Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19341


This item is only available as the following downloads:


Full Text

_.
. /
I
: .1
X
I

;
;
;
"
--V-
AMVO L. ftlUMEKO 162
PARA A CAPITAL B LVQARES O.HDB NAO SB PACJA PORTB.
Por tres metes adiantados. ............... wooo.
or seis ditos idem............... lSSWOO
For um anno idem......... 84*000
Cada numero aril*......v ._. '. I '. \ '. '. '. 7 )*o
SEGINDA FEIRA 20 DE JULHO DE 1874
PARA UIVIUO E FOR A DA PROVINCIA.
Por tres Inezes ad iantados. /.........
Por seis ditos idem.....^.........
Por nove ditos idem.....,............
Por am anno idem................
9TM
totsso
97900*
V
PROPRIEDADE DE MANOEL FlfiUEIROA DE FARIA 6 FILHOS.
-+
ft tn. Gerardo Antonio Altead Filhos,no Pari; Goncahes d Pinto, no Maranhao; Joaquim Jose de Oliveira d Fiiho, no Cearij*
Pereira d'Almeida, em Mamanguape'; Carlos Auxcncio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar da* Akgoas; Alvee d C.na Babia ; e A. Xavier
r Anton
JfUda
itouio de Lemus Braga, no Aracatj ; Joio Mm Julio Chares, no Assd; Antonio Marqaes da Silva, Natal ; Jose Justioo
Penha; Be'armino dos Santos Buleio, em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa Braga, em Saxaretnj
Leite d C. no Rio Janeiro
IHSIBUCCAO POFULA?.
Iletliciuu domestic a
CAPITUU) IV
Asphyxia.
'."a-se hoje o nome do asphyxia a toda e qual-
<]uer suspensao da respiraelo, sejaqual It a caa
i-a, assaz persiuente para produzir a suspensao da
eircnhcao e a da aicio do cercbro e causar urn
estado de morte app rente.
Asphyxia dos afogado*.---Antes de indicar oque
convera fazer nestes casos, coinecemos por decja-
rar qub nao conhecemos prejuizo mais absurdo,
do que aquelle que diz quese nao deve locar n'um
corpo, nem muda-lo de lugar, ant s da interven-
cao da autoridade. Seria impish vet calcular o nu-
mero de Ticiimas dessa singular aberracao do es-
pirito hunano.
Isto posto, como esta geralmanta dem onstrado
quu um iodividuo pude parmanecer mais ou me-
nu;, tempo debaixo d'agua, sera porder a vida, de-
vein selho atmiuistrar o ma's breve pjssivet, os
soccorros de que va">os fallar.
Tratament..Deve evitar so o suspender pelos
pes o afogado, assim como imprimir-llie grandes
irarulsos para o cnaraar a vida.
Emquanto se Ihe :oriam com urnas tesouras,
03 fatos molhados, deve drfitar-se o af&gado sobre
o lado direito. n'um l-*ito baixo e moderadamen-
to fjui'iite, Qcando com a cabeca am pouco mais
elesada que os pes. Ampara-se a cabeca pela tes-
la, faz-se inclinar um pouco, depois abrem-se os
queixo", e conre-se o interior da bocca com os de-
dos para fazer sahir a agua, o muco, ou quaes-
quer outros corpos que alii se encontrem.
Em seguida, pa*sa-se-lhe oor baixo do nariz,
ami mtctia eaxofrada ou se Ihe fazaspirar repe-
litss vezes, alcali volatil, agua de Cilonia ou vi-
uagre. Emiuanto se admintstram esles soccor-
ros. u:ra ouira pessoa procura chamar calor ao
. cor'no.
Para esse Cm, applica-se la qucnte, sobre o ven-
:f.\ botijas de agua quente detaixo das plantas
dos pes e dos sovacos dos bracks, e passa-se por
lodo o wrpo um esquentador. f azeinse fric^oes
geraescomuma escova secca, com Qanella quente,
e n .'.vii) com agua. Depois destas friezes, pra-
cadi se a omras com uma flanel'a molhada em
aguardente caraphorad^.
Esfregam-se ligeiramente os labios e o interior
do lanz com a rama de uma peana ou qualquer
out.'o corpo leva, e introduz so ar nos pulmoes,
qucr pela bocca ou pel) nark.
Convcm as*ociar a e.*tes diversos moios a admi-
nistracao de am eristel prcparado com agua, na
qual se derretem i|aatro oncas de sal do cozinha
ou com tres parurs de agua c uma de vinagre.
Mr. OrQla coasidera muito perigosos os cristeis de
fumo.
Dopais-d) afogado tornar a si, e quando possa
!iob;r, da-se Iho de cinco cm oinco minutos, u na
eclher de aguardente ou de agua d) Colonia mi>-
tura.da com duas partes de agua, mas sera bom
evitir que elie beba emjuanto tiver muita dial
ulr aJe em enjjolir. Se as bebidas oro.:nove?S;-m
o vomito, admimsirar-sehiam dous ou tres graos
do emetic) em dous copos de agua ; no caso de
havjr evacnacoes, dar-se hiam, polo contrario. al-
gamas coiheres de vinh) quento.
Sj o afogado, en vez di se restabelecer perma-
nec(^ sem seottaos, com o rosto vermolho ou ne-
gro, os olhos brltbaatos os niembros flaxiveis e
queutes, doTO-se praticar uma sangr-ia no pe, ou,
mehor ainda na veia jugular (pescoc.)). Nio so
recorrera, porem, a saogria, sj o corpo estiver
trio* os membros hirtos.
So o af jgado uao volta a si, qiieiuiam sc sabre a
bocoa do esiomago, sobre as coxas e sobre os bra*
cos, 'paquoQjs bocados da isca, de eortica ou de
0-?e'- ar -, "
Eave-seterem |sidera;ao que maitas vezes
bas'.am oilo ou d^z; horas para que i saiidc se res
jA^'lega. j
Asphyxia dos enlowados. Oilsoccorros sao
<|aasi semelhautes tqaell s qua acabam>s de indi-
t:ar para 6s afugalos. Faremos somente observar
que se nao torua tao necessarioaqaecer o co p);
que e preciso cortar deprcssa a corda e a'.argar o
Dd, e *ue finalmento a sangri 1 no pe ou na jugu-
lar 6 uestes casos da primiiri necessidale.
(Coiitinuar-se hi./
PARTE OFFICIAL
iliiiistcrio da sjiicrru.
UECRF.TO ?J. 0,673 DE 27 UK JLMID DE 1874.
Dd nova org misaqao aos corpos di tngenhrirat i
de tstado-maior de 1' c/asse, aagnenlando <
pessoal deste e reduzindo o daquetle.
Usando da aut >risac"io concoJida pelo art. 3*, 1'
da lein. 2,251 de 2't de maio de 1873 : ilei por
bam decretar o seguinle :
Art. I.' Fica reduzido o pessoal do corpo de en-
genheiros e eljvado o de ostado-maicr de I" clas-
a ao que consta dos quadros sob DS. i e 2 do
plc.no que com este baixa.
\rt. 2 E' climiuada a classe das primeiros to-
naoles do corpo de engenh^iros, e restabelecida a
de tenentes no estaJo-maior de 1' classe.
Art. 3.# As vagas de capitaes do corpo de en-
genheiros, que sederera por occasiao di presenle
organisacao e posleriorment>, sarao preenchida3
por proino^io, de conformidade co n o regulamen-
to (I- 31 de inarci de 1831, d'entre os tenentes do
Mlado-maior de 1* classe o primeiros tenentes de
arlilharia ; sendo conlicao indispensavel que pos-
iUim as necessarias habilitacSas theoncas e prati-
can, e tanham approvacoes plenas >;m todas as dou-
triaas do curso, inclusive desenho a cxercieios pra-
iicos proprios de engenharia.
Art. i. As vagas de teneates do estado de 1" classe serao preenchidis por promogao, da
conformidade com o regnlamento de 31 de marco
il.i 1831, d'entre os segundos tonontes de artilha-
s i que tiverem ob ido aa essola militar, em todo
reapeetivo carso, approvajoes plenas e graos
qua eorrespondam a essa approviciio era exerci-
e\j pratieos.
Art. os As attrituigoes dos offljiaes de enge-
libeiros e de estado-maior de 1' classe continuarao
a -er reguladas pelas iostruccoes de 26 e 27 de
It vereira do 1806.
Art 6.* Os actuaes olHciaes do estado maior d
1 classe, que nao tiverem o respjctivo curso com-
p..eto, serao transferidos para o estado-maior de 2*
classe, Qcando aggregados os .mais raodernos, que
o:tcederem do qnadro, e passauio a eff-ctivos, se-
gando a i-scala de antiguidale e a proporcao que
mi deiem vagas ; dovendo p6r-se em prati;a esta
disposioio deutro de um anno para os referidos
tjfBciaes, quu sa nao habilitaroin.
. "Art. 7." 86 por occasiao da prDseflfl n5organi-a-
(^io poderi) ser trausferidus para os postos do ca-
pitaes do estado-maior de 1* classe offlciaes das
cutras armas qae possuam as neccssarias habili-
tacoes.
Art. 8 Ficam revogadas as dinposigoes om con-
trario.
Joao Jose da Olivaira Jan jneir i, do man conse
l ao, senador do imperio, ministro e secretario de
stado dos negoeios da guerra, assim a tenha en-
teadido e Uqi executar. Palacio do Rio de Janei-
ro em 27 de junho de 1874. 53' da independencia
o] do imperio. Com a rubnea de Sua Hagestado
Imperador. Joao Jose de Olivsira Junqueira.
quadiio n. l.-C rpo d; eugenheiros. 8coroneis,
i 12 tenentes coronais, Iti majores, 20 capiia-s.
I quadho n. 2 -Corpo de csladomiiorde f classe
j 8 coronets, 10 imieutrti-coroneis, li majores,
20 capitaes, '20 teaeittes. 1'alacio do Rio de Ja-
neiro, era 27 de junto de 187,4. -Jouo Jose de &/
vcira Junqueira.
ok.in.m n. 5,679 uk 27 dk junho de 1874.
Appioia o regulamento para o corp ecclesuulico
do exercito.
Usando da autorisacio couferida pelo 3 3' do art.
3 da lei n. 2,261 de 24 de maio de 1873 : Hei
por bem approvar o regulamento que com este
baixa para o corpo ecclesiastico to exercito, assig
naJo por Joao Jose" de Oliveira Junqueira, do meu
coaselho, seaador do imperio, ministro e secreta-
rio do estado dos negoeios da guerra, que assim o
tenha entendido o faca execu ar. Palacio do Kio
do Janeiro, em 27 de junho da 1374, 53 da inde-
pendeucia e do imperio. Com a rubrica de Sua
II igestade o Imperador. -Joaj Jjse de Olioeira
Junqueira.
Art 1.' O corpo ecclesiastico sera corn^asto dos
capellaes abaixo desiguados, os quaes terao as gra-
duacoes railitares que vao declaradas, a saber :
Um capellao-mor com a graduacao de coronet,
Um capellao tonente-coruncl.
Um capellao major.
Oezeseis capellaes capitaes.
Sessenta capellaes tenentes.
Art. 2. Nenhum sacerdote sera admit'ilo no
corpo ecclesiastico seniio no posto de teneuta. ex
cepto por occasiao d* presente reforraa em qae a
capellao-mor e o capellao tcnenta-cpronel poderao
sar nomeados por escolha dentru os que miis se
rqcoramenJarem par sua^ptidao, moralidade, it-
iustracao e servigos.
Art. 3.' Os accessos aeste corpo lerao lugar a
m 'lid.i que sa derem as vagas, metada por mere-
cimento e matade par autiguidade, para o posto da
capitao; por mereciraento, para o de major, e por
antiguidale para os de tenente coronel e coro-
net.
Art. 4.* Os capeilaes-tenentes que em campa-
nha nos hospitaes da sangue, e enfermarias amba-
lentes prestarcm relavantes services do scu sagra-
do ministeno poderao ser proraovidos por raereei-
uento ainda que o principio de anliguidade osteja
prejudicalo.
Art. o." Os capellaes do eorpo ecclesiastico te-
raa patenle correspondent a. sua graduacao, da
qual so poderao ser privados por sentenca profa-
rida em juizo competente. Gozarao das honras in-
lierentes a graJua ;ao de sen posto, e perceberao
os vencimenlos coustantes da labella annexa.
Art. 6." Gozarao do foro militar; sao em tudo
sujeitos a di ciplina do exercito, e suborJinados
aos seas superiors. As fallas que coraraetterem,
olfansivas a disciplina militar, e que pela sua na
tureza nao devam ser punidas com a prisao cor-
roccional, serao julgadas por am conselno de in-
qairicao, de conformidade com o regulamento de
18 de agosto de 18.55; as faltas graves o serao em
conselbo de guerra como as dos oulros offlciaes,
exceptuadas as que forera da corapelencia do foro
civil ou do ecclesiastico.
Art. 7." .' i i op|Jl..^...ii.- ana ...... napiilliiM
todas as disposicftas das leis mititares que conce-
dem merces, isenroas e favores aos otDaiaes com-
bateutes, inclusive a cruz dc A viz, na forma do
art. 9. da decrelo n. 4,144 de 5 de abrii de
1808.
Art. 8." QaanJo em disponibilidada, perceberao
soldo simples desuas patentes, sal vase estiverem
era conselbo de guerra, o nesto caso so perceberao
nek) soldo, na forma da legislacao era vigor.
Art. 9.* Os sacaraote? admUtidos no qualro ec-
clesiastico eonaeearao a ven;er soldo desde a data
em que orcstarera juramenlo nasccrelaria do cor-
po na corto, e nas provincias peraute o comman-
dante das arui.i- ou quem-suas veins Gzer.
Art. 10. Os clerisos regulares nao sarao admit-
tidoi no quadrp effectiv > do corpo ecclesiastico,
podando, entretanto, ser coutratados, na falta an-
soluta de capellaes militares, para servirem nas
colonias, presidi los e outros estabeleciraentos.
Art. 11. Sao condicoas para admissao no qualro
do corpo :
S I. Ser cidadao brasileiro.
2. Ter robustez parao servico de paz e guer-
ra, verificada em inspeccao de saiide.
3." Provar quo esta no exercicio pleno de suas
funccpes, aprcsenundo documents aulhentico e de
data recente passado palo res[>ectivo diocesaao ou
quem suas vezes lizer.
Art. 12. Os capellaes-militares cantinuarao a re-
ceber seus poderes espirituaes dos bispos da dio-
ceses em que servirem e com os qaaes pi len a
este rospeito enteudar-se directamento o capellao
mor.
Art. 13. Os capellaes do corpo ecclesiastico so-
fao onsiderados parochos dos corpos e estabele-
ciraentos em que servirem, corapetindo-lhes:
If Celebrar o santo saenficio da raissa no lu-
gar, dia e bora que lho forem marcados pelo res-
peclivo chefe, exphcaodo, em linguagem clara e
precisa, o evangelho do dia, e assistir a ora^ao da
noite sempre que as circumstaneias o peraitti-
rein.
.' Caafasatr; administrar o sacramouto daex-
trema-unccio e prestar os mais soccorros espiri-
tuaes, quando forem solicitados, aos feridos nos
campos de batalha, aos doentes nos hospitaes, en-
fermarias e nos outros estabeleciraentos em que
haja necessidade.
3.* Encomraeudar os militares que fallecerem,
acompanhando os, sempre que for possivel, aos
saus jazigos, sem quo por Law percebam estipen-
dio algum.
8 i. Easinar a doutriua christJ nis corpos ou
estabeleeimentosem que servirem.
5.' Incumbir se do ensino primario nas colo
nias, presidios, fortalezas e mais estabeleciraentos
que nao tenham professores especiaes pelos seus
respectivos regulamentos.
6.# Catechisar, quando empregados nas colo-
nias, presidios e fortalezas das fronteiras, os.indi-
genas das tribus visinhas.
7. Remetter semestralmante ao capellao-mor,
relatoiios circumstanciados do que tiver occorrido
nas commis6es em que se acharera.
8.* Propor as raedidas que Jalgarem mait
convenient.^ para melhor regularidada do servico
religioso nos corpos ou estabelecimentos em que
servirem.
regalarisar o servico ecclesiastico, quer em temps-
de paz, qner no de guerra.
3 8.* Propor delegados seus para corpos de
exercito e foreas era Operaeoes uu 1e observacao,
e os capellaes que devom servir nas corpos e
eslabelecimentos mititares, de forma qua naquel-
les exista sempro este fuuecionario, e nestes
o reqaererem sua importancia oa si
quando
luacao.
3 9.* Remetter ao governo, serae3tralraenta e
pur iuternndi.) do ajudabte-geaeral, informao5es
sobre a conducta civil, militar e religiosa, de todos
os capellaes, as.quaes jleverao ser extrahidas das
que ihe forem enviada* pelos coininandantes das
armas ou quem suas vezes fiwr.'
Art. 15. 0 capellao-mor no caso da impvlimm-
to accidental e transitorio, sera subslitoido pelo
capellao mais graduado existente oa corte ; mas
se o Irapedi nento fdr proloagado e por tempo
llxo, sel-.o-ha pelo capitao leaaote-coronel, que
dvera reoolher-se a corte para esse ftm.
Art. 1ft 0 capellao mor (era um seeretario, ea*
pellao-capitao ou teneate, e am amanuense, ofucial'
inferior, para o coadjuvarom no trabalho da se-
cretaria do corpo.
Art. 17. Ao secretario incumbe :
I 1." 9 expedieate e loda a escripturaeao do
corpo.
5 2." Acompanhar o capellao-mor aos lugares
a que se dirigir por avtttwi de servico.
Art. 18. 0 amanuensa coaijuvara o secretario,
e f.ira toda a escripturac u> quo Ihe f6r detor-
minada.
Art. 19. 0 capellao tcaente-coronel, o aapallao
major e na (a ta de-ites, os capellaes capitaes mais
antigos, serao empregados nas provincias onde
iiouver maior conceotracao, de fore* militar, e nos
corpos de exercito, dc observacao oa em opera
cdes.
Art. 20. Os capollaes capitaes e os capellaos-te-
nenle- terao exercicio nos hospitaes, fortalezas,
estabelecimentos de instruccao, faincas, laboia
lorios pyroleehnicos, asylo de iovalidos, colonias
e presidios militares, corpos de qualquer das ar-
mas, esquadrdes e compannias isoltdas.
Art. 21. Sh na falta absoluta de capellaes etTec-
tivos poderao sar cliamados a servico capellaes
relormados, honorarios, ou mesmo contralados
capellaes civis; sstes ultimn,"porem, na> perce
berao mais de dous ten- is do vencimento de
capella i tenente.
Art. 22. Obr actuaes capellaes coatratados que
nao requererem admissao no corpo ecclesiastico
no prazo de 60 dias depois da publlcacao do pre-
sente ri'galaiiieulo, sera i dispensados, ticando
rescindidos seus cuniratos.
- Art. 23. Os capellaes-militares serao obrigados
a residencia nm estabelecimantos em que estive-
rem empregados, sempre quo para isto tiverem
accommodates.
Art. 24. Os capellaes militates usarao os habitos
talareak prescripts pelas leis canonicas, trazendo
no caohao da manga da batina, como distinctive,
uma estrella bordada a seda roxa, de am cenli-
metro de diametrn, os quo forem tenentes ; duas
os capitaes, tres o maj r, qnatro o tenente coro-
nel, cinco o capollao mor. >"as raarehas ou em
no preto com butde< de seda da mema cor, e volf
conforrne o grao canonico ; calea do mesmo paw-
no ; chapeo desabado dc copa redonda, circuiado
de um cordao da cor da borla ; esta sera verde
para o tenente, roxa para o capitao, encarnaia
para o major, azul para o tenente coronel e de
ouro para o capellao mor.
Art. 25. 0 governo, quando julgar convonieute,
podera altirar este regulamanlj, excepto na parte
quo esiabelece direitos dos expellaes e seu nu-
mero.
Art. 26. Ficam revogalos o regulamento qua
baixou com o decreto n. 747 de 24 da dezombro
de 1850 e todas as disposisStt em contrario.
Palacio do Bio de Janeiro, em 27 de juulo da
1874. Joao Jose de OUtUira Junqueira.
igue-sa mediante recibo, niio havendo incon-
ate.
Icisco Alfonso de Oliv^ra. Informo o Sr
tor do thesouro provincial,
e Francisco Verissirao Ba Ho, annullando o processo desde o prazo mar-
ao recorrente para apreseBlar a sua defeza
ta, ate a sentenca do conselno director, fi-
, porem, subsislentes os docnmenios que ser-
de base ao procedimenta oJBoial, para que
*es se iustaure novo |>rocess, nos term'os
da lei.
Pelippe Sabtiago de Carvalh).-Aguarde o sup-
plicante occasiio opportuna.
Praucisco H mowo de Swuza Ribeiro. Nao ha
por emquanto vaga alguma.
Felippa de Santiago e Albuquerque. Diriia-se
ao Sr. director do arsenal de guerra.
Ignacio Bernardo Junior.Aguacde o suppli
canto occatiao opportuaa.
Jose Luiz da Costa Rosha-ftAqueira a thasou-
rarla de fazeuda, a quem compete tomar conheci-
meuto da materia.
Jose Thales de Mello.Prejudicado, visto ter o
supplicanle pedid
cao do lugar de-que sa'trata.
Joanna Evangali tregne-se, mediante recibo.
Sebastiao dd Souza Ribeiro. Oppartunamen-
le tomar-se-ha era consideracao o que requer o
supotMente.
Tneoaora Maria do Espirito-Sinto.Seja inspec
-iOfla^o.
17
Alfonso Peixoto da Silveira.loiorme o Sr. ins
pector do thesouro provincial.
Alexandre da Silveira Lima Veneno. -DeferiJo
com offlcio desta data, dirigido a thesoararia de
latenda.
ilonpanjiia Ferro Caml de Pernambuco. In
forme o Sr. cagenheiro chefo da rcparticao das
obras publicas.
Delliaa Xavier de Mullo.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Domingo* Goncalves Mace jo.Nao ha vaga por
emquanto.
Bacbarel Jose Lcandro Dantas Serra. Sejara
abonadas as faltas do exercicio no mez de junho,
a coottr de 19 a 23.
Jose Mariiihn dc Hollanda Falcao. Passe por-
taru exoueraudo.
Maria Joaquina do Espirito Santo, Indeferido.
Padre Manoel Simplicio do Sacramento. -Junta
o supplicanle atteatado de autoridade competente.
Severiano Monteiro Leite. Deferido com .ifi i
desta data, dirigido ao thesouro provincial.
0 masao. Indeferido.
Thomaz de Carvalbo Soares Brandao Sobrinho
e o Dr. Joio Cavalcante de Albuquerque. Defe-
rido com o officio desta data ao Sr. inspector do
thesouro provincial.
Fei Venancio Maria de Ferrara.Requcira o
supplicanle ao Sr. ministro da fazenda, a quem
compete conceder dispeasa dos direitos.
nia na comm ana. Ma< prassnlio igaalmente que fundo de contribuicao existente, aos iovalidos qn*
Ihe conflscavam essa soberama logo depois da a te-. preferiram viver fora do asylo
rem proclamado I Ficon profundamente ferilo.
E por ouiro lado, como ficou satisfeito, depois de
4 de setembro, quando entrou na posse do sea di
reito communal I Como se installou solidamenle
no exercicio desse direito I Fizera como aquelle
que entra em sua casa, e torn a consciencia da sua
piopriedaie. (Bravo! muito born I inuilo bem t)
(ComtmuaJ.
&mmmmm&
[dk
AGENCU AMERICANA.]
ma eleitoral. que pastioa por
(os contra 39. 1 'emus daiat* i.
Art. 14. 0 capellao-ra6r era tudo quanto fur
concernente a disciplina e administracao do corpo
ecclesiastico deve dirigir-se ao governo por inter-
inedi.a do ajudante-general, incumbindolhe :
% If Centralisar, dirigir e flscalisar, de confor-
midade eom as ordens c instru'f^es do governo,
todo o servico do pessjal do corpo ecclesiastic).
2." Informar e darv direceao, por intennedio
do quartel-mcstre-general, a tolos os pedidos de
alf.ias. paramentos e utensis para o servica reli
gioso do exercito e estabelecimentos militares. .
3* Dar dire:cao aos requerimeulos para_ ad-
missao no quadro, informando sobre a aptidao e
moralidade dos candidates. "
if Levar ao conheciraeato do governo as
questoes que se suscitarem entre os capellaes mi-
litares e os chefes dos corpos ou estabelecimentos
em qae dies servirem, emittindo seu parecor a
respeito.
g 5. Ter a seu cargo os livros de assentamonto
em separado, dos capellaes de seu corpo e dos
coatratados.
6.* Propor ao ministro o melhor systema de
escripturaeao para o corpo.
if Indicar as providencias oecessarias para
D ta a-
T3 "O ^3 "3
5- 2.
S~~i s< iJi ^r> s
o e> o o
sr
*l
So- ss
'''. r, Q
- o a

. o
. a :
oo ooo
* tt c*
O O O = 3
Soldo iiiou-al.
SSS88
Add ice ion a I idem.

Etapa diaria.
8
Especial mensal.
tftfi-3f
_: ^t---------------1
Total por anno.
i-g u en as
O, M O.
iJ is OS. iS o>
iJ iS 3S is 3S
is iS OS iS OS
3.' parte do soldo.
| Forragem diaria
paracavalgadu-
issss1 _____
-.-.-. I Forragem
oSpS8 S Para h
issss
diaria
besta de
bagagem.
H ii I*
i -I fC is
is zjt b O o
o 'fi *
-o to ^P -fi '&
OS OS I* OS t*
Total por anno.
18888
Corapra.
S i Remonta.
iiiir
2 5=s:
, 8-
Lf
lllii
!
Compra.
88S58
Remonta.
en
a
f
a.
e
i

W
i
9

2
1
a
A
9
n
i
9
a
*
ss
-a
a s
h
?a
1 r
11
8
*
i!
SB
i|
a2
B
'
a
a
B
I

e
A
e
n
V
9
ft
ft
I

Governo da provinoia.
16 DE JULHO
despachos da pbesidksc.ia, do dia
de 1874.
Amaro Jose de Araujo.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Antoaio Agostiaho de Azevedo Carvalho.
oisci/iisu i-rom:nciado POb uvmbetta km au-
XKRRE, DEPAHTAMENTO DE TORRE.
(Continna^o.)
Senhores, nao se soltain palavras, por muito
tempo e iuipuoemente, diante da um poyo intelli-
genle como o nossa ; qa.mdo se pronanciam dian-
te de uma grandc Daraoas palavras libeidade, de-
mocracia, sulTragio universal, examc e einancipa-
5ao, para a enganar, |iara a seduzir e para a enlear,
us sophistas os desvairadores das multidoes que
empregam essa linguagem nao usam delta irapu-
nemente, repito.
Eireclivamente, depois de ter ouvido a palavra,
leclaina-se a causa; os que tizerain promassas re-
sistent, mas o dia chega em que elles estio cheios
de raiio; in iste-se, resistem de novo, e alinal o im-
postor descobre se, envolvendo-se uo seu proprio
I.e.). Tornam-se entao amofa da nullidao ; mas,
desgracadamente, causa-se ao mesmo tempo a ver-
gonha e a ruiua do paiz, que teve a infelicidade de
oavir aquellas meutiras, e de se deixar arrastar
por ellas. (Applauses unanimes o prolongados;
interrupcao).
Foi isto, senhores, o que aconteceu. Giacas ao
sunragio universal do qae se fazia tanta ostenta-
cao, e era oma ameaca contra as classes chama-
das parlamentares, ou directoras, como quizerdes
do qual se fazia ura reclamo, ou corao uma es-
pecie de gorjela que se da a uma naoao reduzida
a domeslicidado -succeJeu que, pouco a pouco, a
democracia das cidades, assim como a dos cam-
pos, poz em pralica esse dirtilo ; e a forca de fa
zer uso delle, deixou impressao ms cabefas mais
duras, e mais indiffarntes, a materialidade do exer-
cicio daquelle direito. Dadicarara-se ao direilo do
suffragio, que de principio se tomou como uma es
pecie de iucomraodo e de castigo ; mas o eteitor
dos campos vio, com prejisao ; por isso que os
agentes do poder vinham lisongear os campone-
zes, solicitar o seu voto, e desvairar a sua cons-
ciencia. 0 eleitor vio que, para elle, uavia uraa
forca, uma grande farga. Entao, entrou a rellec-
tir, e comprehendeu a importancia daquelle pe-
dac. de papel, e o grande mundo das ideas novas
despertou. Reconheceu que com a sua lista po-
dia pezar no perfailo, no maire, no juiz e no im-
posto Desde aquelle momento entrou no seu es-
pirito a concepca) do estado; comprehendeu a na
cao, e vio, nsse pequeno papel, a declaracao, o
proprio signal da sua propria soberania. Tin ham
querido engana-lo, mas ha via se chegado a .man-
cipa-lo; a democracia tinha nascido de repeute.
(Salva de applausos.Sensacao profunda).
Eis aqui o que produzio a couservacio do suf-
fragio universal; eis aqui o que suscitou pensa-
mentos, e creou individualidades politicas. E en-
tao, primeiramente na communa.-^ugrandeceu
essa familia, onde a gente do campopode tudo,
onde o sou bosque, 6 o bo*que da comrauna, a
fonte da commana, a igreja a a escolt* da com-
rauna, e onde pelo seu pal'iolisrao iodlscutivel e
aulhentico, quer ao mesmo tempo a vigilancia e a
gerencia, nos negoeios daquella communa ; entao
sentio o valor da sua intervened e do seu voto.
0 imperio, podia concede!-the o voto, mas nao era
senao na oxperienjia.. No fundo; a vontade do
eleitor uao tinha accao e nem efflcacia. A execu
cao das suas vontades licava subordinada ao bello
prazer da administracao e do seu agente, o maire,
que o eleitur rural nlo era admittido a tiom ar,
embcra se senlisse com perfeita capacidade para
escolher. Durante vinte annos de imperio, o cam
ponez vio perseguida a sua independencia pela ad-
roinUiraca >. quando chegava o momento de ser
independeute,
E ceusurase muito que entre a gente do campo
houvesse uma certa de^conflau^Ja inveiiciv I!
Esta de-coulianca, muito natural, chama-se pro
dencia e circumspecc5o. E, effectivamente, o que
se ve, desde ha cinco secnlus, desde que ha dados
positivos a respeito da silaarjao dos camponezes?
Ve se sempre que foram calcados aos pes, vexados,
atormeutados e explorados pelos agentes da auto-
ridade ; e entao comprehende-se bem que Jac-
ques Bonhomme se tenha tornado reservado e
prudenie. (lliso, e applausos prolongados).
0 nosso eleitor rural 6 pois prudento; mas e
ao mesmo tempo discreto, e comprehendeu per-
fcitamente, ao tempo dessa emancipacJo quasi ser-
vil do imperio, que se Ihe reconhecia uma sobera-
farlu 19. Fonrton i mini-no .1 >
interior) demlltin-no. O ministerio
nta em crise difflcil de revolver.
Rio de Janeiro is at* SO li. da ma-
nlitl. reqnerimento do depnta-
do Ageailau r >i eneerrada a secan-
da diisuuss&o do projecto de refor-
*7 vo-
e Mon-
tevideo ate IS. ftebeuton dc novo a
revolucao em Entre itiow. na rcpu-
blica Argentina. Rcuniram-ae an
enmaras ararentinas e foi regeitado
o einpresiimo contratado ultima-
mente em i.imilrcs,
Rio 18 as lO ii. e 35 m. da manna.
- O DIA RIO OFFICIA L pnbllcou hoje as
iotas troeadai* entre os covernos
argentinoe brasileiro sobre aques-
t&O Aliciii-.
Rio 19 a l h, e lO m. da tarde.
A agenda amerieana telcgraphica
homes de Oliveira protestou contra
o abuNo tie haver o JORSAL DO COV-
MERCIO publicado telegrammas da
mesma agenda sem sua autorisa
rao. e levara esta uurstao aos tri-
bunaes. O APOSTOLO publicou diver
sos documentos provaado o plsgio
da obra JERUSALEM, de mnnsenbor
l*into de Campos, e dimendo que foi
tirnda do autor hespanbol Indres
Posada Araujo,
Rania IS ii i ii. da tarde. Comc-
earam hoje as sessdes preparato-
tias da assemblca provincial, con-
voi'iida pnrn o do eorrente, aflin
de runrecrionar a lei do oreamen-
to.
Lisbon is as 11 b. e 55 m. da ma-
nita. Dliem de Londres : consoll-
dadoM 9* 3/1, rundos brasileiroi*
lOl, cinco por cento franreccM 99 :
cafe S2 a 83.
Havre 18. Venderam-se OOO sac-
cos com cafe, sendo o do Rio a 99
francos e o de Kaatos a lOO. Algo-
dao venderam-se OOO saccas. e-
poklto 159,OOO, sendo S.OOO do Bra-
all.
Ijisboa 19aos -15 m. da tartc. -De
M1S^ioaslWri..eWoW>4*KlHiJ8
"HaVre^8r^cai?ram?ale x.ao
iiaccos com cafe, sendo o do Brusil
procurado. Vcnderam-sc MOO sac-
cas t-imi aliioiliio.
Pant i s as io it. > 30 m. da ma-
nliii. Tritnstorno na Immersao do
cabo telcgraphiro de Cayenna u
Uemerara, o HOOPER esta tomando
carviio para ir voiiclitir oh traba-
lbos.
Para. IK aus :r. m. da litrtlc. -t'am-
bio sabre Londres 95 3/1 bancario
e 96 particular. \o banco Maua
coutiniia a 95 1/9. Aieneros sem nl-
tcracao. J
Para 1** as horas da tarde. O
vapor brasileiro CEARi' rc^ressa
lioje para o sul.
Rio is a 1 ll. e 35 tit. la manha.
Cambio .sobre liondres 95 1/9 ban-
cario. 95 5/8 e 95 1/9 particular.
I'.iu Buenos-Ayres cambio sobre
liondres 50 9/M, e sobre Parift 5 3/1 s
desennto 9 / 8 ; xarque 550,000
quintaes em pilhas de inverno.
Babia 19 as -1 b. e 5 ni. da tarde
(retardado). Cambio sobre I.on
dres 95 3/1, sobre Paris 390 rt'i.s.
Couros salgados 593 reis o Kilo, rc-
fugo -199, seccos 588. refugo 500
reis.
Rahia 18 as -1 horas da tarde.
Cambio sem altcracao.
Rio Cirandc do Sul -1.Cambio
sobre LondrcN 95 3/1 bancario.
DIARIOUE PERNAMBUCO
RECIFE 20 DE JULHO DE 1874.
\otieias do sul do iiRperis.
Chegou sabbado, pela manha, o vapor portuguez
Almeida Garret, trazendo datas: do Rio de Janei-
ro ate 11 e da Rahia aie 16 do c.rrente. Eis o
que colhetnos dos jomaes :
RIO DB JANEIRO.
No senado, no dia 7 do commie, o Sr. barao
de Cotegipe, pedio a palavra pela ordem e decla-
rou que a commissao encarregada de apresenlar
a resposta a falta do throno, cumprira sua raissao,
na forma do eslylo, e que S. M. Imperial se dignou
responder:
< Agradeco cordialmente ao senado os senti-.
mentos que mo testemunba e o apoio que alliauca
ao governo.
0 Sr. presidente declara que a resposta de S.
M. Imperial era recebida com muito espacial
agrado.
Foi approvadaem i' d^scussao o projecto sobre
0 servico do exercito ; e proseguia a do projecto
quu autoria o arrasamento dos morros de Saoto
Antonio e do Canello.
Na camara dos deputados, no dia 7 do cor-
renle,.continuou a discussao do requeriraento do
Sr. Silveira Marlins, pedindo o adiamento do pro-
jecto do anno findo, que altera a actual legislacao
eleitoral, para depois das discussoes da lei do or-
Vaim.'tit >.
Orou o Sr. Martinho Campos, ficando a discus-
sao adiada.
Occupou-se depois a camara com a 3* discussao
do projectu n. 18 A, deste anno, que fixa a forga
naval para 1875 a 1876.
Oraram os Srs. Rodrigo Silva e Ritteucourt Co-
trim. A discu.-sao fkuu adiada pela hora.
Foram apresentadas as seg inles emendas:
Emenda.
Ao art. 3 accrescente-se :
E' o governo lainbem aulorisado :
1." A reforraar o regulamento oruanico da
escola dc marinha, simplificando convenientemen
te o ennno theorico, dando maior deseovolvimen-
to ao ensino prattco protissional, tanto dos aspi-
rantes, como nos guardas-marinha, e creaodo nas
provincias do Para, Pernambuco e Santa Catha-
rina os collegioi navaes de quo tratam os arts. 53
'a 57 do supradito regulamento.
1 o % if A estabelecer pensOes, detluzidas do
3.' A admittir no qnadro dus oQkuaes. aV
fazenda os addidos que como laes livarca servi-
do coin bom prooe Jiraento durante a campanaa
do Paraguay, dispensados para isso os exaaet d
habilitacio de que trau o resp.-ctiv i regulamento
a % 4.* A orgaoisar o servico da saccao de by
drograpliia de inodo a saiisUzer se as aaccssida-
des da reparticao.
5.* Continua em vigor a disposicao do i 1
do art. K. da lei n. 2.2:16 de 26 da abril de 1873.
Sala das se-M~.es, em 30 de janh > ds 187 V
Bittencourl ('.tim.
A deputacao encarregada pela camara de apre-
senlar a S. % o Imperador o project j d) resposta
a falli do throno, dingio se h mtem ao pa.-.i da
<*idade a hora d'signala. e voltanJo, o Sr. Pinto
Lima, co.-no relator, declarou que Sut Mage.tid.
se dignara responder Ihe nos seguintes termoe :
a Agradeco cordialmente a camara dos Srs.
deputados os senliraentos que ma testemunba a o
apoio que afBanca ao governo. >
0 Sr. presidente declarou que a resposta deSj
Mage-lade e recebida com muito especial agrado
Na sessao de 8, rejeitou essa camara o reaue
rimento de adiamento do pr.ijecto que altera a
actual legislac'o eleitoral, apre-entado pelo Sr.
Silveira Martins, na sessao de 2 do eorrente, ten
do approvado antes o encerramento da discussao
del'e, requerida pelo Sr. G i-mao Lobo.
Continuando, puis, a 1' discussao do projecto.
orouoSr. Cunha Leitio, li aili o debate adiado.
Em seguida occupoa-se a can^'a con a coali-
nuacao da 3' discussao do snifflcta deste anoo,
que lixa a forca naval do imperio para 1875 a
1876.
Oraram os Srs. Piuheiro Guimaaaes e Cardoso
Junior. A discussiio licou adiada pela hora.
Na sessao do 10, depois de algumas oliserva
coes, os Srs. Leaadro li ? rra e Diogo de Vascon
cellos, apresentaram rc^reseutacoes do algnus mu-
nicipios das provincias do Coara e Minas Geraes,
sobre a queslaj raligiosa, que foram a commissao
de constituicao.
Continuou depois a 1' discussai do projecto qua
altera a actual legisiacao eleitoral no imperio.
Orou o Sr. F. belisario, firando a discus?.V
adiada.
Por ultimo ocoupou se a camara com a discus-
sao d i inierpeilacao do Sr. Silveira Marlins ao Sr.
presidente do conselno, reta iva ao adianlamento
feilo em Londres ao Sr. Conde d'Aquila.
Oraram os Srs. Silveira Marlins e presidente do
conselno. Devendo, porem, licar adiada esta dis-
cussao, por tor dado a hora e aclurem-te ainda
iiscriptos para fallar dous senhores depntados, a
camara approvou, a pedido do Sr. Silveira Mar-
tins, a prorogacao da sessao por uma bora.
Oraram os Srs. Martinho ("ampos e Diogo de
Vasconcelhs. A discussao ficou" eneerrada.
0 ?r. presidente declarou que a discussao da
inierpeilacao do Sr. Eunapio Dciro ao Sr. ministro
dos estraugeiros tera lugar no dia IV do eorrente.
as 2 horas da tarde.
Por decretos da 8 do eorrente :
Foi noineado Antonio Luizdc Magalhaes M -
TTJfl JWra ^oi apo-eniado, a pedido, Francisco Manoel d-
raria de Matto Grosso.
Foi reformado, tatnbcm a pedido, Luiz Gome?
de Moura, no dosSs de I- sargento dos guardas da
alt'andeiia do Rio de Janeiro.
Foi deinillido Antonio Franco Atves de Mello.
do lugar de thesoureiro da thasonraria do Ceara
Por decrelos do V do eorrente :
Foi declaraJo vago, de coiitormidade com os
arts. 8 % i- da constiluica- e S3 do cudigo crimi-
nal, e coin a resulucao de consnlta do desta
mez, o lugar da desembargador da relacao da S.
Luiz, que era exercido por Jose Cindido Ponies
Visgueiro, condemnado a pns.Yi p-rpelua com
traballio em virtuda a sentenca do supremo tri
bunal de justica.
Poram nomeados presidentes das laaaovas
Da corte, o desembargador Firmino Pereira
Monteiro.
De S. Luiz, o descmbargador Jose l'creira da
Graca.
Ferapi nmueados deserabargadores da relacao
de Belem, os jaizes d" direilo Ignaciu Carlos Frei-
re de Carvalho a Antonio tJuarque Lima.
F> ram removidos os juizes de direito :
Eparainondas do Sonza Gouveia, da comarca da
Conceic'io da Serra, dc l entrancia na provmcia
do Espirilo Santo, para a de Vianua.de 2' nUan
cia. na provincia ao Maranbao.
D. Carlos de Souza da Silveira, a pedido, da co-
marca da Imperatrii, de I* enirancia. na provin-
cia das Alagoas, para a la Capivary, da mesma
entrancia, na provincia de S. Paulo.
Foram nomeados juizus de direito :
0 bacbarel Carlos Jose Pereira Bastos, da co-
marca da Conceicao da Serra, ua provmcia do
Espirito Santo ; ficando sem effeito 0 decreto dp
21 de maio ultimo, que o nomeou para a cjmar-
ca das Barras, na provincia do Pianhy.
0 bacharel Alcebiades Oracon de Albuquerque
Lima, da comarca das Barras. ua provincia do
Piauhy. m
0 bacbarel Antonio Francisco da i.osla Kamjj*.
da comarca da Impcratriz, na provincia das Ala-
goas. .
Foram removidos, a pedido, os juizos siuniri-
paes e de orphaos :
Bacharel Manoel Francisco Honorato Jnnior.
do termo de Porlo de Mot, par* o de Chaves.
ambos na provincia do Para.
Bacbarel Porphiro do Souza Freire, dos termof
reunidos de SanU Luzia e Espirito-Santo, na pro-
vincia de Sergipe. .
Bacharel Jose" Alexandre de bilva Gatvao.do
termo da Jacobina, na provincia da Bahia.
Bacharel Eugenio Telles da Silveira Fontes, dos
termos reunidos de Sento Se e Joazeiro, na mesma
provincia.
Bacharel Vicente da Silva Portella, dos termos
reunidos de Santa Luzia e Espirito Santo, para
da Esuncia, ambos na provincia de Sergipe
Foram nomeados juizes munieipaes e de or-
phans : I
Bacharel Xilderiso Araripe de Faria, dos termos
reunidos de Melgaco e Oeiras, na provincia So
Para.
Bacharel Duarle Estevao de Oliveira, do terror,
de Porlo de Muz, na mesma provincia.
Bacharel Antonio Benedict.) dos Santos Mauiei-
ros, do termo de S. Joio da Boa-Vista, na mesm*
provincia.
Bacharel Joao Joaquim Fonceca de Albnaoerque.
do termo de SanU Barbara, na proviocia de Mioa?
Geraes. ....
Bacharel Malheus Marques de M >nr Letle, ao
termo de Caconde, na provincia de S. Pau'e-
Foireconduzidj o bacharel Joao Martins t ranc i
no lugar de juiz municipal e de orphaos do term
da Cruz Alia, na provincia de S. Pedro do Ri j-
Grande do Sul.
do
Fni concedida as bacharel Gon^alo Vieira Tt-lle*
de Menezes a deraissao qae pedio do lujjar de jujz
municipal e de orphaos di termo do Rosano
Cattete, na provincia de Sergipe.
Por docretos ns. 5,68i e 5,685 de 1 do eorrente
foram ereados os lugarej dejniz raumcip-il e de
orphaos nos termos da S. Joio da BiVavisla, em S.
Paulo, e do Triurapho, em Pernambuto.
Pejo minislerio da justica :
CoDeederatn-se:


?
ILtantL
i



-1
jr _______:
e Pcrnambuco Smnda, feira 20 de Juih.0 tie IS? 4
&*1
Ao jaiz de dirello *d"a comarca de Ara'ajil, In
\
cb"fe Scipou
2p;
if

