Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19335


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Full Text
AIVJVO L. NIMERO 156
i
fT ^ ******** ** wa fwiie
^orienditosidiNQ........*......... ***
for uminqoidem. ..............' ,*w>0
Cad* ounaro a rulso
.
.
14*000
98M
SEGl'NDA FEIM 13 DE JULHO DE 1874
1
For tu ,. .^?A WSNTBeiS FOR A DA I'ROYIXCI*.
ror tret saxes adiantados........
for Mis dito$ idem
For note ditos idem
Um Mi anno idem.
<9TM
PR0PR1EDADE DE MANOEL FICUE1R0A DE FAR1A A FILHOS.
r..tordoAntomoAlTe,4Fimo.fnoPWi;6ondTe.dPinto, noMaranhlo; Joaquim Jo* de Ouveir. d Klbo, no Cemrf: Antonfcde Lao*- Bram do Assess. Jm u -.
Iwaira d'Almeid., em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, ****** *""* ; ^ "^ ** Cht' no *"* ^^ "V- <* Natal
-
*


M Parabyba ; iotas*) Jose Gomea, na Villa da Ien4a; Beraino dot Surtoa Bulcio,
Antonio Ferreira de Aguiar.em Gojanna; Joio Antonio Maebaeo, no Pilar daa Alagoai; Aivea <* C.na Bahia
Jose" Justin
Santo Antlo ; Domingoi Jose da Coata Braga, am Baxaretht
I A. Xavier Leite A C no Rio Janeiro-
rcsraucM! fofulai;
edlcfna domestic a tapefe para que possa por si mesmo levantar-se,
capitvlo !i. cahir e tornar a erguer-se.
Dos cuidados que careee a crianca ao nascer. A man,-a, por natureza mobil e nervosa, assus-
Em feral deve acabar a araamenta$ao quando la-se faeilmeata pela mais pequena cousa. Deve-
a crianca digere Pimentos solidot; e isso vulgar- e, pois, habitua-la insensivelmente a supportar a
meate depois da erupcao dos seas'* primeiros viote' presenca de todos os objectos qae a poderiara im-
denies. A desmamacao repentiaa 6 nociva a ama pressionar fortemente. A ama ao priocipio apro-
a a crianca ; deve-se proceder aella gwdualmen- j ximarseha delle so, e tocar Ihe ha para Ihe ids
ee e de um modo iosensivel. Dimraue-se progres- pirar confianca. Convem igaslmente nao a deixar
sivamente a amamentacao ate que a crianca ma- j -u n'uma obscaridade profuada, para qae se nao
me unia so vez pur dia. Em seguida da-se-lbe^ssuste ; e preciso tambem uma justa desconfiau-
o seio unicameote de dou* ein dous, ou de tres. fa de tudo quanto p-ossa ser-lhe prejudicial, como
urn tres dias, ale que Ih'o facara esquecer comple- |o fogo, a agua, os preeipicios, eertos animaes, ete.
laments ; mas deve haver o cuidado de aagmen- Semelhaote ao papagaio, a crianca imita tudo
lar ao mesmo tempo, iu mesma proporcao, os aii- quanto ve. E' preciso, pois, haver cantela, a nlo
mentis qae devem sapprir o leiie.
Convem entrettr a liberdade das evacuates e
das ariuas na crianca de mama ; i uma precau
dizr ou fazer diante delta senao o que for conve
niente. Deve recusar-selhe tado quanto Ihe pos-
sa ser prejudichl : nao ter flrmeza nessas occa-
7*w indispensavel, sobretudo darante a crise da sides 6 preitar-lhe um mao servigo.
danticao. Se o mecmio (ferrado) corre dillicil- A crianca no bergo e uma especie de cera mol-
meate, farorete se-llie a sabida dando a crianca Ie, da qual se faz tudo quanto se qucfr ; 6 preciso,
algumas colheres de agua com assucar cu com pois, aproveitar a idade tenra para Ihe fazer to-
mal, ou entao urn pouco de oleo de amendoas mar ama boa direccio e prevenir propensSes que
doces com xarope de chicorea. Estes evscuantes mais tarde se nao poderiara conbater.
(igeiros, convena>ainda quando as criangas sentem | capitclo hi.
colicas era conaequencia de uma constipacao mais Dos recemnascidos.
ou menos teimosa. Asphyxia.A crianga poJe vir ao raundo palli-
E' muito conveniente lavar a cri?nca da cabega da, sem cor ou entao roxeada ; as carnes sao mol-
ate os p6s com uma esponja moloada em azua
moraa, a qual se junta am poaco de vinho oa in-
I'asio aromaiica. Muitos aotores recommendam o
nso de banhos Trios, mas nos repatamos isso um
perigo para a crianga que acaba de nascer, sobre-
tudo se e fraca e debit.
nS'i se Ihe oavem as
cordao umbilical, nao
les, os raembros flexiTeis,
palsagoes do coracao e do
respira, e parece morto.
Por motivo grave qae seja esse estado, 6 preci
so administrar logo os seguintes soccorros ; evitar
de cortar o cordao, e de Ihe dar algum pnxao.
As (ricoSes sa>> muito vantajoias para a crianga, Deita-se a crianga de lado, tendo o cuidado de
e quando ae qneira apreciar o sea effeito, basta the levantar a cabe;a expondo 'o rosto ao ar, em
tiassar Ihe ligeiramente a mao pelas costas, quan- quanto as outras partes do corpo se embrulharao
do esta despida, e ve-la-ha.) e3tender-se, e ate em cobertores.
mesmo 9orrir. Esta genero de movimenlo des-1 Examinar se-lhe ha a bocca e a9 ventas para
perta a sensibilidade da pelle, e restabeiece o equi- j ver nao hajam mucosidades oa gramos de sangue
librio em toia a economia animal. qae obstera a que o ar entre nos p ulmoes ; nesse
A mao so, o linho, a flanella fria oa quente, a caso iotroduz selhe o dedo na bocca ou um bo-
escova, sio estes os instrumentos mais proprlos cado de panm, e despegi-se tado quanto possa
para praticar as fricgoes. Devem ellas ser feiias oppor-se a entrada do ar.
pala manha n'nm quarto ondo reine nmatempe-i Era seguida introduzir-se-ha brandamente al-
ratura suave, e sao sobretudo uteis nas estagoes gam ar pela bocca e polo nariz ; friccionara-se-
chuvosas, e nos cliraas naturalmente huraidos. | Ihe as costas e as plantas dos pes com ama esco-
0 somno & muito salatar ao recem-nascido ; va macia; as outras partes do corpo serao esfre-
mas a medida qae eHe cresce e se desenvoive, tern gadas com pannos quentes imbebidos em vinho ;
menos precisio de dormir. Ura exercicio mode-1 compnmir-^-bao brandamente o ;ordao umbrli-
rado e proporcionado as suas forgas, ontribue; cal, o peito e o ventre, admiaistrar-se-ha ura pe-
mui:o para o tornar mais robusto. E' preciso ] qaeno crystal de agua morna com um pouco de
deixa-lo fazer os primeiros exercicios sobre um I vinagre. I
I Se estes meios forem insuOiciente*, mergolha-
se a crianca ate os sovacos n'um banho de agua
morna, a qual se juntara vinho.
tonJ6m inslstir muito tempo sobre estes meios,
*BPaB**ndo-o3 de imervallo era intervallo, e va
nando-os de todos os modos.
Da apoplexia dos recem-nascidos.Se a crian-
ca permanece iraraovel, sem dar signaes de vida,
com as faces negras, lividas e inchadas, a pelle
colondi e o peito engorgitado de sangae, e neces-
sariooortar immediatamente o cordao umbilical
para deixar correr o sangae e applicar ama ou
duas swguesugas traz das orelhas. se a sangria
do cordao nao for copiosa.
Mergulba-se a crianga n'um banho de agua mor-
na teraperaJa com algum liqaido exeitanle, tal co-
rao o vinho. Emquanto esta no banho esfregam-
se-Ihe as costas com pannos quentes.
ConvulsSea das eriangas. As convnlsoes sao
sempre urn symptoma o dependem da irriUcao de
uma parte qualquer do systema nervoso. Hani
festam-se de preferencia nas criancas caia eabega
e volaawsa, a intelligencia precoce, o olhar vivo
a pnyajonomia mobil; mas que dormem pouco e
acordim repentinamente pelo meio da noite, as-
susjadas e soltaodo gritos,- e nas que darante o
dia estreraecera aomenor roido, e cajas faces em-
pallidecem ou seruborisamalternativamente, mui-
tas vezes darante o dia.
Ne9sas criancas basta ama indigestao, a fome,
alguus yermes nat vias digestivas, raaterias fecaes
eadurecidas, ama ligeira irritacao na estomago e
nos intestines, e o desenvolvimento dos denies,
para occasionar as convulsoes.
Basta um banho maitas vezes para acalmar es-
ses accidentes, e convem tambem applicar duas
sanguesugas atraz das orelhas. Se o ventre esta
doloroso, duro, sensivel, o que se conhece pelos tre-
jeitos da crianca quando o apalpam, e necessario
applicar-lhe tres oa qaatro sanguesugas, e por em
seguida uma cataplasma. Pode se tambem faze-
la tornar um grao de calomelaoos.
Ha algumas indicag5cs que merecem ama at-
tengao especial. Se a materia negia e viscoia
que sa chama ferrado nao for evacuada no fim de
oito ou dez boras, faz-se-lhe tomar no espaco de
qoairo ou cinco boras, uma ooca de xarope de
chicorea que se desfaz n'uma ponca de agua E'
preciso tambem ter cuidado em ihe nao dar leite
nas pnmeiras vinte e quatro boras da vida ; far-
se-lhe-ha beber duranle esse tempo, agua, na qual
se deitara ura pouco de assucar oa de mel.
(Ctntinuarseha.)
fraoJJiWtas segundo a, regras aAante estabeleeidas: os infract1>reS
^Wiados em 10*0)0, e obngados a demolir, a obra que exce-
derpaHoa d* frente priaciual, a sua easa.
*>l| I"8** I" hoaverem de edificar nas raas prin
_p.?!L?est* V1,la e PowaoSea do mamcipio, terio as seguintes di-
PARTE OFHCIAL
Governo da Provincia.
I.EI N. 1,151.
0 bacharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e
presidente da Provincia de Pernambuco.
Fago saber a todos os seus habitantes que a assemblea legislativa
provincia!, sob proposta da camara municipal da villa de Tacaraiii,
decretou as seguintes posturas addicionaes :
Art. 1." Os agricultores da villa de Tacaratii, Gamelleira, Bal-
thazar, Sacco, bem como os creadores ate a distancia de tres leguas
da sededesta-villa, Beam obrigados a fazer travessdes nos lugares
pre[uiz6 das pessea3 e dos animaes : os infractores soffrerao a multa
ae of, sendo obrigados os senhores por seas escravos.
Art. 3. Ningoem podera crear porcos soltos nas povoacoes do
mumcipjo os infractores soffrerae a multa de 4. E aquellas
a que nao for achado dono, serao poslos pelo flscal a disposicao da aa-
tondade_ competente, perante quem o procurador promovera a ar-
racadacao da multa.
Art. 4. Ningaem podera ter caes soltos dtntro da villa e po-
voac^es do mumcipio, salvo trazendo mordagas ; os infractores
sotirerao a multa de %/>.
Art. 5." Ningaem podera lancar nas proximidades das fontes
dagua potavel ou nos pogos animaes rnortos oa qualjuer immundi-
cia que possa alterar a pureza das aguas; 03 infractores soffrerao
a mulia de5,S
Art. 6.' Ninguem podera derrubar mattos, abrir vallados nem
fazer quesquer construcfoes nas adiacencias da fonte d'agua potavel
dei mados pela camara, dando principio ate o L* de marco'vin- destav'.lla/anm denao'diralnuTr o'volome dasVraas,"nBin"impedir
os infractores sotirerao a multa de 10^
forem
douro, sob pena : aos agricultores de '54 de multa e aos crfadores o livre curso das mesmas
de 10, por cada mez que deixarem de concorrer proporcionalmente e oito dias de prisae.
para o servigo, ate que se trade dims travessdes. Art. 7. Os aniraaes c, t ruas
fora
estes,
u. *-"*"
Art. 8." Ninguem podera estabelecer cortumes e salgadeiras
dentro desta villa e povoagoes deste municipio, sim nos lugares de-
c o duplo na reincideneia.
Art. 3. Ficam revogadas a3 disposigiies em contrario.
Nando, portanto, a todas as auloridades a quem o conhecimento
e execugao da presente resolugio pertenccr, que a cumpram e fagam
cumprir tao inleirampntc como nella se contem.
0 secretario da presideocia desta provincia a faca imprimir,
piiblicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 12 de iunho de 1874,
53. da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Liicen i.
Sellada e publicada a pre?ente resolucio nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 12 dejunhode 1874.
0 secretario,
Juao Dimz Ribeiro da Ctmha.
/ LEI N. 1,152.
0 bacharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juis de direito e
presidente da provincia de Pernambuco.
Faco saber a todos os seus habitantes que a assemblea legislati-
va provincial, sob proposta da camara municipal da villa de Bezer-
ros, decretou as seguiotes posturas addicionaes :
Art. 1." Na freguezia de Gravata. a divisao entre os u-rrenos do
plantagoes e os de creagao principiara da serra denomiaada-Bura-
coe seguira pela do Juca, Embira d'Agua, a encontrar no traves-
sao que vem da Quisinga, e por este coniinuaraate o fim da fregue-
zia, fican lo o lado do sul para plantacoes, e o do norte para criagSo.
Art. 2. A obrigagao de que trata o art. 65 da lei n. 1,131 de 30
de abril do corrente anno, e nnicameote extensiva a divisao com-
prehendida no art. 66 da predita lei, correndo esta obrigagao aos
proprietaries por onde passar a linha divisoria.
Nas outra3 divisoes de qae tratam o art. 64 da mesma lei e o
art. l. da presente lei, terio somente dita obrigagSo os plantadores
que fizerem rogados annexos a linha divisoria.
Revogadas as disposicoes em contrario.
Ifando, portanto, a todas as autoridades a qnem o conhecimento
e execufio da presente resolucao pertencer, (jue a cumpram e fa-
^am cumprir tao inteiramente como nella se contem.
0. secretario da presidencia desta provincia a faga imprimir,
publrcar e correr.
Palacio da presidency de Pernambuco, 12 de juntn de 1874.
53." da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Perlhmbuco, aos 12 de junho de 18/4.
0 secretario,
iJodo Diniz Ribeiro da Cunha.
LEI N. 1,153
0 bacharel Henrique Pereira de Lucena, comnundador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direite e
presidente da provincia de Pernarabaeo.
Fago saber a todos os seus habitantes qae a assemblea legislati-
va provincial, sob proposta da camara municipal da villa de P-nel-
;'a*. decretou as seguintes posturas :
Titulo I
Salubride publica.
Art. I.* Os enterramentos serao feitos nos cemiterios, e em
quanto nao existirera, devem ser feitos nos lugares de3ignados pela
camara municipal de acordo com a principal autoridade ecclesias-
tica domunicipio ; os infractores soffrerao a multa de 4 j e 4 dias
de pnsao.e estas penas serao applicadas tanto aos encarregadoi dos
enterramentos como aos que se preslarem a dar sepultura a cada-
veres era qualquor outro lugar.
Art. 2. Os enterramentos serao feitos das seis horas da manha
ate as seis da tirde ; os infractor3 soffrerao a multa de 5/.
Art. 3 As sepulturas oecupadas nao se abrirao senao decor-
ridos doze mezes, e antes deste pease somente por ordem das auto-
ridades pohciaes, e sendo sepulturas oecupadas por cadaveres de
pessoas que hajam sueenmbido a qualquer epidemia, ou affecgao
coutagiosa, so poderao ser aberlos doeorridos dezoito mezes; os in-
fractores serao multados em 5J.
Art. 4." Os cemiterios deverao ser mnrados e collocados a al-
guraa distancia d> villa e povoag5es do municipio. nos lugares de-
sigaados pela camara, conforme o art. !. deste titulo.
T7to II
Dos diffarentes objectos qae incommoiam a populacao.
Art. 1. Ninguem podera tomar banhos, lavar roupa e animaes
nas fuies d'agua potavel; os infractores soffrerao a multa dd of,
setido obrigados os senhores por tons escravos.
Art. 2.* Ninguem podera pescar CuUi iiagui de qualjuer quali-
aaae ipe seja, com rede oa larrafi aos po;o3, tarvando as agaas era
r
signados pelos respectivos fiscaes ; os infractorej soffrerao" a multa
de 5^.
Art. 9. Os proprietaries de machinas de descarogar alcodao
serao obrigados a remover para lora desta villa as carrogas do al-
godao que descarocarem para serem depositadas nos lugares desig-
nados pela camara ; os infractores serao multados em 10/.
ii Art- *- Nin*nem podera estabelecer nas raas principaes desta
villa tendas de caldeireiros, ferreiros e outras da mesma natureza ;
os infractores soffrerao a multa1 de 10/.
Art. 11. Ninguem podera vender polvora nesta villa e povoagoe3
do municipio, senao em casas para isso apropriadas e situadas fora
eipvaco,iS : s infractores scfTrerao a multa de 20/000.
rZ' .Flcam Prohibidos todos os jogos de paradas de qual-
quer qualidade e denorainagao que sejam : 03 infractores soffrerao a
multa de 20/000 e 8 dias de prisao.
Titulo 111.
Do a?seio e regularid.-,de do matadouro, acougues e tavernas.
Art, 1." Ninguem podera estabelecer acougues senao nos luga-
res designaios pela camara municipal : os infractores pagarao a
multa de 8/000. c
Arf. 2. Todos os agougues se conservarao fechados desde as 6
Sor"tn^ e a as 6 da manna os infractores pagarao a multa
ae o/OO^.'
Art. 3. Ninguem podera matar rezes doentes nem cancadas e
corridas; as que forem dadas ao consurao deverao ter o descanco
de 24 horas : os infractores pagarao a multa de 8/000 ; e as rezes
encontradas neste qstado expostas ao consumo serao enterradas a
custa dos donos.
Art. 4" Os fiscaes serao obrigados a asiistir as matangas, nao
so para venficarem se as rezei mortas para o consumo estao no ca-
so do artigo antecedente, como para tomar uota dos ferros e signaes
bem assira do dia, mez e anno era que forara mortas e o nome de
quem as matou.
Art. 5." Os fiscaes visilarao mensalmente os agougues e taver-
na3 e nos dias que bem lhas parecer, para verificarem se existe nes-
tes estabeleciraentos o asseiq conveniente e exactidao dos pesos e me-
didas ; pela falsificagao dos pesos e medidas soffrerao os donos de
acougues e outros estabeleciraentos coraraerciaes a multa de 20/000
e 8 dias de pnsao,.sendo estas penas du^licadas na reincideneia. E
os expozerem a venda generos arruinados ou falsificados, alem da
perda desses generos quo serao destruidos pelos respectivo tlcaes,
sofTrerao a multa da 8/000.
Art. 6. A camara monicipal fornecera aos creadores e ma--
chantes curraes para serem guardadas as rezes destinadas ao cons
sumo, bem como todos os atensilios necessarios para os misteres dor
agougues.
Art. 7. A camara construira um matador publico, com as ne-
cessanas accommodagoes e asseio.
Titulo IV.
Da architecture, ediflcacao e aliohamento das casas.
Art. y A camara municipal tera nesta villa e em cada povoacSo
do municipio, um cordeador para indicar e marcar o alinhamento
dos predios que se houverem de edificar, e bera assim regular as
suas frentes na conformidade do piano adoptado pela camara : os
infractores do piano e posturas soffrerao a multa de 10/000, e a de-
moligao da obra sera feita a custa do dooo, se a isto se recusar. 0
cordeador tera 1/000 por cada cordsagao.
Art. 2. Ninguem padera edificar, reedificar e demolir qualquer
obra de alvenaria, de taipa ou madeira, que nao seja de conformida-
de com o piano adoptado pela camara e sem preceder licenga della,
quo sera dadagratuitameute : os infractores serSo multados em....
4/000.
Art. 3.' As licengas da camara para edificar, readifi:ar e de-
molir, qualquer obra, serao dadas no mes.-no requerimento, depois
que o cordeador der a sua cordeago, perfilimento e mais propor-
coes exigidas pelas posturas, ficando as licengas em poder dos pro-
prietaries depois de registradas oa camara.
Art. 4. Os ediOcios .. l* e acharem actualmanto fdra do ali-
nhamento recuarao quan iu forem rcediflcados na frente : os infra-
ctores incorrerao na pena do art. 1.* de*ie titulo.
Art. 5/ Tudo aquelle que liver na rua, maloriaes deposllado3
para qualquer obra, sera obrigado a deixar livre o trausito publico :
os infractores pagarao a multa de 5-/000.
Art. 6.* As raas que se abrirem nesta villa e povoacoes do mu-
nicipio, terao ao menos SOpalmos de largura e a3 travessas 30; todo
aquelle que edificar sem attengao do dispo3to do presente artigo,
sera multado em 10/000, e a obra demolida a sua eusta.
Art. 7. Os predios dos angalos das raas e irayessas, tera j suas
_ I*-' CMterreao de cada propriedade nao podera ter menos de
Mi BMmas de largura.
S !- As frentes das casas nao poderao ter menos de 16 palmos de
8 3 Ai portas exteriores n5) poJem ter menos de 12 palmos
de altura c 6 de largura, e as janellas 8 palmos de altura e 6 de lar-
gara.
8 4 Todas as soleiras dos edificios terao o raasmj nivella-
meato.
8 5.' As portas e janellas externas serao collocadas a mesma
distancia ama das outras : os infractores das dispoMcoes destes ar-
tigos soffrerao a multa de 10/000, alem de serem obrigados a demo-
lir a obra, a sna custa.
Art. Todas as casas qae se ediflearem on reedificarem terao
corniias: os infractores serao multados em 10/000, sendo a obra
demolida a sna custa.
Art. 10. A licenga para a constraccao de qualquer edifuio sera
reqaenda simultaneamente com. a cor'eagao e todos os preceitos sy-
raetneos: os infractores serao multados em 10/000.
Art. II Todas as casas arruadas serao guarnecidas de calgadas
de seu palmos; os proprietaries serio obrigados a concerlal-as sem-
Pre flue esltverem arruinada3: os infrictores serao multados em
Art 12. As calgadas ja existentes serao reguladas no nivela-
mento, pelo maior namero de casas qae hoover na rua, sendo 03
prcprietar.os obrigados a rebaixal-as ou eleval-as para one fiquera
iguaes, salvo nas roas em que por sua Irregularidade nao seja bio
poisivel: os infractores serio multados era 4/000 e a oDra feita a
sua easts
Art. 13 Os mnros edificados em frente das cuas terao a altura
da frente de ama casa terrea regular: os infractores serao mult .dos
em 10/000.
Art. 14. Todos os proprietaries serao obrigadoi a caiar as fren-
tes de saas casas e oitoes que estiverem para o lado dos beccos, uma
vez por anno : os infractores serao multados em 8/001.
Art. 15. Todos es qaincaes qne* deitara para os beccos serao eer-
cados com muro de pedra e cal oa cercasnativas, devendo ser os
primeiros caiados como as frentes das casas: os infractores nagarao
a multa de 10/0CO.
Titulo V.
Do commercio e da policia relatlva aos mercados e casas de ne-
gocios.
Art. !.? Ninguem podera dentro do municipio, abrir lotas, taver-
nas oa outro qualquer estabeleclmento sem licenga da camars pela
qual se pagara 2/000 para o cofre da municipalidade: os infractores
soffrerao a multa de 10/000.
Art. As feiras serao creadas nos lugares designados pela
camara, devendo haver entre ellas a distancia de tres leguas, umas
das outras : os Infraclorjs serao maltadas em 2OJ00O e oito dias
de prisao.
Art. 3.* Ficam prohibits as feiras em dia de domingo : os
intractores. pagarao a multa de 20/000 e soffrerao oito dias de
prisao.
Art. 4.* 03 animaes qua contuziren os generos para as feiras
depois de descarragados serao levados para fora do largo della?,
sob pena de pagarera os donos a multa de 2/000.
Art. 5> Ficam prohibidos os atravessadores e correctores do
farinha, legumes e todos os generos allmenticios que vierera ao
mercado publico de. res serao pultados em 6/000 e soffrerao vinte e quatro horas de
ansio So poderao eomprar.ganeros para serem revendidos depois
de quatro noris aa ui aa ciu aiaut. ~
Art. 6. Todos os que venderera generos ou fazendas de qual-
quer natureza que sejam serao obrigados a ter todas as medidas e
pesos aferidos dentro do anno financeiro, o qua se praticara no
mez de Janeiro, e revistal-os no mez de junho de cada anno ; sendo
os pesos dos acougues sujeitos a revisao de tres em tres mezes r os
infractores pela falta de afericao pagarao 2/000 de multa por cada
um peso ou medida que nao liver side aferido e 1/030 por cada
um peso ou medida qae n8o tiver sido revisto. Se, p .rem, os pesos
ou medidas antes oa depois de aferidos ou revistos forem eneontra-
dos falsificado3, pagarao os infractores a multa de 4^000 por um
peso ou medida falsificados e soffrerao oito dia3 de prisao.
Art. 7." Fica prohibida a venda de bebidas alcoolicas as pessoas
que costuraam erabriagarse e a escravos, sem que estes ap^esentem
ordem de seus senhores, por estei assignada que autorise a
venda : os infractores serao multados em 5/000.
Art. 8. Nenhuma pessoa podera expor couros salgados nas
frentes de sua3 casas sob pena de 4/000 de multa.
Titulo VI.
Sobre vosenas, obscenidades e indecencias que se pralicarem
nos lugares publicos.
Art. 1. Ficam prohibidas as fargas ou espectaculos publicos
onde se apz-esentem individuos ornados com insigniaa ou vestos sa-
cerdotaes : os infractores serao multados em 15/000.
Art. 2. Nao poderao ter lugar fargas e espectaculos publico*
sera previa licenfa da camara, pela qual se pagara 4/000 para
10/000 mnaiciPal'dada: os infractores serao multados em
Titulo VII.
Sobre agrieultura e creagao.
Art. l. Fica desigoado para creacio da gados tedos os terreoos
qffe nao forem cobert03 de mattas e palmeiras, e tambem os lora-
res de J>rejo, os quaes, assim como o district) de Alaeoa de
(atos, serao exclu3ivamente destinados a agricultoraT^
Art. 2.' As pessoas que fizerem plantagdei nosterrenos fora dot
mencionados no artigo antecedanle, deverao cercal-as, e se ferirem
ou espatcarem gados a pretextode destruigao de lavouras. piirarao
a multa de 3/000 *^
Art. 3 Todos os agricultores qae tiverem plaatagoes nos luga-
res marcados no art. !. deste tituh, sao obrigados a ennaracar com
carcas fortes as entradas dos gadc^ para as lavouras, devendo os
creadores dos mesmos lugares aux.ial os nesse trabalho : os infra-
ct res soffrerao a multa de 10/000, uese duplicara na reincideneia.
Art. 4.* Os creadorei qae pozerera fogo em seas pastes e os
agricultores era seus rocad.w, deverio toraar todas as canielias afim
de que o fogo nao se communique a< fazendas e terras viiiuhas
os infractores pagarao 2.1/000 de multa oa 8 dias de prisao
Titulo VIII.
Sobre os edificios qae araoacarera raioa, escavacdes
o quaesquer objectos que prcjudiquem ao publico.
rt' ',"Tal10 odificio muro e tapamento que aroeacar raina
sera demolido a custa do proprietary, si, avisado, nao o fizer dentro
do prazo marcado pelo flscal: os infractores incorrerao na multa de
20/000.
Art. 2. Ningaem pddera abrir buracos, fazer eseavaeees nas
ruas, estradas e lugares de traasilo publ:co, ou em paredei de edi-
ficios publicoj, sem lieenga da camara municipal ; qnando forem
lottos para objectos de fesiejos, deer se-ha ter junto destes laz nas
noiles de escaro, cumorindo que sejam fechado3 logo qae se acabe
o festejo, de modo que a rua, estrada ou parede I joe como d'aates
estava. Em cada um dos casos a multa sera de 2/000 e os reparos
serao feitos a custa dos infractores.
Art. 3. Os proprietaries e inquilinos desta villa e povoacoes do
municipio, conservarao sempre limpas as frentes e oildes de suas ca-
sas sob pena de 4/000 da multa.
Art. 4. Ninguem podera correr a cavallo oa correr gados nas
ruas e povoag5es do municipio : os infraclore3 pagarao a multa de
5/000, a qual sera duplicada na reincideneia.
Art. 5.* Todas a/pessoas qae impedirem com cerca, muro, e
quaeiquer outras contrucc5es, o transito publico, sera multado em
5/000; na mesma pena incorrerao os qne cortarera arvores e as dei-
Xarera sobre as estradas c caminhos publico3.
Titulo IX.
Sobre os meios e soccorros raedicinaes, pbarmacias e provMea-
cias a respeito da saude publica.
Art. 1." Ninguem podera exercer a arte de curar dentro deste
municipio sem que tenha feito registrar na camara municipal sen
titulo de habilitaeao : 09 infractores serao maltados era 30/00) ou
soffrerao 8 dias de prisao.
Art. 2. Ningaem pederi vender ra tdicamentos de qualquer na-
tureza que sejam sem li:enga da camara municipal: os infractores
serao multados em 20/000.
Art. 3. Aquelle qae vealer am ra^dicamento, aagmentando oa
diminuindo a dose, sem consentimento do facultativo, on vender me-
dlcaraanto corrupto sera multado em 20/000.
Titulo X.
DisposigSes gerae.
Art. I.' Todas as multas e penas serio duplicadas nas relnei-
dencias quando nio forem previnidts nas respectivos artigos.
villa e nas povoaSS*do mmaaicipio?renV0c&&deX^ofe
tit. 3.' e outros desta pslura, se-^o obrigados a correr as estradas
e caminhos deseus districtos, no mez de agosto de cada anno, afim
de multar os infractores n* falta de observance das disposKoes res-
pectivas, coatidas nos artigos antecedentes.
Art. 3.* Tudos os fiscaes do municipio sao obrigados a prestar
conta a camara semesiralmente e sempre que forem por ella cha-
mados.
Revogadis as disposig'-es era contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades a qacm o cjnliecimento
e execugao da pre.ente rosolugao pertencer que a cumpram e facam
cumprir tao inteiramente com nella se contem.
0 secretario da presidencia desta proviwSa a fa^i imprimir nu-
blicar e correr. 'y
_, Pal.acio dai presidencia de Pernambuco, II dejunhode 1874
Si* da mdepedeucia e do imperio.
h\f\ ,,. Henrique Pereira de Lucena.
sellada a publicada a presente resolugao nesta secretaria da pre-
sidencia de Pernambuco, aos 12 de junho le 1874.
0 secretario.
Joao Diniz Ribeiro da Cunha.
v4
DESPACHOS PA PHES1DB.NCIA, 00 DIA 11 DE JULHO DE IlKMl i Ul a m<-lll <- das lei-, ninsl i I n, ,-
1874.
Padre Igoacio Francisco dos Santos. Informe o
Sr. inspector d) thesouro provincial.
Jose do Rego Dantas Coutinho. Tendo-se man-
dado aggregar o ;upplicante ao 23 batalbao da
guarda nacional do municipio de Santo Antao,
por portaria de 13 de junho de 1873, da quo se
deu sciencia na mesma data ao respectivo com-
mandante superior, nada ha que deferir.
Joaquim Facundo de Castro e Silva.Conceda-
se.
Francisco Augusto Pereira da Costa.Indeferi-
do.
Francisco Antonio da Silva.Defendo com ofB-
cio desta data ao juiz de direito da comarca do Rio
Forrao30.
Frei Venancio Maria da Ferrara loferme o Sr.
tbesoureiro das loterias.
Faustino Antonio Felix.Coaccdo 15 dias.
Commando das armas.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERMAMBUCO, EM 11 DE JULHO DE
1874.
Ordem do dia n. 835.
0 brigadeiro commaudante das armas faz pu
blico para sciencia da guarnigao e effeitos neces-
sarios, as seguintes oecurrencias:
1-' Que por aviso do ministerio da guerra de
22 de junho ultimo, se approvou, ficando reduzida
a 40 dias, a licenga de 3 mezes, que o Sr. tenente
honorario do exercito addido ao 2* batalhao de in-
fan'.eria Jose Fraueisco Paes Barreto, oblivera da
prasidencia, para tratamento de sna saude;
2.* Que por aviso do ministerio da guerra de
30 do citado mez de junho, foi posto a disposicao
da presidencia desta provincia o Sr. alferes do
corpo do estado -maior de 2' classe Jose Eliziario
dos Santos, que ficara addido ao deposito de re-
crntas, cenforrae determinou a mesma presidencia
em officio de hontem datado;
3.* Qae a sobredita presidencia por officio
tambem datado de hontem, determinou que fo-se
addido o mencionado deposito o Sr. capitao An
tonio Gracindo de Gasmao Lobo:
4.* Qae a 5 deste mez, assumio o commando
do destacamento do presidio de Fernando, o Sr.
capitao do 9* batalhao de infanteria Jeronymo
Ignaelo dos Santos, em sabstituicao ao Sr. capitao
de mesrao corpo Raymando Ramigio de Mello,
qae fez hontem a sua apre entacao naste quartet
general.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
Law.
Conforme.0 major Josi Bonifacio dos Santos
MtrguMo, ajudante de ordens eacarregado do
detalhe.

(DA AGENCIA AMERICANA.)
Paris 11.O general Mar-Mahnn
dlrlgio ama menaageiii a assem
blea. zuoitrando-se resolvldo a ra-
ver cumprir o mnndato qae lbe fdra
jrontcrldo, e pedlndo a votarfto im-
-

naett e a org-anisacau de podcrca
sue precisa para govcrnar. A e-
querda propoz a dissnlueao d'aa-
semblea, marrando o dia 5 de ou-
lubra para aa eleicOea geraes, e 5
de iiovenibro para aberl ura da no-
va camara. Pedio urgencia para a
dlmcusMao deate projecto.
Paris .O projecto de dioaolu-
cao ipresen tado pela eaquerda na
aeaaao de hontem, foi regcitado.
liondrea II.Consolidados ar. s:
in ndos brasilciroa lOl : cinco por
cento francezcM OS 1/t.
JLondres 19.Conaolidados t> 5|4t
fundo.s braailelroM lOl: cinco por
cento francezea '.Hi 111.
Nen-York ll.-Alaodao n 3/8.
Havre 1 Igodao de Pernambu-
co 99 rrancos, e de Sorocaba .-
Vcndcram-se SOO aaccaa. Oepoaito
30,000, aendo ,000 do Braail. Ca-
fe veaderam-ae 900 aaccos
Havre 19.-Cafe do Itio loo fr.. de
Santoa lO* fr. Vcndpram-sc son
aaccoa. Algodao venderam-ae 600
fardos.
I.i~l..; 11 -t Ik-suu o vapor NEVA
(do in a-.il i.
Para II aoa IS m. da tarde.Cam-
bio Hem alteracMo.
Rio 11 im s h. < 35 m. da manha
Falleceu o Or. Thomaz tiomri iIoh
Nantoa, director da \< ul.-tnia dan
Beilaa-Artea
Rio 11 asJIO horas da manha. -8a-
hlo para Pernambuco o pafacho
heapanhol PELAYO. <
Bio 11 aa a h. da tarde. Cambio
aem alteracao.
Rio 11 aa 8 h. da tarde. As folhas
darepublica Argentina coaflrmam
o acontecimeato de Alvear.
Rio ll.-Sahio o vapor ALMEIDA
GARRET para o norte.
Rio-Grande do Sal II as 9 h. e S
m. da tarde. Aaaucar 'nao tern tido
sahida. Varios carregamentos ar-
naazenadoa. Depoaito lO.ua4 barri-
caa, Aguardente aem melhora e
com depoaito de SS9 pipaa. Plse-
ram-ae compraa valioaaa de xarquc
a >oo e Ssooo i oa posauldorea pe-
dem precos naais elevadoa ; ha cm
deposito 900,000 arrobas. As gor-
dui-UH com precoa flrmea e sabindo;
da de grraxa venderam-ae i.uio ar-
robaa e de aebo coado 4.30/0. Os
fretea para a) Enropa dcelinaram i
para Pernambuco de lOO a ISO rela
por arroba de earne.
Bahia 11 as i h. da tarde.-Cam-
bio aobre Londrea 9& 1/4 e 95 1/9
particular.
DIARIODE PERNAMBUCO
RECIFE, 13 DE JL'LIIO DE 1874.
.Hoticias do aul do imperio
Hontem, as 8 horas e tneia da manha, fandeoa
no lamarao, seguindo a tarde para a Europa, o ra-
for inglez Uinho, trazendo jornaes: do Rio da
rata ale 2, do Rio Grande do Sal ale l., de San-
ta Catbarina ate 3 e do Rio de Janeiro ale 7 do
corrente.
Eis o que colhemos :
RIO DA rBATA.
No dia 12 do corrente deve tomar posse da
presidencia da Republica Argentina o Dr. Nicolao
Avellaneda, euja eleicto parece ja nao eontestada
pelos seus adversaries, pois toi considerav >i a
maioria qae alcan;ou nas provincial D. Mariano
Acosta e o vice-presidenle.
Receiando se proxim* invasio de Lopes Jor-
dan era Entre-Rios, o gove'rno aacional raanio sob
as ordens do coronel Ayala todas as forcas exis-
tentes naquella provincia.
Continuavara reunidas em sessao as camara-
legislativas no Estado Oriental. Constava qae bre-
vemente seria adoptada algnma medida sobre o
contrato do emprestimo ad referendum.
Dizia-se tambem qne seria submettida a asjem-
blea geral a qaestao se o poder exeeulivo estava
auiorisado para executar com alteracoes a lei do
orcameoto.
0 governo oriental obteve do do Paraguay
prorogacao por am anno do prazo estipnlado para
ratificacao dos tratados que celebraram ultima-
raente os m sraos governos.
Dando conta da inauguracao da via ferrea do
Salto a Santa Rosa, accrescenta o Telegraph) Ma-
ritime :
" Esta concluida loda linha ferrea do Uruguay
ate Durazno, centro da republica. Por t ao o mez
de iulho inaugarar-se ha a ultima s.cca > qae vai
da Florida aquella povoacao. Em breve se dira
comeco aos tr^balhos da linha ferrea do oette que,
partindo desta capital, chegara ate Nova Palmyra
com um ramal para Colonia. "
A companhia Platino-Brasileira estava con
cloindo a rede de fio electneos qne deve por em
com muni cacao todas as povoacdes do oeste com a
capital.
Era esperado brevemente em Montevideo a
duque de Genova.
Sobre o conflicto havido em Alvear, esereve
o correspondente do Jornal do Commercio :
" Consta qae a origem do facto e a seguinte :
" Eslando em terra, na villa do Alvear, o Dr
Pamphilo Manoel Freire da Carvalho I.* cirurciao
da esquadrilha, foi subitamente a'aeaai dot oouj
italianos, eram 4 ou 5 horas da ts-1>. *m frente a
uma guarda, e quasi a vista de nossas ombarca-
cojs de guerra.
'.' 0< inalfeitorcs, depois de o lerem deixado ea-
hido gravem-nte ferido, segniram sea eaminho,
sem encontrar a mnor perseguicao, cooservando-
se a guarda indifferente dianie da perpetracio de
lao aluivoso crime.
" De bordo acudiram logo ao inteiis medico,
mas sens canrradas tpenas poderam recolh? ioo
pensalo.

/
T-
r-l


n.at k ia
\+ii.
Scgunda feii* IB de Julho dc *&%
iiai whim/
a.la p*lo governo* " 0.lugar pti qce deve arigir-so o turn,ilo as-
senta e:u uma elevact) qua dtirniaa, airpsamente,
. ft '____ ft. if.. 1 .' .._ S -_____. ... .1 .1 .
da, deixsndatfttiPiBesia pQ,or,|ao i*
res, qoe nem deeHa saairam, ceitosda proleccao
das antoridaaes. ...
'fi-te successo rlesffSQSdo tevMrogtr -ncry
48. Vendo o cuwmaManta que o jtm despresa|a
tedai as suas ociia$i}s, declarou-llie no di^ -'
sos o criuiinosos, ana wle faria fogo sobre a viBa
A resposta do foil foi abandona-!a.. Enlao aa-
turalmente couwandante cumprio n sua amea-
ca, comp -se deprMende dos telegrammas reo
bidos. .
. Lende n'om jarnal dessa corie uraa nuiieia
transcript* de wm-auiro de Peinias,-**. aeepe'io d8
dous medicos italianos (pie abaedonaram a po-
voacae de ltaqui e pa'ssaram-se ao terntorio fron-
teiro, -depois de desacatar nossa autoridade, pre
sumo-que ha ligagao entre este assumpto e o que
leu origem ao-deploravel confliota que fcyje uua
occupa, suppoe-lo tambem dies que o Dr. Pamphi-
lio mfluira para a prohibicao que receberara de
exercer a medicina sem estarera habilitados entre
DOS. .
Quando a ealdeira se acha demasiadamente
arregada de vapor, a explosao depestle de uma
pre.-sao additional insignificante.
0 nobra caraeter do commandante PzeuJaus
ki revoltou se com tanta au.lacia e cvaismo, e
elle lembronse primeiro que ludo de que nut'iiel--
les confins a honra e uossa hauJnra, a dig unlade
da patrialke estavam exclu.-ivuniento roufiadas.
Cieio que foi a esta graude cou?ideracao que
elle tomou conselho?, e o scu goveroo e o scu pan
airao se procedeu beiu. .
Parece certo que o comfcan'ante da divisao
do AltoTruguay, f. z effectiva su;. ainehca de eni-
pregar a forga para coaeir as auloriJad s de Al-
-vear a cumprirem o seu dever
Ojuiz re.--poiicleu.aD uitimitum pouco antes
do meio-dia com uui niaebjavjlismo quo igualava
ao cvnismo coin que via perpetrar so > crime.
Todas as aumiJades a a fwrfti |ul>iica do lu-
gar 3baodooaram a villa logo que os navios to
maram posicio.
Forarn disoarad >s aponas quatro tiros.
A padido do comrueicio o cuiam..ndaD.te sus-
pends o fogo.
Via correspoodente do Diarto do mo ae Ja-
neiro narra a si in o facto: .
c Nasaguas do Alto Uruguay, na .nargem das
Missees corrientiuas, occur reu urn cmllicto entre
as autoridades locaes do povoado de Al-eareo
hefe da esquadri.ha de monitores brasileiros.
Eis eomo se conta o caso :
0 medico de urn dos n.vios de gaerra br.i.-i-
Iciro, te%-e qua baixar a terra, a pro^urar, seguu-
lo se diz, me iicamentos, de que bavia falta a
bordo. .
Eia uia Cite foi salteado pur varms inJivi-
duo! capltaneados per dus iUltuDO*, que u rnal-
trataram a pancadas, deixando-o (erido n< prai.
. Seodo nuUda a bordo a'sua dem'ra, deacon
genie a procura do facultaliyo, quo eujoulrarain
cxaiiiine.
Nao.foi tudo : os Uttfflnbeiros que baixnram
a terra para cuuiprirem aqueile ii.n, (oraoi m.-ul-
Udos pelos proprioi que haviain a{aeaao o
doutor.
a Chcgados a bordo. deram narto ao cnep to-
ppri'.r,o qua! dirigio uma nola ao juie da paz de
Alvear, pedindo a prisao e caatigo dos culpadis.
Eita aHtoridsde loral responieu coin itm nfli
eio crieio de insolencias e es a eiuliaicajio brasdeira no m-?:o de aasca-laa e
grjtos dos portadores e dos que os acomp-nr.a-
vara.
a Viito isto pelo chefe da es.iiiadriliia, parece
que dfigio-se ao juii de paz. di Fofleracjon, para
que influisse no ammo do seu coliega de Alvear,
aiim de que desse satisfa^Jo a sua ju.-ta queixa,
porque do c .nlrario '.eria de usar de repres.ilias.
Alii tambem vio frustrado* as suas csperaa
ca-; nenhum caso Ihe deram.
t Tomou eatiio a env^ar outrt n la ao j. iz d<>
piz de Alvear, dando Ine o prazo de 2* boras
para cur.prir corn o seu dever.
a A res;>o>ii foi virem a praja lodos os interes-
ados nersa queslao e d'alu escarneceram e zom-
l>araia dos brasileiros.
Pindo o prazo do uUimatuM, de bordo de u.n
dos monitores brasileiros, foram dbparados a.-
guns tiros de bala raza e bombas subre a povoa-
eio.
0 chefe da esquadri'ha iuforrnou do occorrido
o chefe da esticao brasileira em Montevideo e a
pane official do acontecirenlo foi logo trans.njuida
para o Rio de Janeiro.
mo uKAisua u-j sei..
/_ o Uiario di Bio Grande, publisou o seguin-
te telegramma, rcdalivaaieute ao couflic'.o que so
deu no Alto Uroguay :
* Sabe-se, por telegramma, de am
a A cuardancional esia toda scb as armas. E,
como o estad. das cousas e anormnl, ninguem se
n*ao^tiv^a militar. A' uortB vitanMp niuit
ridada, toioa i.rmados, *atrulhai>do a nda
Hi ja devem cpntinaai \oludtiriaaeute
cOirtaqw aos fanartcos adeptos d Baurer lor
na-favdrfficil. i*->ra chegar atiellea k> utce.-?ida-
,!e de^travessar picadas qw coriaimaas uia*
virgens. Escusa-io e diter-.-e qua a genie de SUn-
reraproveita hem desse obstaciilo. EmbrenDaii
nas Hiattas, faz as ofliuliM fogo morlifero sobre
aqueHts que a pttiw ii-*>berto avane>m.
Assim se explica o consideravel numero de
- -lllcTpliaa' F"*Tff9JlftliPfcs gll'Xil Ue 6^; dUuBurjirsiu ^r
Entrelanto, o solifaaV & 8smm a d
e vai avancaado, sem queiefljrjicure dar quartel
aos adeptos da seita que resistem.
Sao Ires horas da tarde e sabe-se que a casa
Maurer. novo baluarte, bem guarnecida, estt sen-
do alvo da arlilharia, que a bombardeia. j ;& waBa* *e ea*-ft#aa> regdatif.*
Do Artista tranrcrevemos estesdetalhes :
a U.na caruda S. Leopold*, de que afls fae.lita-
pmouradas .e conseuraxam-se firmes a> 1:020*. assassiau.
1:0254 e 1:0M4_aJiuheira
a Nio transpi
acc.oes de bancosTcOITI
mercadft de
c
;t) na
froiiteira entre o Dr. Pampbilio, medico da nossa
flotifnal e djus.italianos. Isso oecurroa no povo
de Alvear, | rovincia do Derrientes, em frente a
Itami. ,
Logo que houve eonhecimento do facto, o
eommauJanto d> vip.ir Lamego, chefe da eqaa-
drilhalo Uragoay, exigio da autoridade do refe-
rido pfvoado, a pristlo e remessa dos aEgressores
d'aquuila doutor.
Negpa se a isso o cimmailiante militar de
alvear. Logo que o fez, receben do commanjan
te da iotilha, intimacao para, no prazo dc 2i ho
ras, cnmprir a referida iuliinaJeao, sob ptna de ser
o povoado bombardeado.
a Efpirandu o prazo e nao toudo rido attendida
a intimaca i, comecoq o bombarieio, reiirando-se
tm seguida da povoacao o eomniandaQte militar e
a'gunws praijas que ahi tinha.
c Os commerciantes de Alvear, imndaram ao
commandante da flotilha urn emi3sari\h E*te ia
encarregado de dizer-lhe que os commerciantes
soffriam grandes prejuizos com o bombarJeio.
Ouvido com af-enjao, foi suspenss o fJgo.
a Fazem parte da esquadrilha: os monitors
Alagoas e Pard canhoaeiraj Tranfindnhy e
Vital de Xegreiros : chatas Emopa e Am-.rica e
uma Ian -ba armada.
Graudn numero de negociant^s da praea do
Rio Grande logo que constou haver sido o Sr.
barSo de Maua promorido a Vi*conde com gran
deza, reunio-se em corpora eio e dirigio se com
duas baodas de musica a residencia do common-
dador Ricardo Jose Kibeiro para felicitar, em sua
pessoa, o seu chefe. 0 Sr. commendaior Riheiro,
recebeu os referidos negociantes com urn exsel-
Sente copo d'agua, em que fizerara se entliusias-
ticas sauda^oes.
Fora collocada no dia 27, a cumieira do
novo edificio que tern de servir de hospital da or-
dem 3" de Nossa Senhora do Garrao, na cidado do
Rio Grande.
Suicidara-se, afogandose, o infeliz Antonio
Jose SimSes, subdito poriuguez, de 36annos de
idade, casado a guarda-livros em Jaguarao.
Referem as folbas do Rlci Grande, em data de i
do corrente :
a Desdc ante-hontem anda o publico commen
tando os diversos telegrammas .vindos, a todo o
momento, de Porto-Alegre, relataudo cuque se
passa no Ferrabraz, onde ha talvez 300 ou iOO
adeptos da seita de Maurer, fortificados. Estes
homons, dominados por urn fanatismo atroi, desde
longo tempo qae a luz do dia meridiana minam
contra a ordem publica de uma forma descommn-
nale.horrivei.
o Os primeiros attentados qae, alias, nao foram
convenientemente reptimidos, deram lugar a que
esses homens nao desaoiraassem na consuramacio
de seas teaebrosos pianos, e cteassem,sem duvida,
um coiiigo, que respeitam e lazem fespeitar, pois
s6 assim se pole e deve explicar a monstruosidade
de seas ullmos attentadoa. Os adeplos rcuiam
se por ease codigo, e desde quo elle 6 violado, jul-
gam se no direito de inflingir aos violadores o cas
tigo relativo : o adepto nao p6de abandonar a sei
ta o que a abandona e punido com a morte e o
incendio I
f 0 assassinato de um menioo e diversas trope
iias exercidas pela gente de Maurer, deviam ter
posto de sobre-aviso o governo da provincia, pois
*ra de esperar que commeltessem novos attenta-
dos ainda maiores
e Depois de matarem a familia de Ca-sel e iu-
cendiarem Ihe a casa, na larde e noite de to, lan-
?arar fogo a mais de 13 ca?as. cujos moradores
tambem fT>ram exterminados t E como so agora
foi qua o governo provincial julgou opportuno en-
viar torqas contra taes malvadDS, elles foriilicam-
se e offereeem cembale.
o Terrivel deve ter sido a luta, por isso quo, ses
gnndo am telegamma ^ecebido, tres offldae? e
rinta e tantos soldados ficaram feridos, ao passo
que s6 foram aprisionados quatorze adeptos de
Baorer. Qnco dos soldados feridos jamor-
reram.
A forca de linha desta cidade e da de Pelotas
embarcou bontem oara Porto-Alegre, ficando des-
tacada a guard* naci^UJi. Eis alguns lelegram-
mas expedidos :
ram copia, diz o seguinte :
Ante-rontem, inolt'e, lanrarara f. go e cerea
de quinz.e casas, maiando a maior parte das pes-
seas qua nellas se aehavam, eseapando apenas al-
gumas Cwin-muiU) cu.-to. .
0 chefe fez logo setuir uma forc,a de iufanle-
ria (21 pracas), honteiu ie manha-seguiram mais
ii da guarda nacional e 26 daquella arma hoje
eguem, segundo penso, mais de oO prajas e a ar-
lilharia que veio de Potto Alegre, afim de acabar
com em horda de vandalos e persegui los ate o
seu covil.
t 0 pre^idenle da provincia aqui chegou as 6
horas. da Urde, lendo aalkfeito todas as requisites
feitas uelu Dr. chefe de pulicia para o bom des-
c-npeul'.o Ja sua missao.
< NIo so sabe se Maurer e sua gente nos espe-
rara ou fara guerra de reeurso.
Em lodoo caso hoje (27), por todo o dia e ale
amablia, serio esses scelerados ataeado3 no covii
Ou Ie se acoulaiiij L
Tuda a popula^ao desta ridade, como a de
Hamburger-Berg e das>loni3s acha *e armada.
0 coronel Genuino vai commaudar toda a
furca em diligenoia.n
Da S. LcopoJdo nos foram transmitlidas mais
as si./irnies noticias : .
!.avrou-se hi.je, 27, portarias da demissao ao
gubdeleaado do I.' di^tricto da cidade de S. Leo^
p-ldo Francisco Kleinz, sendo nomeado em scu
lugar o I." supplente Antonio Guinther Huhn-
llei-eii.
A eseo!!a do poKeia commandada p'lo aireres
.\iarciaiio, ^ae segui- na noite de 26 para o Pass*
Ja I'ru-z, bateu a casa de um dos adeptos ; c nse-
guia prender os dou* (um adoyto e qjn espir.u) a
seguia a later outros pootes.
A g' me de Maurer diyidiose cm pariidas da
4 e 6 e gua.dam as picadas. Vai segair forca
para bale los. .
A gente de Maurer usa de blnsas qe baela
encai nada e os habilautes da colmiia dizein que
por baixo dessas bluas se revesiiiaai de couro,
para ~e garantirem de balas.
Os foguetes iui-eadiarios, de qne se serveai
para l.m.-arem Q logo as ca-as, foram, seguitdo e
v. z publica, fabricados pelo ex padre Kleiu e sio
de rauido cileiio.
Aiirados a distancia, ineendetam as casa?, e
quamlo os habilautes espavorilos abrem as por las
para fugir, sio mortw a tiro c golpes de fac5).
Na ioite de 25 do corrente dividiram-se os
malvados em diversos grupos de :t a 4 hunens
cuda-uin, cujo exlerminio iova decreiadq por Ja-
cobina Maurer na reuniao que tevc 'ngar no dia
do Es|iinto Santo.
Aflirma-se que as muiheres do ban Io tam-
bem manejam espingardas com bistan'o pr.ci-
slo, "Vara. o que iizefum autcrionr.cnie conilaute
exercieio.
Diz-se t.imbero que as file'ras do Maurer teen
sido engrossadas com muita gen'e que e.-la mal
com a ju.-lica, couio sejam escravos fugiuos, de-
sertores, etc.
iASTi CATHARI.NA.
Xo dia 4 do corrente devia ter sido iaaugn-
rada a estrada para a villa do Iuja,.y.
BIO DE JASKl '.0.
N'o scnailo, na eessao de 6 do corrente, foi re-
jtilado o requerimenlo do Sr. Caadido Menles, pe-
clindo informacoes sobre a Associac.aU Catholica
Flumim-na* fni innrovadn q do Rr. Fiatmr* <\
Melio, peaindo copia do aviso de 8 de novembro ue
1873 e do olTlcio do president* da provincia de
/Pernambuco, relativamente a suspensao do naga-
meuto de congruas a diversos parochos ; foi.adia-
do, para ser ouviJa a commis.-ao de estatistica, o
projecto creando a provincia do S. Fraaci-co ; e
foi rejeitado o projecto sjbre a edir;ao ecoaomlca
Ja l.gi-lacao brasileira.
-N'.i e'amara dos deputado, no dia 6 do cor-
rente, dep-is dj algamis observacoes dos ^rs.
Ignacio Marlins e Araujo Goes Junior, feitas em.
.-t-guida aleilura do expedients, reel, g'.u todos oa
membros da mesa que serviram no mcz findo
Antes, porem, da apuracao da eleicao dos 3. e 4.*
tecretanos, suscitou so uma quesiao de ordem em
que tomaram parte os Srs. Carlos Peixoto, Ignai-io
Marlins, Gusmao Lobo, Daque-Estrada Teixeira,
Martmbo Campos, J. de Alencar, Hlveira Marlins,
Araujo Lima, Cruz Machado, Diogo de Yaseoncel-
los e president*, sendo rejiitado um requerimenlo
verbal do Sr. Carlos Peixoto, pedinJo a annullaeio
do escrulimo. A szssao fieoa adiada D?la hora.
Por despaeho da 1" do co rente :
F-z-se merce do titulo do consellio dj S, M. o
Imperador ao uesembargador Jose Norberto dos
Santos, presidenle d.. rtlacao da provincia da S.
Paulo.
Fai exoncrado o bacharel Xilderico Araripe de
Farias do cargo de sect'etario do gjveruo da pro-
vincia do Piauhy.
Foram nomeados :
Ordem da Risti.CommenJador. 0 barao de
S. Fideiis. pelos servicos que ten prestado ao es-
tado.
OOlciaLMatbieu de Vienna, juiz de instrucfao
n> tribunal do 1" instincia do Sena.
CaValleiro. -Jean Eugeae Pedezert commissano
de policia da ci ade de Paris.
Secretario do governo da provincia do Piauhy,
o bacharel Jose Jacintio Borges Diuiz.
Por decreto de 22 de junho foi transferido
para o cirpo deestado m-ior de 2" classe, decon-
f jrmidade com o art. 26 do regulamonto que bai-
xou com o decreto de 31 de mar.o de 1851, o o
uonel do corpo de estado-maior do I" classe Jose
Pereira Dias.
Por portaria dessa data foi nomeado o enge-
nheiro Victor Pujol, para o lugar de ajudanle da
commissao encarregada de estudar o melhor tra-
ijado de uma estrada de rodagera entre as provin
cias do Espirilo Santo a de Mioas Geraes.
Em 22 ilo met Undo o capitao do corpo de
engenheiros, Jose Tiburcio Pereira de Magalhaes,
obteve licenca do ministro da guerra para ir a
Eu-opa e-tular melhoramenti) de portos de mar.
sendo incumbido pelo mesmo ministerio de fazer
e^tudos espeeiaes sobre encoarafamento do forti-
fica^es, de que apresentara relatorio circumstan-
ciado logo que chegar aes.a e6rte ; p loque ser-
lhe-ha abonadj o respeMivo soldo da patente.
0 imperador mandou entregar ao Sr. conse-
rheiro provedor da Santa Casa da Miseric^rdia des-
ta cOrte a quantia de 600$, para que fosse distri-
buida como este julgasse conveniente.
=- ^ nsta-nuo 4} '** piiuenio ucs
te tribunal o Sr. deserabargador Firmino Pereira
STon teiro, qae, ha'tempos, como desembargador
mai? antigo, exercia o mesmo lugar interinament^.
Em virtude do art. 12 do decreto n. 5,618 de 2 de
maio do corrente anno, tern o nomeado direito ao
titulo de conselbo.
Lemo> no Jornal do Commercio :
c A bordo da galera hollandeza Pharos, proce
dente de Liverpool, deu-se am horaicidio no dia 23
do mez findo.
i Achava-se ella em viagem pira esle porto e
na allura de 19* 16' S e37 SO' 0, q nan Jo uiani-
festou-se uma desordem entre a guns dos sous
tripolantes. O capitao e o pilolo, qua aoudiram
para resiabeler a ordem, logo que tiveram eonhe-
cimento do iacto, ja encoalrarara o marinheiro
Ano; is Swaasen gravemente ferido no va.tra
com uma laci.da que Ihe dera outro de Dome John
Watson.
0 '.(Tensor foi logo post! a ferros e o ferido,
apezar de receber todos os to^corros que- se Ihe
podiam prestar, fallacau dous dias depois.
A Pharos entrou ante hontem no nosso porto,
e hontem o seu commandante mandou apresentar
o criminoso ao consul hollandez.
A alfandega da cdrte rendeu de 1 a 6 do
correDte 706:920*888.
Eis as noticias commercials da ultima daia:
f 0 mercado de carabio esteve pouco aclivo,
Dias depois do assassinato, cason se com am
ctlxeiro, do linado a lilha deHque vivia com seu
i Desconfla-ae da inaocencia dos ditos criados,
ca'xeiro, genro e ontras pessoas.
a Desaiq.iareceu OMtito gado da proprieaade do
fallecido, bem como desappareceu tolo o dinheiro
A^i *,i*A JPitUyi' .nn.hn r** mn e PraU 'ra*'elle possuia em avuliada
^mrinneCfcfl nofftenTcrr. nosso porro o vapor-rra^ j0rnma.________
MftlotM w^ -- Ala
-il^iro Garmhte, irazendo datas : de Araeajti, ale
o e de Maccio"aie"ll do current ,
AHAOAJU.
at on
W Pi
mazoDasa Aiu:nn% SttfJUX'i^njjIi-m
, Limited. 0 servico oja.iuwftiaeao a va^
a.-lava sea:lu fe'.io p r aqaoua- confecou
se dia a ser desempenluWanreTinta desla;
facto da encorporacao^MAf actualaente
a*eea cargo 20 linhas de navega^i) a vapor, que
vai atiaos limites da Bolivia, do Perd, de Veoe
zoeJi^^hriVta-GranalHa**
Diarto 'aKra
a do Braa VabH ffi
na laiaqra ek dpAi^'i
asinou barbayameote o
tjuio Ra.n is Cardoso.
po^Mtssasioato> teve lugar a pilh g.
o A resflHde lio gkv assompt temos c
tas reservjjjajrdo amigosrnossos, das quaos se ve
riDcam noH is acces-oriH do facto pr.neipalo
sasinatiWk^ilhagem-aOico de qua garantimos
a verac dade.
liareceinos pois de ultatiorei esclan ciineatos.
i L 'gj ap6s o assa-lnato e em defexa do pacien
le,T> coflftrr
i, ae '
br'irsileiro. os criados desfe mataram o
-'N^tfOC'Sl do jnnho f^i awassl*llW,"iio ter-
mo d Capelaem um tiro dfepsratf* e ombos-
cada, liaooel Anfoblo de Jesns.
AIA0OA9.
Lemos no Jornal:
Consta nos qne rr.i ronlrahi'do com o Banco
do Brasil o em'prestim>*uUrl*arjto rJela assOmblea
provincial em sua ultima sesst&i'
As principaes con icdes sao :
Amortisacao de 10 [0.
Jtires de 8 % das qaiutias effectWamente le-
vantadas.
a A thesoararta de fazendi foi autorisala a pa-
ga uma preslacao de cem contos com qne ja en-
irou o Banco para o th-souro nacional; realisan
do se por esse rr.eio 'conomfa para a provincia,
que tiao pa'gara oem frete de -ainheiros nem se-
guro.
k A operarjajfoi realisada intervindo c-imo pro-
eurador da provincia o ilfstincio Sr. conselheiro
D', Teixeira da.Roclia, qne teve occasial-de pros-
Mr mais um servico a sua chara pro'vini:ia, que
uio deixara de reconhcce-lo siacera e cordial-
meiite. .
_____ij i >
Noticias il iioito Tambem' atuanheceu hontem em nosso porto o
vapor brasileiro Pird, trazendo d>tas : do Ama-
zuna^ 2, do Para 6, do Ma'rauhao 8, do Ceara 9,do
Rio Grande 10 o daParaliyba 11 do corrente.
Eis o quo ct'lhcinos A<- foruaes e cartas:
AMAZON AS.
Chegara a capital, no vapor Beija-fhr, a
commissao zoologica que por conl* daAmazon
Steam XuclgatiQH C',mpng, f./mj'/ed-percorre o
Aiiiazmas, t abaltfaudo na descoberta de mlneraes.
K.-ia lauibeio iucumbida de escolher, me Mr e da-
in near os terrenes coneedidos a citada compauliu
para o es abelecimento ue cjlonias, dovendo igual-
mente faztr uma exf loracao ao norle da capital,
afim de descobrir os celebres campos do Rio
Braueo.
?% esta idea for avante escreve o Commercio
do Amazonas-e a commlssio tiver a iolicidadade
fa?er es-a descoberta, p estara a provincia o uiais
asignalado servijo.
a commissao nomeada para dar lestemunno
de aprego aos depolados provinciaes qne votaram
contra a fuslo das companhias Pluvial do Alto
Amnzouas-ti Amazouas limit add -aproVeiloU o
dia em qo d'alli sahia o transporte de guerra
Stanilio Mas, cujo medi o e o Dr. LuU Carneiro
da R):ha, um do? raesmos depntados, para entre
gar as cartas de liberdade a duas cria'njas, redi-
niidas da escravilao. A entreg* dis car'ta- teve
lugar a bordo do Marcilio Dias.
0 Dal*.o Amizrmas, de Santarem, da a se-
giinte nolicia de um gravissimo allent do perpa-
trado na-- aguas do Amazonas :
No dia 9 do corrente, as 10 horas da manha,
p^uco aclma d? Villa Bella, o vapor A iiajas se-
guindo viagem para o.Rio Madeira, nntieu a pique
uma can5a que descia para Villa'Bella trazendo a
; res, uma cnanca e am eseravo mabr. CJnsta qne
n ciimnianlintf*. do r>-rori In wfrrr nao-*'>>
em ver a canoa em luta com as ondis agitalas
pela rhareda, assistio a sangae frio furar se a
mootaria e aquellcs infelizes debaterem se nas
agotrias de uma desgraeada morte. .
Tao feia barbaridade nao surlio o d'sejado effei-
to, porque uma das miQas conseguio salvar os
naufragos e s6 perecea o preto, cujo corpo aw o
dia 12 ainda nao tinha apparocido.
Cmsta man que o respectivo inspector dequar-
teirao tomou as necessanas informacoes afim de
lavar o facto ao oahecimento do jjiz manicipil.
Eslava quas.todo subscripts o cipital da-
Banco Amazonense.
A presidencia da provincia, autorisada por
uma lei da assemble* provincial, ia contratar a il
luminacaa da Manias a eaz carbonico.
E" de 55:003^ a respectiva verba do orcamento
para este raclhoramento.
Rebeatou em a noite de 23 um violentissmo
incendio no galp.io mili'.ar levantado a praci de
Tenreiro Aranha, em que se achava acondicionado
uma grand- quaatidade de artigo- bellicos. 0 edi.
ii-MO, que era coberto de pa'ha, foi reddzido a cin-
m, e do material alii depoMtado pouco, muito pou-
co, foi salvo do i iteadjo. as gazelas locaes calcu-
lamo prejuizo era 60:000 f.
Em 20, an seguir de terra para o vapor Ma-
deira, foi o subdilo portuguez Joio Jose da Silva
A.lriao, accom:neliilo da um ataqae de epilepsia, e
caiindo ao rio, m irren afogado. 0 cadaver so ap-
paroceu na maahi dc 22.
0 llaoalidra da nolicia qua as villas da Sil
ves e CMoceicao chagaram a tal eslado da decadeo-
cia, que faz temer o seu aniquilamento se naj fo-
rem estuJadas e removidas a3 causas desta deca-
deocia.
0 negociaote Joaquim Jose Pioto de Franca
organisou uraa philarmoni:a dos artistas de Itacoa
tiara, com nma ban la de musica, que fazia eom
jue toda a populacio desla nova cidade fesUjasse
a associaQao.
PA HA.
No dia do corrente foi inaugurado o ser-
vico do navegacio a vapor para o Tocantins, 9a
qual e eraprezario o Dr.-Coulo de Magalhaes.
Sobre este facto diz o Diario do Gram Pard :
*' Na madrugada de hoje seguiram para Tocan-
tins o vapor Aruan e o reboeador Vulcano para
inaugarar o servico de navegacai de que eeaipre-
zario, naquelle rio, o Dr. Couto de Magalhaes.
' Esta navegacio, alem do transporte de cargas
e passageir >s, tem por rim tambem -dar reboque
aos barcos dos serloes de Goyaz, Maranhlo e Mat-
to G rosso, que demandarn o nosso porto.
" C imquanto nio seja esta a estacio favoravel
para a passagem de taes barcos nas cachoeiras do
Tocantins, corhtudo nao ,e pequena a tarefa qua
lom de desempenhar os vapures ne?ta primeira
viagem, visto como vio reboeando nada menos de
5' grandes barcos que seguem para a cidade da
Palraa, no it terior da provincia fle Goyaz. Os bar-
cos rebocados, e que pertencem a firma social dos
Srs. Barros e Cangurit, s5o os segpintes: Pira
a No dia 83 perp'etrou se na Doka do Redueto
nrn assassinato, que pela circumstancia e raaneira
porque foi commetiid), idenfica o seu aut r as fe-
ras canibaes. 0 facto deu-se da maceira seguin-
te :
Mel-;hiades Antonio da Silva e Rozaliao, cram
dous mlfieiros occiipados como remadores dos bb
les viodo de Gnyaz,-flogiam-se araig-w e aposta
ram matuartiente que aquelle que primeiro ma
ta*eo outro, reeeb>ria a imporiancia dc 500g0f>0.
pis que Melchiades espreita occasiio azada para
gankar a dposta e as 7 horas da noite de fo do
correnie accomm'Mtnn a Rczalino, join uma fa;a,
compradaalrcde, lendo de folha 3 ded js de lar-
gura.
(l6piW)IH)teiiDi4r>,#gMir*st<>r no Km.
^r. Dr. lt,Mideira (le M. I o F.lho.
nheira, 43 pessoas detripolacao I'de 1,500 S a
! .1^. > ---''-- -------
rtiriTI P.'illrn i Hi,............unHQ
.. rwi *-
o n,.vv jy UB
carga; Pdwo Aild, .., ui^ui^uies
carga ; Bem-Feito, to iri^olautes e 1,300 % da
carga ; Fldr a"Agua.il t'ipolantes e 2,000 (3> de
carga ; Sobrado, 23 tripolantes e 2,200 $ de
carga.
" Estes barcos descerara das cidades da Palma
e Porto Imperial no interior de 'Joyaz, trouxeram
desses- e de outros portos do alto Tocantins, o seu
carregameuto cujo principal artigo foi nma parti-
da de 8,000 couros que vendidos a 5*000, repre
sentam o valor de 40.000|l.
" V tarn carregados de ferro, louca faiendas,
molhados, etc., e o carregamento que levam repre-
senta o valor de 100:0 )0i, cifra elevada para uma
navegacio qae luta ainda com as difflculdades das
cachoeiras.
' Foram aviados pela conheciia casa desta
praga <>os Srs Elias Jose Nuaes da Silva & C
c Pertenceote a ama so firma e este o mais con-
sideravel carregamento que tem, subido para
Goyaz.
" Se estes barcos nao gozarera da vanfagem do
reboque que,iji4ui a poucis djas a viagem daqui
as cachoeira^.Uizian seus proprietarioj qae seriam
forcados a adiar a viagem para as futuraj aguas,
porque ja nio encontrariam na Taboca As aguas
n cessarias para Iranapo los. "
Nesse mesmo dia fez experiencla o now vapor
Javary, da Amazon Steam Navigation Company.
No dia 1 do corrente realisou-se a eneorpo-
Para anreciar se a indole feroz e sanguinaria
de Mefchiades, attsnda-so que deu com lio rfrsnle
cerleza a primeira facada na victima qua bi*taria
esta para matal-a ; o malvado poriim, n8o se satis
fez, e, cahido o assxssftndo, introduzio Ihe nova-
meaie a faca em odtra regiio e tiraado-a lenta-
menta. applicava-lhe o ouvido, afim de reconhecer
se o infeliz ainda vivia ; sa a victima respirava,
nova facada cravava-lhe o mon- lendo feito muifissimas feridas e se certilicado de
qae a victima tfstava morta, abandonon-a.
Foi preso t>'pfrver;o assa3sino e o cadaver
foi co'nduzido :o hospital da Misericordia, onde fha
fez> cftmpetente corpo de delicto o illustre Dr.
Bueno Mamore.
a Eis o extracto do eorpo de delicto : uraa fcri-
da dirigida obliquamente, no ponto correspendente
io pnlinao direito, duas outras, send) u aa no
quinto intervallo inter-costal do lado direito, e oa-
tra dirigid* obliquament de cima para baixo e
de dentro para lora, proximo ao raiis, ao ravel do
qdarlo espaco inler-costal ; toda3 elias "sio pro-
fundas, de libios e de duas pollegadas de diametro
Outra na regiio lateral esqaerda do thorax.
Uma feiJa de uma p.! egada d) ex'enslo *o
nivel do 6* e?paco inter coral, dirigida obliquamen-
te le cima para baixo e detriz para diinte. Uma
outra, paralella a est3, de duas pollegadas de
lensao, deixando ver por seas labiosuma volla do
intn-tino delgado ; outra de duas pollegadas, na
regiao precodial.ao uivel do 3'espaso inter-costal,
deixando \ef o trajec'to do instramento, nos orgios
sobrejacents, pulmao e cora^ao, e flnalmente no
Banco esquerlo eucontra-se nma outra ferida tam
bem de daas pullegadas, dirigida* de traz para
diante, de cima para baixo, entre cujos labios vi-
se duas vultas do grosso intestiuo herniadas e ro-
tas.
Consta-nos que o assassino nJonegao crime ;
pelo contrano, confessa-o com revoitante cvnismo.
0 crime do Hedaeto parece mais terrivel e
mais sanguinario qae o de Troppmao, de Patin, e
dos-negro' do Aycaraii, pela maneira porque foi
ommellido. CoasU-nqs Umbem que ha pouco
lemao, Melchiades a'cahou de cuaiprir sentenca
por um outro homiciJio o
A airandega de Belem rendeu no mez de
juah) 269:179^705.
UABANBAO.
Fonm publicadas as leis provinciaes n.
1 033. elevando a catbegoria de villa a povoacao
da Curralinho ; e n. 1,039, antorisando o contralo
para illuminacao a gaz da cidade de Caxias.
o 3i. JU:o nioairo braaco de.Mel|o, airorrlou
gralailamente a uma sua escrava, era attencao aos
bons servicos que Ihe pre.-tou.
No dia 6 do corrente encerrou-se 03 traba-
lhos da asserablea provincial.
Falloceram : no Curralinho, o coronel An-
[toiiio de Souza Martins, commandante superior
da guarda nacional do municipio do Brejo: e
era S. Beuto Joio Chrysoslomo Raposo Braga,
empregado da secrelaria do gos-erno da pro-
viucia.
Lemos no Pan.
t Pelas cineo e raeia horas da manhi de 20 de
junho ultirn), no lugar S. Felix, do termo do Cod6,
Beinardino Jose Gomes assassinoa seu proprio pai
Felix Maarici: Gomes, que dormia entio junto
delle, dando Ihe oac.beja qualro pancadas com
um cabo da foice, qua despsdac,*ram o craneo
desse infeliz
a 0 delinquenle foi preso em flagrante e reco-
lhido a cadeia daquella villa, e couslando soffrer
elle ba moito de auenacao mentaLo delegado man
dou projeder a exame de sanidade pelos D-. Fer-
nando Antonio Leal e Tjrquato Augusto Perem
Rego, que reconheceram no autor da tal crime
aquelle eslado.
No dia vinte e um, is cinco horas da tarde,
depois de copiosa chuva, caliio. um raio sobre a
casa de sobrado do bario de Moncio, que serve
de casa da camara, cadeia e quartel desta villa,
(Monca)o o qaal fez cousideravel est-ago, destruindo
columnas de tijolos, esteios e rolulas da varauda,
portas, janellas, e ama baaca graude qua se acha-
va na varanda. Felizmente nio houve victima
alguina a lamentar-se, por nio ter naquella occa-
siao pessoa alguraa no dito sobrado. Caleula-se
0 damno oausalo em maisde 300*000 alem do
near o mesmo predio baslante arruinado.o
" 0 hiate Fama daqui sabio.com destino as Bar-
reirinhas no dia 01 de maio ultimo, e hontem de-
pois de um mez e um dia, voltou de sua viagem
sem ter atliugido ao porlo a que se destinava, ao
qual pode se ir em dous ou Ires dias I
" Relatou nos por esla forma um passageiro a
peao a viagem que tiveram.
" Logo que sabio, accossado por am vento for-
tissimo, foi o hiate obrigado a dar a pdpa ao sul e
navogar em rumo comrario. Cinco dias depois
abrio agua na proa : dahi a 3 dias chegaram i bar-
ra do Ticutiba e guiados por Antonio Jose Cardoso,
um habilaote do lugar que ahi se achava pescan
do, foram ate Caruiapera, onde o navio reparou al-^
gumas avariis.
" Sahindo deste lugar do dia 11; navegarara
para o sul ate Bacuripanan, e dahi por fun s, rios
e canaes foram a Mangunca do dia 28, onde nave-
garara para esta cidade, chegando hoai-ra aqui.
"^Durante toda esta trabalhosa viagem o mes-
tre do hiate e a sua tripolacio fizeram o que era
humaaamente possivel para salvar o navio e leva-
lo a sea destino. "
No mez de junho rendeu a alfaadega......
121:839*390,
PIAUHY.
Lemos oa Opium Conservadora :
" No dia |4 de Janho, meaiante um granae coo-
eurso de cidadaos de todos os matizes politicos,
installou-se asociedade Promotora da Instruccio
Popular, sob a presidencia do Dr. Polydoro Cesar
Burlamaqae, director geral da instruccio publica.
" A reuniao que teve lugar no palacio da presi-
dencia, foi brilliant'- mi-trando-se tolos animados
pelo deseavulviaiento da iastraccao popular. "
" 0 capitao Joio GonQalves Magalhaes, digno
eommerciante desta prarja e raembro da as.-em-
blei lejiislativa desta provincia, possuido de louva-
vel patriotismo e em aemoustracio de regosijo pela
lntituicio da soeiedado Promotora da Instrucgao
Popular, offereceu no dia de sua insiailacao um
importante predio que possue na cidade do Araa-
rante para .funccionar as escolas pnblicas desse
lugar, dirigiado a S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, um offlcio que foi lido por occasi^o de ins-
tallar-se a sociedade, ao qual fez acompanhar a res-
pectiva planta. A escriptnra de doacio ja foi la
vrada com as devidas formalidades no cartdrio do
tabelliao Jose Quiotino de Brito, qae o fez gratai-
tamente. "
" Foi removido da comarca de Carapo -maior
para a das Barras o promotur publico, bacharel
Pedro Emygdio da Silva Rios. "
1 Teve fugar is 3 horas da tarde do dia 13 do
corrente, como annunciamos, a collocacio da pri-
meira pedra da igreja de S. Beaedicto.
' 0 acto que foi execulad) com todas as solem-
toda a rua Bella de-ia cidade, e circundado de
lirrdas palrteiias, cdmo so acliava, apteschtavi urn
aspect* ialeressaatissimo.
" Compareeeram ao acto mais de cinco mil pes-
soas de arabos ossexos, inclusive o presidente da
' rovincia, chejf do policia o maij auloriiadea do
ugar.
" Offlciou Of.vm. Frei Seraflm de Catania, qae
om sua palavra evjngelica vai fateodo em bem
essa obra importanlesservicos, .-i-n-lo na reremc-
ia religioso ajada lo pelos Rvms. padres Mamede
ntonio de Lima, J se Gomes de Custro e J.aquim
aria no da Silva Guimaraes.
" No dia 14 eomejaram as ihissoes do virtuoso
lapuchinho, frei Seraffm de Catania. F.' aJraira-
vel o crescido numero dos fieis qne ei nccrrem a
ouvir sua palavra eloquento e edifieante, o que
prova quacto e elevada o espirilo religioso ne.-ta
provincia. "
CEARA.
No dia l. do curreate lave lugar a aberla
ra solemoe da asserablea provincial, sendo a mesa
assim composta : presideute, Xivier Nogueira ;
vice-dito, Joio Uacbadx; secretarios, PraxeJes,
Jose Nunes, Antonio Coelho e Pootes.
Elevava se a 600^000 a subscripcao para o
asylo do alieaados.
0 dia 2- de julho foi solemniiado na capital,
pelos bahranos ahi residerites, com um jantar e sa-
rao dansante, em casa d Dr. Hc-rculano de Sal-
ic?.
Fallsceu, em JJaiurite, o Sr. Venancio Pe-
reira Ca>lello-Branco, membro imporlan'^ do par-
tiJo conservahr.
0 Dr. Melton da Franca Alenrar libertou
gratuitamente, do dia auuiver.-ario do nascimeuto
de sua lilha, a uma sua e-crava.
Na villa do Peroiro coi.liuuava a grassar a
i-1 variola," com iniensilade, elevando se a 100 o nu-
^me'ro dos casos fataes.
0 bispo diocesano s hira, a 27 d^ junho, em
visita pastoral ao interior da proviucia, devendo
demorar-sc em Maraaguape, PentecosUs. Caninde,
Tamboril, Ipu, Vi'5 sa, Granja e Amaira.io.
0 vapor inglez Cearense, saYidj para Liver-
poo!, no dia 5 do corrente, levou : 47/9 saccis
com algolio e 32 far Jos coin carrapiehos.
A vla-ferrea do Baturite rendeu, uo uiez de
junho, I.-77i^r:0.
Nj dia 28 de junho foi inaugurado, era Ar-
ronche?, om pequeno theatro, sob a denomina-
cio de Guarany, de proprieJaJo do major J0.-6
PerJ6.
No seme;tre de Janeiro a junho do corrente
aano foram exporlados para o Rio de Janeiro e
proviacias 3'o escravos, a saber: 171 tiraram
passaportes na seerotana de poiicia, 114 trouxe-
ram passa'pjrtes Jo rut rior, sahiram em compa-
hhia de seus senhores 20.
Na Granja reappareceram as febres perni-
ciosas.
0 dlzimo dos gados grosses, no municipio
do Saboeiro, foi arrematado por 2:802^ e 0 do do
Limoeiro por 2:i00. j
Na Barballia fallcceu 0 Rvra. Gregurio de
Si Barreto, membro do partiio liberal.
Na capital come;aram a apparecer ca.cos de
febre amarella, em possoas viudas do interior da
provincia. Jalinham bavido casos tataes.
Lemos no Cearense :
Nao tiveaus ainda uma e-tacao invarnosa tao
irregular como a desle anno. Poueas chu/as e
veroes prolongadoi e ardentissimos. Os mezes de
abnl e maio furam escassos, enlretauto (juo era
junho tivemos chuvas abuadan es e c de julho
promettd sjr invornoso.
Esta irreguUiila'e, parece. lem concorrido
para alterar a salubridade publica. Em vanas lo-
ealidades do interior as febres interrailientes, a va-
riula 0 outras epidemias estao assollando, aqui
mesmo na capital vio apparecendo casos spora-
dicos de febre amarelia e outras de mio carae-
ter."
Escrevem-nos do ?e:eiro:
c No Au 30 de maio, ju to u povoarao
do Sacco d'Orelha 0 in pe deserra, foi por
Luciano Peri'ira de Muria, que andava ca-
ijan lo, descoberta uua sepuliura junto a um
o sou re-
oii.ijii e sous vot<* de ihi-sfif* o rtVMifcfBr
mentis pelos serving wlefmtis quo n a
prestado a esta provMuia, wpeciaLm-itte
pt-lb auspicioso acontocimento daquella dia.
(J Sr. i'-r. Gomes Ja tj.lva, rcced*:. lo
a eaeo honrosot'n^i'a, em brevissiinas, floqaifntas e exprevswas
pakvras uma improtisad* aHocugao. sau-
danio em nonno do cohnoarcio e do povo
rio grandense o illustrado idmiuislrador,
pondo tem revelo seat lalento* e ua dfdi
cgo ao interesse pdldiro, e concluindo
com um iva enthufiasticaiMOto correspon-
di.'o ao preidente. da prcvincia.
S. Exc, cheio de emorio pelas provas
espot.taneas de aprego pelas manifiM*c,o*s
htnrosas, de que era objectn, agradeceu as
com effusao e cm phrase brilhante e 3Trrm-
da, exprimio ossius gnerosos jentimentos
e conrlu o levantando um viva a illuslrada
e patr,tica assemb'e'a provincial, qe ?ra
calorosameuie corresp ndido, letanlan em seguida um tutro viva to preai^eaM ia
mesma asstmble'a.
D tividando S. Exc. aos coucida-Ja J8
prestnles para uma ligoira, mas profuea me-
sa, o Sr. Joaquim (iuilherme lovantou ua
brinde a S. I xc. 0 Sr. presidente da pro-
vincia pelo scu coiiitonle aelo em promj-
\er o engrandccinuulo c prosperilale da
provincia.
S. Exc, ggraderendo 0 brinde que
Ihe acaba de ser levantado, dirigio nro
brinde ao Sr. Dr. Gomes da Silva, iHns-
tra lo director 'a iustrucgao publica pelos
relevantes servi'ios que ha pnstadu a mes-
tna instrurga0-
OS\ f)r. Gone; USilvi, frrt-lo
a S. Exc. a h mrnsa a unfit, ltv,iat'i an-
tro brio !c ao Ex n Sr. ormAm ?, quein
pertencem as glrias. Mm a vardiiwro
autor do en grandecimeiito m<)T di p-o-
vincia.
a As 1* j horas retiroo se 0 povo e d:rig:o-
se ao liotp. frinwz, on la S4 cha li Npaii 1)
0 empreza io, afim do cumprim'nta !.
Alii a'nda novas manifestagoes s: li-
zerarn, o levaiilarim-sa na inssi, que s.u-
va pr para lii di ersos briodes.
0 Sr Joaquim iMtflMNM p>r pirln I I
commercio cu upri.neutiu o Sr. CiCtTI 1
Ponies, e este, a^radewnJo aos IMpa>
dense s, d'srlarou que envidara toioso*
sus esf.orgo* para qne o majs brave r -**i-
vul so realisasse o rn.dliori'n nt) :ao a; .
temente desejaio.
0 Sr. t)r. A tines lov-nUu um br
aos commerciantes do Natal, e o Sr. ioa-
quim Guilbtrme em, MMM do comii
agradeceu ao Sr Pr. Aqnos .
(0 Dr. Kocha Vianna levanloti um
b inde ao Dr. Feliciano Mart ns, eng.--i:'.-. i-
ro da pi^vincia.
0 Mr. .Manoel Dantas leantou m
outro ao Dr. Kocha Vianna, juiz ie dirc'.o,
recorJsndo quo rquelb dii era o graiide
dia da Bahia. do que a in bos sai> filbos.
A's 10 horas estava comluilo osse f.v
tejo popular.
PAHAnYBA.
Lemos no Jornal :
0 delegado do terma de I'atoi, cm III-
cio de 27 do mez ftado, partieipou ao Sr.
corrego, apresentanlo na supcific;e alguns ,)r> ^^ rt(. poiicia, e esti auturidada a S.
ossos humanos. -Exc. 0 Sr. presidenle da provincia, que ra
Informado disso o 1* supplente de sub-
delegado em exercieio, Francisco Rodrigues
da Silva, comparecu nesse lugar com seu
es;rivao, 0 Hevd. Daniel Fernitides Motira,
0 diverse outras pes.soas gradas, e povo.
Procedeu-se a exhumagao da osssda, qua
foi conduzida para a capella da povoagao.
onde se acham depositados. Se conliece
peli configuragao da ossada, quo ella e de
um homeui bjixo e mogo, teudo uma dou-
ta iura bella e prfeita.
Nao se sane quern alii fora enterrado,
mas cre-se com bons fundameutos quo um
homicidio f6ra alii praticado.
Diz-;e que um tal lgnscio Casado, des-
sas serras a dentro, a a'guns annos indo pa-
ra 0 Aracaty comj.rar um pequeuo negocio,
de que vivia, e conduzindo para issj algum
dinheiro, desapparecera, sem mais saber-se
delle. Outro*, po:em, sffinnam que dess3
viagem elle lora para Baturite, onde hoje
reziJe. Nada poiem se tem averiguado, ne-
nhuma inlngagao se fez.
RIO GRANDE DO NORTE.
Natal, 10 de julho de 1873.
Do Natal escreve nosso correspond1 n-
te :
A 7 do corrente a assembled provin-
cial, deu comego &s suas sessdes preparato-
ris, e ate hoje ainda se n3o reuuio nume-
ro sulliciente de depntados, para ter lugar a
abcrtura dos respeciivos trabalhos.
No dia 2, S. Exc. 0 Sr. presidente da
.provincia, em virtude da lei provincial d.
682 de 8 de agosto do anno passado, con-
tratou com Cicero & Font's e outros, a cons-
trucgao de uma estra la de ferro, desta ca-
capd ao municipio de Nova Cruz.
Referindo-se a este importante aconteci-
mento, diz 0 'Conservador :
No mesma dia teve nolicia 0 commer-
cio desta cidade de que 0 Exm. Sr. Dr.
Bandeira do Mello Filho, presidenle desta
provincia firmara 0 contrato da estrada de
ferro de Nova Cruz, partiudo da capital.
ImmediatameDte foi annunciada uma
reunSo, promovida por cidadaos do com-
mercio em frente ,ao palaceta da assemble 1
provincial com 0 fim de felicitar ao Exm.
Sr. Dr. Bandeira de Mello, e manifestar Ihe
o justo regosijo do ommercio da cap tal e
do povo, p.lo notavd e esperangoso com-
mettimento, cuja gloria em maxima parte
cabe & S. Exc
As 7 horas da noite subindo ao ar
muitas girandolas e um balao, muitas casas
se illuminaram, e namer.>sissimo coacuran
de pessoas do todos cs partidos e todas as
classes com uma bands de musica & frente
dirigio-se ao palacio da presidencia.
6m frente do palacio, depois de toca-
do 0 hymno naciona', e subirem diversas
girandolas. levautararn-se euthusiasticos vi-
vas, calorosamente correspondidos a* S. M.
0 Imperador e & familia imperial, i cons-
lituigao politico do impefio, i religiio ca
tholica. ao presidente da provincia e i pa-
trio'.ica assemble'a provincial, aos rios-gian-
danses do norte.
Franqueadas as porlas de palacio, on-
de se achava S. Exc. com as Srs. Dr. Bar-
ros, chefe de policia idteriiiO. Dr. Rocha
Vianna, juiz de direito, Dr. Feliciano Mar-
tins, engenhoiro, Dr. Anncs p'obaotor pu-
blico, Dr. Ramos, Pinto Castro, majnr'Be-
novides. Dr. Gomes da Silva e outras pes-
sdas, ficaram os salo?s litteralmente cbeios
de povo.
a. Os cidadaos do commercio dirigiram-
se ao Sr. Dr. Gomes da Si:va, presidenle da
assemblea provincial para' em sea nome e
na
noite de 2G ilo mesmo mez um grupo de eri-
minosose in-lfeitoresjat-caram a villa de'Fa-
tes no intuito do tirarem da cad-.ia 0 |
Antonio dos Santos, seiiteur.iado por cume Je
furto le cavallos.
AviSado o delegado desse pUatt, totao .
0 alvitrc de conduzir para sua prrjfria'casa
tudos os presos, fazolldo-os Seguif ItO .a
seguinte para a cadeia de l'ombal p'r
reccr maior seguranga.
c F.ncoulranlo aquellcs desordeiros <- s
occupada a cadea, limitaram a M|furi
em drsft'charem tiros a esirw e pan tj
ma cadeia, ftvpois do que nMrwwi to.
MERCADO DA PARtVttA
9 DE MM ue 187 4
t 1 r gos da pr*ga.
Algodao de 1." s)rte. 446 for kilo.
2.a .'180
3," 313 >< -
Assucar brutode l.'qualidade 80
Couros seccos salgados. 500
Cambio sobre Londres 20 d. a 26 I pi d.
por 19000
NAVIOS A CVRGA
Barea fraoceza Fidelile para Liverpool.
Brise Uertlie
f2UL
I
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAO DE 12 DE MAIO.
(Conclude.)
0 Sb. Qltmmb Marques :Eu Ihe digo goein.
Hontem, snbinJo eu para esla asserublea, 0 Sr.
capita) Manoel Joaqaim Ferreira Bsteres, pcssi*
auito competente, disse-me, adiante do OMtra*
taule Fernindes Eira*, e sem eoat.-stogic deie,
que 0 prego actual da ^alga de cada couro c 0 de
320 reis Tespoadi-lhe que e.^timava aber di porquo faria seutir esu circumsuncia m (?!-
cussao. .
0 Sr. Oliv.-ira Asdrads da um aparte.
0 Sr.0lvmii) Mabuues '-Se a ratao da C:4*e-
renca do preeo e a p>.rfeicio do processo, oao e'a
isto no couUato. IVrganto : 0 contraUole era
obrigado a salgar 0 couro por algum proce?o
aperieigoado, em vista das cbriga^des^que coPlra-
hio pelo contrat) 1 Nio te-n obngacao senao de
salgar o couro do mode mais coramudo que Ice r
possivel, e nislo esta em seu direito. ....
0 Sr. Felipi'f. pe Figueiboa : Mas e obng.do
a eonstruir casas espec.aes para a saiga do c.-or".
O Sb.Olvmpio Mabol- gue couro seoao em lugares cspeciacs ?
E' das posturas da cimara que esle servtgo
seja feito em lugare* adapUdus, preparados, espe-
ciaes para isso. Porlauto, 0 cantratante do mata-
douro ba de fazer la um lugar apropriado para a
salsa -t e aueui auizer nilgar court,**, nio potie
deixar de faie-lo assim, nio ba de salgar ca com-
ros em casa. ...
As*im, pois, eta conligao do dono do c:ura
pagar 0 ssl ao contratante e inaceiUvel.
0 Sr. Pi.\to Pes)a :-0 nobra deputado iU
levantaodo um casullo completamfute aereo : a
commissao nao pedio neohuma destws providei-
cias que 0 eoolra'.ante indica.
0 Sr. Olympio Marooes :-Vou responder ao
nobre depotad* com a leitura d^> parecer ?'*)
A commissSo de legtslajao, tnmaodo eooheci-
mento da peli-ao de Augusto Cesar Fernandes
Eiras e Evariito loliano d- Sa, arreowjante do
matadouro, e jalgando procedetttet as allegacoes
dos snpplieaates, e de paree*r, etc
0 que e que a commissao hi, dig a me 0 nobre
eoasd0Pi.iTOPr.ssoA -.-Nio, nio qaero Out
isso de neuhum modo. (Oh I)
C:rutam-5e alguns apartot.
0 Sr. Presidents : Attencao I Pere> aos no-
bresdepnudos que deixera 0 orador eonMB.
0 SrOlympio Marques : Eu -g" qne e U
moditicagio proi>osta pelo contratante :iBaceiU-
vel; 0 nobre deputado di. qne a **"* BJ
a acceitoa ; eu leio 0 pireeef da commwao, no
qual ella dii qne todas as modificagoea P^PO""
7,r i?ir in nmeedeniea; K.o eta ao ai tj
:

por Eiraa sio proeedeatea; k.go
aceitavel, e procedente.
Desde qoe passe 0 projecto tal qual esta, tirj
t
1 mmmm twmuuw


DWM ikJWtofci8iK5i^BigriWi^iarar I ^>ddtAdhrfl drf> ltfUKI
.


~>

qae I
ny&agt/liGa isso. .
,<7 S^Qlymi'. i \Ia:iq ;.:<: -0 aobra deputado diz
blicado o parecer da (ftnfmBsao.:..
0 Sa. Piwo PjjSSQA : As-im como os apartes
que teoho dado ao nofcra deput.uto..:.
0 Su. Oi.iMiio Marques :-.....sahirao tanibeni'
os aparle^'do ftoWe' depuiaio,' assim Como'as
r^spos.tas rejauvas a esses aparus, e enta> ver-,
SAiha queth lem/raziU Civio ;rue a commissao
deve agradecer uma det.'za desUs; (5 uina defeza
ompromcttea 'ra, uni elogjo fuoebre.
Outra modirkacab','pfy>p?ta djIW eontratantes
joe seja elevado S prefco da raaanca a 24, e a
3 1,0003 o praxo uaao'jacijii das otras.
Qra, quanto acjlftflWW. cr^io que a assemblea
n^o.lera dados paFrjagSr, na InvestigaQjo do
tempo.Tide 6 nseesjatWHJkra o mstduto (War
coocluidjj, ft sun o prenddni* da p -ovineis, a qaem
compete marcar esse tempo. Davia ser a c'amara;
mas, como os nobres deputatys quercm, seja o
lente ds provincia.'
"Giant >, porem, ao augmento do preco da ma-
taaca, e isto modiltcacao aceitavel assim a pri-
mira vista ? A etvipiiirsao acha que e.
0 Sr. Gomes Parrnte : Ache ju3ta.
0 Sr Oiami'io Marques : -Que razors tea) 6
nobre depntado para isto f
0 Sr. Gomes Parente da am aparte.
0 Su. Oltaipi) Muitfues,: -Desejo que o nobre
deputado me convenfa do contrario.
0 Sr. Gomes Pahentb : Vou ver o seu dis-
curso do ana paasado. *
0 Sn. Olympio Mawes : Eu poderia ver os
do nobre deputaoV a ootar alguma contradic.Tio.
0 nobre depntado nao ha de ootar coolradieeao
803 meus diicur^si provoco-o a isto.
Digo que e'ssa moditlcagao a primeira vista e
inaceitavel, em primeiro lugar : porqne, Sr. pre-
sidente, trata se de am contra t) feito ha 4 mezi>s.
Se o contrato ainda nao esta poto em execucao,
sou iervi.M ainJa nao esla seudo execuUd >, como
lao depressa se sabe que o preco, qae, na oceasiiio
do contrato, foi ju'gado safflcicnte, 6 agora pnuco?
Pode ser que o service seja tal que o preco ac-
tuaimeote estipulado seja pouco eu tenho as mi-
nhas duvidas a respeito; mas pode ser. Isto,
porom. ha de ser reconhecilo depois de um estu-
do refleetido, estudo que nos naj podemos fazer,
que ha de ser feito pelo executor da lei e pelos
contralanies.
So depois disto e que se pode saber se o preco
e alto ou baixo ; mas aclualmente o preQo que
deve regular e o do contrato, e o preco estipalado
uvremeate pelas paries coatrataates ha tao pouco
tempo. Ate aqui nada occorreu para se saber se
o prego e alto ou baixo; como, pois, se o ha de
elevarsem mai< exame, nem criterio, 6 porque
os contratautes, alias panes int:ressadas, o pe-
dem ?
0 uobre depulado dis.-e que esta habilitado a
provar que o pre^o pedido e o'que deve ser dado
ao cootrataate.
0 Sr. Gomes IVrentk : E i disse que era
justo.
0 Sa. Oi.YMi':o Mahqoes : Vem a dar uo mes-
uio ; ma; pergoaii ao njbre deputad.) e a ass^m-
b!ea : em qae so funda ama opmia) desiis? .
0 que d just) cm am coatnito, seguodo os prin
cipios d'. iIireit)T~NE' o cumprimeato das obnga
cptM nclli coatidas ; e o respeito e flel execugao
do quo foi livremenle accorJ.tdj ou estipuladj.
Ora, no coctri.ti se estipu'.m 1*900 pela ma-
tanc-a do gado, Salem do servigo accessorio que foi
detaH:al Perguato, pois : havemos nus de acei-
tac, sem major exame. a allega^ao de urn contra-
lanie, iutomssado cm aufeiirmaior loero, e que
diz: Eu quero 2*000, eai vez ile 1*900 ? "
Nao fnga-se qual a necessiJade desse augmen-
t;; e preciso que primeiro vojam is que razio ha
para o contratanid pedir e para quo nos votemos a
eljvacjio do pr.?Q0 : porjuauij o |ireco 6 uma das
estipulacSei essen -iaes ou sub-taaeiaes a mais im-
portante dos contratos, e nao accidental, como
pretende o nobre deputado, mi-mbro da commis
sSo ; tauto mais quanto o preco neste caso im
importa um impofto lanjaJo sJbre o coasumo do
gadO.
Eu nao tenho eetodoa feltos sibre Beta materia.
0 anno pas;adi>, traUndo eu aqui, nao do mala-
dourj (o nobre deputado esta enganadn, quanJo
ine quer achar em eontradiecao), mas do abasteci-
mento de carnes verdes, mostrei como se faz
iste servico ; e por uid calculo aproximado in >s
. a despeza da producjao ale o coasumo dc
gado.
OSn. Gomes Parent:-: :-Quanto era ?
OSn. Ci.ympio Marques :Nao merecurdo ago-
ra hem \& que
nao sou matador de bois; live de
informar-me de pessoas competentes, reduzi essas
iaformacjJes a eseriptd e dei-as nao so a um dos
depatados que disciitia comigo, como a qaem as
quiz. H"je n;o as possuo, ou talvez ainda as tenha,
por |iie ostnrao guardor papeit velbos.
Como ia dizanlo, com quant) nao tenha estados
i sobre esta materia, Ddavia fiz na rapida
apreciacio acerca dos lucres dos contratant''s.
Pergunto : quanto se consoma de gadj por anao
n-v.,1 eidade ? 0 nobre deputili sabe quanto ef
QSh. Gojres Parbntb : Nao.
0 -a Olyhi'1oM.u\qu.:s :E omo .diz que esta
habilitado a provar que o preco de 2/OJJ pela ma-
taa^a 6 u*n preco just) ?
0 Sa. Gombs Pabbxti da um aparte.
0,Sr. Oi.ympi.i MarQPBS :-0 nobre deputado
disae que estavi iofor.nad?, ou cue outenlia que o
preco de 2iOJO era justo. Ora, eatendo que, sem
se saber q ul e o consurao d) gaJj nesta eidade e
ij nes as lesp.'zas a fazer com as obras do raa'a-
douro, nl) se pode avaliar se o pre^ estipuladj
(1 i ou na) am lucro razoavel aas contratantes, se
e- ou nao justo.
OSa. Gomes Patents :Nio darei mais apar
te a) n)bre depulado, quero que ontiau; no seu
brilhante discurso.
OSa. Olympio Map.uues :Estimarei que nao
os de; porque, se der como os que acaba de dar,
serei obrigado a aprecia los delidanienta oio so
pela coosideraiSo que devo ao uobre deputado,
como porque em seus apartes tern procurado at-
trib>jir-se coatradi;oes- e eu csforco-me tanto
quanto posso, por ser coherente.
Mas, Sr. presidente, fiz um calculo rauito geral:
'3 o consume do gaJo & de 100 rezes por dia, sera
por anno de 36,000 rezes. Cumpre notar que este
num to sera muito maks elevado durante a execu-
Cio do contrato, nao so porque o contrato com-
preheude os arrabaldes da eidade, onde actual
men!;' se raata gado, que nao inclui nesse numero
de 100, que dei para o calculo geral...
0 Sr. Manoel Do Reuo: Hi duvida se com-
rtrebende cs arrabaldes.
0 Sr. Olympio Marques :Ett sei que ha duvi-
das ; mas sei tambem que as duvidas hao de ser
resolvidas no sentido da comprehensao, e creio
que todos os ochres deputados sabem disto. Por
consequencia o calculo que faco e ainda dimi-
nuto.
Bern, 36,000 rezes. Vamos agora contar com os
accrescimos da comprehensao do reslo do muni :ipio
com o augmen to da p tpulaQlo da eidade durante o
prazo do privilegio, qde e d40 annos: podese
por consequencia fazer um calculo de 40,000 rezes
por anno pelo tempo do privilejio.
0 Sa. Gobs Cavalcante : 30,000 e o termo
medio.-
0 Sn. Olympio Marques :40.000 rezes a 1*900,
preco do contrato, sao 76:000* e a 2*000 sao
SJ.OOO*. Ora, a differeoca enire um e outro pre-
Co oao e graode ; e por isao mesino que e peque-
na, e melhor que seja em favor do consumidor do
que em favor do contratante ; pirque o conlratan-
te estipulou o 1 preco em virtude de-accordo; e
esse pre;oo resullado de livre e espontanea deli -
boracio enire as partei coatrataates.
Assim, pois, digo eu que nao baraiao para des
de ja se aatinsar a elevafio do preco deste servijo
ri.) pelo simples fasto do cootratante pedir.
0 So. Gomes Pabkntb : E' o caso de nos lem-
orarinjs do calculo que o nobre deputado fez o
anno passalo das despezas que se fazem para ta-
i bar uma rez.
0 Sa. Olympio Marques :Quando o aooo pas-
sado eu fazia o calculo, o nobre deputado calava-
se, e agora, em vez de conteslar o calculo que
apresento, vem contestar o do anno pas-ado, qu.^
nenhuma relacao tern com este.
0 Sr. Oliveira Andraoe da nra aparte.
O-Sa. Olympio Majujubs :-0 nobre. depulado
peca a palavra e rtsponda.
0 Sa. Olivwp.a Andrade : Nib preciso de licea-
Ca do nobr*. depuudo. *
0 Sr. Oltmpio MiueuEs : Nao don, nem peco
oTsb. Oliveira Anoradr : Hei de rosponder ao
nobre deputado quaodo quizer, ^*
0 Sa. Olympio Marquss : R eu hei de repliear
como eotender.
<*S Olivbira A.NDB-4DE : Nos Diesmos termos
em due eu der a resposta.
? Ha ouiros apartes.)
O Sa. Presibbittb : -Attencao !
0 Sr Olympio Marques : -EntSo o nobre depu-
tado peasa que darei em outro; termos jVNao, se-
jiaor ; oatifiarp rxispMHwpelop lermpa w epx qvt s
faz a perguota. >!v,i^pa K ate um>a regra da ario latfna pofft/ItUbWf*adi -
Ua% coatiiunol i no men caiculq, q^e Ui ooa-
kasiadu antes do ser acabado, temos 76 contos pelo
prcej do contralu, U900, isto 6, pelo esquarteja-
Sriento, esfonaiuia e matanca.
; 0 contratante tern mais as seguintej ren-
'Pelo'prer(aro de Aindos Q dobrajhs
cada rez.....-. .i *. '. ..Tiflfi *TO0
ft' Pelo derretinrento do sebo, 60 rem
por kilogramma ( a 3 kilogrammas por
cada rez) ............. (5180
a Pela saiga de um couro .... *300
o Preparo de ehifres, a 20 rfiis #040
t Idem-de um moeoi*, a 20 reis #.- ft #080
U100
Menos a parcella de 160 reis do logradouro, tu-
do o mais e renda otrta, qae soumiada aos l#9O0,
da 3*000 por cada cabeca de gado.
Agora temos a renda eventual do maladouro :
permissio que se faz ao contratante de aduailtir
gado particular.
OSa. Olivira Andradb:0 nobre depulado
nao gostade dividir e diminuir ; Oao gotta de
sommar e multiplicar.
0 Sr. Pinto Pessoa : -Naohama palavra so
bre a utilidade e vantagem do projecto I
0 Sa. Olympio Marques :A renda eveotn I,
i-orao ia dizeodo, do imposts que se da ao contra-
tante pela adpiissao degado particular no malatoa-
ro ; mais 160 por cada da que o gado se cooser-
var no logradouro alem dos 13 dias que o coolrato
permitte, e que o contratante quer que se reduzam
a'8. Ora, pood) de parte a renda eventual, qae po
de-se elevar a i;u tnlia muito grande que sera aqg-
mentad i, ja nao fallando do privilegio sobre a ma-
tanca dos carneiros e porcos cservicp' accessorio,
com os residues do gado que alii forem deixados,
principalmente se liver execacao a ea ipulacao
illegal do (icarom pertencendo ao cootrataate
as uubas, o saogoe e mais residuos; liquemos
ncs 3*000 por cabefa de gado
Quarenta rail rezes a 3*000, dao 120*000. Isto
6 o rendimento certo, fora o eventual que pode se
elevar a muito.
Pergunto : os nobres depuJado3 sabem quanto
e que os coatrataates vao nagar ? Ja esta isto de-
terrainado no contrato ? $\n ; ninguem o sabe.
Pode ser que gastem de mo Jo que o rendimento
nao de um lucro correspondente, e pode o luero
ser excessivo,
0 Sa. Olivib3a ANDR.VDE : -E o nobre de-
putado sabe se as vantagens que aufere o contra-
laote, coinpeTua o emprego de capilaes ? Deve
elocidar-nos com os seus calculos.
0 Sr. Olympio Marques : -Nao sei, e por isso
m smo e que estou perguntando ; digo quo on
aao sei e nenhun dos nobres deputados o sabe.
0 Sr. Vieiua de Mello :Logo e~o presidente
da provincia o mais competente para saber.
0 Sr. Olympio Marques : -E" isto mesmo que
estou dizendo ; uos aao somos competeutes, nao
sabemss, ^ein podemos saber quanto e que os
contratajitps vao gastar cm este servico ; por
consequent a como e que podemos desde ja dizeu
que i aceitavel a elcvaeao do preco por elles pedi-
da ?
0 Sa. J. Ms.li.) Rbgo:Mas o projecto nao
obriga.
0 Sr. Olympio Marques :0 projecto acba
aceituveis todas as molijcacoes pedidas pelos con-
trataaies, e antorisa o presidente a modificar o
contrato, como achar mais convenieate ; por coa-
sequencia achando aceitaveis as modiucacoes pedi-
das pelos cimiratantes, acha aceitavel esta. Per-
gunto : a assembled pole dizer, com couhecimetito
de cai]33, que esta elevaeao de preco e aceitavel ?
Nao pode.
0 Sr. Pinto Pessoa : A questao depeodo de
coufiuafa ill assembl6a no presidentejla provincia "
a assemble* p6Je-o fazer.
0 Sr. Olympio Marques : Nao depeade dc coa-
fiaaca, depeade ie cumprimea'.o do no=so devor.
0 nobre deputado sabe quern sera o presidente,
quando se liver de executar esia autoriiarSo,
poudo de parte a questao de conflanca, que e '.oda
pessoal, que pole desapparecer de amanha para
depois ? Que responde a islo ? Pica a assemblea
de maos atadas e o presidente com toda a liberda-
de e faculdade para fazer o quo quizer.
0 Sr. Pinto Pessoa :0 presidente e sempre
uma pessoa de confianca, a menos que se prove
o contrario.
0 Sa. Olympic Marq'lts :-Senhor presidente,
creio ter demons! ado que das moJifieacoes pedi-
das pelos contratanlcs uma e absolutameute ina-
ceitavel, a do sal ; e que, quanta a elovacao dos
pre;o do corte do gado, a as;emblea, por ora,
nao pole verificar se e ou nao aceitavej. Por con-
seqnencia cm quanto a experiencia nao mostrar o
contrario, cumprn-se o disposto ao contrato relali
vamente ao pre;o ; ea minha opiai'o. 0 preco
foi Iivremonto acordado eotre a* partes na occa-
siio. .
Do contrato : provalcca'este prero.fJNao vejo ra-
zio para este acodameato m qaerer-ae eleva-lo,
qdaodo nao ha estudos nem experiencia que au-
torisem essa sUva^to.
Quaato as ontras'disposicSes do projecto ha uma
que jnlgo inaceitavel e perigo^a..
Osuh-titulivo da commissao COOtem na sua pri-
meira parte a raesma cousa que esta no projecto ;
u na 2' diz o seguinte : (le)
Nao posso coucordar com esta ultima parte do
artigo.
A lei do 1" do outubro e muito Clara soDre a
venda dos bens municipaes : as caraaras nio po-
dem venler, aforar ou tiocr.l os senao com appro-
vacio da assemblea ; o presidente nio tern com-
pet.'ucia pnra approvar a venda de bens munici-
pals
Auui estio art. 42 di lei conferindo esta attn-
buica aos coaselhos geraes que o aclo addicional
substituia pela3 assemblers provinciaes : (ic)
0 Sr. Dario Cavalcantb: Mas a assemblea
assim "hao autorisa o presidente t
0 Sn. Olympio Marques : E' uma attribaicSo
privativa da assemblea, e que ella nil) pode dele-
gar. E' materia de economia municipal que, se-
gundo o acto addicional, so pode ser regulada pela
assemblea independente da sanccio do presidente
da provincia.
0 que o presiiente pode approvar lio arrenda-
damtnto dos bens d^s camaras; isto, sim, e
reguiado pelo art. 44 da lei ; mas, quaoto a ven-
da, a approvacad e da exclusiva competencia da
assemblea.
Creii, Sr. presidente, ter justificado a proposi-
Cao que^emilti : o projecto, como esta, colloca as
cousas na mesma difflculdade, continuanio a fl-
car o contrato inexequivel, como cstava antes da
apresentac&o do mesmo projecto nesta casa.
Tenho concluido.
Divebsos Srs. Deputados : -Fallou muito bem.
Ninguem mais pedindo a palavra, eacerra-se a
discussio e, procedendo-se a votajao, depois de
uma pequena questito de ordem, foi rejeilado o re-
querimento de adiamento, sendo approvado o subs-
titutivo da commissio com a emenda adJitiva do
Sr. Gomes Parente.
Segunda park.
Coatim'iaa2' discussao do'arl. IS do projecto
n. 35 deste anno, orjando a receita e fixando a des-
peza para o exercicio de 1874-73, com a3 emendas
offerecidas.
E' lida e apoiada e eotra conjun:taraente em dis-
cusao a seguints emenda :
Depois da palavra-hajaaccrescenlese fa-
hrica ou teoda e o mais como esta no paragrapho.
T. de Arruia.-Joao Barbalho.
O Sr. Nascimento PortcllA > (Nio
devolveu o seu discurso.)
A discussao fica adiada pela hora.
0 Sr. presidente designa a ordem do- dia e le-
vanta a sessao.
SESSAO ORDLNARIA EM ill DE MA10
presidencia do sr. fbbrrira db aguiar.
Um quarto depois de meio dia, achando-se pre-
sentes os Srs. Tolentine de Carvalho, Hatis e su-
va, Manoel do ftego, Souza Leite, Firmino de No-
vaes, Scares, Amaral, Uchoa Cavalcante. Camboim,
Arruda, Goes Cavalcante, Lacerda, AHipio Costa,
Aguiar, Vieira de Melle, Gomes Pareote, Domio-
gos Pinto, Oliveira Andrade, Aotonio Paulino, Ti-
buroio de Mag^lhaes, J. Mello Rego, Goncalvea
Ferreira, Dario Cavalcante, Pinto Pessoa, Cunha
Cavalcante, Nascimento Porlelia, Olympio Mar-
ques, Travasso de Arruda e Joao Barbalho, faltan^
do sera cansa participada os Srs. Trfo, Arcoocio,
Gaspar, Felippe de Figueiroa, Gondim e Peretti,
abre-se a sessao,
E' lidae approvada a acta da sessao antecedso-
te, depois de haver o Sr, Portella, reclaraado coo
tra amexactidio relativamente ao parecer da com-
missao de obras publicas sobre a petijao do Dr.
ignacio de Barros Barreto.
0 Sr.. t secretario da conta do segointe
EXPEDrENTK :
Um offlcio do secretarii do goveroo,-remttenio
oreqi.rii.iir* >a camaramunicipald-Garanhons
om re'- -v. "lxilio pecnain'i" pfa ps ron-
c"-- rn^ ->"i"v A' commisiio mara iiiu-'ic,,
I'nia pesic-lo de Caetano P.....i[i ij IdHilfcif [ITI
1 Agua iT-ete, pedindo aei3 mezes de hceL'Ca coi
w TlHW^'^jt^-A^ nuyjniislfeilgi ?**>!'
projecto n. 25 deste anno.
-*bV*bo" w *tfiPWSJtfl*'ail.q at t*n*r>
Primeira parte. ., j
Entramem dwcus?a) e_sao sem debate appro-
. as as e.iuendas offerecidas em 3' ao projecto n.
gleiS?}. ,,b;./i t cicb rf:
Approvado em 3' discussio o meainp projeiio,
assim einendado, e remeUjdo a commjs'sao tfe ire
dMf?o.
.aegue-sp a 2'.ducussao do projecto u. ">) deste
anno, elevando a eidade a villa do Triumph/'.
Sao lid>j, apoiadas e eotram conj inctainente
em disquasao as teguiulej emendas :
Ap'esenlo como emonda os projector de ns.
16,19 e slflaaie aono. -Dr. Unnoei do Jldgo.
Offerepo como emenda o projecto n. IP deste
anno.Rat is e Silva.
Igualmeale a villa de Pao d'Alho, com a de-
nomiaacao de eidade do Ejpiriio Saulo.-Dario
CavaknUe.Jouquir* de Arruda.Ptyto Junior.
u Additive. A actual villa do Granito que tiulia
a deaominacto do termo do Exu, licura denomi-
aando -se termo do Granito e tera por liiuiies o
mesmo da freguezia. Tolenlino da Carvalho.
Atlico Leite. -Firmine de Novaes. >
Eocerrado o debate, e approvado o projecto com
as emendas, salvo a do Sr. tlatis e Silva. a qual
flcou prejudicada.
Coaliuiia a discussao do projecto n. 56 deste an-
no, supprim in do as agendas flscaesde outras pro-
vincias estatolecidas nesta, e autorisando o presi-
dent a supprimir igualmente as agenoias creadas
por esta provincia nas suas limilrophes.
E* lido, apoiado e entra eopjunctamente em dis-
cussao este addalivo :
c Artigo unico. Fica prohibido nesta provincia
o cstabelecimento de agendas Gscaes de outra qual-
quer autorisado o presideote da proviacia :
g I.' A supprimir as que por forca do art. 32
da lei n. 1,061 de 13 de junbo de 187), forara
creadas na provincias limilrophes. .
2." A conceder as agenoias que por concen-
so do governo da provincia aeham-se nesta as a-
beleoidas, um prazo improrogavel.oqual sera coa-
tido da data da onblicacao desta lei e nao podera
exceder de seis mezes para completa extinccao das
mesmas. Revogadaa as diapojicSes cm coo'rario,
D-. Manoel do Rego.Alipio Go$ta.-Camboim.
Attico Leite. Lacerda.loaquim de Arruda.
Finnino de Nooaes.Pinlo Junior. Vieira de
Mello. Vigario Stares. Dr. Nasciinenlo Poytell^,
M. da Silva.
(Continuar-se-ha.)
REVISTA DIARIA.
.uar cia da provincia, de 9 do correole, foram nomea-
dos sargeotos : para a da parocbia de Taquaretin-
ga, Luiz Jose da Silva ; para a do muoicipio de
Serinhaem, Venaocio Resende de Lyra, ex-sargen-
to voluntario da patria ; paraja do municipo de
Itambe Elias Baptista da Silva Costa.
Por clnmeM.- Pelas 8 boras da noite do
1 do correole, um escravo do major Joao Bap-
tista Muniz Facae, de nome Victor, espancou e
ferio mortnlraente a Aotonia de tal, na villa de
Cimbres ; sendo a isso levado por ciumes. 0 de:
inquente foi preso, e a policia procedeu a res:
peito, como e de lei.
Goieruo do i>i-iaoo. Por provisao
de 8 do correnle, foi mandado continuar por mais
um anno na freguezia de Nossa Sentiora da Con-
ceicao de Pajeii de Flores, o padre Joao Ignacio
de Albuquerque.
Por provisao de 9, foi nomeado vigario eocom
mandado para a freguezia de Nossa Senhora da
Coneeieao, na provincia da Parahyba, o padre
loio Rodrigues da Costa.
ijaisicrao do impcrio. Do relatorio
lido a assemblea geral colliemos o seguiule :
Despendeu se annualmeote com a instruccao
publica 4,G00:679*10o, assim dividide pelas pro-
vincias :
Alagoas 123:384*000
Amizor:as 183 620*003
Bahia 341:079* I2i
Ceara 217:100*000
Espirito-Santo 64:864*003
Goyaz 45:250*000
Matto Grosso 27:360*000
Maranhao i';2:090*000
Minas-Geraes 565 55i'#000
Para oo/./ko^ooa
Parahyba 119:693*800
Parana 75:620*000
Pernambuco 478.904*166
Piauhv 76:483*000
Bio Gfaode do Norle 63:010*000
Rio Graode do Sul 273:260*000
Rio de Janeiro 912:477*000
Santa Calharina 69:395*683
S Paulo 380:199*330
Sergipe 106:880*033
Hovimcnto de fundos. No semestre
de Janeiro a junho do corrente anno a pra;.a de
Pernamb ico recebeu, sob a responsabilidade das
companhias de vapores que fazem o service po.-tal
4,639:432*220, e expedio pelo mesmo meio.....
4,689:910*960, assim divilido para :
Rio de Janeiro 2,083:563*000
Babia 238:o68*550
AracaiU 6:319*130
Penedp 221:6o0*000
MaceW 1,419:361*770
Parahyba 242:&43i5ort
Natal 73:819*080
Fernando de Xoronha 84:000*000
Touros l:630#'i00
Mossoro 10.000*000
Fortaleza 103:178*800
Acaraeii 3:068*400
Aracaty 9:435*000
Maraohao 13:686*609
Para 178:687*000
Instrucriio publ. Do relatorio do mi-
aisterio do iraperio, apresentado a assemblea ge-
ral legistiva, na preseote sessao, extrahimos o se-
guinte sobre a reforma da instruccao publica :
a Teoho a meu pesar exposto por zo era que ainda se achg^ em nosso pail a instruc-
cao publica, e enunciado minoas ideas sobre os
meios deeleva-laao estado que requer nossa ci-
vilisacao.
Felizmente este a=sumpto e um dos quo mais
despertam aclualmente a attencao e o interesse
geral.
* Os esforcos empregados-para aiuelle lira pela
admiaisiracao publica tem raerecido o applause de,
tolos, e a ioiciativa particular tem-lhe prestado ac
tivaraente a sua sempre valiosa eooperacao. Na
corte e era todas as provincias muitos digues oida-
daos, iodividual ou coHectivamente, teem nio so
offerecido imporlaates donativos para terem appli-
cados pelos govern >s geral e provinciaes ao desen-
volviraeoto da ioslrucQao popular, mas lauibem
por sua propria conta instituido escolas, editicado
predios com este destino, fundado bibliothecas, e
concorrido para clraentar a teodencia de divulgar
a instruccao eleraentar, e os conhecimentos de que
precisam todas as classes da sooiedade^
Entretanto, os estudos superiiwed carecem de
solidez e regularidade, para acom-pannaroin peons -
tante e rapido movimento seientiaco e liiterario
das priocipaes nacoes. E, ainda mal, a instruccSo
primaria, seeundaria e proflssional, pela insafQ-
ciencia nuraerica das escelas e pejp defeitp )80 sys-
tema de ensioo; esta muito longe do que f6_a para
desejar.
t Para dar impulso a iotrtraccio superior insis-
to em que onvem fundar na cdrte uma nnivetsi-
dade, reorgaoisar as faculdades e crear enrsos su-
periores em algumas provincias.
Para meihorar a instruecao primaria, seeun-
daria e proQssional, formulei um projecto, qae
brevemeate submetterei A. -vossa illnstrada cousi-
deracao, e do qual lancei as bases da reforma que
me parece devtr ser adoptada e que poco autori-
sacao para levar a effeito do raunicipio da cdrt*.
Relativamente as provincias, incumbindo as suas
aisembleas legislativas pelo acto addicional o cui-
dar na in=trucca > primaria e seeundaria, limito-me
ao emprego de melos tendentes a promover e an
xiliar tao Tmportante ramo do ensino publico.
c Quanta ao muoicipio da corte estabeleco :
a A liber lade do ensino paticular, restringindo
a intervencJo do governo as condicp"es de morali
dade e de hygiene ;
t A obngacao da instruccao elemeotar para
todos os iodividuos de 7 a 14 annos, e tambem,
poslugaresd) municipio em que houver aulas de
adnlto-t para os de 14 a 18 que oio a tJYerera re-
eebido ;
c A rnndacao de iscolas diuraas e nocturaas pa-
ra adultos;
* n oreigao de duas dscoias norraaes, uma pa-
ra cada sexo, nas quaes se prepararao professores
i para o ensieno primaria, comprehendendo o sea
program tia as disnipltnas que se professarem ms
gseoljs primaFiai e o estudo da pedagogia comes-
tMthttimt^e tmr otmnmmoUA *'*
rii wmvt&mdiBis+Jiar**** um hut*
^mm4uMm.. M *mt*amm*B**i&.0ttmrUf'+ tmrno* v
jwifumtmtm+4mmtom-t u>. ^mmUiii:
**} m wnaiwlnabfw e ta-miea no (mpariat olie-
g*0 dj^Ufctfr^li, wiiu com) nos quo-ewMraaie-
meow se fuodarem nas priaoia,4e tolofroitn-
trtaMsftMOjflMtraeiem, e a exuedinto om> Ms-
PM*inMi9-|Nell< fu ror/m approvados
Ml pjatMia* d| )ho *) lclreladj) ;
(M 4dHlipOtiiBi!*Dieifio en dtdriclo* htt-ra-
r WJ^IifMHlo* sando rerauneradi> o# inepeoture* dr
dwjiiuioi -
A reorgam a>-Jo do cogselbo di rector- da e-
cretaria da instruccao primaria e seeundaria do
municipio. ,,v o jv a-
Quanta 4s provincias, estabeleco as aeguintes
disposicoes, sendo feita* as despeza* necw.-arias
pelos cofres geraes e por caixas espeeiaes io&litui-
das para susteotaoao das escolae em cada oms. tki
muflicipalidados:
A croseio nut mnaicipios de eecoias prohesio-
oaes em que se ensiaem ae scienciae e suas appii-
cacGes, que mais convierrm as arles e tndustrias
dominanies ou que devamsor creadas e dcsenvol-
vit'tt ~u% m+> mtnuttrm l|w1) i:
A concessao aos estabdecimentos de in-true-
cao seeundaria, maalidos pelas praviaitas a qae
seguirem o piano de estudos do aoittigio de Pedro
II, aas mesmas vaatagens de que goift este, eon-
correndy o gorerao com um subsidio para os da-
qaellas nroyineia', cujos mwos nao battarem para
toda, a despeza precise.
f A extinccao dos actuaes cursos de preparato-
ry annexos as faculdades de direito.
A fuudacao de bibliothecas populares, on a
prestacao de auxilios para este dm.
Nuprcuio Irilnmal Uc ji>s(i-.i. Na
sessao de 4 do corrente :
Foram julgadas as revistas civeis :
N. 4831, da Bahia.-R Juse Felix da Molta. R.
I.uiz Caetano da Andrade.Concedeu se revist3
para a relacao de Pernambneo.
N. 8i89. de Pernambuco-.R. Dr. Augusto Fre-
derico de Oliveira & C. RR. Octaviano de Souza
df-.C- Negou se.
Foram disiribuidas as revistas civeis :
N. 8337, Maranliao. R. A cotupanhia de Illu-
miiiacao da eidade do Maranhao. It. D. Maria Toe-
reza Williams.Sr. barao de Monlserrat.
N. 8338, Pernambuco. R. Joao da Cunha Soa-
rea Guimaraes, candor de D. Fraocisca I'homazia
da Conceicao Cunha. R. Joao Antonio Gomes
Guimaraes Sr. Mariani.
Tribunal da rrlaeao do Bio dc Ja-
neiro. -Damos em seguida o accordao lavraio
por este iliustrado tribunal na revista eivel enire
paries Severioo e ouiros herdeiros e os do Cnado ca -
pilalista Joao da Cunha Magalhaes, causa essa muito
debatida tanto no nosso foro como no do Rio de
Janeiro. Tendoja nos occupado dessa decisao,
nesta mesma Revista, reservamo-nos a publicacao
do accordao quaoio aqui cliegasse.
Eis essa peca :
Accordao em relacao, etc. Vistos, expostcs e
relatados estes autos ds revista clvel, entre par-
tes, recorrentes o preto Severino e ouiros, por seu
curador, a recarridos Henrique Bernardo do Oli-,
leira e outros herdeiros deJoio da Cunha Maga-
Igies, mostra-se qne os recorrentes fundados na
disposicao do codicillo \ fl. 3 verso, feito pelo seu
fallecido senhor Joao da Cunha Maga haos, reque:
reram ao juiz de direito da 2' vara civel da eidade
do Recife, a notidcacao do testamenteiro Henrique
Bernardo de Oliveira para laes passar carla do li-
berdade, nomeaodose-lhe um curador, para o>
representar em ju zo ; que nomeado o curador e
feito a requerida nolitieacao o recorrido testamen-
teiro a ella oppoz os >>mbargos a fls. 3i, nas qu'-.esJ
allega nao ser procedente a acgao inteatada pel recorrentes, visto como a manuteo^ao exige posse
e turbacao da posse, entretanto que 03 recorren-
tes nunca estiveram na posse ile liherdade, e nem
deilahouveturbacio; pelo contrario foram legilima-
ment avaliados e panilhados aos herdeiros do fal-
lecido testador.'em cujo dominio e posse se achara :
que o te-tador os n5o declarou libertos em testa-
niento, mas tao somento as escravas ahi designadas,
e ecm foram el es lioertados do codicillo, que so
foi feito para o lim da declarar que a escrava l\a-
chel nao era com|irehenJida na alforria dada no
testamento as sua* rfscravas : que a liberdade
dos recorrentes nao se [.ode induzir, como estes
pretendem, das palavras que havendo deixad)
por seu testamenlo li.-ertos todos os seus escravos
porqueestas palavras nao encorram disposipao
nova, esomeate sao recreates a cootida no testa-
...,.,. ,.,,' limita as escravas ahi ileelaradas
sendo manifesto o equivoco com quo u w.i*J
escrcveu escravos -em lugar de escravas-:
que, se a intencao do testador fosse difTerente da
manifeslada oo" testament), oode swia a dispesi-
Cao do codicillo, que oes;e caso seria Uo expiici-
to 0. respeito dos autores recorrentes, como o foi
a-respeito das escravas.
0 que tudo visto e bem examinado, impngna-
cio alls. 50, razoes de suslentacao a lls. 57, prova
testemunhal de fls. 73 a fls. 81 verso, razoes fi
naes a fls. 83 e a fls. 93, sentenca daprunuira in3
tancia a fls. 96, razoes de appella/ao a lls- 112 o a
ds. 120, eertidao por documento a fls. 132 verso,
accordaos Ja relacio le Pernambuco a fls. 136 e
a IK 14'l, razoes ue revista a fK 148 e a fl*. 152
e accordao do suprem) tribunal a folhas:
Consideraudo que a pretoncjta do3 autores re-
correntes tem por seu uui;o funda i.ento a dispo-
sicao inserta uo codidllo de fls. 3 verso, na* pala
vras ten do' deixado por seu testamenlo libertos
todos es seus escravos, esqnecera me;:cio:sar qus
era com exdusSo da preta Rachel, etc.
CoosidTaod >, como se ve do referido codicillo,
que este fora unicame.nte feito para o fim da de-
claracao relativa a dita escrava Rachel.
Considerando que o mesmo codicillo nao con-
tem disposicao alguma nova, sendo someate re
ferente as liberdades conferidas no testamenlo que
menciona.
Considerando qiie neste foram imicam;nte liber
tos os escravos do sexo feminino, ahi nomeada-
mente declarados, e oao outros.
Considerando que o codicillo a fls 3 verso, con
tem a expres-sa declaracao de que somente em
relacao a escrava Rachel ficava alterado o testa
lamento a fls. 10, em que fo am conferidas as li-
berdades no mesmodeclaradas.
Coosideraodo, jortanto, que houve manifesto
equivoco do tabeluao quando escreveu do codi-
cilloescravosem lugar de es.ravas.
Considerando que tal engauo on equivoco e
confessado pelo proprio tabelliao que escreveu o
codicillo, como se ve de suas compridas e com-
pletas declaracpes no depoimeato de fls. 73.
Considerando que os recorridos produziram a
prova de que o teaador sempre niinifestava a in
lem;oo de libertar as suas escravas, e nunca os
seus escravos, que nao Itie mereciam esse favor.
Considerando finalmente, que o codicillo a fls.
3 verso, referindo-se ao testamenlo a fls. 10, e_a
eue suborjinado e nao pole ser entendido senao
de aceordo eom o mesino testamenlo.
Pur todos estes fundaraentQ3 e o raais dos au-
tos julgam os aulores recorrentes carecedores de
accao e condemuam os recorridos seus senhoras
nas custas ex causa, Rie, 2dejunhode 1871
Pereira Monteiro. fr L\L % Lisho*. [. ff A
Ctmar. i.Almeida.
Cousirurcao de pontcs. As plantas
para a factura das novas ponies que devem ligar
a Ponte Velha com o Gazometro, e o Monteiro
cam o Barbalno, deVem ser apresentadas pelos con-
co,rrenle8. qua escolhera a mais coaveniente.
JFuturo.Receberaos on. 9 deste joraal, or-
gao da QMcidade.' _
Signal dos tcuanos. Da eidade da Es
ada recebe'mo3 o n. '1 do joinai P signal dos
tempos, dedicado a noljcias, a critica e a litteratu-
ra, sob aV unless re'dacjlo e responsabilidade do
Sn Dr.Tobias Barreto de Meneze3. Agradecendo
o faumero que nos foirgoieUido, Tazemos rotor pe-
" snas prosperidades.t !.'-'
saociacao CJadrjiincxclai VSrcola.
,oje, asSbqraiJda nralha, dre reausar-sea
TriblSa geral (WsTnemhros desta associacao.
ma grande descolicrta. -L?e se no
...ircaista de l3-do pas^ado, sbbesta eptgraphc:
Vi A duae legnas de distanftia da eidade dela-
mandua; foram desedbertas.,hacerta de dous meres,
ntas aguas vljtaosas, quetflm relto tanta maravi-
|ha na cura de" dlversas doenjas, qu? parece uma
febula o qne deltas se.dos conta.
A descoberta dstsas aau^s deu-se do segumte
codo : dua' vrrulheres wihiara amin4da< vezes
mkcella. aas Wiraidadw *as agaa, Iftvaodo em
snto companhia um menino affectado de sy Dtvitis
e leado nas peroas. diversat farkjaa ^ue. ^eaaora-
v5m constefflerofcnie. Paras>Uivijaa^ wwoca a**
dbrts produzidas por esaas terytas, *'.** ^na-
va-as oas referidas aguas, das quaejbaoia tambem
o meoioo quando Una* sduo. Feija este Process)
por varias vezes, dfoduzio effeiln tao ptb> m0 e
inesperado qije o raeniq fafofl e *- ^ vie 8
dias.
'-Wfeu a tjotiqia, e o p
i ijorfeq as aguas stray, da sa
o eofermo-tambem
i pfrdida, e de facto
M;*oa*ilMuirproiBafavitdo.
< Da> passftj-'efti- por Tamanlua, o pr^piulario
|desie joraal dirigio-s* afuelle ponto, e com o au-
xiHo^iSr. Dr. 4A)Dt)-Kas:g.promot daiiueM." Jujtar. quo para alii so dirigiam pea pri
iintira set, coHieu as ialbfmicas* qu< si segut.a
I Una niora de 14 aasc-*, eega de nas;enca,
obleve a vista con a u quinze dias; um velho, qufl se achara no lugar,
afllns))u que, Datsjoda quaw eego, ia recaperando
de tal mode-a vista quo Hie parecia um miiagre.
A senhora at Sr. Ualseocio An*)oio de Araujo,
de Tamandua, qiMseaehava ealrevadi havia um
anno, licon perftilamenle sa coin o uso das agUM.
UVna outra moija, tambem enirevada e que para
la se iran^portara emcarro, tambem sarara com-
pletamenle. Alem deste* eaformx, ntuitos ouiros
eiiconlrarain aili a sadie, da q tal estiveram pri-
vados por muito tempo.
Sobre as propriedadss desta agua maravilbo-
sa, nada se av^riguou ainla. Const iva que o Sr.
Dr. Betfn ia earcina-las e parlicipar ao go reran
do rasuitado. 0 proprieari >, porem desla follia
atfirma qne, I; -!i-'n lo das dilas aguas, nao Ihe
acoou gosto eslranho. Noon, entrelanto, quo o
lugar por onJe ellas psssam esta completamente
amarello, e que e uma pedreira por onde correm
espraiadas enire uma immensidade de arbustos a
qae attribuem propriedades meiicinaes. 0 Sr.
Dr. Cyrillo, da Formiga, sagundo as infornact>is
que Ibe ilerara, e de opiniao que essas aguas cn-
tem eoxofre.
Emfim, sera util que se proceda a am exam)
mioncioso dessas agaas, vislo que as curas anaun
ciadas parece-nos faoloj tanto mais estupenlos
quanto esta o povo fanatisado por aqujlies arre-
dores. 0 lugar proximo as aguas esta traasfor-
mado em ma verdadeiro aldeiameoto. Existem
para mais de 2i>barracas de capirn, afora os car
roe cobertos qae para at i se dirigeoa com povo.
No dia 21 do passado contavara-se para raais de
100 pessoas fazenlo uso das aguas, onde todos os
recursos ja eram encontrados para os contra )los
da vida.
Arritoada.-No sabbalo arriboa ao nosso
porto, coin agua abc.-ta, o paticho argeulino Car-
los, qu, com cirregamento de assucar, ia do Ara-
cajri para o Canal, teodo 9 dias de viagem.
Para a Eurpa. Com 4 receuiJos uesle
porto levou o vapor Minho 110 passageiros.
i:\pi)iliia de escravos. A borlo
do vapor Para, vinlos d) nort'e do imperil,
aciam-se 123 escravos cora destio) ao Rio de Ja-
oeiro.
Uiniieii'o. -0 vapor Paid trouxe para :
Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Fi-
Iho 3:108:000
A. Hrveroat.&.C. 3:000i!)00
J.-Krause & C. 2:700*00!J
Jose Rodrigues de Souza 1:2974000
Farias & Irmao 9415000
Pereira Carneiro 4 C. 872-3330
Joaquim Gerallo de Bastos 8004000
Joao Ramos & Machado 634461')
Fraga & Rocha .. 481400)
Alvares Quental & C. 2334120
Pereira SimOes & C. 534320
Repnbliea wrlental. 0 Sr. consul
oriental publicou a seguinte carla, que reprodu
zimos cira prazer em nossas colamuas. Contem
ella algumas inforraagSes qu) nao podera def&ar
de ser lidas cora interesse entre nos.
Eis a carla :
a En la parte de la corresponiencia de Linlres,
puhlicada por el Jornal do Comnsrcio del i\ del
corriente, se hace mention aa una arta dirigida a
un diario ingles y refcrentc al eslado financeiro de
la Repnblisa O-lental del Uruguay.
a Como los jiarrafos que transcribe el acrelitu-
do orrespoasal, preseataa dates uaexactos y apre-
ciaciou?.i iajustas acorca.de ese pais, juzgo impres
cindibla hacer algumas rectificaciones sustanciahs.
v No es exact) quo el deficit resultants del pre-
supuesto de e-le ari), alcance a UO 40 c|, do la
resperlica receita anuil. Ese deficit era de....
2,337,902 pesos fuerles, y se ha incurrido en el er-
ror de eomparar esa cantidad con la de 3,70i,6'.)o
pesos fuertes-qie es el importe de las rent as gene-
rales, pero b ijo ese nombre solo so co upreudeu
en el Eslado Oriental las rentas disponibles dispues
de separado le necesario para el servicio de la
deuda publica.
El in nto real de la receita anuat de la repu-
blics, es de 10,204696 pesos fue tcj, de.mode qu:
el deficit espreiado sabe a poco raais do la raitad
d! la proporcion erradamente estiblecida p ir la
carta del diari) ia^les. Deho agr'jgir tamliiea que
esta sancioaada y proraulgada la lei que habilita al
poder ejecutivo para solveutar ese delicti, aua sia
las econouiias que proporciaaaria la realizac:oa djl
nuevo empreslil) -esropeo.
. ..-:4.. ,^,, fifinni tambieq que en m*
nllimos cinco anos, eleomtrew, yt wmAu y.. .-..
terno, se conserva tttaxkmaru. Tumpouco es
exaclo.
En 1868, el valor oficial do la exportaeion fue
le 12.139,720 pesos faeries, yen 1872 elcanzo a
15,487.332 do la raisma mooeda.
a En 18o8, el valor oficial la importation fue
de 16,102,473 pe^os fuertes, y en 1872 alcauzo a
18,83'.*,724 de la misraa moneda.
a Hub), pues un progreso"considerable, apesar
de las gtierras civiles y de la crisis coraercial was
senalaron esos aiios.
t La carta del liirio iugl:s trata de causar sen
saelon huciml) ver el aamento denue-lra deuda ;
dice que en 1861 era de 3,331,87J, y que ea
1873 subia a 41 481,203 mayor s^asasion d?be
aua causar el cuadro de los progres >s realisados
durauto ee mismo tieoipo.
Ea 1802 el valor tolal de noestro comerao de
inportacioo y exportaeion era de 16,966,213 pe?os
fuertes ; en 1872 subio a 34,349,236 de la raisma
moneda.
t En 1860 la poblacioo del Esladq Oriental no
alcaozaba a 200,000 almas ; hoy pasa de 430,000,
com) lo reconoce el mismo autor de la carta.
Este progreso asombroso ha permitido atender
siempre religiosamente al servicio de la deuda pa
bica, y el pais ha podido desde 1839, en qne se
hiso la primer consolidation, hasta el 1" do eaero
de 1873, annrtizar 6 rescatar 19,342,924 pesos, 6
sea 4,138,069.
Esto ha dado logar a que el Sr. D Adolfo
Vaillant, en su iraportante obra estadistica sobre
la republica, imite muy oportunaraeate las pala-
bras dirigidas por un estadista ingle3 al ministro
Taylor : diciendo : Es muy notable que uno na
cioo tao joven haya podido pagar en poco menos
de 14 anos 19 millones'y medio de pesos de su deu-
da nacional, con mas los 12 miilones de intereses,
6 sean veintc veces el prod acto total do sus rentas
de aduana en el ari) 1861, 6 sea el doble del valor
total de su mismo comercio de inportacioo y ex-
portaeion en el ail) 1862, 6 sea, en fin. un capital
que representa una parte contributiva de 77 pesos
por habitante de la republica
Durante esos mismos catorce au)s, se han pa-
gado por via de intereses 2,230,732, que, unidas
a la araortisacion, hacen un total de 6,408,801.
a Ua pais quo asi progresa y asi derauestra su
vitalidad esta muy Iejos de teaer pohot elem-mtos
de naoionalidad, como lo supone la carla del dia-
rio ingles.
t Montevideo, capital de la Republica, presenta
un esempla que solo puede ser sobrepujado por el
de Cbicagb, d San Francisco en los Estados-Uni-
dos.
c A principios del siglo, era an simple baluarte
con dos d tres rail almas; hoy tieue 127,0)0.
Qaando em 1829 fue reconoeida al fin la na-iona-
li lad oriental, Montevideo contaba apenas 9,000
habitantes.
De esa fecha hasta hoy, la poblacion total de
la Republica es 7 veces mayor, y sus rentas 14
veces mas crecidas.
a Estos resultados, Ieg03 de desanimar, estimu-
laa los e3tadistas orientales, haciendoles concebir
fundadamiente para sa propio pais el puesto de
una Behzica sudamericaua.Erica A Pena, coosul
geoeral db la R. 0 .de Urugauy.
Armamentos argentinoa. 0 corres-
pondente do Jornal do Commercw, em Lmdres, es-
creveu o seguinte :
Consta-rae que ha dez dias sahiram de Liver-
pool para Buenos-Ayres, dous navios de guv
coastruidos pafa o governo argeotiuo. ,
c Consta-rae ainda que existem ahi '
vapores ariete em construccSo para ^^ ^m
veroo, por6m dizem qae so em *r 0 mesmo go-
Bear promptos. ol3 meze3 poderao
Entre os petreoUas fr
dos am gr.aade.-i uaro'' ..iicos qua foram expedi-
via uma conude;' >tj3 para o Rio da Praia, ha
fizeram se on dvel quantidade dstorpedos;e
vios adeo'- esiao se faxeodo ainda no Clyde oa
ricao.'* -a Jos ao uso dastes eogeahos. Um ame
Uf f refugiado em Bueaos-Ayres, por causa da
,-erra ci^virdos Estados-Unidos da America, au-
xinon o !>r. Gircia (euja nomeacao para aqui co-
mo ministro da republica passa por corn) na com-
pra de torpedos para ..aste governo; referem-roe
o.'le, querendo esse sealor eatrar para o club Sul
Americano, fora apreaeniado ,como enoarregado
dos torpedos da Confederayi i Argeotioa.
Por oulro lado, cada vez mais se reit ..-.a a j
segurancas da uma pohtica emioeatemen. ,. '. ,
ca da parto do goveroo argemioo e manifc--. .e
sigtnes de nrptea: pela liagdijluf MM^WJ'r!o-.
jornas do Rio.
* N rfa e, entretanto, aqui am grande etmotras-
te enire a* palavras e actos dus atpeMHios. *
' Tei-rivei exploaao. Na faw1t d> pef:
voM d* Tttesa, rrlceiTte ao eslado, hoiWe ama
fexpl)-ao de polvera, indw pelos ares duai oflciBas.
nas qaaes estajram rrcebead m nltimas maotpn
l^Coes abagafflta de 3.500klfogrammasde pofrora.
O* prejiiizus sS- grandw," p*r6m nao ha perda de
v: las a deplorar, nem sejuer pessoa a+gaina rece-
beu ferimentos.
Duello murial-Baleram-se a pistola e-
Pronendacl (Uelgica) o j-dvogada Charles Fonui
aas e o eageaheiro Pirroia Letiembre resultmd.r
do corabate ficar gravearrrte ferida na cabeca o -
/un I) duelliita; ferimeato a quese seguioa mor
te, dois dias apos.
Instanron se processo contra o advogado e a*
te-temunhas ; havendo-so- procedraa a aatapsia
no cadaver.
Para fartir-se aos rigores da juslica, Fonlaioas
tinha fngido.
0 desaUo esiivera primeiro-combraado a> flore
te, porem na vespera a noite. estando Lehembre
exercilanlo-se na esgri na, ferii-se no pnlso, de
maneira que teve de ser escolbrda a pistola, que a
mais perig..sa arma de combate, e por isso a qae
costuma sor escolhida no combales por motive*
verdadeirameule serios
Terrlvel monomania.Foi agora coo-
demnad i, era Franca, uma praca do cor^o-deboui-
heiros, na pena de 13 annos de trabalbos fbrcadon,
eu cjoseqoeo:ia de se Ihe haver provado que en
reincidente n) crime de fogo posto.
0 infeliz lancava o fogo, e era ao mesmo tempo
o primeiro a trabalhar oa sua extinccao, e sempre
um los mais corajosos.
IUj atlestavam os chefes e o cam rada*.
0 horaem vergava-se, portanto, a am* mclina-
^i) invencivel, que dellc fazia um miaiaco, antes
que um criminoso..
Eia taes casjs a reHiuSo tornase uma necetsi-
dade, mis acompanhada de meios tberapenticos
eosinados pela sciencia.
Degado.Baleram-se ao sabre dons jovens
officiacs ioferiorcs da escola militar de Saumur
E' ram que nos duellos seja a arma escolhida a
espada, por ser con-iderada a luia pouco perignsa,
quando seja permit'.ido so o.uso do game, e nan-
ca os golpes de ponta ; porque n'outro caso en-
lao e o fiorete que orduiariamente se adraitte.
N duello, porem, I.- que se irata, e, sem embar-
go de arabos os adversarios saberem esgrima, os
resultadjs foram serio-i. Djpois de combaterera
durante muito tempo, com decidida resolacio.
tendo de descancarem por mais de uma vez,
na ultima invc.-tida aticaram-se com tamanba
raiva, que se ferirain mulua c gravemente ; fican-
do um com a cars deitada abaixo e o outro com
um profundo golpo na ilharga, o qual se Julga de
rauita gravidade.
Un dis padriuho; d ilcafio teve de interferir
por miis de uma vez, afiui de qae os contendores
nao ultrapassassem as coadicoes de corabate.
Urania borrlvel. -Todo o bairro de Pas
y, em Paris, tao traoquillo ordinariamente, so-
bre allou-e com^a noticia de um drama horrivel.
Uma in.u deu a raorte a seu filbo, e em seguida.
levada pelo desespero, suicidou-se.
us esposos Mik, casados ha um aooo pouco mais
ou menos, habitam na rua dc Passy.
Desd o nascimbnto da criaaca, ha tres mezes,
a Sra. M k lem estade lempre doente, a ponto de
ter sido pre -iso mandar vir a irmS para a tra
tar. A deigracada attribuia ao filho os seus so(-
frimentos
liltimamente, emquaato seu mariJo estava so ea
cas i, a preparar o almoco, a criaot a comecou de
fherar. Tomada declera lepentina, que se po-
deria taxar de alienacao meaul, precipitou-se so-
bre ella a estraagulou-a.
A' vista do cadaver, Oipicacou-a sem duvida o
rcmorso, conneceu o horror do crime que acaba-
va d: commetter, e re^oIveu suicidar-se.
Lancando mio dc umi corda delgada, passoa-a
ao ferrolb) da jauella c euLroou so, depois de pr6
viam :aW ter lido o cuidaio de dependnrar pelo
lado do fora um lapete, afun de occultar o qae ia
faxer.
Praclamas. -F >ram hontera lidos 03 seguin-
tos, oaigrsja de Nossa Senhora do Rosario, qae
serve aclualmeule de matriz da freguezia de San-
to Aatoaio.
1.* denunciario.
Joaquim Coelho Netto, com Justina de Jesus Pe-
reira
Fran^eo MeranJolino da Silva, com Anna Jo-
aas da Rocha Barros.
Jose ilariau > de Barros Cavalcante, com Fran-
cisea Augusta de Albuquerque Ribeiro.
.u..,. i i,.iiiii. .1. Santa Anna, cora Capituli-
U.. II.'...-ma U. 1 -l^lrit
Jose Ribeiro da Silva, com Maria b'rancisca Al-
vos Guimaajs.
Jca) Baptista J:j Santos Telles, era Felismiaa
Dias Correia.
J ia |ui a An: ro de Carvalho, cm Luzia da Sil-
va Boim.
Aatoaio Augusto de Souza Marlins, com Jose-
pha Oliveira Castro.
2.* (ienunciacao.
Jose A-lolplu de Oliveira Lima, com Maria Lui-
za Vieira.
Francisco Antonio da Rich*, com Anna Maria
dos Piazeres.
joaquim Lacio Rodrigues Junior, com |w
Amelia de Castn.
Pedro Lucio Rodrigues, com babel Maria do
Castro.
Feliciaaa Candida de Aguiar, com Fraucisca
Pereira Fontes.
Muioel Gomes da Costa; d.u Anna de Hollanda
Souza.
Joaquim Francisco de Araujo, com Fraocisca
Mai la de Oliveira.
Joao Vicente de Torres BunJeira, com Maria
Rosahna de S iaza Braga.
Francisco Pinto de Lemos, cora Hermeliada Joa-
quiaa de Oliveira Baduem.
Antonio de Hollanda Cavalcante. cora Rosaliaa
Maria dos Prazeres.
3." denunciacan.
Franceliuo Ferreira da Fouceca, com Margarida
Ferreira de Alcantara Barros.
Bueharel Vicente Pereira do Rego Junior, com
Candida Carolina de Sa Cavalcante.
Loteria do "lio de Janeiro. -Segundo
telogramma da corle, deve hoje ser aili extrahidi
ail/' loteria. .
LDii-ria A que se acha a venla e a 108.'
abt-n^icio da nova igreja de Nossa Senhora da
Penha, a qual corro do dia 18 do correote.
Casa de detencao.Movimeoto da casa
le detentao do dia 10 de julho de 1874.
Etistiam presos 318, eatraram 12, sahio I, -
exis'.em 327.
A saber :
Naeionaes 236, mulheres 9, estrangeiros 21.
sscravos 39, escravas 2. -Total 327
Ali oentados a custa dos cofres pablicos 2&t.
Movimento da enfermaria no dia 10 de julho de
1874.
Teve baixa :
Antonio Alves dos Santos, febre.
Tovealta:
Vplerio Gomes de Souza.
Fallecen :
Francisco Antonio Ferreira.
Passsagelro*. Sahid03 para os portos do
norteno vapor brasileiro Ceara : '
Miguel Florenciano, Vicente Caraortell, Seba*
liao A. de Albuquerque. Ismael Dornellas B1'
court, padre ClorinJo de Souza Aranh- ..ien
Nogueira Junior, Jose Gomes de Aw' lose G
Dr. Francisco J. G. de Son-
Vianna, uraa irraa e uraa '
Neves Junior, Ant mo I ^ava, Josd D. das
.,. de Farias, Lourencp A.
oiqueira Ferrio, Gsnesco F.
sileTro/>- .A-deSalteseSilva.
siieiro r js d()g pjrt()J d(j n0fte na vap()r bfa_
T'" *rd : ~ .
jneote Francisco Miguel de Souza, saa senho-
a e uma irmi, comraendador Joaquim Marques
Rodrigues, uma Qlha e uma criada, Manoel Perei-
ra da Silva Luzo, D. Philonelia da Cost -Luzo e 3
filhos, Carl s Feirasnger e sua sennara, Francisco
Papaterra, J. E. Xavier de Lima, Francisco R.
dos Sant03, Chaillon Eugenie, Fiorentina, escravo
de Luiz Antonio L)pes, Antonio Jo6 da Silva,
Joio Luiz da Silva, K>raiag>)s Rizto, Jose Alves da
Silva. Manoel Domiagues da Silva, Antonio Dias
Piuto, coaego Gregorio F. Lastoza, Vicente Moroai.
2 praeas de policia e 1 preso de justica, e 1 es-
cravo a eatregar.
Seguera para o sul no vapor acima :
Tenente Francisco Antonio de Souza, sua tenho -
ra e uma filha, corauendidr Regioaldo Carlos
Mratouro, sua seohorae I Slna, cale-.e loao Pe-
reira Pinto, Manoel da Silva Rodrigues, Joio Bap
ti-ta de Miraes Rego, tea rate coronet Ja 6 Maria
Fernandas da Silva, cadete R lymua I j Dias Mar-
tins, Antonio Ribeiro, P. Aguiar, Antonio Daarte
.'i.iuulel.Simao Barboz.i P.^ssoa, 24 praeas do
-.^.oii), 8 dita, iU "-"'-- c 112 escravos a

i
al06>teUa,
Mar.a L. M.
de Azavedo, Jose de
Lastoza, Ladisla^


V.



ft
Segunda
*
z.
*:
I
^

paBltco. -Qbitaarto do dia 10
4e into de 18* :
Joaqoioa Maria dot Pratere*, preta, Pernambti
co, 06 anaoe, solteira, Boa- Vi&ta, itospital Pedro *;
btqaiu SSBii.
Francisoo Aatoaio Ferntira, pard.*, Santo Anto-
Bio, cat* do delcia; encepliafitti.
Benio da Silva Rosas, braoco, Portugal, 50 an-
nos, casado, Santo Antonio; erysipwh.
Pedro, prsto, Pernambaeo, 18 mezes, S. Jose;
catarrho lUBocante.
Joao Maeedo do Amaral, branco, Portugal, 43
anaos, casado, Boa-VisU; gaatro entero-colite.
Alexandre, eseravo. preto, Africa, 44 aaoos,
yUeiro, Santo Aatoaio ; gangresai.
PASTE POLITICA
pnMtea, exige qfle devorramoe hi taetos os doestos doeto de Marco-tfsconte, em qae
e tasultos quo a Ptwitmia do 9 do eorronta atira Tot m aasoctoa a meiga bom eioreitada
CONSEBVADOR
RECIFE, 13 DE JOLHO OB 1874.
Compelle-se-Dos a dar am a resposta cabal e es-
magadora a 'Provincnt.
Fora preciso qae possuissemos uma paciencia
de Job para icarmos sitenciosos, quando vemos a
imprensa pernambacaaa envelhecendo e .estra-
gando-se soft os goipes de uma penna, molbada
em fel raistarado eon lama, e que tem estado
ceesttdtemenle alagaia a calumnia e a iojuria
A nossa lungaoimiaade nao e inexgouvel : te-
am oeceesidade do dizer alguma verdade, paste
fue dnras, para qae essa mumia de oculos ja tio
celebre -em assumpto de difTamacio fique sabendo
que not conbecenaaa as suas bafdas.
Dada essa ezptaeacao, em horaenagem ao puWi
-co, para qaem escrevemos, e a nossa digoidade,
oucanos o horaem. que no dia 14 de maio, de
uma-das varaadas do gymoaaio dizia ao povo que
no dia 15, apporecia no Jornal do Recife como nm
cobarde protestando contra o proprio resultado de
^uas palavras.
Oacanos ease bomem, qae poacas horas depots
de haver insulado com essas palavras incendia-
Tias o povo, trahia o : derlarava em meias pala
vras, como e sea costume, que nonhama rospon
sabilidde lne cabia pelo que o povo havia prati
cado.
E esse enle infeliz, voluntario d: 1818, podemos
-assim dizer, tem por babito espeaalar com todas
as qu stdes do povo, como se este nao o conhe-
-eessepelo o primeiro*di(Iamador publico.
Isto posto, eotendamo-nos com a Provincia, qae
agonisania. segundo dizem, esta servindo de depo-
sits de billn de Agrippa, etc., contra o Exm. Or.
Lucena.
Como esta enganado e illudido esse Agrippa t
Sopp3e alie que S. Exc. perde sea tempo em
pensar nelie ?
Illude-se completamente.
S.Exc nem occupase com Agrippa, e nem
-com gente melhor do que Agrippa tem mais era
qae se occupar, pen-a em cousas uteis a sua-pro-
vincia.
Porqae pois Agrippa, o difTamador da familia
do barao de Villa-Bella era 1867, irriia-se e qner
morder a qaem neohuma importancia lne da f
SuppSe-se grande cousa e quer aodar semprel
em exnibicao : e essa uma das manias de Agrippa.
com aqual tem sido infeliz sempre.
Agrippa pouco ou n .da vale, por consequents,
nem percamos nosso tei-rjo com qaem vive de dif-
famar a tudo e a todos.
Oisse a Provincia que o Sr. Dr. Aprigio Guima-
raes esta sendo victima de in>ultos e injurias de
nossa parte,.e inculcoa que tudo isto por causa
de S. Exc o Sr. Dr. Luoena; assim como, diz
ella, ja forara victima* os Srs. barao de Villa-Bella
e Dr. Baarque de Mai-edo.
Ha nisso injusti^a mamfesta da Provincia.
S. Exc. o Sr. By. Lucena nao tem ogerisa ao
Dr. Aprigio e nem l-m razao para isso, desde que
0 Dr. Aprigio infeliz, co-no tem sido, ate com os
seas propnos amig- s. que acibam por -borrece-lo,
so iospira a S. Exc. pena e dd, tanto que urn lu-
gar, o melhor talvez, no asylo de alienados, sera
reservado para o mesmu doator.
0 desepero, o caiporismo do Dr. Aprigio, tudo
emflm move S. Exc. a assim proceder para com
aqaelle que, sem mais nem menos, se declara vic-
tima de insultos e injurias.
Dira o Sr. Dr. Aprigio, porqae entio os amigos
de S. Exc. transcrevem os meus artigos, em que
passei solemne descompostura no conselheiro .Na-
buos?
Responderemos ao Dr. : na transcripeio dos
artigos nao vai injuria e nem insulto; ao contra-
rio, e nma honra que fazemos ao Dr.. transcre-
vendo os seus artigos, que serao lidos com intercs-
se, como o foram na juelle tempo.
Onde esta. pois, a ollensa ao Dr. Aprigio ? ,.
teve ma vontada ; polo oontrario, o r>i. Ooc ieio-1
J)rar-se quo de S. Exc. recebeu em palaeio muitas
^provas da estima e amiiade, e principalmente
quando o Dr. so offereeea para se encarregar da
revisao das obras do padre Barreto, mediante uma
gratibca;ao.
0 Dr. deve reeordar se de que nessa oeeasiSo
S. Exc. m .stroa-se peuali.-ado e sentido por nao
poder servir ao Dr., em consequencii de ainda
nSo haver quota para tal fun.
Responda-nos o niesmo Dr. Aprigio: quern se
mostra assim cavalheiro e sobran:eiro pode ser
ioimigo e ter ma vontade ao Dr. r
Foi victima de iniulto e injuria o Sr. Dr. Buar-
que de Maeedo, diz a Provincia.
JJonca iojunamos einsuliamos ao Sr. Dr. Buar-
qae, e tanto qae nas discassdes nuuca declinamos
0 nome daquelle Dr. : dissoinos apenas que o Dr.
Bnarque, como empregado publico, podia ter o
direa j de censurar os actos do governo; mas
nunca o de atacar em artigos virulentos e injurio-
30S ao governo, a quern dem pelo emprego que
exercia nao crear dilDculdades.
Isto foi o que dissemos e quo esta aque.m dos
desejos manifestados pelo Agrippa de Marco An-
tonio, a alguns de nossos amigos.
Nos perguntara a Provincia : como podia se sa-
ber que 03 artigos eram escriptus pelo Dr. Buar-
que, se este nao os assignou I
A' Provincia devera respoader Marco Antonio
que insinuava que outrem nao era o autor de taes
artigos, e pedio qae surrasse de rijo o Buarque,
qae era urn suisso, urn traficante ; e que elle
(Marco Antonio) estava font das Iotas, estava ar-
redado da imprensa.
Se atiribuimos os artigos ao Dr. Buarque, a cul-
pa nao e nossa ; e sim desse Agrippa ou Marco An-
tonio, que e um intrigante, e difTamador, ate das
proprias familias; e sim desse Agrippa, que ha
bem pouco tempo, quando n Dr. Buarque foi no-
meado ^ara a secretana do ministerio da agricultu-
ra, perguntava e dizia a todos : entio eu semprc
nao di>se que o Buarque era um tratkante I onde
esta o seu liberalism hei de fazer questao no
direc orio : ou eu ou o Buarque.
E o D,-. Buarqne flcou no directorio !
E Agrippa lambem flcou !
E' qae Agrippa e am cobarde que so sabe ser
incendiario cm palavras bombasticas 1
Iujuriaras e insultaras o Sr. Barao de Villa, diz
ainda a Provincia.
Qando e em que tempos injuriamos o Sr. barao
de Villa ?
Nao nos recorda.
Lembramo-nos sim de que o barao foi injuriado
e insultado pelo redactor da Opiniao National, qae
nem seque respeitoa o lar domestico do proprio
barao, a qaem hoje procura agraaar per fas e per
nefas.
Nao nos admira do proceder da Provincia ; ad
arra nos sim qae Marco Antonio, que e um Cala-
bar, hoje qoeira remir as suas culpas, descompon-
do, injnriando ao Exm. Sr. Dr. Lucena, s6 porque
eatendea qae isso a agradavel ao barao de Villa-
Bella.
Mastenha caidado o mesno bario, qae aiada ha
de ser victima pela seganda vez da dififamacao e
intriga de Marco Antonio.
AOS PROVINCIANOS
Alpbonse Karr, no volume pag. 132, dft Cue-
pet, responde as especulacoes protincianas di se
gainte modo :
* Os pretensos amigos do povo, o exploram ain
da mais qae qaalquer oatro I
Suas queixas cescias, falsa* e hypocritas sobre a
miteria dopuro,ni> tem oatro fim e nem oatro re-
sultado s nao excitar esse lea adormecido e lan-
ca-lo contra os homeos qae obstam sua ambirao e
rapacidaie.
Depo s, quando elle tiver pre'tado esse servic >,
elles aprc veitarao o que tiver sido feito em provei-
lo de sua avareza, e de sua vaidade para o ajai
arem inda mais do qne estava.
O povo nao passa de am pretexto e do um meio.
O one deram at* hojo ao povo seus pretensos
amigos'I
lles o ten-. ;mbn ?ado de parolas.;
Biles, o tem irapellr as pracas publicas ;
-SHes o te n arro=t- a n isso e a mortr>.
Mntretarido se consTvar a parte, promptos
tomarem parte nos 1- polo*. .,i o povo e rcneed'1
e se e Tonci^o arrer g.i o infamemente.
0 DBESPEX) PROVWCU
__jPrwpe"" odofoV" "obre tudo a conscienci?
contra o Exm. Sr. Of. Lucena
O poblico tem iiroito a ser rre*d5i Pri5j'
palmente se e elhi o nnico Jail, que he da decidir
s obre polemicas jornalisticas de tal aatarera.
Nio podemos e nem detemos acompanhar os re-
dactores da Proa'ncia ao terreno das per*onalida
des : des a vez a palms compete exclasivamente
a Provincia; deixtmos de repellir a aggressae qae
so Exm. Dr. Lac ma fizeram os seas grataitosdes-
alTectn9 na Ckronk* desse jornal.
Se a nossa liagnagem e habitos fossem de arre*
eiros, pafariamos a Provincia na mesma moed* ;
mas oio queremc-s dar espectacuto, enem nos bom-
bresr oom os detpeitados.
Saiba entretin ;o a Provincia qae naqaella pa
blicacio, nota-se o rancor edk>, de qae nao tea-
do elementos par.) uma accassoio sens e decent*,
desespers-se e aecoramette ao adversario com des-
compostaras e diatribes.
?sto e-improprio de nos, e nem pensamos ves al-
guma qae o odio dos prtvincianos chegasse ao
pon.o ea indeceacia.
Qoer o publico saber e que disse a Procinewi f
Avsl>e-o por eUe pedaciaho :
' Frcam w a postos, Sr. Lucena : dd carae aos
seus caps.
Mawra homem de jako, de bom senso, qae jal-
gue isto digni de ser respondido ?
A melhor respista c volur as costas a tal gente,
e deixa la ficar a poslos.
Convencam-se, portanto, os provinciate de qne
S. Exc o Sr. Dr. Lucena perdda de coracao o sea
desespero, e lastirna com dd o desacerte e iscen-
-satez de nma redaccao qae conta em sea seio
lentes <1a Faculdade, os qnaes deveriam ser o
-exemplo di prudeucia, nrbanidade e moddracio,
qaando se discutem os actos da aatoridade.
Parece noe, ealretanto, que estes sao os peiores;
procuram mesmo distingnrr-se pela iiagaagem in-
cendiaria e eommaoista, e haja vista a Chromca,
a que nos referimes e a Mofina qae a Provincia
publica todos os dizs.
tmiG*X0ES A PEDIDO.
Aos* iicgociantes da praca de
Pernainbuoo.
Vai para quatro annos que o coramercio
desta praga atravessa uma crise medonha
que muito proinette duraraiulal
Uma das causas que teeoo poderosamente
coDsorrido para isto, 6 a quasi geral des-
confianga que reina eatre os negociantes,
motivada principalmente pela sordida espe-
ealin.ao de que teem langado mao alguns,
com o fim de verilicarem promptas, com-
modas e lucrosas liquidagOes.
Actualmente, podemos asseverar sem re-
ceio de contesta^So, nao ha reputagSo com-
mercial bastante solida que esteja. perfeita-
mente abrigada de ver parar sobre si gra-
ves suspeitas, ao m.iis ligeiro e infundado
boato de insolvabilidade.
Neste estado de cousas e necessario que
os negociantes rosolvam se a totnar uma
modida cnergiei, no sentidode esclaracer e
delinir posicdes 1
N5o pode continuar por mais tempo a
babel em que vivemos.
Dia para dia ouvimos a nossos devedores
dizer coin a calma e tranquilliilade do justo:
Vao mal os" meus nagocios, nao posso
contmuar ; salvo se me derem um abate de
50 /.
E a mais ligeira refloxao que se faz a t3o
despropositada proposta, respondem muito
desczngadamente:
Nao queretn ? Pois bem, neste caso
vou requerer minha fallencia.
Esta ameaca produz sempro os desejados
effeitos, por que todos n6s sabemos o que 6
uma fallencia I
Nao dusconhecemos que muitos dos que
pedem um abate estao in casodetel-o,
porem outros fazem disto especulacSo.
IV preciso acabffrmi s com isto, e preciso
separarmos o joio do trigo e collocarmo-nos
oooJiSo>.3 menos precarias e afflictivas
p.. ^-
UMJ UV110U1U6.
flA
Como sabemos uma das causas que faci-
lita as cornmodas liquida^oes de que temos
fallado, e a compra a 8 mezes, por que
antes que se tenba vencido um s6 titulo, e
que por tanto seja connecida a inten^ao do
especulador, tem elle tempo de sobra para
ar ran jar seus negocios, verilicar grandes
transacts e fazer crescer consideravelmen-
te seu passive
Para sabirmos do labjrimto intrincado
em que tstamos, lembro aos negociantes
a scguinte medida:
Reduzamos desde jd o prazo das com-
pras a 6 mezes; a 4, 2 mezes depois da
primeira resoluQao e a dous, quatro mezes
depois. Augmentemos em compensa^ao o
desconto.
Por e.-to meio parecenos que sa reatabe-
lecerao as cousaa de modo a reapparecer o
credito, que e a padra angular docommer-
cio.
A provincia daBahia colbeu muito bom
resultado d'uma medida analoga a esta com
a differenca, porem, de que reduzia preci-
pitadamcnle o prazo a 30 dias.
Ora, senlo a reducg3o de prazo por n6s
proposta proporcional, paroce que devo pro-
duzlr muito mais vantajosos resultados.
Congrcguem-se, pois, todos os negocian-
tes desta'praga e decidam alguma cousa pelo
menos.
Um negoclante.
loatlo .
motfasbea eiereMaaa vac 4a
Bum. Sra. t\ Maria toobina Braga, a qoal aara-
cm e sgrado geral 5 nao s* aa pnaeira para do
solo do hyaao da Caridade, como tamboa b1b-
cipalmente oa MnraauBto a baa axe atada caw-
tiaa de Fiato S ao a doz ates e ao acompanhaaena a rabeca, -
;ada pet0 Sr. Alberto Ranch.
It aaa parece ouvir exclaaar algnra impaeiMte
loRea. Como e posslvel deixar assim Daatar sera
rrwmcao 0 liado edhMo da eaaMtaa bespanhola, lie
parMameate brterpreUdaeala Exaa. Bra. Ik Ma-
ria *o Moaario Ramos a Silva, qae seado a primei-
ra a cantar so depois qae yrincipioa a testa pete
hymao ja meacionado e (ernando vivo 0 assampto
atera expandir a alegria depois do abalo qae pro
rocara lagrimas ? Par oerto somenla etta exeeu-
cio da Exma. Sra. D. Maria do Rosario provaria o
sea aeriso se aiada aio o confirmasse a execucSo
do terceto do AUIa da caratina do Gmramento
em qae oerrespeaaea a eapeeutiva pabbea, aao
obstaate sea BMiadroso estado de Made.
A voz suave melodiosa, 0 mime a seotimeato
da execocae teve o audtorio saspeaso em sublime
arroabo doraaae todo o tempo, em aae so oaviram
as notas iaspiradat daqaellas duas aUaee ceaeep-
coes de Verdi Mercadaate.
Maravilbose effeito prodoziram sem davida as
vozes das Bsmae. Sras., qae se izeram oavir por
sets vests ea eoros, aos qaaas realcaram soas
protogooitaa, ora por si sos, como ao bem eoabe-
cido hyrnao da Caridade e ao bellisjimo rdro do
Giuranento, ora no Finlo Stamttdo e na graciosa
cavatina ae Giuramento-Or U sulConda,; sendo
que o pouco tempo, que algamas Uvoram para
estadar saas panes, tornoa-as verdadeiras beroi
nas.
Seria grande injustica esqaecer 0 valioso aoxi
lio do Sr. Damaso, que tanto no terceio do A til*
como ae SMtimino de Eraani, ruostrou nma voz
syrapatica e eheia, combinada com firmeza na ea-
toacao.
Tornou-se igaalmente digno de agradeciraento
da sociedado 0 Sr. Archlin Wilson, pela boa von-
tade com que se prestoa a tomar para ao concer-
to, onde foi devidamente apreciala a sua voz de
lenor. v
0 mesmo eabe-nos dizer com relacao aos Srs.
Claudio lldebourque Caraeiro Leal, George Fello-
rus e Edward Wood nos trecnos de musica qae
canUram.
Aexacta e bem ioterpsetada exeencao do tra-
pista fez apenas seolir qua am grave in com modo
de saude tiaba enfraquecido a vox de bello baixo-
profaado-Sr. Falcao.
Em tao rapida revista nao podemos todavia ee-
quecer 0 importante servico prestado pelo Sr. pro-
fessor Gustavo Wertbeuner, ja como director da
concerto, ja nos acompanhamentos de piano e
oa parte, qae tomoa na bjrilnante execucao da
ouverture de Guillaunte Tell, a dez maos ; e apenas
notamos qae para ella prodnzir seas verdadeiros
effeitos, uma sala com maiores proporcoes se fazia
mister.
Dea provas de reaes merecimentos de musica
e apurado gos'o, o Sr. Alberto Raucn, em sea dirR-
cilimo instrumento-a rabeca, no qual mostrou-se
0 fiel interprete do grande Beethowen.
0 Settimino finale de Ernani com oqaal term!
nou 0 concerto, encbeu de enthasiasmo a toda
aquella socioJade : e fez transparecer nos sem-
blantes de todos aquelles que nelie tomaram parte
0 contentamento ; qaando ao desprenderem as
ultimas notas, oltiavam-se reciprocamente como
que desmonstrando a satislacao de qae se acbavam
possaidos pelo bom exito da tarefa de qae se ha-
viam inenmbido.
.Neste ultimo e importante trabalho era qae to-
dos destinguirara as paries do solo foram ...desem-
penbadas pehs as Exmas. Sras D. Amelia Cam
ello e D. Angelica Coutinho, revelando aquella,
que pela primeira vez cantara em publico, gosto, a
agradavel voz de soprano, bem aperfeicoada e se-
gura.
Applaudimos lambem no desempenho da Afri-
c.-na 0 esforco dos menores artifices, que apezar
de seus rilabonoso viver nao deixaram de contribuir
com 0 sea obolo para am fim tao nobre e huma-
nitario.
Assim terminou aquella tao brilbante festa as
11 horas e meia da noite, reinando semprc a me-
Ibor harmonia e ordem. 1
Concluindo esta pequena resenha, nosso 'desejo
e qae, sendo essas as verdadeiras festas da intelli-
gencia, que suaviaam os costumes, abrem 0 cora-
cao para 0 bello, desenvolvem a sociabihdade e es-
timulam 0 cultivo das bellas artes, fossem ellasre-
petidas, principalmente sendo promovidas pelo
bello sexo, como so deu com a de que ora no-
occupamos ; o quo ja e uma gloria para a nossa
"Recife, 6 de julho de 1874
O coucerto era favor da sociedadc
Propagadora da Instrnrrao Pabli*
ra, na noite dc 1 de julho do cor-
rente anno.
Com verdadeira satisfacao registramos esta data
na historia artis ica-litteraria da nossa provincia ;
porque nella vimos a intelligencia, as artes, as dif-
ferentes najoes e a mocidade de ambos os sexos,
associadas para 0 fim mais uebre 0 de pela arte
proporcionar a oatros 03 raeios de obterem por In-
termedio de almas bem fazejas, 0 grao de cultura
intellectual a qae estas tem chegado.
Transferido, como fdra, por justos motivos, de i
de maio para 4 de julho, teve lugar aquelle con
certo no salao do arsenal de marinha, de boa von-
tade, franqueado pelo digoo inspector 0 Illra. Sr.
capitao de mar e gaerra Francisco Jose Coelho
Netto.
0 edificio estava magnificamente preparadoje
brilhante foi a reuniJo de senboras e cavalheiros
que alii encontramos.
A' porta principal aehava-se a masica do corpo
de policia, qae saadava com maviosas harmonias
as Exmas. Sras. qae entravam. Manifeitava-se a
alegria em todos os semblantes; porqae todos es-
Uvam possaidos do nobre pensamento de^merer e
fazer 0 bem.
Se a am concerto voeal e instruments] nlo se
pode dar 0 titulo de nma grande empreza, com-
' j tudo 6 innegavel que facil nao e a sua execucao:
mister se faz constancia, flrmeza inabalavel, es- J
forcO de vonude e muito trabalho por parte dos
que se empenham em leva lo a effeito; e ainda |
mai< dos qa' nolle tomam parte.
Eflectivaraam'5 a roz geral d unanime em ap
plandir 0.' esf >rcos das serlhoras, qae veneendo 0
acaohamento natural tie sen sexo, nao vacillaram
em aprosentar se perante 0 pitMico, para propor-
cinn-lh' uma dag mais Delias noites; Ja pelas
do-e3 ri'elodi;is dos .solos, dietos, tsreetose setti-
mino3 que execufi a; fa pelas sublirses barmo-
D' ^ 1 bem coi.-oinados coros.
NSo 6 no-o propjsilo, nem para tanto chegam
oof'sfo cas, d:.-uiir artisticamente a exocugao
do intoressante pr ; .iuma, qae, vimos etcrupulo-
s nente observed, ;aquella festa.
Ta:"bem na : ''cil ietrrainar em que mo-
re- t< a satisl cJo !o? "spoctaaores chegoa ao sea
n\tgc; se no solo da vot ua contralto, caotado no
l-io 10 1a Csri-'"*9 pela Exma Sra. D. Angelica
.J Cr i'i"bo; so na rvatina de Barbiere, em
qo- -'--:.'0! cc a mesvia senhora toda sua
: "-in, fiu^iifando c n 0do agudo;ou se no
Salgaparrilha dc Bristol.
Os venenos das entraubas da terra e emprsga-
dos como remedios, matam annualmente milhares
de pessoas. A propria polvora e as balas nao sao
nem na metade tao mortiferas. A salsaparrilha
de Bristol esta inteiramente isenla dessas maldi-
coes do genero humaao, chamadas especificos
mineraes. Seus iacessan es iriumpnos atravez do
espaco de trinta e cinco annos sobre as escrofulas,
cancros, erysipelas e das glandulas, so se deve-n
ao reino vegetal. E' 0 unico remedio preparado
pelos homens, que desanaiga da systema 0 virus
das enfermidades malignas, 0 ao mesmo tempo
restaura e fortifica a constituicao physica. Aos
debeis da forca, aos anciaos vida, para os que 3of
frem, e um balsamo suavisador e sanio, para os
abatidos de animo, am elixir vivificante, para as
pessoas do bello sexo um auxiliar perpstuo em
todos os seus incommodes especiaes, e para todos
e 0 remedio mais efllcaz e iuollensivo, lutorgado
pela sciencia, para 0 allivio s preservacaodossof
irimeotos hamanos.
C, maBffwtoa :
"^'fcae VM barricas aos conMgnatarios.
Barra Wfteta Prtehel I .eotrado de Cardiff na mes-
aa data a coosiraada a Mills Latham & C. maai-
Mm:
Carrio de pedra 33t toneladas aos consigna-
taries.
-^ 1
Brigue iaglez Victoria, entrado de Hamburgo oa
mesma data e consignado a Domiogos Alves Ma-
theas, manifestou:
Alcatrao 40 barrit ioteiros e W meioi ditos a
Beltrao a Filho. AIQnetes 1 caixa a Parente Vian-
na 4 G. Agullus 1 caixa a Vaz & Leal, 1 a Pa-
rente Vianoa & C Amostras 4 pacotinttos a Bar-
tbolomeu & C., 1 a Rabe Schmetteau dt C, I a
Voa Schostere de C, la Parente Vianaa & C
Arame de latao 1 caixa a Paria irmios. Acido
sulfurieo 1 caixa a A. Caors. Alvaiade de chum-
bo SO barris a Maooel A. Barbosa, 6 a ordem.
Azul ultramar 1 caixa a Ferreira Maia 4 C.
Boneeas 3 caixas a Pereira Slm5es k C. Bar-
ras de ierro 1300 a Moohard, Mettler 4 C Brin-
qaedos t caixas a Otto Bohres. Brinzao I fardos
aos mesmos.
Cooros 1 caixa a Parente Vianna & C. Cbapas
de marmore 12 caixas a Pacbeco & Asevedo. Car-
rio de pedra 6 toneladas a Beltrao & Filho. Cer-
veja 200 caixas a ordem, 150 a Keller 4 C, 16
a Otfo Bohres, 10 1 B. Thomson 4 C, 60 a Per-
oaodes k Irmao, 50 a Paulino Jose da CosU
Amorim & C, 80 0 Beltrao 3 Filho. Cbapas de
chumbo 3 caixas a Meuron & C Chapeos 1 cai-
xa a J..Christiana 4 C Cevadinha 10 garrafdes e
Jose P. de P. Ramos, 3 barricas a Pereira Sunoes &
C. Conservas 3 caixas a J. P. de P. Ramos. Ci-
rneoto 150 barricas a Man wl Soares de Amaral
4 C, 5 a Antonio M. Monteiro.
Drogas 6 volumes a ordem, 4 caixas a A. Caors,
I a Pereira Simoes & c, 7 barricas a Ferreira
Maia & C, 1 a Bartholomeu a C.
Esseacia 1 caixa a Bartholomeu 4 C. Encera-
do 1 caixa a Otto Bohres. Espolelas 1 caixa a D.
P. Wild & C, 1 a J. F. Leite Bastos, 1 a
Fai ia Irmios, 1 a Jose de Almeida & C, 1 a Von
Schosten & a, 1 a Moreira Halliday 4 C, enve
lopes ( caixa a F. H. Carls. Espingardas 1 cai-
xa a Vaz a Leal. Ervilhas 10 garrafdes a J.
F. de P. Ramos.
Fazeudas de algodao 1 caixa a Rabe Sbmetteau
& C. Data de li 1 caixa a Cramer Frey & C.
Ferragens 23 barricas e 1 caixa a Von Senosten k
C, la Otto Bohres. Pitas de algodao 1 caixa a
J. F. Leite Bastes, 1 a Otto Bohres. Franja I
caixa a ordem. Ferro de marcar 1 eaixa a P.
Ferreira..
Galha 1 eaixa a A. Caors, e 1 a Bartholomeu
4 C. Geaebra 1,096 caixas a Keller, 30 a Perei-
ra Simoes &C.
Livros 1 eaixa a Pareate Viaaaa & C Lenti-
Ibas 10 garrafdes a Jose F. de P. Ramos.
Meias t caixa a I. F. Leite Bastos. Mercadorias
diversas 1 caixa a F. H. Carls. Miudezas 3 caixas
a Otto Bohres, 2 a Parente Vianaa k C. Mobilia
14 volumes a Rocha Lima 4 Guimaraes, 7 a Pa-
checo & Azevedo.
Objectos de estanho 1 caixa a Otto Bohres.
Pbosphoros 5 caixas a J. M. Palmeira, 12 a Joa-
quim Jo-e d'Azevedo, 19 a Joaquim Jose Leitao k
C, o a Jose Francisco de Paula Kamos, 6 a Fran-
cisco Goncalves Basto e Sa, 7 a Tito Livio Soares,
35 a Magalhaes k Irmao, 5 a Antonio M. M nteiro,
10 a Costa Cunha k C, 40 a Paulino. Jose da ';os-
la Amorim a C, 40 a Parente Vianna a C, 10 a
Faria Irmao, 20 a B. Tnomson & C, 10 a Lebre &
Reis, 4 a J. F. Ferreira, 10 a J. J. Alves & C, 20 a
Antonio F. Corga, 3 a Leio Rocha & C Papel 8
caixas a F. H. Carls, 1 a Moiaes a C. Dito de
embrulho 280 fardos a Manoel S. Faria & C, 200
a Antonio M. Monteiro. Palhinha 3 fardos a Ven
Scnotten a C, 2 a Moreira Hallidy & C. Pinceis 1
caixa a A. Caors. Potassa 50 barris a Oliveira
Filhos & C. Perfumaria 5 caixas a D. P. Wild 4
C, 5 a Faria Irmao, 1 a D. Manoel Martins, 6 vo-
lumes a Pereira SimSes & C Pregos 10 barris
a Moreira Halliday & C.
Sagu 10 garrafdes a J. F. de P. Ramos.
Torneiras de estanhos 4 caixas a Vaz 4 Leal, i
a Parenta Vianna & C.
Velas 201 a B. Thomson A C, 100 a M. Duarte
Rodrieues. Vidros 2 ;aixas a Manoel Alves Bar-
bosa, 2 a Ferreira Monteiro A C, 2 a Bartholomeu
& C, 3 a Otto Bohres, 6 a Ferreira Maia 4 ;., 6 a
ordem. Vinho 200 caixas a J. C. Braga, 150 a
Tasso Irmao & C, 100 a Magalhaes 4 Irmao.
RKCEBEDOR1A DB RENDAS iUTt RNAS GE- f
RABS DM PKRNAMBUC' -
teBdimento do dia 1 a 10 19:109x030
demdedall...... 1.2i6j859
20:325*889
CONSDLADO PROVINaiL
Raadimeato do dia 1
Mem do dia 11.
a 10.
88:9831473
2:867*010
91:852*483
Barca ingleza Olinda, entrada de Terra Nova,
na mesma data, e consigaada a Saunders Brothers
& C, manifeston :
D..~>h. 0,000 i/aniuu dus uousignatarios.
CUMMEKCIU.
JUNTA DOS CORRETORES
Praia do Recife, It de julho
de 1874.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTaCOES officiaes
Couros salgados seccos 522 rs. 0 kilo.
Cambio sobre Paris a 90 d|v. 378 rs. 0 franco,
do banco.
Dito sobre dito a 3 d[V. 383 rs. 0 franco, do
banco.
Cambio sobre Lisboa a 15' d|v. 109 0|0 de pre-
mio.
Cambiosobre 0 Rio de Janeiro a 15 dry. ao par
Desconto de letras 10 0(0 ao anno.
B. de Vasconceilos
Presidente.
A P. de Lemos,
Seeretario.
ALFAWEGA,
Readimento do dia 1 a 10. .
aem do dit 11. t .
321:131*852
22:077*744
343:210*596
1 >,.
Descarregam hoje 13 de junho de 1874.
Palhabote inglez Southern Home farinha de
trigo ja despacbada para 0 3* pond.
Patacho ailemlo Levante farinha de trigo ja
despachada para 0 caes do Apollo.
Hi ate nacional Adeiina dos Anjosgenerosna-
cionaes para 0 trapiche Angelo.
Brigue inglezFtctort"a-(atracado) mercadorias
para alfandega.
Vapor nacional -Pard (esperado) generos nacio-
naes para 0 trapiche eompanhia.
ALTXBACAO NA PAUTA DOS PRIC05 DOS OKirKBOt
SCJEITOS A DIREITOS DB BXPORTAQAO, NA 8KMAN*
DB 13 A 18 DE JULHO DB 1874.
Algodaoem rama ou la 470 rs. o kilo.
Assucarmascavado 133 rs, o kilo.
Coorosde boi verdes 309 rs. e kilo.
CarvJa de pedra estraugeiro, tonelada metriea
20x000.
Caro^ode algodao 20 rs. o kilo.
Crina animal em bruto 300 rs. o kilo,
Alfandega de Pernambaeo, It do julho de 1874
0 conferente J. Ribelro da Cnnh.a.
0 2 conferente-J. B. de Castro e Silva.
Approvo. Alfandega de Pernambaeo, 11 de
julho de 1874.
0 inspector
Fabio A. de Carvalho Reis.
Barca franceza Zevallos^ entrada de Londres na
mesma data e consignada a Doraingos Alves Ma-
theus, manifeston :
Arroz 300 saccos a Thomaz de Aquino Fonceca
4 Suceessores, 100 a Magalhaes 4 Irmao. Alvaia-
de de zinco 6 barris a Manol da Silva Faria &
C, 1 a ordem. Amostras 1 caixa a Josa M. da
Rosa & Filhos, I a ordem, 1 ao consigoatario.
Barometro e pertencas 1 sacco a Manoel A. Bar-
bosa. Biscoitos 14 caixas ao consigoatario, li a
Jose M. da Rosa & Filh03. Brandy 50 earns a
ordem.
Candieiros e suas pertencas 11 caixas a ordem.
Conservas 30 caixas a ordem Carvao de pedra
147 toneladas e 3 quintals a ordem. Cimeoto
600 barri-as a ordem, 100 a Wilson Rowe & C,
50 a Antonio Goncalves de Azevedo
Drogas 4 caixas a Manoel da Silva Faria & C,
5 barris a A. Caors, 1 a Manoel A. Barbosa.
Enxadas 20 barricas a Moreira Hallida^r k C.
Fogareiros 200 aos mesmos.
Graxa 10 barris aos mesmos.
Louca 20 gigas a ordem, 7 a Ferreira Monteiro
k C.
Manleiga 4 caixas a ordem. Mostarda 1 caixa a
ordem.
Ubjectos para a estrada de terro 74 volumes e
183 pecas a via ferrea do Recife a S. Francisco.
Oleo de linbaca 10 barris a Moreira Halliday 4 C,
10 a A. Caors, 5 a ordem, 50 tambores a Saun
ders Brothers & C
Pimenta 50 saccos a Souza Bastos r\ C. Dita
em po 7 caixas A ordem. Polvora 490 barris de
quarto a Saunders minors & C.
Presuntos 3 barricas a ordem.
Sal refioado 20 caixas a ordem. Salitre 4 bar-
ricas a Manoel da Silva Faria 4 C. Semente 1
sacco a ordem.
Tintas 160 barris a Saunders Brothers & C., 10
d tos e 1 caixa a A. Caors. Tijolos 3,000 a via
ferrea do Recife a S. Francisco.
Vidros 16 caixas a ordem.
DESPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 10 DB
JULHO DE 1874. '
Para os portos do exterior.
r- No tapor franrez Ville de Bahia, para Lis-
boa, carregou : J. M. ios Santos Junior t barrica
com 120 kilos de farinha e 1 volume com 20 ditos
de carne secca.
*m No patacho portagaez Fortuna, para Liver-
pool, carregou : P. Neesen & C. 220 faidos com
41,432 kilos de de algodao.
Na barca portagneza Nova Vencedo^a, para
Lisboa, carregou : Oliveira Filhos & C. 88 saccos
com 6,395 kilos de algodao.
Para ot portot do interior.
Para Macao, na barcaca Rainha dos Anjos,
carregou: Soares Leite Irmaos 1 caixa eom 500
laranjas.
Para o Aracaty, no hiate nacional Deus te
Guie, carregou : A V. da Silveira 1 caixa com
100 kilos de doce.
Para Alagoas, na barcaca S. Francisco, c-r
regoa: Braga, Gomes & C. 2 barricas com 120
kilos de assucar reflnado.
Para Macei'd, na barcaca Tres Irmas, carre-
gou : J. F. Juliao 1 caixa com 28 kilos de doce. '
ReviNia commercial
Da semana de 6 a 11 de julho de 1874.
Cambio sobre Londres, 90 djv 23 }i d. 23 */*
d. por 1X000, banco.
Dito dito dito, 90 drv 23 J/ d. 25 '/* d. por
l*OW.
Dito sobre Paris, 90 d|V 380 e 378 reis o franco,
baneo.
Dito dito dito, 3 d|v 383 reis o franco, banco.
Dito sobre Lfebna, 90 djv 110 0|fj de premio.
Dito dito dito, 3 d| 114 e US U/fj de premio,
banco.
Dito dito dito, 8 div 112 0/0 de premio.
Dito tobre o Porto, 90 djv 109 e HO 0/o de
premio.
DHo dito dito, a vista 115 0/o de premio, baneo.
Dito sobre Hamburgo, 3 d|v 473 reis o reich-
mark, banco.
Dim sobre o Rio de Janeiro, 10 div ao par,
banca
Dito sobre dito, 15 djv, ao par, banco.
Descontos de lettras 9 e 10 Oio, ao anno.
Algodio, Maceid, 1* sorte, 8|7i<0, por 15 kilos,
posto a bordo frete de 7/8 e 5 0/r>
Dito de dito med ano, 8x000, por 15 kilos, posto
a bordo, frete de 7/8 e 5 O.'rj.
Dito de Mossord, sorte, 8*000, por 15 kilos.
Dito da Parahyba, sorte, 8*000, por 15 kilos,
posto a bordo, frete de 3/4 e 5 0|q.
Dito da dita. 1 sorte, 7X800 per 15 kilos.
Entraram por .mar e por terra, 1,000 saccas.
Assucar em saccos de estopa, purgado, de
2*000 a 2*500, por 13 kilos.
Dito em ditos de dita, bruto, americano, de
11880 a 11900, por 15 kilos.
Dito em ditos de dita, Canal, de 1*300
1*600, por 15 kilos.
Entraram por lerra e mar 4,661 saecos.
Aguardente. Vendas a 58*000, nominal.
. Arroz. Sem chTgada, cotamo* de 2*700 a
2*800, por 15 kilos.
Azeite doce. Sem chegada, 2*130, nominal.
Alpiste.Sem chegada, 4*500, nominal.
Bacalhao. Chegaram 2,525 barricas, e retalha-
se de 15*000 a 16*060.
Em deposKo 3,000 barricas.
Banha de porco. Cnegaram 515 barris, cota-
mos de 871 reis o kilo.
Breu. Chegaram 434 barricas, cotamos a
14*000 por barrica.
Batatas. Sem chegada, cot mos a 5*000.
Couros seccos salgados. Chegaram 1,023, ven-
das de 538 a 522 reis o kilo.
Carne. Sem chegada.
Em deposito, 62,000 arrobas, do Rio Grande,
3*500 a 4*50J, por 15 kilos, e 30,000 arnbas, da
do Rio da Praia, 3*600 a 4*300, por 15 kilos.
Cafe. Sem chegada, vendas 8*700 2* sorte, e
8*500, 2" sorte, baixo, por 15 kilos.
Cauela. Sem chegada, cotamos, 1*633 o kilo.
Cimento. Sem chegada, nominal, 8^000 a
barrica.
Cebolas. -Sem chegada, cotamos a 6*500.
Cerveja Bass e Ihlers. Cnegaram 26 caixas,
cotamos a 7*200 a duzia, c 85200, l|2 garrafas.
Dita Noruega Sem chegada, nominal, de 6*
a 7*000 a duzia.
Cha. Sem chegada, conforme a qualidade.
Cognac. Sem chegada, nominal, .de 8*U00 a
16*000 a duzia.
Farinha de trigo. Chegaram 2,602 barricas, e
regulou aos pregos seguinte3 :
Trieste de 28*000 a 30*UU0.
Hungria de 30*000 a 32*000.
Americana de 21*000 a 24*300.
Saccos, do Chile, 10,000, a 10*230.
Em deposito 9,639.
' Farinha de naandioca. Chegaram 1,080 saccos,
nao ha vendas.
Era deposito, 8,000 saccos.
Farello. Sem chegada, nominal, 4*100 cada
sacco.
Pnosphoros. Sem chegada,retalhac a 2^800
toneladas, capitao J. N. Ninnem, equip agent 9
earga dlfTerentes generos; a Domiogos AJvas
Mat bens.
Londres -56 dias, barca franceza TavaUos, da SM
toneladas, capitao A. Lunean, equipages si,
earga polvora e outros generos; a OuaiB|af
Alves Ma theus.
Navios sahidos no mesmo dim.
Rio Grande do Sul.-Pataebo brasileiro Salbipue
des, capitao F. F. Monteiro ; earga agaardenla a
ouiros generos.
Porto por Lisboa-Barca brasileira S. tor, capitao
Antonio Manoel de Souza, earga assaear, couroe
e oatros generos.
Navios entrado* *e> dia 12.
Para e porios intermedia* 7 dias, sendo do
ultimo porto 13 horasVapor nacional
Pard, de 1,999 toneladas, commandaote
'Carlos Antonio Goroea, equipsgem 6i,
earga varios generos ; a Pereira Vianaa
<&C.
Rio de Janeiro4 1|2 dias, vapor ingle*
Minho, de 1,4-90 toneladas, commandant
G. Parke, equipagem 80, earga varios
generos ; a Adamson Howie & C.
Observapdo.
Ate' ao meio dia nao houve sahida, axraa-
nheceu fandeada no lamardo a barca in-
gleza Talisma, e apparece a leste um pa-
tacho inglez.
EDITAES.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
dendimento ao dia 1 a 10.
dsm do dia U.
luiporta^ao.
Brigue inglez Criterion, entrado de Cardiff em
11 do tor rente e consignado a Johns tou Paler a,
C, m u'festou :
Carvao de pedra 3S7 toneladas.
Pic\e 100 barris.
Taboas de pipho 68, tudo a S. P. Johnston dt C.
8:440 72o
426.012
8:867*01*
VOLUMES SAH1D0S
No dia 1 a 10.....
No dia 11
i*nmeira porta .....
Mgunda poru.....
fsreeira porta.....
auartt porta ......
Tttpichs Ccncaicao .
9,127
71
150
226
231
9,825
Fumo em rotos. Chegaram 182.
Dito em pacote3. Chegaram 10.
Cotamos nominal do 12*0.0, 12*300 a !o000.
Di o em caixas. Chegaram 59.
Dito em latas. Chegaram i, sem vendas.
Cotamos nominal, do 12*5u0 a 13*000
Dito em encapadus. Chegaram 22.
Dito em surroes. Chegaram 3.
Cotamos de 12*000 a 125500.
Genebra de laranja.. Sena chegada, nominal
7*2o0 a duzia.
Dita commum. Sem chegada, nominal
4J3U0.
Dita em botijas. Sem chegada, 330 reis a
botija.
Kerosene.Chegaram 3,000 caixas, e cotamos
a 5*000 por lala.
Louca ordinaria. Sem chegada, nominal, 3G0
por cento de premio.
Milho. Sem chegada, cotamos a 80 e 90 reis
o kilo.
Manteiga ingleza. Sem chegada nominal,
2*178 por kilo.
Dita ingleza. Sem chegada, ?em vendas, e
cotamos a 2*178 reis o kilo.
Dita franceza. Chegaram 100 barris e 100/2,
cotamos a 1*633 o kilo.
Pimenta. Sera chegada, nominal 1*089 o
kilo.
' Queijos flamengos e prato. Chegaram 549
caixa?, e cotamos os flamengos a 2*400 o queijo,
e o prato a 1*481 o kilo.
Sal. Chegaram 1,100 alqaeires e cotamos de
1*300 a 1*400 o alqueire.
Sabao inglei ordinario. Sem chegada, cotamos
a 240 rs. o kilo.
Dito da terra. Cotamos de 360 a 380 reis o
kilo.
Toucinho. Sem chegada, retalho 14*000 a
arrobv
Velas stearinas. Sera chegada, vendas a 510
reis o maeo.
Vinagre. Sem chegada, cotamos de 113*000
a 130*000 a pipa.
Vinno tinto da Figueira. Sem chegada, cota-
mos de 220*000 a 235*000 a pipa.
Dito de Lisboa. Sera chegada, cotamos a
220*000 a pipa.
Dito do Estreito. Sem chegada, cotamos a
200**' 00 a pipa.
Vinho branco de Lisboa.Sem chegada, cotamos
de 230*000 a 215*000 a pipa.
Dito do Porto. Chegaram 70 caixas, cotamos
a lo*000 a duzia.
Banco Commercial de Braga.
Jorge Tasso.
Sa;a qaalquer quantia a prazo ou a vista sobre
este banco ou suas agendas em todas as cidades,
villas de Portugal e ilhas adjacentes e Hespanha,
Madrid, Cadix, Vigo e Barcelona.
37-Rna do Amorim37
tfOlHMENTQ 00 i>0BT0.
A junta de emancipscio de escravos
desta cidade, faz publico que se acba fanc-
cionando no paco da camara municipal, eat
todos os dias uteis, das 9 boras da raanhi
is 3 da tarJrf, e que Qca marcado o prazo
de 3 m-zes para os respectivos senbores fa-
zerem dtdaragoes das alteragoes que ta-
nbam occorrido em seus escravos, prove-
nientes de obito, Iransferencia, acquisicao a
liberdade, a fim de se poder organiser a cls-
sificagdo dos escravos que devem ser liber-
tos pelo estado, de conformidade com o de-
creto n. 5,135 de 13 de novembro de 187*.
Pajo da camara municipal do Recife, oru
7 de julbo de 1874.
Theodora Machado Freire Pereira da Si!va.
Jose Joaquim de Oliveira Fonseca.
Francisco Augusto de Almeida.
EUirAL
5.* secjao.'Secrelaria da presidancia de
Pernambuco, 11 de julho de 1874.
Por esta secrelaria se faz publico, para
conheciment'j de quem interessar possa, e
em rectifica^ao ao edital publicado a 4 do
correute, que as plantas para a factura das
pontes entre o bairro da[Boa- Vista e o de S.
Jose, e os lugares de Mi nteiro e Barbalbo,
devain ser apresentadas pelos pretendentes
afim de ser escolhida a que for julgaua
melhor pela reparti^So das obras publicas.
0 seeretario,
Jouo Diniz Uibeiro da Cunha
Secrelaria dogvmuasio provincial de Pernambu-
co, 8 de julho de 1874.- P^r esta secrelaria se faz
publico a quem interessar possa os nomes dos
alurr.no< externos, e o numero das faltas por elks
dadas nas re.- nho proximo undo, e sao os seguintes: Manoel
Clementino de Oliveira Scorel, 11 em philosopbia ,
Manoel Mara 1';. wires da Silva,* 5 em pbilosophia;
Francisco Pinheiro de Alnieua Castro, 4 em philo-
pbia; Xixto Xavier da Cruz, 14 em inglez, por
doentt; Joaquim Pereira do Rego, 5 em inglez ;
Henrique de ik.liai.Ja Chacon, 4 em francez e i
em inglez ; Basilides Gelulio de Leiros e Mlva, X
era philosophia ; Antonio da Silva Cabral, 4 em
franc z e it em inglez Mar os Jose da Silva 'a
nior, 8 em irancez e 13 em inglez ; Jose do Bom-
lim Uibeiro, faltou lodo mez ; losd J.a |uim Perei-
ra do Reg), 4 em latim ; Jose de Vasconceilos Bar-
ges Leal, 7ernlatim; .Manoel da Nascirnento Bar-
ges Leal, 7 em latim ; Francisco liaciano Teixeira,
5 em philosopi.ia; Jusc Auseliuo de Figueireda
Santiago, 9 em latim e 9 em francez Manoel Pam-
plailo '! i Espinto Santo, 8 em latim e 4 em fran-
cez ; Alfredo do Rego Farias, 3 em lingua nacional
e 6 em latim ; Joaquim Francisco do Rego, 6 em
lingua nacional e 9 em latim ; Alexandre da Sthra
Cabral, 11 em instruct j pnmaria.
O seeretario,
Ce!*o Terluliano Fernandes Qi'.intella
0 Dr. Joaquim Correia de Oliveira Andrade, jn.z
sub?tituto do Dr. juiz de direito provedcr -
capellas e residue-', nesta cidade de Recife, ca-
pital da provincia de *Vi i,aiLLuco e seu tennn,
por S. M. imperial e cons itucicnal o ;r. D.
Pedro II, a quem D us guarde, etc.
FaOta saber que no dia J6 do corrente, f cda a
audiencia desie juizo, se levarao a praca os se-
guintesLens: 2 tercas paries no sotradinbo if
dc-us i-n lares, silo na freguizia de S Frei Pedra
Goncalves, rua do Cimp.llo, n. 2, tendo de com-
priraento 38 p:.imos e de largura 19, caJa andar
com nma sala, um quarto, cosinha interna e audit
terreo, servindo de deposito de ferragens, sendo
entaipado o fundo do sobrado e estando cm mao
estado, avaliado cm 1:000^. Uma casa terrea de
pedra e cal, no lugar do Barro, freguezia dr>s
Afogados, com ires janellas de frente, porta de
madeira ao lado, teudo duas salaa, dous quartos,
cosinli*. quarto junto e despensa com 26 palmc*
de largura e 58 de comprimento, terreno foreiro,
medindo 690 palraos de comprimento e 59 de lr-
gura o dito te.reno, e avaliada a mesma easa em
sua totalidade em 3:000*, de cujo valor sera de-
duzida a quantia de 559*023 Um terreno f-
reiro com 6sO palmos de comprimento e 193 de
largura, no mesmo lugar e na mesma fregtexia,
tendo nelie duas casas de taipa, ambas em mio
estado, tendo ellas 44 palmos de comprimento a
24 de largura; uma das casas tem duas salas e
um quarto e porta e janella no fundo ; a ontra
casa em caixao com uma porta e janella na fien-
te, avaliado tudo em 1:000*, enjos bens si a
pertencentes ao inventario do Dr. Antonio da
Assumpcao Cabral, e vao a praca a reasreri-
mento Co testa menteio e inventariaote do mesma
flnado ; procedendo se quant j ao mais na forma
da lei. Opresente sera publicado pela imprensa
o afllxado nos lugares do costume. Recife, 7 da
julho de 1874. Eu, Domiogos Nunes Ferreira,
escrivao. subscrevi.
Joaquim Correia de Oliveira Andrade.
SERVICO MABJTIMO
aj>reafas descarreaadas bo trapiche da
alfandega :
So dia 1 a 10 .
No dia II. r ... I .
:o trapicbe Conceive .
io
Lu.Te injlea Maranee, entrado de. Terra Nova 1
na me -ma data e consignado a Johnston r^ver ^1
iVario sahido no dia 10.
Portos do norte -Vapor nacional Ceard, comman-
daote Alcoforado, earga varios generos.
Navios er.tradts no dia 11.
Assii15 ias, hiate nacional Flor do Rio Grande,
de 80 toneladas, capita a Miguel Jose da Costa,
equipagem 7, earga sal; a Gomes de Mattos Ir
mao.
Assd 8 dias, hiate nacicnal Adelino dos Anfos, de
95 toneladas, capitao Manoel F. Monteiro, equi
fagem 8. earga >al e outros generos; a Manoel
rancisco Marlins. '
Terra-Nova 39 dias, lugre inglez Uarence, de 158
tuneladas, capitao G w. Archibald, equpugem
8, earga 2,525 barricas com bacalha' ; a Jor.ns
ton Pater & C.
Terra-Nuva-29 dias, barca ingleza 0/...J-. ae 2>I
toneladas, capitao Samuel Prowse, eqnipagi m
10, earga 3,698 barricas com bacalha j a Saun-
Jers Brothers k C.
Caru.n 44 Jias, brig" e ing':z Creteu n, de 238
Ion idaa, capitao W. Lows, cquipabCm <*, earga
c;.. j ji as generos; a C-acue! ?. Johns-
ton
Quou" -3/ dwa, barca_iLci za 'i:W, de 3301"
tuueii', capitao I. Bui-iis-, ~,.:. :. i^c. r ( >mba. 6G/~
10 jja ^ ..; a Mills Latham & h Purtafo. l.-v
It" 53 dias, brigue ingle*} : de 197, [440JOCO.
0 Dr. Sebastiuo do Rego Barros de Laterda,
juiz de direito especial do commercio oes-
ta cidade do Recife e seu termo da capi-
tal da provincia de Pernambuco, por
S. M. imperial e constituciansl o Sr. 0.
Pedro II, a quom Deus guarde, etc.
Faco saber aos qae o presente ediial virem oa
delle noticia tiverem, que pelo administrador da
massa fallida de Jo-e Francisco Bittencoart, me
foi apresentada a segninte classiflcacao dos c-e-
ditos da dita massa :
Credor dedominio.-Dr. Malaquias Antonio Gon-
calves, 383*720.
Crodores previlegiados. Marcelino Joed Gon-
calves da Funte, 979*730 ; Josd Alfredo dos San-
tos Coelho, 41*500 ; Francisco Josd de Oliveira
Rodrigues. 723*800.
t.redores cbirographarios.Josd Antonio Morei-
ra Dias 293/590 ; J
Januario Pinto die Azeve-
o, 3:012*250 ; Fredenco Cesar Bnrtstnaqne,
793*731); Poydenot Duprat k UaekH, 691*129;
Augasto Caors, 125*450 ; Antonio Peliriana Al-
ves de Azevedo Filho, 83*540; Marcelino Jos*
Goncalves da Fonte, 1:005*543 ; Pereira Simdes*
& C, 13*500 ; Josd Joaquim de Oliveira Guocar-
ves, 634*320; Francisco Josd de Okveira Rotfri-
gues, 249*065.; Gon. alves k Fernandes, 2:0u0* ;
Jose GuuQalves, 41' *000
Cr. lores ^ueaao *presenlaram titoios e sae ad-
mittidi.s de canLrmidade com a segonda part' da
art. 175 do i egulamento n. 738. Clemeate Na-
u .'achtco, l:600fc00i; Eduardo Ag>stinbo Pl-
lu, 837*320 ; C. A- Burle k C. 172*323 : Af-
rnli io l'eruandes Alve Lima. 117*470 ; P. Maa-
rc:, i3*080 ; Theodora Christiansen, 282*760 ;
Sa_-1 Aones, 60*720 ; Francisco Manoel Ja Sil-
va, 13*390; Nuraa -.'oinpilio, 120*140 ; B^nlo da
I.....3 Camara^s, 7^*380 ; Vicente Ferieira da
Suu.a P.:!', 10#i20 ; Dr. loio Rayuiundo Pereira,
da Silva, 48 mi ar/i. do tji1. 166*100; O mp-uW de Be-
eCi'^OO ; Dr. Antero Manoel de Medeaoa
30*0^ ; Josd Nicacio da Sil- i Jtn'or,

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Segunda
CrMttM eafs* tltaloa Mo M MOMttem de conformidade com i segunda par-
H,*.1*!?.*^'- ~ loU ** Coit* Dourado,
RS?o[>0 lfa'aqaiM ABtk> Gf*v^
.o?^6* ni> *****. -i^qtiim. Lios Vieirn,
rS^llSl-' Aotn *Mtl*i "*a%a*nario Pinlo de Are red >, &50 J.
K por e*ie 'edital sao ciudui o referido* are-
aorts para dear* do cioco dia*, coutados da pu-
blicaclo do laesino, diieren solve a dita olassili-
cacao dos crudito*.
K para que chegue ao coubocimuoU) de I
*od s, mandei passar o presente, que sora '
publicado pela imprensa aflkado not lu-'
dos negocios da agrieultura, comraercio e obras
pabNew, qa 3 assim o tenha enteadido e faca esa
catar.
Palacio do Rio de Janeiro, era 18 de setembro de
1878. 51. da ind^pendencta e d imperio.-Cum a
rnbrica d S H. o Imp-r,d..r.
Fianitc, -to Rfgt >rros B-melo.
Iistriiccdes firovworiaa para esecuiao U lei n
I.Ij7 de 2i> de jnniiti d! ISrtj, i|iir s'lbsntiiio em
UUt a itwterio a actual systema de pi*w c me
didaa peln systema melri.-o francez. m JttrW
ci ncei ni'iiti' a< medi.las limlnfi*. nV sopeMiqle,
capacidaJ* pf>*>, fl a one se Meio < J deia dab, .b n.5,089.
A I. !. Na furina do art 2. 1.' da lei n. 1,157
de 26 de junho de 1862. lica snbslilili lo noimpe-
j"
o*
gares do costume. rto o'aclaariystemale'pesol e'medTdas'peio y$
Dado e passado nosta ci lade do Recife de teraa metrico.
Pernambuco, aos 10 de julho de 1871. I Paragrapho uoieo. Ate o ultimo dia do me? de
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nasci-, ju^ de 1873, serio lolerados os aciuaes pesos e
raeato, efcrhrfc o subscrevi. I "g^uer mercadoria qae tiver de .or forneei-
bemstiaodo Hego Barros de Lacerda. di ao consumo," do l. de julho do referido anno
em diante, so poderi sd-lo por pesos e medidas
raetricos, ficando desde entao probibido inteira-
mente o actual systema.
Art 2. Todas as medidas lineares terao por
Edital n. 7.
Pela iosneetark 4a alfaodaga se far pnblieo.
qua nie teodo side arremaladaa -
abaixo declaradas, annnnciadas a leilao pnr edital
n. Ill, se traoafere a arremaueao das mesmai pa-
A M 11 boras da manbi do dia IS do corrente a
porta desta repartieio
armasem b. 5.
Marea R. R.N. 143. I caiia vinda de Liverpol
no vapor inglez Jurist, desearregada em tt de
setembro de 1871, c m^igoada a Uemos & Gueri-
neaa, contend : 16 chapeos de seda simples para
cabeea, 13t ditos de (eitro nao etpeeifcados, 30
*itos de pello de lebre e 6> ditos de palba de arroz,
simples, bo valor de t :3it,lt.
Idem a. lit. 1 diu idem, con ten Jo 114 cha-
r de feltro nao etpeeifleades e 380 ditos de pel-
de lebre, no de t:9t9,98i.
Idem n. 151 1 dita Idem, contendo 186 chapeos
<1b feltro nao especidcados e 180 dito: de pello de
lebre, no valor de 1:090,4*0.
Idem n. 154. f dita idem, contendo 84 cbapeos
de feltio nao especilicados e 26 ditos de pello de
lebre, no valor de 1:110,876.
Idem n. 158. 1 dita idem, contendo 108 chapeos
cfe feltro nae especificados e 84 ditos de pello de
lebre, no valor de 684,884.
Harca A P. n. 76. 1 dita idem, no vapor inglex
Hurul, desearregada em 8 de novembro de 1872
e conslgnada aos mesmos, contendo 85 aazias de
camisas de alpodao com peito de linho, bordadas,
no valor de 943,000
Idem n. 77. I dita idem, contendo 10 dntias de
camisas de algodao C3m peito de linbo e 80 ditas
x* mprcadnria. An- Ioaa* a meaiaas iineares terai
MKhnnr MtiuJ base raetro' *',D, i""'"?108 submulliplos.
de ceroolas de algodao, 10 ditas de ditas de linho. Imed,das co? wos Padr" 'espectivos o marca
no valor de 819, 2oO. m os canmbos adoptados aquelles que estive
no valor de 819, 2i-0.
Idem RR. n. 187. 1 dita idem, contendo 258
chapeos de pello de lebre e roupa' osada para
cnanca, no valor de 1:100,628.
Idem n. 188. I dita idem, contendo 156 chapeos
de foltro especiflcado e 276 ditos de pello de lebre
no valor de 1:576,776.
Idem RR a M n. 209. 1 dita idem idem, contendo
pdrfaraaria*, pesando nos francos 140 kilos, no valor
de 358,400.
Harca quadra fo L 6 n. 13. I dita idem vinda
no vapor inglez Crysobtt, desearregada em 13 de
dozembro de 1874 e consignada aos mesraos, con-
tendo 112 kdos, liqoido real de brim 4e linho eniran-
cado no valor de 382,256.
Idem n. 26. 1 dita idem, contenlo 51 kilos de
casca de algoda* com ma-Ma de seda da mais de
1j Qos. no vaior de 1:414,383.
Marca RR. o. 153. 1 dita vinda de Liverpool no
vapor inglez Jurist, desearregada em 24 de se-
tembro de 1872 e consignada|aos mesmos, conten-
do 372 chepeos de feltr j nao espiscidnados, e 240
ditos da pello de lebre, no valor de 1:976,160.
Armazem n. 6.
Marca RR. n. 196. 1 dita vinda de Southampton
dd vapor inglez Neva, desearregada era 25 de no-
vembro de 1872 e consignada aos mesraos, coa
tendo 88 kilos de roopa feita nio espeeificada de
easemira de la, no valor de 1:210,000.
Alfandega de Pernarabaco, II de julho de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de C Reis.
I.* As niedidas de capauidade serao o litro
com anas subdivisdes e sea'- multiples.
Jl* 0 kilogremma com snas subdivisdes e mul-
os sera ope o legal.
Art. 3.* Os padrdes pnblicos serio aferidos pelas
copias do metro e do kilogramma, typos dos ar-
chivos de Paris.
Art- 0 n*o publico dos antigos pesos e me-
didas, flndo o prazo raarcado no art. I.*, sera pu-
nido, pela primeira vez, com pnsao de It a 10 dias,
on multa de 101 a 201, e nas reincidencias com
1C a 15 dias de prisao, on. multa de 204 a 301,
conforme dispoe o art. 3. da lei citada.
Art. 5.* Os app; relhos actualmenta empregados
para a medicao do gax serao conservados, com
tanto qae nas recibos se indique a qaaulidada do
consumo na unidade antiga e na do systema me-
tric/).
Qaando se tenha de snbstituir os apparelbo3 ac-
tnaes, as divisdes dos novos serao feitas pelo sys-
tema adoptado.
Art. 6.* Todos os apparelhos on instromeutos,
como sejam os areometros, alcohometros e oatros
empregados para deterrainar a quantidade de ma-
tenas que constituem o valor de prodactos, serao
tambem snjeitos a afericao.
Art. 7.* Ninguem podera nsar oa vender pesos
raedidas sera qne estejam aferidos competente-
I mente.
A afericao consiste em comparar os pesos e
raedidas com os padroes respectivos o marcar
o lado esquerdo do grnpo de tres figoras qw
mam b emblema do cenlro da noti, todos estes
pontos nas n >Us verdadeirai, que ate de pa pel de
linho, otao perfcitamenle grmdas, aprfseotalsdo
os claros eseuros, que -formam e d^iinuuem os
contor.ios J>s di versos desenhoa.
Oa n<>ta Talsx, a uuka parte qna^se ui igoala,
pelo menos niuin Mssemelha a das ventadeiras,
e o canmt.n nu oeitiro fovolvendo onowe-nw
com (iota i.zil.
Quaitu a astiitnatnra ba a declarar qne de tal
nr.me nun-a tmiiv* aignalarii de nota< Id go
venu 0*c.mir.-iij5s Jo e Igoacii) dd sksquita,
Jljuiuiin I^uaoio da Cuoha Tavarw, anioaio Lii
da Sihra B Itrio, Joio de Castro Walker Junior,
Gabriel Jose Pereira Bastes e Jose Bernardo Si
HiOis. .No impedimeuto do inspector, Duarte Pe-
rcira da Ponte Ribeiro.'
Scc-etaria da tbesouraria de fizenda de
Pernambuco, 10 de iulbo d-j 1874.0
escripturario, serviodo de secreUrio,
__________Carlos J. de Souza Corrtim.
0 abaixo assignado, continuando no lanca"
mento dos impostos geraes, na freguezia da Santo
Antonio, tem de percorrer as segamtes raas : Via-
conde de Inhauma, Pedro Alfonso, PaJma, Coronal
Suassnna, Lomas Valentinas, Viracao, eaes do Ra-
mos e largos do Arsenal e de S. Pedro, tax carlo
qne, de couformidade com a lei, lbe devem ser
apresentadoi os recibos e ceutratos, para qae em
vista dos raesmos se possa aeterminar a quota
com qae os inqailiaos e locatarios dos jJredia*,
sitos nas referidas raas, teem de contribuir no
exercicio de 1874 a 1875.
Recebedoria de Penambuco 11 de julho da
1874. 0 laneador,
Manoel Jos6 Soares de Avellaf,
tada por qo-sa maiar laoo ofcrecer, o arrenda-
mento de nraa casa teraea sob n 55. a rua de S.
Beoto da cidade da Ojinjla, aerteaceuto ao patnmo-
mo do con>enlo de Norm SeohoVa do Carom da-
queila cidade, a hoje enccrporado aos pr.^rios na-
ciona>s : io por lauto convidados os preWnden-
les ao dito arreodamento a comparecerem as duas
horai da iarde do dia 25 do corrente mez.
Serrrtaria da' ihe?onraria de faxenda de Ter
nambno.. 5 de jullio de I87i.
0 2*i'seripiura i-.\ jrrvindu de secrttario,
Caflw Joi-i de S IHs ordein da uie.-a n-gr dura da irinaudade
de Santa Cecilia, erecta na igreja de N. S. do Li
vramento, faco tcieolo a todos os nossos iruiios
que a mesma mesa regedura, reconsiderando o
aeto qne dehberou, fosse*, aasdados ne prazo de
oito dia*. os debitos daquelle* trades qae com a
ousts irmandade se acbavam itraudos, marcou
am novo nraxo de 30 dias para esse rim, a contar
desta data.
Secreuiia da irmandade de Santa CecUia. 1 de
Julho de 1874.
0 secreUrio,
______
Bento da Silva Ramalho.
_________ sianoei joae soares ae Aveiiar, inDn recomera, meatame prano accorao, ex
- Administracao dos correios de Pernambnao. ^lilSSSS !en^' !* T^ P68*5*'
I de julho de 1874. -tow,, Estes amtaiens, alem de areiados e eornmodos,
Malos a expedir-se. > tatalrajeta Bovos e asphaJtados, isentos de
rem legaes.
0 uso de pesos e raedidas que nao estiverem
competentemente aferidos e o de carimbos ou
marcas falsas sera pnnido, no priraeiro caso, com
10 dias de prisao e 401 de multa, e no segundo
com 15 dias de prisao e 501 de multa, em con-
formidade com o art 3. da lei citada.
Nas reincidencias serao dobradas as penas em
ura e ontro caso.
Art. 8. Par ser aferidor exlgera-se os segnin-
les requisitos :
I.* Ser cidadao brasileiro ; ^
2 Ter mais de 23 annos ;
3." Ter leito exarae de arithmetica pelo menr.s
ate as quatro ooeracoes subre os numcros intei-
ros, fraccSej dejimaes e complexos, bem como
sobre elementos de metrologia, aliim de pratica
do trabalho de afericao.
Art. 9.* Osque nao liverem titulos, quecompro-
vem a habilitacao exigida em o numero 3." do ar-
tigo antecedente, prestarao examo perante uma
commlssao, composta do presideDte da caraara
municipal e de dous professores publicos, ou, na
falta destes, do duas pe."soas idoneas, nomeadas
pelo mesmo president.
Art. 10. Noi lugares onde n3o houver aferidor
a afericlo sera feita por urn dos professores publi-
cos, nomeado pelo presidnte dainunicipalidade.
Art. II. As caraaras municipaes daraopesise
mediJas, aferidos pelos padroes que possuirem,
aos respectivos (iseaes, alira deque estes proeedam
a verificacao, que Ines incumbe nos terraos do art.
66, % 10, da lei do t de outubro de 1828 ; nos pe-
sos, e raedidas usidos no commercio.
Art. 12. A taxa das afericoes cuntinuara a fazer
parte da renda municipal, e a ser arrecadada pela
camara, correndo como atii aqui pelo sea cofre a
de-peza correspondente.
Paragrapho unico. As taxas da afericao serao
reguladas provisoriamente pelas tabella- existen-
tes, ate que sejara conlirraadas ou alteradas po o
poder competente, raediantc a proposla que incum-
be ss camaras municipaes.
Art. 13. A porceotagem dos aferidores sera mar-
cada pelas canlaras, dependendo, porem, na corte,
da approvaQio do governo imperial, e nas provin
cias, das assemblies rcspectivas.
Art. 14. Incorrerao na multa Je 201 a lODj;. os
vereadores e erapregado? das camaraa qua infrin-
girera a lei n. 1,157 do 26 do junho do 1362, ou o
presente regulamsnto.
Art. 15. As iofraccSea commettidas por particu-
lares seraoprocessadas e julgadas do raesrao modo
porque o sao as das posturas rnunici3aes, guarda-
das as prescripcSes e rccursos estabelecidos nas
lets em vigor.
Art. 16. A pom da multa, estatuiJa para as ia-
fraccoes praticalas pelos vereadoresr e empregados
das cameras, sera imposta adrainistrativaraente
pelo minislro da a^ricultura na corto, e polo3 pre-
sidentes nas proviacias, cabendo recurso no 1 caso
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacerda, juiz
de direito especisl do commercio ne.-ta cidade
do Recife ia Pernambuco, por Sua MagestaJe
Imperial, etc., etc.
Faco saber aos que o presente edital virera e
d'elle noticia tiverem, que pelos :uradores fiscaes
da massa fallida da Jacintho Simrjas de Almei la,
.t)} foi aprescotada a seguinte classiilcacao dos
cred los de dita massa :
Ctassificagao:
Credores nao almittidos pir nao terem compare-
cido, constando apenas dos autos seus noraes.
J. Praeger 4 C, Miranda & Mello.
Credores r.hirographarios.
Antonio Alberto de Souza Agui.ir. successor de
Aguiar & Faria, 2765230; Franc sco Botelbo de
Andrade, successor de Andrade & Campello.....
1:2731210.
Por este edital sao chamados os referidos cre-
dores para dentro de cinco dia3, contados da pu-
blicacao do raesrao, dizerera sobr i dita classiQca-
cJo dos credores.
E para qae chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar o pesente, que sera publicado
pela imprensa e affixado nos lugares do costume.
Cidade,do Recife, 8 de jnlho de 1871.
Eu,_ Manoel Maria Rodrigues do Nascimento,
escrivao, o suhscrevi.
Recife, II de iulho de 1874.
_______Sebastiao do Rego Barros de Lacerda.
A camara municipal desta cidade era ?essao
de boje, reslveu mandrr publicar, para conheci-
mento dos habitantes do raunicipio, a Integra da
lei n. 1,187 de 26 de junho de 1862, e instruc-
ts que baixaraiu com o decreto n. 5,089 de 18
de setembro de 1872^ para que sejara executadas
em loda sua extensao.
Paco da caraara municip I do Recife, 7 de ju-
lho de 1874. Tbeodoro Macbado Freire Pereira
da Silva, pro presidente. Franc sco Augusto da
Costa, secretario.
Lei n. 1,157 de 26 de junho de 1862.
Snbslitue em todo o imperio o actual systema de
peios e medidas pelo systema raetrico francez.
D. Pedro II, por graca de Deus e nnanime ac-
clamacao dos povos, imperadjr constitucional e de-
fensor perpetuo do Brasil: Faiera saber a todos
os nossos sohditos que a a-semblea geral legisla
tiva decretou, e nos queremos a lei seguinte :
Art. 1.1 0 actual systema do pesos e medidas se
ra substituido era todo o imperio pelo systema me-
trico francez, na parte concernente as medidas
lineares.de superficie, capacidade e peso.
Art. 2.' E' o governo autorisado para mandar
vir ds Franca os necessarios padroes do referido
systema, sendo alii devidamente aferidos pelos pa-
droes legaes, e ontrosim para dar as providencias
qnejulgarconvenientes a oem da execucao doar-
tigo precedente, sendo observadas as disuosicoes
seguints:
| !. O systema raetrico substitmri gradualmen-
te o actual systema de pesos e medidas em todo o
imperio, de modo que em 10 annos, cesse nteira-
mente o uo legal dos antigos pescs e medidas.
im Durante este prazo as escjlas de instruc-
;ao primaria, tanto puslicas cjrao particular! s,
comprebeoderao no ensino da arithmetica a expii-
cacao do systema melrico comparado com o sys-
tema de pesos e medidas que esta actualmente em
uso.
3.* 0 governo fara organi3arubellascompara-
tivas, qae facilitera a conversao daa medidas de
ura systema nas do ontro, devendo as reparticdes
poblicas servir-se dellas em quanti vigorar o ac-
tual systema de pesos e medidas.
Art 3.* O governo, nos regalamentos qae expe-
dir para a eaecucao desta lei, podera impdr aos
infraeiores a pena de prisao ate nra mez e multa
ate. lOMliOO.
Ilandamos, portanto, a todo- as antoridades a
quom o eonhecimento e execacao da reforida lei j
pertencer, que a cumpram e facara cumprir e i
guariar tie inteiramente com nella se contem.
0 secretaiio de estado das negocios da .gricul-
tora, commercio e obras publics t, a fa^a impri-
mir, publicar e correr.
I)ada no palacio do Rio de Janeiro, aos 2d de
junho de 1662, 41. da independencia e do impe-
rio. aa quana estampa n. rj,023 da serie 31'. com a
Iraperador.^cm rubriea e guarca. Joao Luiz assignatara Goilherme Fernanies de Souza appre-
Vieira Cansansao de Sinimb6. hendida na aliandega do Rio Grande d Sal t.or
Deereto n. 5,'J89 de 12 de setembro de 1872. ser alii eonsiderada lalsa : e em re. para o consellio do estado e no 2* para o governo
geral.
E ta multi pprti>n-era a renda geral, e sera co-
brada executiva mente, remettendose para esse fim
a competente certidao a reparlicao fiscal.
Art. 17. 0 governo sera indemnisado pelas ran-
nicipalidades do valor que tirerem custalo os pa-
droes de pesos e. medidas que Ihe forem enviados ;
e esses padrSes nao poderao sahir do edificio era
que ellas funccionarem, devendo etfectuar-se ahi
a competente aferigao.
PaUcio do Rio de Janeiro, em 18 de setembro de
1872.
________Francisco do Rego Barros Barrelo.
"Edital n. 8.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico que
asllhorasda raanha do oia 15 do corrente, se
ha de arrematar, a porta desta reparticSo, livres
de direitos, e sujeitas ao imposto da capatazia, as
mercadorias abaixo declaradas, e que deixaram
do ser despachadas dentro do prazo raarcado Dor
edital n. 164.
Armazem n 6.
Marca S N 4 C e contra marca A L n. 1(20-20
caixas viadas do Havre no vapor francez Mendoza,
descarregadas em 7 de julho de 1873 e consigna-
das a Sifva Neves & C, contendo cada nma 12
garrafas com viaho medicinal Vermouth, pesando
liquido legal 274 kilos, no valor de 2741.
Alfandega de Pernambuco, H de julho de 1874.
0 inspector,
F. A. de C. Reis.
A camara municipal de>Ta cidade, pelo pre-
sente coovida aos preten ientes a arreimtacao do
imposto de 60 rs.. por cada pe de coqueiro de pro-
duccao, exceptuaad i 10 pes ara o uso do pro-
prietario, pela quantia de 3001, a comparecerem
no dia IS do correote, rannidos de flanca.
Pago da camara municipal do Recife, 11
de julho de 1874.
Theoioro M. F Pereira da Silva,
Pro-presidente.
F. A ugusto da Costa,
Secretario.
Malas a expedir-se.
Pelo vapor nacional P/ird, esta administracio
expede malas para os porto* do tal hoje (13).
Recebem-se jornae3, imprests e cartas a regis-
trar ate 2 boras da tarde, cartas ordinarias ate 3
boras e ate 3 e meia com porte duplo.
As cartas e joraaes qae se dirigirem ao Rio da
Prata pagarao previaraente, aquellas a taxa de
300 reis por 15 grammas ou fraccao de 15 gram-
mas, e estes a de 40 re/s por 40 grammas, on
fraccao de 40 grammas, na progressao estabelocida
nas tabellasC eD-annexas as instruccSesdo
!. de dezembro de 1866.
0 administrador,
________________Affonso do Rego Barros.
Nao tendo lido lugar hoje, II, a arrematacio
das madeiras resultantes das obras feitas no edi-
fl:io em que funciona a thesouraria de fazen-
da, fica transferida para o dia 15 do corrente.
SANTA CASA DA M1SE1UCORD1A DO
RECIFE.
A lllma. junta administrativa da Santa Casa di
tfisericGrdia do Recife, manda fazer publico one
ia sala de suas sessoes, no dia |2 de julho, pa-
las 3 boras da tarde, tem de ser arrematadas a
juem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
tres annos, as rendas dos predios em seguida
loclarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Rua do Padre Floriano
Casa terrea n. 13......2011000
Rua das Calcadas.
Idem n. 34........901*000
Cinco Pontas.
Idem n. 114........3621000
Rua Iarga do Rosario.
2- andar do sobrado n. 24 A3 3101000
Idem do sobrado n. 24.....4081000
Rua do Araerira.
I.* andar do sobrado n. 26. 30il000
Rua de Antonio Henrique.
Casa terrea n. 26...... 991000
Largo da Campina.
Idemn 11.......1201000
PATRQIONIO DOS ORPHAOS.
Rua Duque de Caxias.
Lja n. 77......... 7001000
Becco das Boias.
Idem n. 39 ....... 4211000
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 40.......2021000
Rua do Amorim.
Sobr.do de 2 andares n. 23 602dfiO0
Can terrea n. 34......122l0u0
Rua do Burgos.
Idem n. 19 -.....1531000
Iik-T n- 21 .......1531000
Rua do Vigario.
2" audar do sobrado n. 27..... 2431000
1" andar do mesmo......3001000
Loja do raesrao.......3751000
Sobrado de 2 andares n. 25 1:3001000
Rua do Encanamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 I:400l0o0
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea a 16.......7011000
Idem n. 25........2091000
Rua da Guia.
Idem n. 25'........2O910OC
dem n. 29........2011000
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 andares n. 12 SOOlOOO
Rua de S. Jorge
Casa terrea n. 100......2411000
Rua de S. Bento.
Casa terrea n. 117......2001001
Os pretendentos deverao apresentar no acto di
irrematacao as suas fiancas, ou comparecereu
icompanhados dos respectivos fladore3, devendc
pagar alem da renda, 0 premio da quantia en
7-3 for seguro 0 preaio que contiver estabeleci
nento commercial, assim como 0 servigo da lim
peza e precos dos' apparelhos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do R
sife, 26 de tunho o da 1874.
0 escrivao,
___________ Pedro Rodrigues de Souza,
De ordem do IHm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincla se faz poblicc
para conhecimento de quem interessar que no
dia 29 de julho proximo futuro, pelas 2 horas da
tarde, sera posta em hasta pub ica perante a jun-
ta da mesma thesouraria, para ser arreraatada por
quem mais lanco offerecer a casa terrea sita a
rua do Paco Castelhano, na cidade de Olrada, pro-
prio nacional e bem assim 0 terreno que Ihe lica
idjacente, 0 que tudo foi avaliado por dous contos
de reis.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambueo 30 de jnnho de 1874.
0 2. escripturario, servindo de secretario,
_____________Carlos Joao de Souza Correia.
Companhia Fidelidade
Segaroa ninrttimn* e terrestres
A agencia desta companhia toma geguros ma-
ritimos e terrestres, a preroios razoaveis, dando nos
ultimos 0 solo livre, e 0 setimo anno gratulto ao
segurado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
51 Rua do Apollo 51
Armazens da companhia per
nambucana.
*raa eatntras Fsaro
A companhia penaaaaboeaam, dispondo da ex
.ellentes e vastos armaieoa em sea predio ao for
ta do Mattos, ofTerece-os ao eommercio em geral
para deposito de genaros, garantindo a raaior con-
servacao daa mercadorias deposltadas, service
prompto; precos modicos, ale.
Twnbem recolheii, mediante prevlo accordo, ex
Lftrt> esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
_______Rua .! Co/nimnin a tl.
Lisboae I'urto
S-gtje vlacem .-..en a p^jiv. j Irevidad'-a harca
purtugutza Horn Vrn&Atrv ure r -i;a e inu-
sageiros : a tralar com Tito Livi., s -ares, rna So
Torres n. 20.
Segue nestes dios para 0 Aracaly, por ter
parte de sen carrpgamento prompto, 0 bem co-
nhecido biate Deus te Guarde ; quem nelle quizer
carregar ou ir de pissagem, diri'ase ao escripto
rio de Bartholomen Lonrenco, rua da Madre de
Deus n. 2, que aehara com quem tratar.
Rio Grande do Sul
0 brigue nacional Sahy sahira para 0 porto aci-
ma, e recebe a carga precisa para alastrar : tra-
ta-se com Pereira Vianna & C, a rna do Vigario
numero 1.____________
Palhabote tJoven Arthur*
Vende se e-tenavio prompto de um todo para
navegar, e feito de madeiras do Brasil, esta anco-
rado no quadro da descarga : os pretendente* po-
derao examinar e para tratar com Antonio Lniz
de Oliveira Azevedo, a rua do Bom Jesus n. 57.
cupim, ratos, dia., dte.
As pessoas qae quizerem ntillsar-se destes ar-
Bazens, pederao dingir-se ao escrigtono da com-
{Mnhia perBamhoeaaa, qne acharao com quea
tratar.
*Mt Ca de Mlnerlcordia
do Recife.
Pela secretaria da Santa Casa so faz publico qne
no dia 13 do corrente, pelas 9 horas da raanha, no
sail) da caaa dos expostos, o Dim. Sr. thesoureiro
fara pagamento as amaa que tronxerem as crian-
cas qae lhes foram coanadas, das mensalidades
relativas ao trimestre vencido em 30 de junho ul-
timo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
eife, 2 de julbo de 1874.
0 escrivao,
________________Pedro Rodrtgues de Souza.
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINHA
0 conselno, no dia 13 do corrente mez, a vista
de propostas recebidas ate as 11 horas da manbS,
promove a covpra, sob as condic^es do estylo, dos
seguintes objectos do material da armada :
50 pratos travessos de folha, 40 remos de faia de
6,12 de comprtmento, 100 ditos da 5,78 do dito,
60 ditos de 5,44 de dito, 60 ditos de 5,10 de dito,
50 ditos de 4,76 de dito, 60 kilos do fezes de ouro,
50 toneladas de carvao de ferreiro, e 40 taboas de
pinho de riga de 8,5 de comprimento, 0,250 de
largo e 0,50 de grossura.
Tambem 0 conselno, no mencionado dia, e em
vista igualmente de propostas, contrata 0 forne-
cimento de carvao cok por tres mezes para 0 ar-
senal de marinha.
Sala das sesioes do consellio de compras
do arsenal de marinha, 9 de julho de
1874.
0 secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos
COMPANHIA PERNAMRl'CAflA
DE
\aveacao eostelra m vapor.
MACEI6 EM DIREITURA, PENEDO E ARACAJU'.
0 vapor Jaguaribe, com man-
dante Julio, seguira pars
os portos acima no dia 15 do
corrente as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 14,
encommendas, passageiros e
dinheiro a frete ate as 2 horas do dia da sahi-
da : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
. An' II boras eia ponto.
O prepotto ao :.grata P*Mann fdra leilao da<
ram.iezas, mowit, onro, prat.1 e brilhanu*.
IKIUAFHIKA 14 DO 1 OHHMETE
No pritneiro andar da rua lo Vigario The-
Bodp u. ||.
_____^iiJW'b***! 5?lf-____
Atjcnii l\:-l>ut leilao
aroMClo i!b \w\ la
I!.
DA
sita il 1 232
TERgA-FEIRA 11 DO CORREiNTE
na mesma taverna
A IO lit horn*.
_0 prcposto do agente Pestaaa fara leilao d'arma-
Qo da lavcrna sila a rua Imperial n. 231.
Agente Dim
Pari
THMTRO
Santo Antonio
Quarta-feira 15 do corrente.
Grande e cxcclleulc espectaculo
Em beneficio da aetriz
Emilia Au-ihta da Camara.
Ultima representa^So do raagnifico drama em
5 actos e 6 quadros :
AAVO'
ou
A ENVENENADORA
Terminara o fspectacalo com a muito cbistos3
comedia, toda ornada de rausica :
Uma noite ao relento
Pelos artistaa,Bahia e D. Maria Rahia, qne ob-
sequiosamente se prestou para mais ahrilhantar
este espectaculo.
Havera trem para Apipucos.
Pnncipiara as 8 1|2 horas.
No 9m do drama, a beneflciada ira agradecer
aos seus convidados das caraarotes.
A beneflciada tendo de retirar-se desta hospita-
leira provincia, ate o dia 27 do corrente, aprovei-
ta esta occasiao para renovar os seus pr< testos
de estima e gratidio ao publico pernambucano,
de quem t.ntos favores ha recebido.
Segue nestes poucos dias o patacho portuguez
Michaelense ; para o resto da carga que Ihe falta,
trause com Antonio Perreira de Alme'da a rua
da Madre da Deos a. 36.
Pacific Steam Navigatiou CoGipao)
ROYAL MAIL STEAMER
JOHN ELDER
(DE 4151 TONELADAS)
Comman fante W. P. Hewtson.
Espera-se da Euro-
pa ate o dia 19 do cor-
rente, e depois da de-
mora do costume, se
guira para Bahia, Rio
de Janeiro, Montevi-
deo, BuenosAyres. Sandy, Point, Lota, Valparai-
so, Arica, Islay e Callao, pars onde receberir pas-
sageiros, encommendas e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14PRACA 00 COMMERCIO14
PRObRESKO MAR1TIMO nO l>ORTO
Einpreza porluense de naveguriio a
vapor entre Portugal c o Isi'atsil
0 VAPOR
Almeida Garret
Comniaudante Touiasini
Esperado do su
em 18 do corrente de
pois de pouca demora
dentro deste porto se
guira para Lisbon 3e
Porto com escala por
S. Tbiago.
Passagens e fretes de cargas, encomraenJas e
valores, tratam-se com ns
AGENTES
E. II. Rabello Ck C.
48 Rua do Commercio 48
raoveis, 7 piano, 2espeIho3
grandes, mo!dura doura-
da, quadros com diversas
vistas, e outrosmuitosar-
tigos, como abaixo se
menciona
QUARTA-FKIRA 15 DO CORHKNTE
as 10 1|2 horas da manlia
Em o primtiro anJor do sLrado la rua
da Imporatriz n. 1, por ritna do Cafd
Imperatriz
0 agente Dias, competentemente anleriaaos por
nraa familia cjue mu Ion de raaldcueta, levara a
leilao, no dia e hora acima designai! ;s, ca moveis
e maais ai tigos
A sahpi' :
Um piano dejaearandi, I mil ilia .!e dito, com-
posta de 1 sofa, 2 cousidos, com lampo de jrdra.
I me.-a de mclo de sala, 1 c?ieras debracos e
12 do gnamieao, 2e?iielho.- gf&Ddes, moldura dou-
rada, 1 mesa redendn, erxnU', de jararanda, 1
banca de coslnra, uma ciitia m< biiia de jacaran-
da, cemprsta de I sofa, 2 ecBSOlos, tampo de pe-
dra, o i2 eadelras dc pu-irni-."'. l mesade ama-
rello, para janlar, I meia co.uiii.la de ditn, gi:.:-
da h uca usado, 6 cadelrv do faia, t relcgio para
cima de mesa, 1 marqueiao para solttiro, I me?a
com abas, 1 lavatork) ci.m tampo do pedra e guar-
ni^ao, 2 hancas de jacaran !a para jogo, 1 loBca-
dor, 2 banquinhas de amarello, 1 eama de ,im>
rello para casal, 2 lavatorios de mngno, crra tam-
po de pedra e guarnicao, 2 cadeiras secrelas. ;
cadeiras de jacaranda, 2 4 tas de balanco de dito,
1 tear, 1 bancas de amarello para Jogo, 5 B
de abas, 6 cadei as r.rrericannf, I bancs, I aorta-
eartto em formf ile mesa, I jardinoira, I relogii,
com corda para 8 di:i, direftaa camas de madei-
ra, para meuino, 1 dita de f>rro, I bereo, 2 adai*
ras e 1 banco de ferro, dfversas duzias de facas
e vartoa, com cab > de meti I, bides de metal,
dnersos Hmwhos, 3 assccai ir BMlal, 1
bandeija dc cbaiai, para pao, rmt iafcanio
jas, 3 caixas de di-rao para i!;a, 1 porUrlk'Cr
4 pares de jarros de madeira, Ssnspenaaa para
Qores, e ontros mu los .rvys quo eslario paten-
tesaoexame dos Srs. ccncurrer'.e*.
0 It-ilao cfemecara as -0 l|2 koras em p nto.
LEILAO
DO
grande a brado ainarelio.
sotao, du
PAIU'
A escuna Gcorgiana segue nestes
porto acima, e recebe carga a frete :
Tasso Irmans & C.
dias para o
a tratar com
LfclLOES,
Leilao
DE
9 pranchoes de pinho, 4 barricas com tin-
ts, 3 carrinhos de mao, 1 bancada de fer-
de 3 andares e
rua da Imperatriz, em
frente a mutriz aa, Boa-
Vista, o quai daum bom
rendimento annual.
- QL1NTA I'KiRA 1". DO CORRENTE
1 i horas
dS
0 agente Pinto, novaraente antoruado, levara a
leilao, as II hnras d, dia acima dito, i..i tea es-
criptorio, i rua do lt,i!i Jetns n. i: ; aeailo
dita venda seni delinitiva, era virtude de i
ordens ultimanvnte recebidas.
movcis e aiais artigos, e uma caiiua 11 ;
bigorna,
pedra de
AVISOS MARITIMOS.
Companhia de navegaefta a va-
por balaiana, liauiiada
Maceio, Penedo, Aracajd e Babia.
E' esperado dos portos
do snl ate o dia 14 do
corrente o vapor Sinimtnl,
o qua I sahira para os por-
tos acima no dia seguin-
te ao da sna chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete
Agente
Antonio Lou de Oliveira Azevedo.
7-RuadoBora Je ro, 1 torno em perfeito estado, 1
dito, 1 forja, 1 lata dooleo, 1
amolar e 1 banco de car pina
Hoje
aa IO fl| horas
no armazem n. 14 da companhia pemam-
bucana.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le
vara a leilao, no dia e hora acima designados, os
objectos deseriptos e qne estarao patentes ao exa-
me dos pretendentes.
Em continuacao vendera o raesrao agente uma
canoa para familia, pertencentes aos bens do fat-
lecido Manoel Antonio Vioira.
Qualquer pretendente podihha
pois se aehara no dia do leilao atracada ao caes
da referida companhia, onde se effectuara a mea-
cionada venda.
p Sabbado 25 do corrente
A'Sll HORAS DA MANII.V
No siganJo audar do sobrado da ruv do MaffBM
de Olinda n 25
0 agente Dias, coiupL-l.-ntemeute an! 11-aJ i .
despaeho do lllm. Sr. desi-mbi.rga.ior pall I
pbaos, levara a leilao, no dia e iiura acima iaaig-
nados, os moveis o mais artigos pertencentes ajs
bens dofallecido Manoel Antonio Vieira.
A S A B E K :
Uma mobilia de jacanudi, I dita de aaa
I com i oda de dito, 1 sofa de jacaranda, 2 espe-
lhos, mildura donrada, 1 jarros para Hurts, 2 ban-
cas para jogo. de jacaranda, 1 mesa reJuuJa ue
dito, I guarda-n upa de mogno, 1 uiar.jutia de
amarello, I mesa de dito, 1 mesa para jtgo, 1 ca-
examinar ma de amarello, 1 coramoda d mogno, t apari-
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda desta provincia, se hi publics o
termo de exame abaixo transenpto, feit" pela cai-
xa da amoriisacao.
Aos 28 dias do roez de maio de 1874, na secgao
de snbstituicao do papel moeda, piocederam os
abaixo assignados a exame em uma n >ta de It
da quarta estampa n. 6,025 da serie 34*-
Associagao Commercial
Agricola.
Nao tendo comparecido numero snfflciente doa
Srs. associados, deixou de ter lugar a reuniao da
assemDlea geral convocada para hoje, a quai flcon
transferida para o dia 13 deste, pelas oito horas
da manba.
Secretaria da Associacao Commercial Agricola
de Pernambuco, 9 de julho de 1874.
Joao Pereira Rego,.
______________________2 secreUrio. -______
Imperial Sociedade dos Ar-
tistas Mechanicos e Li-
beraes
Nao" se tendo procedido 4 eleijao da admtnis-
523J* lem "e reKer ahno social de 1874 a
187?!, no dia 28 do mez paseado, como foi deter-
mmadu, por faita de nnmero ; reolveu a socie-
dade era sessao de 7 do corrente. marcar de no-
vo o dia 26 vigente, para proeeder-.-e 4 referida
tjimcso. e dispensar ao< soclos qne devem mais
de to mezes de mensalidades, metade do debito,
e aos 'rue devem ate to, o que exeeder de 5,
sendo (fectuado o pagamento pela forma descrip-
CHAR6EUB8 REU.11S
COMPANHIA FRINCEZA DE NAVE-
GACAO A VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE 0
Havre, Lisboa, ("ernambuco, Riode Janei-
ro, Santos (somente na volta), Montevi-
deo, Buenos-A.yres, (com baldeajSo para
o Rosario).
STEAMER
' Commandante Capalio
E* esperado da Eu-
ropa ate 24 do cor-
rente, s"gnindo de-
pois da indispensavel
demora para os por-
-----------tos do sul de sna es-
cala ate o Rio da Praia.
Para fretes, encommendas e passageiros, trata-
se com
08 COHSICNATARIOS
AUGUSTO P. D'OLIVEIRA 4 C.
42Rua do CommercioEntrada pela rat
do Torres.
Agente Peslana
Em continuacao
DE
caixas com bacalhao
SEGLNDA-FEIRA 13 DO CORRENTE
as 11 krat ena ponto
na escadinba da alfandega.
0 preposto do agente Pestana fara leilao de cai-
xas com bacalhao, no dia e hora acima mencio-
nados.
dor de amarello, 1 commoda de d>to, I guarda-
roupa estragad.i, 2 parade lanterns, 1 candn.r i
para kerosene, I par de escarradeiras e i canoa,
propria para familia ; para qualquer itlormacio
a agencia da rua do Marquez de Olinda n. 37, l.
andar.
LEILAO
wucij u. u,vo5 uo is uo ^cteiuuru ue lo/a. ser am coii.-iueraJ.i tais.t : e em resuli'tlo ''esse
App. ova as in9trucc5es p:ovisorias para execu- exame reconheceram ser ella elfsctivamrnte faha, ,e
cao da lem. 1,157 de 26 dejuuho de 1862, que como se evidencia, comparando a con-uil. noliI A lf> ilia deslgoado"" para a" eleicie inclusive
qbstituio cm todo o imper.o o ac:nal systema do verdadeira.
peaoe medidas pelo systema metrico franc z. As principaes clifferencas qae resnlto ; de tal
Hei por bem approvar as intruccoes provisorias cojjparaeao, sao as segnintes : a not* falsa e im-
para exeougao da lei n. 1,157 de 26 de junbo i ^ressa em papel te algodao r-onco eu jrpado e
1862, que substitute emtido o imperio o actual, | or co: -gninto de raenor consist.acia: r. tnvura
sys:ema Je pesos e medidas ph systema nn- emsn '*Hi 3c e pouco p^-f >, ton.l'Jlo-M
leo frisea, na parte eonc"Tiente as me^-jporera, -Vuenf a iraperfeigao do tr'>'> ,c nos si'
roleriio aquelles, que quizerem se" por em dia'
dirifjr se a sdde tla soci-dade nos dias de tercas
P s hs-.rf08. das 6 >s 8 horas da noite, onde en-
c^nt-x-ao o thasoareiro, on o recebedor, para is-
angulos iL -'
aas iineares, de snperncie, c:>aci(t.Je e pi.< j, netes <. ,s o> "' angulos xW~- "^ das Pa o ->m d
a (,,},e Mra,este bixaiD assigns las p_- Prancisc aima; irqp-riatr, q ia se acha nc f-l -,.^ ^ I -,r,,, j. r^p."^ ,i
d Rego Barros Barr*to, :1o man conselno, sena nola, e f a mesma tarja ; e pr-c a'' :ntf ejL'- uaemlnt- -^r
.rt do inwerio, miBl,^ .eeretarlo de eslaJs *?n.r <^s on palraas qua se -. para !da da mv'nia, teDl
0 I. secretario,
"P. Pnlo dos Santos.
l d j lllm. Sr. inspector da Ihesoa-
faz pnblico para conhecimento
que perante a junta de fazeii
de Ir a praja para ser arrema- iBarSo do Trinmpho n.
Natal, Maclo e Mossor6.
Para os portos acima vai sahir cam mnita bre-
vidade o mate Olinda, r*cebe carga a frete com-
medu : a tratar com Joao Jose da Cnnha Lages,
na rna do Vigaria n.. 33, ou a hordo, confronte
ao trapiche Daotas.
Riode Janeiro e Hio Grande
do Sul
Para oa indicados portos vai seguir em >oucos
^f?.0-^ue ?a''jnal PJWi ^o ainda a
atnaaovco algnma carea a esrravos : a tratar
rorn. Francisco Rlboiro Pit.o G''_ra- o, a rua do
DA
armagao, fazundas, 2 cofres de ferro e mais
utensi ios existentos em o estabelecimen-
to da rua do Deque de Caxias n. 60 A.
Terca-feira (4 do commie
as 11 horas da manha
0 agente Dias, competente men te autorisado,
por raandado do lllm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, levar* a leilao no dia e hora acima
designados, a armacio, fasendas, 2 cofres de fer-
ro e mais ntencilios existentes em o estabeleci-
mento acima indicado, pertenrrntes aos bens
da masa fallida dos Srs Bento da Silva & C 0
mandado que se acha com a competente avaiia
cao, pode desde ia ser exsminado em a rua do
Marqnez de Oluda n. 37, primeiro andar, escrip-
torio do referido agente.
WISOS OtffcHSOS
Pedro Tavai'CM da CotilH.
Maria PrancoHsn Neves e seus Glhos, Gertrudes
da Silva Neves, Jose da Silva Xeves, Antonio >ia
Silva Neves e Julio da Silva Neves, con.idam a
todos os seus amigos e parentes para assistirera
uma missa que tem de sir celebraJa por alma de
seu genro e eunhado Pedro Tavares da Costa,
fallecido no dia 23 do mez proximo passado, na
cidade de Mossoro, quo tera lugar no convents
da Gloria, no dia 13 do corrente, pelas 7 horas da
manha, por cujo obsequto se eonfessam desde eternarae' te agradecidos.
96.
Agente Pestana
LEILAO"
DE
moTeis, miudezaj, ouro, piata, briluu^es,
e 50 euixas com cbarut .s Laprt
TERCA-FEIRA 14 DO.mORREN
No primeiro audar da rua dn Vigario T
norio n. 11.
Joio Bwptista Muniz Falcib Junior
Joao Bapiista Muniz Palcac, D. Barbara Frau-
celraa de Si^ueira Falcao, Antonio Severiano de
Mello Falcao, D Candida Campello Falcao, Joa^
dosSantcs Muniz Falcao (auseotes) e Franciscj
Xavier dos Santos, pai, mai, irraio, ennhada, lilbo
e pnmo de Joao baptisla Muniz Falcij Junior,
agradtcem do intirao d'alma a todas as pe>soas
que acempanharam ao Jazigo os restos iiu.i tea
oaqnelle flnado, e pedein a seus parentes e amigos
lhes facam o cando o obsequio de assislinio a
missa de requiem que pela alma do mesmo liuado
^era resada no cemilexio publico, as 7 hcras d j
dia 13 do corr'-nte.
ifr. Klins JoHe HcdrocnFtTbu
Dr. Frinrisco Borgi-s d.- I arros
e sna molher, repassados da mais
pungente A6r pela noticia rt<- lafle-
<-i Tii-nto de seu n-nito pr^sad co-
nharto e irm3o, Dr. Elias J. ., Pe-
drosa Filho, convidum l -ssoas
de sua ap..zi.li para -: ;,,rein as
rnis.ias que manda n cebbrar ua ^lana Tjir.. 15
do corrente, 7 l|2 hora- *a manha, oa igrej'a de
S. Francisco; por" mio (bsequio se :.t*5*ea
eternamente grit03.
vto.tiiica-se
a quem eutref i ou uet Cddep de ba cachor-
nnha da rac> iuB.o,, e tem ui i.tioai de naa
queimadura em cima o .oinbo: jv ma Hu Raa-
Kl o. 43, refinacao.
_
1


i
6
3wp r.
ii'O UPAiiiMl
. 4' ray do Drift ta ftiBfiTpto {rua d* Irani-) isvMftt-tM
. CARDOSO (fclRMAO
AVIS AM aos sonhorcs do engenb/s e outros agricultures e ao publico em geral que
continuant a receber de Itiglaterra, Franga o America, todas as ferragens e machinas ne-
cessarias aos estabelecimentos agricoias, as mais mode/Das e raelbor obra qoe tern vindo
ao mercado.
VapOreS de forc,a de
" iiras
Caldei
i>*
til.
4, 6, 8 e 10 cavallos, os melhores que tern vmdo ao merado
de sobresalento para vapores.
Moenda-S lnteiraS e r_.uas moendas, obra como nnnca aqai veto.
TaiXaS fundldaS e batidas, doe melhores fabricates.
KodaS d aglia Com cubaje de ferro, fortes e bem acabadaa.
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos par8 vapores.
BombaS de ferro, de repueho.
AjPnOS fi8 diverse qnalidsclcs.. -
Formas para assucar1grandes e pqaenas.
VarandaS de ferro fuildidO, francezas dedirersos e bonitos gostes.
r OgOeS irancezeS para lenha e carvSo, obra superior.
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido
Pes de'ferro
Ma china
Valvulas
10 oi OlkVtO
til
Beta encouracjado !! !

Im^ rreeiaa-se de am* *roa para ctainbar:
******** aa >ua do Barao da Vierona n. 25.
l'reci-a sc dp duas. sndo
para eozlnhar e com
- it r e ontra p.ira lavar e
gomoiar, preferinao sb a priineira, escrava : na
rua do Crespo p. 7.
LA O 'rec
\ Nama p
i Lm. U pr-r e
Agua mole em peilra
Tanlo da ate que a furm.
Roga-se ao nira. Sr. Ignacio Vieira deMall
ascrivlo na cfdade de Nazareth deste provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a eon-
cluir aquelle uegocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chatnada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois pan Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1871, e nada cneprio,
par este motivo e de novo chamado para dito, Ani'l 1p IpiIo
am, pois S. S. ae deve lembrar que este aeaticio a""1 uc "51M3
de mais de eito annos, e quando o Sr. sea mho m Offereee-se uma ama que tern bom e abtindan
achava neste eidade. ] te leite : para yer o tratar, na rua Duque de Ca-
J 1 *\ fl *fc V\ 1 1 fT r\ rf J\ I Iki til fV> Arl^i *, I ff\ f ft a -. J
ardim.
para
para mesa e banco,
para gelnr ?gua.
para bombs e banheiro.
Correias inglezas para machinist.
bailCOS C SOiaS COm tiras de madeira, para jardim.
OoncertOS concGrtnm com promptidao qualquer obra ou machina, para o que teea
sua fabriua bem montada, com grande e bom pessoal.
jEnCOIiinieildaS man para o que se correspondem com uma respeitayel casa de Londres
t com um dos melhorcs engenheiros de Inglatprra ; incumbem-se de mandar assentar
iitas machin?s, e se responsobilisam pelo bom trabalbo das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brura) ns. 100 a 104
FUKDIGAO'DE CARDOSO d IRMAO.
^K!
>;-'--'-i-ri- .-1*--'
W Bua do Imperador 49
i^p^-
Ha neste (istabelecimento o melhor sortimento de piancs dos mais afamad9s autores,
como s3o : Here, Pleyel, Plap, etc. OITerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
rior;, mandados exprcssamente eonstruir para esto clima, o qual os amadore3 dos
bons pianos s6 encqntrarSo.nestd casa.
Recebera-so piarios usa Concertara-se e afinam-se pianos.
I nvisa sc aos Srs.
concertadores de pianos
quo ha seppre o mais ^amplcto sortimento de n:ateriaes para concertar pianos, como
sao: ccpos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
v- !, etc., etc.
4 -
v* .
ViM IMFiilRlPOR 49
E
ava
f
gida
Ci' : i~r fui 1-a desde 17 de maio do cor-
" :: i, a estrava Maria, cor cabra, idadoSfi
1 ; rigular.Jmagra, tem ti;,!"j or- den- .to de molbados para qualquer
-: piTft'it1 ?en> fika'alguma, cabellos earapf- fazersuades,
n ". uh bexiga no n?to e tem um
' ':" am pouco prand?> ostufado
;r DientB de um antraz que ella teve,
no melo das costas na aliura das pas,
urra e nntra. pi, c ella tern n rieio de
bel r :......ido ae obita ojara e dons chales
'.. la sen lo a a v.;:, oulro novo de cor encar-
i r ; ad roes; taivez ella diga em
/ liver qile e f jrra e troque o
Aoroe ; esta ecrava lem ama inna mulata, escra-
7i d Sr. Ricardo, rqorador em T.gipio, onde foi
a lita escrava Maria, que esta fugidi ahi
- lilo lugar, eonila que alguem tern ella acou-
t^('i, porque tem sido vista naa ru?. d>'5ta eidade.
Roga-se a todas as autoriJades policiaes e capi-
de campo quo n capture e leve-a a rua da
rdi n 'i0, que se gTatificara,


Mm
um-mmm
DO
III. Ot.SC i.:
**
*
&
osa
0
Run :lo Bnrslo c!n Victoria
outr'ora rt>a Nova n. 16, primeiro andar.
C0N3ULTAS das 10 h^ras Ja manh5
ao meip dia, e chamados por escripto a 2
qualquer hnra do di: e da ncite. f$k
ESPECIALIDADES parlos, mclestias MK
de olhos e do apparelho respiratorio. S
Escravo fugido
Desde 8 do corrente mez qr.e esta fugido do
BBgcnbo Sapueaia, de Beberibe, o escravo Luiz,
parJo, cabeiliis de caboclo, corpn regular ; e.-ta
um pouco pallido por lei; acabado dc'se t;atar de
uma bronciutes. RecommenJa-se a sua captura.
LIVROS A YENDA,
No primairo andir desta typograpbia em
mao do administraior, vende-sc os seguin-
te hvriiilias:
O raiatuto Esperto dialogo ins-
truclivo, critiio, analytico, historico, e mo
ral, entre um raatuto c um liberal por 500
rs. cada exemplar.
E'.ittt?iicao Fatti!!iar romance, 0
euma seritj lo leituras, 2 volumes por ....
lyooo.
AO N. 9
No Progresso do pateo do Carmo vende-se man-
teiga iDgieza flo." a 13200 a libra, franceza a 800
rs. a libra, bem como tem um completo sortimen-
i qualquer cbefe de familia
i^enca, que encontrara preges ma s
commodos do que em qualquer oulra parte.
EAWEHrHO
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipoiuca, moente e corrente, com todas as obras
em'psrfeito estado de conservaeao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xiasn. 3, 1 anoar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
Empreza do gaz
A empreza do gj,z tem a honra de annunciar ao
publico que reeebeu ultimamente um esplendido
sortimeato de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, enjas amostras estao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
sens fregnezes pelc preco mais razoavel possivel.
O Monte Lima
tem um completo sortimento de galao e fraoja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para otDciaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem sc encanvga de
todo e qualquer fardamento, como ssja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
.etc ; assim como um completo sortimento de
franjas, galio falso para armamento, cordio de la
com borla para quadros e espclbos (conforme o
gosto da encommenda) tudo por muito menos pre-
co qne em outra qualquer parte: na praca da
Independencia n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
Lev i ao conhecimento do respeitavel publico
e com especialidade ao corpo commercial, qne o
Sr. Jose Alexandre de Azevedo, pedindo-me para
ir a Gamelleira tratar de negocios de sua familia,
e como hoje fazem 16 dlas, deixa de ser meu cai
xeiro. Recife, 9 de jnlho de 1874.
Manoel dos Santos Monteiro.
AliCD^O.
Muita atten^ao.
Na rua de S. Jorge n. HI, outr'ora rua do Pi-
lar, foruece-se coniedorias, tanto para fora como
para dentro do mesmo estabelecimento, com
promptidao e asseio ; assim como bavera todos
os domingos e dias santos, mio de vacca ; tudo
com aseeio. No mesmo estabelecimento aceita-se
pasjageiros, para os quaes tem excellentes com-
modos e maiores vantagens do que em ontra qual-
quer parti. 0 proprietario achando-se com pode-
res para dar cumprimento aos sens deveres, es-
pera do respeitavel publico tola sua proteccSo.
Entulho
Da si gratis a quern o quizer tirar, na rua do
En:antamento, fundo3 das cuas incendiadas da
rua da Cadeia.
Precisa-se alugir uma escrava para vender
aa. rua : a iralar na rua Augusta n. 121, loja :
na mesroa casa da-se bolo de v^ndagem.
Naoba mais ca'bellos
brancos.
w gSUU JlPONEZi.
SO e uiiiu* approvada pelas academias de
dencias, reonnecida s perior a toda que
lete. upparec.ido at^ boje. Deposito princi
pal i rua da Cadeia do RecLe, hoje Mar-
que* de Olinda. n. N<
todas as bo*; *
raros.
l.o
aad,ar, e em
Ama para en^ommar*,
Precisa-se de uma quo saiba engoraruar roupa
de bomem e senbora, prefere-so que- seja escrava:
na pbarmacia Torres, a rua de Marcilio Dias n-
133.
0 abaixo asmgoado faz publico que lem ven-
dido do dia 5 do corrente em vante ao Sr. JL uod
Jeronymo Uchoa Cavalc nte, suapadaria sita a rua
do Lima n. 72, em Santo Araaro das Salmns; por
isto sc alguem se julgir credor do referido esta-
belecim'nto, apresentese no prazo de tres dias.
ScientiGca aos devedores..quo os fiados ate fdo
corrente estao suj 'itos ao abaixo assignado, e como
tenba de seguir para Europa no fim do corrente,
pede a todos os devedores que saldetfi suas contas
no prazo de oito dias, flndos os quaes serao co-
bradn' judicialmente sens debitos ; e para conhe-
cimento destes e d'aquelhs, faz o presente.
Rtci.'e, 9 de julho de 1874.
Manoel Rodrigues tPereira.
,'-j Fraucisco X; wer Care, iro da Cunba Miran-
da, pelo presente laz saber a quern coavier, que
desde o pnmeiro de Janeiro do corrente anno pas-
sou a assignor-;" Francisco Xavier da Mlran'a, 6
que ja tem feito em di7ersos papeis, como escrip-
lura3, etc.
Recife, It de Jullto de 1871.
Frar :iseo Xavier de Miranda.
r.Wfcrece-se uma ama para todo service- dia
rio de uma casa : a tratar na rua da Sanialla-
Velha n^lia, 4 andar.
Amadeleite
Precisa-se de uma ama de leite
flatio da Victoria n. 5.
na rua do
Engenho
xia, antiga do Quelmadu n. 10, 3* andar.
Ama
Precisa-se alogar uma ama, forra ou
escrava que lave bem e engomme para
casa eitrangeira e de ponca familia : a tratar na
Vende-se o engenho S. Pedro, sttuado na pro- rna do Crespo n. 16, t.* andar.______________
vincia de Alamas, comarca dp Porto Calvo, a Precisa-se de uma ama que saiba cozinhar 3
menos de uma legoa dlstante do porto de mar do engommar, para c sa de pequena familia : a tra-
Gamella, tem oweilefttes terrat, nuu, e aafreja u, no 2 andar do sobrade n. 37 da rua do Barao
regularaente t;
gario n. 31.
a tratar na rua do VI-
d03 C&S3.
Aluga-se o patecete do fallecido Custodio Jvd
Alves Guimaraes, na ilba dos Ralos (Boa-Yisla),
onde morou ultimamente o Illm. Sr. Dr. Ignacio de
Barros Barreto : a tratar na 1-ja do Passo, a rua
Primeiro de Marco (antiga do Crespo), junto ao
arco de Santo Antonio. ______________ /'
Vicente fugio
Na noita de 13 para 14 de nareo do corrente
anno fugio o mulato Vicente,essravo, de 20 annos
de idade, bonita figura, barba e estatura regular,
levando vestida e em um sacco roupa de algodlo
branco e alguma mats Una, pertencente a um cai-
xeiro da casa donde fugio \ h natural da fregue-
zia de Sant'Anna do Mattos, diz ser llvre, casado,
e ter sido criado em compaohla da madrinha D.
Anna Luiza da Luz,'de quem. alias, foi escravo :
roga-se, portanto, aos Srs. eapitaei de campo
e antoridades policiaes a apprebensio do dito es-
cravo, e eotregal o na eidade do Recife, rna do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaqn m Moreira Reis, ou
na eidade do Assii ao Sr. Torqaato Aogusto de
Oliveira Baptista, que serao geaerosanenle grati-
ficad03._____________________
Conductor
Na rua do Bom Jesus n. 17, precisa-se falf3r ao
Sr. Ricardo F. Cataabo de Vasconcellos, emprega-
do na linha ferrea de Caxanga.
Escravo fugido.
Fngio na noite de 4 para 5 do corrente, do lu-
gar Preguiea (Agua-Preta) o escravo Antonio, cOr
preta, altura regular, espadaildo e secco para ba:
xo, olbos grandes, cabega redonda, bem barbado
e conserva a barba, e um pouco cambeta, quan-
do anda roca uma ctjcha na outra, pernas finas,
seffre como que de frieiras ehtre os dedos dos
pe"s, falta de um ou don3 denies na frente do
lado superior, esta bastante corlado de chicote
nas costas ( isto e) na altura dos rins, levou
chapeo de castor preto, calca de brim de cor,
cauiisa de chita e paletot de brim, e toca viola ;
ulga-se ter ido para Caruarii, onde foi comprado
no sitio Capivara a uma viuva em 1836, quando
moleque, e tem mai nesse lugar. Roga-se as an-
toridades e capitSes de campo que o apprer.en-
dara e o levem a Agua Preta a entregar a Ernesto
Arselino de Barros Franco, ou a rua de Pedro
Alfonso n. 43, venda, que serao gratificados.
da Victoria.
Domingos Nones Ferreira participa a seus
amigos, qne transferio o seu cartorio e residen
cia para o sobrado n. 12 da rua de Paulino Ca-
mara^ onde offerece os sens servicos. Aproveita
a occasiao para declarar que nada d ve a pes
'sea alguma; porem se alguem se julgar seu
credor, roga-lhe o obzequio de apre3entar sua
1 eonta para ser incontinente paga.
Precina e comprar dona escravoe,
carapina, paga se bem : a tratar na
das loierias, a rua Primeiro de Marco
peimtrn e
thesouraria
a. 6.
m
rmhi.
Salsa-parrilha do Par4
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no seu escriptorio, a rna do Bom Jesus nu-
mero 37.
VENDE-SE
um terreno no Arraial, com 120 palmos de fren
e 140 de fundo, com uma boa cacimba : bo ea
da CoronaDhia Pernambucana n. 26.
Na raavelha de Santa Rita n. 57, precisa-s
alugar uma preta para vender com taboleiro.
Cheshire cudensed Milk.
Leite condensado novo. ^
Cerveja de Noruega. ^
Keller & C. g$i
Attencao.
Precisa-se alugar um moleque de 10 a 12 an-
nos. no sobrado da ru1 estreita do Ro-ario n. 3^,
sobradc da Oorista, defronte do escriptoiio do Dr.
Leonardo, e na mesma oasa continaa-sc a forne-
cer comedoms para fora. .
Precha-se de um feitor para o engenho Sa
pucaia, de Beberibe, e que seja honism a.Tcito ao
acmpa.
Velas.de cto,
A acreditada fabrica de velas de cera da rua do
Bom Jesus, outr'ora da Cruz n. 60, para commo-
didade de seus freguezes, acaba de abriruma
outra na rua do Barao da Victoria n. 63, aonde
acharao um completo sortimento de todos os ob-
jectos tendentes a esta arte, tndo do melhor gosto
e qualidade, e por prejos commodos.
Alheiro, Oliveira & C, na qualidade de adminis-
tradores da massa failida de Joaqmm Ferreira
Lobo, convidam aos credores da mesma massa a
apresentarem seus titulos para serem admittidos
ao passivo, no-prazo de oito dias improrogaveis :
na rua da Imperalrlz n. 42. Recife, 10 de julho
de 1874.
O advogado
Bacharel Antonio Ferreira Martins Ribelro rau-
dou sna residenda para a rua do Leao Coroado n.
6, sobrado ; continuaudo a ter seu escriptorio na
rua do Imperador n. 54.
alOMe
a casa da rua das Flores, hoje Muhias de Albu-
querque n. 24 onde teve cocheira : a fallar na
rua das Laranjreira; n. 18, 1 andar.
Admira
Popelinas de gosto, o mai- moderns, de-5 JOOO,
por l i o covado, la? de lindos padroes a 320 rs. o
covado : so na rua Duque do Caxias n. 92.
Engommudeira portugueza.
Na travessa dos Ferreiros n. 7, lava-se e engom-
ma-se toda roupa, lisa e com perfeicao, por preto
muito commo do : camisat de bomem a 160 rs.,
paletots a 400 rs.; e roupa de senhora umbem
tem abatimento.
Ao corpo do commercio
0 Barao de Santa Cmz faz sciente ao publico.
e especialmente ao corpo do commercio, que, a
cantar de 2 de Janeiro ultimo, tem admittido como
seu socio o Sr. Luiz Leopoldo dos Guimaraes Pei-
xoto, antigo gerente de sea estabelecimento, e que
sua nova sociedade cooliauara a aceitar ea seu
gyro commercial a firma de Bartholcmeu St Cque
usarao sem restriccSes ambos os socios nas Iran-
saccoes commerciaes; fioaudo a cargo da socie-
dade o activo e passivo do seu estabelecimento.
Muito reconhecido pela confianca que a seu esta-
belecimento tem sempre dispensado o publico, e
particularmentA ssus amigos, e&pera que se dig-
aarao continua-la para com a sua nova sociedade,
que nao poupara eiforcos para oao desmerece-la.
Pernambnco, 10 de julho de 1874.
Francisco Ferreira Brandao vai a Europa
tratar de sua saude, e pede a algama pessoa com
quem tenba conta, o favor de apresenta-la no pra-
zo de tres aia3, a rua Nova de Saata Rita n. 3L
Aluga se a casa terrea da rua dos Martvrios
n. 160, com bastante, commodos para familia, e
tem um grande sorao dentro : a tratar na rua da
Santa Cruz, por cima da reflnacao, 2 andar.
ATTENCAO
Fugiram no dia 7 de julho de 1871, do engenho
Giqui, freguezia da Escada, de Florismundo Mar-
ques Lins, 3 escravos, sendo Asterio, preto, al-
to, bem moQo, sem barba, corpo regular, e olhos
brancos ; Ellas, preto, bem raoco, sem barba, al
tura media e corpo regular ; esUs dous foram da
villa de Pesqueira. Luiz, cor fula, bem meco,
Aluga se um escravo de 14 anuos : no 2.
andar da casa n. 41, a rua do Hansel.
Na noita de domingo, 8 do corrente. rurta-
rrm do engenho Rola, freguezia da Escad-i, dous
eavallos : um rosso, nio elaro, velho, denies qne-
bralos, desella, carregador e esquipador obriga-
do, tem marcas de corheira nos lado por iraba-
Hiar em carro, ferros a mairgem no quarto-direitn
e no queixo menor, com o signal dons ou dez.
Ootro, alasao tostado, os mesmos ferros em cima
da anca e na queixadi, carregador obrigalo na
redes, e tem ma redea, trabalha na cangalha.
Ambos estao gordos, o russo e" grande, e o alasao
bovo, tamanho de meic acima. Informam que estes
animaes foram furtados por Manoel Joaquim Ta
vares, qne jaesteve no coito do linado Siquelra,
no engenho Mupan, e Malhias Antonio de Souza,
feitor de Manoel Antonio Dias, senhor do engenho
Rola, por ter-sido despedido, visto sabi-r 0 dito se-
nhor do engenho que aquelles eram ladroes d"
cavallos, que vieram acossados do Cabo, ondj Hie
foram apprehendidos dous cavallos furtadw no
engenho Guerra: Gratitica-se bem a quem drr
noticias dos dous cavallos furtados, no engenno
Rola, ja dito.
rtt$PB$l0
Vende-se um terreno em Agua Fria, com 60
palmos de frente e 330 de fundo, tendo duas frep^
tes, uma para a rua do Cacuudo e outra j^r.i ;,
rua das Mocas, proprio para cdificar, cujClerreno
tem arvoredos : a tratar na rua da Sauta Cruz
numero 7.______________________________
Aluga-se o 2* andar do sobrado da rua Im-
perial n. 128, com muito bons commodos, muito
freseo e com uoia bella vista : a tratar na rua do
Imperador n. 83, !? andar.
casa m mum.
AOS 4:000^000.
BILOETES GAMNTIDOS.
A rua Primeiro de Mar^o (outr'ora rua &t
Crespo) n. 23 e casas do costume.
, Acham-se a venda os felizes. biljietes garantidos
di 26' parte das loierias a beueticio da nova igte-
ja de Nossa Senhora. da Penh* (108'), que se ex-
trahira no sabbadu, 18 do corrente mez.
PfiEgOS
Bilhete ipteiro 4^000
Meiobilhete 2000
an PORg&o de 1009000 para ciua.
Bilhete inteiro 3^500
Meio bilhete 1*7.SO
Manoel Marlins Fiuza.
CASA DO OURO
Aos 4:0009000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. SO, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
nuito felizes bilhetes a sorte de 4:000i em dous
meios bilhetes de n. 2018, alem de oulras sortes
menores de 40*000 e 20*000 da loteria que se
acabou de extrahir (107*; ; convida aos possui-
dores a virem receber, que promptamente serao
pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeit*
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar 03 muito felizes bilhetes,qu9 nao deixarao de
tlrir qualquer premio, como prova pelos mejmcs
annuncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga -
'antido3 da 26- parte da loteria a beneQcio da
nova igreia de N. S. da Pent a, que se extrahira
no dia 18 do corrente mez.
Prefoai
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De 1OO0OOO para cinaa.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 11 de junho de 1874.
Jooo Joaquim da Cost a Leite.
Tornou a fugir
Do Dr. V. C. C. Albuquerque ausentou-se desde
0 dia 10 de julho do corrente anno 0 preto Bene-
dieto, de 25 annos de idade, e ba-tante ladino, faIIa
roansa, cantador de modas, 6 bom carapina, esta-
tart alta, espadaudo e um pouco corcovado, bar-
bado, tendo a testa pequena, falta de dentes na
frente, pes feios, e com uma cicatr>z grande por
cima de cada um p6, proveniente de talhos de
njachado ; nasceu no engenho Bujary, de Goyan-
na, onde tem mai e parentes, tendo passado ao Sr.
Luiz Cavalcante de Albuquerque, morador na
mesma eidade, e deste ao Exm. Sr. Barao de Na-
iireth, tendo a primcira vez que fngio estado no
eagentro Pangaua, de tioyanna. Pede-se a toda3
at autoridades e capitaes de campo.que 0 pegando,
leA'em- > a rua Direita n. 40, ao Sr. Belisario de
.. Souza Banieira, ou no engenho Furna, de Santo
barbado e tem os peitos cauelludas estatura bai- Amaro Jaboatao, qie serao geoerosaraente grati-
xa corpo reforcado e bem espadaudo ; este foi de Qcadoii
Nossa Senhora da Gloria ; gratifica-se com gene-
rosidade a quem os apprehender e lev?-los ao Re
cife, no escriptorio de Francisco Mamede de Al-
meida, rua do Torses n. 12, ou ao proprietario
acima. s
Eagenlaos em ilmastmo
Jr It: 'Otnr* J
1 * 1.
guape
Vende-se os tegnlntes :
Hurra.
Preguiea,
. PtrIH.
A traur com sens proprieurios nesta eMaie,
e para informapoes com Joaqnlm Pinto de Ha-
relle* Filho aa mesma eidade de Mamimguafi
Tasso Irmios ft C.
Galcado barate.
Rua do Barao da Victoria'
n. 8.
Yendcn Lyra k Vianaa para
acabar
Os siegulutes calcados
Bolinas de cordovao de Pollak a 8*000
Ditas dito de Fanein a 8*000
Dilas do bezcrro de Pollak a 8* e 10*000
Sapatos de traoca franceza a 1*34jO
DiUs avelludados a 2*000
Botinas gaspeadas para senhora 4*000
Sapatos de casemira pa"ca homem 1*600
Para viageos.
Amaral, Nabuco & C., alem de um completo
sortimento de objeetos de gosto, vendem os se-
guintes, indispensaveis para viagens:
Cadeiras espreguic;.ideiras de abrir e fechar.
Malas de couro e de madeira, forradas de lona
e de diversos tamanhos. *
Bol-as de couro e de tapete, do rauitos tamanhos.
Capote3 de barracha.
Cerolas, camisas de raeia, luvas e cachinezes,
tudo be la
Estojos para barba, eom perttneas.
F^anternas furta fogo.
Chicotes de diversas qualidades.
Canivetes com collier, sacca rolha e garfo.
Fnsigoias maconicas de diversos graos.
No Bazar Victoria, a rua do Barao da Victoria
n. 2.
Amaral; Nabuco & C.
vendem:
Camisas de linho, brancas, para hemens e me*
ninos, lisas e bcrdadas.'
Camisas de chita para homens.
Ditas de meia de algodao, \% e.seda, para ho-
mens e meninos.
Camisas de flanella, brancas e de cores, com
manga, meia manga e sem manga, para horaens
Camisas de aljodao arrendadas para senhoras
e meninas.
No Bazar Victoria, rua do Barao da Victoria
n. 2.
Wilson Howe 4 C vendem no seu
ma da Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul ameneano
Excellente flo de vela.
Cognac de 1' qualidade
Vmho de Bordeaux,
Carvao de Pedra de todas as qualidade*
TACHAS TACHAS
BATIDAS FUNDIDAS
Qualidade super.or .
Sj sterna nova
Superior vioho- de 1847
Em caixas, proprio para doenles.
Tem para vender Fran-
cisco da Costa Maia em seu
escriptorio a rua da Cruz a.
56, 1. andar.
Muscatel superior
Proprio uara presentes, qualidade nunca vista
no mercado.
Porto fino de 1847
Vinho especial para senhoras.
Porto fino particular M S
Em caixas de duzia: vende Francisco da Cos
ta Maia. a rua da Cruz n. 56, l. andar.
Chocolate brasileiro
l-ABRICADO NO NaRANHAO
Das seguinti's marcas :
Flor de chocolate.
Chocolate de baunilha.
Dito de canel'a.
Dito commum, 6no.
Dito hemeopathico
Dito de araruta.
Dito de musgo.
Dito e'e ferro.
Chocolate vermifugo.
Vendem pelo pre.;o da fabrica, Jose Tavares
Carreiro i C, a rua Direita n. 14.
Para presentes
No Jlazar Victoria, a rua do Barao da Victo-
ria n. 2, se encontrara objeetos proprio para pre-
sentes.
Vende-se uma mobiiia de jacmnda em bem
uso: a tratar a rua do Livramento n. 8.
Toalhas de linho a 500 rs.
Vende-se toalhas de 1 nhopelo baratssimo preco
de 500 rs. cada uma, e metade de seu valor;
aproveitem, que estao seacabando : na rua Du-
que de Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastos.
Cimento Portland
'do verdadeiro : na rua do Vigario n. 19, primeiro
andar.
" 2jj006 ^
Saias de la com barra, fazenda superior, pelo
baratissimo preco de 2*000 ; assim como, linho
pardo com listras brancas, fazenda superior para
ve -lidos a 440 rs. o covado : a loja dos arcos a
rua Primeiro de Marco n. 20 A. de Gurgel do
\maral & C
VlieilCilO.
Attencao
Quem precisar de uma pessoa para caixeiro de
taverna, padaria on feitor, tendodisto pratica, e
Constando ao abaixo assignado que alguem
serve-se de sua assignalura, para fazer eompras' dando fi'a'dor de sua conducta, pdde dirigir-se 'ao
nos eitabetecimentos|desta ddade, prevrae aos Srs.' pateo do Terco n. 58.
comnerdantes que nao eoetuma com prar por
mtio de bilhetes e nem tlo pouco antonsou pes-
soa alguma para este fim, pelo que nao se reepon-
sabilisa nor cempra alguma eita por esta forma.
Recife, 9 de julho de 1874.
______. Antonio Ilormino de Senna,
Aloga-se a casa a. 113 da rua da Coneordia,
com bastantie commodos : a tratar no Reeffe, rna
Venda-ae ou aluga se uma canoa de carreira,
em bom es'.ado : a tratar com Antonio do Rego
Medeiros, rua da Aurora n. 113>
COMPRAS

da Cadeia n. 3,
Compra-se um sitio pequena, que seja perto
da praca e que tenha ca5a de moradia : a fallar
!na ru (Jo Pajjo da Victoria n. 40, loja.
Vende-se alguns terrenos no Monteiro, um :i-
tuado na estrala do Lameirao, comprehendido
um caixao de pndra e cal, para uma grande casa,
cem 290 palmos de frente inclusive a largura do
dito caixio, sobr-e 300 ditos de fundo medio, e
mais dous a margera do rio Capibaribe, tem tun
150 palmos de frente e 280 ditos de fundo medio,
e oulro de 130 de frente, sobre 300 de fundo
igualmente medio. Os pretendentes podem procu-
rar o crgeulieiro Antonio Feliciano Rodrigues
Sette, que esta encarregado pela proprietaria dos
mesmes terrenos, de ministrar todos os esclareci-
raentos precisos, e proceder a3 raedipSes, e venda,
a rua do Crespo n. 12, escriptorio, ou ao Sr. Vi-
cinte Ferreira da Porciuncula, a rua do Impera-
dor n. 83, 2- and.ir.__________.
Vende-se it ma carroca maneira, que serve
pas*a boi e cavallo, com arreio, por preco commo-
do : em Santo Amaro, a rua do Lima n. 10.
Alta novidade de Paris
CHAPEOS. -Cbapelinas para senhora, gosto novo,
e ricamente enfeitados.
FI VELAS de madreperola, de todos os tamanhos
e cores, segundo o ultimo figuring.
BOTOES de aco para vestidos de senhora.
CASACOS.Talmas de casemira de cores para se-
nhora.
GRAMPOS dourados para cabello,gosto muilo u. vo
e boniiM.
CORT1NAD03 de crochet para cama e janella.
FRONHAS de rambraia de rtnh>, bardadas.
SEDl.VHAS listradas.
0 BAZAR DA MOD A, a rua Nova n. 50. recobeu
pelo ultimo vapor da Luropa um importante sor-
timento dos artigos acima, os quaes tem a honra
de recommendar a todas as Exmas. familias, e es-
pecialmente aos seus numerosos freguezes.
Vende-se 30 passaros bons cantadores, aendo
2 bic. los, ; Met, 2 sabias 1 bigod-^, 1 patiitiva
el? "" "' lire elles alguns fc:;ead 'tes": ua
ru "'andar ttecasan. 26.
Mai* baralo do quem em quaiqoar oulra
NA
FoDdifav da Aurora
C. STARR & C, EM LIQL'IPACAO.
Vendem
Witeon, Rowe C.
Em seu armazem a rua do Trapiche n. 14, o aa
guinte :
AlgodSo azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.

ALERTA
Com o n. 43, 4 rua do
Queimado n. 43
DeHronte *o beeca> d Prime Frilo.
ou Junto a loja da Haanolla.
Cbefaem : Cbesjaaeam t
Lasinna.i d*. quadros pretos a 249 rs. o covado.
Ditas de quadros e de cores a 240 n. o covado.
Grauadine de lislras, a parisiense, a 160 rs. o co-
vado.
Poupelina dc seda de furia cores a 1* o covado.
Cambraia Victoria Qua a 3*000 a sera.
Dila transparent? a 2* e 2*300 a pe*a.
Lencos chinezes con versos a 1*W>0 a duzia.
Chales de chita a escoceza, por 2* ura.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o eivado.
Brim pardo fino a 400 rs. o covado.
Colchas para cama a 2* e 3* uma.
Lencoes de bramante a 2*.
Cobertas adamascadae forradas a 3* urr.a.
MeiiS para homem. semlo de cores a '** a duzia
Toalhas muito grandes o 5*500 a duzia.
Metns de lislras a 330rs. o covado.
Madapolao. avariado a 3*500 a pera.
Camisas inglezas a 2* e 3* uma.
Ditas de cretone a 3* uma.
Aproveitem que estamos fazendo grande
mento, nunca menos de 40 por cento.
amostras com penhor.
*
4rfflazeuHia es-
Irella.
Unico deposito de cal bran-
ca de S. Bento e Jagua-
ribe.
S. 6 -Caes do ilann s-!\l. (
9 dono deste armazem de materiaes contra!*
em grande porcao cal preta, p< la medida dos for
nos, mediante ajusle, mandando botar no lugar
cempetente, garantindo seriedadc nesle negocio.
Vende-se a taverna da rui das Carrocas n. I,
que fz esquina para a rua de S. Joao : a tratar
na :r.' .-ri'.a.
Sedas a 1^280 o covodo.
Vende-se bonitas sedas de listra de lindas co
res pelo baratissimo preco de 1*280 o c-vado
aproveitem qne esta se acabando na rua do Du
aue de Caxias n. 88, loja de Dfmetrio Bastos.
Casa e Icnenos haralos no Sal
. gadinho.
Antonio Jose Rodrigues de Souza, na tbesoura
ria das loierias a rua do Crespo n. 6, vende sua
casa de taipa e terrenos dc seus silios no lugai
do Salgadioho : a tratar someote com o mesmo.
E' barato
Trancas de cabelk)
hnmano, natural, eom um rretro dc eomprimenlc.
a 15* cada uma : so na rua da Imperatriz n. 82
case de Odilon Dnarte Irmao._______________
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qn
" i olii
na ru? do Marouex de
t vem a este mercado
nda n. "i
roiu
Vende-se pes de sapotas
na rua do Hiispicio n. 75.
de optima qualidade
Esta provado
que o cimento Portland exposto a venda no ar-
mazem da bola amarella, travessa da rua do Im
peradcr.'e o melhor que se encontra no mercado,
attento o cotnpetentissimo testemunho do perito
eslucador das obras da igreja da P-nba, bem com3
o dri eximio engenheiro qua dirige aquclla por
tentosa construccao. _____________
Anuaciio.
Vende-se uma excellente armacao le amarelio,
invernisada e envidrar^ada, com pouco uso, propria
para qualquer estabelecimento, por ser de excel-
leate construc^io e prestar-se a fazendas, mrade -
zas ou molbados, etc. ; assim como vende-se um
balcao naquellas condir,oes: para ve> e tratar com
Pocas & C, a rua estreita do Rosario ~
?.
Grande novidade.
Pcchiucha sem igunl.
Brim pardo irancado com pequeno toque de mo-
fo e limpo a 320 e 400 rs. o covado.
Brim de linho de cores, fazenda de 2* a vara
a 2* o corte.
Brim branco de linho muito flno a 2* a 1*-Wv a
vara.
Lisinhas de quadros trancadas (eseoceies) e
com liswas de seda a 240, 320 e 360 rs. o covado.
Cambraias transparent, finas, marca Bispo, de
3* a 6* peea. ^
Cambraias Victoria muito teas, de 3*500 a
6*500 a peea-
Camavaias de cores com flores solus e de lis-
lras a 240 rs. o covado.
Metins escnros e claros, padroes muito <<*-
nos, a 280 e 320 rs. o covad 3.
Popelinas arrendadas (com nom* de Nov|dadat)
fazenda de muito gosto e nunca vista nesta dads,
a 800 rs. o covado.
Casemira' de cores, padroes riodissunos a 4*,
5| e 6* o corte.
Fazeadas para Into. Lasinhas prata muito noat
a 360 e 403 rs. o covado.
Cambrias pretas lisas com salaieas a 640 a HO
rs. a vara.
Mussulinas pretas, fazenda de muito gosto, a 310
rs. o covado e outras mnitas fazendas qua oto
menckinamoe por e tornar eofadoabo e que tada
vendemos por preeos baratissimos: ua ma Pii-
meire de Marco n. 10. _______
Sedinhas a 1^500 o eovado.
Venham antes que se aeabern : q loja do Passo
ri ua i' de Marco n. 7 ^.






_____,----------:..__. -.
D&ariG de FerMitffeued ^MflWa'Ifeira f^ttfflfflft A 4Sfc

li

taremtas tinas
-1
aP
nmeiro
dc Marco n. 7 A

a;**
CordeirD Simoes<#C.
&' esta ami das casas quo hoje pode com pri-
cazia offerecer aot seus frefuezes ura yarialissi-
n CBortimento da faaendas tinas para grande toi-
lette, e bem asfim para uso ordiaario de todas at
'lasses, e por precos vantajosos, das quaes faz am
oeqneno resume
ilandam fazendas as easaa dos pretendentes,
. ara 0 que tem pessoal necesaario, e dao amostras
nediante penhor.
Cortes de seda de. lindas cores.
Grcsdemples de todas as cores.
Gorgurao branco, lizo, de Ultras, preto, etc
Setim Macao, preto e de cores.
Grosdenaples prelo.
Velludo preto.
Granadine de seda, preta e*|de cores.
Popeliaas de lindos padr5e:i.
Filo da seda, branco e pretc.
*ieas basquinas de seda.
Casacos de merino de cores, 15, etc.
ttantas brasileiras.
Cortes com aambraia braDca com lindos borda-
Rua-da Imperatrizn. 72
_
aw
TROCHES A 15500.
VenJe-se crocnes para cadeiras a 15500
MENDES GUI.MARAES t IRMAOS
Acabam de fazer urn granJe ahatiinenlo nos precos dendo a grande falta que ba hoje do dinbeiro,^ pur isso crcio que o ,preo que vai men
cionado agradard ao respeit vel publico.
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 4tfUO0.
Vende-se chapeos do sol de seda para se-
nhoras e meninas a 49, ditos de alpaca fi- cada utn.
nos com 12: astes a 45, ditos do Tierin6 de LAZIMIAS A 200 REIS.
duas cores a 5JJ, ditos de seda para hoxcm Vende se lazinbas para vestido a 300,
a 6$, ditos inglezes com 12 aslcs a 8$ e 9$. 32U, 400, e 500 rs. o covado.
BRIM PARDO A 400 rs. ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Yende-se brim pardo escuro a 400 rs. o Vende se jilpacas de cores a 500, 640, J
covado, dito de cores com quadrmhos a 800 fs. o covado.
500 rs. o covado [ GRANDE SORTIMENTO DE TAPETES A 4.
CORTES DE CASEMIRA A 53. Vende se grandesortirneuto detapetes para
Vende-se cortcs de casemira de cores para todosos tamanbos a 49, 49500, 59, e 69
SSSfSKSSffr^Si. iistras de j* ,*** dita Prea para caJa urn.
calga a 49, 59, 69, e 79-
eda.
Cambraias de ceres.
Ditas maripoias,' brancas, lizas i bordadas.
Naozuques do liudos padroea.
Baptislas, padroes deucados.
Percalira^ do quadros, pretos e brancos, listras,
tc etc.
Brins de linho de cor, proorioo para vestidos,
com barra e listras.
Rjcos cortes de vestido de linho. c eites da
mesma cdr, ultima mod?
Ditos de cambraia de cores.
Fustao de lindas cores.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para senhoras, de linho e al-
solBo.
BRIM DE ANGOLA A 29 0 CORTE.
Yende-se cortes de brim de Angola para
calca a 29, dito rnuito finos a 39.
ABERTURAS PARA CAMISAS A 200 RETS
Vende-se aberturas para camisas a 200 rs,
ditas mais finas a 400 e 500 rs. ditas de
esguiao a 19, ditas bordadss a 29.
CHITAS A 240.
Vende-se cbitas para vestidos a 210, 280
e 320 rs. o covado, tem escuras e clarjs.
MADAPOLAO A 39.
Vende-se pecas de mad.polao enfestado a :
Sortimento de lavas da verdadeira fabrica de 39, ditas de dito iuglez a 49500. 53. Q 69,!
avio, par J-ottens e senhoras. | ditas de dito francez Gno a 79, "9-00, 89' ,
99000. '
o de
Veslua-1 > para meniaus.
nitof para taptiiado. ,
Chapeos para aico.
Toalhas e guardanapos adamascados de
r,para mesa. V, .
Oolchas de la.
Cortinados bordad' s.
Grande sortimento de camisas de linho, lizas e
c rdadas, pnra Iwmens.
Meias de c6res para homens, meninos e meni-
.
Ditas escocezas. .
Comn'.eto M.uniesU' de chapeos de sol para ho-
mecs r sannerss.
Merino de Wfw para vestidos.
Dito preto, tranfado e ^I'.o de verao.
mlhado de niio e algodio para to .
\toaihado pardo.
Damasco de la.
Brins de linho, branco de cores e preta
Setim de lindas cures com listras.
Chales de merino de cures e pretos.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta e de cures.
Ditos de touquim.
Camisas de chita para homen3.
Ditas de Oantlla.
Cereulas de liuho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
Lencos bordados e de labyrintho.
Colchas de crochet.
Tarlatan a de tolas as c6res.
Ricos cortes de vestidos de larlatana bordado?
ira cortes.
Espartilhos lisos, bordados.
Foulard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e.meninas.
Ricas facias de seda e la para senhoras.
Rico sortimento de lequcs de madreperolas e
L.SSO.
Damasco de seda.
Casemira preta e de cures.
Cbitas, madapolao panno fino preto e azul, col-
arinhos, ponhos delinho e algcdao, gravatas, lu-
at de no de Escossia, 'apetes de todos os taraa-
oho, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
aiens, lencos de linho branco e de cores, toainas,
(Ttardanapos. etc., etc.
GRANDE SORTIMENTO DE ROL'PA FEITA
NSEHWftl.
CalQas dej-iscado para traba'.bo a 1(5000
e 19400.
Calr;as de brim pardo a 19900,99, 29500.
Calcts do brim de Angola de cores a 29
e 39.
taigas de casemira de cores a 59500, 69
e?9.
Calebs de casemira preta a 39500, 59500
e .73 ,
Palitots dc riscado a 19.
Paletots de alpaca dc cores a 29-
Paletots de a paca preta a 39, 39500, 49
59.
t
0 BARATE1R0
mimi go
?tt*tttt%&$*l fcs t'slrdtamento d'orclra
pela facil applicar,ao das
E barato.
Vende-se um pequeno sitio pcrto da esta-
te do Salgadinbo, tendo de frente 150
palmos, e de fundos mats de quatrocentos,
;orn ama fU'gante casa dc taipa, acabada de
oroiim i e bem asseiada, tendo isal s, 2
quartos e cizinha fdra. 0 terreno e" pro-
,irio o bom de plaiitacOes, tendo algumus
arvores de sructo, agua de beber e todo cer-
'ado.
Para ver e mais explicates, no mesmo si-
:io a qualquer hora a eatender-se com Tris-
;5o Francisco Torres, e para tratar, na tbe-
ouraria d^s lotcrias, rua i. de Marcx)
b. 6.
acernmo
a carestial
NA
Ika Pri!ieiro de Marco n. \
Outr'ora rua do Crespo, defron-
te do arco de $nuto An-
tonio,
BAPTiSTAS, temos grinde sortimento desta fa
zenda e vendemos muito barata, a 360 e 400 r.
o covado.
ALCA5SIANAS de bonitos desenhes e cores fi-
xas, a 400 rs. o covado. So no barateiro, venham
apreciar.
METINS
e de bonitos
Ilsa?
CHITAS de bons gostos e dc cores Qxas, a 240
6 260 rs. So aqui.
LAZINHAS escocezas, padioes bonitos, a 180 e ;
200 rs.
DITAS de linho e las, padroes inteiramente no-;
vos, a 240 rs o ccvado, fazeuda que custou sem-
pre 400 rs. So no barateiro 1
CRETONES escuros e claros, fazenda superior a
400, 440 e 480 rs. o covado.
POPELINAS de seda e linho a 900 e i; apres-
sem-se a mahdar ver.
DITAS de linho e algodao a 700 e 800 rs. o
covado.
BRIM prrrtfo trancado a 260 e 280 rs. o covado.
So no barat' iro I
DITO de cores, fazenda muito boa, a uOO rs. o
covado.
CAMBRAIA transparent e Victoria a 3o00 e
^800 a peca Aonde tern ? No barateiro !
BR AM ANTE de linbode duas larguras, 1^200
a vara ; admin ? e exacto.
ESGUIAO de linho e algodao de 10 jarias, por i
4^000 I
DITO de linho puro a 8^ a pec.a. Ao barateiro,
ao barateiro 1
MAD.APOLAO francez faz-rjda su;:eri:r a of e
65 ; sempre custou 8$.
BOTINAS para senhora, rr.uito snperiores, a 45
e 4io00. St aqui. nnn ,
TOALHAS alcochoadas a 45500 e o^OOO a du-'
zia. A ellas, a ellas.
CORTES de creton francez, bordados 5*800
e 65 It
Ditos (uso da cu:te) de cr.mbraia a 105. Sem-
pre eostoa {o$.
SORTIMENTO de chapeos de sol de soda a 75,:
85 e 95. Venham antes que se acabem.
DITOS cabo de marfim de superior qualidsde,
II5300, para aeabar.
DITOS yara senhora, a 3^00 Sempre cus-;
taram C5 ; estao se acabando, venham a elles, a
eJles t ________
1 GRANDE queima para acabar de camisas fran
I cezas e inglezas, por todo 0 preco a 175,185, 205,
: 305, 355, 405- e i85 a duz a. E' no barateiro que
tem.
GRANDE sortimento de grosdenaple de cores,
COntra a 15, 152<0 e t^oOO 0 covado. So no baratein I
1 Quern ousa dizer que n?.o e barato I por certo,
I B'liguern.
CHALES de casemira com listras, o mais mo-J
derno que ha a 35500 e 45, fazenda que crsta
em qualquer parte 6.'. Venham a elles antes
que se arabem II Ao I om torn I
Alem desles, oulroa muitos trtigos que deixa-
mos de es,.ecificar para nao massar nossos fre
gue?.es, mas estarlo patmtes a vista d s compra-
1 dores. Avista do expost flcamos convictos de
que virao fazer acgnisicao de boas faiendas por
pouce precp.
Ao barateiro I I I
Na rua do Crespo n. I.
Angostinho Ferreira da Silva LealC.____
GOMMA ELAST1CA
As mcis raodernas e 8perfeir;oajas de todas
as conhecidas
Yendeiii-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
"4- Rua larga do Rosa'rio 34
Especialidade
Vinlto particular, puro e ge-
nuino. *
Acaba de chegsr ao mercado alguns barris dt
vinho do Alto Douro, e-pecial e unieamente pre
parado do extracto da uva e isento de qualque;
eenfeccao, sendo muito mais brando que o da Fi
gueira, o que o torna recommendavel pelo; muiu
que agrada ao pnlatlar e preferivel a todos os on-
t'ros viuhos de pasto.
Aeha-se a veuda nos armazens de Joao Jos^ Ro-
drignea Mendes, Souza Basto & C. e Femandes dj
Ccsta A, C.
Vendj-se portas amerioanas por todo prego :
na travessa da rua do Imperador, arraazem da
Bola Amaiella.
Ob pfoprtetarioe da Predllecla, no intnfto dt
.-.onservar o bom conccito ^ue teem iJ#eW*> dc
.-tjjBiuvel pubjiao, distiuguindo o aeu eatataleci
cnento du mais que nogociam no mesmo gene re
veefn'sdentlficar aos seas bons freguezes que-pre
Tenlttm aos seus correspondentes nas diversas par
cas d'Europa para I lies enviarem por todos os pa
juetes os ubjectos de luxo e bom gotto, que so-
jam mais bem aceitos pelas sociedauos elegante;
laquelles palzes, visto aproximar se o tempo dt
testa, em qua o bello sexo desta ftnda Veneza
mais ostenta a riqueza de suas toiHcttes ; e co
mo ja recebossem polo paquete fraocez diverso
irtigos da ultima moda, veem- patentear algont
d'entre elles que se tornam mais recommendaveis.
jsperando do respeitavel pnblico a costumada
concurreneia.
Adorecpa de tartaruga os mais lindos qua teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e d*
elludo, sendo diversos tamanbos e baratos pre-
OS.
Aderecos completos de borracha proprios pars
it to, tambem se vendem meios aderecos muito bo-
nitos.
Bot5es de setim preto e de cores para ornato da
estidos de senhora ; tambem tem para collete
palitoL
Bolsas para senhoras, existe am twllo svrtimen
de seda, de palha, de chagrim, etc, etc, put
oarato preco.
Bonecas de todos os tamanbos, tanto de lonct
wmo de cera, de borracha e da massa ; chamv
mos a attencao das Exmas. Sxas. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criamjas um pouco im-
pertinentes por falta de um objecto qoe as en
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordado;
para humem, vendem-se por preco cummodo.
Ceroulai de linho e de algodao, de diversos pre-
its.
Gaixinhas com musica, o que ba de mais lindo,
oiu disticos nas lampas proprios para presen-
te
Coques os mais modernos e de diversos forma-
ws.
Chapeos para senhora. I'.eceberam um sortimento
da ultima moda. Unto para senhora, como pars
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de linden
Mtesbn.
Escovas electricas para dentes, tern a propria-
tade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, existe um
g-ande sortimento de divercas larguras e baratc
ore co.
Fitas do saris, d^ g^rgurao. de setim e de cba-
?lnte, de diveras larguras e fconitas cores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
Fi tu artificials. A Predilecta priraa em con-
ervar sempre nm bello e grande sortimento des-
as fio es, nao so para enfeite dos c^bellos, cook
tambem para orcato de vestido de noivas.
Galoes de algodSo, de la e de seda, brancos, pre
os ei de diversas cores.
Gravatas:da seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas coret
para seanora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
Qjiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
Eerola, martim, Os-u e velludo, tudo que ha d*
om.
Pentes de fartamga e marfim para alisar os ca-
be!!os ; teera tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, martini, 6sso e doorados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
provida, nao so' em extractos, como em oleos e
batmas dos melhores odores, dos -mais afamados
fabricantes, Loubin, Prver, Sociedade Hygienica,
Coddray, Gosnel e Rimel ; sac indispeusaveis paia
i Cesta.
Saias bordadas para senhora, por commode
prec;o.
Sapatinhos de la e de setim bordaaos ,para bap
tisados.
Tapetes. Recebea a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de saias.
Vestlmentas'para.baptisadoo qoe ha de inelho?
gosto e os mais moderno t recebeu a Predilecta
de or ar. to preco, para Qcar ao ajcance
nualquer bolsa.
Rua do Cabugan. 1

i
PADAKIA
Vende-se a padaria da rua do Barao de S. Bor-
ja, antiga do Sebo, n. 25, muito afreguezada :
para ver e tratar, com seu dono, na mesma ; o
motivo da venda nao desagradara ao comprador
Vinho
Verde
dc
Amaranth*',
n. 9, junto a igreja.
especial.
Vendem P6$3s & C, a rua estreita So Rosario
BAZAR I1V1SAL
Roa do Barao da Victoria n.
DE
Caraeiro Vianna.
A' este grande estabelecimento tem che-
sjado am bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultimatnente na Europa, cujas machinas
s8o garantidas por am anno, e tendo um
perfeito artista pars ensinar as mesmas, em
qyalquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despeudio alguin do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha perten^as
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer pega que seja neeessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a perfeicao de
um e dous pospontos, franze e" borda toda
qualquer costura por fina que seja, sens
precos s3o da seguinte qualidade : para tra-
balhar a mao de 309000, 409000, 45$000
809000, 905000, 1009000, 1109000,
1209000, 1309000, 1509000,2009000 e
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
teracfio de prefos, e os compradores poderao
visitar este estabelecimento, que muito de-
verao gostar pela variedade de objecto-" que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para tiagem, malas para viagem, cadei-
ras para saias, ditas de balan^o, ditas para
crianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para crian de ferro para homem e crian$as, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
qaenos, apparelhos de metal para ch4, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim, I
t itos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
rot para sala, jarros, guarda-comidas de |
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar saias, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros moi-
tos artigos qne muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimentc
qae se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nhi ate as 9 horas da noute &
Rua do Barao da Victoria n. i
22.
YENDE-SE"~
ama casa na villa de Barreiros, na rua do Com-
lercio, por preco modico: a tratar com Tasso
Irraa-2 4 C
Vende se na rua do Cominercio n. 4, cerveja
Neruega, marca M L :
Bitter Augustura.
Bum de Jamaica.
E barato
Trancas de cabellos hnmanos, nataraes, nao
digo que lenham um metro de comprira.nto, sao
solirivelmente compridas, pelo prego de ISi'.'OO :
so na rua do Marquez de Olinda n. 31, 1- tndar, \
Magnolia
Na pjja da Magnolia, a rua Duque de Caxias m.
i5, eneontrara sempre o respeil'ivel publico ca
'i completo sortimento de perfumarias finas, hjectoa
de phantasia, luvas de Jouvia, artigos de moda a -
miudezas tinas, assim como modicidaJe nos pra-"
i;os, agrado e sinc< riJr.de.
Anneis electricos
A Magnolia, a rua In que de I'^xias n. 45, aca-
ba de rec bor cs verdadeiros anneis e vulUi elec-
tricas, proprios para os nervosos.
Jileios aderecos
A Magnolia, a rua Dnqon de ('axi? n. 45, ra-
cebeu nm completo sortimento de
Meios aderecos de Uriarnga.
Meios adercgos de madreperola.- .
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda
e de muitas outras qualidades.
Botoes de aqo
A Magnolia, a ma Duqne de Caxias n. W, tea
para vender os modernos botoes de aro, pr$prioa
para vestidos.
Gt)linhas e punhos
das mais modernas que ha no mercado ; a l!as *
na Magnolia, a rua Dnque de <'axias r. 45.
Lenqos chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena quautidade de lencus d- seda
chineies, com lindissimos desonhos, fazenda intei-
ramente nova.
Lcques
Lindos leques de madreperola, dt tartaruaa,
martim, de ossn, e de muitas outras quaiiiaflet
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Laxias a*
mero 45.

Attencao.
A loja da Magnolia, a rua Duque de Caxiai t
15, acaba de receber os scguintes artigos :
Manual de madrepero'a, tartaruga e marfim.
Ricos albuns com capa de MMffprTiiIa, til
gren, madeira, ve ludo, cenro, etc.
Lindas caixas com finissirnas perfumrrias.
L'gas de seda, brancas e de consj,
Voltas de madreperola.
Pu'seiras de aadreperola.
Ricas caixas para co-t'ira.
Vestuarios para hapi:sado.
Toncas e sapatinhos de setim.
Modernos chapeos de s?l de seda \i,:i senhor&t.
Lindos port-bouqo"t.
Gravatinhas de vellud", etc etc.
Ultima moda.
A Magnolia, a rna Duqne de Caxias n. '.5, ra-
cehei um Undo sortimm'.o de We J^ jr'jpura
de cores, apropri.idos aos vestidos chiques da ac-
tuaiidade.
Lilziiih-is
a 200 rs. o covado.
S6 na rua do Queimalo n. 43, junto i
da M?gn< lia.
Chogucm, venbam a il'.as M. .
Lazinbas de quadrinhes a moda escoc.;ps
droes muito chiques, propria pan vo-'.i' d. c
nhoras e mrninas. peso dtuiuuiu praaa ie MM .
o covado.
So o 43, loja de Gaarra i Peru ni*s.
I)ao-se amostras corn peuL.x. _____
Vende se armscio de loum. com caix
e onvernisada,em bun estad', -li k.ja da rnaD
tan. 83, per pr-ro muito Ccamado : a Irani
Cinco-Ponta? n. il.
Engenho Segrc ;o
Vende-se o engenho SgreJ>, di.-;.-.nuo ..,
uma legca da estacao dc I'.i' eiri .:. :n'e e <".:
rente, bem tbrado, e com terreaoa ssahi '
quesafrejava mais de i,iG0 j;ics :. trStar B
do Encanlann nto n. i>.
Terreno
Vende-se por prerp muito baxato mi bom
reno no becco do E-pinhciro, com l>'> pa ...
frente e 300 de fundo : a tratar na raa do Cr<
junto ao arco de Sunlo Antonic, i-.i. loja
Passo.
i
VEKM-SE
i
casa de Gustave, cabelleireiro.
Conue crespo natural.de 10i, 12^ a 15,5000
Um par de crespo natural, compridos a 5{000
Um tupet frizado por 3*tK)
Uma duzia de grampos frizados por 4*t>00
Coques, modernismo, de 40J, por 20/000
Diademas, modernismo, de cabellos, por 5*000
Cres^ntes de cabello, de 30_. 3oi a 40^000
So na rua do Marquez de Olinda n. 51, 1 andar,
em casa de Gustave, cabelleireiro.
Vende-se caixilho para jauellas, varandas e
bandeiras : na rua do Padre Floriano n.
no estado em que se acha o sitio no la
medio, freguezia dos Afogados n. 18, ehl i i r .
com 3i'J palffios do frtnte t G3H do iUaio : -
pretendentes dirijam c ao seu pro| rietari .
de S. Francisco iesta cidade, MKMu a 10.
Bacaili_odeKoris Acaba de che;ar um pe;ueno lc'e de eaixaa
desledescjaj. b-ialhao : no eaes da alf.L-ifk,
irma-eni de Tasso trmios & C._________
Siliiis.
Vendem se dons ?i!:os na Pent-; de 'Wia
foraip do finaJo Joio Carroll : a, tritar r.'oin i:t
mesmo9 sitios n. 10, ou na ma d i V; tarl i
1 an.iar, tuccc-ssores de Tbomaz de ,\i; .'no.
DOS PREMIOS DA
5.
PARTE DAS LOTERIAS CONCEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 402, A BENEFICIO DA MATRIZ DA BOA VISTA, EXTIUIIIDA EM 11 DE JL'LIIO DE 1874.
s. PRE.\1S. SS. PREMS. RS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. MS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. SN. PREMS.. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. j NS. PREMS.! IS. PI i.
3 4* 311 43 571 1 832 -'> 1048 H 1336 45 1506 45 1846 45 2105 45 2418 45 2572 45 2882 45 3149 45 3323 45 3506 45 3759 i
6 3i *5 601 45 36 49 41 68 57 7 19 74 87 50 30 14 72
7 ^^^ 37 i;> 2 51 __ 51 __ 57 76 65 18 28 79 96 52 31 24 89
18 __ til __ 37 66 66 mm 63 85 69 27 30 82 2907 to 56 36 25 94
io __- 52 MM 49 __ 75 __ 82 _ 70 95 70 42 33 99 12 45 62 H^ 37 31 . ^^ Wa-
39 __. 57 --- 54 ._, 77 86 __l 74 1603 83 51 34 - 2614 16 64 __ 39 32 ll
17 , a 64 __ 58 __ 79 88 79 13 85 56 41 15 ~~ 23 5 70 __ -43 33 22
G7 __ 72 .^ 76 __ 84 99 , 99 18 5 92 61 53 * ___ 19 25 45 72 __ 55 34 - 28
78 _ 77 _ 81 t5 92 1102 m 1407 19 45 99 64 55 48 27 77 63 48 32
79 05 80 --- 90 U 95 16 45 10 24 1902 71 - ' 58 53 29 5 80 64 51 33
108 U 94 _ 92 __ 96 18 14 26 8 75 62 61 30 45 83 --- 70 53 38.
30 ill --- 702 901 26 18 30 16 88 - 63 , 75 32 n 88 --- 75 57 46
39 __ 15 __ 3 m 5 __ 31 5 19 39 31 91 .5 69 n 83 39 . .1 96 --- 76 60 47 "
53 . 22 MM 9 m 10 __ 32 45 23 62 33 93 45 77 90 61 98 84 65 53 -
55 24 ___ 18 18 __ 33 24 64 40 ^_ 2216 ail 81 *712 66 3200 --- 90 68 56
66 __M 26 19 wmmm 23 _ 37 33 68 15 44 33 ' 82 *- 14 69 22 - 93 45| 71 _ 58
67 105 27 __ 2i ^^o4 28 47 37 77 45 5f 105 53 85 16 75 29 '98 45 74 70
74 4* 31 M 37 m 31 ta 68 55 m^mm 88 65 45 61 86 t5 17 84 30 5 99 75 66 "
76 irj , 39 _ 35 _ 86 58 mmMam 89 5 68 65 87 45 27 90 ' 31 45 3404 84 87
87 .__. 46 ^__ 46 _ 36 _, , 90 ^~ 61 __ 93 45 77 66 5J 89 31 3010 35 8 97 5 88
89 BSHf 63 ^^m . 50 __ 38 __ 95 ld 64 _ 98 82 73 45 J90 . 44 25 45 _ 15 99 45 89 _
92 skaai 68 , 68 _BM 40 # 99 45 66 __ 1706 83 79 99 a 50 26 52 23 3606 3S01 mm
210 --- 88 __ 69 45 --- 1217 70 105 7 94 1 92 aig}- 2602 (B> 70 31 55 25 5 20 t5 9 mm
11 . --- 97 io^ 70 i 46 tmi 26 72 45 13 2016 H 95 5 --- 72 48 58 34 45 41 45 14
li --- JXH 1 75 - 47 M 30 l5 80 _ 14 18 4:0005 98 14 73 51 60 36 44 18 .
18 --- 14 4^ 76 5i 43 45 82 19 . 26 45 2305 17 77 53 69 59 55 19
21 --- 16 80 59 a^pd 47 94 _ 25 32 85 6 23 86 mm 54 70 60 63 21 4$
22 ___. 26 87 5 63 _ 5i 95 _ 44 38 45 9 25 92 68 84 QZ- 77 32 44
28 ^__ 27 i 90 4,5 6i 57 _ 1501 49 39 22 27 5 96 70 90 65 81 44 Hi
35 __ 33 92' 65 __ 65 6 58 *5 43 29 tc 35 45 99 5 83 91 67 405 SO 05 45 44
39 a__ 31 . 97 asai 69 __ 81 18 65 45 58 i5 30 T 36 .err- 2800 5 92 92 68 45 91 45 47 mm>
45 ___ 36 _ 808 ___ 73 __. 84 29 V _ 68 5 73 *5 49 rJM 40 2 * 96 96 5 75 92 57 mm.
49 " 37 m 14 _ 81 88' 31 74 4,8 74 55 a_ 47 3 97 t5 99 40 80 95 t 60 "
.73 - 48 _ 15 89 _ 1301 ^^m 34 84 90 . 56 52 7 99 45 3306 86 99 4,5 72 "
82 M 49 17 94 m 6 ^^ 37 1813 93 65 54 21 3104 10 3500 3714 75
96 58 20 96 u 14 49 / -^ 23 97 73 1^ 57 38 11 16 1 20 76 4
97 ' 61 21 1003 19 50 33 io f 98 75 u I 62 . 46 22 20 4 25 64
99 62 24 20 26 52 34 4^ $2101 80 63 66 23 21 5 34 91 f "^
330 67 o, * 29 I 37 1 29 60 38 -. *3 86 66 71 45 1




8
3iario de Pmmbm Segunda feira 13 de Julho de l8?4.
JURISPRUDEWCIA
SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTICA
SESSAO EM 1 DE JULHO DE 1874!
Pretidencia do Sr. conselheiro Joaquitn
rfarcelino dn firito.Secrelario o Sr$
Dr. Joao Pedreira do Couto Ftrraz.
(Continuagio.)
Dado oste presflppoitb, o blspo sabe que
filiaram so na irminlado protestantes, ju-
deus ou atheus, quo illudiram e entraram,
eonsfa-lha isto ; o quo ha de tazer, Sr. pre-
sident ? Exigfc a refor na do eomprornis-
so ? Nai), q io nu> e preciso, pois so o
compromisso soad.nitte quern sigi a reli-
giio catholica, elle ftaou alterado, ficou
qu'brantado polo proceder que permittio
entrarem na confraria pessoas de religions
diversas. Nio ha portanto, alteragao ne-
nhuma de compromise, pelo contrarij pe-
de-se a sua religiosa obsjervancia, dizendo o
blspo que facam d'alli excluir as pessoasquo
profi.ssam outras ruligioes.
Vamos d terceira hypothese : o compro-
misso cab senao/ exige oxpressamente a
quah la le de catholico. Mas como diz o
bispo Mont-\ e;ta clausula e natural e sub-
entende-se, porque, desde que a confraria
se encarainha esseneialmonte ao culto,
s6 podem pertencer a ella aquelles que ren-
dem culto a Dous o a sous santos, e nio
aquelles quo zonbam da venoragao que
prestamos a Dous e aos santos; e clausula
subentendiJa.
Jd se Teiua apparace aqui u*a objoc-
lo : CoacorJo com o defense do ve-
ueran lo bispo, dira* alguem, danloaoepis
copal) o direito de fazer excluir e de ser
Obedecido, quanta mandar, quo saiam do
gremio as passoas que sigam diversas re'i-
gmjs; mas aqji tratanos de masons, e os
macons nao estio n-ste caso. Quern e,
porem, Sr. p.esidento, juiz desti quostao
se a doutnna ma;onica <5 incompativel com
a igreja catho'ica? Sera o governo ou este
egregio tribunal ? De certo que na. E' o
bispo, s6 0 bispo. Portanto para os fins
que analyse, in Jjfferente cousa e que seja
0 muudjo protestante ou que perten;a a
uma assosiacio, cuja, doutrina e condemna-
da expres?amcnte pela igrpja.
Como dissd, Sr. presidente, sou leal na ar-
entacao 0 nao procuw facilitar a res-
- --- r..----------r---------1 preceito como sagrado, quaesquer
placet ou prax-me regto fdra preciso que que sejam as consequencias a qu* aroiita-
0 codigo penW decretasse pea* ; mas V. de eo capricho dos boraeos levera 0 obser-
txc. sabe melbor do qua eu, nio ha no vador da reiigiio f
codigo penal desde o primeiro artig, .te' actos dos concilios,dosummo ponti-
0 ultimo, nenhum qoa prevemsse a hypof flee, ao eneaminham a produzir effeitoslivis
these da nio solioitacio do placet 0 codi- no impart,. entio se o poder espiritual ha
go criminal snpp que nio dam por uma mister do braco secular.7 justo,i indecli-
sanccaipenal prevemr essa hypothese. nio narel. que obtenha o beneplacito dameUe
a .?! .^ PJor S8m C0J "ssemimento nao pode fer
.c?\2 .; pro1cu;jr1am "W um <"Posi- realisados os fins civis, porque quVsi m-
rl fiftST*' w.ta doplacet'Di0 encon- pra ea ra ***<> -tooL;. S0T0
tram no cod.go senao um artigo, e 0 art. poder dril devem marchar accorded Mas
81 que pane a impetracio feita por sacer- quando 0 ponto a docidir e um ponto dou-
r^. Srular,d aui?ridade e^clesiastica, trinal, quando a cadoira apostolic^, nio a-
re,.da onde residir. Mas. est* art.go refe- gora, mas por actos repetidos, nio so eate
It?2K2mPi! 'nterPretao deg- qwoccapa presentemente, aenio muitos
cas s<5 impetracdo de graces. de seus illustres predecessores, tem declara-
Se eu obtiver uma graca di santa se. do que a doutrina da seita maconica e in-
tomo j obtive, tenho de pedir lieenca i fensa substancialmente a doutnna catholioa.
VM do.lmPen?. Pra usar deIla- Se yUto eomo assents em mera philantropia
!!.m.1PS!re.qa,zerPe,lir*ll0,'na.urna.8rac homana fundada era motivos terrenos, ao
m motivos
competen-
qualquer, tem por forca deste exdruxulo art. passo que a caridade fuoda-se em
81 do pedir licence previa. Mas, se em divinos ; desde que a autoridade co...
matena penal a disposicao nio se deve ap- te se pronuncia assim, para os calhdios
phcar nunca alem 1* hypothese que nella para aquelles que o slo de reras, a qu-stio
ZrtarifntiSP* r6C0foc de placet nio foi preverada no codgo. As- nio rd a secreUru do imperio ? Se a auto-
sim como 0 c )dizo orevenio a falta d liem. ridd Amr*iota ., ,\L _____, .
ate de morto.
Qaem nao sabe que na luta travada en-
tre Nspoleio e 0 pontidca^chegou esse im-
perador a fulminar a pena de morte, que
nunca se cumprio, qje cahio em desuso
as Franga, contra 0 sacerdote ou qualquer
bispo que cumprisse decis5es de Roma
sem o placet do goveruo ? Facam isto
Ora, note-se que, quando eu impugn 0
processo, nio pretenoV riscar o art. f02 %
wnr, funccionar as claras e exigir do go-
?erno nm certo procedimeoto.
Senhores, me coosta quo que na Europa
nio be ease rigor da autoridade, mas, por-
que ? Porque la" qaem 6 catholico nio *ai
i maconaria, quem e macon nio rai & con-
fraria; eis-aqui. Ha pouco li um opusculo
de um distincto cavalheiro de Portugal,
mostrando a differen^a que rai entre 0 Bra-
sil e esse paiz.
Em Portugal os macons conservam 0 seu
culto na penumbra ; os daqui sahirara dq
penumbra, foram para a praca publica e
querem gofernar ; se li elies nio teem essa
ostentacio, os bispos nio tsem que an-
dar averiguando, excarand); mas aqui to-
dos nos somos testemunhas do desembaraco
com qne a seita tem levantado 0 collj e pre-
tendido dispor deste paiz. Eis-aqui a dif
ferenca do nosso paiz e dos estrangeiros, e
do nossd paiz em rela^ao a epocas ante-
riores.
Ate ha pouco tempo os macons limita-
fam-se is sqas lojas; ninguem ia saber 0
que la faziam : sio sociedades secret is quo
a lei tolera, desde que se partkipv a auto-
ridade policial, que alii naose trama contra
a ordein ; por consequencia penwrrecfam
Mas esta condigio de reclusio nSo existe
mais i elies estio nas ruas e querem a pas-
tas para goreroar este pair (riso). Entio
os bispos Tiram-se em uma erdadeira co-
lisio r ou usarero de severidacfe, ou deixa-
rem-se de todo burailhar e enaovalhar por
esses in Jividuos qtfe querem accumular as
que dero dar a uma obj-ccio. Os
.'Hnsam diversimonte de mim dirao:
oispo ten dejulgar com eflkito sequal-
ujutriua majonica 6 incompativel
CO. a religiao catholica ; mas ha em nisso
pac^o fundamental uma clausula que torna
dependent.' do praz-mo regio o cumprimen-
to dos actos d) poder ecclesiastico resolven-
do essa ou quaesquer quesloes. Sr. pre-
sidente, primeiro que tudo a falta allegada
de placet a esses actos nio importa usurp;-
Cio de poder, quo e a hypothese que n6s
avenguarnos.
Eu analyso 0 art. 1 l" do decreto de 28
de marco, quo diz que tem lugar 0 recurso
corda, quando ha usurpacio do jurisdicjio
e poder temporal; ora, pergunto eu, o
bispo cumprindo uma bulla que nio
foi placitarla, usurpou 0 podor temporal?
Mo; usurpacio do poder temporal da-se
Sue exclusivamonto quando 0 poder espiri-
tual exerce funcc69S que pelas leis corape-
tem ao podor tompiral ; por exemplo, se
um bispo, constmdo-lhe quo em uma paro-
cliia de sua diocese deu so u.na duvida so-
bre elei5')3s, tirar-se de seus cuidados e
nftr.dar um expIicaQao oa der uma deci-
sao, usurpa poder, porque, scgundo a lei,
esse podor compete a .umi autoridade tem-
poral e 0 bispo usurp 1 apoderando-se del
la. Assim definem os jurisconsultos a usur-
paQSo do poier : usurpa s6mente poder
equella autoridade oue se apodora de attri-
buijio que as leis iao a outr.j poder. Mas
os bispos nio usurnnram 0 b3neplacito, ao
contrario dispensiram-o, nao 0 pediram ;
nao ha beneplajcito data por autoridade que
niotivesse diraito e quo usasse delta toman-
do-o aopoler temporal. Isto nio e ma-
nifesto ?
Qual t1 a queixa do governo > A q-ieixa
c que os bispos nao tem solicitado 0 bone
placito ; l'go nao usaram dellc, logo nio
usurparam attribuicao do governo ; is-
to 0 que a 0 ponto da quostao. Usurpa-
rao do poder, de que falla 0 decreto do 2$
de marco, 6 0 acto pelo qaal 0 poder espi-
ritual exercosss uma funcgao definida em lei
e que pertence a uma autoridade do secu-
lo. Mas, quando 0 bispo cumprio uma
decisao que recebeu de Roma, sem que a
mandassj) a secreHria do imperio, nio usur-
pou a'ttribui'a) temporal. Poderia com-
metterwm d.licto, qualquer que elle fosse,
mii-na) 0 de usurpa^ao do poder : entre-
tanto que 0 djcreto em cuja observancia se
roanlou instaurar esto proosso, s6mente
falta em usurpacao do podor temporal,
aqui ; mas a lei nio existe e nao e licito te a faenldade de dizer: Nao- 6 assim f a
decisao nio e essa.
Nio tendo boje.gr. presidertf, havidb
questio sofere este artigo, acontece 0 que se
di em murfas dJsposrcdes da conetituicio :
quando pela prim-en** Tez tem de ser appli-
1* da constituicao, nio? somente digO que lojas e as sacristies, qwe pensam que corn-
ene nao e enteodido como cumpre, M nao 0 mesmo dfreito com qoe vio festfftr 0 eran-
pode ser enlendido de maneira que o ens no '
do doutor do catholicismo dependa de se-
cretaria alguma deste raundo, porque dar-
lhe o direito do placet, e- dar-Ibe rirtualmwi'-
prevenir hypotheses de que a lei nio co
gitou, estender os artigos para abrange-
rem espocies que foram repellidas pelo
legislador.
E tanto, enhore.s 6 isso rerdade que 0.
processo tem se circumscripto somente ao eadas, suscitara rfnirChaii Os podwes com-
m) cumprimento do preceito do couselho
de estado, isto e, ao nio levantamerrto d
inferdicto. Nao se tem fallado em placet,
porquo neste1 deli;to esta comprehendido
todo o episcopedo brasilairo, todo ellese, m
exceptjao de um s6 bispo, tern dispensado 0
placet no cumprimento das decisoes de
Roma.
Mas disse-se : Ss 0 codigo foi omisso,
temos o desreto de 28 de marco, que trata
desta raateri*. Nio, senhores, e um en-
gano ; 0 decreto de 28 de marco, regulaa-
do 0 reciirs<> a corda, ex-orime se perfoita-
mente : ha recurso quand'o bouver usur-
pacao de poder temporal ou bourer Tio-
lencia no eierciek) da jurisdiccio espiritualw
Nao diz que ellese applicant quanta bou-
ver cumprimento das decisoss- de Roma
sem placet. Como, pois, soccorrem-se a
esse decreto, que nio comprehende uma
disposigio dessa or 0 governo pode fazer 0 que quizer e as
camaras tem muitos exemplo3 a se^uir ;
mas 0 que nio se pode tolerar e* que de
um inoffonsivo codigo criminal, feito em
um tempo em quo a religiao catholica me-
recia de todos os nossos- av6s 0 maior res-
peito, se considere possivel, por uma ques-
tio de opa, encarcerar bispos, condemna-
los, expo-los ao ludibrio, como se 0 ludi-
brio nao saltasse sob-e aquelles que otem
promovido, e como se isso orabaracasso as
disposicoes daquelles que tem em seu faror
as promessas do nunca serem vencidos pelas
porlas do inferno.
0 decreto de 28 do marco nao cogitou da
falta do placet; somente cogitou de usur-
pagio do um poder qualquer definido em
lei, 0 poder temporal usurpado pelo espiri-
tual, ou de violencia no exercicio da juris-
diccio espiritual, porque o governo, levado
petentes que se entendatn, que se ponhnm
accordesa respeito da verdadeira doatrina,
que se cont^m no art. 102" $ 14, a quo! nio
pode em substaneia1 oppor-se aos priocipios
eardeaes do catbolkismo, retigiio adoptada
iramedialamente pefe constitnicio do impe-
rio no art. 5.', antes- de passer a" orgaaisa-
cao dos pjderes.
Mas nio foram p'acita6>s : pareee-
me que estou ouvindo ao nobre promoter
d-a ju6tica ; uma das verdades' assentadas
(riso) 6 que nio foram placitadas. Bemi
nio foram placitadas; mas, porque nis-
tem sidbde ba muitos annos plaeitada bulb
alguma, que rem do pontifice ? Porque razao
0;gorerno nao tem proeurado fitter yiogar
a sua prerogativa ? Immensas bnllas teem
sido perfeitaraente curapridas seta-placet. 0>
governo, portanto; 60 primeiro a-oonhecer
que a letra do art. 104 Uk naoe" o quo
regula, mas- o sea espinto ; e come essas
kaillas que teem vindosi*^ por exemplo, da
Immaculada Conceicao, da* infalllbilidade
pontificia e do outros pontos de doatrina e
de fe, 0 governo reconheoeu perfehamente
qpe nio devia envolver-se naquillo que nio
edasuaseara; e, alids confessava perante
o paiz que malbarattia as prerogativas do
cbefe do Estadof as prerogativas da sobe-
rania.
Nio foram plaeitadas, dird o nobre pro-
motor da. just^a. Bom, nao fcrara;mss
eiistem ou nio ? Eu as indicargi em resu-
rao : houve bulla de Clemente XH, de Be-
nedicto XIV, de Pio VII, de Joao XII e de
Pio IX ; estas bullas nio foram placitadas.
Mas colloque-se cada um.dos nobres mem-
bros do tribunal e aquelles que parecem
roais infonsos is theorias qne estou exhibin-
do, colloque-se naqualidade debispo, re-
ceba ao entrar no episcopado essas deci
pelas autoridades de que nos deu uma idea \SOi>s. n"gas, reforgada* Pr modernas dis-
0 nobre promotor da justica, entende que Pf,60es' Poa-so entre 0 pontifica de um
'lado e a secretana do imperio do outro.
lado : 0 que fariam os membros- indepen-
dentes deste egregio tribunal ? Obedeceriam
ao poier espiritual, nio obedeceriam ao po-
dfcr temporal.
Ha uma perfeita colisio ; o dever mais
important-prevalece; este dewjr foi oque
cumprio o bispo actualmente- processado e
cumprio 0 bispo de Olinda ; mandando ex-
pellir das. oonfrarias os majons, cumpriram
um dever sagrado> um dever do poder com-
petente ; nao lhes importando consideracoes
humanas, acontega 0 que aoonteeer.
Diri 0 nobre promotor da justiija : Mas
esta descripcio do poder espiritual contra a
seita maconica etio antiga, como- eque s6.-
mente agora, os bispos do Brasil procuram
fazel-a effectiva ? Esta pergunta tem uma
com effoito elle 6 quo e 0 defensor dos
canones ; de maneira que os canones nio
sio defiuidos pelo bispo que osdeveco-
nhecer e pelo pontili.ee, mas por aquelles
que nunca os estudaram, por n6s que nio
temos deltas senio n>ticia muito vaga.
Sr. presiiente, eu fallo perante um tribu-
nal que devc ter aconpanhado esta impor-
tante discussao nas camaras e na imprensa.
Ora, ja 0 governo declares no sanado bra-
sileiro que, quando ;se trata di doutrina,
na) ha meio humane de embaracar que 0
acto da intelligencia do pontifice estenda-se
a todo 0 globo 0 seja obedecido sera refle-
xa); nio ha. Do mais a mais, hoje 0 te-
legrapho poz 0 poniiflce, por assim dizer,
ao alcanco da nossa immediata venerafio.
Pois, sesobro u.na materia dada, 0 pontifi-
FOLHETIM
POR
.forto Canilido.
(Continuagao do n. 154.) ___
IX
NO CXMPO.
Oatr'ora, pelo mez de setembro am dian-
i;, ora um verdadeiro prazer sair-soda cida-
de para 0 campo, oade 0 clima (i sempre
melhor, e onta a "ida se passava com mais
innocemna.
H )'y., pordm, Bomo tudo torn soffrido
uma mudanca completa, nao acontece assim.
Ninguem mais, a nio ser um monge, um
philosopho, um anachoreta, busca alii as
riqijozas da florcsta, a passagem dos ventos
'fresc >s dos outeiros, 0 contacto da s agua
claras de algum rio, afim de aman'sar os
rigores do estio. Actualmente, >i as mais
das vezes, so se procura 0 lar dos plumoos
trovadores, porque ahi 6" que 0 luxo das
toilettes, a clegancia da cdrte, as sumptuo-
sidados de todos os generos, conquistam pri-
,\ilegios, estendem seu reinado. Ir para 0
campo e ir para 0 mio d is razes, das sedas,
dos theatros, das soiries continuadas, ondt
nunca termina a convivencia do todos e de
tudo. 0 proprio aspocto do terreno 6 ou-
tro mui diterso. No lugar, por exemplo,
pm quahavia uma arvore frondosa, tecto
soberbo is voloptuosi lades da sesta, ba
Hoje um edificio ; alii para aqutllas mar-
gens, on ta tinha tanta relva, tanto arvore-
dozinho sympathtco e noetho, n5o existe
hoje nem um arbusto ; e 0 passaro mimoso,
que vinha gorgeiar seus hymnos no ga-
lho predilecto, recui n'um v6o immenso,
ouvindo 0 grito repercutidor da locoraotiva
que chega.
Ha uns sate ou otto annos passados,
quem quizesse ver D. Helena amaldicoar a
sorte ouvissa 0 Sr. Victor da Cruz fallar
em ir para 0 campo.
Logo, porera, que os nossos arrabaldes
trocaram seus b.ilhos nativos e graciosos
por outros menos bellos, a raii de Ar-
manda folgava do contente no dia em que
seu raarido fazia-lhe tal convite. Outr'ora
chorava ate por haver casado com um ho-
mem que a queria sepultar de qdando em
vez nas inhospitas. hab t icoes da cascavel e
da coru/'a ; mas agora preparava com pres-
teza 0 necessario e esperava com anciedade
pela bora da partida.
Do as dias depois de haver obzequiado,
como viraos, os seus amigos, a familia do
Sr. Cruz retirava-se para fora da cidade.
Era n'um dos melbores edificios do lu-
gar, e na mesraa localtdade do de Raphael
e Theodorico. Costumados a irem sempre
per esse titnpo para alii, 0 Sr. Victor, e es-
pecialmsnle sua senbora, haviam adquirido
estreitas relagoes de amizade, e logo na noi-
te em que chegaram foram visitados por
muitas possoas do lugar, que estimavam
bastante verem-se reunidas a convivas per-
feitos de fe tins familtares.
D. Helena nio sabia de qual ponto das
janelhs esteudesse 0 olhar para a casaria.
Envolvidaei. .ma longa manta do 15, se-
gurava pelas mios de'sQa araigas, ria com
ellas, applaudindo tudo, al^ mesmo oque
nao raerecia applauso ; e fallando c inda-
gando"de mil coasas, concluio convidando
a todas para na noite seguinte tomarcm did
com Mi. Foi ent3o quando uma viva sa-
tisfacio msnifestou-S'3 era tod^s os semblan-
tes.
So Armanda estava raelancolica.' D'esde
a noite em que a viraos solucar e ajoelbar-
se aos pes de Deus, na immensidade da
oracio, outro pensamento, que nio fosse 0
do infortunio que podia pesar sabre ella e
Theodorico, dominou-a. Sua mii e seu
pai mesmo baviam notado ji aquella diffe-
renca ; e fazendo-a confessar a causa, por
meio de cariohos e promessas, riam-se mui-
to quando ella disse que q seu desgosto
provinha de se jogar frequentemente em
casa. D. Helena, em uma hora de refle-
xio, nio deixou de achar em parte razio
em sua filha ; mas, logo dissuadida por seu
marido, nio tardou em mudar de opiniio.
Triste, pois, em virtude de nao se haver
comprehendido 0 mysterio de sua dor, Ar-
manda era indifferente a tudo.
No dia em que partio para 0 campo es-
crevea a Beanor pedindo-lhe acompanhas-
se-a, afim de mitigar os seaspezares; e a
filha do Sr. Osmundo respondeu-lhe do se-
guinte raodo :
Cara amiga,
Hoje e-me impossivel fazer 0 que me
pedes. Mas amanhi, se uma circumstancia,
igual i que obriga-me a dear, nio servir
ainda de obstaculo, li estarei comtigo, para
contarte um episodio qne muito tem-me fei-
to rir. Adeus. Lembra-te de mim, como
eu de ti, etc.
< Tua amiga do coracio,
Beanor.
's onze horas da noite, depois de reler
a carta da boa amiga, levou para junto da
luz uma caixinha de retrato, abrio-a, mirou
a imagem querida de seu amor, e iucliuou
a frontezinha sobre as. mios.
Chorava.
X
LE CLOU.
Vamos entrar na casa de ura homem qne
dava dinheiro sobre penhores.
No dia, depois d'aquelle em quo D. He-
eu u
de architecfo, podera jrfestejar Santa Anna
on qualquer outra mvoca^io, que tenba
uma irmaodade. Ora. e3ta accumi^agio 6
qu at^ me parece indecente (riso) ;- asta
incorapatibilidade 6 que me parece de di-
reito natural.
Senhores, tem-se dito : 0 poder espiri-
tual quer escravisar'o paizr quer perscguir
os raacons. Onde esti isto? Quando 0
poder espiritual manda eliminar os raacons
de uma confraria, nio manda fechar as lo-
jas maipnicas, nem tem meio5, nem direito
para isso. Note V. Exc. os termos da ques-
tio :o pastor contando as ovehias do seu
aprisco, ve uma que parece ovelha; mas que
6 am lobo, e trata de arredal-e com 0 ba-
culo*;- nio manda, porem, para-a cadeia,
nio persegue : vi se quizer para a macona-
ria. 0 episcopado empregara todos os meios
de illastrar as avelhas e-de chamal-as i or-
dem com 0 seu baculo, mas nio as perse-
gue.
Ora, oonsiderando sob'este ponto de vista
a excomraunhio- de que se arma o poder
espiritoal, 6 uma attribuicio quo tem as
mais pequenas assoeiacoescivis ; nenhuma
ba, en nao conheee nenbutna, que nio te-
nba 0 direito de-eliminar aquelle socio
que nio-satisfaz as condicpes do kostituto
primordial. Este principo de direito com-
mum e epplicado i'igreja ; 0 que sechama
0 interdicto, ou a censura,-ou a suspensio,
s6mente dizer : Seguis- uma doutrina
que nio pode seraeolhida por nos ; a-vossa
doutrina 4humano-, tem raizes na terra ; a
doutrina que nos seguimos torn raises no
oeo, tem por motores as penas 0 recompen-
sas de um-outro mundo, em que v6s, mui-
tos de vos, nio acreditais. Retirai-vos,
pois, e muito estiraarei que em breve volteis
38 aprisco. Este direito simples e co-
mesinho, que teem todas as as'sociagOes,
quer se negar e tem.se negado & igreja.
Mas qual 6 a posigao do nobre e digno
bispo do-Para' ? qual a posicio do bispo
de Olinda ? A posigio de am rebelde ? E'
que dizem esses-papeis ; ao lel-os parece
que os bispos do Rrasil tramam contra a
soberania nacional, contra os dogmas fun-
damentals da nossa constituicio, e tal nio
ha, Sr. presidente; 0 illustre bisp> do Pard,
cujo saber e immenso, com revelam todos-
os seus escriptos e ainda esse que ba pouco
publicou ; 0 bispo do Pard, sendo severo,
como devia ser, com as confrarias que 0
desobedeceram^ limitou-se apenas ao que e
puramente espiritual; e-quando foi manda-
do onvir, declarou que estava ntama posi-
cio passiva. 0' senhores I Quem nio com-
prehende 0 systema adoptado pelos bispos
do Brasil, desde que e.les dizem quo neste
negocio, quando a sua consciencia lbes dictar
que 0 que deltas exige 0 governo e contra
0 que decidio a santa se, elies, muito a seu
pezar, obedeceram d santa se e nao ao go-
verno ? Qual 6* a sua posicio ? a de
resistencia passiva.
Se elies adoptassem a resistencia activa,
entio teriam commettido delictos preveni-
dos no codigo, e s6 neste caso teria appli-
caQao 0 art. 96 ; mas elies estaona resisten-
cia passiva. E ha alguem entre vos que
lena retirou-se para 0 campo, alguem, que
jd faz parte d'esta historia, entrou no recin-
to de uma d'essas casas e esperou sen-
tado n'uma ante-sala que Hie tocasse a vez
de ir d presenca do homem a quem, d falta
de outro nome, damos e continuaremos a
dar 0 debanqueiro.
Havia entio mais duas pessoas a espera.
Uma era uma moca e bella cortesi, que 0
nosso incognito conbeceu e saudou ; a outra,
um homem de mediocres condicoss que,
nio obstante, mcreceu um aperlo de muo
d'aquelle.
Todos tres accommodados, dous era um
sofd, um n'uma cadeira, ap6s os cumpri-
raentos olharam-se de raodo, 0 incognito
e a cortezi, qne parecia haver entre elies 0
pudor e a vergonha de dous seres que so
amam,/*TA~cortezi, experimentando os flo-
cos escariates do sanguo subirera agitados
ate a bella fronte, moveu-se, estendendo 0
lein;o sobre 0 collo ; apertou a pulseira que
cingia-lhe 0 braco tremulo e nevado, e por
fim abrio 0 leque. 0 incognito, sentado
perto d'ella cruzou o olhar por todos os
cantos, e enchugahdo 0 suor que lbe ma-
nava rapido da testa, tossio e proferio uma
palavra quasi como um gemido. 0 outro
homem nio fez mais do que fixar os olhos
um pouco parvamento para os dous.
Nio se prolongou entio a hora de um dos
tres ir receber audiencia do banqueiro. Foi
aquelle, do qual fallamos por ultimo. Fi-
caram os outros, que por ventura dariam
mais dcz por cento sobre a quantia que
iam tomar ao binqueiro, para qne nio per-
manecessem a b6s, a contemplarem-so como
dous miseraveis desvalidos da fortuna. Uma
pessoa de mais era necessaria para elies,
quese.nio queriam ver nem fallar.
Para um 111050 que oslenta. que anda cm
cirruagens, que frequenta bailes e theatros,
0 infortunio de achar-se alii ao pe" de uma
mulher, a quem jd fez a cdrte e tivcra 0 or J
capitule de crime a resisteiiCia passiva ?
A resistoncia passiva aconselha aos bispos
um prelado de Franca, distincto, sobretudo
por sua graiide e inexcedivel humildade,
6ai\on. Diz este eximio finado. (16) :
Quando um principe quer forcar a ob-
servancia de um culto que nos parece con-
trario ao que devemos & divindade, nio so-
mos obrigados a obedecer, mas tambe n nio
devemos revoltar-nos, pois que ha uma
gnnde differenca entre a resistencia activa,
que nos torna minstro do mal. e a res:s-
tencia passiva, que nos faz soffrer aquillo
quo nio podemos embaracar sem perturbar
a ordom. b
Foi 0 consellio que alids e" datorrente dos
escriptores de nota ; foi este 0 exemplo que
seguio o nobre bispo do Pard : nio revol-
tou-se, nio tornou-se mrnisfro do mal, nio
consentio porem tornar-se instruraento do
mal, ainda que viesse do governo. Nio, a
isto nio se pdde prestar : 0 acto da prisio,
4 anuos de condemoacio, a morte, tudo isto
A para elle indifferente, e isto a sua gloria,
e e isto 0 que justifiea a nossa rinda a este
tribunal.
Se elle tivesse omprogado resistancia acti-
va, entio tinha incorrido em qualquer dos
crimes do codigo penal, cosforme a natureze
do acto que empregasse paroresistir, e, ain-
da assim, terra a defeza que aoubesse nwes-
pecie ; mas a competencia dto tribunal era
evident* para apreciar 0 facto e aceita-lo ou
nio aceita-io conforme as provas apresenfa-
das da resistencia, porque 0 codigo diz que
sd e crime de resistencia quando ella se faz
a ordens legae. Se a ordem nice legal, 6
direito de todo* 110s oresistirmos, ainda com
a forca.
Mas deixeinos abstracgOcs; 0 que' quero
dizer e quo o prelado circumscreveu-so a
ura ponto, em qwse" inatacavel, a resisten-
cia passira ; e a lei'facultou-lha esteexpe-
diente, porque diz o-decreto de 23 de mar-
co que, dada a decisio, mandada d autori-
dade ecclesrsstica para curaprir, se esta nio
quizer faze-ta, passe cumprimento d auto-
ridade civil. 0 bispc ficou1 na passiva e
nada tem com a impossibilidade com que se
vio a bracos 0 goverao para p6r opa aos
macons elovantar 0 interdicto ; a culpande
e" delta: elle nao sahio da resistencia pas-
siva.
A resistencia passiva, senhores, nio e um
crime, nao ;: e a virtude de todo 0 homem
quo tem conscienuia de uma doutrina que
sustenta... Eu nio me coatento com citarl
Fenelon, oitarei outro prelado da Franga^
morto infelizmente em 1848 nas barricadas-,
distincto por sua opposicio systematica aos
'principles de La Mennais, e qne empregou
todos os estarcos para combater os excessoe-
do poder temporal ; verdadeiro seetario da
igreja gallicana, mozwenhor Affre. Ora elle
abunda nosentido de Fenelon, e rauito pit-
torescamente definive a resistencia passivar
comparando>a d bigorna que- estraga os
mais duros martellos e-canca os bracos mais
vigorosos.
A resistencia passiva e a bigsma : podom
malbar como quizerem os martellos; hao
do estragar-se; os bracos fortes bio de des-
apparecer; a causa pela qual se sacrificam
os-illustres tcspos nao tem fko senao na
consummate dos seculos ; 0 mais e transi-
torio ; a verdade que elies sustentam
essa.
Tenho, se nao me engano, Sr. president*,
raostrado qua nio houve no faeto arguida
usurpacao do. poder temporal. Passo agora
a outra parte da accusaeio: houve excess
de jurisdiccio espiritual ?
Diz 0 libello: (le) Provara que 0 reo
com 0 seu procedimento ultrapassou os II-
mites de sua jurisdicgio ecclesiastica e usou
de notoria violencia e oppressio contra as
confrarias e irmandades, etc.
Ora a contradiccao estd entranhada neste
paragrapbo. Diz 0 digno promotor da jus-
tica, quo houve excesso de jurisdicgio espi-
ritual, que o bispo recusou obedecer e cura-
prir, e que assim impedio a execugio da
ordem ; mas ba 11 isto incoherencia. So 0
bispo apenas recusou, se nio cumprio, se
poz-se na resistencia passiva, como e" que
por esse facto de nao curaprir impedio o
effeito da ordem? Desde 0 momento em
que elle recusou. o effeito da ordom correu
por conta do poder judiciario*; se 0 nobre
bispo nio interpo* embarago nsnhum ao
juiz, como e que elle nao cumprindo, em.-
baragou, impedio o cumprimento? Ha
contradicgio aos termos.
Mas jd se ve que neste caso esta-nos em
terreno espiritual. 0 que 0 ncbre promotor
da justiga somente incrimina 0 excesso, a
demasia. Se fdra ate certo ponto, 0 poder
era espiritual, a questio nio era da compe-
tencia do tribunal supremo; mas 0 bispo
excedeu-se. Porque oxcedeuse? Oade
esta o excesso? ,
Diz-se no processo que houve excesso,
gulbo do comprar os sorrisos a pegas de
ouro,-eum desgosto profundo, e uma
vergonha pungente.
Para uma cortezi que gasta a vida toda
no seio do prazer e do vicio, a infelicidade
dese ver tambem alii, ao pd de um homem,
a quem tanto quizera encarecer os thesou-
ros de sua belleza, a quem era capaz de ga-
rantir que por ella mais de uma fortuna so
arruinara, 6 um transe fatalissimo, 6"
uma queda tremenda.
Tiveram-ambos a idea de retirar-se d'a-
quelle tribunal de fogo. Mas 0 motivo de
suas preseagas forgava-os a demorar-se :
ficaram.
Com pouco, a mulher foi chamada a
effectuar a transacgio. Leviotou-se como
se tivera de subir ao patibulo. Foi ; depoz
sobre a mesa, pallida e afllicta, asjoias que
levava, e intorrogada pela quantia quo de-
sejava, depois do exame pelo qual passara
primeiro os penhores, respondeu :
Duzentos mil reis.
Nio posso dar disse 0 banqueiro,
meceiando a cabega e com um pequeno
riso nos labios.
0 que, senhor ?perguntou ella ad-
mirada Nio chega I
E' pouco.
Nio valem duzentos mil reis esses ob-
ject os ?
Nio digo isso ; mas sim que nio ga-
rantera a quantia que pede. Eu s6 os re-
cebo pelo seu valor intrinseco.
E ajuntanto mais este bracelete ? -
E apontou para o brago.
0 banqueiro examinou a pega, tendo oc
casiio de tocar n'um bago Undo, onde a
carne, costumada a palpitar -era doces es-
pasmos, estava agora crispada de medo e
do augustia. Depois fallou :
E' pouco ainda. Isso c obra do Ham-
burgo e tem quasi nenhum valor.
Mau Deus !-exe'amou a pobre rao-
houve esquecimento de *rwio natural;
porque 0 prelado nao ad-nneatoa earidoM,
men te as confrarias. Esta uetrpoe ineiac-
ta, porque p*4o $ da instrnocao pastoral-
qua eu jd li, mandava-se adaeMar as oon-
frarias, e como os admoesudtis nao eumpris-
em a ordem que te eipediri. entio appa-
receu a suspensao das funcgdes religiosas a
o interdicto is capellas. Logo este funda-
mento desappareco.
Fez o bispo a admoestacAu, mas allegou-
se ainda : A admoestagao n*o foi bas-
tante, devia ser mais de uma, taf vez trma.
Eu poderia, Sr. presidente, eitar o fbaoiogo
iavocado constantemeote no conselbo de
estado, 0 bispo Monte, o qaal rnosvra qua
ha casos em que 6 necesearia a trina admoes-
tagao, outras vezes bastain duas, ba easos
em que ami so, e outros en que neobvJM
e necessaria.
Mas aqui houve mais de uma : houve a
admoestagio resultants da instrnccio pasto-
ral e houve a admoestagio resultants do offi-
ce do vigariogeral; por consequencia hou-
ve duas adiqoeslagdes.
Outro excesso que se nota: a suspensao
comprehenden todos os roembros da eoufra-
ria, culpados e nio cnipados, presemes e
ausentes. Ora, senhores, esta arguigao- nio
e seria. Reunirara-se as confrarias, pefm
que hoove convite geral, e, os qua estrn-
ram preaentes, desobedeceraui: os ausentes
ou tiveram aviso e eo foraat, porque reoo-
nheceram a procedencia da adrertencia do*
Sr. bispo-, e neste caso era ire es primeiros m
abandonarem a magonaria, en sa pela sua>
ausencia inftuiram no voto eadberiram.sio
tao culpados-como os outros. lao culpado
e-o presenteque votou, como o-ausmtecajo
voto accresCeo aos presentes e deo impor-
tancia para a decisio. A resperRr dos au
sentes podemos- argumentar 00m seguranca:
se alias adherirara ao preceito episcopal,
nio-soffreramoffensa, e, senio adheririm,
estio no caso dos que forara votar. Parece-
me que nio ba resposta a isto.
A que vem aqui estas cxpressoes db con-
selho de estado, meaores, ausentes e inno-
centes ? 0 menor 6 representado per al-
guem, nio vota sem duvida: sa seas- pals
foram a conferoneia e disssram: Nio
obedecemos ao bispo, obedeceroos d secre^
tana do imperio entau seus olhos soiTrera
pelo quo 03 pais fizeram, coraa> nos todos
soffremos pelo quefiaeram Adi 0 Eva. 9a
alguns membros da confraria deixaram de
estar presentes, seus-sentimentoa nao podem.
deixar de ser uma de duas, ou- de approva-
ls 0 ou de reprovaeio s se appravarsm, es-
tio sujeitos d pena, se reprovaram, entio a
suspensao eo interdicto nio sao-para alias,
que forara os primeiros que sahirara da
confraria.
Oude esti 0 excesso de juriseTio^ao espiri-
tual attribuido ao Sr. bispo T Serf pela -
eaormidade da peaa?
Ella, porem, nao e enorme. Hove o in-
terdicto as capellas para alii nio seiinccio-
nar, houve suspensao das contrarias no que
toca ds funcgoes religiosas, massooteote no
que diz respeito a se apresentarem caano cor-
poragio, cada um de seus membces pode
exercer 0. culto como lbe parecar-, a aatidade
confraria & que foi sospensa das foncgoes
religiosas. Nio ba portanto aqui aoa inter-
dicto pessoal que seria uma pena nan pouco
mais grave, nio 6 isto, e apenas aoa inter-
dicto local. Nic- se reunara dsaoixo da
tarma de corporagao em tal lugar, daspersos,
podem.ir para qualquer lugar, frequentar a
mesraa-igreja, assistir ao culto,
Mas- eu quero suppOr, Sr. presi Jeote, que
houve excesso de violencia, que a pena foi
enorme, que postergaram-se as admoesta-
goes, que houve cruaza em falmioar inno-
centes e culpados, presentes e ausentes.
I'oisiiem, neste caso ainda a incorapetencia.
do tribunal e manifos.a, porque o decretc
a que se soccorreu 0 nobre promotor da
justiga, obedecendo ds ordens do ministrc-
do imperio, como declarou em sua denun-
cia, determina o seguinte. Depois de nos
artigos antecedents dizar 0 que e caso de
recurso d corda, isto c, usurpagao de juris-
dicgio e poder temporal, ou excesso de ju-
risdicgio espiritual, diz no art. 7': Nio
serd, porem, admittido 0 recurso d corda no
caso do art. 1* 3, senio quando nio bou-
ver ou nao for provide 0 recurso que com-
petir para o superior ecclesiastico.
Mas este processo veio a jui omisso medio :
0 governo apoderou-se do caso. deu suas
ordens ao nobre promotor da justiga, este
denunciou e 0 processo tem corrido sem que
0 poder espiritual tivesse intervido ; entre-
tanto que a lei era que se bases 0 nobre
promotor da justiga diz : No caso previs-
to no art. 1 3 nio haja recurso para a
cor6a sem constar qu i houve para 0 poder
espiritual. De onde consta que fosse para
0 poder espiritual t
[Continuar-se-ha.)
ga cada vez mais voxadaE se lhe trouxer.
outro ?...
Conforme.
Como, senhor I
Conforme seja elle.
E' moderno e do lei.
Traga.
A cortezi saio desesperada.
Havia chegado a vez do incognito. En-
trou e sentou-se.
A's suas ordensdisse-lhe 0 constante
admirador d'aquellas scenas, acabando de
fechar 0 cofre.
Preciso de cem mil reis.
Eentregou um annel, em cuja agarra
havia um alvissimo brilhante de mais de
um quilate.
S6 ?perguntou-lhe 0 banqueiro ao
observar a joia.
Sa me puder dar mais......
Quanta ?
Mais cincoenta, e possivel ?
0 banqueiro desprendeu um riso igual
dquelle, com que brindou d cortezi, a res-
poudeu :
Nio.
E trinta ?
Nio sei entio 0 que se passou no espin-
to do banqueiro. Mirou o annel ainda de
de mil moths, como dando ten.po a pen-
sar ; olhou attento e perscrutador para o
mogo, e resolveu :
. Nio ; cem mil reis 6 bastante ; cem
mil reis : quer ?
i Que fazer ? Quero.
E emquanto 0 delicado annel de Martha
ficava traucado no cofre, Theodorico saia
com a importancia, pela qual 0 penhorou.
(Continuar-se-ha.)
.NYP. DO DMRIO. -UUA LU^'li M U XI j
-
_

I



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