Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19342


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Full Text
AIVIVO L. MJMERO 163

. i
V
*TK& Surud^f A* "* *B^APOBTB
ffMMitditosJdM. ... ........ 69000
*ormnooideai. ', '......... 1M0OO
Cade. nurajfo avulso .............. 14*000
*.............. 9890
;
DEP
TERCA FEIfiA 21 DE JLLHO DE 1874
. .
D PARA UKVTBO E FOR! DA PBOVI\C A
Por tres mexes adianUdos.
Por teis ditos idem .
For note ditos idem .
For urn anno idem.
PROPRlEDADE DE MANOEL FfiUEIROA DE FARIA FILHOS
l Sr,. fiemdo Antonio AlMdfillio., no Prl| Gon(l, 4 Hmo, no Ham,ha.. lh. a ., A-SKr^ETOTTMSSl
Atttonio Ferreir. d. .. T ^ HsTX* *"'"mi,"> *" SM'M **** "" ^ A"Uo ''' O-Sm -Ufa**,
X3TSTSUCCAQ FOFVLAH
EXTERIO]
-



t -
llediciua iIiMin-tiica
CAPITULO IV
Asphyxia pelo vapor do carvao. -As pessoas quo
compivhendem o perigo c se retiram a tempo, sen-
tera vulgarmente um grande allivio quaado respi-
ram o ar 'ivre : quando Hies fica ainda am peque-
no incommodo, tornara-se mnito nteis uma pouca
de agua com vinagre ou nma limonada. No caso
de se perderem os sentidos, eit os soceorros qae
copvem administrar im i.ediatamente.
Conk ga-se por expor ao ar livre a po-soa as-
phyxiada ; despe-se, deita-se de costas, com o pei-
to e a cabega um ponco mais elevados para faci
litar a re-pira<;ao ; dto-se-lho a cheirar alguns
aroaias activus, taos como mechas enxofrada<,
alcali volatil, oesfregani-se as plantas dos pfe, as
plarrhs das maos, e a espinha dorsal com uma es-
cova aspera. Deve-se evitar a cama quente, e as
fumigagues do fumo.
Fai-se-lhe lomar vinagre destemperado com
tres partes de agua, ou agua com lumo de limio,
e ao mesmj tempo pralica se no corpo todo, prin-
cipalmente no rote e no petto, as asper-oes de
agua fria com vinagre. Esfrega-se o corpo com
pannes embebidos no mesmo liquido ; no fim de
tres ou quatro minutes, enchugam se com loalhas
qaentes as partes molhadas e dous ou tres miun-
tos depois repetem-se as aspersoes e as fricgoes
com agua fria e vinagre, e administrate um cris-
tel de agua fria com um ler;o de vinagre ; alguns
minutes depois applica-se uma outra preparacio
com agua fria c duas ou tres oncas de sal de co-
zinha.
A. iusuflasaj do ar pelo nariz cu pela bocca
uao se deve esqueeor, e se o desmaio continua,
examinase se o doente coaserva calor, se tern o
rosto.vermelhi, os baicos inch.-.dos, e osolhos sa-
lientes ; e precise eolao pratiear uma sangria no
pe ou melhor ainda, na jugular. Este rneio e pre-
ferivel ao einet co que muitas vezes pode ser pre-
judicial.
Quando o asphyxiado liter recoperado inteira-
menteos sentidos, deitar se-ha n'uma cama quen-
te, colloeada n'um aposento cujas janellas estejam
abertas, evitando-se as conversagSes inuteis. En-
tao, far se-lhe ha tomar algumas colheres de vi-
nho generoso on entao viaho ordinario quente
com assucar.
Todos esses soceorros devem ser administrados
com a maior promptidao, e continuados durante
muito tempo, mesmo quando o individuo parega
morto. Tern se rtoto muitas pessoas voltarem a
vida oitoou dez horas depois dj acenlecimento.
Asphyxia pelo vapor Oos toneis de vinlios ou ou-
tros liquidjs em fermeniacao, e dos fornos de cal.
Asphyxia da" lagoas e das minas de carvao de
pedra.-Os meiis a empregarsao ot mesmos que
aquelles qm> aeabamos Je indiear para a asphy-
xia pelo carvao.
Asphyxia dos.cnnjs e dosesgito.j.Osprimeiros
soceorros quo se devem dar a estes afogados consis-
temem expor os doentes aoar livre, em aspergi los
com agua e vinagre frios, e friociona-los com uma
escova de cabe lo aspera. E' mlitj mil fazer-lhes
oheirar ebloro durante alguas momentos, mas e
necessano evitar irritarllies os pulmoes. Succe-
de muitas vezes que os doentes tenham bebido a
agua contida nos fossos; convem-entao faze-los
romitar dan5o_lhes um copo de azeile ou melhor
:unda dous grios de emetico em um copo do agua
que se administra em colaere- de ch*a, de cinco
;
0
y -
.'m cinco minutos.
Se estes meiqs f jrem insulllc enles e as palsa-
;oes do coracao desordenadas ou tumulluosas,
" praticar-se-ha uma sangria ao braco, e Joixar-se-
lia corrcr uma quantidadc de sangue proporcio-
nada as forgaa do indiviJux Nao se deve hesitar
em sangra-lo de novo, algum tempo depois, quan-
go se veja que a primeira sangria produzio um
fffjito favoravel.
Conve.n Umbsm acalmar os nccessos nervosos,
cs espasmos, as convulsoes, usando do banho frio
e de uma pocio anti pasmodica, (agua de tilia
(!uas oncas, agua de Bar de larangoira, duas on-
< as, xarope de (lores de larangei a, uma ouga,
Dmar as colheres. Depois do banho eoUoea-se o
doente em uma cama qaente, e continuam-se as
fric;3es na espinha dorsal.
Se, apezar do emprego destes meios, o doente
rermanece sem sealidos, applicam-se vesicatorios
(:austicos), c sinapismos nos pes.
Asphyxia por fulta de ar respiravel. Quando
nuitas pessoas sc acham reunidas n'um lugar on-
de 0 ar se nio renova, manifestsm-se muitas ve-
zs os accidenles da asphyxia. Nesse caso deve
se pratiear como na asphyxia pelo carvao.
Asphyxia pelo calor.-Golloea-3e o asphyxiado
n um lugar fresco e despise, comtamo quo nao
Cica muito frio, gorque entao deve unicamente
alargar-se o fato, e cortar tudo tjuanto possa op-
for se a livro circulacao do sangue. E' preciso
.'ministrar uma mistura de paries ignaes de agua
e vinagre ou de limonada, e applies* nm crystel
de agua saiga da
Se a doenca faz progresses ou nao diminue, ap-
p.icam-se.sets, oito ou dez sanguesugas nas fontes
A sangria no pe, e melhor ainda na jugular, con-
\m, sa a respiracao e as pulsagoes do coracao e-
lao como que aniquiladas.
Para 0 resto praticar-seha como para as as-
phyxia pelo carvao.
(Conlinnar-se ha.j
>
?akte ornciiL
Governo da provlqcia.
OKai-ACHOS DA UBIDBBL DO DM 18 DS JULIIO
DE 1874. j
Alexandrina Maria da Gonceicao' Tavares.
D.iferido com ofQeio desta data ao provedor da
.-anta Casa de Misericordia.
*.ntonia J >aiuina.Saja posto em liberdade.
Companhia pernambucana. Deferido com offl
ci desta data, dirigido ao thesouro provincial.
I'aetano Tomaz de Aquino.Inform? o Sr. Dr.
ciijfe de policia.
Uacharel Ezeqnil Franco de Sa.-Passe portaria.
Eduardo Augusto Ferreira de Moraes.-Indefe
riflo,
Francisco Avelino de Mendonca.Idem.
t'adre Francisco Raymundo da Costa Pedroza.
Kxbiba o supplicante o attestadu necessario.
Fulgencio Infante de Albuquerque Mello.
Pae portaria, concjdendo seis mazes de lioenca
ao supplicinte, 9endi) o supplicante substituido
durante o seu impedimenta pelo coronet Hamillo
P.res Falcao.
ienedina Fluresta dos Santos Gordeiro Re
/jusira por iolermedio da reparti'ao respctiva, na
forma da lei.
Isabel Carolina de iusml Silva. foforme j
Sr. provedor da Santa Casa de Misericordia.
nse Gongalves Ferreira.Iaforrae o Sr. inspec-
tor do thesouro provincial.
Luciano Magalhaes Ribeiro. Inforrae o Sr.
ins;iector do thesouro provincial.
Conego Simao de Azevedo Campos. Sim, nao
harendo inconvenient?.
Manoel Joaquira de Lima. Sim, mediante re-
cibo.
ibsa Goncalres de Jesus. Deferido, podendo o
saf phcante entender se com o provedor da Santa
casa de Misericordia, a quern offlcio nesta data.
Franca.
DiSCURSO 1-aO.NUNCUDO POR GAMBKTTA KM AC-
XERRB, DEPARTAMENTO li:i YONNK.
(Continuapao.)
E foi, sen iores. uma vez installado r a livre e
pleoa posse do seu direilo ; f)i entao qua os peio
res enganos, que aquellos que se julgav^m poli-
licos, e que nao eram mais do que horaeus sim-
ples, mas simples cez, simples academicos... foi entao digo eu, que
SSSeS maHgaos, esses ha beis na poliUca, vieram
despojar o eleitor rural do seu direito do voto
communal; e em beneficio de quern ? Em bene-
n io da clientella bonapartista. E bem vos dim
ou, que eram homens simples I (hilaridado ap
provarao geral). E' desta molo que o tondes iul-
gado I (Sun I Sim I Nova hilaridade).
Mas, nao se enganem, o povo pode compre-
hender c julgar mais uma vez, em consciencla,
qual era o valor d.is declarajoes d'amor dos bo-
napirlistas pelo suffragio nniversal, e pela inde-
pendent da coramuna Eis aqui o que se fez
pelo voto communal. Que se fara pelo conselho
de dislncto, e pelo conselho geral? Quanlo a
camara dos deputados, nao fallareraos delta; sabe
se bastante quo os senhores bonapartistas teem
horror aos parlamentos, e que o seu primeiro cui
dado, e demo ir a tribuna, quo os incommoda. No
tempo do niperio, formou-se por toda a pane
uma opposicao contra o abuso das palavras, e das
formulas empregadas pelo governo corruptor.
Uns, cofno liberaes, e nao eram aquelles que
julgavam meaos alto nera menos forte, explicavam
corn grande c.lareza, qua nao era isso a democra
cia, mas o cezarisrno. Ao duvir fallar esses ad-
versarios declarados do de^potismo imoerial, sa-
tisfaziam-se em acre litar que logo que estivesse-
mos desembaragados do imperio, esses oradores,
esses publicises eminentes so tornariam demo-
cratas literaes. Sabeis como fomos desenganados,
mas e necessario dize-lo. Conservei sempre a
esperanga, a julgo qua Ot daos partilbam delta. Nada se perdeu uunca com
a burguezia. fraaceza. Mas e me impossivel dizer
onde comega a onde acaba essa burguezia a quem
a nagao deve tanto. Depois de todos os seus erros,
a despeito das suas durezas, e do seu egoismo, e
impossivel negar os seus servigos inscriptos na
nossa historia, eontesta,r as suas quaiidades do
que podia fazer um tao nobre emprego para maior
benericio do p;,iz. Sei perfeitamente que ha quem
me chame bnrguez, quando a esses se poderiam
dingir asseguintes palavras : a Transformai-vo?
Os que se conrertera teem nisso interesse o po-
dem encontrar proveito e bonra Ha um par-
tido qae se chama centro esquerdo, a que, neste
momenta, 6 quasi a testa de columna, quasi a
goarda avancada tanto tile e fraco, preciso
resolute e deeidido. N'em.a Franga, nem o par-
tido republicano, nem os povos, podem ter e.-que-
cido aconducta decisiva, energica epatriotica que
esse partido teve quando seconspirava para o res-
tabelecimento da legitiraidade. Essa conducta ha
de elle te-la ainda hoje diante do bouapartismo,
se elle dos ameagar seriamente, por isso que ate
hoje elle so nos tern impacientado, e desviado
do nosso caminho. (Signaes de adhesaoBravos).
Ea vos mostrarei agora a nova democrana da
communa; poderei mostra-la no mundo social, no
mundo da indusfria, do cemmercio, da sciencia e
das artea; poderia fazer-vos ve*r, se o nSo sabeis
lao bem como en, se tiverdes difflculdade de in
vocar recordacSes que vos sao mais familiares -
que foi durante os vinte annos desse regimem de-
testado e corruptor, gracas ao desenvolvimenlo
dos meios de transporte, a hbsrdade das trocas, a
facilidade, e a frequencia das relagOes; gracas ao
progresso desgragadameote ainda muito lento da
instruccao publica a diffusaj Jdas luzes, ^ragas li-
nalmente ao tempo que e o poderoso senhor aa
historia, que se forrnou, de certo modo, uma nova
Franga.
E' fora de duvida que a necessidade polilica
que tinha o imperio de dcslumbrar, de crear tra-
balho para as massas operarias, a custa de pro-
digalidades sem numero, e de ruinas enjas conse-
queneias vemos hoje, creou ao mesmo tempo no
vos operanos. Esse governo, querendo dar uma
satisfagao apparente ao que se chama a democra
cia, querendo lazer-lhe concessoes debaixo do
ponto de vista dos operarios das cidades e doe
campos, empenhou-se, e ilangou-se n'um systema
economico, que, debaixo do ponto de vista da
construccao de canaes, de caminhos de ferro, e
de obras de utilidadi publica, deu um certo im-
pulso, um certo moviueato ao espirito de era-
preza que existe em tola a democracia, e quo e
a alma e o nervo, e que faz a forga dos grandes
povos hvres.
E entao vimos um certo numero de pessoas ela-
varem.30 pelo trabalho ; vimos formarom se as-
sociacoes, e a propriedade circular muito rajida-
mente ; depois vimos o numero das quotas pessoaes
augmentar, e augmentar n'uma proporcao liocon
sideravel queadmira os proprlos amadores esta-
tisticos. Ora cada nova quota pessoal, cada pro-
pnedade qne se cria, e um cidadao qde se forma;
por isso que a propriedade, de qae nos apresen-
tam como inimigos, sem nunca juslillearem, de
qualquer maneira, essa calumnia, a propriedade d
na nossa opiniao, o signal superior e preparador
da emancipagao moral e material do individuo.
ao e da propriedade qne somos inimigos certa-
mente, mas antes da sua rarefagao, a qnal dimi-
nue tod>s os dias, por isso que a propriedade pas-
sa a novas mios. 0 que pedimos, o qae se faz, o
que e uma lei social de democracia, e que a pro
priedade se divida, e que ella va para aquelle que
a explora, e que a fecunda com todos os .eus es-
forfos para a fazer produzir cada vez mais, no seu
interresse pessoal, e ainda em maior vantagera so-
cial. ( Salva de applausesmuito bem I muito
bem !
Este mundo de pequenos proprietaries, de pe-
quenos Industriaes, de pequenos logislas, foi sus-
citado pelo movimento economico que acabo de
indiear ; por isso que se nao Dode esquecer que
o regimen imperial herdou ou antes confiscou
essa accumulacao de,forcas, e beneficion este re-
servatorio de element s, e e recursos moraee e
materiaes, que reune o curso normal dot aconte-
cimentos. Todos esses elementos entraram sue
cessivamente na obra, e foi aasim qne se erearam,
e formaram essas novas caraadas sociaes, das
quaes saudei oitr'ora a exaltagao. Senhores,
dis-e novas camadas, e nao novas classes ; 6 esta
ultima palavra que eu nunca emprego. Sim, for
mou-3e uma nova camada social Eueontra se for
toda a parte ; manifesta-se a tndas as vistas Creo-
les ; oncontra-sj en to los os control, o em lojas
as ustagSes da sociedade.
E' ella qne, chegaado a ca;iacidade, a cempel-ncia, augmauta a riqueza
os recortos, a iatttlhgenoia, e uorvo da patna.
Sao essas camaias novas que i'ormam a demo-
cracia ; tern ellas o direito de escolher, de e da-
rem o melhor governo, islo e, a forma degoveroe
melhor approprialo a suanatureza, as suas ienden-
cias e aos seus interesse*. Na democrat tPmM,
n'um estado politico em que o trabalho dee domt-
oar tndo, por isso que nos tempos modeftftl3>-trt>
balho e o grande agente da f
e da fortuna, n'um estado
o maior numero de trabalhadores site
prietarios; um que, de dez milhSes aVeftitareS,
oito milhSes, estio sujeitos ao pagamento das o-
tagSes raraes, ficai certos que logo qae esses'ho
meos estejam inveslidos do direito de se dar am
governo, elles escolherao a rcpublica, porque a
democracia e a repoblicaastao a*.ociad*s como a
causa e o effoito. f Muito bem I Bravo I bravo I -
appianans pmlongaijot,)
(Continua)
mmmmmMtt
(DA AGEKCIA AMERICANA.)
i.i-.i. o aa i b. e 38 na. da naa-
niui. Madrid .- os carllataa toma-
n.m Cuenca. O guvcrnn publiron
-si.iIm-i<< i-mio um conselho de
8erra permanenle, e ordenando o
sequeslro dos nens dos earllstas
para inil<-miiihii<:(<> das Camillas dos
liberaes por elles fa silados. Cha-1
mou as armas ItS.OOO bom ens da
rescrva desde a 85 annos de
Idade.
l*aris. Comblnactet mlnisle-
riaes malloRradas '; uesociacftes
com i> banco de Franca para m re-
dnrcao da amortisac&o a clneoenta
niilbdes annualmente.
Rio de Janeiro *o an b. e SO m.
da manlia. Cbegou honfena o vapor
PARA' e hoje o OSTARIO.
Rio to as ? n. i- 55 m. da tardo.-
Cnmblo iualterado. Cafe frouxo t
mercado paralysado i entradas
crescendo.
Bahla tf aos 50 m. da tarde. -O
CRUZEIRO UO SUL chegou aqui no sab-
bado. fasendo IO pole^radas d'agua
por bora. Toda a carga esta arrui-
nada e val ser vendida ena leilao,
por ordem do Juis do commerclo.
Nan prosegue a viagena.
Babia SO as 3 b. e 50 m. da (ar
de. Canabio sobre Londres 85 /*
particular. Abria-se a sessao ex-
traordinaria da assembiea provin-
cial.
Para CO as 1 b. e 15 m. da tarde.
Val sahir o vapor HOOPER esta nol-
le para a Inglaterra. Dizeui que
rira cbamado pela dlrectoria. mas
que voltara para immergir a see
cao do cabo entre Reinerara e H.
Tlionaax.
Saiiio o vapor GREAT NORTHERN
para reparar o desarranjo bavidu
no cabo entre Cayenna e Deme-
rara.
*' installada a Assoelacao Cathoiica
nesta cidade.
Por ordem da presldenela, annun-
cia o inspector do thesouro a ven-
da de cento e vinte apolices da di-
vida provincial.
Para *0 a* t h. da tarde. -Cambio
sobre Londres SS 3/a bancario : no
banco Mima < nniiiiiin a 95 1/9.
DIARIO DE PERNiMBUCU
RECIFE 21 DE HJLHO DE 1874.
\olicias da Ev.icopa.
Duma novae mais minuciosa revista que flzemos
nosjornaes trazidos peloi v^prres iuglezes Stu-
dent a John Elder, colheraos o que segue, 'que,
rennido ao que honten publicames, completa a
serie de uoticias da quinzeoa de 2a de junho a 8
do corrente :
FBANCA..
A di.isao continua a ser grande, entre os parti-
dos representados na assembiea nacional.
Uns sustentam que o voto da assembiea nacio-
nal, pelo qual declarou nrgcate a necessidade de
se constituirem os poderes publicos sobre bases
republicanas, nJo tern importancia alguma ; ou-
tros sustentam que tal voto devia ser auoullado ;
outros fazem datar dessa votaglo uma nova era
polilica para a Fran;a.
0 Sr. Bulfet, presidente da assembiea e membro
da direita, teve a prudencia de master a validadc
do vote, contra os desejos vehementes da direita ;
a qual para se consolar, se ccnientou de apoiar a
proposta do Sr. Wallon, regulando a organi.-agio
do septenado da republica sob a presidencia do
marechal Mac-Mahon, e o modo de nomeagao do
seu succersor. Esta proposta, quasi analogs a do
Sr. Lambert de Sainte-Creix, foi enviada sem op-
posigao a commissao conslitucional.
A attitude do ministerio e os votes dos minis-
tros, no raeio da decomposigao dos grupos sobre
que se devem apoiar, sao muito commentados.
Antes da sessao linham promejtido abster-se de
votar; mas no ultimo moment), uns votaram con-
tra a urgencia, em quanta outros iicaram flei:- a
resolucao toroada anteriormente. Estes ultimos na
sessao segninte quizeram reslabelecer a solidaria-
dade mioistenal, declarando que o seu voto foi
negativo.
S b o ponto de vista das ezigencias parlamen-
tares. a votacao de que se trata, deviater sido segui-
da pela demissao do gabinete. E' a primeira vez qua
um governo em uma questao de tal importancia
se refogia no silencio, e jolga asstm salvaguardar
a situagio.
0 Sr. Belcastel pedio que nenhum membro
da asjemblea ausente com licenca, seja admittido
a votar, antes de ter feita ceriiflcar a sua presenca
pelo i residente.
A assembiea admittio a urgencia. Como o abu-
so da velar pelos ansentes e mais frequente da
pane da direita do que da esquerdi. se algum re-
raedio seadoptar contra tal abuso, nao sera a op-
Tmsicao, que tera do que se qneixar.
A commissao ceqstitucional ia comecou a deli-
berarsobrea proposta do Sr. Casimir Perier,
como e coinposta dos membroda anliga maioria
de n da maio, e como esta esta hoje em dissolu-
gao, a sua aititu le e das mais carios'as de obser-
var. Oorna o boato que a commissao de.eiava
aec inai onovo mandate que a assembiea aciba
de Ihe enfenr ; mas neste caso a assembiea de-
vem nomear uma nova commissao j mas como
deta vez o centro esquerd j poderia adquirir ore-
ponderancia pessa nova commissao, e roais qua
provavel qu* se nio de segaimento algum aos
projectos de abdicacao da commissao.
Apezar destes boatos, a commissa. constitu-
cunai lomuu on ecimeoto das proposta 4 do Sr.
Us.mtr Perier. do Sr Umbert de Sainie-Cr.ix e
do Sr Wall.m, eresolveu comegar pela primeira,
razendo-lhe um relatorio de urgencia.
Na primeira reuniao o Sr. Dufaure defendeu
elequeniemeate a proposta do Sr. Casimir Perier ;
o Sr. Lefevre Ponlalis, qne nao se encarrega senao
das causas de exito segnro, fez Ihe a bonra de a
W.'tL.,0 &T,- C2wnQe falloa nn PMsmo sentido.
; \LTaSS Sainte-Croix. declarou querer
tc-T vTfJ* organisacao do setenado;
. Kedrel, e de Chesnelong combateram a
^v:,l'r::::.:""ri'.,'r,',^T5^ Z^SiJ4,Jurei' e ae Lne3ae"'ag combateram a
ma nem JVf ^li.'i %&L iE^'* ne*,r*m as ntagerjs W o Sr. Da-
oc^ Mljj *^5me,,e da !ua Proelamagao,' sem comtulo
R FT **"Srera a propor a monarchia como remedio
ao mao estar que arruina a Franca.
A commissao conslitucional decidio conservar
secretas as suas deliberacoes sobre a proposta do
esquerdo. Esta resolugio raostra qu
issao nao flcou satisfeiu com o effeito moral
luzido em favor desta proposia pelas revelagSes
lueussao da primeira sessao.
js^Mefnmioa- mtr dtr tt- z disc ar sao- oa
rahdade da pr.posta do Sr. Casimir Perier;
e csmeeoii no dia 2t a disenssao per artigo.
Diz o Ecenentnt que. apezar de mysterio de
que se envolveu a commissao constitucioual. con
*egaio reiMlhecalgurbas informagoes relativas a
sessio de 19 de junho, e per ellas lha consta qae
a inaiona da commissao resolveu adeptar a pro-
poa do Sr. Casimir Perier, assim raodificada :
Art. 1. 0 governo da Praoea comp5e-se de
duas cama as.
Art. i: 0 poder exeeutivo e exercido pelo
preadenle da republica.
1Hz tambem o Evenement, que a direita rafcrvou-
se a propor uma empnda, concebida nesies ter-
mos :
Art. I*. 0 governo da Franga compee-se de
duas camaras.
Ar. 2*. 0 marechal Mac Mahon e o cliefe do
poder exeeutivo.
Soube-se ainda mais, apezar de todos o segre-
uos, quo na se te tomou a palavra para sustentar a proposta de
l .asiair Perier; que o Sr. Chesnelong sustentou
depois a orgauisagao pura e simples do. setenado;
que o sr. Tarteron fallou em favor darestauragao
da inouarcbia, e qua o Sr. Ventavon, sem ahando-
nar cousa alguma dos seus principios monarch!-
cos, declarou qua a monarchia era impouivel por
sete annos, a que a organisacao do setenado devia
ser completa n'um sentido monarchico, 'de modo
quo ae dessem ao paiz inslituigSes monarchicas,
em qoanto se ihe nio dava um monarcha.
SogunJo o Sr. de Veniavon a cama-a esta liga-
da pelo veto da 20 de novembro, e nao pode de
moJo algum revogar asta decisio.
0 conde de Charabord recusou-se positiva-
mente em habitar o castello perto de Orleans.
Na sessao de 27 de junho Dufaure declarou que
considerava como um dever fazer trjumphar a
proposta de Casmir Perier, por ser a unica que
pode socegar os espiritos ; o quo sera elle o pri-
meiro que tomara a palavra na defezs.
0 ioislro da justiga envioa inslrucgoes for
raaes aos procuradores geraes para mpprimir e
perseguir todos os comites bonapartisUs e repu
blicanes.
Tem-se feito numcrosas perseguicoes ao bona-
partisUs.
\ assembiea nacional eomscou a segunda
discussao sobre a lei municipal per um debate
seno sobre uma emeoda da Sr. Journaulf, que
repelle a junegio, proposta pela commissao dos
maiores conlribuintes da commana a s conselhos
municipaes eleitos.
0 Sr. Ferry nolou, com razao, que esta repre-
sentagio de interosses particulares ao lado dos
inleresses geraes, equivaleria a organisagao da
guerra civil no saio das muiiicioalidades. -
A assembles approvou por 373 votos contra 313
apezar dos proteslos do relatar da lai o Sr. Cabral,
membro da direita, uma emenda do Sr. Bardoux,
restabelecendo quatro artigos da lei de 1837, os
quaes nio admiiteni a juoccao dos maioiescou-
trihuinles, senao n.i caso em que as commuuas
queiram tomar encargos extraordioarios, e isso
mesmo so nas peqoeoaa conimunas em que o
corpo eleitoral e muito restriclo.
Diante desle cheque que destruia todas as pe-
quenas combinagOes contra o sulfragio directo e
contra as liberdidcs municipaes, a commissa),
como ja dissemos aos nossos leitoros, pedio a sus
pensao da discussao e depois de se reunirem e
combinarem, pedirani a assembiea que em con-
sequencia du voto sobre a emenda Bardoux, tinha
decididj retirar o_ seu projecto de lei municipal.
A assembiea nao acoiLpanhou a commissao, e
o Sr. La set, membro da esqueida eda minoria
da com ussao, declarou que adoptava o projects
abandonado pela maioria ; o que senJo approva-
no pela assembiea, fez com que recomegasse a
discussao interrompida.
Proposta a q lies tao dos mairei que era a mais
importante da lei, o Sr. Fourton, e o gabinete
reclamavam p ra o governo o direito da uomea-
cao dos maires e queriam fazer desta ponto ques-
lao de gabinete; mas aceitaram depois a emenda
do Sr Clapier, a qual limitava esse direito por um
lapso de tempo de dous annos. Emenda que foi
adoptada por 358 votos contra 329.
0 Sr. Berenger apresentou tarabsm uma emen-
da dandu ao governo o direito, que ella reclama,
com a condigao do governo escolber os maires,
entre os membrosdes conselhos municipaes. Esta
prazo e ba&lanle carte, atteadendo que e dur elle que a Franca se deve reorganisar e cons-
tituir.
Este voto e commentado de diversos modos,
conforme as opinioes dos seus commentadores.
0 partido da ordem moral esta naiuralmente
triumphante,; mas uas fileiras republicanas nao
se esta abatido. Esperava-se melhor da fidelidade
da direita'aos principios que ella professava n'ou
tros temp s; mas diz-se que alguns votos favo-
raveis a emeoda Clapier, forain dados por nio
haver combiaagao ministerial preparada, nem lal-
vez pojsivel nesta occasiao se o gabinete actual
pedisse a sua demissao.
A as3erablea disculio depois os artigos addicio-
naes a lei municipal e decidio que passaria a
uma larceira deliberac w depois da ter rejeita'do
per 366 votes coutra 341 uma eineuda muito sen-
U, pediudo que os conselbos municipaas nao
|K)sam sor disaolvidis senao por decrete do pre-.
Mente da republica, e que se estabeleca qua de
verau ser suhsliluidos, o mais tardar, no prazo de
tres inezes, a partir da data do decrete de disso-
lucao
A commissao de orgamante rejeitaa por 14
votes contra 9, os impostos apresentados pelo Sr.
oe, ministro da fazenda. A commissao nao
Vos, meu Sr., mais uma vez acabais da mostrar-
*m herdeiro dignissimo do nome qua tendes.
0 que foi amigi e coljega de vosse illustre pai
felicita-vos so3 o imperil da dupla impressio das
rjcordagoes do passado e das patrioticas exigencias
do presume.
Honro-me altamente com o quinhio que tive
nesse passado; guardo o culta da mi aha dedica-
cio e das minhas amisades pessoaes; mas, dolo
rosaraente desenganado pales manifestos reaes de
1871, tao contraries a fundagao d'uma monarchia
verdadeiramenta conntucional a ao direito que
assjan a Franga de dispor ella mesma de i, pen
so, como vos, que a salvapio Ja Franca requer
imperiosamente a acaitagto leal da republica, o
anico governo liberal qae e possivel hoje em
Do grupo liberal a conservador que tera as
st-nto no centro direito depende quo a republica
seja cordata e conservidora, e sel o ha se esse
mtsmo grupo tiver o discerniment) de concorrer
para a fundagao delta sem pensamento reservado,
sinceramente. Oxala qua Deus lh-j inspire esta
salutar resolugao depois de votada a prSpo-ta, a
qual tiveitei a bonra do associar a vosso^nome.
Aceitai, etc. Conde de Montalivet.
ITALIA.
0 novo nuncio de sua santidade, em Paris, Mr.
Mcglia, na sua allocugio ao marechal Mac-Mahon,
dci io papa o titulo de soberano.
0 marechal Mac Mahon na sua resposla evitou
Dronunciar as palavras governo pontificto, soberano,
etc.
Diz a Nazione que o Sr. de Courcellos, embai
xadjr francez junto da santa se, fora ao Valicano
per ordem do du jue de Decazes, para commuoi-
car ao caideal Autanelli as observagiJes do gover-
no francez sobre a linguagem do nuucio Mr. Me-
glia.
Diz se que o duque De^aze< fizera seniir ao car
de il Antenelli o desejp e a osperanca de qae para
o future o nuncio s abstivesse nas occasioes offl-
ciaes de empnicar a expressao gocerno pintipclo,
oaoutras phrases tiucompativeis coma delicada
posigao da Franga, interessada em conciliar a sua
dedit-agao pelo soberano pontifiee com a sustenta
gao las boas relagoes com a Italia.
Asssgora a Nazione t|ue o cardeal Antonelli se
limitou a tomar nota da communicagao do embai-
xador, sem |ostifieara linguagem do Mr. M glia.
Entr;tanta fez notar ao Sr. de Courcelles qne o ma-
reeh'il presidente, na sua resp.sta ao nuncio havia
eomp'etaraente salvaguardado a responsabilidade
do governo francez.
Por palavra de ordem do Vaticano, no co-
meg.) da constituigao do reino da Italia os catho-
licos lem ssab.'tido de tola a partiiipacSo nas elei
goes, quaesquer que fossem
Paroce, porem, qae estio canoados de sua inac-
gao, ou que comprehendsram tod >s os perigos qua
ella ipresootava para a sua causa, porque, seguo-
do dizem de Roma, os catholicos teocionam tomar
parte nas novas deicfios municipaes.
N) congresso clerical jue houvo resentemente
em Veneza :omou se esta reso'ugao que foi poste-
riormente approvada pela santa se. Enlretanlo
SS eleigoes minicipaes na Italia, segundo as ulti-
mas nolicias dalli rocebiJa^, continua-n a ser muilj
favoraveis ao partido liberal. Em Turin), os cle-
rieaes foram vencidos e nao reuniram senao pe-
queno numero de votos para os seus canJida-
tos.
Por dacreto da 1G de junho o parlamenlo f)i
indefluidamente prorogado. 0 decrete de dissolu
gao nao tardara a apparecer.
SUISSA.
m-'ir.is
crise.
; e esperase com anciedade a solucao da
ALLGMAXHA.
tratou da amorlisacao.
Na sessio do dia 26 dlseatio-se a lei das
loaemaisacdes ao3 prejudicados pela guerra, de-
cidindo se passar a terceira deliberacio.-
A commissao do orgamente dacidio fazer
face ao deficit, rcduzindo a aatorisacao annual ao
banco de 200 a ISO milnoes.
Na sessao de 27 discatio-se a lei sobre a
venaa de navies sujeitos a hypothecas.
0 Jomal dos Debutes publica a seguinte
OBrts do cende ie Montalivet, aotigo ministro do
rel Luiz Felippe, collega de Casimii Perier, pai;
a caru e dingida ao Blho de Casimir Perier, em
qua feliciu 0 seu antigo colleg*,' eomo ministro
do rei Luiz Pelippe, pela iniettliVa que tomoo
e pela adhesao sincera que da ao estabelecimento
da republica e diz que sem renegar as suas antigas
aiTeigees, julga como elle, que a monarchia nao
tern raza i de sar em Fran<;a a que a republica e
ti nsico governo liberal possivel.
Lagranff, i7 de junho de 187\. Meu senhor.
Hi algtmms seinvuas tragava en, n'um estudo
lii5ionc i que nio passou desapeicehidc, a carreira
presideucial a* vosso illustre pai.
Mostrava-o nesse esludo tal qual elle tiuha
side ate o ultimo dia da sua vida,'Bel a si mesmo,
assim no poder como na opposigio, amigo do
direito coinmum, tie inimigo das leis de occasiio
e excepcionaes, que ate aos proprios araigos as
recusava^ quando estes levados pela paix3o, Ih'as
solicitavam. Era homem que ffnha confianga na
Franga, quo attendia as exigencias da opiniSo
nacional e nao hasitiva, quaudo era preciso, como
suceedeu nas questSes da lei eleitoral e da here-
ditariedade do pariato, em sacriflcar as suas pre-
I ferencia* rjessoaes a salvacSo da patria. .
Os catholicos liberaes da Suissa, cujo numero
uma augmenla tedo-i os dias, occupam se em cons-
tituir igreja nacional.
Uma assembiea ger.il de iclegaijs de todas as
parochias e lo toJas as vsociagoes catholico-hbe
raos da confederagio reunio-se' em Berne, para
dehborar sobre o projecto de uma constituigao
organica da igreja catholica Suissa. Este projecto
redigido por uma commissao, foi adoptado n sen
conjuncto p. la assembiea, a qual tambem decidio
a creagio do um bhpado nacional.
0 conselho nacioul suisso volou uma reso-
lugao relativa a convocapio da assembiea federal
em sessao extraor.'inaria para o !. de outubio
proximo. 0 conjelho dos estados associou-se a
esla resolucao.
Autes de ae separar, a mesma assembiea ralili-
cou a concessao do camiuho de ferro que deve li-
gar o lago de Zorich a liol.a de S G itUTd.
INOTATEBRA.
A camara d )s communs volou por 328 votos
coutra 39 a lei sobre a venda das bebidas alcooli-
cas. Torna a venda um pouco mais dtflkil, mas
esta longe de restringira venda,ao3 liraites a que a
queriam reduziros abolicionistas.
Os jornaes inglezes receberam boas nolicias
do coronel Gor Jon, successor de sir Samuel Baker
do pacbalikato egypcio das .terras equatoriaes qua
se estendem entre Khartoum a 03 grandes lagos da
Africa central, descobertos por Burton. Speke.
Grant a Baker.
Pissando por Suez, Souakin, Berber e Khartoum,
cliegon a Gondokoro, capital do seu governo, era
menos de 48 dias. Conla poder lancar os barcos a
vapor qae levou comsigo sobre o Albert-Nyama,
no mez de_ novembro proximo. Depois do Albert
Nyanza, nao sera muito diffleil attingir a victoria
Nyanza.
Estes dous grandes lagos, uma vez ac;essiveis e
navegasao curop6a, o commercio das riquezas agri-
colas desle paiz ate os confins do Unyangembe,
acbara axplas e faceis comraunieacoes para o
Egypto, e os seus progressos contribuirao melhor
para a exiincgao do commercio dos negros e pro
pagacao dos beneQcios da eivilisacio, que is pre-
gagoes dos missionarios e as tstagoes que elles
procuraram estabelecer alem de Khartoum, ao Ion-
go das margens do Nilo superior.
IIOLLANDA.
0 Daily News, das Indias, annuueia que segnndo
inforraa;6es particulares recebidas de Saraatra,
a posigao das tropas boilandazas em Atchim se
tornou muito critica. 0 motivo que terla decidido
os generaes hollandezes a retirarem-te do Kraton,
foi por estarem as suas tropas inteiramente desmj-
rahsadas e na impo-sibilidade de resisurem por
ma is le.opo aos alchinezes.
Seja, porem, verdadeira esta mforma;io, on
seja porque os hollandezes tenbam tornado a reso
lugao de saspnderem as operagdes aggressivas,
durante estas treguas, os alchinezes fazem grandes
esLicospara ganharera ao seu flrtido as tnbus
da'Malasia.
0 jornal indio diz que os estados do Archipela-
go oriental se occupam em forraar uma poderosa
liga no nteresse da sua defeza commum contra os
invasores europeus.
0 ministerio hollandez acaba de soffrer am
grande cheque na segunda camara dos estados ge-
raes, a proposito do projecto de lei sobre o abaixa-
memo c.o censo eleitoral.
0 artigo !. f i rejeitado por 39 votos contra 32.
o que equivale a rejeijio da lei.
. !alWcoll.oa. ministerio n'umi alterna-
tiva da diffleil resolur/ao : ou a sua ret I rate ou a
dissolucio da camara. Tal 6 a opiniao de granue
parte da imprensa neerlaadeza.
0 minislro da raarinba pedio o ad'amento da
discussao do seu orgamente que estava dado para
a ordem do dia.
,0 conselh j de ministros deve se reunir para to-
mar uma resolucao; e depois de larga conferencia
resolvera dar a sua demissao.
J 0 ministro do iaterior, fez essa declaragao as ca-
maisai
0 cooMlao/ fedenl aiiomio eoswrai MM*
oos projectos de lets judiciarias; e rejeitou a nova
insiituigio preconisada pela Saxonia, onde ella ia
esta em vigor; i-to e, de tribuoaet ecbavman
compestos da juizes e da proraotores lagos oara'
os simples delictos. ^
Como o conselho federal tinha de examinar uma
serie de leis importante* : lei sobre a organisaca,
judiciana ; codigo do processo criminal; codifo
do processo civil, limiteu se a examiaar al-
guns pontos essenciaes sobre os quaes oa -
versos estados tiahara emittido opimOes diffa-
rentes. Assim feram rejeitadas quasi todas a<
emendas propostas. A iostituicio do jury foi ap-
provada, apezar do ser eombatida p^r alguns es-
tados.
Aos tres bispos calliolicos allemaes que es-
tao actualmenle em prisao, Mra. Ledoo Cbowski
Melchers, e hberhardi, brevemenle se reunira um
quarto, Mr. Marwitz, bispo de Kuleo. qneja sof-
freu uma sane de condemnacoes. Sera prova-
velmeula transferido para Eibing
A camara dos deputado* do Gran-docade
de Bade tomou a laicialiva em favor da instruccao
secular e obrigatoria ; resolveu exprimir n'uma
mensagem ao soberano o decrete da legislatura
de ver o governo apreaenUr nma lei para este
fim, tanto para as e>colas primarias, como para
as escelas normaes.
A sessio das camaras do Wnrteiabers
encerroa-se no dia 20. No seu diacurso o reiagra-
deceu :is camaras tor apprvade nun sentimenio
painotico ostralados que asseguraram a unidade
allemi restaurada pelo imperador e o imperio.
Meucionou igualmente as reformas coostiuido-
naes e administrative* ellectuadis sob o now re-
gimen, e especialmente a reorganisagao do exercito
wurteiiiberguez. 0 discurso real termina por vo-
tes ardentes pela felicidaie do Wurteinberg e de
toda a nagao allema.
A Gazta nation U de Berlun confirma qae
nouve recentemente uma treca de communica
goes entre o governo de imperio allemao e o go-
verno do gnm-dueado de Luxemburgo, relativa
rneote a residencia de ecclesiasticos expulsos do
territerio allemao.
Dit o mesmo jornal que o governo gran-du:aJ
declarou que saberia de qualquer modo impedir
as agitacoes, que porventura procurassem promo-
var os padres expulsos ; mas qae entendia que
nao devia recusar ura asylo aquelles cujo com-
porlamente nao desse lugar a queixas ou rscla-
maceas.
Nao sabemos o que ha de verdade aestas re-
claraagoes, niiic certo qde os jornaes de Laxem-
burgo nao fazem raencio dellas.
ALSTHO HUMiKIA.
A sahida do general Kunn, ministro da guerra.
e a sua substituigao pelo general Keller, gnverna-
dor civil e militar da Bohemia, cau-ou tant > na
llungria como na Austria uma sensivel snrprezi
Tola a imprensa liberal depiora esta mu.lan,
de quo discute o alcance sem Ihe peaelrar os
motives.
Cm jornal do V'cnna resume a qaeslao, pores-
las palavra* :
Ti vemos uma dupla perda, um bom ministro
da gueria, o ura bom governador da Bohemia
fcifectivaraentc o general Kuho passava p>r um
organisador habil, e ainda que seja retirado da am
obra antes de a ter terminado,-a nova organic
cio do exercito nem p-w isso deixara o cuntio do
espirito liberal e conslitucional do sea autor.
Quantoao barao Keller, adninistrador taa ha-
bil, como valcnte soldada, o imeerio anstro-han-
garo deve-lhe a pacilicagao do reino da Bohemia
tao profundameute agitado, sera que tivesse de
recorder i rapreaaSes violenlas.|
Seja porem como for, censideram-se geralmenle
as mudancas que acabam de se fazer tao iqes-
peramente cerao o resultado da luta surd.i entre
duas cerrenles, que dividiara as alias regieei rai-
litarcs.
JuDta-se a este incidente o nome do archiluque
Alberto, inspector geral do exercito, enjo soldo foi
supprimido pelas delegagees ; e qua sempre pro-
curou libertarse da direccae superior dj minis-
terio.
0 seu antigo chefc de estado maior general o
general John, que esta de novo revestido desta*
funcgoes, passa por ver a easma raestra da in
triga, de que rcsultou um facto que nio satisfez
pessoa alguma aexcepcio dis seas aulores.
0 ministerio hungaro foi interpWIado n\ ca-
mara dos daputados pele chefe actual da esqaerda
o Sr. Tisza, sob.e a demissao do minislro da guer-
ra commum e general Kugn. 0 Sr. Tisia .fez
observar ao mesmo tempo que a deraissio do ge
neral Kuhn, e a nomeagao de seu uccessor o ge-
neral Keller, nao foram referendadas por um mi-
nistro dos negocios communs como o deveria ser
visto que a reparligao da guarra e cemmurn
O ministro presidente promelleu rosponder e
entretanto a Gazela de Vienna pubheou. reUrdada,
a carta imperial de ratidcanao ao conde de Aa-
drassy, chefe do ministerio commum, carta qne
por esqaecimento deixara de ser pabheada, con -
junctamente com as nomeacoes.
Uma folha offlciosa de Vienna, n'uma nota
commanicada, procura demoastrar que as rau
dangas militaras nio teen alcance algum politico.
e que os amigos da constituicio e do parbdo ans-
tro hungaro podem socegar em vista da perfaita
canformidade de visUs qne reina eatre o cool-
de Andrassy e o ministro presidente cisleiUa >
priucipe Anersperg.
0 ministro presidente o Sr. Bitto responder
a interpellagao declarando que a demissao do ge-
neral Kuhn era vcluntaria, e qae a caru impe-
rial ao ministerio commum havia sido referenda
da pelo conde de Andrassy, e qae a pabiicac*.
tardia desse documento tinha sido motivaaator
um esquecimento. ^^
DINASARCA.
O miostro dinamarquez qae tomou a direeeaoa*
negocios sob a presidencia do coade de Holstow-
Holstemberg, ha quatro annos, retiron-ee I tal-
raenle, apezar do apoio do rei, diante do iioliaon
ia em que o collocou a opposicao da maioria da
camara dos representaniesT^ ""
0 rei chamou primeiro o Sr. Estrao raenbro
do gabinete Frysde-Fryseoborg, em 1863 g m es-
ta resiauracio de am ministerio eabido diante da
ISaAS qae A*Pli de P*"^ ^-^^
acaba da derrabar o actual, nio tinha probaMMa-
Diz-se pore a, qae o rei nio abanaonari a par
N'um banquete qae el e deu aos seas ministros
demissionanos, dix-te qua es convidara a raardar
as suas pastas.
. SOUMAMU.
Os jornaes roumanos defendem com vivacidad
o direito do sea governo de conclair tnudos de
commercio com os estados e-trangeiro*, direcia
mente e sem a intervencao da Porta.
Expeem quo os inleresses ecenomicos da Tur-
quia e os da Roumania sio, oio so different^-
mas a maior parte da! vezes contrarios.
hecordam qae a Tarqaia segue o systema de
protccgao, emquanto as condicoaa neriass em
que a Iteumaoia sa aeha, paiz essencialmenla agri-
cola, Ihe irapoem a pratica da liberdade coauuef
eial. Trata-se unicamente de saber se os gover'-
nos estrangeiros reconhacerao a Roamania e di-
reito de coaclnirem direclamente com ease tralado
de commercio, enja necessidade e tambem mais
orgeate, {tor isso qae a Tarqaia fenuaeiou todos


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I
181 ill^11.1)1 M it tll\U-U
"de P-omanibuco Tcrqa feira 21 dc Jialho de 1874
;-,;> wmr J
os seus tratalw
anno proximo.
0 joroal
que esta qa
eell.xias esli
que sera regi
lido (avoravi
****{
T9fr terras- e
pirest, a Roumima. a?*f* nf.1
!.'. hojd emfestcido uas-clnn
e ex prime a. esperauca ds
as patentsgarantesem sen-
erno rournan-i.
rURQOIA.
A qucstTo Schleimann, relativa a* antiguidades
achadas pur este aixlii^rT^c.n excairariei feua>i
em Trova, teve urn njB iii(S|utt'. -.
.hetias tinha aco
unto i)at rekiit-
s, oo:n pertenieado-lrfc
0 tribunal de ap
Ihido a recUmacao
dica -a o i objectos
em "irtudi de um cooirato Gaito e> n Sr. Scplei
mann, e Uaba or-IetSK uma ejteinao judicial ;
mas co:no o Sr. Schfiemann e cifladi > araene 116,
veio para proteata'r eoaj|#a a seotpnca do tribunal
de appellacao. ^toiretaiiio, o tliesouru desappareceu
e *s busca-t di policia para o t_>rftarem~a achar,
tem sido iufructiferas.
HESPANIIA.
Sobre esle paiz diz nosso correspondente de
Lisboa :
I'atT.i-se, ma-; com muit reserva, quo n g-ne-
ral Cabrera publicou uio manifesto, pouco favora-
vel <> causa carlist.i, romo esta organisad t actual
mente. j .
< Esta*'re=taoi;!e*r3o'o ministro Romrhi Ortiz, e
pas* n a reoceupar o sou. Ulijar de minUinj dvs
uegocns (I i ultramar, que c .va interin intent'
occupado polo Sr. UIIAa.
roi prurogado o prazo do alistamento do? mo
;os K:n Aragao, foi sustaitad.i nma biiihan'e ac
cio outre us lilnjiacs e os cailo-tas. no a: to J'e.-tes
se opporem a passage.n d'um coi>iboiu de viveres
conduzid) ;i : aquelies; para abrella.
a As tropas liberacs cram commamia las ptlo ca-
pita'- general da proviucia. SiliaJ.is as faecjjos
dd Mures de Hollo, Palacios, Polo o AnJr.ide, nas
a|Wa que ilomiua o Jcsfiladeiro Mftre M
tradu, forajn-llies lo.nadas todasss pnsico's das us
de 5 horas be aturadu fog i, navonlo-se coital;*
tres puntos (| :c foram reparidos para a passagem
do cninbuure artilheria. As faecoes foram diaper-
sadui tausando se-llies ii mm to.-' o niuitoj fi.Tilos,
0 oxercit'- Hbecal tevc 8 mortos, l1* foridos o va-
risH MNMUMh K-ta ac^ao e o seu t>liz resultado,
;-m ;nuiii imporlanci i, pois ejnseguij o i-x>.TOito
liberal de-iruir a txpedi^ao cirli-ti, cim desttao
ao Aragao, aiim detr auumentar oj bandos exocdi-
eiowrla joo dvertwa viitar ;i BuHla.
Pg iliJa a sentenea aos unplicadus oppmce***
ln>taurado centra OS suldados dsaoJ i ure.s Jo Ma-
drid Oj procehta.lus cram I9i.:; :i rain MHMD-
ciado a rer passados pelas traki't deribi entrado
no O'atoriu (^:ii Sarag n;a; 4 a pri-ii perpi-tua ;
9 abs'd'-'idu-, e M OMMMkS a i, t uu.iO HADOa
de prisao rigorosti Uifferentes petMn iaiportau-
tes'de Sarai'ocoi tt-laprapfiarain (fe Madril, implo
raraido que .^c coiiimuia-se a pom 8(M eoMadts
quo .'ntraram ao oratorio.
Do n.ida Hies ;ervio ; poid no di- 21 firam
f-.uil;d em Saragoci o sol,la ios di ca.al res
lealalnd, quo as-a^inaram a leu comman-
dant''.
HUdmh que cjtivcr.-.m reeeaMmmie em Vina
rai riirm qne e-iava ja suit* o oa o In S.vit-'s.
qua pa-sou por aqudta villa no dia segoluto m
do a :r;fio de Al-'nia.
iJ gcocfral Zivala 6 o no o CMMltsSante em
clh'f; doexeroiti. Deve ja estar a trt-iil as
f>r;as, -4eti lo ao lado iturn ulIkiaiM b-m eoubeci
dus : Mo r oies c Seballcs com ref.irros numerosos
a ma is ar'.ilhi'ria.
V Eput i de .Ma Iri I ioaere uma carti de urn
.;;jiiS> de Cabrera, aHlrmando ijua o velbo cliufo
o.irlitta nao es(a dei-i-Ji 1 a sali:r do sou rotiro;
Drwt.i>9 Tahoets, <*< 9- laiio dt AWi1 }d B p\rn n.> Ororaa da trJ, Je.iqui* PaUgia
watt," tf^fljjfi?;
a ilo^srxe fi'minirnde Gvavata do J-iBSWr,1^ la*
gunla dcAfogadas da lugateisa. .
. Foyam .cre^das, as segqiates cyleiras : jjar^.o,
scso masculine"tia Escola Modeto una ; p\CH,
rfsexb felnmmo'unft ; Uma* no'Carhpo "VevrJe,
uma no Campo (jrawta, uou no Funlao, uma
i',i l'..rahbi', uma no iiu Doce, irua. na C do-Jaaio, pa
iiia Isabel, e anaa nipovoa.-io de S. Lourem;) da
Tejiienpap).
wer-l<- Boslnniii>.S. Ese. o Sr. com-
mendador preaMunta da proriajpia txpadio o se-
guiiite~act t:
i Seecao I* ilaeio da preidencia dn Per-
aanibttCQ, em 17 do jufho -1; l8o"i 0 pHesidente
da ptovin -ia, tend i em visia'o ofljeio do provodor
da Santa Caw do Mfsarieordja, bo 26 de junbo
piovjnjb linlo, sub n 971, resolve que se additio-
ns i fe^ulami'oto do serviro mo'rtuaiTo e de car
ios f.uubres, de 17 do dezembro ulti.n*, as se
guintes dispusif.des :
. Art 1. Incorrerana multt d* HOJlVi',- a de
20')000 na reincidencia, qttalqaer pessoa que li-
zor o FPTr$B mnnuarlo e de mrros functrres, of
fendendo assim o privilegio transf.rido a Agra &
C. pelo respectivo contrato.
unico. A. njulja sera impota pel* mordonu
en-arregado de fnspecionare.se ramu' de serviro
ao dono do aar/e u do (a^bdecyme/jto, o. qua'
o que ntlm. pfeior Frei Joa inrt da SaotissMtt
Trindad teal eBinrc/a lo tod is ta-eaf-ir^. is, no in-
tuilo tie faze-la. d: mil) a excider a e-peciativa
pnblica. "
A orchartra.d irigija pelo rabiquitta France-
lino de Honra I'assoay comp3a dos itelborei
muslpos, profcssorei dabalc do Reoife.
S'gonld i-insi^mo^Jlo de vir '.ambeci, para
tomarem pane nalesta, nfgnis siCarlntrrj dahrdo
Recife.
' 0 resnltaj. In nnm;ir^aril.
poderl r I raw de 10 dias, couta-I is da iutiinacio*
Art. 2' 0 pr l:ic!) t: -s multas* revoflbra
cm beneficifl da Santa Ct-a de Misericordia. ^ *
t E maoda que neste sentido se faca as devi las
eornoiujiieacoes. Henri/pi' Ptrrira de Lucent.
4a|Hnr. Pelo subdWe/ado do 2 dlstrielo
ia M.igdalena, fm preso o criminoso Manoel do
Nascimrnto, conheciJ. por Maao.-I Cnchorrov que
en dias de Janeiro do correnle -anno tentou aesas-
-inar o subdelegalo da Varzea, tenente Manoal
CindiJo de AKmqaerque.
Kyntc.-iHirii(o. No distrieto de Pedras
tie Kogo, do lonno de Guyana*, J-iaquim FeNbiano
ilragi espancou a Pranoisco Vi^ira de Souza c
i^valio-sc. A policia prosegne oontrt oJiffeisor,
ii *9:ih tli \e;.
EPci-iMiciifo eMTC-Em lo de jnnho pro
xioio lind*, Bento Warquei da Silva, no lugar Je-
iieninado Ha Idem, do district'* 'de Cai.hotinho,
teruio do S. BeWrt, forio gravemnle a Cl.vidiano
Domingue3 da Roc'ia, e evadiu-se em seguida. K
autoridade emr>etente procedci ao re*pecliw8 io-
queri'.o> que rrguio log > a sen dostino.
tJun rnsal. I2af'.err.ii do engenho Ja-mim,
do t o mo do abo, Paulino Cruz, e sua mulher, Ma-
tbilde L-aoira Mari-f da Omceicai. I'spaocram
LMaveinenle a Estev.ii Ivreifla daSriva, em 11 do
e-i rronti; fedo o que, i vadil-.im-sc. A autoridade
Io-al pnivideociou c mo o de lei cm taes ci-"os.
A (i.iio lleira ;is 7 e aruii recefudo ;i-8 boras da ma-
nhS d horrtem. consta que as 10 hnras da noito Ji
dia anterior (ill) foi assaltid* aquarlel do destaov
mento Jajuella villa p>r dm jrnpi de as.-assino?.
Ua I ita, 1 ie S" f-z ippvitave!, resaltarari) as mot-
les de Bit! -oldido do corpo de policia e de um
pai-ano. c mais tros liontens feri Ios, sendo um d^s-
t-s 0 ''." supp!-"i:te e:o dfer'clcii dn resoectiva dele
g ria, qu<*o foi morflHineirtB. o agjrsMri re-
eaar mi, p r !i;n, e, Bomtfi id >s en mm eMft, dflfe-
r 0 resist'mcia.
Lopi qm 0 opcoriido foi seiimt" afCSr. Dr. ;'>-;-
fo de policia, provideociou e.-te segundo a nrgei-
cia do eas<.
< :>f:i;> -.iiliia livop scrlonlla! sii fld n-'vnconvidadosa se reuni-
rein 111 dia -1 do corroi!-, pelas 12 horas da
manha, no escrlj'toTia da conqianbia, a rua &o Cibu-
ga n. Mi, atim de deldnoar se sobre as contas do
a felicid.ide da sua patria, naa transigiulo por | aono flnartceiro. a renniao se plfocluara com 0
I ; r i de aci oiistas q:i<- cuinparecr-r.
Coniala>> prfsvjiicU'S. iJomepam hoje
os lanfillures desaa repariieao a proceder aos lan-
p.-iii!eni..s ,ios divi rs-H import's eroad~s pe! 1 Im
do .- :--! :ii."ti : > v'g-ni.-. s"ii I 1 : o-'Sr. Form to ,1 I
Repo Harris I'p-s.n, hi fregni'zia de S. Frci Pedro
fi or.-alves; 0 Sr. Jbafluha de Ctismrio Coelbo, na
de Saulo Antonio ; p sr. Eduardo Fredt-ricn Hoiks,
nas da ftia-Visla e da ')apnnga; e o ?r. Isid.iro
Theodolo do M?t'os Ferreira, nas de S. Josp, Pop 1
da P.-iiK-lla c; Afugados e Varzea. *
BD:3<>ni Pei'iiaiuhurana. -No dia ~2i
d.. correute (st:;ta-feiF), ao meio dia, deve roa-
lisar-se a rpunian da assemble* gpral dos aocio-
tu.-tas la companbia (?e sogurus Plienix Pernam-
booaoa, para se proeeder a leiiura do r. lat irio d)
anno, liiul', e a aJaifSo da nova direcloria.
3Hii tataebtve. Oainta-feira (i'i) as 8
horas da mauba, 0 cop.spIIio snp ri *r da sociedade
Pr ipagadora da insiiucrao Pulilica manda ci-le
brar nma missa, na Igraja do convento do (larmo,
pelo deacamo eteroo iio seu cousocio 0 iivm. eaae*
go Lino do Monte CarraelK1.
Pawp^nnalftra da tmmtmemMo PmEiU-
p.j. fUo conselno da frc-jjuezia de'S. ijse, loi
110:11-ada (sinaniaGannina Das para rejer iuieri-
namente a cadeico de instrueeau primaria do sexo
ftnioimo, creada por essa corprrae/ui.
Elcl^fta dv ir:aan(ladp. Ante-honlem,
pro "'I'.ua irm oida-ie do Snnli'-r Him Jesus das
va mesa rogedpra para oan
compos
lu assim :
Uanca' Lopes Farr ira, pr-vedor ; Haiwel Ale-
xandriQo G>''5lives ds-SBtos, secretario ; Fran
1 Luiz do Carmo Rroein, precurador geral;
Mil el Sergio de llill'iidi, thesoureiro; Joao
(Ju.lberto da Silva, 1 pro-uralor; L'l''. Antonio
da Silva Pa an'-i>-, 2' prrtcpral>r; e Lalgero Lo-
pe Lima, Francisco R Li I i 1 d i R icba. D>mi;if>3
da Ciata Mdnteiro, Joao I'oiycarpo Soaro? Ro.'W,
padre Teles;j!io-o d Panh Aug;i-ti, Jjo Pkalo
liim-iro Pint*, lacint!ii Tiieodoro de \ztvo!o, An-
loaio Jiviu: deT-trrea Banlaira, Ribert* Francis-
co Fort i-lo, Jose Fern mdes Moreira, Antonio Fran
M.raoda e Utwe '?'ictoriano de Carvalho,
dtiiui lores; C isin i l> luiiao de Soura, zelador.
. r.vu:i:.E-creein-iios desti ci Udj em
13 d-* c irrenW :
a. G i/.imos de paz e salnbri Ja Ie.
a As cliuv is ni 1 t r.n cessa I >. Djs 13 0 comer;o
do ioverno que ten Invilo sempre chova com
abuadaacte; e nein pareW que haja comedo de
verao.
Ot factos dign >s d" meue\> all mni poneos ;
antretaoto, para cnmprir a obriga^Ari a que sojei-
lei-me, von commuuicar Die 0 quo- so passed do-
rinte a quinzena que (inda hoje.
Por aeto de 7 do'correrrte, a eamara nranieb-
pal d-sta p.i-.h.le nenrSDil 0 Sr. advogado LyIio Mi-
rianne de Albuj'.onuo pa^a tratar de saas qoes
tu:s ja lid e*/e pira defcnler, perante 0 jury, os
presos pobros qua aqui tem de ser s lbmeitidos a
jolgamento.
N > dia 9 reunio se a jnr.ta de clasfica>;*o dos
escravos desta comarci para coatinaar om sens
trahilhos deste anno.
n -ti Vaz de Olive-ira, que, renuncianJo 0 rerto da
licnca, de quo gizava, reassnmio interinamente e
exercicio da vara de dfreito.
er Conta-s. com certeza, que ale 0 dm do mez
chegani 0 elTeMivj juiz de direito 0 Exm. Sr. Dr.
Teixeira de Sa.
t Em dias da ultima ?ema.na desta quinzena,
tendo sahido para Xissa Senhora do 0', 0 Sr. juiz
municipal supplea'e em exsreicio, acompanbado do
escrivao de or.ihais, avaliadorete oljfciaes do jus-
ti{a, aflm de fazerem al^umas avaha.oes, ao che-
garam a dm l.ig_ar, cujo aojpfej|gopro, takio Ihes
a freule um inliviluo Jo nojue vicirite de til e
embargju a passage:n a Jtlguas dos da comiliva,
correndo uma facadi em ii'm delles, de que ifsca'
ri hi milagfosaraente, soltrendo a 0 cavalJo em q-.i
ia maniado : tecebendd iaimediatunauto voz d:
pnsao, resistlo a esta, e um dos oSBciaes da ddi-
gencia, para fazef cifecfiva a prisao, teve da soffrer
forimeutos, fazcado outros taatos no resiiled'.e, que
aflnal foi presu.
R aiineuta 6 para almirar a nervcrsidade de
curia gnl''; pois lunnama razio poude determi-
uar semelhiole pro:a imento da pafte daquelle in
dividin. senao um uescjo selvalico de offendac
aipiell-j lio.'Oens que par;lit passavara e com os
qoaes nada tioha. Mas segjiodo ouvi dizer Vicente
a bome'ra de uiaos casta.nea.e ia-tiuctus, e quo so
Hz r 1 aqaillo para"eipafirnentar uiaa faca, qjp, no
'dia anteceJente, liavia cemprado. A' sua expe-
riencja, poriim, ba Ce custar Ihe alguma cnusa,
; irraa algn 1 a nem e 110 a d.onagogia vennilha
nein coara uegra. Cibrera a:i la em em Ingla-
lerra.
0 general repobUeano Colnu lamb m acom-
paaftavs Zivala, assim conn .'i brigadei^s e va
rios iqudanles.
l) cadaver de Concha foi no dia 28 in'ialsa-
ipadi e:n Tafalla
u I'arece aoufirinar-so que 0 irma do preten-
deok i-1 ferido 110 b.'jjj 0 sj dirigs a Cata-
liinbi.
(1 iuovi:n-iit pt.ii -a ii porConebm, so nio
talha^se, como (alhoa, t rii dado em reaaltado
' vitavel 0 terc.11 riJo corialos li ba'alh5*scar
litla*.
u IVovav.-lui.-uio rm,'n fjrmalo; 1 ius grandes
:orp no exercito liberal, um em h.ranli, onlro
em Fifalla. 0 g-ner..l Zivala, eaearcefando-su
- do coonnanJ 1 do exercito do nor'.e, couserva l
daplo ciract-r Jo oresi-lente do ronsalbo a mi
aistra da gncrra. D.-pois da partida de Zi.ala
sahii.un tres cuiiiboi i.s coin tropas e duas bri-
gada: Jo artilbaria. a mai ra d 9 feridjs m
a.-./ao de 27 nao tem e,r.ividide, pois qna-i lodos
os i'i.-i iiiicutos >ao Je projvctil radondo. As opera
i.-oes "iiira Estoila rtcviuejarao lugo qua Zivala
.:-,-.r. o iiovo corp do exeru.io oper-ra na
pruviaeia do Al iva. ..= uiimias tiotiaiai do-aaec
c.toco nofle luiilicipain quo os carlisUs r.ada
lomai'aiB do material de gtterr*. A aitilhatta nao
, i- ioncei o;ar. 0 pe-soai da arliibaria sem
QOVidade. Do tstado maior, moitos 0 c.nuiiaii
lao'.e e cipiUj e ai. ism feriJos. 0 exettUfi esUi
c.'UCenlrado na Tafilla. Morionei I i nooieado
:!itfe do estad '-maior. Os carli-la.s cevaram as
oas nas s lire 3io foridos EepuWieimpfc aajas?i-
.Tinlo os en.0 forocidado i-obirlt.
Eu a o-'L'raplii.v do general Concha, dila
hoje por uma das mais lidas foi has do Lis-
DOa :
0 general D. Mani 1 G.Vlierrez Cmcha, mar-
que;, lo Dourn, nascera em Madrid em l7Ji
Cfiitiv? 8U annos de i'l.i Ie. Eilrira no service'
mihtar aativn em ISMG, ao alvor cer da vi la, isto
e, aos. 22 anuos, para defender a independencia da
patria sootra as aguerrilai jagidas de Nipoleao I,
e em toda a p.nte fri:u re-onhe;idoi sum, re ...
sea v ilor k a sm njrici.. A carr^ira d"o?to va-
le-.te s dlado fez se pjis com rapidez. e esp'.-n lot,
Em 1 coosegiu 11 por t r.n .is insurrei
f6es qiiipor enlao rebentaram em varies cidades
do reino visinh*, 0 governo couf :rio-l.-.e >i litol >
do capitao general da Catalunln, donio-llie antes
outrai honras e merces par divttr409 >ervi.-os mi-
litare:i. Em 18i7, quandi occorreu a gai:rra ciil
em Pirtugal, que se deoominoii di M.iria da
Font* 0 governo por'.uga'z, que ja tinba pflJir
do 0 auxilio da csquadra iugleza pura suiljcar r
movirneoto do porto, solicilara a eoadjuvacao do
da ll-spauha, e elieeii -ameu'-e de la vejo uma divi-
sao, que, atravessanlo a f.-jnteira's*b 0 comman-
do dc. general D. Manoei Cindia, ocoupou a io-
victa ci lade. Em roarJQerac.Au d'esle facto, a
rainla D. Man.i II, agraciou 0 genial bespanooi
com. 0 titulo de macqmt do Do.iro.
Voltando a Hespauha. pouco do?ois, e ligan-
do-se em combinacoea p diiicas mais intimas com
0 celobradogeneral ODonnell, preparoaera 1853
omarquez a-gun* trabaihos contna o girerno da
rainl.a 1-abel, prlncipalmanle um fainoso manifes
to no qua! se pedia a cjnwje.ao immoliata das
eoriea ; 0 por isso n'aqueila 6po.-a-lhe infligirara 0
desterro para as Cananas. 0 tcrreuo licara toda-
via p.'Hpar.ido. Em 183V havia em ilespanha um
moviineat0 qua obrigaa a rai.iha a dirigir de
oulra mode os negocio: pobbsos. Era 18 Hi con
segdira 0 general Concha derriOar do podcr a da
inQuuncia o general Espariero ; mas, em com
pens;.eao, .lora o'origadi a deixar a politica miUtin-
te e ;i retirar se quasi a vida parloular.
- c No entrctauto, desde aaiio ate a revolucao,
qua ileaiofoaau a rainha Isabel, o mtrquei mio
deixcu da-ter a saa esiiadapreparadi para a so-
vi.-.j u'a |de-ll.i soberaaa, e 0 demonstrou por
vezej. tjui.ndo se torn-iu mai ascesa e grave a
luta com as-carijstas, 0 governo da repubbca, em
ultimo extremo, e para u'.iliaar os bons servigos de
nm piiJit.tr tao valeroso e esclarcciJ 1, iovu.-ou 0
seu patriotisms, a jua babilidadi; e os nrincipios
libwaes, que eram 0 sou credo, e 0 velbo iliu-tre-
general nao foi ourdo aos ragos da-auligos amigos
e coiiipaniio.rus, nan quiz deixar da re-.-onhecer a
gravidade da- circam>taDcias, e desemhiioh-riade
novo 1 sxia aspada em defensa da liberdade. K-t 1
espada, que ad juirira agora novo e extra irdinaria
brilbo, eabio-lha das nUov ao deeprender se Ihe x
vida, e ao accommexer temorariamente as fiieiras
dos contraries. Gioriosa 0 lastimavel morte
poonMiu.
Ao depois psh|ioar corn spondeBle do Lif.boa. 1
^prn%i, a 18 de jnnho, 09 rnintstros votaram
tra a c.ii-nda de Mr. liurdoux, a pf*fqaa4|spj-jf
kiu.da contrtb'iinte mais collactjw^io seiomu
iBitiiiNkejD tola* ai ca.onmna^. fi"?*pmen 1.1 foi
O'jjJUJa'por u.aa csnsileravell'^Harili. Qainla
u Tiveram j.agar aos dimingos 3 e 12 aVtgr* riiorpois, cmo cheq ios, desd| teiio nuiq, era
rentiVoi reiroe?, ao 0.10 ilio faliei, das prendas olTe< 'fpie os actuaes minisiros foram noraeados. Er es-
reeidas pelos devotes da Santissima Virgem do Car- ta um facto novo nos annaes parlaraentares, e e
:om oxeiji'ctivo urad4lq,itr fcita a sua por i.-su quo Sipnie iolica as ilaiat que aeaaa-
. luirapa brilhatistno nossTvars. mos y uiMbienar.
A mfejiniTlietta deve-ter lujirajo dM 19, p|ra Haaatoliracrn.. FaBecer. em Berlim,
Iragi Pspain.*ii barbiramea 0 a Fr.iacisc 1 Vj<
de S1 ua, !lsraiil* ovadir-sj.
< O-f.s^flfttriri'siihdelegala tBn i of all
;:ie:iti;r;Mta:i-'m'. 1 do ficto. pro;p.d;al)^ai
giaicins-drt-tBHi^'1'' policiat
lesta coija [ifQUl.n brilh
ci All a*eguinlL KA Rvru
Villa do Granito. Desta villa nos c
murricarsm 0 segnlnte .
ilsydi. No sen t-'lim-iii > legou am mlfi ao de
thalers para ser fun la 1111 n, estabelecimenlo piq,
queteri ooo|e di te-tal ir, e -'jradestiaado a re-
collier ioiiifidajus de baixa conlieij cujo viver le-
nha sido liauraJ 1, e se tornem neceiaitaJm por va-
Ihice ou enfermidade.
Burn) comitaiilieirus de via^cai. -
C egou ha poucos dias, ao Tamisa 0 vapor paque-
te fultjiii em vialielh de Calcuta, Irtzando a bar-
liiis eom^anlieiMa de viagem de aiuito ruim
:om
a l-\.i c nil.'muado TioiHem polo iribujiaU'O^y. toes^pardj^a^uUhB aqjaMinlios dc analogo
d'aqui, a gales perpetaa*, 0 r*o Jo.-.Vicanta3PdP ym./*)- *
C ligas a el.-i.-i 1 da nova mesa rogedpra pa
noconipromissal Jc 1871 a :87o, licando
3S
a
u
R^VTSTA DIARIA.
AirtravcAo public*.-Por portarias da
presidi'ncia da provitfcia, do 17 e 18" do co.-re'ote :
For.im siipprimida? as feg'uiates cadeiras : do
sexo ri35cu!itfo-di Praia dos Carneiros, de Pro-
priedale, de Tatailc, di M.ndacaia, .lo"Poco-Paa-
do. de Vtrar m S: \'ic<-n da So4ra dos Vp:iIos,
reira da Silva, que havia assassicadp em 10 de
ar-ril ultimo, r. 1 >il'ii ratota, deste'termo, k a^na3
poltre mulher, era cuio assassaiaio revellaja ^r4o
Idlfticios de fi ra.
Ao conduirjM dcl)3tea fez o cjistincto juiz de
dlrfnio, presldertteao Irlbunar; 0'competflnte r*?tr
mo da aeeiisac.i-i e defeat: principianlo por um
1 geiri* historic) do fact) crimiiioso, nj jual resu-
mto, ex-vi das provas dos aut"9 e dos debate", 01
facto do mode scgainte que eolhemos de sens
i,l Mil I'll Olios ;
Srs. jurados.No dia W de abril deste anno,
pelas 10 boras da noile, dei-se no sitio Tabi-as,
deste lefmo, umi sedtfa horrivet, um dramasan-
gniuolcnto, nfldaf, um crime horroroso, que 10
refenr Taz tremer as carnes o irrldar oj cab<.-!los,
ainda d homem de concao mats empedernido !
a Existis uaquelle siuo nma mulher publica
mas, segued? afflrmam toioj :qna a conhceeram,
assas recatada e atccstimida de todos 09 visi-
nlus. Essa milder, seuhores, chamava se Jjse-
pha Cardos*.
u Eram 10 boras da noite, quando essa mulher
ac!ianli-se a sa;o ji com as portas fechaihs. ou-
tio bater em sua porta e uma vn pedir-lhe para
abril-a.
No rcmanso da piz, sem desconfian;a de pes-
soa alguma, ella abrio a porta e un homem teve
ingress.) em su t pobrc chonpana. Esse homfem,
oAopiilos bttiujos dias dj maz da janho, 0 antigo
'rrinislrodviM^nla da Prussia, aSr: vo:
antigo
n der
annos, casado, Doa-Vista,lio.miial Pedro It; vaiio
t,ftidwg**ir anro w^>i
Prancisca antlda da oneei-iio, braqca. Per;
nimbuco, iO anno-,' maulaifa pela policia ; tube -
ejrios pulmonares.
Leoquidiw, par do, PeraamWuc 0, 5 a-nnos, Graca ;
repentinamente. .
Angela Maria X vier,. parda, Peraambuco, Co
annos, viuva, Boa Vista ; broncbites.
_ lii-tas t
les cuntia a ordem,
olo con!iJi.s !
I'll!
IC.i iiJDWISSU.
il it a ai:i.A(jio
catadura.
Eram nada mtl?, nada menos, rhinocerontes,~
pois que, .--iido presa, como foi,'acua-ge recolliido
a caileia desta cida le, e vai seY-lhe inslauraJj 0
competente proces.so.
Timwm em dias desta qafazena, no di-tricto
de Coyaaniulia, Joao N pomuceuo daCunha fox di-
vers >s foi ipienlos eai Jose Tavares. de.Mclio, undo
ido preso em flagrante deliato.
1 A alnoridaaerespecliva pr^cedcu.ao jnqueritol
e remetteu u criminoso' para esta cidade, a cuja
'-Md hi laeoiiiidt;.
\, *;a 13, pelas 7 hor.n na noitp,.Lm'z Jos6
ro
Bapiisia1 f,i pr..-.?" em Jlagrante, a rua do Ampanp
J-laeiJal-, naoc^l*" ^1 que commettu um
furto noetabeieam^nt; ^mmereial de um Sr.
.< No dia li, no dis/n.-to de fll. 32 rW*{
simhores, olT.Teceu dhihiir.o .i Josepba e intent m
ler com ella relates Wlicitas ; Josepha recusou-se
a prestaf-se a um home n dp crtr preta, e com
I i n 0 sen ecnt.icto mais^aggravava a sorte da
qiulher public.! e (Rssolnta : esse homem, doca-
hido de seus lentameiu, investfo a essa pobre mu-
lher e fel-a imme lia'.amouti succambir com 4 ca
celadas sobre 0 craneo'e 53 pandaladas cm sou
ieriue rrxpo. H .rrivel fcefla cspictaculo eom-
pungpnte I
Ma?, nio G tndo, senhores, c?se homem con
limiou ainda a (bra da iniqnidade, 0 supra-sumo
do horriv|. Vos ides ver.
O'corpo da victirna, 0 seu cadaver inanimado,
Lo ainda maeulado com 0 veneno peconhento
da serpent", que tinm-lne a existencla Es;e ho-
niem, sennureV, con-ummoua obra nefanda deam
acto libidinoso, consegalb com a rtlurt* 0 que nao
pole consumm.tr com a vida E' bor.-ivel, senho-
res, mas nao e tudo.
E-se ho nom, depots de consummar 0 crimp,
cujo quadrohorrorcso teuho ex nos to, fez parte de
um grupo de homens, que buicavam ao criminoso,
e voitou Com tiles ao ttv-atro do crimi e alii cci-
t inplon, com riso nos labios e otralor sangue frio,
a victirna de sen genio infernal.
Eis qoand), senhores uma luz, que e Sfcmpre
o pnarol da verJaledo Juslo, annuncieu ao crimi-
no-o, ti'ito com 0 sangue da infelir.
E-se homem, seohores. e 0 re<> prcsente !
eili proprio 0 cou^essou ; apontal 0 e bastant-
para tr mer as caraes e produzir emngio a todo o-
homem de chraeio b;m formado. E-tes la'ctos,
smli->r j dojaiy, e-le horrivel drama, nos fii re
latida pelo pro'pri i reo, pelo anlo de cxime do
cadaver e pel s ilepoimentos das- testemu 'ha* do
ummariii, cdja Icilnra acabais de ouvir.
MspostoSeaj t>slauicutarlai4. Le-
mos no Comiiierrio do Purto:
Antonio Martins Campanhao fez as seguiutes
dispo.si-.5es teslateentartal :
1 Ue.lara possuir cinco propriedales -de ea'SM
p.ti ditrerentes ruas da cidade do Recife, pro/incia
de. Pernambuco, as qiaes se ac'oam dehaixo da
adimniitracao do sou socio, o Sr. Antonio Con-
falv ss (joimar.ies.
Q-.ier qne sejlfies mande crigir um mauzoleo no
eemiterin paroebiid dt Romiioi.
Q-ier que e sei foiieral seja feito avont.de
do sen cuahado Sera fin Marlins Pires c de sua
irraa Maria Martin*.
Deixa aos meniuos orphans 233, com obriga-
p o .!< aissistireBl io seu funeral.
Aos meniaos desampara Ios ignal qnnnli.', com
a inesma obrigacao.
A's meninas desamparadas do Postigo do Sol
i'ii, com obriga'.ao de mandaremdizer uma missa
por sua alma.
Ao asylodas raparigasabandonaJas 2i com
ignal obrigacio.
Ao asylo de mendicidade 25*, com obrigar.Jo
dos asylados assistirem ao seu funeral.
Ueixa ?5j>000 para serem distiibiidos pelos
pobres mais necessitados do freguezir. do Uom-
ti n.
Para ajuda das obras di nova igreja do Bom-
fin deixa HO*.
c Para um altar novo na capella de Nosso Se-
nh >r do Padrao, a confrontar com o altar de Nos-
sa Senhora da Saiide, 100*000, com obrigaijao da
prirne"xa missa que nelle- se celebre ser dita por
sua alma.
Deixa a Jtanna da Silva, viuva, 25*.
A' sua sobrinha Anna, lilha tie stia irmi Ma-
ria, 2o03000
A' Nossa Senhora da Penha, da cidade de
Pernambuco, 233*, moeda fraca.
a A' Nossa Senhora do Tares-, da mosma cidade,
3$*, moe.la braziieira.
A S. Uraz, do Carmo, idem, 10*. idem.
A S. Se'iastiao, da villa do Cabo, 50*.
*o hosoit 1 portuguez, da cidade do Recife,
20>*, moeda hrasileira.
t Para 10 viuas pobres da fregaezia de San-
to Antonio, da mesma cidade, 200*.
A 20 pobres da dita freguazia 100*."
Ao lllho da eserava que foi da mnlher de
Jose Rego de Mello e qae tera.o nome de Paolo
3003.
fed os os legados ?ao por uma so vez.
t D remanescente da sua heranra stra paga
a contrtbuicao-do registro aquee9tejam sugekos
os legadbs.
a \" sua irma M tria e a. sen cunhado Seralim
deixa 0 reraanesceote da terja^ da sua heranca.
Q.ier que se mandem dizer"por alma de seas
aros 80 missas, pela de sua mai 20 e pela sua
slma 50.
Nomeia para seus te4amenteiros Albino
Pranci.-eo nias, a qnem deixa 200A pelo seu tri
b|hio e sea cunhado Serafim Martins Pires.
Institue per seu unico herdeiro nns duas
terras paries de sua heranc** a Francisco Mar-
tips.
siiiiiHiiM-iu Oaaaceai. Algnns jomaes de
Parn apontam os choques porque 0 actual mi-
nlsterio tem passaio, desde que foi chamado ae
poder.
Diz um pelles :
A 30 de main os amigo- do dnqne do Broglie
fueram uma lentauva para fixer rec.m-iJerar a
assemble* da raumorAvel volai^o de 16 de maio.
A luta enlao enipenh.m-se a respeiw da assumptj
que devia ser dado para & ordem do dia ; os par
Udarios do gabiaela pe-liam a prioridada para a
lei eleftural politica ; mas foram balidoaj 0 mi-
nislerio guarJou sileueio durante o com bale, mas
volou com a miuaria I'mneiro cheque.
A 6 de junbo, houvo escruluue para qua se to,
masse em coasiJera^aa a propusta do baj-io Chau-
rand, rclativamaote ao descaugo forcado ao do
miogi. A' recepeio de Mr. Magnau, que eitava
ausente, todot os miui|ros vjtaraut para qae
fossa lomala em owusideracao. -Mas a propoela
loi rejeiiad* pelamaioria di assemblea. Segundo
cheque.
a 10 de junho, hoave de novo escruiinio sobre
a emenda de Mc. Oscar Lafayette, a qual tinha
em vista llxar e dirajto de eleger aos 31 annos, a
uao aos za, como qocria a conimissio electoral