/././.
. rv :
ir^.aio, cb-fe
charel Alexandre Pinto LobJo, 3 m)atsIdeco** *ftt?p^Mll!fmN;t|i.r UjuT^Tra >
com o rcspeclip? ."jlcaaib.
Ao juiz de diu.w da comarca de Leopofdina,
Manuel da Silva flafra, 1 tn;z do heeuca com or-
deoado.
Ao conego JfcA Htajies Brand**, vigario colla-
do di froauezia da Senhora Sanl'Auna da villa da
Alagoa Nov provincia da Par.thyb a, par dous me-
j zes, para tratar do sua sarnie,.
A) secretario da polteida proving* da Parahy-
ba. Dr. Sanliuo de Assis Pereira Uoe.ba, ires meze*
de licnca com or Jena Jo.
Foi prorogada a Ifeenga do jail uunieiflftl ede
orphan- do termo do Tadlraiii, bad) irel Jose Ma-
ria da Roclia Carvalho, p.'r tres muz:s com orde-
naJ i.
Foi arbilrada wu o"X)J a iqula da custo do juiz
municipal e do efpliao* do termo tie. Maria Perei
ra, lacnarel C-ie1an> Allinstu-ida Foneeea Lima.
Nio foi agraeiala a re Maria Frarcisca de Pauia
Lessa coademnada am 13 do abril do 18o6 a pen a
de 20 aanos de prisao com trabaluo, em virtnde d
decisao do jury do termo do Qnexeramobim, ua
proi'iacia do Ceara, pjv crime -do.JijioioJio com
uv-Uido e;n 2' de.seteiabro do I Ski.
Pclo mioisterio da niarinha :
Foi oomeadc o eapitab de mar c guerra Joa-
quiia Franei6code Abreu parft oomnvin tor > en
courara In Sele de Setembro.
Foi n<)in 'ado Antonio Iganrio
Wo Antonio Una mo di Si! /a Junior, delicld e"roram inqneriifas "ires tesfcrnunhiis S res-
Liuas do arsenal de mar.nha do ilMo< aio poag^ por Unto, o Dr. chefe de po
Pernambuco.
Foi co.ucedida a effcetivilade a bse Ricardo de
Aranjodo ltrg*r il-p'ateoinor Ja barra de iia
cjl\ mi urovincta ili II.o Grande do .Wte.
Conoefleu so lieenja no capijii i de mar e aSerra
loap Bapti to de QliveM1 GamraraVi para ftsidir
na'{irovin:ia de Pernanrtraco.
L'Mrios' no J or mil do Commercn :
a Ante hnniem, 7, a n 'ite., Juan Alves Jorge per
noiV-ui n'i:;n qna;to desobraio n. 7 da ma da Cm
eeirtrt; que para esse Om' liavia aluirado".
H >nt-m, b d mo do'e'stibelfrlmnWto, bSo ven-
do Jorgo satiir ate aa 10 tiorM da inaiilia, aproxi-
nwu- e da porta d) iioarto alugadj, rfte ainda se
ae'ijivj rv;!iad>, e, coma oaftisg tpitic,t foi chamar
o eomm.inlin" J.i l1 csta-.-ao, o rruar.psrlidpVa o
faclo ao SUblwegatM do I* rflsfrirto do Sacrament .
ti'ufnt.' cpf'/Qfl Laiz Ij'nacio. Co(tJjarefcentte e.-t%
diri:;iram->-! Wrlbs para o referjlo quart), e depoi?
1e srromba la a porta, pnc3htr'aram irji-; j;i ago-
;iisan:o 0 Or Roeha R.ito., que foi enlao cha-
mado para pre?tar socc"orfX)!> madiCo/, dcclaron
.|ue ii'da podil fazer e rjne o iiM /. so havia en-
venanado co n nrychtfina.
rrn tadc* dc pentrria a que chegou. por i r ce'dido a
ma:s consei|io.'< e a crimino? is im, u?iQ8es de al-
giutn ; diz qne foi mprcgalo da companhia dB
lrjnd< de Santa Theresa c depiis Sick) d< Joao
Calvot Veil>') hi barra-a do eanipn da Acclama
rio. denamioadi -Novo (itiarauy;iti le tambetn
soff-en. prejiiisi?.
DecfaVotI, p>i^, qae foi victimi d* soa boa fe:
porqninto'tRnifo cociiado a ems pesiaomM joia*
que loo Uaviara dado para euirda", a pe-soa nao
quiz qepoij re?ti:ui-la.
Aeaoou a cr.rla di^'tilo ser irmSe diordoai
3' diCanrt), em cujo eerii:er;> |>icria wraatef
n.d .
Atit.in'o J >aiySm C-m^jTaVXrwi
MaticifiS ilas'Afnf;d*C
Tanibem chegou hon'tem o vapor bra'ileire S/-
ntmbt, trazendo jornae* d Maceio ate !7 do cof-
reiite. EiJ o que dellea culhemoa: .a
A presidencia da provincia publicara o re-
gulamento da guarda municipal.
Ua Piranha*. um^Bdivitftw por oceasiilo dos
tcstcjoa.de S. Joac, lora cr.vemcnte fjrido n'um
l.raQj por um tiro diiparado d sna uropria arma,
cuja escorva se tncendtara [tot am buscapo.
Em I'ao dd./,sncar, urn moo,o de nome Ma
noel, do 20 anuos <*e idade, ao -abb de roca, pret-'D-
;im lo dir tun salto sobre o cab) de sua enxada,
i. har gou fe nc niente. que morreu 4 dias depots.
Lemo> no Divio das Aloft is :
* 0 Sr. chefe di policia interino, Or. Barnabe
Elias da Rosa CameiitM, chegou a WU capital as
7 boras da noite de II do corrente, de volta- di
villa do Muricy, para on'e, de ordom do sua-Rxc.
0 Sr. pie do na casa de remlencia do Dr. jaiz de direito oa
comarca da [mperatrii, pelas 10 i]2 boras da noite
de 4 do corrente.
N i dia 3, porem, em pre^en.a do joiz munl-
I'ipal suppleote. tinha-je -procedido ao corpo d
0 teneo'.e-r r'-n"! I.:>. i/Tici). vo!tan lo ;is i
boras da UrJe, eucontroii s* u lravess-;h"o dolls
peqtjenos Wdro?,*om domaetamente vazii ',"ie
;ii i>ora opio, o ontiM cjta rest) l u;n I: i u lo
qtK pareiv fur stryalmina.
. Desi-jiiilo c-immemorar a ati'picio-a jnaugu-
rarl; do iabo tj!egrapiiCO subma:iuo, que estabe-
lecet) a commnni'M'.-lo i'HmHiata eitre o Brasil c
a lv.tr ;n. ostroiinn i-i a- relaroei romine-eiecs ja
existentes e crean-lo nova;, alga is lis prin-iia's
negAeiantes di nwa nraei re ao commcrd) na-*toB>l tf estran^eiro um grande
iiaile, qne ?e reabsara a l8"do cir ut,', nos saRtes
do cassia .
ii Pars levar a effeiti) csii resotn;ao orgnnwoa-
se nnfi conflnissao coraposu dos Srs. iASunde do
Tocan'.in--. vi i)r. Purquim do Aln-'idi, Fiaaci.'CO d? Pigueiredo
e I in ll.dlocoirli .
'( A i-immis-ii ) j. drijEb) a SS MM. loipe-
ria,:, ptSflittlo o sea c)-n,ireci:nent<) na profeeta-
da festa.
licia tomar conbecimento do facto, por ja se sebar
a jUriiii^'io prevents.
A present alii, porem. daquella sutorida'e
f ii un'tivo para que fe aquiatassem os aniaiOB.
Ao piMk dneta ci hide recabera 5. S. Com
iniuiica.-ces de qus esp"rava-se um conflicto no
t-nitenho Gir^a-lorta, do termo de Santa i.iizi;r ilo
.Norffe, entre o proprielario do mesmo engenb >,
AuUniio Gomes de Mello jvpueahy e o capitao An-
t.iiuo Domiegue< Ribeiro Lima, senhor do sitio
Santa Antonio, encravado eu> terras daqaobe en-
geohct pclo fa:to de haver este principiado afazor
um travessio p ra dividir dito sit to das terras do
engenbo, m mi^m,m
i Immedialameule para alH se dirizio'r6 Sr.
Or. ebefeda policii, com uma I>rga fle libha ao
mando do tencnte LauAndo, e ao cbegar tralou
I igo de in'agar do facto e averiguar o m<-i) mais
a)ropriado a re-o!ver-?e amigavelmente a ques-
tie, a evitar-se al; ima desgrag* que por veutura
s ib/eviessp da exaltacao en. que e.-tavam os duus
proprielaripj e sous pa rentes e da di^posijao quo
ir-autiuliaii uns para derr-ubarem o travessao e
os outris para recoastruil o, c-repcllir a forca
qnijqner aggressio.
c Eii) tae- eireuinslancias o mcio pacifico era
um do; cojueMores C miprar o que o outro p^s-
*uJa,.e ueste senfido o Sr. D\ c e'e, quo, allies-
e parentes, o no tenno oude
im afgum csfiire i e m.-eguio
qdeja ra^jtao AoJonio Gyme< de Mello compra1-
so a. ca^ltao Antonio Domiugues o referido sili.
e mas outro douomicalo G udo, cort-.ndo assiui
as codso'iuelfcias que pooeriaa suScevir do um
coullieto iirminente eotfe pissoas que e'ram oa-
tr'ora amig6s intimos.
nwioria na assefnbl6a, Julgi se e.se sera approva-fseu bill, qiw ten p>r fim a croacai de uma com-
do.o de Casimir I'e-ier. miss< epecial e perm-.n*nto enearregada d in
feftitoaoj}* c grovidos"'dtt nut cerisli-
mterpeUaejto, ~t ella nao for re! r-a la ; piis o mi- rado'dbUoyd oude qiialquer ouirj corjio cooiue
ni-ttiTo'estiita. emjninoria, piirque os -lit) depuja lcnt.
u* repubfirtHiis e ei 70 realism recu?aiii
voto de -conliantaao minis'erio.
Diz-se quo o marecb il rejeitara a demissao do
mioisterio e que nesse caso enviara uma mensa
ge n aflt maudo Mfamen&a seplennado.
Re miram-se todas as fPaecoes parlamentares,
a aaioria e.iutra o voto de coulknca deve ser mni-
lo jmpor.enle. O centro esqnerdo adoptara o voto
ae' henapartiaaa
Ainda que o jornal I'Ordre consagre todos os
scus aitigos principaes adomonstrar que nao exit-
to conspira;ao booapartista, resulta mesmo das
suas explieacoes que as pesqnizas feitas pela auto-
ridade nao foram eMereis.
A jnstira tern tub sen poder uma lisla de jor-
nae3 fraticezes .-obskliado- peia imperalriz, para
fazer esquecer as vergnnlias de Sedan.
Poram en'eontradas a* rastunbas das actas de
ba 7 ali.i. 4e toOH conhecimenio do- tro dHftara- -un cum.Ua de comptubilUe qw se reune duas-M
.-, ------ .----- -.
tiva ehfij seu> amigos e
S.S. e juiz'muniripa!, co
2Foi j:i c iav;
la
in
tamtam o St. vi*eonle de
Maua, que genero-a eiil.-ano'mte c. mtribuio para
Ojptompto etal)3loc/jie:i!o do cab > telegraphic).
S. PAIXO.
-J Reeebsbias h)Q'em IbRra4, enj s data? attin
gf rn a ,'i do orrcnte.
Na capital nadi occorrera digr.o de menc.lo.
Em Santos, am grande numero decidadaos, re
prcsentando loJas a-> classes da soivettad*, nrece-
dij i por ban las d- ma'.ica, foram n> dia 19a ca a
do Sr. Cami'lo do An trade, 'icrenlo do banc i Maua,
srsraa;
.^'oSicius da ^iii-apa.
JLjnlqa) a I bara da urle fuoJcou m lamatab
0 vapor iasl-.'Z Joh'y E'lc:, da linba d > Pacifico,
trizanut) datas do L'sboa ati 8 do iorrente. Dos
j-iraae^ e cai las eis o quo colberaos :
F.iA.NC.V
A o don do i!i.; c.nlio'ia a st a procl ma
cao dii fonni di g vorn'.
Julga se geraljben'le em Versailles, e e:n Pans
one .: Cdmrhissa) d;.s Ids c.jn*lituciani43. nao'ciie
gira a -olu;ao alguma, e |ie o sen, relat.r .-e, de"
void luniiar em resumir o- parefees dive.gen'.es
dos membros qae B conr^oem.
Q lanlo asorl-qie espera a propost.i Perier na
a s-.-mlji'a, e mni 5 I ilo-a. I'.i-, j'ttganj quo =rra
ii'jellida ; oartros, -mlaniloc i:n o i.-ITj.t) produzit'o
pela cuita do Sr. do M in tali yet esporam qae
votada, vnz$QQT mui fraca maioria.
E' prematura qualqtier opioiai fuhre c sumpto,; 0 ant porem evcidade, c que a carta
do anltgo. miuistco do Luiz Fjlippe causou grande
desarraiyi. e uiuilas c^leras nas fi etfas do centro"
direito. 0 Sr. de. .Iir^ie, si'bre tudo, nlopiuJo
lissimul.ir o seu aespeito, e mao humor. Gun of
feito, a pubiicagao desta earta isola-o no caiqpa
urleau'-'a; mas o quo acabaria de o encber de
cunfu-.u, seria uma Jeclara.-Sr do onle do Paris,"
concordando com a opiniio do'tr. de Mor.talivet.
Julga se qne b cqpde do Paris nao esti mui to
1 mge de dar tal p'asso; e accrpSCebta'-sa quo o
priucipe leva conJiecimenli) dos '.jrmos deisa par-
ta, a Ihe d^u sua plena anpnovaca >
. : l 'i '": ;) ;,..,! ,_, r;i j.n:.rj;,| ;.;,.
ba\a de courcrii -me.
Na (hi .-mi eidale o snparinlendente do eempa
nb a Telegraphla Transanrtanfffea, fora roubado em
< i .a d io i librae C-instiva, portm, que a po-
Ii" i ja satii. quem era a aUtor desse crime.
S gmii i refers ^ lmprtnsa, acba a-se o te.legra-
pho de M i!!< rrat > :! empregado alguir. hi via
j. u,i in .:<. ,, |u :va n3) pequenos Wanstor
nos ao cvnm re i, que ilest'.irte fi.'ava sem saber
havia navio* a b rra. A meneionada fo-
'aa ittril a essa fait, a exigaidade do orden-.do.
marcal i a i vi*ii.
,.\ eamara municipal do Campina. en ^-io de
- ro-'iv-ra. p t tiirinimi la le, re
. sentar a. oiler l.gislativo, pelinio a adope^d
do voto din-ctj na uscol a'dos representantes d)
\ dicta 'i Gtztlfl (/- Campin-fi qoe o preto que
assassioara <> Sr. Wanoel TeiXHira d is Sar;los Amo-
ral fora mono em Jundiahy por um inlividu; que
..io pan.'cem ainda disaoslja a comprelianJjirjvii
...>....< u WUui, i.^. ioii^ (im: sc u-iu i|ue ver c
imperio refl nescer
III 3111
o quizera prender, jalgaado u fagido, c des'echi-
ra Hie am lirfl de pistoia para llvrr-se de uma fa
cad?, com qne o dito preto o ameae.-,va.
For;, cr.plurado peto delegado de S. Jose dos
Campos, p ir or Jem d i chefe de policia da provin
Cia, ocrnriino-o Salvador Antonio d Espirilo-San-
to, que ultimamente assassinara, na fregnezia de
Sanla Ephigenja, o infeliz Rra,: Jose Rodrigues.
Avaricla ij dimmnindo de intensidadj em S.
Joiii do Itai-Ghro, onde nnibexistiam senao 4
enfermos, undo 2 no hoMprtal e 2 rt i cida le.
Fallecera naqudle mun cipio o a)astaJo fazen-
deiro Jose Jeremias Perrat.
Enconiramos no Diano de Santos os sejiuintes
dados estatistieos, com referenda a exportacao no
mez find):
" Sahiram : Para II unbargo o vapor allemio
Valparaiso, condu7indo 17^,680 -accos de cafe,
deixando um rendimento de 64:881)4420, sendo
para alfandega 42:13:Ji01'\ mesa As rendas___
22:3ri4i:jfl, e eamara municipal 2123280.
" Para o Havre, o vapor fraucez Vtlk de Bahia,
conduzindo 2,985 saccos, e 1,641 fatdos, deixando
14:8344040, sendo para a alfandega 9 367^080,
mesa de renias 4:9loj930 c camari. municipal ..
f>UG3'J. Para o mesmo porto, o "vapor francez
Moreno, c-mduzindo 9,19) saccos e I 918 fardos,
deixando M:S53|960) sendo para-a alfandega ...
27:o'37320. mesa de rendas I3:8o7$6*0 e a ea-
mara municipal 1291020.
'; 0 vapor inglez Pascal, para Liverpool, cundu
zindo 4,053 fardos, deixando li:59'j>432, sendo
para a alfandega 9:833*3JO, para a mesa de ren
das 4 618*360, e eamara municipal 404312.
' O total do rendimento monU em 135:3725452,
send) pira a alfandega 89 0034090, para a mesa
de rendas 45:9364040, e para a municipalidade..
4344442.
" 0 total do cafe foi de 1,760,680 kilos, e o do
algodao 380,598.
" Apazar de haver a alfanleza rendido no mez
passado a import-ante somma de 520:79li"i0, con-
serva-se na mesma ordem, sem que o governo
qaeira pre-tar atteneio a isso. "
BAKU.
Foi nomeado adjnnt) do promotor publ-co
da comatca de Santo Amaro, o baet.arel Antonio
_AIves de Carvalh.il.
A pfsidencia da provincia conl-ahio um em
prestimo de 10O:0JOilM)0 ao juro dc 8 O/o com a
Caixa Esonwnica.
A via f*rrea da Rnhia ao S. Francisco ren
den no met. do junho 28:5924043, e desoendeu
33:9I1I20.
lii dia II enlrara da Fnglaterra, d'onde sa-
hira a 21 rte ma'e a gilera ingleza Lxdy Dufferin
com 6,3 0 trilbos,'6,i90 chapas dejuaceao e 120
caixas com pe.'tengas de via permaiienle para a
estrad-i de terra Central, antiga ParagiuMu.
Breve se e-peram outrus navios da raestiia. pfo-
cedeneia e om carregamento para a neshiae-t'a-
da, onde se trabalha regdlarmente.
IT Arril)'irarn (1" Pl)rt^ da capital: o palacho
inglez.A hoar, que la de Glascnw por Greenock
para flijenos-Ayres, por t r dirsarvoralu : e a a-
lera logluzi Solent, de L mires, eom agoa aberta
(I bfigue-escuna Tonelerj vollira d
commissao aos Abrollios.
Clegara a corveta a vapor am licana Sir
-'.....
%
em Franca, e abrir Ihe n iva
o cammbo do exilio, nao tern oatrd m io Se-
nao alliar-se a polinea a onsclliada p lus Srs
Tliiers. Csimir Peri-r, Montalivet e Dufaun-.
0 bo-iii) de que demos conti aos nossos leitb-
res de uma mensagem Jomireelnl Mac-llaa in a
assemblea n.-cional. pira affirm ir os seus p.i lores
c convida-la a orgamsa los foi desraentiJd ofBciaT
mente.
II ative no dia 23 de junho cm Lougchapjps
uma grande revi ta miliUr. proiiuuciaiIj o ma*-
recbal Mac-Mahon as sejujutes palavras:
' 0 exercito ajuJar nioha a lumprir a mi-sao
que a a.semblea me confiVa do manter a ordem e
a paz publ.ca ; sole annos have aos de mante-Ia
cam a antoridate da lei. "
0 Soleil, a prop isito dessa revisto, disso qn,> uma
or Jem d> dia seria publieada, louvan^) a altitude
e boa rpparencia d.. etcrcito, e recordanlo os di-.
reilos quo tern da conBaOQi da assemblea p.la ap-
iO'va.-ao la votajS.j de 20 de novembro.
I':i'-c;.v-iiieii!e n jornal official publicou a ofdem
do dia do ui.'.r-c'i.il Mac Mali di, em que este se re
fere, para as confirmar a is piieres que Hie foram
conferidis pela :t-se:in!ea pacional.
A eommissiio dus triitta rej^iiou como era
de e-perar. por IgjrjbU contra 6, a prdposta do
Casimir Perier. Em lugar. nurcip, iljexaminar im
me Ualamentc as ou'r.is propqsjas e de as sub'met-
ter a assemb'oa, enleb 1 u qae aevia n xtfeaV uma
commissao ppmposta dos, Srs. Daru, Lacombo e
V'eotavoa, um bonaparlf^ta, e dous lagitimisias alim
de fjrmularem uma pronosti nova, resbmindo .1s
bases da futna c-msiiluiQio da Frauja, d.'fioi'jdo
um regimen que nao seja neni'a republic.!, nmi a
muuarchia.
0 conde de Cliamhord publica um raanifeJto,
deelaranlo que a salvacjo da patria exige- qua ella
se dSo lance mais em nova3 avcuturas; quo neccs-
sita da reale'za, e-que eUe peTo seu nassimento deve
ser essc rei. Afflrma que a declaracao do mez de
outabro fora mal inUrprotaJa; qne a mouareliia
cl.rista admitte a exlstencia das duascamaras, uma
nomeada pelo soberano, e a outra eleita peia
nacao.
Elle nib retratara cousa alguma, nao abando-
nara nenhuma das suas condicoes, mas te:a uma
politica'que nao estari em desaccordo com as as-
jirac-oes do paiz. Termiaou d zendo : estou promp-
K' lioje como boo (em a fazer-vos as pazes com >
casa de Franca ; se o nao quizordes pensai nas
responsabilidadcs do presents ena; sevoras apro
ciacSfg da lii.-toria.
A. opiriiai geral e que depots do manifesto do
conae de Lhambord se urna Impossivel" toda a
restaura;!) monarcliica.
Na sessao de 5 foi apresentado o project) da
sub-commis;a) qr.o conlein as segu'intes oi-po-
sieoes :
- A presidencia da repnblica e ccnfiadaaMac-
jialioo, por sete annos'.
0 presideate exercc o pider com o cor.curso -ie
duas camaras. Parts da eamara alia sera nomea-
da pelo president*}, e outra parte pela eamara dos
deputados,
No caso de vagar a prciideneia, rcunir-se Imo
as duas camaras em cougresso para nomear suc-
cessor ou midificar a cjn-tiluiQao.
0 primeiro paragrapho foi approva lo pela com-
missao, sendo rojeitada a emeuda legitimista que
queria que se dissesse o governo da Franca em lu-
gar de presidencia da republica.
Os legitimises com-cnam a dirigir fortes' ata-
ques ao septennado.
0 jornal realista lrn/oa, excedeu-se nos ataqoes
ao seplennado. Foi suspense pelo'governo por lo
dias, por tale mntivo, e por publirar o manifesto
de Cbambord.
0 Sr. Lucien Bran, nieinbio da exlrema direita,
apresenlou uma noto do interpeliacao por csle m'b
lure. y
0 Sr. Kerdi
zes por semana em casa do Sr. R.iuh-r, e a oue
pertencem todas as summidades do partido, o #o-
liie dc Padone, o duque de Cambaceres, o conde
de Casabianca, o general conde de Palik to, o ba
rao Eihasserianx, o* Srs., Pmard, Levert, Che-
vreao, Garbii^OanilpirretJ'Pitttri o outros.
Se i-to nao indica a existeacia de uma conpi-
raciVi, in lira cfert.imentB uma forte organfeacio,
q.u nlo descanQi nos seus csforcos pan aata.be-
leecr o imperto. 0 Sr. Rrmairlt, prefeito da parl--
cia, obtttve, segundo^aiece, carta branea para dea-
cobrir todas as mols, e engrenagem desta orga-
nisarao ; mas se o governo e sincere no seu inten
to de deter a propaganda b oapaitjsla. sera preci
so come^T por joeirar o anligo fnuccionalisnio d.i
imperio, que o gabinete de 24 de maio, e e-peciqi
mente os Srs de ftroglie o Magne, lizeram re-
admittir na administracao do interior e das linan-, Costa doOaro, devia a Inglat-rra impedir a im-
cas. Hi depanamectos que, esiao completamedW; portaoao do ar.nas e municoes as tribus da
e ji e-lao sendo aierl
. 0 Sr.Plimvj|| funlamenla o seu peJido no^di
versos s.uistros inaritimos qae d>" baidos, ao descuido dos armadores, que se in'quie-
taram pouco com a solidez dos navios, por isso que
as (erds, sio semprc cobertas pelas companlnas
de segeros. 0^ Sr. Plimsoll eotende quo a creaeao
detsa commissao teria um effeito segaro de dimi-
niiir cinsideravelniente o niiinerodode-astres ma-
ritimos n que teve proteger a viJa de todos aquel
les qoe empTeoandein as viagens por mar. O bill
tinha aioda porIIin regular os carregamenlos dos
navios.
A eamara rejeitou a segunia lo'tura por 173
votes contra 179, o que-de cor to se nao deve con-
sid^rar somo nm cho |ue para a medida proposta;
mas um adiamento fundado era aue cs remedios
propostos orain rasutfetentes ou raeOJiiazes t que
a-qoesUo nao esiava rnaduramente estudada;
quo e-tava entregud a uma cdmmilsao de in jue
nto que ainda uiio tiulia apresenuu\ a seu re-
latorio. ^_.
Pot 0'.'.-:asllo da votitcao do-uni credit) sup
pleinentar de 33 mil libras, alem dos renlimentos
da Costa do Ouro, qae/pedia o sub seere ario das
colonias, o Sr. I.owther, levanlou-se uma di sao interessan'te, sobre-a qoestio do dever ou nio
IngUterra continuar a mant-r-se na Costa d.-
Onro, e coniinuar o sjMkma de poteceio militaf.
Ji major parlc dps orad ires Ja eamara dos com
'tnuns e.-am dc.ODnrianjne a Ingtaterra estava e:n-
.penbada por cousiJera^oes do dever c-mservar-
so sobre a Costa do Ouro, o que devia uomear um
governador, a rota do de pleuos podercS; para tra-
lar com os indigenas. Outros deciararain que era
preferivel estabeleeer uma colonin a uma prAec-
cao que trazia grandes dilllculdades. Outros ven-
do que a eamara- se oppunb.i a furMoaoio da
inembro da direita moJerada,
ii.
n.is maos dos bonaoartistas
rorisados pur elles.
D.z se que o relanrio sobre as eleicjSes rela
Nievre proinellem ser ferteis en) revelacoos a este-
respeito.
A commissao de cr;ament> da assemblea de
Versailles adoptoa, por 12 volos eoatraU, a pro-
po-ta do Sr. Wohiwski tendento a'rednzir de 2'iO
a toO milbdes o reembolso annual ao banco de
Franca.
0 Sr. Magne, ministro da fate id*, declarou que
fazia ((uestao ministerial da adopcao da proposta
do governo.
ITALIA.
0 parlamento italiano foi prorngftdo.
0 jornal .1 UaUa pjibli:a o lex to do programma
eb itoral da opposi$So parlamenur; ceele pro-
gramma nio se incontra o paragrapho relalivu a
questao religiosa que liavia sido d .do em telegram-
ma?, o qoe se explica por uma emenda feila ao
i* projeclo do programma.
N'uma das ultimas recepcSes o papa annunciou
ao seu aoditorio qua em sjegnida as ultimas de-
n>. DStracdVs tinha recebjdo lima carla aconselhaa-
do o a quo sahis.-c de Roma, mas qoe estava de
el odo a nao obedecer a esus sugg-sloes senao na
uliima exlremidade.
J a! Java- e. quo esta carta de que sua santidade
nlo di.'cbirou o autor, sena de algura personagem
autoiisado a dar eonselho ao papa, eu de nm
grupo de fieis in juietos pela segiiranc.a io a nto
pure. Diz, prein, a Agenda Hivas, que era
uma carta anonym*.
SU1SSA.
As camaras heheiicis terminaram finalmeiMc
>ia- longas deliiiera-oes sob e a organuarito j'l-li-
ciaria d\Confederacio.
A sode do tribunal federal, que era objeclo d.e
compejencias e ardentes rivalidades foi tixada por
accordo das duas assembleas a r.idade de Cau-
sanne.
A sessao da assemblea feleral aio se abrira sa-
ni i no mezde oulubro proximo.
sera>' proj-rto de scgaoisacao miliiar, que deve dar
lugar a debv.es animados, esta inscripto no coiuo-
wj da ord-m do dia. .
A S'ii-=,?a esto em plena .organisaio rnilUar.
E-te peqneno eslado, quo pelasua posicao geo-
graphica, pela sua neutrafilade lao preciosa podia
ewpregar os seus recursos em oulras refirmas
nteis, praticas e subreludo pacilicas, vai elevar o
seu axercito a 202.700 homen, ftcando 104,800
na aciividade e 97,700 na reserifa. :Obedocera esta
renrganisa^ao inemerada as insligacoes da Pius
sia f Dever-sub.. consiJerar ess* reorganisa<;ao
como a con:equencia, e por a^simjlizer, como c
coroliario das recentes medidas itfligiosas ?
ALLWAMAv J _
!) e.m-ellKi fideral termfmin ,-a dlscassao das
i, ; jr.^i,.;.oj_n -f->- oproeentadas as eoi-laa '
liriivinia. 5," ,.....,
Pela policia foi prohibida provisonamenie a
associae.ao geral dos operarios.
F d e-judemoade pelo eonselho de guerra o
cajiiao Welner, que aprisionon nas agoas de Car
t'lagena e do Malaga as frAgatas hespani.olas ;
mas a senten^a nao linba ainda sido conliraiada.
Na eamara dus depotad** da Baviera levan-
tou-se'l.smliem a questao religiosa, a prjpo-ito da
di>cussfio do orcamento dos cultos ; o ministro
di-sla reparli.So, o Sr. Lutz, foi vivameuleatacad.',
e accusado de fazer um govern dc pariido e de
f.riros senlunentos religlosos da maioria.
0 ministro respondeu que nao mere:ia f(im>z-
nlta honra, nem tamauba indignidade ; que elle
nao liavia provocado o conflicto, mas que o seu
dever o relraha no seu posto, a elle e aos seus
collegas, qoe" sao lodos solidarios.
Os clericaes procuravara debalda tomar a abrir
a discussao, mas a eamara passou a ordem do dia,
e volou os credilos para as despezas aseffUa ao
imperio.
Os bupos reunidos na conferen ia de Fuld.a,
antes de se sepaiarem, dirigiram aoguvernoprus-
Siano am raeinorandnni colteetivo contendo as ba
ses de uma transaeeo) amigav.-l.
Os prelados espe'rarlo a resposla antes de pu-
blicarem nor in*?io de circulares pastoraes as re-
solucoes que tomaram.
AUSTBO-IIUNiiBlA.
A eamara dos deputados da Hungria deu satis
ficao a uma das reclamaeoes mais legitimas da
opiaiao publica, decidindo a questao da incompa-
libilidade do maudato de deputado, com as fuue-
yces assalariadas o mais ou menos dependenles.
Esta qae-tao interes>a pessoalmente a granJe
numero dos actuae* deputados, e esperava se que
por isso levantasso discos^oes muito tempestuosas
a este respeito. A eamara, porem, raoslruu se
conciladora, e adoptou o art. \. qne exclue da
I gi-iatura 03 militares em activo scrvifo, os ren
deirosdos dominios do eslado, os empreiteiros li-
gados por meio.de cootralos como giverno, os
funcionarios de' qualquer categoria, lao o da ad-
ministrayio como dos estabelecimentos francezes
em relaeao com 0 estado.
E' uma refjrma bastante radical ; mas os abu
sos revoltintes, qu^ teem escandalisado a con
sciencia pubiica na Hungria, tornavain esta medi
d.i urgent-.
- Ja tinhacomccado a funeeionar, na Austria,
0 congresso sanitario especialmenle- coavocado
para tratar das raediJas a tomar acercado cholur;i
morbu,
ISGLVThrfhA.
Algans jornaes ingiezes annanciavam a pariida
da rainha Victoria para S. Petersbargo; e ate
mesmo p telegrapho dizla nJe S.Pelersburgo quo
naqnella cidade se faziam preparatives para a re-
cep^iio de S. M. Iirilanniea ; e flxava-se a data da
sn* chegada para 14 de setembro.
0 boato era inteiramentedestituido de funda-
menlo, e ja foi desmentido officlalmente.
A compaahia d is mercador.es alfaiates deu
um grande banquete era lionra do Sr. Di-raelr, jue
acabava de ser recebiJo memb'ro' da'wrporacio
0 banquete dos duzentbs lalheres'.foi solemnisaUo
pelos discursos dos chefes do partj lo i-on^ervadorfc
0 primeiro ministro, lord Derby e lard Salisbury. I rc'vofarao''do Taeto.
0 discurso uo Sr. Disraeli foi criticado por uus
e approvaoo pof outros, 0 que e natural. 0
partido conservador reiviodica em sen favor
tudo quanlo do bom se tera fait'.> ha quarenta an-
nos a esta parte.
Ivrd Derby, qne ainda mtnua'mSbte tinha pro
nuneiado palavrasinqtiietorjoras, relalivamente a
paz europea, quiz socegir 0 publico, e depois de
t r dito qne 0 partido conserva lor fazia 0 pos-
sivel para manter as permanentes e citaveis inj.
tiiuicoes inglezas declarou que estava satisteito de
ver que 0 a.-peel) geral dos negocios europetis
teadi.i cada ve: mais paf'a 0 socego ; ajnnfou rroe
a Inglact-rra procurara eneamirfllar AM feqdencia.
e fa I hia f.jsso qual fosse 0 partido qae occupas-
so 0 pb er.
a Manter a paz da-inglalorra deve ser 0 prl
meiro dever do um inini-tro inglez; manter a
psz da-Europa i5 0 sea segundo dever, mas 6 ><> 0
seu seguudo ?
CosU.
0 it. Lawson oppondo soao projecto, recorlou
quo a commissao eseolliida em i8ui tialia sido dc
parecer que era desvantajoso" proenra/ novoi en
grandecimentos de terntorio, e qu) so devil ani-
tnar os indigenas a dosenvolver as qualidades que
os toiuam apt is para 0 self-government, em vista
de evacuar mais larde a Costa.
a Em lugar dlsto.disse eile, ndi qneremosaccres-
centar o nosso proteckirado, e era lira do contas
a eitamos dasraaosdajs hollandezes um largo t r-
ritorio, sem mesmo perguntar aos naturaes, se
queriam dar a nos. lle-< o-tabelecer alem, u;u
grande estado-maior de cfJiciae-, mas osquec stes
Je dar alii lugar a um bispo. Qae tendesde fazer
da Costa d O.iro ? Em que estj compronv itida
a honra naeional se nos abandonamoi a poslcao ?
Tendes teugao de fundar nm grande iiri|>erio"afri-
cano ? Nesse caso 6 preciso declara-lo, discntif
esta quest 0; inas.se nao e esse 0 li.n inoposto, e
porque ijue eis unica.nenle c n'-inuar a v.ssa ve-
Ilia politics, e dar um Ingar aos vossos fillios de
familia, para terde nojro os Aebanies as coslas,
dentro de poucos annos, e uma nova gu tra a
emjirehender.
a E' precise, pois, rejeitar a proposta do gover-
no e condemuar uma polilica decarra?oada e que
podc tornar-se desastrosa para os interesses da
oalria.
Apezar de tudo 0 projeclo de lei f oi votodo por
267 volos contra 47.
A mva I'uMi.'.iea 1 la c urespondeneia rela-
tiva a guerra dos Aciianles contem as formulas
d) U'atadj 1 ecentemeiito concluidt contra 0 go-
veriio inglez, e os numerosissimos regtuos, que
govemam nas visiuhaiicas de possessao ingleza
da Costa de Our-.
Todas jurtiram nio fazerera gue ra aos alliados
da Inglaterra e de nao se allurem com os inimi-
gas da raiuba Victoria.' Juraram eiedacer inv.i
riavalmente a> orJens do governo inglez e brad
lod i> 0- esforjos para ininter a paz e a tranquil-'
lidade sonre a cosU.
A for nula, porem, do jnramenlo diilere de
uns para os.onlros.
0 rei Amakdj, d Apoll mia, e os sens -de* che-
fes, juraram pelo seu gran feticne, 0 (io Tandir ;
o rei Quacoii Kinnah de Axi.n, e quatorze capi-
lies p r Bobo Aroisne, e por Accromassou, ou 0
qne quer que sejam e*los fet'ehes; 0 rei Colli
Achon, tambem de Axim, com dezoiiu dos seus
adherent s pelo rio Emehira. Oioutris, para nao
estarmos a citarinais,.juraram tod.is pelos seus
fetiches, que sao rios, ribeiro?, regatas, arvores,
bo ques, rucheJos e recifes.
E' provavel ipe esles iratados nao lario mais
valor que asdi^indades que presidirain aosjara
mentos ; e que os afri*sin tenham ideas bas-
!a^NliTl%WJlrMim*^ra^
menle quaudo os ingiezes marchavam sobre Coo-
inassie.
A eamara dos commons nccupou-se de uma
proposta rdativa ao Bamevitte para a Irlantto. 0
autor'desta proposta 0 Sr. Butt. deoe:ivul/eu-a em
termos muito modera li s. Fez Justin* aos esi'orgos
d-_i governo & do parlamento para direm sattsfa-
cjdo a ilha irma, mas declarou que uada de efflcat
podia ser feito fora da iadependeocia a que aspi-
ra a IrlanJa.
Na eamara dos communs o Sr. Bourke, em
resposla e uma in'.orpellac.ao d Sr. Cochrane deu
aigamas explica^oes relativas a reforma do sy-lo
ma da junsdicgao consular proposta pelo vice-rei
do Egypto. R,-sulta das declara.des do goverao
que eote reconbecendo os vicioa do^ysleina actual,
nao julga esta seforma possivel, senao por um
accordo eolre todos os goveruos interessados. Ora
a Franca oppoe se e quer manter os privileging
que Ihe assegura a legislagao actual Seeila per-
si.-ti8e na sua attitude, apezar eas inslaucas da
Inglateira e das outra! potenciaj, e>las passar-
se biam de seu conctw>o, para se combinarem
entre si, 0 enlrarera cm um accordo com o klie-
diva. Por ora, porem, continuam as negoeiacoes
entre Loudres e Paris.
11ELG1CA.
Dentro em pouco devecomme^ar a funeeionar,
em Bruxellas 0 congresso qae 0 princicipe de
Gortchak,df couvocou para se tratar do hum
conven^aopara regular 0 mode de fazer a guer-
ra.
Otextj completo do prejecto de cotlvenflo in-
ternacioiial apresmtado pelo priucipe de Goriacba-
kefl, ciianceller do imperador da Russia,"compra-
hende os'segirinfes capilulos: A auio&dade mili
lar em paiz inimigo =- Caracter do* eombalentes e
nao eombalentes Mekr. licitos a illiciUis Sitios
- Bcmbardeamenlos Espioes Prisfoneiro* *-
Feridbs I'oderes militares em relaeao aos parfi-
culares ReqnisicSes de conlribnifRes Parla-
mentarfcs Capitulaeoes Armisticios. Repre-
sa!ia3.
As polen:ias europeas far-schao represenlar
por Jeirgailos dos rainisterios da guerra; marraha e
estfangeirbs. Parece que 0 Sr. de Bismark quer
restingir as deliberacSes nos negocios ffliHtares.
RUSSIA.
R.'Csberam se despachos da Asia Central quo fa-
zemprever a possabilidade de proximas compli-
cagGesrentre a Russia por uma parte,a Chiqi 80
Khnfl de Kaschgar por outra,
TUltOljIA.
Existem negociagSes entre as grandes potencias
pera-pgepararem um accordo relative a re isiio
ilos Jfajados de comme/eio com a Turqnia, prin
cipalmcnte no que diz respeilo a exienraailestes
tratadds aos estado? colloeados sob a suzerania do
suH.to.
As ultimas nolicias de Constantidopla afliaacam
que a cntrega da igreja di. Santo Salvadbra s
drssifentesj tin lugar lie aggnvar a silua^to,
deve! aprflssar a aproxima^ao -dos 'diss.idenles e
dos ha?>ouuisas, e qne cm breva se chegara a
um accordo entre elles.
Nat) 6 yerda.de ter aquella soiueiai iffovoeado
uma agitagao'til que levasse os-rnembros da
diplarnaciaa^in-isiirem junto ao. gorerno pela
Z-ivala. "
No dia seguUite Boreeramcm Malil boauis
inquieladores, qne anniiaeiavatn ais in'ins esfter-
*los, gran los .desaslre' uo none. ll:iwiram se us
ministros em conselnp, sendo charaaoo a elle 0
governador civil dc Milri.1.
a Oi boatos poooa. depois subiram de imporian
oa, espalhando:e logo que Concha fora atraves
sa 11 m peito por uma bala.
a 0 conselbo duruii mais de 10 horas e ua ma-
drogada do dia immediato, era do domin 0 publi
co 0 revez soffnfo pelas trcpas do norte.
Mais abaixo descreve o jaais detaMudaroente
possivel, as peripetias d) Uo grande catastrophe.
As tropas iiberacs reliraram do lugar da ac-
ea 1 em que morreu Conc'ia, n.io pro eguin lo na
avanraia, quando vira'm prostrado o nobre gene-
ral em chefe. para is posicSes auteriores
0 presidents do conselbo de ministros, c rai
uistro da gue.rra, o general Z ivala fi nomeado
para oceupar 0 lugar vago pela inarta do Coo:ha
partindo logo para o norte, acoinpanhado do gene-
ral Miriones, fue dirigit)-, comosatie, w primeiras
operacSes de Bilbao.
Qie importaocia para a solujlo da guerra ci-
vil nio te a a mort; do valente general ? E' certo
que a perda de um general qiierid tira ao exer
cilo que ellecommandava, urai gr nde parte da
sua Urea moral, e J.i rauiti nnis a-iim) e audieia
aos inimigos.
' Qnam tomou logo 0 c imman Io foi 0 general
Ecbagiff, a voz do qual inimbfou logo lodo o
exereito.
Tod os os geoeraes em Madrid,- correram a>
mini parte ua guerra
T'pele fJ um dos primeiros qne se apresm
tou.
0 valente marquez do Douro, foi logo recebi-
do n is bra.os do ajuJante do ord :ns fiih > do go
ner.al Zivala, e couJuzHo por elle mes n>, a ca-
vallo, para Tafalla, d'onde, depois ds embalsamado
foi levado para Madri I.
a Nesta capital, 0 sentiment;) e pr.finlo por
uma perda, de certo, irreparavel.
t As 9 boras da manna foi 0 cadiver coilu. I >
por enlre masses de povo cnlu'.a lo por tao grande
desgrafa, a basilica Aiocha, ond-t Hie foram pro
digilisadas todas as bourn foneiires qne corres-
ponJem ao e!evad> posto do Ji iad .
D^crelousi quo se Ikessen exe 11 ia* pomp)-
MS em t das as capitaes dos di4riet>s mi'ilare'.
a casto do estvJo. Levaotar se-lhe-ha um monu-
mento a custa da nai;5o ea e va quando cahiomorto, sera depositadi no ma^eu
militar.
Tola a imprensa liberal de lleman'ia cliora a
morte'du niarquez do ("Douro, aproveitanlo al
g ins jornaes, esta occasiio, para darem eonselho*
prulentes e sensatos ao govern), ali n d qoe a
esta victimase nio v."io juntir outras; prdongan
di-sitimaluta teuai e caprichosa e que tern acir-
retado gran Je dosgra^as a toda a nacao.
a Dao como causa principal da mono do mare-
ohal Concha, a indjgnacao que assora in ao an! a i
do valente gnerreiro, ao saber da proi'lamieai que
0 chefe do exereito carlista pub'ieo.1 aa sen exer
cito, dec'.aran lo qaa as suas tropas nio dirnra
quarlel as tropas libaraes, devendo ser a guerra
cruel e desesperada d) parte delies. Concha', cbete
dc dignidade, disse em proclamaeao a)ss"us sol-
dados que batalhassem .corn d. n'odo, com e- ra-
gem, com heroismo, sim ; ma- com lealdade, nio
ii.ixov..lh i.ado a sua farda om 0 *angiie dos as
sassinatos^ *
jQiizeile, por li n, para dar 0 exfinplo do be-
roisaio e valor expor-se nos lugares de maior pe
rigo, ate qae foi victim 1 do seu arlir pairiolicb.
Pare#e ser ve-d.uleira a noticia que t-on cir-
ri Jo nos prinsipses circulo3 do que a republica
<'.o> E>tados L'lidos exige agira a Hlspanha a ir.-
demwsaeao as familiar d is prisiooeirus do vapor
Vtrgin^ts.
1 0 goveniador de. MiJril d rigio a circular
abaixo transcripta a loJas as rejactdosdns perio-
dicos.
it As clrcam-tancias exi..;em 0 patrioti-mo aeon-
selha que a imprensa, iuspirandose nosta senti
t .meulo, s; abstenba de fazer 11.la a classe de
c mmentarios relalivos aos inuvimmtos e enm'
bates do nosso exereito na cainpanhi. qae com
a tanto denodo suatduta, contra as arma; carlis
tas, assim com) tamb:in se deve abuer d. apre-
eiajoes referentos ao concisito que merecam as
t nomeaijOes dos geaeraes e chefes.'Espero "que e;-
las dispossess! seja n o'isi'rvadas pelos senhores
Jirectores aos periodicos para se evitar a neces
sidade de ultenOr-js medida^. n
^liepito 0 quo afilrmei, ji n'algnm ponto desta
e ryfttmrtntnahiUJn c>m a rnonp .l.i B-"2'>^,l t:"
h 0 muito.s circulos e ace isalo 0 governo,
por iasistir em ii) formac uma situajao em qne
lie.asseni to las as forca< liberaes ; pirquanto I'11
deudo manifestammteo governo para a modarcbia
affonsista, os liberaes, na sua grande maioria.
eutendeu que combale: contra D. Carlo* e train-
lhar a favor d'otitro Bourbon, 0 pdneipe das As-
tvrias. Qaerem, que seja constituido eomposlo dos
divers )< partidusJiboraes, qoe, excluiv.am-nte, se
oecupe da guerrj'actual, e da fazenJa ; entregan lo,
depois,toda a missao politica, a< corses eleitas,
co n a mn.ti.na libeidade.
Agora enmpre me renairas priocipaes noticia*.
lendeut's a dar idea das mais aoUveis plias)s ds
campauhi*.
Come Ihe no'.iciei uliimamente, os carlistas
tinham se concern Jo em E-tella. reeeben 'o abi
=,s suas priue.ipaes tropas os seus chetes mas im-
portantes; organisauJo. emiim, defensas tao im
portantes como a de Som )rro-tro. Elabele :eram
u um perimetro de 25 kilometres, na< colims que
roleiamp.la cilad;,-numerosis trincheiras. qoe
obi igassom 0 exereito liberal a avanjar a cu-to
de immensoJ saCrificios 0 lenlamente.
bio dia 16, Dorregaray, com nandaito geral
dos carlistas, em JEstella, n'otou isto ao exereito de
Concha, em proclamaeao enlhusiasti-a, dizendo
que so os liberaes se apolerassem da cidade, a
guerra ooimrta em coudigoes novas, nao se dando
quartei .1 alguem. 0 general Concha respondeu
aquelle documeuto, com.) expuz acima ; eome-au-
Jo as oporjciHs no dia 25 de juuho, com o raetnor
exito para o> liberaes ; pirque fazendo o general
Uincaa um mevimeata ei-olveate, apaderoa-sc
logo e dejwis de nm timteio das magniilcas
posi-;6es do Monte Esquinza. mirclnndo as dilfe-
reules faccoes a occupar os p >vos de Villatuerta,
Lor:a, Lac.ive, Altai e M M1II0. Arruinado por
esle successo, e vendo-su a 3 ou 4 kilometres de
Eilella, 0 exereito recebeu ordem do avan;ar, 0
que nlo pole veri;icar-se, com) Aim mais acima,
por fain do muuifoe3 ou tropas que deviam cne-
gar, n um comboio, 0 qu* faltaram por causa do
enor ne temporal que sobreveio.
Apez.r de tudo, na larde de 23, sem fazer
caso da lormenta. Concha manJou avaneir, indo
na vargusrda. Uma b.>ra depois, a tropa a passo
accelerad), tomava Zugaenav ; e uma hora mais
tarde estavam os liberaes sehhores de Abarzaza e
Z-i vala.desalojando a bayoneta algnns balalhoes car-
lrM ft;ii\ 4e*le-Atari* a a* lrronit 0 ge
neral Kbj e.i.Htq>n c.iM'*ri'.
w'Ci'otTV fn n im a I) miaiJrj di guerra, e
'S.agastas/ti.'rfJu-iImctlJcnMaijejns^lia d: mi<
lll.-Wi'?.
.i> minisironfa fazeoda foi autersado p.r um
decreio a tratar com os prta lores di divila na-
eional, pra a reduccao do j.iro da mesmi divida.
Fora a imblieides o- ori,*aeiensn. R--ceitas
708 milho-s de pesetas; despezi'627, iocluinlo
148 para ,n d spezas extraoi Juiariag da guerra.
Uiqueza iributav,-!;'ihesouro 18 p. r, gj-ios I
I), c. jenrarto municipal H p. C ; cxlraordina-
rios d guerra 2 p. c.; sobre cargo* de |u*tiea i
p. c. ; proJu t is ininerios 3 p. c.; sobre b--r..i:-;a-
directas 1 p o. Novo imposto sobre pa savories
esellod: mrcaiorias ulrramirinas, assucires
n .cionaes, loneladas, viajaates, sal, farin ia, ce-
roaes e t ilosos oojeeto* superiores. a dous real<
para consummo. Augmento so l|9 de deseooto a
to! os os euijiregad is que. ten ham vencimmto u
perior a mil pesetas. Emiltir-se hao 23J milboes
le Ions ; ser indo para n i-agamenlo dos bens na-
cionaes. I'.enjvagao obr'gatoria por 3 meies so-
bre leltras pagaveis do Ihesonro.
t Hao de roeordar -e os nosm leitores de RsM
ter dito quando me ref Tia ao desastre das tropas
1 cjubheauas em Pena Mun, oude succiiwbio
marcchal Concha, que a eifra dos rro los e feridos
de que re pelo dobt).
Vcjam a? >r.i otel-grarama qie a id de juah >
di enviado d; Biymi a InhpemUnci* Hdji
:> '. 1 -eu corespon te'dta sobroo -. nia. do dia 27
I' .r -. .' mi .- ,:i 0ir on-iuiii apmxj.iMOo
da verdaleira irapon.ancifdas perl.i* siffriJas
pelo exereito liberal hip.inbil, p>** e tlaro foe
0 corespoadeole podia a vonlado iransraitlir >
que Ihe conslava.
E i 0 text 1 d > ..lludido telegram.na :
c 0 general Zivala all It nn n-bo um 11 >
sol-hdo de refr;i Sit deeaitnMM de fnl.-
m-'nto os b;itos d) ter uz a mti<|o 0 eicrsitj ),
noite.
t}Sabba"do, cmpen!iou-se 0 ataq-iegeral ora g'in
do vig ir, mas par vdii d h q uiro hur .s d 1 tar
do, foi repdl.da a direita do exercise repub'icano
em frente das fonuilaveis p'>--i\;oes ccopadas;
caili.-ta- proximo de Estclla.
a A divi-.i) Ciiuiji*, esnagala p_djS fjgo? 4
inimig >, rcliroa em detof Jem.
gae e Bl.nco, mas foram sj-tilss pirow nss>
iaoca de fr.-nte das Iropas carli-tas 0 pal .s c irgai
dos batalbSes navarros.
Nest-1 moment) toi feriJoCmcham r;a!:ii: :".e
Segnio se um terror panic).
A l.ri.'ila Blanm e a cavallar't e -brinm a
retiiv.d.i; mas os carli-t.is retoosana Abarusa e
Unro e o execiln reputib'can) rettra*-se Je u.ite
para T if alia 0 Larraga, salvaod.i>i seas eomboios
devive.se !! n -i:ii; j .-*, assim til..-a- sin pe-
;as. mi- abae. Ion in I a m lioria do- fefi I s.'
1K1
;( A- p'r.tas di excrcitj republican i ~i I ava'i
Josem 40 JO bemens entre raortt- e f ril is.
Ale n do raareenal Coac'i 1 mrt 1. fr n p <
tosfor. do corabato u:u liiigale.ro C 301
ciaes.
Diz u a or.-sp m lento qne a falla de alimeato
e a aaica cxpli a;i) Ja retirala airlurna op^rada
no Ji a 27. a ir 1 ae u c imboio de vwexes, a Odja fal
Itsereferiao general Cmchi em um telegram-
ma d 20 eaginou-sc a) caminbo e foi quasi parar
as |i it is de E-tella ; adver'.ido, retroceteu, mas
parece qne nan chegou a tempo de serem as tr -
pa? mnniciadas.
Recentes nolicias de Bilbao dizem quo <' cada
vez mais rignrosb 0 bloquelo e>l.abelecido ,*!
carlistas. cspccialim nto pclo lad j do sal. Ha
lias ba i 1 em volta di cidade einco bataJhi> c in
migis, e liiiln clu-giJo a Guenes am
balalhio das EncaiU^toDer.
Dizem de Madrid aos jornaes de Lisboa, 'in
G do corrente que se resolven novamedle Ck 1
asarmis a seguuda r sxrva. JfjqneSe dra parti-
ram para 0 norte tres batalhoes de pr cas Ja
reserva e um de engenheiros. A' noit! do -
mo dia G deviam marchar os generaes Laceroa,
Laportflae 0 d.ique de llaileu Ziv..la estava
em Log'ro&o. Nn dia ."> Echagne recebo daJos
o'iici ies s. lire as perdaS dos ultimos combat
frentc de Esletla. K' a> tavel a de-priqn.r..a 1 f n-
tre as perdas de chefes e officiaes, e as du- soldVl-
Jis. Sio super cires as primeiras. Chegarsm mil
espingardas Rewington e con.-ideravel pr.irisfe
d; inuni.'o.'s de artilinria e fuzilaria. Entraram
em Calahorra 100 enfermos do exereito. Em Ta-
falla ba actualn-.ente 22,(;00 sollador.
0- individuos presos era Almadeo, nas celebre*
minas de azuugu-, p.r causa do alvoTOto de i^>
trabaUaadores e do qual result a a sassioarea 0
inspector das niinis e ferirem > engenheim, an-
linpinas. Sao 200 is processados. SoppSe-se qne
cure os presos esistem alguns dos iKwisws fa
! laasteno.
A esposa de D. Carlos tornon a entrar -m
rranca. D. Alfonso e Branca e^tao era Mos pw-
raela, provincia de Terael. Ruque Barcia C ..-
goa a Paris. Cliegon a Madrid 0 general Bo-
sell.
t). Affmso inn.io do | r.-tenJente, as>istio ao
ataqoo de Terael como rabecilha. Mom;:
Bell,. 0 ata jue dunu desde a noite di .1 ate ao
maio ida le 4. Os carlistas imeudiaram variM
eases. Na retirada deixaram 18-1 prisi -neiros, 45
fcridi s e :!i mortos. As perdas da praca for.-.m
13 feridose IQ mortos. Uesde os Tories Morro
Miravilla e Bandera, Santo Domingo jogou a ar
Utharia contra os caili.-t..s. Esles emTudell. pa-
rece que agarraram
ilb
allemio II rman, 2
eanilaes e 12 suldados de i-avallaria, fazilanda-os
a t)do>.
Bastamante foi n m.al) reoromUHIe de
Hespauha na onfeeiv 1 Ba il ,na d: Vieana.
Vai se e-tab.-lecer um cab* submarin) de
Santanter a Bilbao de Bilbao a ."an S!.
D. Carlos agraciOQ com 1 titulo de Co::li'
Abarzaza 0 brtgadelro Mendiri.
A GiTzeta d? Madrid de 6 pubiicou nm tele-
grammi da Citalunha, dando noticia de ter uma
colamna do lutalhao perma -cnte de Cento balido,
depois de .1 boras de logo; em Rodonv as fac-
cpes de Mira, Nassatat ; Mariano, Cdona, N:us
I Arme.iter, com^osus de 2o(0bomc:)se 14"
tavallos. eassando Im! alguns morlos, fareado-
Ibes 10 prisi uieiros e I i.nando-lbes algu.nas iuu-
nii.oes e armaroento. e libertaud" innmcalidade
de Vendrell. As t.-upas liberaes liveram JOferi-
dose 1 morto. Em Burgos o cabecilha Val livio-
so foi morio pelos sens, sendo cstes dep is fattas
[iriooneiros com armas e cavalios.
1 F.n publicado no dia 3 em Madrid o mxuibw-
t.) do parti lo republicano t-.ist rico, 0 qual expb>
0 flezej0 de qae se fusiucen 11s parlidoc liberaes e
leviilueionarios ; combatendo c nio inimigos da
patria 0 anarchisnio da demagogi;. e 0 aif.nsx
mo e como inimigo Ja civi.isaeao 0 carlismo, pa-
ra poder consolidar a republica hespanhila.
Rccebeu-se em Madrid am telegramma iut
presos pobticos de Carraca, offerecenno>e ai go-
verno para irem bater-so con.ra os carlistas.
Com 0 chamaineuto da nova reserva o exer-
i^las. Houvepor esta occaiao muitas bu'xas. cito bespanhol licara sendo de 203,bj0 himeaV."'
57 0 ardor jubio de ponio, tentando c Os billtetes das minas Je Hie Ttnto oue !,
tara, que hegue para 0 Cabo da Boa Eaperanca. | n" outro analogo.
r Ja iiiiha sftjynil) pary 0 Araeaj-. < n.-.' Se oj-rojirM
dte que, em name da fraccao a que pertence si
considera comproraeUidj pela votocio de 20 de
novembro, e que porlanto vutari< pelo seplen-
nado pessoal.
^Grande numero de deputados desejavam que se
nao desse a Mac Malion j titulo de pr/fdente da Os discurJos de lo.-.l Salisrloary e do seu coliegii
eoiiblica, mas sun 0 do cuefe fro poder exeeultoo\o]Sr, Cross nao liveram ainda nad;l de notavel ;
*; 1 .sao simples apologias.
rated.] da suu.-ommissao nao obiiver' -0 Sr. Pi.i.m'oll p.oj.iz a s^un'a leitura do
IIF.SPAMU.
Re.-umindo tudo quauli accorreu nesRKpaiz
'desde 2i de junho, quando do Lisboa sahioo va-
por francos fbo Grande, aqui chegado a 7 do cor-
rente, nosjo eorrespbndente de Lisboa escreve 0
seguinte-:
As tropas" laareadas pelas victorias aleancadas
mas montanhas de Somorrostro, soberbns videtas
que a natureza deu -a invicta praca de Bilbao, e
que tier tanto tempo f ram baluarle inexpigravel
[i.,ra-os carlistas, teem gora enroladase obertas
do crepe, as ban-Jeii-aj qua desfraldai-ajn daqudl
las atturas, para saud.tr a Hespanha filieral.
0general em chefe das iropaslibgrfefda air-
te, D. iLaecl Con:ba, esse lemerario -fcab* do
guerra, que era a primeira gloria militar hespi-
nhola, succumbio perto deiEtella alraV6sn9o-por
uma bala no inoraento solemne em quo a frente
de um batalhi) atacara corii impeto e arrojo, umi
irincheira inimiga.
No dia 27 do proximo Undo mei tinha 0 gene-
ral telegraphalo ao governo, que por cau-a dide-
inorade nm combolo deiai;Ses, nio'tinba'ale as
13 horas da t >pl > com^ja-lj 0 ataqot*; ma< que
0 genera! alaear logo E-tella, tomou 0 general
em chefe lugar nas pritmiras Bleiras. E' verdade
quo os carlistas tinham evacuado AbarzQzi, po-i-
r^ao de malta importancia para a defeza do Estel-
la; mas haviam-se coocentrada em Pena Muro,
a ires kilometros da praca, defendendo as posico. i'
com valent'a e tenacidade. Foi aqui que 0 arrojo
dp general comprometteu 0 bom resaltado da
accao; pois mandando carrcgar sem sttender as
circaiflstancias especiaes do ataque. e raarchanJo
scrapre rta frente, levou com uma bala no peito
queo-atravessoa, raatando-o instantaneameote.
Nesta accao morreram mais de 2,000 he k~,
e entre elles, muit >s offlciaes das armas especiaes
de rcconbecido merit). M irreu tambem 0 aja-
dante mais intimo de Concha, 0 coronet A-torga.
as tropas, retirando, concentraram-se em Oteira,
Larragas, Verbnizana e Fafall.i.
Assim termiuou a Into naqaelle dia.
E' certo que a accao nao podia contmnar,
pois nao era prudente arrosiar en semelhanie oe-
casfaocom Rirgas inimigasbemfortificadas. Echa-
gue, portou se com a maior energia e valor, orde-
nando uma redrada airosa, ate cliegar a Larraga
e margens do Ega, sem que os carlistas sahissem
das suas trinchciras a incommolar 0 exereito li
beral.
a 0 general Moriones foi reeebido in nnrte com
immenso tntliusiasmo.
t)s carlistas tinham eurPena Muro e posi-Oes
de Estella 13 batalhojs de 1,200 pracas cada um.
Duas'-das' sun linhas tinham sido tomadas pelo
exereito liberal. Nas batalhas de 23, 26 e 27 per
dera-m mais de 3,000 homens.
a Parece, segundo as ultimas nolicias recrbidas,
que se nao. portaram bem.com os ferilos no earn-
po, e de que sa ni")deraram,pomlo-os a tormratos
ecumprindo a risca a proclamaeao do general em
chefe.
a 0- chefes earlislas Men lirs, Iturmen li, Lerga
Berniz, teem as or Jens de Dorregiray, o com-
mando das linhas carlistas desde Castillo ale Puen-
que
r^m enviados a Paris e Cm Ires, foram recambia-
dos para Madrid.
1 A marqaeza de SarJoal Ymcedea a pensao
v'lilicia de duas pesetas diarias ao soldado
que foi ramarada de" Concha.
a D. Domingo3 Moriones'-s/'ra nomeado eaptca>
general do^listricto de Navarra e segundo rate -
Andes.
Echague sera nomeado director fatal do es-
tado maior.
a 0' representonte do Mexico em Malril, foi
visitor D. Emiho Casiellar.
Os representantes dos possnidores do cenpoa
extern0 fonnolaram j.i 0 sea protesto, e dispoeov
se a rcgressar a Ingwterra' a dar eonta Jo resnl
tado das suas dibgeneias.
No ataque de T ra ",000 infantes, e 30v> cavallos.
Algnmas das facrSes qae estavam em Monti -
jorra e Estella, iatenlavam correr para Souier-
rosGrb-.
As rartas que veem *h gin lo dos pantos or-
enpados pelas tropas liberaes, tazem grandes eto-
gios aos geueraes Echague e Martinez C ropos, 0
primeiro dos quae3 dirigio a retirada, apoiando-a
0 segundo, neste difllcil movim nto. Duron noee
boras a retiradt, contendo sempre os carlistas
que sabiam comb fer.s dos seu int'inch- iratneo-
los. Tulo se sal>ou excepto os feridos de grsM-
dirte, slginn dos quies fofat* croelinnMe saeri-
Bcaal s pela hottlas carlistas; mas nem todosy
porqae Dorregaray c os denais chefes poderaas-
eonter a soMadesca, qne era a>>ollada plas mu-
Iheres a antes, por es.-as bmeas ignnbeis qneu*
c siumpm segoir os eampes de batalha com*
liyenas para e^var-se nos d-|>-'jos dos oirto
m iri'inuuVia.
ii A entrada do pretenJunte e de soa esposa U
Margarili. em Bstelta, f-i cl-!irda c festi*. Sera feerto qoe einquanto quelles senbo-
res assistiartWo 1> Dettm, de rignr eram fiuilado* -
alii mesmo 27 sold ad s e offHae-s aos frridn-
- .
t
i
.
-
MELHOR EKEMP1AR ENCONTRADO

