos mais ro-
bustos da actual gerafjij. (Apoiados.)
0 illustre deputado pelo Cearai, 0 Sr. J.
de Alencsc, deixou este ponto- f6ra de
questao.
Se 6* constitucionab o que se refere aos
direitos politieos, nenbuma outre materia e-
mais rigorosameute constitutional do que
aquella que so refere* ao direito do voto.
E' certo que a constituigdo- nao euuir.era
os direitos- politieos ; mas a propria naiu-
reza deste direito 0 proclaraa eomo o direito
politico por excellencia, aquelle de que to-
dos os outros decorrem. 0 voto nao e so
um direito, maa uaaa fraccao da soberania,
a soberania em acto. (Apoiados).
Desta ialta de exprcssa raencio dos direi-
tos politieos, tem-se pretendido tirar argu-
mento para provar qoe 0 voto 6 uma sim-
ples funcgdo. A esta ioterpretagao soccor-
reu-se 0 illustre chefe da opposigio conser-
vadora.
Mas, senhores, interpreter a lei 6 de certo
modo rccoustrui-la. Procuremos, pois, re-
construir o pensamento constitucional, e
para faze-lo cumpre recorrer antes do tudo
a sua fonte.
A caraara sabe que a nossa eonstituigao
politica pedio 0 mais valioso subsidio ao
projecto de 1823, cuja discussao foi inter-
rorapide pelo decreto de dissolugdo de ta
de novembro desse mesmo anno. No quo
diz respeito ds condigoes de exercicio do di-
reito do voto, ao modo pelo qual se suspen-
ds e se perde esse direito, as disposigoes
constitucionees sdo eom leve raodificagio
copiadas desse projecto. Os arts. 7 e 8*
da eonstituigao correspondem, com 0 unica
accresciiiio de uma palavra para tornar cla-
ro 0 sen tido, aos arts. 3f e 32 do projecto.
Ora, eis aqui o que resa 0- art. 29 do pro-
jecto:
Os direitos politieos coasistem em ser-
se membro das diversis aatoridadea na-
cionees e das autoridedes locaes, lanto
muiffcipaes eomo adrainistrativas, e em
concorrer-se para a eleigdo dessas autori-
Eleger eser eleito sao assim os direitos pc
liticos, unieos que o projecto reconbece
Submottendo'os em tudo ds condigoes do
exercicio estfcbelecides no projecto,- e* er'v-
dent i que a eonstituigao reconbeceu- impli-
chamente a eases direitos a uaturezede di-
reitos politieos. (Apoiados ; muito bem).
Ainda mais :- no art, 91 da constitaigio
diz-se que tem voto nee eleigoes primarias
os que estao no gozo de seus direitos politi-
eos, tendo-se dim no art, Sf que o exercieio
desses direitos suspcnde-ser eatre outras ra*
zoes, por condemnarao a degredo.
Mas primeiraraente qnl e a direito poli-
tico qe 0 degredo suspende ? Digam-me
quo outro direito politico suspende 0 degre-
do a ndo ser o de eleger e ser eleito.
Em aegundo lugar, ndo sendo 0 voto um
dlreitor mas uma simples- Juoocdo, porque
oorreria* a sorte dos direitos- poirticos, sus-
pendendo-se quando- estes se staspendem,
inlerrompeodo-se cora-ellesr eem tudosub-
mettidos-a ideoticas eonIeoes-f
0 que sao as condigoes de exercieio de um
direito ? Sao os modes de ser desse direito,
o medo pelo qual elle semaaifesta, Logo,
onde a let debne iguaes condigoes de exer-
eicio, a-aaaateu do direito 6* mesma.
(A^ioiados),
0 nobre depotedo pela proviacia do Rio
de-Janeiro, chefo da opposigdo- conservado-
ra, faz-ncs- no debate da preferencia uma
CDRCessdeque me apresse em registrar; eu
a julgo da meior impcrUneia para a nossa
questdo.
Disso Si. Exc que 0 direito dovoto, ndo
sendo politiee segunds- a terminotogia da
constituiede, e todavie-o direita-politico por
eieelleneia. .
Concedamos que essa terrainologia seja
equivoca ;. 0' qoe em todo 0 caso e certo e
que, se e constituigdo nio classifies os di-
reitos politieos a que ssrefere EO-ert. 178,
em nenbuma parti attribue ao direito do
voto a natureza de uma. mers funcgdo ou
ancargo social.
Sendo assim, e que as boas regras da in-
ter pre ta^do me parecem aconseloer ao no-
bre deputado & que, entre os direitos politi-
eos a qae so refere 0 art. 178, deve reputar
comprehendido o que- S< Exc. reconbeceu
ser 0 direito politico por.exceHancia.
Nao comprehendo mesmo como 0 illustre
chefe da opposigdo conservadora, reputando
politico 0 direito do voto, teala attribuir d
constituigdo u:n pensamento contrario que
ella adoeiprimio.
