Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19333


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Full Text
ANNO L. AIUMERO 154
\.
PAR.t A CAPITAL IS LUGABB9 OKDE .ViOIEPAGi PORTE.
for tres mezes iidiaotados........,....... 65000
POTMUdlUMlANB...... .... ... 12&000
Porumacnoidwn...................4J>000
Cada numaro avulso................. |20

DE

a
. ?
SEXTA FEIRA 10 DE JULHO DE 1874
PARA l>K\TRO E FORA DA PROVUVC1A.
Por tre mezes adianlados..............
For seis ditos idem...............
For noto ditos idem ...............
For ui anno idem................
69750
iswoo
KXF350
ST900O
PROPRIEDADE DE MANOEL FI6UEIR0A DE FARIA ft FILHOS.
\*
In. Gerartto Antonio Aires A Filhoa, no Part; Gon$alYes d Pinto, no Maranhio; Joaqoim Jose do Olireira d Filho, no Gear! 5 Antonio de Lena* Braga, bo Aracatj ; Joio Maria Julio Chares, no Assd; Antonio Marques da Silva, Natal; Jose Justiao

Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, aa Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Villa da Penhai Be'armino doa Santo* Bulcio, em Santo Antio ; Domingos Jose da Costa Braga, em Haxareth \
Autooio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Filar das Alagdas 1 Aires d C.na Baku; A. Xavier Leite d C no Bio Janeira-
PARTE OFFICIAL
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PRIMEIRO DISTRICTO.
CIDADE Ull- RKCIFK.
SEGUNDO DISTRICTO.
VILLA DO CABO.
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TERCEIRO DISTRICTO.
SUBl'RBANO DO RECIFE.
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QUARTO DISTRICTO.
IGlARASSli E GOUN.NA.
porNaaareth, e abrangera 0 municipio de Iiambe, de sorte que a
estrada projeclada de Itapissuraa a Nazareth fara parte d'esls Its-
-----------tricto, assim coino a qae ha de demandar Pedras de Fogo.
r(\i-r.Y<\ av% itttni lvrii 5 -"*rict0 comprehendera as obras a cargo da provineia, aa
Kk\9\ VAVA'il DA. PlAMl i >l A Y *<>aa qne seaeha entre os 1, 3. e *. districts, e sera limit ado ao
Seccao 5 Palacio da presideneia de Pernambuco.-Recife, 8 oeste pelos pontos de Gravata e Liraoairo, comprehendeodo este dis-
de julho de 1874 tncto a freguezia de Gravata e 0 municipio de Limoeiro.
0 president da provincia, na conformidade do art. 87 do regu- .. Art. 13. A distnbuigio do pessoal effective de qae trata 0 art.
tamento deft de fevereirolocorrente anno, resolve.em additamen- "0 Te8ulamen'0. "ca assim estabelecida nas coudigrjes se-
to e modiflcagto ao me* no, no arts. 5 4, 6, 7, 9, 10, it, 15 13 e 8uinte9 01, qne lhe sejam tncorporadas segaintes disposigSas compteracu- I
tares, que delle fario pane integrante :
Art l. Fica creado, para tiscalisaglo da conservacio das es-
trada* e das obras novas, um quadro de qoaiorze apontadores, que
ficario sob as ordens dos engenheiros e dos condoclores de districto.
Os seis gaardas dos ediftcios e dos trabalbos de estrada? e ruas exis-
tentes do Is districto li :;iru comprehendidos no qaadro das aponta-
dores, com 0 mesrao titu 0 destes e exereendo as suis fonccdes.
Art. 2.' Os apontadore* ser5o nomeados pelo engenheiro chefe,
obre proposta do engenheiro do districto, devendo ser preferidos os
ex-guardas que, tendo bastants pratica desse servico, mais se distin-
guiram pela sua intelligen^a, zelo e activilade, e nao tenham sof-
Trido pena durauu 0 sea lirocinio oa em todo 0 tempo em que ha-
jam servido.
Art 3.* Incumbe ao apoolador :
1 !. Acompanhar os engenheiros e conductores que houverem
visio;
2.* Vigiar na execu;3o das ordens que os cabos e conserva-
dores receberem directamente do engenheiro on por seu inter-
medio;
g 3.* Correr toda a extensao de sua subdivisio tres ou quatro
vezes por semana, para veriflcar a assiduidado dos cabos e conser-
vadores e ver si cum,mini exactamente os seas deveres, e si 0 ser-
viro 6 teito com a regularidade que convera e segundo as instruc^oes
qae receberem, fazend> corrigir os defeitos que enconlrar;
4.* Apreseatar ao engenheiro do districto do Qm de ca la mez
um relatorio sobre os trabalhos executados na sua subdivisao du-
rante a qainzena; sobre 0 estado da estrada, bombas e pontes, si
houver, e sobre o bem ou mau comportamento dos cabos ou conser-
vadores seas subordinadis, especifkaodo todas as faltas em qae :.
tes incorrerem ;
% 5.* Organisar as folhas para pagameato da feria do tempo com-
(tetente, em vista das notas qae tomar sobre a assiduidado dos con
servadores e do trabalho por elles execatado, oavindo a respeito os
cabo* dos respectivos termo3 ;
% 6.* Nas occasides em qae sobre vie r em algum dos termos de
sua subdivisio algum estrago extraorJiaario, que seja necessario
reparar com promptilio, reanir 0 pessoal de seus termos para esse
titn, dando parte immediatameate ao engenheiro, para que este pro-
videocie a respeito ; '
% 7.* Tomar conta por invent ui) e assignar a respectiva car-
ga de todos os objectos pertencentes as obras.
Art. 4. 0 apontidor tera umlivro diario,rubricado pelo eo-
genh-irodo districto, no qual serao lancadus em ordem chronolo-
gica e sem lacunas nem raspadaras todas as despezas feitas em sua
snbdtvisSo. As pecas justiQeativas (tolhas de ferias de trabal hadores
contas de (ornecimentas, docamentos de pequenas smpreitadas etc..
serao enviadas por elle ao engenheiro nas 6pocas que lhe forem
mareadas.
Art. 5.* Os apontadores serao divididos em duas classes, ven -en-
do os da 2/ a mensalidade de 75*000, e os da 1.*, cujo numero nao
podera exceder de 6, a de 80*000. Aquelles, porem, que, sendo eo-
carregadns do servigo de fiscalisacao de estradas, careram de animil
para sea transport.', aos differentes pontos d'estas, haverao como aju-
da de custo a gra'.ilicac'io mensal do 20*000.
Art. 6.. Os cabos de conservacio vencerJo a mensalidade de
35*000 ; podendo seis mezes depois de boa3 sarvtcos sar-lhes con-
cedida uma aratiheacao mensal de 2*000, a qua! ainda podera ?er
dovacu aaono deoois de dousannos de exercisio zeloso e assidao.
O numero dos cab is, que re.:eberem uma grairrrcacao suporionr
2*000, nao podera exceder de um ter;o do numero tola!; devendo a
gartificacSo ser arbitrada pelo presidente da provincia, sobre propos-
ta do engenheiro chefe das obras publicas.
Art. 7.*. Esta gratificario sera percebida na occasiao dos pagamen-
tos mensaes, ate que urna nova decisao da presideneia intervenha
para reduzi la ou augumuntal a, si houver klgar, tendo em attengio
0 zelo e assiduidade do cabo, cuja cla mente pelo engenheiro chefe, para apphcacao d'esta ultima"parte.
Art. 8.*. 0 wnservador, que deixar de comparecer ao servigo sem
causa participida, pcrde.-a 0 jornal, si a falta for so de um dia
na quinzena ; dous e tneio jornaes, si fur de dous dias, e quatro si
fordetres ; seodj despedido si continuar. Provada, por6m, a au-
sencia por jnolestia que 0 prive de trabalhar ate Ires dias, percebera
raetade do jornal, sendo dipois substituidj por DUlro interioamente.
Art. 9.. Qaando, em virudedas functiies attribuidas pelo enge-
nheiri ao conductor, nao liver este apontaJor sob suis orden*, en-
carregar-se-ha por si inosmo em sua subJivisao do livro diario, da
q'ue trata 0 art. 4..
Art. 10. 0 engeaheiro do districto tara a seu cargo um livro de
contabilidade.em que seraj lancadas todas a? despezas do seu dis-
tricto. Este livro j)m;)rehendera, para os trabalhos por admlnis-
tragao : 1. os salaries mensaes dos apoatidores, cabos e conserva-
dores; 2 os sal.irios dos trabalhadores aaxilrares ; 3." os forneci-
mentos diversos ; 4os trabalhos pir empreitada. Para ostiaba-
Ihosexecutado por arreaiatagio 0 engenheiro abriri uma conta para
cada empreza, e outra p^ra as despezis de fiscalisacJo ou trabalhos
accesssrios a custa da provincia.
Art II. A conta trimensai que 0 engenheiro deve apresentar, de
conformidade com 0 13 do art. 15 do regulamento de 24 de feve-
reiro ultimo, sera stnclamente feita segund|} estiver lancida no livro
de contabiiidade.
Art. 12. Havera na provincia cinco disfnctos de obras publicas,
sendo a coraprehensao de cada um deterfjinada do modo seguinte :
0 1. districto coaiorehen lera as obras a cargo d provincia, na
cidade do Recife, e sera lunitado exactamente pela esiraJa do sul na
p nte de Afogados pela de Pao d'Alho na de Magdalena c pela do
norte na do Arronibados sobre 0 Beberibe.
0 2. districto comprehendera as obras provinciaes, na regiio do
sul, limitada ao norte pela estrada do sul no ponto da bifureajjao do
ramal do Muribeca, ao sul pela provincia de Alagoas, ao ocste
pelo pcrimetro da Ireiuesia do Muribeca e municipio do Cabo, Ipo-
juca, Escala, BwiRMSjjM Preta, Barreiros, que pertencera a este
districto. ,
0 3 districto comprehendera lambem a? obras a cargo da pro
vincia, nazona suburbaaa dj municipio do Recife e no municipio de
Olioda, e sera li.mui) ititeriorra;nte cjm 0 primeiro districto nas
ponies de Afogados-, alagd.ilena e Arrombados, e exteriormente na
estrada do sul pelo ponto de bifurcagio do ramal de Muriberja ; na
estrada da Victoria pelo limile dos muuicipios do Recife e de Jaboa-
tao ; na estrada de Pao d'Alho pela ponto S. Joao sobre 0 Capibaribe,
e na do norte pelo liraitt dos manijipios it Olinda 0 Igu.iras-u.
0 i. disiricio co.nprehonlera as obras que correai por conta
dos cofre3 urovinciaes, ua zona do norte, hmiuda ao njrte pela
proviucia da Parahyba ; ao sul polo munioipio de Olinda, no qne
pe/tence ao 3." rlistrictj ; ao oeste por uma lin'ia que rjassara

M kd 0
-a 0 0 S.0, < SB B 0 A3 QUINTO DISTRICTO.
B - P fiM
cr 0 O JABCATAO.
3 0 -
#- *- c* TOTAL. 1 1
Art. 14. 0 pessoal da secfio admrhistraliva, na parte a?*fereote
a classe dos escriptararios, passa a ser composto de am official com
? I^iS8010 aDuual de 1:300*000, e de ura amanaowe com 0 de
jllpfllflfln firandri lasim- ttypriraiis sitawtr-^ 3< oieriptu
rano.
0 vencimento do decompSe se em 1:000*0000 de ordenado
e 500*000 de gratificacio, e 0 do 2* regdla^se pola tabella annexa
ao regulamento.
Art. 15. Serao ad.nittidos por portaria da presideneia para col-
laborar na secgao adrainistrativa, auxiliando 0 servigo do official
e do amanuense, dous collaboradores com a diaria de 2*5 )0 nos
dias uteis.
Art. 16. Fica creado um pessoal technico addicional de enge-
nheiros auxiliares em numero de quatro, contractados na Euro-
pa, e de um desenhista, qae 0 podera ser no paiz. 0 contraclo
nao excedera em duracao de dous annos, podendo ser prorogado
conforme as urgencias do servigo saperveniente
Art. 17. Este pessoal sera applicado mais particularmente aes-
tudos importantes que devam ser feitos, ao servigo topographico, a
organisagao da carta da provincia e a outros trabalhos de auxilio
aos districtos ou de comraissao a quaesquer pontos da provincia, con-
forme 0 tequererem as necessidades, e segundo a distribuicio e
direcgaj do engenheiro chefe, accommodadas a seguinte organisa-
gao :
Um engenheiro, principal auxiliar, chefe do servico topogra-
phico.
Um engenheiro auxiliar, subordinado ao engenheiro ajudante,
para as obras do 1* districlo.
Um engenheiro auxiliar para esludos e services topographicos.
Um dito dito dito.
Um desenhista.
Art. 18. 0 pessoal auxiliar sera subvencionado na forma indi-
cada no quadro seguinle, sendo a ajnda de casto repartida igual-
mente pelos dous annos do conlracto :
HESS)AL.
Engenheiro, principal
auxiliar..........
Dito subordinado.....
Ditos auxiliares......
Desenhista............
NS
GRATIFICAQVO .
3:200*000
3:000*000
2:800*000
1:200*000
AJUDA DE
CUSTO.
1:200*000
1:200*000
800*000
TOTAL.
4:400*000
4:200*000
3:600*000
1:200*000
Art. 19. A despeza supplementar com estulos, instrumentos
do levantaiuento de plantas, nivelamento, transporte do pessoal em
co.-nmis.-ues, jornaes de serventes, porLamiras, e oitras concernen-
tes ao servigo pablico, correra pela verba d' esludos graphicos.
Art. 20. A carta topograpliica da provincia assentara sobre 0
pnncipio da triangulagao, 0 que se procedera le modo completo ; e
0 me*mo prin^ipio tera applicagio as demais cartas, obser*aaio-se
as seguioles formulas :
Carta geral da provincia de......) Sera publicada em duas fo-
1/300,000 ) lhas.
(2arta da regiao costeira (com cur) Sera publicada em tres fo-
vas de nivel) de 1/100,000 ) Uias.
Henrique Pereira de Lweni.
UEsPACIIOS DA PBESIDENCIA, DO DIA
1874.
Arsenio Affonso Pereira Bor^es. Eiilreguese,
medianle recibo.
Anna Joaquina do Sacramento Informe 0 Sr.
Wr. chefe de polieia.
Companhia Recife Drainage. Ne?ta data se of
tlciou a thesouraria provincial n> senlido ie ser
cumprida a precatoria de que trata a supplicante.
Companhia peruaoabucaDa.A supplicante dis- !de 0 supplicante
cr mine as cfmtas.'sepirando as qae devem ser pa- de cusIj.
ga? peh th;.s>uraria de fazeada das qae perleu-
am ao thesouro provincial.
Francisco Augusto Pereira da Costa.-Indefe-
rido.
Padfe Genuino Gomes Pereira.Dofendo com 0
otfl:io desla data, a thesonrarla de fatsnda.
Gerente 'la estrada de ferro do Recife a Caxia-
ga. Indeferido.
Bacharel Joso Maria Mis.-.so da Veiga Pessoa.
Deferido cum r ffljio d^s-tr data, a thesourari 1 d
fazonda, ficando mircado 0 prazo de 15 dias para
ser exhibida pelo supplicante a guia da thesoura-
ria de fazenda da provincia da Parahyba.
Jos6 Luiz da Costa Rocha.Informe 0 Sr.
pector da thssonraria de fazenda.
Jos6 Ign:cio d'Avila. Dirija-se ao Ihesouro
provincial.
J0S0 Vieira de Lima. -Como requer, pagos os
direitos, e exhibido 0 titolo de aforamento do ter-
Teno.
Bicharel Jos6 Domingos di Silva.Informe 0
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Joaquim Jo?6 de S^nl'Anna Ioforme 0 Sr. Dr.'
8 de jixho de chefe do polieia. 1
Luiz Ellas d 911 "a e Albuquerque. Deferido
ocm offlsio desta data, ao snpolicante.
Marjelina Maria da Coneeigao. Indeferido.
Manoel Clemeute Ribeiro Varejao. Deferido
com 0 oLQcio desta data, ao govern.) imperial.
Padre Manual Jo^6 de Oliveira Rego.Juute 0
supplicante 0 aitestado -devido.
Miguel Archanjo Monteiro de AndradeAguar
que lhe seja arbitrada a ajada
EXTERIOR.
CorreMpeiitleRciti tin Diario d
Pcrnasubiico.
Buenos-Ayuks, 23 deju.nhi d". 1874.
I
Ja 6 conhecido todo 0 rosultado da eleioio pro-
cedida no dia 12 do corrente para presidente e
vree-prosidente desta republica, tendo sido eleilo
f-ara 0 primeiro cargo 0 Dr. Nieolao Avellaneda e
para 0 segundo 0 Dr. Mariaono Acosta, obtendo
cada am 147 votos. 0 jeaor.il Mitre apenas con-
seguio reunir 79 votos, senlo 53 de Buenos-Ay-
ras, IG le S,ntiigo e 10 -le San linn.
Nao obstanto este resultad 1 deflnitivo, a Naetvn
de 18 do corre.ite pabliuou um artigo editorial
contestando lenAzmento a validate das eleicdes de
a'gumas provrdeldB e appellanJo aioda 'para 0
M n'iel foaqaim de Arruda. Deferido com of-
ficio dcsla data, a th?souraria de fazenda.
Re^tni'tictto da polieia.
!. seccao__S-ereUria de polieia de Pernambuco
.9 de jiilno de 1874.
N. 8l qie honte.n nao fol rasothlda individuo algum a
Uit-:ig?.o.
Nj dia 3 do corrente, em terras do engenho. ^o sn;reni3 do co.igresso argonl
Novo, do termo de Goyanna, de propr.edade do c^mpe,e 1)roferir a ?Uim", p ,)avra acerca da ques-
barSo de Goyanna, appareseu enfor ;ado em uma
n9.! arvore, 0 preto Pelippe, escravo do mesmo barao ;
, e da vistoria e mais diligencia? a que seprocedeu,
' veriflcou-se ter sido a morle 0 resultado de ura sui-
cidio.
i Deus guarde a V. ExcDim. e Exm. Sr. com-
I oiendador Henrique Pereira do Lucena, digno pre-
jsidenle da provincia 0 chefe de polieia, Anto-
'nio Francisco Correia de Araujo.
tao, porque tem de fazer a apuragao geral e pro
clamar 0 novo adminislf ador do paiz.
Jalga-se geralmente que a decisao do congres-
so sera favoravel ao Dr. Avellanela, pois, a malo-
ria dos senadores e deputados pertence ao seu
parlido.
A assembled provincial de Buonos-Ayres.
era sessSo do dia 13, elegeu ura senador nacional
em substituigao ao general Mitre, que corapletou
0 tempo da lei.
Foi eleito p~r 28 votos 0 Dr. Dardo Rocha, can-
dMato avellanedista, obtendo 22 votos 0 Dr. T*-
jelor, que era candidato do partido mitrista.
B* na verdade bastante admiravel qae 0 illus-
trado ministro das relagdes exteriores, que incoa-
lesMrnlmente raaitos e importantes servicos tem
prwkado ao seu paiz, fosse assim derrotado era
uo simples eleicao senatorral 1
risto se explica faeflmeote, sabendo se qae
Tejedor, embora aioda faea parte do gover-
Doaacional, comtudo de ponca imporlancia politi-
ca disprte actaatntente, porqae alem de nio estar
uestes ultiuuis dias muito corrente com o Sr. Sar-
miento. por causa de eertas questoes internu, se
acha lambem em completa opposicao ao futaro
presidente da republica 0 Dr. Avellaneda ; e por
estes raotivos, dizem, que se acaba de inserever
nas flleirus do partido mitrista, do qne parece uma
prova a votacao qae obteve para senador.
E do entretanto depois de tudo isto 0 Dr. Teje-
dor ainda continiia a ser ministro de estado I
Sio coosas proprias do impagavel syslema repu-
blicano.
Na seraana passada se installou a nova ea-
mara municipal de Buenos-Ayres, sendo eleito
presidente 0 Dr. Benjanin Lonard.
0 programma apresenlado pelos novos vereado-
res & sammamente pomposo, e nelle figaram cer-
tos raelhoramentos necessaries para esta impor-
tante capital, caja realisacao davidamos qae se
effectue, por causa do mio estado das flnan;as mu-
nicipaes.
Acham-se nesta cidade algumas eotnmissdes
de indios das fronteiras da republica, qae vieram
com 0 Qm de formular iratados de paz com 0 go-
verno.
0 Sr. Sarmiento tem conferenciado com elles, e
dizem os jornaes que se chegou a um accordo sa-
tisfactory, sendo aceitas pelos indios as bases
apresenladas pelo governo.
A pedido do Exm. e Rvm. Sr. arcebispo D.
Frederico Anelros, foram perdoados pelo presi
dente da republica os presos politicos complicados
na revolo^'io de Entre Rios, que estavam na ilha
de Martini Garcia.
0 acto solemne do perdio teve lugar ante-hon-
tem no qaartel do Retiro, proferindo nesta occa-
siao 0 Sr. Sarmiento am disearso apropriado.
0 reo Miguel Case, qae como noti:iamos em
uma de oossas missivas, attentoo contra a vida do
redactor da Pampa em am dos pontos mais ceo-
traes desta cidade, e qae escandalosameote tinha
sido solto mediante Manga, fugio na semana passa-
da para a Eiropa, escapando assim a acgat da
Justica.
A Pampa assegura qae as autoridades do paiz
protegeram a ruga do criminofo, pois, tiveram avi-
so qne ella se ia realisar, e accresceata qii'. qaan-
do 0 espirito de partido se innocula no pe^ual da
admiDistracSo, e mui difficil qae a vioganca
publica encontre prornpta e legmroa reparagao.
De um jornal desta cidade extrahiraos a se
guinte narragao de um crime bastante perdoavel:
c Foi ultimamenle capturado pela polieia e pos-
to a disposigao da justiga nm indiv.duo de idade
madara e de regular posigao social.
a Este iofeliz se liana apaixooado ardentemen-
te por uma mulber, joven e bella ; mas desgraga-
damente seu affecto nao era correspondidb, nem
suas nroposicdes aceitas pela pessoa amada.
. piio ^.iminavi sua Ira, com a esperanga de
P ju \u6rla por flm aos seas rogos.
'--a e.-peran^a t
:. Os dias e os mezes se passavam, sera que
aquelle cora;Io rebelde se internecesse do infor-
tunado amante.
t Qaando vio que era inntil a supplica, empre-
gou a ameaga, porem nem a ameaca nem a sup-
plica dobraram a firrae vontade da joven.
Semelhante situacao nao se podia prolongar
por mais tempo : ella devia ter um fim tragico.
0 amante contrariado, procurou em sua ties-
esperagao um meio que mitigasse suas,do'es ;
mas sua cabega fervia entre rau ideas desencon-
tradas.
t Humilhado, desprezado pela mulher que ama -
va com vehemencia, pela nnica mulher que tinha
araadc em sua vida, que podia mais espcrar Jes-
te muado ? 1
0 Nesle tnste estado um pensamento horrivel
assaltou a sua imaginagao.
A vida, rodeada de tantas amarguras, lhe era
itsupportavel, mas deixar que outro homem to-
grasse a ventura que elle nao havia disfructado,
lhe era mah insupportavel ainda.
c Debaixo da.inQuencia desta idea, elle se ipre-
sentou em casa de sua amada, resolvido a pur era
pratica um horrivel designi >.
a Apenas pcuetrou na habitagao da jovea, arro
jou-se sobre ella e cravou-lhe um punhal no
peiio.
A j ven deu um grito de espanto.
Acudiram varias pesioas, sem saber 0 que
occorria, e um quadro terno e doloroso se offere
ce aos seus olhos.
a Alii nao se via 0 assissino, com seu aspecto si-
nistro, com seu olbar terrivel, brandinlo um pu-
nh te bom e carinhoso, opprlmindo contra seu peito
0 peito ensahguentado da victiraa.
Qae mysierioso 0 incomprehensivel e 0 cora
(So bumano ? t
t Um momento antes 0 odio, a vinganca, a st?-
de de sangae, faziam armar 0 brago do amante
desprezado e 0 impelliara para 0 crime ; ura mo-
mento depois 0 amor, a compaixao, emBm todas
as paixi5e3 mais nobres do coragSo, se disperta-
vam subitamente no daquelle homem.
a E assim como ao principio, se arrojava sobre
uma mulher indefeza para tirar-lhe a vida, logo
que vio correr seu sangue, se arrojava em seu3
bragos, pedindo-lhe perdao dejoelhjs.
As pessoas que acudiram, ignoravam, pois,
quem era 0 criminoso, qu nJo elle se dirigio para
ellas, pedindo que Azessem saber ao primeiro
agente de polieia que encontrassem que ura assas-
sino 0 csperava para ser conduzido ao lugar dos
criminosos
E' escusado dizer que este pobre homem
desistio de pur fim aos seus dias, coino tinha re-
solvido.
0 estado da jo"en e grave. ?
As noticias commerciaes diremos ni missi-
va seguinte.
- II
. Do Estado Oriental temos noticias ate hontem
Foram prorgad sues do congresso nacional.
Parece que as exp'.icacoes sobre 0 empres
timo dadas no seio da commissao da fazenda pelos
ministros respecti/os foram rscebidas Kaiisfaclo-
riamente.
Tinla chegado ao porto de Montevideo a
corveta de guer'ra brasileira Trajano.
Um jornal annuncia que, segundo cartas de
Londres, esijrip'a por pessoa jltamente collocada
naqaella capital, se sabe que as relagoes dipljma-
ticas. interrompiJas entre a Gra-Brelanha 0 0 Es-
tado Oriental, oslaoem via de serera roatalas de
uma mane.ra hoarosa paraambasas no,)");-'.
Ill
Do Paraguay temos datas ate 10 doste mez.
Na politic* do paiz nao ha mais novidade. 0
Sr. Gill continua cora probabilidaies de ser eleito
presidente da republica. n^.
Emnraa correspoadencia publicada nt Re-
publica, se accusa so senador Haedo de cumplici-
dade em am facto tragico e criminoso, que teve
lugar ultimameale em Assump; 10, e pede-se que
elle seja submettido a justiga.
Foi nomeado inspector da alfandcgt da ca-
pital 0 Sr. Antonio Dccoud.
IV
Das republican do Pacifico temos noticias tele-
graphicas ale 17 do corrente.
Achava-se no Chile 0 duque de Genova, qae
chegoa no dia 12 ao porto de Valparaizo na fraga-
ta Garibaldi.
Depois de peoca demora dirigio se o illastre
hospede para a capital da republica, onde teve
um i recepgio brilhaate.
As principaes autoridades do paiz e uma com-
missao da colonia italiana foram espera-lo na es-
lacao do caminho da ferro.
Do Chile devera ir elle para o Atlanlico, afim de
visilar o Rio da Praia e o Br sil.
Do Peru nada sabe nos digno do meocao.
Na Bolivia, corria ojrumor de que se pre-
parava ama nova revolacao, e u governo tomavg
as providencias necessarias para suffoca-la.
iimmmmmm
(DA AGENCIA AMERICANA.)
Rio de Janeiro 9 t I k. da tarde.
Cawbio sobre Lsndreg SS .'is baa-
carlo la l particular ih-inc
Mo >*i1h.cS m. da tarde.En-
irnu da Kuropii o paquet^ inglem BRI-
TANNIA, da llnha do Pacitlco. Ama-
nha sae para os portos do norte o
CRUSEIRO DO SUL.
Para um 9 li. e ir m. da iniuihii.
-Chegou o paqnete am erica n a ONTA
RIO, procedente de New-York, e sac
para o sul &s 4 boras da tarde.
Tanabem sae para Liverpool por
Llsboa o vapor inglex CEARENSE, le-
vandu 3 passaxeiros.
Farm 9 a 1 h. e :is m. da tarde. -
Cambio sabre Londrem 5 S/-1 a *5
S/8 baaeario. W merrado de jene-
ros nao soflreu alterarao.
Babla, 9, as 41 h, e 35 m, da tarde
Cambio sobre Ijonrires 9S I/* *- *"
.11 particular.
Ijondres Consolidados 09 5 s
Brasllelros lOI t O/orraneexes 95
*V.
Havre 9.Care do Bio 101 francos,
e de Santos ios Algodao brine.
Veuderam-se 900 saccas, sendo too
de Pernambuco.
Llsboa 9-Sabio o VILLE DE SAN
TOS.
New-York 9. Cafe fir me ; mereado
soregado
DIARIO UE PERNAMBUOU
RECIFE, 40 DE JULHO DE 1874.
Noticias do snl do imperiv.
Amanheceu hontem em nosso porto o vapor bra-
sileiro Ceaid, trazendo datas: do Bio da Prata 21,
do Bio Grande do Sul e de Santa Catharina 26 de
junho, do Rio de Janeiro 1., di Bihia 6 e das Ala-
g&as 8 do corrente
Eis o que colbemos dos jornaes reccbidos:
BIO DA POATA.
0 orgaraento para 1873 apresoutado pelo gover-
no argentino a caraara dos deputados fixa a des-
peza em 21,318.-366 pesos fortes, assim distnbui-
dos: interior 3,119.328; estrangeiros 165:864;
fazenda 10,178:218; justiga, culto e iostrucglo...
2,130:115 ; gucrra e marioha o,7o4:809.
Comparando este orgamenlo com o de 1871, ve-
rifica-si diminaii.ao no ds 1873 de 18,000 pesos
forts nas despezas com a reparlicao dos negocios
estrangeiros e de 2,967:804 com' o da fazenda, e
augmento do 634:902 no interior, 291.244 na jus-
tiga e 22:808 na guerra e marinha.
A receita e orgada em 23,996:892.
0 governo propoe que se estabeleca urn direito
de pharoes. Os navios vindos de portos estran-
geiros pagarao seis centesimos fortes por tonelada
de registro.
Inaugurouse no dia 22 a via ferrea do Sallo a
Santa Rosa, ao Estado Oriental.
BIO GRA.\DE DO SUL.
Se bem que fosse declinando a varicla, nao era
satisfactory u estado sanitario da capital, onde
se manifestavam ,>lguns casos de angiua diphle-
rica.
Na noite de 21, perante eseolliido auditorio,
fora lidonaquella cidade um belhsaimo drtma ine-
dito do Bnado Dr. Felix Xavier da Cunha, deno-
minadoVictor.
Estava em concurso a construcgao do novo
edificio que tem de servir para a alfandega do Rio
Grande, devendo ser apresenladas as proprotas
ate 10 do proximo mez de julho.
A erapreza hydraul ca Rto Grandense reeebe-
ra, pelo liigar Osprey, cerca de duas milhas de tu
bos, para continuar a canalisaclo nas ruas do
Rio-Grande c derivala para os predios particu
lares.
Ha iam chegado a S. Gabriel, vindo do Ale-
grete, e ssguirarn para a capital da provincia, Ca-
valcante, Guerra e Fontoiira, aqaelles, membros
da commissao enearregada do estudo da estrada'
de ferro do norte, e este da de engenheiros mili-
tares.
Com assistencia do crasul inglez e de um
empregado da alfandega do Rio-Graode, foram
vrndidos em leil io o casco, carga e machinas do
naulragado vapor Gomos, sendo arrematados a po-
quena lancha a vapor por 2.6)04, e o casco do
vapor. bote3 e mais pertengas por 14:9135.
0 capitao Bernardo Joaquim Correa, tendo
aviso que se acha- a no Jaguarao um oriental,
aoto de varios assassinates, nllimaraente evadido
da prisao do Cerro, em Montevideo i, fora as 11 ho
ras da noite ao hotel de Correi Guimaraes, oode
constava estar o dilo oriental jogando o vispora.
Com as iuformagu -s quo liana, facil lhe fdra reco-
nhece Io entre os jogadores e prende-lo sem soffrer
resistencia, ape'zar de estar o criminos > arraado de
uma adaga da tres palmos do cjmprimento. De-
clarara este entao chamar-se Kamon Acosta, sen-
do, enlretanh), o seu verdadeiro norae Ramoo Mar
tirena, segundo declarara o commissano de Arli-
gas uu seguinte officio, diiigldo ao delegado da po
licia do termo respective :
" 0 abaixo assigaad), teuio conhecimenlo de
que se acha preso na cadeia dahi o oriental Ramon
Martirena, e senlo oste infjliz homem, por seus
maos fellas, um granJo criminoso e o principal
cabega dos criminosos fugidos da prisao do Cerro,
de Montevideo; dirige-se a V. S., sclicitando-lhe
era prol da humanidade e dos intere-ses de ambos
os paizes e dos mutuos inleresses de ambas as au-
toridades em identicos casos, se digne censerva:
lo em seguranga era quant) leva ao conhecimen-
to do Sr. chefe politico do deparlamsnto, para ]oe
seja reclaraado, na forma do iratado de extradi-
gai que existe entre ambus os oj zes.
Tiuham cahido, em Bagc, fortes 'aguaeeiros
no dia 11, que, fa-enio crescer repentinameote as
aguas dos dous airoios. mo'ivaram estes desastrcs,
narrado3 pelo Diario d: Pi lotas :
Um menino de nome Z jferiuo, lllh i do euaca-
leiro Antonio RodriguQs, que costumava vir ven-
der capim na cidade quasi todos os dias, montado
em um burrinho, veio juotamcn'.e cora outro sen
irmao menor fazer venda deste genero e, depois de
ter veudido da preferencia o pasto trazido pur seu
irmaosiaho, mandoa-o que fosse ligeiro para casa,
antes da cauva que estava emlnante! Contiuuou
a vender o resto dos saccos a;e quo- Qcou somea-

le com dous, para os qaaes nao achou comprador >
e dirigiose com elles para -asa, isto ja depois da
primeira chuva. 0 arroio estava bastante cresci-
do, e algumas pessoas, qae conheciam o menino,
disseram-lhe que era pradente aio teutar a passa-
gem. 0 msnino, porem, respondeu que estava
cora a roupa molhada e nio tinha na cidade facto
para inadar, port anto, ia arnscar, emeltea-seno
arroio.
Breve os saccos de capim eacheram se de
agua; e, fosse por este augmento de peso, oa pela
furga da corrente, o burrinho la se foi pela agua
abaixo com a pobre crianca, cuja desgraga so foi
teslemunhada por ama negra velha, qae, debalde,
pozse a gritar, sem qae ninguem a ouvisse e
prestasse soccorro ao misero meaioo, por causa do
barulho dos Irovdes e da grossa chuva de pedra
que entao cahia.
'( O que se passoa depois ninguem sabe, nin-
guem vio. Hontem, pela manhi, apparecea o ca-
daver do infeliz afogado a ans 300 metros abaixo
do lugar, onde elle preteodea passar.
a Junto ao cadaver da. pobre criaagcioha via-se
am caosioho sentad >, naturalmenie sea compaabei-
ro de lolguedos; ao lado, pastando.o burrinho que
logrou escapar a morle, e, perto de lude isto sobre
umas ramas, oa dous saccos fataes, anica caas3.
lalvez, daqaella sceoa de morte.
a Constava lambem qae no Passo Valente afo-
garam-se tres pessoas qae pretenderam passar o
Rio Negro ; eram am morador de Jaguarao Chico,
um soldado de cavallana e uma mulher.
Ardera na capital, na noite de 13, a fabrica da
cerveja de Adol^ho Kaufmann, que estava segura
em 40:000*000.
Haviam fallecido, em Porto Alegre, o antigu
e estimado negociante Joaquim Maria de Azevedo
Guerra; em Pelotas, a nun a gen aria D. Ludovioa
Joanna de Sant'Anna ; e no Alegrete, o fazendeir
Malhias Teixeira de Almeida.
De Porto-Alegre expediram para o Jornal Cominercio, de Pelotas, o seguinte telegramma :
t No dia 16 os adeptos de Maurer cercaram a
casa de Martin Cassei, no morro Pellado, que, ha
tres dias, havia deixado de fazer parte de sua sei-
ta, e assassinaram a mulher o quatro filhinbos do
mesmo, conseguindo eicapar-se para o mat i o
mais velho. Effectuados os assassinatos. aliraram
os cadaveres nas labaredas da casa que haviam
locendiado.
t Cassei escapoa porque tinha ido a S. Leopol-
do pedir providencias a polieia para garanlir Ihe
a vida, o que ignoravam os assasslnos. 0 Or. cbe
fe de polieia segue para o lugar do delicto.
Com referenda ao mesmo facto escreveram
de S. Leopoldo em 20 do corrente :
Aqui chegou bonftem (19) o Sr. Dr. chefe de
polieia, que por emquanto tem tratado de colher
informagoes aeerca do ultimo altenlado contra a
familia de Cassei; e provavel que possa elle,
como ali is e todo seu empenho, preslar um im-
portaolissimo serv go a causa publica.
a Horrorisa o modo barbaro, porquo deram cab -
da familia e, segando se diz geralmeqle, so porque
o chefe della nao quiz annair em trocar sua mu-
liter, pondo-se por isso fora da seita ie' Maurer
Este ja fez troca da mulher, a eeiebre Jacobiaa
(CLristo), (que, como deve estar lembrado, uao era
la de inspirar paixoes) por oalra mais bella e mais
airosa.
< A. popaUc>o desta cidade ereoa alin.i i,ov.
com a cbegada do criefe e da torpa do !* bala-
Ihao que dahi veio.
Uma folha de Porto Alegre diz ainda sobre
o as?nmpto:
Seguio no sabbado mais forga de liaha com
destino a S. Leopolds. Os malvados sectarios da
Maurer parecem resolvidos a resistencia e corre
iue se entrincheiraram no Ferrabraz, levantand'"
barricadas nas differentes picadas. 0 jndas (Car-
los Einsfeld), que delles parece o mais arrojado, ti-
nha ido a S. Leopoldo, afim de indagar das mien
goes com quo fiira a essa cidade o Sr. chefe de po-
lieia. Desta vez, porem, foi menos feliz em sua?
indagarocs, do quo na occasiai era qae preparou
a morte do infeliz menino Jorge Hauoerl, porque,
descoberlo, foi immediataraeute preso e veio re-
roetlido no trem da tarde de domingo ; 21 do cor
rente Acha-se recolhido ao quartel Co corpo pc-
licial, aguardando o seu destino. >
Ainda antes do ultimo e horrivel feilo dos
adeptos do Maurer, escrevia do Padre Elerno pes-
soa de inteiro coaceito o seguiote, que bem prova
que os ultimo? tristes saccassot njo sorprenieraai
os babitantes do lugar:
Todos adeptos da horrenda Jacobina assigna-
ram termo do bem viver e, nao obstante, Cdntinuam
elles jt fazer reuciuss. Ameagas verbaes e escrip-
tas sio por elles dirigidas em grande numero aos
seas desaffeigoados e ate ja publicaram ama es-
pecie de lista de proscripgao. Todos os adeptos
de Jacobina andam arraados ale os dentes e o
horror ante esta sucia tornou-se epidemico oa co^
Ionia. A consequencia de tudo isto 6 que todos os
colonos pacificos se veem obrigados a andar arma-
dos, so armadus sahema rna e para o trabalho, suj
com armas nas maos deitam-se na cama. Depoi>
de escurecer e perigosa a aproximacao a casa du
visiuho. Quanto tempo aioda durara esU sitoaga..
insupportavel ? o
0 Bole accrescenla :
Ante-hontem foi extr.ihida uma bala do peih
da joven Cassei, qae conseguio escapar a mote
na occasiio era qae Maurer ou seus adeptos ala-
caram a casa de seus pais, recebend nesia occa
siao alguns tiros. A hla havia peuetrado no lad
esiuerdo, abaixo du peito. Outra bala entroa m
brago esqasrdo.
t A des'cripgao da noite dos a>sassinatos e nor
rivel. Euire os Dandidos achava-se seu tio Chris-
tiano Cassei. '
Na comarca de Santo Antonio achava-se em
coolli lo o juiz de direito da mesma comarca, Dr.
Paulino R. Chaves, com o juiz municipal do mc
rao termo, Dr. Francisco Antonio Vieira Caldas.
Consta Dos.dit o Rio Grandntse, que o referldo
juiz municipal acaba de ser pronuaciado pelo ;u '
de direito, em um process) de rasponsabilidade.
que este lhe iastaurtra ex officio. ao passo que e
Dr. Caldas deu denaocia ao tribunal da rela;i"
contra actos do Dr. Paulino Chaves.
t Ambas as causas serao, pois, decididas Mb
Uibunal da relacio, cu.a iinparcial senteoga dint
qoal dos-dous c ntendores tem ratio, e pora fim
aesspconfl'.c-.o s iminiujente prejudicial aos povo?
e as justigas do termo de Santo Antonio.
BIO DE JA.NKIBO
No sena lo, no dia 30 de juuho, proseguio a
discussao da raaposta a falla do throii uccupaa-
do a Iribuu3 os Srs. Silvcira Lob > e Visconde d-
Rio Uranco.
O Sr. presidente do conselho, disse que uao es-
peia.a qua a opposigao Je-se o exemplo qu: SS I
d in i i, de qaerarveocer pel* pr.itcl.i.ai. imtowiv
poder veneer pelo Mmera. AcreJiland > que
governo nio deviu prestar-se a ease pl.ino, e tin
do-u li.T-u lido em dous discursos, padarii 4is-
pensar-se de voltar ainda a c ledebai:, IsBB inais
que qaan lo se tratar das leis MSMBM a*o lu i .!,-
deixar de roprolu?ir-so as ntsusai lh: ', j>r. li
lanio-se as diaoossSsi e impedinlo-se que a*
maiorias p issara niarclur.
Eatrelanto fara algumas observagoes denlr >
do tempo que wsta da sesilo.
. 0 nobre senator por G y.z, coin vr.i iraUn-
do dos nogo;'os do Rio d.i Praia, e pTguuiuu
qaaes os fun la iieotoi da crcn.a em que esti <>
goveruo, do quo as qaesliio- de liimtes ontre a
Republica Argentina e o Paraguay, bio de sar
resolvidis paci.i :a e araigavelmente.

I

*-,
mumui___I
* -^
A


IfiLiA AfP^'0 de Pemambuco Sqjrta feira i
r


torio do nobre ministro des nej50cu.fi asmeageiros,
basta para juslificar esse jaizo do govern* lirrpe-
rial: elle mostra que as ccneesjoes feitts pelo
governo do Paraguay, sao devidris ans feoos cilH-
cios do Brasil; ae es doas partas nao ohegaram
linda a am accorde defaitivo, eomtudo a solucSo
licou iiiuilo adiantada. 0 go'.vento imperial offe-
recea como raeio de solac/iio, um expediente
razoavel e digno de ambas as repualicas; esta
proposta fai aceiU polo gorvrno argenti'i 1. e a
resposta vew no seatido 0 Basis amigavel.
a B Begocio pendente ; iiiio pode, portanto,
dizer tado quadto'oceorre ecousta a e9te respeito ;
mas jalga que sjastam estas inf rmacBes para
explicare juslificar as expresaoes do discurso da
coroa.
1 Nao tem fundament) a ceasura ae que 0 go-
verno imperial nao estava autonsado para propor
o meio que elsreceu. 0 Brasil era cooperador,
coto alliado da Repnbliea Argentina, e era vir-
tude do accordo de 19 de novembro, 0 governo
imperial, coevidado pelo governo argentino para
ores tar Ihe seus bons ofllcios, suggerio a unica
solncJo que pareceu-lhe aceilavel pelo governo do
Paraguay, cujas drsposicoes campria eonsiderar ;
oada houve, p irtanlo, no procediraento do gover
no imperial que pudesse sujeitrd-o a censura.
Na verdade, a primeira nota do ministro das
relapoes exteriores da Repnbli-a Argentina, .pare
cia urn punco aspera e Jar razao aos reparos do
nobre senator; mas a replica do gorerno impe-
rial determinou uma resposta das raais modera-
das, e nao e mais licito dar aquella nota um sen
tido que nao pode ter.
t Mas a p;z nao esta segura, tanto assim que a
Republics \rgeniina arma se 0 0 Brasil tambem.
Ja tew oocasiao lie observar, n'outros dis-
eursos, queotBraiil, aos seas armamcntos, nao
(em por Mm aggiedir; pel0 contrario, seu pensa-
mento e habilitar-se para mauler a paz. 0 gene-
ral de Molike disse, no parlaraento allemio, que a
Allemanha tinha necessidade rigorosa de armar-se,
Jiao para levar a guerra aos seus visinbos, n,as
para impor lhes a paz; tal e tambera 0 pensa-
mento do governo imperial.
u A Kepublioa Argentina tem ineooteslavel
mente prccedido a armamentcs que nao estao de
accordo com Seus meios de reuda; em tats cir-
cumslancias, estivesse quem quer que.fosse no
jjoveroo do Brasil, nao deixara 0 imperio conser-
varse inerte diante do procedimeolo do governo
argentine.
Perguntou 0 nobre senador por Goyaz, se ja
esta feilo 0 accordo sobre as communicaeSes flu-
viaes, suscitado pelo cisd do paquete brasileiro
'Cuyabd. Das notas impresssas vi5 se que 0 go-
verno imperial reclamou com energia e que em
vista da resposta amfgavel do governo argentino
nao havia raotivo para converter a questao em um
rasus belli.
" Enlrataato 0 governo imperial fee sinlir-a
conveniencia de um aceordo que, de futuro, evi-
iasse a rflproducgao de taes aggressoes ; e 0 go-
verno argeutiuo inostrou-se di-po.-iu a traiar uesse
sentido. Mas, em rigor, asm isso e;prciso, bn.-ta a
execuclo das disposicoes dos iratados c accordos
pxistentesi para que nossos legiiimos interesses se
jalguem siiftinentemente garanlitos.
Tambem obserrou o nobre seuador p r Goyaz
que a falla do" tbrono, na pane Mativa ao confliclo
levanlado pelos bispos, exprimi')-se de mode a ao-
leeipar a sehlenca que 0 supreiiiu tribunal de jus-
tica tem de ^roferir quanlo ao bispo do l'.,ra.
" E^ta censura nao c proeedjnle ; mas, antes
de ludo, cunipre arredar do debate a eutidade que,
s^gundo 0 dogma da doss a constituicao politiea, c
iuviolavel, sagrada e irretponsavel Auqueso 0
mixisterio, la |u -se os que 0 sustcutam; mas
nao so faca allu-Oes \w van alem dos mmisiros e
pjssain aiiingir as regions inaic-.'ssiveis. E' ticti-
c,i que, ami vez para sernyre. deve ser wtigMhili-
ada e eondemnada, aie pir.jue neohum tQ'eilo
(Mjle prodjzir. A cito.i nao esta exposta a amea-
; s, nem e^susceptivel de d"ix3r-se illudir p)r
*nsulll.i;ios dos ae, usando de Lies meios, julgam
fi-zer mal an ministerio.
" A fall.i do Uirona e pega minisieii.il. Jala
v;io longd as 6pocas em que era preciso disoulir
estes pnncipioi. As palavras que. nella se rtforera
ao piocodinient'.i dos bispos nao podein tr o senli-
exprimem > juizo do ininiaterio a respeito dus ac-
ti>s dos bispos, juizo que ha inuito estava no domi-
aio do pub ico. Ninguen, portanto, devcria eslra-
sibar que 0 goverrio expr-missB en tal documonto
it. npiuiao ja coonecida, de que os bispos invadiram
tttribaicSes do polcr temporal, e que a offensa as-
sim irrogada nao podia deixar do sujeitaros bispos,
pelo inenos, a serem processades.
' A {alia do thr-no nao fez mais, porUnt), do
que expor gs factos e a opiniilo do governo, alias
1,1 s;iliida desde que deu provimeoto ao recurso a
COrda, co'itra os actos do bispo de Olinda. 0 pensa-
mento do governo assim manifesJado de modo al-
gem podia imporiar uma imposicao ao tribunal
qi a I ;ilia de jul^'ar os bispos : ao supremo tri
Sana) do Jostiea flcava em toda pleuiiude iua li-
otrdade de accai, e o governo te.n conwiencia de
que camprio sea dever, sem quo d'ahi Ihe possa
ir qualjuer eeosara qu tenhi fuadamento ra-
1 lavel.
Nota quo so depois do prjeesso dos bispjs
tem se posto em dtivida alegalidade do recurso a
cocoa. 0 nobre touador pela Baliia, 0 Sr. Zaea-
rias, der.larnu na sessao do anno passado que outre
nobre scirdo; pela mesma p.ovir.cia, Oar. Nabu
co, havia prestado am reievanle -om 0 decreto de 28 do uiar;o de 18o7. 0 proprio
iispo do Ho de Janeiro, conde de Iraja, posto que
a nsideras-.-e 0 recurso a Co.-ua contrario as leis da
ig"ejat ace.re? entoui tratt>i desta quesiio eomo de
jure conilittundo ; considorando-u, porem, dcjwe
constituto, devo dizer qae nao e licito deixar de
observar a le[ do paiz.
' Aqui estao tres autiwidade? insuspeitas ao no
bre senador por Minas, eaireiaiiio S. Exc. susten-
1011 hoje que o decreto de 28 de marco de 18o7 of-
fende a con>*ituii;ao e fc illegal Depois hao de
sustenlar que 0 parlido liberal esta todo unido,
um nm so psnsamento, am progratnma perfeito
hem deflpi Io, e que quando ha aberracoes 6 issi
dividn a inllaencia das aitas regions.
" E' mailo de lameotar que ajqiare^am Jao fla-
grantes contradicgoes eotre bom^ns proeminent
do partido lilteral ; ellas pn.duzem grandes n.ales,
etitre os quaee prima 0 de tornar difflcilimo coohe
cao, escrevem folhefots
tt?ijrtJs, e, Insllgado* .
bres senadores, nrucuram csda vex m u* oxitar ris^
aitiiiws, e manifestatti a ubsliu ipao <|ne t J^Mf ipi^fUk1
paie esta presencianJo. jrrh
Terdate Deas teiiTa orador cons iencit de^a
* verdadeiro catholic*; pouco Ine import*. pMt,
qae adversanos como 0 nobre senador 0 decla-
rera herege _^_
A hora esta a dar. En oatra oppartunid
que os oobres senadoree nao deixarao doolfere
coapletara a ro-posla que ainda tem de dai
nobre senador por Minas.
Na camara dos deoutados, no dia 30 de
oho, 0 Sr. Olyrapio Galvao. lendo obttdo urge
fundamentou 0 segainte projeclo:
Art !. Ficam revogados, como offansivos'
art. 12 do acto additional i constitaijao'do L
rio, os 08, 62, G\ e 60 do arl. 19 d.i lei a
de 13 de maio de 87t, da prvmn:1a ila AhgAw,
os quaes estabelecem irapostos sobre 0 vinagre,
genebra, licores, bebidas epH-iluosa, geqos de
estiva, carne se;ca nacion 1 ou eslraBS-irl e ha
calhio, entrados na mesma provin
< Art. 2.* Doclara-90 de nenhum elUit> a rfo-
rida lei na parte que man la cobrar impostos
de imporUeio, alem dos raencionados no artigo
antecedente.
c Arl. 3* Rovngam-se as disposicoes en con-
trario.
Pa?o di camara dos deputados, em 26 dojo--
oho de 1874. Olympio E. de A. Galvi'n. o
Em segoida foi apresentada asegninte ioUiriiel-
lacio, para cuja discussio foi desigoada a sessi)
de"2 docorrente, asihoras da t rde:
Peco dia e hora para interpellar ao Sr. minis-
tro do imperio sobre os segaintes ponto* :
Julga 0 governo rcsoivida it questao religiosa
corn a condemnacao dos bispos ?
Senao a julga, como pretende re3olve-U ?
Qae melidas intenta tomar oa propor t
a Sala das sessoes, em 30 de jaabo de 1871.
Dwjue Estrada Teixeira.
Uepnis'occupou se a camara com a continuacao
da 1." disoassio do projecto a. 493 do anno Undo,
que altera a actual legislacao eleitoral.
Orou 0 Sr. Gusmao Lobo, ticando a discussao
adiada.
Por ultimo conlinuou a 2.' discussao do arl. 2."
do projecto n. 19 do anno corrente, qae fixa as
forgas de terra para 187o a 1876.
Oraram os Srs. Ignacio Marlins, ministro da
guerra, Wilkens de Maltos e Eufrazio Canto, A
discussao ficou adiada pela hora.
Por decret) deltdejunho foi transferlto,
na conformidade do disposto no art. .' do decreto
n. 3,522 de i do outubro de 1865, do cbrpo de es-
tado-maior de 1." classe para 0 de 2.", 0 tenente
coronet Francisco Egy lio Moreira de S. Pedro.
Por decreto de 22 c.oncedaa se reforma, na
forma da disprsicao do 1. do art. 9. da lei n.
6i8 de 18 de ago-to de I86D, ao ooronel do corpo
de estado-maior de 2.J claeee, Antonio 'Games Leal,
conform* pedio, eti cooseqaoncia de sua avaoct-
da idade e mole tias que o iraposslbHitam de con-
tinnar no serl<;o do exrcilo.
Por p irlaria de 27 concedeuse licenca ao
capitSo ref .rmado do exercito. Luiz Caodido ton-
laga, para resi'irr na prorincia de Mmaa-Geraes
Foi nomea lo cap'tao-tenente, Pedro -Oitao
da Conba, |>ara substilnir ncapit.lo lensnle hoao-
rario Trajano Auguslo de Carvallio, na commissao
enrarregada de confeccionar 0 diccionario lechno-
logico da marinha
FaHecdra 0 commeaJa lor Beroardo GotBos
Carneiro,
S. M. 0 Imperador em nova vwita qu fez a Bi-
bliotbeca Nacional do Hio de Janeiro, examiuou a
collecjao do livroseoncerociites a lingua Indigena,
alguns rnanuiTipto? interessantes e a culleceao de
gravuras do seculo XVI. Dentta os primores, que
artualmente abrilhanlam esta secc&o da bibliotbeca
vin Sua Mipesiade, com parlic-jlar alien;ao. as es
tampas de Aadroas Man'.egoa, M.arco Antonio, La-
casde L^ydou, H. Gdlzius e as do Alberto Oarer,
que hoje se aclamenriquecidas coti afamosa gra
vura do CiivtlUiiro da morte (1513) eacontradi l
poacos dias. 0 Sr. censelheiro Matnia de t^arva
ill 1. minislri) de Portugal, ainda esta vee acouifia-
ntiou a Sua Magesiade em sua visila a bi!)liot~eca.
Eis as nolicas commerciaes da uliuin data:
c< Nao 'oave alteragiio sensivel do elado do
. os que ji dera- i-riativamente a EwtKe fUpaji
-' A srtua^io dfeisi provinci* e )fyUi+.jl8ti8ca utn decreto do gcnii
i,4plado de sitio e atorisa.jJa *
milicias.
trui(iiu, diz a Ti?jana, pryi^jiL
^l* iItaMrip#h do decreto, 0 pensainentcrTS
dissolugaa alii existe eotretaato, e volia a avisar-
devemos dormir sobre oj nossos loo-
:iem
*fe
10s.
d?P'
1 do uu
raercado de cambio, que lore movimento lira tado
sobre L nires a 2-" l|i d. papel bancario, 45 5|t6
c t'i 3)8 d. particular.
NegocHra se um Me rega'ar de soheranos a
9i5C0 adinheiro.
N*da se fei em aoolice* (reraes de 6 0[Q ; das
do emprestirao nacional de 18GS negociou-se uma
pequena partida a l:06oi a dinheiro.
0 mercado de aecoes esteve em completa apa-
thia.
As vendas de cafi foram re^ulans. No ulti
modiautil (27 de junh >) vendenm se cerca de
i,800 saccos, sendo :
Para os Estados-Unidos
I'ara o Canal e norte da Europa
Para 0 Mediterraneo 1
Etas vendas forara'effecfuadas
dis seguintes eotajdes :
Lavado 74200 a
Superior fiao 747ftd a
Superior 73o I.* boa 7'50 a
!. regular 01SOO a
I.* ordinaria 5J>85d a
2.' boa 4S900 a
2. ordinaria 4fii00 a
b
DOS
3,61X1
800
200
imites
7^700
7*800
7460!)
7S 00
64700
65000
b'3l'l>
4 4 600
consumo loca
'iO.OOO saccos.
cer-se onde esta a opioiae publics e 0 que ua vefH-
dade querem os partidos.
" Nao ira alem nesta nvateria, deixa a defeta do
decreto de 28 de marco aa Sr. Kabuco, que 0 re
lou, e ao Sr. Zacariaf, que tantos elogios jh^
fez 0 anno passade. Mas eempre quizera ini^o
nobre senador por Minas dses?e. como, sem uma
lei que de" meios de solver oe eonflietos qae possam
ra tual, ba de decidir-se taes caaflictos ?
" Na opimiu do orador nao pode deixar de dar-
se provideacias a tal respeiu, e 0 decreto de 28
de marco correepoade a essa neeesaidade de accor-
do com a constituicao e as nossae let?
-' Nao pode, pois; deixar de con*e*cer-seque,
com debates^ deeta natnreza, aio se quer senao
fazer opposicao ao ijabinete, seja por que meios
for. tomar tempo e osterilisar a sessao Ugislativa.
" Pretende se que 2. religiao caiaolica eea sendo
perseguida pelo governo. E' accusacao que nao
podera ser demoostrada, a menus qae nao se
queira sosteotar que 1 governo naodevaimpoF-
:ar-se que os bispos (a^ui tudo quanlo iot pare-
cer e sustestem que* nao teem que dar eor.tas se-
nao a saota^e. Nao ua>^J perseguijio, aacexis-
te, ninguem a ve : 0 que se observa, e que a i-eli-
jgiao catholici nao tem lioje maiors inimigo,,(uais
encarnicados persegaidoreq, do qua os queeeia-
culcam seus ardentes d. 'en=ores.
" Ale 0 acts da commulacao da pena impoaia
ao bispo foi objeclo de grave omsnra. Kntendeu-
o que 0 ministerio, assim acoase hando a eorSa,
fez com que eila se manifeslasse m sentido de jus-
lificar o procediraento do supremo iribunal de:
justoja.
a Comquanto a opiniao conservadora nao pense
do mestao modo que alguns chafes liberaes a res-
peito da responsabilidade dos aetoado poder mode
rador, todavia nutica eonte-lou a responsabilida-
de moral qae. pela referenda de taes aotos, recahe
sobre os ministros.
o Aresponsabilidale, pois, 6 toda dos ministro*
qae aconselharam a coawnutacao, e muito mal
procedea 0 nobre senador por Minas, quando vie
nesse acto a pestoa irresponsavel.
0 governo, em vista de s-.a procedimeiMo an
terior, nao podia, depois da senienca do supremo
tribunal de justica, eollocar se no ponto de vista
dos nnbres seoadorei, e so ver no acto do bispo o
cnme_de desobediencia, para acoaeelbar a com
routacao da pena, reduziodo a as proporcSes do
128 do codigo penal.
A existencia hoje, deduzido
bo semestre findo, nio exeede de
t Venderam se h"je pequenas pariidas de assu-
car para consuiso,
0 desconto esteve folgado para as boas fir-
mas.
As liquidates do semestre fueram-se regu-
iarmente.
Fretaram se : um navio para New-York, ca-
fe, a 22 s. 6 d.; um para Santos e Canal, dito, a
\t s. 6 d. ; urn para Sanlos 0 Lisboa a ordem,
dim. a 'o s.; e um para Saatos e Baltimore em
direilura, dito, a 32 s. 6 d., todos com 5 Offj de
e3pa.
BAHIA.
Cofitfnaaena os festejos pelo anniversario da
entrala doexercito pacilicador na capital no anno
de 1823.
A LA 00AS.
Foram exoaerados dos cargos de promotor
pnblieo : da comarca das Ala?oas, 0 bacha-
rel Joao Zenobio je Accioli Vasconcelos; 0
da de Penedo 0 bacbarel Manoel Duarte Ferrra
Ferro, visto ter sido nomeado juiz municipal do
terrao de Itaqai na provincia de S. Pedro do Rio-
Grande do Sul.
Foram nomeatos pr>mjtores pnblicos : para
a comarca de Penedo, 0 baeharel doao Marioho
Carneiro de Albaqnerque ; para a das Alagoas,
oteacharel Manoel Felix Gitirana, tieaado sem ef-
feito a sua anterior nomeacSi para a de Porto
Calvo ; e para esta, 0 baeharel Jose Roberto da
Cunha Sales.
do
art.
""m flor l8-'o, por6m, deitou 0 goverao de ser
prndente e moderado, eonw tern sido em tado este
connieto : aconselhoa qae se tirasse i pena 0 qae
tJDba de mais grave, detxaado 0 mais as circams
anci-s ullerioreg.
aSe.o goverao nio node aid* conseguir reetabo-
lecer as cousas no'devito elri(>, e uo peque 6'pa-
radesejar, 6 porme nao basta 4 soa moderado ;
os bispos longe de cofresponderem a essa modra-
Mais notieias tlo miiI
iniperio.
Hontem as 11 boras do dia (undeou no lama-
rao.o vaperfrancez Viltede Bnhia, trazendo jor-
aaes do K10 de Janeiro de 2 e 3 do correnie, dos
quaes oiuemos 0 que segue :
BIO DA i'KATA.
A impreogapohtica do Bio da Praia, apreciando
a ultima eiei^ao de presidente, ve" no never soffri
do pelo general Mitre e seiw partidarios mais do
qae um caadidato infeliz. Sacoessora do raalfa-
dato partido unitario, a parcialidade que apoiava
a caadidatura da^uelle esladisla, usteataca tam
bem aunidade darepublica, emquaato quecs seas
adversarios defeoderam energicameale a autono-
mia das provincias e. a federacao.
Assim o general obteve espiendido l/inmpho em
iBuenos Ayres, c 0 Dr. Avellaneda tee quasi una-
Dimidade de votos dos escratioios praviaciafr'.
k. anliga rivalidade eatre Buenos Ayres e as pro-
vineias pode reapparecer, se nao com a lyrannia
de um Rosas, ao meno3 eom 0 isolamento desse
estado que deixaria de tar a capiul da repoblica.
sera esla a qaestao prioeipal que ha de mau-
ler a norasiiuacao.
Por mt importancia commercial, pelos serrieos
qne seus filhos teem prestado ao paiz, occupa Bue-
nos Ayres a primeiro lugar na repoblica e exerce
nas proviaeias decidida influeucia.
Pode-se eoosiderar contraria a essa influeacia a
volacao do caod'dalo vencednr.
Como capital jnierina da republics, reside na-
quella cidade as autoridades supremas que, lor-
aaado-a centro dos ijegocios p dilicos, augmeaUin-
Jhe i importancia.
Se 4e novo vollar a aprecia^ao do congresso am
projecto f-reando 0 wrrilorio fedora! marcado p?la
constitui^io para a capital, A provavel ou um des-
coDtentamenio perigoso em Baaaos Ares, ou nova
rejeieio dessa tet pelo presidente eoas a reprovaoio
dos novos eleitore proviociaes.
E' por i-i-o talvez i,"ie eirculam novos boatos de
ravolta dos mitristas, Sb.m qne-oMensivam.:nle naaa
jQstiflqoera taes boatos.
Os que, porem, tiveram ce"la sanecao ofllcial sio i
daaa aaaso^ntopa da.linlia -cjim t.da a guarJa
nacional ipid se mobiiisar.
Ainda li^-se nas Iblhas4e Boenoa Avivs a no-
ticia de um facto lambem relalivo a Eotre Rios e
a passada rebelliao. auamj
Existia preso em Martim Garcia um jordanista
afftisienado em D GoazjIo, onie patejoa a tesla
de um balalhaocompo lo .ie e.-trangeire;, e conhe-
cid 1 eniao por franco-.itiradores, quanlo lave 0
governo geral denuncia que elle se >ervira ouran-
p a luta de tn>j>!ctts esplosivos con letwtados pelo
direilo das genies.
-Para, (.variguar e.-se (acto e proceder-so contra
0 jbruanisu, Im eayiada a ilka um official do
exercito.
Tauibem 0 goverao argentine nao se descuida
das machinas de guerra que tem e pods obter.
0 omnibus metraitudor do que'ja demos auiifiUi,
foi melhoraJo pelo official eacarr-Jgado da dar so-
bre e ie parecer, man laaJo se fabricar desde'ja
alguns, e 0 leneate-coroael Adolpho Fulcos scli-
ciia privilegio para oulra invencio nao nienos des-
traidora.
Segundo e pul. lico, coasiste em uma o^piogarda
detrincheira tao aperfeicoada, quo com e;la 20 so!-
dades resislem com vauiagoin a 100 adversarios.
9 iuveuler applica-as ale ao icampo raso, imagi-
uand'> maralbas portateis par* iafanteria assim
armada.
Qual a importancia desse. inventi, neabuma fo
lha afllaacaa, mas 0 acolhimento que 0 governo
argeu'.ino daajessasjpratencoes, distrahe do cerlo 0
povo argentino de crea^Ses mais uteis e raais pa-
cilieas.
A' ultima h initlido para Moatovideo, qua 0 fllho do Dr. Agre-
10 ajgredio oa eicada do tribanal de justija ao, Dr.
Ilodv'ii, juiz criminal
0 Dr. Agrelo figura era um celebre processe
contra elle instaurado em Buenos Ayres, 0 aqu&Ue
desfirc 1 causou graude sensacao nessa cid?de.
Os italianos residentes em Montevideo prepara-
vam uma faustosa recoiHao ao du jue de Geaova,'
alii esperado pa fragata Garibaldi.
0 coronal Fortunato Floras e seus companhei
,ros, accusados as lenutiva de revolta,. foram ab-
solvidos pelo conselbo de guerra.
BIO UR,\NDE DO SUL
Ao que dainos acinn sobre 0 fanati-o Mau-
rer, tetnos a accrescentar 0 seguinte, publicado no
Ltiino :lo hio de 2 e 3 do corrente :
" Os nossos leilores tiveram occasUp de ler nas
noticias quejnontem pablicamosdo Rio Grande, quo
0 fanatico propbela Jlaurer e seus adeptos, tendo
ass'ssinado a familia ne um tal Cassel, fora este a
Porto Alegre particjpar 0 rtccorrido, sendo logo
maodada uma forca para S. lieojxildo.
' Havondo, porom, depois aoucu de que os cri
miuosos -e i>rep.ravam para opporeai resistencia,
iniriniheiraado-se em Fcrrabraz. fdra mandada sa-
lur.de Porlo Alegre mais forca de linha.
" Pelo conteu'V), ainia i|ue coociso, da agencia
amerieaua telegrapliica, parece concluir-se que 0
confliclo teve fugar eatre esta forga e os crimho-
so*, p idendo larafiem supp6r-se qae as saas con-
seq uencias foram graves, pela necessidade de en-
viar novos reforcos .para 0 lugar do conllicie,
como se devo dednzir dis palavras do telegrara-
ma : Movimento de tropa em ftirto Alegre.
" Parece-nos necessarias estas explicacdes para
que se possa apreciar 0 alcance deste aconteci-
mento. ,;
"'Sobre 0 confliclo de S. Leopoldo, de cujas
coosequencias nos deu hontem noticia am tcfe-
gramma da agencia americana, a folha Official fea
publicar mais a seguinte informacao, que dlz cons-
larem por outro telegramraa, com qaanto em na-
da expliquem, n"m sequer se reflrara ao ponw
mais-grave da questao.
' Sabe-se por telegramma de Porto Alegre, diz
0 referid) Diario no 3ea numero de hontem. qae
M:\urer e aeqs secta.tlos, emnain" ""-
vendo a perseguicao da policia, depni-- ~"~.
commettido 0 mortici io da familiia Cas.-el, chefe abandonara a perversa seita, intrincheira-
rarase em S. Leopoldo, e alii, armados, semostra-
vam dispo.-tos a resistir a autoridado.
o 0 chafe de policia estava naquellc lugar com
oOpracasde linha, e raqnisitara mais for^a, por-
que as posijSes dos faoaticos e facciooras eram
difflceis de ser tomadas sem perigo do3 assaltaates.
0 presidente da provincia ia expedir sem demora
0 auxilto de uma forca da guarda nacional.
' a populacao de ^. Leopoldo estava sobresal-
tada com a attitude e piano sanguinario do iutiiu-
lado pr 111 he ia e seus asseclas.
nio DE JANEino.
No senado, no dia. 1" do correDte foi appro
vada a resposta a falla do Ihrono com a emenda
da com missao, sendo regeitadas as dos Srs. Zaca-
rias e outros, Silveira da Motta e outros, e barao
de Camargos e outros, sendo remettida a com
missao de redaccao.
No dia 2 nao houve sessi}.
Na camara dos deputados, no dfa 1* nio
houve sessao.
No dia 2, 0 Sr. Silveira Martins mandoa a mesa
a segunte int rpeltacio :
He 4ueiro que seja marcado dia e hora para
interpellar 0 Sr. ministro dos negocios da fa-
zenda sobre os pontos seguiotes :
1" Em que lei se fundou p governo para
tomar a resoonsabilidade do emprestimo particu-
lar de 11,000 libra?, feitopelo commendador JoSo
Pereira de Andrade a S. A. 0 Sr. conde d'Aqaila,
e por que verba eflectaou-se 0 pagameato dessa
quantia.
2 Se 0 governo imperial autorisou 0 seu
plenipotenciario, en Londres, a demandar 0 prin-
cipe, e quaes as instruccOes que Ihe deu ; e rasa
nao haja autorisado, se approvou 0 sea procedi-
mento e julga 0 Estado obri^ado pelas castas
em que foi 0 ministro ondemnado por haver
decahldo da accao.
Foram approvados : 0 parecer de commissio
sobre eleicSes no I'iauhy ; e depois de uma qttes-
tJo de ordem em qae toraaram parte os Srs.
Paulino de Souza e Martinho Campos, em 2* dis-
cussao 0 projecto de forcas de terra.
Em segalda discatiu-se a reforma da leielei-
orai, orando 0 Sr. Silveira1 Martins.
AJsp isso entroa em disoussao a ioterpellacSo%i
Sr. Duque Estrada ao Sr. ministro do imperio, so-
bre a questao religiosa, occupando-a tribana esses
senhores.
0 Sr. ministro do impern, em qaanto ao pri-
meiro raecito da interpeltaci), fez uma dfstinccJo
entre 0 facto e o direilo.
Em juanu ao direilo a questao esta resolyida
pelo m j Jo mais complete) e satisfactory. 0 go-
verno deciiio os recursos pelos meios legaes.
Qaando a ocmegou a qioes io, dirigira-se em
primeiro lugar ao nuncio apostotico a pedir os
seas conselhos, exp ndo We b procedimeoto que
0 goverao tinha a seguir.
Cossultou outros bispos, muiios sacerdotes res
peitaveis e em todos achon appio i sua opiniao.
Depois recorreu a awizade particulst do bispo, e
por ineiu d 1 Sr. Tarqaiaio mandou-lhe palavras da
paz e coaeelhos, para qae moderasse a sua ae-
5io.
A iniervf.ncao para com 0 b spo foi mais que
pedido de aaiigo ; foi supplica de catholico.
0 procodiareolo do governo foi depois saaeeio
uado por todot os poderes do estado.
uejf g.wremo nilo sahira doj
Worn eircumsUncias extra
djj ii$. ayevMla*, enla 1 pen 0 lerero ponto julga-n prejalwjdo pela res-
> J g*.'n;io esla lirrne 0 resjlvido a ehfprega'r ti-
ttJ xis meios legaes, para qae sojam punidos
quacsoiaer factos iguaes ao< que teem sido coo
de r.aados.
interpellaate, se julga os bispos
onsabilidjadj crimiaal, segundo a
doatriiia BBtavel escfptor jesuita Marianna ?
Itqae^Hucin susttntara este principio
-Ma o'frocedimenio bVhWsbos. & catbo-
o^loli I romano e laa bem somo 0 que for
] W ministro, carao eidadao, nao qnar
i||n p;ivilejiaia Nio quer quo os
uhara direito do uesobodecer as leis e de-
hejBtii'a-.
Nao a-^rTMiava escoh"ifne se levanta no Bra-
sil, que que- o direito divino e iofallivel e as leis
nat3tqM* a esse poder. Nao ha daprati-
-a traicao ; eoibora Ihe lancem (|uantas ex-
munhfjes quizerem, dira com 0 psalmista -
Jndiea >ne Deu*.
Por decreto de 27 de junho :
Foram 11 .afc?atos juizes ia "direito :
0 bachar 1 Luiz Alves da Suva Carvalho, da co-
marca do Alt) Paraguay DiaiBantiao, ua projincia
de Malto Grosso.
O baeharel Joao Baplista
ojisoriaaejle a):uead} pelo res
IVf) UIBBiaW
A loao Bernardiuo \e Scua Bereira, dos offlcios
de ltibelliloees4r:vaj dapriv.:|)ria, capeljas e
resiluosdj termo dj Lagartj, na provincia dc
Sergipe.
comarca de S
provincia.. , Iv ram u.iiuea 1 1-
phaos :
0 hacliArel.^oaiiuim de Andfade Fortuna Pessoa,
dus termos jeunuiob de Lavras o,\'arzea Alegre,
na provincia do Ceara.
0 Oaelurel Francisco RodrigaesSelte Filho, dos
termos ruaidos do Diamaniino e Rosario, na .pro-
vincia de Mauo Grosso.
Foi rcformado, a pedido :
Jose do Q' de Almeida, teaente-coron*i, com-
mandante do balalhdo n. 39, da proviuaia do Pa-
ra, no posto de coronel.
Foi designado 0 estado maior da guardanacio-
oal da corie para a elle ser aggregado 0 capitao
quartel mestre do commando superior dos muflici-
pios de Ilapemirim e annexos ni provincia do Es-
pirito-Santo, Joa> Manoel da Foncecj Silva.
Pez-se merce da serveotia vitalicia dos olBcios
REYISTA DIARU.
HiHHiio di|iloBtaiica.-<: rta do Rio do
Janeiro dit qae S, Exc. 0 Sr. Barao da Araguaya
foi removido para 0 lagacao brasilera junto a'S.
SaLtidade Pio IX.aflm de tratar da impOrtante
questao religiosa.
Tarifit das alfaiidefaM.- Pelo minis-
terio da fazenda tol expedida a segui'nio circular
as thesourar;as de fazenda :
t Circular n. AS. -Ministerio dos negocios da
fazenda.-Rio de Janeiro, era 27 do junho do 1874.
0 visconde do Rio Branco, presidente do triba-
nal do tbesouro nacional, remetta aos Sw. ins-
pectores das thesourarias de fazenda 0 decreto
junt) n. j',680, desta data, mandando rectificar as
taxas de alguns arligos da larila publicada com 0
decreto n. SfiSO do 31 de marco ultimo, ahm de
' que Ihe deem 0 devido eumpriineoto; ficando des-
da Costa Carvalho, da I de ja prevenidos de que se ate a recepcao desta
nla Cruz de Corumba, na mesma
j.uizes inunicipaes e do or-
recepcao
circular algum despacho se liver feito das referi-
daa mercadorias pelas taxas ora reetilicadas, po-
derao os Srs. inspectorei aulorisar a reitiluii^o
da ditferenca de dlreitos que se verified em favor
das partes. Visconde do Rio Branco.
Attodendo a que a nova [tarifa das alfande-
gas, publicadi com 0 decreto n. 5,380 de 31 de
marco do corranle anno, centem erros, que con-
vemcorrigir: hei prbem que na mesma larifa
se faoam as rectilicacoes raencionadas oa rulacao,
quo efia acompanha, assignada pelo visconde do
{fio Braaco, conselheiro de estado, senador do
imperio, presidente do conselho de ministros, mi
nistro e secretario de estadc dos negocios di fa-
zenda e presidente do tribuna' do thesouro nacio-
nal, qae assim teaha enlendido e 0 faca exeeu
tar. Palacio do Rio de Janeiro, em 27 "de junho
de 1874, 53* da independencia e do imperio. Com
a rubriea de S. M. 0 Imperador, Visconde do Rio
Rranco."
3
2 3
<
79
8!
96
1C3
176
228
852
1.202
1.214
1.219
1.222
MBBCADOBIAS.
Classe 4.'
Banba derreiida........
Carne de vacca, secca (xarque)
Carne de vacca, cm salmoura .
Came de ^acca, fumada .
Carne de porco, era salmoara
Cai ne de porto, fumada .
Toucinho ou hanba, salgado ou
em saliDoura........
I
Ctasse 8.'
'dia da India de qualquer qua-1
lidade.............
Ctasse .9.'.
Alcatrao e pixo de alcatrto .
Classe 10'
Tinta preparada a agua ....
Classe 24'
Estanho em bam a de qual-
qacr outro modo en brpto.
Classe 35'
Enxadas, enxadinhas, saxos e
ferros de cova........
Maxa lus e maxadinhas ....
Pas de qualquer qualidade .
Picaretas, picoes, alvides e
quaeaquer outras ferraruen-
las grossas para pedrairo,
canleiro, mineiro e offlcios
semelhuntes..........
X Ed 0 1 E 3 O 5 B a

Kil. 1 4120 4020 4030 4' 70 40i0 4800
f 4040
14000
a 4015
fOIS
4060'
0 i) > 40'i0 40oo 50'i0
4055
i a TAIUti.
Qualid dos dosenvoltorios.

,
200|0
100,0 .
a
1



.
.

Em caixas de madeira ale 20
kilogranmos........
Idem ate .'U) kilogrammos .
Idem ate 50 kilogrammos .
Idem dobradas r.......
a
26 0t0
23 0i0
23 0|0
3b OiO

Da acalemia fraoceza. A acaJemia, penhora
da pela lembranea de vossa mggestade, offerecelhe
Thesowai'ia Oe r*iUa. Por porla-
ria da presileucia da provincia, de 7* do correale,
foram nomeados provis iriamonte : Joaquim Jose ] seus agrA de Olivetra, A ni 0111 Huiino de Andrade Luua Ju- 1 gens. -Dumas, a
Oior e Gasaar Vr*aaf np turarios da ihesourana de fazenda. """"do ministerio do imperio, apresentado a assem-
RccebeHoria de renUaw. -Por portaria blua geral na preser.ie sessao :
da presideucia da provincia, de 7 do corrente. fo-
ram n meados provisoriamente : Francisco do Pau-
a de Albuquerque Maraunao e Francisco Fcrreira
de Novaes Filho, 3-" escriplurarios da recebedoria
de rendas.
Collectoz-ia provincial. Por portaria
da piesideocia, de 7 do corrente, foi nomeado Na-
poleao da Costa Moreira para 0 cargo de collector
da collectoria provincial do municipio de Tacaratd.
Guarda local.Por portarias da presiden
Espero que sera um dos vossos prime'ros
cuidadis a reforma da nossa legislacao eleitoral.
c Tendo lido a lnnra de apresenlar a vsssa ii-
lustrada onsideraglo um projecto sobro este im-
portante assompto, sao conhecidas as ideas que
lenho como mais ccnvenienles para conseguir-se
0 lim d-'.-ejado.
c Ja tive occasilo de ponderar que. em materia
lao complicada, e na qaal se eucontrara diflicui-
| dades praticas que por tolos os lados embarafam
cia da provincia, de 7 do corrente, foram ereadaa, 0 efleilo completo de quacsquer combina^oes, ape-
guardas looaes nos municipios abaixo d clarados,' nas e lieito pretender a coarctacio, tanto quan-
tendo cada uma 0 nomero de praoas indicado, de- ; to e possivBl, dos abuso9 que viciam ou impedein
vendo, porem, alistar-se sommte a mala le, fican- a verdadeira expressao dj voto popular :
a Assim pensando, merecerara me principalmen-
do a oulra dependente de autorisado : no muni
cipio de Jaboalao, com 20 pracas e no de Ssri-
uhaem, 0 mesmo.
Por portarias da mesma data :
Foram nomeados : Para a guarda local do mu-
te toda a atien.-ao :
c {.> O modo da quiIiSca>;aodos votantes, base
do processo eleitoral. Procjrei nao so melhorar a
organisaga) das juntas incumbidas desse trabalbo,
nicipio de Jaboatao : sargento, 0 ex-sargento do como garantir pelos meios que me pareceram mais
corpo de policia. Sebastiao Raymundo Caminha. proprios 0 exercicio do direito da voto aos cida-
Para a de Serinhaem : commi sario, 0 tenente daos a quem a lei oonfere.
honorario do exercdo, Samuel Lipes Dslgad J de j 2. A fixacao da renJacoino condicaoda eapa
Maroja. \ cidade eleitoral, harmouisando a disposiciio cons-
Para a do de Taquaretinga : commissario, 0 al-, tiiuciooai aom 0 estadj aclual do valor moneta-
feres hanorario do exercito Joaquim Fraacisco de rio.
Torres Gallindo. < 3.* 0 remelio possivel aos abusos que se
Por portaria, ainda da mesma data, foi da- conunetlem na coraposicao das mesas paroehiaes,
clarada sem effeito a que.nomeou Thomaz Morei- e aos qae procedem do arbilrio que a lei, lhes
ra de Carvalho para commissario de Taquaretinga, j oonfeno qaanto a ver ficayao da identidade dos vo-
e nomeado para igual cargo nos municipios da tantes.
Escada e Gamclleira, vago por nao ter aceitado a! nt.'A falla de prescripts e formulas preci
aomea;aoJisUsvao Paes Barreio. j sas que-evitem muitas irregulariiades no processo
Por outras de igual data, foram aomeados eleitoral.
sargentas nos municipios : de Iguarassii, 0 1" sar- Adoptei flnalraente 3 principio da represeu-
gento reformado Josd Joaquim Alves;-de Olinda,- Bacao das minorias, que considero nao so de jus-
Jose Polycarpo de Freitss Junior ; e de Itambe, o tlca, mas tambem de alta conveniencia politiea.
Mantenbo a convic($o de que a reforma rea-
2* cadele sargento Arsenio Alfonso Pereira Borges.
Goveme da-Mavpad.Per provld*efrde
1 e 6 do corrente :
Foram nomeados : vigarios encommendados da
freguezia de No sa Senhora da Conceicio das Ala-
goas, 0 Rvra. conego Marcolino PaChe 0 do Area-
ral, e da de Nossa Senhora da Conoei$Io dos Mon-
ies, em Pernambuco, 0 livm. Joao Auguslo do Nas-
cimenlo Pereira.
Mandou-se continuar na coadjutoria da fregue-
zia de S. Francisco de Borja de Piassabussu, nas
Alogoas, 0 Rvm. Joaquim Paulo Barbosa de S.
Jose.
Republican do Sul e oesic do ini-
pcrio.Recommendamos aos leitores a missiva
do nosso correspondente de Buenos Ayres, pabli-
eada n'outro lugar do presenie nomero.
Cabo lolejrraplMco mubuiarino. S.
M. 0 Imperador recebau mais os seguintes tele-
gram mas :
Oe sua magesiade 0 imptrador da Russia.-
logenheim. Sou muito grato 4 vossa magesiade
pelo telegramma, em que annun:iou-.re a feliz
inaugura^ao do lelegrapbo electrico que liga 0 Bra-
sil a Europe. Receba vossa magesiade minhas sin
ceras felicitacSes.Alexandre.
< Dc sua raagestada 0 imperador da Austria-
Hungria.Assim como vossa magesl>de, saudoa
inaugurariio do lelegrapbo qut liga a Europa ao
Brasil, como um passo que, sob os auspicios de
vossa magesiade, da 0 grande imperio sul ameri-
cano nas vias do progresso, e por ser um meio de
iransrhiuir noiicias e facilitar as relacoes eatre as
nossas duas iiionarelna-. Schoembrunn, 27 de ju
O poder judicial manifestou-ke de am modo so I obo de 1874. ^Francisco Jose, o
lenuie. < De aua magesiade orei daDiaamarca. -Agra
O p )d.-r moderador conform o-se com a deei-
siio do supremo tribunal de justi;a, dirainuindo a
pena
0 eonselho de estado ji se tinha antes mani-
(esUdo.
A lujnara dos deputados em am voto solemne
coofinuou o pr jeedimento do goverao.
0 seaadu approvoa-o igualmente.
Nao pode haver decisao mais categoica, mais]
completa.
Foram to lo* oi poderes convergindo para darem
razao ao governo*. Pelo Jado do direito esla a
questae resolvida p?lo modo mais satisfactorio.
Em quanlo a qnestaa de faotc, 0 goverao nio po-
de prover as reincidenc/a*.
EaquHiio a0 segtmdo poalo ieclarou 0 minis-
deco a vossa magesiade a saudaeao telegrapiiica
qua se dignou dingir-me. Coinjarliluo a saiisfa-
0a que a vossa magesiade fez expei imenlar a
luaugura^io do lelegrapbo electrico entre a Euro-
pa a 0 Brasil.Christiana, rei.
a De sua luage.-tade 0 rei da Saxonia. Fico
muito agrad< fido a vossa magesiade por se ter iem-
nralo de mini por occasi.i> de dar-se um lao im
portante acoulecimanto para os d jus liemisiiherios.
"Alberto, rei da Saxonia.
De sua magesiade 0 rei de Baviera.-Keceba
lisada sobre estas bases trara importanles vaula-
genss
Jerusalem. -E' este 0 titulo da obra ulti-
mamenle publicada em luxuosa edigao da Im-
prensa Nacional ae Lisboa, por monsenhor Joa-
quim Pin'.o de Campos; nome este assas conheci-
do em nosso raundo politico e lilterario.
0 novo livro do Exm. e Rvm. Sr. padre Campos,
fructoda peregrinacao me 0 levou as terras San-
tas ; fllho das impressoes de seu espirito vagante
por ebtre as ruinas da bsreo do christianismo, on-
de, como qae se escula ainda 0 echo ioexiinguivel
da palavra divina do divino Mestre ; e de um me
rilo in-ontestavel. Dedicado por seu aclor a le
sus Nazareno Rei dos Judeus, a Jesus Christo, ali
gura se-nos invulneravel a critiea.
Respeitando, c mo julgamos de dever impe ioso,
a consciencia que deve ter 0 autor de sua obra,
terminaremos esta noticia, resamida como 0 exi-
go a nalureza desta seccao do nosso Diario, com
a oitacao de um eLquente periodo da crileeiosa
c.irta do conselheiro Autonio Feliciaao deCasli-
loo, qae fronkspecia a Jerusalem.
Cada obra e, e fica serapre, tal como 0 seu
obreiro a fez; e por dam is e cuidarem que fei-
tieos de palavras valerao a troca-la de louvavel
em despresivel, ou de ridicula em primorosa. "
Agr.decemos 0 exemplar com que fomos obse-
quiados pelo autor.
Provincia de Alagfdas. -- Na se.-rao
competenle pudicamosum editai da secretaria do
governo provincial de Alagoas, conviJandoa apre-
seotafao de propostas de quem pretender conlra-
tar a conslruccao' de uma estrada de rodagem no
vale da Parahyba daquella provincia, que, partin-
do da eidade do Piiar, va terminar na povoacao de
Gamelleira, a fralda da serra Dons Irmioi, pas
sando pela villa da Alataia e povoacao de Cajueiro
a Capella ; mandada eflecluar pela assembiea Ie
gislaiiv* da mesma provincia ; acompannaado a
ease editai as condi<*oes em que se deve basear
qualquer cootraio a respeito.
fslo quer dizer que desta provinci serlo acei-
tas tambem propostas para a construccSo de sa-
mel hanle obra.
Coaifereaciati popularea. No dia 30
vossa magesiade meus agradecimenlos os mais ar- do junho oSr. Dr. Rozendo Muniz Barreto, em pre-
aeotes pelo telegramma que me dirigio, e minhas ] senca de S. U. 0 Imperador, occupou a tribuna.
mail siaceras felicila;oes pela feliz coi/luao de Na primeira parte do seu discurso 0 orador oc-
uma obra, que sera da maior importancia oara oscapou-se dos portentosos debCobrimentos que, ea-
dous muodjs.Lu'z. > racterieanlo 0 espirito laborioso" do seculo, recom-
raendim a rsasidin Bniueraal on gen mis reformado
res da IngUrrra, da F.-.u^a^ da.llajia, ta Belgxa
da Allemanha e dw Esta 1..- I'nu'o-, in<; irad.su>
aiierfctcoamenlHfrhirn^ <-?gs*)>- pvlo e-rorro dr.
08 seculos, e ua realisacao de ideas qae abonam .1
on Jiiia idade do scauio cii*aL ^^ .
Deixando de lado as multipliees forraas de lr<-
balho com que se podem assignalar lantos e Uo
irrawwihoso-' laVeatos cingiosa aaraJor a 00-:
deracfles sobre agn'cultura, cm geral, em rapida
cri|ica e no in ten to de tornar salitai< s os innume-
ros proveitos dessa inJustria cMsobas: indspens.-
vel de todas as outras e eompaafceira inseparavel
do commercio.
A >,'111 i 1 parte do Jiaturso, abrang-n : > quo
dros firmados aas wiltsidias esBjiislicos da culiura,
dos agcntei de trabalho e dos aaasos da suppri I15
am nosso paiz, teve por Dm demon-irar a conve-
nience de correspaader a iaicidaliva individual
aos imprescindiveis elementos da iolervencio d<>
altos poderes do E-tado em prol da agrieuliura ra
cional.
Nao esqueceu 0 orador as auroras auspiciosas
de estimulo e regeaera'.ao aemprezas despertada*
desde 1830 al6 hoje pela extlncno J trail n, cllra
a estatisti ;a desse commercio netando, aav cujo
desappareciinento nao deixou de tagmentar a pn-
duci.-iu, 0 Sr. Dr. R izendo Muniz e.-tabelccau ade
feza da lei de 28 de setembro de t871, cnutrm a
qoal na i e crivei qua se conflrniem os sinistrcs
inedos de tresvariadus Cassandras eiiravagi-ia.
Tumodos na devida con?idert;.Vi m recUmos m-
cossantes da lavoura q ;e .-e queixa da falla de ca-
pitaes, da escasset de ure^n, e peso 4s inipo Ws
e da diffl'.ul lade de transport^, 0 orador, iml
dir a hisloria da guerra dos C-udo- loiidos e a te-
ncraerita provincia da 3. ivfulo a pro a im-fraga-
vel da exi>tencia da iniciaiiva pariicuUr em divr-
;os ram.is da trabalbo ettlre nos, cxhortoa lodos
os ititereesades no faturo da lavoura #>ra que a/a-
deio 0 goverao a empregar este* reuiedios her 1 i-
cos : in-tituifoes de credito rural, d.visao do tra-
balbo, inslruc^ao possivel e relu cao de imp si
nos generos que mats soffrem pela como- i< a -
dos produclos simiiares do eslraogairo.
Turiniuon, enlre applausos, o posilivo di-
em um eulbusiaslico paxaoem ao Brasil pela ina 1-
gur.n.-ao do cabo transatlantic), maravilbo* 1 .nler-
mediario cujos buelicios lauto se retlecteni no
commercio eportanio em nossa principal iadu-iria.
siepiiiHio|ihcl<-H. Sob easa drnoo.inagao
acaba de coine^ar a-ser publicado no Rio de Ja-
neiro um j rn I ilustrado, huiruiislict, dign 1 de-
apre^o, nao so pelas interessantes gravuras, come
pelo e.-t\lo lluente e agradavel dos arligos ;o--
traz.
uiiiUeiro.0 Vapcr Ceard Irouxe para
Jose Rodrigues de Souza 20 fiurti'lOO
Mao el J .se de Sa Araujo 8.2914000
Joao Pedra de Mello l.U 4 Antonio Gomes Nelto /.ilU'iOO
fjlua dos BairroM Kaiioa. Os morado-
res desta rua, seguado n^ s inf rmam, acliam se
ua trisle condicao de so pock-rera sahir de easa
com os pes descalcos, lania e-a agua ain existeR-
te. Cum grave prejuizo de ^ua saude.
0 Sr. liscal da (reguez.a de-S. Jose deve por ahi
dar um passeio, e mandar fazer um uiqucno ca-
nal para irein ler as aguas a saigela do aagoto da
cidade, que mais proxima Gear.
BiMiMt do i'ar.i. K.ii favor da ab- Ivifi
desle prelado volou, no Supremo Tribunal de Jus-
liga, 0 conselheiro BarUsa, e pela condemn .ao
no grao medio do arU 128 us couj|heiros Marian 1
e AlUuquerque.
Conselbo Supremo Uilitai Na -
sao do 1." do corrente, foram julgados u3 segatatt -
procesos:
Exercito 1 cadele Carlos Ajastiaao ik- Casti
Vi.inna c o -oldado Maximiano Francis o do- Ssaa-
tos, accusaJosde se haverem f^rido recipr."- m..li-
te, sendo senlenciados pelo cnsclho de guerra. 0
1 cadete a p na de duus 1n17.es de prisao np >r 11
e 0 soldado a ser arcabu-ado; foi esta sei;
reformada para imporem ao i"cadete Carlo- Ag --
tinhn de Castro Vianna a pena de sei* 111 r.s de
pMsao em uma fortileza 0 au Baidada laxitata >
Francisco dos Santos, a pena de um anuo de iti-
sio com trabalbo. 2" cadela Carlos Piul > i!. Cas
tro, acu vido pelo consei'io de guerra ; foi ref >ruuda a -n-
tf n;a para imp >rem ao reo a pena de dous m if -
d prisao. Stldadas : Peironilho Jose da Siiva. *c -
casado do crime de primeira desercao simples t
sentenciado a dous raeze* do prisao por -
apresentado voiuutana nenle dentro dos Ires me;
zes; foi conArmada a sentenca. Anioni< J aa
Francisco, accusado. do crime de 2* iaaarc-vi 4-
grav.ndi e sentenciaJo a um aaoo de prua) coin
trahalho. por se ter a.resenlado volunuriaineo;.
dentro dos Ires metes ; foi ouiormada a s nl>n-
ca. Jose Luiz, Manoel Silve-tre da Cruz. Maawd
Teixeira, Estevao Arselino dos Santos, Jjaad I
cha, Bernardo Aasebno da Silva, Aa Ire Lad
Manoel Marcelino los Santos, acrnorf..* An *,
de I.* deseredo simples e seuteu-'iaJ >s a seis m--
zes de prisao cada um ; foram confirmadas as sea-
ten?as.
RerlamarM. Dirigirara-nos uma contra
0 Sr. fiscal dafr.guezia da Varzea, onde dizem
sao vendidos ao povo a peso roubado os ,
de primeira necessidade, e outras vexao> nuts
decorrentes da falla de BBfia liscal. Se I ou n..n
verdadeiro 0 allegado, igcoramos ; assim aas aaa-
municaram, assim 0 fazt-mos com vista ao inter- -
sado.
iSoio pbarol- Pelo ministerio da atari ah a
puhlica-se 0 seguinte aviso, extranido de uma
communica;ao otiicial do I* tenenio da ai.o.U
Jose Mirques Mancebo
Acha-se funccionando, desde 0 dia 15 dc maw
ultimo, 0 phandete estabelecido na ilha do t":., r\.
provincia do Para.
Esla si'uado na pOnta norte da maoci laada
ilha, lal 1* 32', 30" S. 0 long. 5*, 41', 40' 0 It. J.
A columna de fern sobre que 0 appji\!l.>
esta coliocado assenta em base dc alveoaria de
forma cylindrica. media J1 de altura I, -it e de
diametro 2,2, e 0 foco luminoso aataa-aa levaio
sobre 0 solo 7,"8t e sobre 0 nivel aa preamar
8,"50, sendo a luz branca, systerna dioptrieo Je 6'
ordem, e alesnee de cinco milbas era lemp^ 11-
blado, e seis a sete em tempo claro.
Secretaria de estado dos negocios da maiialia,
cm 26 de junho de 1874 S-.bino Eloy Pessoa*
Corrida* de raiallun earn l*ariM.
House no da l'i de junho corridas decavalf.s do
hyppodromo do bosque de Bmlngne, as quaes io-
ram as mais concorndas deste anno, em con-e-
quencia de se degladiarem alii es melhcres ca-
vallos corredores, que afTrontaram 0 grande pre-
mio du com mil fiancos (detoito contos de 1
metadc do qual era dado pela cidade de Palis e
outre metade pelas cinco poderosas companiiias de
caminhos de lerro.
Nesie cert, men so podiaro ser adasiuidos pot-
dros inteiros e poldras. qne houvessem aascido m
1871; nao se fazendo seleccao eraqnanto a ongm
e nacionalidade.
A disinnc.a a percorrer aa pista era de 3,im*J
metres.
Ao espeotaculo asitio 0 president da repubti-
ca e a embaixada birmaneza ; assim eomo lodo 0
hig life de Paris, e ainda graude numero de lur Ga-
las e aposladores inglezes, que pressorosee haviam
passado a Mancba para nao perderem 0 great event,
0 grande premio de Paris.
A tribuna do Jockey-Club vergava sob 0 peso o>
todas as celebridades do Sport inlernacktaal.
Ao premio grande coocorreram 14 cavallos e
eguas, pane francezes, parte inglezes. Ficon
vencedor um cavaKo inglez, p r nome Trent, do
qoal e dono am inglez, grande asaador, Mr. H.
Marshall.
Este cavaltieiro havia dito ao barao da la Ro-
chette, que tinha certeza de ganhar.
Os 3,000 metros a percorrer 0 foram cm 3 mi-
uutos e 23 segundos.
No anno passad > am cavallo tambem de graade
nomeada, realisou igual pcrcurso em 3 miuutos e
27 segundo-.
Processo winKular. -Em am dos tribu-
naes de Paris se debateu no plenano uma causa,
cuja origem nio e trivial.
Uma menina de doze aonos, virendo era easa
de sua lia, oa rua Ramcy, por alii via consiaau-
mente passer 0 sou da companhia doe OmoiBas.
que conduzia a pare ha de reforco, para a subida
de uma rampi.
A pequcna c me.cu a condoer-ae do rapes pe-
lo ver mal irajado e andar exposto ao frio e ajea-
da, e comecou a aiiur-Jbe dinheiro da jaoaiaa* 0
taria de seu pai, qaa AB
diiu par
ara#ra
qual ella furlava da seer
mesma casa habitava.
Os furtos foram se repeiiudo ate' qae se
isso.
A mai do sola havia ti lo arias aa fazer
cimenlo que a crianca, e ajudava a man
com a labia de verdadeira espert Ibobb. tft
lim cnerfou a aconseinar a pequena qua casaaaa
com o filho, e fez com qae a lyrpinba escreveaBr
uma carta, dlctada pela velhaea e dirigidaao tfm
desu,
A carta era um acervo de l Jices. A paraaeia
de:iarou na audiencia que nio ligava idea as ex*
presides amirosai mandada? por aa t 1 carta. ntU
* *

fifluio
ILEGNEL


Dttfo *Peiwta9ttco ^x,iBa-ar iftMWufate^tblt^/n
r
>*
jt

sua
da nol^jr
a e nao
ipobMBHeii.
niffrei3r'PHg'rtMsiid-jSel(> rayit, [fcrw pbr"aa*:
lulerrogado narque recebera o dinbeira fll mSe1
da criaocj, redanuiio frrauaz:.
Recebi o evah*iro, pfonrae-*l$RqJona era ge
UMu o oiiidava 16 a inm ; o eatao porque
i*J*im-i.iafcM,a*roveitar ?
' <0\-*Jr7tto,4li4e{a)aproGuroi): outro camioho,
VMteiMkada pravar que a pequena possuiado uim
fcrtuaa pessoal, otta nispotnrada propr mdade sea,
r-.-ii a somma subtrahidj como
5 qne o pSi refinha em seu pi
iPftbttiaf nil caiipffielidea tioftpa nrfuinen-
tlfej,'e lTr#m IbnJImdMiA a-'nfti Vo ill* a urn
de
der.
anoo de prislo-
Ciumea
tl n *oldada de infaniaria d>; mi-
Tiahs^uaJgj^rjoTfSt flt SSrjeih3,"atiuartelado
mque la noa-d', prafie'ou o auplo crime de esfa-
qciear sua mul.er, rapariga de vinto e dons an-
aw, e de dar era si prbprio nma pieada no eora-
r'fccuaite dizer qne morreu inMantaneamen-
py a imilher, porem, sem embargo de apresentar
seis ferimentos grave*, ainda poderia escapar.
' i!r>irrmtoso ontaa spenas 28 anoos.
Ca.' sul no vapor brasileiro CtarA :
General Franeiwo Joaqaim Pereira I. <\. i, Dr.
Franciso < G. V. de A. Uo*, 0 Juvita de M. Fei-
tosa, IgflYeTb F. C. da Silva, Paoli A. da Concei-
ve e 2 (linos men ires, Francisco Ca3emiro, D.
M*ria HMtleolvs'-m e 1 (Mho. PVanefeco dos S.-
Gv.-oia, Rosa fliberta), Thornae F. Gardner, sua
sesliora e Glhos, Francisco C. de Guiseppe,
Angela C flttHeiipe, Michel C Guiseppe, Anlocio
tL Lo.ireiro, Jose S. da Siiva, Francisco Furlado,
Manoel Pereira, Antmiode M. Miranda, Maria do
Na- iiaeol J >se Purlado, Manoel Munia, Manoel
do Amaral, Antonio Jacintho, e Joaqaim, emigran-
tes. Manoel da Suiza, Banio J iso da Ponte, Manoel
J. da Rocta, Uoraeka A. M. Daira, W. M. Tallon,
Josfc I'. da Silva, sna irma e 2 lithos men ires,
guurdiao Fi>mino J. do Sacramento, Francisco
Anionio Xivier, Is.uael de Oriellas Biltencouit,
Jose Pinto da Sdva, Jose Pereira Vianna, Domio-
gos M. Marlins, Manoel Joa iai.ii da Silva Leao.
Manoel L. Franca, Julio Klein, Nathan Klein, J.
II. Conoly, Manoel J. dos Santos, 2* cadete Va-
leriano F. de '."ampos, Thoraaz F. Carvalho, Jose"
E. Awv-sdo, Jjaapha E. da Conceiijao, Henriqneta
Cu-lodia, Cyrillo F. do Farias, Maaoel H. de Olivei-
ra,"Francisco V. de Albuquerque, tenente-coronel
Jis*' Vicente, 2 prac^s, I preso, I csroreiro An-
tonio Marlins e Jose' D. Coellio.
-*Nse^a%* para o norte : Luii Joaqui:n de
Oliveira," Manoel do Espirilo Santo, 2 ex-pragas
Marcolino do Santa Anna e sua mulher, Dr, Joa-
uiriia ;i-e de Olivaira Andrade, Paulino Olympio,
Man-iel Zicarias dos Santos, sua s nliora e t filho,
A. P. Cirdoso Junior, luaeuie Sebastiio F. Bar-
bosa, sua senhora a 4 fllho.
Cbegadi dos port s do njrte no vapor fran-
cei Ville da Bah ui :
Ant aio JoseGin.-alves Pereira.
.i cii;i A que se aciu a venda e a 107."
abineflcid damitrz da Boa Vista, aqual corre
bo ilia 11 do correnle mez.
Casa c!e detnu^ao.Movimeato da ca.-.
de deteacao d dia 8 de jnlho de 1874.
t.\i>tia'u presos 33o, sahiram il, existem 32't.
a. Baler :
Nacionae- 247, mulheres 14, estrangeires 21.
e craves 40, escravas 2 Total 324.
*! BeBBdes a ccsta dos cofres pnblicos 257.
S'lovimenlo da eDfennaria no dia 8 de jullio de
1874. ;
Tireram baixa :
Maaod Joaquim Moror6, delluxo.
Francisco Radrigues Pi-reira, lesao no co-
racao. -
'liveram alia:
ri.'iiii'ntino Moreira Breves.
Antonio Francisco do Nacimento
n Sabino Jose irarse a nomea^io de sen caixeiro despaehante
Augusto Carlos de Mlraudft HenriOJues.Regis
oda a fegislfo
ijerida.
eraido o regis-
laPRaptista de
edem. '# i r\
(eilaado <\ re|istno a do-
le soldi baiaa efrt aoo-
Pereira. -wa wntalie-
Ue Henry
a Domcacao _
De Camnlli 7fk\4.o
Sonza MagRUiars. Gmuo
De Artuda 1 Iraaie, s
meapa fairta, e peliaflo i
meacSo ae Laiz Justiniam
dida.
De Pedro Emi|io>n6toert eDonnagos da Fonce-
ca Suzano, registrcnio seu eorftralo junto. -Depois
de jnnt'Mi agundxamtlar do cfBtra^annexo
e salisfoilo nitee stf undo exenjf lafto diposto no
art. 2 n.7dodecreto a* 4,503, haja vista ao Sr.
desembargador Dscal.
Di Jos4 Maria Pestana, agente dVleilSes -desta
praca, pedindo prorogate de licenca.Por seis
raezes.
De Manoel Jose Martins das Neves e Antonio de
Souza Rego, impetrando o registry do 4ou distrato.
Vista ao St. dtsembaifgador fetal.
Informacio da secre'aria, cobrindo a peticlo de
Pimentel Braga & C, nwe pedem o regitro do sen
distrato social.Como requerem, de conformidade
com a informacao.
COM 0 PARECER FISCAL.
Autos de moruiona de olympio Goncalres Roaa.
Seja convidado o snpplente qae se segnii" aoSr.
Sa Leitao.
Nada mais havendo a despachar, S. Exe. o Sr.
conselbeiro prcsidente eooerroa a seas So ao neio
dia.
CAMARniElCIPAL.
1* SES3A0 DA 2-OR&INARIA SI 30'BE>-JXHO
DE 1874.
PRKSIDENCIA DO SR. THBDOGflO SILVA.
Ao meio dia, proseftes os Srs. Cark) da Mello,
Rego Barros, Cunlia Guioaraea e D*. Soscoso,
abri">-se a sessao.
Foi lida o approvada a acta da anto^edente.
0 Sr. Cunha Guimaraes pedio a palavra e fez a
seguinte proposta:
l'roponho que esla camara, em signal de pro-
fun lo sentimento pelo fallecimento do, venerando
primaz do Brasil, conde de S. Salvador e arcebis-
po da Bahia, o Sr. D. Manoel Joaquim da Silveira.
suspenda a sessao de hoje, e que se mencione oa
acta e.t: iufausto acontecimento, que terminou a
beneGca passagem de taa virtuoso pastor nesta vi-
da dilorosa.
I'ai;n da c .aiara municipal do Recife, 30 de ju-
nbo de 1874. Joao da Cunha Soares Guinia-
raes.
Sendo unanimemente approvada a proposta, o
Sr. prcsidente levantou a sessao a meia hora depois
de meio dia.
Eu, Francisco Augusto da Coela, secratario, a
escrevi.
Theodoro Machado Freire Pereira da Silva, p 6-
presidente. Jose Maria Freire Gameiro. Jose
Cesario de Mell>.--Joseda Silva Loy> Junior.
Jodo da Cunha Soares Guimaraes.Joronymo de
Souza Leao. Dr. Pedro de Athaydt Lobo Mos-
CvZO.
Uma MJe%rw,etofr#*{
tullietmi4a.o Moakin/uH Oa. lua.
___
Os ri..nli>s wo peqiaewBAfpf)
E dizemfnos^teiHp(4li9" nalfajpM'.ja passa-
rasay e-o*^^goa owram as palpobraii. para nia ve-
r*m a iouaeatidade dos tempos quo corcam I
Oh I teawos das raridades, das maraviibas aa
tombresaa'F...
Mau que asiombrosas ; aa verdadeiros n-.ila-
Opera-se nesta segunda parte do seculo XIX., laas
descuiiertas, qne a aente nao cainn-euande pode-
rem-se elles coaler no. mais alto esfo'rco da razao
humana. Vetoes nestes tempos, desas descober-
taaqaetanto tem eareqaecido est< seculo, alga-
mas taa prodigkasa; qoa so a mvalaeae diracta e
immedia-a a algunt dos dilectos da diviudade, po-
del a-hia trazer i lucae.
Esla gloria cabedesta ve a Provincia1&a antes
a um de sens redaelofas, o do sen MUetflU obdo-
raadario, qne acaba de arranear do mamao pliilo
sophico-politico-moral e tracer aim da public-i-
dade, a verdade, a maisaudaciosa verdade que a)
gaem ja pode ver, emeios proferh*, qws sd-lnapl-
rapio sobreoatnrat poderia dal-a:9 qwse o
GRAKDE, 0 que e 0 PKQUrNO PATMOT*-
Xadraasirotu
tentar contra a exis
It
flatoMWsald
sem nvto itmo ai
^Kpr VnVM^datnfieni

Quern o peneafa! Oh f niagaemi-mm,mmdo if>pmtti & p^^^
-9t
ab
imperio d > AntiehritloMa desi**wJA,e<\Q ptai
lS Esta importante obra publicada recentemeote
em Pernaaibaco, uni si(t> nonrosaraemo aprecia-
qa peloa p fucipaes orgias da irapreasa reli-
gjosa. _
ODiario dePernambuco, x.Oniao, a Tribuna
CiUholica do Ceara, a Chronic i Religiosa da Ba
hia e uliimameole o jpostoto disla corlo a teat
recommendado ao.- sem lelloreaAoma digoa da
meditacao de todas as jaeasoas uae .'e dedicam as
letiraa, particalarmeaie daqueflas que veeta no
chrislianismo nao iioia invemao hnmana, senao
uma insiilnijao diviua.
Ssculares dtstidctos por s;u saber, doutos saqar
doles, S Ex*, o Sr. aroehispo da liabia, o Exm.
bipo do-Gaaxa, aa Exu>. bhpo capelflo-aio teem
felicilado o autor om lermos calorosos pela sua
nova oroduccao.
S. Exc.. o Sr, Jaiaoo do Ceara, escreveada a uma
DBRONH* Ji.'Uff;1.41tJ&
S'liaSIllX.tL Ut EL VtJlO
SBS3A0 F.Si'EOlAL KM 9 DE JULH0*DE 1874.
I'RESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
CAETANO SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgdio Coelho.
As 10 boras da manlia, present s os Srs. des-
eml i gadores Reis e Silva, Almeida Alb-j]uerque,
Mi'i.a, Acoioli, foi aberta a sessao.
F. i scguida o Exm. Sr. cooseliie ro presidente
d .- |U a rolatar os ag'ravos, cujos adjunctos fo-
ra ii Wteados na sessia anterior, e sao osseguin-
i --
Aygravos de pelicao.
N 1% Aggravantes Alheire Oliveira 4 C, ag-
gravadu a juito. Adjunctos so teados os Srs des-
embargadores Domingues Silva e Almeida Albu-
qnertnie.Deranfl provimento.
N 19; -Aggravant-) Dr. Francisco Augu*to da
'. -i, aggravado liernardina do Senna Dias.
Adjudctis sorteados, os Srs. desembargadores Ae-
cioli d Djmingues Silva. -Dju se provimento.
N 20 -Aggravante D. Rita Maria Firmina, ag
Bravado o jaizo de orphaos. Sorteados os Srs.
de-. nbirgadores Reis e Silva e Accioli. Deu-se
provimento.
N. 21.-Aggravante Maria Carolina M. Azevedo
de VasconcoUos, a^aravaio o juizo de orphaos.
Adj'inctos sorieados os Sr*. desembargadores
Mol a i! Domingues Silva.Negou se provimento.
N. 22.Aggravante Aurelio dos Santos Coim-
bra, a^graviido Francisco Antonio de Oliveira.
Adjnoctos sorteados os Srs. desembargadores Ac-
..: ... D > niaguas Silva. Negou-se provim:nto.
Aggravo de instrument.:!.
:< i.-Aggravante Seralim Alves da RachaBas-
t.as. aggravate o juizo. Adjunctos sorteados, os
Sr.. desembargadores Accioli e Heis e Silva.
Dense provim nto aoaggravo, mandandoescre-
ver ii appellaijio.
En- -rrou se a sessao a 1|2 bora depois do
rtir-i, dia.
Tribunal tlo coniuiercio.
A :iA DA SESSAO DE 6 DE JULHO DR
1874.
PBB&IDBSCU DO EXM. SR. CONSELHEIRO ANSELMC
PRANCISCO PERETTt.
A's 10 boras da raanha, presentes os Srs. de-\
put is secretario Olinto Bastos. Lopes Machado,
Aiwa Guerra e o Sr. supplente Sa Leitao, S. Exc.
o Sr..conselheiro presidente abrio a sessao.
L; li. foi depois approvada a acta da sessao pre-
cedate.
BXPEDIENTE.
Olficio do presld,nte e secrelario da junla dos
corretore*, rcm'-ttend.i o boletirn das cotaQi5es ofB-
ciae; da semana de 30 de junbo ultimo a 4 do pre-
sente mez. Para o archive.
Dito da mesma junta, respondendo aos offlcios
deste tribunal, de 2 do correnle.-0 tribunal, at
tenc endo ao linal do rolerido olficio, determinou
que su lizesse co'.siar a mencionada junta o nome
do (iador do corretor Manoel Jo-e" Affonso e os das
teste.-nanhas aboBadoras.
Dito da mesma junta, fazendo onstar o numero
de IransacfSea feilas por cala correlor no mez de
iun^l! ultimo. -Mandou-se arc'iivar.
Mappas dos trapiches barodo Livramenlo, rua
do Brnra n. 2 e Caes do Apollo n. 43, e trapiche
Vieira. relativos ao anno (lnanceiro,de 1873 a 1874.
0 nferido com o anlecedente, seja archivado, nao
hiveii'o duvida.
DESPACHOS.
Kifquerimentos :
Do Monteiro & Correia, pedindo que se eertifi-
que e alem de Jesuino de Azevedo Costa e Manoel
Rarlli .1 omeu de Sauza, teem elles outrns caixeiros.
=Com;i requerem.
Do Andrade & Mello solicitando certidao da no-
mea;ao de seus caixeiro.-.De-se a certidao re-
queiida.
De Manoel da Co-ta Azevedo .Vapoltao, para
dar-se por certidao se foi ou nao registrada a no-
meario de Antonio Ferreira. da Costa.-Como
pede'. .
Do Joajuim Paulino Xiceas Muniz, para regi*-
trac-se a nomeacao qua apreaeota e dar-sc baixa
en>. nomeagao registrada oaono praxirao-passado.
.Deferido.
Dti Feiippe Santiago da Silva, para que certiG-
qae-se se Severino Jose do* Santos Aguiar aclu-se
rebabllitado!Passe-se a certidao requerida-
De Arruda & Jjoaao, soljcilaado certiilSo da no-
meaeaa de seus caixeiros.Certiflnie se.
Dt Miguel Jose da Motta, pedindo entrega dos
JivTOi do ex-corretor Anjon a Batelho Pinto de
Mesquita. Sejam ealreguas.
Resolveu o trnueal qua se fizessem as conve-
nienles com muni cades a junta dos correlores a
respeito de se achar o referido Motta habilitado
para entrar em exercicio das funccSes do seu of-
ficio de cojrretor geral desia praca, com parlicipa-
cao dos nomes do fiador e das testeaiunhas abona-
doras.
- De Joaquim Paulino Niceas Muniz, submettendo
a reijistro a nomeacao jouta dos seas caixeiros.
Proceda se ao registro reqaerido.
PARifa POLITia
PATI0 CO.llSERVADOlt
RECIFE, 10 DE JULHO DS 1871.
Era no anno de 1866.
Entao governava o paiz o ministerio de
12 de maio, presidido pelo fallecido marque*
de Olinda, e do qua! faziam parte os Srs.
Nalauco, Silveira Lobo, Saraiva e Paula e
Souza.
Dizia Marco-Antonio:
A carnara dos deputados esta" reduzida
a uma verbs prejudicial do or^amento ;
porque, semella, o governo assumiria frati-
camonte a dictidura, e as contas se ajusta-
riam mais depressa ; com. ella vai vestindo
a capa da legalidade, e a gangrena vai la-
vrando.
Que desgrai;ada situacao I
E onde estao os homens ?
Quem ba de salvar-nos?
Os bomens estao a nossa vista, nao te-
nhamos cuidado: ainila nao se extinguio a
familia brasileira dos homens de brio e de
couscieucia.
A salva^ao poie vir do poder mo-
derador, se bom compenetrar-se de sua
missiio.
Procurarei demonstra-lo com vagar.
Preliro o govemo dos francos conser-
vadores ao reinado destes ambiciosos, quo
susterr.-se impuros para sacrificar no altar
da liberdade, c andam especulando com o
no.ne da deusa.
Para longe ospaslefeiron, o entregue-se
o paiz por uma vez aos homens do princi-
pio da autoridade.
Tudo menos isto que vai passando.que
nao e liborlade, nem eonserva^ao, que nao
e vida nem morte, segundo dizia omarquez
de Parana, em summa.que e pastel de pas-
telei'os ja muito desacreditados!
Quem p61e salvar-nos ?
0 Imperador. "
0 Imperador, tomando ao serio a am-
plitude do poder moderador, despindo-se
dos preconceitos que por venturaalimente,
espreitando attentamente o movimento do
paiz, desprezando ZUtnbaias, njo invadinlo
os outros poderes, nao consentindo que
eftes se invadam reciprocamente, nem dei-
xando invadir o seu. '
Marco-Antonio repete, que nao poe o
intento em ser tratadista : falla ao povo em
nome da liberdade, previne-o contra o go-
verno presente ; e dirige mui respeitosamen-
te as suas reclaroacoes ao Imperador, con-
tra essa anarcbia moral que nos devasta.
ada de innova^oes aereas.
As unicas mudan<;as duradouras sao
as que se operam com o tempo, pelo me-
Ihorameoto dos costumes publicos.
Estas palavras sao de Napoleao III.
Sois um poder neutro, senhor,
Nao no sentido de que deveis near in-
activo; sim nosenlido de que estais ou de-
veis estar acima de qualquer preoccupagao,
que nao sejaa#eiUr o encaminhar a opi-
niao do paiz, em todas as suas variantes. >
Levo em conta a vossa intelligencia e a
vossa personalidade; e para prova-lo, sub-
screverei as seguintes palavras de Guizot:
Um throno nSoeespaldar vasio, fecba-
do & chave, para que ninguem tenlia ten-
ta^oes de- seutar-se nelle. Conve"m que
todos tenhamos pela corda a respeitosa
lembran^a, de que repousa sobre a cabe-
',a de um ser intelligent e livre, com
quem tratamos, e n3o e simples e inerte
machina, unicamente destinada para
e desespero dos ambiciosos.
a Diz um escriptor fraucez, fallaodo de
Antonelli, queeste, querendo perder o papa,
e com ello a liberdade, fea-se liberal, a
Ainda nao conheceste, senhor, que vos
cerca algum Antonelli, que faz-se liberal
para perder a liberdade ?
Pols nos de ca vemos'bem dous Anto-
nellis...
0 que e verdnde, senhor, eque, nes-
ta desorganisacdo era que vamos, 6 o -vosso
o unicQippdef que. esia de pd\ pois os mi-
nistros ainda nao tiveram Ior^as para $es-
acredita,r-vos.
Assim, podeis muito.
a Maos a obra.
A Provinda, de hoje fa* uma declara^ao
do Sr. Dr. Aprigio Guimaraes de que e eHe
o Marco Antonio.
Com ; cm 1645 o r-r.so iremossempre pu-
por mais que se esfoTce por uma .vida iotetra, sera
capaz de atinar com o qae seja, o rrwKo diMante
meute possa sero grande e pe/pun^-patrinta I
Venham, pois, lodos os pMtowpho*, Mdos os
pohticos, todos oslitteratos, todo o pore, venham
todos ver e onvlr o qae e o grande eo pequenopa-
irtoto. I
Reimprima se o folhelim da Provincia de 21 do
passade, tire-se dellemil eduscao ao millares^tra-
traduzido em mil lioguas o outros tanm- dtalec os,
e derrame-se pelo nraudo inteiro !
0 OBAXDR E 0 PEQURNO PATRrOTA !
Qoem qnerefa mais ser peijaeno patTiota', sendo
fao facil sel-o grande.
Quando a nova verdade-fai derramada, (d nib
carece mais do qne ser dito para ser aeceil a) eotbo
tudo se mnda I Que revoln^o tremenda nos
costumes, na moral, nos detinos dos povos, da
hnmanidade t
Em que illusa i vivia o mundo, em qae o pe me
no, viclima de tantos e muitas vezes dos raaiores
sacriflcios, julgava se grande !
Oh pequeninos patriotas I Largai esses an-
drajos. abandonai essas ideas que, vos amesqui-
nhando, voa faz victimas de todas as sffronlas e de
todos os g.nieros da turba que pensa com a tarba,
com o qut: esta em voga.
D ixai ludo isto, porque ides ficar sabenl-a que
assim sois pequenos, nesse litigio e propaganda
das ideas que plantais para vingarem um dia....
Vin ie ser grandes I
Amais a vossa patriaf sois patriotas? Se e
lao facil ser grande patriota, porque haveis de
ser pequenos ?
Nada de sacrilicio, nada de abnega;ao, nada de
dedicacao a uma idea nova, nada de luta para
fazel-a medrar, nada de sofTrimenlo, que sempre
resulta desta tarefa tao ardua ; nada disto, ?or-
qae ella e tio ardua como pequena.
Essas ideas nao sSo do tenpo, sao do fntnro, e
por isto nSo vos jalg-iis com direito de governar,
como diz a Provincia; adoptai todas as ideas do
tempo; as ideas que estao era voga, porque
entao podeis todos e cada am dizer a como patrio-
ta que sigo as idem do tempo, tenhs direilo de
governar ; e come teides direito, haven lo jus
lica da parte de quem distribue o governo, todos
governareis, porqae todos teem direito entao.
re islo vos flzesse pequeno patriota, se ao con-
trario, plantando ideas para vigorarem no futuro,
islo vos lizesse grandes, bem poderieis despresar
este direito ; mas e qne, seguindo as iddas do
tempo, abandonando as do futuro, fazeis vos gran-
des patriotas I
Em verdade, se e tao cammodo, taa agradavol
ser grande pat-iota, se basta haver animo de fa-
zer justi<;a, em quem compete, para o grande
patriota governar, visto que logo que cada nm o e,
jalga-se com tal direito, porque se ha de ser pe-
queno e a custa de tantos sacriflcios' e soffri
mentos I ?
E quo bella theoria : c Julgo me corb direito,
tenho o direito de governar ; por tanto quero
governarI
Se nao ha nada mais facil do quo ser grande
patriota, isto e, segnir as ideas em voga, todo
o raunda nao so pode, coma deve sel-o, porque
todo mundo que pode ser graude, por certo que
nao sera peqaenx
F.is aqui (havendo jnstica como deve haver)
eis aqui todo mundo governanlo I
Que cousa mais bella, quo espoclaculo mais
maravilhoso t
Como, porera, gevernar todo mundo ? Quaes
serio os governados ?
E' de presumir que esta aillicaidade so o spja
para nos; o folhetim ila Provincia ha de des-
envolver este ponto. Talvez seia por escala, cada
um seu dia. Ainda nao sabemos se chegaria para
todos ; mas emflm a Provincia nos nao deixara
embaracados nesta tea de aranha.
Ale aqui a grandeza do patriota, como de todo
o homem, estava era desebndar de suas forcas, de
seus merecimentos.
Os candidatos aos grandes cargos da na;ao,
sempre foram apresentados pelos apreciadores de
sen meresimenl entao trabalbavam pelo triumpbo de sua cndida-
lu a ; islo quanda os candidates tinham mereci-
mento real. So os ambiciosos de sua elevacao,
os intrigantes, os homens sem merito preparavam
as cabalas cland^slinas, os presumido?, os laao-
lentes, para por todos os meios alcaocarem os
cargos governativos. Esla theoria on pratica mor-
reu agora : de hoje em diante o que e granie
e por cons?guinle o que e moral, e assim :
< K'i tenho merito, diz o grande patriota, capa-
cidade, direito de governar, porque sou prande pa-
triots, porque sigo as ideas do tempo.
Dantes se pensava que o grande patriota e o
que faz grandes services a patria, ou grandes sa-
criiicios por ella, ou seja com as idas do tempj,
on comas que espera que para o futuro. bao de
vingar; mas o folhetim da Provincia veie'om um
sopro apagar essas carranc/isas, ou raocosss ide"as:
grande patriota 6 o que diz :
a Sigo as ideas da tempo ; tenho par tanto o di
reito de governar, quero governar.
Em vista disto quem mai* tera este direito do
qne o autor do folhetim, o descobridor de tal idea?
Compete Ihe por tanto ja e ja o cargo de minis-
tro de eslado e presidente da conselho.
E eu, reverente, ja Ihe curvo fronte e nem sei
como nio Ihe envergo a gambia !
E quanto de felicidade e de ventura nao vem
trazer a nova e grande Oescoberla Ab 1 isto e de
um alcance sem limites...
Todo o mundo vem de hoje em diante, ser gran
de patriota I Cousa tao facil, couja tao boa I
Ninguem- mais poriaulo se empenhara na pe-
quenina tarefa de cogilarera ideas nova?, do fu-
turo I
Oh como todo o raunla d'saanga, como viyem
quietos e tranquillos os espiritos #
Coma cessa toda a turbulencia, como vao os po-
vos viver em plena paz I
Oh I seculo XIX, o prodigio de teu esforco to-
cou a meia ; descobnsti o grandi patriota, apa
gaste o pequeno.
Nao daras mais am Basso, nem algum outro se-
culo vindouro I
0 mundo entra era plena qaieta^io ; cessoa to-
do o movimento moral.
Ah I... Mas assalta-me uma idea, sera este o fjm
do mundo, como ji o predisse o Sr. Dr. Co|aco f
Porque nio trouxe o folhetim di'Pivw'wwa
sua idea mais cedo ?
Talvez nio tenha tempo o sou autor de alcad-
car o cargo qne mais mei ece !
Como istt sera tri:le f E' peija....
Mas isto nio sera assim tao depressa ; o effeito
da, theoria ha de ser provado,
0 mundo ainda pode ser muito tebz com esRtf
|;rande e ultima descoborta. So admira que o fo
hetim da ProDj'nci'a e-tivesse com islo calado ba
tanto tempo.
NSo obstante mereoe qne Iho seja cantado bym-
no de louvoros, sea i etrato deve ser eslampido
em todos os periodicos iliustrados, dependurado
em todas as parades, sua estataa erguida nas pri-
meiras pra:a de todas as cidades.
E
Viva o grande patriota. qne o e pacqae quer o
cargo, o qiial Ihe compete de direito.
Lendo na. Reoista. Diania do^Di^rto de Pernatn-
buco, o facto dja'assassiaaU) que der.i-sa na fortaleza
do.Brum, as 6 Ij2 boras danoitp deTdo carren
te, vi qne nao saaoha relatado ta| qual caiiu
acouteoika, porquaaato o sen'.anciado Joao Claudi-
no dc Mace do, que a^sassinou o seu campanheiro,
Igoacio Joio Dta, no aajl/i desto. eatrat p4ra o
... quo Iho rem-jUora am
exemplar do Pfmdbs tempos1, dfc a&im :
o Tdda essa olfra f>f estrhpta sob-ristas catlio-
lieae, e seu autor, verdadeiro eatolmto romano
mats nm ttnlo d'/./BiVia a*ur oonsidfrado um dot
benemerftos dn iprejn. A-oil* os nwas parabens
felieilacSas- -ijo por hareP tao dijrnamente em-
pre^ado os talentos qne Ihe eobnon o pai de fa-
mffi, etc. efe.
9. fttc. x>9r. Mspo'do Wo de Janeiro, escrerm
[do,a mesrna pessoa que ihe remettera igoalmente
um exemplar da mesma obra, dfz assim.:
Agrafe-lite muito emuitb a obra. |qae so
dignou d nrandsr nte, e mgi-lie qaeira de minha
parte dar a seu autor mutf-M parabens, loavores e
appfeasos: en fico agradeeendo a Dews o talenta
que Ihe deu, etc., etc.
n6s m8receu ainla tao grandes %ljtio*e por par-
te de pessoM lib autorisadas. E' que nas actuaes
circomstanviaj nio se podia publicar um trabalho
mais importanto e coitscdtncioso.
Com efTeito, 0 autor oompulsaodj assbti os
prophetas da lei antiga como o* da iei nova, mostra
com os factos que se estao passando no mundo
oue somos chegadOs proxim.H ao flm dos tempos,
ao ultimo dia da maldicao, annunciaoVi por aquel-
les santos varoej, o que se dere entender, nao pelo
Baa do mundo no sentido phyjica, mas pelo Dm
do mundo no sentido moral ;"ito e, pelo Dm do
reinado do male pela via la do reinado de Dens,
ou do bem.
Depois de mostrar aiwoneiados ha mais de
2,000 anuos lodos os principals ia;t is da hisloria
contemporanea, taes como a elevacao e oaeda de
N poteao !, as gtlerras do Piemonte contra a Aus-
tria a elevacao e queda-de Nap.leio HI, e seu
imperio snbslitoido 'pela republic, o -mgradeci-
mento de Victor Bfltmannel, a perseguicao por elle
fdiia a igr-^ja de D<5us na pessoa de seus hispos, o
aut ir mostra nos a reuniao do concilio do Vati-
cano, a deDnicao da infallibilidale do papa, a luta
travada no seio do mesmo e.iccitio entre os hispos
Luw; -an i- e os bispos orthodoxos, a derrota .la-
quelles a a victoria destes, etc., etc
t Finalmente o dr*gan, as duas best is, as duas
mulheres vistas por S. Joao e par elle descriptas
no seu Aprcalypse, uma coma revestida do sol,
tehdo a lua debaixo da seus pes e nma coroi de
doze estrellas em rola de sua cabeca, c a oulra
mantada em dmi d^ nma Resta de sete cabecas e
dez cornos, tola cheia de nomes de blasphemins,
e tenlo na mao ura vaso cheio do immundicia de
sua proslituicio, a condemnacao, qaeda c castigo
tremeado dessa prostituta, das duas bcslasedo
dragao, tudo e expliaado admiravelmente nesta
obra importinlissima como representacoes de ins-
tituijoes conteraporaneas e aannncias de factos,
uns ja consummad03 e outros que parece terio
lugar prosimamente.
Acha-se a venda pelo preco de 3JHXK) cada
exemplar, a Uoraria Universal, rua do Impera-
dor n. ->2, a Livraria Academica, mesma rua n.
79, a Bbraria Industrial, rua do Barao de Vic
toria (antiga rua Nova) e a Livraria Economics,
tax Primoiro de Marca u. 2.
O cabelleirciro Jaynic.
Premiado cm tres exposifSes e obseqaiado por
seus freguezes com uma tesou*a de ouro ; tendo
afastado se temporanamente do exercicio de sua
prolissao, acba-se de novo trabalhando a rua Du-
qu de Caxias n. 28.
0 conceito que Ihe foi sempre urbanamente dis-
pensado pelo respoitavel publico desta capital e
de outras cidade3 do Imperio, onde tem andalo,
o anima a voltar para su'arte.-e loficitar do mes-
mo generoso publico seu valioso concurso.
Timbrando sempre por merecer de todos quan-
tosseutilisa em de seus services ariisticos a con-
lianca, capricha'a e caprichara so rpre para que
seja satisfeila a espeeta'.iva de todos.
Perfeita execucao em cabelleiras, coqaes e
qualquer postieo de cabellos.
Desenhos, tecidus e mais arlefaclos
Especialidade em penleados de nvivas, etc., etc.
Olco |uv.*> Kieilicinnl tie
(i^iaado
|e baealhlatr, Tanto o ligado como os palmoes achamse ex-
postos e sujeitos a sercm eonsnaiidos por uma en-
fermldade, e ambos estas orgaas podem ser cura-
dos mediante o mesmo tratamento. Os joruaes de
medicina nos asseveram que nada ha como o oleo
de Dgado de bacalhao para as molestias do figado.
I'orem dado mesma que a auioridade medica se
conservasse muda, os factos fallariam por si mes
mos.
Dentro do espaijo de mui ptico tempo, maitos
caso3 de consumicao do flgado, asim qualilicados
pelos principaes medicis, foram curidos com o
oleo puro medicinal de figado de bacalhao, de
Lanman & Ksmp. Nio nos cabs a nos o decidir-
se nos casos mencicnado*, o figado se achava ou
nao ulcerada. O certo e que os medicos assim o
ceriiQcaram e taiubem que os d.entes se pozeram
bons. Com tudo aconselhariamos a todos, que nao
deixassem para a ultima bora o tomaram este re-
medio, em coniiderapao das suas grandes virtudes
medicinaes ; sempre e todas as vezes quo se apre
sentein os s.ymplomas de desanaujos pulmonares
ou bepaticos, deve-se immediatamente fazer uso
delle. Obrando assim, pode-se alQaajcar a salva-
?ao do doent'-, e a cura sera rapida.
^mmmm
- Jb'NTA
Praca do
AS 3
dos <"orim:tores
Becil'c, 9 tlr jultio
HORAS DA *ARDE
coTigaRS ofriciAES
Ci e do Ri> de Janeiro 2" 8*700 por to kilos,
hon'em.
Dito de dito i" baixas 8J30O por 15 ktlos.
Cambio sobre Londros a 911 djv. 2-a 3|8 d., e do
banco 2i> l|i e 2> 3t8 d. por 14003.
Cambio sobre 1'aris a 90 d[v. 578 rs. a franco.
do. banco.
Pito sobre dito a 3 d,|v. 3^3, n. 0 fran;o, do
. bapCjO.
Cambio sobre Hamburgo a 3 d|v 471 rs. por
It Ml, do b'aflco, hnfttem e hoje.
Cambio sobre Lisboa aSd|v. Hi 0(0 de pre-
mie, bontem
Dito sofcre dito a 30 div. 114 0|0 de preralo, do
banco.'
Pito sobr* No a 3-dtr. 115 0(0 dc premio, do
banco,
Kl de Vaoncellos
Rtesidaote.
A P. de Uju*.
Jecretario
I. ..I.*.-A
yysANJiKQ-v
Rflca-inaaM, 4 *> 1- IW
M *3jt, 9 %
IS
fiE^PACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 8 l
JULHO DE 1871.
Para os portos do exterior.
No vapor fran.-ez Ville de Bahia, para 0 Ha-
vre, carregou : J. F. do R. B.arros Filha 1 barrica
com 6a kilos de ca'e.
Na barca n.iciooal S. Jose, para Lisboa, car-
regou: M. Fernandes 4 barricas com 229 1|2 kilos
assuear branco, 293*ciuros salgados com 3, >16
kilo? e 9 volumes con 103 1|2 litras de aguar-
dente.
Na barca portcgueza Veneelora, para 0 for-
to, carregou : A. Figueiredo 2ii saccas com 1,682
kilos de algodao.
Para os porlos do interto:
Para 0 Rio Grande do Sul, no patacho nacio-
nal Salsepuedes, carregou : J. B. Moreira 10 barris
com 960 iitros de alcool e I volumes com 203
kilos de doce.
Para 0 Rio de Janeiro, no brigue nacional
Pirangij, car egoa : F. R. P. Guimaraes 343 sac-
cos com-25,873 kilos de assucar branco; A. G
Barreto 200 dit03 com is.000 ditos de dito; A. K.
B. Sobrinho 300 ditos com 23,300 ditos de dito ;
J. E. de Miranda 200 ditos com 13,000 ditos de
dito.
Para Mossoro, na. barca;a Rainha dos Anj"$,
carregou: Braga, Gomes 4 C 2 barricas com 123
kilos de assucar branco.
LAfAlAJilA un
\eadimento dr. dia 1 a 7
den do dia 8 .
'"'7:398*387
695>606
8:093*993
--*'(" LL'M;?S
No dia 1 a 8
No .dia 9
e'runeira port* .
Uganda port* .
Terceira porta .
Jiarta porta .
Iirpicha Gcaeaicaa
S.\lllli<>8
7,917
60
113
261
161
8,522
SERVICO MARITIMC
ii>arungas descarregadas n-> trapict e da
^.. a'fandeRa :
No dia t a 8 .
No dia 9.......
fo trapiebe iSVmeeicM .
10
10
ftBOSBEIXjillA DK RENDAS INT. RNAS GE-
RAES DE PERNAMRIIC
i mdimento do dia I a 8 16:743*56'')
dam -Jn dia 9 ... 1:880*480
18:621*010
CONSUL ADO PRO VINCt al.
tisuiimento do dia t
Idem .-to dia 9 .
80:930*474
7:328*233
88:278*709
AGENCIAS PROVINCIAES
Rendimento dos dias6a8 de julho.
Liquidos espirituosos, etc.
Bacalhao, etc.....
Fumo, tabaco, etc. .
Generos de estiva. .
2 487*517
348*450
18*932
609*720
.
The3ouro provincial de
de 4874.
Joio Carneiro
3:404*6.19
Pernambuco, .9 de julho
0 escrivao,
M. da Silva Santos.
Descarregam *Ji. tO dp. juplio de 1 ._
Vapor naciooalf>anj-generos nacionaes para 0
trapicne Gomp^ihia.
Hiate n.iciooaJ-i>p/io d C^z-s^Mr^3
ponto.
Sqpiaca bespanbpIa-Ken'wifa.-vinho para, de-
po3ito no ttapicbe Barbosa..
Pua.:ho ailama'o Uvantc -tarlona de trigo ia
SE6UR0S
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO.
Acompanhia Indemnisadora, estabelecida
aesta praca, toma seguros maritimos sobrt
aavio6 e seus earregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobiUas: m
roa do Vigario n. 4, pavimento texreo.
um wmmmi
despaciaado para 0 caes do Apollo.
Bwca mgleaa Waif 1 id materiaes para a
ponte da Boa-Vista, ja despachados, para
0 catt- dd'ATJoMe. ^
Hiate' aeioiialDem it Ottie -generos nacionaes
para 0 3 ponto.
Import;,.;.!.,.
Hiate nacional ll'us te Guie, entrado de Macao
era 9 do corn-nte e coasignado a Bartbolomen
i^aureego, manifestou :
Algouao 6 saccas a Cunha Irmaos & C
Sal 6l0 alqueires ao cui&jgnatario.
Hiate naeional Lemilia da Cruz, entrado do
Araeaty e Macaoaa mesma data e consgnado a
Anton iu A. de Souia Aguiar, manifestou :
Algodio 22 saccas a Davin & Fernandes.
C*ra de abelba 1 barrica a Gomes de Mattos Ir-
mlos. Cerveja 6 caixas a J. Christiani & C. Con-
r salgados de refogo 10 a Gomes de Mattos Ir-
maos.
Estefras 66 ro'os a Leao R cha & C.
Pennas de ema 1 caixa a Gomes de Mattos Ir-
nrSos.
Sal 500 alqueires ao consignalario. Sola 64
meios a Gomes de Mattos Irmaos.
Vapor nacional Ceara, entrado dos portos do snl
na mesma data e consignado a Pereira Vianna A
C, manifestou :
Carga do Rio de Janeiro.
Cangica 10 saccos a Bel trio & Filho, 2 a J. J.
Alves 4 C. Cigarros 10 barricas a Beltaao &
'Filho.
Fwno 182 rol>j 36 caixas e 10 paeeles a Bel-
trio 4 Filho, 60 robs a Antorio Luiz do 0. Aze-
vedo, 2i encapados, 5 surroes e 4 latas a J. Do-
mingos do Carmo e Silva, 23 caixas aos consigoa-
tarlos. Dito picado t caixa a Moraes C.
Papel pardo 0 fardo a J. D. do Carmo e Silva.
Dito pintado 1 caixa ao mesmo.
Carga da Bahia.
Chapeos de sol 1 caixa a E. A Burle & C, 1 a
Mme. V. Fal iae. Charntos 1 caixa a Bourcard
* C. b
Fiide algodao 30 saccos a Lopes de Vascon-
Cdllas. Fazendas 3 caixas a Simpson & C, 1 a
Monhard Mettler 4 C, 1 e2 fardos a ordem.
Caraa de Maceio.
Tambor de ferro 1 a Cardozo & Irmao.
Patacho allemio Levanle, entrado de Baltimore
na mesma data e consignado a Matheus Austin 4
C, uaanifastou :
Banna 200barris a or Jem. Breu 200 barricas
aos consigaataries.
Farinha de trigo 1.902 barricas aos consguata
rios, _
Escona allema Johanne, cntrada da Bihia na
mesma data e c nsignada a J. J. Gon^alvcs Beltrao
\ Filho, manifestou:
Charutos 4 caixas a Bourgard & C
Farinha de mandioca 780 saccos a Fraga & Ho
cha, 300 a Antonio da Silva Pontes Guima-
raes.
Pipas vazias 121 aos consigoatarios. Piassava
1,000 feixesa Manoel J. de Aguiar & C.

.1 '-.
DB
0 banco paga .q terceirodividendo, na
fazKo de 7 por / ao artno, ou 2JJ100
por acQao, reiattvo ao semestre Bridoem 30
&e junho de 187 i.
Banco do Sliaho.
Joaquim Jose Gor.r-alves Beltrao <& Filho sacam
por todoa os vapcr sobre :
Anaaia, itvora. Monsao.
Aguida. fate. Ovar.
Atetro. faro. Porto.
Bra. ftoarda. Tavira.
Chaves, Leiria. Regoa.
Ml
Amaramsv
Guimaraes.
Covilba.
Melgaeo.
Portaleare.
Area* am vat d* rex.
Ceiorioo de Batt
Oaaainha.
Mango aide. Otireirad*
Ponte do Lima. Po*mu4b> V:
Povoa da Lanhosa. Viaaaa, a*
Villa-Nova de PorUmio. W*\ Fill 1 fa
V ilia do Conde.
NaalkM
Madeira, S. Miguel, Fatal Terceira.
COMPANHIAALLIAHgA
seguros maritimos e terren-
tres estabelecida na Bahi?
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:00090W.
Toma seguro de mercadorias e dinaevo
i*co maritimo em navio de vela e vaapora
para dentro e f6ra do imperio, a*M eoae
tontra fogo sobre predios, geaeroc U-
rondas.
Agent" : Joaquim Jose Gongalve Beltri*.
!a do Commercio n. 5, 1* andar.
GOMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias
retes, dinbeiro a risen e finalmente de qua'
ner natureza, em vapores, navios rl da r.
aarca^as, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 14.
Seguro eonlra-fogo
THE LIVERPOOL 4 LONDO!f 1 GL<*
INSURANCE COMPANY
AMtM
SAUNDERS RROTHERS4 C.
11Corpo Santo11
BANCO COMMERCIAL DE BRAGA
Jorge Tasso
W. Run do Amorina X. St
Saca uor todos os vapores qualquer quaniia a
prazo ou a visti sobre i-s.-e banco, u uaa res
peclivas agendas nas seguinte< cidales. villas a>
Portugal e ilhas adjaceules e llesuanha
A saber :
Portugal (* tlhai*
Aguida.
Amarante.
Anadia.
Arcos.
Areo do P.aulheirn.
Aveira.
Barca.
Barcelios.
Bcja.
Bragacra.
Cabeceiras de Basl>>.
Caminlm.

Chr.ves.
Coimbra.
Coura.
Covilba.
Elvas
Estremuz
Kvora.
Fafe.
Funchal
Fayal.
Porto.
Regoa.
Tavira.
Torres Novas
Vianna.
Villa da Fura
Villa Real d
Vinhae*.
Famalicio.
Faro.
Figuc ra.
Couvea.
Guarda.
Guimaraos.
Lagos.
Lamego.
Lisboa.
Louie.
Mealhada
M Igago.
UiraivoVUa.
Moncao.
Oliveira de Aztmeis.
Ovar.
IVnaliel.
I'iohel.
Ponte d i Uata.
Povoa d- l.anhoen
Pori'Aliw-.
Portimio.
Povoa ds Varzim.
Silves.
Thomar
Valem;..
Villa di Ginde
Villa iieal.
S. A&tjnio. Vilia Pouea d'Afvar.
Vina
Hpitpanha.
Madrid Barceloiu
Vego. Cadia.
NORTHKRaX.
.iapital.
."'undo
do reserva.
RUA HA
Mills
CRUZ
'filic
20,000:000OOii
8,000:00000r
Agentes, -
Litha*n A C
S. 38.
k C.
August;) F. iUUveira
A casa commercial o bancaria '! 4u nutr-
j d'Oliveira & C, & rua do To nwwreio n-
12, encarr.'ga-se para embarque de proiloctas e tie lodua
mais oegocios de commissao, ywreowwr-r-
ciaes, quer bancarios.
Decmita lettras, e toma dtobeiro a ;
mio, compra cambiaes, e saca a visU *
aazo, a vontale do tomador, sobre as
guintes pra^as estrangeiras e nacionaes :
IjondreiS. Sobre o umos bank or
LONDON, 0 LONDON AND UMUMC MM,
limited, e varias casas de 1.* classo.
Paris. Sobre os banqueiros N
& C, MARCL'ARD ANDRE & C. HA. BUOQir..
VIGNAL & C.
Ilnnabnr^o. Sobre as Srs. K*
SCHU BACK & FILH S.
Lilsboa. Sobre os Srs. fonseca.-.
SANTOS di VIANNA, e SEBASTIAO JOSE M
ABREU.
1'orto. Sobre o banco uSl.vo n-> r >n r
o Sr. JOAQUIM pinto da fonseca.
Para. Sobre o banco COWMCi i
do para, e os Srs. francisco IMMNM d
COSTA & FILHOS.
UaranhJEo. Sobre o Sr. josf. PM
REIRA DA SILVA JUNIOR.
Bahia. Sobre os Srs. marinhos A <
Rio dn Janeiro. Sobre o MWn
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANd' NACI >NAL -
IANQUE BRASU.IENNE FRANQAISE.
tt*viME iVovios entra Jos no dia 9.
Rio de Janeiro e portos intermedi s-7 dias, a
uitimo porto 13 horas, vapor nacional Ceara. '
1,999 toneladas, emmandanto Alcoforado. equ
pagem 38, carga dilferentes generos ; a Pewra
Vianna & C
Rio de Janeiro e Bahia-6 dias, vapor francer Vt4lr
de Bahia, de 817 tonetadas, commandantc H
bert, equipagem 10, rarga varios geaeroa ; a
A. F. de Oliveira & C
Assu7 dias, hiate nacional iMmiiia da Cruz
de lot toneladas, capitao Manoel II da Crux.
oonip.agi>m 7. carga sal e algodaa; a Aatoni
Alberto de Souza Agaair.
Idem8 dias, hiate nacional Deus Ie Guard*. V
IS6 foneladas, capitao Manoel Francisco Jailt?.
equipagem 8, carga sat e outros genera*; a
Bariholomeu LourenQo.
Baltimore52 dias, patacho allemao l^r int*, d-
2*1 toneladas, capitao H Rdberauan, equip-*
gem 7, carga farinha da trigo a onlros genera
a Matheus Austin 4 C
Bahia7 dias, escuna,allema Johaaa, ae 96 tov-
ladas, capitao Meyer, eenipagem 6, carga far.
nha d trigo e outros genero* ; a BeJtrao A
Ftlho.
Observacdo.
Nao houve sahidas
-'J,-
mua*
0 procurador fiscal da these uto proVw
dc Pcraambaco declara aos cjntribuinb:* 1" '-'-'
LiaV^lM


*
Di*rio de Pernambooo Sexta feira 10 de Julho da 1874.
posto de deeima da fregueeia de S. Frri Pedro
Gcncalves, a cargo do cobsolado provincial, do
exsrcieio de 1871 a 1873, qne Ihos fica marcado
o praso improrogavel de 30 dias, contar da pa-
bli cacao deste na confomldade da lei o. 891 art
i>3, para solicitarem da sec-cio do conlencioso as
rei.pectivas guias alia de recolberem mus debitos
pr Dvenientes do mesmo imposto, certos de que ae-
nl o fiierem deatro deete prazo, proceder-se-ha a
eobraoca judieialmente,tazeQdo pt.blicar para islo
a relacao dot devedoeet abaixo transcript*.
Seccio do eooteaeieeo provincial de Pernam-
bt.co, 9 de julbo de 1874.
0 procurador fiscal,
Cypriote Feneton Q. Alcoforado.
Relacao doe deved res da deeima urbana da fre-
guezia do Recife, que deixaram de pagar seas
debitos no anno Inaneeiro de 1878 a 1873.
Ruas
Vigario Tbeaorio n. IV. Antonio Ma-
ria de Miranda Sew
Bj.rreto de Menezes n. 6. Andre" de
Abrea Porto
Bt ceo largo a*. 9 a SI. Antonio Dio-
go da Silva
Mascate ns. 9 a 13. 0 mesmo.
DJMaria Cesar n. 35. 0 mesmo
Restaaracio n. Trindade
Pharol a 44. Antonio Henrique Mafra
S. Jorge ns. 19 e 33. 0 nnsrao
Dita n. SI. 0 mesmo e outro
Dita n. 18. Antonio Maria de Castro
Delgadu
. Dita n. 85. Viuva de Agostinbo da
Silva Neves
Gaararapes ns. 15 e 81. A raesma
Travessa da Fundicao a. 14. Filbas
de Anna Maria do Carmo
Restauracao n 38. Antonio Jos6 Fur-
tado
B
Pharol a. 61 Bernardo da Silva
c
Mariz e Barros n. 6. Cosine Jose dos
Santos Caliado
Tuyuty n. 7. Custodio Jose Vianna
S. Jorge n. 55. 0 mesmo
D
D. Maria de Souza n. 3. Domingos
Jose da Gotta
E
Restauracao n. 5S. Heideiros de Es-
tevao Cavalcante de Albuquerque
F
Vigario Thenorio n. 4. Francisco de
Paula Cornia de Araujo
Dita o. 6. Herdeiros de Francisco
Antonio Durao
Amorim ns, 46, 48 e 50. Felismina,
filba de Jose Nunes Vieira
Djmingos Jose Martins n. 118. For-
reira \ Matheus
S. Jorge n. S. Viuva de Francisco
Gomes de Figueiredo
Dita ns. 15 e 46. Francisco Ferreira
da Silva .Manta
S. Jorge n. 41, Domingos Henrique
Mafia
fl
Amorim n. 31. -Gennino Jose Tava-
res e outros
H
Marquez de Ollnda n. 24. Herdeiros
de Henry Gibson
Been Largo ns. 2 e i. Os mosmos
Restauracao ns. 1 e 3. Henriqcela
Teixeira Lopes
I
Cies da Alfandega n. 5. Irmandade
do Senhor Bora-Jeus das Port&s
Dito da dita n. 7. Irmandade de N.
Senhora Sam'Anna, da Madre de
Deus
Largo da Alfandega ns. 2 e 4. A
- mesma
Travessa do Corpo Santo n. 6. Ir-
mandade do Senhor Bom Jesus
dos Passes
D. Maria C-sar n. 27. A mesroa
Restauracao n. 50. Isabel Maria da
Fonceca Soares
Dita n. II. Irmandade de Nossa Se-
nbora da Conceii;ao de Beberibe
Areal n. G. Innocencio Xavier Vian-
na
Guararapes n. 3. 0 meson
S. Jorge n. 81. Irmandade de Nos-
sa Senhora do Bom Parto
Pharol n. 8i. A mesma
i -r. u. l*. iiiiMii.iaue ucj nusauo
de Santo Antonio
Cj.es da Alfandega n. 3. Viuva 6
herdeiros de Jose RaymnndO da
Costa Menezes
Bom Jesus n. 2. Viuva e herdeiros
de Jjao Henrique da Silva
Dto n. CO. Jose Gonealves Ferreira
da Costa e outros
Commercion 38. Herdeiros deJoa-
quim Jon de Miranda
Dita n. 40. Herdeiros >le Jose-
Francisco Manedc de Almeida
Burgos n. 23. Joao Jose" da Cunha
Lages '
Vjgario Thenorio n. 33. 0 mesmo
Travessa da Madre do Deus n. 12.
Herdeiros de Joao Jose do Rego c
outro
Ccmpanhia Pernambucaoa n. 10 B.
Viuva e herdeiros de Jose Mamede
Alves Fejjreira
D. MariayCesar n. 12. Jose Pereira
V'wGBm de Itaparica n. 63. 0
mesmo
Travessa dos Guararapes n. 6. 0
mesm.)
Restauracao ns. 2 e 7. JoSo Jose Ho-
drigues Laiser
Vsconde de Itaparica ns. :>, 39 e il.
0 mesme
Guararapes ns. 4, C e 8. 0 mesmo.
D. Maria Cesar n. 13. Viuva de
Joae Lopes-de Oliveira
Pharol n. 6i. Joao Marques Correia
S. Jorge n. 83. Jose Goncalves Pe-
reira
Dita. n. 115. Joaquim RoJrigues de
Almeida
Guararapes ns. 72 e 71. Jose da
Silva Mendonca Vianna
B;rao do Triumpho ns. 68, Glje 63. 0
mesmo
Caes do Bram n. 59. 0 mesmo
Barao do Triumpho n. 18. Joaqui-
na Benedlcla Vieira da Silva
Caes do Brum ns. 13 e 15. A
mesma
Torres n. 20. Joaquim Baptist* No-
gueira
S. Jorge n. 88. Joao de Britto Cor
reia
li
Vigario Thenorio n. 15. Herdeiros
de Lauriana Candida.Rosa Ri-
gneira
Tuyuty n. 15. Luiza Antonia de Jesus
S. Jorge n. 62. Lourenca Maria da
Silva Manta
H
Marquez de 01 nda u. 16. Herdeiros
de Manoel Nascimento da Costa M.
e outro
Dita n. 66. Maria Rita da Cruz N'e
ves
Commercio
Baptista
Companhia Pernambacana n. li.
Manoel Jose Dantas
Dito da dita n. 6. 0 mesmo
Barao do Triumpho n. 2. 0 mesmo
3. Jorge n. 60. Manoel da Silva
Neves
Dita n. 43. Manoel Custodio Peixo-
k> Soares
Dita n. 111.
Torres n.
Cervo .
Vigario Tbenorio n 2. Netos
Manoel Alves Gaerra e outros
n. 28. Manoel Joaquim
Manoel Pereira Calclas
2. Manoel de Mattos
de
Tuyuty ns. JO, IS e
Jose da S. Braga
Restauracao n. 4.
ijusta Rosa
14. Sebastiao
Theodolioda Au-
D. Maria Cesar n. 36.
Silva Qoeiroz
Been do Paschoal n.
F'erreira Calao
j
Umbelina da
1. Umbelino
reira Nepomuceno 21,189
Seccao do eontencioso provincial de Pern
buco, 9 de julho de 1874.
0 I* official,
Horacio Walfndo Peregrino, da Silva
Debitos
24.525
14,704
20,012
4,708
100.06S
19,620
83,544
102,014
11,772
22,072
22,876
54,151
25,8)7
23,544
17,658
39,240
78,400
35,316
29,480
14,715
52,974
23,544
75,340
t
153,921
63,765
24,279
147,493
35,285
23,544
16,480
25,897
16,380
21,189
402,210
79,134
25,080
147,150
196,580
A junta de emancipacao de escravos
desta cidade, faz publico que se scha func-
cionando no paco da camera municipal, em
todos os dias uteis, das 9 horas da manna
as 3 da tarde, e que fica marcado o prazo
de 3 mezes para os respectivos senhores fa-
zerem declaracoes das alterac/ies que te-
nham occorrido em seus escravos, prove-
nientes de obito, transfereocia, acquisicio
liberdade, alim de se poder organisar a clas-
sificag&o dos escravos que devem ser liber-
ties pelo estado, de conformidade com o de-
creto n. 5,135 de 13 de novembro de 187i.
Pago ila camara municipal do Recife, em
7 de julho de 1874.
Theodoro Machado Freire Poreira da SUV*.
Jos6 Joaquim do Oliveira Fonseca.
Francisco Augusto de Almeida.
S. Ex o Sr. presidente da provincia
maoda fazer publico para conbecimeDto do
quern interessar possa, que dentro do prazo
de sessenta dias, contados desta data, rece-
beru proposta para o contrato da construc-
c9o de uma estrada de rodagem no valle
da Parahyba, que, partindo da cidade do
Pilar, vd terminar na povoagao da Gamel-
leira, na raiz da >erra dos dous irmaos, pas-
sando pela villa da Atalaia e povoa^ae do
Cajueiro e Capella, tudo do conformidade
com as condi^ues estabeleeidas na resolucao
provincial n. 078 de 21 de maio do cor-
rente anno, abaixo transcripts.Secrttaria
dogoverno em Maceio, 7 de julho de 1874.
0 secretarto interino,Tiburcio Valeria-
\no de Araujo.
iii:m1L':<;\o n. G78 dk H DE MAIO de 1874.
0 Dr. JoSo Vieira de Araujo, juiz de di-
reiio e presidente da provincia das Alagoas:
Faro saber a todos os seus babitantes que
a assemblea legislativa provincial de'cretou
e eu sanccionei a resolucao seguiote :
Art. i. Fica o presidente da provincia
autorisadoa contratar com os cidadaos Jose
Alves de Aguiar e Manoel Alves de Aguiar,
ou com quern rnelhores vantagens offerecer,
a construe,io de uma estrada de rodagem
no valle da Parahyba, que, partindo da ci-
dade do Pilar, va* tcrminar na povoacio da
Gamelleira, tia raiz da serra dos dous ir-
maos, passando pela villa da Atalaia, po-
voajao de Cajueiro e Capella.
1." Os eraprezarios iicarao obrigados a
apresenterem o orcamento e plfntas defi-
nitives da estrada dentro do prazo de seis
mezes depois da assignatura do contrato,
devendo as ditas plautas conterem a topo-
graphia do terreno que Hear a uma distan-
cia de cincoctita metro^ de cada lado da
directriz das estradas, sob pena de uma mul-
ta de cinco contos de tils, e serem levan-
tadas de niodo que os pendores das ram-
pas nao excedam de tres por cento, e os
raios das curvas nao sejam inferiores a cin-
coenta metros.
2. Os emprczarios obrigar-se-hao a
comegar a estrada seis mezes depois de ap-
provadas as plantas.
3." Obr:gar-st.-hao tambem a concluir
a estrada no prazo de tres annos, contados
do dia da approva^ao das plantas.
\." Ficarao sem effeito o privilegio e
garantia de juros concedidos, se em quatro
annos, contados da approvacao das plantas,
nao estiver concluida a estrada.
5." Os e.iiprezarios se obrigarao a cons-
truir as Dqntes da estrada de conformidade
com as plantas npresentadas e approvadas
pelo presidente da provincia,
G. Obrigar-se-hao os mesraos emprc-
zarios, findo o prazo do privilegio, a en-
tregar em bo:n estado & provincia, sem
pecuniario, a estrada, material
mois dependencias da
60,822
37,768
107,910
143,793
144,598
49,442
18,240
66,698
29,430
134,984
88,290
76,027
25,898
129,492
39,240
16,479
72,450
80,442
15,815
248,702
16,479
29,480
29,430
42,761
40,057
55.7S0
14,715
14,715
7,063
Marqnez de Olinda n. 25. \>jra &
Neto
Be'o do Pindoba n. 4. Vicente Per-
78,480
rodante, animaes e
mesma entarJa.
$ 7." Os emprezarios se obrigarao a ter
tantos carros e animaes, quantos forem ne-
cessarios para o servigo do trafego.
8. Os emprezarios nao poderao esta-
belocer tabella ile pedagio, de fretes deraer-
cadorias ou passageiros, sem que seja ella
previamente approvada pela presidencia da
provincia.
9. Os mesmos emprezario serao
obrigados a apresentar ao governo, por
intermedio da repartigao das obras publi-
cas, oj do fiscal nomeado, todos os rela-
torios, informacoes e dados relativos a"
receita e despeza, tondo o fiscal o direito
de examinar os livros da companhia sero-
pre que lhe parecer conveoiente.
10. A provincia concede aos empre-
zarios ou a companhia por elles organisada
urn privilegio de quarenta znnos para go-
zar dos lueros da estrada durante o tempo
do privilegio, ficando entendido que se a
emprczd auferir lueros superiores a quinzc
por cento, sera obrigada a entrar com a me-
tade do excesso desses lueros para o cofre
em beueucio da provincia por espaco de
dez annos.
11. A provinc'a garante a empreza os
juros de sele por cento, sobre o capital de
quinhentos contos de reis, em quanto nao
se estabelecer a estrada de l'erro do Pilar a
Gamelleira ou Assemblea.
12. Os emprezarios terao direito ao uso
dos terrenos provinciaes, que se acbarem
na passagem da estrada, e dos que forem
uecessarios para a edificacao de depositos.
13. A empreza gozara de isencao de
impostos provinciaes e municpaes.
14. A provincia fica com direito a con-
ceder privilegios para estrada de ferro,
mesmo no valle da Parahyba.
15. A provincia se obriga a obter do
g<>verno geral isencao de direitos para os
materiaes necessarios a* estrada.
16. Dez annos depois de finda a estra-
trada e entregue ao transito publico, pode-
ra" a provincia, querendo, encampar as obras,
sevindo de base ao resgate da estrada o or-
Camento apresentado e approvado pelo pre-
sidente da provincia.
17. A reparticao de obras publicas ou
o fiscal nomeado pelo governo, ilscalisara
a execocio das obras, o cumprimento das
condiroes do contrato e a maneira regular
do servico ou trafego da empreza.
18. Os emprezarios serao obrigados a
prestar fianca idonea para garantia de todas
as multas do contrato, logo depois da assig-
natura de mesmo.
19, 0 presidente da provincia, seenten-
der eonveniente, poderl accrescentar as
condigoes que julgar iodispensaveis e ga-
rantidoras do contrato.
Art. 2. Ficam revogadas todas as leis e
disposicoes em contrrrio.
Mando, por tanto a todas as autoridades
A quern o conhecimento e execucao da re-
ferida resolugSo pertencer, que a cumpram
"0 nuufi" desta provincia a taca im-
primir, publicar e correr.
PalacM do governo das Alagoas em Ma-
ceio, 21 de maio de 1874, quidquageaimo
terceiro da independencia e do iapeno.
(L. S). Dr Joao Viqira de Araujo.
NesU secretaria foi publicada a presente re-
solucio a II do maio do 1874.0 se-
cretario interino, Tiburcio Valeriano de
Ariujo. Registrada a fi. 28 v. do livro de
leis provinciaes.
Secretaria dogoverno em Maceid, 21 de
maio de 1874. Manoel Laurindo Martina
Junior. _________^^
. 0 Illm. "Sr. inspector do thetonro provincial
mand* taer publico qua em cumprimento da or-
dera do Exra. Sr. p-esidente da provincia, de 7 do
corrente raez, tern de ser arremaudo por am anno
no dia S3 do referido met. perante a junta da fa-
senda do mesmo Ihesouro, o hnpo-to de 8 por cen-
to sobre o capim de planta vendido na cidade do
Recife, orcado em S:3i9#S80.
As pessoas que se propozeren a eita arreaata-
cio eompare;am na sala das sessfies da mesma
junta no dia indieado, competentemente babili-
tadas.
E para eonstar, se maudua publicar o presente,
Secretaria do thesoaro provincial de Pernamba
co, 9 de Julho de 1874.
0 secreUrio,
Migael Alfonso Ferreira.
mesta cidade a seas arrabaldes, avisa aos donos e
possuidores de taes objectos, que quanto antes se
apresentem Deste consnlado para aagamento do
referido imposto, e reeorar a Bameraeio.
Consolado provincial de Pernambneo, 8 de ju-
Ibo de 1871.
0 continue,
___________Antonio Carlos de Lemos Duarte.
Irmandade do Senhor Bon-
Jesus das Chagas.
De conformidade eon o art. 79 do compromisso
desta irmandade, convoco os seas respectivos ir-
mios para a eleicio da nova mesa regedora, que
deve ter lugar no domingo proximo (IS), pelas 9
boras da maoha, em seguida 4 missa de Espirito
Santo, como iadicam os arts. 80 e 81 do mesmo
compromisso.
Consislorio, 8 de julho de 1874.
0 secretario,
Domingos da Costa Monteiro.
0 Illm. Sr. inspector do tbeaoaro provincial,
em virtude da ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia, de 4 do corrente mez, maoda fazer pu-
blico, qne vio a praca no dia 6 de agosloproxi-
mo futuro, perante a junta do mesmo thesoaro
para ser arrematada a quem por menos filer, a
obra do calcamento' da estrada de Jaboatao, desde
a ponte de Afogados ate a barreira do Giquia,
orcada em S9:480|000 em apolices de 7 ()|0, de-
baixo das condigoes infra transcriptas.
As pessoas qae se propoxerem a esta arremata-
cao, comparecam na sala das sessdes da junta do
mesmo thesoaro, as IS horas do indieado dia, com-
petentemente habilitadas.
E para eonstar, se mandon fazer publico no pre-
sente jornal.
Secretaria do thesoaro provincial de Pernamba-
co, 8 de julho de 1874.
0 secreUrio,
Migael Affonso Ferreira.
Clausulas especiaes para a arrematacao do calca-
mento desde a ponte dos Afogados ate a bar-
reira do Giquia, na estrada da Victoria.
!
0 calcamento desde a ponte dos Afogados ate a
barreira do Giqaia sera feit de conformidade com
o orcamento approvado pelo Exm. Sr. presidente
da provincia, na impertancia de 29:480^000.
1*
0 arrenutante dara principio a obrafno prazo
de am mez e a conclnira no de oito mezes, con-
tados da data da assignatura do contrato.
3.'
0 pagamento sera effectnado em qnatro presta-
cdes iguaes, na proporcio do servico execntado.
Para tudo o in a is qne nao vai especificado nas
preseotes clausulas observar-se ha o qae dispSe
o regulamento de 34 de fevereiro do corrente
anno.
0 engenheiro ajudante, Francicco Apoligoaio
Leal. Conforme. 0 offlcial-maior, Luiz Salazar
Moscoso da Veiga Pessoa
Conforme,
M. A. Ferreira.
rwsas
A.rmazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra Togo
A companhia pernambacana, dispondo de ex
.ellentes e vastos armazens em seu predio ao for
ie do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantlndo a maior con-
rvacio das mercidorias depositadas, service
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex
tlusivamente os generos de uma s6 pessoa.
Esles armazens, al^m de arejados e commodot,
tto intetramente novos e asphaltados, isentos dt
sapim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerera atilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambacana, qne acharlo com qaen:
tratar. ____________________________^
Mania Casa de Misericordta
do Recife.
Pela secretaria da Santa Casa se faz publico que
no dia 13 do corrente, pelas 9 boras da manna, no
sala i da casa dos expostos, o Illm. Sr. tnesooreiro
fara pagamento as amas qae trouxerem as crian-
cas que Ihes foram confiadas, das mensalidades
relativas ao trimestre vsncido em 30 de junho ul-
timo.
Secretaria da Santa Casa de Hisericordia do Re-
cife, 8 de julho de 1874.
0 escrivlo,
Pedro Rjilngucs de Souza.
pagando porte duplo.
0 administrador,
Affonso do Rego Barros.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
VICBitTB
Sabbado 11 do corrente.
0 drama-sacro em 6 actos e 8 quadros :
Os Setc Passos.
Princiara as 8 l|S horas
Aviso.
Os bilbetes comprados para o espectaculo de
quarta-felra, que foi transferido por causa do mao
tempo, tem fngresso no espectaculo acima an-
nunciado.
Ha trem para Apipacos.
Domingo 12 do corrente
A's & 1|2 boras da tarde
Para satisfazer os pedidos de algumas pessoas,
vai a scena o drama-sacro :
Os Selc Passos.
Aviso.
0 emprezario previne ao publico, que a compa-
nhia dramatica sob sua direccao, trabalhara aqui
somente ate o fim do corrente mez.
MCLAftACuES.
SK*
SANTA CASA DA MISEK1CORD1A DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da Santa Casa da
tfisericordia do Recife, manda fazer publico que
aa sala de suas sessSes, no dia |2 de julho, pe-
las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de urn
i tres annos, as rendas dos predios em seguida
leclarados.
ESTABELECIMENTO DE CAR1DADE.
Rua do Padre Floriano
Casa terrea n. 43......' 201*000
Rua das Calcadas.
Idem n. 3i ........201*000
Cinco Pontas.
Idem n. 114........362*000
v andar do sobrado n. 24 AJ 310*000
Idem do sobrado n. 24.....408*000
Rua do Amerim.
!. andar do sobrado n. 26. 304*000
Rua de Antonio Henrique.
Casa terrea n. 26 ..... 99*000
Largo da Campina.
[deran 11.......120*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Una Duque de Caxias.
Loja n. 77........700*000
Becco das Boias.
Idem n. 39........421*000
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 40.......202*000
jRua do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 602^.000
Casa terrea n. 3i......122*0u0
Rua do Burgos.
Idem n. 19........153*000
Idem n. 21 .......153*000
Rua do Vigario.
2" andar do sobrado n. 27 243*000
I" andar do mesmo......300*000
Loia do mesmo.......375*000
Sobrado de 2 andares n. 25 1:300*000
Rua do Encanamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 1:400*000
Raa da Senzalia velha.
Casa terrea n. 16.......701*000
Idem n. 25........209*000
Raa da Guia.
Idem a. 25.......
dem n. 29.......
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 andares n. 2 .
Rua de S. Jorge
Casa terrea n. 100 .....
Rua de S. Bento.
Casa terrea n. 117......200*00(
Os pretendentes deverSo apresentar no acto df
UTematacao as suaa fiancas, ou compareceren
icompanhados dos respectivos fladores, devendc
pagar alem da renda. o premio da quantia en
7U3 for seguro o predio que contiver estabeleci
memo commercial, assim como o servico da lim
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do H*
:ife, 26 de iunho o de 1874.
0 escrivao,
Pedro Bodrigues de Souza.
209*000
201*000
800*000
241*000
i'taeam
la se con tem.
cumpnr tao inteiramente comonel-
De ordem do Ilhn. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publicc
Sara conhecimento de quem interessar qne no
ia 29 de julho proximo futuro, pelas 2 horas da
tarde, sera posta em nasta pubiica perante a jun-
ta da mesma thesourarla, para ser arrematada por
quem mais lanco offerecer a casa terrea sita a
rua do Paco Castelnano, na cidade de Olinda, pro-
pno nacional e bem assim o terreno qae lbe fica
idjacente, o que tado foi avaliado por dous contos
de reis.
Secretaria da thesourarla de fazenda de Per-
nambneo 30 de junho de 1874.
O S. escriptnrario, servindo de secretarh,
Carlos Joao de Souza Correia.
Companhia Fidelidade
egaroa mariiimos e terreatr
A agenda desta companhia toma segaros ma-
ritimos e terresu^s, a premies razoaveis, dando nos
altimos o solo livre, e o setimo anno srataito ao
segurado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
51 Rua do Apollo 51
CONSULADO PROVINCIAL
Pelo consnlado provincial se faz publico, qne de
conformidade com o an. 33 da lei provincial n.
1,141 foi peloSr. inspector do thesoaro provincial
autorisado o continuo desta reparticao, Antonio
Carlos de Lemos Duarte, a proceder a verificacao
e renovacao da muneracso de todos os vehiculos
da conducao de carga e pessoas uesta cidade e
seus arrabaldes.
Coosulado provincial de Pernambuco, 7
de julho de 1874.
O administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda se faz publico para conhecimento
de quem interessar, que perante a junta de fazen-
da da mesma, tem de ir a praca para ser arrema-
tada por quem maior lanco offerecer, o arrenda-
menlo de uma casa terrea sob n. 55, a rua de S.
Bento da cidade de Olinda, perlencente ao patrimo-
nio do convento de Nossa Senhora do Carmo da-
quella cidade, e hoje encorporado aos proprios na
cionaas ; sao por tanto convidados os pretenden-
tes ao dito arr'endamento a coraparecerem as duas
horas da iarde do dia 25 do corrente mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 5 de julho de 1874.
0 2 escripturario, servindo de secretario,
Carlos Joao de Souza Correia.
COiNSULAUO PROVINCIAL. '
Pelo consulado provincial se faz publico que pa-
ra execucao dos arts. 78 e 79, abaixo deelarados,
do regulamento de 6 de abril do corrente anno, fi-
ca marcado o prazo de 60 dias.
Art. 78. Os generos de outras provincias impor-
ia panhados para a prova da procedencia de uma
guia do proprietary e por elle designada, daqual
conste declaradamente o lugar d'onde vem os ge-
neros, quaes sejam cste;, a quantidade dos volu-
mes a marca dellese o nome do conductor.
Art. 70. A guia do ai tig j (interior dovora ser
apresDtada pelo conductor a primeira collectoria
desta provincia que lhe licar na direccao ou proxi-
midade do seu trnsito da procedencia a esta cida-
de, para que seja com o visto do fiscal ou collec-
tor antbenticada a mesma procedencia, sem o que
sera o genero considerado produccao da provincia,
e nenhuma outra prova podera supprir essa falla.
Consulado provincial, 1 de julho de 1874.
0 administrador,
________Antonio Carneiro Machado Rios,
Juizo de orphaos
Em audiencia do dia 13 do corrente, do Exm.
Sr. desembargador juiz de orphaos, recebem-se
proposta* p3ra a arrematac.ao da etcrava Izidra,
preta, crioula, de 26 annos de idade, com algumas
habilitacoes, avaliada por 1:000*, pertencente ao
finado Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro.
A camara municipal desta cidade tendo de
demolir o sobrado a rua do Amorim n. 19, que foi
ultimamente desapropriado, e vender a quem mai-
vantagens offerecer, todos os materiaes do mesmo
sobrado, convida de novo pelo presente aos pre-
tendentes a comparecerem no dia 12 do corrente,
pelas 12 horas do dia, no paco de suas sessSes,
correndo dita deinolicio por conta do arrematante.
Paco da camara municipal do Recife, 7 de iulhe
de 1874.
Theodoro Machado Freire Pereira da Silva,
Pro-presidente.
Francisco Augusto da Costa,
0 secretario.
MAIM
EMPREZA
Domingo 12 do corrente.
A's & l|'i horas da tarde.
Grande espectaculo em bencflcio
do artistn
Subira a scena o drama em 5 actos :
0 pirata Antonio.
Dcuoiiiiuuc'ito do* actos.
!.0 triumpho do capitao Renau.
2.0 corsario Antonio. ^
3.-0 desafio.
4.*Os dous rivaes.
5.'0 combate contra os inglezes.
Terminara o espectaculo com a coraedia em 1
acto :
Precisase de uina uiulher
para viajar
Principiara a 5 l|2 horas.
Santo Antonio
Quarta-feira 15 do corrente.
Beneficio da a:!riz
Emilia Augusta da Camara.
0 programma do espe:taculo sera annunciado
de segunda-feira em diante.
Para este espectaculo havera trem para Api-
pacos.
A beneficiada conta desde ja com a proteccio
do illustrado publico Pernambucano, a quem "de
ante-mio agradece.
Rio Grande do Sol
0 brigne nacional Safty aakiri pan 9 Prto a-
ma, e recebe a carga preeisa para alaslrar : lr-
ta-se com Pereira Vianna & C, i ma de Vifario
numero 1.
Fara a Bahia.
Para 0 referido porto segue com ireviatde
hiate Joven Arthur, por ter grand* parte da carga
engajada, para 0 resto qne The falta, trau-M com
0 sen consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aaa-
vedo, na raa do Bom Jesos a. 87.
COMPI.\Ult BRASILR1BA
DE
\AVEGAC\0AVAPOR
l*or(oa do Ml
(ommnndanlr Carlod Gr
-.-
E-' esperade dos portos
do none aid o dia 13 do
corrente e agaa*a para
os do sal depois da de-
___ mora do costume.
Para carga, encommendas, valores e aasjagai1,
trata-se no escriptorio.
7-RUA 00 VIGARIO-7
Pereira Vianna dt C
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
iVavepjaeSo ceetelra m vaper.
MACEI6 EM DIREITURA, PENEDO I ARACAJlj'.
0 vapor Jaguaribe, comman-
dant* Julio, seguira para
os portos acima no dia IS do
corrente as S horas da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 14,
encommendas, passagetros e
dinheiro a frete ate as 2 horas do dia da sani-
da : escriptorio no Forte do Mattos a. II
Para
Segue nestes poucos dias 0 pitacho portuguez
Micitaelense ; para 0 resto da carga qae lhe falta.
trata-se com Antonio F-rreira de Alme'da. 4 ry*
da Madre de Deos o. 36________________^^^^
Natal, Macao e Mossor6.
Para os portos acima vai sahir cam muita bre-
vidade 0 hiate Olinda, recebe carga a frete com-
mclo : a tratar com Joao Jose da Cunha Lages,
na rua do Vigarie n. 33, on a b.-rdo, confronte
ao trapiche Dantas.
R!o de Janeiro e Rio Grande
doSul
Para os iaiicados portos vai seguir cm pou:o?
dias 0 brigue nacional I'irangy; recebe ainda a
frete raodico alguma carga e escravos : a tratar
com Francisco Ribein Pinto Guimaraes, a raa do
Barao do Triumpho n. 96._______________
I
HESSAGERIES MARITIMES.
I.in ha mcnsnl
Luso-Brasileira.
Assemblea geral
De ordem do Exm. Sr. presidente, convoco os
Srs. socio8 a reuoirem-sj na sede da no3?a socie-
dade no dia 10 do corrente, pelas 6 boras da tar-
de, para em sessao de assemblea geral continuar
a Ji-cussao da reforma parcial dos estatutos,
Uma hora depois dj annnnciada, principiarao
os trabalhos com 0 numero de socios que se acba-
rem presentes, de conformidade com 0 art. 26.
Secretaria do consoho fiscal da Sociedade Be-
neficente Luso-Brasileira, 8 de julho de 1874.
Andre M. Pinheiro,
!. secretario.
iwso;
%a-
Coiupanliia de navegacjio a
por bnhiana, liiiiitada
Macei6, Peuedo, Aracajii e Bahia.
E' esperado dos portos
do sui ate 0 dia II do
corrente 0 vapor Sinimbu,
0 qual sahira para os por-
tos acima no dia seguin-
te ao da sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e diaheiro a frete
Agente
Antonio Luiz de Oliveira Azevcdo.
57-RuadoBura Jesus37
Maranhao.
Para 0 referido porto pretende seguir com pou-
ca demora 0 hiate Olinda, por ter a maior parte
da carga prompta : trata-se com os consignata-
rios Joaquim Jose G n?alves BeltrSo & Filho, a
rua do Commercio n. 5.
Lisboa e Porto
Segue viagem com a possivel brevidade a barca
portugueza Nova Vencedora, recebe carga e pas-
sageiros : a tratar com Tito Li vio Soares, rua do
Torres n. 20.
Espera-se dos per-
tos do sol ate 0 dia
10 do corrente se-
gaindo depois da de-
mora do costume pa-
ra Bordeaux, tocar-
do em Dakar (Goree) e Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harisiuendy A Labille.
9 Rua do Commercio 9______
I'acitic Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
JOIN ELDER
(DE 4I51TO.NELADAS)
Comman 'ante W. F. Hewtson.
E pa at<5o dia lOdoccr-
rente, e depois da B>-
mora do costume, s* -
uira para Babia, I.
e Janeiro, Montevi-
deo, Buenos-Ayres. Sandy, Point, Lota, Valparai-
so, Arica, Islay e Callao. para onle recebert ps-
sageiros, encommendas e dinheiro 1 frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde d fla
de sua chegada.
OS AGENTES
WHson TE-v.i- A C.
14PR.\r..\ ; n i"'.jlMKU::iO'.4
PlU!Rfr;StO M.VR1TIMO DO FOR ?
Empreza iioriuonitp de navennrao a
vapor entre Portugal e o Brastl
0 VAPOR
Almeida (Jarrel
Commandante Tonaasiiii
Esperado do sj
em 18 do corrente de-
pois de pouca demora
dentro deste porto se-
guira para Lisboa'"
Porto com escala per
S. Thiago.
Passagens e fretes de cargas, encoramenda- e
valores, tratam-e com os
AGENTES
E. It. Kabcllo C.
48 Rua do Commercio 48
PAiiA'
A escuua Georgiana segae nestes dias para 5
porto acima, e recebe carga a frete : a tratar com
Tasso Irmaos & C
Associacao Commercial
Agricola.
Nao tendo comparecido numero sufflciente dos
Srs. asteeiados, deixou de ter lugar a reuniao da
assemelea geral convocada para hoje, a qual hcoa
transferida para 0 dia 13 deste, pelas oito boras
damanhi.
Secretaria da Associacao Commercial Agricola
de Pernambuco, 0 de julho de 1874.
Joao Pereira Rego,
2 secretario.
0 continuo do consnlado provincial, Antonio
Carlos de Lemos Duarte, tendo sido nomeado pelo
8r. inspector do thesouro provincial para proce-
der novamente a numeracao de carros, carrocas e
I mais vehiculos de eonduccSes de carga, e pessoas
De ordem da mesa regedora da irmandade
de Santa Cecilia, erecta na igreja de N. S. do Li
vramento, faeo sciente a todes os nossos irmaos
que a mesma mesa regedora, reconsiderando 0
acto qne deliberou, fossen> saldados no prazo de
oito dias, os debitos daquelles irmaos que com a
mesma irmandade se acbavam atrazados, marcou
um novo prazo de 30 dias para esse fim, a contar
desta data.
Secretaria da irmandade de Santa Cecilia, 1 de
Jnlbo de 1874.
0 secretario,
_______________Bento da Silva Ramalho.
Edital n. 6.
Pela inspectoria da alfandega se intima a Ma-
noel Marques de Abreu Porto a vlr despachar,
dentro do prazo de 30 dias, um bote que o me-mo
senhor deixou depositado na gaarda-moria desta
reparticao, sob pena de, findo o prazo marcado,
ser vendido por ana conta, sem qne lbe fique com-
petindo contra os effeitos desta venda.
Alfandega de Pernambuco, 8 de julbo de 1874.
0 inspector,
Fab to A. de Carvalho Rets.
Libras eslcrlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
CH4RGEUR REUNIS
COMPANHIA FRiyCEZA DE NAVE-
GACAO A VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE 0
Havre, Lisboa, 1'ernambuco, Rio de Janei-
ro, Santos, Montevideo, Buenos-Ayres,
(com baldeagao para o Rcsario).
STEAMER
LEILOES.
Agente Pestana
leilao
Em continuacao
DE
caisas com bacalhdo
Hoje
IO do eorreate
na escadinba d'alfandega.
0 preposto do agente Pestana fara leilio de cat-
x s com bacalhao, em lotos, a vontade dos com-
pradores.
Irmandade doDivino Espi-
to Santo
0 irmao proenrador geral, em cumprimento do
disposto no art. 68 do compromisso, convida aos
irmaos membros do conselho fiscal, a reunirem-se
em nosso eonsistorio, no domingo 12 do corrente,
pelas 9 horas da manha, afim de dar-se execucao
a primeira parte do art. 83 do mesmo compro-
misso.
Secretaria da irmandade, em 9 de julho de 1874.
F. J. dos Passos Guimaraes.
ADMINISTRA AO DOS CORREIOS DK PER-
NAMBUCO, 10 DE JULHO DE 1874.
alas a expedir-ae
Pelo vapor nacional Ceard, esta administracao
expede malas para os portos do norte, hoje 10.
Recebem-se jornaes, impressos de eualauer na-
tureza, e cartas a registrar, ate 2 horas de tarde,
cartas ordinarias ate 3 horas, e esias ate" 3 Ij2,
Commandante Capelle
E' esperado da Eu-
ropa ate 24 do cor-
rente, seguindo de-
pois da indispensavel
demon para os por-
tos do sol de sua es-
cala ate" o Rio da Prata.
Para fretes, encommendas e passageiros, trata-
|fa com
08 C0NSIGNATARI0S
AUGUSTO F- D'OLIVEIRA k C.
42Rua do CommercioEntrada pela ru*
do Torres.
STEAMER
Commandante, P. Robert.
Segue viagem hoje 10 do corrente ao meio dia.
para o Havre com escala por Lisboa.
Leilao
DE
meveis e vidros
HOJE
Uma raobilia de jacatanda, I dita de amareilo,
guarda ronpa de dito, secretarias de dito, 1 grtn-
de aparador de dito, com pedra, marquezas, mar-
quez5es, camas francezas de amareilo, sofas, ca-
deiras, consolos, candieiros, jarros, copos, calices,
e muitos outros objectos que serio vendido* a
vontade dos compradores.
pelo agente nVartlna.
No arroazem da ma do Imperador n. 48.
Segue nestes dios para o Aracaty, por ter
parte de sea carregamento prompto, o bem co-
nhecido hiate Deus te Guarde ; quem nelle qnizer
carregar ou ir de passagem, dirija-se. ao escripto-
rio de Bartholomen Louren;o, rua da Madre de
Deus a. 2, que achara torn r,iem fatar.
LEILAO
DE
DIVIDAS
Hoje
0 agente Martins fara leilao pela segunda vea,
por mandado do Illm. Sr. juiz especial do com-
Y
jw

r ,
-
)

I


~-__
J-iT^siSffST^t"

^
Diario de Perntmbuoo Sexta feira 10 de Julho de 1874.
mercio, das dlvidas artlvas da massa fallida Ae
J^*o Hfito de Souza, na importancia de........
* "Mem 4a irua do Imp,-
"dor n. SH '
___^_ fall boras da manhi.
LEILAO
00
grande s brado amarello,
de 3 andares e sotao, da
rua da Jmperatriz, em
frente a matriz da Boa-
Vista, o qua! daum bom
rendimento annual.
QUIHTA-FEIRA 16 DO CORRENTE
as llhoras
O agente Pinto, novamente autorisado, levara a
lelllo, as 11 horas do dia acima dito, era sea es-
criptorio, a rua do Bora Jesui a. 43 ; sendo que
dita venda sera definitiva, em virtade de novas
ordens altimamente recebidas.
AVISOS DVERSOS
Uma preta de 30 annos, que sabe bem cozi-
abar, lavar e engommar, deseja achar quen the
idiante 500 # para pagar em services, median te
ijuste, para o que esta aulorisada ; quem quizer
annuncie.
Prqcisa-se Jo uma ama
jiia eoziuhar era easa de
pequena tamilia, preferin-
do-so escrava : ua ma do
Capibaribe n. 40.
ATTEKCAO
Fagiram no dia 7 de julho de 1871, doengenho
Giqui, freguezia da Bscada, de Florismundo Mar-
ques Lins, 3 escravos, sendo Asterio, preto, al-
to, bem moco, sem barba, corpo regular, e olhos
brancos ; Elias, preto, bem moco, sem barba, al
tura media e corpo regular ; e.-tes dous foram da
villa de Pesqueira. Luiz, c6> tola, bem moco,
barbado e tem os peitos eabelludos, estatara bai-
xa corpo reforcado e bem espadajido ; este foi de
Nossa Senbora da Gloria ; gratiflca-se com gene-
rosidade a quem os apprehender e lev?-los ao Re
cife, no escriptorio de Francisco Mamede de Al-
meida, rua do Torres n. IS, ou ao proprietary
acima.
Allencao.
; ;>vK-
Luso-Brasileira
loSo Antonio Carvalho Menezes e Antonio
Francisco Marlins Miranda. -
A directoria da Luso-Brasileira,
em cumprimentc ao que disprie o
art 42 % 14 da lei social, convida
a todos os seahores assoeiados, as
families e amigos dos socios falle-
cidos Joao Antonio Carvalho Mene-
zes e Antonio Francisco Martins
Miranda, para assistirem as missas do trigesimo
dia, que por alma, dos mesmos manda resar no a nm m-.n
as 7 kmi da manhi. A director* espera que a aMhnn H A,ir!hir tins' JZSia. .JT2:
em acto de religiao e fraternidade, comparega o
major numero dos senbores associados.
Rodrigues da Costa,
Secretario.
Aluga-se para estabelecimento, a loja do sobra-
don. 17, silo a rua da Imperatriz; e commoda
e esta acabada de concertos e reparos : quem a
pretender dirija se a rua do Torres n. 12, e-crip-
torio, !. andar.________
CASA DA FORM.
AOS 4:0Q0#000.
BILHETES GARAIVTIDOS.
A rua Primeiro de Marco (outr'ora rua d*
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos sens fe-
lizei bilbetes nm meio n. 2312 com 4:0001, dons
meios n. 2354 com 2004, nm me o n.
Pedro Tavaret da Coata.
Maria Francelina Neves e seas filhos, Gertrudes
da Silva Neves, Jose da Silva Neves, Antonio da
Silva Neves e Julio da Silva Neves, convidam a
todos os sens amigos e parentes para assistirem
uma missa que tem de ser celebrada por alma de
sen genro e cunhado Pedro Tavares da Costa,
fallecido no dia 23 do mez proximo passado, na
cidade de Mossoro, que tera logar no convento
da Gloria, no dia 13 do corrente, pelas 7 boras da
ir anna, por cujo obsequio se confessam desde ja
elernameote agradecidos.
Leopoldina Adelaide de Moraes
Guimaraes Ner^a
Julio Guimaraes tendo recebido
a infausta noticia do passamento
de saa presada irina Leopoldina A.
de Moraes Guimaraes Serpa, con-
vida a sens amigos a assistiiem as
missas que manda dizer no sabba-
do, 11 do corrente, as 8 horas da
!,iannJ, na igreja de S. Francisco, por cujo obse-
'1 lio se confessa eternamente grato.
Joao Ferreira Baptista e D. Ignacia Ferreira
Biptista agradecem cordialmente a todas as pes-
scas que se dignaram a-.ompanhar a sua uliiraa
morada, os restos mortaes de sen irmao e marido
Maaoel Ferreira B.ptista ; e de novo lbes podem
o caridoso obsequio de assistirem as missas, que
per sua alma se bao de celebrar na matriz de S.
Jose, jabbado 11 do corrente, as 6 1|2 horas da
mantia, por cujo acto de religiio e caridade se
:onfessajn eternamente gratos.
se acabou de extrabir (106), convida aos possui-
dores a virem receber na conformidade do costu-
me sem desconto algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
la 5' parte das loterias a beneflcio da matriz
da Boa-Vista (107*), que se extrahira no sabba-
do, 11 do corrente mez.
PRECOS
Bilhete inteiro 4*000"
Meio bilhete 2/000
Of PORgiO DE 1009000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3/500
Meio bilhete 1/750
Manoel Marlins Fiuza.
ALUGAHSE
o predio da rua do Barao de S. Borja n. 28, an-
tiga do Sebo, com coraraodos para grande faau-
lia, contendo agua e gaz encanados.-grande quin-
tal bem plantado com portao que deita para a
rua do Atalho: a tratar a rua da Ponte Velha
n. 75.
C.4S1.
Alaga-3e a easa n. 113 da rua da Coneordia,
om bas^ntes commodos : a tratar no Recife, rua
Ja Cadeia n. 3.
0 abaixo assignado faz publico que tem ven-
lido do dia 5 do corrente em vanle ao Sr. Manoel
Jeronymo Uchoa Cavalcnte, sua psdaria sita a rua
do Lima n. 72, era Santo Amaro das Salinns; por
isto so alguem se julgir eredor do referido esta-
belecira-nto, apresente se no prazo da tres dias
Sciantifica aos dovedores que os fiados ate 5 do
:orrente estao sujeitos ao abaixo assignado, e como
ienlia de seguir para Europa no fin do corrente,
pede a todos os devedores que saldem suas contas
no prazo de oito dias, findos os quaes serao co-
Orados jadicialmeate seus debitos ; e para conhe-
Timento destes e daquelles, faz o presente.
Recife, 9 de julho de 1874.
Manoel Rodrigues Pereira
NURTIMENTG
MEDIC IIS A
Preparado poi
Lanman & Kemd
para thisijea
tocla a qualidade
de doengas, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamente
escolhidodosme-
llidresfigadosdos
quaes se extrabe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificadochimi-
icalmente, e suas
1 valuaveis propri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado, emtodo
o frasco se garan-
teperfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
side submettido
a urn exame mui-
to severo, pelo
cbimico de mais
talento, do go-
vemo bespanbo)
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOR PORCAO D'lODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tern
-larainado
IODINO L UM PODFR SALVADOR.
F.m todo o oleo de figado de bacalhio, e na-
qoelle no qual cont^m a maior porcfio destt
mvaluavel propriedade, e o unico mio pars
cuntr todas as doengas de
GAROANTA, PEITO, BOFES, HGADO,
Phtysica, broncbistes, astbma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
U:os poucos frascos dd carnes ao muitc
rnagro que seja, clarea a vista, e da vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
cbecido na medicina ou sciencia, d& tanto
nutimento ao systema e inr.ommodando quasi
nad o estomago.
A pessoas cuja orgamsagao tem sido des
truicla pelas affecjoes das m
E6CR0FLUS OU RHEUMATISMO i
t todas aquellas, cuja digestao &j acha com
^letamente desarranjada, devera tomar
OOLFO DE FIGADO DEfiACALHA
DE
.LANMAN d KEMP Va D. 5.
H
Precisa-se de um de 15 a 18 annos, que de co-
nhecimento da conducta : a rua do Imperador
n. 8.
Perdeu-se do Forte do taattos, em direituraa
rua do Vigano, e dahi a rua de S. Joao, um em-
brulho de papeis com diversas notas, e uma letra
de 2C0J ja vencida e paga pelo aceitante, e 6/000
em dinheiro : a pessoa que achou, pode ficar com
o dinheiro e entregar ditos papeis nesta typogra-
phia ao Sr. Guilherme Patricio Bezerra Cavalcan-
te, visto que os mesmos papeis so servera a seu
dono.qne licara obrigado a quem os entregar.
Restaurant du Louvre
Rua das I"rim lieii-as n. M
Tem para alugarurna sala e dous quartos, for-
necendo eomida, por pre^o commodo. Entrada in-
dependente.
Attengao
0 abaixo assignado, estabe'.ecido a rua do Co-
ronel Suassuna n. 2, deparando no Diario de Pcr-
nambuco n. 157 com seu none era uma lisla de
debito a Joaquira Ferreira f.nbo, desde ja declara
que nunca teve negocios com dito Lobe, nem
tambem o connect. Recife, 7 de julho de 1871.
________________ Joao Ferreira dos Santos.
Ama para engommar.
Precisa-se de uma que saiba engommar roupa
de homem e senbora, prefere-se que seja escrava:
ua pharmacia Torres, a rua de Marcilio Dias n-
135.________
Paula | ualra
Continuam
a rogar obsequiosamente aos senbores abaixo
mencionados para comparecerera ao seu esta-
belecimento, si to no 'pateo do Paraizo ns. 10 e
12, aflm de tratarem de negocios de seus inte-
resses.
Antonio Jose Ramos (selleiro.)
Amancio Mariano Rodrigues de Seixas (marce-
neiro.)
Benedicto Leal Romano.
Basiliano Henrique da Costa Couta.
Domingos Soriano Cardin.
Domingos Jose Marques (herdeiros.)
Domingos Francisco Dories.
Frederico Augusto Velloso da Silveira.
Feliciano Ekuterio Horizonte BraslleirD.
Francisco da Lost Ramos (entalhador.)
Udefonso Lucio Monteiro.
Lourengo Jose de Sant'Anna.
Dr. Maximino de Aguiar Montarroyos.
Capitao Jose Rodopiano des Saiilos.
Capitao Joaquim Januario Pereira de Brito.
Jose Soares Pinto Correa.
Joao Baptista Nepomnceno.
Joaquim Theodoro Ramos*(pintor).
Jose Cecilio Carneiro Monteiro (estrada de ferro
deS Francisco.)
Dr. Joaquim Goncalves Aleixo.
Pedro Deoclecwno da Fonceca.
Pedro de Alcantara Arruda e Mello.
Pedro Francisco das Chagas (carapina.j
Sim--.u Jose de Azevedo Santos.
-Serapiao de Mello Carneiro (Poco.)
Sociedade Cora?ao Livre Popular (rua Direila)
Vicente Alexandrino Ferreira de Souza.
ERGOMADEIRA.
Lava-se, e engoma se, com pcrfoigJo a
rua do Nogiieira n. 18.
PIANOS.
Acabam de ch. gar rouito boas piam.s lories e 4e
elegantes modellnf, dos ma is notaven e bcin fu-
oi.ecido-j riit>ricajites: como sejaiu : Alpban< Hi
ionfl, Henry Hers e IMeycl W.:UT* C : m. V.-.p.-t
Francez, a ua do BaiSo da Victoria, outr'ora'Su-
va n. 7. aprei;.i> muiio commodos.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oJeos, opiala pos den-
tnflce, agua de rior de laranja, agua de totlete,
divma, florida, lavande, pos de arroz,' sabonetes,
orosmeticoa, muitos artigo delicadon em permma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas c- garrafas do aitterentes tamanhos
d agua de Cologne, tudo de primeira qnalidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquiiharias.
lrtigos de phantnziaa.
Espelhos, leqfies, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
eaniveies, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
dita.de couro, e ceetinbas para bracos de meniaaa,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponterras para
charntos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioeo-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminacSes, macbinas de
fazer cafe", espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criancas, a
outras muitas quinquiiharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes partea
da Europa, para entretimentos das criancas, tndo
a precos mais resumidos que 6 possivel: no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A9U
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botina&
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraqut
com biqueira, de bezerro com botoes, e com ilho-
zes a 9^000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem dp Vapor Francez, a rua do Barao ds
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senbora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores. d.Qerentes
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATliNHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cdres differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS preus, brancas e de c6re differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranga portuguezes.
Para meninos.
BOTFN'AS de bezerro, lustre e de cordavao,
A B0T1NAD0S e sapatoes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranja.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, peraaaVt
meias perneiras para homens, e meias pemeira
para meninos.
PUNBICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUI N. 52

V
;^V
?
^9

(Fsuisvxuk) o chafariz)
F U>EM, \OS nc^oree d Kiffeabo e .uw*> vnaoliafpt, fl ao^efnA >rrt .v. c
, ouom) o faor do mm* naiM a seu eatabeidciutontj, w \t\tm w l-. o Kjruw.nu.
omvm-, qoe abi tem ; tendo todo wperror em qoslidade e loriidio: o aoe com a iut
^C*) peaaoal pode-ie verlBotr.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LcGAR DE SUA FUNDICAO
rftpOrOt 6 rod afl d'aimfl. Ao*l[uai8 ^of001 Jstemai eem ta
w ivum U ttgUtt manhos conveaientes pira at diveraas
.imiBMiaoeiM dos senbores proprietarios para deicaroijar algodio.
S06I1 dftS d0 Camia de.lod0, 0I tamanh08. a;melborei qos aqoi
Kodfas dentadas p" >ie'"p<>'.
Faixas de ferro fundido, batido e de cobre.
llambiqnes e fandos de alambiques.
Xaohiniemos pan mandioca e god^.j Podeoaor todos
Bombat
UJ

asr
iparaterrarmadeira. (ser movidot a mio
por agai,
I on auimaes.
vapor,
de pateote, garantidas........
Todas as maoHfitfts e pe?u de que *e cos,nm* p^^st.
de micbiaismo, a pre(o mai retouido.
oo trier-
Pas qualquer concerto
FormaS dO feiTO tem M n,*inore 6 m'ia baratas ezistentes
SnCOmmendaS 'ncamb-se de mandr vir qaalqaer machioismo I vod-
_.,* U(|6 do$ C|jMtef) lembrando-lhet a vaotagem de faierem
aas compru por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qnalqaer necessidade pode
has prestar aoxilio. *^
irados american s e m|lra,D6n|oi *ferricol-
RUA DO BRUM N.
PASSAWDO O CHAFARIZ
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
2J--RM Esquina tlo licrco S.arg*
Participa a sens frrgiuzes e ^n^igos qoe mudou
o seu estabelecimento de rrlnjoc ro paia a mesma
rua n. ?4, onde encontmao urn uraj.de scrlimento
de relogics de parede, orrcriranns, e cin.a de me-
sa, dos melhores gustos e qualidades, relogios de
algibcira, de todas as qnslida es, patente snisso,
de onro e prata donrada, fo)e?do (plaqnet), relo-
gios de onro, ragtes, drsreberto, djs melhores
fabricantes, cadeia de row, plaquet e |.rat, Innet; s
de tods as qualidades, tudo por pn-ccs muito ta-
ratos.
\m\ bo nm
MB
Ccrddro Shies & C.
Acabam do neeber pelo v:ijM.r Mtudoza :
Biquissimos enrtes de gbrgmao de seda lisos e
com fislras achamalotada*.
Ditoa de linho para vesiidns, ci.nu.ndo cad cor-
te, o neces.-ario para sea i BMte, com*' : ja
franjas, trancas, toioe.*, livelias. He
Biquissimos eaapene para >enbora, ultii ,da,
ajna Primeiro dc Marco n. 7 A.
sn R4>x -rcf warn
da
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
i Victoria n. 7.
E
II
DK
k
jN. 37Rua Duquede Caxias y. 37l
Neste estabelecimento encaderna-se
com toda presteza, nitidez a perfeicao,
desde o mais simples ale os mais pri-
morosos trabalhos de setime e velludo.
Panta-se c risca-se papel para livros
em branco, tanto para o commercio, como
para reparticSes publicas, nomera-se, li-
vros, executase tudo quanto erelativo a
gammographia.
Miranda & Irmao, muoidos de boas
'%.. machinas, bons artistas e excellent es ma-
teriaes, julgam-se habililados para servir
satisfactoriameote as pessoas que quize-
rem trabalhos lao perfeitos como os que
vem do estrangeiro.
RUA
[*!"
.IMPERATRIZ
|N.08ag
[1/ ANDAR/

RUA
DA
IMPERATRIZ
I. 82
!. ANDAR.
IPENHOEES
&i Na irave&sa da rua
yp-i
dasCruzes d. 2, pri-
meiro and
dinheiro
.r, da-;-'
sob re
rl,
r^-
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o"n8s"meihores con-
dic?5es possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e as Exmas. Sras. n'a-
quillo que for tendente 6 arte de cabeUeireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trangas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros .tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 % menos que outro qualquer, garantindo
perfeicio no trabalho, agrado, sinceridade e pre^o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fdra ; vende-se cabellos em
porcSo e a retalho e todos os utensilios pertencentes & arte de cabeUeireiro.
Constando ao abaixo assignado que alguem
servese de sua assignatura para fazer compras
nos estabelecimentos desta cidade, previne aos
Srs. comraerciantes quo nao costuma comprar
por meio de bilhetes e nem lao pouco autorisoa
pessoa alguma para este rim, pelo qae nao se res-
ponsalisa por coiapra alguma feita por esta
forma.
JARDIM DAS PLASIAS
A rua Ahi se encontram:
Larangeiras celecta e de umbigo enxertadas a 3 i
Sapoliseiros e sapoteiros em vasos, de 1 a 11
palmos e ate ja com flores para dar fructo, alero
das seguintes plantas de ornato e de fructo por
preco muito commodo.
Abacati.
Acacia.
Ariticam a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Condeca.
Coracao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Frncta-pao.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Uita do ceo.
Dbaia e ootras mvitas.
E outras plantas : na Capunga a ma d a Ven-
ura n. 25.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de nmbigo.
Limao franceL
Dito doce, enxertado.
Oiticoro.
Palmeira imperial.
Parreiris.
Pinheiras.
Bomeiras.
Bozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
km
mm*
':
PH.4BMACI.4 NORMAL
VSK' ^*


m
Recife, 9 de julho de 1874.
Antonio Hermino de Sena.
Bom negocio.
Traspassa-se a taverna n. 65, a rua do Barao do
Triumplio, em optima loeahdade e com commodos
excellentes para familia : a tratar com o commen
dador Tasso, que seodo o proprietario do predio,
garante e arrendamento pelo tempo qae se con-
vencionar, e faz venda da armacaa e generos exis
tentes, a dinheiro oa a prazo.
Previne-se ao Sr. thesoureiro das loterias da
provracia, que tendo oanauaciante perdido o meio
b*ete n. 1636 da 107, que se ha de extrahir sab-
bado, H do corrente, e achando-se o re/erido
meio bilhete firraado pelo abaixo assignado, vem
desde ja prevenir para nao pagar qualquer pre-
mioqaepssa sahir, sem a presenca do abaixo
assignado, 6eu verdadeiro dono.
Reeife, 10 de julho de 1874.
____________ Manoel da Silva Fialho.
Preeifa-fe^de uma ama de Jeite : na rua No-
Nao se prestando o peqoeuo espaco do armazem
a. 10 A, a rua da Madre oe Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas mareas de fnmo, que o
abaixo assignado alraejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro esiabelecimento sob a mesma
denominacao de
ARMAZEM DO FUMO
A* rua do Amorim n. 41
com todas as proporcdes desejadas, e onde pode-
rao os senbores freguezesdingir-se, certos de que,
como ate aqai, achario sempro a par da modici-
dade dos precos, a maior sinceridade possivel. Ea-
tre as differentes mareas de romo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba de
chegar uma encommenda especial, que muito deve
convir aos senhores fregnezes. Consciente o abai-
xo assignado de que neste genero de negocio nlo
esta sem competidores, fai a muito por evitar aoe
umbem o- tenba eom relacao ao peqaeno lncro
qae procurara obter da dita mercadoria.
foae Dominf nes do Carmo e Silva.
DE
JOS!] CIIilAS E MOtJ^.t & c
17Largo do Mercado Publico17
(Antiga ribeira tie S. Jose,)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposicao do respeitavel publieo esta nota phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispen9avel a nm estabelecimento dessa na- <.
tureza, sem excepcao de productos cbimicos e medicamentos preparados no estran- '**-
trangeiro, tado novo e o melhor possivel. 03
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria atteni-ao,
e sempre sob as vistas do pharmaceutico que compoe a nossa firma social. .*?*
As pessoas que se dignarem de honrar 0 nosso esatbelecimento com a sua coofian-
ja, podem estar certas de que serao conscienciosamente servidas, nao so rela'ivamente ao > -.
que pedirem, comojtambem a modicidade dos precos. .?,
vk. a ak, a t&mm CabeUeireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
i. ANDAR.
Pedro Routier, official de cabeUeireiro e gerente da casa de Gustave Bervelio, cabel-
leireiro francez; tem a honra de prevenir a"s Exms. Srs. familias que acaba de fazer a ac-
quisi0o de um perito official vindo ba pouco de Paris, o qual estd habililado a desem-
penbar qualquer encommenda de sua arte, e se acha a" disposicao das pessoas que deseu
prestimo_se queiram utilisar. Outro sim scienlifica que em seu estabelecimento encon-
trarSo sempre a Monitor do's cabelleireiros, onde se acbam descriptos e desenbados todos
os penteados modernos, para soires, casamentos, bailes etc.
Finalmente previne is mesmas excellentissimas senhoras, que rerebeu um completo
sortimento de coques, cachepaines, band6s, crescentes, etc., e vende tudo pelcs -precos
abaixo mencionados:
Coque de cabello de 15$, -206 a 50^000.
Trances de dito 10J)>, 12,5 15$ a 20i0t0.
Cachepaine de dito 159, 2(.- a 30,5000.
Crescentes de dito 20$, a 50JKK1O.
rambem crcontrarao um completo sortimento recebido ba pcuco, de cabelks de todas
as cores e comprimento.
N. 5i.Rua do Marquez de OlindaN. 51.
nhores de onro, r
ta e brilhantes. seja
qual for a quanfie
Na mesma C2f>a
conipra-se os mes-
^ m6s metaesepedraa,
-. Ji-- ,
150|)00.
\tU J^..
Pogiodacas: '-'n de cOr parda c!s ra, cabel (s corrtd
bros, baaa, die a .1 t r\ o, n :. f :
Iheumdente do lado Jireito, f.i acompanliad,:
p r um hrmem (praca de ca ailaria) oqt
ma Francisco de ui Vaaeoacsilw, tamnem
da mesma cur da escrava ; coasts tercm scgnid
para oserta---, dondc sae amlVx natar:
menda-sc as autnridades e capHiea de np i .
a[^prehensao do dita escr..v.i, rei elle lo-a a
C ii boa i!ii Carn;o n. 3.
FIKIIDA
Parts, 36, Kua Vlvienne, O'
UAS FNFHRMIU4U.8 l)Si SCX0AK3, IS MrMfMi
- I Al.TF.'.ACOf.S DO S1MCI.
" o,O0teuras dasimpk*.
1fi%t,pust"tas,herpe .
i-rna.cmiroei.ar _-!
iioin, ". alterfoti _-.
Iciosat io i. njue '_/
rut, e alley oti Uj KtafW. t.Xarnpe v
em mercurio). epor*ilina ier
WBM ailXEKAEH lOIU. i-SC .
DEPURATIF
sjtfal
lemana, seguindo o tracumenm Depv ^^"1
empre;a'lo ma mesmas molestijs. -*""
Kafir jam* ssss
g*f .rjayao, reta
mvWres.- Esta iuieccao b -?-** *
torn o Xarope de cUracto Tefer4PH
3!-M*rrolda*) PODiad
iqueas'nrarrasdlas
POMADA ANT ,H'rRpr ....
AVISO A0f4 SRS. ME0IC38.
Cora eaunkm, iumi
coqutluJtet, trrilafi**
nervouu $ ckit ( i. u mt doenfM
-----------do pmm; ?.!! o Joata
fi" ^ rchde. dnu xmrope D* h"irr.
Vr. fT/tjauM tm Parli. wmm 1
22 Rua da Cruz 22
Antonio Jo.^ de Mora-'- s.irm .ii-< pwds dr-
culpa aoa sens amigos, de i ,e:n nao pswissfs
dir se pesstalmente, e cfTn-ic.e-lhes os sens er-
vi>os em Pan*, ondeprct.ude dem^rar se alcuo;
meiea
Da, -Bao vende.
Pierre Bnridan, cabeUeireiro mixto, a rua do
Olinda Marquez n., ambiciosp em adqaerir grande
freguezia, resolveu por espaco de 8 dias presen-
tear ao publico da cidade do Recife, sem excep-
cao, expondo am bazar de trabalhos eabelludos,
nunca vittos, a eseotha do pnbiico (gratis) e tem I
tambem am grande camera de offlciaes de diver-
las nacoes para o service de barbear e cortar
cabellos, tambem gratis, promettendo antes de tu-
do isso aparar son joli nez para nao dar algu-
ma bicada.
0 abaixo assignado. ilho legitimo de D Joa-
quma Maria Igaaeta do Sacramento, previne a
qualquer pesoa, qae nao taca negocio com os
hens de rait periencente a saa mai, sem primei-
ro entender se comsigo.
Beeife, 9 de jnlho de 1874.
A rogo de Francisco Antonio Gomes',
____________ Joao Pinto Cavalcante.
Previne-se a quem intereaaar possa, para
eviur duvidas fatoraa, que o Sr. Valdevino Ri-
beiro da Silva, nab pode alienar nem hypothecar
os seus bens, porqnanto, esta sendo ajouado por
qoantia superior a sete contog de reis.
,, A'Qgaae a casa n. 5i, a rua de S. Joao, de
IfcJOOO mensal, com c couimodos para pequena
- a tratar no mesmo lagar com o pro-
familia
prietario.
Banhos salgados,
Aluga-se dasde ii, ate flns de Janeiro proximo
vindoora. a easa Je frente encarnada, com terra-
ce e gradeamento, em Olinda, pateo de S. Pedro,
mobiiia, gas, agua, baabeiro e jardim ae lado :
a tratar na rua do Amorim n. 37.
Funileiro
Manoel Igaaclo das-Candeias (o antigo funileiro
da praca da Independenci), encarrega se de fazer
qualoaer obra de saa arte, e bem assim de cortar
e eollocar vidros em vidracas, espelhos, eta, tudo
por roodico preco : quem de sea prestimo se qai-
zer utiHsar, pode dirigir-se a casa de sua residen-
cia, a roa Bella n. .
Aos admin ilradores da massa fallida de
Joaquim Ferreira Lobo.
Severiano de Siqutira Cavalcante, com escrip-
tonp de eammlssdes, a roa do Imperador n. VI, de Caxias n. is, i-lna^rKoT^it melmTros'
declara qae nada deve a massa de Joaquim Ferrei- Ka mesma easa se diri quem pretende tra"nassr
ra Lobo, como poderio ver dos recibos qae tem uma hypothec" de 800J1 proxima ^fVriw m I
em feofpoder. Recife, 7 de julho de 1874. venwndo o premfo Se|\kfZ ml '
Gelea de mocolo
A melhor geMa de mocoto, convenienteraecte
desinfectada e accommodada a todos os paladares,
pelo sea bom sabor : so se vende na
Confeitaria do Campos
Mjk Imperador 941
Chaves perdidas.
Perdea-se uma argola com diversas chaves
quem as achou pode Teva-las a rua do Vigario
Tenono n J6, oa na rna do Barao do Triura-
pho, antiga do Brum n. 82, que sera recompen-
sado. *
Aluga-se o sobrado da travessa do Pires n.
9, com commodos para grande familia, com 2
salas, 7 quartos, \ grande sotao, 1 tanque para
banho com agua do Prata, muito fresco e excel-
lente vista, muito pittoresco : para ver, n? pavimen-
to trreo do mesmo. Alngase tambem o >obrado
e sotao da roa di Senzala-nova n. 28, cm 2 salas
um terreno, 7 quartos, tem agua do Prata, muito
fresco e bonita vista para o caes do Apollo, so se
alnga para familia.
Aluga-se un. preto de m?ia id*J\ para qual
quer. service nesta praca, o qual 6 fiel edeboa
conduca, afllan'.-ando-se a qualquer pessoa que j
queira alugar : a tratar na rua doBario da Vio-
loria n. 22.
Fugio do eogenho Santo Andre*, freaezia de
Munheca, na vespera de S. JoSo, o escravj CanJi-
do, tula, crionlo, idade iO annos, groso alturt
regular, sem barba, nariz grosso, venta* aberta/
olhos empapucados vista baixa, pes grande-, ca'
nellas arqueadas, levou chap^o velho, de pello
roga o seu senhor que o-appieheodam e o levem
ao mesmo engenho, que sera ahi hem recompen-
Aluga-se o sitio da casa verme-
Iba, na travessa da Cruz de Almas :
a tratar do sitio de commendador
Tasso,
A quem convier alugar mi escrava robust^"
com tauto quecomece o service as 9 horas do dia
e termine as 5 hcras da tarde, dirija se a rua do
Atalho (oitao d< caixa d agua) n. 9.
Servente para botica.
Precisa-se de um que tenha pralica para a
Pharmacia Torres a rua de Marcilio Dias n. 133.
sA^nTroM$e cnDre por s^a'a* em porrOes de
nojwco para cirna : a roa eslrdu do Rosario n.
11, I.* andar, da ti) boras as dnas da Uidc
Lev. aoconhecimento do respeiuvel publico
e com espe.-ialidade ao corpo commercial, qae o
Sr. Jos6 Alexandre de Azevedo, podiod>> me para
ir a Gamelteira traUr de negocios de saa familia,
e como h"je fazem 16 dias, deixa de ser men cai-
xeiro. Recife, 9 de julho de 1874.
,__________Manoel dos Santos Monteiro.


Precisa-se iallar ao Sr.
i. Domingos Martins
Usabalxi assigaa-iu.' pedera ao llim. Sr!
thesoureiro das loterias, que nio pague opr*mio
qae por sorte sahir no meio bilhete n. 1511 da 107
loierla d matriz do SS. Sacramento da freguezia
da Boa-Vista, senio aos seus llgitimos donos
Recife, 9 de julho de 1874.
Aulonio Ferreira dos Saotus.
Boaventura Jastiniano Alvesde Lima Santa.
Aluga-se a casa n. 61 da rua da Raima, com
bons commodos e fresca : a entender-se com c Dr
Christovao, a rua da Imperatris n. 30.



"MMia
6
3iari deFeimnitaice Sexta foira 10 do Jtfito cfe 1W
WDICAO DE FEWMdl! OlOMXull
A roa do Bardo fo Triumpho (ma doBnim) ns.HOOa W4
CARDOSO & IRMAO
AVISUl aos senhores do engcnb.'-s e out agricultjrrs e ao publico em geral qua
eonUnuam a receber de Inglatorra, Franca.e America, todas as ferragens e machinas ne-
eessanas aos estsbelecirnentos agricolas, as mais mode nas e raelhor obra qne tem tind
ao mercado. ,
Precis*-** to nm afllaipara eozinhar:
a na rua do Barao da Victory n. 83..
^Araa

\ 8/pOreS de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os ttelhores que tem vrodo ao merado
UalueiraS de sobresaleute para vapores.
/ MoendaS inteiraS e mefas moendas, obra como nanca aqni veto.
TaiXaS 'fimdldaS e batidas, dos melhores fabricantes.
KodaS d agua com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
r RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para vapores.
BombaS de ferro, de repucho.
A.r2.uQb je diversas qualidades.
Formas para assucar,grande8 e Muenu.
Varandas de ferro fundido, tw^s de diversos e bonito* gostea.
FogCteS franCCZeS pSra leuha e carvao, obra superior.
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido para ardim.
* cs de ferro pari, mesa e banco.
Mycnina para geiar ,gua
> ai Villas para bomba e banheiro.
Correia- i/jglezas p3ra machinismo.
D&DCOS 0 SOtaS coia ti,as de madeira, para jardim.
OOHCertOS Cf,)llCertam com promptidao qualquer obra on machina, para o que teen
Spa fabrica bem montada, com grande ebom pessoal.
SnCOmmenuaS man(iam vir Por encommenda da Europa, qualquer maehinismo,
para o qu*' se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
com urn dos rr.clhores engenheiros do Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
'. oachii as, se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
ttuadoi>arao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 10
F I N D I C A 0 DE CARDOSO R
dSC
!!!
luntu <1 at* qne a Ifcra.
-se ao Mm. Sr. Ignacio Vieira de Mall
11* cidade de Nazareth desta provincia,
4
49 Rna do lnwerador 49
i

Ha ne.-l" > 4abeIecimento o melhor sortinionto de pianos dos mais afamados autores,
' rieyel, Flap, etc. Oflerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
gg
-J -~J~- ""!' ww- v..^.w ~ wM Jinn dos cxpressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
pianos so enconlrarao ne.-ta casa.
.'. in-se pianos usados em troca.
r.o'nci r'rt'm-se e afinam-se pianos.
:i avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
pre 0 mais complete sortimento de materials para concertar pianos, como
ro'ha para OS mrsmos, cravelhos, parafusos, caster, camursa, cordas,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con
cluir aquelle negocto qua 8. S. se eomprometteu
realisar, pela terceira ehamada de*te jonal, a*
Has de dezembro de 1871, a depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872,e nada cuwprio,
por este motivo 6 de novo chamado para dito
9m, pols 3. 8. tt deve lenftrar qne este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. eu oiito v
*cbraiie*a el*^-
R Constrttorto liicifioc
5 A. B, da Silva Maia,
ft Raa do Viscnnde de Albuquerque n.
ft 11, outr'ora rua da matriz da By-Vist
m xl ii. UQfl' O qo
g Chamados : a quaiquer hora.
ly ConeoJtts: Aosjio- grata, dM 1 as {
m 4 horas da tarde.
EngeiAo
Vende-se o engenho S. Pedro, sftuado na pro-
viccu de Alagoas, cqmarca do i?urtu Galvo, a
menos de uma legoa disunte do porlo de mar do
Gamella, tem oxcellentea terras, matas, e safreja
regularmente 2.C0O pies
gario n. 31.
v
.i
CII\Sl LTOIIKI
Medico-elririico
DO 8
Dr. Jo* rp*x 4a n*M*.
Medico operador.
. BJJA ESTRE1IA DO BOSAfilO N, 3.
Da consultas todos os dia9 das 9 ho-
ras da trnnha as '* da tarde, dea hora ..
em djaote acba-se promptp pR qual- {.''
quer chamadoi em CB*a,de su lesidencla i*^
a rua da PriBceza frabel ir. 4, }nto a cV.
estacao dos trilhos de (linda. ^j
Das 7 as 9 horas da manha da coau!- titi.
tas gratis aos pobres. ra>
ESPECfALJDADES f^
Motestiae syphiliticas, via digestiva e fe f*,,
bres.
m
lia : a
biche.
uma para cozfnhar e
cngommar para casa de pequena fami-
a tratar no hotel de Franca, a rua do Tra-
* Precisa;So de uma ama que
/ Tlf^ O tenha boris costumes, para o
X M 111(1 servifo da casa ^de pequeoa fa-
milia : a tratar na rua Duque
de Caxias, ontr'ora das Crotes, n 8.___________
A mo Precisase de uma ama : na rua larga
A
do Rosario n. 27.
1H ^ arni'1zro' do Baliza precisa-se de
ua' uma ama para cozfnhar e ir as compras.
Precisa se de uua ama para comprar e co"
ziabar : na rua in Imperatriz n. 40, segundo an
dar.
A M A S
1'ieeUa se de duas, s-ndr)
ana para oosinhar e com
pr-r e otitra para lavar e
uDgnmmar, preferin :o se a primeira, escrava : na
rua do Crespo n. 7.
Offc rece-au uma ama para todo servi^o dia-
rio de uina casa : a tratar na rua da San'alia-
Velha n: ll, 4 andar.
^
Ama 'ie kite
Precisa-se de uma ama de leite : na rua do
rao da Victoria n. 3.__________ '________
SbJ de leite
OiTeflece-se uma ama qua tem bom o abundan-
te loitB :. para ver e tratar, na rua. Duque de Ca-
Xia, aBtigado Queimado n. 19, 3* andar.
Ama de leite.
Precis* e de ama ama de leite que seja forra e
aao trga tllho : a tratar na rua do Mondego n. 76,
u na loja de livros ao p* do aroo de Santo Anto-
aio.
Cbesbire condensed Milk.
Leite conlensado novo.
Gervfja de Noruega.
Keller & U.
Afaga'seo segundo andar do sobrado sito
a rua de Lomas Valentinas n. 8ti, com os comma.
jos seguintcs : 2 galas rrandef o bastarrte fres-
rias, 3 quartos, coiinha fera, urn eorredur com
Bortao para a rua de Hortas, e eaeimba enn boa
I agua : quem,afpreiendr dirija-sc a rua N'o-va n.
17, quo acbara com qnem rratar.
Atten^ao.
Plrecisa se afBgar um moleque de 10 a l?an-
nos. no sobraJn da ru estreita do Roario n. 36,
sobrado da florijta, defronte do-escriptorio do Br.
Leonardo, e.na mesma casi conlinua-se a furse-
cer comedorias para fora.
&a>A zm
Boa easa.
Aluga se o palaeete do fallecidn Cnstodio ice
Alves Goimaries, na ilha dos Ratos (Boa-Vista),
onde moron ultimameole o lllm. Sr. Dr. Igoaeiode
Barro; Barreto : a tratar na I ja d Priraeiro de Marco (antiga do Crespo), junto ao
arco de Santo Antonio.
ro'ha pirn
, etc.

I
r-:
MPfiSR

*;..
OH 49
rava fusida
riHfl ':i.a estarfngidadesde I"
. a escrava M. ia, cur
,n T( rnlar, mngra, tei
: rr-;:i hFta r.lguma,
o

a estar fr.gida desde 17 do maio do cor-
cabra, idade 26
tem todos os den-
!-r-;:i filta r.lguma, cabellis carapi-
marcisde bexiga no rosto e tem um
" slura um ponco grande e estufado
: r : iente dc um antraz que e!la tcve,
.; I 6 no raeio das costas na altura da* pas,
r.ntra pj, e cHa tem o vicio de
lew !i vestido de chita clara a dons chales
' : v'eJIi e outro novo de cor encar-
s pi Iroes ; talvex ella diga em
jalqn i: que c liver que c form e troqne o
:rava lem am* irma mulata, escra-
'-'-. R.cardo, roorador em Tigipio, onde foi
till rava Maria, (|ue e:ta fugidi ahi
' Ingar, consta <[ue alguera torn clla acou-
i i |trt tem sido vista n-.s rua= desta cidade.
. t .'as cs autoridales p>liciaes e capi-
;i] a one a capture e le\e-a a rua da
n. :;<>. que se gratificara.
-Fugio do engenho Ajudante, froguezia da Es-
cada, na anno de 1872, o escravo Guilherme, com
os signaes seguintes : pardo, com idade de 23 an-
nos pouco mais ou menos, altura e corpo regular,
olhos grander, cabellos cachiados, pes compridos
e seccos, rosto comprido, algun* signaes de bar-
ba, nariz comprido earn tanto arqueado, umas
sardas pelo rosto, far. algum movimento no andar,
desconfia-se que esteja na cidade da Parahyba.
Roga sb as autoridadea policiaes e capitaes de
camps a apprehen^au de dito escravo eseren-
trtgueao seu senher Emilio Pereira de Araujo,
no engenho Ajudaute, e receberao nor caca
300|'00.
.9

.-.-, .


: ;saiOBio
:ft!fiO-Ifflei(!0 *
DO
Ik SriBteRosa
W.
a :5o r5:>rio da Victoria
outr'ora rua Nova n. 40, prinieiro andar.
OO.NSULTAS da? 10 haras <*a manha
a mek> ilia, e chamadiis nr.r escripto a
[0 nil' h ir.. do di e da noite.
BSl'ECIALIOADES partos, mdestias
d h s e do apparelhc respiratorio.

m

Desde 8 do rorrente mez qne esti fugiio do
mgenbb Sarmcaia, de Beberibe, o escravo Lniz,
rdo, 0e caboclo, corpo regular ; e.-ta
dm ponco palliio poi ter acabatfo de se t atar de
ama bi il ;. Ree rnnir'n'a-se a sua captura.
LIYROSAVENDA.
No pri-nairo and r desti lyp >grapbia em
mao do .liministndor, venle-so os seguin-
te l.vrinhos ; ,,
O im'.IeiIo Esperto dialogo ins-
traclivo, oitico, analytico, bistorico, e mo
ral, antre um matuto e rim liberal por 500
rs. cadi dxemplar. A*-^
Ediictiiralo Familiarroman'-e, 0
s uma St rio ie leituras, % volumes por .,-.,
l$0l)0.
Entulho
Da-Si> gratis a quern o qnizer tirar, na rua do
finjantamento, fundos das eifii incendiadas da
rua da Gadwa.
- Piei'iiase aiugar uma escrava para vender
aa roa : a tratar na rua Augusta n. 121, loja :
aa mesma das* da pe bolo de Vindajjem.
uaoiia mais cabellos
braocos.
Si ; provada pelas academias de
jeiencla;., 'f-junbecida s perior a toda que
tem npparfecido ate boje. Dep,osito princi-
pal a rait, da Cadeia do fcecite, bojo Mar-
quei tte Olinda, n. 51, 1.' andar, e em
todas as botioas e casas dj oabellei-
ros.
No Progresso do pateo do Carmo vende-se man-
teiga ingieza flor a 1*200 a libra, franceza 800
rs. a libra, bem corao tem um complete sortimen-
to de moihados para qualquer chefe de familia
faze; suadespenca, qne encontrara preccs mas
commodos dn qne em qualquer oulra parte.
Escravo fugido
Fugio de Villa-B.lla o escravo de nome Jose,
cabocli, de 30 annos de i lade, pouco mais ou
menos, altura e grossnra rep')lares, tem os peitos
abertos, rabe'lo corrid*, falla bem e com modera
^ao; consta que veio para esta cidade com o dm
de sentar praga : pede-se, portanto, as autorida-
des policiaes e capitaes de campo a appreben^ao
do rcferido escravo, e entrega-lo em Villa-Bella, a
sua senhora Carolina Cavalcante rte Andrad?, ou
no Recife, loja deGonfalves, Irmao & C, a rua do
Livramento n. 22, que scrao com generosidale re-
compensados.
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S Carlos, era
Ipoiuca, moente e corrente, com todas as obras
em psrfeito estado de conservagao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xiasn. 3, 1 andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra de annunciar ao
publico que recebeu ultimamente um esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieims, aran-
delas e globos, cuja3 amostras estao iio escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
seus fregnezes pelo prejo mais razoavel possivel.
Aos Srs. administradores da
ma:i a fallida de Joaquim
Ferreira Lobo
Jo5o Ramp!, socio da casa commercial de Ra
raos & Machado, a rua do Vigario n. 10, declara
que nada deve a massa falJida de Joaquim Fer-
reira Lobo ; enlietaLto, e bem possivel, quo o
Joao Ramos, devedor do que faz parte da lista de
devedores, publi.adano Diari1) de 7 de jjulr.o, seja
um da meta duzia de igual nome, que ha nesta
cidade, e que ultimamente foi a presenga d) che-
fe de poli ia.
O Monte Lima
tem um completo sortimento de galao e franja de
onro e prata, verdadeiro, de todas as largura.-,
abotoaduras douradas para olBciacs, caoutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se eucarr. gade
todo e qualquer fat dajiienlo, cemp^ja: bonets,
alias, pastas, espadas, dragonas, cjiarlateiras, baa-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc.; assim como um completo sortiraeuto de
(ranjaa, galao f ilso para armamento, cordao de la
com borla para, quajro: e esp.elbos. (conforme o
gosto da encom-nenda) tulo por muilo meoos Pfe-
co quetm outra qualquar parte : na- praga da
lndependencia n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
Aluga se o ppimeiro andar do' sobrado n. 47
da raa aa imperatriz: a tratar no segundo andar
do mesmo sobrade
Perdeu se da rua- dq Appllo a estacao de
Cinco PonU, uma letra daquantia de 166*000,
sacada por Joaquim Rodrigues Pinheiro e aceita
em 30 de ab il pelu Sr. Gas par Cavalcante de Al-
buquerque Uchda Ju nior ; a pesaoa que a tiver
achado pode cnirogar a rua uo Apollo n, SI, venda.
Vicente fugio
Na noite de 13 para 14 de marco de correnie
anno fugio o mulato Vicente, escravo, de 80 annos
de idade, bonita figura, barba e estatura regular,
levando vestida e em um sacco roupa de algodao
branco e alguma mais fins, pertencentc a um cai-
xeiro da casa donde fugio ; 6 natural da fregue-
zia de Sant'Anna do Mattos, diz er livre, casado,
e ter sido criado em companhia da madrinha D.
Anna Luiza da Luz, de quern, alias, foi escravo :
roga-se, portanto, aos Srs. capitaes de campo
e autoridades policiaes a apprebensSo do dito-es-
cravo, e entregal o na oidade do Reeife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joanu m Moreira Reis,. ou
na cidade do As.^ii ao Sr. Torquato Aogusto de
Oliveira Baptista, que serao generossmente grati-
ficados.
Casa 1 kmtb
Joao da Silva Ramos, proprietario da
I casa de saude, tendo rejwossado da Eu-
|(, ropa, rea.-sjniio a admini^tragito, e 0
servigo medico do mesmo estabejecimen-
tos, e es;iera que o publico continue a
depositar a conlianga, que semprc depo-
sitou em vista de sett zlo e interesse
peJo* doeutrs alii recolhidos.
Joao daSilvaRamos, medico pela Uni-
versidade f'e Coirahra, de volta de sua
viagem a Europa, contintia no exercieio
de sua proflssao, prestando-se a traiar
de qualiuer doente dentro ou fora 1a ci-
dade, e dando consultas diariamente das
10 as 12 horas da manha em -eu escrip-
torio na rua do Imperador n 67.
i
Joio da Siha Rames, devend receber
mensalmente da Europa, vaccina de su-
prior qualidade, presta-se a ir vaccinar
qualquer pe-soa em sen domicilio ou em
seu gabinete na rua do Imperador n. 67,
nas quartas-feiras e sabbados das 10 as
12 horas da manha.
Fugiram do engenho Ajulante. no anno de
1870, os escravos seguintes: I.' Francisco, crioulo,
preto, com idade de 28 annos p ucu mais on an-
nos, altura regular, corpo regular, olhos graqdes
e brancos, denies perfeitot, cabfllos carapinhados,
pes grossos, barba a cavaignac, bigode' e pera,
uma cicatriz por cima do olho esqoerdo, mpito
conversador e risonbo. 2.*. Antuni oabra, com
idade de 2S annos pouco mais. ou menos, alto,
secco, olhos grandes e vernaelhos, pouca barba,
cabellos um tanto soltos, denies perfeitos, pes
compridos e seccos, anibos comprados ae Rarao
de Nazareth. Roga-se portanto, aoa capitaes de
campo e as autoridades. policiae* a captura aos
mesmos escra.vus, visto haver desconfiam.;* que
estao occultos na comarca de Pajen de Flores,
ou Rio de S. Francisco, qne terao a paga de 6G0
a quem os levar ao seu senhor no- engeabo Aju-
dante, ao Sr. Emilio Pereira de Araujo
Conductor
Na rua do Bqm Jesuf n, 17, precisa-se fallar ao
Sr. Ricardo F Catanaq de Vaaconcei)^ emprega-
do na linha ferrea do Caxanga.
Na rua,velha de Santa Rita n. 57, precisa- s
alngar uma preta para vender com taboleiro.
Escravo Ftigitlii.
Fugio na noite de 4 para 5 do'ebrrente., do lu-
garPregniga (Agna-Preta) o escravo Anfgnio, ccir
preta, altura regular, espadaiido e secco para na
xo, olhos grande?, cabega redonda, hem barbado
e conserva a barb e um pouco cambeta, quan-
do anda ro^a cua cocoa na outija, pet^as fioas,
soffre como peg, falta de u.u ou dous denies n frent* do
lado superior, esta bastante cortadi de chioote
nas costas ( isto e) nx altura do* rins, |vcu
chapeo de castor oreto, calga,d 1 rim .'de c5r,
camisa de chita e paletot de brim, e toca viola :
alga-se ter ido para Csrua/ri. ojn/le N emprade
no sitio Capivara a uraa vjava *m 1856, quando
moleque, e tem m\\ neseJngar. Roga-*e as au-
toridades e capitaes de carc.po que; o apprehen-
dara e olevera i Agua-Pre^. a entregar a Erpesto
Arselino de Barros Franco, on a rqa de P^ro
AfTonso n. 43, veqda, que serSo gratiflcadqs.
0 abaixo assignado tea^o justii e cenlrata-
do comprar a taverna sita a rua do Aragje n. 1,
a Antoeie AveKae Lette-Brsga, livre c dejemba-
ranada de qualquer onus,- eonvlda a quem-quer
que se julguecredbpoaintesma tartrna, a apre-
sentar-se ao megme abaiso.- asaigsado dtntto de
3 dias, a contar da publiogao dte, con. sas ti-
tUios.
Recife 9 de julho de 1J4.
iosi loaquliB Mwqaes,
Feira economics
Cora este titulo abrio-se o arraazem da rua es-
treita do Rosario d. 43, no qual recebe-.-e quaea-
iHier objectos para serem vendidoa em leilao. 0
dono deste estabeleeimento, abaixo assignado, es-.
ppra protecgao do respeitavel pablico, e particu-
larmente.dos seus araigos, e compromette-se no
cumprimento dos seus deveres, e dfesde ja agrade-
ceaqueltes-qne oproeurarem
Joaquim Francisco Franc >.
I'reci>a-se de um feitor para o engenho Sa
pucaia, de Beberibe, e que seja homem affeito ao
acmpo.
I HEDICO-CIRDRGICO g
m w o.
-^ Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso ^
S__ PARTEIKO E "OPERADOR
que il. 39. j>.
ESPECIALIDADE 2
fe Molesttas e senlioras e 9t
Xg meniBOg. ><
25 Consultas das 7 as 10 horas da ma- e
9 nha, todos os dias. W!
si, Da* 6 as 8 da noite, nas segundas-, quar- g?
5 tas e sextas-feiras. g
Os doentesque mandarem os seus cha- %!
fji rnadoe por escripto at 10 boras da ma- JHt
^ nha scra-.i visitados em soas casas. H
Alaga se um escravo de 14 anuos : no- 2.*
andar da casa n. 41, a rua do Rangek
lASA DO OURO _
4os -ttOOODOOO
Bilhetes garaatidos
Rua do Rarao da Victoria (outr'ora Nova
n. 30, e casa do costume
Acham-se a venrla os muito felizes bilbates ga-
antidos da a' parte da lotaria a beneficio da
igreja matriz da. Boa-Vista, que se extrahira no
dia 11 do corrente mez.
inteiro 400il
Meio S|OQ0
He IOOSiOOO paraoiuaai.
Inteiro 3*300
Meio 1*730
Recife, 4 de junho de 1874.
loao Joaqxiim da CnuaLeil*.
Comora-se am silio peqtwno, (fat seja perio
da pfaga e que teaba ca. dj moradia : a fallar
na rua do Barao da Victoria n. io, loja.
ViNDAS.
Vende-se unaarmapSo boa para qualquer
negocio. na rua Direita n. 119 : a tratar na mes-
ma.
Vende-se a taverna da rua dos Guararape
n. 59: a tratar na mesma.
Excel hie negocio
Vende-se uma escrava de 34 aonos, com cinco
filhos pequenos mnito sadios, por preeo muito
razoavel : a tratar na raa Priraeiro de Marco n.
20 A, loja de Gorgel de Amaral & C._________
Para viagens.
Amaral, Nabuco A C, alera de um completo
sortimento de objeclos de gosto, vendem os se-
guiates, iadispensaveis para viagens:
Cadeiras espreguigadeiras de abcir a fechar.
Malas de couro e de madeira, forradas do lona
e de di versos tamanhos.
llol-as de couro e de lapele, de muito* tamanhos.
Capotes de barracha.
Cerolas, camisas de roeia, luvas e cacliineses,
tudo be la.
E*tojos para barba, com pertengas.
Lanternas furta fogo.
Chicotes de diversas qualidades.-
Canivetcs com c'olher, sacra rolha e garfo.
Insignias maconicas de diwrso* graos.
No Bazar Victoria, a rua do Barao da Victoria
n. 2.
Amaral, Nabnco <& .
vendem:
Cami.'as de linbo, braneas, para hemens e me-
ninos, lisas e bordadas.
Camisas de chita para homens.
Ditas de meia de algodao, 11 e seda, para ho-
mens e raeninos.
Camisas de flanella, braneas e de edras, com
manga, meia manga e sem manga, para homens.
Camisas de algodao arrendadas para senhoras
e menina?.
No Bazar Victoria, rua do Barao da Victoria
n. 2.
Armacfto.
Vende-se uma oxcellenK armagao de amarelio,
inyernisada e envidragada, com pouco uso-, propria
para qualquer eslabelecimento, por ser de excel -
Iente construcgao e prestar-se a fazendas, miude-
zas ou molhados, etc. ; assim como vende-se um
balcao naquellas condigoes : para ver e tratar com
Poc.as & U, a rua e treita do Rosario n. 9.
PrecUa-se aiugar uma mulher e.-cava ou
forra, para vender fructas: a tratar na Capunga,
rua da ''apanga, casa n. 9.
Na noito de domirigo, 5 do corrente, furta-
r?m do engenho Rola, freguezia da Escada, dous
cavallos : um rus-u, nao claro, velho, denies que-
bralos, de sells, carregador e esquipador obriga-
do, tem marcas de colheira nos lados por traba-
Ihar em carro, ferros a margem no quarto direito
e no queixo nienor, com o signal dous ou dez.
Outro, alasao tostado, os mesmos ferros em cima
da anca e na queixadi, carregador obrigado na
redea, e tem ma redea, trabalha na cangalha.
Ambos estao gordos, o russo e grande, e o alasao
novo, taraanho de meio acima. Informant que estes
animacs fcram furtados por Manoel Joaquim Ta
vares, que ja esteve no coito do finado Siquelra,
no engenho Mupan, e Malhias Antonio de Souza,
feitor de Manoel Antonio Dia*, seqpor do engenho
Rola, por ter sido despedido, visto sab r o dito se-
nhor do engenho que aquelles eram ladroes de
pavallos, que vierara acossados do Cabo, onda Ihe
foram apprehendidus dous cavallos furta 1 no
eagdnho Guerra. GraliQca-se hem a quem der
nuticias dos dous cavallos furtadus, no engenbo
Rola, ja dito.
Superior vinlm de 1847
In cairns, pivprio para doenles.
Tem para vender Fran-
cisco da Costa Maia em seu
escriptorio a rua da Cruz n.
56, 1. andar.
Mnscatel superior
Proprio Dara presentes, qualidade nunca vista
no mercado.
Porto fino de 1847
Vinho espscial para senhora3.
Porto fino particular M S
Em caixas de duzia: vendc Franeisco da Cos-
ta Maia, a rua da Cruz n. 36, I.* andar.
Grande novidade.
Pee-3ii:iclia sctit igiial.
Brim pardo trancado com peqneno toque de ino-
fo e limpo a 320 e 400 rs. o covado.
Brim de linho de cores, fazenda de 2* a vara
a 25 o certei
Rrii.i 1 ranco de linho muito fino a 2* e 150OO a
vara.
Llsinhas d.> ooadros trancada* (e.;cocezas) e
com listras do seda a 210, 3*0 e ;;60 rs. o covado.
Camliraias transparentcs, (inas, marca Bispo, de
3.3 a 65 pega.
Cam'jraias Victoria moito Unas, de 3*569 a
6*300 a peea.
Cambraisa de cores coin Cores sollas e dd lis-
tras a 250 rs. o covado
Melin* escuros e claros, podroes muito iaoder-
no?, a 280-e 320 rs. o covado.
Popelinas arrendadas (com nom i de Novidades)
fazenda de muito gost) e nunca vista nesta dad
a 800 rs. o c ivado.
Casenura? de ccires, padroes lindissimos a 4*,
3* e 6* o corte.
Fazeadas para luto. Lasinhas preta muito finas
a 360 e 40 > r<. > covado.
Cambyias pr^tas lisas eeom s:.lpicj9 a 640 e 300
rs. a vara.
Mussulinas invtas, fazeada de muito goslo, a 360
rs. o covado, e oulras muitas fazendas que nio
mencionamos por se tornar enfadonho e que todas
vendemos por pregos barftissimos : na rua Pri-
meiro de Marco n. 10. ________
Chocolate brasileiro
FABRICADONO MARANHAO
Das seguintes mafcas :
Fior de chocolate.
Chocolate de baunilha.
Dito de canel'a.
Dito commum, fino.
Dito hemeopathico
Dito de araruta.
Dito de musgo.
Dito c"e ferro.
Chocolate venaifugu.
Vendem pelo pre^o da fabrtca, Jose Tavares
Carn-in. V C a rua Direita n. 14.
Vende-se um porlao de ferro, nt vo : a ver
e tratar a rua da Ponte-Veiha n. 10.
Attencao
| Vende-se um terreno era AguaFria, com 60
Ealmos de frente e 350 de fun Jo, tendo duas fren-
es, uma para a rua do Cacundo e outra para a
rua dar Mocas, proprio para ediflcar, cujo terreno
tem arroredos : a tratar na rua da Santa Cruz
nomero 7.
A2uga-se o 2' andar do sobrado da rua Im-
EEirial n. 128, cum muito bans commodos, muito
esco e com uaa bella vista : a iratar'na rua do
Imperador n. 83, 1" apdar,
i.ii ...-.'_____'_________i..j......
COMPRAS
IHOIIiOH'l >Wlil.
, Brbuea se easaprar dout :eseravQs, uedreiro e
carapina, paga. se bem: a tratar na thesouraria
das loterias, a raa Primeiro de Marco a. 6.
Trastes.
Compra se e vende-se trastesaovos
usados no armazem da rua o Im-
parador n. 46
##
Para presentes
No Bazar Victoria, a fua do Barao da Victo-
ria n. 2, se encontrara objectos proprio para pre-
sentes.____________________
Vende-se uma mobiiia de jacaranda era bem
uso : a tratar a rua do Livramento n. 8.
Vende-se
ama loja de bar jeiro com suas iertenc-as : na rua
do VisconJe de Inhaiima n. 37 A.
Engenho JSegreio
Vende se o engenho Segredo, dislando apenas
nma legoa da estagao de Ribeirio, moente e cor-
rente, bem obrado, e com terreoos muito ferteis
qne safrejava mais de 2,500 pies: a tratar na rna
do Eocantamento n. 5.
Engenho em SerinhSeni.
Vende-se duaa partes do
engenho Novo, bite na fre-
guezia de Seriihaem^rdistan-
te da estagao de Gamelleira
3 leguas, moente e corrente.
que safreja cerca de 3,000
paes, com optimas terras,
movido a agua e bem obra-
do, por preco commodo : a
tratar com Dr. Felix de Fi-
gueirSa, d rua das CaiQada*
n. 14, ou no arsenal de
guerra.
Engenhos em Mama!-
guape.
Vende se os teguintes :
Barra,
Prcajulya,
e PatricU.
A tpalar com seu* proprie&rios nesta cidaUe
e para informacSes com Joaquim Pinto de Mei
relies Fitho m mesma cidade de Mamamguap--
__________________Tasso Irmfes A C.
Wilson Howe & L. vmtian m am. annazm
rua de Commercio n. 14,:
verdadeiro panao de algodio azir}- unencaD.
Rxoelleote Bo de vela. ,
Cognac de 1* qua&dade
V'raho de Bordeaux.
Carvao d*e Pedra de todas as qualidadw
TACHAS
BATIDAS FUN
Qualidade mper or
Systema ewo
Male barato do quem era qualquer oasra part-
r*A
Funtlicfii) fo Aurora
(.. STAIill & C, BM LlytlDAl.iAO.
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Em seu armazem a rua do Trapiehe n. 14, m-
guinte :
Algod'o azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidjdev
Tudo muito barato.
ALERTA
Com o n. 43, a rua do
Queimado n. 43
Defroii( do becco a* Pelxe Frii.
ou jiinlo a loja ala Wacnolia.
Ckejfiipm C Iit-Kuen* !
LazinnAe >!. quadros pretos a 24t rs. o covado
Ditas de quadras e de cores a 440 rs. o covado.
Granadine de listras, a paritiens, a 160 rs. o
vado.
Poupelina de seda de furta core* a \t o covado
Cambraia Victoria flna a 3/00 a peg*.
Dita transparent^ >Sie Sf8M*l peca.
Lencos chinezes coo versos a 1.4800 a duzia
Chales de chita a escoceza, por 1$ um.
Chitas de eiires a 240 e 280 rs. o etYado.
Brim pardo fino a 400 rs. o covado.
Colchas para cams a if e .'l nma.
I.encoes ^e bramante a 2*\
Cobettas adamascadas forradas a '.it uma.
Mei*s para homem. sendo de cores a 4i a duru
Toalhas muito grandes o 5i!300 t duzii.
Metins d* listras a 360 rs. o covado.
Madapolao avariado a 3^300 a pe Camisas in!ezas ail e it nma.
Dilas de cretone a 31 uma.
Aproveitem que estamos fazendo grande al...;
mento, nunca menos de "40 por cc-nt>. Da< -s-
amostras com penhor.
Amazon da es-
Irella.
tlnico deposito de cal br^n-
ca de S. Ben to e Jagua-
ribe.
N. i> -Caes do Ramr s-.\. (I
0 dono deste armazem de materiaes contra:,
em grande porgao cal preta, psla medida dos for
nos, medianle aju-tc, mandamlo botar no luga:
competonte, garantindo seriedade neste negocio.
'- ofres de ferro
Vende-se em casa de Hawkes 4 C, a roa da
Cruz n 4.
Chafariz de ferro
Vende-se em casa de Hawkes 4 C, a rua d^
Crozn. 4._______________________
Cimento Portland
do verdadeiro : na rua do Vigario n. 19, primair-
andar.
Sedas a 1$280 o covodo.
Veade-se bomlas sedas de listras de linda* co
res pelo baralissimo prefo de 13280 o c vado.
aproveitem que esta se acabando na rua do Dn
que de Caxias n. 88, loja de Dometrio Basios


^
i.

Vende-sc
pot tas araericanas por todo prego ;
na travessa da rua do Imperador, armanm da
Boja AT.aiellaJ_______________________________
Terreno
I Vende-se por prego muito baratj um bom ter-
reno no becco do Espinheiro, com 188 palmos o>
frente e 300 de (undo : a tratar na rua do Crespo
junto ao arco de Santo Antonio, na loja da
Passo.___________________________________'
Toalhas de linho a 50Q'k.
Vende-se toalhas de bnbo pelo barat ssime prego
de 500 rs. cada uma, e raetade de seu valor ;
aproveitem, que estao se acabando : na roaDu
qjue tje Caxias n, pR, loja de Deipetrfo Basios,
Casa e terrenos taliis n# Sal-
gadinho.
Antonio Jose Rodrignes de Souza. na thesoura-
ria das loterias a rua do Crespo n. 6, vende sua
casa de taipa e terrenos de seus sitio* no lugar
do Saljtadinho : a tratar somenle com. o mesmo.
E' barat
Trancas de cabello
humano, natural, com um uetro de comprisMnto,
a 13J> cada nma : so na rua da Imperatriz n. 82
case de Odilon Daarte Irmao.
As6
biehas hamburgueaas que vem a wfa mareaoo
na me do MarauJR de Olinda n. *<
Vende-se pee de sapotas de optima quaiidade
narua do II spicio n. 73.
Esta provado
que o cimento Portland exposto a veada no ar-
mazem da bola amarella, travessa. da rua do Im
perador, e o melhor que se encontr^ no merqaiL,
attento o compe.teutissimo testemuabo do periu.
estucador das obras da igreja da Pr nha, benYxooio
o do eximio engenheiro qua dirige a quell* por-
tentosa construccao.
MUho.
------
No armazem do Baliza, vende so miliHi bam,
em saccos, per preeo modj^o- _______
Vende-se a taverna da mi das Carriicas p,. I,
que faiesquiua para a'rua de.S. Joao : a-lrajar
na mesma. __________________
I Vende-se caixitbo para" janellas, varandas e.
Ibandeiras: na rua do Padre Floriaao ia,
wp
1


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Dik&fol de Femdmtec^l^^fejj!lfc'#rarl^*a^Wl!3 <9t> PCT*
(
7
i-

/
.ran
taxentJas tmAs
RuaPrifflefra rloMarc., n. 7 A
DE'
' Cordeiro Simoos & C.
K' wta ohm d3 eaeas qua hoje .pode com pri-
iazia ojTerecer aos sous fregue2es um variadissi-
ii csortimento da fitzendas finas para grande toi-
', e bem assim para uso orduario de todas a*
flasaaa, e por procos vantajoeos, das quaes faz nm
xsqueno resumo.
Mandarn fazendaa as casas djs pretondentes,
jara o qae lem pessoal necessario, e d3o amostras
nediante penhor.
Cortes de seda de lindas cdres.
Jrosdenaples de Mas as cores.
oorgucao branco, lizo, de listras, preto, etc.
setira Macao, preto e de cdres.
Srosdena'plos preto.
Velludo preto.
Jranadine de seda, preta e-,de .sores.
Pipelinas de liados padroes.
_ Pito de soda, branco e preto.
' ''icas basquinas de seda.
^asacos de morind de cores, la, ele.
danlas brasileiras.
Curies cum. .ambraia bjjanca cam liados borda-
Ricas capellas e manias para noivas.
Uiquissimo sortimento de las com listras de
ieda.
Oambraias de c6res.
Ditas maripotas, brancas, lizas e bordadas.
Nanzuqaes de lindos padroes.
Baptistas/padroes deiicados.
Percatrsu d auadros pretos e brancos, listras.
ic, etc. '
Brins de linho de cor, proprine oara vesjidos,
:oa barra e listras.
Ricos corres de reslido de linho. c eites da
osma edr, ultima mod?
. Ditos de cambraia de cdres.
Fustao de lindas cores.
>aias bordadas para senboras.
^miscs bordadas para senboras, de linho e al-
(odin
;>ortimeuto de lavas da verdadeira fabrica de
i:.vio^p*rr ifomens e senliuraa.
'estua*1 nara incnirii/a.
'iioc para bapt::.id.
'Ihapdos para aito.
'"oaihas e guardsnapos adaraa?cados de n de
r.para mesa.
'.Ajlchas de la.
Cortinadas bordari-s.
Grande sortimento de camisas de linho, lizas e
tiurdadas, para homens.
Sleias de cores para homens, meoinos e rooni-
M
Ditas escoceza".
tomn'eto so. limepto de chapeos le sol para ho-
ueiu e seancrss.
Slericj &* eftren psra vestidos.
L'ilo preto, Iranjado e '"to de vurao.
toalhado par do.
Damasco de l;i. r
Grins de linho, branco de cores e preta
Setim de lindas cores com listras,
'.".hales de raeriad de cures e pret.s.
iiitos de casemira.
Kilos de seda preta e de cores.
L'itos de loufjuim.
Camisas de chita para homens.
Ditaa de flsnella.
Cereulas de linho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiraa e conso-
Leocoa bordados e de, labvrintbo.
Colehas de crocliot.
Tarlatana de todas as c6res.
Kicos cortes de vestidos de larlatana bordados
ira cortes.
Espartilhos lisos, bordados.
^Dulard d seda, liddas c&res.
Meias de seda para se.nhoras e meninas.
Ricas fachas deseda e la para senboras.
Ri^o sortimento de leques de niadreperolas e
9 Damasco de seda.
Casemira preta e de cores.
Caitas, madapolao panno fino prto e azul, col-
arinhos, punhos delinho e algodao, gravatas, lo-
a. de fio de Escosaia, 'apetes de todos os tama-
ahoj. bolsas de viagem, peitos Dordados para ho-
nens, lengjs de linho branco e de cores, toalhas,
inardanarjos, etc., c!c.
Run da Imperatriz n. 72



MENDES GUIMAlUES Acabam de fazer urn grnndo abatimento nos procos do suas f -zimi I.is
- promos du suas f -Zimi I.is alteii-
dendoa grande falta que ha hoje do dinbciro,^ por isso creio quj o pn> cionado agradard ao respeitivel publico.
CUAPROS DE SOL DE SEDA A frjjOOO.
Vende-se chapdos de so! de seda para se-
nboras e meninas a 4$, ditos do alpaca fi-
nos corn 12 astes a 49, ditos de nerin6 de
da as cores a 5?>, ditos de seda para horrern
a 69, ditos inglezes com 12 psins a 85J e Op.
BRIM PARDO A 400 rs.
Vende-se brim pardo esturo a 400 rs. o
cada urn.
LAZINIIAS A 200 REIS.
Vende se lazinhas para testtdo
32', 400, e 500 rs. o cov.>do.
ALPACAS DE CORES A 500 KEIS.
an
( u iU.78 ; artixi oAji>|A > ry Ojo WJ|b tCiJM OJf ^* ,'!
1 f mda/'-RBpratnfis b. Sd
PAHA f.JQriDA'R
Granadlua jprcta a SO rs.
-^^j^Ss rc!^rr'd',,wTo e mm m mm mmm u impureza ^
AU>,?CAriltTAS A 500, 0 Pavao tem nm grande sortimento del pfi o
j80iARfiOBEDEPURATIVO DES LSAPAR^ILIIA CA-
ROBA E YELAME
PREPARADO POR
cores com quadnnbos a!800 rs. o covado.
CHOCHE8 A t?300.
VenJe-se ciouUes bnra cadciras a !350OJr9' owado, assirn como grande sorti-
meato de cantd*s, brjftibatirias, princezas
petw, 'merinos, e oatraa maitas fazendas
proprfo* part Itlto.
CAMBRAIA VICTORIA A 4WIOO, 4SOO,
0000 f 70W.
0 Payao wnde um gramte sortimento de
nfcrtia Victoria e traftsparente com
a 200,
Vende se alpacas de cores a 500/84-0, !
covado, dito de
500 ^nDTi"^ IGllANnE SORTIMENTO DE TAPETES A 4. [ */ v*s cada pec*, pelosbarat'os precos
CORTLJs DE C4SEMIRA A 55. Vende so grande sortimento de tapetes-para | de'*Q0O, *pSO, 5M)0, 6000 e 7COO0
Vende-se cortes de casemira Ue corespara todosos tamanhos a 4, 4JJ5O0, 55J, e 6JJ.a Pe?a. assim como, ditas de salpico bran-
calca a 58, e 6J>, ditos de dita preta para ca fa um. \t&,1*I$dQ0i, 4 pecbiwiba.
calja a 45, 55, 68, e 79. I ,. ICAH'gAS fRAHQEZAS A 2^000 mini
BRIM DE ANGOLA A 29 0 CORTE. GRA^ SORT1MKNT0 DE ROIPA PEITA| Jg& K 3WOO
Vende-se cortes de brim de Angola para NACIONAL. I Pavao vende ura bonito so/timento *d,
calga a 29, dito rnuito fioos a 39. ^jff8 de rlscado Para traba.ho a Wto camfeas. francazas com peito de alg*d5o *
25000 e 25500. Ditas com p. ito de linb(
ABERTUKAS PARA CAMISAS A 200 BEIS e
Vende-se abcrturas para catuisas a 200 rs,!
rs. ditas de1
ditas mais Unas a 400 e 50il
29-
esguiaoa 18, ditas bordad*s a
CHITAS A 240.
Vende-se chitas para vestidos a 250, 280,e
e 320 rs. o covado, tem escuras e Claris.
MADAPOLAO A 35.
VeDde-se pbqas de mad polao enfestado a '
38, ditas de dito inglez a 45500. $8, e 65, i
ditas de dito francez fino a 75, 75-00, 88'!
95000.
pii BARTHOLOMEU & C.
1 kartnaceuticos dacaaa real de S M. if. El Hoi dc For(na
Premiados cm diversas exposifoes com o premio de sua classe.
A saiide 6 um bem inapreciavel, cuja importancia e valor so esta reservado ao enfer-
mo ayalial-o. E inc: ntestavel quo o homem neste mundo e constante:nrrite, e nor todos
os tedos atacado por uma infinidade de agentes morbidos, que to !os ten Jem, dadcs cer-
las e determinadas c.rcumstrancias, a alterar o regular exercicio das funccoes organic^
resulUndodessedesiquilibriooque se denominamole^tia.
A moles-.ia nao e mais do que a desvirluacao das forcas vitaes, occasionada, seun-
iL VI 1stl8a5es e expenencias dos mais abalisadcs mestres da seiencia, p-la deprara-
ao dos humores geraes. consequencia da aecao maligoa des.es mesmos Ss Sorbi.
^sdebrimde Angola de cor. 28 finaTdT ^^^
^ do casemira de coresa 58,00. ^^^^^^^I 2&^E&^ ft
' ; complete sortimento de ponbos e collarinboj: vada .em todas as ideas, e debaixo de todas as suas formal tan varindas fZ,r,H
Cal?as de casem,ra preta a 39500, 55500, tanto de linho como de algodao, por pre?., Cooshtu.eoes robuslas, produziudo mutilacdes eo tando ainda"ti I'r Sa dT'- v:'V
'8 em corita. preciosas. ,wuw *PJa
Palitou de riscado a 19. CftRTINADOS BOROADOS PARA CAMAr | !* <** economia esses principfos deleterios, e ounficar a aut. -ral rlo. hn
Pa etots de alpaca de cores a 25. JANSLLA8, DE 79 AT-E'258U00 0PAR '"^es tem sido desd, tempo immemorial o fim constant
Paletots de a paca preta a 35, 35>00, 45 0 Pavao ^ende
154
Calcas de brim pardo a 15900,29, 28508.' de 39000 a i
Calcas de brim de Angola de cores a 25 finan H
35.
t/
oa medicina, e osdepurativos
55.
0 BARATfiIRO
contra
t
miraigo acernmo
a carestial
NA
Bua Prisiiciro dc Marco n. i
Outrora riia do Crespo, defi on-
to do arco de Saulo An<
\ tonio.
BAPTISTAS, temos grande soniraenlo desta fa
I zenda e vendemua^muito barata, a 360 e 100 rs.
' o covado.
ALCASSTANAS de honitos desenhes e cores II-
; xas, a 400 rs. o covado. So no barateiro, veuham
; apreciar.
METINS trangados, franceze?, fazenda superior
( e de bonitos go.^tos, a 2i0 e 280 rs.! Quern riva-
lisa ?
CHITAS de bons gosioa e de cores flxas, a 240
e 260 rs. Soaqui.
LAZINHAS esioceias.. padioes bonitos, a 180 e
200 rs.
DITAS de linho e las, padroes inteiramente no-
l tos, a 240 rs o covado, fazcnda que oustou sera-
| pre 400 rs. So no barateiro I
CRETONES escoros e claros, faienda superior a
|400, 4i0e'.80rs. o covado.
LECIA
A' raa do Cabu^a n. 1 A.
Os proprietaries da Predilecta, no intuito
de
um grande sortimento dt figuram em primtiro lugarpara preencber esse desiderato.
cortinados bordados, .proprios para cam a ij f }' Pferencia no reino vegeUl que a sciencia aconsdha que devemos procurar m
janpllas, pe o barato prer,o de 7804)0,85000. substancias propnas e depurar ocrganismo, diminando os principles uoviis a saude
I 0^000 at<5 259000, assim cmo : colia, i P* augment) das fecrecoes naturaes ; e que possam ao mesmo tempo neulrelisar a virus
fina de 1090C0 ,^bWco aindaqu ndo e*te virus ja tem feito erupcao no exterior debaixo de suas mS-
ic'e damasco de 15 muito
I 129000 cada uma.
; BRAMANTES A 19800, 25000 E 25500
0 Pav5o vende bramantes para fo*ic,6es,
tendo 10 palmos de largura, sendo 0 dt
conservar 0 born conceito que teem merecido do algodao a 188O0 e 22000 a vara, e de. Iinhc
respcitavel publico, dislinguindo 0 sea esUbeleci- mento dos ruais que negooiam no mesrao genero l c |ieunui
veem scientificar aos seua bons freguezes que pre- zr'
veniramao3seus corresoondentes naydiversaspar- frrflndA riAr-llii rria a /L&fi(\(\
cas d'Europa para lhes enviarem por todoa oapa, 1 1 quetes os objectos de luxo e bom gosto, qae se- f3 5^000
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes'
daquelles pau.es, visto aproximar se 0 tempo de CORTES DE (-ASEM RA.
festa, em que o.bello sexo desta linda Veneza j 0 Pavao recebeu uma grande .porcio de
mais osteuta a rlqueza de suas toillettes ; eco- cortes 4e casimeras de cores
mo ja recebessem pel paquete francez diverio '
jtiplicadas formes. Os grandes e incomparaveis depuraUveis vege
fffi JH? P,reVen,rr -S eSlra0? da s>PUllis' quando por ventura se acba* ella >
tlZ^ ^^ubacao;lstoe,semseter manifestado sob formas externas; beoe-
tl ST: T ^P"***?* stado osindiviluosigDora:n cmpleta-nea-
tese estao contaminados pur esse terrivel inimigo. t-""eu
Felizmtnte para nos o recurso prompto e sem igual para combater
virus tao delete-
para calcas, e
artigos da ulUma moda, veem patentear algona 1 vede Pel barato pr,r;o de 450 .0 e 55000
d'entre elles que se tornam mais recomraendaveis, :fada corte, na rua da Imperatriz q. 60, loja
esperando do respeitavel publico a costumada de Felix Pereira da Silva.
concurrencia.
Aderegos de tartaruga 08 mais lindos que^ teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e d
?elludo, sendo diversos tamanbos e baraios pre-
os
ESMELULD1NA A 800 RS.
0 pavao reeebeu um bonito sortimento
;das rpais. 1. gantes esmeraldinas com listras
,de-re'da, sendo era cores e padroes as mais
Adorecos completes de borracha proprios pp novas que'tem vindo ao mercado DroDrias
Icto.tambem se vendem meios aderecos muito bo- n,P, vli,ic .__A ,\- ,t P,0Prins
nitos Para vtidos, e vende nelo baratissnuo nre-
POPELINAS de seda e linho a 900 e II; apres- V^L
nitos.
Botees de setim preto e de cores para oraato de
estidos de senbora ; tambem tem para eoilete
pelo baratissimo pre
?o n. 60.
no encontramosem abundancia om nosso uberrimo solo, nessa riquezi invnavel de es-
oTzemos 86S' muit0sdos quaes aioda ta0 poucotonhecidos e es-.adados-com pezar
ZF^SSl a PrffereDca| na grande variedade de plant, de depnratiws que pos-
Sprengel, dafa^n.lia das Bigon.ceas; 0 Vlamo o-o'on campeslre, dcS t. IIU; da fa-
a das Luphocbiaceas;-e aSalsaparrilha -Smilax lyphtiittca de Runlte, da famili.
isparaeinees. Ji '
su
de Sprengel
milia
das Asparagi
Extrahiado s6mente destes tres importante vegetaes os principfos ndtcaouito80S
pefos processes mais aperfe.coad s da sciencia moderna, -conseguimos reanil-os em aat
compestoagradave le de fa,.I applicacao, cujas propriedades ara acura da grande seria
dasmolestiassypb.l.t.cas e tolas as que proveem da impureza dosangue, noLso E' barato.
Vende-se um pequeno si-io perto da esta-
;ao do Salgadinho, tendo de frente 150
palmos, e de fundos m.us de quatrocentos,
on uma elegante casa de taipa, acabada de
proxim > e bwi asseiada, tendo isal s, 2
quartos e cozioha f6ra. 0 terreno e" pro-
jrio 0 burn de planta^fies, tendo algumas
irrores de 'ructo, agua de beber e todo cer-
-.ado.
Para vere mais explicates, no mesmo si-
;io a qualquer hora a entender-se com Tris-
a.o Francisco Torres, e para tratar, na tbe-
wuraria dts loterias, rua 1." de .\Iar50
a. (1.
senate a mandar ver.
DITAS de linbo e algodao a 700 e 800 rs. 0
covado.
BRIM par.io trancado a 2C0 e 280 rs. 0 covado.
So no barat iro I
DITO de cores, fazenda muito boa, a 500 rs. a
covado.
CAMBRAIA transparente e Victoria a 3*500 e
"^SOO a peca I Aonde tem ? No barateiro I
BRAMAN'TE de linho de duas larguras,
a vara ; admira f e exacto.
ESGUIAO de linho e algodao de 10 iardas, por
4*000 1 1
DITO de linho puro a^a peca. Ao barateiro,
ao barateiro '
1*200
MADAPOLAO francez fazenda superior a 5* e
6* ; sempre cuslou 8*. 1
BOTIXAS para seohora, muito superiores, a 4* ,0?- ,
e 4*500. Saaqtn. i Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
Bolsas para senhoras, exisle um bello sortimen
de seda, de palha, de chagrim, etc., etc., pur
barato preijo.
Bonecas de todos os tamanhos, lanto de louc*
eomo de cera, de borracha e de massa ; cbama-
mos a attencdo das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criancas um pouco ira-
pprtinente3 por falta de um obieclo que as en-
tretenham.
Camisas de linbo lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulas de linho e de algodac, de diversos pre-
rcs.
Caixinhas com musica, 0 que ba de mais lindo,
com disticos nas tampas e proprios para presen-
te
Coques os mais modernos e de diversos-forma-
segumtes :
Vinho
Verde
aqui
TOALHAS alcochoadas a 4*300 e 3*000 a du-
tia. A ellas, a ellas.
CORTES de creton francer, bordados 5*500
e 6* I !
I Ditos (uso da corte) Je cambraia a 10*. Sem-
pre custou 13*.
I SORTIMENTO de chapeos de sol de seda a 7*,
! 8* e 9*. Veuham antes que se acabem.
DITOS cabo de marfim de superior quaiidade,
a 11*500, para acabar.
DITOS jara senhora, a 3J300 Sempre cus-
i taram C* ; estao se acabando, venham a elles, a
elles I
GRANDE queima para acabar de pamisas fran-
cezas e inglezas, por todo 0 preco a 17*, 18*, 20*,
da ultima moda, tanto para senbora, como pare
meninas.
Oauellas simples e com ve"o para noivas.
Caljas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindoi
I dpsenhos.
Escovas electrieas para denies, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes..
Franjas de Bcda pretas e de cores, existe urn
. 2~ande sortimento de divercas larguras e barato
I preco.
; Fitis de saria. d g-rrgiirao. de setim e de cba-
.ateio"}, de diver4s_ larguras e fconitas cores.
Facbas de-gorgurao muito lindas.
Fi tms arlificiaes.
de
Aiuaranllie,
eapceial.
\ endera Pocas 4 C, a rua estreita do Rosario
n. 9. junto a igreja.
Caalhaode \oniega.
A:aba de che.'ar um pe ueno lote de raixaa
deste desejad" b'.alhao : no caes da alf;n^ega,
*rnn?eni de Tasso Irmaos k <".
Vigor do Cabello
IMD
Dr. Ayer.
Para a renovaclo do ca-
bello, restitu cao de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O Vigor do Cabello e" mna preparacSo ao
mesmo tempo agradavel, sandawl e efficaz para
conserrar o cabello. Por raeio do seu uso o
i-abello ru<;o, grisalho, e enfraqiweido, dentro de
pouco tempo revolve a cor qae Ibe 6 natural e
primitiva, e adquire o brilho e a frescura do
cabello da juventude; o cabello. ralo se torna
deiiso e a calvieie muitas vezes. posto que nio
em todos os casos e neutralizada
Nao ha nada que pode refoimar o cabello
depois dos folliculos estarem destruidos, e aa
glaiides cansadas e idas. mais se ainda restarem
algurns podem ser salvadas e utilizadau pela
applicacao do Vigor. Libre de eraas subetancias
deleterias que tomam nraitas pre paracoes de este
genero tarn noeivas e destructives ao cabello, o
Vigor somente me e beneficisJ. Em ve de
sujar o cabello e 0 faeer pegajoao, o oonaerva
limpo e forte, embellizando o, impediudo a queda
e 0 tornar-se rnco, e por cousequinte previne a
calvieie.
Para uso da toilette nfio ba nada mais a dese-
jar j nao contendo ofeo nem tinrnra, nao po4e
matwbar mesmo o mais alvolen(o de cambraia;
perdura no cabello, lbe da um lustre luxurioso,
e ura perfume muito agradavel.
Para reformar a cor da barba, 6 neceseario
mais tempo de que com o cabello, porem se pode
appreSsar o effeito, envolvendo a barba de noite
cwu um lenco moibado no Vigor.
PREPARADC FOB
Dr. J. C. AYER & OA., Lowell, Mafifc,
Estados TJnidoe,
V Chimieot Practical e Analytic**
VENDK SB PCB
l A Predilecta prima em cen- lonfcj," CT 1 30*. 35*, "40* e 48* a dux a", E1 no 'barateiro que r sempre um bello e grande sortimento des-. ^s oroldos, de cOr, corq fi^unno
tem. a* "o- es, nao so para enfeite des cbello*, cemo ujiuuij.
GRANDE sorlinSenlo de grosdenaple de cores, tarabem para oreato do vestido de noivas. tyfcaSfle rAadap^o com pequeno toque
a 1*, 1*200 e 1,1500 0 covado. So no barateiro I' Galoes de algodao, de la e de seda, brancos.'pre- de avana a 4i5O0
mir certo os e[ de diversas cores. 7 I n;.- j- -i j'* l
l' Gravatas de seda para homem e .enhoraa. Dlt.* t'e algedao-e'nho muito encorpado,
Lacoa de cambraia e de seda de divers** .jcor* cora l8'P-tQ(|uede avaria a 4#500.
para sennora. | Madgpolao" enfestado cum 12 iardas em
Ligas de seda de cores e brancas bordadas,para 'j^erfeito estadq^a 3i000.
Ql'ivros para ouvir missa, ccra capaa de ma4ra-J.IJIJ,*M dt) madapolao com 20 jardas a
pcrola, martini, osco e velludo, tudo qaenba dfr.'W'^O.
bom. Brim,pardo,para roup.a de homem e me-
Pentes de lartaruga e marfim para aloar os ea --'-
'^""u "" "' -,au h;"" u-jscrever tao importantes plantas, faz:r co
suas virtudes; ellas eseusbons elf.itos medicamentosos ja sao bem coubecidos, q
nosso paiz quer na Luropa. onde abalisados botanico; e dislkcUs medic s se teem del-
las occupado, e mesmo estes expenraentadu com optimos resurtados no trat.ur.ento da
rouitos pedecimentos. *
C Pcmaa avpima n nrtinna ucr 2 n.ossoAriobe:dePur^ioo de SaUaparrilha, Carobd p Velame tem um sabor
t/ 1 avaO queima OS at tigQ8 agradavel, a sua acr;ao e suave e b.oigua e camentosas, como aomtece geralmente a todosos curupostos em que enlram subitanc:a3
m.neraes como mercuno, 0 iodureto depotassio, etc., tup uso proloogado 6 stmpra
Coru, de combraia branca, transparente, Br^SSftK ^SCStaS!?110 "^ -*** H
iioo mm e> rbe DeputahvodeSalmparrUha Caroba e Velame pode ser empregado vantajosacoenta
Ditos muito ricos a 23C00 l"8 s^lhs' '"sjpelas, rbeumaUsmo, b6bas, gOta, dores sciaticas," ulceras cbrunicas,
Bordtas ansinhas oaraTvestidos com lis -gODOrrhfe8Sv chrc-n'cas, molesttas da pelle, etc., e em geral em todas as molest.as ,A
tras de seda^covado a 800 rs lW ^^ VF 3 +**&* do ^stem sa""uiueo i P Que **2 cor,:ta,,tes
Ditas ditas SnsMrintef e de moil, fan BBKSS1811^ ^ f*!"**.***''** os casos gra2si s para miuorar
taaw 500 640 e 800 w I soffnmentos e prolongs a ex.stenca, e nos menos graves a cura e a consequencia do
Cintos deVetini^-escores a 5,000|SeU ^^^T^J^E^
'Punhos com golrinbas de esguiao a 500 rs.
Stdinhas de cores, sftido de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 1^000.
Ditas de dita ditas sem mofo a 13N500 a
2J)000.
Diversas lansinhas para vestidos, de"240
ate1 500 rs.
Colchas de fustao brancas para cam a a
25?500.
Dita>de dito de c ambraias branpas, abertas, para vesti-
dos, corte a.8#000.
Cortes de cambraia branca com bonitos
a
Quern ousa dizer que nao e barato?
ninguem.
CHALES de casemira com listras. 0 mais mo-
derno que ha a 3*500 e 4*, fazenda que custa
era qualquer parto 6/. Venham a elles antes
que se acabem II Ao l om torn I
Alem destes, outros muitos irtigos que deixa-
mos de es;eciflcar. para nao massar nossos fre
guezes, mas estarao patentes a vista d s compra-
dores. Avista do expost llcaraos convictos de
que virao fazer acquisicao de boas fazendas por
pouco preco.
Ao barateiro I I
Na ma do Crespon. 1.
Augostinho Ferreira da Silva LealC.
Assim, pois, nutrimos a conviccao Je que 0 uso do nosso novo preparado justiliqas
caoalmente as nossas asseverates, porque sendo raedicamenlo puramente de principles
vegetaes, nossas experiences ate hoje tem conflrmado sua utilidade.
DEPOSITO CEK.iL
34.Rua Larga do Rosario.34
PKRNAMBUCO.
Cura des eslreitamento d'urctra
pela facil applicagao das
SONDAS OLIVAES
DE
GOMMA ELASTICA
As mais modernas e aperfei^oarjas de todas
as conbecidas
V^ndem-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholoineu & C.
34 Rua larga do Rosario 34
Especialidade
Vinlio |tarticiilur, puro e ge-^'
niaino.
Acaba de chegar ao mercado alguns barris dt
vinho do Alto Donro, especial e unicamente pre
parado do extracto da nva e isento de qualquer
confeecao, sendo muito mais brando que o da Fi
gueira, o qoe o torna recommeodave) pelo muito
ojie agrada ao paladar e preferlvel a lodos os ou-
tros vinhos de pasto.
Achasc a venda nos armazens de Joao Jose Ho
driiroes Mendes, Sonza Bato & C. e Fernando* da
Cosla bellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, mariim, osso e dourados por baralo,preco.
Perfuniarias. Neste artigo esta a Predilecta ben
provida, nao s6 em extraetos, como em oleos
banhas dos melhores odores, dos mats afamados-
fabricantes, Lonbin, Piver, Soeiedade Hygienlca,
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commode
preco.
Sapatichos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Reeebeu a Predilecta um bonito aorti-
memo de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado e me ha>4e melhor
gosto e os mais moderno i receheu anPredileet*
de or ar. to prejo, para Bear ao alcance
qualquer boka.
Rua do Cabuga a. 1
com 10 palmos de
Lazinhas
a 200 rs, o covado..
86 na rua do Qusimadoa. 43, junto a/loja
da Magnolia.
Cbeguem, venham a ellas I 1...
Lazinhas de quadrinhos a moda escoceza pa-
droes muito chiquea, propria para vetiaos de se-
nboras e meninas. pelo diminuto prej6 de 200 rs.
o covado.
S6 o 43, loja de Guerra & Fernandas.
Dito- nmps, qovatlq tf 400 bs.
Cobertas de chita para cama a 20500 e
3,5000. f
Bramanto de linho
lagura, yara a 2^jJC0.
AtoaJhado com 8 palmos de largura, vara
a 1,5500.
Espariilhos braqcos e de cores a i8 e
5^000,
Cortes de casjmira a 4^e 50000.
I
>
Vende-se a padirfa da raa do'Bai9ade S. Bor-
is, antiga 4p dtbo, n. iS, ran ito afreguaiada :
para v e tratar, com eu dooo, pamesma a o
motivo da venda nio desagradara ao comprador
que visitarem este grande estabelecimeu..;
que i acha aberto desde as 6 boras da ma-
obi ate* as 9 horas da noute i
Rua do Barao da Victoria n,
22.
bazar warn
Rua do BiirSo da Victoria a.
OB
Canieiro Vianna.
VKBfrSE
Maajaasypa .villa dadBarreiroa, oaiua do Com-
mww ipft^co: atratarj^m Ta**c
Yeodfi e na rua do,Commercio n. 4, cerveja
Nernega, majea I
Bitter Augusmra.
fio^ da Jamaica.
Attencao
Veade--e um grande eitio com bastantes terras^
para planUcoes ecasa e moradia, oa eslrada
Real de S. Miguel a Jabeatao : a traiar na rua do
Livramento n. 5, loja de calcado, que dara todas as
espIicafSes.
VENDE-SE
no egtado em que se acba o sitio no lugar do Re-
raedio, fregoeziados Afogados n. 18, cbio proprio,
com 349 palmos de frente e 608 de fondo : os
pretendentes dirijam se ao seu proprietary, a rua
de S. Francisco c"esta cidade, sobrado n. 10.
m
<*
Vende-s a arinacao de luuro, com caixilhos
e envernisada, em bom estado, da loja da ruaDrrei-' s
ta n. 80, por preco muito cemmedo : a tratar nas
Cinco-Ponias n. 31.
Xranca6 da cabeaos Juunaaoi, naluraes, nao
"ue teoham um metro de comprimento, sao
itnente comptvh!, pelo pre'^o de H#W0
VENDE-SE
s6 na rua do-Marquer :4e Otin* a. 4* andar,
casa.de Gasiave, cabelreireiro.
131000
s/aoo
3*600
4*000
I Coque cnejW naiaraLda^O^ ?# i.
| urn Mr de: crespo wuraL, pojmnpdos a
Um tnpet frliauo nor
Uma.dorfa'ftfgraApos fmtios par
Coqaas, rooderniimb, de40Xipar
(Diademas, modenlmo, de caftaUo|1,pof
da,Cresntea4e cabeUo, de 3Qj,"^| a
rzJil loa doMjrqaez de Olinfla n 51, 1 andar,
o grande e bem acreditado armazem
tintas e drogaria, da ruadolmperador *..
22,garantiodo-se as chafes ao comprador t j^6"* 1e ?*?*"!, cri>e!'?,ir a traUr no mesmo flatabeleamento. .) f^j* j9(fJJ^0.Cv
Sedinhas a 1^500 o coWdo. [^^^St^^^^J^S^ t
Venham antes qne te aeabem : na loja do Passo tajpa Teita a m
rua !. de MarQo n. 7 A. JRbla Pernarn
'a rua
panhia Pernarabucana n S6.
com uma pequena casa de
: a tratar no caes da Com-
A' este grande estabelecimeuto. tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultimamentena Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anuo, e tendo um
perfeito artista para eosinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pertencas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer per^a que aeja necessario. Estas ma-
chinas trabalbam com toda a perfeicao de
um e dous pospontos, franae e borda toda
qualquer costura por bua que aeja, sens
precos sao da seguinte quaiidade : para tra-
balhar a mao de 309000, 409000, 459000
e 509000, para trabalhar com 0 pe sao de
809000, 909000, 100JT000, 1109000,
1209000, 1309000, 1509000,2009000 e-
3609000, emquanto aos autores nio ha al-
teracfio de precos, e os compradores.poderao
visitar este estabelecimento, que muito de-
verao gostar pela variedade de ohjectos que
ba.sempre para vender, como sejam: cadei-
ras para viagem, malas oara viagem, cadei-
raa para salas, ditas de balauoo, ditas para
crianga (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensayeis
para criangas, de todas as qualidades, camas
de fewo .para homem e criauc&s, capachos,
^siooQ ^P'^08 dooradosj^aa aala, grandw epe-
iofooO' queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de,
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito deremagradar a todos
Magnolia
Na loja da Magnolia, a rua Duque de Casias a.
45, encontrara sempre o respeilavel publico mn
completo sortimento de perfuniarias finas, object*
de phantasia, luvas de Jouvin, artigos de moda e
miudezas finas, assim como modicidale nos pre-
cos, agrado e sinceridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 4.). aca-
ba de reccber os verdadeiros anneis e voltas oles-
tricas, proprios para os nervosos.
Meios adereqos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um completo sortimento de
Meios aderecos de tartaruga.
Meios aderecos de m: "eperola.
jordados, (ultima mo4
les.
!e ago
ue Ue Caxias n. 46, tem
uo|oes de aco, proprios
e punhos
Meios aderecos de
e de muitas outras qu; i
Botor s
A Magnolia, a rua
para vender os mode.' i
para vestidos.
Golinhas
das mais modernas que ha no"mercado ; a ellas :
na Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
Lengos chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena quantidade de Jencos de seda
chinezes, com lindissimos desenhos, fazenda intei-
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de tarlarug*
mariim, de osso, e de muitas outras qualidafles
recebeu a Magnolia, a rua Dnque de Caxias ntr-
mero 45.
Attengao.
Ur.
A loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias a.
15, acaba de receher os sepuintes artigos :
Manual de madreperola, 'tartaruga e marfim.
Ricos albuns com capa dt madreperola, cca-
grcn, madeira, velludo, couro, etc:
Lindas caixas com finissnnas perfumarias.
Ligas de seda. brancas e Ca cores.
Voltas de madreperola.
Pu'seiras de madreperola.
Ricas caixas para costura.
Vestuartos para baptisadu.
Toucas e sapatinhos de aelhn.
Modernos chapeos de sol de seda para senboras.
Lindos port-bouquets.
Gravaliuoas de velludo, etc, etc.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45. ra-
cebeu um Undo sortimento de cdres, aproprUdos aos vc.iidos chiques oa ac-
tualidade.
VEND'il-'E
am terreno no Arraial, c :;. '!' pahnos de (Tea
e 140 de fundo, com uma u icimba : no ca
da Companhia Pernamiju.d: u. 26.
I
H '^'-%

--


.


\ ,
i


8
^iario de Pernambuoo Sexta feira 10 de Julho de 1874.


&^

^ASSEMBLE* GEBAL
CAMtRl DOS SRS. DEPUTADOS.
REFORMA ELEITORAL.
(Continuagio.)
cujo testemunho eu sinto nio poder invo-
car, nao so porque est ou corto qua a sua
memoria havia da conlrmar tolos esses
corracnoros, como sobretudo, porqua o
paiz gozaria ain l.i a f Jrtuna do pjssuir
aquelle gran le homem da estado, o Sr.
visconde da Itaborahy -teve a bonlale do
fazer algumas oiisi-loragoas, teudents a
convencer-me que as opinions ,"d > escriptor
nao deviam obrigir o ^ninistro, senlo nc-
cessarias coucessdjs mutuas, atim da que o
gabinete nudesso realisar algumas refor-
mas.
Rospondi a V. Exc. que nao contestando
o peso das suas consideragoes, ent-.-n lia que
a primoira uecssidade do paiz era a cobc-
rencia dos homens chimalos ao governo ;
pois cumpria, sobretudo, rostaurar a fe na-
ciontl, quo ia desaraparando os homens
politicos ; que, por consequencia, eu pe.-
sistia no proposito de relirar-ma do gahi-
nete.
Foi nosta occasiao qua o nobre visconde
de Muiitiba declarou que ta.nbera -nutria
duvidas aeerea da coustitucioiialidide da
eleigao directa.
A' vista desta declaragau, o Sr visconde
de Itab. r ilo que nao era pissivel tratar-se da eleicSo
directa, quando essa idea importava a des-
organisagao do gabinete aas vesperas dd
sbertura da sessao, e ccn essa opiniio
CODCOrJou o nobro deputado, entao rainis-
tro do imperio.
Estou bem convencido que f\ao pesou no
animo ila maioria do gabinttte a difQeulda-
de da minha substituigao; pesou, porem, a
opiniao da um raembro tio proeminente,
como era naquelle ministerio o Sr. visconde
de Muritiba.
Ficou, p>is, assentadoque nin se trataria
da reforma eleitoral. Posteriormente lem-
bro-me de ter o uobre rninistro do imperio
manifestsdo o desajo de apresantar, coma
ideasua individual, o sou projecto. 0 que
so passou com os outros. nao sei, Eu nao
pona a manor difficul lade. Desie que se
nao comprometia a responsabilidade collec-
tiva do gabinete, entendia, e entenJi sempre*]
que nao cunvinba p6r estorvos a indepen-
ciencia do rninistro, quo era necessario que
die tivess*. livre acgio para poder prestar
ao paiz-os services a que o habilitasse a sua
ceu a necessidade dessa excepgio em oertos
e determinados casos.
Ora, senhores, aqui nio se tratava rigo-
rosamente de u.na questao franca. 0 no-
bre rninistro do imperio nao ia submetter o
ignora as raiserias, os escandalos revoltan-
tesjquo se davam, e ainda dio-so, nas olei-
g6es ; nao ignore que alii, antes da raforma
de 1832, nem eleigio bavia; 84 indivi-
duos nomeavam 157 merobros di caraara
sou projecto i discussao ; a prova 6 que, dos communs Fox em uma eleigio de
ainda depois da minha sahida do gabiuete, i Westminster, gastou 180 oootos de rek, o
duraate os quatro mezesda sessao de 1871, que quer dizer, que s) Fox masse DO Bra-
nem se quer esse projecto e jtrou era discus- sil, nunca iria ao parlanoento, embora sob e
sio. S. Exc., depois que o apresemou, regimea da eleic&a directa.
foi rninistro mais de anno e mdo. Parece incrivel, e nao se devia repetir, se
0 Sr. Paulino de .Souza :Nao, so- nao fossa attestado por um escriptor distincto
nhor, muito menos. 'de muito criterio, Fisher; em uma eleicSo
0 Sr. Jose de Alencar :0 projecto de Northampton, o conde Spencer gastou
tem a data de 22 de junho e V. Exc. sahio 70 mil libras -700 contos.
era setarabro do outro anno. Ouem nao conbece as sceoas vergonho-
O Sr. Paulino de Souza :Sabi tres sas do canvass, onde um caudidato estd su-
mezas depois. je'to a Ievr na cara com ovos pddres, fruc-
0 Sit. Jose de Alencar :O projecto, e tas, ate pedras; a affronter todas as inju-
de*1869. (riaspara ganhar a oleigfto e triurapbar de
O Sr. Paulino de Solv.a :Mo, senbor, seu contender ?
e da 1870. | Sio estas as bellezas da eleicSo directa,
O Sr. Jost de Alencar :Entao perdi que vamos buscar a Inglaterra?
o meu latim. Diz o illustre escriptor May : Ainda bo-
Estas explicacdes se tornam desnecessa- ja uma el icao disputada, que nio dura se
nas, desJe que o projacto foi apresentado nao 2 V boras, e uma vergoaha para um
depois de miuba retirada do gabinete. jpovo ciyfli ado.
Sr. president*, tem se exagerado conside-; Taes e tao revoltaotes eram os escanda-
ravelmente a popularidade desta idea da los da* eleicdas em Inglaterra, que, por
eleii-.io directa. Nao acradito nessa popula- muito tempo, alii predominou a maxima de
Paley, a qual tornou se axioma politico :
iatelligencia.
Desta liberdade usei eu mu'tas vczes ;
usoi-a no meu relatorio, us^i nos meus pro-
rectos, e usaria della em mais lsrga escala, se
nio encontrasse da parte do meus collegas
um zelo exedssivo pelos negocios que cor-
riam pelo ministerio da justi^a, qoaodo eu
ks-o primeiro a dar o exernplo da maior
abstenrao nos negocios das outras pastas.
Eis, senhores, o que se passou. A apre-
sentacao do proj'ncto pelo rninistro do iinpe-
r.o, desde que nao tinha a aiihesao plena do
gabinete; nio era uma proposta de gabi-
icte.
Em Inglaterra sao 1'requentes as questoes
francos ou aberfas, cbanadas open ques-
tions.
O orojecto de reforma eleitoral tem sido
iii i.'ii:i'.as vezes no parlameiito inglez uma
qunsuo absrta. A camara nao ignora que
aas fliiosto-s frapcas, faz-se uma excepgao
a soudariedade ministerial, e os miuistros
Km o direito de conbator os projectos de
seus collegas.
Muitos publicistas inglezes nao deixim de
notar que a multiplicidado e frequencia
das questoes francas pode romper a solida-
riedade ministerial, porque do choque en-
tre os memhros do mesmo gabinete costu-
iuam re.-ultar pequenos resentimentos, of-
fensas de amor-proprio. Mas tarabem ne^UoT
nham publicista, comprebendendo a grande
dilliculdade de reunir em um gabinete um
ccrto nuraoro de bomens com as mesinas
ideas, com as mesmas aspiracoes, des:onhe-
FOLHETIM
mX&VL 20 SIABIQ SE RLVIUBRfl
ridade.
Ha popularidade e populacidade. Popu-
laridade e" o seritimento real oo oenthusias-
fno que uma idea ou ucn homem inspira ao
paiz.
A populacidade, e a voga que as cousas as
mais futeis, nAo deixim do grangear muitas
vezes do embabiment) publico.
A popularidade 6 uma forca nacional,
que produz muito bem e muito mat, que
faz revolucoas : a populacidade e" um pruri-
do ephjmero, qua sem cans? alguma e de
repents vai-se como vem.
A popularidade e a opiniao do paiz; a
populacidade e apenas uma curiosidade pu-
blica.
A eleieao di-ecta tem por si a populaci-
dade e nao a popularidade.
Conbeco muitagente, naonesta casa, mas
fera, que falla sobre o assurapto como 9obre
o telegrapbo electrico, e que traz na bocca
eleifio directs como traz no pescoco collari-
nhos a Pinaud e na cabe^a cbapeos a Bis-
raark. A eleicao directa e reraedio para
tudo.
O candidato que nao foi eleito, eleicao di-
recta ; o empregado demittido, eleicao di-
recta ; o pretendento maflogrado, eleicwo
directa ; o individuo que nao obteve uma-
empreza ou um raonopolio, eleicao diree-
ta.
Ao operario persuadem que, pela eleicao
directa, e s6 por ella, sem babilitacoes e
sem esfonjos, elle chegard is mais altas po-
sigOes do estado ; quando e certo que, nas-
condi^oes actuaes, e pela e'eicao indirect*,
o individo de bumilde nascimento que for
um homem de talento e vontade, p6de che-
gar no nosso paiz, e ha muitos exemplos
disto, ao fastigio da sociedade.
Alguns, sinceramente fazem como o me-
dico que, e'gotado o seu receituario, quan-
do o iloente geme, manda-lhe que made
de travesseiro.
A eleicao directa e o travesseiro dispani-
vel.
Temos experimentado os circulos, os tri-
angulos, diversas f6rmas de raanipulaoao,
fain a elei^So directa ; e o travesseiro para
o enfermo que nao tem repouso.
Senhores, a eleicao directa e uma gralha
com pennas de pavao, reveste-se de todos
os beneficios, de todo o brilho e grandeza
dos paizes onde ella accidentalmente predo-
minou.
Diz-se que a eleicao directa fez a grande-
za, da Inglaterra, que fundou na EVanca as
instituic,Ges livres, que ua Belgica eimentou
tfgoverno parlamentar. Nada ha mais fal-
Ve-se de f6ra o esplendor, mas nao se
investiga a causa. Nao foi a eleicao direc-
ta que engrandeceu a Inglaterra. Quern
conbece a historia politica desso paiz, nao
A qu-istao nio e de quern elege, mas dos
eleitos.
Enlretanto, senbores, eleito no m io de
tamanbos abusos etorpezas, aquelle parla-
mento, quando se reunia, compenetrava-se
da dignidade da iracao ingleza ; em seu seio
brilhavaraos maiores talentos e mais emi-
nentes bomens da estado da logJaterra. Jus
tamente pelos defaitos e desigualdade, pelas-
anomalias do systema eleitoral, todas as
classes, todas as opinioes estavam alii repre-
sentadas; alii a propriedade, o commercio,
a in lustria e tolos os ou'ros intavasses so-
ciaes tiobam orgaos legitimos e eloquen-
tes.
fra de tal ordem a excentricidadeeinco-
berencia dessa regimen eleitoral, que cida-
des populosissimasr como Manchester,. Bir-
mingham, St6kport, centre* de riqueza* in-
dustrial, nio elegiam' um representsnte-; ao
passo qioe em outro pontoy li nu horgoj
insignificante, dava-se este facto, que prooV
cou o riso e depois a indigoagao da In-
glaterra, quando foi revel ado oo parlamen-
to.
Q unic- eleitor que restnva do burgo
compareceu no dia daeleicioy e; na presen-
ce: do scherif, a quern competia assist! r ao
acto, abrio- o> escrutinio> fez ebamada, pea
a sua cedula ni uraa toIou era si, e decla-
rou-se eteito merabro-da caroira dos com-
mons ; istOk quando- popula^des atultadaej
de cidadfes importaotes nio tinham uma
parcella de voto.
No meiodestas anomalias^ gracasao bonk
senso pratico do povoinglez e a jpsta pon-
deracio das forijas sociaes, a Ifaglaterra pro-
seguia em sua marcha.
Um des- maiores- escandalos desse regimea-
eleitoral, os charoados burgos- pddres ( rot-
ten borougjis), qpe se vendiam era leilio-
a quern mais dava, foram, na phrase de ura
escriptor, o ber^o dos maiores vultos do
parlamento ingle*, eomn PHt, Fox, Burke,
Sheridan, Canning e outros.
Sem elles, se nao todo*, alguns destes es-
tadistas- eminentes, talvez nio conseguissera
um assento no parlamento, e nunca sahis-
sem de obscuridade ; enlretanto que a elles,
a seus-dotes pessoaes e ao espirito do po^o
inglea. que os elevou, deveu a Inglaterra-
relevantes scrvi^os.
Eis o que foi e o que 6 aiada hoje, em
parte, a eleicao directa na Inglaterra : este
exeinplo nao p6de servir, de certo, para
impor-se a nosso paiz a apregoada refor-
ma.
Onde ides buscar oovos argumentos- em
prol da eteigio directa? Na FranQa?; A
Franca adoptou, e verdado, a eleigio direc-
fta em 1830, mas adoptou-apor uma revola-
5io.
A eleicio directa tem dous periodos nes-
se paiz.
O primeiro, de 1830 a 1818, eleicio cen-
sitaria : o resultado foi dezoito annoe do
governo pessoal da Luiz Felippe.
E' esta ligio que vamos padir i Franca?
O segundo perioJo e o da eleicao directa
com suffragio universal: durou cerca de
vinte a cinco annos: dau uma republics
ephemera e o govirno pes leio III. E' istO o que vamos buscar 6.
Frangi?
A Belgica, nao ha duvida, senhores, que
a Belgica aprasanta o exemplo de um paiz,
ondo o systems rapresentaiivo funcciona re-
gularmente sob o regimen da eleicfo directa
com que se organisou.
A este f icto se p6de oppor o dos Estados
Uuidos, onde tambem Lnccioni um dos
governos mais livres do mundo so') um
regimen onde pradomina a eleicao iadi-
recta.
A Balgica, senhores, nio deve i eleigao
directa o ter fuu Ja io o governo representa-
tive, devo-o ao rei cujo uoma ha pouco pro-
ouncici, Leopoldo I, qua foi qualificado,
como ja disse, por uma autoridade com-
petanta, omo o primeiro estadista de seu
tempo.
Quanlo Loop d Jo I aceitou a corda da
Belgica, nio aceitou um tbrono, e sim uma
cad -ira de m est re, e, preceptor do systems
reprosentativo, quiz ser, para usar da phra-
se dc Homero, um conductor dos povos.
Foi elle quem, por sua prudencia o uma
salutar imparcialidade, fundou o syjrtema
representativo na Belgiea ; e, quando desap-
pareceu do mundo, senhores, tinha educa-
dcr uma geracao de estadistas, que eonti-
nuaram a sua o-bra.
Eis o quo fez a felicidade da Belgiea, e
nio e eleicio directa.
E quem nao sabe tambem1 q,ue a eleicio
directa alii and* viciada pela fraode e ve-
nelidado 7 lia tempos que se denunciou
no- parlamento bdg* a creaijao- artificial de
50V votsntes, que, babilmente oVistribuidos,
defcidiriam da eleiQiode todo opaiz. Eram,-
na nosa ph*aseologia eleitoral, 500 phos-
phoros, feitos de uma maneira muito sim-
ples & pagou-se- o imposto de indiyiduos.
que o-nio podium pagar. O rninistro da
fazeivda Huartr interpellado aoerca dessa
fraude, declarou" que ofiesouro n#o podia
recusar uma contribui5iopaga espontanea-
mente
Cita-se ainda o-exemplode Portugal. Por-
tugal, senhores, nio ha davida que-admit.
tio o systems da eleicio directa ; pnrem a-
cerca desse paiz absteaho-me de faltar, pelo
acatameoto que os tilbos devem aos pais.
N6s somes- descendentes daqpella ra^a he-
roics quo entrou no declinio-: devemos res-
peitar a sua decadencia.
Nio quero deixar de tocar em um- ponto
capital desta reforma, aquelle que; para
mim, tem a mais alia impoftancia, e que
deve mereeer ao partido eonservador, ao
partido dfes tradicdes nacionaes, ao partido
da constkui$io, uma itteocjto espjcial^-e o
.dainconstiiucional-idade da eleicao directa.
O illustre deputado pela provincia do Rio
de Janeiro, em algumas poucas pd-avras
quo proforio nesta casa na sessio passada,
renovou um argumento, que 6 ernpregado-
sempre que se trata da questio da eoosli-
tucionaUdade di eleicao directa.
Dissa S> Exc. queo direito do voto nao e
um.direito politico; e nao sendo um.direi-
to politico, nio entra na classe daqueJlas
disposieoes consthucionaes que nAo-po.Jem
ser reformadas pela legislature ordiaaria.
O S. Paulino de Souza : Na plira-
seologia da constituieao.
O- Sa. Jose de Alencar : Bem. A cons-
UtuiQio nio considera o voto diraito politi-
co, e, portanto, a ella cao se refere no art.
178.
S. Exc. deduzio este-argumento do art.
179y onde nao se encontra uma s6 disposi-
gio rdativa ao-direito do voto. Mas, peijo
licenca ao illustre deputado, e Aquelles que
pvofessam a sua opiuiao, para observar que
no art. 179 nao se tratou dedefinir os di-
reitos politicos do ci Jadio brasileiro ; nao
ha abi uma declaracjio do direitos, co no
se encontra ora algumas uonstituicoes, so-
bretudo naquellas qua seguiram de perlo a
constituicio franceza de 1791.
O art. 179 da nossa constituicio trata das
garantias dos direitos civis e dos direitos
politicos do cidadio brasileiro ; mas a ga-
rantia e o direito sio cousas muito diversas.
A constitu'gio polia cousidtrar, e consi-
ders, o voto como direito politico, som
entender necessario no art. 179 notar espa
cialmante este direito, para o qual havia
dado normas auteriormenta no capitulo
competente, das elelgoes.
Comprehende-se que a constiluicSo ga-
rantissa com raaisaigum dasenvolvimento o
direito de proprielade, a liberdade da ira-
pransa e outras a que nio bavia consagrado
um periorJo especial; mas o direito de voto,
ja definido e garantido, nio tinha necessi-
dade de nova e especial garantia no art.
179.
Enlretanto S. Exc, com a perspicscia de
que e dotado, nio descobrio nosso mesmo
artigo as garantias do direito de voto ? El-
las abi estao : no 13 se dispoa que a lei
e igual para to los. No 16 se diz que nio
havera privilegios que nio forem inheron-
tes ao cargo. E como concilia S. Exc.
Uma lei censitaria com esse dogma da
igualdade con ignado nos 13 e 16 ?
Seri, porventura, igual a lei que exclue de
votar as classes in ligenter??
Nio e ura privilegio em favor das^ ricos;
dos advogados, dos medicDS, excluirrlo os
pobres, os artista3, os operarios, conf!>rm9
n censo estabdecido no projecto do nobre
deputad >. Por conseguiule,- no art. 179
esta1 garantido, incontestavelmente, o dird-
to (to votar ; garantido pelc dogma da
igualdade. quer e a base da nossa organisa-
Senhores, ha does escolas a rjespeito do-
suffragio-; uma e a escola franceza, que foi
inaugurada pela grande revoluc^o de que
datam as- liber lades- mideroas. A escola
franceza eatende que o- voto e urn- direito
natural e absoluto : Id esti defiuitlo como
tal na declnraijao dos-rfirei/os do homem,
feita em 1791,
Ha tambem a escola sexonia, na- qual o
voto perde o caracter dadireiio, e e-consi-
deraio como-urn cargo publico ; e um de
ver impreschidivel, dizsai os sectarios dessa
esola, que tem o cidadio designado por
lei de concorrer para o governo do paiz.
Nio me carjarei em deraonstrar o absur-
do dessa escola, absurdo- que lord'Johu
Russell com seu tino politico pretendeu at-
tonuar, chamando ao direito de votapum
direito artificial.
Pergantarei a estes que definem o-voto
como cargo publico quem lhes deu opoder
de deferir este cargo f Sem duvida q;U3 a
nagio, Mas onde esti a nacio, que elles
excluem e que nao os recenheceu por le-
gisladores ? V-i-se que ha aqui ura peti-
5o de principios : considerar o voto um
cargo publico, eerear a lyrannia dist'arca-
da, e -aJmittir o direito divino, e prevalecer-
se da posse do poder, e, portanto, da forga
para- rmpor ao povo sua vontade e ssu ca-
pricho.
A qual das duas escolas- pertenccra osde-
fensores do censo ? como considaram o
vote? Se para elles o voto e um direito
politico, nio pedem contestar que e- roate-
ria constitucional ; so nao e um direito po-
litico, mas um cargo, laasia o 14 do art.
179, que admitte todoc-ddadao bresileiro
com. plena igualdade as.funccoes publicas,
sem outra distinccao quenaoseja a dosta-
leatas e virtudos.
Por conseguinte, ou,seja cargo publico,
ou. direito, como quer que se defhia o suf-
fragio, aquelles que pretendem impor o
enso a este paiz tem da subordinar-so,
necessariamente, ao grande prmcipio de
igualdjde que servio-de base a nossa cons-
tituicio, o que eu adrairo ver hoje corabati-
do pelo partido liberal, o qual devia ser o
sou primeiro susbsotaculo.
I
a it
L

POR
Jo3o Canila-lo
'Continuacao do n. 1530
VII '
DO PALACIO K .U.IA-IXRTADA.
Entre muitas outras pesso?s que estiv^ra"',,
defrdute da casa do sr. Victor da ^ruz>
como sooacontecer sempre, uraa mulher,
joven ainda, vestida de bTi>-lU.Q e preto,
tambem fez parte, embora \evada por diffe-
reute senlimonto, d'o"jie cortejo de seres
:uriosos, que se upiuna onde quer que
note o mais futil movimento.
Quando lo'.jrigou Tneodorico descer com
Eduardo e seguir coin esto pela direcQio
da rua do..., fugio d'alli, de raodo quo
parecia haver escapado das mios de um
nimigo. Vejamos quem ella era.
O irmio de Raphael, depois de deixar
Eduardo Mario, caminhou sozinho por uma
larga, passou por outra em continuagio,
a ,vi..-nu uma polite, de cabeca baixasem-
u.; silencio d'aquells bora, alheio a tudo
quonRo fosse o ar.rirgor de. seu espirito ;
.' venoendo por fim o caminho do destino
qu eviva,. parou a.porta deuma pobre
i, e bateu. bateu uma, duas, tres
\. ainguem. O infortaoio como que
lb bavia assegurado que, n'essa noite,
h ; teria entrada em seu palacio do tre-
rbeodorico era um proscripto da feli-
c A sombre do proprio desespero
i quo the uffarecia o punhal do sai-
i id j
Depois qua permaneceu ainda por al-
guns instantes em pe, i espera, quando nada,
tio nv o sol viesse abrir aquella porta t'i
raulVi. anim-JU se a bater pela quarts, quin-
, i',..- .i vez ; e nada I
\ i.-.: arreraesso de raiya encostou a ca-
-. soMe o lug>r da f/chadura, c devis-
gaOdo parte da sala, reconheceu que nao
havia chave alii ; nio obstante, exclamou
com voz alta, porem surda-:
Martha, Martha I...
No mcio da casa havia uma mesa com
can lit-i.o acceso, e perto d'ella um pobre
berco com uma crian^a dormindo.
Martha, Martha I...
- Tiieodorico I exclamou a voz de
algucm. Era a mulher que ha pouco vi-
mos. Dobrando a esqutna da rua, chegou
a tempo de ouvir o appello de Theodorico,
p. pondo a mao sobre o hombro d'elle, pro-
ferio o seu noine, era signal de resposta.
Ah I Martha. Cuidei que a morte
havia-te roubado a vida a essa hora. Que
fazias tu, deixando sozinha a nossa filha ?
Martha nio faliou ; abrio a porta e en-
trou. Theodorico seguic-a.
A pobre mulher, em cujo rosto, ballo
ainda, sa divisava tragos. de um soffrer pro-
fundu, dirigio-se ao bercn da crianga ; olhou
para ella com ^Se olhar onde se reverbera
a diordos ^randes lances, e pondo um lan-
go so^re*os olhos, sentou-se banhada em
'.jgrimas.
Martha p^rguntou-lhe Theodorico,
abragando-a e descobrindo em tudo aquillo
um sogredo que die nao queria decifrar
Que tens tu ?
Que tenho eu, Theodorico ? Ah I
Para que mo perguntas mais o que tenho,
tu, alma sem amor ?
E redobrou em solugos.
Sim, Martha. Ji vejo que tu te que-
res queixar por eu nao ter apparecido aqui
ha cinco dias. Porem d-?sculpa-me, des-
culpa me, querida Martha.
_ NSo profeno Martha, arrebatada
pelo- proprio soffrimento. Ji vai sendo
quasi mconcedivel o teu perdao, Theodorico.
Tu, desde o momento em que me surpren-
deste o coragao, tens-me acabrunhado a
existencia, como sa eu me tivesse reservado
para tua eterna victims.
Martha I Martha Que prazer achas
tu em me pungir mais a alma, devorada
por grandes sotlrimentos I
Pergunta isso i tua consciencit e a
teu remors;, Theodorico. Pergnnta ao
desamor c >m qua abandenaste esta pobre
casa, sem ao menos te lembrares d'aquella
infeliz criancinha, innocente da terrivel in-
graidio de seu pai. Pergunta, emfim, a
tudo que fizeste em cinco dias, e especial-
mente nas horas que acabaste de passar,
rindo e folgando ; em quanto eu transia de
fome, conservando sem mancha o veo de
minha vergonba.
Nio, nio, Martha I profeno elle,
rerrando os pulsos d'ella em um amplexo
de aug stiaQuem ta disse a ti que eu ri e
fui feliz, oh 1 Martha, devera de soffrer
por toda a vida a cruz de fe-ro que me
onprime.
Sai disse Martha crtm um sorriso
amargo.A gran \a cruz do amor quo ora
tu conq list is, e na qud eu me verei cruci-
ficada. jWV
Thoodorico.tdWirou. Levanio a mio ao
peito como para urraSRur u ui lauium ^. -
dente, que estivesse a requeimar the o ul-
timo d'alma, levantou a fronte] como o
leio a juba, e erguendp a cabega do Mar-
tha, perguntou-lhe :
Mulher 1 Mulher I Que demonio de
inferno roduzio-te a conspirar hoje contra
mim 1 Que hora maldita foi aquella em
que nos encontramos na vida !
Theodorico cruel I Ainda hontem raodu-
lavas mil canticos de amor ao p4 da pobre
Martha, e hoje, maldizendo assim o teu
passado, levas a dor ea morte ao sei) d'ella,
como outr'ora levavas i sua rubra bocca
beijos de teus labios. Ainda hontem lhe
dizias que o teu amor era um rugido suave
e constante de tua alma de mancebo, e hoje
lhe proferes palavras que lhe arrancam fi-
bre por fibre ao terno coragSo 1
Martha nio faliou ; nio faliou absoluta-
mente : fez o que sempre a mulher faz,
quando bem quer exprimir a elevagio de
seus sentimeutos : cborou como uma douda;
chorou como uma martyr ; chorou, emfim,
como sabem chorar os desgragados.
Theodorico levou as mios a cabega co-
mo "para despedaga-la, e tomando rapida-
menta o chap^o saio endoudecido. X
No meio da praca, algu ua cousa de gran-
de e esplendido o surprendeu. Era a ap-
rora. Era o sol, que, principiando a bri-
lhar no horizonte, alumiava ji tio cedo a
miseria humana'.
vm
/ ABNEGAQAO.
A casa de Raphael e Theodorico era si-
tuada n'um dos nossos mais proximo6 e
bellos arrabaldes. Pequena e da mais sin-
! gela architecture ; colloeada n'um vastissimo
Iterreno, no meio de flores e arvores, ora
'cobertas do ouro fusco do outono, ora do
verde luxuoso da primavera, a habitagio do
1 raogo poeta era um pequeno paraiso. As
horas do principio e fim do dia eram alii
tio apraziveis e araenas, que, dma vez go
zadas, davara desajos de nuuca mais se per-
der um de seus minutos.
Raphsel, amante e admirador da creagio,
era. quem mais se entretinha om a cultu-
re d'aquelle solo. De manbi, apanhando
1 aqui as brancas flores da larangeira alas-
trada? sobre o chio ; corlando alh os ga-
lbozinhos seccos das rozeiras; miraudo acoli
os novos rebentos de outra planta ; percor-
ria tudo aquillo, e bebia embevecido o
suave aroma que por toda parto rescenlia.
: De tarde, sentava-se quasi sampre debaixo
'de u n raagnifico docelde louras trepadeiras,
' e esperava abi uma multidio de raeninos
travessos que, acompanhados, ora de am
carro diabolico, ora de um oio amarrado i
uma corda, ore de um pombo com as po-
bfes uzas depenaadas ; faziam-no apreciar
O Sr. Pinheiro Guisiaraes : E' a cons-
tituigio que estabelece o censo.
O Sr. Jose de Alencar :A constitui-
gio tinha o direito de f ,zel-o ; mas os le-
gisladores ordinarios nio. Essa legislature
nio representa senio o poder eleitoral crea-
do pela conslituigio. ,
E' ineontestavel, pds, que o direito, po-
l tico e o maximo direito, 6 a sobstan-
cia e o nervo de todos os direitos, e a
pers'nalidade do cidadio, e nio 6 POS-
sivel tocar-se-lhe sem abalar o ediGcio da
conslituigio, porque fdrma a primdra pe-
dra de seu alicerce.
O Sr. Pinheiro Gcimaraes :A sua
doutrina nio e constitudonal.
O Sr. Jo e de Alencar :Se o voto e\
como ji disse, 6 maximo dos direitos poli-
t'cos, segua-se qje pare nds, legisladVres
ordinarios, o padrio que estabelece a cons-
lituigio para esse direito nio pole ser ahe-
railo. Nio podemos nem ampliar o suffra-
gio iquelles a quem ella pxcluio, nem tam-
bem excluir iquelles a quem ella outorgou.
Como legisladores, no terreno constitucio-
nal, somos obrigados a aedtar o padrio
constitucional, como a raamfestagao iegiti-
ma do direito.
(Ha um aparte.)
Estas considerables respondem ao aparte
do meu nobre amigo, deputado pelo mun:-
cipio neutro : nio defando o suffragio uni-
versal nesta tribuna.
O Sn. Pinheiro GlwiarAes da? um-aparte.
O Sr. Josi de Alencar : ^2* estava es-
tabelecenio premissas para a conolusao.
L'macousa e lei natural, e outra*cousa r
a lei escripta. No proprio suffragio univer-
sal ainda nio vota o surdo-mudb, a mu-
lher, o menor, etc.
Mas, senhores, nio e s5mente no art.
179 qua os-sectarios da eleigio directa ea-
contrara invisivel obstaculo : e tambem- nc
'art. 178,- Aeonstituigio dnque eeonsti-
tUcional tudo quanto respdta aas limitese
attribuigoes dos poderes politicos, assim
oomo aos direitos politicos e dvia do cidadio
brasileiro.
Ora, o voto- nio e somente um direito po-
litico do cidadio brasileiro, a-tambera uraa
parte substandal de um poder politico, do
poder legislative
O que se entende por limite do poder.
senhores, nio sao de certo, suas att-ibui-
goes; o limite do poder e a essencia, a
substan<-ia desse poder ; e qe se refere i
sua organisagloe portanto sua origem.
Se houver quem vote uma ?aforma elei-
toral' consitaria, restringindo o actual corpo
eleitoral, o poder legidativo do Brasil ji
nio seri o mesmo poder legislativo estabe-
iecido pela conslituigio. Ficara alterado
em sua essancia ; seri a um poder legislativo
menos-deraocratico.
A Ml origem ere divers) : em lugir de
emar.ar dos cidadios mencionados na cons-
tituigio, emanava de um grupo ereado poi
uma Id ordinaria. *
O Sr. FoRENfi'.o- dc Abreu tA conslitui-
gio nio previo as violoncias dagarda na-
cional, nem os aapangas.
O Sr. Jose de Alencar :Se fosse pos-
sivel, senhoresv ataear o voto- estabelecido
ni lei fundamenta! sem abalarnossas ins-
titui^des, os senadores, eutbustastas desta
reforme, deviara comeeir poc abolir a vi-
tal iciedade do senado o sujeitacem-se is pro-
vas da eleifio directs.
Bsde que nao pdde haver representagio
pura-e genuine do paiz senio- pela eleicio
directa, era este o primeiro exemplo a dar
ao povo, para que elle acredttasse na siu-
ceridade dessas convicgoes, agora abrigada*
a timbre da- vitaliciedade.
O Sr. EuNAPio Deir6 :Era negar a
historia constitucional do paiz.
| Ua oulros apartes.)
em reproducgao asscenas detoda a infancia.
No dia, porem, do qual nos vamos oc-
cupar, em vez da visita diaria dosinnocen
tes ioquisidorezinhos, appareceu um raogo
que podia ter vinte e dous annos e do bo-
nita fignra, a quem Raphael (.ncontraudo,
depois que saio da casa do Sr. Victor da
Cruz, pedio com instancia quo fosse no
seguinte dia a sua casa.
Era de tarde, e n'osses instantes sublimes
em que o sol agonisa no occaso ; em que
as flores desabrocham a passagem macia das
auras ; em quo os passaros voam em procu -
ra de seus ninhos ; em que as sombras re-
|i )usam na crista das montanhas ; om que
tudo, emfim, nos faz aperceber a noite em
gestagao nos paroximos do dia.
Raphael, sentado no lugar do costume,
alteava em elevados pensamentos o espirito
arrojado. Entrando o mogo, foi receba-lo ;
e depois de ter refioetido com seguranea no
motivo que havia trazido alii Guilherma,
pois assim chamava-se a pessoa, com quem
travamos recenta reconhecimento, disse-lhe:
Guilherma, eu sei que apezar da
confianga que em mim depositas, nio ma
ouviris sem admirer demasiado o interesse
qua tomo por uma causa que mo nao du
respeito. Mas esuuta-me. Ha occasifias,
Guilhermo, em que o infortunio dheio nos
commove tanto, o e tio merecedor de ampa
ro, que seria um crime de nossa parte doi-
xa-lo abysmado nas trevas de suss dores,
sem um balsamo sequer. Concede-me a
tua attengio.
Pare que na imaginagio viva do leitor se
pinte com as cores mais exactas o effeilo
quoessas palavras do. Raphael produziram
no espirito de Guilhorme, faz-se mister di-
zer alguma cousa sobre eite.
Guilherme era um d'esses typos irriso-
rios, uma d'essas raonstruosidadezinbas
grotescas, que tant is vezes apparecem on-
tre n6s. Yiera da capital do imperio cur-
sar aqui a Faculdadc da Direito. Mas, em
vez de realisar asesperan;as de sou bo*)
pai, quo sacrificava so para ver o filho re-
gressar ura dia seguro aum pcrgaminho,
csbanjava perdularia.nente a maior parte do
fructo do trabalbo do pobre velho, vician-
do-se e corrompendo-se. Quando compra-
va um livro era um livro de doutrinas sub-
versivas como as do Strauss, sendo as suas
psginss predihetas as Noites da Taverna ;
e en nito mezjs nada mais fez do qua uma
sju natureza, e iraitar por meio d'ellas os ty-
pos qae mais sympatbisou ni escolhida, li-
vraria. De resto, bebia cognac a todas as
horas.
Sim, falladisso para 'Raphael, oc-
cultanio um riso.de ironia.
[Ccnlinuar-se-tM.)
E' uma poqueua historia que te vou
contar, triste, melancolica e santa, como
sabjrn ser sempre as histories dos martyres..
Um dia uma mulber bella, crianga, encan-
tadora, amou a um houeru, porque cslo
disse-lhe que amava-a i amou-o muito,
terna, meiga, como so ama na mocidade.
Mas um dia tiinbem, quan io mais ella so-
nhava corn o objocto caro de suas profun-
das sensagoes, o horizonte nublou-se ; uma
nuvem nogra subio, como se f )sse a noite
concentrada n'um s6 ponto, e a estrella ra
diante dos sonhos da virgam eclipsou-se
fias trevas. O homera cruel, .depois de
longa ausencia, appareceu um vez rindo
da innocencia da victims. Esta procurou
de conjecture em conjecture o motivo d'a-
quella ingratidao, e nao oncontrando-o se-
n5o na mesma ingratidio, immergio a al-
ma no oceano do desgosto. Quando er-
gueu-sa, foi altiva por afronta, esjarnealora
por acinte, ji que lhje tinham feito orpbi
dos prazeres, filha dasohdio e da amar-
gura. Hoje, supportando a cruzdoso3ri-
mento no maio de-sorrisos que onlouquecem,
traz no olbar vivo e scintillanle ironia pun-
gante, com quo fere a todos que a cerc.m ;
e quando canga do trazer afivelladaao ros-
to a mascaraque cinge, chore desapiedada-
mente no silencio, recordaudo ainde o uo-
me d'aquelle qua lhe abrio D'alma tragos
indeleveis de amor e martyrio. E' um ago-
nisar acerbo, immorredouro, em quo seus
olhos vidrados de lagrimas olham fixos para
a torrente implacavel da desillusao e vem
s-.bre ella ab tiarem desfolhadas as rosas
puras de suas esperangas, que com tanto
afau acaleatava. Eu hoiite.u cstivo ao pe
d'essa mulher ; ouvi Itio a voz argantina ;
bebi ha flor de seas sorrisos favos de sua-
vissima l'rescura, e vi quasi rebentar em
prauto ao pe do mim. Depois foi quando
te encontrei.
Essa trausigio rapida, quo Raphael em-
pregou no fin d) sua historia, abjlou so
bremodo a attengio d'aquelle quo o ouvia.
Gui henna, nao obstante ter jura Jo a seus
deuses zorabar das cousas us mais serias,
experimentou durante o tempo que Rgphael
fa:luu um desoquilibri), quo nunca poule
dissimuar. Se nio houvesse conbacido quo
toda aquella narragio se referia a elle e
mais alguem, teria dito logo, om umdo
seus rasgos do estu la lo scepticismo, que
nio acreditava m us ins lagrimas da mu-
lher. Mas, dominado pelo quer quo fosse
de austero e imperioso, perguntou a Ra-
phael :
Mas quem 6 essa mulher ; quem e essa
homem ?
Proraette-me uma cousarespondeu-
dhe Raphael. PromeUe-ma irabalhar co-
para
qua.
(Continuar-seha.)

migo para que aquelle anjo veja reverdeee-
rera as Horas murcbas de sea amor.
Guilherme deslisou um pequeno riso de
rnofa ; mas, pensando, articulou :
Prometto.
Poisbem ; dd-me o teu bra^o.
E Raphael seguio com Guilherme
debaixo de outras arvores.
Leoabras-te de Beanor ?...
Sim.
Lembras-te de Guilherme ?...
% Sim.
Recordas-te do motivo, pelo
Guilherme ahaudonou a infeliz Beanor, para
cair talvez a)S pesde outra ?...
Nao ; para cair aos pes da outra, n
Raphael ; a outre foi a descrenga de G
lhenna. foi o meu scepti ismo.
0 teu scepti-.is.mo, Gulherme Iex-
clamou Raphael arrebatsdo. E nio te lem-
bras tu de que o teu scepticismo foi cruel
como uma injuria, arrogante como uma
fera 1 Qua mal fez-te a sahta criancinha,
que tanto amava-to, para que o scepticismo
te invadisse o espirito I Guilherme, procu-
re Beanor ; dize-lhe que teu amor tolta
para as mios d'ella cheio da supplicas ;
enche om a tua imagem o vicuo profundo
d'aquella alma, que necessariamenle ama-
te ainda. Tu sabes o qua e um infortunio
d'essa ordem pare uma mulher de dezeseis
anuos? Tu sabes que responsabilidade
tromenda pesa sobre todo aquelle que mal
dirigo o coracio sempre bom da mulher ?
Tao be'.la que e Beanor I Tio pure, tio
maiga e virtuosa esposa seria, se amassem
na como ella quizera ser araada I
Guilherme deu umagargalhada. Mas de
prouipto, apreciando o seu procedimento
insolito, apertoua mio de Raphael, pedin-
do lhe perdio, e disse-lhe :
Tu es bom, Riphaol, es creute i ama a,
e peie-lha o seu amor.
Ah I exclamou Raphael com os
olhos clieios da lagrimas E pensas tu que
nio e porque amo-a que preciso dafeli-
;idada d'ella ? Oh I deixa que t'odiga,
uma vez que te rerusas ao meu pedido.
Amo-a muito, inuito, como sd agora sei ale
que ponto e possivel amar-se. Mas... e
que ella s6 te quiz a til
Uma rola, pousando assustada no arvo-
redo, agitou as raraagens, de onde cairam
dlgumas netalas da flores sobre a fronle de
Raphael.


c '
Nil. lW I- ..::.. -iLA bl'ytii Ub CAiUia


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