V,
""


ttjfaf^ftfrlltoafe q>Sljft*rtoira 20 dc-Mllo do \6li
-:- \
r


3
ctfta- atr-jerifiral
ectragau, rrq rpje cr -prfc-
i d rjiiepjlia ili-por delltfs com-) en
raais ciiven eat) para o seu I me
teaslesss-,'
lltoi*elmrtfvo.
Du ta.nbem o Impaictat qie-os habi-
i^Btesdo Abarzuza e uutras [)ovoa<.ofc,)$o
ewMrtioeratn m ontra la ijjs carlislas,' pV
' dlWfr) repressK s ex.-rci'la;; nos feridos, Mas
quo Oorrcsgaray se oppoz Dquella raaoifesia" ;Sil*i^u?i'vra,J-,^tee,.J' ?,IM *f8
rAn rrni'T I-S U Ido /,., ;i- AUJai^. o pa Ire Viet-iite Ferreira Maciado;;iea
Sao crut Ja 3e vo pais, que o laurUcimo ,1, quo ptas Uuaa ultima* freguezias pe-tenceo, i
aos leiaaoi nan ioi orlcnndo, nom coimm- profincia d'Alagoas; man lidos eonirnuar : na vi
13, 16 e 17 do correntn,;fti>am mandarins Mhti
ouar na coadjuotoria di ireguezia de Saute Amar
ro de Taqaareiirig's, por mats um anno, oilrtl'.'
frrei Manoel de Xossa Seuftora da Saildc ; no
ineados : eoadjurtor proparcrcho da freguezia do
Po?> da Panetia, o~padnr Jo?e Var-Gnfterrs ; o
oit*#io da -Ireguezia d'Assembica, o- padTe-Fran-
.!. -.Molr .
> eaneceu na none de ant-3-uoategfcn-o,-,ra
QMfrSf, em j^ffes/a r e-awultoo-so a.-*3i or*. J
;ia tarde no cemiterio d- Mir.iliv o e>ii;elhtrp?Dr.
IW yei dos Snofl o, natural da eilaJe do
nio do Janeiro.
.._,...__.... .ipmix .. ^.inigTaoao ue ciiojwa uleis, a .
^ v. 7 ,uih,Udf. **, que as poska >Uos rediwindj graduaJwdto huso's maia pwadps
P A,.'J- *; 0 k.. in Votes, releva tent.r &uui uoyo, eaforco para
0*i,rnnKiiiiprt0i'_Tdr;Tpro'H5eiJe occorrer afuellanwssidade Vital
A lei, ii. 2,40) do 17 do wiieinoro- do an.w pro-
ximo uWialj, f.i iowai-a por este peosamaato,
mas seu* efieitos sad limiua\*s"a circurascripeio
territorial do banco c ao', 'eabetu deslmarsol emprestunos hyjioihecanos.
finder igaal auxiliaa nmraa provjocias,;e
"7 *"
M* b t *.' ddniiriat}iV
.-ta^riarl Joqquiin da Saoia Anna, eom Capitnli-
na Iliiarina do i:a>tro.
< Do Talilla. h> dia 3, foi dirigido o se-
gulnte ti'l.'tjraramri p lo general Zavala ao
rainistro da gurra :
" lUi'^n^aJ.iigrono um cn.nboi i de fe*
-i lidws ^U3 fiearam em Abarzuza ul-
tima -j fttam cntrcgnes peioS carlistis. Ficara ain-
da u;i5 40, quo pela sua gravidade naopo-
deram ser logo transportiiios. 1'revino
V. E\c para d^smentir o boato de que hi-
viam si lo assassi'iac^os.
i *. (iizcla de Madrid pubticou a ii um
t-ilegramma briga loir > Oinos, na serra de Santa
Rar*f!* da fi?gui-zi;i do Mosaa Senbora das Dores
de Timbauba, o palro Atignsto Cabr.il da Vnscon-
-o. Ilos ;; e d i coadjucluria da mesma frecunia, o
padro Francisco llaymundo da Cunha Podra;a,
anibos por man um anno ; e. finalmonte, non.eadu
vigano. eoeoinmeadado da fr.'guezia de Nos.a Se
nhora th-e-on-iCTcio de Mal'a Grande, nas-Alagias,
poru'ii aano, o ndre Antjnio Maladiiias de Vas-
-n tllos.
Hinistorlo la fttxenda. Por este mi-
mnerio foi expedido 6 seguinte;
- A 3 demaio OiHcioa thesuuraria do Pernam-
buco,
que o
Ba>bi-
.. fort
do thesouro nacional, e loruase fa :il o procesio
dc ?ua reamacio, aloptauJo-so como modelo as
bases da nwncionada loi.
Noste .sentido, e por or tern de S. M. o Impe-
rador lenho a honra de af resenUr ao www iolo
6 esclratccida deliberajao a seguinte proposta :
'' Art."!'. 0 governo Bca'autorisado para eon-
cedar as sociedadea Jo credito real, que s propn-
zcfem fazer empre-timos a lavoura, nos tormos da
loi n. !,W7de fi de s.-tembro.de 1861, am' juo
addicion..! de 2 /. em relacao ao capital cfocliva-
mente emprogado nesses einprostimos, sob as coa-
dir-oes segui(iic.s:
_!. Ojoro annnaFdosrtl'pn^timos feltos k ei-

