Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19344


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Full Text
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I-
f

9
ANNO L MJMERO 165
> f
PARA A CAPITAL K LIG1RK 0\DE N.iO SE PAGA POBTE
For tres mezes a-JianUdo.............. .* W000
Por aeisditos idem..................
Por um anno idem..................
Cada numero avtilso.................
.
12JW00
$000
320

QUGVTA FE1RA 23 DE JULHO DE 1874
PABA l>i; VI UO E IOR1 DA PRO VHVCIA.
Por tres niezes adiantados..............
Por sets dilos idem .......
Por nove dhos idem.........
Por am anno idem.........-..
.......
.

PTM
I09UO
9790
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUMR0A DE FARIA F1LH0S.
ft Sn. Gerardo Antonio kliea 4 Filhos.no Part* Goncalrea A Pinto, no Maranhlo; Joaquim Jose de OUyeira d Filho, no Cearf; Anta*> de Lemm Braga, no Aracatj ; Jolu Maria Julio Chavea, no Ass*; Antonio Marques da Silva, Natal; Jos* Justiao
Pereira d'Almeida, em Mamanguapa ; Carlos Auiencio Monteiro da Franca, aa Parahyba ; Antonio Jose Gomea, ha TOI4t*naa j Be|armino doa Santos Bnlcio, em Santo Antio ; Domingoa Joss da Costa Braga, em Haxareth;
____________________- Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, bo Pilar duAlagfiiMji Aires & C.,na Bahia | e A. Xavier Leite d C. no Rio Janeira-
nSTWCCAO POPULAR
Meiliciua doniestica
CAPITLXO IV
Asphyxia pelo frio. Comera se por despir o en-
ferrao e mergulbase em gelo" ; esfrega-se Urania-
meote com aquella subslaneia, dirigndo.se do
vcotre para as exlremidades ; minutos depois, fa-
7tfnse friccoes com pannos molhados em agua ge-
laila, depois com agua quebrada da friura, e fi-
nalmente com agua morna ; n'uma palavra deve-
se procarar aquecer o corpo, nao bruscaineule,
mas sim gradualinente.
Nem sempre e facil arranjar glo, e nesse caso
mT'.'iilhj-so o doenle n'um banlio de agua fria,
qv.e se aqnece gradualinente, accrescentando pou
co a pucoagua quebrada da friura, depois agua
rnenos fria, o lioalmente agua morna. Eifregase
co no fica dito, e fazain-se-lha aspersoes de agua
no rosio. E* preciso auxiliar o eraprego doses
roaios com as eocegas nos labios e no interior do
naris, e com a iusnflacao do ar nos pulmoes.
Faz-se tambem respirar ao aspliyxiadj alcali
volatil ou agua de Colonia. Quando o corpo co-
tmca a aquecer, quo os membros ja nao estao hir-
tos. deita-se o doeole o'ura leilo secco nao esqueu-
tado, fazem se-lhe friccoes com uma escova sec-
c*a e adrainistram-se cristeis de agua salgada.
Logo que pode eogolir, faz-se lhe bebar agua
com vinagre, agua de horlela ou de tilia, cildo ou
aaua com vioho. 0 U30 das alimentns solidos nio
deve ser permitlido senao muitas horas depois do
re.-tabelecimento completo.
Membros gelados. Os individaos que tern os
membros gelados devem ser tratados como as pes-
soas asphyxiadas pelo frio, a excepcao de que ba-
ta unicamenle mergulhar n'um banho as partes
que estao affectadas ; as friccoes so devem ser fei-
tas nos orgaos doentes.
CAPITUL0 V
Envcnenamentos.
Tratameato. Duas circumstancias devem 9er
tomadas em considerac3o ; ou o individua acaba
de beber o veneno, ou enUo tern decorrido urn
Ioago espafo de tempo depois de que a substan-
cia venenosa foi introdu2i Ja no estomago.
!. No priraeiro casoe preciso desembara^ar o
doente da substancia venenosa que nao liver ope-
rado ainda. Os medicamentos qua se empr^gam
para determinar o vomilo, consislem pra bebidas
at.undantes, mornas e raucilaginosas. Por isso de-
ve-se applicar o mais breve posiivel, agua morna,
le.te cortado com agua, agua : >m assucar, uma
decoccao de sementes de linho, de raiz de aliliea,
cu qualquer outra substancia da mesma natureza
que se tiver a mSo. 0 azeite nao deve ser empre-
gido in-;onsideradameute, porque pode algumas
vezes favorecer a aceao do veneco.
Ordinariameute o veneno determina o vomito ;
e ellc nao liver lugar, podera se adrainislrar dez
oilo a vinte grao9 de ipecacuanha ou entao titillar
(fazer eocegas) a cantpiinha da garganta com uma
(K-nna ou com a exlremidsde dos dedos.
2. E' entao que convent applicar os contra-ve-
n^aos de que ramos fallar em brave ; porqne se
c veneno foi ingerido depois de algum tempo, so
so deve recorrer ao tratamento grral.
3.* No segundo caso, tendo si'lo a substancia
vc-aenosa inteirameute rxpellida pelos vomios e
evacuacSes, longe de se fa;.<;r uso dos anlidotos, 6
precise "examinar com caidado o cstado do doente.
& se inanifestaui symptomas de inflamraacao, ap-
plieam-se sobre o "venire pannos molhadoi em
uaudecoecao forte de sememes de linho ou de
akhea. No caso de que o doente nao possa aturar
o peso desses pannos, rega-se frequentemente o
vtntre com esses liquidos com o auxlio de uma
i.-ponja ou o que 6 melhor ainda, mettese o doen-
\- n'um binho de agna morna. Nao se obtendo
um allivio visivel e prompto, pratica-se uma san-
g-iano brace e7az^e uma applicafao de doze a
quinze sanguesugas no sitio mais doloroso do
venire.
As applicaooes das sanguesugas devem ser re-
p -'..das par toda a parta oule sa seutem dores; a
tulvarao do doente depende enUo da abundancia
que se faz correr o sangue.
Como meJicamento interno da-se agua de althea
e prohiba se toda a especie de aliraento. '_ Se o
d enta nao pode engolir, e que a inflammacao da
(.irianta se lorna inquietadora, applicant-so sem
damora doze ou quinze sauguesugas no pescoQO.
A.0 So depois da sa leram dissipad) os acciden-
tes da inflammacao, e qua se pode permittir ao
djente ealdo de frango e successivamente aigu-
mas feeulas e caldoa gordos.
Eslabelecidos esles principios, vamos fallar dos
jvenenanenlos que teem lugar mais frequente-
a!e.
(Continuar-se-ha.j
PARTE OFFICIAL
Governo da provincia.
EXPED.'KXTF. DO DIA 10 DE MARCO DE 1874.
1.' secrao.
A:to :
0 presidente da provincia, attendendo ao qne
requereu o bacharel Felix de Figneir6a Faria, se-
t.-retario do arsenal de guerra, resolve prorogar
I> r 60 dias com vencimentos a licenca, que lhe
fora concedida por portaria de 10 de fevereiro
r.roximo findo, para tra'.ar de sua saude.
Offlcio :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas Sirva-se V. Exc. de mandar p6r em lilyjr-
dade o recruta Isachias Bernardo da Oliveira,
que provou ser o unieo arrimo de sua mai
viava.
2.' secrao.
Actos: .
0 presidente da provincia, de conformidade
(.Mm a proposta do Dr. chefe de policia, em offlcio
fle hoje datado, resolve noraear para o cargo de
{ado do l1 di-trido desta capital, o bacbarel
I mncrito Cavalcante de Albuqierque.
0 presidente da procincia, i vista do offlcio
d br. chefe de policia, de hoje datado, resolve
< xinerar do cargo de delegaio do districto
d'na capital, o bacharel Jo9e Augusto Ferreira da
osla.
OiBcios :
Ao commandante do corpo de policia.
Arhando-se impossibilitado de continuar no ser-
vi(D desse corpo, por motivo de molestia, a praca
da 7' companhia Jose Alexandre da Silva, pode
Vmc. dar-lhe baixa como solicita em offlcio de 7
do corrente, n. 112.
Ao mesmo -Senrto apto paro o servigo mili-
1 .r o paisano Jose Ferreira do Nascimento. pode
Vmc. engaja-lo no corpp sob-seu commando, como
'olicita em offlcio de 7 do corrente, n. 113.
3.* secrno.
Acto :
O presidente da provincia, attendendo ao que
(londeron o inspector da thesouraria de fazenda
era offlcio de 10 do mez proximo findo, sob n. 667
sarifl F, e tendo em vista a demonstracao que
acompanhou o citado offlcio, resolve, nos termos
do decreto n. 2,884, do de fevereiro de -1862,
ibrir sob sua responsabilidade um credito supple-
mentar a verba Eventuaes do ministerio da
marinha, na importanciade 4.311^962, afim de
oecorrer as despezas a fizer-se por conta daquella
varba no corrente exercicio.
Offlcios .
Ao inspector da thesouraria de fazenda.-
Toataawn em consideracio o qne expoz o Jenge-
nheiro Victor Fournie, encarrefado nesta provin
cia das obras a cargo dos ministertos da-marinha e
da agricultora, commerclo e obras pnblicas, re-
commendo a V. S. que em vista do contracto jnn
to por eopia, com elle celebrado em 17 de novem-
bro do anno passado, manda pagar-lhe os venci-
mentos correspondentes ao tempo decorrido de 4 a
12 de fevereiro ultimo, em qne se demorouna ci-
dade do Lisboa por ordem dea presidencia ; e
bem assim'de 25 em que tomou posse do seu la-
gar ao ultimo do citado mez.
Ao mesmo.A' vista do qtie requerem na
peticao janta. o engenheiro agrimensor Carlos
Camilla Corlini, cootractado pelo ministerio da
agrieultura, eommerclo e obras publicas para ser-
vir nasta provincia perante o engenbefro Luiz
Josi da Silva encarregado da medicao das terras
publicas e legitimates, autoriso a V. S. a mandar
effectuar o pagameoto das bragagens a que elle se
refere, se a isso tiver direito.
Ao mesmo.Communico a V. S. para os
tins convenientes, que o jniz da direito de Itambe,
bacharel Joao Francisco da Silva Braga, tendo re-
nuDciado o resto da licence de 30 dias, que the
foi concedida pulo Exm. presidente da relacao, a 2
do corrente reassnmio o exercicio do seu cargo.
Ao mesmo.-Communico a V. S. para seu
conhecimenlo e fins convenientes, que nesta data
deferi o requeritBento de Jose Mendes Carneiro de
Souza Bandeira, no qual pede seja relevadi da
mult.i que lhe foi imposta pelo collector do muni-
cipio da Escada, p ,r nao ter dado a niatricula o
ingenuo Joao, a que se refere a informacio de V.
S., de 7 do corrente, sob n. 873 serie F.
Ao mesmo. Mande V. S. pagar a que se
mostrar competentemente autorisado a importan-
cia constante dos prets juntos, em daplicata, pro-
veniente dos vencimentos do destacamento da villa
do Triurapho, relativjs aos mezes de agosto a ou-
tubro do antio passado, conforme solicita o res-
pective commandante superior em offlcio de 25 de
fevereiro jroximo findo, uma vez que se acha sa-
tisfeita a fi-malidade exigiJa por essa thesouraria
em sua informacao de 3 de Janeiro ultimo, sob ft
355 serie F.
Ao mesmo.Manda V. S. pagar a Joviniano
Xavier de Souza a quantia de 454000, constante
da inclusa conta, em daplicata, .proveniente da
collocaclo de duas traves na nova sala do conse-
Ibo de compras do arson? I do guerra, conforme
solicitou o engenheiro encarregado das obras mi-
blares, em offlcio de 5 do corrente sob n. 80.
Ao mesmo. Declarando-me o engenheiro
encarregado das obras militares, em offlcio de 5 do
corrente, acharem-se concluidas as obras da nova
sala do conselho de compras do arsenal de guer-
ra, recommendo a V. S. qne a vista da conta jun-
ta, em duplicata, mande pagar a Joviniano Xa-
vier de Souza a qnantia de 4505000, por qne con:
tractou elle aqueilas obras, segundo afflrma o
mesmo engenheiro.
Ao mesmo.A' vista da ioformacao dessa
thesouraria, exarada em offlcio de 7 do corrente,
sob n. 873 serie-P. deferfo requerimento em qne
Virgilio Jose da Malta pedio para ser reve'ado da
multa em que incorreu pela infraccao do artigo
26 do regulamento que baixou com o decrelo n.
4,833 do de dezembro de 1871.
Ao mesmo.Tendo nesta data relevado Ame-
rico de Sa e Albuquerque, da multa que lhe foi
imposta pelo collector da Escada. visto ter provado
que nao houve falsicacao no tocante a idade das
ingennas Esperanga e Magdalsna ; as?im o decla-
ro a V. S. para seu conheeimento e fins con-
venientes.
Ao mesmo.Transmitto a V. S. para seu
c mhecimento e fin3 convenientes a inclnsa ordem
do ministerio da guerra, datada de2 5 de fevereiro
ultimo.
Ao mesmo.A' vista do que oxpoz o enge-
nheiro das obras geraes, em offlcio de 14 do mez
passado, sob n. 10, ao qual se refere o parecer
dessa thesouraria, de 6 do corrente, 8jb n. 866,
autoriso V. S. a mandar por em praca os reparos
neccssarios ao odilicio em qua fuocciona essa re-
parin; "io, visto seacharem comprehendidos no con-
certo geral que se tern de fazer no mesmo edi-
ficio.
Ao mesmo.Bemettoa V. S.. para seu co-
nhecimenlo e devida execucao copia do acto desta
data, pelo qual resolvi abrir um credito su pic-
mentar a verbaDespezas eventuaes, do ministe-
rio da marinha, na importancia de 4:341*962.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Declaro a Vmc. para seu coohecimento que nesla
data lavrou-se portaria considerando sem elTeito
o contracto feilo com o Dr. Manoel Figueiroa de
Faria, para construccao da eslrada de ferro enlre
Una e Leopoldina.
Ao mesmo. Tomando em consideracSo o
que expoz em offlcio de 6 do corrento, sob d. 67
o engenheiro Victor Fournier, chefe da reparlicio
das obras publicas, recommendo a Vmc. que em
vista do contracto com elle celebrado a 17 de no-
vembro do anno passado, junto por copia, mande
pagar lhe os vencimentos correspondentes ao tem-
po decorrido de 4 a 12 de fevereiro ultimo, em
que se demorou na cidade de Lisboa por ordem
desla presidencia e de 25 em que tomou posse do
seu lugar ao Hitimo- do citado mez.
4.* seccao.
Actos :
0 presipente da provincia resolve conceder
exoneracSo de delegado litterario da Victoria ao
bacharel Francisco Correa de Qaeiroz Barros, e
nomear para substitni-lo no referido lugar o al-
feres honorario Alexandre Jose Maria de Hollanda
Cavalcante, de conformidade com a proposta da
directoria geral da instruccao pubhea, de 6 do
corrente sob n. 83.
O presidente da provincia, aitenflemlo ao
reqoerimento de Guilhermina Maria da Conceicao
Padilha, sobre que informou o director geral da
instra'Qao pubhea em offlcio de 4 do corrente sob
n. 82, resolve nomea-la para reger interinamente
a cadeira do sexo feminino de Gravata de Jaburd,
vaga pela remocao da rcspectiva proprietaria para
a cadeira da cidade do Rio Pormoso.
0 presidente da provincia, attendendo a pe-
ticao de Philomena Capitnlina da Silva Campos,
informada pelo director geral da instruccio pu
blica em offlcio de 4 do corrente sob n. 79. resolve
nomea-la professora interina da cadeira do sexo
feminino da Villa de Panellas, durante o impedi*
mento da respectiva funccionaria.
0 presidente da provincia, tendo em vista a
proposta do director geral da instruccao publica
de 28 de fevereiro ultimo, sob n. 77, resolve no-
mear Adriana Felicia Maciel para reger interina-
mente a cadeira do sexo feminino da povoacao da
Ponta dos Carvalhos, durante o impedimento da
professara effactlva.
Offlcios :
Ao director geral da instruccao publica.
Devolvo a essa directori i os requerimentos docu-
mentados de Francelina Dornellas Pes=oa e de Ma-
ria Coelho da Silva, pedindo licenca, aquella para
abrir um curso de instruccao elementar do sexo
feminino na casa de sua residencia, e esta para
iDstituir um collegia, tambem para educagao de
meninas, sob a denominacao deCollegio da Im-
maculada Conceicao, aflin de Vmc. deferir, dan-
do-lhes o competente diploma, nos termos de suas
informacoes de 21 e 26 de fevereiro ultimo, sob
ns. 64 e 71.
Ao presidente da camara municipal da villa
de Panellas, Jose" Cordeiro dos Santos. Em res-
posta ao offlcio de Vmc de 18 do mez passado,
com referenda a classificacao de escravos desse
mnnicipio, tenho a deelarar-lhe tjae o governo
imperial nao estabeleceu quota para despender-
se com o servico de secretario da classificacao
ie escravos, pelo qne, nao hwendo qnem gratuita-
raeute se quaira prestar, podera ser encarregado
desse servigo o secretrlo da C3mafa municipal, o
qual nao se recusara a mats este trabalho para
tao humanitario lim.
Ao 1 juiz de paz da parochia de sautos Cos-
me e Damiao de lguaassu'.-Certo dos motivos
porque deixou-se de fo'^mar Junta de qnalifiCajip
dos votantes dessa parochia no dia mareado por
lei, designo para ease fim a 3'dominga de asrU
prexiino vindonro, podendo funccionar a janta na
casa da camara, visto achar-se em obra a matriz,
comtanto que do edital de convocacSo conste essa
mudanca de lugar com as circamstancias que a
causaram.
Portaria :
A' camara municipal da villa de Iguarassu'.
Nao tendo podido formar-se junta de qualifi
cacao na parochia de santos Cosme e Daraiao no -Santos, por crime deestupro.
dia mareado por lei pelos motivos que mo expoz
o 1" juiz de paz Joao Francisco do Amaral, nesta
data designo para tal fim a 3* dominga de abril
proximo vindonro, o que communico a camara
municipal de Iguarassu para seu conheeimento e
fins convenientes.
51 seccao.
Acto :
0 presidente da provincia resolve considerar
sem effeito e contracto celebrado com o Dr. Ma-
noel de Figueiroa Faria para a construccao da es
trada de ferro entre Una e Leopoldina, vislo nao
ter o contractante assignado o respectiva termo
no prazo que lhe foi concedid o.
Offlcios :
Ao engenheiro chefe da rcparticao das obras
publicss.Iuforine Vmc. com a brevidade passi-
ve! sobre- o projocto constante do impresso
jant) que foi remelti.lo da assemble;! provincial
cm offlcio de 9 do corrente. sob n. II, para esso
fim.
Ao mesmo.-Incluso remetto a Vmc. o orga-
mento da obra da substituicao das pilastras do
caes do Marquez do HervaL no ponto intermedia
das duas pontes, para que Vmc de sobre elle o
seu parecer :
Ao engenheiro enoarregado das obras ge
raes.Declaro a Vmc. que couformome com o
exposto em sea offlcio de 14 do mez ultimo, visto
nao set necessario o orcamento a que elle se re-
fere :
Ao director da companhia de Beberibe.Era
offlcio de 9 do corrente o Dr. provedor interino do
gymnasio provincial faz sentir da falta, que ha
naquelle institute, a ponto de ficarem os educan-
dos privados do hanhos ; e como outra nao pede
ser a causa disso senao algum defeito no encana-
nunto ou deposito, quaira Vmc dar providencias
no sent id.) de, verificada essa causa, ser ella re-
in iviJa com a maior brevidade passive!.
EXPEDIENTS DO SECBRTARIO.
1.' seccao.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas.Nesta data se mandon satisfazer o perii-lo
que veio annexo ao seu offlcio de bontem datado,
sob n. 195 : o que deelaro a V. fixe, de ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia e em respos-
ta ao citado offlcio. ** .-
Ao engenheiro das obras militares.De or
dem de S. Exco Sr. presidente da provincia, com-
munico a V. S. que nesta data sa expedio ordem
a thesouraria de fazenda no sentido de serem pa-
gas a Joviniano Xavier de Souza as quantias con-
sumes das contas que vieram annexas aos seus
offlcios de 5 deste mez, sob ns. 79 e 80. '
2.' seccuo.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia,S. Exc o Sr. presi-
dente da provincia manda transmiitir a V. S. o ti-
tulo incluso de nomeacio do delegado de policia
do 1. districto desta capital, de conformidade com
a proposta de V. a., de hoje datada.
Ao commandante superior da guard* nacio
nal de Flores.De ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia commuoico a V. S., em resposta ao
seu offlcio de 25 do mez findo, que nesta data se
expedio ordem a thesouraria de fazenda para se
pagar a qu -m se mostrar autorisado a importancia
dos vencimentos do destacamento da villa do
Triurapho, relativos aos mezes de agosto a outu-
bro do anno passado.
Ao juiz de direito da coonarca de Itambe",
bacharel Joao Francisco da Silva Braga.-De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, ac-
cuso o recebimeato do offlcio de V. S., de 2 do
corrente, commnnicaodo ter reassumido naquella
data o exercicio das funccoes de seu cargo, por
ter renunciado o resto da licenca, que lhe foi con-
cedida pelo Exm. presidente da relacao.
41 secciio.
Offlcios : .
Ao l. secretario da asserablea provincial.
N. 19.Para 03 fins convenientes remetfo a V.S.
quarenta exemplares impressos do relatono apre-
sentado em 31 de Janeiro findo ao Exm. Sr. pre-
sidente da provincia pelo Dr. inspector da thesou-
raria provincial. i .
Ao mesmo. N. 20. Do ordem de S. Exc o
Sr. presidente da provin 'ia remetto a V. S.. para
os fins convenientes, o balanco da receila e des-
peza da camara municipal de S. Bento no anno
pa-sado, o orcamento para o exercicio de 1874 a
1875 e oito artigos adJicionaes, bem como o offlcio
de 14 de Janeiro ultimo, em que a mesraa cama-
ra expoe as necessidades mais palpitantes do mn-
nicipio.
Ao mesmo.N. 21.De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia transmitto a V. S.
para apresentor a asserablea provincial uma copia
do contracto de carros funebres, celebrado pela
Santa Casa de Misericordia com Agra St C, tican-
do assim satisfaito o offlcio que V. S. me dirigio
em data de 6 do corrente, sob n. ls~^
Ao director geral da Instruccao publica.
Por portarias de hoje S. Exc. o Sr. presidente da
provincia nomeou Pnilomena Capitnlina da Silva
Campos para reger interinamente a cadeira do
sexo feminino da villa de Panellas durante 9 impe
dimento da respectiva professora ; e Guilhermina
Maria da Conceicao Padilha para reger tambem
interinamente igual cadeira em Gravata de Jabu-
ri'i, vaga pela remocao da respectiva professora
para a cidade do Rio Formoso ; tudo de conformi-
dade com as informacoes de V. S., de 1 do corren-
te, sob ns. 79 e 82.
despachos da presidencia, do dia 21 de julho
de 1874.
Caetano Thomaz de Aquim Indeferido.
Fielden Brofliers. Deferido com offlcio desta
data, dirigido a thesouraria de faz nda.
Manoel Cameiro de Souza Lacerda.Passe por-
taria.
Ovidio Pergentino de Soup Opportunamente
toraar-se ha em consideracio o que requer o sup-
plicante.
avo
vadeSiU
dos ssrh
A'ord
Pierre,
lion tan
fcastavp de Mendonca, e Maria, escra-lass-ntimento, o seu sim fatal.E' tambem a esses cial tem ate hoje dado prova de zelo pelos cofre*
'Targino de Carvalho, a requerimento
de S. Jos6, Alberto
do do 2* districto
plsturbios.
.'is 11 horas do dia o pardo Manoel
(Tr,aucisco;.Ferraz, tenton furtar um cavallo de
Agostinhgijibejro da Silva, morador a rua do l'i-
lar, da taBazia do Itecife ; sando perseguido pelo
clamor paplco, foi preso e se acha recolnido a ca
sa de deteneio.
No dia 7 do corrf nte, no lugar denominado
Iho d'Agua Cercadola districto de Colonia, do
termo de Flues. Va autira Dias de Andrade. assas-
sin in com un 0 tiro a Manoel Bezerra. 0 delin-
quen'e logrou evadir-se e o subdelegado iiquelle
districto, estava procedondo ao inquerito u die al,
Pelo sabdelegado do !. districto dos Afogados,
foi remetud > ao respectivo Dr. juiz criminal o in-
querlto policial a qua procedera contra Vicente
Ferreira Burges da Fooceca e Hanool Gregorio dos
Repartiefto da policia.
2." secgaoSecretaria de policia de Pernambuco,
22 dejuiho de 1874.
N. 878.Illm. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc.
que foram hontem recolbidos a casa de deteccao
os individuos segnintes :
A' ordem do Dr. delogado da capital, Jose Gar-
cez de Oliveira e Antonio Francisco Barboza, por
disturbios.
A' ordem do subdolegado do Recife, Joaquim,
^0 delegado do Rio Formoso, procedeu a in jue-
ntos polieiaes contra Pedro Raphael, conhecido
por Pedro Fael, Jo-6 Gomes de Medeiros, Jose Lou-
renco e Joaquim Pinto Feireira, por crime de fur-
to de cavallas; e dcu aos mesmos inqueritos e
c mveniente destino.
0 subd^lagado d> cidade do Rio Formoso, pro-
ceden tambem a in juarito contra Antonio Ama-
dar dos Santos, por crime de roubo feito a Aure-
liano Aogn-to de Vasconcellos, professor publico
da prala dos Carneiros do mesmo districto, e re-
raettea o dito inquerito ao Dr. juiz municipal do
termo.
Na naits de 27 de junho ultimo, naquella mes-
ma cidade, Guilhermina Maria da Conceicao, de 16
annos de idade, solteira, vivendo cm companhia de
seas pais Manoel Braz dos Valles e sua mulher,
ueu a luz a uma crianca que foi enterra 'a por
aquelles no quintal da casa em que residiam.
No dia 2 desta mez, clugando este facto ao co-
nheeimento do respectivo subdelegado, este, de-
pois de algumas investigates, procedeu a exhnraa-
?ao do cadaver do recem nascido, bem como a cor-
po de delicio e inquerito policial, que teve logo o
conveniente destino.
Verificando se de taes diligencias, ser a crlanca
do sexo mascullno, e havendo vehements pre-
sutupc.5es de ter si Jo ella assassinada por Guilher-
mina e seu pais, foram todos recolhidas a prisao,
a requenmehtb do Dr. proraotor publico da co-
marca.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. cora-
mendador Henrique Pereira de Lucena. digno pre-
sidente da provincia. 0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Correia de Araujo.
, Franca.
DlSOIRSO PRONUNCIADO POR OAMOKTTA EM AU-
XKRR'?, DEPARTAMENTO U-. tONNE.
(Conclus3o.i
Lembrai vos do primeiro grito que soltou.a
Franca republicana, quando se fentio no faBdo do
abysmo em qne a tinha envoivido Bonapirto e os
seus amigos I Escolai, escolas I era o grito cela-
bre; luz 1 laz I Que se' fez para esclarecer a
Franca ? Queria-se' que etla nao soubesse nada.
Um povoignorante e um povo doeil; mas ha, para
frustar estcs pianos nefastos, melhor do que um
systema completo de iBstruyao publica, do que
essa educa^aoque se tecebo nos bancos da escola ;
e a edacaeao que os nossos maveis, e os nossos
raohilisado3 teem recebido nas fileiras do exercito,
e a educagao em frente do canhao prussiano, ou da
lanca do uhlano, quando o no=so exercito comba-
tia pela defeza da palria invadida !. (Scnsacio.
Salva de applausos). Basta provocar a recordacao
da Franja para esse passado norrivel, basta mos-
trar essa parte mutilada, e sanguinolenta da Fran-
ca, dizendo : E* alii que esta o vestigio do inva-
sor. Deixou ncs, mas vigiamos ainda. M dita
voltar para no3 arrancar mais alguma provincia.
Que e pois que o conduz infallivelmenla .' Nao &
o imperio? Ja entrou elle victonoso neste paiz,
qu? nao'fosse em consequencia dos Bonapartes ?
(Sensacio prolongada.)
Nao quero deraorarvos com estis palavras. 0
que e necessario tirar desta reunia?, nao e > a fe
no trinmpho das nossas ide"as pela conducta me-
tbodica, sabia, e razoavel do partido republicano ;
e tambem essa convic^ao geral e certa qae deve
apoderar-se de todos os espiritos que, quando a
Franga ihteira soaber, depois de alguns dias, que se
queria armar, e fazer se um meio de prevenir qual-
quer mistravel resultado eleitoral, ella se levantou
unida para manifestar primeiro o seu horror, e o
seu desgosto, e declarar depois que passaria a ac-
qIo, sese persistisse era ameajal-a por mais tem-
po. (Sim I Sim I muito bem! applausos repe-
tidos).
Nao, n3o ha que temer, por qoe, digo eu, con-
tra semelhante regimen, so devem* reunir todas as
forgas vivas, livres e intelligentes da nagao, sem
excepcao alguma, de qualquer lado que seja;
quando se trata da Franca, pertence a eada um
dosseas filhos acaricial-a como mai, e e do seu
dever salvar o que resta da sna forluna, e do seu
patnmonio. Deste modo, senhores, estou eu con
vencido de que n'um dia de perigo, se o hsdiondo
cezarismo podesse ameacar-nos, os homens de co-
racao se reuniriam para defender a patria contra a
ruina e a vergonha. Nao, senhcre3, pelo vehio re-
nome da bonra franceza, nao creio, nio quero acre
ditar que haja francezes, dignos deste nome, ca-
pazes de preferir o regimen aborrecido de um Bo-
naparte, as tradicoes desse bandido coroado, a livre
consolidafao da Franga, escolhendo os seus nun-
datarios encarregados de organisar um governo
deflnitivo. (Muito bem I muito bem 1 bra-
vos.)
Neste mo mento falla-se muito de appello para o
povo. ii' ainda isso um sophisma, um abuso de
llnguagem; e ainda uma illusio, uma meatira.
Nao se encontram senao semelhantes enganos, em
semelhantes bei^os.
0 aopello para o povo, qnal e e qiie quer essa
gento ? Esses delensores da soberania do povo,
sio aquelles que se installaram no poder sobre os
cadaveres do-40,000 francezes degolado3 nas nos-
sas ruas, ou que se mandavam morrer debaixo do
sol implaeavel das nossas eolouias I Fall am de ap-
pello para o povo, aquelles que s6 reinaram pelo
silencio, e pela compressao das intelligencias bo-
nestas e livres I Appello para o povo t Mas fallo
de um departamento que o vio de perto, de um
departamento, que foi, quatro annos depois do dis-
curso d'Auxerre, invadido e occupado militarraen-
te pelo allemao. Tudo isto era sabido do appello
para o povo, tal como o praticava o imperio, e ad-
miro-me coma se possa supportar semelhante pa-
lavra.
Tambem em 1870 houve um appello para o
povo, hoje ja st nio pronuncia a palavra plebis-
cite ; oceulta-se essa palavra, occaltam-n'a, dis
farcam-n'a com o nome de appello para o povo
(muito bem I muito bem); mas o appello para o
povo nao e outra cousa mais do que o plebiscito,
e desse plebiscito de 1870guardis v6s a recorda-
cao.! Um grande nuraero de entre v6s desgra
cadamente, como em toda a Franga, julgou leal-
mente que esse appello para o povo, que esse pie
biscito de 1870, podia ser o ponto de partida para
uma transformaflo liberal, a garantia dapazede
uma politics verdadeiramente progressiva, "eon-
fiando nisso, lancarara na urns as suas listas de
quo enganaram, dpsvairados o victimas, que c ne-
cessario perguntar o quo pensam do appello para
o povo pelo plebiscito. (E' assim muito bem !
ApDlausos.)
O appello para o povo, verdadeiro, soraos nos
qua o queremoj, e que o representaraos; mas o
appello para o povo como eonvem que seja prati-
cado pelos homens esclarecidos e livres, pelos con-
cidadios que se reunem, se interrogam, discutcm,
apresentam as questoes, deflnindo o mandato que
querem dar, e referindo se a honra da mmJatario
que aceita a face dos seus compalriotas, sob a res-
ponsabilidade de sanccoes ulteriores, uns e outros,
o mandante e n mandatario, contratando ni ple-
nitude nao so da sua consciencia, mas da sua in-
telligencia, concluem um verdadeiro' pacto politi-
co. Eis-aqoi o verdadeiro appello para o povo ;
o mandante fica soberano, e o mandatario e o liel
executor das vontades collectivas da aacao sobera-
na. (Applausos.)
Fora destas condicScs, o appello para o povo
nao e mais do quo uma menlira ; 6 o plebiscito no
qual se diz sim ou nao. E lembrais-vos que in-
jurias aboininaveis se lanearam em 1870, sobre i s
que votaram nao, no momento do fatal plebiscito
que njs trouxeo estrangeiro? Que inven^oes se
nao espalharam ? Os oppositores eram bandidos
e assassinos; inventavam-se conspiac3es; espa
lhava se o medo e o terror por todos os meios. E
o imperio explorando mais uma vez, pelos seus
processes igoobeis, o terror dos eleitores, extor-
quia-lho seis milhSes de assignaturas. Dau-se uma
carta branca ao imperio, e pree[pitarain a Franca
aos pes da Allemanba. (Sensacio.)
Eis iqui os resultados do appello para o povo
como o entendia o imperio. E n6s dizemos solera-
nemente perante a Frau.a que nao existo sen*o
urn meio de respeiiar a soberania nacional: e fa-
zer com que essa soberania esteja sempre presen-
te, sempro perraanente edominante;e tracar a
linha do mandato; 6 definil-o, e conlialo a ho-
aensde honra. Da colleccio desses mandados
sobresahiia a vootade da tnaio'ia dos francezes
(muito bem I bravos prolongados.)
E entao, aquelle que se nao inclinasse diante de
uma miuifestacao semelhante da vontade da Fran-
ca seria um faccioso. Mas aquelles que vos fallam
de nm appello para o povo so tem um unico fim :
pedir-vos os vossos poderes, apoderarem se defies
para os entregarem a um senhor; para elles o
appello ao povo eonsiste em rebaixara magastade
nacional, e em a confiscar; o appello ao povo 6 o
acto da abdicacao do povo. Senhores, diga-o bem
alto, perante a Europa que nos escuta ; a cons-
ciencia franceza protesta contra essa frande im-
munda do plebiscito, que se occulta hoje com o
nome de appello para o povo. (Sim I Sim I E'
i jso-applausos.)
Quanto a vos, republicanos de V\ onae, tendes
jA soffrido bastantes provas neste departamento ;
estais bem esclarecidos pela norrivel catastrophe
que o appello para o povo descarregou sobre nos,
para que a vossa convicjao deixe de estar for-
inada.
Antes de vos deixar, sinto necessldade da fazer
um brinde a republica franceza, ao seu futura, ao
seus destlnos pacificos, fecundos gloriosos. E'
esta, senhores, a unica resposta que eonvem dar
ao imperio e a monarchia, qualquer que ella seja;
6 ao mesmo tempo responder i espectativa da Euro-
pa, que conheca bem, que emquanto a Franca se
nao der esse governo republicano que reclama, nao
havera seguranca internacional. Sim, senhores,
quando a Fran;a esta desviada, tudo esta perturba
do, em desordem e na inquietacaj. Mas, nao e"
por vaidade nacional quo & necessario fallar assim
nos fomo3 cruelmente castigado3 -6 pelo stnti-
mento da solidariedade, que liga 03 povos uns aos
outros, e qua f3z com que eu nao pense que existe
pessoa algama no mundo, que possa applaudir a
desgraga e a desesperaeaa da Franca.(Muito
bem Viva commocao.Dupla salva de applau-
sos.-Gritos repetidos:
Gambetta I)
Viva a republica I Viva
(DA AGESCIA AMERICANA.)
Baliln. 93 as 3 Ii. e SO na. da tar-
de.Houve noje um grande mee-
ting promo* idu por pesiioas impor-
liinii'-. aflm de proteistar-Me contra
a proposta do polercKeciitivo apre-
HfiiiiKlii ao iiaiianicnio com rela-
cao a lavonra. par ser um eetcar-
neo para a lavvvra de none. Ficou
delitterado iue uma commisaao es-
pecial ira a* Rio de Janeiro pedir
a creacao de una banco territorial
e provincial, declaraado ao mesmo
tempo que o povo da Ban ia reccbeu
mai a idc-a manifestada pelo gover-
no. Honveram nauitos dlscumos
analogos a reuniae, sobresabiudo
entre os oradores O- conselheiro
Daatas e os Srs. Leao Velloso, Bul-
cao, Marinho e outros. Cambio so-
bre l.ondrer 95 r baneario Urine.
5 3/4 particular.
Rio de Janeiro, ** a 1
-aiereado inalteravel.
b. da tarde.
Para Ualh. da tarde. -Mercaio
inalteravel.
PERNAMBUCa
ASSEMBLEA PROVINCIAL
Dlacurso do Sr. de|*iitat!o \asei-
mcuto Portella, pronunciado
na sessit de 19 de maio.
O Sr, Masclmento Portella i -Sr. pre
sldente, a bora esta bastante adiantada. Receio
abusar da paciencia dos nobres deputados (nio
apoiados); mas trata-se de uma matena de maxima
importancia, o artigo da receita da provincia, arti-
go em que se estabelece o tributo sobre a pdpula-
cao ; e portanto, aio teCbo outro reraedio senao
pedir a benevolencia dos nobres deputados, espe
r.ndj que se dig nem de honra r-me com sua at-
tencao.
Na discussSo da lei do orcamento, n5o se deve
ter sempre por flm emendar allerando, substituin-
do ou additando, mas examinar o modo porque o
servico publico e felto, e os recursos precisos para
3ue seja melhorado; bem como, Investigar o esta-
o financeiro da provincia, as suas forcas produc
toras e a maneira porque estas podem ser tributa-
das.
E, pois, nao tendo ate agora apresentaJo uma
s6 emenda, n5o me julgo privado de fazer algumas
consideracoes a respeito de tao iraportante ob-
jecto.
Antes de tudo, Sr. presidente, seja me permiltido
direr que o estado financeiro da proviacia, nao e
tal qual so afflgura a muitos, que tem procurado
descreve-lo em condiQoes tristes.
Os dados offlciaes mostram que, se nao e tSo li-
songeiro qual fora para desejar, nao e tal que nos
deve assustar; nao nos dispensando, porem, de to-
da a prudencia e criterio, na decretacau da des-
peza e do maior cuidado na fixacao da receita.
,E como oa presente sessao a assemblea provin-
provinciaes, nao autorisando despezas ttttm iusli-
ficadas e indispensaveis, espero que na fixacao da
receita, objecto das disposicoas do artigo era dis
cussao, mostre o mesmo criterio e o mesmo zelo.
Eu disse, Sr. presidente, qne o estado flnaaceiro
da provincia nao e tal qual a muitos se afflgura
Ja live occasiao de dizer em ouiro lugar e em pie
na publicidade que erram aquelles que tesaeraria-
menle ksseveram e propalam que a provincia 4a
Pernambuco, pelo mao estado de suas diancas .
nao pode satisfazer seus comproraissjs. As sua<
condicoas actuaes gnrani- m o effectivo eumpri- .
mento dos conlratos, das obrigacoes. dos compro-
missos, que ella lenha conlrahido. E nem o de/S-
cit annunciado em vista da receita e detpeza ordi-
naria, poJe mcutir desanimo ; nao.
Se a provincia de Pcrnarabuc i, pela necessida-
de de dotar a sua capital de ediSci js pnbiieos, e
de outros inclhoramentos que abi eslao patentes.
e de dT a agrieultura meios de transporte, cons
truindo pontes e abriodo c-traJas, nao poude coo-
tar apenas com os recursus ordinarios, e buscou
outra fanta para satisfazer tao palpitantes necessi-
dades, ante as quaes nao devia recuar sob pena ie.
nao manter-se na posicao que tem conquistado.
nao 6 i.-l i motivo para que da i-xislencia de u:i.
debito conlrahido se infira ter ella desmerecido de
seu credito, unto mais quanto nao tem fallado aos
sens pagamentos e nao lhe fallecemrernrsos, para
solve-los, e e manifesto o dcsenvolviniento e pro-
progresso dos elementos de sua prosperidade e ri
qucza.
Do relatorio do digno inspector da thesouraria
provincial, consla ter sido para o anno financeiru
da 1874 a 1873, orcada a niceiU em 2,130:J80J017
e a despeza em 2,629:3564035.
Ha, pois, nm deficit de 509:076|0"8. Nao i isto
uma novidade ; se recorrermas a quasi todos or
relatorios anteriores, encontraremos sempre an
nunciado um deficit; mas veremos tambem que.
terminado o anno fi iaoceiro, a receita se lem ale
vado e o deficit annunciado tem desapparecido.
Nas coadicoes actuaes da provincia e apezar da
rise commercial por que esta passando, ha razao
para esperar que o deficit annunciado para o exer-
cicio de 1874 a 1875, sera senao no todo, em ma-
xima parte coberto pela elcva^aa da receita : a
futura safra do assucar e algodao muito prometle
e constitue uma garantia de accrescimo na re-
ceita.
Se o passado constitue base para ajuizarmos d\>
3ue naturalraenta tera de acontecer.. nio podemos
eixar de esperar que no futuro exercicio succe-
la o mesmo que tem acontecido nos exercicios de
outros annos.
E cumpre nao esquccer que na despeza orcada
pela thesouraria estao comprehendidas as verbas
precisas para o pagaraento dos juros a.nortisa-
coes dos emprastimos que tem a provincia, e que
portanto esta com os recursos ordinarios mottra-
se habililada para satisfazer os seas corapromis-
sos.
Enem deve impressiooar-nos o fa-to de no 1*
semeslre do presente exercicio ler-se verificado
uecrescimenlo da renda : a dillerenca notada nes-
se semestre Ii inida'o tem explica^ao, 6 devida a<>
retardamento da colheila da safra, como e sabido, e
bem pondera o inspector da thesouraria em seu
relatorio.
Portanto nao e tal o estado financeiro que ass us -
te : reclama, porem, muito criterio, muila pruden-
cia, qu-1 (honra seja feita a assemblea provinciali.
tem lido ate agora, nio augmentando as despezas.
Contitue a assemblea nesta proposito. e nao se ex-
ceda na parte relativa a receita, augmentando
impestos ou creando outros nao justificaveis, e na
receie o future
Era 1856 a 1857 qual era a receita da provin-
cia? Era 798:0004000 ella era orcada. Hagraa-
de dill Tcnca para a que ora i orcada, assim como
entre a entao airecadada e a que tera de ser arre-
cadada no futuro exercicio.
Bastaria alteoder para o que tem sido a receita
da provincia do Pernambuco desde o anno de
1836 a 1867, primeiro exercicio para que legislon
a assemblea provincial, c inparada com a despeza
respectiva. Desde entao ate o exercicio de 1870
a 1871 o total da receila arrecadada elava-te a
37,76i: 1804058, e a despeza effectuada a.......
33:72i:'i54*865.
E quasi sempre, a receita orcada sendo inferior
a arrecadada, e a despeza effectuada nem sempre
excedendo a orcada.
Nao ha motivo para receiar due no futuro exer-
cicio a receita arrecadada nao seja muito supe-
rior a orcada.
E compare-se o resultado daquelia receita to-
tal com a que a proviacia concorre aunualmente
para os cofres geraes, c ver-sa-ba que a provin-
cia de Pernambuco somente nestes 3 ou I ultimas
annos tem dado para a receita geral quantia
igual aquella que tem arrecadada para os cofres
provinciaes durante todo e longo periodo de 1836
a 1871.
A provincia de Pernambuco tem em si reenrsos
sufficientes para continuar a manter o credito a
que tem direito desenvolva-os, nao augments a
despeza senao de modo productivo, nao tribute
inconveniente as fontes de receila, e nio ha senao
que esperar um futuro lisongeiro.
Feitas estas consideracoes soara o estado finan-
ceiro da provincia, no intuito de mostrar que ella
acha-se nas condicoes de manter o credito de que
sempre gozou (apoiadas), passarei a apreciar a
di-posirao do art. 15.
Aqui, senhores, estao consignados os tribotos a
arrecadar no futuro exercicio.
Em primeiro lugar esta o imposto sobre o algo-
dao e em segundo lugar o imposto sobre o assucar.
Pelicito a nobre commissao por ter dirainoido o
impost} do algodio ; felicito-a ainda por haver
ilimiouido o imposto do assucar: andon acertada :
mas peco permissao para dner-Ihe que eonvem
complctar o pensamento que a dominoo.
0 impost > do algodao era \ '\. e a commissar
propde 3 3|i \- Creio que se pode, que se deve
reduzir a 3 .r*.
0 algodao ha 13 annos, senhores, (no exercicio
de 1860 a 1861) dava apenas uma receita corns-
pondente a exportacao de 15,405 saccas ; cntre-
tanto que nos ultimos annos tem angmentaaV
Unto a produccao que cumpre-nos aUeader
para o seu futuro, diminuindo-lbe a taxa. ja quo
nao podemos por outros meios favorecel-a quanto
desejamos, pela facilidade e modicidade do trans-
pose, sendo como sio eonhecidas as difflculdades
que o agriculior do algodao tem a veneer para
irazer ao mercado seus produclos.
0 Sr. Manoel do Rego da um aparte.
0 Sr. Nasc.imento Pobtella : Temos, diz bem
o nobre deputado, procurado favorecer o algodio.
decretanda garantia de juros para estradas de
ferro ; mas nao eslao ellas feitas, e ainda nio esta
elle no gozo do beneficio, excepcao faiu da estiad*
de ferro do Recife a Una.
Emquanto, pois, nao sio conslrnidas esu es-
tradas decretadas e contratadas, favorecamol-o
com a dimiuuicao da imposto, que sobre elle
pesa.
0 augmento de exportacao nos ultimos anno*
habilita nos a diminuir o imposto sem receio a>
grande differenca na receita provincial; o aug-
mento da produccio Ua de cempensar era latg^
escala a dillerenca resullanle da duninuicao do
imposto.
Como disse, a safra de 1860 a 1861 foi de....
15,405 saccas ; entretaalo que a de 1870 a 1871
foi de 179,137 saccas; a de, 1871 a 187i do....
335,180 saccas, e a de 1871 a 1773 de 78,48x
saccas.



