Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19336


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Full Text
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AMVO L. JVliHERO 157
PARA A CAPITAL IS LUQARIS9 0\DE X&Q SB PA6A POVfR
Jor ires mezes adiaflUdos......... ^2L*
for seisditos idem.................. JJWJ
For urn anno idem.......','.'. .......llZl
Oda numero avulso '_.........84JJ*[
*
TERCA FEIRA 14 DE JIILHO DE 1874
PARA lE\IRO E FORA DA PBOVI\CI A.
For tres motes adiantados. ..;............ 69750
Por teia ditos idem................. 186*0
Por nove ditos idem................. 90MI0
for am anno idem.................. 87*000
PR0PR1EDADE DE MANGEL F1GUEIR0A DE FARIA A FILHOS.
-------------------------------------------- '<", -----------------------------------.. -
In.
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A
Gerarfo Antonio Ah** Filhoa, no P.r<; ta** d Pinto, no Maranhio; Joaqoim Je de Ohveir. A Filho. no Ce*, Antonio do hmm *.,. bo Arec.,, Joio Maria Julio Chave., no Asad; Antonio Marque, da Silv., Natal ; Jose Justino
im. d Aimed., em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, Parahyba Antonio Jose" Gome*.niTillada Penna; Be'aramo do. Santo. Bulclo. em Santo Arrtao ; Domingo. Jort da CcUBraga. emlWetfa,
______________________- ___________Ant0ni Ferreira de A8uax,em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar da. Alagdu; Alve. 4 C.M Bahia; e A. Xavier LeHe 4 C. no Rio Janeira

PARTE OFFICIAL.
Governo da Provincfa.
Rt'gnlnnniito do thesouro provincial.
( Continuarao. )
TiTULO IL
DO PESSOAL E SUAS ATTRIBl'igoES, DGVERES B SUBSTITUICOES.
Capitulo IX.
Do inspector.
Art. 44. Ao inspector, como chefe do thesouro provincial, com-
pete :
g I." Dirigir e inspeccionar os trabalhos do thesouro ;
S 2.' Presidir as sessdes da junta do fazenda provincial, e c,:n-
vocar as sessdes extraordinarias de conrormidade com o disooslo no
art. 12; v
| 3." Exereer a mais severa fiicalnacao a respeito da cobranca,
arrecadacio, distribuicao, emprego e contabilidade da renda pu-
-blica;
J 4." Inspeccionar, por si on por melo de commissoes de em-
pregados da fazenda provincial, qua para tal 6m nomeara, todas as
vezes que julgar conveniente, as estacSes e reparticdes que Ihe sao
subordinadas ; levaiido ao conhecimento da junta o resultado de taes
inspeccSes e syndicancias e propondo-lhe as providencias que en-
tender deverem ser tomadas ;
5." Solicitar do presidente da provincia autorisacao para ir ou
.para mandar algura empregado da fazenda provincial as provincias
liraitrophes onde se arrecadarem rendas desta, alim da realisar as
providencias que a juizo da junta forem julgadas convenientes aos
mteresses da renda da provincia;
6.* Verificar os saldos mensaes e o estado dos colres da the-
sonraria todas as vezes que julgar conveniente ;
| 7.' Verificir o estado dos cofre3 de qualquer das reparticoes
subordinadas ao thosonro, quaudo entender necessario ;
g 8.* Fiscalisar a observancia das condicdes dos coatraotos ; le-
vando ao conhecimento da junta as faltas ccmmeitidas, para que
esta delibere e requisite a presidencia da provincia as providencias
qae o caso urgir y
g 9.* Hequ sitar as autoridades e funccionaiios que nao lbe
forem subordinados, e ordenar aos que o forem, a rtmessa de quaes-
3uer docuinentos e informacSes exigidas pela contadoria ou seccao
o contencioso pjja o exame, liquidacao e iuleamento das
contas; .
g 10. Tomar providencias e deliberacao sobre a cobranca e
arrecadacao da renda, quaudo nao houver duvida ou contestacio
a tal respeito ; a
II. Ordenar os pagamentos :
De todas as despezas decreladas, logo que para ellas baja ere-
dito, e nao exista duvida ou contestacio ;
De qualquer despeza decretada e para a qual haja credito, logo
que assim o ienha deiiberado a junta, resolvendo a duvida ou con-
testacao havida a tal respeito ;
De despezas extraordinarias, ou provenientes de ofcras publics,
ou de vencimento de forcas que nio (orem do corpo de policia,
quando assim o tenha ordenado o presidente da provincia ;
De adiantamen'.o de dinheiros, determinado por ordera do pre-
sidente da provincia, em virtude de autorisacao legal, condicoes de
contractos ou nrgente necessidade publica ;
12. Dar o despacho de mero expediente, e os iaterlocutorios
ou tendentes a exigir informacdes e preparar negocios, cuja facil de-
cisio delles depender ;
13. Tomar as medidas que facilitera e esclarecam os negocios
. que tiverem de ser deliberados pela junta ;
14. Decidir e resolver 03 negocios da corapelencia do thesouro
provincial e das reparticoes que Ihe sao subordinadas, quando nao
forem elles da natureza daquelles' cuja decisio e resolucjio seja da
especial compelencia da junta ; ,
% 15. Cun.'eder de suas dec>soes e resolucSes recurso para a
junta, e das decis5es eresolucoes desta recurso pira o presidente da
provincia, no prazo lo art. 179 I. ;
16. Submetter a apreciaclo da junta na primeira sessao os
recursos que as paites interpuzereia de suas decisoes a resolocoes,
e encaminhar logo ao presidente da provineia os que forem inier-
postos das deci?oes e resolucoes da junta ;
% 17. Inslruir e fundamentar por escripto as suas decisoes e
resolucoes recorridas pelas partes para o juizo da junta e as deci-
soes desta recorridas para o presidente, podendo neste caso ouvir
de novo o contador ou o procurador fiscal, conforme julgar conve-
niente ao csclareciir.'ento da juslica, e segundo o allegado pela parte
recorrente; submetrendo de novo a apreciacao da junta, si o exposto
pelo procurador fiscal ou pelo contador, ouvidos depois das razOes
do recurso, for de modo que possa produzir nova decisio ou reso-
lucao da mesnia junta ;
18. Represen'.ar ao presidente da provincia sobrj a falta de
creditos para as despezas invariaveis e permanentes, pedindo as
que julgar necessaiias.
| 19. Iufornnr ao presidente da provincia, era vista do estado
dos cofros e attendendo a cobranga provavel da renda arrecadavel,
sobre a possibilidade de se adiantar dinheiro e strem feitas despezas
extraordinarias;
20. Dar verbalmente ou por escripto todas as informagoes e
esclarecimentos exi{;idos pelo presidente da provincia, e os que forem
precisos p^ra raelhor deliberacao da junta ;
21. Kxecutar e fazer executar a quem cumprir :
As deliberac5es e ordens eminadas da presidencia da pro-
vincia ;
As decisoes e as resolucoes da junta, e depois de approvadas
pelo presidente da provincia aquellas que dependerein desta
approvacao;
% 22. Proceder immediatamente, de acordo com o disposto
no 14 do art 5, de conforraidade com a decisio da junta sobre
semelbanle medida ;
23. Coramunicar a junta o dolo, a falsificacao, a concussao, o
peculato ou outro qualquer crime que commetterem os eropre-
gados da fazenda ou qualquer eocarregado da cobranca e despen-
dio de dinheiros e v.Uores da provincia no exercicio de suas funccoes,
suspendendo desde logo o referido empregado ;
2i. Suspender, levando ao conhecimento da junta para de-
finitiva resolucao, os empregados da fazenda compreheudidus no
13 do art. 3.' ;
2o. Remeller ao presidente da provincia os balancetes de
que trata o 9 do art. 35, e ate am mez antes da abertura da
assembliia provincial o orcamento da receita e despeza provincial
do exercicio proximo futuro, o balanco definitive explicativo do exer-
cicio proximo findo, o resuraido do primeiro semestre do correote, o
quadro demonstrative da divida acliva liquidada, o da divida activa
ainda em juizo, o de arrematacoes effectuadas no exercioio anterior, e
no fim do primeiro mez da sessao da assemblea provincial o qua-
dro da divida passiva de que trata o 17 do art. 17.
| 26. ApresenUr ao presidente da provincia com os balanso=,
orcamentos e quadros, de que trata o paragrapho antecedente, um
relatorio em que devera mencionar :
0 esiado em que se acharem os trabalhos dos diversos ramos
do service da competencia do thesouro e das reparticoes que Ihe
sao subordinadas, indicando as medida3 que entender convenientes
para o melhoramento defies.
A importancia da receita, despeza e saldo do exercicio proximo
iindo e do primeiro semestre do corrente, comparand3 a receita com
a orc,ada para o me.imo exercicio e com a do exercico anterior e
sea primeiro semestre; e a duspeza com a que foi decretada,
menciouando as causas presumivcis das differencas havidas entre
ellas;
A importancia da divida activa cobrada no exer:icio proximo
findo e a da que existe por cobrar estando em juizo, a das liquida-
das por sentenca contra a fazenda, on por insolvabilidade do de-
vedor;
A importancia total da divida passiva verificada e liquidada, nao
comprc-hendendo aquellas para as quaes for.'m votaios sredilos; e a
daquellas para as quaes foram coucedids creditos, porcm ainda nio
pagos ;
A importancia dos emprestimos contrahidos ; a dos juros pagos,
a dos que resta a pagar e a do capital amortisado ;
Os contractos elfectuados no exercicio proximo findo e as occur-
rencias que se deram em saa execucao e observancia ;
A importancia da receita e despeza do exercicio proximo futuro;
propondo as medidas que julgar mais proficuas para cobrir o deficit
havido e occorrer a novas despezas da pro incia ;
As difQculdades e embaraco3 encootrados na cobr;iu;i dos im-
postos decretados, e os damnos que elles lenham occasionado ao
ommjrcio, a industria e a agricullura; expondo o quo parecer-lhe
sobre a alteragao ou. suppressao de taes impostos ;
As'occurrencias mais imporlantes que se tenham dado depois
do ultimo relatorio, no thesouro e uas reparticoes que Ihe sao
subordinadas.
% 27. Propor a junta os modfllos e normas, pelos quaes devani
ser organisados 6s balancos e orcamentos; como bem o systema de
escripturacao e contabilidade, que mala couvenlia seguirnas estates
e reparticoes de fazenda, quaad- .--j estiver determinido pelo pro-
sente regulamento;
28. Redigir e snbmetter a approvacao da junta as instraccdes
que julgar necessarias, nao 6 para execucSo das operaySes de
reaeita e despeza, daescriptnracloe expediente do thesouro," como
eds reparticoes que Ihe sao subordinadas, previamente, ouvindo os
arspectivos chefej ;
% 29. Exuejiras iostruccO^s qua. foreia precisa*para raeHir
ooservadcia das ordens do presidente da provincia, e as difrnilivas
resolu;3es da junta;
30. Assignar : Asportarias dedebito e credito do thesoureiro,
avradas pela contadoria; As quilacdes passadas em virtude de reso-
lucao da junta; depois de subscripts pelo contador ; Os termos
de coatraeto, os de approvacao de onus, os de bilaocos, os de
lianca e os de abertura e encerramento dos livros destinados
a escri;)turacio das diversas seccoes do thesouro e das reparticfles
que Ihe sao subordinadas;
% 31. Rub'icar : D entre os livros destinados a escriptaracSo
especial das seccoes do thesouro, os caixas, ot de contracto e os de
tiangas; Os conhecimentos para quitacao, que tiver de dar o the-
soureiro do thesouro ; Todos os doenmentos perteucentes as con-
tas que forem prestadas ; As folhas de pagamento ;
g 32. Rubricar por si, ou commissioner por escripto ao secretario
ou ao primeiro official que rnbrique d'entre os livros destinados a
escripturapio especial das secedes do thesouro ; Os de conla cor-
rente e sens auxiffares; 0 de terrao de joramento e posse dos
empregados da fazenda provincial ; 0 das aetas das sessoes da
junta, e o do registro de sua correspondencia e expediente ; 0 de
arestos ; 0 de registro da correspoidencia e expediente delle ins-
pector e os oe outros quaesquer legistros. J
g 33. Redigir por si, ouord-nar ao secretario ou ao primeiro
official que redija, de acordo com as formalidades prescnpUs no
art. 162, os offlcios, ordens ou resolucoes concernentes aos negocios
da competencia do thesouro provincial, e expedil-os com sua asslg-
natura.
Art. 45. Ao inspector compete :
g {.* Nomear e deraittir, quando o exigir o servico publieo,
os carteiros e serventes ;
g 2. Prorogar em casos urgentes ou de accuraulacao de servi-
ce o expediente por mais ama hora por dia, durante o tempo pre-
ciso;
g 3.* Deferir juramento e dar posse a todos os empregados da
fazenda provincial;
g 4 Abonar as faltas dos empregado3|das seccoes do thesouro,
e justifical-as de conformidade com os arts. 127 e 128;
g 5. Providenciar para qae se publiqae pelo jornal, com a
necessaria precedencia, os editaes e aununcios qae se uzerecn preci
os, e remetter as copias para os lugares em que devem ser afflxados;
g 6. O direito, contra os empregados de fazenda provincial
neghgentes on pouco zelosos no camprimento de seas deveres, des-
obedieates as ordens emanadas de seas saperiores, oa qae faltarem
com o respeito devido a esles, oa a decencia devida aos actos das
funcc/ies de seu cargo oa da repartigao ;
De directamente advertir, reprebeader em particular ou em pa-
blico qnalquer empregado da secretaria, porta ou do archivo ;
De advertir ou reprehender em particular, verbalmente ou por
escripto official, os chefes das reparticoes sabordinadat ao thesouro
provincial e os das secedes deste e quando nao for sufflciente para
os ehamar ao cumprimento de . prehendelos-ha em publieo, nao sendo elles membro3 da junta de
fazenda ;
De promover, quando o caso o exigir, que parta do president*
da provincia a reprehensao publica official contra o membro da jun-
ta de fazenda provincial ;
De promover que os chefes das secjSes do thesouro provincial
ou das repartrcoes advirtam, reprehendam particularmente oa em
publieo os empregados que Ihe3 forem subordiuadoj, quando, por mo-
tivos que caiam em sea dominio, assim o merecerem ;
De suspender definitivamente ate quinze dias os empregados de
fazenda provincial, quando nao se houverem corrigido com as pena-
lidades inferiores, ou assim o exigir a gravidade da culpa commetti-
da, como funccionario publieo, no exercicio de suas funccoes, nao
estando compreoendidos nesta attribuicao os membros da junta de
fazenda;
De su-peuder por mais de um mez e levar ao conhecimento da
unta, para deliberar definitivamente, os empregados de fazenda pro-
vine ial que nao fizerem parte da mesma junta, e que por sea pro-
cedimento se mostrarem incorrigiveis com as punic5es inferiores ;
De, no caso de desobediencia form 1 e desacatamento a sua
pessoa no exercicio de suas funccSes, por offensa, calurania oa inju-
ria, mandar autoar com a certidao do empregado mais graduado da
seccao em que se der o facto de insubordinocio e remetler os aa-
tos ao juiz competente para formar a culpa, de conformidade com as
leis penaes, e eopias defies ao juizo da junta para proceder de con-
formidade com a parte segunda do g 13 do art. 5." ;
De proceder, segundo a disposicao da parte precedente deste
paragrapho, quando a calumnia, injuria ou offensa physica for pra-
ticada no recinlo da reparlicao por algurq empregado contra sea su-
perior ou companheiro, ainda mesmo subordinado ;
De mandar autoar com certidao do empregado mais graduado,
que presenciou o facto criminoso, e remetter ao juiz competente
para proceder segundo as disposic<5es das leis penaes, quando qual-
quer pessoa que nao for empregado da fazenda provincial desacatar,
calumniando, injuriando ou offendendo physicamente a qualquer
empregado do thesouro.
Art. 46. 0 inspector sera substituido em sua falta ou impedi-
ment pelo contador, ou por quem as vezes deste fizer.
Capitulo X.
Do secretario, do official escripturario e praticante.
Art. 47. Ao secretario cumpre :
g 1. Dirigir sob a inspeccao do inspector os trabalho3 da secre-
taria e inspeccionar os da porta e os do archivo ;
g 2. Fazer o expediente da junta e o do inspector, quando Hie
for ordenado ;
g 3. Funccionar como secretario na sessao da juuta, competi n-
do-lhe :
Escrever em livro especial a acta de todas as occurrencias e
deliberates tomadas na junta, para que depois de approvada seja
assignada pelos seus membros ;
Ler as actas e todos os papeis submettidos a deliberacao da
junta e os pareceres que Ihe forem relativos.
g 4.# Lavrar :
Os termos de balanco e os de posse e juramento dos emprega-
dos de fa'.enda provincial;
Os termos,provisorios de arrematacao, remettendo-os, bem como
todos os documenlos comprobatorios das respectivas fiaoQas, oa que
se referirara as mesmas arrematacoes, ao procurador fiscal, para qu9
delibere de dirtito, e mande lavrar no contencioso os termos defioi-
tivos;
Todos os despachos de mero expediente, os interlocutorios e os
de pagamento ; e depois de assignados pelo inspector, remettel os a
porta para terem o conveniente destino.
g 5. Remetter ao procurador fiscal as bases dos contractos em
que for parte a fazenda provincial; os documentos de flancas e ou-
tros quaesquer relativos aos mesmos contractos, para que,' svndica-
das e exigidas as garantias da fazenda, se lavre no contencioso os
termos dos respectivos contractos;
g 6.* Passar os titulos ou portarias de nomeacoes ou demissSes
.eitas pelo inspector ;
7.* Receber os papeis, pela porta dirrgiJos a secretaria, e la-
vrar logo o despacho de tarifa daquelles que per seu' conteiiio o de-
vam tfir, e submetter todos elles a apreciacao do inspector ;
g 8 Fazer os editaes e annuncios que forem necessarios e or-
denados pelo inspector; e mandar publical os e affixal os na porta
do thesouro provincial, tendo feilo tirar delles copias, para serem
remettidas para os lucres era que tambora devam ser afflxados ;
g 8.* Ter sob sua guarda e fiscalisacao a bibliotbeca de legisla-
cao do thesouro, e sob sua inspeccao o repositorio da secretaria,
comprehendendo elles" os papeis relativos ao anno financeiro corren-
te, e devendo ser remetlidos para o archivo os pertencente3 ao anno
findo ;
g 10. Fazer emmassar os offlcios e ordens do presidente da pro-
vincia, os dos chefes das reparticoes e quae quer outr s dirigidos
ao mspector, e mandalos encadernar, para que sejam archi-
vados ;
11. Rubricar, quando commissionado pelo inspector, os livros
de que trata o g 32 do art. 44 ; J>
g 12. Executar qualquer trabalho escripto, ordenado pelo inspec-
tor por forca de urgencia do servico publieo.
Art. 48. Ao secretario compete
g !. Exereer sobre os empregidos da secretaria e da porta o
direito de advertencia e reprehensao particular, representanJo ao
inspector quando a falta exigir pena mais severa ;
g 2. Distribuir com os empregadus que Ihe sao dire-tamente
subordinados os servicos que nao eslao precisamente determinados
a quem deva competir, attendendo a importancia delles;
g 3." Requi diente da secretaria ;
g 4, Subscrever as certidSes passadas pela secretaria.
Art. 49. Ao official cumpre :
g 1. Registrar as provis5es e titulos dos empregados provin-
ciaes, as portarias de debito e credito, e as quitacoe3 dada^ aos di-
verse responsaveis pela cobranca, arrecadacao e dispenrtio dos di-
sec-
aheiros poblkos ; *?>-."*
g *. Laocar em livro etteciftt.. as r^sqlncdes do presidente da
provincia e da junta da raoftda. conleTroe o disposto no 8.* do
. art. 15 ; 3^ *
___g 3.* Passar as gaias para pagameot) dos emolamentos perten-
rentes a secretjrii ;
g 4.* Rabriear, quando for commissionado pelo inspector, os li -
vros dt qae trata 0 % 32 do art. 44 ;
I 5 Copiar 0 expediente do inspector ;
g 6.* Passar certidoes qae depeoderem de documentos da se-
cretaria ;
g 7.* Executar qualquer servico extraordioario que Ihe for dis-
tribuido pelo inspector oa pelo secretario.
Art. 50. Ao official compete sabslituir 0 secretario, na auseneia
ou impedimeato daste ; sendo que, quando se achar em exercicio das
funccoes de official 0 3.* escripturario, entao devera ser chamado
para funccionar como secretario, na aasencla on impedimenta deste
e do official, am dos priraeiros esoriptararios da contadoria, reqnisi-
tado pelo inspector n jodicado pelo contador, 0 qua! attendera nesta
indicaclo as convenianeias dt) servico de ambas as secedes.
Art 51. Ao eftltiglNrarlJ cumpre :
ij 1.' RegiavagTexpeiliente da secretaria, exceptuand) j que e
da compettneia dofftcial ;
g J.* Brar todas as copias que se fizerem precisas ao expe-
Mheote; V -^ .^j,'
g 3." Execd& rfnafqaer outro servico qne Ihe for determinado
pelo secretario ;* \,s
g 4.* Substihriroofficial nos seas impelimentos ou faltas.
Art. 52. Ao praticante cumpre :
g t. Anxilar 0 servico dos empregados da secretaria pela dis-
tribuicao qtie fizer 0 secretario ;
g 2.* Ter sob sua guarda 0 repositorio da secretaria, emmassan-
do e organisando os respectivos papeis e documentos, segundo sua
natureza e caracter official.
CapiMo XI.
Do contador.
Art. 53. Ao contador campre, como membro da junta :
g I." Zelar e fiscalisar tado que for coacernente a receita e des-
peza da provincia oa saa conveniencia e interesse, e com especiali-
dade informar verbalmente oa por escripto a mesma jaota no que
for relativo a negecios da competencia da contadoria.
Art. 54. Ao contador compete, como chefe da contadoria :
g I.* Dirigir, inspeccionar e fiscalisar os trabalhos desta s
cao ;
g Is Informar por escripto e dar parecer sobre todos os nego-
cios concernentes a contadoria, quando for ordenado pelo inspector
oa urgido pela conveniencia do servico publieo ;
3.* Requisitar ao inspector a remessa de qualquer docamento
on informacao solieitada pelas secedes, allm de proceder ao exame e
iiqaidacao das contas oa averigaacdes qae tenham de se fazer ;
g 4.* Levar ao conhecimento do inspector com a conveniente
precedencia a falta de credito oa a insufneiencia dos votados para
as despezas invariaveis e permanentes, e para os de natureza even-
tual ou extraordinaria, infonnando sobre os motivos desta iosuffi-
ciaaeia, e pedinio e precisando os creditos sapplementares necessa-
ries ; tendo em vista 0 sea fim, a despeza anteriormente feita e a
Jnese tern de fazer ; juatando ama demonstracao, por si assigna-
a, da urgeacia de tal pedido ; ^mencionando 0 credito votado, as
qaantias despendidas e as que 0 tem de ser ;
g 5.' Representar ao inspector sobre a falta de camprimento dc
contractos, quando competir a contadoria a apreciacao ;
g 6.' Sabscrever as qaitaedes, de que trata 0 g 5 do art. 17, as-
signar os balancos, orcamentos e os quadros da divida passiva ;
g 7.' Lancar o visto e rubricar as contas que forem extrahidas
na contadoria, e as relacdes que se fizerem precisas, depois de assig-
nadas pelo chefe da seccao dondj ellas emanarem, e houver proce-
dido os exames e verilicacoes qae julgar necessarios :
g 8. Lancar 0 visto e rubricar as certidoes passadas pelas sec-
Coes da contadoria e assignadas pelos respectivos chefe3 ;
g 9. JWerendar com saa ra&rica, sob a forma'a conforme
quando nao tiver de fazer impugoacao :
Os depachos da pagamentos e as portarias de credito emnadas
do iuspector, depois de haver a competente secjao feito a deviia re-
visao ;
As portarias de debito, e as guias para entrega na thesouraria,
de dinoeiros ou quaesquer valores, depois de feita a conferencia na
seccao competente.
g 10. Rubricar as verbas postas nas folhas do pagamento ,
II. Negar-sea referendar 03 despachos de pagamsnto e as
portarias de credito emanadas do inspectar.as portarias de debito e as
guias para entrada na theseuraria de dinheiro ou outro qualquer va-
lor ,at ulterior decislo da junta, quando eitender serem contra os
inleresses da fazenda, ou forem de?idamente impugnalos na revisao
oa conferencia feita pela seccao competente. Neste caso, fara 0 con-
tador 2 margem do assontamenlo uma declaraca0 resumida do3 mo
livos de sua recusa, a qual datara e rubricara ;
g 12. Distribuir pelas secedes da contadoria 0 servico ordina-
rio, de conforraidade com 0 disposto nos arts. 22 a 29 ;
g 13. Distribuir pelas secedes da contadoria 0 servico ordinv
rio, attendendo a natureza delle e affluencia de trabalho nellas ha-
vido ;
g 14. Encerrar 0 ponto diario do3 empregados do thesouro com
sua assigoatura, no fi o do prazo concedido aos mesmos emprega-
dos a entrar no exercicio do expediente, e na terminacao desta, sub-
stituindo com sua rabrica a do empregado ausente sem p'ermissao
na hora de findar 0 expediente e com a nita de licenfciado
do quaodo a empregado houver se retirado com lieeuca do jnspeitor.
e esta Ihe houver si Jo communicad:; sendo para tal fun ramlttilo
pela porta 0 livro do ponto diario ;
15. Fazer emmassar e encadernar, depois de nuimrar e rubri-
car, maadando conservar no repositorio da mesma contadoria :
As minutas do seu expediente e as das informacoes qua derem
as respectivas secedes;
Os pocitos de todas as reparticde3 provinciaes;
As copias das ordens do presidente da provincia, que Ihe forem
remettidas;
As portarias remettidas pelo inspector a contadoria.
g 16. Fazer rocolher ao archivo os documentos e papeis de qae
trata o paragrapho precedente, relativos ao anno findo ;
g 17. Fazer 0 relatorio das occurrencias e trabalhos da conta-
doria, de acordo com as disposiedes contidas na parte segunda, ate
a penultima do g 26 do art. 44, com apreciacSo da dedicacjio e zelo
dos {empregados cuja pericia e inlelligencia no servico indicara, bem
como assiduidade ; e entrega-lo-ba ao inspector em tempo convenien-
te e auxiliar 0 relatorio, que este tem de fazer por determinacJo
do mesmo paragrapho e art. 44:
Art. 55. Ao|contador compete :
g 1." Passar por si mesmo, ou por qualquer empregado de sua
confianca e que for da contadoria, a revlsta de mostra ao corpo de
policia, quando assim 0 julgar conveniente a synJicancia dos inc-
reases da fazenda ;
8 2." Exereer sobre os empregados sob sua direccao 0 direito
de advertencia e reprehensao particular ou publica ;
g 3.* Representar ao inspector, quando entender que a falta
exige pena mais severa ; podendo neste caso 0 empregado suspenso
recorrer a aatoridade superior ;
4. Requisitar ao inspector com a precisa precedencia os ob-
jectos precisos para 0 expediente da contadoria, e os livros e conhe-
cimentosj que nella teem de ser preparados, para serem entregues
as outras reparticdes ;
g 5. Por escripto exigir directamente do archivo 03 livros ou
documentos nelle havidos, que forem necessarios aos negocios da
competencia da contaioria, os quaes Ihe serao remetlidos debaixo
de protocollo, era qae porarecebi tal ou tal docamento, datara
e rubricara, e por ocoasiao de saa devolucao riscara a sua ra-
brica.
Capitulo XII.
Dos chefes da seccao, escripturarios e praticanles da contadoria.
Art. 56. Aos chefes do seccao campre :
g Executar e fazer executar pel is empregados de sua sec-
cao 0 servico ordinario da competencia delta, distribuido pelo conta-
dor, e 0 extraordinario por este ordenado;
g 2." Distribuir pelos empregados de sua seccao os trabalhos a
ella distribuidos ou ordenados, attendendo a importancia delles e a
aptidao e graduacio dos mesmos empregados ;
g 3. Requisitar ao contador as providencias que julgar preci-
sas para 0 regular andamento e synd cancia dos negocios iucumbi- -
dos a seccao ;
4. Uar por escripto as ioformacdes :
,ae forem determinadas pelo contador sobre negocios relativos
a respectiva seccSo ;
Do resultado dos exames e averlguacdes procedidas em saa sec-
cao, declaraado se ha ou nao credito, qaando ellas tiverem por fim
a deliberacao oa ordem de pagamento que tenha de fazer a fazenda
provincial, ou de se eflectaarem despezas extraordinarias ;
g 5. Commumcar por escripto ao contadir *a falta de campri-
mento de contract's, verificada por averiguacues de sua seccao ;
g 6.* Participar por escripto ao contador 0 resultado das cora-
missoes de que forem eacarregados ;
% 7.* Passar cerliddes de documentos qae forem relievos a sua
seccao, existemes ainda na contadoria, e assigna-los 'lopois le pagos
os devidsfi
dc que di-
s; submeltendo-as ao contador para exeencao
) art. 54.
'es de feccio compete :
responsabihdade legal c moral da todo o trabalho exe-
cutado em sua teccaO ;
2. Dirigir, inspeccionar e corrigir os trabalhos escripturados
petos respectivos suballernos ;
g 3. Advertir os empregados que Ihe sao directamente sabor-
dinados, quando assim o exigir a negiigencia delles, a falta do cum-
primento de seus deveres ou do respeito devido. levando ao conhe-
cimento do contador, quando entenderera ser precis.) maior'puni-
C*;
g 4." 0 direito de promover por qaeixa dada ao contador a pu-
nicao de qualquer empregado da eontadoria, que no recinto da re-
particao desacatal-o com calumn a, injuria, ou offensa physica;
g 5. Substituir ao contador, segundo a antiguidade na classe,
sendo que nao podera assnmir as funccoes desse cargo nenbum em-
pregado, que nao for chefe de seccao, salvo quando der se falta ou
impedimento de todos os chefes de seccao : e neste caso fara 0 ins-
psctor designacao de quem entre os primeiros escripturario^ da eon-
tadoria, e na falta destes d'entre os segundos, exerca as funccoes de
conl dor ;
6. Ministrar ao contador, no prazo por este ordenado, um re-
latorio circunstanciado de todo o movimento havido em sua seccao
desde 0 comeco do exercicio findo ate aquella epoea, declarando os
motivos que aclaam para 0 atraao de seas trabalhos, .man*,
por ventura nao estejam em dia, e apreciando a conducta, aptidao e
zelo dos eniptegapos que lhes sao directamente subordinados.
Art. 58. Aos escripturarios cumpre executar todo e qualquer ser-
vico que lhes fdr distribuido pelos chefes das respectivas seccdjs ; e
lhes compete :
g I." Sabslituir os chefes de suas secedes, conforme a catego-
ria de cada am sendo que em caso algum poderao exereer as func-
coes de chefes os terceiros escripturarios ; e na .hypothese da haver
se na seccao tercciro escripturario, por auseneia, falta, ou impedi-
mento dos mais empregados della, entao nomeara 0 cootador quem
assuna 0 exercicio do chefe ;
% 2 0 direito conccbido pelo S 4 do art. 57.
Art. 59. Aos praticantes cumpre executar 0 servico que lhes
for ordenado pelo contador, tendo am delles a seu cirgo o reposi-
torio da eontadoria ; a compete-lhes 0 direito conferido no g v do
art. 57.
CapituloiXIII.
Do procurador fiscal.
Art. 60. Ao procurator fiscal cumpre, como membro da junta :
g I.* Assistir a todas as sessdes da junta ; requerer nellas 0
que Ihe parecer de interesse da fazenda, zelar e fiscalisar tudo 0
que fdr coacernente a receita e despeza da provincia, sua convenien-
cia e interes5e ;
g 2." Vigiar que as leis e as resolucoes relativas a fazenda pro-
vincial sejam fiel cente executadas, solicitando as providences qae
para tal fim julgar necessarias, e representando ao presidente da
provincia contra quaesquer empregados provinciaes que se mostra-
rem omissos no cumprimento de seu doveres ;
g 3." Promover a responiabil. lade dos empregados da fazenda
provincial, qualquer que seja a sua categ ria, quando chegar a seu
conhecimento os actos por elles praticados, e que por lei forem con-
sidorados delictos ou crimes de responsabilidade; sendo que, quau-
do fdr 0 culpado 0 inspector do thesouro provincial, Ine devera antes
coramunicar officialmente em reservado semelhante resoluc-o a qae
0 obriga a lei, para que em sessao da junta para tal expressamen-
te convocada, se justifique e apresente .-ua defeza por escripto, afim
de que, reumda ella a communicacao official do resultado determi-
nado pela junta, seja submettida a apreciacao e deliberacao definitiva
do presidente da provincia.
Art. 61. Ao procurador fiscal, que e no juizo 0 procurador dos
feitos da fazenda provincial, compete como chefe da seccao do con-
teucioso, cujos trabalhos dirige por si e por intermedio do seu aju-
dante:
g 1. Dar seu parecer em todos os negocio3 administrativos
que dependerem de dire to, e especialraente sobre as precatorias
para levantamento d-! dinheiros dos cofres provinciaes, sobre as sen-
tencas contra a fazenda, que servirem de prova a qualquer reclama-
cao e sobre as condicoes legaesde hypothecas e lianca de qualquer
assumpto em que 0 exija 0 presidenteda provincia e 0 inspector, bem
como dirigir duraate os trabalhos da seccao e distribuir 0 servico
^ordinario no juizo dos feitos entre os respectivos empregados, exi-
ginda dos mesmos 0 cumprimento exacto de seus deveres, para 0 que
a entrega dos mandados, precatorias e mais documentos ao solici-
tadsr e aos offlcia s de juslica sera feita por protocollo, em que
assiguarao;
2. Apresentar na primeira junta de dezembro de cada anno
am relatorio acerea da arrecadacao, do estado dos processos existen-
tes no juizo dos feitos e do expediente a cargo da secc-to, propondo
nelle as medidas que entenda deverem >cr adoptadas a bem dos in-
toresses da fazenda ;
g 3.' Rubricar as lettras dos contractos de rendas e os livros ne-
cessarios ao registro da escripturacao da seccao, salvo os de termos
ds flancas e contractos, que sao da rubrica do inspector, bem como
fiscalisar para que todas as fianpas, arrematacoes e contractos era
que fdr interessada a fazenda provincial sejam celebrados com as
mais solidas garantias para a mesma fazenda e com toda a legali-
dada ;
i.* Requisitar ao inspector os objecto3 precisos para 0 expe-
dient da seccao, e igualmente por adiantamento urea qaota men-
sal para cccorrer as despzas judiciaes nns causas da fazenda pro-
vincial ;
g 5." Representar a fazenda provincial perante qualquer tribu-
nal ou juizo civel e commercial, assistir a todas as pracas de bens,
vendas e adjudicacdes, expender sua opiniao sobre os termos e van-
tagens desta c fiscalisar sua legalidade, requerendo 0 quo for a bem
da fazenda ;
6. Requisitar por escripto ao inspector, todas as inforraa-
cdos e esclarecimentos necessarios ao servico da secflo ou dos in-
teresses da fazenda provincial, quo dependerem de outras secedes do
thesouro, e directamente as que dependerem do consulado, collecto-
rias e de outras reparticoes desta e de outras proviucias, bem como
quaesquer providencias que convierem aos mesmos interesses ; po-
dendo fazel-o ainda ao presidenteda provincia ;
7.* Advertir particular e publicamente e suspender ate por
tres dias os empregados da seccao, dando parte ao inspector ou a
junta, quando a falta do empregado exigir pena maior ;
g 8." Propor ao presidente da provincia a demissao do empre-
gado da seeaao, quanlo os meios de que trata 0 s antecedente forem
improGcuos, e ao inspector a prorogacio do expediente da seccao
nos casos de carencia desta medida, sendo aquella por intermedio
do inspector ;
S 9. Fornecer ao procurador da corda todos os esclarecimentos
que forem a bem da fazenda nas appellacoes e revistas ;
g 10. Ghamar para auxiliar o trabalho da seccao 0 solicitador
do juizo dos leitos, quando este auxilio for mister e 0 nennittir o
trabalho especial desse empregado no juizo, e neste caso ficara olio
sujeito ao ponto;
g 11. Promover por si e por seus ajudanles os intere3se3 da fa-
zenda provincial cm qualquer juizo de primeira instancia oa reparti-
?a 1, dando instraccdes aos mesmos e aos empregados do juizo, que
he forem subordiuados, bem como desistir de qualquer acto ou dt-
ligencia, incidente nos processos da fazenda orovincial, que nao ira-
porte por qualquer modo confissao, coraposicao oa renuncia de qual-
quer direito da fazenda era prejnizo de seus interesses, p isto que con-
testados e ainda nao desconhecidos e repellidos por legitimo julgado
oa final decisio ;
g 12. Promoter a arrecadacao judicial da divida acliva e de al-
cances dos reSponsaveis para com a fazenda, propondo as aceSes
competentes segundo as leis fiscaes, prestando a devid 1 atteucao
para que os respectivos processos corram regularment* e evite-se
prolelacoes e deraoras prejudiciaes a fazenda ;
g 13. Intervir e requerer por parte da fazeuda 0 que for conve-
niehte.nos inventarios em que houver a arrecadar a taxa de sello de
beranca, legados e doacdes, e igualm-rate em todos os casos de des-
apropriacao por utili lade publica provincial, promovendo tudo quanto
for de. interesse da fazenda ;
g 44. Requerer ante 0 juizo dos feitos da fazenda os inventarios
em que for interessada a fazenda, e nao tiverem side iniciados den-
tro dos trihta dias subsequentes ao fallecimen'.o do individuo, cujos
bens devam ser dados a inventario ;
g 15. Observar na arrecadacao judiciaria, de que trail 0 g li, 0
que esta a esse respeito detrmiuado a > procurador fiscal da fazenda
geral nas instruct s, regulamentos e leis em, vigor e cumorir e fa-
zer cumprir na arrecadacao do impost* de que trata 0 g 14 0 que
esta determinado no regulamento especial;
g 16. P.-ocurar por si e seas ajadantes e pelo solicitador ter co-
nhecimento das harancas sujeitas ao imposto, afim de ser esw arre-
cadado, promoveudo-se 0 inventario, e exigir dos sens ajudanles nas
coraarcas do interior informacdes trimensaes acerea do cu uprimento
das precatorias e mandados ;
17. Fornecer seu ao ajudante ni capital os docameatos e escla-
recimeulos relativoa as acgoos qae so deverem propor, e as que ja axis-
tirem cm m nja promocao ou andamento, por affluencia de tra-
balh'i ''' .: v veniente coafiar-lhe ;
%, 18. Nas causas, de cirja promocao ou audamanlo estiver encar-
-



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' MH
ifMV*0 ^e ^rnam^uc<) Tercja feira 14 de Julho de 1874. ....* i jjj !/ /*
7.* Represenlar 6TJ\ prdcurlrtAf Iffis feitos, peranle os audi-
Wrtorfe tilBuiastf? #rai provincia em <|ii:ies'|nr acloi, coma vtetofe
nas inqueriiM:s.e HUM uii'fieupwV^ipan^ "a,J "le for P"rtivisl aV^
.istir pessealmenlc. e el^assTuud iKgrniiaar ; a
8.* Ciugir-so a-i onki-1JHe ffftW-erre.^liiiln, cump ir fielmen^L
te os seindaveres, e tratar 'OS%a|(Wj' fa'.enda provincial Cuinj
todo ozejo, diligemia e caa.Wi tjonB*e . jj 9. Assistir as audiencias, comparecer.do antes da hnra mar-
cada para informar-sc, promover c requerer tudo quanto fur a bem
dos dweiloe inlaresses-*
lii na esculha de qualqi]
provincial (quaodo nao
Dr. procuradar fiscal);
10. Nao feter par eaflquer
lo, que Ibe hoaverera sido toHlia
veis das sentencas, comaeieacia t
feftos, contrarias a faren4a praviu
ma seja interessada;
^li. Syndicar ou inform
a fazeada provincial seja po:
azeu
uvad
a ha i!
fiscal ou procurador dos feilos opportunamente promover os sens
inleresses ou uireiifs; ,- -mm wimrn A Amiakv*
IS. Pmar o regfatro de qualper hypothecs, em qua a fa-
zenda provincial fftf iat iwssada par* gfkaa*' (w o pi*ififl# Ijfo-
thocario ;.......____
13. Aclivar a cobranca dos aulos e papeis retido3 em poderde
regado o ajndante, seguira o procurad >r fiscal, si a quelle func'iona-
rio se achar impelido ; **
flftfSfcpresent.ir ao presidq.ita eonlra'es jaifts, oscriyaos e mais
empBJUfjjgjudiciaes que eoncorrerem para o relardameala a"u pre-
telacSnaJuarcha dos prooessos e inventari as em que for inieressa
da a fareffda, com prejuizo destt; bem omo para ordnnaro pro-
cesso da eonflieto, n .s lermns da regulameato de 3 de fevereiro de
1812, art. 21, qumdo algumt autorilade juliciaria conhecer de ma-
teria administrative interpondo cm scguida os recursos que no ca3o
couberem; /t
S 20 Uac u negar at.esta 1 > ao solicitador o ofBciaes di "azonda
provincial, s^ai o qual nib puderlo eslfes rcceber os sens venei-
mentos ;
21. Recorrer da decisao do inspector, que a dara exprassa-
mentu nutivada, quanda dosattenJer o sou parecer ou voto, caso le-
nha por coaveaiiute faze lo.
Art. 62. A eorrespoudencia official sera feita directamenie com
o procurador fiscal, ainda a rcspeitodas aegneios a cargo do ajuian-
te. qua6 mesas) procurator fiscal se devera dirigir sobre tea ne-
gocios, quando* dependeram da eaclareciavutos ou providecicia su-
perior.
Art. 63. Os deveres e attribuifoes dos ajudante^ nas comareas
do interior serao as mesmas do procurador fiscal, com a differonca da
as exercer sob a direccaa e segando as instruccoes deste, a quern
pMMMMid as iniurmacois qae exigir, a uui relalorio da arrecada-
eservico a sfiu cargo annualmenta ate o mez de setembra, e salvas
as attribuicoes quo coma ehefe da socjao do ca: (eocijso e membra
da junta cabem ajuellj.
Capilulo XIV.
Dj ajudante e mais pessoal d) coatenciosa.
Art. Gi. Aa ajudante compe'.e : '
1.* Ciarijuvar e substituiro procurador fiscal emtodas as saas
funcgoes, iio'cuo da impsdiment) eomilelo, ou najuellaspara as
jiues esiieja i II.; impedido ;
| 3.* tWIglr c~Tt-ca1ljar 05 traaallvu d.i swcio Ja contanciosp
sab.direcca iacprnBatmdai li-cal, haeado cmiiprir as ordens deste;
e compareccr diariamente a se^o.io, salvo quanda incumbidu de ser-
viQo fora del la pelo proenrad ir liioal;.
3.* (J.ia'i-i o scrvir.j ile ipie irata o paragraolio anteeedenle
impossiliiliur de compareccr pir mai< de tres dias consecntivos, ou
por rr.ai da dez no decur.-" do mm, pirticipara por cseripto ao pre-
curador fiscal;
i. N-is de j int.'i neotmra servi;.) impndira o ajudante de
cempare.cer a secca i para subslituir nella a proenrador liscil nas
de3pacbos dos papeis eiA q ie ettt for impedido, e para minis;rar as
informacSi'-; qu f..re;n necesams ;
5' Iti-trnir com s >a i:if lu.'n e pareeer todos os papeis que 1. Dirigir e impeccionar a sec$4o da lheauraria ;
para pake li u furam a ella o.i a tec$ i) remettil >3 pelo procurador; 2." Ter no cofre da thesouraria, que seta da perfeltt seguran-
liscal ; fi, e sob sua guarda e respoosattjlidadd, os dinheiros, leuras e valo-
0" Organisar nn facer organisar a apresaniar ao procurador res, que par qualquer titulo perleogarn a pruviucia, ou qae ueiia se-
li-cal coin sen a-litoria, os q'iadro- da'divida act va, das accScs exo-' jam depositados com as formalidadea legaes;
cutias e nao eleeutivas latdatadas no cxercicio aoterior, conformoo J 3." lkcollier ao cofre da llie^ouraria, era vista.Uos litulos de
liisp isii) no 18 d i art. 30, dos responsaveis para eton a razeada, e o recoluimento, guias ou portaiias, as quautias especUicadas uo I.'
mappa demonstrative do traballio da aaecSa no referido exercicio, do art. 3o;
Martins Vianna .' Carlos Augusta dos San-
la dc cumprinento dos iMWrii'Mlfief a^dtJaMra '
12. a ordem do snbdeleaado.da Hoa Vis-
r.a, escravo do Dr. JasT'TRrrra CanieirO
Fda, a requerimenlo do*Bittft#.*
recolhido a cadeia da villa do Bom Conse-
Joao Felippe de Souza, processado alii por cri-
me de tentativa de morte e indiciado no de roubo.
a V. I-:.vc^-4Mia. e JSxm. Sr. coaa-
do^Hftn |ue I'ereira do Lucen.i. digno pre
e da prcvmt'ia 0 cljefe de pulieia. Auto
'ranfli & rreia ie Aniujo.
Bahia
':
h^MMpjummfc
(da AGKNCU AMICIUCA*A^
Rio tie 4N)iieiro, 12. Am II lloian e
5 m. (latnidi- (it-tariludo). Vo\ hun-
i-iii a-.itii;ii!u a sentenra condem
uuioiia do lii-.jn do !*ru, c iiiuu
Ado que no Hie inlimascc.
Klo, 19, a f h. p 96 m.dtttanlc-O
deputudo Lcandro Ilczcrra aprescn-
tou liojo iiii ramara tcmporarla
qaeru quer que lor, a quem tinhara sido ^pa^ajlirl MilBJW1 r".M *Z fcnaai ri-jirexeiiiafi'io eaaviada do Cea-
tulo ; k" ra. ftj'imiiciaiido* o miuisterio e rom
14. RespoaderafazcaJapratiqBialfelcNkcaioiiueilie aausafij j.ia,
por culpa, negligencia ou ignoraneia ;
15. Datar e assiguac (faaatrter papal que.apre ete em juizo,
de ordem do Dr. prccjradjr djs feitos ;
8 i6. I'reetar verbalmeirle nrupqr escrapta -mi iniwnaa{jB que
Ihc-forem exigidas pelos Drs. juiz dos feilos, procurador ttscal ou
pelo inspector ;
17. Dar contas por escripto, duas vczes por scmana, ao Dr.
procurador dos feitos, do estado, mar.Mia, e tennos dos processot e
negocias a seu cargo. .
18. Guardar com escrupulos quaesquer docomentos ou pa-
peis uerte.icenles a fazenda provincial.
5 19. Beceber do procurador fiscal, ou dos cscrivaes, auaesquer
papeis debaixo de protoeolla, que rubricara, e na sua d'ovolugio; ris-
cara. ;. v-u
Capilulo il'.
:a

Do lliesoureire, cscrivao da receita, Col e ajudaota,.^^
Art. 72. "Ao thesoureiro cumpre :

tcula en vista os ducumenios e esclarosimmtos que colher no ex
pedien'^ c servico a seu cargo, n da que caoBtar dos livros cornea-
icntcs da seci,'5o;
i 7. Abriracorresponlen^iaorflcial que nio tronxer anotare-
ser-alo, fazeuJo a lanijir no livro de entralis e sahidas pelo em-
pregado competent', juo dcila pasma recib), quand> vier debaixa
de protoc ilb, p apreJental-a ou re.notul a ao procurador fiscal, com
os esr-larecimentos e ddeumaotos oxisteutes na seccaa, a rasp iilo do
assumpto sobre qae versar, para dar-lhe andanwoto ; ticando entendi
Me ao inspector meia bara antes
doqne a* eoatts correntns, ccrti Iojs e outros litnlos da divida Mtiaa,' plio precedente, sao provenientqs de autorisacaa legiiiiui; e se fo-
precatonas e outros
coai^rti'tites
g 8 Forn-cer
estiverein a seu al
os cartmios do juizo dos feilos para syndicar vtufcrmar do lulo e os balances ou balancute* extraorliuarias exigidas peJa iuspactar ;
quanta interessar a fazeada provincial, "e promover as dirigeneiaa e I Lancando o visto e rubricando as certiioes, que em virlude
iTOMdeneiao necessaries; j do g 11 do art. 35 passar a seccao, c as porlarias de debito e credito
9 Bequerer as certidoes qie furem nBcesearias para a can- de q>ie trata o ^ 15 di art. 17;
L'ccao do r Utorio do procurator ti-eal e quadras d. secjao ;. g 9. 0 disposta nos S? 8. a 10 do art. 35;
| 10. Organnar e apresenlar ao procurador fisctl ;.ti o dia l"i 10. Ounmanicar oiii.-ialmei.
dp navembro de cada anno, acompanbado dos quadras de que irate do encerramenta do expedienle.
o 6*, am relalorio aeerca 'las questdes- e servico a sou cargo, id- | Tadas as vezes que na dia do vencimeula de alguma lettra scli-
tan la n lie os obsteculo3 cu inconvenientes que liver encontrado,; va da fazeada provincial, ou no auieriur, quando fur este sautilicado
podendo emittir soa opinido aceroa do raodo de os'remover ; jou feriado, ulj for ella paga, para que determine o seu proteslo
jj 11 Authenticar com sua assigoatara, sob a forma da estylo,' quanda este liver cabimenie, na forma da lei;
as cupias dos d^cumentose pipeis offlnaes d correspondsneia ou Qaande as repariicoes de cobranca nao recolherem asrendas
i xp-diente d.i seeQaa, as eerfidOes de papeis e livros existeates nella,' arrecidadas nos dias ou nus prasos em que o devara fazer;
depots do sntMcriplas pelo empregado que as pissar c satisfeitos os g 11. Prestar a junta da fazeuda na fliu do 1." seoietre ena en-
cm "liMiientos devi las, medi'aote gui i que PMitdara passar; ] cerramento delinitivo do anno liuanceira.conias da eslada da Cofre da
S 12. Velar sobre o andamenlo dos trabalhos a caruo dos em-: thesouraria ; especificando os saidos das dilerelK^SBaixas liavidos
pregado- da sec;io; para que sejani execal dos e.n dia, dando conta | na ultima prostacio de cantas, os recalbiiuentos eJS^amentoe fei-
ao procurador fi-eal detjiialquer n gl'gancia Comm'etlida pe.los mes-' tos posteriormente, e os saidos haviilas naquellas epocas; para que
nios empregad os e solieiWa lo qnaes joer piotl lone .as que e invio- approvadas se elf;ctiid .a dispo-icao do g 11 do art..5.;
reai *o servico ; g 14 Expor a verifiaaeao pessoal do inspector ua da junta os
13 O ganisar e faier organiter as indices a resertorios neces-' saidos em manelario, let ras ou valores havides no cofre da tbesou-
sari s de 111 is os pap.'is que euslirem na seccao do conteneiaso; i raria, quanda eolenlerem caavouiente fazer tal syudicancia, o juan-
^ 14. Pacer oxtrabir, asslgnar e remott^r ao procurador fiscal,{da peraute cites preiiir as contas inensaes, semestraes ou de eucer-
arl. 3) S 2", as cmtas dos de-
relativas aos
decorride o i>razo de qoe trala a
Tedori.-< ;
15. Fazer ao procurador fiscal as requisites
objectus precisos para o expediente da Eecciu ;
/ Art 65. Nas C1S03 de liceoca do procurador fnal ou seu aju-
u dante. o presidents da provioeia nomeara um ajudante interino, gra-
~^"^duado em direito pelas facoldades do iraperio ; sendo simultaneo o
impedimenta daquelles dous empregaJos, sera noneado umproca-
rador fiscal interino.
. Art. GO. Ao primeira olflcial cumpre :
S I. "
ramenlo delinitivo do anno linanceiro, contorme a disaosigio da
paragrapho precedeute o do % C. do art. 44.
Art. 73. Ao tiesoureiro compete .
!. Itcqui-iiar ao inspector os objectos precisos para o expe-
dients da seccao a seu cargo ;
2.* Propoc ao inspector, para levar ao couhecimento da presi-
dent!; da provincia, pessoa idonea e de sua plena contlanca para ex-
ercer a cargo de seu liel;
3." iNamear, na falu ou impediJiento de seu fiel, ou quando
este liver de assumir por mais dedez dias o cargo de thesou-
Lavrare assignar com as partes, os fiadores e a^ testemu-' reiro, quem interiuanieute a sub-tilua, couiraunicando a nomeacao
nhas os lermos de jrremataeao, de liauca, de contractos e ca lipro-; aa inspector;
pagos o sellaeos di
mi-jjiii-prrr que f ir par
eltos deterfflinados por lei
g 2." Passar e .-ubscrever as guias d) recolliimjnlo a seccao ou
repa licao competente :
De debip>3 provenientes do divida activa, escripturados na sec-
cao e ainda nao ajoizados ;
De letra- e de dep isito para,garantias do contractos ou compro-
missos, paparaento de sellas de contractos e de emalumentos.
Art. 07 Ao segando e-terceiro ofllnaes campre:
1 Bscripturar tuda a divid, activa de accordo com os ler-
mos de contractos e comprorii-sas ou outros do:u;nentos que a ju<- j 8' e 9 do art." 35 ;
tincatn, qqer existentes no repositorio da secrao, quer minislrados Os balancos pelos quaes presta contas o thesoureiro :
por outras secedes ou rcparticSes na forma do art. 30 1*; 3. Passar e subs:rever :
S 2.* Extrabir da escripturacao da divida sciiva contas a cada ubservando o cHsposto nos | 2 e 3 da art. 35, e depeis de Ic-
um aos devedores, para por c-ilas ellectuar-se a arrecadacia depois: rem as paries assignado os competentes recibos de que trala o G.
dc obstrvado o j 2' do art. 3"; do niesmo art. 35, os cheques pelas quaes deva o thesoureiro elfec-
3.' Balancear e saldar as cmtas cscripluradas pela seeq\a em tuar o yagamenta ;
i. Na que for relalivo a seccaa a seu carge, os mesmos
direitos eonferidos ao contador pelos S^ 2 e i do art. 55 ;
5.' No caso de sua aosencia da reparticae, par molestia, li-
cencacu convenieneia do governo provincial, e conjunetamente fal-
ta ou impedii.ento do fiel. n linear quem o substitda, licando a no-
meaQio sujeita aapprovacio da junta e consenso deseus Dadores.
Art. 74. Ao eserivao cumpre :
!. 0 disposlo nos g$4> b 7 do art. 35 ;
g 2." Fazer e assignar :
As rela^oes, demonstraQoes e os balancetes de que tratara os 4s
is*|s
' r

vista dos lancaraentis comprabatorias de iccolhimente de sua impor
tancia, effectuado na seccao o i reparticio competente, ou de outros
titalos, conf rme o 3." do ait. 3);
S 4.* Fazer os asseotamentos das sentencas deGnitivas proferf1-
das contra a fazenda provincial; e igualmente dos mandados, cartas
rogatarias, av calorias ou preeatoriaa expedidas para o interior ou
para fora da provincia, bem coma das hypo.tb.eca9 legaes e convea-
cionaes;
g 5. Begistrar os testanientos na forma do art. 30 g 17 ;
6 Fazer indice alpbabelico de todos os devedores da divida
activa, bem como dos responsaveis por qual.juer titulo ou compro-
misso para com a fasenda provincial, com especificacao da quantia
da fianga, os Home's do afiancado e do liador, e com indicag_ao da fo-
Iba de livro em que esiiver hugada o conlracto ou obri^agao ;
| 7." Notar no protoeolla da cntrada dos papeis na seccao a res-
pectiva sahida ou deslina defies; e igualmente. a sahida e deslino de
papeis expedidos pela seccao ;
8. Organisar os quadros da divida activa do exercicio ulti-
mamente (inda e dos anteriores a elle, s?guu!o os 19 e 20 do
art. 30.
Art. C8. Aos officia3S incumbe indislmciamente, alem da que
Ihes e especialmente atlribuido nos arts. 6G e 67, escrever a corres-
pondent^ official e executar qualjaer outro servico, que Ibes for des-
tribuilo pelo procurador fiscal ou pelo ajudante, segando afiluencia
eu convenieneia do trabalho na economia interna da secgao. Esta
facnldade estende se aos mais empregados.
Art. 69. Ao pralicante cumpre :
J| !. Archivar, segando a ordem chronologica e numerica, toda
em e instrucgao, relaliva ao bom desempenho do trabalho, de
que esta incumbida a secgao ; as correspondencies ofOciaes dirigidas
a mesma ; 03 pareceres dados pelo procurador fiscal ou seu aju-
dante ;
2 Ter sob sua guarda o repositorio da secgao, conservando
os respectivo3 papeis, devida e ordenadamente arranjados; *
3. AuxUiar os mais empregados d.i seccao, fazenJo o servigo
de c-cripturacao que Hie for ordenado pelo procurador fiscal ou seu
ajudante.
Art. 70. Ao cartorio incumbe o asseio das salas em que funccio
na a secgao, e a -oonducgao ao respectivo destino de expedienle, qne
liver de sahir da mesma, tendo nm protocoilo especial para nelle ru-
bricar o proenrador fiscal a declatajao escripta de que fleam em si
os docunenlos, livros ou quaesquer papeis que lbe forem expedidos
pela reparticlo ex offlcio eu de sua ordem pela seccao.
Art. 71. Ao solicitador, alem das attribuigSes inherentes ao car-
go de solicitador da fazenda em juizo, cumpre :
I.* Anxiliar a formajao dos quadros de qne tral-m os S5 18 e
20 do -art. 30 ; .
!. Auxiliar a exlraccaa das contas para serem ajuizadas;
3. Entregar ao proenrador fiscal no dia seguinte aos das au-
diencias a nota dos trabalhos; della, devendo diariamente entender-
se com o mesmo para receber as cempetcntes instruccoes tendentes
a. distribuigao do servico;
4.* Executar os despachos e portarias do procurador fiscal e
do ajndante, no que for relativo ao servico da secgao e do fdro ;
| 5. Acompanhar aos officiaes de jnviga nas diligencias impor-
taptps e difflceis, qoando assim Ibe deierrrfinar o Dr. procurador dos
feitos, para qne ellas se tornem effectivas com o devioo acerto e mo-
deracao;
I 6 Bequefer em.nome do Dr. proenrador dos feitos, qualquer
diligencia, ou acto relativo ao juizo dos feitos, em que a fazenda pro-
vincial, por algurn modo seja interessada, quando-elle assim expres-
samente Ihe determiner;
Deooi3 de pagos 03 devidos emulumentos, as certid5e3 de que
falla 0 11 do art. 35;
Os reconhecimentos deq'itagao determinados pelo *.' do
art. 35.
Art. 75. 0 escrivaa sera substituida em sua falta ou impedi-
menta pela respectivo ajudante, e na falta ou impedimenta simqlta-
nea sel-e-ba por urn primeiro escrLturario, requisitado pelo thesou-
reiro e nom ado pelo contador.
Art. 76. Ao fiel cumpre :
5 l. Fazer olanganeuto das pagagamentos effectuados pelo
thesoureiro ;
g 2." Registrar os offlcios e informagCSes do thesoureiro ;
| 3." Tirar as copias e f zer qualquer servico que lhe far orde-
do pelo thesoureiro;
g 4. Subsliluir ao thesoureiro em sna falta ou impediraento.
Art. 77. Ao ajudante do escnvao da receita cumpre :
i. Collaborar no que for da competencia do respectivo es-
erivao, ou auxilio do servigo altribuida a este, segundo a distribui-
gao que lhe for feita pelo thesoureiro ;
5 2.' -Subslituir ao escrivae em suas faltas ou impedimentos.
Capilulo XVI.
Do archivista, por.eiro, continuo e correio.
Art. 78. Ao archivisla cumpre :
8 l.'O disposto nos gg 1 a 6 do art. 39.
2.* Passar e assignar as certidoes determinadas ne 7 do
eitado art. 39. .
g 3. Fornecer os dacumentos e livros do archivo, quanda fo-
rem exigidas por escripta pela inspector, contador ou proenrador fis-
cal, observando 0 disposto no 6 do art. 39.
Art. 79. 0 archivists sera substituido era sua falta ou impedi-
ment por um terceiro escripturano da contadoria, noraeado pelo
contador.
Art. 80. Ao porteiro curopro :
S I.' 0 disposto nos g 1, 2, de 4 a 8, de 10 a 13 do art. 42 ;
2 Passar e assignar as certidaes de que trala o % 9 do art. 42 ;
S 3.* Cumprir e fazer cum'prir as ordens do inspector, do con-
tador e do secretaria sabre a servigo- da porta, e dar inferraagoes,
que elles pedirera sebro tal servigo ;
4." Fazer execular 0 disposto no g 3" do art. 42;
Art. 81. Ao porteiro competem os direitos concedidos aos chefes
de secgao nos g 3 e 4 do art. 57, recorrendo, porem, ao inspector
nos casos em que aquelles recorrem ao contador. .
Art. 82. Ao continuo cumpre r
1.* 0 disposto nos 3 e 14 a J7 do art. 42-j .
g 2 Auxiliar 0 porteiro na execugao do di3posto no g 12 do
art. 42;
g 3. Attender aos chamados dos empregados da secretaria, con-
tadoria e thesouraria, que sora feito por toque de campainha, nira
as communicagoes entre as seegfies do thesouro provincial, conduc-
ffin dos livros e papeis e outroe servigos internos da repartigSo ;
4. Executar 0 servigo dos precedentes e outros quaesquer
da competencia da porta, que lhe torem dietribuidos pelo porteiro.
Art. 83. Ao centinuo cempete subslituir 0 porteiro em sua falta
ou impedimento.
Art. 84. Ao correio cumpre :
I 1.* Levar ao seu destino a correspondencia official do thesou-
ro provincial, passando em livro proprio recibo ao porteiro ;
S t. Auxiliar 0 continuo no servigo da competencia deste.
(Continuar stha).
1
_ 4.* Passar nas guias, eu virtude das quaes ejwcut&r 0 dis-
posto no g precedente, 0 conietente reciao, alo.ado expressamente
deterraiaado no % 5.* do mesma art 35; '.> /
g 5. Beferendar com sua a tacao do que trala o 4.* do aTU 35;
g 6. Effectuar simplesmente, por forga de cheques passad s pe-
lo eserivao, os pagiinentos de que trala 0 g 2." do referido art. 35;
g 7. Syndicar, quandj calender cuaveniente,'se os cheques
passadas pelo eserivao para os pagaiueatos, de que falla 0 paragra-
ph
OMpcvialidade ao miuisiro do iuipe-
rio. que accusa dc altcntar contra
ivrcllKiao do eatado.
Tambcm o deputado Diogo dc
VnsioiKciioH aiii'CMi'iiKiu na mes-
ma o:caiao, um abalio aggigna-
do. coin eerca dc mil lirmiis c pro
uiuiido c:u aijnaai-Uorace^ recla-
niauiiu contra au modidas tonaa-
dH8 ncio governo ua qucaUao rell-
siosu.
O poder executivo aprescntou na
canaara unaa proposta. cstabelo-
cenrto ojnro additional de 2 por
cento para oh capitaeg cnipreKadoii
ena enapreiitiuan> a lavmira, ate- a
MOinma de tto nail eon tog.
0 deputado Joni' de Alencar aprc-
Mcntoii na camara temporaria um
requcriniento dom deseniltareailo-
ii'H do tribunal da relacao de Per-
nambucoi reclamando contra o do
ereto de de main dcatc anno.
Chcarou o vapor Trancez IIn) GRAN
DE.
Rio* 1:1, iiHSii. c 10 na. da man ha.
-Entrou dos porios do norte o va-
por BAHIA.
Bio. 13. al li. e SO m. da tardc
<'ambio soJii'c liuilre 35 1/4 em 3
bancoH. sem touaadores* 9* s em
untroH 3 banco* : ." 1/9 no banco
llnuii t 1/9 e ?s 9/ie particular,
primcira ordem t 95 a/H e S5 :i I
particular, gegunda ordem.
Kio. 13. sis 3 li. e la na. da tardc.
1 uiifiia ter o banco do Blr.isil ven-
dido ciuco nail apolicea de u O o a
1 tO'ii*,&000, nao podendo o mesmo
banco, no prazu de 3 mezes, reali-
sm* Iransaccao igual.
t'oiiKia que. o soverno pretende le-
vantar um cmpi'PMlimu cm Lon-
dres.
Venderaiii-se 9 GO saccos com as-
sucar brauco dc llaccio, a 3S*dOO a
arroba.
I*ara. 13, as s h. e IO m. da 111a-
nba, Chcgou de fernambuco a
barca portu^ucxa ARAUHLLA. O cabo
Iclesraphirn subnaarino j.i estaem
Ucnicrara (Ciuvana ingleza.) o s:i-
iioi- IKinl'iii; vol(ar:i aqui depois de
amanba
Para. 13. a 1 li.
  • sobre Iiondrcn >r. 3/S>, scm trausac-
    cocs.
    despachos ba PMsiDENCiA, do dia 11 de julho de cio desta data ao respectivo commandanteiupe- chefe de ijolicia.
    4874 rjor i Sebastiao do Rego Barros.Informe o Sr. ins
    Antonio Agost nbo de Azevedo Carvalho. ( Irmandade do Senhor Bom Jesus dos Passos da pector da thesouraria de fazenda.
    1'rejjdicade. .. Graga erecta no convento do Carmo de Olinda. i--------
    Bento Angnsto da Silva.-Informe o Sr. Dr. che- Dirija-se a thesouraria de fazenda qne se achaj Re part lea" o da policla.
    fe de policla.
    Bacbarel Chryfolito Ferreira e Deferido com efflcio desta data dirigido ao the-
    souro provincial.
    Eduardo Fredcrico Banks Junior. Deferido
    com offlcio desta data ao respectivo commandante Preludieado.
    superior. p>ei Venancie Maria Ferrara.Birija-*e ?o the-
    Gaidar Achiles Santiago Bamos.- 0 supplicante soureiro das loterias, a quem nesu data se othC}011
    ja foi attendido. no ggntido em que requer o supplicante. '
    IJoQorato Ferreira Xayier.-peferido com pJB-1 Josquim Mana dos Santos.-Informe o Sr. Dr.
    naterisada por offlcio desta data a dtferir era j. seogaoSecretaria de policia de Pernambuco,
    pane a pretengSo da supplicante. 13 de julho de 1874.
    Pedro Jorge de Souia.J3xpeoa-se. N. 837. Him. e Exm. Sr.Fartioipo a V. Exc.
    Silvestre Bodriguei Pereira,Passe porlaria. i que da c ommunicagoes recebidas boje nesta re-
    Timoleao Peres de Albuquerque Maraubao. parlicao, consta que se deram as seguintes occur-
    mm
    rencias :
    No dia 11 do corrente foram recolhidos a deten
    gao, a ordem do Dr. delegado da capital, Antonio J Joaquim J. G. Beltrao & Filho
    de Menezes Cabral, par desordem. j*,;.-. *te,\
    tftCif"
    RiVISTA DIARIA.
    Collecloria iirovinrial.Por portaria
    da presidencia da provincia. de 11 do corrente,
    foi nomeada Manoel Jjse Nones cebradar da
    collectoria de Fibres.
    Recebcdoria d<" rendas geraea.
    Por portaria da presidencia da provincia, da 11
    do corrente, foi noraeado o basharc) Francisco dc
    Assis Pereira Bocha para subslituir a adminis'ra-
    der da recebederia de rendas, Manael Carneiro
    de Souza Lacerda, darante a seu im edimento.
    Guarda local.Por portaria da presiden-
    cia da provincia, de II do corrente, foi removilo
    Francisco Xavier l'estana do cargo de sargeuto da
    guar la local do municipal do Pao d'Alho, para o
    mesmo da do monicipio de Bezerros
    Roubo. -Sobre o feito na (rcguezia da Boa-
    Vista, na loja de fazendas, a rua da Imperatriz n.
    56, o rpsp clivo subdelegado dirigio ao Sr. Dr.
    chefe de policia o offlcio seguinie :
    Illm. Sr. Levo ao conhecimento de V. S.
    quo hontem, as 3 boras da tarde, me deu parte
    Jose Joaquim Alfonso Guimaraes, que na noite de
    8 para 9 do corrente liaviam sido ronbalas al-
    gumas fazendas da loja n. 56 da rua da Impera-
    triz, denominada Rosa Branca, cuja loja se acba-
    va fechada por fallencia, e era o mesmo Guiuia-
    raes depesitario da ma lmmediatamcnle me diritti com as formalida-
    des legaes a refcrida loja, e do exame a qne pro-
    cedi, verificou-se que nenhum arrombamento tinha
    havido nas portas da frente e muito inenos no
    portao do quintal que deita para a rua do Cama-
    rao, e nera pelo muro podia se penelrar com faci-
    lidade, por ser na altiira de um primeiro andar.
    c Effectivamente, porem, se aehava collocada
    uma pequena escada na lade de fara da cazinha,
    que e bastant3 baixa, por onde se subio, arrorn-
    bou o telnado e desceu o ladrao, que nao podendo
    penetrar na loja por eucohtrar fechada uma porta,
    subio novameute, e no telbado correspondenta a
    sala de detraz, arrombou, descendo por araa
    ebrda. Ahi estanda e querebdo- passar para a
    loja oude tinhara as fazendas, encontraudo a por-
    ta do corredor fecbtda, principiou o ladrio a ar-
    rancar.o ladrilho para poder passar pela mesma
    porta, que sendo de pinho, tinha todavia uma boa
    fecbadura-
    t Nao podendo o ladrao conseguir a excava-
    c3o, com um canivete de mola que encontrei com
    a ponta quebrada, con eguio cortar a madeira
    de pinho era que prendia a Iingu4ta da fechadara
    e penetrou na loja, donde se calcura-ter roubado
    mais de um conto de reis das fazen Jas mclhores e
    escolhidas que estavam em certas prateleiras, que
    so pessoa que tivesse muito conhecimento da casa,
    poderia saber onde estavam arrumadas, como me
    afflrraou o depositario, deixando muitas outras de
    menor v,.lor
    c Que o ladrao e entendedor de fazendas e
    muito conhecida da casa, e o que nao resla du-
    vida.
    Do exame a que procedi nas mures das casas
    visinhas, nunhum signal encontrei qud demons-
    trasse ter por ellas passada genie, pais que facil
    raente se vena' arrancado o limo ; apenai me me-
    receu grande reparo que no muro do quintal da
    casa deresideucia do fallido, a rua do Camarao n.
    7, e que da exactamente para o quinjal da loja,
    exlsle um granle buraco feito de praposito, nao ul-
    timamente, e per onde facilraenle passa qualquer
    pessoa o objecto. Tenho feito differentes diligen-
    cias, e nao descanenrei em quanlo nio descobrir o
    ladrio, contra o qual procederei na conformidade
    da lei.
    a Devo fazer muito saliente que Manoel Mar-
    tins de Azevedo, socio principal da loja Bosa
    Branca, e o morador da casa da rua do Cama-
    rao, de que acima fallei, e e esse mesmo que em
    principles do anno de 1872 tinba em dila rua
    uma oiitra toja com a mesma denominagao, e que
    estanda segnra em boa importancia, appareceu
    alia noite um incendio tao rapido, que a devorou
    pompletamenie.
    Do que mais occorrer darei parte a V. S.
    Delis guarde-a V. S.-Illm. Sr. Dr. Antonio F. Cor-
    reia de Araujo, digno chefe de policia.O subde
    legado,'Drcio de Aquino Fonceca.
    Associacao Commercial Agrlcola.
    Beuuiose bontem a assembled geral dos mem-
    bros desta associacao, e ouvlo a leitura do relate-
    rio annno c do parecer de commissao dc conlas,
    sendo este approvado.,
    Em seguida procedeu se a eleigao da directorla-
    ue (icon assim organisada : president?, Jose da
    ilva I.oyo Junior ; I.* secretario, Jose Firmo Al-
    vares Quental; 2. dim, Joao Antonio da Costa Mo!
    reira; thesoureiro, Manoel Francisco. Marques
    coramissio de exame de contas,' Josd Peixoto da
    Fonceea, Manoel Juse de Sa Araujo e Francisco
    Bibeiro Pinte Gu'marJes.
    Diiibciro. O vapor Cururipe trouxe para:
    Thesouraria de tazenda I0:000j000
    aqnim J. G. Beltrao & Filho 1:430*000
    0 vapor Para levou de nossa pragrpara :
    A' ortlem do juiz de^paz da fregueiia do Recif 'Maceio 6:000*000
    l:300;Q00
    ' f 103:2001600
    sendo desta parcella 10J:OOOJOQO Daia o Ihesouro
    nacional.
    BlblidtbCca tins famllias. -Dc3ta in-
    leressaute publicagfi) aeaba de clietar -a livraria
    do Sr. Jose Nogueira de Souza a 10.' caderneta,
    contendo a continuagao do romance .4 mulher do
    Palharo, por Xavier de Montepin.
    Criminoso a*- morte. -A" cadeia da vil-
    la do Bom Gbn-elho fbi recolhido Joao Felippe de
    Souza, criminoso de moite e de ronbo.
    Terns* de Serlnhaem. -Com o prazo de
    60 dias, contados de 4 do corrente, acha se a cen-
    cuso o provimento vitalieio do offlcio de partidor
    e contador do terrao de Serinhaera.
    Hiscelanea. O Ur. Clo.-madene, cirur-
    giao em chefe do hospicio civil e m litar de Van-
    nes, extrahio ullimamente da pernade uma crian-
    ga uma agulha qua esta tinha engolido havia sei?
    mezes. S6 no fira dessa epoca 6 que ella scniio
    dores agudas na perna, que accu-ou a existencia
    da agulha ns?a parte do e*rpo. Ate ahi nio sof-
    frera o minimo incammodo.
    A cidade de Londres preoccupa-se actual-
    mente com um novo myslerio do Taraisa. As
    aguas deste rio arreraessaram l.a dias para a mar-
    gem um cadaver todo mutilada. O tronco cstava
    privado de cabega, de bracd3 e de nma perna. Os
    restos recolhidos cram evidenlemente de uma mu-
    lher, cuja idada nao se pode averiguar. Tambem
    Ihe faltavao p<5 esquerdo. Segundo o exame dos
    medicos, o cadaver fora decompnsto por raeia da
    cal, antes de ser langado ao rio. O cadaver nao
    tinha tambem os intcslinos. v policia procede a
    averignaefles sobre tele facto, que esta cavolvido
    no mais den-o myslerio.
    Houvo um grande incendio na Vallcte, em
    Paris. Foram destrui los uns dcpoMtos de plpas,
    qne alii havia, consumindo o incendio as con-true
    goes comprebenJida3 n'uraa area de'3,000 inetro<
    qnadrado*. As perdas, que ainda nao poderam
    ser avaliadas, calculam-se em mais de 300,000
    francos.
    De Tanger escrevem qua a espo-a do sherif
    de Vasan deu a luz um robusto varin, que ao
    nascer foi noraeado sherif. O eerrespondente
    sccrescenta que o recem-nascido, era consequen
    cia da mai ser ingleza, e a unica de sangue mixto
    que exijte n'aquella nobre linhagem.
    O J-rnal de Floieiifa, cuja relacSes com o
    Vatic no sao bem conhecidas, annuncii que o mi
    to padre mandou preparar para a igr-'ja de Paris,
    ricos presentes e entre outros uma inagoifica co
    pia pm mosaico do quadro da Transfigina^iio, dc
    Kaphael. Este trabalho, q'ae os conhecCa'ores as-
    wveram ser uma verdadeira obra pnraa, foi exe
    cutada no grande atelier depeu lenlc do Vaticano.
    O Jornal de Genehra, annuncia que um
    grande nuinero de membros da assemblea federal,
    se rcuniram ultiniauiente era uma das galas do
    rnuzeu de Berne e deeidiram promover uma sub-
    scripcan puhlica, cuja producto sera applicido a
    creag.iu em Grutli, ue um grupo de niarmore, re-
    presentando o juramento da retisSo da con~titui-
    gio fe-leral que abrio uma nova era na his'.oria da
    Saissa.
    Mansenhor Negroni, ex-ministro do interior
    da.Santa Se, entrou na ordem dos jesuitas.
    Segundo uio tolegraniina de Berlin, o chole-
    ra appareceu na Alta Silezia, aecommettendo os
    disirictos carbouiferos com uma extrcma vio
    lencia.
    Durante a permanencia dos peregrines ame
    rican03 cm Roma, o papa encarreg;->u o archeoli-
    go Rossi de acompauhal-os na \i;rta que fueram
    aos diversos monu'mentos. O preidente da so-
    ciedade do3 in'eresses catholicos da America, off-
    recea lanibein a Pio IX um exemplar da medalha
    commeaiuraiiva da peregrina;ao americana.
    Eni Samnur houve um duello a espada en
    tre dons jovens officiaes aluranos da escola mili-
    tar alii existenlo. Os ccmbatenles fiearam anibos
    feridos gravemente, um no rosto e outro numa
    espadua.
    ftiz o Correio do ileuse, que o celebre cone
    go Dorlliager se separou d s^ita dos velbos ca-
    tholicos, cbamada na Aliemanha dos catholicos
    hollandezi'?, .deixando escripta a sua retralacio,
    que sera impressa a pdblicada, se os seus anligos
    proseKtos o nao jmpedirem.
    O senado Italians appravou a convencao mo-
    neiaria com a Franea, Belgica e Suissa, um tra-
    tado de eammercio coin a Mexico, e outro postal
    com o Brasil.
    A ex-imperatriz Eugenia f:z recentemente
    nma vfsita a s principei deGalles e a ^eus irmaos.
    Por este motivo os fillios da rainha de Ingiaterra,
    ot>3equiaraniu'a muito, danJa-lhe ura poetieo al-
    mofo no lago de Virginia, sendo tambem muito
    acclamada pelo povo da Windsor.
    Na noite de 12 de junho, desen:adeou-se
    sobre MaJrid, uma terrivel tempeslade, que cau
    -ou prejuizos oonsideraveis; fiearam interrom
    pidas as lin'ias te egraphica, os rios Te|o e Ja-
    rama sahiram dos seas kilos, e inundaram os
    carapos. A tempesta-ic esPndeu se a outros por-
    tas da Hespanha, e especiaimnnte a Palencia,
    Cordova, Valladolid, e'.c, onde houve tambem pre-
    juizos de importancia : ?6 a perJa d js Vidros que-
    bredos em diversas eslagdes decaminhosde ferro
    calcula se era :i0,000 reales. /
    O papa recebcu no dia 6 de Junho, um
    grande numero de pesaoas, e em auJieacia parli
    cular monsenhor Guiberi, arcebispo de Paris, que
    the entregou 60:C00i0OO.
    Morreu repenlinamente na noite de 8 de ju-
    nho, monsenhor Landrui, arceoispo de Rimes.
    Dizem de Londres, que esla seriamente en-
    fermoo maestro Gouutd, insoirando o seu estado
    serios cuidados. O medico de Gounod, que habi-
    ta em Paris, foi cbamada telegraphicamente para
    junto da cabeceira do doenle.
    i,oteria A que se acha a venda e a 108.'
    a beneficio da nova igroja de Nossa Senhora da
    Penha, a'qual corrc no dia 18 do corrente.
    Leitao. -Quinta-feira, 16 do corrente, havera,
    por inlervtn;ao do agenle Pinlo, um leilao de fa
    zendas inglezas, francezas, suissas e alleraaes, per-
    tenccntes a mas.-a fallida de Pereira de Mello &
    C, existentes no armazem da rua do Bora Jesus
    n. 63, conforme se acha annunciado.
    Casa de deteucao.Movimentc da casa
    de deteneao do dia 1 ( de julbo de 1874.
    Existiam presos 3i7, entruu 1, sahio I, exis-
    tern 327.
    A saber :
    Nacionaes 233, mulheres 9, e-traDgeiros 23.
    escravos 40, escravas 2. Total it".
    Alitnentados a custa dos cofres publicos 260.
    Hospital portuguez dc Iieucflcen-
    eia. Movimenta das enfermarias na seraana de
    5 a II de julho de 1871:
    Existiam 32, entraram 9, sahiram 3, i'allece-
    ram 2, existera 36.
    Entra de semana o Sr. mordomo Jose Joaqiim
    Alve.-.
    Cemiterio pnblico.Obituario do dia 11
    de julho de 1874 :
    Manoel Alves, preto, Africa, 80 annos, casado,
    Baa Vista, haspital Pedro II; entcrita cbronico.
    Antonio, par Jo, Pernambuco, 9 annas, Boa-Vis-
    ta, haspital Pedre II; variolas.
    Jerouymo Francisco de SouzaT pardo, Pernam-
    buco, 26 annos, Santo Antonio ; Lexigas.
    Arthemisia, parda, Pernam'oiico, 2 annos, Santo
    Antonio; bexigas.
    Angela Custodia Bufina do Sacramento, parda,
    Pernambuco, 73 annos, solteira, S. Jose; gastre
    entente,
    ' Isabel, branca, Pernambuco, 18 mezes, S. Jese;
    espasma.
    Antonio, pardo, Pernambuco, 4 anncs, Recife ;
    variolas.
    Joao Mafia Palocios, branco, He3panha, 40 an-
    nos, casado, Boa-Vista ; anazarca.
    Lucas, escravo, Pernambuco, 50 anaos, soltei-
    ro, Boa-Vista; variolas.
    Bento Jose da Silva, branco, Pernambuco, 60
    annos, solteiro, Boa-Vista; hydropericardite.
    12
    Anna Fortunata Moreira Mendonca, branca,
    Pernambuco, 17 annos, solteira, S. Jose ; phtysica
    tuberculosa.
    Anna Prancisca Gome3 da Grnz, parda, Alagoas,
    60 annas, vtuva, Boa-Vista ; eraeplizia.
    Severina, preta, Pernambuco, 30 mezes, Santa
    Antonio; variolas.,
    Mariinho, escravo, preto, Pernambuco, 12 an-
    nos, Boa-Vista; phtysica pulmonar.
    CBRONICA JUDWUSIi.
    TRIBUNAL DA RRIACAO
    SESSaO EXTRAORDINARIA EU 13 DE JULHO
    DE 1874. -
    PRESIDENCIA DO EXM. SR. COSSELHEIBO
    CAETA.NO SANTIAGO.
    SeTetario Dr. Vtrgilio Coelho.
    As 10 boras da raanha, presentes os Srs. des-
    embargadores Reis e Silva, Accioli, Souza Leao,
    Oliveira Maciel e o Dr. juiz de direito da 1" vara
    Quintino de Miranda, chamados os dons ullimos
    juizes na falta e impedimento das Srs. desembar-
    gadores, para julgamento da petieao de habeas
    corpus de Fanslino Jose da Sant'Anna, abrio se a
    sessao.
    O Exm. Sr. conelhjpir^Bnaf)|a fazer o relato-
    rio recom iio.il el i (ipTd nov.i r>'KuUnieiilfi, e em
    M-giiidin tribunal ncpmi a soft ura requerida por
    e-tar o p.uienle pionnuciado por autondad
    competente
    Nada mais li.veujo a trala/, levantau-ie a ses-
    sao ao raeio dia.
    SESSAJD ESP.a\L DE 'jf ^TipM"'"" DE 1674.
    PUESIilKNCIAPO EXM. SIU CONSELIIF.mo
    CAETANO SANTIACO.
    Secretaria Dr. Virgilia Coelho.
    As 10 boras da manhi, presents os Srs. des-
    erabagadores Reise Silva, Mutta, Accioli e Sonia
    Leao, % brio se a sessao. .
    O Exm. Sr. conselheiro passon a fazer o relalo-
    rio dos aggravos de petigio que se leguem :
    N. 21 -Afcgrav nte Justina Jo?e 8e Souza Cam-
    pos. Adjunctos sortealos osSrs. dcrambargadoros
    Accioli e S )iua Leao. Negou-.-e provimento.
    N- 23. Aggravante D. Maria Augusta Lins
    Bahia. Adjunctos sorteados os Srs. desembarga-
    dores Ma'la e Accioli.Deu se prcvimenta. j
    Nada mais havenda a tralar, eacorroa aa a aaa-
    sio a 1 hara da lardc.
    CAMARA MUNICIPAL. ^
    2* SESSAO DA 2- ORDINARIA EM 2 DE JU0
    DE 187V
    PRKsreratCT.t po sn. nn io"o silva.
    Ao saeio dii, prescnlcsos Srs, Gameiro, Loyo Ju-
    nior, Guiitia Guiraaraes, Souza I. a >, Ce-ario d*
    Mello, e Dr. Moscoso, abri~se a Ktnm.
    Foi lida c approvada a acta da anlcreJcnte, ku-
    do se o scgninte
    pipflbiRXTE :
    Offlcios :
    Uo Exm. pre.Nidenle da provincia, em respo-la ....
    desla.camaia.de 2o da corrente, n. 39, eomrelacao
    a n.iilta que roro iin'posla pela mesma camara a
    contratanie do mercado publico. Jam do dizer que
    o governo imperial, a cujo conhecimento subme-
    teu a Malaria, decidira se esta corpora.;io ( u
    nao competeute para relevar raulus nao pruce-
    dentes de po.-turas; c emquaal i nlc bouver d.'-
    cisao, a camara nao devu insistir na fatao de
    competencia. E qaan'.o nao prusfguime.to da
    acci i, ate que o governo imperial rc.uD'a sul.
    ponto couteitado, re.-pondj que pode a caaaara
    aguardar a sobredita dtcisao.Inte.rada.
    Do en^euheiro cordeador, iuformando n re^ueri-
    ineuto de Antonio Baplisla de Araujo, letn a lizer
    que o art. 27, lit. 37 da lei provincial n IU6J do
    13 du junho do 1372, inarca que deve pagar qua-
    rent i reis por palino de terreno tin toda a ex-
    lensio da ciiade do Recife a Appipucos, que nao
    estiver murado, excepiuandu-se os terreno* qne
    liverem cercaa nativas era li -in esudue d c--r-
    vagao. O terreria dosuppUuaute csUco;i. ,r
    dido no diup sjcio d.i ar.. 27 da citaJa lei.
    ferio so o requeriraeotu.
    Dii niesnio, m.'ormandoon-querirae. to d> \....'.;
    Joao Scrvulo Teixeira, ua qual o raesmo pe le liceo
    ga (iara cuucorlar o collucarfjuna cuuiielia w.i caa n. 'JG da rua de S. Francisco, fr pu i
    Santo AnUiuo, tcin a dizcr qu trala, estamarcada na planta da eidade para re-
    cuar 2J paluios para o ilar^.m.-utu da rua.
    Concedeu se a liceaga po.'.idi. mc gnandu I
    Da fiscal da (regaasia da BJa-VirU, particle a-
    do quo asuperiera do eollegio de S. Vicente d*
    Paula, sito a rua do Viso.nde de albuqoer |0 n.
    81, iii.ii;d- u abrir as duas vallas eausteittef 'jo
    mesmo sitio, as qsaes uio davaaaeajel
    pluviie.-. Iitcirjda.
    Pela commissao de satide foi apresentilo -
    guinte parecer:
    A corainisiio de saoda, a quem foi pre-enic u.u
    ofOcio di Exm. presiiJcute da provincia,cum data
    de 17 do corrente, rem.tlenio a esla camera a
    informagao que de i a S. Exc. a capiaa a da por-
    ta a respeito da pedido que fex a camara para se
    con-triiir uraa l.iliiua era parta da rampa qu<.
    lem de ser cansiruida na caes do Forte do Rat-
    ios ; e de p.uecer, (juc se faga ao Exm. Sr. ur -i
    dente da provincia a> segiuut-.- Mnsidaragoes:
    1.* Que esta camara lem dirigiJo seria attea-
    gao e eavidado tados os possiveis. esforgo* para
    extinguir, remover ou pelo raenos aatinnn .-
    muitas e diversas causa* de in^lubridaie i ii
    existera ncsta cidade.
    %* Que cum ease intuito, ainda ha poucodi >-
    apropriou o trapiche do Suassuna para MO (6
    acabar com ura purenne meo de i.iunundicia> e
    miasmas c uma constaote olfecsa ao pudor e a
    civilisagao, que grande asco e repagnan-ia caasa-
    vani a quem observava o trist: quadro. q -
    desdobrava cousla .leinenla a vista do quem era
    obrigado a pasar por alii.
    3.' que naa sendo po sivel asbar ouira li
    mais cominodo para a construcgao da I.anna, a
    camaralembroa a S. Exc, parser muito i;
    fre<|ucntada do qae a uulra rampa confronts aos
    otabeltcimeatus oa coinpanhia |HI>atiburaaa,
    que mais procurada e para o erabarque e d
    barque, por elar raeis proximaaos grandes arma-
    zens de deposito.
    4." Que ha uma contradieao, em que nio \- a>
    sou c.diir o capitao da potto, era asseverar que a
    latrina naquelle. lugar exhalara um fetida terriv ',
    e que ;o'. aproveitava a Jus6 da Silva I.oyo A: Pitt ,
    barao do l.ivraniento, ttc, parccendo iusiauar se
    que laraservira inlere.-se dalUa e que a caman.
    lez ial requisigao, guauJo e bem patoii'. q .
    ses proprietarios naodesejariam ler ao ptdati
    tao Incomniodo visiuho, como o de.-creve o capita i
    do porto em sua inf rraagao. Jo;e da Silva I.
    (\ Filho, tem no gra;.do armazera, Ltrinas em oii-
    mero sufficiento para os sous empregados, on-
    1'onn.e suas calegoiias. O barao da Li/raiuen;a
    tem os armazer.s alogados, e assim nenhum I
    dous aproveita cam a construogaa da latr na
    naque le caes.
    5.' Que esla camara nao se lem occupa-lo n in
    de advegar, noni.de acoimar negocios de iati ret-
    so particular e que nao t m relafM com o sarvi-
    co publico, cntendendo ;.lias que c>te duve e.'tar
    seinpre garanlido pela espirila de justig i e re^i
    tidaa. \ r?
    6.* Que a camara, desejando fazer um beneficS^_
    ao puLlica, e eviiar que contiouera scenas.
    nentes contra a nossa civilisagao e ojJeBsvfsao pu-
    dor ; c julgando que nenhum inoonvenii-nte ba
    baseado na raziio ou nos interetiita da s.rvico que
    ^e opponhaa aquella construcclo.'deve reiterar ao
    Exm. Sr. presidents da provincial o seu ped.do.
    expondo a S. Exc. as conveniences que dev- ui
    resultar de semeltiaute medida nao so para a afc>
    de, como para a moralidade publica, am visU do
    que e de esperar que S. Exc, interessado com i e
    ha mostrada pelo bem publica, anniia a jatla e
    fundamenlada requisig^a desta camara.
    Pago da camara municipal, em 2 df julh- de
    1874.Jose Maria Freire Gameiro.-Dr. Lobo .V. ?-
    case.Approvado, deixando de tamar parte sa
    votagao a Sr. Loyo Junbr.
    Em vi.-ta das iuformajoes do engenbeiro cordea-
    dor desta municipio, reaueiro que o Oscal conife-
    tenle se dirija a estrada do Taquary e lavre o
    termas' de dous arrombos que la existera, contra
    os seus legitimos autares, assim como do eslrago
    feito na mesma estrada, onde os canoeiros conli-
    nuam nas mates de langamento a tirar barro para
    suppriraenlo de trabalho de algumas olarias nest i
    cidade ; lancando-se nos menciooadoi termc? cs
    nomes dos canoeiros, o numpro da nistricula das
    canOas nellas escripto e os nomes deseus proprie-
    taries, para se proceder contra o's iofracteres
    Bequeiro mais que o mesmo fiscal exija a Ji-
    cenga que Joao Gomes da Casta obteve para atra-
    vessar a estrada do Taquary de um a outro lado
    com um cano que elle con'essou ter foito para es-
    geta das aguas da lagoa do Zumby, aQm de se
    conhecer quem o autorisou a mutiar o cuiso A'aa-
    sas aguas, que ba langas annas fatera sen esg- :c
    para o rio Capibaribe, entre as p/opriedades das
    terras do antigo engenho Torre, olaria do Zumby
    e outras terras.
    Pa.-a da camara municipal, 2 de julho de 1S74.
    Jose Maria Freire Gamwro.Approvado.
    Bequeiro que se annuncie por < tiitaes, que n.n-
    guem pode vender generos de qualquer qualida-
    de, senao pelos pesos e medidas esiabeiecidus por
    lei.
    Pago da camara municipal, 2 de julho de 1674.
    Cunna Guimaraes.Approvado.
    A camara rasolveu que se recommende aos lis-
    caea a mais Gel observancia das disposigoes rela-
    livas aos pesos e medidas das casas de negocio,
    aQm de qne se faga cessar o abu'ivo costume de
    vander-se generos de qualquer qualidade por
    rs e medidas, qua nao esiao estabelecidos poi
    sob pena de responsabilidade.
    Foram despachadas as petigoes seguintes :
    De Aoguslo de Castro Monteiro, Bezerra & C
    Felix Gomes Coimbra. Joaquim Roirigues Duar-
    le, Francisco 4e Paula Rodrigues, Joaqnina Ber-
    nardina Vieira da Silva, Joao Jose Rodrigues M>n-
    des, Lucina Phiiomena do Nascimento, Uancel Ta-
    vares de Mello, Manoel Albino de Asnorim, Ma-
    noel Marlins Ribeiro, Zeferino Jose da Cosu Va-
    lente, Antonio Joaquim da Silva Brito, Alexandre
    Americo de Caldas Brandio, Anntonio Luiz da
    Conceicao Albuquerque, Bezerra 4 C, Carlos Hof
    fuman, Epiphanio Antonio Teiles. Firmrao Maria
    de Souza, Francisco Joaquim Ribeiro de Brip,



    .'



    BMsM ^Ktt^^orfi^^i^i^ar-Iiei^gi^M^dltMM
    "'."- ""

    Garva;i> &M<)*Ko! da Sika, joaquffn da Silva
    finnaaro, Juei| Jiopo* da Cost* Maia & C,
    Ainwai FM(5i*cjJfanqo, i,eao Rocha & C, Ma-
    ,nael da Silva Tiaptista! Manoel Francisd Marques,
    iU0-gJ!K?*P;iSrJ J-'i'J Servulo Teixcim, Antonio
    '^Sto rfiWsr havcn^, ft 3r. nrasidente encerwu
    'Se*o a* 2 bora? da rde. "
    Eu, Francisco Augiato da Costa,-seeretario, a
    escrevi. : ***mI t #
    * ffl*>o 3totWa F/r ^r.?'ra d S/toa.
    #t*W*d-|ta,* Jwf Cutaoa *>r4oi*t& Itrrafc-Jbos d'i;0iA'i Siwrw Gui-
    "WajJ-aiir. Pedrode Atkayde.Libo Uoscoso.
    -inc
    TEPOLITICA
    e rauito, paralgans
    CO.\55HtVAH#OU
    Mu,rT., li DE JULBO D3 1874.
    Se a poliiica se reduzisso a
    iu aa iotti ; ggress5es sera prova, aos so
    sui Oo'j cea -' *B"*JB5ft lguobfis da? lac'coes, a
    * tUfcvt aaiJrerr superficial, inepta, para
    16 HU'i sita eesteiil, triple poliiica e por

    ,j.
    snto Irisies cousas e tristesho-
    JE>.
    filendes Leal.)
    ]."u:AJa a condicionalidade das palavras acima
    Izaaseriptas,, dir-se-nia qu.; foraoi ellas escrip-
    Us -coin applica'c3o a politica dos provinaanos,
    Wfe I'tUiUca, que nos leva a cxelamar: tristes
    fOjtitjkf tnstes humens !
    - fJ'xVMPlo, Qs provincianos. desconhecendo abso-
    lutamaate o4 lajos qua prendem a politic a moral,
    stm ptiocipios e sera ideas, escravos da paixS"
    mats cega, das anbjcSes mais raconfessaveis, dos
    sentimentos mais degenerados, tera redazido a po-
    litic a. a^zjesjocs sum. prova, a sapbisraas igno-
    -l)eis, a guerra superficial; teem ehradn a di/fama-
    c.ao e a cattunii a allura de arums de partido.
    I'ara os pnflicjfciosfc craft, aMignidade, a ro-
    putacao nao mi uth bam" ssgrado e inviolavel;
    sao sim uma enisa sem deno, res nullius, da que
    elles so laocam raao para um fim, para esboroar,
    corco farian com vis tor.oas, que ides cahissem
    entre os deio? destrnidores.
    JSspeculadores desfacados, que se servera do no-
    me do povo, como os fanaticos o hypocritas do no-
    me da Dens, isto e, para commetterem toda a sorle
    de tropelias e da escandalos, para jnstificarem
    as mais infantes accflas, para realisarem os mais
    nagros daeigaios, os proviiicianos estao empenba
    dos e:n umi trisLssiin i e repugaanta tarefa, pira
    cujc desempobo acham boas tjdos os mains', repu-
    tam afitas Ndas as annas e erapregara toios os
    desfJ)riiani-)s de linguagem.
    0 joroalista, dissa alfuam, poJ.s.sar impanam^n-
    te o assassmo >riJ a sooibra da f berdade de pen-
    samento.
    Os provincianos aproveitam se beaiv dessa im
    munidade. Tigres famiutos, na ordem moral, ven
    d) escapar se Ihes a presa, que jalgavam quasi
    einpjlgidi, atiram sa sobre tado e sobre todos, na-
    da poupando e:n saa faria de d.istruicao.
    E o povo, o pobro p)v.j, que o primeiro sacri-
    iicado por esses seas fal*os defensores, sempra a
    ser invoead i p>r dues desesperados do maalo, que
    naofazain ai essencia qnastaj p;lo publica bein-
    estar, o sim trabalham, mourejam pro pausa saa,
    pelos direitos do seu abdomen ?!
    All! urtjfoi A) mania politico Tartufjs, tar-
    t'jfosn
    Mas o piviijavo' vji cinheceado, se e qae ja
    nao vos conhjce $'. todo.
    Pols serij sem frujto para o povj a loaga expe-
    riencia qu* tern dos vos-os pmmeUimantos vaos,
    das vossas, mentiro-as pblavras ?
    Deixai de inio, pira os vossos i-alculos intere<-
    seirrs o nome do povo, qua em sua longanimidade
    ja of.) soffre o jogo vil, qae dalle constantemente
    Meis.
    0 povo Mm sabe qua os seus tateraasea legitl-
    raos nao podem ser advogad >s pelo modo, parque
    vi< meukais defenJa-los.
    Dos vossos actos, das Ve pirace o desabafo das vo tisfdi-.io dos vossos condemaaveis caprichos, o ps-
    forco-pela consecu.ao de vossos proprios arranjos.
    N'ao vos guia am prineipio, nao vos dirije uma
    conviccao no intuito do bem geral. Narcisos po-
    liticos, enamorados da vossa piooria formosora, a
    heir.-- do lago sociil nao preteudeis versenao a vos-
    sa imauam.
    Oulra cousa nao vos preocmpa.
    K lalvez desse egoismo feroz e malsinado pro-
    venlia em pane o vosso furor conlra os vossos al-
    versarios, qoe dominados da vistas mbreseim-
    'petti los par sentimeatos eipansivos, cimialiam
    - por veredas ioteirameate oppostas as vossas e pro-
    caram roalisar o dosenvolvimento da povo, o seu
    .bem-estar a progress) pela ordem da libardade.
    Ao passo pue viveis no circnlo acanhada das
    .atradiccoiis, dis pequeninos interesses, dos em-
    bastes e das engoios a baa-fa papular, tantas ve-
    'zos v.ctima da vossa daslealdad-*, nos vosso3 ad-
    versarios, giramos era uma esphera m^is ampla e
    superior; palpaip-is sa nacessidades sociaes para
    satisi'aze las; pro;uram >s traduzir em facto as
    aspiracoas pacionaes ainda em ery>atlda, mas ja
    amadurecidis pela tempo e roclamadas pela civi-
    lisacao. Onde ama nova .liaerdade qner g^rmi-
    nar, nos n;lo pomos o pe e sim melhcramos as
    >:an li;oes> do solo, facilitaalolhe a nascimeato
    i' favoreceudo-lhe o crescimento. Abi estao os
    factos, tio Ctfnbacidos, da no;sas dias; confirmm-
    do eloqaentemmta asoossas palavras.
    Catla libarto, quo nasce, 6 uma Oor de liberda-
    da, que vicija regida por nossas raaos. ,
    A diiTusao das luzc-s e uma sement3 fecundae
    qae toios os dias conliamos ao solo, cer'.os de qul
    assfra trabilhamo* pira tnelb'arar o estado raara
    e soc:al do cidaiaa, eiriqueeendo Ihe o espirito e
    o roraQao.
    E quando daveriamos por tJo maritorio pro:e-
    der, ser cobertos de ben^aas e applausos por vos
    qua vos dizeis sem canrar os soldados da grande
    causa do povo ; nos vemos, pelo contraric, insul-
    tados por vossas pennas desenfreiadas a proposito
    mesmo do bem qae fazemns.
    Qaindo um nosso minisiro autorisa e anima a
    fundacjio de bibliotbecas, esses laboratories em
    ponto grande do saber bumano, vos cansurais uma
    assemblea, a des'a provincia. urn presidente, o il
    lustrado Sr. Dr. Lucena, porque tra'am de aug-
    mentar o parco paeulio da livros de uma bibliothe-
    ca publica ja existente, mas decadente pela es
    i'asez de';eus recursos !
    E ainda tendes eoragem de vos dizerdes libe-
    raes e ainda quereis (jue o povo vos acredite e sus-
    - tente ?
    E' deraais. Seria escarnecer da victimi. Mas
    o povo ja vos tai abandonando.
    Bem'qdeo sentis : bem qae vol-o dizemos aeon-
    teeimmtos. Tarde vos chegara o arrependimento
    do wio carainho, por onde vos internastes.
    Esse caminho vos coaduzira a solidSo o ao va-
    cuo.
    Qaando olhardes em roda de vos, V03 achareis
    sos. Como a avalanche da montanha, ja rolas!63
    . pa altara de partido ao abysmo de facjao ; e abi
    haveis da desaparecer.
    0 passado, qae ha de em breve ser vosso turau-
    lo, foge adiaute da n6s, que procuramos o futuro.
    E ests nos abre suas portas do p3r em par.
    Esses advarsarios, pois, contra qaem descarre-
    gais vossos botes, represcntam o futuro : respei-
    tai-os.
    E sabeis o que 6 o futuro t
    E' o desbrochar da flor e o crescimento do
    fructo; e o gozo das perfumes daquella e dos sa-
    bores deste ; e o desenvolvimento, o engrandeci-
    mento da sociedaJe ; e a conquista de todas as
    graodezas da oivilisacao; e a prosperidade na-
    cional.
    E tado isso soraos nos, deiafortuaados provin-
    cianos I
    Dedaxai embora. Les declamations passent, les
    notmxs restent, disse-o Napolelo.
    proeuram.
    Solfrendo e muito, por algans mazes, de um lior
    rivel liypopri'm r tubvrrulos syphilHim na"IMea
    do-cl uV'direito, e ja o coiWiderando ;krtefMf|e1>M
    rwrtido, five entretanio a tniravilhosa feneMWe,
    entregando me aos cuidados do tao-tn^oflWMe
    oculista, coosegnir em poiioos* dtaa a terminio desse aieu t rrivel padeaaialo.
    -De (eito pu.le coabacer qae o.fr. Dr. Qhacon,
    alein da neonaecida pericia oom(|iw exacce a
    perigosa srte de ?ua espacialldade mediea, e sobre-
    tudo dotado dos mais etevadoipredicadoi, ue po-
    dem caractedsal a comp uai oraamenta bonroso da
    classe mediea do nosso paiz.
    Deiculpando me, pojtaoto, S. S. astas uyohas
    expressues, se de leva offenderera sua recoubecida
    modestia, queira ace1tal-a3 tlo somente como um
    varbo de mlnha eteraa gratldao.
    Recife, 8 de judtaide 1821.
    MureHam C. da R. Wwulerley.
    Cemlierio puhlico.
    Srs. redaclores.Suppomos ter ja oTiabtado 6
    respeitavel pabtico de qae lado esta a verdadetta
    qnestao qae temos sustentado em prol de nossa
    reputaci .
    Para que Vv. S. eo publ|fcojk;uizem qual o ca-
    racter do Sr. administrator do cemiterio, abaixo
    transcrevomos a eopia da nosso offlcio remettido a
    Rlma. camara municipal e a certidao da mesma
    copiando o offlcio qae o mesmo admiaistrador Hies
    dirigie.
    E' do theor seguinte :
    a llims. Srs. presidente e mais vereadores da
    camara municipal do Recife.Os abaixo assigns-
    dos a bem de seus direitos precisam que Vv. Ss.
    Ihes mandam dar por certidao o theor do offlcio,
    que Ihes dirigio o administrador do cemiterio pu
    blico, lido em sess&o dessa lllnia camara de 10 de
    junho, relatando am acontddmento que diz teve;
    lugar no mesmo cemiterio no dla S do mesmo,;
    por volta das 5 horas da tarde. Nestes termos pa-
    dam a Vv. Ss. favoravel deferimento. E. R. M
    Itecife, 11 de julho de 1871.A. da Maia Pes-
    soa, Manoel da Silva Sampaio, Francisco da Silva
    Cardozo, Antonio Fernandes da Amorim, Adolpfco
    Martins da Barros, Adolpha Estanislao da Costa,
    Antonio da Costa Oliveira Maia, Jose Joaqnim SaJ-"
    gado, Manoel Cardozo de Souza, Prancisco de Oli-
    veira Guimaraes, Manoel Joaquim R. Ferreira.
    'i Em virtude da petiijao sujra, certifica que re-
    vendo os pipais existentes no archivo desta secre-
    taria, nelles achei o offlcio pedido por cerftdio, o
    qual e da forma e theor seguinte :
    a Administracao do cemiterio publico dacidade
    do Recife, 6 de junho do 487'*. -Illms. Srs.Sen-
    do conduzido h mtem a este cemiterio, por volta
    das S horas da tarda, o corpi de Joaqaim Jose da
    Silva Santos, que por pestencer a majonapia nao o
    quiz encommendar o rigario do Recife, segund >
    daclararam todos os coavidados, pediram estes ao
    capellao daste cemi'.ario qae o fizesse ; ao que nao
    annuindoo capellao, o que fez era termos brandos
    e urbanos, deu lugar a qua os mesmos convidados
    prorompessem em horrivel gritaria contra o capel-
    lao, a |ueraameaciram arrastar ateo lugar da se-
    pultiira, in !o ale alguas coavidados armados de
    rewolver.-.
    a Felizmente, gracas a pradencia dos emprega-
    dos que com a mater paciencia procararam
    restabelecor a or te.u, dove so o nao ter hontem
    havido aqui scenas funastas. Como esta facto oa-
    tros se lam dado e cmtinuarao a repetir-sese esta
    illuslrissima camara nao tratar de providenciar
    conveaientemeate. ,
    Esta aJministracjio cspera qae Vs. Ss. tomando
    em considaraQio o facto, providenaiera de modo a"
    que elle nao se reproduza.
    a Deus guarde a Vs. Ss.Illms. Srs. presidente
    a vereadores da camara municipal la cidade do
    Recife.-0 administrador, Augusto Xavier Carnai-
    ro da Cunha.
    > E nada mais sa cantiaba em dito offlcio aqui
    fielmente cooiado.
    Secrataria d i camara municipal da cidade do
    Recife, II de julho de 1874.
    t Eu, Francisco Augusto da Costa, secretario,
    subscrevi.
    A' vista daste documento, o Sr. administrador
    nlo podera mais di/er que faltaraos a verdade
    quando asseveramos quo S. S. nos appellidoa de
    desordeiros.
    Tamos fo qua S. S. para o futuro naoaduIteraFa
    mais os fait as a especialraenta quando os tiver da
    narrar a illuslrissima camara, a quam S. S. tem
    stricta obrigacao de con'.ar Qelmaate o que se
    passou.
    Recife, 13 da julho da 187't.
    A. da Maia Pessoa.
    Jose Gomas^Coimbra.
    Antoaio Fernandes de Amorim.
    Francisco da Silva Cardoso.
    Manoel da Silva Sampaio.
    Manoel Augusto I. Moreiri.
    Augu to Cesar de Azevedo Guedes.
    Francisco da Oliveira Gaimaries.
    PaJro Jose do Siqoeira.
    Manoel J. I! jJrigues Perreira.
    Manoel Cardaso de Souza.
    Jose .Joaquim Salgado.
    Adolpho Martins de Barros.
    Miguel Foatourr..
    Antonio da Costa 0. Maia.
    firo- o
    I
    U(fiiia.
    PrefirO o governo dos franco:; conserva-
    dom, ao roinado dosses ambiciosos, os libe-
    rals I... quo seiitem-se irqpuros para sacri-
    ficar no altar daJiberdade, e aaclam especti-
    lando em nome da deasa !
    1866. "
    * / Marco Antonio! I..
    PUeLICACOES A PI9ID0.
    ------------------------------------------W"*1 '-----------------
    <-raiiiluo.
    Ao retirar-me desta cidade para o eio de minha
    famila em Nazareth da Matta, nao posso deixar
    de, satisfazendo ao imperioso dever du minba cons-
    ciencia e aos impalsos intimos de nea caragao,
    nao iid pnentear ao publico mais am importante
    tnuffpho obtido pelo distineto medico Dr. A. Cha-
    con, no exercicio. .de sua reconhecids. especialida-
    de, com* tarabem manifestar-lae o rleureconbe-
    cimecto pelas maneiras sempra nrbjnas com qae
    esse clelicado ocalista-fabe tratar a ajaelles qae o
    Ao publics.
    S>'s. redactores do Diario de Permmbncy. -Soli-
    cito de Vv. Ss. a publicacao das liahas, que tracei
    a proposito do seguiuta, que casualmente li na
    Provincia:
    a 0 Dr. Aprigio Guimariles Pede-nos este nos
    so amigo, qua declaramos, para qua ninguem fi-
    que em duvida, que esse Marco Antonio, esse bo-
    mem sem dignidade nem honra, esse tartifo, esse
    contradietorio de todos os tempos, em samma, esse
    raiseravel que vai sar exposto, no Diario dc Per-
    nambuco aos olhos do povo pernambucano, e elle
    Dr. Aprigio Gutraarles.
    Uraa observacao e canvenienta que eu faca
    para que ninguem Qjaa em duvida sa sou a favor
    daste ou daqaelle contendor: nao sou amiga, e
    nem inimigo da Provincia, assim com a nao o sou
    dos escriptores conservadores.
    Serei impircial no que vou dizer.
    Li e reli a declaracio por parta do Dr. Apri gio
    Guimaraes, e, canfes3o sera querer com isto offen-
    der ao mesmo doutor, achei que iuvia alii um cer-
    to derarranjo inexplicavel.
    Interroguei a raim mesmo sobre esse pas3o, que
    bem pode trazer consaquencias graves ao Dr. Apri-
    gio, e parecau-rae que os seus proprio3 amigos o
    atraigoaram.
    Se por este lado nao e possivel ama justificacao
    para semelhante destempero, entao o Dr. Aprigio
    esta soffrendo algura desarraajo, que o torna um
    bomera inutil.
    Pois qual e o homem, qae occupando uma post-
    cJo na sociedade, e possaindo criterio, e sen30,
    vem pelos seus proprios est.-rcos expor se a ser o
    alvo de mil e mil corollarios, cada compativel com a dignidade e caracter de homem
    de hem ?
    Pois o Dr. Aprigio, illustrado carao dizem qae e,
    nao comprehendeu que sa lha pole com jasta ra-
    zao dizer : vos sois c Marco Antonio, qua em 1863
    escroveu conlra o conselheiro Nabac, cla-sifican-
    do o como o maior corcunda do Brasil; e hoje
    fazeis parte de ama reaaccio, qae reconhece o
    mesmo conselheiro como o primeiro liberal do Bra-
    sil ; logo v6s hoje encreveis contra o Sr. visconde
    do Rio Branco e araanha, se vos cornier, o colloca-
    reis entre os predestinados para salvar o Brasil ?
    Pois nao pensou o Dr. Aprigio qua se ihe podu
    dizer ainda : vos ja fostas o maior snst ntacalo do
    fioder temporal do papa, hoje sois o Fabio rustico ;
    ago araanha se fordes infeliz na vossa es?eculacao,
    voltareis a defender oatra vez o poder temporal de
    todos os pap -s r
    Pois o Dr. Aprigio nSo cogitou que depois disto
    ainda lbe poderSo dizer e com muita razao : vos
    ostivestes com os conservaior.is quando quizestes
    ser secretario da presidencia do Ceara, quando vos
    elegeramsupplente de dapatado geral, qaando pre-
    tendestes a cadcira de leate da faculdade de direi-
    to, hoje descompondiis esses mesmos qoe vos be-
    neficiarara e vos dizais liberal ; logo amanha com
    o mesmo desembaraco descornporeis os liberaes e
    vo3 direis conservador, pois qae nio tivestes a rae-
    nor ceremonia em doelarar que b* Marco Antonio,
    qae descompoz o Sr. conselheiro Nabaco, sois vos
    que vos chamais amigo do mesmo canselieiro ?
    Na verdade essas conjocturas, alias bem funda
    das, em nada abonam o caracter do Dr. Aprigio,
    e dellas os seas inimigos, se e que o Dr. os tera,
    bem podem se servir para ataca-la sem qae elle
    possa magir e nem tugir.
    Aabo qae ha ceri.as fragilidales bnmanas, qae
    envergonham o homem, das qaaes o pador manda
    qae quera as praticou as occulte, embora em aza-
    das occasiSes se jastiflque das accasacCSes, qae por
    cansa dellas Iba sejam feitas.
    Tenho o Dr. Aprigio era coata de am homem,
    qae ainda nao perdeu o pador, e por coasequencia
    continao a pemar qae a tai toclaracao e o resul
    tado de am desarranjo qualquer.
    Uir-se-ha acaso qua e fllha do desespero do il-
    lastr'a doutor?
    MM*fa ha sma oatra f*w, .par oWeaame^sMIP *ki*lu^'Mmf/f
    da ao mmsoM*in1o.^ J #zWl-eKa *h rofTfl
    Talvez d*flr."Aplgi*> ^pWftaJT
    ttot f- entetid* que-flrenUbdo 9e coiKo
    n*-./>**fafam*iW|4. xime inculcando-se a te vai ser
    Or* a itMhv'rdatLJgiSo aceita i-to o nem ea jal
    go o ddtrtbf > ibelil % enfatuado, qua ton la a
    loui prh de-iornar que- iaow. Unn^e o
    qm e boo* mao, sappondo o povo pernambucatw
    ma suda, de, baaoc n* lbe bate-, paima* sa^a
    qual fur a sua roapagem por serdes mt quern sail.
    Aelio, puis que a taato uao ohegam ascymp
    de Wuoes Machado. j *,ltj m^ ml *mm
    KHianJo <|ue a Dr. Aprigio davana antes clar
    se do qua dar. uma prova do qua neabura raapeito
    Utbuu a epiaiao do publico, se e MBao eateaderam de jH-opeaita oap^U para dar
    lb* uma.aawla. ,.v ^
    0 qae sera, q qae pretdndara) o-Dr.ApHgiOjft^s
    3*us amigos oom tai deolarapao ?
    Assim continue! a intarrogar aos racus botoM
    Eocontrei, porem, naeto para uiiaba iinagina^ao
    no que me, dissirara (e era que eu nia crei.)
    resjwito do Dr. Aprigio, a quem apeuas conhe^o
    Odvi, nlo me recorda oftde, dizer-8* qae o Br.
    Aprigio quer ser emtalo epor'Wto a primelra
    flltira ; e qae irabuidc- nesSa pretenfio, a qae com
    razSo pode-se ehamar taobage, irhta*e,-'zafa-e.-e
    da por paos e^r pedras, quando iteo repMseMa
    semelhante papel.
    Exelamei entio ? *h f ^raf possivel -qne as ae-
    gaiptes. palavras de nm essriptor francez : ?
    ambiciosos nio teem hoara ; niftbstaealos os n-ri-
    tam ; apoderara se da autoriaaw, e 'vhsgaai^o
    logo dos que os ofTeaderam. Os-oradores enfataa-
    dos, vaidosos, e de poaco raerito, enfadam se, mas
    cedem quando veem qua ihes nio tributam resnei-
    to, e nao enoonlram quem Hies teca lisM^eiros en-
    comios proretizassem o ajipareciajento desse ho-
    mem no Brasil ?
    Nao ; ea espero que o Dr. Aprigio. sa arrependa
    de am passo tao errado e desacertado, quanto des-
    atinados, e que um dia venha chorar sobre o sou
    passado.
    Assim seja.
    A cidade do Rio Formoso muito brave vai col-
    locar-se na vaoguarda do progresso, bfferecendo
    a asperancQsa mocidade, am modesto, porem ele-
    gante, ediQcfo para instrac^ao primaria.
    -Nao esta longa a realisacao desta nobra deside-
    ratum.
    Haje, no meio da vivas estrepitosos aos distine-
    tos cidadaos tenente-coronel Tbomaz Lins Caldas,
    major Tbomaz Lins de Barros Wanderley, major
    Joao Manoel de Barros Accioli, commeadador Jose
    Luiz Caldas Lins,capitao Jose de Castro Paes Barre-
    tb.tenente Manoel Bernardo das Vlrgens, tenente Pe-
    dro Alexanlrino da Costa Lids Wanderley, capitao
    Manoel Vicente de Hollanda Cavalcante, Antonio da
    R cha Wanderley, capitao Frabcisco Lins Wan-
    derley, Augusto Hufino de Almeida, que compSera
    a commissao, e!evaram-se as madeiras do mes-
    mo ediCcio eatre gyrandohs de (oguatas, fsuboli-
    sando o contenlamento geral ; sendo em seguida
    offarecido, pelo distineto tabelliao d-te termo, Au-
    gusto Rufioo da Almeida, que tera sido incansavel
    em samelhanttj tarefa, um simples e bem signifi
    cativo copoWajfua aos-artlstas, qae o saadaram
    com frenesi, em signal da recomeciraento.
    Foi tao grande e immenso o nosso jubilo, que^
    calando a nossa modestia, obrigou nos a vir a
    irapreasa de.larar que a cidade de Rio-Formoso
    representada pelos benemeritos cavalheiros ja
    fallalo^, foi a primeira na provincia qae, aceifaa-
    do com fervor o loavavel appello presidencial,
    soaba raostrar que um so momenta nio esqaeceu-
    se de seu tao espontanao, quanta lisongeiro com-
    promisso, traduziado em facto o seu magnanirao
    offerecimanto.
    Sirvam estas palavras de animacao para este3
    obreiros do futaro, que com seus cxclusivos sa-
    criticios, sem outra recomdensa, senao a feliciia-
    de da gerai;ao vindoura, proeuram nos justos li-
    mitas de suas forcas a prosperidade do sua patria,
    proporcionando aquella os meios de instruccao.
    Estes sio os verdadairaos aotos da beaenieren-
    cia e philantropia, qua assim era ama so, mas elo-
    qaente palavra expriraem] patriotismo.
    Final meate, com entbusiasoio annunciamo3 que
    no dia 8 deaetombro fara a cammissaa a eatrega
    ao governo da casa de iostrac;ao desta cidaia, e
    preteade, appellaalo para a generosidade da seas
    habitantes, coastruir uma outra para o sexo fe.mi-
    oino.
    Rio Foxmoso, 6 de julho da 1874.
    Alguns no-formosenses.

    aontada eracima de-i#b*lldJ
    . It lliWrWWBiaWd^Bte rtji i/liitMHIPdOKfeda
    sianacao, quada e cajjao
    prostitula, das duas bestas e do
    dragao, tudo 6 expliaado aJmlravefmeiite nest*
    obra laoportamtsiWa tw.no rapraaeatii^iea de>lns-
    *i|8e*lowaaaporai#as,e aari'.aMiai. -de fa ans ja.consummadps, a^ajUfas utia parecc teriu
    Ingar prftximamenfe. .
    '^JkCM^se r venda pelo prewa 8er 33000 cada
    B*#*r,rirUm-iwia Universal, ma do fcEpara
    /MagUmuM ^ra*Wnj>jmmmi ru n.
    JiM rtisyari* kUailruii, rua do Baiio -da Vic
    iin*c Mmairo da Marco n. 2. ,
    lH*mo tb 4t Mb ii uis\ 0fvrr ,
    ^Wj*WH aii tres esposiooes e obwquiado por
    Wbwtrtgueieg eom uma teaoa-a de aro ; wfcdo
    faslado-8e temporanamente doexarciefo de saa
    proliMkr, WUtm de tovw trabalhando a rua Du-
    qua da Caxbw a. 18.
    0 cuatafltu afi#HtMol s*mprnfbanaraente dis-
    pensado pelo reepeftavel publico desta capital e
    d outras oidadas do Ieiporio, onde tem andado,
    aairaa a voltar paaa su'arta, a solicitar do mes-
    ia generoso publico seu vaiioso conoarao.
    aEtWbraado aempre-por marecer da todos quan-
    tesre ulilisarem do seus secv^os ariisticos a con-
    ianoi, caprichara e capricbara sempra para quo
    eja salisfeita a espectattva de todos.
    Perfaita execacJo em cabelleiras, coques e
    iUAtqttr postioo de cabellos.
    Deseahos, ttcidos a mais arlefactos.
    E-pecialidada em penicados de noivas, etc., etc.
    AgtaA de Florida de Murray
    l/inman
    Por sera duvida alguma alcbneoa am pcrfeilo
    successo neste.;paiz, oqaal nio tera exemplo no3
    annaes da toillet. A smafrande o vasta populari-
    dade inteirameote obscurece e pda da lado a dos
    mais linos perfumes importados d i Allemanba.
    FraoQi e Inglaterri. Essa sua popularidade nio se
    dev-ra lanto aitribuir a causa da saa cauiparativa
    barateza, mas sim tao somente a sua inlrin.-eca
    raperioFidade.
    Qualquer um teeidoimjregnado da mesma, ex-
    hala a tragraneia das floras as mais odoriferas e
    delicadas do tropico.
    0 seu delicioso e dele;tavel aroma, 6 tJo fresco
    e refrigerante qual aquelle que dimana e se diffun-
    da dos mimosos botoes de rosas expargldos e car-
    regados pelo matatino orvalho daqaelle paiz, cuja
    rica e picante atmosphera a ju'tamente celebrada
    Unto pelo poeta, como pelo bistoriador.
    Ainda mais, o'seu aroma nio se evapora ou se
    de3vanece, antes pelo contra.'io, elle parece im-
    buir-sa e tntranbar-se cada vez mais nas dobras
    do banco, como se se houvesse incorporado em ca-
    da uraa libra de seu deiicado lecid .
    Dissolvida n'agua, torna-se uma admiravel prc-
    paraelo para enxaguar a bocca, servindo de pre-
    servauvo aos dectos e as gengivas, dan!o um ex-
    cel I ente e aromatico gusto ao paladar depois de so
    havar fumado, e ao mesmo tempo e am admisa-
    vel meio para suavisar a irrilacao da pelle depois
    da sa baver fcito a barba.
    8**flH0S D* EXPlJOTAl^O NO DIA' 11 W
    JULHO DS 1894.
    Fara os portos do exhrior.
    - No vapor inglez Slinho, para Liverpool, car-
    reg-w : P.'Net-sen & C. 88 fardos com 15,449 ki-
    los de algodao ; Braga Sod 4 C. JOB saecas com
    14,699 litos de dito; J. P. dos Reis *7diaa com
    n,oU ditos de dito.
    No patacho porluguez Fortnna, para Liver-
    ponl. carregou : T. Christiansen 1.500 saceos eom
    11*,500 kilos doassaear mascavado e 1,500 pontas
    de boi.
    No navio ioglez Hampton Court, para New-
    York, carrofou : S: Brothers & C. 1,000 saceos
    com 75,000 kilos de assnear mascavado.
    -Na barca portoaueza Nova Veneedjra, para
    Lisboa, carregou : OJiveira Pilhos & C. 900 cau-
    ro* salgalos com 1037J kilos.
    ' Para os portos do interior.
    Para o Rio Grande do Sul, no patacho nacio-
    nal Joven Correia, carre^oa : J H. Ballhar 300
    barricas com 37,JS6 kilos de assucar branco.
    . Para o Rio de Janeiro, no brigue nacional
    Pirangy, caregou : M. L. Paes Barreto 500 saceos
    com 37,500 kilos de assucar branco.
    Para o R o de Janeiro no vapor nacional
    Paid, carregoa : J. Licio & Filhos UOsacc s com
    8,250 kilos de assucar branco ; L. J. Marqaqs de
    Araujo 72 dates com 5,490 ditos de dito e 45 ditos
    com 3,373 difo j de dito mascavado.
    Cabeceiras de Basta.
    Caminha.
    CAPATAZ1A
    Heodimeato do dia 1
    dam do dia 13
    DA ALFANDBCA
    a 11. ,
    VOLUMES SAH1D08
    No dia 1 a 11 .
    Mo dia 13
    .'runeira pona .
    iegnnda porta.....
    frceira porta .....
    Juarta porta......
    ricpicba Ccnceicao .
    8:867*986
    1:139*808
    16:0071794
    9,825
    33
    38
    193
    10,090
    i
    GMfc!MBHJ.
    SERV1CO MAR1T1MO
    ii>arengas dascarregadas no trapicte da
    alfandega :
    No dia 1 all.....
    No dia 13.......
    lo trapiens Oancaieio .
    Cbaves.
    Coimbra.
    Coura.
    Covilhi.
    Elvas
    Extramoz
    Evora.
    Fafe.
    Punchal.
    Payal.
    Porlo.
    Regoa.
    Tavira.
    Torres Novas.
    Vianna.
    Villa da F. ira.
    Villa Real d S. Antonio.
    Vinhaes.
    Vill i Nova
    Hepa
    Madrid.
    Vego.
    JfealhstSa.
    Melgacu-
    Miraodclh.
    Moncao.
    Oliveira'de Azetwis
    Ovar.
    i'enaflal.
    Pinbel.
    I'oate do Lima.
    lfiv>n Jhf Laoboao.
    Port'Al^fre.
    Pcvtim.
    VMa 4o Vanim.
    SiWes.
    llMaar
    Mjh
    Valaaca.
    Villa do Conde.
    VMaUaai.
    Vrtta Pteaca d Afuiar
    da fiervoira.
    tsrrebjaa
    Cadiz.
    Oapital.
    'undo
    NORTHERN.
    .... iO,w(X>;000#OOo
    de' reserva. M Agwtea,
    MilU Latham AC.
    RUADA.CRUZN. M.
    10
    12
    FXEBE1X)RIA DE RENDAS INTiRNASGE-
    RAES DE PERNAMBOC-
    .*c(liraento dodia 1 all 20:325*889
    dem do dia 13 ...... 5:134*294
    25: a605183
    ftendimento do dia
    Idem do dia 13
    CONSULADO PROVINCIA I,
    1 a II.
    91:852*4B3
    8:721*081
    100:573*564
    JUNTA DOS CORRETORES
    I'raca do Kcclfo, 13 de julho
    de 1994.
    A3 3 HORAS DA TARDE.
    COTAg5KS OFFICIALS
    Algodio de Goyanna sera inspeccao 7^103 por
    15 kilos.'sabbado.
    Cambio-sobre 0 Rio-'de Janeiro a 3 d)v. 1|4 0|0
    do premio, do banco.
    Dito sotare dito a 15 d[v. 3(4 e 1 O[0 de das-
    con to.
    nesconto de letras 9 0|0 ao anno.
    0. de Vasconceilos
    Presidente.
    A P. de Lemos,
    Secretario.
    4.LFANDF.GA
    Raadimenio do di 1 a 11. .
    aarc do dii 13 ...
    343:210*596
    24:113*170
    367.323*7615
    Pao d'Alho
    Conlratado para fa>.er uma defeza paranta o tri-
    bunal do jury da. Villa de Pao d'Alha, alii fui e
    no dia 9 do correnfe defeaJi como p de o mofo
    que se confiou aos meus cuidados e a fraqueza de
    minba intelligencia.
    Nio posso esqaecsr-me da mandira porque fui
    tratado dos digno juizas de facto, como de todos
    03 cavalheiro3 que me hoararam com suas ami-
    zades, especialraente os Srs. ctronel Maranhiio, e
    tanente-coronel loao de Azevedo.
    Estes dous distinctos cidadao3 qae, nao obstante
    minba obscuridade, mo trataram com tanta dis-
    tincjio, me encontrarao sempre as sua3 ordens,
    esperando occasiao opportaoa de pratestar-lbes
    minha del gatidao.
    Aeeitem os dignos cavalheiro raeas agradeci-
    mentos.
    Recife, 12 de jnlho de 1874.
    Romualdo Alves de Oliveira.
    Piiblicncffo liltcrarin.
    0 FIJI DOS TEMPOS.
    OU
    0 impcrio do Anlichristo, na destrui^So, e a pro-
    ximo vinda do reino de Deus.
    Le-se ao Apos'olo, periodico religioso que se pu-
    blica na cirte.
    -.' i Esta importante obra pablicada recentemenle
    era Pernambaco, .tem sido hoarosamente aprecia-
    da pelos principaes orgaos da imprensa reli
    giosa.
    0 Diario de Per nambuco, a UniSo, -a Tribuna
    Calholica do Ceara, a Chronica Religiosa da Ba
    bia e ultiraamente o Apostolo dasta corte a tam
    recoraraendado aos seus ]Ieit6re3 corao digoa da
    raeditacao de todas as pesioas qua se dedicara as
    lettras, particolarmeatB'oaquellas que veem no
    christianismo nao uma" Invenrao hamana, sen5o
    uma iastitui^ao divina. .
    Saculares distinctos por seu saber, doutos sacer-
    dotes, S Exc. o Sr. arcebispo da Babia, o Exm.
    bispo do Ceara, o Exm. bispo capeIIao-a:6r, teera
    felicitado o aator em termos calorosos pela sda
    nova produccao.
    S. Exc. o Sr. bispo do Ceara, escrevendo a uma
    pessoa de Pernarabuco que Ihe remettera um
    exemplar do Fim dos tempos, diz assim :
    - Toda essa obra foi escripta sob vistas catho-
    licas, e sea aulor, verdadeiro catolhico roraano
    mais um tilulo adquirio a ser considerado um dos
    benemeritos da igreja. A elle 02 meus parabens e
    felicitaeoes J-ijo por haver tao dignamente em-
    pregado 03 talentos qae Ihe confiou 0 pai de fa-
    milia, etc. etc.
    S. Exc. 0 Sr. bispo do Rio de Janeiro, escreven-
    do a mesma pessoa qua lbe remettera igualmente
    um exemplar da mesma obra, diz assim :
    Agradeco-lha mnito e muito a obra |que se
    dignou da mandar me, e-rogo-lbe qaeira de minha
    parte dar a seu autor maitos parabens, loavores e
    applausos : eu fico agradecendo a Dens 0 talenta
    que Ihe deu, etc., etc.
    a Como se ve, nenhama obra pnblicada entre
    nos merecea ainda l5o grandes elogioa e-por par-
    te de pessoas tao autorisadas. E' qae nag aetuaes
    circumstancias nap se podia publicar um trabalho
    mais importante e conscnancioso.
    Com effeito, 0 aulor corapubando aisira os
    propbetas da lei antiga como os da lei nova, moslra
    com os factos qua se estao passando no mundo
    que somos chegados proximos ao fim doa tempos,
    ao ultimo dia da maldicao, annunciado por aquel-
    les santos varSes, 0 que sedeva entender, nao pelo
    Sm do mundo no sentido physico, mas pelo fim
    do mundo no sentido moral; 'Uto 6, pelo fim do
    reinado do mat e peia vinda do reinado da Deus,
    ou do bem. *
    Depois de mostear annunciados ha mais de
    2,000 annos todos os prracipaes factos da historia
    contemporanea, taes como a elevacao e queda de
    Nmoleao I, as gnerras do Piemoate contra a Aus-
    tria, aelevacSo e qaeda de NapoleSo III, e sen
    imperio sabstituido Jpela republic, 0 engradeci-
    raento de Victor Emmannel, a persegaicao por eHe
    faita a igreja de Oeas na pessoa de" seus bispos, 0
    aator mostra-aos a reuniao do concilio do Vati-
    cano, a defiaieio da infallibilidade do papa, a iuta
    travada no seio do mesmo concilio entre os bispos
    gallicanos e 03 bispos orthodoxos, a derrota da-
    qaella3 e a victoria oestes, etc., etc.
    '< Final meate 0 dragao, as Uoas bestas, as duas
    malheres vistas por S. J0S0 e por elle descriptas
    no seu Apocalypse, ama como revestida do sol,
    Dascarregam hoja 14 de junho da 1874.
    Brigua inglez Victoria -(atracado) mercadorias
    para alfandega.
    Palhabote inglez Southern Home farinba de
    trigo ja despacQada para 0 5* poato.
    Patacho allemSo Levante farinha de trigo ja
    despachada para 0 caes do Apollo.
    Lugar inglez.War nie-bacalhao ja despachado
    para 0 trapiche Conceicao.
    Barca iogleza O/inda hacalhao ja despachado
    para 0 trapiche Concaigao.
    Patacho inglez -Silas 01 iioarcitaboado e estopa
    ja despachados para 0 5 ponto.
    Barca ingleza Tufts/nun farinha de trigo ja des-
    pachada para 0 caes da Apollo.
    Barca tr&nidiz-Zeoallospolvora para depo3i!o
    no Forte do Bnraco.
    Hiate nacional Flor do Rio Grande do Norle
    sal nacional para terra.
    Barc3 inglezaCriterion -madeira de pinbo para
    0 trapiche Conceicao, para despacbar.
    ALTERAQAO NA PAOTA DOS PRHCOS DOS GENEROS
    SUIEITOS A DtREITOS DE EXPORTAQAO, NA SBMANA
    DB 13 A 18 DE JULBO DS. 18>4.
    Algodaoem rama ou -la 470 r3. 0 kilo."
    Assucarmascavado 133 rs. 0 kilo.
    Courosda boi verdes 309 rs. 0 kilo.
    Carvao de pedra eslrangairo, tonelada metrica
    20*000.
    Caroco de algodao 20 rs. 0 kilo.
    Crina- animal em bruto 300 rs. 0 kilo,
    Alfandega de Pernarabuco, 11 de julho de 1874.
    0 1 coaferenteJ. Riba.ro da Cunb.a.
    0 2" conferente-J..B do Castro e Silva.
    Approvo. Alfandega de Pernambaco, 11 de
    julho de 1874.
    0 inspector
    Fabio A. deCaroavho Reis.
    AGENCIAS R0VINC1AES
    Liquidos espiritaosos.
    Rendimento de 6 a 10 3:733*544
    Idem do dia 11 A 17*560
    Rendimento dc
    I Jem do dia 11
    Bacalhao, etc.
    5 a 10 1298*461
    437*750
    Genoros de estiva.
    Rendimento de 6 a 10 1:9623074
    Idem do dia II 537*252
    Fnmo, etc.
    Rendimento da 6 a 10 1:061*106
    Idem do dia 11 *
    4:151*104
    1:736*211
    2:499*326
    1:061*106
    4:447*74"
    Thesouro provincial de Pernarabuco, 13 de ju-
    lho de 4874.
    0 escrivao,
    Joio Carneiro M. da Siiva Santos.
    SIMMS
    MARITIMOS
    CONTRA 0 FOGO.
    A companhia Indemnisadora, estabelecid*
    fiesta praca, toma seguros maritimos sobrt
    aavios e seus carregamontos e contra fog(
    am edificios, mercadorias e molailias: ri
    rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
    BANCO COi.MEKCi.VL
    DE
    0 banco*paga
    razao de 7 por
    0 terceiro dividendo, na
    , ao anno, ou 29100
    por' accao, relativo ao semestre findo era 30
    de junho de 1874.
    Banco do Minho.
    Joaquim Jose Gongalves Beltrao & Filho sacam
    por todos os vapores sobre :
    I
    linportacuo
    Hiate nacional Adelino dos Anjos, entrado de
    Macao e Mossoro em 11 do corrente e consignada
    a Mano-1 Jos6 da Cunha- Porto, raanifestou :
    A'gadao 200 saccas a o'rdera, 42 a Guimaraes,
    IrmSo & C.
    Couro3 salgados 415 a ordem.
    Sal 109 alqueires ao consignatario.
    Hiate nacional Plor do Rio Grande, entrado do
    Macao na mesma data e consignado a Gomes de
    Mattos Irmaos, manifestou :
    Sal 310 alqueires aos consignatario?.
    Vapor nacional Para, entrado dos portos do
    norte era 12 do corrente e consignado a Pereira
    Vianna & C, manifestou :
    Carga do Msranhao.
    Tapioca 20 paneiros a Barros Mendes & C.
    Barca iagleza Talisman, entrada de Baltimore
    na mesma data e consignada a Pbipps Brothers &
    C, maoifeston:
    Farinha de trigo 3,800 barrica* aos consignata-
    rios.
    Ostras 8 caixasa ordem.
    Patacho inglez Silver Almard, antrad 0 de New-
    York em 13 do corrente e consignado a Henry
    Forster & C-, manifestou :
    Agua Florida 25 caixas a Luiz Antonio Siqueira.
    Agua raz 10 barris a Bartbolomeu & C.
    Banha 100 barris a Lebre 4 Reis, 100 a Morei-
    ra Hailidayi C, lOOaSouza Bastos'* C. Bola-
    chinha 100 barr|quinha3 a Lcbre & Reis. Baldes 12
    ao3" consignatarlos. Batedores de ovos 12 aos
    con3ignatarfos. Brett 150 barricas a Manoel Fer-
    nandes da Costa & C, 100 aos consignatarlos.
    Estopa para calafetar 50 fardos aos mesmos.
    Farinha de trigo 400 barricaj aos mesmos.
    Larapeaes e perteneas 4 caixas e 1 barnca aos
    mesmos.
    Maebina**de costara 1 oaixa aos mesmos. Me
    dicamantos 32 volumes a Bartholomeu 4 C. Mo-
    veis 10 volumes ao presidente da provifeia'do Rio
    Grande do Norte.
    Panno de algodao azul 8 caixas a L. 'Antonio
    SiqBWira, 2 a Gliato JardlmA C. Papal de em-
    brulho 300 rflsraai aos consigoataries.
    Otoo para raachinas 2 barris aos mesmos.
    Saaees vario3 2* fardos aos roes mas.
    Taboai.de piaho 2,306 om 27,099.pes aos mes-
    mos. Typos 1 caixa aos mesmos.
    Anadia. Evora.
    Aguida. Fafe.
    Aveiro. Faro.
    Beja. Guarda.
    Chaves. Leiria.
    Elvas. Lisboa.
    Amarante. Barcellos.
    Guimaraes. Coimbra.
    CovilhS. Mirandella.
    Melgaco. Panafiel
    Portalegrf.
    Arcos de vai de vez.
    Celorico de Basto.
    Caminha.
    Mangualde.
    Ponte do Lima.
    Povoa de Lanhosa.
    Villa-Nova de Portimao.
    Monsao.
    Ovar.
    Porto.
    Tavira.
    Regoa.
    Vizeo.
    Figaeira.
    Lamego.
    Estarreja
    Valenca.
    Villa Real.
    Cabeceiras de Bastos.
    Castello-Branco.
    Espozende.
    Oliveira de Azemeis.
    Povoa de"Varzim.
    Vianna do Castello.
    Villa-Nova de Faraalicao.
    Aiipsli) \. d'tilivrira i .
    A casa cotnraercial e bancaria de August.
    j d'Oliveira & C, i rua do Go "memo u
    42, encarrega-se de exeeo^io de ordens
    para embarque de prodoctos e de todos o-
    rnais negocios de commissao, qaer cornmer
    ciaes, quer bancarios.
    Deconta lettras, e toroa dinbeiro pre-
    mio, compra can.biaes, e saca i vista e a
    jazo, d vuntade do toma.lor, sobre as se-
    guintes praQas estrangeiras e nacionaes :
    Iiondres. Sobre 0 union bank op
    LONDON, 0 LONDON AND HANSEAT1C BANK.
    limited, e varias rasas de 1.* classe.
    Paris. Sobro os bauqueiros povld
    & C, MARCUARD ANDRE & C. e A. ILkCQCE.
    VIGNAL & C.
    Daiubiirgo. Sobre os Srs. JOio
    SCHU BACK & F1LII S.
    JLisbon.-Sobre os Srs. fonsbcas.
    SANTOS & VIANNA, e SEBASTIXO JOS* DB
    ABREC.
    Porto. Sobre 0 banco uniao do pobto
    0 Sr. joaquim pinto da fonseca.
    Para. Sobre o banco coxxercia-
    do para, e os Srs. FRANCISCO caudencio da
    COSTA & FILHOS.
    Maranhiio. Sobre 0 Sr. josb fer-
    reira da silva junior.
    ISahia. Sobre os Srs. marinhos 4 c
    Rio de Janeiro. Sobre 0 banco
    industrial e mercantil, banco nacional e
    BANQUE BRASILIENNE FRANCAISE.
    COMPANHIA
    Pheuix Pernambucana.
    Toma riscos maritimos em mercadorias,
    tretes, dinbeiro a risco e llnalmente de qntl-
    .aer naturoza, em vapores, navies vd eta 00
    oarcacas, a. premios muito modicos.
    RUA DO COMMERC10 N. S4.
    Seguro conlra-fogo
    THE LIVERPOOL & LONDON 4 GLO
    INSURANCE COMPANY
    A^eates
    SAUNDERS BROTHERS & C.
    11Corpo Santo11
    Banco Commercial dc Bragra.
    Jorge Tasso.
    Si'i iiialqu.'r quaatia a praxo ou a vista sobr
    e?te banco ou suas agencias em todas a-* cidades.
    viilis de Portugal e ilhas adjacentes e Hespanha.
    Madiid, CiJix, Vigo e Barcdlona.
    37-Rua do Amorim-S7
    Sar Ids ertrad's no dia 12
    B-illimoro 33 dias, barca mgleza T.timnn. .!
    36t toneladas, capiuo Blackfcrd.equipagem IS,
    carga 3,80U barricas com farinha de :ri#>. .
    Pbipps Brothers & C.
    New York39 diaa, patacho inglez SiVas Aland.
    de 219 tonelada*, eapitao Galas, cqaipagem 7.
    carga varios generis; a ILnry Forster & C.
    Navio sakidi no aacMH dia.
    LiverpoolVapor inglez lfiaao, coinmandante (i
    Parker, carga a mesma que tr uxe dos portrs
    do sul, a algodao que recebeu oeste porto-
    Nnvios entrados no dia 13.
    Rio Grande do Sul 20 dias, barca brasileira 1ft-
    mosa, de 277 toneladas. capitao Manoel Pereira.
    equipagem 12, carga 26-a,(JOO kilos de earae ; a
    Baltar Oliveira & C
    Triesle-6G dias, brigue allemio Lubeck, da M0
    toneladas, capitao II. Scheuermann, equipagem
    8, carga 2,000 barricas com farinha de tng-i .
    a J mil-tin Pater & C
    Navio sohido no mesmo dia.
    Portos do sul Vapor brasileiro Paid, comman*
    danta 1J tonente Carlos A. Gomes, carga vario-
    genercs.
    ED1TAR.
    Villa do Conde.
    \a ilhas.
    Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira.
    COMPANHIA ALLIANfA
    seguros maritimos e terres-
    tres estabelecida na Bahi
    em 15 de Janeiro em 1870
    CAPITAL i.OOOrOOOWOO.
    Toma seguro de mercadorias e dinheiro
    uco maritimo em navio de vela e vaporei
    para dentro e f6ra do imperio, assim come
    contra fogo sobre predios, generos e fa
    rondas.
    Agente : Joaquim Jose- Goncalves Beltrao
    rua do Commercio n.-5, 1* andar.
    BANCO COMMERCIAL BE BRAGA
    Jorge Tasso
    IV. Ml Ran do Amorim IK. Y
    Saca por todos os vapores qualquer quaatia a
    praxo ou a visti sabre esse Banco, ou suas res-
    pectivas agendas nas seguintes cidades, villas da
    Portugal e ilhas adjaceutes e Hespanha.
    A saber :
    Poi iual e tlkas
    Aguida.
    Amarante.
    Anadia.
    Arcos.
    Arco de Baulheim.
    Aveira.
    Barca.
    BareeUos.
    Beja.
    Bragansa.
    Pamalicao.
    Faro.
    Flgueira.
    Couvea.
    Guarda.
    GuimarJes.
    Lagos.
    Lamego.
    Lisboa.
    Loul6.
    ED1TAL
    5.* secgao.Secrelaria da presidncia de
    Pernambuco, 11 do julho de 1874.
    Por esta secretaria se faz publico, para
    conhecimeut) de quem interessar possa,
    em rectificacao ao edital publicado a 4 do
    corrente, que as plantas para a factura das
    pontes entre 0 bairro da Boa-Vista e 0 de S.
    Jose, e os lugares de Monteiro e Barbalho.
    devam ser apresentadas pelos pretendentes
    afim de ser escolhida a que fdr julgada
    melbqr pela repartigJo das obras publicas.
    0 secretario,
    Joao Dimz Ribeiro da Cunha
    0 Dr. Joaquim Correia de Oliveira Andrade, juiz
    substiluto do Dr. juiz de direito provedor de
    capellas e residuos, nesta cidade de, Recife, ea -
    pital da provincia de Pernambaco seu term .
    por S. M. imperial e cons itucional 0 Sr. D.
    Pedro II, a quem Dius guarde, etc.
    Faco saber que no dia 16 do corrente, finJa a
    audiencia deste juizo, se levarao a pra^a os se-
    guintes bens: 2 tercu partes no sobradinbo-de
    deus an lares, silo na freguezia de S Frei Padro
    Goncalves, rua do Campello, n. 2, tendu de com
    primento 38 palmos e de largura 19, cada andar
    com ama sala, am quarto, cosinha interna e aadar
    terreo, servfndo de deposlto de ferrageas, aaatm
    entaipado 0 (undo do sobiado e estando em aaao
    esudo, avaliado em 1:0004. Uma casa terrea de
    edra e cal, no lugar do Barro, freguezia dos
    Afogados, com tres janellas de rrente, porta de
    madeira ao lado, teodo daas salas, doos quartos,
    cosinha, quarto junto e despensa com S6 palm a.-
    de largura e 58 da coraprimento, terreno toreir ,
    medindo 6*90 palrnos de comprimento e 59 de l?r-
    gura 0 dito terreno, e avaliada a mesma easi em
    sua totalidade em 3:000*, de enjo valor serade-
    duzida a quantia de 559402-3 Um terreoo (0-
    reiro com 690 palmos de comprimento a 193 fte
    largura, no mesmo lugar e na mesma freg:ez'a.
    tendo nelle duas casas de taipa, ambas em mlo
    estado, tendo ellas 44 palmos de comprimento e
    24 da largura; uma das easas tem duas talaa e
    um quarto e porta e janclia no fundo ; a oatra
    casa em caixao com uma porta e janeUa na fren-
    te, avaliado tado em 1:0004, cojos bens sio
    pertencentes ao inventario do Dr. Antonio 4a
    X



    Diario d* ftoHtrnfrm Ter^a feira 14 de Julho da 1874.
    u.
    -

    Assumpcio Cabral, e Tin i pt*a a requen-
    rotmto do tettamentei'o inventariante do mesmo
    finado ; procedendo e quanto aci mais na forma
    da lei. 0 presenM sera public ado pela imprensa
    e uflUado nos lugares do costume. Recife, 7 de
    julho de 187*. Ed, Domiogos Hones Ferreira,
    esirivio. aobsersvi.
    Joapum Cwreia de Oliveira Andraie.
    Edital n. 7.
    Pel* Inspeeloria da slfandega se fit pablico,
    que aid teado skto rrematadas as mercadorias
    ataixodeclaradaa, aumuciada3^leilao p-T edital
    d. Ilt.se traastere a atremaUcaoilas mesmas pa-
    ia is 11 horas da BsaaM do dia IS do corrente a
    pcfta desta reparticio.
    Armazem n. a.
    Marca ft. R.N. A3. I caixa ^nda de Liverpol
    no vapor inglez Jurist, descarregada em SI de
    setembro de 1872, consignada a Lamos 4 Gaeri-
    neao, contend'): 156 cnapeos de seda simples para
    ofebeca, 132 ditos de faUro *o ospecificaaos, 30
    di km de pello de lebre e 6 simples, no valor de J:3U,4*'. ,..,..
    idem n. It*. 1 dita idem, contendo 114 cha-
    rts de fellro nio especifieados e 380 ditos de pel
    do de lebre, no de l:!,*. ;_.
    Idem n. 182. t dHa Idem, contendo lib .chapeos
    lobrt,ne valor da 1:090,410.
    Idem o. 154. 1 dita idem, cont.rado 24 cnapeos
    ds feltio nio especiicados e 2W ditos de pello de
    lebre, oo valor de 1:110,876.
    Idem n. HJ8. 1 dHa idem, conlendo 108 chapeos
    da fehro nie especificados e 84 ditos de pello de
    lebre, no valor de-SS4.824. ,
    Marca A F. a. INS. 1 dita idem, no vapor inglez
    lhiHW, descarregada em 2 de uovembro de 1872?
    e consignada aos mesmos, conteudo 23 dnzias de
    c&mlsas de alfedao com peito de linho, bordadas,
    n valor de 9M^00
    Idem o. 77. t dita idem, contendo 10 duiias de
    camisas de algodlo cam peito de linho e 20 dilas
    #le ceroolas de algodio, tO dftas de dita* de linhc,
    o valor de 19, *0.
    Idem RR. n. 187. 1 dita idem, contendo 2a8
    cnapeos de pello de lebre -e roupa usada para
    ;rianca, no valor de l:IOD,28.
    Idem n. 188. 1 dita idem, contendo lob chapeos
    de foltro espeeiticado e 276 ditos de pello de lebre
    ;.no valor de l:57t>,776. ... ,
    Idem RRaUo. 209. 1 dita idem idem, contendo
    $ & Os iapreiarios obrigar-se-hao a
    comegar a estrada seis meies depois de ap-
    provadas as plantas.
    3." Obrigar-se-hao tambem a concluir
    a estrada no prazo de Ires anaos, contados
    do dia da approvaoao ds plaotas.
    4. Ficarao seat effeito o priviiegio e
    garantia de jure* concedidos, se em qualro
    annos, contadt* da app'rovagao das plantas,
    nao estiver conotuida a estrada.
    5. Os eaprezarios se obrigarao a coos-
    trutr as ponies da estrada de coof >rroidade
    com as plantas apresentadas e approvadas
    pelo prestdente da provincia,
    B nie Wando l*nc*dor que cobra o prece da aaado effectaado o paganiento pela forma deserip-
    avaKadad, a arremalaclo sari fnla pelo arecoda la ate o dia desiguado para a eleicie, inclusive,
    adjodicacao, n* ftrau da lei padasrfo qael^ quiwrem se p6r em dia
    '-r-se a sede da sociedade nos dias de tercas
    ipar. qoacbeg- M oj-hjoi.ajjl.Jj jMjJ^a ^ ^.-^^^ oude fc
    publicado peU imprensa e^utfoo. ^^SSt^T^ U reCebed<>r'""
    todoa, mandei passar o proaensa, quo
    gares do costume.
    Recife, 13 de julbo de 1I74-. t }
    Eu, Manoel Maria lodrigaea do Naaoi-
    mento, escrivio, o subscren. '
    0 I.* secretario,
    F. Paolo dos Santos.
    6 Ahrisar se-hSo os mesmos emprfc Jebrado. convida de aovo pelo preseade aos pro- qnella cidade, e hoje encorporado aos proprios na
    ^ t. WDngar-senao os mesmos enipre^ tenicBies. cempareeerem no dia 18 doorrente, ctonaes ; sto portanto convidados os pretenden
    De t)Mem do Illm. Sr. inspector da thesoa-
    'raria de farenda se fax publlco para eoahecimento
    <*J>aHiio da He Burros de Lacm-M. ,1*-iaem *neressar, qne perante a jonu de fazen-
    j*MM*am *tef parrot im t^w^isw. i g- ja n^jn,^ tem de ir i praca para ser arrema-
    A enaato awnidpal desta eidaOe Isada < tada per qoem maior lanco olTerecer, o arrenda-
    demolir o sebrado a na* do Amorim a. It, fM foi neoto de uma casa terrea sob n. 55, a rua de S.
    nltimameaas dsaapnpriado, a vender qaias aab Beoto da cidade de Olinda, pertencente ao patrimo-
    vantaaens efferaoar, tedos os materlaes de eaesmo nio do convento de Nossa Senhora do Carmo da-
    Lisboa e Porto
    Segue, viagem com a possivel brevidade a barca
    portogoeza Nova Vencedora, recebe carga e pas-
    ageiroa : a tralar com Tito Livio Soares, rua do
    Torres n. 20.____________________________
    Segue nestes dios para o Aracaty, por ter
    parte de sea carregamento prompto, o bem eo-
    nhecido hiate Deus te Guard* : quern nelle quizer
    carregar oo ir de passagem, diriia-se ao escripto-
    rio de Barthol >meu Loureoco, rua da Madre de
    Deus n. I, que aebara com quero tratar.
    zanos, fiHdo o prazo do priviiegio, a en-
    tregar em bom estado 4 provincia, sem
    onus aliguin pecuniario, a estrada, material
    rodante, "animaes e mais dependencias da
    mesma entarda.
    $7.' Os emprezarios se ebrigarao a ter
    tantos carros e animaes, qunntos forem ne-
    cessaries para o servi^o do trafego.
    8. Os einprezarios nio poderao esta-
    belecer tabella de pedagio, de fretes de mer-
    cadorias ou passageiros, sem que seja ella
    previamente 8pprovada jpela presideucia da
    ptiivincia.
    9." Os mesmos emprezario serlo
    obrigados a apreserrtar ao governo, por
    intermetlio dn reparttcio das obras pubii-
    cas, ou do fiscal nomeado, todos os reVa-
    torios, informe$6es e dados relativos 4
    receita e despeza, iendo o fiscal o diretto
    de examinar os Uvfos da companbia sem-
    pre que lhe parecer 10. A provincia concede aos empre-
    zarios ou A companhia por elles organisada
    um priviiegio de quaronta annos para go-
    zar dos lucros da estrada durante o tempo
    priviiegio, ficando entendido que se a
    pelas It boras 4a dia, ao paao da naa sessoes, tea ao dito arrendamento a comparecerem as doas
    corrende 4ka deuaolicao por conU de arremataate. ------
    Pac- da camara municipal do Seoifc, 13 de ju-
    lbo de t74.
    Tdeodoro M. F. Param da Sihra,
    Pro pNsiaeaaa.
    Francisee AugosU da Costa,
    Secretarw.
    boras da tarde do dia 25 do corrente mes.
    Seeretaria da thesonrarla de taxenda de Per-
    oambneo, 5 de julho de 1874.
    0 2* eseriptnrario, servlndo de secretario,
    Carlos Joio de Souza Correta.
    De ordem da mesa regedora da irmandade
    de Santa Cecilia, erect* n* igreja de N. S. do Li
    0 lll- Sr. inspector de tbesooro provincial, vramento, faeo seieote a todos os nossos irraaos
    Tmo4a feser puNico que^w-cumprhnento A* or-iqM a mesma mesa regedora, reconsiderando o
    dem do Exm. Sr. presldente da provincia, de 7 do acl0 que deliberou, (ossen> saidados no prazo de
    oerrente met, tem de ser anuiuatado por oia anno Ojlo jJU( os jebitos daquelles irmios que com a
    e dia 29 do referido mec perante a jonla da fa-1 qm^idi irmandade se acnavam atrazsdos, marcou
    seada do mesiuo thesooro, e impofto de S por cea- um noTO praw de 30 dias para esse fira, contar
    to sobre o eapim de pnata vendido a* cidade do desla daU
    Recite, orcado em I:3t9#fl80. I SecreUria da irmandade de Santa Cecilia, 1 de
    As peseeas que se propoxerem a esta arremau- .^^ je 4874.
    clo comparegam na s*l* das sessoes da mesma q secretario,
    Rio Grande do Sul
    0 brigue naciooal Sahy sahira para 0 porto aci-
    ma, e recebe a care* precis* para alastrar : tra
    ta-se com Pereira Vianna & C, a rua do Vigario
    nnmero 1
    Palhabote Jo veil Arthur*
    Vende-se e-te navio prompto de um tudo para
    navegar, e feito de madeiras do Brasil, esta anco-
    rado no quadro da descarga : os pretendentes po-
    derao examinar, e para tratar com Antonio Luiz
    de Oliveira Azevedo, a rua do Bom Jesus n 57.
    is 10 1(3 boras da manbi
    Em 0 primeiro aodar do sobrado da rua
    da Imperatriz n. 1, por cima do Catt
    Imperatriz
    0 agente Dias, eompetentemente antorisado pat
    uma familia que muiou da retidencia, levara a
    leilao, no dia e hora acima desigoado*. os awvetf
    e maais artigos
    A saber:
    Um piano de jataraiidi, 1 mobiliadaa1taea-
    posu de 1 sofa, 2 consolot, com tampo da_padra,
    I mes* de meio de sala, i cdeir deasapja a
    12 de guarni;ao, 2espelho" grandes, mower* aaa-
    rada, 1 mesa redonda, grande, de jac*r*na*,t
    banca de costura, um* onU* mobilia m J"****-
    da, composta de 1 soft, 2 consolos, **"****
    dra, 0 12 eadeiras de guarnicio. 1 """J?""
    rello, para jantar, 1 meia eommod* de *^*r-
    da louca usado, 6 eadeiras de Ma, I rabflW p
    cima de mesa, 1 marquetao par* solleiro, I
    Para
    Segue nestes poucos dias 0 patacho portuguez
    Michaelense ; para 0 resto da carga que I lie falta,
    trata-se com Antonio Ferreira de Almeida, a rua
    da Madre de Deos n. 36
    uerfomarias, pesando nos fra-cos 140 kilos, no valor p0r cent0f seri obrigada a entrar com a me-
    de 358^00. ,. ,_ai
    Marca quadradoL frn. 13. 1 dita idemvmda
    rib vaper inglez Crysolde, de^carregada em 13 de
    dezembro de 1872 e consignada aos mcmos, con-
    lendo 112 kilos, liquido real de brim de linho enlran-
    cado no valor de 382,256.
    Idem n. 26. 1 dita idem, contendo jI iilos de
    casca de ajgodia com atascb de soda da ma:j de
    Ui D03.no valor de 1:414.383.
    Marca RB. n. 133. 1 dita Viola da Liverpool no
    vapor inglez Jurist, descarrcgada em 24 de se-
    lembro de 1872 e consignadajaos mesmos, conlen-
    ' do 372 chepeos de feltM nao espaaitieados. e 5-10
    ditos de pello de lebre, no valor de 1:976,'.60.
    Armazem n. 9.
    Marca RR. n. 196. I dita vtnda de Southampton
    no vapor inglez Neva, descarregada em 23de no-
    vembro de 1872 e consignada aos mesmos, con
    tendo 88 kilos de roupa feita nao especilicada de
    casemira de 14, no "valor de 1:210,000.
    Alfandega de Peraambuco, 11 de julho de 183 4.
    0 inspector.
    Eabio A. de C. Beis.
    scimento,
    jO Dr. Sebastiao do tteB'o Bairs de Lacerda, juiz
    de direito especial do cummercio ne.-ta cidade
    do Recife de Peruambuco, por Sua Magestade
    Imperial, etc., etc.
    Fao saber aos que 0 prescnte edital virem e
    d'elle noticia tiverem, que pelos curadures fiscaes
    da massa fallida da faeintito Simoes de Almeida,
    me foi apresentada a seguints classificacao dos
    cred^los de dita massa :
    ClassipcarSo.
    Credores nao admittidos por nao terem compare
    cido, constando apenas dos autos seus nomes.
    J. Praeger & C, Miranda & Mello.
    Credore3 chimgrapharios.
    Antonio Alberto de Souza Aguiar. successor de
    Aguiar & Faria, 276*230 ; Francisco Botelbo de
    \ndrade, successor de Andra.le 4 Campello....,
    1:273*210. ri
    Por este edital ?ao cbamados os^reterilos ere
    dores para dentro de cinco di 13, contados da pu-
    blicacao do me.-mo, dizerem SDbrc dita classiQca
    r.ao dos ticJuicf.
    - E para que chegue so conhecimento de todos,
    L mandei passar 0 presente, que sera publicado
    I pela imprensa e afflxado nos lugares do costume.
    Cidade do Recife, 8 de julho de 1874.
    Eu, Manoel Maria Rodrigues do N'asci
    escrivao, 0 subscrcvi.
    Recife, II de iulho de 1874.
    Sebastiao do Rego Barroi de Lacerda.
    Edital n. 8.
    Pela inspectoria da alfandega se I'az publico que
    as 11 horas da mauha do -ia 13 do corrente, se
    ha de arrematar, a poria desta reparticao, livres
    de direilus, e sujeitas ao imposto da capatazia, as
    mercadorias alms i declaradas, e que deixaram
    de ser despachadas dentro do prazo marcado por
    edital c. 164.
    Armazem n 6.
    Marca S N 4 C e contra marca A L n. 1)20-20
    caixas viadas do Havre no vapor francez Mendoza,
    descarregadas em 7 de julho de 1873 e consigns
    das a Silva Neves & C, contendo cada uma 12
    garrafas com vieho medicinal Vermouth, pesando
    liquido legal 274 kilos, no valor de 274*.
    Alfandega de Peruambuco, 11 dejalbo de" 1874.
    0 inspector,
    F. A. de C. Reis.
    A camara municipal desia cidade, pelo pre-
    sente convida aos pretenientes a arrematacan do
    imposto de 60. rs. por cada pe de coqueiro de pro-
    duccao, exceptuand > 10 po i ara o uso do pro
    prietario, pela quantia de 300*, a comparecerem
    no dia 13 do corrente, munidos do lianca.
    TaQO da camara municipal do Recife, 11
    de julbo de 1874.
    Theodqro .1/. F Pereira da Silca,
    Pro-presidente.
    F. Auguslo da Costa,
    Secretario.
    S. Ex o Sr. prestdente da provincia
    manda fazer publico para conhecimento de
    quern interessar possa, que dentro do prazo
    4le sesseota dias, contados desta data, rece-
    bera" proposta para o contrato da construc-
    j5o de uma estrada de rodagem no valle
    da Parahyba, que, partindo da cidade d i
    Pilar, va terminar na po/oarao da Gamel-
    leira, na raiz da terra dos dous irmaos, pas-
    sando pela villa da Atalaia o povoa^ao do
    Cajueiro e Capella, tudo de cenformidade
    com as condisdes estabelecidas na resolugao
    provincial n. 678 de 21 de maio do cor-
    rente anno, abaixo transcripta. Seeretaria
    do governo em Maceid, 7 de julho do 1874.
    0 secretario interino,Tiburcio Valeria-
    no deAraujo.
    RESOLU<;\0 N. G78 DE 21 DE MAIO DE 1874.
    0 Dr. Juao Vieira de Araujn, juiz de di-
    reiio e presidente da provincia das Alagoas:
    Fago saber a todos os seus h a assemblea legislativa provincial decretou
    e eu sanccionei a resolu;8o seguiote :
    Art. 1. Fica o presidente da provincia
    autorisadoa contratar com os ciJaiaos Jose
    Alves de Aguiar e Manoel Alves de Aguiar,
    ou com quern rnelhores vantagens offerecer,
    a construcjSo de uma es rada de rodagem
    DO valle da Parahyba, que, partindo da ci-
    dade do Pilar, va terminar na povoagao da
    Gamelleira, na raiz da serra dos dous ir-
    raaos, passando. pela villa da Atalaia, po-
    voagao dt Cajueiro e Capella.
    S 1." Os emprezarios ficarao. obrigados a
    apresenterem o orgamento e pi ntas defi-
    nitivas -ia estrada dentro do prazo de seis
    Inezes depois da assignatura do contrato,
    devendo as ditas plantas couterem a topo-
    grapbia do terreno que lieir a uma distan-
    cia de cincoenta raetros de cada lado da
    directriz das estradaS, sob p3na de uma rrrnl-
    ta de rin.'o contos de reis, eserem lovan-
    tadas de modo que 'os pendores das ram-
    pas n3o excedam de tres por cento, e os
    raiosdas curvas n3o sejam inferiores a cin-
    coeota metros,
    10
    empreza auferir lucros supenores a quinze
    jnot* no di* indicado, eompetentemente habili
    ladas.
    E par* cons tar, se mandon pnWbar e presente,
    Seeretaria do tbesooro provincial de Penumbn-
    co, 9 de julho de!874.
    0 secreUrio,
    Miguel Affonso Ferreira.
    tide do excesso desses lucros para o cofre
    em beneficio da provincia por espago de
    dez annos.
    11. A provincia garante a" empreza os
    juros de selo por cento, sobre o capital de
    quitnVntos contos de re"is, em quanto nio
    se estabelecer a estrada do fcrro do Pilar a
    Gamelleira oa Assemblea.
    | 12. Os emprezarios terao direito ao uso
    dos terrenos provinciaes, que se acharem
    na passagem da estrada, e dos que forem
    necessarios para a ediGcagao de deposilos.
    13. A empreza gozard de isengao de
    impostos prov;nciaes e municpaes.
    | 14. A provinoia fica com direito a con-
    ceder privilogios para estrada de ferro,
    mesmo no valle da Parahyba.
    15. A provincia se obriga a obter do
    g )verno geral isengao de direito? para os
    materials necessarios & estrada.
    16. De/. annos depois de finda a estra-
    trada e entreguo ao transito publico, pode-
    rd a provincia, querendo, encampar as obras,
    sevindo de base ao resgate da estrada o or-
    caQiento apresentado e approvado pelo pre-
    sidente da provincia.
    17. A repartigao de obras publicas ou
    o liscal nomeado pelo governo, Cscalisara"
    a execucdo das obras, o cumprimento das
    condigoes do contrato e a maneira regular
    do servigo ou trafego da empreza.
    18. Os emprezarios serSo obrigados a
    prestar fianga idonea para gurantia de todas
    as miiltas do contrato, togo depois da sssig-
    natura do m.'srao.
    | 19, 0 presidente da provincia, seenten-
    der convenienie, pudcrd accrescentar as
    condigoes que julgar indispensaveis e ga-
    rantidoras do contrato.
    Art. 2. Ficam revogadas todas as leis o
    disposigoes cm contrrrio.
    Mando, por tanto a todas as autoridades
    d qucm o conhecimento eexecugao da re-
    ferida resolugao pertencer, que a cumpram
    e fai-am cumprir tao inteiramente comoncl-
    ja se cintem.
    0 secretario desta provincia a faga im-
    primir, publicar e correr.
    Palacio do governo das Alagoas era Ma-
    cei6, 21 de m"aio de 1874, quinqupgesimo
    tcrceiro da imlependencia e do imperio.
    (L. Sj. Dr Jodo Vieira de Araujo.
    .Nesta seeretaria foi publicada a presente re-
    solugao em 21 do maio de 1874.0 se-
    cretario intf-riuo, Tiburcio Valeriano de
    Araujo.Registiada a fl. 28 v. do livro de
    leis provinciaes.
    Seeretaria do governo em Macei6, 21 de
    maio de 187*.Manoel Lawindo Martins
    Junior.
    0 Illm. Sr. inspector do tbesouro provincial,
    em virtude da ordem do Exm. Sr. presidente da
    provincia, de 4 do corrente mnz, manda fazer pu-
    blico, que v;o a praca no dia 6 de agostoproxi-
    mo futuro, perante a' junta do mesmo thesouro
    para ser arre.mtada a quem por menos fizer, a
    obra do calcamento da estrada de Jaboatao, desde
    a ponle de Afogado3 ate a barreira do Giquia,
    orcada em 29 48oa000 em apolices de 7 0|0, de-
    baixo das condigoes infra transcriptas.
    As pessoas ijue se propozerem a esta arremata-
    gao, comparegam na sala das sessSes da junla do
    mesmo thesouro, as 12 horas clo indicado dia, eom-
    petentemente habilitadas.
    E para constar, se mandou fazer publico no pre-
    sente jornal.
    Seeretaria do thesouro provincial de Pernambu-
    co, 8 de julho de 1874.
    0 secretario,
    Miguel Affonsu Ferreira.
    Clausulas especiacs para a arrematacao do calca-
    mento desdi a ponte dos Afogados ate a bar-
    reira do Giquia, na estrada da Victoria.
    !.
    0 calcamento desde a ponte doj Afogados ate a
    barreira do Gi iuia sera feito de conformidade com
    o orgamento approvado pelo Exm. Sr. presidente
    da provincia, na importancia de 29:480*000.
    !
    0 arrematante dara principio a obra^no prazo
    de um mez e a concloira no de oito mezes, con
    tados da data da assignatura do contrato.
    3."
    0 pagamenlo sera effectaado em qnalro presta-
    goes iguaes, na proporgio do servigo exeeotado.
    Para tudo o mais que nio vai especincado nas
    presentes clausulas observar-se-ha o que dispoe
    o regnlamento de 24 de fevereiro do corrente
    anno.
    0 engenheiro ajadante, Francicco ApoHgoaio
    Leal. Conforme. 0 official maior, Lniz Sal'azar
    Moscoso da Veiga Pessoa
    Conforme,
    M. A. Ferreira.
    Bento da Silva Ramalho.
    Seccao 2".Seeretaria da presideucia de Per-
    oambaco, em 13 de jalho de 74. Por esta te-
    cretari* se (az publico, para conhecimento da quem
    interessar possa, edital abaixo trauscripto, pondo
    a cononrso a serventi* vitalici* do efioo de par-
    lidor e contador do termo de Serinhiera.Joao Di'
    m; Wbeiro da Cunha, secretario._____________
    G Dr. Augusto Egydio de C-stro Jesus, juiz mu-
    nicipal de orpbaos da villa e termo de Seri-
    nbiem, eomarc* do Bio-Formos >, provinci* da
    Pemamonco, por S. M. I. e Canstitaclonal, a
    quem Deus guarde, etc.
    Faco saber que se acha em concurso, com o r
    -raw de 60 dias, contados da data deste edital, os tratar.
    officios reunidos de partidor e contador deste ter-
    mo, creados pela lei provincial n. 804 de 29 de
    maio do anno de 1861, e vags pela desistencia,
    que dos mesmos fez perante o Exm. presidente da
    provincia, o sea serventuario Joaqnim Ignacio dos
    Santos : ee concurrentes deverio apresentar-se
    habilitadas na conformidade do decreto n. 817 de
    SO de agosto de 1851, e 5 de Janeiro de 1871.
    E para que chegue ao conhecimento de todos,
    mando que seja este afflxado no lugar mais pu-
    blic desta villa, remetlendo-se copia para a se-
    eretaria do governo da provincia.
    Dado e passado nesta villa e termo da Seri-
    ohaem, comarca do Rio Formoso, e provinci* u-
    pradita, aos 4 de julho de 1874. Eu, Mathias de
    Albuquerque Mello, escrivao interino, o escrevi.
    Augusto Egydio de Castro Jesus. Conforme com
    o original afflxado, no dia e era supra, nesta vil-
    la. 0 escrivao, Mathias de Albuquerque.
    *_
    A-rmazens da companhia per
    nambucana.
    Seguros contra toso
    A companhia pernambucana, dispondo de ex
    sellentes e vastos armazens em sen predio ao for
    te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
    para deposito de generos, garantlndo a maior eon-
    servacao das mercadorias depositadas, servigo
    prompto, precos modicos, etc.
    Tambem recolhera, mediante preyio accordo, ex
    clusivamente os generos de uma so pessoa.
    Estes armazens, alem de areiados e commodos.
    sao inteiramente novos e aspnaltades, isentos de
    eupim, ratos, etc., etc.
    As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar
    mazens, pederao dingir-se ao escriptorio da com-
    panhia pernambucana, que acharao com quem
    Santo Antonio
    DCURACOES.
    Nao tendo lido lugar hoje, 11, a arrematacao
    das madeiras resultantes das obras feitas no edi-
    fi:io em que funciona a tbesouraria de fazen-
    da, fica transferida para-o dia 15 do corrente^___
    Ultima representavio do magoifico drama em
    5 actos e 6 quadros
    SANTA CASA DA M1SER1COKD1A DO
    RECIFE.
    A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
    rtisericordia do Recife, manda fazer publico qua
    ja ssla de soas sessdes, no dia 2 de julho, pe-
    las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
    juera mais vantagens oiTerecer, pelo tempo de urn
    i :ia annos, as rendas dos predios em seguida
    ieclarados.
    ESTABELEaMENTO DE CARIDADE.
    Rua do Padre Floriano
    Casa terrea n. 43......20U0OO
    Rua das Calgadas.
    Idem n. 34........201/000!
    Cinco Pontas.
    Idem n. 114........362/000!
    Rua larga do Rosario.
    2 andar do sobrado n. 24 A^ 310/000
    Idem do sobrado n. 24.....408/000
    Rua do Amerim.
    !. andar do sobrado n. 26. 304/000
    Rua de Antonio Henrique.
    Casa terrea n. 26...... 99/000
    Largo da Campina.
    Idemn 11 .'......120/000
    PATRJMOMO DOS ORPIIAOS.
    Rua Duque de Caxias.
    Loja n. 77........700/000
    Becco das Boias.
    Idem n. 39........421/000
    Bua da Lapa.
    Gasa terrea n. 40. ...... 202/000
    Bua do Amorim.
    Sobr-do de 2 andares n. 23 0026000
    Casa terrea n. 34......122/000
    Rua do Burgos.
    Idem n. 19........153/000
    Idem n. 21 .......153/000
    Rua do Vigario.
    i' andar do sobrado n. 27 243/000
    ! andar do mesmo ...... 300*000
    Loja do mesmo.......375/000
    Sobrado de 2 andares n. 25 1:300/000
    Rua do Encanamento.
    Sobrado de 2 andares n. 13 1:400/000
    Rua da Senzalla velha.
    Casa terrea n. 16.......701/000
    Idem n. 25........209/000
    Rua da Guia.
    Idem n. 25........209/000
    dem n. 29........ 201/000
    Rua da Cruz.
    Sobrado de 2 andares n. 12 800/000
    Rua de S. Jorge
    Casa terrea n. 100......241/000
    Rua de S. Bento.
    Casa terrea n. 117......200/000
    Os pretendentes deverio apresentar no acto da
    irrematacao as suas fiangas, oo comparecerem
    icotnpanhados dos respectivos fiadores, devendo
    Quarta-feira 15 do corrente.
    Grande e excellente espectaculo
    Em beneficio da actriz
    Emilia Augusta da Camara.
    re.sentavSo do magniii
    uadros :
    AAVO'
    ou
    A ENVENENADORA ,
    Terminara o spectaculo com a muito cbistosa
    comedia, toda ornada de musica :
    lima noite ao releulo
    Pelos artistas Bahia e D. Maria Bahia, que ob-
    sequiosamente se prestou para mais abrilbantar
    este espectaculo.
    Haveratrem para Apipucos.
    Principiara aa 8 1|2 horas.
    No fira do drama, a beneflciada ira agradecer
    ao3 seus convidados dos camarotes.
    Abeneficiada tendo de retirarse desta hospita-
    leira provincia, ate o dia 27 do corrente, aprovei-
    ta esta occasiao para renovar-os seus protestos
    de estima e gratidan ao publico pernambucano,
    de quem t.ntos favores ha recebido.
    Pacific Sleam Navigation CoiupaD)
    ROYAL MAIL STEAMER
    JOHN ELDER
    (DE 4151 TONELADAS)
    Comman lante W. F. Ilewtson.
    Espera-se da Euro-
    pa ate odia 19 do cor-
    rente, e depois da de-
    mora do costume, se
    gnira para Bahia. Rio
    de Janeiro, Montevi-
    deo, Buenos-Ayres, Sandy, Point, Lou, Valparai-
    so. Arica, Islay e Callao, para onie recebera pas-
    sageiros, encommendas e dinheiro a frete.
    Nao sahira antes das tres horas da tarde do dia
    de sua ehegada.
    OS AGESTES
    Wilson Rowe A C.
    14PBAgA HO COMMERCIO'.4
    PROiJRKSSO HAR1TI.MO DO PORTO
    Empreca portnense de naveararao a
    vapor i-nire Portnsal c o Brasll
    0 VAPOR
    Almeida Garret
    Commandaute Tuiuasini
    Esperado do su
    em 18 do corrente de-
    pois de pouca demora
    dentro deste porto se-
    guira para Lisboa e
    Porto com escala por
    S. Thiago.
    Passagens e fretes de carga?, encommendas e
    valores, tratam-se com os
    AGENTES
    K. R. Rabello & C.
    48 Rua do Commercio 48
    rello para eatal, 2 lavatorios de mogno, L_
    po de pedra e guarnigio, 2 eadeiras ''^T
    eadeiras de jacarsnda, 2 4 las de balaaco ,
    1 tear, 4 bancas de amarello par* jogo, o saaw
    de abas, 6 caderas americanas, 1 banca, t P**>~
    cartao em forma de mesa, t jardineira, 1 iel*f*t
    com cord* para 8 dias, diversas eanus **
    ra. para meuino, 1 dita de ferro, 1 berco, 2 ***
    ras e 1 banco de ferro, diversas duzias de nz*s
    e parfos, com cabo de metal, 5 boles ^'^
    diversos tamanhos, 3 *ssoe*reiro de 7*
    bandeija de charao, par* pad, 1 lerno de baaa-
    jas, 3 caixas de charlo para cha, 1 pot^BCw;
    4 pares de jarros de madeira, 3 snspenjM para
    flores, e outres muitos artigos que estarao pala-
    tes ao exame dos Srs. conenrrentef.
    0 leilao comecara aa-tO 1|2 boras eat pojaw.
    LEILAO
    _1^^
    DE
    duas vaccas turinas, seodo uma com cha
    Quart-feira 15l do corrente
    em continuagao ao leiljo de moveis da rua
    da Imperatriz n. 1.
    0 agente Dias, eompetentemente antorisado, l-
    vara a leilao doas vaccas tnrinas, qne dio bom *
    abnndante leite ; no di* do referido leilao aebar-
    sehio era lugar conveniente, ao exame dos Sn.
    concurrentes. >
    Leilao
    Coinpanhia de navegacSo a va-
    por bahiana, linuitada
    Maceid, Penedo, Aracaju e Bahia.
    E' esperado dos portos
    do sul ate" 0 dia 14 do
    corrente 0 vapor SinimbA,
    0 qual sahira para os por-
    tos acima no dia seguin-
    te ao da sua ehegada.
    Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete
    Agente
    Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
    7-RuadoBom Jesus57
    I
    PA!! A'
    A escuaa Georgiana segue nestes dias para 0
    porto acima, e recebe cargi a frete : a tratar com
    Tasso trmios & C-
    LEILOES.
    LEILAO
    Companhia americana e brasilcira
    de paquetcs a vapor.
    Em 15 do corren-
    te mez espera-se dos
    portos do norte 0 va-
    por Ontario, com-
    mandante Slocura, 0
    qual depois da demo-
    ra do castume seguira para a Bahia e Rio de Ja-
    neiro, para onde reeebera passageiros : a tratar
    com cs agentes Henry Forster & C, rua do Com-
    mercio n. 8.
    0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacerda,
    juiz de direito especial do commercio nes-
    ta cidade do Recife e seu terme da capi-
    tal da provincia de Pernambuco, por
    S. M. imperial e constitucienal 0 Sr. D
    Pedro II, a quem Deus guarde, etc.
    Faco saber aos aae 0 presente edital virem e
    delle notieia tiverem, qne m dia 16 do corrente
    mez se h de arrematar, por venda, a quem mais
    der em praca public* deste juno, depois da res-
    pectiva audifiu... o seguinte :
    12 eadeiras In l adeira do iacaraada, de guar-
    nicao, a 10J c t a uma, 1 sofa de dito por iOOf,
    1 par do cod.iOIos toffl t*mpo de pedra por 90#,
    I ja. dintin tie lita T 8C5,2 eadeiras de balance
    p.-.r f->i 1 de ira;', p r 60*", 1 mesa elastic* de
    amaroiiu por >0t,\ I canlieiio com pe de bronze
    por 10*. i rajja vwlido de amarello por 804,
    1 glofco i-jt 2 p. res de lanternas de vidro a 94
    cada par; 1... dorados por ezeeuoao de Rodrigues
    ch.h(;ki!kn iticr*i
    COMPANHIA FRiNCEZA DE NAVE-
    GACAO A VAPOR
    LINHA MENSAL ENTRE 0
    pagar alem da renda 0 premio da quantia em Havre Lisboa, i'emambuco, Rio de Janei-
    ! ra..??_ com,v?L. ro, Santos (somente na volta), Montevi-
    deo, Buenos-Ayres, (com baldeagao para
    0 Rosario).
    STEAMER
    nento commercial, assim como 0 servico da um
    peza e precos dos apparelbos.
    Seeretaria da Santa Casa da Misericordia do Re
    .ife, 26 de janho 0 de 1874.
    0 escrivao,
    Pedro Rodrigues de Souza.
    De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
    raria de fazen da desta provincia se faz publico
    para conhecimento de quem interessar qne no
    dia 29 de julho proximo futuro, pelas 2 boras da
    tarde, sera posta em hast* pub ica perante a jun-
    ta da mesma thesonrarla, para ser arrematada por
    quem mais lanco offerecer a casa terrea sita a
    rua do Paco Castelbano, na cidade de Olinda, pro-
    pno nacional e bem assim 0 terreno qae lhe fie*
    idjacente, 0 que tudo foi avaliado por doos oontos *"
    de reis.
    Seeretaria da thesonraria de fazenda de Per-
    nambuco 30 de junho de 1874.
    0 2. eseriptnrario, servindo de secretario,
    Carlos Joao de Souia Corraia.
    DA
    armagao, i'azenJas, 2 cofrcs de ferro e mais
    utensi ios existentos em 0 estfibelecimen-
    to da rua do Duque de Caxias n. 60 A.
    Hoje
    as 11 horas da maaha
    0 agente Dias, eompetentemente autorisado,
    por mandado do Illra. Sr. Dr. juiz especial do
    commercio, levari a leilao no dia e hora acima
    designados, a armaQio, fazeudas, 2 cofres de fer-
    ro e mais utencilioi existentes em 0 eslabeleci-
    mento acima indicado, pertPtcentes aos bens
    da massa fallida dos Srs. Bento da Silva & C. 0
    mandado que se acha com a competent avaiia-
    cao, pode desdo ja ser examinado em a rua do
    Marques de Olinda n. 37, primeiro andar, cscrip-
    torio do referido agente.____________________
    Agente Pestana
    LEILAO '
    DE
    moveis; miudezas, ouro, prata, brithautes
    e 50 caixas corn charutos Laport
    HOJE
    No primeiro andar da rua do Vigario The-
    norio n. II.
    As' 11 horas em ponto.
    0 preposto de agente Pestana fara leilao das
    miudezas, moveis, ouro, prata e brilhantes.
    TERCA-FEIIU 14 DO COHRNETE
    No primeiro andar da rua do Vigario Tlie-
    norio n. 11.
    AS 11 HOB AS EM PONTO.
    DE
    divides, na importancia de 6; 93197 Jb
    QUI3TA-FEIRA 16 DO CORRENTE
    0 agente Martins far* leilao, pela terceir* vez,
    das dividas activas da massa fallida de Joio Hy-
    gino de Souza, por mandado do Illm. Sr. Dr. jciz
    especial do commercio.
    Xo arniazena da rua do luapc-
    railor u. 48
    as 11 horas da manba.
    ~ LEILAO "
    DO
    grande s brado amarello,
    de 3 andares e sotao, da
    rua da Imperatriz, em
    frente a matriz da Boa-
    Vista, 0 qual daum bom
    rendimento annual.
    QUINTA-FEIRA 16 DO OHsMlfE
    as 11 horas
    0 agente Pinto, novamente aulorifadc, levara 1
    leilao, as II horas do dia acima dito, em seu --
    criptorio, a rua do Rom Jesus 11. 43 ; sendo o. ;
    dita venda sera definiliva, em virtude de ***
    ordens ultimamente recebidas.
    Leilao
    Agente Pestana
    leilao
    DA
    armar,5o da venda sita a rua Imperial 11.
    232
    Hoje
    na mesma taverna
    A's tO 1| horas.
    0 preposto do agente Pestana fara leilao d'arma-
    cao da taverna sita a ma Imperial n. 232.______
    Companhia Fidelidade
    Seguro* maritimos e terreatrea
    A agenda desta companhia toma segnros ma-
    ritimos e terrestres, a premies razoaveis, dando nos
    altimos 0 solo livre, e 0 setimo anno gratuuo ao
    segurado.
    Feliciano Jose Gomes
    Agente.
    Si Rua do Apollo SI
    Commandaute Capelle
    E' esperado da Eu-
    rooa ate 24 do cor-
    rente, seguindo de-
    pois da indispensavel
    demora para os por-
    tos do sul de sua es-
    cala ate 0 Rio da Prata.
    Para fretes, encommendas e passageiros, trata-
    06 CONSIGNATARIOS
    AUGUSTO F. D'OLIVEIRA 4 C.
    42Rua do CommercioEntrada pela rnt
    do Torres.
    Natal, Macao e Mossor6.
    Para os portos acima vai sahir cam mnita bre-
    vidade 0 hiate Olinda, recebe carga a frete com-
    medo : tratar com Joio Jose da Cunha Lages,
    na ma do Vigario n. 33, ou bordo, confronte
    ao trapiebe D*nt*s.
    1 Rio de Janeiro e Rio Grande
    Imperial Socledade doS Ar- Para os indicados portos vai seguir aat^ poucos
    tistas Mechanicos e Li-
    beraes
    dias o brigue nacional Pirangy; recebe ainda a
    frete moiico aiguraa carga e escravos : a tratar
    eom Francisco Ribein Pinto Guimaraes, a rna do
    Barao do Triumpho n. 96.
    Librae eslerlinas.
    Irmaos & Gait 'Maes eontra Jose Monteiro de Si- de 10 mzes de mensalidades, metade do dobito,
    ' e aos que devem ate 10, 0 que exceder de 8,
    queira.
    Nao se tendo prccedido a eleicao da adminis-
    tracao qne tem de reger 0 anno social da 1874 a
    1878, no di* 28 do mez passado, como foi deter-
    minado, por fait* de nnmero ; resolveo a socte- _., n/-\i.
    dade em se*sio de 7 do corrente. marcar de no- Vendem Aue;U8tO E. U Ull-
    vo 0 dia 26 vigente, para proeader-se a referid* d_ /-i
    eleicSo, e dlspensar aos soclos qne devem mais, Veira & U.
    Rua do Commercio n, 42.
    K3
    loucas, vidros, pianos e miudezas
    QUINTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
    as 11 horas em ponto.
    0 agente Dias fara leilao, por conta e risco de
    quem pertencer, de mobi ias de jacaranda e ama-
    rello, commodas de amarello e jacaranda, guar-
    das-leucas, guarda-roupa, toilette de faia, mesas
    elasticas, camas francezas, marquezdes, marque-
    zas. solas, eadeiras avalsas, eadeiras de balance,
    quadros, 1 maehina de 3 cylindros para moer
    linla, e muitos outros artigos que estarao patentes
    no acto do leilao
    re armaies da ma do Bom ________n. (antiga Cruz).________
    Agente Dias
    LlBLli
    DE
    moveis, 1 piano, 2espelhos
    grandes, moldura doura-|
    da, quadros com diversas
    vistas, e outros muitos ar-
    tigos, OOHK) abaixo se
    menciona
    QUARTA-FEIRA 15 DO CORRENTE I
    DE
    t'azondas inglezas, francezas, suissas e ?'-
    lemSs
    CONSTANI>0 DE :
    Chita?, cassa3, cambraias, algoddes, pannos. i-
    semiras, pannos para cotcMea, briu.-, aastores
    grosdeuaple-, sedas, chal.v, IcspM, roeias, :ha-
    peosj goardas-chuva, bramantes, tapetes, cor'
    de casemira. eamisas francezas, guardanapos, p:;-
    nos para eadeiras, botfies, caiteiras, e muitos ou-
    tros art p > que estario |'U -r.t"- ao exame SSI
    concurrentes, no armazem da rua do Bom 'esns
    n. 63.
    QUINTA-FEIRA 16 DO CORRENTE
    Os administradores da massa fallida de Perena
    de Mello A C, autorisados pelo Illm. Sr. Dr. jnin
    especial do commercm, farao leilao, por interven-
    ed do agente Pinto, de ora coinpleto e varia<
    sortimento do fazendas inglezas, snissas eallem--
    pertencentes a dita massa, e existentes no arma-
    zem da rua do Bom Jesus n. f>!, onde se effectaa-
    ra o leilao.
    Principiara as 10 horss.
    Feira hemanal
    DE
    pianos francezes de 3 cordas,
    espelhos dourados, mesas
    elasticas. aparadores,
    guarda-roupa, carteiras
    para escriptorios, uma mo-
    bilia de faia, entalhada,
    (obra de gosto), uma dita
    de amarello, quadros dou-
    rados, com finas gravuras,
    um cofre de ferro, prova de
    fogo, jarros de pedra para
    floret, cabides, quartinhei-
    ras, guarda louca, objec-
    tos de ouro, miudezas di-
    versas, eadeiras de rOsca
    para escriptorio, 1 arma-
    <}ao de amarello, casaes
    de canarios* do imperio,
    copos, calicos, 1 mala pa-
    ra viagem, commodas, re-
    logios para algibeira, de
    ouro e prata, grande quan-
    tidade de trastes avulsoe,
    infinidades de objectos do
    uso domestico, queserao
    vendidos a troco do barato
    Oeintafeiru 16do mmnlc
    ao meio dia
    NA
    FSIRA 8EMANAL
    16 -Boa de taperador-K
    ARMAZEM.



    f
    Diario de Fernambuco Ter^a feira 14 de Julho de 1874.
    pelo agent Martfus.
    LEILAO
    m*WB**'K arlig.*. e uma csnoa propria
    para fair ilia
    Sabbado 25 do corrente
    A"* 11 HORAS DA MANHA
    No aeguudo andar do sobrado da nn do Marque*
    de Olinda a t5
    0 ageate Dias, competentemeote aotorisado por
    despaeho do Dim. Sr. desembargador jail de or-
    phaos, levara a leilao, no dia e bora acima desig-
    nados, os moveis e mais art goa perteoeentes aos
    bens do fallecido Manoel Antonio vieira.
    A SABER:
    Uma mobiiia de jamranda, I dila de araarello,
    4 eommoda de dtto, i sofa ile jacarandi, 2 espe-
    loos, moMura doarada,-4jarros para flora*, 2 ban-
    cm para Jogo. de jacaranda, 1 mesa redonda de
    OHO, I gaarda-roupa demoj;no, 1 marqueza de
    amarello, 1 mesa de dilo, I mesa para jogo, i ca-
    ma de amarello, I coamoda de mogno, I apara-
    dor de amarello, 1 commoda de d>to, 1 guarda-
    ' roapa estragado, 2 pares de lanternu, 1 candieiro
    para kerosene, 1 par de escj rradeiras e 1 canoa,
    propria pan familia ; para tiualquer informacio
    a agencia da ma do Marque* de Olinda n. 37, 1 .
    a^lSOS DVERSOS
    Has Jon^ PrdroMn Filbo
    Dr. Prancucc Borgea de Barros
    e sua mnlher, repassados da mais
    pungente dor |la notieia do falle-
    cimento de sea maito presado cu-
    nhado e irmio, Dr. Elias Jose Pe-
    drosa Filho, convidara as pessoas
    de sua amizade para assistirem as
    missas que mandao celebrar na quart a feira, 15
    do corrente, as 7 112 horas da nanhs, na igreja de
    S. Francisco ; por cnjo obseqaio se confessam
    eternamente graloa
    aWawa^tMaiaaMBBaasBwavaMBVBjHMBaw
    Luso-Brasileira
    Jose Jnaquira Soarcs Sobrinho.
    A directoria da Luso-Brasileira
    cumprindo com a disposicio da lei
    social, convida a todos es sent asso-
    eiados, a familia e amigos do con-
    socio fallecido, J. J. Soares Sobrinho,
    _ para assistirem i.ma missa de trige-
    simo dia, que por alma do mesmo, manda resar na
    igreja do Terco, qaarta-feira, as 7 horas da manha.
    PIANOS.
    Aeabam de chegar muito boas pianos lories e de
    elegantes modeling ilos ma's notavet? e bfm Co-
    nhceidos f.-ibricantes; corno Wfatn: Alplwnse Bi,
    donel, Henry Her* e Pleyil WVMT 4 C. : no Vint*
    France*, a ua do Itaiao da Vk-h.ria, witr'oru No-
    va n. 7. aproeiMt niiiilii couinc t!<*s.
    Perfumarias.
    Fine* extract.. hanhas. "Iphs. o|.i,ila e po< 0>n-
    irillce, agua de llur de latanp. uftat de K.ilete.
    divida, florida, lavaodr, pun ce mmi, satanelea,'
    crosmelicos, muitos arligo delicados eut perfntna-
    ria para present es em frascos de exiractos, raixi-
    nnas sortidiis e garrafas de differentes lamanhos
    d agaa de Cologne, tudo de priincira qualidade
    dos bem corihecidos fabricates I'ivcr e Coudray,
    No armnz ;m do Vapor Francez, a rua do Barao
    da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
    Qumquilharias.
    4rtigos de differentes gustos e
    phantttzias.
    Espelhos, leques, lavas, joias d'ouro, tesourinlus,
    canivetes, csixinhas de coslura, albuns, qnadros,I
    e caixinhas para retratos, bolsinhas de vellndo,
    dila.de couro, e cestinbas para bracos de meninas,
    cbicotee, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
    charutos e eigarros, escovas, pentes. carteirinha de
    madreperola, ttpete para lanternas, malas, bolsas
    de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
    pos, lanternai raagicas.cosmoramas, jogos da gloria,
    de dama*, de bagatella, qaadros com paisagens
    !;lobos de paj>el para illuminates, machinas de
    aier cafe, esiumadores de palhas, realejos de veio,
    accordaos, caininhos, e bercos para crianjas, a
    oatras muitas qainquilbarias.
    Brinquedos para meninos.
    A maior v; riedade qae se pode desejar de to
    dos os brinquedos fabricados em differntes partes
    da Europa, para entretimentos das criancas, tndo
    a precos mais resumidos qae e possivel : no ar-
    mazem do Va,rjor Francez, rua do Barao da Vic-
    toria outr'ora Nova d. 7.
    PUNDICAO DO BOWMAN
    RUA DO DRUM R. 82
    (PaB8aodo 0 chafariz)
    PKDKM AOS #nborei Je #og-Db (tniroa agricaiiorM. wnpregadjrea s?3i5tno o favor de ucia \iiiu a aeo MtaJteltciBMOfu, part ?erem e ww orttmeou
    on Diet qoe a hi tern; aeado tudo Mporior en qoalidade a (ortidlo: o qae con a ina
    *c;io pessoal pode-se verificer.
    r ESPECIAL A1TENCAO AO NUMERO B LuGAR DE SUA FUNDICAO
    7apoi e* e rodas d'atraa fJJS* mois^ ,yt,na, v u
    t w j**vi*oa ^* flj*o aianhoa con?enen*oi para aa divem*
    ircoin.-ianciaa doa aeuborea proprietarioe e para daacarofar algodao.
    Sloendas de eanna S^ oito"who. onioret qoe aqa-
    Sodas dentadas *"vAxamt *'*"'
    laixas de ferro fundido, batido e de cobre.
    Akmbiques e fandos de alambiques.
    uaohiniAmnft Pra nandioca a algod"-
    Bombas
    Cabefleireiro francez
    Rua do Marquez de Olinda n. 51
    1." ANH.Ut.
    Sachinismos l^JJl%t^?&
    ?por agia,
    |oa aninaoa.
    wpor,
    Calcado francez
    ' *'\-.
    .'* P V *
    ileuto A viuva de Bento da Silva Rosas e seas filbos,
    Jose Baptista Filbo e D. Maria da Laz Leite Filho,
    agradecem a todas as pessoas qae se dignaram
    *companhar os restos mortaes do sea muito pre-
    ado marido e canhado, ao ceraiterio publico, e
    de novo as convidsra aassitirem a missa do setimo
    dia qae mandara rezar na igreja do convento do
    (.'.anno do Recife as S horas da manha do dia 15
    do corrente, e desde ja se confessam eternamente
    gratos._________
    Gratifica-se
    qne
    inna
    i entregar on der notieia de uma cachor-
    raga ingleta, e tem am signal de uma
    queimadura em cima do lombo : na rua do Ran-
    gel n. 43, reflnacao.
    Servente para botica.
    Precisa se de um que tenba pratica para a
    Pharmacia Torres a rua de Marcilio Dias n. 13a.
    1 CONSULTOfilO *
    m MEDICO-CIRURGICO I
    m do
    jay Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso S
    PARTEIRO E OPEjiiDOR
    MffHua lo Visconde dc ilhuquer-flf
    4% que n. 39. jffc
    ESPECIALIDADE
    .UoK'MtiaH de senhorai e &!
    meniiioH. ^M
    Consultas das 7 as 10 horas da ma- 2J5
    nha, todos os dias. &
    Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- Jgi
    tas e sextas-feiras. 2
    Os doentesque mandarem os seas cha- W
    Ml mados por escripto at 10 horas da ma- Mt
    55 nha serao visitados em saas casas. 3Z
    I)
    i

    /.
    Casa dc sailde dc Santo
    Aniaro.
    Joao da Silva Ramos, proprietary da
    casa de saude, tendo regressado da Eu-
    ropa, reassumio a administracao, e o
    servico medico do mesmo C9tabelecimen-
    tos, e espera qae o publico continue a
    depositar a confianga, qae sempre depo-
    sitoa em, vista de sea zelo e interesse
    pelos doentes alii recolhidos.
    Jolo da Silva Ramos, medico pela Uni-
    versidade oe Coimbra, de volta de sua
    viagem a Europa, continua no exercicio
    de sua proOssao, prestando-se a tratar
    de qualiuer doente dentro oa fora da ci-
    dade, e dando consultas diariamente das
    10 as 12 horas da manha em >eu escrip- (
    )

    i
    '. torio na rua do Imperador n. 67. "Jj
    Jolo da Silva Ramos, devendo receber
    mensalmente da Europa, vaccina de su-
    ) perior qoalidade, presta-se a ir vaccinar (
    qnalqaer pessoa em sea domicilio oa em K.
    sea gabinele na rua do Imperador n. 67, (
    nas quartas-feiras e sabbados das 10 as
    12 boras da manha.
    t0\SHT0RI0
    Medico-cirurgico
    DO
    Dr. Joh- Felix da (uaba He-
    neiei.
    Medico operador.
    RUA ESTRE1TA DO ROSARIO N. 3.
    Da consultas todos os dias das 9 ho-
    ras da manhi as 4 da tarde, dessa bora
    em diante acha.se prompto para qnal-
    qaer cbamado, em casa de sua reaidencia
    a rua da Princeza Isabel n. 4, junto a
    estacao dos trilhos de (linda.
    Das 7 as 9 horas da manha da consul-
    tas gratis aos pobres.
    ESPECIALIDADES
    Molestias syphiliticas, via digesliva e fe
    bres.
    Botinas para homem
    Aeabam de chegar grandes jacturas de botinat
    de bezerro, de cordavio, de pelica. de duraqut
    com biqaeira, de bezerro com botSes, e com ilho-
    zes a 9sJ000 (a escolher) por ler vindo anode
    quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
    ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao dc
    Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
    Para senhorn.
    BOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentes
    lisas, enteitadas e bordadas.
    SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
    pretos e de c6res differentes, bordados,
    SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
    Para moninas.
    BOTINAS preuis, brancas e de cores differentes.
    lisas, enfeitadas e bordadas.
    ABOTINADOS de diversas qualidades.
    SAPATOS de tranca portuguezes.
    Para meHisiOS.
    BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
    BOTINADOS e sapalSes, de bezerro, de deversas
    qualidades.
    SAPATOS de tranca.
    Botas de montaria.
    Botas a Napoleao e a Guilherme, pen.tr
    raeias perneiras para homens, e meias pemeira
    para meninos.
    No armazem do*Vapor Francez, a rua do Barao
    da Victoria n. 7.
    Reuniao popular!
    Hygiene e ceoiloniia
    Quereis passar algnmas horas atif feito 1
    Quereis conservar a forca do3 orgies digestivos ?
    Quereis espuecer os peripecias da vida ?
    Quereis viver engolfado no prazer ?
    Quereis prevenir muitas enf-n idades ?
    Quereis gozar os effeitos da boa economia '
    Quereis ter appetites e facil dige Quereis, finaliuenle, ser feliz e ditoso ?
    Attendei aos meios:
    Vinde incontinente ao muito conhecido e pre-
    conisado armazem do Campos a rua do Im-
    perador n 28, onde encontrareis todos os agentes
    (sem ser de leilio) necessaiios para conseguirdes
    os gozos qae vos offerecem as afllrmativas, que,
    indispensavelineote exigem as oito pergunias predi-
    tas, isto e, encontrareis os generos mais finos e
    gostosos que por ventura tchham alimementado
    os estomagos mais susceptives e deiicados, encon-
    trareis os vinhos mais pur-s que teem exportado
    os paizes mais vinhateiros do mando e que fazem
    espancar a mais impertinente tristeza. deixando,
    com certeza, inraizado o germen da alegria, que,
    inundando de perfumes o oceano da alma a
    imaginacao exercera, poderosamente, prodigiosa
    in- piracao sobre todas as cabecas a que tenha fei-
    toasaa ascensao ; encontrareis os a^epipes mais
    melindrosos, de cheiro aclivo e embriagador;
    encontrareis, em summa, iguarias delritosas, pe-
    tiscos deliciosos o tudo o que ha de mais pro-
    vocador (depois da niulher) e que vos pode sua-
    vemente trans por tar ao paraizo da gastronomia,
    fazendo-vos gozar a mais real das felicidades
    da vida humana, a boa mesa
    Visto como:
    N. 28Com o emporio das tripasN. 28.
    N. 28-Recheiado de iguariasN. 28.
    N. 28 Se pode dos embucados N. 28.
    N. 28 Repetir as picardias IN. 28.
    Rua do Imperador
    'Mesmo porque:
    K patents e apregoado por todos os medicos de
    mais ceiebridade que os bons alimentos sao es-
    sencialmente necessarios para a boa conservacao
    da saude e uma das bases mais poderosas para
    assegorar o completo desenvolvimeoto das fa-
    culdades physicas e moraes da creatura ; e
    com effeito, se assim nao e, respondam-nos qua)
    a causa porque em cada canto que paramos des-
    cobrimos ana quantidade enorme de criancas ra-
    chiticas e infesadas, de mocas debeis e de uma
    construccao franzina, de rapazes macilentos e sem
    vigor e finalmente de toda a mais bicbaria, dig-
    Da por certo de melhor sorte, verdad iros typos
    do desfallecimento e qae nos d-ixa physiologica-
    mente conbecer os effeitos mephiticos da ma ali-
    de pateote, garantidaa;
    Todaa as machinas pwdqo-teeoatomiprtiMr.
    Faa qnalqaer concerto dia,chiiiiMi0' wireaDinido
    Pormas de ferro ;^"m^or**iai^iHtee
    H^acommendas.
    no mer-
    cado.
    beuiabeae da aoaodar w qnalqaer machinismo i voq-
    tade doa clientei, leoabrando-lhea a vanUgem de faxerem
    aaa compraa por intermedio da peaaoa entendida, a qoe am qnalqaer oeceeaidade p6de
    prestar anxilio.
    4r4dos amerioanos
    a inatrotnentoa agricolaa.
    RUA DO BRUM N.
    PASSAWDO O CHAFARIZ
    ODILON DUARTE & IRMiO
    lABELIEIREIROS
    Premiados na exposicao de 1872
    .rua
    imperatriz
    fN.i83|
    Fl. ANDAR.,

    nil W* J t
    RUA
    DA
    IMPERATRIZ
    N. 82
    1 ANDAR.
    Aeabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o*"nasTmelhores con-
    diccSes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e as Eimas. Sras. n'a-
    quillo que fdr tendente & arte de cabelleireiro.
    Fazem-se cabelleiras tanto para homeDS como para senhoras, tupete, chignon,
    coques modernissimos, tran$as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
    mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
    0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
    geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, assuas encommendas e figu-
    rinos de modas, e por isso pode vender 20 '/o menos que outro qualquer, garantindo
    perfei^So no trabalho, agrado, sinceridade e pre?o razoavel.
    Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
    porgao e a retalho e todos os utensilios pertencentes a* ie de cabelleireiro.
    hwln Hi.iiti. r, i f?ii i 1 >> Inlliir in- < f.-- r if <**. #"-* i- i'nwilti. latVI-
    Ufir;iro fian.i/: 1. m n l.( ma ('< |HH|1h ;!s I jffT. r r*'. |, i. ....- < ,.. : iImuooo-
    uuisi;8o lie um jieiito ol!:c'! Mi.:i bpmvi.'i I.is. <; ;,l oia h: I- lido a d'em-
    pennar qualqi er encon mtiiiJa dt- sna ail*, c se art>a & j.i s;<.im ilet ) sw i-s <;ut ^estu
    prestiroo se queiram utilis*r Outre im n i< nt'lii ft <,in- H u i tU u> i" (..i.to encon-
    trar/io s< mpre a Manila domabtllciteiios, onde se admin dtaci ij.-tos e d( st nhados todos
    os penleados moderuos, para o res, tasarrcntos, boika ttr.
    Finalmente preine is mesnri8s excellentissimas tftihorak, qur ic sortimento de coques, cachepeines, bnd6s, crescii.Us, eta-., e veiw* tudo pelos pretos
    abaixo mencionados: \
    Coque de cabello de 15J?, iOd i 50(5(00.
    Trances de dito >Cf, 12 Cacbepaine de dito 15, 20)j a nOfjOOO.
    Crescentes de dito 2tjj, a SicOiO..
    Tambem (rcontrarJo um completo sortimento rccdiido ha p, uco, d( cabellos de todas
    as cores e comprimeiito.
    N. 51.Rua do Marquez dp Oliiid; ->'. 51.
    ^AGUADECHLNOLdNA-
    PARA TI\CIR INSTA\TA!\EAE\TE OS CABELLOS
    PREPARADA POR
    BARTHOLOMEQ & C.
    Phariuaccuticos da Casa Real le 3. 11.. F. IA Clca premiadosi cm diversas exposi9tes eo: o |iriute!ro preaaaio de
    ua elasse.
    Unico composto, cuja base principal sao principios vege'.aes, que po lo por isso ser
    usado por tempo indefinido sem 0 menor receio dc alteraofto de faude. Ksla agua admi-
    ravel dd aos cabellos, em poucos minutos, uma cOr e brilho natural, ate"o negro, e ao contrario de todas as tinturas coafaeeidas., loin um aroana agradabilissi-
    mo, que facilita oseu uso is senhoras, ainda as mais difllceis. A/Jkmfam-M os sens n-
    sultadose effeitos ino/fensivos, quer a applicorao seja limitada a barbs, ejaer corepreTien-
    da os cabellos da cabei;a.
    DEPOKITO <-3wi-.B,
    Pharmacia e drogaria,
    34Rua larga do Rozario34
    PERNAMBLCO
    i. v
    PRCPARADO TOR
    s 11 rn
    ) ;;'
    1 ; u *:
    BARTHOLOMEO & C.
    Phanuaccotieos da casa real de S. 8. *. el-reide P-irh^al
    Premiados em diversas exposi(;6es com o primeiro pre-
    mio de sua elasse.

    0 xarope vegetal americano, garantido puraminti: Vi'ioetal, nao contem em ftu coaaoosi.-ij
    umso atomo de < pio, e ?im -omente succos de planin* ndigenas, cujas prupriodadca L-jneflcas oa
    cura das molestias que pertencem aos orgaos da rcspirai;a >, tem si Jo observadaa par Inngo tempo [e-
    los medicos mais distinctos que ora-onmondam e prescrcven t.idos o> dias no trahmealo das Lroa-
    chites, tanto agudas como chronicas. as.hma, toss s rcbsldas, esearroa desangde, t&isica uo primci:
    graoe contra as irritates nervesas.
    PHABMAGI.4 m\Ml

    Q
    DE
    JOSE ElilAS HE MOURA & C-
    17Largo do Mercado Publico17
    (Antiga ribeira de 8. Jose,)
    Acaba de ser aberta e acha-se a disposi^ao do respeitavel publico esta nova pbar-
    raacia o drogaria, completamente provida do indispensavel a am estabelecimento dessa na-
    tureza, sem excepcao de productos chimicos e medicamentos preparadbs no estran-
    trangeiro, tudo novo e o melhor possivel.
    As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao,
    e sempre sob as vistas do pharmaeeutico que comp5e a nossa firma social.
    As pessoas que se dignarem de bonrar o nosso esatbelecimento com a sua confian- "
    ca, podem estar certas de que serao conscieociosamente servidas, nao so relativamente ao
    que pedirem, como tambem a modicidade dos precos.
    Q .^,^i|Dii.amid Mmmtm

    34
    DEP0SIT0 GERAL
    Rua larga do Rosario = 34
    PtRNAMBU
    H i\
    CRIADA
    Precica-se do uma para casa de pequena tami-
    lia, preferiudo-se escrava, pagase muito bem :
    a tratar na rua Neva n. 48.
    O barao de Sauta Cru>, tendo sido obrigad,> a
    partir precicipitadamente para a Europa, em cense-
    quencia de incommode de sua familia, nao Ihe fol
    possivel procurar as pessoas que Ihe honram cm
    suas relacoes para receber suas ordens, o que ,
    espera Ihes deculoarao, rogando Hies de disporem
    de seas servigos onde quor que estej .
    -
    %i^-
    till
    uma ama
    ESSENCIA
    C0NCENTRADA
    GoDsollofio Hiedico-cirQrgico i
    DE
    A. B. da Silva Maia.
    Rua do Visconde de Albwpierque n.
    ii, ouu-'ora na da matrfa: aa Boa-Visu
    n. 11.
    Chamados : a qualquer hora.
    Consultas: Aos po es gratis, daa I as
    ik b> va da tarde. Q
    menucao, de que irreflectiJamente fazem uso 7
    Silencio profundo I Coiifirmacao absolutal
    Verdades puras:
    Qaera negar ja ousou dos pn ios a fama,
    Dos presuntos os sabores rejuiniado ?
    E do vinbo o poder que leva a cama
    Vida ao enfermo e forca aos esfalfados ?
    Ale*m do que:
    E' um facto consciancios>mente provado e que
    so podera ser coatestado por algum hypocrila im
    becil, de que ningnem esta tao habilitado a ven-
    der bom e barato como o Campos, o que e de
    facil intuicao, attendendo se a qun o sen fim e
    fazer com que todos venham comprar em' seu ar
    mazem, para o que nao se acha, felizmente, sob
    o jugo do egoismo e nera Uo pouco e alimenta-
    do pela ambicao do -ouro e sim pelo desejo
    de bem servir aos sen! freguezes, dispensando a
    todos agrado e sinceridade. *
    Embora que:
    Raja, raja os invejosos,
    Fallem, pulem, saltern, berrem :
    Nao wderao, desditosos, f
    Gompetir, nao, mais esperem"..
    Premiada nas expo-
    sicoes de Pernambuco
    e Rio de Janeiro.
    MEDALHA DE PRATA.
    Pharmaeeutico
    Premiada na expo-
    sicao de Vienna d'Aus-
    tria.
    Pela
    escola de
    Successor de
    Paris
    ARISTIDE SA1SSET .
    Caixeiro
    Precisa-se de um caixeiro de idade de 16 a 18
    annos, com pratica de taverna, c que de fiador a
    sua condncta : na traves?a do P< ucmho n. 7.
    Silverio fngio
    qninta-feira, 9 do corrente, levando cal^a de algo-
    dao azul, nova, e camisa velba de algodao branco;
    este escravo e cabra, de 50 annos de id^de, alt j,
    cheio do corpo, cara redonda, barbado, cabelio
    bom, e a barba bastante branca, denies bons e
    miudos, muito conversador, vagarcso no andar.
    descorado : recommenda-se as autoridadps poli-
    ib -itia
    Precisa-se dc
    ara cozinliar em casa de
    pequena familia, preferin-
    do-se escrava : ua rua dc
    Capibnribe n. 40.
    Um.i preta de UO auuos, quo sabc bea cjzi-
    nhar, lavar e engomuiar, dc^i-ja achar que .,
    adianteo'Oi para pagar an services, mniiintii
    ajoate, para o quo osia aulorisada : quein quizcr
    annuncie.______
    Perdeu se da rua do Apollo a estaci
    Cinco Pontas, uma letra da quantia lie ttii
    sacada pur Joaqnim Rodriguea Piubeiro e aeeita
    em 30 de ab il pel> Sr. Gaspar CnvaK-ante de Al-
    buquerque Uchoa Junior ; a pessoa qne a tiver
    achado pode entregar a rua do Apollo n.31. vends
    le. sem mercurio.
    como um poderoso depnra-
    Tratamento pnramente vegetal verdadeiro purificador do san
    - A Eooencia de Caroba e um remedio hoje reconbecid
    tivo e especial para cura de todas as molestias qne teem a sua origem na impureza do sangae,
    como sejam : as molestias Syphujticas, Boubaticas e Escrofvlosas, Rheumatismo, Empcvgens, Dab-
    tros, Ulceras, ErcpcSes, etc. etc
    Os prodigiosos effeitos qae tem produzi !o a Eoaeneia de Caroba, nor toda parte
    onde ella tem sido apropriadamente experlmentada, a tem feito adoptar como um dos medicamen-
    tos mais seguros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natnreza syphilitica e
    boubatica.
    A cada frasco acompanha uma instruc^Io para a maneira de nsar.
    Pomada anti-darlrosa
    Banhos salgados.
    Alaga-se desde ja, ate fins de Janeiro proximo
    vindoaro, a casa de frenie encarnada, com terra-
    go e grsdeamento, em Olinda, oateo de S. Pedro,
    mobilia, gaz, agua, baaheiro e jardim ae lado :
    a tratar na rua do Amorim n. 37.
    Bemnegodo.
    Tra.-p*ssa-se a taverna n. 65, a rut do B*f8 'lo
    Triumpho, em optima localidacie c com com-a-oit
    excellentes para familia : a tratar com o cou.m'n-
    dador Tasso, que sei.do o propriclario do pr^dk)-
    garante o arrendamentp pelo tempo que se con
    vencionar. e faz venda da arma^So e generos exls-
    tentes, a dtnbeirc pa a prazo.
    comicboes, etc., etc.
    de Caroba
    Contra as affec$>es eutaneas, darthros,
    I'Dguento
    Para enra das boabas, ulceras, chagas antigas, etc.. etc.
    UNIGAMENTE PREPARADO POR
    RODQDAYROL IRMAUS, SOCCESSORES
    Botica Franceza
    22 Rua do Bom Jesus 22
    { ANTIGA RUA DA CRUZ )
    Aluga se uma boa casa orn exccllea
    ciaes e caDitaes de campo o apprehendam e levem tes commndns, 4 rua do C roael Suassuna,
    a rua do Cabnga n. 3, 3 andar, ou a rua do Im- ,, ...
    nor,Hnr n 98 L. ontifl m4 n. 1C9 | & trftt.tr na mcs-na rua n. 1/1.
    Troca-se ci>brc por sedulas em porfiea :'
    5'OiOCO para cima : a rua estreila do Itosario n.
    17, 1." andar, das 10 horn as duas d^ tarde.
    perador n. 28, que se gratilicara.
    Na rua larga do Rosario n. 16, na para se
    alugar uma boa escrava, e mais uma muito boa
    engoramadeira e costureira.
    Pedem ao Sr. emprezario d<* iheatro Santo
    Antonio, que leve o drama Sete Passos, no domin-
    go as 5 1|2 horas, a pedido de muitos caixeiros.
    Aviso en tempo
    Roga-se a pessoa que tirou por engano ou de
    Sropositj um chaieo de sol de seda cor de cafe,
    o armazem do abaixo assignado, no largo da
    Companhia n. 1, que o leve ou mande bota-lo no
    mesmo lagar.
    Alaga-se am pequtno siiio, ediiicado dc
    novo, no lugar da Tamarineira : a trater na rua
    do Commercio n. 9, andar.
    cos,
    loja
    Crespo n. 13.
    Lindas tarlatanas de cores, do assento branco e preto com salpi-
    para vestidos, pelo^baratissimo prejo de 240 reis o covado, na
    columnas, de Antonio Correia de Vaaconoollos, na rua do
    das
    nunLnn
    Nao se prestando o pequeuo espaco do armazem
    n. 10 A, a rua da Madre de Deos, para am abaste-
    cido deposito das diversas marcas de fumn, qne o
    abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
    diante aberto outro es abelecimento sob a mesma
    denominacao de
    ARMaZEM DO FUMO
    A' rua do Amorim n. 41
    com todas as proporcSes desejadas, e onde pode-
    rio os senbores freguez s dingir-se. certos de qae,
    como ate aqui, ach rio sempre a par da modici-
    dade dos precos, a maior sinceridade possivel. Ea-
    tre as differentes marcas de fumo da Bahia e Rio
    de Janeiro, qae tem sido annanciadas, acaba de
    chegar uma enoomraenda especial, quo muito deve
    conviraos senbores freguezes. Consciente o abal
    xo assignado de que neste genero de negocio nio
    esta sem competidores, fara muito por evitar que
    tambem o tenha com relacao ao pequeno lucro
    que procurara obter da diu mercadoria.
    __________Jose Dominguea do Carmo e Silva.
    O abaixo assignado. filho legitimo de D. Joa-
    qoina Maria Ignacla do Sacramento, previne a
    qualquer pessoa, qae nao faca negocio com os
    bens de ralz pertencente a sua mai, sem primei-
    ro entender se eomsigo.
    Recife, 9 de julho de 1874.
    A rogo de Francisco Antonio Gomes,
    7o5o Pinto Cavalcante.
    Previne-se a qaem interessar possa, para
    evitar dnvidas futaras, que o Sr. Valdevlno Rl-
    beiro da Silva, nio pode alienar nem Bypothecar
    os sens bena, porquanto, esti sendo ajuizado por
    quantia superior a sete contos de reis.
    Alngase nm preto de meia idade. para qnal
    qner servico nesta praca, o qual e flel e de boa
    eonducia, affiancando-se a qualquer pessoa que o
    queira alugar : a tratar aa rna do Bario da Vic-
    loinau. 21.
    24-Rna do Marquez de Olinda -i.
    Esqnina da beeco I.ar\u
    Participa a seas frrgaeies e amigos qae bbdooo
    o seu estabelecimento de relojoeiro para a mesm.
    rna n. 24, onde rncontrarao nm grande sortimect:
    de relogios de parede, americanos, e cima de me-
    sa, dos melhores gostos e qnalidades, relogios d*
    algibeira, de todas as qualidades, patente suisso,
    de ouro e prata donrada, foleado (plaqnet; relo-
    gios de onro. inglez, descuberto, dos meihore.-
    fabricantes, cadeia de ouro, plaqnet e prata. lnnet.i>
    de tod*s as qualidades, tndo por precos muito fca-
    ratos. *^
    , | LOJA DO PASSO
    DB
    Cordeiro Sinffes & C'
    Aeabam do receber nelo vapo" Nrudta :
    Riquisiimos curiea de g<-i>'r*o de sei. uzM*
    com listras achamalotadas.
    Ditos de linho para vestidos, jido imi* cof-
    te, o necessario para sen enieiu, conw aeja :
    franjas, trancas, botaes, fivellas, (..
    Riqniasimoi chapeos para seohw-, uluma taotfa,
    a rua Primeiro ^e Marco n. 7 A.
    a
    .-



    -

    ,B&KifiotipCBttFi8fltt>ufe TOT/a'8eira 14
    d
    o UiixO
    ck
    1 wfl
    lO 4 t
    .0 E FERKOh a MflHNA 0 difti
    *"na do Barao d:> Trrampho (ma rfoteni) ns. 100a 104
    CARDOSO IRMAO
    *TIS\M aos senhores do engenb' s e outros agricultures e ao publico em geral quo
    csi&jsaa a roceber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e macbiaas ne-
    awafjja sos estabelecimentos agricolas, as mais raode.oas e melhor obra qoe tem TJndo
    wmm*3o.
    fC*?eS de for<;a de 4, 6, 8e 10 cavallos, os ntelhores quetem vmdo ao merado
    AAwfe*3iraS de sobresaleute para vapores.
    19ttSS IksaS fuildidaS e batidas, dos melhores fabricates.
    KfcJQ&S d agiia com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
    wmbto dentadas de todos
    ioseapitos para Tapore8
    de ferro, de repucho.
    AidAn
    *';
    os tamanbos e qaalidades.
    de diversas qualidades.
    ftnmas para assucar,
    Ysistndas de ferro
    %gcies francezes
    Ditos ditos
    grandes e peqaenas.
    Ill
    lunUlQOj francezas de diversos
    para lei'ha e carvao, obra superior.
    e bonitoi gostes.
    para gaz.
    *fnm>s de ferro fundido
    Pes de ferro
    Marina
    Yabiilas
    ardim.
    para
    para mesa e banco,
    para golar tgua.
    p8ra bomba e bsnbeiro.
    Goneias inglezas para machinismov
    IHS3C0S e SOiaS com tiras de madeira, para jardim.
    UfmeertOS conc.e^m cora promptidao qualquer obra on macbint, para o que teea
    sua fabnca bem montada, com graude e bom pessoal.
    r.T.LOmiliendaS nwndam vir por encommenda da Europa, qualquer macbinismo,
    para o quo se corrospondem com uma respeitavel casa de "
    mm,-am dos melhores engenheiros de Inglaterra; incumbem-se-de mandar
    StoEscbinas, e se responsaMUsam pelo bom trabalho das mesmas.
    Bos do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100
    F U K D I C A O DE CARDOSO
    Londres
    assentar
    a 104
    IRMAO.
    laim
    do Emperador 49
    wfjfew

    Ua deste estabelecimento u melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores,
    >3o : Herz, Pleyel, i'lap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
    w.jdandados expressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
    ' .--os s6 enconlrarSo ne.rta casa.
    bem-se pianos usados em troca.
    rtam-se u aPiinm-se pianos.
    tem avisa-so aos Srs.
    concertadores de pianos
    a sompre o mais eompleto sortimento de materines para concertar pianos,
    .:, folba para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa
    m, bte., etc.
    ]ffPEKAlE6ll 49
    Precisa-se de uma ama para cozinhan
    fy I'icci -a-se tie iiaa-,
    Esta,
    Agua
    Tant
    AC Pfcei-
    - V ima> aa
    *kJ pr-r e 01
    s Me!) I Ama de leite
    s udo
    ra- cazlnhar e com
    outra para lavar e
    rinio-so a primeira, escrava : na
    Roga-se aoTTImT'Sr. lgolcio Vieira
    ascrivao na cidade de Nazarelh desta ptovincia, ] Precisa-se de uma ama de leite : na raa do
    favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con- Barao da Victoria n.' 5.
    Precisa-se do uma ama qun saiba cozinhar e
    engommar.para c sa de peqnena familia : a tra-
    tar no 2 andar do sobrade u. 37 da rua do Barao
    da Victoria.
    cluir aquelle oegocio que S. S. se eomprometteu a
    realisar, peia terceira chamada desie jornal, em
    9ns de dezeoibro de 1871, e de.pois para Janeiro,
    passon a. fSvereiro e abrfl de 1872, e nada eumprio;
    por este motivo e de novo chamado para dito
    Sm, pois S. S. se deve lemhrar que este negocio
    de mais de oito ancos, e quando o Sr. sen Who se
    achava nesta cidade. _________
    - Domiugos Nunes Ferreira pariicipa a seus
    amigos, que transfcrio o seu cartorio e residen
    cia para o sobrado n. 12 da rua de Paulino Ca-
    t mara, onde olTerece os seus servicos. Aproveita
    a oeeasiao para declarar que nada d ve a pa
    aoa alguma; porem se alguem se julgar seu
    redor, roga-lhe o obzepio de apreaentar sua
    Vende-se o engenho S. Pedro, situado na pro- C0DUi para 8er '"'""'nen'" Pa-_______________
    vincia de Alagoas, comarca do Porto Calvo, a; Na rua velha de Sama Rita n. 57, precrsas
    menosde uma leaea distante do porto de mar do a^ngar ujpa preta para vender core taboleiro.
    GameRa, tarn
    regularmente
    gario n. 31.
    ri"T".___________
    Engenho
    eates terrw, matas, e safrela
    00 paes : a tratar na rua do Vi-
    0d
    -------------------------------
    tm.

    Aluga-se o palacete do fallecido Castodio Jo-e
    Alves Guimaraes, na ilba dos Ratos (Boa-Vista),
    onde moron ultimameute o tllm. Sr. Dr. Ignacio de
    Barros Barreto a tratar na 1 Ja do Passo, a ma
    Primeiro de Marco (antiga do Crespo), junto ao
    arco de Santo Antonio. j^^J^-
    Vicente f ugio
    Cheshire condensed Milk.
    Leite condensado novo.
    Cerveja de Noruega.
    Keller & C.
    Atlengao.
    Aluga-se um escravo de 14 annoa
    andar da casa n. 41, a ma do Rangel.
    Ns
    no 2.
    Precisa-se alngar am moleqae de 10 a 12 an
    nos, no sobrado da rm estreita do R-> ario n. 35,
    sobrado da florista, defrflnte do eseriptorio do Dr.
    Leonardo, e na mesma casi continua-se a forne-
    Na noite de 13 para 14 de marco do eorrente oer comedorias para fora. _____________
    anno fpgio o mulato Vicente.escravo, de 20 annos Precita->e de um feitor para o engenho Sa
    de idade, bonita figura, barba e estalura regular, pucaia, de Beberibe, e que seja homem afleito ao
    levando veslida e em nm saeco roupa de afgodSo ^empo.
    branco e alguma mais Gna, pertencente a um cai-
    zeiro da casa dunde fogio ; 6 natural da fregue-
    zia de Sant'Anna do Mattos, diz ser livre, casado,
    e ter sido criado em compaebJa da madrinha D.
    Anna Luiza da Luz, de quero." alias,
    roga-se, portanto, aos Srs. capitaes de campo
    e autoridades policiaes a apprebensao do dlto es-
    cravo, e entregal o na cidade do Recife, rua do
    Crespo n. 10, ao Sr. Joaaum Moreira Reis, ou
    na cidade do As9ii an' Sr."Torqnato Augusto de
    Oliveira Baptista, que serao generojamente grati-
    ficados.
    Conductor
    Na rua do Bom Jeans n. 17, preeisa-se fallar ao
    Sr. Ricardo F. Qataoho de Vasconcellos, emprega-
    do na linba ferrea do Caxanga.
    Escravo
    fugido.
    v. -^ -: ,;
    como
    cordas,


    x
    rif

    -
    rr
    iatii :: estarfagida destle !7 de maio da cor-
    a escrava Maria, cor c;bra, idade 26
    ra regular, magra, tem lodos os den-
    sem falts algnma, cabellos carapi
    marcas de l'\:;.':i no rosto e tem uni
    . costura um poaco grande e estufado I
    ra. proveniente de nm antiaz que eMa teve,'
    ;n il 6 no meio das costas na aliuradas pas,
    I cntra pa, 'e ella tem o vicio de ;
    slido Je cbita clara o dous chalcs
    'o um .-lilin c outro novo de cor encar-;
    ' dlyi i p padroes ; talvez ella diga em
    rle que ''liver que e forra e troqne o ,
    istj escrava tem uma irma aiulaia, escra-1
    :. Ricardo, nioradir cm tfgipio, onde foil
    escrava Maria, que e-ta fngida alii:
    ito Ibgar, conata que alguem tem ella aeon-
    i tem sido vista n^s rnas desta cidade.
    a todas as autoridades pol.ciacs e capi-
    :aq>po que a capture e lee-a a rua da
    'dia u. 30. que se gratiGcara.
    CONSULT
    DO
    AON. 9
    No Progresso do pateo do Carmo vende-se man-
    teiga ingieza flor a 1*200 a libra, francera a 800
    rs. a libra, bem como tem um eompleto sortimen-
    to de molhados para qualquer chefe de familia
    faze? suadespenca, que enconlrara preccs mas
    commodos do que em qnalquer outra parte.
    Fogio na noite de 4 para 5 do eorrente, do lu-
    gar Preguica (Agua-Preta) o escravo Antonio, cor
    preta, altura regular, espadaiido e secco para bai-
    xo, olhos grandes, cabeca redonda, bem barbado
    conserva a barba, e um pouco cambeta, quan-
    do anda roca uma cocha na outra.. pernas tinas,
    soffre como que de frieiras entre os dedos dos
    p6s, falta de um ou dous denies na frente do
    lado superior, esta baslante cortado de chicote
    nas costas ( isto e ) na altura dos rins. levou
    chapeo de castor preto, cal?a de brim de cor,
    caraisa de chila e paletot de brim, e toca viola ;
    "ulga-se ter ido para Caruard, onde foi emprado
    no sitio Capivara a uma viuva em 1836, quando
    moleque, e tem mai nesse lugar. Roga-se as au-
    toridades e capitaes de campo que o apprehen-
    dam e olevera a Agua Preta a entregar a Ernesto
    Arselino de Barros Franco, ou a rua de Pedro
    Affonso n. 43, venda, que serao gratificados.
    Velas de cera.
    A acreditada fabrica de velas de cera da rua do
    Bom Je;us, outr'ora da Cruz n. 60, para commo-
    didade de seus freguezes, acaba de abrir uma
    outra na rua do Barao da Victoria n. 63, aonde
    acharao um eompleto sortimento de todos os ob-
    jectos tendentes a esta arte, tudo do melhor gosto
    qualidade, e por preens comraodos.
    a noite de domingo, S do eorrente, furta
    foi escravo : nm do engenho Rola, fregnezia da Escada, dous
    cavallos : um rus?o, nao claro, velho, deotes qae-
    brafos, de sells, carregador e esquipador ohriga-
    do, tem marcas de colheira nos lado; por traba-
    Ihar em rfarro, ferros a oiargem no quarto direito
    e no queixo_ menor, com o signal dans ou dez.
    Outro, alasao tostada, os mesmos ferrus.em cima
    da anca e na queixada, carregador otirigado na
    redea, e tem ma redea, trabalha na c.-.ngalha.
    Ambos estao gordos, o russo e grande, c o alasao
    novo, tamanhode meio acima. laformam i'ie estes
    animaes foram fnrtados por M.moel li>. i iim Ta
    vares, que ja esleve no coito do finado Siqoelra,
    no engenhn Mupan, e Malhias Antonio d Sonza,
    feitor de Manoel Antonio Dias, senlior do ngenho
    Rola, por ter sido despedido, visto saber n dito se-
    nhor do engenho que aquelles cram ladrSes de
    cavallos, qne vieram acossados do Eano, ond; lhe
    foram apprebendidos dons cavallos furtad)3 no
    engenho Guerra. Gratifica-se hem a quern der
    noticias dos dous cavallos furtados, no engenho
    Rola, ja dito.
    S. CARLOS
    Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
    Ipojuca, moente e eorrente, com todas as obras
    em psrfeito estado de conservacao, e muito bom
    d'i'.gua : a tratar na travessa da'rua Duque de Ca-
    xias n. 3, 1 andar, com Gabriel Antonio de Castro
    Quintaes.
    Empreza do gaz
    A empreza do gaz tem a bonra de annunciar ao
    publico que recebeu ultrmamente um esplendido
    sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
    delas e globos, cujas amostras estao no escriptorio
    a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
    -, suus freguezes pelo prego mais razoavel possivel.
    Alheiro, Oliveira & C, na qualidade de adminis-
    tradares da massa fallida de Joaquim Ferreira
    Lobo, convidam ao3 credores da mesma massa a
    apresentarem seus titnlos para serem admittidos
    ao passivo, no prazo de oito dias improrogaveis :
    na rua da Impcratriz n. 42. Recife, 10 de julho
    de 1874..

    Dr. Saniaftosa ft
    Boa :'. rda Nova n. 46,primeiro andar.
    EONBULTAS das 10 lioras da manha
    jg mpio dia, e chamados por escripto a
    '.malqner hcra do dii c da noitj.
    " SSi'ECIALIDADES partos, mdestias
    ie olhcs e do apparelho respiratorio.
    m
    feade 8 do eorrente mez que esta fugido do
    I Sapucaia, de Beberibe, o escravo Luiz,
    eabajlos de caboclo, corpo fegular ; aik
    :o prllido por ter acabado de se tratar de
    ichites. RecommenJa-se a sua captura
    llYROUVENDi
    " primoiro andar desta typographia em
    Jo adminhtradorr vende-se os seguin-
    <:ii)hos :
    8 ai^t-.ito Espcrio jialogo ins-
    ':-,, crilioo, analytico, historico, e mo
    iBtre um matuto e um liberal por 500
    i nda exemplar.
    i-'.Jucafi Fauiiliarromance, 0
    *aaE* serie do leituras, 2 volumes por ....
    Preci- "' a tratar na rua da Camboa do Carmo n
    **. Ijja.
    O Monte Lima
    tem um eompleto sortimento de galao e franja de
    ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
    ahotoaduras dcuradas para ofBciaes, canutilhos e
    enfeites para bordado. Tambem se encanvga de
    tcdo e qualquer fardamento, como ssja : bonets,
    bliss, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
    das, abotoaduras liaas e douradas, para criado,
    etc.; assim como um eompleto sortimento de
    franjas, galio falso para armamento, cordao de la
    com borla para quadros e espelhos (conforme o
    gosto da encomuenda) tudo por muito menos pre-
    go que em outra qualquer parte : na praca da
    Independent n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
    Levo ao conhecimento do respeitavel publico
    e com especialidade ao corpo commercial, quo o
    Sr. Jo>e Alexandre de Azevedo, pedindo-me para
    ir a Gamelleira tratar de negocios de sua familia,
    e como hoje fazem 16 dias, deixa de ser meu cai-
    xeiro. Recife, 9 de julho de 1874.
    Manoel dos Santos Monteiro.
    Attencao.
    Muita attencao.
    Na ma de S. Jorge n. 112, oatr'ora rua do Pi-
    lar, fornece-se comedorias, tanto para fora como
    para dentro do mesmo estabelecimento, com
    promptidao e asseio ; assim come havera todos
    os domingos e dias santos, mSo de vacca ; tndo
    com as-seio. No mesmo estabelecimento aceita-se
    passageiros, para os quaes tem excellentes com-
    modos e maiores vantagens do que em oulra qual-
    quer parte. 0 proprietario achando-se com pode-
    res para dar cumprimento aos seus deveres, es-
    pera do respeitavel publico tola sua proteccio.
    O advogado
    Bachafel Antonio Ferrerra Martins Ribeiro mu-
    dou sua residencia para a rua do Leo Coroado n.
    6, sobrado ; cocrinuaodo a ter seu escriptorio na
    rua do Imperador h. oi.
    ALUGA=SE
    a casa da rua da3 Flores, hoje Malhias de Albu-
    querque n. 21, onde teve cocheira : a fallar na
    ma das Larangeiras n. 18, 1 andar.
    Admira
    Popelinas de gosto, o mai' moderno, de 2^000,
    por 1$ o covado, las de lindos padroes a 320 rs. o
    covado : so na rua Duque de Caxias n. 92.
    Attend!)
    Vende-se ura terrono era Agua-Fria, com 60
    palmos de frente e 350 de fundo, tendo duas fren-
    tes, uma para a ma do Cacundo e outra para a
    rua das Mocas, proprio para edilicar, cujo terreno
    tem arvoredos : a tratar na raa da Sauta Cruz
    numero 7.
    Aluga-se o 2 andar do sobrado da rua Im-
    perial n. 128, com mnito bons commodos, muito
    fresco e com uma bella vista : a tratar na rua do
    Imperador n. 83, 1 andar.
    CASA DA IMA.
    AOS 4:000#00G.
    BILHETES GARANTIDOS.
    Funileiro
    I
    Manoer Ignacio das Candeia* (o antigo funileiro
    dapracida lodipenlonci ), encarroga'se de lazer
    qualquer obi a do sua arte, e bem assim de cortar
    e collocar vidros em vidragas. espelhos, etc.. tudo
    por modico prep : quem de seu prestimo se qui-
    zer ntilisar, pode dirigir-se a casa de sua residen-
    cia, a rua Bel'.a a. 4.
    Aluga-se o sitio da casa verme-
    Iha, na travessa da Cruz de Almas :
    a tratar no sitio de commendador
    1 asso,
    A quem convier alugar ura escravo robusio,
    com tanto que comece o servico is 9 boras do dia
    e termmc is S hcras da tarde, diriia-se a rua do
    Atalho (oitSo d i caixa d'agua) n. 9.
    Compra-se um sitio pcqueno, qne seja perto
    da praca e que tenha ea. na ma do Barao da Victoria n. 40, loja. _______
    AVISO"
    Precisase comprar dous escravos, pedreiro e
    earapina, paga-se bem : a tratar na thesouraria
    das lotenas, a rua Primeiro de Marco n. 6.
    v:nbai
    VENDE-SE
    um terreno no Arraial, com 120 palmos de fren
    e 140 de fundo, com uma boa cacimba : no ca
    da Companhia Pernambucana d. 26.
    Galcado barato.
    finado Barao da Victoria
    n. 8.
    \endem Lyra & Vianna para
    aealiar
    Os seguintes cal^ados
    Botinas de cordovao de Pollak a 8*000
    Ditas dito de Fanein a 8*000
    Ditas de bezerro de Pollak a 8i e 10*000
    Sapatos de tranga franceza a 1*500
    Dit>is avclludados a 2*000
    Botinas gaspeadas para senhora 4*000
    Sapatos de casemira para homem 1*600
    viagrts.
    Engommadeira portugueza.
    Na travessa dos Ferreiros n. 7, lava-se e engom-
    ma-se toda-roupa, lisa e com perfeicao, por preco
    muito commodo : camisas de boraem a 160 rs.,
    paletots a 400 rs.; e ronpa de senhora tsmbem
    tem abatimento.
    Entullio
    fe- n gratis a qnem
    nsmtamento, fundos
    z~2i e:i Cadeia.
    o quizer tirar, na rua do
    das cuas incendiadas da
    Htoha mais cabellos
    braocos.
    M. TIMTURUU JAPONEZA.
    e onicaapproTada pelas aoademiaa de
    M*;i&3, r^conbecida s perior i toda qoe
    aifpare<5ido att5 hoje. Deposito princi-
    IKiraa daCsdeia do Recife, hoie Mar-
    ^Olinda, n,51, i. andar, e em
    i as botic-is e caias de calwUei-
    Ama para engommarr
    Precisa-se de uma que saiba engommar roupa
    de homem e senhora, prefere-se que seja eserava-
    na pharmacia Torres, a rua de Marcilio Dias n-
    135.
    0 abaixo assignado faz publico qoe tem ven-
    dido do dia 5 do eorrente em vante ao Sr. M-noel
    Jeronymo Uchoa Cavalcinte, sua padaria sita a rua
    do Lima n. 72, em Santo Amaro das Salinns; por
    isto sc alguem se julgar credor do referido esta-
    belecimento, apresente se no prazo de tres dias.
    Scientifica aos devedore3 qne os flados at6 5 do
    eorrente estao sujeitos ao abaixo assignado, e como
    tenha de seguir para Europa no Cm do eorrente,
    pede a todos os devedores que saldem suas contas
    no prazo de oito dias, flndos os quaes serao co-
    brados judicialmente seus debitos ; e par*,eonhe-
    cimento destes e daquelles, faz o presente.
    Recife, 9 de julho de 1874.
    _______________Msnoel Rodrigues Pereira.
    Ao corpo do commercio
    0 Barao de Santa Cruz faz seiente ao publico,
    e especialmente ao corpo do commercio, que, a
    cantar de 2 de Janeiro ultimo, tem admlttido como
    seu socio o Sr. Luiz Ljopoldo dos Guimaraes Pei-
    xoto, antigo gerente de seu estabelecimento, e que
    sua nova sociedade coctinuara a aceitar em seu
    gyro_commercial a flrrna de Baitholcmeu 4 C.que
    usarao sem restriecdes-atobos os socios nas tran-
    sacijoes commerciaes; Dcando a cargo da socie-
    dade o activo e passivo do seu estabelecimento.
    Muito reconhecido pela conlianca que a seu esta-
    belecimento tem sempre dispensado o publico, e
    particnlarmente seu3 amigos, espera que se dig-
    naraocontinuala para .com a sua nova sociedade,
    que nao poupara eiforcos .para nao desmerece-la.
    Pernambnco, 10 4e julho de 1874.
    Francisco Ferreira Brandao vai a Europa
    tratar de sua saude, e pede a algnma pessoa com
    quem tenba conta, o favor de apresenta-la no prar
    zo de tres dias, a rua Nova de Santa Rita n. 31
    A rua Primeiro de Marco (outr'ora rua a\
    Crespo) n. 23 e casas do costume.
    Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
    da 26* parte das loterias a beneficio da nova igre-
    ja de Nossa Senhora da Penha (108'), que se ex-
    trahira no sabbado, 18 do eorrente mez.
    PREgoS,
    Bilhete inteiro 4*000
    Meio bilbete 2*000
    Uf PORgiO DE lOOtfOOO PARA CIMA.
    Bilhete inteiro 3*500
    Meio bilhete 1*750
    Manoel Martins Fiuza.
    CASA DO OURO
    Bilhetes garantidos i
    Raa do Barao da Victoria (outr'ora Nova
    n. 50, e casa do costume
    0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
    aiuito felizes bilhetes a sorte de 4:000* em dous
    meios bilhetes de n. 2018, alera de outras sortes
    menores de 40*000 e 20*000 da loteria que se
    acabou de extrahir (107-j ; convida aos possui-
    dores a virem receber, que promptamente serao
    pagos.
    0 mesmo abaixo assignado convida ao respeit
    vel publico para vir ao seu estabelecimento com
    prar os muito felizes bilheles,qu9 nao deixarao de
    tirar qualquer preniio, como prova pelos mejmcs
    annuncios
    Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
    antidos da 26" parte da loteria a beneficio da
    nova igreia de N, S. da Pen! a, que se extrahira
    no dia 18 do eorrente mez.
    Frs
    Inteiro 4*000
    Meio 2*000
    De 1009000 para cima.
    Inteiro 3*500
    Meio 1*750
    Recife, 11 de junho de 1874.
    loao Joaquim da CottaLeite.
    Amaral, Nabuco & C., alem de um eompleto
    sortimento de objectos de gosto, vendem os se-
    guintcs, indi^pensaveis para viagens:
    Cadt-iras espreguicadeiras de abrir e fechar.
    Malas de couro e de madeira, furradas de lona
    e de diversos tamanhos.
    Bolsas de couro e de tapete, de rauitos tamanhos.
    Capotes do barracha.
    Cerolas, camisas de meia, luvas e cachinezes,
    tudo be IS.
    Estojos para barba, com pertencas.
    Lanternas furta fogo.
    Chicotes de diversas qaalidades.
    Canivetes com coiner, saccarolha e garfo.
    Insignias ma.onicas de diversos graos.
    No Bazar Victoria, a rua do Barao da Victoria
    n. 2.
    Amaral, Nabnco & C.
    vendem :
    Camisas de linho, brancas, para bomens e me-
    ninos, lisas e bordadas.
    Camisas de chita para homens.
    Ditas de meia de algodao, 13 e >eda, para ho-
    mens e meninos.
    Camisas do flanella, brancas e de cores, com
    manga, meia manga e sem manga, para homens.
    Camisas de algodao arrendadas para senhoras
    e meninas.
    No Bazar Victoria, rua do Barao da Victoria
    n. 2.
    EngenHos-em Mamam-
    vm
    1
    BATIDAS FUNDTOAS
    Qaalidade superor
    1
    Vende-se os tegnintea
    Barra,
    Preguica,
    Pairici*.
    A tratar com seus proprietaries nesta cidade.
    e para informa;cs com Joaquim Pinto de Hei-
    relles Filho na mesma cidade de Mamamguap*
    ____________ Tasso Irmios 4 C
    Wll-on Howe & C vendem no seu
    ma de Commercio n. 14 :
    verdadeiro panno de algodao axnl an
    Ex eel I en te fio de vela.
    Cognac de 1* qaalidade
    Vinho de Bordeaux.
    Carvao de Pedra de todas m qnalida*.________
    TACHAS TACHAS
    DAS
    Qaalidade i
    Syslema novo
    Mais barato do qnem em qualquer outra pan*
    NA
    Fundido da Aurora
    C. STARR <& C.', EM LIQU1DACAO.
    Vendem
    Wilson, Rowe & 0.
    m sen armasem a raa do Trapiche n. 14, e m
    guinte:
    AlgodSo ami americimo.
    Fio de vela.
    Carvao de padra de todas as quaUa4es.
    Tndo muito barato. ______
    ALERTh
    Com o h. 43, a rua do
    Queimado n. 43
    Dcfronle do berco do Peixe Frllo.
    on jvniu n loja da Ussiiniia
    Ciiv^ui-m : Ctaegueaa I
    Lazinnaa ia. quldros pretos a 240 rs. o covado.
    Ditas de quadros e de cores a 240 rs. o covado
    Granadine de lislras, a parisiense, a 160 rs. o co-
    vado.
    Poupelina de seda de furta cores a 1* o covado.
    Cambraia Victoria lina a 3*000 a neca.
    Dita transparente a 2* e 2*500 a peca.
    Lencos chinezes con versos a 1*800 a dusia
    Chales de chita a escoceza, por 2* um.
    Chitas de cores a 240 e 280 rs. o etvado.
    Brim par do Gno a 400 rs. o covado.
    Colchas para cama a 2* e 3* uma.
    Lencoes de bramante a 2*.
    Cobertas adaraascadas forradas a 3* uma.
    Meiis para homem. sendo de cures a 4* a duzu
    Toalhas muito grandes o 5*500 a duzia.
    Metins de listras a 360 rs. o covado.
    Madapolao avariad.> a 3*500 a pera.
    Camisas inglezas a 2* e 3* nma.
    Ditas de crelone a 3* uma.
    Aproveitem que estamos fazendo grande abat.
    memo, nunca menos de 40 por cento. Dao-s*
    amostras com penhor.

    Armazem da es-
    Chocolate brasileiro
    FABPJCADONO MARANHlO
    Das scguinles rnarcas :-
    Fior de chocolate.
    Chocolate de baunilha.
    Dito de canella.
    Dito commum. fino.
    Dito. hcrceopathico
    Dito de araruta.
    Dito de musgo.
    Dito e'e ferro.
    Chocol.ite vermifugo.
    Vendem pelo pre-;o da fabrica, Jojc Tavares
    Carreiro i (".., a rua Direita n. 14.
    Para prescDles
    N,o Bazar Victoria, a rua do Barao da Victo-
    ria n. 2, se enconlrara objectos proprio para pre-
    sentes.
    Unico deposito de cal bran-
    ca de S. Bento e Jagua-
    ribe.
    8.1) --Caes do Ham % 6
    0 dono deste armazem de materiaes contrat*
    em grande por^-ao cal preta, pda medida dos for
    nos, mediaute ajuste, mandando botar no Ingar
    eompetente, garantindo seriedade ncste negoc:o.
    Vende-se a taverua da ru i das Carrocas n. 1.
    que f.-z esquina para a rJ de S. Joao : a tratar
    na mesma.
    Sedas a 1$280 o covodo.
    Vende-se bonitas sedas de listras de lindas co
    res pelo baratissimo preco de 1*280 o c vaoV.
    aproveitem que cs'.a se acabando na rua do Du
    que de Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastos.
    Casa c lerram mfos co Sal
    gadiahij.
    Antonio Jose Rodrigues de Sonza, na thesoura
    ria das loterias a rua do Crespo n. 6, vende Hi
    casa de taipa e lerrenos de seus sitios no lugar
    do Salgadinho : a tratar somente com o mesruo.
    Toalhas de linho a 500 rs.
    Vende-se toalhas de 1 nho pelo barat ssimo preco
    de 500 rs. cada uma, e metade de seu valor ;
    aproveitem, que estao se acabando : na rua Du-
    que de Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastos.
    "2$000~
    Saias de la com barra, fazenda superior, pelo
    baratissirao preco de 2*000 ; assim como, linho
    pardo com listras brancas, fazenda superior para
    veslidos a 440 rs. o covado : a loja dos arcos a
    rua Primeiro de Marco n. 20 A, de Gurgel do
    Amaral & C.
    AHencao.
    Aluga-se a casa terrea da rua dos Martyrios
    n. 160, eom bastantes commodo? para familia e
    tem um graadB sotao dentro : a tratar na rua da
    Santa Cruz,Tr cima da reflnacao, 1> andar.
    AISEHCiO
    Fugiram no dia 7 de julho de 1874, do engenho
    Giqui, freguezia da Escada, de Florismundo Mar-
    ques Lins, 3 escravos, sendo Aaterto, ,reto, al-
    to, bem moco, sem barba, corpo regular, e olhos
    brancos ; Elias, preto, bem moco, sem barba al-
    tura media e corpo regular ; tes daus foram 4a
    villa de Pesqueira. Luiz, c8r fula, bem moro
    barbado atom os peitos cabelludos, estalura bii-
    xa corpo reforcaae e bem espadaiido ; este foi de
    Nossa Senhora da Gloria; gratiflca-sd com gene-
    rosidade a qaem os apprehender e Jeva-los ao Be-
    no escriptorio de Francisco Slamtde de Al-
    rua do f arras n. 12, ou an proprieiario
    Tornou a fugir
    Do Dr. V. C. C. Albuquerque aosentou-se desde
    o dia 10 de julho do eorrente anno o preto Bene-
    dict, de 25 annos de idade, 6 bastante ladino, falla
    raansa. cantador de modas, e bom earapina, esta-
    tura afta, espadaiido e um pouco corcovado, bar-
    bado, tendo a testa pequena, falta de dentes na
    frente, pes feios, e com uma cicatnz grande por
    cima de cada um pe, proveniente de talhos de
    macbado ; nasceu no engenho Bujary, de Goyan-
    na, onde lenvmli e parentes, lendo passado ao Sr.
    Luiz Cavalcante de Albuquerque, morador na
    mesma cidade, e deste ao" Exm. Sr. Barao de Na-
    zareth, lendo a primeira vez que fugio estado no
    engenho Psfgana, deb'oyanna. Pedese a todas
    as autoridades e capitaes de campo,que o peganda,
    levem-i a rua Direita n. 40, ao Sr. Belisario de
    Souza Baadeira, ou no engenho Furna, de Santo
    Amaro Jaboalae, qae serao generosamente grati-
    icades.____________________________________
    Attencao
    Qnem precisar de uma pessoa para caixeiro de
    taverna, padaria ou feitor, tendo disto pratica, e
    flando fiador de lua conducta, pode dirigir-se ao
    pateo doTerco n. J>8.
    -Vende-seoualuga-sa umacaaoade carreira,
    em torn ssWdo :.a tratar -Mom Antonio do Rego
    Medeiros, rua da Aurora n. 113
    cife,
    meida,
    acima.
    4
    Francisco Xaviw Camelro da Cunha Miran-
    da, pelo presente faz saber a quem convier, que
    desde o primeiro de j aneiro do eorrente anno pas-
    sou a assignar-se Francisco Xavier da Miranda, o
    que jd tem feito em li7eraos papeis, como escrip-
    turas, etc.
    Recife, il de jtilbc de 1874.
    Francisco Xavier de Miranda.
    - Constando ao abaixa asjgsaio qoe alguem
    an
    9,f>a
    serva^e de sna assignatnVa, ^ara fazer compras
    nos eatabelecimentosldesta cidade, previne aos Srs.
    coramerciantes que nJo costnma comprar por
    meio de bilhetes e nem tao pouco autorisou pes-
    soa alguma para este dm, pelo qne nao se respon-
    sabHiBa por cempra alguma eita por esta forma
    Recife, We julho Qe^l874.
    , _________Antonio Harsaiao de-Senna.
    Vende-se alguns terrenos no Monteiro, um si-
    tuado na estrada do Lameirao, comprehendido
    um caixao de pedra e cal, para uma grande casa,
    cam 290 palmos de frente inclusive a largura do
    dito caixio, sobre 300 ditos de fundo medio, e
    mais dous a margera do rio Capibaribe, tem um
    ISO palmos de freate e 280 ditos de fundo medio,
    e outro de 130 de frente, sobre 300 de fundo
    igualmeute medio. Os pretendentes podem procu-
    rar o engenheiro Antonio Feliciano Rodrigues
    Sette, que esta encarregado pela proprietaria dos
    mesmes terrenos, de ministrar todos os esclareci-
    mentos precisos, e proceder as medicSes, e venda,
    a rua do Grespo n. 12, escriptorio, oa ao Sr. Vi-
    cinte Ferreira da Porciuncula, a rua do Impera-
    dor n. 83, 2 andar.
    E' barato
    Trancas de cabello
    homano, natural, com um n etro do comprircenlo.
    a 15* cada uma : so na ma da luiperatriz n. 82
    case de Odilon Duarte Irmao.
    Asunicas verdadeiras
    Bichas hamburguezas qne vem a estemercado
    na mr- do Maracez .=>i:mi n. S
    P0IH4R
    Vende-se pes de sapotas
    na rua do H spicio n. 75.
    de optima qualidade
    Esta provado
    que o eimento Portland exposto a venda no ar-
    mazem da bola amarella, travessa da rua do Im-
    perador, e o melhor que se encontra no meroado,
    attento o competentissimo testemunho do jperito
    estucador das obras da igreja da Pr nha, bem como
    o do eximio engenheiro qua dirige aqutlla por-
    tentosa constro5cio.
    Armacao.
    Vinho
    Verde
    Ainaraiitlie,
    especial.
    Vendem Pogas A. C, a rua estreita ao Rosario
    n. 9, junto a igreja.
    Terreno
    Gelea de niocolti
    A nfcfcotiegelea le^micot6,sconvenlentemeDte
    desinfesfada e accommodaria a todos cs paladares,
    pelo sell bom sabor : s6 se veide na
    Confeitaria Ho .Campos
    94Imperador 84
    CASA.
    AlHa-se a casa n. 113 da rua da Concordia,
    2^,?fsianleS co.mniodos: a tratar no Recife, rua
    da cadetan. 3.
    Costureira.
    Na travessa da rua da Palma' Ki&l defronte do
    becc^do Pos8inlg, coze-se com perjeicao e aceio
    qualquer obra; da-se fianca e manda se levar as
    onras aos freguezes. ___________'
    Alngase a casa n. 54, avrua fle S. Jolo, de
    14*000 mensal, com c commodos para pequena
    familia : a tratar no mesmo lugar com o pro-
    'prfeftirio.
    Vende-se por preco mnito barato um bom ter-
    reno no becco do Espinheiro, com 185 palmos de
    frente e 300 de fundo : a tratar na rua do Crespo
    junto ao arco de Santo Antonio, na loja do
    Passo. _______________
    VENDE-SE
    ao estado em que- se acha o sitio no lugar do Re-
    medio, freguezia dos Afogados n. 18, chao proprio,
    com 349 palmos de (rente e 658 de fundo : os
    Sretendentes dirijam-se ao seu proprietario, a rna
    e S. Francisco desta cidade, sobrado n. 10.
    Vende-se
    nm balcao com
    commodo preco
    Santo Amaro, n. 8.
    terno de pesos e medidas, por
    a tratar na rua do Lima, em
    Coques de tranca
    5.1 Run Busjne de Caxias&3
    Angusto Porto recebeu pelo paquete franczx
    um findo sortimento de coques de trancasdo3^
    gostos mais modernoS e elegantes.
    Vende-se uma exoeileata armacao de amareilo,
    invernisada e envidracaia, com pouco uso, propria
    para qualquer estabelecimento, por ser de excel-
    lente construcgao e prestar-se a fazendas, miude-
    zas ou molhados, etc. ; assim como vende-se am
    balcao naquellas condie^es : para ver e tratar can
    Pocas & C, a rua estreita do Rosario n. 9.
    Grande novidade.
    Pcchinclia scan i^unl.
    Brim pardo traacado com peqncno toque da rao-
    fo e limpo a 320 e 40<) rs. o covado.
    Brim de linho de cores, fazenda de 2* a vara
    a 2* o corte.
    Brim branco de linho mnito Gno a 2* e M60O a
    vara.
    Llsinhas de quadros trancadas (escooeaas) e
    com listras de seda a 2i0, 320 e 360 rs. o covado
    Cambraias transparentes, Gnas, marca Bispo, de
    3* a 6* peca.
    Cambraias Victoria mnito finis, de 3*300 a
    6*500 a peca.
    Cambraias de cores com (lores Alias "e de lis-
    tras a 240 rs. o covado.
    Melins escuros e claros, padroes muito moder-
    nos, a 280 e 320 rs. o covado.
    Popelinas arrendadas (com nome de Novjdads*)
    fazenda de muito gosto e nunca vista nesta dads,
    a 800 rs. o covado.
    Casemiras de cores, padroes lindissimos a 4*,
    5* e 6* o corte.
    Fazendas para Into. Lasinhas preta muito Unas
    a 360 e 400 rs. o covado.
    Carabrias pretas lisas e com salpicos a 640 e 50V
    rs. a vara.
    Mussulinas pretas, fazenda de muito gosto, a 3UO
    rs. o covado, e outras muitas fazendas que nio
    mencionamos por se tornar enfadonho e qne loda-
    vendemos por precos bamissimos : na rua Pri
    meiro de Marpo n. 10. _
    Sedinhas 4 1#500 o covlido.
    Venham antes que se acabem : na loja do Passo
    ra na 1.' de Marcn n. 7 A.
    *


    .-
    T
    -
    Dlario d* PerntoimiGoi -***Qemp fairs- jfettiptyStPfc _& Wt*
    I
    I- ,
    r>
    Tinas
    Run PKmeiro de Marco n. 7 A
    DE
    Cordeiro Simoesi & 0.
    t'.\ esla am* das cisas qne hoje pode com pri-
    caiia offerecer aos seus fraguezes. urn variadissi-
    n tsortimento de fazendas finas i ara grande toi-
    lette, e bem assim para uso ordinario de todas as
    daises, e por pregos Vantajosos-, das quaes faz um
    oequeno resurno.
    lilaudam fazmdas as casas do., pretendentes,
    aara o qae tem pessoal necessario, e dao amostras
    mediante nenhor.
    Cortes da seda de lindas cores.
    Grosdeaaples de todas as cores.
    Gorgurao branco, lizo, de listras, preto, etc.
    Setim Macao, preto e de cores.
    Grosdenaples preto.
    Velludo preto.
    Grenadine de seda, preta e,de c6rcs.
    Popelinas de lindos padroes.
    Filo de seda, hranco e preto.
    Mcas basquinas de sela.
    flasacos do merino de cores, la, etc.
    lantas brasiloiras.
    Cor tea com sambraia braooa coin lindos borda-
    Picas eapellas c manias para noivas.
    Ri.juissiH>o sortimento de las ;om lislrai de
    edi.
    - Cambraias de cores.
    Duas maripotis, braneas, lizas ibordadas.
    Nanzuques de lindoa padroes.
    Baptistas, padroes deiicados.
    Percal:f>a do quadro?, pretos e brancos, listras,
    . tc, etc.
    forms de linho de cor, prosrios Dara vestidos,
    com barra e listras.
    Ricos cortes de vestido de linbo. f eites da
    oiesma cur, ultima mod?
    f tos do cambraia de cures.
    Faslao de liudas cores.
    Saias burdadas para senhoras.
    Cimisas borJadas para senhoras, de linho e al-
    |iid;io.
    Sortimento de lows da verdadeira fabrica de
    uvin, par" bomens e senlioiaa.
    ^'istia'; pa-a meniuua.
    n'-W para fc-apt:;ado.
    Gnapeos para aito.
    Toamas e gaardauaposdama?ca Jos de o de
    r.para rnesa.
    Colchas de la.
    Cortinados borda'!' *.
    Grande sortimento de camisas de linho, lizas e
    oiirdadas, para homens.
    Meias de cores para liomens, ineninos e meni-
    .
    _ Ditas cscoceza;.
    "Coran'sta sj.tiaiecto de chapeos cle sol para bo-
    wecs e stsnorss.
    Merino de oifrda uara vestidos.
    D.to preto, tranrado e 'nlhado do uiw e algodao paia to
    Atoaihado pa^do.
    Oamasco de la.
    Brios de linho, branco de cures e preta
    Setim de liudas cores com listras.
    Chales de merino de cores e preles.
    Ditos de casemira.
    Oitos de seda preta e do cores.
    D tos de touquiu).
    Camisas de eluta para homeos.
    Ditas de flanelia.
    Cereulas de linho e algodao,
    P. HB09 de crochet para sofa, cadeiras e conso-
    Lencos bordados cde labyrintho.
    Colchas de crochet.
    Tarlatana dc tjJ:is is rOres.
    R.cos cortes de vestidos dc tarla.ana bordados
    ara cortes.
    Espartilhos lisos, bordados.
    Foulard de seda, liddas cores.
    Meias de seda para senhoras e meninas.
    - R.cas fachas de seda e la para serihoras.
    Ki^o sortimento de' leques dc madreperolas e
    asf 0.
    D.imaseo de seda.
    Casemira preta e de cores.
    Chitas, madapolao panno fino preto e azul, col-
    arinhos, pnnhos delinho e algodao, gravatas, lu-
    ias le fio de Escossia, tapefts de todos os tama-
    ahos, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
    ccens, Icuqjs de linho brauco e de cores, toalhas,
    fuardanaoos. etc., etc.
    \ende-se um pequeno silio perto da esta-
    l&o do Salgadinho', tendo de frente 150
    palmos, e de lund^s mats de quatrocentos,
    b wan elegante casa de taipa, acabada de
    oposim o bean asseiada, tendo a sal s, 2
    quartos o coziuha (6ra. 0 tcrreno e pro-
    o hum do f*tMrtnth<>5> tendo algumas
    irvores de iruotoCAgua de beber e tudo cer-
    eado. / X "!
    Para let e mais elllicagdes, no rnesrho si-
    tio a (jualquer hora;-l enu '.ao Fraaciscp T^rre^, e para tratar, na tbe-
    louraria d;s loUiriaS, rua 1.' de Margo
    c. (i.
    id
    a 200 rs. o eovado.
    96 ia rua do Queirriado n. 43, junto & loja
    da Magnolia.
    Choguem, venham a ellas II...
    . Lazinhas de |uadrinhos a moda escoceza pa-
    drGss muito chiques, propria para vestidos de se-
    nhoras e meninas. pelo dimrnuto preco.de 200 rs.
    o eovado.
    So o 13, loja de Guerra & Ferntindes.
    Dio-se amostras com penhor.
    Salsaparrilha de Ayer
    farA pueificar o sakgitb.
    O renome ie qne goza este x-
    cellente rcmedio 6 devido a milha-
    rea de curastjuo tem operado, mn-
    itas daa quaei :iso verdudeiramente
    maravilhosas. Inntimeros sao os
    cases em nue-o systhema, pareeen-
    do saturado da podridao de enfer-
    midades escrofulosas, tem si do
    promptamente restitnido a satide.
    As affeccoes e desordens, aggrava-
    dae pela contaiaina^&o escrofulosa,
    tii preduzirem dores mortificantea,
    :em sido tarn radical e tam geralmente curadas por eUe, em
    lodos os pontos do Imperlo, que o publico 4nal prcisa de ser
    infermario das sobs virtudes ,do modo dis nsat-o.
    0 veneno cscrofuloso eumilos mais dcatruidores inlmigos
    la raca htimana. Orn, senhorea-sc occulta e trai9oeiramente
    >'.o ."30S9O organismo e deixa-o fraco e inerme contra molestias
    fatacs. Ora, patcntvia a infeccao de*ie corrmpeu o corpo
    e eitio, era momenta opportuno, lavrSrapidamente sob algu-
    aia.de snas hediondas formas, ja na cutis j4 nos orgams
    vitaes. Neste ultimo caso deposita, rauilas vezes, tuberculos
    sos pnlmoes. no figado, no coracao, etc., qoando nio se man-
    iresta em ..u;.c6c.-, tumores, etc.
    A inim>^o tain perigoso e tam perfido nunca se deve dar
    roi.rida, c p.-'veni o 6 sempre melhor do qne combattcl-o.
    Asmm, antes di a|ip:;recerem os proprios tympthvmat active*,
    0 usa da BAJ-SAf-AJiBlLUA DE AI\LX podem evitar
    res jltados funcstos. *
    ; As pessOaa que somm de ErytipOat, Togo de 5. Ak-
    :en(o, Dartrol, Empigens, BheumatUmo, Tumores,
    VToerai, e sensibilidade ddlorosa nos ouridos, olhos, &c;
    dur nos ossos; UytrpepHa on Indlgettoew'i SyTrapetHa,
    AfoUstlas do Coracao e do ligado, JEpyleptia, Ifet-
    ra'.gitt e de varlas outra? affeccoes do systhema muscular a
    ^eivoso, acbamo seguro allivio usando deeta 8ALSAPAH-
    XIZHA DE AYER.
    A Sf/phau on Molewtia* Tenereat s8o mradas COM 0
    eu uso, postp que seja necessario raais. dilitado espaoo de
    tempo para subjugar tam irapertinentes imfermidades.
    A Leticorr/ieal, ou F/ores Branca*, as'ulceracoeiuteri*
    r.a: e em geral as molestias das mulbere t sao tambem allivia-
    dai e irtteriormcnte curadas por sen effeito purlficador
    TigoratlTo. y
    O MltettmaUttno e a Ootia,, quaudo cauiados por accu-
    mulac&s de materias eztraohas ao sanj;ue, cedeui-Die facU-
    xaeate, de mesmo modo o Mai de Eig-tdo, Cong ratio on
    Inflammacao do Eigado, Ictcricia, quandosao oriundas
    de mans reslduos no sangae.
    A Salsaparrilha e on excellente reatanrador 4m
    forca e Tig:or do systhema.
    JJi'ua, todos Oi que soffrerem Jxtngwir, Thlcgma, Htf
    ntiio, Ineemnia e que sSo incommcdados com Appro-
    hentoe, :,Temcre Xervogot on quftlquer outfm affeccae
    pniveuieate de Dtbitidade, acttarie do sen poder renovador
    o iiaia set-uro exi*dlente de ireamU cure.
    -
    VKBPAEADA POR
    J. V. Ayer & Ca., Lowell, Mass., E. 17.
    C'Aimleo* Eradiate e Analytical.
    V'ENTJE E IOR
    MO DA mrWtk
    Rua da Iniperatriz n. 7-2
    DE
    MENDES GUIMAMES & IRMA0S
    Acabam de fazer um grande nbatitnento nos prejos de suas fazendas atten-
    dendo a grande falta que ha hoje de diaheirrr/j p-ir isso crcio que o preg.-> que vai met)'
    cionado agradara" ao respeit.vel publico.
    CHAPEOS DE SOL DE SEDA A ifcOOO. TROCHES A 1?500.
    Vende-se chape'os do sol dc seda para se-
    nhoras e meninas a 45J, ditos de alpaca fi-
    nos com 12 8Stes a 4$, ditos do r.erin6 de
    duas cores a SJP, ditos de seda para ho., em
    8 6$, ditos inglezes com 12 nstos a 85 e 9$. 32", 400, e S00 rs. o 'covsdo.
    ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
    Vende se r-lpacas de cores a 500, 640, JJ
    800 rs. o eovado.
    GRANDE SORTIMENTO DE TAPETES A 4,
    Vonde se grande sortimento de lapetes para
    Hi til', fj .llilfiirCiOK
    'Hti I mif, ,.>.ib
    i ISitoed ?/'iT*n%
    si umivJ t -iiJfdmtx) h
    i to*, ob ,ol
    a NfK'it oh -uiq t> tNttgnttMsi
    jr-f* <

    Ven le-se croches para cadeiras a 14(500
    c*da um
    LAZINHASA20aREIS.
    Vende se lazinhas para vestido
    BRIM PARDO A 400 rs.
    Vend*-se brim pardo escuro a 400 rs. o
    eovado, dito de cores com quadrmhos a
    500 rs. o eovado
    CORTES DE C1SEMIRA A 59.
    Vende-se cortes d^ casemira de cores para 'todos os tamanhos n 4$, 4&500, "5$, er 611
    preta para cala um.
    calga a 5??, e 6??, ditos de dita
    calca a 4$, 5?5, 65S, e 738.
    BRIM DE ANGOLA A 2JJ 0 CORTE. Vende-se cortes de brim de Angola para
    calca a 23J, dito muito finos a 3j>.
    ABERTURAS PARA CAMISAS A 200 REIS
    Vende-se aberturas para camisas a 200 rs,
    ditas mais finas a 400 e 50(1 rs. ditas de
    esguiSo a 13J, ditas bordad.-s a 238.
    CHITAS A 240.
    Vende-se chitas para vestidos a 2'0, 280 e
    e 320 rs. o eovado, tem escuras e claras.
    MADAPOLAO A 338. !e
    Vende-se pc;as de mad polao enf stado a .
    33J, ditas de dito inglez a 45500. 55. e 69, '
    ditas de dito franccz fino a 75, 75.00, 85'
    95000. '
    NACIONAL.
    Cah;as de riscado para traba'ho a lfOO0
    15400.
    Calgas de brim pardo a 15900, 25, 25500.
    Cnlc: s de brim de Angola de cores a 25
    -35.
    HMBff
    TMTMIffO E.GIINIWS US MOLEST IS PROVENIEHTES DA IMPUREZA BO
    SANCJJE
    AREOBEDEPURATIVO DESiLSAPARHILHA, CA-
    ROBA E VELAME
    PREPABADO POK
    _ BARTHOLOMEU & C.
    1 Istiriuacenticos dacAsa real Premiadotem diversas exposigdes com o premio de sua classe.
    A saude 6un bem inapreciavel, cuja importancia e valor s6 estd reservado ao enfer-
    mo ayalial-o. E'inc^nUsBtavel quo o homem neste mundo 6 constantemente, epor todos
    os ladas ataoadoipor uroa infinilade de agentes morbidos, que todos tendem, dadas cer-
    tas e determinadas circumstrancias, a alterar o regular exercicio das funccoes organicas,
    resultando dessa desiquiiibno o quo se denominamolestia.
    A molestia nSo e mais do quo a desvirtua^fio das forcas vitaes, occasionada, segun-
    do as investiga^oes eeipeneoeias dos inais abalisados mestres da sciencia, pela deprava-
    ?ao dos buor.ores geraes, consequencia da acgao maligna desses mesmos agentes morbi-
    dos introduzidos no organismo pelo ado da respiracao, pela via digestive, pelo contacto
    immediato, ttc.
    A syphilis infelizraente tem sido apartilha da hutnaniJade, e como & f6ra da duvi-
    Calcas de casemira de cores a 65500, 65 da-que esse terrivel Prote* da medicina e uroa molestia bereditaria, ellatem sido obser-
    75. vada em todas as ideas, e debaixu de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
    Calcas de casemira preta a 35500, 55300 tonsirtuigoes robustas, produzindo mutilagoes eco.lando ainda em flor da idade vidas
    preta
    .738
    Pali tots do riscado a 15.
    Paletots de alpaca de cores a 25.
    preoiosas.
    Elimuwda^ economia e;se< principius doleterios, e purificar a massa geral dos bu-
    tempo immemorial o fim cunstanle da medicina, e osdepurativos
    mores tem sido desd j
    Paletots de a paca preta a 35, 35500, 45 fi8'o cm primeiro lugarpara preenchtr esse desiderato.
    55.

    E
    0 BARATEIRO
    contra
    mimigo
    a
    acernmo
    carestia 1
    NA
    Rua E'riiiiciro de Marco n. 1
    Outr'ora rua do Crespo, defron-
    (e do arco de Santo An-
    tonio.
    BAPTISTAS, temo grande sortimento dfsta fa
    zenda e vendemos muito barata, a 360 e 400 rs.
    o eovado.
    ALCA5SIANAS de honitos desenhss e core3 fi-
    xas, a 400 rs. o eovado. So no Larateiro, venham
    apreciar.
    MET1NS tranC/dos, francezes fazenda superior
    e dc bonitos goslos, a 240 e 280 rs. I Quern riva-
    lisa?
    CIHTAS de bens goslos e de cores fixas, a 240
    e 260 rs. So aqui.
    LAZINHAS esiocezas, padroes bonitos, a 180 e
    JOOrs.
    DITAS de linho e las, padrSes ihteiramen'.e no-
    vos, a 240 rs o eovado, fazenda que custou sem-
    pre 400 rs. So no barateiro !
    CRETON'ES escuros e claros, fazenda superior a
    L-de preferencia uo reino vegetal que a sciencia aconselha quedevemos procurar as
    ______________,substancias propnas e depurar oorgiiiismo, eliminando os principios novigos a satide
    : pelo augraet.to das secrecoes naturaea ; e que p.ssam ao mesmo tempo neutralisar a virus
    syphilitico, ainda qu ndo eato virus ja" tem lV.ito eruprao do exterior debaixo de suas mul-
    tiplicadas forrms. Os grandes e incomparaveis depurativeis vegetaes conseguem
    i muitas vezes prevetur os estragos da syphilis, quando por ventura se acha ella ain-
    idanoestado de incubacao; isto 6, sem se ter mauifestado sob formas externas; bene
    j ficio incomparaveis tanto mais pjrque- neste esUdo os individuos igooram cimpletamen-
    te se estao conlaminados por ease terrivel inimigo.
    Felizroente para nos o-recurso prompto e sem igual para combater virus taodelete-
    rio encontramos em abiindancia em nosso uberritno solo, nessa riquezi invejavel de es-
    pecics de vegetaes, muitosdos quaes ainda tao pouco conhecidos e es'.udados-com pezar
    O dizemos.
    Nos mereceu a preferencia na grande variedade dei plant i do dep.^rativos que pos-
    jam mais hern aceitos pelas sociedades elegantes suimos, as tres plautas bem conhecidus no no.so paiz :a CarobaJacaranda voccra
    K $? bS srS^nda'XeS iStSS' ^X *Ili f "^ *S L "A**
    mais osteuta a riqueza de suas toillettes; e co- imih* (,as Luphorbiaceas ;-e a Salsaparrilha -Smtlax syphilttica de Iiuntte, da famiha
    ino ja recebossem pele paquete francez diverso Idas Asparaginoas.
    irtigos da ultima moda, veern paleatear alguns I Extrahindo s6mente desles tres importante vegetaes os priocipios medicamentosos
    it^tTiT^^^^T^S& Polos processes mais aperfeicoad s da sciencia moderna conSguinlo. reunil-os em um
    concurrencia. j C,0IDP' s.to agradaye c de iaal applicacao, cujas propnodades paca a cura da grande serie
    Aderecos ae tartaruga os mais lindos qae teem 'das molesUassypbilitrcas.fi todass que proveem da impureza do sangue, nossos estudos
    viudo aomeicado. e repqtidas. ex,perieneias nos convenccram serem incomparaveis, as quo se tem obtido
    comemprego, uas differeryes formulas conheeidas, dos principios de cada um daquelles
    A.' rnu ;.'* Cabuga it. 1 A.
    Os proprietaries da "Predilecta, no intuito de
    conservar o bom conceito que teem merecido dc
    respeitavel publico, distinguindo o sea estabeleci-
    mento dos mais que negociara no mesmo genexc
    veem scientificar aos seus bons freguezes que pre-
    venirarn nos -eu? correspondentes nas diversas par-
    cas d'Europa para lhes enviarem por todos os pa-
    quetes os objectos de luxo e bom gosto, que se
    ulas conheeidas, rios principios de cada um daquel
    os discrevertio importantes plantas, fazer conhecic
    400, 4i0e 180 rs. o eovado.
    POPELINAS de seda e linho a 900 e \t; apres-
    semse a mandar ver.
    DITAS de linho e algodao a 700 e 800 rs. o
    eovado.
    BRIM paMo trancado a 260 e 280 rs. o eovado.
    So no barat iro !
    DITO de cores, fazenda muito boa, a 500
    eovado.
    CAMBRAIA transparente e Victoria a 31600 e
    C^SOO a peca Aonde tem ? No barateiro I
    BRAMANTE do linho de duas larguras, I 200
    a vara ; admira t e exacto.
    Albuns com ricas capas de madrenerola. e d
    veliudo, sendo diversos tamanhos e baratos pre- ..
    os vegetaes de p^r si. iNao preciS4mos djscrevertao importantes plantas, fazer conheeidas
    Aderecos complete* de borraeha proprios para suas virtudes.; ellas.e seusbuus elfeitos medicamentosos jd sao bem couhecidos, quer em
    it,to,tambem se veadem raeios aderecos muito bor nosso paia, quer na Jiuropa, pQde abalisados botanicos e distinctos tnedicjs se teem del-
    D,Bot6es de setim preto e de cores para ornato d. hi ,occu^d1' <**<>**** .experimentado com opttmos resultados no tratamento de
    tambem tern para collet* >tt
    vestidos de aesbon, .-._ >.._ ,.- v>-..w.
    palitot. j O liosso Arrobe depuralioo de Salsaparrilha, Caroba e Velame tem um sabor
    Bolsas para senhoras, existe um Iwllo sortimea agradavel, a sua accao c suave o benigna e de uenbuma forma produz molestias medi-
    baSoSDdrecode Pa'ha' Ch3*tm' **'' **" ^ \camentosas' ^ acontece gor-almente a todos os composes em que entram substancias
    | Bonecas de todos os tamanhos, tanto de looe* imineras. "r0'1". mercurio, o iodureto de potassio, etc., cujo uso prolongado e
    I como de cera, de borraeha e de massa
    de lonc i"""u,a"". ,rUI"J. "on>nriu, u luuureiu oe poiassio, etc., cujo uso prolongado e sempre
    cham*. Para receiar, priacip lm^ite por que trazem grande alteragao do sangue, resultando deste
    rs 61 mos a attenjao das Exmaa. Sras. para este artigo, estado muitas vezes, bydropisias, quasi sempre funestas.
    tretenham. robe UepujaUvo>.da balsapqrnUha Caroba e Velame pode ser empregado vantajosamente
    Camisas de linho lisas e com peitos bordados, 'a syphilis, irisypelas, .rheumatismo, bobas, gdta, dores sciaticas, ulceras chronicas,
    para homem, vendem-se por preco commodo. i gonrrbeas chrouicas, molestias da pelle, etc., e em geral em todas as molestias em
    algodao de 10 jardas, por ^roulai d9 haho e de al8odttC de dmri0i ^ \ que se tenba em vista a purificafiao do systema sanguineo ; pois quo nos.as corutantes
    inro a 8 a nrea Ao hantMrn Caixinhas com musica, o que. ha de mais lindo, i eipenencias temfeito ver, qua elle e indispensavel nos casos gravissimos para minorar
    barateiro I haraturo, mm dislicos na9 tampto e proprios ^ preg-. os Soffna)eiitoAfl prolong^.iexisteoow, e nos menos graves a cura e a consequencia do
    ESGUIA0 de linho e
    4*000
    ao
    MADAPOLAO frlnee: fazenda superior aa/e
    6$ ; sempre custou 8/5.
    BOTINAS para senhcra, rr.nito superiores, a (|
    e 4J500. ? aqni.
    TOALHAS alcochoadas a 4a500 e b^OOO a du-
    zia. A ellas, a ellas.
    CORTES de creton franeez, bordados 5/506
    e GS I
    Ditos (uso da co.te) Je cambraia a 10. Sem-
    pre custou 155.
    SORTIMENTO de chapeos de sol de seda a 13,,
    8^ e 9. Vt-nham anfrs que se aeabem.
    DITOS cabo de marfim de superior qualidade,
    a It500, para acabar.
    DITOS jara senhora, a ;3a5C0 I Sempre cus-
    taram C ; estao se acabando, venham a elles, a
    dies I
    GRANDE queima para a^abar de camisas fran-
    eezas e inglezas, por todo o preco a 17/, 18/, 20/,
    30*, 35*. 40a e 48a a duz a. E' no barateiro que
    tem.
    GRANDE scitimpnto de gro3denaple de cores,
    a 15, ia200 e 1,5500 o eovado. So no barateiro I
    Quern ousa dizer que n5o e barato? por certo,
    nincnem.
    CHALES de casemira com listras, o mais mo-
    demo que ha \ 3*500 c 4*, fazenda que custa
    em qnalquer partc 6/. x'enham a elles antes
    que se aeabem I I Ao torn torn I
    Alem destes, outros muitos irtigos que deixa-
    mos de especificar. para nao* massar nossos fre
    gneies, mas estarao patentes a vista d .s compra-
    dores. Avista do ex post ficamos convictos de
    que virao fazer acqwsicao de boas faiendas por
    pouco preeo.
    Ao barateiro I I I
    Na rua do Crespo n. \.
    Augostinho Ferreira daSilva LealC.
    Cura dos eslrcitameHlo d'uretra
    pela facil applicacao das
    > DE
    GOMMA ELAST1CA
    As mais modemas e aperfeicoadas de todas
    as conbecidas
    Ycndem-se
    NA
    PHARMACIA E DR0GARIA
    Dst
    Bartholomeu & C.
    34Rua larga do Rosario 34
    te
    Coques os mais modernos e de diversos forma
    tos.
    Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
    da ultima moda, tanto para senhora, como para
    meninas.
    Oapellas simples e com vco para noivas.
    Caii;as bordadas para meninas.
    Entremeios estampados e bordados, de lindos
    rtesenhos.
    Escovas electricas para dentes, tem a proprie
    dade de evitar a carie dos dentes.
    Franjas de seda pretas e de cores, existe urn
    -ande sortimento de divercas larguras e barato
    ureco.
    Fitas de saria. <* g?rgur5o. de setim e de efefr
    m^Jo'?, de diversas larguras e fconitas cores.
    Fachas de gorgurao muito lindas.
    Fi. re artificiaes. A Predilecta prima em con-
    ! ervar sempre um hello e grande sortimento das-
    i as lio es, nao so para enfeite dos cbellos, eomo
    ' tambem para oruato do vestido de noivas.
    Galoes dc algodao, de la e de seda, brancos, pre-
    os et de diversas cores. %
    I Gravatas de seda para homem e senhoras.
    Lacp3 de cambraia e de seda de diversas cores
    para senoora.
    Li gas de seda de cores e brancas bordadas para
    I noiva.
    Livros para onvir missa, ccm capas de madre-
    | perola, marfim, Cs-o e velludo, tudo que ha de
    I bom..
    Pentes de tartaruga e marfim para ahsar os ca-
    bellos ; teem tambem para tirar caspas. '
    Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
    perola, marum, 6sso e dourados por barato preco.
    Perfumarias. Neste artigo esta a Predilectt bem
    provida, nao so em extractos, como em oleos
    banhas dos melh'ores odores, dos mais afamados
    fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
    Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
    a festa.
    Saias bordadas para senhora, por commodo
    preco.
    Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
    tisados.
    Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
    mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
    mo para entrada de saias.
    Vestimentas para, baptisado o que ha de melhor
    gosto e os mais moderno t recebeu a Predilecta
    de or arato preco, para near ao alcance
    qualquer bolsa.
    seu uso cimventeotemeote prolongado.
    Assim, pois, nulriaios a conviccao de que o uso do nosso novo preparado justifique
    cabalmeote as nossas asseverates, porque sendo medicamen'o puramente de principios
    vegetaes, nossas experiencias ate hoje tem confirmado sua utilidade.
    DEPOSITO CERAL
    34.RuaLar^a do Rosario.34
    PERNAMRUCO.
    barato
    Trancas de cabellos humanos, naturaes, nao
    digo que tenham um metro de cotoprimeoto, sio u-os vinbw'de'pasto!'
    itnoufTe
    BAZAR
    Roado BarSo da Victoria a
    DK
    Rua do Cabuga n. 1
    Vlnho
    *e-
    Espeeialidade
    particular, puro
    nuino.
    Acaba de chegar ao mercado alguns barris de;
    vinho do Alto Douro, especial e unicamenle pre-
    parado do extracto da uva e isento de qualquer
    con fee;5o, sendo muito mais brando que o da Fi'
    gueira, o que o torna recommendavel pelo muito
    que agrada ao paladar e preferlvel a. todos os on-'
    sotfrivelmente compridas, pelo preco de 12*000
    so aa rua do Marquez de Olinda n. 51, 1 andar,
    casa de Gustave, cabelleireiro.
    Coque crespo natural, do 10a, 12a a
    Um par de creFjio natural, compridos a
    Um tupet frizado por
    Uma duzia de g -aiiipos frtzados por'
    Coques, modernismo, de 40*, por
    Diademas, modernismo, de cabellos, por
    Cres:entes de cabello, de 30*, 35* a
    So na rcra do IHarquez de Olinda a. 51, 1* andar,
    em casa de Gustave, cabelleireiro.
    15*000
    5*000
    3*000
    20*000
    5*000
    40*000
    Engenho Segredo
    Vende-se o engenho Segredo, distando apenas
    trma legoa da estacSo de ftibeirto, moenle e cor-
    rente, bem obrado, e com terrenos muito rferteis
    quesafrejava mais de 2,500 paes: a tratar na roa
    do Encantamenio n. 5.
    Salsa-parrilha do Pard
    Tem para vender ADtonio Luiz de Oliveira Aze-
    vedo, no seu escriptorio, a rua do Bom Jesus nu-
    mero 57.
    Acha-se a venda nos armaxens de Joao Jose Bo-
    dngues Mendes, Souza Basto & C e Fernandes da
    Costa & C.
    Vende-se portas amefieana? por'loaoipre'co ;
    na travessa da rua do Imperador, armazem da
    Bola Atiarella.
    Baealuio de Noruega.
    Acaba de chegar um pequeno lote de caiias
    deste desejado bacalhao : no'caes da alfsndega,
    armatem de Tasso Irmao3 4 C.
    Vende-se na rua do Commercio n. 4, cerveia
    Naruega, marca M L : '
    Bitter Augnstura.
    Rum de Jamaica.
    Garneiro Yianna.
    A' este grande estabelecimento tem che-
    gado am bom sortimento de macbinas para
    costura, de todos os autores mais acredita-
    dos ultunamente na Europa, cujas macbinas
    sSo gar ant id as por am anno, e tendo am
    perfeito artista para ensinar as mesmas, em
    qualquer parte aesta cidade, como bem as-
    sim concerta-las pelo tompo tambem d'um
    anno sem despendio algum do comprador.
    Neste estabelecimento tambem ha pertencw
    para as mesma6 macbinas e se suppre qaal-
    qoer peja aue: seja necessario. Estas ma-
    cbinas trabalham com toda a perfeiclo de
    am e doas pospontos, franze e borda toda
    qjualquer costura por fina que seja, seus
    precos &2o da seguinte qualidade : para tra-
    balbar a mao de 305000, 405000, 459000
    e 50^000, para trabalhar com o p4 sio de
    80*000, 909000, 1009000, 1109000,
    1209000, 1309TO0, 1509000, 20090O0 e
    251)9000, emquanto aos autores nao ba al-
    teraclo depfecos, eoscompradorespodefXo
    yiskar este estabelecimento, que muito de-
    lerio gostar pela, vartedade. de objectoa que
    ba-SMipre pa.ra vender, ooijio Jtijj'ftrji:' cadei-
    ras para viagem, raalas par^ Tj^gem, cadei-
    ras para saias, ditas de' btlahc,dj aifAs para
    crianca (al,tas),. ditas para escolas, costuTei-
    ras riquiaaimas, para senhora, despensaveis
    para crianjas, de todas as qualidades, camas
    de ferro para homem e eriancas, capachos,
    espelhos dourados para sala, grandes e pe-
    queoos, apparelhos de metal para cha, fa-
    queiros coai cabo de metal' e de marum,
    ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
    ros para sala, jarros,, ^uaxda-comidas de
    arame, tam pas para cobnr pratos, esteiras
    para forrar saias, lavatorios completos, ditos
    simples, objactos par,! toilette, e outros mui-
    tos artigos que muito devemagradar a todos
    que visitarem este grande estabelecimentc
    que se acha aberto dede as 6 horas da ma
    nha atd as 9 horas da noute i
    Rua do Barao da Victoria n
    ______ 22.
    Magnolia
    Na loja da Magnolia, a rua Dnque de Caxias n.
    45, encontrara sempre o respeitavel publico nm
    eompleto sort mento de perfumarias finas, objectos
    de phantasia, luvas de Jouvin, artigos de moda e
    miudezas finas, assim como raodicidade no3 pre-
    cos, agrado e sinceridade.
    Antieis electricos
    A Magnolia, a ma Duque de Caxias n. 45, aea
    ba de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
    tricas, proprios para os nervosos.
    Meios aderegos
    A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
    cebeu um eompleto sortimento de
    Meios aderecos de tartaruga.
    Meios aderecos de madreperola.
    Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda
    e de muitas outras qualidades.
    Botoes de ago
    A Magnolia, a ma Duque dd Caxias n. 45, tem
    para vender os modernos botoes de aco, proprios
    para vestidos.
    Golinhas e punhos
    das mais modemas que ba no mercado ; a ellas:
    na Magnolia, a rua Dnque de Caxias n. 45.
    Lengos chinezes
    A Magnolia, a ma Duque de Caxias n. 45, re-
    cebeu nma pequena quantidade de lencps de sedi
    chinezes, com lindissimos desenhes, fazenda intei
    ramente nova.
    Leques
    Lindos leques de madreperola, de tartaruga,
    martim, de osso, e de muitas ontras qualidades
    recebeu a Magnolia, a ma Duque de Caxias nrf-
    mero 43.
    Attencao.
    A loja da Magnolia, 4 ma Dnque de Caxias n.
    45, acaba de receber os segnintes artigos :
    Manual de madreperola, tartaruga e marfim.
    Bicos albuns com capa de madreperola, ch
    gren, madefra, TeHudo, conro, etc
    Lindas calxas com finissimai perfumarias.
    Ligas de seda, brancas e de cores.
    Voltas de madreperola.
    Puteeiras de madreperora.
    Ricas caixas para costura.
    Vestuarios ara baptisado.
    ' Toueas e sapatinhos de setim.
    Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
    Lindos pdrt-bouqnels.
    Gravatinbas de velludo, etc, etc
    Ultima moda.
    A Magnolia, a rua Dnque de Caxias n. 45, ro-
    cebea um Undo sortimento de bicosda'-guipurt
    de cores, aproprisdos aos vestidos chiques da ae-
    tualidade.
    Silios.
    Vendem-se dous sitios na Ponle de Uch6a. qu
    foram do flnado Jo5o Carroll: a tratar n|um do
    [jnesmos sitios n. 10, ou na ma do VigariB n. 19
    ! andar, sue(!essore9 de Thomaz de Aquino.
    NA
    MJi &$i P1VA0
    NA
    Rua da Iniperatriz it. 60
    PARA LIQUIDAR
    Clranadina preta a oMn.
    eovado.
    0 PavSo vende granadina preire Sarrada
    polo baratn prego de 500 rs o covatfa,
    ALPACAS PRI.TAS A 500, G it, E MO MS.
    O Pavao tem um grande sortism* da
    alpacas pretas, que vende a 5u0, (i4t 8N
    rs. o eovado, assim como graala sotti-
    mento de cantocs, bombazinas, princaas
    pretas, merin6s, e outras muitas fazenda?
    proprias para luto.
    CAMBRAIA VICTORIA A 49COC, 4?50,
    05000 E 79000.
    O Pav3o vende um grande swJjaento de
    cambraia Victoria e transparence coat
    8 1/2 varas cada peca, pelos barato^ precos
    de 49000, 4330U, 59000, 69000 e 7cM
    a pega, assim cornc, ditas de saipico braa-
    co, a 70000, e pechincha.
    CAMISAS FRANCEZAS A 20000, 9MO.
    32)000 i: 32500.
    O Pavao vende um bonito sortimetMo de
    camisas frencezas com peito de slg'dao, a
    25000 e 2J500. Ditas com perto* Huha
    dc 39000 a 65000. Ditas bordadas Bait*
    finas de 690C0 a 109000: assia cuMo
    grande sortimento de cerouias de li-bo e d
    algodao, por preges baratos, e tamheaa tea
    eompleto sortimento de punhos eeolbirmhoi
    tanto de linho como de algodao, por pre^oa
    om conta.
    CORTI.NADOS BORDADOS l'APA O.MA i
    JANELLAS, DE 79 ATE' 25900-.. O PAR
    0 Pavao vende um gwnda torti mmttB d*
    cpclinados bordados, proprios pan *nma e
    jaoellas, pelo barato prego do 7J51<:f,MO(W,
    10^000 atci 239000, a.-sim c.: eahn
    :e d^masco de la muito fina d fflVMO
    H9000 cada tuna.
    BRAMANTE8 A 19M), 29000 E 2JS00.
    0 Pavao vuritle sstWMMet psra kwoes,
    tonlo 10 painios de largura, liauhl do
    algodao a 19800 e 22000 a vara, e d= linhc
    a ;9*00, 2J800 e 39000 a vars: ,- ftMth
    cba.
    Grande pechir;cha a 4^000
    e 5#000
    CORTES DECASEM RA.
    0 Pavao recebeu uma grande ;> ".i" de
    cortes de cssimeras de cores pnr? '"!^i5, 6
    vende pelo barato ptVQO do 196 0 59M9
    cada corte, na ru* da Imperatuz it .. |na
    de Felix Prreira da Silva
    ESMERAI.DINA A S00 1L>.
    0 Pavao reeebeu um bonito soiiiineiuo
    das mais tfltgantes esmeral In.as t>-u; 'ustra-
    de seda, senlo em cores e pudr<>-> ;,> umij
    novas quojtfin vindo ao narcado, ; oprias1
    para vestidos, e vende pelo b&ratMCMBoyaa-
    co de 800 rs. o eovado, a rua n. 60.
    0 Pavao queima os artigos
    segnintes:
    Cortes de combraia branra, transpmtfe,
    com onHtes bordados >!c IS a 5
    Dit s todos brancos b rdados a i-2-^MO c
    159000.
    Ditos muito ricos a SfifOOO.
    Bonitas lansinhas para vestidos, com Lis-
    tras de seda, eovado a 800 rs
    Ditas ditas transparentes e de moita fan-
    tasia a 500, 6i0 e 800 rs.
    Cintos de setim de todas es cores a 5*000
    Punbos com goliinbas de esguiao a 300 rs.
    S-dinhas de cores, s^ndo de UstoM e ia-
    vradas, com toque de mofo a 19000.
    Ditas de dita dit s sem mofo a irdOO o
    29000.
    Diversas lansinhas para vestides, dei40
    ate 500 rs.
    Colchas de fustao branccs para caxa a
    29500.
    Ditas de dito de cflr a VfiOO.
    ambraias brencas, al.crtas, pan v '.-4t-
    dos, corte a 890CO.
    Cortes de cambrak branca eon bonitos
    enfeites bordados, 69000.
    Pegas de ma Ja polao com poquoa-'i tuque
    de avaria a 4-)5O0.
    Ditas de algodaosiiiho mui'o er.. rpado,
    com leve toque dc avaria a i >^0.
    Madapolao enfestado com 12 jarsSaisa
    perfeito estado a 3^000.
    Pecas de madapolao com 2< j..: las a
    40500.
    Brim pardo para roupa de homem s cn*-
    ninos, eovado a 400 rs.
    Cobertas de chita para cams a : joOO e
    30000.
    Bramante de linho com lOjralmosde
    lagura, vara a 206CO.
    Atoaihado com 8 palmos de lai-:, vara
    a 10500.
    Espartilbos brancos e de cores a 4# e
    50000,
    Cortes de casimira a 40 o 50000.
    PADAHIA
    Vende-se a padaria da roa do BarSo de & Bor
    ja, antiga do Sebo, n. 25, muito afregueiada :
    para ver e tratar, com seu dono, na me*r?:; o
    motivo da venda nio desagradara ao e"04>ra3oc
    VENDE-SE
    uma casa na villa de Barreiros, na ma do
    ercio, por preco modico : a tratar eoa
    trmig C_____________________________
    Vende-se naia carroca maneira, qae imc
    para boi e cavallo, com arreio, por preco comae-
    do : em Santo Aroaro, a rua do Lima n. !C. ___
    Alta novidade de Paris
    CHAPEOS.-Chapelinas para senhora, r sto i
    e ricamente enfeitados.
    FIVELAS de madreperola, de todos os I
    e eores, segundo o ultimo -gas
    BOTtjES de ago para vestidos de ?e_h__
    CASACOS.-Talraas de casemira de cores r~ra i
    nhora.
    QRAMPOS dourados para eabello;gosta t__t>_
    * bonito.
    COHTINADOS de erocbet para cama e )*__-.
    FRONH AS de cambraia de linb <, bordadas.
    SEDINHAS listradas. .
    0 BAZAR DA MODA, a rna Nova n. Si
    pelo ultimo vapor da Enropa um imjeri
    timento dos artigos acima, os quaes lea> Hoara
    de recommendar a Jodas as Exmss- taaals, e -
    pecialmente aos seus numerous fregwM_
    Vende-se 30 passaros bon< cantadisja^
    2 bicudos, 6 cortoes, 2 saWas, 1 bigode, I pot
    e 18 canarios, enrre elles alpnn^ anc*Mi
    rua Urga do Rosario, no 3- andar da a,a
    Vende-se nma mobiiia a-'
    a

    uso
    : -a tratar a rua do Livramenlo a..




    jjjvr.'.jy v' *
    *
    0*^ B
    8
    <
    3iario de Pernambuoo Terga feira 14 de Julho de 1874.
    r-

    JOaiSPRDDBfCIA
    SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTICA
    SESSAO EH 1 RE JULHO DE 1874.
    Presidencia do Sr. conselheiro Joaquim
    Marcelino tt*. Prilo.Stcretario o Srs
    Dr. Jodo Pedreira do Coulo 'Ferraz.
    (Conliuuagio.)
    Encontramos, Sr. presidente, nos traba-
    llios do eo'nselho de estado o alvitre de urn
    nobreconsellieiro, unico quo concluio seu
    .voto dizen lo, : 0 bispo nao podia por esse
    facto ser chamado d barra do um tribunal
    civil, mas devia ser chamado a urn synodo
    provincial. Este voto que so oasta parte
    eu cito o approvo, node homenagem is
    disposigoes do decreto, e e que a pretesto
    do excesso dc jurisdiccSo ospintual nio so
    recorra d coroa, sem quo primeiramonte
    tenba sido interpostoo rccurso para o poJer
    espiritua'. Aguarde se a acgflo do poder
    espiritual; se hoover repulsa do sua parte,
    se so mostrar pelo facto uma combinagao
    de lodo o cpiscopado no sentido do nao re-
    provar um excesso de jurisdicgao, so entao
    nasce a competencia do recurso a eorda.
    Mas, aquinao ; uao soouvioo metropolita,
    desprezou se o poder de Roma, e mandou-
    se logo ao conselho de estado, apoiando-sa
    em um decreto que determina rcc rso para
    o poder espiritual. So existia esse preceito
    e tnauifesto que nao devia ser omittido, des-
    de que se declara que no procedimento do
    bispo houve cxcesso de jurisdxgaa, vio
    loneia.
    Sr. preside?**! incompetencia do tribu-
    nal neste p-ocesso ainda se deraonstra por
    um ootro la lo. E' u,n prec-ilo expresso
    na constituicio, no art. i?9 $11 : Nin-
    guam Sfrd senteneiado, seiiiiO pOT lUtorida-
    deompetente, e em virtude de Jei aiileri r
    e na forma por ella prescripta. Mas,
    eu jd mostrei qi.e n3o se app'ica aos bispos
    uma disposicao que cxista anterioraaente
    puuindo-os utlo simples nao curoprim" de-uma decisao do conselho' de estado.
    Agora ha oulra consideragio muito impor-
    tante que e a f6rma do processo.
    A constituigao nao contentou-se com dizer
    que uma lei anterior defuia o delicto para
    ser puni lo o reo ; este ha de ser punidoem
    virtude da lei quo definio o delicto, e pela
    fdrma do processo que a lei previamente
    tenba estabelocido. E' um prmcipio incon-
    cusso este, mas que foi desprezado, assira
    como desprezou-seo art. 7 do decreto do
    28 de imrgo, p rqne as garantias quo nos-
    sas leisofl>rc;em ao rommum dos ciladaos
    e dos habitants do paiz, nio tem applica-
    Qio ao clero, nao tem applica(,5o aos bispos,
    j contra elles perraittido tudo quanto seria
    ur.i attentauo, se se" applicasse a um cida-
    dio qualquer ou a qualquer habitante do
    paiz 1
    On.de esta uma disposigao de lei marcan-
    do o processo porque devam ser julgados os
    . bispos ? Eu nao vejo : entretanto o pre-
    ceito da constituigao e plaro : ninguem serd
    senteneiado sonao p*>r autoridade competen-
    to e em virtude de lei anterior e na fdrma
    por ella prescripta. Nio ha forma prescrip-
    a por lei para a decisao dos delictos civis
    dcs bispos.
    Tem-se applicado a lei de 22 de seterabro
    de 1828, que nao cogitou deste caso ; por
    tque a competencia do supremo tribunal de
    justice, para conrncimento dos crimes dos
    bispos, estabelec-u se muitos annos depois
    pela lei de 18 de agosto de 1851 ; e esta
    lei que deu competencia para isso ao su-
    premo tribunal do justiga, nao disse o mo-
    do porque elle devia proceler contra os
    bispos ; e, portanto, tudo quanto o suprelmo
    tribunal fizer 6, permitta-se-me a oxpies-
    sao, um attentado contra as leis.
    ienhnres, ha nerta questao um argumen-
    to irrespondivel. Segundo o art 47 da
    constituigao, compete ao senado conhecer dos
    delictos individuals commettidos pelos
    m-'mbros da familia imperial, pelos minis-
    Wat de estado, conselheiros do estado o se-
    aaaJores, as^im como os delictos commetti-
    dos pelos deputados duranto o periodo da
    legislature ; mas nenhuma lei tinha esta-
    IWecido o processo a sguir-se, quando um
    m i.r.bro das camaras tivesse de s.?r julgado
    no scnadc por crime individual. Vonficou-
    se a hvpotheso de que varios membros do
    parlamento qae st envo'v-ram em uma re-
    belHao tivesse > senado de julg.il os; mas
    nilo os julgou, porque, embora sua compe-
    tencia estivesse firmada na constituicao pa-
    ra conhecer dos delictos individuaes dos
    membros das camaras, comtudo nenhuma
    loi posterior tinha marcado processo para a
    especie ; e p.'is aguardou-se que essa lei
    apparecesse. Emquanto nao appareceu a
    lei'estabelecendo um processo para se co-
    nhecer dos delictos individaaos dos mem-
    bros do parhmento, dies nao foram julga-
    d is ; de sorte quo houve necessidada inde-
    or, de medo e o que parece, a ordem po
    biica c.U em perigo; caveant consult
    tddo e preciso, ainda que seja com poste/*
    ga^ao da lei escripts, de lei tm que tos bn
    seais 1
    Estou c.rto do que, se se tratasse de ou-
    da justica citou.
    Macaulay, que e protesUnte, na sua Hit-
    toria da Inglaterra disse que A ioQuencia
    do catholicismo dous grandes beoeBciosse
    devurn : primeiro, 0 de combater a tyraooi*
    de naclo sobre najio ; segundo, de comba
    tra causa e a voz do advogado mostrasse que ter ate extermioar a propriodade do horaem
    nSobavia processo estabelacido por le|, o sobre ohomem. E quando escriptores pro-
    supremo tribunal de justice teria dito : testanteslevantam esse brado em favor da jus-
    Nao podemos proseguir. Mas irata-se tijada idade media, daquellesfque preponde-
    de um bispo, e o que 6" um bispo para raram entdo, o nobre promoter da justice
    quern nao acredita em Deus e na religiao ? diz qae os pontiSoes sio ambiciosos, que o
    I." um simples padre, um renrobo; e as- qae desejam, 6 o poder, a dominac,ao do
    sim onsiderado e portanto aasim conside- poder tomporal.
    radae a questao religiose... \ Sinto que um catholico, porque penso
    A proposito.da questSo'religiosa lembro- queo nobre promotor dt justica e catholi-
    me deque o nobre promotor da justica ar- co, escrevesse em sen libello isso contra os
    guio ao St. bispo do cbainar religiosa a esta papas. Estou convencido de quo o nobre
    questao. promotor da justica nao folheou um li.ro
    0 Sr. bispo adoptou a phrase commum, a digno desse uome, que apreciasse devida-
    phrase c essa ; trata-se na verdade de uma mente a idade mediae ainfluencia do sumino
    questao politica e religiosa, porque e a pontiflce naquelle tempo. Em Portugal roes
    questao daquelles que pretendem governar mo tinha S. Exc. quern lhe eosinasse a bis-
    este paiz ou eliminando de tpdo d i art. 5s toria ; tinha Alexandre Herculano que nao
    da constituicao a religiao do estado, a reli- e suspeito, porque nao ha odio mais entra-
    gia i catholica, apojtolica, romana, ou en- nhado do que o desse eminente escriptor
    tao duixando a ahi como um espantalho, contra a curia romana.
    com a claustda do tornar-se subserviente' Tambem, o que disse o nobre-promotor
    ao governo, um braro da administraQao pa- da justiga emrelac3oaosescriptosdo Revm.
    ra sustcntar a cabe^a do soberano, como bispo do Para\ mostra qae S. Ec. n8o
    disse o nobre promotor da justiga, citando- leu esses escriptos, o que e* de eslranhar.
    nos pedacos de autores que .escreveram soD Que n3o lessj a historia da iiade media,
    ainfloencu das doutrinas de Pjmbal I |bem ; masque nio lesse os escriptos daquel-
    A douominagao, portanto, e verdade:ra. la de cuja condemnarao tornou-se orgao
    K' uma questl) que versi sabre religiao e.tenaz, e" tnuitd.
    na parte mais transcendental, isto e\ versa [ E tenaz, senhores, n3o como foi ha bem
    sobre a attitude em quo devem estar os poucos dias, quando perante esse tribunal
    dous poderes, o poder civil e o p>der espi-
    ritual. E' u.m questao religiosa ; 6" um
    coaflicto de competencia entro os dous po-
    deres; GOnfliclo que, omo ji disse, nao
    p6Je. ser decidido por este tribunal, monos
    por um processo desta ordem, e nao ha de
    *t?-le.
    Era tempo de eu pissar ao raeu nobre e
    habilissimo collega o exame do mereci-
    mento da causa ; mas pego licence ao tri-
    bunal e a S. Exc. para ainda dizer algumas
    palavras,, defondenio o Rvm. bispo e o
    pontitic" de uma aggressSo ferina que lhe
    l.iiivou em um documento ollicial o nobre
    promoior da justica.
    ' Disse na deuuncia o nobre promotor da
    justica :
    *quelles esciptos (referiudo-se aos do
    Rev. bispo) e o mais que tem sahido da
    penna de S. Ex.f e que tenho lido nos jor-
    naes do prelado diocesano do Pard, como
    Vos.-a Magestade Imperial terri de analysar,
    fazem lembrar os dos tempos em que os
    bispos e a curia romana, suppondo-se e de
    facto sendo senhores do mundo, davam
    thronos, depunham reis, dividiam a terra,
    tendo o genero humano em escravidao e sob
    o mais despotico terror,
    Ora, senhores, isto e ur*... Foge-me o
    termo... e uma apreciagao eertaniente nio
    digna de Qgurar em um documento official
    desta ordem.
    0 nobre promotor da justica- j4 coropul-
    sou os annaes da idade media ? Nao com-
    pulsou ; se tivesse compulsado veria que
    escriptores, nio rlesta ou daquella* politica,
    r.ao desta ou daquella religiao, mas todos
    que se prezam de boa fe historic*1 e teem
    no animo impresso o conho da raoralidade,
    todos teem chegado a essa conclusao de
    ja na idade media nao era devida d ambi-
    ^ao do clero, mas as desgragas dos tempos,
    e que bem considerado esse immenso pode-
    rioque a igreja tevena idade media, seco-
    salvou a civilisagao, porque dominando na
    Europa o elemento militar, a forca bruta,
    essa brutalidade era modificada pelo poder
    dos sabios ( e a phrase de Leibntz ), isto ,
    do c ero, porque o clero naquelle tempo
    era o f6co da major illustragao da Europa.
    E, Sr. presidente, se e uma lei natural
    que quern tem maUint^lligencia governe a
    quem menos apto e; se em qualquer assem-
    blea ou tribunal o bomem mais intelligente
    domina qucr queiram quer n3o, os outros,
    porque por uma lei fatal da natureza, de-
    vem circular em torno do mais babil ajuel-
    les que menos o sao, que admiracao pode
    causar que naquelles tempos os pontifices
    decidissem tolos os conflictos por vontade
    e solicitagao dos reis, por insistencia de to-
    dos os gove-nos? E" por isto que Os gran-
    der escriptores, aquelles que examinaram
    os annaes da idade media, circumscreven-
    do-so ho tempo e d epoca, disseram que a
    igreja fez um largo beneficio, salvando o
    mundo intellectual das garras de um mili-
    tarismo excessivo.
    E' preciso^ser muito leviano para, percor-
    rendo a historia, avaliar os grandes factos
    d Inz dos nossos conhecimentos e ciroums-
    tancias actuaes. E' necessario que o apre-
    ciador dos factos se colloque no terreno
    em que elles so deram e examine o procedi-
    se tralav.i da questlo de am magistrado
    que aborrara e cobrira a sua toga com uma
    mancha indelevel. Entao o nobre promo-
    tor da justiga. estaodo ao lado do reo um
    dofensor a desempenhar cabahneate seus
    deveres, ainda veio em auxilio delle com o
    trechosinho de um autor, mostraudo que o
    accusado procedera com detnencia. Nao
    tenho de analysar agora a natureza das
    attribuicoes do promotor da just'ea ; mas
    tomei nota desse facto. S. Exc. veio em
    auxilio do defensor do reo, que tiuba cita-
    do algumas autoridades e ainda accrescen-
    tou um precioso trecho de um autor, que
    dava a entender que reds daquella ordem
    nio esta ram no gozo desuas faculdades in
    tellectuaes ; obrava, portanto, fatalmente,
    cegamente, sem responsabilidade. Entro-
    tanto, no que toca ao digno prelado do
    Par*, S. Exc. nio contente com pediro art.
    96, ainda v;m marear seus escriptos ; mas
    nio ha de marea-los.
    Senhores, eu tenho lido os escriptos- do
    Revm. bispo ; mas nio os revolverei agora.
    Vou apenas mostrar em poticas palavras-,
    como elle aqui (mostrando um lirro) expen-
    deu doutrinas verdadeiras sobre esse ponto.
    Pallando o Kevm. bispo de declamagoes, co-
    mo as do nobre promotor da justiga contra
    a idade raedie e a iofluencia qae os ponti-
    Qces exerceraro, diz o seguinte :
    c As daclamagoes dos adversarios a tal
    respeito sao, pets msatsas e descabidas.
    C Qae ura on outro papa, na longa dura-
    rao de 18 seculos, tenba mesmo sido cul-
    pado deimprudencia ou fraqueza noeserci-
    cio de sau augusto ministerio, tambem- nio
    e isso qneimporta* para juatificar o escravi-
    samento da igreja tentado pelos politicos.
    Os perigos que os regalistts receisro, e
    Leibntz : que a extensao do poder da igre- contra que se preoacionaor comtanto-CBi-
    dado, sio outros :- sao tendencies perma-
    nentes e pianos coaeertados na igreja para
    usarpagoes-; sio deeisdes soteranes da-su-
    prema Se de Pedro, sio decretos dos eoeei-
    nhece que hi um grande beneficio, quo Jios ecamenicos ataeando edestruindo o
    direitos das soberanias, usurpando-as contra
    todo direito o natural e divtoo positivo.
    Isto e o que elles allegam para mostrar que
    o estado deve trazer sopeada a igreja.
    Ora, isso- 6 evidentemente inconciliavel
    com as promessas de Jesus Cbristo, pois se
    a igreja tal Qzesse, nao seria mais nem san-
    ta nem infallive!;. nio-seria mais a igreja
    de Jesus Cbristo, e as portas do inferno te-
    riam provaleeido contra ella, o quo e im*
    possivel.
    Portanto, essespretensos factos devem ser
    a priori coasiderados como meras inven-
    goes dos ininaigos da igreja.
    E, c impuisada a historia, verifica-se que
    com effeito assim 6.
    Exerceram realmeate os papas, na gran -
    de ethnarchia chamada christandade, uma
    larga influencia politioa.-
    Mas porque T
    Porque entao o direito publicoda Europa
    a isso os autorisava.
    Porque os povose os reis eram os pri-
    meiros a reclamar essa influencia daque
    precisavam.
    Porque o caracter augusto de vigarios do
    Cbristo, a superioridade de seas luzes, seus
    eminentes servigos. prestados d civilisagao,
    os collocavam em posigao de- serem os arbi-
    tros mais naturaas e mais dignos de con
    clinavel de fazc-V esta lei para reger factos
    anteriores: foi a de 1* de junho de 1843,
    declarandb que o art. 170 do codigo do
    processo era applicavel ao julga.nento dos
    crimes individuaes commettidos pelos .T.em-
    bros daassemblea geral legislativa.
    E o quo dizia o art. 170? Dizia o se-
    gilnto : Quando qnalqoer das camaras
    le"islativas resolver que continue o proces-
    so" de algum de seus respectivos membros,
    pronunciado por crime do responsabilidade,
    serao os autos e mais papeis remettidos ao
    mento dos outros com relagao ds circums- nanga para a sohhjao das grandes pendencias
    cias e ao tempo. Ora, ?s circumstancias e politicas.
    o tempo da idade media faziam com que
    todos se dessem por felizes, obtendo do
    summo pontifice bengSo e protecgio a seus
    pianos. Era, portanto, um direito publico
    da idade media, esse que punha nas raaos
    da intelligencia mais elevada do clero os
    destinos dos imperios. .
    Entao houve alguns abusos; mas onde
    Eram as nagoes naquelle tempo exclusi-
    vamente cathoiicas, e na constituigio dellas
    estava que nenhum principe as pudesse go-
    vernar que nio fosse catholico.
    No acto da investidura solemne da rea-
    leza jurava o monarch.a manter a religiao
    catholica e dedicar-se todo ao bem e fehci-
    dade de seus subditos ; e a nagio represen-
    ^inado, observando-fe no processo a mesma
    crdem qae tem lugar na accusagSo dos mi-
    r.istros de estado, com a differenga de que.
    rm vezde commissao accusadora, accusard
    o procurador da cor6a, soberania e fazenda
    i a. ional. Note o supremo tribunal: o
    jrt. 170 do codigo cogitava dos crimes de
    re=[ioos3bili'lade dos membros do parlamen-
    . to e sobre quo compete d camara respec-ti-
    va decretar se continua ou nSo o processo, e
    pois pareceria bem natural que nesse arti-
    go se incluisse o caso de crime individual
    dos membros d8s camaras; mas, como o
    art. 170 se referia s6mente aos crimes de
    responsabilidade, foi preciso que interviesse
    o parlamento e dissesse : Este artigo es-
    enii-seaos crimes individuaes ; e entao
    {pram processados e julgados os membros
    das camaras que se haviam envolvido em
    um n.ovimento politico.
    0 caso 6" identico : temos na lei de 28,
    processo marcado para os red* de que ella
    trata, mas ella no tratava de bispos ; logo,
    se uma lei posterior incluio os bispos na-
    quella cathegoria, devia haver uma disposi-
    g5o expreiisa marcando processo ; mas nfio
    houve, logo violou-se a eonstituigao.
    0 que pore"m resguardar as prerogatives magestaticas e
    de fazer caiar os bispos, encerra-los, para
    que n8o subvertam este imperio, e n3o
    triurrp'm os pianos sinistros de Roma?
    nao os ha? Se queremos condemnar as tada alii pelas tres ordens, clero, nobreza e
    povo, jurava tambem ndehdade ao ret, em
    quanto elle pcrmanecesse fiel i religiio e d
    nagio.
    Se o rei tornava-se depois hereje ou
    perseguidor escandaloso da igreja e de seus
    subditos, opapa, chefe espiritual dachris-
    tande, primeiro representante da ordem mo-
    ral do mundo, iotervinha como tal, adver-
    tia-o paternalmente, exhortava-o, e no caso
    de contumaciaexcommungava-o.isto e, eli-
    minava-o do gremioda igreja catholica.
    Os subditos vendo o rei por seus cri-
    mes e obstinagao separado da com'munhio
    instituigoes porque ba abusos, acabemoscom
    a monarchia que offerece paginas de san-
    gue em todos os paizes ; condemnemos ab-
    solutamente a republica, porque tem sido
    saguinaria mais de uma vez ; fechemos os
    tribunaes, porque em alguns tem havido
    corrupcao ; acabemos com as camaras le-
    gislatives, porque teem tambem abusado ;
    todos devem soffrer o estygma geral. Mas
    nio e" assim que se apreciam as instituigoes
    no intuito de render justiga a quem de di-
    reito.
    Se o nobre promotor da justiga em vez
    de ler esses escriptores portugaezes, influen- espiritual dos fials pela legittma autoridade
    ciadospela virga ferrea de Pombal, consul- do chefe da igreja, achavara-se, em virtude
    tasse Alexandre Herculano, Guizote outros, |mesmo do pacto solemne deque fallamos,
    n8o diria que na idade media o pontifice era desligados do ju+amento de fldeltdade, e o
    o senhor absoluto da terra. 0 pontifice papa nSo fazia mais que declarar esse facto
    decidia as questoes, porque se lhe ia pedir; deixando *os eleitores nomearem outro rei.
    protegia Portugal por exemplo, porque o
    rei Affonso Henriques mandou-lbe offerecer
    uma annuidade em ongas de ouro, pedindo-
    lhe que o abengoasse e favorecesss com to-
    da sua protecgao.
    Senhores, eu deploro que o n-bre promo-
    tor da justiga assim se enunciasse, porque
    esse ponto pertence d historia, nio pertence
    a partido, nem & religiio. Nao saj somen- -
    te os grandes escriptores cathclicos que, no|Undade, como arbitro, escolhido pelos po-
    intuito de mostrar a influencia benefica da tos, aceitos pelos mesmos reis, e,gracas ao
    religiao catholica, a defendem e ologiam ;' effeito civil que tinha entio a excommunhio,
    s3o os proprios escriptores protestantes, eg-jcahia o tyranno, sem ser preciso derramar-
    crintores de nota, de grande nome europeu se uma gota de sangUe.
    .....' Tao favoravel era mesmo ds cor6as o
    a Segundo o direito publico moderno,
    em caso de monarches tyrannos e perse,
    guidores da nagio, o proprio povo, que 6"
    parte, torna-se jaiz a arbitro, arma-se, der-
    roca o throno e afunda-o em tor rentes de
    sangue.
    < Segundo o direito publico da idade
    media, essas tremendas lutas entre os povos
    e os reis eram decididas pelo pai da chris
    0 supremo tribunal procedadebaixade ter-je nao esses outros que o nobre promotor'
    poder dos summos pontifices que muitos reis
    por boas razo.-s politicas, como de Affonso
    Henriques attesta o Sr. Alexandre Hercula-
    no, se faziam espontaneamente ftudalarios
    da santa se", e o papa eiercia em virtude do
    direito feudal o poder de suzerano, ampa-
    rando-os com sua alta influencia contra as
    injustas pretengoes dos vizinhos, percebendo
    um censo annual, etc.
    De mancira que nio se po le depois de
    ler estas paginas asseverar que o bispo do
    Pard quer restabecer^a politica da idado
    media. Nio, porque elle tem muita illus-
    tragao e conbece perfeitamente o espirito
    da igreja, de que 6" membro.
    De sorte que, era conclusao, senhores,
    os adversarios da igreja diziam que os bis-
    pos brasileiros eram ignorantes e os factos
    tem mostrado que nunca as cadeiras episco-
    paes forara occupadas por prelados mais ins-
    truidos : tanto sim, mas nio.
    Diziam os adversarios da igreja que os
    prelados eram fanalicos, e o fanatismo dos
    prelados consiste somente em nao curvar-se
    is ordens de um poder incompetenlc, em
    materia que e de sua jurisdicgao, imilando
    histo dsde Christo ate o ultimojdos inartyres.
    Diziam os adversarijs da igreja qua os
    prelados eram infensos i sobrama national ;
    entretanto, a cord a nao tem subditos mais
    leas de quo os nossos bispos.
    Diziam os adversarios da igreja que os
    prelados eram unsctiininosos e disse tam-
    bem ainda hoje com todo afan o nobre
    promotor da justiga que o Revm. bispo do
    Pard e um criminoso ; entretanto, senhores,
    a opiniao e a consciencia publics proclamam
    innot'rr.es. (Muito bem, muito bam ;
    applauses no an litorio.)
    0 Sr Preside.xte : Attengio. Nao
    sao admitlidos signaes de approvagao nem
    de reprovagio. 0 acto 6" muito solernno ;
    o auditorio deve estar silencioso.
    O Sr. Dr. I<'crrcira \ ianua
    (movimonto de attengio) :=Vossa Mages-
    tade Inperial nunca me fez graga, qu
    mais contentasse a minha alma, do que
    consentir que acompanhasse o anjo da igre-
    ja, preso, ate* o altar do sacriticio. Gragas
    rondo a Vossa Magestade por permittir que o
    advogado venha espontaneamente perante o
    primeiro tribunal do paiz defender, nio tan-
    to as leis atacadas e atropelladas-, mas prin-
    cipalmente a fe.
    Nio recebi poder, nem mandate, do pai
    espiritual da diocese do Grdo ParS. Se lhe
    fftra licito apresentar-se perante os juizes,
    se principio mais alto n3o lhe detivesse o
    direito sagrado da defeza, eu recusaria seme-
    lhante honra, porque seria muito pesada
    para minha consciencia ; faltar-me-hia, Se-
    nhor, farter-me-hia sem duvida a necessaria
    energi* para defender uma causa tao santa,
    teria medo de eipor direitos tao s?grados.
    Felizownte para a santa causa que venho
    defender perante Vossa Magestade Imperial,
    o-nobre promotor da justiga recordou, se-
    nio recitos1, acgdeo e factos do fanatismo
    mais cruel que conhego, qual e o do poder
    quando pretende suffocar a consciencia hu-
    mane.
    Sim; os reis de Portugal, de cujos direi-
    tos ads nio son os defensores, nem de cujas-
    tradigoes podemos ser representantes, por
    que aliberdade dictou outros principios e
    consagcou outros dogmas, nao se contenta-
    ram, dominados por ministros iir.pios, com
    levantar patibulos para sacrificar os ber6es
    que se-oppunham a seus excessos ; n5o so
    contentaram com ver correr pelos degrdos
    do cadafalso o sangue dos iunocentes ; fo-
    rara a 14m, como disse o nobre promotor da
    justica ; entregaram ao carrasco a pastoral
    do bispo de Coimbra, o que quer dizer
    entregaram ao carrasco a consciencia e a
    fe I ( Muito berrt. )
    0 agente da justiga publica como que se
    encheu de satisfa;ao e iraprirmo calor e
    energia nas pa4avras, quando, lendo
    aquelle folheto sem nome no mundo littera
    rio, nem no historico, nos deu noticia de
    que foi essa pastoral laccrada, queimada
    nas pracas publicas, como tambem forara.
    queimados homens em eftigie e salpicaram-
    se com o ferrete da infaraia memorias illus-
    tres, quo hole representara na historia ver-
    dadeiro:; martyres. Este e o fanatismo do
    despotismo, do dospotismo daque les reis,
    porquer Senhor, o Vossa Magestade sabe
    melhor do qua ninguem, que a ambigio de
    do minsr as cousas deste mundo e mais
    apaixonada e forte, do que pdde ser a am-
    big3o doce, que veio do poder divino, de
    Nosso Senhor Jesus Cbristo, e que tem por
    miss&o dirigir as consciences d felicidade
    eterna. Eu nao tenho medo daquelles que
    empregam a palavra, que ensinara a santis-
    sima doutrina do Martyr do Galvario, da-
    quelles que nfio teem annas, nao teem sol-
    dados, nao teem dinheiro nem outros
    meios para opprirair e corroraper; tenho
    medo sim, dos reis que podem tudo isto
    fazer, nio so* para atormentar o corpo.
    como ati violeutarem, opprimirem a
    consciencia (Vivos apoiados ; muito bem.)
    0 Sr. Presibente :Attengao 1 0 pu-
    blico nao p6de dar siguaes do approvagao
    nem dereprovagao.
    0 Sr. Dr. Ferreira Vianwa :Vossj Ma-|
    gestade Imperial sabe quantos testemunhos
    nos dd a historia desses excesses de usurpa-
    gao, de unificagao', de prepotencia do poder.
    civil quando elle nao se quer contentar
    com as cousas palpaveis e terrestres, e ou
    sa vir dar leis, easinar doutrina d conscien-
    cia dos homens.
    Vossa Magestade, que assenta o scu po-
    der e a sua autoridade em um grande fac-
    to, que gerou um grande direito, a revolu-
    gio da liberdade gerando'a constituig5o po-
    litica, nao pdde aceitar, nem mesmo con-
    sentir que o nobre agente da justiga figure
    a nossa geracao como herdeira e successo-
    ra de poderes que cahiram, perdeira e
    sucoessora de tradigoes odiosas. Nio, Senhor;
    a constituigio -politica do imperio, este titulo
    de eraancipagao dos povos, collocou os reis
    na sua verdadeira posigio, deu lhes influen-
    cia limitada e benefica : e Vossa Magestade,
    mais do que ninguem, sabe conter-se e li-
    mitar-se dentro da esphera da sua jurisdic-
    gao e poder.
    A igreja brasileira, Senhor, como a que-
    rem chamar, nio est.i sujeita, nio p6de es-
    tar a essa legislagao absoleta, a essa legisla-
    gio que 6" o resquicio e vestigio do despo
    tismo antigo, assim como a nossa canscien-
    cia, que tem o sen titulo de emancipagao
    em um dos artigos mais brilhantes da lei
    do estado, que nao consente que ninguem
    possa ser perseguido, nem maltratado, pe-
    los seus principios religiosos; esta igreja,
    digo, tem outras condigOes, rege-se por ou-
    tras leis Foi inteiramente deslocada, por-
    tanto, a questao pelo nobre promotor da
    justiga.
    Vou tbmar uma proposigao de S. i^c.
    e sobre el!?, tal c a sua extonsao, ftei do
    basear todo o discurso em defeza, nio do
    bispi, masd'S leis. Hei de con veneer a
    Vossa M badoria e da sua isengio, pOrque acima
    de t >das essas suppos'as coherencias, as
    quaes nio sao sonao prevengo s que insi-
    nuam a parcialidade no espirito dos julga-
    dores, estd a verdade quo ha de se fazer,
    como a luz. plena, plenissima.
    K" uraa luta antiquissima aquella dos
    pbilosopbos tentando explicar a uniuo da
    alma com o corpo ; fac.o que constitue a
    vida na dualidade, dando unidade ao
    ser, mas que se nio pode facilmente com-
    preheuder. A igreja ndo estd no corpo do
    estado, se o nobre promotor da justiga a to-
    ma no sentido de corpo mystico, uo sentido
    unico em que pdde ser tomada, e nao pelas
    pedras, pelas torres, pelos sinus e pelos ob-
    jectos mnteriaes de que e construida.
    Se a igreja estivesse no estado, ella occa-
    paria um terntorio, e vds sabeis que entao
    dar-se-hia o conflicto -duas jurisdicgoes in-
    dependents, duas soberanias uo mesmo
    ten itorio. Mas a questao u outra : o terri-
    torio da igreja e a consciencia, e o espirito ;
    e o territorio do estado e este que esta visi-
    vel aos ulhos, aos sentidos.
    Senhor I o corpo e" sem duvida alguma o
    tcmplo do espirito, assim como o espirito
    e o sautuario de Deus. Nao se pdde duvi-
    dar que a religiio no seu culto prcciia de
    objectos materiae9, que a vida mesmo do
    homera estd dentro do seu corpo ; mas o
    que tambem n3o se pode contestar e qu'e a
    vida do espirito e uma vida iateirameute
    independente nos seus futuros destinos da
    materia oeis o motivo porque as nossns leis,
    o co ligo criminal consideram crime contes-
    tar a existencia de Deus e a immortalidade
    da alma.
    Negal-o, Seubor, e contestar o que T Os
    dous gran les poderes no doininiu do espi-
    ritoDeus, que e o creador ; e a alma,
    que e a creatura. 0 corpo e vestlmenta
    transitoria, como dizia o honrado Sr. sena-
    dor que me preeedeu neati tribuna. Os
    estados desapparecem e com elles os bo-
    mens, mas o prineipio moral, intelligen-
    te, este que dd a responsabilidade e consti-
    tue a gloria da|vida de cada individou e de
    cada povo, nao desepparece, e immortal :
    estd-lhe promettida a eternidade.
    Daqui sahem as questoes de crenga. Eu
    n8o contesto a crenga de ninguettv, nem
    quero disputar theologia. Resero-me a
    mira o direito de ser e manter-rae catholico
    tal qual sou e tal qual roe ensinaram con-
    fesses-me.
    Se a igreja se eontivesso no estado como
    parte, tal e a doutrina arriscada do agente
    da justiga, o quo aconteceria, Sennor ?
    Que o que e indivisivel se tornaria divisi-
    vel, o que e o universal se torn aria locfi-1
    ou provincial ; teriamos uma igreja em ca-
    da estado.
    0 caracter da igreja catholica, e exacta-
    mente nao' ter nada da provincial, 6 ser
    universal, 6 romper as fronleiras que divi.
    dem os povos, os limitos que os separam,
    as differeugas de ragas, Isaguas, de sorte,
    S-nh ir, que a igreja catholica realise- prati-
    camente unico poder que o consegue neste
    mundo, a grande idea de sermos todos fi-
    Ibos de um so pai, de devermos cbegar ao
    mesmo destino ; de sorte que na cidade
    eterna de Roma, quando se reur.em os
    ooncilios ecumenicosj. alii se fa Ham todas
    as linguas, se representam todas as nancies,
    estao todos os costumes, estd represeutado
    o poente como o orienle.
    Como, pois, o nobre agante da justiga
    publica pode susteotar a sua doutrina de
    que a igreja estd no Estado? A igreja, se-
    nhor, existe no Estado quando tomada no
    sentido material, mas entao. Bio e esse corpo
    mystico, nao e essa doutrina, essa autorida-
    de que foi recebida das roios de Jesus
    Christo corn o Novo Teslamento.
    Senhor, vou-me collocar no pontcque
    constitue o unico objecto do meu discurso e
    provar atii onde poder cbegar a minha ra-
    zao e a interpretagao das leisfeitas pelas
    autoridades competentes, que ao veneravel
    bispo do Grao-Pard nao pode ser applicada
    pena alguma c muito menos a do art. 06 do
    codigo penal. Vossa Magestade tenba para
    commigo toda a benevolencia durante esta
    demonstragfio, joe e antes do horaem da
    lei, que a cstuda e a deseja ver applicada
    pela autoridade suprema da judicatura, do
    que o grito da consciencia attribulada no
    meio das pers9guigoes por que passa.a fe ca-
    tholica. *
    0> ministro do imperio (note bem Vossa
    Magestade) oxpedio um aviso para o agen-
    te da justiga no superior tribunal promo-
    ver a accusagao contra o preclaro e venera-
    vel bispo do Grao-Pard, pelo facto (diz o
    aviso) de n3o cumprir a decisao tomada
    pelo conselho de Estado, dando provimento
    ao recurso interposto pelas Lrraandades e
    confrarus da cidade de Belem.: eis o facto.
    0 ministro, chefe do honrado agente da
    justiga publica, so encontrou ura facto, exac-
    tamente uao podia haver dous : era cum-
    prir ou nao cumprir ; o seu agente encon-
    trou cinco factos e pedio contra o bispo as
    penas de cinco artigos do codigo e todas no
    grao maximo, porque o representante da
    justiga nio achou no procedimento da incly-
    to bispo senao motivos de aggravagSo I
    Nao fago injustiga ao nobre accusador
    estranhando que encontrasse cinco capitu-
    lagoes para o facto de que resa o officio do
    seu superior. E' verdade que na denuncia,
    se jtal nome pode ter semelhaute pega,
    que nem define o delicto, nem dd as razoes
    delle, em quo tudo e vago, vacillante e ir-
    resaluto, de modo que pareei que o re-|^
    presentante da justiga estava espreitando o
    pronunciamento das paixoes do dia (sensa-
    gdo) e nao tinha a coragem de apresentar a
    accusagio nos termos regulares ; este e o
    facto, omo demoQstrarci; e verdade quo o
    nobre represon tanto da justiga figura na sua
    denuncia alternativas : ou e o art. 96, ou e
    o art. 86, ou e o art. 81, ou e o art. 129,
    ou e o art. 142 1 Mas estas alternativas o
    que querem dizer ? Ou que um facto so,
    desde que e praticado por um bispo, pode
    multiplicar-se e tomar todas as fdrmas
    do codigo ; ou entao que o nobre represen-
    tante da justiga uao sabia, nio sabe ainda
    qual e" o artigo do codigo que deve ser ap-
    plicado ao facto por que 6" accusado o illus-
    tre bispo. (Muito bem.)
    Senhor I a justiga humana tem suas des-
    vantagens, 4 verdade; basta ser limitada e
    o juiz nio poder, como Deus penetrar no
    fundo das consoiencias ; inas a justiga hu-
    mana tem regras pelas quaes se rege. En-
    tretauto o nobre accusador, como se vio de
    seu discurso, teve a pretengio de constituir
    este tribunal em um tribunal politico, que
    viesso julgar os bispos para salvar o poder
    civil, para salvar a ordem publica, e nio
    para applicar rigorosutaonte a lei ao facto,
    Eu, como represnUnte da defeza, venho
    exigir do mais elevado reprewntante da jus-
    tica que, superior a todas as prevenofcs,
    querendo sdmente fazer justica, olbe para Of
    factos, attenda para a delinigio delles e lhes
    applique a lei com os olhos cages, a* tanto
    e preciso, com relagao a urn bispo como o
    do Grao-Pard. (Muito bem.) Nio basta,
    Vossa Magestade betn o sabe, accuser; o pri-
    meiro dever do accusador 4 provar a sua
    accusagio, enumerar os factos e saber
    aproximal-os do direito.
    Na denuncia ha duas accasagoes: a 1.*
    e de caracter geral, comprrbendendo cia-
    co artigos do codigo ; a 2." e de caracter
    particular, comprenhendo sdmente tres.
    Senhor I Vossa Magestadt eomprebende
    que se o Sr. bispo se quizesse defender ou
    o podesse fazer, qual nio seria a sua difficul
    dade, o seu embarago. Elle alias que e,
    sem cootestagio, uma estrella de intelligen-
    cia e de virtudes, que alaga este tribunal
    com sua resplanJecente luz (muito bem),
    que embarago nao teria ? Alguem se po-
    de defender de uma accusagio vaga ? t.
    p&rmittido em um tribunal de justica accu-
    sar-se o cidadio, seja elle bispo ou nio, ua
    cidadio de qualquer condigio ou estado, de
    differentes crimes por um sd facto?
    Senhor I isto e uma accusagio por tenU
    tiva, e uma exploragao, e um meio de ficai
    bem com jtodas as opioides; e faltar ao pri-
    meiro dever daquelle que represents a jus-
    tiga que deve fazer appbeagio exacte da let
    aos factos ; e desgarantir e expOr a todos os
    perigos o proprio accusado, que tem o di-
    reito de interrogar o agente da lei: Por-
    que me accusais em tan tos artigos do co-
    digo ? porque nio lixais esta accusagio, que
    e movediga, que eu nio poss-a apprebender,
    nem eu, nem os advogados ? Mas, Se-
    nbor, o reverend.) bispo nio se defends :
    eu venho defender a lei.
    0 nobre agente da justiga pub'ica, sem
    duvida alguma Vossa Magestade deve tec
    recenhecido, foi muito severo, preveaido
    para com o anjo da diocese do Pare.
    A natureza infringio ao c imo a palli-
    dez do temor e o rubor da vergoobe. Os
    mdus preferem as trevas, se sio sorprestdi-
    dos tremem accusados negam, tortarados
    nao confessam ou fazem no na ultima e\
    tremidade ; emfira, eondemnados deeespe-
    ram-se, e imputam ao destino ou i see es-
    trella o que pertence ao- furor de sue pei-
    x^o ; tanta d a repugnancia de se recenhe-
    cerem autores- do mal que confessam. 0>
    cbristaos assim nao procede n. So se arre-
    pendera ese envergoahain de nio terem-oo-
    sido sempre. Se como tal osdenunciam
    teem nisso gleria ; se os aceusem nio se de-
    fendem ; interrogados confessam em altee
    vozes a sua fe, eondemnados rendem graces-.
    Estranha sorte do crime, quo nio tem nen-
    hum dos seus caracteres, nora temor, nem
    vexame, nem disfarces, nem anependi nen-
    tos, nem magoas I Que crime de que ojpre
    tendido culpado se regosija, euja eecusagao
    faz o objecto de sens votos e o- castigo a sua
    felicidade I'
    0 nobre agente da justice- peMica teve
    no seu rosto tragos mais gracioeos, em sues
    palavras molulacoes mais raaviosas, em
    seus gestos signaes de affectuosidede, para
    com aquelle que aqui entrou ooea as maos
    tintas de sangue t (Seosagio.)
    Diz o art.-86 (e a primeira parte da de-
    nuneia, a parte geral,' : Obstar ou impe
    dir de qualquer miuaeira o ellaito das deter
    miaagoes des poderes rooderador e executi-
    vo que forem conforme d constituicio e is
    leis : prisao com trabclho de 2 a 6 aunos.
    On enfdoeoart. 86, que se ioscreve
    contra a constituigio e forma de governo
    Tentar directamente e por factos destruir
    algum ou alguns artigos da constituicio :
    prisao com trabalho de 3 a 12 annos ; e se
    se consumnur o fdelicto, de 20 annos ne
    maximo, 12.no medio e 6 nominimo. a
    Qa entao oart. 81, que se inscreve con-
    tra a existencia politica do imperio: He
    conhecer, o que for cidadao brasileiro, su-
    perior, fdra do imperio, prestando-lbe efl'ec-
    tiva obediencia : prisio simples ^de 4 a 16
    mezes.
    Ou entao. (riso) oart. 142, que se ins-
    creveexcessos o abusos de autoridada,
    sob o titulo de crimes, contra a ordem e ad-
    ministragao publica : Expedir ordsra ou
    fazer reqaisigio illegalpena de perda do
    emprego no grdo maximo, de suspensio poi
    tres annos no medio ejpor um auno no mi-
    nimo.
    Ou entao.... Hilaridade.)
    OSr. Presidente :Attengio! .silencio I
    0 S.v. Dr. EerrIRa Vianna.: ... o an
    129 1.' e 7.na parte final, pravancariio
    Serao julgados prevaricadi res os empre
    gados publicos quo, por affeigio, odio ou
    contemplagio, ou para promover interesst-
    pessoal seu : 1." julgaretn ou procederom
    contra disposigio literal de lei... 7.' par-
    te final: Sea prevaricagio consistir em
    impor pena contra literal disposigio de lei
    e ocondemnado a s il'rer, impur-se-ha a
    mesma pena ao empregado publico; no
    caso, porera, de que o condemnado nio te-
    nba solTrido a pena, impor-se-ha ao erapre-
    gado publico a que esliver desigoada para a
    tentativa de crime sobre que tiver recahidc
    a condemnagio.
    E' extraordinario que o ioclyto bispo de
    Grao-Pard, ficando na posigio passive,, to-
    mada e coofes^ada por elle na sua resposta .
    tivesse incorrido, na opiniio do doutissimo
    agente da justiga em tres delictos de nature-
    za muito diversa, e aos quaes oio se pode,
    em hypothese alguma, applicar indisUncte,
    nem cumulativaroente, o mesmo facto.
    Senhor f o nosso codigo na divisao, uo
    methodo que observou, veio daentidade
    collectiva, da sabedoria da nagio, ate ao ia-
    dividuo e assim classificou os delictosde-
    lictos contra a existencia da nagio ; delictos
    contra a constituigio politica do imperio,
    que 6 a lei organica do Estado, e a lei de
    vida ; delictos contra o chefe e primeiro re-
    presentante da nagio; contra o exercicio dos
    poderes politicos ; assup delictos em relagij
    a excessos e abusos de autoridade, e final-
    mente delictos contra a existencia dos indivi-
    duos, da propriedade, da honra, de pes-
    soa.
    Ora, os delictos que interessam a enti-
    dade abstracta e colloctiva, Estado, sio de
    natureza politica, e os meios, os recursos
    de que se servem os criminosos differem,
    jd em sua origem, jd mesmo pelo ea ca-
    racter moral, dos meios, das coudigoes dos
    delictos particulares. A' luz desta divisio 4
    qua nds deve.nos estudar a denuncia, o li-
    bello, a pronuncia o o acto do governo.
    Irei por exclusio de psrtes: trauroi em
    ultimo lugar do art. 96, porque e" aquelle a
    que ficou afinal reduzida a pronuncia.
    { CoHtinuar-sc-Aa. J

    '



    KYP. DO DIAKiO. -KUA DUUUK Ufc. t AXU


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