ra, dc|nis do h ira o meia de fogo, Dwper-
jbu um a facrjSa que es'ivera em Santa Colo-
"ma do Fames, causando-lliu muitos mortos
e u A colu nni de l'anadi;; que verilicou a
so'rti la sobro Gaatdiola, resgatou refons de
Villa Franca, olh^n lo quatro prifioneiros
<:irli-tas.
De Madrid o:n tologra n na do 7 as i
boras e 20'iciiiutos da tarde dizem que a
Gazela publicou os decrelos estabelecend
aeipitHiia gono.-sl da Navarra, e confiancb
0 conm.ui lo do la a Marianas. Para o car-
4;a de si/gu.'i lo ciio o,g x 0; oarlisiii dosistiran do tonnr a ata-
car Terpi'l.
Si!avei-iii viil ou ao ssrvie is de D.
uma partioipi(;ao
pperafdes de L's-
nos ii!liino3 te-
l/.abe de Biurbin.
A Gazeici publie'ou
datido porme:iores das
tella.
Mais nada iuipoiLuiie
Jegramm:s.
portlc.au.
As pro\!-nas;eIeii;oeser:i:n o assumpto
de occijr,igao da 9piniao publiea, bem quo
in in alar prte 46s eireulos nai bajam
can Ii a. is opp isicionistis.
I'..>>; lia s ao j dgaowoto do cot) le
1: Magilbaes, pronuueiado no process) do
tuntatrva de revoUa, sendo sea defeasor
4f consellieiro Dins Ferreirf.
A fcnilia real estava cm Quelur.
Estdi graviinente enfenno oeonslii i-
i' Anlrade C6rvo, roihislro d.os negocios
estraDgfelT s.
RalLeeoram em Lisboa,o condo da
Panto, um dos mavs antigos fidolgos do
WJno, vlscnnie de Lciria, goner.de prdsi-
d<-it'- do consalho supromo militar, con
Iteiro Joaquim do Azevedo Lima, juiz da
re ftj3o ; e em Braga, o conJe de Bortian
gos.
Naufragou, no dia C do corronto, na
ii" a de S. Bartiijlo n u, o vapor pirlu
'. Rio Doii.ro, parteacedte a" companbia
;is. do Fortt), quo l'i/.ia o serviro onire
porto o o do llivr .
0 vapor portugtiez Julio Diniz cbe-
,">j h Lisboa n i dia 7 do orrento, com '45
ii do viagem.
No Porto falleceu Antonio Martins
Ha npauha, declarau i) no testamento que
p io cinco predios urbanos en varias
ru s da cidad do Recife, proviuc'a de Per-
D i ;luco, a Iministradas p >r sou socio o Sr.
omaiu .icand) que o tribunal do llieseuro Jtabeleeftnehirt* agricolasnao sera raaior do %*/.'
resalveu indelenr a peticao dos n^gociautes Bal-Jtrem a amortisajao superior a "/. cafculada oMa
nreira J C, pedindo restituic.io dt quan- qaotsr sobre o total da Blvida primitiva.
* i: 0 jam addicional, a qua o thesonro na-
tional se ol.ngar-nao excedera de 2 7. sobre a
sapima.de 60,u00:000*, rt?presentada pelos fundw
quo as sociedades desiiuarem aoS emprestimos hf-
potheuarfos da lavobra.
-Tv As Mas socrwfades po'derao ter duas re-
partKOfg distinctas,1 aob a mesma admini'tracao,
uma para operates commerciaes e a outra para
as-operacoes bypothecarias, 'Amtanto que os fuu-
dos e as responsablfrdadej das duas cartoiras so-
jam timbeiu distincta*.
a i". OgjveVmrs.loptaraas proviien^ias ne-
cessarias para ti-ciittr o fiel cumprimento das
obngatoas quecontra.'iirem as referidas socieda-
des, e especiabnente para verrdoar a importance
do jaro-addicional quo houver de pagar.
Art. 2*. 0 eapitaH e a circoansenpeao territo-
rial do eada sociedade serao lixados, tendo-so
em considoracao as necessidades e importaocia da
produced agriccla n..s differenies "provincias do
imperio, bein como as rblayoes cummereiaes eBtre
esias.
a Art. 3. Fleam revogadas
coiitiario.
Rio de Janeiro, em 10 de julho de
Visconile do Rio Bianco.
Veai-lmentoft leUpcrctarln an ca-
innra muiiioipnl mispchkii par pio-
nuncln.-u lriinstrlO do impf-rio, "em 16 dt
mez passado dirigio a pr'estden>'ia do E--pirito
Santo o segtiih e aviso :
a Ilk. e lixm. Sr. Ariiando se privad) t suas fine .'S.is o secntari'
.-Sfljladji da ik) TOt^ar talentae do rando (I-
aslracao, c> disfipelo',linad j exercpn pit |oogo^
anajs o injgsiori)jlefd) mnn parina em dmersas
cadeiras da facnl lade d t medfeiea^deata a6rt, on-
.ne foi jubilajo efptj lepie- eatheJraiioo ua de i-f
giene e historia da medioiBft
Os jeus vastos cooiwciraentos prolfci**>nae3 le.-
varamo ao honroso carao dV medico clIectiTO da
imVenal eamara. 7
Temlo e envoi vide nas lutas politics rto'paiz,
r>i membr.) da eamara dqj deputa-Uw, *. lasseia-
i)iea prm-mcial, o, por mail d^rtma wa apreseuta
li" T J ll lri^'lii;e Par;* "-" "l-"- l'la provioeia fo
Uioi do.Janairo. lira actualmento i'vice presidea-
to dissa m-tsma provioeia, p, em iuais do unn oc-
casiaodingi:) o governo provincial por auienda
dos rospeclivos presidentes..
ih *--^g> niosma arena politica,em (|ue o eonsfe-
n-iro Tooioaz Gomes qm-brou laocai pelas ideas
gancia e JirmezaJe priocipios, diversos perio ii
cos qua. outr'ora viraio luzda po^icidade.
J a;ansad'j das luias da penaa c da palavrn,
tinha-se recolhilo aosnestudu de gabinete; mas p
govern.) imperial triada o foi procmrtr rpara -dirT-
gif a Acad.'inia das Hollas-Artos e o &>n*arvatorio
de Hosica, carios qne exerccu ale que a inorte o
veio OiAiwr u; idade da 72 annos.
Preencheu por algun3 annns o Ingir de di-
rector presidouto do-uonselh) do, MMtruatftQ pu-
Dlica da provincia, tendo sido ultimamente ayo-
sentado.
' i'i*e ftuieiro di Silva, com Maria Francisca Al-
vea Guima a-js.
. Mariaad da-Darres Gavalcant-i, coif) Fran-
i*ca Augusta de Albuqeerqu* Bibeiru.
rran^iseo Merandolioo daaiUa, aam Anna Jo-
*dHatba.Barrus.
J*Y|!imi U-eilio Ndto, eom Justina de Jesns Pe
re>ra
_Jcao Oaptista dos S-.ntos Telles, ccm Feiismina
Uias Corroia.
LAniooi> Aiiguno do Sonia Marhns, com Jos'e-
pha Oliveira Castro.
Joaquim Anlonio de Garvalho, com Luzia da Sil
va Aboim.'
- 3." denunuia^o.
late Adolpbo do Olivoira Lima, com- Maria Lui
za V'ieira.
Francisco Antonio da Kicba, com .Anna Maria
dos Prazeres. -
Joaquim Laeio Rodrigues Junior, com I; ,sa
Aqielia de Castro.
KLSf*?'*^ 'JI'W0'^ ?>cWptjr e reJigio, c,ele 'Rtdro Lucio Hodrigues, cqm Isabel Uaria do
Aguiar, com Francisca
e Holla nda
na q'io pagaram do direitos por nns couros sec-
cos vmdos di* Montevideo e por elles exportados
(UTa Li:boa. na barca portngueza Nova Sympa-
Ihia, nan apreseotando uoiprazo marcado o certi-
ficadode liavorem si Jo aqaelios geoeros doscarre-
gadtft no porio de seu destino ; nao so por estar
aquainia n-clam da na alcada la alfandoea, mas
laoibem por oppdr-se a MM Veteneao o dispost.
iv> art. 613 3." do regulamento de 19 de sefSta-
bro de t86i), e ar'. 2.' pangr.ipbo unico das ins-
tfuc;w5 de 2i de maio do 1870.
A 13. Oflicio a mosma, ordeiiando ao ex-sol la-
do Juan PranejaM dos Santos a quanta de 3005,
proveuieute do premio de volnntario da pstna a
a que tern direito e nao recel.'u em tempo.Iien-
ticas a favor dos ex-soMados Jose Bensdicto dos
Saut 19 e rliymiindo Ferreira de Azevedo.
A 2hiilll.-io a thesiiiraria d > Rio Grande do
iN'irte, dew.lveudo dbvameute o process.) do lialii
l;taca,)de D. Isabd Marques de Carvalho, ;iiiinde
no ella priive que sua irmfi U. Anionia \\i-a de
Cai vafod exer.'ii o profe->orato pnblico ao t:mpo
do f.illeciaienti de sua mai ; pois, no caso c iitra-
rio nao tern direito a importaticia integral do nieioj
soldo que percebii sua nmi como viuva do tenecte
cornel Joao Marquo- de, Gu'rvaliio, mas somonte
a metado, p t pertebeer a o.tra meiade aquella
sua ir.o.i se nao eiereia niais a dita proli.'sao na
::;o xi mada cpoca pr have-la abanloaado e ser
s.,!icira.
SFa^jjf.i do flny'ao 4cciilos. -Tomis
hoje a satUTacio de. annuneiar que a socie lade
cjinmanJitaria Peruanioueo Barrooa & C.-
que entre nos fundoti ewa fabrica, aeaba de ser
convert?la enrsoeieaade Sfionyma sob a'depoai-
aa.-fn de -Comr'inhii de liaeaj e iScidbs de Per-
oattbuco.
Acham-se appr vados os novos estatitos, elsva-
lo 0 cap tal de dtizentis com is do reis e'etefta
uma dfrietoria proviscria compo?ta dos Srs. :
BrA) da Sdedade, presidente, barao de .Nazi-
reth, Manoel da Silra Nngueira, commSftdadcr
Joaquim Monteiro di Cruz, e Francisco Itibeiro
Piuio Gahnaraes, secretario ; os quaes vao Seliei-
tar do guvorno imperial a c intirma, So da compa-
uhia como socledaae anonyma.
0 Sr. ebmmenda'or Ha'rroca coatioua
rencia, com assent) na directoria.
as disposicocs em
1874.-
ila po-
Antooto GoQalves Guimaries. Legou
uu ;i is esuolas a virus irm.m lades de P'.r
ninbuco, 3o03300l), moeda brasileira, ao
iio--|)it<.l portuguez do llecife.
i A mblherde um trabalhador clnma-
h Miroolino Aires, do iugar de Gubeift)
.i.ltio da IV'ira), dou d luz a qua'ro
crian(as, no dia 2i.dejun'i\ Todas chra
- .in a s;r baptisa las ; tres rapazes a u
raparig^.
N'uma cqrdilbeira a oesle da Caroli-
na do Sal, no distrieto do Vixen, d\?.oJor-.
' i di Noile, esta-se dan !o um plienomen >.
iji eausa se ignora. Do uma aufraotao
si Ij le prbfunda sabe uma c-irren'.e i!c ar de
tar- man ira l'oito, que persoa nehbuma a
poi a BUpportar. No inverno, a attrac;ao
i ,r. a nws na forca. AqiHle ar frio qu'r
sah: da moot nha, f z-se sontir no vero a
a'.g i'.oas .nilbas de distancia, em linha recta
do oajfiaie do subterraneo. A's vezes, traz
um chui o pi'ssimo, como o deanimaes eta
putr.fac.aii. Ass'm se explica o extravio de
qa/no/os nuraute o inverno. Estes aair
;n>fl-s T3proxiinam-sij demasiado da gruta o
sao attrabi los pola corronte que os arrasta,
quan Ij o ar ii exp'*lli lo n is tnezes deestio,
' os terrenos cirenmjacontes licam eobertos
de polios e os?alas. 0 r muda do tempe-
rjsl ra durante o per odo da exhaIa;ao ; de
fii >. torna-se de t3l inatieira quente que
aiurcba a vegeta^.io. A sciencia nao pode
ir oxplieacSo desto plienomono, e reeeia-'
Si- juo d'alli result uma erup'4ao vuiea
- oUbegaraia Tiavios: d Lisboa -- a 26,
'-,o-ffl-i i| PerfiambuflD. a i, NovotSilen-
. I' jc/'a e LidaJjr dBhPernarnbuco ; ao
' -Finneza idem.
--Sabiram os nivios: de LisboaTriam-
' a 2 para P^rnambuco ; do Porto Novo
''."; iele a 28 idem;
'-!'>! ivam acarga: em Usboa---/u//o
'Jura Pernatnbucu ; n'o Porto-^Joa^ui/w
nan i P.rd, S-iudade pira o Maranbio.
Errata.
.0 aparto dado pelo Sr. depu'.ado Manoel do
RegCvBo di-carao do Sr. J. Melio Hego, publicado
no Dirio in 18 do correate, pag. 2", columna 6'
iioli 6J. 'It-vo er o seauiute :
a I Rovquiro strtmilar o trabalbo, encare-
eeaJoos gen^ros alinxenticTos. Se 6 um'beneficio,
in vito n-.u datur beneficial*, a
_____w -^ -_________ II-
REVI8TA DIARIA.
*>Ucetri pravta>eiiil<-Por portaria
da preside cia dt provineiavde-** docorwote,
foi nomtado Flijn*4Hao!G:irtrtiro Iugar de collector' provincial do-Inunicipio de
I;amie\
Caiuaia mmiieipal do fte'eife. -Por
portana ua prestdeucia da provmcia, de 17 dftCor-
rente .sobre proposta da eamara jjauaicijSal dp,
Itecife, fii approvadi provisoriameale a scgtiihte
pdslura addici ,nal : .,
f i\tl 1." E' prohibido tocar em objocio algam'
Arrcmntarucs provinriaos. Peran-
te a junta do lliesiuro provincial vao a praoa : no
dia 23 do corren e, o imposto de 8 por cento sabre
ocapimdo ptanta vendido na cidaJo do Recife
avali i o em -2:319,Si8i) ; no dia 3), a reeooMrus
<;.io do 300 meiros de eaipedrameuto e 600 de repa-
ros ni eatrada da Viet ria,entre osmarow do It e
12,009 >racas, orcados em 1:2514000 ; o a 6 do
agusto, a obia do ealcamento oaestrada de Jaboa
ta.), desde a ponle dos Afogados ate a liarreira do
Gi piia, or;aOa em 29:180aOOO em apolicos de 7
por cento.
Vaporvs experadoa. A 21 do corren-
sal dj iuipeno ; a 21, o franco Ihuri IV; da
Eurapa ; a 23 o inglez D.itro, item ; a i8 ou-29,
o injjlez Boyne, do Bio da Praia pelas escalis ; e
a 2 do agoslo, o i iglez CJopaxi, do PaciQco pelas
Cicalas.
Ti'Icgranimn tHlloial.S. M. o Impera-
dor reciibou no dia 6 do cirrente o seguinte tele-
gram in do rei do Paizes iJ.ixwi-:
,i lliya. A* Sua" Uagestada a Imperador do
Brasil. Rjj de Janeiro. Agradeco a Vo.ssa Ala-
gestade sua commuaicacao J.- 26 de janho. Coo-
gratalo-rae com Voasa Mag.'.-taie, pela inaugura-
..< Ij telegraplio u'leclrico, quo servird, segonda
espero, para alargar aiuda iuais as relates de
amisade o de comroerci > entre o Brasil o os" Paizes
Uaixos. -Bet dot Prizes Buixot,
Pr*le c'vii-u^sNliaaria. Befero a /
trelhi de Oesle, que se publiea na cidaJo do Rio-
Cfaro, provioeia deS. Paulo :
a So dia 16 do mez passado,- falleceu nesta ei-
iade, o Sr. Marc, lino de G .Joy, baptisado em J:i
guary (Minas) em 6 de marco de 1783. De seu
primeiro casainento teve 8 filing, jlos qnaos se
co ita 73 netos, 91 bisnetos e '5 lataraneios.
De sea seVjaado easamento teve 13Tilhosei7
netos.
E jqntava jpenas 89 annos I
Corveta Aic-lsierohy.Este navio da ar-
ma la brasileira anda em vngem Ad instraccio.
l;;.--n<-ia lelugrnitliica ilavaM-Hi-ti-
ter. -Lemos no Diurio di liohia do houtcm :
Uassoa aiite-bootem para o sal, no paqiiete
francez Rio-Grande, Mr. Bile Merealier, director
di agenda telegrapoica llavas-Beuter,' que veto
estabelecer .'.g.-neias nis principaes pnrtos do im
peno ; o consta-aos quo esSa nomeado agente para
a BaSiia o Sr. rhefidVra Teixeira Gomes. Consta-
ops lambem quo d^ agosto en diante tera prin-
cipio a expedicao de tolegrammas para todos os
-pa:ze,3 do globo.
Eutre nds e reprosentante da agoneia o Sr. Pau-
lo Pitron, a rua do^oinmercio n. 17.
Hani a Europn. Com 10 recobidos em
uosso p rto levou hontem o va? r portuguez .1/-
meid'i Garret 120 passageiros.
MiiiSieiro. -0 vapor portuguez Almeida Oar-
Vf trouxe para Francisco Ribeiro Piuto Guima-
raes 3o:000j.
Cruxeiro lo ul. -Este vapor da eompi-
ithia briis.ieira, seguudo telegramma particular,
sollreu um.desjnanjii, pelo que tera do demorar-
se no porto da B.ihia, onde chegou no sabbado
(18).
Vallet-.imciito. No dia 12 do corrente
mirreu ni cadeia da cidade de Goyanna, o crinn-
rtoso -'He niorte Jue Gomes deSouza, em conse
picfocfa dos forimentos que recebeu no dia 1.
deste mez, por occasiao de assassinar a Antonio
Alves de Souza.
Wpicdalc4 de credito real. Na
sessao da eamara dos deputados, do 10 do corren-
tk, foi li.lo pelo Sr.-presidente do tonselbo de mi-
nisfros a seguinte proposta- do poder executivo :
Arigustos e.digniss.Hiios Sr-s. reprcsentantes da
na$5o. A'indiistriaazrifiula reclama, como ne-
'cessidade mais-Orgentef nm constante supprim"nlo
de capftaes sub condicSes -praporcionadas aos sens
reditos annuaes, achaedo se actualmente rauito
cnerada o lolnida em eaa melboramentos pola
[iosUffleleiacia e carctiado credito commercial de
Ique dispoo.
A'falta do iiracos e de inslruccao profissioaal,
a'difll:ni'ladi dos meiua de tran-porte, a au'en-
iii do espiritoda associacao entre os proprieta-
rios, a concentracaiv dos trabalhos (abrrt e-agrr-
-colas, a dupla in rJe^cia" de impostos gerae.- e
prtiv4dciaes, qne graVaia os prodictos no con-u-
'mo interoo e oa exportacao, gaooutrastantas cau-
sas drfrtsvoraveis ao progre.-so e prosperidade Aa
'lavouta,
i Aquella, porem, e a principal, porque e fa-
pital qne aproveita e accescenta a feriilidade na
lural das Ima* proraovendo a sua melborcoltu-
ra o o uso das machinas, que dispensam fcraeos e
aperfeieoam 03 productos.
I c Todos os embaracoi^tjue vexanr a nosta irr-
meita-lndn'tria, tern sido erontinuam a ser eoosi-
Ecradcs pel os poderos do estadp, como o tuMlatn
. accessi^as e diffiTentes 'provideneias regislalivas,
algumas e muiln imporlantes, da rtcente dati.
fi.A^jiin'tjI'i^oos.di!..credito f;eal. sio aniopnbo"
mairc4 do que tojus.os.imtros, p3/q4 doinyif,
dem.45 co^uauca no fuluVp do,pniz e,da-, znarg^-n.
quo Ihes deiie a poderosa c locarreneia -dos iow-
resses coano,erciaes. : ,
c Sem desconnecer quanto sao complexas as cir-
Era m.-mbr) honorario da Ac.idemia lmpe
nalde Melicina, do lostituto Historico o G^gra
phi.-o Brasiieiro, e do.diversas assiwiacoos scjenti-
ucas e litterariaj e.condceorado cr.n a coawjenda
Ja orlem da Hia, o habilo de Clirisio e a gri-
cruzde 2' classe da orlem de .Santo E*Unilao, da
Russia.
A raparUcao da iustracvao publiea da pro-
vioeia, logo que leva n jfieia da mono do seu anti-
go ckefe suspeudeu os seus Irab Ibos, e os res-
pe.:tivos empregados resolveram tixoar luto por
oilo dias.
BMrada de terra de Hacelti a villa
da Imperatriz, nan tlasoas 0 do-
creio n. ri,d7f de t7 le junho Concedeu garautia
deiuros d 7 por cento sobre o maximo capiial do
3,31)0:000^. a desoonder-se com a eonstruccio dos-
ta estrada de ferro.
Coi'po eccleniastico do evr-rclto. -
Odecreio quo publics ji >s sobro a organisacfm dp
reparticao eeejeslasUca foi precedido da seguinte
'exposiijio de motives :
Senlior.A reparlicao ecclesiastica d > exer-
cilo, tal qnal se acha aeiualmmto organifada, nao
satisfaz aos cfev d*s (ins da sua creacao.
0 perjneno numero de seus membros, o qua
dro re-trieto no* po.-tos do meiVir jerarctiii, a fal-
ta da um Chefe, a au-ertcia (ta precisa eeatralisa-
^ao quo dA impufsn tolas as corooracSes-fo-
r.nn lacunas r.'onheiidas p-jfa '9abeoria do p^xlcr
g s'ativo.
Para obiriar a esses ineonvenie.ntos a lei n.
2.2'j| drf"2i .Ii! miio do anno proximo passado auto-
risj i o governo a d.ir nova ftrgaiiis.icio a es^a
iui|Mi:nir o se-
resposla a consulta quo esta Ihe fizora sebro as
von 'imeutos do mesrao secretario : Qae na bypo
ili'se aciina Ggu'r'ada, o fun::i nirio de quern s<;
tr.aa so t:m direito de iieicoli.ruietaJg do ordo-
jiado que em razio dj e cprego I ho oompetir deadc
a data da proiuncia, daveado pjrdur a outra nv>
lade so nao for aflnal absolvido ; o que o conf. r-
me ao disposto no art. 16j, i.* d> cotyi-j do
prteesso cYirataal e nos avisos de 27 dajalDode
IA15, n. 70 de 9 de junbo do 1838 e uutros. E-ia
deeisao mereeeu approvajao do governo imperid
plos eus. fundamentos, a que dVelaro a V. Exe.
en solueaj do oliici.i n. 11 da 3 do marco uliimo.
Ileus giiarde a V. Exo. -Jolo Alfred-) Gorreia de
Oliveira.
Camaradog deputadoM -Na scssio df
7 di coi'rerite foi lido e mandado '
fiiinte parecer:
pre-ente o projeeto n. i7, ,apresentado.ete ann
por vario*Srs. deputados de I'ornanbuco, em que
lecbra so Bear ineorpjrad, ao J." dUtncto eleito-
elU'^iM^i^^il^^VAiSr^aVSI
abiil ultimo, for de-sannexado da parocbia de Saa-
t s Cosme e Damio de Iguarasni. pertencente ao
2. distrieto, e annezado ao de S. Louren^o da
Malta, peYteneente ao 1. distrieto.
A comoiis-an, ei rta da existeneia da me,ncio-
nada lei provincial,' ponqne as?lm o garautem os
illastres assigaalarios do projeeto ; a conveneila
la qecessidade da divisao cfvel apdar de harmo-
uia com a divisao ecclesiastiea ; e de pareeer i) m
0 ro'eri lo projeeto entre na ordem dos trabal'io.-
da cisa, para >er dijcuiiilo o approvada :
A assemolea geral re-olve :
n Arligo unico. Pica p.rrtencendo ao_ 1. distrieto
Meifbral ta provmcia de Pernambuco'o territorio
quo, em virtu.le da lei pro^Mfcial n 1,136 de 30
de abnl de i87i, foi desanuexado da paroehia da
Sautos Cnsiue o Damiao do Iguaras-ii do 2" dis-
trieto e incorporadb a de S. Louren^o da Malta,
ptrteneentc aquella, revjgadas as dHposicfies em
cintr-.i ii,
Pacj .la eamara d,is deputados, 13 de junbo
do i87i.--ll.llanla iavaleaoti.-Souzi b'.ao
M.iraes -Silva.
t Sala das commisspes, en 7 do julho d Freitai HeHrltrnes.-ftivler de Brito.-IIorhi Bar-
bosa. -
Snprettio li-ibmial dc jagtica, -Na
sessao de 8 do currente foi relatada a segiimte:
BeclamaQao n. 162^I'.-clamante, o juiz de di-
reito Sebastiio do Bego Ba'rro do Lacefda. Rela-
tada o debatida a n>etaaiacao e confroutados os do
cumentos, foijul^ala prooHdento para serem ouvi-
1 s, dentro do prazo de la dias, os juizes de di-
reito reclamados, a vista da ulti na lislad.i ruisa
d is aniipnidaldes.
ApoliccM Beraes*.Na sessao da camera
dos deputados, de 1 do corrente, foi lido e remet-
tido a eommissao de fazenda o seguinte pro-
jeeto :
Art. I. As a polices- da divida interna SCrao
oominativas ou ao portador.
1. fodo possuidor de apolices noniinzli-
vas alienaveis podera reiuerer a conversao del-
las pm apolices ao portador cu'a dusias em
a 'juellas.
a Sj 2. 0 governo regnlara o pagamoato dos
j,uros das apolices ao portador e podt'ra no regu-
Tamenlo que expedir autori.-ar a caYxa de amorti-
sacao a cobrar a 6 1& pela conyersiio ao portador
le cada apolice nom naiiya do valor nominal de
l:000i a 60?^, cobrando dahi para baixa h cta&f
dessa quantia
i Art.'a*. Ficam revogadas as disposi^Ses em
conlrario.
. Pace dA eamara dos deputados, era 4 de julho
de 1875. -JH.'I. de'llehezet Prailo. r.
Agencia aiaeiicaiia Jelegrap'ilca.
Pelo agente no I'ara foraiu remeltidos para o
Klo de Jaflelro.tio dia 'J do correule, as seguiutes
ooticia.?, que nao nos foram com nunicadas :
a Cuba. Se'gund o' Diurio Official Cub ini Q
g-Qvuruo csti .linneineiile reselviJo.a ika ernittu*
i;npjrl:intis>imo.
0 augment) do nronero lis eapeltoa*; quo
do 10 passam a ser 7J, e uma segurani;a o que
melhor preenehidis serao os pre.:eil >*' religions
nos eMab'leeiin;iitis militaros, rogiraen'.os, cor-
pos, batilhoes o conipaohias avulsas. Ao .o!dilo
nao se devo negar ease pio espiiitud
Os homens qe pagam tao Urifaaionto aopaiz
o tribute de u na dad ca,a i chela de perigos nao
dovem ser f.r'ivados, nos caaipos de natatba, ou
in i'lt) da agmia, d:n c i is ilaenes e do conforto
qne so a religian podo conc^der.
i Procnrandose eelre nds oievar o nival m9-
ral d i soldi Jo por die.o li proviuden.-ias apro
priadas, e das quaes nmas la dsMO sendo oxecota-
das, e outras Jep otkntes do pidr legislativo, 6
obvio que tolas os meios dignes de tirnaro of-
fivio das armas sympntliico a popubipio devem
ser empregidis, com o quo saiisfiremis lambem
nm dever moral e rebg:ioso : um dosses meiise
lovar aos pais a eonvieeio do quo no exereito o-
S"us lilhos nai perderai a religiao e o; co-lumos
a Iquir dos no 'scio da familia.
a*,^!^-"*" aM3lffu'B*iTi|Kj^nwkavao traiar
de asmmpto semelhanto, a-aba de dizer as se-
rlntCS palavras do alta sabeloria : $ -Voj qoe-
reis quo-o exe'reit) geja uma grando escola de
respetto; afastar a religiao sena ifaslar o respei-
to. Para quo o exerc'io seja tambein a escola da
verd.idtira congem 6 prcciso quo nelle so assigua-
le o Iugar de Mmwi.
t Pt est.is elovadas consideraro;s, promre-
usar da autorisaea) legislativa, rYielhor indo as con-
dieses do serviro ecelesiastico do exereito, -taci ii
tando asskn a n miiilares o cumprimento dos de-
vc es reii'piosos.
Sou, Senhor, coin o maior aeatamentide V.
M. Imperial, snblitj liel eroverente. -JoSo lose
de Oliveira Junquetra.
Para o *ul do lanperto. 0 vapor
Julin Eider, trouxe. da Euoqia, 1:6 passageiros em
transit i.
lioleria da Ele.spau!ia. Na de Madrid,
que e irren alii no dia 6 do c.irrente, tiveram os
aeguiatcs premios:
N. 3,073................
N. 12,127...............
N. 3 599...............
N. 3,073................
Ns. 7AI3, 12,237. 9 747,
1,977, 4.C70, 721, H.SSO,
9,203, 14,310, e 12,017, 3.1.00
Castro.
Feliciano CandiJo de
Pereira Fontes.-
Manoel Gomes da Costa, cum Anna d
Souza.
Joaquim Francisco do Araujo, com Francisca
Maria de.Oliveira.
Joao Vieeulo do Torres Bandeira, cva Maria
uosalina de Sauza Br.iga.
Francisco Pinto do Lemos, com Hermolinda Joa-
quiua de Gfivoira Badueiu.
Antonio do HillanJaCavalcante. com Ikosalina
Maria dos Prazeres.
I^ateria A quo se acha a venda e a 109',
a b neficio da irnundade de Sanla Anna, da igre
ja da Madre de Deus, a qual corre no dia 23.
I'roit'Kicw de lettraH.-O escrivao dos
protestos, Jose Mariano, esta de semana : cartorio
na rua Bella, loja do sobradoo. 37.
Casa de dotem;ao.-Movimento da cas^
Je deteacao do dia 17 de julho de 1871.
Esistiam presos 32i, eiitraram 6, sahiram 6,
exis'.em 324.
A saber :
Naeionaes 233, mulberes 7, estumgairitf 23
sscrav-js 39, eserava- 2. Total 324.
AlLnentados a eusta do3 cofros pablicos 233
Movsinento da enfermaria na dia 17 de julho de
1871. '
Teve alta :
Miguel da tal, alienado..
Uwsageirbs. -Vfn'dos dos portos do sul
uo vapor naciooal Valeria, 'le Siniuba' :
Dr. Manoel Caldas Barreto, sua sennom, uma
cunb da, 3 filhos, 2 criadas o 1 criado, Joso Pan-
lino Rodrigues e 1 filho menor, Ant ni i Jose
Duarte, ABtonio Jo-e do Alm.ila Costa, Ju-tino
d> Silva Torre--, Vjldeviho II. Sumarino e Bosali-
na Maria da Conceieao..
. Vihlos da mesma procedencia no vapor por-
tugiiez Almeida Garret :
William Williaes m, II. G. M. IL'aing, Dr. Alei-
biades U. A. Garcia, Vicente Pontes dc Oliv.-ii i.
Severiaep V. Dortas, Maria Clara do Desterro, Jo-e
Gleine.ito de Santa Luzia, Alelaile Anna Lisboa e
2 lilhos e Antonio P. da Silva Couto.
Vindos da Earopano vap.ir inglez Jo/i El-
der :
Dr. Manoel C. Caroeiro da Cuuba; sua senhira
e 1 tiihi, Charles Kefope, Wlrieh Mosle, Aqtonio
losi de Miraudi, Mino.-I L. dos Sant i<, R. Eslives,
J.JR*lrigies, J .'n II flodrigues, Joao 0. Perez,
Fraeclsco a. Mutias, j. 14. 0. eCasliw, B. Bar-
hi>a, Da,ninges y Lopes, Atuelmo G. Ocajada, C
Qainteiro.
Ceaislerio publlco.-Obituario do dia :"
do julho do lt-71 :
Itiymua-I), preto, Pennin'jiieo, 3 annos, S
m. na hnvea-lo n *v*na^.
do copl!,--... ---r.relaria hvorau-l a jHrtirV>
fnfjrmarlo da .. Kamalho.Conw n-qaVr.
de [) mirrg* Fnorisc^ 'w ha |>raiicado para
mlo fi^.tToto cip-a sao m*-'n^ 'rido Ttpmt\> de
com todos aqutllej qucfefni requ. "* *?!
concorditas pirti-dire- e teem Ou.
cante, sido i (fthfnfcc
com o pxneora nsc.Tt
D; Pdn Bmdi) liiherf p l>omnjos dafe^.
ea Suz no, registro do $&} c >alrali toaal.SdKi-
"aram n parecer fiscal,
Do M.nief l,.fv M.ftins das *. 0 *!&*.,
JeSi'tza H'i'a,regi-trod.;>'a dMnii Jujto.-n
gistre se nos term is d decret i n. 4..19V '
Summario ex-olll lo instaura Io cirvra o cirr?-
tor Jo-o Mendos Violra, alipihis'.raJor de trail
che. PoT absolvido o snmmaria !j, -enlo pOrT.r
conjemnado nas custa< el -au.-a.
Autos de ;n r::toria do iyinpi.. G !i7a|ve It
-0 tribunal cmcedeii a moral >ria re juerlda, -e.i-
d i nomeados os cred ire' Cram r Frey A C
Obnto J.r.liai AC. na r,r;n. 1. ..rt 9H* &,
g'i comniT.-i .1 para liica'isarom a .eondu-'Udt
indicrado durantio prazi la m r.it.,-ia e .1 n-jkt
tao. Esiove prcsenio 0 Sr. de-" .i"arjn.i ,r ,: ,
Holla coin., n cal, e foi serr 't.irio a I hi 0 5r d--
putado Lopes Marhalo. S. K\e. 0 Sr.
president'- aiguou-se *eocia.
N.vM mr.is ha vend a a aes
nselheirj
^pacnar/S. tc 'Sr
consel,'i-ira prosKlanie caeemn a Mao M iu-*
dia.
------------- .1
PA'ITS POLITICA
p.iisriuo (;i>\*BBV45na
BECIFE. 20 DE JCI.IIO D? I8'l
0 ultimo arligo de fanlo d /-.. ....-,_ refv
txterur ease pensamento. jue ap -darado 4
ous ecriplores, os um Icado de n de cuja respon*ah.liJade e!l-s 111, podem exinur-'
se deceuleinente.
Aipirando a posse da reaiisacao 4-e p"na-
mento erroneo, '-u antes d-*-* ideahdads oa
phant2sii, os escriptores da /') vmem nos Un
pacurado atirar nessa iula fa'al para mis fH
Minos os aggrelides c nao para ajiic'tes one lo-
ram os agfressores. *
Qual 6, porem, es.-e pensamealo 1
(Jual srja, pcreui, e?se erro de ues e eripte-
re ?
3,933,
IO,29:,
satisfaie'-las, vai emiltir bond; ai6 a somma de
cificoanilhoe8(r)8.'/. ataaal, gflrantldos cdm a
reoda d;s le^riv, de IJavaoa. Foram presoa. os
corpneis in>urgentes lletancourje Gime.aez 0 {to
ja's. Qoatr insurge'nfes p .ss.iJos atflin.am iyie
f i i ]), -to'dlciigO que-orttre'"e1los 'oeekpa*S 0
rairqn^zde Ssnia laicl, e eleU* paTasao.-riturio
0 genial Vlaximu-pnaiez.
jL-jcico. -.0 tfppgrossO; do gstadp de Tamauli-
ipaa restabtj,*;ea a pena capital para assassiuatos e.
..litros crimes. v
. % Ifayti.F|ii.eleito presidents da republica 0
general D .toiacuez., .
i a China e Jap3o. Dizem que Iropas, japoneza^
jlQ* :pifia/caFam,-stira.opoo>itt.'0 qo ,e>treito da. For-
tn&sa.icusta, da GhJOa), j^.tetem us Chins deea*.,
pdaJo ^asi:aal'r4g"S ua co-ta do Cirta. Os qa-i
Wte^^.d.e.if'^ea lejva/ita.o. fortilicacoes para so
iljRnJsf i4, cjii^.pji invasores. Fui iu.uguradw
b.MfflioJio.dftfeao |n.Kpbp ajj\ski, ,
America Ceitfnqt.-*l)1tiiriil)tmoilA r.epqlili'ia
fle tioal^inaja, Baj/ia*. /njodoa pa.sj( p4> ar-
maA,.o,cu.uiuiaad .11 to Goo^alea.,,que nuudafa agou-v
tar.tvj,'.e;Bfnju) IngfesMage,. Ans,.exp'resideti,.
te*4%'I'-'4:jiiras,.|oi.Bosl(Jieio Jibeidade, lijcaad^*
Se-Fnes re-itaencia em Nicaragua. Poui'j^B^bLeii'ai
foi..*|};Ar*r;esi lyuie cui^btu^ual do Jl .ndulrai.
*-fWwot,Uiu co^grosso Imervanj en-,
>.. .eerjr/fu :*?us,vJ&Thos...ci
,.., Fali.>o#ttnto.V-es no formldo Cc,
mcrcto, da corle ;
160:000 pesetas
80:000
3;);; CO
10:000
11,328.
10,211,
pesetas
Vapor da Eurasia.- Parao noiso porto
sahiram de Lisboa: a *do corrente 0 vapor in-
glez Slu'len'; e a 8, 0 vapor francoz f7 linha do Havre.
A lido, -BJcebembs daciladede "ampas, no
Rio de Janeiro, 0 n. 1 da revista sefecliBea ittera-
ria, quo alii c -mefu a ser publiea ta qninzenal-
mente sob os auspieios da Soeiedade'Brasileira de
Berwlieencia, divijila em tres' purtes ; nma con
s.igrada as scieneias, outra a lilteratura, e a ulti-
ma de'ttottelas e vanedsdes, sendo nesta ir,clui-
das tfjti'ias sei*ntifl:as c litterarias autigas e flio
Jrnas, ae-.ntecimeqtos imporlantes occorridos no
paij oa fohl delie e que interessem aos ieitores.
Agrrieeentlo arcmessa desse numero, fazemos
votes pelas prosperidades da empreza.
aiutuca. Sihio a luz on. 11 d-ste interes-
same j rnal nuirmristico.
llepKitntophelcM. Chegou do Bio de Ja-
neiro 0 n. 2 deste jaroal earicalo, uaaenlo gravu-
1 is di'nas de aprec/i por mais de um tilulo.
Cii'andc liqnidarao. Chamio'os a at-
ten^rio dos lutnros pjia Oiannnocio que vai na
soccio competonte, dos Srs. Beis e Silva .V Guima-
raea, novos proprhuarios do esiabeiecimejito de *a-
zendas Unas, situ a rua do Uuquo de-Caxias n.
60 >\, esqiiina da ettn-iladi Bosarhv
Lideria do Uiu do Jaae|ro Re^u-
Ui/ da list* da 101' Ittefia (3i9 1 e.n,beurlkiii de
eslabelecimentei piosd seminario ie .>. Jo* da
eorte, vxtrahida a8 docorrmla : ., -.
N- 4993......................- 2n.0'i0i0O0
-x' WT3..................... 10:'K)0io-.
N. 2186...................... :'4:000 N. 3oOi...................... ^:0O0it)OO
ft, 101 ; ..oilI1:000^ a, cada um,
.Vs., 6, J73,, i'JJfi e-aiW--800d.a wda um.
v.. 4an ,i j 1 ,iin.i ncui o?ia t'sjio (
16*8 ; epilepsua.
Francjsoa, cscrava, pa'tda, PornamLuco, 17 an-
no-, Hecife ; niielile.
Joao GuMherme dos Siotos, paid), PernauS ,-
co, 30 annos, solteiro, S. Jos6 ; luborculos pnlmo-
nares.
Joao, pardo, Pernambueo, 2 mez s, Recife ; es-
pasmo.
Sabina, prcia. Pernambueo, 7 dia^, S lose ; es,
pasmo
B-TRardin < de S-nna Saares, 31 annos, casado
S. Pedro Martyr ; febre intermiltente.
Hi dosto, braneo, Pernambueo, 3 annos, Boa-
Vista ; vari das.
Lina Maria da Coneeicio, branea, Pern.mliuco,
27 annos, casada, Boa-Vista ; variolas.
u..s\.v/a,,nii''.t-'Ti.-ra",-,'r't^'Atl).11):1" < "
Jese, brauco, Pernambueo, 0 mezes, S. Jose" ; in
llammaeao intestinal.
Joaquim Duarte da Silva, brand, Pernambueo,
22 annos, solteiro,
bral.
Varzea : amolecimeuto cere-
Tribemnl do cosuiuercic.
ACTA DA SESSAO DE 13 DE JULHO DS
1871.
PRESIDE.NJJA DO EXM. SB. COSSKLHEIB0 \N5F.Lai
raaircBco pbbbttl
A's 10 horas da manh'i, preserrtes os Srs. de-
putados secretario OHoto Bastes, Lqpes Macb ida,
Stives Gaerra e os'Srs. sopplentes Sa Leitao e Pe-
dro Caseao, e bavendo ciimparecido o Sr. desem-
bargador Mo'.ta, fiscal, como procurador da cords,
fazv-.uda e soberania aacianal, S. Exc. a Sr. con-
sclheiro presidente abrio a sessao.
Li.l, foi dipois approvaii a acta da s ssw pre-
cedeute.
EXI F.DIKXTE.
Jiraaes ofBHaes de ,!'. 162 a 1-4. Para 0 ar-
chive.
Mappas d'.s trapiehes Alfandega Velaa n 3,507,
Dantas, Compauhia, Largo do C-rpo Santo n. 19,
Machado, Barbosa, rua do Brum ns. 92 e 91, rua
do Apollo n. 20 e Bir.io do Livrameut 1 Loyo
Conferi lo com 0 pnr.celente, archive se, nao n:i-
vendo duvida.
Distribuiram se 03 seguintes livros :
- Copiador de Mmhard Meltler A C, diario de
Bartbolomeu & C.
DESPAuHOS.
Bequeriment03 :
DeTaborda,rantos A^ C, administra lores do tra-
piche D?ntas, pedindo transferencia do livro do
eutradas e sahidas que servio ao me.-nio trapiehe
Na forma requerida.
De Antonio da Costa Almeida, snlieitando certi-
dao da ooineacao de seu caixeiro Francisco Pam-
philo do Nascimento. I'asse se a certiJao reque-
rida.
De Peixoto & C, para certificar-se Ihes as no-
meaijiies de -eus caixeiros. De se a cerllaao re-
querida.
Do Aloforado Vioira A C,,.para passar-sa cer-
lidao da nomeajio dei sou caixeiro Odorico Alves
Baposo da Camera, Como pedem.
De Gui.hermo Bodrigues Monte Lima, requeren-
do cerlidiio da baixa em a nomeacao de seus cai-
xeiros.
fie Pacoeco & Goozaga, impetranda ceriidai da
oomeacao de seu caixeiro Quiutiat Lucio Esiropi-
Uano.Sia^.
De Ipaquim Bernardo dos Beis, solicitando car-
liiao da n.'ineaeaj de
|que-se.
De Joao Ignacio Av,U, para dar-se-lhe por cer
tiJao achar-fe ou nao regiatrada a aomeacao de
Manoel Marques Avila.Como requer.
Do Manoel Felix da Souza Pontes, submeltendi
a registro .a nameacio da sen caixairo Manoel
Maria do Livratnento. Proceda-se ao registro po-
De Joaquim Fi'anei'sco' Rolrigues da Silva,- ira-
zendo para fVjjit.trar-.-e- a .Uo.uiagao do Getutio
Jose da Foncjca.Regisi're-se.
De Frederioo Sodr.6 da Cupha^Iolta,.Qircroeen-
i,do a nofne'acao junta de seu caixeiro.Na {orma
pedida,
0
Conceberam arjnelles escriptores que 0 Bxm.
Sr. Dr. Luciua devo ser o r.-sj onsavei p,a,N M.
criptos qua0 uartido cm-ervador lem publicado
no Dirio dePtninmbiico, e sob a ...ilueacw deasa
concepei 1, m-gain a nos e .iimo vadure* 0 dirciti*
de defender 0 iflu.-lre ad nini.-trador.
Ora, 4,n an-, iiun.vd Mue seineihaBle prelea-
td'i, a qual ii.iiJeiiios do alto da imprensa chamar
absurla, ha decoliJuzir ijs jnocmcianos, a rua Am
Irisle, an rebiaxamenlo da uupnm-a.
Adinitlir -e ;uo o adininistrador da prorlneja
deve ser 0 respnn*avl pilo< at tig-w d m'rerso*
eBOServadorea, e nan o parti'o, t 0 mes-no qui
pit-t.-n ii-r-se, eomo dis^e ;lguen, fabricar naa
muilier como uma e:tatuade ii.inu.ie, ua chucar
tuna gallinha eom uvos de martni re
Presos por essa suppo-i.a as pioriariniir.* D'.s
atacaram, e r:6s emvu'tos de one mm assiste a di-
reito de isfeza, defenlerao m-s, mas nos limit.->
da aggres-ao.
Ora, en politica, as.-im cmno i>in i.Ja lota, 0*
aggredidos fazem as suas defeza- liealro das |,ro-
piivOed.i aeeaaacao, naoaexr
0 partiJo que g> verm, nas oi-eu- i.-s deve ser
a 0, lelie:. 1< p-ij pirlil. ,\u-. l:r. I inde
s* s'gae qae a oppusi<;ao e queui dinge iijy
eussao.
A viva.-ilid- da [ffrprama soverni-'a fpida
com a vivaci'l:-1,- da iu>piea-a upfaaW ni.-ia ; <-
id 1 se -l.z V1V.1 -i.l.iJ'. .
injuria e calatnnia, air. U o paniJj qae fe-
ver ..
Se, porem. 0 partido 1 1 i'i ni-ia, d'ixi a
disru-si > deceata, sahe !> t rr, no dos pnac.
e pns-a para o leir t-. 6 darn qu>-
conyjda 0 paitidi p r,i ^riaelhanle
lerr:"n ; s b-j a ; |> s 1 .-.-1 = i.iri ponsahilidade da diseases. g urnar in-
convenient-.
Ora, Ii 11 claro o-ta qo- n rebaixamenlj d
imprcn-a e 0 resuitad i da lot i ab *oei :(,- ;
tada por nds, e so Dltimaawnie ifetta ; aarajta .
nossa recusa ja e.-iav.i seado toaaada plos pi--
vincianos, com prova do tibi'i u pu-ilanimidiaV
de nossa parle.
..,Jy"\.'e^(f. ,).. ,111 1 .... ... .r?,. <.. y.nnT~hn
prensa, qae lem dlreilo as f ros de civilisads
plperganUm s aos porcinciami*, a era der.-:.t
sememante espeetacoloe eoi-idano los pirad'?-
cassio de prineipio', do dootriM.
Nada porem. pofcno aflirnar. agnardam.1'
ulterior proC-diWUMe dos red.-eti-res da Pm-incn
que, ainda no ine.-mi arli?o de tan le a <;ue res-
pondeni', dirij'-m agg 1 -.-. a pewoaS d< dia
CDclos pernambacaoos Dr. Laceoa e e
J ao Alfredo.
Sejfl, porem, come tor, 0 ; ie e vh, ,i .> 9 .^rae o
silencio dos >rs. eooai Ibeim Joao Silveira a> S ihi,
D-3. Epamio mdas de U< II, d beiro, Soares Brandao. e Dr. 1 AnU>o le FI
raeired>, p'^ra quern ja ?ppeh t bra a so!i-
darielnle, autoria de provi i;.>s, veto '-'-rtiiear
a pat-j -o de qne hna as red '. rea da PntewftOi*
os provocadores e aggress re*. 11- ,-, [ .1.
dores os provocadoj e iggredioVw.
I'r.-lii'i 0 g.-.\ no 'in'- fri -' i.-.serva-
Jores ao refti -1 > ra 5!, que sen c .i--i imp n ; p in c
Bear 110 altar 'la Iii-.-r-la sc .. :,
Ian lo em oorae da Jeusa I
1866.
Marco Antonio.'.'..
.'^o2;3.'.,
m-< ;Mi,,3,7,ii',,3?o-', 35
sTto; or,76,Vi4:{S272. Sjoo: sr.i
5629, 5703 0-','8:I2 50/'a fldsrlr
'4lfjt,*-l88.-1247,-
497isoOI1,.^12,
fOS16i, SW9
M!"' "
S8MS# A

Ja satuava alnira.a. nao ter en -ido inel
ne.-sa latainha de inuito>. oa diariam nt" p
ea-se nas eolamaas da Pr.ieia*r, 1,1 emttt'*
souhessem os prineiuiis aacripianas deoae jorr .
que, ha qua-i ires annos, e-t>a arreJado J >l
pnRtlcas na imprmsa, tenlo j;i. p.< mJHi de bral
vez. isto mc-mo deelara to per *le Karft.
flat ptMieaeiet a pedHi da Prorinci* 4* h-jo
s.'U, oof iiliuio ciariv-una, ne:u .ztaJo seal I
serie do insnlus tao asquerotsos, que cusla a .,
Qvesse sahidj dtsfabl'tS, d' qien possa r i
mais pe|aena nocS.i, diqiio sejabinri e i-
dade.
0 percerso nio sacion 0 seu odio.cm 1.11m
mente. A hyena ati.rou s? aos mortos; atacou
mem .ria de entes que me MB>, e ainda roe si .
eharos.
Qie malrado! E este nrntro de ilgura ItuHki-
trevas Este assaviao das re-
na uceulta so nas ireras! Este assa>siao
jputatSes alheii* Bio lea eetge*B de apre-entar-
sj de visoira erguida, e linnar cam a uw as seus caixeir s. r Cerlifi- tura 0 acervo de injurias c ralumoias ij.i'a'
al!u-0es, me dirigio na Proeinca de uoje
vocoo, para que 0 faca.
Na reda,cc ) da Procincta, c no lirectorio J
De Polycarpo Jo-e Layme, sujeftando a registr
a nomaaciio de. caixojiio1qae.,dea a ^duafdp Liy-
oie. Faea-se 0 'o.,inra poJJ4o%,
De Manoel Joa |ui:u, da S^va.wA;1, Unpetranloo
registro c'n, iajlusa e*or,iptqra^--;Sejal-re5ijlrada,
nio haver: lo inconvenieute.
Do (tab Njesen dc H, ediado que io.fi^i^ro.a
brucuracai , Prawanftuss^-dforam. hunteaiiiias os seguio Registre se. j, ,, : ,.
I--, na igreja de Sosaa Senbora do Bosario, que : ,*p ieTVfftmaSuumsta tmxriz drfr^gnefia-de-San1, ipresenlando para' refcistrar-3e 0 cdntrato so:ial
io Antonio. Jue celebraram. -r. Viau ao 4f dosemhargader
i.'driB*hcrhede. fiscal ... .,, .,
, J jss Mireira da Silva Pacfieco, com Cord-Mina | Oe Jose FqrtaiBlOj ii^S*jB*M;*ixj,9, Wqu^fljo
de,Albuqnnrqee.J*a;itfrdji .,-:;-.,- ..... 1a se registrc .0 distraia.(dq,$qni> ^ajalsw Fajcio
iMaMoliao-do Souza -llnto, oaa).,Ma*iiiT-her-eza. 4U,HY}fUA0 ^ deJJ-u,j.i ,, DOjbachareJjLu^ RwWg'i^.VilWces. ajaanq^a-
'iWKli'Jo Joaa jk[itoa>ie,cqiU-Apvl.'ti francisca se iulerprete da secreiana do tribunal, pediq.Jfl
at-tiadaCacufiao^ mmai't ..... : 4a e coi.^ta. o6gav?ra;>,wra,liae WL BhrBA%^
Aatoniotau.F*reiH^*pin MariaLwpollina dq .gratihcaqaodo K por-odato,nobije; 0 seu,lWW
Carvaih), ... .,..:...... lu:rfu<>,riror. ia
Fraucelioa .Francisco da Mallo, convLuawda -Di Ant mu do Souza Reo,r(WUeiendo.qiied*
MiUwrgBS de Sal^.Abneu. j-w. ,'-." 1 l!i9#"teg'ia,aa..LH}fas a>rl d^slasjuclas aoaau
Joao Carl is Caaaionte de Albaqoerque, com.ft. U* de qu;ixa q'ua caatca^^cairatif MW*<|' 0
Antuues Ferreira. Alloaso dia Maaoel J036 Maruns das Neves, ficaa
partiJo liberal desla pro.ineii *txist.ai nqje
soas repeitnveis, que at sao cbaras j'la ;. n./a.! i
" pelos-iacos de parties*', e que caa:.ecem p*r
feitameu'.a a miniia vi la i lima e pnl' 1 : a *U--
faco com yista 0 libi-llo diffam/ftikjo, ^ue e. Li: 1
mim apresentoa h.i.e 0 jorual, ijue vivr s^b a 41-
rei-e.Vj d' un-, e auspieio de outros, e DeC/i
;ue deelarem, se oaccilfm..
A elie- lauibm peco, que so digneui ie&fif.
sealguma vez Ihes coo-i'U que tivease eu ti
manur desaveo^a, qae tivesse algnma Vez fJt-
re-paite a inc-u iina la pai, 4 qioai J
seas ultiui'i* (Uomi'^Vis 0 mai'T amor Jjjla) :, q"'*
so n> seio da uiiuha fami'ii alguu) dia hou.o a^
menor quebrado decor e de h n '-n'lade. _
Tiva duas lnnis, am* -Wteaen- eoUmia. '
vivido na maior purea< do .-osiume*; coctra I a
nunca uma palavra foi monnnradv: a uutra ci-
tw, nas mesmas conlicoes. -'m "> Sebastiia
Jose Gomes Penaa.
E' d,l Tom para oim ser f TU'ti a yt'nunejy
norhes-ilo charts rm uWa r\ m^ > itiilD.
eomo a quo levantoa a /*oewe.i.' M33 0 q
fazer se uao JalBBder a mittaa'Osnra.-Jio inj
a n^graraeate atacalt I!
< Uma das caittas, 1 a pnMrpd. .qnwrfiw h>t* *
retirar-me das lutas politic*) da^iflBili < 1
d *ib>s, on antes iedi. d > .rna-oe aeu pafc>.
Lpor ver, que nesU provioeia e" TMBijeae; <'
eviiar-se, rpae a di*eu*n> .. a a*m.. e**"' -
a sohre a-santfHoa 4raflSMtiiieiile<, 'ei-n
drrieirices.
Na aproveiUpdoaanas licdus, e aaulo da pru'
a, que ji a iJaJe de miin esige, lenho fugid
Uies da imprensa, principalmeute qnanlo cui 9
LJHELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO




mir*"' ''. .*> '"
4
Diario & Pemumbuoo Segunda feira 20 do Julho de 1874.
- \


i-

I
tenida por taeerdotet do rito seguldo pela fro-!
vtneia.
Teotoo viato a door anms de vida publica, e
neete espaco de tempo bei dado provas exube-
raoles, para qae o paulico me p issa julgar impar-
eialraeote. Juro, peraate Deas e o mundo, qae
nao tentao em toda a romha vida publica e parti-
eul r, um facto qae me fa?a fir o rubor as faces.
Sou homem, e como Ul devo ter commettido
falUs; (actos, qua me envergonh.-m, ouaca os pra-
timiei.
Xoncluindo, direi, qae perddo de todo o coraclo
o oiiio que me vota um, bem conhecido. redactor
4a Provincia, porque tenho pena realmente do
iris .e estado menial, a qie, p r seu genio atrabi
lario, chegou, e do misero acabauiento que o
aguarda. Pouco vivira, quern nao vir o tnste e
lastiraavel liai desse pohre homem, digoo de me-
lhor sorte. Infelizmeule e a siua Jos mios por si
me iiao so destruirera : contra as leis immutaveis
da natoreia ninguem iode oppor-se.
Oatro sim, declaro m iis, que nao voltarei a im-
pr mim dingirem os encapotados da Provincia, pois
estou resolvido a fugir do contacto de doados, e a
resgoardar me da traieira de burros.
Recife, 18 da julho de 1871.
Rufino Augusto de Almeida.
ILFATDBCI.
Readimento do asm do dia 18. .>
4'6:228*P63
15 719*435
4*1:947*998
bens da
Appall* om li omens
provineia.
;< Nao so de pSo vive o hamero, mas de
toda a petavre que sahe da bocca de Deus.
Esta divina verdade revela-nos as duas ne-
cessidades a que todds estamos sujeitos : a
necessidade de pao para alimentar o. corpo
e a necessidade de doutrina para alimentar
o espirito.
Daqui tambem duas especies de pobres,
aquelles a quern falta o pao, o aque.les a
quera (aha a doutrina, que desgrsc,ad3meri-
te sflo cm ruaior nuioero.
A primeira destas duasespecies de pobreza
quer Deus que seja soccorrida particularmen-
te, nao sabendo a esquerda o que a direita
fas ; a s gunda, poreni, manda elle que
seja soccorrida publicament?hie ensinar a
tolas as gentes, etc. etc.
Deploran lo do intimo d'alma a (aha de
ensino religioso da parte daque"lles a quern
corre mais rigorosa obrigacSo de o minis-
trar, alguus cidadaos acabarn de combinar
em um meio qile lhes parece assds proprio
p-ra satis(azer em parte essa grando neces-
sidade,
Este meii) consisto na pubiicacjio e dis-
tribuic,ao gratuita de uma (olha exclusiva-
msnte religiosa ten lo por fim instruir e edi
ficar aquelles que precisarem de se-lo.
E como, por si s6s, nao possam carregar
com as despezas que uma tai empreza exi-
ge, resolveraro dirigir o presents appello
aos bomens boos do-lbes o seu coocurso para tao util lim.
Aquelles que assignarem mil row monsaes
terao direito a d )us exemplares da folha
publicada, os que assignarem dous mil
reis, terao direito a quatro exemplares e as-
sim por diante.
A Fdlha sera" impressa (por agora) na ra-
zao de 2000 exemplares por numero, e ti
rados desses os que devam ser^distribuidos
pelos assignantes, que serSo consideraJos
protectores la empreza, todos os outros
exemplares sera distribuidos gratuit te pela popula^ao nas matrixes e conventos
desta cidadenos diassantillcados e na occa-
sidp da missa.
Apenas, poreon, a importancia das assig-
nc.turas o permilta, a tiragem da folha serd
augmentada, fazendo-se coiiieguintemente
a aistrtbnicao em maiur escala.
E' uma esmola preciosa quo se pietende
fazer as pe?si>as '
diii'jon lo ellas Jc
nem assignor gazeias,' u'au tcm on.i.-> pn gaaaiiv^iyBleaipfo8:tn:"' "tift<1>--"<' aoa>
Os protectores da empreza, alem >la sa-
Usftc&o qae lhes tesuftara' r*a c losciencia
do bum que vSo (azer, deverao esperar ou-
Descarregam ho]* 50 de janho de 1874.
Brigue inglez Victoria(atracado) mercadorias
para alfaodega.
Barca franceia Zevallos mercadorias para o
trapiehe Conceicao, para denpachar.
Brigue portuguei Voador do Mondego merca-
dorias pam o trapicheConceic&o, para
despacbar.
Palhabote inglet Southern Home kerosene ja
despacoado para o caes do Apollo.
Barca inglezaCriterioncarvao ja despachado
para o caes do Apollo.
Brigue alleioaoL*beck farinha de trigo ja des-
pachada para o caes do Apollo.
Patacho americaao Water Lilly farinha de
trigo para o trapiehe Conceicao, para
despacbar.
4LTKBAQA0 NA PAUTjk DOS PRBCOS^ DOS GENKRO.'
SC1KIT03 A MRKITOS DB EXPOHTACAO, SA SBMAJO
DE tO A 25 DE JULIO DB 187 i.
Assucarmascavado ISO rs. o kilo.
Assucar-refmado 250 rs. o kilo.
Couros de boi seccos saigados 522 rs. o kilo.
CarTio de pedra estrangeiro, tonelada metrica
20*000.
Caro^ode algod.io 20 rs. o kilo.
Crina- animal em bruto 300 rs. o kilo.
Alfandega de Pernarabae >, 18 de iulho de 1874.
O 1* eonferente Raymundo F. Barbosa.
0 {.' conferentj Manoel Antonio Rodrigues
Pinheiro.
Approvo. Alfandega de Pernambuco, 18 de
julho de 1874.
0 inspector
Fabio A. de Carealho Reis.
Itnpoi laoilo.
Vapor nacional Valeria de Sinimbd, cntrado
dos portos do sul e consignad d a Antonio Luiz de
Oliveira Azeve.do, manifestoa :
Algodao Gsaccas a Castro 4 Lopes.
Guarda comida 1 a Manoel S. Nogueira.
Oleo do ricino 10 latas a otdem.
Saccos vasios 1 volume a it. J. Alves.
Iliate nacional Dous de Julho, entraio da Bahia
na mesma data o consignado a J. J. Beltrao Hi Fi-
Iho, raanifcstou :
Farinha de mandioca 91o saccos a Pereira
Vianna & C.
Tapioca 30 saccos a J. Rodrigues de Faria.
Vapor portoguez Almeida Garret, entrado dos
portos do sul na mesma data e consignado a E. R.
Habello & C, manifestou :
Cangica 3 saccos a Fraga 4 Rocha. Cigarros
10 barrk-as a J. J. Goncalves Beltrao 4 Filho.
Farinha de trigo 100 barricas a J. i>uarle das
Neves., Fumo 124 rolos, 100 pocotes, 60 latas in-
tciras e 60 meias ditas a J. J. Goncalves Beltrao &
Filho, 68 la as a Antonio Luiz de 0. Azevedo, 8
caixas e 36 latas a S'lva Guimaraes 4 C.
Mate 1 caixa a Fraga & Rocha.
tsvaliJas, pois que, nao
meios para comprarlivros
signilicnivas
vir da bocca do .Juiz Supremo, no dia do
ju:zo final estas t--.o
consolado:a, pabvras
Vinde bemditos !e mou Pai, recebei x
remo quo tos esta" preparado desde o prin-
ci[iio do niuudo, porque tivo (ome e destes-
me de comer, tive sede e destes-me de be-
J)er, estive nu c me vestistes, estivo en(er-
mo e (ostes ver-1 e, andei peregrino e ro-
colhestes-me. E quando admirado de
tar.ta bondade lhe disserem : Senhor,
quando 6 que vos lizemos todas estas cou-
sas, ouvirao ainda do mesma divina bocca
em presence de toda a humanidadc reuni-
da : Em verdade, cm verdade vos digo,
todas as vezes que o fuestes a um destes
P'quenioos que aqui estao, a mim <; que o
fizestes.
De tres 0!O tres mezes ser.i publicado na
folha o balango da receita e despeza da em-
preza.
Todas as freguezias de f6ra da cidade que
quizerem ter a (olba para distribuil-a gra-
tui'.ninente pela respectiva populagao, pode-
xao enlender se com a direccjio da empreza,
eertos de que apenas pagarao o custo do
papel e di impressao.
Assigna se n Livraria Universal A rua
do Imperador n. 5, e ate mesmo se darSo
as informa^des necessarias Aquelles que as
desejirem ter.
A publicacao da (olha tera" pnncipio no
proximo mez de ag.j-to, se as assignaturas
recebidas assim o parmittirem.
A' empreza Vicente.
Fede-se encareeidamente a esta disticeta em-
preci a repetijio do muito applaadiJo drama
DESPACH08 DE eXPURTACAO NO DIA 17 UP
JULHO DE 1874.
Para os portos do exterior.
No vapor portoguez Altnei&a Garret, para
Llsboa, carreeon : A. M. Machado Junior 250 sac-
cos com 13,750 kilos de assucar branco e 50 ditos
com 3,750 ditos ile dito ma^:ivadci : para o PoUo,
Mendes & Azevedo 1 barrica com 60 kdos de fari
nha de mandioca, 1 dita- com 75 ditos de cafe e I
dita com 100 ditos de gouima.
Na barca portugueza Nova Vencedora, para
o Porto, carregou : J. J Goncalves Beltrao & Filho
343 couros saigados com 4,111 kilos.
No vapor inglez Erin, para o Canal, carre-
gou : Keller 4 C. 50 saccas com 3,890 I [2 kilos
de algodao
Para os portos do interior. -
Para Porto-Alegre, no no brigue nacional
Sdhy, carregou : I. de M>md com 105 kilos Je assucar branco.
Para Macao, no hiate oaciotial Olinda, car-
regon : A. M. da Silva 2 barricas com 129 kilos
de assucar branco.
CAPATAZ1A da
iendimeeto d'> dia 1 a s'
dam do dil IS. .
AXF4.NDBGA
. 13:2."6a-8o
. 610;632
17
S'j dia 1 a
X'o dia 18
.'rimeira ports .* .
iegunda pori& -
quanto^pfcrcsira porta .
rrp'.cba Ccscf.';-ro
VOI.CMFS SAH1DC9
11,994
77
67
617
1,514
24,269
SERV.gO MARIT1U0 '
llweagu descarrogadas no tr&plofce da
aifandega :
No dia 1 a 17.....
No dia 18.-......
W
28
*ECEBE!)0RL\ DB RENDA3 LNTrRNASGE-
RAES DE PERNAMBUC'.
iendimento do dia 1 a 17 30:263*679
dem do dia 18. 606*112
A Av6.
Os aprettadores.
0* aleijados andam.
Em quanto que o contlneute re6a com as
recmies curas de escrofulas e outras molestias
ul&?rosas destroidoras da vida, tratadas pela sal-
sap urilha de BristoJ, bom e saber-se que seus ef-
feltos no rheumatisruo inflammatorio e chronico,
nao sao menos maravilbosos.
O Sr. Felippe Guerra, de Matanzas, faz constar
qnd 16 frascos deste remedio .-uperlativo, o enra-
ram d'um rhenmatismo ^nlictissimo, o qual o ha-
via feito penar daraote 18 annos, disse lambera,
qae qae em quanto esteve em Havana, e onde esta
preparaca- (he fura recommendada, tinha visto
i mais de vinte pessoas respeitaveis, qne baviam
tdo caradas, das peiores molestias a qae a came
sla snjeita r> -e enUe outras o Sr. Fraueiseo Diez,
coja vida, aroea;ada por um ataqae combinado
de (scrofulas e rheumatismo, ficara salvo median-
te a soa aecao balsamica e resturativa.
30:869*791
Azelte doce. Chegaram W barris, e eetamoi
a 2*158.
Alpiste. Chegaram 20 barricas, e -cotamos a
4*900.
Banha.- Chegaram 400 barris, veadas 871 reis
o kilo.
Brea. Chegaram 2150 barrieas, vendas a
15*500 por barrica, de 320 llbras.
Batatas. Chrgaran 108/2 caixas, coumos a
5*000 pr caixa.
Bacaihao.'t:iiegaram9,473barricas, o retalha
so de 15*000 a 16*090.
Em deposito 9,O0 Came. Chegaram 254,(>50 kilos. -
Em deposito, 6,000 arrubas. do Rio Grande,
3*600 a 4*500, por 15 kilos, e 3'>,000 arnbas, da
do Kio da Praia, 3*800 a 4*300, por 15 kilos.
Couros seccos saigados. l^iegaram 495 couros,
vendas a 533 reis o kilo.
Cafe. Sem chegada, cotamos a 8*500 por 15
kilos.
Canela. -Sem chegada, cotamos, a 1*524 o kilo.
Cimento. Chegaram 200 saccos, cotamos '<
8*000 a barrica.
Cebolas. Sem chegada, cotamos a 6*000 por
caixa.
Cha hysson. Sem chegada, ultima venda, de
3*484 a 4*682 o kilo, cunforme a qaalidade.
Cerveja Bais lhiers. Cbegaram 360 caixas,
cotamos a 7*000 a 8*000.
Dita Noruega Cotamos de 6*000 a 7*000.
Cognac. Sem chegada, nominal, de 8*000 a
18*000, conforme a qualidade.
Comin'os.- chegaram 20 surrSes, olamos de
650-10 a 7*0 H), por 15 kilos.
Carvao de pedra. Chegaram 1,040 toncladas
e 3 quiotaes (de conta) nomiual 23*0(0.
Farinha de trigo. Chegaram 6,910 barricas, e
repulou aos prncos seguimes :
Trieste de 28*000 a 3O*00.
Hangria de 30*000 a 3-23000.
Americana de 21*000 a 24*500.
Saccos, do Chil, 10,000, a 10*250.
Farinha de mandioca. Chegaram 1,000 saccos,
nao consta vendas.
Em deposito, 8,000 saccos.
Farello. Chegaram 600 saccos, cotamos a
4*100.
Puosphnros. Chegaram 239 caixas, vendas de
2*500 a 2*600 a groza.
Fumo em rolos. Chegaram 192, vendas de
9*000 a 11*01)0.
Dito em pacules. Chegaram 100, vendas de
10*000 a 1i*ooj.
Duo em caixas. Sem cbogada, vendas a
12*500.
Dito em latas. Chegaram 360, vendas 12*.'>00
Dito em encapados. Sem chegada, nao ha
vendas.
Dito em surroes. Sem chegada, nao ha ven-
das.
Genebra marca I G- Chegaram 600 frasqnei-
ras de laranja, cotamos a 7*000 por caixa de
duzia.
Dita dita Old Tom.- Chegaram 200, cotamos a
6*500 por caixa d duzia.
Dita dita Vida Eter aChegaram 100, cota-
mos a 6*000 por caixa de duzia.
Dita ita Lauterna Magica. Chegaram 100,
cotamos a 6*000 por caixa de duzia.
D la aroiuatica. Cnegaram 96, cotamos a
7*000 pur caixa de duzia.
Dita commum. Sem Chegada, 4*000 a duzia,
nominal.
DiU em botijas. Sem chegada, 330 re"is a
botija, nominal.
Kerosene. Chegaram 900 caixas, vendas de
5*000 a lata de 5 galfles.
Louca ordinaria Uiegaram 27 gigas, 380' rs.
nomiual.
Mdbo. Sem chegada, cotamos a 80 reis o
kilo.
Mantciga ingleza em latas. Chegaram 4 cai-
xas, cotamos a 2*396 por kilo.
Dita ingleza. Sem ohegaua, cotamos a 2*178
r6is o kilo.
Dita franceza. Sem chegada, cotamos a 1*612
o kilo.
Pimenta. Chegaram 50 saccos.nominal 1*089
o kilo.
Papel de embrullio.- Chegaram 480 fardos,
vendas de 900 a 1*100 a bala.
Queijos flamengos Sem chegada, ds 2*400 a
2*o00 o queljo.
Duo prato. Sem chegada, a 1*307 o kilo.
Sal. Chegaram 4l0 alqueires e eotamoa de
13*000 a 14*000 o alqueire.
Sabao ingle* ordinario. Sem chegada, cotamos
a 2i0 rs o kilo.
Dito da terra. Cotamos do 320' a 350 reis o
IVjUtlllUU. _iir.u -iiii ov U.UJJ-. -- >.
12*500 a 13*i 00 por 15 kilos.
Velas stearin.-.* Cnegaram 301 caixas, ven-
das fie 510 a i>20 reis o maeo.
Vinagro. Sem chegada, cotamos de 130*000
a 135*000 a pipa, as boas marca* d3 Li-boa.
Vinno tiuto da Figueira e de Lisi.oa.Chegaram
227/2 pipas e 158 barris de quinto, cotamos o da
Figueira do 220*000 a 235*000 a pipa, e o de
Lisbna, de 205*000 a 215*000 a pipa.
Dito do Eftreito. Sem chegada, cotamos a
200**t:00a pipa.
Vioho braaco de Lisl>oa.-Sem chegada, cotamos
de 223*000 a 2i5*000 a pipa.
Dito do Porto. Chegaram 400 caixas, cotamos
a 10*000 a caixa
Banco Commercial de Braga.
Jorge Tasso.
Sa'.a qualjjup.r quaatia a prato ou a vista sobre
este banco ou anas agendas em todas as cidades
e villas de Portugal e ilhas adjacentes, e Hespanlia,
na cidade Madrid, Cadix, Vigo e Barcellona.
37Rua do Amorim37
At pessoas que se propnierem a etta arremata-
eao, romparecam na sala das sessdes da junta de
mesmo thesonro, as 12 buras do indicado dia, con-
petentemente habilitadaa.
E para cons tar, se mandou fazer publico no pre-
sente jornal.
Jjcreuria do thesonro provincial de Pernambu
eo, 8 do julho de 1874.
0 secretario,
Miguel Affons Perreira.
Oausulas especiaos para a arrematacio de calca-
mento desde a ponte dos Afogados ate a bar-
reira do Giqaia, na estrada da Victoria.
!.
0 eal;amento desde a ponte dos Afogados ate a
barreira do Gimia sera feit-. de conformidade com
o orcamento approvado pelo Exm. Sr. presidente
da prcvincia, ua importancia de 29:480*000.
!
O arrematante dara principio a obrafno prazo
de um mez e a concluira no de oito mezes, con*
tados da data da assignatura do contrato.
3.'
0 pagamento sera efTectaado em quatro presta-
coes iguaes, na proporcio do servigo executado.
4.'
Para tndo o mats que nao vai espeuiQcado nas
presentes clausnlas obsprvar-se ha o que di-poe
o regulamento de 24 de fevereiro do corrente
anno.
O engenheiro i-jodante, Francicco Apoligonio
Leal. Conforme. Oofflcial-maior, Luiz Salazar
Moscoso da Veiga Pessoa
Conforme, *
M. A. Perreira.
julho de 1874. Sebastiao do Rego Barros de La-
cerda.
E para que chegue ao conbecimento de
todof, maudei passar o presente, que sera
publicado pela imprensa e allixado nos lu-
gares do costume.
Reci(e, t8dejulbo de 1874.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nasci-
mento, escrivao, o subscrevi.
Stbastido do Rego Barros de Lacerda.
Ao sello 3ii0 rs.Y. S. S. ex-causa.
Barros de Laoerda.
DECLARACQES.
0 Him Sr. inspector do thesonro provin-
cial manda fazer pnblico, que desta data em dian
tepaga-ie nesta repart cao o jnro das apolices da
divida provincial, vencido no 2' semestre do
exercicia de 1873 a 1874, proximaraente Dndo
E para coniar se mandou fazer publico pelo
present) Diario.
Secretana do thesonro provincial, 13 de Jalho
de 1874.
0 secretario,
Miguel A!!> so Ferreira.
CONSULADO PROVINCIAL
SencSimonto do di?. 1 a 17.
Idem do dii 18 ...
106 0^3*111
2:156*348
108:209/439
O lllm. Sr. inspector do uiesouro provincial
manda fazer publico que em cumprimento da or
dem do Exm. Sr. p-esidente da provincia, de 7 do
corrente mez, tcm de *er arrematado por um anno
no dia 23 do referido mez. perante a junta da fa-
zenda do mesmo thesouro, o impo>to de 8 por cen-
to sobre o eapim de planta vendido na cidade do
Recife, orcado em 2:3)9*280.
Aa pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao compare^am na sala das sessoes da mesma
junta no dia indicado, coupetentemente riabili-
tadas.
E para cons tar, so mandou publicar o presente,
Secretaria do thesonro provincial de Pernambu-
co, 9 de julho de 1874.
0 secretario,
Miguel Affonso Ferreira.
A junta de euiancipacao de escravos do muui-
cipio do Olinda, faz publico quo se acha funccio-
oando no paco da camara municipal desta cidade,
em todos os dias uteis, das 9 huras da mauha 4s
3 da tarde ; e que fica marcado o praso de 3 me-
zes par. os respectivos senhurcs i-presentirein a
mencionada junta, declara<.5.'S das alterai;des que
se deram em seus escravos, proveniente de obiti,
transferencia, acquisicao, liberiade, e nascimento
dos filros livres das escravas que foram clas?iil
cadas no anno proximo pa>sado, atim de poder
proceder a classiiica(a do corrente anno, de con
formidade com o disposto no art. 27 do reguU-
monlo quo haixou com o decreto n. 5,135 de 13
de noviinbro de 1872.
Paco da camara municipal da cidade de Olinda,
.13 de julho de 1874.
Barao da Tacaruna,
Presidente da junta.
Braz Florentine) Henrique.s de Sonza,
Francisco Antonio da Silva.
D) ordem do lllm. Sr. inspector do uiesuu
ro de fazenda desta provincia se faz publico,
que perante ajunta da me-ma, ira a praca, pelas
2 horas da tarde do dia 29 do corrente mez, o
arrendamento por um anno, do convento de N. S.
do Carmo de Olinda, pode. Jo desde ja os preten
dentes examinar o referido convents.
Secretaria do thesouro de fazenda de Pernam-
buco, 16 de julho de 1874.
0 2* escripturario, servindo de secretario,
________Carlos J. de Soon Carreia,
De ordom do lllm. Sr. inspector da tbesou
raria de fazenda desta provincia se faz pnblicc
para couheeimento de quem intcressar que no
lia 29 do julho proximo fuluro, pelas 2 horas da
tarde, sera posta em hasta pub ica perante a jun-
ta da mesma thesouraria, para ser arrematada por
quem mais lanco offerecer a casa terrea sita a
rua do Paco Castelhano, na cidade de Olinda, pro-
prio nacional e bem assim o terreno que lhe fica
ldjacente, o que ludo foi avaliado por dous contos
de rfiis.
Secretaria da thesouraria de fazeida de Per-
uamlmco 30 de junho de 1874.
0 2." escripturario, servindo de secretario,
Carlos Joao de Souza Corrcia.
Edital n. 14.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico qu
nao tendo side despachades dentro do praz mar
cado por edital n. 176, 80 pequenos volumes con-
tendo amostras sem valor, vindos de diversos por
to?, e em diversos navios, se ha de arrematar os
referidos volumes, hvres de dircitos e sujeitos ao
imposto da capatazia, as II horas da manha do
dia 21 do corrente, no armazem de bagugem, no
trapiehe Cunceicao.
AKandega de Pernambuco, 17 de julho
de 1871
.
0 inspector,
Fabio A. de C. Reis
mvmLHiu oo euRTa
AGENCIAS R0VINC1AES
Liquidos espiritnosos.
Rendimento de 6 a 10 5:314*0*5
Idem do dia 17 320*925
Bacaihao, etc.
Rendimento de C a 16 3:940*193
Idem do dia 17 282*628
Generos de estiva.
Rendimento de 6 a 16 i 891*991
Idem do dia 17
Rendimento de 6
Idem do- dia 17
964*612
Fumo, etc.
a 16
1:533*876
*
5:634*990
4222*821
3:856*603
1:533*876
Thesouro provincial
Iho de 4874.
17:248*290
de Pernambnco, 18 de ja
0 escrivio,
Joio Csraeiro M. da Silva Santos.
Re%is(a commercial
semana de 13 a 18 de julho de 1874.
Cambio sobre Londres, 90 d(v 25 ty8 d. por
div 25 V8 de Janeiro, 3 dp/ X por een-
*l* 1 por cento de des-
GOMMERtm
JUNTA fK)S COHKKTORES
Praca An Recife, 19 de julho
de 1994.
AS 3 HORAS DA T4RDE.
CuTVCfilW <>m I'KS
A*MiaT brand 2*700 por IK kilos.
Aest.car tomenos t*55i) por 5 k.Sos
Caobio s-hre Loodres a 90 div. 25 lit d. por I
1*000. '
CamNo sobre o fco de Janeiro a 18 dpr. ao par.
H. de.fascouceiki*
Presidente.
* t 'A P. de Lemon,
secreuno.
Da
90 div 25 J
1*000, banco
Dito dito dito, 90
1*000.
Ditu sobre o Rio
to de preuuo, banco.
Dito sobre dito, 18 d|v,
conto.
Diio sobre dito, 16 d[v 1 por cento de desconto.
Dito sobre dito, 15 dry, ao par.
D^scoiiios de letiras 9 por cento, ao anno.
Algodao, de Moswro, 1* sorte, 8*000, por 15
kilos.
Dito de dito, sem insprccao, 7*300 pnr i* kilos.
Diio da Parahyba, i* sorte, V*800, por 15 kilos,
posto a bordo, (rete de 3/4 e 5 0|o.
Duo de Goyanna, sem invpeccao, 7*100 por 15
kilos.
Dito de dita, 1* sorte, 7*600 por 15 kilos.
Eotrtrampur mar epur terra, 821 saccas.
Assu^r branco, 1*700, por 18 kilos.
Dito someuos, 2*-50, por 15 kilos.
Dito mai ravado pnrgado, 1*950, por 15 kilos.
Dito broto, bom, dc 1*700 a 1*750, por 18
kilos.
Entrant!! por trrra e-roar 3,028 saecos.
Atraardeole.- Cotamos a 58*i 00.
Afrnaraz. Cnezaram 31 caxas e W barris ;
retaiba te a fW rAs kilo.
Ann. Ckefaram HO saccos, vendas de
2*7W a 1*00, p-or kilos.
Navios er.tradcs no dia 18.
Bahia e escala -13 dia* do prjmeiro, 13 horas do
ultimo purto, vapor nacional Valeria de Sinim
bit, de 132 tonehtdas, commandante Jose Pedro
.de Almeida, ejuip&gem 21, carga differentes ge-
neros ; a Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Rio de Janeiro e Babia6 dias do priineiro, 2 do
ultimo porto, vapor purluguez Almeida Garret.
de 942 toueladas, commaudaule Toinasini, equi-
pagein 57, carga diversos generos; a E. R. Ra-
bello Bahia-6 dias, hiate nacional Dous de Julho, de 66
^tpneladas, capilao Fraueiseo Ponies, equipagem
6, carga farinna de mandioca ; a Beltrao &
Filho.
Navios sahidos no mesmo dia.
AntilhasLuure inglez Maranee, capitao G. W Ar-
chibald, em laslro dt areia.
llha da TrindadeBarca ingleza Invencible, capi
tao T. Strick, em astro de areia.
Mossnro pelo Rio Grande do Norte -Hiate nacional
Olinda, capitao Jose Antonio de Moura, carga
varios generos.
Navios entrados no dia 19
Rio Grande do Sul-16 dias, patjcho nacional Leo-
potdina, de 207 t meladas, capitao M. E. Lopus.
equipagem 11, carga 177,000 kilos de came ; a
ordem.
Porto Alegre -16 dias, brigue brasileiro S. Ma-
noel, de 178 toneladas, capilao Joao Jose U.
Porto, equipagem i2, carga 138,000 kilos de
carne ; a Oliveira Filbus & C
Liverpool e portos interiueuios 18 dias, e do ulii
mo pi.rto tl, vapor ioglez John Elder, de 2,650
tonefada>, cumuiandauui W. J. Hoivison, equi'
pagem i07, carga differentes generoi; a Wilson
0 lllm. Sr. inspector da thesouro
tiocial, manda (azer publico que, em vir-
tude proda ordem da presidencia, de 10
io corrente, vai & praQa para ser arremata-
da no dia 30 do referido mez, por qoem
rnelbores vatitagens offerecer, a obra dn re-
construcgSo de 300 metros de empedram^n-
to e 000 de reparos na estrada da Victoria,
em I:2iiirJ0O0,debaixo dascondi^des abaixo
transcriptas.
As pessoas que se propozereu d esta ar-
remnta^ao, cumparejam na sala das sessoes
da rcfefida junta no dia acima menciona-
do, pelo meio dia.
E para constar, so mandou fazer publico
pelo presente Diario,
0 secretario,
Miguel Affonso Ferreira.
Clausulas especiaes para arrematacjio dos
reparos da estrada e reconstrucgao de
300 metros corrrentes de ompedramento,
entreos marcosde 11 a 12,000 bracasda
estrada da Victoria.
1.' Os rcpiros da estrada e recon*truccao
dos empedramentos, serao executados de
conformidade com <> orcamento, na impor-
tancia do 1:254JOO.
2.* Oarrematanto dara" principio Ssobras
no prazo de 15 dias, e as concluira1 no de
tres mezes.
3.* 0 pagamento sera* effectuado em tres
prestacoes iguaes, d propor$o do trabalbo
executado, sendo a ultima e defimtiva,
quinze dias dcpois de sua conclusao.
4 Para tudo mais que nSo so achar es-
8. e ultimo dividendo da
massa fallida de Amorim,
Fragoso, Santos & C.
Paga-se o 8 e ultimo dividendo a ratio de
1,95#|. no escriptorio a rua do Vigario n. 13, !
andar, nos dias 20, 21, 2!, 23 24 e 25 do corrente,
das 11 da manha a 1 da tarde, devendo os Srs.
credores apresentar seus titulos. Depo-s daquel
les di quintas feiras," e por isso os Srs credores tenham
a bonuado de vir logo receber ou mandar seus
procuradores nos dias acjma lixados.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesouraria
de faz< :ida faz-se publico para o cmhecimento de
quem luteressar, que no dia 22 do corrente, as
2 horas da tarde, perante a junta de fazeuda da
mesma. tern de ir a praca para ser vendidos a
quem raais der, cinco cavallos pertencenles a com-
panhia de ravaltaria, podendo desde ja os preten-
denles examinar os ditos cavallos no respectivo
quartel. ^--------^
Sesretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambu "o, 16 dojulho de 1874.
0 2.' escripturario, servindo de srcrctario,
Carlos Joao de Souza Correia.
mento da uma casa terrea aob n 55. i rtu de 8.
Bento da cidade de Olinda, perteocente Mfetarao-
nio do eonveeto de Nossa Senbora do Catan da
quella cidade, e hoje encorporado aos propriot M-
cionaes ; sao por unto coovidadot o* preteodera
tes ao dito arrendamento a cuaparecemn as dua*
boras da tarde do dia 25 do corrente met.
Secretaria da thesouraria do breads de ?*r-
nambneo, 5 de julho de 1874.
0 2escriptura io, erviodo de tecreUrio.
Carl >s J"a de Souza Corrna.
Obras militares
Tendo de ser executadas as obras # ctaceno"
do quartel do Hospicio, orcadas em 4:225*500 -
no hospital milil^r, a constru'-ca" da casa de ao-
topsias em 1:3'6*780, e a subslitnicdo da uni*
linha em 88*880 : serao postos em coecorreBcia
para serem contratados a 26 do correua, ao aetf-
dia, na reparticao das obras publicas, onde **
acham os respectivos orc*mentos. As vtrtas r*-
lativas a services ja feitos serao deduzidas.
Recife, 14 de julho de lr>74.
0 engenheiro das ooras militarea,
__________Chryssolilo F. de Calro Chavea.
A.rmazeasda companhia per
nambucana.
Seguros contra a f*{*
A companbia pernambacana, dispoodo de -
-.eUentes e vastos annasens em sea predio ao for
te do Hattos, offierece-os ao couunercio em gera:
para deposito de generos, garanundo a uiaior coo-
servacao das mercidorias depositadas, serrle/i
prompto, pre^os medicos, etc.
Tambein rocolhera, mediante previo accordo, e-
clusivamente os generos de uma so pessoa.
'Estes arraazens, alem de arejadus e comroodos,
io inteirammte novos e aspbaltados, iscntoe 4
;upim, ratos, etc., etc.
As pessoas qae quiz-rem utilisar-se desta V-
nazens, pederao dingir-se ao escriptono da com-
panhia pernainbucan.i, que acharao com prr*
'.ratar._________________________________
Juizo de orphaos.
No dia 20 d' cor^nte, fiuda a audienc i I
Exm. Sr. desembargador juiz de orphans, e ba
de arremattr, com aDate da qoMtt parte. 3 ^
2 000* a casa terrea n. 2, da raa de S. Gonj ..
pert-ncente ao linado ijepoldo Ferreira Mart'n-
Ribeiro.
Secretaria da camara rnunicinal do R-1
fe, 15 de julho de 187i.
0 secretario,
Francisco Augusto daCosle.
Juizo de paz da Boa-Vista
No dia 21 do corrente, dipois da audiencia do
lllm. Sr. juiz de paz da freguezia da Boa-V:sta, ma
jor Joao Franci.-co Anlunes, na porta da casa da
resident do mesmo, a rua dollospcio, vao a
pra 'o por execueao que move Francisco load Ri-
cardo de S-nt Anna, os objectos abaixo constautes
do espolio do finado Antonio Joaquim Ferreira
Beiriz, para pagamento do principal e custas da
dita txeeucao : 11 cadeiras, 2 de brago, 2 de ba-
lance, I sofa, 1 mesa reaonda, 2 consolo?, mdo de
jaearanda, em mao estado ; 1 rnesi para jantar, 1
candel; bro, 4 quadros el caixa de piuho com Ion-
_______________Alvaro Paolo Noblato.
5o dia 20 do corrente mez, depois da au-
diencia do Exm. Sr. Dr. desembargador juiz de
orphaos, quo tera lugar a > meio dia, na sala das
audienciss, vai a praja uma morada de casa ter-
rea e siiio, com o terreno proprio, denominado
llha dos Ratos, no lugar do Monteiro, freguezia
do Poco da Panella, cuja casa o sitio v i a praca
a requerimento da inveatariante dos bens de'i-
xados por morte de Franci>co Geraldo Moreira
Temporal, para pagamento dos credores ; servin-
do de base a avaliacao de 5:000*.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
VICEMTB
Reuefleio para conclaNMO da*
obrasi da i^rcja de
S. 4>orcmI<>.
Tcrcii-feii'rf i\ Subira a scena oapparatoso drao>a tacro
vidade do dpucba em 6 actos e 8 quadros d<>n--
minado:
Os Sele Passus.
A irmandade do Senhor Bom Jesns
a cujo cargo acham->e as obras da
pccificado, sera" regulado pelo que dspoa o
regulamento de 24 de fevereiro do corrente
anno.
Villa de JaboatSo, 22 de junho de 1874.
0 engenheiro interino, F. K. Leutier.
Conforme.0 1 escripturario, Jodo Joa-
quim de Siqueira Vaiejao.Conforme.0
Hindi maior, Luiz Snlazar Moscozo da
Wiga Pessoa.Conforme V, A. Fer-
reira.
0 Dr. Joaquim Goncalves Lima, jniz de direito e
privativo dos feitos da fatenla nacional, etc
Faco saber a todos que e>te yirem, que no dia
24 de julho corrente, se vendera em praca pa-
blra deste juizo na sala das .iudien ias pelas tl
horas da manha, a casa terrea cita n Remedios,
fregnezia dos Afogados, com 33 palmos de frent9
e 58 de fundo, com u ua porta e duas janellas,
luas salas, tres quartos, quiatal em aburlo com
280 palmos de fando, de pedra e cal, penhorada
a Manoel Antonio Ribeiro, para pagamento do
que deve a fazenda nacional e avahada por......
p2:500*.
Este sera afBxado no lugar do costume e publi-
cado pela imprensa.
Dado e pissado nesta cidide do Recife aos 3 de
julho de 1871. Eu, Jose Francisco do Rego Bar-
ros, escrivao o subscrevi.
Joaquim Goncalves Lima.
Rowe 4 C.
Navios sahidos no mesmo dia,
Porto por S. Tiago e Lihboa Vapor purtuguez
Almeida Garret, commandante Tuuiasini, corga
alg dao e utr.is genrros.
Rio brande do Sul pelo Hie de Janeiro Brigue
brasilero Pirangy, capitao Joao Dias Borges,
carga assocar e uuiro* geueros.
Calha-j e prloS inte/medios Vapor ioglez John
Rider, commaudaule W. J. H-ivison, carga a
iiMsma qae trouxe dot portos da Europa.
* Observafdo.
Appareoe ao sul a bare biaaileira iVorma.
S9BP
tU.TAfc*.
0 Film. Sr. inspector do thesouro provincial,
em virtude da ordem do Exm. Sr. presideute da
provincia, de 4 do corrente m(*-z, manda fazer pu-
blico, que v o a pi aca no dia' 6 de ago.-iopn.ti-
mo luturo, perante a jaoU d > me sum themiaro
para ser arrematada a quam por menos tlzer, a
obra do ralcameuto ds estrada de Jab atao, desde
a puille de Afotiado* atd a barreira Giqaia,
re .da em 2v:48o*W0 em- apnlicw de 7 (i0. d-
baixo das eoudi^5-s Infra tran>dnptas.
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacerda,
juiz de direito especial de commercio nes
ta cidade do Recife e seu termo da capi-
tal da provincia de Pernambuco, por
S. M. imperial e coiistitucinn*l o Sr. D
Pedro 11, a quem Deus guarde, etc.
Facn aaber aos qae o preseuie edital virem e
dell.' noticia tivereni, qae a reqaeriuH-nto dos enm-
merciao es (Jardoso Martins & C. e J..ao ioi Ro-
drigues Mendes, se acha ac-rta a failencia da fir-
aia commercial Azevedo & Coelno, pela eentenca
do tneor seguinte :
Acnando-se provada a cestacao de pagamentos
da firms Azevedo A Coelho, rstaifleoidos com ta-1
verna a rua do Rotario da Boa Vi^ta, de qae os
socios ersm Daniel Tavares Cof ih* e Antonio Mar
tins de Carvalhe Azevedo, ja faileeido, bei por ue-
clarada a abertora da fanvoeia de dita firma, a
dstar de 2-1 ds junho proximo Undo.
Nometo curadi>r fiscal ao eredor Joao Jose Ro-
drigues Mendes, e para a eleicao de depoeitario
codvocu.os credores, deignaudo o dia SI do eur
reut.-, as 11 boras, e a tala das audieoeias para
saa n-uiiiio.
, Proceda-se l"go ao inventario com o depotitario
qae nomearei para s-rvir iaterioajiente. PubK-
que-se este despacho e fica se a convocacao por
' ditaes. Custas pagas pela maasa.Recife, 14 de
Companhia Fidelidade
Segniron maritimos e terrestrcs
A agoncia desta companhia toma seguros ma-
ritimos o terrestres, a premios razoaveis, dando nos
aitimos o solo livre, e o setimo anno gratnlto ao
logurado.
Feliciano Josd Gomes
Agente.
51 Rua do Apollo 51
SANTA CASA DA MiSEKlCOKDlA DO
RECIFE.
A H!ma. junta admintstrativa da Santa Casa dt
iiisericordia do Recife, manda fazer pnblico qu(
i\ sala de suas sessoes, no dia 2 de julho, pe-
las 3 boras da tarde, tern de ser arrematadas a
mem mais vantagens offerecer, pelo tempo de ere
t tres annos, as rendas dos predios em seguida
leclarados.
ESTABELECTMEXTO DE CARIDAOE.
Rua do Padre Floriano
Casa terrea n. 43......201*000
Cinco Pontat. .
Idem n. 114........362*000
Rua larga do Rosario.
2 andar do sobrado n. 24 AJ 310*000
Idem do sobrddo n. 24.....408*000
Rua do Amarim.
!. andar do sobrado n. 26. 304*000
Rua de Antonio Henrique.
Casa terrea n. 26...... 99*000
Largo da Campina.
Wemn II.......12i>*ono
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua Duque de Caxias.
Loja n. 77.......' 700*000
Becco das Boias.
Idem n. 39........MIJO00
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 40.......202*000
Raa do Amorim.
Sobr-do de 2 andares n. 23 602*000
Casa terrea- n. 34......12**0.*
Rua do Bnrgog.
Idem n. 19........153*000
Idem & It .......183*000
Rua do Vigario.
2* andar do sobrado n, 27 243*000
l andar do mesmo......300*00ti
Loja do mesmo.......375*000
Sobrado de 2 andares n. 25 1:300*000
Rua do Encanamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 1:400*000
Raa da Senzalla velha.
asa terrea n. 132......701*00"
Idem n. 25........209*000
Rua da Gnia.
Idem n. 25..... 200*00<
dem a. 29-. '.....301*000
Rua da Cruz.
Sobrado le 2 andares n. tt 800*000
Rua de S. Jorge
Casa te tea n. 100 u*. 241*000
Rua de S. Bento.
-as;, leirea n. 17......200*00t
Os prelendentes deverao apresentar no ado d;
krremata;ao as teas flaacas, ou eompareceren
tooiiipauoados dos respectivos tiado'es, devend>
oagar aktn da renda, o premio da quantia en
3M for srguro o predio que contiver estabeleci
nento eommercikl, assim como o service da lin
oeza e precos dns apparelbos.
Seeretaxia da Santa i asa da Misericordia do Rf
-ife, M de tuoho o de 1874.
0 escrivao,
____________Pedro Badrignrs de Souza._____
De or em do lllm. Sr. inspector da lbesn-
raria do I izenda se faz pnblico para eoobeeimi-ot
de quem iuteressar, que perante a Junta de fazen-
da oa mesma, tera de ir a praca para ter arrema-
tada por pm maior lanco offerecer, o arTenda;
das Dort
igreja de E
(ioncalo, no dwefci du ver terniinados os trabaino-
da mesn a igreja, resi.lv um appcilo a reliRiosidade dn iilustrado pnbl>: -
di>sta cidade. cuj. s .-pi.tmirnti'* de caridade nur
ca se apagara tie seu> corajoes ; e por MM *
pera a referida irmandade que a eate bearleio
coucorrerao tudoa os ,qnc amam a nossa \erd
deira religi.io, auxiliando dest- arte earn o sen
obolo para que o resultadu do beneteta seja van-
taioso para a coadcsae das okriM da qae te
trala
As dus ivmmissoes encarregada-. da transs-.i>-
sao de bilhelea para camarotes o cadeiras, eor.-
tam com a gem-rosidade dos que (* receber:!:
pelo qae de.-de ja, em nome. da irmandade. s*
confessam extremamente gratos.
0 theatro a;har-se-ha graciosamonte- d-'coradc*
Bandas de musica eatreterao os espertnilores no-
intervallo> do dmma. que principiara as 8 hori-
Fiualsara com a como lia de salii > em um .
- Os ions TV- .' i.
0 tneatrq acha-se ria isameta decorado.
Baudas ae mnsicas nos intervallos occtipan
attencio dos concurreoles.
Prin..ii;:r,:.i as 8 horas.
A irmauJad'j do Senhor Bom Jesus da Dores, a
cujo cargo se acham asobra C crise, resolveu fazer um appello ao respeitavel to-
bllco desta cidade, rajas demon^racoes de re if i
sidade sio satis conlvridas.
E pen9a a irman-lade que nao recorren em vac.
pois que cada qnal eoacoi rera com o obolo oa
razao do sua g'jnerosidade.
Entretanto, a irmanJa lo nao deixi .! lembrai
que, em razio do apparato do drama e de outra-
circumstancias qne moito pesam a empreza, n.".
poude ser mais generosa do qne fi, pelo que e4-
pera alguma dondescendeacia da parte do public-.
Sendo esta recita exiraordinaria, e nma das c-
tima=. da companhia, qne tao hrilhantcm(>nte ter-
mina soas tides, c prestos sen tin para ontra pro-
vincia, e convindo liqoidar o n^gocio, para evlta*
embaracos, a irmandade roga as pessoas que se
dignarem concorrerjiara o hum exito dobenefici'i,
para quo se dignem de depor snas esportulas em
roaos de duas commissoes disso exclusivamenn
incambidas, uma que ira aos camarotes, e oatra
na ante 9ala para as cadeiras, no intervallo dr
actos.
Pede a irmandade de culpa a todos por essa
franqaeza no modo de solicitar o favor, e desde
ja agradoca cordialmente o generoso esforco da-
qaelles que sabem compreheoder a magniinde da*
causal santas.
mm yiARiiiMfis.
Real companhia de paqueles ii
giezes a vapor.
At6 o dia 26 do cor
rente, espen-se da
Europa o vapor ia-
Slez Douro, commae-
ante Thwaites o qn*l
depois da demera do
costume, ssgaira para I5aenos- portos da Bahia, Rio dc Janeiro e Montevideo.
No dia 29 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Boyne, commandante F. Beek*,
o qual depois da demora do costume, segmra para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes, etc, trala-se na agenda,
rua do Commercio n. 40.
AMllAltltANIt.Kli&,%
DE
VAVECAC40A VAPOR
Portos do uorle
CRVZ^VUO DO S\}\.
Commandanie Gullltrrme Wa
(lillfflOD

vifc
E' espendo Jos portos do sni
ate o dia Si do corraitee sego-
ra panes do norte depois da
demon do costume.
Pan carga. encommeodas, valores e i
trala-se no escriptorio
7 RUA HO VIGARIO 7
Persin Vianna & C
Lisboa e Porto
Segue viagi'Mi c-im a pnssivf Ircv*flade a barca
aortugucza Nova Venpedora, rere- c carjja e paa-
rigeio- : a tralar com Tit I.m, ^ires, rua io
oms n. 20,
.
(


..

^N


r*y
y

.

.-



*
.
Diane de Pernambueo Segunda feira 20 de Julho de 1874.
CIltnUKIR* HKIXIS
yANfflA- FRlNCEZA DENAVE-
GACiO A VAPOR
LISHA MENSAL BNTRB O
Havre, Lishoa, Ivrnambuco, Niode Janei-
ro, Santos (srxiAU nii'TOlUj, Montevi-
deo, Buftnas-Avrcs, (com bal<)eagao para
o Rosa nul.
STKIMUR
CnmnkiindiiRlc Cnpeltc
E esperado da hu-
mp* ate 24 do cor-
rente, seguindo de-
pots da indispensavel
lemora para os por-
tos do sul de ana es-
cala ate o Rio da Praia.
Para fretes, encommeedas e passageiros, trata-
secom
OS COK91GNATARIOS
AOGUSTO P. D'OLIVEIRA k C
41Ra do CommercioEntrada pela rni
______________do Torres.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
*fv-*e eMtelraa vapor.
P4.P.AHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARAGA-
TY, CKARA, MANDAHU B ACARACU'
0 vapor Gtquid, eomman-
dante Martin*, seguira pan
es portos acima no dia 22 do
eorrente is 5 horas da larde.
Recebe carga ate o dia 21
do eorrente, passageiros e
dinheiro a frete ate as & horas do dia da sahi-
da : escriptono no Forte do Mattos n. 11
Pacific Steam Navigation (iompanj
ROYAL MAIL STEAMER
JOHN ELDER
(DE 4151TONELADAS)
Commamante W. F. Hewlson.
K>pera-se da Euro-
pa ate o dia 19 do eor-
rente, e depois da de-
mora do costume, se
goira para Banja. Rio
de Janeiro, Montevi-
deo, Rueoos Ayres. Sandv, Point, Lota, Valparai-
so, Ariea, Islay e CaMao, para onde recebera pas-
sageiros, eneommendaj t dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do dia
de sua ehegada. ,
OS AGENTES
Wilson Howe A C.
-PRACA DO COMMERC10-
W quarto.
Uma rica cama de jaearanda, 1 toilette de dito,
com pedra, 1 guardave tidos, 1 bidet, com pedra,
1 i abide de pio setim, 1 dito de amarello, 2 es-
pelhos d&urados, I appahlho de porcelain para
t'ilette. I tapele, I cwuawua do Smarello, I ealii
de para loallus, l mco sanl.;uiu wiu itnagftna, 6
qiiadros Je ditas e 1 tapcte.
2.1 quarto,
I'm guarda rour-a, 1 cama, Jo aniartllo, uma
meia cortim-id i, t Inlette com perleneas, 1 ;ai1ei
ra .to Laian.;.., | eabilu ingle*, l.!a." I iii.a-t m
pedl.-i, I oanliei.'O a g:u, dais lnl!l;'aj de Vidro e
t t apt. it-.
3." quarto.
Uma mobilia de amarello, 2 caminhas para me-
nino, 1 eabide e uma meia commoda.
Sale. 1e ja'utar.
I'ma mesa elaslica de 3 taboss, 2 aparadoros
detmaivli<>, 2 guardas-louca., 12 cadeiras, 1 sofa,
1 quartinheira, 1 relogio, 1 piano de jacarrnda, 1
apparelho para jantar, 1 dito para afmoco, I pa-
liteiro de prala, 1 espelho grande, 1 eadeira de
balance, 2 cadeiras de descaneo, I par de jar
ros para (lores, garrafa*, copos, calices, compo
teiras eoolros objectos qne estarSo patentes no
acto do leilao
TERCA-FEIRA 21 DO CORRENTE .
no segun to audar da rua da Aurora a. 43.
A's 101]2 horas em ponto
li\j')as
o do i
LEIHO
LEILAO
activas ba 'mp.'uaixJa'tlc 81 iuas casas do taipn cdliertas lli.i, boos pertPiicentes a massa falliJa "in
Joaquim vieira Ctrcibri da Srrra
TERCV-F&IU 21 DO OHIUNTt
%' 11 lii.
(i agtiiJe i'u.1 cuuipriudu o mandadu du lilin.
Sr. Dr. Suit de direito especial do cummer 10, le-
van a leilao, no dia acima mencinnado, as divi-
das a-iiva na importancia de8'Gi71U, e doas
rasa- de tiipa coberlas de tellia, -ita-i no lugar
Beberibe de baixo, a rua de Sanio Ajiiiinu. bens
puru-ncenle.-) a r,.;issa fallida do J..i|uior. Vieira
Coelho daftilva : o leilao sera tflentuado as 11
byras, em 14.
propria para familia ; para- qualquer inrormacao
a agencia da rua do Marques de Olinda n. 37, 1.*
audar.
iinsosnv^sos
* -s
Ijeilao
DAS
53,
do
14
-14
( tpa\i
(DE 4027 TONALEDAS)
Comtnaiidaute Bax.
E*pera-8e dos por-
tos do sal ate o dia 2
de agosto, e depois da
demora do costume
seguira para Liver-
pool, tocando em Li's-
boa e Borieos, para oode recebera passageiros,
encommentias, carga e dinheiro a frete
N. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua cbezada.
AGENTES
Wilson Rowe A C
14PRAC.A DO COMMEKCIO14
PROGRESS*) MARITIMO G PORTO
Gnpreia poriuense ti<- navegaciio a
vapor enire I'nrnisai e o Brass I
0 VAPOR
Almeida (iarrel
Cemmandante Totuasini
E-iperado do su
em 18 do eorrente de
pois do pouca demora
dentro deste porto se-
guira para Li-boa *e
Porto com escala por
S. Thiago.
Passagens e fretea de carga*, encommendas e
valores, tratam-se com os
AGENTES
!:. R. Rabello *V C
48 Rua do Commercio 48
Conipanhia lie navejf&^Ao h va-
por bnhiana, limitada
Macei6, Penedo, Aracaju e Bahia.
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 14 do
eorrente o vapor Sinimbil,
o qua! sabira para os por
tos acima no dia seguia-
te ao da sua ehegada.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete
Agente
Antonio Luiz do Oliveira Azevedo.
7-RuadoBim Je Rio Grande do Sul
O brigue nacional Sahu sahira para o porto aci-
ma, e recebe a carga precisa para alastrar : tra-
ta-se com Pereira Vianna & C, a rua do Vigano
aumero 1.
Natal, Macao e Mossoro.
Para os portos acima vai sahir cam muita bre-
vidade o hiate Olinia, recebe carga a frete com-
medo : a tratar com Joao Jose da Cnnha Lages,
na rna do Vigario n. 33, ou a bordo, confronte
ao traptehe Dantas.
Libras eslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
_______Run do Commercio n. 42.
Segue nestes dios para o Aracaly, por ter
parle de sea carregamento prompto, o hem co-
ohecido hiate Deus te Guarde : quern uelle quizer
earregar ou ir de pas.aagem, diri'a-se ao escripto
rio de Barthobmeu Lourenjo, rua da Madre de
Oeus n. 2, que aehari com quern tratar.
Palhabote tJoven Arthur*
Vende se e te nawio prompto de urn tudo para
navegar, e feito de madeiras do Brasil, esta anco-
rado no quadro da descarga : os pretendentei po-
derao examinar. e para tratar com Antonio Laiz
de Olrreira Azevedo, a rua do Bom Jesus o K7-
PAIU'
A eseuna Georgian* tegn* nestes dias para o
porto acima, e recebe carga a frete : a tratar'com
Tasso Irmi -s & C
UlLOtS.
Agente Pestana
moveis, lou?a, crystans e 2 pianos, sendo
1 de manivells
Ter^a-feira 91 da eorrente
no segunoo. audar da rua da Aurora n. 43
Am flO lit Iuoi'hm
0 prepost do agente Pe-taia. coinpetentemeo-
te autinsala por duas famiHas que moravam
juntas, as qnaas te retiraram para o Rio de Janei-
ro, fara leilSo dos moveis .abaixo decla, ados, us
iuaes apenaj furam usados 4 mezes.
Sala dn freate.
Una rka mobilia da jaearanda, com tampos de
pedra, 1 tapcte grande para sula, I piano do afa-
mado fbri;ante Debaio, com manivella, pares de
lanu-rnaf, carradeirai, 2 espelbo* doura 4 ricos etace-
ret, diversa* Sguras de poreelma e pedra, enfel-
J para eima de naesa, 1 raioffcr, I lustre eooi
m?os e I costareira de nwgoo.
dividas activas, na import ncia de.......
9:2419791, da massa fallida de Farias &
Lessa
TERCA-FEWA 21 DO CORRENTE
^a8ll horas da manha
No escriptorio 4 rua do Bom Jesus n.
primeiro andar
0 agente Pinho Bones, em cumprimento .
mandado do lllm. Sr. Dr. juiz de direito especial
do commercio, levara a leilao as referidas dividas,
como abaixo se declara, na importancia de .....
9:2iU791, portencentes a massa fallida de Farias
i<\ Lcssa
A SABER:
D. Mariana da Rocha Bastos
Bernardino Antonio Pereira
D Clara Sophia de Araujo Lima
Antonio Innoceucio Itodrigues da Silva
Antonio Francisco Leonardo Coelho
E. i.olombier
Lourenr.o Nanes Campello
-Dr. Venceslao Garcia C. Chives
D. Uelfina, viuva de M. M. Tavares Ccr-
deiro
D. Hermelinda Augusta de Oliveira
Souza
D. Clara de Sampaio
Antonio Ribeiro da Costa e Silva
Joao Pinto de Lemus Junior
D. Sehhcnnha Sarnpaio
Jose Miguel
Dr. Virgilio de GusmSo Coelho
Capitao Jose Joaquim Coelho
Julio Cardoso da Costa Araujo
Vicente Ponce Ferreira
D. Manoela Muniz
Brandao
D. Josepha
Manoel de Ctaristo Pache^o
D. Maria
D. Ambrozina da Rocba Basto?
D. Igvacia
Jo>e J..aquim Riheiro Vianna
Viuva de Joao Paulo Ferrwra
Mesquiia '
D. Eulalia Sergio de Mattos
Luiz Ribeiro Vianna
Jose Francisco
Manoel Figueiroa
Jus6 de Sampaio Coelho
Joaqoim de Miranda Seve
Joao Evangelisu Gomes Caslro
Coronel Joao do Rego Barros
D. Alexandria de Barros Lima
Jose Joaquim Casado
Joaquim de Souza Teixeira Junior
Itodrigues
Francisco Antonio de Miranda
Thomaz Garrelt i
Forlunato Julio
Afl'inso Vieira
Jos6 Lopes de Oliveira
Andre Godinho
D. Maria Luita
D. Alexandrina F. Ferreira dos Santos
Joao Martins Nogueira dos Santos
Te-noleao de Albuquerque Maranhao
D. Adelina Lino
D. Joanna Peres Campello Wanderley
D. Antunia Maria Rotriguos
I). Auna Adelina Fragoso
Frederice Chaves
Vicente ^htunio
Manoel da Silva R'beiro
Custoilio de Araujo,Lopeg
Anac eto Pubio de Jo. Carvalho.
Joao Olympio Marques
Azevedo & Gomes
Di-rles \V;.lter
Antonio Manoel de Souza
Visencia Maria dn Soledade
D. Emilia Cysneiro
Dr. francisco Cornelio daFonceta Li-
ma
Martins, eaiseiro da Adarason
Joao Leite
AITonso Ferreira
D. Anna Joaquina Lie-
Fernando Spindiao de Aguiar Mraiar-
royos
D. Maria Monts-negro
D. Thereza llluminata da Paz
M. Lecomte
Luiz de Farias & C.
D. Innocencia Maria dos Passos
Manoel Antunes Borges
Jesuino Xavier de Suassuna
Jose Antonio da Fonseca e Silva
D. Jiisepha Maria da Annonciacao
Mariano Pereira de Souza
Caetano Pinto Ferreira
Adolpho Emilio de M. Ferreir:.
Bemjamin do Carmo Lopes
Joao do I'nuto Alves da Silva
Antonio Uenriques de Miranda
Viga'io Camillo
Bernardo de Moraes
Alexandre Kodrigues dos Anjos
Jacintho da Horn Pires
Manoel J< rge dos Hassos
Francisco J,>S'i da Silva
D. Candida Carneiro da Cnnha
Francisco Guedes de Senna
Lauriaoo G. de Aguiar Montarroyos
Manoel Bessoni de Mello
Manoel Pereira Barroso
Jo?6 Ferreira
Henry Lynden
Almeida Lopes & C.
Marcolino da Silva Villar
Ji>ao Pedro de Mello
Manoel Antonio da Costa e Souza
Jos6, ourives
Jacintho Pedro de Mello
Antonio Joaquim de Barros
8.?00
5,500
44,000
9,5< 0
171,100
44.450
t5',620
,320
7.C00
34,600
960
26,059
3,500
12.820
800 -I
600
16,650
78,420
8u,ICG
1,000
10.660
53.526
16,880
7,200
1,100
4430
43.0 0
7,200
6,000
5,000
27,000
205,600
17,560
378,120
46.070
10,500
5,080
72.1 0
6,990
15,301
5,120
71,500
34.010
4,000
4.320
24.000
98,589
6000
26,280
34.000
122,990
58,000
4,*60
34,100
13,50:'
41,200
5,480
8000
iCO.OOt:
i2,520
20,310
12.000
139,610
6.080
>8Ji60
3,480
DO
sobrado de 3 andares e sotSo da rua do
Commercio n. 22, edificado em cba,s
proprios
Ter^a-felra It do eorrente
A's 1 i horas a ruaiiha
Por intorvencao do agente Pinto
Em sen escriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
Leilao
DE
miudezas e objectos de pbautazia
Tcrea-i'eira tl da eorrente
Ao meio dia
no armazem n. 44, da rua do Bom Jesus
A SABER :
Chapeos para criancas, pecas de" fita de seda e
do sarja, chapelinas para senhuras, extractos,
ceuas douradas, alflnetes, aderecos, brincos, Do-
loes para coletes, cintos, agulhas, sapato- para
criancas, luvas para senhoras. chapeos de sol pa-
ra senhoras, sapalos de tranca, boioes, potes com
bauba franoeza, colchete?, butees para camisas,
fita de lMho, flta para debruar. fita de cos, fol-
guedos para cnaucas, e outros muitos artigos de
pbautazia que deixa de menciona los para nio se
tornar enfadonho.
<') agente Pinho Borges levara a l'-ilao as miu-
deza^ acima mencionadas, pur conta de diverstis.
LEILAO
DE
uma caixa com calcados para senhoras
A saber:
20 duzias de borzeguias de pellica amareHa, cha-
grin e lasting.
'0 ditas de botmas pretas e de cores.
3 ditas de sapalos de i-dres.
Terea-fetra 21 do eorrente
A's 10 horas
Por intervencao do agente Pinto
Em seu escriptorio, a rua do Bom Jesus n. 43.
LEILAO
81,415
28.000
25,720
18,^00
68,610
609,750
86.940
36,000
13,i60
73.495
36,440
752.1-0
7,740
46.940
14.020
1:014.570
295.730
34,880
11,460
25,100
2,400
5,780
7,5 0
10,000
79 998
260,100
66,510
30,000
232,380
13,560
136,180
6,400
8,1100
33,800
10,560
2.H00
13,000
913,235'
19,500
9,900
1:242,795
DE
Moveis, louQa e ciystaes
Um piano forte, 1 mobilia, 2 candieiros a gaz
(pstenle 2 pavio-), 10 quadros com ^ravura% 1
toillet, i guarda roupa cam espeth", 1 cama de
ferro, cadeiras de inola, tapetes, 2 mesas de jogo,
1 mesa para xadrez. I e>tante para livros, 1 ca-
bide para chapeos 6 cadi-iras de guarnicao.
Uma bagatela coat pertencas, 1 mesa do jaca-
rand-i, 1 dita elastic, I guarda louca, 1 guarda
comida, 1 filtrador.
Uma maehina de costnp fWheler & Wilons)
1 seereiaria de mogno, osteira, jarro da sala e
quarto, 2 lavatories, servicos para toilh-t, lou;as
pa "a r.iia e, iantar. cooos calices, garrafas, cooi-
pot iras, 0 bicos o arendellas para gaz, capaciii,
balaucas e 2 camas de vento.
Um lavaturio com tampo de pedra, 1 me3a #e
cama, 1 sorvrc^o de electro-plate para almoco e
muitosontros objectos de casa de familia.
Quarta-feira 22 docorrente
Na rua da Aurora, casa n. Ii9, (depois
da casa do quartel geueral).
0 agent? Pinto, autorisaJo por nm estrangeiro
que so retira para a Eurot^, levara a leilao os
moveis e mais otijectos acima Btescionados, ex-
isteoies na casa da rua da Aurora n. 149.
Os concurrentes que tomarem o boni que parle
da este^io is 10 horas da manba, terao passagem
gratis.
0 leilao piineipiara as 10 4ioras e meia.
m\ in mnttV;
AOS 4:000^000.
BILIIETES CARANTIDOS
.4 fnta Priimiro de Marpo (outr'ora rua Crespo) n. S.'i e rasas do costume.
0 abaixo as>ignad>, tendo vendido uos seus fe-
llies bilhelesum inteiro n. 3716 com 700, am
me o n. 2298 com 1004, e outras sortes de 404 e
204 da loteria que se aeabou de extrabir (106),
eonvida aos possuidores a virem receber na con-
forraidade do costume, sem desconto algam.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
d.i 6* pane das lotenas a beneflcio da irmandade
de Sant'Anna, da igreja da Madre de Deos (109'),
que se extrahira no sabbado; 25 do eorrente mez.
PRECOS
Bilhete Inteiro 44000
Meio Dilhete 24000
U PORg&ODK 1009000 PARA CIXA.
Bilhete inteiro 34500
Meio bilhete 14750
.______Manoel Marlins Fiuza.
- Alnga se barato umas mei-aguas novas, na
lrave-sa das Barreiras (becco do Aquino) : atra-
tar na rua do Cotovello n. 25, casa de azulejo.
CASA DO OURO
Ao* 4:0009000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
nuito felizes bilhetes a sorte de 4:0004 em nm
meio bilhete de n. 2186, e um meio de n. 568 com
a sorte de 1004, alem de outras sortss menores de
404000 e 2 exlrahtr (108*; ; eonvida aos possuidores a virem
receber, que promptaraente serlo pagos.
O mesmo abaixo assignado eonvida ao respeiu
vl publico para vir ao sen estabeleeimento com
prar os muito felizes bilhotes,que nao deixarao de
tinr qualquer premio, como prova pelos me.-mc s
annnncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
antido da 6' parte da lotnria a beneHcio da
irmandade de Sant'Anna. da igreja da Madre de
Dens, que se extrahira ao dia 25 do eorrente mez.
Preeoa
Inteiro 44000
Meio 24000
De lOOaOOO para eima.
Inteiro 34500
Meio 14750
Recife, 11 de junho de 1874.
Precisa so *'c uma ami
MJ' coziulmr em casa de
j.equem fhmjlin, prefeii:>
do-se escrava : ut rua do
Capibaribe n. 40.
Perfleu se ila rna db Apollo a esUc&a do
Ciuco Pool as, uma lelra da quanlia de 1664000,
sa :ada por Joaquim Rodrigues Pinheiro e aceita
em 30 de ab il pelo Sr. Gaspar Cavalcante de Al-
buquerque Uchda Junior ; a pessoa qne a liver
acliado pode entregar a lua do Apollo n. 51, venda
como
Na rua do Imperador n. 38, 2* andar, precisa-se j
de um optimo copeiro, o que seja activo no ser-
vico de mesa.
Rufino fugio
Em Km do n.ci ric fevt-rr.'ro fuffo o rurraro
acima, tenoo v :igni?s rrfiiTntra llftia Wn m
no-, inait oj ::i.. n )i, cor pic ti, cabellw r.npmli -.
ea.'gans br.-.:;c, e>ttora r:i;.ilar. um I ul. m-.
'Ar<\ temtodos >m .V:it (: U:ja-ta 4a p-ma 4in
U, briftm*: i-."-i>i.i < !.: i).i.i ,;ua .. I t-> ,
' .1 > .;< r. I i .-. \ta I n .-,, I,.,., :,,_ ,. ,-,h.--.,.
" '- JU *. ''I ti -, r,-\, .-:. .|- lu.i i": r
p.- rxv. ^j.;,--: .., r V i r i*m i^
'!' v> -\ \i w. I ^ i.i: .1.-,- '.i k- 4 Nirp
Ji tar !. mi a r.: i ik- S. ij .ncal n. :t, a&mmu
ao lado d.i igrqa, qi nvi si atiii^dM.
N'. 'lillilioi -! <:.ar:n.i :.. i. 1,- -j:in filfar
CiUi D. Clara Correu de Unbare*, profe<-ora ^ue
morou em Sanu Amarr, a neg -do de .-eu Me-
rcsse._______
Aluga-se uma bo.a c.ia coal ei<>iln-
tes coinmodos, a rua do (". roiel Su-ssuua
n. 169 : d tratar na mr-s oa rua n. 171 .