A meio da viag^n um Jos loppardos escapou
e da janla, e foi pMssear no convez. Um terror
ceral se nnniiestoti cm lid is pj passagciros. e
inoiensda tr!polaf;J0. mi qhal fugio o'mais
dopressa, que pole, e ao lozar. qpe njaip proximo
IhcTTriva. -' '*
Os inarinlieiros fugira n para 0 arvorelo do na
vjo.
Foi um verdad iro tnude q\ii pent. N'um aorir
a fechar oToihos 0 convez licou limjO.
Passados osprimeiros'momento3 em tiae 0 tor-
por foi geral, e assentado em qu 1 era ioutil ten
ur reeolher a iaula 0 foiitito, atiraram-lhe a ba-
la, e com certeiro tiroo mataram.
ilu4o.. pa.iiagoifos ainda tr*iisi los-da- mado, nao
queri.iin sahir dos camarotes, inu.-mau.lo lalvez
que 0 bie.TO poderia resusc t r.
Com taes companheiro; n-io 6 de certo maito
grato fazer uma longa viagen, com e-4 de Calcu-
ta a, Grave-end,
Cal.c-iv.ae i#anslM>. -U u ftancez, Mr.
Jujiq Jeaj^ casino a.is niargens do Anuiotias, prc-
seucejii p ni'iiou d; .Naacy coip a cabega de
nmchefe indio, chaiaali iliacupita e mono em
combate.
A c;iboga cooserva us CibeJlos e asia reduziJa a
mtUade do laujaabo. 0 moid le oiubilsamar, ie-
gaido ;iLIos intUojS,. consisie era tiur os ossos dp
craneo e seccar 0 re^unte por meio de pedras
qojjujef, de on Jo ipje se reJuzim as caraos, -.:i
s.rvan lo a c^ra a sua^liysion 1 .ua.
Ja exisuara na Eoropa sete excmplares do cabo-
CbS a.-^ni c^ftserv^d^. A ultima veuJ :i-.-o etu
I'ans ha co.sa.de oito anaos- por mil e nuiolicntos
franc .s.
0* inJios tpie e)nj9J(aai e.-U r.tro pro :e-so, clia-
mam so Jivaros, pertepce.il a gr-tuio familia dos
guyaoiaa lubiUtm ;'is maigeui.do Maiaiibio, em
terrilorio pertcnce,r,tc a republica do EquaJor.
Es ao sempre em guerra com os seus vi.-inhos
os ag.i.ii"aaa, o cu:ns.rv,iiii cuniultopjieu as Cube-
eas tlos que nialam em combaio,
Savoti irmaw siaaiezcit. Contou o
OpurriT au Havre que In pmcos dias nasceram
dous gemeos ligados pela parts mediana do c^r-
po o que a mai e os liuos eatavam em boa dispo-
sicao.
Pelas fdhas ehesadas p do correm, vemos quo
Je Rilbec communic.tiam a ageom Ilavas, confi.--
mandi o c iso do uacoiieutj do; geqieo.s, eJjecli-
vanieute ligados um ao onlro pe a p.u Le mediana
dj cu po ; mas ccj>jscou aado que a pobic mu
111 or suvcuoibio e o.s dj|is lillio; ajgumas luras de-
pots, J OJ haver daJo a l.i'..
i)s i^davcres das erian;as er,!tn reclauiados por
mait)s medico?,. tendo siJo aliual quo fossem
tran.spoiiKlog para, Paris.
!-:a-.ia do c:i: Jo da:ieif.-i. gunlo
tciexraioma Ja cafle, dove lvjo ae.c alii extrauida
aolS1 l< -teria.
Uus;>itul I'cdi-o II. -0 ir.ovnp^uo de&Ui
t."-[;U."-iociiuoutti, do 13ao dia 19 de juliij foi o se-
guinte :
F.xisliam 36S. entraram i8, sahir.ua li, falle-
ceram 10, exbs^'iu 3J2, sendo
Homens 2t8 e uiuihores lit.
Adcertencia.
Foram vi.siiailas as cuferunras nestos dias :
As 7, 7, 0 l|2, 0 I|2, 7, 0 1|2, 10, peo Dr. Ra-
mos as 10 i|2, 2, I, I l|2. I, pelo Dr. Sar.nenlo ;
as 10, 11 l|2, 'J, 10, 10 1|_>, pelo Dr. Maluquias;
as 8 <|2, 9, 9 l|2, 9 1|2, 0, 9 l|2, 9 1|2, pelo Dr.
Murillo Vianna.
Fallecidox.
Agostinba Maria da Coiiceicao ; scirrosa do fi-
gado.
Antouia Maria do Mouie ; eoterite chronica.
Maria Alves de Jesus; infecc.to syphilitici,
Joao Pereira da Silva ; variolas hemurrhagieas.
Fi.iiicisca Maria da Cope<4eAo ; ovarite chronica.
J. ao Felippe da Silva ; variolas hemo rhagicas.
Joao Vicente Ferreira j tuterculos pulmonares.
M iria Frincisca da Conceicao ; tuberculos pulmo-
nares.
Prancisca ; diarrhea chronica.
Fraucisco Goncajves Pereira ; variolas hemorrha-
gicas.
lIo*;i>ital porlUKUoz do Itcaeflcen-
cia. Movimento das enfermarias ua semana de
12 a 18 de julho dc I87i :
Existi.m :i6, entraram ">, sahiram 8, fall;ctu
I, pxisten 3-.
Entra de semana o Sr. mordomo Jose Joaq im
Alves.
Loteria A que se acha a venda e a 109',
a brneficio da irm ndade de Santa Anna, da igre
]a da Madre de Dens, a qual corre no dia 23. .
Casa de del^ucao.- Xoviniento da cas;
Ie deteocao do dia 19 de julho de 1R74.
FAistiara presos 321, eotrdn I, cxisiem 322.
A saber :
\'.-.cicaae? 230, nii'.'.heres 7, estrangeiros 23
-j.-c.-avos 40, eserava- 2. Total 322
Alimentados a custa dos cofres pjb'icos 235
Movimento da enTermari3 u? dia 19.Je julho de
187 i.
Tiveram baixa:
Jose Constantino Jo Niscimento, iuJige;lao.
Manoei Lopes de Souza, cephalalgia.
l'assaseiras. Sahiios para os portos da
Europa no va'por portuguez Almeida Garret s
Antonio Goo;alves da Silva, Sebastiao Anlonio
dos Santos. Tnomiz Jose Ferreir', Manoei Ignaeio
de Souza, Jose" de Frias, Francisco de Medeiros
Fontes, Alipio Augutto Ferreira, Demosthenes da
Silveira Lobo, Marioel Barboza Ribeiro e Jo6 An
tonio Rarhoza.
-r Chegados no vapor iaglez Student:
Anna Rita Aires Infante e Francisco J. C. Leal.
Lcilueg. Hoje, 21, as 11 boras da manha,
effec'.d! o agenle Pinto, o de roiudezas e calgados,
annunciado para o seu escriptorio, a rua do Bom-
Jesus n. 43. Em continuacai vendera o mesmo
agente o sobrado aqiarello, da rua da Imporatriz,
em frente i toatriz; assim como, o sobrado da rua
do Comraercio n. Ji, edilicado em chaos proprios.
Tambem, sexla-feira, 24 do cor-ente,- deve
t r lugar por interveacao do mesmo age: te, o de
raoveis, lougas e crystaos, na casa sita a rua do
Viscondede Goyaana n. 221, para onJe parlira as
II e meia horas um trem expresso que servira
do iransportar os coucurreutes.
0 loilio de moveis, loucas e cry-taes, annun-
cia Jc por inter veacjio do agente Pinto, para casa
sita a rua da Aurora n. 1497 llcatransferido para
outro dia, que sera aanunriauo.
Cemlterio publico. -Obituario do dia 18
Jc iuitui do l-7i :
Jodo Felippe da f-ilra, pardo, Pero3iubuca28
annos, casado, Uoa Vista, hospital Pedro.; fo ja-
riolas. > : ., .
Joao Vicente Ferreira, pardo, Rio GranJo do
Norte, 43 ;mnos, aolteiro, Boa-Vis^a. hospital Pe-
jdro ll; lubereulus pulintJOar*1. ..
Maria ^rancisia "a Conceicao, parda, Pernam
bn.o, 23 annos, spiteira, Boa-Vista, hospital Pearo
11; tube col os pultuouare-.
Luiza Joseph* Moiira, branca, Maan.hao, 28
annos, solteira, Sanlo AnUinio variolas.
Thome Jos6 dos Santos,.gardo, Pernambuco, 43
anue-, casado, Boa-Vista,; hydropizia.
Josephe Thomazia Campos Quaresma, branca,
Pernambuco, ^38 annos, solteira, Boa Visti; con-
J.geflao cerebraL ,
Clara Virgem do Souza, braaca, I'eroamboco,
53 annos, solteira, S. Josi ; hyperirophia.
Fraocisca, oscrava, preta, Peraambaco, Si, sn-
nos, solteira, Boa-Vista; diarrhea obrooica.
- 10 -
etiii-nla. A emenda foi adoptaa*. Teiceiro clie-
qUe.
A 15 4a ju4hp, teve a assemblea de pronuu-
elar-se soora sea-proposta do Sr. (.'asimir Perier
devia ser maa Jada a commissao Mas lais consti-
ta-.iofl*p';. A maioria votou a mrgencia da pro-
posta. Oi mmistros rajeitaram a urgencia a ain-
da Jesta m votaram com !> minoria. Quarw
ch'>qne.
fESS.iO EXTRAOROW^IUA E\li).OE JULHO
PRESIDE.NGlA DO fesi.. SR. OONSiXflEIRO
CAI-.TANO SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelbo.
As 10 nrae da maoRi, preseu:es os Srs. des-
eaibargadores Rais e Silva, Ahvteida Albuquerque,
Accioli, Dommgues Silva e Obveira Miciel, e o
Dr. jtiz tie dife>lo U|Taa Je LecerJa, os dous ul-
ikijps cntjipadas HDliBiiedi.neti'. i l.s Srs. desc.n
WrgfurJrar.^iflricrsW su -sao.
Em seguida o Exm. Sr.xoaaelheico r,;..t..u o
seguinte :
Habeas corpus.
Pacienle Jiaqaim Antonio da Silva Barms. 0
tribunal conee leu a soKura por ccrridttrar illegal
a prisao.
Picienie Belchlor dos 'Ren P.ivai. Negaram
soltura.
Eacerrou-se aaessar a* meio dia.
SESSaO ESPECIAL
PltllSIoENCIA r^fl,
DE 20 DE Jlil.HO DE 1874.
8*. COSSF.LIIKIKD
C.\EA*if>SA.\n\CO.
Secrctario Dj: Virgtlio Coe ho.
Ao meio dia", presenles os Scs. desembargado-
res Iteis e Silva, Almeila' AmCrquorpc, Accioli.
Doiningues Silva, sortjados aa sessao anterior, foi
aberta a sessao.
Em segaida o E7xm. Sr. eed'eUieiro president
passou a relatar na forma do re.gulam.mto os se-
guintes aggravos :
? ggravo de pelicSo.
N. 27. Aggravante- Ji-tino Pereira de Farias,
aggravado o ]uizo do aoeetoias. Ad.nni-ts sor-
teados os Srs. desembargidores Reis e Silva e Al
haetita Albuquerque. Negiram provirnento.
N. 23 Aggrwante padre Albino do CartilSo
Lessa. aggravado o joiz) do ausentes. Alinnct-i>
sortaadjs OS Srs. desembirgadorcs Ros e Silva e
Accioli. Ne^ou-se provirnento.
Aggravo de io-strumento.
N. 3 Aggravanto J fio Fern.udes Baptist.!, :g-
gravado Manoei Jose Afieiri Vianna. Adjuncws
sorteados os Srs. descmbargailores Almeida Albu-
querque e Dr.uingus Silva.-Ueram provirnento.
Kneerrou-se a sessao as 3 haras da tarlo.
ilHil hM'i'i i is*'
muuicipal Tdos oiiniuistros votaram conua a, IlenrUiuela- JSIaria do-.Carmo Foncaoa,oUranaA
Pernambuco, 50 anuy*, ua-aJa, Boa-Va^a^ajjdra
perieardile. v A j&
Munotd Anumio de Oliv.tira, brauco, Par,
co, 60 annos, casado, Jjanlo Antonjo; aa
Anguslo RoJrigtles Bucellos, Rio da
2f) annos,' militar. Boa-Vista ; variolas.
Maria, branca, Po-tngal, 0 aunos, Recife ; v-
riolas.
F.ran-is't G-.oelives PoTrclrSj papjo, Ceara, 32
RECIFC, 21 DK JUI.HO l)E 1874.
iiiiis'ias i\\ ndmjziljBira^AO Hz'.i. i-;.\.-.
ua a "ravincaii h. .?.:.;
Q ir.n-lo uma opposicao systtmatica a fr nelica
nao acha contra um administra l.r senao calum-
nias e Injurias, quando em vez de factos, prova-
Jos convenient ment se atem a deciamaeu. va-
^as e acensacoes por Jcmais repeii-.l.n e c^nie;ta-
das, essa admini-traciio, podemos ere I j, em vez de
ma, 6 pMo cuntrario boa e d'gni.
j. Quo a guerra-derabrida que nnve a opposjcio
a S. Exc, c tr.ais a pes.-oa deste tp.ie a sua admi-
nislra.cto, conhece-se do mods porque o t.llacam
*eus adversarios, da linguagem baixa e viruleula
iue empregam, t>e sqas prvnrias declarar;5os, e ta-
pa mais provamscnao, qne obsqrvador da le|c
energico, a-igo de sen torrao natal o superior a-
mesqnihnas paisocs, e S, Exp. um obstauloa
marcria Jesse partidp, quo em stia turbiileiicia e
insani.i, nem ao menos recda ante a doutriua do
assa-siuato politico, lamentantlo a ft'! i rfc tun Spu-
to mtior e promettendo a seus coiitrari.'S, quo rc-
rao assnssinadps, qaapdo a.p'-se do pode: Hies as-
segprar a impunidade I
Custa a erar, ma- e uma verdade A Pr.cincii,
0 orgao do direc'orio,:=uspira pela conlemnada po-
litica do pnnAfila. do bccimarte.e djzem que tudo
tem sen tempo, e que ainJa voltarao os dias em
que a falta d3 um S.utoniaijr pole ser SUppriJa
pjralgum Aprigio .mi outrem que so Ihe par'-ra !
E .-ao .libeo-es I E qnerem a moialidade-a o
progresso desta terra !...
Na PraciiKia n. '142 inda uma vez iusu'sa e as
oatieatpente senp-esent. um libelle de accasajjJes
banaes, e sem ao menos demonstra-.'ao plapsivel
conlra S. Exc, sob a epigraphe Glorias do Sr.
Ijtcen-i -c a ira^alas m.l .-abia o Irbellista que di-
zii uma verdade.
Muitis dessas a-st-rrii's, a que irronicameate
chamao hbeUi-ta jtortai, ji foram pulverisadas,
demoslrando-se que eflectivamente deltas rcsu'.ta
rao para S. Exc. elogios. Eulivtaulo de 00V i li-
guram e de novo vamos, embira com a repug
nancia e nausea que sen'ie tndo aqu'elle quo tem
de pxarninar um vomito bil;..so, delle occupar-uos.
N.io se zangue a ProcincLi do nossas respo.-las
feri-la ou Igum de sous redactores, e dltado ve-
Ihu que qucm tem le.hndo de Vidro, nao atuea pe-
ira, sendo tambem vulgar que quern Jtz oqne quer,
ouve o que nao quer.
Variaremos de estylo, e segundo a opportunida-
de fallaremos scrip ou irronicampnle, laneareraos
um sar:asmo ou um argemento.
Amor^com o Sr. Carnein, E" tao baml e va-
go o trecho, que nao podemos saber > que quer di-
zer o articubsta !
Si se refere a sedjgas asnciras.jii dlsseran uma
vez-o comraaadanie do corpi de policia tem ser-
vilo hem e mcrece a conflapca da presilencia, o
quo a nio ser assim, nao haveriam CvUsideracoes
que impeJissem S. Exc, Je cumprir o seu defer.
Lto po-to, ha equivoco : o artieolisla on quiz lal
lar de si ou de algum compunheiro 4j redaecau
da Piorinciti. Eutrc vos, sim, 6 publico, que ha
(tlyiuin quo com o Sr. Carneiro teve ainores... De
outra vez seja pesitivo o art culisla. e nao faca
carqmbofn.
Beijinhos com o Sr. Jose Tiburcio !
Decididamente is redactores da Provincia sao
da faca dos Mamurm e Qnuynudes'. Nao perdem
ensrjo'de por palaoras QgetfQS fazer ver o que
foram, se e que ainda nao sao I Beijinhos !... Por
ca so os dmios em criancaa ou em mullieres.
Ropelimos, nao sabemos o que com isto quer
dizer a Protinpia S. Exc. trtou o Sr. Jose Ti-
burcio com censideracio, sem quebra,,prein, de
deveres e de velar pelos jqleresses da provincia.
0 Sr. Dr. Jpse Tjhafflio nao se Jpeto t "'"
fm razao de quejSa.rJ'e S Exc. .Jro p-ntrario
peosavam oi'fravwlanos.ai) (eipQl ca'pa.de
seus soni.os, naajjJe'suas carraspanqs.
Sympalliias per&sf depuiados proVinciaes !
Teraos outro enigma I 0 quo 'tuer dizer com
isto o at ttculista ? Por vezes. a Provincia tem
alacado a assemblea.provincial Cfua,a injusliea do
costume, dizeodo-a serva, etc., quanJo tanta a pre-
sidencia omo a assemblea maptiveram-se digaa
raenle em suas posacoes, obrando com harmooia
iSira, mas cada quaJ com a independencia que Ihe
e prooria.
De ba inuito nio bouve asscmblda, quo desse
mais podares e mosirasse mais coofiaaca na ai-
miaisiracab, e isso porque tinha certeza da^jue o,
actual pre>iJente -o quer o bem publico, os intc-
resses da provincia. Se a essa sympathia allude
o libellista, ella exi-tio a exrsiira emquantoem uos
e outros domioaremo smumcuto do boneslo e o
paliiotismo.
RelaQ$i>s_ com D. Vital I 0 ariiculisia e&teu
em seu*' momeutos de facundia espinluosa I E
J*a wita-'o enfiax-.id* espirito o levava a j tar-
reoorffecyiadaa I '-
Ajjuftfijolftijftps, se refere o nbehtta? O m-.
Ii. \"iial nio site quoitu a nem pode queixar-se das
maaairas per que, Joi. tr^taJj pelo commead?dur
Lucena. Si o presideole obseryou a lei, cumprio o
seudevtr o cutri cousa c^o podia fa ver o bispo
processed!) e condainuad.. 0 Sr. D. Vital so pd Je
udmirarose doe mwraiths, que, o haven lo iajuria-
do e maltrataJo na Provincia, foram depois com
a liypocrisia, que Ibes e propria, espcrar lamenta-
t;5es e aconsalha-lo para a raaistencia armada, in-
jurin txubada,-porque elle despresou os p. rlidos con
selhos..., ul^mh ,
C^rifltiacom 0 |ovo nasjoroadas de maio I E'
' f>JV& fbfow**** ainda hoje tome a paterni-
za dasjoroaJaa da main, ja por do-
Sas- e, ]ulgJ..s I Essa coitezia f.J
HOi, quaodo em abril de 1867, nao
o povo pernambucano de mais uma
fianter a crJem, mas para hupe-
n>.-.-er4rainoao solTres e a accao da lei,
aitHfrc fl"!"*^ e da ponta- da bayo-
\r{ < i
ida de maio foram jolgndas pelo supra-
,^-j, e es'te pela v-oz do muits de seus
iin(flzo#, que s4o verda'deiros liberaes-vlecidio
(JU8 o presidpijte ac ual ben merece*. do paiz
W|SM|\t*^'ir'raV''t| IP
"bUkfTKn Tima vez altcnlarlja
leiide, t-^r^fa.-qti^satefs d
rirva ni-b e'e atbo.
. ni*>l i.J6o*iinun),
AO roi.n.e.ci^a Provi.ria.
Conlende v i' 'iimua e n seu poio dc linnm 1-** orgao de um
partido sempra dlgno enolre, nao de^pparece
pela griti d. s cpaoeiras, Of Ios itsultos c inJQiia
que elle* soltera. 0 que laremos e desprczar es-
ses ins.oJtos, e mesmo nao nos dirigirmos a vossa
immumla f Jin, iso poreni nio qocr dizer que
nio fallen\o- ao publico oom a deiencia e verda-
de que e!l dev exjgir de t do toomem e de teda
opiui.io que so preza .
A vossas injuriaa, deapreso absolulo ; ao povo
aosaas razors e doutrina I
W it flu a
Prefiro o governo dos francos conscrva-
dores ao reioado do scs atnbiciosos, os libe-
rals I. quo sen em-se i^npuros-rrara saeri*
Hear :io altar tla liberdade, u an lam esjiecti-
lando em nome da deusa !
180G.
Marco Anlonio 11..
3
Ain:l:i no a. Hv. npritrlo flulnMifiax'.H.
Tem siJo iajra/iavj}! g meu piuc^iitr uui rela.^o
a am;g s particulares e a qu cll-s com qnem mire-
l*nho boas r>>Iaco99 : coaira pcsoas n'e.-Ln a-
diceocs uunca escrc-vi dnVnsas a sen ssfai-ter e
roj:i!ica>.
Vou ainda um pouco adi.uJIe nes:e respeito qitf
: -; i a amizade, sempre que possj, dosvlo J .;-
gores das discfls-des political lodos quantos mere- '
cpm a minha estima.
A -im, ale hoje runca st'.i) de minlia Denn',
nmi palavra se quer d- oifen-a ou iojuria ao Sr.
lir. Al'r'gm Jus'iniana di silva Guinutraei ; nem
ai men i.- live canbecimeBto-previo dos ultimcsar-
ligis a* Diario q 'c tinto o tem a;>usteinada.
Avlstis dist', el tv., ea ben loupe de p a-
ar que as tninhas relaoes com aouelle senh-r j -.-
dessem .-er pertubidu a brniamnta quebr.tdas.
Nio foi, p Js, sem pasmo quo me cooatan t- r se
o Sr. Dr Aprigio Guimaraes, feito cargo de ultra-
jar me e I f.-smar mo nas colunnas da Pnimcii,
atrebiiindo-ine auloria do escrip'.os que, devera
taber, nao cram mens.
P.iin-.'u m.'lJo estnmlia esta noticia, |rxe da>
viieidarJhe crcd.t*, e, pira evitar um pri.eli-
mento prccipilado, eotondi inlerpellar aqpelle Sr.
Dr., sobre ser ou no o autir dis injurias ;a? a
Provincia puliUokva.
0 Sr. r. Aprigio GuimarSes, descon.
lalyez as regras fli cavalleirismo, recol ea-se rt
hoje a couraca, do siitncio, e, aceio em iras, ...-I-
diz Je mini pelos bunds e peias mas I
Km |u:iul i da iio claras procas da .sen r.!1;!-
oo nneu'o, a Provincia recraJesea a- lareia di na-
luaniar me!
1st i i".-t', nio pos*o I'ix tr Jo acc-itar o .-:! a-
eio do Sr. Dr. Aprigio Guimaraes conn e in i
e\o Jo quo me consta, e o r-'c inhecsr d'aqui r
dianto como o oiais oiisalj dos mcU3 caluaniadi-
re:.
0 publici. pois, veja e apre.ie o qoeoSr.
Dr. Aprigio Gui .. -. liz e cscreve cimra
a qnem deve -1 tratamont -le anogo, e ca n
viv.'ii e Ct'UViveU durante !9 anuos na ami e--
treita Intimidada, recebendo era r-t.- itiui;: i provu
de deJic.-.-.o eciticmectda au.isa.le.
Il'je injnria-me, inventa calunnias, e argil-' m.
por la. tos J os qnaes ja me JefenJeu I
i"tii.i esta reparo, podara parar a]uidiijua-
do aos h .in.ms tie nem o aprectirem a p a -1 r
do Sr Dr. Aprigio Guimaraes, e ajnttatwa '
seu caraclcr.
Mas o Sr. Dr. Aprigio, que agora se rajfelU J*-
vorciado de tudos os seutimenlod nubraa, e c. paz
de al'.ribuir quaiqur nerva OU rPtraltiui- :
recio Jas su-s aniio'.as.
E' |ios.-ivei i|de assim pease, porque nao Id t
cariifna J aquelles, qne eatandem quo dous bom na
que se estioiaram, e, as vistas de lodos, viv n
em t strelitt-za .de reac/ow, nio Seem mai- o dlr iit(
de atassalitarem-se : o Sr. Dr. Aprigio Gnimaraes.
nao e tin homem com i os outros.
I'.ir ttnto nao posso exi.nir-me de pt-dir an mes>
rri i .v'. Dr. Aprigio Guimaraea, de esiiomlar a iaa
honra, a qoefcom o seu nome. hnntaeubdo, i
Ie publico reduzir a seeuaaafie* fuanaaei e pr
as altiMJcs tirp..s e infames jue me lam ji ,: .1. St
sabe qne tenhu grandes Crimea a gr.iiid-s dee;; <.
deiiuncie tudo ao publico.
E'assim que deve proceder; a canto quo l-.'i>
so e=eusaru.
Qu to demonstr.ar a luz da verdade, que Sr. :n
Aprigio Guimaraes a an detractor ; quero tr .-c-
casiao Jc perdoar Pie as injuriaj quo cunira raim
escreve.
A vaidade e a eaipara do Sr i r. Aprig ; p i
eii ti J.-lia. soppoe-so superior a lodos, a capai
de a lodos fazfr undo.
0 Sr Dr. Aprigio enleada que toJos noj
m s em uma comelii, e por isto quer fazer o ;;-
pel de lyranuo....
Nio mo inci.mmoda o maldizer do Sr. Dr. Apn-
gi i: elle nao diz bain lioje senao para dizer mai
amanlia, 5e e ioimigo a man hi, 6 pirjue foi ami-
go hoje.
Prulheii nas rclac-oes p iJuca- nao pxle deixar
de ser Prathen nas relacdai parti ulares.
Entretanlo nao ttnlio da q leni me qu -ixar a
culpa foi toda iniuha. Persiaadi mo de quo o St.
Dr. Aprigio tioha sangue nas veia? e iealduJe no
corarao.
Ingxnet-rae materia & o que Ibe^ cireui.i at*
veiti-, ft! e o que Hie itllud ao cora.ao.
20 Je julho.
J. de Hello Rego.
Pi-iMsio im|>orlautc.
0 d..stiucto fUbdolegado do 2." di.-iriclo da Pas-
sageni de Siagdalfiia, major Rellarmiuo do Rego
flairos, prenleu hontem o criminoso Manoei do
Nasci mento, couheriJo por Manor I Cachorro, que
tentou, em dias do inez Je jaueiro do corrt-ate
anno, assassinar o sctual subdelegado de Varzea,
lenenle Manoal Candido de Albuquerque. Por
tanlo, honra e louvur s ao referido subdeegtdo.
e e.-pi rani.'-s que conlinue a ser iiel e p. ntUdi no
cumprnneutt. de seus di veros, pois e bqnra das
antoridades policiaes iudependentes, qua maito
pode auxiliar ao digno chefo do policia. na c?p-
lura de crimiuosos, por nao so preslar a cooside-
rai.oes ptssoaes, que smipre sao funeslas a 10-
ciedade e a quem se pre:la
0 imporctal.
QunIro Eiistorie*
Acha-se ;i venda em todas as livriria*,
pelo diminuto'preijo de 300 rs. a important.-
ecuri-sa getvura da actualidade O Sonho
I)..arado d$ Pio /!, ylTerecido pela redac-
tfio do Mosquito ao eminent escriptor Gan-
Rpneili.
Apiicllo aos liomons bons fa
pr- vine ia.
N3o so de p3o vivo o bamem, mas de
loda a palavra quo sahe da bocci de Deus. >
Ksta divina verdade revela nos as dnas nn-
ccssidades a que t dos estamos sujeitos : a
necessi lade de pdo para alimentar o corr>>
e a necessidade do doutrina par* alimeotar
o espirito.
Daqui tambem duas especies de pobres,
aquelles a quem falta o pay, e aque les a
quem falls a doutrina, que desgrir,;it!atn. n-
to s3o cm naaiur nuraero.
A primeira Jestas duas especies do pibreza
quer !i.us que seja soccornia particularuien-
te, nao sabendo aesquerda o que a direile
fas ; a s guflda, tore"n, manda elle qae
ja soccorrida puWicamont Ide eminar a
lodas as gtnles, etc. etc.
li-[iloraO'lo do intimo d'alma a falta de
onsii1refi|ftso da pirte dagoelles a quem
cbrre rna^t rigorosi obrig(,ao de o minis-
trar, alguns cidadus acabam de combioar
em urn meio qie Ihes p.irece ss p ra satisfazer etn parte essa grando news-
stdade,'
Este rneio consiste ni pubiicar;io di-
tribuir;ao gratuita de uma folha exclasiva-
menle religiosa ten !o por li n instruir eedi-
ficar aquelloique precisarem de sp-lo. ,
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&i$to &P&VLZHm co.a ai a;, '^MMeiMK ^fc^ASitfns da^npfcsfujwit^ada,*edin-
j7>ni;s OSeirro-.ftr/rf pan tSo utrfffm.
AquuWaj i)*j ft^igWWeq-miH^yuwnsaes
teriodireito a d )j^$ ^jerapjare; da filhn
p4MlK^af>AwLiqrfe;; asMgnarem dotis- mil
rfvt^aajdire^d-qva'jfy exeoplwvo as
sim por diante.
'U^lUlia settSm^tt*! (p >r age**) d.i r
zio.de %#,wwwUw PS? >3*W.
rail! *s?es os quo if mam ser distri
JUNTA DOaVflfJRRETOKES
*Vwe* dWK *!> jii
Algodao da PaiaDtUarV sorto 7rf30D por 1
kilos posto^mlo a frete de 3|4 e
bui-l
wrio
pelo* assign antes, ql
protectores 4a tmprcza, todps .os o
a-
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cortHtfcraJos
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desla cidalo nos dias santi/bados ujn.ocoa- fteVraenic j- di> I a 18. ... 481
So da HHS^afJO awn <- aw 20 -+7t
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4^0^*9^ i-^ **Lj.ai;^ia jfasvjjssigj
alarms' WpWmiw, tftlrtgimda rbltta sera*
nalu
riponta da Bna.Viscf'"'WH fcAbs a J. M. PaljneiJ
W^ffa Adamsoa I.leW?e frC., 2 a*. P. Jibnstofl &
ff.?3Paft*reafe'tfaiftM fi; C, 2 aTrfomat de A'
f% rkeeA' ft -Sft deessofj}!
Mn;*essoMivdTum'a Oe&illhacar $ C "" j
'Untiii 'HlrWWa Moreira rMHdav & 'C. LHto*
I.eehtt-eroMem. Lori tOWga* al GutrrrarSea
Aiguuan m laraniiaarr sorto 7*900 por i<
kilos posto^ajwlo a frete de 3|4 e
r-esconto I K^-i^i 11,2
i a P. de Le

947/W8
-.9195908
CstinrfA1 '<
Mangualde.
Ponte do Lim.
Povoa de Linli
Vdla-NovadeP,
c&pozende'.-
Oliveira de AZenwis.
f o Casleflo.
a de Fa.oalicao
ond(. iratr
/).
nugmen'ada, fazendo-se ^ongeguiiitemeiito
a di-t^uyao cm n^itr escala.
K' nma osinrtfe preciosn ijae so ptctcnda
lazer ^.j^ssons, fiesypliJa,*, pjij quo, nao
disport lo fellas do melos pars romprarlivros
nem assigittot gweftj,* nM Wm onde pos-
;.am beber a sa doutrina e od.ficar-se com
.-.au lavti^ejeirfptis. l
Os crolottons da eir.Lreza, alo:n f).\ sa-
tisfa^*)"que lhc? re3oilf#a &h c insoiencia
i'o bom que vao faatf, Awerao espeivr ou-
v;r da brnjca tldiui* Sjpro.uio, no dia do
.juizo fiaal". ektas tiO sigoificativas quanys
'onsoladojM ptfavra^ :
Vind| l|R(|ditosd^ rneu Rpi, receboi o
r<>iii') que vdsfif^ipa'p^raio d|sle o prin-
cipio do munJo, purquolivo fume e destes-
Me do comer, tivo selo e dojtes-me dj be-
ber, I'Slive mi e me vestistes, cstive enf.'r
ii i e fosti'S vor- o. andoi peregino e ro-
iu]'a:'sUs-me. >> E qu.iuJo idmiradq de
tinta bondado llio disscrom : x SeBh,or,
i.,!iaulo 6 que vos fizemos todas estascou-
sas, o.ivirao ainda d* inesma divina booca
( m prosenija de toda a bumaiiidadc reuni
(I3 : F.m verdalo, cm verdade vos digo,
tvias as vezs que 0 Gicstes a am dest?s
p queniuos que aqui ostao, a mini <: que o
i Z-'StS.
D8 tns c n trcs mez':s sera publicado 113
f till 1 0 balanr^ da receita e despeza da ein-
prc-za.
To las as freguj-zias d* '6ra da cidad? que
1. iiiz-roui Ik a f^jlha para distribu:I-a gra-
tuiUmepte pe! respectiva p}pu!ac3o, pole-
rao cnto'idi.-r se com a direc^ao da emprczt,
eeft')3 do qua apenas nagarao 0 custo do
papel e d -. improssao.
Assigns se n Livra'ia U::'versal a rua
fld'ImperaJor n. Si, e as infirm irdes ivsc'SiariaS dquollos quo as
jj irjan t' r.
A pulilicaca") da fiiln terj pnncipi 1 no
prissiuii) mez do agj.to, se as assigriaturas
r eebi las assim 0 parmiltire 0.
499.887*906
Desearregaia ^'ftjlt Vapiir inglcz Stu&At (itraoado) raorcadoriaa
para a!fan*pga e mho' para deposHo no
iWapkaeiBarfcoaa.
Urigue lagtetVietoria -(atracado) uiofoadoj-ias
Barca f.-aagatf 3&mm<& AHadoria^ para
altaadega.
Palhabo'.e inalez Southern Home luercado-
rin? para alfandega.
lirigne portugnez VoaA-r do Mwdem vioho
par.i l>;;ii?ito m> Ir.ini^de Cualia.
Iliale nacionalxQauf dejidlio mahiano -generos
nacitajfef jiafalp tla^iole la compaahia.
Pataoho americano Wafer Lilly farioha da
trigo ja '.li'-;);n;had 1 para 0 c.aes do Apollo.
Briguc alleiiiao Lubeck -farioha de trigo ja des-
pachada pan 0 cae? do Apjllo.
Barca inglezaCce*'('w para 0 cms dii Apollo.
M9i;!ica(-ISo
Isiijiartncito.
Patacho meijid Ijupoldlnt, entrado do Rai
Grande do snl era 19 do oorTv'Bte e consignadj it
ordem, uunifc.-lou :
(^ouros S'Mjcos id.
Graxa c.11 besiga 8^340 kilos.
Sibd coado lii) Da riaas 00m 1J.4I2 kilos.
Xar^ue IM^MS kilo.-, a ordem
Barca naciaoal Iflrma, entraJa do Rio ilrando
do Sul na uios.na data e coasigtiaJa a CMivoira,
Filhos 4 C, manifestoa :
Couros s-ccos 60.
Graxa eii> liex.ga 4,964 kilo?.
Sebo coado 3 barriea* com 2,879 ktloa.
Xa^que 140,320 kilos, a ordem.
Brlgue nac pnal S. Mmoel, antrado de Porto,
Alegre na inesni data e consfcnJlo a Oliveira Fi-
Ih 1 & C, minifetou :
Cnures secc is CO. CUfre Je novilho 2,390. Di
tosde vacca 2,! 38.
Fufiulia dj iriaoiiica DO saiv .s.
Scbj em rama 1,240 kilos.
Xarqoe 135,1*9 kii-= a oriem.
a pro-
Vapor inglw Student, mtrado dis pottos da
Earopa em 20 do corrente e consign ido a Mills
Latham 4 C, manif-.'stoa :
Cnrgi de Li-oos.
Agua mineral 1 caixa a Ferrcira Maia & C
Agoardente 2 barrls a Jis^Gwne'a Ganchc*. Arei
lonas lOsaccot a Lima 4 Siiya,2 nncoretn a Can-
dido R da S. Marqu's. Al.iste 20 harricas a Al
fredo P. Barli isa
Batatis 300 mei.T ciix.u a D. J is* Ferreira
Cru', 40 dita< a ,Alfr;lo P. Baritosa, 75 a Pinto,
M reira 4 C, 230 0 J.-m, 50 a J irge Tassa, 130
a Silvi Gaimarau & <]., 70 a J. J G >ncalvo> liol
trio & Filh., 30 a Costa, Coulia & C., 40 .1 Leao,
Roeha 4 C, 50 a A. M. Mouii'iro, 50 a Magalhiea
A Irmao, 30a Lapa A Primi', 30 a Monteiro Junior
4 Fern nJes, KM) a Amorim Irmaos & C 100 a
Francisco G. de Araaj 100 a Antonio Ferreira de
'.;.! valiij, 50 a Franci-co Jose de Silva Guimarass,
50 a Manuel BafboSa Ribefro, 50 a Lima &'Silva,
2 a Cindido H. da S. Marques, 173 e GO ditas intei-
ras a E. R. Ilabello & C.
Cebolas S I caixas a Lima 4 Silva, 25 a Fran-
cisco Jose" da Silva Guimaae, 30 a Monteiro
Junior ^ Fernandas, 120 diias meias a Alfredo P.
Barbosa, 30 ditas a J. J. Gflllfalves BellrAo & Fi
llio, 20 a Costa, Cunha & C, 30 a Lapa 4 Pri-
mos, 2 a Can lido It. da ifflva Marque?. Cabos de
cairo 36 (eras a if. J. de Aguiar & C, 2d a J. J.
Goncalws R.i.rai 4 Filho. Cal 50 barris a J. P.
da Fonceca. Cuieia 10 caixas a Lima i Siiva.
Qara era gcame 19 barricas a Thomaz de Aquino
Panceca c^ Saccossores. Commodas 2 a J. S.
Ferrcira Bastos. C-in*lfos 2 caixss a J. P. Aran
tes, 1 a Manuel N. da Fonceca, 1 a Maooel Joa-
quim RIAe r >, I a Satyro S. da S:lv,i. Cebolaa 23
caixas a Silva Gntanratt i?c C.
Figoras de gusso 1 eartas a Aieelo Lautia^.
Procas 2 caixas a ordem.
Hervas 1 caixa a F.-neira Hata ii C
Liuha branca 2 fardos a J. J. Goacalves Beltrao
6 Flh.s. Lavas deseda l caixa a Guimarles A:
Irmio-. Livros I caixa a D? Lailbacar 4 C, I a
W.ili'relo 4 Soaza, 3 a Silva Cardoso & Pessoa, 1
a J. da Silva Loyo.
Macas 5 caixas a Monteiro J aniot & Fernandes,
20 a Krancisco G. de A., :J6 a Lima <\ Silva, 10 a
Antonio Ferreira de Carvallio. Matsas 16 caixas
a J. J. GoQQalv.s Beltrao 4 Filho. Milho miudo
14 barricas a Si'.va Guimaraes 4 C Mercadorias
divcrsas 3 caixas a orJcin, 1 a A. G. A. Ribeiro.
Medicamentos fe> caixas a A. Caors, 1 a M. J. de
Brito.
Oleo de amenduas 6 caixas a Saunders Bro
thers & C.
Passas .5 Ciixotes a Domingos Jise Ferreira
Cruz,3 a Al-raJj P. Barbosa. Plaatas 4 volumes
a or Jem. PaliUs 1 caixa a Lapa c< Primos. Pai-
xes 2 barris a Candida R. da S Marques. Penei-
ras il; caln-llr) 4 caixas a ordem. Payel i caixa a
J. Nogueiia de Sjuza. bilo e livros 1 caixa a
J. Barbosa d.- M^lio, 1 a M. da Costa Moreira.
SardidhaS 23 caixas a J. J. Goncaives Beltrao (i
Filho.
Tinteiros de uiiial 1 c4Mi a M- CirJoso Avres.
Taaciabo SO barris a ER.Ribello.Si C, 40 a
J. J. Gra;alvw Beltrao gpFilho, 50. a J. C Br.jga,
25 a AltVcJo P. Barbosa, 25 a Clrdcst) & Martins
7 a ordem.
Vinagr-' 6 bar rip a it Bhtinfou &' C. Vinho 28
piiias e 35 barri.s dc'qaiinw a E/Ri Rabeilo & C.
11 ditas e 40 ditoj a J. J. G. Beltrao, 10(5 e 20 an-
coretas a Amirim Irmao BC, 7 e 23 a Oiiveira,
Filho & C, 6, b0 e 130 caixa-s a Silva Guiraaraes
4 C, 10 barris ce quinio e 10 ditos de decirao a
B. Thimson 4 C, 40 dilos de decimo a Pereira
littt-rarin.
O TIM DOS TKMt'08.
OU
1 imperlt -/> Anlic'iristn, m deslrui^So, e
xima cinda do reiw de Deus.
Lti-seno Aip&rtolo, p-rioJici religioso ijne se pu-
I lie* na cfi te.
E-ta important.' obra pubiicada receutemenle
>-!. Peruambu.40, tern sjdo oor.ro>amunte aoreeia.-
1I1 ["lo* p incipac- organs da imprcn^a reli-
0 Oiari'i d* Pertain'mo, a Uiiiiio, a Tribuni
i!in d-i Ceara, a Chronica Religioxa da l!i
e nfti namente 0 Apostate dis'.a edrte a tern
nmendado ao> sea* leftorea como digoa da
:, i i;ao de todas as neSsoaa que so dedicam as
Is, particularmente daqoelbrS que vecm no
ristianismo nao uma invenyao humana, senlo
msiii;ii;iio divina.
S?cnlares distinct is por s;n saber, d intos sacer-
. 8 !>;. 0 Sr. areebispo da Bahia, rj Exm.
b *.>! do Ceara, <> Esm. biipojcapellao-mo*, teem
t itado 0 autor on lormos calorosos pela sua
r ia roducijlo.
S. Exc. 0 Se. bispo J 1 Ceara, esereveadb a uma
;. -- a de Pernambncfl qoe Ihe remettera um
iar do Um d >s tempi*, diz assiin :
Toda essa obra foi e-cripta sob vistas eatbo-
I cas, e seu i>ntor, verdadeiro catolhico romano
um titulo adquirio a ser considerado um dos
i ritof 4-i igrejtt. A "lie os mens panb-ns e
f .'.!_")>- I -ijo p t haver tao dignaniente em-
I ..!) 0- Ulfent H quo lhe eoofioa 0 pai de fa-
I, etc. etc.
S. !'-XC. o Sr. bispido Rio it Janeiro, escreven-
'. a mm pes-oa quo lhe remeueht igualmeute
ura exemplar da mesmaobra. die assim :
< A>ri-ail^;o-lhe inUUo e ui.iito a obra que se
d ga IU di iiiandar roe, e roga-l :e queira de minh'i
pi v dar a sea aalor matt is parabens, lauvoros e
ppl KB is: eu fio a'lradecenJo a Deus 0 talent)
cue Ibc dea, etc., etc.
a Ciino se ve, nenbuna iibr" pubiicada eclro
1 '- mereceii ainJa lao graa-le* elogios e por par-
t- ;; pessoastao autvri 'ir rn-tin-ias nao so |>odia publicar um trabalho
a 149 im0ortaate e e insoieMioso.
1 Coai cir--.it>, 0 antor oompolsandi a.-sin os
I r iphetas da .ei antiga eomo os da lei nova, mostra
torn os fact is qu? se estao passando no mundo
; mis cheMjos prozirnos ao iim dos tempos,
ao ultimo dia da imfclieap, aaajmciado por aquel-
I -ia' >s values, o quo Se dove enteu.ler, nao pelo
0 n J.) mundo no sentido ptiy.;;ci, mas pelo fim
d> munJo no sentido moral; isto e, peb Um do
1 lado Jo mal e pela vinJa do reinado de Deus,
bem.
Depois de mostrar anaunciados ha mais d;
2.0i)0 anms todos os principles taetos da historia
0 nt?nporanea, tie- eomo a elcva^ao e queda de
"'< p jleao I, as guerras do Piemcnte contra a ahs-
ria, a elevacao e qaeda de Nap- leao ill, e seu
hperid substituido "jiela republic, 0 mgradeci
meata de Victor Emmanuel, a persegtticao par elle
I'.ti a igra^a de Deus na pessoa do sus bi-pis, 0
: r :nj-tra ns a reoniao do coneilo" do Vati-
ano, a deflniflo da in^illibilidale do papa, a lutal Viarma & C, 10 barris de 6 almuie?,- 40 dito? de
travada no seio do meimo concilio entre os hispos
irallieanos e pi !j;;,'o? orihadoxos, a derrota da
; telles p a Victoria dt'stes, etc., etc
Fiaauneme 0 dragao, as d-ias bflslis. as duas
!i.a h >r > vistas p ir S. J iiio e p w'4lfo aoscrfptas
r eM ADftcilypse, iirna camo revestida do sol,
imdo adaa deaaixo de seus pes e uma coflua de
o:e estrailas em roia de- sua cibec,a, e a ootra
itada em cima de uma be.-ta de sete eabepis e
di; dirnos, to'a cheia de nomes do blaspli*mias,
Mi lo na mao urn vasn chfcio de imraundicia d^
- a or -titaicVi, a conddirtadh. queda e ca^tigo
i> (fessS prost-ituW, das #Oas bestas ado1
.. tu^doii' txpliiado admira*elme:K aeita
a iinportari->ima eomo representacoe* d [9%-
f>eS confMtiporanMs e annnncios de MctM,
ins *ji con-ummados e oirtros que parece tetio
1 ''] prr) Ali-e a vtdft exemplar, a Livraria Universal, rua do Ixpera-
lor a. ol, i Linrtsria MUttOfka, mearaa rua n.
''), a Livraria Industrial, ra do BatSo da Vic J
toria (antiga rua/^v|J e a Lipraii* Economica,
'in Primeiro de$trfe n. 2.
t^iia Florida de Hurray Lanman.
Em virtude das senhoras sece.n a preciosa pos-
' dVth-trYtl%*lo,-p>r 18SO mesmn-ellas r4f
todo 0 soberano direiw a eleicsio de t"da a espe-
:ie defclegaaie luiurias, que a arte estimulada
ela R'Habferik' p^Je itffefltar. fintre tafcs as que
;:ern.-neem 01 ^fnrarm in loacfcdor nenhuma ha
jue-^osM eB'-edtr era ar&matic;. delicadeza e Qou-(
a, apiella acima twnoiotidi io alto deste para-
jrafljiov Possu ndo uraa njinioiia e.delicadUsim-
i agraAciavf uaaaugKate uUi e agwiavaj em va-
iM-**ijn, nuer .jae aoaw aiirtapstadora^da corns,
,^ao,iaoe)leo** rai^farada eufn-agoa eomo raeta
agradavel p*raHrmagi)ir a ica 0 alvejw os
denies, e flaalmente 4019ofia axeeilente e admi-
ra^Latoip cafativp m kilos os Cjasos de nerv.
2 e 13 dit->s de 3 a J. Gomes Gancnes*
, Carga da Liverp-wl..
Arroz 50saocis a Siuzi Bast'* ge Tasjo, 30 a fcoata, Cuuha 4 C, 200 a Fernan-
de3 da Costa A1 C, 50 a Ferreira 4 Velloso, 10) a
P. Jose da Costa Am*rtiri & C., 1O0 a SiNa Gui-
maraes & C, 50 a Joaqalm Jose LeitSo 4 C, 50 a
Lima 4 Silva. Amostras 16 volumes a di versos.
Agulhas 1 caixa a Pareate Vianna & C, 1 a D. T.
Basun.
Barriiha 20 tambores a Fernandas aa-Osta 4
C. Brandy 35 roixarsa J. FramisMi de Paula Ra
mos. Barras de ferro 316 a B4lh#r, yiiyeira A
C, 20 e 130 fe'iftjs a ^amuel P fofla'sWn 4 C.
Biscoitos 3 caixas a ordem.
Calcado 2 caixasa ordem, 4* Lvra & Vianna,
\i ***. I a kaiiaidK. de Armuiox^Ck
t
Amorim 4 C, 20 caixas com 21 dita a Joaquim
J. Lellao & C, 5 com 20'*- D. J. Ferreira Cm'., 8
ditas com 22 a J. J. A'.voso, u e 47 maias a Lebre-
4'Peis.
CJru"u*'-4 carx3s aCi-amer Prey-Sc C, 3 a or-
dem, 1 a Joaquim A. de Araujo & C. Caffela 10
sacteia Lebte ℜ Conairvas 4 caixas-i 6r-
dem, Ondleiros 4 caixas a JTda RocTla & Silva,
Iapfrjpmj 3* Fe rait> Monteiro ^. C Corr* de
rro 2 a ord'err.. Couros 1 rolo a orlem. Cere-
jjwSftaTros^fJrrVAlvejfefc . rjaixl a Amaral, Nabuc'o '4 C:
R*-ter3;5dnk4^ten{'i)jH:^v-i4C. fitoatieo
caixa a rj.^5. Betlrao STilho.
GraVV |a*l.iact&Jorge Ta-so. bre
caixas a Ballnar, PliTeira 4 CJJ *
! Js^MHWl ?a c|rurjia 1 oaixa a Bfaltoto-
Urvalhu. 7 a Lima A AUya. 12,aLeap Ro;ba 4
C.3I aifl^galliit'. 4 Jimao, 2oaTkltrao A Filbu,
21 a Maujel 4a SjlvaFaria, 9jP. J. da CosU
Amorim 4 C, 11 a B/itfiomson 4 C,10 a Mjreira
OajJidai' 4 f., 8u I $., da Rosa A. ejthoa, 10 a
origin, 2p ao.bari'a ae.,8 versas I vofuuie a J. A.'Pereira 4 C, 2a M:Maei-
JP1'*^,? a qtii) RoUres, 1 a.Perdir.i Simoes fa
C, 3 a brflem, I a Fernandes Irmao v C., 1 a Pa
rente Vianna & C, 8 a Moreira .HiUiday A C 2,
l>. T. Bait a, t a E. Feotoa, 2.a,Pacheco 4 Aze
verjo. MBiS 3 caixas a Cramer Prev & C I al
J. A* p Arpuji A G Madeira de raai em. pefas 3
volumes aJBauudexs BrJihecs 4 C.
Objectos de folio-o bamcaaA Manoel da Silva
Faria 4 C, 4 jJaJkrJ^^P*J),*'lJ3 para na-'
Potass* 35 WlanubMfZu&pel de impres-
sao 5 fardos a J. M. de>S. Aguiar. Papel 3 cai-i
xas a Pereira SimSes 4 C, 1 a J. A. Pereira &(
C, 1 a F. H. da Costa.Ta A Hensihrl 4 C 4' a;
Manoel G. Ayres. Pintest* 15 saaoos a J. Tisso,
5 a Ferreira 4 Veloso, 20 1 Lebre & Ret>, 10 a
P. J. da Costa Anuriin-.&f:.- Presunto 26 caixas a'
Beltrao & Filho. Pes^ieiferro 9 barricas a Paren-
te Viaorw ^ C, 3J) a S. P. Johaptop i4 C Provi-
soes42Vlum*s a or fen,'If a lor;* fasso, 2 a
H. Nuesch. i a H. Neoiacvi
Queijos 5 caixus aXjrga Tasso, 2 a M. J. G>n-
ca ves Pareira.
Relogio de ouro I caixa a Gomes de^MatVos Ir-
raaos.
Trapos 2 fardos aos co isignajarios. Tapete I.
fardoaordem. Tiulas 22 barris a B.viblomau
4 C. Tinta caixa a J. da Roeha e Silva, 1 a M.
C. Ayres. Taixa de ffriw I a S. P. Johnston. &
C. TeciJos 2 volume? a A. Gibson, 2 a Carneiro
Pereira Aj C, 37 a Adamswi H>wie & C, 24 a
Orinto, J^rdim & G, 8 a J. L. Goncaives Ferreira
6 C, 37aoidem, 2 a U. H. Wiatt 4 C, 3S a C.
A. Burle & 'C, 12^ a ramer Prey 4 C, 20 a 'Ma-
noel Maestrali & C, 3 a Radrigaes Irmai & Gui
maraes, 55 aos consigoatarios, 106 a Luiz A. Si-
ijneira, 1 a Otto Bohres, 32' a Goncalve3 Irm3o, 2
a Machalo 4 Pereira, 19 a Alcoforado, Vjeira &
C., 16 a Mesqaft3 Cardcz 1, t8 a Monteiro Grego-
HA & C, 45 a B. Tnouison & C, 1 a F. V. do Can-
tali -i-, 1 a Magalhaes "4 C, 8 a Carneiro & Xtf-
daeira, 143 a Keller 4 C., 10 a Phippa Brothers 4
G, 44 a Si.npson & C, li a iJraga Son 4 C.
Vidros 2 barricas"-a ordem, 1 ciixi a B;ltrao !
Filho. Vinho 13 caixas a 1. Pranctsw de P. Ra-
mos.
mmtftwm
^uros maritimos e terrebj
.3 <, o. G'timarSes
& G Louga de porcetoraH d-iwa* Wotto Bohrds.
Lona 4 fardis a MJrtlfafiallilay & C.
MaoMigvBi) uarris a i. M. Halnvira. 5) a Per
onmles d^CosU ( G. 12 a-Leio, Roeha & G, fi
a TnooMz>dd>Aqiiniv:l|oiii!er'a^ Sjoaassire*, 40
por] a"R f.*\-eslraArBoranJ)V^C.. 23 a.. Babe ett
' metleau 4 C, 15 a ordem, 50 a Saunders' :8rd
thers 4 G, 25 a Cardoao, Martins & C, 10 sac
ncecai'-s Ferre" & A,
r .ico rmiHtimo pm rraTiti i!e velaevapore;
jara denlM.^|Uri do,iijijMfjQ, aMm come
ontra Uat UUo pMiM' 'ieolfcs e fa
oadas. .,
^ff^e^QiilWPWftse. GaO%*tti6 Wtra^
'.a do CommfroaHf ^-i" *fidar.
IS'abbi sakidbs notailkf dia.
ttio 4ira*l i-ir S11I pn'aciio brasrlqiro
PH*n&x9\ c^pitdo Torres, cara *!.
Canal-"brlgu'? ingloz l>ui, cap t*rj Cino
>tull, carga algoJaa.
Awcaly yte oraiileiro Ueue te U-uardct
eapitio Pessoi, cirg*diverso3 gonwos.
*ywtfqva b~?g'j-? inD't<-z Maria, capifSo
\\. Kearney, QHvlaslrj de atoio.
m

aptfi
''and
4m
tl,WsC0!J00l
rwnu-va. 8,000:00050 Of
sates,
81 RsJiBpKq y
MARfTiMOS

BtttPACilOS DE EXPORTACAO ."CO D'A 18 'M
JJLIia 02 1874.
Pzra os ftirtbs'&d exi.rior.
St barca portugueza S. M.irLi, para Lishoa,
carreg.u : A. Loyo 8)0 saccos com 60,000 kilos
de assucar branco.
No vapor pirtngue: Alm-'idi Gatuel, par.i
Llsboa, carregou : S. P. Curado 1 caixa cm 14
kilos de doce ; A. P. de MenJooci I paaagaio ; R.
Lima 4 Guimarios 20 saccas com 1,711 kilos de
algoda".'
No paticho portuguez Fjrtum, para Liver
pool, carregou : J. Pater & C. 1,067 saccas cou:
84,697 kilos de algodao.
So navio allemSo Jjhnnius, !>ara o Rio da
Praia, carregou : J. J. G. Beltrao 4 Filho 155 cas
cos com 15,6)0 litros de aguardente.
Na barca ingleza Wenejrid, para Montreal,
carregou : H. Forster & C. 1 caixa com 30 kilos
de doce. -
~ira os porlot Jo inienor.
Para n Rio Grande do Sul, no patacho natio-
nal Joven Correia, carrejou : J F. Balthar 317
barricas com 54,398 kilos de assucar branco.
Para Acaracu, na vapor nacional Giqnia,
carri'g')u : J. A. G. Pires Jun or 1 barrica com
86 kilos de assuc: r rcfiuado.
CAPATAZU
*aodliiiento d" a'* 1
fe a do dia 20 .
1>A ^LFASa*A
a 18. 13.867/417
404i680
N i Jia 1 a 18
No dia 20
Tjcaoira ports .
ieguuda porta
r-rrceira porta -
r rpicbfi Cctceican
VOLCMSS SAH1D09
14:272*0 2i,269
25,061
SERV1GO MAftiTlMO
u*rengas descarragadas nc trapic-e da
Mfandesa :
No dia I a 18 .
^0 dU 20. ...... r v -
* irapieoe GoDcetc&o
tntCEBERORlA
RAF.S
DE RBNDA3 !NT
iiimJiment" dn dia
tn d* dia 20
! a 18
KNA GE-
30:8694791
5.12#W6
:io:'998|387
GONSULATO I'ROVINfJlAi,
fldn'itnv.-'to
'den do dis
Jo 41a 1
20
a re
108:184*722
4:1)81^032
412:265*74
AGENCIAS ROVi.N'ClAES
Liquidos ospirituosoe.
Rendimento de 6 a 17 3-:G34990
.0 ae
Idem do dia 18
3068329
Bacalliaq. e,tc.
Rendiraento de 6 a 17 4.222i821
I Jem do dia 18 i
Generos de etiva. '
Readimanto de 6 a 17 5:856J6)3
Idem "id dia 18 553762
Furao, ~e'tcv .
Rendimento de 6 a 17 1:535*876
Idem ido dia 18 I

", 5:9ii^319
4 222S821'
5 9123365
t-fttffri
r
17:6iO-*flf
A^iwouro provincial de Peraafnbueo, 20 8e ju-
Ibo ti 4874. .
.Oescrtvao,
Joao Carneiro'ST. da Siiva bantos:
PE
0 banco
razao de 7
CONTRA 0 FOGO
Acompanhia Indemnisadora, estabelerada
uesta praca, toma seguros maritimos sobr
qavios e sous eerregameotos e coutra fog<
em edificios, mercadorias e motiihas: n
rua do Vigario ca, 4, pavimei*o terreo.
Aapsti) F. tTiliiveira & L
A casa commercial e bancaria de Augusto
A d'Oliveiw dc C, a rua do Co nmercio ris
42, encarr^ga-se de execurao de ordens
para embarque de prodoctos e de todos 0-
mais negocio^ de crintntissao, (juercommer-
ciaes, quer Jyanearios.
f)econta lerttras, e toma dinbeiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e 1
jizo, a' vontaIk do tomador, sobre as se-
guintes pracas eatraiigeiras e tiacionaes :
l,si.la"". Sabre o vmw bank of
LON* limited, e varias casas de 1." c'asse.
I*aai*is. ^ Sobre os banqueiros fuuld
dt C., MARCUARD ANIIRK & C. 6 A. BL*CQUE.
VIGrlAL & C.
IIajul>iir^o. Sobre os Sf9. >o\<
SCHC BACK laC F1LI1 S.
Lisbon. S'jbre os Srs. konsecas,
SANTOS & vrANNA, C SKBASTIAO JOSE OF
iBREO.
Porto. Sobre 6 banco uni.\o do por ri,
O Sr. JOAQUIM PINTO DA FOXSECA.
Parn. Sobre o banco commekcu-
d para, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILHOS.
HttrnnliAo. Sobre o Sr. jose rea-
REIRA DA SILVA JL'NIAK.
Rahia. Sobre os Srs. mariniios & c
Kio d6 Jttuciro. Sobre o BANCO
INDUSTRIAL E J1ERCANTIL, BANCO NACIONAL P
8ANQUE BRVSll.IBMNE FRAN<,:A!5F..
gompInhia
Phenix Pcrnambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias,
tretes, dinbeiro a'risco etinalmente de qnal-
aer natureza, em vapores, navios vd ela on
larcacas, a premios muito medicos.
RUA DO'COM3IEHG10 U. 34.
Seguro coalra-logo
rK LIVERPOOL iNSURyCE COMPANY
.lgenies
Sadnders BROTHERS & C. '
11Corpo Satoil

Jl OE
Jorge Tasso
.TI. S3 Rua lo Aaiorim TV. 3*
Saca por todos os vapores qualquer quantia a
prazo uu a visli sobre ease Banco, on suas ras-
pectivas ageneiasoas seguin4es cidades. villas 4*
Portugal e iiaai Jifljaceates e HespanrW.
A saber :
POriueni e iiiia*
Aguida.
Amarabte.
Aoadia.
Arcos.
Arco do Baulbeim.
Aveira.
Harea.
BWcrtW.
liaja.
Urap*t Cabeeeras de Bast i.
Camiaha.
'Goiura.
CovHUa.
,Eiv,i*
Estremui-
F.vora. ,
Fafe.-
Funchal.
Payal.
Porto.
iRegoa.
Tavaa.
jltorres.iSojfaj.
Vianna.
Famalicao.
Faro.
Figuera.
r.oavea.
Quanta.
.Guimaraes.
Lag<6.
LanttgD.
Lisboa.
Louie.
Mcaihada.
Melgaeo.
Hirand5!t|. r ,
WuB.;ao.
Oliveira de Aiuneis.
Avar.
*aattel.,
eoatp do Lwa,
-Povea -de Lanhoso.
* forllAli
Varzim.
.^Xbomar.
villa do toode.
Villa Real.
1"""" .Y.1"* P""" A Ao:liar
Madrid. t
Barcelona.
>iWWfta'.
razao de 7 por ,0 atr anno, ou 2CM.uu
po^- atc/J^o^wUtivo.af.feaitstpe fiq^^o^.^0.
dejuiiho ae're7i. r
I> rt>;>-. bUi 8
T Qajyitiyi/Jk^c a O.to BohcWs, 1 a Mintf* A
1

fc-.-te-SiRstn*', i-a B*P '^iitt& "., jamncisco* Manbel da SflVa',,Tl'a J.
T^rragem 2 volumes a Hot Brente.Y'aons & u, 1 a Fawa ttai\\ IS
TtKCUlO liauuf VJL i
j WwtiH de rerro gafvaaisa.tt-3 "4o* c
B*ro8<-' 44 a
"aS. P.
i JoaquMTi lose Gantalves Beltrao & Edho sacam
ruf;Ae.ijji. oAf-:v
r Faro. Porto.
Bancc/^ioifniepoiAW* Baga,
Artge Jim.
Sa*.a qualqaev qnaatia, a r""^7-',,a a vijta sobre
'LOO este banco ou suas ageircras em b'das as cidades
evillssf ae Portugal e ilMVMKastK e-IUspanha,
!na cidade Madii,'fiadi*Bi W-P Barcellona.
CO*
Idendo, na-j
ou
Xnadia. >
AgridMi
Aveiro.
Beja
Chaves.
Elvas.
Amarante.
Guimaraej.
GtvlMBM.--
!rlii.;iM.,__
re| iiJ< junta no dfa ctima menci ua-
da, pelo raeio dia.
E jiara cooslar, so iiiandou bzer pablici
pelo prcsente Dluiio,
0 secrttariu,
Miyiiel,Ajfjmo Ferreira.
Clausulds espociaiTs para arrcmatac^o dos
j-'paros da c.-troda c r ciistruugan de
:) 0 iflclroj crrreiiV;s Je emjatdgramenlo.
entrc .js ixwrcus do li.a 12,000 bracasda
ostrada da Victoria. .
1." (Jsrep.ros daestcada e recon-lrucs*.>
JyS euipodrarr.ciitos, scraj oxucuUdot de
coittormidade com uir^iiatiilL ua impor
tanci.i de l:25itf.0U.
2. 0 arremataiitc dwiiormcipio asobr no prazo de 15 dias, a as coiicluira i. li-
tres Inezes. y>*C
'&." 0 pHgameiilo 6er4 4fetludo ena ires
presides i^uses, & prQ^ucjao do ir.ii)|{n
exocutado, soudo a Uuia e deumlifa.
quinm dias depois Vie a*a coticlosdxi.
4 l*ara tudo mais que rrit) se achar e%-
(pecificado, serd n-gulado pelo qua dsuoe o
K jra constar, semaadon fazer pnblico no pre- regui6mruU> de 34 deiewreiro 6o wnenti-
sente lomai,
0 lllm. Sr. iusiiaclor-do thesouro provincial,
em virlude da orlem da Rxm. Sr. gresidente da
proviocia, de 4 do correiwe n**H baada fer pu-
Mtdo, que vto a praca no dia ft de agosloproxi-
mo fotoro, peraiiti a jnaia do mcsm<> thesouro
para Mr arrematada a quem por menos lizer. a
obra do calcatnenlo da estrada de Jubdaiao, lead}
a |H,nte de Albgadoa Ale a barreira do Giqaia,
arcada'tni 8!':48u*O00 em apolices de 7 l|0, de-
baixo das condicdes infra iranscruitas.
As pessoas que se propnzerem a esta arremMa-
cao, cornpare^am naisata das sessoes da junta do
mesmo theaouro, ;.s ItAoras do indicido dia, com
peleniemeiite Itabilitadas.
a." Tamego.
'--iraMIMUk '.Mftraia
.'^'6 Wtalfefc J 'HMMgfc-
Ars-^*ada-vaM>ez. abaMn4sd Baatov
. CeloricdaBaaJ. ^DttWH^inaoo.
i(^iireiari do thrsanro provincial de Peroambu
co, 8 de jalho do 1871.
0 secrawWo,
Miguel All'oas Ferrcira.
Clausulasespecuos para a arnemata^iio de calga-
nienl-i dead* a. poote dos Afogadus alii a bar-
reira da Giquti, na ostRida da Viet .rja.
0 calfamento desde a pontejio* Afogados ale a
barreira do Gi inja sera feiii de coafcrmidada coin
o orgamento approvado pelo Exm. Sr. pn-sidonto
aaprovincia, na imporiancia de i'J:48U^J00.
2-
0 arrematante da a prineipio a obra.'o-) prazo
de um rnez e a eoncluira no de oito mezes, cou-
tados da dala da assi^nalnra do conlrato.
3.^
0 p3gamento sera efficicado em quatro pfaata^
coes iguaes, na propirfio do service executado.
4.'
Para tudo o mais que nao vai e?pei:ificado nas
presentes clausulas obseivar-sc ha o qoe diipoe
o regularnento de 24 de fevereiro di envntd
anno.
0 engenheiro njudante, Francicco Apoligonio
Leal. Conforme. 0 oflieial-maior, l.uiz Sjiazar
Moscoso da Veiga Pessoa
Conform-.
M. A. Ferreira.
0 !tr. Joaquim Correia de de Oliveira An-
drade, juiz substituto do Dr. juiz dodj-
reit i provedor do capellas e risiduos,
iresta cidade do Recife, capital de Per-
nambuco o seu termo, por S. M. impe-
rial, a quem Deus guarde, etc.
I'aco saber que no dia 23 do corrento,
Qn3a a auliencia deste juizo, s^ lova"3) a
prai}a os seguintes bens : 2 terras paries no
sobrndinbo de dous andares, sito na fregae-
zis de Sr Pr. Pedro (loti^alves, rua do Cam-
pello n. 2, tendo de comprimento 33 pal-
mos edulargaira 19, cada anlar com uma
sala, im quarto, cozinlia interiia e an Jar
terreo; servindo de deposit) de ferragens,
SOttdo trilaipaJoo fuudo do sobrado e estan-
Jo em man esta-io. avalia I em 5:009$. Li-
ma casa terrea de pedri e cal, no Ingir do
B-arru, freguezia] dos Afogadus, com tresja-
nellas de frenter porta de madeira ao lado,
tendo duas salas, dous quartos, coziilia,
quartb junto e de3pensa, com 2G palm os de
srgura e 5$ de eompriment>, terreoo fo-
reiro, m3dindo b'90 palmos da compri-
mento o 59 da largura o dito ter.eno, e a-
valiada a nresma casa em sua total! lade e:n
3:0005, do cujo valor sera" deduzida a quan-!
lia de 5599023. Uma terreoo t'oreiro com
690 palmos de omprimento e 193 de lar-
gura, no mesmo lugar e na mesroa fregue-
zia, tendo nolle duas casas de taipa, ambas
em mao estado, tendaj ellas 44 palmos de
comprinento e 24 de largura; umunas
cas3S tern duas Saras e um quarto e
porla e janelia no fundo ; a outra casa em
caixuo com uma porta e janelia na freute,
tudo avaliado em 1:00(>5, cujos bens sa?
pertencentes ao itivontario do Or. Antonio
da Assumprdo Cabra^i, e vao u praca a re-
quenmento do testa-.neotefro e inventarian-
to do mesmo finado ; procedendo-se quauto
ao mais na forma d.-: iei. 0 presente sera
publicado pela impronsa e allixa.lo uos iu-
garcs do costume. Recife, 7 tie jullio de
1874. Eu, Domingos Nunes Ferreira, es-
crivao, subscrevi.
Dcclaro que d.tos beus vaj 6, praca com
o arjate da 5.* parte, em vitude de deSpa-
cbo do Dr. provedor, do dia de boje, 20
do correnta. Escrivao, Dojiojngos Sunes
Ferreira.
.lo-i'/iiim Comi'i fe Olioeira AndrXide.
0 Dr. l.aiz
substituto
nestn cidade do liecife de Pernambuco,
por S. M. o imperador, que Deus guar-
de, etc.
Faco saber aos que o presente euital vi
rein edelie ooticia tiverem, quo no dia o
de agosto do e-Jireute anno se lia d^ arre-
matar por ven'Ja em prar.a pobiica deste
juizo. depois da respectivB audiencia : uma
armarjao de atnarelio, enverniiadi e envi-
dra^ada com o seu competente balcao da
me->ma ma-ioira, existente no esubeleoi
mento de miudezas da rua do Duque do
Casias, n. 50, avaljada pQr seis contos d :
reis, prnbijr^aprteexoeuiaiB do Rodrigues
Irmaos A Guimaraes contra Marcoiino Uoi-
nelias Camana. B nao bavendo langador
que cubra o preco da avaliacio, a arrema-
tac3o serd feit,a pelo preco da.aljudicecao,
na forma da lei. E para qnecbegue ao co-
iiiiociiuonto de tod*, mandei passar o pre-
sente, que sera pwblrcado pela impreiua e
aflTtad* nos lugares do c^tume. 'ttecife,
I8.de julho de 1874.Eu, Manoel Maria
lAOdr^gues dattascimeuto, escrivao o subs-
erevi.
Recife, 18 de julho de 187 4.
Luiz Ferreira Vacicf Pinheiro.
i 6 lllm. Sr. inspector do thesouro provincial
manda later poblicOqae ern oampritnento da or-
dem do Exm. Sr. pTe'Sdarrte da provincia. de 7 do
"orrente mez, tern de aerarfemalado por am anno
no dia !l) do relterido me?, perante a junta da fa-
aendtHo rnesntb *e*ouro, o iHpeto de 8 por cea-
to sobre o capim de planta vendido na cidade do
Resile, orcado ein,lJilijMff| -r
As pessoas que.se prn(z*|Bi ,?. esta arremata-
5ao compare^ana .,na sate las te-ssoes da mesma
jaata no dia indicad >, competcRlemente habilk-
Secretana do mesouro iiroviacial do Peraambu-
co, 9 deiult
anno.
Villa de Jaboaldo, 22 do juulio de 1874.
0 eng-oUeiro iuterino, C U. Loutier.
Conforme.0 1 es.riplurario. JoaoJia
qui.'i do Siqueira Va'cjao.Qpnlbrmc. '
ollicial maior. Laiz Sal izar >si.-<: i 4*
Veiga I'essoa.Conforme M, 4. Frr
reirn.
A junta de ewancipacao de escravo* do mam
cipio d,: iio. da, faz pubtico one sa acba funccio-
nando no (un;o da cainara municipal de-la c>dad<*.
i io todoi os dias utei, das 9 boras da nianhi if
3 da tarde ; e que fi:a marcado o prasi de 3 me
zes par. os respeclivos senhores .pretentaien a
menciuuada junta, duelar.i^-s uas alleracoe.'< se Jeram c-n sctis esefavos, proveai-.ate de obit,
franiferencia, acqu'.siQlo, liberJade, e nasciment >
Jos filtos livres das csciavas que f.iraiu clas.-ili
eada- no anno proximo pastado, afim de poder
pr^ceder a classiiicicji do correute anno, de eou-
formidade c,:n b lisposto lo art. 27 do regul<-
menlo que balxoa eoat o deorvti n B^CB de 1 i
de novembro de 1872.
Pafia da eamara municipal da cidade de Oiin I
13 dc julho de !S74.
Bario da Tacaruna,
l'ir-i i.nts da jnula.
Braz Flurenlino lleuriqur.i de Soaza,
___________Francisc i AntiiMO di Silva.
0 ttr. Jiaquiui G iB.alVds Lima, juts d-i dlreito e
privaiivo dos Mlas da fatenl* aaeioaal, etc
Fajo s..l>er a ludos que e-te virenr, que bo d a
24 de juilii correnle, $e venleri era prfla pu-
bii -a iLsta juizo na sala das lUdieo ias pdai I i
boras da mauba. a ca.-a terria cila n s R n
frejuezia dos Af igad*s, com 33 palmc di^ 'rent-1
e j'8 do fundo, com u na porta e dua- jasellas.
leas salas, tros quartos, quintal tm alcrto com
283 palmos de fan lo, do paJra : cat, r"'nhorada
a Uaao-d Antonio R:b>iro, para pagaaieotj d<
13001.
Esie swa atSaado uo lugar dicMume a publi-
cado pels iroprraaa,
Dadoe piado aesta cidade do Rmfa aos I d,^
,,:od> 1874. Eu, Jo-J PraaaiaM do !*->gi Bar-
:rivao > subsiTVvi.
J ia ;i:im (j >n?alve tm*.
P :raote a caaara municipal de.-ta ''
ra em praca aos dias zT e 22 de c n para
ser arrera ita lo i p r menor pic.-o olt-i-e-
cer. os reparos dd xterr i da roa d Q iaak <, fH
gnezia Je Al g -1 -. k em 9NJJ,fn.
As pessoas qu i r I iJe i a n malar, compa-
recam no paco Maicipal, em os rlet
mu'nid..s de iiain;a.
rtco da caiaara mjni ipal do aletife, 1
dejttlbO de 1874.
Tlieodji'o M. F Pereira a Silca,
Pro-pri-sidente.
F. Augutio ia C
Secretario.
Eclital n. 15.
Pela inspecloria da altafldaaja ae fa?. pobJaeo qi
as li baras da atanM d ii 2! d c irraata. n
trapiefte ConceicVi, aa hat da arraaaitar, livw i-
direiios > sujeita ?.> unpj.-'. > da eapMazia, a in-,
cadoria abaixo declar-da, ai por Maioelino J-se 6oa$aives Foatas.
Tii.pi.-h! Coascaaajaia
Havoa IriaufcaioJJIam c-ntro a S am baixoI
barris da Sr co ditos de data vindas do !' r'o n
navie portugj'-z Btcift, dosaarragaios f-jj i:t J
outubrc do anno proximo pa-sad :> v.
anoaeceo, niediodo liquida l>gal 2,331 .':-, n-
valor de 1:1181.
.V.faiidega de- l'enismbuc i, 20 d
de 1*74.
0 inspector.
Fa Ho .1. de C. II

iulh
| (If
Ferreira Maeiel Finheiro, juiz
Jo jui/.o especial de commercio,
liTTUia ARC
GRAPHICO
ttflS!C3 EGEO-
liaverd sessao
tvHDfomo eMmtib>rne r^-^iiMtO:\HI-l '*, dwrK^i^^:-
A. Campos
6k^^^**arrJ^i^O|i^iw:'Jiilb<> C
.'4 t XavinmiMM ****, .
L*-erwulpotkbo*Ma*,-*4pft ''
di versos generot,; a MdiJ
lu&Kil
urdinana quinla-feira, '
do corrente juIlo, p'las 11 boras- la
idii.
OMNKM D IMA.
I.' Negocios a liidns.
2. Pareceres e mjiis trabetbiH iiotn-
raissoe*.
3." Palestra litteraria.
Sncretaria do toatUutj, l (iejulb
1874.
JOSL SOAKES r>*.V~EVF.L)f>.
Secretario pcrptuo.
mwvmmMmmamGmmmBmmmmtai. ^
Cunc^u f.Tiio Ij ISoutu farm : -
Liiitaa.
Tendo re olvido Conse'.ii -
perior Ja Sociedada Prapaa
da lnli' lebrar uma niis-a no Irtgesinko J
lo passam Mito da seu coaa
coaego Lino do Mm'.e Can
I.iina, envida acs parentes e amig'ls do Hi
para assisti-era a^nelfe act i qaa der-ra ter
oo dia 23 do carrento. p^laf v boras
an cAfieuto do Larrrio.
0 abaix'o a>-^n,.i,,. a-r'.sa aos in-;
propriistarios d?s e;tatn|ri'irapntos comme:
que de cafornvdaie com a !9i, tern de dar pr.n ,
pio a collecta da dcrima arhina p do* it.p"^ -
provinciaes, qbc serao cbrad's i.o ex*rc r-
1874 a 1875, com rehjao A frescezia de <3::: %l -
touio o que scienlilica para n no aeti do la."
camenlo sejam apres^nnJos p^ repp-t r- r
e contralos, alim.de qnj; nao se de o ar*.tr
lo no caso da ex no.V' Jesses.
Consnlad'o provip.cia', SO d Jnfbo de 1*74
Olaacader.
JoMquiui it Suinno -'o-'-M
O abaix) avsigniito, labcad'ir do C'3;;..i <
Sro-vincial, aviaaosSr. proprietaries das fr*
iov qibanos.e d>u.--s (!- BtibrLVWieW -
'freguezlas de S. Josi. Poro da* Psnalli AM*^':_
e secfjio di Varzea. rjne sendo nomeado por per
taria do Sr. adrr.ir.istralar :;-on i
para procQJer at l..v1t!;P11
da manni
vi n
tud
do corrente, vai &
theWuro
and-fa^f4)tiblioo vque^ m,vjr-
I dMeta Ma ^MeTre>, M \0
da rib t*a'*!h)->rj
pra caastcui(r,a.j de 303
to e 600 de repa*os na es
entre os ihafrtstarH 1 "W*.
>ara ser arremata-
z, por quem
a. obra da. re-
doipeikawn-
a Vrotoria,
nt.to
remjtar^iSo, cocoparejaaicita i*
ofU<)r-
3 sessoes
mesmos sen:>ore* qnc icquwi v:'"." rs '
reeibos e mils docnmaues inTrepiites ao qae d..
respejto, fen de flue .rwMfr torn, rs?-?-
laHdadec s.eujK'Ximt das biYtes. ""
l> se^3) do naiina-lo provincial, 2" i- y..
de 187*. i ...
tzidoro Tiie^iniu 4**t>o-'Ferreira

CtWUPAMHIA
' I/O
Srs accroaaidJi dta ompanhn, cQnvidadO:



de Pemambuoo Terca feira 21 de Julho de 187-L

p&ra assembles geral do dia 6 do corren-
to raez, sao de noyo convidados a reum-
r jrn-se no Dia 24 deste mez, pelas 12 ho-
ras da man ha, no es'.rip'.orio de sou sessoes
r ja do CabUga n. 16, nfira de deliberar-se
sobra as coatas do anna financeiro desta
companhia, e approver o orcamento Tin*
douro, devendo nesta ace siio ser lido 0
relatorio do Sr. director, mc strando o esla
do de companhia no anno fimio em 30 de
abril ultimo ; prevenindo-se aos Srs accio
nistas, quo, de cootormidade com o art. S3
dps essatutos, a reanilo tera* effectivid ade
com o iiu nero dos Srj accionistas que a
ella comparecerem.
Escriptorio da oompanhia do Beboribe,
20 de julho de IS74.
() sacretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenga.
0 lllm. Sr. inspector do thesooro provin-
cial manda fazer publieo, que desta data em dian
te paga-se ne.-ta repart cao o juro das apolices da
divida provincial, vaneido no 2* semestre do
cxer.cieio de 1873 a 1874, proiitnamente undo
E para contar se inaodou fazer publieo pelo
presente Diario.
Seeretaru do tbesouro provincial, 13 de Julho
de!874. w '
0 aecretario,
_____________,. Miguel Affonso Perreira.
De ordem, do lilm. Sr. inspector do Uiesou
to de faienda desta pravineia se fax publieo,
que perante a junta da me ma, if a a praca, pelas
2 horas da tarde do dia 19 do eorrente mez, o
arrendaraento por am anno, do convento de N. S.
do Carmo de Olinda, podeulo desde ja os preten-
ilentes examinar o referido convents.
Secretaria do tbesouro de fazenda de Pernam-
baco, 16 de julho de 187'.
0 2* escriptarario, servinilo de secreUrio,
_________________Carlos J. de Sonza Carreia.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesou
raria de fazenda desta proviocia se faz pnblicc
para conbeeimento de quem interessar qae no
dia 29 de julho proximo futuro, pelas 2 horas da
tarde, sera posta em basta pub iea perante a jun-
ta da mssma thesouraria, para ser arrematada por
quern mais lanco offerecer a casa terrea sita a
rua do I'aco Castelhano, na cidade de Olinda, pro
pno naciouai e bem assim o terreno que Ibe fica
adjacente, o que tudo foi avaliado por dons contos
de reis.
Secretaria da thesouraria de faiesda de Per
nambueo 30 de junho de 1874.
0 2.* escriptarario, servindo de secretarb,
Carlos Joao da Souza Correia.
8. e ultimo dividendo da
massa fallida de Amorim,
Fragoso, Santos & C.
Paga-se o 8. e ultimo dividendo a razio de
1,95 |. no escriptorio a rua do Vigario n. 13, 1-
andar, nos dias 20, 21, 2z, 23 24 e 25 do eorrente,
das 11 da man ha a 1 da tarde, devendo os Srs.
credores apresentar seus titulos. Depots daquel
les dias os pagamentos somente serao feitos as
quintas feiras, e por isso os Srs credores tenham
a bondade de vir logo receber ou mandar seus
procaradores nos dias acima lixados.
De ordem do lllm. Sr. inspector da fhesouraria
de faz>nda faz-se publieo para o conhecimento de
quem interessar, que no dia 22 do eorrente, as
2 horas da tarde, perante a junta de fazenda da
mesma, tern de ir a praca para ser vendidos a
quem mais der, cinco cavallos pertencentes a com-
panhia de cavallaria, podendo desde ja os preten-
dentes examinar os ditos cavallos no respectivo
quite).
Sesretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambueo, 16 de julho de 1874.
0 2." escripturario, servindo de secretario,
Carlos Joio de Souza Correia.
Companhia Fidelidade
"esuniH maritimos e torrent res
A agencia desta companhia toma seguros ma
ritimos e terrestres, a premios razoaveis, dando nos
ultimos o solo livri*, e o setimo anno gratulto ac
segorado.
Feliciano Jose Gomes
I Agente.
! 51 Rua do Apollo 51
SANTA CASA DA MISEMCORDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da Santa Casa d
llisericordia do Recife, raanda fazer publieo qn<
ca aala de suas sessoes, no dia 2 do julho, pe-
ias 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas a
qnem mais v-.ntagens offerecer, pelo tempo de uir;
a tres annos. as rendas dos predios em seguids
declarados.
ESTAHKLECIMENTO DE CARIDADE.
liui do Padre Fioriano
Casa terrea n. 43 ..... 201/000
Cinco Pontas.
Idem n. 114........362/000
Boa larga do Rosario.
2* andar do sobrado n. 24 AJ 310/000
Idem do sobrado n. 2i.....408/000
Rua do Amarim.
! andar do sobrado n. 26. 304/000
Kua de Antonio Henrique.
Casa terrea n. 26...... 99/000
Largo da Campina.
Mann u.......120/000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua Duque de Caxias.
LDja n. 77 % 700/000
Becco das Boias.
Idem n. 39........421/fKX
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 40.......202/000
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 andares d. 23 602e00
Casa terrea n. 34 ..... 122*000
Rua do Burgos.
Idem n. 19........153/000
Idem n. 21 .......153/000
Rua do Vigario.
2* andar do sobrado n. 27 243/000
! andar do raesrao......300/000
Loia do mesmo.......375/000
Sobrado de 2 andares n. 25 1:300/000
Rua do Encanamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 1:400/000
Rua da Somalia velha.
Casa terrea n. 132......701/001
Idem n. 25........209/000
Rua da Guia.
J&siii n. 25 .........209/fKX
dem n. 29........201/000
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 andares n. 12- 800/000
Rua de S. Jorge
Casa terrea n. 100......241/000
Rua de S. Bento.
Caa terrea n. 17 .... 200/00*
Os pretendentes deverao aprosenUr no acto dj
irrematacao as suas nanca-i, on eompareceren
acompanhados dos respective s fladores, devendi
m;u alem da renda. 0 premio da quantia en
qae for seguro 0 predio que cont:ver estabeleci
me.ato commercial, assim como 0 Hervico da lim
peza e precos dos apparelhos.
Secreuna da Santa Casa da Misericordia do B
cife, 26 de iunho 0 de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodriguea de Souza.
Obras miiitares
Tendo de ser execnudas is obras e etaeertoa
do quartel do Hospicio, orcadas em fc:225/50o ;
no bospitaj mililar, a construecio da casa de a
topsias em l:3l linha em 88/88(1 : sario postos em eoncurrencia
para serem cootratsdos a 26 do correute, ao meie
dia, na reparlieiio daa obras pnblicas, code se
acham os respectivos orcameatos. As verbas re*
lativas a serrieoi ja feitos serao dedatidas.
Recife, 1* de julho de 1874.
0 eugeaheiro das ooras aaMiUres,
^___________ChryssolHo F. de Castro Chafes.
Compjinhia Phenix Pernam-
bucana
A direccao desta companhia convida aos Srs.
accionistas para a reaoiio da sssemblea geeal,
que devera ter I agar no dia 24 do eorrente, ao
uieio dia, no seu escriptorio, afim de ibes ser
apresentado 0 ivlalorio do anoo lindo, em 30 de
junho proximo aassado, 0 parecer da commissao
de contas, e proeeder-se a eieicao da nova di
rector 1 a.
Recife, in de julho de 1874.
Os directoras
Lull Duprat.
Joio Jose Rodrigaes Mendes.
Eduardo Candido de Oiiveira.
Sociedade Propagadora da
Instruc^ao Publica
Foi nom- ada em sessio de hontem a Sra. D.
Esmenia Jezuina. Dias, professora particular desta
freguezia de S. Jose, para reger interinamente a
caaeira de instruccao primai ia do sexo feminino,
creada pelo conselho director desta fregnezia. Os
interessados se poderao dirigir a rua do Bartnolo
meu n. 53, onde poderao ebter a competente guia,
qae ser-lhes-ba dada sem onus algum mental,
tend) as alumnas pobres, alem de escola gratis, os
livros que forem precises. Essa escola comecara
a funccionar no dia 27 deste mez, das 9 as 2 horas
da tarde, a rua do Marquez do Herval, ontr'ora da
Concordia, n <39.
Secretaria interma do conselho director de S.
Jose, ans 20 de julho de 1874.
Antonio dos Santos Falcao,
_______________________Secretario interino.
Oabaixo assignado avisa aos inquilraos e
proprietarios dos predios urbanos e estabeleci-
mentos commerciaes, que de conformidade com a
lei, tern de dar principio a collecta da decima ur-
bana e dos impostos provinciaes, que serao cobra
des no exercieio de 1874 a 875, com relaeao as
freguezias da Boa-Vista e Graca, o qae scienlifica
para que no acto do lancamento sejam apresenta
d s os respectivos recibos e contratos, a'i:n de que
uao se de 0 arbitramento no caso da eximigao
destes : assim como previne mais que dara prin-
cipio ao sea trabalho pela fregnezia da Boa-Vista
e pelas raas Imperatriz. praca do Conde d'Ea, da
Conceicio, Visconde de Pelotaa, Tambia e Vis-
conde de Albuquerque.
1" seccao do consulado provincial, 20 de julho
de 1874.0 3* escriptarario, servindo de lancador,
__________________Eduardo Frederico Banks.
Consulado provincial
0 abaixo assignado avisa aos inquilinos e pro-
prietarios dos estabelecimentos commerciaes, que
de conf rmidade com a lei, tern de dar principio
a collecta da decima urbana e dos impostos pro-
vinces, que serao cobrados no exercieio de 1874
a 1875, com relaeao a freguezia de S. Fr. Pedro
Goncalves ; 0 que scientilica para que no acto do
lancamento sejam apresentados os respectivos re-
cioos e contratos, aflm de que nao se de* 0 arbi-
tramento no coso de execucao deste.
1* seccao do consulado provincial, 20 de julho
de 1874.-0 laiigador.
Felmte do Rego Barros Pessoa.
Armazensda companhia per
nambucana.
Seguros contra o foso
A companhia pernambucana, dispondo de ex
ellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, oflerece-os ao commercio em gerai
para deposito de generos, garantindo a maior con
servagao das mercidorias depositadas, service
prompto, precos raodicos, etc.
Tambera recolhera.mediante previo accordo, ex
:lusivamente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos
jao inteiramente novos e asphaltados, isentos d
supira, ratos, etc., etc.
As pessoas gas quizerem utilisar-se destes ar
nazens, pederao dirigir-se ao escrigtorio da com-
panhia pernambucana, que acbarao com quem
tratar.
Prineipiara is 8 1(2 horas.
TIIATII
EMPREZA
Quarta-feira 22 do eorrente.
Bcneflclo do M. ft. el* Bonarla
tea frec-aezla elea BsaVUta
Nao sendo possivel ir a scena o drama Nossa
Senhora da Booanca, ira o drama em S actos j.
0 pirata Antonio
e a comedia em 1 acto :
Precl-e de nm miilher
parss viajar
Principiara as
7 1|2 hons.
AVISOS rVJARITlMOS.
Real companhia de paqnetes in
glezes a vapor.
Ate o dia 26 do eor-
rente, espera-se da
Europa o vapor in-
glez Douro, comman-
dantt: Thwaites o qaal
depots da demora do
costame, segaira para Baenos-Ayres, toeando nos
portos da Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
No dia 29 do eorrente espera-se dos portos do
sol o vapor inglez Boyne, commandante F. Beeks,
o qual depois da demora do costame, segaira para
Southampton, toeando nos portos de S. Vicente e
Usboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-se na agencia,
raa do Commercio n. 40.
Lisboa e Porto
Segue viagem com a pos.sivel brevidade a barca
portugaeza Nova Venudora, recede cargar e pas-
ageiros : a tratar com Tito Livio Soares, rua do
Torres n. 20.____________
CHlRGEURi REUMI8
COMPANHIA FRiNCEZA DE NAVE-
GACAO A VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE 0
Havre, Lisboa, i'ernambuco, Rio de Janei-
ro, Santos (somente na volta), Montevi-
deo, Buenos-Ayres, (com baldeagao para
o Rosario).
STEAMER
Commandante Capelle
E' esperado da Eu-
ropa ate 24 do eor-
rente, segaiodo de
pois da indispensavel
demora para 03 por-
tos do sul de sua es-
cala ate o Rio da Prata.
Para fretes, encommendas e passageiros, trata-
se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA 4 C.
i2Rua do CommercioEntrada pela rn*
do Torres.
COMPANHIA PERiNAMBUCANA
DE
*Iavegacao eoateira a vapor.
S.RAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACx-
TY, CRARA, MANDAHU E ACARACU'
0 vapor Gequid, comman
dante Martins, segnira par
os portos acima no dia 22 do
eorrente as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 21
do eorrente, passageiros e
dinheiro a frete ate as 2 horas do dia da -alu-
la : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
1.* quarto.
Uma rioa eama de jaearandi, 1 toilette dadito,
rm pedia, i guarda-ve.-tidos, t bidet, com pedra,
i abide de pao selim, 1 dito de amarello, 2 es-
pHhos dourados, 1 apparelho de porcelana para
toilette, 1 lapete, 1 com mod a de amarello, 1 cabi-
de para toalhas, 1 rwo santoario com imageus, 6
quadros de ditas e 1 tapete.
I.* quarto.
. I'm guarda-roupa, 1 cama de amarello, nma
meia eommoda, t toilette com perteocas, I cadei-
ra de balance, t cabide ingles, 1 sola, 1 bidet com
pedra, 1 candieiro a gaz, aiias mangas de vidro e
t lapete.
quarto.
Uma mobilia de amarello, 2 caminbas para me-
aino, 1 cabide e nma meia eommoda
Sala 1e jnntar.
Uma mesa elastica de 3 taboas, 2 aparadores
de amarello, 2 guardas-louca, 12 eadeiras, 1 sofa,
1 quartiobeira, l relogio, 1 piano de jaearandi, 1
apparelho para jaotar, 1 dito para aimoco, I pa-
liteiro de prata, 1 espelho grande, 1 cadeira de
balance, 2 eadeiras de descanco, I par de jar-
ros para (lores, earrafas, copos, calices, compo-
teiras eootros objectos que estarao patentes no
acto do leilao.
TERCA-FEIRA 21 DO CORRENTE
no segun lo andar da rua da Aurora n. 43.
A's 10 li2hora8 emponto
LEILAO
DAS
divides activas, na tmportancia de
9:2419791, da massa fallida de Farias &
Lessa
Hoje
its 11 h ras da niauha
No escriptorio a rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar _^
Oagente Piano Borges, em eumprimento do
mandado do lllm. Sr. Dr. juiz de direito especial
do commercio, levara a leilao as referidas dividas,
como abaixo se declare, na importancia de.....
9:2413791, pertencentes a massa fallida de Farias
& Lessa
A SABER:
D. Mariana da Rocha Bastos
Bernardino Antonio Pereira
D Clara Sophia de Araujo Lima
Antonio Inooceucio Rodrigues da Silva
Antonio Francisco Leonardo Coelbo
E. Colombier
Leurenco Nunes Campello
Dr. Venceslao Garcia C. Chaves
D. Delfina, viuva de M. M. Tavares Cor-
deiro
D. Hermelinda Augusta de Oiiveira
Souza
D. Clara de Sampaio
Antonio Ribeiro da Costa e Silva
Joao Pinto de Lemos Junior
D. Senhonnna Sampaio
Jose Miguel
Dr. Virgilio de Gusmao Coelho
Capitao Jose Joaquim Coelbo
Julio Cardoso da Costa Araujo
8.100
5,300
ii.OOO
9,5(10
171,1(10
44,450
15,620
28,320
7,000
ADMINISTRA AO D05CORREIOS DB PER-
NAMBUCO. 21 DE JULHO DE 1874.
Mains a expedfr-ae
_Pc lo vapor national Sinimbu, esta administra-
cao expede malas para Maceio, Penedo, Aracajii e
Bahia, boje 21.
Recebem-se jornaes, impressos de qualquer na-
tureza, o cams a registrar, ate 1 hora de tarde,
cartas ordinarias ate 2 horas, e estas ate" 2 1|2,
pagando porte duplo.
. 0 administrador,
Affonso do Rego Barros.
THEATRO
SANTO ANTONIO
EMPREZA
TICHltvi
De ordem do lllm Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda se faa publieo para conhecimenu
de (inem interessar, que perante a jonta de fazen-
da da mesma, tern de ir a praca para ser arrema-
tada por quem maior lanco ofTerecer, o arrenda-
mecito de uma casa terrea sob n. 53. a ma de S.
Ben to da cidade de Olinda, pertencente ao patrimo-
nio do convento de Nossa Senbora do Carmo da-
ouella cidade, e boje encorporado aos proprios na-
cioaaes : sio por tanto convidados os pretenden-
tee ao dito arreodamento a comparecerem as doas
horas da iarde do dia 25 do carrenle mez.
seereuria da thesouraria de fazenda de Per-
namboco, 5 de jolho de 1874-.
0 escriptnratio, servindo de secreUrio,
Carlos Joao de Souza Gorreta.
"TSSPECCAO DO AHSE1UL DE '
MARINHA.
Faz-se pobUoo que em dau de SO do correnU
foi vietonado o vapor Giquid, da companhia per-
nambtaeana de navwacao cost* ira, e a eommissao
juifcu-o en estado de poder conUnoar no servieo
em que se eoaprega. ^
,^P?,?J,, !n"?i,.d# "^riahi de Peniambu-
co,20a> jnMio de874.
Francisco Jart Ccelao Ifetto,
Inpeitor interino.
Bcneficio para condasato das
obras da igreja de
*i. Goncalo.
Tcrca-feira 21 do eorrente
Subira a scena oapparatoso drama-sacro -no-
vidade do epocha era 6 actos e 8 quadros deno-
minado:
Os Sele Passus.
A irmandade do Senhor Bom Jesas das Dores,
a cujo cargo acham-se as obras da igreja de S. I
Goncalo, no deseio de ver terminados os trabalbos
da mesma igreja, resolveu ainda esta vea fazer
um appello a re.igiosidade do illnstrado publieo
desta cidade, cujes sentimentos de caridade duo
ca se apagari> de sens coracdes ; e por isso es-
pera a referida irmandade qae a ease beneficio
concorreriq_ todos os que amam a nossa verda-
deira religiao, anxiliando desta arte com o sea
obolo para que o resnltado do beoeflcio seja van-
taioso para a conclasao das obras de que se
trata.
As duas eommissdes encarregadas da transmis-
sao de buhetes para camaroles e eadeiras, con-'
um com a geoerosidade dos que os receberem,
pelo que desde ja, em nome da irmandade, se
confessam extreai 0 theatro achar se-ha graciosaraente decorados
Bandas de musica eatreterao os espectadores nos
intervallos do drama, qne principiara as 8 horas.
mm
Santo Antonio
BKZJL
Pacific Steam Navigation Cowpanj
ROYAL MAIL STEAMER
Oliipaxi
(DE 4027 TONALEDAS)
Commandante Max.
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia 2
de agosto, e depots da
demora do costame
segaira para Lioer
puol, toeando em Lis-
boa e Bordios, para onde recebera passageiros,
encommendas, carga e dinheiro a frete
N. B.Nao sahira antes das tres horas da tar
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rove A C
14PRAQA DO COMMERCIO -11
Rio Grande do Sul
0 brigae nacional Sah;/ sahira para o porto aci-
ma, e recebe a carga precisa para alastrar : tra
ta-se com Pereira Vianna & C, a rua do Vigario
numero 1.
Librae esterlinas.
Vendem Atigusto F. d'Oli-
veira & C.
_______Rua do Commercio n. 42.
Segue nestes dios para o Aracaty, por ter
pane de seu carregamento prompto, o bem co-
nhecido hiate Dens te Guarde ; quem nolle qnizer
carregar ou ir de passagem, diri;a-se ao escripto
rio de Bartbolomeu Lourenco, rua da Madre de
Deus n. 2, que achara com quem tratar.
Palhabote eJoven Arthur
Vende-se e te navio prompto de um tado pars
navegar, e feito de madeiras do Brazil, esta anco-
rado no qaadro da descarga : os pretendentes po-
derao examinar. e para tratar com Antonio Luiz
de Oiiveira Azevedo, a rua do Bom Jesus n K7.
PAIU'
A escusa Georgiana segue nestes
porto acima, e recebe carga a frete :
Tasso Irmaos dt C-
dias parao
a tratar com
LEILOES.
Agente Pestana
A '. 1:
Quinta-ieira 23 de julho.
Roelta oasa feeaeficlo de sassaa
wtmwm aiaio*.
Reeatrada do aeler Joiio Xarier, qne. aonvi-
te da -aaepreza, occupari de novo o logar qne
linha na companhiji.
Drama em B aetc, original franeet:
A rcpuWica dos pobres
0 resto to bilh* tes estarao
tT3 no dia do etaeciaeoJo.
a venda m thea-
DE
( moveis, louce, crystaes e 2 pianos, sendo
(1 de manivella
HOJE
no aegnndo andar da ma da Aurora n. 43
to f 111 boras
0 prepoato do agente Pestana, competentemen-
te antorisado por duas famsliai qne moravam
juntas, as quaes ae reliraram para 0 Rio de Janei-
ro, fan leilao to move abaixo deelarato os
euase apenas foram usadof 4 roezes.
8ala da frente.
Uma rica mobilia de jaearandi, com tempos de
pedra, I tapete grande para aala, i piano do afa-
mado fabrifaote Oebain, com maaivella, pares 4e
lanlernas, ditos da larros, quadros hislortaoa. es-
earradeiraa, 1 eepelnos donrad s, 4 rieos etace-
ree, dlverus icons de borcelana a pedra, enfel-
tee para cima de mesa, freiefio, 1 lustre Com 6
braoos e 1 coatoreira de mogno.
Vicente Ponce Ferreira
D. Hanoela Muniz
Brandao
D. Josepha
Manoel de bristo Pacheco
D. Maria'
D. Ambrozina da Rocha Bastos
D. Ignacia
Jose Joaquim Ribeiro Vianna
Viuva de Joao Paulo Ferreira
Mesqnita
D. Eulalia Sergio de Mattos
Luiz Ribeiro Vianna
Jose Francisco
Manoel Figueiroa
Jose de Sampaio Coelbo
Joaquim de Miranda Seve
Joao Evangelista Gomes Castro
Coronel Joao do Rego Barros
D. Alexandria de Barros Lima
Jose Joaquim Casado
Joaquim de Souza Teixeira Junior
Rodrigues
Francisco Antoaio de Miranda
Tbomaz Garrett
Forlunato Julio
Affonso Vieira
Jose Lopes de Oiiveira
Andre Godinho
D. Maria Luiza
D. Alexandrina F. Ferreira dos Saut s
Joio Martins Nogueira dos Santos
Temoleao de Albuquerque Maranhao
D. Adelioa Lino
D. Joanna Peres Campello Wanderley
D. Antonia Maria Rodrigaes
D. Anna Adelina Fragoso
Frederico Chaves
Vicente Antonio
Manoel da Silva Bibeiro
Cuslodio de Araujo Lopes
Anac eto Publio de M. Carvalho
Joao Olympio Marques
Azevedo & Gomes
Charles Walter
Antonio Manoel de Souza
Vicencia Maria da Soledade
D. Emilia Cysneiro
Dr. Francisco Cornelio da Fonceca Li
ma
Martins, caixeiro da Adamsen
Joao Leite
Affonso Ferreira
D. Anna Joaquina Lins
Fernando Spiridiao de Agniar Montar-
royos
D. Maria Monte-negro
D. Thereza llluminata da Paz
IM. Lecorote
I Luiz de Farias & C.
SD. Junocencfa Maria dos Passos
Manoel Antunes Rorges
Jesuino Xavier de Suassuna
Jose Antonio da Fonseca e Silva
D. Josepha Maria da AnnunciacSo
Mariano Pereira derSouza
Caetano Pinto Ferreira
Adolpho Emilio de M."Ferreira
Bemjamin do Carmo l.opes
Joao do Coulo Alves da Silva
Antonio Henriques de Miranda
Vigario Camillo
Bernardo de Moraes
Alexandre Rodrigues dos Anjos
Jacinlbo da Hora Pires
Manoel Jcrge dos Passos
Francisco Jose.da Silva
D. Candida. Carneiro da Cunha
Francisco Gnedes de Senna
Lauriaoo G. de Aguiar Montarroyos
Manoel Bessoni de Mello
Manoel Pereira Barroso
Jose Ferreira
Henry Lynden
Almeida Lopes & C
Marcolino da Silva Viilar
Joao Pedro de Mello
Manoel Antonio da Costa e Souza
Jose, ourives
Jaeintbo Pedro de Mello
Antonio Joaquim de Barros
34,600
960
26,050
3,500
12,820
800
600
16,650
178,420
80,100
1,000
10.660
53,820
16,880
7,200
1,100
1.430
13.0 0
7,200
6,000
5,000
27,000
205,600
17,560
378,120
45.070
10,500
5,080
72.1 :<0
6,990
15,301
5,120
71,500
34.040
4,000
4,320
24,000
98,389
6000
26,280
34.000
122,990
58,000
4,860
34,iOO
13,50!t
41,200
5,480
8.000
400,000
42,520
20,310
12.000
139,610
6,080
18,660
3,480
81,415
28,000
25,720.
18,50f/
68,610
LEILAO
DAS
dividas activas na importancia de 8169710,
e de duas cases de taipa cobetias de te-
lba, bens pertencentes & massa fallida de
Joaquim Vieira Coelho da Silva
Hoje
As 11 h.ras.
0 agente Pint", enmprindo 0 mandado do lllm.
Sr. Dr. luiz de direito especial do eommemo, le-
vara a leilao, no dia acima mencionado, as divi-
das activas na importancia de 8t6#710, e duas
casas de taipa cobertas de telha, ritas no lugar
Beberibe de baixo, & rua de Santo Antonio, bens
pertencentes a massa fallida de Joaquim Vieira
Coelho da Silva : 0 leilao sera effectuado is 11
huras, em sen escriptorio, a raa do Bom Jesus n.
43.
Leilao
DO
sobrado de 3 andares e sotao
Commercio n. 22, edificado
proprios
da rua do
em chaos
A's 11 horas o a maiiha
Por intervencSo do agente Pinto
Em seu escriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
Leilao
DE
miudezas e objectos de pbantazia
U03Y.
Ao meio ilia
no armazem n. 44, da rua do Bom Jesus
A SABER :
Chapeos para criancas, pecas de lita de seda e
de sarja, ehapelinas para senhoras, extractor,
cestas douradas, allinetes, aderepo3, brincos, bo-
toes para coletes, cintos, agolhas, sapatos pan
criancas, luvas para senhoras, chapeos de solpa-
ra senboras, sapatos de tranca, bot5es, poles com
banha franeeia, colchete?, botoes para camisas,
tita de lioho, fita para debrnar, lita de cos, fol-
guedos para criancas, e outros muitos artigos de
phanlazia que deixa de menciona-los para nio se
tornar enfadonho
0 agente Pinho Borges levara a leilao as miu-
dezas acima menciouadas, por :onu de diversos.
LEILAO
DE
uma caixa com calcados para senhoras
A saber:
20 dazias de borzegains de pellica amarella, cha-
grin e lasting.
10 ditas de botinas pcetas e de cores.
3 ditas de sapatos de ores.
HOJE
A's 10 horas
Por interven^ao do agente Pinto
Em sen escriptorio, a rua do Bom Jesus n. 43.
LEILAO
DE
uma caixa com fitas de sarja de cores, ns.
a 20, e uma dita com fitas de velludo
Em
1 1|2
1 do rrente
AS 11 HORAS DA MANHa.
Por intervene^ do agente Pinto.
eu escrjptorio, a ma do Bom Jesus n. 43.
Agente Pestana
com molduras douradas, 1
cofre de ferrp, prova de fo-
go, machiaas decostura,
crystaes, ^ecretarias, car-
teiras e nraesas para escre-
ver-se, objectos de ouro,
camas francezas, mesas
elasticas, commodas, apa-
radores, relogios de ouro e
prata "para algibeira, vene-
zianas para varandas, e
infinidades de objectos do
uso domestico, que serao
vendidos
ao correr do marietto
Qflinti-feira II do coirenle
das 11 Is* horesei
NA
FEIRA NEMANAL
sii-ltua do luipcrador-16
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
LEILAO
DE
moveis, loucas, vidros, pianos, chapeos <><
Chile e de feltro, rJiversas is.sewa, I
cofra inglez, prova de logo
QLINTA-FEIRA S3 DO 'ORHK.N n,
Oagente Dias fara leilao, por conta e riseo a*
quem pcrJencer, de mobilias de jaearandi, dita*
de amarello, secretaria?, corom >das de jacaranda
ditas de mogno, carteiras para escriptorio, radi .-
ras avulsas. camas francezas de amarello, dita *e
mogno, guarda-roupa, guarda-vestidos. gurda--
loucas, quadros, bereos, l prensa para copiar car-
tas, santuarios, c muitos ootros objectos qne esta-
rao patentes aa acto do leilao.
QUINTA-FEIRA 2S DO CORRENTK
as 11 horas em ponto
No aimafm tin run do Bom J-o
n. OS (aniica crn).
Agente Dias
609,750
86,940
36,000
13,160
73,495
36,440
752,180
7,740
46.940
14,020
1:014,570
295,730
34,880
11,466
25,100
2,400
5,780
7,5110
10,000
79998
260,100
66,510
30.000
232,380
13,560
136,180
6,400
8,000
33,800
10,560
2,000
13,000
913,235
19,600
9,900
1:242,795
DE
20 saccos com arroz para fecharcontas
QUARTA-FEIRA 22 DO CORRENTE
as 11 horas cm ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 20 saccos
com arroz, para fechar contas, em um ou mais
lotes, a vontade dos Srs. compradores.
QUARTA-FEIRA 22 DO CORRENTE
As' 11 horas em ponto.
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
' _______ fand'ga.
Agente Pestana
Leilao
DA
armagao, generos e mais utensilios da ta-
verna sita d rua 'mpenal n. 273
QUARTA-FEIRA 22 DO CORRENTE
a's 11 1|2 boras em ponto.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, d'arnfacao, ge-
neros e mais utensilios da taverna sita a rua Im-
perial n. 273, em um ou mais lotes, a vontade dos
compradores. 0 mesmo agente declara qae es a
tambem autorisado a fazer negocio em particular
com a mesma taverna, e o balanco acba-se em
mao do referido agente.
QUARTA-FEIRA 22 DO CORRENTE.
A's 11 1|S horas.
DE
diversos moveis e outros artiges quo lazeai
parte do espolio do professor de musica
Innocencio Smotlv
QUINTA-FEIRA St DO CORRENTE
A's 11 horas da manha
Em o andar terreo da rua da Aurora n. 53.
0 agente Dias, c mptentemente autori-ado peio
Exm. Sr. bario da Soledade, consul da Italia, le
vara a leilao, no dia etora acima mencionado*.
os artigos qne abaixo se mencionam, o* quaes fa-
zem parte do espolio do fallecido Innocencio Smot-
ty, a saber:
Um bora relogio de parede, 48 quadros com
pintura-- e vist s diversas, 5 dit s grandes idem,
1 carta geographica da Italia, 4 redomas, com fib-
res artificial, 3 pares de ornatos para pendarar,
7 bustos de gesso, I vaso de alabastro, 7 ditos pa-
aa flores, 6 tignras de barro, 1 eama de ferro, com
colchio, 1 toucidor, cum espelho, 8 eadeiras de
bragos, 1 mesa redenda para jantar, 1 cabide pa-
ra chapeos, 1 cadeira secreta, comnoieiias de vi-
dro, alguma lonca para jantar, I ma.eniii- > poru-
licores de ferro. para eerca de mil garrafas, cer-
ca de 150 garrafas de vinnos e licuies fines de
diversas qualidadps, 2 descangos para pes, 2 es-
cadas, diversos objectos, trera de aasssfea e diver-
sas musicas sacras, etc., etc., e outros artigos fsa
estarao patentes ao exame dos Srs. concurr
Leilao
DE
de dous andires tttH
de Vtsosode de !V. las
um bD3i predio
situaio .i rua
n. I.
i'\ln fi-ii-a tl de correute
AS 11 HORAS DA MANtJA
No sobrad > da rua do Marines de Olinda n. 37,
primeiro and*r.
0 agente Dias, competenteraente autorisado, te-"
vara a leilao, no dia e hora acima indicados, o so-
brado de 2 andares e sotao, com os commodos s-
guintes : primeiro andar, 2 salas e 5 quartos, -
gundo andar com os mesmos qote o primeir% e
sotao coin I sala >. 4 quartos.
Fica em optima posicao, pois apanba toda a
praca do ConJe d'Eu, e rende annualmente.....
1:440,000 rs.
Os Srs. pretendentes para nualqner rsclareM-
mento podem dirigir se ao escriptorio do agente,
onde tera lugar o referido leilao.
Em continuacao o mesmo agente vendera, Bar
conta e risco de quem pert.ncer, alguma- i .
com brilhant'j*.
LEILAO
DE
9:245,791
Os pretendentes poderao desde ja examinar os
livros e dividas no escriptorio do referido agente.
LEILAO
DO
grande st brado amarello,
de 3 andares e sotao, da
raa da Imperatriz, em
frente & matriz da Boa-
Vista, o qual daum bom
rendimento annual.
as 11 horas
0 agente Pinto, novimonte autorif ado, levara a
leilao, is 11 boras do dia acima dito, em tea es-
riptorio. a rua do Rom Jeans n. 43 ; sendo ejne
dita venda sera definitive em virtode de novae
'ordena oltiaiamente reeebwas.
Agente Pestdna
leilao
DE
50 caixas com cerveja extraburgo, quei-
jos suissos, vinho Bordeaux em quartol-
las e em roeiss ditas, dito de Borgonha
em caixas de 12 garrafas, licdres fioos,
conservas flnas e salames
QUINTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
AS 11 HORAS EM PONTO.
no primeiro andar da rua do Commercio
n. 9.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, dos objectos aci-
ma mencionados, em am on mais lotes, a vontade
dos compradores, para fechar contas. ,
QUINTA-FEIRA 13 DO CORRENTE
as 11 horas em ponto.
No primeiro andar da rna do 0 mmercio n. 9.
Feira Semanal
DE
mobilias completas, sendo
uma de faia e outra devi-
nhatico, guarda roupa pa-
ra homem, estantes envi-
draeadas para livros, ap-
parelhos de iouca para al
moco e jantar, guarda ves-
tidos, pianos de armario,
de 3 cordas, livros de litte-
ratura, quadros dourados,
Moveis, louca e cr}rstaes
A SABER:
Um piano de Pleyel. 1 mobilia .de jaearac Ja.
com 1 s ia, 1 jardineira, 2 consolos, 12 eadeiras
de guarnicao, 2 ditas de balanco, I espelho don-
rad >, grande e oval, 2 ditos grandes para consolos.
6 quadros, com gravuras, 4 laocas, madeira pre-
te, 4 pares do eortinados 1 me.-a redonda.
Uma cama franceza de jacaranda, 2 ditas de
ferro, l toilette, 1 guarda-vestidos grande, 1 mesa,
1 esiante e 1 tear.
Uma mesa elastica, 1 guarda louca, 2 aparado-
res, com tampos de pedra, t qaaruoheira, k>n;a,
vidros, crystaes e mais objectos de ease de Camilla
SEXTA-FE1RA 24 DO CORRENTE
Na casa de rua do Visconde de Goyanna u.
221, sobrado junto ao MUbelecimerHJ
do Sr. Carpintoiro Hijo, S. Jose do Maii-
guinbo.
Oagente Pintu, autorisado por uma famtkt qo
mudou de resia ncia, fara leilao dos raoveis e
mais objectos acima descriptos, existenles na casa
da rua do Visconde de Goyanna n. 221, onde effectuara o leilao.
Os pretendentes eneontrarao na estaoio do arc*
de Santo Antonio um trem qae Ibes servica de
conduccao gratis, o qual partira is 10 1(2 bora-.
U leilao principiara as 11
hora 8.
rios do imperio, bone can-
: adores, grandes espelhos,
LEILAO
DE
moveis e mais artigos. o uma canoa prop*-1a
para familia
Sabbado 25 do eorrente
A'S II HORAS DA MANHA
No segundo andar do sobrado da ma do Marque*
de Olinda n M
0 agente Dias, competenteioeote aosorbado por
despacho do lllm. Sr. desembargador Jok os or-
pttaoe, levara a leilao, no dia e hora acMsa OMHf-
nados, os moveis e mais artigos pertaoeoslet ass
bens do fallecido Manoel Antoaio Vieira.
COm finaS graVUraS, Cana- Omamobiliadejaca*ndi, Idtude aaaareito,
I com i oda de alto, 1 sofi de jacsrasia. tssa>
laoe, moMnra dourada, 4 Jarros i sra farea, 1 kao-
cas para jogo de jacaraoda, I aaesa reoaafa o>
dito, I guarda-roupa de mofao, 1 narajMsa e*
/
i
.


Diano de Fenuuabucu Terqa feira 21 Je Julho de 1874.
l
-------------f =
unarelk), I mesa de dito, 1 rr,esa para jogo, 1 ca-
ms He amaMlo, I eommoda de mogno, i apara-
dor deamarello, I eommoda ded'to, I guarda-
roupa eslragado, t pares de l.intern, 1 candieiro
para kerosene, 1 par de escmadeiras e I caoOa,
proprta para familia ; para ifualquer iolbrmacao
a agencia da rua do Marquee de Olinda n. 37, 1.'
andar...
Leila*
DO
engenho S. Matheus, sito na
freguezia deGamelleira
SEGUNDA-FEIRA 87 DO CORRENTE
As 11 horas da manhi
No sobrado da rua do Marquez de Olinda
n. 87, primeiro andar.
0 agente Dias vendera, no dia e hora atima de-
signados, requerimento do Dr. curador do inter-
dicto D. Nar:iso Vidal. o engenho S. Matheus,
raceme e corrente, com todoi os seus ediflcios,
casas de lavradores, machina i, cerrados, logra-
douros e matas, o qual limiU-ie pelo nascente
com os engenho* Viracao e S. Boaventora, pelo
poente com terras de Duas Barras, pelo norte
com terras dos eugenbos S. Vicente e Amaragy de
Srua, e pelo sol com terras de Bom Sueeesso e
amelleira.
Para qaalqaer esdarecimento podem desde ia
os Srs. pVetendentes dirigirem-so ao eseriptorio do
referido agente, em poder de qoem se acbam os
competentes docamentoa, que doderao exrmina-
los.
WISOS DVFRSOS
GASA DA FORTH
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
.4" rua Primnro de Marfo (outr'ora rua dt
Crespo) n. S3 t casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lze bilhetes urn iuteiro n. 3716 com 700*, um
rae'o n. 2298 com lOOj, e outras sortes de 40* e
'.*)t da loteria qne se acabon de extrabir (108),
convida aos possuidores a v ire in receber na con-
firmidade do costume, sem desconto algam.
Acbam-se a venda os (elites bilhetes garanndos
da 6* pane das loterias a beneBeio da irmandade
de Sant'Anna, da igreja da Madre de Deos (109'),
qua se extrabira no sabbado, 25 do corrente mez.
PREgos
Bilhete inteiro irfOOO
Meio bilhete 2*000
EM PORC&O DE 1009000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro ,1*500
Meio bilhete 1J750
Manoel Martins Fiuza.
CASA DO OURO
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
aiaito felites bilbetes a sorte de 4:000* em um
meio bilhete de n. 2186, e um men de n. 568 com
a sorte de 100*, alem de outras sortes menores de
40*000 e 20*000 da loteria que se acaboa de
extrabir (108*; ; convida aos possuidores a virem
rtceber, que promptamente serio pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeitt
vol publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao de
ti.-.
rar qualquer premio, como prova pelos taejmc s
aiinuncios
Acbam-se a venda os maito felizes bilbetes ga-
?antidos da 6' parte da leteria a beneflcio da
irmandade de Sant'Anna. da igreja da Madre de
Dens, que se extrabira oj dia 25 do corrente mez.
Pre^oa
inteiro 4*000
Ueio 2*000
De fOG-cOOO paracima.
Inteiro 3*500
Meto 1*750
Recife, 11 de junho de 1874.
Jnno Jnnniiim 4n CnxtnL"tt
warn
I., 'rtlr \
PUNDIQAO DO BOWMAN
- RUA DO DRUM If. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senbores do engenho e outros agricultures, 6 contpradores de oaa-
chinismo o favor de fazer uma visita a sou estabelecimento, para verem o novo sortimen-
to completo que abi tem ; sendo tudo superior em quaiidadee fortidao ; o que com a kit*
truccao pesjoal pode-se verifwar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E UJwAR DE SUV FUXDlf.AO
V aporeS e rodaS U aglia dos mats modernos systemas e em taraanhos con-
venientes para as diversas circumstancias dos senbores proprietarios e para descarogar
algndao,
MOendaS de Canna de todos os tamanhos, as melhores que aqui existem.
xtOdaS dentadaS para auimaes. agua e VBpor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre
Alambiques e fundos de alambiques.
Mftfthitiistrnnci .... t Podendo todos
^ iviuiaouiun para mandioca e algodao, e para serrar madoira. Iser movidos a mao
Bombas de paten)e> garantidas........ Iff JSi.vapor'
lOdaS as machmaS e pe$as do que se costuma precisar.
Faz qualquer COncertO de machinismo, a preco mui resumido.
ruriUdS ae ierrO tem as melhores e mais baratas existentes no mercado.
lallOOIUnienaaS. Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo & Tontade dos
clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem as compras por intermedio de pessoa
entendida, e que em qualquer necessidade p6de lhes prestar auxiljo.
Arados americanos e iustrumemos 8gric las.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
a seus parentes
Iho prestaram a-
Joviano Manta agradece
e amigos o obsequio que
companbando ao cemiterio publico o cada-
ver de seu tio e curatellado Fran:isco Fer-
ns ndes da Silva Manta, e lhes roga o cari-
doso obsequio de assistirem a* missa que,
no dia 22 do corrente mania celebrar na
igreja raatriz de S. Pedro Martyr, da cida-
de de Olinda, a"s 7 horas da manna, pela
alma daquelle finado, por ser esse o setimo
din apos o seu fallecimento._________
fEsnBNHBBMHHHB
D. IIomi HttriH Monteiro
do l*aiva
() genro, as lilhas, a nora, os netos e netas da
fallecida D. Rosa Maria Monteiro de Paiva, agra-
dei era mui cordialmente a todas as pessoas de sua
amizade, que se dignaram honrar com sua pre-
senfa os >ulTragios, que pela alma, da mesraa fi-
nada se celebraram na tardc de lr> do corrente,
na capella do cemiterio publico ; e rogam Hies
aicda mais o caridoso obsequio de assistirem as
missasque celebrarse hio no dia 22, setimo do
seu fallecimento, pelo seu eterno repouso, na
igreja de N. S. do Terco, as 7 boras da manbS;
pelo que se confessam desde ja summamente
grates.
AO COMMERCIO.
-ioio Pereira Moutinho, para evitar qual-
quer duvida, julga conveniente'declarar, ao
respeitavel publico e especialmente ao corpo
do ommercio, que o Sr. Bazilio Gomes
Pereira Rodrigues, deixou de ser seu cai-
xeire desde o dia 30 de junho Droximo pas-
sad o.
Recife, i8 de julho de 1874.
Aloga-se
o sobrado de dons andares e loja, sito a rua da
Aurora a. 79, tendo agua, gas, estribaria, eocbeira
e coiinha : a tratar n* mesraa rua n. 81, segundo
andar.
" PBOTESTO.
Para evitar duvidas, venho dedarar, que nunca
ive transaccS'w commerciaee com os Srs. Farias
& I.essa, logistas de fazeola, a rua do Livramento,
de que resnlusse o debito qae figura na lisu dos
devedores a sua massa fall da, e que mesmo nem
conbeco esses senhorea. Recife, 18 de iulbo de
1874.
Dr. Manoel dt Figusiroa Paria.
Muita attencao
0 abaixo assignado avisa aos babitat tes desla
eidade e dot arrabaides, que se acba mudado da
Baix a Verde, na Capnnga, para a roa do Rosario
da (loa-VUta, para a casa n. 30 : quern preci-ar
dos sen* servicos, como bab litado a tun r as mo-
lestias julgadas incuraveis pela anliga medicinp,
pod\ dwiflr se a diu easa, ma o eoeontrarao
ate is 10 boras do dia, e depois das 4 da larde a
qualifier bora. Recife, 18 da julbo de 1874.
____________Domingos de Sonza Barros.
Caiubeiro.
Precisa4 de uma que salba eciinhar been t
qne sat* da J&ea eondaeta, arefeiiodo-se eserava,
pan caaa 4a peoaana famlua : a tratar na ma da
ImxHrh a. 15; l. andar.
ODILON DUARTE & IRMAO
o&BELLEIBEIROS
Premiados na exposicao de 1872
RUA
IMPERATR1Z
|N.182g
'!. ANDAR.



RUA
DA
1MPERATRIZ
R. 82
l. ANDAR.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o'nas'melhores con*
dic?6es possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exmas. Sras. n'a-
quillo que for tendente a arte de cabelh?ireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouqaets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e flgu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 % menos que outro qualquer, garantindo
perfei^5o no trabalho, agrado, sinceridade e pre?o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fdra ; vende-se cabellos em
porcao e a retalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro.

m
mmmmmmm

>.
DE
.Mtsa: eijiaw ije moiJK.% & c-
17Largo do Mercado Publico17
(Anlijja ribcira de S. Jose,)
Acaba de ser aberta e acba-se a disposicao do respeitavel publico esta nova pbar-
^ maoia e drogaria, compietamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na-
tureza, sem excep^ao de_,productos cbimicos e meJicamentos preparados no estran-
flK trangeiro, tudo novo e o melhor possivel.
As receitas dos'Srs. medicos stria Ferapre despachadas com a mais seria attonjao,
flb e sercpre sob as vistas do pharmaceutico que compde a nossa firtna social.
As pessoas que se dignarem de honrar o nosso esatbelecimento com a sua confian-
';a, podem estar certasde que serao cocsrienciosamente gervidas, nao s6 relativaroente ao
que pedirem, comu lambem a modiddatie dos pre;os.
ESSENCLI CONCENTRADA
DE

m
m
m
ARISTIDE saisset e. j. soum
Tratamento puramente vegetal verdadeiro pnriQcador do sangue. sem mercuric.
A Esaencla &o Caroba e um remedio hoje reconhecido como um poderoso depura-
tivo e especial para cura de todas as molestias que teem a sua origem na impureza do sangue,
como sejam : as molestias Syphiliticas, Bolbaticas e Escrofulos**, RmeumatiSmo, Empwgens, Dab-
thos, Ulcbbas, EbupcSes, etc etc. -
Os prodigiosos effeitos qne tem produzi*o a EsMem-u de Caroba, por toda parte
onde ella tem siao apropriadamente experiraentada, a tem feito adoptar como um dos medicamen-
tos mais segoros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natureza svphilitica e
boubatica.
A cada frasco acompanha #ma instruccSo para a raaneira de nsar.
PoiDada anti-darlrosa
Jontra as affecooes cutaneas, darthros, comicboes, etc., etc.
Inguento de Caroba
Para cura das boubas, ulceras, chagas antigas, etc.. etc.
UNICAMENrE PREPARADO POR
ROD004TROL IRNAUS, SUGCESSORES
Botica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
( A.NTIGA RUA DA CRUZ )
Lindas tarlatanas de cores, de assento branco e preto com salpi-
oos, para vestidos, pelo baratissimo pre^o de 340 rdis o covado, na
loja das oolumnas, de
Crespo n. 13.
ta*9
m*Sii
Antonio Correia de Vasconcelk*, na rua do (
lUJiiTI
f
Renniilo popular!
Hygiene e eeoHomia
Onerei* pas-ar algumas horas 'aii.'feilo ?
Qucrcis e.*nervar a fjr.-a iIik o- uar.s itigeti ro|
3ii<-rt-is tt\>urtxt u* prrj|Mcia> Mtvi* viwr .M^i irad. in. |,raz.T ?
Qurri. iiovfuir i.uilas fill r lU.bv f
Ourri< U'.iar u* rtt ii i> it:, hoi nodM'UU* '.
Qjrrt-i^ ter )i|>'i-*lil e lard di:eiaii :'
U-i'Tcir, liutl neiiie, ser ftrlia fl diuisu .'
Attendei aos meios:
Vinde iocntinents ao mtiilo conh^cido e pre
coni.-ado armaz. m do Cainpos 4 rua do Im-
pera w n 18, onile encontrareis todos os agonies
(sem ser dc leilaoj uecessai iot para conseguirdes
os gozos que vos offerecem as afflrmativas, qae,
inditpeasavelmeate exigem asoitopergunus predi-
tas, isto e, encontrareis os generoa mais finos e
gostosos que por Ventura lenbam alimementado
os eitomagos mais susceptives e delieados, encon-
trareis os vinbos mais purns que teem exportado
os paixes mais vinbateiros do uiundo e que fazem
eapaoear a mais impertinente tristeu. deixando,
com certeu, iaraiza lo o germea da alegria, que,
inundando de perfumes o oceano da alma a
imaginapao txercera, poderosamente, prodigiosa
inspiracSo sobre todas as cabecas a que tenha fei-
to a sua asceusio ; encontrareis os a -epipes mais
melindrosos, de cbeiro activo e cmbriagador ;
encontrareis, em summa, iguarias del. itosas, pe
tiscos deliciosos e tudo o que ba de mais pro
vocador (depois da mulher) e que vos pode sua
vemente transportar ao paraizo da gastronomia,
fazendo-vos gozar a mais real das felicidades
da vida bumana, a boa mesa
Visto como:
N. 38-Com o emporio das tripasN. 28.
N. 28-Recheiado de iguariasN. 28.
N. 28 Se pode dos erabucados N. 88.
N. 28 Repetir as picardias 1-N. 28.
Rua do Imperador
Mesmo porque:
E' patente e apregoado por todos os medicos de
mais celebridade que os bons alimentos sao es-
se ncialmente necessarios para a boa conservagio
da saude e uma das bases mais poderosas para
assegurar o completo desenvolvimento das fa-
culdades physicas e moraes da creatura ; e
com effeilo, se assim nao e, respondam-nos qua!
a causa porque em cada canto que paramos des-
cobrinios una quantidade enorme de crian;as ra-
chiticas e mfesadas, de mocas debris e de uma
construccao franzma, de rapazes maalentot e sem
vigor e linalmente de toda a mais bicbaria, dig-
na por certo de melhor sorte, verdad iros typos
do desfallecimento e que nos d*ixa pbysiologica-
mente conbecer os effeitos mephiticos da ma ali-
mentacao, de que irreflectiJamente fazem uso ?
Silencio profundo 1 Coofirma;ao absolutal
Verdades paras:
Quern negar ]a ousou dos pios a fa ma,
Dos presuntos os sabores requintado ?
E do vinbo o poder qne leva a cama
Vida ao enfermo e forca aos esfalfados ?
A 16m do que:
E' um facto consciences mente provade e que
so podera ser contestado por algum hypocrita im
becil, de que ninguem esta tao habilitado a ven-
der bom e barato como o Campos, o que e de
facil intuiqao. attendendo se a qun o seu fim e
fazer com que todos venbam cotnprar em seu ar
mazem, para o que nao se acha, felizmente, sob
o jugo do egoismo e nem tio pouco e alimenta-
do pela ambigao do ouro e sim pelo de. de bem servir aos seus freguezes, dispensando &
todos agrado e sinceridade.
Embora que:
Ruja, ruja os invejosos,
Fallem, pnlem, saltern, berrem :
Nao poderao, desditosos,
_______________Competir, nao, mais esperem*.
wm wmi\m
Vinbo de quiniuo do Dr. Leconte.
Este vinbo preparado com optimo vinho de
Malaga e o melhor de todos os tonicos reconsii
tuintes na coutalescenca das molestias graves, e
se recomraeoda para a cura dos padccimenlos
do estomago e intesliuos, febres de toda a espe-
cie, com o caracter intermitleute.
Vinbo c xaropc dc lacto phosphato
d cal do Dr. Lcontc Keci inmen-
dado pelos medicos como o melhor agente re-
constituinte para favorecer a nutricao, a for-
ma;ao dos ossos nas crianyas e enriquecer o
sangue.
Vinbo de Boldo e elixir.da mesnia
pi a ma preparado por Frinaault.
As folhas do boldo sao erapregada's no Chile
como remedio domestico, mnito efficaz, para a
cura dos padecimentos do figado, de que e o
antidoto, como o quinino e das febres.
Vinbo e elixir de cacao da Bolivia,
de Uriwaali.Tonico fortifiranle, diges-
tivo e reparador das forces exhaiu idos.
Vinbo de qraina ferraclnoso de -ri-
niaalt. -hreparado com vinho de Malaga e
pyropbosphato de ferro e soda, constitue um
precioso apente therapeutico para a cura da
Chlorou, dos padecimentos do estomago, po-
breza de sangne.chlorose e as diversas mole s-
tias das senhoras.
Xorope de cbloral hydratado do Dr.
Lecante.- Os medicos aconselham com
successo contra a gota, as aphaigias, vertigens,
hystona. insomnia, epitepsia, nevralgias, tosse
astbmatira, coquelucbe, etc.
Creme de bismatbo de i.i imauli.
Contra as gastrites, diarrheas, gastralgias, dy-
senleria.
Xarope de bromurwo de potassa de
CirimaaK. -Anti nervoso e applicado com
optimo resultado no tratamento da gota e rbeu-
matismo.
IngadaJaadia de-Cirimanic Cura ins-
tantemente as enxaqoe:as, dores de cabeca,
nevralgias e dyarrbeas.
Ferro de tiirard.Protoxoto de ferro. 6
melbor de todos os preparados de ferro para o
tratamento das molestias que reciamam este
agente therapeutico.
Pasiiihakde manuiia de Ciimault.
Empregam se como laxativas e purgativas
contra os calarrhos mucosos, falta de appetite,
eatarrbo pulmonar.
?Meo de fltcado de hacalbatA. ferru.
tinoso, de (rimaull.-E um medica-
mento de uma efflcacia consume contra a
cblorose, pallidas cores, anemia, phtysica, todas
as molestias dos pulraoes, lymphatismo, es-
erofulas, etc.
a*6 h-rro nganieo de Burba da
Biiiswon. Agradavel ao tomar-se, dotado
da propriedade digestivas mui activas, e o re-
medio por exeellencia, na leachorrea, anemia
gastialgi., etc. .
PaMHha de lactato de Cerro de Bu-
rin da> fTnfTfTT** Digestivas e optimas
uo tratamento das menstruacdea difflceis, flores
brancas e todas as affeccSes nervosas do tubo
digest* no.
ClyeoMiaua S*eB+a Llnimento muito su-
perior aos cerotos, pomadas e uuguentos para a
cura das ulceras e feridas de toda a espeele.
Capaulaa de Apiol de trlmauu.
Sao recommendadas pelos medicos para recu-
lansar a menstruacio. prevenir as colicas, dissi-
par as do/es dos rins e ainda para as febres
rattermitentes tebeldes.
filuiaM de podopbylina de Cri-
muuii. Para a cura de todas as molestias
do figado, para combater as prisdes d9 ventre
rebeldes, etc.
DEPOSITO
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Barlliolumeu & C.
34 RUA LARGA DO ROSARIO 34
Precisa fecj J)!t oozifilufr eiri casa de
peqttena tamilisi, preferin-
tlo-se eserava : ua rua do
Capibaribe n. 40.
I'onlou se da roa do Apullo a estai^ao de
Ciuco Pontas, uma letra da quantia de 166JO0O,
sacada por Joaquim Rodrigues Piuheiro e aceila
em 30 de ah- il pelo Sr. Caspar Cavalcante de Al-
buquerque Uchoa Junior ; a pessoa que a liver
acbado pode entregar a mado Apollo n. SI, venda
Rufino fugio
Em tin* do nifz dc fcvewrn fngio o e*rn acima, koas aa .'ignj-^ r^^uifiie* : idaSn M aa-
uo-, maiawi m-am, tit pmm, mlN-ll^ rarapiahx.
ealguiis hranc is. f>ttura r^gul.ir. um l.nl 1 1:1c-
gr in lid.:* it. i!fi;i... iH j.-,, ,i ,1a Mrm ftn i-
b. ImslantM |.r.,<:.:.,. r ..|e ,,, ,,n ,. ,, ..
4 r.iH|. .-I- .1 ... 1>.V4 1 I.:.r...';,.. r r-.Ti-..
.l-llr ? t'll .. V|-,|,l.-_ :!,.-,j.^u ,|.. I,,,,!.. 1
pa 1 l.iia- mil in,*-. -4 j,j llf. rj,.M.,
|.i- r^ii. ai.fit- li-'it. t -l>r .-i4v r IrMI a *
... VU iiv ., II- ? 1.. :., 1 aa-lar U 9 i; i 1 ,.Tt*
in Ur*J. mi a rua .id S. (< iio>l n it, aaBBas
an lad 1 il:i i.-Teji. i|ii.- jit.'ii ."..'ili-,,|im.
COPEIRII
Na rua do Imperador n. 38. i' andar, precisa se
de um optimo copeiro, 0 que seja, activo uo tar*
vico de mesa.
Aluga-se
uma casa para familia, fresca, com agua, gai e
despejo, sendo 0 2 andar, na rua do Hospicio n.
61 : a tratar no 1 andar.
Aluga-se 0 armaaem da rua da Moeda n. 35:
a tratar na rua do Amorin, n. 62.
Aluga-se dous escravoa muito sadios e fieis,
para service que come-a das 7 horas da manha
as 6 da tarde, sendo um delles muito bom pintor
e jardineiro, entendendo de todo servi^o de jar-
dim : na Soledade, defronte do palacio do bispo
n. 73. Na mesma casa compra-se uma eserava
3ue seja perfeita cozinheira e engommadeira, sen-
0 de seus 30 annos, e muito boa conducta : a
tratar a qualquer hora na mesma casa.
Na CuiiiIm., 4u Ciriuo u. U desrja-sfi (aila-
C0111 0 (Jara Correia de I.inlurc<, acafesnm qae
a neg cio de sea inte-
morou
met.
em Santo A mar",
Aluga-se uma boa easa c m excellen-
tes commodos, d raa n. 169 : a tratar ni BCtBa ru 11. 171.

Silverio fugio
quinta-feira, 9 do corrente, levando calca de algo
da-j azul, nova, e camisa velba de algodao branco;
este escravo e cabra, de 50 annos de idade, alto,
ebeio do corpo, cara redonda, barbado, cabello
bom, e a barba bastante branca, denies bons e
miudos, muito conversador, vagaroso no andar,
descorado : recommenda-se as autoridades poli-
ciaes e ca pities de campo 0 apprehendam e levem
a rua do Cabuga n. 3, 3 andar, ou a rua do Ira-
perador n. 28, que se gratilicara.
Aluga-se um peqmno sitio, ediHcado de
novo, no lugar da Tamarineira : a tratur na rua
do Commercio n. 9, andar.
CASA.
Aloga-se a casa n. 113 da rua da Concordia,
com bastanles commodos : a tratar no Recife, rua
da Cadeia n. 3.
Nao se prestando 0 pequeuo opaco do armazeui
n. 10 A, a ma da Madre de Deos, par* um abaste-
cido deposito das diversas m-rcas de fumo, que 0
ab ixo assignado aimejava tt-r, acha-se d*ora en
diante aberto outro es abelecimento sob a mesma
denominacao de
ABMAZBM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
00m todas as propor;5es desejadas, e onde pode-
rao os senhores freguez s dingir-se, certos de que,
como ate aqui, ach-rao sempre a par da modici-
dade do< precu.-, a maior sinceridade possivel. En-
tre as differentes rearcas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem sido anounciadas, acaba de
chegar uma encommenda e.~pecial, que muito deve
convir aos senhores freguezes. :onscie .le 0 abai
xo assignado de que neste genero de negocio nao
esta sem compelidores, fara muito por evitar que
tambem 0- tenha com relacao ao pequeno lucro
que procurara obter da dua mercadoria.
Jote Domingues do Carrao e Silva.
24--Ra do Matqnrz de Clirda -21
Esquina. do lirrco I.ai;n
Participa a seus ftrajBBM e amigos qun nnd- a
o seu estabelecimento de rtlojce ro para a Mama
rua n. 24, onde enccntratao cm grande BfltBWMo
de relogirs de parede, lv>cffeaBV, r cin:a at me-
sa, dos melhores gos-tc* e quaiidad/s, rdoffe* da
algibeira, de ttdas as qualida ef, |aten'c raiaso,
deouro e praU dorrada, fokado (plaqurtj, tek>-
gios de onro. inglcz, descubtrto, dos BrfBBBI
fabricantt's, cadeia tie turn, plaquet e pratx. BWBtt
de tods as qualidades, tudo por precos muito ba-
r atos.
loja do nm
Ml
. Ordeiro Simoes I f. -
Acabam d;^ recaher pelo hbst bbmbm :
Riquiss'mos cortfs de grrguiio de se(! ii:
com fisiras achamaioudas.
Ditos de liabe para voslidos, conlendo cada w*-
te, o neces-ario para sea mfeiie, eaem aajt -
franjas, traucas, I oide-, tivelJas, etc
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda
rua Primeiro de Marco n. 7 A.
Aluga-se
o prcdio da rua do Barao de S. Boria n. 2*?. cm
eomtnud"* para Rrande familia, eoMtaaa I
gaz enc^naio.-. grande quintsl Iwn planu
portai para a rua do A!alho : a tratar u" rua it
Ponle-Velha n. 7."i.
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro,pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
I B
Aluga-se o armazem da rua do Duque de
Caxias n. 36 : a iratar na Solidado n. 27 com
Jose Henrique da Silva Guimaraes.
Allencilo.
Uma famiiia que se rctira para fora da provin-
cia, vende uma eserava insigne eugommadeira,
coz nbeira e c. stureira, boa para tomar conta de
uma caa de familia : na rua de N irias n. 86,
sobrado.
So din!
A Chapelaria Imperial e a unica que tem os
commodos e verdaaeiro* chapeos de copa molle
e aba dura : na Chapelaria Imperial, a raa Pr.-
meire de Marco n. 6.
Villa de ? almares.
As Sras. Carroll participate aos Srs. pais dc fa
milia, que abriram um collegio irancez para o
sexo feminino na villa do Palmares, onde reeel.e-
rao alumnas internas e externas. Ensinar-se-ba
alem do francez, portuguez, inglez, arithmetica,
geographia, historia, musica, bordados, etc. Tam
bem se propdem a receber alumnas das 3 as 6
horas da tarde, por metade do preco : para tra-
tar na mesma villa, bo pateo da Feira.
ESCMVO FUMDO
Fugio desta eidade, no dia 13 do corrente, o
escravo de nome Domingos, que tinha vindo do
Limoeiro para ser vendi lo, de 22 annos de idade,
cdr preta, boa figura, pouca barba, estatnra alto e
fransino, faces encovadas e com i ra dos dedos dos
p('s menos di seu natural ; veitia calca e ca
misa branca e cbapeo de pa'ha : pele-se a quem
o pega.r o levar a rua Duque de Caxias n. 52,
que sera gratilieado.
ALUGA=SE
Pulseira perdida
Do th^atro de Sam i Antonie ale a ponte de San-
ta babel, perdeu-ta na none de 18 do corrente,
uma pahMira da moaaieo preto : dao-e os signaei
gratifica-ie a pessoa que a aebou e qneira res
titoJ-U : na roa da Lingoau n. 3, t andar.
Ouverture ie lapeiition bourgoisc,
rua do Bom Jesus b. 16 j !. andfer.
a loja e 1 andar, a rua da Imperatrit n. 1 : a
tratar no estabelecimento denominado Csfe" Im-
peratriz, na mesma casa______
Aluga se ou vende-se uma casa : na rua do
Pharol a 56 : a tratar na rua Nova n. 13.
Attencao
Aluga-se para estabelecimento a loja do sobra-
do n. 17, sito a raa da Impcratria ; e eommoda e
esta acabada de concertos e reparos : quem a
pretender dirija se a rua do To. res n. 12. escrip
Brio. 1* andar.
Offereee se uma pessoa para.engommar por
barato preco, sendo eamlsas a 100 rs, calcas a
IW rs., eolletes a MO rs., paklots a 240 rs., tudo
com perteJcio : na roa da Aurora a 41.
Palacete
Aiada aata por alagar-se n palaeeta da Una dos
Ratos, a* laado Cnstodio Josa Ahsas Onimarias,
onde roorau ultimaraente o Sr. Dr. Ignacki de Bar-
ros : a tratar aa roa PriaeiN d> Marco n. 7 A.
PIANOS.
Acabam ie h< car rnnit'i boas BBBaafarlN I I-.
egantes modelkis, dos ma nr.tav. j- p b*va
nbecMos labricantes; conw *r]awi: AlpU u.-i-
d-rael, Haarj Hers e Pfcyel WohT4 C. : no V-r..-
Pranees, a raa do Baiin la \'i- ria, i atr' r
v.i n. 7. apreoos mult i e bhbqbb.
Pcrfunianas.
Finos extractos. baabaa, (rilice, agua ae flor de lar.uja, agua dc ;-..
divina, fiorida, lavande, pn de amt, aabom
crosmeiicos. maiUM artigo delieados fin pariaaaa-
I ria para prcsentes em fra-cos dc exlractis, aili-
i nhas sornaaa aarraw de rnites Ua -
' d'agua de Cologne, tudo de primeira
dos bem eoafteaMoa bbrieaam Piver e Cui
No armazem do Vapor Franeei, a rua dj :,
da Victoria, oaar'ara Nova n. 7.
Quinquiiharias.
Ar&igoa do mCerrntfa gmati>2 phantaziaa.
Espelhos. lequps,luv.is. joiasdouro, BsocrlBh -
cauivetes, caixinhas de c stura, albuns, ajaadi -
e eaixmkaa para retratos, boi*inha dr vH
dita de couro, e eestiabaa parabra?o ie n a-..-
chicotes, bengalas, nculo, pencinez, (K'OU-t-- para
charntos e rigarros, -.'ovas, pnte. cartii ii'i
madreperola, lapala para iantcrnas, mala-, fa
de viagen.s wnosianas para |BBBB, asBi
pos, lanternas Baa.anaijHBBBBBB. jogos U fin ?.
Ie damas, de bagateMa, quadros com paii
globos de papel para illiraiua^iies, BMMMBaa
fazer rale, c?panador~s J;':-.lha. rea!ojo d>
accordaos, carrinhos, e Wfi;os para criar.v:, -
outras mui las quinquiiharias
Brinquedos para menincs.
A major variedadi- que se iw">J.- desejar de ; <
dos ps brinquedos fa^ricados em diflvrntes par;
da Europa, para eutretimentos das crian^as. BBa
3 precos mais resuujdos qae e possivel : no ar-
mazem do Vapor Franctz, rna do BBBB da V-
tori a outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9^-
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botina;
de bezerro, de cordavio, de pelica. de duraque
com biqueira, de bezerro com botues, e com ilh>
zes a 9000 (a escolher) por ter vindo grand*
quantidade por conta e ordem dot fabric..r.t^ .
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Baric dt
Victoria (outr'ora Nova) a 7.
Para aeaaara.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, diuerestca
lisaa, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phanUsia com aaljo, branccs,
protos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetcs, chariot, castor e de tranca.
Paraa tueniuas.
BOTINAS preias, brancas e de cures diderentfk
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOT1NADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portagueies.
Para aaaeailaea.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corda>io,
t BOTINADOS e sapatoes, de beierro, de deversas
aualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Betas a Napoleio e a Guilherme, perkac
meias perneiras para homens, e meiai perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a raa do Ba.-..>
da Victoria a. 7.
Bom negocio.
Traspassa-se a taverna n. 65, a roa do Barao 3o
Triumpbo, em optima loealidada ecora comm <
excellr-ntes para familia : a tratar com o couuaen-
dador Tasso, qne se do o proprietario do predo.
garante o arr-ndamento pen tempo qoe *o con-
vencionar, e faz vrada da arma-;5o e geaeros exi
tentes, a dinheiro on a praao._________________
Aluga-se
o armazem e doui andares da aobrsda, i rna da
Madre dn Dens n 32 : a trxtar com o Sr. Thomx
Times, aa oacadaiaht da altaadega a. S.




*
Jiario da ?i3jraa4abuQp Terqa foira 21 de JuIIio de It 74
o

..v DE FERRO
TlW do tod:; TrlDKphi (iwa dolrum) as. 100 a JIM
CABDOSO 4 IMAO
jjjlf&Vl aos seuhores de eugenb/* e outivs sgricultmes e ao publico em gera* que
:sfcswi a receher de lnglaierra, Franca e America, todas as ferragens e machinas ne-
mmstat toe estabelectmentos agrtcolas, as mais mode oas e raelhor ob:a fine tem'vJndo
n" gTr? de fr?" de k' ,5, 8e ,0 cavaUos' os Kelhores que tern vmdo ao merad*
"sABSEBI* S de sobresalente para
.&Erdas inteiras



8
incezas de diversos e bouitos gostos.

vapores.
e meias moendas, obra comojanca aqni mo
y* flllldidaS e batidas, dos mefhores fabricantes.
U^aglia com cubaje de ferro, fortes e bam acabadas.
liOIltaaaS de todos os tamanhos e qualidades.
Is&giOS e apitOS para vapores.
- mm>S ^e ferro, de repucho.
^S de diversas qualidades.
m para assucaii,gran(Jes e ^qQenas.
f s.r^ida^ de ferro fundido, fra
3/i iVanoezeS p,., ieI,faa e oarvio, obra superior.
>ditos p,ra?az.
vds de ferro fundido para
leirO para raesa banco.
^ua para geJar /gua.
^2198 pera bomba e hahhoiro.
ea i iglezas para m8Chir.iSmo.
3 G SOfaS com tiras de madeira, para jardim.
j i OS C(>nixrtim com promptidao qualquer obra ou machine., para o que
sua fubrjca bem montada, com grande e bom pessoal.
-. IldaS mandan! vir Pr oncommcnda da Europa, qualquer machmismo
para o que semrrespondem com uma respeitavel casa de Londres
iellwres engp.nheirQs de Inglaterra ; incumbein-se de mandar assontar
ardim.
'
'
. a aos tat
chinas, e ss respousabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
do
^jBarao
Triumpko (rua do Bruin) ns. 100 a 104
F U K D I g A 0 D E CARDOSO & I R M A 0.
Efcta encotfratado
! 1 \K i ^j Preci'a sc de duas, s:ndo
^ n?"J1D1?rj|Prefi,riiiei se a pridVira, e-erata : na
engommar^prefcm
rua B.i Crespo n. 7
Precisa-se de uma a ma para eng. mmar : Da
travessa do f'orpojianto n.|.
AMA
co n. 16.
Ottsrece *e ama ama para lavar
cngoramar, para qualqner casa de
TamflTS : a trafor"ho btcWdo Maria
AMA
Agusx mole era pedra dura
Tan'.ii ill ate qoe a fora.
Roga.se ao Mm. Sr. lgnacio Vieira de Mali I
iscrivao na cidade de Nazareth desta provincia, '
favor de vir a rua Duqne de Caxias n. 36, ajcan-
cluir aqnelle negoclo que S. S. 3e con\projietteu a |
realisar, pela tercelra charaada de3te jornki, eft
fins de dezembro de 1871, e depois para ]ane*-o, I
passoa itwerdro e abhl de 18P2,e aa&a cumprio,
9 por este motivo 6 de novo chamado para dito ^1_
9m, pofs S. S. se deve lemLrar que esto negocio A ,,,,. 1 n 1,,;..,
ae mais de oito annos, e quando o Sr. seu fllho r~ -X'iio> u^ iKtl. V
achava nesta fidade. Aluga-se uma preia, escrava, moca
i'rceia-*c de uma para U
var e rnpnmmar para tres
pe=soas : na rua da Florenti-
E- __
ngenho
parida ha p>>uco, com l)a cisar dirija se a rua rfireWa n. ^2, mfa.
e :adia,
quern pre-
i Ami A,u*a^e mn* Htullier perfeit.i cori-
XX.UHX ni,eira : a irjtar na rua larga do Itosa-
veude-se 0 engenho S. Pedro, situadu na pro- sario n. 2J, 2' andar.
viuaa de Alagoas, cofliarca do Porw Cairo, a \
Biados de uma iegoa ilistanie do porto de mar do <
Gamella, tem,joiceilenlta lerrai, malas, e aa/roja
regularmenle i,(.00 |*ae^ : a Uralar aa rua do Vi-
gario a. 31.


Boa casa.
}
Aluga-se 0 pal ace te do fallecido Caatodio k.'*4
Barro3 Barret.) : a tratw nalja du^asao, i rua
Primeuo de Harfo (antiga do Cfespo), -junlo ao
arco de Sant > Antonio.
Cheshire < nden-cd .Milk.
Lcite Gondcnsado novo.
GerVeja 'le Nurwga.
Keller & C.
- Na rua velMa de Santa Rila n. 57, i^'recisa-s
*a para vender com taboieiro.
le
Vicente fugio
Na noita de 13 para 14 de marco do correnie
anno fugio o mulatj , de 20 annos
de idade, bentta flgota, borba e-e>talura regular,
levando.veaudaa u>airo6u5co.rin|pa. de atgodio
branco e alguma mat rtna, pertencenle a urn cai-
xeiro da oasa donae fogfio ; 6.natural da fregue-
11a de Saat Anna do MaM-.j, diz er livre, casado,
e tar sido eriado em compaohia da nwdrinba D.
Anna Laixa da Luz, de quem. alias, (oi eutmo :
roga-se, portanto, aos Sre. capitaes de campo
eantoridades aolieiaes a apprebe^sao do dito as-
cravo, e entregal 0 na cidade do Reeite, rua do'
Crespo n. Hi, ao Sr. J..aqn m Moreir.a Reis, ou
na cidade ao Assii ao Sr. Torqualo Augusto de
Oliveira Baptista, que serao gewrosamente gratf-
heados.
S

I '
fil
ijerpt Hello
Mr&i \>: in.vti c..hrancas amigavel
-- co:i:0 J'j uutros negecios
i Gssao, nu3 lugares proxi-
.enos outros termoaproximos
wladt .; para cujo auxiiij tem 0 annun-
res habifitados e prphos, rcspon-
o-se no entanto pela boa esUio e conta
r iioniiado.
i>ico h.'aorario acode ads chmados
- ucias u consuta9 fora da cidade edo
Hi
CARLOS
Wnfle-se ou-arrenJa-pe 0 engenho S. Carlos, em
Ipojuca, mocnte e correute, com todas as obras
em psrfeito estado de CAiriscrva^ao, e niuito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xiasn. 3, 1 andar, com Gabriel Antonio de Castro
Qumtaes.
*
Empreza do gaz
cumbe-se da defera de appellacSes ante A empreza do gaz tem a honra de acnunciar ao
: da relacao. Pode si-r procu'rado de Pu!,!lc0 1ne receteu
aas3 boos da tarde em seu escriptorio
s :<< de Caxias n.37
ultimamente urn esplendido
sortimento dc lustres de vidro, candieiros, aran-
1 delas eglobos, eoias amo.-tras e?iao no eteriptorio
j a rua do Imperaddr n. 31, e serio vendidos aot
| sens freguezea pelo preco mais raioawj possivel.
AK0SA'VENDA,OMonteIJma
-
n'ro hu i : desta typographia em
: !ininitra lor, vende-sa os sesuin-'^'l!du"Aioar,ad1a3 pn,ra "niciaes' "nnt.lhos
... v ^UIH ,enfeites para bordado. 1-amt.em fe encarr-aa<

* 3 Into !iiijez-io dialogo ins-
. iuo, analvtico. bisUrico, e mo
e liiii liberal por 5oo
.; matuto
- '- r'iplar.
Sol ituailflarromance, 0
lu leituras, i volumes por ....
tem um complete sortimeato de galao e frsnja de
B prate, v. rdadeiro, de todas as largoMs,
e
- enearrrgade
t,doe qualquer lardamento, rcrr.o s-ja : bonel-
t-.ilins, pastas, espadas.dragonas.char! teiras, ban-
das, aboto.-.du-as litas e douradas, para eriado,
etc ; a^sim como um completo sortimento de
franjas. gala) f.lso para armamento, cordao dell
icom borta para quadros e espelhos (oniormeo
gost j da encoiimenda) tuJo por muilo nienos pre-
co que nn ouira ipialquer parte : na praca da
t lndepecdeneia n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
0MB(&0*
i
MEDICO-CIRDRGtCO |
4 DO
3 Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso 2
PARTEIP.O E OPERADOR
nua do Yi*< oinlo de AIbuquer-0
A iue q. 39. sft
ESPECIALmADE .**
W. Molentius de HcnhoiiiM e 0'
A menlnoe W
Tonsnltas das 7 as 10.boras'da ma S?
nha, todos os dias.
Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- j
tas e sextas-feiras. "<*;
Os doentesque mand:'.rem os seus cba- 0
0
0 mados por escripto at 10 horas da
S nha serio visitados em suas casas
0
1 if U de 1 mil? proximo passadj,
i. a -,.- 1,0 es rravo de Caetano Gon.-ah-es
n i i:j do S. J i8o; de Cariri, de
:' bem preto,nariz chatoe apura-
idn, as ranellas bem Qnas, os pes gran-
i1'1 ga'tarra ; li va um gihSo d'1 couro
Ki foi in u(a li ei nm cavgflo cas-
i cnlado na villa de 5. JoSb, pro
i hyba do N^.rte. Quem 0 pegar,
: la on a cidade de Areia ,na casa
/ aio Cas9ulo & Irmaos, italianos,
" FBc iiipeh-ado.
Ama
para
engomrnar.
men.-aes, na Passagem da Slag-
Uugam-se
mi'ii-ae.-. na Pass
:; i ::i '-mo lagar, com 0 Sr. Ma- ; da casa do abaixo as-ignado no dia 13 do corren
in aira, junma piimein taverua ao le, 0 seu escravo de nome Manoel, conhecido por
mdo do Reeile. Mauoel Amaral, com os signaes seguintes: baixo
Precisa-se do uma qne saiba engommar roupa
de hi.mem e senhora, prefere-e que seja escrava:
na pharmacia Torres, a rua de Marcilio Dias n-
135.
Francisco Xavior Carneiro da Cunha Miran
da, pelo preaante fat saber a quem convier, que
desde 0 prmeiro de Janeiro do eorrente anno pas-
soo* assfgnar-se Francisco Xavier d6 Miran'a, 0
que j;i tem feito em diversos papeis, como eserib
turas, etc.
Recife, 11 de.iulho de"l87i.
Fraccisao Xavier de iliran la.
"aiipareceu
1..
n
s

r
itlo no Capung:.,a rua das Criou-
ado fluke boa casa, grande numero
- cacimbas, tanj'?-.- debadho, bom-
I Bdo jardim e uma grande haixa de c-
.____' a.- na rua I.Tga do ftosario n. 20
' -,. le nn eriado, preferi se escravo
: r.'; n. 28.
signaes seguintes: baixo,
secco, ialh muito, porim, um poneo atravessado,
foi escravo do Sr. AnJrade, na Parahvba do Nolle:
roga-se a qu m 0 apprehender, leve 0 a rua de
Sauta Rita n. o, entrada pela rua nova de Santa
Rita.
Bellarmino Alves ArOeha.
AGL'AS MCHfiEUES NATUKAES
DE
.os;1 I'odrifjies Meades fae sen nte que
en estulietecfihento de generos de estiva
* : rua da MaJre de Deus, armazem
rir.ie.i guarua do con-ulada provincial
- > !-. Mii-jei Augusto Xavier d- S ^uza Fon-
v va apparecer na rua de S Francisco n.
. de .-"ii interns c.
r ce-so um rbpaz de meia Hade para
tinaUpur casa : a tratar na rua da Sea-
ait ii 1 l!2.

-Vluga-se
da lua da P nte Velha n 7.i, cm com-
ara famha, contendo agu? e gaz encana-
iiparelho de limpeza, quintil bem plan-
rtl" que dcit3 para a rua da Alegna-
'' ao !TlL-srno, e tratar Com 0 S'. Dii.go Es-
rio dj S. Borja, anCga '
1

Prefer!vets an de %<-!>.>-Vichy
por serem as unicas qhe conservam todas as suas
propriedades depois de transpdrtadas.
Fonte S. Marie, 6 a mais tflJcaz na anemia, na
aibuniinaria, na chlorosis, no empobrecimeuto do
?augue, e nas febres intcrmiltentes. Os resultados
obti ios na-< diabetes sSo muitj notaveij.
FuuU Elisabeth nao .-e aitera uuoca eta mail
rua d eni magnesia e recommendada pelos seuhores me
dieos pela sua efflcacia nos eugorgitamemos do
hgado do baco, nas affeccBes do estomago, dos
nns, da bexiga; nas areias e na gotta.
EXIJA SE -
o nome da foiite im capsuta
Vende-se eru caixas e a retalho, no Unicode-:
I postto
." PHARMACIA AMEKICAJA
b-
I'-rivira Haia AC >. uiuxnUi*
,57 IjUA DlTfjjfE fcS fiAXlAg $T
Albgase 0 silio da casa vrrae-
tba, na Iravesia da Cruz de Almas :
a tratar no silio do eorwhendador
Tasso.
1 C0\SLLT0R10 .
I Medico-eirurgico
W DO
^ Dr. Jose B'elix da Cimh
. '} neases.
ifjl Medico operador.
M RUA ESTHEITA DO ROSARIO N 3
rf DA consultas t^dos os dias das 9 ho-
V:5 ras da manhS as \ da tarde, dessa bora W
a em diante acha-se prompto para qual- r -'
^f) quer chamado, em casa de sua residencia
m a rua da Princeza Isabel n. 4, junto a
;J esta^ao dos trilhos de (linda.
-gj Das 7 as 9 horas da manna da consul-
>?^ tas gratis aos pobres.
B*J ESPECI ALIDADES
ll Molestias sypbilrtfcas, via digestiva e fe
,t-7 bres.
m
Signaes do negro Peli-
ciano
crioulo, idade, io annos pnuco mais ou meno
alto.coipo regular,.bm pre'.o, desdentado, bar-
bado, m 1 feito de pes tendo um dos d,>dos era ri-
de, ou amb.s baslante tortos Atha-se fogi lo
ba sets mezes-desta ?eguuda fugido, e da primeira
esteve dous annos no engenho Tarobador, fregue
zia do Bonito, perieupsnte.a Fraucisco do tai
genro dacapitoo C Jo.-e Maehado.senhor do enge-
nho S. ChrUtuvao, da dita freguezia epore"e<
engenhos estaoccullocomo-tem estado. Vein pelo
primeira vez preso pelo eapitao de eampo loao
\entura.que mora em -Agua-Preta ; recommen-
da-se a sua captura as autoridades policiaes e
capitees de cainpo e leva lo no engenho Mina<-
Novas, fregu. zia de Gamelleira ; 0 dito nfg-6 in-
titola-sc forro, com 0 nome de losi Feliriano.
- Precisa-se de- um'portngaez para feitor de
engenho : a tratar no 'pnmelro sobrado passando
a ponte grande da Magdalena
.Na noito de domingo, 5 do eorrente, furta-
rm do engenho Rola, freguezia da Escada, dous
cavallos : um russo, nao claro, velho, denies qae
bra'os, de ?ella, carregador e esqnipaior obriga-
do, tem marcas de colheira nos lados por traba-
Ihar em carro, ferros a margem no quarto direito
e no queiwi_ manor, eom o signal dons on dez.
Outro, alasao tostado, os mesmos ferros em cima
da anea ona qiMixadst carregador obrigada na
redea, e tem ma redea, irabalba na eangalba.
AmSps estao gordos, 0 rosso e grande, e 0 alasao
novo, tamanhode meioaciir.a. Informant que ettes
animaes foram furlados por Manoel Joaquim Ta
vares, que ja esteve no coilo do finado Siquelra,
noengenh) Mima, e Malbias Anloaiode S.uza,
feitor de Manoel Aotmio Dias, senhordo engenho
Rola, por ter sido despedido, visto s:.b-r'' dito se-
nhor do engenho que aquelles eram ladrSes de
cavajlos, que vieram acossados do Cab", 1.-, i.- Hie
foram apprehendidos doas cavallos furia I engenho Guerra. Gratiflca-se ham a ipi.-m d.-r
noticias dos dous cavallos furlados, no engenho
Rola, ja'dito.___________
Vende-se am terreno em Agua Fria -o-n GO
palmos de frentee 3o0 defundo, tend) <:;. is fnn-
tes, uma para a rua do Cacondo e ontra para a
rua das Mocas, proprio para edificar, en] 1 terreno
tem an-oredos : a trata: na rua da Sauta Cruz
numero 7.
Funile^re
>fci)0''i lgnacio da- Canfleius (e antigo funil.-iro
da p/i.ca da lodepen lsjjci), fnqrrega s de fazerj
qualquer idoia desua arte, e bem assim de coriar
e collocar Vidros em vidraeas, espelhos, etc.. tudo
por modico prec) : qpem de seu prestimo se qui-
zer ulilisar. pele dirigir-se a casa de sua residen-
cia, a rua Bella-n '1.
ml
ttecebe.se eneommendasde fogo do;ar, para
dentro e fora da provincia : no armazem da bola
amarella, a travessa da rna do Imperador.
Attencao
Na ma estreita do Rosario n. 33, prapara-.se
bandejas com todo gosto para casameiU)* e bel-
les, pelo barato prec> de 203 e 15'i, baudejas ar-
madas com bolof finos, que (azem muita viya e
satirfaz a seus donos ;oa -motnaa- casa fttao bou-
quets para noivos, com fila bordada a oqro, d^n
do-.e .os cravos, 3 eado a eaeommeoda. frM* &
di is antes e faz-se mais haralo do que em ouira
qualqur parte ; fateHr-ef velas para .baplisaToi.
com toda perfeicao ; faz-so lindos bcoqoels de
cera para oflerfai, por raaito barsio preto ; e*boor
quets de ro?a, cravos.dualias, saudades c qualfluer
flor que seus donos queiwm, .cooi tfltae bordadas
a ouro ; bouquets parr, enfeitar boloj, pi;r to-to
preco : Judo ua nu eslr.eiia do Awario n. 35,
sobrado de um andar.
Ja Ifiips gek i
O Vicontc, aniigo talwkvuitcd* sorvele, a rpa
Nova. via aos sens amigos e freguezes que se
mudou para 0 Caf madamisrno e a rapazcada com 0 agradavel sorvete
de tolas -,s qualidades.
Ao comin lcio.
Joaquim Jose" Fernandes particlpa ao publico,
com espeeialid.ide ao respeitavel corpo do com-
mercio, que d-?sde 0 dia 17 do eorrente deixou de
Mr s5u socio na casa commercial, sita a rua dos
Guararapes n. tO, o Sr. Joio de Almeida Seixas,
que fazia parte d 1 firma Fernandes & Seixas, re
tirando-se com 0 sen capital e lueros; previne
pois, que closta data em diante nao se respon-
sabilisa por qfialqaer Iraasaccao que appareca em
nome da dita firma.
Recife, 17 de julho de 1874.
Tornou a fu:
-
fcr)-l
gi r
Do Dr. V. C." C. Albuquerque ausenfon--e desde
0 dia 10 de julho do eorrente anno 0 preto Beue-
dicto, de 25 annos de idade, e h:wtante ladino, falla
mansa, cantador de modas, 6 bom carapina, esta-
tura alu, espadaiido e um pouco corcovado, bar-
bado, tendo a testa pequena, falta de dent s na
r. nte, pes f-ios, e com uma BicatT'Z grande por
eima de cada um pe, proveniente de lalhos de
machado ; nisceo no engenho Bujary, de Goyan-
na, onJe tem mai e parentes, tendo passaio ao Sr.
Luiz Cavalcante de Albuquerque, morador na
mesma cidade, e de-'e ao Exm. Sr. Barao de Na-
z reth, tendo a primeira vez que fugki estado no
engenho Pangaua, do oyanna. Pede-se a todas
as autoridades e capitaes de campo.quo 0 pegando.
levem-1 a rua Direita n. 40, ao Sr. Belisario de
Souza Bandeira, ou nn engenho Kurna, de Santo
Amaro Jaboalao, qae serao geuerosamente rati-
flcadiis.
So elle
O n. 6 na pra^a da Indepandeocia, loja de Ma
noel Ferreira Pint'*, tem um completo sortimento
de chapeos de castor, fims, 0 qoal vende por um
preco razoavel.
Oineiro.
Quem precisar de um rapaz portuguez, com
hibilitacao e q>:e da fiador a sua conducta : diri-
ja-se a travessa do Livramento n. 10, sobrado.
B- Na rua Direita n. 20,'ha baraalugarse
uma pn-ta para 0 servico interno de casa de fa-
milia menos engommado.
Algga-sc
uma mobilia de iacaran.la para sals, com tampo?
de pedra : a tratar no Corredor do Rispo n. lo.
mm^hi.
Fin
Precfea se comprar dous escravos, pedreiro e
carapina, paga se bem : a tratar na thasonraria
das (djerias, a rua I'rimeiro de Marco n. 6.
Engenhos em Msjunam-
guape.
Vende-se os seguiute*:
Barra.
rriilra.
e PMtricIo.
A tratar com seus propf etarios nesta cidade
e para mformaevi^s toa Joiquim Pinto de llei
relics Filho na mesma cidade de Mamamgnap*
Tasso kmios 4 C.
.- VII on Hm d C wndam BotW armaw
rua do CoBramrio n. l\ : ^^*w
verdadeiro panno de algoaao azot amaTKaoo
Kxcellente flo de vela.
Cognac de f qoalidade
Vinho de Bordeaux.
I^arvao de Pedra de todas as qoalidadet
Casa e torrents torelcs no Sal-
p.
Antonio Jose Itodrigues de Souza, na tbcPOTa
ris dae lolerias a run do Cnqw n. 6, vende su
casa de latipa e lerreaot da aeaai Uo ao In gar
do SaJgedwho : a tpatar swrnnSe ana n masmr..
Para viagrns.
Amaral, N*l,tico i, C, stem da uaa oonpiet
sortimento de nbjectos de poeto, veadem 01 se
guiales, mdi-pensavcis para viagaao:
Cadiras e>jrqguic(ideira de bnr fee bar
Malas de couro e de malt ira, forradas de lona
e de diver.-os Uuianbo.-.
Bol*as"df couro e de tapete, de multos temanhr-
Ca poles dc barracha.
Cerolas, camiiis demcia, luvas e eaetiineze-.
tndo be li
Est'jos para barba, cpm pertencas.
Lanternas fuUa itgo.
(Silicates de aiwrsa- qjajidades.
Canivi.-tes com col'.er. s.-ic.-a rofha e garfo.
Insigmas macijoicss de dfa. r*e' j<.
No Bazar Victoria, a rua do Oarao 1
n. i.
da Viciora
Yende-se as seguintes casas
terreas.
Beoco da Bomba n. 5.
Rna do Fogn d. it.
Rua do Paire Floriano n. 35.
A tratar m BSfeM do Carmo, tavnrna n I.
\ inho
Vcrdo
dc
.-,ia rant lie.
especial
Vendem P6cas \ C, a rna eslreila do Rosan
n. 9, junto a igreja.
Sedas a 1^280 o covodo.
Vende-se bumlas sedas de listras de lindas ao
res pelo baratissimo preco de 1*880 o c vad,.
aproveitem que esta so acabando na rna do Bo
que de Caxias n. 88, I ja de DocneKio Bastes
4^000.
Ojlcbas defustao muito grandes para cama,
pelo diminuto pre;o d li : a loja jns arena, d-
Gergel do Am.ral ft C, a rua Primeiro de Marco
antiga do Crespo n 20 A.
Para oasa de laimlia precisa se de uma se
nhora de meia idade, que saiba corhr e cozer
qualquer vestido com perfeicao, e que de' fiador a
sua conducta : a-tratar na rna de S. Goncalo n.
29, sobrado ao lado da igreja.
Os Srs. qne preten Ham u gociar a hypothe-
ca de oOOi sobre uma casa terrea sita na "rua de
S. Miguel, da povoacao dos Afogado3, vencendo o
premio de 2 "jo ao mez, podem dirigirse a rua do
Hospicio n. 59.
fc _
Frederieo Cbaves vendo seu nome no Diario
(aa relacao dos devedores da massa fallida de Fa-
rias & Lessa, pela quantia de41*200) declara que
nada deve, e pelo contrario e credor dos fallidos
em trabalbos de solicitador que foi em diversas
can-as em autos exi--tenles njs carlorios e de do-
cumeutos em sea poder. Protests desde ja haver
pelos meios compot-ntes a importancia do saldo
que Ihe e devido.
Allen cao.
Joao Lopes Ferreira, senhor do engenho Cutigi,
freguezia da ESCTda, previne ; o corpo commr'r-
cial e a qifm tnteressar possa, que desta data cm
diante ceixou de ser seu procurador seu filho
Pedro Jose Ferreira L^pea, e nao so responsabi-
lisa por qual parr debiio p-r elle contraia.
Recife, 20 de jul o do 1871. ________
Aluga se o 1" audar do sobrado da rua do
Apollo n. 33: por preco commodo : a tratar na rua
do Bom Je:us n. 31, andar.
vtlbo : no
Ja rua do
n
Corapra-se col-re, latao e
armazem da bola amaroUa, a
Imperador.
Compra-se um reiogio de ouro, palente iu-
glez, qae seja modemo, bam regulador edescober-
to : n armazem n. fiS da rna do Senhor Bom
Jesus (antiga da Cruz).
. .;
2fOW
m barra, fa:
le HuOil ;
pardo coir, listras bran: s. fazooda superior para
vestldos a 410 rs o Covado : 4 loja dos arcos a
Saias de lii
imo u
pardo c
la com barra, fazunda superior, pel.
baratissimo prepode 23"0>; assim como, linbe
Oiiera e o vigilante 4a ecii-
9
EOM1ATFIKO!
A' rua 1. de Marco n. 1.
raa Primeiro de Marco n.
Amaral & C.
10 a, de Gcrgel do
Massa fallida de Joaquim
Jose Gomes de. Souza.
Os admini>traJrr*s desta massa. covamente
conxidam aos respectivos credttres, para no hrazo
de oilo dias, apreseniarem-seos titulos arm de
serem cla'ssificadcs dizerem acerca da venda em
leilio dos dehtos a referidi nrassa. '.Rrrado'Im-
perador n. 39: l. andar.
0 INEXMGtaVEL
ca .-a em obras.
*&&&&
<:k*.
>$%
Manoel da Silva Pontes

I ra se e vende-se traslesiiovos
isados oo armazem da rua o 1m-
*visa a sens amigos e freguezes, qoe se aeha de
P sse e na direcc.lo de sua ca>a commercial H
prompto a receher as ordeus dos que qurzercm
cootinuar a Ivoara If
ca.
inuar a Iwara l com'sua |mila(|B 0 confiau
I'.ecre, '.ddajufliude 1*74.
Oostureira
Na tra\^ssa da rua da Palma n. 26, deframe do
beceodo PossiwiiB, cote- qualquer obra ; da-se tiaoet e-mandase-isvar a
obras aos fregueaes.
~CilAJ>0~
Precisa se de om eriado p.ira todo wrvico de
caa de.,horaem !satteiro,7pretore-se e^craTo'" na
rua do MarqaeaTtoDlajda-n. 35.

A cuhihrc a^na Merlda
______ bz
ffinil tt fiAiXiiAX.
L'ma pura iltetiUouao das mais raras fl^
res dos tropicos. G^fitcm, fcara aatim ui-
zer,_ quasi o oaor oaoriforo das flores dr
fropico da America, esua fragancia 6 quas
uicxhausta ainda mesmo .por contmuada
<;/aporacao e, dilTusuo. N'este respeito e
i icomparavel a qualquer oufro perfume
qne ha de vends para :
DBMAIOS, ATAtJir.S JtERVOSOS, DOB
PE CABKCA, UEBltlDADE .
I1YSTLRICOS.
E um certo e ligeiro alliv^i. Com oibok
.)n, tem conservado sua ifiatiBeia para
Coques de tranca
: Run ii(|t:c dc Caxias S3
Augusto Porto recebau pelo paquete francz
um lindo sortimento ie cdques de tranQasdos'
gostos mai; m ? ri: is .-, elegantes.
Grande sortiineni i de eawmrn e e.-curas clara^.
fazenda superior a 3^500 o eoviado: iij.>- aaerrrr.
5*000. *
Brins para calea d^ enrc* e pars'. a 2*). |g i
BOO rs. o covado. So aqni pat aste pri
Cu ta> em grande q untidad.- n HO '-^t r-
covado
Metins a 210 e 280 rs SoperiAr.
Percales a 309 m. o c.vado. s aqni no ba-
rateiro.
Baptistes teattsadas Boa barra a IM e 400 r-
o covado.
Alcassir.nas, fj-aida Ua pkaoUsia c ..i t .:i.r -
dc-.olios a i );) is !
Cra.i mes e.-. u r, s a Mu a 3i0 rs
Lazinhss e-c. vsmt* iro r.-. : vad S m. a
te para ?c liar.
Usdapi Ides para todos 03 pnerj
Sedas il cor. s, verflie, apcarnada e I
cor..- l-t*690, Hi n e IWOO.
ChaiesOe casemi.a com Ualraa e 3*5'.'0 t 1*
e barato ? el
Bramante de iinho a 1*100 rs. a vzra com I
largnras I
BOtinas para senhora, a 4*.
Confronts ao arco m Santo Antuni... loja I
Agostinho Ferreira da Silva Leal & C.
Veude-8o pes d"e sapotas do-bptima qualidade
narua do II spicion. 75.
AO N. 9
No progress-) do pateo do Carmo, vende-se
mantelga llor a 1*200 a libra, franceza. a 800 rs.
a libt a. hem coma tem um completo sortimento
de molhados, para qualquer clieie de famrti.i fa-
zer sua despensa qne enrrontrara prec i mais com-
modo do qm cm outia qualquer parte.
Se [Kfadi. u. 48

uAx
o ha aais caicllos
btraacofi.
fluila alleiifilii.
Pede-se ao Sr. Joaquim H norlo de Siqueira
quo digne-se apparecer a rua do Barao da Victoria
' 44. a negocio do s?a paflicular inie'ese
N
. i _
3*r uni'^flpproTada
**, re^oobeeidai
BsmtiTft|
No dia 2o do proxrrro [assadtr rhez de abwl, in
do vender [ructas ao Recife a preta Maria, crilula,
cdr fola, iiade40anT1.-?, mais cu mebos, Vn [J \
u de nm Iho ctwa do eorpo, peitos.mjlito[*&*
raosos, feia de fei^Scs ; deve estar Qcdtha'am al-
ftedesor ptoonrado -a qualquer hora ii<
da^.ida aaiBe.para objecto de sua pro-
iisao.
Consultas das 6 horas da moohi as 8 ho-
is, o do QMio'dio as doas da*ard.
Jratis aos-pobre*.
ESPEGiAblDADES.
Molestias de senhoras, da pelie e de
crianga.
I
cima de vinte eocinco annos sobre todos os
perfumes, nas Imlias OcciJcnfaes. Cuba,
'M Mexico, America Central, e do'Stfl t not
JUr Hurilio a iy0m toda a confian^a recommendanao*
RUA DA CRUZ N. 26 2 AXDAh ? COm0 Utn ar]ip0;el seu aroma "muit0 de"
Reeem-ebtgaJo da Eurepa.oade *e> iC licado, ruiur?* id-odor e pernwtioncia, :ic
quBotoU'Os^.spianea do Paris oLewdros, pode ser igualado. Tatnbem faz remof*
da pelle:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEI.MADL'RAS DO SOL, jh I
SARDAS E BORBLLHAS.
Sendo reduzida -ooai ngaa, so tomsutm
#. Uxcellente mistifra para" banhar a pelle,
*, j dando um arosoado cdr olewt-w-comrdflt-]
^ : jao ublada, sendo applicada depois d
'
Loja de maim
DE
fijfflmfmc k c.
0 antigo baratfiroroBiiiHia a reodor por bmbjm
do que outro qualquer, oetp a franqu z e su-
ceridade ja coukecida.
Las de cores a %.0 e 240 rs. o covado.
Las pretas superior, a 3C0 rs. o bom 11
La e seda, fazenda de l^iO.J por 700 rs. ( co-
vado.
Clntas de cores a 240 e 280 rs o c. \
Metir.s de cores a *0 rs. o covado.
Qte' .nes de padroes hndos e avidernni a I
410 rs. o covadu
Baptistas de lindos padroes a 400 rs o covado
Cambraias de core, uiindas e grauda- a 280 r
covado.
\enham antes que Se acinem : na hja do Passe | Ditas pretas com tl,res a 2w) rs. o c.vado.
cua l. d-. .Mii-cr. ii. 7 a. Canhraias biaac..-, bo.dadii j aborUs, bzeada
mais Ilia que tem vimJo ao tier .'id >, > liz't
de -2*Ot)Oo f:iro, pat ljOD) a vtra : ;v
cMad* HisW
CSnihrata transparente. fina. a 3* a poca.
Dita Victoria, tina, a 3*<0 a pega.
Algoiiao trancado, alvo, a 140 rs. a vara.
Brim branco de linho a 1*400 a vara.
Dltos de cores de lidtio fino *500 r. o CDtaJo.
Madi|>olio fraucez v*rJad 7* a peca.
Algodae T, largo e superior, a o* a p ; Gorgorao preto de seda para vestilo e p-ira coikte
a 3* o cevadn
T. al.-a< grandes a 4^300 a duz..
Colchas grandes a 9* uma.
Lencdes de bramanw a ai ur.
Cobcrras de ganga, f irradas.'a ii e .! j.
I.encps de Ifnlfo. rhanha*!-? e em eaixfitlas a
liquidacao
43
ves-
a noU .oij!^: .j ; ?uraa casa por. .ser de costume assim ofaVo- e
S nerior tl?"* ** ^^ V.C-0lra q U"" *4>>*V
_s penor a ujda jjne o ng.or da let i m&b .a appwheMer, le*eo,a 5* i
*gl""BV*^r^j8vTTT^*yyiJi j ^ar,^ar. evite -a ijjjtacao^ qj^e ^geralmeolt-
|r!WI^8r^r^^
jf! ConsuHiria uij^Oiiitrwtico |
4 A. fi. dailWHaia. iff}
Mediw!pA>M* $mm.Tl % im
teaa dftati has^M i<
CoQsulUw.ilai'ii^^oaili.,
Cbamadvsa-qtteliHwrrheni, >(
Gr*Us aos pobj-ea , occoire, assiincrno tambetn gargaiiteando-
'3e, o cheiro a conflow doi denfer e f engivte*
ba raul* iraiUcSes, a* qjuaes rifi#
m nenhumas J'estas propriedades,
e tomar cuidado e contar s6meate c
cosmetico do suL da
Lima va!)ar
U r-sskil^l Qneiiuado u.
Junto d loja da .Magnolia.
E' nrchinelia!
Cones de jrgafcdis de list-as. proprio.- par*
lidos, a it.
Perns de ctimbraia transparent', fina. a 3*.
Dita de dlh Mpada a 3* e 3*500.
Grande sortiined'o de laziitMs padrCes m d.Tnos
a -J 0 rs. o covado.:
elms dp o es a 2*0 rs. o c va 1 -,.
i tas de cores a 240 e 280 rs. o covado.
adapolao com toque a 3*."00 e 4i a pr-ga.
ito fran.'e:'. fino, com 20 vajas, a 5* a peca.
Liui pardo trancado a 320 e 400 rs. o covado.
vrim do l;nho aicachaado fino a 2*500 a vara.
En com lisbras da.seiH a 400 rs. o covado.
Clicguciu ao ItaiMiteiru d.i rua
sMtigFitpfitRailtflj-.. *& ^
i ,s iybTWIk ii* *tai*iw sae aa -m-f' .a ; s oois# ar.'^H un ta UMU
Oso perfume
ca, cbara -
DE
I 'KRAI' Ct B.AMIAA.
cha i venda em todos odrogu
Onadrillias.
A' rua dlifiarao ^(A'rM 17, Ida de Pe-
dro Ernilio IWberto. 1-1 of veils tres Adas qua- pom, m f^nVd^"S*tm>fin. "
drilbos parj Jiano. \ jSQfn cap a expnfclar. -^-----"'>"<"^ ad"t*
^^Tit-----, m w-i-A "V m I''
3i.Wadii?ia. '
Dilos de cores n fcSoflfl a'duiia
E omros muit)S artigospor pregis barausslm-*
S6 narua do Crespo u. i*. loja l"> :i ;.jrta. PI
$e amostfts. ^
A loja das 6 p-Mis
Cuntinua a ter um compi-1< sortiraeotode la-
zendas, qae pela qua idade e K*co parece iapoe-
sivel, nmcompk-to^ortimeaHo de chm,adca ti(>
80, 300 e WO rs. o oovado, granolinas de hsira a
00 rs. o c.vado, cbtaa com Ultras e palciwbas a
40 rs. o cov.!), chita raracobwis a M6 rs. D
oovado, chapeos de so! de sola com duas arma-
does a 8JO0O, dims**) sdJa para calfcca, farenla
mniio fins, d^ 1 i*000 por 7*000, b,bajlipboj e en
tre-meios tordado^foat trrerjaj fiffffk 400 rs. a
peca, redes dc fio macahlba muito proprias para
slrro,pe!o diminnto preco dc .I^OflO1, c*lm*faV d
cores miadltth s 240 rs o cBVad? ;' nafrSJa^dis 6
"Venda na encruzilhadade
Belem
Vende-se pr comundo preco uma taverna n
.luaArincima indicadq, este eraJBooito (ocal por s
de[roate da estagao e ser bem afreguezada, e
'proprra-pars principianfe : alritar na mfna.
ser
Quem nao comprara
Vende se uma peca de .
fport\* : na rua do Cresf
Amara*,.NaL-oo.4 C* 4|eidlero esj:
fia aiiaa
.jOadradose r.doudos, pr^pfios para sals, fSF'
c m moldura 1 n r^t^iMIIA"!' e *** metal
n Bazar Victoria, a' Ma'aTwHio da Victoria
_____________ -'- *
5 AlrJga-seTS

afal
r.
na~ruV
a Aurora


I
MELHOR EXEMPLAR ENC0N1RMHI


r, >


ii
1
p-
r^
laz
=533=,
AlftiV&ZBBl



;<
5
turns *
Rua Trim-in ftftftjfgf1 ... 7 A
Cordeiro Siraoesd^C.
K' tsta uma das casas j Pde com pn-
oaria offercce** aas sous fregueaes am variadisoi-
a csortimento de fazondas fin as para grande tei-
lette, 0 bem assim para u?o ordinario de lodas a
lasses, e por preeos varrtajosos, das quaea faz ura
jequeno reaumo.
Mandani fazendas as casas dot pretendenles,
jara o que lam pcssoal uecessario, e dan amostra?
nediaute nenlior.
Cortes de seda de linda- dores".
Ir). den: pics dc todas as. eOres. .
iiort(urao brji>c<\ lizo, de lislras, preM, eja
ieliin Macao, prelq e de cures.
'Jrosdenaples preto.
' v'elludo preto.
Jranadine de seda, preta/a*4a adrea.
i'opelinas de linsos padioea.
Filo de seda,, biaflco e pretp.
"icas basqainas de seJ.i.
~saeos tie merino' de cores, la, etc.
iaH Lrasileirai.
Cor Ms com amhraia hranca com lindos bord*-
Kieas carallaj e manias para noivas.
itiquissimo sortimento de 13s com listrai de
ieda. -
".ambraias de euros.
DUds mariuozas, branca.;, iizas i bordadas.
Saozuques de lindos padrSe*.
Baplistas, padroVs dencados.
Percahra* <1 inuid.-.i-, prerbs e brancos, listras,
uc, etc.
itrias de linho de eftc, BtflOriM oira vestidos,
join barra e li.-iras.
Ricos cortes de vesiido de firiho.
na c6r, ultima mod*
Dit09 de camhiaia de cores.
Fusiao de iiudas cures.
Saias bordadas para senhoras.
Camisrs borda&aa para seulwras, d
t .xlan.
Sortifaeata ov luv.is da venladeira
"via, pw J'.i'i.'.is e authuias.
'estaaH i>3-a men ous.
':iw para heptiiaij .
jhapeoii par* mio.
t'oainas e raardanapos Matnaacadaii >ie
x.para tup I
Colcbas lie 14.
'^rtinadi:' l*inla!' *.
Grande sortitnente do camisas de
ordatras, para hnmens.
tfeias do citron p.ira homens, men nos e moni-
.
uias esc caw.'.
Coos ''-'>' '.VirnepU> d*> chaDftrt? de sol bra bo
. .i b seM-Tis.
Merino lie para vestidos.
Dilo preto, ivanaaiio e "'^ do "erao.
>.:'..;:.:.'.!-.> pa dp.
ijco de Ii.
de ;: hio, branco de cOrts e preto
S itim tip Iia4aa cores-com luioaa.
9 le ;,.'; !::ii de cores o pretos.
de a mira.
Dites de m'm.i ptpta e de cures. "
. it kmiinfm.
^aniisaa i h:ta pata li.nr.f.nj.
las !e (lani'lla.
': alas 'Ij li;.!i,' e algodao.
Pan ios de erbchet para sofa, cadeiras e eotso-
Lencos bunjado? e do rab\iinlho.
Cok'uas de e|
r.-.r laua Hsu m Wr*.
--..iius il.: ve-ti 1 i.-: do tarlat.-.na bordados
ra cortes.
R-partiilios lUos, bordaJos.
Poulard de seda, liddas cures.
'..'.- de seda para senhorase meninas.
.siioseda e Ii para senhora*.
i>*o sorUiBc^to de leques de madreperolas e
*s (.
. .. naaco de seda.
is tmirj r la i: de eflres.
Cbitas, ma lap ilao panno fine- preto e ,.zul, col-
arinbos, 11 uhis deiiiibo e algi'dao, (rravatas, lu-
>ai de lie de Rsc'issia, 'apetes 'le t.ii..s 09 lama-
jh > b is > 1. pi ilos bordados para ho*
..... raucoe de cies, toaibas,
; -,-.'. nai Bit
MRtfEDO DA BOA
Rua da Imperatriz n. 72
'^
\fW-



. i Mcni'i'j


f ijr1 i OJ
*

mem wi

MENDES GUIMAMES t {RMAOS
grnndc a%Aiimrnlo nos orcc^tsde suas l.zondas sMat-
je ;le dtfiftfiro^ jrjr issu croio qui o pro^< q^d vii men
Acabam rlo fazrr um
dendo a grande 'a!ta que hi h
cionad i ngradani so respeit vel polilieb.
CHAPKOS DE SOL ])l SEOA A '5C00.
Vende-sejobipfos de. sol de seJ.i para se-
nboras e meninas a '*5, ditrs So alpaca fi-
nos com 12 astcs. a M8, dllos >!e r.erind de
duas cores a o a 09, ditos ingkzes com 12 a.f BRIM PARDO A .00 rs'.
Vendc-se brim pardo esciiru a WO rs. o
covado, dito de cores emu quadrmhos a
500 rs. o covado
CORTES DE C'SBHRA A 5&.
file:' da
liabo e al<
fatiri''a de
" de
linho, iizas e
'"ROCHES A i?500.
Ven le-sc crochds pnra cadeiras a 1(5500
cda um
I.AZINIIASA 200REIS.
Vende se liiriidias para vestido a 200,
32 ', iOO, e 500 rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 TIEIS.
Vonle se alpacas de cores a 500, 6'i5, *
800 rs. o covado.
GR dDESORTIMENTO DE TAITTES A 5.
Wad'..- e grande sor'timento detapeles para
Vende-se cortes de casernira de cores para tbchsss turnanhos a i, 4JJ>500, 55J, e G5S
calr;a a 58, e G#, ditos de dita preta para ca la um.
*l%$b?SM(Zli 0 CORTE. !G,UNDE SORTIMENI0 DE ROUPA FEiU
Vende-se coites de brim de Angola para
calca a 2JJ, dito rnuito finns a 3^.
ARERTURAS PAUA CAMISAS A 200 RElS ~
Vendo-so aberluras para camisas a 200 rs,
ditas mais finas a 400 e 500 rs. ditas de
esguiSoa 18, ditas bordad s a 28- c
r.IIITAS A 240.
Ven le-so chitns para vestidos a 2i0, 280 e
,c 320 rs o covado, tern esc ura s e clar, s.
VAOAPOf.AO A 38.
Vendd-se perns de mad polSO enf-stado a '
38, ditas de dito inglez a 4C300. 5^, e G8,'
ditas de dito francez fino a 78 78.00, 88'
;98000. '
NACIONAL.
Calr;.as de riscado para traba'-bo a 1*5000
18400.
Calais de brim pardo a 18900, 28, 285G0.
Calc.s do brim de Angola de c.res a 28
38-'
Caicas de cascmira de cores a 58300, 68
78."
C.'.lens decasemira preta e 38500, 59960
.7
Palitots de riscado a 18-
Paletots de alpaca de cores a 28
EUATIIIO DAS HfllESmS PBOWIHES U fMPUREZA DO
SADCUE
PELO -
ARROBE DEPUR.VTIVO DE S jLSAPARRILHA, CA-
ROBA E VELAME
PREPARADO POR
BARTHOLOMEW & C.
Phuruiacciiticos ci ci.sa rc:.I de S HI. 1<\ El Rci de Portuga
Premiados em diversas exposicoes com o premio de sun classe.
Asaiide e" um bem ioapreciavel, cuja irrportanciae valor so" estd reservado ao.enfer-
mo avaiial-o f ineentestavel qua o homem neste mun<]o e constantemrnte, e por toios
os lados atacado por uma in fin i lade de agentes morbidos, quo to Ios tendem, dadas cer
tas o doteciiiiiiadiB circumstranchs, a aiterar o regular exercicio das funcroes organicas,
resultendo desse desiqui ibrioo que se denjininamole^tia.
A molesiia duj emais do qio a desvirtua^ao dos for^as vitaes, occasionada, segun-
do as Lnvestiga<2uB8tutxpur4e()ciaS'iios mais abalisades mestres da sciencia, pela deprave-
cao dos iiuir.oree geraes, consequencia da ac$ao maligna desses mesmos agentes morbi-
dos intruduzidus oo organisnu pelo actoda respiraQao, pela \ia digestiva, pelo contacto
iramediato, i tc.
A syphilis infeliimente tern sido a partilba da hu nani lad--, e como e f6ra dd duvi
da que esse terrivel Proleo da medicina e uma malestia beredilaria, ellatem sido obser-
i vada em todas as ideas, ftdebaiio de todas as suas forQMM tao vari^das, enfraquecendo
c.)nStitui;6t'S robustas^ prodiui-ido mutiisco'S e oo tsndo ainda em II >r da idade vi t.ts
precinsas.
| El uiinar da etonoibia e-se; prinoipios deleterio:, epurific^r a massa geral dos hu-
mores lem sido desd ifMtps immemorial o fim const.Mite da medicina, e osdepyrativos
i-
Paletots de a naca preta a 38, 38'0O, 4-3 }*> fm I Bwn? I"r.para proonch.r esse des. l,r,,to.
~ L de pn lercncia no reino vegetal que a sciencia aconsc
"SI
lj
>M
U'lniralo.
Vende-se iin p pi n -:i in pcrto da e?ta-
:?-i do ;;.;l^-: lui!
UlllO,
.te.ido de frente 150
. is, i ." ;.'i lus :!i.11s dt qualri'ceHtos,
iom una i -g sute casa d ; tafpa, a cabala de
j'.'-;in e bun assinali, tend,, '.sal a, 2
j ii.-:.o e ''.'. !:.i fora. 0 letreiio c jiro-
rjrio, b pi.;i;1.'><;6i.n, U-ado algmoas
irvores do srticlo, agua de beber e todo cer-
ai.
I'a '.i vit o rn.ii.s eipli ^icdt.-s, no mesmo si-
uu a qualquerbora a onli'ii ler-se com Tris-
rJo b'ranc.is&i I WO*, para Iratar, ua tlie-
Kiuraru u s i iterias, rui l.* de Marc/)
a. 6.
kV-pcciai idade
Viuho |tai'lici!ur. put'o e ge-
natiM.
Acaba dc chraar ao mereado alptins barris de
viobo d'j Alto Di.nro, especial e imicameDie pre-
parade do extract" da uva e i>enti de qualquer
confe?fHo, sendo rouito mais brafldo f|ue o da Fi-
gueira. o one. o tnrna recomrpeiidavel p .jue atir da ?.o pa(adjr e prefertvel a todns os ou-
iros vinhos de pasio.
Acha *e a venda nos armazens. de Joio 1(*6 Ro-.
drigues Mendes, S.^ozh lla-to & C. e Fernandas da
Costa & C.
lqiiidagao
k dinheiro
Rtis e Silva & Guiniarrie?, novos propriet3rios do
grande sortimento de fazendas, sito a rua do Du
; c|ue de Caxias, (n'r'ora do Queimado, n CO A.
convidam ao respcitavcl pub ico e com cspeciali-
dade ao hello sexo a corripareccrem em sen esla-
belccimento, alim de proverem-sc do que ha de
melhor e por preco assas cemm do.
Teem em expo?ii;ao, e a gosto de todos, o se-
tT-gninle :
; Serias, pnpelinas, etc.
\ Alpacas de cores.
Ditas pretas muito baratas.
Las de cores.
j Cambraia9 braocas.
' Dilas de cores.
('hales de merino, baratissimos.
Riqnrssimas bas^nioas de seda, bordadas, para se-
qberas.
Bramantes de algodao liso e tranyado, de qualro
larguras.
Hamburgos de linlio de differentes cumeros.
Toalhas lelpudas.
Di is de Ihhm.
Guardanapos do linho e de algodao.
Fustao branco.
Colcbas adarnasadas, para cama.
Tarlatanas dj todas as cores. --
Caiobraia adamascaia para cortinados. Excellen-
te aiquisifilo
Grande sortimento de flanellas de cores.
Damasco de algidAo.
.Algodaozinho branco.
Ililu azul.
Sargelim de todas as cores,
i Gravalas pretas e de rdres, para homens.
i Gravaliohas de cores p;ra sephoras.
! Punhos para senboras e para homens.
I G'lllarinhos, idem idem
i.i-m.-os de linho maito finos.
Chapeos para r-enliC'ras.
! Uetos de massa para homem. Cousa finissima.
: Vistuarios para bapUsados dc cnancas.
Camisas inglezas ,t francezas para h miens.
: Mcias para senhoras.
fiitas para homens.
A.' rK Ii> tJaiiugn p. 1 A.
Os proprietarios da I redilecta, no intuito de
;on?ervar o bum conceito que tt-em morecido dc
respeitavel publico, distinguind^ o sou esubeieci-
tneuto dos mais que aegeciam no mesmo gene re
veem s^:ienii2car aos scus boas freguezes que pra-
veniram aos ^-eus correspondentes nas diversas par-
kas d'Europa para Ihes enviarem por todos os pa-
quetes os nbjectos de luxo e bom gosto, que se
gran les .0
prrteroiicta no IVIBO vegetal que a sofwrcla aconsellin que devemos procurnr as
siibstancias pr.'prias e depurar o o'ganismo, dimiiiando os principles novijos a sairus
pelo au g me tit > das ecrocoes naluraes.; e que p ssam ao mosmo tempo neutralisar a vdeu
s'.phlitico, ainda qu iiioe-te virus j< tern f-iioiPupr;iu no ext-.rio debaixo de suas mul-
tiplicadas form s. Os'
in'omparaveis depurativeis vegetae; conseguem
muitas vezes prevenir os estragns da syp ulist qusndo por Ventura se acha eMa ain-
da no estado de inrubagao ; isto*e, sem seter manifestado so. formes externas; bene
ficio incom|iaravel, tan to tna is p irque'neste estado os indivi lins ignornm c impletamen-
te so fStSo conlaminados p^r esso terrivc-l inimigo.
Fbiiziueiite para rio encontramos em abuudancia em nosso ubcrrirn.j solo, nessa riquez^ inv>'jnvel de es-
pecies do wgdlMS, muitosdos quaes ainda tao pouco onbecidos e es u ladoscom pezar
o dizemos.
Nos mereceu a prefcrene a na grande varie.dad1 de plant de dep rativos que pos-
no no so paiz ;a CirobaJacarundi p'-oara
Vudame c.'olon campeslre', deS t. IIU ; da fa-
tia Smilax syphilitica de Runtle, di familia
DM) ja NfiebesHU pelo paquete francez diverso das Aspanagineas.
irugos da ultima moda, veem paterrtear alguns I Extrabindo s6mente desles tres importante vegetaes os principins medicamentosos
d'entre ellcs que se tornam mai3 recommendaveis, pelos procrssos niavs opeifeicoad s da sciencia moderna, conseguimos reunil-os era um
MmomSete0 rCSpeilaVe P C0StUmada ; comp sto agradave c de fa il applicagao, cujas propricdades para a cura da grande serie
AdereQos de'tartaruga os mais lindos que teem das molestias syphiblicus e todas as-que proveem da impureza dosar.gue, nossos estudos
vindo ao inercadu. e repelidas experiencias nos coavenceram serem- incomparaveis, as que se lem obtido
Albuns com
vellurj', send/)
Aderwos completos do borracha proprios para suas virliules; ellas e seusiwiis dlritos Mi-.d'icamentoios jd sao bem conhecidos, qu
itlo, tanibcm se vendem meios aderegos muito bo- nosso paiz, q^uer na Europa, on a abaiitados botanico; e distincbis mexlitis se teem del-
las oceupado, e mesmo iestes experiuu-ntado com optimos resultados no tratameuto de
muitos pedecinaent s
0 nosso Arrobe dcpimilico de Salsaparrilha, Caroba e Vclatne tem um sabor
agradavel, a sua MQio e suave o bsiiigna e ik nonbuma forma produz^melestiai medi-
caineotosas, corno acnleee geralmente a todos os compostos em que cntram substanc'as
minerals com > mercurio, o iodureto de potassio, etc., :ujo uso prol ngado e sfmpre
para receiar, priccip lmente por que trazern grande alteracao do sanguo, resultando doste
estado muitas vezes bydropisies, quasi sempre funestas.
Sendo asmolestias, como acima dissomos, david s dsaltera Oes d- humores, o Ar-
robe Deftutalivo de SalmparriUifi Caroba e Velame pode ser einprrgalo vantajosaifleote
na syphilis, risypelas, rbeumatismo, bobas, gota, do res sciaticas, ulceras chvoDicar,
gonorrheas cbrouicas, molestias da pelle, etc., e em geral em todas as molestias em
que se tenha em vista a purificacao do systemi san^uineo ; pois qoe nos as con.taQtts
experiencias tem feitever, qne die e indispensavel nos casos gravissim.s para minorar
os si'ffrimentos-e prolong .r a eiisteocia, e nos meno:> graves a curs e a consoquencia do
seu uso convenieiiternente prolongado.
Assim, pois, nutrimos a convicgao ie que o uso do nosso novo prepsrado justifique
reado. e repeluias experiencias nos coavenceram serem- mcomparaveis, as que se lem ootiao
m ricas capas de madreperola e de Comemp:ego nas dillrren ts fwiaUMd conhe-idas, dot prinripios de cada um daquelles
ip diversos tamanhos e baratos pre- vpg comnli'tos d"> borracha Dronrios Dara suas virtudes; ellas e seusbwns tffaUJS m-.-dicamentosos id sao bem conhecidos, qutr em
NA
NA
Rua da Imperalnz .- '&
para lioli :.
Grnniidba ipretu *% U-JBt .m
covado.
0 Pavlo. vende granadiiu. p:<'-<:oaMMtia
pelo barato preco de -00 rs o 'vim.,
ALPACAS PRr TAS A 500, ( ..
0 Pavao tern um grande u
alpacas pretas, que veode'a, 50,
rs. o covado, assim como rgmtt
mento de cantoes, bon.ba/.ii...:,
pretas, merinos, e outras OMdtai
proprias para tuto.
CAMBRALi VICTORIA A 48 6.
OCOOO E 7JG00.
0 Pavao vende um gran
cambraia Victoria; e lran|i|aMi S 1/2 varas cada pe^a, pelu* Us I t.ymqa*
de 4?0!.;0, iCO'1, 5C00O, 6ptfe7^Ho
a peea. tssim com', dit;s .<*..
co, a 1-S.'00, e petbi..i.ha.
CAM SAS FRA.NCEZAS A ..,J.
38' 00 i. IMOO.
0 Pavao vende um bonito _rmi 'camisas francezas com pail -*s%^m
2-:0ou e 2ia00. Ditaa com a M
de 3800'i a OCOUU. Diial a M ii in
Unas de 08o< 0 lO^OOO: M
: grande sortimanto de eerwaUu aaa -. **
algoiao, por prep s baratos, e ii>*-*
I completo sortimi'iito de puub rr^aaav
jtanto d linho como de aigodii *9M'
era ci.nta.
CORTINADOS BORDADO I -
JANLI.L-iS, DE 7Ali. :
0 Pavao vend" u.:: grail'.
[ OOrtinados bordadps, pro
jauellas. pelo barato ir 1;: .
110f)0o0 ate 2J8000, a -hi. -^r
!-'e d'Tiasco de la aauiio lb
; 12$000 cada uma.
j BRAMANTES A 1*800, 2^.
0 P.'vao vende Lr- maali iai
ten !o. 10 palmns de larger?,
algodioa IJfiOOi KOOfavara, 1 *
a -8*00, 28800 e 3&000 a va
eha.
Grande pechi eha .t '!
' c 54000
CORTES i'ECAs ,5 I
0 Pavao reeabeu uma ir." ae
cortes de caskneras di cores p t,e
ven Ie pelo barato pa code .kWI
rada cocte, na rui da [mperaliiz
' dc Pelix I'ereira da Si!a
ESMERALiMNA \ I
:iilUS.
B/.r-cs de ,-etim preto e de cores para ornato de
estldos de. sechora ; tambenrlem para collate
palitot
Boisrs psra senhoras, exi;te um bello sortirrien
de seda, de paiha, dc chagrirn, etc., etc., por
barato preco.
Bonecas de todos os lamanhos, tanto de looci
como de cfira, de boirachs e de massa ; chama-
m a iAt Ti'.-ao das Exinas. Sras. para este artig",
as vezes tornaia-seas criauyas um pouco jm-
pertinentas par falta de um obieclo que as en-
iretenham.
Camisas do linho lisa? e com pei'.os bnrdados
para homern, vendem-so por preco couuuodo.
Cemulat do linho e de alpodic; de diversos pre
u s.
Caixinhas com musica, 0 que ha de mais liodo,
com disticos nas tampas e proprios para presen
te
Ooqaea os mais modernos s de diversos forma
'.OS.
Cbapeos para senhora. Iteceberam um sortimenk
Pillulas Gathartieas
de Ayer.
Para todos os effeitos d
am reii edio Uzaate.
Duas p ra- meninu e meninas.
Chiias francizas e ingiczas, djs mais agradaveis menmas. \
nadroc-s Oapellaa simples e com veo para noivas.
Madaprd'ao de differentes marcas. j gal* bordadas para meci.-ias
E muitos outros objeclos tine seria enfadonho' Entremeios estampados e bordades, de
ennmerar-se dfigennOS.
," ii- j I Escovas eleclricas para dentes, tem a proprie
LOrram a eTancle liqillClaCaO I dado de evitar a carie dos denies.
. I Franias d seda nretas e de Co
cabalmente as nossas assoveracoes, porque sendo m'-dicameno purajnente de prin ipies
a roodCterta'pwa senhoraTapSe pan vegetaes, noss':s experiencias ate hoje ttm confinnado sua utilidade"
lindo
UEPOSITOCERAL
34. Rua Larga do Rosario.34
PERNAMRUCO.
E DCi'Iiintha!!
ao ae eviiar a cane uos ueuies. -|-^ i
Franjas de seda pretas e de cOres, existe um ii C01TJ, &S SCHUOI^ S.
i-ande sortimento de divercas larguras e barato
orego.
FitES it' saria. A* jcrgnran. de setim e de eoa-
maln'e, da diverfas larguras e fcooitas cores.
Facbas de gorgurao muito lindis.
E barato
Trancas de cabellos humanos, naluraes, nao
digo que tenham am metro de comprirmnto, sao
sofrrivelmente compridas, pelo pre^o de 125000 :
so na rua do Marquez do Olir.da n. 31, 1 ;ndar,
ca. de Gatave, cabelleireiro.
Co;ue crefpo natural.de 105, W a 15^000
I'm par de crespo natural, comtridos a 5*000
Um tnpet frizado por 3^^
Uma duzia de grampos frizados por 45000
Coqjiaoj modernismo, de 405, por 205000
Diademas, modernismo, de cabellos,-por 55000
C^entes de cabello, de 305. 35? a 405000
.So na rua do Barques de Olinda n. 31, andar,
em casa de Gustave, cabelleireiro____________
Cura iks eslrdtamcnto liureira pe^um:SetfCSSTTp"^lTZ
pela fai ii applicac^ao das
A Magnolia, a rua D-<|'ie de Caxips n. 45, par-
ticipa a bcllo stso que acaba de receber da Eu-
iropa, um completo sortimento de artigos de ulti-
ma mola, e como acha desnecessario fazer um
eafadonbo anuuimie, p! ii ser bastante eonbe-
Fi r- artmciaes A I'redilecta pnrna em ton- (li e.capriebr seropra em ter boos corfespon-
irvar wm um bejlo e grande sortimento des- den(e .^ a p. raefra. ,llle apresenU o que ha
,s flo es, nao so para enfeite dos cbellos, como. de majs moderno e pnr preos mui razoaveis, por
No Baraleiro
. por pretas mui razoaveis, por
'isso fimrtase a descrever. somente o segu'mte :
tambera para orijato de veslido de noiva.
QaJOM doalg os ei de diversas cores, jjjcc3- ^ ^^ ^ Ue gcte com ^ gojpure.
Leques dour,ado8, de m4rpprola, maxtioo, tarta
ruga, osso, etc.
Sahidas de bai e.
Presenle\ diversosartigiw^mprios para presentee.
Gravatas, de seda para homem e senhoras.
Laco3 de cambraia e. de seda de diversas core*
para sennora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas pars
aoiva.
bivros para ouvir missa, com capas de madre-
Eerola, marfim, 6s;o ,e vetludo, tudo que ha df
om.
Pentes de tartaruga e marfim para aiisar os ca.
bello? ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimeMo de madre-
DE
tico ou purcaate, e nonhum
ontro tem eiao tao u? :ulo em
todos os paizes e por todas as classes, como estas PII.Z.JJ.
J.AS, suve9 mar efficajes. A razao 6 evident*, formao
om remedio muito mais certo e efficaz que nenhuin outro.
Aquelles que os teem ensaiado sabem que se teem curado
pelo ;en uso, os que nao os ensaiarao sabeio que seus amigos
c visinhos se teem curado, e todos conbecem que o resultado
tirado uma vez. se t Irani toda3 as vezes, e que as PILLZT-
LAS nunca fuUiio por consequeneia de erro ou negligencia
ua sua composicao.
Temos mi'hares obre mHharee doeertifioodee referentes a*
Jistuictas cures que liio effeotaado estas pillulas, nas moles-
tias que em seguida mencionamos, portm *endo taes euraa
conhecidos em toda a parte aonde teem petieirado, des necea-
6aric t! publica \-os aqui. Adaptada&.a todas as idades e a
' todas as condicoes, em todas as climas, nSo contendo calom-
elano nem outra qualqncr droga deleter., ellas podem ser
tomadas por qualquer pessoa com toda. seguranca. Sua
capa d'assucar as couserva sempre fresens, e as torna eosto-
cas oo palladar, sendo tambem puramelit ilcm resultar effeitos prejudiciaes se por acaso forem to:
. GOBIA ELAST1CA
remedio um universaimenu \ As. mais modernas e apcrleigoaoas de todas
procurado como um catbar-
es conhecidas
NA -
PHARMACIA E DROGA RIA
DE
Bartholomeu & C.
3lr- Rua larga do Rosario 34
IH^
4rnien da es-
Irella.
;;Unico deposito de cal bran-
nbe.
sada vidro leva dlreceO** mmuciesM com relac&o a seeauv
tes molestias que as PILLVLA8 CAT11ABT1CAS rapt- j
-damente curio. Para a z>yapept
U- ,
ptteencia, T.mignidt*', Folia ,tm AppnUU, Uevcm ser ,
tomudas em dose modenwlaa fim dc estimular o estomago e ;
restablecer suas funccfios saudavCts. j
Para as Docncai do Figado e suas d.vetsas syraptomas .
Kn,caquecat BUiasaf, Dor de Cmbe*<; leUrida, Cal- !
ico BIHobo, a Febret BUiona; devetn se tOmar' tamtem ,
moderadaraeute em cado caso, para corMgw a acolo viciada ^, raflde porcao cal preta, pula mediaa 00* lor
ou.emoveroob^uiosqueacasao. I mediante aiufte, mandando betar no lugar
um^eXTn.!^ D*'rrW ^^^ ""^ \ competenle, garantindoseriedade neste negocio.
Para MheumotUmo, Gotta, ArreW, Pmlpitacao do
CoraeSo, Dorrs not ilharjut ou coitH; deVenl ser
tomidas coutinuadimente, ttt alterar a s d orgaoa
dispigulados, de sorte que a molestla disa;ipare9a.
Para aBydropeHa e TnekaeSi* Bryrfiapteom,4 preciso
tomu-1-as freuusutemente e em porcfies uaaa araoaaa para ,
produzir o effeito de um purgatrro drastieo. tomo mgf- \ Bom Jesus, outr era da Cruz n. 60, para commo-
tivo para ojtmtar ou romida, toma-se uma oa duas para jidade de seus freguezes, acaba de abnr uma
proraover a dlgestio e ajudar o estomajro. Uma ou daaa to- outra M Tai d0 Barao da Victoria n. 63, aonde
dlv'-im/r *m quBnd0'estimuli0 ou "f"""^ tt t*18*0- | achario um complete sortimento de todos os cb-
QlSqSer'que se acha regularmente l*m, tomando uma jectos tendelltes a esta r.e, tudo do melbor gosto
ou Juas d'estas pillulas se acharii, muitas vezes, decidida- e qoalidade e pi T precos COmiT.OaOS.
mer.te milhor, por raz&o que ellas purificam e restaurSo o -------------------_---------------------------- ----?
appareiho digestive. Veode-se uma e.-crava preta, de 45
Goljnbas o punhos.
Manual para missj, com cana de madreperola,
tartaruga, marfim, velludo, etc.
Sapatinhos de setim para baptifado.
j Camisae bondages para senhoras.
1 IJgas de seda,.
Franjas raosaicas,
Aderecos-de tartaruga.
Voltas de madreperola.
provida nao so em extractos comei em oleoii p^, f de majreperohi.
banlias dos melhores odore?., dos mais afamaaqs ,r...--------'--atwIkMrii
fabricantes, Loubin, Plver, Sociedade ^^^SJSSSto
Gcwdray, Gosnel e Rimel ; aao mdispeaaavew para ^rfumarias dos melhores enlais afaaiados
A IfiSlS. j I'lniPs
Saias bordadas para senhora, poi commodo OfapAwttert pawatahoraa.
preco
fabri-
A' rua 1. de Marqo u. 1.
Confrmte ao arco de Santo Antonio.
E:lao vendendo fazendas por menos 30 0|o do
quo em outra qualquer parte, para o que. pede
um pouco de alten^ao I
Madapolao francez, fazenda superior, vende-
os a Hi a peca e 320 rs. a vara.
Cbapeos de sol de seda, para senhora, a 3, de
cures, fazenda de 6i ; a elles.
Ditos de alpaca, para bomeas, de 12 hasteas a
3i500. Superior qualidade.
Ditos de merino, com duas cores a 4500 Isto
sini e wader barato.
Cbapeos de sol de seda, ioglezes, a 11 000.
Dil.s de cabo de marfim. o melhor que tem
vindo ao mcreado a 12* e 13*. Venham <> elles.
Grande sortimento de camisas francezas, de 32*
,a 40*. Superior qualidade.
Esguiio de linho e algodao a 4*.
Chapeea.de casemira para hemem a 3*
Cortes de crctone bordados a 6*. Sempre cus-
Itou 10*.
Cambraia Vietora, lina, a 3*300, com 8 l|2 va
ras e tr jnaparente 4*.
Loja de Agostinno Ferreira da Silva Leal & C

Sapatiahos de la e de setim bordaflo,para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito orU-
roento de diversos lamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vesnmentas para, baptisadb o goeto; e os mais mudcruo ; recebes a> rrediieeta :r
de or arrto preco, para ficar ao alcaace
qualquer bolsa.
Rua do CabugaJi. 1.
Chocolate brasileir^
-~-
FABRICADO'NO MARANflftO
Das segnintes marten:.
Flor de Choedlatej
Cbocolate de baunilba.
Dito de canel'a.
Dito commutn, fma
ca ae o. Bento e Jaeua- idro homeopathico
Dito de araruta.
j Dito de musgo.
{Dito c"e ferro.
'Chocolate vermifogo.
VanUem pelo preyo da fabric*, -J03* Ta^arts
0- dono deste arniaVerri de mareriaes eonirat* CarreSro J C, a rua Direita 0; I*.
Fitas de veUtute de todaa ae cores e larguras.
Mascas.
Querels llvrar vos destri malflitos iosectos? com
prai uma msebina dsmatar moseas per :ti000
na MagnoJia, a ru Duque de Casiasn. 43-
Galvice,
A Magnolia', a ma Duque de Caxias n. 48, ven-
de o verdafleiw Vlgof da Ayer, qu* impede a.L
cahida dos cabellos. j
Sardas^paooe
So tem sarda* e panos querh quer; porquaa
Hagholia; a1 rua BuifWfda Canii* u. 45, tenrpara
venaec a-TerttekiraiCutiourtria, w faz do*appa-
kmt. iestes inaocUas am poacoa.dia?.
A atreditada fabrics de velas de cera .'a inado
da Cruz n. 60, para commo
PEEPA&ADAil P08
J. C. Ayer & Ca., Lowell, Mass., E.TJ.
VENDE SB It>B
a 47
; nnos de idade, muito boa crzinheira, faz do;e d
qualquer frucia, engomraa, 'ava, e faz todo e qual-
quer servico de uma casa de familia : p*ra ver e
uaiar, na ma do Nugueira n. 29.
VENDE-gE
om terreno no Arraial, com t20 palmos de free
e 140 de fundo, com uma boa cacimba : no oa
da Companhia Pernambncana n. 26.
Vendem
Wilsoa, Rowe & 0.
Em seu armazem a rua do Trapiche n. 14, & s;!
guinte: j.
Algodao azul americano. '
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qUalidadak
Tudo muito barato. ,
Vende-se a taverna da rui da Carro?as n.
que faz esquina para a rua de S. Join: a Ira
na mesma.
TACBAS TACRAS
DAS PUNDIDAS
Qualidade super or
Syslema novo
Alta novidade de Paris
CHAPBOS: -OiapeliBaB part seHhora^ %-. sto nBve
a rieaBcaaii enfeiladas.
riVEtiAS.dft.madreBerob,, to todoa os Umanhos
e cores, sCgundo- o uH'uno ngunno.
lOTOES de aco para vestidos desenhara.
CJiSSCOS.'-TSlrra* dVcaserrfra de corespara ee-
nhora. .
GaAMPOS frmtoe ? cabeJloiga-to nwito a: vo
CCftWNADof de erocletpara emme janelra.
raOMffAg- dfe-eaul&rafa de rroh^, bordadas.
SEOINHAS li&trada*
0 BAZAR DAMQD4, a ra* Nova u. SO recebeu
pelo ultimo vapor da'curepa urn importante sor-
timento dos artrgos acitmr, os quaes tem a honra
ie recomrnrtrdara'todlft as'Exraas. femilias, e -
pfcialmeBte.lot-Mas numeroioa rregngzes.
0 Pavao rccci .. ^... ;.:. ^. -
das mais' I'gantf*s esmeraldi rail
'deceda, sendo em com < ;:'
'novas que leu: vin !o a in >.;,
!para vestidos, vcii.'.e ,.i.!..
: 50 de 800 rs. 0 covado, a 1 ...
|n. 60.
(is Pavao qritevma <
segnintes:
Cortes ile" comlnaia Lfanca, ': -
coin enf il'-s b ir ; : 'e In a
Dit s Uidos brann 5 b rif-; c
II ....'00.
Ditosmuko ii'- s a 2.' 96(1 .
R itas Isnsiuliis para ves' I
tras de seda, covado a SOO r^
Ditas ditas transparent.' e r
tasia 500, Side 800 is.
Gintos de eiim detodai t* "^Ot
Punhos com gdliutias d e
Sdinlias de cocas, s ; '
vradas, com t.jque de ni: (0
Ditas de dita lit s sem n:
2-3000.
Diversas l^:i;iiihas para v. i
ate 500 rs.
Coltlias de fustao braaaas| -n. a
2-JuO.
Dilas de dito de edr a Vft 0
ainbraias braacas,
dos, cone a 8C00O.
Cortes de cambraia branca
etifciles bordados. i|aj
69000.
Pe^as de madap..iao com p<.q>/; .
de avana a 4^300.
Ditas de algodaosinho moi!' a;? .
com leve toque de avaria a 4^""*t
Madapolao enfestado CvM li ,"
perfeito estado a S;O00.
Pecas dc madapolao ccao ii
4A5L0.
Brim pardo para roupa dc lioasaa
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para carait^*J*ri
3^000.
Bramante de linuo com .'C
lagura, vara a '^ttCO.
Atoalhado com 8 palmos ie wjp **.. *aoa
a 1^500.
Espartilbos brancos e de osrts a #
5000,
Cortes de rasimira a Wl 5/*'*-


abertas, ;
C atflOa*
r<3r, to- ts Ti* a
8itios.
Mais aarato do qoem em qualquer outra parn
NA
Fundicao da Aurtira
C. STARR 4 C, EM LIQUroAQAO.
Lazinlias
Vendem se dcus silios oa Pont4 SeCiJWa, a
foram do flnato Joio Carroll: a iraiitr i.mm4m
1 mesmos silios n. 10, ou na rua d^TfcaaUrax 9
j andar, mccessoree de Tbomaz '-.e .i^?aa.
; Para presciilfs
No Bazar Victoria, a rua do .!:*a*ii
: ria n. 2, se encontrara nbjectos pro^riJ.^.T
sentes.
.
a 200 rs. o covado.,
So na rua do Queimado u. 43, junto & loja
da Magnolia.
Cbeguem, venham a ellas II...
Laz in has de quadrinhos a moda escoceza pa-
droes nuito chiques, propria para vestidos de ie-
nhoras i meninas. pelo diminuto preep de 200. ra.
'lo c/ivado.
So 0 43, lojji de Guerra 4 Fernandes.
Dao-.-e amostras com penhur.
Baaltiao de Noriuifa.
Acaba de chegar um pe ncno Uit a-
deste h calhao : do cr.--j ': .
armaTem de Tasco FrmSoa A <*
! Toalhas de linhoa&fltis.
Vende-se toalhas de I nbopt'o haMl
de oOO rs. cada uma, e metada di .-trj
aproveitem, que eslio se acabap'te jv m*
' que de Caxias n. 88, Itja A- Drn-Mrit i*rw
UrCJ
ml exu na vttlir rja Barrelros, na rua do Com
lerclo, por preeo mofleo: a tratar com Tasai
trmag JVC_____________________________
-- Veode.aauaima doConmereio n.4, cervej*
Neruega, marea ML:
Bitter Auguktura.
Rum de Jamaica.
Vpne<-?e pottas amermanas por todo preco :
DK traeisa da rua do Imperador, armazem da
Bolt Arietta.___________(_________
E* barato
Traumas de cabello
bumano, natural, com um u.etro de cemprimento
a 15* :a la uma : s6 na rua da lmperatriz ii. 8
case di Odilon Duarte Irmao.
Asunicas ver" le
Biohaa Bjunjjurjjaioa one wm ***-..1
na rut do Marauds da ouau* h. t
Salsa-parrilha do ?iiU
Tem para vender Antonio Luis de fie
vedo, no sen escriptorio, a rua do 81
mero57.

Engenho Segreii
Vende-se 0 eojenao Sfgredu, 1'-<
uma legoa da os^QaO, de Bi awl>,
rente, bem ubradb, e com terrencw
iae safrejava mais de i.^OO pies : S
0 Encan'.amento n.5.
I
uso
Vende-se uma motiiiia de j
a tratar a ru* do LttW


I
'
%
f
s
3iario de Pernambuoo Ter<;a teira 21 de Julho de 1874.
ASSEMBLEA GEBAL
eleigio directs nio traga
se detjurpe al'umas veres
nao traga mesmo fraudes
CAMARA DOS DEPUTDOS.
REFORMA ELEITORAL.
(Continuagio.)
Ninguera pretende que o processo de
ncouvenicnles, nio
por vicios, que
. mas, a quctdo
e outra, 6 que entrejo, dous"systemas, o
experiraentado aid hoje, da eleigao indirec-
ta, teru produzido oscaridalos taes e tant(5s
que a sua desraoralisagao d arraunciada as-
sim pelos po lores publico; como pelo pro-
prio espirito do bait.
0 nobre deputado nas suas interrupgoes,
disse que eu proruovo ou dcsejo promover
0 desconhecido E' uraa palavra do-nob e
presidento do consalho que o noire dopu
tado repete. r
Elle aos ameacou aqui com o desconhvci-
do, e eu direi que S. Exc. tern razao do
receiar 0 desconheid ., e d exactamcnte por
isso que eu sustemo o desejo ardonlemente
a reformsi eleitoral nj sentilodi ecto.
0 qu-se desconhecido para o govurno e
mu to oonhecido para nds, aquillo que elle
tomo nao podemus nos temer. A influen-
cia que exerce. o poder unico que temos e
tao deeferra que real men te seria uma insen-
satezqje alargasse das maos. unicamonte
levado pelo impul-o de garantir a lib.-rdade
dos cii.i 15o5, a liberdade do voto.
Esta questao e u u coinbato muito sori)
6Dtr um p>l8r que usa e abjsa, e faz
tuagops, elege ou designs deputado,
cao qua se quer gov
longe do admittir e votar porum projecto 0 Sr. GusmAo tOBO dd urn aparte.
de reforma da constituigi), .quando ndo ex- 0 Sr. Ferreira Vianna" : Eu reooro o
ista outro recurso para chegarmos a etecu- qae jd disse : o nobre deputado corapre-
tar, a reduzir i lei a reforma da eleigio di- hendo bem que se eu sou da escola conser-
rec'a-" ., Isadora, como o nobre deputado creio que
Penso, Sr. presidento, que esta qsestlo nio duvid-...
nto ser renovada. nnnm. 0 Sr. Gusmao Lobo : Nio entro nessa
apreciagio ; acrodito en tret a nto nas boas in-
ser renovada, porque
na sessflo de 1855. quando se tratou da
primeira reforma de eleigio por circulos, o
nobre presidento do conselho daquelle tem-
po, o marquez de Pa rand, conseguio con-
tencoes e no patrntismo do nobre depu-
tado.
0 Sr. Ferreira Vianna :E' uma honra
veneer esta camara o o senado de que nio'que|rae fz. Mas basta ver que eu sou catho-
porque tratava-se lico apostolico romano para reconhecer que
era el la inconstiluciona1
do mudar o processo eaperfeigoal-o, e nio sou conservador, e ate o Sr. presidente'do
de mudar e alters r o direito. conselho me chama de emperrado, ate de
Sou inclinado a crer que a nossa coosti-' jesuiia I
tuicao politics nio estabeleceu o processo [ Uma Voz : Nio ha jesuilas liberaes I?
0 Sr GusmAo Losodd um aparto.
das eleic6s para delle fazer um pnncipio
fundamental, e nem o considera se ndo omo
uma lei ordinaria, embora inscripta como
outras om nossa carta constitucional. Nem
todos os^preceitos que alii se acham firraa-
des constituem materia constitucional, como
V*. Exc. sabo.
Assim d que, pela constituigdo, a nobreza
ha muito tempo foi destruida. 0 merito, a
0 Sr. Feureira Vianna : V. Exc. sabe
que o que quero e que recuemos do abuso.
0 Sa. Gusmao Lobo dd outro aparte.
0 Sr. Presidents :Attengio I
OSr. Gusjiao Lobo: Estou prestanlo
um serviijo ao orador.
0 Sr. Ferreira Viansa: E' Terdade,
e agradetjo muito : o nobre deputado G }ue
virtu e,do cidaddo, oseu saber, sdo as uni- certo, e para confirma-lo msis nas suas du-
cas; condicfles de admissSo aos empregos'vidas a respeio das minha? tendencia= se
pub icos todos foram igualados, nio quan- eu pudesse figurar a hypothese de nio 'ser
!..l'.. :S?-n!:Vimenl0 .flft suas facu,da']es. e seestivesso diante de Deus, que me podia
lar o ser, e elle me perguntasse o que que
mtervir DOS
si-
e a nj-
.ernar por si mesma quer
ter rApresentante3 sinceros, e que se torne
effectiyo o direito sagrado de
neg icios publicos.
A eleicio indirocta tern dado o resultado
que vos-.eLise contra o qual clamais
a pretengio de reforma la tio profunda-
ment-, como fazeis, e a prova de que- nao
podeis mais sustentar os abusos conhejidos
do govoroo, e queruis entaj illaqueara boa
fe nacional, substitu ndo-a por outro syste-
ms que alids prestase melhor e com mais
facihdade d prepotencia o ao abuso do go-
verno em relagio aos partidos.
S% presidento, eu receio que pelo preces-
so do rotOBDico, em vezdechegarmas ao ro-
sultajoque o projecto tem em vista,--oin-
gresso franco ds minorias consideraveis, che-
garemos, pelo conlrario, ao.resullado de mi-
norias iiiMgnificantes, de facgoes, quo nas
cainarai se hao de col'igar, em circumstan-
cias dadas, e constiluir maioria e tornar
difhcil, seoio eaibaraear o gmrno do paiz
(Apoia Jos e nio apoiados. Repare bem
>. Lie. para este modo do process) eleito-
ral erecojheceri que nossos concidadaos
se sepinrao de nos, e quo, desappareemdo
OS rnot.vos que'osligam, o resultado serd
a sunrtivisio, o enfraquecimeoto dos
tidos.
seria contra a natureza, mas
; mas foi preciso uma lei es-
par-
Sr. presideate, uesta questio estou resol-
vido a !zr todas tn concessoes o accordos
am foram compativ?is com o triumDho da
idea que e hoje qiasi a opiniao universal
do Brasd.
Os partidos re, lares desejam ardente-
rnente abrir uma reaa de combate em que
todos t?nhamos garanUas e re;ursos para
dispulsr a considtracio, estima econQanc.
; de nossos concidadaos. '
No estado actual nao vejo senao ocircu-
lo que so fecha de modo a na > saber-se on-
de comegou e onde se acalu ; ndo veij se
nao o trabalho do Sisypho, inesgotavel. Os
partidos que sobem trm camaras unanimes
os partidos quo descem sao excluidos da re-
presents g3o.
porque isso
perante a lei
peaial para que todos esses distinctivos de
nobreza nio produzissom effeitos civis.
V. Exc. sabe Umbeni que a nossa cons-
tituigao, a respeito de pagamentode impos-
tos, estabeleceu um principio quealguem
considerou de impossivel realisagdo, e ou-
tros apeoas como uma proposigao das que
os legisladores constitucionaes langaram
quasi como uma prophecia,-um Javangode
doutrina sobre o tempo. Alii so estabelace
claramente que o cidadio s6 pide ser com-
pellido a pagsr os impostor na razao d'rec-
ta de sous haveres. Eotretanto nio torn sido
possivel ato hoje realisar este principio,
realmente constitucional, e uem por is diremos que as leis que regulam a materia
da contribuigio tem origem inconstitucio-
nal, porque nio basta estabelecer o princi-
pal, e ainda absolutamento indispensavel
regulal-o na vida pratica, e preciso dar-lhe
f6rma nas relagdes dasociedade civil.
0 Sr. Gusm.Io Lobo dd um aparte.
0 Sn. Ferreira Viaxxa : Nao si > s6 o
direitos politicos, estd enganado : sio tam-
bem os direitos individuaes, e 6 exactamente
destes que estou fallando.
Senhores, a questdo, como eu disse no
principio de meu disourio, nao e uma ques-
tao de direito, e uma questio de exercicio de
direito. Temos ou nao ampla liberdade
para em relagao is condigoes do exercicio
do direito, estabelecer
mos mais convenientes e necessarias aopro-
prio direi o ? Seria preciso que os nobres
deputados me demonstrassea que a eleigdo
de votar dquelles que
directa tira o direito
pela constituigao devera exercel-o.
Mas se os nobres deputados nao chega-
ram ate" o presente a esta assergdo, estou no
meu direito repetindo o que jd na sessdo
do {1855 hivia dito o honrado maquez
de Parand, e declarando que nao se trata
do direitos po'iticos, nem de direitos que
a constituigao reconhece como materia cons-
titucional, mass6monle do exercicio desses
direitos.
E porque havemos de accusar de exclu-
siva uma reforma que em vez de excluir o
cidaddo da interevngao nos negocios publi-
cos, pel* cootrario dd ao seu voto rods
prestigio e mais actividado? (Apoiados.)
O Sr. Gusjiao Lobo dd um aparte.
0 Sr. Ferreira Viann.i:Nio, senhor;
_ Precisamos organisar de lal sorte os par-1 porque ha o niellamento de todos, a eleicio
tidos pohticos que uns e outros contem com
suas forgas e mei? de influencia o veabam
o cspi-
na representagao nacional discutir livremen-
te os altos intoresses do Estado. Em vez
do ape. tar este circul) pelo voto unico, a-
largJi-o para que o votante nao possa in-
fluir tio directa e absolutamente sobre o vo-
tado e do modo que as questoes de interes-
sesJocaes.de inleresses individuaes, as ara-
bigoes, sejam substituidas pelos grandes
principios e ideas em que se divide
rito publico.
Sr. presidento, eu diviso no projecto do
governo outro principio que me parece per-
turbador da eleigao directa e portanto con-
trsrio dquello que professo.
Considere V. Eic. que o voto unico, que
vem a servir de etomeotO d sublivisao e en-
fraquecimonto dos partidos, a sou turno se
tornard causa de partarbadora incerteza,
quando applicado d eleigao do deputado, e
dard em resultado o mesrao enfraquecimen-
to; potqne os par'.iJos em nosso paiz nao
e?t5o perfei'unen!^ organisados de (orma
qun pessamos e'Otar que, nas differentes
locnlidades, terio r.'..resentantes que tomem
a si o encargo do fazer recahir os votos em
certo e determii; candidato.
Pode dar-se ei. i o facto que lerabrou o
nobre deputado jela provincia de Minas-
Geraes. do um candidato, que mais confian-
ga inspirare mais popularidade tiver, a con-
centrar numero consideravel do votos, son-
'do os resUntos subdivididos pelos jdemais
candidatos. Nio havendo um minimo fi-
xado, podem ser eleitos os outros deputa-
dos cr m insignificante numero de votos,
mal infallivel do systema, pois que este fac-
to resulta immediahmente da forma do
processo adoptado pelo projecto.
Comprehende-se o voto unico applicado
a crculos, mas n3o a provincias ; 6 uma es-
ph ra muito larga (apoiados) e como tal
nao se prcsta facilraente ao movimento dos
partidos cujoschefes estio nas capitaes ; ha
de haver muito deputado que deva a victo
ria a equivocos, a impossibilidade de har-
moflia de opinioes pjliticas; enioposso
cr. <[ue da parte do governo imperial haja
interc5se em desoriontar a acgio disciplinar
dos partidos para substituil-a pelo desco-
nb/ciio, 'quo effectivamente seria, nesto
caso, muito de deplorar.
Sr. presidenle, creio ter resumidamente
comb^tido a preferencia que o governo im-
perial pretende para seu projecto. V. Exc.
aabi que a minha posigao em relagao a este
assn.u.to e diflicil, desde que o illustrado
efteh da oppusigao conservadora, meu hon-
rado a i) go, o Sr conselheiro Paulino, arre-
dou o projecto, que offerecera, do concurso
d'' rrf roncia que se ab;io nesta discussio.
Por isso, prefiro o projecto a que o no-
bre deputado por Minas-Geraes se referio ;
aproximo me mais daquellas ideas, sou
ma s adepto daquelle processo.
IV escusado dizer a V. Exc. que se eu por-
ven'ura entendesse que a eleigio directa of-
fondia de frente a constituigio politica, em
vez de querer que entrasse ella de prete-
ren-ia era discussio, estabeleceria a proju- .
dicial ; porque, Sr. president?,.nio estou'u o dtputado.
directa para todos. Essa disparidade a quo
se refere o nobre deputado e no presuppos-
to da existencia dos dous grdos eleitoraes.
OSr. Gu e um resultado do estado actual dos costu-
mes,
0 Sr.. Ferreira ianna : E' a razao pela
qual digo que trat?-se de processo que como
observa o nobre deputado, avanga confor-
me a ciuilisagao- as necessidades de occa-
siio e a importancia dos partidos.
0 Sr. Gusatto Lobo dd um aparte.
0 Sr. Ferreira Vianna :N6s nio Bus-
camos lazer leis para privar estes ou aquel-
les de ta! ou ta! direito ; o direito Qca, n6s
pomos condigOes para o exercicio deste di-
reito : o direito e" inalteravel. (Apoiados.)
0 Sr. GusmIo Lobo :A minha questao
e se a eleigao directa equivale ao suffragio
universal, e se e ou nio constitucional.
0 Sr. Ferreira Vianna:Eu tenho in-
teresso em ser convencido pelo nobre depu-
tado, porque estou deboafe. Declaroque
nio vejo nem e possivel ver essa igualdade
seoio pelo suffragio universal : e V. Exc. sa-
be que o suffragio universal nao estdna
nossa cjnstituigao. "
OSr. Gusmao Lobo : Nao estd na
theoria, mas estd na pratica.
0 Sr. Ferreira Vianna : Ahi poder-
se-hia dar a duvida, porque o suffragio uni-
versal seria a exclusao das condigOes de
exercicio que a coustituigao estabelece.
A constituigio dd o direito de votar a
tolos aquelles que tem taes e taes condi-
gfles. Este direito, pergunto a V. Exc,
tica alterado pelo processo da eleigdo di-
recta ?
0 Sr. GusmAo Lobo : Sem duvida,
ria, eu lue diriaa liberdade(muito bem)
para ser autor dos meus proprios actos,
para ter a responsabdidade e a gloria deltas.
0 Sk. GusmAo Lobo :0 nobre deputa-
do perante Deus pederia a liberdade, e eu
pederia a fe".
0 Sr. Ferreira Vianna : Isso e" outra
cousa ; a fe" e um acto de liberdade. Ve,
portanto, o nobre deputado, quanto eu
prezo a liberda le, e e a razao porque me ha
do ver sempre na luta temivel de opposi-
g3o perraanente nesta camara, batendo os
abusos, combatendo os vie os das institui-
goes e das leis. Disse eu ao nobre deputa-
do, que, posta a questio neste pontodas
condigoes do exercicio S. Exc. nio me
podia combater com vaniagem.
Creio firmemeute que a tendencia gene-
rosa do paiz serd para cada vez mais absi-
xar essas condigoes, e entdo serd a vez do
partido liberal.
0 Sr. Gusmao Lobo : Os liberaes de-
fendein a eleigdo directa censitaria.
0 Sr. Ferreira Vianna : Esa tenden-
cia 6 muito legitima e resulta dos proprios
melhoramontos. de que o nobre deputado
tanto se ufaua e attribue era parte ao miste-
rio actual.
Jive, pois, o nobre deputado que, dif-
fundindo-se as sciencias, diffundindo-se a
instrucgao pelas classes menos favorecidas da
sociedade, estas condigOes de habilitagoes
general isando-se ..
0 Sr. Gusmao Lobo : Nio e" sobre esse
principio que os liberaes querem a eleigdo,
mas sobre a renda...
0 Sr. Ferreira Vianna :... esta regra
ha de desapparecer pela diffusio das luzes e
da instrucgao, e as condigOes do voto hio
de st as condigoes ruoraes e nao as econo-
micas.
Nao pense o nobre deputado que eu estou
satisfeito e content' corn o censo.
0 Sr. GusmaO Lobo dd urn aparte.
0 Sr. Ferreira Vianna : V. Exc. v&
que eu nao fago questio de tempo, nem
assignalo uma epoca ; disse que essas seriam
as tendencias da opinio liberal, o que ellas
se ha via m de mauisfestar com o tempo.
Estou certo que o nobre deputado ndo
acredita que o projecto seja a ultima palavra
da reforma eleitoral no mundo.
0 Sr. Gusma5 Lobo:Certamente.
0 Sr. Ferreira Vianna : Senhores, a
questao do voto unico e da representagio
das minorias e um ensaio que outros paizes
tem feito com timidez. Eu quero que o
parlamento represente todas as opiniues dig-
nas de importancia. Mas o processo para
isto serd a eleigdo directa.
0 Sr. GusMAd Lobo : Onde 6cam as
garantias das minorias ?
0 Sr. Ferreira Vianna : Estio repre-
sentadasna divisao territorial, essa e que e
a verdadeira representagio das minorias.
0 Sr. GtSMAo Lobo dd um aparte.
0 Sr. Ferreira Vianna : 0 que eu nio
quero e subordinar o 'direito a um artilicio,
a uma simulagio j e Qque certo o nobre de-
putado que o seu projecto nio traz d camara
minorias importantes, trard fracgOes que
hio de embaragar muito a marcha politica
dos gabinetes.
O Sr. Gusmao Lobo : Nio apoiado.
0 Sr. Ferreira Vianna : Sinto que o
o nobre deputado ndo queira de forma al-
guma concordar comigo.
Os receios do nobre deputado, bem como
do autor do projecto, eram dous. Primei-
r da exclusao de alguns. Esses dous receios
o nobre deputado devia ver que eu pro-
curei desvanecer. N6s aceitamos a base
constitucional o sobre ella esperamos levan-
tar um edificio duradouro.
0 Sr. GusmaO Lobo : Os liberaes nio
vio ate ahi, querem a eleigdo directa, mas
com um censo elevado.
0 Sr. Ferreira Vianna :Os liberaes
ainda nio disseram a'e onde queriam elevar
o censo, mas o que posso asseverar ao no-
bre deputado, desde jd, e que elles ndo
alteiam o censo alera da constituigio. Agora,
se pelo desenvolvimento do espirito publico
aqui
causa
elle ama a camara dos Srs. deputados.
0 Sr. Ferreira Vianna : V. Exc. estd
enganado... Pode serqueamo os deputa-
dos (risadas, apoiados e muito bim), mas
isso e" outra cousa.
V. Exc. Sr. presidento, aceite o meu pro-
testo em suas mios. (Muito bem )
0 Sr. presidento do conselho ndo tem o
direito de referir-se no senado ao modo de
discutir da camara dos deputados (muitos
apoiados) ; S. Exc. mostrou falta'de conhe-
cimento daspraticas parlameutares. (Apoia-
dos.) '
0 Sr. Gusmao Lobo : N*o apoiado.
0 Sr. Ferreira Vianna : Sem duvi-
da n^nhuma, o mostrou mais ainda pouca
dehcadeza para com o ramo temporario do
parlam-nto. (Apoiados ; muito bom.)
0 Sr. Gusmao Lobo : Nao apoia lo.
0 Sr. Ferreira Vianna : A camara
dos Srs. deputados ndo pode Gear sem um
protoslo (apoiaJos), porque nds nio somos
meninos deescolas (apoiados), que aceite-
mos os exemplos do senado. N6s havemos
de fazer aqui o que for do nosso dever,
toman do para unico exemplo as glorias pas
salas dusts camara (muito bem), as glorias
te todos os pirlame.-itares que tem
tornado assento com proveito para a
publics. (Muito bem ; muito bem.)
N6s sabemos os nossos direitos, conhece-
mos os nossos doveres (apoiados), e o Sr.
pre-idento do-conselho ndo estd autorisado
pars laugar esta imputagdo d camara dos
Srs. deputados. (Apoiados ; muito bem.)
0 Sr. Gusmao Lobo : Estd V. Exc.
dando tanta importancia a um facto tao
simples.
0 Sr. Ferreira Vianna : 0 Sr. pre-
sidento d > conselho, se quizer, que a lance
ao nobre deputado por Peruambuco (apoia-
dos), que uiolhe dd importancia, masnd>
sobre mi n e sobre os meus companhoiros,
que contra ella protestaraos. (Apoiados;
muito bem )
(0 orador e" eumprim.'ntado por diveros
Srs. deputados.)
0 SK. ARAUJO LIMA:Sr. presidente,
o nosso systema eleitor.?! estd universalmente
condemnado, seja pelos vicios que Ihe sarj
proprios. seja pelos abusos que o tem cor-
rompido. Tratando de reforma-lo, o nobre
autor do projecto satisfaz a uma necessidade
que todos sentom, meroce meus applausos.
Mas estaudo todos de accordo dcerca da ne-
cessidade da reforma, surge logo a questao
fundamental : o projecto melhora nosso sys-
tema de eleigdes? Em minha
peiora-o. (Apoiados). Eis a
voto contra elle.
Ouvindo-me, a camara dos Srs. deputados
decidira em sua sabedoria, se estou ou nao
em erro.
.0 Sr. Aiucjo Lima:Ojuiz municipale
proprietary e que ddo maioria ao governo.
0 Sr. GusmAo Lobo : Como V. Exc acha
0 proprietario representando o elemento go-
vernista ?
Agora o caso e mai diverso. A reads s6
se prova com justificacio psrante o juiz mu-
nicipal, ou substituto do iuu do direito,
autoridsde dependeoto do go erno I Re
sultsm dsqui grarea iocooveuieotes. SO e
votante quem o juiz municipal quizer, ou o
governo. S6 e v da como uma justificagio.
0 Ceari conta de 7o,sOO a 80,000 votan-
tes. A precisar-se de justificacO-s, eavalian-
do cada uraa era cerca de 109, ler-s--ha de
gasUrd700:00OJa 800:000, com riscode
pura perda, porque pode o juiz municipal
ndo julgar a prova basUnte. E* isto acei-
tavel|?
0 Sr. Ministro do Imperio :0 projecto
nao diz isto que V. Exc. estd declarando.
0 Sr. Araujo Lima :Nao diz?
0 Sr. Ministro do Imperio : -Nio. Ha
di versos modos de prova ; nio e este o
unico.
0 Sr. Araujo Lima :Soba a prova do
curaental oua testemuuhal. Sem fall r em
documentos que nio offerecem duvida,
quanto i prova testemunhal, s projecto diz
expressamenle: a prova legal da renda 4 a
j jstificagio.
0 Sr. Ministro do Imperio Mas outr'-
ora tarabem nio se dava ?
0 Sr. Araujo Lima :Nio, seobor.
0 Sr. Ministro do Imperio i (Jualquer
autoridade dava.
0 Sr. Araujo Lima :0 que o projecto
diz e isto. Alera de docimcn.t is, s6 se ad-
mitto como prova legal da renda a justiTica-
gao judcial. Assim, d curaentos e justifj-
cagao judicial sio os unicos mei us de pro-
va da renda que o pr-j-nio adraiUe.
0 Sk. Ministro do Impemo :0 art go diz
mais.
opiniao,
razio porquo
aquelles que nao puderem votar e que hoje elles eotenderem mais tarde dever abaixa-
votam. lo, o hio de intentar, e talvez eu os acorn-
0 Sr. Ferreira Vianna : Mas aquelles pnhe, porque o meu principio e emanci-
que nao puderem votar e" porque nio tem *
as condigOes que a lei exige. 0 Sr. Silveira Martins : E' a con-
Diga-me o nobre deputado : todos n6s sequencia da douUida.
brasileiros nio temos direito de pretender a
honra de ser representantes da nagio ? Por
0 Sr. Ferreira Vianna : Eu, Sr.
presidente, tinha outras consideracdes poli-
ventura aquelles que nio tem certasede- l'cas aceitas neste debate, pore'm a bora
terminadas cjndigOes, mas que podem ad- *oou.
quiri-las, queixam-se de exclusio ? A discussio desta reforma ha de ser larga
0 Sr. Eunapio Deiro ; E assim em (apoiados), por conseguinte terei occasiio
todas as carreiras. j de tomar em consideragio algumas observa-
0 Sr GusmAo Lobo : Por esse racio-' gfies que foram feitas.
cinio, uma lei ordinaria, que instituisse o' Mas nio me sentarei, Sr. presidente, sem
direito de votar s6mente a certos proprie- fazer uma reclamagio em honra da camara
tarios, seria uma lei constitucional. | dos Srs. deputados, contra uma declaragio
0 Sr. Ferreira Vianna:Ahi bavia ex-'quefez no senado o Sr. presidente do con-
clusio, e aqui nio ha, o direito e o raesmo,' selho, convidando os representantes vitalicios
a questio e de condigOes constitucionaes. da nagio a abreviarem e concluirom a dis-
Mas o nobre deputado teria muita razio cussio do voto de gragas para qua esta ca-
em duas hypotheses: primeira, se quizesse- mara nio imitasse o seu exemplo, prolon-
missahir do regimen da eleigao, com con- gando indefinidamente as discussOes.
digoes de exercicio, para o regimen do suf-1 Desde qua li esta queixa do nobre pre-
fragio universal; e seguuda, se n6s res- sidente do conselho aos velhos 0o senado,
fringissemos as condigOes da constitoigio ou fiquei logo certo do que bavia de roclamar,
quizessemos por ventura condigOes novas, nao s6 por mim, como tambpm por todos
Mas desde que aceitamos as con !'go :s cans- os meus collegas e pela dignidade da ca
titucionacs a rcjp&it > Ja rendj, a nossa mara. (Apoiados; muito bem )
questij so pole,Gear reduzida aos seguintes 0 nobre presidente do conselho nio podia
termos : in'erpret3gao das palavrasrenda levantar queixas contra a camara dos Srs.
iquiiia -que dercrn ter o votante, oelettor deputados.
0 Sr. Gusmao Lobo : Nio ba tal ;
Entrarei no exame do projecto, relativa-
rnente aos dous pontos que the sdo capitaes :
qualiGcagao e voto singulap, ou forma de
eleigao que adopts.
As juntas da qualiGcagao, determine o
projecto, passain a ser compostas deste mo-
do. Mantii n-so os juizes de paz e eleitores :
supprimem-se os supplentes, que sao substi-
tuidos por dez propnetarios, d'entre os quaes
sahera dous membros da ^auta. Qual a
vantagem Je semclhante altoragio ? Veja-
mo-lo, comparando-a com o que existe.
Deste exame comparativo, como do choque
das pedras, brotard a luz.
Segundo a legislagdi vigente, as juntas de
qualilicagao sdo lodas de origem popular,
com juiz de paz, eleitores e supplentes q.ue
as constituem.
0 Sa. Gusmao Lobo :Devo observarao
nobre deputado que esta organisagio estd
modificada pelas emendas d* commissdo%
O Sr. Araujo Lima : Pete projecto, sup-
priinidos os supplentes, introduz-se a nova
entidade dos dez proprietaries, creatara6 do
governo, por isso que sdo qualiGcados pelo
juiz municipal ou sub-titutodo juiz de direi-
to, autoridades dependentes- do mesrao go-
verno.
Enfraquece-se, pois, o elemento popular,
fortalece-seogovernativo. (Apoiados). Onde
a vantagem? m
Uma Voz :Ogoverno'aceitou as emendas
da commissdo.
0 Sr. GusmAo Lobo : Desde bontem se
declaroH isto : jd foi um. argumento invoca-
do na questd t de preferencia, e agora invo-
cado na I* discussao, se lo-ha na 2* e at^
na 3\
OSr. Araujo Lima:Poderd isto ser
uma vantagem para aquelles que fazera da
eleigdo acto do governo ; para mim e um
grando mal, porquo reputo-a expressio ex-
clusiva da von tado popular. (Apoiados).
Segundo a legislagio vigonte, as minorias
encontram protee_ao nos supplentes, que
naturalmente Ibes pertencera.
Com a suppressao dos supplentes que o
projecto consagra, Gcam as minorias ao des-
amparo. E' um bem?
Incomprehensivel amor pelas minorias I
Affagando suas queridas lillias, o autor do
projecto vai de ante-mdo cortando-lbes as
azas para que nao tomem vOos perigosos I
Uma observagio. D'onde vom esses 10
proprietarios ? A quem representam, maio-
ria, minoria, governo ? Porque 10, e nio
5, 15, ou 20 ? Tudo isto 6 mysterio.
Ainda mais. Alterar-se a composigio das
juntas de qualiGcagio, naturalmente por
viciosa. Como se conserva uma tal institui-
gio em sua maioria, que permanece com o
juiz de paz e eleitores ? Como se destruird a
iraperfeigio quese attribue ds juntas de qua-
liGcagio ?
0 Sr. Martinho Campos :Apoiado, isso
nio tem resposta.
0 Sr. Araujo Lima : Passo ds juntas
municipaes. Com o projecto, a junta mu-
nicipal, que corresponde ao conselho muni-
cipal de recurso, compoe-se deste modo :
juiz municipal ou substituto do juiz de direi-
to, um vereador, um proprietario. Que
bem produz semelhante altoragio ?
Segundo a legislagdo vigente, o conselho
municipal de recurso em sua maioria e* de
origem popular, vereador eeleitor mais vo-
tado, alom do juiz municipal que representa
o governo.
Com o projecto invertem-se os papeis ;
a maioria e" governativa, juiz municipal e
proprietario, ale'm do vereador que procede
do povo.
0 Sr. GusmAo Lobo : Porque e o pro
prietsrio de origem governista ?
0 Sr. Araujo Lima: Por uma razio
simples. Os 10 proprietarios sio qualiGca-
dos polo juiz municipal, ou substituto do
juiz de direito, autoridades dependentes nio
do povo, mas do governo.
Assim, qual a vantagem que resulta da
composigio das juulas municipaes? E' so-
mente esta : a maioria e do governo I
0 Sr. GusmAo ,Lobo : De maneira que
um vereador e um proprietario constituent
maioria do governo !
0 Sr. Araujo Lima : Senheres, para
quem vd no governo o complexo de todas as
rirtades imaginaveis, sua intervengio na
eleigdo, seu predominio na junta municipal,
e acto de sabedoria, fonte de graades bens.
Para mim que era materias eleitoraes detesto
a interferencia do governo ; que tenho como
suprema perfeigao a entrega da eleigio ex-
clusivamento ao povo, a maioria que o go-
verno so arroga na junta municip.\l, comojd
mostrei, ndo p6de deixar de ser absoluta-
n.teate condemnada. (Apoiados).
Continiio em meu exame.
0 Sr. GusmAo Lobo dd um aparte.
0 Sr. Araujo Lima : Jd o disse e repito.
1'j.le apreciar as vantagens do projecto, es-
tudo-o, nio em seus detalhes, mas nos pon-
tos capitaes. Desde quo estes me nio agra-
dam. d claro que combato a utilidadc do
projecto.
A formagio da lista do votantes, diz o pro-
jecto, d altribuigio da junta muuicipa em
que domina maioria do governo.
Quo dispOe a legislagdo vigente? Incum-
be d junta de qualiGcagao, tola de origem
popular, a organisagio da lista de votantes.
Qual o beneGcio de semelhante iunova-
gio? Ha um somente. Retira-se do povo
a qualiGcagio, entrega-se ao governo a qua-
lificagio. 0 raelhoramcnlo d iraraenso.
A revisdo da qualiGcagio, determina o
projecto, d conferida ao juiz municipal ou
substituto do juiz de direito, autoridades de-
pendentes do governo.
m Pe:a legislagdo vigente compete d junta de
qualiGcagao proceder annualmente d revisao
da mesma qualiGcagao.
Onde a dilTerenga entre uma e outra le-
gislagao ? Onde a superioridade ?
Como projecto arreb3ta-se a revisdo d
junta do qualiGcagio, ao povo, entrega-se a
revisdo ao juiz municipal, dependente do
governo, ao governo I Concebe-se maior
prcgresso ?
Do que so ve, Sr. presidente, o equivoco
em que laborou o nobre deputado pelo Cea-
rd, que entre os motivos dado* apoia ao pro-
jecto, numerou a permanencia da qualili.a-
gio. A qualiGcagio d variavel como d'an-
ies. A dilTerenga e.std em que ate aqui a
juDta de qualiGcagio ou o povo alterava a
qualificacao, agora fa-lo o juiz municipal ou
o governo.
Nem se concebem as cousas de outro mo-
do. Dia por dia, mez por mezr anno por
anno, adquirem-sc ou perdem-se as qualida-
des de votante, com idade, morte, ronda,
domicilio, etc. Como ha de ser absoluta-
mente permanento a qualiGcagao ?
Isto posto, Sr. presidente, a reforma tem
por fkn principal dar ao governo, era mate-
ria eleitoral, uma intervencao, quo ate aqui
Ihe era negada.
0 Sa. Ministro do Imperio: Nao
npoiado.
0 Sr. Araujo Lima :Isto d olarissimo.
0 governo passa a ter na junta de qualiGca-
gao dous membros, que d'antes nio tinha ;
conta na junta municipal maioria. que d'an-
tes nio tinha ; forma com a junta- municipal
a lista da qualiGcagio que d'antes nio for-
raava ;. faz com o juiz municipal a revisao
que d'antes nio fazia.
Ndo se augmentam ira-mensamento asattri-
bniefiea do governo ? POde-se contestar o
que ligo ?
Antes de passar adiante, cumpre-me apon-
tar um erro do projecto^ com as quatro ins-
tancias era recursos que estabeleceu, a sa-
ber : junta de qualiGcagao, junta municipal,
juiz de direito e relagio.
Segundo a constituigao do imperio, sd.se
conhecem duas instancies que julgam defi-
nitiyamente aldm da terceira, ou 0 supremo
tribunal de justiga, que mantdra a unifijrmi-
dade da jurisprudent^. A este pensamento
prestou horaenagera. a lei de 12. de agosto de
1846, que s6 admittio tres instan:ias, a jun-
ta de qualiGcagao, o conselho municipal de
recurso e a relagao. Cumpro que desappa-
rega semelhante irregularidade.
Agora a qualiGcagao em suas disposigoes
fundamentaes, renda e prova da renda.
Deixo de parte questoes- secunderias, em
que abundant apreciagoes falsas ou ridicu homologa apenas documentos ou justitica-
0 Sr. Araujo Lima :Diz mais o que T
0 Sr. Ministro do Imperio : Exbibigio
de contralo, etc.
0 Sr. Araujo Lima : Isto e documento.
Retlicta o nobre ministro sobre seu projecto
e verd que nao estou invonta.lo, que perdi
o meu tempo estu iando o sen projecto arti-
go por artigo.
0 Sr. Mimsiro do Imperio:Estou
vendo que perdeu o seu tempo, porque nio
o entenieu.
0 Sr. Araujo Lima : Ou o nobre minis-
tro ndo reparou bem uo que escreveu.
Sr. Ministro do Imperio i Pode ser.
0 Sr. Araujo Lima :Minha srgumfn-
tagao e esta. So ha dous meios de prova
da renda, documentos, ou testemunhas. A
respeito de documentos nada digo. Quanto
d prova testemunbal, so sepode feter peran-
te o juiz municipal ou substituto do juiz de
direito, autoridades dependentes do gover-
no ; isto d, perante o governo, e own des-
peza enormissima.
DjMites era assim, diz o nobre mtnistro
em aparte. Lugano. S. Exc. raostra nio
estar muito certo...
0 Sr. Msnistro- do Imperio :Eu nio
disse que era sempre perante o. juiz munici-
pal ; admittia se perante o delegado e sub-
dejegedo.
0 Sr. Araujo liitx:0 nobre ministro
mostra nao estar muito certo. Deixe-me
explicar-lhe como era isso. (Risadas.j
De conformidade com a lei do IS de a-
gosto de 18ill, ,i junta qualifuava o vo-
tante, segundo o juo que formava accrca
de sua renda.
Apparecendo reelaroagoes contra o voto
da junta, provsdas-por documentos, a junta
tomava conhecjmento das reclamagies.
0 Sr. Ministro do Imperio :Sim, se-
nhor.
O Sr. Araujo Lima :Se se precisava
de testemunhas, para provar as-reclama-
goes, dava-se ajustiGcagdo perante 0 juiz
de direito, juiz municipal, delegado, snb-
delegado ou juiy.de paz.
A disposigao do projecto quo se discute i
mui diversa.
0 Sr. Alwi.vruo do Imperio iNio ba
tal.
0 Sr. Ar.uljo Lima :K' mui diversa.
A junta e uma autoridade seraJe, sera hon
pa, sem dignidade, de quem a lei nada con-
fia ; nio qualilka a iiinguem pelo juizo
Iproprio quo-forma a respeito de sua renda ;
as. Assim o official da guarda nacional 6
votan'ie indubitavel. Ereo manifesto. Aos
IS annos p6de-se ser official desta forga, sem
quosotenha o direito do votante, ainda pos-
suindo-se milboes.
0 Sr. Ministro do Imperio :Aqui ndo
se cogita senio da renda, e esti claro que no
mais Gca dependendo das condigOes legaes.
0 Sr. Araujo Lama :Entdo a disposigdo
do projecto deveria ser outra : serdo votan-
tes os oQiciaes da guarda nacional, que ti-
verem mais de 21 annos.
Dd-se tambem o direito absolute) de vo-
tantos aos offlciaes honorarios que podem ser
mendigos f
Passo a questao capital, renda e prova
delta.
Entende-so como renda annual de 2009,
deduzidos os gastos da producgdo, eis o pro-
jecto.
Segundo a constituigio e legislagdo subse-
quente, a capacidade do votante basea-se na
renda liquida de 200&.
Essa renda liquida, ou verba, deduzidos
os gastos da producgdo, ndo e a mesma
cousa ?
Um Sr. Deputado :Ndo apoiado, nio d
a mesma cousa.
OSr. Araujo Lima :Para todas as pes-
soas que estudam esta materia, renda liqui-
ds, ou renda, tirados os gastos da produc-
gdo, exprimem a mesma cousa.
0 Sr. GusmAo Lobo :Com isso concor-
do eu.
0 Sr. Araujo Lima : Nostes termos em
que adianta-se a questio da renda com a dis-
posigio do projecto ?
Fago uraa pergunta : que renda tem um
operario, o qual ganha 30jpou 40J> mensaes ?
Desde que se nio declare de modo indubi-
tavel o que e renda liquida, ou renda dedu-
zidos os gastos da producgio, permanece-se
na mesma incerteza, no mesmo cahos. Qua;
liGca-se o votante, como se entende, ou
como se quer.
Vamos d prova da renda. .
Segundo o proj cto, so se prova a renda
quando depende de testemunha, em justiG-
cagio judicial perante o juiz municipal. A
inuovagio d grande.
A' vista da legislagdo vigente, a qualiGca-
gio do votante, o juizo, dcerca desua r*n-
da, estd s6 a cargo da junta de qualificacao.
Ha reclamagOes ? A precisar-se de tes-
temunhas, dd-se a justiGcagdo perante o
juiz de direito, juiz municipal, dalegadO.J
subdelegado ou juiz de paz. E' o que dis-
pOo odecreto de tC de fevereiro de 1S47.'
gOes, com que qualiGca o votante. Desde
pois, que esse individuo preleuda ser quali
ficado votante, serd mister apresenlar-se
com justifies;;ao na algibcira, dada perante
o juizo municipal.
0 Sr.. Gusmao Lobo sFaz-rae a honra
de ler o 4.* art. 2.* ?
0 Sr. Araujo Lima : Leia o nobre de-
putado, que eu ougo. Risadas.)
0 Sr. Gusmao I.obo {depois de fazer a
respeetiva leitura) :Logo pode reeorrerao
vigario, inspector de quarteirio, a todas as
fontes de inforraagio.
0 Sr. Araujo Lima Minna argumen-
tagio (ica em pe.
Eis como enteodo que o nobre deputado
acabade ler.
Segunlo as disposigoes do projecto, ha
pessoas que sio qualificadas com renda co-
nhecida, ofliciaes roilitares por exemplo (It1.)
Ha outras que sio qualificadas com renda
presumida, advogados por exemplo, salva
prova em conlrario (le).
Nio me refiro d estas categorias de pes-
soas, de rends certa ou presumida, salva
prova em conlrario, que poderio ser qua-
lificadas sem justificagao, e aproveitando-se
as juntas dos infbrmagdes que colberem.
Mas fora destes casos, e sempre que se tiver
de qualificar a quem quer que seja, o ope-
rario, por exemplo....
0 Sr. G.ismao Lobo : A junta parochial
tem o direito de qualities! o.
0 Sr. Araujo Lima :.... & indis pensa-
vel a justificacio perante o juiz municipal ;
porque o projecto diz : a prova legal da ren-
da d a justificagao.
Pelas observagoes que tenho feito, bem
se ve que o nobre ministro vai recuando de
seu projecto.
0 Sr. Ministro do Imperio :Nio apoia-
do. Os commenUrios que V. Exc. fax
que tornam o projecto mao. Deus me livre
que elle fosse como V. fixe. diz.
0 Sr. Araujo Lima : 0 nobre ministro
vai renegando disposigoes toxtuaes, segun-
do as quaes, com despezas impossiveis, se
entrega a prova da renda a autoridades de-
pendentes do governo, ou ao proprio go-
verno.
[Continuar-se-ha.)
V,T. DO D'AR'O. Dl'A DUllE UE t_AJ'*l


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