Era um acalentar terno e queridode espe-jphael 1... 1 .
rangas tdo fagueiras, como ura Iremulo e Que de jubilo infinito I Que de delirio
suave bater de coragdo de ume mdi I Em j suave e harmonioso I Que de raios subli-
raea seio turaido de crengas, perfumado mes de amor e de candura 1
pelas brancas rozas do primeiro amor, a Raphael, como todas as almas soffredo-
bengdo de Deus pairave sentiflcadora e bel- res, que so no dia do extremo martyrio
le na concentregdo profunde de pureza de derramam as mil lagrimas que as grandes
minha alma. Mas quando na doce quieta- dores da vida lhes trouxeram, sent^o as
gdo de um dormir sereno sobre 0 futuro de' vagas do mar intirao revoltas, e pondo 0
meus dias, felizes como as aves, amenos 'co- lengo sobre os olhos, chorou como crianga.
mo os campos, eu, incauta e illudida, I Ndo me effkja mais 0 espirito cangado
esperava tranquilla a aurora do triumpho no! de soffrer, dizia Reanor Ea sei ate" que
candor de meu noivado, oh 1 senhor I 0 ponto subio 0 heroismo de sua alma; ate"
raogo ingreto fugio a pouco e pouco, e' que astro remontou-se a abnegagdo de seu
flquei entregue d soliddo e d tristeze, per- [amor, e para a gratidSo sem termos que lhe
correndo como d'entro de mim mesma, va-'voto tenho bem cavedos nas profundezas de
gaeperegrina, as pobres sepulturasqueti-'meu ser abysmos de affeigSo. Ama-me,
nham sido os b^rgos, de meus sonhos. 'ama-me, Raphael 1
Depois entdo foi que chorei muito, muito, j Sim, Beanor, arao-te I
muito I Quando a minhe dor adormeceu,! E Raphael elevou-se como 0 reidapoesia
levantei me altiva e dosdenhosa, conspirando ds soberbas regimes da loucura pelo amor,
nis espansDes do sentiments.
Beanor, que experimentara pela primeica
vez, quem sabe f a pure e verdedeira in-
teusidede de palavras tdo qporidas, como
que sentia-se parti r da terra pare 0 espego,
do espago para os astros, dos astros para
Deus, erguendo-se como os sylphos, voando
como as aguia-s, pousando como os anjos
Era verdadeiraraento bella essa triplice
ascensdo 1
0 que, porem, enchia tado isso de mais
brilho e mais grandeza era 0 modo pelo
quel a'raulher mais uma vez havie-se eleve-
do e engrendecido.
Beanor fdra 0 incenso, que, inftammado.
pelo vero fogo do amor, subira para 0 ceo.
XVII
ECHO DE UMA VOZ DESCOXHECIDA.
Quantas vezes 0 leitor nao terd visto 0
primeiro raio d'elvorede flltrer se pele ja-
nella de seu quarto, e ir como directemente
illuminar-lhe a fronte, onde arde a espe-
renge de reeliser n'esse mesmo dia um de-
sejo intimo e ardente I
Mas quentas vezes tambem ndo terd visto
que, mais tarde, esse mesmo sol alluraia
triste e funerario 0 sepulchro d e tdo care
aspiragdo, deixando-nos entregues d dosola-
gdo e & tristeza I
Apunhalados por ura desgosto semelhante
D. Helena e seu marido, se bem quo longe
um do outro, meditavera sobre a mesma
cousa, padecendoa mesma dor.
Quando chegaram ao ponto de reconhe-
cer, como sua filha 0 houvera jd, que 0
uso descomedido do jogo 4 como 0 amigo
desleal e traidor, que so busca caver 0
aniquilaraento e a raorte d'aquelle que 0
presa, lembrarera-se com terror do que Ar-
manda havia dito, e ndo poderam resistir ds
lagrimas.
D. Helena, depois que se retirou de jun-
to de Armanda, procurou "seu marido em
diversos pontos da casa, e ndo 0 encon-
trando foi por ultimo ao jardim.
VictorQue fazes" tu aqui, assim tris
te e solitario, deixando sd comigo nossos
hospedes e amigos T
Perguntaram por mim ?
Ndo ; mas talvez por delicadeza.
Ehtdo, deixa-me.
Como 1 Pois tu, que estavas t5o con-
tente 1...
Que queres minha amiga ? Ndo sabes
que a vida 6 assim mesmo ?
Ah I Sim I Mas ndo tetnos tanto tem-
po amanhi para ponsar, Victor ?...
0 honralo comraerciaute-erguou a fronte.
Para pensar, Helena. I E sabes tu
por acaso 1...