Aluga-se
uma casa para familia, t'ro-ea, com agua, gaz e
despejo, sendo o 2 andar, na rua do Hospicio n.
6t : a tratar no 1 andar.
J/uir
Agente Peslaaa
Leilao
DE
20 saccos com arroz para fechar contas
QUAJITA-FEIKA 22 DO CORRENTE
Aa 11 horas ena ponto
No armazem do Sr. Annes, del'ronto da al-
fandega
0 preposto do agente IV-tana fara leilao, por
conta e risco de quern pertencer, de 20 saccos
com arroz, para fechar coutas, em um ou mais
lutes,-a vontade dos Srs. compradores.
QUARTA-FEIRA 22 DOCORRENTE
As' 11 horas em ponto.
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fand'ga.

Joviano Manta sgradece a seus parentes
e amigos o obsequio que Ihe prestaram a-
compaubando ao cemiterio pnbl co o cada-
ver de seu tio e curatellado Fran -isco Fer-
uandes da Silva Manta, e Ihes roga o cari-
doso obsequio de assistirem a" missa que,
no dia 22 do eorrente mania celebrar na
igrpja matriz de S. Pedro Martyr, da cida-
de de Olinda, a's 7 boras da manha, pela
alma daquelle finado, por ser essc o seU.mo
dia ap6s o s-u fallecimento.
D. Rosa Maria Meateiro
de Paiva
0 genro, as filhas, a nora, os netos o netas da
fallecida D. Rosa Maria Montei.o de Paiva, agra-
deCOIO m r amizade, que se dignaram honrar com sua pre-
senpa os ?aflragios, que pela alma da mesmaf'fi-
nada se celebraram na tarde do 16 rtn eorrente
na capella do eeraiierio publico ; e rogam Ihes
ainda mais o ,carid"30 ob.-equio de assistirera as
Dissaa que celebrar-se hio no dia 22, setirao d^
seu fallecimento, pelo seu elerno repouso, na
igreja de N. S. do Terc/>, as 7 bons da mauha ;
pelo que se confessam desde ja summamente
gratos.___________________
AO COMMERCIO.
Jo3o Pereira Moutinho, para evitar qual-
quer duvida, julga conveniente'dedarar, ao
respeitavel publico e especialmente ao corpo
do commercio, que o Sr. Bazilio G ^mes
Pereira Rodrigues, deixou de ser seu cai-
Xbiro desde o dia 30 de junho proximo pas-
sado.
Recife, 48 de julho de 1874.
Aluga-se o armazem da rua da Moeda n. 35:
a tratar na rua do Amor in, n. 62.
Aluga-se dou> escravo3 muito adios e fieis,
para service que come o das 7 horas da manha
as 5 da tarde, sendo um debts muito bom piotor
e jardineiro, enteadendo de todo service de jar-
dim : n Soledale, deTronte do palacio do bispo
n. 73. Na mesma casa coqipra-se nma eserava
quo seja perfeita cozinheira e eogommadcira, sen-
do de seus "'0 annos, e muito boa conducta : a
tralar a qualquer hora na me Silverio lugio
quinta-feira, 9 do eorrente, levando calca de alj?o-
dio azul, nova, e eamisa velha de algodao branco;
este escravo e cabra, de 50 annos de idade, alto,
cheio do corpo, cara redunda, barbado, cabelio
bom, e a barba bastante brauca, denies bons e
miuJos, muito conver.-ador, vagarcso no andar,
descorado : recommenda-se as autoridades poll-
cia>3s e capitaes de campo o apprehendam e levem
a raa do Cabuga n. 3, 3 andar, ou a rua do Ira-
perador n. 28, que se gr.itilieara._______
Aluga-se um pcqtuno sitio, edificado de
no-o, no lugar da Tamaiineira : a trater na rua
do Commercio n. 9, andar.
Aluga-se a casa n. 113 da rua da Coneordia,
com bastantes commodes : a tratar no Recife, rua
da Cadeia n. 3.
24-1(118 do Haiqiirzdt C!ii Esqiiiiia do hre*.-o Lnrpo
Partieipa a seus frgctzs e iimigos qu> nna. u
o sea rstabelrciiicnto de n loj-.c ro para a r. bsna
rua n. 24, or.de etwoMnrin iim giacde < r*UMBtc
do relogif.s de parcde, : n cricanos, e rin a ut n>?
sa, dos melhores go.Misequalid.idts, relifi. :
algibcira, dc todas as qua!ida> es, patei.i- .-ut*.-.
de ouro e praia doi tada, fileado i; laqu-1),
gios do osro, Inglei, IrwulnWn, do^ r-'irr*
fabrirantes, cadeia tie rur.'. |-lac;i.n e prak-. IM -
dctod^s asqu^lidades, tfldop.r irecos rev.!! 6;
ratos.
im bo nm
Sao se prestando o pequeuo espaco do armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, part um abaste-
citlo deposito das diversas m rcas de fumo, quo o
ab.ixo assignado almejava ter, acha so d'ora ei
dlan'.e aberto outro es abelecimento sob a mesma
denominacao de
ARMiZEM DOFUMO
A* rua do Auiorim n. 41
com todas a? pronor^oes desejadas, e onde pode
rao os senhores freguez a dingir-se. certos de que.
como at6 aqui, ach rao sempre a par da modici
dade dos preQos, a maior sincridade possivel. .En-
tre as differente3 marcas de fumo da Bahia e Hio
de Janeiro, que tern sido annunciad.-is, acaba de
chegar uma encommenda especial, que muito deve
convir aos senhores fregnezes. Conscie te o abai
xo assignado de que ne.-te gent-ro d negoeio nio
esia sere competidorcs, fara muito por evitar que
taiiih>-m o- tenha com relacao ao pi-queno lucro
que procurara cbter da dita mercadoria.
lo.e Domingues do Carmo e Silva.
- Aloga-
tm
C'rdeiro Simocs I C.
Aeabam do reeeber r-A^ v,:{
Riquissimos cortcs 4e p rgnrio d" sett" l!< -
com listras arhamalotadas.
Dilos de linbo para veslidos, cintendo c
te, o nec'-s-arii) para c':i enfeite. con-"
fianjas, traumas, lotiie?, liveilas, rte.
RiquissiiiKis chapeos para >erli"ra, ult;>:..'..: ^ ia
rna Primniro do Marco n. 7 \.
Alua-se
o predio da rua do Rarao de II Bor:a n. 2
eammodos para panda familia. cmtrnd
gas enc.rra i.i, grande quintal be"i I
portto nara a rna d.- Ataln i tratar l:. i
Ponte-Velha n. 75.
.
PIANOS.
Acabam de ei.- g
elegantes n m
a tuna casa na Capunga, com com
m>dos para familia, cai.^da ^ piuiadar, ccm bomJ ohecidos-rabricantr
quintal e murado, e po^-. de aoa : a tratar no
mesmo lugar, a rua das Crijulas d. B.
r ncili bon* pian ti -
. -. dos m. Mai .- .
< i-. ijaai Alyk i
Aluga-se

mm
J
1
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri- i
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra- !
ta e brilhantes, seja j
qual for a quantia.
Na mesma casa ]
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
o sobrado de dous andares e loja, site a rua da
Aurora n. 79, tendo agua, gai, eslnbaria, cocheira
e ct-iiuha : a tratar na mesma rua n. 81, seguudo
ndar.
Agente Pestana
leilao
DE
^**45,79l
Os pretendentos poderio desde ja eiaminar os
livros e dividas no escriptorio'do referido agente.
LEILAO
DO
grande s brado amarello,
de 3 andares e sotao, da
rua da Iinperatriz, em
frente a matriz da Boa-
Vista, o qual damn bom
rendiineuto annual.
Tercas-felra 2 1 do eorrente
as 11 horas
0 agente Pinto, novamente aatorifado, levara a
leilao, a> II horas do dia acima dito, em s'u es
criptorio, 1 ri a d< II >in Jus n. 43 ; sendo qm
dita vsnda ft ra denoitira, em virtude de novas
ordeas oHioJS'nento recebidas.'
50 caixas com cerveja extraburgo, quei-
jos suissos, viulm RorJeaux em quartol-
las e em meias ditas, dito de Borgonba
em caixas de 12 garrafac, lic.jrc? finos,
conserves flnas slames
QUINTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS EM PGNIU
no primeiro andar da rua di Commercio
Q. 0.
0 preposto do agente Pestana facA leilao, por
conta e risco de quern pcrleacer, dos objecjoa aci-
ma mencionados, em um ou mais lotes, a vontade
dos compradores, para fechar cont.>s.
QUINTA-FEIRA 23 DOCORRESTE
Am M.t liora* easa ponto.
No primeiro andar da rua do G mmercio o. 9.
PEOTESTO.
& Lessa, iogistas de fatenla, a rua do Livramento,
de qne resaltasse o debito que rigura na lista dos
devedores a sua massa fall da, e qne mesmo nem
conheco esses senhores. Recife, 18 de julho de
1874.
Dr. Manoel de Figueiroa Faria. $
Ao publico.
LEILAO
DE
moveis e mais artigos. uma canda proprfs
para familia
Sabbado 25 do eorrente
A'S II HORA* PA MAMHA
No segando andar do sobrado da ru do Marquez
de Olinda n |5
0 agente Dias, eomp< t> nteurente antorisado por
dnspacho do lllm. .^r. de.-emb^rgador juiz de or-
pbaos, levara a b-ilao, no dia e hra acima de.-ig-
nados, os moveis e mais artigos perteocentes aos
bens do fall^cido Manoel Antouio Vieira.
A SA BER :
Uma mobilia d<- jacarauda, I dita de amarello,
'com oda deditu. I sofid jaearanda, leepti-
W08. mldura donrada, 4 jam- ara (lores, 2 ban
eas para jogo de jaearanda. I mesa redonda de
npa de uiogun, 1 marqurza de
amareiif., | mesa de Jiu>, I mesa para jogo, I ca-
ms de atranll'i, t commoda d nrng-n, t apara
*T dpamari-llo, I rnmmoda ded>lo, I go>rda-
ronpae'r>g,d 2 ;:,re>dp lantern I candi-iro
para kernsepe, 1 par 'do ecardeirs e 1 canoa,
0 abaixo assignado, deparando no Diario de
Pernambuco de hnje, com uma relacao doj deve-
dores a ma.Hsa fallida de Farias & Cessa, em enja
relacao vem exarado o seu u>me como devedor da
quantia de 16*650, declara pelo presente, que
aada deve a referida massa, e qne, sempre que
comprou fazendas no estabeleeimente que gyrava
sob aprecitada lirma, pagon-as imraediatamente.
Seria convenient que a an'oridade eompelente
vedasse a certos negocitntes fallidos publicarem a
seu talante nomes de pessoas que nunca precisa-
ram do llado.
Declara igualmente, que nao se responsabilisa
por divida alguma que alguem ouse conirahir em
seu aonif, sem antirisacao por escripta. Reeife,
18 de julho de 1874.
___, Joe loaqJim Coelho.
1% WflM
- Apparecen nma va'-ca no dia 10 do eor-
rente mez de julho, no Arraial. junto ao sitio dos
Buritis : quem for seu d no, p-.de vir bu>ca-lo no
mesmo sitio qua a achara.
i Aluga- o o armazem da rua do Duqne do
"^.axias n. 30 : a tratar na SnUdads n. 27 com
o.'e Henrique da Silva Gunnaraes.
Iru7doeDuquead?cLdi.;s R 'jfflSiSSi
uve tradsacco^s M^MgllWa o^jecto's deeautela n. Utiafc mS
proqrio dono.
Uma famiiia que se retira para fora da provin-
*ia, vende uma escrava insigne engommadeira,
eo:t nheira e c stureira, boa para tonur conta de
uma casa de familia : na rua do HsrtM n. 86
sobrado.
So ellii!
c -
donel, Henry Her- yd V,.!:; ft C. : u \., .
rrraneez, & ma do Baiao I iTi I ria, ontr\?a '.-
ii 7. aprccos mult i eonunodos.
rerfumarias.
Fia oxmrt>M, bankaa, -. a, opiaSa e |
iriflce, agua de Nor de Mranja, .'.>:aa m
livina, fl. rida,'lavaBde, pns de an> t, M
cro=me:ic.is. mu.to; arttgodeticad** em i
ria para^raaaalM an fraaeos di :;i :-i--. pjuri
iJijs si>rti las r- garrafas do diller-u>- t...: u
d'agna de Culogiie, tudo do priaaeira <
dus boui cnliecidos .'abiieanies Piv.-r e C
So amin,'. in do '-'apor Kran.-ez, a rua C I
da Victoria, iiiii'ora N>,v.. n. 7.
Quinquilhariaa.
\e1if$nb de dMNrcatai >** *
phsknt-.ishkB.
Espelh-s, leqm.-, luvas, joia- d'ouro, taaaoi -,
i \h*<, munhas do e stnra, albuns.
raixinlMS para r. uat u, bolsinhas d" <
Jita de C'-ur-', e rel:nbai para braces de i.h
ebksotea, Imifpiias, ocafa,peariatt.pamU n .r
charutose ogarrtMi eacovaa, paaaas. rari-ir,.>
madreperola, Uuete para lanternas, mala-. I- ,
de viapen", venesianas para jxu.il..-., estanas
pos, lanterna* magieas^csMi vaasas, j-~go> j. ,. ,;,,
le damas, de bagatclla, piadr-s com p > ;?
gkbos de papH para rlamiDacde<, mart? da
raser taK, espanadores d?;ialhas, naia|n Hi ,
acoordios, rarriohos, a L ;\ 9 jiara cnan>, -
iutras muita> quii.quiiharias.
Brinquedos para meninos
A maior varic-Jade quo se p^'ide atejar 6* to
dos os briequedos faoricados em difl.inu ,
da Europa, uara entretinintos das crianr trA.
i precos mais resnu.idos que i p<"mwI ::o ar-
mazem do VaiKirFranci-z, na d>' Uario da v'.
toria outr'ora Nova o. 7.
A 9$
Botiuas para homem
Muita attencao
0 abaixo assignado avisa aos habitaf tes desta
cldaoe e dos arrabaldes, qne se acha mudado da
Ba i xa Verde, na Capunga, para a rna d j Rosario
da boa-Vina, para a easa a. 30 : quem preci ar
dos sens servicof', como hab litado a eurs r as mo-
lestias jnigadas lnciiraveii pela antiga niedicin*,
pode-.. dirgir se a diu easa, q-e o eneontrario
ate as 10 horas do dia, e depois das 4 da mrde a
qualquer bora. Recife, 18 de julho de 1874.
Domiugos de Suuza Barros.
Pulseira perdida
Do Ihf atru de Saot > Antonio ate a ponte de San-
ta Isabel, perdeu-te na none de 18 do eorrente,
uma pulseira de mosaico preto : dao >e os signaes
a gratificase a pass oa quo a iiChou e queira res
tiim-U : na rna da Lingorta n. 3, audar.
Allencao
A Chapelana Imperial e a nnica que torn os
eommodos e Verdadeiro-* chapeos de copa molle
e aba dura : na Cbap-laria Imperial, a raa Pri-
me xedeMarcorj^J)______
Villa de Paltaares.
As Sras. Carroll partieipa milia, quo abriram um collegio francez para o
sexo femioino na villa de Palmares, onde rec6be-
rat' alumnas internas e externas. Ensinar se-ba
alem do francez, portuguez, iuglez, arithmctica,
gecgr3phia, historia, musica, bordados, etc. Tam
hem se propoem a rece'ier alumnas das 3 as 6
boias da tarde, por metade do preco : para tra-
tar na mesma villa. n>> paten da Feira
Aluga-se para estabeleeimento a loja do sobra-
do n. 17, sit-., a ra f'ti ai.abaJa de cuncertus a reparos: quem, a
Knvteiider diriia se a rua do T.j.ms n. 12, acru>
tJiio, r* andar.
ESCHAVO FUI.1D0.
1 Fugio desta cidade, no dia 13 do eorrente, o
escravo de nome Dommgos, que tinha vindo do
Limoeiro para ser vendi 'o. de 22 annos de Hade,
cor preta, boa figura, pooea barba, ostatura alto o
frauMoo, faces encovadas e com in dos dd.i dos
p misa braoca e ebapen do pa ha : pe ie-foa quem
o pega,r o ievar a rua Duque de Caxia u .S2
qua sera gratificado.
R'jga-se ao Sr. Epaminondas de Sonza Gnn'veii
o lavor de vir ou maodar a rua do Baro da Vi -
toriii n, 44, loja.
~~ALIHM=SE
Imp^ratrfir n. 1
a loa e^ %sdar, a rt
""''tar no WWftwIccimento d^nommado Ofe Im-
pera,riz,lhfapgma casa.
I- Alua se on vende-se uaa casa
Pharol
Acs bam de cheaar grandes jactr.ras de I. i.rji.-
Jefcezjrro.de cordavao. de peUea. d^ durauu*
com biqupira. do heicrro com boi..e, e c zes a 9^000 (a escolher) pur lei v,ndo p-iidr
quantidade por conta e arJaa 4as fabr.e iu;.-
ao armazem do Vsimr Francez, :i rua do Barao ix
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
l*ara aenhora.
BOTINAS pretas, bran eas e de cores. diiW-rrrter
lisas, enleitadas r bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com aslto. bra* m
cad.^t. H* e ^c,>e8dirfereaiss, bomid-
SAPATOS de tapetes. chariot, castor a de trar" .
Para asseninaa.
BOTINAS pretas, brancas e de cures diffi.rtr..
.n^,... ,IM!'' "Mtadas e bordadas.
ABOTfNADOS de diversas qualidades.
sAPATOS de tranca portucru' zes.
Fara naenitio*.
v2Mr.vS,n^bMerr' hl*W p"rd> ifl.
BO riNADO.s e sapatues, de btaaTQ, de deveraa:
qua I ul ad es.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilhonne, pi-n.~r
meias pernejras para homeos, e meias ptrm .,
para merinos.
No armatom do Vapor Francez, a rna at r,n;
da Victoria n. 7.
Kom negoeio.
Traspas.a se a Uwma n 65, a rna do B*A do
Tiiumpho, em uptima kKalidnde ocom cmuiuJae
i xcell ntas pira familia : a tratar com o c..ouo-u
dadr Tassn, quo >e do o proprietario d. k *&,
naraute u arr uiainento pelo tempo qu >, eon
vcackmar, e fat wnda da arma.ao e gaaerua ii
tenths, a diuh^iro ou a prase.
Aluga-se
o armazem e dons an.uro.1 do sobraik, a rua *a
!R D" ru* do I M*dre do l)o..s n 32 : a lr*ur com o Sr. Yb.-xMi
n. 80 a tratar na rna Nova n. 13. |Timcs, na cseadaiaba 3a dtafdtfl n. 5. -






'
--------------------m--------------------, -
,^flW%*ftjdfe t4&tftdi&
mmm
m mm
k'mio Bards d'j. Triu.Jijiho'(ri4o|ran) rs. 100 a 104
.. CARDOSO dc'lRMAO
'KVIS\M nos senhores do engenh'S e outros agricultures ,e ao publico em geral que
tOBtinuarn a receber do Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e macliinas ne-
-866aVias bos estabelecimentos agricolas, as mais mode nas e melbor obra q>,e tern vindo
o merca-lo

f\
'f^S de for$a de 4, 6, 8 e 10 oavallos, os melhores qoetem vindo ao meratfo
uaiGeiraS de sobresalqnte
lioendas inteiras
para vapores.
e meias moendas, obra como nanca aqui veio
IS fundidaS e batidas, dos melhores fabricates.
flodas d'agiia
vO'
II w
i *

para
para raesa e banco.
li^cnjna para ge|aP,
Yal villas
ardim.
com cubajede ferro, fortes e bem acabadas.
KOCiaS dentadaB de todos os tamanbos e qualidade*.' ^
Kelogios e apitos par ^ores.
;>0!lluaS de ferro, de repucho.
AraOOS dediversasqualidades.
Pornias para assucar,grandes e pvquenas.
pandas dofeiTO fUDdido, fmnceras de diverse* e .bonito* gostes.
fcOg'OeS iranCOZeS para leuha e carvSo, obra superior.
Ditosditos psraaz.
Jarros vie ferro fundido
Pe3 de ferro
If a! *-
l^ para geiar :gua-.
para bomba e baJah-.-.irc.
Cbrreia inglezas para machinismo.
.bailCOS e SOiaS com tiras de madeira, para jardim. '',
OonCCI'iOB concertam jin promptidao qualquer obra on machina, para o que teea
sua fabrica btru montcda, com gra;ide e bom pessoal.
EnCOm.uendaS mail,Ism vir por encommenda da Europa, qiiiUquer machinismo,
para o quo se correspondem com unia respeitavel casa de Londrea
ecoaum_dosmelhoresengi5nheiros.de Inglaterra; incumbem-se de mandar asseutaf
Gtss it chinas, e se respunsabilisam pelo bom trabalbo das mesmas.
Rua do Uarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
F U 3 D I A 0 DE CASDOSO d I R M A 0.



..
.U
hjlv/x rl
"'Esta encouraeado!

!
Arecisa se de uma ama para cczinhar:
uatdo >|1> fc \g;iona p. 23.
11 4 rf nlcil se de duas, 3 Jdo
II i\ ^ Unla Pjft e'''z'J1,lare conl
I'-l i kj pr r e oulra para Invar e
, I'Bguniiiiar, j.rcfcriau0 se a primeira, etcrava : na
rua do Crespo n. 7.
Precisa-se de uma ama para engi rauiar : Da
ivessa do Corpo Santo n. 23.
travessa

*
Again inol* em pclra dura
Tanlo da ate que a fura.
Roga-se ao illra. Sr. Igaacio Vieira de Mall
jsenvao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque d> Caxias n. 36, a con '
:luir aquelle nogocio qile S. S. se comprometteu a
reali9ar, pela terceira chamada deste jomal, em:
fins de dezembro de 1871, e depols para Janeiro, Preeisa se de uma ama que saiba bemco2iuhar:
pas8Q<| a foversira aabril de 187i,e, nada .camprio; na rua d) Ringel n. 8.
9 por esle motivb de novo obamado para ditb "7-------
9m, pois S. S. se deve lenbrar que esta negocio Allia
Je mai3 de oilo annos, e quando o Sr. *ou nlho s* '. -----------
achava nesta cidade. A Ttkaf A Preci?a-se de uma, que Ic-
AllODfiO.
Precjf a sa de uma ?ma para cozinhar :
na rua do Vigario n. 29. 2 andar.
en
AMA
, -ruzes
familia
Vep(Jrse .a engenno Sw Pedro, gituadj n -pro-'
viocw de. ilagoas, co_mar do,. P.yrio Calvo,. a
pienos de.nrha legpa .'distaute do poito d>t mar'do .
iGarcella, tern oxoeileutos ttrras, uiaiaa, e safreja co D
* a traur m-xaJ ^ y% Ami
alia BOBS costumes, pan o
service de rasa de prquena
a rua Du ,u ilu Caxias, outr'ura das
n. 8.
i Off^d|cc so uma* ama pai
para lavar e
casa de
do Maris-
_
_
- Alugase 6 palacete-'Bo-'fallecid' Custodio jj^e
Alvesfiftimaraps/ na ilha dos. Ratos (BoaVisfa),
onde raorou ultimamente o.Ulin. Sr. Dr. IgoacioTde
Barrps Barreto : a {maf njj.ja dq,Passo, t rpa.
Primeiro fle .Harro fMtiga.do.&sj>oJr juato^o
arco de Sant> Antodio.'
1U.
Miro t'fla Ttia *jva n. ti
,rreci>a-se Ue: uira ama quo .ozinhe
com pcifci.;ao pa a casa do honiern sol
Viicei>te/|qgio
Chesliiro i ndensed Milk.
I.tite cendensado novo.
Cerv,ej'de ISaruega.
Mler & C.
Xa ruVVewa de SantS Rita n. o7, irccisa-s
alngar uma preta para vender cure taboleiro.
Xa nojto de doulingo, 5 do corrente, faita-
r?ffl flo eogedho Kola', freguezia da Escada, dms
... V iS.Mt'1
t. .*
;
x
't.ws

:

______. i/flBv
S)-C!]lifilCi)
ISO
;:. &nla llm
Rua viCo Barito -da Virforia
'. itr'ori rin Nova n. iii, primeiro audir.
t *S:L!.TAS das 10 boras 'a manha
' ii'.i, c chamados ;i. r escripto a
,''' :::: hi>ra do ili. e da nt.it".
ESPECIALIDADES parlos, radleslias
loos e do apparel ho respiratorib.

0
'- Kl
6^^
?
S. CARLOS
\enda se ouarren1a-=e o engenho S. Carlos, em
Ij>. >Un*a, moe-nte e corrante, com t)das as obras
em psrfeito estodo de caaservafao, e muito bom
d'agua : a Iratar na travwsa da rua Duque do Ca-
xias n. t, 1" andar, com Gabrie! Antonio de Castro
Quintae?.
Empreza do gaz
A empreza do gaz tern a honra de aniiunciar ao
publico iiue ri'irel eu uliimameute urn esplendido
sortinaenio de lu.-rres d-5 vidro, candieiros, aran-
delas e gl> bos, ruj;-s amotras estao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aosj
suus fregiiuu-s poin preco mais razoa*e| possivel.
ElS.*?10!. ,tt Vlrenlp escr,avp. de 20 annos bra os> de soila.carregallor ff esquipalor obr
ieri^ie^ J,1T*:*9?' ^"^^eiia** regular, :d, lem marcafe de coleira nos udoi por traba-
Lr?ni n i tT "S M,K l-** 6e "'^'T r0*' eca ""o, ferros a inarm no quarto direito
branco e alguma diais Una, perfeneente a mi cal- e no quelxo menor, com /signal Tons ou dez.
&*&2% T.0; f 0M"' da fre8"e- Outro, alasao lostado, os hWos ferros em cima
i^r T^ ," Ma"0R- dJ? '*[ -'vr\ ^ad,^ da nca e na queixa.h, carregador obrigado na
V> n?-,C/aJfi e, c'-'ral''hw da- inadriaaa a :.rede>, e tern'ma redea, trabalha na caugalba.
^T. "* fa [!*MSm*'l& f,Vscravo : AmboS:estao gordos, o russo e gran !e, e o alasay
n?, ?\9? r' aS 6"" e-^,w?s ^ campo novo, Umauhodemeioaeima. Inf-.rmnm que estes
,Df '.* fK)l!':,aes' a apprebensao do dilo e3- i animae9 foram furtados por Manoel h^Hhn Ta
rwX eew?egal Qn-IeM"*! (l^^rP. ru* do-Uarea, |ue ja es.eve no coito do liaado .Si,,Ueiray
^,/;,<4 Sr. >aquro:M^ra Reif, ou Ba.aDgealie Mupan, e Mathias AMMH-vda Snza
nacidadod,, Assu *p Sr.^ToNMto Augusto de! reitor do Manuel Antonio Dias, seoborde!tiPn2
OlLve.ra Bapbsta, que seiap.cwprpiMoeiue grau-: Rotaf por ter 9jdo dajpdij,,, Visto s: b- f o dno so-
!nhor do enganho que aqtielles eram l.-i.lroes d-
cavallos, que vieram acossadoS do 13aW". mid; live
foram apprehendidos dous "cavj.llus fu.iljs no
Sonta, ^
Fupileircr
Maliol rgaaoid'fto Candeias (o antigo rtmilairo
da pruca da fudeperi lenei ), enoarrega se 4V fazer
quakner obi a de ua Me, e bem assim de coriar
e colbcar vidros em vidra^as. espelhos, etc.. tudo
por modico pre^i : quern de sen prestimo se qui-
zer utifisar. podo dirigir-se a casa dc soa residen-
cia, a rua Bella n ';.
Aecebe-se eneommendas de fogo do ar, para
dentro e fora da provincia : no armazem da bbft
amarclla, a travessa da rua do Imperador.
Attencao
Na rua estreita do Rosario n. 35, prepara se
baudejas com lodo gnsto pnra casamcutos e bai-
les, pefij barafo ptc$i do 205.e !Sj,.baridejas ar-
madas cpm bolos "finos, que Tazem mnita vista e
satfsla:! a'seus donos ; na -mesina rasa faz-se bou-
quets para noivos, eom (it.i b rdada a ouro; dan
do-se os cravos, j.endo a, cue mmenda feita 4
dijs antes e faz-s^'mars Wrato uo quo em oulra
pre.
,eTs:'Iefri5a?7 cravns/Ii,alias, jaudades e qualqiter
llur que seustluaos aueiram. com ntas UrJudas
a euro ; bouquets para enftitar bolo=, por to-io
prego : tudo o* fUa" estreita. do Ro^ario n. 3^f
sobradj de urn anaar.
Os abaixo assigoados fazem scienle ao cor^o
commercial que dissolveramamigavelmente a so-
eiedadc qne gyrava -sob a firni* social de Sa a:
Pinto, :m uma venda de molhados, .-ita ao largo
do Paraizo n. 30 flemdo lcd'-aclivo e passivo a
cargo do socio Pioto. e para que cliegue ao cp
nhecimento do publico do commercio fazem o-
ypre*en!a..annuni:io. i i
Recife, 16 de jullio d* .1.874.
Aulouio Joa<|uim de Sa.
*!anccl Pinto Alexandre.
......" 'II I
CO&fFMS.
.Preeisa se comprar jous escravos, pedreiro e
ejfrapina, paga se bem : a'tratar na thesouraria
'it >nas, a rua Primeiro de Marco n. 6.
Conductor
Na rua do Bom Jesus n. 17, precisa-se fallar ao
Sr. Ricardo-F Catanlia-de Vascoaceilos, emprega-
do na linha ferrea do Csxanga.
engenho liuerra. Gratilica-se liem a ijVrii d. r
noticias dos dous- cavallos furtad.,s, no iigenbo
Rola, ja dito. -
Whmu
IVKOSAVENDA. OM
nfe Lima
Fagiram no did 7 de julho de I87-, doensenho "
Giqui, freguezia da Escada, TlorismuDdo Mar^ 'r
.
-s. c:
. | tem uni tompleto sortimeulo de calao e franja de
' iiro r.nl r de?ti typ'grapliia em o.ro e prata, verdadeiro, de todas as largura*.
-. altninistralor, venle-se os sequin- 'a'-ot'^dura- d. undas j.;-.ra officiaes, canulilhos e
,enf<:ites paia bordado Tumli'm .-e tncair-gadc
m, ,. I t'doe qu;-.lquer fardanwnto,. ct-mo s-ia : bonds,
Hsperta dtalogo ins- lalins, pastas, espadaa, dragonas, eharl teiras, ban-
', Bftalytieo. historico, c .no das, aboloadoral lisas edooradas, para rriado,
:m mUiito'e um liberal por tSOO ete-' a'?'m coino urn complcto sortimenti de
.fianjas, gwaj Mso para annaiiiento, cor.dfo de la
v.- nintnto
B iPuBnilia rnmiu.r- <> '""" ,,a |ara lluadro? e espelhu's (c ;nforme o
nauce, 0 gostQ Ua eacaaiati-nda) tudo nor mrrttoiaasnna pre-
co gue i m otitra qualquer parte : na praija da.
(Indepei dencia n. i 7, junto a loja do Sr. Arantes.
!.. I iturss 2 volumes por
i .. e dui criaJo livre ou escravo, de
A... ua rua das Lr.rang^-iras n. 18, 1
." r
i .'! 'Je junho proximo nassado,
' 'i ravodaCaetadb-Oonealves
: i tarmo do S. Joao-, de Cari'ri, de '
' preto, narizehaioe aparaj
. .. > earn Ha bem Unas, os pes gran-
._ itarra ; leva ora gibSo decouroj
i .. foi inrntado em jm eavallo cas-
::. it i .. lo na villa,de S. JiSo, pro
':.> la y. '\!'.-i do Nbrte. Qaem p pegar,
.i di! i f,izi iida on a cidade'de Areia ,na casa
. nleaio Ca>snlo & Irniaos, italianoB,
reei'O pen-ado.
.N : i.-ii-lij i- o.-iiiidu a ar.ematacao de
extrabida das ourasda^asa em que
de<- r a iccebedoria derendas no Jia i.'J
-o couvbte, i i tranfeiida para o dia 18 a arre
naiac&o Uo restante das mesmas.
i.;. .. :. tHesouraria d; fai'eaSa de Per-
fiboeo, junho de 167%.
0 2.' feiiiptarario rerviado 1c g;er Carlos J. h Smiza Corria.
Ama para en^ommar.
Preci.-a-se do uma que saiba ongonwar roupa
de r.onv.-m e seohora, prefere-se quo seja eeeravai
na pharmacia .Torres, a made Marcilio Dias n-
135^_______________________ J_
- Franci.-co Xavier I'arneiro da Cunha Miran
da, pelo presente faz satu r a quern oavrer, quo
desdeo primeiM de Janeiro (l oorRaie anno pas-
sou a assignar-se Francisco Xavier dt Miran a, o
que ja tern fiito em divi-rsos papeis, como escrip
luras, etc.
Recife, 11 de iulho de 187i.
Praocisiso Xavier de Miran la.
Desappareceu
Alugam-se \
' .' ensaes, na Passagem da Mag-
blena ; lira' r no mesmo hjgnr, comoSr. Ma-
nocl da Suva Joieira, junto a prime ra taverna ao
ada es^utrdo indo dj Recife.
j da ca-a do abaixo asn'gnado no d:a 13 do eorren-
, te, o sea escravo de nome Manoel, conhecido por
Mauoel Amaral, com os signaes sognintes: baixo,
Jsecco, fails moito, pmem, um pouco alravessado,
j foi escravo do Sr. Antlrade, na Paralnba do Norte:
foga-se a -|u m o apprebender, leve o a rua de
' Sania iiita n. o, entrada pela ua nova de Santa
Rita.
Bi.llarrr.ino A'ves Aroeha.
All 3-a* um -i'io no Capanga, a rua das Criou-
AGUAS MlNtitALS .N.iTUHAKS
DC
\Mi) (tat
l*i-ereriv*-ia as de n iijj-Vi;.j
por serein as nr.icas que cousorvam todas as suas
propriedades depok de transporiadaa.
Funte S. Jf:iri>, e a mais efDcaz na anemia, na
las d. 57,.Wado riiaiio hoaa^casa, grande numero albuminaria, na cblorcsis, no empjbrweimento-do
de "rii.Hai'ras, cacimoa-, lanques de banho, bem-, sangue, e nas febres intennittentes. Os resuitado
baa, int.
pirn etc.
nde i irdim e-uma grand
A Ira r Da rua Urea do
baixa de c^-
Rosario n. 20
Pio--isa->i; de u.n eriado, proforo se escravo
no hecc i lo Pa Irt a. i8.
Madanca.
R irigues Uea'des faz sciente que
mud'-- ?- esta'.eleciraento de genjros de estiva,
.par? :r. i raa da MaJre de Deus, armazem P0f,'t0
'* >KifDle a guarita do con.-ulado provincial.
ibtidos na^ diab.tes sao malt a aotaveis.
j Funte Elisabeth!, nao se altera nunca e e a mais
rtfifl dasnipiis de Viclty em biaiibonnlo ie t.da
em magnesia e recommendada peloa sentwres me
diooa pela sua efflcacia nos engorgitatnpntos da
6gadn, do baco, nas affeccBes do estomago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJA SE
o n')Kii' da fonle aa caji.-ula
Vende se em caixas e a rutallto, no unico de
ques Lins, 3 e.-crav..s, sendo. A--terio, preto, al-
to, bem moco, sern barba, corpo regular, e olhos
brancos.; Elias,. .pre^o, bw.io*t.,.seinTbart,a al
tura medfacorpo regular;' e tcs iTous foram da
villa de Pesqueira. Luiz, rjr fula, bem moco,
barbado e tem os peitos caoelludos, estatura bai-
xa corpo reforcado e bem espadaudo ; tste foi do
Mossa Senbora da Gloria ; gratiflca-fe coirTgene
rosidade a qnetfi os apprebender e lev? Ins ao Re
cife, no escriptorio de Prancisco Mamede .de Al-
meida, rua do Torres m 12, ou ao proprietary
ai-iina.
1
i MEDICO-CIRIJHGICO |
m do
A Dr. Pedro d'Athaydc L. Moscoso :X l^vem-. a rua t
5 PAR.EI 0 E OPERADOR V ?,"ZLB1a,},e'P,a'
3nua do Vi.sca.ade de Albsiauei^fi ,imfb Jdboata">
Vende-se um terreno ora A? \:\ Frta, com fiO
palmos'de frente e 3SO de fdndo, b ndn rfoas fren-
tes, uma para a rua do C'.eundo e i utra para a
ua das Mocas, proprio para tdificar, cujj terreno
tem arvoredos : a tratar na rua da Santa
numero 7.
Cruz
:j-iuer-?t
0
(|iae n;;:.
ESPECIALIDADE
MoSeK(ii* de ts<-iilioi-an e vi&
meninos. ^|
Consnltas das .7 is 10 horas da ma- "
oha, todos os dias. .'.(
Das 6 as 8 di nuite,nas segunda*. quar-.igt,
ias e sexias-ieiras.
Os doenksque mandarcm osajfteus eha- SJ
mados por escripto. at 10 horas da ma-. %}
nha sera > visitados em suas casas. .X
Na travessa na rua^da Palma n. 26, defronte do
becco do Possinho, co'ze se com perjeicao e aceio
J j qualquer obra; da-se lianca e manda se levar as
obras aos freuuezes.
-4J


^aw'''i T**-*
**m*y*

COXStLTOaiO
^drarrico
DO
Dr. Jose' Felix da i uuJia Mo
' neates.
' Medico'dperador.
RUA E^TREITA'DO-ROSARIO N. 3t
. Da cousutas t, d-.s os dias das 0 bo-
., ras da m>nhi as 1 da tarde, dessa -h.-.ra
m
.
4
em tiiartttvacha se prompto para ijui
1 E*
..,'] quer cbamado, em casade sua residencia {"
&JL a rua da Princeza Isabel d. 4, junto A tii
I eslacao dos triihor de (linda.
iO.'
, $& Das 7 as a boras da manha da consul- fc>'t
'".j tas gratis a9 o^ires. M'
j e.-.pec:alidadf.s (>
o*) Moleslia: s\Vfeililieas, viadigestiva e fe .-,
&A bras. fc^
\m m
2 DE fi
' 9 A. B. da Silva Maia. 4
j*\ Rua d; Visconde de Albuquerque n. M
3f- il 'Vltr'iiri /*<' *1o rri*li-J4 Ak T>r*n l/iat#A ./
Tornou a fugir
Do Dr. V. C. C. Albuquerque ausento;i-se desde
o dia 10 de julho do correute anno o preto Bene-
dicts,-do 25 anoos de Uade, e" b..'tante. ladino, falla
iiiansa.xantador de modaa, e bom carapina, esta-
tura alta, espadaudo e um pouco etnrcovado, bar-
bado, tendo a testa pequena, falta de dent s na
fr nte, pes frios, e com uraa cicatr-z grande por
cima de cada um pe, pnpveniente de talhos de
machado ; msoeu no engnho Bujary, do Goy^n-
na, onde tem mai e jiarentes, tendo passado ao Sr.
Luiz Cavalcsnte do Albuquerque, nmrador na
mesma cidade, e desie ao Exm. Sr. Barao de Na-
z.reth, tendo a primeira vez que fngio. estado no
engedhir Parigaua, de oyanna, Pede. so a Udas
as autoridades e capitaes de campo.que o pegandD,
Direita n. 40, ao Sr. Boli-ario de
ou uo eugenho Funia, de Santo
. qae serio geuerosamente ^rati-
licados.
Costureira
a
^c?iK}^^ .i^X^iXlSSl ^r
CoDsHiiorio medico
\
%
E
Q
DO
- Dr. SInrillo.
Kl"A DA CHl'Z N. 26, 2.' ANDAR.
Recem-ebegado da Europa, onde iro-
ouentou os hospitaes de Paris c Londres,
pode ser proeurado a qualquer hora da
dia ou da noile para objeeto de sua pro-
fissao. /
Cousulta* das 6 horas da rnanbS as 8 ho- j*
rSs, e do meio dia as duas da tarde. jH
Gratis aos pobres. (j
ESPECIALiDADES. rd
Motestias de seohoras, da palte e de V
crian^a. jj
CRIADO
- Preeisa se de um criado para todo servigo de
casa de liomein Solleiro. prefere ;e escravo : na
rua do Marquez de Olin la n. 33.
m
Compra-se eobre, latao e chumbo velho :
armazem da bola amarella, a travessa da rua
Imperador. ,
V:HI
2^000
Saias de la com l>arra, fazenda supirior, pelu
barati.-simo preco de 23')00 ; assim como, linho
pardo com listras brancas, fazeada superior para
vestidos a iiO rs o covado : & loji diis arcoa a
r* Primeiro do Marco n. 20 A, de Gurgel do
Amaral & C.
Coques de tranoa
Run J:ij"j?!c{'axiali-5J
Augusto Porto recebeu pelo paquete franczn
um Undo sorlimento Ja coques de traocasdos'
gostos mais modern is e elegantes.
iVendese pea de sapotas de optima qualidade
aarua lo II spicio n. 73.

