Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19340


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Full Text
AMU L. M.MERO 161

v
*>
* r .
'


y
PAlti A C4P1 TAfc IS IKaillS OHDB VlO SB PAGA POBTE.
for tres mezes adiaotaiios................ 69000
Par sou ditos i.ktn.................. 129000
for um anno idem..................349000
ada numero ayuIso.................' 9390
SABBADO 18 DE JULHO DE 1874
PARA IMVIIIO E FOBA DA PROVIACIA.
Por tres mezes adiantados. ... ...
Por seis ditos idem...............'
Por nove ditos idem '
For am anno idem................
69750
1W00
MVU0
S79000
PERM
PR0PRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA FILH0S.
. wt -
l In. Gertrdo Antonio Ahead Filhos, no Pari; Gonjalves d Pinto, no MaranhJo; Joaqnim Jose" de Olireira d Pflho, no Ceari; Jtetonio de Lemm Braga, no Aracatj ; Joio M*ria Jnlio Chafes, no Awn; Antonio Marques da Silra, Ifatal ; Jos Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxoncio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Joae" Gomes, na VM* da Penha; le'armino dot Santos lolcio, em Santo Antao ; Domingo* Jose" da Costa Braga, em Hax*reth
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar das Alagoas; Ahea d C,na Bahia j A. Xavier Leite d C. no Rio Janeiro
ihsteuccao popular
iriiiuilo t'l.'iiu'iiiar de gcosraphia
do Brasil, par tleriuillu Duperron.
natural de Pcrnamlmoa.
amazom.vs;i873)
(Conclusao.)
, Recensettmento de 18T2.

PAKOCHIAS
HABIT ANTES
Mauaos......
Manicore ...
Villa Bella da Imperatriz.
-slves......
Maues......
Olivenca.....
Serpa ......
S. Gabriel.....
Cudaiaz......
Aivellos.....
IWH......
fhomar.....
Andira ....
Canuman.....
Borba......
Tauapessassu .
Barcellos. ....
Tabatinfja.....
Fonte Boa.....
Moura......
Rio Branco.....
Baetas......
Marabitanas ....
17.686
5.313
3.338
\\.\n
3.003
8.703
2.oG9
2.32a
2.123
2.114
2.113
1.772
1.633
1.5*9
1.32a
1.308
932
848
751
44 i
354
o7.G10
Comarcas : Capital, segunda enirancia (2 ler-
roos, Manaos e Silves) ; Parintins, primeira (2 ter-
mos, Maues e Villa-Bella) ; Solimoes, primeira (I
termo, Teffe) ; Serpa, primeira (I terrao); Hio Ne-
gro, primeira (1 termo, Barcellos) ; Coary e Cu-
dajaz, nio installadas.
Jndustria.
Agricola : quasi nulla ; manufactureira : cha-
peos de palba ; guarana ; peixe secco ; redes, etc ;
commercial : exportaeao em 1871-1872 ; valor
official : 3,375 contos; direito v arrecadados : 370
ditos (borracha 1,588 milnoes de kilogram, ou 2,700
ontos; pirarucu' 1,245 milhoes de kilos ou 358
cantos; castanhvs 725 miihSes de kilos ou 77 cob-
los ; cacao 294 milnoes de kilos ou 74 contos ; sal-
sa 21 milhoes de kilos ou 48 cont os ; piassaba 29
contos ; copahiba 23 milhoes de litros ou 28 con-
tos ; azeite animal 53 milhoes de litros ou 20 con-
tos.) Importacao em 18721873 ; valor official
642 contos.
Movimento do porto de Manaoj em 18721873 :
entraram 16 navios a vela (3 nacionaes e 11 ve
uezaelanos), arqueando 560 toneladas e8i a va
por (79 nacionaes e 3 peruauos), arqueando 26,888
ditas. Sahiram 2, a vela (oacionae.-),. arqueando
130 ditas e 87 a vapor (81 nacionaes e 6 perua-
nos), arqueando 40,569 ditas.
Navegacao fluvial por meio de 7 linhas de va-
pires : entte Manaos e Loreto (Peru'); cnlre
aquella e a cidade do Para, dos rios Juru.i, Ma-
deira, Maues, Negro e Punis. Estrada de ferro
hid construct-So {Madeira and Mamore Railway),
da cachoeira de Santo Antonio no Madeira a de
Guajara-Mirim no Mamore, 363 kilom., destinada
a ligar o Brasil ao Peru'.
Receita.
Geral (1871 -1872) : 71 conto3; despeza : 648
ditos ; provincial (1872 -1873) : 5'9 contos
des-
peza : 576 di os ; municipal : 123 contos; despe-
za : lOO^itos cm exclusao da camara de Tvffe.
Em ISozfaumda iuau^uracao, rendeu esta pro-
vincia 19 e despendeu 18 ontos.
Forr.a publica.
Guards nncional :" commandos superiores 1 ;
pracas 7|440 (artilhuria 38" ; infaniaria 6:239 ;
M^erva 814).-
lnslruc;ao.
Publica primaria : ejcohs 33 ; frequeneia 896
:ilumno', sexo raasculin>, escolas 25; (reqnencia
728 ; sexo fjminino, eseolas 8.; [requennia 163.
Publica secundaria: estabelecimentos 2 ; frequen-
oia 74. Total : estabalccimeulos ,33 ; frequtncia
:70 alumnos. D?-pende a provincia : 59 coutos.
Representarao.
Sentdor 1 ; deputadps geraes 2 ; ditos provin-
ces 20 ; eleilores 111.
, do iniendi'nte interino da cuerra que no vapor Bi-
\hia chejjado luntem a esto p^rto, foram erobarca-
Idas a>>is caix5es com sapatos destinado's ao depo-
[silo de STtis I ;i>sim o declaro a V. S.. atim de que os mande re-
ceber e remetla-os opportunameni proviucia.
Ao mesmoEm cumprimento ao avno do
minislerio da guerra de 24 de fevereiro ultimo,
mande V. S. fornecer a companhia de guarninao
d)Ri) Grande do Norle, o fardamento qpnstante
da inclusa nota de 23 do citado mez, organisada na
reparticao do quartel mestre general.
Ao engenheiro das obras militares.A?ro-
seiHe-me o or^amento da despeza a fazer-se com a
eonstruccao no bospital mililar. de uma sala pan
autopsias, e com a colljcacao de caxilhos nos doij
xadreses para evjtar a corrente de ar prejudicial
aos doentes presos, conforms propoern o director
interino n o l" medic i d'aquelle hospital na confe-
rencia ali havida no ultimo de fevereiro fin Jo,
constante do tenno junto por.copia, que me sera
devolvido, e bem assim o officij do, Exm. briga-
deiro commandante das armas que a acompa-
nha
2.' sccrXo.
Actos:
0 presidtmle da provincia resolve, de confor-
midade com a proposta do juiz de direit> da co-
marca da Escada, feila em olflcio de 7 do corren-
te, e segundo o dispojto no art. I* 7 da lei n.
2033 de 20 de setembro do 1871, nomear ao ba-
char<;l Cicero Anatuho Vieira do Brasil, adjuncto
do promoter publico da referida comarca com
oxer'.icio no termo do mesmo nome.
0 presiJente da provincia, de conformidade
com a propjsta do Dr. chefe de policia, em offlcio
de 7 do corrente, sob n. 339, resolve nomear para
preencher a vaga do 1 supplento do subdelegado
de Muribeca, do districto de Jaboatao, o actual 2'
supplente Gabriel Germano de Aguiar Montar-
royos, e para este cargo o cidadao Luiz Vital Coe-
Iho dos Sautos.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia Nio podendo ter
lugar a corapra de casa para cad^a, do que trata
o delegado do termo do Rio Formoso, no offlcio
quo acompanha o de V. S. de5 do corrente, n. 321,
cumpre mndar orear us consertos, do que nece3-
sita a mestna casa para L.-.-n servir de cad^a do
dito termo.
Ao commandante do corpo de policia.Ex-
peca Vmc. suas ordens no sentido de ser augmen-
tado, com mais 4 pracas do corpo sob o seu com-
mando, o destacameato existentc na povoa<;$o de
Pontas de Pedras.
3.' secgao.
Acto :
0 presidonte da provincia resolve, remover o
fiscal da collectoria provincial do Linaoeiro bacha-
rel Augusto Coelho de Moraes para a do Brejo e o
da destj ultimo muaicipio bacharel Cassiano Ber-
nardino dos K :is e Silva para a do Limoeiro.
OJlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Mande V. S. pagar a jTrancisco Augusto Pereira
da C?sta, arrematanfo dx obra de'desobstruccio
do cano de esgoto do arsenal de guerra, a quantia
de 93*000 a que tern elle direito, em virtude de
seu contracto, por ja so achar a raesma obra em
mais de metadu segundo affirma o engenheiro en-
carrogado das obras miliiares era offlcio de 6 do
corrente, sob n. 81
Ao mesmo. -Tendo Justine Eugenio Lavene-
re participado a 23 do fevereiro ultimo, achar-se
no exercicio das func5es de promotor publico in-
terino da comarca do Bonito ; assim o communico
a V. S. para os fins convenientes.
Ao mesmo.Para os fins convenientes par-
ticipo a V. S. que a 23 do mcz proximo findo as-
suraio o exercicio das funccoes de promotor pu-
blico di comarca de Pahnares o adjunto do mes-
mo promotor, no termo de Barreiros, bacharel
Jose Bonifacio de 5a Pereira.
Ao mesmo.Doclaranio-me o Exm. Sr. mi-
nistro da marinha, em aviso de 24 de fevereiro
ultimo, ja haver approvado por outro aviso de 27
do mez anterior, a deliberaQao desta presidencia
de maudar abrir sob sua responsabilidade o cre-
dito de 13:7441389, para occorrer as despezas
dx verba-Corpo da armida e classes annexes
do corrente exercicio ; assim o communico a
V. S. em resposta ao seu offlcio dirigilo aquelle
miuUterio em 14 de jaueiro proximo findo, sob n.
459.
ran
GJoverao da proviucia.
kxpsdik\:te do dia 9 de mvbqo de 1874.
1.' seccCto.
Uuicios :
Ao Exm. brigadeiro commandante da> ar-
-iias.Transmitto a V. Exc. copia do aviso do mi
nisterio da guerra de 24 de fevereiro ultimo, ap-
provand.o a tabella que arbiirou a etapa para as
praras do exercito e da gaarda nacional deslaca-
das n;sta provincia, e a f irragem para acavalhada
do depo?ito de instruccio. no somestre de Janeiro
.i junho deste anno, sendo o valor daquella,470
reis e o desta 9>)0 rei?; cham* a attencao de V.
Kxc. para o que se declara no final do citalo aviso,
com referenda a essa materia.
Ao mesmo Remetto a V. Exc. para sua
seieneia e devida execocao, copia da circular do
minist^rio da guerra de 26 de fevereiro proximo
passado, declarando os vencimentos que compe
lem aos medicos civis contractados, quando doen-
tes.
Ao commandante do divisio naval do 2" dis-
incto.Autori"ando nestadata o inspector di the-
souraria de fazenda a mandar abonar ao official
le pedido, a quantia de 2005000, para a compra
m estes ge-
noros reieita 103 por sua ma qaalidade; respondo
assim ao offlcio de V. S. de 17 de fevereiro ulti-
mo, sob n. 308.
Ao capitio do porto. D.; conformidade com
:i circalar do ministerio da marinha de 21 de fe-
vereiro ultimo, chamo a attencSo de V. S. para o
exagerado conumo de chamines de vidro dos pha-
rocs. afim de que providencie de modo a evitar
semelbanteirregnlaridale, reeommendando todo o
zelo da p rte dos pharolelros e fazendo-03 respon-
saveis na forma da lei pelos prejuizos que causa-
rem a fazenda.
Ao director do arsenal A: guerra. Decla-
rando-me o Exm Sr. ministro da guerra em aviso
de 26 de fjvcroiro proximo findo, ter naquella da-
ta expedido qrdem a directoria do hospital mililar
da c6.-te, no sentido de re rettera enformarja desse
arsenal, os instruments cirurgicos constautes d
inclusa nota; assim o communico a V. S. pata seu
conhecimento. ,'
Ao mesmo.Coostandode aviso do ministers
da guerra de 26 de f vereiro transacto, junto,por
copia, que do fardamento remettido AesU para a
provincia da Parahyba, com destino a respectiva
companhia de cavallaria, chegaram em mao e3tado
com avaria de agua salgada 78 caniizas de alg>
daozmho e 50 calcas de panno azul ; sirva-9" V.
determina o citado
Ao mesmo. Transmitto a V. S. copia do
aviw do ministerio da guerra, de 24 de feverero
ultimo, approvando a tabella que arbitrou a etapa
o a forragem para as pracas do exercito e da
guarda nacional destacadas o para a cavalhada
do deposito de instruccao, no semeslre de ja.
neiro a junho deste anno ; chamo a attencao
V. S. para o que se dechra no final do citado
aviso com referenda a essa materia.
Ao mesmo. -Certo, pelo ofuVio de V. S., de
28 de fevereiro ultimo, de achar-se o procurador
fiscal dessa thesouraria nutorisado a.tratar com o
visconde de Suassuna sohre a compra da parte)do
terrene do Santo Amaro das Salinas, onde se pre-
tende con3truir o edifflcia da faculdade de direito,
tenho a dizer lhe, quanto a parle do referido ter-
reno, que se acha em litigio entro partes a fa-
zenda publica e os herdeiros de Manoel Luiz da
Veiga, havendo ja sentenca em favor daijuelle,
que cumpre V. S. requisitar o decreto do des-
apropriagSo, so vir que o pleito se prolonga por
tempo indefinido.
Ao mesmo.-Achando-se verificado que o 3
escripturario da alfanlega desta provincia, re-
raoviJj para a de Santos, Joio Antonio da Silva
Pereira. obteve em 5 de "dejembro ultimo mais
dous mezes ds pra>o, afim de seguir a seu de
tino, recommendo a V. S. que nos termo3 da sua
inforraacao de o do corrente sob n. 8 8 scrie F.
mande abonar aqueile empregiloa ajuda de cus-
to que lhe competi", visto te-la solicttado em
tempo.
Ao mesmo. Transmitto a V. S. para seu
conhecimento e devida execucao, copia do aviso
circular do .ministerio da gierra de 26 de feve-
reiro ultimo, declarando os vencimentos que com-
petem aos medicos civis con ratadjs, quando do
entei.
Ao mesmo.-Para os fins conveniente3 re-
metto a V. S. o deereto de 12 do mcz proximo
passado, de nomeacao do bachard Alexandre de
Souza Pereira do Carrao para o lugar de 5 juiz
substiluto desta comarca.
Ao mesmo. -Mande V. 'S. pagar ao nego-
cianto Manoel de Oliveira Junior a importancia
constante don prets juntos era duplicau, prove-
nien'.e dos vencimeatos ao destacamenlo da villa
do Floros, r. lalivos aos inezes de novembro e de-
zombro do anno passado, conforme solicita o res-
peclivo commandante superior era offlcio de 3 de
Janeiro ultimo.
A) mesmo.-Nos lermos da sua infurmacao
de 7 do -corrente sob n. 878 serie F, e de confor-
midade com o disposto no aviso de 27 de abrtl
de 1859, mande V. S. abonar ao official de fa-
zenda da corveta Recife, a vista do compete ute
pedidicomo solicita o coramind-inte da divisan
naval do 2J di-tricti era oTCcio de 19 de fevereiro
ultimo sob n. 208, a quantia de 200* para a com-
pra do pao ecarn- v-rde quando acontega serem
eslcs -generos regeitados por sua ma qualidade.
Ao iUcamo.-Para os fins convenientes re-
djcrcto de 21 do mez pro
de Jaicos no Piauhy. paraa do Bonito nests pro-
vin:ia
Ao mesino. -Declaro a V. S. para sua intel-
ligencia que, segundo const a de aviso do minis-
terio da guerra, de 25 de fevereiro ultimo, foi ap
provada a deliberaciio que tomei de aatorisar o
pagamento da quantia de l'M)t, era que importou
a desobstruccSo do caoo de esgoto do arsenal de
guerra desta proviucia.
. Ao inspector da thesouraria provincial.
Tendo approvado nesta data c contracto que fez o
delegado do termo de Serinhaem com Felix Jose
de Santa Anna, do alluguel de uma sua ca-a pela
quanti i de 105 mensaes, para servir do quartel ao
destacaraento daquella localidade, come^anlo o
referido aluguel no dia 1 do corrente; assim o
communico a Vmc. para os devidos fins.
Ao mesmo. Mande Vmc, com urgencia,
substituir por outro o caldeiiao que na casa de de-
tenQio serve para preparar a comida d03 presos
que sJo alimentados a custa dos cofres provin-
ciaes.
Ao mesmo. Mande Vmc. entregar a com-
missao encarregada de agenciar a desapropriagio
de bemfeitorias existentes em terrenos compre-
hendidos no espaco escolhido para o passeio pa-
blico desta cidade, o restante da verba do 6* do
art. 6 da lei do or;.araento vigente, na importancia
de2:3786l0, afim de ser applicado asdesapro-
priacoes indicadas pela mesma commi-sao no offl-
cio a que se refere a informacio dessi thesouraria
de 19 do mez findo, sab n. 96, uma vez que o ater-
ro esta sendo feito gratuitamente, devendo correr
pela verba aeventuaesi a quantia de 1:221/390,
necessana para completar a somma de 3:600/
eui que importara as referidas desapropriacdes.
Ao mesmo. Communico a Vmc, para os
devidos fins, que por de3pacho desta data concedi
permissao a Manoel Vicente daCunha Junior, ul-
timamente nomoaio collector de rannicipio de Ja-
boatao, paraentrar em ex rcicio independente de
a-; previa (ianca, a qual devera prestar no prazo
iraprorogavel de 60 dias.
Ao raesmo. Communico a Vmc. que por
despacho desta data neguei provimento ao recur-
so interposto por Manoel Fernandes da Costa 4 C
da decisao dessa thesouraria denegando-lhes eli
minacao do debito a qoe estao sujeitos por have-
rem sido colleotaios como neg ciando em polvora
no anno de 1870-1871.
Ao mesmo. A' vista do que solicitou o re-
gedor interino do gymnasio provincial em offlcio
de 7 do corrente, recommendo a Vmc. que mande
entregar ao secretario daquelle eslabelecimento,
bacharel Celso Tertuliano Fernaudes Quintella, e
quantia de 1:530J, em que important as mensa-
lidades dos alumnos pensionistas da provincia no
1* semeslre do corrente anno, on forme se venii
ca da inclusa relacao nominal.
Ao mesmo. Tendo approvado o incluso
contracto por copia, do aluguel da casa que esta
servindo de cadeia no termo de Panelias; assim o
communico a Vmc. para os fins convenientes.
Ao mesmo. Annuindo ao que solicitou o
regedo.- interino do gymnasio provincial em offlcio
de 7 do corrente, recommendo a Vmc, que mande
pagar ao coaego Liao do Mauls Carnjullo Luua a
gratifl;af.lo a qae liver direito em virtado do con-,
tracto por elle celebrado perante o referido rege
djr para exercer as funccoes dj capellao daquelle
estabelecimento.
Ao mesmo. Cumpre que Vmc. remetta
com a maxima brevidade possivel, copia de todos
os contractas celebrados nessa reparticao de or-
dem desta presideneia, a contar de marco do an-
no passado ate o presente, e que estejara depen-
dentes da approvacao da assemblea provincial,
alim do serem a ella submsttidos.
4." seccao.
Offlcio3 :
Ao Exm. presidente da provincia do Rio
Grande doSul. Tenho a honra de responder ao
offlcio de V. Exc, de 9 de fevereiro fiado ao qual
acompanharara dous exemplares impressos do re-
latorio com que Y. Fxc abrio a 1* sessiO ordina-
ria da assemble'a legislativa dessa provincia.
Ao juiz de paz da Treguezia do Altinho. -Em
respost.i ao offlcio que Vmc. dirigio em 27 de fe-
vereiro findo, remetteodo uma relacao dos julga-
dos de paz havidos nes-a freguezia lhe declaro que
a ciacular de3ta presidencia, de 23 de agosto do
anno passado refere-se aos dUtrictos de paz exis-
tentes nessa freguszia com especificac.ao da data
de sua creafao e nao aosjulgamentos havidos.
Portana :
A' Illm. camara municipal do Recife. A
Illm, camara municipal do Recife remetta com
urgencia uma copia do termo de contracto do mer-
cado publico, celebrado pela mesma Illm. camara
com o arremat:mte Jose" Augusto d Araujo.
6.' secgao.
rtaria :
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
avegacio a vapor mandem dar passagem para a
rovincia do MaranhJo, por contadi ministerio da
uerra, no vapor Bahia, ao soldado Ce.'ilio Perei-
ra da Silva, que se destina a do Piauhy, onde vai
servir.
EXPEDIENT!: DO SBCRBTABIO
I.* sicrao.
Offlcio :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas De ordem de S. Exc o Sr. presidente da
provincia communico a V. Exc, em resposta ao
seu offlcio desta data, sob n. 196, que fleam ex-
pedidas as necessarias ordens no sentido de ser
transportada para a provincia do MaranhJo, no
vapor Bahia, com destino a do Piauhy, o soldado
Cecilio Pereira da Silva.
2." seccao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia. 0 Exm. presiden-
te da provincia mauda, em resposta ao offlcio da
V. S., de 6 do corrente, n. 334, commnnicarlhe
que, nesta data, approva o contracto feito pslo de-
l.'.t, 1^ Ha QorinhSam inm RMiv InaA do S.in'a An-
de sua remocao da comarca de Jaicua, no Piauhy.
para a d) ttoniio nesta provincia.
-. Ao juiz ie direito de Pal mares.0 Exm. Sr.
prestfente da. provincia manda accusar o recebl-
mealedp offlcio de V. S. de 23 de fetereiro ulti-
mo, participrmlo que naquella dau, o adjunto do
promotor publico dessa comarca, no terrao de Bar-
reiros, bacharel Jose Bonifacio de Sa Pereira,
asstwio o exercicio das funccSes do cargo do mes-
mo STofiotor.
Ad bacharel Alexandre de Souza Pereira do
Carmo. Por esta secretaria se communica ao Sr.
bacharel Alexandre de Souza Pereira do Carmo,
que nesta data reraette-se para a thesouraria de
fazenda o decreto de 12 do mez proximo Undo, de
sua nomeacao para o lugar de quinio juiz substi-
luto desta comarca.
Ao Sr. Ju*tino Eugenio Laveiwre.-0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda accusar o re-
cebimenio do offlcio de V. S. de 23 de fevereiro
ultimo, participando achar-se no exercicio das
funccdes de promotor publico interino dessa co-
marca to Bonito.
Ao bacharel Thomaz Argemiro Ferreira Cha-
ws, promotor publico interino de Bora Jardim.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda accu-
sar o recebimento do offlcio de V. S. de 28 de fe-
vereiro ultimo, partici anio ter naquella data as-
suraido o exereiodas funccoes de promotor publi-
co int-rino dessa comarca.
Ao bacharel Taeophilo Moreira Gerra. Por
esi secretaria se lometle a V. S. o offlcio incluso
da presidencia da Bahia, dignahdo-se V. S. deac
cusar o recebimento do mesmo.
3.' seccao.
Offlcio :
Ao inspector da thesouraria provincial.
De ordem do Exm. St. presidente da- proviucia,
communico a V. S. que por portana desta data foi
reraovido o fiscal da collectoria provincial do Li-
moeiro, bacharel Augusto Coelho de Moraes para
a do Brejo e q da deste ultimo munici.do bacha-
rel Cassiano Bernardino dos R do Limoeirj.
4.' seccao.
Offlcios :
Ao I* secretario da assemblea provincial.
N. 16.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
province, remetlo a V. S. ires impressos de cada
um dos regulamentos expedidos pela presidencia
da provincia, em virtude do disposto n j art. 32 e
seus paragraphos da lei n. 963 de 25 de julho de
1870, e 34 da de 13 de junho de 1871 ; SI 43 e
41 do art 13 da lei 1,115 ; lei n. 1,131 do anno
passado e as instruccoes de 13 de setembro do an-
no passado sobre a alimentacto dos preso3 po-
bres, afim de serem presenles a assemblea pro-
vincial.
Ao mesmo.N. 17.De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, remetlo a V. S. os
balancetes de receita e despeza que as camaras
munieipaes de Iguarassii, Bom Conselbo, Cabro-
1)6, Floresta, Pelrolioa, Barreiros, Villa Bella, Ca-
raaru, Iiambe, Palmares, Triumpho, Ipojuca, Bui-
que e Salgueiro, enviarara a presidencia, afim de
serem presenles a essa assemblea.
Ao mesmo. N. 18. lie oraem de. s. txc.
a Sr..preaidente da provincia, remetlo a V. S., afim
de set presente a es3a illustre assemblea, o aviso
circular, por copia, do ministerio do imperio de 17
de Janeiro de 1873, e assim tambem o parecer do
director dos cursos da sociedade Auxiliadora da
Industria Nacional, sobre a proposta que ao res-
pective conselho administrative apresentou o so-
cio Joio Coelho Gomes, acerca de construcjao nas
capitaes das provincias, de um grande predio on
de ;e recolnam as meninas desvalidas e se lhes Je
a educagio conveniente.
Ao regedor do gymnasio provincial.De or-
dem do Exm. presidente da provincia, communico
a V. S. que nesta datase expedio ordem a thesou-
raria provincial no sentido. de ser paga ao conego
Lino do Monte Carmello, a. gratifi:acao a que li-
ver direito pelo contracto que firmou elle com essa
regedoria para exercer as fjocgoes de capellao
desse estabelecimento.
Ao mesmo. De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, comnunico a V. S. que nesta
data se expedio ordem a thesouraria provincial
para entregar ao secretario desse estabelecimento
a quantia de 1:530/ em que importara as raensa-
lidades dos alumnos pensionistas da provincia no
primeiro semestre do corrente anno, conforms so-
licitou V. S. em offlcio de 7 deste mez.
A' commissao encarregada da desappropria-
cao das bemfeitorias existentes no local escolhido
para o passeio publico.-De ordem de S. Exc o
Sr. presidente da provincia, communico a Vv. Ss.
em resposta ao eu offlcio de 22 de Janeiro ulti-
mo, quo nesta data se expedio ordem a thesoura-
ria provincial no sentido de que ponderou
commissao no citado offlcio.
tlrfefa prosegue a tal respeito nos teraos da lei.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. com-
aendador Henrique Pereira de Lucena. digno pre-
sidente da provincia O chefe de policia, Anto-
nio Francisco C^rreia de Araujo
essa
S de, como determina o citado aviso, exj.udu
anas ordens. afim de ob'er-se do carregador a ...-, u-iJ inciuso a V. b. o ^irii-a
t-' -.*. ,::^*paafe,. de r;;.,,o5io do juiz de direito,
legado de Serinhaem com Felix Jose de Santa An
na, do alluguel de uma casa para servir, naquelle
termo, de quartel do respectivo destacamenlo.
Ao mesmo. 0 Exm. Sr. presidente da pro
vincia, em resposta ai offlcio de V. S., de 6 do
corrente, n. 335, solicitando a substituicao do cal-
deirao em que na casa de deten^ao 9e prepara a
alimenlacao dos presos, manda communicar que
nesta data expede ordens a thesouraria provincial
afim de ser sati3feita com urgencia a dita rejui-
si cao.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda transmiuir a V. S. os titulos das au-
loridades policiaes nomeadas para Muribeca, dis-
tricto de Jaboatao, de conformidade com a pro-
posta do V. S., era offlcio de 7 do corrente n 339.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda communicar a V. S., que fica ap-
provado o contracto do aluguel da asa que esta
servindo de cadeia no termo do Panelias, como so-
licita o respectivo delegado"no offlcio de 24 de fe-
vereiro ultimo, de que trata o de V. S. de 6 do
corrente n. 332.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal de Flores e Villa Bella.-De ordem/do Exm.
presidente da provincia communico a V. S., em
resposta ao sen offlcio de-3 de Janeiro ultimo, que
nesta data se expedio ordem a thesouraria de fa-
zenda no sentido de ser paga ao negociante Ma -
noel de Oliveira Junior, a importancia dos prets
que vieram annexos ao citado offlcio.
Ao juiz de direito Miguel Archanjo Monteiro
de Andrads.Por esta secretaria so communica ao
Dr. juiz de direito Miguel Archan]o Monteiro da
domnisacjio que for "devida.
Ao mesmo.Con?'ando decommuaiear;*:
. j ...
'Iirtins de Andrade, da comarca
Commando das aruias.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 17 DE JULIIO DE
1874.
Ordem do dia n. 830.
0 brigadeiro commandante das armas, conforme
0 disposto na imperial provisSo de 11 de Janeiro
de 1833, contratou nesta data para seryir por tres
annos na bands do musica do 9* batalhao de infan-
teria, na qualidade de musico de 1" classe, per
cebendo por sobre 03 vencimenlos que por lei lhe
eompetirem, 0 premio de 200/000, por ja haver
servido no exercito, tendo sido julgado apto em
inspeccao de. saude, ao musico paisano Deleuterio
Jose de Sant'Anna.
0 mesmo brigadeiro declara que no dia 12 do
corrente apresentou-se, vindo da provincia do
Maranhao, 0 Sr. tenene do citado 9# batalhao,
Francisco Mignel de Souza.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
Ldns.
Conforme.0-major Jose Bonifacio dos Santos
Uergulhdo, ajudante de ordens encarregado do
detune.
BepartioAo da policia.
.' se<5cao._Seerelaria de policia de Pernambuco,
17 de julho de 1874.
N. 856.Illm. e Exm. Sr.-Parlicipo a V. Exc.
que foram honlem recolhidos a casa de detencso,
os individuos seguintes :
A' minha ordem, Manoel, escravo de Francisco
de Mello Cavalcanle de Albuquerque, por andar
fngido.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Casimiro Antonio de Souza e Jose Francisco Pi-
nheiro, por disturbios.
Na noite do dia 23 de junho ultimo, nos subur-
bios da villa da Floresta, Francisco Pajeu Pereira
de Souza, por occasiio dos festejos de S Joao, fe -
rio gravemente com um tiro 0 manor Eneas, sen-
do presorera flagrante. 0 delegado de policia rez
0 inquerito policial e foi logo remettido ao res-
pectivo Dr. juiz municipal.
A's 7 boras da noile do dia !. do corrente, nas
immediacies daquella villa, Nircizo Pereira dos
Sanl03, desfechou um tiro de clavinote em seu
proprio lio Jose Pereira dos Santos, que felizmen-
te nio foi ferido. 0 delinquents logrou evadir-se,
e 0 delegado procedeu ao inquerito policial, 0 qual
foi remettido ao Dr. juiz municipal.
Hontem, pelas 7 horas da noite, em uma pada-
ria sita a rua das Cinco Pontas, do 1." districto da
1 freguezia de S. Jose, Antonio de Almeida Goncal
EXTERIOR. ^
Franca.
DISCURSO FRONUXC1ADO POR G tHBBTTA EM \i;
XKI1I1K, DEPARTAME.NTO Dg TORRB^
(Continua:ao.)
Estsvamos pois nesta siluacao; a monarchia Ira-
dicional de-apparecera ; a monarchia... a outra
(Risos) enganada, abatida, estava aviltada: 80 res-
lava a republics, mas iaso era muito, apezar de se
sentir que tinha a adhesio dos francezes ; ja se co-
nheciam as suas reforinas, os sens actos de repa-
ra^io, 0 triumpho que a ia acolher pelo reslabe-
lecimento dos negocios, pela tranquillidade dos es-
piritos, pela restaura^ao da paz social e politica.
Mas oh I nao, nao deixaremos consummar estas
maravilhas, dizia-sc ; como havemos de consentir
que a republica apreveite semelnante pacifica-
f0?
Era entao que se clamava, cada vez mais alto
contra o perigo social, e contra e cxaltacio do ra-
dicalismo legal, que e, ao quo parece a abomina
cao da desalacao (Riso) E entao inventou se ta
do para oppor obslaculo a esse radicalisn.o a8sus-
tador. Nao contarei 0 que se inventou ; homen?
mais snbtis do que eu perderiam a esto respeito 0
seu latim; 'e demais essa referenda so mediocre-
menie poderia interessar-vos. (Novos risos).
Todavia a repnblica existe, tendo por si a Korea
crescenteque resulta do cheque edo malogro no-
tavel e irremediavel das emprezas dynasticas quo
tinbam tencao de a derribar, para se fazerem subs-
tituir
E tndo i3"o a quem se deve ? Ao procedimento
do partido republicano; a formaQao, no pair, de
uma grande e deseavolvida, democra"cia, capaz de
se governar a si propria, 0 que deste modo de-
mon tra, ao resto do mundo, a sua aptidao para
governar os outros. (Bravo I bravo Salva de
applausos).
Esta democracia sabia de ha muito tempo, pelo
menos pelo que tinham observado alguns dos seus
Who', quanto a Franca, instinctiva e internamente,
esperava a sua exaltaelo, sem 0 confessar clara-
mente ; mas no tempo do imperio, pouc > se tinha
podido conhecer, 0 seu nascimento, a sua forma-
cao.a constituigao dee mundo democratico fran-
cez ; e e aqui, se assim 0 quizerdes, que vamo3
encontrar juntos nao so as razoes que fazem com
estejamos hoje, face a face, com 0 imperio, por
isso que, so resta 0 imperio nesse duello supremo
contra a republica ; mas tambem 03 motivos pelos
quaes devemos vence lo, e pelos quaes tambem se
podia, e pode ainda, lancar 0 eqoivoco e a ambi-
guidade, em certos espiritos. (Notaveis demons
Irac5e3 de assentimento^.
Examineraos a situarao.
ebcio quo o altontaUu, que o Crime lie 2 00 Ue-
zembro, teve a pretencAo de se occnltar, justifi-
cado pela restitui^ao, feita ao povo francez, do suf;
fragio universal. Comeijava aqui o equivoco ;_e
dessa proclamacao criminosa e dessa declara;ao
mentirosa de 2 de dezembro, que data a politica
proseguida com mais paciencia do que se e3ta
hibituado a manter nas praticas ordinaria* do ce-
zarismae que consiste em corromper a democra-
cia, em avilta la e degrada-la at6 uma domagogia
baixa, e tanto mais temivel, que, entregando-se
nas maos de um senhor, julga encontrar alii a
prosperidade e a paz, quando nao tern mais do que
a vergonha, e as catastrophes. (E' isso e isso I
muito bem muito bem !)
A 2 de dezembro de 1851, houve a idea de fa
zer um golpe de forja contra os liberaes, confa a
burguezia franceza, contra 03 parlamentares, con
tra os discursadores, contra a gente que pensa e
reflecte, ciosa da liberdade e da honra do paizLe
a qual Napoleio I chamava idealistas, e Napolcao
III chamava os antiges partidos (Ri3oJ. E entao,
apresentando-se ao povo como um protector con-
tra a classe burgueza, pro nettcu lhe o bem estar
material, uma participacao constante nos negocio*
do estado por meio do suffragio universal, uma
grande gloria na parle externa pela constituijio
de um poder militar incontesta *o, e que, pela sua
vigilancia, saberia collocar-se superior a toda aes-
pecie de surpreza, e finalmente uma certa inde-
penlencia no dorainio das ideas, pelo que respei-
te ao que se pole chamar a oppressio da theo-
cracia. Chegaram a lemer do soeialismo; pen-
sou se era arregimentar os operarios, aquartelan-
do-os, distribuindo-lhes ragoes, administralivamen-
te, por meio de e3quadras, por isso que assim se
poderia chegar a reso'ver o problem* da extinc-
gio do pauperismo. (Piiso demonstragi5e3 una-
nimes de approvacao). Era porque na essencia
havia um pensamento secreto ; pretendia se fazer
uso do pauperismo e do soeialismo para atemori-
sar o- burguez, e para lhe causal noites de iuso-
nia ; queriam dominar o animal feroz do prole-
tariado, e para esse fim pensava se em o reunir
por brigadas : Ainda hoje se diz : Cautela com
as massas populares Cautelar com Belleville !
Cautela com os barbaros 1 Cautela com isto, e
com aquelles! "-0 medo, semproomedo! Eis
aqui de que se alimentou a litteratura official do
imperio durante vinte annos. (Ililaridade.Bra
vos).
(Continm).
^mmmMMMK
Andrade, qos'hoje remette-se para'a 'he3onrarria Jves'ferio levemente a Joao Pereira de Li-nasenio
de fazenda o decreto de 21 do mez proximo flodo, I pre30 em flagrante. 0 subdelegado d aqueile dis
(DA AGENCIA AMERICANA.)
Rio de Janeiro, IV. ii e 15
m. da larde.-Cambio sobre Londres
5 / bancario. e *5 5/S particular.
Babia, Uu i b. c -15 :n. da tarde.
-Iviiirnraui os vapnres nmericano
ONTARIO a tng\ex%ARGENTINA.
Bahia, 19, its b. e io m. de tar-
de. Sepultou-se hoje o primeiro
tenente da armada nacional Duro
cher, qae cbegou hontem emfcrmo
de Pernambuco. morrendo hon-
tem mesmo.
l*ara. lt as 9 h. e *0 m. da ma-
nba.Chegou o vapor brasileiro CEA-
RA'.
Para. 1, a I h. e 15 m. da tanle.
Camblo sobre Londres *5 1/9 e
S5 : 1 transactors effectuadas pelo
Banco Commercial, no banco Maua
So 3/4 sem tomador. Oeueros sciu
altera^ao.
I.i-. i. 19* aos 19 m. tla tarde.-
De londres dlzem : consolidados
99 3/1, fundos brasileiros lOl, cin-
co por cento franceses 09.
II vre. 19.Venderam sc OOO sac-
cos cim cafe, sendo o do nio a pre-
co de 99 e IOO francos. < o de San-
Ion a IOO e 109 fran>i. Vende-
raut-se 500 saccas eon a!-jo;iio,
sendo od Pernambu preeo de
99 e IOO francos.
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAO DE 16 DE MA 10
PHKSIDENCIA DO SR- FSRREMA DE AUUAB.
Vinte minutos depois de meio dis, acnaaoVi.-
M eseule* os -Srs. Auioni) Paulina, Souza Leila, To-
lentino de Carvalho, Balis e Silva, Manoel do Bego,
Soares, Lacerda, Firmioo de Novoes, Tiburcio 4e
Magalhaes, Amaral, Goes Cavalcanle, ittio Barba-
lbo, i. Mello Bego, Aguiar, Uchoa Cavalcanle, Cu
nba Cavalcante, Doraingos Pinto, Nascimento Por-
tella, Travasso de Arruda, Vieira de Mello, Gome*
Parente, Goncalvcs Perreira, Camboim, Pinto Pes-
soa, Oliveira Andrade, Dario Cavalciote, Pelippe
de Figuoiroa, Caspar de Drumm >nd e (Mympio
Marques, faltando sera cusa participala os Srs.
Tile, Peretii, Arconcio, Alipio CosU, Arruda e Goo
dim, abre se a sessio.
C liJa e approvada a acta da sessio ante-,
dente.
0 Sr. secretario da conta do seguinte
RXPROIENTE :
Uma petiijio do Jorge Ferreira de Ioojosa, ofli-.
cial de justica, pedmdo que se lhe manda pagar a
quantia de 1791188, que lhe deve a camara ma
nicipal da Escada. -A commissao de ornament
municipal.
Outra de diversos moradores do povoado de Ja
guaribc, pelldi a creafao de uma cadeira de ins
truccao primaria para osexo ra>sculino.A' com-
missao de instruccao publica.
N' lido, apoiado, entra em discusslo e e sem de
bate approvado o seguinte parecer :
a A commissao de peticoes, ten Jo exarainado a
peticao em que D. Maria Figueira de Castro, mil
do alferes honorario do exercito e do corpo dV
policia Joao Francisco da Silv. Castro, assassinsdo
no sertao da provincia quando ia em coramissa <
para o termo de Ingazeira, pede para si uma pen
sao annual, como retribuicao dos bons lervicos
prestados pelo dito seu filho ; attendendo qoe o
pedido da supplicanto envolve uma qaesUo coasti-
tucional, qual a de saber se as assembleas pro-
vi^ciaes cabe a concessao de pensoes ; e de pare-
cer que a peticao o docuraentos que arotapanhaw
va a commissao de constituii;ao e podsres. Sala
das coraraiss5cs, lit de maio de 1874.M. da Sit-
va.Pinto Junior.
E' approvada a redaccao do projecto a. 67 a>
1872
O Sr. Tolentino de Carvalbo jusUfica
e manda a mesa o segninte requerimento, qoe t
lido, postern discussao e sem debate appro
vado :
a Bequeiro, que pelos canaes competentes e com
urgencia, se solicile do consulado provincial intor
mafoes a respeito d entrada de 160 saccas do ai-
godao, que hoje love lugar como procedentes de
AlagOas, qnando por declaracio do respectivo con-
ductor, sao alias de procedencia desla provincia.
Tolentino de Carvalho.
ORDF.M DO DIA.
O sr. rresiaente declara que ie vai eutrai
na primeira parte da ordem do dia, continuando a
2* discussao do orr/amento municipal.
O.Mr. J. Mello Rcgo (pela ordem) faz
ver que na ultima sessao a assemblea approvoa
um requerimento por elle apresentado, afim d*
que o artigo da receita fosse dado para a 1* part*
e quo neste3 termos foi dada a ordem do dia.
O Sr. Presidente observa que as nrgen-
cias so pruduzem os seus effeilos nas sessoes em
que sao approvodas, mas que respeitara a decisao
da assemble'a.
Nao J submetteu desJe logo o orcamento pro-
vincial a discussao, porque, nao tendo estado pre
seote, na sessao anterior, nao sabia da urgencia
vencida.
Cuntmua, portantoj a 2- discussao do art. !> do
projecto ii. A'6 deste anno, orcando a receita e fixan-
do a despeza para o exercicu de 1874 -75, com as
emendas olferecidas.
0 Sr. J. Mkixo Rego : Antes de enirar em
raateri, antes de acudi- ao reclara > qoe me traz
a discussao, me permittira V. Exc, Sr. presidente.
que lhe m uma ligeira explijac-l sobre o qae
acaba de observar : nao quero que se entenda que
eu tento crear tstvlos novos, nem p-eterir aqnillo
que estiver determinado por V. Exc.
Hontem, levado pela importancia que ligo ao
artigo da receita, e persuadido de que sena incon-
venient discuti lo no lim da seisao, quando a
a casa mo.-trase sempre desateota ; pedi urgen
cia para entrar em discussao o projecto de orrv
meuto e requeri que aqueile artigo fosse discutidj
de preferencia a qaalquer outra miteria, ficand*
assim invertida a ordem do dia. N'este sentido a
casa votou, e o presidente que se achava na cadei-
ra, mui dignameute occupada por V. Exc, con-
formouse com a decisao.
0 Sn. Presidente : -Esta questao nao faz parte
da materia em discussao.
0 Sr. J. Mello Reqo : -Estou me explicjndo..
0 Sa. Presidents : -Eu ja disse francamente a
,.ue entendia.
0 Sr. J. Mello Rboo Resolvrda pela casa a
materia do men requerimento, e eslan lo o projeca
to do or ordem do dia, eotendo que a discussao devera pnn:
cipiar por elle. Foi este o mntivo por que pedi
que attendesse para a ordem do dia oil live,
nem podia ter o propasito de fazer cn-r qae V
Exc. proeedia em desaccordo com o renim<"nto._
Isto poslo, tendo, como memhro da commissao
de orcamento, sido chamsdo pelo nobre depuiad.'
pelo !. districto, para dar informacoes a casa so-
bre o raeu modo de ver em reiacao ao estada fi-
nancei-0 da provincia, cumpro esle dever yraiJL
ao debate para externar o joizo da comrni'sao do
que immerecidaraente faco parte (na> apoiados).
juizo que assenta todo nos estudos qne fit.
Tratarei, pois, de explicar a casa os molivos por
que a commissao propoz a receiU como esta no
artigo em discussao, e ao mesmo tempo de atten-
der as interpellates, respondendo ao que sobre
mesmo artigo foi dito.
Dous nobres deputados pelo 1." di-triclo roe pre-
ceder m da discussao. Um, o Sr. Tibarcio de Ma-
galhaes, que, abundando em diversas considera-
te?, a meu ver assisadas e convenientes, para
nos auxiliar no lim de voiarmos o augmento ne-
cessario a receita, leve a bondade de prostar o sea
apoio a commissao, procurando contribuir com
sua palavra para ser aceilo e manbdo o arti?" do
que nos occupamos.
G Sr. Manoel do Rkoo .Ao contrario, queria
modificar o que propoz a commissao.
0 Sr. J. Mello Reco :... Se em diver.**
pontos de vista nio esteve na conformidade a
pensamento, oa do entender da cmmi^ao. rez
todavia quanto era po*sivel para pennorsr a
mesma commissao, que nio pode deixar de agra-
decer-lhe o auxilio quo lhe preslcu.
0 outro, foi o nobre depotado o Sr. Nascimento
Porlalla, a qnem felicilo pelo seu pnmiro emni-
to imporunte dleurso. -. ^
OSr. Nascimento Portei lx :llaito obngalo.
0 Sn. J. ello Rego : ... no qu^I e""0*0"
discussao na allura a mais convenieole. S. Exc
n^io se fez critico da commissao, nem apreeiaioc
etnrd considenc5es geraes, apresentou duvidas, pjdk'
esclarocimentos, objectou sobre oerU* dipnjt
contidas nj project \ sem que (altas-e erareiaca)
ac^'ii i"3o corn a e-oriezia e as atlancoes pro-
pria? da snj. rlHcad?za.




.4+4i~
-*#-
-u

_E, pois, pe^TrHte-ytr.MwntCT'.hir.i'.ir d^attoh-
<;ao, in dispense le tomar em c l'<>H*
seguudo d.aaujajj_salvj em am oa nV"' p"nYi,
porqaanto n!v;Vvspu etle sabre- o tvaballi) Ax
commissao. >
S. Exe. ttftffOfro outro que. n5a o d.) pro
jecto, quo" ?gtliTjV1111' tritium o.abundar era
cons deragocT a-forlem, que nao "tinhaai fateifa
iigagio com a? disposigoes do art. to.
O Sr. Nasclmento Rupm^A : feardagi la*
0 Sr. J. Mello RE^B-ABIm, sdm; rtbe apre-
ciar o sou primeirojBeursij.
Dg mesmo accora da S. Etc entanlo quo o
deve,- de decretarjia reeeisa da provmsia qua a
niissi'o .! ; lritiTit.tr a p ipulatio (i in<'oaleiUvol
mente maiio -aria, ratiii > impei'tante ; L a man
ver, a fu c;io miis meondrdisa que a e-t#a?;e:B-
blea confero a leidisaa inslitaieio. Vtirdespezts,
raarcar a apptteacio its reodas, evitir dWperdi
eios i! realis.ir e*>nomia., s tambara eceargo ii*
porlaatissimo ; mis triBKtar o povo. pealr a cada
um parlo da seu trabilho para occorrer as necas-
sidades publicas, e isto fazar,na. exacla propa-gu
de-taos necessidades, exercfcio maito raais grave
c do ilcance o mais serio.
En: assumpto, partanlo, J-5 tanla magnitude, n-
nho iiu do ('iinar era cousideragao o discurso do
nobrt! deputiJo polo I.* district).
Coiiegiu qfle l"*ceudQ, consi leraaoas geraes so-
lire o^asaaopflrcariJ da agric'ittura na prt/vin-
cia, estado que todos recoiiheceui, e natara os ma
les'que infezam o agriAiftor,'o jft .Iff'athfto Sir
quevai ainia a aa-sa pr.iduc;.io, pir Til's sys-'
teina, o mitb,odo d i trabalbo sujjeit) a veltia Mi-
n., o ii(ata para murji longe i) apen-aigiamii>
a-qae &n cessario uue chegue. Dep .is feheitou
esta assemblea, pelo desejo f mo\lra do fazer
esonoaiias, iteseia dcmsistradytieTo -*u prooali
memo ajo h. je.
Fazando am la hrjv. cmsideracSis sobre as
sumptH d urij.-ila ooiitanri', nn esqueceu
eroittir1* ml-totem? *jbte'*o\Matt. ;l ea.Yci
publicjs. !,;
NeslB pint) S. Exc. ni) estev* aftUtrto da om
:o'!.--i ire erwfrn mi > ; dissC o f.v p-itwi sobfe
a 'llu'rai fi'!,t!i':-iri, afirecfift-a'B n r.'!a;l) a di-
vila e >;o d-> 'li'i'i'ir':.-. tf.v, r, tern f-'l. .i',imt 99'rtB,
nn a C)B*traA&o M impirtani;- iHifiMU pub i-
.--. ce n o Jrit'jfm,'ntj das afsta^cia? da esiral i> |
mlag :i, jj^anl e-tl> f,itu gypiuer, eoutras se
fU-'lll).
E-*.i ,i;i-'cii.-l-i 1i-ii !.i, d's-=a o n >bn> .ii'nulili
s*r n-'Cji^irii para r, >nH u is ex eta, f.;:ta no senate brasiloiro, de estar e-ta
privia is :;: [jessima e-tado de lina!.;.-.
Noiri-n cannier proJeteu rauito bsdl o no'ire
depuU'Io urn :t;ir.)veitir esti oe^a-'riimiiio aradn,
^em dr.vila. pira relirar da proriacia essa imp*
I i;'io (peruiitie se, a p!ira-:e) ioteiraaieuto albtfia
li ver liiv
=
i \Mli\WLf.
3iari<> Sabbado 18 de.JuIho Jc 187
j
qnsrnw parece, ji ir mi srrrlo, di^emanto
* proviac.* do s*m<-lbanU Qt'WW&i^-ftM*!
lizia. < l.-lfaOlUiWaflvWf} "\
ma:i,fo-tr\'a nn W70.- c>"ne(;.rra e*n l68f':a W,
aa i^porUQjiad* {S&O'JftOJOj, '
R-fe defr:i^ foi. nre,icend) de lI sjru .qu* o mis-sii d(m^l4 pai-a' ap:--:seatar
liltut^jj-ii i|iw mca.'s jslo.
>[is faxir 11 ni rovisii g?..al ua lh?;.a
"):-, ua.'.j'.ir!Hi-a'.- U u iVjim, -il t 0
TWTfWj-ira^so *ar jmi>;ehi'..alii
Bli*#frWipa';.J, jinn <> qi. tsn,
prosidento da proviiicia, o illustrc Sr. Villa li ilia,
e'm s6u nilatorio de 1883," diia eStar'ah/adJ a
main de 3ot)contn.
l) Sit. Gaurs I'arkntr : -li diie:n os seui ami
gos qua na > deixaram defi 11
0 Sn. J. Usl'.oIIkgo :Cliegand* a vez di as
-u:nir a alnaialstragio o dirtin^t) e rejpeitaval
>r. coaie do Bao;i:itly, vij-se a bractn om a
graade diiTiouidado 301 .|uo sa achavam as financa*
da proviocia, a no sea louvavel zolo da remover
tai serio mal, aomcJa uaia aom-nissXa d-jipessdajn- muadi .;
(Mmpetaaiej para estator o estado das VnssaaJ ctrtteao
Soaifeas e reconhecor o quantum Ha datllalt. levaT)
Esta cammissaj preeaclieu ajlm para que f^rj| faai ton
nomoaila, c om seu relaL.ri> decfarou que o dolT AcrSa
ci'. U imlado era sap ;ri >r a GOO e i ta-i.
C' niinuando a voriScapo das dlvMaf. e attres
cenJo-sepelos eompMinios qaone tirim 4M>.':i-
do, subio a somma do deficit, oomo ja disse, a m'ais
d.; S09 contos.
IV.iviaha esse deCjit da falta ire pagimea!) dc
divii .s orainarias, de prestar.S''s de coatratos, uo
sufeveacoes nio realisadas. KrTili n, a provmoi*
a em'graa'e fatta quanta aa pa'K^meato de
' "=0.1
: IM^ fttiipro term lit i ant att.
m i\ provlnjU ; aa> tenm estatistiea ter-
oa vadastro da propritdaJ*....
JiJl OH'JM
i
c^rwJ-em desJo ja ercm 3e prefewrKia tri- onus'
"#> limitamo nos a propor n&foT U\ Ml jfd %4Mlo
Ac iMpan'rin I) o nesta parte, di-ei a c
asaD
rvimento en r !-i.
quo
a si-
pensi a < in iiiiij i
tja,;a, ih4ne Hfa.
(>i? >. e dfgj o com tvla a conrioai, <\ la n es-
tado ShMceiro da provincia nift) e a-'su-talir, nao
e deplor'avcl.
O Sa, .Xasciment'A Po^t:xi.\ : Anoialo.
0 Sit .1 \I:xlo Rbci : tfao c liciw dtfflr-*1
|ue e.-tam.s as pnrtas de mi a .:rise m.-J m!n
(apoiad i>).
A pfftincia n-hi << em.d'fllc'iid'i^es, principal
menie pox ler havido em anao- aat":rion.'i inf'rio
ill., lj 11 rati li a de>peza.
I).- t- d;i ]uilinri, 'i".: nio f:i 1^ agora, e jje
veeiu as .lif'i -;il la.Ios e asitaaji) rjae sa po I *
z t mi, o qua Ctrmpra remoW ; mas .pie nai
autonsa os iriUes reeeios de ;ilg.ins En geral
.. i. -... ijsa situacAo b5> a atterradoraj
0 Si \ v- rexn '.i'ir :!.r,v : S v.-.-l i |.. e .:-i:\-a n |-,.- ?; i afgi.
! 3h J. tftftio'too i : -0 u ilre deputal ?'pefo
I n*rftn, n aprerfavfts te/e talv ?. e"f'iiv>ic.is, <\\a. In? l*run
lugar a p>n ar pji j -^s:i J > fttau:eir<) da pr.vin
cia vai mais a;; pviio a!en ] > r.i? roirnrnte
i^....
0 Sii.Tmiu :: i as jIa3vuh.\E> : -fi tti > fii d Yo:.
rf a
0 oatrato Mirnay eo.da eompanhia d) esgpto
pablica.
SBStB circumslancias', o estaio de. faJ4enei era
quasi eli'gil). Os credores ireclamavam os sens
pagnm;mds, a naieram satisfaitos, qaeixavam sa
o i*vautavam clamo-es
En onjun'tura tal, n honradi Sr. co.id^ de
Haepeniy, nai uoleado renlover as dUlcmdaWs;
teveobim avim de, para manorar as qneixas
dis ofeJores, deteroiinir qae as quaa'ias i|ie
sohrassen na tliesouraria pcojiincia] J' de-peza
iili^i'iivtvel, f,sse applicaJft l-aforiis^ao .las
di i las p..ir ineia de um rateii. a is crelores
for este modo cornan as co.ua- aid qae pri
viJencia* eTuazej vieram a propi>ito.
Assim.em 18";), qaanii se reaaio a aisenblea
proar.iu esta rneias de real:sar et-onmia^ e sal-
vor a provincia o sea credilo, 15j profaiilaunute
estreme.;id>.
Ivato i I'ea sa eir.ii, quo, coma m;io de fac li.ir
i p tda ucata 1 o d ifi :it, era ounvoni nta "relirar da
raala ordinarta a daspaza com obras b-rftlicas, 6
votar esta assemblea an creiita'da 1,200 ontos
am apolices, com applica^So espeoiit as referidas
obras. Assi.n se fez.
A Sltnafai melborau um p'onen, mi3 nai se
ooniegufo. naqaelli anao isJetiaijir a Din bs
credo;.'.'. Era,ainla necessarji sitis'azer inais
do I' 0 coal 140, pr.oVcnio.ite da recisao uu cmtrat) ,M i:-nnv.
En 11TI, pis, leva a assomllei Baatfjtifet i
e-ta eslaJj de ousas. AuDr.s.m ontSi um e:o,'
pr'stru i ila 1,033, ia;lusiv! o cretti d t,?V)
iu| is e n aaolicas, sen Ij o respseiiva br. d i :ln
ex.:lu pa/amento .1 .s 'ridores da provin;ia.
Esta inpivsti'iio elTjcta5a-.se .om o Biuco di
B'i-il, e eutegraTmente f..-in pigos ti&>} os ere-
i..'";<, a aoi e.-Tn a3 vista* He tiljs as pantes !>
eriasruiv^s, mais coio m erx-aio, do
niposic-ia esUvef.
i-iiaona '| la a .'in h:Ti fv., eslas
da impostos qua consfml ^j*r4riige era-
. se fororu mal recebiltf, -tf produzireai
Wio effjito, na sassio segumte a assembled as
supprima.
idorou .Gommiasao.um en53te,
einand.i rcliglda, in ienti I> de
rapostJ* e\.:eptuad)s dos .'! OjO
ad em gatiBlkiotto asvto de man-'
lar n-.- impoj^ji mais sua-
" .a nao devaram ser
_ a ante.
niparao dos melli raneutos, atiimto o termo.s Teito
tuia ifaanfo Ha cabana f.uar (ipjiadis, m'nito
beni).
E eoajore naaditar e reflectir sobre os factos em
esco1
d'e
roj
mte
mas lenha conviccao da que nao procaderia ti com
"ifiiU soiicnaaa, aao "se preoccup.riam nBaTs 5a
matena do que Oj
discula.
Ite
com
mV^lif^Mfa^^atSSe
jrv..:js coatratldus b esocutados ,'lrf irrgfira H uusiui awjeijt,). MU f.7 ..Z-M*n
E arnJa serviam pars iagirientaf as dints alTi l*< W^a|JaThVcoii-i"sta oJeff o^se^rj em qu^Usa
vaiiibU:i.saiaiJUi4 le^aorgjifivtiatomua Sj(t..faca
exiJpmciaS Ti -ita.i.-al nnauceira da pnviBCia.
n oi mefii >r: mantis e em'i *lfe
!i dosdal>s quo oblivtJ da l-ias arin'a pr.
via;ial.
O^s. !. Utir.fj IV-;i : -Dir-Hivh"; ni U a can
sa d^s s -as juiv.'!.. Ellas !> modi pir -|ir si) f-;us os trabalnis li t!i>-
oararia pr. viac al, os qua is a primaira vi-n o*4
expnraem par eHamento o e-tada rea! dis cda/hs.
0 leMti prjcele di systema da escriptur.i;\ >.
Nas balmcis as aoaparas e oparacoes parecam
miiores par catea I > jugj da ewripturiflao, dos
aaoviinetilas 1,i faadi, do ipw resulta ale" oai s6
parecir mai>r a di.'iJa Ja provlaala, eoma a -xis
tench da um leflcit no exerctcl? da 1872 a !87-'l,
1 i'it qae em r.-alilala naa ha, bo eontrarii den
i apeqi.n5 sail.'.
E preeisi wrili;ir a cscript.ira;a >. soparar
i'!.!i.! jue se deve parar, hvar-se era Cjiata u
que se deve ontar, e li.-.nar de-te modo a bvc
do calciil'.
Para lem&nnfaro qua Jiga, v.u apre-ertfir a
casa as iiil.u'.eles qae fez a cornrnissao e nas
;:: S3 faada>se o sea juzo.
l-t>, [J t.; ii, nl) quar direr qua o cobra Jepi
'.i. ivf.-.p .;-M-ara.lo da industria exagerar o
estate d j biusas, -,u i, nen tal o pens iria ; r so-
ib .;o-o, ao can'.r.ar; .v.imalo da- melhores inten
si's, do dese;. sincero da hem servir a provin-
cia. (Apoiad js.)
B Iti-'. at) o | ie disse o nohre dapul.ido, afora
' i >s, a qua foi' levado, tern seu tanto
de randa n mi Er irto, a re'.I, nao est im is em
.inii.^a .1' prosperidadi finaneeira, e principal
menle piir ama cirsumsiancia quo imprevistamao-
le occarre no preseate exercicio.
ftooliceuca a cis- para fazar =zo Je alcanas
noUa que aqui caha, para depois cntrar em
apreeiacflas diversas.
T'T'i .n -'... !'faz?r apreiiac-lis u n poaco
mais d ti ia- la qua la I vez convenha, para aasi n
attingir ao fiai qua tanha errr vista.
0 Sa. Nascimento Pobtbllh : E'necessaria
iT/asma .,na o fa;a.
0 ?b. J Ucllo Bsco : Para isto, tomi os fac
'os da mais longe, v.v.i camegar pela face das li
naocas veriOcada do exercicio de l:i3 i fil. Xse
attingio a receita a somon da 1.003:400^. L'ez
inaos depois, em I860 e 1870, elevou-se a...;..
i:l81:5iSi, isto e, leva o augmento da G0i:2'tO5.
Em tin a 1873, 3 annas depois, a receita m in-
'.oa a 2:12l:837|. 0 aerescima de ivnla ne;ie?
tresultiaos annos foi da 332:0003.
Daqui se vc o quarto as rendas da pr vincia
se desenvolvem e a tenlencia quo mostram para
angmentar (ap dados).
Esta tandencia tern siflo eoostante da aana para
anno, o augmento 6 eada vez mais aeelerado, tanto
qae aos Ires ul'.imos exerciaios elevaram so as ran-
das na razao cle metade do augmento do3 daz an-
n"s an'eriores.
. De tao significativa prova do leseavolviraento e
progressao da riqueza da provincia, deve sem
dnvida resultar-nos'a convicclo de qua nada jus
tiflea receios vagos qua occasiune dasalento pelo
futuro g-audioso de Pernambuca...
0 Sn. Nancmsno Poatnxit: Apaiado.
0 Sit. I. Hello RKfi'a: futuro de qoe,
devo de_-larar com sati5fa;a depntado.
Nao se pense, porem, qne intenlo Bgarar hori-
sonte risiinbo, nao, digo con franiuazaoemsaien
aia a ver I .da coma ella se me antolha (Apaiados).
Pcrtan'), se, no estado regular das cmsis, as
rendas demm-trara a ana tandencia da sugmea-
to....
OS. OuVElBA An'obade : E a despeza ?
0 Sb. I. Uello Reg a': A despeza teincrescido
na proprrcao da renda, mas entre uma e odtra
ba uma differenca de circnmslancias maito impor
lante : a receita so Amende das eBeiins e factos
aaturaes, a d speza depende da extensao que*esla
loan i i It L'm a n r. -1 .^ !_l.i__' H i
assemblda e a adroiDisira:aa'lhe drr; pole ser
reduziJa ou angmentada, entrotantj que o pro
gresso da renda^egue o enrso das ciroumstaacias
naturaes, das ^oadiedes'de engrandecimento_e
pngressc social.
0 Sb. ffascirtHTd Patella : -Seoi ditviJa.diz
muito bem.
0 Sa. .. Meij.o Recio :Tra'scei ajora da di-
viua prov.ncial.
Em 1870, qaando es.ta assemblea, pela primeira
vez nesta sitoacao, se reuaio, a proviaeia lutava
com um delicit de mais de 803 contos. Coma-
fou para ella as difficaldades no exereicio de
18GG a 67, em que o deficit manifestoa-sa sem
mais desLrce.
0 5a. Manurl do Rego : Fora a divida Ai
estrada de ." r >.
9 Sr- f U'kllo Uego:Faco excepcao desta
divida. E coavem poaderar qae preseiolp della,
sem comtaJo eatenler que; se a provia:ia for
charaada u pagal-a, oppoaha escusas.
Soa, ao codtrario, de opiniao que, desde que
esta assemblea garaalio os juros addicionaes a
estrada de 8. Fraocisco, esta na obrigacao da
nao faltar ao sen cumprimann, 6 da sua hoara
mantel o.
i\ao coato, pois, com essa divida, parqaa o
governo g-ralateai tornado a si, tanto que ja
fa r i, o> oli!ic:o
zi ne:it) publisas, de qae fall m o nibra deputa-
!>p;l) (.-.dbtricij,altastalas daradians di si-
licitjia tests assemtJlji e daldoi adaiiuistrii io.a<
li pro-'in; a. P.-rna iibuao crcsca e prosporaa
ol!i i3 vistos d-;t870 para ci. (Apu'a 11 .>
Pir esta form i cun-egui) sa qua na exercui > da
187.' e 18/3 a renda orlintrii cqagasse cxai-li-
nianle para oaairreras daSpairs tamben orJun
ria, bivanlo aiilaun ssflli, e.nbara miit) di-
miaalo. Nei.se exorcicw li mve o peffeif) e |ol-
!.;'. i da roaelta c>fn a despuza.
Figflre, p ire n, n i bilahtji da fi Souraria pro-
viu.a.il um ex;e-s) de despeza sabre a reaeita na
imoorfanaia de SG'jrOOOSOO).
Coave.n exalisar i.-t >, q i; paraaa cmtra-iar o,
que altirmo.
Ess'e oxcesso de d;spen, naa 4 rea', a ana-
tus ra-a!!ad) do jagj .la -a.se/iiitun'la.
DoenprasUno da 1,8)0:000^00l/cuja-pralaa-
t > t .-,: appiiaacai exclasiva a obras p rtffl ::*, foi
precho i;tirara rcferida quantia de 2d'3:O0 '50 K),
para ser etimregada a a ianta naatos que a pro
vii-ia esta obngada af zer a empreza das esgotas
pa lie as. 0 empraga d.nsa qaintia, p:i-, Sb e
a ua laspaza realisada, e um aiintrnviti qua
l;m J; sar inlemnisal) c mais title rava-tir A
foate donle sahio.
0 Sa. Nxscmfelrro Pobtell\ : Naa pa-siu da
emorasti in.
0 Sa. J de M'-mo REr.a: -E' para e slnrifcS
meate uma opera;to, a quechamam -:n ;vi rienw
Ja fuados.
A-sim e claro que nao e despeza real o exeasso
a qua me reflro, nai 6 qaanlia naa fosse !.'.-aaa
dida.
0 3b. NascissxtoPosthlh : -Figara apan-..^,
e najpoJe delxar de fijirar, coau um adianta-
in a! i.
0 Sa. J. Hello Rsco : -Explfcado este pinto,
campra dizer qae esta sitnacao dasenhada cam
cores tao auspi -isas em 1873 a 1873, nos colloca-
ria-lnje e:n posicSo menos diitlail e ata um poaco
salisTactOTia, se uma emargancia nai occirressa
no actual exerslcb, qae maito de'sflgar u oqua
dro, e, iufumaciu Iheosclaros; fai o dacrescimenta
da renda.
As safras do assucar e algodao, product os queJ
sau as grandes fo.ntes da renda da provincia; apa-
zar de se annunciarem prometledora=, realisaram-
se e:n f.roporco^s mmtj di:nin:i!:n, occasloaaado
grand} diaiinaigao no imposto de exparlajao.
i X baixa da preeos, as irragulariJales da esta-
Qao, deram em resaltado a perda da maior parte
das saf as araadai; boa porglo dellas fiaaram
aocampo perdida, naa fai eolhraa.
0 5n. Nascihesto Pobtella :-E assim mesmo
ainia nio"podetDps saber qualessa renia, parque
id tamos conheeimento de um seraestre.
0 Sn. J. Hello Rego : Hi todos os dado? pre
cisoi para ajuizar se dassa diminaieao. Goasegoi
da thesootaria um qaadro da redd i arrecadada ate
30 da abrfl ultim e a eomparacao della cam 6
renda cobrada em igual tempo no exercicio ante-
rior. Par este maio vcr:(iqu:i qua a renda desta
anno foi superior a daiinetle, no mesmo espaco da
tempo, em cerca de 300.0003000.
Assim admittindose que nestes daas mazes que
faltam para completar oanao Qnanceiro, as en-
tra las de assacar e algoliosajam cresaiJas, o qua
nio c natural qae aconte;a, nao & do csperar que
ajaella grande diffarenja d-.sapparcQa___
0 Sn. NascratCTo Pobtella rHavera sempre
uma drffarenca.
0 Sa. J. Hello llrma:... a renda que disto
resultar, nao padora eqaivalor a 3.'partc de sa-
melhaiite di!Terenca.
Ora, tando-se em attencio esta occarreaeia, e
tambem 0 I'pi-M calca'alo p:la thasauraria pra-
vmcii! em relarao ao exercicio futuro; convem
qae sejam, no projecto em discussai, aloptadas
toJas as provilencias tandentes a restabelaear o
eqmlibrio da cxeYcicio de 1872 a 1873, para qae
nio t nbi a provincia de voltar a triste situacao
de 1869 : convem que tudo faoam is p-.ra elavar a
reada, allm de ci gar ella nio .-6 para sattsfa er a
despeza ordinaria do nava exaraicia, coma tun
bam pira satisfawr o deficit qua pass.ri deste
exercicio.
0 Sb Tmiiacia di; Maoalhaes r Aooiadi.
0 Sa. J. Hello iteoo:Ja se \, portanto, qne
as consideraqaes do nobre deputado, que me honra
cam um apoiado, se bem que assentasscm cm um
e|ivivoco, teem tidavia sua raz-io de ?c.
KeHas estas consideraca, agera passarei a ex-
phcacao doqarojectode l-i da orcameata qae a
commissa confaacionou.
enda a.cimmissao
adas&m esses 3 0|T
Oapois dHtt considaracops palsarai a apreaiar
paries,-* IJscurso do nobre. depdlado.
Osb. bvUm de Fi.iiiBiaoA :Ma primeira par-
da su diseuj;io, o n ,bra depu'taio raspondea
meu collegi de districto.
Su/1, Mello Rego : Esti primeira Dane do
disc irso naa lave por Om rasponder," nem ao
e deputado- a qua sa refere o-rrieu if!ns're
amigo, nem ao outro distincto conllega qae so
occupon com a materia.
lOjpntinos do projecto ^ue ss -O Sa. Nasc^riro Fobtklla : -A primeira par
t do sen disaurso corrolwra o quo eu disse sobre
gs.jiaanaas di provincia, erespanJo pei-feitameute
So n>bre deputado pelo 1. districto.
.^0 Sn. J. Mello R;Go:-Nii; 6 apenas a expo-
sicao da minha opiniao, do meu mado de penar
uaa fui mau fita coati-tar uom apreciar as opi
MOeS Bos distinctos oradores qae me preceJeram
nesta dlsaussao.
(Crusam-se alguns apartes a"o Sr. presidente
1JBcMm3 a attenca.i).
0 Sa. J. Mello Rego: Em todo o caso o qae
eu disso nio 6 uma conteslacao da que disse o
n .bra da.utala, 6 apeaas u na restric;io e nada
mais.
Um Sn. Dr-rnrAoa :-Logo esti da accord)*
0 Sn. J. Mkllo Reo : -Qianta aa Bra, quanto
ao deseja de que seja votada uma lei de orca-
mento qae satisfa^a as cxigenaias actuaes, es'la-
raos de accordo; embara na apraciacira dos fac-
tos anlamas por caminh03 diversos.
Ohonrah Sr. Tibarcio JeMigalhaes, consile-
rou aos seas cilculos 0 defi:it qua deve ter este
exerci.-ia, embora nio haja aiala base para calcu-
lar-se, o reuuindo a ao que, n i .xercicn segninte,
calcala a renda, entenleqae 187'oa 1873 teremos
um excasso da despeza e luivalriite a 700:0003
A commissao entende qua o resultalo sera ou-
tro, e pela demonstracao que fl^ via a casa que o
d.-flcit da lei que estamos discutinda deve des-
apparecer.
Ista
as^
as PXijptoelaS ill Tlua'iaJ IlnauceiraTla b;
Na-t-i inimto a :v,rn n:--saa acettoa a tiballa da
iain-icojs oxi-taata, fazmli-llia ligairas ret.qu-s,
impawn, di
augmeirt^a Iven^-p iilan-iK'alguns
niuuiiila -outros e creanfo poacWj "For esta fneio
cons-giiio eaUeweer o afiiKbrib errlrh at raaalti
e de*pe:% do exeraicio futuro. Parece Ih^.'parem,
eobrtr
m
lot na ca:n.ira das deputado? votado ail pr*49;|q
A commissao compenelrada do seu iinportante
encarga, e attendendo asdilllauldades uaseircums-
tancias, tn esforcos para apresentar um trabalbo
que attiagtsse ao fim desejado.
0 seu primeiracui-lado foi rcdnirtaata quanto
fosse passive! a despeza da provincia, e depois or-
car a receita por mala que enrrespondesse as ne-
eossidades de occasiao.
En relar-io a despeza a commissao consegaio
fazer uma economia de 91:171*009.
A esta economia, raurrida a que resalta da I i
vclada, de fixacio'de fbrca palicial, na Importon
cia de 179:308^000, temos emrasultadauma som-
ma de 270:178*000.
Porlanlo, sendo o total da d -speza orjada pe'a
tbesouraria.da importaneia de 2,620:35154000, del-
la deduzida aqnella economia; o projecto em dis-
cassia marea urmi despeza de 2,3o8:-8774000.
Ver-se-ha agora como a commissao calcalon a
receita para fazar face a esta despeza. E' certo
que nao consegaio chegar at6 onda eonvern, mis
faz quanta Ihe parccea passival, nem exagerar as
imposijdes.
A commissao esta convencida de qae o systema
de tributar, estabelecidomas nossas leis annuas,
nao e o mo.'hor, e me3mo dafactivo. Nao ma uoifor-
midada na natareza dos impostos, elles diverai/i -,
earn de systema. Reoulb isto am serio incanve
que nao rasultara sabra de renda psra
diminuir a dencrt ^esto cxeHcio.
Ei^ a%l a nita da reduncao, 'afcresaihia e
eiio da impistas feitas pela commissao". (rnastr
papal)
Eiaapii Is-riniuili o quantum das reJUe-
goas^os accrescimos da imnasiaSo, e os novos im
po-tos. fid) '
' 0, Stf.-iU.t iRf. oo R^r.) : Nxa elao maito1 exac
tos e-se- caleulifs.
0 >: J.' VTelci Reg a': -0 nibre l-putidi en-
(tanJ'e que SrtWrfc' ba*es privave'rssa possa fazr pal-
[pnloi exact is e i ifalliy^i, ? D-vo saber qua o maio
do c ilc-i!ar tant a d^paza cam) a receita, 6 o ter-
m i madia dos ires nil m annas; ti uma bisa pra-
vaval. o calau! i qu ftsoYu della naa da certo
za aascdaia de reaWsafSJ.
E dernais, ain la qua ii lai .lo or.sa'Bsnt i fo-se
v,.ttli sibra u in base pracisa e parti, na.n'assim
pil-na diz-r-sa (ua o rasnl'.alo sut'S infallvl,
uprn-aWWM d'p'il! da circa n-tmciis hWrevis-
fM, iMep/ian I .r rasu'talj sali-fac! i-ij e pole
E mfiMnrei 'iiTdam mstracla, em qua me inter
jompaaVnibre do a*at 11 >.~-(lt^>
fa i laiturj qaa isib) da fazer, das aa!:nfos em
pi i '-'abii|i oarii,') en di?;us-;i a ; dava a
a.:-a astir mf.r niii. qua, nao oastaute a redac-
;a i 11 a'.a; in' i'n vet a, a re;eita deva aignentar.
As re luces) ss faitis, fora* calruladas em.....
103.2)3,5, e os augmentos em 297:6504. Ha par-
ta.it>, da asscvaimi rail a laantia da 180:io0i
A t'lasoarari i .-alnl >a a recaita em 2,120:J804-.
A' e-ti 'jutith al licionah aquelle augment),
tar-'m-s 2:*IO:07(Ji. Confrootad> a-ie laid com a
l.':p.-zi d -2,3'i'(.8774, da qua ja lis m-'n;ii, o da-
lilt da MgiijKf, eslealada jaala thismraria, fl sa-
ri reinal) a 30:8313
0 Si. Maviel na RcgI:Naa esti evtH% esta
calculo. ^ _
0 Sa. I. Msllo R:.;i :Pol; ^-r, ii p s-ival ana
o nobre depatala seja maisama-traJj nas calcaos
Jj qae a thKonriria.
Avisti do qua pinJen, persuade se a commis-
sa i da qae a reaaita esta equilibrala om a despa-
zi, ii:ii obitmla a p' piani daliait q ia inli |uar, p .r
pn ,!i u fs". > averia;nad) q ii em m 11 a'girn a
le'pizi si re.liia na t it did il; eaiaa!ala:: tH em
til-i *< Mis la iro'ii'ii1) eaonaoiias sTiwi^a a*1,
si'ir.i-i dis verbn do pasiaal, pravaa'eati do'-filtas-
a licm.vn ei!i:edidi aos "mpregadis puMi*. >...
0 Sr,. Ucspiv WV.W.&VMT* : E .Its obras ddmo
ra las.
0 Sn. J. Hello. EVeo? Sim; e dis obras de con
sarvarva, 1 n nil I amduam dantn daafaao
E-ta dall :1, nfi > sa 1 re lavar em coats.
l'ol'-iar |'ie o- c i':u! r- dieannis-a) ml-a es-
t'jam xi ji'W-, mi- saoiialara djpitla njo|.n-
jiar-m hvs .'. ::oniiacidis...
0 Sb. Mamobl oa Ry,) :Nio, fames coflhatidaft
0 Sb". I. \lfli,i,o ffn6t : -.....nan formilar o
sou, so acitiu as mesmas base? da qua usou a
co iimi- a-i, 0 re-ultala nao pode deixir dc ser
Igual ao quo acabo da expor a casa.
0 Sn M\.yi r, oa flKua:' E tiro as masmis n
; 'hs da eoamiisaSo.
0 Sa. J. MfiLLo R in : Ora, dumanstrala nlo
trabalbo la cinnissao qua, siginlo n< sens cal-
aulos, a despeza sari equlUbrada c mi a reeeita,
parecera que daveramos estar tranquill is e canfiar
nj :;raa I; a va-t) fit iro desta provincia. Oesio
nao e para tauto ; en j.i chamei a attenaao da casa
para o dearascimanta da rend, doexercich cor
fente, qua deve provocar nos ao empeabo de cui-
d ir em to nar medfdks no sentila de qtto a lasufH
cienaia de renda e par conseguinte o dalicit as a ve-
nlia a ser nm mainzenianta fn'.u'io ; nil v.mha
avultar muito no find) ami seguiate, e cmver-
ter se em bisa da nova< didtsullades, que venlnm
em aparoa paiores oa igiaes
Jisse
z lloear a proinaia
aos que ja tave.
E' o ei-a vote est" ns-tigo da receita com maita medita
gao, com muita prudeacia.
0 Sb. Nacimento Pobtflla : Sem davida.
O'Sb. J. Mello Rego:Alem d'ista temos ne-
cesaJaleda fazer economlas para qua possamos
melhor sCrvir a provincia. Este empanbo que
convem ssja igual aa que cada um de nos "deve
ter de remover os infortunio3 que pezam e esma-
gam a foate principal da nossa riqueza e futura
grandeza, cunpre que seja muito pronunciado,
muito tlrme, e muito assentado em nosso animo.
Alentalos de tal sentimento, grande a assignala
do servieo prestaremos a provinaamu^ta vigoroso
impulso damreos ao seu progresso, se consaguir
mas,on vontada segura e flrme, senao hoje, ao
menos amanha economias bastantasqne possam, de
rrolo fecunlo serem applicadas a desenvolver e
aperfeicoar a producaao e industrias que ahi estao
insfozadas pelo desanimo ; economias que pos
sam sor appliaadas a facilitar e fazer progredir
os m-lhares systemas de viacao publica, multi-
plieando as estradas de ferra, pela3 quaes rapido
transitem o movimeato, a actividada o a vida, ca-
pazas de imprimir uma face de prosperidaJe e
abundancia aoi fertilissimo3 centros que nao muito
longe existem, uns quasi deshabitados, outros no
tadainertes e e morecidas; economias finalmen
ta que sejam applicadas a consaraccao de acudes
nos nossos sertSes, crestados pela seccas, e quasi
incultos pela falta da humilade daraa:e o verfia
(Apoiados)
A provincia, a a agricul'ura nao poderemos pres-
tar mis assignala lo servieo do que animar a cul-
tura facilitar os transports faceis, e auxilia-las
nos meios de ad.iairi melhoramentas no trabalho
e na fabr cacio dos productos.
0 8b. Rattis e Silva :-E' o principal servio.
0 Sa. Nlfliuanrni Pobtella :Mas tambem di-
miiiuindo a impositfio, -
0 Sb. J. Mello Rego : -Convenho, e e esta a
iinnii. opiniio, ja demonstrada por facto..
Sou de accordo que o impost.) de exporta.ao e
um imposto fat.il, que atrophia a lavoura: *
ueste pensar vou talvez muito longe; tenho'de-
sejo que talvez possa ser qualificado de estrava-
gancia, ou de uma ma preocupacio no meu espi-
rito : penso que o imposto de exportac.io deve
ser abolido.
0 Sb. Nacimexto Poutella .Apoiado.
O Sn. Mangel do Rego :Podaodo admittir-se
o imposto territorial, estou de accordo.
0 Sn. J. Mello Rego :Se continuar por mais
algunaas legislaiura a ter assento n'esta casa, a
ter pane nos negocios publices, farei d'esta id6a o
meu empenho constante. Podemos cada anno ir
fazeudo uma reduci}ao pequenanessa imposicao
de mods que Bao eausa pertubacao as tinancas
da provincia, que mais cedo ou mais tarde cbe-
guemos a*ua aboli^ao. A morte lenta da nos-
sa prodncao, 6 certamente esse imposto pezaJo
oppressivo qae se lhe cobra pela expertacao,
0 -r. Nacuiento Pobtella:- Prejudicial tr-
rivel.
0 Sa. J. Mbllo Rego :Sendo esta's as minhas
ideas, folguei achar os meus collegas de commissao
de accordo em fazT-nos uma tenlativa ou ensaio
em criar novas fontes de renda, aflm da iniciar-
mos nesta se.-sao,aindaqae em proporcio insigni-
ficante, a reducjio do imposto de eiportajao.
Infe.lizmente nao sabemos ae a casa estara nas
mesmas id6as. nem se as eircunstancias da
naa impirta uma contasta^ia aa qua
o nabre depatal)...;
0 S:t Nasiii.me.vto Pobtella: Eaton muito
saijjfeitj com a de:nan;tracao da commissao.
OSn. J. Hello Rasa : Eu referi o qua faz a
commissao, u camo o combinoa, o seu trabaiho,
o qua, en vista dalle, espera.
0 Sa. Nasci.m.-:nto Pobtella ; E o qae ti ver-
dale.
0 Sa. J. Mello Rego : Entretanto madare;
deasanpta. 0 nibre daputida dtsso quo a
cimuiissio podia ler feiti malhor distnbui.;io da
recaita; mas, segindo me reedrdo, nio damlnsfrou
este sea dizar, nio dedarou em qua consistia a
ma distri"'Uiaao. Naseu dicur:so apenas faz re-
pnros sabre div.-rsos pontas e algumas objeco's...
0 Sb. l'it::.siD::NTE : Pejo licen^a para inter-
romper o oobro deputado a fim de dizur-lbe que
a ho:a esta lerminaJa.
0 Sa. J. M.:u.o Rego :Entio requero urjeasia
para emtinuar a discusa ,
E' apoj id i, eatra em incussaa e .' sem debate
gparavala a a.rgaiicia raqiarila pela Sr. J. Meila
nag.),
O .". Ei*Bsil?ntp :-Cantinui, partanta.
a dUc.is-5-a dJ art. 15. 0 Sr. Hell a Rego stinda
tin a palavra.
O :, J, -i.'l:c> Rcjo : Para rtatar o
li) das ideas qua eslava aprasar.tmlo, direi que
se o uabra deputada tiwsse natada a ma disiri-
bu:;io qua reaonhasa existir no artigo da receita,
lalvaz ma conform isso com o sea ju'za, ou tivc-se
de d)r a razaa por.pie a commissaa incorreu no
saa repiro ; mas er-'io qae no c.jrrcr do sen dis
curso 13a escapau cir.Wirar esta su conaaito ;
c pelo qua nada p.i-so dizar respeito.
0 Sr. Naschiext a Poutella : Nan sei, ham
masna quero intrrampa lo'com apartas.
i^O Sr. J. BbLLO R:aa : -3a qaizasse dar-rae um
apirta para es:I:ucaer me, eu o aaeirava com
mail i go no.
0 Sr. N.vs.aM.i.vTo PortrLla : Com relaca.
acala am as para^raplias ao mad) diversa da
trilautacaa.
0 3a. 1 "Mello Reg a : Dam, se o reparo e
esta, Qa.v respondido com o que ja drsse- sobre n
sy-t.'.na de fmpisicoas crealo ; nao era pas Ivel
fazer a commissio. p:ecipiiadamenlj uma inoJifi-
cagva garal.
Q-Sb. N -scimento Pobtella : Sim, e tan o
qua eu dissa .pie apresentavi .i idea para estado.
0 Sn. J. Mello II ga: Bern ; nesta parte o
nobre deputado acefta a razaa que dou.
Vcjj agora dc uraa.nota que tomci do di*curso
Ja mbra deputado, que me eicapou uma circunas-
t.mcia que devia tar oxplttado um pouao actes;
c a qiu .-e refere aos emprestirhos.
A quota destinada para o pigamento do3 juros
e amortisacao desses emprestimas constitue des
paza orJinaria, o coma tal uao Jevia a commfssao
deixar de inc'uir no projecto, no capitulo da des-
peza caiculada.
0 SbR Nasciiiento Pobtella : Sim, sonhor.
foi o que eu dissa.
u Sn. J. Mcllo Rego :Esta eirJumstaneia,veio
lembrar me ainda que devo dizer aigama cousa
em relaaia a divida da provincia, o que ja me
ia eseapando.
Esta divida, sera contar com a g.raatia de juros
a estrada de ferro, importava, no fim do exercicio
da 1872 a 1873... Reftro-me a este ex rcicio
parqaa e aquelle sobra que se pole foliar com
seguranga,. viato ja estar liquiJado ; .todos os
jolzos e apreciacoes que se faga sobre o que tem
occorrido, e occorre no exercicio vigeata, serao
sem seguranca ; o que servisse.hoje da base, se '
ria altarado nos dous raezes que ainla restam
para completar 0 anno fiaanceiro.
-Nao assim em relag.io ao exercicio do 1S72 a
1873. 0 qua o respectivo baiango iadiea e a rea-
lidade do occorrilo.
Portanto tomando os factos e operagiaes des-
criptas nesse baiango, era entao esle o estado da
divida da provincia :
Do impreslimo de 1,800:000*000 1.6iO:C01*
Oo credit.) de 1,-200:0004....... 796:80D4
Da apolices emitiidas para o cal-
gameuto da tilade...........
lateiramante desprendidos dos aommenhrios ,
um emprestimo nublico nao e uma divida vexato-
pa, nio vein neile a obrigacao de pagamantos im-
IneJiatos e a um tempo. 0 emprestimo paLlico
fcu importa divida fundaJa, ou divida publica. 0
fcmprestimoa qne tamos pr-rtcneem a esta especie,
fea qual o rtesjate sa affactda pelo naganento do
un amiual? e da uma auiortisajiio convencionala
je sempre diminuta.
Assim lodb o emprestimo contrjhilo de modo
que a renda ordinaria supporte e pague os juros
a amarlisaalo, nada ha |ue receiar, o credilo
da provincia redobrira. Estamo*, pois, nstas
isondigoes, a no3sa renda ordinaria tem c'hegado e
eontiauara a chegar para o pagamento dos juros
e araortisagao das nossas dividas. Nio temos,
pois, qae receiar, nem ha razao em suppor-?e ou
dizer-se que astamos. quasi do bancarota foila
Dever, uma pnvincia como a de Pernambuca,
dous ou tres mil contos, nada quer dizer, seu ere
dlto nao estremece por isto, nem os saus recursos
minguam. (\poios.)
Se a nassa renda ordinaria nio compartasse,
como comporU, o pagamento dos juros e a amor-
tisacao da divida existent-, razaa biveria para
tallar se em bancaroti, sam que mesnia li uvasse
receio de que podesse ella chegjr; mas nas condi-
gaes em (|ue estamos, nao, Srs., este phantasma
nao ameironta. A provincia de Peruambuo cum-
pre e ba de cumprir os seas compromissos.
(Apoiados.)
0 Sn. Tiduhcio de Magaliiaes .-Mas para isto
e preciso qua se equilibre a racaita com a des
peza.
(Ha outros apartes.)
0 Sn. J. Mello Rego :0 nobre deputado nao
attenJeu certamea'.e ao qua tmbo dito....
0 Sit. Tiuurcio de Magaliiaks :Preslei toda a
attuneao.
0 Sa. J. Mello Ri go : -Sa presta3se a atlengao
nio me daria aquelle apart", p- vazestenho feito sent r a neces-idadadeecoao.r.ias
e de augmento da reuda, sem o qua naoconseg.;i-
rcraos o equililario da receita com a despeza.
Mas nesta moment) tratava eu ue dtnunsirar
unicamente o estado linauiviro da provineia, niL
como resposta ao nobre deputado, e sim para qua
iicasse patente que uma divida como a que temos
nao abala o credlto da Peniambuc i. nem autarisa
dizer se qae estamos quasi eai bauaa-rota.
(Ila urr, ap rte.)
0 Sb. J. M.;llo Reg) :Nao me refiro, ji disse,
ao nobre deputado ; refiro-me aos boat-as calcala-
damentepostosem sirculae,ao, refiro-me ao pessijno
sy.-teiua de, para de-Conce'iiu r uma situacao, ni
recuar se aala o descreiito da provincia on do
paiz.
0 Sn-. Nascmiknd FoaTKLLA : ApaiaJ;, am
prejnizoda provincie.
0 Sn. Go-ies Pabenue : -Sio os noss i< a tver-
sarlos politicos.
Um Sb D .pltado : -Jiga-sa cam o crelita da
provincia como sa fosse um brine a.
0 Sr J Mello Rego:-Arraslam
Esta-flirrrsidadede imposicio 6 que nio arha
rai.avel .>,E.\o., e |>,.ri>t.. erlWio> )|:ia o eooro
deve ser ldt>utado |Mi*immo Miodo que os de-
nials productus. rt
U Sr. Ma.voel do Rego :-Antigameale as'im
era.
0 Sa. J. Mello Bwo : ~jH faommi:s.1o que
crou o impost.) fiw, ciaser\o^ apenas, tendo
em atteagio a .saasa reaioia quao occasionou.
Hamuitos ..nnos foi por e.-ia assemblea subsn-
tuida a imp. sigia proporciOna!, e a ratio coosistio
na racilidade qae havia na faga do product'.
Alem disto, por sua tatarcza, esse product) tor-
nava ditlicil a liscalisacio, e quaado, nao sania
e la por catitrabando, os diri.t,s cram sempre pa-
qaiatiJade exp.r-
inie
166:0004
2,002:8004
Convem lovar-se em conta o seguinle :
0 qae existia em caixa em di-
nbeiro do empre-timo de.. .
1,800:000500 J............... 112,6784
Os aJhntamcntos feitos compa-
n'.iia Drainage, por conta do
rnesmo imprestimo ........... 2G5.0004
Letras em caixa, provenientes de
conlractos de readas-......... 187:G004
. pdas ran o
credito da provmcia em satisfajao da odios 8 des-
abafos partidarios I
A' parte esta digressio...
0 nobre deputrdo pelo 1." district), tr.itanla da
imp isigao sobre o algndlo e sobre o assaear, re
parou que o argolio nao fosse considerado pela
commissio em igualdade de cirbumstancia*; relati-
vamenle ao tributo. Pode tar lugar e-te reparo...
0 Sr. -Manuel do Rls'o : Naa pjla actaal-
mente.
0 Sr. J. Hello Reoi : ... mas devo dizer a
casa jne o algoiao, seal) pro Ida ta damuiti
in liar praga do qua o assacar...
0 Sa. 'dA.N.a l Da R-mo :-E niasma de culiara
muito menos dillleil.
OSr. I. ell-) Rego : -... mais facilmente sip-
porlara nraf.r imposigio do qae a assucar, qne
sobre ser proJasto da man is pr-c-i, e a'em disto
de cultura muito mais dispendiasi.'e exiga maior
im.nobi idade d; capital.
. Em saguudo lag ar o assucar e pro luzldo n'uma
;ona muito raais proxima a eapltal, zona e6ta qae
uta hoje de .dguma modo benefieiada quanta a
viagao e cutros misteras. o qua ni) a ontece na
zana prodnatora da algodto, Aos sertoes e que
aatualmente dev mas attenler de preferenaia ; e
preciso dar-lhen rstralas, dar-lhes ago le-= c olio-
ca-las em can iigoas de couaorreram efflaazrneate,
ecomu o plera fazar, pira odesenvoivimetfto
da producgao o pro^pariJaia da provincia. (A-
poiados)
Se, pois, temos neeessidada da s>rvir e aaxiliar
de iireferencia aos sertSea, 6 justo tambem qua a
sua praluaaao seja mils oniraiida qua a da cm"
tri zona...
0 Sr. Nvpiumexto ftdtfrtLLt : Oonas pade
dar-ihes prejalzo.
0 Sn. J. Mello Reg > : Ni) pile cau-ir pro-
iuiza, parqie nao hoave aa^mento da imp '-:;, ao
conirario Simlnaio-se am pro o aquelle qae des-
de 1872 paga o algadio : a diminaieao, embora
insignifiaanK sempre o irna conaesaa, qne deve
animar e nao .iggravar ou paiorar a poslcio em
que esta o producto. \
0 Sa. Nascimento Pobtella : Eu nio disse
qua aggravavam; pelo contrario disse quo a com-
missao qneria beneficiar.
0 Sb. J. Hello Rbbo : 0 nohre deputadi,
partim, tratando do assucar e achando que a com
missao nao tinba feito a reducgia convenienienos-
sa impost), notoa qua podia "ter estabelecido im-
postos diversoa para as diversas qoalidades do as-
sucar.
Antes de tomar em ronsideracio esta rep iro do
nobre deputado, devo informara casa qae, por um
engano da commissio, a reducaio por e'la propos-
ti no imposto do assucar produzira diffarenga na
renda muito superior ao seu calculo e intangia.
Um Sr Deputado : -Emquanta eateala ?
0 Sn. J. Mello Rego : A commissao tinba
por mformag^o de pessoas que repatava bem
inteirada do movimenlo da praca, tornado como
base para a redacga-a do imposto, o termo medio
de 24500 por arroba ou 15 kilograram.is de assu-
car ; depois de apresentada 0 projecto de orga-
mento, pretendendo veridear esta base, fui proea
rar a panta djps'preeosque regula na ilfaaJ.'ga, e
vi entao que. a commissao nao tinlia se gaiado por
uma base bastante segura, que actualaiente 0 ter-
gos em quantidade iufartor a
tada.
0 ?n. Xascimento Pobtella da um aparte.
OSr. J. Mello Reoo .Esta coa.-ideragio, qae
e sem duvida" valiosa, fez com que a Coinmis-f-
deixasse no seu projecto 0 impost) coma exittia
dasde muito.
Mas 0 nobre deputadi de-eja rjn> a tmpofT^
seja proporcional pnr mais tuna razao, e e a de
aciivar a mdu-tria, pagaado cada projector 0 im-
posto equivalente ao uielb ir prejj iro do proJucMa.
Ainda assim, entendo qne o imposto tfW Pre
ser mantida, pursue satis'a* perfciUmrnts c-:e
tim.
Aqu.lle qua exportar 0 cauro m:il prcparado
paga 0 uiestnj impj-t.i qua sa cobra a 1 q 1 pr*-
para bam, coi lara em meiliorar o
para auferir maior lueni, so n aujaientar na in
ma pr.'porg.lo a conliHni.gi0. I inceuiivo...
0 Sit. Nagcimknto Pobtella :-Mas 0 ainda *
maior sendo ad valorem
0 Sn. J. Mello- icato : A v^nrag^m do im-
posto fixo, e 0 ser deslmado a .'stimtHar a m<;i-
iria. Mas se nio fossem os Inaodv ni -aa qie n 1-
tei, e aerviram de ra?ao para a -ubsiUuigao do i n-
posto, a o.'niiii->So uao tcria Juvida do con r
te lo cm ad valorem.
Nolou 0 nobre. deputado que product.) -
esia c.on-iderav-.'lm.-nie uuerado. Pajia o impos-
to da erea ;a >. on da 800 reia p >r beaerro, pap o
dicmsum... -n.a 0 do exp .rtaeax em -pec
versas, oa antes, do eouro, 'dos cbi'res a dai
annas, e, emfim, um |iroducto qae paea impost
por noitos motives
Nai 6 so este product) ,jue e assim oaeraiia, a
canna tambem paga 0 imp .-to da a|Ur assucar, do mel, etc., e em re^ultado aoffra n.a : 1
maior onu*, porque o-boi-que esta sugeilo a
tantos impostos, todos reunidos nao excedem da
7 7-
OSn. Nasgiuent-i Pobtella : Ma-m 1 as.-i-a
OSa J. MCLLO Rr.Ga : la se \<- .|aa n:i 1
sngeito a uma imp-isigao ppsa-Ja. Alem im
um producu qua nao ebriga a despeza grand*,
nem aaarreta ninita* JifiVul -...1 s a a crei Ca >...
0 .-"a Goes Cavalcaste :Depeade miasa ia
de tempo.
0 ta. J. Mello I'.kgo : -... tun prol :c- .,
sa pode dizer, na 1 ron-titua capil.1 a Uci u.u.'.
um producto que representaeapitil cm in,vim a-
tea, porqac db um aanu para oatra ten m
tudo quanta se emprega no prol
Nao aeoaterc 0 masmo c :i t I ivoura. e n
sempre. lit una capital paralisada, -o ao
pare!bos la fabricate.
OSn. ltvris 1: Si'.va : I-V.i sujeito a m-.;.s
c inlrariedadea.
. O Sn. J. Hello Rbbo : Ha sempre raiaanaia
roes para e.-sis contrari dales, c, si naj a- ;-
vesse, a produccJo tln!ia da?app3redi|o.
0 Sn. Ratis e Silw :loihia ana!
licado eamiitetamente derroudos, e ate aaaa 1 a i
d > cssa in lastria qaandcas sawas sa^u-alm
dous e tre aan -.
0 Sit. J. Hello Regi :C mo quarqaa sejl, r.
tribue era manor pircellas qua os projaatoj
cafos.
Agora voa occapar me di imp.-ti c .ntili n J
13 do artiga c 11 J -m--ao. que Otftiiae c piato
mais impugaad 1 p*lo nobre d 'putai 1. S. Bw.
c-aibit u e? imposui ao W8), Bio fst sobre ePe
conces.-i) aigama.
Ma pe mitlira qae Ihe pohiara qae nil apre-
senlou razao proaalenta. capaz da me Bjot
de qua a commAsao dave airir da mao da .-sa
idea.
0-b M..ni;i. D) Rego :Ecn efTait) I
0 -'n. I. Hello Re o :Adrairisa 0 nobre -
patado do quo digo* Nai importa; eatamftea
almiro qui 0 un JorWtl qae, .edi 15 de j.'.-n!
ultimo, dous dias dnpois de tor a iMmfssto J fi-
zenda ipresentalo 0 project., qae ora so d!s;u>.
apregoava ileas em perfeita cuumiJala com a-
ontidas no masmo project), c acansellia/rt .. de-
cretagao de uma laxa sobre aqtuas je
eousunii, e augmento da que ja txlstia sobr
iros,coin tanto que fo>3e dimiaaiao oima -'
expartacao; um raazdepoia mal.s>a J- avis
ra levautar censuras e combater 0 Imp -t 1 f bre
0 consumo das geaaros indiead)S naqartle pa
graph 1 .'
0 Sn. N'AsaiMENTo Poaraxia : -Mas nio ha ,
admirar porque 11*11:11 ca-o era a na prop
ie os my
pro-
vincia permettirao que 0 nosso dejeso seja reals-
aado.
aN5o podemas eBtretanto coabecer de- prompto
Bienta, principalmente pela desigualjada da con-'auaes as maieriai qae com menos gravarrie jo
591:6984
DeJuzida essa quantia, qae erarecarso qua exis-
tia era disponibilidade, daqu. Ha de 2,G02-5:)04, c
claro que no fim do exercicio de 1872 a 1873 0
empenho real da provincia era apenas de.......
2,008:1224.
E.'ta divida, pois, que eslava muito a quern do
que em geral se presumia, deve ser hoje um pou-
co mais augmentada pela emissao de raais apo-
lices.
Em todo 0 caso nao ira a mais do 2,500 contos,
porquant) esle anno deve fazerse uma amortisa
gio de cerca de duzentos contos.
Reslabelecida assim a verdade, entendo. Sr. pre-
sidente, que nao estamos em condi;oes de mal ir-
remeliavel, que a divida qua pesa sobre a provin-
cia nao e de causar susto e assombro___
0 Sr. Nasgimbnto Pobtella : Da m)do ne-
nhum.
0 Sa. J. Mello Rego :Por minha parte veto as
cousas com tal socego de espirito, qua me persua-
do quo era de grande acerto contrahir maiores
emprestimos, elevar a nossa divida a seis ou oito
mil contos, sendo 0 seu producto applicado ao en-
grandecimenlo da provincia .
Hoje devemos raais de dous mil contos,' mas ta-
mos erapregado, de 1870 para ca, em melhora-
mentos publicos, bellos e importanlissiraos edill-
eios, mais de 3,000.
Poderiamos pois ir raais adianto, a'fim de termos
meios para correr era soccorro da agricullura,
para continaarmos a grande obra de engrandeci-
mento do no3so' torrao, para eonstituir nos uaa
povo na verdadeira altura da civilisagao do seculo.
0 sacrificio de hoje soria largamente compensado
pela grandeza da provincia e pelo augment) das
suas rendas; mas ainda inesmo qua os empenhos
por nds ebntrahidos nao fossem por nos satisfai-
tos,- 0 que muito era qae tributsssemos sobre 0
fotor, que lagassemos a geragSo vindoura am
mo medio nio podia ser outro senao 24160 par
arroba.
0 Sb. Goes Cavalcantb : Isto sim.
0 Sr. J. Mello Rego : E' sabido qne o prece
do assuaar tem cahido muito nestes ultimas me-
zes.
_E a*sira tendo a commissio calculalo a rolae-
c5o sobre 0 termo medio de 24300, reconhe.;o ago-
ra que semelhanta base occasionou uma differen-
ca que vai muito alem do que ss queria ; produz
uma diminuigao na renda sobre 0 assucar da mais
i|5 do que 0 calcul do
Por esta razio chamo a attengao da casa para
este translorno dos calculos da commissio, para
qae convenha em um meio tendente a carrigir 0
ougano.
Qaanto a divcrsidade da imposicao sobre 0 as-
sucar de que fallou 0 nobre deputado, dizendo qae
era apenas uma idea para lembra, e nao para ser
resolvida desde ja, direi apenas qua nao aeho esla
idea muito acaitavel nem agora, nem depois.
Esta diversidade de imposto ou antes essa im
posigao mixta, que pnreca aceitavel ao nobra de-
putado, nao alcangara ao fim desejado; ao con-
trario dara em resaltado aggravar-se a parta da
producgao menos valiosa, em proveito daquella
mais aperfeicoada, de mais-procura, e de mais va
lor ; e empeiorar a sorta do productor qua menos
lucra a proteger 0 quo aufere maior lacro.
0 Sn. Uchoa Cavalcantb :Apoiado.
0 Sr. Nascimknto Pobtella : E' for jar 0 qae
lucra menos a lucrar raais.
0 Sa. J. Mello Rego :Sa isto e urn ensaio de
crear o.incentivo ao productor para'aperfejaoar e
melliorar 0 seu pro iucto, eu entendo quo nao at-
tingira a resultalo, ao conirario, trara 0 dosalento,
aquelles que no estado da penurias em qua aala,
0 geral dos nossos agriaultorcs, nao Itverem meios
de melhorar a fabricagao dos seus generos.
Entretanto como 0 nobre deputado declara qae
essa idea nao foi lembrada como proviJeacia a ser
acceiia actualmente, nao me damorarei em disea
ti-la, contento me em que fique conhecila 0 m u
pansar a respeito.
Para nio tomar muito tempo a casa irei fazen-
do ligefro reparo as diversas a'-servagoes do no-
bre degutado, relativas a materia do artiga em
discussao.
0 Sa. Nascimbnto Pobtella : 0 nobre depu-
tado vai muito bam ; tem me satisfeito completa-
mente.
0 Sa. J. Hello Rego : -Agradeco rauito esta de-
claragao, e me lisongeio com ella.
0 nobre depulado tratou da imposicao de 800
reJs por couro exportado, e manifestou" 0 seu de-
sejo de que, em faz de ser esse imposto Uxo, con-
veria adopiar 0 ad valorem ou proporciom', com" j
vaga, e no outro era especial
0 Sr. J. M: Llq Reoo :Naa n : ro fatal i;
pagoas, mas se iadicava a i liade trlbatar gen
de cons una, quaes eraai a (Belles qa .1 vi 11. -
Iribatados, alem das qne ja dasda 11 uiti c=t* 1 :-
jeitos ao i up isto provincial ?
1) Sn. NAScraaaro Pumtglu d.i am apart*.
0 Sr. J. Micli.o Regi : \-:ii eu qoero ret ,
as ultimas observaQtes ma imo Jon
11m expediente para af .gar boas graj ia a un:
vantar 00 'io ontra 1 rilr -...
0 Sb. Nasjimknt i Pobt i.i.\ : -N"i v ass n;a em
muito boas razoe-.
0 Sn. J. M::i.i.i Regi :". needarei, neaa
interpeirar mi.! a inteacia me p la er haae :i!ha
di uma opiniao convencida ; mas qaa-s faraai a
r.izoes que apreaentoa 0 n ibrn ; 'patado par;-. M*
pngoar 0 imp ..-to .' A principal, aai a uniea, 1
quo 0 imposio vira a pezar todo sobre a pipn-
Pode isto acoutecar, e pjt'e nao Jar-se esta cir-
cumstanria.
0 Sb. Nasmmento ''ortcilv :-Ma a nr.is ; -
oaval que se de\
0 Sr. J. Hsllo Raaa :0 imposto em questic 4
ura impost) indirect). S brc c ;. sy-t ma de im-
posto recahe, e certo, 0 d sfovor dos compel .
mas qne, em todo 0 caso, lecanheeem algnon
vant..gens que tile reune.
Sobro 0 tribal) inlireeta tem o directo a va^
lioza eirenmstancia da igualJade, e cst^ tri'
quo arrecada de cada nlribumte quota na r..;>
dos seus Incros. Entretanto nao 6 0 de aaekW re-
sultado ao fim que se lava em vista no acto ie
alevantar renda publica.
0 impo:to dirteto tern um arm la iacoavei
le, e 0 de moslrarse sem desfaice, e a?s.m 1.
-empre comsiga 0 coaslrangimento ea desanima;io
o qae occasion.t 0 emprego dt- meios para ser -
tado 0 seu pagamaiit) n< t)do on em parte.
Assim, pois, em circum.-tancias c. mo as n issas,
convem nao coufiar muito nelle. E' principio
reutc que 0 imposto que offerece grande facilidal*
de evadir se, e cssencialmeatc dtiretivo.
Assim, pois, 0 impo-to indirecto, comquant e
resinla da desigualdade, torn todavia com
fio de preferencia a sua faadiiale de c bf
A!em disto, desde que Jellcjnio sc me>ura de m
a nao desanimar 0 c.nsumj, nem a ser iusapp r-
tivel ao c mlribninte, pode ale trazcr em si 0 re-
sultado util de obrar como um esiiaiulo na parta
inluslriva da populagao, danlo maior iaaan i-
mentoas faculdales proonctivaa do trabalbo...
0 Sb. UanooL do Regj :Eu nio qaef
lar 0 trabalbo incaranlo 0 alunenlo. So e am
beneticio, in vi!o non da lur beacfiao.
0 Sb. J. MelloRegi: Eu nao fail-i era '
ficio, expuz a theoria do impost 1, di-se que 0 im-
posto indireco sendo moitrado, nio se lorna ia-
-upportavel, e pode atlingir a um fim mil.
Daqui eoaelue se qae sealo o impo-to do % 11
tao diminuta, tao minimo, e sua cmtribui.. rt
quasi imperccptivd a de ocnlium modo sera m-
suiiportavel a populagio.
Jamais tera elle sobre os contribuintes 0 effeit)
vexatorio que exor;e 0 imposio direct), ooaaa, pr
exemplo, 0 da dcaima, enjo prolaato cxiaido eta
sommas avultadas, que rauiLis vezes exceleai aos
recursos das contribuintes e os colloca cm eud.?-
giaas peniveis. 0 impost) indirecto piga se s*n>
qae 0 conlribninte 0 coahaga c sem occaatoaar Rie
embaracos e vexames
Portanto'nao vcjo qae seja da receiar as eonsr-
quancias de um imposto la a r-. s.bre k.logram-
mo, ua 2 rs. sobro libra generos alimtnUCh*. E"
uma conlribuigio Uo insignilicaute, qot ainda ao
raais desfavorecido da sorto naa iri angmentar
difliculdades; a populagao nio ficara a.gravada
de.'mais com tal imposto.
UmSb.Dkpitado.Mas cum imposto qae
cahe sobre 0 consumidor.
OSn. I. Mello Rego :E' am ntoio m
vago dizer as cousas. Todo 0 tributo reoaha aefcre
0 consumidor; nio ha tributo qaanao tenha a sra
ultima incideocia sobre 0 consunaaW.
I'm Sn. Depitado :Entio nao & vago.. -
0 Sb, J. Hello Reg 1 : E' mau dizer, cola

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D&V #P*bftt

tMSafrfvilvlv -110 este itiflos sbre o
CJB*a-n:!T SJj .....orini.ritlor recaliem'ItI-oS
faz<>a-1is, qnem o pa-
l-ado store quem recahe"
O coflUipiior e*f i4q4ilindr4iUu supporla
E cotf V^tes'^Mho^o* os%f<-W^ i a muiu^'M nnrrea nenliam qae deixa*se n
"Manobl do Rkui:~0 anno pasiado
i<#niJidpHMr
.
. rfu.ii.' ---_----:------Li--i
calua'aqej esse imp,sio' pirqiere odiosa.
0 Sr. J. ELo MHi-iij : -Cahlo por motivo DU-
sww***!** Hti os (Mf*-,k8 le-quer *****
coftsmtffer --*>*iia*i4 mo< e^ MW* Ifis-M e^itewlo e phi in p-rsuadilo do qua o
imposto de qae se rata nio pes.ra sobre o eonsu-
midof:V..' *eai : .
0 Sn. Maxom na/ttEO) : Entao uao coucor-
rera para eatiaialar o t.-abnlho. (Ha outros apar-
te^ imposts era destined* a *tiianlar o Irabalho ? E i
*5e, trauodo em geral d > imposto indirecto qua
Made ldel eamaiidamentn. node scr um esti
-plans ft:-e'iiadtprO'liictivas do irabalho. E
nio disse mas, p.rqta est is faeuldados so desen
riven: aanivuii (ante mais qiauta e o augrneu-
lo tv nic*.-ilada do caJa.iadividuo.
Como diziae;lou persuaJido do. quo o imposto de
'k rs. pJckilJgWuhra) da catnb,' farinha de'lrigo,
nao posara sotaaa populauao, direotamonte, ou so
Metal* sera da mate, iuipereeptfvel; nao peaso
coino o nobre depiitado que ve nesse imposto uma
causa oa pret&xlo.paia o eacareeiraento dos ge-
nerds. >*. .
Os generas aliracflticios. de ordiuano (jmzo ae
.fMKXMcompetojir.-') atiinginlo a um certo preco,
enibora cesse a eaasa que -moliveu o accrescimo,
nio voUi nunca ao qae era, Os facias justificam
este canceite ; oe generas alimenucios estao hoje
pelos mesmos preens por qae Uearam durante a
guerra com o J/araguay, em que a que la do cam-
two mdo encatecwi. Passou 'a gaerra, o cambio
mis i'sto so oJtorre em relaelo ao retalhador, o
OSo ao im.poriad.>r Djrrate aquella guerra, o
impoi tador vendia*ma barrica do bacalhau, por
exempte, a 22;, hoje veivde pur loi- e o retalha-
di'r coaserva o prega a retaliio quo fpicreado pe-
11 efljo da guerra.
D'dqoi *o v, que mais 2i0 rs. sobre uma bar-
rica de bacalliaa a.\o influe do prefO porqueo re-
cebeilor pis^a o~^!U^ro ao intermediario, e este
uao carece alterft o que atstoataante pa^a o con-
sumilor. ^......
bto me parece c'.aro e cou-a da pnmeira mtui
0 Sft. Nascimf.kt roaTELLA: Omeu reiieio e
que d irouasto sirvk do pretexlo para elevagao do
preco dos ganero*, o que nio quer disar quo del-
le restfhe oeoesaaiiainjiite essa elevarao.
0 Sr. J- ttHM Hku) :- PoJj.da: *e o quo re-
ceiam, mas se qufcerem eocarecer os geueroi nao
preeasa esie pretexlo, muitos ou'r>s terao os com-
merinmitej. 0 ouu eu peusi e que e=le impjsto
- ia embcbido ni oioilavao d) progo do genero,
licaia enlrc o i.iiportalor o o retalhador e nao re-
cahira >jbro o onsumidp;.. .
Um Sn. Di ittado : -= Os efteitos necessana-
rcer.te recalie sobre o cdftumidor.
0 "Sn J. Msli.o Rfgo v- Como podc scr isto .
Peb qae acabii dqfjftafrar, d^ve o n.^bre dcpu-.
tad., esperar elT it < cor.trario. 0 preco do baea-
Ihai em retaliio uiu^em qae cada barrica saha
do t>odT do im|...' 'Lr p..r I0301X), o qua era em
1857, eiH i^ie o ceulnadir comprava c.vda oarrica
uor 27*00). So. iiois a baixa do gonero na itn-
por'aca) uao diminaio d pre,;; a reUlho, como se
.1 .-,! e.-pinar q io um impo t nv.nimo va proda-
lit allaacao na e=tado.aclual da* cousasi
1 m Sa. >PU ado : 0 genera encarece...
0 Sn. J. Hello Uw> : Teobo eaperaofiaae
quo nao encareca, salvo duraole a qoaresma, em
qu> o grande coasooio proiuz, cama e natural, a
algi do preco.
i II. tni aparle. )
liutenile, ponim, o n-lrc deputado quo o^ ga-
neros nocessario-, ua Je r.bi-t cim-nlj Ja popa-
la-'iii'nao devem st tributados.
'\ tcj- a-si;r,iaj deveriamo3 tnbnlar o gado,
P rqne delto vem o blimento da populaclo riea e
pobre ; nao demmas rrib.itar fazendas, roupas,
chaiieos, calQidus, etc.
m 5r. BjtWJTACO Nao torn pandaJo.
0 Sn. J. UELtO Reo i : a roupa e genera ne-
cossario, ninguem pode prescindir deila ; a entre-
tar to nos ttneamos sobre ella impo?tos pcsados,
tr butamos os eslabeleciment a, scm nos bmbrar-
m,s do qae todo oimpsto recahc sobre a popu-
lar io, sobre o pobre, porque ha de camprar o
que Ihe for prcciso, pagando nao so a ^alor da
::.\1 na como uaia quota proporcional ao
imposto.
.',[ Sr. Dei'i;t.\di : A estes fcnpostos ja o
povo esta restenado.
QSa J- Mei-i-o Roo: so conta-so com a
resigaa^Io, entao tombem so rosiguara com o
novo imposto. .
M i- sennores, nao e o caso de esperar tudo da
re-ianacao, nao, cu contio e c.-pero tudo do patno
; no do povo. Ainda qae o imposto veuha a
i ahir sobre o)\e, nao rcluctara em ceder de bom
do seu salario, cm bom
tro, e pflrqae 50 f ques:So Sobre o nu 'o d* ar-i
oi-feiiadA-lo.
'OSu. Vieira 03 MEtxb:-0 impost) como so
acha ni lei e nmito (Jiminuta e suave. (apoUdos".)
0 Sn. Clnha Cavai.cvste : -Todos pagam com
muito gusto.
0 SB. J- MtLLO Regq : 0 n^bre dpputado
pelo 1* districto, quitendft Ifemtsrar now's fbntes
de renda que podiam subitituir\o qua propoza
commiislo no 13, lembrou orn imposto sobre ar-
mas prohibiias a pioturas offensivas a moral o
bons costume?.
A coiumissio nao tODiu'em considerajao esses
artigos, sujcitando-os a imposto, porq*tte sab pro-
hidos, e nao tem sahila na alfandega. '
Nao era pos ivel tributar matona prohlbtda,
iiue so polessr introduzida p^r coatrabanJo : se-
ria recanbe-orlegitimo um acto illegal.
0 Sr. Nas,:imemo Postella :r'oi eqnivoco, ja.
eu o tinha recoahecido ; mas porque h5o lanQa-
mos imposto sobre a manteiga e o queijo ? Teem
rribito consumo e 6 alimento da cfasse abastada
que pode pagar o imposto.
0 Sr. J Meli.0 Rego :Naotem esses geoe/os,
o grande consumo qae parece por si sos nio po-
demjdar renda-4que valla pena* AlemcUstu creio
quo sao considerados gensros de estiva.
Mas, como ia dizendo, a commlssao nao tribn-
tou armas proliibidas e gravura3 deshonestas, por-
que nao o podia fazer. Ahm disto o seu Bm era
procurar obj*clos qua podessem pndazir renda
bastacte, para sati?fazer as necessidades da pro-
vince ; uao pensou em providencias prevonliiras
dos crimes, e capaz s de manter os bons habltos a
moralisar os costumes.
Tenho de ma is cansado a daciencia da casa
(nao apoiados) eanvom conclnir.
0 nobre deputado disse qua imposto sobre
generos alimealicios tra so proprio do caso ex'
train.
Nio o entendo assim : todo o imposto allecta e
damnifica raais a classe pobre, se e elevado ; mas
csse do que se trata insignilkante como e, se for
votado naa teraelTeitos vexatorios. Eu aguardo
os factos.
Nao obstante, direi ao nobre deputado, libertar
a provincia das difliculdades em que esta, impe-
dir qae ella vulte as tristes circumstancias era
que ja csteve, provideaciar uo sentido de aio pa-
ralysar o doscnvolvimento e forca progressiva
que apre3onta ; se nSo e caso'jxlremo, e iucou-
testavelmento circumstancias apertadas e
caso de pedir o esforco da populacio, o socrilicio,
cmbora minima, a caia cidalao rcsidente em
Pernambuco...
0 Sr. Nascimento Portei.la :Procure-se ou-
tra [onto. c
0 Sn. J. Mello Rego :A commissao nao acnou
outra que correspoadesso a esta. 0 nobre depu-
tado que a impugca, nao apresentou nenhama
idea que a ella equivalesso, e a.-sim e necessano
que saja aceila. .
Eu ja disse que scmelbanto imposicao, era ape-
umeasaio, uma espcriencia a razor, para que del-
la rosulte o estaio para uma sabstiluii;Ao da
tabella de impostos que temos.
Entretanto, se a cxperiencia nao dor bom resul-
tado, para o anno suppnma-se o imposto, ou seja
substitaido por oatro que seja eqaivalenie.
0 Sn. NASOilESTe Portixi-a : -Desde que ha
outros genero*, quo uao onstituem a baso daali-
menta.ao t'oral, devom ser de prc-ferencia tribu-
tados. ,
0 Sa. J. Mello Unr, > : -A di!Hcu!d>do e esta.e
sabor-so qual e o goaero qae pole ser trib itado.
A popolacao esui muito onerada de tributes, e
cowem nao augmontar a taxa, e preforivel gone-
ralisar, oa cspallur mais e impost:.
Estou bastaute fatigaJo, flz esforc] para deme-
rar-mo no debate mais d) que podia, e os men*
p ,lmoes nio aio poravttem ir adiante. Se ointtti
esclarecimentos que a easaj carecia. om outra oc-
casiao os darei.
I'elirei agora ao nubre deputado pelo 1 dis-
tricto desculpa se nesta's irilnlm cansideraoo s
nao correspondi, coma dosejava, a delicadeza com
que mo tratou. (Muito bam, muito bam. Alguus
Srs. deputado* fazem signal de cuuiprimcato ao
oraicr.) ,
(Cintinuar-se ha.I

BEVJSTA DIARIA.
erado uma parte munma
Sis interesife geraea da provincia, do seu pro-
';.-sa o (jagrandeciinento;
" \ pt .viucia torn urgmeia, careco de alargar
31 u rcadas, e peie a seus Itllios um pequena sa-
criQcio, nma oiminuta pano do3 sous lacros e
Icmmos coiitiar .pie ningnera reoalcitrara (apoia-
d a ). Todos nos dewnoa confiar no cyvismo da
populacao (apoiados.)
i li;i divefios apar'.os.) .
\ novidado da imposicao e que 6 tudo, nio ha
IroDOStO novo que nao soffra contestagao: a pra
;;', eque ffloslra o defeito, ou esubctece a acei-
tiicio dos imposto*.
Enfetarito, os not.re* deputados que combatem
.imposto do 13. entendeai e querem que os 1m-
a sobre liquidos cspintuoso?, charntos, rape,
seiam demasiadamonte augmeatad03...
0 Sn N\s:imi:nto PonTiLLA :- Nao, nao digo
que se eleve dcma iadamepte ate onde poder
ser.
0 Sr. J. Meelo Redo : ... enleodero qae
devem ser auqmcntados na razao do dob.ro. t.u
c-tou persoadido de quo se r.io torn em vista crear
um imposto prohibitiw, esto augraento naa pode^
sei adinitlido. EUu so lera dous fins um abnr
porta franca ao contraband), -outro sobcarregar
demasfadamente o iscmsamtdor, e dcsantmar a
lirooura do genera.
E' :erto que o nobre deputado disse qae sobre
- generos quo aliraentam vioios, 6 quo deviam
recall r as nnposi(joes, e imposigSes fortes; mas
nao penso assim, fteoaheco que cbaroios, vinhos,
niio sao generos de primeira ntcossiaade, eai ge-
ral, sao alimcntos de vicios. .
0 Sr. Ratis e Silva : Nem sempre, as vezes
-ao uiuiIj necessaries.
0 ^r J Mello Reg .: E verdade, mas
quero concur Jar com a opinia) coutrana, quero
admiitir que esses genorus sao pastes do
viaio,
e o habito consti:ue quasi
mas o vicio 6 um habit
sempre uma necessidade. '
0 vicio enraizado de, fumar, ou de beber 6 um
habit) poJeroso, e quoin o tem, come menos, dei
xa da earner, mj>/nao dixa di beber ou de
fuma:. As.-im, entendo qae o augraento do im-
, posto dos viohos/ |ue e voxatorio...
a Sr- 51asoel4o Reo da um aparte.
0 5r.de MEfio Reo : Pela maneira por que
o nobre d'jutaJo proooz aelevacao do. imposto,
dobrando (Mjafe existia, e um grande veixame, e
um pranre embaraco ao coramercio : parece ate
um impo'to prohibitivo.
0 Sa. Man,el do Rego -Nao e tal prohibi-
tivo.
0 Sr. J. de Mello Hboo : -Nao 6 I 100 r*. so-
bre l.tro de bebida* espirkluisas em geral, 80 rs.
sobre vinbus.'C imposto para affastar esses liqui-
dos do nosso mercado.
A cotnraisaao no inlerosse de augmentar a ren-
di rja""pr6por*ao das n-cessi lades da provincia,
proeurou augmentar algtinj impostos sobre mala-
rias que podem supportar tal augmento, e nao
esqueccu a vinbo. mas propoz um augmento mm'
to mod -ra'do, de mad) qua- nao fosse mQuir. sobre
o consamo e o flzesse fugir do mercapo._
0 Sr. Nascimwto Portella :-rNos nao quera-
mos qua afugeale.
0 Sr. J. Rf-o) Barros :Deveraos, jpois, enca-
minhar as oousas com prudeacia. Nao se queira
impadir a passagem da imposto do 13, qae de-
vera ter uma ac^aa muitissrai) moderada no con-
consumo, provocan la a elevagao deimposjosao
ponto de afugentar os ganeroe.
Um Sr. Deputado: -Os que combatem o impes-
to sobraokjeneros alimealicios acetlem-o sobre
ibeoS. Mello Bem : KSo 0 admiUem de
moilo bora grado, unto que o qaerem diminuir.
Parece one, oudevemos crear tontesde renla
que chegue para salisfazer as necessiiiades da
provineia, ouentao fiquem as comaei como estojl
(i Sa. iiANOEi, do Reot : Qaando o governd-
geralimpAe um decimo sobfe as beraBcas naces-
sarias, minaoiftvpmos lrapor mats. .
0 Sr. J. MeS Aego : -Nao compare a carte
com Pernambul ui as fjrtaaas sia muito graa-
des, uma sneewsio la, vale por todas qua pode -
mos ter cm ura anno'na provincia inteira ; la
aorrtm pessoas que deixara 15 e mil conlos, e
KTerlaaentO gru* r. Na noito do 21 ds ja-
nho, uos suburbi.s da vUla d: Florosta, Francisco
Pajou Pereira de Souza, par o^casiao dos festejos
de S Joa', fario gravemante ao menor Eneas, com
um tiro, son 1 o preso em Qagrante. A aut^ndade
polieial proced?o a i in |tterito policial e remettcu-o
ao iuiz municipal do terrao.
-ftro.A's 7 Ivaa* da noite do 1 do corrente,
nas immediate* da villa de l-.oresta, Narciso Pe-
reira dos Sant s desfechoa un tiro de clavinote em
eu lio fcwe Per- ira dos Santos, quo fehzmente nao
foi ferido, evadia 1 i-so o erimiaoao. .
Annivemartoa. Oainpletam-.-e hoja di
annos quo fji uoroado e sagrado S. M. o Sr. D.
Pedro If, impera lor d) Brasil. A' I bora da tarde
dara a fortaloza da Bram a salva do estylo.
Sogunda feira co npleta 50 annos de .dale b.
A. o Sr. conde do Aquila.
I"<-k jiiit-iiii) love. -No dia 1G do corrente,
as 7 boras danoite, nuaia padaria da rua Vidaldo
Negreiros, da freguezia de S. Jose, Antouo de Al-
meida G ra.-alves ferio levemente a JoaoPercira de
Lima, seado preso em fl^g'raate.
CommaiMlJla.-Nos dijis 20 a 2a do cor-
rente, das II horas da manha a 1 da tarde, paga-
se, na rua do Vigario Taeaorio n. 13, o oitavo en-
timo dividend/), na razao do 1,93 |., da raassa fal-
lida da antiga caixa ommauaitaria Amonm, l-ra-
goso, Santos & C.
Companliia pernammicana. 0 va-
por Gequhi, desta companhia, que vai fazer a via-
gem aos portos da norte ate o Acaracii, no dia 21
do.corrtnte, acabi da passar por uma campleta
reforma, tondo se procedido a conveniences alte-
racSes, ficando mais espacasa a camara e sufflnen-
temente arejada. Procedeu se a uma nova pintu
ra e limpeza geral a Inrd), nao so externa como
internameute, alem de substituicao de objectos de
uso, ofTreeendo assim melhor conforto aos srs.
passageiros quo nelle tiverem deviajar.
Vapor J*lniml'.-Sahio hontem a tarde
de Maceio para o nosso port). Dave hoje aqui
chegar. ,
Apoliccs irovinclaes.-0 thesouro pro-
vincial paga ojuro das apolioes, vencidos a dO de
junho ultimo.
Monlc Pio Uos Honerarios ao psx-
eieito. -Amanlia, as 11 horas do dia, deve haver
sessao no 1* andar do sobrada n. Hi da rua do
Coronel Suassuna. ,
Corvcta WicJier*Iy- -Este navio da ar-
mada brasileira, ch.-gou hontem ao porto de Ma-
ceio, procedonte da da Bahia.
Reuniao df irmandadc. -AraanhS, pe-
las 10 horai do dia, na igreja da Madre de Dous,
reune-se 03 irmaos da irmandade de Sant Anna,
fifira de procedor se a eleiQao da futura mesa.
Lotcria- A que se acha a veuda e a 108.'
e benelicio da nova igreja de Nossa Senhora da
f enha, a qual corre hoje. 18 do corrente.
-Casa de dctencao.Movimento da casa
Je detencao do dia 18 de julln de 1874.
Existiam presos 323, entrarara 3, sabiram *,
existera 32i.
Nieionaes 33, moiharas 7, estrangeiros 23,
ascravos 39, escravas 2. --Total 32i.
AlimenUdos a custa dos cofres publieos too
Movimento da enferraaria no dia 16 de julho de
1874.
Teve alta :
Luiza, escrava da Francisco de tal.
Cemiterio publico. -Obituario do dia lb
de julho de 1374 : .,
Luzia, parda, Pernambuc, 3 aanos, ttecue;
variolas. ... ,
Ricardo, rd), Peruarabaco, danos, Boa-Vista;
vermes.
Julia, parda, Pernarabuo, 9 mezos, Grar^a; en-
(prlt A
Joi) Tiburtiui Carneifo da Cuaaa, branco, 18,
annos, solteiro, Boa-Vista ; variolas.
Uma crianca baptisadi por creatura,. S. Jose ,
ao nascer. n
Rosa Maria Manleiro de Paivi, branca, Pernam-
buco, 86 annos, viuva, Baa-Viita; araDllecimonto
cerebral. _
Francisea Maria da Cinceicao, parda, Laba. ju
annos, solteira, Boa-Vista, hospital Pedro II ; ova-
rite chronica. '
Manoel, pardo, Pernambuco, 3 dias, Santo
Antonio ; hemorrhagia umbilical.
Francisco Fernandas da Silva Mania, branco,
Pernambuco, 50 auno3, solteiro,i01inda; innam-
macao intesiiaal.
I itlBI Ytl. Ill BGLVClO
- -a36A*i"r- <7 :wr julho dis ih? i.
teiDE.>ciA no exit. sii. coN^feLtiafirJ
Seiretario "Dr. Yirgilio Coelho.
A 10 hora daaiianha, prosentcs o* Srs... ifs-
iargadores- Silva Guiuiaries, Reu # SWa,
AlmciJa All)uqu,e'MUe, Malta, proiurador da Co-
roaTAcciol:, U^midguas Silva, raltanJo com ca#r
s os Sr-. Sesetubargilares LodreoQ) Santiago
e Sopza Lea a, abrio se a sessjp.^^^-j., n
Eu seguida o E$'m. Sr. cooldheiro prssidealc
JeclarouajiaJlao Xolia tjmar oouhecimaDto da
habdis corpus dd'Vcioate loaqftfm Antonio da
Silva Barrus, ppr impediluanto dos Srs. desembar-'
gadaies e jlara osso nm ooovojou uma sesjao e-!
traoruibaria para o dia 20 do cotrdnte
firocedeu-s,e o sortsio .dos segumtes aggravos :
..27.Aggravante Justiao Pereira de Farias,
ac avado o juizj de aus>-ntes. Parana sorteaJos
osSrs. desembargadores Rai> e Silva e Almeida.
N. 28. -Aggravate o padre A'lbiao de Qarva-
Iho Letsa. Sortcados 03 Srs. de3ambargadores
Reis e Silva c Accioli.
JULGAHENT09.
Recurso crime.
Reeorrenle 0 juizo de direito do Buique, recor-.
rida Bento Lapes de Olivoira. RelMor o Sr. des-
erabargador Almeida Albu laerqae. Sorteados os
Srs. desembargadores Acetoli e Dominguea Silva.
Improcedente.
Appellacao commercial.
Ba Recife.Appellmte Manoel Z->ferino de Sil-
le3, appelladbs Barlholomen & CAo Sr. desena-
bargadar procurador da coroa.
Do'llecife. Appellante Aogusto Taepmback,
appellados os administradores da iqassa de Maga-
Ihaes & Irmao.-Desprezanm os erabargos.
Appellaodes civeis.
De Wambe. Appaltaati Narciso Mar jue* de
Azevedo, appellado Vicente "Perreira da Fonte e
Silva. -Desprezados os embargos.
Do Recife.-Appellante Carlos Leclerc, appella
do Joaquim Bernardino Ferraira.Jonlirraada a
sentenca. ^ .
D; R cife.-Appellante Augusto Oitaviano de
Souh, appellado Manoel Fernandes da Silva.-Re-
formada a sentenca.
De Goyanninha.Appel'ante Lourenca Alexan-
dria Barbalho e outro, appellado 0 juizo. Con-
Cnnada a sentenca. ,
Da Maceio. -Appellante D. Lucrena Antonia da
Rego, appellada D. Uinbeliaa 'Maria de Jesus.
Mandou-se a uma diligencla. .
Do Rscife.Appellante Corbiniaao de Aquin)
Fonceca, appellado Luiz Clementino Carneiro de
Lyra. Coufirmada a sentenca.
PASSACENS.
Do Sr. desembargador Silva Guiraaraes ao Sr.
desemnargador Reis e Silva :
AppellaQao civel.
Da.Caho. -Appellante Tasso & Irmao, apaellada
coronel Jacintiio Pa's do Mendouga.
AppellaQao crime.
D) Muricy.>ppeilaute 0 juizo, appellado Hen-
rique de Barros Loile.
Uo Sr. desembargador Reis e Silv 1 ao Sr. des-
desembargador Almeida Albuquerque :
Appellacao crime.
Da Pilir.-Appellants Antonio Joao Carlos, ap-
pellada a ju^tica.
Appellacao civel.
D) Recife. Appellante Leouilas Tito L?ureiro,
appellado Joso Hi :ardo C06H10.
AppellaQao commercial.
Do Recife.Appellante R)sa Adour,
a joinpanliia de seguros Tae Liverpool
Globe. .
Do Limoeiro.Appelhnle 0 juizo ex-ofn.-io, ap-
pellada Maria e seus liihos, escravos de Manoel
Florentino Bez-trra Cavaleante.
DoSr. desembargador Almeuta Albuquerque'ao
Sr. desembargador Motta:
AppellaQues commerciaes.
Appellmte Joao Q lirino de Aguillar & C, a?
pellado Tasso Iimiio A: C.
Apiiellasaf) civel.
Da Oiinda. Appellante Francisco
appellada a c.nnara municipal.
Ao sr. desembargador Accioli :
AppellaQao crime
De Bananeiras. Appella leo juiia,
Bernardino Gomes de Aaiorim.
Do Pilar.-Appella.te Antonio Jose
appellada Manoe! Clemente Cavalcante
flUHflfflftfl
Do Bonito. -Appellante Cyriaco lose da Silva,
Ao Sr. desembargador Domingues bilva :
Appellacoes crimes.
Do Recife.-Apaellanta 0 desembargador presE-
dente do jury, appellado Manoel Soare- de Lima
Da Victoria. -Appellanie 0 juiz), appellado lu-
nio Custodio Torres. ,. ,,,
Da I-.neeralriz.-Appellants 0 juizo, appellada
dosembartfriff. A^^l^r
AppolUDJt Jose PoTflnr'fle'Andra-
% Wiriaaj Vilm r?i CisW Dslgaio
corornWhtt
fSB%ero.
Ap )AMac5Q
Ao Sr. daseinbargadorXcrion r"
dos Jo quim MorairiMjBwiaiica e outros.
Ao Sr. deMMnajpanVontingaa? Silva :
W'PaUllvhJ.-* AppellJUle Agmtioho Pereira
de Oli eira, appellada,Perpetua, [)$r eu curadar.
embarfial n" ^ouza LeaL :
-A-;irj"i|ante 0 Jniz 1 0 0 proto Oao-
fre, ap.-elt.iil > Jiaitbrm dl 9M1> Andre.
Ao Sr. "dsaeinbarg.idor Silva Guiniaraos: ~
Do Recife. -Appellante telias Gootalves Pereira
*tUf*a-,*ppa!1mda m raeada oieional.. ,*
% if. 1* ti Appellacdea oriraas.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
-. UtffeMyCh. *AppeUcore 0 promolar puWico,
appellada (Jra;ian > Jose Pereira.
Ao Sr. desembargadar Silva Guimaraes :
Da OuBrj.AppellMte Bernardino Goncalves
Torres, appellada a jastiga.
Ao Sr.-desembargador Almeida Albuquerque :
De Palos. Appellaale 0 juizo, appella 0 Er-
nesto Jose Ferreira. .-
, Ao Sr. aesembargadar Accioli,
!>.'Area.Appellante 0 juizo, appellado
de Meadonca.
A.^#r. desembargador Domingues Silva :
Deltambe.-Appellante Pedro Ferreira Nobre,
appellada a juUa. j, j| ayqm-.MjmQ
Ao Sr. desembargador Souza Loao :
De Pato-. -Appellante 0 juiao, appallado Joaquim
A(vs 4e Oliveira.
Eneaoaouse a sessao a 1 lii horas da tarde.
Manoel
PARTIDO COHSBBV%R
RECIFE, 17 DE JULHO VI 1874.
Mais quand la pensce tambe
appellados
A; London
Jose Silvei'a,
appei
ado
da
Silva,
Albu-
Paula Lopes,
; Silva ao. Sr.
e-trangaladares
cam > de nma
canflanca para
qia lueram a
Francisco l'eixeira do Araajo.; appellante 0 juizo,
appellado Matheus Ant mio Moreira.
Da Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar
gad or Souza Leao :
appellacao civel.
Do Recife.-Appellante Luiz do
appellaJo Jo;e da Costa Dourado.
Da Sr. desembargador Darr.ingue
desembargador Souza Leio :
Appellagoes crimes.
De Santa Luzia.-Appellante Barnabe Pereira
da Rosa Calheiros, appellada 0 eseravo PMin9.
Da Victoria.Ap:ellaate 0 juizo, appellado Car-
los Jose Vercosa. ....
De Mamangoape.Appellante 0 juizo, appellado
Manoel Jose Ferreira de Gusraao.
Da Recife. -Appellante 0 promoter, appellado
Jose Victorino. .
Da Imperatriz.-Appellante 0 juizo, appellado
Fransisco Teixeira de An-ujo.
Apnellacao civel.
De Oiinda. Appellants Francisea Maria da
ConceiQao, appellada D. Candida Balbma da .Ro-
cha. ^
Diligenna crime.
Ao Sr. de-einbargadar promitor da_justica :
Appellante 0 juizo, appellado Eagenio RoJngues
da Silva
Assignou se dia para julgamentp dos segumtes
feitos : .
AppeVacoes civeis.
De Caoguaretana.-Appellante Cand.do Mar has
de Castro, appellado Jose CampeHo.de A buquer-
qu)Galvao; appellant! Bento Jose do appellado hordeiros de Miguel Mendes da silva.
Do Bonito.-Appellante Vicente Ferreira Padi-
Iha Caluaobi, appellada Sesiaando Sergio dos
baDoRecife.-Appellante Daniel Anloniu dos Reis,
appellada D. Juliana Francisea de Jesus Bastos.
- Do Recife. -Appellante Salvador da Siqueira
Cavalcante, appellado Joaquim Salvador Pessoa de
Siqueira Cavalcante, n,\,n a>,
Do Recife.-AppallantesHyppolito Robert e ou-
tros, appellada D. Hepriqueta Elisa Bank3 de Mi-
herdeiro3 de Sebastiao
embargado viscondo de
Jo
Embargantas viuva
Antonio Vaei Barrelo,
Suassuna. ,, ,
Da Recife.Appellate Jeaquim dos Santos Les-
sa, appellado Joao do Rego Lima.
Appellacdes crimes.
De Ma nanguape.-Appellante 0 promoter, ap-
pellado Gabriel Archanja Rodrigues de Mello.
DeCampina.Apellante Francisea de Paula
Barreto, appellado Jose C>rr Do. Triuaipho.-Appellante 0 juizo, appellado
Ricardo Roberto de Lima.. '
DlSTBIBUigOES.
AppellagSes civeis.
Ao Sr. desembargador Motta :
Do Cabo.-Appe hntaJoao Luiz Goncalves tor
reira, appellado Anloaio Joaquim Cavalcante ai
Albuquerque. .,
Appellacao commercial.
Ao Sr. desembargador Accioli: .,:
Do Recife.Appallinle Dr. Malaquias Antonio
Goncalves, appellado a adraiuistracao da maasa de
Jose Franciseo Biitenconrt.
Ao Sr. desembargador Dorainguas Sijva:
Do Recife.Appellante Manoel de Azevedo An-
drade, appellados Maibias de Aiavedo Villarpueo
e outros. ,".
. Ao Sr. desembargador Souza Leao :
Do Recife.Appellante Trialao Fraaiisco Tor-
rae, apellada D. Senhorinha G. doEsoiiite Santo.
AoSr. desembargador Silva Guimaraes :
Da Parahyba.Appajlania Rodrigo da Silva Pe-
drosa, apellado Renovato Pereira Tejo.
Ao Sr. desembargador Louranco Santiago :
Do Rectfe.-AppelUnie a faaenda nacional, ap-
pellado 0 barao de Goyanna.
Ao Sr. desemargador Reis e Silva :
Do Recife.Appellante Justino Peraira jde fa-
has, appellados Farias & Gomes.
Ao Sr. desemnargador Almeida AlbaqBesque :
De Rom Coaselho.AppelUntesTheabaldo Pin-
to Teixeira e outros, appellado Francisco Beterra
de Mello.
dans un ccear corrompu ou
dans une conscience pervertie,
elle 6blouitau lied B'eslairer ;
elle brule au lieu d'echau:Ier.
(Chuiles S. Foi.)
Grande e a missao do esoriptor, quando elle a
dominadj por aouviccoes sinceras, por sentimen-
losnobres, por intuitos olevados.
A pilavra, essa alavanca poderaaa, posta por
Deus ao sorvi<;o do hainum, deve ser nas ma* d)
politico bera iolancional> e pairiota um instru-
mento raanejado na canquista da verdade,na rea-
lisaijao do bem.
& entao nessas pugnas da civilisacao a palavra e
uma arma sublime a ganhir uma por uma as vio-
torias do progrossi, i|uesi) ram ion as victorias
do povo, das naeoa-, da humanidadq.
A pilavra inspirala pelos ititeressea legitinws e
sagrados d 1 causa santa d 1 patria, emanada de
uaia eonviec^i) grandiasa tfnraizala em um espi-
rito recto e enthusiast!, e fecundada em ura co-
raqai grande e geueroso, e co-no uma luz divina,
qua tuilo illumina. a como um fogo celeste e be;n-
fazojo ftue tuloaqaeoa e anima.
E a palavra assin e an dora procioso e inesti-
mavel, con auo Deas brinla 0 nova no intuilo da
sou engran loeimonta, t iraand) sagrada a sens
olnos a arvore, qae pradiz tai incomparavei
fructo.
Mjs qnando a palavra nasco de um coracao
corrompibe do uma consciencia peiverlida ; en
lao ella deslumbra, offusca, em vez de uluminar
qu'ima em' vez da aqnecor.
Una lal palavra, em vez de ser uma colurma
de novem uu uma estrella lumiuo-a a guiar
anvsua poregrina^ao 0 jwv'iesses hobreus do
todos os tena s, e ao eontrario uma miragem en-
gam lira e cruel a desvia h de seu camtoho ae
verdido e de luz para perde-lo em um camp) de
illad's, d) meatiras, de decepooos e d males.
A palavra pcifumala do patriotism) e de ver-
daio pro nelle e realisa ura piaizo do grandezi?,
dfrprosperidade e de glorias para 0 povo, es e lu-
tad)r fcsfore/ilo, que luta sempre por um bem-
chegar a sua lerrade promissao, qua e a sua \e-
licid'ih. .
Mas a palavra emaaah om todas as feb.es de
inipur.zi. e m tal x 6s aiiasnn- de in art;, das la-
gdas pout'das da eofropsad e d) sordido latores-
e & como umdesses voatoi impetmsos e lern-
vei-, quo so levam a destruicSo e 0 am luilamea-
toais liuares |))r onle passam.
Acautele se 0 povo c kii esses
poliiicos, qae u*am da palavra
corda.
Riles procaram captar Ihe a
melhor cnraprireio o juraaieat),
deusa. -
U n thug nio tern lealdaie, so tem mannas; na*
torn grandeza d'ulma, so tem perversao de cora-
,.V) ; nao lam impulsas do bem fazer, so tem Im-
petos de destruir.
E acaulele-se 0 povo. .
B" tempo da dice lo : foram n )s suscitadas 6s
ta3 ligeiras eoasideracjies pela maneira por que
esta send >jog.ila a palavra polos escnptores pro-
vind'inos, que, com pezar digamo-te, torn con-
fundido a peana da neriplor com 0 forro do sai-
leador. _
Quo triste espectacuh) tem dado os prowncia-
nos ao povo, que os contompla com) a escamjt a-
dores politioos I
Dominad.is de od'o, dev ira 1 >s pel 1 se lo oa po
der, torn foil) cumplice de seus desvarm a pala-
vra, quo tornaram hypocrita e cnminosa : hypo-
crita, quando fazem ria protestaresfm-;o3 a aoJi-
eacio pela causa do povo, na) sendo de facto se
nio instrumentos do. fins inconfessavois ; cnmino-
si quando erigem-na em faciio de desordem, em
consetheira de delictos, em deificadora de nefan-
dos attentadiH. mMtm
E querem os provinaanos ser tidos n3 coma
de doutrinadares do povo, de d fensores de seus
direites, de gaardas de suas liberdades t
Nao pode ser isto. Nao podem de boa fe os
provinaanos supporem que 0 hao d) conseguir,
salv) se entendera que fallam a um povo saho e
desajudado de bom senso, a quem bastam dins
palavras sonoras, mas 0:as de sentido e de verda-
de, para faze-lo marchar no carainho do crime e
pr'ecipitar-seno abysmo.
Sera.se as-im- for, miis uma misena, do que
0 povo sera de valor aos seus desmtercssados pi
Conhecedore^de quanto e 0 poder da palavra,
os provinciaaos empregam-na no mister de depn-
mir tudo quanto lhes e obstaculo a cousecuQao de
vergouhoso3 tins, desvirtuando os factos, cavillan-
do a verdade e procurando corromper a opiuiao.
Mas a palavra, que ell<* mancjam como uma ar-
ma oflensiva e de--truidora, nao ofTeade, nio des-
E 03 pcai-i/iCKinos se irritam, se embravecem, e
gritam que 0 povo e vil, que e cobnrde, pusitamine
e ruim ; porque nao faz a desordem, quando elles
mandam^ porque nao maum, quando eUe3 0
aconselham eordeaara I
E' porque igooram esses politicos sanguinanos
e feroies, que bem qiiizeram fazer do povo 0 pu-
nhal, 0 bacamarte e 0 veneno : e porque ignorara
esses especuiadores sem almaque a palavra per-
de lodos 03 sens at'.ractivos, todas as suas energias
todo 0 seu brilho, toda a sua force em (Im, quando
posta ao servico de inleresses mesquinhos, de-as
piracSas condemaveis e de intuitos perversos e trai-
rroeiros -
Caocaram certaraente os provincianos; mas nao
verao consuhimada a sua iniqmdade politica.
Danaides de nova especie, trabalharao e traoa-
Iharao os provincianos para encher 0 seu tonei ,
mas sera debalde -que elle b5o tem fundo. ___
Mereoido castigo para politico? desconseienciosos
a mal intencionados I Merecido castigo I
E-desgracado aopoTO, se 0 canto das sereias
provincianas fosse capaz de seduzil-o e dominal-o,
estaria perdido. EporquenSo.se os provincia-
flWflu* f3o no!-* i^rmmiriaTi faz.r em nilinft
desto ordemr
A aineaga vil, a Ipsiiwae^o iafame, iniqhn, mi-
seravi'l, esta escripia na vaoviffaia 1)2 15 dj con-
KKNTr:.
Ve>soa Chronic 1 desse dia, rujos esrrip.'os sao
ae rest>onSBbi!idade dos redactorea de*sa folha,
cioni) ba |iouco daclararain a sob a epigraphe-/ A
lei d> bacalhuo -ler-se ha 6 seguiule :
* Ah prosidente pcixe e-pMa; quanta faP.a m.
a ecte povo am Saute Maiar! Tuda t )in eu
dia. X
. 0 que de mail positive 1
Souto-Maiar foi 0 pernambucano, qae, havendo
jnrado matar a Luiz do K'go, sobre este descar-
tegou em a noite de 20 de julBo de 1821 ufli lire
de bacamarte, kmQandu se em seguida ao rio por
causa do arrajo, ccm que a vicliraa bc'i'rcndamao-
10 ferida se precipitara para elle de espada em
purrho.
Um milro Smto-Maior 6 que os sanguinanos
proeindmos dizem falUr a esle povo pernaiirbu-
caao, a cujissentiojeuios irrogara tarnanha injuria ;
um assasiino e que 03 prooinciunos lamentam nao
ver surgir d'entre este povo.'para erfOer o bra;o
homfeida contra a pessoa da Evra. Sr. Dr. La-
cemi.
Um Soute-Maior, um assassmo, para cortar 0
lio da e'xislencia ao Exm. Sr. Dr. Lucena, 6 qu>
os proeincianoi fazem votos, para que apoareca
entre este povo a coniiam que ha do appirecer,
porquanto accreseentam : Tudo tarn seu dia
em um laconisma feroz.
Eis, povo peroamb-.icaao, como 03 prorinciuno.i
desejam te'faz-.r gran le a feliz ; fazendo to assas
sino.
Qae escaroeo, qua infamia aliraJa a fice da um
povo n)bre, que nai pole servir de joguete aa
mao de perversos? Qae affront a ianrpda aos
brios de um povo, destenndo, mas juslo, bravo, mat
honrado, qae nS) pole servir do puntul na irao
de uns siearios da penna e linta, mandantcs
de nova especie, mais terriveis e perigo^os qua
os outros, por 1 ae naa mandam a um, nera dans,
mas a muitw, mis a tod) un povo, qua primein
procuram fazer tresvariar com 0 veneno de suas
palavras?.
Q ao escaroeo, que iifamia, que aftronta .
0 padre Marlins, sem duvida bora conhecida
dos escriptores procinrianos, tratando do Souto
Maior, que fora levado a commettor 0 aefanda
altenlado contra a vida de Luiz do Rego e outro
contra 0 ommandanle do Tejucupapo, "por um
frene.i semelhando a loucura, praveuiente-das
executes da commissSo militar, qae r.ttr.buia ao
hjranno, e dos tormentos porque elle 0 li'.tra pas
sar, se exprime desta maneira :
Assim aeabou coberti de :rimns um desgra-
Qadn, que somente tern do ser elogiado pelos ulti-
foeteSj por uma penna igualmente frent-tica. qn
a
de Cvpriano Jose Barala oa sua Sentinella da
Liberdade na Guarita de Pernambuco.
0 que diria agora 0 padre Marlins do um souto
Maior, que ousasse levantar 0 bacamarte e de-car-
regal-0 contra um administrador dislinclissimo e
patriota, em condijoes normaes e em um regimen
de liberdade ? Faria da sua palavra um ferro
em brasa para stigmatisal 0.
No entretanto os provincianos choram a lalta
dcum Saute-Maior, para attentar contra a vi la
preciosa do Exm. Sr. Dr. Lucena e em sua vai
dade esperam que com suas pr clamacSes e acu-
lamentes nas columnas de seu pas quim e com suas
maquin Qoes e iraraas nas trevas hao do creal 0,
ha) da fazel-o ap?are:er IT'.ntum potnU t p.r-
versitas suadere m-i/oi'um '
Nao resla duvida : .is provincianos so querem,
sob pretextos de liberdade, as desgracas do povo,
a c.riiitioina, 0 chaos, 0 diluvio culrc seus adver-
sarios ; pois qae tudo isso se lhes afigara. um
meio de destruir o obstaculo que os separa ft)
poder, soiiho donra.'.o de suas aa.birfies; illegiti
mas, ancew palpitante de sua sorJida cooi.-a.
\i fallam em opiniao publica e querem s-r a .la
o? direetores prooiaciaiwg, qae vriipendiMdo a
iiliprensa em logar do morali'sala, nao respeitan
a verdade dos factos, mas :ilteram-na ; Bio proca-
ram instruir 0 p vo, mas pervertel 0 ? E 00 en-
tretanto o eoraca) do pavo precisa de ser vivih-
cado pelo orvalho dos sentimontos generosos, qec
ennobrecem, e seu espirito de ser eneubado pelo
calor das "boas doutrinas e dos saln'.ares priacipios
politicos e sociaes!
0 povo quer a verdade. qaer a ju.-tica, quer 0
bem ; porque sabo qae sio esses os unicos canhdes
que pod-'in realisar as suas conquistis, as uuic.s
,ir.-is que'po'ein cooperar a sua gloria, alas os
provinciud,s m quebram lancas pelos seus pro-
nrios arranjos, nao fallando senao para 1
Haja vista.o dia H de mnh, em ifeo pHtiu-
Cianoi, depois de haverem lewdo nma par.ao>
pflrvo desla capital aa fame!Havi-ewWe M
na*, qneeatlo faram pr*eneta'Hai apparici-n
lanyar de si a respoasabUidade das-eoiiteeinaH
qua so ao povo, qae Inviam con
inceudiarias e perQJas palarraa,
car.
E podera ainda 0 povo acre*tar em seawhan-
les e.-poculaJores, que, a custa do ataU sacriifjajai
e de seus compromal imenio-, a-^cxaui a .preiaav
dem t)dos o-, dias erguer o ediGc.o tU >eu ratrw-
Jo, qua .sari taiubem 0 da sua oppre.-.-au ? '.
Nao. Ha ua massa popular uma dose de baso
sans-i e um insiincte aperfeicoaoV) e seguro di
couhecer 0 caracler das lumens, que a isso to
oppoem. -
Ifjje iacitam os proti/Kianat 0 p^rp,. para <|ur-
va a alfandega encholar com 0 a'zortague os du
publicanos vermelhos que la se aeham no cum-
prinienta le Su dever. Esta i;te na frotincu
de li do correpte. .
Tome, pois, 0 povo 0 conselho marerie a d
ordem, levado por aqaellas pala\Taf iritiliosas <
crioinosas : e entao vcraqae aa mesma V>t>, w.
mesmoin.-tante em quo isto flzer^cbar-ie ha 6,
abandonado, repudiado, aponta^b como 0 nnlo;>
respon>avol e cutpid.> do fetlo, e ktepor aquelt*<
laesmos que altoe boa son Ihe prejaram a des-
ordem e 0 crime.
Vera entao 0 povo, lllaquealo na rele que lbs
armou uma negra pelidia, surgirem da parte de-
queues mesmos, qu? o pre iidtaram no abysmo,
os protestos de innccencia e as senter^as de eo
demoatao do sea irrefleclido e condernnr .1 pro-
cedimento.
E' esta a mais pura verdade, que cala p rfcla-t
jiente no animo daquelles, qae os pi-viurbna*
com as fitas de suas mcntiro?as e faili p-ila-
vras proeurou sacrificar a cada momejito Ul ara
de suas ambicSes sem limites.
E conscgui" la hao t Nao.
a politica piovinciann, e.-sa arvare eafesada.
estiolal.i, cajas raizes se inerguliiara era nm e> I <
ingrato, qua Ihe neiia a ?eiva de que precTsaT para
vicejar, so paduzira fructos nn-igeDgros^ 8e n*>
for esteril como a ligueira mald.lt do Evange
Iho.
Fnndada de facto uos mais mesquinhos interes-
ses, empregando os ,u eras raai* indeceutes para
agitir-see viver, desejanda, alniejando 0 poder.
como 0 desideratum de ons sonios de gananeia.
essa politica, oca de priacipios leg timos e de um
lira nobre, >6 resum-*, so signillca, so rt-.preseota
uma eou-a-o perigo da verdaleira liberdade
Extenuada, abatida, impotent**, el a r<-une os res-
tos de suas far^.-as no intuilo de um esforco sOpre
mo ; e e-se esforco traduzsc e esvae-se eoj uma
explo-io de colera", de raiva e de odio. Malfada
da politica prr.vinciann '. .
E nessa explosao inqualiOcavel, a 'Proriacia, a
maneira de um vesuvio, cujas lavas sao a intriga.
a c.Iamnia, a injuria, a dilfimacaa e 0 insulto,
nada poiipa, envoivenda em seas iraproperios 0
que ha do respeilavel, honest) e digno de acata
mento entre seas adversaries.
0 Exm. Sr. conselheiro Joao Alfredo e 0 Exm.
Sr. Dr. Lucena, ambos peroaiHbucaaos, -i" satin
cados da fe'idi lama do ireroedal p/-or esta caJo agora revolvida pela Irupa, que nelle
se reboja.
E a paixao politica, a mais c-ga. a rrais ircs-
loucada, a mais exagerida, que e dado imagmar,
e a sybilla que em seu astro de torpem e cm
sua (ripode d; de-espero dioli oa oi\calo$ provm
ciinos. ...
E entao a linguagern, que s.be da bocca oessa
sybilla maldiia, linguagem disforme, Inrreoda,
comooma bacchante ebria e enfurecila, para
quem os dasatioos naa torn limdos e a palavra ni)
lem pudor.
0- pr eincuinoi sabem dizer tudo, que naa aeja
a verdade, qao uao seja a jus'ica, que nio sej*
bent.
A verdade, a juslica, 0 bom na 1 p ea ^r le-
va I em Nona do eoola n> campo de uma poltti-
ea, em que impera a ma fe 0 a menl.ra faz tado u
0 Exm.Sr.eoaselheiio Juio Alfrelo, 0 grand-
miui.-lro e o granle eidadao, quo pelos seus_cleva-
dos merecimeutos ehegou a brilbaato posicao que
oeecpa com a,.plau^o da opin-aa do paw. qua o
acata e v.-nera, e tratalo pelos protincinus d
1 nullidttde a mais funcsta que tem lido esta lei
ra. b
injustos, ni)
d'aquelles de
crttpro loaunoa
n-l-> jalgando senao para serem
obrando senao para fazerem o ma
|ueill bo luo.ilviiii auilyos c ijtn.
em proveilo proprio.
A seus adversaries so sabem omoater com as
solturas de linguagem, com a ameava do assassi-
nio, na improlicuidade d'aqueile meio. Sao os
opposiciouistas da bacamarte, que bem coufessam
so poderem tor razao no baler da espoleta. fc- 0
bacamartismi erigido cm program na de partiUo
em pleno secolo XIX, em plena ^idade do Recife,
em pleno liberaliuno prtvinciano.
Nao negam os prumcianos sorem OS mesmos
homens, quo lizerem questio pela esecucao do
soldado Joao Rayuiundo, quo na entretanto am la
vai vivendo gracas aos reclamos dos seniim ntes
nobres deste povo, de maos dadas a clemencla do
aosso sabio monarcha.
Os provincianos .ao outros tantos Gfprianot,
Barata, com vws correct s a aug.nontados, dis-
postos a crearem um outro Souto-Maior para 0
Exm. Sr. Dr. Lucena, como os jesuitts Gzoram
um Ravaillao para Henrique IV. Josmtas poliU-
que and.itn a fallar da jesuita rehgioso !
nos 86pfegara a desordem -; so panegynsam 01mo
tim ; so inspiram sentimentos falseados ; s6 lison-
geiam as ruin3 paixoes; so ensinam a diffamacao,
a calumnia, 0 iusulto ; so inslouam 0 crime J
Sim, 6 por aepiemante nwto qne. elles prelendem
advogar a causa da liberdade e do povo; como se
povo e liberdade podessem viver eru t&o 'apnro.
arabiente ; comp se povo e liberdade podessem me-
drar am um solo lao chute-de urzes e de joios l
E a pervarsidade dos prooinctanos, que ja co-
mecam a cheirar a Marat, chega ao ponto de pro-
vocar 0 pavo.a crime, queeikea sao por demais
cobardes para lejrem a ooragem de commelier 1
Parece inacredilavel, ma3 e a verdade.
Tenda esgoUdo 0 vocabulario dos wPrPe"09
dosaosultos, ds vilanias. da injuria a dos baldoes
contra o Exm. Sr. r, Luceaa, 0 admraistradar
patriota e hoaeslo. iisustraio e attivo, os wwn-
cianos, cheias de.daaaaparo a da saoha, fammtes,,
sedeaiog, ja nao de xseuUjao. f
amaaoam cynias*o ema Exm. Sr. Dr. Lucena
com 0 assassinip.
Miseraveis II ^conm
Nao declamamos, nem conjecturamos; os nosso*
0 casVde*dtorcomo padre Antonio Vieira : ilsM
nao e telo de punir lalroas, e ciume de furtar.
E' do certo. .
Mas, quanta naa fura melhor que os provincia-
nos abandonassem esse caminho Urtuosa, qua
t.ij desastradamenla vao seguiudo Aconselha-
mol-os, para que 0 facam.
So as3im podera) e*cigr que 0 povo os ouca e
acredite. Principiera por scr verda leiros e bo-
nestos. Sejam 0 amigi do pobre, a forca d > fraca,
0 adv.gidodis epprimiios, 0 pat do orphao, 0
sustentacnlo do desgracado, a la: do ignorant? 0
conselho do inexpericnte, 0 echo sincero de todas
as queitas legitimas, de todos os votos e de todas
as esperancas. Mas sejam so isso e 0 sejam por
amor da verdade e do bam.
Os escriptores, que empunham a penna como
um sceptro e nao como um instrument.) aviltante
e nocivo, sao, para servimo-nos das palavras de
alauem, os echos da verbo de Deus, os poetas do
passado, 03 anjos do pre3ente e os prophetas do
Qiereis sel-o, provincianos ? Entao saneai
0 vosso coraQio e a vossa consciencia, e em lugar
dessa palavra quo offusca e queima, usai des.-a
outra que illumina e aquese.
RECIFE 18 DeTjULHJ DE 1871.
t La liberte n'est pour 1 nomrae
qae le devoir de faire tout le bien
qu'il peut, et d'aiJer les autres
dans ce lui qu'ils veulent fai-
re.
(***)
Eotenderao 03 provincianos assim a liberdade !
Por certo que nao. E ahi estao para prova-lo os
seus escriptos, em que tudo palpita, toma corpa,
avulla, menos a convicijao da parte delles de que
a liberdade e 0 dever de fazer todo 0 bem petti-
vel e de ajudar os outibs no que prelendem la-
" Ludibrio dis paixoes raais incanfessaveis, presa
dos sent'mentos raais baixos, nao conhecenlo se-
nao as hostilidades, qui lhes suscitara 03 propnos
inleresses e a raais desmarcada arabi^ao, os pro
vincianos nao veera na liberdade uma via de en-,
grandecimento para 0 povo, um principle fecunao
de bem estar e de progresso, mas sim uma anna
para ser manejada em favor de seus negros pia-
nos, uma armadilha para apanhar a boa fe do po
vo, emQm, um degrao em quo pretenlem por 0
p6 paragalgaro polar, que reputam um meio de
iunuir a todos ao carro de seu egoismo.
0 grande ministro, que pelo sen acrisa.ada pa
t-iot smo e recouhecido talenlo lea ^abida mere-
eer a conliauca da cord, lio desv.lada p.la cro^
peridade do-to povo; quo tem sabido grangear a
sympathia da nae>o pelo seu grande aa.or 4 cau
-a pub! ca, cujo triumcho por todos es meios pro-
Cura, c triu CUIH|OlMv !>* "'Vi "J,w *
rios. e pcios product:mos coberlo de balJoes a ca-
da iusuole.
E querem ser resp itaios adv irsari d isa or
dent, que sio nma especie de farafio, que..tudo
var.-v, in l-i dostroe ; a planta inu'.il c noeiva.
assim come a arvore preciosae in-timavel !
0 Exm. Sr. Dr Lucena, 0 admini-trad >r illus-
trado e chete de patrioUsmo, que tudo envila a
prol do engrandecimenlo da pr ivnaia que 0 vw
nascer, 6 a victim 1 do todos os dias, ail la a* p
to da diffam 1511 pr vincitm 1,0s atrabiliariosp.)
vincianos nloraniam de injuria-!o.
Nunca falta ensejo para uma c.lumiiia.
irtunidadt para uma lajuria ; la^o jue ba-
jam homens desbriados promplos a man;jar es-
sas armas infames.
0. pr.einciinos comprehendam bem essa \ r
dade e sa deila liram partido. Mtseros
nistas I ...
L.inn esses ficcionancs 0 diicurso 1.
to proferiio na camara dos deputados \> 11 l*e
ra, conselheiro Bros ]ue, e aprendam aw qual
post) de opposieionista da haara e brio. 1.
es liberdade contitte cm fazer todo
ao pai: e em oj* lar dignomentc <>i outros no bem
que querem fazer-the.
ijjcaliiu'-
All a /Va
ccnJ;
A Provincia.
COOS A I EX EX ACT I -.
Me interesse de afeiar 0 ntgociodo
qae nao e ti) leio coin) 0 pintam
vinria :
I.' que as agendas foram crealas sem
rao de flanoa.
2. que foi 0 prosiden:e quem raarcou a poroon-
tagem d s agenies.
3.* qne 0 imposto e de 5 reis.
Nao ha uma so dessas assevaracoe? qne Mfa
ve dadeira.
Os agentes estao sujeitos i funga, e nera
deixar de estar, desde que
posto.
arrecaduu 0 im-
Para elles a prosperidade da patria, as
quias do povo, 03 seus melhorameatos, a sua gran-
daza, sio apenas uma verdade. nj hypocnsia de
suas palavras; fora d'aai nao existera..
EITes tem sempre sobre os labios e no bico da
penaa 0 nos, essa palavra larga, ampla, qua sym-
balisa a communhaodos inleresses, as a3?irac,oes
do patriotism! : aopasso que so annhitn de ve-
ras na cabeca e no coracao 0 eu, essa raedida es-
treita, acanhada e rasa, uoica que pretenlem ea-
cher com cagulo na hora do mandp.
Os provincianos querem aer livres, como os
\ salteadores querem ser tidos na conta d9 hones-
Este3 para melhor se apoderarem do alheio,
aquelles para mail facilmeate abusarem do povo,
era. que so. veem ura, preslima -0 da instroraen-
te passiTO a servico de suas especuUcaas igno-
"Kquantas vezes nio tem os faotos provado
& a evidfiucia a vardale deste coaoaiw 11

E para provado que dizemos, e da falta de ver-
dade com que discute a Provincia, aqui vaio q I
dispde 0 artigo 36 do regulamento de J7 de juuli
ultimo :
t Os agentes prestario lian.a no thesouro pr-
vincial, guardadas as formas das lei que rego
a materia.
Nio fica nesta cnexactidao, aradae falso a part*-
em que diz que foi 0 Exm. Sr. presidcute qu> in
fixou a porcentagem dos agentes.
Aates da oreacao das duas ultimas agaa.
duas existiam na alfandega des 18V0, sendo.a n.-
liquld.s eSpirituosos creada em I8ii peiM li-
beraes.
Estes dous agentes tinham por lei a porcuu-
gem de 8 /o, e a lei que creou os nov)s impb>
los, aulorisando ao prefideate a determinar 0 m :-
do de arrecadalos, cansignou a dispo3ifaa expr -
sa de que a porcentagem de cada agente fosse a
que ja estava mil IM,
Nostas condic.es nao podia 0 presilente demi
nuir nem alterar po^enlagens.
0 caso de Goyanna nio tem applicacao, porqu-
a porcentagem que percebia 0 agenle fai creada par
acto da president?, e por este BfJia ser alterada.
Alem dbte a alleracao so fai teita depois do
verificada que 0 agente percebia venomimtes ex-
ce'ssivo3, e ni) antes de saber se 0 que a agenda
podia nrnduzir. .
0 rendimanto de cada agencia esta sendo pubn
cado nos jornaes diaries. Dessa pQbii acaa mara
0 publico inteirado da oniafum qae ba do pro-
duzir 0 impost). .
Nao secreia par emquanto nos ealeuios aa no-
vincia. A gente que a rediga fiooa -de olbos gre\
lados quando ouvio diier qae as aaencias produ-
ziam 16, 20, 30 e 30 coates de rtis para cada
agente, e com) nio ia essamanjuba pan 0
ptpo, toea a pritar porque quer comer.
No flm e qua se ha de ver quanto proloz a
imposto, e quanto lucram oa agentes. Taio H >ra
e calcula falso. .
Ainda em relacao ao 3' poula, faltou a Provin
ciai verdad). 0 Imposto ti da 4 reis por V
gramma de bacalhao e de carne secea, e nao 5 com
diz aquelle jornal.
Eatretaato por maior qua sejao aJAnjJ*/**
\Provincia conlra lio minimo imposto, nao proda-
zio aid agora alca d) preco nos goeros. As ve-
das reialham os generas tribuudos pelo preco por-
que os vendia antes do l do correate.


V "

I -.


Eis o qut ha de verdade em todo este clamor,
lUe so m eoeontra iu Pnvmeia. -, '
0 IMPOSTO DO BACALHAO.
Qaando na assemble* se tratou do impoato de
4 reis por kilozramma de caroe, bacalhao etc.,
disculio-se sobre a possibiliJade da augmento do
prejo dot genereos; e hoove quern assevera^;,
QW este resoltado nio era muito de esperar,
Veio e facto juslifiear o acerto,
jKb mex de julbo e> 73 (o aano pissaflo) Rio
naril .mpoHo de 4'rtls, o mefcado eslava pro-
2rj* wcaJhio, e este genera dea o pteco fte
20*900 por berriea.
Este anno (1874), qua tomoso imposto de 4
rets, e que no principio do corrente inez ostava o
mercado em falta de bacalhao, os earnaamentos
qae teem entrado esUo sendo vendidoa 18*500
por barrica.
t'aqui su ve a nenhuraa influence que no msr-
>;ado prodazio o imposto. Hoje que o team, o
bacalhao vendense por nienos 4/500 por bar-
rica, do que w vtndeu o anna passado, em qae nao
havia imposto.
Attend* o publico para este facto.
Alem dlsto oe retalhadores cooservvn precos
doe generos qae eiisitam era 1873. E\ pots, visto
qae o tapotto vai passtndo ssm influeacia no ul-
timo cousumidor.
Oatro facto aiada cilarenws, om preva de qae o
imposto nio pode. water a carestia dos generos.
<3#>verno geral na sna ttrifa redatio o imposto
wXPorUcio **r* di*rs'>s generos, o qae con-
Crabalaoca com o importo provincial
Outrd facto. Em f857. quaado o Sr. Souza
franco, como mraistro da fazeada, fez uma redu-
cao geral iu larifa da alfandega, o resultado fui
os generos sacaresserem demasiadamente.
Por lanto, deltas lactos deve-se coucluir que as
imposicSes poquesas nao exer^m entre nos influen-
ia sensivwl sobre o consntnidor. A elevacao do
preco des generes quasi sempre resulta de condi-
cdes especiaes que actuam no rJbmmercio.
NAO TKM RAZAO.
Desde raultos annos qee existem agencias para
a axrecadacio de impostos de consuino, que so
pod-sea ser cebrados na alfandega, attendendo se
ao ommodo e facilidada dos despachos.
Se e consulado os pedesae cobrar, nao se tcriam
estobalecide as agencias desde 1840.
tfiarfo de Pamwnbuoo Sabbado 18 de Julho da 1874.
Pom ordem.
a iraopestTO da opposicao da provinoia b ao
BXM. Sn. PRKS1DKKTK DA PR0VI.NCIA.
Eateodemos que a Provincia cht-gou ao poitto
m qne, aem ao partfdo conservador, nem a nin-
Suem, quern quer qae seja, cabe imis contesta-Ia,
^em quebra immediata da propria dignidade: es-
quece-la, fagir-lhe, emmudecer, 6 o iiue -ha a
fazer. '
S6 ba oppor-se-lhe o silencio; e que o interpre-
trem como bein Hies parecer. Discuiir, nao, por
JB raiao muito simples, porque ninjuem discuti-
Tacomo ebrio que, ua rcvolta de uma esquina
the .gojpbar de subito ao peito da camisa uni vo-
mlto avinhado-; nem desafogara cm esiirado* ar-
tigos de jornal a decepcSo casual de que pf Ven-
tura for victima no caso fortuito de arrebenta-
vao de um cano da Drainage.
A islo responde-se com agua esponia e vina-
gre aromatico.
Conhecidos, a evidencia, quaes os propositos da
Prot'uic/rt, como o estao.'ha muiro, e deixala ca
briolar a gosto. Pjde ser uma iJ^a lixa, uma ma-
nia, e, neste caso, e uma enferma : resoeite-
rao-la.
Nao toleramos o 0' Pestana e o Budiao ? To
leremos a Provincia ; a uns e outra e o peior dar
cavaco.
O maia que devemos fazer, e aconselho mesmo
jue fagamos, e prevenirmouos: sempre que avis-
t tarnus a Proviiicia cu cousa delta, tapemos o
nanz. v
Mas, na verdade, nio sei o que nos possa aiada
acontecerde peior : os tempos maos, doentios; em
casa, a infecfao apparelhada pela Drainnqe, na
rua, a exhalacao pestifera das sargetas e a loeica
da Proancia. "
Meus senhores: em nome de vqssos tituljs de
sciencia e de nobreza ; lavai as maos, corlai, iimai
as tossaa unhas ; o que vos manipnlais, conven-
ceivos de uma vez, nao 6 a jusliga nem o direito
mas a desmoralisajao de um povo ; o de^prestinio
de um partido, que reuoveis de cima do pedes-
tal, que Ine dnu a his'.oria, para cima do barril em
qnefazeis fermentar as vo-sas drr.gas.
A' vista do expendido e de soppor que a coliim-
.10 conservaiora feche a tocca e iesolva a Prb-
vincta abrirse pelas coMas, ja que Hie coube o
(lestino da cigarra, segundo a crenca popular.
qae examine seus-rivr^ ft ^.-v,, ^_ m
abonar S* Y f^Wtado do exame
0 t bo fe* do ldgtsta e o seu caracter,
-oncedf.i-lhe a concordata pedida amigavel-
t>enl^ gem forma e figura de juizo, ao me-
"o* taato quanto possivel na conformidade
\q nossas lets. Alas o contrario disto, o o
que se observa ; dada aquella bypathese, os
credores, uns dizem que n8o assignam a
proposta, porque lem privileges, outros,
porque elk tem pago oiais a alguetn ; outros
por isto, por aquillo, etc.
E assim se vai passando o tempo, e com
elle mats se scentuando a ruina do logsta,
que fica cada dta era peior condigao. Con-
tinua a luta dos interesses: um diz, eu
concedo se me der8 por cento ; outro se me
der 70 por cento ; outros 60 por cento, etc;
mas tudo isto como arranjo particular, es-
condido, impossivel para o hotnem de bem 5
cada qual procurando enganar a todos, e
cada urn a cada um ; ensinuando, perver-
tendo 0 logista bonrado, mas jnfeliz, e sob
a dolorosa impressao de sua miseria.
Se 0 hotnern 4 honestn, honrado, porque
o nao ajudais franca elealmmte ; so 0 nao
6, porque transigis com elle ? Ab, se le-
vautassemos, se podessemos rasgar o v6o,
sob que se occulta o arranjo amiyavel,
quanta miseria, quarKa dogradacio !
Nio queretnos dizer que nao bajam ex-
cepgoes honrosas, que alias sao sempre vic-
timas das espertezas do maior numero.
Nao nos devemos queixar dos que pedem :
tafamos antes toda diligenoia para regene-
rarmo-uos, e 0 commercio prosparara, vin-
do ser 0 que deve, isto e\ honrado.
Do que valeriam convengees, quando nio
ba coufianga reoiproca entre os commercian-
t'-s de grosho trato ? Porvenlura quasi to-
das as quo se lem feito nao se tem annullado
por causa daquelles ignobeis manejos?
Quo responds 0 artiguista.
Vina victima de si mesmo.
13 de julbo.
eertas propriedades obtcurecentea, e sia prttla*-
ciaes a aaoda e mal frequettlemente 9 teaultado
do tea a jo lorna-Se baatafte perlgoao a ate fatal.
Nenhnma preparaeW do ma di t>u oaterga taato
brilbo, elastictdaaa,oa.Ti'4'drta#6 vista aoa cabel-
los como o-ToatceQrlMHAlv
C0MMERGS&.
JUNTA BOS CORRETORES
P"ca U Recir, ft de julh
le tS4.
A3 3 HORAS DA TARDB.
coTAcfits omcua8
Algodao da Paranvba 1* sorte 7*800 por tft
kilos pesto a bordo a frete de 3t4 5
OtO., hontera.
GaaAto sobre Loadrea a 90 div. t5 iitaW 3i8
4. por 1000. nonlem.
B. de Vasconceiloa
President*.
A P. de Lenoe,
iaereiane.
ALPANTtROA.
Reaitamnto do dia I a 16. ,
laodu 17 .
446:448*088
19:780*475
446:116*563
Descarregara boj 18 de junho da 1674.
wigae inglezKWona-(airaeado) mercadorias
para alfandega.
Patacho inglez Sifas Oltward varioa generos
para 0 trapicbe Conceicio, para des-
pacaar.
Brigne ingle* Maria bacalhao ja despachado
para 0 trapiche Conceicio.
Brigue allemSoLufcedrfarinha de trigo ja des-
pachada para 0 caes do Apollo.
Patacho americaao Water Lilly farinha de
trigo ja despachada para 0 caes do
Apollo.
Barca franceuZeoalloscarvJ) ja despachado
para 0 2* ponto.
Barca tnglezaCreterwa-carvao ja despachado
para 0 caes do Apollo.
Mo Una
Prafirn n gnvnrnn dores ao reiuado dorses ambiciosos, os libe-
raesl... que semem-se impuros para sacri-
ficar no altar da liberdade, e andam espeuu-
lando em norne da deusa !
186G.
Marco Antonio f/..
Agradecimento
A abaixo asMgnada, moradora a rua dos Coelhos,
frcguezia da Boa-Vista, com sete fillus e em esUdo
de extrema pobreza, vem pelopresente dar am pu-
blico testemunho da gratidao de que se acha pos-
suida pe.o facto que passa a expor.
Sendo a sua filha Leonilla de Jesus Sampaio,
atacada de grave molestia dos olhos, a falta absolu-
ta de recursos que a abaixo assigoada assisie,
traria sem duvida a impossibilidade de ver sua fi-
lha re>tabelecida, se a Exma. Sra. D. Idalina de
aouza Moutinhe Ihe nao aconselhasse que procu-
rasse 0 Sr. Ur. Gismc de Sa Pereira, distincto me-
dico oculista, que perito como e, empenhou-se em
salva-la do mal que a fazia soffrer tanto.
B hoje que, gragas ao bom medico, esta a sua
lilha livre do mil, a abaixo assignada nio tem ex-
pressoes para sigmlicar a seu reconherimento : e
nao pode deixar de por esse meio ao menos fazer
patente a acgao meritoria d-sse distincto cavalhei-
roeda Exm. Sra. D. Idalina Moutinho, que dota-
da de nma alma generosa e nobre, tem sido a in-
canavel protectora de suas fllhas.
0 favor que a abaixo assigoada acaba de rece-
her e do tal ordem, que crumpre um dever sagra-
do dando-o a publicidade, e rogando aoa ceus en-
chentcs de felicidades para aquelles que tantos be-
neficios Ihe prestaram.
Se oestas poucas liuhas alguma cousa vai offen-
der a modestia das dignas pessoas a quem se re-
fere, a abaixo assigoada pde desculpa, visto como
obdecoua vozdeseu cora5ao agradecido, e aos
impulsos de seu coracao de mai.
Bei-ife, 15 de julbo de 1874.
Bellaimina Angelica da Siloa Sampaio.
DE^PACHOS DE EXPOHTACAO NO DIA 16 Dfe
JULHO DB 1874.
Para os portos do exterior. >
No vapor portuguez Almeida Garret, para 0
Porto, carregou : Itocha, Lima & tiuiraaraes JOO
saccas com 14,329 kilos de algodao ; 1. C. Figuei-
ra 2 caixaa com 58 dites de doc* e 1 barril com
io ditos de conserva.
?ara 0$ portos do interior.
Para 0 Para, no navio pormguez Michaelenu,
carregou : J. C. do Rego Pontes 7 pipas com 3,360
htros de aguardente ; P. Vianna 4 C. 45 barris
com 2,400 ditos de dita ; A. V. da Silveira 200
cocoa (fructa) e 2 latas^ com 60 kilos de assucar
refinado.
Para Mamanguape, na barcaca Laura, car-
regou : i. J. Rodrigues Mendes 1 volume com 50
kilos de doce.
Para 0 Natal, no biats naciooal Olinda, car-
regou : J. J. Goncalves BeHrao & Filbo 10 vofa-
mes com 973 kilos de assucar branco.
Para 0 Aracaty, no hiate nacional Deus te
SSft lrarre80Q : ^into Alves & C. 10 barricas com
774 kilos de assucar branco.
A^S^&SmSSPpr0TiDci*rde Perr-nba.
Chtiula. especiaes paraTa*Tt^"^f*"lrf
taeatodesde. ponte d^ figt> 5ft!4
reir. do Oiqdtt, na ^WllSrtf. '"'
JmSKSS^ tetoj'wte doa Afogadoa ate a
o^cii?nlqQti ser? rei,) de wnforaidade com
d. K PP.*'10 Pe'o Exm. Sr. presidente
w provincia, na tmportancia de 19:480*000
o arrenuunte dara principio 4 obraTno prazo
* am mez e a conclaira no de oito mezes, con-
tados da data da awignatara do contrato.
S.
0 pagamento sera effectnado em qoatro preato-
poes iguaes, na proporcio do servico executado.
Para tudo 0 maia qae nSo vai especificado nas
pteaentes clausulas observar-se ha > que dinde
oregulamento de 24 de fevereiro do corrente
anno.
Oengenheiro ajadanle, Prancicco Apoligoaio
Leal. Con forme.- 0 offlcial-maior, Luiz Salaxar
Moscoso da Veiga Pessoa
Conforme,
M. A. Perreira.
CaPATAZIA
iendimento do rlia I
dem do dia 17.
DA A!.KAM)K(rA
a 6. 12:648*358
608*127
18
No dia 1 a
No dia 17
.'rimeira poria .
iegonda porta .
("fcrceira porta .
Trrpiche Ccnceicio
VOLCMES SAH11H)S
13:256*'85
17,976
1,014
H3
727
2,154
21,994
0 lllm. Sr. mspector do theaouro provincial
mauda fazer publico que em cumprimento da or-
dem do Exm Sr. ptesidente da provincia, de 7 do
correute mez, tem de sec arrematado por um anno
no dia 23 do referido mez. perante a junta da fa-
lenda do mesmo tkesouro, 0 imposto de 8 por cen-
to sobre 0 capira de planU vendido na cidade do
Recife, orcado era 2:319*280.
Aa pessoas qae se propozerem a esta arremata-
cao compareeam na sala das sessdes da mesma
junta do dia indicado, competeutemente habili-
tadas.
E para constar, se mandou pnblicar 0 presente,
Secretaria do tbesouro provincial de Pernambu-
co, 9 de jalho de 1874.
0 secretario,
,____________Miguel Alfonso Ferreira.______
A junta de emancipacao de escravos do muni-
cipio de Olinda, faz publico que se acha funccio-
nando no paco da camara muoicipal desta cidade,
em todos os dias utei, das 9 horas da manha as
3 da urde ; e que rica marcado 0 praso de 3 me-
zes par* os respectivos senhores apresentarem a
mencionada junta, declaraioes das alteracSes qae
se deram era seas escravos, proveniente ae obito,
transfereacia, acquisigao, liberdade, e nascimento
dos filfcos livres das escravas que foram classifl
cadas no anno proximo passado, alien de poder
proceder a classifieacjb do corrente anno, de con-
formidade com 0 disposto no art. 27 do reguL-
mento que baixou com 0 decreto n. 5,135 de 13
de novembro de 1872.
Paco da camara municipal da cidade de Olinda.
13 de julho de 1874.
Barao da Tacaruna,
Presidente da junta.
Braz Florentino Henriques de Souza
Francisco Antonio da Silva.
Idem C & M contra marca F sem nomero 80
gigas vmdaa do Havre no vapor franoea Vtlle it
Mutot, descarregadas em 24 idem a Cunba &
Madia.
Idem S If & C n. 136 1 caixa vinda de Ham
burgo no nayio aiiemao ilefir*, descarregada em
19 idem a Silva Neves 01 C.
Idem W S n. 23-1 ditaridem idem era 23 idem
a T. Lenche.
Armazeni n 5
Idem f It & M as. 25,28 a 30 -4 ditas vindas de
Lweroopl no vapor inglez Cordova, descarregadas
em 29 de dezembro de 1873 e consignadas a J. Ra-
mos 4: Ma eh ado.
Idem C & fi ns. 115, 117 e 120 3 ditas, idem
idem a Cunha k Mania.
Idem B 0 S ns. 58, 59 e 61 a ditas, idem idem
em 30 idem a Okell Bind loss A C.
Idem R k I n. 36 1 dita, idem idem em 30
idem a Rodrigues Irmaos k Guimaraes.
. Idem J. It A M n. 22, 23 e 24 3 ditas, idem
idem em 31 idem a J. Ramos Si Machado.
Idem C k Mm 222-1 dita, idem idem a Canha
& Manta.
Idem J L M k C ns. 445 a 450 8 ditas vindas
de Bordeaux no vapor francez Rio Grande, des-
carregadas em 9 de dezembro de 1873 e consigna-
das a Joaquim Lopes Machado A C
Idem NSC contra marca C C e A L em baixo
n. 2,339 1 dita, idem idem a F. G. de Oliveira
Sobnnho
Idem F R o. 4 1 dita vinda de Soulhompton
no vapor inglex Royne, descarregada em 26 idem
a Francisco Ramos.
Idem D. J. contra marca F ns 6, 8 e 93 ditas.
idem idem a Duarte Irmaos.
Alfandega de Pernambuco, 13 de iulho
de 1874. J
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
Sesretaria da thesourarla de
nambuco, 16 de jalho de 1874.
0 1* escripturario, lervindo da itcreUm.
____________Carlos Joto da Sbaxa Cocrata.
Companhia Fidelidade
egaroa marittnaoa e *
A agencia desta companhia toaaa
ritimos e terrestres, a premios razoa
altimos 0 solo livre, e 0 setimo
tegarado.
Feliciano Jos Gomes
grata** ao
Edital n. 14.
.to commercio.
A leitura de um artigo publicado no Dia-
ry de 13 do-andante mez, assignado por
Um negociante, suggerio-nos algumas re-
flexoes, que nao ju)ga.*os do todo inuteis
para aquelle, a quem nos dirigiraos, e para
as quae-, chamamos as attengSes dos despre-
venidos.
E' sabido que raros sao os homens de
fortuna queseatiram ao commercio, a cujos
azares, de ordinario, s6 se arriscam os que
pcuco ou quasi nada possuem, servinlo-
lhes de base a confianga, ocredito.
So o tempo e as babilitarOes lhes vein cm
au:cilio, tudo vai bem,(tudo sao flores 0
comraercianto a retalhoY^mpra o mais que
pode, n5o encontrando obsta-.ulos na vonta-
de ou prurJencia do comnierciante de grosso,
que por sua vez tambem/pYocura vender o
maximo possivel. Mudam-se as scenas:
diversas causas. muitas das quaes imprevi-
demerpeiite de-prezadasJ trazera a estagna-
Qao; faltiam os recebimentos, e... cessam
no todo ou em parte os pigamentos. 0
qiievemos? 0 commerciante de grosso a
quetxar-se do de reta ho ; este dos seusfre-
guezes ; entrain a lallar uns contra os outros
com honrosas oxcep^des, mas nada de si, dc
sua impericia.
Era quanto Ihe paga nSo se queixa o do
grosso do de retalho; antes pelo contrario,
trats. de augmentar-lbe a conta, offerecendo,
insti-ndo, pedindo, mostrando-.se resenttdo
quandosabe que faz compras a outrem.
Aquelle e bom, 6 honrado em quanto pa-
ga ; mas logo que deixa de faze-lo, muitas
vezes por circurnstaneias alheis a suas in-
tenjoes, 6" vrlbaco, 6 tratante! A iniuria,
a calumoia, a dilTamagao e a intriga pren-
dem inevitavelmente o infeliz em suas ma-
Ibas ; nio ba nega-lo'. Eis a imagem fiel,
ainda que syntbetica, do nosso commercio.
E & com este atrazo de Cousas que o arti-
Adminisfrnciio rfe jiastica eni
Pao d'.ilho.
Os babitantes da comarca de Tdo d'Alho,
estao bemservidos de juiz do direito; por
quo o Sr. Dr. Joaquim Goncalves Pires da
Whra, 6 ess-.-m-iaimenie recto na appneacao
da lei. v
Magislrado intelligcnte, nao decide feito
algum sem um exame scrio, de maneira
que suas decisoes s3o baseadas nas nrovas
dos feitos. ,
Quaodo os jurisdiccionados contam com
um juiz como o Sr. Dr. Pires, repousam
tranquillos, porque as decisoes sao sempre
a consequencia da ab;oluta imparcialidade.
>'Oi'trabalhos do jury, que assistio, raos-
troo o i.r. Dr. juiz de direito o maior zelo
e interesse pelo fiel cumprimento da lei e
garantia da liberdade individual.
Quando conhecia que o jury arredava-se
do terrenodos debates, appcllava, nao per-
guntanjo se o paciente tinba ou nao protec-
cao. r
Tendo trabalhado no fOro de Pao d'Alho
e yendo como procedeu o dignQ juiz de di-
reito o Him. Sr. Dr. Pires, nao posso for-
tar-me ao dever de man.festar as qualida-
des que ornam a pesssoa do Sr. Dr. juiz de
direito de Pdo d'Alho.
Recife, 14 dejulaode 1874.
R: Alves de Oliveira.
SERVigO MAHITIMO
l>arengas descarregadas no trapicbe da
alfandega :
So dia I a 16..... 24
No dia 17.......
1o trapicbe Conceicio ... 3
27
HBCEBEDORIA DB REN DAS INK UNAS GE-
BAES DE PERNAMBUC-
tendimento do dia I a 16 30:014*804
dem do dia 17..... 248*875
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacer-
da, ju'z de direito especial do commer-
cio, nesta cidade do Kecife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco,
por S. M. I. 0 Sr. D. Pedro II, a quem
Deus guarde, etc.
Faco saber pelo presente que no dia 18 de julho.
as 11 horas la manha, na sala das aoiiencias de-
yert tor lugar a reuniao dos credores da massa
falltoa de Francisco Jose da Costa Gaimaraes para
se rariQcarem os creditos, formar-se contrato ,de
ORiao, nomear-se adminis radores 4 dita mas3a
cjrtos os credores de que, nao serSo admittidos
por procurador, sera que este exhiba procuracSo
especial, a qua! nao podera ser conferida a deve-
dor do fallido, nao podendo, outrosim, um 6
mdividao represerrtar por dous diversos credore
e que sera havido 0 credor qae nao comparecer'
como adherente as resolucoes que Torem tomadas
pe^ maioria dos credores que cemparecerem
E para que chegue ao conheciraento de todo*
mandei fazer 0 presente que sera afflxado nos Iu-
garesdo costume e publicado pelos jornae.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 30 dejanho de 1874
Eu, Francisco Xavnr de Souzi Ramos
escrivSo interino, 0 subscrevi.
Sebaslido do Rego Barros de Laceria.
Ao sello 3u0 rs.V. S. S. ex-causa.
Barros de Lacerda.
30:263/679
CONSULADO PROVINaAL
Refldimento do dia \ a
dem 4o dis 17
16.
10i:936i231
1:116/880
106:053*111
Edital com prazo de 30 dias
n. 10.
AGENCIAS ROV1NC1AES
_ Liquidos e?piritaosos.
Rendimento de 6 a IS 4:966490b
Idem do dia 16 347*160
Bacalhao, etc.
Rendimento de 6 a 15 3 714/093
Idem do dia 16 226/103
Generos de estiva.
Rendimento de 6 a 13 4:212/839
idem do dia 16 679/152
A* I'roi iiir-ia.
Agora venfico que a emu do Ceara que, por
desgraca desta terra aqui pousou, e quo pre-
tende ser lente de relhorica do gymnasio, nao e
outro senao o actual 2- prom tor desta capital.
Uma vez que a Provincia se mostra afflicta com
a possibiiidade de uma tal nomeacao, a vou tian-
quillisar declarando que, nao aspiro a honra de
exercer o lugar de lente de relhorica
Postoque reconheca a minha Mta de habilita-
coes todavia nao era muito estranhavei pretender
ura lugar era um estabelecimenlo de instruccao
como o gymnasio, quandj vejo na faculdade de
Os maos exeraplos sao contagiosos I
Mas, repito, nio pretendo e$ie lugar, apezar de
tar_* vajdade de julgar-me habiluado para o
Convenca-se a Provincia que nao me da, nem
me tira habilitacdes.
Nao sei, nao tenho noticia dessa minha promo-
cso a que 3e refere ; mas convido a pablica-la.
Ponbo em duvida o facto de ter escriptoco'n-
cederse- ; provoco a fazer a pnblicacao da nro-
mojao com adeclara^io do nome do rlo e do iuiz
que fanccionoa no processo. '
Esta exigencia funda-se no receio de uma fal-
siheacao ; ha certps individuos, que tem esca-
pade, a acao da justica, enja audacia nao tem it
.. Fumo, etc.
Rendimento de 6 a 13 1:533/876
Idem do dia 16 j
5:314/065
3:940/193
4 891/991
1:533/876
a Lyra &
13:680/125
Tbesouro provincial de Pernambuco, 17 de Jo-
bs de 48/4.
0 escrivao,
Joio Carneiro M. da Silva Santos.
M0V1MENT0 DO PORTO.
Navio sahido no dia 11.
HiodsJaeiro-BiraiMb Talisma, capltao
Blackford, carga parte da que trouxe de Balti-
more.
Observagdo.
NSo houve entradas.
*3. < **Kta, procura sempre ferirme
-. ..^ UD wjums quM o ant- "Bciaro, uma vez por todas, que vivisemnre no*
gtlisti de 13 vem i cdir que se definam posi- ? c'dide. '"dependente de emprego pnblico, e qne
Soes,qUese facam convenSdes, qqe ommo- S2**Sl22JS***. Mm* minha
rem ? N6s pederiamos antes e unicamente:' d!ft!2u* d0S m'nBuados vencimen^
bom mns e prudencia. I Ainda nao era 'promoter e recasava o patrecinio
flsn queonegocio se firme, se solidifl- do "nsa! J^poriantes, s6 pelo facto de querer
qne, i prectso que o commerciante de grosso SffiLJSSf^SKJ com *<^ae,,9 10e> n*o
trato aca o qpe deve, e nfio o que dLJa ; SSS STS-* V>" e"rcia a *"**+
rjue olbe sempre para diante, nao indo alem Entreianto eativeram em men poder as diversas
de suas forcas. j cartes comprobatorias do debito onde se promet-
Analyseuios o commercio de arosso de tiaJ)aar-'M
sw-zs, 1 inrrer,s *- 'I-wsbs^ t%*sf
eicepjoes, descubramo-lhe as innumeras weds, 16 de julbo de 1874. "****
niazellas ; e entio veremus que seus maiores Gomes Parente.
preju.zos resulum de sua imprevidencia. --------"- --------
ft Ji' i crupulosamente escolhidos do reino wgTu Lttto
O que se devena faxer neste caso? 0 po9eto-como esMS preparacdes compostas de mi
interesse commum, o bom senso pareceaue Kef,fs' f"2 damno ^ara conruccao do ca-
Dosestd dtzendo: nomeai uma cLmtsslo, -Jft ToiS R\\ ^ZZl"*
EDITAES.
qae pretendem posjoir I sen t e joraaL
0 Dr. Delfino Augusto Cavalcante de Albaqaer-
que, official da ordem da Rosa, jniz de direito e
orphlos da comarca de Olinda, por S. M. e Im-
perador. a quem Deus gaarde, etc.
Fajp saber aos que o presente edital virem, one
o porteiro interino das aadiencias deste juizo ha
dejrarer em publico pregao de venda e arrema
tacio, em asimp successiveis, por mim conri
d.das des dias 16, 17 e 18 do 'conente mel ift
hora da tarde, uma casa terrea sob n. 1, com sitio
bem plantado de diversas arvores frnctiferaj
qual tem 34 palmos de frente e 83 de foado 3
salas, 3 quarios, cozinha interaa, eatribaria e | nlTt BP-^W. PTtencente ao esnolio doT
nado Bonifacio de Jesus da Silva e herdeiros
para que chegue a n jlicia de todos, mandl
passer o presente, que sera afflxado no lugardo
costume^ publicado pela inprensa. e
Baao e passado nesta cidade de Olinda. aoa la
dias douexdelnlhode 1874. "
E en, bacharef Francisco Lins Caldas, escrhio
o subscrevr-Delfino Auoutto Cavalcante deAJbu
qaerque. Estava nma astempUba de 200 rs. dvi
damente innlmsada. *v""* "" """ rs-
- 0 lllm St. inspector do tbeeouro provincial
em virtude da ordem do Exm. Sr presidonuj'
provincia, de 4 do oorrante ^JSTtSS^pt
bhco, que vao a praca no dis 6 de agosloprdii-
mo futuro, peraote a juau do ssnsZ thesouro
para ser arrematada a quem por roe aos user a
ab^nd,0aCrt,CaTn^d" "?* ^'boatfo,desa
a ponte de Afogados ate a barreira do Glqula
orcada em N:M!0M em apolices de 7 0?,%
baixo das cosdicdes infra traaseriptas
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao, comparecam na sala das sessSes da junta do
mesmo thesonro. as 12 boras do iadicado dia exm
petentemente habiiitadas. ~^ com-
ntePkS^i0n3Uf'9e mnimi tu* P^Hw no pre-
a?pla il?3P3Ct'',ria da alfandega de Pernambuco
w?E&Bl qUe aKd,and-3e mercadorias con
tidas nos v lumes abaixo menclomdos, no caso de
^r,ema^maiad,as para consumo, aos termos do
SePi8fi0 os Pn'd| re8ulaiDKnt0 ^ .9 de se.embro
de 1800, os seus donos ou consignatarios deverSo
despacba.las no prazo de 30 dias, sob pena de
findo elle, serem vend.das por sua conta, seu, que
'hes (ique compet.ndo allegar contra os eiTeitos
uesia venda .
Armazem n. 1
Marca A N contra marca C G & C n. 260 I
caixa vinda do Havre no vapor francez 'Vil/e de
Santos, descarregada em 24 de dezembro de 1873
e consignada a Guimaraes Ribeiro & C
Idem C & C ns. 266, 267, 276 e 278 5 ditas
Mem idem a Cunha & C. '
Idem F ns. 130 e 132-2 ditas, Hem idem idem
Idem L Sj V n. 4-1 dita, idem idem
Vianna.
Idem L W 4 C. ns. 855 a 882 28 ditas idem
idem a Linden Weydman & C. '
. U?",L v contra marca L D ns. 1 899 a
1,902 -4 ditas idem idem a Lyra & Vianna'
IdemNSCcontra marca C&CeALa.2.315-
1 dita, idem idem a F. G. de Oliveira Sobrinho.
%5,2 5 ^,C D-,iS9-1 di,a'ide* item Son-
za Castro & Almeida.
Armazem n. 2
Idem (riangnlo C. no ceniro ns. 276, 277, 298 o
299 4 caixas vindas de Liverpool no vapor inelez
Student, descarregadas em 3 de dezembro de K73
e consignadas a Cunha A C.
Idem E B ft C ns. la 3 e 5-4 ditas, idem idem
4 Parente Vianna ft C.
Idem idem n. 4 1 dita, idem idem a Parente
vianna & C.
ta iSos !4*CC ^ ,;069"ldi,a'idem idem aC0-
Idem A J D ns. 52 a 55, 59, 61 a 64.66 68 a
59. 71la 74 e 76 16 barricas idem no" vapor in
Sle* Dora, descarregadas em 15 idem a A J
antas.
Idem idem ns. 110 a 132 23 latas, idem idem
em 16 idem.
Idem idem ns. 56 a 58, 60, 65, 67, 70 a 71 e
75 8 barricas, idem idem idem.
Iden2uS f & A n. 102 1 caixa, idem no vapor
'.ol Sludent' descarregada em 6 de dezembro de
1873 e consignada a Souza Castro 4 Almeida
Idem J S R n. 377-1 grade vinda de Londres
no patacho inglez John Carl, descarregada em 30
de dezembro de 1873 e consignada a J? D. Carnei-
ro Monteiro.
Idem A J n n. 133 | j4fa vinda de Liverpool
no navio inglez Do*a, descarregada em 31 idem a
A. J. Dantas.
Armazem d. 3
Idem diamante S 4 C no cento e F ao lado, ns.
I, 2,3 e 4-4 ferdo3 vindos de Liverpool no vapor
inglez Student, descarregados em 3 e 4 de dezem-
bro de 1873 e consignados a Simpson & C
Idem R & I ns. 464 e 665-2 ditos, idem idem a
Rodrigues Irmaos 4 Guimaraes.
Idem idem contra marca P o. 8,083 1 dilo
idem no vapor inglez Cordova, idem em 30 idem a
Rodrigues Irmaos & Goimaries.
Armazem n. 4
Idem Iriangalo & no ceutro C S nos lados, ns.
76, 77, 78 e 794 caixas vindas de .Hamburgo no
navio allemao Active, descarregadas, a Costa 4
Soares.
Idem S L ft C ns. 213 a 216-4 ditas, idem idem
a Sa Leitao & Coimbra.
Idem C dt M n. 11 1 dita, idem idem em 22
ilem a Costa ft Soares.
Idem triaagulo & no centra e C S nos lados. ns.
61 e 63 3 ditas, idem idem idem.
Idem S N 4 C ns. 124, 172 e 184-3 ditas, idem
idem a Silva Neve ft C.
Idem triangnlo 4 no ceniro C S nes lados ns.
58, 59 e 69 3 ditas, idem idem em 23 idem a
Costa 4 Soares.
IdemlMPns. 179 a 182-4 ditas, idem idem a
J. M. Palmetra.
Idem W S n. 20 l dita, idem idem a T Lencbe.
Idem iJeui ns. 21 e 22 2 ditas, idem idem
mJT^w r r, li?. ii iJL ar"1 to' H ** m Rentes examioar
Idem a Suva Neves ft C J qaartel.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico qae
nao tendo sido despachades dentro do.prazi mar-
cado por edital n. 176,80 pequenos volumes con-
tetdo amostras sem valor, vindos de diversos por-
tos e em diversos navios, so ha de arrematar os
refendos volumes, livres de direitos e smeitos ao
impostoida capatazia, as 11 horas da manha do
dia 21 do corrente, no armazem de bacagein no
trapiche Conceicio. '
Alfandega do Pernambuco, 17 de iulho
de 187'*.
0 inspector,
______________Fabio A. de C. Reis
0 lllm. Sr. inspector da thesouro
vincial, manda fczer publico que, em vir-
tude proda ordorn da presidencia, do 10
do corrente, vai a prac/para ser arremata-
da no dia 30 do referido mez, por quem
melhores vantagens offerecer, a obra da re-
construcgao de 300 metros de cmpc-lramcn-
to e 600 de reparos na estrada da Victoria,
entre os marcos 11 a 12,000 bracas, orcada
em 1:25i^000,debaixo das condigOes abaixo
transcriptas.
As pessoas que se propozerem & esta ar-
remataQao. compare;am na sala das sessocs
da referida junta no dia acima menciona-
do, pelo meio dia.
E para constar, se mandou fazer publico
pelo presente Diario,
0 secretario,
Miguel Af/'onso Ferreira.
Clausulas especiaes para arremataoao dos
reparos da estrada e reconslruccao de
300 metros corrrentes de empedramento
entre os marcos de 11 a 12,000 bracas da
estrada da Victoria.
1.* Os repnros da estrada e reconstruccSo
dos empedramentos, serao executados de
conformidade com .. orgaraeqto, iia impor-
tancia de l:254#)0O.
2.1 0 arromatanto dard principio as obras
no prazo de 15 dias, e as coucluird no de
tres mezes.
3.a 0 pagamento sera" effectuado em tres
prestacOes iguaes, d pruporcao do trabalho
executado, sendo a ultima e definiliva,
quinzo rlias Hapois de sua oonclusao.
4 Para tudo mais que nao se achar es-
pecificado, surd regulado pelo que d:spoe o
regulamento do 24 do fevereiro do corrente
anno.
Villa de Jabjatao, 22 de junho de 1874.
0 engenheiro interino, F. R. Leutier
Conforme.-O 1 cs ripturario, Joto Joa-
quim deSiqueira Va-ejao.Conforme.-O
official maior, Luiz Salazar Moscozo da
Veiga Pessoa.Conforme V, A_. fn>.
reira.
6M400O
362/000
3I0/0OM
4084000
304/008
99/000
120/000
A gem*.
_________51 Rua do Apollo 51 _______
SANTA CASA DA MISEK1COKD1A DO
RECIFE.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Hisericordia do Recife, manda fazer pabftco mm
ia sala de suas sessdes, no dia 2 da joiaa, pa-
las 3 horas da tarde, tem da ear i
juem mais vantagens offerecer, pelo '__
i tres annos, as rendas dos predioa saa
leclaradi.
ESTARELECIWENTO DE CAM DAD*.
Rua do Padre Floriano
Casa terrea n. 43......
Ciaco Pontas.
Idem n. Hi........
Rua larga, do Rosarie.
f andar do sobrado n. 24 AJ
Idem do sobrado n. 24.....
Rua do Araerua.
I.* andar do sobrado n. 26. .
Rua de Antonio Henrique.
Casa terrea a 26......
Largo da Campiaa.
idem nil. ......
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua Duque de Caxias.
LoJ'a n- 77.......700*000
Beeco das Is^sl
Idem n. 39........421*000
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 40.......202*000
Rua do Air.onm
- obr.do de 2 andares o. 23 6024600
Casa terrea n. 34......122*0u0
Una do Burgos.
Idem n. 19........153*000
Memo. .......ISitVy.K'
Rua do Vigano.
i' andar do sobrado n. 27 2%3*00o
1 andar do mesmo......300*000
l-oja do mesmo.......375*000
Sobrado de 2 aodare* n. 26 1:300*0"*
Raa do Encanamenlo.
bubrado de 2 andares n. 13 1:100*000
Rua da Senzalla velha.
-asa terrea n. 132......701*000
Idem n. 25........209*0
Rua daGnia.
idem n. 25......
dem n. 29 .
, Rna da Our.
aobrado de 2 andares n. 12 .
Rua de S. Jorge
Casa te-rea n. 100 .
Rna de S. Bento.
,J terrea,D- ,7......200*000
Os pretendentes deverao apresentar bo acto oj
irrematacao as suas liancas, on comparecerus
(oinpanhados dos respectivos fladores, deveado
jagar alem da renda. o premio da quantia ta
;ue for seguro o predio qua contiver estabeleat-
nento commercial, assim como o servico da hm-
jrtta e precos dos apparelhos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do fa>
:ife, 2t> de junho o de 1874.
0 escrivao,
____________Pedro Rodiigues dt Sous;
De or-era do lllm. Sr. inspector da these a
rana de fazenda se faz publico para conhecimen.o
de quem interessar, que perante a junta de fazea
da da mesma, tem de ir a prca para ser arrenu
tada por quem maior lanco offerecer, o arrenda
nento de uma casa lerrea sob n 55. a rua de -
Bento da cidade de Olinda, pertencente ao p*trim:
nio do con^ento de Nossa Senhora do Carmo da
quella cidade, e hoje encorporado aos proprios oa
cionaes ; sio por unto convidados os pretenden
tea ao dito arrendaraento a coraparecerem as do*-
horas da iarde do dia 25 do corrente mez
Secretaria da thesonraria de fazenda de P nambuco, 5 de julho de 1874.
0 i- escripturario, servindo de secretario
Carl js Joao de Souza Cnrreia.
209*000
201*000
800*000
241*000
Obras militares
r.Z Dl rrdem, i0, Wm- Sr '^pector da thesou
rana de fazenda desta provincia se faz publics
r,M? dVUlh0 prox,rao futuro' P's 2 horas da
tarde, sera posta era hasta pub ica perante a juo
ta da mesma thesouraria, para ser arrematada por
quem mais lanco offerecer a casa terrea sllaa
^tr350,0^6"'3110' na cidade d Ohnda", pro
pro nacional e bem assim o terreno qu6 Ihe fica
deS QUe tUd f0i avaliad0 por d0U5 *
Secretaria da thesouraria de fazenda da Per.
nambuco 30 de junho de 1874.
0 2." escripturario, servindo de secretary
Carlos Joao de Souza Correia
S. e ultimo dividendo da
massa fallida de Amorim,
Fragoso, Santos & C.
Paga-se o 8. e ultimo dividendo a razio de
l,W '|o no escnptono a rua do Vicario n 13 1-
andar nos dias 20, 21, 2!, 23 24 e 25 do corrente,
das II da manha a 1 da tarde, devendo os Sr
credores apresentar seus titulos. Depois daouel'
lesdus os pagamentos somente serao feitos as
qumtas feiras, e por isso os Srs. credores tenham
a bondade de vir logo receber ou man^r seus
procuradores nos dias acima lixados.
De ordem do lllm. Sr. inspector do thesou-
ro de razenda desta provincia se faz publico
que perante a junta da me ma. ira a prajo, pelas
2 horas da tarde do dia 29 do corrente mez o
arrendaraento por um anno, do convento de ITS*
ao Larmo de Olinda, podendo desde ja os Drelesv
dentes exarainar o referido convente.
Secretaria do thesouro de fazenda de Pernara-
bnco, 16 dejnlhode 1874. uui
0 2* escripturario, servindo de secretario,
______________Carlos J. de Sonza Carreia.
T U i"l Sr insPe"or do Uiesouro provin-
cial manda fazer publico, qne desta data em dian
tepaga-se nesta repartcao o juro das apolices da
divida provincial, vencido no 2' semestre do
exercicu de 1873 a 1874 proximamente findo
e. para cootar se mandou fazer publico nelo
presente Diario.
d Se|,ar'a *> thesouro provincial, 13 de julho
O secretario,
.______________Miguel Alfonso Ferreira.
Irmandade do Senhor Bom
Jesus das Chagas.
De conformidade com o art. 79 do compromlsso
desta irmandade convoco os seus respe.-tivos ir-
maos pra a eleicao da nova mesa regedora, qae
deve ter Ingar do domingo p-oximo (19), pelas 9
horas da manha, em seguida a tuissa do Espirito
Santo, co no indieam os artigos 80 e 81 do mes-
mo eompromisso.
Consistorio, 8 de julbo de 1874.
0 secretario,
Domingos da Costa Monteiro.
De ordem do lllm Sr. inspector da fiiesouraria
de faz.nda faz-se publico para o ennheeimento de
Suem inieressar, que no dia 22 do corrente, as
horas da tarde, perante a jantt de fazenda da
mesma, tem de ir a praca para ser vendidos a
quem mais der, cinco eavallr pertencentes a com-
panhia de cavaHan'a, podendo desde ia os Dreten-
- os "
^SSlATm ex.e?atadM ol"-3 e concern
ao quartel do Hospicio, orcadas em 4:225*500
no hospital miliur, a construccio da casa de an-
ops.as em 1:3(6*780, e a snbsntnicao de ua.
Imha cm 88*880 : serao postos em concurrenc*
para serem contratados a 26 do correute, ao mer
aia, na reparticao das obras pubiicas, onde
acham os respectivos orcamentos. As verbas '
lativas a servicos ja feitos serao deduzidas
Recife, 14 de julbo de 1874.
0 engenheiro das onras milHan-
_________ <:iiryss-lH:i K dc. Castro Chave-
Axmazens da companhia per
nambucana.
ttcguros contra o fojra)
A cumpanhia pernambacana, dispondo de ex-
ts ,o Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para dep.siio de generos, garantlndo a maior ot-
,trvagao das mercidorias depositadas, ssrvi^-
prompto, precos modicos, etc. "
Tarabera recolhera, mediante previo accordo -
clusivamente os generos de uma so pessoa. '"'
Estes armazens, aldra de arcjados e commodo-
f,.,^te'?nitnte novos e "Pha'tados, iseoioV^
:upim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utiiisar-se destes ar-
nazens, pederao dirigir-se ao escnptono da con>-
panh:a parnambneana. que acbarao com quern
A Gl.\ do Sup.-. Arch.-, do
Univ.*.
A todos os MMac.-. ao Oriente Pernambuc-
U.-. F.-.eP.-.
Tendo a Aug.-. Loj.\ Capit. Unilo e Benefjcenca
ao vail.-, da rua de Harcilio Dias n. 31, de solem
ni?ar com inic.-., fill.-, e regnl.-. no dia 21 do cor-
rente, pelas 7 hora da noite, o anniversario da
espulcao jesmtica do orbe catb lieo (em 1791)
pelo summo pontifice Clemente XIV de sandosa
memoria. Sao c nvidados todos os RResp.-. lit
a assistirem a um acto de taota magoitu le e re
gosijo, embora lenha resuscitado esses jesuiti*
qae tantos males estao can ando aes verdadeir
filhos da religiao de Jesus Christo.
0 secret.-.
,_____________ M. S. Costa Junior.
Juizo de orphaos.
No dia 20 do corrente, fioda a aodiencia do
Exm. Sr. deserabargador iuiz de orphaos, se ha
2ea1nremaUr com *Date aninl* P*rte. Pr
2.000* a casa terrea n. 2, da rua de S. Goocafc
pertsneente ao finado Leopoido Ferreira Martins
Ribeiro.
Secretaria da camara municipal do Reci-
fe, 15 de jalho de 1874.
0 secretario,
Francisco Augusto da Costa.
AUJIINISTRA AO DOS COHRKIOS DB *>ER-
NAMBUCO, 15 DE JULHO DE 1874.
Fa?o publico qne do dia 18 do corrente mat
comeca a funccionar a agencia do corrrto aluma
mente creada na povoacAo de Timbadba
A mala e expedida nos dias t, 6, 10,14, 18, It.
2 e 30 de cada mex, e a correxpoodeneia reeebtda
ate as 3 horas da tarde.
O administrator,
ABonao do Rego Barros.
Irmandade do Diviuo Espiri-
to Santo.
N3o tendo compirecido nnmero legal de irmaos,
membros do conselho Sseai, no domingo 12 do cor-
rente, o irmio procurador geral, em camprimenio
do disposto no art 68 do eompromisso, nova- A
mente os coavida a rennirem-se em nosso consis-
tone, domingo 19 do corrente. pelas 9 horas da
manha, afim de dar-se execucae k 1* parte do art.
3 do mesmo eompromisso que nos rege.
Secretaria da Irmandade, 16 de julbo da 1874.
F. J. dos Passes Gnimaraea.
Recreio Drantico
De ordem do lllm. Sr presid convido aca
ar------, Srs. socios para a aaseroblea geral, qne e convoca-
os cavallos no respectivo.da para domingo, 19do corrente, pelas 10 horas
I da manha, no Fogar do costume, afim de tratar-sa
i mum i
i



Diario de Femambuw Sabbado 18 de Julho de 1874.

&) assnnpto da alia importance e de toleresse
fatal,
Secrelaria do Rocreio Dramalico, 16 do julho de
11*74.-0 f seeretano,
Bernardo L. de Mendonca.
Do ord-iu da mesa regedora da" irmanilade
ds Senhora Sanl'Aftua, erecla na igreja da Madre
o> Deosj convuro a tndos os nosso* irmaos para se
reuoirem no dia 1< .1, corrente inez, as 10 horas
da man? i, no eonsisiorlo da mesma igreja, aiim
do se proceder ao que uis, oem os arts. 7 e 8 do
QSSv) compr<>mis-u.
Consistorio, em 16 de julho de 1874.
0 escrivao,
Hanoei de Atevedo Ponies.
ABtMlNISTRACAO DOS COHREIOS DS PER^
NAXBUCu, DE JULHO EE 1874
RelaQao da correspondencia registrada (sem valor)
rteebtda de diversas procedenrias ate esta data,
e que n3o tern sido entregae por ignorar se as
residenctas dos destiautarios.
Aniero Joaqnim Soares, Antonio Carnv'ro de
Lacerda, Alfredo Emilio Falcao, Adolpho Targeno
- Acdoly, Antonio Figueiredo, Corsinio Vieira de
Hello, ConsUncia Bellarmina de Souza Lins, Fran-
cisco Jose da Silva Gueles, Firmino dos Santos
"wra, Francisco Jose Carneiro, Francisco Jose
Silveira, Fernando Lobo Leite Pereira, Giaeome
Orrieo. Jose Goncalves da Rocba, Joanna Porcina
das Neves, Joaqnim das Chagas de Jesus, Jose
Cruz, Jose Maria L. da Moita, Jose Antonio de Sou-
aa. Jae-ntho Abreu das Neves, Jose de Souza Cas-
tro Feitosa, Joaquim Tbeodoro Correia da Silva
Jose de Ohveira Campoi, Joaquim de Mello Rego"
Jose Manoel de Araujo, Manuel Jose de Campos'
Barbosa, Marianna de Senna Guimaraes, Malheor
de Siqaeira Camario, Manoel Antonio dos Passo B-
Miguel Bernardo (8). Manoel da Silva Pontes, M
noel Sebastiao de Araujo, presidente da sociedade
Liberal, Pedro Jorge de Souza, Stefane Agrelli,
Sabino da Silva Correia, secretario da irmandade
do SS. Sacrament) da igreja de Santo Antonio,
Tneopnilo Xavier Cavalcante de Albuquerque (2).
0 official, encarregado do regislro,
Josi Candida de Barros.
mm
Santo Antofiio
Sabbado 18 do corrente.
A's N l|2 horas da noile,
E
Domingo 19 do corrente
A' 11 horns tin tarde
Mimas recilas
deBnitivamenle da empreza.
Vai a Scena o dramasacro em 6 actos e 8 qua-
dros :
Os Selc Passos.
Finalisarao os espectaculos com a zomedia :
Os Dims Medrosos.
Librae cslerlinas.
Vetidem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
ll du Commereio h 4J.
Luiz de Farias & C
D. Innoceneia Maria doe Passos
Manoel Antnnes Borges
Jesuino Xavier de Suassnaa
Jose . Josepba Maria da Annniciacao
Mariano Pereira de Souza
Adi>l|ilm Emilio d u. fVrreira
Itenijaiiiiu do Curm I <.j.e<
Jiio do ijiixto Alves H.i Silva
- .-v-ijiie iieles di< para o Araeaty, por ter
parte de ran carre^im-nto prompto, o hem eo-
nii-cido hiate Di-m te Gimrde : piem nelie .inizer I Antonio H-uriquts de Miranda
""[gar ir de passagem, diri'a-se ao escriptu jfga'ln CaicfUi.
no ue B.rthobmeu Lourenco, rua da Madre de
Ue"g n 8- <|ne arhara com quern tralar.
Palhabote tJovea Arthur >
Vcnle se e te navio prompto de urn tudo para
nay-gar, ^ f.-ii,, de madeiras do Brasil, esta anco-
rado no qnadr.. da descarga : os pretendenle* po-
derao oxaminar. e para tratar com Antonio Loii
de Ohveira Azevedo, a rua do Bom Jesus n W.
PAHA'
AVISOS iMARI riMOS.
Lisboa e Porto
Segue viagem com a possivel brevidade a barca
portugueza Nova Vencedora, recetie carga e pas-
sageiros : a tratar com Tito Livio Soares, rua do
Torres n. SO.
A escuna Georgiana segue nestes dias par* o
porto acima, e recebe carga a frete : a tratar com
Tasso Irmaos & C
LEILOES.
Bernardo de Muraes
Alexandre Rodrigues dos Anio
Jaeintho da Hora I'ires
Manoel Jcrge dos l'as.-os
Francisco Jose da Silva
B. Candida Carneiro da Cunha
Francisco Guedes de Senna
Lauriano G. de Aguiar Montarroyos
Manoel Bessoni de Mello
Manoel Pereira Barroso
Jose Ferreira
Henry Lyaden
Almeida Lopes A C.
Marcolino da Silva Villar
Joao Pedro de Mello
Manoel Antonio da Costa e Souza
Jose, oarives
Jaeintho Pedro de Mello
Antonio Joaquim de Barros
73,495
36.440
75J.JNO
7.740
40.910
14,010
1:014.570
295.730
31,880
t,4'
S3,100
2,'. 00
i,780
7,*.-0
10.000
79 998
360,(00
66,510
30,000
132,380
13,560
136,180
6,400
8,000
33,800
10,560
2,000
13,000
913,235
19,500
9,900
1:242,795
EMPREZA
Beneflcio do actor Theojihilo Silva
Sahhado 18 do corrente.
I.1 parto.
A comedia-drama em 3 actos :
0 capiiao Tic.
2.* parte.
A comedia em 1 acto, pelos socios do Gremio
Dramatico, que obsequiosamente se offereceram
para abrilhantar e espectaculo :
Tchang-Tching-Bung.
3.* parte.
A comedia em 1 acto :
Bolsa e cachimbo.
Nos intervallos serao executadas pela orchestra,
uma scholisb denominada Tbeophilo Silva,
oapnoBU e offerecida ao beneSciado pelo Sr. Lu-
sa Couto. e uma pnlka offerecida e coraposta
])e!o maestro Marcelino Cleto.
No lntervailo da primeira eomedia a segunda, o
beneflciado ira aos camarotes agradecer as pessoas
que se dtgnaram aceiur o seu convite ; e desde
ja se confessa grato a todas as pessoas que con-
rrerom ao seu beneflcio.
0 resto dos bilhetes acha se no escriptorio
do theatfo.
Principiara as 8 1|2 horas.
Domingo 19 do corrente.
A's & 1|9 horas da Carde. '
ESPECrACULO PARA RIR I
Oedlratlo ;i rapaieada commercial
Em beneficio do ponto
ejm o concurso prestimoso dalguns artiiitas e
amadores que se dignaram coadiuvar o benefi
eiado.
Programma.
A primeira representa^ao neste tbeatro da ioco-
>a comedia em 2 actos :
E eu sem casaca
desenipenhada pela Sra. D Rosa Manhonga e os
'Jistinctos amadores, os Srs. Antonio Coimbra
lose Coimbra, Joao Colas e Augusto.
Segue-se a divertida comedia om 1 acto, orna-
Tchang-tching-bung !
Terminara com a muito applaudida comedia em
1 acto :
Holsa e cochimbo
iiekis artistas Tbeophilo, Lvra e D. Cecilia.
Principiara as o 1|2 horis.
CIRCO EQUESTRE
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS
GnHiAlmsiLEi
< II \lt.I | us HI | Ms
COMPANHIA FRiNCEZA DE NAVE-
GACAO A VAPOR
LINHA MEXSAL ENTRE 0
Havre, Lisboa, i'ernambuco, Rio de Janei-
ro, Santos (somente na volta), Montevi-
deo, Ruenos-Ayres, (com baldeajao para
o Rcsario).
STEAMER
Agente Pestana
hWLM
9:245,791
Os pretendentes poderao desde ji amina7o7
livros e dividas no escriptorio do referido agente.
- Deaappareeeu do poder da Sra. 0. Hermina
de Ohveira, em Beberibe, a sna e can, parda cla-
ra, pornome Isabel, 16 ;>nnos de idade, hem pare-
cida, cara bexigosa, cbeiado corpo, rali.-llos bfn,
e bonitos denies, e filha da Parahy: a, on^e 'oi
ciimprada por Ismael Gaudencio FuilaJo de Men-
donga a D. Isabel Maria Loiza, em novembro do
anno prnshnn passadn: qaem a |ppn>lnder,
lee a i.> arma/.t'iu n. i7. ir..v,>.i dki (>nju Soul
1 "JlJu; j'jjilu'ra. < in lU.'ieril.H. -
- Aliiga >p ii jjrmi^ii, da rua d. Moisda n.
a ir^tar na tn:i d -- 0-abaixu aiguad pruc :raliir tia I'logTr
de Francisco lo-e da Costa Ribtiru, coinpron por
sua ordem um ineio bilheie di krieri* n. 518' a
beneficio do M-nte I'iu G-ral da Beoaomia do E"
tado, do segoiua a. 3.9G, e daudo die Ribriro
sociedade nete meiu billiote aos Srs. Jose Leonar-
do e Francisco da Costa Amaral, tod.s tres r si-
dentes na Una de S Miguel, freguezia do P co da
Pedra. Recife, 16 de julho de 1874.
_______________ Joao do Amaral Raposo.
Aluga-se dous escravoa muito sadios t Geis,
a l..ja | andar, a rua d.i fmperalrit n. 1 : a
ir.ii.tr u,} nUMedmemli d>-ii .ninado Cafe lm-
peralriz, in in>.*ina ea*t
mi
II
i
mm
I
para service que comece das 7 horas da manha
as 6 da tarde, sendo um defies mnito bom pintor
e jardineiro, entendendo de todo servico de jar-
dim : n Soledade, defronte do palacio do bispo
n. 73. Na mesma casa compra-se nma escrara
do de sens 30 annos, e muito boa conducta : a
tratar a qualquer bora na mesma casa.
fugio
Com in a iiiia iit<> Cap6Uc
E* esperado da En-
ropa ate 24 do cor-
rente, seguindo de
pois da indispensavel
demora.para os por-
tos do sul de sua es-
cala ate o Rio da Praia.
Para fretes, encommendas e pas-:ageiros, trata-
secom
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA 4 C.
iSRua doCommercioEntrada pela tni
do Torres.
COMPANHIA PKRNAMBL'CAM
DE
\avcgueffo eostelra a vapor.
URAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO", ARACA-
TY, CRARA, MANDAHU e acaracu'
0 vapor Gequid, comman-
dante Martins, seguira pan
os portos acima no dia 22 do
corrente as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 21
do corrente, passageiros e
dinheiro a frete ate as 2 horas do dia da sahi-
da : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
COMPAIV1I1ABIIAS1LU11&.4
DE
NAVEGACAOA VAPOR
Portos do norte
Commandante Gnilherme Wa-
dingrton.
E' esperado Jos portos do sul
ale o dia 21 do corrente e segui-
ra para os do norte depois da
demora do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUA00VIGARI0-7
_________Pereira Vianna & C.
DE
moveis, louca, crystaes e 2 pianos, sendo
1 de manivella
Terea-feira 91 do eorreato
no segundo andar da rua da Aurora n. 43
as tO lit horas
0 prepost) do agente Pestana, competentemen-
te autorisado por duas familias que moravam
juntas, ss quaes se retiraram para o Rio de Janei-
ro, fara leilao dos moveis abaixo declarados, os
quaes apenas foram usados 4 mezes.
Sala da frente.
Uma rica mobilia de jacaranda, com tampos de
pedra, 1 tapete grande para sala, i piano do afa-
mado fabricante Debain, com manivella, pares de
lanternas, ditos dejarros. quadros hlstoricos, es-
carradeiras, 2 espelhos douradis, 4 ricos etage-
res, diversas figuras de porcelana e pedra, enfei-
ts para cima de mesa, 1 relogio, 1 lustre com 6
bragos e 1 costureira de mogno.
1." quarto.
Uma rica cama de jacaranda, 1 toilette de dilo/
com pedra, 1 guarda-vestidos, I bidet, com pedra,
1 abide de pao setim, 1 dito de amarello, 2 es-
pelhos dourados, 1 apparelho de porcelana para
toilette. 1 tapete, 1 commoda de amarello, 1 cabi
de para toalhas, 1 rico santoario com imagens, 6
quadros de ditas e 1 tapete.
2. quarto.
Umguardaroupa, 1 cama de amarello, uma
meia commoda, 1 toilette com pertencas, 1 cadei-
ra de balanco, 1 cabide inglez, 1 sofa, 1 bidet com
pedra, 1 candieiro a gaz, duas raangas de vidro e
1 tapete.
3. quarto.
Uma mobilia de amarello, 2 caminha's para me-
nino, 1 cabide o uma meia commoda.
Sala 1e jantar.
Uma-mesa elastica de 3 taboas, 2 aparadores
de amarello, 2 guarda/-louQa, 12 cadeiras, 1 sofa,
1 quartinheira, 1 relogio, 1 piano de jacaranda, 1
apparelho para jantar, i-dito para almoco, 1 pa-
liteiro de prata, 1 espelho grande, 1 cadeira de
balanco, 2 cadeiras de descanco, 1 par de jar-
ros pa-a floras, garrafas, copos, calices, compo-
teiras e outros objectos que estarao patentes no
acto do leilao.
TERCA-FEIRA 21 DO CORRENTE
no segun io andar da rua da Aurora n. 43.
A's 10 1^2 horas em ponto
LEILAO
DO
grande s brado amarello,
de 3 andares e sotao, da
rua da Imperatriz, em
frente a matriz da Boa-
, Vista, o qual damn bom
rendimento annual.
Terca-feira 91 do corrente
as 11 horas
0 agente Pinto, novamente autorisado, levara a
leilao, as 11 boras do dia acima dito, em seu es-
criptorio, a rua do Bom Jesus n. 43 ; sendo que
dita venda sera definitiva, em virtude de novas
ordens ultimamente recebidas.
LEILAO
quinta-feira, 9 do corrente, levando calc-a de algo-
dao azul, nova, e camisa velha de algodao branco;
este escravo e cabra, de 50 annos de idade, alto
cheio do corpo, cara redouda, barbado, cabelio
bom, e a barba bastante branca, dentes bons e
miudos, muito conversador, vagarcso no andar,
descorado : recomraenda-se as auloridades poli-
ciaes e capitaes de campo o apprehendam e levem
a rua do Cabuga n. 3, 3* andar, ou a rua do Iin-
perador n. 28, que se gratillcara.
Aluga-se um pequfno sitio, edificado de
novo, no lugar da Tamarineira : a tratcr na rua
do Commereio n. 9, 1* andar.
~CJk8A. "
n. 113 da rua da ConcorJia,
a tratar no Recife, rua
i
recisa so de uma ama
la cozkibar em easa de
pequena familia, prcferin-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe n. 40.
Perdcu se da rua do Apollo a c.Macio id
Cinco Pontas, uma lelra da qtiantia de 166*030
sacada por Joaqnim Rodrigues Piuheiro aeeiu
em 30 de ah- il pr| Sr. Caspar Cavalcante de Al-
bu'iuerque Ucboa Junior ; a poa que a liver
achadu pode entregar a ma do Apillo a. Slovenia
Alngase a casa
com bastante* commolos
da Cadeia n. 3.
L
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
Domingo 19 do corrente
A's 5 1|9 horas 4a tarde
t-raude e variado espectaculo
DE
-;uitac.io.
Equilibrios japonezes.
Gymnastica.
Saltos.
THEATRO
SANTO ANTONIO..
EMPREZA
VICfiffB
BeneScio para eonelusfto das
obras da igreja de
S. Goncolo.
Ter^a-feira 2i do corrente
eabira a scena o apparatoso dramasacro no-
vidade do e"pocha em 6 actos e 8 quadros deno-
anado:
Os Sele Passos.
A irmandade do Seobor Bom Jesus das Dores,
a <;njo cargo acham-se as obras da igreja de S
Gtncah), no desejo de ver terminados os trabalhos
da mesma igreja, resolven ainda esta vex fazer
no appello a religiosidade do illustrado publico
de ta cidade, enjos senlimentot de caridade nan
ca se apagario de sens coracSes ; e por isso es-
pera a referida irmandade que a esse beneflcio
coiicorrerJo todos os qne amam a nossa verda-
dera religilo, auxiliando desti arte com o sea
b )lo para que o reinltado do beneficio seja van-
taioso para a conclusao das obras de qne se
traia.
_jls dns commissSes encarregadus da transmis-
sac> de bilhetes para camarotes o cadeiras, eon-
taoi com a grntroidade dos qne os receberem,
peto qne desde ja, em nome da irmandade, se
eenfeasani ext jm^n^nte gratos.
0 theitro achar-se-ha graciosamnnte decorados
Bandai dt or lea entreterao os espectadorea nos
intorvalloj ^o drama, qne principiara as 8 horan.
Pacific steam Navigation Conpaaj
ROYAL MAIL STEAMER
40HX ELDER
(DE 4131 TOXELADAS)
Commati lante W. F. Hewtson.
Enpera-se da Euro-
pa ate o dia 19 do cor-
rente, e depois da de-J
raora do costume, se
hg gnira para Bania, Rio
^ de Janeiro, Montevi-
deo, Buenos-Ayres. Sandy, Point, Lota, Valparai-
so. Arica, Islay e Callao. pars onde recebera pas-
sagejros, encommendas e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14PRACA DO COMMERCIO!4
C (DE 4027 TONALEDAS)
Commandante Bax.
Espera-se dos por-
tos do snl ate o dia 2
de agosto, e depots da
demora do costume
seguira para Liver-
pool, tocando em Lis-
boa e Bordios, para onde recebera passageiros,
encommendas, carga e dinheiro a frete
N. B.Nao sahira antes das tres boras d3 tar
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rowe A C
14PRAQA DO COMMERCIO -14
PROGRESS!) MARITIJIO DO PORTO
Empreia portnenae de navegac&o a
vapor entre Portugal e o Brasil
0 VAPOR
Almeida Garret
- Commandante Tomasini
Esperado do su
em 18 do corrente de
pois de pouca demora
dentro deste porto se-
guira para Lisboa 'e
Porto com escala por
S. Tbiago.
Passagens e fretes de cargas, encommendas e
valores, tratam-se com os
AGENTES
E. B. Ha hello C.
48 Rua do Commereio 48
LEILAO
DAS
divides activas na importancia de 8169710,
e de duas casas de taipa cobertas de te-
lha, bens pertencentes & massa fallida.de
Joaquim Vieira Coelho da Silva
TERCA-FEIRA 21 DO TORRENTE
A's 11 horas.
0 agente Pint", cumprindo o mandado do Him.
Sr. Dr. ma de direito especial do commereio, le-
vara a leilao, no dia acima mencionado, as divi-
das activas na importancia de 816*710, e duas
casas de taipa cobertas de telha, itas no lugar
Beberibe de baixo, a rna de Santo Autonio, bens
pertencentes a massa fallida de Joaqnim Vieira
Coelho da Silva : o leilao sera effectoado as 11
horas, em seu escriptorio, a rua do Bom Jesns n.
43.
Leilao
Nao se prestando o peqoeuo espaco do arinazem
D. 10 A, a rua da Madre de Deos, pan um abaste-
cido deposito das diversas mircas de fumo, que o
abaixo assignado alraejava ter. achase d'ora em
diante aberto outro es abelecimento sob a mesma
denominacao de
ARMaZEM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcoes desejadas, e onde paoe-
rao os senhores freguez s dingir-se, certos de que,
como ate aqui, ach rao sempre a par da modici-
dade dos preqos, a maior sinceridade possivel. En-
tre as difterentes* raarcas da fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tern sido annunciadas, acaba de
chegar uma encommenda especial, que muito deve
convir aos senhores freguezes. Conscie le o abai
xo assignado de que neste genero de n(gocij uao
esli sem competidores, fara muito por evitar que
tambem o tenha com relagaj ao pt-qucno Inem
que procurara obter da dita mercadoria.
____________Jose' Domingues do Carmo e Siha.
Aluga-se uma :asa na Capunga, com com-
mid03 para familia, caiada e piulaiia, ct.-u bum
quintal e murado, e pfigu de agua : a tratar no
mesmo lugar, a rua das Crioulas u. o.
DAS
n. 53,
do
Companhia de navega cAo a va-
por bahlana, limitada
Macei6, Penedo, Aracajd e Bahia.
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 14 do
corrente o vapor Sinimfol,
o qual sahira para os por-
tos acima no dia seguin-
te ao da sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete
Agente
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
7-Rua doBmi Je-us -57
Rio Grande do Sul
0 brigue nacional Sahy sahira para o porto aci-
ma, e recebe a carga precisa para alastrar : tra-
u-se com Pereira Vianna & C, a rua do Vigario
nnmero i.
Natal, Macao e Mossor6.
Para os portos aeima vai sahir cam muita bre-
vidade o hiate OI modo : a tratar com Joao Jose da Cunha Lages,, _
na rna do Vigane n. 33, on a bordo, confroote. D. Thereia IllamtaaU da Pai
otraplche Dwa. |m. Lecomte
dividas activas, na import-ncia de.......
9:2415791, da massa fallida de Farias &
Lessa
TERCA-FEIRA 21 DO CORRENTE
as 1 I h rasda manha
No escriptorio a rua do Bom Jesus
primeiro andar
0 agente Pinho Borges, em cumprimento .
mandado do Illm. Sr. Dr. juiz de direito especial
do commereio, levara a leilao as referidas dividas,
como abaixo se declare, na importancia de.....
9:241791, pertencentes a massa fallida de Farias
& Lessa
A SABER:
D. Mariana da Rocha Bastos
Biinardino Antonio Pereira
D Clara Sophia de Araujo Lima
Antonio Innoceucio Rodrignes da Silva
Antonio Francisco Leonardo Coelho
E. i.olombier
Lourenco Nunes Campcllo
Dr. Venceslao Garcia C. Chaves
D. Uelfina, viuva de M. M. Tavares Cor-
deiro
D. Hermeliuda Augusta de Oliveira
Souza
D. Clara de Sampaio
Antcnio Ribeiro da Costa e Silva
Joao Pinto de Lemos Junior
D. Senhorinha Sampaio
Jose Miguel
Dr Virgilio de GusmSo Coelho
Capitao Jos6 Joaquim Coelho
Julio Cardoso da Costa Araujo
Vicente Ponce Ferreira
D. Manoela Muniz
Brandao
D. Josepha
Manoel de Jhristo Pacheco
D. Maria
D. Ambrozina da Rocba Bastos -
D. Ignacia
Jo.-ii J 'aquim Ribeiro Vianna
Viuva de Joao Paulo Ferreira
Heaqoha
D Eulalia Sergio de Mattos
Luiz Ribeiro Vianna
Jose Francisco
Manoel Figueiroa
Jose de Sampaio Coelho
Joaquim de Miranda Seve
Joao Evangelista Gomes Castro
Coronet Joao do Rego Barros
D. Alexandrina de Barros Lima
Jose Joaquim Casado
Joaquim. de Souza Teixeira Junior
Rodrigues
Francisco Antonio de Miranda
Thomaz Garrett
Fortunate Julio
Affunso Vieira
Jose Lopes de Oliveira
Andre Godinbo
D. Maria Luiza
D. Alexandrina F. Ferreira dos Sant.-s
Joao Martins Nogneira dos Santos
Temoleao de Albuquerque Maranbao
D. Adelina Lino
D. Joanna Peres Campello Wanderley
D. A ntonia Maria Rodrigues
D. Anna Adelina Fragoso
Frederico Chaves
Vicente Antonio
Mauo A da Silva Ribeiro
Custvdia de Araujo Lopes
Anac eto Publio de M. Carvalho
Joao Olympio Marques
Azevedo & Gomes
Ch-rles Waller
Antonio Manoel de Souza
Vicencia Maria da Soledade
D. Emilia Cysneiro
Dr. Francisco Cornelio da Foneeca Li -
ma
Martins, caixeiro daAdamsan
Joao Leite
Affonso Ferreira
D. Anna Joaquina Lins
Fernando Spiridiao de Aguiar Montar-
royos
D. Maria Monte-negro
DO
sobrado de 3 andares e sotSo da rua do
Commereio n. 2-2, edificado em chaos
proprios
Terca-feira 91 do corrente
A's 11 horas ua manha
Por intervencSo do agente Pinto
Em seu escriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
8.300
3,500
44,01)0
9,&0
171,100
44,450
15,620
28,320
7,000
34,600
960
26,050
3.500
12,820
800
600
16,650
78,420
80,100
1,000
10,660
33,520
46,880
7,200
1,100
4,430
13,0i.0
7,200
6,000
5,000
27,000
205,600
17.560
378,110
-45.070
10,500
5,080
72,1 :<0
6,990
15,300
5,120
71,500
34,040
4,000
4,320
24,000
6000
26,280
34.000
192,990
58,000
4,860
134,400
13,hO>
41,200
5,480
8000
400,0(Xi
42,520
20,310
12,000
139,610
6.080
18,660
3,480
81,415
28,000
25,720
18,X)
68,610
LEILAO
DE
Moveis, louqa e crystaes
Um piano forte, 1 mobilia, 2 candieiros a gaz
(patente 2 pavios), 10 quadros com gravura, 1
toillet, 1 guarda-roupa com espelho, 1 cama de
ferro, cadeiras de mola, tapete?, 2 mosas de jogo,
1 mesa para xadrez, 1 estante para livros, 1 ca-
bide para cbapeos, 6 cadeiras de guarnicao.
Uma bagatela com pertencas, 1 mesa de jaca-
randa, 1 dita elastica, 1'guarda lou?a, 1 guarda
comida, 1 filtrador.
Uma machina de costura fWheler & Wil'ons)
1 secretaria de mogno, esteira, jarro da sala e
quarto, 2 lavatorios, servijos para toillet, lou;as
para cba e jantar, copos, calices, garrafas, com-
Eot-iras, 6 bicos e arendellas para gaz, capachos,
alangas e 2 camas de vento.
Um lavatono com tampo de pedra, 1 mesa de
cama, 1 serviqo de electro-plate para almoco e
muitosontros objectos de casa de familia.
Quarta-feira 22 docorrente
Ma rna da Aurora, casa n. 149, (depois
da casado quartel general).
0 agente Pinto, autorisado por urn estrangeiro
que se retira para a Europa, levara a leilao os
moveis e mais objectos acima mencionados, ex-
istentes na casa da rua da Aurora n. 149.
Os concurrents que tomarem o bond que parte
da estacao as 10 horas da manha, terao passagem
gratis.
0 leilao principiara as 10 horas e meia.


!?$%
f*
PENHOBES

Na travessa da raa
dasCruzes u. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobro
nhores de ouro, pra-
ta e briihantes, seja gg;
qual for a quantia.
Na mesma. casa K
compra-se os mes- m
mos metaesepedras. K
>r-:
i'i-M ('(laifeei iv MUi-!l
f'sqisriin !o Lcrrc tf.nrgo
Panicijia a sers fnguezts c r-miti ? cne mud^u
o seu es!abekcin:(r,to de rein-,.- ro rata s me;n:a
rua n. 24, onde rnecMrafiu 1 n gtan4a M.rtimento
den: giis de pa!(-jr, aoericMiu-. < rioa de me-
sa, di-? melhores gloa e .;!:;.;: :adt, rek^ios de
Mpbeira, de toi'as u iiualid.i ps, palento nano,
de onro e pnia doorada, M.ado 'piaqoet), .elo-
gio? de onr-', ingJet, oncaterto, im BHboRS
fabricantes, cadeia de euro, plaquct e (.rata. an
de todps as qu?.lid?.des, \xx1k, dot pr< CM auito I -
ratos.
b
MB
rdiiro Sia;o?s & C.
Acabam do reeeaw pe'o vapnr Mmdoza :
Riqi:i.imos corses de grrgnrlo de .-eJ.'; i.
com listras achamalouda-.
Diljs do liiiho para vetlMoe, contendo cala tr-
ie, o neeewario para seu enfaile, como s;ja
franjas, traneas, lotde-, HvpIIm, tie.
RtqaiKSunoi chipe< i p; ra si m> ra, oktea
rua I'rini-;rr. ,!,. Mar.- t>. 7 V
Aluga-se
o predio di raa do Barflo de S. D >ria n. i*. c...i
e.immodos para grande familia, rmt.riJj ajtua -
Z-z encanados, frande 'piintal hem plaotaoa
portio p".m ,i rna Al !li a" ;rA':r na rud.i
Pnnli.V<>lha n. T.-i.
Desapparereo n i di i 2(1 ,!, jar.h.^i i!cst- an..
n m inor, pardo, J i\ i d f.-.v.i. I'-rrein, de II an-
DJS, cara btxigosa, Irajava caotiaa braaca e
de rbcadVf quern o e;irv. r.u mi d
Qolicia, roga-se o L5.1 s< ber n beeea j.sBarrer-
ras n. !. Boa-Vista.
LEILAO
DE
moveis e mais artigos, e uma can6a propria
para familia
Sabbado 25 do corrente
A'S II HORAS DA MANHA
No segundo andar do sobrado da rua do Marquez
deOlinda n 25
0 agente Dias, competentemente autorisado por
despacno do Illm. Sr. desembargador juiz de or-
phaos, levara a leilao, no dia e hora acima desig-
nadoa, os moveis e mais artigos pertencentes aos
bens do fallecido Manoel Antonio Vieira.
A SABER:
Uma mobilia de jacaranda, 1 dita de amarello,
I commoda de dito, 1 sofa de jacaranda, 2 espe-
lhos, moldura dourada, 4 jarros para floras, 2 ban-
cas para jogo, de jacaranda, 1 mesa redonda de
dito, l guarda-roupa 'de mogno, 1 marqueza de
amarello, 1 mesa de dito, 1 mesa para jogo, 1 ca-
uia de amarello, I commoda de mogno, I apara-
dor de amarello, 1 commoda de dito, 1 guarda-
roupa estragado, 2 pares de lanternas, 1 candieiro
para kerosene, I par de escarradeiras e 1 canda,
Jropria para familia; para qualquer informacao
agenda da rua do Marquez de Ounda n. 37,1.*
andar.
95S3
Appareceu uma va<-ca no dia 10 dp cor-
rente mez de juTho, no Arraial. junto ao sitio dc s
Buritis : quem for sen d no, pude vir bu;ca-lo no
mesmo sitio que a achara.
Aluga-^e o armazem da rua do Dusue de
Caxias n. 36 : a tratar na Soli-Jade n. 27 com
Jose Henrique da Silva Guimaraes.
Pede-se ao dono d* casa de peabores, sita a
rua do Duqne de Caxias n. 2, que nao entreguc
os ojbjectos decauteli n. 3,303 senao ao sen
proqrio dono.
Para a boa eonservacao
VOSSOCA BELLO
AfMH'Ao.
Uma famiiia que se r. lira para fora da provin-
cia, vende nma escrava insigne engommadeira,
coznheira e c, slureira, boa para tomar conta de
uma casa de familia: na rua de Hirtas n. 86,
sobrado.
Ao publico.
Valdevino Ribeiro da Silva, nao tendo nece.-i-.
dade de alienar nem de U< pothecar sens I v. -. e
nem receiando execucii alguma, nao deu ne-
nbuma importancia ao dnnuclo. que appareceu no
Diario de Pernambueo, para que ningueoi Gzesse
com elle taes traa^ac^Ses. Vendo porei), que o
dito aununcio se repete diariamente, julga dc seu
dever provoear ao seu anlor para que publique
sea nome e assatna a responsabilidade do que
escreveu.
Recife, 17 de julho de 1874.
Valdevino Ribeiro da Silva.
S6 ella!
A Cbapelaria Imperial e a nnica que tern os
commodos e verdaoeiros chap6os de copa molle
e aba dura : na Cbapelaria Imperial, a raa Pr
meire de Marco n. 6.
LEILAO
609.7W
86,940
36,000
13,160
DE
' uma caixa com calcados para senhoras
A sabert
20 duzias de borseguins de pellica amarella, cha-
grin e lasting.
0 ditas de botinas pretas e de cores.
3 ditas de upatos de ores.
Terea-feira SI do corrente
A's 10 horas
Por intervencfio do 8gente Pinto
Em sen escriptorio, a raa do Bom Jesus n. 43.
Villa de Falmares.
As Sras. Carroll participant aos Srs. pais de fa
milia, qne abriram um collegio francez para o
sexo feminino na villa do Palmares, onde recebe-
rao alumnas internas e externas. Ensinar-se-ba
al6m do francez, portngnez, inglez, arithmetics,
geographia,historia, musica, bordados, etc. Tam-
bem se propoem a receber alumnas das 3 as 6
horas da tarde, por metade do preco : para tra-
tar na mesma villa, no pateo da Feira.
AVISOS DV. 5S0S
ESCRAVO FLIUDO.
Fugio desta cidade, no dia 13 do corrente, o
escravo de nome Domingos, qne tinha vindo do
Limoeiro para ser vendi .o, de 22 annos de idade,
cor prela, boa flgura, pouca barba, estatura alto e
fransmo, faces encovadas e com i in dos dtdos dos
p(s menos do sea natural; vestia calca e ca
misa branca e chapeo de pa ha : peie-seaquem
o pega,r o levar a raa Duque de Caxias n 52
qne sera gratificado. ^
Aiteocao.
,~ AJnga-se barato umaa mei-aguas novas, .
travassatfasBamiras (becco do Aquino): a tra- mobilia, gas, agua, baabuiro
far na raa do CoteTelij n. 28, easa de azulejo. I a traUr na^ do Amori n
Roga-se ao Sr. Epaminondas de Souu Gouveia
o favor de vlr on mandar a rna do Bario da Vic-
tona n. 44, loja.
Banhos salgados. ~r
IAJuga-se desde ja, ate fins de Janeiro proximo
vmdoaru, a casa de frente eucarnada. com lerra-
eo^e ^radeamento, em Olmda, paten de S. Pedro,
ejardm m iado : jteves ^anna a rua do Barao de S. Borja,"aMii
El!o e tun prcvcn'iivo scguro e certo cobL'
a calvice.
Elle da" e rr-staura f.irra e sanidj lc i p;-Ue 'a
caber;a.
Elle de prompto faz eessar a queda preiri>-
tura dos cabellos.
-'Ueda" grande riqucza de lustre os cs-
bellos.
Elle doma e faz preserver os rabellos, era
qualquer forma ou posicao que s des-a-
je, n'um estailo Eorbsoso, lisoemacio.
Elle faz crescer oS cnbellos bastos e compri-
os.u
Elle conserva a pellc e o casco da cabe;i
limpo e livre de tod a a especie de MM.
Elle pre vine os cabellos de se toruaaem brai.-
cos.
Elle conserva a cabe^a n'um eslado dc fres-
cura refrigerante e agradavel.
Elle nao e demasiadamenle oleoso, gurdu-
rento ou pegadico.
Elle nao deixa o menor cheiro desagradf-
vel.
Elle e o melhor arligo para os cabellos das
criancas.
Elle e" o melhor e o mais aprasivel artig .>
para a boa conservaijao o arranjo dos ca-
bellos das senhoras.
Elle c o unico artigo proprio para o pentea-
do dos cabellos e barbas dos senhores.
NENHUM TOUCADOR DE SENHORA SB
PODE CO.NSIDERAR COMO GOM-
PLETOSEMO
TONICO ORIENTAL
o qual preserva, limpa, fortifica e aformosc*
O CABELLO.
Acha-se & venda nos estabelecimentos d
H. Forster & C, agentes. E cm todas as
principaes loja de porfumarias e boticas.
Bom oegoeio.
Traspassa-se a uvrrna n. 63, a raa do Bario do
Triumpho, en. optima localidade a com eomnodos
excell-ntes para familia : a tratar com o coramea-
dador Tasso, qne se do o proprietario do predio,
garante o arr-ndainento pelo tempo que se oon-
vencionar, e faz venda da armatio e genero* eais-
tentes, a dinheiro on a praao.
Aluga-se
o predio da rna da P nte Velha n 75, cai com-
modos para familia, contendo agna e gaz eecaaa-
oos, om apparelho de limp^aa, qnintal baa pian-
tado, com poruo qua deiu para a rna da AJegrii.
para ver no mesmo, e tratar com o Sr. Diogo fo-
-

Aoorln a. 37.
ldo Sebo, casa em obras.
1
':


.4Mficte(rFbftaMbt3fc '* 4SttfiJ>ado 18-du ^flo** Urt*
,TJNDICAO
i" rsa *lo flito do TrhiRiplio (rua do Bruin) ns. iOOa 104
CARDOSO & IRMAO
AVISAM aos senliores da engonh/s c ouuvs agricultures e ao publico em geral que
twntiuujim a receber de Inglalerra, Franca e America, todas as ferragens e machiua s ne-
oass&ria;. aos estabelecimefttos agricdas, as mais mode, nas e melhor obra qre tem vindo
ao moresdo.
* 2-pOreS de for^a de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os rnelhores que tem vindo bo merado
'vJ ttA06D(15lS lnteirRS emeias moendas, obra comonunca aqui veio.
aiXlS IUndldaS e batidas, dos rnelhores fabricates.
ttOdaS Cl aglia COm cubajedu ferro, fortes e bem acabadas.
Roda S dentadaS de todos cs tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para vtipores.
Bombas
Arados
,iu.i VaRmdas de ferro fundido, franceias dedi
t'G^OLS lianCGZeS para lenha e carvao, obra superior.
Ditos ditos
\
rul '- ubJ.
prr-*Dutra'psn
i-ngommar, prefer'nup se a primeira, e.-crava :
rua do Crespo n. 7.________________^^
Preeisa-s* de uma ama para eng' miuar :
travessa do i'jupq Santo n. 25.
Estd eneotiraoado i !
- Agu:> mule eta pedra dura
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vioira de tfdl!
jscrivao na cidade de Nazateth desta provincia,
favor de vir a rua Duqrte"de Caxias n. 36, a con- f
:Iuir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a '
realisar, pela tcrceira chamada deste jornal, am
8ns de deiembro de 1871, e depois para Janeiro,' Preeisa-se de uma ama quo saiba bem eozinhar:
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada Cumprio; na rua do Rangel n. a.______________
por este motive- 6 de' novo chamado para dilo ~rZQ Precis* ?h de uma ama para cozinhar :
3m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio JXlUto na>Ua do Yigario n. 2'J, 2 andar.
de mais de oito annos, e quando o Sr. aeu fllho se i :------:------------.. .
ichva nwta eidad* A "MM A Precisa-se de uma, que te-
------------- \ ,4 ill Ah. nha bons costume?, para o
Allencao.
de ferro, de repucho.
de diversas qualidades.
.
iversos e bonitos gostes.
psra gaz.
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
ardim.
ismo.
para
para mesa e banco.
M^Cllllia para gelar *gua.
\ lil VLllaS parabomba e banbeiro.
Correfiia iuglezas p9ra maPOjni
oailCOS e SOiaS COm titas de madeira, para jardim.
OoncertOS C0I,certam coni promptidao qualquer obra on machine, para o que teea
sua fabrica bem montada, com grande ebom pessoal.
LlllCOnHliendaS m3U<^am ?n' Por encommeuda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspcmdem com uma respeitavel casa de Londres
com am cos rnelhores engcnheiros de Inglaterra ; iucumbem-se de mandt^ assentar
(iti > m ichitias, e se respousabilia&n pelo bom trabalho das mesmas.
&uado Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDIQAODE CARDOSO & IRMAO..
u
sei
d V
a
1 Dill -" A >':
'' .i Maria, cor cabra, tdade 2
. i t> gular, lii gra,tem todos os deo-
pierieil .-'-imi futtt Alfama, cabellis carapi-
lui ii .lie-.' .!- bexiga no roslo e tem urn
il ie costara am pouco grand? e estufado
para f6ia iiroveniente de um antraz que ella teve,
este sigaal ( 10 meio das eosta^ na aliuradas pas,
er.tr. oira ootra pa, e ella tem o vicio de
beber, evou vestido de chits clara e dons chales
de 15, smd i inn vlIIio e ontro :iovo di- cor encar-
rsos padrSes ; laivez ella diga em'
parte qae e-tiver que e forra e troque o
tome ; esta e^crava tem uma irma mulata, escra
i ?r. Ricardo, morador em Tigipid,
?3 ^GfilUO
CAHLOS
Vcude-se ou arrcnJa-se o engenho S. Carlos, em
Ipojuca, moente e corrcntp, com todas as obras
em psrfeito estado de conscrvajao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, 1 andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintae?.
Empreza do gaz
crava Maria, que esta frigidi alii
. e nsi i '.ric. Rlguem wm ella acnu- \
m sido vista n.s ruas desta eidadelj
; as ; les poiieiaea e capi-l
i que a capture e leve-a a rifa da j
A empreza do gaz tem a bonra de arnunciar ao
publico que recebeu ultimamente um esplendido
sortimento de luslres de vidro, candieiros, aran-
diilas e globos, enjas amostras estao no escriptorio
ond'e'foi i* rua ^ 'inPprador.n. 31, e serao vendidos aos
sfus fregnezes pelopreco mais raziavel possivel.
'. ; se gratifieara.


Lw.l >LL n UHEU
!(iO-llHl!ivGI(jU
-
;
Br.
no

:?f. d> f..;;,.;-5 dafVictoria
i<' y iva i '; ', pfimeiro audar.
1 I TAS d is 10 boras -a manha
lia, e chamado* pi r escripto a
1 : h v do MALI IADES parlos, mi lestias

-


i lb n spiral i


:::<

n
ide 8 do correntemez que esta fugido do
., -.:;.iia, de Beberibe, n esora-vo Luiz,
. < d'j caboclo, corpo regular ; e.-ta
; Wiio por ter acabado de te t at:.r de
ic it \ I'.'c iinmrnia-se a sua captura.
nie J^ima
tem um eompleto sortimento dc galSo e franja de
Oi-ro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotnaduras douradas para oDQciaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarr, ga de
todoc qualquer fardamento, ccmosjja: bonets,
latins, pastas, espadas,dragonas, ebarlatelras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc. ; a?sim como um eompleto sortimento de
fran'a?, galio f Iso para armaracnto, ooidao do la
com bofla para riuadros e espelhos (onforme o
gosto da encmm.nib) tu !o por muito menos pre-
Co one >m outra qualquer parte: na praga da
Independencil n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
fogiiltt
LIVROS AGENDA.
- Ng primairoandsr desta typographia em
aiSo do administralor, vn le-se os seguin-
. iriuhos:
' n>nta(o Esparto 'dialogo ins-
1 r i:i o, aiv.ilytico, liistor.co, e mo
.', iti ,,i matuto e um liberal por 500
.s. Ciida exemplar.
B ' um; "' rie le K itur/.s 2 volume; por ....

- .'',-. .-i- se ae Um criado livre on escravo, do
ill an ios : na rua das Larangeiras n. 18, 1
iadar.
1?
l
Dd?e gr;!i.^ a qn.-m
En^aitamento, fundo3
rua da Cadeia.
o quizor tirar, ni rua do'
das c.n'as in:endiad: s da
Os Sis. que pretendiam negeciar a hypothe-
fca do SOOj sobre uma casa terrea sita na rua de
5. lliguel, ('a povoa^ao do3 Afcgado?, vencenlo o
rio tie 2 ao mez, podem dirigirse a rua do
icion. 89.
pitu :<
!I...;i ;
' Fugio nodia 2l de juuho proximo passado,
da fa etidaMucnlu,o escravo deCaetanoGun;a|vcs
Limr., r. ador no termo de S, Joao, de Cariri, de
nonie J se,cr.iulo, bem preto, nariz clialoe apara-
do btm-b: iL:.do, as canellasbem flnas, os pes gran-
des, tiicador de guitarra ; leva rai gih3o de couro
e cl a .^o de cor, foi montado em um cavallo cas
tanlio ; esta matriculado na villa de S. Joao, pro
vincia da Parabyba do Norte. Qu2in o pegar,
icve-o a dita faztndanu a cidade de Areia ,na casa
Ama para ehgommar.
.. Preciia-se de uma que saiba engommar roupa
de horuem e senbora, prefere-se que seja escrava:
na pharmacia Torres, a rua de Marcilio Dias n-
13^________. _____________________________
Francisco Xavier Carneiro da Cunha Miran
da, pelo rfTesente fax sab^r a quem roavier, qhe
desde o prnneiro de Janeiro do corrente anno pas
sou a assignar-se Ffaneisco Xavier de Mirana, o
que ja tem feito em dL7erso3 papeis, como escrip
turas, e tc.
Recife, 11 dejulho de 1874.
Franeiseo Xavier de Miranda.
Desappareccu
da caca do abaixo as.'ignado no dia 13 do corren-
te, o seu escravo de come Manoel, conhecido por
Manool Amaral, com ns signaes seguinles : baixo,
serco, falla muito, porem, um pouco atravessado,
foi escravo do Sr. Andrade, na Parabyba do Norte:
rogase a qu m o apprehendcr, leve o a rua de
Santa Rita n. 3, entrada pela rua nova de Santa
Rita.
Bellarmino Alves Arocha.
AGUAS MINERAES NATUftAES
DE v
Yichy-Cussd
Preferivels as de Vicliy-Vicliy
por serein as unions que conservam todas as snas
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, e a mais efficaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no empobrecimento do
sangue, e nas febres intermittentes. Os resultado
obtidos nas diabetes, sao muit i notaveis.
Fonle Elisabeth, nao se altera nunca e i a mais
rica das agms de Vichy em bicarbonate de s da
em magnesia e recommendada pelos senhores me
dicos pela sua eCDcacia ncs engorgitamentos do
Cgado, do baco, nas affec^iJes do estomago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJASE
o nomc da fontc na copnula
Vende-se em caixas e a retalho, no unico de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
l>2
IFerreira llaia 57 RUA DUQUE DE CAXI AS 57
Alnga-se o silio da casa verme
lba, na travessa da Cruz de Almas :
a tratar no sitio do commendador
Tasso,
Manoel da Silva Pontes
de Franrisco tnlonio Cassulo fclrmaos, italianps, avisa a sens amigos e freguezes, que se acha de
que mre bem rocompensado.
Nao ?e ieiido conclu'do
P'sse e ua direccio de sua casa commercial,
prompto a receber as ordens dos que quizerem
a arrematacio de
toda inarti >ra rxtrahida das obras da casa em que' continuar a honra lo com sua amizade e confian-
deve fm.'-v O
;AMA
>ervico de casa da pequena
farnilia : a rua Du.uedn Caxias, oulr'ora das
Oroz*,, n. 8
Pre
perfe
s
vi-ge de Qina jne cozinhe coin
ao para c^a dehiimem solleiro.
Vende-se o engenho S. Pedro, situado na pro-' Ama
viocia de Alagoas, comarca d, Porto Calvo, a______
menos de uma legoa disfante do porto de'mar do Na rua velha de Seote Rita o. 57, precisa-s
Gamella, tem oxcelleotes terras, Hiatas, e
regularmente 2,< 00 pans : a tratar na rua
gario n. 31. ______________________
uiai \i'j r *| **" **- -'u^ linn w. i j |'i v>-ii *>
safreja j alugar uma preta para vender com tabuleiro.
Boa casa.
do Cftrrei le, f. i transferida parao dia. 18 a arre-
mats iSo db restantt das mesmas.
6erntaia da t ;esourari;. do fazenda de Per-
a?*i'i- co, ICde junhode 187*.
0 2 es. tipturario servindo de secreiario,
Carlos J. de Souza Cinei.
Kaoha mais cabellos
braocos,
Ti^rUHMM JAPONEZA.
G6 e nniofl a;,-)rovada pelas -acad^mias de
ca"en''-ias, recorhecida s perior a toda que
Uda tippurecido at^ hoje. Deposito princi-
f*li rua da Ctdeia do- Recife, hoje Mar-
fuei de Oliuda n. 51, l.o andar, e em
toctas u boticas e casas de cabellei-
vos.
0 abaixo assignado deelara ao publico e ao
respeitavel corpo do coramereio. que julga nada
dever nesta prac i nem fora delta ate esta data,
porem se alguem se julgar seu credor, apresente
suas conta para examinar e serem pagas, a rua
de Santa Rita n. 3. 0 mr.-mo deelara que dissolveu
a sociedade que tinha na taverna da rua de Santa
Rita n. 3, quo gyrava -sob a firma commercial de
Rodrignes da Silva & C, desde o dia 17 de abril
do corrent > anno, sabindo o socio Jose Rodrigues
da Silva pago e satisfeito de seu capital e lucros,
e o abaixo assignado de posse do estabelecimento
com todo o activo e pasivo, Tambem deelara que
ju!g*i nada dever a nrroa de Rodrignes da Silva &
C.; porem se alguem se julgar com algum direito,
apresente suas contas, tudo isto no prazo de tres
dias. Recife, 15 de julho de 1874
Antonio Jorge dos Santos.
Miiila allcnfao.
Pedese ao Sr. Joaquim H norio de Siqueira
que digne-se apparecer a ma do Barao da Victoria
n. 44, a negocio do seu particular interesse.
Aluga-se o palacete do fallecido Custodio i^a
Alves Guimaraes, na illia dos Ratos (Bua-Via),
on.de morou ultimamente o Illm. Sr. Dr. Ignacio de
Barro3 Barreto : a tratar na-1 ja do Passo,- a rua
Primeiro do Marto (antiga do Craapo), junto ao
arco de Sant>-Antonio.
Vicente fugio
Na noite'fle 13 para 14 de marco do torfeirte
anno fugio o mulalo Vicente.esoravo;de 80 annos
de idade, bonita ftgnra, barlla e eMatdra regular,
levando vestida e aui um sacco roupa de algodao
branco e algutria mais fina, pertencente a um cai-
xeiro da casa donde fugio ; e natural da fregue-
zia de Sant'Anna do Battos, diz ?er livre, casado,
e ter sido criado em companhia da madrliiba D.
Anna Luiza da Luz, de qtreni. alias; foi esdravo :
roga-se, portanto, aos Srs. capitaes de campo
e autoridades polrciaes a apprebensio do dito es-
cravo, eentregalo naeldadedo Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaqu m Moreira Reis, ou
na cidade do Assii ao Sr. Torrpjato Augusto do
Oliveira Baptista, que serao genero3araente grati-
ficados.
Conductor
Na rua do Bom Jesus n. 17, preci9a-.e fallar ao
Sr. Ricardo F Gatanho de Vasconcellos, emprega-
do na linba ferrea do Caxanga.
Fugiram' no dia 7 de iulho de 187 >, do engenho
Giqui, freguezia da Escada, de Florismundo Mar-
ques Lins, 3 escra vos, sendo Asterio, preto, al-
to, bem moco, sem barba, corpo regular, e olhos
brancos ; Elias, preto, bem moco, sem barba, al-
tura media ecorpo regular ; e.tes dous foram da
villa de Pesqueira. Luiz, cor fula, bem mofo,
harbado e tem os peitos cai>elludos, estatura bai-
xa corpo reforcado e bem cspadaudo ; este foi de
Nossa Senbora da Gloria ; gratiflca-se com gene
rosidade a quem os apprebender e luv?-los ao Re
cifj', no escriptorio do Franeiseo Mamede do Al-
meida, rua do Torres n. 12, ou ao proprietario
acima.

\rXW
'^M.mm
*
MEDICO-CIRURGICO i
DO
d'AlhaydeJi. Moscoso &
EH'O E OPEltADOR
Dr. Pedro
PARl
Rua do YiNi-onde de Alituiiuor-
cjue ii. 39.
ESPECI ALIDADE
DIuleHtinH de f-<-nliora- e
menlnos.
Consultas das 7 as 10 boras da ma-
; nna, toaos os aias.
Das 6 as 8 danoite.nas segundas, quar-
tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os seus cha-
; mados por escripto at 10 boras da ma-
nha serai vlsltaoos em suas casas.
m
m
I C0\SILT0RI0 |
I Medico-cirurdco
i DO 1
%*=' Dr. Jlose Felix da Cunha Me f.^:
*M neiea. BL,
-^ Medico operador. ttfi,
'M RUA ESTREITA DO ROSARIO N. 3. $#:
,j Da consultas todos os d>a3 das 9 bo- fr^
^ ras da nnnhi as 4 da tarde, dessa hora m
*a em diante aeha-se prompto para qual- !,<
.,'J quer chamado, em casa de sua residencia
Sg a rua da Princeza Isabel n. 4, junto a
,^| estajao dos trilhos de (linda.
jSj Das 7 as 9 horas da manha da consul-
ts tas gratis aos pobres.
.1 ESPEC1ALIDADES
flii Molestias syphiliticas, via digestiva e fe
4b bres.
8 Consoltorio niedico-cirnmco 9
\
n. 11. v
Chamados : a qualquer bora. Q
Consultas: Aos po i es gratis, das 2 as fj
4 horas da arde. Q
Signaes do negro Feli-
ciano
crioulo, idade, 40 annos pouco mais on menos,
alto, corpo regular, bem preto, desdentado, bar-
bado, ml feito de pe, tendo um dos dedos gran-
de, ou ambos basunte tortos. Acba-se fugiJo
ha seis mezes desta segonda fugido, e da primeira
esteve dous annos no engenbo Tarobador, fregue-
zia do Bonito, pertencente a Francisco de tal,
genro docapitao C. Jose Macbado, senbor do enge-
nho S. Christovao, da dita freguezia e por e-'tes
engenhos esta occulto como tem estado. Veio pelo
primeira vez preso pelo capitao de campo Joao
Ventura, que moraem Agua- Preta; recommen-
da-se a sua captura as autoridades policiaes e
capitaes de campo e leva lo no engenbo Mfnas-
Novas, freguezia de Gamelleira ; o dito neg'o in-
titula-se forro, com o nome de Jose Feliciano.
Precisa-se de um portuguez para feitor de
engenbo : a tratar no primeiro sokrado passando
a ponte grande da Magdalena. ______
Massa fallida de Joaquim
Jos6 Gomes de Souza.
Os administrator?s~ desta massa. novamente
convidam aos respectivos credores, para no prazo
de oilo dias, apresentarem seus titulos arim de
serem classificados e dizerem acerca da venda em
leilao dos debitos a referida massa. Rita do Im-
perador n. 39, l. aadtr.___________________
Para casa de familia precisa se de uma se-
nhora de meia fdade, rrue saiba .cortar e cozer
qualquer vestido com perfelcio, e que d6 Bador a
sua condncta : a tratar na rua de S. Goncalo n.
28, sobrado ao lado da igreja.
Aluga-se
. Cbeftbim c Leite conolensado novo.
Cerve^a de Noruega.
Kcllor & C.
Precira-se da. um feitor para o engenho Sa
pucaia, de Beberibe, e que s ja homem affeito ao
acmpo.
Funilpiro
Manoel Ignacio da* iJntlSas (o antigo funileiro
da praga da Indepen Ii nci ), encarrega se dejlazer
qualquer obi a de,sua arte, e bern assiui de cortar
c collocar vidros cm ^hracas, eipielboa, ftc, tudo
por modico prffi : quem de seu prestimo se qui-
zer utilisar, 16JJ dirigir-sd a casa de sua residen-
cia, a rua Bella n 4. K.__________
lUUU UU illl
Aecebe.se encomrneodas de fqgo do-ar, para
dentro e fora da provincia : no armazem da bola
amarella, a travessa da rua do Imperador.
Na noito de djiningo, 5 do corrente, furta
r?m do engenho Rola, freguezia da Escada, dous
cavallos : um rus;o, nao elaro, velho, denies que-
braJos, de sella, carregador e esquipador obriga-
d", tem marcas de colbeira nos lados por traba-
Ihar em carro, ferros a mat gem uo quarto direito
e no queixt) roenor, cotn o signal dous ou dez.
Ootro, alasao tostadD, os mesraos ferros rm cima
da anca e na qneixadi, carrepfador obrigado na
redea, e tem ma rod *a. trabalha na cangallia.
Ambos es'.ao gordos, o russo e grande, e o alasao
novo, tatnanho de nteio acima. Infurmam que estes
animaes foram furlados por Manoel Juamiim Ta
vares, que ja esteve no coito do flnado Siqueira,
no engeoh i Mupan, e Malhias Antonio do S nsa,
feitor de Manoel Aopnio Dia?, senbor do engenho
Rola, por ter sido despedido, visto sab' r o dito se-
nbor do engenho que aquelle-; eraro uili6es dJ
cavallos, que vieram acossadus do Calo, ondj Ihe
foram apprcbendidos dous cavallo- furta I >3 qo
engenho Guerra. Gratifi^ase bem a ijnem d'r
noticias dos dous cavallos furtadus, n-i mgenho
Rola, ja dito. _____ _____
Attencao
Na rua estreiU do Rosario a. 35, prepara se
bandejas com todo gosto para casamentos e bai-
les, pelo baralo prego de 20,5 e 13^, bandejas ar-
madas com bolos finos, que fazem muita vista e
sali.-faz a seus dono* ; na mesma casa faz-se bou-
quets para noivos, com lila bordada a^ftiro, dan
do-se os cravos, s ando a encommenda feita 4
diiS antes e faz-se mais baralo do que em outra
qualquer parte ; enfeita-se velas para baptisados.
com toda perfeicao ; faz-se lindos .bouquets de
cera para offertaj, por muito barato preco ; e bou-
Suets de rosas, cravos.dnalias, saudades e uualquer
or que seus donos queiram, com Bias bordadas
a ouro ; bouquets para enfeitar bolo?0 por tolo
prego f tudo na rua estreita do Rosario n. 35,-
snbrado de nm andar._______________
Os abaixo assignados fazem sciente ao corpo
com.uercial que dUsolveram amigavelmente a so-
ciedade que gyrava sob a firma social de -Sa &
Pinto, em uma tenda de molhados, sita o largo-J
do Paraizo n. 30; ficando Udo activo e passivo a
cargo do socio Pinto, e para que chegue ao Co
nhecimenio do publico do comraercio fazem o
prescnte annuncio.
Recife, 16 dejulho de lf!7i.
Antouio Joaquim de Sa.
Mancel Pinto Alexandre.
Aluga-se
o armazem e dous andares do sobrado, a rua da
Madre de Deos n: 32 : a tratar com o Sr. Thomax
Times, na escadainha da allandega n. 5. ____
Atlenca!)
Vende-se uia teneuo em Agua Fria, com 60
palinos de frentee 350 de fundo, undo rluas fren-
tet', uma para a rua-do Cacundo e outra para a
rua das Mocas, proprio para edilicar, cjo terreno
tem arvoredos : a tratar na ma da Santa Cruz
numero 7.
AOS 4:000|000.
OILHETES GARANTID'OS.
A rua Primeiro de Marro (outr'ora rua d>
Crespo) n. 23 e casas do costume.
Acham-se a venda os felizes bilhetes gaKntido.-
d i 26' parte das toterias a beaeficio da nova igre-
ja de Nossa Senbora da Pem% (108'), que se ex-
trahira no sabbado, 18 do corrente mez.
PREGOS
Bilhete inteiro 4/000
Meio birhete 2^000
*! PORCAODC 1005000 PAilA Cl*A.
Bilbete inteiro 3*500
Meio bilbeie 1*750
Manoel Martins Fiuza.
CASA DO OURO
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Novo
n. 50, e casa do costume
0 abaixo aasfgnado iraba do vernier nos seu;-
nuito felizes bilhetes a sorle de 4:0005 em dous
meios bilhetes den. 2018, alem de outras sortes
menores de 40i000 e 20*000 da loteria que se
acabou de extrahir (107'j ; convida aos possui-
dores a virtm receber, que promptamente serao
pagos.
0 mestno abaixo assignado convida ao respeiu
el publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bithetes.qu? nao deixarao de
sirir qualquer jremio, como prova pelos me^mes
annuncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga
antid03 da 26' parte da loteria a beaeficio da
nova igreja de N. S. da Pen! a, que se extrahira
ab dia 18 do corrente mez.
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De 10*8000 para cita-
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 11 de junho de 1874.
Joao Joaquim da CostaLeit?.
Tornou a fugir
Do Dr. V. C. C. Albuquerque ausentou-se desde
o dia 10 de julho do corrente anno o proto Bene-
dict, de 25 annos de Male, e b33tante ladino, falla
mansa, cantador de modas, e bom carapina, esta-
tura alta, espadaudo e um pouco corcovado, bar-
bado, tendo a testa pequena, falta de dent:s na
frente, pes feios, e com uma cieatr-z grande por
cima de cada um pe, proveniente de talhos de
machado ; nisceu no engenho Bujary, de Goyan-
na, onde tem mai e pareutes, tendo passado ao Sr.
Luiz Cavalcante de Albuquerque, morador na
mesma cidade, e desie ao Exm. Sr. Barao de Na-
zareth, tendo a primeira vez que fugio estado no
engenho Pangaua, do oyanna. Pede-se a todas
a* autoridades e capitaes de campo,que opegando,
levem-) a rua Direita n. 40, ao Sr. Belisario de
Souza Bandeira, ou no engenbo Furna, de Santo
Amaro Jaboatao, qae serao generosamente grati-
.ficados.
Costureira
Na travessa da rua da Palma a. 26, defronte do
becco do Possinho, coze se com perjeicao e aceio
qualquer obra; da-se fiauca e nianda se levar as
obras aos freguezes.
CoDsnltorio medico
DO
Dr. Murillo.
RUA DA CRUZ N. 26, 2.' ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres,
I
K pode ser procurado a qualquer hora do
$ dia ou da noite para objecto de sua pro-
fissao.
Consultas das 6 horas da manhS as 8 ho-
ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis aos pobres.
ESreCIALIDADES.
Motestias de senhoras, da pelie e de
crianca.
CRIADO
Precisa se de um criado para todo servico de
casa de homem solteiro, prefere-se escravo : na
rua do Marquei de Olinda n. 35.
Aviso.
Sao convidados cs membros iostalladores da
grande Offlcina Provincial de Pernambuco, para
se reunirem domingo 19 do corrente, as 11 horas
da manhi, a rua de Marcilio Dias n. 31, segun-
do andar. _________________
o segundQJtndar do sobrado da* rua larga do Ro
sarlo n. lo, com bons commodos para familia : a'. qo de easa e rua
tratar na rua Direita n. 14. I tereeiro andar.
Aluga-se um bom escravo, para todo servi-
na rua do Imperador n, 50,
Alugf
am-se
mei-agnas de 8 raensaes, na Passagera da Mag-
dalena : a tratar no mnsmo lugar, com o Sr. Ha
noel da Silva Moreira, junto a primeira taverna ao
iadu esjuerdo indo do Recife.
fingchlios em Mamam-
guape.
Vende-j os aegulntes:
Barra,
FrcguE^a,
e PatricU.
A tratar com seus proprietaries nesta cidade
e para informar/oes com Joaquim Pinto de 1M
relies Filho na mesma cidade de Mamamgaa*
Tasso Irnitos C.________
- Wll-on Howe & L. vendem no sen armaxt
rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul amencaoo
Excellente flo de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de. Pedra de todas as qualidade*
Ciisa o terreims kratos bo Sal
KadiHko.
Antonio Jose Rodrignes de Souza, aa tbesoora-
ria das loterias a rua do Crefpo n. 6, vende u.
casa de taipa e terrenes de seus sitios no lugar
do Salgadinho : a tratar somentc com o mesmo.
Para viagens.
Amaral, Nabuco A C, alem de um eompleto
sortimento de objectos de gosto, vendem os s<-
gnintes, lndipensaveis para viagens:
Cadeiras espregui^adetras de abrir e fechar.
Malas de couro e de ma3tir, forradas de low
e de diversos tamanlio?.
Bol-as de couro e de tapete. de mrjitos tamanhes
Capotes de barracha.
Cerolas, camisas de rteia, luvas e cachfMZM,
tudo be 15.
Estojds para barba, com pertencas.
Lanternas furta logo.
Chicotes de diversas qualidades.
Canivetes com coiner, sacca rolha e garfo.
Insignias macoitlcas de diverse-* gfaos.
No Bazar Victoria, a rua do Barao da Victoria
n. 2.
Amaral, Nabuco & C.
vendem :
Camisas de linho, braneas, para bemeni e me
ninos, lisas e bordadas.
Camisas de chita para bomens.
Ditas de meia de aleodio, la e seda, para bo-
mens e menirtos.
Camisas de flanella, braneas e de cores, -com
manga, meia manga e sem manga, para homew.
Camisas de algodao arrendadas para senhoras
e meninas.
No Bazar Victoria, rua do Barao da Victoria
n. 2.
Aluga-se nm =itio no Capunga, a rua das Criou
las n. 57, tendo muito boa casa, grande numero
de fructeiras, cacimbas, tanques de banho, bom-
bas, um lindo jardim e uma grande baixa de ci
pirn e.tc. A tratar na rua larga do Rosario n. 20.
Prceisa-se de no criado, prefcre se escravo
no becco do Padre n. 28.
Siudanca.
' Joao Jose Rodrigues Mendes faz sciente .que
tnudou seu estabelecimento de generos de estiva,
para a mesma rua da Madre de Deus, armazem
n. 4. conffonto a guarita do consulado provincial.
Aff.iiS!) de Alhuquerqae fflclln
incumbe-se de promovcr ccbrancas amigavel
ou judicialmente, assim como de oulros negecios
concernentes a sua profissao, nos lugares proxi-
mes a l.ioha ferrea, e nos outros termos proximos
a esta cidade; para cujo auxilio tem o annun-
ciante sniicitadores habilitndos e probes, respon-
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta
do que Ihe for confiado.
Mediante fflodieo h<>norario acode aos ehmados
para diligencias ou consultas fora da cidade e do
termo e incumbe-se da defeza de appellacoes ante
o tribunal da reiacao. Fode ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptorio
tpraa do Duque de Caxias n.37
Na rua da I'niAo n. 49 prouis;i-su fal"
lar, a negocio do seu interesse, com a Sr."
Anna Joaquina Tiieodora, viuva de Ma-
noe) JosuTavaros, a qual morou em fins do
anno do 1873 na rua Imperial; assim como
sc iks'ja fallar, tambem a uegocio de seu
interesse. com a Sr.a .Maria Delp'uina, viuva
de Jo8o Baptista du Luna.
tj* BW Y.-cwawir!iii.....i......-w^rrai
.r.* .hit
Precisa-se'Comprar dous escravos, pedreiro e
.carapina, paga se bem-: a tratar na thesouraria
das lotena, a rua Primeiro de Marco n. 6.
HUi
Compra-je cobre, latao c chumbo velho : no
armazem da bola amarella, a travessa da rua do
Imperador._____________________________
v^DAl
Toalhas de linho a 500 rs.
Vende-se toalhas de 1 nho pelo barat ssimo prer;o
de 500 rs. cada uma, e metaJe de seu valor ;
aproveitero, que estao ?e acabando : na rua Du-
que de Caxias n. 88, loja de Demefrio Bastos.
-~2?000
Saias de la com barra, fazenda superior, pelo
baratissimo prefo de 2*000 ; assim como, linho
pardo com listras braneas, fazenda superior para
vestidos a iiO rs. o covado : i loja dos arcos a
rua Primeiro de Marco n. 20 A, de Gurgel do
\maral & C. "
Coques de tranca
-Rua JUiifjnc de Caxias53
Augusto Porto recebeu pelo paquete francz-
um lindo sortimento de coques de tranqasdos'
gostos mais modernos e elegantes.
lUz:
Vende-se pes de sapotas de optima qualidade
na rua do H ispicio n. 75.______________________
A loja das 6 portas
Contintia a ter um eompleto sortimento de la-
zendas, que pela qualidade e -preco parece impas-
sivel, um eompleto sortimento de chita, para 210,
280, 300 e 320 rs. o covado, granalinas de listra a
200 rs. o covado, ditas com listras e palminhas a
240 rs. o c vado, chita oara coberta a 240 rs. o
covado, chapeos de sol de seda com duas araia-
c5es a 8^000, ditos de seJa para cabeca, fazenda
muito fina, da 12*000 por 7*000, babadinbos e cn-
tra-meio toorlados, com diversas cores a 400 rs. a
peca, redes de flo macahiba muito proprias para
sitio, pelo diminuto preco de 3*000, cambralas de
cores miudinhas a 240 rs. o covado ; na loja das 6
portas em frente do Livramento.
AO PI. 9
No progresso do pateo do Carmo, vende-se
manteiga flor a 1*200 a libra, franceza a 800 rs.
a libia, bem como tem um eompleto sortimento
de molhados, para qualquer chefe de familia fa-
zer sua despensa que encontrara preco mais co m-
modo do qae em outra qualquer parte._________
Espelhos.
Amaral, Nabuco & C, vendem espelhos ovaes,
quadrados e redondos, proprios para sala, quar-
tos e toillete, toucadores de columoa e com gaveta,
oona moldura donrada, de jacaranda e de metal :
nr Bazar Victoria, a rua do BarSo da Victoria
P. t
Vende-se as seguintes casas
terreas.
Becco da Bomba n. 5.
Rua do Fi.gr> n 22.
Rua do Padre Florian0 n. 35.
A tratar r.o oateo do Carmo, taverna
n. I.
Vinho
Verde
lc
Amaranfhe,
enpccial.
Vendem Pfjcas AC, a rua estreita do Rosario
n. 9, junto a igreja.
Sedas a 1^280 o covodo.
Vende--'e bonitas sedas de listras de lindas co
res p.-lo baratissimo preco de 1*280 o c vad'-.
aproveitem que esta se acabando na rna do Du
que de Caxias n. 88, loja de D-metrio Bastes.
Pennas de ema.
Torn para vender, na rua do Amorim n. 60, ar-
matem de Antonio Alberto de S .nza Agniar.
MOO.
C ilclias de fustao muito grandes para cama.
pelo diminuto pre;o de 1* : a loja los arccs, d"
G rgel do KOtral & C, a rua Primeiro de kvee.
anliga do Crespo n. 20 A._______________
Vende-se Bin escravo cozinh^iro de idad
de 26 anno?, sadio e de boa cmducta; e uma
preta de idade de 24 annos, dc bonita Ggura, mui-
to sadia, perfeita cozinheira e engomroadeira; e
uma mulalinha de idade de 10 anno*, muito linda
peca : no pateo dc S. Pedro o. 26.
Velas de cera
A acreditada fabrica de velas de cera 'a rua d.-
Bom Jesus, outr'ora da Cruz n. 60, para commo
didade de seus freguezes, acaba de abrir uma
outra na rua do BarSo da Victoria n. 63, aondt
acharao um eompleto sortimento de todo* os ob-
jectos tendentes a esta ar:e, tudo do melbor gost..
e qualidade e por pre^os comrcodos.
Vende-seqengarrafada ha dous annos, a ver-
dadeira aguardunte de canna : na rua da Impe-
ratriz n. 34.
Quem e o vigilante da eco-
Domia ?
E 0 BARATFIROI
A' rua 1. de Marco n. 1.
Grande sortimento decasemiras e escuras clara?,
fazenda superior a 3*o00 o covado ; todos querem
5*000.
Brinj para calca de cores e parJo a 280, 403 e
500 rs. o covado. So aqui por este preco.
Ch tas em grande quantidade a 240 e 286 rs. o
covado
Metins a 240 e 230 rs. Superior.
Percales a 300 rs. o covado. So aqui no ba-
rateiro.
Bapiistas matisadas com barra a 360 e 400 rs.
o covado.
Alcassianas, fazenda d; phantasia com bonito?
desenhos a 400 rs. 1
Cm ines escuras a 300 e 320 rs.
Lazinhas ejeocezas a 180 rs. o covado. Somen-
te uara ac bar.
MadapoliSes para todos os preec's.
Sedas de c6rts, verde, encarnadi e de outras
cores a 1*000,1*200 e 1*300.
Cha'es de casemira com listras e 3*500 e 4* ;
e barato 1 el
Bramaote de linho a 1*100 rs. a vara com duas
larguras I
Bolinas para senhora, a 4*.
Confronie ao arco de Santi Antonior loja de
Agostibho Ferreira da Silva Leal & C.
No Baraleire!
A' rua 1. de Mar^o n. 1.
Confrotile ao arco de Santo Antonio.
Estao vendendo fazendas por menos 30 Ofo do
que em outra qualquer parte, para o que .pede
um pouco de attencao t
Madapoiao fraucez, fazenda uperi*y vende-
os a 6* a peca e 320 rs. a vara.
Chapeos de sol de seda, para senhora, a 3*, de
cures, fazenda da 6* ; a elles.
Ditos de alpaca, para bomens, de 12 hastoas a
3*500. Superior qualidade. ,*-.
Ditos de merino, com duas cores a 4*500. Isto
situ e vender barato. .
Chap6o3 de sol de seda, iagleze*. a 11*000.
Ditos de cabo de nmfim, o melbor que tem
vindo ao mercado a 12* e 13*. Venham a elles.
Grande sortimento de camisas francezas, de 32*
a 40*. Superior qualidade.
E?guiao de linho e algodie a 4*.
Chapeos de casemira para homem a 3*.
Cortes de crctone bordado.s a 6*. Sempre cus-
tou 10*.
Cambraia Victona, flna, a 3*300, com 8 l\t va,-
rase transparente 4*. ....
Loja de Agostinno Ferreira da Silva Leal 4 t-^
Sedinhas a 1^500 o cov ^
Vanham antes que w acabem : ua to*"- ^ .,.,
nual.'deMar^n.7A ,a oo ras.o






r

*


\

Diario vie Pernaraouco Sabbado-
(azendas fmas
Rua Primeiro do Marco a. 7 A
DE
Cordeiro Simoesc&O.
E' e3ta uma das casas qne hi)je pode com pri-
oazia offereeer aos seus freguezes am variaJissi-
o (sortimento de fazendas (man para grande toi-
ette, e bem assim para, nso ordinario de todas as
:lassea, e por precos vantajosos, das quaes faz um
oeqneno resume
Mandara fazendas as casas dos pretendentes;
iara o qne torn pessoal necessario, e d3o amostras
nediante peiihor.
Cortes de seda de linda-* cores.
Groidensples de toJas as cores.
Gorgurao branco, lizo, de Jistras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cores.. .
Grosdenaples preto.
Velludo preto.
Graoadino de seda, preta e>(de cdres. .
Popelinas de lindos padroes. '
Fi!6 de seda, branco e preto.
^icr.s basquinas de seda.
Cmcos de merino de cfires, Hi, etc.
idantas brasileiras.
Coitos com -ambraia braDca : com iiudos bordV
Fticas capellas e mantas para aoivus.
Iliquissimo sortimento de liis com tistras de
ida.
CStmhraias de cores.
Ditasniaripozas, brancas, lixs.s bordadas.
Xanzuques do lindos padroes.
Baptistaa, padroes deiicados.
Percalipw 6 quadros, pretos e brancos, listras,
>ic, etc.
Brlaa de linho de cor, proOT'o* oara vestidos,
Ricos cortes de vestido de linho. c eites da
tesma cor, ultima mod?
EHtee de cambraia de cores.
Fustao de lindas cdres. '
Saias bordadas para senhoras.
Carnrsas bordadas para seubnras, de linho e .; MtSA.
Scrnimento de'Invas da verdaietra fabric* de
Vita, par- I'.'inens e senlioia*.
*estuar) para meiltius.
niio para fv.ptizaiK
-hapc'is para quo.
Toainas e goardanapos adarxa r,para nesa.
Cokhas Je la.
Cortinados bordatt*s.
Srarode soriiraento de camisa; de linho, Mr.as e
tordadas, para homeM
Meias de cOres para hemeas, mentnos e meni-
j.
Uitas escocem. "
Conn'sta so.uuMiito de cfaapeoa de ?.| i.ara ho-
*':$ m ss&ncrss.
Merino 'J- '<< ;rira vestidos.
Dito preto, tneeaAo e ("to do verao.
oiliudo de iiiio e algodao para to
*toaihado pa-do.
Damasco de la.
Brins de linho, branco de cures e preto.
Setim de lindas cores com listras.
Chales do meric6 de cores e press.
Dito* de easemira.
Ditoj i!e seda preta e de cores.
Ditos de louquiia.
CamKis do cb.ita para homer.*.
Dita* ile QaoeHa.
Cei ralas de liuno c algodao.
Pannos de crocket para sola, cadeiraa e < :n*o-
Lencos boriadus e de labyrinthe.
Colenaa de crochet.
rarlatana de tolas as cOres.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados
i ra corte?.
Espartilhos Jisos, bordados.
.Foulard de seda, liddas cCros.
ileias de seda para senhoras e menina?.
Bicas bolias lie seda e la p.ira senhoras.
Ri^o sortimen'.o de leques d( inadreperules e
u.
Oa'masco de seda.
Casemira preta e de cores.
ChiQs, ma.ltpulao panno fiao preto e aznL col-
arinho. pontos delinho e algodao, gravawsj -
ai de fio de Escossia, >a petes de todos os tama-
iho3, bulsas de viageoi, peiure bordados para ho-
uene,len?]B delinho brancoe de cdres, toainas,
j;;arda!iaj.'*H. etc., etc.
Rua da Imporatriz n 72
DE
MENDES GUIMARAES & IRMAOS
Acaba.tn de fazor um graode ubalirnento nos prcgos de suss hzendas atten-
dendo a grande falta que ha huje de diuheiro,'s por isso creio qm o prei, > que vai men-
cionado agradard aorespeit:vel publico.
Ebarato.
Vende-sje um pequeoostHo pcrto da -osta-
;.So d.i Sa'i;a,lmho, tendo de frente liiO
:-almos, e de furidos mats de quatrocetitos,
x >m u ua :.';nle oasa d;'flipa, acabaiia de
oroxira .ejb>iai asseiada, iendo 2sal 8, '2
quartos ee^feiiiha f6ra. 0 lerreno e pro-
irio ii !'':.: In plants^oes, tendo alguriKS
trvoros da wacto, agua de beber e todo cer-
.ado.
Warn ved e mais explieac/Jes, no mesmo si-
lo a qualfflerhora a entender-se com Tris-
io Francisco T.irres, r papa tratar, Dfl tin--
coararia <1 is Mterias, rua 1." de Manjo
i. 6.
azlsn!ias
a 200 rs. o covado.
So na rua do Qucimado n. 43, junto a loja
da Magnolia.
Cboguem, venham a ellas !. .
Lizinbas de qnadrinhos a m'da esc&ce7a pa-
!r5es muit-i cliiijues, propria para MStidos de se-
ohoras e meninas. ptlo dimi.iuti preco de 200 rs.
I eovado.
So o '*3, loja de Gnerra i Fcrnaade?.
Dao-se anlostras com pen'x r.
Salsaparrilha de Ayer
PARA PJJKIFICAB O JiANGrE.
O rcnomc 3c qne goza cste er-
^^V eellente rem< dio 6 devido a milha-
X (7?jM k* /Tv =%."-^J itas d*s 1naes sio verdadciramente
at ^^J3i(r maravilhosas. Iiinumeros sao a%
JT t'A c90s em qne o systhema, parecen-
ArA Jf$L. do .satura*} c'a podddao de enfeix
IjgUI *^|? raidadiis esc-ofuJosas, tem sido
^|^^"~ -~ promptamente restituido i'saude.
As affeceoes e deiardena, aggrava-
das pela ContitminacSo crolulosa,
aX& produzircin dores moi-tificantes,
turn wdo tam radical e tam geralmente euradas por elle, em
lo'os of pontos do Imperio, que o publico mal precisa de ser
informadj das snas virtudes e do modo le usal-o.
O vencno escrofuloso e um dos mate destruidorcs inimigM
da raca humana. Ora. senhorJa-se occulta c troicoeiraniente
iu noseo organismo c deixa-o fraco e inlhne contra molestias
a-acs. Ora, pat(!nteia > fafeccSo de que corrompeu o corpo
e ontfio, cm momonto opportuno, lavra rapidamente 6ob algu-
mi de bum bediondas formas, ja na cutis ja nos orgams
vitaes. tseste ultimo caso deposit*, muitas vezes, tuberculos
nos pulmoee. no flgndo, nocoracSo, etc., quando nao se man-
'.{ ista em *u'oSw, tumores, etc.
A inlm^ ta:i; Derigoso e tam perfic.o nnnca se deve dar
giiarida, ; p.-^ve:.!.o i sempre melhor do qne combattel-o.
Aisim, antes c!^ upr. .'.rcccrem os proprins eympthomas acliivi,
o :sa da SAT.SA PA&RIZ,JXA DJS AYER podera ovitar
remltados funcstos.
As pesioas que Boffr^m de JErytipeUs, Togo de S. An-
Unto, Dartrns, Emptgtnt, Rheunmttsmo, Tumores,
Ulcerat, e sensibrKdade dolorosa nos ouvidos, ollios, Stc.j
d<>nos ossos; Byipepsia ou Indlgertocs; Bydropetta,
Votesttat do Corcuno e do Ftgadv, Epyleipsta, J>'ev-
ralgia a de varias ontras affeceoes do nyethema muscular e
nrvoso,;cliarao seguroallivio uaaado tlesta hat.xapa it.
RUT!A DE AYER.
A SyphUU on MotetHaa Teneretu aao Coradns_ont o
tea nso, posto que seja nteeesario nait ^ilitado espaco de
tempo para snbjugar tam impertinentes enfermidades.
A Levexirrh&z, on Ftores Jirnnean, as uiceracSte uteri-
ijas e cm geral as molestias das mulheres sio tambem allivia-
dai a uSterionuente euradas por sen effeito purificador e
vijjorativo.
0 Jtheuttuttismo e a Ootta, quandc causados por acen-
m llacoes de materias cxtranhas ao sangue, cedem-lhe racil-
m snte; 6V mesmo modo a Mat de Ft+iadB, CotfgeatSo ou
Tiffainriaeao do Flgado, Ictertcta, quandoeao oriundas
it mans residuoe no sangue.
sapurrilha e nm exctllcnte resUurador da
forca e vigor do syatbema,
lelm, todos os qne soflrerem Languor, TMegma, Deim
oitiio; l'luomnia e que sao iiicomm.jdados com Anprt'
heiioes '. Temores Kervosos on qiialquer outra aneccSo
pn veniea^e de Debilldade, aeharSo do sen poder renorador
b i iai Betitro exjiediente de prompta cure. .
PBEPABADA VOX
J. C'Ayer & Ca., Lowell, Mass., E. U.
Chimicos Practicos e Amtyfteos.
E VENDB SE POR
CBAPEOS DE SOL DE SLDA A 45000.
Venda-se chapeos do sol de seda para se-
nhoras e meninas a 45, ditos de alpaca fi-
nos com 12 8Stes a 4JJ. ditos de nerin6 i3e
duas coros a 5$, ditos de seda para ho'iiem
rROCHES A 12500.
Venle-se crociies para cadeiras a 1^500
cad a u:n.
LAZ1NIIASA 200RLIS.
Vende se luzinhas -para vestido a 200,
a 69, ditos. inglezes com 12 asfcs a S3? e 95. 320, 400, e 500 rs. o covado.
BRIM PARDO A 400 rs. ALPACAS DC CORES A 500 REIS.
Vende-se brim pardo escuro a 400 r;. o Ven'.e se alpacas de cores a 500, 640. 5
covado, dito de cores com qnadrinhos a 800 rs. o covado.
500 rs. o covado ; GRANDE SORTIMENTQ DE TAPETES A 45.
CORTES DE C\SEMIRA A 55. Vend* se grande sortimento detapetes para
Vcnde-sti cortes de casemira de cores para toj.isos tamanhos a 45, 45500, 55, e 65
cai^a a 55, e 65, ditos de dita preta para ca !a um.
cafya a 45. 55, 65, e 75-
BRIM DE ANGOLA A 25 0 CORTE.
Vende-se cottes de brim dc Angola para
calc,a a 25, dito rnuito finos a 35.
ABERTURAS PARA CAA1ISAS A 200 BEIS
Tfl E CUSlfflO DiS MOLESTIAS PROVEWEHTES 04 IMPUREZ& 00
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ARROBEDEPURA.TIVO DESALSAPiRhlLHA, CA-
ROBA E VELAME
PREPARADO POR
Pharmn*
BTHOLOMEU & C.
tiacusa real dc H II. F. FI Rci dc Pert us; a
Premiadoicm dicersas exposicoes co
rrvmwuuietn uiuirsas exposicoes cow, o premio de s
A saude'e utfi brn innpreciavel, cuja importancia e valor s6 ei
mo avalial-o. EriirC; ntestavpl quo o homem neste naundo e const;
f\c Ii'drv "tnn. J va- .w^,* ;.,f...; 1 .1, .1 ^ ___ 1 I
o premio de sua classe.
esta reservado ao enfer-
NA
IiOJTA S?PAVA"
NA
Rua da Iniperatriz n. 6^
PARA UQUll'AIl
Granadina preta a 599 wn. *
covado.
0 Pav!o vende granadina preta-e \
pelo barato pn.'co do tO* rs o covado.
ALPACAS FRi.TAS A 500, 6i0 E 8^& fcS.
O Pavao tern um grands sortirwsalo &t
alpacas pretas, que vende a 5uo, 6'>0 e W"4'
rs. o covado, assim como grands Me-
mento de cantdes, bornbazin. s, pris*2at?
pretas, merhi6s, e outras muita3 fa^tsJa;
proprias para luto.
CAMBRAIA VICTORIA A 4y 00, ASS*.'-
05000 E 7J000.
0 Pavao vende um grande sortjnitato Li
cambraia Victoria e transparent ;
8 1/2 varas cada peca, pelos bacatM ;.?-:
Vende-se 8berturas para camis^is a 200 rs, ]
ditas mais finas a 400 e 50't rs. ditas ie'
esguiaoa 15, ditss bordad-s a 25- |
CUITAS A 240.
Vende-se N:hitas para vestidos a 240, 2SO /
, e 320 rs. o covado, tem escuras e clar, s.
MADAPOLAO A 35. \<
I Vende-se pe^as de mad: polao enfestado a '
; 35, ditas de dito ingler a 45500. 5^, e G5,1
ditas de dilofrancez Qeo a 75, 75:00, 85'
950(r8. '
os la'dos atacado por uina'infmi lade de agonies morbidos, quo todos tendeni, dadas ter-
ta,o determinadas circurristranci3s, a alterar o regular ezercicio das Funccdes organicas,
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FEITA resilltandp desse desiquilibrio o quo se denominamolestia.
NAf.IONAL. | A molestia nao e" mats do que a desvirtuac,ao das forr;-is vilaes, occasionada, segun-
Calcas de riscado para traba'.ho a l,-5000|"O -''s in'vestigacSes e expe^fencias dos mais abalisadcs mestres da sciencia, pela deprava-
e !: 400. jCSo dos humores geraes, consequencia da acQao maligna desses mesmos agentes morbi-
Catgas de brim pardo a 15000,25, 2^500., dos introduzidos no organismo pelo ado da respiracao, pela \ia digestive, pelo contacto
Cale-.s do-.brim de Angola de cores a 25, immediato, ntemente.epor todos de 45O0O, i5>0., 55000, 68M0t?ittp
35.
Calcas do casemira de
75.
Cabjas de casemira preta a 35500, u5500
.73)
Palitots de riscado. a 15.
Paletots do alpaca do cores a ?5-
Paletots de a paca preta a 35, 35500, 45
55.

0 BARATEIRO
contra
ftcernmo
lnimigo
a carestial
NA
Hua Primcfw de Marco n.
'Otstr'ora ru do Crcspo, defroa-
te do arco dc Santo An-
tonio.
BAPTISTAS^ternns grande sortimenro desta fa
zenda o veodomos muito barata, a 360 o 400 rs.
o covado.
ALCA^SIAXAS de honilos desenhes e cores fi-
xas, a 400 rs. o covado. So no barateiro, venham
apreriar.
METINS trae^ados, franceze'. f.izenda superior
e de bonitos goatee, a 240 e 280 rs. I (Jnem riva-
lisa ?
CHITAS dc bons gostos e de cores fixas, a 240
e 260 rs. So aqoi.
LAZIXHAScscoeezas, pad'.oes boaitos, a 180 e
S00 rs
DITA? de tinho
91
A" rua CalHlBCl n. I A.
propriotarsos da Prediiecta, no intuito
tooservar o bum codcuiIu que teem mere_cido
Os
respeitavel publico, disHagnnido o sou estabeleci-
A syphilis infulizmente tem sido a partilha da bumanidad-, e como 6 f6ra da duvi-
cores a 5300, 65 Ji1 1ue esse terrivel Pmeo da medicina e uma molestia hereditaria, ella tera sido obser-
i vad* em todas as ideas, e debfjio de todas as suas formas t3o variadas, enfraqaecendo
CunsfTlui(;6cs robustas, produzmdo mutik>Qdes e co t.indo ainda em llor da idade vidas
preciosas.
Elininar da economia e^se? principios deleflfri >s, e purificar a massa geral dos hu-
mores tem sido desd tempo immemorial o fun constant) da medicina, e osdepurativos
figuiam em primtiro togar-pafa preoncher esse desiderate
L' (le pfefefencia no reino vegetal que a sciencia aconsellia que devemos prccurar as
substaiicias proprias e dopurar o organismo, eliminaado os principios novicos asadde
pelo aiigmenti das -ecrecocs ii;,mraes ; e Quo p^ssam ao mesmo tempo neulralisar a virus
syphlitico, aitida qu ndo e_-te virus j.1 tem leito erupgao no efterio.- debaixode suas mul-
tiplicadss form.s. Os gran les e irtcortparaveis depnrativeis vegetaes conseguem
muitas vezes prevenir os-estragos da syp'jilis, quando por ventura se acha ella ain-
,dj.noestado de inrubarao ; isto e", sem se ter manil'estado sob formas cxlernas ; bene-
ficioincomparavel, tanto mais pirque neste estado os in iividuos ignoram ompletamen-
tc se rsffle contaminados por esse terrivrd inimigo.
Fetizmente para nos o reearso prompto e sem igual para combater virus tao delete-"
el de es-
>m pezar
^uetes o.* objectos de luxo e boni gosto, que se-: Nos mercccu a preferenc'a na grande varieda 1j de p!anti do'dep .rativos que pos-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes suimos, as tres plantas bein conhecidjs no no.so paiz a Caroba Jacarandi voccra
daqaelles paiaes, visto aprosimar n ^ deSprengcl, da fa nilia das Bigoniceas ; o- Vela me cro:on ca,
le
POPELl.VAS de sea e linho a 900 e If: apres-' pan,(Jt- u ., K _-
=eai-e a mandar ver i Bolsas p"ra se,lhor3S> ex,ste ura b ' DITAS delinHo e"algoda5 a 700 e 800 rs. o! t^o^o.6 Pa'ha' de cha8nI,i, elC-' *li" Pl*
BRIM pardo trangado a 260 e 280 rs. o covadf. B'onocas.de to.do? os ^^anhos, tanto loa^a
So no baratviro 1
DITO de ceres, fzenda muito boa, a 300 rsc covado.
CaMBRAI.A tran?parente o Victrria a 3^500 e
C&P0O a peca I Aonde V m ? No barateiro !
BRAMANTE de linho de dans iarguras, 1^200
I a vara ; admira i e exacto. ,
ESGIMAO de linho e algodao de 10 jardas, por
: 4^000 !
DITO de linho puro a 8$ a peca. Ao barateiro,
ao barateiro I.
; MADAPOLAO fran.-ez fazenda saperi r a '61 e
' 6$ ; sempre cuslou 8&.
I BOTIN'AS para senliora, puito superiores, a i&
I e iSoOO. Se aqui.
TOALIf AS alcochoadas a iaiiOC e 5*000 a du-
zia. A ella?, a ellas.
CORTES de creton francez, bordados
e 65 !
Ditos (060 da cortc) de cambraia a 105. Sem-
pre costoa I-"3.
SORTIMENTO de chapeo? de sol de seda a 75,
85 e 05. Venham antes que se acabem.
DITOS cr.bo de m.-.rfim de superior qaalidade,
a ll^j'OO, para acabar.
DITOS para fenhora, a 135500 Sempre ens-
taram C5 ; eslao se acabando, venham a elles, a
elles I I
GRANDE queima para acabar de pami?nfs fran-;
crzas e inglezas, por todo o preco a 175, 185, 205,'
305, 3*55, 405 e 485 a duz a. E' no barateiro qoe
tem.
lanle
a 15, 15200 e 15500 o covado. S^no
toU, em quTo: bebo" ZTSmTfiTia 'S^Sff 5 ^ *" ^t^ "if '^"V** ^^^ d*S L "^ d ^
mais ostcnia a riqueza de suas toillettes ; e od- m!,,a llas E'lpnorbiaceas ;e a Salsaparrilha bmilax syphilitica dc Runlle, d'. familta
mo ja recebetsem pel^ paqacte francez diverjo das isparaginees. "V^
irtigos da ultima mnda, veam patentear alguns | Extrahindo s6mente destes tres importante vegetaes os principios medicamentosos
iff^^S^TUSTSBL P^'os processos mais aD(,fc,>ad s da sciencia modcrna, cons'eguiulos reunil-os em um
concurrencia. comP' s, "gradavol e de fail apphcacdo, cojas proprie Jades para a cura da grande scrie
-Aderecos de tartaruL-a os mais Iindos que teem das molestias sypliilincas e todas as que proveem da impureza do sar.gue, nossos estudos
indo ao mereado. repctidas cxperiencias nos convenceram serem incomparaveis, as que se lem obtido
,S tS^SSSf^fSS^fi com emp,ego. nas differ.n.es formulas conhecidas, dos principios de ci\la um d,quolles
os ,vegetaes de ps* si. Nao precissmos dcrever tao importantes plantas, fazcr eonhecidas
Aderecos completos de-tiorracha prrprios pm suas virtufles; ellas c seus bons eff'/itos m.dicatnenlosos yi sao bem conhecidos, quer em
a pera, assim como, ditas de salpieo iwaair
1 co, a 7t>00, e1 ppchincha.
CAMSAS FftJUtCEZAS A 2*1000, =!-9*3
35000 E 3ff500.
O Pavao vende um bonito sortim
camisas francezas com peito de alf>Ht
25000 e 25500. Ditas com ymfo* imb:.
de 35000 a 65000. Ditas bordadi
fmas de 650t0 a 105000: a^ir
grande sortimento de cerouias de ji-
algodao, por prec/s baratoi, c trt;
compbto sortimento de punbos e colhra
tanto de linho como em conta. ~'
CORTINA DOS BORDADOS PARAC.'
JASELLAS, DE 75 ATE' 255OO0 >; I
O PftTJo vende um gran le sortim
cortinados bordados, pfoprios para *
janeilas pelo barato pr'*ro de 75O00, WOtS,
lOjJOOO a?^ 135000, assim como :
< f, d"maco de 13 raaito fina de
1:5000 cada uma.
BRAMANTES A !-:^00, S800 I
O l'avao rtnde tvromanl
ten !i) 10 palmos Big 'an a 19800 2?000 a vara, e
n 25*00, 3f900 e 39600 a v,.ra: ) -V .
cha.
Grande pechir.cha a 4$00*.
c 54000
CORTES DECASEM RA.
0 Pavao recfbeu uma gran p
cortes de casimeras de cores f.ai
vende pelo barato prejo do i) 0
cada corte, na rui da Impenurii.....
de Felix P<-reira da Silva
ESMERALDINA A 800 I
O Pavio recebeu um bonito soi
das mais-bgan'.t^ esmeraldii con I
de seda, sendo em cores e pi IiJ.ps m itm\?.
las c seus bons cffeitcH m.dicamenlosos 'yi sao bem conhecid,
nosso paiz, qfrer na Europa, on le abalisa Jos bolanicos e distinctos medic >s se teem del- ,novas qu.e teni v:"(l0 au m,-"!''
?as occopado, e mesmo esteS experimental com optimos resultados no tratamento de Para 'estidos, e vende pelo barntisfno
muitos pedecimentos W de 800 rs. 0 covado, a rua .fa Imp--
O nosso ArtoOc depuralivo de Salsaparrilha, Caroba e Vclame tem um saho* !n- **e-
agradavel, i sua aefjao 6 suave o benigna e de nenbuma fjrma produz molestias medi- [/ Psn)'}n ClVi'iuUI ( < lit '
camentosas, como ac-ntece geralmente a todos os composes em que entram substances | w^v fm.
mineraes com"> mercurio. o iodureto de potassio, etc., :ujo uso prol ngado e sempre
segmntes:
Canute de linho lisas e com pdkim bordados na syphilis, (risypelas, rheumatisrao, bflbas, gdla, dores sciaticas, ulccras cbronicas,
para homem, vondem-se por preco comniodo. gonorrheas chronicas, molesti&s da pelle, etc., e em geral em todas as molestias cm
^Uroula. de hnbo e de algodao, de d.veraos pre- ^ lenha em visla poriacacao do systema sanguineo ; pois quo nos-.as confutes
Caixinhas com mu=ica, o qne ha de mais lindo, experiebcias tem feito ver, qne elle 6 indispensavel nos casos gravissimrs para minorar j tras de sec
com disticos nas tampas-e prcprios para presen- ,os S'lllrimentos e prulongir a existencta, e nos menos graves a cura e a consequencia do ; pitas ditas' transparcntei e Je rr.uila
Cortes de combraia branca, transparealc
m enf- itcs bordados '!e. la a .. i
Pit s todos brancos b.rdados a 12
Ditos muito ricos a 18900
Bonitas lansinhas para vestidos, v
seu oso cenvenientemetite prolongado. -t.c:. Hn
mais modernos e de diverts forma- | Assim> pois> nutriffl0S conviccao Je que 0 uso do uosso novo pi.ep,raf]o ju5Ufiqae ;
CintOS de setim de todas es coros a i
rs
S5300
tos. ~ ,---------......Y H X wo3uu,u I'lcy.u 'i' jusimiiuo i cintos de fctiin lie todas es coros ;.
Chapeos para stnh'.ra. Rcceberam urn scrtiniento e.nbaimente as nossas asseverates, pjrque sendo mtdicamen'o puramente de prin.ipies ; Puidioscom gdlinlas d es"uia
da ultima aioda, tacto para senhora, como para vegetaes, noss;s cxperiencias ate boje tem confirmado sua utilidade. S-dinhas de core',' srndodc lift-
Dl^'n^,' i OEP0SITO CERAL vradus .Mm i,,nnp il! m taa V-
Cc.pilias firaples e com veo para noivas. o t r% r % t- n, viaoes, torn toque ue m to a im

GRANDS sortimento de gro3dens
ado. S^
Qucm ousa dizer que nao 6 barato ? por cerlo,
InlDgneni.
CHALES do casemira com listras, o mais mo-
(demo que ha a 35500 e 45, fazenda que ccsta
' em qaalquer parte 6*. Venham a elles antes
que se aeabcm I I Ao torn torn I
Alem destes, outros muitos irticos que deixa-
;mos de es. ecilicar. para nao massar nossos fre
. guezes, mas estarao patcntes a vista d s'compra-
d res. Avista do cxpnst ficamos convictos de
que virao facer acjuisicao de boas faietdas por
pouco preco.
Ao barateiro! I
Na rua do Crespo n. I.
Augostinho Ferreira da Silva LealC.
pies e com veo par
(^ai^as bordadas para meninas.
Enlremeios estampados e bordados, de lindoi'
leseuhos. i
E^cuvas electricas para denies, tem a proprie-,
dade de evitar a carie dos dentes.
Fninjas de seda pretas e decCres, exi.-te um
K"anae sortirouuto de divcr;as larguras e barato
ureco.
VmM de saria. de ptgpiSo. de setim e de cfca-
m.ilo'e-, de iiiver*o larguras e boni taa euros.
Facaas de gorgurao muito lindas.
Fi.-ras arliiiciaes. A Prediiecta prima em ccn-
cr^-ar sempre unj bello e granJe sortimento dos-
as Co es, cao ^6 para enfoite dos &.belloi, como
de core? tembem i,a!"a orcato de vestido de noivas.\
barateiro I Calues de aigodan, de la e de seda, branco3, pre'
os et da divenai cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Laco3 da cambraia e de seda de diversas cores
para senr.ora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
noiva.
Li\Tos para ouvir missa, com capas de madre-
perola, marlirn, 6s ;o e velludo, tudo que ha d6
bom.
Pentcs de tartaruga e marfim para alisar os ca-
bellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouiraet. Ura bello sortimento da madre-
perola, marlim, osso e doiirados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Prediiecta bem
provida, nao so eiu extractos, como em oleos e
| banhas dos melhores odores, dos mai3 afamados
34.Rua Larga do Rosario.34
PERNAMBLCO.
TACHAS TACHAS
BATIDAS FUNDIDAS
(jualidadc super or
f.Jira (l"<5 PSlrpihllMPllh'J rf liri'lrrl i fabricanles, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
liUl a Ut, lll 11.ui.it hi i U UlCUa Coudray, Gosnel e Rimel ; sao iadispensaveis para
pela faril applica^ao das
S0NDAS 0LIVAES
DE
GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeigoadas de lodas
as eonhecidas
Yendem-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34Rlia larga do Rosario 3i
a festa.
Sajas bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Recebea a Prediiecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para cntrada de salas.
Vestimentas para, baptisado o qne ha de melhoi
gosto e os mais moderno s recebeu a Prediiecta
- de or ar. to preco, para dear ao alcance
qnalqner bolsa.
Rua do Cabugan. 1
DOYO
Mais barato do quern em qualquT outra part*
NA
Fumiica;) da Aurra
C. STARR & C.; EM LIQUIDACAO.
Vendem
que visitarem este grande eslabelecimentc
qae se acha aberto de^de as 6 boras da ms-
nha ate1 as 9 boras da noute a
Rua do Barao da Victoria n.
__________2^__________
E'com as senhores.
Ditas de -iita difssem tt-ofo a 15600
25000.
Diversas lansinhas para vestidos
: ate 500 rs.
Colchas de fustao burners pan
2500.
| Ditas de dito de cor 3 i~ 00.
ombraias b anr-as, abartas,
dos, corte a 8-300O.
Cortes de cambraia branca cr>m
enfeitcs
65000.
bordados, de cdr, com ''...'
Pegas de madapolio com peqi
de avana a iioOO.
Ditas de algoJaosinbo n uito i
Wilson, Rowe & C.
Era 3eu armazem a rna do Trapiehe n. 14, o m Lss?t IimJta se .a des"ever somente o seguint;:
guinte :
AlgodSo azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todae a qnalidades.
Tudo muito barato.
A Magno!:a, a rua D npia de Caxias n. '3, par-
ticipa ao bello sex* que acaba de receber da Eu-
ropa, um complete sortimento de artigos de ulti-
ma mo-la, e como acha desnecessario fazer um .
enfadonho anuuncio, porja ser bastante conhe- com leve toquede a"na a ->0 >.
eida, e caprichar sempre em ter bons correspon-! Madapola> enfestado com 11
denies, sendo a pr meira que apresenta o que ha perfeito estado a 3,000.
de mais moderno e por precos mui razoaveis, por
Vinlio
barato
Trancas de cabellos humanoa, natnraes, nao
ge-
EspeciaHdade
particular, pnro
nuino.
Acaba de chegar ao mercado alguns barris dt
vinho.do Alto Douro, especial e unicamente pre
paradodo exlracto da uva e wento de qnalquer
confeccao, sendo muito mais brando que o da FI
gueira, o que o torna recommendavel pelo muitc
que agrada ao paladar e preferivel a todos os ou-
;digo que toDham cm metro decomprimento, sio trosvinhosdepasto. em
solrnvehnente compridaj, pe o preco de 12*000 :, Acha-se a venda nog armazens deJoSo lose Ro-
,50 na rua do Marquez de Ohuda o. ol,J- andar, drigues Mendes, Souza Bato & C. e FernanJes da
mms> Armazem da es-
trelia.
Unico deposito de cal bran-
ca de S. Bento e Jagua-
ribe.
>'. 0 -Caes do Ramos-m. 6
Pecas -de madapolao corn -20
, Seltas douradas. i4|J5GO.
; Bicos de cores, tanto de seda como de guipure. Brim parlo para roupa dc hoiBMi t rm*-
I! Leques dourados, de madreperola, marum, tarta- nines, covado a 400 rs.
Saffi debai!e: | J**" de chita para <. a -2
Presente-, diversas artigos proprios para presentes. ,^u#
Golinhas e ponhos. Bramante de linho corn 10 i< .. :
Manual para missa, com capa de madreperola, lagura, vara a 2f?GCO.
0 dono deste armazem de materiaes eontrata
em grande porcao cal preta, pela medida dos for-
nos,- mediante ajnste, mandando botar no lugar
competente, garantindo seriedade neste negoclo.
casa de Gustavo, cabelleireiro.
Coque crespo natural, de iOj, l%fi a
| Um par do crespo natural, compridos a
I'm tupet frizado por
i Uma duzia dejrrampos frizados pnr
Coques, moderuism9, de 40J, por
! Diademas, modernismo, de cabellos, per
1 Cressentes de cabello, de 30*, 33* a -
So na rua do Marquez de Olinda n. 51, 1 andar,
em casa de Gustave, cabelleireiro.
15*000
55000 |
3*000;
4*000
20*000
^J0"0
40*000
i Costa & C.
I Vende-se portas americanas por todo preco :
. na travessa -da rua do Imperador, armazem da
. Bola Amaiella.
Engenho Segredo
Vende-se o engenho Segredo, distando apenas
uma legoa da estagSo de RibeirSo, moente e cor-
rente, bem obrado, e com terrenos muito ferteis
que safrejava mais de 2,500 paes: a tratar na rua! Acaba de chegar um pequeno lole de caixa?
do-Eneant; [deste desejado bacalhao : no caes da alfmdega,
Salsa-parrilha do Para
, Vende-se na rua doCommcrcio n. 4, cerveia
Tem para vender Antonio Ltfiz de Ohveira Aze- Neruega, marca ML:
vedo, no scu escriptc-rio, ;i rua do Brrp Ip^ns nn- Bitter Augusiura.
,meroo7. *. Rum de Jamaica. .*
Chocolate brasileiro
FABRICADONO MARANHAO
Das seguinles marcat :
Fior de chocolate.
Chocolate de bannilta.
Dito de canel'a.
Dito cqmmum, fino.
Dito homeopatfiico.
Dito de araruta.
Dito de musgo.
Dito de ferro.
Chocolate vermifugo.
Vendem pelo preco da fabrlca, Jose Tavares
Carreiro k C, a rna Direita n. 14.
Vende-se
na cidade da Escada, (res casas, na melhor locali-
dade docommeroio, Undo uma deltas padaria
bem antiga, a qual ie acba remontada, com todas
as suag pertencas e com armacao de venda, e a
posse de um'lerreno junto as raesmas_ca8as ; ven-
de se tudo por modico preco : a tratar com Jos
de Azevedo Campos, na Escada, e com Maooel
Luiz da Veiga, no Recife, a rua do Viscoude de
Albuquerqae d. 162.
\ENDE-SE
um terceno no Arraial, com 120 palmos de fren
e 140 de fundo, com uma boa cacimba : no ca
da Companhia Pernambucana n. 26.
tartarnga, marfim, velludo, etc.
Sapatinhos de setim para baptisado.
Camisas bordadas para senhoras.
Ligas de seda.
Franjas irmsaieas.
Aderecos de tartaruga.
Vollas de madreperola.
Pulseiras de madreperola.
j Lindas flores para cabeca.
Bolsas de velludo.
Perfumarias dos melhores e mais afamados fabri-
cates.
Chapeos de sol para senhoras.
Fitas de velludo de todas as cores e larguras.
Moscas.
Quereis livrarvos destes malditos insectos? com-
prai uma m -cliina de matar moscas por 3*000
na Magnolia, a rua Dujue de Caxias n. 45.
Cal vice.
Atoalhado com 8 palmos do lar
a 1^500.
Espartilhos brancos e de cotes a hd i
5/SOOO,
Corte> de casimira a 4j5c.5:>i'GC-.
VENDE-

uma casa na villa de Barreiros, na rua
*ercio, por preco modico: a watar
Irroaj tC
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------_L__
Alta novidade de Paris
CHAPEOS.-Chapelinas pai> senhor.i, qmo novc
e ricamente enfeitadns.
FIVELAS de madreperola, de todos os tauonhr
e ci res, segundo o ultimo P Inc.
BOTOES de ar;o para veslidos de ^enh-.ia.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, ven- CASACOS.-Talmas de ca*eaur de cores para se
de o verdadeiro Vigor de Ayer, que impede a | nhora. w
cahida dos cabellos. (GRAMPOS dourados para cabello,go to naftc
bardaS epanOS. cORTiNADoTde crochet para cania, .,
So tem sardas e panos quern quer; porque a FRO.Mf AS de cambraia de linh ; boi dculas.
Magnolia, a rua Daque de Caxias n. 45, tem para SEJI.MlAS listradas.
vender a jordadeira Cuticuleria, que fas desappa- 0 BAZAR DA MODA, a rua Nova n. W rrcebes
recer estas manchas cm poucos dias.
Sifios.
Vendem se dous sitios na PoOte de Uchoa. que
foram do flnado Joio Carroll: a tralar n'um dos
mesmos sitios n. 10, ou na rua do Vigaru n. 19,
1 andar, snecessoreg de Thomaz de Aijuino.
Vende se o grande e raaguifloo sitio in fallecido
Joio Carroll, na Ponte de Ilihoa n. 10^. onde, alem
de um imrneaso sitio ha uma grande casa, fruc-
teiras de todas as qnalidades, grande baixa de ca-
pirn e passagem para o rio : para tratar no mesmo
sitio, ouna rua do Vigario n. 19. *
pelo ultimo vapor da.luropa um iinportac-e sor-
timento dps artigos acim>. os quaes h-ti a koua
ide recommendar a todas as Exmas. fan" lias, e &.
pecialmente aos seus naaerp'os treguii-a.
Vende-se uma mobiiia de j..c?mida m Um
uso: a tratar a rna do Livr.-nto n. O
Para prescDtes
No Bazar Victoria, a rua do Barao da Victo-
ria n. 2, se encontrara objectos proprio para pre
'eentes,
ET'barato
Trantjas de oabello
human.', natural, com nm n etro do cou<>hr
a 15* cada uma : so na rua da Iiupci -ir %. t
cast de Odiloti Duarte Irmto. __
Asunicas verda
Bichas bambnrguezas ane yum a
na rnr do Maranez de oliodii n..it

Vende-se a taverna da rn i das Cafroffo s.
qne Ui esquina para a rua de S. Joio : frs.
na mesma.
?


8
Jiario de Pernambuoo Sabbado lfc de Julho de 1874.
i
ASSEMBIEA GEBAL
CAMARA DOS DEPUTDOS.
DISCIIRSO PROEERIDO NA SESSAO DE 17
DE JUNIIO.
(Conclujao.)
tido seria mais bonito, mais prudente,
mais patriotico mesmo qu) um bispo eleito,
examinando a cousiituig&o do seu paiz e re
conhecendo quo algumas de suas disposi-
roes repugnavsm aos escrupulos do su
consciencia, embora sou; antecessores se
h>uv;ssom confurmado com ellas, as hou-
vessera obedeciao e praticedo; nao s ria
mais louvavel quo diaate dessa imp>ssibili-
dade, quo se Hie antoalhava, renuneiasse a
aha divnidade, do quo fora oil deters sor
investido, antes do quo prestar nm juramen-
to com reservasjmentaes, quo daria em
resaltado a desobsdiencia & constituigaj e
a penurbagao das relagoes da igreja com
o Estado ?
Acredito quo ninguem poderd. contests r
que esse soria o passo mais acertado e mais
prudente.
N3o vejo, sonhores, tanta razao psra essa
repuguancia quo os bispos revelam em obe-
decer ds leis do listed, julgando-as em op-
>
do-o depots a S. Eic.o Sr. D. Vital, qae, i vir ao parlamento Dedir medidas de salva-
segundo communicou o mesmo Sr. intos-Jgao, medidas energicas, que remeiiassem os
nuncio ao jBlerno, declarara que ia exe- males que aquelles poros estio soffrendo.
cuUl-o. ; (Apoiados.)
0 illustre prelado de Olidda por seu la-1 Senhores, na diocese de Pe'raaubucb
do uogava formalmente a existencia desse qu:m e mm;on nao se casa e nom e padri-
breve, e a iraprensa qne se diz catholica e nbo de baptismo. (Sensagdo.)
quo se inculca na posse dos altos segredos .0 Sa. Moraes e Silva :E' exactissi-
iia igreja, repeti i por sua vez que tal breve mo. -
nunca bouvera existido, } 0 sa.'J 'Ao Manoel :Os vigarios vio de
Essa contradiccdo era de fazor descrerda cbapeo na cabegi, embugados, com o reli-
palavra de pessoas, em qae se dove supporcario irreverentemente no bolso, levar o
posigAo com as leis da igreja, einvocand
0 principio de que o meihor obed-cer a
leus do que aos h omens
AbrinJj rs livros sagrados, eu vejo quo
S. Paulo em sua cpist ola aos romauos se ex-
pri ne por este modo :
Todo o h imem est-ja s ijeita is potos-
tades supariores, porque nao ba potestade
que nSo venha do Deus. Aquelle, pois, que
resiste a potest ide, resiste A ordenagao de
Deus ; eos qm Ilie resistem, a si mesmos
trazem a coudomna^o. Queres tu, p >i;,
nao te ut a potesta e ? Obr& bem e tords
louvor della mesma ; porque o principo e
ministro de Deus para bem teu. .Mas se
obrar63 mal, tecne, pjrque nao e do ba! le
que elle traz a cspada. E' log; necessario
quo estejais sujeitos, nao somente por temor
do castigo, mas tambem por obrigagSo de
cooscieneia. Pagai, pois, a todos o que lhes
e devido : a quem tnbuto, tributo ; a quern
iinposto, imposto ; a que n temor, temor;
a quern hoora, honra.
E so S. Paulo, >'sse grande genio do chris-
tianismo, nao fo. tdo explieto nessa passa-
n a pinto de nao deixar a mmor dury
sobre o sentimento quo o inspirava, veio
Joao Cbrisostorno, o consciencioso inter-
das sagradasescripturas, precisar me-
jf e mais claramento o sontido das pala-
> -as do grande apostolo da gente, ponde-
rando o seguinte : To lo o homem, sem
excepQiio alguma da estado ou condi'sdes,
esteja sujeito a"s postetades superiores, isto
e, aos principes do seculo e aos seus ma-
gistrados; ainda que seja um propheta,
um apostolo ou um evangelista, porque essa
sujeii;ao nao destroo a piedade. E se S.
Paulo assim o mandou quando os princi-
paes eram infieis, comquanto maior razai
se Hies deve agora render esta obedieacia
quando sao elles fieis ?
0 Sr. Diogo de Vasco.nckllos :^Por
is>o o que S. Joao Chrisostoino foi dester-
r;do.
0 Sr. Jo.\o Hanoel :0 nobre deputado,
polo que ouro, parece querer desterrar a
todos, ticando s6:nente S. Exe. no seio da
igreja, na posso da verdade que e o patri-
rrouio da religiao catnolica.
0 Sr. Diogo de Vasconcellos da" um a-
parte.
0 Sr. Jo.\o Manoel :Pois eu declaro
com siiuceridade a V. Exc. que ficarei satis-
lei to se for condemnado com S. Joao Cbri
g, stomo, em cuja pureza d? doutrina Iton-
l0 mais do que na de muitos que se incul-
le defeusoras da fe ualbol.ca.
f>ndo este ponto, sobre que tenho ex-
:nba opinifio com franquezi, passa-
oar-me da carta Antonelli.
mhecem mais ou menos as diffe-
es que c irre am sobre a ex;s-
carta mysteriosa. Mas o que
me -leu maisnt Vlita e quo n5 me P3re-
ceu muito reguk ,rf- "ou raui,tD sfr,0> nm
mesmo decente, 01 J81 d,! Palavras ?ue
se kz para,afur:na. '
sedocumrnto quo Tv
Eu acompadhei co, *" tolda atlencao esse
jogo. esse moviment >.' u 8vernp confl >u
'part.cularmcnte a feus am\S0S>, fazendo-se
respirar pola iniprensaqu e '?" e "ff,Jta que
o cardeai secretario tiuha u,r'gdo em uo-
me e por ordom de sua sanv ljf,ra bre^
ao prelado de Olinda : quo c ?r- 'nternun-
cam .
Deix
poete m,
rei a oecu4
Todos cc
rentes verso
cio nesta corte
o havia recebi,
-----------------*.
lo, entregan-
FOLHETIM'
mini do BUBiosE mnn jco
MiSEHIiiniKlIffi
POR
Joilo C'antliilo
XII
GIL ADA.
(Continuarao jdo n. 160.)
A mor parte do auditorio o escutou com
sttencio, e victoriou-o, applaudindo-o.
Eduardo saio do meio des companhoiros,
o abraQOU o orador.
N'esse momento, uaia voz bradou :
Ao jogo !
-- Nao actidio Eduardo a esse appello :
Permittam um curto intervallo. Tbeo-
dorico...
P. dando o bra^o ao irmao de Raphael,
scg lio com ello para a sala da frente.
Dizei. llavds gostado? perguntou a
Th;odorico.
Nao 1 Creio que me retirarei com
poiKo mais.
' Louco 1 Pois quando come^ais...
Sim ; mas ji perdi tudo I
Embora I Podois recupera-Io aiada
coin o Gunha.
- Que 1 Aquelle homoaa I...
Sim 1 E' ello mesmo. Podeis obter
ainda miiita cousa. Pois eu quo vos disse ?
L3))erai 0 meu cara de gastfonomo
nio tern tactica nenbuma ; nfto sabe jogar,
nao conuece ds vezes a carta. Se nSo agu
c.3 a garra do lalrao, nodafaz. V6s estais
molh-r do quo todos, apozar de terdes per-
dido tudo que ganhastes, e mais o vosso.
Podeis dizer que fazeia. agora wmo o gato :
trincais com c, v.-.ssa victima. Elle, eu vos
(tssegnro, lm de eair nss voauas mSos ; as-
slri como ""c jaro que nas minbas. NSo
vi-tes quanfo e'h perd.u com jquelle moco,
a quem c'.j.names Silva ? -Mais, muito
mm do .'jU eootnasco. E' nmpo-
o espirito de justica e de verdade.
Quem poderia julgar capaz o governo de
asseverar a existencia de um facto desmen-
ti lo solemnemente por quem deveria crer-se
igualmente incapaz de affirmar uma falsi-
dade?
Dar-se-hia o caso de que o intcrnuncio
nao houvesse feito a entrega desse breve,
cuja existencia se contostava ? Era impos-
sivel a mentira na bocca de um del -gado
da santa se, quando elle havia transmittido
ao governo a certeza de quo entregara o
breve ao Sr. bispo do Olinda, ten jo em res-
posta que seria executado.
Mas, como explicar esses factos rontra-
dictorios, e:sas asseveragoes que so destrui-
am umas a"s outras?
Quem ftlt-iva a verdade? 0 governo? 0
bispo do Olinla? 0 internuncio? Todos di-
ziam a verdade, para honra desses persoua-
gens altimente collocados I
Hivia apenas u.n j)go de palavras, com
que se quiz ontrcter a opiniao publica. E*
que a principio sa u>ou da palavra breve ;
mas, des lo que em vez de breve se cbamou
Carta, appareoeu logo a declar^gao, por por-
te da imprensa qu i se diz catholica, de
que a carta realmente existia.quc havia si-
ilo recebida pelo-Sr. internuncio, entregue
ao Sr. D. Vital, mas quo sendo do caracter
reservado, nao podia ser publicada.
E porque nao teve ella execuc5o? E'
possiv:;l quo o sintissi no pidro, inspirando-
se nos conselhos de alta pruJencia, nao ti-
vesso feito snntir a seu filho o desejo deque
as cousas fossem restituidas ao esta lo primi-
tivo, art antigo estado?
Se a carta ria > c nte n uma so expressSo
do desagrado, porque riaj so a publica para
aquietar os espiritos e tranquillisar as cons-
ciencias ?
Esse mysterio nSo fara" crer a muitos que
os bispos desob'decem aos conselhos da
santa se, como desconhecem as leis do Esta-
do ? Porque privar aos fieis catholicos dessa
consolagio? E se realmonte essa carta con-
tem expressoes que revelem estranheza por
demasiada severidado na applica$ao das leis
da igreja, enaimposigao de penas ecclesiasti-
cas, porque nao attendee a essas santas ad-
vertencias, a esses sabios conselhos ?
Nao posso acrelitir tambem ni clausula
que dizem vir consignada n^ssa carta. Faz-
se assoalhar que o santissimo padre manda*-
ra que os bispos repuzossem as cousas no
seu antigo estado, desde que o governo fi-
zesse sustar a marcha dos processes; mas,
uma vez que esses continuavarae deviam
chegar a seu termo, torna>a-se de nenhum
effeito a recommendagao da santa se.
Ou a santa se so achava conveocida de
que os bispos estavam cumprindo forgosa
mente o seu dever, e nesse caso, como
aconselhar-lhes que nil o fizessem, medi-
anto a condirao da n3o serem processados,
presos e condemnados? Onde eslaria o sa-
cr^Qcio do dever ?
Ou entao a santi se estava convencida da
imprudeucia com que os bispos procediam
e nesse caso nao podia fazer depender da
cessarao do processo a condomnacao de ac-
tos que ella considerava excesssivos e vio-
lentos, mandando que, nao sendo satisfeita
aquelia condiejio, contiuuassemos bispos no
erro e na obstinagao prolongada de uma lu-
ta improticua e prejudicial a igreja e d reli-
giao. ( Apoiados e nao apoiados.)
Quaudo digo improficua e prejudicial a"
religiao e a" igreja, e lembrando-me do es-
tado lastimavel a entristecedor em que se
acha a diocese de Pcrnambuco.
A Providenciaquizque, nos ultimos dias do
intervallo das ses?6as desti camara, levado
pelo desejo de ir visitar os amigos da pro-
vincia d'onde sou filho, chegasse dquellas
plagas, onde vi um quadro que me intriste-
ceu e afl'ligio, pela anarcbia e confus3o em
que se acham as cousas da religiao. E de-
claro fraucamente a camara que, se todos
os bispos do' Brasil acompanhassem ao Sr.
D. Vital, nes'sas medtdas extremas e violen-
tas, o que nao creio, n8o espero *e nem
Deus permitta, estava na honra, no dever,
na dignidado, no patriotisnao do governo
bre desgracado que trn muito dinheiro ;
mas que na banca do jogo s6 levanta a ca-
beija quando occulta a mao... N'esse pon-
to, sim, 6" terrivel I Porem descancai. D'esse
modo elle nao paga um s6 vintem. Dou-
vos minha palavra.
Theodorico ouvia a Eduardo como deli-
rando. Os seus olhos de aguia, como in-
crndidos e fulgurando, eram duas iammas,
amalgama de colera e de odio. Nos dous
cantos fundos de sua testa larga ebranca,
o pensamento irritado como que se debu-
xava agonisante e tremalo.
Fitando Eduardo com ardor e quasi lou-
cura, como que correu uma escala de ideas-]
que Ibc podiam salvar ainda, e ao termi-
nar Eduardo, proferio :
Nao / Nao tenho mais dinheiro I
Louco, louco repetio Eduardo o
mais baixo que poude, e coma maior em-
phase possivel.
Reinou um momento de silencio aterra-
dor. ,
Sois fraco, Theodorico. Ja" vejo que
se n3o pode contar seguramente comvosco.
= Ah 1 .. suspirou o irmSo de Raphael
n'jUm riso acerbo de escarneo.
/ Qae quereis dizer com isso, Theo-
dorico ?
Jd vos disse, Eduardo : Nao tenho
mais dinheiro.
Porem... se alguem estivesse disposto
a emprestar-vo-lo ?...
Acei!a-lo-hia. Tendes ?...
Oh 1 ndo 4 eu nSo ; bem presenciastes
v6s como eu flquei espurio. Mas alguem,
que nao s6 te-lo-ha para v6s, como para
mim
1
elle mesmo. Co-
o Gunha mesmo
Como I...
Sim, Theodorico
nhece-me, e medianle asnossas assigaatu-
ras n'5o ixzttiti.
EdMo... ,
Quereis?...
Ide!
Esperai.
Eduardo apartou-se Cbmo um raio de
junto de Theodorico, e minutos, mais vol-
tou acompanfeado do Sr. Cunha.
Ao rounirena-se, antraram todus tres para
Sacramento, a-u!tima conjolajaoa casa do>
moribundos, como se esuvessemos em tempo
de perseguicao I
Vozes:Oh I oh!
0 Sr. Moraes e Silva:Isto e ver-
dade.
0 Sr Joao Manoel :Senhores, alii n3o
ha mais fost i vi Jades, ua > ha mais culto ex
terno, tudo estd suspenso, interrompido,
anarchisado, confuso e profanado ; ha ape-
nas alii um simulacro de culto praticado
por uma nova Utburgia, por um modo ate
hojo doseonhecido!
0 clero estd atemorisado e coastrangido
(ha diversos apartes.) Seassim mepronun-
cio, faco o com a consciencia do dever de
brasileiro om que me inspiro, deauociando
ao paiz esses fictjs que geram descontenta
mentos, rixas, odios, que provocam vingan-
gas, represalias, que excitam as paixoes, que
damoificam a religiao e perturbam a paz da
sociedade.
Compader;o-me da sorte do clero da dio-
cese de Pernambuco que estd sujoito ao re-
gimen de uma companbia de policia 'apoia-
dos. ) _
0 Sr. bisp > ordena terminaatemento : 0
reverendo F. parta para tal pinto. Sjo
pobre padre allega motivos justos quo o im-
pedes do cumprir a ordem, se pondera al-
guma cousa, e suspensojj immediataraeute.
An Jam tolos ds carreiras, sem domicilio
certo, com a mala ds costas, sem estabili-
dade, sem garaolias de futuro, som poder
ao menos plantar um pe de couvo com pro-
babilid.de de s3rvir-se delle para sua alli-
meniacSo Os padres nSo so demoram nas
freguezias, onde servam por oncommenda-
cao, por mais de seis raezes. 0 Rvd. Bar-
tholomeu da Rocha Fagundes, vigario col-
lado da freguezia do Areal, estd suspenso ha
um anno, e durante esse tempo temhavido
tres coadjutores pro-parocho.
VS-se, pelo modo senhoril porque se cha-
mam os padres ao palacio episcopal e a
maneira porque sdo elles suspensos, o em-
penho que se revela de incutir-lhes no ani-
mo um certo pavor, para que nao hesitem
nem reclutem. Os termos em que o Sr. D.
Vital se dirige ao clero sao concisos e despo-
ticos: s Apenas este receber deve V. Revm.
comparecer d nossa presence para o um que
lhe serd communicado. Deve-se notar
que esses oificios sao dirigidos aos pontos
mais longiquos da diocese 1
E se o infeliz ndo cede ds intimagoes de
S. Exc, quando chega & casa jd encontra
o raio que o fulmina: Apenas es'.e re-
ceber, de-se par suspenso do exercicio de
suas ordens.
Ora, nem todos tem a coragem de affron-
tar esse rigor com que sao condemnados
sem saberem muitas vezes porque ; e e por
isto que as apparencias illudem, fazendo
crer que o clero estd contepte e satisfeito
com o situac&o a nom a la, que elle condem-
na do mesmo modo que todos n6s sentimos
e deploramos.
0 Sr. Diogo de Vasconcellos :E' o
clero mais heroico. ,
0 Sr. JoAo Manoel :Mas e o herois-
rao do medo e do terror. (Apoiados). E'
preciso qae se ponha o clero aoabrigo des-
sas injustas severidades de que 6" victima.
0 Sr. Moraes Rego : Ndo p6de haver
igreja sem obediencia.
0 Sr. JoAo Manoel : Mas nao deve
ser uma obediencia cega e passiva, inspira-
rada pelo medo e pelo terror, mas uma
obediencia racional, digna de seres intelli-
gentes e livres, inspirada pela consciencia
do dever, e pelo espirito dejustiga do su-
perior, pelos sous' sentimentos de amor e de
caridade.
*Kpm-se dito e repetido muitas vezes dentro
e f6ra do parlamento que o governo man-
dou suspender as congruas dos vigarios do
Recife para faze-los render pela forae. Se-
nhores, e preciso dizer a verdade niia e
criia ; essas ameagas, esses recurscs extre-
mos, esses meios violentos, empregados com
o proposito de despertar dedicates forfa-
das, fementidas adbesoes, ndo partem do
governo ; desgragadamente partem do lado
um gabinete, onde havia banca, papel, pen-
na e tinta.
0 que se passou n'aquelle recinto lugu
bre apenas suspeitou-se ; o que o leitor
poderd fazer tambem. Somente viose que
Theodorico, quando se retirou d'alli, mettia
a mao no bolso, guardando alguma cousa
De rosto, o olhar de Eduardo flammejava,
e a pallidez do Sr. Cunha denunciava um
erime.
Passado o tempo que podia decorrer em
sairem d'aquella sala para a outra, de
onde ha pouco ha via in vindo, o Etna me-
donho dos espiritos recomegou com mais
ardor.
Theodorico perdeu de novamente tudo.
Quando parou a ultima importancia, ain-
da com o mesmo homem, o Sr. Cunha,
descobrio que este havia n'esse momento
escondido a carta que devia do jogar ; e
pegando-lhe do pulso, com impeto e raiva
proferio :
Miseravel I Roubais-me com escan-
dalo I
A' maneira de um'oceano revolto, que de
subito pacidcasse as suas ondas, assim
aquelles homens postaram-se fixos, admira-
dos, de olhar cravado sobre Theodorico,
esperando pela consequencia do ultrage feito
ao Cunha.
0 aggredido, pallido e tremulo, dirigio-
se ao aggressor. Mas, quando, com cer-
teza, ia imprimir-lue na face a rasposta da
injuria, Eduardo se iaterpoz, e aquelle nao
poude mais do que bramir.
Foi quando os corsarios infames do resto
de dignidade de nm pobre mogo como
Theodorico raoveram-se, abrasados pela
consciencia da indignagdo qae affectavam
sotlrer, e cada qual mais audaz abocanhou
insoleutomente o caracter do desgragado jo-
gador.
-Theodorico, assim insultado e pusilaai-
me, era o vero typo da infamia e co_bardia.
Repellia tudo com um riso desfagado, os-
tentando desdem e desprezo.
Quando se sentio cangado de supportar o
enorme peso da igriominia e da|miseria, per-
guntou a Eduardo se^ndo queria retirar-se
opposto.
E nem de outro modo se poden explicar
as suspenses fulminadas ex-in for mala con-
scientia, que sa derramam s mlos cheias,
as remogdes de u-nas para outras freguezias,
e mobilidade do clero, partin lo por ordem
superior de um para outro ponto. as limita-
gdes de faculdades concedendo se licenga
para celebrar e confssar, mas ndo para
pr6"gar e outros recursos dessa natureza.
N6s padres brasiteiros nao tomas garan-
tias, estaudo iuspeusa sobre nossas cabegas a
terrivel espada de Damocles. 'Ila diversos
apartes).
Nao chega ate a mim a insinuagao pouco
caridosa do nobro deputado pla provincia
de Minas-Geraes ; e fique S. Exc. certo de
quo o zelo dos pharizeus nuuca fez moga no
espirito de Jesus Christ*, que lia no intimo
de suas almas, conhecia-lbes as intengdes e
os sentimentos deque estavam animados
Os pharizeus so querem as apparencias, s6
pri.nam pelas exterioridades e e por isso
que S. Gregorio dizia que os pharizeus sao
christaos do mesmo modo porquo uma esta-
tiu c um homem.
Elles se imagiuam ser os lion ens os
mais religiosos e os mais orthodoxos da ter-
ra, como se nao houvessem t.mbem som-
na nbulas quo acalentam no seio pedras do
eemiteriOi pensando que ahi estao seus Mhos
dormindo!
Esse zelo, de que fazom alarde todos os
dias, nao 6 mais do que um zelo pharizai-
co, quo nao agrada nem a Deus, nem aos
ho nons siuceros e de boa fe.
Seubores, falla-se constanteraente em res-
peit) as leis da igreja e obediencia aos su-
periores ; entretanto hi uma lei canonica
que, fundando-se nas conveaiencias de uma
boa adiiiinistragai) ecclesiastica, manda por
as freguezias a concurso, logo que vaguem,
para serem provides por collagdo. Alcin
dessa Llei canonica, ha ainda mais uma lei
civil- que regula o provimento dos beno-
Ticios ecclesiasticos.
Pois bem : nada disto tem vigor ; tudo
isto e lettra morta, porquo essas leis nao tem
execugao.
Nao ve o governo que essa e a arma mais
poderosa, com que joga o episcopado para
o> dias de luta o do resistencia ? Nao ve,
que ten do os bispos um exercito de paro-
chos amoviveis, subjeitos unica nente d sua
acgdo, dependentes de sua vontade. po leu-
do tirar edar o p3o a quem lhe convier, con-
tard sem duvida com essa ilicia sagrada
realmenle militarisada para tolas as evo-
lugdes.
Uma' Voz : 0 governo 6 o culpado por
esse estado de cousas.
OSr. JoAo Manoel : Nao duvido, e
tmto parece ser elle o culpado que admira
que, estando em luta provocada pelo poder
espiritual, ainda ndo negasse approvagao a
uma s6 nomeagdo de vigarios encommenda-
dos que os bispos fazem desses padres es-
trangeiros, que, a em de supinamente igno-
rantes, nao sabem fallar a nossa lingua, que
especulam com a religiao, que mercadejam
os sacramentos, que fazem do altar um balcao
de simonia, que vendem a Christo, que
profanam e corrompem todas as cousas sa
gradas, que fazem for tuna, que plantam no
animo do povo ideas de superstigao e de fa-
natismo, que amontoam capitaes, que con-
duzem depois para seus patrios lares, zom-
bando e escarnecendo de nossa boa fe e
simplicidade. (Muitos apoiados).
Um Sr. Deputado dd um aparte.
0 Sr. JoAo Manoel :Diz o nobre de-
putado, que me honra com seu aparte, que
na diocese do Rio de Janeiro nao sao admit-
tidos padres estrangeiros. E' um engano
de S Exc. ; recorra ao seminario de S.
Jose" e verd quantos Id existem ; mesmo na
administragdo das freguezias, aqui mesmo
na c6rte, d face de todos, estao duas fre-
guezias occupadas por sacerdotes estrangei-
ros, embora nao sejam italianos ; e sinto
ser forgado a fazer esta revelagao, porque
sou a nigo particular de um delles.
0 Sr. Ministro do Imperio :E apezar
disto, dizem que o governo persogue os bis-
pos !
0 Sr. JoAo Memoes dd um aparte.
0 Sr. JoAo Manoel :Sr. presidente,
tenho abusado domais da benevolencia desta
augusta camara. (Muitos nao apoiados.)
Sinto eslar provocando explosoes do santo
zelo da parte desses crentes fcrvoroios,
que no concedem nacja a quom n3o os
acompanha nis suas ideas exageradas e
intolerantes, que vero as cousas por um
outro prisms, que nao se subordinam A
craveira por onde modem todas as crengas
Um quarto de bora depois a legiao mal-
dita ficava em companhia do Febromo, e a
victima e o re"o d'esse drama triste e ver-
gonhoso desciam as escadas, cobertos do
improperios e protestos do vingauga ; pois
afinal Eduardo ameagou com insultos o gru-
po dissidente, defen-iendo de novo a Theo-
dorico.
0 que, porem, acontecia de extraordina-
rio era que Eduardo, assim exacerbado,
retirava-se contentissimo 1
Tinha reduzi lo Theodorico a descer quasi
o ultimo degrdo da torpeza e do cynismo,
e por conseguinte o havia preparado para a
perdigao inevitavel : que voluptuosidade
e que gozo t
Visto de certo aspecto, Eduardo parecia
ter adormecido com a bocca ainda molhada
do sangue que sugou no coracao de Theo-
dorico.
Agora, seria esse o seu verdadeiro retrato
moral.
Toda aquelia scene do terceiro andar fora
premeditada subtil mente.
Quem alii igaorava que aquelle jogo todo,
de cartas e de insultos, tinha o nome de
traigao, era o Sr. Febronio, e mais alguem
que s6 mais tarde conheceremos.
XII
0 ANNEL SUBTRAHIDO.
Se o leitor reflectir convenientemente verd
que na noite, em que Theodorico caio nas
mdos do Sr. Cunha, ridiculo comparsa de
Eduardo, Armanda a s6s comsigo lia sau-
dosa e term a carta que Beanor lha escre-
vera, e enchia de vastas sensagoes o infini-
to de seu amor.
-No dia seguinte, Raphael recebeu uma
missiva, cujo en lerego, sendo feito a elle,
continha o seguinte :
c Amigos e Srs. Raphael e Theodorico :
Ndo obstante Victor -participar-lhes a
nossa chegada n'este arrabalde, eu quero
faze-lo por minha voz, para termos duplo
diroito a suas visitas.
Hoje d tarde, depois que mou marido
chegar, n6s vamos fazor um passeio por a>,
mosmo. Soquizerem acompuuhar-nos, mi
dem nos dizer para espera-los e termos o
prazer, o grande prazer de, uiiidos u m
e todos os sentimentos catholicos.
Deus pcrantta qua essa exageragao, esse
fervor, esse excesso, ndo pr-jdu/.am re-
sultados contraries ds aspiragdos da igreja
e ao bem da religiao I
Quando in?us Christo prometteu d sua es-
posa immaculada que coDtra ella ndo pre-
valeceriam as portas do inferno, estou con-
vencido de que nao se referio somente d sen-
tenga de Pihtos, ao odio dos judeus, aos
ataques das potestades da terra, mas tam-
bem a traigao de Judas, d negagao dp Pe-
dro e d duvida de Thome.
Deus queira que seja ou o quo esteja la-
borando em trro I
Senhores, quero dar-vos uma grata noti-
cia : vou concluir. (Ndo apoiados.)
Jd tenbo dito mais ou menos o quo penso
sobre essa infeliz quostao que se denomi-
nou religiosa.
Teroiinando minhas consideragoes,' per
mitti quo o faga apropriando me das refle-
xoes de um profundo pensador.
Entrando em nos mesmos, dizia o sa-
bio padre Ventura de Haulier, e observando
de perto nossa intelligencia, lhe descobri-
iBOS, lhe sorpreudemos dous instiuctos,
duas neoessidades igualmente naturae-,
igualmente inuatas, igualmente indestructi-
vois com rolagSo d verdade : a necessidade
do crer e a necessidade de raciocinar.
A necessidade de crer e tdo forte, tdo
imperiosa no homem, que alguma; vezes
prefere crer muito, crer tudo a a tea do que
nada crer ; prefere ab licar sua razao a re
nunciar a sua fe ; e esti uma das causas
da ruperstigao.
Mas a necessidade de raciocinar n3o e
menos forte nem menos imperiosa ao ho-
mem ; e e para coder a essa necessidade
que elle prefere nada crer antes do que tu-
do crfr cegamente ; prefere antes renunciar
a toda fe do quo ab licar sua razao ; e esta
um das causas da iucredu idade.
Todas as religioos de fabrica humana
se originam dossas duas tendencias, e se
resumem em duas catbeg irias : as religides
sensuaes e as religioes de orgulbo. 0 prin-
cipio fundamental das religioes sensuaes e :
tudo d autoridade e nada d razdo. 0 prin-
cipio fundamental las religioes de orgulho
e : tudo d taz3o e nada d autoridade.
So a religiao catholica, da origem e
fabrica divina, diz ao homem : respiito para
a autoridade e uso legitimo da razdo.
Jd sabeis que d vista disto, nao posso
ser nem supersticioso, nem incredulo ; sou
catbolico : ndo sou fanatico, sou crento ;
nao sou ave de arribagdo, sou sacerdote bra-
sileiro,
VOZBS :Muito bem 1
0 Sr. JoAo Manoel :Nem tudo fe,
nem tudo razao ; a fe e infecunda e a razdo
limit.da.
Firme, pois, nesses principios, escudado
em minha fe, guiado pela luz de minba
razao, quando cahirem sobre mim os raios
da colera humana, tendo Deus diante dos
olhos, com o evangelho em uma das mdos
e a outra na couscenccia, bradarei bem al-
to : podeis ferir-me, podeis fulminar-me, a
tudo estou resignado, mas ficai certos de que
feris, de que fulminaes a um sacerdote sin-
cere e verdadeiramente catbolico 1
Vozes :Muito bem I Muito bem !
(0 orador 6 felicitado por muitos Srs.
deputados.)
REFORMA ELEITORAL.
0 SR. FERREIRA VIANNA :(Attengao)
Sr. presidente, estou disposto a conter-me
na materia da preferencia, o a nao arriscar
proposigdo que porventura possa autorisar
V. Exc. a corrigir-me por excesso.
Bem pudera alargar-me nas consideragoes
politicas que o assumpto desperta e de que
outros oradores que me precederam se apro-
veitaram ; porem, V. Exc. sabe, Sr. presi-
dente, que eu me acho coacto, desde que
tive a satisfagdo de ver sentar-se nessa ca
deira um tao particular amigo e um cidadao
que inspira tanta conlianga. (Muitos apoia-
dos) .
Serei breve no exame da questdo de pre-
ferencia, porque assim como n3o dovo abu-
sar da paciencia da camara, tambem ndo
posso adiantar consideragoes, que sao per-
tencentes a primeira discussdo do projecto.
Considera lo-hei em grande nas pr^por-
goes d'uma questao prelimiuar. Ndo trava-
rei debate sobre pontos quo constituam
propriamente o assumpto das outras discus-
sdes e, ropito, serei o mais breve que ftk
possivel.
Creio, Sr. presidente, que o autor do pro-
jecto ndo tem a pretengdo de suppor quo
amavel companhia, apreciar este campo, de
que eu tinha bem sinceras saudades. Sou,
etc.Helena. >
Responderam ;
Sim, minha senhora. N6s ireraos me-
recer as houras do passeio projectado. Po-
deriamos acaso nao faze-lo ? Somos, etc.
^.Raphael.
Theodorico.
Mas Raphael, escrevendo essas palavras
que, como se vc, foram tambem firmadas
por seu irmao, .uuo quiiera mandar dizer
que tambem ia. Aquelle nds era o eu s6
de Theodorico leva'do ao plural por uma
forga superior. A lembranga de encontrar-
se com Beanor, n3osei que tinha, oaterrava.
Theodorico, sim. Pensou no jogo. Po-
rem n3o possuia nem a cadeia, nem o relo-
gio Saio logo depois e entrou em casa
de Martha, procurando dissimular a inquie-
tagdo de espirito, que lhe causava a falta de
recursos.
Martha acabava de adormecer a ulhinha.
Dous, que ds vezes concede que as mais
alimentam os filhos com lagrimas ebeijos,
parece tor concedido dquella esse augusto
privilegio.
Se alguem n'esse instante tivesse tornado
aquelia criancinha em seus brag os, encon-
tra ria a camizinha d'ella molhada de pran-
to, assim como as faces ainda humidas ie
osculos.
Martha tinha os labios tdo ardentes, como
se tivesse acabado de beber uma porgdo de
luz ; mas luz que lhe enrubecia s6 a bocca
e por ventura o coragao, deixando-lhe por
todo o rosto uma eipressdo morbida a doen-
tia.
Theodorico, ao apertar-Ihe a m5o tremu-
la e fraca, perguntou-lhe, affectando grande
commogSo:
Que tens ? Adoeceste ?
Martha ergueu para elle os olhos tristes e
ourcolados por duas cintas roxas.
Falla I continQou Theodorico.
A infdiz mega sorrio, como um mori-
1 > ao dospedir-se da vida, c articulou
,...'..meute :
- Nao...
- lijilua.
elle seja a f6rmula derradeira do muito que
ha a fazer no importantissimo assumpto da
reforma eleitoral.
. Receio ser taxado de theorist*, quando as
minhas Lclinacoes sdo, ao contrario, pela
escola experimental; mas nao e possivel
discutir as observagoes elevadas de outros
oradores sem assenar o principio radical e
dominante neste assumpto.
Senhores, v6s todos o sabeis, ha um po-
der de facto e um poder de direito : aquelle
resulta da vida pratica, este sahe da nature
za do proprio individuo, de seus destines e
da sociedade de que faz parte.
Embora desseis no povo direitos, elle con-
tinuaria a ser escravo se, porventura, nao
soubesse ou nao pudesse exercita-Ios.
A grande luta da sociedade, desde a epo-
ca primitiva ate hoje, consiste no excesso da
autoridade ou no da liberdade. Todas as
convulsoes por que tem passado o mundo
pol.tico sabem deste facto : que a autorida-
de csquece seus deveres o s6 sustenta os
seus direitos, ou que a liberdade, a seu
turno, esquecendo seus deveres, tambem fa?
prevalecer exclusivamentc os seus direitos.
0 principio da ordem social, a sua base
fundamental, e a autoridade. 0 seu tim a
liberdade. E' pTeciso obedecer para ser li-
vre, 6" preciso limitar a autoridade pela li-
berdade e esta por aquelia.
Ndo pertengo, V. Exc. o ve, nem d escola
do individualismo, que esquece tod>-s os in
teresses da sociedade pelos poderes especiaes
com que a natureza dotou cada individuo.
nem tambem me posso arregimeutar debai-
xo da bandeira da eslaloUtria, daqm-ll^s que
elcvam o estado d altura de um poder uni-
co, usurp.mdo todos os direitos individuaes .
mas pronuncio me pela harmonia destas duas
escolas, que se estabelece no meio termo
da qul resultam a ordem o a liberdade,
isto e, o consorcio desses dous poderes.
A sociedade, como estd orgmisada, resul-
ta essencialmente da impossibilidade em que
se acha o individuo de exercer toda a sua
autoridade individual e, entao, cria-se um
repres pdde ou n3o sabe exercer a sua liberdade.
pela minoridador se dd um tutor.
0 representante e condigio infallivel da
organisagSo politics dos grandes estados,
porque ndo o mais possivel repetir as scena-
da Grecia e de Roma, isto e, a inlervencao
directa, immediata e em multidio, do povo.
a respeito da direcglo dos seus negocios.
V. Exc. se ha de recorder que, em uma
das sessoes anteriores, notei a fraqueza visi-
vel da sociedade brasileira em frente do po-
der por excellencia. o poder nuico, o podei
que se tornou usurpador, que se constitute
omnipotento,o poder executivo.
Lamentava eu entao que as resistencias.
que ainda se formam e que ainda se exercem,
eram assiduamente trabalbadas, para o fim
de serem arredadas da luta politics, deixan-
do o terreno unicamente d influencia e au
toridade do poder executivo.
Nao podemos duvidar que, apezar do de-
clinio dos partidos e do seu enfraquecimen-
to, talvez mesmo das transformagoes porque
parece deverem passar brevemente, bio de
ser elles a unica resistencia que a sociedade
pdde offerecer ao governo na direcgdo do-
negocios ; sdo os unicos pontos de apoio ,d
liberdade individual e da liberdade politicaa
e a unica defeza das instituigoes livres que
tem os, apezar da sua degeoeragdo pelos cen-
tinuos sophismas e mysuueagoes. Em vez.
Sr. presidente, de adiantar no sentido d-
enfraquecer, sendo destruir, estes podere-
resistentes, parece que a situagdo politics do
paiz exigina que se Ibes apertasse os vincu-
los e quo se desse mais firmeza d sua
uniao.
Bem sei que escriptores de nota e a cuja
pureza rendo constanle homenagem, pensam
que os partidos politicos, em vez de serem
meios do aperfeigoamento da liberdade e da
sociedade, sao, pelo contrario, instrumenlos
de interesses materiaos, de paixoes, que nao
servem sendo para arre.iar da acgdo da vida
social os profundos principioe de justiga c de
verdade. Poderia citar muitos escriptores
que assim pensam ; basta, porem, indicar
um, o grande philosopho deste seculo, An-
tonio de Rosmini.
[CoHtinnar-se-ka. ]
Ella tornou a sornr.
Escuta proseguio TheodoricoEu
nao vim pedir U perddo mais cedo dos meu-
desvarios, porque ndo tenbo tido coragem
de voltar cd, sem irazer te alguma cousa
para tie nossa fllha. Mas hoje o fago ;
ouve-me. Nao imaginas n'esse pouco tem
po como a variavel rola da fortuna tem
sido contraria aos mcus mats delicados in-
teresses. Ha quasi um mez que a sorte
me tem collocado na penosa contiogncia
do pedir dinheiro aos meus amigos para nio
mais iiicommodar a Raphael, que jd tem
silo bastanlo genoroso para comigo. VO !
Tenho a infelicidade de te vommunicar isso,
para que nlo julgues tlo mal de meu pro
cedimento. Eu te amo ainda, Martha, e te
amarei sempre. Essa mulher que tu, d-
envolta com teus zelos de amiga dedirada.
phantasias na imaginagdo, e que dizes ser a
causa de ter-me auseutado de ti, ndo exist',
ndo existio nunca, eu t'o posso garantir.
Estar junto de uma senhora, conversa-la.
votar-lhe mesmo affei.do, porque seus pro
prios pais o permittem, ndo e motivo de
suspeitas desabridas. Tu foste teaeraria,
deixa que t'o diga ; e se-lo-has ainda, se
continuis a supor que eu amo a filha da
Sr. Victor da Cruz. Meu amor e teu, uni-
camente teu. Minha alma, de quem tu es
senhora, continue e continuard a perteocar-
te. Pcna tenho eu de nio poder provar-te
agora mesmo e mais que nunca o quant)
to idolatro, t, em vez disso, vir hoje i tua
casa pedir-te, embora retertend) era bene
ficio teu, am obzequio, um favor de qae
muito preciso.
Ha occ sicos nos exaltam de tal raolo, nos sub-
mettem a am tdo vivo e delicedo enfebreci-
mento d'alma, que o nosso espirito parece
abandonar as cousas d'esle raundo, e so ve
o ceo e s6 ouve a musica maviosa da rota-
g3o dos astros, equilibrando se nas alturas,
alteando-se ao inunito.
Martha estava assim.
(Con(t'uuar-.a-'iA.)


I
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NjT. DO D!A!'!0.
'AX-a


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