a*
,



I


1
Hii

* pSp^G dc Pcroatnbuco -- Qumta feira' 23 de Julho dc
1W4
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;l oiHtn/ t*/M

O ingmen'tsla proiuw*.o deste ^eftcro, urn dos^WTTT sattes, e Jo mawavaljrWBfly 'srceos; [fl^as dM 'MAVS. viag--; rtas-rm-JI*, n qaal
priacipacs da exportneto e um <*as malsrico*a,4J Hin#t*ritat do iritiai I*V9r3^
-^~~
M.J.
poasairaos, gaOWO* possibili#,iite Ja (li'niVCV
io imposto sam ajtarecao pa fumfur/i Ja reu<<
calenlada, tamjnais qaawe a esperada* anft
s-aTra maior jnnnrt fc ultifttaaieuto lindas, segav-
do informac/>d*M$aa'- tenho 4a aflo sertao*
Conseguiatemeote, seespCTanws ama predticcao
-maior e se davemos favjgjscer a injaslrtaalgodo
ieira, me parece quemjrtttfj eoitrf'rsslo para
completer o seu peaawieata precis*-aeabar com
essts &;'i que abi eslla, Jicaudo apcaas em 3 "[, a
mposicao sobre o aagodao. '
OSa. Gomes PamMTTb : Fi' wuito grande a
refiuccio.
0 Sa. NASCiaENT* Pwrsuia-: Seja me fer-
r.ittido, para encaraeef-a coaYdaieacia eneoessi-
lade dessa reaaoelo/lirrocar aj*piaiaoraailetom-
'ipetente da respeftavel Assodatfta Commercial Be-
ueficente de Peraarabuaa a tespeito dos R9 que
peiam sufc e o algodao. Hit ella em -aeu rela-
urio do annq.de 1872 : )
Nao eccdoraro quo oproduetorse veja obri-
jiado a dar am fardo par outro que raanda ao
aaw ^aaaajltoj o mais*aixo preco do traasporie
entw 4M *-'JW por ca*ga de 1J arretoas. .
Estirsadoem 9*otpreco calculado pelo meJio
de I arroba, proJui uma carga de 10 arrobas,
904 ; dedutido fceto, a capa e vmnaaenagem
ifte pode ser eslimaCa em 304, roriaca se um
aldopara o agricttltor de 60*.
Galculadaias -tsxa's sobrc o producto bruto de
1*', o systcraa *:tual de iuipeeacao co se-
' ^uiote :
Bimtosirera^-91. 81MW
Direitos-pjovitrciaes 4 \ 3>600
114700
Temltado este cae, cqaivaleaniGasi JO|. sobre
' ullor depois de 'pago a transpor-e.
Creio.qae a^te e^a xposii;ac aao se pode dei-
\ar de couhee^r a neresfidade palpitante deir
in auxilio da iadustria stgodoeira, alliviaudo-a de
i!na patte'de irttiutn, ! 3,i '\. qcs prpoe ci>B)iissao, reluzamos
i 3 v
l*recisaraos, fazo-lo ar-.speito nSo to do aigo-
JS'">. comp to as-urar f
E' precis* eon-iderar as condifoes especiaes xpoTia^aa do algodao : os-ercados que o rece-
l";m e a-oeocurrencia, que c a>,jsj algodio siilfre
-oiB-o de outro* paizes.
0 nosso principal mereado do algodao e a Ingla
terra. No exerdcio de que Cailo, de 1872 a>HJ73,
^ expona^ao foi a seguinte : ('e)
a Vara a Inglaterra lf?^ii saccas, llc?par-l'.a
!7,o)*. Franca lo.iOU, Allerainha 1",058, Portu-
!;a!7,220, Hat) a 6,851 e Suec'u 1,917.
Bth alguns destts niercados o algodao dos;i^ta-
dos-LTnidu.-i c o do Egypto coocorre de motlj tal
. i|ue hoje se noia nmito tedsivel differenca eaire o
pre^o que adjoire o uosso e o aljjoJao dessas pro-
oaoeileps.
"Ouir'ora o no*so.algo4ao compctia mntajo'eraen
ta com o de oufas procedoacia>, de forma tor
setnpre prefereneia ; mas a perfcicio com que te'n
sido cultivado em notros paices, ha concorralopara
que o rosso nao mautea&a a preferencia.
E' isio muito labiao e vejo c riGrmado pelo que
ijfere em urn dos ultimo* nameros o jurael-da so-
leiade da defriza i! d) (k'.euvjlviinenlo do coin-
iaeriot da indoatria de Uaiselba.
Eis o que ahi se diz :.(I5).
E-ta dil^ren^a de preyu, nuta-se tamb^m em ou
(roa inercidos, a re>peii dos quaes uai'terttio da-
'.s olOciaes, cumo este, pcra apre-entar u asjem-
I lea.
Istj mostra a nccessiiade qu-i temos de olhar
com anemSf para a pruduccao do algodao, lirra h
']uanto possivel dj tribute i|ue a onera, e ao mc3-
iio ttinpu faziT com (pwiEao-so i.ielhore.a cultura,
.i:no me o algodao chegoe a este mereado de ex
pirtai;io em oulras coudhj5e.
Hi muito dlscuidO, mutta falta dezelo-e de am ir
a-> proprio inter-sse da |>arte do prodtretor do a g>-
i. m n i in id > por>|ue o remetlc a este mereado :
ami cliega muiin tlifTtfrent*', muito depreciado
ir.esmo, e assim v ti cbegar ao mereado cisumi-
J.>r em condi^ues desvantajosas.
Talvez conviesse estabelecer differenja de taxa,
favureceniio o algodao bem preparado, bem acon-
dicionado, e onrrando aquelle que chega a este
mereado em condir">cs diversas.; mas alem da dif-
teuldade de exeenoao, nao sei se a dnTeren^ de
li'ibuto actuaria, como fora para desejar, no animo
o i agriculior para produnr melhor, e ter mais zelo
e arondicionamento e rercessa do algodao.
E:n todo o caso diminnindo o imposto, faremos
benefiflie a uma classo de nroduetores, que tanto
nus merece e quo pelo grande augmento de pro-
<;.io.
E" preciso mesmo qne oifararaos. Nanjdehoje
que, quando se trata de fazer seutir a necessidade
Ce diminuiro imposto geral de exporlacao, quer do
alg')dai. i|uerdn as-ucar, o grande argumento c :
<. Se baixarmos o imp>sto geral, as- provincial
In liainos pj'-mIii.-t^s menos iribuikdos e por conse-
<[tiencia aegmentaii > imposto provincial. ;E' pre-
(., senhura", que nos da provincia mostremos
<(Le nosso lim, daman jo contra a exazerada taxa
geral de exportaciio, n.io e fazer com qao os pode-
resge*raes diminuam o imposto deexportacao para
(jue possamosdevar ., impo-tto provincial, mas sim
para qae favitrecamos a ludtsirsa agricola.
Mo> tr-'mos que. tentu> bastante patriotismo para
dar o exemplo de baixar a taxa provincial gem qne
a geral tenha baixado e para lio eleva-la qoer seja
maatida ou diminuida a taxa 'ral ; mostremos
p ivincia.
Pr cedendo assim, damos pwn significaliva dos
"aiimentos de qae estamos e de-veraos estar dumi-
P. dos. .
Faliarei agora do proiucloassucar.Paaava
esle e aiada nr>aga fi r6is por kilogramma, H5ja o
.tsaocar branco. seja mascavado, seja relioado, seja
>-rystalisado. Haja, portanto, taaior ou uienor cs-
furi;o na prodnc?ao, maior cu menor despeza na
.abricaraii do producto, esti este sujeito a uma
mesma taxa invariavel, seja producto perfeilo, ou
nlo perfeilo, niais ou menos trabalhado.
A nobre commissao estabeleeeu em lugar da
taxa de 0 eels por kilcgramms,a de 3 por cento e,
porlanlo, urn imposto ad valorem, como aquelle a
que eata sujeito o algodao. Tew toda a razao
neeta substituicao. Nao havia m >;ivu para que o
aigodao pattue uic imposto ad calor-em e o assucar
imposto differente.
Tal como estava o imposto havia dupta des van -
tsgem. Se o asskcar dava bom preco, na razao
do preco nao era recebido o tritoutu, mat ao a\ ra-
zko-da quantidade -exportada, de farma que, se o
Utticultor suHria com a baixa da pre$o, ficava
sempre actuando o uaesino tribato, a mesma taxa.
O imposto ad Dmu;eni esta sa raeao do preco
j.orque o producto e wndido, e, portantQ, do maior
on uienor lucro, que, eenforme e^ae prego, possa
a lferir o prodnctor do.assuear.
Tal como tem sido o imposto tie 4 j-eis o kilo-
,:;amma, quof se trata 4e assucar branco, quer
do mascavado.. quer de cefinado, e qjaer de crvs-
.aJsado, o Hnposto e sempre o mesao : a des-
igualdade 6 maoifesta. *
Desde que o asauear braaco exiga mais trabalho,
maior despeza, itaior oateBjO, do que o assucar
bruto, nao ba. razao para que o prodactor paeue
ore o assucar branco taxa igual a aquetta a que
esla sujeito o assucar raascawdo.
\doptando mesmo o imposto. ad valorem, a que
ouir'ora esteve sajflito o assucar, takez cooviesse
rystalisado, (osse msk baixa de que a de 3 ti(0
idimttida no project? : seria tafrcz assim iadi-
rectametite promovido o melhoramcnto a? fabrieo
do assocar.
I!* notavel o decreseiisento da prodnc?ao do
assocar braaeo, e o augmeato que ten harido na
produejao do assucar bruto ,au maseaTado : Ou-
tr'ora era a expcrtajSo do assuear branco
maior do que a do assucar aiascavado e bruto ;
mas ha muHes annos qae iiio nao acoatece ; 6
mt.ito maior, nem gaarda mesmo proporcJo a ex-
fKMlacao do assaear bruto com a exporte^ao do
assnear branco. Consegjintemeote o preductor.
do assnear braneo que emprega maior ecforgo,'
que despende mais do qae o prodnctor do assucar
maiieavado, n*o pde nem dere estar sujeito a
meHBa'taxn, deve ter algnma differenja. Por isso
mesmo que aperfeigoa mais o seu producto, Ita
imiirln* mais a sua ac$io, preciu ser farorecido
por ama imposieio meuor.
G-ffue ersra produces* do assucar ba 13 annos,
am 1860 e 186J ? a provincia exportou apenas
730,476 saccoa entre o branco e c bruto masca-
vado. A sarra flnda, porem, elevnn a axporta-
cao a 1,518J9&'6 saccos. A difkrenca 6 muito
grande..
0 Sa. J. Mello Bego :ff certamente muito
grande.
0 So. Nascimetto Pobtmxa. : -...e esta differen
ca, ]>os quo menor, nota-se nos artao aulariores-
de 18701871 e 1871-1871
M;w vejamos as qualrdades d e8ij assucar. Nos
ia se que dd assucar 'braoco foranj exportado-
vjdj*' 4 9.
Ain'da m-.'smi iaSlo o'aasc.ioV natifferenci vin.
para ms cavadelambena cm herrieas, fin-sereprt tnuOo
sensivel e nota,vel a JiflTereuca Wire a p-xpona^ie
do assucar mascavado e do asucar brmco. ls!o
nlo' pode deixar de dcspcrJ-ar nossi atten^o,
pois Infloc na riaa^a da previaeia. Nao preciso
mostrarquanto teria aaB) a penvinda w naex
portnio a differcni-i em Tavor da qaaaUdado do
assucar brance, reftaals oa crjstaltsado, fosse
a mesma que so nota em layer do mascavado e
bruto
Sei que mao nos compete diier ao prodactor
que Ihe ceuvem mhj faaer, sc piodanr os seas
iateresses e qae elk se deienniaa peia producpio
desta eu d'aqaella qualidade; mas cumpre-aos,
pela dWeren^a do 'imposto, pMmever o "aogi*ento
da producQao de >producto mais aperfeicoado. Ha
urna coniideracco quemuttxlevcinfluir : oaosso
mereado de assucar branco estifcojo muito cir-
Curascri. to, assucar branco, oa mascsvaiCo, por-
qus conformc muito limiudo : o nosso assucar
l>ran;o na sJfra de 1878 a tf!Z foi pata o Bio da
I'rata, nossa principal consamidor, Portugal.
Montivideo o Chile; para ouiras partes da Eu-
ropa nao 'foi ; apenas para o Canal i,9uJ sac
cos. Isto mostra qae o 'preductor do assucar
arauco eacoatra difBeoldBOx' -na ofcpertaca,. e que
por isso mesmo e preciso ;r attendido, pagandc
taxa^ ntecor. tv
.Quango do assucar mascavado so a Inglaterra
recebeu-ROS da eafra paooad -j>06yX)0 -saccoa, a#
Estados I'aidos *,7e, e assim em propercio
outros'paizes, o wercade do assucar branco ceu-
servotL-se reatrietocome]fica'dito.
Accresce que ami dos inercadss para onde -sao
remestidos os nossos assucares brancos,-temos um
grande consunudor bo proprio paiz
E assim que as provincial do Rio de Janeiro,
I'.io"Grande, S. Paulo, importaram do assucar brau
co de Pernambuco 84,788 saccos e o9,561 harricas.
E se em algumas outrasproviucias, tambema can
ca e cullivada e o assucar 'fabnicado, convuut que
-a taxa sobre o acsucar braaco nao diMlculle
e.,pf r'.arao della para outras provincias.
A bora esta aikaotada, e cu lenho por dcrnais
abusado daaUencae dos nobres deputad^s .( nao
apuiados ). Tenlw que^fazer outras cotwJderacoes
e eapeciaimeete a respeiio de um dos nossos mais
ricos productos, o gadu^mas aguardar-me-hei para
a sessao seguinte. Pjr hoje so me resta abrade
cer a benevolenda dos noijres daputadiw, ouvin
do-in.- ate esta hora lao adiantada. Eu continua
rei em outro dia. \ JUuito -bemj)
%<;# ma*irscc.iP:n'- >(? -"'7 gi r.|.ij,rioi;<. ,u,\ qajai Q. cra.vos '.!, escrv*5:
da t'-^roia de. !J4 31 ita de V873. >Tieutgdos A. cusu
Vcyerfit'ciUtr.ra4as> -A-'Vi di ^TJCflC
t-ft, ntnglit Boilto(*da Kar-^a, 0 *. brasile'rwtf >**|
fis, W IMua-pttaa wcalas; a S?, brasieirea f**
". dos pirios do f i;1, c Ceava, dos portos do "nor-
to do miperio ; a 29, o inglec Boyne^ da Rio da
Praia Delas e.-calas; e J Js agoslo, o iaglea Co
tof.ii, rte Calhao peias esoalas.-^-.
.%HHivorc4o.-i>mpletam-e hoje 34 aa-
n4 que S. M. o Imueralar o Sr. D. Pedrs it at*a-
fia a sua i*aiOrJda'e. Por esse motlVn fcs'.arao
embaudeiralas as estates publieas naiies de
guerra, daadea fortaleea do Brum a salvado a-
Wlo.
LTuKaosUcn. *y Segutdo carresaon|enclas Sr. Carpinteiro, conform? esta annuQCiada.
de Consiantinopla, w-.ina naquelle pasz am medo
in k'swptivel causalo por uma fuoesia propbe-
cia.
NacVjMfts 257, wlheres 7, estraqgeiros
3 Total 332.
cusu dos cjfres, p.
Movmieaiu fla en'ermiria ui dii 2
t'raneis^o do Nasoianeata^'tmarhea. .
veram alia :
Kmiliano lose da Penha.
Vicente Quaresma da Silya.
Leiluow Amanda <2V;, as 10 1(2 boras da
maoha, paitira da estacao do ireo da Santo Anto-
nio o tre:n que servira da condutir gratis os cj%-
carrentes ao leilao de mweis, lor.ca e crystaes,^
por intervenpao do agente Pioto, no sobrado de S.
Jo? Outro.Sabbade, 23do coneote, veaderao
mesmo ageote difftrentes miudezas avariadas, as-
}-sim como uoucaixa de caloados, tado ao correr
I'm astronomo,mago ou propfceta israetita prog-j do martello, em seu escriptorio, a rua do Bom Je
aesticott que aforutosa cidadado IJadioKioy des-j iu n. 43. -.
apat-eccia dasa;i<;rficie da terra dentw em pouca.{ T.iinborn hoje, liaveri na Feira Semanal, o
ntiga Caledonia qualifteada av lei
4>adinkeny, antiga (.aieaome qua
moderQa Niuive, esta situada defroate de Stam-].
tooul, no mar de Marmara, e coma uma populacao
de 40,000 habitant**. ,
0 uovo Jonas nSo dtsse de qae mod > dos#ppwe-
cera a popiosa cidade, poreai os amedroatados
habitantes r.pressaram-se a evacual-a, receiando
Hear ciivouos nas suas ritwas, m quaijto qae am
grande numero de cstraugeiros acodem, pelo con-
trario, a w.cerrar-se nos seus mwwaiara person-
ciarem de mais perto a dennaciada catastrophe.
\ao xlivciam ruik auciuw aatedi-
iias. Mm uonsequeucia de am JuelUi qw hoik
ve ein S-tuiz do Senega), eatredous offlcia-* frafl
cezes, unbos otllclaes de marisha a horde do Wt-
padoa, duello do qual resultou a morte de am dos
combatentes, o clero dacolooia recusoB receber o
cadaver da victima, sob o pretexto de qae a igre-
j considera o duello como amsuicldio.
Em -consequencia desta recasa, Teferajj Progrfs
da uQiforme, fvram buscar o cadaver ae awpital pa
ra o conduzir ao cemilerio.
Ao passarem por diante da igreja, fecbada por
ordem do clero, o coronel Gaily fez parar o corte-
jo, coflocou-se o caixao no cV.m, descobrlram sc
todoc os assistentes e o coronel leu em voi aita 0
ol'hyo de defuntos.
y governador assisti > ao enterro, acompanhaa
do o cadaver ate o eemiterio, onde o curynel Gaily
proDuuciuu u.n discur.-o.
CoHtiiiu<- inglcaea. V Inglaterra ve
llorescer a sua liberdade, ju.-i iiHeste por que sabe
mauler todas as suas lradicc/3es antigas.
A sua ari?ticracia, a mais poderosa do munlo,
nuoca romps os Iacos que a ligam as classes po
pulares, as-nn como o seu govern> esta sempre
em cunt a -to corn todas as cla"ses do pov--.
(Jm dos costumes mats antig chefes de qual |u-r novo gabinete entram como
socios honorarios na celebre sociedade.ttj* mestres
alfaiates, cuia origem se perde na noiti dos tem-
pos, e cujo-banquete annual apresenta um eaplen-
dor igual aos do palacio de Wiudsor.
!;> in J js este anno Disraeli e lords Derby e
Salisbury como membros honorarios, o priraeirc
min^tro, no seu brmde-discurso defendeu a igual
dale religiosa que cm nada damailicava a igreja
anglicana.
0 povo inglez, disse, vivo livre porque reapeita
as instituivoes political e ama a sua rainha repre-
sent lutn da magestaile das leis.
A caiuar.i dos lords, comquaoto hereditarta, ac-
cresctotou, e um verdadeiro senado representati-
ve e a camara dos communs a emanar.ao de mais
de 12 milhoes de eleitores. 0 povo mglez sabe
que '.em no parlaraeuto tim drten-or das suas im-
uiuuiclades, e que o governo amparara os fracos e
sera o protector dos desgracalos.
Por isso a Rftcap se mostra socegada, confiada e
satisfeita a sombra da liber lade commercial quo
derrama os seus benellcios sibre a Inglaterra.
Lord Derby disse per seu turno qae o aspecto
geral da Europa apresentava uma tendencia cadi
vez mais pacilca.
Nunca as grandes potencias tinham demontra-
A) dfsejomais sincero de obter aconfianca e ami-
aftda da Inglaterra, e esta corresponds a taes sen-
limentos cum uma politica lealmeule pacili ia, pois
se o primeiro dever de um ministro iuglet e man
ter a pas da ioglaMaty* ae^umlu e -couservar a
paz da Europa.
HiHcelaiaiit. 0 gorerno fraacez desasoce-
goa-se com a publ cajio dos dianos americaaos. e
repruaueead pelos do outros paues, do ultimo li-
bello de Kochefort.
Para obviar ao perigo d.i circulacio do-tis dia-
tribes incendiarias, resuscitou uma disposi;!0 Jo
tempo do imperio, por meio da qual todo o diario
esirangeir.0 deve ser submettido a pre via ceosura
antes de circular em Franca.
Por mutivos que sao benjiiaccis deperceber,
esoalharam se ultimamente em Frauca umas___
70,000 photographias do ex-priu^pe.imperial.
Na nolle do 24 de maio reunira se em Roma,
na pr i ;a da Columaa, o pa.seio mais frequeulado
daquella cidade, uma granJe multidao, emquauto
Ee dava um concerto. Os assisuntes pediram o
bymno real e dep> is qae a orchestra o executou,
seodo acnl'iiJ i com grandes applausos, qm iadi-
vidao principiou a assobiar. Cairo quo estava ao
ladocen-urou-otravando-se d'hi uma contenda
Um grupo dirigio-se, cm seguida, ao Vaticano,
gritaado : viva o rei de Italia I porem ao cae-
gar a praja de S. Pedro encontrou-se cam uma
lorca armada que lbe fechou a passigera.
A multidao dissolvcu-se i.mraedialineute, haven
do comludo algumas prisoes, segundo se diz.
Calcula se em 8 milhoes de reales aa perdas
causadas pe:a ultima tempesude nos campos de
Saragoga.
Quatro peregrinos americaaos fizerara pre-
sente a sua santidade de um magmfico album que
cominha 60 assigaaturas e ajguus diamantes uo
valor de 25,000 escudos.
Aununcia se quasi offlcialraenle que a Nova Ope-
ra de Paris iaauiurar-se ha no 1 de Janeiro pro-
ximo.
Como titulode Vmaqtieula}de meckunica pu
icicuu o Sr. I). Martin Villar e-Uequeaa am folhe
ao, no qual trata de provar a po>sibilidade da ua-
vegacao aerea, fazsudo para esse fim nm estndo
sobre o aspect j mechanico da organisacao da ave
a qua), sem faltar a lei de que todo o corpo sub
mergido em um fluido perde nelle uma parte do
seu peso, igual ao peso do fluido que desloca, pesa
uao obst^ate mais que o ar que expelle, e sem
embargo a vemos voar facilmente em todas as di-
recgoes; do que deduz, que es udando mechani-
camente as aves, poderiam conduzir se com com
REVISTA DIARIA.
Iiistriiccao publira. ror portarias da
presidencia da provincia, le 23 e 21 do corrente,
foram removidos:
A professora puhlica da cadeira de Panella
Anna Igaez da Silva Uaiio- para a d > Campo
Verde;
A professora Ax Veada- Cran Cavalcante da Silva Costa para a do Fundiu ;
A professora de Abrea de Cna. H^nriqueta
Amelia de Meuezes Lyra para a de Paralibe.;
A professora de Tacaraiti, Maria Isabel do .Meio
loora para a da povoaoao je Tejucupapo.;
A professora de Vertentes, Jacinlha Avelina da
Cruz pan a da Golonia Isabel;
0 professor da extincta cadeira da Praia dos
Carceiros, Aureliaoo Augusto de Vaseoncellos pa
ra a deS. Vicente, que se aeha va^a ;
0 professi r da cadeira de Sanhara, lambem ec-
tinc'.a, Hoiino Kpiphaaio Rodrigues dos Santos
para a do Ituiqae;
A professora nomeada para logazeira, Maria
Candida de Figueiredo para a do sexj> masCultQo
ullimaiueiite creada na escola modelo;
A professora da villa de A?ua Preta, Co.-ina El
vira de Araujo para a dj sexo feuiiaino ultima
ii.ent" creida in escola modelo;
A professora da Ponte dos Carvalbos, Pbilotnena
Paulina da Silv* para a ultimaui ale crea ia ;n
Campo Grande, freg'jezia de N. Sra. da Gra.a da
Capunca;
A professora do Bom Conselho, Frncis:a Ma
ria da Annunciacio para a da Gloria de r.oit.i ;
_ A professora de S. Henedicto, L'baldiaa Afra da
Conceicao Vieira de Mello, para a do Bom Cmse
Ibo;
A professora da Gloria de Goita, Marcoliaa Fu~-
lado da Silva Cabral para a da Ponle dos Carva
Ihos ;
A professora de N. Sra. do 0' de Maranguape,
Francisca Seraphica de Assis Carvalho para a
ultimaraente creada no llio Doce, comarca de
Olinda.
Refiiatro Ic n> iitlu-cu.s. Por porla-
ria da presidencia da provincia, de 20 do corren-
te, foram conceJidos seis mezes de licenca ao ofli-
cial do regisfo geral das hypethecas, bacharel
Fulgencio Infante de Albuquerque Mello, e foi no-
meado para exercer interinanicnte esse ollicio o
comnel Manoel Camillo Pires Falcao.
o:nmi-aiio do pelivta. Por porta-
ria da presid ncia d.t provincia, de 20 do rarreu-
le, foi nomeado o alferes honorario Jo exercilo,
Antonio Floriano de Mello, para commissario de
policia no municipio de Santo Antao, por nao ter
aceitado a nomeacao Fiavio Jose dos Santos e
Silva.
Expocilcau do. I'liilii. i,,tia. Ama
nha, sexta feira, 21 do corrente, deve haver reu-
ni.io dos membros da commissao ecatr.il. do Re-
cife, para acquisicao dos productos da industria
uacional para a exposicao internacional do Phila-
delphia ; no 1' an lar do sobrado a. 83 da rua do
Imperador.
itiiiiiciro. 0 vapor Gequid levou de nossa
praea para a da Parahyha 6:1264880.
t*as*;meuto. Honlem, faheeeu, victima
de uma hernia, o Sr. Antonio da Silva Guimaraes,
agente do fumo, tabaco, etc.
l*<'rl-u u lauw.- Em 21 do coneote,
pelas 11 boras do dia, tentou o pardo de Dome
Manoel Francisco Ferraz, (prUr um cavalio de
Agostiuho Rtbeiro da Silva, marador a ruajio Si
lar, da fregueiia do Ractfe; parsetcudo, porem,
pelo clamor pu'alico, foi areao a |adeu o. lauce.
ilunait icli. Na lagM* denomtoado -Oiho
d'Agua Cercado, da aulrieta de CuloLia, tanaode
Floret, Valentim fiiaa das -Saaias, eaa-3 dp corren-
te, assassinau Man jet Bezerra, cnu um tiro, iiva-
dio-se..; a auloniade cam^iteitte toauia ouoheci-
memo do facto.
rervei-MiiUtie- Na.noitc aa 2? dejaahe
uUirao.'Gmlhermina Maria da Coneeieae, sultesra, modidade pesoi relativa'uente maiores, se se cons
com ill aaa'os do idade e moraJora earn seiu past truissc uma machina com as inesmas condi^oes
%-asies, objeetos de our* e innameros artieos
dp uso domestico.
Cemiteri* tnilico.Obituario do dia 20
de julho de 1W4 :
Manoel Antomo Pedro, preto, Africa, 60 annos,
Baa-Vista; hernia. Mandado pela policia.
Hanoel Jose de Azevedo Santos Junior, branco,
Pernambuco, 30 annos, solteiro, Graca ; phtysica
pulmona'.
Sebstiao, preto, Pernambuco, ignora-se a idade,
Boa-Vista; espasmo. ^
Thereza, preta, Pernambuco, 38 annos, solleira,
Boa- Vis ia, hospital Pedro 11 ; tuberculos pulmo-
'area.
Joao Fraocisc.0 do Nascimento, branco, Pernam-
buco, 20 annos, soUeiro, Boa-Vista, hospital Pedro
II; diarrhea.
Antonio Alves dos Santos, .hospital Pedro II;
bexigas. Mmdadopela policia.
i Tdiin, branco, Pernambuco, 3 annos, Recife ;
bexigas.
Hermelinda dos Anjos Maris, branca, Pernam-
b :co, 41 annos, salteira Boa-Vista ; eclampsia.
E/.e luiel, branco, I'crnambu; j, 4 mezes, Boa-
Viota; variolas.
Joaquim de Azevedo CafValho Siqlieira Vareja),
branco, Pernaaibuco, 20 annos, solteiro. Boa-Vis-
ta ; tuberculos pulmonares.
Djmingos Josd da Costa, branco, Pernambuco,
61 annos, solteiro, Poco ; ascite.
Anna,liranca, Pernambuco,2 annos, Boa Vista;
Cunvulsoes.
21
Maria, parda, Pernambaco, 11 horas, S. Jo-e ;
espasmo.
Jose Marques de Moraes, prclo, Bahia, 08 an-
no?, casado, Boa-Vista, hospital Pedro II; tuber
culos pulmonares.
Antoaia Maria Genuina, parda, Pevnambuco, 30
annos, solteira, Recife ; tuberculos pulmona-
re*.
J-.iao, pardo, Peruarabueo, 1 anno, Recife; be-
xigas.
Manoel, pardo, Pernambaco, 8 dias, Santo An-
tonio ; tetano.
Alferes Manoel do Nascimento Costa Lima,
branco, Paraliyba, 31 annos, casado, Boa-Vi?ta;
cistite peritonite.
Virginia Maria Ramos de Almeida, branca,
Pernambuco, 30 aunos,. casada, Graca; caccro
ulerino.
Felix, branco, Pernambuco, 1 1/9 annos, Reci-
fe ; eonvulsoes.
Maria Amelia Bastos Cavalcante, branca, Per-
nambuco, 20.annos, casada, Boa-Vista ; tubercu-
los pulmmiares.
Ernestine, braoca, Pernambaco, 3 mezes Boa-
Vista ; -meoigite.
EJaarda. preta, Permmbnco, 9 mezes, Santo
Antonio ; bronchite.

Manael Ufez dos Vatlas e a multier daste, raudan
tos na cidade do Rio Formoao, daa a ana uma
crianca, e esta foi por aqueiles enterrada no
quintal da prop rid oasa.
Chegando, porem, noticia do (ado. ojuiuaoso ao, dade, ficava suspensaa associacio geral aileraa de
raeclianicas e mathematicatueute proporcipoadas.
t) director da policia de Berlim puldieou no
dia 2"o de junhc, um edi:o raanifestando que, e-
gundo a deCisao de 23, dada pelo tribunal da ci
c'i.nlieciinento do respectivo subddegado, este
pron>ptaiDtae, depois de pro cadet .-iaraas in-
veatigacoes, levou a effeito a exbumaoav do cada-
ver do recemnascido. Verificou-se ser do sexo
masealino a crianca, e havendo serias presump-
goes de ter stdo e la assassinada pela mii e os
pais desta, foram todos recolhidos a prisao, a re-
querimenlo do Dr.'promotor pul^ieo da eomarca.
Prosegue-se contra os cnauaosos aa forma da
lei.
Frt-iuczia *1 Viujca Dessa loeali
dade sao incessaates as reclamaedet a respeiio aiuencia abseluU aoa ahi ha de aeeaa li-eal; r>
cocimercio a retaiho de todo o geoero, lojas, ta-
veraas,.acottguesetc.aunarain-e de pesos e uie-
didas roubados e vexam a povoacao; toda a ca;ta
de aoimaes ssltos infestam a mesma. com sensivel
prejuizo de qoem tem planuicpes, e falta completa
de assaio.
A' virta do expendido,. d que deliberar4 a illos-
tre munieipalidade do Recife ?
lnqu*-riio policiavca, Tiveram o coa-
vEajente destino : os que se effectuaram pela sub-
detegacia do 1 disirlcto de Afogados, contra Vi-
ceate Ferreira Borges da Foaceca e Manoel Gre-
gorio dos Santos, por crime deesluprq; pela de-
Jegacia do Bio Formoao contra Pedro Raphael, co-
Dhecido por Pedro Fael, Josfi Gomes r.e MeJe^ros,
Jase Lourenco e Joaquim Pinto Farreira, por cri-
me de farto de carallos; e pelo sa&delegado do
mesmo districto, coatraAntoaio Amador dos San-
tos, por crime de loobo.
Corveta Xfeifieroliy,Veto haaiem para
o ancoradouro este aavio da' armada brisileira,
eonstruido ha tres annos nos es;aleiros d i a.rseaal
Ac marinha da corte.
E' dos mais hndos navios da armada brasilei'ra,
de I* class-, de systema mixto, calando 5 meiroi
e 49 cent, a re e 4 e 58 ivaqte, movido por uma
machina auxiliar a hellce, da forca de 200 caval-
loc, moolaudo 22 canhSes litos de calibre 30, i
raiados de calibre 2, e 2 ditos de calibre 70.
JS" commiadada pelo Sr. capitao de fragata Joa-
qaim Jose Pinto, e tem uma guarnlcao de 322
pracas, inilusive ofllciaes da armada e das classes
annexaa.
A seu bordo acba se aiurma de guardas-marf-
irabalhadores,
0 edlto recorda ao mesmo tempo as disposicdes
peoaes que ex is tem legalmeate a respeito dos mem-
bros das associates que estao factiadas, alula que
seja prsvisoriameote.
Nao obstanle o segredo que se guarda a res-
peito das deliberates dos bispos allemaes reunilis
em Fulda, dizia-se nesta cidade, qae na seguada
sessio celebrad i no dia 25 de junho se tratara de
verificar qua's seriim, enU*e as leis ecclesiastic**
puiilicadas ultlmameate. as que poderiam serado-
ptadas pelos bispos, com ou sem cjo licoes.
FaHaseem Part* de um projectado enlace
da joven priaceza Jranca de Nemours, ulna do
duque de Nemours, com o conde de Bari, irmao
consanguineo do ex-rei de Napoles. Francisco II.
Cre se que as nupcias serao celebradas em Pa-
ris uo principio do proximo outono.
Celebrou-se em Seauvais o 402' anniversino
da defeza beroica desta cidade por Joanna Hachel-
te. Segundo o uso, doze joveus, ulbas das pnmei-
ras familias da cidade. foram j bora exac'-a do dia
anaiverjario, dar asajva da aclilheria, tcadiccio-
ual.
A Gazeta 4e Ferrary noticia qae a eelebra-
cao do quarlp auniversano secular do aaacimeoto
de Ariosto foi adUdo para a primavera de 18:5.
i'i" jcedeu-se ba poueo em Londres a veada
em leilao das eoudecoracdes que o daque de Brues-
wich possnjj. A renua lolal produzio 18,000
francos.
Companltia do Beberibe. Os res-
pe.::ivos accionistas sao de novo coniidados a
se reunirem ao dia 29 do corrente, pelas 12
horas da maniii, ao escriptorio da corapaulua,
a rua do Caboga d. 16, abru de deltberar-se
sobre as coatas do anno Unanceiro. A reurJao
se efleduara com o numero de oecioniatas que
comparecer.
JLotea'ia A que se acha a venda a b--.neficio d* innandada de Santa Anna, da igre-
ja da &adre de Deus, a qual corre no dia 25.
Caas tie deteacao.-Movimento da caaa
de delencao do dia 21 de julho de 1874.
Existiam pi.osoa 330, entraram 5, sabiram 3,
existem 332.
A saber :
rmcCNICA JUDWUSEL
Tribunal ACTA DA SE3SAO DE 20 DE JULHO DE
1874.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. UONSELKRldU ANSII.M'
KRASr.lSCO f KRKTTI.
A's 10 boras da manna, presenter os Sra. de-
pulados secretario Oiinto Bastos, Alves Guerra e
o Sr. suppJente Sa Leitao, faltand > por motivo
lotto o Sr. oepu ado Lopes Maehado. S. Exc. o Sr.
ccuselbeiro presidente abrio a sessao.
Lida, foi depots approvada a acta da sessao pre-
cedente.
KXPED1ENTE.
Otllcio do secretario do tribunal do commercio
da cajiital do imperio, acompanhando a relacao
dos commerciantet matriculados no mez de junho
proximo passado, naquelle tribunal.O tribunal
mandou archivar o oCQcio de que se trata.
Ollicio do presidente e secretario da junta dos
earreaves, remaataario o boletim das ootacoes olli-
ciaes da semana de 13 a 18dopresenteaiez.Para
0 arohivo.
Distribuiram-se os seguinies iiiros :
Diario e eopiadtr de Antonio de Souza Rego,
eopiador de Carneiro it Naftueira, dito de Joaquim
Jose Goocalves Bettrao 4 Ft!bo, diario de Martins
tt Alves, dito de Thaodoro CtirisUansen, di to de
Francisco Doming :es Muraira 4 G.
DGSMcaas.
Requeriraentot :
IK) Souza Junqueira Jt C, cred ires de Joajuim
da Silva Costa e tiscaes da moratona a este coa-
cedida, de novo reqaereodo nvogacao de dita mi
ratorii\isia ao Sr. desambargador fiscal.
De Nicomedes Maria Fretre, credor de Joaquim
da Silva Gdsta. tarabem pedindo revogagao da mo-
ratoria que foi coacedida ao ammo Gosta.Viata
ao Sr. desembargador fiscal.
De Luiz Duprat, solicitando eliminacao da do-
meaciio dc sen ex caiaeiro Antonio da Costa Mo-
reira.Como requar. l
De De LaiUucar A C, tambem pedindo baixa
em a nomeacaodeJose lldefonso Barbosa de Frei-
tas. Na forma pedida.
Dos mesmas, para cerlilicar-se-lhe; a nomeacae
de seus eaixeiros. Sim.
Dos mesmos, submetteedo a registro a procara-
cao junta.Na forma reqaerida.
Da dircctona da companhia de aeguros 1'hcnix
Pernambucana, para mandar-aa ehminar a no-
meacao de Manoel Lima e registrar do a de Alce-
biades Barata de Almeida.Oerferido.
De Manecl Antonio de Alcantara, requerend)
certidao da nomeacao de seu caixeiro t'raucisco
de Paula Tavares de Mello. Certfique-"e.
De Antonio Joaquim de Sa e Manoel Pinto Ale-
xandre, trazeodo para registrar se o seu distrato
social luforme a seeretaria, deciaranda qual o
capital com qne entrou Antonio Joaquim de Sa
para a sociedade que contrahio com Manoel Pinto
Alexandre.
Iaforma;ao da seeretaria, duvidando cumprir o
despacho do tribunal, proleriio na petic-ao de Ma
Duel Joaquim da Suva Lead, qae requeria o re*
gistro da unu escriplura.Procede a iaformacao
da seeretaria.
0 tribunal d) coamercio resolven qae se ex-
tra bind'i copia das peticoes de Souza Junqueira &
G e da Nie medes Maria Freire, se uuca sobre
ellas o indiciado Joaquim.da Silva Costa,no pra-
io de ires dias, contados daqueile em que ditas
peticoes Um forein ealregaes.
' Nada mais havendo a despachar, S. Exc. o Sr.
coBseleelro presidente eacerrou a sessao us 11
horas e maia do dia.
cao das garantias prctcnlid3S.
A tiitiiti*! 4** \pg%p a nap'Td'elo pdflc.il
l>i/ii uqi gr?ndj e impirlantu paMi.-. t.i,.
qaamlj pensava no misoravei jogi di in'.ig.-* m-j
liliffas. a Que fmpurta aos houiens que querc.a
viver em seguranca e liberd i.le essa vi procura
do poder alies querem e estimam 03 afen sores
de seus direitos e iateresses privados, e aao ccn-
currentes ao poler publico.
0 quo porfim afo"airia esse punlicisu, fe assi*
lisse a lull tue aiipposicao charaa ia liberal, fraca,
tem lortaleza s opiiuao publica, oirarace aos S9us
adversarios f
Grita se e exdama-se coutra as ukimi- moii-
das, linanceiras adoptadas peta nossa asscmblea
provincial.
Forte e estranh > mo Jo de fazer-se opposicao l
Zelo excesaivo de Um par'.ido que profana e es-
iraga ludo pela injustificavel e desmesurada arabi-
qia do poder I w.
Com effeito I nlo tem qualificacao o procedi-
meulo da opposicao libefal em grit r c clamar
contra a lei, que ereou es impostos sobre o consumo
de generos de estira depofs de vatida pela assem-
bled pr .via rial, sauccioiiada pelo Exui. Dr. Luce-
ua e post* em execucao I
Pois a opposicao dormia a somno solio, em nada
levou em conta os inleresses do povo, quaoJo era
neceseario que pela impreasa se di eutissee tirasse
a limpo os males qne viriam a populacao, se a as-
sembled votaste a lei dos impostos sobre u con
sumo dos geaeros de estiva., e ED hoje, quando
justaiaenle ja ludo esta eonsammad), e quo se
l-iinbra de que o prro pre:isa de pao, carne e vi-
nagre I
Oiide esta, pois, o patriotismo de uma opposi-
cao que so se lembra do povo para crear difucul-
dades ao governo e galgar o poder ?
Sc a medida c ma, dessesem-no quando os leg's
ladores tratavam de convertel-a era lei: mostrassem
os lucoavenientes que resuliariam della, eaipre-
gassem lodot os meios permiliidos na discussao de-
cute e digna-para que os legi.-ladoies abrisscm
mao de seraelbaute pensamenlo.
Mas, assim nao procedeu a opposicao, calou-se,
encolhcu-se para verse major erao 9lU ao poder,
desprezou os inlerassos do povo, sacriiicou os a
sua ambicao, ao seh egoismo, nio cumprio o sou
dever, foi rclaxada : logo aao pode fallar em Borne
do mesmo povo, que este desde muito della descon-
fia.
Ora, desde que a opposicao foi de>leal na hy-
pothec gratuila que figuramos, faitou a sua mis-
sin, nio pode sob qualqunr pretexto erguer accu-
sacao contra o hoorado e illustrado pernambuca
in, qoe nenhuma ambicao e pretanijao tem, quo
nao seja o engrandecimento e prosperidade de sua
provincia, e nem tambem pole atacar a assemblea
por falta de patriotismo, quando esta cumprio o
seu dever, dando ao patriotico e dislincto adminis
trader meios que mais promplamenle podein salvar
a proviu .ia do deticr. que lbe bale a porta, deficit
que ainda e um legado da extincta liga.
Sc se ia'.erroga algaem da opposicao : porque
a Provincia na discussao da lei se conservou si
lenciosa e neahuma palavra deu quaulo aos males
qua hoje proOiga ? porque deixou pa-sar tal me-
dida sem o seu protesto ?
lle-poude-.-e-uos: tc nao eramos tao tolos, que
vend j os nossos iuimigos a beira do abysmo, os
fjssemos avisar, em vez de empurral-os para ca
Iiirem mait depressa.
Ora, era semeUiante resposla per versa, e-ui po-
sitivanenle claio que a opposicio liberal so quer
dilli mltar e eolorpecer a marcha dos negocios pu-
blicos, suppoudo que possa tornar odiosa a situa
cao d.' iiiuaule, cujos benelicios tod is raconhecem,
e embaragar ao mesmo tempo a administra.ao d
Exm. Dr. Lacena, que sem embargo dos cUtno-
res da mesma ooposicai, e reconhe ido per todos
qua nao eslao euvolvidos na pohtica tacantia e
raesquinba, como uma das mais proveitosas e de
mais faiuro para esta provincia.
Por outro lado, o modo porque a opposijio ata-
ci a lei, parece que a lei seria muito boa. se os
ugeates.uao fo-seln os cidadaos que foram aomea-
dos ; de mo Jo que a opposicao nida diria e at6
daria applausos a medida contignada, se outros
fojsem os nomeado*.
Nao uos admira essa logisa da opposicao, porque
o imposto sobre o vinagre, o vinho e a corveja foi
crea do pelo paclidp luusral e ate hoje Jem si do co-
brado sem o meuor grito, e enlretanlo, esse mes-
m partido oppoe se hoje ao imposto sobre o con-
sumo do bacdlbao e da carne secca, que nao e
outra cousa mais do que ama iuiita,;io do primei-
ro, um corollario, que naluralmente delle decorre.
Por esta forma ve-se pie no enteuder da oppo-
sicao so a clla pertence o direito de fazer e adop-
tar medidas boas, e nao ao partido conservador :
so a ella foi dado o poder de conseguir o bem e
promover as reformas sociaes.
Diga embora aopp -.siQao o que quizer: quem nos
ha de julgar e a posleridadc, o historiador ha de ser
o nosso juiz relator, m nossos juizes julgadores se-
rao os posteros.
Entao veremos se a raateria sujeita ao juizo e
facto ou palavra, se a historia tem de relitar o mo-
do estrauho de fazer-to pppsicui para a posterida
de conbecer a phase em que reinou a Hberdade
no Brasil, ou se para isso tem de collect mar os
factos e transmiftil-os ao juizo da geraeao futura.
0 espirito liberal de um povo, assim como o
seu espirito religioso, e apreciado pelas suas obras
e nao pela palavra : res non verba.
PIRTIDO tO\^VlBO.l
RECIFE, 23 DE JULHO DE 187i.
Qaando a erronea dialecti;a dc ama opposi-
cio partidaria comeca a se esfonjar para sacudir
a sociedade em um estado de effervesceneia e agi-
tacio, desviando o pensamenjo do povo, deve come
car para nos, os homens da pax, da ordem e da li-
berdade, que querem o presiigio e a raoralidade,
da autoridade, a missSo de precaver o povo contra
o principio e o abysmo qae a paixao politica Ihe
prepara-
nado se erigeem doutrina qae a contribuicio
e um assalto a bolsa da nacio, e uma depredacao;
cpnvida se o povo a desobedieneia da let, e procu
ra-se o seu aniquilaraento, era para admirar,
com rtl'eito. que nenhuma linha eserevessem para
profligar o erroe a injasticj, oppor a Inz as Ire
.vas, a verdade ao embuste ; o patriotismo solido
>verdadeiro ao patriotismo ilugid > e hypocrjta.
E' eerto que os |yartids opposieieaistaH teem o
direito, assim como lem-no qualquer cidadia de
reclam.tr contra qualquer medida que Ihes pare-
cer. desvaatajosa ; mas, tambem e certo qae se-
melhante direito nio raj ae nontpde prstander-se
plantar no seio de ama populacao a catasu-ophe, a
des.Tdem ; de procurax se a destUuiclo dos ho-
mens que governaoii 6 iriuuapbo de um grapo e a
reforma da medida desvantajosa 6 defeitujsa, com
o emprego de meios mais proprios para o effeito
da destrniclo da ordem social do que para obteo-.
^'rafiaiaiaianrrJevarasaw hnm<*n, qie
drwuJV) ii.li n.niidj n (i ciii-ti'.ui ui unit >i i .-
aii fae^Si* 0 v. 'u c i'--a de poJer q>M i l-
va Ale auie*;, ir a 9h,-i 11-|-? E'pi'itx das ii
tulose/vi! a st* coateaaiaiiH aias. tado pat
iniis exoTauJu,, qor jiuj* uriinuwsu i|'ie seja, com
tarfto r|ua a possa preiuJ.car a dctu lidade !
Mascaras na into 0 qae quereis senhores do-
directorjo ?
OjefBis a repabfiei, vislo que en-Is ligado com
o se club, p>rqaeentio vot d /.eis montrchitas *
Porque uao le.antais i^ssa binleira T
Se vos iigas.es aos ultrawoutan contra o ac-
tual governo, como ainda explorais con a qu
episcopal t
Se quereis o< atteatados, se pregais o saqae e >
roubo, para que vos inculcdis um partid) de
dem e nuralidade ?
Hyaophantes mascaras abaix) I Proclamai a
communa, sah> de jiunhal cifacho e atacai a so-
ciedade/
Mas por quem sois nao negueis vossos acl^s, e
ponde vos a frente dos ban tos I
Que so quereis couflagrar, que so buscais iila-
quiar a noa fe do povo, qne n*o tendes convic.io
e nem razao no que d.zeis, injstraremos no se-
guinte ardgo.
Moflna
Prefira o governo dos francos conserva-
dores ao reiiiado dossc ambiciusos, os !:be-
raes!. que s<;ntcm-se impums para sa-.r;-
licar no altar da Irberdade, e andam es;
lando cm nome da dt-usa !
1800.
Marco Antonio!!..
Cateant mnnulc".
A opposicao delira I 1
Desenganada de qua o governo bem inerece do
pair, e lem por si a opioiao, os houiens que se iu-
titulam liberaes querem joaar dues cartas que
uuuca podurao dar gaoho e so perda a quem as
emprega : o assissinato e a desoitkm t
0 diroclorio do intitulado pirlido liberal freneti-
co e descoberiamente por seu orgao e por seas
agentcs incitam as paixoes do povo, prega-lne a
desordem, aconseJba-ihe a guerra civil 11
Ferozes em suas paixoes nao duvidam tracar
pianos sanguinarios e pregar o assassinato t
E' assim qua aa /'- wnncia de 15 do eorren
te eora. esse eynisua feroz so proprio de selvagens
diz o directono pelo orgao de um de seas
membros Ah! pi entente peixe espada, quanta
falta faz a ate povo um Soulo-Maiur I
ludo tem seu dk I E em [uaoio com esse e
outros artigos, cuja desabridez e virulencia de lia-
guagem se equipara ae suggesldfs para a desordem
os seus agonies coucitam o povo, e por toda a par-
pregam o aasassinato e a Iota 1
E assim que esqueceuoo que as ideas subversi-
vas sao sempre prejudieiaes a sooiedade, e que
quando araaaha for gevcrna a doutrina de hoje
pode tambem ter applicacao, eates homeus que na
da teem-a perder, para quem a desordem e um
elemento de vida, e Que se da turbulencia esperam
ganho, por lodos oa modus boseam agitar as raa-
cas- c lanca-la; em aclos violealos e condemna-
veis.
liontcui eram os jesuitas, era a questao do bispo
que davam thema as deeordeas, a agiucao.
Pela imprensa e par toda a parte se concilava o
povo, ate apparecer 14 de maio, que o directono
hypocntaiaente coaioamou para depois de haver
pr avocado o Hi, apresentar ootno acto seu I
Agora e o impostq de quatro reis sobre bacalhao.
etc., quo servj da ih&ma para as novas cxplora-
{Bes I
Ac juieiba-se o commercio para que nlo despa-
che os generos, atira de que por este modo faz n-
do-oencarecer-se leve o povo ao desespero I
Com o mesmo Jim aconselham ao taverneiro, etc.
o augmento do preco desses generos, e emquanto
com tao perfi Jos conselhos, querem comprometter
o commercio e expo-lo as iras do povo, expl. do-se dextramente o antagonismo antigo e a ques-
tao do commercio a retalho, por oatro lalo se in-
cila o povo, ja pintando-o victima da tome e da
extursao, ja explorado e imaginariamenle velipen-
diado pelo governo I
Que deteslavel politica Que miseraveis e rc-
prehensiveis meios!
E' assim qae esse pasquiin incendiario que sob
o appellido de Provincia diariamente se publica -
explora com as paixoes do povo.
c Os quadnlheiros da assemblea provincial, itz
quotidianamente essa folha, avangam para o pobre
povo jd de bolca vasta, e lancata mvos impostos
sobre os generos de primiira necessidade. Til,
povo que suavas todo tea suor para comer uma
vez ao dia, o que sera agora de ti ( E se [m tan
nara arranjar dous afilliados 1 Em ludo es agoita-
'do '. Jloniem espaldeiramle e h-je tiram te tnelade
do aao I
a Os novas agenles n3t>preslam fianga I Gyram
com >ml centos I Rtpoltreadot nada cscrerem, so
recebem dinhtiro 1 Cadajim tem quartnla contos t
Essas agendas tignificam raubo, em cima do rou-
bo a affronla I em cima,da offronla o escarneo I
0 paiz nao pode viver assim ludibriaio e escar-
nesido I So em si mesmo eaconlrard o preciso
correctivo para Ido graces males r Os grandes so
not ptrecem grandes, porque eslamos de joelhos,
ergamonosl 0 direito da revotugao deoe ter sem-
pre a/Jirmadol
E se islo diz a Provincia, os ageaias da desor-
dem mais perigosas doutrina) pre gam i 0' roubo, |
o saque, o assassinato, a violent I
BB


'
*>'JSUSACQES FE-meft.
Srs 'edmtores do thuja de Pcraambnco ito-
go a Vs. Sa, sa dignem de publicar em seu
ceitnodo Dinrio, as seguinies linhas :
OJornal do Recife, cnas vezes, apenas a n-
tervallo dc um dia, lem nuticiado a rxislenei.-i ie
uma Oaaa de tabolagem ; e Imje diz que, a que "a
tenho fciio a pouoo para por lernio aos desr.gra
mentos dos ijuc alii se reunein, etc.
Mais de uma vez t->nho ido a essa casa,
as demais do mesmo genro, qne me eoaata
tirem nesta cilade. Ainda rabbada fui a aigi-
mas, senlo a ultima, ja a meia noite, aata i que
.-lluJe o Jornal, e da qual tircl algans va-Ji-'-s s
juaes dei o conveoiente destino.
Faco esta declara<.-ao para qne, assim aaaaa a
ptibln-o sabe da CTWlell dos tran-gressores di
lei, saiba tambem, e, an mesmo tempo, que a p -
licit nao Hies da quartel : euiepre com o -tu
dever.
Qjaiito a minha boa vontade do inluito d .:-
rigir esses desordeiros, espero, tera aaaapvc a
ma ; e que alguma aoaat sempre se i
nois, nesl-5 particular, como em tudi mais ajaaata
e da eontaatanew da policia alem da vaatajM i -
pria, dou execucao as mais terminanUs orden- io
lllm. Sr. Dr. chefe de policia, infa'igavt-l e::i ;.->
viden-'iar pela segurauca p'lhlica.
Recife, ii de julho de^lSTi.
Demnftto Ciraleante.
Apri^inalasi.
Seguroem sna cadeira de lente, Agripa fhU e
se agita como nm energnmeno '
Cega-o a ambicao, devo-a-o o amor acoprii !
Agripa quer ter poler cmbora pjr trts
Alma negra, a Agripa tndo ?erve.
Ilontera vermelho c/ira^msnltava o cadaver Jc
Nunes Machado, cujos manes hoje iuvoca an
sens fins I
Ilontem ullramontano, susUntava a infal mil Ja-
de e a supremacia do papa, que hoje com a i -
ma fresrura combate !
HontHin se offereciacorpo e almaaa v -.-oa-
de de Camaragibe por uma cadeira da farm ide,
e hoje morde aquelle a quem protestou t<>4d J.:di-
sa.-io !
floje, por5m, convive e abraca o Sr. de V.ila-
Bella a quem hoatem feri* era sua viii pricadt
com historiisdeesc Agripa mtrrad) como uma mumia B9i -ja
pessoa I
Para e!le tudo e bom com unto qae alcaac-,- o
que deseja I
Atra'coa o presilente qne o distingue, baj i
ou offeade segundo o moments e a oecasiao.
So uma coasa nao esjuece A;ripa.. -aayaca-
lar.
Insulta, f-re, insuflt, confligra.
E' monarchista, republicam, liberal, conserva-
dor, ullramontano, pensador livre, e tuti aaaaZi
virque pode trazer-lhe proveito ou fallar de si.
Ma? Agripa de tud > lira lucre.
Vende a Opiniao Xaciunnl.
Veode discarset...
Vende Marco Antonio.
Vende Pabio Ru querido comprar Agripa... hoje Agripa se agita
como energumeno I
Agripa se a cantado em prosd e tera* e chegd-
ra ao iuturo 1
Os curados aos ducates : cuicr-
auiilatle da fi^ado.
Alguns dos factos os ratis notaveis relativamcn
te a incomparavel efflcacia da< pilnlas assuL-ara-
das de Bristol, nas mole-Uas do Ggado ; foram re-
cenlemente publicados.
0 Sr. Adoniram Sedgwick, de Hartford, 'ai
scienteqnt ellas-o curaram d'nma cooge?U do
ligado (obstando a ictericia) e isto dentro em tres
dias.
Richard M. Phelps, o bem eonheciJo BatcWaa*-
ia de Pittsburgh, Ohio, escreve : os d lOtores me
tinham como um caso desenganado, quando prin-
cipiei a fazer nso das adrairaveis pilnlas ant:'
sas e alterativas de Bristol. Eltes clumara n a
minha molestia degeneracio do figado, e en sentia
grandes dores do lado direito, o qual se achava in-
chado, prijao obstinada do ventre e perda total do
appetite. Um curso das pilnlas restabeleceram
rainha sadd*, e hoje aeho-me perfeitamente bom ;
eu as recommendo a todas os qne padecem igna*
incommodos.
A Sra. Sarah Jane Deming, da cidade de Jwaey,
coaclae assim a caria dirigida ao Dr. Bristol : 6
a vossa medkina (as pilulas assucaradas de Bris-
tol) e que devo o restabelecimento de minha saude
depois de haver soffrido d'nma maneira a mais
cruel, durante o espa;o de tres meze3 a uma fe-
bre biiiosa e tezoee.
As pHalas acham-se mettidas dentro de viJn-
nhos, e por isso a sua conserva<;ao e durad.ara
em todos os climas.
em todos os casos aggravados ou provementes Je
impureza do sangue, a salsaparrilha deve de -pr
usdda conjunctamente com as pilolai.
Quadra laisstarioa
Acha-se a veuda em todas as livmias,
pelo diminuto pretjo de 500 rs. a imporlante
ccuriosa gravura da actualidade 0 Sonho
Dourado de Pio IX, oflorecido pela redac-
5ao uo Mosquilo ao emineule escriptor Gan-
ganelli.
Appella a on laoaiaena bans da
pro viucia.
u Nao so de pao vivo o bamem, mas Je
toda a palavra que sahe da bocca de Deus.
Esta divina verdade revela-nos as duas ne-
cossidades a que todos estamos sujeitos : a
necessidade de pio para alitneetar o corpo
e a necessidade de doutrina para alimenlar
o espirito.
Daqui tambem duas cspecies de pobrcs,
aqueiles a quem falta o pao, e aqueiles a
quem falta a doutrina, que desgriQadamtn-
le sao em maior numero.
A primeira destas duas cspecies de pobreza
quer Deus que seja soccomda particularmeu-
te, nao sabendo a esquerda o que a direite
faz ; a s.gunda, porem, manda clle que
seja soccorrida publicament-:Jdc ensinar u
todas as gentes, etc. etc.
Deploraodo do intimo d'alma a falta dt
ensino religioso da psrte daquelles a quem
corre mais rigorosa obrigar^o de o minis-
trar, algans cidadaos acabam de combinar
em um meio que Hies parece assis proprio
p-ira satisfazer em parte essa grande neces-
sidade,
Este meio consiste na pubiicacio e Jis-
tribuii;ao gratuila de uma fulba exclusira-
mente re'igiosa tenlo por fim instruir ef V

i


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. ^&<^d^
5
~ ui- otacJUAajor "I TTT^*
hear aTieiioj||flpfr||C||.'>fGa ao s--to.
t rg.-nrf^ 4)1*1-isi.aJBtinlq nojan ewrogir
*os oome^jLa^^u^s^a'iio^ied^.pbdiB*
doduus Aqueltes. qae*asalgnaiwm roif r&s awtosscs
terSo direitb a dnis*'exemplare; da fjrna
publioada, os quo assigqareni dous mil
tiis, tarlo direito.a quatro oxemplares a as
im por diantc.
. Afollia serdimprcs a (pop agora) na ra-
;:5o do 2000 exemplares por numero. e ti-
rados desses ts que devam $er distribuidoa
? polos assignantes, qua .sanai considoralos,
orotecfores la emprftla, todos os outros
oxemplawjs setf rdihtribaiaV)? grafuitamen-l
te pela popul&Qdo nas matrizes e.conventos
desta cidaJo nos diassantificados e na occa-
sido da missa.
Apenas, pore.i a imporlancia das assig-
jiaiuras 0 permitta, a tiragem da folha serd
augincn'ada, lazendi-se conseguintemente
a d1stribuiAo em maior escala.
E' uina esmola preciosa que so protende
fazer ds pessoas desvalidas, pdis quo, ndo
disport to alias de meios para comprarlivros
nem assignor gazelas, ndo tem onde pos-
sitn bebor a s3 doutrina e edificar-se com
saudaveis exemplos.
Os protectores da empress, alen da sa-
tisfa^aio quejhes resuhard da onscioncia
do bom que vao fazer, doverSo esperar ou-
v*r da bocca do Juiz Supremo, no dia do
juizo finak estas t:io sigaiflcativas
consolado:as palavras:
.. Vinde bemditos de meu Pai, recebei o
reino que vos'csta proparado desde 0 prin-
cipio do mundo, porque tivo fome e destes-
me do comer, tive s6Je e destes me dj be-
bcr, estivo nu e me vestistes, cstivo enfer-
mo e fostes ver-: e, andei poregrino .e re-
colhestes-me. E quando admirado de
ta.ita ban Jade Ibo disserem : a Senhor,
quando e que vos fizemos todas estas cou-
S3s, ouvirao ainda da mesraa divina bocca
en preseuQa de toda a humanidado reuni-
d: : Em verdadc, em verdado vos digo,
tolas as vezes quo o fucstes a um destes
p queninos que aqui estao, a miiti e que 0
lizestes.
- De tros cm tres mezes sera publicado na
foliia 0 balanco da roceita e dospeza da em-
preza.
Tolas as freguezias de lora da cidade que
quiz'jrutn tor a fulha para distribuil-a gra-
tuitimonte pela rcspoctiva populacao, pode-
rao enlenderse com a direccjioda empreza,
certos de quo apenas pagarao 0 custo do
papel 0 d) impressdo.
Assigna so a\ I.ivraria Universal d rua
do ImperaJor n. 3i, e ate mesmo so darao
as infjrmacoes necessarias dquelles quo as


J3;369
*;(i J^ita-iTGgnm noj^ title )jnft6 Va^>f ingle* Sfadfitt (tracadu) mercdoriaj
p.ira arfanilega. '
Urigue jogles Vidnria (atracado) *fcado-
1 rfait-raoMplble CTorirferjsIa, paYa des-
paoiiar.
atroter fngrttz Southern Jlomi breo para
0 irapicha Coacaijao, para despachar.
Barea ffificeza Ztcalttis ctraeoto ja dejpa-
, chad j para 0 eaes do Apollo
firfgtre oorfuguet foctaor do Mmdtgb vinho
para depoito tao tra^icae Cuntia.
Barca ingtezafreterwn carvSo ]a despachado
para o caes do Apollo.
I ho de 487*.
0 Mtfrivi-^
,.r s Jop Cfniifo M. da 8iiv Sanies.
mm (MHEttCHL
jPfittMAlflBIJCO.
0 banco paga o terceiro dividendo, na
razHo do 7 pOr*/,, ao anno, ou itflOO
por ecccao, pelativo ao semestr'e findoem 30
de junho de 1874.
J 1 Mb <& '
desejarem t^r.
A puulicacao da folha terd principio no
proximo mez de agosto, se as assignaturas
rciiebidas assim 0 parmiltirem.
I'.ihlecii juo littcrariit.
0 FIJI DOS TEMPOS.
OU
0 ..).'.() d) Antichrist/), na deslraitao, i a pro-
xima vinda do reino de Dens.
l.'-ssnj Apoitolo, periolico religioso que so pu-
hli.-a na cO te.
< Esta importanto obra publii'ada recentemenle
em i'ernambucb, leu sido honrosaraeote aprecia-
da pclu} piincipaej orgaos da imprensa reli
giosa.
1) Diurio de Pernambaco, a UniJo, a Tribuna
Ca.kolic.1 do Qeara, a Chrotuaa Rdigiosa da Da-
hia e ultimamente 0 Aposlulo dasla cortc a tern
reoemmeodado ao- seui leilorei como digoa da
n.'-ii(.!';ao de todas as pessoas que ;e dedicam as
lettrla, pariicul.armente daqueUas que veera no
chr.sliauismo nao uma iuveucao liumaaa, senao
:; in insiituiiao divina.
Saealares distiaotos por seu saber, doutos sacer-
l;t.'s, S Exc. 0 Sr. arcebispo da Hahia, 0 Exm.
do Ceara, 0 Exi bispo capellao-aior, teem
itado 0 autor cm tennos calorosos pela sua
b:\s rroduecao.
S. Exc. 0 Sr. bispo do Ceara, 03crevendo a uma
a do Permmbuco que Ihe remettera um
malar do Flm dot tempos, diz assim :
i Tola essa obra fui aseripU sob vistas catho-
li'.-..-1, e seu autor, verdadeiro catolhieo roaiano
mail um tilulo adquirio a ser considerado ttm. dos
itnemeritoi da igreja. A die 02 mcus parabens e
ty|i:ilaroea J'.-ijo p .r haver lao digaameulo cm-
pregado os taleutos quo lhe coafiou 0 pai de fa-
milia, .-te. etc.
.-. Exg. 0 Sr. bispo do Rio de Janeiro, escroTon-
do a tnesma pessoa que Ihe remettera iguahnente
am exemplar da mesma obra, diz assim :
Agraileco-lh? muito e maito a obra 'que se
Kguou de m'aodar me, e rog)-he queira deminka
paite dar a seu aulor mull is parabens, loavores e
applauses : eu fieo agralecenJo a Ueus 0 talent j
que lhe deu, etc., etc.
Cjrao se vc, nenhuma obra publicada enlre
nds merece'u ainla lao grandes elogios e por par-
te de pessoas tao aut^risadas. E' que nas actuaes
circamstaatsias nao sc podia publicar um trabalho
ma:s imporjante e consciencioso.
Com olTeito, 0 autor compulsand) assim os
prophetas da lei aatiga como 03 da lei nova, mostra
coat os factos qus se estao passando no mundo
qae somos chegados proximos ao fim dos tempos,
ao ultimo dia da raaldicjio, annunciado poraquel-
les santos varOes, 0 que sodeve entender, nao pelo
It ji do (riundo no sentido physico, mas pelo fim
do mundo no sentido moral; i;to 6, pelo fim do
reinado do mal e pela vinda do roinado de Dens,
oa do bem.
<; Depois de mostrar anaunciado3 ha mais de
i',0)o annos todos os priacipaes factos da historia
coctemporanea, taes como a elevacao e queda de
Napolefo I, as guerras do Piemonte contra a Aus-
trir., a elevacao e queda de Napoleao III, e seu
imi>erio substituido Jpela republic, 0 ongradeci-
me'ttto do Victor Emmanuel, a perseguigao por elle
feita a igreja de Deus na pessoa do seas bispos, 0
autor mo-tra nos a renniao do conci'io do Vati-
car.o, a defmigao da infallibilidade do papa, a luta
tra.-ada no seio do mesmo coccilio entre os bispos
gallicanos e os bispos orthodoxos, a derrota da-
quolles e a victoria destes, etc., etc.
Finalmente 0 dragao, as duas bestas, as duas
uic'.heres vistas por S. Joao e por elle descriptas
no sea Apocalypse, uma como revestida do sol,
tenlo a lua debaixo de seus pes e uma cor6a de
d-jze estrella3 em roda de sua cabeija, e a outra
raoatada em ciraa de uma besta do sete cabecas e
dez cornos, toia cheia de nomes de blasphemias,
e t'mdo na mao um vaso cheto de immundicia de
sua prostituiQio, a condemnaQao, "qaeda e castigo
tremendo dessa prostituta, das duas bestas e do
dragao, tudo 6 explisado admiravelmente nesta
obi a importanti3sima como representa^Ses de ios-
TitcicSe* eontemporanea3 e annancios de factos,
un-i 'ja ftonsummados e outros qae parece terio
lugar pWxiraaraente.
Acha-se a venda pelo preco de 3^000 cada
exemplar, a Litraria Universal, roa do Impera-
dor. n. 52, a Livraria Academica, mesma raa a.
79 a Litraria Industrial, rua do Barao de Vic-
toria (antiga- rua Nova) e a Livraria Ec'onomica,
Tai Primeiro de Margo a. %. '
Vapor francez Uenti IV, entrado do Hivre era
H do cjrreato e ctfoiignado a Augusta Frederi :o
de Oliveira & C, manifestou :
Alvaiade de xinco 6 bwris a XaborJa 4 Santos.
Ar^oes e couros I caixa a D. J. Feaeira Junior,
iito e medicament >s 3 oaixas a Parente Vian-
na & C.
C toes 0 oouros 2 caixas a J. A. Molt* Gui
maracs.
Camizas 2 caixas a Plato da Silva & Cascao.
Cobertores 1 caixa a Penia Junior 4 C. Calgado
i caixa a Alfred-) Gibson, 2 a Pereira 8im8es &
C, 2 a J. da Roclia e Silva, 2 a Lyra A Vianna, I
a Joaquim P. Arantea, 1 a loaqoim A. de Araujo
4 C. Chapeos 1 caixa a Peana Junior iC, la
C. Cbristiani & C, I a Manoel Maestrall & C, di-
tos e tecidos 3 caixas a Monteiro, Gregorio & C.
quanys. .CoDfeicSo 1 caixa a Antonio Correia de Vasconcel
'os. Oiuros 2 caixas a Paria Irmaoj, 1 a Moreira
llallilay & C, dilos e cordas 1 caixa a H. J. Bobert.
Enxovaes para eriaacas f caixa a S. J. de Al-
meida. Eswvas 1 caixa a J. J. Goncalres Beltrio
& Filho, ditas e vidros 5 volumes a Joaquim Felip-
pe da Custa.
Fitas, joias e miudezas 3 caixas a J. T. Leile
Basto. r
Instrumentos de musica i caixa a P. E. R k
berto, dilos-de cirurgia 1 ca'xa i Dr. R. Vianna.
Joias I caixa a J. T. Coirabra, 1 a Lehmann Fre
res.
.^Livros 1 caixa a De Lailhacar 4 C, 4 a J. N. de
Souza, ditos e machinas 2 caixas a WalfreJo &
Souza
Mercadorias diversas 4 caixas a D. T. Bastos, 5
a I. U. Graff & C, 2 a J. Ramos & Machado, 1 a
J. Roclia e Silva. Moveis e porcelana 18 volumes
ao Dr. M. C. Carnoiro da Caaba. Modicamentos
4 caixas a P. Maurer 4 C, 8 a A. Caors, 5 a Bar-
tholoraeu & C, 3 a Ferreira Maia & C. MoJas e
miudezas 12 caixas a Vaz & Leal.
Objectos meehanicos 1 caixa a Pernambuco Bar-
roca & C. Objectos de escriptorio 1 caixa a M. da
CosU Moreira.
Papel e linta 3 caixa3 a Do Lailhacar 4 C, dito
e fumo 9 caixas a Joaquim B. dos Reis. Papel "J
fardos a Walfrel) & Souza, 1 a M. da S. Maia &
C. 3 caixa? a ordem, 2 a De Lailhacar 4 C, 9 a
Joaquim Jose de Azevedo, 4 a J. N. de Souza. Per-
fumaria G caixas a Camllio, Pereira & C, 1 a
Amaral, Nabuco & C dita e miudezas 9 ciixas a
Peroira Simoes & C, dita e chapfios a Lehmann
Freres. Pregos 5 barris a D. A. Matneu3. Piauo
1- a Parente Vianna & C.
Roupa 3 caixas a E. A. Burle 4 C. elogio de
parede 1 caixa a J. A. de Castro Oliveira, dito de
algibeira, 1 caixa a Lehmann Freres.
Sememes 1 caixa a Keller & C. Sola 1 caixa
a Manoe! Maestrali & C.
Tecidos 1 caixa a Manteiro Gregorio, 5 a Cra-
mer Frey & C, 7 a Keller & C, 1 a Manoel Mass-
trail & C, 2 a Mendes Azevedo & C, 2 a G;n:na-
raes Irmaos & C, 3 a Papaula C, 1 a Olinto
-r-f
*M!
Joaquim Joae Gon?alvee Bettrao & Filho sacam
por lodoe 09 vapores sobre :
C0MMF.RGI0.
JUNTA DOS CORRETORES
Praca do Recife, de julho
le 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
C0TACOKS 0FFICUE:>
Alrodio de Macei6 1" sorte 8|00 por 5 kilos
posto a bordo a frete de 7|8 e 5 0[0,
fiontem.
Assncar brnto bom !#760 por 15 kilos.
A-sucar Canal 1/200 por 13 lcik>3.
Cambio sobre Londres a 90 dp'. 25 5[8 d. por
Anaaia. firora.
Aguida.
Aveire.
Beja.
Chaves.
Elvas.
Amarante.
Guimaraes.
CovilM.
Melgaeo.
Portalegre.
Arcos de tal de ver.
Celorico de Basto.
Caminha
Mangualde.
Poate do Lima.
Povoa de Lanhosa.
*fmrro.
g
Jardim & C, la Thamaz de Aquino Fonceca 4
Soccessore1, 3 a E. A. Burle & C., 3 volumes a
Carneiro & .Nogueira, 3 caixas a Alcoforado, Viel*
ra 4 C. 1 caixa a Luiz Antonio Siqueira, ditos'e
couros 6 caixas a Manoel Maestrali & C, ditos e
registros 3 caixas a Keller 4 C., ditos, papel e
miudezas 8 caixas a Vaz Junior & C. Tintas S
barris a J. J. G. Bel'.rao 4 Filho.
Vidros 1 barrica a Silva Guimaraes & C. Vinho
1 barril a Meuron & C, 60 caixas a Theodoro
Christiansen. Vidros para vidraca e ou".ro3 arti-
gos 6 caixas a Amaral, Mabuco & C.
Xaropo 1 caixa a M. A Barbosa.
Paticho nacional Rival, "entrado do Rio Grande
do Sul em 22 do corrente e coasignado a Ballar,
Oliveira & C, manifestou :
Couros seccos 60.
Xarque 211,69'i kilos a ordem.
DE-iPAGHOS DE EXPORTAgAl") NO DIA 21 DE
JJLHv) DS 1874.
Para os vorios do exterior.
Na navio inglez tlunpton Court, para New-
York, carregon : S. Brothers & C. 35 saccos com
2,625 kilos de assucar mascavado.
No patacho portuguez Tenlativa Feliz, para
Genova, carregou : Amorira & Cardoso 600 saccos
com 45,000 kilos do assucar mascavado.
Para os portos do interior.
Para 0 Para, no navio portuguez Michaelense,
carregou : J. C. Goncalves 200 barriquinhas com
13,125 kilos de assucar branco.
Para 0 Ceara, no vapor nacional Giquid,
carregou : 1. J. Goncalves Beltrao & Filho 0 bar-
ricas com 577 1|2 kilos de assuci.r branco ; Costa
& C. 40 ditas com 2,600 ditos de duo refinado ;
Carpinteiro Filho & Sobrinho 36'ditas com 2,160
ditos de dito : para 0 Natal, A. F. Vieira 4 saccoa
com 300 dit03 de dito branco.
Para-o Aracaty, no hiate nacional Deus te
Guie, carregou: C. J. Vianna Junior 4 barricas
com 378 kilos de assucar refinado.
Para 0 Rio Grande do Norte, na barcaca
Gundlupe, carregou
de lamaacos.
M. de A. Macedo 50 pares
CAPATAZIA
riendimento do dia 1
dm do dia 22. .
DA ALFANDEGA
a 21. 15:0384088
. 549*5^0
15:587*653
VOLUMES SAH1D03
No dia I a 21......
No dia 22
Pruneira por is.....
segonda porta.....
Terceira porta .....
Ttrpicbe Ccaceic>o .
26,205
27
230
120
1,296
27,878
SERVIQO MARITIMO
U>arengas descarreeadaa no trapicte da
alfitnaeca :
No dia 1 a 21..... 33
No dia 22.......
Ho trapicte Comeicio ...
33
RECEBEDORIA DE RENDA3 INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCC
^endiicento do dia 1 a 21 36:4234943
dam do dia 22..... 1:3861096
37:810J039
CONSOLADO PROVLNCIAL,
Renlimento do dia 1 a
Idem do dia 22 1
21.
113:483*276
989*146
114:4741422
1/000, hontem e hoja.
' iv. 23 1
ll2 1. por 1/000, do
Di o sobre dito a M d(v.
' : banco, hontem.
B. de Vasconceiios
. PreUdente.
AGENCIAS' ROV1NC1AES
Liquidos .espirituosos.
Rendimento de 6 a 20 6:182*229
Idem do dia 21 7fl#61f
. -
Dacalhio, etc.
Rendimento de 6 a 20 4:310*716
Idem do dia 21 20*600
Geaeros de eativa.
Rendimento de 6 a 20 6:321*977
Idem do dia 11 I 440*470
*
. H Fumo, etc.
Rendimento de fi a 20 1:383/316
Idem do dia it ^l
,A>* .r-*------
*(
6:238*843
4:331/346
6:962/447
1:393/316
19:133/954
Fafa. Ovar.
Fare. Perto.
Gaarda. Tavira.
l#}+ gegoa.
Lisboa. Vizeo.
Rarcellos. Figueira.
Coimbra. Lamego.
Mirandella. gstarreja
Penafiel Valeaca.
Villa Real..
Cabeeeirae de Bastos.
CaeteUo-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
ViUa-Novade Portiraao. Villa Nova de Faoialicao.
Villa do Conde.
Mas ilhas.
Madeira, S. Miguel, tthl e Tereeira.
COMPANHIAALLIANgA
seguros maritimos e terreb-
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 18 7 0
CAPITAL 4,000:0009000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
nco maritimo em navio de vela e vaporei
oara dentro e f6ra do imperio, assim come
:ontra fogo sobre predios, generos e fa
ondas.
Agente : Joaquim Jos^ Goncalves BeltrSo
ua do Commercio n. 5, Is andar.
NORTHERN.
Capital. .... 20,000:000?M)0l
'undo de reserva. 8,000:000JJ00(
Agfntes,
Mills Latham A C.
RUA DA CRUZ N. 38.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecida
aesta pra^a, toma seguros marftimos sobr<
navios e seus carregamentos e contra fogf
em edificios, mercadorias e mobflias: m
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Auguslo F. (f iiliveira & C.
A casa commercial e bancaria deAugustc
j d'Oliveira & C, a" rua do Co nmercio ns
42, encarrega-se de execucao de ordens
para embarque de prodoctos e de todos o-
mais negocios de cornmissao, quercommer-
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinheiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e t
lazo, & vontade do tomador, sobre as se-
guintes pra?as estrangeiras e nacionaes :
Londrcs. Sobre o onion bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de 1.* classe.
Paris. Sobre os banqueiros fovld
& C, MARCUARD ANDRE & C. 6 A. BLiGQCt,
VIGNAL & C.
Hauiburgo. Sobre os Srs. jolo
SCUU BACK <& FIL1I S.
Lisboa. Sobre os Srs. foxsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTI.lO JOSE DE
ABREU.
Porlo. Sobre o bancotjniao do porto
o Sr. JOAQUIM pinto da fonseca.
Para. Sobre o banco comhercia-
do para, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILHOS.
HaranhSo. Sobre o Sr. jo.se fer-
reira DA SILVA JUNIOR.
Bahia. Sobre os Srs. harinuos & c
Rio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONA.L e
BAKQUE BRASILIENNE FRANgAISE,.
COMPANHIA
Phenix Pemambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias,
(retes, dinheiro a risco e finalmente de qual-
juer natureza, ero vapores, navios vd ela oc
barcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
Seguro conlra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON* GLO
INSURANCE COMPANY
Agcntom
SAUNDERS BROTHERS d C. -
11Corpo Santo11
MOVIMENTO DO PORTS
Navio entrado no dia 22.
Rio Grande do Sal16 diis, patacho^ nacional
Rival, de 245 toneladas, capUao Joaquinv M. de
Souaa Lobo, equipagem 10, carga 1L.54.5 kilos
de came ; a Bailbar Oliveira 4 C.
Navio sahido no mesmo dia.
Montreal-Bare*ingleza Wnifred, capitSo Bawd
James, carga assucar.
Observaodo.
Entroa para o masqaeiro a corveta nacional
Nictherohy.
4
^iaewio *teipadliir>ftjcitio-do'abrffkT-e estan'jl
( ft* lw^Ori*t8*.y/ #rBtr4 m 9fWK)8. U-n
'irit'ttsti rerroa 3e jwfri e cal, no I^db
Bjrroy(regue?ia^doS.jifegailos, com tresju-^
nellas do frente, pbrtft de maoVira 8o lado,
tendb duas salas, dous" quartos, cozinlia,
quarto junto e dospensa, com 26 palmos dc
iMgoraf' f\ jS fttf p^mprifreai^ terreno io-
reitu, medindo (590 palmos de comprii
Wiefo'': W drt lafgdra o fliW ter.vnn, e aj-
valiada a niesma eata om sua totWa 3:000^, de euji) valor serd deduzid;* aqtian-
li de 3*0502:1. tTma terreno foreiro- c >m
690 palmoa de cornpiento e 193 de far-
gora, bo nwsiiw logar e oa mesma fregaei-
zia, tefido nelte duds fciisss de taipa, ambas-
em mio estado, lendo ellas 44 palmos de
eomprimento e 24 de largura ; ami dot
casas tem, duas salas c um quarto e
porta e jfltiella no futido ; a outra casa enl
caixao com urna porta e janolla na frente;
tudo avaliado em 1:0002!, cujos bens sa^
pertencenles ao invontario do Or. Antonio
da Asaampcao Cabral, e vao d pra^a a re-
querimetito do testa men teiro e inventarian-
to do me'smo finado ; proce 'endo-se quanto
ao mais na farijja da lei. 0 presenle serd
publicado pe'a impreusa e aflixado nos lu-
garas Hjcostume-. Recife,' 7 de julho de
1874. Eu, Domiugos Noties Ferreira, es-
envdo, subscrevi.
Declaro qae d tos bens vdo d pra^a com
PSESSS
}i%frij|uei
T^!
Jo tlier ou* aroyiaciai de Peraaa)I>nKt>, declara. aoe/aotribiialca V
1^Fwl?lltSfl!iHijfi55Pue'i!*1,f' s'uto A0100*0 cr0 d0 conHilado- fraviadaf, aW xeacicio dc
l872.Vjm3, we that fioa rnarcadc'o^irato hnprerogavel de 30 diae, a tosiar eVsoMicafto imW,
conforTSri}a*j ds Mb. 851 art. 8'J, p*r"a'soUcirarem da seccio do contenciaaa, m gia> raipecjivas.
flfrn de recofhereft kUs debitos proventtsrfte do mesmo imput, oeiios de tsoa nao o iuaado acttni
do praso se praciJtfcra a cobranfa ]Udicia^neii!e, f.izeudo ss publinr para isto a wlo^jo Am devedore*
abaixo iraD Scc^q do coatencioso provincial de Peraaaabaco, *) de jallw da 4874.
0 procorador liscal,
. Cypriaao Fenelon Gaedcs Alcoforado.
Hefacao do3 -dfdorej da deefma nrbana da rreguezia de Sanio Autonio, que dcixaraa da i
s.'us debitor, no anno fmauceiro de ,1874-1873.
n
'-3

Nomes.
parte, em vltudc do despa-
o abate da ii.1
cho do Dr. provedor, do dia de hojt>,~20
do correnie. Kscrivfto, Domingos Nunes
Ferreira.
Joaquim Correia de Oliveira Andrade.
Editalcomprazo de 30 dias
n. 16.
Pela in'pectoria da alfandega de J'eruaaibu'o
se faz publi-'o que, swhandose as mereadorias
contidas nos volumes abaixo declarado?, no caso
de serem arrematadas p'ara consomo, nos termos
do cap. 6 do tit. 3 do regulamento de 19 de se-
tembro de I8UO, os seus donos ou consignatarios
deverao despacha-las no praio de 30 dias, sob
pena" do, Undo elle, serem vendidas por sua coota,
sem que ilies fl.jue comoetindo allegar coutra os
effeitos desta venda.
Armazem das bagagens.
Marca Antonio Francisco Corga, scin numero.
Um pacote vindo de Bordeaux no vapor francez
Menloza, desoarrpjfado om II de dezembro de
1873, igoora se a con>ignacio.
Idem Sa Leitao 4 Coimbra, sem numero. Um
dito viaJo de Liverpool no navio inglez Jane Mi-
ria, idem idem.
Idem C. M. n. 61(130. I'm dito idem idem idem.
Idem Otto B)hre?, sem numero. Um dito idem
idem idem.
Idem M. 4 G. A., n. I|50. Uma giga vindo de
Liverpool no navio inglez Dan, de.^carregada em
31 idem, a Saunders Brothers & C.
Hem J. F. S., sem numero. Uma caixa viola
de Lisb&a no naVio portuguez Arabella, descar-
regada em 13 idem, a J. Francisco de Souza.
Idem Viscount Neville, n. li. Uma dita vinda
de Liverpool no navio inglez Arnucanij, descar-
regada em 16 idem, ignora-se a consignacio.
Men F. C. 4 C, sem numero. Um pa cote
vinlo d Himburgi' no navio ailemao Activn, Oes-
carregado em 8 idem, consignado a Fernandes da
Cota 4 C.
Item ide.n, n. 101. Uma caixa idem idem
Idem.
Mem R M.,.0. 201. Umadila idem idem, a J'.
I. Kolrigue* Mendes.
Idem Corga, sem namero. Uma dita idem idem,
a A. F. Corga.
Idem J.M. p., n. 19i(ii3. Uma dita Idem idem,
a i. If. Palireira.
Mem M. i J., n. 389|48S. Una dita idem idem,
a MagaHiies & Irmaos.
Idem A 0. F., sem numemro. L'aia dita idem
idem, a A. P. de oliveira.
Mum T. L. S. A., fsen* numero. L'm pacote
vindo de Liverpool no navio inglez Fazilier, idem,
igoora-se a con-iguarao.
Idem Corga, sem numero. Um dito idem idem
idem.
Idem Phipps Brothers & C, sem numero. Um
dito idem idem idem.
Mem \V. F. M., n. 1|J3. Uma giga idem idem, a
Saunders Brofters & C.
Idem F. P., n. 200 1|2. Uma barrica idem idem,
a Johnston Pater & C.
Mem \V. J. P. C, n. I|49. Uma giga idem idem,
a Saunders Brothers 4 C.
Idem A. & C. sera numero. Uma caixa vinda
de Southampton no vapor inglez Boyiu, descar-
regada em 26 idem, a Keller 4 C.
Mem Adamson Howie A C, sem numero. Um
pacote vindo de Liverpool no navio inglez Edu-
ard Herbert, descarregado em 26 de agosto de
18 73, ignora sea consigna?ao.
Idem Jose Ferreira dos Santos lunior, sem nu-
mero. Uu dito vindo de Hamburgo no navio.
hollandez Calltarina, descarregado em 18 idem,
consignado a J. Ferreira dos Santos.
Mem Magalnaes 4 Irmao, sem numero. Lm
dito idem idem idem.
Idem G. M. J.,m. I|'i. Uma caixa idem idem,
em to iJera. a Gomes de Mattes 4 Irrnao.
Idem M. & J., n. 263. Uma dita idem idem, a
Magalhaes 4 Irmao-
Mem F. & J., n. 3. Uma dita idem idem, a
Francisco Ramos.
Mem Souza CaslWdt Almeida, n. 211. Lm pa-
cote vindo de ilamt.nrgo nfl navio hollandei Dor
thea, descarregado. em 28 idem, ignora se a con-
signa^ao. -
Alfandega de Pernambuco, 22 de julho de
iB7i,
0 inspector,
- Fabio A. de Carvalho Reis.
-"nEDiTHs:
0 Dr. JoarjaTm Correia de de Oliveira An
drade, juiz substituto do Dr. juiz dedi-
reito prajredor de capellas e risiduos,
nesta cidade do Recife, capital de Per-
nambuco e sea termo, porS. M. impe-
rial, a quem Deus guarde, etc.
FaQo saber que ho dia 23 fle corrente,
finda a aodiencia deste juizo, se levarflo i
praga os segtiintes bns : 2 tercas partes no
sobradinho de dpus aodares, sito na fregqe-
is do S, Fr. P#ro Goacalves, rua do Cafl
pello n. 2, tendo de comppimeato. 3* pak
mos e de largura 19, caia andar com uma
sala, um quarto, oozinba iotema ? andar
terreo, sefvIertRy de deposito de ferragebs,
hperadar o. V Anna Jwumua da.Conceicao
Teixc#a
Dib a. 54.Ilwdeiros de Aaloaio Jose Mim'z e
oniro
Dita a. 65 Antonio Franciseo- Pereira
MarciKo Dias n lS-0 mosroo
Duque- de Caxias n. 4-.Antonio Joaquim de Ho-
nes e Silva
Trineheiras n. 42 -0 mesmo
Estreiti do Rosario n. 18.0 raesrao
Roda n. 38. 0 mesmo
Coronel Suassuna n. 48'.0 mesmo e outro
Trincheiras n. 25. Antonio Simoes de Almeida
Larangeiras n. 26 Antonio Jose Dias
Dita n. 19 Filnos de Antonio Joie Eneas
Brig
Livramento n. 10.Q mesmo
Luga do Rosario n. 38.lierpeiros de Antonio
Jose Souza Teixeira-
Fogo n. 3i.0 inc.-mo
Largo do Paraizo n 23.Almeida 4' Fernandes
Joao do Hego n. 5.Angela Maria do Espirito-
Sanio
Becco du Calabonco n. 3 B. Ant.nio Jose'
Pinto
Dita it 40 mesmo
Becco da Matriz n. 7.0 mesmo
Dito n. 11.0 mer-rao
Barao da Victoria n. 16.0 mesmo
Cadeia Velha n. 1.Antonio Brocha da Silva
Guimaraes
Paulino Camara d. J.Antonio Jose Hermes
Fraga
29 becco da Caraboa n. 3.0 mesmo
Penta n. 0Alexandrina Martins Correira de
Barros
Dita n. 17. -Antonio Luciano M. Mesjaita Pi-
mentel e cutro
Visconde de Inhauma n. 26. Antonio Jose
Goucalves de Azevedo
.Marcilio Dias u. 74.Herdeiros de Antonio Egy-
dio da Silva
ViracAon. 25.Viuva do AndrS Goncalves do
Crfbo
Lomas Valentina3 n. 1.Amelia Ramos de Car-
valho
Santa Thereza n. 26. Antonio Goncalves de
Moraes e outro
Travessa tlo Lol.alo a. 16.Antonio Teixeira de
Farias
Travessa do Pocin"io n. 26. -Antonio Cliraaco
Moreira Temporal e ontro
Dita n. 36.Antonio Ignacio Pereira C3rv Iho
Palma n. 46.Antonio Pinto de Barros
Dita n. 48.0 mesmo
Diia n. 52.-0 mesmo
Marquez do Herval n. 35.-0 mesmo
Dita n. 54. Autonio Ignacio Pereira Coelbo
Cadeia Nova n. 3 A. Antonio Jacintho Borges .
Marquez do llcrval n 43.Antonio Francisco
Pereira de Carvalho
Becco do Calabouco n. I.Bazilio Alves de Mi-
randa Varejio
Marcilio Dias n. 9.-0 mesmtf
Roda n. 29.-Bernardino de Senna Henrique
fedro Aitoaso n. 59-Barao de Bemiica
1" iravessi da Praia n. 2. -Barao de Muribeca
e outro
Pedro Affoaso u. 13.-0 mesmo
Dita n. 17.0 mesmo i
Dita n. 19.0 nie;nw \
Dita n. 21. -Oinasmo
Dia a, 23.0 mesmo
Dita n. 23.0 mesmo
Dita a. 27.-0 mesmo.
Travessa do arsenal u. 1 A.Barao de iluribeca
e outros
Primeiro de Marco n. 9.Claudio dos Santos
Viegas e outros
Trincheiras ih 33. Convento do Carmo do
: Recife
targa do Rosario n. 45.Camillo Jose Ramos
Campo das Princezae n. 1 A. Convento de S.
Francisco
Travessa dos Quarteis n. 7. Clorindo Ferreira
Catio
Santo Amar.o n. 2 A. Companhia dos trillios
nrbanos
Fogo n. 37.Clara-Rosa Monteiro
Travessa do Livrameolo n. 11. Herdeiros de
Caetaoo Miranda Castro
Cadeia Nova n. 1 A. Companhia Pemam-
bucana .
0 Illra. Sr. inspector da thesoudu
vincial, rffauda f.zer publico que, em vict
tude prbda ordem da presidencia, do 10
do corrente, vai d praga para ser arremata-
da no dia 30 do referido mez, por quem
melhores vanlagens offerecer, a obra da re-
ccfnstrucgao de 300 raetro^ de empedraraen-
to e 600* de rsparos -na estrada da Victoria,
entre os raarcos 11 a 12,000 bracas, or^ada
em I:254|0O0,debaixo das condicpes abaisoj
transcriptas.
As pessoas que se* propozerem d esta ar-
rematar;ao, comparesam na ala das sessoes
da referida junta no dia acima menciona-
do, pelo meio dia.
E para constar, se mandou fazer publico
pelo present* Diario,
0 secretario,
Miguel Affonso Ferreira.
Clausulas especiaos para arrematacao dos
reparos da estrada e reconstruct de
'300 tnetros corrrcntes do empedramento,
entre os marcos de 11 a 12,000 bracas da
estrada da Tictoria.
t.* Os reparos da estrada e reconstruc^do
dos empedrameutos, serio esecutados de
conformidade com o orgamento, na -impor-
tance do l:2KW0OO.
2.a 0 arrematanto dard principio 5s obras
no prazo d 15-dias, e as concluird no de
tres mezes.
3.* 0 pagamepto ser^ effectuado em tree
presta^desi^uaesi d.prpporQdo do trabalho
executado, senao a uitirrfa e definitiva,
quinze dias depois do sua conclusao.
4 '* Para tudo mais que n&o "se achar es-
pecificado, serd jjegaiado^elo quo dispoe o
regulamento de - anno. 0
Villa de Jaboatdo. 2%do iimho de UfT4.
-O/eaaefW^ hitetav w\ teutiei.-
Conforme.0 1.' escripturarto, JodoJoa-
qqina de Siqueira. Vajejito.Confopme.0
optciil, Ofaior, Lm> Saldzat: 'Moscozo da
veigi jPeasa.-^CoDieHBe,^4f, A. Far.
reira.

Lomas Valentiuas n. 20. Domingos Joaquim
Ferreira .
Caes Vinte e Dous de Novembro n. 16. Her-
deiros de. Domingos Antonio Goncalves
Guimaraes
Travessa das Floras n 29.-: Herdeiros de Do-
mingos Roarigues Barhoza.
Penha n. 7. Domingos Jose da Costa
Visconde de Inhauma n. 6. Domingos Jose da
Silva
Trincheiras-n. 14.Emiiia Luiza Lopes e outros
Caes Vinte e Dous de Novembro n. 8. Fran-
cisea Th mazia Conceicao Cunha
Primeiro de Margo n.'14. ft. mesma e outros
Visconde de Inhauma n. 54.A mesraa
Imperador n. 18. -A mesma
Primeiro de Marco n. 20.-Francisco de Paula
Correia de Araujo |
Duque de Caxias n. 31.Francisco Maia Cortes
Trincheiras n. 28. 0 mesmo
Estreita do Rosaxio n. 5. 0 mesmo
Dita n. 7. 0 mesmo
Barao da Victoria n. 7.Herdeiros de Francisco
Jose Barboza
Larga do Rozario n. 38. Francisco Pinto da
Costa Lemos
S. Francisco a. 54. Herdeiros de trancisco
Ribeiro Pires
Travessa do Livramento n. 54. Os mesmos
Travessa do Carmo n. 11. Francisco Jose dos
Santos .
Santa Thereza n. 48.-Dr. Francisco Souza Qr-
ne Lima
Palma n. 36.Francisca Thereza Bittencourt
Dita n. 38. A mesma
Dita o. 60.Francisco Pereira Freire
Duque de Caxias n. 69. Guilherme Augusto
Rodrigues Sette e outros ^
Pedro Affonso n. 38.- Os mesmos
Dito dito n. 40. Os mesmos
Pnmeira Travessa da Praia n. 1. Os mesmo
Dita dita da dita n. 3. Os mesmos
Diia dita da dita n. 5. Oe mesmos
Dita dita da dita n. 7. Os .mesmos
Nova da Praia n. 20. Os mesmos
Primeira Travessa da Praia n. 9. Os mesmos
Penha n. 1. Galdino Temistocles a de Vas-
conceiios ,-"
Marquez de Herval n. 10, Geraldo Henrique
deMira
Mirclcilio Dias n. 71 Hermenegildo da Silva
^P* ;
Travessa do Poasinho n. 38. Herdeiros de Haa-
riqne Jorge
Trave3sa da Coaeordia n. 37. Os mesmos
Dita da dita n. 39. Os mesmos
Dita da diia n. 41. Oa mesmos
Marquez do Herval n. 50. Os mesmos
aaft
Imperador n. 51. Isabel
9oaru
Caes Vinte e Dous da Novembro
Largo do rariizo n. 1. IrmandAde de
Senhora da Soladade
Dito do dito n. 23. Irmaodade de Nossa
Seahora do ftoaario i& Santo Anlotfic
Maria do Fesceca
n. 43,- A
Nossa


a
'
I
C
k>
I.
G
I
a
s
27,000
16,20i>
l(l,80')
i
13,500
50,120
13,500
13,500
21,600
9,000
90,000
13.1W0
13.800
1
90,0 JO 90,000 W.2O0 nvw,
33,640 5.1,100 44,640 134,100 53,100 44,640 16,806 9.538 8,035 Mfin
16,200 29,700 45,000 10,800 35,110 16,200 29,700 4 5,000 10,800 35,100 9,720 29,700 2,916 5,346 8,100 1.944 6,318 874 2,673 298,224 lO,59i 32^7*
13,500 94,500 1,213 8,505 117,720
5,400 19,710 27,000 !>,400 9,720 27,000 72 1,74'J 4,860 11.772 21,IH'
43,200 3,888 MflH*
6,480 6,480 10,800 6,480 13,50t #180 6,480 10,700 6,480 13,500 1,166 4,374 1,944 1*166 2,430 14,1*. 105.94H
7,560 680 8,240
21,600 6,480 in n l.607
47,520 4,176 5l,79'i
13,418 1,207 14.62J
22,680 2041 24,721
18,300 18,360 3,304 4O,02'i
8,640 8,640 1,555 18,83--;
13120 15,120 2,721 32,Wi!
6,480 6,480 1,166 14,125
16,203 MM 17.C,:,<
10,800 7.360 7,360 7,-">u'' 63,000 14.58J 3,130 7,560 7,560 7.560 63,000 6,430 14,580 2>ii 972 1,360 l.:;iri !,:; i ll.3iO 5&:; MM 3,111 11,771 7,061 M.784
2i,3',0
2,187
Hi '
4,400 3,400 972
4'1,300 40,500 7,290 100,2'ii
22,301) 22,500 4.03 > 4.'.
43,200 43,200 7,776 14,1713
27,000 27.COO 4 861
18.900 i.-oi
13,500 1,213
13.50U 1,21".
15,750 1,417
15,750 31,417
13,500 1.2.M'
13,303 1.230
2,430 202,'>'
79,021 79,023 14,22i 172.2'i
j.GOd 6,480 9,000 1,620 i83 tsvno
67,000 67,500 12.150 147,I3'
7,360 7.56J 1,360 mi* >
135,000 12,420 135,000 12,1*0 24,:J00 2,233 ajt^joo 27,07.
4,360 4,860 871 uph
27.CO0 27,000 4,86' hvho
l-i:20J
10,800
2.91i
1,941
35J16

13.500
"30,120
13^00
13.500
21,600
9,098
90,000
18,008
13,900
13.500
2,430 2?,430
10,011
2,430
2,430
3,888
1,620
!6,t:o
3,848
8,489
8,430.
245 91
88,430
i :.'
{ Co*titmar*9t-hm. )
:


7.560 10,800 7.560 10,800 t,:;co Ma* 16480
19,440 1,7*3 21.IVJ
18,900 18,900 3.402 um
10,800 27,000 31,300 27,000 10,800 27,000 31,500 87,000 1.944 4.860 5,67 4,860 M
99.C00 9,000 13,300 13,300 13,500 99,000 9,000 13,500 13,500 13,500 17,800 1,620 2,430 2,430 2,430 2I5.S2. -107.
81,500 SI,500 14,380 176.5*i
40,300 3,6 io 44.14S
10,800 16,200 10.800 16,200 1,944 2,916 .-'.
10,800 10,800 1,914 S3.
18,000 7,560 7*890 10,800 18,000 7,560 7,650 10,800 3,240 1,360 1,360 1.944 mm 32,96- 23,
38,000 13,300 13,300 18,900 18,900 18,900 20,520 24,300 13,500 38,000 13,500 13,500 18,900 18,900 18,900 20,520 24,300 13,500 6,480 2,430 2 430 3,402 3,402 3,402 3,693 4,374 2,430 392,44i
68,310 68,310 12,295 148,91.
18,000 18,000 3,240 39,24"



