Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19334


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Full Text
/
AYAO L. MJMERO 155
\'*'
/
PAR4 A CAPITAL E LUGABE9 0\lE ViO E PA&.tl MBTE.
for tres mezes adiuutados........... ........ 69000
Sto seis ditos idem.............;.....12&000
for me anno idem.............;...'. 245*000
Cd omnero avubo l ... '.......... 9810
&1BBAI)(> Wb Mi JILIIO 08 1874
* '
PARA DKCTBO E 1 Wit V DA S>OWKCIA.
for tres mezes-adiantados................ W750
Por seis dates idem ...... ^ ........ ~ ? 1395*0
For dot* ditosvidem................... aOja&O
Pbr am anno idem....................? 27JO00
-I
PR0PRIEDADE DE HAN0EL PICUEIR0A DE FARM ft
FILK0S.

In. Gerardo Antonio Ahead Filhos.no Part; GoncaiTes d Pinto, no Maranhio; Joequim Jose de Oliveiro-d-Filho, no Sear*; Antonio de Lemua Br&g*, no Aracaiy ; Joio Maria Julia Cha no Awri; Ants^io Barnes da Sih, Natal ; Jos^'-Jawtioo
Pereira d'AImeida, em Mamangnape ; Carlos Auzcncio Monteiro da Franca, Ha Parahyba ; Antonio Jose* Gooses, na Vrtra ia> Penba; Be'armiao doa Santos Bulcio, em Santo Aiitio ; Domiagoa Jose* da>Gosta>Arega, emltoaretb;
Autonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Joio Antonio ltacbeo, noPitorda* Aftgewi; Alves d C.,m Bahia ; e .V Xa-vier Leite d C. no Rio Jeneird
1US18UCCA0 P0PUL4S
Mctlieiuu domestica
CAPITl'LU U.
Bos cuidados que careee a Crimea ao natter.
Logo quo a erianca esta lavada e vesiida, e na-
e3sariocoIIjc.1 la o'um aposenlo espao.so e bein
axposto. O ar -rue respira deve ser puro e de am*
lemparatura maderada, porque o ar que gyra nas
ilcovas nmito entorraJas, na a tardaria em o in
coraraodar. 0 mesmo succederia se habi'.asse um
laaar mono Trio oa quanta, inuito secco oa mui-
to btimido. Dave se eoaservar sobreludo ao Mm-
o dan mudancas maito rapid as da atmosphere,
ou habilua-la a ellas gradualmente para <|U se
too constipo. 0 ar impreguado de miasmas e ex-
jjsivameate Inaahibre para o pulmiio, e e essa a
razao porque a morta rouba ntn tao granle nil-
mere de erianeas aos hospitaesoade a miseria os
ag"lomera, e porqaa aquelles que dormein muilo
tempa junto das mais ou de parentes velhos, se
tornam iafezados ou valetudinaries.
A luz e uecessaria a erianca, mas sena parigo-
so eipo-la a ella bruscamcate ; eonvein raze-la
passar insensivelineute da obscuridade para um i
claridade suave. '
Deve sobretulo haver toda o cuidadi em co.lo-
ca-las em frente da luz ou doa Objeetos que a< di-
vertem, para qie nao entortem o*ol'nos. Kviiem-
se igualmente os suns muito fortes p>rque Hie
pertarbariam o repooso.
A ama deve ter cui lado de eoaservar a enanQa
em araude aeio, e para isso mudar-lhe-ha a rou-
pa serapre-qu1? seja neeessario, lavandi-lhe de ca-
da vet as nadegas, e as paries aljacea es com agua
mornaV para prereair a eicoriacao.
As roupas ilevem ser propjrciouadas sempre a
3tafao, e em case algum apertadas a pentode
taco'nmodar os mottmratos. 0 uaono que se ap-
plica immeliamente sobre a pelle nao deve ser
mm muito frio, nem muito humid j, nem muito
arosso. .
0 berco da crianga deve ter um pequeno col-
xlo de criaa ou de palha de aveia. Deita se nel-
le a emnca sobre um ou outro lado, com a ca-
be.*a e os hombros um pouco dlevados, para o aju-
daf a expulsar a saliva ou as vis^osida les de que
0 peito esta mais ou menos embaracado.
Quando a erianca se excoria (se assa) polvi-
Ihara-se as panes excoriadas com pMvilho.
A erianca deve ser primeiramente alimentada
com leite, mis passados os cmco ou seis primei-
ros mezes, e necejsario comecar a dar-lhe a'gu
ma? colheres de papas ou ie creme de pao bem
ftHo- ,
Quando poderosos motivos unpedem a mai de
eriaro fllho, torna-se deafosoluta Desessidan uen-
fla-lo a uma ama. Dote escolhe-la da vinte ate
trinta e cino annos, de boa eonstitaicao e de me-
diocre gordura. Tera cuidado em (|ue seja sadia
.isenta de qualquer mole?tia, sem deformidade
apparente, mais trigueira do que bura e nunca
ruiva ; qua tenha Boni denies, gengivas firmes,
bata halito, os seios de volume ordinirio, semeia-
dosde veias azuladas, e aureola um pouco monti-
colosa, o bico do peilo bom furaJo e de compri
menlo conveniente.
Deve regeitar-seaquelia cuja pclle C:tiver chela
de erupcoes, enja transpiracao teoha u n cheiro
activo, a que tiver glandulis engorgitadas, etc.
0 caract.r la ama deve ser tornado em consi-
]irai;ao, quanio melhor fur, mdiurse dara a
criatiga.
0 lugar que alia habitar deve ser asseiado, corn-
raodo e bem arejado, e sera clnvenente preferir
que seja elevado. A ezpoMcao du este e do nor-
te e mais sadia quo a do .oaste e do metodia. A
ama deve ter regimen na quaatid.ide c na qualj-
dada dos jlimentos; basta-lh-. uma alunuiitacao
proporcionada a* suas necessidades. Ueve fugir
da ociosidade c da vida muito sedeutaria : e-lhe
util urn esereicio moierado e aj ar flvre.
A qnanlidade e a qualid ale do leite, variam
Mgando am grande numero de eircamstancias.
Em geral, presame-se |ue e bom e dotado d-; tu-
das as qualidades reque idas quando a criauQa se
dabemom clle. E' sempro muito importante
proporcioaar a idade do Lire a idade da erianca.
Algumas pessois recetam agravilez; e umerro.
0 sxemplo dos animaes iuo concebem e amamen-
tam ao mesmo tempo^e o de rnuilts muliieres que
oontinuam dandj o seio ate ao Urn da gr videz,
provam da nm mjd i ioc )ntestavel qua o estado
de prr.idez nao e in^ompativel com a amamen
Uc-So.
0 importante e quo a erianca coatinue a apro-
veitar.'
Se so rofloetir bem nos principios que acaba
raos de estabelaeer sobre a escolha de uma ama,
come nao causara sorpreza d procedirnento das
pesso s ncas e opulentaa qae, sob pretexto do Hies
oriarem os Blhos, in in lam basear araas docarnpo
para a cidade, onde Ihes procoram todas as com
modidad -s da vida ? Privada do seu viver domes-
tieo, arrancada, por as-im dizer, aos seas babitos,
com) podera cjstumar-se a mullier *o camp i ao
.seu novo domicilio ? Baeontra-ae aili desloi'ada,
attaca-a Oiaborracimeuto, em bie e se llic dole-
riora o leite, e a erianca nio o aproveita. 0 re
medio para isso, e manda losa arnbjs paraocam-
po, .jorijue alii so ressi-atira > logo da doce influen-
cia do ar quo respiram Estes preoeitos sio espe-
cialmente para-OS pais fracos, ijue devem por to-
dos is midos pensar em mod.dear a coustituicaj
de sojs lilhos.
Quando a mai na i pode criar o 111 ho ou que a
ama a quern > eonfloa cahe doente, e se nao pole
sobstitait imraediatameute, e preeso re-^^rrer a
amamentaelo ariilicial, ou 10 leite dos animaes.
Empraga-se p:.ra esse Bra o leite de vacca ou do
cabra.
Este ultimo renvem mais especialmenle aa crian-
cas nascid'is de pais eacrofulosos. Naturalmente
mais butirjoso (araantetgado) que o leite de mn-
lher, o da vacca nai poIe ser daio puro a crian
ca que acaba denaseer. Deve, piis deslemp i
rar-se com rrm outro liqaido, tal como uma ligei-
ra dac)c;5o li cevada ou gramma Para iinita:'
a natureza, di.ninue-se lidos os dias a propor^ao
da nistura,aiwmenU-se a consistuiicia dulaite
a i dida que a ci nnea vai cresrenJi) alft Os seis
r,i;/.e3, epoca om qae o polo lomar seen outr.i
ana! iaer mi-tuva; a coliier >)u o biberoo (mama-
Aura) sao os instruioentos mais proprioi para a
amamenta^i > artificial.
rr.'e evilir se qae a crian.a ma no a todas as
hors alem la quo esse meibolo esgotaria a mii
ou a ama, serviria so para facer b Isar o recem
nascido sem Ihes ser util. Bast* qua mama qua-
tro ou cinco vezes por -dia, n uma ou d jas vezes
de noiie. Desta m 'do, a criau;.". lem tempo do
toxar'o ri-p u;i u':j......-. *ea leite e m
ela'Jorad i r- r n ell m -I ..,- jro\- i o. A ama lo-
ve esperar m litas iwris depois diis refeic5i*s para
dar o seio, evtfarS faz-; Io depois de uma com
mocao f jf;
(dnlinuar-u ha.)
Padre Antonio Freire de Carvalho.Sim, na for-
ma da lei.
Francisco Manoal do Siqueira Cavalcanle.Op-
porlunamenlo sera o supplicant! alttndido no que
reqner.
Dr. Felippe Mery CoHseo. r-Passo poilaria con-
cadendo a proroga'.-i.t peJida, seudo dous mezas
com mela le do ordea^do a dous sem vencimentos,
conformo o disposto no S 4" do art. I* da lei n.
1,108 de 29 do raaio do ana> passado.
Flavio Jose dos' Santos a Silva Sim.
Francisco de Praho Uorgej. laforma o Sr. ea-
gaaheiro chefe da repartica-i das obras publiaas.
Franci ria na Forma da lei.
Padre Francisco Lopes da Carvalho. Dafendo
comofflcio da>ta data ao inspect>r do thesouro
provincial.
Joio Hanoel da Silva.-Deferido com olBcio uiri-
gid) nesta data a thesouraria de fazenda.
Joanna Evangalista dos Prazer-s Danlas.Sim,
mediante recibo.
Joaquim Jose de Oliveira. -Dd-se p>r cerlidao o
quo onstar, tiao havenio inconvenianle.
Joio da Andrade Lima. Deferido com olBcio
desta data dirigido a thas^urana de fazenda.
Maria B-iraardma Uobellio Passoa. Indefe-
rido.
Venancio it^zende de Lyra.Passe porlaria no-
meando o supplicaule para o muuicipio de Seri
uhaem.
EXTERIOR.
i&m OFFICIAL
Governo da provllucia.
DESPACHOS D.V PRESIDENT!*, DO DIA 9 DE JUL'.IO DE
1874.
Antonio Floriano d"e Hello.DO* se-lhe.
Adriana Felicia Maciel. Informo o Sr. inspector
geral da instruccao publica.
Coi*res2oinleuciit do Dinrio de
Perunmbnco.
PORTUGAL.
LrSBIA, 21 DK JUKHO D! 1874.
0 Sr. Foules presidenie do conselho de miuistros
ja melhorou, partio para I! -ja ; chegou aquella ci
dade, esta sendo objecto das mais delicadas atten-
c5es e d'arruelle ponto partirs para o Algarve.
Eis a descripQao local dos faslejos com que a
cbegada do nobra mioislro da coroa lem silo alii
solemoisala, o quo veio em talegramina ao Diario,
de Noticias :
a 0 Sr. ministro da gnerra chegou aqui ao maio
dia e meia hora. Era esperado na eslacao do
caminho de ferro pelai auloridades civis, cama-
ra municipal e grande eoneurso de povo. 0 re-
gimento de infanteria n. I", em ordain de marcha,
prestou-lhe as devilas honras mililares. 0 Sr. mi-
nistro vai as .' horas da tarde passar ravisia ao
quarlel do t7. Esta preparada uma vistos a illu-
rainaoJui para a noito. Aoumpanhaiu S. Exc. o Sr.
general Jeronymo Maldoaado, commandante da
4.' divisao, ostado ratior da mesraa divisa>, aju-
danles de camp) dos Srs. ministro e general, e o
Sr. coronal Saiga lo, commandaute de laocairos de
Viclor Maaeel. EsUo lodos hospedados no pace
episcopal, onde o Sr. Dr. Koavida os recebau con-
dignamente. No dia immediate, depois da revista
no quarlel, recebeu o Sr. presidenle do conselho,
os cumprimentos das auloridades e oulras pessoa*.
Hjje, as II haras da inauhri, celebrouse missa a
Sue a^;i>tio o regimeoto, Srs. Fontes, e general da
ivisiio, autoridades civis, camara'o. niuit) povo.
Ao in 'io dia ioauguraca i da bibliotheca popular
no paeo episcopal. .Disearsaran os Srs. Fontes.
presidente da camara, PinbeiroCliagas e Perdigao,
Em segaida hiave Te Deu-n na capella do p:;co.
As \ horas houve janiar ao regiraento ofTerecido
pelo Sr. governador civil, assislindo o Sr. ministro
da gnerra e varios coovidados. A's 7 horas janiar
no paco, o as 10 s>iree oirereci la ao Sr. ministro
pela mnnicipalidade.
Dii o Bejense que no mesmo dia da chogada,
seria dalo um janiar ao ragimento 17, bodo a 200
pobres. ue constarja do muio kilogramma do ear-
no do vacca, eincoenta grammas de arroz, um
qocijinho, fracta e 100 reis em dinheiro ; janiar
aos presos das cilaiis civis e mililares, aos
doentes do hospital e aos alumnos da casa
pia; tub a cu-la 1) Em n. Sr. visconda de Uoa.
Vista.
Refere a Gazcla do Algarve que os Srs. Bivares
dao um baile em Faro, m honra do Sr. Fonles,
teodo ja feito convites.
0 Lellies da um .-spelaculo e olferece um copo
d'agaa nos intervallos.
U commandante do deslacamonlo lem quorido
arranjar ama dluminaca t no quarlel de Sao Fran-
cisco. Luta porem con gran 'as diuloaldades
porque nao ha lantenias di^pJnivels. Para o
governs civil, alfandega, e llipatic Lethes eslao-se
lazen Jo grande qnanlidade d'cllas.
Grandes prep irativos para as corridas (in iu-
gu acao) do hyppldromo em Beleffl, ( um pouco
adianle do Bom-Successo ) o dia 20 do corrmte
Corner ou ja a ven la dos biihetes. Quasi cjue
desappareserara nas primeiras duaa boras. Sao
de 4/500 aW 200 reis.
llavera "> corridas a prineip ar das 3 lj-, da tar-
de ate as 0. Na 1.* o prarnio e da Club Equestre ;
as '.).' o premio 6 ofTerecido pela camara muuici-
pal de Lisboa; na 3.' o premio e dado por el-
rei o Sr. I). Luil I; na i. figara o premio con-
deixa ; e na ."> 'o premio e dado polo governo.
Tanscrevo, p r achal-a muito/ original, a
cana em que o sultio do Marroros S. N. Mohamed
dirigio a el rei da Portugal para agraiecer-lhe a
Gran-Cruz da Torre e E-mada.
Eis a '.raduceao publicada no Diario do Gover-
no ha pracos 'lias :
Louva lo seja sdmente Deu3. N5o ha f t canem
poder Benin em Deus, o elevado, o grande. Do
se vo do Dens, que m resigna a vonia ;o de Deus,
c a elle cunlia o seu ser e misteres, o prineip; dos
Creates, filho do prioclpe dos Creates, filho do
principe d is Creates, filho do principe d>,s Crumta
lilho do principe dos Creates, lilho do principe
dosCrentes, filho do principe dos Crentes one e.
Segu se o nome e o sdllo do sultio Sid M )h i
rued Ben Ab.l-Rahman. cujos dia- Dous lorn.' feli
zes e exalte os seas estaa lartes; ao qaeriie, o
sabio, oqoe [>a?-a por entre as illusiradas came-
ras dos graa Ie* eapities, tiacando no alvo com
ll-clia eerteira, o qoe pelo seu poler c illustracao
vemo* elevado ale uma immensa altara, o liberal,
o grande da nacao portQeueza r o muilo uobre
soBeraoo Lniz I, etc, Ptc.'^'.hegon a nos a vo carla que e a expressao da mais perfeili amisade,
a qual encerra votos pela conservaeao da nossa
honrosa *llianca, e alcaocamos com ella provi*
ineqnivocas de uma affdcSo sincera ]uo os tem-
pos nao pod rao alterar, provai da vo sa leal Ude
e da vos-a sinceridade eonsummada, as qaaea li-
carao sempre debaixo das nossas cuidalosas vis-
las ; e juntamenta nos chegou a distinccato cam que
aos digaais h mrar a nossa pessoa, qua D.us pro
leja ; presents quo se rat aos grandes r: is, o quad
e a ordem militar do Portugal, me nos foi entre-
f/ae oelo vosso reprvsenl one, o di-riacto e illii>t'a-
do eavallelro consul geral da nnssa naicio em
i l.iminio-, que Deus proteia, e, de facto, le-
in experiuiealado uma satisfacao rnaniiesta com
este presenle o qnal aceiiamos cam surama ale-
gria e enthu-iasma, pois o lunnem intelligente se
regosija com aquillo qua Ihe vem do seu querido;
o tern ao mesmo lorapo, em consideracao e apreco
a? funccionari<) que vem em seu nome.. Nao te-
nhais duvida ilgnma ; vos sois, em no?so conceito,
das nacoes mais escolbidas. e a nossa amisade
comvoseo e anliga, asseataodo .a sua edinca^ao
sobre solidos e profuados alicerces, e as amiga-
veis relacSes que uniam os nossos avos aos vossos
av6s sao celebre? e conhecidas de toda a gente,
! cerlamente nos demonstrou o vosso mencionado
representante, uma causa, que nao ooi era- dstra*
nlaa, isto e, a excellence das vossas fpialidaJw, e
a abundaneia com que vos etogiou e- tal que faz
augmeatar a ambicao com quo vos queraimu, re-
n-avando-se epstreitiado-seos lacos da amisade.
l.-io temoos outro sim provado assas a. intetreza e
a siaceridaJe com quo o vosso representante des-
empeoha as funci;oes do seu cargo e o ardente
zelo que o anima no bom desanpenho dos deve-
res que Ihe sio c aliados. E' o fira.Km. ii de
Sloharren sagrad >. anno de f 282. ( Correspoade
e 17 de junho de 1865).
Continuam us trabalho eleitoraes, com certo
ardor, nm por era serq conflictos, salvo- alguma
polemicasila pesso.il nos- pariodicos ; mas wio
isso nao passa de palavriados.
0 p.artidolcgitimista de Portugal a'um comi-
cio que teve em Li-boa, decidio, por uaanimidade,
que o partido nao fosse a urna, nas- proximas
eleicS.as para depulados. C" distincto- advogad i o
Sr. C Z. Pinto Coelho propoz, depois d*um belto
discurso, uma raensagem de coniforto ao papa ;
e o Sr. Miguel. Pedroso oulra ao revetenJo bispo
de Olmda, e u'ella a lodos os bispos da Allemanha
e da Suecia
Estas manifestaeoes sio outros tanlos taste-
mun^os da liberdade do que se goza a'es'.e paiz.
Celebrouse oa pidade do Porlo um Te-
I) 'inn ni Se para dar gracas ao Omaipotente pelo
aaaiversario do summo poatrtice. Correu tudo am
santa paz.
Quando o Rvd. bispo sania da Se para o passo
episcopal, bouveraaa estronJosos vicas a liberdade.
Reiaou sempre a melhor ordem
A proposito dizia boolem o Jornal da Noite:
< Esias saudacoes nao offeadiara a Deus, nem
prejudlcavara a religiao,' nem dimiouiam o res-
peito devido ao prelado, nem perturbavara a ordem
publica. Nao deviam assombrar ninguem.
< Bem sabemos que esses 7ivas sao ama especie
de protesto contra machinaoo js reaccioatrias que
mail s julgam encobertas com as homenagens
prestadas ao Santissimn padre Pio IX, mas quern
naobusca pretextos religiosos para favorecer pia-
nos politicos, regosija-e igualmente de ver so-
lemaisadas as virtudes do chore da igreia, e de
ouvir os teslemunhos de adhesao a liberdade.
Em Lisboa nao houve estas demonstracoes.
Como p. dissemos festejou se na ig'eja da Encar-
nacao o aoaiversario do pooliSee, e ninguem ire-
me a pela liserdade. Entre os que assUUram
aquella ceremonia religiosa, havia companheiros
do duquo de Braganca nas lides hberaes,e nin-
guem suspeitou da sua lealdade. Havia tambem
amigos do Sr D. Miguel, e ninguem imaginou que
estavam alii conspirando para derrubar a dyuasiia.
t Nao vai longe o tempo em que o partido rea-
lista celebrou em um do t mplos da capital as
exeqaias do seu principe, e nen^nm liberal estra-
nhou cssa homenagem ou entendeu que fosse pe-
rigosa para a liberdade.
a Sao tolerantes os fortes. 0 convenc'menio
profunio das vantag. ns provenientes da liberdade
inspira confiansa e afasta receios paeris. 0 Por-
to qae sempre manteve as briosas qualidades dos
fortes, e o amor entranhado a liberdade, possue
da cerio em alto grao a conflanca n s bons prin-
ciples c a tolerancia a respeilo de quaesquer opi-
uides.
Folgamos de que os facios conlrmassem es:a
bem fuodada supposicao.
0 ministro dos negocios estrangeiros e Ja raa-
riuha, o Sr. Joio de Andrade Corvo, foi eleito por
unanimidale socio honorario d i real instituto co-
lon al de Londres. Muitas destas hon as tem ja
raeebido das principaes s ciedades scientilicas e
hllerarias da Europa o illustre ministro, cujos me-
reoimentos sio devidamente apreciades entre aa-
cionaes e estrangeiros.
Foi encontrado um alcance d^ 6:000*000 no
caminiro da ferro do sul e sneste. Foi conduzido
a cideia do Limoeiro o chefs da eslacao principal,
e foi demitiido o chefe da reparticao de sontaolli-
d'-.de da direcoSo do caminho de ferro do sueste.
Vao celebrar se exeqaias solemaei em Lis-
boa na igreja de S. Nicolao, por alma do fallecido
estadista Joaquim Ant nio de Aguiar, ministro que
f i do Sr. D. Pedro IV (o I do Bra.il).
A eommissio empanhada cm real isar este acto
religioso, resolveu abnr uma subscrip^ao, em que
se nao aceitara donativos supenore3 a 100 reis,
para que possam tomar parte na suleinnidade u.i.
so os ricos, mas tambem aquelles que nio send i fa-
vorecid is da fo tuna, desejam igualmente honrar
a memoria de tao denodado campeador das glorias
nacionacs e da liberdade.
Pa tem no dia 27 do ccrronla mez para Lon-
dres, os Srs. Sanches do Caslro e Seerini, olllciaes
de engenheiros, encarregadbs dj exame e ajuste
das torres bllndadas para a defeza da barra de
Lisboa.
Par ce que o servico dos vales do correio
vai ser transferido da direccio geral dos correios
para as eaixas centraes do ministerio da fazenda.
No dia de S. J ao eomeeara o servico da ex.-
plorajio do caminho de ferro -maricano (trilhos
urbanos), ate ao largo do Conde Barao.
Ragres-ou de Italia o tenir portugues Alfre-
do Gazul, onde foi maita applaudido.
Vai publicar-se em Lisboa um novo jornal A
liazao .
Quer a abolicao do exarcilo permanonte, o casi-
no obrigalorio, a liserdade de cultos, o casamen-
to c vil, a abolicao do juramento politico, o suffra
gio universal, a liberdade da associaeao, e o direi-
to ao traballio. Com estas reformas julga comba-
lar a reac;ao jesuilioa, e diz que nao pole haver
tolerancia com quam nunca a leva coin os libc-
raes.
Terminou o prazo do coacurso para a adju-
caf.ao do subsidio para o estabelecimenlo da car-
reira por bare. 19 da vapor eutrc Lisboa e a i;ha da
Madeira. Naj apparecen cou:uri'eal) algum.
ComeC/iU 0 leilaa do cp lio di cetcbre esla-
dista loaqoim Autonio de Aguiar.
Monsenhor Maltera encarregado nesta corti
dos negocios da santa se, deu uma soiree para
festejar 0 anniversario da coroa("io do suramo pon-
tifice.
Esteve no porto de Lisboa 0 vapor Livadie,
de guerra ru-so, exclusivamente de recreio do
czar 0 da familia Imperial. E' da forea da 4'0
eavaUos a tem i"0 praras do gaarnici"). E' um
verdadeiro palucio lluciuante pela magniTicencia
com que esia eonstruido Cuslm mais de dras
mil emit da reis. Este vaso, est>ve ein Inglater
ra ao servigp do imoerador, e partio para a Cri-
mea ; pois penance a eslacao naval do Mar No
gro.
0 pouco enihusiasmo com que 0 grande iri
buno hespanhol D. Emilio Castellar, foi recebido
pelo povo da Lisboa, foi cam.iensada pela adraira
pio calorosa com que 0 festejaram nas cidades do
Pbrto eon 'liim'ra. Rpecialmeote nesta ullima
a maaifestarao obegnn ao delirto Ocorpoanie-
mico e muiL> pov->, precadilos por bandar mar-
ciaes, foram em frente do hole! central do Hondo-
jo, onde o grande orador e^iava hospedado, cum
primenta lo, cheganda 0 illastre hospedo a janel-
la, on Ie proferio ombrilhante improviso, come-
rando por dizer qae nunca em act) algum da sua
vida publica, sentira tanta comraocia. Os acade-
mics levaotaram vivas, e ilgaos dos mais euthu-
siastas discursaram largamente.
No Porto, 0 enthusiasmo nao foi menos. Cas-
tellar, esleve nos priocipaes theatros, e qaando ap-
parecia no camarote, era victoriado com salvas
de palmas, levantando-se lodos os espectadores
Partio ja para Hespanha, satisfeitissimo e altamen-
le lisongeado da recepcao que Ihe fizeraai em Por-
tugal.
-N*
e o pail
coauiisi
tea oiti _
os vinhoi
te facto
tgswt
Port
fas de
dassi
Us de qi
sicio vinicola, sm.'.andres, Portugal
tem fail) maiorcs esforpas, para re-
preferencia dosseus vinbovque nes-
tempo?, havi na cedido baslaate, aote-
cezes. Nao me nanso de ivpatir es-
A sobre maoein benroso para os por-
DIrVRlODE PBRNfiMBF(X)^^ril>^"^*P0NdM> Pereirad*.
Coocedeu so
resenta cerc& ds 24 a i5,90< garra-
as qualidades-da viaho, peffeilameoia
;, comprehend?) os fortes- e- fcacos, isen-
quer comyosiijao ou. addicjua-alcooLea.
a->tes ultimoi, especial iiante, tem encoalrado- gran
de favor da parte dopstalici e dos asMcMcitaS.
E" admiravel a consideracio que Portugal torn re-
cebido.
Em tempo, fa'lei-lhes do pol^gono do arti
Iberia, nos carapos te Vendas Noiraji. Ja se ulli
maram os exercicios du preseote anno. Fizeram-
se os e.-tudos coavaountes sobre a,- pecas Krupp,
obtendos." resultados- muito i'avia.vei*, que de-
monstrarana, 0 qua ait, estas boccu d logo, sao
uleis. Duraote os dous mezes, lie rara-se 1,654
tiros com boccas de tVgo de iSversos calibres :
sendo 316 da bateria de inorleiros, :WS da bateria
para tiros di rectos, 294 d? batwsia de eosta e 721
da da camp an h .
E' incrivel como os hodos. portaguezes teem
subido ultimamoate, nos aercados estrangeiros.
Tem cone irrido maito pari este eredito a traas-
actio a qua me referi opptrtuoaraente, sobre a
2' seria do erapcestimo para 03 caminhos da fer-
ro do Douro e Mj'nho.
Das r.i,oji> obrigacSee ba noticias de estarem
completamenie libertadas 6,7!0, de terem pa^as
todas as prestafides ale a 5', a>enas 12 ; ate a. 4,*,
71; ate a 3r, 98; e so i i; 3,125. E' de crer
qua daqui ate. 30 do oorreute se;,a UberlaJo aiada
maior nnmoro de obrigacdes.
A praea, no thesouro publico, esta sendo. extra-
ordinariameote concorrida ; ten do por isso su
bido iiamrti.s) de valor, os predios. que aluma-
raente andaram em nasta publica Um. predio
pertenoenta a Misericord'a da Lisboa, avaliado em
4:206i400i foi arremalado |>or o:Z60J. 6raa
terra, sita na villa de Ciuira, avaliada em 1:505i,
subto a 2:3004. '
Um dos mais aatigos socios da Acadoaiia
Real das Scieacias de Lisboa, 0 Sr. Jjoso de La
eerda, daao da Sc de Li-b6a, esoreveu ama oota-
vel carta a Acalemia, decliraodo que deixa de
lunar parte nos trabalhos academic<)s, por haver
aido eleito socio Mr. Ernesto Renan. contra a
admissao do qual liuha voUdo.
0 governo portuguoa diligeacia obter cotiQao
official na bolsa da Paris, dos fundos portaguezes
consolidados interao-, como ja a obteve em
Londres.
Chagou a Lisbda 0 Sr. Albared*. miui.-lro
plenipoteaciario da Hespanha 001 Portugal.
0_ project0 do marqaez de sa da Bandeira,
para a immadiala emancipacao da to Jos os liber
tos exisleulas nas provincial uliraraarinas, causou
em Loanda profuu lissima sansaclo. Sio unani-
mes os elogios qua 0 velho general tecau em Ion-
vor da lao jusla proposta.
Vi 0 projeMo ae saaidj.de luaritima. As em-
barcacdes urocadenies da porto limpo, com carla
da saula nos devidos tarmos so nao terlo livre
praties, quaodo iuha bavido a bordo, duraote a
viagem, molestia suspeita, ou quando constar por
telagramma qua aos dias immeliato>a sahida do
navio se manifeslaa epideraia aos portos do proce-
dencia oa de escala; e, fiaalmaale quando sa re
conhecer que a carga vein em conaifSes da insa-
lubridade. A respectiva commissao propoz, para
nao haver quareutena para febre amaralla, nos
mezes da dazembro, Janeiro e fcvereiro.
0 incansavel romancista porluguez Caraillo
Castelh Bianco, vendau p r 900 fjrtes, a um
livreiro editor do Brasil, 0 direito da publicar a
correspoadencia trocada eutre 0 referido escripior
e 0 iufeiiz Vieira da Ca-tro. As oartas sio precc-
lUdas de iima long* inlroduc;ao do autar, c com
pletam dous. grossos volumes.
E' esperado o.n Lisbaa D. Nicahu EHeva
nez, que foi ministro da guerra em Hespmha.
ToCaea no dia 30 a Lisboa, 0 vapor Student,
de Liverpool, & qual segue para Peruambuco.
0 julgameiilo do couda d 1 M igalhacs (qua
esta pronnneiado oela celebre revolta malli-grada
em 1873 e que se deu a prisao depois da um anno
de andar hornisiado, como em tempo Ihes disse)
devera verificarse nos piimeiro sdias de julho.
Partio hontum para Bordeus, no vapor Gulli-
cii, da coriapanhia do Pacilleo, omarquez de Pena
liel. Tambem foi Mr. Samaran, arrenlatario das fa-
mosas ininas de phosphato da sa deLog osau, pro
viucia de Caceres.proxima a Trujillo. Vai tratar da
or^anisajio deliaitiva da companhia oxjiloraiiora.
Trata-se de organisar em Lisboa um*. asso-
dacio catholica a semelhanca da quo exists no
Porto.
L.
(DA AGENCIA AMERICANA.)
Rio de Janeiro IO as 9 b, e 55 m.
da inaiii.ii. Foi traiisrerida para o
dia 14 a saliida do CRULEIRO DO SUL
para 03 portos do norte do imperio.
t'orre que hoje na camara lu.< Ue-
putadox o Sr. Silvcira Martins in-
lerpellara o Sr. vlscoade do Rio
Branco. presidente do conselho.
subre os adiantnmentos feitos a S.
X. o Mr. conde nado o accordao do supremo tribu-
nal de justira condeinuanrlo o bis-
po do Parft. Foi publicad0> o deore-
to que concede ajarautia de Juros
de scte por cento a cstrada de ferro
do porto de Jara.-iiii a villa da Im-
peratriz na provincia da* Aiagoas.
Rio 10 a I h. e IO m. da larde.-
\ao houve hoje sessao no senailo.
Xacamaradosdeputadospnssou em
segunda discussao) a lei do recruti-
naento. com muitas emendas. ^iao
teve lug.-ir a intcrpellarao annun-
clada. Canabio sem alterariio.
Bahia IO as 3 h. e S5 m. da tar-
de. Cambio sobre Londre* *5 1/8
bancario, *5 I/* e tS 5/8 particu-
lar.
Para IO ao meio dia. -O mereado
nao soAVeu alteracao.
Paris 10.-.1 censura apresentada
nelos deputados da exti-.-m direi-
ta. n'assembiea de Versailles, foi
regeitada por 3 votos contra t
a esqjnerda absteve-se de votar.
A ordem do dia foi acnlta* e a pro-
posta pelo governo reseitad.i por
si votos cantra 3*. Corre que
Mi< -nation dissolveu a assembler.
Londres IO.Consolidados 09 5/S.
Fundos brasileiros IOO t Cinro
por cento franceces OS 1/8.
Havre IO.Care do Rto IOl : de
Campinas IOS. Vendwrana-se t.OOO
accos.
RECIFE.iODEJ.ULHO DE 187 k
^otieiaw tlo- Htt\ do inipe-i to.
Amanheceu hoatem em nos francez Mendnza, trazeedo jornaes do Rh de Ja-
neiro de 4 e 5 e da Bahia de 7 e 8 do coxrente,
dos quaes colhemos 0 quo segue :
nn>. sa MMttino.
- No senado^na sassao de 3 do corrente, foran
approvados os art. 2* e 3 com todos os seus para
grapbos do projecto. sobre 0 service do- exercito.
A samara dos depu'ados, no dia 3oecu?ou-
sa com a-.discussaia. do requerioaento de adiarainlo
doprojecto.de refomta eleitoral, apre*entado na
sessao de 2; do orrostte pelo Sr. SiJyeira Mar-
lins.
Orou.o. Sr. 1 de Alenc r, rioando. a dUeas3ao
adiada.
Passando-so- a segunda parte da ordem do dia,
entrouem discussao a interpella?ao do Sr. Arau-
jo u.es ao. Sr. ministro da agricoJlura, aeerea do
prolocgamenso da eslrada de !>.-: :v da Bahia ao
r-de S Francisco, apreseniada na sesaao do 26
do in.-/, tin Io. .
Oraram &s Srs. Araujo G6?s, minjstro da agri-
cullura e Araujo Goes Junior. A discassao ficou
adiada peta hora.
No principio da sessao, foram apreseotadas as
seguintes interpella^oes, para- cujas discussoes
uao loram ainda designados dia e hora.
a. Peco, de conformid.ide com o regiment), que
se marque dia para interoeliar o Sr mioistro d'js
negocios estrangeiros aeerea. do ssguinle :
a 1.* Como 0 governo exphea os factos occorri-
dos entre os olUMaes da fsitilha brasileira do Uru-
guay e as autoridades da ftepablica Argentini*?1
a 2* Se a imporlanciaou gravidade de laes.&c-
tos offende a dignidade- da nacao, e se os aclos
praticados pelo commaadanta da ilotilha brasiieira
foram ordenados pelo governo imperial ?
3.* Se 0 governo, devendo esclarecer o parla-
menlo aeerea de Ves occurreucias, approva ou
reprova a conducla do commandante, na caso que
nao tenha procedido, em virtudc de ordens do go
verno ?
t Paco da camara do3 deputadis, em 3 de jnlho
de 187 i. Eunnpio Deiro. n
* Hequeiro de*igna>;ao de diao hora, na forma
do regiraento, para interpellar 0 Sr. ministro da
fazenda sobre os seguintes pontos :
a 1.* Qual a importancia dos creditos supplo
mentares e extraoniinarias abertas nos exercicios
de 1870 a 1871 e 1873 a 187i >
Porque motive nSo tem sido observada pelo
governo, na aberiura desses creditos, a disposigao
do art. 12 dadei n. 1,177 de 9 de selembro de
1892?
a 2.* Qual a importancia do product) liqui-
do dos emprestimos, reaosados em 1870, appli-
cada pelo governo ao rc3gate dos biihetes do the-
souro ?
t 3. Na liquidatiio das contas da Receita e
Despeza dos exercicios de 1871 a 1872 e 1872 a
1873, cujos bal.iu; 1- nao f ram ate hoje reiuettidas
pelo Sr. ministro da fazenda, veriCcaram se deQ-
nilivamente os saldos previstos e annuueiadas nos
relatorios de S. Exc. ? No caso ailirmativo. que ap-
plieacao prelende dar ou tem dado 0 governo a
esses saldos f
a Paeo da camara dos deputados em 3 da julho
de 1874. -Tlu>maz J. Coelho de Almeida.'
Na sessao de 4, approvou essa camara, sem
deb te, 0 seguinte requenmento :
t Hequeiro, por interraedio do minister io da
agrieullura, commercio e o'jra:> pablicas, as se-
guintes informacoes :
a !.? Se exists alguma companlua organisada
para a consirucQao de uma eslrada de ferro 'de
Santa-Catharina a Porlo-Alegrc ; e, no caso ailir-
mativo, qual 0 seu estado ou 0 de seu- traba-
lhos ;
2." Se exisle algum pedido de garantia de ju-
ros ou de /S'inca de garantia de jurat para cuus
truceao de uma eslrada de ferro de imbetiba, on
de oulro qualquor goato, naqaella provincia, as
suas ininas de carvao de pedra ; e, no caso aflir-
mativo, copia do reqaerimenlo e de todos os docu-
mentor queo acompariham ;
3. Se a linha ferrea de Santa Catharina a
Porlo Alegretem ja iriQado obrigado ou se 0 go-
verno impe.ial pode ainda designar a sua di
reccao ;
4.* Copia dos contratos nluuiamentc feilos
com as companhias ou com os individuos, na for-
ma do decrete n. 2,430 de 21 de selembro de
1873.
t Saladas sessoes, ao3 27 de junho de 1874.-
liodrigo da Silva.*
Em seguida 0 Sr. Cunha Ferreira, leu Jo ftilo
algumas observacSes, enviou a me-a uma repre-
senta^ao da camara municipal da cidade da Con-
ceicio, em Minas, solicitando melhoramentos pa-
ra a mineracaodiamantinae aurifera daqiella pro-
vincia.
Foi depois rejeitado 0 roqneriment) do Sr. Fer-
reira Vianna, pedindo esclarecimentos aeerea de
facios que se deram no corrente anno na provin-
cia de Pernimbuco, sobre assumpto religioso, e
approvado 0 pedido pelo me3mo senhor feito para
reiirar um outro re |uerimeoto seu, pediodo co-
pia do acto do presidenle do Para, de 21 de
abril passado, negando^anccjio a uma lei da res-
pectiva assemblea legislativa provincial.
Depois fundamentou 0 Sr. Escragnolle Taunay 0
seguiote projecto :
e A assemblea geral resolve :
t An. I." Osjinzes de direito das comarcas de
Palma, l\i Parana, Cavalcanle, Porto Imperial e
Boa-Vista, da provincia de Goyaz, e juizes munici-
paes dos termos respect'vos, "terao uma gratifica-
cao mensal exlraardinaria, estas de aOS e aquelles
da 1005
u Art. 2 SSo revogadas as disposipoes em con-
irario.
. Sala das sessoes, 4 da julho de 1874. -s-
criignolle Taunaii.
Por ultimo occupou-se a camara com a discus-
sao da segaiaft raquerimenio, p.ira qua foi op-
porlnnamenle vencida a OTgencia .
a Requeiro que se pcfa ao governo copia dos
trabalhos exislentes sobre o prolongament > da es-
trad* de ferro da Bahfa.
a Era 4 de julho de 1874. Araujo Goes Ju
nior.
Oraram os Srs. Araujo Goes Junior, miuistro da
agricultura, Correia. Eufrasio Correia e Pereira
dos Santos.
E^Roiada a hora, a camara approvou, a pedido
do ?r, Ignacio Martins, a prorogai,-ao da sessao por
um quarto de hora.
Orou o Sr. Silveira Manias, ficando a discussao
adiada.
Antes de ser wtada a urgencia da discussao do
reqnertmenlo da Sr. Araujo Goas Junior, leve la-
gar oma qnestSo rie ordem em one lomaram parte
os Srs. Araujo Goes Junior, Gusraao Loho, Sil-
veira Maiiius, Paulina deSouia e Duqne Eslrada
Teixeira.
Por decrelo de 22 de junho foi promovido
ao posto de coronel, por merecimento, 0 tenente-
coronel do corpo do eslado-mai r de 2' classe,
Francisco Egydio Moreira de S. Pedro.
Por decrelo de i do correnta :
Concedeu-se a graduacao do coronel, de confor-
raidade com 0 % 2.* do art. 22 do regu'amento ap-
provado pelodecreto n. 772 d? 31 de mareo de
1851, ao tenente coronel do corpo deestado-maior
traasfereneia pi-a a 7- compa
nhia do 3 regtmealo de cava.laria ligaira ao
capitao do 5 dii mesma anna, iose Barges d
Abreu, e para a 4* campanhia deste ragimento
ao capitao daquelle, Julio Cesar Caraeiro da Poo-
tour 1.
Foi trausferido 0 capitao MancaJ Bezarra de Al-
buquerque Jaoior, do 2" batalhio de infanleria pa-
ra a 1* corcaanhia do la- da masma arma.e des-
te para a 3' companhia do 10' o capitao rlooono
(.'.lemeotino Mnrlins.
Passou r..aggregado a arma.a que perteace, na
forma da immediata c impari .1 resolucaa de 20 d-
julbo de 1870; tomada sobre consulta do conselho
supremo militar, 0 tenenie do 18" batalbao de in-
fanleria G-alialioo Candido Tupinarabi.
Concedeu-so ao capellao aUeres da reparlicio
ecclesiastica do exercito, padre Jacintoo Messias
Peixolo, a damissao que pod'ya do servico do me'-
mo exiMito.
Poi demillido do lugar de director d* arsena.
de guerra da proviaci* da Bahia o coronfl do
corpo d-' engenheiros T.-.omaz da Silva. Paranhos,
por cao se achar comprabendida naa disposicSes-
dos arts. 120 e 329 do regulamento de 19 de ou
lubro de 1872.
Concede use reforraa, com 0 raspeetivo soldo
per iiteiro, em virtude de immediata e imperial
resolucao de 17 de >unha altims, tomada sobre
consulta da conselho supremo militar, e dasdis-
posicSes da 24 parte do I" do art. 9* da lei n.
U4S de 18 de agosto de 1832, ao capitao aggrega-
do a anna de infaateria Kuzebio Gomes de Argol-
lo Ferrao, visto achar se imp, ssibilitado do servi-
co do execito, em coasequensia de feriiaeotos re-
cebidos em combate.
Foram concodidas as honzas do pasto de tenen-
te do exercito, por ostar compreheoAdo aa imrce-
diata e imperial rcsolocao de 5 de abril do 1873,
tomada sob;'-c consulta do conselho supremo mili-
tar, ao teriinte da guarda nacional da provincia de
Mato-Grosso, Luiz Generosa da Silva Albuquerque.
em attea.j 10 aos bons servicos que prestou n.t
campaaha do Paraguay, como amanuensc da re
particao fiscal junto as fnr^as expedicionaria da
referida provincia.
Por porlarias de I do corrente :
Foi nomeado recrut'dor na proviocia de S. Pau-
lo 0 major honorario do exercito Joio Di-tsi.
Foi approvada'a nomeacao do alferes do 14*
batalhio de iofanlcria Raymundo Joaquira de Car-
valho para sacretario do mesmo baUlhao.
Concedeu-se iroca de corpos entre si aos tenen-
tes Pedro de Alcantara Moreira, do 10' batalbl
de infanteria, e Dmaeiano de Araujo Pantoja,
do 7.
De 2, foi transferido do 7* batalhio do infan-
teria para 0 13* da mesma arma 0 alferes Aftau'o
Augusto da Silva P'-go.
Por decrelo de 30 de junho foi nomeado 2*
cirurgiao do corpo de saiide da armada 0 Dr. Ma-
nool Felizardo de Azevedo-
Pelo min-sierio da justica marcaram se ajuda
de custo:
Ao bacharel Antonio Pedro Ferreira Lima, no-
meado juiz municipal e de orphans do term a d?
Tiele na provincia de S. Paulo, 600 J para trans -
porta e primeiro eslabelecimento.
Ao bacharel Fernando afloaso Ferreira, nomea-
do juiz mtini'ipal e de nrpaos do termo do Banit',
na provincia de Pernambuco, 100J, para primeiro
estabelecimenlo.
Ao bacharel Sebastiao do llego Barros, n^maa-
do juiz mnnicipal e de orphios do t"rrao de Pa-
Beilas na mesma provincia, 1003, para primeiro
estabalecimento.
Paasoa-se ao bacharel Josd Pedro de Paiva Ba-
racho diploma de babiiilaefto ao cargo de juix de
direilo.
A alfmdega da coile arrecaloa de 1 a 4 do
corrente 586:'i00$638.
Eis as noticias commerciaes da ultima data :
a Continuou, no mez Undo, a ser poaeo fivora-
vel a posicao do mereado de genero* de importa-
Qao. Poucos foram os g meros cujos ^reqos naj
exporimentaram depreciagao sensivel, nao SO por
ser lira de semeslre, epoca consagrada principal-
mente a liquidacoes, como par se terem recebido
supprimenlos, que v.eram sobrecarregar 0 merea-
do, destroiodo as frac s espernnca^, que havh de
alguma melhora.
t No mereado de exprtacao noiou-se alguma
aclividade ns vendas de cale, gramas as conces-
s8ee qua o< possoidores fizeram aos preeee.
As vendas totaes do nrv, inclusive 23,40a em-
barcades por conta de ensaccadores e commissa-
rios, foram de 134,800 saeeos,
t Sentiose alguma falta de cafe superior. As
communicagoes diiecta* com a Barnaa e America
por meio do cabo electrico, lendo sido de natureza
favoravel ao genero, e tendo diminuido as entra-
das da interior, 0 mereado experimeotou melhora
sensivel, mostrando-se os possoidores firmes e com
pretcntoes de alta.
a No dia 30 a exislencia era de iO,000 saccos
de GO kilos.
a 0 algodao conservon-se em complela apathia
e 0 movimento lo assucar limitou-se ao consamo
local.
a Na primeira parte do mez a posiein do mer-
eado de cambio foi de conslanles o^eillaeoes. En-
cetaram'se transaccoes sobre Londres a 24 3'4 d.
papel bancario, 24 15/16 e 24 7/8 4, parUeatir
L'm seguida a taxa bancaria foi elevada a 23 d., e
assim se conservou ate 0 dia 12
Neste dia. um dos bancos effe'lnon transac-
coes a 25 1/8 d mas no dia immedinto retiroa-se
do mereado D.sde entao ale 0 dia 17 a (jclla-
cao lornou-se maior. 0 paoH bancario foi nejio-
ciado naquelle periodo a 23, 23 I Se 25 1/4 d .
sem que, comtudo, houvesse alleracio no papel
particular, que acompanhou estas oseillacoes, sendo
passalo as mesmas laxas.
a Melhorou maislardeo mereado. elTeelaando se
transacc.oes sobre Londres a SI 1/8 e 25 i/4 d..
papel bancario, 23 1/4, 25 5/16,25 1/8, 25 7/16 e
25 1/2 d. particular. 0 mereado fech u a 25 1/4
d., papel bancario, 23 5/16 e 23 3/8 d. particular.
As cotacoes meneionadase na parididedella* saca-
ram-se C 1,100,000 frs. 3.200XXK), e niarcos500,n00.
t Foi regular o moviment > dos soheranos *>s
extremes de 9*620 a 9*530, a dinheiro.
a As apolices grraes de 6 0/<), depois que foram
encerradasas transferencias, mistraram-sa para-
lysadas. Apenas se ncgocion uml >te in ignifican-
te ao par ex-dividendo para 0 primeiro dia de
taosferencia. As do emprestimo nacional de 1868
alcangiram 1:0653, a diuheiro.
< 0 mereado de ae.oes tsteve ainda em grande
apathia. Os precos em gsra' aaraseataiasi pouoa
firmeza, mas nao solfreram grandes alierac,5es.
Melhorou sen-ivelmenlc a posicio do mereado
de descontos, qae esteve folflaaa as laxas de 6 a 8
0/o ao anno.
BAHIA.
Terminaram no dia 5 d) corrente os lest ].j
do dous de inlho, e ,m a volta des carros trium
phaes a Lapinha, fazendo-se 0 trajecto m b6a or
dem c harmonia, e com toda a salemnilade.
Achava se no porto d> capital a corveta ai-
lemii Augii-ta, monlando 10 canhoes, e Undo nma
guaroieao de 220 pragas. Veio de B r aia< e vai
para 0 Rio de Janeiro.