"Eudo, Victor 1 exetoraou D. Selena
rompendo de uraa vez so 0 veo do mys-
terio Tudo, porque tado ouvi I Quan-
do entraste para 0 gabinete com Eduardo,
eu eslava no quarto, que e contiguo, 0 ou-
vi ndo a voz de alguem que pareciasegredar,
escutei. Depois, vi-osete 1 Ohf Victor I
Eu tambem, como tu, senti um calefrio de
raorte geler-me as veias todas. Eduardo ndo
pode iraaginar o mai que nos causou, fa-
zendo-nos de alguma sorte um bem I Elle
veio como lixar uraa epoca de desgostos
Sara nos. Eu ndo te queria dizer nada
oje,' para ao raenos espegar a eccumulagao
de nossas dores. Mas ndo pude. Ouve en-
tdo aquillo que a esta bora ainda ignoras,
VictorDepois que me retirei do quarto em
que ouvi Loda a conferencia de Eduardo,
encontrei-rae na sala com Armanda perto
da luz, e pude observar-lhe os olhos, que
eram os de qaem acabava de chorar. To-
mede de susto, oonjecturando mil^cousas
differentes, porque entdo tinha 0 espirito
afflictissimo, chamei nossa filha, e interro-
gendo-e como mdi e como amiga pela causa
d'aquellas lagrimas, depois de muito e
muito sacrificio, contou-me tudo, derraman-
do novas lagrimas. Ah 1 Victor 1 Parece
que sde terriveis de verdade as palavras de
Eduardo I...
Acaba, Helena I
Armanda ama a Thaodorico,Victor!
E tendo hoje occasiao de lhe pedir para que
ndo pegasse mais em cartes, 0 irmdo de
Raphael lhe respondeu por tal modo, que
deixou bem compreher 0 quanto 0 jogo in-
due sobre elle 1 VS, pois, ate que ponto
ostamos condemnados a soffrer 1 Meu Deus I
Meu Deus 1
E D. Helena, repousando as mdos sobre
os hombros de seu marido, confundio as
suas com as lagrimas d'elle.
Sim, minha amiga. E' preciso cho-
rarmos. 0 ceo ndo consentio [que a nossa
vida continiiasse a marehar tranquilla como
ia : rendamos gragas a Elle por ainda res-
ter-nos forge para trilhar 0 caminho do
martyrioVamos. Deus 6 justo. Quando
descarrega 0 golpe de sua jusliga sobre a
cabegado homem, com que tarnbera aponta
para a arvore que verte 0 balsamo da vida.
Mas, Victorproferia D. Helena,'so-
guindo seu marido do um ponto para ou-
tro. Dize-me logo : 0 que pretenles fazer!
[GonliKMar-se-ha.)
Ouve, Helena.: Eu podia bem suppor
que Eduardo queria apenas por meio de a: -
timanbas arredar Tbeodorico d'esta casa.
Mas, depois de tar flrrae con flange no pri-
meiro, vejo quo 0 irmdo de Raphael invo-
luntariaraente corroborou, como disseste,
as palavras de Eduardo. E' preciso, pois,
velarraos palo futuro de nossa filha, atlas-
tan lo-a dosprecipicios. Ohl Helena,eu agora
reconhego a fatalidade do jogo 1 Eduardo.
fallou-me com tanta cxpressdo e taata ver-
dade, que eu jamais posso resistir d crenga.
de uma meldigdo. Cuidemos de previnir
0 rael raeior. Eu creio era Raphael eomo
no meu intimo amigo. 0 coragdo me diz
que elle e iucapaz de dosmeatir 0 motivo
d'esta sincera affeigdo. D'aqvii a pouco pe-
dir-lbe-hci para amenhd esperer-me em sua
casa d hora aprasada, sem a companhia de
Tbeodorico ; e occulando apenas que sou
sabedor do amor do seu irmdo com Arman-
da, tudo lhe direi. A eonsciencia d'elle e
0 eepelho da prudencia e da bondade, e ella
propria dictard 0 men deter. Calerao-nos !
Oh I...
Se forte, minha amiga ; assim e ne-
cessario. Vai e comraunica aos nossos ami-
gos que um love incommodo obrigou-me a
procurer 0 leito, e que desculpem minha
ausencia. Somente a Rapheel dize em se-
gredo que me apparega jd na porta do jar-
dim.
Com pouco c irmdo de Tbeodorico appa-
receu.
Raphael disse-lbe 0 Sr. Victor:
Releve-me a falta de te-lo roubado, ainda
que por um memento so, d alguma ama-
vel companhia.
Oh I Sr. Victor Ioonsiderou-lhe Ra-
phael sorrindogaranto-lhe quo em nada
rae estorvou; e quando assim acontecesse...
ObrigadoMandei-o cheraer, porque
queria pedir-lhe um obzequio, e d'aqui
recolho-me ao quarto, incommodado da ca-
bega, Pode esperar-me amanhd em sua
casa, d hora em que possamos conversar a
s6s?
A's onze do dia. Agrada-lhe ?
Muito!
Estou so. Tbeodorico sai antes.
Obrigado.
Traidor Iexclamou uma tox alem
das grades do jardim, depois que Raphael
e 0 Sr. Victor se retiraram.""*
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(CoBttnuar-ae-Ao.)
NYP. 1>V IAUM>. iitA UCUUti UJ$ CAXUa


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