No prosrecso
k
do
do Carmo, vende-se
pateo
maateiga flor a 1,-5200 a libra, franceza a 800 rs.
a libia, bem como lem dm compfeto sortimentc
ie molhados, para qualquer chefe de fannlianr
ior BD3 J-^joti.a qiirf Bneoa.l-rara prafia mats com-
modo do que em oulra qualqner parte.
speuios.
Os Sri. que preten il.un nefoeiar a hypolhe-
ca de ."iOOjS sobre uma casa terrea sita na rua de
S. Miguel, da povoacao dos Afoaado, vencendo o
premio de 2 |3 ao mez, podera dirlgir se a rua do
' Bospicio u. 59.
SiVTLSiVPAlVUlI,iIV
DE
11B1ST0L
m 11, ottr'ora raa da rhatriz da Boa-\'isU sJ
V Chamados : a "qualqUBf hbra.
r J Consnltas: Aos po es gratis, das
O i horas Ij arde.

Aluga-se
0 picdi da ma da P nte Velha n 75, d.m com-
: i faii.ilia, couteodo agua'e gaz encana-
dos, om i|iparellio de limpeza, quintal bem plan-
tado, earn perta i i|ue deita para a rua da Alegria:
para yet uo nv -mo, e tratar eom o Sr. Diego E-.
teve**iaBiiA raa do Barao de S Borja, antiga
Jo Sebo, casa am obra?.
MI.VRMACIA AMCKICAXA
US
Ferreira Slaatt it 5 'u.uiaauliia
57 RUA DUQUE DE CAXIAS o7

frastes.

gaajw
Aluga-se o sjtio da casa.verme-
il's, i;.i travosfa da Cruz de Almas :
a tratar no sltio do commendador
Tass.ii. '
,,ra se e vende-se trastosnovdi
e ns? perad-jr a. '.8

Manoel da Silva Pontes !
avisa a seus a-:ii!g..s e fregueees, qua se cha -.de
p sse e ua djreccao de qua ea?a commercial,e.e
prompto a receber as ordens. dos que quizerera
coDtinuar a honra-lo'-com sua amtzade e cooOan-
Ca. .Recre,-i6dejc!hode487i.
0 ..baixo assisaado declnra ao pnhlico e a*
respeiiavel corpo do commercio. que julga aadi
Signaes do negro Feli-
ciano
^Pir^m1
is impuras
iJtRA OS.CASOS MAIS DKSKSl'KRADOh
J A SAl'SAPAlilUUiA DEBI'.lSfOL.pun
, :ica a massa do stuigo*, expelie. paw: f6n
arioolo, idad', 40 aanospftfico mais on naenna jt0fia! as "^
aJtoi'Ct.rpo regnrarV'bem-'prete, desdenta-lo, b-,ir-i'*8u'a to('*s
bado,m I'feitn
ile,- 'on ambos/
ha aeis nveze
esteve dons
zia do Bonit
Amaral, Nab'ueo vV C., vendem espelbu avaes,
qnadrados e KjtLondps, pivprios para aala, quar-
tos e loillete, toucal i -.- de cqIo di j e eoai gavria,
com moldura donrada, de Jacaranda e de metal:
nr Bazar Victoria, a rua do B.irao da Victoria
n. t
Sedinhas a 1^500 o cov do.
Venhr.rn antes 'ue se a'cahem : na loja do Pas-o
r ua I.' de Marco n. A.
Loja de fazeiidas
DE
Gflilii
IT.
ilC.
perleni-ente a
todas as rrrtiferins e 8'Zrs vicioisns fe 1
as socp6;6es, xiA vrtalidade i
vi-
r^esis
r
pois este um roinedio conslilutional, EUv
georo do capkan C Jos Mactiado,senb^ir do er-ge- Liiunca .distroe i3iim do poder eurar' 5 porerr.
nfco S. CbristovSo, da dlta freguezia e p' r 0 tes [constantais
Idavei a ^ porem savalguetn se julgar sencredor, aptmMp
l !(# %M W '&'& *&*& Wy .*5 Santa Ritan. 3. 0 mrsrao Jeclara que iaseciedade que tinha aalavfiua da ua de Santa
R;t n. 3, quo gj 1 ava sob5a finna coomc-rcibl de
j I'.olriguts da Silva &C-, desde:o dia 17 Ae abril
do current anro, sahindo 0 socio Jos* Rirfrigues
, da Siiva pago e salisfeito ;'c seu capital e lucres,
,eo ab ixo a-.-k-nado de pe.-^e daesiubehemento
,ccmtodo c activo e.pij-ivo. TaniMm decfara que
julga nada dever a finva de R7,d.ignes da Siiva A
C.;; poiein ** algaem^e julgar.com algauatiiwilo,
; apreeeote suas caataf, tudo iaio ua priao- 4e frei
; dias. Recife, 15 de julh- de 187*
3ao b nais-eabellos
n#
rmm mm.
Si. istcaappiawada pftlas ami'mifis de
nhcQida s perior a tods qp]
lo t$ h,,je. DeptiitHo ^rinci |
j*. r ma 'la (.s.leia do, aHftcila, hojn Jar-
qaairte tPind.i. n. M, V- andar, e err; n "t T.""^^' .
n. >, a_n*gori.)

h na panicu-Jar aotef^M^.''
i..teraeate-asjri/e a natureza. Portant-
enjrenhos esta occulto como ten) xftado. Ve a elo' _..i 1-- ,-,
primeira vez preso pelo rapiUo de campo j, So "m ludaS 8f do(ja*s constitwwn,m&cm to
Ventura.que aioratm Agtia Preta ; recommen-' '*** as w*'*"'<** locaes dependente dumes-
da-sea sua capiura ^s autosidades p'oliciaes e tadovicioso aimperfeito dosyslemaemge-
c;..iaes !etoa*iye'a'4valo ao "enganho Minas- j ral, achar-se-ha jfjue a SaIsaparrilha di
&'^X?^X*&tlaVo iQ- ii*'s e.uf ^edio seguro e efficassiss,
P cpgvnho : a.traiar no priniHTo sobrado passando! Vntoile*..-,
a poiite grande, da Mag&deua ^s curas milagMMs de
i|3943r*fult(1,
Massa fallida de Joaquim i,5*Wtt?ie"aS, ;
Joe6 Gomes xle iSoaza.
Os_ adnTifiistraiTf s. ;d>;t.i mai3a, ..novamenta
convidam aos respecyvp!, credores, para 00 pMzo
de oilo dias, -preBfeRl sius' tfthlos a: in de
ser^ra claasitlcados-edizeMm acerca'da'venda em
letlao dos debtps a reiwolainiMsa. tRua do fm-
Pv-raaor n. 39, !.? andw.
-: Para oasatoVfamilfa precfsa"ke de" nrria se-
ra de roeia ,dade, qtre^ ssiba cortar e cozer
ibora
ualquer vestido.com' perfeicap.
ua conducu : j, tua.ir mm
9, sobraddlad jlcj^| \\
.
0 antigo barateiro coiitimia a vender por menos
do que outro qualquer, com a franqaexa e sin-
cerida ie ja couhecida.
t^s de cures a 2i0 e 2i0 rs. 0 eovado.
Lie pretas superior, a 360 rs. 0 covado.
La e seda, fazeiida de t^iOJ por 700 rs. 0 co-
vado.
Chitas de cores a 210 e 280 rs 0 covado.
Metins de cores a 280 rs. 0 covado.
Cretones de padrdet Imios e mddercos a 400 e
HO rs. 0 covado
Rantlstas de Undo? padroes a 400 rs 0 covado.
Canibraias ue core, uiiudas e graudas a 280 rs. b
covado.
Dilas preta- corn flares a 200 rs. c c.'VaJo.
Can.braias brancas, boraa"das i abertis, fazenli
m::is fina '|ue tem vindo ao mcrcado, e fazenda
de'2i000o metro, por 1 -3000 a'vara; e pc-
chineha.
Cambraia traii-pareole, fina, a 3 a pe^a.
Dita Victoria, hna.'S 3*50'i a peca.
Algodao iranca lo, alvo, a 4i0 rs. a vara.
Dritn, branco de linho a UiOO a'Vara.
Hitos'de cores de linlioTmo a 500'rs. u covalo.
Madapol.io f rancez verdadeiro, 2! jirdas. a 6 e
'7^.a peca.
Algfidae T, largo e superior, a 5 a p^ca
Gurgorao preto de seda para vesliao e para j Ak'.e
a 35 0 cevado
Toal^'a* gran tes a 4 J500"a duzta.
Colclids graudes a 35 uma.
l> Co|j<5rtas de ganga, forradas, a 25 e J5.
Lenjos de linho, rbanhados e em -caixinbas a
3^500 a duzia.
X)itos de cores a 35500 a defzia.
' E oairos muit 3 arjjgojpor. pree>- Baratissinjos,.
So ua rua do Crcsjjd n. Jo, foja da.- '! portls., "ao-
se ,fccstras. ^
guspe.
Venda.sa 01 aegahHe*: r .;
Barra,
Pregealfa,
e Patrlel*.
A tratar com seus proprietaries "*- riaiii
e para infonnacoes eom Joaquim Pinto de Mei
rcllea Falbo na mesoia cidade de Haanaaaguap*
^^_______ Tawo Iraiiee \ C________
Wll-on Howe & L. vendem no seu armaatw
ma de Commercio n. li :
verdadeiro panoo de algodio aznl aitencajw
Excellente 60 de vela.
Cognac de 1" qnalidade *
Vinho de Bordeaux.
Carv9o de Pedra de todas as qnalidadea.
Casa c lerrenos baratcs no Sal
Aaaonio J ria das loterias a. rua do.Grepo n. fi, vende sua
casa de taipa e lerrenos de seux tilioa no tugar
do SalgidJpho t m. tratar KJMrute anta o aesmo.
'fara-Tiagfiis.
Amaral; Salauco A O,' 'afero de am coinplet
sortiraenio de objectos de gusto, vendem ot se-
guiatesid>pns*veis para viagenv
Cadnraa espreguicadeiras rJe ainr c fechar.
Malas de Oooro e de maletn, larradas tUko^
e de di versos Umanhos.
Kolsaa de coaro e dn tapete, de tnnitos tamanhos.
Capetes de barracha.
Cerolas, oiaiiiaw da aaeta, IwM e eaehineees,
tudo be 11
Estojos para barba, com pertencas.
Lanteroas /urta logo.
Chicotes de divtrsas qualidades.
Caniveies com eolr.-er, saoca-roiha e farfo.
Insignias mafonicas de diversoa graos.
No Bazar Victoria, a rua dn Barao da Victoria
n. 2._____________
Vende-se as segaintes.casas
terreas.
Becco daB6nba n. 5.
Re* do F..pn n. 22.
Rua do Padre Floriaao n. 35.
A traUr no oatco do Carmo, tiverna n. 1.
Vinho
%'erde
4e
Aiaaarantbc,
especial.
Vendem iv.eas 4 C, a rua estreiu do Roaarie
n. 9, juuto a igreja.
Sedas a 1)S280 o covodo.
Vende-se bonit.s sedas de H^tra* de lindas eo
res peio baralhsimo prco de t#28() o c vadn,
aproveitem que esta se acabead.} na rua di Du
qne de Caxias a. 88, U.ja de Demetrio Bastos.
Pennas de ema.
Tem para vender, na rua 1 > A norim n. CO, ar-
matem de Antonio Alberto d* S uz* Aguiar.
wooo.
Odchas de fusiao mnito pr.u.dts para cauoa,
pelb diminuto prero de hi: a I ja *W arrt*, de
Grgel do Jm-TalSt C, a ma Primeiro de Marco.
anHs?a do Crespo n. 20 A.
Vende-se um e.-cravo cozinh-ir.i do idad
de 26 ami ;, sadio e de boa c n !ii-ta ; e uma
preta de Made de 24 annos; de bbnil 1 fignra, mui-
to sadia, pprfeita rozirtheira e fnt^irmaadeira,
uma mulatinha deidade do 10 i.nuos, muito aaaaa
peca : no paleo do S. I'edro .' 8'i.
Vende e, enscirr..fada ha duns annos, a ver
dadrir:. agaardente de canua : aa ma da Imp-
ratriz a. 34.
TT


que ii fiador a I
S. Goucalo n.'
-'ChusnganftUsas,
E?fFER.MlDALIES iVi'Uil.I^CAS
,K*WS1PE1.AS, 0
RHECMAT1SMO,
"as;
Etq.,ira.^am;'..
qti tem-graligaalci t>aado-o:.'iUo if^JHiiifc1
'Salsa.parrfllj.a do Bristol
1 o* W4te paetes do universrj, 9*0'HUrta*
saeiii-o.^. -c^m' buWcurnh
jxatai4 M *WrtihtV%
1

UX1GA .LtilTlM*,^ PftlGIN*L
o
-
.PIiJaRMAaA;.CENTR.\L
liqfticla(;ao
j! ara 'iciiliar
nsefmidoan.P'rdosobfwrloft raj Jarjado Ro-'h Slnl tit 'Rr/Wn/' ^aC'" ",,1C S*ft f^" ^ PtTO-..". iSitJbffelQ dimlrruio (aM?^*1***^ ,-,
ift iiia"di Qiierauaalo u. 13
>WatJot a'tVijs K! m claiiaclitt I
jOnrleS de,drgart*sy^M';a*. proprf;= parit Wes-
P?i*si&9 carribVaia irai*.p*^t''',ri^ v 9%
)ita de^iu^adaia W 35300.
Grari(e*:ortmWiwMe lazMjirs pidnOej friMeraos
a 2 0 rs. 0,covado.
letins de :o:s >U4m W. 0 M*i\do.'
Uiilastle.fiCo'ei^iOr^ P'fVis. o cevado.
toadapilSo com toque a 3a30fl e 45 a peca.
>ito francez fino, CMfM varis, a;85 a pega.
Bri
Bri
,1
OiienieovigilaBledaeco-
nonia !
;EO]iAHATFII:0!
A' rua i. de Mureo n. 1.
Grandesortlmeobidee niraa e e :;nsciara-.
fazen la superior a '3i'60O a Covad i; t.-dus qneiVi
SJOOO.
Bnn- pan carja de cores t ptrta a 580, 400
500 rs. o cqva In. S6 aqui por rte nrej..
Ch tas em grandd qu.ntidad- a 2io e 280 n
covado
Melin- a 2i0 fl 280 rs. Superi'ir.
Percales a 3t 0 rs. o covado. So aqui uo ba-
raieiro.
Baptistas malis-adas com baira a 60 e iOi r-
o covado.
Alea>sian.is, fazn>ia dj phaWa-ia c m boiit
deseiihua a 4 iji.rs. I
CrHaaea awaaai a 380 e MO is.
UUntes aseaeerjM a lbO rs. o eovaia S,m te para ac b;ir.
M I p Iocs pwa todos on prects.
sedas de rors, verde, en'-amada e de baira*
cores a liO'JO, liJOO e 1 j300.
Cha'es de casemiia coin listi..s e 35o',0 e >5 .
e barato? e I
Bramante de linho a 15100 rs. a vara com dua.-
larguras I
Boiinas para aaufaan, a i 5
Coufionie ao arco ^e Saiil.t AotmiiiJ, 1 ia d^
Agostinho Ftrreira da Siiy.i Leal di C-
\ Barateiro!
A' rua 1. de Marqo n. 1.
Coufr nle ao arco d^ Safrtn Antonio.
E-tio vefid-nd i fazeudas p.-r ins-no30 0;i '
que em outra quai-juer* parti', para o que pede
um pouco de atleneao !
Madap-ilao francez, fazenda superior, veude
n a 65 a peia e J20 rs. a vara.
Chape js de sol .Id seda, para lambf, a 35, de
c6re, f-.zenda dc 6/ ; a ellcs.
Ditrs de.ajpaea. para boraens, de ii hastea? a
35500. SuperiuT qualidade.
Ditos de merino, eOm fluas cfirca \iZQQ.
sim e vender barato.
Cbapeos de sol de sola, iaglezes a II5000.
Dit s de cabo do marlim, o melh'r que ter.
vindo ao mr-rcado a 125 e 135. Wul am tiles.
Grande sorUmento de camisas irancezas, de 325
a 405- Superior' qualidade.
E-guiao de Infi i e alg. die a 5 5.
Cliapeos d" caeemira para hemeav a 35
Cortes de crcloau borUa-los a 65. : eai^fc cus
Uu 10*.
Caml.raia \ictor a, fina, a 35o8 '. coia 8 J|2 va-
ras e tia:isp..it:ile '.*.
' LojadeAgoMinno Ferrc-ira 'a Silva Leal & C.
Toalhas do linho a 50U rs.
Vende-se hiajbas d< tuhoa Jo luraM >>ino prero
de 500 rs. cana vO'Tia, i m-fcue 'de iiea vaJor ,
apruveitem. que estao seacabando: na rua Du
qua de Caxias n. S8. loja de l>e;nftrio BmIos.
N ende se a taverna da rin das Carror-is n.
que f z esquia.i" para a rua de S. Ivlo : a tra
ua rr.".-ma.
; Vemle-sc uma e.-erava iirtta, du 43 a 47
airtos a*h4e, rk'u*o h..a itMubaara Mtt-4
qu:.lquor rue a, etigonnna, ava, fax todo e qua*-
quer ervic> de pma case te fam^ta : para ver e
Kratar, ua rua do'.V.ig eira n 19.
) i f' r ,------i....... n.i
iito francez nno, eomau vara=. $05 a pe^a. t:
iiim,u3rdo trancadp aJgO e4A)0 rs. 0 covado. f
Irin'dH linlio alcocKua+lo tini.a 2.'5f)0 a vara,., ,J(
5 com.liftrasldc ije'cja, i, 400 is. a co,yado. ^,j
A. lf^a -diia^puftas
jCdiitlnda a ter urp n-; Ir-tu sortlmentij de ta-
rendas, quo DP'a qui idvde e: pr ; 1 pafee? irnp'j-
fcitfel, 'um'crimplel 1 s^rt^nenti de ;hita,ftara *f,'
880, 3^5 e 1*0 r. ri'ViTvi'd^prJinilinas n> Ifslra
100 rs. 0 covado, (fitas com If^trAs e palWahas 1
tiO ra ocvdo, t'rWa' oara r.h*rt a 240 rs. 0
covado, char* '-' de^ol Mle ^f.). coes*a"9.08H, ikosf'aVwMB r^ra r*ibrw,,raieaRalo
emltotliia. .*. I20(m portHU, WibalWrlWli <
a-eimeiw borlidojtfeffti dreawas rx.rad'a
peca. f ?des 'ti^ti.i maoaMba irwriai < Vr.i
do Qucimado n. 43. jfortas em freot-j dv-liivwrnrMtlo.
.-at

1
-
.


"

-

' -
afJ
V -
f
'V
'/
WWWN&
taaenaasiinas
Rua Priituiro d Mugg 7 A
Cordeiro Simdes<;&&
E' Mta nraa das easas que hoje pode com pri
nazia offerecer aos seus trefueaes am varia dissi-
o csortunento de faaendas Anas para grande toi-
lette, 3 bem assim para uso ordinario de todas, as
slasseu, e por precos vantajosos, das qnaes faz urn
i>eqnenoresumo.
Mandara fazeudaa as caas dos pretendentes.
iara$ que tern pessoal naces8ario,,e.dafl amostras
nediaate pcnhor.
Cones ae seda de lihda* cores.
Grondenaples de tod9 as cores.
Gorjurao braneo, lizo, de lislras,- preto,-etc. I
Selim Macao, preto erde cores.
Grosdenaples preto.
Velludo preto.
Granadine de seda, preta e^de cores.
Pcpelinas de lindos padroos.
Ril&de seda, braneo e preta
Ricas basqijiirjas de seda.
nsacos de m'eriod de c,ores, la, etc.
llamas brasileiras:-'"-' .
Cortes com sambraia braDca com lindos borda-
Kican oapellas mamas para noivas.
Riquissimo sortimento de las com listrai dp
>eda. \
Cambraias dfe cores.
Dilas maripozas, branca*, lizas (bordadas.
Nanzuques de lindos. padroet.
8apii^tas,.padroes deiicados. ...
Percabba* oVquildros, pretos e brancos, listras,' ABERTCRAS PARA CAMISAS A
,ln'iet(:\i .. I Vcnde-se abcrturas para camisss a 200 rs,!
^mtarJaaS'traJ8 ^^^ oara ve9tidos' ditas mais finas a 400 e 500 rs. ditas ie
Ricos cortes de vestido .de lioho. c nes da' esg"i2 a *&. ditas bordadas a 2.
soesma cor, ultima mod? CHITAS A 240.
Ditos.dei cambraia de cores. Veude-se chitas para vostidos a .240, 280
S^dSfpS^nboras'. e rs 83^/M? ^ j
Camists bordadas para seunoras, de linho a al- j ., .'lAiMl Ul.AU A d$. |
lodao. teodc-se pec.as do mad polao eufestado a
Sortimerrto de lavas da verdadeira fabrica de 3$, ditas de dito ingluz a 4JJ500. 55, e 625,;
is. 75-00, 80'
, BftA-VISlA
ua da Imperatriz n 72
-il
dond
cionad > agrndara* no respeitnel publico.
CDAPEOS DESOF. DE .SEDA A 4J*000.
Vende se chspeos do sol dc soda .para se-
nhoras e meninai a.49, dilos dp alpaca fi-
nos com 12 astes.a 49, ditos rjc. r.erin.6 Je
duas cores a 59, ditos de seda para ho.i.cm
a' G9, ditos ingVJzes com 12 .".--Ins a 89 c 99.
BimrPARDO A 4(/0 ;s.
Ventk-se brim pardo escuro a 400 rs. o
covado, dilo de cores com quadrinbos a
500 rs. o covado
CORTES DE aSEMIRA A 39-
Vende so cortes de casemira de cor, spara
calr^a a 59, e 69, dKos de dita prc-ta para
calga a 49, 59, 69, e 70.
BRIM DE ANGOLA .A 29 0 CORTE.
Vende-se cortes de brim de Angola para
j cal$a a 29, dito fnuito finos 8 39-
200 RfilS
CIlOCllES A iroOO.
Venie-se crocWs para cad> iras a 15500
csda urn.
LAZLNI1ASA 200REIS.
Vende se lazjj.has para vesliilca .200,
32 >, 100, e 500 rs. o covado..
ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vende se slpacas de cores a 500, 640.. J
800 rs. o covado.
CI'.ANDL S0RT1MENT0 DE TAPETE&A 4ft.
Vende sc grande sortimento de tapetes para
19, 49300, 59,o 69
tod-isos Ui man bos a
ca ia urn.
A rua do Cabqsa n. 1 A.
Os propqletari(t-da'?rHfeiiUiy..no .intuito d.
cbmni:w<4 km coj^oiio,que'UJoi mereoWo do
respeitayel publicp, diiUUfe'ui.'ido o seu estabeleci- ',
tnentodos mais que ncgociam t)b niesmo generc
veem setentrficar aos ?eus bom fregnozes qne pre-!'
'eniramaos^eu- correspondentes nas diversaspar- j
as d"Eitfpi>a ^rajlhes.eaviarem.por Ujdos o*pa-|
juetes os object^, 4e..lu?o e bum gi*to, qae se-,
jam mats, bem aceitos pelis Sociedadc.s elegante* ~
laqtieik's paite., vlsto aproximar se o tempo de
festa, em qe o bello sexd desta linda Veaeia !
.naii o,tfnia a riqueza, de ^pas toilletles: e eo- '
no ja regebessem peta paquele. frauce* (Uverse J
irtigos. da ultima moda, veem patentear alguns
i'entre elles" que se iorbarn mais recninmeodaveis, gtiinte :
Sfperando do respeltavel publico a costumadj Algodao azul americano.
.oncurrencia.
Ailereci.s ae tarUruga os mais liu.ios que team
indo ao mercado.
1 'Albuns com ricas capas de madreperola e' de ,
eliudo, Mldo divrSos tamanhos e baratos pre- !
08.
Aderecos completos de. porraeha pr,priospar&
^(q,tambem se vendem raeios aderegos muito bo- ,
litoe.
Botoes-de selim preto e de cores para ornato de
eslidoad* sechora ; .umbem tern paia collate
palira.
m TACflAS
i FUNOIOAS
Q a alidade super or
Sislcina oovo.
jkEtogeiiho Segre ^o
1 Vende =e n pnginbo S prdo. o">uuc.- ^P'Cil
: oma lcg.ia da psicle de Riaeira ., r., Mti r i*-
| rmie, bem obrado, e com le.reno* aaiia t-rjfe
quesafrejava mai? de 2,.i00 piei: a Um ka roa
do Enrantam-nto o. 5.
Mai? I'arato do qoem em qualquer outra pan.
NA .
Fimdieao da Anrora
C^STARU <& C, EH LIQlilDACAO.
vendem
Wilson, Rowe & C.
Era seu armazem a rua do Trapiche n. 14, o s
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.
^estua'- onraiiKniao*.
niUtf para baptiLad;i.
Obapeos par*) uiio.
Toaihas e gaardanapos adamascados de ode
r.para mesa.
Colchas de IS.
Cortioados bordai'- s.
Grande sortimento de camisas do linbo, lizas e
o.-rdada.i, para bomens.
Meias de cdres para bomens, meninos e meni-
.
Ditas escoceza.
Comnl-ita sj.timePtD de cbapeos de sol para ho
"eus e iabflcrss.
Merino de < Dito preto, tranrado- e fl<\o de verao,
otlhado de^ajio e algodio para to
Atoalhado pardo.
Dama.-fo de la.
Brias de linho, braneo de c6res 6 preto.
Setim de lindas cores eort tistrasr
Cbales de merino de cores o pretos.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta e de cores.
Ditos de'touquirn.
Camisas de chita para homens.
Ditas de flanella.
Cer^akta de linho e algodao.
09000.
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FEITA
NACtONAL.
Cai^as de riscado para traba'ho'a 1^000
e 19400.
Calgas de brim pardfj a 19900,29, 29500.
Calces de brim de Angola de cores a 29
e 39-
Calgas do casemira de cores a 59500,-69
e7ft
. Calgas de casemira preta a 3-3500, 59S00
e .79
Palitots do riscado a 1ft
Paletots de alpaca de cores n 23-
Paletots de a paca preta a 33, 33r'00, 49
59.
Annum da es-
Irella.
Uuico deposito de cal bran-
Boisas para senhorag, existe um bello sortimen j a Tt t
de^,Wpim^mMgri, etc., etc., pur cade fe. Bentoe Jagua-
ribe.
If. 6 -Cacs do Ra!!K!Sv-i\. (i
liquid a^ao
d dinheiro
Reis e Silva & Guimaraes, nnvos proprietario? do
j grande sc'rliment) de fazendas, silo a rua do l>u-
' que de Caxias, cutr'ora do Queimado, n 60 A,
convidam an respcitavel pubico e cdm especiali-
dade ao bello sexo a comparecerem em seu esta-
belecimentu, afira de proverem-se do que ha de
melhor e por preco assas comm.do.
Teem em cxposirjao, e a gosto de lodos, o se-
; teguinte :
, Seda?, popclinas, etc.
j Alpacas de cores.
Ditas pretas muito baratas.
Lis de cores.

i GRANDE queima para acabar de eamisasfran
cezas e inglezas, por lodo o prec>> a 174,18^, 20|i,
30i, 3o, 40^. e 'tHi a duza. L' no barateiro que
tern.
GRANDE sortimento de grosdenaple de cores,
a ii, 1*200 e USOOo covado. So no barateiro I
Quern ousa dizer que cao e barato ? por certo,
uingnem.
CHALES de casemira com li*tras, o mais ino-
derno que l;a a 3^500 e 4^, fazenda que cusla
em qualquer parte 6/. v*enham a tiles antes
que se aoabem 11 Ao I om torn I
Ak-m desles, outros muitos. irligos que deixa-
mos de e.s. ecificar para nao massar nossos fre
guejes, mas ettarao patcntes a Vista d s compra-
dores. Avista do expost ficamos convictjs de
que virao fazer ac;nisica't de bias fazendas por
pouco preco.
Ao barateiro I I I
Na rua do Crespo n. I.
Augoslinho Ferrrira da Silva LealC.
0 dono dest>> armazem de rnateriaes contrail
em grande porciio ral pretil, pela medida dos f,.r
no?, mediante ajn-ip, mandando botar no lugai
competente, garaniindo seriedade neste negocio.
Chocolate brasileiro-
Cambraias brancas.
Dilas de core?.
Pannos de crochet para, sofa, cadeiras e conso- Cbales de merino, barati:imos.
Lenjos bordados e de labyrint'bo'. Riquisslmaa basquinas de seda, bordadas, para se-
Colchai de cr"ochet. nhoras;
farlatana de todas as cores.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados
ara cortes.
E*partilhos lisns, bordados.
Foulard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas lachas de seda e la para senhoras.
Ri^o sortimento de leques de madreperolas e
oss c.
Damasco de seda.
Casemi*a preta e de cores.
Chitas, madapolao panno fino preto e azul, col-
arinhos, punhos delinho e algodao, gravatas, lu-
ai de fio de Escossia, lapelcs de todos os tama-
ahos, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
mens, lenos d-> linho bianco e de cores, toalhas,
luarcUnai'OS, etc. cic.
E* barato.
Vende-se um pequeno silio perto da esta-
jao do Salgalmho, tendo de frente 150
palmos, e de fundos mais de quatrocentos,
aona mm. elegante casa detaipa, acabada de
proxfrn.') e bem asseiacta, tendo 2 sal s, 2
quarto.s o cozioha fora. 0 terreno e pro-
prio o torn arvores de sructo, agua de beber e todo cer-
eado.
Para v?r e mais explicacoe?, no mesmo si-! /- _
tio a qualquer bora a entender-se com Tris- itOrram a grande liqUldaCaO !
tio Francisco Torres, e para tratar, na tbe-' F P ,,!,:,, .! f |
ouraria1 d.,s loterias, rua 1.' de Marco1 ,J FLi-,,ult,,a.....
o.6. I
| BramarHc^ de algodao liso e irancado, de quatro
1 larguras.
, Hamburgos de linho de differentes numeros.
j Toaluas felpudas.
I Ditas de linho.
! Guardanapos de linho c de algodao.
I Fustao braneo.
Colchas adamast adas, para cama.
. Tarlatanas d:. todas as cores.
: Cambraia adamascala [ara cortinados. Excellen-
i te acquisi^So
Grande sortimento de flanellas de cores.
Damasco de algcdao.
Algodaozinho braneo.
Dilo azul.
Sargelim de todas as cores.
Gravalas pretas e de cures, para bomens.
iJi-.-i--.-it-L.il.-.- de cores pora iCDhoras.
Punhos para senhuras e para homens.
Collarinbos, idem idem
Lencos dajinho mnito finos.
Cbapeos para senhoras.
Detos de mass* para horaem. Cousa Ihussima.
V'istuarios para bapti-ados de criancas.
Camisas injlezas e francczas" para homens.
Meias para senhoras.
Ditas para bomens.
Dilas p ra nieuina- e meninas.
Chitas franctzas e inglezas, dos mais agradaveis
padroi'6.
Madapolao dc diflerentos marcas.
E muitos outros objecios que seria enfadonho
enumerar-se.
S barato
Trancas de cabellos humanos, naturae?, nao
digo que teubam um metro de comprim'nto, .*ao
SolTrivwmente Compridis, pelo prego de i2t:00":
so na rua do Marquer de Olinda d. 51, 1* indar,
casa de Gustavo, eabelleireiro.
Coque cre?po natural, de lOi, I2i a 15*000
Cm par dc crespo natural, comprkloa a 5*000
Um luaet bizado por 3*000
Uma duzia de grampos frizados por 4*000
Coque.-, modernismo, de 40*, por 20*000
Diademas, modernismo,-de cabellos, por 5*000
Cres:ectis de cabello, de 305. 35* a 40i000
So na rua do Marquez de Olinda n 51, 1" andar,
em casa de Gu.stave, eabelleireiro.
Cora d;s eslrdkiMiilo (TurelM
pela faiil app!icar;ao das
SONDAS 0L1YAES
DE
GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfi-icoadas de '.odas
as conhecidas
Vendem-se
NA
PHARMACIA E DR0GAR1A
DE
Bartholomeu & C.
3i- Rua larga do Rosario 31
As unicas verdadeiras
Bicbas b?mburgueza." qn*- vem a este merca na nir do Mar por
narato preco. j
Bonecas de todos os tamauhoa, unto de kmc*
coqiO de cera, de borracba ,e,-de massa ; charna- i
aios1 a attencip das Exmas. Sras, para este arligo,
pois as vezeS tbrnam-se as criancas tnri pouco im-
pertinentes por falls 4e umbbiecW que as en-
-.retenham. In
Camisas de linbo h'sas. e com peitos bordado:
-ara homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulas de linho e do algodac, de diversos pre !
t. '
Caixinbas com.mosica, o que ha de mais lindo,
m dwtiws nas .umpas e proprio, para presen j FABRICADO.NO MARAMlAO
Coques os mais modernos n de diversos forma "as segmstM marcas :
'j>s. Fn.r de chocolate.
Chapeosparaseabora. lleceberani.um sOTtiroinv.. Ciiocolale de hauniiiia.
Jaulliina moda, Uuto para senboia, coino para Dito de.canel'a.
neninas. Dito cotninum, fino.
Oaaellas simples e com \6o para noivas. .Dito hemeopathico
Calgas bordadas paj?a ^ueninas.. J Dito de araruta.
Koireineios estampa^os. e bordados, de .linden Pi'0 dc inu^go.
'rts^hhos.
fiscovas electricas para denies, tern a p'roprie-
tade de evitar a carie dos dentes.
Franjas die seda pretase de cores, existe- uiu
<-ande sortimento de diverca9 larguias. e, baraU. I ,"
oreto.
Fitas de saria. d rrgvr5o, de Setfm e de cba !Da cidade da Bseada, Irei casas, na melhor bean
'lo'e,de diverts largutase touit;to cores. (daue do commn.-io, tend) uma deltas na,b,ri;>
Facfias de gorgwao jiMnto mdas. | bem antiga, a qual se acha remontada, com todaj
Kj-M.artibciaes, A Predilecta pnma em eon )as anas .peiuncas e com amaci) de venda, i a
Salsa-parrilha d<> Par^
Tern pira vender Ant- nio Lnii '. 0 'rtw Ar-
vedo, no scu cscriptc-rio, a rua i- : .' j na-
mero 57.
Vende se uma niobiiia do j....-.' r ia\rj ban
uso: a tratar a rua do Livrsu,ei:'
Lit/JithuS
Dito f*e ft-rro.
Chocolate vermifugo.
Vendem pelo pre^o da fabrica, lose Tavares
Carrcjro 4 C, a rua Direjla n. li.
Veude-se
a 200 rs. o cotftdtt.
S6 na rua do Queimado n. 43, juuSi i ioja
da Magni lia.
Cbi-guem, vnibam a cl'as 1!. .
Lazinhas de qnadrinlu.s a moda eteamm pc-
Jroes muilo cbi nhoras e meninas. pelo dimiauto preco de 800 n
-) tvvado.
So o 43, loja de Guerra 4 Fer:. :
DAo-se amostras com pcnhor.
E'cora as senhor. s.
A Magnolia, a rua Duipie de C a. i", pa;
licipa a. bello si-xo que acaba c r >;i Ea-
ropa, um completo s rtimeiilo de ..,v de ulti-
ma nioJa, e como acha desaee :^.i..
enfadouliu anuiiucio, p r ja ser ba.-Uate eul
cida, ecapricbar sempre emterb. --. -./fi,.)n-
demtes, -endo a pr me-iia que apr i S a i,
de mais moderno e por pram mm *aa%pM
i?o limRa-se a descrever Mmettfa o b^uiola :
SPilas-doumdas.
Bicos de tores, tanto -Ic seda cm la taipare.
Leqni-s diiurad'.-s, de madr-perol.i, ourtoa, UrUu
ruga, osso, etc.
S* hid as de 1iai e.
Presente-. diversos ariigi s proprioa far* pNaHlW
Golinhas c punhos.
Manual para mi-*a, com rapa <1< r nil irrifa
tartfruga, mar&ni, vellado, etc.
Stipaiirihos Camisa-- b" dad.is [iara .cnh -ra.-.
I-igis dc > il. .
Fran'as in sairas,
Adircf is de lariaruga.
Vollas de mad'repei oia.
Palaeiras de madreperola.
Lindas il res para cabeca.
li-lsas it; velludo.
rVrfnoaariaa dos rnelbores e mais alac ..!, al..
cantes.
Cbapeos d-- s-.! para senhoras.
Pilaa de vellaii. de tedaa a~ ewes
omr se.mpje um bello e grande sortimento des-' posse de'um terreno junto as mesmas casas":
as flo-es, nao s6 para enfeite dos cbtllos, como 5e .e tudo por fcoiico preco : a tratar com
*aw *w ^ j -. }' m**'i**l\.\l >'.- liir i; Will JOS6
'.ambem para ornato de vestido de noivas. de Azevedo Xamp.s. na Escada. e com Mano.-l
Ga!6es de algodao, do la de seda, braucoa, pre >Luiz da Veiga. no Recite, a rua do Vi-coude d-
os et de diversaa cores. Albuquerque n. 162.
Gravatas dft sedA para, homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de divrrsas cores
,-.ira aeanora.
Ligas de. seda de cores e brancas bordadas para
a.iiva..
Livros para ouvir missa, cop capas de madre-
perola, martini, 6s-o e velludo,-tado que ha de
!>om.
Peutes de taruraga e marfrai para alisar os ca
;-e!os ;.uem tambem para-t|rar ua>:.ar.
Port bouquet. Um bello sorlimeuiu de madre-
aerola, marfim, 5*so. e-dourados pbr barato prego.
PorfumSriSs. Neste artigo' esta a Predilecta bem
provida, nao so em extractos; cowl em oleos t
fianhas dos melbures odur*^-/ 'abricanteSj Loubio, Piver, Sociedad* Hygienica,,
^(Sj-^^6*11^'6 Rimel ; s3u 'Ddi>l^-^aveia para CHAPEOS. -Cbapelinas para senhora, g:sto novo
e ricamente enfeitados.
VENDE-E
um lerrepo no Arraial; com 120 pabms de fren
e 140 de fundo, com uma bo.i caein.l.a : no ca
da Comnanbia Pernamhucana n. 26.
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Corr
lercio, por preco modico: a traUr com Taan
Irma 3 C
Alta novidade de Paris
Mot
. .:r .
xr&oscas
Qiifreis livrar vos d;-t- s maldil ; i
pcai uma m-cliina de matar amscai
ua Magnolia, a rua Duni? de Caxii
a r :,iuOO-
D i\
Cairiee.
A Magnolia, a nis D-i pie ui- ixi .'.'.:
de o verdad-'-i ii Vigor deAur, qoi ibycdl
cabida Jos Cab -llos.
Sardas e panes.
So !em saida-- e nan is quern <|
Magnolia, a ma Daqne de Caxias b. i
vender a verdadi-ira G liiuria, q .
recer estas manchas aa p tOBoe dt.i-.
Si
:;iiiiS.
Vendem se d.-us si:'os na Pwnte -.
foram do Bna-lo JoAo "arroll: a ..
memaoa sitius n. 10, on na rua d
l andar. sneeassorea de Th' max He
-.'
; r: a. .
Saias Lurdada* p,.ra sechora, por commode
jreco.
Sapatiuhos de la e de setbu bordauos .para bap-
.isadbs.
Tapetes. Receben a Predilecta um bonito sorti-
nento de diversos tamanhos, Ucw para sofa co
iio para enirada de salas.
A'estimenus para,bapUi.ad*& aua.ha de melhor CORTIXADOS Ue crochet para cama e janella.
gusto e os mais moderno i recebeu a rredilecU j FRONH.AS de cambraia de linb bordadas.
deor ar:to preco, para bczr ao alcance 'sE'JINH.aS listraiias
F1VELAS de madreperola, de todos os tamanhos
e cores, segunde o ultimo figurino.
BOTOSS de aco para vestidos de senhora.
CASACOS.Talmas de ca-emira de cores para se-
nhora.
GRAMPOS donrados para cabello.go-to muito u vo
e bonilo.
lualqner bolsa.
Rua do Cabusrd 11. 1
%i(XlM
e e-
Especialidade
particular, piiro
nuino.
Acaba de chegar ao mercado alguus barris de
vinho do Alto Douro, especial e umramenle pre
parado do extracto da uva e Sento de qualquer
confecfSo, gendo muito mais brando que o da Fi
gueira, o que o torna recommendavd pelo muito
que agrada ao paladar'e preferivel a todos os ou-
tros vinhos de pastoJ-'
Achase a venda nos armaxens de Joao Jose Ro-
drigues Mendes, Sooza Basto & G. e Fernandes da
GosU & C.
0 BAZAR DA MODA, a rua .Nova n. 50 recebeu
j pelo ultimo vapor da uropa um importante sor-
; timento dos ariigos acima, os quae3 tern a honra
de recommendar a todas as Exmas. familias, e es-
pecialmente aos seus numerous freguezes.
Ven!ese o grande e magnifl.-o s : f teeM:
Joio Carroll, ua l'onie A- I'-.-', :: '.
de um iinnienso siti) h,-. uma gran le *?,
ti-iras de todas as q alidades, gnu l<
pim e passagem para o rio : uafa ir'i t r
silio, ou na rua do Vigano >rl9.
Para Bfesee
,.
Vende-se portas americanas por Unto preco :
na travessa da rua do Jmperador, armaztia ua
Bola Amaiella.
Vende se na rua ->ruega, marca M L :
Bitter Aimmura.
Bum-de Jamaica.
IkdliHo de
oruega.
Acaba de cbe,ar um pe ;tieno lo'e de -atxas
; deste oesejad b-calhao : no caes da alf n4ega.
1 arrn?em de Tasso Irinaos & (;.
No T-azar Victoria, a rna i!. !; "in d ':
ria n. 2, se encotttrara i*bji etos pi prlo "ara pre
scutes.
E'ba
ra^o
. Trancas de cr v \
huniano, natural, com am : e'.io & .. :*
a 15^ cada uma : so na rua na ; '_ 3
case de Odilon Duart" IrmSo.
DOS PREMIOS DA
26.
Velas de m\
A acreditada fabrici de velas de <*< i '.,
Bom Je.-ns. outr'ora da Guz p. 6 \ |iara >o-
didade de seus fregn- zes. anta u- r -a
- utra na rua do Barao da Wtm
achario um completo sortiuteabi rt- i u ... ,5-
jectos trndentes a e.ta arfc, tu'i 1 J g -\
<> qualidale e por precis eommn \.-.
I
PARTE DAS LOTERIAS" CONCEBIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 946, A BENEF1C10 DA IGREJA DE N08S.4 SENHORA DA PKNHA, EXTKAIHDA EM 18 DE JLLHO DE 187i.
hS. PKEMS. NS. PREMS.
45
M !>> am
2l 38
23 40
84 -fl 43,
29 . 54
-i3 57
\\ 08
47 82
GO 84
73 94
76 303
83 7
8S 10
91 17
06 2!
99 24
102 S3
3 26
7 27
8 - 28
15 . 47
22 so* '"53-
2S- '.* 57
47 i-2
06 70
57 75
58 91
62 1- - 9C. .
64 . m-
73 H
90 IS
96 26
212 !*4 3 J
18 11 16
20 49
22 50
26 51
32 54
31 58
NS. PREMS |Nd. PREMS.
470
80
85
89
90
02
500
43>
03
4*
III
16
21
26
35 r
49
57
es
69
77
78
79
84
91
99
COO
7
II
21
22
31
^-i32r--- /
33
as
40
42
43
49
54
55
88-.