Diaxio de Pernambuco Quinta feira 23 de Julho de 1874.
1

Dr. Pedro Camelio Pessoa, juiz de direito do
ci\el da segoada vara, nesta eidade do Recife
sen lermo, capital da provincia de Peroaia-
bujo, por sua raagestade imperial e consutucio
nal o sr. D. Pedro II, ete.
Pa co saber pelo presente qae D. Anna Filisarda
de S>oza e Silva, por sea advogado, me endere
$on a peticao do ttieor seguinte :
III n Sr. Dr. jaii de direito da segnnda vara
civel.Diz D. Anna Felisarda de Souza e Silva,
nesta eidade, por sea bastahle proearador, que
pela certidio do official no mandado incluso cons-
U ai liar-se o seu inquilino e devedsr Manoel An-
tonio Pego, aasente e em lagar incerto ; uestas
condicoes digne-se V. S. admittir a juslificacao
* da ausencia e intiraacio do mandado por meio de
ediios com o praso da lei, correndo depois a ac
cao execuUva intentada com am curador ad li
tem qae V. S. dign compareca o supplicado, oa oatrem por elle, e
por etTeita da iotiraacao edital; pena de revelia e
nomsacao pedida. Pede deferwnento. E, R. M.
E-tava sellada torn uraa estampilha de 200 rs.
e inaulisada com a seguinte data a assignatara.
Hecife, 30 de iunlio de 1874.Caste lie Branca.
Nadamais constava de dita neticiio aqai inser
is na qual dei o seguinte despacho:
'Sim. Hecife-i de julho de 1874. P. C. Pes-
soa.
En conieqnencia do que, a anlora D. Anna
Felisarda de Souza e Silva produzic sua justifiea
cao acerca da ausencia do reo, e subindo os au
tos a cooclusao, sellados e preparados, proferi ;
sensenca do tbeor seguinte :
Em vista dos depoimentos das teslemunhas de
-foi Das 14 a folbas 16, hei por jastiftcada a an-
seoc a do reo Maooel Antonio do Pego, e mando
quo seja citado p>r carta de editos para o lim
declarado em a peticao a follm 12, e custas.
Recife, 13 de jaltw de 1874.Pedro Camello Pes
soa.
E por forea desta setenca, o escrivao competen-
te G'jilherme Augusto de Athayde.fex passar o pre
sente com o praso de 30 dias, afim de que |ur
elle seja citido, o referido'reo, por todo o con-
leuco oa pelicjio ne:-te transcripta, sob pena de
revelia, na forma da lei: pelo que toda e qual
qner pessoa pcder-lbe ha fazer scientc de todo o
exposto.
Didj e passado nesta eidade do Recife, aos 20
de julho de 1871.
Rs, Guilherme Augusto de Alhayle, escrivao,
subs ere vi.
Pedro Camello Pessoa.
0 Desembargador Francisco de Assis Oliveira Ma
ciel, official da imperial ordem da Rosa, cava
lbeiro da de Christo, jaiz i rivativo de orphaos i
ausentes da eidade do Recife e seu term >, por
S. M. o ImporaJor, qae Deus guarde, eic.
Faco saber aos oue este virem, que o bacharel
Francisco Pereira Marlins Ribeiro, invvntariaiite
dos bens que licarani por falle:imento de sen. ir-
aac Leopoldo Fcrreira Marlins Ribeiro, requeren
do-tue par* vender em hasta public.i, com o abate
da quinta part0, vteto como na primeira praca nio
houve lancador, a escrava Itidra, preta, crioula,
de 23 anno- de idade, com algumas habiiitacoes,
que pertencendo ao espoiio do inven'ariado, foi
avaliada por 1:0004, e com o abate da respective
S* parte, licou a mencionada escrava com o valor
de S00J0C0.
E, pois, que annum do a semelhante pretemjao,
pelo presente e firmado no que dispSe o decfeto
n. 1695 a 1865", couvido a toJos quanto queiram
lancar sobre a precitada e srava, aprescntarem
suas propostas em cartas fechadas competente-
mei t.j estampilhadas, nas salas das audiencias das
autaridades judiciaes da I* instancia, no prazo de
20 dias, a contar de hoje.
Os pretendentes querendo, paderao ver a pre-
diu escrava, na casa da residencia do inventa
riante a rua da Imperatriz, nj 2 andar do sobra-
do n. 86.
E para constar raandei passar o presente, que
9era affixado nos lugares do costume e publicado
pela imprensa.
Dado e passado sob raeu signal e sello ou valha
sem sello ex causa, nesta eidade do Recife de Per-
nambuco, aos 20 de julho de 1374.
Eu, Floriaao Correia de Br to, escrivao, o fiz
escrever e tubscroi.
Francisco de Assts Oliveira iltciel.
0 Dr. Joaquim Gnncalves Lima, juiz d^ dlreito e
privativo dos l'eitos da faienda nacional, etc
Fafo saber a todos que e?te virem, que no dia
24 de julho corrente, se vendcra-cm pra>;a pu-
blic* deste juizo na sala das uudien.ias pelas 11
boras da manhS, a casa terrea cita a s Remedios,
fre^uezia dos Afjgadjs, com :!3 palrnos de frente
e o$ de fundo, com uu,a porla e duas janellas,
duas salas, tres quartos, quintal cm aberto com
280 palrnos de fundo, de pedra e cal, peuhorada
a Manoel Antonio Ribeiro, para pagamento do
que deve a fazenda nacional e avaliada nor......
2:500*.
Este sera affixado no lagar do costume e publi-
cadopelaimprensa.
Dadoe passado nesti cid.ido do Recife aos 3 de
julbodel87i. Eu, Jose Francisco do Rego liar-
ros, escrivao o subscrevi..
Joaquim Goncalves Lima.
0 Film. Sr. inspector do thesouro provincial,
em virtude da ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia, de 4 do corrente mez, manda fazer pu-
blico, que vso a pra^a no dia 6 de agostoproxi-
mo futuro, peraote a junta do mesmo thesouro
para ser arrematada a quern por menos fizer, a
obra do calcamento da estrada de Jaboatao, desde
a ronte de Afogados ate a barreira' do Giquia,
orjada era 21*:48of000 em apolices de 7 0|0, de-
baixo das condicoes infra transenptas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao, compaiecam na sala das sessoes da junta do
mesmo thesouro, as 12 horas do indicado dia, com-
petentemente habilitadas.
E para consiar, se mandoa fazer publico no pre-
sente jornal.
tJJcretarla do thesouro provincial de Pernambu
co, 8 de julho de 1871.
0 secretario,
Miguel Affonsi Ferreira.
Clansulas espeeiaes para a arrematacao do calga-
nrento desde a ponte dos Afogados ate a bar-
reira do Giquia, na estrada da Victoria.
i.
0 calcamento desde a ponte doj Afogados ate a
barreira do Gipuia sera feit) de conformidade com
o orgamento approvado pelo Exm. Sr. presidente
da provincia, na iraportancia de 20:480*000.
~~~ 2."
0 arrematante da'a principio a obrafno prazo
de um mez e a concluira no de oito mezes, con-
tados da data da assignatura do contrato.
3.*
O pagamento sera effectnado em quatro presta-
tOes iguaes, na proporcio do servico executado.
4.'
Para tudo o mais que nao vai e-peciiicado nas
presentes clausulas observar-se ha o que dispSe
o regulamento de 24 de fevereiro do corrtnte
anno.
0 engenheiro ajudante, Francicco Apo'ligoaio
Leal. Conforme. 0 offlcial-maior, Luiz Salazar
Mos'ioso da Veiga Pessoa
Conforme,
M. A. Ferreira.
INSTTUTB MCHEOUHSttO E GEB-
. GR&PHICO PERNAMBUGANQ-
Haveri scssao onlinaria quinta-feira, 23
do corrente julno, pelas It horas da ma-
nba.
ORDEM 00 DIA.
1/ Negocios aiiiados.
2. Pareceres e mais trabalbos' de cora-
missoes.
3." Palestra litte'raria.
Secretaria do Instituto, 19 de julho de
1874. -I
JOSE SOARES D'AZEVEDO.
Secretario perpetuo.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
Ndo se tendo reunido numero legal dos
Srs accionistas desta compnnhia, convidados
ptra a assemblea geral do dia 6 do corren-
te mez, sfio de novo convidados a renn>-
rem-so no nia 20 deste mez, pelas 12 ho-
ras da manlia, no es:ripUrio de suas sessoes
rua do Cabuga* n. 16, afim de deliberar-se
sobre as contas do anno financeiro desta
companbia, e approvar o orcarhento vin-
douro, devendo nesta occ siao ser lido o
lelatorio do Sr. director, mostrando o esta-
do Ha companhia no anno findo em 30 de
abril ultimo; provenindo-se aos Srs accio-
nistas, que, do conformidade com o art. 23
dos essatotos, a reuniao ter,1 ctTectividade
coin o nli nero dos Srs accionistas que a
ella comparecerem.
Escript irio da companbia do Beberibe,
20 de julho de ia7i.
0 secretario,
Luiz Manoel Hodrigues Valenga.
De ordem do lilm. Sr. inspector do ttiesou-
r i de fazenda desta provincia se faz publico,
que perante a junta da me ma, ira a praca, pelas
2 hoias da tarde do dia 29 do corrente mez, o
arrendamento por um anno, do convento de N. S.
do Carmo de Olinda, podendo desde ja os preten-
dentes examinar o referido convent-).
S'.'cretaria do thesouro Ue fazenda de Pernam-
buco, 16 de julho de 1874.
0 2* escripturarlo, servindo de secretario,
______________Carlos J. de Souza Carreia,
De ordem do Film. Sr. inspector da thesou
raria de fazenda desta provincia se far publicc
??ra coauecjinentQ do "uera interessar que no
dia 29 de julho proximo futuro, pelas 2 horas da
tarde, sera posta em hasta pub ica perante a jun-
ta da meson thesouraria, para ser arrematada poi
quem mai3 lanco offerecer a casa terrea sita a
rua do Pago Castelhano, na eidade de Olinda, pro-
prio nacional e bem assim o terreno qae Ihe fica
idjacente, o que tudo foi avaliado por dous contos
de niis.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 30 de junho de 1874.
0 2." escripturario, servindo de secretario,
Carlos Joao de Sonza Correia.
SANTA CASA DA MlSERlCOHDlA DO
RECIFE.
A Rlma. jdnta administrativa da Santa Casa d
Miserieordia do Recife, manda fazer publico que
aa sala de suas se-soes, no dia 23 de julho, pe-
las 3 horas da tarde, torn de ser arrematadas >.
raem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
i tres annos, as rendas dos predios em seguida
ESTABELECFMEXTO DE CARFDADE.
Rua do Padre Floriano
Casa t?rrea n. i3......201/000
Cinco Pontas.
Idem n. 114........362^000
Rua larga do Rosario.
2* andar do sobrado n. 2i A3 3l00O0
Hem do sobrado n. 24.....408^000
Rua do Amorira.
1.* andar do sobrado n 26. 304^000
Rua de Antonio Henrique.
Casa terrea n. 26...... 99^000
Largo da Carapina.
idemn 11 .........120^000
PATRIMOMO DOS ORPHAOS.
Rua Duque de Caxias.
Loja n. 77........700*000
Becco das Boias.
Idem n. 39........421*000
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 40.......202*000
Rua do An-.onra.
Sobrado de 2 andares n. 23 602*100
Casa terrea n. 34......122*000
Rua do Burgos.
Idem n. 19......... 133*000
Idem n. 21 ........ 153*000
Rua do Vigario.
2- andar do sobrado n. 27 243*000
1 andar do raesmo......3004000
Loia do mesmo.......3755000
Sobrado de 2 andares n. 25 1:300*000
Rua do Encanamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 1:400*000
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 132......70U0OT
Idem n. 25........209*000
Rua da Guia.
Idem n. 25........209*000
dem n. 29........201*000
Rua da Crur.
Sobrado de 2 andares n. 12 800*000
Rua de S. Jorge
Casa terrea n. 100......241*000
Rua de S. Bento.
Casa terrea n. 17......200*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto d<
irrematacao as suas flancas, ou compareceren
icoicpanhados dos respectivos fiadores, devendc
pagar alem da renda. o premio da quantia en
^ua for seguro o predio que contiver estabeleci
aiento commercial, assim como o servico da lim
peza e pre50S dos apparelhos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do R
:ife, 26 de junho o de 1874.
0 escrivao,
_______ Pedro Rodrigues de Souza,
pitaL
fc.O bilbetes estao a venda no lagar do costume.
topsias era l:3U*780, e a substituicao de uraa
iinha em 88*880 : serao postos em esocarreneia
para serera coatratados a 26 do correula, ao. meio
dia, na reparticao das obras publicas, onde se 0 emprezario dothestro Santo Antonio, ao re
acham os respectivos orcamentos. Averbasre- tirar-sa (amporariameate desto capital coma soa
lativas a services ja feitos serao deduzidas. | companhia, faltaria ao mais sagrado dos deveres
Recife, 14 ae julho de 1874. ; se nao desse um publico testeraunho da soa gra-
0 engenheiro das onras milltares, lidio ao generow pubiico qae aqai o snst-ntou
_____________Chryssolito F. de Castro Craves. ; ba dous snnbs earmprensa moralisada pelas pro-
8~~5 u- J:i J j j_ vas de eonsideracio ao tbeatro e aos artistas.
. e Ultimo (llViaenaO aa Ao Sr. Antonio Jose Duarte Coimbra, digno pro-
c if l i prietario do theatro, manifesta igaalmebtao em-
maSSa talliaa de Amorim, prezarlo a sua gratldSo pela delicadeza e cava-
Iheirismo que sembre Ihe dispensou.
Fragoso, Santos & 0.
Paga-se o 8. e ultimo dividends a ratio de
1,95 #|. no escriptorio A' roa do Vigario n. 13, 1"
andar, dos dias 20, 21, 2), 23 24 e 25 do corrente,
das 11 da man hi a I da tarde, devendo os Srs.
credores apresentar sens titulos. Depois daquel-
les dias os pagamentos somente serao feitos as
quintas feira?, e por isso os Srs. credores tenham
a bondado de vir logo recebor on mandar seus
procuradores nos dias aciina lixados.
Companhia Fidelidade
SoguroH iiiurliimud e terrestres
A agencia desta companbia toma seguros ma-
rl timos e terrestres, a premies razoaveis, dando nos
ultimos o solo livre, e o seiimo anno gratalto ae
legurado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
SI Rua do Apollo 51
A todos o sen recoohecimento e gratidao. Qaer
oa provincia da Bahia, para onde foi cnamado,
qaer em ontro lagar onde o lere o destino, sera
immorredonra a lembranca de tantos favores rece-
bidos.
Compnnhia Phenix Pernam-
bucana
A direccao desta companhia convida aos Srs.
accionistas para a reuniao da assemblea geral,
que devera ter lugar no dia 24 do. corrente, ao
meio dia, no sea escriptorio, afim de Ihes ser
apresentado o relatorio do anao findo, em 30 de
junho proximo nassado, o pareeer da commissao
de contas, e proceder-se a eleicao da nova di-
rectona.
Recife, 2h de julho de 1874.
Os direcloras
Luiz Daprat.
Joao J*)se Rodrigues Mendes.
Eduardo Candido de Oiiveira.
A.rmazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o fogo
A companbia pernambneana, dispondo de ex-
:ellentes e vastos armazens em sea predio ao for
te do Mattos, offereceos ao commercio em geral
para deposito de generos, garantlndo a maior con-
isrva^ao das racrcadorias depositadas, servico
prompto, precos modicos, etc.
Tambera recolheri, mediante previo accordo, ex-
clusivamente os generos do uma so pessoa.
Estcs arraazens, alem de arejados e comraodos.
jao tnteiramente novos e aspnaltados, isentos de
eunjm, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerera ntiii-ar-.-e destes ar-
nazens, pederao dirigir-se ao escrigtono da com-
panhia pernambucana, que acharao com qnem
tratar.
Conego
liino do llontc
uello Luna.
Car-
Tendo o conselba paro-
chial da Sociedade Proj.a-
gadora da Instruccao Pu-
blica da freguezia de Santo
Antonio de mandar cele-
brar oma missa por alma
de seu mui presi.iooso pre
sidente o Rvm. conego Lino do Monte Carmello
Luna, no trigesimo dia de seu passamento ; con
vido pelo presente a todos os senhores socios e a
seus parentes e araigos para que se dignern com-
parecer a esse acto de piedade e religiao, que tera
lugar na igr ja do convento do Carmo desta ei-
dade, no dia quinta-feira, 23 do corrente, as 8 ho-
ras da manna, por enjo acto se confessa o conse-
Iho desde ja agradecido.
Secreteria do conselho parochial de Santo An-
tonio, 20 de julho de 1874.
0 secretario,
^^^^^^^ J.iao Landelino Dornellas Camara.
Confraria do Senhor Bom Je-
sus da Yia-Sacra, da igre-
ja d' De crdem do irmio provedor convido a todos os
nossos charissimos irmaos confradesa comparece-
rem em nosso consistorio, pelas 6 horas da tarde
do dia 24 do corrente mez, afim de em mesa geral
se proceder a eleicao da nova mesa regedora, nos
termos prescripts pelo compromisso, e de confor-
midade com o despacho do Illm.Sr. Dr. juiz de ca-
pellas, pelo que sera considerada a mesa geral
com o numero de irmaos que a ella comparece-
rem, visto como nio tera sido possivel reunir-se
numero exigilo pelo art. 40 do citado compro-
misso.
Consistorio da confraria, 20 de julho de 1874.
Servindo de escrivao,
Marcolino Jose Pupe.
AVISOS MAR1TIM0S.
Real companhia de paquetes in
glezes a vapor.
Ate o dia 26 do cor-
rente, espera se da
Europa o vapor in-
|i"z Douro, comman-
.ante Tbwaites o qual
depois da demora do
costume, segnira para Buenos-Ayres, tocando bos
portos da Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
No dia 29 do corrente espera-se dos portos do
sal o vapor inglez Boyne, commandante F. Beeks,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-se na agencia,
rua do Commercio n. 40._______^^^_
Paciiic Steam Navigation Compan)
ROYAL MAIL STEAMER
Cotopaxi
(DE 4027 TONALEDAS)
Commandante Six.
Espera-se dos por
tos do sui ate o dia 2
de agosto, e depois da
demora do costume
seguira para Liver-
pool, tocando em Lis-
boa e Bordeos, para onde recebera passageires,
encomraendas, carga e dinheiro a frete.
if. B.Nlo gabira antes das tres horas da tar-
1e do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Bowe Sl C
1 iPRACA DO COMMERCIO -14
Rio Grande do Sul
0 brigue nacional Sahy sahira para o porto aci
ma, e recebe a carga precisa para alastrar : tra
ta-se com Pereira Vianna & C, a rna do Vigario
numero 1.
Libras eslerliim
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 12.
Coinpankia do navegacao a v;v
por bahiana, Hinitada
Macei6, Penedo, Aracajii e Bahia.
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 25 do
corrente o vapor Dantas,
o qual sahira para os por
tos acima no dia segnin
te ao da sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete
Agente
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
7 Rua doBora Jesus57
Palhabote Joven Arthur*
Vende se e=te navio prompto de um tudo para
navegar, e feito de madeiras do Brasil, esta anco-
rado no quadro da descarga : os pretendentes po-
derao examinar, e para tratar com Antonio Luiz
1e Oliveira Azevedo, a rua do Bom Jesus n. '7.
Santo Antonio
PAKA'
A escuna Georgiana segue nestes
porto acima, e recebe carga a frete :
Tasso Irmaos & C
dias para o
a tratar com
BKIfr
DECUBACOES,
Exposic^o de Philadelphia
De ordem do Exm. Sr. commendador presiden
te da commissao central para acquisicao de espe
cinsens da industria nacional para a exposicao
nni -ersal de Philadelphia, convido os respectivos
membros da me-ma commissao para a reuniao
Jne deve ter logar pelas 6 boras da tarde do dia
4 do corrente (sexta-feira). no 1 andar do so-
brado n. 83 da rua do Imperador; e pravino aos
mesmos dignos membros de que as reunioes da
commissao terao sempre lagar as sextas feiras de
cada semana, e as quintas-feiras, quando aqaelles
dias forem ftriados.
Recife, 22 de julho de 1874-.
Felippe de Figueiroa For in,
Secretario.
0 Film. Sr. inspector do thesouro provincial
manda fazer publico qae em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia, de 7 do
corrente mez, tem de ser arrematado por um anno
no dia 23 do referido mez, perante a junta da fa-
zenda do raesmo thesouro, o imposto de 8 por cen-
to sobre o capim de planta vendido na eidade do
Recife, orcado em 2:319*280.
As pessoas que se propozerem a esta arremau-
5*0 compare?am na sala das sessSes da mesma
junta no dia indicado, oompetentemente habili-
-ladas.
E para constar, se mandoa poblicaro presente,
Secretaria do thesonro provincial de Pernambu-
co, 9 de julho de 1874.
0 secretario,
Miguel Aftcnso Ferreira.
De oriem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda se faz publico para conheciraenb
de qnem interessar, que perante a junta de fazen-
da da mesma, tem de ir a praca para ser arrema-
tada por qnem maior lanco offerecer, o arrenda-
mento de uma casa terrea sob n. 55, a rua de S.
Bento da eidade de Olinda, pertencente ao patnmo-
nio do convento de Nossa Senhora do Carmo da-
quella eidade, e hoje encorporado aos proprios na-
cionaes ; sao por tanto convidados os pretenden-
tes ao dito arrendamento a comparecerem as duas
boras da tarde do dia 25 do corrente mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 5 de julho de 1874.
0 2* escripturario, servindo de secretario,
__________Carlos Joao de Souza Correta.
0 conselho parochial da Sociedade Propaga-
dora da Instruccao Pnblica da freguezia da Var-
zea, convida pelo presente a todos os sens asso-
ciates para no dia 26 comparecerem na casa de
residencia do engenbo do Brum, para se proceder
a eleicao do novo conselho para o aono de 1874
a 1875, por ser o dia .26 do corrente anniversario
de sua installacao.
Varzea, 18 de jnlbo de 187>.
j No dia 27 do corrente mez, depois da au-
diencia do Exm. Sr. desembargador jaiz de or-
phaos que tera lagar ao meio dia na sala das au-
diencias, vai a praca nma morada de casa terrea
e sctao, com terreno proprio, denominado Una
dos Ratos. no lugar do Monteiro, freguezia do
Poco da Panella, cuja casa e silio vai a praca a
requerimento da inventariante dos bens aeixadoe
por morte de Francisco Geraldo Moreira Tempo-
ral, para p*garmnto dos cvedores, servindo de
base a avaliayad de5:000|.
Juizo de orphaos
Foi transferida para o dia 27 do corrente, de-
pois da indiencia do Exm. Sr, desembargador juiz
de orphaos, ao meio dia, a arrematacao da casa
terrea n. 2 da rua de 8. Goncalo, avaliada por
5:000*, pertencente ap ftnado Leopoldo Ferreira
Martins Ribeiro.
Obras militares
Tendo de ser execotadas as obras e concertos
do quartet do Hospkio, orcadas em 4:2254500; e
no hospital militar, a coastrneeao da casa da aa-
Quinta-feira 23 de julho.
Rec-ita em beneflcio de nma
vim a e (linos.
Reentrada do actor Julio Xavier, que, eonvi-
te da eropreza, ocenpara de novo o lugar que
tinha na companhia.
Drama em 5 ados, original francez :
A republica dos pobres
0 resto dos bilhetes estarao a venda no thc-a-
t rono dia do espectaculo.
Principiara as 8 l|2 horas.
tHEATRO
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
VICENTE
Sabbado 25 do corrente.
Mima recita
da empreza, por ter de retirar se a companbia na
segnuda-feira proxima.
Grande espectaculo
de canto danca e declamacao I
Beneficio do Vicente
COUPA.\mARH.-l*IL,L:iIlA
DE
MAVEGACAOA VAPOR
Portos tlo sal
Commandante Alcoforado.
E' esperado dos portos
do norte ate o dia 27 do
corrente e segnira para
os do sul depois da de-
mora do costume.
Porlos do norte
Feira Semanal
DE
mobilias completas, sendo
uma de faia e outra devi-
nhatico, guarda roupa pa-
ra homem, estantes envi-
dracadas para livros, ap-
parelhos de louca para al
moqo e jantar, guarda ves-
tidos, pianos de armario,
de 3 cordas, livros de litte-
ratura, quadros dourados,"
com finas gravuras, cana-
rios do imperio, bons can-
tadores, grandes e^pelhos,
com molduras douradas, 1
cofre de ferro, prova de fo-
go, machinas decostura,
crystaes, secretariat, car-
teiras e mesas para escre-
ver-se, objectos de ouro,
camas fraiicezas, mesas
elasticas, commodas, apa-
radores, relogios de ouro e
prata paraalgibeira, vene-
zianas para varandas,
infinidades de .objectos do
uso domestico, que serao
vendidos
ao correr do martetto
HOJE
as li ti horas
FEIRA SE>1ANAL
f6--Rna do Iiuperador16
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
bens do fallecido Manoel Antonio Vieira.
A SABER:
Uma mobiiia de iaaaraDda, t diu da amaralio,
I eomsoda dedito. 1 son de jaeanaaa, 2asa-
lhos, moldnra donrada, 4 jarrox para floras, 2 baa-
eas para jogo, de jacaraaaa, 1 mesa redonda it
dito, 1 guarda-roupa de mogno, 1 marqaesa 4*
amarello, 1 mesa de dito, I mesa para jogo, t ca-
ma de amarello, I commoda de mogno, t apara-
dor de amarello, 1 commoda ded>, 1 gaarda-
roupa estragado, 2 pares de lantern.s, 1 candieiro
para kerosene, i par de escarradeires e t can>".a.
propria para famiiia ; para qualquer iorormacio
a agencia da rua do Marques de Olinda n. 37, 1*
andar.
- *fl
LEILAO
DE
19IIUff.aEAS
AVARIADAS
SABBADO 25 DO CORRENTE
As lO f |t horas
0 agents Pinto, em cumprimento do mandado
do Film. Sr. Dr. juiz de direito da 1.* vara de la
eidade, levara a leilio, a reqnerimeoto de Cardoso
& Freitas, e par eonta e risco de quern pertencer,
de dillVrentes raiudezas, damniCcadas em razao da
extravasiicao de i gua pntrida e materias fecaes do
cano collocado uo estabelecimcn'.o da rna Primei-
ro de marco n. 7, pela companhia Recife Drainage.
0 leilao sera effectuado as 10 l|2 horas do dia
acima dito, no es riptorio do referido agente,
rua do Bom Jesus n. i3.
Leilao
que fazem
de musica L0!0!?
Jiversos moveis e outros artiges
parte do espoiio do professor
Innocencio Smotty
Hoje
A's 11 horas da manha.
Em o andar terreo da rua da Aurora n. 53.
0 agente Dia-, cuinptentemente autori?ado pelo
Exm. Sr. barSo da Soledade, consul Ja Italia, le
vara a leilao, no dia etora acima meocionados,
os artigos que abaixo s6 mencionam, os quaes fa-
zem parte do espoiio do fallecido Fnnocencio Smot-
ty, a saber:
Um bom relogio de parede, 48 quadros co
pinturas e vist s diversas, adits grandes,idem,
1 carta geographica da Italia, 4 redomas, com (lo-
res artificiaes, 3 pares de oinatos para pendurar,
7 bustos de gesso, 1 vaso de alabastro, 7 ditos pa-
aa (lores, 6 ttguras de barro, 1 cama de ferro, com
colchao, 1 toucador, com espe'ho, 8 cadeiras de
bracos, 1 mesa redenda para jantar, 1 ca'bide pa-
ra chapeos, 1 cadeira secreta, corai oteiras de Vi-
dro, algmna louca para jantar, 1 magnifico porta-
licores de ferro, para cerca do mil garrafas, cer-
ca de 150 garrafas de vinhos e licores linos de
diversas qualidadfs, 2 de?cancos para pes, 2 es-
cadas, diversos objectos, trem de cozinha e diver-
sas musica3 sacras, etc., etc., e outros artigos que
estarao patentes ao exame dos Srs. coneurrentes.
DE
calcadose miudezas
A SABER:
5 dnzias de borzegtiins escoceze?, peili<\i ao.a-
rella.
5 ditas de ditos ditos, chagrin de cores.
10 ditas de ditos ditcs, ca^emira de cores.
5 ditas "de botinas turco, preto.
S ditas de ditas sarjado do ones.
3 ditas de sapatos, idem idem.
Uma caixa com fitas de sarja de cores, n. I i\- a
20, e fitas de velludo preto, sortidas.
Sabbado 25 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO.
Por intervencSo do agente Pinto
Em seu escriptorio, rna do Bom Jesus n. ".
Leilao
DE
de dous andares e sotao,
do Visconda de Pel., tas
E' esperado dos portos do sul
ate o dia 27 do corrente e segui-
ra para os do norte depois da
demora do costume. -.
Recebera so encomraendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO -7
Pereira Vianna & C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
A'uv-cg;aetin costeira a vapor.
Maeoid, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor Coruripe,
commandante Santos
seguira para os por-
tos acima no dia 31
do corrente as 5 boras
da tarde.
Recebe carga at6 o dia 30 do corrente, encom-
mendas, dinheiro a frete e passagens, at6 as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio
no Forte do Mattos n. 12.
Para.
um boa predio
situa n. 1.
Sexta feira 94 lo corrente
A'S 11 HORAS DA MANHA
No sobrado da'rua do Marques de Olinda n. .'!7,
primeiro andsr.
0 agente Dias, competenteraente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima indicado3, o so-
brado de 2 andares e 3otao, com os comraodos se-
guintes: primeiro andar, 2 salas e 5 quartos, se-
gundo andar com os mesmos que o primeiro, e
sotao com 1 sala a 4 quartos.
Fica era optima posicao, pois apanha toda a
praca do Conde d'Eu, e rende annualment1;.....
1:440,000 rs.
Os Srs. pretendentes para qnalqner esclareci-
mento podem dirigir se ao escriptorio do agente,
onde tera lugar o referido leilao.
Em continuacao o raesmo agents vendera, por
conta e risco de quern pertencer, algumas joias
com brilhanto*.
Sorvete
Roga-se ao respeitavel publico e as Exmas. u-
milias, que a anliga casa de sorvete da rua Mova
n. 67, continila a vender o afamado sorvete, h ja
ainda mais aperfeicoado. ("harr.a-sc a atlenca) j>
fabricacio de sorvetelras inttiras para parudls,
etc., etc.
LEILAO
Pretende seguir para o-indicado porto com mui-
ta brevidade a escuna portugueza Christina, por
ter parte da carga ; e para a que Ihe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jose Goncalves
Beltrao & Filho, a rua do Commercio n. 5.
Operete. em 3 ados, original
do maestro Colas :
brasileiro, musica
A
Opereta em dons actos, original
ca de Offemback :
francez, musi-
A rainba Crinoline
OU 0
Reinado das nulheres
0 beneflciado em virtnde de seus muitos afa-
zeres, nao p6de passar os bilbetes deste especta-
culo, e por esta motivo entrega-se 4 proteofao li-
vre e espomanea do Ulustrado pnblico desta ca-
LEILOES,
Agente Pqstam
leilao
DE
corn cerveja
50 caixas com cerveja extrakurgo, quei-
ios suissos, vinho Bordeaux em quartol-
las e em meias ditas, dito de Borgonha
em caixas de 12 garrafas, licores linos,
. conservas finas e salarnes
A'S 11 HORAS EM PONTO.
no primeiro andar da rua do Commercio
n. 9.
0 prepoito do agente Pestaua fara leilao, por
conu e risco de qnem pertencer, dos objectos aci-
ma meocionados, em tun on man lotes, a vontade
dot compradores, para fecbar contas. :
QUINTA-FEIRA 13 DO CORRENTE
as ft haras empaato.
No primeiro andar da rna do CVoamercio n. 9.
DE
Moveis, louca e crystaes
A SABER:
Um piano de Pleyel, 1 mobiiia d3 jacaranda,
com 1 sofa. 1 jardineira, 2 consolos, li cadeiras
de guarnicao, 2 ditas de balanco, 1 espelho dou-
rado, grande e oval, 2 ditos grandes para consolos,
b" quadros, com gravuras, 4 lancas, madeira pre
te, 4 pares de cortinados 1 mesa redonda.
Uma cama franceza de jacaranda, 2 ditas de
ferro, 1 toilette, 1 guarda-vestidos grande, 1 mesa,
1 estante e 1 tear.
Uma mesa elastica, 1 guardalouca, 2 aparado-
res, com tampos de pedra, 1 quartinheira, lon;a,
Vidros, crystaes e mais objectos de casa de famiiia
SEXTA-FEIRA 24 DO CORRENTE
Na casa de rua do Visconde de Goyanna n.
221, sobrado junto ao estabelecimento
do Sr. Carpintoiro Hijo, S. Jose do Man-
guinbo.
0agente Pinto, autorisado por uma famiiia que
mudou de resia- ncia, fara leilao dos moveis e
mais objectos acima descriptos, existentes na casa
da rua do Visconde de Goyanna n. 221, onde se
effectuara o leilio.
Os pretendentes encontrarao na estacio do arco
de Santo Antonio um trem que Ihes servira de
conduccao gratis, o qual partira as 10 1|2 horas.
O leilao principiara as 11
horas.
LEILAO
DE
moveis e mais artigos, e uma can6a propria
para famiiia
Sabbado 25 do corrente
A'S II HORAS DA MANHA
No segundo andar do sobrado da rui do Marquez
de Olinda n 26
0 agente Dias, Mbpetentemente autorisado por
despacho do Illm. sr. desembargador jaiz de or-
phaos, levara a leilao, no dia e hora acima desig-
nados, os moveis e mats artigos
Casa de satide de S'anlo
Afnaro.
Jj.ia da Silva Ramos, proprietario da
ca?a tie saude, tendo regressado da Eu-
r> pa, reassnmio a admini^tracio, e o
'i service medico do raesmo estabelrcimen-
tos, e espera qae o pnblico continue a
depositar a confianga, que >empre depo-
sitou em vista de seu zelo e interesse
pelos doentts alii recolhidos.
Joao da Silva Ramos, medico pela Uni-
versidade tie Coimbra, de volta de sna
viagem a Europa, continda no exercicio
de -ua profissao, prestando-se a tratar
de qualquer doente dentro ou fora da ei-
dade, e dando consultas diariamente das
10 as 12 horas da manha em>eu escrip- i
torio na rua do Imperador n. 67.
Joao da Silva Ramos, devendo receber
mensalmente da Europa, vaccina de su-
perior qoalidade, prestase a ir vaccinar i
qualquer pessoa em seu domicilio ou em '_
seu gabinele na rua do Imperador n. 67, f
nas quartas-feiras e sabbados das 10 as '
12 horas da manha.
Precisa-se na rua Augusta, hoje Corone.
Suassuna n. 201, uma ana para cozinhar para
duas pessoas e engomraar para as mesmas : quern
estiver nestes condicoes appareca na mesma casa
a qualquer hora.__________________________
Obras ineditas e colleccio-
nadas do finado vigario
Francisco Ferreira Bar-
reto.
Os editores desta importanti-sima obra, avisaia
aos senhores, que aioda nao a assignaram, que o
fKcam ate o dia 15 de agosto, o mais tardar, a
quando se acha prompto o primeiro volume; de-
pois desta data em dianle nao se recebera mais
assignatura. Assigoa se em todas as livrarias e
na lypugrapbia dos abaixo assignados na raiao de
'it, os dous volumes, depois deaia data em diante
sera de 81 ; a assignatura sera paga a entrega
do i*volume.
Carlos Eduardo Mohlert & C.
Editores.
Aviso.
Adamson, Hovie & C participam ao respe.u-
vel corpo do commercio desta praca qne, conti-
nnando a gyrar sob a mesma razao social, tem
adraittido como socios novos Horatins James Can-
nan e William Muon Waster, tendo s retirado
os socios James Pander Logan e Witiara Reid
desde o de Janeiro proximo pamdo.________
AVISO
T 0 abaixo assignado (as sciente ao pnblioo qua
sada deve a flrma dt Farias & Leisa, e como visse
seu nome na lista dos devedores, profesjb conn-a
esse debito. Recife, 22 de julho de 1874.
Andre G. P.
. No pateo da afatrit de Santo Antonio n. 6
tem anus para cozinhar e engommar, e tamboca
para andar com criancas, qne se alugam t precc
perteneentes aos J commodo.

DO
engenho S. Matheusr sito na
freguezia deGamelleira
SEGUNDA-FE1RA 27 DO COBRENTK
As 11 horas da manha
No sobrado da rua do Marquez de Olinia
n. 37, primeiro andar.
0 agente Dias vendera, no dia e hora acima uc-
>ignados, requerimento do Dr. curador do inter-
dicto D. Nar;izo Vidal. o engenho S. Malheu?,
moente e corrente, com todns os seus edificio;,
ca>as de lavradores, machinas, cenados, logra-
douros e matas, o qual limita-.'e pelo nascente
com os engenhos Viracao e S. Boaventura, pelo
te com terras de Dua* Barras, pelo ncr:e
com terras dos engenhos S. Vicente e Amaragy de
agua, e pel) sul com terras de Bom Successo e
GameUeiraf
Para qualquer esclarecimento poJem desde a
cs Srs. pretendentes dirigirem-se aa escriptorio do
referido agente, em poder de quem se acham os
competentes docuraentos, que doderao exrmina-
los.
Ao corpo do commercio
Jose Luiz Alves Vilella e Joao Pereira da Shvj,
^com armazem de madeiras nacionaes a rua nova
de Santa Rita n. I, sob a razao social de Alves Vi-
lella & Silva, declaram a quem int> ressar possa,
que oissolveram amigavelmente a sociedade que
tinham em dito armazem, licando todo o activj e
passivo da casa commercial a cargo do sccii Joao
Pereira da Silva. Recife, 22 de julho de 1874.
-



'


AS-
Diario de Pernambuco Quinta feira 23 de Julho do 1874.
3-
> -?

1 .
-
I.
r
1
<-'
Companhia j
EDIFICMOM Dll PRQVfNCfA DE
P'Tiiaiiiliii'o.
lo* Si*. nu^M ' dkinititnliln.
Venho leVar io eonhecimento dos Srs. subscrip-
lores e do public* em geral que apezar da ue-
cdssid-iJii ..ue esu uruviuci.i teui do ver fusccio
oar sua utiliuria companhia da edificacoes, cujos
beneticios e vantagens de loda especie sao incon-
testaveis, e serao sempre acinia dos de toda e
qualifier oulra empreza, ninguem deixa de o re-
con liecer.
Todavia ate es'.a data o mini terio da agricultu-
re eotnmercio e obras pablicas ainda nao man-
doa a presideacia desia proviocia o decreto au-
torisaado a compaahia ediOeadiira desta provia-
cia a dar comeco a suas operacoes.
Esaero que o decreto cbegara breve acompa-
nbaao todos os papeis e documeotos qae man-
dei em agosto de 1873 por intermedio da mesraa
presidencia.
Veodo em fios de maio qae ja se tinham pas-
sado 9 mezes, sem nada receber da cdrte, resol-
vi-me a levar esta occurencia a consideracao de
S. Exc. o Sr. presidenle, pedi-lbe era 4 de junho
Sroximo passado qae se dignasse dar as provi-
encias que julgasse raais convenientes.
Voilej a secretaria do governs em 17 do mes-
mo mez, e soube qae o Exm. Sr. commeadador
Henrique i'ereira de Laceoa tinha dado uma no-
ra prova do interesse que toraa e do desejo que
tern de ver funecionar esta importanlissima em-
preza o mais breve possivel.
Eis o resumo das informacoes que me foram
dadas:
(t Em 15 de junho de 1871, S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia dirigio a S. Exc. o Sr. mi-
nistro da agricultura am offlcio pedindo solucao
da peticSo que Ibe foi dirigida em 21 de agosto
de 1873, sob n. 77, relativa a approvaclo dos
estatatos da companhia de edificacoes da provin-
cia de Pernamimco, da qaal F. M. Ouprat e en-
corporador.
Recife, 20 de julho de 1874.
____________________F. M. Duprat._______
AO COMJJIERCIO
Os abaixo assignados fazera publico e com e?pe-
cialidade ao respeitavel corpo do comraercio, que
nesta data dissc lverara amigavelmente a sociedade
qae tinham no eslabelecimento de raolhados sito a
praca de Condo d'Ea n. 15, o qaal gyrava sob a
razao social de Teixeira & Irmaos, ficando o socio
Manoel com o active e passivo da mesraa, e o so-
cio Antonio pago de sen capital e lucros, e deso-
nerado de toda e qualquer responsabilidade. Re-
cife, 21 de julho de 1874
Antonio da Costa Teixeira.
r_\
Manoel da Ccsta Teixeira.
Aluga-se o sobrado n.
Valentinas, o andar terreo d?
do Rangel, e um escravo de li
do andar da mesraa ca-a.
27, a raa de Lomas
a casa n. 41. a rua
annos : no segun-
FUNDICAO DO BOWMAN
RDA DO VRUI if- 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senhores do engenbo e outros agricultures, e compradoros de roa-
chinismo o favor de fazer uma visit* a sou estabelecimento, para vercm o novo sortimen-
to complete que abi tem ; sen in tudo superior em quali Jade e fortidao ; o que com a ins-
truccao pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LIY.AR DE SUV FUNDICIO '
VaporeS e rOdaS Q aglia dos mais moderoM systemas e em tamanhos con-
venientes para as diversas circumstancias dos senhores proprietaries e para descaronar
algodao.
MoenuaS de Oanna de todos os tamanhos, as melhores que squi existem.
riOQaS GCntadaS para antmaes. agua o vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos'de alambiques.
Manrnniemno ( Pdndo todos
-JldOUlJJlolIJUo para mandioca e algodao, e para serrar madoira. I ser movidos a mio
Rrtmhaa iPor a8ua vaPor>
DU1HKPBB de patente, garantidas........ lou animaes.
10(13.8 aS macnmaS e pec;as do que se cos turn a precisar.
r az qiialquer COncertO de machinismo, a pre^o mui resumido.
rOrmaS de terrO tern as melhores e mais baratas existentes no mercado.
iliDCOnimendaS. Incumbe-se de mandar vir qualquer raachinismo a" vontade. dos
clientes, lembrando-lbes a vantagem de fazerem as compras por intermedio de pessoa
entendida, e que em qualquer necessidade p6de lhes prestar auxilio.
Arad0S americanOS e instrumentos agric las.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
ODILON DUARTE & IRMiO
bABELLEEBEIROS
Premiados na'exposicao de 1872
CASA DA FORTIA.
AOS 4:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' rua Primeiro de Mar^o (outr'ora rua d<
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos sens fe-
izes bilhetes urn inteiro n. 3716 com 700*, um
rae:o n. 2298 com 100*, e outras sortes de 40* e
20* da loteria que se acabou de extrahir (108),
convida aos possuidores a virem receber na con-
*formidade do costume, sem desconto algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 6" parte das loterias a beneiicio da irmandade
de Sant'Anna, daigreja diMadre deDeos (109*),
que se extrahira no sabbado, 23 do corrente mez.
PREgOS,
Bilhete inteiro 4*000
Meiobilhete 2*000
IM PORglO DK 1005000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
^^^arotmaManaCadaval^aresma e D. Joan-
na de Jesus Alves Quaresma, convidam a sens
parentes e amigos para assistirein a missa do se-
timo dia, que tera lugar na sexta-feira 24 do
corrente, as 7 haras da manna, no convento do
Garuio, por alma de ?ua entiada e irma D Jo-
sepha Thorn-sia de Carapos, por enjo acto de
caridade de Joaqnim le Azevedo Carvallto S.
Varejao
O bacharel Joaquim Jose de Carvalho S. Vare-
jao, Maria Victoria de Azevedo Carvalho S. Vare-
jio, Martiniano de A. Carvalho, Clementina de
Azevedo Carvalho S. Varejao, Antonio Agustinho
de Azevedo Carvalho S. Varejao, Leupoldina Aze-
vedo Carvalho Siqueira Varejao, Luciano de Car-
valho Filgueiras, Francisco Cavalcante -de Carva-
lho, Jose Joaquim de Carvalho Filgueiras e Antonia
Annunciada Cavalcante de Carvalh-j, agradecem
;ordialmenle a toJas as p^ssoas de ;ua intima ami-
;ade,que se dignaram acompanhar os restos de seu
mui presado filho ; e rogam lhes o raais caridoso
obsequio de assistirem as missas que celebram-se
pelo seu eterno repouso, na igreja de N. S. do Car-
mo, pelas 8 horas da manha do dia 25, setimo de
seu fallecimento ; e desde ji se confessam sum-
mamenle agradecidos. y___________
AO COMMERCIO.
Jo5o Pereira Moutinho, para evitar qual-
quer duvida, julga conveniente'declarar, ao
respeitavel publico c especialmente ao corpo
do comraercio, que o Sr. Bazilio Gomes
Pereira Rodrigues, deixou de ser seu cai-
xeiro desde o dia 30 de junho proximo pas-
sado.
Recife, 18 de julho de 1874.________
RUA
fDA3
IMPERATR1Z
IN.1MJ
rt. ANDAR."

ii'- v' v
RL'A
DA


IMPERATR1Z
R. 82
i." ANDAR.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-orn8s"*melhores con-
dic?5es possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e iSs Exmas. Sras. n'a-
quillo que for tendente a arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabe'.leiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coaues modernissimos, tran^as, cachepeign, tecidos. desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
zeiros recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e flgu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /0 menos que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Pnteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porcao e a retalho e todos os utensilios pertencentes a" artejle cabelleireiro.^
m
Reuniao popular!
Hygiene e ecommiia
Q-iereis p^ssar algumas huras 'aliffeito !
yueiris coii-.fi\;ir a Pir>;a di" o'g- Qiieins fipiii-ce'r ih iifrijirrla* il i vid i ?
O ii tea vivn Hii*Mfii4 i ii" irazci 1 '
QmtiiW (ifv.iur tiftaV fiif r ilades f
tJjTi-i* zar if i M' ii is its I n ^c'.>notnia *
Ou-Tri-t ter i!|i|ifi!i.-< k f.i'-il -.I'^e-i-.o ?
C'Uflei^, nil.I i.Ciite, ser Mix c Juuju .'
Atterulei aos meios:
Vinde inconiinente ao muito conhecido e pre-
couifudo armazem do Campos a ma do fra-
peralor n 28, onde encontrareis todos os agentes
(sem ser de leilao) necessai ios para consegnirdes
os gozos que vos olFereeem as alUrmativas, qae,
indicpensavelmeote exigem as oitopergunlas predi-
tas, istoe, encontrareis os generos raais linos e
gostosos qae por ventara tenham alimeraentado
os estoraagos mais suscepiives e delicados, encon-
trareis os vinhos mais pur?s que leem exportado
os paizes mais vinbateiros do mundo e qne fazem
espancar a mais impertinente tristeza, deixando,
com certeza, iaraizado o germen da alegria, que,
inundando de perfumes o oceano da alma a
imaginacao txercera, poderosamente, prodigiosa
inspiracao sobre todas as cabecas a que tenba fei-
to a sua ascensao ; encontrareis os acepipes mais
melindrosos, de ebeiro activo e embriagador;
encontrareis, em suinrna, iguarias dek-itosas, pe-
tiscos deliciosos e tudo o qae ha de mais pro-
vocador (depois da mulher) e que vos pode sua-
vemente transportar ao paraizo da gastronomia,
fazendo-vos gozar a mais real das felicidades
da vida humana, a boa mesa-
Visto como:
N. 28-Com o emporio das tripasN. 28.
N. 28-Recheiado de iguariasN. 28.
N. 28 Se pode dos embucados -N. 28.
' N. 28 -Repetir as picardias l-N. 28.
Raa do Im per ad or
Mesmo porque:
E' patente e apregoado por todos o- medicos de
mais celebridade qae os boas aliraentos sao es-
sencialmente necessarios para a boa conservacao
da saode e uma das bases mais pederosas para
assegurar o completo desenvolvimeoto das fa-
culdades pbysicas e moraes da creators ; i- e
com elTeito, se assim nao 6, respondam-nos qaal
a causa porque em cada canto qae paramos des-
cobrimos uma qnantidade enorme de criancas ra-
chiticas e tnfesadag, de mocas debeis e de uma
construccao franzina, de rapazes maalentos e sem
vigor e linalmente de toda a mais bicharia, dig-
na por certo de melhor sorte, verdadi-iros typos
do desfullecimento e qae nos deixa physiologic*-
mente conhecer os effeitos mephiticos da ma ali-
mentacao, de que irreflectidaraente fazera uso '.'
Silencio profundo I Coulirmacao absoluta!
Verdades puras:
Quern negar ja ousou dos pios a fama,
Dos presuntos os sabores requintado ?
E do vinho o poder que leva a caraa
Vida ao enfermo e rare* aos esfalfados t
A 16m do que :
E'um facto conscienciosamentc prova Joe que
so podera ser contestado por algum hypocrita im-
becil, de que ninguem esta tao habilitado a ven-
der bom e barato como o Carapos, o que e de
facil intuicao. attendendo se a que o seu lira e
fazer com que todos venbam coraprar em sea ar-
mazem, para o qae nao se acha, felizmente, sob
o.jugo do egoismo e nem tao pouco e alimenta-
do pela ambicao do ouro e sim pelo desejo
de bem servir aos seus freguezes, dispen3ando a
todos agrado e sinceridade.
Embora que:
Ruja, ruja os invejosos,
Fallem, pulem, saltern, berrem :
Nao poderao, desditosos,
Competir, nao, niais esperem^..
Attendam & Nova Espe-
a rua Duque de ("axi.'.s n. 63, que iliim do bom
sorlirnento que ji tinha de nnigos de inoda e
[ihnnta-i.'i. ncah.i de reseller nahn senmnte :
Wriln.l.iru i:|fi>(ili:.i:- |ra .-< baika.
Ilrlli.ai.ijii.i ik.ij 14 i-llii-.
It'ia." 1.a alh;i* !< | ill" n; i,
Fii!.>:i:n:i vsmir.K pan in a* e c->!u:a.
I..v pariKM ii'iuuiiM .-.
K-t' i-i.< paia iriUiurtU" du unba-.
Aarluqfea de luvas, osso e madiira.
Liudos modalhoes de madreperula com c?;o-
lela. ,
Rons pentes de tartaruga para reeaco.
Saspeusnioi de soda, algodao, para calca de
homens e meoinos.
Commodas ligas lisas de seda para meias.
Tuucas de crochet para vriaacas.
Bolsas para viajar-se.
Finas esponjas i ara banhos.
Aproveitem.
0 PARIS .N'AMERICA, a rua Duqae de Caxias
n. 59, primeiro andar, esta vendendo calf ado pelos
seguint-sprecos:
Botinas de' duraque para senhora a 3.o00 1 eis.
Dit.s ae dito preloa 4,000 reis.
Ditas de dito com botoes ao lado, a 4,000 reis.
Ditas gaspeadas, cano alto, para senhora, a
5,000 re 3.
Ditas de pellica, ing'.eza, a 4,000 reis.
Ditas de duraque bordado, para seuhcra, a
5,000 reis.
Ditas de duraque, de cores, para raeninas, a :!*.
Em quanto e tempo
A A \OVA F.SPKH \5C.\, ;i rua Duque de Caxias
D. 03, aciba de reci-ber um k>m forlimecU de fi-
nas ln-cs iine-fallain, que rfcin *e e rhorara ;
tamln'iii as|iTT> iniiila* e surilas ou >ur(!a- mudas
renhani ver >- 11A 1 > enta te.
y.ut i< -
HuiiiH* irio
t>
aproveitem.
Precisa-se de uma ama
aia cozinhar em casa de
pequena familia, preferin-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe n. 40.
Aluga-se dous escravos muito sadios e fieis,
para service que comece das 7 horas da manha
as 6 da tarde, sendo nm delles muito bom pintor
e jardineiro, enteadendo de todo servico de jar-
dira : na Soledale, defronte do palacio do bispo
n. 73. Na mesma casa compra-se nma escrava
que seja perfeita cozinheira e engommadeira, sen-
do de seus 20 annos, e muito boa conducta : a
tratar a qualquer bora na raesraa casa.
PHAKMACI4 f
it*
DE

JOSI2 ELI AS t*E 9IOIIB1 & C
17Largo do Mercado Fublico17
(Antiga ribeira de S. Jose,)
\caba de ser aberta e acha-se a disposiijao do respeitavel publico esta nova phar-
| raacia e'drogaria.completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessana-
' tureza, sem excepgao de productos chiraicos e meiicamenlos preparados no esuan-
moseiro. tudo novo e o melhor possivel. ......
As receitas dos Sr3. medicos serao sempre despaehadas com a mais sera attencao,
(|>) e sempre sob a3 vistas do pharmaeeutico que compoe a nossa firma social.
&p \3 pessoas que se dignarera de honrar o nosso esatbelecimento com a sua conlian-
^ -a, podera estar certasde que serao consriencio?amente servida?, nao so relativamente ao
SP que pedirem, como tarabem a modicidade dos precos. _

a
ivj
U&/
Triumpho da
in III-* i:- irWHIl ||l|!Sii nfifM-.i
-i-11..i. ii ''' ->i:>- t'li'ii'i-s : id.i'.i: an an-
il ';i '- i> i ii i-. ""! {!!;.. c.Ih-ii # rarapinha*,
tth%bHii i-i.M.c .-, rrialuu n-jiular, dm tani.i raa-
tr,--. ii'iiitudos o i*e>tM, e *ii-ijailii da |n>rna direi-
l.i, h.-.sianie prwbta, e ? foi co.:ipraJ.i a Mannl TAVMM k.'iriuho, e const*,
achar se em S. Vicente, freguezia de Itambe: ro-
ga se a lodas n> antoridade* eca| queiram apprthender dito esciavo e 'eva-'o a raa
da Madre de lies n. 5, i* a'udar. das 9 as 4 rorat
da larJe, ou a rur* de S. G.mcal < n. 19, sobradi
ao lado da igreja, que serao graiificados.
^

Aluga-se um pequi-no sitio, edificado de
novo, no lugar da Tamarineira : a trater na rua
do Comraercio n. 9, 1* andar.________________
CASA.
Alnga-se a casa n. 113 da rua da Concordia,
com bastantes commodos : a tratar no Recife, rua
da Cadeia n. 3.
Nao se prestando o pequeuo espaco do armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas imrcas de furao, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro es abelecimento sob a mesma
denorainacao de~
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorira n. 41
com todas as proporcSes desejadas, e onde pode-
rao os senhores freguez s dingir-se, certos de que,
como ate aqui, ach-rSo sempro a par da modici-
dade dos precos, a maior sinceridade possivel. En-
tre as differenles raareas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tera sido annunciadas, acaba de
chegar uma encommeuda especial, que muito deve
convir aos senhores freguezes. Consciei.te o abai-
xo assignado de que neste genero de nigocb nao
esta sem competidorcs, fara muito por evitar que
tambera o* tenha com rela^ao ao pequeno lucre
que procurara obter da dita mercadoria.
Jose Domingues do Carrao e Silva.
24-Bii do )h\i[m k CIimla-24
I''*:ju!zra !o hi ceo Largo
Participa a seus fngeczes e amigoa que mudoa
o seu estabelecimento de rckjoe ro paia a mesma
rua n. 24, onde mconimao vm grande strtiment3
de relogics de parcde, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gestes e qualidadc?, reldgios da
algibeira, de lodas as qoandai e., patente suissb,
de ouro e praia dourada, fuleado 'plaquet), reio-
gios de onro. ingle*, descuberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de euro, plsquel e prata. Innetss
de tod?s as qualidades, tudo per precos andto ba-
ralos.
1 *
DE
DE
Premiada nas expo-
sieves de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
Aluga-se
MEDALHA DE PRATA.
AIGUSTO CAORS
Pharmaeeutico .
Pela escola de Paris
Successor de >
Premiada na expo-
sicao de Vienna d'Aus-
tria.
MEDALHA DE MF.R1TO
BE
Cdrdeiro Siinoes k C.
Acabam do receber pc!o vapor Nendoza :
Riquissimos certes de gorgurao de seda .'.:i? a
com lislras achamalotadas.
Ditos de linlio para vestidos, eontendo cada^ccr-
te, o neces.-ario para seu enfeite, como sc";a :
franja?, tranca?, lo!e"e.', fivellas, etc.
Riquissimos chapeos para senhura, ultima rao'a
rua Primeiro de Marco n. 7 A.
A NOS.
Acabam de chegar rauito bous pianos fortes e do
slegantcs modelled, dos mais notaveis e btm ..-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alpbnnse i-
donel, Henry Hers e Pleyel W Iff St C. : r.o \
Francez, a rua do Barao da Victoria, outnra Nj-
va n. 7. aprecoa muito commodes.
Perfumarias.
Finos extract.-. banhas, oleos, opiata e pos dea-
trilice, agua d [lor de laranja, ngna de : i
oz, sabonetes,
cm p;rfnma-
fajr- m
o sobrado de dous andares e loja, sito a rua da
Aurora n. 79, tendo agna, gar, estribaria, cocheira
e coiinha : a tratar na mesma rua n. 81, segundo
andar.
CoziuiViro.
Precisa-se de uma que saiba cozinhar bem e
que seja de boa condncta, prefeiindo-se escrava,
Sara casa d pcqueoa familia : a tratar na rua da
mperatriz n.' 15. >/ andar.
Ouverture de lapention bourgoisc,
rua do Bom Jesus n. 26 ; 1.' andar.
"CASA DO OURO
Aos 4:000$000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. SO, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 4:0004 era am
meio bilhete de n. 2186, e am meio de n. 568 com
a sorte de 100/, alem de outras sortes menores de
40000 e 20/000 da loteria qae se acabou de
extrahir (108*) ; convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serin pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiti-
vel publico para vir ao sen estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer premio, como prova pelos mejmcs
annuncios .
Acham-se a venda os muito feluaa bilhetes ga-
rantidos da 6* parte da loteria a beneQcio- da
irmandade de Sant'Anna, da igreja da Madre de
Dens, qae se extrahira ao dia 25 do corrente mez.
Precos
Inteiro 4/000
Meio 2/000 <
De lOO&OOO para cim.
Inteiro 3/500
Meio 1/750
Recife, 11 de juaho de 1874.
________Joao Joaqutm da CotiaLtiU.
Oflereee-ee am rapaz de meia jdade para
criado de qualquer casa : a tratar na ma da Sen-
.zala-velha. p. iij.
ARISTIDE SA1SSET E. J. SOUM
Tratamento puramente vegetal verdadeiro purificador do sangae. sem mercurio.
A Esmencia de Caroba e um remedio hoje reconhecido como um poderoso depura-
tivo e especial para cura de todas as molestias que teem a sua origem na irapureza do sangae,
como sejam : as molestias Syphujticas, Boubaticas e Escrofulosas, Rheumatismo, Empingens, 1>ab-
tros, Ulceras, Erupcoes, etc. etc. ._ J. .. _... .... ..,
Os prodigiosos effeitos que tem produzifo a Essencia de Caroba, por toda parte
onde ella tem siao apropriadamente experimentada, a tem feito adoptar como um dos medicamen-
tos mais seguros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natareza sypnriitica e
boubatica.
A cada frasco acompanha uma instruccao para a maneira ae usar.
Pomada anli-darlrosa
Contra as aflecc^es cutaneas, darthros, comichoes, etc., etc.
Inguento jle Caroba
Para cura das boubas, ulceras, cbagas antigas, etc., etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
ROUQUAYROL IRMAUS, SUGCESSORES
Botica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
( ANTIGA RUA DA CRUZ )
Lindas tarlstanas de cores, de assenlo branco e preto com salpi-
cos, para resUdos, peio baratissimo prego de 240 rew o covado, na
loja das columnas, de Antonio Correia de Vasconcellos, na raa do
Crespo n. 13.
im*&m
Ui" "LJll IU
Em tem pos modernos nenhum descubh-
mento ope uromaior revoluc.3o no modo de
curar anteriormente em voga do que o
peitoral di mmmk i
TANTO NO TRATAMENTO
DA
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisica,
Rouquidao, Resfriamentos.
Bronchites,
Tosse Convulsa,
Dores de Peito,
Expecturacao de Sangue.
Como em toda a grande serie de enfeimi
dades da Garganla, do Peito e do-
OrgSos da respiracSo, que taut
atormentam fazem soffrer a humanidade
A maneira antiga de curar consistia geral-
mente na applicac;ao de vesicatorios, San-
grias sarjar ou applicar exteriormente un-
guentos fortissimos compostos de substan-
cias vesicantes, afim de produzir empolhas ;
cujos differentes modos de curar, nao faziarn
sen8o enfraquecer e diminuir as fore;as de
pobre doente, contribuindo por esta forma
d'uma maneira mais facil e certa para a en-
fermidade a destruicfio inivitavel de sut
victima I Quatn differente i pois o effeito
admiravel do
peitobaL se asaCaeuiia:
Em vez de irritar, mortrficar e cauzar inau-
ditos soflrimentos ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor,
Allivia a irrkat;ao,
Desenvolvo e^entendiraento,
Fortificao corpo
e faz com que o systema
desaioje d'uma maneira prompta e rapid*
ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em medicina da Europa, (os
entes dos collegios de medicina de Berlim
testificam serem exactas e verdadeiras estas
relaQoes analogicas, e ale"m disso a expe-
riencia de milhares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas corn
PEITORAL DE ANACAHUITA I
Deve-se notar que este remedio se acha
inteiramente isento de venenos, tanto mine
raes, como vegetaes, emquanto que alguns
destes ultiraosj e particularraente aquellee
Jue sao dados sob a forma de opio, e aci-
o hydrocianico, formam a base da maior
parte dos Xaropes, com os quaes tao fa-
cilmente se engana a crcdulidade do pu-
blico. A composic&o de anacahuita peito-
ral acha-se linda e curiosamente engarrafadt
em frascos da medida de cerca de meio
quartilho cada um, e como a d6se que se
toma e s6 d'uma colher pequena, basts
geralmeute k applicac;ao d'um ou dous fras-
cos para a effectuacao de qualquer cura.
Acha-se a venda em todas as boticas.
H. Frosters & C, agentes.
Aluga-se o armazem da rua da Moeda n. 35;
a tratar ua rua do Amorla n. 61
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-j
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
QwvWGM
So ella!
A Chapelaria Imperial e a onlca que tem os
commodos e verdadeiros chapeos de copa molle
e aba dura : na Chapelaria Imperial, a raa Pri-
meire 6te Marco n. 6.______________________
Villa de Palmares.
k% Sras. Carroll participam aos Srs. pais de fa
milia, que abriram um collegio francez para o
sexo feminino na villa de Palmares, onde rec6be-
rao alumnas internas e externas. Ensinar-se-ha
alem do francez, portuguez, iuglez, arithmetica,
geographia,historia, musica, bordados, etc. Tarn
bem se propoem a receber alumnas das 3 as 6
horas da tarde, por metade do preco : para tra-
tar na mesma villa, no pateo da Feira.
A
dos
ue to
artes
ALU(jA=SE
a loja e 1 andar, a rua da Imperatriz n. 1 : a
tratar no estabelecimento denominado Cafe Im-
peratriz, na mesma casa.___________________
Palacete
Ainda esta por alugar-se o palacete da Una dos
natos, do finado Custodio Jose Alves Guimaraes,
oade morou ultimamente o Sr. Dr. Ignacio de Bar.-
ros : a tratar na raa Primeira de Marco n. 7 A.
Carta.
Na rua do Livramento n. 26 existe uma carta
;om urgencia para ser entregue ao Sr. Rodrigo
Gonjalves Bastos.________________________
Albuns para retratos
A NOVA ESPERANC* acaba de receber um
lindo sortimento de albuns para retratos, os mais
elegantes qae teem vindo a este mercado. tendo-
os de diversos tamanhos e precos; a elles antes que
se acabera.
Conswllorio medico
DO
Dr. Harillo.
RUA DA CRUZ N. S6, J. ANDAR.
Recem-cbegado da Eurepa, onde fre-
quentou os huspitaes de Paris e Londres,
pode ser procurado a qualquer bora do
dia ou da noite para objecto de sua pro-
flssao.
Consultas das 6 horas da manha as 8 ho-
ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratia aos pobres.
ESreCIALIDADES.
Molestias de senhoras, da pelle e de
erianca.
\\\>A\A
divina, florida, lavande, pos de air
crosmeiico?, muitos ui %<) IJ'wzdhS
ria para presentes em frascos de extractor, c
nhas sortidas c-garrafas do differentea tamanl
d'agua de Cologne, tudo de prinwira qualid
dos ben conhecidos fabricantes Piver e Cou
No armazem do Va^or Francez, a rua do Bara -
da Victoria, outr'ora >.ova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos da sSitfercnlcs gosttfs e
phutazia.
Bspdhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinha?,
aanivetes, eaixmhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhns para retratos, bolsinbas do vc'.Iujo,
dita de couro, e cc.-tinbas para bracoS de meninj -,
chicotes, bengalas, ocnlo, peceinet, ponteiras pan
chamtoi e cigarros, escovas, penf.s. CHJeirinb i
madraperola, tapete para lantcrnas, dobs, b
Jo viagens, venesianas para janellas, eater jc
[?. lan^rnas magieasiCosmonmaa, ]
dedaraas, do bagatella. quadrcs com p isagena
plubu3.de papel para illuminacoaa, macl
fazer cafe, espanadores depalbaa, reatejoa ae vei
accordaos,ca:riu'nos, e ber^os para criancas, d
outras mnitas rjuinijiiilharias.
Brinquedc s para menu c
maior varicdade s se pod* de.-ejar ue
ttUO os brinquedos fabrii ados em dlflerntes p
da Europa, para eMretimeiitos das eriaans, tudo
a preQos mais resuti.il.> que e nos.Mve! : zn^>T-
mazem do \'apor Francs:, rua do Barao da :'
toria outr'era Nova n. 7.
Calpdo francez
- A 9*
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botinas
de bezerro, de cordavao, de pelica. de d..raque
com biqueira, de bezerro com botoes, e com Ma-
zes a 9iM>00 (a escolher) pur ter vindo grando
quantidade por conta e ordera dos fabrijantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do rar." )
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para aeahora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, iiflerente*
iisas. enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia cum sal'.o, bnncot,
prelos e de cores differentes, bord id .
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca-
Para meniaaa.
BOTINAS pretas, brancas e de cores different.
Iisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qaalidades.
SAPATOS de tranra portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corda.ao,
ABOTINADOS esapatdes, de bezerro,de detent
qualidades.
SAPATOS de tran?a.
Botas de montaria.
Bo tas a Napoleao e a Gailherme, perbwr -
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
E' eeonomico.
Graxa glvceriBa prr.pria para a conservacao do
cordovao; v-nde a NOVA ESPERANCA, a rua Lu-
que de Caxias n. 63.
Nao ha mais cabellos
braocos.
TlinTIRUli JtfHZL _
S6e unicaapproTada pelas academiM de
sciencias, reconhecida s perior a toda qua
tern apparecido ate" hoje. Deposito prind-
nl a raa da Cadeia do Recife, hoje Har-
qruex de Olinda, n. 51, l.a andar, em
todas as boticas casas de cabel!-
reros.






.6
V


FUNDICAO
4' ra'a. do Barilo da Triunipb
DE FERRO
(roa do Irani) ns. 100 a 104
CARDOSO IRMAO
AVIS\M nos sonhores de engenh^s e outre? agricultures e ao publico em geral que
ccntiuuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e macbina s ne-
cessanas aos cstabelecimertos agricolas, as mais raode.nas e melhor obra qce tem vindo
ao mercado n
> apOreS de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os raelhores que tem vindo ao merado
baiCieiraS de. sobresaleute para vapores.
MoendaS inteiraS e meias moendas, obra como nunca aqni vo.
TaiXaS fimdidaS B batidas, dos melhores fabricantes.
KOdaS d'agua Com eubajede ferro, fortes e bem acabadas.
RodaS dCiltadaS de ,0dos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para vapores.
BombaS de ferro, de repuchn.
AradoS de diversas qualidades.
Formas para assucar, grandes e pequenas. .'
varandas de ferro fundido
Fogoes francezes
Ditos ditos p5ra e8Z.
Jarros de ferro fundido para
Pes de ferro
M
para
j francezas de di versos e bonitos gostes.
lenha e carvao, obra superior.-
ardim.
La china
Valvulaa
para mesa e banco.
para gelar ?gua.
Cdrreia
para machinismo.
S- para bomba e banheiro.
ioglezi
.pailCOS e SOiaS com titas de madeira, para jardim.
UOHCertOS concertam com promptidao qualquer obra on machine, para o que teea
sua fabrica bem montada, com graude e bom pessoal.
EnCOmmendaS mandam por encommenda da Europa., qualquer machinismo,
r para o que se correspoudem com uma respeitavel casa de Londres
com am dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assenta*
tttasmachirias, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum)ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO dlRMAO. '

h
l'reci'a sp de duas, sc
X
Est5 encourac,ado 1! 1
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao Illra. Sr. lgnacio Vieira da Me II
dscrivao na eidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a eon-
cluir aquelle nogocio qoe S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, etc
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passouafevereiro eabril de 1872, e nada cumprio;
a por este motivo a de novo chamado para dito
3m, pois S. S. se deve lembrar qne este negocio
de mais de eito annos, e quando o Sr. sea filho se
achava nesta eidade.
14 M A Sw.t4ft,^,t
I'lignffireur, prefei-iiu# se apriifteifa, escrava
rua dOjCrespo n. 7.
m
na
Preeisa-se de uma ama para engmmar : na
i ravessa do Corpo Santo n. |fi.
AMA
na n. 20.
i'reciM-sc do uma para la
var e engommar para tres
peisoas : na rua da Florenti
Engenho
Ama de lei[e
Aluga-so uma preta, escrava, raoQa e sadia,
parida ha pouco, com bastante leite ; quem pre-
cisar dirija te a rua Dlreita n. 32, loja._______
Ama ^ec'sa se de nma ama para eozinhar':
, -i-l*<* na rua do Cotovello n. 129.
Vende-se o engenho S. Pedro, sitnado na pro- pj
vincia de Alagoas, comarca do Pono Calvo, a
menos de ama legoa distante do porto de mar do 1
Gamella, tem oxcellentes terras, matas, e safreja
regulannente 2,(00 paes : a tratar na rua do Vi-
gario n. 31.
Boa casa.
Cheshire cmdensed Milk.
Leite con lensado novo. .
Cerveja de Noruuga.
Keller d C.
Na rua vclha de Santa" Rita n. 87. pVccisaVs
alugar uma preta para vender core taboleiro.
Na noite de domingo, S do corrente, furta-
nm do engenho Rola, freguezia da E?cada, don?
cavallos : um russo, nao claro, velho, denies qne-
o palacete do fallecido Custodio l^e bra-Jos, de sella, carregador e esqoipa lor obrif-a-
larSes, na ilha dos Ralos (Roa-Vista),' dp. lem marcas de colheira nos lados por traha-
Aluga-se
Alves Guimar;
onde moron ultimamente o Him. Sr. Dr ignacio de ; 'bar em carro, ferros a margem no quarto direito
Barros Barreto : a tratar na 1 ja do Passo, a raa, e no queixo menor, com o signal dous ou dez
j de Marco (antiga do Crespo), junto ao Outro, alasao tostado, os mesmos ferros em cima
arco de Sant) Antonio.
Vicente fugio
Na noite de 13 para 14 de marjo do corrente
anno fugio o mulato Vicente, escrave, de 20 annos
de idade,. bonita fignra, barba e estatura regular,
levando vestida e em um sacco roupa de algodao
branco e alguma mais Cna, pertencente a um cai-
xeiro da casa donde fcgio ; e natural da fregne-
zia de Sant'Atina do Mattos, diz ?er livre, casado,
e ter sido crlado em companhia da raadrinha D. noticias dos dous cavallos furtado.-j no *n
Anna Laiza da Luz, de quem. aliasz foi escravo : Rola, ja dito.
da anca e na qneixads, carregador obrigado na
redea, e tem ma redea, trabalha oa cangalha
Ambos estao gordos, o russo 6 grande, e o alasao
novo, tamanbo ia meio acima. bformam que etes
annnaes furam furtados por Manoei Joaquim Ta
vares, que ja esteve ho coito do finado Siquelra,
no engenho Mupan, e Matliias Antonio de Sooza,
Jeitor de Manoei Antonio Dias, senbor do engenho
Rola, por ter sido despedido, visto saber o dilo se-
nhor do engenho que aquelle3 cram ladrocs A*
cavallos, que vieram acossados do Caho, onda lhe
foram appreheadidM dous cavallos furtad >s no
engenho Guerfa. .fjraiiflca-se bem a quem dt-r
roga-se, portanto, aos Srs. capilaes de campo
e autoridades policiaes a apprebensao do dito es-
cravo, e entregal o na eidade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaqu'm Moreira Reis, ou
na eidade do Assii ao Sr. Torquato Augusto de
Oliveira Baptists, que serao genero3raente grali-
ficados.
lilyROS A VENDA.
^ prirr ;r i and r desta ivnnffr.in'iia m
"> prim :; > and r desta typograpliia em
nio do aduiiutitraJor, venJe-se os seguin-
te hvrinli(>s :
matnta Esperto dialogo ins-
tructivo, critico, analytico, bisterico, e mo
ral, entre um'matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
ESdneaflto Familiarro
eumaserie de leituras 2
i/JOO.
)man:e,
volumes por
0

S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipoiuca, moente e corrente, com tadas as obras
em psrfeito estado de conservacao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, 1 andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quiotaes.
Empreza do gaz
A emprezado gaz tem a hobra de annunciar ao
publico que recebeu ultimamente um esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, arau-
de!as e globos, cujas amostras estao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
seus fregne?es pclo preco mais razoavel possivel.
Alugam-se boas amas, tanto seccas como
de leite : na travessa da matriz de Santo Anto-
nio n 6.
Para eozinhar e fazer compras se efferece
uma reulher, para casa de pou-a familia cu de
homem solteiro : a tratar na travessa do Monlei-
ro, loja do sobrado.
AUcnca!)
\ende-se um terreno em Agua Fria, com CO
palmos de frentee 350 de fundo, tendo tes, uma para a rua do Cacundo e outra para a
rua das Mocas, proprio p.-ma edilicar, enj. terreno
tem arvoredos : a tratar na rua da Sa ,:a Cruz
numero 7.
o I
sedlo da
rua d
lusarse
hi
J I1 ti'tVTv.lh.-* n 7.5, *m i
modfcs^ad familia, cobteftd* a^Ba'e ja#enc'aii
cotn-
dos, com appareHo de limpeza,"quinta*i bem plan-
tado, com portao que dcita para a rua da Alegria:
para ver no meamo, e tratar com o Sr. Diogo Es-
teV53 Vianna, a rua da Barlo de S. Borja, antiga
do Sebo, cast em obras.
Alugam-se
mei-aguas de ?& mensaes, na Passagem da Mag-
dalena : a tratar bo mesmo lugar, com o Sr. Ma-
noei da Silva Moreira, junto a primeira taverna, ao
ado es juerdo indo do Recite.
COMPfiAS.
AVISO
Precisa se comprar dous escravos, pedreiro e
carapina, pagae bem : a tratar na thwonraria
das lotenag, a ma Primeiro de Marco n, *.
1, LIU E
CHUMBO
Compra-se cobre, latao e ehnmbo velho : no
armazem da bola amarella, a travessa da rua do
Imperador.
Compra-se um relogio de ouro, patente in-
glez, que seja moderno, bn regulador e descober
to : no armazem n. 68 da raa (to Senhor Bom
Jesu3 (antiga da Cruz).
ViNDAS.
Aos nervosos
A NOVA ESPERANCA acaba de receber aquel-
ies milagrosos anneis electricos, oura infallivel dos
nervosos.
Botica.
Precisa sede um mogo com praticade phar.ua>
cia, para caixeiro de uma era Maceio, dando-se
bora ordenado : a tratar na rua do Maniuez de
Olinda n. 61.
. Quemprecisar de um rapaz portugnez, com
nabilitacao e que da fiador a sua conducta : din-
ja-se a travessa do Livramento n. 10, sobrado.
O Monte Lima
Vinlso de^qnlirtno do Dr. Leeoate.
i-' vicha preparado com rptimo vinho de,,
";' wlhor de t.-dos os tonico= rei-onti- tem um comP|eto sortimento de galSo franja de
i#*J i... wnvalescenca das-molestias graves, erS1? jpra,ai vtrdadeir(|. de todas as larguras,
r.da para a cura dos padecimentos I a ,l.'adura3 ^"radas para ofDciaes, canutiihos e
. intestiims, fi-bres de luda a espe- tes pa.ra "or ada 'rambem fe encarr.ga de
racter intermilleote. todo e qualquer fardamento, ccmo ssja : bonets,
l I h e ...;-e ie inrUt imosplialo LaJ'.us'.raf!"^paiias,(,rae.onas'.cnar,ate'ras> uan-
do Dr. ^eronlc-Heci.mmen-'"
< e li
'' \ como o melhor agento re-
1 ,Q| Pra favorecer a nutricio, a for-
' ssos nas criancaa e euriiiuccer o
no.
i e Soldo e clixii-.da lucania
r.!;;:* jti-ejjarasSoporFrimaalt.-
. c i byldo -.'. i i'i!'pregad;is no Chile
r medio domestico, mnito tffioaz, para a
a lecknentos do ligado, de que 6 o
anl ', ccmo o qninino c das fibres.
f. i:;-5( f!H:i-!pra<:i() da Bolivia.
:- Srimaolt.Tuaico foitfiicante, diges-
tiv i creparador das fon;as exhauridai.
iotao de itnlna ft-sVu^lnoso Be CJri-
iaaul(. -.rpparsdo cm vinho de Malaga e
de ferro e soda, constitde um
i- cioso sgecte therapeutico para a cura da
1 ; a-ieeiraentos do estomagp, po-
i. a S iangW,chloro9e e as diversas rrfele s-
t:as das penhoras.
Korope t cbloral hydratado '-. Os medicos e sconselham com
i ntra a goto, as aphalgias, vertigens,
insomnia, epilepsia,'nevralgias, tosse
'i'-a, eoquelache, etc
iwmntBO do Cirlmault.
Contraa; jaslrites, diarrheas, gaatralgias,dy-
senteria...
A iios"" saff Jtroniiii'olo ic poiassa de
Griuaaiijlt. -Anti nervoso c applicado com
opunio resultado no tratamento da gota e rheu-
tismo.
lng-a da India ile Cs imaull. -Cura ins-
laoteracnte as enxaquo:a^, dores de cabeea,
nevi is e dyarrheas.
Ferro Jc ^ii-ard. Protoxcto de- ferro. O
melhor de todos os preparados de ferro para o
tratamento das molestias que rcclamam este
axenta iiierapcutico.
?ill ;ie manniia de G'rimaull.
-Empreganse'eomo laxativas o pursrativas
contra os i itarrhoa mucosos, Talta de appetite,
catanbo puimonar.
Olon Ie ligado rte baralfaaO. form.
(Tine ;.. -. ;s-imauit E' um medica-
mento de uma efflcacia "constante contra a
ctiiuro.se, pailidas cores, anemia, putysica, todas
a? molestias dos pulmo.-s, lymphatismo, es-
* crofulas, etc.
Pi* f; roBKiiiKanieo de Burin du
3<;.sson.-Agradavel ao tomar-se, dotado
>:>nedadc digestivas mui activas, 6 o re-
por excellencia, na leuchorrea, anemia
jast-algii, etCf
Pastilha tlf lactato de ferro de Bu-
riti ou liuiMson. Digestivas e o'ptiraas
no trfimonto das menstruates difflceis, flores
brancas e tud.s as affeccoes nervosas do lubo
'i .-tivo.
CIveonina rilchpl. Linimeriro
das, aboloaduras lisas e douradas, para criado,
etc. ; a*sim como um completo sortimento de
franjas, galio falso para armamento, cordao de la
com borla para quadros e espeihos (conferme o
gosto da encomaienda) tudo por muito menos pre-
co que em outra qualquer parte : na praca da
Independence n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
Desappareceu
da casa do abaixo assipnado no dia 13 do corren-
te, o seu escravo de nome Manoei, conhecido por
Manoei Amaral, com os signaes seguirite3 : baixo,
secco, falla main, porem, um pouco atravessado,
foi escravo do r. Andrade, na Parahyba do Norte:
roga-se aqu^o apprehender, leve o a rua de
Santa Rita n/5, enlrada pela rua nova de Santa
Rita. /
Bellarmino Alves Arocha.
Signaes do negro Feli-
ciano
crioulo, idade, 40 annos pouco mais ou menos
alto, corpo regular, bem preto, desdentado, bar-
bado, ml feito de pe, tendo um dos dedos gran-
de, ou ambos bastante tortos. Acha-se fugido
ha sets mezes de-ta segunda fugido, e da primeira
esteve dous annos no engenho Tarobador, fregue-
zia do Bonito, pertencente a Francisco de tal
genro docapitao C.Jose Machado.senhor do enge-
nho S. Christovao, da dita freguezia e por e-tes
engenhos esta occulto como tem estado. Veio pelo
primeira vez preso pelo capitad de campo Joao
Ventura, que mora em Agua-Preta ; recommen-
da-se a sua captura as autoridades policiaes e
capitaes de campo e leva lo no engenho Minas-
Novas, freguezia de Gamclleira ; o dito nego in-
tilula-se forro, com o nome de Jose" Feliciano.
Precisa-se de um portuguez para feitor de
engenho : a tratar no primeiro sobrado passando
a ponte grande da Magdalena.
Tornou a fugir
P Pa1"-^- C- C- Albuquerque ausentou-e desde
o dia 10 de julho da corrente anno o preto Iter.e
diclo, de 25' annos de idade, 6 bastante ladino, f..ll.i
mansa, cantador de modas, e bom carapina, e.-ta-
lura alta, espadaiido e am pouco corcawado, bar-
bado,. tendo a testa pequc-na, falta do dent s na
fr.nte, pes (trios, e com uma cicatr-z eraudo por
cima decada um pe, prftveniente de tallios de
machado ; lmceu no eng-nho Bujary, de Goyau-
na, onde tem mai e parentes, tendo passaio ao Sr.
Luiz Cavalcante de Albuquerque, morador na
mesma eidade, e deste ao Exm. Sr. Barao de Na-
zi reth, tendo a primeira vez que fugio estado no
engenho Pangaua, de i.oyanna. Pedese a todas
as autoridades e capitaes de campo.quo o pegando,
levem-i a rua Direita n. 40, ao Sr. Bclisario de
Souza Bandeira, ou no engenho Furna, de Santo
Amaro Jaboatao, qie serao generosameute arati-
flcadjs.
AGL'AS MINERAES NATLUAKS
DE
Vicliy-Cusstl
Preferiveis as de Viclij-Violiy
por serem as unicas que conservam todas as suas
propriedades depois de transporladas.
Fonte S. Marie, 6 a mais efllcaz na anemia, na
alburainaria, na chlorosis, no empobrecimento do
sarjgue, c ns9 febres intermittentes. Os resultados
obtidos nas diabetes sao muitD notaveis.
Fonle Elisabeth, nao se altera nunca e i a mais
rtca das aguas de Vichy em bicarbonate de soda
em magnesia e recorr.mc-ndada pelos senhores me-
dicos pela sua efflcacia nos engorgitamentos do
ligado, do baeof nas adecgoes do estomago, dos
nns, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJA SE
o nome da fontc na capgnla
Vende-se em caixas e a rctalho, no unico de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
liB
Fcrreira IIaia <&Companhia
57-RUA DUQUE DE CAXlAS-57
Massa fallida de Joaquim
JosS Gomes de Souza.
Os administraJores desta ma9sa. novamente
convidam aos respectivos credore?, para no prazo
de oilo dias, apresentarem seus titulos afira de
serem classificados e dizerem acerca da venda em
leilao dos debitos a referidi massa. Rua do Im-
perador n. 39, I.' andar.
P;.ra casa de familia precisa se de uma se-
nhora de meia idade, quo aaiba cortar e cozer
qualquer vestido com perfeigao, e que de fiador a
sua conducta : a tratar na rua de S. Gonealo n.
zO, sobrado ao lado da igreja.
Atten^ao.
Joao Lopes Ferreira, senhor do engenho Cutici,
freguezia da E-cada, previne ao corpo commer-
cial e a quem intsressar possa, que desta data em
diante ceixou de ser seu procurador seu filbo
Pedro Jo"s6 Ferreira Lopes, e nao se respon?abi-
hsa nor qualquer debiio por elle contraludo.
Recife, 20 de julbo de 1874.
Aluga se o t- andar do sobrado da rua do
Apollo n 33, por preco commodo : a tratar na rua
do Bom Jesus n. 31, andar.
Para o fabrico de chapeos
A NOVA ESPERANCA recebeu o ararne proprio
para arma;ao de chapeos.
E'lOM SARER-SE
Que a NOVA ESPERANCA, a rua Duque de
Caxias n. 63, bem conhecida pela superioridade de
seus artigos de mods e phantasia, acaba de recc
ber diversas encororaendas de mer adorias de sua
reparticao, que pela eleganci. bem mostra aptidao
e bom go to de seus antigos correspondentes da
Europa, e por eaa razao a NOVA ESPERANCA,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa
e constante freguezia e com especialidade ao sexo
amavel, a visitarcm-na, afim de apreciarem ate
onde toca o prirr.or d'arte.
A NOVA ESPERANgAnaoquerealrar no nu-
mero dos mnssantes (verdadeiro* azucrinj) com
extensos annuncios e nem prelenJe descrever a
immeosidade de oojectos que tem expostos a ven-
da, o queseria quasi impossivel, mas liraitar se ha
a mencionar alguns daquelles de mais alta novkladc
e toma a liber jade da aconselhar ao hello sexo,
que a visitem constantemente, para depois que
comprarem em outra qualquer parte nio se arre-
penderem, a vista do bom e e;colhido sortimeBto
que ha em dito estabelecimento, esta razao tam-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completir a elegancia de seu toilet
sem que de um passeio ;i NOVA ESPERANCA, a
rua Duque de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-
ber os seguint s artigos de luxo e inteira novida-
de :
Modernas settas para premier os cabellos
Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sahidas de bailes pan senhoras e meni-
nas.
Interessantes gravatas para senhoras.
Elegantes faclias de touquim.
Bons aderegos de madreperola.
Delicados aderegos pretos de pufalo e borracha
(gosto novo).
EngenhoB em jNfamam-
ulniei- -J
Vende-se os aegulntes
irra,
Pre^uica,
A traUr com seus proprift e para informacoes com JoaMm Pinto de lei
relies Fi'bo na mesma eidade de Mamaagoap*
_________________Tasso Ira*>>*"C
Wilson Rowe & C fwdea bo mq iramii
rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panoo de alfodio azul
Kxcellente flo de vela.
Cognac de 1' qualidade
Vinho de Bordeaux
Carvan de Pedra de toda* as qnalidade*
Para viagens.
Amaral, Nabuco ft C, alem de am I
sortnn.nio de objectos de yosto, vaiddBdt a-
guintes, mdipensaveis para Cadeiras espreguicadeiras de abrir e feehar
Malas de couro e de madeira, forradaa d lun?
e de di versos tamanhos.
Bolsa de couro e de tapete, de muilos lamanh-
Capotes de Larracba.
Cerolas, camisa* de meia, lavas e caebineze-
tudo be li.
Estojos para barba, com pertencas.
Lanternas furta fogo.
Chicotes de diversas qualidades.
Canivetes com colher, mm roHia e garfo.
Insifroias macooicas de diversoa graos.
No Bazar Victoria, a raa do Bario da Victoria
n. 2.
Sedas a 1^280 o covodo.
Vende-se bonitas sedas de listras de lindas eo
res pelo baratissrmo preco de !#JW o c vad"
aproveitem que esla se acabando na rua do Du
que de Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastos.
Mm
Colehas de fustio muito grandes para eama,
pelo diminuto preco de 4 J : a loja dos area, d
Gorgel do Amaral 4 C, i raa Primeiro de Marc/
antiga do Crespo n. 20 A.
ll^v, MIX
Recebcse encororaendas de i
dentro e fora da provincia : no armazem da bola
amarella, a travessa da rua do Imperador.
Manoei da Silva Pontes
avisa a seus amigos e freguezes, que se acha de
posse e na direcgao de sua casa commercial, e
prompto a receber as ordens dos que quizerem
continuar a honra lo com sua amizade e confian-
ca. Reci fe, 16 de j ulho de i874.
muito su-
penor aos cerotos, pomadas e uoguentos para a
ettra das ulceras e feridas de toda a especie
Captt'Uns de Apiol de Cirlmault.
sio rec, "endadas pelos medics para recu-
lansar .. iruario. prevenir as colicas, djssi-
par. as do ^ dos rins e ainda para as febres
inttermi'e'. rebeldes.
Pi!uian gr> podopbyllna de firt-
zriauli. I'ara a cura de todas as molestias
liita allcncao.
Pedese ao Sr. Joaquim H norio de Siqneira
que digne-se apparecer a rua do Barao da Victoria
n. 44, a negocio do seu particular interesse.
Escrava fagida.
No dia 25 do proximo passado mez de abril, in-
do vender fructas ao Recife a preta Maria, crioula,
cor fula, idade 40 ann^s, mais ou menos, com fal-
[gumacasa por ser de costume assim o fazer, e
protesta se contra quem a tiver acoutada com todo
o rigor da lei: quem a apprehender, leve a a ci-
rebeldes, etc.
DEPOSITO
NA
PHARMACIA E
DE
Bariholomen
34 RUA LARGA DO ROSARIO 34
DROGARIA
4 C
, vWn wdi" 21 de junho proximo passado,
oa razedkla Muculu, o escravo de Caetano Gonoaives
Lima, morador no termo de S. Jo5o, de Cari'ri, de
nome J3se, cnoulo, bem preto, nariz chato e apara-
ao oera barhado, as canellas beta froas. os pe"s gran-
des, ttieador de guitarra ; lava um gibao de couro
ta'5eo.- cdr' -foi mnla vin,i,; ^slaraa'r,f>l>do oa villa de S. Joao, pro-
- S2?i%, "'W d Norte. Quom o pegar,
leve-o a dita fazendaou a eidade de Areia na pad
de FranCis,o Anfeuid Cassuio i *ni? italVnos
que aira bem reeompensado: "atianos,
dade de Olinda, nos Arrombados, sobrado defronte
da igreja.
Codtureira
Na travessa da rua da Palma n. 26, defronte do
becco do Possiuho, coze-se com perjeicao e aceio
qualquer obra ; da-se fianca e manda se Ievar as
obras aos freguezes.
8 Coiisuitorio Biedico-cirurgico ft
g A. B. da Silva Maia. &
p Medico parteiro e operador. M
ft Rua do Rangel n. 54 'm,
Consultas das 8 a. 10 horas.
Chamados a qualquer hora.
Gratis aos pobres.
C0SSILT0H0 I
Medice-cirurgico
DO
if Dr. Jose Feglx da Cnnba Me-
nezei.
Medico operador.
RUA ESTKEUA DO ROSARIO N. 3.
Da consurtas todos os dias das 9 ho-
ras da nnnha as 4 da tarde, dessa hora
em diante acha-se prompto para qual-
qner chamado, em casa de sua resideneia
a rua da Princeza Isabel n. 4, junto a
estajao dos trilhos de Olinda. |
Das 7 as 9 horas da manha da consul- i
tas gratis aos pobres.
ESPECIALIDADES
Molestias syphiliticas, via digestiva e fe- I
bres.
Attencao
Na rua estraila do Rosario n. 88, prepara-se
bandejas com todo goslo para casamento* e bai-
les pelo barato preco de 205 e 15'3, bandejas ar-
madas com bolo? finos, que fazem muita vista e
satisfaz a seus donos; na mesma casa faz-se bou-
quets para noivos, com fita bordada a ouro, dan
do-se os cravos, 3 endo a encommenda feita 4
dus antes e faz-se mais barato do que em outra
qualquer parte ; enfeita-se velas para baptisados.
com toda perfeicao ; faz-se liodos bouquets de
cera para offertas, por muito barato preco ; e bou-
quets de rose?, cravos.dnalias, saudadese qualquer
flor.que seus donos queiram, com fitas bordadas
a ouro ; bouquetj para enfeitar bob?, por todo
preco : tudo na rua estreita do Rosarro n. 35,
sobrado de um andar.
Ja leiuos gelo.
0 Vicente, antigo fabricante de sorvete, a rua
Nova, avita aos seis amigos e freguezes que se
mudou para o Cafe Imperatriz, aonde espera o
madamismo e a rapazeada.com o agradavel sorvete
de todas as qualidades.
Ao comm:rcio.
Joaquim Jose" Fernandes participa ao publico
com especialidade ao respeitavel corpo do com-
mercio, que desde o dia 17 do corrente deixou de
ser seu socio na casa commercial, sita a rua dos
Guararapes n. 10, o Sr. Joao de Almeida Seixas,
que fazia parte da flrma Fernandes & Seixas, re
tirando-se com o seu capital e lucros ; previne
pois, que desta data em diante nao se respon-
sabilisa por qualquer transaccao que appareca era
nome da dita Crma.
Recife, 17 de julho de 1874.
Ouem 6 o vigilanleda eco-
noiniii ?
E 0 MRATFIRO!
A' rua 1. de Marco n. 1.
Grande sortimento de. casemiras e e*"ura c'.ara-
fazenda superior a 34300 o covado; tudo< aaa
sjnoo. ^
^ Brins para cal^a d i cores e pardo a 280, 400 ^
500 rs. o covado. So aqoi por este prep.
Ch tas em grande qu.mtidade a 240 e i80 r?
covado
Metins a 240 o. 280 rs. Superior.
Perca'es a 3'.'0 rs. o eovaio. S-j aqui n;
rateiro
Baptistas matisadas com barra a 360 e 40J i
o covado.
Alcassianas, fazendad1 phantasia com boni' -
desenhos a 400 rs. 1
Cranes escuros a 300 e 320 rt.
Lazinhas e-cocezas a 180 rs. o cuvadu. Soroea-
te para tc bar.
Madapoliies para todos os prtccs.
Sedas de cure s, verde, encarnada e de oalr*:-
cores a 11000,'U2(K) e 1*300.
Chales de casemira cam listras e 3#500 e %i .
e bars to ? 6" I
Bramante de linho a 1*100 rs. a vara coir,
larguras !
Botinas para senhora, a 4*
Confronts ao arco ?e Sant Antunio. loja d
Agostinho Ferreira da Silva Leal ^ C.
iquidacao
l para acabar
i\';a rua do Queiiuarfo n. 43
Junto d loja da Magnolia.
E* pechincha !
Cones do organdis do listras, proprios para ves-
tidos. a 2^.
Pecas de cambraia transparent', fina, a 3^.
Dita de dita tapada a 3*-e 3^500.
Grande sortimento de lazinhas padroes modernos
a 200 rs. o covado.
Metins de cores a 280 rs. o covado.
Chitas de cores a. 240 c 280 rs. o covado.
Madapolao cam toque a JlioOO e 45 a pega.
Dito francez lino, com 20 varas, a 3* a pega.
Brim pardo trancado a 320 e 400 rs. o covado.
Brim de linho alcochoado fi.no a 2*300 a vara.
La com listras de seda a 400 rs. o covado.
Cheguciu ao baratciro da raa
do Queimado n. 43.
Loja de fazendas
DE
(iuSliierijic k L
0 antigo baraiaira conlinua a vender per :.
do que outro qualquer, com a franqueza
Las pret.i-- super;.;-, a 300 rs.
La e teda, uzenda de IjiiOO
Para concertar meias
A NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxias
n. 03, recebeu desta necessaria'-Jinha.
Para santuarios
A NOVA ESPERANCA recebeu peqoena quanti-
dade de bonitos vaporisadores proprios para incen-
sar oratorios ou sanctuarios.
\iiigiicm nio-
Offerecese uma mulher que sabe eozinhar e
serve para fazer compras, para uma casa de ho-
mem solteiro on de pouea familia : na ma de
enzalla Velha n. 112, 4.* ndar.
Aluga-se
0 armazem e dous andares do sobrado, a rua da
Madre de Deos n. 32 : a tratar com 0 Sr. Thomaz
Times, na escadainha da allandega n. 5.
Miidaiifa.
wT. !'fr,?re-ese uma pessoa para engommar nor
iaratn preen sendt1 ramisas a 100 rs, c35s I
^ rs c.lletes a fOfj rs., paletots a tk6 k tnrtn
p-rfeicio : na rna daAurora n il. mi
Jo5o Jos6 Rodrigues Mendes taz sciente one
mudou seu estabelecimento de generos de estiva
para a raesma rua da Madre de Dens, armazem
a. 4. copfronte a guarita do consulado provincial
Aluga-se a casa da rua do General Seara n
8: a fallar na raa da Aurora n. 39, segundo an-
fitr
dar.
Aluga-se 0 1 andar da rua da Impera trig n
: a tratar na rua de Hortas n. 106.
i CONSULTH *
MEDICO-CIRURGICO |
M^ DO
m Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso m
PARTEIRO E OPERADOR
V"un do Visconde de Albuquer-
qne 11. 39.
ESPECIALIDADE
Molestias de senaoras a
menlnosi
Consultas das 7 is 10 hor3 da ma- M
. nha, todos os dias. <
m Daa 6 as 8 da noite, nas segnodas, (mar.
S tas e sextas-feirai.
W. Os doentesque mandarem os seas cha-
m. mados por escripto at 10 horas da ma-
5 nha serao vlsttados em soas casas.
#?*??????*
giiem
Escravo.
Vende-se nm mulato de-40 annos de idade, tem
boa conducta, 6 carroceiro e apto para qualquer
servieo : a rua do Hospicio n. 81.
Gofres de ferro.
Fogoes de ferro.
Sofas para jardim.
Formas de ferro para as-
sucar.
AradoS americanOS. > A rua do Barao da Victoria n
VfcrrrWn oa <\m ^n co An ^roEraill Roberto, estao a venda tres linda qua-
> enaem-Se em CaSa tie dnlhas para piano, a liOOO cada exempla
Hawkes & C, a rua da Cruz
_ e r :.
cendade ja eoanecida.
Lls de cores a 2t0 e 2iO rs. 0 covado.
0 cov11
por 700 rs. o
vado.
Clutas de cuies a 2*0 e $80 rs o covaJo.
Metins d* cores a i80 is. o rovadn.
Crc'iones de padrooi hndos e Mdarooi I
140 rs. o covadu
Baplistas de liaoos padroes a 400 rs 0 covado.
Carabraias de BOrei miudas e graud-.- a 280 rs
covado.
Dilas pretas cc-n f]. res a 200 rs. 0 covado.
Cambraias braocas, bo-dadas a abertas, !
mai3 fina que tern vindo ao mrcado, Uz-cJ.
de 2*000 0 metro, pur 1*000 a vara : i
chincba.
Cambraia transparcnte, fina, a 3* a pea
Dita Victoria, fina, a 3*50" a peca. '
Algodao trancado, aivo, a 440 rs. a vara
Brim branco de linho a 1*400 avaro.
Ditos de cores de linho fina a 5C0 rs. 0 c ivdo.
Madapolao francez verdadeiro, 24 jarda. a 6*
7* a pe;a.
Algodao T, largo e superior, a 5* peca
Gorgorao preto de seda para vestido e para coke:
a 3* 0 cerado
Toalbas grandes a 4*300 a dnsia.
Colchas grandes a 35 uma.
Lencoes de bramante a 2* um.
Cobertas de pangs, forradas, a 2* e 3*.
Leneos de linho, abanhados e era caixishas a
3*300 a duzia.
Ditos de cores a 3*300 a duzia.
E ouiros muitos artigos por precis baratiss::
So na rua do Crespo n. 20, loja das 3 portis. Di t-
se amostras.
Vende-se na rua do Commercio n. 4, cn- .
Neruega, marca M L :
Bitter Augustura.
Rum de Jamaica.
Quadrilhas.
n.
4.
Balanoas.
Pesos,
III!
Ninguem e capaz de p'eparar bandejas e bou
quets para casamentos, com tanto gosto, como se
prepara na
Confeitaria do Campos.
Quem duvidar venba ver.
life*. Alleiicao!..
Afmal temos consegnido introdnzlr 0 vahtajoso
costume de todos os apreciadores doj saborosos
Fiambres
Todos, todos, ou pelo raenos a maior parte, isto
6, os desenganados ou tnganados, virem farer
soas encoramendas dos ties auimwiahos.
S6 e p6mente
>* Confeitaria do Campos
W Ja tao conhecida I I...
Vendem-se em casa de Hawke3 & c.
Rua da Cruz n. 4.
A. loja das 6 portas
Continda a ter um completo sortimento de la-
zendas, que pela quaiidade e preco parece imp-?
sivel, um completo sortimento de ekita, para 240
280, 300 e 320 rs. o covado, granalinas de listra a
200 rs. o covado, ditas com listras e palmlnha* a
240 rs. o covado, chita para coberta a 240 rs. <~
covado, chappa 4a sol de s-5da com doas arma-
Coes a 8*000, Biloj de sela para cabeca, fazeada
muito fina, d 12*000 por 7*000, fcjbadrabos e en-
tre-raeios bo4ads, com diversas cores a 400 rs. a
peca, redes de "flo raacahiba muito prcpriaspara
A .NOVA ESPERANCA, rua Duque de Laxias n. sitio, pelo diminuto preco de 3*000, eambraitVde
Aluga-se
uma mobilia de jacaranda pan sala, com wmnos
S" pedra : a tratar ao Cofredof do BUpo n. 15.
E' com as noivas
A ESPERANCA, rua Duque det_.
Qi, acaba de receber boa* meias da seda propnas cores oiiudinhas a 240 rs. o covado ;
oivas, e os apreciaveis raraos de larangeira portas em frente do Li7ramento.
Espeihos.
Amaral, Nabuco. A C, vendem espelhoi avaes,
qnadrados e redondos, proprios para sala, quar-
tos e toillete, toucaJcrea de columua e com gaveta,
com moldura donrada, de Jacaranda e de metal
nr Bazar Victoria, a roa do Bario da Victoria
I arange
As unicas verdadeiras
Biehas hambarguezas one vem a este mercado
na rna do Maranez de olinda n. 51
i:
As almofadas bordadas de la matisadas que re-
cebeu a \ov* Esperaaea, a raa Duquo de
Caxias n. 63.______________________
Mobilia-de jacaranda.
Vende-se Uma em perfeito estado : a tratar a
rua do Livramento n. 8. .
Trastes*
Compfa se e vende-se trastesnovos
e usados no armazem da rta o Im-
perador n. 48
w&w&Bmmmm
Grande liquidaqao de charii-
tos de Havana.
Flor Regalia.
Iskandro.
... E1 ordem.
Rua do Marqoex de Olinda n. 18.
VENDE-SE
No progresso do pala do Carnw, veade-^.
manreiga flor 11*200 a libra, rranceia a Ml rs.
a libia, hem como tem am completo sortimesto
de molbados, para qaalquer chefe de familia fa
zer sua dsspensa qne encontrari pnqt mais com-
aodo do que em outra qualquer parte.
Sedmhas a 1^500 o covado.
Venham antes qne se acabem : na loja do Pa?;-
ri ua !. deMarcon.7A. __
Aos cigarrdtos
a armaQSo com caixilhos, invernisada, da loja i
ulJ~rrw? B^,pormei?de de 3ea Talor : a *' I NOVA ESPBRANp vende papel de
rws tco pontas n. w. .. j proprio para cigarros, de diversas larprt*.
?
"


ISiihpMe^0liittlftMMO *ial Qiiiiitfr [etra^#SSi#tt1i
*>*
w*
* .
;
->
i
*
:IB.!f,l3S^3 !
iazendas finas

Rua Primnira tie Maroo n. Ii
DE
Gordeiro Simoes & C.
8' e3ta uma das casas que huje pode com pri-
oiiu olferecer aos sens fregueses urn variaiissi-
i isortimento de faxendas finas para grande toi-
lette, e bem. assim para uso ordinal io de todas a*
ilassave por precos vantajosos, das quaes faz'utn
jeqaenoresnmo.
Wandam faxendas 4s casas dos pretendentes,
jar.t o que tem pessoal aecessario, e dao aroostru
neuante peohor.
Cortes de seda de lindas cores.
Grosdenaples de todas as cores.
'5orgurao brauoo, lizo, de Haras, preto, etc.
S?tim Macao, preto e de cores,
'jrosdenaples preto.
Velludo preto.
.riuaJiue de seda, preta ende cures.
Pjpelihas de lindos padroes.
Filo de seda, branco e preto.
,;.cis Lasquiuas de seda.
" laacos de merind de oera, li, etc
t intas brasileiras.
Cortes com earabraia branca com tiodos borda-
R cas capellas e manias para noivas.
it quissimo sorUmento de las com listras de
edi,
Cambraias 4e cSres.
D tas maripotas, brancas, lizas t bordadas.
N uuaqnes de Knees padrSes.
rlptisls,padrfles dericados.
Paceaia-a* d qaadros, pretos e trancos, listras,
tew. etc.
Briasd* linho de c6r, proorios oara vestidos,
:om barra e Hstras.
H cos cortes de vestido de (inho. f rites da
cessa cur, uliiioa mod?
f>tos_de cambraia de cores.
F jstao de lisdas cores.
S ias bordadas para senfcoras.
Cmnnas bordadas para senhoras, de lintes al-
.
Sortimento dc luvas da verdadeira fabrica de
.;vin, par* horaens e seDlmras.
7n?taa-1 nara meniaos.
r,;tn para baptiiado.
-iiaf-co.- para a no.
Toatnas e gnardanapos adamascados is n de
rpara mesa.
*lehas de li.
Cor'inados borda**
Grande sortimento de camisas do linho, lizas e
? rdadas, para horeeas.
Ifeiaa de cores para bomens, meninos e meni-
.
oi:as escoceza?.
(OBMletB so.iiraepto d chapeos de sol pan ho-
;eu! e seuncras.
H i riao de enfeii para vestiaos.
Dito preto, tranctto e ''to de verao.
*>nlhado de uhu e algodio para to
Moaihadu pa>do.
Oamaseo de la.
Brlna de liuho, branco de cores e preta
.se'.im ds liadas cores com listras.
lisales de merino de cores e pretos.
Oi-os de casemira.
Diios de seda preta e de cores.
Liius de louquiin.
Camisas de chita para homeos.
3:130 de flanella.
> -oulas de liaho e algodao.
faanos .!e crocbet para sofa, cadtira* e coaso-
.eacos bordados e de labyrintho.
Iv chas de crochet.
Tarlatana de todas as cores.
Hicos cortes de vestidos de tariatana burdado
t :ortes.
Espartilhos lisos, bordados.
Foulard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
".. :as fachas de se4a e la para senboras.
rUco sortimento de leques de madreperoia*
isS C.
Damasco de seda.
Casemini preta e de cores.
Cbitas, madapolao paono fioo preto e arnl, eoi-
arinios, punbos deltatio e algodao, grarataa, lu-
.:.'.-. bolsas de viagem, poitos bordados para ho-
liens, itm;js de linho branco e de cores, toaiias,
.r.xrdaaa-:>os. etc.. eic.
E'
Ve:ide-e um pequeno sitto perto da estt-
f&o do Saigadinho, tendo de (rente 150
.islm is, e de fundos man de quatrocerrtos,
ztta ..iii C'legante cssa detaipa, acabada de
eroumii e bem asseisda, tendo isal s, 2
luar.os ecoeiuba (6ra. 0 terreao e pro-
.-in o bom do planla^dos, tun lo alguroofi
.rvoies de >rcto, agua de beber e todo cer-
-.ado.
Para ver e raais explio<;6es, no mesmo si-
>io a qualqiterhora a etender-se com Tris-
:ao Francisco Torres, e para tratar. oa the-
i ;r:,a dan luterias, nM 1.' de Marco
t. 6.
Especialidade
Viola* jpartleaalar, puro e ge-
nuln*.
Ac iba de ehegar ao mercado alcun? barris de
vichc do Alto Douro, especial e umcatnente pre-
paraclo do extracto da uva e iseDlo de quaiquer
confcrcao, sando. muitu mais bran do que o da Ft-
gueira, o qoe o toroa reeotnineDdavrl pelo muito
que agrada ao paladar e preferlve! a lodos os oa-
iros Miibos de paslo.
Aeiia-se a venda nos arnaeens de Jao iose Ro-
tlrigues Mendes, Souza Basto & C. e Pernaades da
Coate & C
i
BARAIEIEO DA
Rua da Imperatriz n. 72
nmwm i mmm molestas hhmes n impureza bd
SANCUE
MENDES GUIMARAES tfc IRMAOS
Acabarn de fazer urn grandc abalimcnlo nos precos do suas I'.zcnlas allen-
tlendoa grande falta que ha hoje de dinluiro,^ por tsso cruio quo o preco q-.e vai men-
cionado agradara* ao respeit PELO
F4ZEXD4S IMMTtt
JLOJf.t
KA
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A ipOOO.
Vende-se chgpeos de sol dc seda para se-
nhoras e moninas a 49, ditcs de alpaoa fi-
nos com 12 astes a 4$, ditos de merin6 de
duas cores a 59, ditos de seda para horr.om
a 6$,. ditos inglezes com 12 astos a 89 e 99.
BRIM PARDO A 4G0 rs,
. Vende-se brim pardo escuro a 400 rs. o
covado, dito de cores com quadnuhos a
500 rs. o covado.
CORTES DE C\SEM[RA A 59.
CUOCHES A 19500.
Ven le-se cradle's para cadutras a 1^500
cada um.
LAZLNUAS A 200 REIS. .
Voude se lazinhas pSra vestido a 200,
320, 400, e 500 rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vcnde se alpacas de cores a 500, 64, 5
S00 rs. o covado.
S GRANDE SORTIMENTO DE TAPETES A 49.
Vende se grande sortimento de tapetes para
Vende-secortcs.de casemira de cores para todosos tamanbos a 49, 49500,
calc,a a 59, e 69, ditos de dita preta para cada um.
calca a 49, 59, 69, e 79.
59, e 69
BRIM DE ANGOLA A 29 0 CORTE.
Vende-se cortes de brim de Angola para
calca a 29, dito motto finos a 39.
ABERTURAS PARA CAMISAS A 200 REIS
Vende-se aberturas para camisas a 200 rs,
ditas raais finas a 400 e 500 rs. ditas de
esguiSo a 19, ditas bordadns a 29-
CHITAS A 240.
Vecde-se cfeitas para vestidos a 240, 280
e 320 rs. o covado, tem escuras e clar^s.
KADAPOLAO A 39.
Vende-se pe^as de mad'polao elifestsdo a
39, ditas de dito inglez a 49500. 5)3, e <59,
ditos de dito francez fino a 79, 79-08, 89'
&9000.
GRANDE SORTIMENTO OE ROUPA PEITA
NACIONAL.
Calgas de riscado para trabalho a 1^000
c 19400.
Calcas de brim pardo a 19900,29, 29500.
Calcas de brim de Angola de c >res a 29
e 39.
Calcas de -casemira de cores a 59500, 69
e 79.
Calces de casemira preta a 39500, 53500
e .79_
Pstitots de riscado a 19.
Paletots de alpaca de ceres a 23-
Patents de a paca preta a 33, 39-100, 49
5*
ARROBEDEPUR1TIVO DBSiLSAPAaRILHA, CA-
ROBA E VELAME
PREPARADO POR
BARTHOLOMEU & C.
Phariuaceuticos da casa real de S II. F. El Rci de Poriuga
Premiados em diversas exposicoes com o pretnio de sua classe.
Asaiide cum bem inapreciavel, cuja importanciae valor s6 esta" reservado ao enfer-j 0 Pavao tem um grande sortimento dd
mo avalial-o E' met ntestavel.quo o homem neste raundo 6 constantemente, e por todos' alpaca* pretas, que veudea 5 >0, 640 e 800
os lados atacado por uma infnwdade de agentes morbidos, que todos tendem, dadas ter- [re. o covado, 'asstm como grande ?orti-
tas odeterminadas circumstranciss, a alterar o regular exercicio das funcgoes organicas, mento de cautoes, boinbazinas, princf-zas
pretas, merin6s, e outras muitas fazeudas
IM> P.% YA
NA
Rua da Imperatriz n. 60
PARA UQCHDAI
GranadluM itretw a 5fhO rs.
i-ovntl*.
0 Pavlo vende granadina preta e l.-.vrade
pelo barato prego de 600 rs o mvado.
ALPACAS PRETAS A 500, 0*0 ^ 800 RS.
A 43 00, 49M0,
05000 E T900O.
0 PavSo vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e tran;;.-rente
8 1/2 varas cada peca, pelos baratos pr.
liquidagao
a diiaheiro
jam mais bem acciJos pelas -ssciedades elegantes
\ daquelles paiies, vtata apronimar se o tempo de =suas'virtedes; ellas a sens bons effeitos ruedicamentosos ja s
3 festa, em -que o bcllo sexo desta linda Vcneaa .iiosso psic, quer a Eunepa, onde abalisaios bolanicos e di
mais ostenta a rifueza de seas toilleuas ; e co-
mo ja recebessem ipela paqoete franoec diverso
artigos in ultima moda, veem patentear alguns
d'entrefliles que3 tornam ssais recoowiendaveis,
esperando do respeiuvel -publico a costumed*
concurroncia.
A' rua do Catinera n. t A.
Os proprielarios da Predilecta, no iutnte) d
cfoservar o bam conc^to que teesn merectto do
eh< Silva 4 Geimarass, nnvos propiwtariosdoj respeiUvel pcfetico, disSnguindo o sen estabeleci-
prande 5ortiment9 de fazendas, sito a roa do Du i ceul dos ***** (Iae *egociam aa mesmo (jue de Caxias, octr'ora do Queiraado, n 60 A, i **ern scienHScar aos seus bons areguezes^ee pre-
convidem ao respertavel publico e com especiali- i veniramaosseus correspondentes nas diversas par-
dade ao bello sexo a cosaparecerem -ow seu esta-' t3* d'Earopa pa?a Ibas enviarera por lodos os pa-
beleeimento, afim de .proverem-se do -tme ha del 1aetes "s ebjectos *e luxo e*om gosto, que se-
melhor e por preco assas coram do.
Teem era expesicao, e a gosto dc todos, o se- I
teguiete :
1 Sedas, popplinae, etc.
Alpacas de cores.
I'Dltas pretas muito 'bannas.
L4s *e cores.
Cambraias braacas.
Dilas de cores.
Gbates de meriDO, baraJissirao?.
| Riauissimas baquinas de seda, bonicdas, para-c-
i nhoras.
| Bramantes de algodao ttso e trancado, de MM
larguras.
| IJamburgos de5inho de differentes-DJicieroF.
I Toirihas felpudes.
I Ditw de linho.
Guardanapos de linho c de algodao.
Fustao branco.
Col:has adamasradas, para cama.
Taplatanas de todas as cores.
Caasbraia adamascada para certinadas. ExeeH-
te asqnisicSo.
Grasde sortimento detlaoellas de cores.
Damasco de algodao.
Algodaozinbo 'branco.
Dito azul.
Saigelim de todas as cores.
Gravatas pretas e de cores, para honens.
Gravatinbas de cores para senhoras.
Punbos para senhoras e para bomens.
Collarinhos, idem idem
Lencos de linho muito tiMM.
Chapeos para senhoras.
Detos de massa para homem. Cousa finissima.
Vistuarios para baptisados de cnan^as.
Camisas inglezas francezas para homens.
Meias para senhoras.
Ditas para homens.
Ditas ip-ra menino' e menkia?.
Chitas francezas e ihglezas, dos mate .i-gradavo^
padttDCs.
Madapolao de diflerentesmareas.
E inuitos outros objectos que seria onl'adonhc ;
enumerar-se.
resultando desse desiquilibrio o que se denominamolestia.
A molestia nuo e mais do que a desvirtuacao das forcas vitaes, occasionada, segun- proprias para luto.
do as investigates e experieocias dos mais abaUsadcs mestres da sciencia, pela deprava- CAMBRAIA VICTORIA
5S0 dos humores geraes, consequencia da acjglo maligna desscs mesmos agentes morbi-
dos introduzidos no organismo pelo acto da respiracao, pela via digestive, pelo contacto
immediato, ttc.
A syphilis infclizmente tem sido apartilha da bumanidade, e como 6 f6ra de duvi- ( i/i varas caoa pe^a, petos i^ratos prt;
da que esse terrivel Proleo da medicina e uma molestia heredttaria, ellatem sido obser- de 430u0, 49i0t;, 59000, CC00O e 7:000
vada em todas as ideas, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraqueceodo a peoa, aesim como, ditas de .--Ipi.> 1 ;_
constituicOes robustas, produziudo mutilacoes eco.tando ainda em flor da idade vidas co, a 7(5000, e pcchir.cha.
Prec'0sas. |CAM!SAS FRANCEZAS A 20003, :9"f0.
El minar da economia essos principles deleterios, e puriGcar a massa geral dos hu- | 39000 E 3500.
mores tem sido desdd tempo immemorial o um constaote da medicina, e os depurativos 0 PavSo vende um bonito sortimento ^
figurnm em primeiro lugar para preencher esse desiderato. camisas francezas com peito de algd-., a
E' de preferencia no roino vegetal que a sciencia aconselba quedevemos procurer as 29000 e 29500. Ditas com ptito de h'abn
substancias proprias e depurar o organismo, eliminando os principios novigos a sairiis de 39000 a 69000. Ditas bordadas u.a;\'
pelo augtneuto das secre^oes-twluraes ; e que pjssam ao mesmo tempo neutralisar a vdeu fines de 630C0 a 109000: assim ccioo
syphilitico, ainda qu.ndo este virus ja" tem feito erupcSo no extepior debaixo de suas mul- grande sortimento de ccroulas di- li^'io e de
tiplicadas formts. Os grandee e incomparaveis depurativeis vegetaes conseguem algodao, por precos baratos, a tarn' -n teao
muilas vezes preyenir os estragos da syphilis, quendo por ventura se acha ella ain-' completo sortimento do p-jnbos e collar.nhos
da no estado de incubacao; isto 6, sent se ter manifestado sob formas externas ; bene tanto de linho como de algodao, por lWc,Pe
!i>-;o incomparavel, tanto mais porque neste estado os individuos igooram completaraen- em conta.
tese estSo contaminados por esse terrivel inimigo. IC0RT1NAD0S BORDADOS PAH4 CAJIA I
Felizmento para nos o recurso prompto e sem igual para combater virus tao delete- j JANELLAS, DE 79 ATE' T&9999 0 tiM
rio encoalramos em abundancia em nosso uberrimo solo, nessa riquezt invpjavel de es-i 0 Pavao vende um gran i sortimiiu> tie
i pecies de wgetacs, muitos dos quaes ainda tao pouco conhecidos e es'.uJadoscom pezar cortinados bordados, proprios ) Hi < r.-aa e
I o dizemos. janelias, pelo barato preco c.. TCOOo, 89C00,
Nos meroceti a p.efereuc'a na grande variedade de plantt de depurativos que pos-110(5000 ate 259000, assim como : oolxai
suimos, as tres ,plantas bem conltecidas no oo-so paiz ;a CarobaJacaranda pr-ocera r'e dmasco de IS muito fina de 109CO
de SprengeL, dafanilia das Rig-miceas; o Vela me croton campestre, dtS t. HU ; da fa- lij|K)0'> cada uma.
milia-das Eupkorbiaceas;c a Salsaparrilba -Smilax syphilitica de Runlle, da familia BRAMANTES A 19800, 2?0C0 I :>>'S0&.
das A'sparagjnees. j 0 Pavao vende bramantes para :. I,
i&frahfindo soraonte destcs tres importante vegetaes os principios medicamentosos tendo 10 palmos de largun, s-m'.o c de
pe4os processos mais aperfei^oad s da scieaci* raodema, conseguimos reunil-os em um algodao a 19800 e 22000 a vara, e de lithe
co?np.to agcadavel e de facil applicacio, ^ujss propriedades para acura da grande serie a i9*00, 29800 e 39000 a vara: e p-hin-
des moleSiias sypbiliticas e todas as que proveem da impureza dosangue, nossos estudos cha.
e Tepelidas experiencaas nos convenceraio serem incomparaveis, as quo se tem obtido (irande nccllircha a 4 5000
cam emprago, nas difierenics formulas coohecidas, dos principios de cada um daquelles ^-"ia uc r^^^ l- '^ v
vegetaes do per si. Mae precisamos descrever tao importantes plantas, fazer conhecidas J Q 5)^000
sao bem coubecidos, quer em i
distinctos medicos se teem del-
CORTES DECAS! M RA.
pew, quermafcunepa, onie aoatisados bolanicos e distinctos medicos se teem del-) o pava0 recebeu uma grande n r 3o de
'las occupado, e mesme estes experimenlado com optimos resultados no tratamento de cortes de cimeras de cores' para ea'caa e
muitos .pedecimeeAos ,, ..,,,,... 'vende pelo barato praco de '..-. 0 :iVcOO
0 JIOSSO Arrooe acpuraiuw de Saisaparrtlha, Caroba e
agradavet, a sua acgao 4suave e benigaa e de nenhuma forma pr
camerikssas, coaao acouiece gera4mente a todos os compostos em que entram substancias
minerals como merovrio, o iodureto depotassio, etc., cjo uso prolongado 6 sempre
para receiar, ,pwnoip4mente por que traaem grande alteraoio do sangue, resultando deste
estadeoiuitas'*wzes b-ydropisias. quasi sempre -funestas.
vende pelo barato prt-co de i"')' 0 e
\elame tem um sabor | ca(ja corte) na Tm da Imperatra .:. 60, it
iroduz molestias medi- de peIix Pereira da Silva.
ESMERALDINA A 800 RS.
Adercgos de urtaruga o? mais lindss qne leera
vindo *o meroade.
Albuas com rkas capas-de madre^erola e a* Par receiar, ,ppraom-*lmente,por que traaem graodeakeracio do sangue, resultando deste 0 Pavao recebeu um bonito son'memo
velludci, sendo drversos ussanhos e baratos -pra- estade oiuitas'*wzes b-ydropisias. quasi sempre funestas. das mais*b-gantes esmeral''in.-s aoaa RMPH
Aderecos comrletos de bo-racha ^roorios aaek' "Sendo asawlesUas, como acima dissemos, deviddS As aIterai,oes dos humores, o Ar- de seda, sendo em cores e padatsa as mais
Mcto, bimbern selendem meios aderefos muiufbe^, ro*e tewtaiivedeSakapaiyriMia'Careba e Velame pode ser empregado vantajosamente novas que tem vindo ao aaana b, acafMai
Jaitoi. ia syahilis, iCs-ypelas, rheamatismo, bdbas, igola, dores sciaticas, ulceras chronicas, 'para vestidos, e vende pelo baratissio.o pre-
BotSes de setira preto e *a cures:para ornate-l* i gonoriteas cbronicas, molestias da ^pelle, etc., e em igeral em todas as molestias em ] co de 800 rs. o covado, & rua da Imp' z
, estidDs de aeaaara; tarnfeem tem para collete | que-se tenha em vista 4t punifica^ao do systema sanguineo ; pois que nossas con=tantes n. 60.
Botsas para senhoras, ewste um^bello surtimea-
de seda, de pelba, de chagrim, etc., etc., por
Pillulas Catharticas
de Ayer.
Pra todos os eflWtoi d
am remedio ItTwtli
N'S-. h.i ee*arament, un
remedio tarn universalniecU
procurado como um cathar-
tico on purrante, e nenhura
outro tem ia tio usado em
todos os palzes e por todas as classes, como estas KLLLV-
LAS, suayes mas efficaaes. A nizao 6 evldente,-formSo
um ntmedio muilo mats corto e eflicay. que neuoum outro.
Aq lelles que 09 teem ensaiado sabem que se teem curado
pelo seu uso, os qBenfco os ensaiarao sabem que seas amigos
e visinUos se teem curado, todos conhecem que o resultado
tirad nma vet, se tlrari todas as vezes, e qne as Jjncr-
r.AS nunca faloao por consequencia de cuo ou BagHgencia
na sm compoeicao.
Temos milhares sobrc milhares de certifieados refcrentes u
distilictts curas qe b&e efJbetaado estas piUnlas, nas motes.
tias < ue em seguida mencionamos, por^m seqdo taes curag
cnh>cidas em toda a parteaonde teem peoetrado, des neces-
sari* t pubhoa l-os aqui, Adaptadaa a, todas as itVdes e a
toda.-. as coudicdes, em todas as climas, nao contendo calom-
elano nem outra quaiquer droga deleteria, ellas podem ser
turns dm por quaiquer peeeoa com toda scfrurauya. Sua
capa d assnear as conserva sempre frescas, e as toma gosto-
sss aj palladar, sendo tmfcem puramenb: vegetaes, nao
Corram a grande liquida^ao 1
E peckincha!!...
E barato
Trancas de cabellos humanos, naturaes, nao
barato preco.
Bocecas de todos os tamanhos, taato de louc*
como de cera, de borracha e de massa ; chanu-
mosa attenciodas Bxmas. Sras.ipara este artigo,
pois as vezes lorcam-se as*Criancas um pouco int-
pertiuenles por falta de em objeclo qoe as se-
ireten&ara.
Camisas de liuho lisas e com peitos bordad
parafcomem, vandem-se por preco esmmodo.
Ceroulas ds liulio e de algodao, de taa.
Cai:-: inbas com .musica, o que ha -de mais (ind,
com aisticos oae tampas-e proprios para preset.-
te
Coques os mate modernec e de disersos (orma-
tos.
Chapeos para saciiora. Re da ultima moda. Unto para senhora, como pact
meninas.
Capeiias simpiec^ com vee para nohas.
Calcas bordadas ipara meniuas.
Entre&ieios estacipados e iordados, de lindos
desenhoe.
Escovas electricas para denies, tem a proprie-
ade deevitar a earie dos deates.
Franjas de
expenecjcias-teaileito *er, qneellee iadispensa^el nos casos gravissimos para mtnorar
os soSrimeutose prolottgur a esistencia, e nos menos graves a cura e a consequencia do
seu ueo coQve>ientemeute prolcngado.
Assim, pois, nutfimos a eenvicgao de que e uso do*ossonovo preparado justifique
cabaUnente as>aossas asseveraoies, popque endo medicamento puramente de principios
vegetaes, nossas oxpesiencias aVe boje tem confirmado sua utilidade.
DEPOSITS OERAL
M.Riia Larga do Rosario.34
PERNAMBPOO.
6 Pavao queima os artt'gos
seguintes:
t am as eitaras
A Mac-nolia, a.roa Duqrie de Caxias n. 4o, par-
ticipa ao bello sexo que acaha de reoeber da Eu-
ropa, um completo -sortimento de artigos dcalti-
ma mate, e como acha deaoecessario fazer um
] enfadonhu anuuncie, par ja ser hastante coake-
I cida, e caprichar sompre en ter bons correspon-
dentes, seado a pneeira que apresenta o que ha
ide mais naoderno isso limita-fe a desopever somente o segoime :
S'iia ttonradas.
seda pretas e de cores, cande'sortimento do divercas iarguras e barato, deques dourados, ie madreperola, macDni", tar-
pceco. I laruga, osso, etc.
Fitas dc saria. d "orgtirao, e setira e de cha- *atiila de baie.
oB#ii>to, de diversas larguras e fcon+tas oaras. j iVcscatssi, diversos artigos proprios para pre-
Facbas de porgurac muito lindas. seates.
Fi r> artificiaes. A Predilecta prima m con- eiiniia c pnnhos.
ervar aempre um betla e grande sortimeato des- Manual para missa, com capa de madreperola.
\# Baraleiro!
A' rua 1/ de Marco n. 1.
-Confronte ao arco de Santo Antonio.
Estao vendenio fazendas por menos 30 0[n do
que em outra quaiquer parte, para o que pede
um pouco de aHeocao 1
/ Madapolao fcaocez, fazenda superior, vende-
, os a it a peca e 320 rs. a vara.
I Chapeos de sol de seda, para senhora, a 3$, de
cores, "fazenda de|; a elles.
Bitoe de alpaca, para bomens, de 12 hasteas a
3^500. Superior qualidade.
Ditos 4 sim e vender baratc.
Chapeos de sol de seda, inglezes, a 11 jOOO.
Ditos ea cabo de raarflm, o melhor que tem
vindo ao mercado a 12a e 13 j. Venhani elles.
as floies, nio so para nfeite,dos cabellos, como
digo que tenham nm metro de co'uprimento, sio I tai^fm Pa" AJ*Hf fl& .
soSrivelmente comprtdas, pelo preco de 12*080 :1 ** ^.e aJ0,lao> de U e de 8eda- bfaneM> P""
so ca rua do Karquez de Oiinda n. 1, 1 cnear,
casa de Gnstave, cabelleireiro.
15SOO0
Coque crespe natural, de !, 12* a
Um par de crespe natural, eompridos a
Um tupet frizado por
Uma duzia de grasses frizadoe por
Coques., eiodemismo. de 40/, por
Diadema*, modernlsaio, de cabeHos, por
Cres:entes de cabello, de Mf, 3S a
So na rua do Marquez de Oiinda u. 51, andar,
easa de Cora
(his eslreilaiHonlo
pela facil applicacto das
S0NDAS 0LIVAES
ds
GOHMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfei^oadas de iodas
as conhecidas
Veiiei-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34 Rua larga do Rosario 34
. os et de divereas cores.
Gravatas de seda para itomem e senhoras.
I Laco3 de cambraia e de seda de diversae cores
) para seaoora.
'3100a' ^'K34 de seda de cores e brancas hordadas para
4*000. no;xa- '::!..,
20*008 Livr9 Para oavir anssa, ecm capas de madre-
.1*000 Prola, marfim, d* 40*000 *Mm-
Pentes de tartarufa e marfim para ahsar os ca-
bellos ; teem tambeaj para tirar caspas.
Port bouquet. Uaa bello sortimesto de madre-
ti'llfi4!FA I Pew'a' marlim, usso e doarados por barato.preco.
Pernimarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
provk!a, nSo so em extractos, como em oleos
banhas dos mdhores adores, dos mats afamados
fabricaotes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coadray, Gosnel e Rimel ; sao indispeosaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por eommodo
preco.
Sapatinhos de la e ae setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta am bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, Unlo para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado 0 qne ha de melhor
gosto e os mais uoaerno t recebeu a Predilecta
de or arcto preco, para fiear ao alcance
qnalqner holsa.
Rua do Cabuga n. 1
m^s irinazeni da es-
"^ trella.
Unico deposito de cai bran-
ca de S. Bento e Jagua-
ribe.
1.6 -Cm do Riidas-N. 6
0 dano deste armaiem de materiaes contrau
em grande porcao cai preta, pela medida dos for-
nos, mediante aju.;te, mandando hotar no lugar
competente, garantindo seriedade neste negoclo.
dam resuitar effojK* prejuJiciaes se por ac*so forem toi
cm coze desmasiada. 0 papel que serve de coberta pAra
cada vidro leva direcc&ai minncioeas com ralacao as secuin-
tas niotestias qoe as riZH.UI.JUB CA.IH.LB.TICAS rapi-
dam<:nte curSo. Para a Dytpepaia oh Indigesiao, ZHl-
pUcinrin, Zanguidcz, Falta de Appetite, devem ser
tomadqs em dose moderada a m de pffimnlgr o estomago e
restaofecer suas funccaos saudaveis.
Para as Borneo* dp Fig ado 6 soas diresas fymptomaj
Enxaquecae Biliouu, Dor de Cubeca, Ictericia, Col-
ice ltilioee, e Febrei SUioeae, devem se tomar tambem
modiiradamente am ca*> caso, para correger a aocfeo riciada
ou remover o obstaculos que a causaa
Para a Dysenteria on Diarrhea, 6 geralmente bastante
uma dose perraerflu
I'a-a IthrirmiilUvio, Gotta, Arreiat, PalpUacZo do
Corveao, Bores na$ ilhargae toranias coutinuadamente, at* alterar a aojao dos orgio*
disrejulados, de sorte que a molestia disappareca.
Pnra a HydropeHa eXnehaeSta Hydropicae, 6 preoiao
toma-1-as frequeutemente e emporcoea Utti grindea para
produzir o efieito de um purgativo drastico. Como Diijet-
rlva ara o jantar ou comma, toma-se uma ou duaa para
prom jver a digestSo e ajudar o estomago. Uma on duas to-
adas de vez. em quaudo, estimulao ou estomago a obrar san-
davelmente.
Quaiquer que se acha regularmente bom, tomando uma jeCtOS tendentes a esta arle. tudo do melhor ento
'j"",.^""8 UK"1** ^. muitas vezes, decidida- e qualidade, e por prer^s commodos
ente raiihor, por razao que ellas purificaja u restaurSo ; 'os-
pparellw digesUyo.
tartaruga, marlim, velludo, etts.
SajasatinaiMi de setim para'baptisado.
Cuntisas bordadas para senhoras.
i.isaw de seda.
I'ranJaH mosaicas.
Aderecos de larlaruga.
voltaw de madreperola.
*nl*elri de madreperola.
I.tndaa ilores para cabeca.
BoIhuh de velkado.
I?i>rrunaa.rias dos melbores e mais afamados
fabricaotes.
cimpooii de sol para senhoras.
i- ii de velludo de todas as cores e larguras.
Moseas.
Quereis Hvrar-vos destes malditbs iusectos? com-
prai uma mschina de matar moscas por 3*000
- na Magnolia, a rua Daiue de Caxias n. 45.
Cai vice.
Cortes de combraia branca, transparcr.:e,
com enfeites bordados de la a 55^00.
bit s todos brancos b-.rdados a li^oGO e
155^000.
Ditos muito ricoa a 2550o/.
Bonitas lansinhas para vestidos, com !"
tras de sede, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 800 rs.
Cintos de setim de todas es cores a 5*000
Punhos com goilinbas du aagailo a 500 rs.
Sedinhas de cores, s< ndo de listras e !a*
vradas, com toque demofo a ir-'CM*.
Ditas de dita ditas sem mofo a 1-?GC0 a
25000.
Diversas lansinbas para vestidos, de 240
at(5 500 rs.
Colchas de fustao brancas para BMEt a
25J500.
Ditas de dito de cdr a i?>(00.
1 ambraias brancas, abertas, para rCsti-
dos, corte a 8JMJ0O.
Cortes de cambraia branca cum bonitds
Vclas de cera
A acreditada fabrica de velas de cera 'la rua do
Bom Jesus, outr'ora da Cruz n. 60, para commo-
I didade de sens freguezes, acaba de abrir nma
outra na rua do Baiao da Victoria n. 63, aonde
I acharao nm completo sortimento de todos os ob-
ou
ment
PKEPARAPAS FOB
J. C. Ayer & Ca., LoweU, MM*, E.17.
VBJ9TDS SE FOIt
Salsa-parnllia do Para
Tem para vender Antonio Luit de Oliveira Aze-
i vedo, no seu escriptorio, a rua do Bom Jesas nu-
mcro S7.
Chocolate brasileiro
FABRKAD0 NO MARAflHAO
Das segnintis marcas:
Fler de choeotaw.
Chocolate de bannilha.
Dito de canel'a.
f)ito commum, fibo.
Dito homeopathico.
Wto de ararotst.
Dito de rnosgo. >-
Dito de ferro.
Chocolate vermifugo.
Vondem pelo preco da fabric*, Jo 36 Tavares
Carreiro k C, a fua Direita ov 1%;
VENDE-SB
um terrene go Arraial, com 120 palmos de fren
e 140 de fuudo, com uma boa cacimba : no ca
da Companhia Pernambucana p. 26.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. io, ven-
de 0 verdadeiro Vigor de Ayer, qoe Impede a
cabida dos cabellos.
Sardas epanos.
So tem sardas e paaos quern quer; porque a
Magnolia, a raa Darjue de Caxias n. 45, tem para
vender a verdadeira Cuticuleria, que fax desappa-
reeer estts mancbas em paocos dias.
Vendem
Wilfion, Rowe & C.
Em seu arraacero a ma do Trapiche n. 14, 0 at
gumte :
Algodao azul amerujsno.
Fio de vela.
Carvao de pedft de tedas as qttaHdadeS.
Tudo muito barato.
Veude-seataverna da rut das Carrocas n.
ie faz esquina nara a rua de S loan a tra
que Tsz esquina
na mesma.
Venda Ha e&ctuzilhada de
Belem
Vende-se per eommodo preco uma taverns ao
lugar acima indicado, esti em bonito local por ser
defroate da estacao e ear bem afregueiada, e e
propria para principiante : a tratar na mesma. .
uuu u uienrauo a IZi e u*. vennam a eites. ^ Knrrt.^^e j a-____r :_
Grande sorUmentode camisas francezas, aVSS'222? bordados' de cOr.com ftgunno
x 40a. Scperior qualidade.
Eeruiao de linho e algodao a 4|.
Chapeos 4e casemira para homem a 3a.
Cortes de crctone bordados a 6i. Sempre CU3
ton 10,8.
Cambraia Victoria, Ana, a 3J500, com 8 M va
ras transpanente iJ.
Loja de Agostinno Ferreira da Silva Leal & C.
Quern nao Comprara
Vende se ntn* pe'e^1 de thyte tbni 42 covadds,
pot 11: na m de Crespo i. K, W da eeqnioa.
Casa e terrenes baratos bo Sal
gadinlio.
Antonio Jose Bodrigues de Sooia, na thesoura-
ria das loterias a rua do Crespe n. 6, vetjde sua
casa de taipa e terrenos de dens sitios no lugar
do fttlgadfnho r a trWa* soaje6,eom o meswe

Manuaes pam missas
de maius qaaMatfesa ara^Ns recebeu-os a NOVA
ESfBRANgA, a raa Duque de Caaias n. 63-.
* Vende*se urn sitlo am Beberibe de baixe, com
800 palmos de iargara e mais de 2,000 de compri-
mento, com (rente para a estrada real e fundos
pafa a da Boiada, com diversas arvofas fructife-
ras, inclusive 18 coqueiros, tendo tambem matta
para carvSo ; accrescendo ter nma casa e nm a-
sebre em bom esudo, pusar o trem pela porta, e
ficar muito proximo a estacao de AguaFria :
Tatar na fua dp Alecnm n. li
PlllltR
Vende-se pes de sapotas de optima qualidade
narua do H spicion. 73.
TACHAS TACHAS
BATIDAS FUNDIDAS
Qualidade super.or
Systema oovo
Mais barato do quern em qnalqner outra part*
NA
Fundieao da Aurora
C. STARR & C, EM LIQUIDAgAO.
Lazinhas
a 200 rs. o covado.
So na rua do Queimado n. 43, junto a* loja
da Magnolia.
Cheguem, venham a ellas II...
Lazinhas de quadrinhos a moda escoceza pa-
droes muito chiques, propria para vestidos de se-
nhoras e meninas: pelo diminnro preca de 200 rs.
o covado.
So o 43, loja de Guerra A Femaades.
Dao-se amostras com penbor.
68000.
J Pecas de madapolao com pequeno t que
[ de avana a 4 joOO.
Ditas de algodaosiobo muito eacorpado,
com leve toque de avaria a 4r>H00.
Madapolio enfestado com 12 jar ias en
I perfeito estado a 3^000.
Pecas de madapolao cm 20 j rdss a
45C0.
Brim pardo para roupa de bemem a mo
j ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a tfkQQ e
35000.
Bramante de linbo com 10 palmos la
lagura, vara a 2#6C0.
Atoalhado com 8 palmos de laroura. \ara
a 15500.
Espartilhos brancos e de cores s i^ e
55000,
Cortes de casimira a 45 e 55C00.
Vende-se portas americanas nor todo preco :
na travessa da rua do Imperador, armazem da
Bola Amaiclla.
E' barato
Trancas de cabello
humano, natural, com nm ntetro de comprimento
a 134 cada nma : so na rua da Imperatriz n. 8
case de Odilon Duarte Irmio.
YENDE-SE .
uma casa na villa de Barreiros, na raa do Com-
iercio. nor preco modico: a tratar com Tasio
IrraaS AC
Toalhade linho^a 500 rs;
Veadese toalhas de Inho pelo barat'ssimo preco
de 500 rs. cada nma, e metade de sen valor
aproveitem, que estSo seacabando : na rua Du-
que de Caxias n. 88, loja de Dcmetrio Bastes.
Vendem se dous sitios na Pcnte do Dcttoa, qua
foram do finado Joio Carroll: a traiar n't..i d
mesmos sitios n. 10, ou na nu dj Vigarij n. (9,
1' andar, succssores de Tbomaz de /tquino.
Para prcsenies
No Bazar Victoria, a rua do Cirao di Victo-
ria n. 2, se eucontrara objectos proprio para nre-
sentes. ^
Badhaode Nomega.
Acaba de ehegar nm pejueno lote de oaixai
deste desejado b*calhao : no cacs da alf ndrga
armazem de Tasso Irmaos k C.
Mo f altarao florcs
A NOVA ESPERANCA tem em sen jardim as
mais vicosas e lindas (lores, desdc o mais singelo
botao de rosa ate o mais elega-tte ramo de flor de
laraageira.________
A 1^ cadaum.
Chapeos de paiha a imiujlo de Chile. Em por-,
cao se faz differenca om preco : na rua do Baric
da Victoria a. 44.
Para senhoras.
E' cbegado o mats Undo e variado sortimsaao
de chapeos e chapelinas de palha e seda, taaaa
pretas como de cores, sendo o que pode haver da
mais elegants.
Queni desejar ve las dirija-se a rua da Baraa
da Victoria o. 44.
Engenho Segredo
Vende-se o engenbo Segredo, distando apeaaa
nma legoa da estacto de Ribeirto, moente e ear-
rente, bem obrado, e com terrenos muito ferta
Jue safrejava mais de 2,500 pies: a tratar na raa
o Encantamento a. 5.



8
Diario de Pemambuco Quiuta feira 23 do Julho de 1874.
'
ASSEMBLE! GEfiAL
CAMARA DOS DEPUTDOS.
REFORMA ELEITOIUL.
(Continuagao.)
A renda exigida pela conitiluigao para o
exercicio do diroito da voto 6 tal quo a jui-
zo dos commen-a lores, nSo e alguma ousa-
dia de intorpretagao o dizer-se quo vine
raos om p'eno regimen de sufTragio univer-
sal. Ella e de 100 ann'uaes, ou de 200!?,
jvalialo em prata, como o (ez a lei de
1846.
Attenlo o infuno valor da renda exigiJa
comi prova ,de capacidade, que muilo e
cue, a respei'to de um certo numoro de ci-
cadaos que por empregos c profissoes tern
uma renda presuraida muito superior
aquella, se tolha o arbitrio as juntas quali-
ficadoras ? Nao e isto uma garantia de ver-
dade nas qunlificagoes ?
liereCM reparo ao nobre deputado pelo
Ceard que, entre esses cidadaos estejam olli
civ;s da guirda nacional e 03 honorarios do
cxercito.
Inteiramenta iraprocedente dcerca da-
quel'es, a observagao e iujusta a respeiti
destes. Dos primeiros a ca:nara sabe quee
condirao da uomeaga > ter a renda exigida
para ser votante ; o official da guards nacio-
nal, tendo a idado requerids para tomar
parle na reuniao das assemblers parochiaes,
nSo poderia se.n injustiga ser eliminado da
qualificagao sob pretext) de renda. Ella a
torn con a melhor presumpgao de direito,
a presumpgao que se tira da lei, a presump-
gao juris et de jure. (Apoiados.)
Quanto aos honorarios. quo Mo consti-
tuent alids uma classe tan numerosa que
pcssa inQuir no resultado da eleigao, se nao
tern por si presumpgao de igual natureza,
t(in-na sullieieute para que nao Ihos possa
ser retirado o direito do voto sem exhibigao
de prova .com que se demonstre a sua
falta de capacidade.
Mesmo que fosse ossauma excepgao, por
outras razoes injustifieavel, ella aproveitaria
a uma classe de antigos servidires do estado,
digna de sympalhia, do um paqueno nume-
ro de cidadaos que, acudindo em defeza da
p atria em bora de perigo, tern de seu lado
boa presumpgao de capacidade politica.
No que todos vem, e nem podem deixar
de ver um merito real do project}, era
cunnto diminue e submctte a regras o ar-
bitrio das juntas, ve o nobre deputado um
defeito.
Assim e no que diz respeito d prova da
renda. Ao passo que, pela lei do 1840,
era fociliroa essa prova, podendo ser fcita
por grar.iosas attestagoes de drlegados e sub-
colegados e inspectores de quarteirao...
0 Sr. Araujo Lima :Eu nao disse tal.
0 Sr. Gusmao I.oiio :Nao ponho em
duvida a allirmagao de V. Exc mas estd
assim nas minhss notas. Pez-me ate uma
c*rta impressao que V. Exc, tao prevenido,
como da frequente se revela contra o que
so cbama elemento govemativo, e vendo
em tudo e por toda a parle a acgao do po-
c'ier, preconisasse a competencia de inspec-
tores de quarteirao para attestar da ren-
da do ciladao.
0 Sr. Araujo Lima :Nao senhor, nao
disse isto.
0 Sr. Gusmao l.oiso :-Mas om todo o
caso lamentou que o projecto diilioultasse
essa prova, exigindo como unicos meios a
prova testemuubal e documental, d spen
diosis ambas. Ate me recordo de lbe ou-
vk um algarisxo do que custam as justili-
carOes.
E' evidente que S. Exc. nao attendeu ao
systems, alids muito intelligivel do pro-
jecto.
Sao tres os grdos de evidencia admittidos
sob re a renla, ronda conhccida, presumida
ou provada. Referindo-se d prova testemu-
nhul e documental, o projecto nao excluio
outras quo possam resultar de inforraagoes,
rle testemunhos recolhidos palas juntas e
outros meios de convicgao.
E' assim que, no 4 do art. 2, se
prescreve que as juntas de parocbia, quan-
do resolvam segundo presumpgGes, devem
declarar os motivos o fontes de informagao
'a quo tenham recorrido.' Ao defiair as at-
Irihuigdes da junta municipal, diz o projec-
to que, para apurar o difiniiivamente orga-
nisar as listas de qualificagao, deverd ella
servir-se de informagdes dos agentes fiscaes
FOLHETIM
de renda, bom como das de todas as auto- j i860 ? tanto melbor ainda. Poupemo-Ia,
riJados administrativas, judieiaes, policiaes, portanto, a esse desdem da rotina, de que
ecclesiasticas, militares, e de todos os escls- (l*lla Girardin, esobretudo estudemos o meio
recimentos e meios de prova que conluzam pratico de a realisar.
a* verdadeda qualificagao. j Desde que a lei de 1846, e ss que se
Ve o nobre deputado que, nas queixas, lbe seguiram, nao deram era resultado a
denuncias o reclamag3es que perante as jjn- praties sincers do principio tcumpre aper-
tasp6delevarqualquer cidadlo, todos os mei- ieigoal-a e nao condemnal-a.
osde prova.'podem ser invocadoso devem ser i 0 Sr. Heraclito Gra(,:a :Apoiado.
admittidos. Quando o projecto diz que ad- ] 0 Sr. Gusmao Lobo :A creagSo dds
mitte-so como prova do renda legal a justi- districtes o que nos deu ?
ficagSo judicial, o document!) de estagao A camara sabe-o. A lei de 1855 nao re-
publica, a exhibigao de contrato ou titulo sistio a sua primeira prova, diz o erudito
Je propriedade, nao exclue outros meios de pirecer da commis do especial. A de I860,
prova, mas admitto est'.s como imperativos mais feliz, deu o quo o presente debate nos
para os effeitos da qualificagSo. esta" mostrando : a necessidade urgente de
E' um meio de reduzir o arbitrio, de uma reforma. '
obrigar por uma prova incontestavel & im-
mediata e inevitavel decisao.
Quando se considera que e das qualifi
cagoes viciadas, dos falsos arrolamentos
Uma Voz : Mas nao 6 por causa dos dis-
tricts.
(Ua outros apartes.)
0 Sr. Gu mAoLobo:Vejamos como os
eleitoraes, que provem um grande humero districos podem prestar-se a* rep'resentagao
das perturbagoes do actual regimen, e a pri- das minorias.
meira prooccupagao do quantos cscriptores' Supponha-se uma provincia com 3,000
se tern occupado da reforma eleitoral e tor- J eleitores, devendo dar em 10 districtos 30
nar estavel o direi;o do voto, gerantindo-o deputados ; 2,100 pertencem a" maioria e
contra o desmedido arbitrio permittido as 900 a" min'oria, ou ainda um pouco mais.
juntas de qualificagao, limita-se o projecto E' sem duvida uma fracglo respeitavel que,
as disposigoes.que neste particular lbe deve-jonde quer que se adopte com sinceridade o
mos, c ja" por alii seria um passo adiantado principio da representagao das minorias,
para a verdade do systems eleitoral. Ideve ter espago maior ou menor na repre-
Eu talvez exagero o valor de ma quali- sentigSo. (Apoiados.) Mas dividam-sees-
ticagao, e nem sou dos que mais conhecem tes 900 eleitires pelos districtos ea cada
oa praties, os meritos e defeitos do sytcma'um cabendo 90, elles nSo darJo um s6 ro-
eleitoral. Vejo, porem, na qualificagao a [presentante.
base do todo o processo eleitoral, e julgo: Eis como os districtos se prestano so sys-
que de pouco mais seprecisaria para uma Items.
1
rou
JoiCo Caudido.
iContinuagao do n. 162.)
XV
NOVAS CORES DA ISFAMIA.
Apezir do grande arruido da conversa-
cao e movimento das pessoas presentes, o
grito de Armanda foi ouvido.
Comprehendi tudo ; p3rque quasi ouvi.
tie n3o quer se expor, procure qualquer
riisfarce ; ria-se por exemptadisse-lhe ra-
pidamente Rapbael d meia voz, e acercan-
do se d'ella.
Armanda ergueu-so, abafando a sua an-
gustia e pedindo a Raphael lhe desse o bra-
go. Quando alguem mais aproximou-se, o
mal estavs sanado. Rsphsel, dirigindo-se
i ella d uma janella, indagou entSo do
quo se havia passado, e ouvio a historia
tods.
Com pouco radiou na sala mais um as-
tro, que sobro todos mergulhavs a slms do
irmao deTbeodonco n'um ocesno de luz.
Er3 Peanor. Vinhs, como sempre, bells
o trajando com nrimor. Mas com relagio
iquello porte sennoril, aquella fronte altiva,
esmafc/indo com utn so 8est0 um olbar mais
minu ioso, nao parecia a mesraa. Quan-
do apatou a m3o de Raphael foi com a
yista dosviada para outro ponto.
Preciso repousar, Armanda disse
pira a amiga, e retirando-se estou hoje
alguma cousa doente. Leva-me comtigo.
Raphaelficon s6 ns janella, olbando para
o ceo. Olhando para o ceo? Nao ; pen-
sando no amor, soflrendo como sempre,
xuedmdo talvez a vastid&o iramensa de sua
alma pela do horiionte que se desenrolava
alem, azul e estrellado.
Nao o perturbemos, nds que o amamos ;
l.6s que adrairamos aquella fronte scisnu-
dora onde o pensamento constellado, como
o Qrmamento, levanta-se as alturas, e desce
eleigdo regular do que de uma boa qualifi-
cagao, se o triumpho das legitimas maio-
rtas pudesse ser a ultima aspiragao dos sin-
ceros amigos do system a representativo.
Mas n3o e.
O modo pelo qual o projecto buscou at-
tender a esta outra necessidade do nossa cr-
ganisagdo social, consagrando um generoso
principio que deve transformer as condi-
goes de nossa vida politica, mereceu toda-
via ao nobre deputado a critica mais se-
vera.
N8o sei se, como primeira raz3o para
combater o voto singular adoptado pelo pro-
jecto, observou S. Exc. que nao e nova a
idea de abrir espago ds minorias, que ella
foz a sua entrada em nossa legislagdo elei-
toral pela creagao dos supplentes com a lei
de 1846, e outro nao foi o pensamento ao
suggerir em 1855 o 1860 o fraccionamento
das grandes em pequenas circumscripgoes
eleitoraes.
Nao tenho duvida em concordar nesta
parte com o nobre deputado pelo Ceard ;
concedo d-j boa mente que nao seja nova a
idea, mas tanto melhor para os que a de-
fendem.
O Sr. Jose de Ale\car :Apoiado.
O Sr. Gusmao f.ono Vou ainda aldm
do nobre d putado. Percebeu S. Exc. uma
suggestao confusa deste grande principio
na lei de 1846 ; mas nem para o nosso se-
culo e justo reivindicar a idea.
Desde 1793 Saint-Just a formulou com
uma clara intuigdo da verdade, ao pedir
para a Kranga nada menos do queaquillo
que hoje pede Emile de Girardin : a unidade
do collegio com o yoto uni-nominal.
Em njsso seculo, senhores, sao numero-
sas as manifestagoes deste principio, e 6
grato phenomeno da espontaniedade dara-
zao humana qae elle se tenha revelado a
elevados espiritos com uma simultaneidade
que o laz recommendavel.
Em 1842, a constituigao de Genebra ou-
vio, em uma proposigao de M. Hoffmann,
o primeiro grito da grande reforma que
lord John Russell tentou de balde realisar
para o seu grande paiz em 1854. Por ini-
ciativa de um mathematico, feito homem
de estado, Mr. Andrm, a Dinamarca consa-
grou o principio cm sua'legislagao eleitoral,
um anno depois da frustrada tentativa do il-
lustre chefe whig.
Em 1867, 1868 c 1870 a Inglaterra, a
velha Inglaterra, como e de uso dizer eru-
ditamente, admittio o processo do voto in-
comploto para as circumscripgoes eleitoraes
de tres deputados epara a eleigSo dos conse-
lbos escolares de Londres e outros pontos
do reino. Os Estados-Unidos n5o tardaram
em fazer a experiencia do novo princip'o;
na Pensylvania e cm outros estados pratica-
se o systems do voto cumulativo.
Ndo e nova a idea ; tanto melhor Con-
sagraram-na as leis de 1846, de 1855, de
aos mil reconcavos da dor, na alternativa
pbngento da inspiragao o da tristeza. Esta-
va alii em pe e sentia-sc arrastado pelas
aguas caudalosas de um naufragio ; tinha
o olbar Gxo, e parecia tactear, perdido e-
cego no horror da desventura.
Eduardo Mario havia notado o effeito que
a sua presenga produzio n'aquella sala ;
notou, porque elle n3o perdia a menor cir-
cumstau.ia, quando farejava os seus con-
trarios. Com' a exclamagao dolorosa da fi-
lha de D. Helena, elle tomou o pulso a
mais um inimigo a debellar : o certo terror
que ia inspirando dquella moga.
Depois que trocou algumas palavr'as com
Theodorico, mas palavras frias, laconicas
avaras d'esse ar amistoso com qae sempre
um amigo falla a,outro, procurou o Sr.
Cruz, sera mostrar grande interesse a prin-
cipio, e conversou-Ihe sobre differentes
cousas.
Pretende demorar-se muito por aqui T
perguntou ao commerciante.
Nfio ; ate" o principio do inverno. Por
O Sr. Carlos da Luz dd um aparte.
O Sr. GdsmAo I.obo :Basta muitas vezes
a mais lgeira modificagao nso limites de
um freguezia ou de um muni-.ipio, uma
transposigao de territorio deste para aquel-
le dislricto, para que a maioria que foi
hoje, nao 0 seja amanha. Pois e um b)m
systema este ? Isto e mesmo um systema ?
Desde que se reconhece como justo e ra-
tional o principio, e se attribuo ds min)-
rias de um cer.o vulto o direito de se faze-
rem representar, cumpre que ellas possam
chegar ao parhmento por um direito pro-
pno, assegurado na legislagSo eleitoral, e
ndo por meros accidentes geographicos ou
de populagSo. Direito de uma tal impor-
iancia nao pode hear d merce de causas de
tal natureza, nas quaes o governo, este go-
verno que tanto aterra o nobre deputado pe-
lo Ceard, poderia serum quasi tudo.
Chegando, Sr. presidente, a esta grave
questao, ndo posso deixar de referir-me ao
nobre deputado por Minas, raembro distinc-
to da opposigdo liberal.
Os que sabem quanto este problema da
representagao das minorias tern attrabido a
attengao dos mais eminentes publicistas nes-
tes ultimos 20 annos, e conhecem os varia-
dos processos com que se tem pretendido
sat'sfazera esta aspiragao das democracias
de nosso tempo, nao podem ter ouvido sem
estranheza que o nobre deputado visse em
nossas leis o quanto pode bastar para a pra-
tica do systema.
Nem ao motejo poupou S. Exc. o processo
adoptado pelo projecto. Ate o nome de plu-
ralidade simples, com quo o designam os
publicistas, deu motivo a S. Exc. para que
julgasie desfavoravelmente desse processo,
que c todavia o mais simples de quantos se
conhecem para realisar o principio da re-
presentagao das minorias, o menos preten-
cioso e o mais antigo.
Tambem quando Stuart Mill despertava
em 1867 a attengao da casa dos communs
para o systema do quoiiente eleitoral, nao
faltou ao debate o desdem desse bom senso
superficial que toda a idea^oova encontra
em seu caminho. O mais^autorisado or-
g3o do espirito publico na iDglaterra, o ri-
mes, receiava que o novo systema viesse
substituir a magestade das naaiorias locaes
uma Babel, um Liliput, um verdadeiro cahos
em que se vissem representadas todas as
cousas creadas e increadas.
Enlretanto, a caraara sabe que, em 30 de
julho de 18G7, a legislagao ingleza consa-
grava o voto incompleto para um certo nu-
mero das suas circumscripgoes eleitoraes.
Tanto mais me sorpr-mdeu, Sr. presiden-
te, o torn com que S. Exc. se referio a este
grave assumpto, quando e'.certo qUe, desde
1868, e em seu conhecido program ma a-
baixo do qual se podem ler taes nomos
como os de Nabuco de Araujo, Souza fran-
co, Zacarias, Furtado e Paranagud, adenit-
que T
Porque?...
E relanceou a vista pela casa.
Porque...
E tomou o brago do Sr. Victor:
Vamos para ci.
Para a gabinete ?
Sim, serd melhor; para o gabinete.
Entraram e sentaram-se.
Nao se admire da reserva ; ella 6 na-
tural.
Ndo ; bem sabe...
Sim ; obrigado.
E tornou s olhsr para os 'cantos do
quarto.
Creio que estamos s6s ; que ninguem
nos pode ouvir; nio & assim ?
Sem duvidadisse-lhe oSr. Yfttor,
comegando a notar a originalidau'e do se-
gredo.Se quizer mais...
E foi fechar a porta, pela qual tinha en-
trado com Eduardo.
N8o perderemos nada com isto. Oavi.
Dizei.
Eu nao prelendia tao cedo provocar
a conferencia que principio agora be tefy com
o senhor. Mas* pela razdo de, que uma es-
pecie de fatalidade 6 que decide das causas,
-fagoo, e com urgencia. .
Assim acontece. Pfosiga.
. Se me n3o engano, o senhor, como
todos os pais de familia, que velam pela sua
honra, nao quererd por forma algama que
a menor nodoa, a menor mancha recaia
sobre esta casa ; me parece e deve se-lo.
0 Sr. Victor como qfle estava ouvindo
palavras que nao eotendia ; firme na cadei-
ra, escutava com anciedade.
Ndo e preciso responder-lhedisse
para Eduardo.Contioue, continue.
Bem. Entao... Mas eu preeiso de
vossa palavra de commerciante honrado,
era como nao me haveis de comprometter.
Tende-a : fallai.
Ouvi.
E Eduardo principiou j
Conheceis bem do perto esses dous
mogos, Raphael e Theodorico, que frequen-
tam vossa casa ?
Simrespondeu o Sr. Victor Atd
hoje tenho feito o melhor concoito d'esses
.mogos ; e vou contar-vos qual foi o meio de
estarem fazendo parta dos amigos d'esta
casa. Tinha eu, como tenho, no Rio de
Janeiro um amigo que, pretendendo mandar
o filhoenrsar aqui as aulas de Direito, en-
cjrregou-me de ser o correspondents d'elle.
Esse rapaz, que chama-se Guilherme de
Alencastro, veio com effeito para esta pro-
vincia, e, adquirindo conhecimentos e af-
feigOes, trouxe para eu conhecer dous ami-
gos seus e qae sao esses de quem me fallais.
Como era natural, ficaram elles nos visi-
tando ; e porque de dia a dia eu e minha
familia descobrissemos era suas pessoas no-
breza de caracter, ficamo-mes cpnsag'rando
as attengoes de que se fizeram credores.
Raphael 4 um mogo illustre, de alma gene-
rosa, e comportamento exemplar; Theo-
dorico, menos sabio e menos circuraspeeto;
mas que, cedendo ao capricho iulloxivel dos
annos, serd tambem a mesma cousa ; por
qua pelo menos parece ter 'os elementos
precisos para isso. Pensais de modo di-
verso ou tendes razoes para me convencor
do contrario ?
Sim, senhor I exclamou Eduardo,
que estava ancioso que o Sr. Cruz acabasse
para se manifestar d'aquelle modo.
F.ntao... articulou o Sr. Victor da
Cruz esclarecei-me a respeito. Sira* isso
um grande servico que me haveis de prestar,
e eu saberei agradecer-vo-lo.
tio o partido liberal o principio da repre-
sentagao das minorias p lo voto incom-
pleto.
Veja o nobre deputado como o seu par-
tido teve por sua vez a coragem de affrou-
tar a rotina, langando ao mundo politico
com uma nova denominagdo uma idea
nova.
Chamo ainda para um ponto 'a attertgao
de S. Exc. Foi para os districtos em que
p-ovisoriamente devia ser mantida a elei-
gao indirecta que o programme liberal at-
tribuio dous vjtos ao eleilor quo tivesse de
escolher tres deputados. O quo isto prova,
senhores, e que, no cori'ceito dos illustres
chefes liberaes, o voto incompleto pddecor-
rigir ou pelo menos diminuir os defeitos da
eleigao de dous grdos.
Contradi'se, pois S. Exc. o programme
de seu partido (apoiados), e tanto mais in-
justo foi para com o systema do voto sin-
gular quanto so sabe que o das listas incom-
pletas, adoptado pelo programme liberal,
1180 se sahib bom da prova a quo o sub-
metteram as eleigOes inglezas de 1868 a
1870.
Naoobstante o voto-incompleto, ou antes
por vicio do systema, a minoria de Bir-
mingham e Glascow ndo obteve ser reprc-
sentada em 1868 na camara dos communs.
Em 1870, o mais sympathico candidato
whig de Londres, llotschild, foi victima de
uma irregular distribuigao do votos.
Um Sr. Deputado : o mesmo acontece
rd aqui.
O Sf. Sjqoeira Memdes da um aparte.
O Sr. Gusmao Lobo :Na > acontecerd.
Os.factos de Birmingham e Londres eram
de c;rto modo previstos ; elles resultam de
um vicio do processo que ndo 6 o do pro-
jecto. O voto incompleto conduz natural-
mente a taes perturbagdes.
O Sr. Mimstro do Imperio :Apoiado.
E' um vicio do systema.
O Sr. Gusmao Lobo : Tem-se dito mui-
to sem razao que o processo do voto uni-
nominal e laborioso e de difficil pratica, em-
quanto cumpria que as disposigdes de uma
lei eleitoral fossem claras, e o seu procossa
o menos complicado, e o mais accessivel o
todas as intelligencias.
(Trocam-se apartes entre os Srs. Siquei-
ra Mendes, Carlos da Luz e outros.)
O Sr. Gusmao Lobo : Mas nem outro,
senhores, foi o pensamento do autor do
projecto ao adoptar um processo empyrieo,
que, nao tendo a pretengdo de altmgir a
uma exacta proporcionalidade na represen-
tagao, tem o grande merito da simplicidado.
(N5o apoiados.)
O processo eleitoral comprehende duas
operagoes distinctas, uma relativa ao eleitor,
outra que incumbe ao agente incumbido (k
recolher os votos. Sob um e outro aspecto
o processo do voto untnorainat e de uma-
extrema simplicidade. Nenhura outro o
excede neste ponto, nem mesmo o processo
a que estamos habituados, da lei-do 1810.
Comrelagao a quetudd o voto, o proces-
sed tanto mais simples quanto o-eleitor ape-
nas deve euchcr]com um nome a sua lista.
O Sr. Carlos da Lm:E' a apuragdo T
O Sr. Gusmao Lobo-:A apuragdo euma
opengao mecanica, uma simples contagem
de votos, tanto rnais facil, quaiMo, naocon-
tando cada cedula senao um nome, ha por
via de regra menos votos a apurar. Sao os-
processos- racionaes que, consagrando o voto
transferivel, demandam uma certa aptidao-
na distribuigdo dos suffragios. Nos syste-
masdesta cathegoria ha votos-que, super-
lluos ou 'msufficientes, teem de ser transfe-
ridos.
O Sr. Carlos da. Luz :;Disto nem e
bem fallar.
O Sr. GusmAo Lobo : Mas n3o e assim
no processo em questao em que, sendo de-
putados os quo maior nuinero de votos te-
nham obtido, nao ha senao que os contar.
Sob esta relagao n5o ha processo que pos-
sa dispuiar preferencia ao do- projecto. P6-
de-se argumentar que elle nao attingirA se-
nao as minorias um tanto consideraveis, ou
que nao p6de aspirar a uraa escrupulosa
proporcionalidade na represe.itagao das diffe-
rentes opinioes ; raas, no que e de simplici-
dade nas operagoes, nenhum outro o ex-
cede.
Nap se limitou, porem, o nobre deputado
por Minas a desdenhar do- mechanismo elei-
toral a que o nobre autor do projecto deu
preferencia. Foi adiante-o illustre merabro
da opposigao liberal;. no conceits de S.
Fagamos abstraccao de Raphael: occu-
perao-nos-do outro.
De Theodorico I... exclamou oSr.
Victor surpreso.
Sim, d'ello mesmo. Ouvi. Theodo-
rico 6* ura mogo que nada honra vossa casa;
eu vo-lo posso garantir. Theodorico 6 um
estudanto quo nada estuda ; que apresenta-
se na sociedade e especialraente em vossa
casa bem trajado e revestido de certo ar de
civilisag.ao e prestigio ; mas que vive publi-
camente entregue a uma mulher perdida de
quem tem uma fllha, e que, se dando a
toda sorte de desvarios, ha comasettido fal-
tas irreparaveis no caminho desairoso q-ie
trilha fora d'aqui. Prestai-me bem a vossa
attengao. Considerando a elle, como ao
irmao, ura mogo dotado de merecimento,
capaz de entreter com vantagem as relagoes
desua araizade, e a prova era que constan-
temente fazia parte da sociedade escolhi-
da que cerca vossa familia ; eu nao me
escusei de ser-lhe accessivel ate* d intimi Ja-
de. Mas, reparando-o attentamente, apre-
ciando certo comportamento menos confes-
savel desua parte, porquanto...E Eduar
do olhou de novo com rapidez para todos
os cantos, chegando a cadeira para mais
perto: tendo me pedido emprestada uma
certa quantia avultada, nunca maismefal-
lou n'esse compromisso; busquei informar-
me d'esse mogo, e colhi o mais desfavoravel
conceito acerca de sua integridade. Estais
admirado, ndo e assim ?
Com effeito o Sr. Victor da Cruz prestaya
tanta attenglo ao qae Eduardo proferia, que
ate reproduzia a gosticulagao do homem
cobarde.
Pois ainda ndo e tudo continuou o
miseravel Theodorico, nio satisfe^to de
viver escandalosamente com uma messalina,
raata-a- a fome, rouba-ihe as joias, que
vende para ter dinheiro e ir ds espeluncas
do jogo ; senta-se em banc as immuudas,
como ainda bontem aconteceu, e de parce-
ria com a rele sacrifica tudo que leva, ate a
cadeia e relogio ; e sfinal retira-se coberto
de quanta infamia ha pela horda do ban-
didos, a quem humilhou-se 1
0 Sr. Victor da Cruz horrorisado de tan-
ta ignominia, levou as mdosd cabega e re-
costou a fronte sobre ellas.
Mas nSq. succumba, men amigodis-
se-lhe ainda. Eduardo Mario, fazendo por
Exc. as minorias ndo teem um direito pro-
prio de representacdes. S. Exc. julga de-
ver sacrifica-las ao principio das maiorias
em qu, segundo a sua phrase, repousa o
systema representativo.
Ha aqui, senhores, uma evidente confu-
sao de ideas que publicistas de grande nota
insistom com razdo em distinguir.
E' certo que s6 d maioria pOde caber o
direito de depisdo ; a presumpgao da ver-
dade, da justiga e da razao n3o p6de ter ou-
tra medida no systema representativo (apoia-
dos) Ondo sendo na maioria encontrar-se-
hia tfttnTTsI presumpgdo?
Mas este direito nem d altura de um prin-
cipio pdde ser elevado. A decisdo attribui-
da d maioria e um remedio, uma nocessi-
dade social, e nada mais do quo isto.
Ha, pbrcm, um outro direito que ndo pd-
de caber exclusivamente A uma fracgdo da
opinido, por mais numorosa que ella seja.
E' o direito de fazer-se ouvir, o direito do
conselho, da parlicipagao na actividade le-
gislativa, e o direito de representagao.
Nem 6" somente porque do conflicto das
ideas mais facilineute irrompe a verdade,
quo cumpre trazer ao parlamento os repre-
sentantes das ditYerentes opinioes. Isto se
ria amesquinhar o direito, substituindo-o
pela conveniencia. Ao numaro pode caber
a decisdo, mas a representagao cabc por di-
reito a todas as opinioes quo tenham uma
certa influcncia e apoio na consciencia na-
cional.
O Sr. Mimstro do Imperio :Apoiado.
O Sr. GusmAo Lobo :As pequenas de-
mocracias da Grecia deliberavam em com-
mum, resolviam em commum. Se a deci-
sdo competia ao maior numero, a represen-
tagao cabia a todos. Porque, pois, se fun-
daria o systema que sechama representativo
ia oppressao de uma parte da soberania
contra outra ?
Oiz-se que a lei e a consubstantiagao da
vontade nacional. Mas isto teria o quer
que fosse do verdade se s6 uma parte da
vontade nacional collaborasse para ella ?
O principio d* representagao das opinioes,
senhores, e antes de tudo uma obra de jus-
tiga. Elle vein da ordera natural das cou-
sas, i; um principio elementar do systema
que nos rege.
Ao reconhecer neste principio uma sug-
gestdo da justiga, acode-me umaobservagdo
do nobre deputado pela provincia do Rio de
Janeiro, o Sr. Ferreira Vianna, quecontras-
ta abertamente com as ideas que tenho ex-
posto.
Longe de concorrer, disse S. Exc, para
nobilitar as lutas partidariasr o voto singu-
lar vai crear entre os partidos novss razoes
de profundo antagonismo, retalha-los om
pequenas fracg5es, edesorganisar estes gran-
des corpos politico*, sem os- quaes ndo lia
systema representativo.
E' a conclusdointeiramente contraria que
o systema do projecto couduz. Desde que
entre os partidos se intorpozer este elemento
desconhecido em nossas lutas, a justiga, e
cada um tenha a garantia de que se fard re-
presentar na proporgdo de sua furga real, o
choque das paisoes e dos interesses serd per
via de regra menos violen'o.
Dir-se-ha que os partidos ndo se resigna-
rao a maior ou menor sorama de represec-
tagao, e cada um quererd ser por sua vez a
maioria? Gonvenho ; mas, emquanto pelo
actual systema o partido vencido o e com-
pletarnente, pelo voto singular ndo o sera.
Conseguintemente sera a luta menos irri-
tante, menos exposta ao ardor das paixoes-.
O que hoje faz quo as lutas eleitoraes se
parecam com verdadeiros duellos, de que e
preciso sahir vencedor a todo custo, u que a
opiniao sagrada pelo triumpho deixa apos
de sr, como inevitavel condigdo desse mesmo
triumpho, nao jd uma opiniao voucida, mas
esmagada. (Apoiados).
E por outro lado, porque se estrangula-
riam os partidos? Quem ignora quo as
unanimidides parlamentares acabaram sem-
pre por qi-,ebrar-se e crear divjsoes?
Quando- um partido souber que do nu-
maro e da disciplina nao lhe vird o direito
de apartar da repcesentagao as minorias
consideraveis, e que-estas, aUentas por seus
interesses, buscardo-tomar-lhes o lugar, elle
sentird mais que nunca a necessidade da
cohesao e da combinagao de esforcos.
Observou aiada o nobre deputado pelo
Rio de Janeiro que o voto singular e por
isto mesmo menos intenso. Mas o que quer
dizer intonsidade de voto ? Ndo compre-
onda robustecer a confi3iiga quo gozava do
commerciante. Tenha compaixdo do des-
venlurado mogo, e ouga-me, pois tenho
ainda muito que dizer. ,
Oh EdUardo I Serd possivel que
nao chegue s6 ate ahi o aviltamento de um
homem I Meu Deus, meu Deus !
Ndo, Sr. Victorrespondeu Eduardo
Mario E' bem possivel que chegue s6
ate ahi o aviltamento de Theodorico ; por
que naturalmente elle ainda precisa de In-
sinnar-se no animo d'aquelles quo oesti-
mano. Quando tiver a repulsa de todos,
quando tiver perdido a ultima parada de
seus brios, estou bem certo de que seu iri-
fortunio serd maior. Mas, por agora, vou
limitar-me a considerar o offeito que para
vossa familia terd a continuagao da vinda
de Theodorico a esta casa, dando-vos o me-
tivo pelo qual me deliberei a tudo revelar-
vos. Perdoai-me, portanto, se a occasiao
ndo e bastante propria para isso.Constou-
me, e mesmo eu tive occasido de observer,
que a vossa excellente filha a na a Theodo-
rico e elle prometteu-lhe que com nenhuma
outra casaria.
Meu Deus I exclamou o Sr. Cruz
angustiado. Quererd a rad sorte qe resulte
d'ehi um profundo desgosto para mim l-
Perdio, meu amigodisse-lhe Eduar-
do procurando despersuadi-lo de mdos
pensamentos Nao ageure mal do resultado
d'este triste facto, que bem pode ndo offen-
der em nada os moln lrosos interesses de
sua familia. Seja o mais prudente que for
possivel e aceite, se tanto lhe aprouver, os
votos que a minha sincera amizade lbe fi-
zer. Figure-se que temos certeza da incli-
nagSo de D. Armanda para Theodorico e
que este pretende ligar-se a ella mais tarde
ou mais cedo, hoje ou amanhd. FigQre-se
mais que o mogo desregrado continue a fre-
quenter a vossa casa, e qua consequente-
mente vossa filha acaba por dedicar a elle
unfa d'essas affeigSes que tanto mais se re-
concentrara quatto raaiores sdo osobstaculos
a veneer. A vossa situagao serd indoscrip-
tivel, e rentediar o mal tem de depender
de um acto providential, que nem sempre
e* promptp e a tempo. Ou tereis de ceder ao
amor irresistivel de vossa querida filha, su-
jeitando-vos ds consequencias funestas de
sernelhante uniao, ou da opposigdo de vossa
bendo que, por esta expressio, se posu de-
finir senao o alcance e a influencia que 0
voto possa ter na organisacio da vida po-
litica.
Desde que o voto do cidaddo nio e redu-
zido d alternativa de acompanbar a maioria
ou de perder-se por inutil, e pode mais fa-
cilmonte influir para romper aquella, o seu
alcance politico e mais elevado. Os pro-
prios perigos do systema, ex pond o a que
brar a josta proporgao entre os represenUn-
tes e o numero, podem ser invecados para
caracterisar a nova importancia e superior
intensidade do voto.
No systema actua1, 1,000 votos taaa ab-
solute razdo contra 999. Se dquelles Bet
maior intensidade, perdem-na estes. Dir-
se-ha podiam fazer um representanto, perdem de
intensidade, porque. pelo novo systema, te-
ria ;n direito incontestavel a fsxe-loe?
Uma cousa e a intonsidade do voto, outra
e a sua ex tonsil). O voto singular c: sem
duvida menos extenso que o voto plural,
porem e iucoiitestavelmente mais intenso.
Elle ganha era intensidade o que perde em
extensao.
Hi nisto uma offensa aos principice ?
Nao. O que nos vemos hoje e que o cida-
dao da parocbia A tem direito a dar 50
suffragios emquanto o da parocbia vizinba,
menos rica ou menos pivoada, apenas pode
votar em 20 ou mono, eleitores. Esta diffe-
renge e observada por tode parte (apoiados)
sem que se tenba julga lo que o direito do
voto nao e igual para todo ctdadao activo.
E' evidente que, S4 o direito do voto nio
perde nem ganha por exercer-s? em maior
oa menor escala, por aproveitar a- urn nu-
mero maior ou menor de elegiveis, nio se o
mutil a com a reducgao operada pelo voto
singular. Antes c certo que, aceomrao
dando-se a uma modida uniforme de exten-
sao, elle faz-se igual por toda parte. Em-
quanto hoje ha cidadeos que votam em 20
eleitores, e outros en* 10, todos votarao pela
mesma medida mediaute o voto singular.
Ainda se disse que o voto singular, nao
dando ensanchas ao efeitor para attemkr ia
distribuigao do sufTragio a certo numero de
interesses e paixoes, taes como a amizade, a
gratidao e sentimentos de igual natureza, o
collocar i na dura alternativa de sacrifiear a
razdo politica a consideragoss de outra or
dem ou cstas dquel a.
Arguments-se que o eleitor serd roenc-
livre e:nsua escolha...
(He algutis apartes).
Se e certo, Sr. presidente, que sentimen-
tos estranhos d razao politica entrant poi
muito noexercicio do direito do voto, nin-
guem diri quo isto e um bem. E' um mal
profundo que tende a perturbar a ncaaifes-
tegao da vontade nacional.
Hoje que o cidaddo dispoe de um grand-
numero de votos, pode attender i solioita-
gao de interesses de tods crdem. Mas, dis-
pondo apenas de um voto, considerari qu*"
o nao deve prostar senao ao roandatarioque
lbe inspire coofianga. Nao o fazendo, toda
sua sera a oulpa.
0 que se aponta como um defeito do voto
singular, e e obrigar o cidadSO a nio esco-
lher senao com a miis grave ponderagdo o,
manJatario de sua confianca, me paaece as-
sim uma-boa tendencia de systema. Quan-
do a lei reconhece ao cidsdio activo o di
reito ao voto, nao e parr, que elle 0 exerg^
por iniluencias estranhas d causa publica
pondo-o a servico de pavi tranhos d razdo politica, mas para fun mui-
to diverse e de ordem superior.
Ouvi dizer que o veto uninomiual pot
provinces romperd o noxo dss deputagoes .
creio que o nobre deputado pelo Ceard roeo-
nheo a phrase.
O Sr. Araujo Lima :. Sim. senhor.
OSr. Gusmao Lobo :Comego por nio
co.-nprehender todo o alcance destas pala-
vras: nexo das deputagoes.
Se por esta expressao se quar sigiiiiloar a
cohesao de ideas pohticas, peaso que a elei-
gao por provincias eontribuo muilo melhoi
para assegura-la do. quo a eleigao por pe-
quenos districtos.
[Contiunar-se-hi.,
vontade nascerao por ventura dissaboc-
ainda mais horriveis.
O Sr. Victor da Crua, tendo Eduardo Ma-
rio ate aquella data na melhor conta, aehon
que era tao possivel a realisagio d'aquella
tremenia hypothese, que pegou na m">o
d'elle com expressiva dor e lagrimas nos
olhos, e proferio :
Meu amigo, quem diria que e3ts\\-
preparada para mim tao penosa epoca I...
Por certo I Mas ainda o senhor lam
uraa taboa de salvamento.
Oh 1 Yede se me podeis da-la.
Ireis saber. Para qae ndo suppo-
uhais quo a mais negra das rivalidadee tem
sidfr' o movel da narragio d'esta historia,
eu desde jd vos convido para quando qui-
zerdes assistir d exhibigdo das provas de
tudo que vos hei relatado. Sabeis que eu
n3o sendo muito rico, possuo a fortuna nc-
cessaria para manter-me na sociedade, d'es-
te ou d'aquelle modo, com familia ou sem
ella. Sabeis mais que logo ou depois, o
homem, saciado do mundo, buses um dia
constituir sua familia, e procura a mulher,
pois 6 com a posse d'ella que elle muitas
vezes fecha o parenthesis de suas aspiragdes.
Pois bem ; sem nada ter combinado com
yoss) filha, peco-vos a sua mio ; rompei
as vossas relagoes com o irmao de Raphael.
Ndo e uma imposicAo que vos fago, nio;
qua a vossa independencia a nenhuma se
sujeitaria. Mes e* que hsveis de convir
comigo : so assim podereis dar antidoto ao
veneno, e s6 assim a minha dignidade ficara
satisfeita.
0 Sr. Victor da Cruz levantou-se, e, aper-
taudo com force a mio indigna de Eeduar-
do Mario, deu a encoder a este que iris
promover os meios de melhor acabar tudo,
e saio. 0 reprobo seguio-o.
Uraa porta do gabinete, que communica
va para outro quarto, abrio-se n'esse nao-
mento, e uma cabega de mulher, hirta de
espanto, appareceu.
Era B. Helena.
Tinha ouvido quasi todas as pilavru do
monstro.
i

\
-
[Corn
(Continuar-se-ha.)
nyp!do o'abio. WiA owyit; ue tAXUa
>


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