u-i'ia^P ^e PPKn^co 'Sabbsudo 11 _------:,__'LS._________:_________________________
"W
T-
...... d ,
ASSEHBLEA PROVINCIAL
SE95A1ffE I2DEMAI0.
^mhndderlfcio, jiwrqno-SSa mrWaWfafle dUMBs
inclind* a -iBfteSteenc*. do qswararidaiin c^H
iniulgencia pawt com a proximo..
0 Sr. GQMes'P.uiterrre : 'Mas'e esta superior a islo.
(Gominuacao.)
O Sr. Olympia Harfiics.- Jr. pra
sidente, nao posso deixar de dizer am la aiguma
eousa a respeito deste projoclo,
0 nobre deputado dine ijue os cootrataates do
matadouro tinhara pedido dim mod if"; cacao do
seu contrato relativameate a area, da cidade dentro
da qual deviam ifiles gozar do privilege ao tempo
de demora do gado nos logradouros, pedindo que
osse este prazo, quo, pelo contra ;.o, 6 -de 15 dias,
reduzido a 8, e a outros do que uao se recordava,
mas que eta rfoas mod*lwa<6es era* as princi-
paes e que as outras eram accidentals. 0 nobre
deputado disse mais que estas coudijees eram ne-
cf-ssarias para por mats elaroe contrato, visio c mo
waste esltiitiiacdcs havia quo o tornavam iaexeqai-
v4.-Por con>eguinkvieguadj a opiaiio do nobre
dsputado, as condicoes de novo propostas pelos
contratantes veeni esclarecor e par o contrato em
termos de ser e.xeeutado. eiuretante que o mesmo
contrato. como e;iava, oao era exeq-aivel.
0 Sa. Gowns I'abente :Elle uao disse hso.
0 Sa. Olimpd Maiiques :0 nobre deputado ain-
da nao contestuu
Elle -lisse que os contratantes moslravam que
as condicoes, que liubain aceilo, tornavam iucxe-
4UivH o eoalra'o.
0 Sa. Goes Cwai.cantk :Cerus ondicdes.
0 Sn. Guyjipio Maiiques: -O siibre deputado
disse atgumas a refeno duas; mas tulo vein dar
na roesraa eousa.
O Sa. Oa.10 Cayalcante: -Qje ma pareccram
prl.ipaes.
OSb. Olympio Marqu::s:Logo as outras sao
.accr-lentaes, nao alteram substancialineale o con-
iratu.
0 Sr. Oario Cavaix.vms': Uteratu alguma
ixusa.
1) Sr ()i-v\fpii V\pqi--cc _Wac a&) on nas oao
esseneiaes i
I'm Sn Dkputado :Achoque cao silo.
0 Su. Olynipi i Marches : -Mas j uabre membra
da eornmis.-ao-nao dit que siio essenciacs, diz que
ao arcideutaes. E>i despjava ver es'.e pjnto ex-
pli;do, porque entenlo que nao sao accidenta'es,
<*oino o imbre deputado peosa.
OSa. Pinto PbSSOA : -0 art. i. da autorisacao
ao presidente para attender ao peiiciouano coino
en tender convenionte.
O Si>. Olympi) SIaBjQOKS: -E at'n o nobre de-
potado que i-ij e regular"? -Se >, regular, diga
id os :
t Pica o presidente autori3ado a governar esla
terra em todos os ramos do servico publ co, con-
fjrme enienler miis convenienle, e vamtfs para
no'sas casas.; ': muito nte.Uior.
ve! com o pre.-idi'iite actual.
0 Sr. Olympi> Marqi'k.s : -En tambem acho que
sini^ pel i menos 6 preeiso em certas epocas urn
g'jverno d-: bacalhio, para Jefiois sa poder apredar
as vaiageu> do ura regimen de literdade.
O sit. Pint ) t&So* : 0: bacalhao nac ; urn
governo hemfazejo e hoi)esto.
Sa Pi.YMPin SAnongs rQianJo dig'jiri-no
df. b.tculh io, fallo em geral ; quero Jizer urn go
verno despntiiJb, que 'a^i aiuillu qoe l!ie convier;
asSfna um gtverno de capitai-mor. E' Destd sen
:iJ i que folio.
0 Sr. Olywio Miaowts :<^H4HsM qaenidft! ImmK lii^^>1n>ptcior da ili.'souctria ^Mh
respos|a ; jior ponsequencia.me'rjulgo supeinar.
0 Sr. Gbs Pabpntb : Mas esta daodo.
0 Sn. Olvmpio Warqhes r-^fistoa daado as ra-
z3es porque nao resoondo, adizdndo que, ;.^zar
do aeatameuto que costumo prestar acnosso
digoo presidents, nao quero a tua intervun'.ao
quandoco tralarde clTensaa minha pessoa.
0 S. Prejwbntk :Xem eu a offerege.; cum-
pro o men dever.
0 Sa. Ouympio Mabques : Mas desde que V.
Esc. d alguma forma nw observou que en devia
me referir ti a sua intervencjio, cumpre-me di-
7er que nAo, que devo fazer mais alguma cousa,
0 Sr. PREsiDBtrrE : Ficara isto da parts do
nobre deputado, mas eu cumprirei o raeu dever.
0 Sr. Oltmpki Maiiqiiss : Eu mo sei nies-
mo onde estava.
0 Sa. Hatis k Sit^ :Estava aprcelando as
modilicacoes ped.das.
0 Sn. Olympio Marques : E' verdade, etava
apreciando as modilicacoes pedidas pelos contra-
tjntes. Ora, uma dellas eu jalgo ioaceilavel e ate
de uma iuconveniencia manifesta. que e.-ta ao
alcinee de qur.lquer. Desde que se estabelece
que o ervii;o e feil* pelos contratantes do mata-
douro., fafa-o elletodo, completamente; nao faei
ells urn servico e deixo de fazer o outro : Eu
faco a sa gammas quero uuese d isto oao teiu lugar.
(J Sc. Gomes Pare.nte : -0 nobre deputado e*ta
bem o-erio de que hoje se faz a silga par 320 reisf
0 5a. Olivbir* A.NoaADE : Quem informou ao
nob-e deputado f
(Ccntinui).
- Llrp^.n tat*, juices *c- diratto -1 ntes, -e iwr ostewtarSo
mo-idu, -0 Minisieri.i <.U iu-li,a,-ijw9"de ^nkpreasa r>s ycRs-homes
inaH),.er_
ParaTiyJ
" I!f*
p*d*/0,^Hgiiiu{e aviso a preHewia da
do^rii* iuctirrera nas ceosuras eosUftiajiTcas.
rt'w ItlJ p,m.:, -jT^f*40 *'vf bl3P'1,Jm *t=a imiruc^o pssic-
'.*??*'ST--E* (ncij n. I 4e t. detfrtrl, dlhl.i ros to de mar^e de 73,-e nul'liwda
*< difbrentes iinmeros desse jortftti. a ui juiU.j-
V*'*% e art- 6* ordenou-o segRkM: '
a cJonlinn*ra foi parto das confnrrias e
irmandades os macons que declararera por escripto
flue uiocpteren mais pertencer a oM^onarw. !
Jrpois da caridoia ndmoea'afSo foita pelo nosso
Kvd. wlgann garal .e formal inii n.icao, hoover al-
guim cenfraria (o qua aao presairrtmos) que se
i contra a drdem do jprelado diocea no,
ate razroir. Tonhecidos :;ela( rjamente a cjmuIw d;a imporUrrte pflblicacae
es coine.iHiado* nt j*jJr-:| Agradeaom-w a rediwi.
it. que o nobre deputa 11 ndo qaw iul'rmara
assenrtiiea, ran eu Informal-a de quaes sao as mo
diSca.i" q le os doritiMtantes pediam queTossem
feitas no sou contato. Dei-mj ao trabalho de ir a
pasSi da n >Bre conim^siy ler rattderiment > rlu*
>nt aran'.es e verqu.i-s as ;noJiflujiles que ell.'S
pediatR
sar a minha iuforniSQS .
0 Si Olysipm Mm":..u:.:s : -a njbre onTnissftd
deelara q ie sio ac iiavers, e .e.i acho que sao pes-
;i:i:.is, inacehavjis, poadi) de part.! a i| i se refe
re area d> matadouro, a qual a*.hu aeeita-
vei.
17a Su. Depi tad) : -Ma- entio a:ha algnma
aceitavel?
0 Sr. Olympi i M\n.QUW: to o disse quinlo
&!l! a primeira vet
Mas o nobre deputalo disse quo unas eram es-
eaeJaes, ; i- outras eram accidentaes, on menos
essettdaes, e tolas ellas aceittvns, porque o con-
trato estiva inexequivei. Ora, veja a assemblea
>e esta eondicio e aceitavel:
Oseontratante? pedem que o sal para a salgi
do eoeto seja foruecido pel > doao :11 couro. Sabe
a assembled q ie o contrato estabelece am privile-
ge par?. -!> os contratantes salgar^m os couros, e
>to pelo pre;.) de 5'OJ rs. cada u:n, quando ac-
lualui'-cie se pajia .liO rs. Agora querern os Con
' trataat-'s quo, alem do pagaraento dj servigo da
saiga, doao do couro Pies ue run's o sal. Or1,
esta con lipai & aceitavel'?
0 Sr. PiKTti P. ss ii:- Ma- qaem Jiz que esta
m MiJifAe Sera aeeita '
QSQuObYHPio Hahqurs:A as^emblea.
">Sa. Pinto PassrtA :Nao.
O Sk Olvmih Maitqt i;s:Coiu uai ? Os
contP&tanftw va i, annidjs ejaa esta lei, ao presi-
deute e Ihe di/."in :
Kequereuos taose laas modhlescoes, ea asseaa-
Wda mani-iii que iisseni is alien lidos, julganlo as
.'--.is razdoi prooedaUet: queroui is o sal para
C.i.
0 Sr Pun i Pi-ss >\ da u n mart'.
0 Ss. Ocarupio lf.\RjQlKS :Euiii diga-se o (pie
a awerablea da ou nega ; btoe qne e moda de le
gislarenia-: "Pica o presklente da pro incia
aulori-ado a modiibar o contrato. -j
Nao devetaw ^slar aqai petdeOilo o nesao tem-
po em e.-tudar as quejt<>es ; quando vior a lei i!o
orcaraento, diga-se : Kica o presideito da pro-
vineia antorisado a cobrar a'receita-e a fazer a
d --peza. Na forca policial Jiga se : t.Ficao
jiresidente Ja pro vineia achMisado a armar a for-
(ja qu-' Hi: eoBBier e prover na seg4tne$t publica
eomo for ouvenienie.
0 Sn Pixru Fii'.ioA: Or.nbredspuladoesta ri-
diealarisanio.
O Sr. OLTtfHe Mabuuks :Nao, senlicr, estou
ralando attribuicoes desta ascemblei, atti^oaieSes
muito nobres, muito e*>nslitue podemos dispensar, delegar a aingoam, sein nos
despresfigiarmos muito. (Apoiados).
C Sr. Manoel bo Hsco : Cumore am dever,
que cabe a todos n6?.
,il'a Sr. Deputado: Ouobre deiiuta-Jo, cumo o
innocente.sacuda a pedra.
0 Sr Olympio Marble.-, : Nao me julgo ea!p?
do ; mas, supponaa que nao sou iaoocente : deir.a
de ser verdade o qoe eslou dizendo ?
O Sa. Gomsr Pahente : 0 nobre deputado
apre-sente um substitulivo ; e melii t isto do oao
estar faondo reevuaiaasmt,
0 Sr. Pinto Pessoa ; Devemos Iwer o que a
nobre degntado diz, ma- nao o quo o n>bre depu-
tado faz. ^r
OSr. Ou.mpio MAiiyrti :jEu poderia dar uma
resposta mais longa ao nobre depatado, porque
estou dizendo uma verdade, e desde que o aobre
deputado dizgue se devj fazer aqoiUo que digo
e niio o que face, e que o nobre deputado cuppoo
insinuar qua aao pratico aquiUo q.ie digo, quan-
do fallo para o publico, ou que os rfieus actos
eoatnutaineomas rainhas paumt. -Contesta^s).
I r 4 ai-'- um aoexim popular m ireJacao a um
padre desregrad i, que na sua vida particular e a
Cheio de rnaculas, no publico pretf*va a virtues
e o amor de Deus, recommendandi- que se fi-
zesso aquill i quo etie dizia e nao a luJlle que elle,
fazia Quanto a isto^ossodeixar de resjwnder ao^
nobre deputado.
0 Sr f'BE.siDE.VTK : Perdoe-me ; eu utendo
qne nao deve respon er, porque, se me oaraeesse
que as palavrasdo^iobre deputado conlinhani use
pensament), eu o teria eliaaiado a irdem.
0 Sn. Pinto Pessoa : Sao ti e em vista olfeo-
der ao ncbre deputado.
0 Sn. Olympp* Marques :Perdoe-me V. Ere.;
nesta parn uio e a V. Exc. qae compete zelar a
minba honra, o meu pundonor, os meus brios;
j a mim mesmo. Toda vez qoe em liognagem
equivoea ou iosinuatiira se possa irrogar-me uma
offensa, eu Bio esperarei que V. xc. chamo a
orden]; tenho o direito de pedir exuSicacoes, de
defenJer-rae, se o caio merjecer defoza, ou de
desprezar, se o caso for, cocao este, digeo de des-
prezo (apoiados).
Um sr. Deputado : Mas o aobre deputado ja
disse que nao quiz irrogar offefisa a V. Exc.
0 Ss.. Olymmo Mabques ; Desde ja digo que
nao julguei que o aobre deputado Jivesse esla
intencaj ; mas corao das palavras do pabre de-
putad win alguem qua nao conheja nem a mim
nem a elle, on qne mesmo sonheca a rnira e nao
REVISTA DIARIA.
InMiui'io publica Por pottaria* da
presi lencia Ua provincia de 7 do corrente, forain
removidos o professoi publico, Martinho da Silva
Costa, da cadeira de Pr pnedade para a do Porto
deGallinhas.; e a professora publica Alexandrina
Umbellna de Freitas Uchoa, da da villa do Urejo
para a do S. Jose de Ipojuca.
ltilHo!ii*<'a ir.\ inrial.1\ r portaria
da presidencia da provincia de 8 do correote, foi
declarada sem elfeito a nomeajio de Mariano Pi-
gueiroa de Faria, para o lugar de coadjuvante da
bibliolheca provincial, e nomeado para o refendo
lugar Francisco Ilmorio Bezerra de Menezes.
Cinartla loral. -Pir portaria da presiden-
cia da provincia de 8 lo corrente, foi noineado
Manoel Eutliymi) Civalcante d'Albuquerque, pa-
ra o lugar do sargento da gair"di local de Bjm
Jardim.
Houiio. Amanbsceu ante rnntera roubada a
lojade fazendas n. 56 da rua da Imperatriz. Os
ladroes peadrarain no estabelecimeoto por dous
poaros, pelj teliiado e por a na das pjrtas interio
res, em;ir.'gaudj violeacia. Calcula se em uui
onto de re!< a importancia do roubalo em fazeu-
das, que forain Jis /ne'hores qne alii havia A po-
licia I>o))'J c(ifhejimoaf) d > c^STTrprosegue se-
gund'i mania a lei.
Et-a litterarlo. -Agradjeeaios a rem ssa
de seu n. 10.
institute* Ai"oneIjiea e c3sra-
piiico.Heunio se aa qamti feira esta associi
cao, sob a pre-iJeneia do Bxm. cou3e'h:iro mon-
selhor Muniz/tavanes e com assistencia dos Drs.
Pauia Sale-, S a~e, do AZB'edO, G:rvasio Cimpel-
lo, Soares liran l"i,\ 3& npaio, Aifuiso do Albuquer-
que, e dos Srs. mijor Salvador Henrique e Cir-
rei.i d- Itrito.
F I; Ja e ippro.vada a aota la antecedente, de-
pji< do n in ttiservjflo do Sr. C irreia de unto.
OSr. sa;r'tario parprftuo imneioaa o'expejiea-
te n le ) seguioti oifl-.io :
a elle...
0 Sn Pinto Pessoa : -E' um pouco mais dim-
en, porque soo mais conbecilo do oue o nobre
deputado.. -
0 Sa. Olympic Mabqurs : -... La isto e verda-
Qi,..ov ni'.--:noalgara,malicioso, d8f3 dg poo
2* seccan, dircctoria dasobra1 publicasRio de
Janeiro, >ecretaria de o-tad i ihs ii^gicios di agri-
caltura, eimineriio <- obras public is, era I do ju-
nho do I87i. -Him. e Bxia. Sr.No'contrato culs-
nralo para a om-tru-ylo da n iva ponte da iloa
Vista estipulou se quo nos quatro aogulos da? ave-
nii:is la mesina ponte, se collocariam chapas com
dlmensoei snfB<;ientes, onle so iascreveriam os ex-
tract >s .1 |i uro foitos dos mais n itaveis da bis
toria patria. Tonlo a hoira de fazer esta com
muiiicac.io a V. Exc, do ordein de S. Exc. o Sr.
rainistro dosta ropartijao, rogo-lhe se digue de a
levar ao conhecimento d> Institato Arcieilogio
dessa provincia a quem o governo incunbe di oi-
colh-i das inscripc ios, quo deverao ser entregues
ao engenheiro fiscal di ponte da Boa-Vista para
serem colloca 1 ><. PrevaIncome da opportunida-
de para significar a V. Bx-s. os protestos di imis
elevada cmsiderar^io. Deus guarde a V. Exc.-
film e Exm. Sr. Dr. J).se S,ir.:s le Azevelo, se-
oreiario perpetuo do Institut) Archoilogico e Gn
groplifco Pernambncano.Mctocl Bmrque de ila
cedo. a
0 Sr. presidente nomeia, para a comraissa) qne
devo eonfecciomr osdisttsos, aos Srs. Drs. Aprigio.
Camp' II i. Sales, e maj ires Salvador e Godeceira.
I'uuiro oiflci.i d i engenheiro chefe das obras pu-
bioas, remettend) a planla da uova p into da Boa-
Vista, na quu iilici as dimeasoo* da< euapa9 quo
sedevem ollocar u> qutlro augu os da mesma
ponte. a I'm dj lastituit rejulir-se na confeccao-
d' disticos pelo espaci dis reforilas cliapas. la
teirado.
D.MH outros do secretario da pre-ideneia, offere-
cendo ao Inslituto, em ooma de S. Exe. o Sr. pre
sidente da provinsia, cinco inoedas de cobre, que
sobraram das ijue foram distnbuidis aos que con-
correrara a eapo-.i^ij desta provincia em 1872 ; e
o 1 tomo das instracjJes apreserrtadas pelo corpo
diplomaiion e consular brasileiro sobre diversos
assamptos. [nteindo. sea*J recebida a olforta
win in mi especial agrad >.
outro do xm. Sr. Barin do>azaretli. sgradecen-
d.j sua eleicao de stfcio eBietitn. -Int-jirado.
Cu'.ro do secretario do Glub Popular, coavidaolo
olastitotn a se fazer represeatar ua solemnidide
de sen b* anuiversario.Por cliegar tarde o i-fUcio
de eonvit', deixoir de ser o fastitato alii reoresen
tado.
Oatro do l socreiarrj daaaaiedaie Soiencia e
Progress), communicaado a ia-^allacao da mesma.
lateii'ado.
O mesma Sr. secretario perpetuo da eonta das
seguiirtes olfertas :
Varios numeros do Mario de. ffemnaaiMBA, pelo
consocio Dr. Figaefata; alguns numeros da Mag&o,
Apastoli, J'rovinoia, ittaabraaii Peiuamiucaua.
Correia de A.ira
agrado e mandaiiise archivar.
Vejn a mesa e e remettida a coramksao reapec
tiva, duas propostas para soei s.
E' lida e approvada a seguiote iiroposta :
Nao estando o instituto nas oircunstaoeia de
poder pagar o.atugael de umi easa com as aocora
modagoe* ladispensaveis para installar-ne; e cons-
tauJo i|ue a Bibliolheca Provincial vai mudar-se
deste cwiwnto; proponbo que se rapreeeate ao
Sam. Sr. presilcuie da provincia, para qa se dig-
ae de conceder que o Instituto :oaUaue a occu-
par parte do edifieio para onde tem deeegair a
mfcsma bibliuth&ra, pelo menos emquiato -o Insti-
tuto se nao collcca em circumstanciae de xjbier
uma casa como orecisa. Sala das sessaes, 9 de
julho de 187b.-Saita&r Henrique de Atbaaw-
que
E' igualmenle lida a se^uinte" proposta :
Teado a iluifctri-sima junta daSanta Gisa de
Mitericordia desta cidade, aa reedificacao que ac-
bade fazer, da casa aniiga dos exposto?, lido-o
louvavel cuidsdo do mander limpar os disticos
fxistuntes em duas lapidti ; loraanda a collocar,
a ma em frente do novo e^iliew e oirtra J.> I ado
da rua_ da oda para conservar a memoria da
fualacao daquelle estabeleeimeato e de seu can-
doso fundador; proponbo que a agradeca offlcial-
meate aquella digna eorporacao, ee^e acto de- amor
ida patria rerei do por sernelhaote .prooedimaato.
- 187*. Salvador Henrique de Albuquerque.
E' approvada a proposta com uma. emenda do
Sr. Dr. Adonso de Aibaquerque, para que em lu-
gar de agradocimeato se diga que se luuvs,
0 Sr. presidente., nomeia o Sr. Dr. Paula ales,
para preenefwr a vaga deixada pelo falkcikwentu
do Sr. conego Uao, na commissao de af mig*aj de
socios.
I.evanta-se a se;sao.
ninhefra.'.> vapor f/ano z ifr/uJoza-trowta
para:
Wilson Rowo & C 47:52l<76
Aiigusto F. de Oiiv.,;-a A C. 10:0)030jO
0 vapor Jaguuibe troui* para :
t:979j900
aenda does* *ravif cia troaxe ao coitheeimento io
ministerio, a meu cargo, a a lermos da ordem do
thesouro n.*06 do 26 de dezembro de 1861,0 tote
pelo qua**. 'Ea^pidio.jcaalf^deiiaerata da
mesma tuas uirarla e de acaardo earn o parec.T;
respect vo pracuradur lisaal, que a ili'cepca com
que so acFo.ua nessa udtagi julc de daVito ioio
ftodrigU'-s-Chavas, qnan UtM removido da ct.ntr
ca de Sarom, no Para, para a da Esianda, em
Serglpe, fifcon prejudi-ada pel' praao marcado
dit i ju:z |ara ontrar cm execirio aa. n*a com
ca. Oucida sobre oa--umpto a seccao de i'us
do cnnscliio decstado, foi de parecer qA confl
tuindo gozo se achava o juu de direito removido, nio cor-
ra o |iraco par4 o seu exercicjo aa uova coxarca udo
sem jue Undo a mesma licouea, on o raagkirado
a renaneie. Com esie parecer hoave p >r bm S.
M o luiperador se conformar por i rmediata resa-
lucao aeTl do corrente ; o que community) a V.
Exc. tvara sua intalligencia e devidar efeito-.
Dous guarde a V. ETC. Mhnoet ArtNiiuo tunrle
de A zeoedo
Corjto tlipIDmalico No dia 37 de ju-
nho foi reenbido por S. M. o tmpcrador, em au-
dieneia publica de apresenlacao, as 7 horas di ar-
de,.a).paco d S. Ghrietivao, o Sr. D. M*ouel
Irigoyen, o qual ao enregir ao mesmo augusti
senaor a cart i de S. Exc. o presidi'ate da epu-
bliea do Peru, que o acredita na qualidade de en
viado extraordlnario e mi.Qistro plenipoftaflario,
pronunciou o s*guinta discurso :
Senhor.Compenetrado da alta itnpo'tancia
de suas rehc.)ig com o imperlo do Brasil, e aflm
de cultivar e cslreitar os aatlgo- lac/os qje Ueni
bs d')us estado1, o presidebte do i'erii boave por
bera acreditar-me como seu enviado ertraordi-
nario e ministro plonipoteaciario junto do governo
de V;. Imperial.
G ande e o prazer que slnto, ao apresentar-
me a V. M. como representante de uma nafao ami
ga e limitrophe, que tio profdnlis sympatnlasnu
tre por este feliz povo ; e ao "!fe cccr-lhe, em oc-
casiao l5o solemne, as seguraocss da invariavel
amizado do govern) perua .o, b^u como os votos
mui sin e-ros, que coastauteme^te faz pela fdlici-
dade pe-soal d3 Vossa UagestaJe e pela prospe-
ridale do Brasil.
Assfm interpretaudo ficlmmte oscordiaes sen-
timentos do governo e povo peruanos, e desejand"
al Minvir no desempenboda uinha elevada missao
a benevolencia de Yos;a Magostado, tenhoasubida
honra de a;>resentar-lhe :< minha carta credeu-
cial."
Saa Magestade respondm :
<( Agradego muito a mu grande amigoopre-
sidente da republics do .'eru,. esta nova prova d
sna amizade, eespero, S\ ministro, que vossa mis
sao concorrera a estreiur nossas cordiaes relacoes
de vizinhanca. n
Eutraucias lc comarras. 0 decreto
n. o,67i de 17 dt jauko declarou de primeira eu-
tr.mcia a comarca de Capivary, da provincia de
S. Paulo, e o de n. ^676 da mesma data tarnbern
de primeira enirancii a 1o Alto-Paraguay Diaraan-
tino, na provincia d>. Matto Gros-o.
viic-im decrelos ns. 5,675 e 5,677 da data acima referida
marcaram : o prlmeiro, ao promotor publico da
comarca de Capivary. o vencimento annual de
1:2003, sendo PJO* de ordenado e 400^ de grati-
ficacio ; e o spgjndo, ao da comarca do Alto Para-
guay Diamautiuo o vencimento annual de 1:000a.
sendo 800J deordenad) e 8005 de gratlflcicaj.
Rcaiii;\tic ioiiihm. -0 Jocreto u. 5,678
de 27 de junbi, rounio o termo do Ffosario ao do
Diamantiuo, li provincia do Matto Gross j, e res
tau ou ue.-t; o lugar de jaiz municipal e de OT;
ph i os.
tecdat obedecar, sur-lhe ba notilicada suspen^'ao
e todas as fnnc.oe? religiusaa ate ioieiro compri-
uento da naaaaordem, lieanlo inlerdicta rrapel-
".a.!grb,J.a.** !stiv.er oaba^xo da administrai;ao
emqnauto permaoecer a
!vidos
Jose Pinto da Cunlia
Francisco Pareira d S!i/a 3:800*000
Pereira Irmaos 2:232*000
A. F. de Almeida 2:080*000
Antonio Gomes Souza J:890i000
Antoaio Manoel Pereira \ iauna Janior 879*600
Jo5o Franeiseo de S.iuza 600*000
Alexandre A. de Caldas Partiiha 400*000
Para a Baropa. -Gom 17 reoebidog em
nosso port? levog o .Vendnja 220 passageiroj.
A* iao aoH navegrantca. 0 ministerio
da mariuiia ptiplicoa os segumtesofflai.s.
i Uio de Janeiro. -Q lartel general da marinha
em 8 de junbo de 1874. Dim. Exm. Sr. -
Em etecugao'do avi-o datado de 27 de marco ul-
timo, tenho a honra de levar a presenca de V. Exc
o iiidus<> offlcio sob o n. 81 do commandaate da
divisao do 3* dislricto, enviaudotiua a iuformacao
do commandinto da canhoneira Henrique Dias.
relativameute ao baixo em que enrtlharam os pa-
qnetes norte-americanos Ontario e South Ameri
ca, tJudo-se verilicad > que e;se baixo <; o que se
acha raarcado n) mappa de Mont-avel e Mnnchez,
com a prufundi lade de sole metro-1, sendo que prj
vavglmeate se deram ess.s encalhaco;s nas bai-
xas-mar por sercm de grande calado os ditos pa;
quetes. Deus guarde a V. Exc!ll:n. Exm. Sr.
sonador e conselheiro Dr. Joaqoim Delfino ftibei
ro da Lit, ministro e secrptario do estado dos ne-
go.Mos da marinlia. Joaquim Remand) de La
w ire, ajudante general
" Gommjndo da drfisao naval do 3. distneto.
Bordo do vapor Felippe Camarao, no Para, 18 de
inaio de 1871.Mm. e Exni. Sr.Em virtode do
dot'ermioado por V. Exc. n> olflcio o. 37 de 3 ) de
marco ultimo, m in lei a canhoaeira Henrique Dtas
variticar se com effaito existii o baixo n.enciona
d > no aviso de 27 do dito mez, por copia annexe
a |uclle offloi.i, em djo baixo encalharam os pa-
quetes americanos Ontario e Soutti Ameriei. Do
induJo offlcio do commandante daquella canho-
ni-ira vera V. Exc que na inlicada posicjio existe
com effaito um pequeno banco com tres bracks de
agua, e senlo sua posi^ao a ennstante do mesmo
olll :io. Gumpre-ma dizcr a V. Exc. que o referi-
do ban:o achase menci^nado nos mappas de Mon-
travel e Mouchez com sete raetros de agua, e que,
segundo creio, foi nelle que enealhiram, na baixa-
mar, os ditos paquetes, em vista de seu grande
calado de a git a ; cujo banco conhecido dos pr -
ticos da barra, segundo me informa o capitao do
oorto desta provincia. Deus guarde a V. Exc
Him. e Exm. Sr. coaselhciro Joaquim Riymundo
de Lamare, vicj-ahnirante e ajudante general da
armada. -Joao Gomes de Aijuiar, commandante da
div s4o.
" B irdo da canhoaeira Henrique Dias, no Para,
em 7 de maio de 1874.Illmi Sr.Em cumpri-
menlo ao ofllcio de V. S. de 6 do corrente, em que
me ordenou que seguisse nesta canhoneira aiim
de sondar nas immediacoes do can3l de Braganca,
para v rilicar a txislencia de um baixo nas pro-
ximidades do mesmo, sobre o qual encalharam os
vapores Merrimaek e Ontario, da corapanhia ame-
ricant, quando demandaram o pharol lluctuante
fundeado no mesmo canal, e quasi ao avista-lo ;
cumpre me declarar^que, teodo deixado este anco-
radouro hontam as duas horas e trinta minutos da
tarde, segui navegando sob a direc?ao do prati;.*
ate a Ponta do Taipu, em que dei fundo as nove e
in eia da uoite, por se achar o tempo muito escuro,
c querer eu com a madrugada proieder a sonda-
gem de que m aehava encarregado. A's 3 horas
da madrugada de hoje suspend! da Ponta do Tai-
pii e segui para o canal, passando pela bar;a-
pharol as seis boras da manna. Arhapdo-me NS
magnetics com a mesma c na distancia de dez
bracas mais on'menos, manuei sib a indieaclo do
pratico seguir ao rumo de X i^ N. mag. son-
dando nesse rumo sempre em 12, 14 e 16 bracas
de fundo de arda cia baixa-raar ate perdfl la de
vista, em que reperrtinamente Indicou a soada de
3 bragas iTagua fundo de area lodosa, passando
logo a quinze bracas e depois a quatorze. A'chando
ser esse baixo, como me afflrtnou o pratico. em
que baleram os vaporec Ontario e Merrimaek, la
companhia americana, determinei a snaposiojp
Aeha-se na lae. 0' 18' 45" S e long. O G. 47-'4JP
35" demorando ao .\ 1x4 MO da Ponta de Caruea,
iu distaacia de Co mijhas S h2 NE da Ponta da
Tlyica na distancia de 16 e 17 milhas, ao NE ||2
N da aarca-pharol aa distancia de 10 a U raiiha=
rumo3 asses vcrdaderros, seddo a variajlo da
aguiaade 2- NO. Ee baixo poderi ter de dia-
metro cerca de..l|6 de mip.a, e a de f6rraa circu-
lar, como verifiquei navegando sobre'e le em rum ;s
perpendicalares. Frito es3e seryljo, naveguei para,
este aaeoradouTOj encontran lb, as flove horas e
meia da maahi de hoje, ao canal, passando Dela
barca-pbarol o paquere na.-ional Batua, e vindo
fundaar aeste abeoradouro i* q.natro li iras e meia
da tarde. EiB o que me cutofjre partieipar. a y.
S. Deus guarde a V. $ -Mm BH Jolo Gomes de
Aguiar, capita.) de mar e gnesra oommaBdante do
3." dislricto naval.- Jmi Marquis Munctbo> I.' t.
nenta eommandante. "
Kiqweme H-iltuUaI e juMlira. -Jfa
eessao do 1." do corrente foi stjbmeKido a julga-
a|ento o Earn, e R-vm. Sr. bispo do Para, D. Auto-
nio do- MacadQ.^aeianendorpor. defcns^reg es Sw,
eoasaibairi) Zaaarias Stt; Fer-raira-Viaaaa'
0 aeJalaria feitodJelo Sr, eoaselhero Vibaras ii o
seguinte :
0 Rvd. bispo do Para, 1) Antonio de iiiiaedo
a ini^aaria. e
sjbre o caracter
Ha sohred'itl aanfraria
ua rebelliaa.
' A admoestacao e intimaQao nao tiveram resal-
; e aasini incorreram nestaaeomminaaoes a
ordem terceira do Carrno, a ordem 3." de S. Pran-
r ^ i1 pli,enria. e frmindade do Senhor Bom
Jesus dos Passos ; e foram estas conseguinlementa
levadas a efTeit i com a imposicao das releridas
panas aaclcsiaMicM por portaria do vigario geral
dojuspado em d it i do 4 de abril de 1873.
Gontra este acto as raeneionadas corporacoes
nterpozerara todas recursos a corda, tendo isto
lugar no mesmo mez de abnl.
" Estes recursos. depol< de correrem os d
U'aiDUe?;.obliver*B pro*inienlo.
Communicaado se esla decisao ao Rvd. bispo
cste-em ofllcio duigiJo ao presidente do-Para era 4
de outubro de 1873, recu-ou cumprir.
Em conse juencia da reensa o ministerio do
impeno maodoa em data de 7 de novembro de
1873 ao conselheiro pro\curad'r da coroa que pro-
movso a accusacio do' bispo do Para ; o que este
magislrado levou a eiTeito, dando denuncia do
mesmo em 17Ue dezembro de 1873
" SegUindo a denuncia os termos legaes, e com-
municada ao arcusado, respon.leu elle conforme o
theor do extenso document-) de folha 35 a folba 56
em data de29 de Janeiro de 1874.
" Prosegulndo o proccsso, foi o accusado pro-
ntinciad > no a;l. 96 do codigo criminal por sen-
le ca de 24 de maneo de 1874, expedinJo-se a
portaria de C de abril de 1874, em virtude da
qua! tevo lugar a prisao a 23 do mesmo mez, sen
do o accusado intimado nesta corte a 22 de inaio,
para acompanhar os mais termos do procosso,
achanlo-se aqui recolhido ao arsenal de .marinha.
" Todos estes actos opprarara-se com regulari-
dade e sem incidenle algum extraordinario.
Eolre os do ruraentos juntos ao processo, no-
lam so os seguiutes :
1 Offlcio do Rvd. bispo do Para em no vein
bro de 1873 dirigido ao governo Imperirl, pedin-
do para ser tambem pr.-cessado como o Rvd. bis
po de Olinda, pois que compartilhando as mesmas
ideas, professaodo os mesmos principios, e seguin-
da a mesma marcba, querfa urabem corapartilhar
a nesma sorte.
2" 0 Diario Official de 20 de seterabro de
1873, contend) o aviso polo qual o ministerio
do imperio ordena s pnmova a accasacio do
Rvd. bispo de Oiinda, expondo os molivos, que
delerminaraai esta medida, os quaes se reduzem
cm summa a-ailcgacao de iuvasio do poder civil
e o/ganico do estado pe!o poler espiritual.
o 3 A Boa Nova, folha publicada em Belem, de
que ja se fez raencao, em data de 5 de abril de
1873 contendo a portaria de iaterdiccao das tres
corpiracoes religiosas, cujos recursos tiveram
proviiutuio.
4 A Boa Nova Je 15, 23 e 28 d- marco de
1873, contendo as diversas partes da instruccao
pastoral do bispo -1> Para contra a magonaria
soasi-lorada sobre o aspect) moral, religioso e
social, sendo no art. 6- pa-te 3" da mesma pasto-
ral in fine commiiia las as panas que ao depois se
lornaram effectivas oatra as ir.nandad':* ieor-
reutes.
Nesle dilaiado locamenta
acrusada de dous inudas a sab.r,
religioio e politico.
Pelo lado politico oxpenle-se juea maconaria
resenle-se de fal;a de crencaa religiosas ; qne
affiga as mudancjas de poder e as revolucoes, que
pr-cura tornar sempre menos lirme a accao-da
autjridade, substituinlolbe a inicialiva individual,
ultimamento que a mac uiaria tern por lim fazer
prevalecer o poder iadiv;dual cootia o poder
social.
Pelo lado religioso a mavonaria e accusada de
doisaio e este e considerado como equivalente ao
atheismo, donde se faz resullar a necessidide de
:er Ma Institaica'o combatida a debellada pela
religiiio com-a qual e incompativel, teado ella por
isso incorrido cm ceosura desde as mais re-
molas datas.
A resposta do Rvd. Bispo a denuncia furmu-
lada pelo conselheiro proaurador da oroa ba-
sea-se sobre estes uesmos clomentos, a-lditando
apenas a renusacio da interference da juris
di-cao civil e temporal nesta materia que se
alllrma ser merameale espiritual e pertencente
pnvaiivamente a jurisJic^ao occlesiastica.
0 Rvd bispo diz em resum > De-se a
D'-us o que e de Deus e a Cesar o que 6 de
Cesar.
a Neste terrcno e apreseniala, como. devend>
dimanar destas: conclusaes a iacompetencia do
supremo tribunal de justica.
E' ainda com est t serie de argumentos, que
segundo se vd do oflicio de 4 de outubro de 1873,
recusou o prelado darexocugao ao provimento dosj
recursos interpostos pelas confrarias ; facto pelo
qual foi pronunciauo e ora responde ao presente
processo.
A denuncia do conselheiro procurador da
coroa inculpando o acto era questAo ex oi da lei
de 18 de dezembro de i."j|6, da carta reg. de 20
do outubro de 16*0, de 23 de fevereiro de 1621,
e de 12 de outubro de 1623, bem como ate da
prov. reg. de 10 de marco de 1764 e 18 de Janei-
ro de 1765, opina como podendo capitular se o
dHicto em alguns dos aits. 86, 96, 70, 142 ou 1*9,
1, c 7- na parte linal; todos do codigo crimi-
nal ; mas propende para os arts 86,90 e 129 com
as aggravantes do art. 16 tt i; 4, 8 e 10.
0 supremo tribunal de justiga, porem, pro-
nunciou o awusado no art. 96 simplesmente, af
lirmando e sustentando a sua competencia, por-
que, sendo indispensavel alm da vontade dos
fnndadores o concurso dos dous oodcres, para a
decretacao da lei que tem de regular taes insiitui
c5es (as confrarias religiosas) e marcar osdireitos
e obrigafioes de seus membros, nio pode ser alto
rada ou reforrcada somente por um dos p)deres,
se.n o concurso do outro e intervene^-) da irman-
dade. Resolugao de consulta do 15 de fevereiro
de 1867.
Neste ultimo argumeoto resnmem-se tambem
as razoes de recurso das, irmandades interdictas.
0 processo nao olferece allegacoes mais Impor-
tantes neste sentido, e a materia da accirsacao
llca inteiram'-nto dependents da determinacao de-
tiniiiva deste ponto de discussao.
Em nossa 8' pagina en:etamos hojn a publica-
cao da asensacao e defeza feitas nesse processo.
Recommendamos sua leitura.
Cainara dos deputadoH. Foi remetti
do as commissSes de justiga civil e criminal o
seguinte projecto do Sr. deputado Pereira da
Silva:
" A assembled geral resolve :
' Art. I.' Fizam revogado* o art. 2. e seus pa-
ragraphs do decreto n. 1,911 do 28 de marco de
1857, a restabelecido o recurso a corda, por qual-
quer procdimento dos prelados regulares contra
os seus subdit is, ainda em materia correccional
e da* euspeosoes e interditos que os bispos, judi
cial ou extrajadicial irapozerem aos clerigos.
" Art. 2.' Os pmpregados publicos ecclesiasti-
cos que perceberem congruas, ordonados ou qual
qner eslipeadio pelos cofres publicos, somento po
derao dear privados de parte ou de todos os seus
ditos veacimentos nos casos e pela ferma qua as
reis teem determiaado para os empregados pu-
.blicos. T
Art. 3.* Os biapos on seus delegados e os sa \
cerdotes regedorea" das dioceses vagas quo nao
mandarem cumprir os provimentos dados a recur
sos a coroa ou a soa execueAo se oppozerem,
mesmo indirectamente por insinuates dadas aos
vigario* ou autoridades subailernas, serao sujeitot
a procefgo de responsabilidade por Ordem do go-
verno, ou por denuncia ex-offitio do procurador
da coroa. A peDa consislira em ser coiopellido a
reiirar se di imperio.
,: !. Passando em julgado a sentenca, a dio-
fitea se eon-iderara v;uja.
" | 2. Para administrar as diocases vagas o ca-
.Birio uu o meiropolila. nas dioceses am que nao ba
cafcido propora tres acerdoles ao governo, allm
Janeiro doa ouraeros desta imsjrtaate rerista,
conden-lo:
C.nla, no j.irual que se d nomiaa a Bon Nova de-
dicado aos iniaresies ecclesi siicos de tua dioces*,
empragava-a parauasa-j, a doutriaa,* aiitoridaoV,
para conseguir one os roagons abaodonasaem a
instiiuieab magonica.
" Longe, pjrem, de atu'fi5ir a este resultado,
vio que alias surdos aos cooseJhos, desobedientes
,'aes dhiaTtes de seu prelado, a c nservavaai fir-
-de designar-se o que deve assuroir a geraacia da plares.
Jiocesa "
On. v6.-^Aoc5o rascisuria -demarfacaft jur.i-
mento de invenurianleconoiliapio-flador, tudo
no c vel; erobargos a'execufao depositario em
execugoes commerciaes; interrnDcao de prescrip-
eao-lei de 10 de jnnho de 1833 -processo de
responsamlidade-fallcacia, no criminal.
0 n. 77 Testament) de mao commura locacao
servesfieenlio advealicio usnfruolo-re-
c.ao de pedido-credor hypothecario nas cxe-
cucoesairorna em frande de execu^.io, no civil ;
declarajao de fallenciaconcordatas amigaveis, no
eommercio ; iujurias verbaes revista em processo
- competenciasuspeicio appellacao ex offlcio
concordatas amigaveis -cessacao de pagamen
tos, no crime.
luuta emancipadora.-Achase Tuac-
cionando diariamente, das 9 boras da man! a as
3 da tirde. no paco da camara municipal, a junta
de emancipacao de ezcravos da cidade do Recife,
devendo os respectivos senhores, dentro do prazo
de tres mezes irem abi fazer as declaragoes do
qae haja occorrido com os seus escravos, querem
relacao a nas simeol s e obius, qner a t aosf ren-
wa de propriedade e acquisicao de liberdade.
Capim de plauta.Perante a junta do
thesouro provincial vai a praca, no dia 23 do cor-
rente, pelo prazo de um anno, o imposto de 8 oor
cento sobre o capim de planla, vendido na cidade,
do Recife, orcado em 2:319*280.
i mprensn. Lemos no Jornaldo Ommercio,
do Rio de Janeiro :
" Thiago Wharey, adepto da religiio evange
lica, escreveu em inglez um Compendia da hist,ria
eeckstastica, em que sao narrado's os mais irapir-
[Antes e interessantes successos da historia da
igreja, desde o nascimento de Je>us Christo atG o
seculo XIX. Desta obra acaba de *er publicada
entre nos uma versao para p.rtuguez. Em uma
breve introducflo observa o aulor do Conpendio
que o conhecimento da historia da igreja e conve-
nienle nao so aos lhaologos, corao tambem aos lei-
gos, e pmmette expur os fact os com a mais severa
imparcjahdade "
" Direito contra o direito, ou o ettado sobre
tudo, e o titulo de um importantc escripto, ultima
mente publicado, em que o Itvm. Sr. bispo do
Para tralou de demonstrar quo e falsa a theoria
sobre que se baseam os pcliticos regalistas, e ao
mesmo tempo qual a verdadeira doulrina sobre a
obediencia a. autoridade civil. "
" Qualquer que seja o modo 3e pensar sobre a
questao rccentemente suscitada cntre o poder civil
e o ecclesiastico, ningnein de boa fe podera deixar
de reconhecer no aulor do Direito contra o direi-
to ura habilargumeutado-, uma intelligen^ia illus-
trada e um esciiptor correcto e inuitas vezes ele-
gante. Sobre o merito da doulrina fora imperli-
ntnte aqui emitir opinilo.
" E>criplo no ardor da pulemica, o livro do
Rvm. bispo do Para e animaio pela paixa) ; re-
coiihe :eu isto o proprio autur quando disse:
" Nao se pode tratar" qacsloe3 incandescentes,
como esta, com a placidez de um raatr-.ematieo
que resolve u.n frio problema de algebra. Ba-
sean lo sc na fe, mas nao desdenhando a raz.io,
0 autor discutio a materia com elevacao de
vistas e tornou o sea livro digoo de meditida
1 itura."
A idea. Sob esta denominaeao a;aba de sa
liir a luz, no liio de Janeiro, o 1.- nu.nero de u,n
jornal mensal, dedicad) as scieaeias e as lettws,
tendo por seus piiaaipaea rodactores os Srs. Toi-
xeira e Souza e Miguel Lemus.
Expiicando os seus Bat, assira- se expressa a re-
daccao ao seu arligo de ialroluccio :
. A Idea tentara seguir a evolueAo scientifico lit-
teraria em nossa terra, independent de cmven-
Cjies escolares, mas com a parcialidado do enlhu
siasrao, somente com essa que e a imprescindivel,
pois a indilfereuca sena aqui, como a razao no
amor, o gelo dos coracoes. Ella exigra da pall lica,
da philosophia, do tolas as sciencias, u que requer
da poesia e da historia. i-to e, boerdade ampla e
dignidadeinquebranUvel.
0 numero que acaba de ser publicado traz os
seguintes-artigos: 0 nosso ideal politico, que e
a democracia pura, levaJa as suas ultimas conso-
qaoncias o municipio livre dentro da provincia, e
a provincia livre dentro do estado : pliysioloijia,
em que se estudam rapilameute as diversas theo-
riascora qua desde os mais remotes tempos se tem
procarado explisar o principio da vida ; reftexiies
sobre a geogenia, em que se considera a terra, o
globo era qua vivemos, c-msequencia das revolu
cues da materia; engenhiria, consideracoes sobre
aconjolidacio dos taludes dos granJes cones para
a passagem dos caminhos de ferro ; os parlamen-
tts ; a democracia ; vistas geraes sobre o theatro,
contos, poesias e revi-tas Inter.rias.
Agradeceud-j a reraessa do numero, fazeraos vo-
tos pelas prospori Jales ita erapreza.
Conmelbo fsupremn militar. Na ses-
sao deste tribuual, do dia 4 do corrente, foram jul-
gados os seguintfs orocessos:
Exercito. -Soldad is: Franeisoo Luiz Barbosa,
accusado do crime de l.J deser-;ao siniples, e sen-
tenciado a dous mazes de prisao, por se ter apre.-
sentado voluatariameah dentro de tres mezes :
foi confirmada a sentenca : Leopoldiuo IVixoto,
accusado do crime de I. desercao simples, e sen-
tenciado a quatro mezes de prisao, por se ter apre-
sentado vuluatariaraente passados tres mezes ; foi
coufirmada a sentenca : Manoel Lemos Rodrigues,
accusado do crime de l. desercao aggravada, e
senteaciado a 12 mezes de prisao ; foi confirmada
a sentenca.
Coatiorvio iiifeHse. Conla uma corres-
pondencia da Suissa o triste desenlace da vi.-.gem
que dous noivos inglezes lizerara ao Monte-bran
co para celebrar o seu consorcio. Haviam par i-
do de Injjaterra, levando em sua corapanhii al-
gumas pessoa3 de sua amizale. 0 seu Tito prin-
cipal era realisarem a ascensao do famoso monte,
onde taatos tonstes bad encontrado a morte.
Chegadoo moraenio da satisfazerem o seu deso
jo e curiosidade, drterminaram os guias que os
viaj nies fossem atados uns aos outros, gunrdan-
do certa distancia. A noiva ia pa frente apoiada
a ua guia. Chegados a altura do corredjr, por
elle se encaminbarara ; e haviam ja avanjado mui-
tos passos, quando a noiva e o guia, cedendo o
gelo sob seus pes, se snmiram n'um abysmo, cuja
profundidade se calcula ser de muitas dezenas de
metro .
N'aquelle momento a corda ferida pelo gelo, ce
dera ao peso e qucbrarase. Nenhum meio de
salvacao podia ser tentado. 0 noivo e as pessoas
qua o acompanhavara mal podiam crtr no desap
paracimento da noiva.
Conia-se tambem que havendo os viajantes
chegado a grande altura. e tendo as senhoras si-
do atacadas de um frio intonso, os guias derara
de conselhorqne n5o seguissera mais avante, mas
se retirassem.
A municipalidade de Bomt, -A ad-
ministraeao municipal da cidade eterna trala de
realisar na Prus ia um emprestimo nao inferior a
dezestte mil c. ntos de reis (moeda portugueza),
com destino a largos melhoramemos do municipio
Servieo de iuceiidio^ eiu Parix. -
R fere uma folha france:a que a municipalidade
de Paris contratou com a companhia dos omnibus
da mesma cidade o transport-) rapido das bombas
a vapor, mediante a medica quantia de 5,000 fran-
CJS.
A companhia compruraette-se a ter sempre, tan-
to de dia como de noite, cunductores e cavallos
proi-.ptos a partir ao primeira signal do sinislro.
Accrescenta a mesma folha que tal combinacAo,
ao mesmo tempo que e muito favoravel ao cofre
municipal, aeabara com o mal notado nos ultimos
incendios, da grande demon cm apparecerem
aquellas macbinas.
Ainda maia.-Refere a Gazela d Italia que
no proximo consistorio o papa elevara a grandeza
de cardeal dous bispos jesuitas.
OongroHMo.-liiz o jornai de Roma a Liber-
Id qua tinhara partido para Veneza, no intento de
assKtirem a ura congresso. de jornalistas caiholi
cos, que se realisa naqaeila cidade, os directores
dos jornae9 Jhservatore Ronnno, e Voce delta
verita, que sao os marquez Baviera e monsenhor
NardL
Eslatistica ruri>Ma.-A circulacao me^-
dia quotidiana dos jornaes aiarios de Londresv e
caiculada por did curinso, nos seguintes termos
Daily-Telegraph, 170,t>00 exem.olares; Stan-
tard, comprehendend) a edicio da tarde 140.000;
Daily-News, 90,000; Times, 70,000; Morning-
Advertiser,8,&0Q; Morning Post, 3,500 ; todos es-
tes joraaes damanhs.
Em relacao a jornaes da tarde : Echo, 80,000;
o Pal-Mall Gazel, 8,000: o Globe, 7,000 exeui-
Santo tatat, -*A praposiio i*e mm e*co-
la primaria pan e^U freguezia, remetie-noao nos-
so amigo Dr. Goes Cavalcante, as seguinte-' !i-
nhaa:
n Davendo brevemente ter aaeencio a lei qj<-
refirma. a iustruccao public*, em virtude da qua!
o Exm. presidente da provincia pode crear ca-
deiras de mstruc.ao elementar nas loealidad--* qne
raais necessitarem, ierahrara. a a S. e. e ao dig
no inspector geral da ia.-truecio publica a frega<-
zia de Sauto Antao, por ser eredara com toda
josti^a desse^melhoramento.
Exisiera""nesla freguezia a raargem da esmda
do sertio divenoa pequenos povovlos proximo*
uns dos outros, comporundo ellea a os namero
sos sitios em redor grande populacao, e necessi-
tando cum urgencia a creacao da uma escola, vis-
to ser quasi impassivel (altantas aa eondicoes dos
pais) frequentarem as rriancas as escolas da ci-
dade, quo se acham distant's duas on tres
leguas dos mesmos povoados ; convindo li-calisar
a escola no mais central, que me parece ser o 'le
Trains.
Um outro ponto nao mraos importante recla-
ma tambem com nrgencia esse melhoramentn. p
e. o lugar deoominado Meringabas que com-
prehende ura grupo nuraeroso de situacoes mai-
lo habitadas e que pela mesma razao de grande
distancia da ci lade uao podera os menin < fre-
lueotar as escolas della. Coavem notar que na
freguezia de Santo Antao, uma d ia mais p<-r-ulo-
sas da provincia, so existun esoolas de lailiu i
elementar na sedc, sendo duas cadeiras para tada
sexo com baslante frei|ueuci qua sera -grav< ra-
jastica nenhuma dellas pode ser suppriii.id*. pTlc-
cipalraente altendendo-ae a qne, oVpats da cap.:ai
e Goyanna, a cidade da \ ictoria e a mais ex tec-1
da provincia. 7 de julho.
! .<> in da iiMtrurvila pultit. ..
Por esta repjrti^ao foi msreado o prazo u> >
dias, contains da data da remocao, a pmfM< ra
Alexandrina Umbelina de Freitas Uchoa, para on-
trar no exercicio da cadeira de S. Joswjlc '. -
juca.
Propa^adora la lutitruocaM* iiu-
lli-a.-t 0 conselho parochial da S.' Ju?e, Jeve
reunir-se hoje, as horas e no lugar do coslurw.
Luteria :!< Bin He Janeiro Kcju-
mo da lista di I' loteria ( 515') em beneGcio J;.s
obras da matrix do Campi Grande, exlrah.d.. .
do currente :
. 4836....................
N- 3654....................
N- 4791............7.........
N. 2ViO......................
Ns. 88 e 22341:0004 a cada um.
Ns. 1577, 4264, 5830 e 5953 -800/ a cada am.
Ns. 743, 1039, I29S, 1485, 2583, 4611, iffti,
6331 5926 e 5937-20OJ a ca-la um.
Ns. 2SI, 742, 919, 2001, 2019, 2031, Z.J3S,
2129, MIS, 2757, 316). 3301, 4060, 4U7, \',t,
4110, 5118. 5393, 5804 e 5895-I00A a cada um.
Ns 41. 90, 298, 398. 462. 471. 616, 64';, 76:,
20:0"0ji>i)ii
lOOOOiOtil
4:000j0Wi
X.OOOiOO'l
815. 817, 84!, 861, 910, 945, I06i), 106
M52, 1262, 1529, 1618, 1671. 1-04, is-,,;
2055, 2109. 2321, 2381, 2510, 2515, 2750,
3111, 3373, 3478, 3371, 373', 3872, 333s,
'072, 410'), 4461, 4624, 4671, 4701. 47 !4,
VJ46, 5090, 5181, 5279, 5309, 5473, 338'.,
n*.i,
P'77,
2"9:.
i.iM.
4856,
5S62 e 596840A a cada ura.'
Loteria A que se acha a venda e a IU7
a beneficio da matriz da Boa-Vista, a qual eorre
ho:e, II do corrente.
Casa de deteneao.Movimecto da Oaa
le deteu;ao do dia 9 de julho de 1874.
Existiam presos 3J4, entron 1, saii'mm 7,
exis'am 328.
A saber :
Vacionaos 247, malheres 9, nrtraagcrrrt SU,
i-cravos 39, escravas 2. Total 318.
A lnneniadoa a cu^ta dos cofros publicos 2-";7.
Movimcn'.o da enferraaria no dia 9 de iullio do
1874.
Tivoram baixa :
Jo.-6 Joaquim de Souza, cephaiilgia.
Marlinho Coelbp Genedico, indige;tau.
Francisco Antonio Pereira. anemia.
Teve alia:
Joaquim Henriques de Oli>eira.
PiiNNiieciros. Chegados da I Ilia dt Fer-
nando no vapor brasileiro Jayuaribe :
Capitao Raymunl) Remigio de Mello, caho Joa-
quim Pereira da Cunlia a ?ua senwora, cabu An-
tonio Benedirto da Silva, 1 anspecadas, 11 n-
nciados, 3 mulheres e 2 Qlhos, alferes Seftafttlo
G. da Costa, 53 pracas do exercito, 1 cadcte, l.ai-
za Maria da Conceirao, Maria Margarida do Es-
I irito Santo, Jose Lopes Davin, Anlunio Bsd, Dr.
Candido V'ieira da Cnnha, Antonio Ferreira d>
Almeida e Antonio Augusio de Oliveira Quintal.
Chegados dirs portos do Sul no vapor frin-
cpz Menioza :
William E. Yowle e Jo^o Gualberto Com ia
Sonto.
Sahidos para a Europa no vapor fran cat
Vitle de B'hia ;
D. Maria de Jesus, Antonio Homjm de Lourir
Junior, Francois Basset, Mme. Busson e uma me-
nina.
Sahidos para a Europa no vapor francez
Mendoza :
Guelpb De Lailhacar, Antonio Jose de araa*
?armante e um Qlno, Nathan Klein, Paul Caverne,
Otto Schneider, Juse Joaquim Coelho E^tima, Xa-
vier, Felippa lgnacia Chollet, Luiza Santa J'ar a,
oroihee Paloni, Petracelle Michelle, Geani AfSal-
via, Novelino Angelo, Spisnelli Pakali, Fran
Miguel de Souza, Piscina N.cola e Paul J
Dolacour.
Cemilcrio publico.-Obituario do dia
de julho de 1874 :
Manoel Primeiro, pre to, Africa, 30 annos, -- I-
tciro, Boa Vista, hospital Pedro II; tuberculos pal-
monares.
Maria Magda'ena da Hora, parda, Pornam. ..;
30 annos, viuva, Boa Vista, hospital Pedro II; ca-
chexia paludosa.
Francelino Jose R -drigue-, pardo, Pernamtucn.
20 annos, solteiro, Boa-Vista, hospiial Pedr.lli
variolas.
Justino, pardo, Pernamhuco, 6 mezes, Boa Vl-
ta ; denticao.
Joao, pardo, Pernambuco, 4 mezes, Boa Vist;. ;
convulsoes.
Ignacio Joao Dias, branco, Rio de Janeiro. 25
annos, solteiro. Boa Vista ; ferimentos.
Francisco, branco, Pernambuco, 2 annos, Re-
cife ; variolas.
Rosa, branca, Pernambuco, II mezes, SMI
a ntonio; bronchite.
Maria, branca, Portugal, 3 annos, Boa-Vista ;
anemia.
- 9 -
Maria, parda, Pernambuco, 6 mezes, Recife;
variolas.
Maria Joaquina da Conceicao, branca, Pernam-
buco, 48 annos, viuva, Boa-Vista, hospital Pedro
II; variolas.
Manoel Francisco de Sonza, pardo, Pernambu-
co, 23 annos, solieiro, Boa-Vista, hospital Pedro It;
variolas.
M noel. preto, Pernambuco, 2 annos, Boa-Vista,
hospital Pedro II; variolas.
Manoel, pardo, Pernambuco, 18 mezes, vsnto
Aatonio; variolas.
Amelia, preta, Pernambuco, 18 mezes, Santo
Antcnio; variolas.
Sophia Maria da Conceicao, parda, Pernambu-
co, 25 annos. solteiraVRecife ; variolas.
Rosalina Maria da Conceicao, parda, Pern.ro-
buco, 29 annos, casada^Recife ; tubercnlosa.
Ji se Libanio de Siqueira. pardo, Pemarnbaw,
25 annos, solteiro, S. Jos6; lesao organica.
Xova pwblleacao. -Acabamos de receber
da provincia das Alagoas o ultimo volume da Com
pilafdo, leis dessa provincia, organisada peloa Srs.
Dis. Olympio da Arroxailas Galvao e Tibureio Va-
leriauo-da Araujo, contendo o repertorioou indice
aproxi-
Asoroma total, da tiragem* diaria anda
madamante por 569,000 txemplares,
Os joraaes mais cams e que nao se vendam nas
ruas Sao : Times, Morning Advertiser o Morning.
Post, os quaes cus.'am 60 reis cada numero.
0* Ires periodieos pnineiranieDte manci-mados
alphabetico (Jas malenas abrangljas pelos sels to- eustara apeos 20 rei*
mo? antenores, de f6rm a facjlilar pxtraordina- dimeosoe?*
'"SRONItM Jl DICHRU.
I HI SU VAI. DA BEL VC to
SESSAO EM 10 DE JULHO DE 1874.
ri'.ESIDKNC.IA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
CAETASO SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. dea-
embargadores Silva Guim raes, Reis e Silva Al-
meida Albuquerque, Motta, procurador da coroa
D.'iningues Silva, Accioli e Sonza Leao, faltando'
com causa o Sr. desembargadjr Lourenco San-
tiago, abrio se a sessao.
Depois de feito o sorteio para os sggravos qne
tem de ser jnlgados oodia 13 do corrente, dVam-
se os julgarnentos seguinies :
Recursos crimes.
De Gar nhuns.-Recurrent* o juizo, recorridc
Antonio de Souza Moraes. Delator o Sr. desera-
bargador Silva Guimaraes. Sorteados os Srs. dea-
embargadores Almeida Alboquerqne e AcrtoM.
Improcedente.
Do Recife. Recorrente Aatonio Jose Rodrignes
recorrido Manoel Joaquim da Costa Ramos. Re-
lator o Sr. desembargador Reis e Silva. Sorteados
os Srs. desambargadores Silv* Gnimartes e Souza
Leao. Improcedente.
De Itambe Recorrente joizo, recorrido* o
delogado de policia a inspector da qnnrteirao aa
" dislricto. Relalor a Sr. c'esemaarg.dor
4.1


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.-:
'
l|
o Sr. I'naanlmi ilm Do-
,->ezar de terero ffiodes mingues Silva. Sorteados ea Srs. aatambargado-
J re? Soiua L-eSo e Accjoli Deram proviroeoto.
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EXEMPLAR ENCONTRADO
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Btibfh tfteimsmmeo m**te I F#Wffi# # lt'G
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quo. He
Ma*.
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lator (^*vneseim)fl gamtr-'Soo* Eeab,: Sortea-
dos o? Srs dcse.r.bargadortis Domingues Sil v a
jraioii.Negou sr provimento.
_ -* Habeas tdfpas.
J*fe Faujtino Jose de Sant'Anna. Relator
o ram. sr.eijnserhefro1 pmiiente.-Picon addia-
dopor falta de juizea desempedidos.
n^n mi Ap^llMoe- crimes.
DrCajazeWasr-Appellanto Luiz Jose Limeira,
apBeila*j Praaeiseo Lucas le Souza. Improce-
der.ee.
' Da jo, appellada a justiea. Impro edente.
DePatnrelra dos Tndias.Appellant-. Alipio Coe-
I!io da Karros Lima, appellada a justiea. Refor-
mada a seefc**ca, e ausolvido o appellante.
Do Aracaly. Appellante o promotor, appcllado
I Pereiro Dias. Addiado.
Appellaroes eiveis.
Do Recife. Appellante Manoel da Costa Man-
gericao, appellado Dr. Antonio Annes Jaaone Pi
res. Coudrmada a senleoca.
Dp OliBda. -Appellante Valenlina, por seus G-
Scs. appefiaoii SHVino Augusta Nnnes de Mello!
mi lou-seJdavir o Sr. desombargador procurador
. da corOa
De ltanibe.Appellante Eutrazio de Arruda Ca-
I inara, appellado Manoel do IUgo C valcajite do-
Albuquerque.De prezados os embargo*.
Bmbtrgos infriogentes.
Do Recife. Embargante Jose* Joaquim Pe-eira,
embargado Antonio de Souza Rego. Receberain
mbargos.
0m ;-e3sao ppecial do dia 13 do eorrenle, os
seguintesaggravos:
N. '':{. -Aggravante o barao de Nazareth, ag-
gravado Joao Xavler Carneir ) da Cunha. Adjunc-
ts sorte1os os Srs. desembargadores Almeida
Albuquerque e Reis e Silva.
N. '"4. Aggravaote Jostino Jose de Souza Cam-
pos, aggravados Silva 4 Cascao Adjanctos sor-
'teados os Srs desembargadores Accioli e Souza
Leao.
X. 33. Aggravante D. Maria Augusta Lins
Hahia, aggravado Jjaquim Antonio da C. Ferreira.
Adjuncts sorleados os Srs. dosombargadores Ac-
cioli e Motta.
PASSAGENS.
Do Sr. deseinbargador Silva Guimarics ao Sr.
desembargador Reis e Silva :
Appellacoes crimes.
De Rom Jardim. Appellante Luiz de Barros
GunfMWj appellada a justiea.
Da Anadia.Appellante o juizo, appellado Ma-
ooel Person Barboza
Embargos remettidos.
Do ULccife.Embargante Mathias Lopes" da Cos-'
ta Maia, embargado Antonio Casemiro do Gau-
Vci:..
D i Sr. deseinbargador Motta ao Sr. desembar-
gacrir Action :
Appellacao civel.
Do Recife Appellmle e appellados junlamente
Maria Aulonia de Farias Silva e Adolpho R. Araujo
Dj Sr. deseinbargador Accioli ao Sr. desrmbar-
?idor Domingues Silva:
Appellacoes crimes.
, De -uique. -Appellante Pedro Targino da Cu-
:ih:i Sainpaio, appellada a justiea.
De Etezerios. Appellante Manoel Quintino Be-
zerra, appellada a justiga.
D) Sr. deseinbargador Domingues Silva ao Sr.
deseinbargad ft Souza Leao :
Appellacoes crimes.
Appellante o juizo. appellado Vicente Ferreira
la .Silva.
, Be Buiqie. ~Appellante o juizo, appellado Vic-
tor la S.iva Soulo.
Appellacao civel.
l)e S. Joao. Appellaales o juizo e Joao Baptista
Maria de Queiroz, appeljalos J.-ao, Jose e outros.
I) i Sr. dcsembargador'jjouza Leao ao r. des-
nbargador Silva Guimarae's :
Appellaijijes crimes.
Appellante o juizo^apgellado Autonio da Roeba
Kirmiano ; appcl'ante o jotzo, appellado Jose Ru-
in i Pereira ; appellante? o joint, appellado Laiz
Euge. io Viei a ; appe lante o juizo. appellado Jose
: i Pereira de Lima.
AppellaCio civel.
Appellantes e appellados jootameote Severiano
-.' m leira da Mello e lose Francisco de Sal-s.
Ao Sr. desemargador Ueis e Silva :
Appellacao civel.
Appellante Lonren<;o Velho Cordeiro de Mello,
appolla to herdeiros de Beraa- Jina Freire de Meu-
Diligencia civel.
A i Sr. deseinbargador procurador da corda :
Appellante a fazenda nacional e coronet Jose
- i "ampello, appellada a fa/.onda e o coronel
Gaspar Meoezes Vasconcellos de Drummond; ap
ml as herdeiros de Antonio Bento Barboza,
i[ 11 Had i Antonio Bento de Araujo Lima.
Assignou se dia para ju'gamenio dos seguintes
feit :
Appellacao commercial.
Appellante Jos* Antonio Gaimsries, a; pellndos
adn inislradoresdj massa de......
Apoella;So civel.
Da Recite. Appellante Narciso Marques de
I : ..ppellado Vicente Ferreira da Ponte e
Silva
Appellacao crime.
Ap| a lante Jose F anciscode Mello, apppllada a
jusiica ; appellante Gabriel Ferreira Gam iro, ap-
pell idoJdsc da Co.-ta Ferreira e outro.
DISTnrBIKCSBS.
Rectirso crime.
N. 16=AoSr. deseinbargador Almeida Albu-
; irqne : -
Buique. Recorrente o juizo, fecorrido Ben-
[q Lopes de Ohveira.
N. 7 Ao5f. de^embargadjr Accioli :
Do Bnique. Becorfente o juiw, recorrido
Kr."|ino Teles de C rvalho.
AppellajCes crimes.
S. i7.-Ao Sr. deseinbargadorSooza Leao:
Da Escad.Appellante o juizo, aopellalo Joao
I de Oliveira e DQtro.
V. ii -A) Sr. deseuibargador Silva Gaimarftes:
f! i Cab i. Appellante Manoel Antonio do Mon-
utro, ppeHada a justi;a
X. 29 -Ao Sr. de :iag :
D> B'lique. -Appellant) M icoel Monteiro Ca-
val'fWf, appellada a jasti'ca.
N :! I Ao Sr. iesembargadof Reis e Silva :
' Patos. Appellante p juizo, appellado Vi-
l-'err' ira de Oliveira.
Appellacoes eiveis.
il. -Ao Sr. desombargador Lourenco Santia
De MaiWfl Xavi.i Ce+rijk Lima, safl.faMnii''* o
despac*o do tribunal nro'erido em sua peUcao so-
bre o recolhlnnnto-ila- carta do hiate 'i^eWlSfe
'Digaa secrstarja.'
De..Guilbenrilno 'Bodr'nfnes'do 'Mnte Lim*s pir*
'dar'sefcalxa em as numea^Jes-dos- sens carfceirog,
^I'WMiviBeJle. I
De Manoel Clementine Ribeiro, solicitaodbe#|r-
dao da noucac^o dfr>c\x caixeiro Getulio CandU!
Mavignier Ribeiro.Certilime se.
D NMcinwato 4 Mniuna.^iwdu %v eeMBi'-
que-sX se foi eu nao reaMrnteappmeacao Aoi
seus caixefros Manoel Gregtuitidi Siva e Manoej
Custodio Lfcat -Be-se a ceititaj reqderida.
De Jose da RochaSiqueira Cavalcante, para cer-
lificar se-lhe se em outubro, proximo patsado foj
ou n.io regfetrada a potnoacio de seus oaixeiros.
-Passe se a certidiki requerida.
De Mesquita & Irmao, pedindo certidao do theor
do contrato da companhia do gaz, feito com o go-r
verno.Passe-se certidao do qua euiistar.
De Domingos Jose da Costa, requerendo qua se
certiflque.se elle 6fiadorporalgui conltato.De
ferido.
De Patricio Jos6 Tavares de Vasconcellos, para
maodar-se registrar a nomearrao junta.-liegis-
tre-se.
De Camel! > & Duarte, sub;neltendo a registro a
inclusa nomeacao de. sous caixeiros.Prooeda-se
ao registro pedi-io.
De Hermino Ferreira da Silva, apre.-entando
para registrar se a nomea^So de Clemente Marti-
nil-1 Ferreira da Silva. -Na forma pedida.
De Moraes & C, solicilando o registro do docu-
mento junto.Seja registrado.
De llorae.; & (".,'tambem pediddo que se registro
o incluso documento.Como requerem.
De Manoel Bodrigues da Silva, impetrando o
registro da nomeneao de se :s caixeiros Manoel' Ro-
drignes da Silva Junior e AfTonso Henrique Ro-
drigues da Silva.Faca-se o registro pedido.
De Domingos Francisco Hamalho, sojeltando a
registro a cunc.irdata amigavel- que fez com os
seus credores.Nao tern lugar.
De Joaquim Monteiro da Cruz, Gjegorio Paes
do Amaral o Joaquim de Souza MoHeiro,'pedindo
que se registre o distrato da soci dade que tive-
ram sob a linna Monteiro Gregorio & C.Junta a
procuracSo do supplicante Gregorio Paw do Ama-
ral, haja vista ao Sr. deseinbargador fiscal.
De Machado & Baptista, ttazendo a registro o
seu contrato social annexo Assignada a petigao
por cada urn dos membros da sociedade, haja
vista ao Sr desf mbargidor fiscal.
Replica le Adamson Howie ft C, ao despacho
do tribunal, que Ihes negou as notas que rcquere-
ram se 6zesse em sua matricula.Informe a se-
cretaria.
COM 0 PABECBB l-ISCAL
Drt F ancis:o Rodrigaes da Silva e Hermenp^il-
do da Silra Lopes, registro do seu contrato Re-
gisjre-se, nos termns do decreto n. 4,39i.
Summario ex olflcio iustaurado contra Jose Men-
des Vieira, admini>trador de trapiche. -Adiado.
Papeis relativos an oflicio da junta dos correto-
res, de 6 do lulho.de I87i e aviso do ministerio
da ju Uca de 6 de junho do mesmo anno.-Foram
os papeis cntregues ao 3r. depntado Lope* Macha-
do para ve"-!os.
Nada inais havendo a despachar. S. Exc. o Sr.
conselfceiro president* encerrou a sessdo ao mem
dia.
UohkosBa;!oa^,:ftiva*js* flAthdnmAPnlf
que quereis 6 especular e especular sampre'.
A expHWjJa dJ iadetoimeiHo ttfiilo simples
TeMoaasseiiiblda proWooia?, quani6 1
aproseiI*lA.a 'peticao do falleUido padre L_
(R*|gi]i6.^au'torisar o'.residSftte ja.nrbtincia ;
abflr-p preciso credito para'reorgani;acae da bi-
oJiotBbca public*, no not se cwoiiflha a'utoriucao
para abgmentar os vencimentos do requerente,
tchou acertado indeCerir aqueJIa. ?uijao, cuja jus-
ta reclauacao deveria ser mats tarde attendida pp
Io pre. Por cerlo que os provincian'is- nao deixaram do
Sppruvar o proccd^r da as*enibJvs< a quern nao
cava hem dar uaia aotorlsac^o ampla e ao "ffe-j
ois enxercal-a com. uma restjjwole, que a conflani
ca no administrador da protincia e a coherencia"
de suas jdeHberacoe? rtpaUhm.
Ja viiBin os ori'vinrianos iiuh nonea entrou nrs
|Mnos da assembloa negar o augmeato dos veci-
rmaitos Co padre Lino, coma mc learn ; o que
bem prova o ja achar-se, ao tempo da morte do
mesmo padre Lino dada pela aiMcmble*a a autori
sa?4o,ftt, virt-de da qual o Exm. Sr. Dr. Lucena
fez rta/puuco a referma da biblietheca, augmen
tando'os ver cimeotos do bibbotheeario.
Se nao tivesee, poL, inexperadatnenie morridd
o padre Lino, de sandesa mtmoria. astaria ello
hoje gozando do aogmento de veaciinontos, qua
lantoproveeou asiras do cbconisU protmielano,
como reprosenlante de seus eonfrades.
; O pr prio padre Lino estava cerlo dialt, por as-
sim Ih'o haver assevcrado mais de nma vez o
Exm. Sr. Df. Luoeaa. quando por.alle ptocu-i
rauo.
Succedeu, porem, aprwnpftr-se a reforma da
bi^liotheca depots di morte'do piMlre Lino, e is'o
bastou para exercer-se asaohados hydrephobicos
prooincianos. Que gente I
E, digam oi ptwii'netnnos, o Exm. Sr. Or.' Lu-
cena nao bsou tao errteriosa e sabiamente da au
tonsacio que Ihe deu a assemblia proviiwial.
Se prevalecesse a afilhadagem nas delvbcrac5es
do Exm.'Sr. Dr. Lucena, eomo no tempo "da de-
funta iiga, entao sim e qne nao bastariam dous
contos e t. nto para os vencimentos dos dous em-
pregado3 novamente ere dos, e augmento dos do
bibhoteeario Entao e ijup. uns seu contos pelo
menos teriam receoido ordem de despejo dos co-
fres provinciaes EatSo sim !
E censuram i s proeincianos qu,e sa livesse pro-
curado augmentar o. cabedal litterario da oiblio-
theca, que a falta delle sobrelddo deve a sua da-
cadenia?
Que liberaes, meu Deu* !
Ouvi, povo, que aquelles que sc dizem os de
I nsorcs de vossos direitos e os promotores de
vossos melhoramcntos, sao os que se levanlam pa-
ra gritar_contra os que procursm fecHitar-vos a
instruc^aoj pondo ao vosso alcance em m ior es-
cala o pao do espiiito ; ouvi e depois julgii-os
com a severidade da vossa justica.
sabios
de os
._ j .waaa^fiswJaraia por
* aatvres, como ja djsse, .u Qcram receitau-
m i s medicamenj^aup a(^rafl> cas pfcar-
magas. des*obrto.pa/AWfl>,Ai>ao deram.um
-u pssn> e sicriQci", pSra us>.vifescoberla; ora,
o (etbedio da ura da morphia,.cmn a ipaior cer-
teza, foi "descobtrto por inim u*is attos sertoes,
eni lugare* moijgnitps; acueiu-e< n#s ocosdas ma-
deitas^ftHtu por abelhas;-e com os senhores o deseobrir, passajo hem- nas cidades,
e ser faaerem ma su esiudo para-'novas desco-
bertas qwereui saber d'auujMp queexiste em di -
uocia de nwi* de cent leguas'? Nao, nao pode
Dtwm o9ei*ores; sao meHioras a nSo cura, o
mal wha; pergunto en : ja euraran un morpha
tcoT nSo: ja deram ao menos- uma melhora a
rm tw>rph*tk*> ? nao :}* evtodaram o rempdk) e
a soa acfao, para stber qu- forja temf 4o:
como dizema molestia volta, sem rlcarera su-
jeilosauma een-ura? Jolgo que os senhores
naosabem qoe um homem qne e-tildoa njedicina
nao pode objedar, em qnafquer materia sem per-
feito conh'eimeoto do caso, e pelo corrtfario, pas
sana por urn pedante; o por Coasegotcletodas 03
racnlmlvo*, que disserum tjue os meus remedios
nao curam, e.que a molwtta-vttRa, sSo-tegiti-
mospedaotes-; portanto, senhores, tftftham juizo,
vao ver as eura3, fagain justiya conscieneiosamente
e trio arldem pelas ruas, pregahdo la seija, qae
e toda injnsta.-com o que estai fszendo um t2rri-
vel mat a rramautdade; eu. qua digo que euro
cotteerteaa, mds'tro verdade, por esta razao
cuvei viote annns de grata a todos rts dtoentes. que
elwgavam a mim, para pod-T alflrmar ao nrando
inteiro, sem medo de errar, torque os mens altos
sentimentKS.me ordenam a.'siin.
Vcjaua a verdade.
Recife, t d julho de I8"i.
Dommgf's de Sovza Barret.

s
mm.
A'' I'rnviticiti B
POLITICA
-N
Dj Canpftias. Appellante Alexandre Jose de
Arajjo, appellado Antonio Francisco de Souza.
X. it -Ao Sr. dese.nbirgador Reis eSilva :
.Do Recife. Appellante J >a fiiiru Francisco de
Ale;n, appetJado* Barbosa 4 C.
N. 'il.-Ao Sr. desemhargador Alm;ida Albu
yvvw
I) i i! -are. Ai-Hlin'.* Antonio B.id. appella-
i J>a do Az-jvedo Stares.
Encerrou so a ses35o as 2 hora- da tarde.
EVilmual do comaaercio.
ACTA DA SESSAO DE 9 DE JCLHO DE
1874.
pai-.-;on.v<:iA do km. sn. cossiiLHBino anselmc
flUKCtSCO PEnETTL
As 10 horas da raanti,'., presenter osSrs.de-
p.iu.b,3 secrttario Olinto Bastos, Lopes Machado,
Aiv Gnerra e o Sr. supplonte Sa Leitao, S. Exc.
'Sj;. conselheiro presidente abrio a sessao.
Lili, foi depois approvada a aeta da sessao pre-
efdBnte.
KXPEDIENTE.
OlDcio do i?r. supplente Joao Pereira Rego, par
tcipandj nao poder eompar*fr-0 tribunal re
solveu qae fosse convida'do o Ircmediato em
votos.
Offlcio da empreza do gaz desta cidade, respon-
dmdo o desti>tribunal de 1 do ooyente.A se-
cretaria, para os fins convenienles.
OiBeio do gereate da estrala de drro do Becife
a (Jaxaoga. satisfaleado o peitdo coSido no olHcio
do tribunal, de l.dp.aadanie. A' secretaria, para
osiins eonveiiientes.
Distribuirara-se os' seguintes llvros :
Qnco copiadores de Amorim Irmios (i C, um
ifcirde toko Pere'ra dos-Ssnws fareft 4 c.
DBSPACH0&.
Requerimentos :
De Manoel Maria Caldas Brandao, ajudante do
porleiro deste tribunal, para que sa-'consulte o go-
verno imperial de. coifornijade com o art. il do
regulamento n. "39, afim da -la jser abonada a
gritificacao da i. parte do seu ordenado, visto ter
mais de lOannos lis effeclivo exercicio.Xa forma
rejiuerida. '
De ILircuiano Olegario Ribeiro Castro, continuo
do tribunal, tambein faaendo fgnsl pedido.-Como
requer. i I
toe 4oio Gtanea da Mello, eoBtiouo do tribunal,
igtialmente 'para se consular o governo sobre a
ana gratifica^ac.-Sim.
PAB1 EDO Cd\'^SaVA3Oll
RECIFE, II DE JL'I.IIO D'. 1874.
OIBLIOTIIECA PROVINCIAL.
Haviamosjulgado nao merecr as honras de uma
resposta o que dis a epigraphe acitna a respPito do augmento de veo-
cimpnios do bibliothecario provincial e da creacao
de um p rteiro e de um coadjuvaote para au'xi-
liarpm a esse funccionar
E' tao esfarrapada a censura feita pelo eserlptor
provinciano a tal proposito, que entendenios oao
dever tomal-a em eonsidera^ao, para toruar paten-
te a sua iraprocedencia e injustiga, ja de si paten-
tes e obvias.
Mudamos, porem, de resolociu a i verraos que
tin o numtro da Provinefa de hoje o chronisla
provincijnn, ni'iilo ancho.diz quenempalavra de
mos sobre a biblrotheca, suppoudo assim ou dei-
xando entrever que a tal r?speito fez u i a accusa-
cao de arromba!
Quanta ingennidade, meu Deus !
Mas nao; nao e ingenuo o esenpter prawn-
ciano. Ingpnu.>s ou tolos qner elle farer dos que
sao seus leitoros e commungam dos mesmos sacra-
menlns. Si foi sempre a divisa politica d s pro-
vinaanos embair o povo para captar-lhe as
gracas ; assacar&r as pi nlas de uma intencao
rec ii'ipci lamente ma com o mel de um palavro-
rio enganadur c lisongeiro, que quanto mais de-
prime us caractereS !i netos a respeiiaveis dentre
os sens adversarios. mais se Ibes aflgora sednctor
e pri'Tietied.ir le bons ivsultados I Se a paixao
politica, cega e mesqu;nha dos provineianos athle-
tas da eorrnpeito di imprenea, da difTamacao das
alheias reputa'.-oes, nao Ihes permitte seguir outro
none, senao o que Ihes !em sempre servldo de
rumo I
E' b:m verdade : os saltead ires sao sempre des-
apiedados em an tderar-se d-< alheio ; por que nao
sabem o qne cu^ta adquiril-o.
E' a explicaeao do modo cruel e barbaro porque
vive a Procincia a assaltar aa estrada crma
da sua lypographia tolas as repatafdes bem Ar-
madas, que lhe dao n s vistas.
E' tristissima a tan-fa dos provineianos. E' no-
gra e feia a nodoa que tao estranhavelmente l-
cam es^es p-eudis politicos na-' vestas, alvas da
impren-a, filba mimosa do immortal Guttemberg,
quo nunca sonhou-a exposla asfurias desemelhan-
tes cambacs !
Mas, para quo taato uw alongarmos ? Cir-
cumscrevatrio-ii'>s ao 003:0 assumiilo.
Diz o chronista prorinciaao qne nao eonte: ta a
idoneidale do novo bibliothecario, nem trata do
acerto das medidas snbre a hibliotheca.
Lepois dist. accresnenta : 0 faltecido padre Li-
no, amdn csle anno, pedio a afse/nblea provincial
augmento do seu ordentdo e foi indeferida a sua
petic'i : eis que agora siio dibralos os vencimentos
do bibliothecario, o porteiro tern o que tinhi o palre
Lino,e c'resce um midfuvante.
.Mais adiante diz ain?a o esc iptor provinciano:
Foi um encanto Morreu o padre Lino, nao lux
qninze di'is, e lego houve dinheiro para o Iriblio
thecario, mais wm porteiro, mais nm coadjuvanU,
mais casa no':a. etc., etc.
Nao li a Provincia de bontem senao hoje, e por
6sla razao s6 hoje oscrevo eslas poucas linhas.
Nao me vem desar nen'hnm de ter sido eu nomea-
do ajudante do eogenhciro fiscal da estrada do S.
Francisco pelos homens do progresso.
E='se cargo nao era ncm e de contianca. Solic.i
tando o nao abdiqueii as minhas crea^as, os ineus
principios politicos.-
Na situ.caoactual innumeros progressistas, soil
disant hberae.-. tern obtido nomeacoes mais im
portantes do que aquella, a outros as tern preten
dido sem obtel-as, e sem qoe enfetanto tenham
eahido na censura publica.
De uns e outros eu podera escrever uma longa
iista ; nio me quero dar, porem, a esse trabalho.
intretanto, para avivar a memtria da Prorinciu,
sem]'re direi que entre os seas apon ados redacto
res um existe, que, em 1871 i-u 1872, pretenJeu
occupar um cargo, ate certo ponto de conflanca, na
psecretar a da asseroblea provincial.
Nao serei eu, poiom, q.iem vafaz er carga, aquel-
le cavalheiro, de semelhaute facto, bem insijrniti
canle, de certo, para dar a alguem o direil> de por
elle ajuizar mal do caracter de um homem ho-
nesto.
Quanto a du ida que a Provinct* apresenlano
comedo da sua notieia inlitulada que cataoI em-
penho a minha honra na asseveracao de que e
falso e caJumnioso o | ;e ahi se mo nretende aitri
bUK.
Nunca entrei nem i> etend i entrar cm tao tor-
pes tr nsacQoo-, qua :'. nao compadecem co:n as
ligoes ipie recebi do eote quo mais prez^i in terra,
e cuja inemoria lenho orgulho de ver reverenciada
pelos mem coinprovincinius.
Sealguma historia contaram a t.il respeilo a
Provincia, m'ntiram Ihe e illndiram a sua boa fe;
se, porm, a Provincia creou essa historia, abster-
me-hei de qualifical a, deixand-t queo publicn jul-
gue qiem c capaz de taes vilezas se eu ou os
Agripas e quejandos animalejos.
Recife, 10 de julho de 1871.
Felippe de Fignein) i Faria.
Mocicdade Prnpn^adoru. dii Ins
IrtsccJto.
A cominissao abaixo assignada, que pronwveu..
o concerto realisalo na noite de 4 do corrente, no
salao do ar.-enal de marinha, em beneGcio do con-
selho parochial da fregnezia do Poqo da Panella,
vem pelo pre-en!e agrndeccr siuceramente as dig-
nas senhoras e eavalheiros, qae d<; tlo boa von'a-
de se presiaram a cantar e tcar no referido con
certo ; e bem assim ao digiro professor Sr. Gustavo
Wertheiraer, que tao desinteressadamente organi-
sou, ensaiou e dirigio a execu^ao do programma.
Ao Illm. Sr. inspector do arsenal de marinha, e
mais senhores que dirvcta e indirectamente auxi-
liiram a mesma commissao para um Hm tao philan-
tropico. se dirigem os mesmos agradecimentos.
Recife, 6 de julho de 1874.
Umbelina da SiKa Oliveira
Candida Autran de Souza.
Francisca Carolina de Andrade.
Carolina Pontes da Gama DuarK
Guilhermioa M. de Moraes Pinheiro.

An jiiiblico.
Folgamos le transcrever essas passagens do ca-
pitulo de accusaeao formul.ido pelo escriptor pro-
vinciano ; pois ellas p ta ao que coutem, alem de nos facilitarem a tarefa
que n03 impozemos.
Importara o que delxamos transcripto que os
provineianos desconhecara e mesmo contestem a
necessidade que ravia, ni > so de augmentar-se
os vencimentos do bibliotherano da hibliotheca
provincial, como tambein de crcar-3e um lugar de
pjrteiroe outro deoaljuvante com as attribui-
;5es, quo lhe competPin peio respectivo reg'ula-
.mentu, baixado pelo Exm. Sr. Dr. Lucena ? !
Nao o acreditamos.
A reforrr.a que acaba de fazer o Exm Sr. Dr.
Lucena na hibliotheca provincial, era de ha muito
reclamada, quer pelas exigencias do servico, quer
pela opiniao publica.
Todos lastimavam quese nio a Gzesse e qne se
deixasse arra-tar uma exi?teucia ingloria e preca-
ria um e3tab-lecimento litterario destinado a pres-
tar tao importantes e valiosos services a provin-
cia, ao povo.
Aos clhos de todos avultava a npcessidade de
pagar mdhor os serviqos do bibliothecario, a^sira
como de dar a esse funccinnario auxiliares, qne
erain iudispensaveis ao estabelecimento.
Quern ja vio uma hibliotheca dizer-ee bem or-
ganisada, pessuindo siinpksmetite um bibliothe-
cario ?
Pois ha d i ser esie funccionario quern varra a
estabelecimento e fa>;a outros serviqos dessa or-
dem ?
So por nma anomaha permaneceu por lanto
tempo a bibliotheca provincial com a or-gaoisacao
que at6 ha pouco lave.
Uma prova da quelia muito era sentida a neces-
tiJade da refcrrpa que o Exm Sr.^Dr Luaena aca-
bou de fa?ei"na bibliotneca provincial, et> prd]ec-
to que foi apresentado na assembWa" provincial em
18... sobre esse assumpto. o qual tedavia nao foi
eonverlida em lei. ,
0 augmento de ven;imentos do bibliothecario
foi ;.g>ra tanto maij justo, quanto as suas func-
coes tornaram se mais pesa las com a abertura da
bibliotheca duai vezes por dia, sendo uma deltas
a noite.
Pas-.emos ao indeferi mento da peticao do padre
Lino a assemblea provincial.
Esse indeferimento nao mestra, na phra-e as*-
querosa do excriptor proeintian^que nos publicos
negociot o Sr. Lucen t e a sua "camatillia se deli-
beram pela mais desearada afilhadagem. Nio ;
Quando pensava qua os mocos di Instilu!) His-
torico e Philosophico, apanhasse^t a luva que tao
dignamente Ihes atir&ra o Sr. Rosa e Silva. fui
surprehen lido pelo asqueroso insulto do hydro-
phobico Sr-----, que cobardemente se apresentou
em publico, pela Provincia de hoje, sob a vil mas
cara do anon^mo.
Ineolcando'se de sabichao, diz que moltratei a
grammatici^l).
Como e tolo I! -!
0 nauseabunloum snci\dando errocrassis-
simo qilal o de usar de voltaremos, em vez de col-
iarei, havendo ja eropregado responder; dando
crassissimo-etTo-de grammatica el^mentar, servin-
do se nesciameirie do subtlantivo prtsumpoao, co-
mo qualilicativo (parto tnonstrwoso I !), bom mos-
tras deu de eslar sollrendo da bola, ou tal vez ata-
cado de rheumatismo cerebr I, que sobreinaneira
desarciija a intelligencia.
Desculpe o publico se respondo neste ealylo c
ouennifio ha om quo- ningueni pode exhimir se de
appllcar a (tena de Taliao.
Recife, 10 de julho de 1874.
Alugalhaes e Silva.
As habltantes desta oidadc e
ao ninndo inteiro.
Sao os factos que provam as verdaoes, e nSb pa-
lavras, enibora sejam prontmr"
lllma. o Exma. Sra. D. Josepha Cordolina Feroan-
des.Como m-iiorrespeito eattebc3o saddo a V.
Exc, desejando-ihe todos os bens ua vida.
Quero merecer a favor de V.Exc. deattestar-me
ao pe desta, o estado de ana saude, quando por
sen bom irmao foi maud.tda vir dD Aracaty, pira
entrar era tratamento com os mem remedios ; aos
sacrifices que f.z para ver se obtinha a cura ilo
terrivel mal da elephantiases do3 Grego-, que ha
annos Ihe persrguia, e como se acha no presente,
pertnitt'ndo-me a faculdade de fazer o usoque me
convier da sua duna resposta.
Sou de V. Exc. atlento respeilador e criado. -
Domingos ee Souza Barros,
Recife, 6 de julho de 1874.
Alle>to qu me achand i doente, a ponto de nao
julgar escapar de molestia da pelle, com inchacoes
azuladas, pelos pes, maos e rosto, a ponto do' ha-
ver grande defrrmidade, e daodo-roe ataques a
niiiido, no eslomag.i e coraeao, de Gear horas sem
sentido ; e tentanilo a minha cara com os medicos
do Arcaty.onde moro, e nao tendo tirado resulta-
do algum das suas applicacoes, por mais de d us
annos, entao foi mandada vir por meu raano Jesui
no Alves Fernandas, para esta cidade, me f ti
apresentado o Sr. capital Domingo* de Suuza Bar-
ros, o com-elle me receitei e entrei em tratamento
com os seus remedios, e logo no priuieiro mez'de
tratamento liquei livre de todas as inc af50| que
ha aonos sulTria, edos ataques qu; ma araeaev
vain a morte, a t'azem oiio mezes que estou em trn-
tamento com os remedies do dito senhtr, e ja me
julgo ciin granl; m-;l!iora dts mats la-:ommo-
dos ; e ospero qiie torn a continua^ao dos seus
remedios me.pinha hot do mil ; ja ni; acho cm
inelhur cor di quo tinha, esparo que para o futu
roliqueboa : e tudo J.que teubo a dizer relativa
mento a este senhor.
Recife, ru?. do Duque de Cixias n. 7o, 2' anlar,
LG de julho de 1874 -i)e Vm. altenta obrigada.
Josephs Cordoltna Fernan !es.
Illm-'. e Exma. Sra. D. Joaquina-Carneiro.--Saii
do a V. Exc. c a Exma. sua familia.
Faca-me o favir attestar ao pe desta, o e-tado
da molestia de elephantiase. em que se achava o
seniior seu lilho, e como foi etirado por mint; per-
mittindo-me a faculda Io" do faier o u digao at e.-tado, como me Con trier.
Sou de V. Etc. altento respeitaJor. -Doming <%
de Souza Bints.
Recife, G de julho de 187 i.
Attesto qne apperecendo inchjedes nas orel.'ias
c rosto do meu lilho Jnwench, aprajentej-o ao Sr.
Dr. Curio e p r elle me fui diti qne meu lilho es-
tava morphelie e ihe deu alguus remedios para
appllcar ao d.to doente e inandai o para Iguarassu;
depois de quatro mezes voltoa meu lilho no mes-
mo estado : entao sabendo de algumas curasque
o Sr. Domingos do Souza Garros hi feito, man-
de-i-o chanur para assi;tir it meu filfin e elle fei
appl car^rt) do sou raraodio ao dito meu Blho, e :-.o-
je ju'go-o cur.id >, pprqu- nada soffre, acha-se livre
das inchacoes quo 6 offendia p.
Recife, rua do Rosario estreita n li, G de ju
Iho da 1874.-Joaquina Carneiro Penna forte.
Illm. Sr. Mamel Ferreira.Desejoqu; V. S. go-
ze saude e plena p iz, na corapauhia do sua Exma.
familit, a quern envio os meus respeitos.
Faca-ma o Cavor*attCBtar ao pe desta, omao esta
do de saude em que se achava- sua Exma. mulher,
devio ao terrivel mal Ja morphea tuberculo-o e
man.-lias quo ha tempos a petseg liam, e os sacri-
ftsiosuae fez para ver se obtiuha cura, at o dia
que ella entrou em meu ir.iamedto, e st esta ou
nao curada por mim com os mens romedio* ; per-
mi'iindo me fazer o uso qne me aorouver de sui
digna resposta.
Sou Je \'. S. atlento vonerador e ertado. D mi a
gos de Souza Barros.
Recife, 8 le julho de 1874.
Illm. Sr. Domingos de Siuzt Barr is. Attesto
que minha mulher. e:do enf^r C9lra d-3 minha fi
Ilia morphetica bra(os, lev,; a infalicidada da passar para o seu
corpo o mesmo mal do nissa lilha ; mezes depois
de sua morte daelarouse o dito mal de.morphea
no corpo de minba mulher ; r-.;citrri a> Sr. D.-. Vil
las Boa-, me-lico'do htspital dos Ltzaros, e elle
fet de balde a|iphca;ao de arsenico, porem o mal
continnou uos seus' progresso;, daclarou-se a in
chaijlt dos pes, maos e rosto, com tutercnlos e
manehas feias, com grande transtorno Je sua cor.
Xes'as circumssaacias, sjuba das cura' proJigio-
sas teltas pe!o Sr. capit.ii Souza Barros, dirigi-me
a ella e veio a minha c:'?a, examinanlo a doente af-
iTino i a cura, e assim o fez applicinlo Hie os
seus valiosos remedios ; em seis mez.-s da trata-
mento ja appa ecen a cor natural de minha mu
Iher e desapparecendo toda a deforir.idale da seu
rosto^pes e maos, e eu cerlissjnit da cura dos ma-
les de minha mulher, dou grae.H ao Divino Crea
dor por me mostrar este homem incomparavel com
remedios tao milagrosos.licando ej e minha mulher
penhorados ao nftosenhor, da malar graiidao.
No meu sitio na estrada de Joao de Barros, 9 de
julho de 1874.vianoel Ferreira Pinto de Araujo.
iHm.-Sr. Attxandrino de Ssnza Br ga. -Desejo
que continue a gnzar melhora- dos seu IMnm-
modos.
I'eco lhe o favor de aite-tar me ao pe desti o
seu mao estado de .saude em que se achava, quan-
do entrou em ira'.amento com os meu* remedios,
devido a terrivel raorphe'a tuber^ulosa, que ha
annos o perseguia, e o estade!'ta 'fu: hoje se
acha com men tratamento, perrntttindo-ra; ""fteul-i
dade d na resposta.
. Sou do Vmc. aitento, vener.dor e criado.Do
raiugos de souza Barros.
Attesto que ha LI annos seado deseuganado pe
103 melbores medicos desta cidiie, ju'^audo me
etles jmpcssivf! n cura da morphea hornvel, que
" perseguia. Nesias clrcumstancla? deixei a
acho nundo-e-com' forca'; finalmenie estoa na \ rflm(Miin ti
maiof oerteta 4e em peuoos-roeiBs Gcarei ca-1
.tedo dtedo,..dto qurdou graeas a-Dans, por me
.'Wostrer -n:a-homem tao impoftaote, com reme-
dios tao mKagposos ; 6 o qua tenho- a dizer ao
dito sensor e todes que me pergaataretn, e quern
quizer ver-estes- grande* milagrw venha a minha
casa.
Estrada Nov* d-> Recife, 9 de jalho d 1874.
Alexandrino de Souza- Braga.
Illm. Sr. Dr.. Jo** Goncalve3 da Rocha. -Saitdo
a V. S. e a tudo qaaoto lhe e caro.Por nrgente
precisio necessity que V. S. me atteste ao pe ces-
ta, o mao estado- de aaiide em qu* se acbava
quado recorrew ao- men tratamento, u-tempo em
que solTria as motestias que o perseguiam. os sa-
crilicios haldados que fez para ver se obtiuha cu-
ra, se foi fu nao durado radicalmente por mim, e
ha quanlo t;mpo sejnlga curado; permfttiodo-
me a faculdade de faaer o uso que me convier, do
seu digno altestado.
Sou de V. S. aUento, venerador e criado.D3-
mingos de Souza Barros.
Recife, 7 de julfto de 1874.
Ill n. e amigo Sr. Domingos de Souza Rarros
Ja.iive occasiao dedeclarar peloJrnal tio-Recife,
a cura, para mi -a maravilhwa, que fez V. S. c un
suas garrafadas, de padecimentos meus, reputa
dos chn nicos; selFria alem de outros ineommo
dos, de escrofulas- e hemoptosia (escarros de san-
gup), a medicina dw balde oirareceu-ma os seus
recursos : os reraedios sc contrapunham, isto e,
o tratamento de um ma' fazia a affeccao do ou-
tro ; desesperado eu tinha deixado delutar (
Foi V. S. qua por felicidade encontrei, eiran-
do me smiultaneamentc todos cs males eni pou-
co tempo, com soavidade e pouca die'a ; e ha um
anno quasi me acho curado I
E' oquo me cumpro dizer por ser a wrdide,
como me pede.
Recife, 8 de julho de 1874.
Jose Gon^alves da R;eua.
Illm. Sr. Joao de Assis Rocha. D ;sejo que V. S.
goze satidc, paz o so:ego, na comoanhia de sua
Exm. familia.
Faga-me o fav>r de attestar ao pe desta, o sou
mao estado de-sau io em que so achava, ate o dia
em qua entrou ant iratiraento com m meus rent;-
dio- ; ese.foi on nio, curalo por mim, permittin-
do-me faculdade de fazer o uso que me convier,
da sua digna resposta.
Sou de V. S., atlento venerador e criado. D j-
mingos de Sooza Barros.
Recife, 8 do julh-ide 1874.
Illm. Sr. Domingos de Souza Barros>.Attesto
que me achando- bastante doente, e ja iksconGado
f de nada conseguir, por mo ser constante uns es-
carros sanguincos, que me sobreveio., com grande
debilidade, a pontt de ir perdendn considcravel-
mento minhas forcas, em um e?tado de anemia
completa, dirigi me ptr aste motivo ao Sr. Dr.
Aquino, que conflnnou as minhas suspeitas, istoe,
quo eu estava solfreudo do pulmao, e que devia
immediatamen'.e seguir p ira um dos sertoes maia
seccos ao Ceara, equa nao o fiz pela deOcieneia
de mains em qua me acho ; um amig i porfi.n. me
acoeselhou a que procuratse ao Sr. Souza Bar-
ros para consoltar com elle a ver se havia cura
parao meu incommodo. Com effeito, procurei o
dito s tnrtior e por elle me fji affiinr^ado qu! me
poria bom indapendente de viagem ao sertao. as-
sim foz, applicou-me os sens proligiosos remedios,
e em men i. de GO dias deu-me ptr-pfojapto de cu-
ra, a com pffeitt acho-me ha mais deTtres mezes
curado, nit sea.tinlo por oia nada que me faca
descouSar- dos jacomraodos, e emquanto ao eata-
d t de anemia em ana estava, ach )-ma. na minba cor
natural, dispondo de todas as minhas forea, do
que dou parabms e gracas a Deus, por encoutr.r
oSr. Barros, que em tao pouco tempo me resti-
tuii a s.uido quo julgava nao adquiril a mais,
II' o q.ie tenho a :esponder ao dito Sr. Barr'-,
o quil pod; hzar o us> (|ue lhe apronver de mi-
nha rasp tsta, e a quom ma confess > gratt, por
ser amigo criadj muito obrigido. -Jj.io de V--is
Pereira Rocha.
Recife, 8 de julhjje 1874.- Ilha do Bemflci
n.8
lllma. e Exma. Sra. D. Anna Maria da C ncai-
jao.Desejo-lhe saiide e plena paz.
Faca-me o favor de attestar ao pe desta o mao
estado em qaes;a:hava de sua.saii-Je, devido a
chaga cancerosa quo existia no seu utoro, e a
granJo e pro'unda alcera qua existia em sua vagi-
na, e a falta do< menstrus quo Ihe persegnira, c
se foi ou nio curada radicalmente pr mim ; per-
mittindo me lieenaa para fazer o uso qu; me cm-
vier do seu digno attestadt.
De V. Exc. atftn!) raspeitadorDjming a d;
>ouza Barros.
Recife, 6 da jalh; de 1874.
Attesto que os meus soffrimentos erain terriveis,
os meus urgaos genitacs e.-tavam todos olcerados
com chagas, a ponto de me julgar nma mulher
podre e do pouca vida, visjo ter recorrido a qua-
tro medicos, e de suas appiicac5es nao tirar re-ul-
tado algum de in tlhora Sabcnd t das importantes
curas feiias pelo Sr. capiiao Domingos de Souza
Barro3, raaudei-o chamar, e com elle e 03 seus re-
medios entrei em cura, e no prazo de GO Jias G
qiiei curada, t nto dm males indicados, c.mo da
falta da meastruaeai quo hi mais do It mezes
off.ia; me acho nerfeitamente boa ha mais de 6 taa[;,lvl(i ^do tomeoi
mazes, do que don m,l gragas ao Divina Creador, pob!ielmente Mensado I :.,:- r "ru. 1-
por me mostrar uma cura tat certa e lehr.
cifo,
inciadas pelo lr razao porque dettoie
mais sclentifico do nnrido ; razao porque drfftieM
ao trabalho de pedir "altestado ; das curas, *"mfi
abaixo destas serao transcripto*, nao de todos1 es
doentes que entrarara em eara com o^ mens re-
medios ; pois sao tantos, qne- nao me e possivel,
e nem t'-nho, tempo para ma dar ae trabalho
de tirar tantos attestados; sim, vao os mais no
me
socieda.de ds homens, e vim para oiiuu sitio da
Estrada' Nova, ao-pe da boraba grande, e conli-
nuju o mal medoaho a fazer estragos no meu cor-
po, inchou-me as orelhas e nariz at6 chegarem
ao p6 dos homhros, encheu se o meu" rosto da ca
races, os dodos das macs incharam e supuratain,
e catliranr-'me" as ofJhas, ao depois engurgitararh,
os aiaps pks e oernas iniHaratn -ao maior ponto,
lasesram em drvdrsatpirtes e~ produzir.ra as ul-
(eras mais feias que se pode i-n ginar, e oahirim
taveis, deixaodo d' ir muitos outros ;'de tfrverso1'' tie todas as unhas des pe"s, licando em seu lugar
morphelicos, de fsmilias Mlustradas, deaia d'ttnde, '
por me negarem, dizeudo-me quo recooheoiatn as-
uras fertas com alguma certeza como uarecuimj
pordm, que eu deixasse oa&sar mais alguns mezes,
ara elles, depots de real certeza, levarem ao co-
nheclmento do poWmo, p"r agrhdecimentos feitjb a
mim, comn eston certo qua assim hide acohftcer;
porem, a razlo disto, sao as ptlavras pronuueia-
das por alguns facultativos, qu,e sem cooscieuciq,
dizem parecem curado's, por6m nao a*o," sao i-ne-
Ihorados, o mal vqlti ao sen mesino estado, por-
que nao ha remedin para enrar -morpliea
Qne blasphemia* Negoudo a grandesa de
Dau, e o comparando com elles, eu para melhor
diz-r, julgando o injUstociimo elles ; entao, porque
a sciencia medica nao desoobrio o remedio para
curar morphea, nSo existe no mun*> rernedio
para ella E* engano manifesto, cV ftaalraerrte,
gran4#e f#r;.Us. ?oie'padi'adct.Calcar me fiz umas
.gft!tdesalp*r(WUs com quo nie' ealcei; assim vi-
via' na malhr InfeliPMMe,, e'sperando a' hora da
uiinha"itoW*;i^is1 qiWBdo 'ap'.a^eeu ntaa pes-
sb3 m"tenma ^Bsa, ev>hdo o men ihWz esjadi)
rbe'diwe po*je navprotufaw o Sr. cap tao Sou-
0*IWroai,,qrp crtfava esta m-HeMia; entao man-
dei chamai' esie homem exirnedftiario, fDeai \e
ajude-ii.imtsm de-Oeu) e pjr-'Wte me- W affl n-
f-Bdo a cw* do meu- tarmal war; ea*iin vai fa-
zeii'lo, 'njtHiicott^me-' o* setfs 4Hsgreto itmedio*,
e hoje fujwiA l nwzes twrtes'-nlas; ojae estou em'
ttiat&mentch, eja m* ab*em; minha cvirirStural,
sem ferida algoraa no meu'crrpr>, o^trteus p&
ilesinohhram, ji ealgt sipatos ha dous maees, as
hjinhas orclhas desincharam qae p.-tfio com pioa-
liftermoa do estado natural, os meus dados ja
Recife, G de julho de 1874.-Rua da Restanra-
cao n. 62, segundo andar. Anna Mtria da Con-
ceicao
Illm. Sr. Manoal Caldeira. -Desejo Hi-t a c >nti-
nua?ao ds sua saude e tod i o bem eslar.
Papa-me o favor attestar ao pe* desta, o m.o es-
tado ue -iia saude, devi Io as te.-rivei. ulceras que
ha annos Uu perseguiaV:n uma da suas perms,
e ossacnlicios qae fez piru-ver -. obiinhi cura,
ale o dia que entrou em iraumonto com os m ':i>
remedios; a como sa acha dos. seas iocoramodos,
nesta dati, permittinlo-rae faculdade de fazer o uso
que me convier da sua digna resposta.
Sou de Vmc. atlento, veneraJjr e criado. -Do-
mingos de Souza Barro*.
Recife, 8 de JQluo de 1871.
Attesto que ha mats da 20 aunts que soffria de
grandes ulceras em uma das minhas pernas, qu
ma lausava as maiorc- dores, a ponto de nio poJsr
andar, e durante esses annos recorri aos melhores
medicos desta cidade, senlo o primeiro qup com
elM enlrei em serio tratamento o Sr. Dr. Sarmenlo
Velho, depois com os Srs. Drs. Ramos. Carolino.
Curio, Mascaro e oulros mufus medicos; de todos
esses tralaraento3 nao tirei o manor resultado, so
me diziam os dito Srs medicos, que o meu mal
ara incuravel por eslar carialo o osso da perna ;
com essa resposta e sacrificios, determiaai-me a
m ner nos maiores sollrimentos; eis quando de-
naro no Uiario de Pemambuco, com os annunci is
da curas do Sr. capitio Domingos de Souza Bar-
ros ; dirigi-me a sua casa para me receitar, apre
sentei-lha o mea mal e depois de alg im exame.res-
pondeu me que nao.me aceiiava em cara, porque
nao via esperancas de cara, e que nao queria o
meu dinheiro por julga-lo mal ganho ; t-orem, na
minha sahida por minha felicidade, me disse, lem-
bret-me de nma causa, isto insi t.;, venha amanha
para Ihe-fazej, melhor exame, e assim o fiz; vindo
de dia, depois de um grande exame, respondou me
que o meu mal tinha cura ; applicou me os sens
valiosos remedits, e hoje fazem 40 dias de trata-
monlo, me acho corado do men terrivel mil sem
solli'er dor alguma e com perfrita ci :atris;,g 11 era
todas a< minhas ulceras, do qae diumil graca.> o
meu Divino Deus, por me mostrar aquella homem
extraordinario e prodigioso nas suas curas. E ao
jne pojso responder a V. S. e ao raunlo inteiro,
sao estas verdades.
Recife, 8 de julho de 1874.Na rua Imperial n.
139.Manoel Olegario J.Caldeira.
lllma. e Exma. Sra D. Araan'-ia da Conceicao.
Respeiiosamento desejo a coDtiouajao de sua
saude e todo hem estar.
Peco a V. Exc. que faca-me o favor attestar ao
pe desta, o mao estado de saude em que se
achava, qaando recorreu ao meu tratamento'e os
sacriGcios que fez ate aquella datada, para ver se
obiinha cura dos sous males, e se foi ou nao cara
da por mim com os meus-remedios, per.uiuinJj-
ma fazer o uso que me aprouver da sua digna
resposta.
Son de V. Exc, atlento respeitador.Domingos
dt Souza Barros.
Recife, JO de julho de 1874.
_ Attesto que ha mais de 3 anao*. tinha suppres-
sao de menstrao, me appareceu am calor abraza-
dor par tbde o corpo, eom nraitas palpitac5es no
id*u coraeao, apparecendo defeims nojantos e hor-
Tiveis nos meus orgaosgeaitae^oceasienanda ma
grande prostagao e lividea de elr, gratde magreza
com excesses taes, que ma jntgaram uma mulher
lnutili de r-*cnrjulo a todos os recursos da medicina ;
eis quando sonbedas curas prodigiosas Teitas pelo
Sr. capiiao Domingos de Souza Barros, mandai-o
ehamar eentrei em cura con 03 seus milagrosos
remedios e no prazo de 6 mazes e melo, flquei cu-
rada de lodoa Ofcmeu* mates com a maior perfei-
cao, e mc acho nutrida, com a minha cor natural,
ten (lend o gracas a Deus, por me mtstrar um !id-
o milagroso; e p rtanlo a qae tenho
a responder a V. S. sao estas verdadea ; julganJ >-
me ponhorada da maior gratiiao, pelos seas lns
servicos.
Recif*,10 de julho d IgTi. Na zn-da Ami
sade, ua Capunga n. SO Sou da V. S. atteuU,
criada o -okiigadiaima -Auwwia Maiia da Concet
(io.
Illm. Sr Luiz de Franca'-de Albuquerque.De-
sejo qua V. S. e sua Exma. hnrilia sozem saude r
plena pazi
yaca-me o favor attestar ao pe de.-4a o mao e<-
tadone saado em que sa achava Joao Menino.
quando chegou em sua casa, de(4o a grande in
llaramajiiOiclirDnica do Gjgadj e la? >, que Im an
nos o perseguia, e se foi ou oao curado radical
mento por mim.
Permiumdo-rae faculdado part $uer o uso qiv
mc convier dct sua digna resposta.
Sou de V. S. altento, venerador o criado. It
mingos de Soaza Barros.
Recife, 8 de julho de 187V
Alieslo que em minha casa eheg'tu o Sr. J
Menino, passoa de minaa ami sade, no peior > slid <
da sau J devido a 2 grandes iBiUiinia;>V, m> \,AI,
e Ggado, que ha annos soffria, fecuuhectuas u<
inGammacoes pelos melhores OMiico* deau eil.i
de, que ha annos esta vain com elle em trauiiieNt<>
sem el o tirar resuiudo de suas appJicacM; eae
gou Gualineiite em um eslada mortal, diseado-ai--
na muito que procuro cura, para sus males eo-*
d< tenha obtido de cura oj mellw a, e vedo a
morte perto demim,vjm com-to la difll.-nWade mor
rer em sna casa ; e am eileiio, m-h me pare
ecu porque no outro dia, nao se Wfiituw rrai*d\
cama em qua so achava ; e u umi ida 1^ de GO an
nos o molesti is daquella ordein an *, es|.rar a
morte sem duvida alguma : nesias cucitm-ianrui
lembrei me de chamar o Sr. Doming.- ..'c S uti
Birros, para ver se cornea seus pfoSifHwo* rrae-
dios salvava a vida daquelle mf.-lii; cbexado elte
fez um exame necessario no doente e me di"s*. en
aqui so vejo morie, p .rem, vou teoUr cora, e en
iron em tratamento com o doente earn os seu*
imnortantes remedios, e no prazo de 6j dis fez a
cura a mais radical que se pwJe iimginar, e da-
qui sahio o dito Joao Menino, curado, bam e per
feito de sua saude, para seu silio no lermo d
Ipojuca ; e o qae posso responder ao dii> Sr. Sou
za Barros e a todos que me perguntarem ares
I' it", e don o lesternunho deslas verdades, c ni
as meus visiuhos da H.-.ixa \'erd< da Capunga, aon
de moro, podendoo diloSr. Barros, fazer o uso qu
lhe aprouver.
Baixa Verde, 9 de julho de 1874.fi m seu eri
do e obrigad ).Laiz de Fraoja de Albu jaerqur.
Cemiterio publico.
)Coniinuara )
Srs. tedactores. Deparaious em o binn, ds
I'ernambuco de 9 do corrento com dim corres
pon-leneia em 'es,o-ti a outra i|ue os abaizo
assignados tiieram puliliear no Jormal do It cife
de 4 e DiariO de Peniambuo de 6 do iaes4>
mez.
ii' incrivel como 5o apreseiuain taes inexacu
does. Fi;amo3 me-smo em duvida se serum da
lavra do distinct) administrador do ceuiiurio I
S. S. apresentou-*> de |obo vestidt com a pelle
de cordeiro, proenr*ud > ardilosanenta sophismar
a verdade. Mas engana-se ; porqne esti fneettD
esta bem oo dommio do public >, e nil < com
novas fd-iJales e amoacas qne ae justidca p--an
te o mesmo.
Quer S. S negar-nos a rcputacio de h men',
cordatos '.' -co naofosseaos teriamos acc.-JiJ'
ao seu pedido quando S. S n. fez ver i| a
palre fiearii desgra^ado se obedeeesse as a
da I Im. caihara e\4esot,-p Ora, Sr. admiaistrador, fa.a cumprir mm
com ..< obri^aro's I. cemili rio.e nao venha parj
o publico arguir es abaixj assigoadoi de d.- r-
deiros.
N .-. iguilmente S S qua =e tiveuem awes
tado 8 ou 9 eoveiros (on irtlialhadores, priu-
nao lemos o d no de ser phy.i ta laais as para *
dm r. ncari arinadi s do nniiltiili
E'nossivei que covoto* ou ir. balaaiem t*
vies-i-m p .^tar em frente da m ; : iria, se par
isso nao fossem chamados I
Logo no eoroeco da corresp n I ncbt S. S ji r
nos fazer crer que em seu ifflc ii Illm. caeaare.
uBoasseuera que os contidu!-, tottem armada
de rewolcers, e apen.is disse qn
gadot linh'tm atieoerado.
Para que 0 publico p;s-a. a;:,z.r d; pialadi
esta a verdade. transcrevem is i trech i I
iicio : ao que nao Isnlo aanui i > o I i c
Ro, o -|ue fiz em lermbs brandos e urbanos,
romperam os con vida tos qu algans vinham ar-
inados :e rewolven.
Que quer islo dii-r Sr. a ,,., i-ii. j r
V,. S. qner n'ts negar qae uao sent'
quaud i se deu esle iactdenle f Quern era a^ passoa com qaam bllzmos a : I J il ;
dizendo-nos qae obrigaria o padre aenr
darn corpo, sa o ;xif -. purquanti nwi
.isso tile e page pela lUm. eaiuara, : oa-e-
gainte brigaa i a, cumprir sui- ordens.
Diz ta nbera S. S qoe nit lem ialeresse neohain
em quesloas desta ordem.. Parece n
!'
procurar rehabilitar a sai ra,mia;i ......;'i
com) nos julgamos un i ,rm.il inapoi
ta a n 'gacao di credi'.i q i- de" nwrewi a pal..
vrade qualquar homem. Portanto, \.- s *q.;
o prime ro interessado uesta >); sUo ra s. >
que de ma fe, segoado pareee, atreve.i-- r riar h tmens bem r 10b tcid is e 1 r :'
mad i pi b qoe fji d.'s nemi !> pnblicam .!
Em |uanlo a ,.r iBMasa de S S. na \ c :. u man
& dttCUStao, qutlquer pte ttjia forma on- Ik-
que'-ram & ir at t'-gnai trios 11 f tmmn mc id >.
ra faz-'l i, certo d qoe jamais ^m- ituvn q i-
se a lallereui os factos a s bel pr^zer
Recife, 10 de julho de ls7i
A. da Maia Pessoa.
Jose Go:nes Coimbra.
Aotonio Feroandes de Am iria
Franeisco de Silva Cardo-o.
Manjel da Silva Sa npai
Maaoel Augu^i LJfdMlia.
Augasto Cesar de Anve 11 > -
Fr incise j de 01 veir.i GMnari
Pedro Jose" de Siqueira,
Minoel J. Rtdriguei Ferreira.
Manoel Cardoso de Souza.
Jose Joajaim Salgaio.
Antonio Ja Costa Oliveira Haia
Alolpho Marlins d^ Birr M.
Miguel F.ut uta. ,
On peetU -ii iit.las am iJartr, ,i
die r.im elegmte' e
spu; I'ndas e formosos cabeUos. A cnl*
tid.i como uma grande nncula nos temp is
got, e com muito maior razao o dever* ser
tempts midem -, quanlo acha-se, por assim dizer quasi a i alcance do 11
dos : portanto nao a demasiado dizer que o at
frequente do fragrante vigirad-r vegetal o1
co Orieulal couserva o cabello em plenn v-
loranie a vida, restitue o e o faz regenerar. quau-i
por motives de enfermidade ou deleixo pnn.'ipi a
seecar-se e a cahir. e I lie di, sa esla secoo oa a-
,"i-i -. um grao do brilho e II xibilidade que n i
n hum a outra preptriclo e eapaz de prodozir no
imilar.

emmre
M
MMER0I6.
JLXTA DOS COURKTOULS
Praca do Recife, IO de julhm
de 1994.
AS 3 HORAS DA TARDE
COT.^gSKS OFFICJAES
Algodao de I* sorte 7|8O0 oor 15 kilo..
Algodio de Mac?io 1' sorte 8*700 por 1". kit -
poslo a btrdo a treta de 7|8 e ." i 0
honteni.
Assucarmascavinho ii-idO por 15 kilos, homem
Camhio sobre Londrcs a ~M) d|v. zS M t 2 > l|J.
e do banco 25 l|4 d. por UOO', l.oofrn
'-ammo -sobre o Rio de Janeiro a irt d|v. ao par.
do banco.
U. de Yasconeeuu*
Presdeute.
A P. de i.-'iii!-.
heereurio.
rtejfiimen'.!'
emtf do Ji
AUFANDftJA
i di? I a 9 .
to
:H)V"W9iiH
W:0W3;.
-
3tl:|3ia8.?
'%
:
vao esttrando, o me ecrp'tft.aou earns,-que me rank digno das maioces elpgjo?, e dejeobridoc de
De-.caiTi-gam hoje II de junho de \%~\
Patacho alemao- Itvante farinha e> Irig* ja
Cespacbada para o eaes da Apollo.
Patacho allemio JoUannet generas oaci nvt-.
para t trapiche Dantis.

',


Di#fk> de Pemambuoo Sarfoado 11 4a Julho de 187*.
Inefortr.ao.
fflttaioglei SoutkerBmu entrado deNewiYdrkj
em 10 do eorrente 6 eoneigoado a Henry Fors-
ler & -C, mtnilestou:
Bantu <00 bar is a Sooaa Rastos k CO a
P. J. d* Cotta Amoria fc'-O, 30 a Lei a, Kecha ft &
C, 1*0 e 5 barriqaiahas-a Manuel Pernandesda
Costa tC Dren 150 barrieas a Madoel Fernando*
da-Costa, 80 aos coaaigaaiarios.
Caavaieiros perteaeee 4 barrica, aos coesig-
natar+n. Charotos 2 caixas a Lniz A. Siqueira.
Drogas 2 caixas a P.iMaooel da Silra.
Fariafca de triga m aarricas aos consigna
tarios.
Kerosene 2,300 caiaaaees consignaterios, 90 a
Maooitf'Fernandei da Costa & (I, 208 a F: J. -da
Costa' Amorim & C
Miadezat 1 ca Oleo para raaebiaaa > barris ajs raejmos.
PapefcS'X) reMjas aos mesmos.
Ratoefeas 1 caixa a Souza e Si & C
DEWACflOS DB KXPOhTACAO NO WA 9-Dt
JULHO DE 1874.
Para os portos do extertor.
:No-*apor inglet Naraldi, |para Liverpool,
carrefOB : Ft Lima 4 Goi mantes 106 saceas com
9,036 No*atichu portagaet Forf mini, para Liver-
pool, oarregou : T. Chrisiiaosen 300 saceas com
22,300 kilos de assucar mascaaado.
No deaax, carregou : Olinto -v'urdim At C. 3 barricas
com 115.kilos de farinha.de mandioca : para Lis-
boa, Olkreira Filboe A C 1S2 saceas com 13,417
kilos deajgotlo.
sNo navio inglez Tittmia, para New-York,
earregju: S. Brothers 4 C 130 saccos com 13,000
kilos de assucar mavavado.
Na barca portcgueza Vence&ora, para o Par-
to, carregou : J. C Haciel Finheiro 1 sofa ; J. A
L. Piraentel f 80 saccos com pedagns de couro :
para Lisboa, Franco da Cunha & C. 70 saceas
com 3,5S0 kilos de algodao ; J. 1. G.ncalves 3d-
trio & Filho 1,013 couros safgados com 12,13(5
kilos.
?sra o* portos do interior.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho nacio
-a&l Jmtn Corr* pipas com 2i,0;C litros de aguardente e 1,800 co-
cos (frucla).
Para o Rio^Grande do Sul, do brigue nacio-
nal JaWajM car. egou : F. R. P. Guimaraes 117
saccoii com 8,775 kilos de assucar-tranco.
Para o Maraahao, no vapor national Ceara.
earrqgeu : T. Christiansen 73 sacoos com 5,623
kilos de assucar bracco.
Para o Natal, no biate nacional Olinda, car
regou : J. A. G-. Pires Junior 6 saccos com 450
kilos de assucar braneo. ,
Para a Villa de Tooros, na barcaea Gu&dlu-
pe, eartegNi : Pocas C. 1 barrica zom 67 kilos
de as; ucar Lrancd
ParaMaceid, na barcaca Tres Innus. carre-
goa : A. J. -Seaza Pacheco 1 case:) com 210 litros
de al-:o.>l.
CAPArAZIA DA ALFANDEOA
Rendimeoso d<- dia I a 8 8.0894I93
siflca^So dosesoravos.qae devem eriibtt-
tos pelo estado, de corifor-midade con o de-
creto n. 5,135 de-Id de aoTeonbro Pago da -camara municipal do Rooife, em
7 de julbo de A&tb.
Thaodoro Jfacfaado Freire Pereira,4 SiWa.
Jose" Joaqaim de Oliveira Fonseca.
Francisco Aagwto de Almeida.
8:440*725
VOLOMKS SAHiDOU
fto dia I a 9
No dia 10
Pnmeira port*
Segnnda poru.....
Terceira poru .
Quarta porta......
Tttpicba Ccaceicao .
8,522
126
(23
38
296
9,127
SERVigO MARITI.MO
il>irecgas descarrsgadas no trapiite da
alfandeca :
No dia 1 a 9 ..... 10
xNo dia 10. ......
Ho trapiefce Ccnceicio .
10
RJJCEBEDOtlA 1)2 RENDAS INT. UNAS GE-
BAES PE PERMAUBPC'
Readitent-? d-i dh J a 9 18:624*040
f,axa do dia 10 484*990
19:109*030
CiNSULADO PROVlNCIAb
RenJimeCio do dia I a 9 88:278*709
Idem to i'i lu. .... 706*761
68:9So/'i7.J
KGENCIA9 ROVI.NCIAES
Liquidos espirituosus.
Rendimenio de 0 a 8 2.487*317
Idem d-> dia 9 7034129
------------3:280*946
, Bac.iili.io, etc.
Rendiaiento do 6 a 8 348*450 *?
Idem do dia 9 450*011
-------. 1:298*461
Genpros de estiva.
Rendimento de' 6 a-8 609*720
Idem do dia 9 1:IO'*000
1:712*720
Fumo, etc.
Rendimento de 6 a 8 lS*952
Idem do dia 9 89*610
108*562
6:400*689
Taewaro provincial de I'enuiabuco, 10 de ju-
lho de 4874.
0 eserivai,
Joio Carneiro .VI. da Silva Santos.
^0Vii
HfBl ,%
tfavios enlrados no dia 10.
Rio de Janeiro e BahiaSdias, vapor t'ran-
cez Mendoza, de tooel.i'ias, cotnnian-
daiUe-Grou, equipagem 98, C3rga diver-
sos ceneros ; a Itarismandy A I.nbille.
Ilha de Kiirnatido l^ horas, vapor nacio-
nal Jaguaribe de 459 toneladas, coin-
mandanie Julio J. da Silva Sieves, equi-
pagem 32, carga differentes generos ; A
companhia pernambucana.
New York 35 din=, p.tlhabote inglez Sou-
thern Home, de 200 toneladas, capitao
Tboaiaz, equipagem 8, carga 700 barri-
cas com farinba da trigo, e outros ge-
nenos.
."Savivs sahidos no mesmo dia.
Havre por Lisboavapor francDz Ville de
Bahia, commandante P. Robert, carga
al$od8o e outros generos.
Bordeaux e portos intermediosvapor fran-
cez Mendoza, commandante (Irou, carga
a mesrna que trouxe dos portos do sul.
New-Yorklugre inglez TUania, capitao
Haroey, carga assucar.
EDiTAES.
_ De ordera da inspectoria geral da instruc-
--jk ;io publica faz-se sciente a prolessora da cadeira
do Breio. Alexandrioa Umbelina de Freitas Ucbda,
removida em / deaie rrcz para a de S. Jose de Ipo-
jnea, qne, po^portaria de boje, foi Hie marc^To
prazo de 60 dias, contado* da data da remogao,
para assnmir o exercicio de >ua cadeira.
Secretaria da instrnecao publica do Pernambu-
co, 8 de julho de 1874.
0 seeretarin,
________Joaqnim Pereira da Silva Guimaiaes.
A junta de enoancipacao de escravos
desta cidade, faz pubbco que se acba func-
cionando no pa;o da camara municipal, em
todos os dias uteis, das 9 horas da maohS
ds 3 da tarde, e que flea marcado o prazo
de 3 mezes para os respectivos senhores fa-
zerera declaragoes das alterac^es que te-
nham occorrido em seus escravos, prove-
nien'ies de obito, transferencia, ncquisirao e
iiberdade, afimde sepoder orgaiisar aclas-
S. &c Sr. presidente da prwincSa
manda fazer publico para contiecimeoto de
quern inleressar posta, que dentro da prazo
de sesseuta ddaa, contados desta data, rece-
berd proposta para o contrato da constPc-
gflo de uma estrada de rodagem no 'vaHe
da Parahyba, -qae, partindo da cidade -A i
Pilar, v4 t-rminar na povoag&o da Gamel-
leira, na raie da i-erpa dos dous irmaos, pas-
sando peia villa da-Atalaia e povoacTle do
Cijueiro e Capella, tudo de conformidade
com as C3ndicdes estabelecidas na resoluj.ao
provincial n. 678 de tide maio do cer-
rente anno, abaixo transcripta.-Secrftaria
dogoverno em Haceld, 7 de julho de 187.4.
0 secretary iaterino, Tiburcio Valeria-
node A raujo.
RESOLUg.lO !*. 078 DE 21 DE'M.VIO DE 187.4.
0 Dr. Juao Yieira de Araujo, juiz dedi-
reiio e presideuto da provincia das Alagoas-
Fa ;n saber a todos os seus habitantes que
a asscmblea legislative provincial decretou
e eu sanccionei a resolu^ao seguintc :
Art. \. Fica o presidente da provincia
autorisado a contratar eom os cidadSos Jose
Alves do Aguiar e Manoel Alves de Aguiar,
ou com quern molhores vantagens ofTerecer,
a construcgao de uma-es rada de rodagem
bo valle da Parahyba, que, partindo da ci-
dado do Pilar, vd terminar na povoajao da
Gamcllcira, na raiz da serra dos dous ir-
maos, passando pela villa da AtaUia, po-
voacao de Cajueiro e CapdJa.
1." Os emprezarios ficarao obrigados a
aprcsenterem o orgamento e pi ntas defi-
nitivas da estrada dentro dj prazo de seis
mezos depois da assignatura do contrato,
devendo as ditas plautas conterem a topo-
graphia do terreno que ficar a uma distan-
cia de cincoenta metro* de cada lado da
directriz das estradas, sob pena do uma mul-
ta de cinco coiitos de reis, eserero levan-
tadas de modo que os pendores das ram-
pas D&o e-xcedam de tres por cento, e os
raios das curvas nao sejam inferiores a cin-
coenta metros.
2. Os emprezarios obrfgar-se-hSo a
comeijar a estrad3 seis mezes-depois de ap-
provadas as plautas.
3. Obngar-si -hao tambero a concluir
a estrada no prazo de tres annos, contados
do dia da approvagao das plantas.
4." Ficarao sem effeito o prtvilegio e
garantia de j'iros concedidos, se em quatro
annos, contados da approvacao das plantas,
nao estiver concluida a estrada.
' 5. Os e.nprezarios se obrigarao a cons-
truir as pontes da estrada de conf jrmidade
com as plantas r.presentadas e 8pprovadas
pelo presidente da provincia,
6. Obrigar-sc-hao os mesmos empre-
zarios, findo o prazo do privilegio, a en
tregar cm bom estado A provincia, sem
onus clgum pecuniario, a estrada, materia
rodante, animaes e mais dependencias da
mesma entarda.
^ 7." Os emprezarios se obrigarao a ler
tantos carros e animaes, quantos forctn ne-
ctssarios ;>ara o servigo do trafego.
8. 0> emprezarios nao poder.10 esta-
belecer tabe'.la de pedagto, do i'retes de mer-
caJori.is ou piss'geiros, sem que sfja ella
previamenle approvada pi-la presidencia da
pr :vinc;a.
^ 9. Os mesmos emprezario ser3o
obrigados a aprcsentar ao governo, por
intcrmedio da repartigao das obras publi-
cas, ou do fiscal nomeado, todos os rela-
torios, informagdes e dados relativos d
roceita e despeza, teudo o fiscal o dirtito
de examinar os liv/os da companhia sem-
pre quo Hie parccec conveniente.
10. A provincia concede cos empre-
zarios ou & companhia por elles organisada
urn privilegio de quarenta ;nnos para go-
zar dos lucros da estrada durante o tempo
do privilegio, ficando cntendido que se a
emprcza aulerir lucros superiores a quinze
por cento, sera obrigada a entrar com a me-
tadfl do excesso desscs lucros para o cofre
em beneflcio da provincia por espago de
dez annos.
11. A province garante A empreza os
juros desete por cento, sobre o capital de
quinhntos contos de reis, em quanto nao
se estabelecer a estrada de ferro do Pilar A
Garnelleira ou As'semblea.
12. Os emprezarios terao direito ao uso
dos terrenos provinciaes, que se acharem
na passagem da estrada, e dos que forem
neccssarios para a cdilieagao de deposilos.
13. A empreza gozara* de isengao de
impostos provinciaes o rnunicpaes.
s 14. A provincia fica com direito a con-
ceder privilegios para estrada de ferro,
mesmo no valle da Parahyba.
15. A provincia se obriga a obter do
givcrno geral isjncao de direitos para os
materiaes neccssarios A estrada.
16. Dez annos depois de find a a estra-
trada e entregue ao transito publico, pode-
rd a provincia, querendo, encampar as obras,
sevindo de base ao resgate da estrada o or-
gament j apresentado e approvado pelo pre-
sidente da provincia.
17. A repartigfio de obras publicas ou
o fiscal nomeado pelo governo, fiscalisard
a execucdO-. das obras, o cumprimento das
condigOes do contrato e a maneira regular
do servigo ou trafego da empreza.
| 18. Os emprezarios serdo obrigados a
prestar flanga idonea para garantia de todas
as multas do contrato, logo depois da ?ssig-
natura do mesmo.
19, 0 presidente da.provincia, seenten-
der conveniente, poJerd accrescentar as
condigoes que julgar iodispensaveis e ga-
rantidoras do contrato.
Art.. 2." Ficam revogadas todas as lets e
disposigoes em contrrrio.
Mando, por tanto a todas as autoridades
A quem o conbecimento e execugdo da re-
ferida resolu^do pertencer, que a cumpram
e faeam cumprir tdo inteiramente como nel-
la se conte'm.
0 secretario desta provincia a faga im-
prirair, publi^ar e correr.
Palacio do governo das Alagoas em Ma-
ceio, 21 de maio de 1874, quinquagesimo
terceiro da independencia e do imperio.
(L. S). Dr Jodo Vieira de Araujo.
Nesta secretaria foi publicada a presente re-
solugao em 21 de maio de 1874.0 se-
cretario interino, Tiburcio Valeriano de
Araujo.Registrada a fl. 28 v. do livro de
leis provinciaes.
Secretaria dogoverno em Macei6, 21 de
maio de 1874,Manoel Laurindo Martins\
Junior,
0 Vim. fir. iaaaector da thasooro afwipeial
manda hear faalteo one em eumpritneala la Ar-
dent do Exa. fir. fweslaenle da provincia, da 7 fe
correnta mac, aamiie tar arramatado por aaa aaa*
no dia S3 do -raferfdo max, perattM a juata da ta-
zenda do mesmo tbMoaro, o imposto de I pot eta-
to sobre o etfimale planu vendido na cidade 4
Recife, orcadaa S:3f%tM.
A* pataoaa aaese propoxerem a eta arremata*
gSo comparetaa aa saia das setsdes da aeena
junta no dia iadwado, competentemente habHi-
Udas.
E para coasur, ae maadoa poblicar o presaate,
Secreuria do thesonro provincial de Peraao*n-
co, 9de jolho aaat74.
0 secretario,
___________ mgal Affonso Ferrelra.______
0 lllm. Sr. inspector do thesouru proviaoai,
em virtude da araan do Exm. Sr. presidente da
provincia, de I do corrente tan, manda taier pu-
blico, qne vao -avpnea ao dia 6 de afostoproxi-
rao futuro, peranto a junu do uiesnio Ummmto
para tor arraawlada a quem por meant flier, a
oora do calcarBeutn aa estrada de Jaboatio, dusde
a ponte de Afegadot ate a barreira do Gii|uia,
orcada em 29:4804*00 eui a polices de 7 0(0, da
aaixo das condicdet infra transcripts*.
As pettoas que se propozerem a esu arremaU
cao, comparecaa aa eala daa tetsdes da junta do
mesmo tbetouro, m ti horas do in Jicado dia, eom
peteutemeole habititadii
E para cons tar, setaandou faxer publico no pre
sente jornal.
Secretaria do thesauro provincial de Pernambu
co, 8 de jolho de 1874.
0 secretario,
Miguel Aftoos.) Ferreira.
Clausulas atpeciaes paca a arrematacao do calca-
mento desde a ponte dos Afogados ate a bar-
reira do Giquia, na estrada da Victoria.
Is
0 calcamento desde a ponte dos Afogados ale a
barreira do Gi|uii sera feit > de conformidade eom
o orcaraento approvado pelo Exm. Sr. presidente
da provincia, na importaacia de 29:480*000.
*
0 arrematante dara principle a obrafno prazo
de urn mez e a concluira no de oito mezes, con-
tados da d.-.ta da assignatura do contrato.
3."
0 pagameoto sera effeetoado em quatro presta-
coes iguaes, na properc^io do servigo exeeatado.
Para tudo o malt que nao vai espeuificado nas
presenter clausulas oWrvar-ee ha o que dispoe
oxegulameoto de 24 de fevereiro do corrente
anna
Oeogenheiro ajndante, Fcancicco Apoligoaio
Leal. Conforme. 0 official-maior, Luiz Salazar
Moseoso da Veiga Pessoa
Coxtforme,
___________________M. A. Ferreira.
""" nTCLAiacOEt.
SANTA CASA DA MISEK1COHD1A DO
RECIFE.
A Hlraa. junta administrattva da Santa Casa di
tfisericordia do Recife, manda faxer publico qn*
aa sala de snas sessdes, no dia [2 de julho, pe-
!as 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas a
juera mais vantagens ofTerecer, pelo tempo de am
i tres annos, as rendas dos predios em seguida
leclarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Rua do Padre Floriano
Casa terrea n. 43......201*000
Rua das Calgadas.
Idem n. 34........201*000
Cinco Pontas.
Idem n. 114........362*000
Rua larga do Rosario.
2* andar do sobrado n. 24 AH 310*000
Idem do sobrado n. 24.....408*000
Rua do Amerim.
1.' andar do sobrado n. 26. 304*000
Rna de Antonio Henrique.
Casa terrea n. 26...... 99*000
Largo da. Campina.
tderan 11 ......120*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua Duque de Caxias.
Loja n. 77........700*000
Becco das Boias.
Idem a. 39........42l*00(
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 40........202*OCO
Rua do Amorim.
?obrudo de 2 andares n. 23 602000
Casa terrea n. 34......122*OuO
Rua do Burgos.
Idem n. t9........K>3*000
Idem n. 21 .......151*000
Rua do Vigario.
2* andar do sobrado n. 27 243*000
1 andar do mesmo......300*000
Loja do mesmo.......375*000
Sobrado de 2 andares n. 85 ..1:300*000
Rua do Eucanamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 1:400*000
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......701*00*
Idem n. 23........209*000
Rua da Guia.
Idem n. 23........209*001
dem n. 29.......201*C00
Rua da Cruz.
?obrado de 2 andares n. 12 .v 800*000
Rua de S. Jorge
Casate-rean. 100......241*000
Rna de S. Bento.
Casa terrea n. 117...... 200*001
Os pretendentes deverHo apresentar no atjto d;
irromatacao as suas tiancas, ou compareceren
icompanhados dos respectivos fladores, devendt
pagar alem da renda, o premio da quantia en
712 for seguro 0 predio qua contiver estabeleci
nento commercial, assim como 0 servigo da lira
oeza eprecos dos apparelhos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Rt
rife, 26 de junho 0 de 1874.
0 escrivao,
Pedro Bodrigues de Souza.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesou-
-aria de fazenda desta provincia se faz publicc
para conhecimento de quem interessar que no
dia 29 de julho proximo futuro, pelas 2 boras da
tarde, sera posta em taasta pub ica perante a jun-
ta da mesma thesouraria, para ser arrematada por
quem mais lanco ofTerecer a casa terrea sita a
rua do Paco Castelhano, na cidade de Olinda, pro-
prto nacional e bem assim 0 terreno que Ihe fica
idjacente, 0 que tudo foi avaliado por dous contos
de reis. ,
Secretaria da thesouraria de fazenda ue Per-
nambuco 30 de junho de 1874.
0 2.' escrfpturario, servindo de secretario,
Carlos Joao de Sonza Correia.
Companhia Fidelidade
Seguro* mariUmoa e terrentres
A agenda desta companhia toma segnros ma-
ritimos e terrestres, a premios razoaveis, dando not
ultimos 0 solo livre, e 0 setimo anno gratnlto ao
segnrado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
51 Rua do Apollo 51
Associaqao Commercial
Agricola.
Nio tehdo comparecido numero sufBciente dos
Srs. astociados, deixon de ter lugar a reuniao da
assemt>lea geral convocada para boje, a qual licou
transferida para 0 dia 13 deste, pelas oito horas
da manha.
Secretaria da Associagao Commercial Agricola
de Pemambuco,9 de julho de 1874.
/ Joio Pereira Rego,
_________________t* secretario.________
Imperial Sociedade dos Ar-
tistas Mechanicos e Li-
beraes .
Nio se tendo proeedido a elei^o. da admials-
tracao qne tern de reger 0 anno social de 4874 a
187S, no dia 28 do mez paseado, como foi deler-
minadu, por falta de nnmero ; resoiven socie-
dade em satelo de 7 do corrente, marcar de no-
vo 0 dia 26 vigente, para proceder-se 4 referida
eleigao, e dispensar aos socios que devem male
de 10 mezes de mensaiidadsa, metade do debito,
e aos qne devem ate 10, 0 qne exeedar de 6,
tendo effeetoado 0 pagamento pela forma aetcrip-
ta ate 0 dia designaao para a eleicie, inclusive,
podendo aquelle?, que qnizerem se por em dia
dirigir-sa a sede da sociedade nos dias de tercas
sabbadot, das 6 aa 8 boras da noite, onde en-
con trarao 0 thesooreiro, on 0 recebedor, para is-
so autorisadot.
0 l. secretario,
I F. P.0J.0 do? Santos,
Irmandade do Senhor Borr
Jesue das Chagas.
Be conformidade com 0 art 79 do compromisto
leata irnxaqdade, convoco os sent respectivos ir
awos part a eleigao da nova mesa regedora, que
daae 'ter lugar no domingo proximo (ft), pelas 9
horas da maahS, em seguida a miss a do Espirito
Saato, como' iodicarn os arts. 80 e 81 do mesao
compromisso.
Consistorfc),^ de julho de 1874.
0 secretario.
__________-Domingos da Costa Mbnteiro.
Ajmazeas da companhia per
Hambucana.
Me^taroa contra (
A enmpaahit pernambucana, dispoMO da ex
aiitDttt e vatlot armaxent em teu predio ao far
te da Mattos, efcrece-os ao commereio em geral
para aaposilo de generos, garantindo a uiaior coo-
wrvacio das laercidoriat depositadat, servigo
prompto, .precot modicos, etc.
Tanbem racolhera, mediante previo acoordo, ex
elosivameote 01 generos de uma s6 petsfta.
Estee arwazeus, alem de arejadoe e commodos.
ao iatetramaote novos e atphaltados, iteotos d
;upim, ratos, etc., etc.
At peteoat qua qnizerem ntillsar-ae dettes ar-
nazens, pederao dingir-se ao esi rigtono da com-
panhia pernambucana, que acbarao eom quen
traatr.__________________________________
Manta Casa de Mlserlcordla
da Recife.
Pela secreuria da Santa Casa te faz publico que
no dia 13 do corrente, pelas 9 boras da maoba, no
sala 1 da casa dot expostos, o lllm. Sr. thetoureiro
fara paguneato as amas que trouxerem as crian-
eas que lhea foram condadas, das mensalidades
relativas ao trimestre vencido em 30 de junho ul-
timo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 2 de julno de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodriguez de Souza.
CONSULADO PROVINCIAL
Pelo consulado provincial se faz publico, qne de
conformidade com 0 an. 33 da lei provincial n.
1,141 foi pelo Sr. inspector do thesonro provincial
autorisado 0 continuo desta reparticio, Antonio
Carlos de Lemos Duarte, a proceder a veri(l:acao
e renovacao da muneracao de todos os vehiculos
da condi cao de carga e pessoas ne^ta cidade e
seus arrabaldes.
CO'>sulado provincial de Pernambuco, 7
de julho de 1874.
0 administrador, ,
Antonio Carneiro Machado Rios.
De or'em do lllm. Sr. inspector da thesou
raria de fazenda se faz publico para conhecimeot
de quem interessar, que perante a junta de fazen
da da mesma. tern de ir a praga para ser arrema-
tada por quem maior lanco ofTerecer, 0 arrenda
mento de uma casa terrea sob n. 35, a rua de S.
Bento da cidade de Olinda, certenccnte ao patrirao-
nio do convento de Nossa Senbora do Carmo da-
quella cidade, e hoje encorporado aos proprios na
cionaes ; sao por tanto convidados os pretenden
tes ao dito arrendamento a comparecercm as duas
horas da tarde do dia 23 do corrente mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per
nambuco, 5 de julho de 1874.
0 2*e=cripturafio, servindo de secretario,
Carl-js Joao de Souza Correia.
CONSULADO PROVINCIAL.
Pelo consulado provincial se faz publico que pa-
ra execugao dos arts. 78 e 79, abaixo declarados,
do n gulamento de 6 do abril do corrente anno, fi-
ca marcado 0 prazo de 60 dias.
Art. 78. Os generos de outras provincias impor-
ta?os nesta, por via terrestre, deverao ser acom-
panhados para a prova da procedencia de uma
guia do proprietary e por elle designada, daqual
conste declaradaraente 0 lugar d'onde vem os ge
neros, quaes sejam estes, a quantidado dos volu
mes a marca delles e 0 nome do conductor.
Art. 79. A guia do artigo anterior devera ser
apresntada pelo conductor a primeira collectoria
de.^ta provincia que lbe dear na direcgao ou proxi-
midade do seu tr nsito da procedencia a esta cida-
de, para que seja com 0 visto do fiscal ou collec-
tor anthenticaJa a mesma procedencia, sera 0 que
sera 0 geoero considerado produccao da'provincia,
e nenhuma outra prova podera supprir essa falta.
Consulado arovincial, 1 de julho de 1874.
0 administrador,
Antonio Carneiro .Machado Rio?.
' Juizo de orphaos
Em audiencia do dia 13 do corrente, do Exm.
Sr. desembargador juiz de orphaos, recebem se
pr postas para a arrematacJo da escrava Izidra,
preta, crioula, de 26 annos de idade, com algumas
habilitacoes, avaliada por 1:000*, pertencente ao
finado Leopoldo Ferreira Martins Ribeirn.
A camara municipal desta cidade tendo de
deraolir 0 sobrado a rua do "Amorim n. 19, que foi
ultimamentadesapropriado, e vender a quem mai
vantagens ofTerecer, todos os materiaes do mesmo
sobrado, convida de novo pelo presente aos pre-
tendentes a eomparecerem no dia 12 do corrente,
pelas 12 horas do dia, no paco de suas sessoes,
correndo dita demolicao por conta do arrematante.
Paco da camara municipal do Recife, 7 de julha
de 1874.
Theodoro Machado Freire Pereira da Silva,
Pro presideute.
Francisco Augusto da Costa,
0 secretario
f>e ordem da mesa regedora da irmandade
de Santa Cecilia, erecta na igreja de N. S. do Li
vramento, fago sciente a todos os nossos irmaos
que a mesma mesa regedora, reconsiderando 0
acto que deliberou, fossem saldados no prazo de
oito dias, os debitos daquelles irmaos que com a
mesrra irmandade se achavara atrazados, marcou
um novo prazo ds 30 dias para esse tim, a contar
desta data.
Secretaria da irmandade de Santa Cecilia, 1 de
julho de 1874.
0 secretario,
Bento da Silva Ramalho.
Irmandade do Divino Espi-
to Santo
0 irmao proourador geral, em cumprimento do
disposto no art. 68 do compromisso, convida aos
irmaos membros do conselho fiscal, a reunirem-se
em nosso consistorio, no domingo 12 do corrente,
pelas 9 horas da manba, afira de dar-se execugao
a primeira parte do art. 83 do mesmo compro-
misso.
Secreuria da irmandade, em 9 de julho de 1874.
F. J. dos Passos Guimaraes.
Novo Parthenon
Deve reunir se hoje, is 11 horas do dia, no !
andar do sobrado n. 9 do paleo do Carmo.
Ordem do dia 1* parte, discussio dos estatu-
(os; 1* detenvolvimento pelo Sr. Esperidiao Filho,
da these: Qitai 0 verdadeiro fundamento do di-
reito 4e pumr ?
CONSELHO DE COMPKAS DO AKSENAL
DE MAKINHA
0 conselbo, no dia 13 do corrente mez, i vista
de propostas recebidas ate a< 11 horas da manha,
promove a con?pra, sob as condigdes do estylo, dos
seftuintes objectos do material da armad% :
50 pratos travessos de folha, 40 remos de faia de
6,12 de comprtmento, 100 ditos de 8,78 do dito,
60 ditos de 5,44 de dito, 60 ditos de 5,10 de dito,
60 ditos de 4,76 de dito, GO kilos do fezes de ouro,
50 toneladas de carvao de ferreiro, e 40 taboas de
pinho de riga de 8,5 de comprimento, 0,250 de
largo e 0,50 de grossura.
Tambem 0 conselho, no mencionado dia, e em
vista igualmente de propostas, contrata 0 forne-
cimento de carvao cok por tres mezes para 0 ar-
senal de marinha.
Sala das sessoes do conselho de compras
do arsenal de marinha, 9 de julho de
1874.
0 secretario,
Alexandre Rodrignes dos Anjos
iORKElO
Kelagao das carlas que deixaram de seguir
para Portugal por falta de franquia
A. J. Gomes Netto, Antonio Joaquim Pereira,
Antonio Jose Pires da Silva & Alves, Antonio Jose
da Camara (2), Bent Jote da CosU Gomes, Dinii
de Castro, Francisco Fernandes da Cruz, G.
Scholtz, Joaquim da Silva Maia, Jose Jeronymo da
Silva, Jese Maria Passos, Jose Dias da Silva Lemot,
Maria Ferreira, Maria Row do Nas^imeoto Gomes
Leite, Manoel Ferreira de Moraes, Manoel Fernan-
des Monteiro, tfanoel Francises Vieira^. Manoel
Joaquim de Sonza, Manoel Jose Dintas, Serzedello
dfC., Visconde do Bella-Vista, tictorino de Al-
meida Rabello, W. & G. Graham & C.
Correio de Pernambuco, 10 de julho de
1874. 0 2 official encarregado da ex-
pedigio,
Agnello Pernambuco.
THEATRO
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
vicrUte
Sabbado 11 do corrente.
0 drama-tacro era 6 aetos e 8 quadras :
Os Sctc PaSSttS.
Princiara as 8 1)2 horas
Aviso.
Os bilhetes comprados para o especuculo de
quarufeira, que foi transferido por causa do mao
tempo, tern ingresso no espeetaculo acima an-
nunciado.
Ha trem para Apipucos.
Domingo 12 do corrente
A's 5 1|8 horaai da tarde
Para satisfazer os pedidos- de algumas pessoas,
vai a scena o drama-sacro :
Os Selc Passos.
Aviso.
0 emprexario previne ao publico, que a compa-
nhia dramatics ob sna direccao, trabalhara aqui
somente ate o fim do corrente mez.
Maranhao.
Para o referido porto pretende seguir eon -
ca demora o hiate Olinda, por tar a maior parte
da carga prompu : tratase com ot eoatifaata-
rios Joaquim Jose G ncalves Belirao 4 Fubo, a
rua do Commereio n. 5.
Lisboa e Porto
Segue viagem eom a poasivet brevidade a I
portugueza Atota FiMicwlora, recebe carga l
tageiros : a traiar com Tito Livio Soaraa, ram do
Torres n. 20.
Libra* esterlins.
Yendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
_______Rua do Commereio n. 41.________
CR %RC-KUR REVMM
COMPANHIA FRiNCEZA DE SAVR-
GAQAOA VAPOR
LINHA MKNsAL ENTRE 0
Havre, Lisboa, i'crnambuco, Rio de Janei-
ro, Santos, .Montevideo, Buenos-Ayres,
(com baldea^&o para o Rosario).
STEAMER
'llilil
EMPREZA
\MMUL VEEUUfR
Domingo 12 do corrente.
A'.<* a 1|9 horas da tarde.
(niniir espeetaculo cm nencllcio
dO ill'llNlil
Subiri i. scena o drama em 3 actos :
0 pirata Antonio.
Deiioniinacilo dos actos.
l.-0 triumpho do capitao Rsnau.
20 corsario Ar.tonio.
3."-0 desalio.
i *Os dous rivaes.
5.'0 combate contra os inglezes.
Terrainara o 6speclaculo com a comedia em J
acto :
Precisa-sc de uma luulher
para viajar
Principiara a'8 1(2 horas.
I
Santo x\ntonio
Quarta-feira 15 do corrente.
Benefieio da a:triz
Emilia .\upsta- da Camara.
0 programme do espe tacu'.o sera anauneiado
de segnnda-feira em dlante.
Para este espeetaculo havera trem para Api-
pucos.
A beneficiada conla desde ja com a proteecio
do illustrado publico Pernambucp.no, a quem de
ante-mao agtadece.
CIRCO EQDESTRE
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS
_iJw .
Commandante Ctipeilc
E' esperado da Eu-
ropa ale 24 do ear-
rente, seguindo de-
pois da inditpensavel
demora para os por-
tos do sul de tua es-
cala ate o Rio da Praia.
Para fretes, eocommeodas e passageiros, tcata-
se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLI VEIRA C.
12Rua do CommereioEntrada pela rna
do Torres.
Segue nestes dios para o Aracaly, por wr
parte de sen carrfgamento prompto, o beat eo-
nbecido hiate Dots te Guarde : i|in-m nelle qnizer
carregar ou ir de passagem, dinia-se ao etcriptd-
rio de Bartbobmen Lourenco, rua da Madre de
Dous n. 2, que achara com quem tratar._______
Rio Graude do Sul
O bripue nacional Sahii sahira para o porto aci-
ma, e recebe a earn precisa para alastrar : tra-
ta-se com Pereira Vianna 4 C, a rua do Vigario
numero I. '
Para a Bahia.
Para o referido porto segne com brevidade o
hiate Joven Arthur, por ter grande parte da carra
engajada, para o resto que The faltt, tratase com
o seu consignatario Antonio Lniz de Oliveira A:e-
vedo, na rua do Bom Jesus n. 57.
Palhabote Joven Arthur
Vende-se e-te navio prompto de um tulo para
navegar, e feito de madeiras do Brasil, esta aneo-
rado no qnadru da d^scarga : os pretendentes po-
derao examinar. e para traiar com Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo, a rua do Bom Jesus n. 57.
t'ompaiihia de nave^acio a va-
[or bahiauu, liuiitada
Maesfo, PeoBdo, Aracajii e Bahia.
E' esperado dos porvs
do ,'ul ate o dia II do
corrente o vapor Sinimbi,
o qual sahira para Mpor-
tos acima no dia -egu n-
te ao da sua chegaoa.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frrte
COMPANHIA PERKAMBLCANA
DE
\'ave^actlo costelraa taper.
MACElO EM DIRKITTRA, PRHM E ARACAJU'.
0 vapor Jaijuaril-e, comman-
dante Julio, seguira pira
os portos acima no dia 13 dc
corrente a.- ;> bora da tarde.
Itecebe caiga ale o dia I*.
encommendas, passageiro- -
dinheiro a fiele nt6 as 2 horas do dia da lid
la escriptono no Forte do Mattos n. 12.
Pa
ra
1)1 RECTOR
Antonio Carlos do.Carmo.
Hoje
Sabbado II a oito Flora* da noite
Variado espectaeulo.
Pouiposo espeetaculo
Domingo 19 as 5 fi'Jda tarde.
Eqnitacao.
Equilibrios japonezes.
Gymnastica.
Salto?.
THEATRO
RECREIO DRAMATICO.
Hoje
(.Espeetaculo puniit-o)
Subira a scena 0 bem conheddo drama :
Luiz de Camfles.
Em obzequio 0 artista Penante repre^entara uma
scena eomica de .=u 1 produccao.
Finahsara 0 e.-pectaculo com 0 dueto :
0 Meirialio e a pobrc.
Havera trem para 0 Recife.
Principiara as 8 1)2 hor.-s-
Os bilhetes estao a venda no Mecife, travessa
da Ribeira n 6, deposito de carvao animal, e no
theatro.
AVISOS MflBITrMOS
COHPAMHIA nn.4lLKIB.l
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Portos do snl
Segue uestes poucos dias 0 patacho porUtfoez
Micliaelense ; para o resto da carga que Ihe falu.
trati e com Ar.tonio F rreira de Alme'da. a ri^
da Madre de Dr 3fi
^utal
Maouo e Mossor6.
Para os porto1: ncima vai sahir cam muita hre-
vidade 0 hiate Olinda, r< cebe carga a frrte com-
medo : a tratar cam Juio Joaa da Cunha Lage-.
na ma do Vigario n. 33, ou a brrdo, confrm:-
ao irapiche Dantas.
Rio de Janeiro e Rio Grande
do Sul
Para os inlicados portos vai seguir em pou
dias o brigue nacional Pirangy; recebe ainda a
frete molieo alguma carga e escravos : a tratar
com Francisco Ribeir. Pinto Guimaraes, a rua oa
Barao do Triumpho n. 9C. _______
Pacific Sleaiii .^avigalion (loinpanj
ROYAL MAIL STEAMER
JOIN ELDER
(DE 4151 TONELADAS)
Comman lante W. F. He>vtscn.
H-pera-sedaEu.-:-
pa ate 0 dia 10 do cor-
rente, e depoit da de-
mora do costume, se-
Snira para Bahia, i.'
e Janeiro, Monte1--
deo, Buenos-Ayres. Sandy, Point, Lota, Valparai-
so. Arica; Islay e Callao. para onle recebera pas-
sageiros, encommendas e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do &a
de sua chegada.
OS AfiFNTES
Wilson Ruwe A C
<4PRACA DO COMMERC10H
PROtiRESNO M.VRITIHO DO POJftTt
Einpreia portuentic de navegario a
vapor entre Poriufcal e o Brasil
0 VATOR
Almeida Garni
Commandante Tomasini
Esperado do sa
em 18 do corrente de-
pois de poora demora
dentro deste porto se-
euiri para Lisboa
Porto com escala per
s. Thiago.
Passagens e fretes de cargas, encommendas a
valores, tratam-se com os
AGENTES
E. B. Rabello rt C.
48 Rua do Commereio W
PAIU'
A escnna Gtorgiana tegne nestes dias para 0
porto acima, e recebe carga a frete : a tratar
Tasso Irmaos 4 C
Commandante Carlos Gomes
E' esperade dos portos
do norte ate 0 dia 13 do
corrente e seguira para
os do sul depois da de-
mora do costume.
Para carga. encommendas, vaioret e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUADOVIGARiO-7
Pereira Vianna 4 C,
LEILOES.
Leilao
DE
9 prancbdes de pinho, 4 barrtcas com tin-
ts, 3 oirrinbosdc mao, 1 bancada de fer-
ro, 1 torno om perfoito estado, 1 bigorna,
dito. 1 forja. i lata deoleo, Jl pedra da
araolar e 1 banco de carapina


* ft



. Diario de Pernambucu Sabbado 11 de Julho de U01
Segunda-feira. 13 do corrente
* tO f 11 hora*
ooarmuemn. 14 da compuhi* peham-
bucana.
0 agente Diaa, eonipeterjlamente antorisadd, Ic
vara a Mao, no <1u e hora acima designs -Jus, os
objectoSdescriptos o que i-scirao palerltes ao e\a-
me do# proten loiues.
Em comiaoacL) ven-l* o mesmo afenie un
cauda para fanilia, portoncentes aos bons Jo f*U
woo Mattel Antonio Vieira.
Qualquer preteuJoute poju-li-ba examfoar,
pots seachara no dia do lei ao atracada ao caes
da referida compattiia, onde se eiTcctuara a men-
ciooada venda.
Precisa -se ue uma anw.
3ia cozinbar cm casa Je
|:equcna' fami'lia, preferio-
do-se esorava : iwi rua do
Capibaribe n. 40.
Lava se,
roa ENGOMADEIRA.
e engoma se, com perfoi<;ao i
18.
LEILAO
DA
armacAo, fazendas, 2 cofies de forre e mais
utensilios existentos em o estabelecimen-
to da rua do Duqae de Caxias a, 0 A.
lercafeir*M docorrente
Mil horas da manha
O agente Dias, comeetenteraerite autorisado,
Twr mandado do lilaa. Sr. Dr. juit especial do
comraercio, levara a leilao no dia e bora acima
designalos, a armacto, fazendas, 3 eofres de fer-
To e mais utencilio. existentes em o estabeleci-
mento acima indkado, pertenccntes aoa bens
da raassa failida dos Srs. Beato da Silva <& C. 0
mandado que se acha com a competence avaiia
sao, pode desde ser exarafnado em a rua do
Marquez de Olinaa n. 37, primeiro andar, escrip-
torio do referiflo agente.
ATTENCAO
Fugiram no^ia 7 de julho de 187i, do eugeuho
GiquL Iregueua datscada, de Florismundo Mar-
ques Lins, 3 eseravos, sendo Asterlo, preto, al-
to, fcem moco, sem barba, corpo regular, e olhos
bnracos ; Elias, preto, bera moco, sem barba, al
twa media e corpo regular ; e.-tes dous feram da
Wlla de Pesquetra. Lniz, c5r fula, bem moco,
barbado e tern os peitos cabelludos, cstatura bai-
Tta corpo refor(ado e bem espadarido ; este foi de
Moan Senhera da Gloria ; gratiflca-se com gene-
rosidade a quern os apprefcender e lev*-Ins ao Re-
cife, no esCriptorio de Francisco Mamede de Al-
meida, roa do Torres n, 12, ou ao ^roprietario
acima.
PIANOS.
A -,.'j..in i% oti- g ir muilii bw plain* lot <* e de
elegantes ii'iiJi-llis, am mais nutaveis e'bt-m CD
uncci4o labrieantwT; conto lu'.jam ; Alj4.'n^ ili
dnnel. Henry ller. e I'ley.-I W..UT A C. : ihj v***
PrrtflBE. A -na do Batao flctotifa, o-Sftr* 5o-
va a, 7. aj-re<_:"> uiuitij commodua.
Perfumaria^.
RUA DO
DO BOWMAN
BRM N.
4*
^frt,,
Agente Dias
hWLM
DE
movs, 7 piano, 2e^pelhos
grandes, moldura ^oura-
da, quadros com diversas
vistas, e oirtrosmuitosar-
tigos, como abaixo se
menciona
Alicncao.
Alugase para estabelecimento, a loja do sobra-
don. 17, sito a rua da Imperatrlx; 6 commoda
e esta acabada de concertos e reparos : quern a
pretender dirija-se a.rua da Torres n. 12, escrip-
torio, !. andar.
Precisa-se de urn de 15 a 18 annos, "que d ca-
nhecknento da conducta : a rua do Imperador
a. ^ ________________________
Perdeu se do Forte do awttos, em direitara a
rna do Vigario, e dahi a rua de S. Joao, um em-
bruttio de papeis com divfci-sas notas, e uma letra
de *C0| ja veacida e paga -pelo aceitants, e 6*000
em dinheiro : a pessoa qoe rachou, p6de ficar com
o-flmheiro entregar drtos papeis nesta typogra-
phia ao Sr. Guilherme Patricio Bezerra Cavalcn-
1e, visto que os mesmos pepeis so servem aseu
doBo.que ticara obrigado a quern os entregar.
Restauraat du Louvre
Rna (la*Trir,('i(ii.is n. IG
Tern para alugar uma sala e dous quartos, for-
necendo comida, por prego coramodo. Entrada in-
dependente.
Atten^ao
0 abako assignado, cstabe'ecido a rua do Co-
ronel Suassuna n. 2, deparando no Diario de Per-
nambueo n. 157 com sea noTie era uma liala de
debito a-'Joaquim Ferreira Lobo, desde ja declara
que nunca teve negocios. com dito Lobe, nem
tarabera o conhece. Recife, 7 de julho de 1874.
.___________Joao Ferreira dos Santos.
Ama para ongommar.
Precisa-se de uma quo saiba engommai
roupa
OUARTA-FEIRA 15 DO CORRENTE
is 10 1|2 boras da manha
En o primeiro aadttr do sobrado da rua
da Iraperatriz t). 1, por cirna do Cafe*
fmperatriz
O agente Dias, competentemente autorisado por
uma femilia que roulou de resideacia, levara a
leiiao, no dia e hora acima desigoades, os moveis
e maais artigos
A.abr :
Um piano de jacaraada, 1 mobilia de dito, com-
,josta de 1 sofar2 ceosolos, com tampo de ?edra,1
1 mesa de meio de sala, 4 cadeiras de bracos e
12 de guarnicio, 2 espelhos gr&ndes, moldura dou-
rada, 1 mesa redouda, grande, de jacaranda, I
banca de costura, uma outra mobilia de jacaran
da, ceroposta de 1 sofa, 2 comolos, tampo de pe
dra, e i2 cadeiras de guarni'.io, 1 mesade ama-
da-looca usado 6 cadeiras de fa.a, 1 relog.o para La pharmacia Torres, a rua de Marcilk. bias n-
cima de mesa, 1 marquezao para selteiro, 1 mesa] 133.
com abas, 1 lavatorio com tampo de pedra e guar-
nicao, 2 bancas de jacaranda para jogo, 1 touca
dor, 2 banquinha3 de amarelio, 1 cama de araa-
rella para casal, 2 lavatorios de mogno, com tam-
po de pedra e guarnicio, 2 cadeiras secretas, 6
cadeiras de jacaranda, 2 i tas de tialanco de dito,
1 tear, 4 bancas de amarelio para jogo, o mesas
de abas, 6 cadeiras americaoal, 1 banca, 1 porta-
cartao em forma de mesa, 1 jardineira, 1 relogio,
com icorda para 8 dias, diversas camas de madei-
ra, para raeuino, 1 dita de ferro, I berco, 2 cadei-
ras e 1 banco de ferro, diversas duzias de facas
e garfos, com cabo de metal, o bules de metal,
diversos taraanhof, 3 assucareiros de metal, 1
t andeija de charao, para pao, 1 lerno de bande-
jas,j3 caixas de charo para cha, 1 porta-licyr,
i pareo de jarros de madeira, 3 suspensos para
ilores, e outros rauitos artigos .jue e3tarao paten-
'.es aoexime dos Srs. concuneutes.
OJeiiao comecara as >0 1|2 horas em ponto.
LEILAO
DO
grande a brado amarelio,
de 3 andares e sotao, da
rua da Imperatriz. .em
freote a matriz da Boa-
Vista, o qual daum bom
rendimento annual.
QUINTA-FEIRA 16 DO CORRENTE
&s 11 horas
0 ageaite Pinto, novaraente utori?ado, lev"ara a
eilSo, as 11 horas do dia acima dito, em seu es-
criptario, a rua do Bom Jesus n. 43 ; sendo que
dita veada sera dcfinitiva, em virtude de novas
:-rdens cltimaraento recebidas.
Paula St Mafra
, Continuam
a rogar obsequiosamente aos senhores abaixo
mencionados para comparecerera ao seu esta-
belecimento, sito no pateo do Paraizo ns. 10 e
12, aQm de tratarem do negocios de seus inte-
resses.
Antonio Jose Ramos (selleiro.)
Amancio Marziano Rodriguss de Serxas fmar'e-
neiro.)
Benedicto Leal Romano.
Basiliano Henrique da Costa Couto.
Domingos Soriano Gardin.
Domingos Jose Marques (herdeiros.)
Domingos Francisco Duraes.
Frederico Augusto Velloso dn Silveira.
Feliciano El-iuterfo Horizonte Braslleirj.
Francisco da I osta Ramo3 (entalhador.)
Ildefonso Lueio Monteiro.
Lourengo Jo.>d de Sant'Anna.
Dr. Maximino de Aguiar Moniarroyos.
Capitio Jos6 Rodopiano dcs Sa< tos.
Capitao Joa^uim Januario Pereira de Crito.
Jose Soares Piuto Corrda.
Joao Baptista Nepnmuceno.
ioaquim Theodoro Ramos Jose Cecilio Carneiro Monteiro (estrada de ferro
de S Francisco.)
Dr. Joaquim Goncalves Aleixo.
Pl'Ji-o Deocleci no da Foneca.
Pedro de Alcantara Arruda e Mello.
Pedro Francisco das Chagas (carapina.j
' Siruio Jos6 de Azevedo Santos.
Serapiao de Mello Carneiro (Poco.)
Sociedade Giracao Livre Popular (rua Direita;
Vicente Alexaadrino Ferreira de Swua.
l-inog extracto's, bauhas, oleos, oriiata e p6s den-
inflce, agon de flur de laranja, agua de tariele,
divina, Honda, iavaude, pds de arroz, saboaetes,
crosmelicos, muittts arrigo delicadoR pm peVTacna
ria para presates efii frasco* de extrackis, taixi-
nhas fortidas o garrafas de uifTereales taUMahoa
d'agua de Cologne, tudo de primeira qwalidade
dos bem conhecidos fabricates Piver Goudrav,
No armazem do Vapor Frances, a rna -do Barao
da \'icturia, ontr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Irtigoa ditTereaitefli a^Mtea c
phantaziaa.
Espelhos, leques, luvas, fa'as d'oura, tesourinhas,
caaivetes, calxinhas de eostura, albuns, quadros,
e<5aixinhaa para retratos, bolsinhas de vellndo,
dna de couro, e cestinhas ftra bracos de meniuas,
chicotes, bengalas, ecute, pencinet, ponteiras para,
charutos e cigarros, escowas, peates. carteirinha de
madreperola, tapete para lanternaa, malas, bolsas
de viagcns, venesianaa para Jaaellas, esterioeo-
pos, lanternas magicas,eosmoramas, jogos da gloria,
de danws, de bagateHa, quadros com paisawns
globos ae papel para llluminaeSes, machinas de
razer cafe", espanadores depalhas, realejos de veie,
accorcaos, carrinhos, e bercos para criancas, *
outras muitas quioquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de dos os brinquedosfabricados-em diflerntes sartes
dafiuropa, para eutretimentos das criancas, tudo
a pregos mais resuroidos qne 6 possivel ne ar-
mazem do VaporfVanctz, rua do Barao da Vic-
toria outr ora Nova n. 7.
Calfado francez
A9I
Botinas para homem
Acabam de cbegar grandes jacturas de botinas
de bezerro, de cordavao, de pelica. de 'duraqu6 I
com biqueira, de bererro com botdes, e eom rlho-
zes a 8^000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricates;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barlo it
V ictoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para aenhara.
BOTINAS pretas, brancas e de "cores. diOerentes
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cdres differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para aneninas.
BOTINA9 pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS-de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
-1 B0T1NAD0S e sapatoes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Bolas# a Napoleao e a Guilherme, pertmr-
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
(Passaodo o chafarM
rTl-atM AOS MC^or . tenutnc o lavor de nmi wk\* i sea jaiaJjelautifomc, jsr ^reu* o tro--, roriitueDU.
Dit cclo patioai pode-M verifloar.
ESPECIAL ATTENC^O AO NUMERO E LjGAK DE SUA FUNDIQAO
?apore 6" rodaa d'aaraa ^' ?iiS Bro,tern~ w** ? l
y. w^wa aa> aafj ua mauhos conveaientea para as diversas
-trrwHiiuuaa doa letibores proprieuriot e fwra descaro^ar zigodSo.
ff061lda8 dtt ftfl-tlllH. ^.to4o> 0I tammlHW, asjmelbores qoe aqoi
Sodas dentadas p** *ilD""'* ,8<,v,pr-
i
raizas d ferro fandido, batido e de cobre.
Mamblqnes 9 fundos de aiambiqnes.
lachinismos
Bombat
idioci e algo^o.j
a-pira cerrar madeira.
Podendo'todos
ser movidos a mio
por agrja, vapor,
de patMAe. famtidaa........ I ou aoimaes.
rodftfl afl TUllJrAfaHaJI a P*?28 ao I09 *e costama precisar.
Fai QlialjQIiar OOIlCertO de nw^wwino, preco mai reaamido.
F OKU AS do iVllXI tem M D^ore( e mi'g baratas existentes do mer-
"SlMOIliniAflllftSL lDCDnaD-e dft msndar vir oualqaer machinismo 1 von-
uvuuLuiouuaOi to^e doexKentei, lembrando-lhea a vaoiagem de faierem
oh eeoprae por ntermedio de peeaoa eotendida, e qoe em qaalqner neceaiidade pode
ei prestar aaxfiio.
limdos americanos iMlrnmenloi lrico!a
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFARIZ
IDIM DUiRTE & IRMAO
CABELLEIREIBOS
Premiados na ^exposicao de 1872
Miranda & Inmlo
1MPERATRIZ
!>Yftea|
[*.' ANDAR.-
A

RUA
DA
IMPERATRIZ
N. 82
t. ANDAR.
24-Rna ('o Mmqucz k CIWa-M
Csiqiiaim Partieipa a sco (r< gncn s e : -k ipcs qne mode a
o seu estabelrcin.fLlo de teb-joc ru f-aia a aaana
rna n, 24, onde cncontraiao um gtai,de sorlimen;
de relogics de parade, rn ericsnos, e cima de me-
sa, dos melborei gcsics e qualij.id..-, relogios de
algibeira, de todas a qualida r.<, i,:.tenle soiato,
de onro e prata docrada, ftde?do .';qrjct), relo-
gio9 de onro. ingiesr, desenbeito, is naeOtor ;
fabricantes, cadoia i!e (oro, plaajact e prata, lnneio>
de trids-s as qualidades, tudo por pr< roa u.iuto La-
ratos.
loja iii) nm
Gurdeiro Siwdes j C.
Acabam do receiver pel" v MD.doza
RiqoiMiuHis cf r;
:uii<
' saaa lisos e
com listras arbamaloladas.
Ditos do liulio para restldos, rooUsda cada cor
te, o nects.-ario para sea i r.i-i'e. como seja :
franja?, traneas, lf*Bes, fivellas, etc.
Riqui.-simns ebapem para >'!.!';. altima a
z rna Primeiro de Marco n. 7 A
IAM.V
pn-
m
Na iraveesa d;
dasCruzes n. 2,
meiro andar, d
dinheiro sobre
iitiurots de ouro
e brill
:a
ll^N. 37Rua Duquede Caxias-Jji. 37V
Neste estabelecimento encaderna-se
com toda presteza, nitidez a perfeicao,
desde o mais simples ate os mais pri
morosos trabalhos de setime e vellndo.
Panta-se e risca-se papel para livros
|n em hranco, tanto para o commercio, como
pr.ra reparligoes publicas, numerase, li-
vros, executase tudo quanto erelativo a
gammographia.
|-\ Miranda d: IrmSo, mnnidos de Jjoas
marinas, hnns artistas e excellentes ma-
terials, julgam-se habilitados" para servir m
|"i satisfactoriamente as pessoas que quize- I
J'em trabalhos lao perfeitos como os que
vern do estrangeiro.
1
I
tfUti
M DVEBSOS
JPndro Tkiares da Conta.
Maria Francelina Neves e seus Qlhos, Gertrudes
da Silva Neves, Jose da Silva Neves, Antonio da
Silva Neves e Julio da Silva Neves, convidam a
' todos os seus amigos e parentes para assistirera
uma miesa que tem de ser celebrada por alma de
seu genro e aunhado Pedro Tavares da Costa,
fallecido ao dia 23 do mei proximo passado, na
cidade de Mossaro, qne tera lugar no convento
da Gloria, oo dia 13 do corrente, pelas 7 horas da
manfea, por <:ujo obsequio se aonfessam desde ja
*iernazneiite agradecidos.
v
I^eopuldina (ioimaraes Ni^-pa
Julio Guimaraes tendo recebido
a infausta noticia do passamento
de sua presada irmi Leopoldina A.
de Moraes Guimaraes Serpa, con-
vida a seu9 amigos a assistirem as
missac que manda dizer no sabba-
do, II do cocreote, as 8 horas da
raanM, na igreja de S. Franciaco, por eujo obse-
;uio se eoofesa eternaronte gr.ito.
JoioFeneiri Baptista e D. Jgnacia Ferreira
baptista agradecem cordialmeDte a todas as pes-
a que se dignaram a'.ompanhar a saa uluma
morada, os rstos mortaes de seu irmao e marido
Maaoel Ferreira Bapti.'ta ; e de novo lhes podem
a earidosa obseqnio de assistireco as miisas, que
por ua alma se hao de celebrar ua matriz de S.
Jose', aabbado tl do corrente,.in 6 1|3horas da
manhj, por cujo acto de religiio e caridade se
confessarw eterr.amafile irratos.
Bom negocio.
Trasp^sase a taverna n. Co, a rua do Barao do
Triurapho, em optima localidade e com commodjs
excellentes para familia : a tratar com o commen
dador Tasso, que scado o proprietario do predio,
garante a arreudaraenio pelo tempo que se con-
vencionar, e faz venda da arma^ao e generos exis-
tentes, a dinheiro ou a prazo.
Perdeu-se da rua do Apollo a estagao de
(>inco Pontas, uma letra da quantia de 166*000,
sacada por Joaqato Rodrigues Pinheiro e aceita
em 30 de an 11 nb>r. (Jaspar Cavaleante do Al-
buquerque Uchoalunior ; a pessoa que a tiver
jchado pode entregar a ma do Apollo n. ol venda
5
JARDIM DAS PUMAS
.4 ia da Ventura a. t5 (Capunga)
Ahi seencontram:
Larangeiras celeeta e de umbigo enxertadas a 3*
Sapoliseiros e saijoteiros em aasoa, de 1 a 11
paimos e ate ja com Jlores para dar fructo, akm
das seguinies plantas -de ornato e de fructo por
preso muito commodo
Acabam da reformar o seu estabelecimento, coilocando-o"nas'melbores con-
i-iccoes possiveis de l>em -servir ao publico desta illustre capital, e as Exmas. Sras. n'a-
5'jilio que for tende.ate a* arte de cabelleirciro.
FaEem-se Ciibelleiras tanto para homens como para senhoras, tapete, chignon,
i Manes modernissimos, traneas, cacbepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
nulares, floras, bouquets-e tedo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acba-se provido do que ba de melhor nos mercados estran-
g etres, recebe dircctameote por todos <>s vapores da Europa, as suas eucommendas e gu-
ri nos de modas, e por isso pode vender 2<) % menos que outro qualquer, garantiudo
perfair.ao no trabalbo, agrado, sinceridsde e preru razoavel.
Penteam senJberas, tanto no estabdecimento como f6ra : vendc-sc cabellos cm
poi^Soe a^retalho e todos os-utensilios pertencentes d arte de cabeileireiro
^ qual for a quai
%Si Na mesma
eompra-se os
1
bCja
PHiBHACIA NORMAL
ici
m&
^s
* DE
JOSE BlifAS BE MfrU_
17Largo do Mercado Publico
(Anti^a ribeira <2e S. foe,)
Acaba de oer aberta e acba-se a disposicao do res^eitavcl publico esta nova Phar-
macia e drogaria,eompletamente provida do indispensavel a um estabelecimento desa n?-
tureza, sem excepcao de productos cbimicos e medicoaientoo preparados no estran-
trangeiro. tudo novo e o melhor possivel.
Aa receitas dos Srs. medicos serao sempre despacharlas com a mais seria attenrgo
e sempre sob as vistas do pharmaeeutico que conrpoe a nossa firma social. '
As pessoas quese dignarem de honrar o nosso esatbelecimento com a sua confian-
ca, podem estar certas de que serao conscieaciosamente servid.w, nii> 6 relativameute ao -*
que pedirem, como taobem a modieidade dos precos. *A
mee-
mosmetaesepedi. .
'
l'50f'.M)0.
ESCBAVA mm
,... Fi li
: I
Jf*.
Fujii:' da i a-'sa sea 'cuaor a es
de cor parda clara, ''.ile,.os c> n
bros, baixa, cheia d> cor.-o, r toi
Iho um fleuli: iio lado .ir-;:'). f,i .
p am bi mem (praca d ta al!ar
ma Fraocisc >de la! Vaacooeellos,......
da mesma efir da wcrava ; coasts terci '
para osi itiw, d< i.>,:- sia mbos nalni
monda .-u a* an a a
aaprebeosSo de u.u escn.va, i
Camboa do Carmo n. ."!.
Paris, as^^ulTvivlenne. l.
BSrfP.!i|AI>'.
&PUB AT IF
i% SAM
Costureira
Na travessa da rua da Palma n. 26, defronte do
becco do Possinho, coze se com perjeicao e aceio
qualquer obra : da-se fianca e manda se levar as
sos so brafreguezes.
casa; "
Aluga-se a cisa n. 113 da rua da Concordia,
com bastantes commodos : a tratar no Recife, rua
da Cadeia n. 3.
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pe".
Canella.
Casnarina.
Cdrolina do priueipe.
Condeca.
Coracio da India.
Figueira.
Flamboyant.
Frucla-pao.
Inga do Para.
Jam bo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Uita do ceo.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxeptado.
Oiticord.
Palmeira imperial.
Parreiras.
Pinhejraa.
Romeiras.
Rozeiras.
Rozeda. i
Ubaia.
Dr. aaaquia da llva iiaamao.
Maximino da Silva Gusmao eon-
vida acW parentes e aos amig.s de
seu sempt'i lembrado irmao Dr.
Joaquim da Silva Gosmao a ouvi-
rem algumas rai**as, no sabbado
lido crrente, as 8ho*ra- da ma-
nha, no couveci? de N S. do Car-
mo ; por cujo acto de religiao e caridade se con-
(essa eternamenle grato.
Joao Baptista Muniz Falcio Junior
Joao Baptista Muniz Falcao, D. Barbara Fran-
celina de Sijneira Falcao, Anton o Severi-no de
Malta Bakaa, D Candida Campello Falcao, Joao
dos Santos Muniz Falcao faussnles) e Francisco
Xivier d'w Santos, pai, mai, irmao, cunhada, Ulho
e prnw de Joao iJaptisu Muniz Palcio Junior,
agrad^.cem do iutimo d'alroa a t )da9 as pessaaa
qne acumpanharam ao Jazigo os restos mortaes
(jaquelle finido, e pedeia a seus parentes e amig&x
lhes facam o carido o obsequio de assi?tirem 3.
ma de requiem qua pela alma do mesmo flnado
sera resada no cemiterlo publico, as 7 horas do
ma u do corrente.
0 abaixo assignado faz uulilico que tem ven-
dido do dia S do corrente em v.inte ao Sr. M noel
Jeronymo Uchoa Cavalc nte, sua padaris sita* a rua
do Lima n. 72, em Santo Araaro das Salinns; por
isto fc alguem se julgir credor do referido esta-
belecimento, apresnote se no prazo di tres dias
Scieotilic-t aos dovedores que os Bados ate 5 do
corrente estao sujeito? ao abaixo assignado, e como
tenha de seguir para Europa no fira do corrente
pede a todos os devedore^ que saldem suas eontas
no prazo de oito dias, flndos os quaes serao co-
brados judicialmente seus debitos ; e para conhe-
cimento Jestes e daquelles, faz o presentc
R-cife, 9 de julho de 1874.
Manoel Rodrigues Pereira.
Ao corpo do commercio
0 Barao de Sauta Crm (az sciente ao publico.
e especiaJmente ao corpo do comraercio, que, a
cantar de 2 de Janeiro ultimo, lem admittido como
seu socio o Sr. Loiz Leopoldo dos Guimaraes Pei-
xoto, antigo gerent de seu estabelecimento, e -jue
sua nova sociedade cobtinuara a aeortar em seu
gyro_commercial a firma deBartholcmeu 4 C.,que
usarao sem re?tricc3es am os o< socios nas 'tran-
saccfies commerciaeii; ficaudo a cargo da socie-
dade o aetivo e passivo do seu estabeleeimento.
Muito reeonhecido pela eonfianca qne a seuesia-
belecimentj tem sempre dispensado o publico, e
particularmenle seus amigos, epera que se dig-
naraoeontinua la par'' com a sua nova sociedade,
que nao poupara eaforcos para nao dairaercce-Ia.
Pernambuco, 10 de juliio de 1874.
Dbaia e ootras mvitas.
R outras plantas : na Capunga a rua
ura n. 23.
da Ven-
Nao se preatando o peqneuo espa?o do armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, par* um abaste-
cido deposito das diversas mareas de fumo, que o
ab^xo assignado almejava ter, acha-se d*ora em
diante aberto outro es abeleolmento sob a mesma
denominacao de
ARMaZEM do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcSes desejadas, e onde pode-
rao os senhores freguezes dingir-se, certos de que,
como ate aqni, ach.rio sempre a par da modiei-
dade dos precos, a maior sinceridade possivel En-
tre as differentes mareas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tera sido annuneiadas, acaba de
cnegar uma encommenda especial, que muito deve
convir ao senhores freguezes. Conscieote o abai-
xo assignado de que neste genero de negocio nao
esta sera competidores, fara muito por eviur one
tambem o, tenha com relacao ao pequeno lacro
que procurara obter da diu mercadoria.
Jose Domingues do Carmo e Silva.
Cabeileireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. ANDAR.
Pedro Routier, official de cabeileireiro e gerente da casa de fostaye Ht-ndin, cabel-1
leireiro francez; tem a honra deprevenir a"s Eims. Srs. familia? que acaba de fazera ac-j
quisicao de um perito official vindo ba pouco de Paris, o quol est& iabilitado a despm-f
pendar qualqcer encommenda de sua arte, e se acha 6 disposicao das pessoas que deseu I
prestimo.se queiram ntilisar. Outro sim scienlifica que em seu et-tabelecimento encou-'
trarSo sempre a Monitor doscabelleireiros, onde seacham descriptos edesenhados todos r
os penteados modernos, p8ra soires, casamentos, bailes etc.
Finalmente previne ds mesma*. eicellentissimas senhoras, quererebeu um completo!
sortimento da coques, cachepaines, bandos, crescentes, etc., e venda tudo poles precos
abaixo mencionados:
Coque de cabello de 15!?, 20$ a S06C00.
Traneas de dito 109, iU 15J5 a20#0(0.
Cachepaine de dito 15, 20)j a 30(5000.
Crescentes de dito 20^, a 30?000.
rambem tncontrarao um complete sortimento recebido ha pouco, de cabellos do lodes
as cores e comprimento.
_ N. 51.Rua do Marquez de OlindaN. 51.
DS 5EXUAES, IS TICfO
AtTiA^tt do aaawc
L000curs aaaimpfci
tfn*,pmtlwla$, kerptt,
'rna.commits, 6" i
r"iias dn sungue, vi-
rtu, eaiu.u.ot* a.. MafM Xarope vegeta'.
$mmcreurio). .,WiIiM. ,CI,..,
" gg'!> t.imao-se dous pc-
semana, seguindo o Ifactan-emo Detmratiro t
eiDp-cn'"" na* nwcoiSs m "o ..as.
Bate X- -p Curacio as
('-: L'eCHJIBLE, eur*
iirft^iliarameaie quai-
|d a purgacao, rela-
I'fcJjacco, debilidade ."
Xarope de CUracfo U; ftrro
"p"mt K r?'''da que a J "?f mdiw
^b^EcdEarLElC:; *U"*TIV*S
i ak.cufDpahadi
com o
ec<
PILUL1.3
a>' ct>b
de um /oiueto.
WgO AOS SRS. Ir-EDICOS.
Cur* catarrho?
Sirop du
DrPORGET
\ cD',ntlueket, irritaedti
""" U dot brort-
ci, tlodat tudotnrm
::
iJK'
.%-.
-aga-.-e um preto da men idad
lav serdc i oesta pra?a, m*| ,.
"*Ba, afflanrando-s



co li.-.
Bel
ra gaa
e de b
^yr.i^iTjpaar
Francisco Ferreira Brandao vai a Europa
tratar desua satile, e pede a algjma pessoi com
qnem tenha.eonta, o favor de aiiresenta-la no pra-
zo de tres oia, a rua Nova de Santa Uita n. 31.
Aluga se a ea terrea da rna dos Marlyriot
n. 160, com bastantej commodo? para familia, e
tfm um grande s..tao dentr<}; a tratar na rna da
Ssula Cruz, por cima da reflnacao, 2 andar.
Xnga-se ou vende se a
ro! n. 5d ; a tratar na rua N'va a,: 13."
casa da rua *?
Pha
0 abaixo assignado. filho legitimo de D Joa-
qnioa Maria Jgnacia do Sacramento, previne a
qualquer pessoa, qoe nao faca negocio com os
bens de raiz pertencente a sua mai, sem primal-
to entender se comsigo. T1""1
Recife, 9 de julho de 1874.
A rogode Francisco Antonio Gomes.
Joao Pinto Cavaleante.
I)ii. nao vcDile.
ni-PiSrr BaridaD. cabeileireiro mixto, a rua do
uunaa Marquez n, ambicioso em adquerir grande
freguezia, re?olveu por esparto de 8 dias presen-
ter ao publico da cidade do Recife, sera excep-
cao, expondo um bazar de trabalhos cabelludos,
nunca vutos. I escolfaa do publico (gratis) e tem
tambem um grande numero de offlciaes de diver-
sas nacdes para o service de barbear e cortar
caueUos, tambem gratis, prometteudo antes de tu-
do isso aparar son joli nez para nao dar algu-
ma bicada.
Banhos salgados.
Aloga-se desde --
vindouro, a easa
co e graoeamenlo, em Oliada, pateo de S. Pedro,
mobilia, gaz, agua, banheiro e iardim ae lado
a tratar na roa do Amorim n. 37.
Gefea de inocold
A melhor gelea de mocolo, convenientemeDte
desmfecuda e accommodada a todos os paladare=,
pelo seu bom sabor : so se vendo na
Confeitaria do Campos
34 Impcracior *4
Cliaves perdidasr
Perden se nraa argola com diversas chaves ;
rjuem as achou pode leva-las a rua do Vicario
Tenor.o n 26, ou na rua do Barao do Trium-
ph?, antiga do Brum n. It, que sera recompen-
da V..
Fogio do e.-seoho Santo AoA,e1r7i^r-rT-
MorJbeea, na vespera de S. Joao, o aaeraTolln'
do, fula. crioaio, idade 40 ane^, S" ^Hj:
regolar, sem |ba, narir grosso/ K aberta
olhos empapneados vi-ia l,a.xa,'pe* grande* ea
nebas^anjuwdas, levou cfaapae *afcXd?2fc:
roga o seu *ennor que o appreneodara o leve-1
ao mesmo engenho, que sera ahi bem rearaSen.
Servente para"botiea. *
Precisa-se de um que teuna pratica nara 4
pharmaci. Torres a rua do Marcilio Diat Pm.

osabaix. assignados pedem
thesoureiro das loterias,
ja, ate fina de Janeiro proximo
de frente encarnada, com terra- !
sado.
ao Him. Sr
quo n op3gueoprm:
qne por sort,- saliirno meio'buhm u ^ Sa ^7
loleria da matriz do SS. Sacramento da frrguez i
da Boa-V.su senao aos eus tlgilimas tones*
Recife, 9 do julho de 1874.
Antonio Ferreira dos .Santos. l
tjoascntura Justiciano Alves de Lima SaaftH.
KATIRAE8
Previne-se a quem interessar possa, para
evitar duvidas futuras. qne o Sr. Valdeviiio Rl-
Deiro da Silva, nao pode alienar nem hypothecar
o* sens bens, porquanto, esta sendo ajulzado por
qnantia superior a aete contos de reis.
Joao, de
para pe ir com o ora.
nTnuft,nga S1 a"e1ia q- 5i' raa de S-
l*ooo mensal, com o cotomodos
Funileiro
Manoel Ignacio das Candeias (o antigo fuhileiro
da praja da Independent ), encarrega se de fazer
quawoer obra de sua arte, e bem assim de cortar
e couocar vidros em vidracas, eapelhos, ttc, tudo
por medico preco : quem de seu prestimo se qui-
zer utUuarpade^dirigir-i a casa de soa residen-
ce, a rua Bella n. 4.
Aluga-se o sitio da casa verme-
Iba, na travessa da Cruz de Almas :
a tratar no sitio do commendador
Tasso,
*- Precisa-se fallar ao Sr. Domingos Manias
Gomes a negocio de seu interes.e, a rua Duque
de Caxias n. To, andar, do lado da mesma roa
i>a mesma casa se dira quem pretende trasoasssr
uma hynotheca de 500*, proxima a veneer se e
vencendo o premio de 2 OjO ao mez.

Levo ao conhecimento do respeiiavel publico
I "" *pjelalidade ao corpo commercial, que o
Sr. Joja Alexandre de Azevedo, pedindc me para
ir a banKjfeira tratar de negocios de sua familia,
e como hoje fazem 16 dias deixa de ser meu cai-
xeira, KaaJfa, 9 de julho de 1874.
MaDoe! dos Santos Monteiro.
>T ,A ?uera convier alu8ar um escravo robusto
com tanto que comece o servico as 9 horas do dia
ISTtf 1bCm d,?Ur^ 1'riM8e"Sruado
Ataiiio (uiUu d.. caixa d'agua) n. 9.
- Aloga-?e a casa n. 61 da rua da Palma, com
bons commodos e fresca a entender-se com o Dr
Chnstovao, a ma da Imptratriz n. 30.
KcJi^Ir0Ci'se- cobre Pr seoulas em norfdes de
oOiOCO para cima : a roa estreita do Rosario n.
7; '* aB AGUAS NISKRAES
DE
Vicliy-Cusspl
Prefer.vein da de Vlcl.j-Ylrbr
nr'I Taas ",11C3.S fl coi'ervafii tod^j as suas
propriedades depois do transportadas
alh.,iin5J;u"*,^,am?is Bcm anerr,;.,na
nn^fam* nachlorosis, no empobrecimento do
ffi "e rr I**" "fermiuentes. Os resoltados
"bhdos nn^ diabetes sio muitj Botaveis.
foMe Elisabeth, nao se altera nunca e i a mais-
i tea das aguus de Vichy em bicarbonate de soda
nn magnesia e recommendada pelos senborea me-
uicos pela sua efllcacia nos engorgitamentos do
hgado do baco, nas alienees do eslomagr. dos
nns, da bexiga, nns areias e na gotla
EXJJA SE
o nome vende-se tin caixas e a reulho, no unic- a-
posito
PHARMACIA AMERICANA
DE
Ferreira Maia ft Compauhia
o7 RUA DUQUE DE CAXIAS-87
-.
I


'
r
,fri*ic 4e P&flfciflbuoc? Sabbado 11 & Julho & IcU
TT
r

jlTIsaM aos sonhores de engenhrs e outre* agricultures e ao pablico em geral qu
ttwitt a receber de Inglaterra, Franca e America-, todas as ferragens e machina s ne-
sss aos estabelecimentos agricolas, as mais mode oas e melhor ob-a qne tem vindol
tof<
^eS de fonja de 4, 6, 8u 10 caTallor, os melhores qaetem vtndo ao merado
>JUdeiraS ^ de sobresaleme para vapores.
IfoeBdaS inteira& e mcias moendas, obra como nanca aqnr Teio.
taOS fundldas 8 batidas, dosmelhores fabricates.
KOdaS d'agua com Cubaje de ferro, fortes e bem acabadas. -
3 deiltadaS de todos os tatrtanhos e qualidade*.
e apitos par,, ?apores
de ferro, de repucho.
*iaa^o dc diverSdS quaii-iajeg.
Fbrmas para assucar,grandes ejwquenas.
lATandas de ferro fundido, frence7a8 & diverS08 e bonito5 gostes,
ri)goes francezes
Dflas ditos
lOQISgi^aaatlCSJQQiaBiWJg
ftOglOS
%oas

pnro lenba e carvSo, obra superior.
de ferro
358a ehina
Valvulas
ardim.
para gaz.
Jkoeos de ferro fundido para
para mesa e banco,
para gclar ;gua.
para bomba e banhoiro.
Jtoreiasiuglezas p3ra machinij
ISaaCOS e SOtaS w& tiras de madeira, para jardim.
Cfc'tlCeTtOS t,oncertani com promptidJo qaalquer obra ou machine, para o- ^oe teea
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
SoCOllimeildaS mandam vir Por encommenda da Enropa, qualquer macbimsmo.
para o que se correspondent com uma respeitavel casa de Lorn Ires
a js om dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incurabem-se de mandar nsseiiUi
&t& machuDis, e se responsabihsam pelo bom trabalho das mesmas.
Saa do Barao do Triumpho (rua do Bram) ns. 100 a W4
F U N D I C A 0 DE CARDOSO & IRMAO.
Esk/#ncauftaftdo!! !
HIVMCAO DE FERRQI OfiQIIMMl
m CARDOSO & IEM10
Amo Preois;se fl oma araa para cozinbar:
.-*-*11"' oa rua do Barao da Victoria n. 83.
Precisa-se de uoia ama para comprar e co-
zinhar: "na ma da Imperatriz n. 40, segnndo an
dar.
AMAS
mtMsmsr
Roga-se ao Mm. Sr. Ignacio Vieira de Mall
jscriviOjiia cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxjaa n. 36, a con
jluir aqneRe negoelo que S. S. se comprometteu a
realisar, peia terceira chamada deste jomaJ, ex
flus de dezerabro de 4871, e depoia par* jaaairo,
passou a fevereiro e abrU de i87J,e nada euaipriu;
9 por este motrvo e de novo chamado para dito
3m, pois S. S. se deve leobrar que este negoeio
A& mais de oiio aonos, e quaodo o Sr. aeu who v Velha n. ill 4 andar.
*"-*"- Amadeleite
Ama P-ecisa-;e de ama para eoiinbar e
ximai tngommar para casa cle pequeua fami-
lia : a traur no hotel de Franca, a rua do Tra-
piche. 40*M
Preciia-se de duas, s ndo
uma para cozinhar e com
pr r e outra para iavar e
engommar, preferin.'o se a primeira, escrava : na
rua do Crespfii). 7.
OJTereee-se uma ama para lodo serifO dia-
rio de uma casa : a tratar na rua da San>alla-
CWiffinrii

B
'FrerJs.vse de oma. ama
,'Bgrao da Victoria n. .*i.
A.naa de leite
g A. B. da Silva Maia. 5. tcieitr'"
d Ho* do ViseoM* de Alb^iiertfoe if. d >ia>. at>!i
a 11, outr'ora ma da matriz da Boa-Viu 'm.
m n- '* w
J Chamados : a quaiijuer hora. &,
rJ CoftsBttas : Aee po.e> gtaUf, O 4 horaa da tarfe. '****' rj
. r\ j^fc *UkVmIoT.AfTf3l J
Vende-se 0 engehho S."-fcWro,'' sfjnad'o na pro-
vincia de Alacqas, comafea do Porlo Galvo, a
menos de omaTegoa distante toporto de Bar da
Gamella, tern oxcellentes lerras, matas, e safreja
refnlarmethe 2,C00paes : atratar-m. rm*) Vi-
Rario il 31* *
OfRrrerp-se uma ainaijm? tem torn e abiind.-in-
pai*n vtT e trar, na rua Dnijun de >'.*-
aeiigadi Qjeimadwn. 19, 3'andar.
Anwi tie leite.
jPrec'isa m de uma ama de kite que sej forra e
naotraga filho : a tratar na raa do Mondego n. 76,
uu na luja de iivros ao pi: do arco de Saato- Anto-
^'ft-............._________,________________
A mh PreeMa-se alu^sr Tma ama, forra on
JXilla, ttor&th qoe lave bem e engomme para
eaMhtfaDgplre de pouca famiMa : a tratar na
raa do Crespo a. Irj, !. andar.
49 Rua do Imperador 49

- Domlrigos Snnes Ferrelra pariicipa a sobs
amigos, que transferio o seu cartorio e resides-
efa para o sobratfo a. 12 da raa de- Paulino Ca-
mtfra,-rm&e dngrfece os Sens services. Aproveita-
a oecasiao para declara'r que nada 3 ve a pes
soa *Jgbraa; porem se alguem se julgar seu
credvr, roga-lhe o obzeijoiu de apresentar sua
conta part se'r inconrlnente paga.
3a nesJo fstubelecimetito o melhor sortimento de pianos dos mais afamados antores, i
s3o : z, Pleyel, Flap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos sup-!
': Jos- express;:mente construir para este clima, o qual os amadores- dc
t6 encontrarao'snesta casa.
m-se pianos uRatios em troca.
; rl 'm-se e afinam-se pianos.
L-'-xa a visa so aos;Srs.
eoncertadores de pianos
sim] r.'. o amis eopiploto sortimento de materiat's para concertar pianos, eomo"
; s, folha para os mesrr.os, cravelhos, parafasos, castor, csmursa. co-rdas,
., etc. i

)
It
ib^> IHIPE.RA i!OB 49
>erava
iugida
: a i estar fegidsdesde 17 de maio do cor-
ft, a escrava Maria, cor cabra, idade 26
,. regular, nngra, tem todos os den-
. -cm fali.i algufha, cabelhs carapi-
. marcksde bcxiga no rosto e tem um
iStura um pouco graode e estufadj
;.:. pr veuijBnte de um aatraz que ella teve,
. 6 no meio das costes na alturadas pas,
lira uutra pa, e ella tem o vicio de
>..', lew u c.-tido de.cliita cbia e dous ehalts
. veil; i c oDkro novo de cor encar-

- Fugio do engenho Ajudante, freguezia da Ej-1
cada, nj anno de 1872, o escravo Guilherme, com
os signal segaintes : pardu, com idade de 23 an-
nos pouco mais ou menos, altura e corpe regular,
olnos grande-, cabellos cachiados, fescompridos
e seccos, rosto comprido, algun> signaes de bar-
ba, nariz comprido e um tanto arqueado, umas
sardas pelo rosto, faz algum raovimento no andar,
defoonOa-se que es'.eja na^cidade da.Parahyba.
P.oga se a< autoridades poficiaes e capitSes de
camp s a apprehensao de dito escravo e ser en-
tregueao seu senhir Emilio Pereira de Araujo,
no engenho Ajudante, e receberao por paga
3COS<00.
latr
dc i.iv.;-.- ,s p.'idioesw lalvei ella diga em
rte que etiver^tree fcrra e troque o
lava tem ama irma mulaia, escra-
. arffo, muradur em Ti^ipio, onde foi
,i dita o rava Maria, que esta fugida alii
igar, coDsta que a'.guera tem ella acou-
: leui side vista m rua? desta eidade.
eat >das. as auloridade> polieiaes e capi- cornmodos do qu"eem"qualijuer
ipoijae a capture e leve-a a rua da
lia a. 130. uuj ce gratifleara.
COMLTORW
tedi^-trrtfrgico
. 'do
r. Jop ir-iix nn.i.
Mwlict) operador
BUA E5TRE1TA DO itOSAftlO K 3.
Da consnltas todos os dins das 9 ho-
ras da m-mha as t da tarde, dessa hora
T. em piante acha-se iprotfapto para quai-
}*% pier chamado, em casa le u residencia
f[j a rua da Prin'eea *m\m a. 4, junto a
estacao dos trilbos de ( linda.
Das 7 as 9 horas da manha ^a-consul-
ta gratis aos pobres.
ESPECIALIDADKS.
Molestias syphiliticas, via dige3ttra e fe
tW?l
Boa casa.

Alnga-se o palacete do fallecido timtodio it--#
Alves Guimaraes, na ilha dos Batos (Boa-Vista},,
onde moroo ultimani.-nt^* o lllm. Sr. Dr. Ignacio de
Barros Barfeto : a tratar na I ja do Passo, a raa
Priraeiro de'Marco (antrga do Crespo), junto ao
arco de Sant) AUtinio.
Vicente fugio
Na noite de 13 para 14-de mtifco do correste-
anno fugio o mtllat> Vs&nte. escravo, de 20 annos
de idade, bonita iigara, harba e eMaiura regular^
levando vestida e em uri saceo roupa de algodaft
branco e alguma rqais fina, fertenceate a um cai-
xeiro da casa donde fugio; e> natural da'fregue-
zia de Sant'Anns do MaJtos, diz er Imv, casa*o,
e ter side orlado em coiiHvinhia di. niadriuha D.
Anna Luiza da Luz, dtrquem. alias, >i escravo :
roga-se, portanf>, ao^ Srs. capitaee de carspo
eautoriiades pi-liciaes- a app'rebensao dodito-g*--
cravo, e entregal n r cidade do RteSfe, rna"4o
Crespo n. 10, ao Sr. Joaijn m Moreira Be is, ou
na cidade do Assii ae-Sr. Torquais- Augusto de
Oliveira Baptista, qu.-. serao geneso^aroente grati-
ficados. ,
Na rua velha de Santa Bita n. 37, precisa-s
alugaf uma preta para vender com tabolswo.
. -'-: Cheshire c< ndsasfed Milk-
''^ Leite condensado ooto.
^ finrveja de Nuttiega.
Keller 4C gl
Akrga-se o seguodo and.vr do sobrnfifr silo
a rua de bottas Valeniiaae-n. 8Sr com os iremmo-
dos segulntes : 2 sahs ran-1 e bast,-, it fros-
cas, 3 quartos, coiinba fera, t>a com-1 r awn
portao para 3Tua de Hoftas, e rwirnba i-'in- boa
agua : quern a prelendtr dirija-se a roa Sun b.
17, qne aobara com quem tratar.
Gal?ado barali,
Rua do Barao 4a Victoria
n. 8.
Vcndeii! Lyra 4 Vianna para
acabar
8*000
Os segulntes calcnric*
Botinas de cordovao de Pollak a
Ditas dito it Fanein a
Oitas de bezcrro de Pollak a 8| e 1
Sapatos de tranra franeeza a 1*500
Diu^s aveltedados a 2>000
Botinas gaspeadas para seohora 4*000
Sapatos de casemira para horaem 1/600
negocio
Atten^ao.
Pi-ccisa-se atogar um moleque d 10 a 12in-
nos. no s^srado da ru'estreiia do Bj ario n. 35,
sobrado da fiorhta, defronte do escrrptono do Dr.
Leonardo, e i>a mesma casi continua-se a fo7ae-
cer comedoria* para fora.



IjofsiLTOftIO
DO
Dr. Santa Kosu

B
0
Sy ^::a do Bariio fin Vicloria
$ eulr'ora rua Nova u. 16, prirueiro andar.
COX5ULTAS da- 10 hcras da manha
.^ ao tneio dia, u chamado- p. r escripto a
q .'il r h.r.i do di i e da nolle.
| ES.'ECIALIDADES partos, mdestias
3"; i a do apparelho respiratorio.
hmu fugfdo
fesde 8 do corrente mez que esta tugiio do
geabo Sapucaia. do Bebe^ibe,. o escravo Luiz,
rAiio, cabellos de rabuclu, cono regular ; e.-la
poueo pallilo poi ter aoabado de se tratar de
ihites.. Hoc mmenJase a sua captura.
| AO N. 9
No Progrcs.-o do paleo do Carmo vende-se man-
. teiga ingieza (\o: a i^200 a libra, franeeza v. 800
l rs. a lihra bem como tem um complete srtimen-
I to de mo:hados. para qualquer chefe de familia
i faze:suades cnga, qne encontrara pre?rs mas
outra parte.
Escravo fngido
Fugio de Villa-Bella o escravo de nome Jose,
caboclo, de 30 annos de i 'ade, pouco mais on
menos, altura e grofsura repolares, tem os peitos
abertos, cabe'lo corridi, f.illa bem e com modera
5I0; consta que vr-io para esta cidade com 0 fim
de sentar praca : oede-se, portanto, as autorida-
des policiaes e capitaes de carnpo a apprehsn-ao
do referido escravo, e entrega lo em Villa BeDa, a
sua senhora Carolina Cavalcante f\e Andrad ou
no Becife, loja de Goncalves, Irmao & C, a rua do
Livramento n. 22, que serao com generosidade re-
compensados.
KJfttraill--!*'
S. CARLOS
Vende-se ouarrenda-se 0 engenho S (^rlosf em
Ipojuca, moeitte e corrente, com todas as obras
em psrfeito, estado de conservacao, e miaito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3. 1" andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
LIYROS k VENDA.
Ro prianiro and.r desu typographia em
aafeo do alminlstrjior, venle-se os seguin-
vrinliOS :
il mntiHo Eto dialugo 108-
jBur(tv(>, c-itico, analytico, hbtorico, e mo
aS, entre um matuto e um Itb^ral por 500
s. cada exemplar.
EI(lsiR:i'/Jio Fasaailiarromance, 0
-:ma aerie de leituras. 2 volumes por ..
15000.
77
Mulho
Da-se gratis a quem
pajaotameQto, fundos
ta-. da Cadeia.
0 quizer tirar, na rua do
da- ci as incendiadas da
Erapreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra de acnnnciar ao
publico querecebeu ultimamente um esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, cujas amostras estao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
sens freguezes pelo preco mais razoavel possivel'.
sane uc-
Joao da Silva: Bamos, proprietario da
easa de saudf> lendo regress.ido da Eo-
ropa, rVassuciB) a admtnislraijao, e r
serviqo medico do mesmoesiabelrcimen-
tos, e espera que o publico continue a
P. depositar a cou5anc,a, que -empre depo-
sitou em vi5t9.de sea aeln e inhcressci
pelos docnt-s alii recrilbidos.
Joao daSilva Bamos, medico'peia Ubi-
versidade 'e Coimbra, de volta de sua
viagem a tTttfopa, continua no exercfeio
de sua psoAssao, pres4ando-se> a. tratar
de qualifier doente dentrb ou fora 1a ci-
dade, e dando ccnscltas diariamente das
10 as lw2 horas da manha enijeu escrip-
torio na rua do imperador n. 67.
Jolo da Silva Bamos, devend > leceber
mensalm<;nte da Enropa,; vaocina de su-
perior qualidade, yresta-se a ir vaccinar 1
qualquer pe*soa em seu domicilio ou ens-,
seu gabinele na rua do Imperador n. 67",
nas quarlas-feiras ,e sabbados das !0 as
12 horas da manha.
Feira ecouomica
Com este titulo abrio se 0 armazem da rua es-
ireita do Bosarfo n. 43, no qnal recebe-se quaes-
uner objeetos para serem vendidos em leilio. 0
dono deste estaibelecimento, abaixo assignado, es-
pera proteesio do respeitavel publico, e partira-
larmente dos seas amigos e coreproraette-se no
cumprimentb dos seus deveres, e desde ja agrade-
ce aquelisa-que o procur-rem
Joaquim Francisco Prary,
Prec:a-se de um faiu>r para 0 engenho Si.
pucaia, So- Beberibe, e que s.-ja horaem affeilo j?
acmpo.
I CDNSULTORID |
1 MEDICO-CIRURGICO 5
M DO i&
X Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso S
M PABTEIhO E OPERADOB
^>ltu& do Viscoade de ,llbuquer-$
qne si. 39. *
ESPKCIALIDADE
Molesting de Hen3iora e f9
m eninoM. J^
Tonsultas das 7 as 10 horas da ma-
nltt, todos os di:
f>as 6 as 8 da noite, nas segundas, quar-
tas-e sextas-feiras.
3f 0* doente*que mandarem os seos cha-
aK n:ados por escripto at 10 horas da ma-
^ EiiJ serao visitados em su
9
Vende-se uma escrava de i\ annos, com eineo
fillios pequenos mnito sadios, por pre^o- muito
razoavel : a tratar na rua Primeiro de JJarco n.
20 A, loja d" Garget de Amaral & C. .
Para viagrns.
AmaraJV iNabucO & C, aiem de am comptetb
sortimento de objectos ae gosto, vendem os se-
gm'ntes, indispensaveis- para viagens:
Cadeiras e*preguicadeiras de aferir e fechar.
^falas de ci>ro e de madciraj forradas do lona
e de di versos ftmanhos. i
BoiVas de conro e de ta'pete. fle mtrilos tamanhos.
Capotes de barraeba.
Cerolas, caruisas de meia, luvas- e eachiineiea,;
tudo be la.
Estojos- para barba, com perteecas.
Lanlernas furta fogo.
Ghicoles de divrrsas qualidades.
Canivetes com colr.er, sacca rolfca e garfo.
Insignias majonicas de div^rsos ijraos-.
No Bazar Victoria, a raa do Barao da Victoria
nv 2.
Amaral, Kabnco & C.
vendem:
Camiias de linho, braocas, para bcaleus e toe-
ninos, lisas e bnrdadas.
C:tmisas de chita para bomens.
Dias de meia de algodao, la e .seda, para ho-
mens e meninos.
Camtsas de flapnella, braocas e de cvres-, com
manga, m^ia manga e sem manga, para hemeus.
Camisas de algodao arrendadas para seahoras
e meninas. -
No Miar Victaiia, raa dt> Barao da Victoria
p. &_______________________________________
Superior vrnb* de iffil
Em caixas, propriu para docntes.
Tem para vender Fran-
cisco da Costa Maia em seu
escriptorio a rua da Cruz a.
56, 1." andar.
Iterate, superior
Proprio para presentes,- qualidade nunca vista
no mercado
Porto flno de 1847
Vinho especial para ssnhoras.
Porto fino particular M &*
Em caixas de duzia: vende Francisco da
ta Maia. a rua Js Cruz n. iiG? l. andar.
Engenbe en Seritfhaefn.
Vendfe-se dtfes paries '"do
engenho Novo, &ito na fre-
guezia de Serinhaem, distan-
te da estacao de Gamelleira
3 leguas, moente e corrente,
que safreja cerca de 3,000
paes, com optimas terras
movido a ag*a e bem obra-
do, por preco eotamodo a
tratar com Dr. Felix de Fi-
gueirda, d rua das Cal n. 14, ou no *Feai de
guetfra. _______ ^
EngerAos em M&mam-
guape.
Veadese os sefQutes :
Mrra,
e Putrid
A tratar com sen's- afoprietarios oesta cidade
e para jifunnafots com Joaquim Ptnte de lei
r?!!es Filho na mesna cidade de MamaeagUap'
?as?o IrmSos & C________
Wilson Hews* !i.-*e*dmtto seu annaiei
r.'.3-d Commercio n. M :
verdadebro panno de~sl||lio azul andreano
EsceHente Bo de vela.
Cogaae de 1' qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todayaa qnalidades
TAGH4S T&.CHAS
(Qualidade*
Svsteim wm
RitlDAS PUNDIDAS
(^aaiidfldestrpertir
0
ft
m
ft
suas casas.
>m
Aloga-se um escravo de 14 annos
andar da casa n. il, a rua do Bangel.
nc Jb
Conductor
Na rua do Rosa Jesus r.. 17, precisa-st fHar ao
Sr. Bicardo F Cataabu de Vasconcellosv emprga-
do na linha ferrea do Caxanga.
0.
O Monte Lima
tem um completo sc-rliraent) defytlao e ffanja de
ooro e prala, verdadeiro, doJodas as larguras,
abotoadura' d>- enfeites para bordado Tamoem se enearr gade
todo evjoalqner fardamento, ccrao s?ja : bonets,
talins, pastas) espadas, dragonas, charlatelras, ban-
das, ab itoaduras li;as e donradas, para criado,
etc.; asim enmo um completo sortimento de
franjas, gala) Uso para armaraento, cor'dao de la
com borla para quadros e espelbos (cmforme o
gosto da encomaienda) tudo por muito menos pre-
co que<*m outra qualquer parte : ua praca da
Indepepdencia n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
Fugio na noite de 4 para odd corrente, do lu-
gar PregaiQa (Agna'-'Preta) o e^eravn Antonio, cor
preta, altnra regular, e^padaulo-e'Secto para bai
xo, olhos grandes, eabega redeoda, bem barbado
e conserva a barba. e um pouco carobeta, quan-
do adda roca uma cocha na outra, pernas Unas,
soffre como qne'dtfirrieir&s eritre -osaVdns dos
pes, falta de um ou dons dfl*^s 'na frente do
I ado superior, e-nj bastante cortalo de chicote
nas costas ( Lto e ) na alturS dos rins, levou
chapeo de castor orelo, calca do brim de cor,
camisa de chita e pajstot de brim, e lota viola ;
nlga-se ter id09^>Cariitir^-linde'$|Jr>mprado
no sitio CaprVsrra H^ma vlufa errt toSo, quando
moleque, e tem mai nesse lugar. Roga-e as au-
toridades e capitaes de eariipo que o appro'-en-
dam e olevem > Agua Preta a entregar a Ernesto
Arselino da Barrus Franco, ou a rua de Ped^o
Affunso n. 43, veftda. flue ser^o.gratifioados.
PVtctsa se alugar u .a escrava para vender
a> ria : a tratar jia rua Augusta n. 121, loja :
3*Bosnia casa da-se bolo de v-ndagera.
Ns:;iia mais cabellos
braocas.
wmm -mm..
Sm t ualea '.ppryvada pelas acaslemiaa dt
jaiwicfas, rocoxiiiecida s perior a toda que
pal & rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
IfRa de Oiiuda, n. 51, i.. audar, e em
%&i3 as ixixas e easas da cabeliei-
Aluga se o primeiro andar do sobrado n. 47
da rua da Imperatriz : a tratar no ssgundo andjr
do mesmo lobrade.
Umi preta de 30 annos, que sabe bem c;zi-
nhar, Iavar e engommar, deseja achar adiante 500* para pagar em services, mediante
ajaste, parafl qui esta autorisada ; quem quizer
aununcie.
Allencao.
Muita attencao.
Na rua de S. Jorge n. ili, outr'ora raa do Pi
lar, forttece-se eon; edorfas, tanto para f6ra como
para dentro do mesmo estabelecimento, com
promptidao e asseio ; asslm come havera todos
os domingos e dias santos, mSOde vacca ; tudo
com asseio. No mesmo eatabeleeimento aceila-se
pasjageirus, para os quaes tem excellentes corn-
modos e maiores vantagens do que em outra qual-
quer parte. 0 proprietario achando-se com pode
res para dar cumprfroento aos seas deveres, es-
pera' do respeitavel {mblico tola sna proteccSo.
Precisa-se atogar uma. mother escrava ou
f'-Hra, para vendor frnctas : a tratar na Capuoga,
rua.da ^apunga.. casa n. S*.
Na noita de dornicgo, 5 do corrente, fnrta-
r?m do engenho Bola, freguezia da Escada, dous
savallos : um jus?o, nao claro, velho, dentis qne-
bra 'os, de sellat, carregador e esquipador cbnga-
do, tem marrra de colhoira nos lidos por trdba-
Iharem carro, ferros a margem no-quarto
e- no queixo menor, com o signal dous ou dez.
Ontro, alas5o testada,, os-mesmos ferros em circa
da anca e na queixada, carregad >r obsigado na
redea, e tem ma redea, trabalha na oangatha.
Ambos estao gordos, o russo e grande, a o alasao
novo, lamanhode meioacima. Informam.que estes
animaes ftram furlndos. por Manoel Joaquirn Ta
vares, qu ja esteve no coit) do finado. Siqoelra,
no engenho Mupan, e Mathias Anton4o de Souza,
feitor de Manoel Antonio Dias. senhor do engenho
Rola, por ter sido despedido, visto saber o dito se-
nhor do engeuho !(U* aquelles eram ladroes da
cavallos, que VferaM acossadas do Cahn, onda Ihe
foram. apprebendidos dous cavaUvs furlados no
eogenho Guerra. Gratifi,.a-se bem a quem der
noiicias dos dous cavallos furtados,' do engenho
RoSa, ja ditc\____________________________
\llt ncu >
i
Vende-se um teneno em Agua-Fria, com 6t)
palmos d* freote e 350 de funde, tendo duas freo-
tes, uma par3 a rua do G icundo e outra para a
rua das Mocas, proprio para ediflcar, cujo terreao
tem arvoredos : a tratar na. rua da Santa Cruz
homero 7.______________
andar d C03-
Mais bartto do quem em qtftlqaer outra-psr-.*
NA
Fimilictio da Aurora
C. STAiiK & '.., EM iiVjdIDACAO.
Aluga-se c 2'
perial n. 128, com muito bons
resco e com una bella vista :
mperaior n. 83, 1 andar.
da rua 1m-
cmnmodos, muito
a tratar c.-.. rua do
Grande novidade.
Pcc^isaclin seaia igisal.
Brim pardc trancadocom pequeao toque ds-aw-
fo_e liinjio a 320 e 'iOO rs. o covado.
Brim de linho de cores, fazeudn de 25 a vara
a 2-5 o eorte.
Brim branso de linha rr.uito limn a. 2* e l*6oOa
vara.
LSsinlia- da madros trancados ^coceaas) e
com li-tras da seda a 2iO,.320 a *$& rs. o cavado,
i^ambraias transparentes-, finas, marca Bispe, de
3 5 a 03 pee>.
Camliraias VK'loria rf?-;i:o fiaas, de 3$-590 a.
61500 a" pec?-
Camliraias de eores com ilrtres soltas e do lis-
tras a 2i0 rs. o covado
etins eaearas e eiarusy pcdaSas mnito meder-
no=, a 580 e 320 r. o covadi.
Popclinas arrendada (eom nonv de Novidade*)
Fazenda de muito gosti e aonca v"ta nesla dad .
a 800 rs. oeovado.
Gasemirac de cores, padaSea Hndissimcs a ':i,
5a e6s o tone.
Fazeila- para Into. LSsinb&sprfeta rnuiio linos
a 3fi0 e 'iO ir*. o covado-.
Cambria3~pretas lisas e-ccm saJpicis a 640e 50O
rs. a vara.
Mussulinas itrelas, fazenda de- mnito gosto, &360
rs. o covado, e outras HWitos fazendas qae nao
mencionansospor se tirr.ar enfad-^nho e que todas
vendemos por ;irpcos ucrtissimos : na rua Pri-
meiro do Marcftm. 10.
Gitacolale brasileiro
FABR1CADO-NO MARANH.lO'
Das seguinles marca* :
Plor de chocolate.
Cnocolate de bauni'iia. *
Dito de canel'a.
Dito commnm, fin?.
Dito bomeopathico
Dito de araruta.
Dito de musgo.
Dito (*e ferro.
Chocolate vermifttgn.
Vandem pelo pre.;'> da fabrica, Joje Tavares
Carreiro 4 C. a rua Direita n. 14.
Para preseates
. No Bazar Victoria, a rua do. Bariio da Victo-
ria n. 2, se encor.trara objectos proprio para pre-
sently______________________________________
Venete-se uma mobliia de jacaranda em bem
uso : a tratar a roa do Livramento n 8._______
V ende-se
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Em seu armazem a rua do Trapicbe n. 14, o se-
gninte :
AlgodSo azul americano.
Fio de vs!a.
Carvao de pedra de tods? as qaaMjdes.
Tudo ma to barato.
ALERTA
Com o n. 43, a rua do
Queimado n. 43
Vcfroistc d*> Isecro Pir**- FrMo
Ou JitKto n loja da tfatnnlin
Cfeeguem : (hf-iiirm !
LiziniMa 5i qa?dros pretos a 240 rs. oeoyad'i
Ditas de quadros e de cores a 24^ rs. o covado
Granadine de-lfstras, a parisieB?-;; a I6P rs. o o.-
vado.
Poupelina de seda de fnrla core? a U o cmain
Gambraia Victoria lina a 3as>*) a jtt^a.
Dita transparent^ a 2* e 28SfiO a peea.
Leucos chinezes coti versos a l38Wa dozia
Chales de ehtla a esoeeza, por H urn.
Chitas de ciir^s a 240 e 280 rs. o ctvado
Brim pSrdo flno a 400 rs. o co-ado.
Colehas para.-<"ama a ii e3 :ima
Lenc6es de bramanle a 25.
Cobe'itas adamascadas fcrradae a 3/ uma.
Meiis p^ra homem. sendo de core? a 4J a docia
Toalhas mcitn grandes o 5|'Wa dnzia.
Metins d i' tr.-i.. n MS rs. o WSadO.
Madapolao avariadn a 31SD9a pe^a.
Camisas inlezas a 25 e 31 oma.
Dita de creione a '* uma.
Aprovertom qne ejtmos fazar.do grande abal
memo. Dusea mrnos de 40 por tento. Dai -
amestras eoni penlior.
6
~
0 abaixo assignado toudo just i e contrata
do comprar a tavema sita a rua do Arafflon. 1,
a Antonio Avlino'Leite Brsga-, irvre e desemba-
ra-.iada de qualquer onus, convida a 'qoem- qu^
que se jnlgue credcr da mesma tavesna,. a apre-
sentar-se ao mesmo abaixo assignado dentro de
3 dias, a comar da pabli'iaoao deste, eonx-sensti-"
tnlos.
Becife 9 do jdho de'' 187V
Jose loaqtrtm "Marqnes.
AVISO
Precisa se comprar ious e3oravos, pedreiro e
J tarapiaa, paga se bem : a tratar na tuesourana
das loteras, a rua Primeiro do Marco n. 6.
Velas de e&a,

A acreJitada fabrica de re'as da cera da rua do
Bom Je?u?, ouir'ora dafGrWn. OH, para commo-
didade de seus freguezes, acba de abrir uma
outra na rua do Barao da Victoria o. 63, aonde
acharilo um completo sortinteu: i dfe fdd.ds os ob-
jeclos tendentes a esta a rte, tudo Wifldthor gdsto
e qdalidade, ep'T'preros cornmodos.
Alheiro, Oliveira 4 G,; na 0JJaIiWe da admjpis-.
tradores 'da tnassa faflida d^. l^quim Ftw'etra
Lobo, conyidsra aos cre'dorqa da iwesmamassa a
apresentarem seus titulos. para ijfirem- adotHtNos
ao passTvo, no prszo de oftj dias BefDrgv4 :
na rua da Imperatriz n. \%. fteaife? *0tiju*o
de 1874.
Frastes. I
Compra se e vende-se traces novos
e usados no afruazera da rua o lm-
I parador o. 48
Compra-seum sitio pfqueno, que-seja perto
d* pra^a e que tenha ca na raa do Bario da Victoria n. 40, loja.
^_^_t_m____________^_mtmt**^mmm
U-
V:NDAS
- Vende-se a taverni da rua dos Gaararape
n.'by :. a iratarba mesma.
Vlide-so caixilho para jauelias, varandas e
baudeiras : na rna do Padre Floriano n.
Salsa-parrittia do Para
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Are-
vedo, fio seu eaerlplorio, i fa do Bmi Jesus nil-
mero 57.
\rmazeni da es-
If ella.
Unio deposito de cal bran -
ca de S. Ben to e Jagu*.
ribe.
I. 0 dono deate armazem. de materiaes eoaiMla
em grande porgao cal prota, p^la medida dus for
nos, mediante aju;te, maadando botar no iMfs)
competent"-, garantindo seriedade nrsle negoao.
ofresde ferro
em casa da Uawkes & C,
Vende-se
Cruz n. 4.
a rnr. J.
V#nde-se
Cms n. 4.
Chafariz dc ferro
casa- de Uawkes 4 C,
em
rua .!
Vende-se a taveroa da ru i das Caswcas n. I,
qua f?z e-quina para a rua de S. Joao : a tratar
na mesma. ______
Sedas a 1)8280 o covodo.'
Vende->e bnnitas sedas de listras fle liadas co
!s pelo baratis=:m i preco de 1 J28ft o e vado
aproveitem qne esta se acabando na rtta do Dn
que de Caxias m 88, Icja de Demetrin Bastos
uma loja de barbeiro com suas pertenjas
do Visconde de Inhauma n. 57 A.
aa rui
A_".
Vende-se portas americanas por todo prejo :
na travessa da rua do Imperador, armazem da
Bola ATiaiella. ______
Toalhas de linho a 500 rs.
Vende-se toalhas de 1 oho pelo barat ssimo preco
de TOO rs. cada uma, e metade de seu valor ;
aproveitem, que estSo ?e acabando : na rua Du-
que de Caxias n. 88, loja de Dsmetrio Bastos.
Gimento Portland
do verdadeiro : na rua do Vigario.n. 10, primeiro
andar._________________________
Sedinhas a 1#500 o covado.
VenUam antes que se acabem : na lo>a do Passo
a rua I.' de Marco n. 7 A.
' 2$000- ~~
Saias de la com barra. fazenda superior, pelo
baratissimo preco de 2*000 ; aasim como, linho
pardo com listras braneas, faeedda superior para
vestidos a 440 rs. o covado : a loji dos arcos a
rua Primeiro de Marco n. 20 A, de Gorge! do
Amaral 4 C._______________.
Silios.
que
dos
Vendem se duns sitios na PontJ de Uchfla.
foram do flnido Joio Carroll : a tratar n'um
mesmos sitios n. 10, ou na ntt d) Vigari) n..^9,
andar, successores de Tbomar de Aquino.
Casa e lerreiiiis t>arat::s bo Sal
ffddjnht.
Antonio Jose Rodrignes de Soko, na lbesora-
ria das lotariaa a rna do Cresps n. 6, wnde aoa
casa de talpa e terrenos de sen* sitios ne tajar
do Saliradinho : a tratar somente com o *aDo.
E' barato
TranQas de cabello
humano, natural, e:m nra uetro de cenpri_iu,
a 13i. oda uma : so-na. ma da ImperMriia. 82
case deOdilnn Duarte Irmao.
Asunicas verdadeiras
Richas hamb6rgua3 qr>* vm a tMMNMo
na ru? do-Marouez deoliadu u. ?>
Vende-se pe* de sapotas de opna q
na rua do H sytcio a. 75.
Esta prov
qne o cimento Torfland expoMo a ve4a ao r-
ntazem da b<)la amarclla, travessa da raa de I.
perador, e o nwlhor quo se encansra uu'OjerOdo.
attento o cotr.petpntrssmio testemnnho do p*rito
estucador dis obras da igreja da P nha, bem como
o do exitmo engenheiro quo dirige aqnttla por-
tentosa conslrucfao. ^___________'
Annacao.
Vende-se uma exceliente armat&o 4 *ratio,
invernisadao envidracaJa, ceni pon uao, pvapria
para qualquer oslabokcimenti, or ser de excel
fenle con-truccao e prcslar-so a fHMttoe, roiode -
zas ou molhados, etc.; asrin> coaso vende-se nm
balcao nsquellas condicoes : para ver e tratar com
Poca? ft G, 4 rua e treita do Boaario B. .
1


III
',
t


1

*\
\

Diario de Pernaabucff 8ateaao 1lP^mmS1Jjb 1W*-
atitn^mim
MAS
RiKLPrimeiro dajHaico u. 7 A
ri
DA
DE

proDnne oara vestidos,
twites da
. Cowfco Simoes<&C.
.'li>e3^.n',,a **8 c*saS'T,e hm'e Podecompri-
* *os seua fregaeies um variadlesi-
a csortimento de fazendas finas para grande toi-
ette, e bem assim. para.uso ordinario de todas as
'lasses, e por precos vantajosee, das quaes faz urn
jeqoenoresnmo.
Uandara fazendas as casas. das pretendeotes,
jarao que tern possoal aecessario, edao amostra*
aediante penhor.
Cortes de seda de lindas cores.
Grosdenaplosde todas as cores
'iorgur4o.branco,.|iEo( de listras,. preto, etc.
setim Macao,, preto e de cores.
jrosdenaples preto.
Vefludo preto.
'Jranadine de-aeda, preta e^de cores.
PopeUna*. de/lindospadroes,
Fil^nra seda, branco e preto.
''icas basquinas de seda.
".tsacos de merind de cores, la, etc.
Idantas brasileiras.
Coites com .ambrai.brai>oa com lindos borta-
mcas capellas e maulas para noivas. .
Itiqu.ssimo sortimento de las com listras de
Hda.
Cambraias de cores.
Wlas.mariftttas,J)ra*nii, lizas e bordadas
Nauzuques.de lindos padroes.
Baptistas, padroes dciicados.
Percahriw d quadros, pretos e brancos, listras
iw., etc. "
Bring de.linho de e6r,
torn harra e listras.
Rijoj cortes de vestido do linho. c
iesma c6r, ultima mod?
Ditos de camhraia de cores.
Fustao de h'ndas cores.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para senooras. de liuho e ar-
< dan.
Sortimento- de luvas da verdadeira fabrica de
uvia.par- tineas e senhoias.
'estua^ oa-ameninusi
^Hos> para t>apt:;ad >.
Toainas. e guardnnapos adamascados de n de
rpara mesa.
vJolchas.de IS..
Cortinados bordad's.
Grande sortimento de camisas de linho, lizas e
t..rdadas, para ho m ens. -
Meiaa de wires para homeos, lneninos e meni-
.
Oitas escocezas.
Comnbto soaimepifl de chapeos de sol para ho-
'oeas e soanorxs.
Jrierico de */ire* para vestiaos.
l.'ilo preta, Iraacado e <'!*.o de verao.
iilfladQ de aho e ?!godio para to
itoalbado pardo.
Damasco de la.
Hrins de linho, branco de cores s preta
letim de lindos cores com listras.
Shales de. meriao de cores o pretos'
Ditos de ca Ditos de seda preta e de cores. "
Irttos de touquun.
Camisas. de ebiu.para homeos.
Ditas de uani'l.'a.
Cerenlas de linho e algodao.
Panhos de crochet para sofa, cadeiras e come*
L euros bordados a de labyriatbo.
Cjlcbas de crochet.
Tarlatana de tolas as cores.
Rtcos cortes de vestidos de tarlatana bordados
ara cortes.
Espartilhos lisos, bordados.
Foulard de seda, liddas cores.
Uaiasdeseda paja senhoras e meninas.
Ricas faclias de seda e la para senhoras.
Rfo sortimento de leques de madreperolas e
->S0.
Dimasco de seda.
Osemira preta e de cores.
Chitas, madapolao panno fino preto e ami, eol-
arinhos, pdnhoS delinhb e algodao, gravatas, lu-
ai de fio de Escossia, tapetes do todos os tama-
ahoi. bolsas de viagein, poitos bordados para ho-
tens, len;>s de linho brauco e do ci3r.:s. toalhas,
jnarJauanos. etc., etc.
Rua da Imp-eratria n 72
,t.

.
f wta-.-da'Impepd.tMB n. 60
*" I parAiocidih
ernnarflna preta a 500
MENDES GUIMARAES & IRMAOS ~ va"-
r..o

dendo
cionadj agradard ao respeit^vel publ
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A '.#000.
Vende-se chsri^ds do sol de seda para se-
nhoras e meninas a 4$, ditos de alpaca fi-
nos com 12 astes a 4$, ditos de -nerin6 de
duas cores a 5JS, ditos de seda para hornem
a Gift, ditos inglezes com 12 aslcs a 8$ e 9
B1UM- PARDO A 400 rs.
Acabam de fazer .m.grande abatimonto nos j^o.^^ U^S at,-'P^to ^oTSt Cvat^ TBATAMENTO E CURATIVO DAS MOLEST AS PROVENIENTES OH IMPOffiflB
> a grande falta que ba hojo do dmhuro.V por isso crcio qu j o pro.;, rj.ie v,i ,nrn- AlPACAS PRt*TAS A 509, 6V0 E 800 RS. Q AMP IF '
(MWtem urn ?rande sortimento Je' ^p| jt
AREOBEDEPURATIVO DES iLSAPAR^ILHA. C4
ROBA E VELAME
, PREPARADO POR
TROCHES A IffoOO. alpacas pretts, que endea 5)0, 640 e 800
VenJe-se crochds para cadeiras a l|50D' rS- o corado, assim, como grande sorti-
cada u,n- j menlo de cantOes, borrrbazinas, princezas
LAZINIIASA 200REIS. pretas, merin6s, e outras muitas Tazendas
Vende se lazinhas para veslido a 200, P+^prfae par* luto.
32 ', 400, e 500 rs. o covodo. CJWWRMA" VICTORIA A *:00 48500
ALMfitS DE CORES A 500 REIS. 08000 E 1*000. '
Vcndo se tlpacas de cores a 500, 640; g 0 Pavao vende urn grande sortimento de
oa*r*ia Victoria, e transpareote
Vende-se brim pardo escuro a 400 rs. o
covado,- dito de cores com quadnnhos a 1800 rs. 6 cova'do
500 rSr00RTAldnP riftfturn* ., GRANDE SORTIMENTO DETAPETES A 4JJ. *'/2 vWa6;cadp peca, pdosi;
VpnH nnttn ^ ^r Vende ^ gra'>Je 5ortifnento de tapetes para de*W>iK>i 4*W', 5*060, W
Vende-se cortes de casemira de cores para "
calca a 58, e 68, ditos de dita preta para
calca a %*, 58, 68, e 78.
BRIM DE ANGOLA A 28 0 CORTE.
Vende-se cortes de brim de Angola para
calr^a a 28, dito rnuito finos a 38.
ABERTURAS PARA CAMISAS A 200 REIS
Vende-se aberttiras para camisas a 200 rs,
ditas mais finas a 400 e 50( rs. ditas de
esguiao a 18, ditas bordadjs a 28.
CHITAS A 240.
com
ratos precos
6C00 e 7COO0
ph BARTHOLOMEU & C.
Phariuaeenticos dacasa real dc H M. V. El rc| de "-____
Premiadosem diversas exposigoes com o premio de sua dam
ide euro bem mapreciavel, cuja importsneiae valor s6 oii res-rvado
todos os tamanhos a 48, 48500, 59,'0i'tf ;*fW*. aarim oopio, ditas de s.lpico bran- \mo, y!ial-o. E' inc. ntestavel que o homem neste mundo e^nstoBte^rn"/vi
cala urn. 'TiiSS^iS^^- fc ,ad,08. fifi Pr Uma infiniJ*de de 88entes AiJost que to?os?n.km dTta
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FEtlA 7*** '^tS^tK a*000. SSJSH?'*! c,rcu,m8t.ranC''3s, a alterar o regular exercicio das funcco^
FEITA
N.4CIONAL.
Calr^as de riscado para traba ho a 14000
e 1O400.
Calcas de brim pardo a 18900,28, 23500.
Calebs dc brim de Angola de-cores a 28
e 38.
Calebs de casemira de co.es a 58500, 68
resultando desse desiquilibrio o que se denominamolelia
A moles!
do
Kntr
ia
funcjots oi"A*aOBF
MADAPOLAO A 38.
! Vende-se per;as de mad polao eufestado a j
3ft, ditas de dito inglez a 4S500. 5)5. e 68, j
ditas de dito francez fino a 78 78.00, 88.
98000. I
e .78
Palitots de riscado a 18.
Paletots de alpaca de cores a 28.
Paletots de a paca preta a 38, 38500,
58.
3800,0 E 3fl0.
0 Pa,aa yedde.uin bonito sortimento di
camisas. franceza6 com peito d&algedao,
2*000e 2C500. Dita,*em p.ito de linkn W0 l
de 3800Oa 68000. Ditas bordadas muito i do ialrodu^idos.no organismo pelo acto da^^spiraca'r'D-'hTiaTSUZ
finas de 680*0 a 108606: assim com. imediato, < tc. ""*" 1 Ml
grand* sortimento de.ceroulas de linho e d* I syphilis infeliimente'tem sido a partilha da hunanida I- e como f algodao, por pretos baratos, e tambem ten. da ffmpleto sortimentodepunhosecoUarinhof rJ^*"J^MJfJ^ e debaixo de todas as suas forraas tao variadas, Jilfrr.^;.^
e co tando aJQda cm fi.'r da iditewb'
iva, pel 3 VMtrH:
Vende-se chitas para vestidos a 2i0, 280 e 7J&-
e 320 rs. o covado, tern escuras e clar?s. Cajgas de casemira preta a 38500, 58500 tanto dTli^'como de algodao, por prep* ^nstituicdes robustas, produzit.Jo nUiafides'
em conta.
48
.-r <( -..
Hi dr
t
0 BARATEIRO
miniigo acernmo contra
a carestial
Fiua Priiiieiro de Marco n. 1
Outr'ora rua do Crespo, defron-
te do ores de Santo An-
tonio.
BAPTISTAS, temos grdtide sortimento desta fa
lenda e vendemos niuito barata, a 360 e 400 ra.
. o covado.
ALCA5SIAXAS de bonitos desenhes e cores 0-
; xas, a 400 rs. o covado. So no barateiro, venbam
apreciar.
I METLNS tramjados, francezes fazenda superior
i e de bonitos gostos, a 2i0 e 280 rs. Quem riva-
lisa f I
preciosas.
COilTlNADOS BORDADOS, PARA CAMA 1 ,:| "Moar da econoraia esses principTos deleterios e ourificar a n,
J.VNELUS, DE 78 ATE'298606 OPAR ', Qt<* ^ sido desd tempo immemorial o fim consia'nte <1a m'dicina i
0 Pavao vende urn grande sortimento d* 8'am era primtiro lugarpara preencher esse desiderato
coriiriwlos-bordados, proprios psra.eaioa^ | ,E: d.e P^ferencia no reino vegetal que a sciencia aconselha que devemos r-ocvw *
jaiiellas. pelo barato preco.de 78060,806O, ^ubstancias propr.as e depurar o org.-,nismo, iliminanJo os priocip.os Mv\L TZZ
106000 ate 2W00O. assi como : colx P^ augment, das .ecrecoes na.oraes ; e que possam ao mesmS eSo I utwfr *S
,Ce damasco d# la rnuito Una -le 108000 ,sjphdi ico ainda qu ndo eUe virus jd tem feito erupcio no ext^rio-debaiio d!- ^'
tiplicadas formes. Os gcaudes e incomparaveis' depuratrveis veset
08000
1^8000 cada uma.
BRAMAiNTES A W866, -38000 E 28&00
A' rua do Cabaga n. 1 A. 0 *'** vende ,bramants para leicbes,
Os proprietarios da Predilecta, no intuito d tendo 10 .painaosmie Jargufft, sendo. o di
:onservar o bom concetto que teem merecido dc algodao a i00 respeiUvel publico, duttnguindo o sea esubeleci- ^-infl 9^nn 'Sonn l
nento dos mais que negocianj.no raesmo generc <&>00< 28800 e 38000 a vara: e pecbin
veem scientificar aos seus boos freguezes que pre- CDa-
depuratrveis veeotaes
rfr TOJ^mmda s^Us> v^zVr Z .ch.
_
e.5M00,
CORTES' DECASfiM RA.
veniram aos seus correspondentes nas diversas par- (rrn ni\ A nr>Ki r n\%a a A %(\\ A
cas d'Europa para Ihes enviarera por todos ospn "rd*I'ie pCCflltCiia- a 4:$[)\)i)
quetes os objectos de luxo e bom gosto, qua se-' *" ** "
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paiies, visto aproximar se o tempo da !
festa, em_ que o bello sexo desta linda Vene; 0 PavSo.recobeu uma craude norcflo rl
mats ostenta a^riqueza de suas toillettes ; <0-;lPioeHOo-Z i *"**** por^ao de
mo ja recebossem pele paquete francez divero 'deIc*l*wa "e ores papa calcjos; e
artigos da ultima moda, veera patentear al^usj ven'le p>^baratoipro de 480-0 e 58000
d'entre elles qua se toraara mais recomraendaveis^: <" *d- corto, na .ru dalraperatrtz'ii 60 loia
esperando do respeitavel publico a costumada'de Felix Pt'rfa eoncurrencia.
Adercos de tanaruga os mais lirnios que teesi
viudi) ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e d*
ESlBBllALOiMA. A 800 RS.
CUtTAS do bons gostos e de coics fixas, a 240 *in.d,?aomercad?- flJ,M,, .
260rs. Soa^si. Albuns com ricas capas de madreperola e ^ LAZINHAS esiocezas, pad; i3es bonitos, a 180 e' 'e,rado. ?endo diversos tamanho e baratos pre-j'da*-w*St. 1. gaufea esawifaWinas*com listras
* DITAS de linho e las, padroes intelramCnle no-! lr *dfreos >np>ef->a bortaeha prrprios Vau %oLkB4M^nl^^Ll!^!lT nLZtl
\ vos, a 240 rs o covado, fazenda que custou sem- lt,t0>Uuabem M vendem ,ue,os ader^'os """^ b-1' r!~^liT l^L TJ S ProPrMU
, pre 400 rs. So no barateiro I jaitos- '|P ? **IU*. 'VeadfjpelfcbaMtissuDO pre-
GRETONES escuros e claros, fazenda suoerior a B?iPes ,de selim Pret0 e de c5res Para ornato fi*00 rs. o oovadovAra da ImperatrH
400, 4i0e 580 rs. o covado ""*:-estidos de -Km .M-------*MI.. l ^
POPELINAS de seda e linho a 900 e If, apres- f
fio eucoutramosem alJundancia em nosso uberrimo solo, nessa riquez,
pec.es de vegetaes, mu.tos dos quats linda tao pouco tonhecidos e es'.u lados -
o uizeinos.

Nos jnereceu
sujraos, as
VOf
rand i
deSprengel dafauilia das Bigoniceas; o Velame cro-on campeslre, deS t
ZX%"X0^m;-e aSalsapamlha -**- *C &,
ser-bora; tambem tern para coileto !n. 60.
Vende-se um pequeno siio pprto da esla-
;ao do Salgadmbo, tendo de frente 150
jalmos, e Ide fundos mats de quatrocentos,
o'fl unia elegante casa proxim } e bem asseiada, tendo 2sal s, 2
luart'os ecozinha f6ra. 0 terreno e pro-
nrio a bom de plai:ta$6es, tendo algumas
uvores de iructo, agaa de beber e todo cer-
ado.
Para ver e mais explicigries, no mesmo si-
tiO a qualquer hora a entenler-se com Tris-
-ao Francisco Torres, e para tralar, na the-
j sem-se a mandar vcr.
DITAS de lioho e algodao a 7C0 e 800 rs. o
; covado.
I BRIM pardo trancado a 2G0 e 280 rs. o covado
I So no barat iro I
DITO de cores, fazenda rnuito boa, a oOO rs. *
1 covado.
I o CAMBRAIA transparente e Victoria a 3/500 e
. ,5800 a peca I Aonde tem ? Sn barateiro I
BRAMAXTE de linho de duas larguras, 1*200
(a vara ; admira ? e exacto.
i ESGUIAO do linho e algodao de 10 jardas, por
DITO de linho puro a 8/ a peca. Ao barateiro,
ao barateiro I.
j MADAPOLAO francez fazenda superi r a 5/ e
*$4 ; sempre custou 8*.
j BOTINAS para senhora, rcuito superiores, a 4
e 44500. Saaqui. |
TOALHAS alcochoadas a 4*500 e 5/000 a du-
j zia. A ellas, a ellas. |
CORTES de creton francez, bordados 5/500
! e 6/ I t |
! Ditos (uso da corte) Je cambraia a 10/. Sem-
pre custou 155.
Bolsas para senhoras, existe urn bello sortimoB 0 I^flvSo miPiwifl no- nrh'nnc
de seda, de palha, de chagrim. etc., etc, por! ^ItUllU 09 atligOS
baratoprego. |
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de loaes,'
como de ce*ra, de borracha e de massa ; chanar !
mos a attencao das Exmas.Sras. para este artaa,! Cortes de combcaia branca, transnarente
?^=aL^zei^rD.a?:se.:iscrianSa9umP0UC0." : <:om enftites bordados de IS a 5^000.
?ouraria
o. 6.
d s
lotenas, rua I.' de Marco
SORTIMENTO de chapeo* de sol de seda a 7/ ,
8/ e 9/. Venhara antes que Fe acabem. rtade de evitar a We dos dentes.
DITOS cabo de marfim de superior qualidade, Franjas de seda pretas e de cores, existe am
i 11/500, para acabar. ; -ande sortimento de divercas larguras e barato
DITOS ^ara senhora, a 3/300 I Sempre cus-1 prS,9
Verde
de
Yinho
Acnai-anlhc.
especpal.
\ endem Pocas ill, a rua estreila do Rosario
n. 9, junto a igreja.
Eiu:;\liijio dc NuriiegH.
Acaba de che;ar urn pe.ueno lote de oaixas
ueste aesejadi b.ralha.i : no caes da alf-cJeea
arnureoi de Tasso Irmaos 4 ('.
taram C/ ; estao se acabando, venham a" elles, a
elles 1
GRANDE queitna para acabar de camisas fran-
cezas e ingiezas, por todo o prcco a 17/, 18/, 20/,
30/, 3a/, 40/ e 48/ a duz a. E' no barateiro que
tem.
GRAXDE sortimento de grosdenaple de cores,
a 1/, 1/200 e 1/500 o covado So no barateiro I
[KTtinentes per falta de urn obiecto que as en-
tretenbam.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para horcera, vendem-se por preco commodo.
Ceroulai de linho e de algadao, de diversos pra-
ccs. -
Caixinhas com musica, o que ha de mais lindo,
com disticos Das ta.mpas e proprios para preteo
te
Coques os mais modernos e de diversos forma
tos.
Chapfios para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
- Capellas simples e com \6o para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindoi!
tesenhos. Di\Tersas lansinhas- para- vestidos, de 240
Escovas electricas para dentes, tem a propria- aid 500 rs.
Colcbas dc fustao braocas para cama a
235,00.
Ditas de dito de cor a 48C00.
Dit s todos brancos bordados a 125000 e
t!U?0O:
Ditos muito. ricos a 258000.
Bonitas lansinhas. para vestidos, com lis-
jtras de seda, covado a 80.0 rs
I' Pitas ditas: tt-ansparentes e de muita fan-
tasia a 50O, ff40e800 rs.
f'intos de fetim detodis es cores a 55000
Punhos com gollinhas de esgni5o a 500 rs.
Sedinhas de cores, s ndo de listras e ia-
I vradas, com toque de mofo a 18000.
Ditas de dita ditas sem mofo a 18600 o
;28000.
Pitas do saria. do jprgurao. de setim e de cba-
m?lne, de diversos larguras e fcooitas cores.
Faobas de gorgurao muito lindas.
Ft. tut artificiaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre um bello e grande sortimento des-
as fio; e% nao so para enfeite dos o*bellos. come
tambem para ornato dc vestido de noivas.
GaJoos de algodao, de li e de seda, brancos, pra- dp a,.ria K sttflff
Quem ousa dizer que nao e barato? por certo,i08et de d'versas cores. c \
/-.. j. j. .------- Ditas
ambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 88000. .
Corres.de carrfbraia branca- com bonitos
enfeites bordados, de cor, com figurino a
6C00O.
Pejas de madapolao com pequeno toque
aereceu a preferenca na grande variedade de plant, de dep-rati
H.tt! r aQhcci^S no no so Paii I ~a Oroba-jSwm
/, dafa-julia das fiigomoeaa ; o Velameo
mt.ia das Euphorbiaceas;-e aSalsapamlha -Smila:
das Asparaginess. .
Extrahindo sdroente destes tres importante vegetaes os prineipios pc'-- -oubm
pelos processos mats ap.reicoad s da sciencia modern., corguimos"r J
comp sto agradaveI e de fa.,1 applicacio, cujns propriedades 35T15*^mLZ
dasmolesttassypluhncas etodasas que proveem da impurez, do sang" ^ -^S
e repetidas expenemtas nos convenceram serem incomparaveis. aTqae s^aSS
?Z<778 "s ddTeren.es fomulas conhecidas, dos priucipio. d?cJd. Sr^SS
vegetaes do per s.. Nao precsamos d.screvertao importanm, plantas f. r <*2S
suas v.rtudes; ellas eseusbons effeitos m.dicamentosos W So hem SL^wSS
nosso. p. quer na Luropa, onde abalisaJos boUn.co. e di.tinct.s SEjiSffi
muitrpeadresmocstes ^^^^^^ ~ *>;&
*Or agradavid, a Bua accao esuave e b.n.gna e de ne.il.u.na f.rrna produz moleitUl Z
camentosas, como acontece geralmente a todos os compostos em que entram S^
mmeraes como mercuno, o iodureto de potassio, etc., :ujo usO prol ncado mZ
IZVn^ur PnDC,Ph ,e"te Pr qUG irazem 8loalterac.o dc sa.gue, resultaad^S
estado muitas vczes hydropi&ias, quasi sempre funestas
Sendc, asmolestias, como acima dissemos, devid s asaltera o s d. bumore* is.
robe Deputahvode Salsaparrilha Caroba e Velame pode so- empJSte 22
na syphilis, msypelas, rheumatismo, bObas, gdu, dr,s sbLs, ulcer.schTS
J?,?SbiSl:hronicfs' molefiasdapel!e>etc'e' e.tod-rSioiSSS
que se lenha em vista a pur.Qcacao do systorm sangumeo ; po.s que ..us as coulT-
expertencas tem feito ver. qne ellee indispensavel nos casosgravissim s* Sra JS
os solTr.mentos e prolongs a existencia, e nos menos graves aura e a c^Lue^, ^
seu uso convenientemente prolongado. q
cababS" JSSJJSJ" a c?nvic^ Je q"e o uso do nosso novo jnepararlo.-uaiSar
2STot asn0ssas asseveracoes, porque sendo medicamen-o puraineite de It*
vegetaes, nossas cxper.enc.as ale buje tem confirmado sua ulilidaJe -
DEPOSITOCERAL
34.Rua Larga do Rosario.34
PERNAMRLCO.
do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovacSo do ca-
bello, restituicae de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O Vigor do Cabello 6 uma preparacSo ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e efficaz para
conservar o cabello. Por raeio do seu nso o
-abello ruco, grisalho, e enfraquecido, dentro de
fKuco tempo revolve h cor que lhe e natural e
primitiva, e adquire o brilho e a frescura do
cabello da juventade; o cabello ralo se torna
lenso e a calvicie muitas vezes, poeto que nao
cm todos os casos e neutralizada.
N3o ha nada que pode' reformar o cabeUo
depou dos fclliculos estarem destroidos, e as
glandes cansadas e idas, mais se ainda restarem
algunis podem ser salvadas e utdizadas pela
apphoaca-o do Vigor. Libre de essas substancias
deletenas que tornam muitas preparacoes de este
genera tarn nocivas e destructivas ao cabello, o
Vigor sc-mente lhe e. beneficial. Em vez de
sujar o cabeUo e o fazer pegajoeo, o conserva
iimpo e forte, embeUizando o, impedindo-a queda
e o tornar-se ruco, e por conaequinte previne a
calvicie.
Para uso da toUette nSo ha nada mais it dese-
jar; n5o conteudo oleo nem tintura, nSo pode
manehar mesmo o mais alvo lenco de cambraia;
perdura no cabello, lhe da um lustre luxurioso,
o um perfume muito agradavel.
Pa reformat a cor. da barba, a neceseario
mais tempo de que com o cabello, porem se pode
appres*r o effeito, envoi vendo a barba de noite
com um leDco molbado no Vigor.
ningiiem.
CHALES de casemira com listras, o mais mo-
dcrno que ha a 3/500 e 4/, fazenda que custa
em qualquer parto 6/. Venham a elles antes
que se acabem1 II Ao l om torn I
Alm destes, ontros muitos ; rtigos que deixa-
mos de es;eciflcar. para nao massar nossos fre
guezes, mas estarao patentes a vista a s compra-
dores. Avista do ex post ficamos convictos de
que virSo fazer acioisicao de boas faieadas por
pouco pre^o.
Ao barateiro I (
Na rua do Crespo n. I.
Angostinho Ferreira da Silva LealC.
Cura des estreitamento d'uretra
pela scil applicacuo das
SONDAS 0L1VAES
DE
GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeigoadas de iodas
as conhecidas
Vendem-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34 Rua larga do Rosario 34
Especialidade
\ iiiho particular, puro e ge-
nuino.
Acaba de chegar ao mercado alguns barris dt
vinho do Alto Douro, especial e unicamenie pre
pwado^do extraeto da uva e isento de quatquar'
eonfeccao, sendo muito mais brando que o da Fi
gueira, o que o torna recommendavcl pelo muito
que agrada ao paladaY e p.eferivel a todos os on-
tros vinhos de pasto.
Acha-se a venda nas armazens de Mo Jose Ro-
driRues Mendes, Sonza Basto &C e Fernandes ds
CosU & C.
Gravatas de seda para homem e senhoras. 1,ltas ^e algodJosinho muito encorpado,
CaQ03 de cambraia e de seda de diversas cores com leve toque de avaria a 4(5500*
U\tos para ouvir missa, com capas de madre> I PeQas de madapolao com. 20 jardas a
perola, marfim, 6sh> e velludo, tndo que ha de 4iC5(0.
1 Brim pardo para roupa.de homem e me-
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca-
bellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perela, marfim, osso e donrados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a PredilecU ben
provida, nao so em extractos, como em oleos e
banhas dos melhores odores,- dos mais afaraados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hvgieniea.
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commode
precp.
Sapatinhos de la e de setim bordados .para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta am'bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de saias.
Vestimentas para, baptisado o que ha demelhor
gosto e os mais moderne ; recebeu a Predilecta
de or ar: to preco, para flcar ao aJcance
jualquer bolsa.
ninos, covado a 400 is.
Gobertas de chila.para cama a 2)5500 e
35000.
Bramante de linho com 10 palmos"de
lagura, vara a 2^6C0.
Atoalhado com 8 palmos'de lareura. vara
a 1^500.
Espartilnos brancos e de cores a 4$ e
Cortes 4e casimira a 4(5 e 5^000.
que visitarem este grande estabeyswrS*
qae S3 acha aberto desde as 6 horas fc x-
nh ate" as 9 horas da nouteS
Rua doBaraoda Victozk r
22.
Rua do Cabugan. 1
Vende-se a padaria da rua do BarJo de S. Bor-
,), anttga do-Seboy-a.' IS, muito a/regueeada
I para, ver e tratar, com sen i dano, na anesma ; o
motivo da veada nao cteMgradaja ao comprador
Rea-dolhrfto da Victoria a
DE
Garneiro Vianna,
Attencao
Vende-se um grande sitio crm bastantes terras
para planujSes e casa de moradia, na estrada
Real de S. Miguel a JabeatSo : a iratar na rua do
L.vramento n. S, loja de ealcado, que dara todas as
esplicacoes.
LiiZinhas
a 200 rs. o covado.
Sdna rua do Qneimado n. 43, junto i loja
da Magnolia. .
Choguem, venbam a ellas 11...
Lazinhas de qnadrinhos a moda escoceza pa-
droes muito cbiqnes, propria para vestidos de se-
nhoras e meninas. pelo diminuto preco de 200 rs
o covado.
So o 43, loja de Guerra A Fernandes.
Dao-se ameatras com penhur.
-SE
UMftupoM )vUldeflarrelros, aajroa do Com-
\m& '|^*r*fltv", Vende se na rua do CommeroiQ n. 4. cerveia
Neruega, marca ML:
Bitter Augttstura.-
Ramde Janioioa.
Magnolia ^
Na loja da Magnolia, a rua Duque de 'i,rj*
45, encontrara sempre o re3oeitavel ntA&v tm
L-ompleto sortimento de perfnuiarias Ck*. ^gm
depbantasia, luvas de Jouvio, artigos & H^a
m.udezas finas, assim como modicidai m 3*
cos, agrado e sinceridade.
Anneis. electricos
A Magnoha, a rua Du-jae de Caxiae :i'j
ba de receber os verdadeiros anneis 4 j,r
tricas, proprios para os nervoses.
Meios aderec,os
A Magnolia, a rua Buque de Qazik? '-
x-ebtu um completo so: timento de
Meios aderecos de tartaruga.
Meios aderecos de n
Meios aderecos de .
e de muitas outras qu.
Botdf
A Magnolia, a rua :
para vender os mode. 1
para vestidos. -
Golinhs.^
'perola.
ordados, 'uf.jta**
ies.
3 a .e ia Caxias t (4t *
otoes de tfz, jp-'fth
A' este grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultimamente na Europa, cujas machinas
sfto garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim eoncerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algum do comprador.
Noste estabelecimento tambem ba P^iJJ^^Sm^t^i&Jt
para as mesmas machinas e se suppre quad- chinezes, com iindistimos desoahos, &Sfa3?


-
e puuhos
1 no mcrcato;
dc Caxias a. 1
Lencos chinezes
das mais modernas qu ba no mcrca4o. j
na Magnolia, a ma Duque de Caxias a. K.
ramente nova.
PBCPAKASO PPB
Dr. J. C. AYER & CA., I^weU, Massn
Katados TJnidos,
jv ChltnUo. Practic, e Analyticct.
*.------A. VENDE SE POR
VENDE-SE
no estado em que se acba 0 sitio no lugar do Re-
medio fregueziados Afogades d. 18, chao proprio,
com 349 palmos de frente e 608 de fondo : os
pretendentes dirijam se ao seu proprielari' a rna
de g. Frapclco ^esta cidade, sobrsdp p. 10.
- Vende-se a armacao de louro, com caiiijhos Traws-:da. labaUoa kumaaea, naturae*, nao
unKtZ'T^13*1'43]0'1 daruaWrei- dum.que to,b^"umSatre ff?omK
C\L plX, a Tt *Urt CCmD",d0 : a tratar ns sotrivejment,. compr,idas, pela precA 12|fJ00 !
Clneo-Ponfas.njt.r_____________________ s0 Ha rua to Marqfies ^ WttSaXsi, 4-indar,
Kne-Pnhn Saotp^a-------- ,M*-6o8taw, cbenelreiro. '
Veode-ee o engenhe -Segredo, distando apsnas ,L,^ P*" de crespo natural, compridas a S^fJOO
uma legoa da ewagao de Ribeirio, moente e cor-' Hm "9". frjdo nor 3*006
rente, bem obrado, e com lerrenos muito ferteis ; dQZia ^ IT'*oS frizades par" 1*000
oue safrejava mais de 2,500 paes : a tratar na rua : wqne, modernismo, de 40*, por 20*000
do Encantamento a. 8. Djademas, modernismo* Je cabejtos, por 3*0Q0
quer peca que seja necessario. EsAas ma-
chinas trabalham com toda a perfeicao de
um e dous pospontos, franze e borda toda
qualquer costura por fica que seja, seus
precos Bio da seguinte qualidade : para tra-
balhar a nflo de 309000, 409000, 45&0001roero45
e 50j>000, para trabalhar com
Leques
Lindos leques de madreperola, de l
martim, de osso, e de muitas outras
recebeu a Magnolia, a rua Duque deCta*?;
Attencao.
e 009000, para trabalhar com 0 pe" sao de J
809000, 909000, 1009000, 1109000, A loja da Magnolia, a rua'Duque &
1109000, 1309000, 1509000, 2009000 ej*?, acaba de receber o s.puintes ai
2&O9000, emquanto aos autores nao ha. al- I Matmal ,dke mdrpperola, lartarnga _
teracao de precos, eosoompradoresr^erioLeoi-a^ns-^^caPa-lle maJr^
Terreno
Vende-se por preco muito barajo nm bom ier-
fTJS D? SS?2 df g*l*rt* WB *8 palnw de
f""!e *?_* m.*>.: a '" n* rna do Crespo frente e 320 de
do ui
Crescentes de, c,
So na rua do
em casa de -6-us
\3ffiP
irquez de
m casa ae ^itsib. 'WeMeiwlro.
40?*6<
hda o 51, t andar,
junto ao
Passo.
arco (Je Santo ABta&oTna" loja
mmws&st
'?^l!!fo?mfili.0 n*^An'a>aJ.'-6* 8a#almosde
com uma pequena casa de
: a trr-
rana n 26.
m feita a modern* : a tratar ho'c'aea'da Com-
panhia Pernam
visitar este estabelecimento, que muito de-
vr8o gostar pela variedade de objoctoe que
ha sempre pwa Tender, eoino sejam: cadei-
raa para Tiagem, males para viBgan cadei-
ras para saias, d)tas de baiango, ditas para
crianca (altas), ditas para escolas, costurei-!
ras riquissimas, para senhora, despensavets'
para criancas, de todas as quaiidades, camas '
de ferro para homem e criancas, capachos, S
espethoe dourados para sala, grandes e pe- .'
qneno-j, apparelhos de metal para oh*, fa-'
gren, madeira, velludo, conro, etc.
Lindas caixas com finiisitnas p.rfi
Ligas de seda, brancas e no cores.
Voltas de madreperola.
Puiseiras de madreperola.
Ricas caixas para costura
Vestuarios para baptisad..
Foocas e saaatinhos de setim.
Modernos chapeos de sol de sadsraet
Lindos port-bouqneta.
Gravatinaas de reikido, etc, ek_
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Doque le Caxiai'
cebeu um lindo sortimento fa bieoa V
--*.
.-
queiroscom cabodemeUl e de marfim, ^t^^rS^^,^
drtos avulsos, colheres de metal fino, condiei- tualfdade.
ros para sala, jarros, guarda-ooraidaj-.de
arame, tampas para cobrir pralos, esteiras .
para forrar saias, lavatorios complotos, ditos'
tos artigos qne muito devemagradar a todoe | da Companbla Pernamtu.:...
VENDi.-'E
pataailBl


8
Jiario de Pernambuco Sabbado 11 de Julho de 1874.

*
ASSEMBLEA GEBAL
CAMARV. DOS SRS. DEPUTADOS.
REFORMA ELEITORAL.
(Conclmaci.
0 Sr. Jose de Alencar :New fallo de
legislatura constiluinte, estou fallan do de le-
gislatura ordinaria. Pois desncreiitam-so
as instituigd^s da piiz, declara-si quo n3o
ha represent gao naci ma), que tod s n6s,
delega los di nagao, sornis (ilhos da frau'le
e da vjoleucia ; eolretanto, aquellps que
tambem sio reprosontantes de todos esses
abusos, vinle'ncias e irregularidadc; pertna-
necem no p ;sto|?
(Trocam-se npartes.)
Ninguem falla da obrigagao Ifgi! ; digo
que en um salutar exempio dado a) paiz
mostraria a sinceridade dessa contianga
qne tinhara na e cigdo directa o da sua in-
fluencia sobre essa' opiniSo publica trium-
phante que, segundo se proc ama, exge im-
poriosamenle a eleigao directa.
Mas, dcfen ler a constituigao, quando e
preciso p^ra manter nossos direilos, e of-
fende la, quando so trata dos diroit >s do
pobro, do artista, do operario I Nao com-
preben lo.
Senhores, a historia do governo represen
tativo nao apr seQta exempio de urn paiz
que retrogradasse da deiiocraeii pat a a
aristOCracia em circumslaticMs ordinarias ;
tem-se feito issd por um gol e ou depots de uma r.-vol ici), mas nao polos
Os tios nao rem )ntam d
principio protector ; consequentemente, esta
no seu di-eito eotrando tambem eta quM-
tots rehgiosas pelos meios proprios.
Mas a questao nao e raligiosa no sentido
rigoroso em que o Ex no. reo quer apresen-
mento a* apresentag8o do projecto de r for-
ma eleitoral, e por occasiio da conerfen-
cia que tivomos em abril de 1869, na se-
cretaria da agricultura, S. Exc. positive -
mente declarou, corao hoje aqui referio,,
que retirar-se-bia dogsbinete no caso de to- tar, E' mi queslio mixta, msisdb pOder
mar a si o ministerio a sdrngio daquelle civil do que do poder ecclesiastico.
projecto. 0 nobre deputado esqueceu-se J 0 tribunal dar me-ba lieenga para quo
unicamente de um iacidente daquella con-'leia aqui umas daas cousinbas, que me pa-
ferencia e foi que, d vista da repugnancia recem ter relagao, tiradas de um livro mui-
do S. Exc. p -la eleigSo directs, espintanea- to importante, raandado imprimir em 1769
raoote declarei q'ie disistia do promover a pelo govern > do Sr. D. Jose I, opmpen-
realisagio da minba idea emquanto fosse- diando os factos da historia ecclesiastica Je
(i 'is ministros. Era u na attengao que de- Portugal. Vou proceJer a* essa leitura para
vra ter com S. Exc. se ver que n6s temos leis e tradigaa do an-
Conttnuei, porem, a pensar do mesnoo tigo, leis, que nao foram revogada*.
modo que ora de grande vautagem a decre- Diz esse livio, ap-g. 5, referindo-se ao
tagaosem demjra da reforms eleitoral, co- bispo de Coinabra, D. Mig lei da Anuuncia-
mo eu a entenclia. gio : 0 bispo incurso em rebelliao, apar-
Hetirando'se o nobre deputado do gabi- tando os vassallos da obediencia qua todos
ncte em Janeiro de 1870, pouco depois de devem ao seu mouarcha, quiz dar uoaa li-
ter sahido o Sr. conselheiro Ant Jo, reuni- gdo escandalosa, querendo persualir osmais
mo-nos em casa do Sr. Barao de Cotegipe, prelados.
os outros quatro ministros presentes (o! Vejase a lei de 6 de maio do 1763 e 2
Sr. Rio-Branco estava no Paraguay) para de abril de 1768. A'pag. 23 estd a sen-
resolvcrmos se o ministers so duvia recona- to0ga j0 i9 ,je dezembro do t768. Orde-
por. Depois de declarar o Sr. Visconde de na a||a quo a past0ral daquelle bispo (que e
Itaborahy que empenhsra sua palavra de' je 8 je ,,OTO,nbro de i;67), como falsa,
uao deuar o mimstorio antes de terminada sedick)sa a infame, seja lacerada a publica-
a guerra do Paraguay, apezar dos valiosis- .mento queimada, "com pregao na praja do
si nos motivos que eu tinha para acompa-1 commercio pelo executor da jaslica.
moios regularys
sua*font, Jiz um escriptor : as conquistss
da libordade, feitas por um povo, esto nao
^s p6de abaulonar sem desdouro.
Vemos, a excepeio da Inglaterra, onde
nao tha urha constitoi^o, vemos que em lo-
dosoSkpaizes a reform a eleitoral, nis suas
bases, 6 materii constitucional, Bonjimin
Constant assim o declara. Qutndd so dis-
cutio a constituigio belga, dous membros
uotaveis, os Srs. Defacqz e Laban exigiram
que s doclarasse na constituieJo o systeraa
do 81010-1 a loptado o as con li^oes do cen-
SO. E' precifo, dizia o primeiro, na\o
deixar ao arbiirio do uma lei mobil e va-
riavel essa condicao importante ; 6 preciso
que as legislaturas que nos succederem
ii3o a possara revogar a sua vontade, e tal-
vez segundo os capnchos do poder.
0 outro assim se exprimia : Se o censo
nao Mr lixado na constitute^), as seguintes
legisiaturas poderao n5o modificar, mas mu-
dar o espiritoem sua applicsQao. Nao de-
vemos deixar aos nossos suceossores o ii-
reito de destruirem instituigoes que to los
os nossos esforQos tendem a assentar em ba-
ses duradouras ^
Na EraoQa, senhores, onde se iutroduzio
a eleigao directa por uma revolu^ao, a cons-
tituigao de 1830 consagrou, mui expressa-
mente, o systems da el-eipao directa, e de-
legou ao legislator ordinario marear o cen-
so. Reconheceu-se, pois, que a nnteria
era constitucional.
Mas, senhores, precinlamos desta ques-
tao constitucional. Quando -neu espirtt) la-
borasseem duvila, hi uma cousa pira o ci-
dadio que e.>t qjje plains sobre as consoquencias politicas,
o f: se cala nem mesmo dianle ilos rccla-
1705 ijn patria ; e a consciencia.
'j esloa aqui neste recinto, occupaodo
esUi iibuna, c^tno represents nte de um cir-
CtllO Je 38,0l>0 votantes, que me enviaram
30 parlament.; para defender, em seu nome,
os interesses do paiz.
P. sso on, que nao sou neste lugar senao
0 seu mandatario, exautora los do seu direi
to, 0, abusando da autoridade quo mo con-
feriram, extorquir-llies 0 voto, 0 mesmo vo-
to em virtudo do qual eu fuocciono'?
Posso eu dizer lhes: V6s, artistas
operarios, trabalhadores do campo e d 1 ci-
dade, homens pobres e rudest mas leaes ;
v6s, quo me elogestes, sois inep'.os, sois
incapazes, nao tendes sequer habilitagoes
para conhecor 0 homem bom do vossa pa-
rochia ; nao po leis concorrer com a mini-
ma parcella para 0 governo do paiz; v6s
nao passais ,de massa recrutavel, v6s nao
prestais senao para a corvea e para a gleba.
a Daqui, desta tribuna, a que me elevas-
tes,.e qu'' vos pertence, declaro qne vos os-
bulbo do fosso direi'.o.
a 0 mandatario destitue 0 mandante; a
i;reatura rcvoga 0 creador
Nao : po le.n vencer-me com a forga do
talentoe d> orgumeuto, mas nao conssgui-
rao de mim (jue proccda por essa f6rma ;
hei de resMuir intscto d soberama nacio-
nal 0 deposito sagrado que me coutiou ;
nunca lhe serei doslaal ; nao faUearoi jdmais
, mandato quo r^cebi.
O Sr. Prtuliiio de Sonasa. Set
bem, Sr. presidente, que nao me e licito
;\ir novamento neste deb He para res-
ponder ao discurso quo a- oamara.acaba de
ouvir, V.ndo ja usado da palavra a vez que
me per-nitte 0 regimento. Desejo, porem^J
txplicar j.elhor os factos a que
nhar squeHc eminente wao duranto sua
estada no governo, declarei quo nSo conti-
uuaria a servir so Ufa estivessemos todos
accordes em certos pontos, 0 primoio dos
A pag 56 (isto entio e um pouco maisj
diz 0 mesmo livro : m 11 rcbias foi instituida por Dous, 111 de-
pendent de qualquer religiio (e a tbese
quaes era a apresenta^S) do meu piano dejgera|) >. Receberam depois os monarchas
reforms eleitoral sobre a base da eleicdo
directa.
Quando foram convidados 0 meu illustre
amigo deputado pola Parahyba e 0 Sr. con-
selheiro Nebias, de saudosa memoria, para
se encarregirem ds.s pastas quo estavam
vagas, a ambos foi decjarado que se tomara
aquell'3 compromiss), a que tambem adhe-
riram.
0 Sr. Dioco Velho : Apoiado ; e
oxacto.
0 Sr. Paulino de Souza : 0 nobre
deputado, porem, nada tern com isso, nem
om 0 que entao e depois se passou.
Persisti, Sr. presidente, na ide"a de refor-
rr.ar-se a lei eleitoral pela decret'cAo da
elei^So directs, porque nella tinha, como
ainda hoje teuho, esperancas deobter-sea
verdade da representagao 0 gurantias de for-
5a para os partidos politicos. Antes de ser
ministro, quando 0 fui, depois de se-lo, fiz
sempre, como fago e farei, os maissrnceros
votos pela realidade de nossas (fores insti-
tui^des, pela e'eva^ao do caracter poHtico
nacional, pela effectlvidade da forma de go-
verno concebida e formulada n* eonstitui-
cao.
Vozes : Muito bem muito-bem f
^_ s nu
JORISPRUDENGIA
SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTST.A
SESSAO EM 1 DE JULHO DE 1874,
Prcsidencia do Sr. conselheiro Joaquim-
Marcelino d: Brito-.Secretario o Sr.
Dr. Jodo Pedreira do Couto Ferraz.
A's 9 1/2 boras da manha, presentes os
Sr. ministros conselheiro Brito, barao de
Monteserrat, SimOes da Silva, Valdetaro,
Vdlares, Costa llnto, Veiga, Mariani,. Mes-
sias do Liao, Albuquerque, Coito, teao,
Cerqueira e Barbosa, e aberta a sessSo, lida
e approvada a acta da sntecedente, o Sr.
presidente leu o expedience do tribunal:
Des leas 9 horas da manha achava-se a
s*,la do tribunal dentro e f6ra do recinto
apinhada de espectadores de todas as classes
sociaes. Em seguida entrou o Sr. desem-
bargador D. Francisco Balthazar da Silveira,
promotor dajustiga, que toma assento na
mesa do tribunal.
Momentos depois das 10 horas intro-
duzido o Sr. bispo do Grao-Para", acoropa-Jraos de dispos'^Jo alguma para sabermos
nhado do vigano capitular do Rio de Ja-^que estava o bispo sujeito i jurisdic55o- do
a verdadeira roligiao nos seus estados, a
qual nao raudou cousa alguma na consti-
tuigao primitiva dalles, antes vein ella
(a religiao) fazer uma parte do corpo do
estado. Porque o estado estava ja insti-
tuido e era um corpo muito anterior a igre-
ja e esta veio dopois aggregir-se a este cor-
po, fazen do parte delU. i> Santo Agostinbo
escreve emmuitasdo suas obra> fazen lo vr
que os imp-;ra lores tern legitima autoridade
para cohibir e castigar em materias de des-
vios religiosos.
Creio que isto prova a idea de que o
poder civil esta* mesmo em seu direito quan-
do entra nas questdes religiosas pelos trami-
tes e meios marcados nas constituie,dos e nas
leis. /
Na mesma resposla, o Revm. bispo faz
tambem un reparo para dizer que tanto a
qu*stao ndo^ do governo, que esto deu-lhe
15 dias para que meditasse e visse se que-
ria ou nao cuosprir ; que, so isto nao fosse
direito-do bispo, o governo nao lheda-va,
porque, se o bispo, ex-gratia, demittisse
qualquer empregado civilr e governo nao
Ibo daria prazo. Talvcz seja fraqueza da
minha ratelligencia, mas pareee-me impos-
sivel que, com o elevado Calento do. reo e
a sua grande itlustracAo, nee visse S. Exc.
que isto <* um soplusma. Sendo, como 6,
a questao da juris liecjio mixta, o governo
quiz ter tada a aUeaQio com o-prelado dio-
cesano do Para para- que reconsiderasse a
materia a visse se essava ou nao disposto a
cumprir coa* aquillo qpe o governo julgava
do seu dever. Nao ba aqui om- recoabeci
mento de queo governo civil nao tici-ha po-
der;. a questao e mixtat Veja 1*; sequer,
bem ; se naoquer, soSra a peda-. Ora, es-
tabelecido isto,. era a eonsequencia o pro-
vasso e a responsabilidade do reo.
Quer elle eegar cookptatamento a cornpe-
teociadeste tribunal, do poder oaViL Em
primeiro lugar, esta questao ji esta" termi-
nada desde que Vossa Magestade- Imperial
decidio a mesma cousa em relscao ao bispo
de-CHinda, D\ Fr. Vital. A lei n 609 de
18i de agosto-de 185!, querendo determioar
Ofr juizes, perante quem os bispas deviam
rasponder, beno claramente determinou jue
este tribunate o competente, salvo em ma-
larias raeramente espirituaes. Mas, senho-
res, ainda quando nao bouvesse esta let tao
tiara o ta i termmante, dos uao precisava-
alludio o
nobredeputado pelo Ceard, e" e para este
fim unicamente que peco a V. Exc. alguiw
mc mentos de sua preciosa attencao.
O Sb. Presidente:0 nobre deputado
-tern a palavra prraexplicar-se como daseja.
0 Sr. Paulino de Souza .Em todo o
periododoseu discurso, relativo d inter-
pella'j'io quo me fez, laborou o bonrado
mem'bro em um equivoco que so afinal se
lesfez. Partia S. Exc. do presupposto quo
.. meu projecto de reforma eleitoral fdra
ap'resmtado nestacamara duranle o teuipo
edl que sorvira elle como ministro da jus-
liga no gabinete, deque fiz parte, e, nosta
disposiclo de espirito, a mim se dirigio pa-
ra 'ibter a affimacao de ndo ter adherido a
i lea da eleigao directa. Respoudi quo
aqnella apres'uta^ao se (izora com o assen-
limento de todos os mous collegas de mi-
ni iio.. Suppoodo-se no numero daquel-
i quem eu mc referi, o n^bre depjitado
cein^ou a outes:ar-me e expoz os "factos
par,, resguardar-se da uccusaQfio de incohe-
n.n. ia.
Eu que nao comprehendia o honrado
memHro eutre os que me haviam dado
aquella acquiescencia, poi< que S. Exc.
bavia leixado o-gabinetefl6 de julho seis
mezi'S antes da apresentako do projecto e
jolgav.1 que tambem S. Eic. tinha isto bem
prasente d m-moria, nao pude por muito
tempo atinar com o raotivo real de saa in-
sistencia, nen, sabia corao pudesse te-lo,
com minha resposta, contrariado.
S6 depois, quando o nob'e deputado, a
vista de contestacoes minhas sobro a data
da aprosentacSo do projecto, roconbeceu e
confessou o seu equivoco, foi que vimos
ambos que n3o havia razao para contesta-
Sdes nesta quesiSo de facto, em que estanios
de pprfeito accordo.
I..iiquantoesti vemos juntos no ministerio
neiro, o provincial do convento de Santo
Antonio, e varies sacerdotes que acompa-
nharam a S. Exc. sendo victoriado por gran-
des a'cclamacjoes e enthusiasticos vivas, e
toma assento defrpnte da presidencia, Qcan-
do de um lado o Sr. senador Zacarias de
Goes e Vascoucellos, e do outro o Dr. An-
tonio Ferreira Vianna, que so offereceram
espontancamento como advogados do Sr.
bispo.
Lido o relatorio pelo Sr. conselheiro
Villares, teve a palavra o Sr. desembargador
promotor da jastica, que proferio a seguin-
te accusa^ao :
O Sr. :*. Balthazar da Silvelra
(promotor da justiga) : A accusagio esta
assentada, e eu naia diria se me tivesse ido
com vista o processo depois da rospo ;ta do
Revm. bispo e antes da pronuncia, para
dar a ultima "promoQao. Neste caso, vejo-
me obrigado a tomar algum tempo.
Coinecareipedindodesculpa.que visto nio
"estou naaltjra qua o assumpto pc
de e esto
respeita/el tribunal ; tenho 67 anuos ; e o
muito t'rabalho, o muito variado, deve con-
correr p ra isto. Aqui s6 me anima uma
circumstancia : e lombrar-me do bello pen-
sameido do orador romano : accusagdes ha
que sao a mais formal das dofezas o esta
e uma dellas. 0 respoitavel tribunal sabe
muito bem a que terrivel abysmo podere-
mos chegar com ostas e outras questfies le-
vantadas pela prepotencia e exorbitancia do
poder ecclesiastico. 0 panno de amostra ja
tivemos quer em Pernambuco, quer mais
poder civil.
Ate 1822 formavamos com Portugal
um s6 corpo, uma s6 nac&o. Em 1622 nos
separamos, mas recebemos toda a legisla-
Cdo, todos os principios, todas as tradicdes
que alii exisliam ; adoptamos tudo ; e tanto
que b nossa constituigao politica, quando
trata da religido, diz no seu art. 5 : Con-
tinuard a ser a rdigiao do estado. Estd
c'aro que vai buscar o elo para prender a
cadeia no antigo. E pergunto eu .- houve
nunca duvida na menarchia portugueza em
relacjio d jurisdicgSo civil sobre factos dessa
ordera ? Nunca bouve.
Eu apenas tocarei de leve sobre os iuter-
'ictos ; tratei disso especialmente na minha
denuncia, porque e materia completamonte
odiosa. Sobre interdictos, bullas, recursos
d corfia, nada temos, nada que possa rdvo-
gar o que estava 'antigamente detorminado.
Ndo hi-A de cansar a attencao de Vossa Ma-
gestade e dopublico, citando isto ou aquillo.
Apenas, como autoridades irrecusiaveis, ro-
firo-me ao repgrtorio do desertibargador
Manoel Fernandes de Mattos, nos artigos
Bullas, Interdictos, Recursos d Corda^ etc.
a Borges Carneiro liv. 1, tit. 6, diversos
paragraphos ; e ainda ao abalisado Mello
Freire no sou liv. 1*. tit. 5, 17, e nota.
A homens d& respeitavel lllustragao de
Vossa Magestade Imperial nada e mais
preciso dizer.
Mas peco liconga para continuar a lor pe-
dacinhos, que extrahi desse livro que trata
dos factos da historia da monarcbia portu
ainda no Pard. Nao digo mais nada a e-se guezaleis protnulgadas, sentences proferi-
respeito. das impresso por ordem regia em Lisboa ;
Tomo a liberdadedo perguntar a V. Exc. na regia officina typographica, no anno de
e ao respeitavel tribunal se n3o haverd ne- 1769. Peco desculpa de ler, porque me 6
cessidado de qualificar o reo e de interroga- impossivel, pelo trabalho que tenho, deco-
rartudo; nSoha remeiiosenio ler. (Lendo):
No 58 diz o seguinte.... a Tendo o so-
berano jurisdiegflo e autoridade em todo o
corpo do estado, tambem ha de ter alguma
nunca
prestou o
lo, como fiz em relagdo ao Revm. bispo de
Ulinia. 0 tribunal e" que ha de deciuir.
Co.no acibei de declarar, nao 'tendo tido
vista do processo depois da resposta do(
Revm. bispo, direi agora alguma cousa. jurisdkcSo e autoridade sobre esta parte
S. Exc. comega fazendo grande alardo, quo se chama igreja, toraada pelo estado
porque se quilificou o negocio de questao ecclesiastico e corpo de pastores.
religiosa. Em primeiro lugar S. Exc. ej Porque, nio sendo assim, ou a igrejai nao
todo> sabam muito bem que nihil facil errr e parte do corpo do estadoi o que e evjden-
nominis, quem de rezatis comtat. A ma- tementefalso ; ou neste corpo ha uma par-
teria e sabila ; este ou aquelie nome, esta to que n3o depeade da cabega e dochefe do
ou aquells denominagao, 6 indifferente. Em' mesmo corpo, o que sena chimera ; e des-
spguodo lugar, nao comprehendo bem o truiria as monarchias instituidas por Dous,
alcance a que se quer chegar. Creio que o e a mesma igreja. Pois que um soberano,
governo imperial e todo qualquer governo qua nao lnfluisse com sua autoridade em
de um estado quo tenha a sua autonomia todas as partes do corpo do seu estado, nao
bem constituida, estd em seu direito quaa-, seria soberano, etc. E uma igrej i, que u8o
do entra em questoe's, mesmo puramente fosse protegida e sustentada pelo mesmo so-
roligiosas, senao diroctamonte por si, pelos berano, como parte jntogrante do todo esta-
meios quo a c-mstituicSo e as leis dotermi-,do, n&o podia subsisiir sem um snccessivo
nam Creio que ha bem poiioa dias uma milagre da.Omnipotencia Diviaa.
das nossas maiores illustrates, o Sr. vis-, NoJ 12 dii : Os mesmos bispos, quan-
conde do Ab.ete, disso que o govern> pode- do fazem juramento de obediencia ao papa,
na iot.'rvir nislo, Eaundo um concjlio de nao e do obediencia cega ; mas obediencia
v todos os bispasdo imperio. Eis o governo.illuminada, e s6 quandomanda nascousas
nobro deputado assenti- entranlo na qaeslao. 0 govorno e sompre que pode mandar, conforme ossagrados
canones. Refere-se a Graciano e S. Grego-
ri-J Magno : ao cap. cum teneamur de
Proebendis, que 6 de Alexandre IK ; e ao
cap. Super Litteris : de Rescriptis, que 6
de Innocencio III. E isto vem mais dessn-
voivido nos $ -209, 210 e 211.
No | 217 diz : Esta obediencia cega
pelos seus intrinsecos principes constitue
um mundo intciranunle fanatico o capaz
decommcttor as maioros maldaies e attcn-
tar os maioros insultos.
Creio que Qca perfeitament'j provado quo
na legislagao antiga, no systems antigo da
monarcbia, que passou para n6s, nap havia
a raenor duvida da sujeigao das autoridades
ecclesiasticas era casos como este Ainla
depois do todas essas^detorminagoes, ve-se
quo, mosmo no tempo de D. .Maria I, como
ainda ba pouco disse na camara tem-
poraria o Sr. deputado Pereira da Silva,
bouve disposigdes terminautissimas a este
respeito, merocendo particular mengao o
aviso do 11 de outubro do 1785, e mais
ainda o de 29 do outubro de 1787 em re-
lacao ao bispo do MaranhSo, que suspeudeu
um vigario ; este intcrpoz recurso, quo teve
proviraento da autoridade entao compeknte;
o bispo n8o quiz cumprir e a rainha manlou
que cumprisse, pirque a sua obrigagao co-
mo vasiallo era obodecer ds or lens roaes.
E ainda depois bouve a car,a regia de 3 de
outubro de 1789.
Assim, nao havendo questao sobre o facto
e tanto nao baquestaa que o Revm. bispo
tem disto-gloris, fazdisto uma corda para
si ; restava a questao de direito, jd muito
conhecida, e a da competencia de Vossa Ma-
gestade imperial, que nd) pode ser mais
clara, mais bem lirmada ; e entao nada
mais direi, e nem tomarei mais tempo al-
gum.
Pego desculpa de quaesquer faltas e
erros.
O Sr. Zucdriasi (movimento de at-
tengdo) :Sr. presidente, quando em 21 de
fevereiro ultimo, me coube a bonra de a-
eompanhar d barra deste egregio tribunal o
ioclito bispo de 01ii*la, tive occasido de
prot'urii- estas palavras ; Ndo sei, St. pre-
sidente, como aclia o go^srno em semelhan-
te questao (a de que se trata) materia do
alta politica, e fez~pubiicar no dia do julga-
mentC' talvez para exercer pressao sobre os
animes dos julgadores, um artigo dizendo
que o tribunal tem em sua mi) o desent ice
da maxima questao do conflict antiquissi-
mo entre & sacerdocio e o imperio. Nao\
Sr. presiuVsnte, a questao entre o sacerdocio
e o imperio nao receberd h .jo aqui, seja
absolvido ou condemned o reo-, solugao
alguma. Hoje, Sr. presidente, repito as
mesmas palavras.
Jd um bispo f^i processado, jalgado e
acha-se soffrendo pena ; outro acha-se pre-
sente aguardando sorte identica ; pode vir
um terceiro, am quarto, um quinto, pode
vir todo o episcopado brasiieiro, um a um,
e eomtudo a solugao Beard por dar-se, o
eooflicto contitward o mesmo, a dillioalda-
de em vez de soiver-se, adquirird inaior
iDteoesidade e forga.
Qual e senhores, a razac desse pheno-
meno ? Qual eo rootivo po'que o poder
civfl-arocura conter reos que se apartam da
vereda da lei e o*e consegue seu fbn ? 2aal
e a raaao da inetitacia de eompietas medid s
severas a que se tem recorrido ? A razao
nao pode ser outra senao que o governo
civil' gyra em una esphera a que e albeio
o confticto, que se trata de resolver.
A- eonvicgao de que p">r meios severos,
por loeio de processos nao se attinge o 6m
propasto, quem a tem, e manifests do 'no-
do cabal, e o goveriK) do Estado quando
tendo se langado ds vias do processo, maniou
a Roma uma raissuo. 0 governo nesse
mo men to collocou-s j em um dilemma ter-
rivel ;-0U reconbece que se trata de iiegocia
puramente espiritaal, isto e, reeonheco a-
quillo que tem conte.-tado, ou eatao faz a in-
dependenera do iraperio uma grave offonsa
porque, langando-se aos pes de um poder
que elle denomiua estrangeiro, pede-lhe a
solugao de um negocio domestico.
Se o governo, se os tribunaes entendiam
que por raeio de processo se podia attingir
o fim almejado, nao tinba quo intervir a-
qui a diplomacia ; mas se a diplomacia in-
terveio, se o governo recorreu d suprenoa
autoridade da igroja para resolver o deplo-
ravel conflicto, neste instante o governo
confessa que nao era 'competente para por
terrao a quostdo-; e, pois, repito, hoje o
que disse em fevereiro : ndo ha de ser este
tribunal qurni decida o conflicto, ello per
mauece intactc, porque a questiio nao e
um bispo e o g verno do paiz,'a questao e
entre o poder civil e a igreja representada
pelo vigario do Christo.
Senhores, vindo eu e meu collega defen-
der espontanea e ofliciosamente o illustre
bispo do Pard, combinamos em dividir o
trabalho de maneira que a mim tocasse a
preliminar, e ao meu nobre collega conpe-
tisse como tao versado e habilitado qua 6,
o merito dos autos. A minha preliminar,
Sr. presidente, 6 a da excepgdo de incompe-
tencia do tribunal.
0 nobre promotor da justiga disse que
essa preliminar estava decidida, porque jd
tinha sido allegada com relagao ao bispo
de Olinda e fdra desatteudida. E' verdade
que tambem S. Exc. comegou aftirmando
que a accusagao estava asseutada. Ora, se
a accusagao estu assentada, so a preliminar
estd decidida, o tribunal nao nos deveria
admittir, e este simulacro de julgameuto era
desnecessario, porque tudo estava fin lo.
Senhores, a excepgdo da incqmpetuncia
nao prescreve, visto como se trata do uma
jurisdicga) improrogavel, allega-se a todo
0 tempo ; e pois embora a nobro vietima
da perseguigao magistralmente declaras-
Fir.nou se, portanto com a promulgagao
dessa lei o principio que eu nao impugno
nem defendo de que cm materia temporal
cessava a attribuigio dos tribunaes ecc'e-
siasticos coubecerem dos delictos civis des
sacerdotes, fosse um simples presbytero ou
um bispo; mas ficou tambem consignado
quo em materia puramente espiritual n3o
tem que ver os tribunaes] temporaes.
Dabi resultou que, desacompauhada de
outras providencias, essa disposigdo do art.
8. do codigo do processo, os prcsbyteros e
os proprios bispos estavam suje'itos ds au-
toridades locaes do imperio, aos juizes de
paz, aos delegsdo? e sub lelegados, etc. Era
esta uma lacuna que todos deploravamos,
ate quo veio a lei de 18 de agosto de 1851,
ndo estabelecer materia nova no que toca a
competencia espiritual nem d temporal, se-
ndo na parte em que |chamou ao supre
mo competencia que estava osparsa per
todas as autoridades do paiz. Em virtude
da 1 -i de 18 de agosto de 1851 ndo uma
autoridade qualquer do lugar, mas so o
supremo tribunal de justigi pode conhecer
dos delictos dos b spos ; mas de quo deli:-
tos? Dos delictos civis, dos delictos tem
p raes, e mais nenbum.
A que vem, pois, essa allusd > d historia
de Portugal com que nretendeu o nobre
promotor da justiga m strar que*oepisco
pado levia estar sujeito ao rei, ou que a au-
toridade da igreja devia estar subordinada
d temporal do cbefe do Estado ?
Nao veio a proposito, Eutre n6s esta
questao estd resolvida ; no que toca ao es-
piritual, completa indepeudencia para o cle
ro ; no que toca ao temporal, completa su
jeic&o do mesmo clero as leis civis
A questao, portanto, Sr. presidente, vem
a ser so o facto de que se trata Je puramente
esperitual ou temporal. Esta questao e qoe
o nobre promotor deix0U:de lado pua nos
char textos de Mell > Freire, e o.;tros autores
que nos saberoos abundarem nas theories
condemnadas pela igreja, n3o eitando nen-
bum autor de inola^adberente ao Catholi-
cism),
Do qne facto ae trata ? Vamos qualifi-
cal-o. 0 nobre promotor da justiga- foi dan-
do porsabido aqmlloque estd era qu para tile tudo estd- assented!); o tribunal
estd assentado,-a accusagao tsiA assentada,
a rejeiga > da preliminar da incompetencia
estd dSsentada so e* e que estou de pe.
Hilaridado )
0 Sr. Paehkrtb :A-lteugao.
O Sr. Zacarias :Sr. presidente, vamos
muito de vaga? estabeleeer e caracterrser o
facto que servo de base a este processo-.
O'inclito bispo accusado em uma intruc-
gao pastoral de 25 de merco-, entre outras
eousas diz no-6.: So-continuarao a
fazer parte das confrarias e irmandades os
macons que declararom por eseripto nfio
quererem mais perteocor d m^gooaria. Se
depois de caridosa admoestagdo feita peiu
nosso Rvm. vigario geral, eformal intima-
cao,. houver alguma confraria-, o quo nao
presumimos,- que se revolte coutra as or-
dens-do prelado dioaasano, e recuse obede-
cer, ser-lhe-bu notilieada a sospeosdo da
todas-as sua funcgCes religiosas ate in'.oiro
cumprimeato da nossa ordem, ficando in-
terdieta a cipella ou ig/^ja que estiver de-
baixo da administragao de cada comarca-,
emquanto psrmanecer swa rebelliao. Ests
foi o raandamento do bispo ; vejamos como-
foi camprido. Disse > vig*ri geral em
acto de:24-de abril: A" vista aas respostas
do prior d* Ordem Terceira do Csrm > e
proveder da irmandade do Senhor Biim Je-
cur *lrt^ T^ioe/>e t\ tin frm.acli,rk in VorPravP.
sus dos Passes e do ministro da Veceravel
Ordem Terceira de S. Fraucisco, datadas
de 3 de abril deste anno, nas quaes formal-
mente declarant desolideeer d ordern deS.
Exc. Rvm.*, eiaradafno-art. G"da instrucgao
se em uma pega que consta dos autos, que
o tribunal nao era competento para conhe-
cer do facto de qu > se trata, nao se me po-
de negar o direito de comegar a defeza por
ahi.
Sr. presidente, eu argumento nesta ma-
teria sempre com niuita calma, nao injurio
pois ao tribunal quaudo dig) que a sua in-
competencia para conhecer do processo e"
patente.
Senhores, desdo q-ie se promulgou o co^
digo do proces'o, o privilegio' do fdro do
clero desappareceu. 0 clero tinha seu fdro
privilegiado para delictos ecclesiasticos e
para delictos civis; esta ordem de eousas
cadunon polo cdigo do processo, o qual
etabrlec:u no art. 8.* o seguinte : Fi-
cara eililiclas as ouvidorias de comarca,
juiz.-s de fora e ordiuarios, e a jurisdiccao
criminal de qualquer outra autoridade, >;x-
cepto o senado, o supremo tribunal do jus-
tiga, as relagoos, os juizes militates quo
contiuuam a conhecer dos crimes puramen-
te militares, e juizes ecclesiasticos ein ma-
terias ,puramente espirituaes.
pastoral de 2J> do marc>ultimo, declaro ef-
fective, as penas mareadas no supraraencio-
nado art! 6\% llcando desde idsuispons's
todas as fuiw;y.<5es religiosas daquellas dua:-
confrarias, e- interdiotas as cnpellas onde
funccionam.
Eis aqui o facto ; o prelado determinou
que os membros das eonfrarias-6liados ds
lojas magouicas fosse-m intimados psra que
deixaasem as confrarias, e se ndo fossem ou-
vidas as ordens episcopaes, entaa se sus-
pefldessem as confrarias de funcgoos religio-
sasy e fossem interdittas as capellas onde
funccionissem. Este facto e temporal OB
espiritual? Eu penso que e espiritual ; a
causa de castigo 6 a incompatibilidade que
ex'.ste eatre a sociedade magonica o o cu|^o
catholico reconbecido por quem de direito;
a pena e a suspensao e o interdicto, pena
espiritual ; logo concorrem p3ra que se de-
clare pertencer ao espiritual este negocio as
duas consideragoes capitaes; causa da pe-
na eapropria pena. Mas eu ndo quero
tratar o nobre promotor da justiga, como
ello tratou o processo ;. quero convence-l >
da inexacli lao de seus despachos.
0 liballo, Sr. presidente, declara que o
reo estd incarso no art. 1 1 e 3 do
decreto de 28 de margo de 1857. E' pre-
ciso quo cu loia este decreto, e o que esta-
beleco os recursos 4 corda : Dd-se recur-
so d corda : 1" por usurpagdo de jurisdkgaj
ao poder temporal; 2" de qualquer recusa
contra empregados civis em razdo do seu
officio (esta ciausula ndo esid contemplada
no libello) ; 3 I) >'' notoria violencia no
exercicio da junsdicgao e poder espiritual,
postergando-se o direito natural ou canones
recebi los na igreja brasileira. Por cou-
sequencia a questao versa sobre esles dous
pontos : l", ter havido da parte do prelado
usurpagSo da jurisdicgao de poder tempo-
ral (e o mais importante) ; 2'' ter bavido
oxcesso da autoridade ecclesiastica com in-
jusliga, com preterigao dos canones recebi-
dos na igreja brasileira. Sao estas duas
accusagoes quo resumeni o proce=so, e que
cu vou considerar sub o ponlo de vista da
irinampetencia.
Porque razao disse o nobro promotor da
justiga que houve usurpagao do poder ? De-
pois vere nos 4,ual o raotivo que o levou a
dizer que bouve excesso do jurisdicgdo espi-
ritual. Qual o raotivo porque se deu usur-
pagao de jurisdicgao temporal ? Eis aqui
as palavras do nobre promotor esuriptas em
seu libello :
Provara que a declaragao da incapaci-
dade de certas classes ou individuos Om per
tencerom ds confrarias por motivos nao es-
peciticados no respectivo compromisso, im-
porta alteragao (revogagao?) delles, e ndo
p6de ter lugar por mere vontade de um 30
dos poderes quo iuteivtJm uorganisagAode
vida das confrarias e irmandades.
Provar^ que para alteragao ou revogagao
dos compromissos torna-se indispeusavel,
alem da vontade dos fundadores ou dos
membros effoctivos, o concurso dos dous
poderes.
Pari.ce, Sr\ presidente, auc ningnera re.1-
pondeu ainda i pergunta do nobre promo-
tor da justiga que elle cercou de paren-
theses.
a No caso de que se trata, diz o magis-
trado incumbido da formacio do processo,
houve alteragio (haveria revogagao 7) doe
compromissos approvados pelos poderes
competentes, porque se os compromissos re-
sultant do concurso de dous poderes, a da
proposta dos associados, nio podia so o
bispo de sua alta recreagao fazer alteragao,
ou revogar.
Pois essa resposta, que ainda ninguem
deu ao uobre promotor da justiga, pego li-
cenga para dar lh'a.
Sr. presidente, eu vou moslr.ar que Do
facto ndo houve nem simples alteragao,
quanto mais revogagao de nenbum dos com-
promissos. Talvez seja ousadia minba, mas
penso que a deinoustragio e capaz de calar
no animo desprevenido, alids illustradissiao
do nobre promotor da justiga, o qual se
bem que declarasse que nao estava na altu-
i a do lugar, eu declaro que es'a na altura
do lugar, nio adraitto a modestia do nobre
promotor da justiga.
Examinemos o que sio confrarias. As
confiurias'sao materia mixta, isto e, sio era
parte temporaes, em parte ecclesiasticas ou
espirituaes ; sobre eUe ponlo nio ba duvida
alguma. Qual e, porem, a parte que pre-
ponderaT No conselho de estado, nesse
trabalho que hojecorre impresso por mao
de todos, bouve quem dissesse que era mais
importante a pane civil, a parte material,
mas esta opiniao passou singular, porque o
propr/o ministro do imperio, Sr. presidente,
quando pelo seu aviso da 27 de setembro
mandou processar o bispo de Olinda, de-
clarou o seguinte:
As irmandades embora possam sec
consideradas instituigoes, cujo fire principal
e materia ecclesiastica, tern ao mesmo tempo
iutuitos temporaes, coustilaera entidades ju-
ridicas, suscepriveis de direilos e obrigagoes
que as collocam em relagao directa Com as
autoridades civisr a quem preslara eontas
de saa administragao, etc. Eia aqui l ver
dade'ra doutrina estabelecida pelo autor da
perseguigio ao epkeopado; as confrarias
sao materia mixta, mas Delias prepoodera
mais aae tudo a parte espiritual", a ou'.ra
parte a temporal e secuitdaria.
Siiibcfes, vou citar ucn theologo que nao
e da minba predilecgto, porque o-acbo a
muitos re9peitos desviade-d* verdadeira dou-
trina, mas que e uma autoridade de grande
p-iso nos conselbos da corda, o bispo Monte.
Ora o que sio confrarias, st-guodo o bispo
Monte, no seu direito ecclesiastic $ 1.V75*
Confrariasou irmandades sao associagoes
de cbristaos qaic se juntam para praticar al-
gum acto de piedade ou de caridade. Lo-
go na confraria o lado prepoderante, oa*
raeteristico, o que fdrma sua raissio, do
espiritual.
Mas como o oulto e caridade aao se faz so
com palavras, eoecessario quo aa irmanda-
des tenbam bens, eis nqui, sua- parte tempo-
ral, mas o temporal sendo sabordinado ao
cuiti>, quee o Qra principal da ioalituigao.
Cootiniia o tbeoiogo: Ha>na*inoauda-
des tres partes : curto, governuj admaiuistra-
gao temporal. Examinemos cada Mia des-
'.as partes. A parte do compromisso que
trata do culto e aqua deve merecer grande
cuidado da pane do bbpo para approva Is.
Nud se deve ahi estatuir ou deftoir qae nio
esleja eui perfeito accordo com a fe cathb-
lica, eom os costumes cbristios, com. a dis-
ciplisMt gera! da igreja, e mesmo com a parti-
cular do lugar oj diocese. Assim nenbum
compromisso e approvsdo na sua part* reli-
giosa senao debaixo dessa condigdo natural
ou taeita, e que e quasi*sempre exarada no
acto da approvagdo. A parte governativa
respeite i eleigio da mesa, seus cargos,
tempo oe duragio delles -, a parte temporal
respeitaaos bensdss confrarias, sua fiscalisa-
gio, rendas, etc.
lls aqui portanto feita a partilba. Ora,
se uos compromissos tres partes se com-
probendem, sendo a religiosa a principal e
dominant!-, e tac dominant-- que primeiro
qus> se rccorra ao governo ou d assembles
provincial, vai-se ao bispo para dar sau as
sentimoDto, porque, segundo o preceito ex-
presso da lei dc 22 de setembro de 1828,
compete ao governo conflrmar os compro-
missos depois de approvados, na parte reli-
giosa pelo com pe ton te bispo, essa preferen-
cia significa superioridade da parte (-spiri-
tual sobre a temporal, superioridade do fim
com relagao aos meios. Mas alem da part-
espiritual que a predominante, ba a parte
governativa que consiste na eleigio, no tem
po que duram aquelles cargos, etc., e ba a
parte temporal que e a dos bens. Pois
nessa partilba contente-se o governo com
duas partos e goveroe 0 temporal, mas na
espiritual nao lhe toque, porquo esta e do
culto e s6 quem e juiz cm materia de culto
e que po le dar approvag'.o ou reprovagao
Senhores, coasideretnos tros hypotheses
Seja a primeir* a de nra projecto de estatu-
tos ou de compromisso submetriJo ao bis-
po, em uma dc cujas clausulas se declare
que 6 indifferente ou que c licito qae fagsm
parte da confraria ou irmandade, protestan-
tes, judcus, etc. Pergunto ao tribunal, este
proj-'3to do compromise mereceria a appro-
vagao do bispo* havria bispo tao a'aaixc
de sHa posigao, tdo digno de coodemnagio.
que approvasse ura compromisso em que s*.
declarasse expressamente quo havia indiffe-
renga quanto a qualidade religiosa los mem-
bros da confraria ou irmandade," Nio ; e
porque ? Porque seria absurdo que o bis-
po, que e o extrenuo defonsor, zelador do
culto, comegasse por declarar que era in-
differente que fossem -para uma confraria
ou irmandade protestantes ou sectarios de
outras religioes que zombara do nosso culto,
que rhamam mascarada aquillo que nos
raerece vonoracdo e respeito. Logo, fica
fora de questao qu) corapro nissos em que
appirega ciausula permittindo indiffTfcnte-
meute entrarem pessoas de diversas reli-
gioes, nao seriam approvados.
Mas restam duas bypitheses, uma dis
quaos e o compromisso declarar qua so
possam fazer parte da irmandade cethdi-
cos, e esta hypothes9 dd-se no processo,
como vou mostrar.
tfo compromisso da irm mdade do Senhor
Bom Jesus dos Passos, ha um artigo, o 5*.
que diz : Toda a pessoa livre que estiver
nrs circumstancias do art. i', que exige
apenas que o irmdo pri.Tesse a religiio ca-
tholics, ap stohca, romana, p6de fazer par-
te da confraria. Co n relagao, pois, a
essa confraria e clausuh expressa que sd
sejain me'iibros della os que seguirera a re-
ligiao catholics.
[Cnntinuar-tt-ha.)
&
.
i
NYP. UO P'AftlO. -lit'A OCQUK i-b l*Xa


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