U
659
66
69
92
93
94
715
29
41
50
52.
62
63
73
78
803
5
6
.9
14
19
29
32
36
37
42.
44
61
63
74,.
86
94
97
903
9
11
1<1
27
36
4^
lO^?
4,5
NS. PREMS.,NS. PREMS.
937
43
46
48
49
51
59
66
67
71
e 4i.. 77-
A
4^
10,5
U
10,5
45
4,5
5
4*5
83
87
93
95
97
99
1007
17
23
37
39-
41
42
64
C5
84 .
88
97
1106
16
23
44
54
83
97
99
1202
4
04
w
',5
0*5
45
1206
13
27
41
56
58
61
64
67
80
90
96
98
1300
2
8
10
11
18-
25
27
37.
45;
49
' 57
59
69
h 74.
77
1400
1
, 2fi
28
29
34
36
51
55
70
4#
MS> PREMS. INS. PREMS.
1471
82
88
92
97
10,5,1510
4^
6^
4,5
40$
34
41
51
56
53
65
66
77
83.
93
1607
-.34
36
45
46
5!
67
69
71
71
82
83
88
89
93
07
99
1701
2
7
11
14
17 .
W
105
45
NS.. PREMS. NS: PREMS. SN. PREMS.INS PREMS.INS. PREMS. NS. PREMS
4,5
05
1718 U
35
37
49
52
68 .
70
79
83
84
9*
1801 '
5
I*
!6i-
19- .
33
42.
60. -
63 r
66-
1 67
77
82
88
1905
11
15
16
26
31
35
45
50
63
74
.90
98.
2000
80O5
4,5
*o*|
2005'
10
21
34
37
43
45
47
51
59
64
71
73
79
j89
02
96,
tw
6
7
17
4i
til WtSi -'
ii.34;
1 p6
41
'84
57
-64 t
63 :J
66
72
, .W
78
1 86
2310
18
37

45 2243 45
KT
58
60
76 .
80
84
91;
92
98 tOOf5
(2300,. 4^
3 -
4
5
21 '- -
27, -
30 -
ji-ki "
.42, -
60t '.i'-*
76
83
87.
94 r.
* 2402
l -
JJaoV, ~
.,-12.
OA 13
4jJ: 23 i
4t
4:000,^
ioi
5i

65.
67
72
78
1
4*; ,80
2504
2307
11
13.
23
25
35
45
46
48
52
57
58
62
2600
4
9
23
27
36..
38
50
V ,
64
68;
8i
83
96
2703,
4
6
15
16
21
25
30
36
39
40
45,2744
50
61
69
76
77
__
1
05
65 80
405
45
65
45
,87
91,
2814
22
- 24,
3!
34
54
66
76
80
95
96
2901
2
4
9
30
- 31
32
34
36
37
48
51
5o
58
60
62
73
85

45
45 2990
3000
2
19
28
31
46
51
65
67
74
79
83
94
3102
15
23
3P
41
46
50
60
63
66
81
85
87
45
65
45
105
45
88
3208
14
19
21
'29, ;,
34
36
47
55
61
405
45
3264
71
73
82
96
3306
14
19
22
24
25
27
40
47
49
51
54
70
95
3406
7
19
21
34
41
13
61
97
98
3514
18
20
21
23
24
*33
50
82
M
1G
45
NS. PREMS. Ns. I'RrvMS-
m
45
3557
62
69
75
81
82
86
94
92
93
99
3603
10
12
14
24
26
30
33
42
55
68
69
71
77
80
88
92
93
3701
7
8
10
16
30
48
49
50
4 c
io,<
45
05
45
374t
77
8
84
k;
&:>
94
90
3815
16
19
23
2~!
23
21
28
.'5
40
43
43
16
.48
53
4,;
_
a
-. -


Ml
ifcj

mm> 62
31
78 ,
19
93 ~
3904
" *
10 .
- 16
7005 23* 5
41 V.
a . IJM
57
'1 m
\
~
h


3iwiq de Penuunbuoo Segiinda feifa 20 de Julho & 1874.
ASSEMBLE* G3SBAL
v
(i

CAMARA DOS DEPfJTDOS.
RKrOIUIA ELEITORAL.
(Con'inuagao.,
Senhores, a politics moderns, so assim
posso chamarestn tenlencia pan a absorpgao
d.ts poderes polilicos e uuiGcagdo .la autori-
dale lo executivo, invontou clous moios
pa*a dividir os partidos : um a o do oquili-
brio e autagonismo das opinions, o outro,
qu* considero n3> segundo meio, mas a
re.''li lade praliea do primeiro, 8 o de dar o
triu.upho a um so partido, mas tflo compk-to
qua os outros desanimam o se julgain im-
lnodiatamenle vencidos.
0 antagonismo nao estabclecc o equili-
#brjo, polo contrario, lem dado rosullados de
enlraquHcimento gradual para todos os pir-
tidos principaltnento quando e antes obra
artificial dosque querem doninar, do que,
prupriimente, a luta das ido*s o dos princi-
ples que cada tun professa. (Apoialos )
0 tnumpho exclusive e completo de um
par.il.) sobre todos os outros, qm c a for-
mula do absolatismo, re=ulta d-ste autago-
nismo que erifraqueceivlo a todos, tancao
pah: na Brtuagdo fatal de tomores r cipro-
cos, de vaeillagoes e de irresohcoes incom-
prchensiveis.
Asi -easqaftiios separam do partido que
so djz a ivcrsb, na) sao tao sationtes que,
tciiho o prazer de confessar, hsbilitc o po-
der que sonhi u urpar todos os .outros po-
deres a estabalecer este autagonismo, que
da" eai resuhaloa divisao oenfraquecimen-
to.g-r.al.
V^i.xc, Sr. presidente, que acompanha
cam tants meJitagao a direccdo dos nego-
cios do seu paiz, ha de ttr notado no mo-
vimen.o dos partidos uma dircgao no sen-
tido de entrarcrn em accordo, de se recon-
cili
0 Sr. Mariinho Campos :Apoiado.
0 Sr. Ferreira Vianna :...porque, Sr.
presidente, esla reforms a todos coniprehen-
de, e devord servir de garaatia is lutas po-
litics que'se dorem travar na arena eleito-
ral.
nSo sJo os meios de fencer eleigoes na fre-
guezia da Ondelaria na cdrte.
Mas baVeis 0 Sr. Gusmao Lobo :Que e" otna excep*
c3o honrosa.
0 Su. Ferreira Vianna: ... quo, da-
Ndo tenbo, portanto, Sr. presidente, nem das oulras circumstancias, assim de pessoal,
sou dommado par qualquer i revengdo par- como de condigdo dos votaotes, em outras
tidaria : sd me ruspira o sentimento de con- freguezias os resullados ndo podem ser ideu-
corror, quanto oni mim caibs, para o aper- ticos.
feicoamenlo do processo eleitoral. 0 Sr. Gusmao Lobo :Recorda-me o
0 proJHCto, cuja preferencia se bos pede, meu nobre collega /refere-se ao Sr. Carn-o-
contom uma parte a que eu presto toda a ro da Cuuna) um facto do perturbaf,do na
minlia adhesdo. Essa parto, que e a ques9 freguez.a la GanleUria.
refere ds incompatibilidades, exige entretan- 0 Sr. Ferreira Vianna :Perdao, agita-
to maior desenvolvimanto gdo ; mas nao houve perturbagao ; houve
0 Sr. Martinho Campos : Ainda assim uma agitato, propria da eleigao livree dis-
pose ser muito melhor do que o que esta" putada ; porem ndo houve fraude nem vio-
no projiido : ao menos quanto a* redacgdo. lencia que a pudess^m deturpar.
0 Sr. Ferreira Vianna : Portanto. esta 0 Sr. Gusmao Lobo : Pois e" essa a agi-
parte Qca tura do debate quo vou iniciar. tagao que ha ein gural.
Temos, Sr. presidente, a primeira parte 0 Sr. Eunapio Deir6 ; -Essas agitagoes
qiib so refere <1 organisacio das juntas de sio provasde vita.
qualificagao, junta parochial o junta mu- 0 Sr. Ferreira Vianna :-A lei de 19
nicipal : eternos em segundo lugara defi- de agosto admiltio o principio da livre re-
nigao do voto, unicsmento co.no um meio presentagao na coroposigSo das mesas de
de trazerao parlamento as miaorias. j qualifica^o, tanto da junta parochial, como
Sr.presidente.se o voto dosta camara da Ju,lta municipal, e nfio a nomeagio de
fosse para quo se mantivesso o systems de qualquer auto'ridado. As juntas eram com-
dous graos, o systema indirect), nenhuma lei postas dos eleitos do proprio povo e repre-
podena substituir aqunlla que temos" de 19 sentadas nellas todas asopinides pelosmom-
de agosto de 1846. Esta lei, para o fun bros da maioria edaminoria.
derealisar a eleic&o de dous grios, tern1 ^o processo actual, v61e bem, os que or-
todas as conJigojs .le uma lei quasi perfei- gnism a mesa, os que tem direrto do qua-
ts. Ainda mais, nslla vejo garantias muito RflWi sa ou os depositarios de grandes for-
mais solidas no quo no pr.ijecto do gover-i tunas, a que a lei chama os maiores p o-
no ; e ella tem, *l<:n de tudo, o que muito' prietarios do lugar, ou, na junta da quali-
me agrada, a esilietica. a belleza de um ficagao,' ojuiz muiicipal, que, pela refor-
ma do podor judiciario, n8o foi julgado
sufficientemente habilitado e independente
pensamento que se micia no primeiro artigo
e so desiia ra toda a sua logica ale a con-
clusiio : e um systems completo.
para o julgamentodas causas, pe^a acgSo a
cdiarems-breumponto-tornarcerlaem- principalmente porque essas paixoes tem
fa I .vein verdade das institutes do paiz. ach>do anoio no podef publico, que.de-
lsto parece que nao tem sido cst.mulado, Vcndl> ser uina garanliil para todas as opi.
Esta lei, porem, tem sido adulterada, vi- que esta" sujeito por parte do governo; mas
ciada.jd pelas paixdes dos partidos e ja" Aae> entretauto, na reforma do nobre miois-
tro, deve ser o director da divisSo da qua-
quee spontaneo; e porque nossas diver-
tfencias nao sao tao pr futidas quanto talvoz
desejam aquilies quo querem v.ver pela for-
mula, sacriticando a realidado e o fuudo
das cousas.
0 empenho que eu divido nesta reforma
. que se nos apresenta e, nao o de embara
5>r a un.ao dos partidos no intuito tla rea-
lidado do systema representativo e da ver-
dade das institutes, porque isso nao e
mais possivol ou pelo menos serin difficil,
mas o do crear no meio do partido, pela
siiblivisao das forces, novo partido, novas
tsegOes, novas divisoes quoperlurbem a uni-
fiea<;ao, o, portanto, a legitima influencia
dos partidos regulares existentes. (Apoia-
dos )
0 trabaibo nutrido, laborioso e paciente
de fni'iitir asdiscordias eaccenderosanta-
gonism o;, prodtizird scm dtivida, um falso
parti io, langa d um partido com toda a
raira e colera soHre o outro ; porem, a ei-
periij'ia, prfmeiri mestra dos homens de
- estado, ea quer< novo tambem nao (: in-
sensivel, noseasirtoo a ver que elles servem
assln de instrurr: ntoa um piano, e que
le piano se rea >ard infelizmenie, se por
ventura, em vez loacudirem ds ideas e ds
nectis-idades poiiticasdo seu paiz no sentido
do io.neutar o amor das institutes o defen-
do-las, se deixarem devfrar, como torn fei-
to, pelas paixoes o por InterBases quo nao
torn caracter de pjrrnanencia.
Eu combato, poi=, Sr. presidente, o pro-
ject) que se DOS oll'erece : preleriria outro
qoslquor (apoiados;, porque neste vejo o
desigaio evidenU de subdividir ain la mais
as lorgas de resistencia dos partidos organi-
sadi.s, enfraquecen lo a todos.
0 Sr. Martixh... Campos:Apiado ; d
muit) \ransparento para n5o ser visto.
0 Sr. Ferreira Vianna:Mas, Sr. pre-
sidjnte, a primei-a t#,geral consideragao
qU'V e>r. meu espirito, siiscitou a leitura do
projecto de reforma do nobre ministro do
imperio, em confronto com a Ui de 10 de
agest" de 1846, e com relar.ao ds circums
tancias especiaes e politicas do paiz.
Re?ervo para disoussao especial a questao
de constitucionalidado do projecto, que,
en'retsnto. servio de materia a algumas con-
sid:!racoes dos oradores que me precederam.
Eu nao tenbo as mesmas duvidas ; entro-
tanto, r.ao deixo de respeitar os escrupulos
quo outros nutriram sobre este t5o importan-
to assumpto.
Assm aquelles que, como eu, pretendera
reduzir d lei o vot > direct), como os que,
enbor i desej indcr esta reforma, julgam-na
superior aos poderes ordinarios da camara
dos senhores deputados; considerando-a
embora, em seas raeitos, a mais completa,
devem js todos tr.iialhar e concorrer pira
que bs cheguo ao Sfi com a maior presteza,
e Sftu.'ppor diflicji lades de paixoes ou de
intere;se parlidario...
0
nioes, tem sido pelo contrario um lnimigo,
um adversario, muitas vezes violento,
em rlgumas occasioes cruel e podia di-
zer-ote barbaro nas lutas eleisoraes. (Apoa-
dos.)
Nao ha, senhores, lei nenhuma, por mais
bera organisada que seja, que possa- resistir
d esta influencia pemiciosa do governo,
quanto elle desce di posi^do de imparcial
para travar combate na arena eleitoral.
Eu estou certo que se o governo quizes-
se do boa fe cxercer a sua influencia, alias
muito poderosa, poderia conseguir realisar
em toda a sua pureza e plenitude o largo
pensamonto que se acha desenvolvido na
lei de 19 de ago&to de 1S46.
0 Sr Gl'smAo Lobo :Com as qualifica-
roes transitorias ?
0 Sr. Ferreuva- Vianna :Com as qua-
lificasoos transitorias, como onobre deputa-
do as chama e que, entretento, nao sao,
pela lei, senSo qualificac.oes permanentes,
pOrquo a lei de 19: de agosto nao deixa ao
arbitrio dajunta desqualificaros qualificados,
nem tao pouco defeat de quau6<;ar aquelles
quejo devem ser. Sio os proprios membros
da junta, eivadosdo espirito de porcialida-
de, e o governo que intervem nas eleicoes,
que faz com quf essas qualihcues sejaml
uma verdadeira inonstruosidad e cheguem
ate ao mais incrivel escandalo.
E' por isso, Sr. presidente, que nesta ca-
mara, bem como na outra, ecreio que em.
to Jo o paiz, nao ha um cidadao que preten-
da defender ostalu quo, que nao tenda a
uma reforma no sentido de garautir o voto,
nao tanto das rods disposi^Oes da lei, do
seu mdo systems, como principalmente da
intervened) indebita da autoridade publiea.
(Apoiados.]
0 Sr. Carlos da Luz :Alii
o mal.
0 Sr. Mautinuo Campos : Mas esse mal
e que queremos remedisr.
0 Sr. Ferreira Vixnna :Sr. presiden-
te, eu poderia, se V. Exc. me concedesse
vonia, descer ate ao facto, e apresentaria ao
nobre deputado pela provincia de Pernam-
buco. eleic5os que eu reputo modelo e
torn sido feitas constantemeote sob os auspi-
ciosdeuma lei t) condemnada, assim pe-
los poderes do Estado, como pela opiniao
publiea.
Nesta cidade na freguezia de Nossa Senho-
ra da Candelariar, fazem-se as elei^Oes pelo
systema vigente, sem que occorra a mehor
duvida, sera iliquidates, sem lutas pes-
soaes e produzindo resoltados contra os
quaes ninguem apresenta protestos, nem re-
clamgoes.
"A razdo, senhores, e" a que results do pes-
soal que coqstitue aquella freguezia, sao
cidadaos que, em regra geral, offerocem ga
rantias de idoneidade por sua posicao inde-
pendente.
Achicana, o vicio, a fraude, a violencia,

FOLHETIM'
mm& so sumo se ?s^aissugo
MRUS SOCIAES
POR
Jiulo Candida.
X II
0 ANNEL subtrahido.
(Continua^do do n. 161.)
'jem a visse olhando para Theodorico,
cou umolhar vitreo e deslumbrado, diria
que nenhuma d'aquellas palavras de seu
srr.a.ite fdra.por ella percebida. Tudo aquil-
la que Theodorico Ihe dissera, ou cousa
rnui liversa, fdra sempre uma cousa sem
*xpivacdo. Para ouvir, ella possuia por
ventura rail orgaos delicados ; para escutar,
pore in, isto epara comprehender, nem
uma fa^uld-de. 0 martyrio continuado e
do de profunda abstraccdo. A dor a
tinha Mm deusa. A sua febre devera de
ser o i: ilor da propria luz. Quem, na terra
mesm i, principia a ser celeste 6 tal como
r-Ha era.
Quaudo Theodwico terminou, Martha
ticou tao perturbsds, como ?e fosse obrigada
i rnsponder a uma pargunts que nSo tinha
ouviilo.
Falla, falls exclarnou apertando
com fores a mSo do araante,- e uta.doo
desvairadaroente.
Mas Theodorico, dominado por estranhos
eloucos pensamentos, nao oomprehendeu o
estado moral da adora'vel desgragadj. Por
muito tempo parecera a elk que Martha se
lificacao I
Eu nao comprehendo, senhores, por qun
principio de direito, de justice, ou mesmo
de equidade, os grandes proprietarios, qua-
lificados taes pelo juiz municipal, devem
intervrna forma^ao de uma mesa oleiloral.
0 Sr. Gl'sm.Io Lobo :Essa duvida estd
levantada pela emenda da commi^sdo.
0 Sr. Ferreira Vianna ;Mas eu nao
sei so o nobre ministro perraanece no seu
voto ou se aceita as einendas da commissao.
0 Sr. Gusmao Lobo :E' uma questdo
de detalties.
0 Sr. Ferreira Vianna :Nao e questao
de detalhes, e questao do prineipios, porqu
ou vi fallar, e muito se tem repetido, que a
liberdado ou direito que todos i^m do inter-
vir nos negocios do seu paiz por meio-da
eleicao, nao deveria ser nunca exposts d di-
minuirao em qualquer ponto. Ora, aqui
nao s6 sedd- a diminuicao como desappare-
ee a igualdade, porque os proprietarios en-
tram na junta por um direito proprio e ndo
porque representem a opiniao dos raorado-
res ou dos cidadaos activos da localidade.
O'Sr Gusmao Lobo- dd um aparte.
0 Sr. Febaeira Vlwna:Ogoverno ten-
de pelo seu projecto a fazer desappareeer a
imiao dos partidos, fazendo intervir elemen-
ts ficticios, artiliciaes e ndo legitimos.
0 Sr. Gusmao Lobo :Ndo apoiado.
O Sr. Ferreira Vianna tA' vista das
reclamaQoes do nobre deputado, eu espero
\qm o hourado Sr. ministro do imperio nos
tar.a esta declarac,do: se eoncorda com a
emenda da commissao ou se persiste no
pensamento consignado no projecto.
Sr. presidente eu distingo o poder do
acto, isto e, o exercicio de um direito do
proprio direito. V. Exc. sabe que nosso
pact.) fundamental julgou constitucionaas,
os artigos que se referissem d organisa^ao
e que estd I dos poderes politico*, aos limrtes de sua
competencia e aos direitos individuaes; o que
n3o imports do form* alguma regras limi-
taveis a respeito das leis ordinarias qnando
exigem certas e determinadas condicoes para
o exercicio de um direito qualquer.
0 direito, senhores, ou o poder deve ser
considerado assim na sua extensdo, como
na sua intensidade, e se aquelles que que-
rem ou pretendem reduzir d lei o voto di-
recto sdo accusados de usurpar direitos de
uma parte da populacd-v, que os exercita
porque e menos extenso, menos coenprehen-
sivo do que era ate* entdo o voto em relarao
ds pessoas, tambem aquelles que se prouun-
ciam pelo voto unico, aceitando o projecto
do Sr. ministro do imperio, limitam a inten-
sidade deste poder, fazem iguil diminuicao
da autoridade o influencia, assim do votan-
te, como do eleitor
0 Sr. Gusmao Lobo :N3o apoiado.
0 Sr. Ferreira Vianna :E' bem claro,
senhores, que aquelle que quando dd o seu
voto tem o direito de eleger todos os eleito-
res de sua parochia, exerce muito maior in-
fluencia e o seu poder c muito mais intenso
do que aquelle que exerco o dt escolhcr sd-
mente um eleitr.
0 Sr. Gusmao Lobo : Nao apoiado, a
isso responde-sc com um calculo arithme-
tico.
0 Sr. Ferreira Vianna :Eu ndo duvi-
do da anthmelica do nobre deputado, mas
dir-lhe-hei que os direitos politicos ndo se
medem polas regras, nem so contam pelas
cifras.
0 Sr. Gusmao Lobo :Entao aquelle que
dd o sou voto n'uma freguezia que elege
20 eleitores goza de um direito mais inten-
o do que aquelh que vota n'uma fregue-
ia vizinha que dd 96 6 eleitores?
0 Sr. Ferreira Vianna : Soin duvida
alguma, e e at<5 uma questao praties. 0 no-
bre deputado que e ropresentanto da nagdo,
e que naturalmento tomou parto em eleicoes
assim no primeiro como no segundo grdo,
ha de-saber que a influencia politica de uraa
localidade mede-se pelo numero de eleitores
de que dispoe. Isto estd na consciencia de
uds todos.
0 collegio que torn 50 eleitores decidida-
mente inllue mais na politica do que aquelle
queap nas pode dispdr do 6 eleitores. (A-
poiados).
0 nobre deputado pddo fazer todos os es-
for^os do sua inteliigoncia e todas as opera-
gOes da sua arithmetica nunca chegara^ a
contrariar o principio qucestabelngt, isto &,
que o vot) multiplo dd ao votantoum poder
mais intenso do que o voto unico.
0 Sk. Gusmao Lobo :Ndo apoiado.
0 Sr. Ferreira Vianna :Sr. presiden-
te, felizmente para nos a eleicdo directs ndo
e uma novidade na legisla^io do paiz, nem
mesmo na consiituigao do imperio, quo ad
mittio os dous- systemas, o directo para os
negocios peculraros do monicipio e o indi-
recto para os negocios geraes- do estado. Os
dous procssosv pois, estdo consagrados- na
nossa constitui;ao, e o pensamento daquelles
que querem unitiear esse processo, dar-lhe
o DEfesmo typo, tirar delle toda3- as vantagens
que encerra, ndo e de f6rma alguma o de
exclttir os cidada-votantes da intervoncao
que ate- agora teem tido, se e que ella tern
sido legitima e regular. A entrada das mi-
norias nesta camara,. benelicio atraz do qual
corre o projecto, tica effeciivatnente resguar-
dada pelo processo directo, mais- consents
neo com as institutes.
O-quo quer dizer dar ao voto uma juris-
dicgao cena, limitada, restri:ta ?' E' abrir
o parlamento ds minorias (apoiados) ; por-
que nem o legislador p6de supper, nem n6s
podemos aftiaacar quo neste paiz um s6
partido tenha em todos os districtos a
maioria necessaria para fazer prevalecer em
toda parto os sous candidatos sobre os do
outros partidos regulares e constkuidos.
0 Sr. M.vrtinho Campos :Apoiado.
OSr. Ferreira Vianna : A unanimida-
de nas camaras legislativas ndo resulta da
lei, mas da perversao da lei, da. intervengdo
indebita do governo, do uso e abuso da sua
autoridade, da influencia que exerce e infe-
lizmenie ha de exercer sempre era um paiz
ainda nao educado politicamente, que nao
tem resistencias a offerecer, e em. que a fra-
queza do sidadao o- tal quo nao pode em
caso algum contrastar com a eoergia e os
elementos de actividado do governo. (Apoia-
dos).
0 Sr. SiiNAPio IteiRo .-Esta e que e" a<
verdade.
0 Sr. Pereira nos Santos : E' por isso
que se procura reforma-la.
0 Sr. Ferreira Vianna :0 voto unico,
Sr. presideiite, e ainda ura molivo de des-
uniao, de eafraquecimento e de impotencia
dos partidos constituidos. (Apoiados).
0 Sa. Glsm.Vo Lobo : Ndo apoiado ; ha
de impftr a neaessidade da collisao, da disci-
plina.
O Sr. Ferreira Vurka :Senhores, eu
espero discutir a reforma eleitoral com toda
a calma do m-u espirito, porque sinto a ne-
cessidado de se fazer a evidencia ao paiz, e
entendo quo o unico raoio de chegarmos ao
nosso desideratum e a discussao plena, sem
chicana (apoiados), sem desvio da materia.
0 voto unico e, como disse, o enfraqueci-
mento dos partidos, o tornarei a repeti-lo,
apezar dos protestos do nobre deputado, que
para mim sdo sempre muito attendiveis ;
mas eu tenho convicgoes formadas n3o no
gabinete, mas na pratica, e na experiencia
das lutas eleitoraes.
A lista do eleitorado dd ao votante facili-
dade para attender (ndo deveis desconhocer
a natureza humana) a sentimentos indivi-
duaes de gratiddo, de reconhecimento, e ate
de admiracw pessoal.
Eu que tive o infortunio de metter-me em
eleicoes, e quasi ser taxado de cabalista...
(Risadas).
0 Sr. Carlos da Luz :Quasi ?
0 Sr. Ferreira Vianna:... posso as-
severar ao nobre deputado, que ndo poucos
entregava d reeonciliacdo, oppondo um leve
obstaculo por capricho.
Marthaproferio elle Empresta-me
so por alguns dias o teu annel. Por meio
d'elle vou alcan^ar dinheiro parati.eem
breve fago-te restitui^do da joia. E' por
muito, muito pouco tempo; nada tanas.
Martha coniinuava alheia e indifferente.
Theodorico levantou-se rapidoc enfesado,
julgando intoleravel o comportamento d'a-
quella raulher : foi certeiramente ao lugar
em que sabia encontrava a joia, tirou-a e
voltou. Ndo Ihe havia passado pelo espi-
rito a idea de que Martha adoecera moral e
raortalraente. Dir-se hia que'a alma d'ella
nao era caps'/, suppor de uma ireatora n'a-
qaelle estado. So ouvisse alguem dizer
que era possivol morrer-se d'aquillo, elle
ria-se.
Quando relirou-se, sera dizer palavra,
pensando talvez s6 no dinheiro queia ob-
ter, estava pal. ido como um sepectro. D'alli
foi quando entrou na casa de penhores,
como jd vimos.
Martha continuou no mesmo torpor. A
criancinba, porem, agitou-se no ber^o, e
dando um grito que bem significava a sede
jd iosupportavel do leite maternal, que ti-
nha-so esgotado de todo, fez com que a des-
gra^ada mai estremecesso delirando :
Filha I... flihal... filba I...
E correu veloz como uma flecha. Nao
poudecontinuar a ser aquella estatua, em-
bora sublime, que observaraos ainda ha
pouco. Tomou cuidadosa e meiga a filha
nos braces, e offereceu-lhe assim mesmo o
seio exhausto de alento edo forra. 0 que
d'isso resultou foi que, com pouco mais, a
crianc,a suffo.ou se n'um trago de sangue
que bebeu.
Era que o p lieano tinha mais naia vez
rasgado o proprio s io, sem Ad de suas cn-
tranhas. Mai, pelic'ano divino
Martha detmuiyu.
XIV
JUNTO ao puno.
N'esse mesmo dia, pelas cinco horas e
tanto da tarde, Raphael e Theodorico apre-
sentaram-se em casa de D. Helena. A ins-
tancias do Sr. Cruz, que se havia encontra-
do comigo na cidade, eu tambem appareci
n'essa occasido. Quando cheguei, ouvi
ainda a mai de Armanda dizer a Raphael :
Sim, senhor, cada vez o estimo
mais.
E dando com os olhos em mim :
Oh I pois tambem ? Que bom genio
6 esse que nos acompanha sempre, meu
Deus I...
0 genio triplice, minha senhora : da
belleza, da bondade e da affeicdodisse en
sorrindo, d guisa de fazer espirito, ndo ob-
stante o meu proverbial desenabimento.
Ora 1 Eu logo vi I Sompre estd prom-
pto a intrepclar mal o que se Ihe diz.
E c jmprimentame-nos.
Sabe que vamos sair a passeio ?
Sei.
Pois vejadisse-me com ar de gra-
cejo : Para puni-lo do que acaba de pro-
ferir, fa-lo-hia aceitar o meu brago, quando
' saissomos, se ndo tivesse jd meu cava-
i lheiro.
E apontou para Raphael..
Ndo duvido. E ate" eu queria sem-
pre d'esses castigos. Mas pareoe-mo que
V. Exc. quer antes dar-lhe a pre/erencia.
Perdao ; elle que diga o motivo, im
' pondo-se esse sa-n icio.
No momonto aprasado saimos tjdos. 0
Sr. Victor apressou-se en offereeer-me o
brago de sua filha que, como sempre, estava
extraordinariamente bells, grave e mimoss,
senao ainda mais linda. Armanda, como
o nosso ceo ao bruxolear da aurora, de
cada vez que surgia, ostentava uraa nova
face de sua belleza.
votos oblivo polo meu espirito de lolefflncia,
de votaotes que ndo professaram as miuhas
ideas, mas que ndo podiam resistir aos pedi-
dos, a solicitagoes de pessoas a quem eram
muito obrigados.
Senhores, quando o votante for coliocado
na estr >it i condigd > de dar um so voto, elle
ha de obedecer, porque a natureza pdde mais
do quo as paixoes politicas, aos sentimentos
elcvados da gratiddo quo actuam sobre al-
mas nobres, antes que as ideas e sobretudo
aos intiresses politicos.
Bem sei que o vinculo quo junta os ho-
mens j -l.i idea politica e um embarace que
os governos usurpadores encontram e que
buscam quebrar, tornando a eleigdo inspi-
rada pelo sentimento individual, pessoal de
cada votante.
0 Sn. Gusm.IO Lobo :Tanto melhor pelo
voto nominal; a provade gratiddo serd mais
esplendida.
0 Sr. Ferreira Vianna :Mas entdp ve-
riliira so o que disse ; o piano e destruir os
partidos (apoiados), subdividindo-os em fac-
goes, fazendo prevalecer nas eleicdes- ndo os
sentimentos e as iddis politieas dos pvrtidos
regu'aros, mas os sentimentos das paixoes
individuaes (apoiados) ; equando o governo
consegtrisse semelhjnte desideratum, teria
realisado o maximo despotismo, porque se
teria cofJocado omnipotente diante de indivi*-
duos. (Apoiados).
Senhores, a difficuldade d6s partidos se
moverem neste estrerCo e apeitadiseimo raol-
de ha de ser tal que se desorganiserd > con-
vencidos de sua impotencia ; cada- um que
qtiizer ser eleitor rounird ogrupo indispen-
savel para fazer-se tal.,.
O'Sii.Arabjo G6es Junior : Apoiado.
OSr. Ferrrira Vianna: ... e como o
votante para elle ndo exprime uma idea, um
sentimento politico, mas- unicamente senti-
mento* pessoaes-, elle eleitor ird para o- col-
legio eleitoral reprosentar tambem esses
sentimentos, essesinteressts-. (Apoiados).
E como poder-se-ha do-eleitorado eon-
gregal-cs, reunil-o^ para se chegar ao reso*-
tado de fazer triumphar os representantes
mais sinceros e mais energicos-de suas ideas?
( Apoiados.)
Senhores, fica jbem certos-j este processo
ha de substituir ao sentimento politico o
pessoal; o eu nao eonhego nada mais des-
gragado do quo a politica movida por senti-
mentos pessoaes. (Apoiados.)
Senhores, nds nao queremos excluir de
forma alguma aquelles que estdo na possj
de intervir nas eleicoes.
A eleigdo directs-, longede armullar om
transformer este dreito, pelo coiHrario da-
Hm consistencia, energia e ptder.
0 Sr. Gusmao Loao :A quem elle cou-
ber.
0 Sr. Ferreira Vianna": .... porque em
vez desta politica, desse processo bomceopa-
Sico de segiinda dynamisacao f risadas) fard
eom que o leitor exerri imraediataraente o
seu direito em relagao ao reprosentado, e
serd entdo o seu mais directo inspecciona-
dor.
0 apoio.para o deputado mais forte, o
vigor do direito do eleitor muito mais acti-
,vo, o por conseguinte o resultado serd ap-,
parecer, o mais proxiraaraente possivel, a.
genuina reprcsentagdo dos interesses do
paiz.
0 Sr. Gusmao Lobo da um apart-1.
0 Sp.. Ferrrira Viana :0 nobre de-
putado estd era um equivoco.
Nao sei se S. Exc. pretende o suffragio
universal
0 Sr. Gusmao Lobo :Qaero aquillo que
esti na constitui^So.
0 Sr. Ferreira Vianna :Eis aqui o
ponto u que cbegamos de perfeito accordo.
Ndo qaero excluir ninguem do direito de
intorvir nas eleigoes; mas exijo qae as
condigoesda renda, da idade o do astado
sejam effectivamente reguladas na f6rma da
constituigao.
Nao quero abaixer pela minha parte nem
o censo dquem do que estd na consiituigao,
nem estou do piano firme,a pretender altear
esta btse constitucional.
0 Sr. Gusm\o Lobo :Entre esta alter-
nativa de abaixar ou de elevar o conso ha
uma questao muito importante. Ombrode-
putado o sabe.
0 Sr. Ferreira Vianna:Eu aceito a
base da constituigao : por tanto, esta exclu-
sao do votante que estd no uso e gozo do
direito politico de intervir nas eleigoes fica
arredada.
0 Sr. Gusmao I.obo dd um aparte.
0 Sr. Ferreira Vianna : 0 nobre de-
putado estd em perfeito engano.
0 Sr. Gusmao Lobo :Definamos o que
e renda liquida.
0 Sr. Ferreira Vianna : 0 nobre de-
putado que se mostra tao escrupuloso de re-
forma r em qualquer ponto a coBstituigao,
nao terd interesse em firmar o principio do
Durante o caminho, o em quanto nao
reunimo-nos a u.na numerosa farailia que
esperava D. Helena, simples e interrompi-
da foi a nossa convdrsagdo. Quando, po-
rm, o grupo esteadeu-se, e variados fo-
ram os motivos da palestra, pude fallar com
Armanda sobre Theodorico, vindo a con-
tar-lhe o procedimento de Raphael para
com Guilherme e Beanor.
Oh 1 como minha araiga 6 feliz 1
exclama ella, confiada em mim como em
um irmdo. Feliz, porque so ama a sous
pais e a sua Armanda, e porque se amar
ainda a outro so serd a Raphael.
Ah I Mas a senhora pretende...
balbuciei contar a sua amiga...
Sim, meu araigo ; eu pego-lhe per-
missdo para isso. Deixe que eu leve dquel-
le seio, que, ndo obstante tudo, soffro mui-
to, um sagrado lenitivo. Ella mais tarde,
se eu Ihe occultasse semelhante circumstan-
cia, me accusaria com razao.
Mas sua amiga nao terd para essa
confissdo mais um riso de despreso?...
Ndo; eu quasi q io posso garantir-
lh'o. 0 coragfio de Beanor estd constante-
meote mergulhado n'um oceano de foi. No
entretanto, ella tem-me dito por mais de
uma vez : a Mas q>ie queres tu, mipha
amiga I Eu sinto uma tao granle neces-
sidado do amar 1
Quando foi completamente noite, D. He-
leoa recolheu-se d casa, acompanhada do
immenso sequito.
A s.ala ficou quo parecia ondular, de mo-
gos emogas quo iain e vinham quasi ao
mesmo toinpo ; que Ham ds gargalhadas ;
que tagarellavam ; que, finalmente, bem
manifestavam o que e essa geuto de quinze
a vinte annos, reunida entre si, em seus
transportes de alegria e de triumphos.
Armanda, ainda d'essa vez, foi quem ndo
concorreu para aquelle gracioso desalinho.
Sentoa-se ao piano, depois que uma sonho-
quee renda liquida para chegarmos i base
eleitoral ?
Entdo, isto da ser preciso reform* r a couc*
tituigao, nao e senio um grito de guerra qua
servo contra aquelles que querem firmar o
principio.
0 Sr. Gusmao Lobo :Se i grito de guer-
ra, jd em 1867 foi levantado pelo Sr. Zaca-
rias dj Goes e Va-couoellos.
0 mais que ndo e isto imports querer ex-
cluir o povo da eleicao.
0 Sr. Ferreira Vianna: E' o contra
rio do qus diz o nobre deputado. 0 que
querem aquelles quesust -nUma uecessidade
da reforma eleitoral no seu tido directo, Bio
e excluir o povo, e pelo contrario f-zercom
que o povo seja utna reahdade, fazer com
que elle entre effeetivameute nos negocios
d) Estado, que seja o verdadeiro ytu e 0
verdadeiro soberano. Muitos apon ies a
apartes.)
Eu respondo por todos os meus amigos,
quero dizer por todos aque'les quo pen
como eu na questao da eleicio directr, e
quasi posso dizel-o, e este u pensaiaeMo
de toda a naceo. ( Apoialos e apar-
tes. )
Se tendes l'orga para impedrr essa refor-
ma, usir della, mas eu vos assevero que ba-
veis da ser vencHos, porque a iM^io nao
podo maicv supportar este jug.) no seu direi-
to. ( Continuara os apoia ios e os- a pa Has. J
Seiihor.-s, o povo tem ep--ienciar tem
ontrado comnosco nos com bates eleitoraes.
te.n sido victima dosea supposta liber lade
que se Ihe tem dado, setn que as ectas das
eleico-'S se fazem a bico de p<>nna. ( Mortc*
apartos e apoialos. )
O S*. PaESiDiNte : Pejo que ado inter
rompatu o orador.
O'Sa. Ferrxma fiflHM0 povo sabe
que a camara dos deputados lem si-la uma
commissao eleitoral, e que mesmo aqui na
cori; se chegou a fazer a. las 4e ele/*oss de-
pro vineias longiquas. ( Apoiados. )
0 bR; GusM\e Lobo :Sim, Ser.hor, ^
um eocauJalo, mas eacandalo velho, escan-
dalo que ndo vein do systems.
Olhe-se para o que se estd dando na Re-
publics Argentana.
0 Sa.. Ferreira Vianna:.0 nobr3 de-
putado nao deve admittir a eleigao direc-
ta.
0 Sr. Gusmao Lobo :Nao adtaitto
porque e inconstitueional e inconve^tente.
0 Sr. Silveira .Vaktins : So para isso
j preciso reformar a con3Utuigao, refar-
me-se.
' Ha outros apartas.
0 Sr. Ferreira Vianna :Sr. prcsideu
te, o governo e os cobres depoUdos qae o
sustentam tj.n por vezes exigido que a op
posigao cooservadora deseurole o seu pro-
gramma.
Nos temos sustentsdo que o programma
conservador estd escriplo e e conhecido de
todo o paiz, e temos a presumpedo do que
soraos os- verdadeiro* e sinceros depositarios
desta causa; mas, para leaptimar a nossa
posigao pela idea, abi a tendes: quaremov
sincera e firmemeote a reforma eleitoral no
sentido do eleitor eleger directamenta o de-
putado,
0 Sr. Gusmao Lobo :Os liberaes dizem
quo esta reforma e detles.
. 0 Sr. Silveira Marti.is : E' de am-
bos.
0 Sa. Ferreiilv. Vianna. :E' o product*,
do accordo espoutaneo das ideas.
Sr. Gusmao Lobo dd um aparte.
0 S. Ferreiwa Vtam** Po asaa*-
menle o que nO* quercaos 6 avaucar na li
berdade e recuar no despotismo, u avau
gar no direito e recuar na tyrannia. ( Apoia
dos. )
OSr. Gusmao Lot.o:Estd ahi a cleigao
drrecta das camaras raunicipaes.
0 Sr. Silveira Martins :Tom side
muito raolhores do que a eleigio do parla-
mento.
0 Sr. FERRttRA Vianna : A eleicao
directa que se faz psra a nomeagio de ve
readores. V. Exc. sabe, qua precisa tambem
ser reforma la, nao quanto ao principio do
systema, mas quanto ao modo pratico. Pre-
cisa s&r cercada de garantias, porque os vi
cios que perturbam a eleicao, indirecta ai-
cancarao tambem a eUigdo das municipa-
lidades.
0 Sr. Gusmao Loito da um aparte.
O Sr. Ferreira Vianna : Em respos
ta ao nobre deputado direi, que so ha al
guem quo pretenda offerocer um projecto de
eleigdo, do qual nao possa resultar na pr.
tica nem inconvenientes nem abusos, deve-
ria ser immediatamente investidu de toda
a autoridade governmental para levsr a
effeito esta sua maravilha.
ra tocou uma variagdQ, e comegou a correr
a mdo pelo teclado, arrancando uma ou
outra harmonia, como seestivesse fazendo
o instrumento gemer n'uma agonia de thre-
nos.
Theodorico aproximou-se e dirigio-lhea
palavra :
Dasfira com vigor e animagdo as
cordas do piano. Eu desejo ouvir delle a
interpretagdo genuina e pura dos soffrimen-
tosde quem ama.
E o piano saberd traduzir as nossas
dores ?
Ndo ?...
Eu sei I...
Pois duvida do que tanto tem dito a
poesia ?
E sorrio.
Talvez.
Como 1
Lembrando-me de que nada ha que
explique a nossa alma, desde que se acha
possuida de um amor que e verdadeiro e
um soffrimento que e profundo.
Pois ha.
Para o senhor ?
Para a senhora tambem.
Armanda abalou a cabega. era signal de
negativa.
Ha !retorquio Theodorico.
Qual e ?
Nd > sabe ?
0 mesmo amor, o mesmo soffrimento
talvez ?
Ndo.
Entdo...
Quer que diga ?
Diga.
0 casamento.
Armanda abaixou a cabega, enrubocendo.
Ndo serd -?
Pode ser. Mas elle trard a completa
felici la lc ? .
(Conriuuar-*e-/*.,
Porque ndo ?
A's vezes o soffrimento continua.
Quo soffriraenlo ? Parece que estd
so reforindo a si. Estd ?
Armanda calou-se. Elle proseguio
Diz-me porque soffre ?
Houve ainda silencio.
Furta-se a este pedido ?
Para que dizer 1 Cura-me *
E' bem possivel.
' Prometta.
Prometto.
Uma lyra gemedora, que, sob as miosde
terno trovador, fosse uma confusio sd de
harmonias e solucos, devera de somelbar-sa
ao que se passou n'alma da donzella. Pro-
ferio balbuciando :
Ndo jogue mais...
E 6 por isso que soffre ?
__Ah I E acha pouco T Acha pouco
ve-lo assim quasi avezado a esse mal que
tem tido tio tristes consequencias T
E duas lagrimas rolaram-lhe dos olhos.
Era demais. N'esse mesmo dia Theodo-
rico tinha estado ao pe de duas mulberes
que nada sabiara fazer mais do que chorar.
Que eatupido destino I Ell', o soubador
do fausto e da riqueza, perseguido por chi-
meras taes, como lagrimas de amor !
Rodeado d'esses^iseraveis penumeotos
o jogador ergueo-se, dizendo para ella :
Ndo posso. Antes de tudo, craio no
dinheiro.
N'esse moment) Eduardo acabava deen-
trar. Armanda vio-o e deu um grito de
horror.
(ConUnua,r~*e -ha.)
i
NYP. i>0 DARK). UUA UCUl'fc: DK CAXl-S
I

-



Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EUCCOOB68_UMGYH0 INGEST_TIME 2014-05-19T18:56:42Z PACKAGE AA00011611_19341
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES