Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19332


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Full Text
mm L JVIMERO 153
f l<-




PARA A CAPITAL K LltiARES p\E Nil! SBPACtA FORTH.
Pof tree mazes adiaatadoa...............". 6*000
For seis ditos ideaa. a.......-.'......1-29000
Por am anno idem. .
ada numero avulso v.


. .
349000
9320
" ( ; QU1NTA FEIRA 9 DE JULH0 DE 1874

FAR A IIBliTHO B FOBA DA 1PBOVL\CIA.
Por tres meies adiantadcs. Jr750
Pot saw ditos idem ;' ,.......1 ,....."
-i Por note ditos idem ...............
Por on anno idem
PROPRIEDADE DE MANOEL FICUEIROA E FARIA FILH0S.



n
In
.-
U ra.Gerardo Antonio Aires A Filhos, no Par*; Goncalres d Pinto, no Maranblo; Joaqoim Jose d> Ofitacft d Filho, no Cearfj Antonio de Lerum lngkV w> Araeatj r **u Maria Julio Chares, no Assd; Antonio Marqaes da Sflta, flatal; Jose Justiao
Pereirs d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, ua Parahyba ; Antonio lose Gomes, na Villa da Penfaa; Be'amino dos Santos Inlclo, em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa Braja, em Baxaxeth}
Antonio Forreira de Aguiar, em Gojanna; Joio Antonio Machaeo. no Pilar das Alagoas j Alvea 41 C.,a
I a A. Xavier Leite d C. no Rio Janeira-
Ttt:
3Z
ISSIfiUESaO POPULAR
Icdicina dosnestica
CAPITUL0 I.
Choleramorbus.'
(Continu.va.il
Quando a sede desapparece, substitue-se o gelo
pela agaa de arroz moroa ou quente, e adminis-
trate a quarta partis do um eristel se as evacua-
coes continuam. Devese Unban conservar o
venire coberto de cataplasmas de linhaca rtzadas
cora laudanum.
A sangria nem sempre convem em todos os ca-
303. Por is30, nas pessoas nervosas", lymphaticas,
fracas, extenuadas, e mesmo nos velhos, pdJe ser
prejudicial. Tornam se fntio preferiveis as ap-
.plicacoss de sanguesugas sabre o ventre.
Tem se consegaido fazer parar as evacuacoe3
como usoda seguinte pocan, da qual se deve co-
mecar tomando uraa colher de quarto em quarto
de hora, por espaco de uma hora, depois de meia
em meia hora, e flnalmenle de hora em hora. ^ Notielas do Hio (.ra...... do Sul l-
Agua distiUada de althea.....2 oncas
Ideradeherva cidreira......2 oncas
Xarope de Bor de laranja.....i onca
Algumas vezes junlam-se 15 a 20 gottas da lau-
danum. .
A3 pessoas idosas e fracas nio podem ser sud-
niettidas a este tratamento ; e precis j fazer todos
os esforcos para determinarnellas uma reacea>
0 meth do empregado nesses casos com feuz
resullado e o seguinte :
Colloea-se debaixo dos pus do doente uma botija
de barro cheia d'agua quenta, erabrulham-se em
ttauellas quentes lidos os membros, e corre-se com
urn esquentador o corpo todo.
Depots administra-se uina ligeira infusao muito
quente de tilia, dechi de hortela ou de cuamomil-
la, e faz se tomar uraa colher da pocao oreceden-
te. nas horas indicadas. Os cristeis sao feitos com
althea, amido e laudanum.
Depois de operada a reaccao, substituem-3e as
bebidas estimulanes pela agua de arroz ou a infu-
sao de flores de malva, continuando os cristei3,
mas so de althea.
Quando tenham cessado completamente os vo-
mitos, a diarrhea e as caimbras, devc tratar-so do
alimento.
Ao principio dar se-ha agua de arroz misturada
com leite ; depots, qo lim de dous ou tres dias,
desfaz-se uma gemma d ovo em leite a ferver, e
dcila se darao algumas colheres.de vez era quan-
4). Deve haver todo o cuidado para que a me-
nor imprudencia nao occasioae uma recahida, por-
que a recahida nesses casos e sempre mortal.
E' um preceito hygienico nao mudar era cousa
alguma os tnbilos quando sao regulares, mas e
preciso eviiar tudo quanto possa translornar a
oossa econoinia. A emb'iaguez e exeessivaraente
perig09a ; as bebidas gelada? quando o corpo esta
esijuentado, tem produziJo graves incidentes.
Para raelbor tcrminar tudo quanto e relativo a
es;a doenca, eiuremos o seguinte preceito qie de-
ve sergeralmente observado :
Toda a peoa dotada de coragera, que nao
esta debilitada por uma cousa qualquer, que se-
gue um bon regimen, evita 03 excessos, e se acau-
tela das inlluencias atiiusphericas, tem quasi a
certeza de nao ser atacada pilo cholera..
{Conlinunr se-ha.l
a
ARTE OFHCIAL.
Governo da provincia.
1>E>1'ACII0S DA PRESIDENCY. DO Dl.V 7 DE JCLHO DE
187i.
Antonio Camillo Pessoa. Informeo Sr. in?p.'C-
tor da thesouraria de fazenda.
Amancio \ntonio da Santos. Prejudicado,
por ter sido removidi para a cadeira requerida o
professor da povoacao de Pri>priedade.
Alexandrina Umbelina da Freitas UctioaPasse
P)rtaria n> forma requerida.
Anna Maria do Espirito Santo. Indeferida.
Arsenio AfTon o Per-ira Borges. Passe por-
iaria nomeando o suppiicante sargento da guarda
/local do rnunicipio de Itambi''.
A Padre Francisco Alves de Abrantes. Deferido
'ajbm olli:io desta data, dirigido ao thesouro pro-
viucijl.
Jose lgnacio Avila. In^orme o Sr. inspector
da thesouraria de fazenJa.
Joao Jos6 Mende?. Nala ha a resolver, por
ter sido ja proferida decisao-3Dbre o recurso inter-
posto, e nao a.llegar o supplicantc materia nova.
Joao Pereira Chaves. Passe gnia de passngera
para o rnunicipio de Sefinhaem.
Jose Joaquira Alves. Pa^se portaria nomean-
do o supplicante sargento da guarda local do
rnunicipio de Iguaras^ii
Jose Antonio da Silva. R';mettido ao Sr. bri-
gadeiro commandante das armas, para deferir ao
supplicante, se julgar procedenle o que allega.
Padre Joao Viceute Guedes Pacheco. Nesta
data offlcio ao brigadeiro cemmandante das arraas
no sentido era que requer o supplicants.
Martinho da Silva Costa.. Passe portaria na
forma requerida.
Manoel Kodrigue3 do Xascimento. Ao Sr.
coramaodante do corpo de policia, para attender o
supplicant?, como achar justo.
Manoel K-tdrigaes do Xis^imento. Ao Sr.
commandanle do corpo de policia, para tomar em
cousiderapao o que requer o supplicante.
Manoel Francisco Pessoa da Cunha. Nao tem
lugar o que ruquer o supplicante.
Silveri > l'ereira dos Anjos. Nio tendo o sup-
plicante ordenado, e somenta diaria, tem de pagar
o feitio de uma simples portaria, que pagara como
as de gramas de quo trata o % 39 da tabella de
eraoluraentos que percebe a secretaria.
Reparti^ao da policia.
t scccao__Secretaria de policia de Pernambuco,
8 de jiilrjo de 1874.
X. 810.Illm. e Exm. Sr.-l'articipo a V. Exc.
qua hontem foram recolbiJos a ca^a detea^ao os
individoos seguintes :
A' ofdem do Dr. delegado da capital-Thoinaz
<:,r.iiiaria de Barro-, e Luiz, escravo de Ricardo
Poreira do Farias, por disturbios.
A'ordera do subJelegadj da Boa Vii-ta, Maria
J-,aqiiua do Nasciment*. Maria tiuilhermina Bo
drigues da Conceieio, Luiza Maria da Conceicao,
Maria Izabel da Conceicao, Maria (Jallherraina dos
Santos e Alexandrina Maria da Coneaicao, p: dis
turbios
No dia 2i Je junho fiudo, no districto de Cara-
potos, do lenno leBrej>, Franciso Leite Forreira,
tendo ferido com uma I'aeada a Maaoel F rreira
Hrand.i foi pfeso em fligraiite.
No dia id do referido mez, no lugar decomhia-
dc Balanca, tambjm do termo do Brejo, Jose
Tnomaz dos Santos, por antonomasia < pa secca a
ferira a Silvestre Bezerra Leite: foi preso em
flagrante. 0 delegado |de policia procedeu acerca
de semelhaotes fa:tos aos respectivos inqueritos,
aue foram logo remettidos ao Dr.juiz municipal
do termo.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidents da provincia. 0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Correia de Araujo.
[OX AGKNC1A AMERICANA.)
Kio 8 a 1 b. o 30 m. da tarde.Pol
publirada a portaria nomeando o
uapitao de rragatn Bnlduino Josi1
Ferroira de Aguiar, commandnte
da lloJiiiui do rio Uruguay, ein
*tubilituicao do capitao-teneute Es-
f anislao PMicwodowsky.
O luiperador respondeu a com-
miMsfii) da camara tlom deputation*,
que lhe foi apresentar a resposta a
rail a do tii.on-.), t-om an seguiutes
palavras t
t Agrnilerocordinlmeiiten cana-
ra dos Si-.-, depulado^ os Kentlmen-
ins que ini' tcitemunha e o apoio
que aOlanca ao governo.
Foi nome'ado presidente da rela-
riio do Naranhao. o descmnargador
Jos<- Pereira da Cirara.
/.fin que o fanatico Haurer continiia
intriueheirado com os aeus secta-
i-ia.H. Ksliio ccrcados pela trapa.
que espera reforco para atacal-os.<
Rio s ii!> i ii,i'?5 in. da tarde.
Foi publicado o deereto rcformanilo
o corpn ecc-lesiasticu do exercito
que flea earn 90 capellilea.
t'ambio Kobre LoadreM 9S 1/4 e
Sr. 3,-H lianc ario ; 95 / particu-
lar.
Baliia a- h. e to in. da tarde.
Chegou o BABIA e segue noje mes-
mo para o Rio. Tambein chegou o
MEMUOZA e segue hoje para ahi.
Entraram a eurveta ln-asiieira NIC-
THEROY e o vapor inglez AMADNE.
Kania H as I n. e 15 m. da tarlc.
Cambio sobre EiOndres 25 is ban-
carlo i t5 3 s particular.
Para H aos 30 m. tla tarde. -Che-
gou o vaporinslez UAHAMIENSE pro-
cedente de Liverpool por I Cambio sobre liondres 5 1/8 ban-
carlo, e 95 as particular. Gencros
si'm alteracao.
Londres H. Consolidados O* S/8.
Brasilelros lOO i s. Francezes
5 /.
Havre H, -Cafe do Rio lOO francos
e de Campinas tos francos. Algo
iiaii. alta geral s o do Brasil fraeo.
Venderam-se duas mil saccas. O
de Kororaba U5 francos.
ASSEMBLE* PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA Ej! 12 DE MAI0,
PRBSIDENCIA DO SR. KEnHF.HU DE AG0IAK.
Vinte minutos depois de meio dia, feita a cha-
raada, e achando-se presentes os Srs. depntados
Autonio Paulino, Tolentino de Carvalho, Goes Ca
valcante, Alipio Costa, Souza Leit<% Manoel do
Rego, Firmino de Novae?, Ralis e Silva, Soares,
Felippede Figueiroa. Travasso de Arruda, Tibur-
cio de Magalhaes, Aguiar, J. Mello Rego, Gongal-
ves Ferreira, Vieira de Mells, Uchoa Cavalcante,
Cunha Cavalcant-, Olympio Marques, Lacerda,
1'into Pessoa, Nascimeato Portella, Gomes Parente,
Oliveira Andrade, Arruda, Comboim, Joao Bar
balho, Dario Cavalcante e Domingos Pinto, faltan-
do sera causa participada os Srs. Arco'ncio, Tito,
Amaral, Gaspar Drumm nd, Per-tti e Gondira,
abrese a sessao.
E' li Ja o approvada a acta da sessao antecc-
dente.
0 Sr. 1 secretaria da cotta do seguinte
EXl'EDIENTE I
Ollicios:
Do secretario do governo da provincia, remet
tendo uma representagao da camara municipal
desta cidade, acerca de n<>gocios de interesse ge-
ral de rnunicipio. -A' commissao de negocios de
camaras.
Do mesmo, remettendo outra representagao da
mesma camara, sobre a necessidade da continua-
o;t) da estrada do Luca era segiiiraento a do Bon-
gy e de uma poute na caraboa dos Remedio3.A'
commissao de obras publicas.
Do mesmo, transmittindo as informacoes miiiis-
tradas pela thesouraria provincial, sobre a pelicao
de Joao Jose da Fonceca, soldado aposentado do
Corpo de policia.A quern fez a requisicao.
Do mesmo, transmettindo as informacoes soli
ciladas acerca da peiigiio de Francisco Alves de
Moraes Fires Junior, moriomo do asylo de men-
dicidadeA quem fez a requisicao.
Do mesmo, remettendo o balanco e orcamen'.o
da receita edespeza da camara municipal da villa
de Panellas.A' commissao de or^amento muni-
cipal.
Peticoes :
De Jose da Costa Rabello, requerendo um pri-
vilege para montar nesta cidade uraa fabrica de
gelo.A' commissao de obra3 publicas.
Do Dr. Felippe Nery Collaco, professor do gym-
nasio, pelindo um antio de liceng-a para tratar de
sua saade. -A' cornmis.;ao de peticoes.
E' lido, apoiado, posto em discussao c fica adia-
do por haver pedido a palavra o Sr. Na3ciraento
Portella, o seguinte requeriinento :
" A commisiao de agncultura, comraercio e
obras publicas, a cuja apreciaijao foi submettida a
preteni.ao do Dr. lgnacio de Barros Barreto, exa-
rada napetigao junta, em uue pede por empresti-
raoa quantia de 10:000/000, votada por esta as-
semblea para melboramantos agricolas na lei n.
1,115 do anno passado, alim de poder roalisar um
piano de nn-lhoramento do planlio de canna e fa-
brico de assucar nos termos expostos nas clausulas
d-i sua proposta ; haven-Jo delidaraente estudado a
materia de la, nao descoBhece a utilidade da idea
proposta pelo pelicionario, id" i. cuja realisagao
tra ia provavelmenle vantagens a agricultura as-
aacareira, tao desanimada no pait, e principal-
raente nesta provincia, onde por saas condirjoes
naturaes, devia mais progredir e florescer, e dig-
na certamenle do rnaior attencao e protecgio dos
podere.- competentes.
"Ac iramisao reconhece tambem os sentim"u
(03 patrioticos, que muito louvavelmente a imam o
petieionario ; assitn c mo nao duvidaria aceitar as
condicues db garantia, que elle offerece ao /con
trato oroposto.
' Mas, coosideraado que a sua prctenqao se
oppue iuteira, maoisfesta e Dosilivanwote a dispo
siivi. i do ariigo 25 da lei n. 1,115 de 17 de junho
do anno passado, em iue csla assemb'ea Mtoriaon
0 prasidiDta da provincia a contra ar fiira do paiz
pessoas habihtadas para a cullura da canna, e
iabrico do assucar e a comprar machinas e instru-
ments agrarios para serem cedidos aos agricul-
tores da prcvinc;a mediante iudemni3a;ao no
prazo, que se estipular, autorisando mais no ariigo
26 a abcrtura de um credito de 10:uOO*000 para
as despezas necessarias a este Qm, quantia esta,
que o peticiouario pretende haver como empresti-
mo ou adiantamento para a realisacao do seu bem
elaborado, e bem desenvolvido piano de molhora-
mento no plantio das cmnas e fabric j do assucar;
nao pode a commissao sem ferir de frente a dis-
posicao terminante da referida lei, aceitar a sua
proposta, qne alias seria digna de todo o aprei^) a
conquistaria qui-.-a o volo da eoimnuaio, se, como
uma idea distincta quo se nao prondesse a dispo-
sic;.in da lei citada, fosse oSeracitU em occasiio,
em qtie mais li<>ongeiro estivosseo estado flaancei-
ro da provincia ; por jim assim duplamente esta
assemble.* auxiliaria a principal industria do pait
e tambem a principal i\nue d* riqueza publica.
" Pelo que, nio pj lendo a commissao desviar,
para dar applicacao differente aqnella verba de
10.000*000 votaia pela lei n. 1,115 para am dm
especial e expressamente designado; e nem tao
pouco podendo -se para o mesmo fim coatwitar
com pessoa do paiz por virtu.I; da mesma lei; e
conforraando se assira tambem com o laminoso
desenvoiviraento que a materia deu o illustrado
Dr. procurador fiscal da fazenda, 6 de parecer qae
.-eja inaeferida a preleqcao do petieionario. SaU
das commissoes, em 8 de maio da I87$h P'dro
Gaudimo de Ratis e Silva. "Jose Tibufcio P. de
Magalhaes. Felippe de Figueiroa Faria. "
Sao igualmente liJoa, apoiados, postos'em disens-
sao o approvados os seguintes pareceres :
'' A commissao de obras nublicas aeeitando pie
namente as informacSes ministradas pelo director
das obras publicas da provincia, acerca da peticio
de Tito Livio Soare3, que soliciton desta assera-
. blea um privilegio para construir e explorar uraa
[*A via ferrea do Recife a Gloria de Goita ; e de pare-
"cr que seja indeferida a dita peticio. Sala das
gessoes, 12de raaiode 187i. Felippe de Figueirot
Faria.-Pedre Gaudiano de Ratis e Sdva.Jose
TibuicioP.de SiagalhSes. "
" A commissao de agricultura, comraercio e
obras publicas, a cuja apreciacaa foi submettido o
projecto n. 111 do anno de 1872 por deliberacao
desta assemble.!, votado na sessl) de 7 de marco
ultimo, recoosiderando a materia do referido pro-
jecto, confeccionado em defenmsnto a preteocao
dos tenentes coronets Vicente Mendos Wanderley
e Joaquim Francisco Dinit, e do major Manoel Pe-
res Jacorae da Gama, sobre a qual naqueila occa-
siao emittira scu parecer, e concluio onerecendd-o,
ainda opina que seja elle adoptado nos termos, em
que se acha elle concebido, sendo somente altera-
do o artigo I; que ficara redigido do modo se-
guinte :
" Art. !. Fica o presidente da provincia auto-
risado a contratar com quera melhores vantagens
offerecer a exploracra, e construccao de trilhos de
ferro para conduccao de generos e pass.igens em
wagons, movidos por auimaes, ou a vapor nas zo-
nas declaradas nos seguintes. Sala das com-
missoes, em 12 de raaio de I87i. Pedro Gaudiano
de Ratis e Silva.Tiburcio de ilagalha Figueiroa. "
Indo este ultimo parecer a imprimir para entrar
in discussao cora o projecto a que se refere, a
requerimento do Sr. 0. Marques, dispensa a assem-
bled a impressao.
OBDEM DO DIA.
Primeira parle.
Continua a 2' discussao do projecto n. 43 deste
anno, autorisando o presidente da provincia a mo-
dificar o con'.rato feito para a construccao do ma-
ladouro publico, com a eraenda e o requerimento
de adiameuto apresentado.
V. lido, apoiado e entra conjunctameate em dis-
cussao o (eguiote additive :
" 0 edificio do matadouro sera propriedade da
coraarca municipal do Recife e so a ella eompetira
a iQ-s|ieec.io, a Qs^alisaeao do servic.0 e do con-
traio.Gomes Parente." .
O sr. j. Mello Rego requer a retirada
da emenda que offereceu.
Consultada a asserablea, decide pela afflrma-
tiva.
O Sr. Olympio Marques t Sr. pre-
sidents, na ultima sessao era que tralei deste pro-
jecto, estava na demonstraea i da competencia pri-
vativa e excluuiva da camara muuicipal para, o
estabelecimento do servico dematadouros poblicos
e logradouros, quando fui interrompido, por ter
dado a hora destinada a l parte da ordem do dia.
Citei o facto que se deu o anno passado no se-
nado, exem. lo eloquente de respe:to a lei e de
moralidade politica, da parte daqudla respeitavel
e illustrada assemblea.
No projecto de orgainento geral do imperio,
proposto o anno passado, lia-se a seguinte dis-
posicao :
cc Fica o governo autorisacTo para despender a
quantia necessaria com a conitruccao de ura novo
matadouro no lugir mais apropriado, e cobrar
para esto lim o iinposto de 4 reis por libra de
came destinada ao coosumo, podendo coatratar
as obras nccessarias.1
Approvado o orcaraento na camara dos Srs. de-
putadus, e remettido para o seuado, a commissao
de fazenda, de que era relator o Sr. B. de Cote-
gipe, supprimio essa aulorisacao ; e travanio-sc
umi illustrada disens.-i> a respeito, na qual to-
maram parte diversos oradores, coocluio-se pelo
mais explicito reconheciraento da exclusiva com-
petencia das camaras para o estabelecimento do
servico dos- matadouros, sendo neste sentilo emeu-
dado o orcamento.
Nao lerei, para nio deraorar, tudo quanto se
disse no senadq relativaraente a esta questio ;
lerei, porem, algunt trechos do discurso do mi-
nistro do iraperio, e farei transcrever no raeu
discurso alguns outros de discursos proferidos
pelo B. de Cotegipe. Eis o que disse o Sr. minis-
tro do,imperio :
t OSr. Correade Oliveira (ministro do impe-
rio):... e quando peco autorisacao para rea-
lisar a remocaj do ma'.adouro, nao pretendo es
quecer e contrariar as attributes da camara
municipal; hei de respeit'ir. a iniciativa que ella
tem, e pro.-urarei o seu accordo para cnegar a
um bom resultado.o
0 Sr. B. de Cotegipe ; -Estava persuadido de
que a disposicio qne se aeha no orcamento, au-
lorisando o governo a nuidar o inaladouro e a
eobrai o Imposto deli'rflv fa proposta do go-
verno. b; ...
03f. Miaistro do Imperio : Nio senhor, e
d* camara municipal.
c 0SrB.de Cotegipe : Se e da camara mu-
nicipal, nao e e*ta a f >nnula porqae ties pre-
posias Oveiu chegar a camara dos deputados.
Em 1851, quando se tra ton de construir o
nutajboro. decuja remoclo no ocjupamos.. ..
0 Sr. Zacarias :Ja citei isto.
0 Sr. B. de Cotegipe :...a camara dos de-
putados, era lei tambem de orcamento, dehberou
o seguinte : *. A camara manicipal da corto e
autorisada para cobrar (raarcou-.-e lhe os impos-
tos quebaria de cobrar e a applicacio quo de-
viam ter); a mesma caraara fica autorisada para
contrahir, sob Kypotheca de snas rentvs e com
appro vac.io do governo, am empresti mo da quan-
tia qne for necessaria para conelusSo da obra
do novo matadouro pela man lira mais vantajosa,
aJira de qne preste o servico a que e destina lo ;
ficando tambem dependente da approvado do go-
verno o piano e execacao da mjima obra.- De-
pois tem os impostos, etc.
0 ar. Zicarias : -Esse e que e melhodo.
u Sr. B. de Cotegipe : E*3e e o. raethodo
que se deve adopUr; e o mats regular.
0 Sr. Ministro do Imperio : Onde esta esta-
bofaMido?
0 Sr. B. de Cotegipe :E-ta estabelecido na
natureza das atiribnicoes municipaes.
c 0 governo nio nude por si propor uma obra
municipal, pode fazer obras no rnunicipio da
forte, mas nio obra meramente municipal. A
camara manicipal, em relacao ao corpo legisla-
tive) geral, esta na mesma posicao que as outras
camaras municipaes para as assembler provin-
cial.
t'-,0 Sr. Ministro do Imperio : A proposta da
caaiara esta no relalorio de 1872.
J 0 Sr. B. de Cotegipe : Pode o corpo legis-
lative ferraular uma poslura municipal ? Ha de
esperar que a camara a prononha para approvar
ou reprovar, emendar on substiluir, mas nao pode
de per si t iraar a iniciativa. Ora, o matadouro
publico e uma obra manicipal; esta reconhe-
cida ate por essa lei da 1851, qae raindou fanda-
lo, qae dotou -o de raeios e recursos para poder
pagar o emprestimo qae, aatorlsou a camara a
contrahir. 0 qae se vd no orcamento e qne Aca
o governo aatoriaado a mudar o matadouro, a co-
brar o imposto de i reis para adjatorio da obra ;
dseappareee completamente acamtra municipal.
0 St. Z icarias : -E* uma offensa a Illma. ca-
mara
. O jr. B. de Cotegibe :-Qae ha tredito illi-
mitado, nio ha dnvida ; os termos do projecto o
ditem. 0 nobre ministro di* que o naa pedio ;
quera pedio ? <
0 Sr. Ministro do Imperio ;A camara mu-
nicipal. :
i a 0 Sr. B. de Cotegipe : Agora e qae sei.
f 0 Sr. Ministro do Imperio : Esta no relato-
Qb de 1872. ..... ,,'
;t 0 Sr. B. de Cotegipe : E o governo toma a
s.Vssa proposta, apresenta-a como sua, era vez de
djzer : a camara municipal fica autorisada a
mmpver o mitadmro, contrahinio um emprestimo
para construccao de oulro, a cobrar lots e toes
ampostos, etc., etc., ficando as despezas que se fi
'xarem, de conformidade com a lei de 1 de outubro
de 1828, sujeitas a approviu;ao e fiscalisa';ao di
governo.*
< Eu, persuadido de que a proposta nao era da
camara municipal, sem idea de que o nobre mi-
nistro tivesse de ceder, dizia que, para que isso
conseguissemos, a commissao propozesse uma
eraenda nesse sentido, cora acquiescencia de S.
Exc.; nao foi porque o nobre miaistro desconhe-
cesse esses principios, tal nao podia ser a minh i
intencao, quan lo nao por oulro motivo, porque
oastava a posicao de S. Exc, para que se nao pu-
desse duvidar de que nao era alheio a esta mate-
ria. 0 certo e que a camara municipal nao era
contemplada como devendo ser oavida, nem achar-
se de accordo com o governo. Desde que o
corpo legislative e o primeiro a dizer que fica o
governo incumbido, qualquer ministro pode fazer
a obra sem ouvir a caraara municipal.
c 0 .Sr .Ministro do Iraperio : -Peco licenca para
contestar a outra proposif.ao do nobre senador;
disse S. Exc. que impostos municipaes nao de-
pendem do poder legisl&livo e faiem parte de ura
orcamento que hoje, pela lei de 26 de maio de
18tO, e allribuicao do governo alterar ou appro-
val Senhcres, o orcamento municipal e hoje su-
jeito a approvado do ministerio do imperio que
pode allera-lo, raas com as rendas ordinarias
ja creadas pelo poder ompetcnto. Quando^ po-
rem, se trata de um imposto novo, da creacao ou
aggravaclo de impostos, o governo nunca exer-
ceu, o eu nao estou disposto a exercer, a attri-
Imieio de approvar as propostas da caraara mu-
nicipal, p irqno me parece pertencer .exclusiva-
rpente ao poder legislativo na corte e as assem-
bleas legislatives nas provincias
0 Sr. Ministro do luiperio : Perguntou o
nobre senador : t Qatm faz o contrat > ^ Pelo
art. 47 d lei de 1 do outubro, para o contrata
das sjraudes obras, a camara municipal quasi
qu: nao tem outra sllrtbuicao sena-i a de proper.
Ao governo na corte e as assemb'.Oas nas provin-
cias compete resolver sobre as pro.i sta3.
t 0 Sr. B. de Cotegipe : A commissao quer
que ne?:o negocia. o governo attends ai condi-
Coes da lei de 1 de oulutubro de 1823, fazendo
inlervir a municipalidade na forma, porque deve
intervir em semelhante melhoramento.
t Entendo que por esta maneira coaaeguiraos
todos aquillo que desejamos : o nobre ministro
a realisa;3o de uma obra tao importante, tao ne-
cessaria, tao urgene ; a commissao e aqlelles
que propugnara pelas garaitia* municipaes, pelas
attribuicS's das municipalidades e pelo princi-
A' vista di to, porem, ja nao set o que hei de
pensar ; ate entao poderia corabinar cora meus
collegas ; o que havemos de faier agora ? 0 caso
muda de ligura; a proposta e da caraara munici-
pal ; aaojesla desenvoivida a autorisacao e da ia
ao governo.
c Confesso a V. Exc. que preciso de tempo para
raeditar sobre isto, a vista do que disse o nobre
ministro, se antes nio poderia mandar emendas
de qualquer correccao, agora muito meaos raanda -
i ia.
Ficou, pois, assentado no sentado, depois de uma
longa e illustrada discussao, na qual tomaram
parte ainda outros senadores, que a construcfao
dos matadouros e da exclusiva competencia das
camaras municipaes ; e que tanto este servie. i
como 03 impostos para elle necessarios so podem
ser autorisados pela assemblea geral na.corte, e
nas provincias pelas respectivas assemIdeas, pre-
cedendo sempre proposta das camaras; sendo
n -sta conformidade apresentada pelo Sr. Say as
Lobato, Visconde de Nilherohy, e approvada a se-
guinte emenda substitutiva:
c Fica o governo autorisado para despender ate
a quantia de 2.000:000^000 cora a acquisicao de
um nova malaJjuro no rnunicipio neutro, em lu-
gar apropriado, procedendo para esse lira na for-
ma do art. 47 da lei do 1 de outubro de 1828. A
dita despeza podera ser feita por raaio de qualquer
opera.-ao de eredito, app icamlo-se ao jaro e amor-
tisacjae do emprestimo que for contrahido, o im-
posto geral do gado de consurao c o producto da
veuda do edificio e terrenos do actual matadouro.
Eis o que diz o ariigo 47, a qua se refere a
eraenda substitutiva do Sr. S. Lobato :
a Poderia as camaras ajustar de empreitada as
obras que se houver de fajer, meltendo as pri
meiramente em pregao para preferirem aquelles
que se off recerem por menor preco, precidendo
vistoria lega1, pablicacio do piano e sua avalia
cao ; e na falta de empreiteiros, as pederao fazer
por jornal. E quando as obras forem de grande
imporiancia, e alguns socios cu emprehendedorei
st offurecerem a faze las, percebenio afgumas van-
taQens para sua fndemnisagao, enviarao asjpropos
tas aos conselhos geraes da provincia.
Ora, a vista desta terminante disposicao de lei,
e se as attributes dos con3el io< geraes das pro-
vincias sao hoje exercidas palas assembleas pro-
vineiaes, e claro que toda vez qae a camara muni-
cipal quizer fazer um servico por meio de em-
preitada, p >r meio de emprehendedores, percebeu-
do estes por tal servico uma retribnicao ou impos
to, este. servico so pode ser decretado por msio de
propose i da camara, submettida a approv.icao da
assemblea, nao so para o imposto, era virtu la de
expressa disposicao da lei da l*Nde outubro, art.
77, como tambem para a coistruccSo da obra, em
virtu le da expressa e terminante disposicao do
art. 47.
Por consequeacia, o contrato feito pelo presiden-
te da provincia para a construccao do matadouro,
e nullo de pleno direito, e feito por quoin nao tem
antoridadS, nem competenoia legal para faze-lo.
Creio que nio precisarei damorar me na de
pio de nao conceder-se creditos indeflmdos, ficara Imonstracao de que aiada e nullo o mesmo con
satisfeitos,! ) trato, por nao estar uro3 termos ia lei que o auto
. ,s......,...............,...,......,......Irisou, quanto aos precos do3 diversos servitjos. 0
eontrato, por mais que se diga, excede o preco de-
cretado ; porque, mandando a lei, que o autori-
son, qae o contratante percebesse a quantia de it
pelo corte do gado n) matadouro e pela sua con-
servacao no logradou o, nio se podia na eclebra-
5I0 do eontrato dividir este servico em partes pa-
ra dar-lhes differentes precos, de modo que na
somma total 0 pre;o do servico do corte de gado
e accessorios excedesse a quantia decretada na
lei.
Alem disto, 0 eontrato estabelece privilegio nao
so para a mataoca do gado miudo, de que nao co
git'm a lei, como tambem para o derretimento do
sebo, prepare dos chifres e saiga dos couros. ser-
vico este que e feito, segundo estou informado, por
preco superior ao que se paga actua'menle.
Se e assim, entendo que, para que este eontrato
tenha vigor, & preciso que esta assemblea 0 appro-
ve clara e explicitamente nao so em todas as suas
disposicSes, como naquillo em que elle nao esta
nos precisos termos da lei que 0 autorisou.
Usi Sr. Dbputado : Se 0 acto 6 nullo, como
pode a assemblea approva lo '
0 Sr. Olympio Marques : Pode revalida-lo. por
que a assemblea tem a competencia para faze-lo.
Sabe-se qae a caraara tem proposto a assemblea
por mais de uma vez, a construccao de services
relativos a matadouro* e logradouros ; no que
quanto a mini a assemblea procedeu contra as
attriloiieoes da camara, foi em mandar que este
eontrato fosse feito por outra autoridade que nao
apropria caraara, unicacompetente para faze lo ;
mas desde que a assemblea autorisou 0 presidente
a fazer 0 eontrato, e 0 presidente 0 fez tendo ouvi-
do acamara. que, com quanto tivesse annuido a que
elle fosse efleetado com taes e taes condicSes, on
mesmo semjellas, todavia reclaraou depois contra 0
mesmo eontrato, esta claro que, para que este se
tome valioso, e preciso ser revalidado por nos e
cora annuencia expressa daquella corporafio que e
a unica competente para faze-lo. Por consequencia
me parece que a sofucio possivel neste neuocio e
autori; ar-.-e a camara municipal a rever, alterar
ou modificar 0 eontrato feito.
0 Sn. Gomes Parente : A respeito do mata-
douro ? !
0 Sr. Olympio Marqcss : -Sim, entao 0 nobre
deputado nao concorda ?
OSr. Gomes Parents :Nao ; acho at*$ extra-
ordinario
0 Sr. Olympio Marqies : Sujeitandose, po-
rem, de novo 0 eontrato a approvacao da assem-
bles.
OSr.Gomes Parente :Acho ate uma cousa
esdrnxula
Um Sr. Dbputado : E' revogarso 0 que se fez
0 anno passado.
0 Sr. Olympio Marques :Quando seja assim,
a assemblea tem competencia para reyogar as pro-
prias Icis ; para 0 que a a3-emblea nao tem com-
petencia e para revogar on reformar a lei de 1 de
outubro no art. 47, que acabei ha pouco de ler,
que manda que este servico seja contratado pela
camara e que 0 eontrato seja approvado pela as-
semblea..
'Saoattribuico'ea tao privalivas que a assemblea
nem pode delegar a sua, nem exautorar a camara
da que Itie toea.
Erafim, quanto a ques&o de forma, os nobres
deputadoi darao a que Ihes parecer mais conve-
nlente ; raas por raais que se queira, preteri la,
nao sepode sahir deste terreno a autoridade com
petente para fazer este eontrato e a camara ; a
autoridade competente para'approva-lo 6 a assem-
blea ; nem a assemblea pode delegar osta attribui-
cio que lhe e privativa, nem privar a camara da
que tambom lhe e privativa.
0 Sr. Pinto RESSOA : Era que foi preterido 0
direito da camara ?
0 Sr. Olympio Muiqi.es : -Foi preterido, porque
a camara compete exclusivamente 0 eontrato deste
service.
0 Sn. Pinto PEssoa :E como a caraara nunca
reclaraou por esse direito, quando se Iratava de ef-
fectuar 0 eontrato ?
Um Sn. Deputado : Ao contrario achou bora 0
eontrato.
0 Sit. Olympio Marques :Eu podia por de par-
te a circuinslancia de achar a caraara bom ou nao
0 eontrato...
0 Sr. Pinto Pessoa : -0 nobre deputado faz-se
advogado oulcioso da camara.
0 Sr Olympio Marques: Que seja mesmo ad-
vogado offleioso da camara ; sera ura procedimen-
to digno de censura defender ura deputado uma
lei do seu paiz 1
0 Sr. Ratis e Silva : Nao, e de sua obrigacao.
(Apoiado-.)
(Ha outros apartes e 0 Sr. presidente reclaraa a
attencao.)
0 Sr. Olympio Marques :Sera digno de censu
ra, ou de nota, ou mesmo de qualquer observ-.cao,
zelar um deputado as auribuicoes de ama corpora-
te do estado, corporacio a todos os respeitos dig-
na da maior consideracao ? Nao, pelo contrario,
e um dever, porque ao deputado provincial com-
pete velar pela guarda e execucio das leis na sua
provincia.
0 Sr. Pinto Pessoa : Quando ha violajao de
direitos.
0 Sn. Olympic Marques : Eu ja mostrei que
havia. Se 0 nobre deputado nio estava preseute
e nao ouvio, eu lerei outra vez 0 art. 47 da
lei do 1.* de outubro ; veja se da lettra deste*arti-
go pode concluir que haja uma outra autoridade
competente para contratar este servijo, que nao
seja a camara, com a approvapao da assemblea :
(le)
0 Sr. Pinto Pessoa : -E' este artigo que foj
exacta e fielraente execntado.
0 Sr. Olympio Marques :Bem ; faca 0 favor
de ouvir 0 resto : (continua a l(5r.)
Pergjnto ao nobre de.ratado, a vista da disfiosi-
Cao clara c terminante deste artigo : ques sIoNis
autoridades competentes para fazer 0 eontrato 'ej
para autorisa-lo \
0 Sn. Pinto Pessoa : E forara descon .ecidas
essas autoridades ?
0 Sr. Olympio Marques :Foram.
0 Sr. Pinto Pe;soa :Nesta sua argumentacao
d que 0 nobre deputado deve ser Gel.
0 Sr. Olympio Marques : Sira, senhor ; e pelo
mais simples raciocinio vou chegar a couclusao
ui.ii- clara e evidente que e p'ossivel. A camara e
a competente para contratar as obras de emprei-
tada, precedendo propostas a assemblea, approva-
das por esta, ora nem a camara propoz, nera a
assemblea approvou cjontrato feito pela camara ;
pelo contrario a assemblea determinou que outra
autoridade que nao a camara fizesse 0 eontrato, e
julga-se dispensada de approva-lo ; logo, salvo se
0 nobre deputado quizer descou'aecer todas as leis
da logica, logo, 0 eontrato foi feito com violaci? da
lei e por quem. nio 0 podia fazer ; e, conseguinte-
mente, nullo de pleno direito.
0 Sr. Pinto PEssd.v : A concluio esta ccm-
pletainento for a dos principios.
0 Sr. Gombs Parente : -Logo e nullo 0 eontra-
to di caleamenlo.
0 Sr. Olympio M.ARQues : Nao estou tratando
agora do eontrato do calcamento, nem se 0 eon-
trato do calcamento esta nullo pelo mesmo mo-
tive.
0 Sr. Gomes Parente : 0 da conduccao de
carnes verdes e outros.
0 Sr Olympio Marques : Nao se trata disto
agora.....
0 Sr. Gombs Parente .Mas agora e que Q no-
bre deputado esta fazendo questao.
0 Sa. Olympio Marques : Nau oslO'u. fazen4o
questio ; estou cumprindo 0 meu devef, tx"~'
^uauUO
vier para a as^errbl^a qualquer outfo desses eoo-
tratos, o nobre deputado chame-ine a discussao 1
ha de ver que contimio coberente com as minnas
ideas. Se hoje estou discutindo esta questio e por
coherencia, em vista do men procedimento 0 anno
passado, quando se traton da antorisacao para esu-
eontrato ; declarei desde entao qua a assemblea
nio podia autorisar a presidencia a faze-lo ; discu-
ti esta questao com alguma largueza. 0 nobre
deputado fazia ncssa occa*iao parte desta assem
blea, e sabe, proenrei estudar esta materia e dis-
cuti a com interesse.
Portanto, se hoje estou diseotindo com 0 mesmo
interesse e de accordo com a opiniao qae enU
emitti, nera 0 nobre deputado, nera nioguem pode
acbar nptavel 0 meu proceliraento e raenos taxar-
rae de contraditorio.
0 Sr. Pinto Pessoa : -0 presidente da provincia
prestou a maior boraenagem a camara municipal,
mandando ouvi la muitas vezes.
0 Sr. Olympio Marquks : Nio estou diiend >
que uio prestasse ; mas 0 facto e este: o presi
dente mandou ouvir a camara ; effectaado 0 con
trato. esta disse que nio lhe convinba.
0 Sr. Gomes Parente : A camara nio diss-
lal.
0 Sr. Olympio Marques :Tanto disse, que hi
uma representagao delta contra 0 eontrato.
0 Sr. Gomes Parente da nm aparle.
0 Sr. Olymp.io Marques : -Julgo que nao valera
a pena insistir neste ponto. Creio qae ja demonstrei
de modo a con veneer a quem quizer ser craven-
cido, que a camara e a unica competente para
eontratar 0 servico ; a se ella 6 competente para
isto, e tambem competente para alterar aquilb
que no mesmo eontrato deva ser alteraio.
Por conseguin e, em minha opiniao (6u nao pro-
ponho nada ; a nobre commissao qae estudoa a
questao, ou qualiuer dos nobres deputados qae a
estudaram, proponha 0 que lhe parecer mais con-
veniente) eu proporia islo : que a caraara ficasse
autorisada para modificar 0 eontrato, e que foss^
0 mesmo eontrato approvado nas parte* em quj
esta de accordo com a lei que 0 autorisou.
0 Sr. Puna Pessoa : Quanto a iraportancia d
ccnlralo 0 nobre deputado nao diz nada ?
OSr. Olympio Marques : Que importancia
0 Sr. Pinto Pessoa : -A importanc.a em si, '*
utilidade do eontrato.
0 Sr. Olympio Mabques : Nao, nem ha nm
guem que a desconheca.
0 Sr. Pinto Pessoa : Ah I EntSo esta falland0
pelo desejo muito nobre, muito patriotico, de de-
fender a lei que foi violada, viulaeao contra a qual
a camara nao reclaraa ?
0 Sr. Olympio Marques :-Perdoe-me 0 nobr>-
deputado; nio trato aqui de reelarnarao da cama-
ra, tanto mais quanto ella foi feita.
0 Sr. Dario Cavalcante da ura aparle.
0 Sr. Photo Pessoa : A nobre commissao aca
ba de dizer 0 contrario.
0 Sr. Olympio Marques :Que nio houve re-
presentacao ?
0 Sr. Dario Cavalcante : Nio hove, nao, v-
nhorjlenho apii um parecer da camara a fa-
vor.
0 Sit. Olympij Marques : Admira que a com-
missao, que estudou. esta materia, desconheca a
existencia de uraa reel ama a da camara muni-
cipal!
0 Sa. Dario Cavalcante : Posso asseverar ao
nobro depatdo qae prccarei essa reclamacio e
nao a encontrei.
OSr. Olympio Marques :0 nobre deputad
devia tela procurado quando estudou a qaesti)
para dar parecer, por que, quando este foi apre
sentado, ja a reclamacio existia, e creio que fdt-Ptt-
blicada no jornal de !I0 do mez passado. -
0 Sr. J. Mello Reho. Nao foi remettida a essa
commissao.
0 Sn. Olthho Marqijes :Mas existe na as-
semblea ; nao podia, portanto, ser ignorada a exis-
tencia dessa. reclamacao.
Conlinuarei no que ia dizendo. A minha opiniao
seria esta: autorisar 4 camara a rever 0 contrat)
feito, spprova-lu a assemblea ou reclifica-lo naquil-
lo que dtpendesse da approvacao da assemblea.
menos nos seguintes pontos:
Ha uma disposicao do eontrato, pela qual com-
pete ao presidente da provincia a nomeacio do to-
tal e do medico do matadouro : (LdJ.
Ora, 0 medico e o fiscal do matadouro sio func-
cionarios municipaes, pura, exclusivamente muni-
cipaes.
Nera 0 presidente da provincia, nem alguma
outra autoridade da provincia pode fiscalisar 0
servico do matadouro; esta attribuicio 6 da ex-
clusiva e privativa competencia da camara mum-
ipal.
Se e assim, so a camara municipal pode e so a
ella compete nomear quer 0 medico, quer 0 fiscal
do matadouro.
De outra forma, a que resullado se chegaria 1
A camara municipal, pnr mais descuidosa qae
seja do curaprimento de seus deveres, nao podera
nunca, em tempo alguin, deixar de ter um fiscal
no matadouro; e 0 que ira ahi fazer 0 fiscal da
camara diante do fiscal nomeado pelo president-'
da provincia I
0 Sr. Manoel do Rego :E fiscal em oulro rnu-
nicipio.
0 Sr. Olympio Marines : -Tratarei dep is desta
questao. Mas supponha-se que seja no mesra
rnunicipio : podera ser reconhecido por qaalqacr
particular um fiscal de nomeacio do presidente '
Nao pode. 0 servico da Bscalisacao do matadour
e do logradouro, eralim todo esse "servico, qae a
lei de t de outubro attribue as camaras municipaes
pertence-lhes exclusivamente c s6 por ellas poi-
se r exercido. *
Creio que neste ponto nao terei necessidade d<>
ler a lei, mas erafim vou Id-la para ficar bem cla-
ro, para que depois nao se' diga que votou-se por
engano.
- 0 Sr. Gomes Parents : -0 regularaento do ce-
raiterio foi approvado pelo nobre deputado e nelle
se da ao presidente autorisacao para nomear 0
adrainistrador.
. 0 Sit. Olympio Marques .Entao 0 rcgulamen
to do cemiterio e violador da lei de 1 de outu-
bro t
0 Sn. Gomes Parent.-. : -Nao digo que seja.
0 Sit. Olympio Marques : Mas que relacao 'em
com isto?
0 Sr. Gomes Parente :Digo que tem toda a
relacao, e 0 nobre deputado 0 aoprovou; era en-
tao presidente 0 Sr. conselheiro Junqueira.
0 Sr. Olympio Marques : -Eu p ;leria respon-
der ao nobre deputado que nao me lerabro se este
regulamento foi approvado por e.-ta assemblea e
se eu votei por elle ; podera dizer aiuda que foi
uraa dis,>osi;io que passou-----
0 Sn. Gomes Parents :Ah !
0 Sn. Olympio Mapques___poderia dizer ainJ.c
que votei por ignorancia, por erro, e que agora es-
tou melhor informado ; mas basla-me responder-
|.lhe, dizendo, que ha uma proposta da ca-oara, pe
dindo para-M a noraear;ao do adminislrador, e qu -
eu pretendo approvar esta proposta, porque estou
eonvencido de que a camara 6 a unica competente
uara fazer tal nomeac,! >, e espero que 0 nobre de
putado me acompanhe nislo.
O Sr Gomes Parente da um aparle.
0 Sr. Olympio Marquks -.Pois quando eu re-
coBheco que erro e quero acei tar, 0 uobra depota*
do quer continuar a errar ? Nao venha, portauu,
com esta recriminacao, porque della me defends
incoatiueajB, 0 nobre deputado pesqui?' "
acios, queTfc de me ver
Uerene" -j meu
. ~..ul>re oo terreno da>co-
ILEEnfEl
0 Sr. Gomes Parfnte : -Apeuas notei esse facto,


3. bio quiz moslrat incoherenria.
0 sb. flfcrW* "Marques >-Neste portp ja o aq-
bre depajado tigfu calade', 'notqu qneen linha cr-
rada, e qujityero attdar carlo, b nubre 'deotl-
udo nio rae Saer acottipanbar.
O'ao wrMH-f* dflei : Co npete as camaras municipaes prefer por
saas poslnras: sebreiecoaomi* a asseio dos cur
ras e mat^donrojfmblai
g 8. Proteg.
soas qua tronx
rem contra qu
dos registros
tiaja, on dos m.
ro, castigando
litulo 3* ark 7
9--Sfafli
com licenjk las
quartejar as^tezes
etc
o OS cnal wes c iol..s a* pes-
os seas gados pair* os vende-
er tippressdes dos erhpreg dos
curraci d conseRios, oade as
nles Bfcrcadoros deste "gene
OS*. OiYmpiv t MKWK8 : fist* dRf AffiO i
n>\ls importable "3i que a.oaVa ^ tvayvdo o aa-
so e de grande imporfaacia. So, "pus, pole per
feiia esta "Mteragart sem atftorisaiga r da'a-iscmljlca,
porque nao so podwria fazer a eulra ?
Onri alguns nobres deputalos direr qia a ca ra aatracipal, tin cuja territario csli
ultas* pi'isAj, uos tennos do
_ae taes Ihareis vexamas, etc.
fdoujtts publicos oa partinolares
par* se poteraV malar e es-
culado o arrebamcnto.'Btc.,
de Olinda tern fisealisagao Bin predi
estio aau Lm Recife.
Sn. Olyupij Marques :l$to e
>fS9 efffmolo a l ido n yropriett
Ha11lt^aJi) pode sec senao privaliv,

! OffUf.J/1 ..j
perwitir se-ha aos daaos dos gados conduzi-las,
depois de esquarlejados e veneV los, etc.
Art. 83. Compete aos fisoies:
Vigiarnaobsorvanciadas posturas da camara,
** preaovonda a oaa ecuc4a etc^*. -----
Competindo, pas, a caraara a fiealisacao dos ma-
tadouros por seas empregaa'os, uaicos competenles
para executor as suas Dosturas, nunca podera o
niesmo Service sor feite, aera por am medico e lis
cal n meados pelo presideate da provincia, nem
cumu ativameute por empBgios do gewrno da
provmcia o por empregndos municipaes.
Por consejruinle insisto : ea proporia a elimi-
..JU(ao d;t: disiwsigdo..; porqfte o tirs^den'e da
provincia io pode'farer etas -iii . Propona laaibem a-elimipacaa da >ujes;ao 6"
do | 3', Sab o tiia'.o cdncessiies feitas aos cob-
trauntes, que e a escpropriacio q+rc se fez das
unhas, sangue e residuos An gado favor dos
mesraos contralaaie?. Creio quejtl disse, a 1* vez
qae falW, qae'lsta 6 ami violac*.1 d) direito de
propriedjde.
0 ?a. Gomrs Paiente da ur.i aparto.
O S. OLYjrpio JKuquf.s : A. caraara nao pode
aier isto, pofque qualquer Milirt;acai do contra
to 'in depe4denle da approval) da assemblea
provip.-.i.il ; por joasoiiuencia qualquer erro ou.
dasvio que faija da.parte da caw. tra quaoto as 5a-
ses estaneletidas pela assemblea, pjl.-m ser corri-
gid>s,
Peaso que naa necessito denwrar-mc neste poa-
(). P>>r pjuco que seja o'valor dctes objectcs
aitcessorios do gaJo, que se mata no matadouro,
eltftJ nutici p.iderao ser expropriados d-j doiniaio
d i doao dj gado para serem ea'.regues aos contra-
tmtes.
TJx Sn. DBPurADO : -E' nuy viol3iv?ia ao direito
de propriedade.
0 Sit. Olympio M.vihjces : -HE' uina viola;ao for-
(a la e illegal du mesmo direito.
0 Sit. Joa(i L'auualho : E' uma compoosa-
cio 'da barateza do prejo da matanca e corte do gado.
0 Sn. Pi.vr.t Pe-sja : Ccmpensao3o, nao.; e
nego:io de convenienda c de tllilidide publtca.
Depois e uma cousa rniiilo pejueaa.
(Ha outros apartes).
U Sn. JOltmi'I i Mahqubs : :Vaj 6 poquena, e
par maiirpeqaem qne s^ja, o direito de proprie
dad) i' s.'mpre muito granlc .; nem isto e compea-
sarao. (t que a assemblea, o que a caraara, o que
jdalquer autondide pilerii fazer na celebraca.i
Jj contrat) era estabelecer e prejj dj seivt^je
ieieriiiinar o imp isto para a reinanerapio dusse
servjc.j ; mas ni> e;tabecer que uma p.irte da
prOpriuJade particular ieja entr;:,'ua a quem f.tz o
imrviso ; Isto nunca, em c?.so algum
G object) da propriadaJo, p >r rnais poqaeao
|ue seja, tern urn certo v:i!or ouform': as circuuis
laucias de lugar, de tempo e de |.essoa.
Cre:j pcrfeiUinorHe que esses jbjectos tem put-
. i val ir, in is tee n valor, e em algum t? qcM^ioss,
' .>nfi)nue a< circutnstmciss, teetii m ito valor.
0 sangueactualmeute lem poaco valor, was po-
dera vie a l.l-o lauito el:vad i.
0 mi Oliv::i;\ Asfatos Pbiera, ni) ;
.iCtaalineule t,:u tpm.-
0|Mi Cltmpio M.\'tg-S3 : E se esses imjeetos
nao jteein vainr, p-ira que os coiuratantesos qiv.-rem
tirar daquelles a queiu legp.ltnente perleawio ?
Uas, como ia dizeudo. os residuos do gado que
forem abandonados, p rJerlp Bear perteneeado aos
coBMUantes do matiljuru; ptri:a aqaeUM que
i> duno do gado quizer tirar d'alii, in de tiral-ot ;
.mk coatratantes nao o polem prohibir, nem ha au-
SuriJade alguma que tenha poder" para tautj.
Por estas razdss eu proporia tambema elimlna
*:i> desta disposi;ao. I
S:. presidenle, vajo aqui, a!6:n Jos impostos^rea-
i.os uar, a romuuera^io do servigo do CDrte do
gado, mais un oatro quaato ao corte- do gado
iniud), servi;o esta que a lei nj) autorisou.
Alem d'isto. esta estipula^i, pola-saiga de cada
couro, o preij) de 500 reis. Honteat me iulormei,
na presen^a do cootratante deste servigo,' do
preco actual da saiga i> couro ; e disse-rae pes-
.oa competente queactaalmente se piaga 3J0 reis,
pela saiga de urn couro. E=io etoro t tirado do
logradouro e remeltido ,para bordo afim dc ser
exporudo.
Ora, este servigo e fi.'ito com algona demora,
P >rque 0 commereio da icoAt do couro aqui na c i
pilai'4 feito pelofl proprios marcliantes, que, regu-
lanlo c'ia um matar 4, 0, ti ao 10 rezes por
tlia, vao accuiwilauJo on eoaroa, salgando-os c no
tim d3 mez ajit-tain os lodis e oi vendem para
txi'ortaijao.
Se pagando elles act-oalmente -tiO reis, e II-
-indo sajeito pelo contrato a 300 reis, ja solTreram
um prejaiz), ja 0 servico, ap zar de feito por ama
- oipanhia e por ineia de um CBBfalO que cons-
litue privilegio. v.ii Bear mais oneroso do que 0
actaalmen'.e leito ; accresce qae ficara ainda
mais onerosa; por.que, ale v. do imposto de 300
ru- pela taiga; ha um oulro imposto de 20 reis
jielo deposito de cada couro,,por.dia, depois de de-
corridos to dias. Ora, se aomarchante so convi-
ra lirai os Cjutoj do lugar da saiga depois do
accumulado um certo namere que facdite a ven-
c!a e, portanto, depiis de 13 dias, a despeza sera
i.iuitu raaior. Por tanto, 0 servirp vai ser feito
de modo mais prejudicial, do (tue* actualmente e
por pre; 1 mais cam.
Poslos este> ptmcipios, que de*ejarei ver con-
t?stados com procedencia, mas de queestou cm-
\encido, declsr^rei com toJaaframueza que cs
perava que a nobre commissao d-2 legislagao riesso
umprir a promessa irne cootrahio para eoatigo
113 1.* discussio.
0 Sr. Dario Cavai.ca.nt?. : -Eu direi alguma
,ausa.
0 Sn. Olvxfio Maruues :gaando entrou e&te
projecto em I." discussao, perguntci a nobre caoi-
mssap : de que se tralava?
Oparecerdizapenas que se os contrataales peleaa
I ara modificar 0 seu co Urato a aae ella. achan lo
procedentes as raroes allegadas, autorisa o presi-
denle a fazer aj madilica^oes que julgar conve
n:entes. Mas, pergunto, 0 que se pedio, e 0 que
se con^deu ? Pois ha de se vqtar 0 projecto
sera se saber 0 que elle content t
O nobre memliro da commissao dissc eoiao ijue
na i." discussao trataria di-lo..
0 Sr. Daro Cav.vlcante : -Qae seria mais
explicito. f
0 Sr. Oltumo Maroies :Mas iocidentemeuie
disse que um dos pontos da modi&cacao era a
exigencia qne fazia 0 contaiaote para Hear clara
niente assentada qual a area do munieipio ate onde
so estendia 0 seu privi'egio.
Acho esta re:lamacao muito justa ; ?e nao esta
isto no contrato, deve ser eslabelecida .; deve-jia
fitar de um modo clara para se saber a*e onde
vai 0 privilegio do contraiante ; ate porqae, como.
9 sabe, 0 munieipio do Reeifa nao e so eomposio
da cidade ; tetn territorios agncolas, onde nio
podera chegar 0 privilegio
Mas para estabeiecer a area nao era precis a a
risacio da assemblea ; isto seria objeclo de ^..
darecimento enire as proprias paries coatratantes
0 Sr. Dario Cavalca.ntr : -Mas nao foi estipu-
lada no conlrato.
0 Sr. Oliveira A.mdra1)k :E" a mlerpretajao
d uma lei qne conferio privilegio ; nao e uma
simples alteracao.
0 Sr. Oltmpio Marques : Vou moslrar ao
nobre depulado como e uma simples in'erprelacao
ccmo 0 simples bom senso esta dizeado, e como'
depots de feito 0 contrato, j4 foi additado, sem in-
terven^ao da assemblea. Aqui esta 0 additamen-
lo : (13)
0 presidente da pr<,vjnci, allendendo ao que
requereram Aogusto C. P. Eiras e Evaristo J. de
Si, contratautes da eonstrnccaa do maladotirQ. etc
reolve fazer ao 2' do art. f da portarfa^e 9
do correnteo segumte adJiiamenn : -FTr/aenten
dido qae taes arteracoes s6 poderao Ter lugar an-
teii de comeeadas as obras, devenda'ser ouvldos
os contratantes.
.Este acto tern a data de 21 de Janeiro, muito
posterior a do contrato.
Ora.se fezseesia alle'ra;ao muito mais impor-
taCTe do que a oatra independenamente de au-
torisacaJ dessa assemblea, de rewstar-se a ella;
porque nJa v J>Mia(fa* esta 'traira. quj-era ape-
nas am esclarecimo^'J. que pelaauure7.a'd*cou-i
as havla do loroax-se indispenavel ? J
(Ha um apart*).
0 principtoe manifestando cBnraj) [taBatuti *ob qounsSjl attp -*i ahaC
eclainar contra as disposijoes do Depois dos debates Ha lirgi diseussTaB!
mara mauieipal es a satisTeita com 0 contrato e a
illustre ommissio dizer que nao havia represea
tacae da camara
Sit. Pint 1 Pbssoa : E a provincia tod
salisfcita.
"0 Sr Olymph Mahopks : Pois ea sou
scntante da provincia e nao est-m.
0 Sr. Oliveira Aiidra.de : -0 nobre depal
o unico r-pr mtaiite da proviutia. .
0 Sa, Olympic Marques : Nio sou 0 unieOj
mas sou am dos legi'.imos.
0 Sn. Olivhir* Amoradb :Toios slo legithnos,
laa legitimos como o nobre depntado.
0 Sn. Oi.YMPie Marques : >ao digo'que os ou-
tro- nio 0 sejam ; digo que sou am do*-leg iimos.
Vou ler a represantacio da eaMara :~fl^
A camara municipal do Hecife vern jionlfrie
Yv. Exes, reclamar couira as dispasicoes do con-,
tralo, que deve ser submeltido a approvaijilo de*
Vv. Exes., efldctuado.eatre 0 Exm. presidente da1
provincia -s Atigusto C. F. Eiras e outra, para edi-
ficacao e estabelecimnnto do tnatoiouro pubjtf) -f
suas depsndencias.
Eis aqui : logo
memo qua vein reclamar
contrato celebrada. Coow e, portanto, quo 0110-
bre depulado diz que a caraara nao se oppaz e cs
la saiisfeita t
Agora varaos a deraonstracao:
Ka nada mais clara T Ha na'
, Pode al ,uem so oppOr cora mais
vefcameucia, cam mais eloquen "
a cainara esta fazaulo cm favor
livas ?
Cmlinua a ler : --1
Ora, pelo contrato feito, a camara forara tira-
i!as nao so as suas mais importante- attri6uig3es,
iicgando sf.-lhe ate competencia para a nomea^a j
tie empregados, como sejam medicos 0 fiscal, co-
mo flea ella collocada em posi;ao da nao poder
exercer os seus direitos, visto que a cwllocajlo do
matadauro no Peixinho e dos logradouras em Fra-
goso e outros lugares, pertencentes ao ,munieipio
de Olinda, inhibem-na de prover os meios de ar
recadagaa d* suas reodas e de exercer as attribui;
eoes que Ihe sao conferidas polas leis em vigor,
ot?., etc.
0 Sa. Pbbsidbntr .--Lembroao nobre deputafp
3ue ja esta ter.ninala a bora d 1 1" parte da orde'ra
0 dia.
0 S?. Ot.YMi'io Marques : Estoa a dijpasicap
de V. Ex.-.; t mho necessidade de continuar 0 men
discurso, mas nao quereodo embaragar 0 ania-
mento regu'ar dos iraualhos da assemblea, deixa-
rei 0 mais que tinaa a dizer para ouira oocasiio.
0 Sn. P1.NT0 Pessoa \ 0 nobre depulado pode
requer.-r que continue a discussao para concluir 0
seu discuis). (Apoiados).
0 Sr. Oi.ymimi) Marquss : Poisbem; requei-
ro a urgendi para continuar a discussao.
E' apoiado e eotra em discussao 0 requerirnanto
da urgeacia.
O Sr. J. *i,-:l. Mesa Fax alguraas obser-
vaeiies contra a urgencia.
Procedendo se a votacio, e approvaJo 0 reque
rimeata.
O.ntinua, portanto, a 2' discussao do projecto
n. 43.
o Sr. oiympio Marques j Sr. presi-
dente, e;u poacas palavras concluirei 0 que linha
a dizor.
Tinoa aeabado, nuando fui inter ompido, de ler;
a represeniacao ilt camara, da qua! vt-se que de-
fend sua cxclusiva competencia p-ira fazer 0 contrato
que (oi foil > por uutra aiiioridade, como tambem
cmlesla a legalidade da claas'ali que da ao presi-
dente 0 direiti do nunear einpregados.rauntcipaes,
aomea^o e^ta do que nao pode ella ser pr'ivada
sem offmsa a sua lei organic).
Nestes terraos 0 qao desej.ina man Jar 11m emen-
d, se a nobre commissao ou qualquer do* .nobres
depntadas ni) 0 fi;er.
^QuanJo fallsi sobre este projecto em,I* discos
sao, perguntei quaes erain os poolos sobre que
deviara yersar as modi!lcai;oes do contrato.
Um dos n bres membros da commissao dis-e
que os exhibiria na 2' discussao. Ale hrje naosei
o q\id a assemblea vai vutar nestn proje'slo ; em
que consi^tem essas modiffcagoes ; nem s* todas
aquellas que os contratautes pediram sid'aceiia^
veis.
Qaal e a opiniao di commissao a respeito ?
Sr. presidente, vou concluir tratanjo em pou-,
cas palavras de am potlto que aiuda naq'tVajpi.'
Foi efferecida uma emenda,. raandanJo que a
lo;alidade onde vai ser collocado 0 raataionro e
que actualmente pcrtence ao munieipio de Olinda,
Ccasse pertencenlo ao do Recife E salvava uma das difBculdades do contrato, fafcendo
com que a camara do Recife nao fieasse na im-
possibilidade de exercer a liseali?aQao, qne ella
lem e nio pode deixar de ter, no matadouro
Lm Sr. Deputadd : As modifkac5e.s constam
da petif.aoque ocontratante dirigio a assemblea.
0 Sa. Olymi'I) Marou::s : Eu nao queria insis-
lir miis nisto, e ja tinha passado a ontro pont);
mas, a vista do aparte qae acaba de dar-me 0 no-
bre deputado, rcspondo Ihe, que quaodo esta as-
semblea nomeia coramissffes especiaes, 6 para que
os negocios, qae s^o rcmettidos a essas cora mis
so;s sejam estudalos, examinado3 e rclatados a
assnmblda. De*de que um contratante requer.
pelinia taes e laes fa ores, uma comaaissao uaa
tern 0 diraito de dizer I 0 cootratante pede fa-
vores e a assemblea deve autorisar e presidente
a cODeede-los. A commissao devia dizer quaes
os favares que 0 ontratante pedio para a assem
blea entao resolver se devia ou nao concede los.
(Ha um aparte)
U Sa. Olympic Maiiques :Eu apenas pedi ex-
plicacoes, e ate ja tinha pass.-do 0 incidento Men
eianei 0 facto ni primeira aiscu^saa, e sem insis
lencia ; e am dos membros da commissio dissr,
que na geguuda me daria as expHoacffes.
0 Sn. hH'.nio Cavai.i-.ante :Eu disse que seria
mais explicito.
0 Sa. Oltmpio Harqu :s : En me eententei
com esta promessa e nao insisti. .Vista discussao
ja tenhj fallado por mais de uma vez, e nenhum
dos rnembroe da commissao ain la disse 0 que con
lem 0 projecto.
OSr. DAaw Cavalcantg ;Consta da petijao e
do parecer.
0 Sn. Olympio'Marqces : Naa cotuta nem do
parecer nem da projocio.
U.m Sr Dbpotmo : Nao faja questJo distc ;
continue no seu discurso.
0 Sa. Olyjipio MabOjUZS : VoltandU aa pooto
m qua flqaei, a emenda que maadava passar pa-
ra 0 atanicipio do Recite 0 tercitjrio onde se vai
construlr o matadouro, era uma providencia que
salvava uma das diflttcaldade* do contrato; por-
qcs a camara' nio tlearia iiiliibiUa "de exercer as
fuaiccOes municipaes no matadouro, achanda-se
este collocada no sea manicipio: entretanto qu.
a ra!irada de-ta emeada, ou a sua substituica) por
uma.outra, veto rcstabeleeer & meema diliculda
de.; f orque 0 lacta de dizer a'nova emenda que 0
edilicio do matadouro, e al6 mesmo 0 logradouro
(nao fei se val a tanto) fica pertencendo a camara
municipal do Recife nao da a esta camara direito
algum a fiscaBaacSo do serriea Jesse* estabeleci-
menlos. A diffieuldade, portanta, conticua a sab-
sistir.
0 Sr. Pjxto Pessoa : -DilBculdade de .que ?
0 Sr. Ou'upio Marques : Da camara muriici
pal do Recife exercer Bscalisa;l no matadouro.
0 Sr. Pimto Pessoa :-Entao naa pole erercer
fisejMsa|to-na sua propriedade t
X) Sn. OItmwo Hahqites : Desde que 0 mata-
dourc, embora*do.propriedidi) da caraara do Reci-
fe, esuver collocada no munieipio de Olinda, ague!-
la caiaara nao pede nella exercer fisealisagao &>.
gam a.
'0 Sa J. MBito Reoo : Mas qual e a Oscalisa-
?So ?
0 Sr. Oi.y.mpio Mapques : -Julgo que nao preci-
so ler a lei de primeiro de outubro para mostrar
era que emsiste a llscalisac/io feita pelas camaras
muaicipaes sobre 6*3 raatadj'uras; cansiste em ve-
lar sabre 0 servico da co-te da gada ; preparo
dos miudas e tula qaaoto diz respeito aa asseio e
limpeza de todo 0 servigo do matadouro e logra-
douro, 0 qne tudo e matoria de policia e liygiene
municipal, esta deierminado no art. 66 da fel de
primeiro de oulabro
0 Sr. J. Mello U?.oa: Entao nao pole fa-.er
essa flscaluaf-ao na sua propriedade ?
0 Sn. Oltmpij Marquis : Se esta propriedade
e3ta situada na manicipio de Olinla, nao pdde do
certo.
0 Sa. J. Mello Reg i :Como naa pode ?
0 Sa. Olympjo Marques : forqne as camaras
municipaes exercem as suas a".tribii;5e3 nas cir-
cumscripcoes terriloriaes das seus munieipio*.
0 Sr. Gomes Pare.yte :E em saas proprieda-
des, ainda em manicipfos estranhos.
OSr. Olympio JMarqubs : Onde 0 nobro depu-
tadq achou isto ?
0 Sr.' jomes Parents : *- A caraara municipal
ediflcto.
Eatretanto,
queBpend
Oku
lisa
iralo
se os nobres
ladou
depatados enteadem
no fwiaiyio de
ecite pode ttsca-
z^leisrra dos Santos
ajel Levina de Amorim kaaa
Jo-6 AlvesUa Costa S
ernandes de Albu 11 ;rqae
im Antonio do Farias
ICrtquim lose I'ereira Rangcl- M> .
Jose liezerra Civalcante N
Maooel Carneiro de Carvalho
Manoel Soarcs de Albuquerque Preaco
Jos ile AJtmquer S. do Amaral
con- Pedro Cavalcani-^ de Alhuquerqae N
I
deracSes*__
t'end 1 silo
da 0 anno p
asemblea da1
reconhecida, e
A6K3Uatl
ioureiMBBV C. de Araujo 1'iaheiro
'ro 4 Carvalho Urquiza Cavalcante
to p da Alba5|aerque Caval-
BB||
AntonC^ueJes Cavaldantt de Alba-
queBJa X
Jose FttMkcc Duarte X
Franciaeo-Iasu da Laa
Antonio Pinto de Oliveira
Manoel U;beiro de Carvalho
Eoiygdio Aloxaadre Jose de Albu iaer |ie
3400!)
51801
2510!)
UOOO
SiOM
2*000
260u0
2*000
30)0
10*00J
54000
54OOO
ekVrmteria largimenle aasenvolri-
iTOrWKBr^rem,^BTOrnHua'* k-fBapenSV
Mrtff<>
nraguen
, cu;a utiUJade
Thguem padera ae baa
anna pa:
sa cuiifecoiuuou a lei
ivida 0
a ure-idencia a celeljrar 0 contrato"
ti
publico, e por forfa Uwlla im khImIHiiii n "iff|i- sub-Tripiuie
sidente, ;a&m de rnodjScaro contrail.
A conimlssao Mo WgHslajaa, ;tenub confteclujoato
d'esta reclainacio, aaalysou d'. seus' funJamentos,
e pafeceu'Ihe rine as atlegagiTes 'do' TeclaTnaate
erarn mui fazijaveis.
Entre maitas allegagSa.?, pepito, fazta elle sen-
tir a necessidade de se eireurascrever a area, den-'
tro da'qnal devia executar o sett contrato ou fa-
ze-lo effectivo. '~. '_
, Padia tambem uma restrJWlo naprireo; em qus
86ve estar 0 gado b^ lozfalpdro, isto e, ijae 0
praza de I5d1a?'fbsse Mdnzirb a 8, "altegahdo qde
a'av.fcurajilafea6de njulti'gid-^ paleria ettrag'ar 0
S'askQ.ViJsnpsBTia*' em'grave 'pfejtino da gido e
e'trfrtT^ato da dmp.reza-.
,, Oitras moa'iflcago'es, alem GTesta", peifia 0 con-
trat'ant'e.
ISepram^to cllas'riao' me occarrem, mas irte'pa-
re^eram' razoaVcis. -Me dispensarei mesrao de fal-
lar nallas, porjie'a casadeve estar ben infofraa-
da aesse respeito.
0'h:bre "deqiutado, creio que insistio nas gonsi-
J-racdes que aeab>u de fazer par catrirencia, e
nli fez mans da ija; repetir 0 quo disse b anno
passado.
0 Sn. Oltm 10 'Marques : Xia repeti, nJo :
iisse' alguma coas.ratjva.
- 0 Sr. Dario Cavalc\ntb :Disse alguma cou-
sa nava, mas pouca. Foi assfm que traftra da
nallidade da contrato, e ista sob 0 pr'etexto de
qde a camara reclaalava, tnas nio me-ebnita qae
haja essa reclama^io.
0 Srt. Manoei. do Hbc6 :Foi li Ja aqui.
0 Sn: 'D.vRta Cavalca.vtb : Procure! e nao en-
contrei. Quaodo masma fosse exacto qne a ca-
mara tivesse fd;lamada.. .
'. .0 Sq. Manoel 00 Rsoo.:Pois ainda davida f
0 Sr. DARip.CltYALRANt't:... 0 que e-verda
de e uu,8 muito' te^interaMnlc, tendo ella de pro-
ferir.um pirecer sobre prOposta do contratante
para/eSie apropnaV-se da actual matadouro pabli-
c'ajjpnressa que 0'contrato e vintajoso.
O^f- r'LY'.MiTo MAnguis: Mais ista foi antes
ritt nVpais do ^ontritat
0*Sa. T'u.KvttNd'DK Carvalih :Oeaois do con-
trato.
.0 Sa. Dario C.mtifiSrrB E se 0 nabre depn-
talo q!iiz(T.~pOS9d'1vr''-iqui 0 topico do pardeer da
caVn'ara.
0 Sr. OLtjipd Marqurs : Pois nio.
\) Sit. Dario Cavalcante : E' um parecer de
29 (Jfairrll: (le)
A cammissao do mati*Wli'o, a qrjem foi pre-
senta a praposu de Aagasto Cesar Fernandes Ei-
ras 0 Evaristo Jtifiano de Sa, 6 de parecer, que ella
6 de v.intagetn para 0 manicipio, porqae sendo
executada nifpee^orcio do qae elles promettem,
lucrai -se-ha baslan'.a cam os melhoramentos que
sna bcri exfecugSo1 Xnri! ads gadds. "
0 Sr. Oltmpio Marques : Essa e oatra pro-
posta. t
0 Snv_B*rmb CaVa'CcaS+e : Mas 0 que c certo
6 que o'medo de ver c 0 mesmo.
0 Sr. Mamoel Da Rroo : E' ontro contrato, e
nao o do actual matadouro.
0 Sr. Dario C.Vvalcante : (cmlinna a ler):
" Quanio a competencia da assemblea para *Vvri-
sSr por meio de uma lei a celebraga) do eonwiltn,
a camara por si mesmi incumbe-se de rccowie-
cel-a dechoando-ade si; visto como, para a reaJisa-
cad de tal contrato pensa eHa ser preciso estabe-
le^er impesifoes para as quaes Ihe fallece a auto-
rldade. -
0 Sn. Olympio Marques : E 0 presidente tea
essa competencia t
0 Sr. Dario Cavalcante : Xao; tera-na a as-
semblea.
0 Sr. Olympio Marques : -E a assemblea e com-
pe ente f
0 Sr. Dario Cvvalca.vtb : -Voltando a lei'.ura
do parecer, diz ainda a camara (continna a ler):
" E importando essa proposti a creacao de im-
postos e nao sendo da competencia desta camara
deliberar sobre semelhante malaria, mas sim da
assemblea provincial, 6 a camara de parecer que
seja levada a proposta ao conhecimento da assem-
blea com as seguinte3 alleracSes. "
A' vista deste parecer da camara, eu, como
membra da commissao, entendi dever confeccionar
um substitutivo ao projecto n. 4), 0 qaal passarei
a ler: (Id)
Me parecendo, pois, quo a assemblea esta bem
instru da do estado da questao, eu concltio offere-
cendo este substutivo a casa, afim de qne ella pro-
ceda como calender.
E' lido, apoiado e enlra conjunctameute em dis-
eussao otseguinie snbstitalivo:
" Art. 1." Fica 0 presidente da provincia auto-
risado a modificar, como for conveniente, 0 contra-
to celebrado earn Aagasto Cesar Fernandes Eiras
e Evaristo Julia no de Sa, para coastruccao do ma-
tadouro publico.
" Art. 2* Fica a camara municipal autorisada
a fazer cessao do matadouro publico actual, me-
diante as alieracdes indicadas, era sea parecer de
29 de abril do corrente anno, sobre a propo'ta
dos arrematantes do matadouro publico, ficando
0 contrato de cessao dependente da approvacau
do presidente da provincia.Dario Cavalcantt.
T. de A rruda. "
(Continuar se-ha).
REVTSTA DIARIA.
lfrnfeao puitli<-n Por portaria da
presideacia Ua proVmria, de 6 do corrente, foi no
meado'Joaquim Porlirio de Araujo, para refer in-
terinameate a eadeira de instruccao primaria da
povdagao de Gamelleira.
UiiurAit BacionaL -Por portaria da presi-
deneia da provincia, de 6 do corrente, mandou-re
dar guia de p.assagetn para 0 munieipio de Palma-
rcs a J.iao Pereira, capiiao de reserra deSerinhiem.
Hospirlo de nlieandBB. Damos era
seguida mais docativos para as obras deste novo
estabelecimftnto :
a Recife, i de jnlho de 1871Him. e Exm. Sr.
Pa:so as mias de V. Exc. a quantia de 2014,
que obtive na setweripgao, qua em mmha comar-
ca aiari em benetlcio do asylo de alienados, em vir
tude da circular de V. Exc, datada deii de setem
uro proximo findo. Acompanha a este 4. sabserip-
gao em original.Dea gaarde a Exe, Illm e
Exm., Sr. eommeodador Henrique Pareira de La-
eeaa. digoissiraa presidemte da provincia0 juiz
municipal e de orphaos dos termos deBom Oon-e
Iho e AguaS Bellas, loti CUiHaco da Es fir ito Santo.
Jose Climaco da Esoirito Santo 10*0 K)
Padre Joao FelNdono da Silva Dias 10*000
Manoel Vital da Silva Junior 104000
Benigoo Rodrigues Lios de Albuquerque 104000
Luiz da Roeba Dias 2O4OOO
Hermillo Alve'i 134000
Gm. Grunhalgh 10*000
Franclsi;o Severiana Brsgt Torres 10*000
Jose Privat 10*000
B. Duprat S*000
Plinio Soare= 3*000
Catao Gallo Frausta 3*000
Reginald.) C. da Silva 2*009
H. da Fr'anca 5*000
Miguel Jose Rodriguei 2*000
Agostinho da Silva Oliveira 10*0iK)
Joao Pinto da Silva *0a0
Mauoel da Silva Branco 3*000
Cesa/io de Godoy V?scon.'elIas J4OOO
a qne segue a leltraX-nio paga-
Os noraes
rani;
a Gablnele da presideacia de Pejnambuco, em
6*1 julnjalBBi8ZL-[Hro. Sr. Dr. Jose Climaco do
fl^mto SBiBT^Iioefli a quautia de 201*, subs
criptt aessa comarea enj favor do a-ylo d; aliena-
des, 0 por V. S. remetUda em i do corrente. Agra
decendo. ejoavando a V*. S. peb^sulicitude com
que correspoodeu a raintia'carta circular de 2i de
*eleinbro da anaa proximo passado, resta me pe-
dir-lhe que de minha parte transmitta aos dignos
coastantes da lista que acompinhoa
os los de men reconheci-
attencioso Criido, Hen
1874. Exm. amigo e
_.Uo uma sedula de 505,
qae Beatriz R6a'ff!rsF:oi63, preta, qae lirou a sor-
tr granda na rote"fia da provincia. me entregou
para ser applietua as obras de algum estabeleci-
mento de cariJrfe. Ac 10 queaquella quantia fica
muito Dem einpre^ada co asylo de alieha los, e
pjr issa peed-Ihe qae Ihe dd esse dftstina. Sou
sea amigo e collega. A. F. Correia de Araujo.
a Gabinete da presidencia de Pfrnambuco. em
7 d* Julha da 1874.Collegi e amigo.-Aceuso ra-
ccbida a Sedula da 50*. que a preta Beatriz Rosa
das Flares, par haver tirado a sorte grande na lo-
teriadi provincia. entregoa-llie para applicar as
obras de algum estabelecimenta de candade Lau-
vando aQfTertante peta generosidade de sou dona-
tivo,a?radego a V. a preferencia'.que deu as obras
do asyla de alienailos, destinando a ellas a referi la
quantia.Seu collega c amigo alTectuoso, Henri-
que Pereirn ie Lucena.
Aii-<> Ji-*[>< da Unlit Arnanha, as 7 ho-
ras do dia, manda a saciedade Catholica Pernam
bdeana calebrar, na igreja de S. Pedra das cleri-
gos, utna missa da requiem com memento pela al-
ma d> fiaado metropoiiti brasileiro, Exm. e Rvm.
Sr. conde de S. Salvador.
t(iminiMtrn<:a do correiu. Par por-
taria da directoria geral foi noraeado Evergisto de
Hollan la Vasconcellos agente do correlo na esiafio
de Agua Preta.
AMsassinato.-Pelas 6 1(3 horas da tarde
de ante-hontem, ao chegar a fortaleza do Brum,
de vblta da hospital mUitar, onde estlvera era tra-
tamento 0 sentenciada Ignacia Joao Dias, mandou
oconraaadante da fortaleza ijue antes da ser re-
olhiJa a devida iprisao sa veriflcasse nao trouxos-
se o mesmo alguma arma comsigo ; 0 que foi cum-
prido pelo commandante daguarda, nao se Ihe en-
contrando anna alguma.
Aberta a prisao a que tinha de ser reiolhido, aa
transpjr-llio aparta, foi Igaacio receb d) por Joai
Claudina da Macedi, seutenciado por crime de
morte, que la estava detido, cora duas facaJas
mortaes.
Feito isto, procurou Miceio cvalir-se ; perse-
guide, sporem, por daus soldadas daguarda, teye
de fazer Hies frente. Lutou e so rendau-se depoi
de ferilo. 0 outrq expiroa alii mesmo.
Feriim-jito.!; n 24 de jaoho Undo, Fran-
cisco Leite Ferreira, ferio com uma facada a Mi-
no si Ferreira Brandao, no dis'.rieta da Carapotos,
do tenna do Brejo. (T delia juenie foi preso em
fhgraaie.
Ouiro. Jose Tnoniaz dos Santos, por antona-
masia Pa Seeca, ferio a Silveslro Bezerra Leite, e
foi preso em fligrante, no lugar denominado Ba-
langa, do termo do Brejo.
Os in jueritos effectuados sobre os deus factos
acima tivHratn-rt conveniente destino.
.%,rrcma(arao proilcicial. Porantc a
junta do thosourb provincial tra a praca para ser
coirtnttada, por qaem menos jfferecer, a obra do
calcamento da estrada de 'J%oalao, eowprehen-
dend) da ponte'de Afcg.idos ate a barreira do Gi
quia, orcal.i em 23:480*.
0 pagamento sera eff-ciuado em apolices de 7
por cento ao anno. Can*tam as condicues do res-
peclivo edital, adiante publleado.
Vapor Geara.Sahio hontem, as 3 b of as
da tardo de Maceio, para o nosso porto, i.nda de%-e
amanhecer.
a*rivilosio fnneiirp.- Eoviara-nos a se
guinte lista dos me.nb-os da assembtea legislativa
desta provincia, qua faziam pa te dossa corpora-
caonoanno de 1841, quando foi votada a lei n.
91 de 7 de maio, sobre construeclo de um cami-
terio e conduecao de cadaveres :
Padre Antonio da Trindade Antunes Meira.
Desembargador Thotnaz Antonio Maciel Mon-
teiro.
Dr. Felix Peixoto de Brito e Mell >.
Dr. Manool Meadcs da Cunha Azevedo.
Desembargador Alvaro Barbalho (JcbOa Caval-
eanto.
Dr. Francisco Xavier Pereira de Brito.
Antonio da Cosla Rcgo Monteiro.
Dr. Simpticio Antonio Mavignier.
Dr. Francisco Joao Carneiro da Cunha.
Padre Joaquim Raphael da SiWa
Francisco de Paula Cavalcante de Laserda.
Dr. Joao Josd Ferreira de Aguiar.
Antonio Jo>6 de Oliveira.
Dr. Pedro Francisco de Paula Cavalcante (vis-
conde de Camaragibe).
Antonio Joaquim de Mello.
Loprengo Bezerra Cavalcante
Izidoro Francisco de Paula Mesquita e Silva.
Leonardo Bezerra Cavalcante.
Padre Chritovaa de Hollanda Cavalcante.
Joaquim Francisco de Mello Cavalcaoia.
Dr. Antonio Affjnso Ferreira.
Andrade Lima.
Maaoei Ignacio da Carvalho Mendonca.
Desembargador Firmioo Pereira Monteiro.
Dr. Antonio Peregrino Maciel Monteiro,
Padre Miguel do Sacramento Lapes Gama.
Dr. Francisco Elias da Rego Dantas.
Dr. Antonio Pereira Barrozo de Moraes.
Dr. Francisco Domingues da Silva.
Dr. Joaquim Manoel Vieira de Mello.
Tenenta-coronel Antonio Carneiro Machado Rios.
Joao \!aui icio Cavaicanle da Rosha WarjuVrtey.
Dr. Ilrbano Sabiao Pessoa de Me Ho.
Tibuitino Pinto de Almeida.
Manoel Francisco de Paula Cavalcante de Al-
buquerque (bario de Muribeca).
Propng-adora la Instruccao Punli-
caiNo lugar do costume, havera' haje reuaiao
do conselho superior, as 5 horas da larde.
fnloleravel.Tal nos comraunicam que e
a convivencia desordenaia, bulhenta da gente
ruim, que reune no becco de Tocolombo, ou bee-
co Tapado, da freguezia de S. Frei Pedro Gangal-
ves, todas as noites, com affluencfa e desatino
maior do anoitecer do sabbado at6 0 alvorccer da
st'gonda feira : e 0 juiro final do que a corrapgio
humana tern de mais hediondo, 0 que se represen
ta all.
Allegaia raorad res qae circumvisinham esse
U'sal, que a poiicia da freguezia ja desesperou de
aeabar com aquillo. Nao 0 podemos crer; e es-
peramo3 que 0 Sr. sabdelegado correspanda ao
nosso |uizo.
vapbrei CsperaUoai.Soje ou amanha
0 bras leiro Cttwa, dos partos do su' do imperio;
a 10, os francezes Vilte de Bakia e Uendoza, do
Rio da Praia pelas escalas; a 11, 0 brasileiro Si-
nimbu, da Uahia.pelas escalas; a 13, 0 inglez Mi-
nh% do Ilia de Janeiro e Bahia, e 0 brasileiro
Pard, dos portos do none do imperio; a 18, 0
partagaez Alm/ida Garret, do Rio de Janeiro e
Bahia ; e a 19, n inglez John Elder, da Europa.
Mesas'meebanlcaa.Diz uma falha es-
trangeira qae enste em am palacio do imperaior
da Russia um systema de mesas de jantar, tao navo
eomo original. A mesa, de forma circular, e collo-
eada' sabre utna plaia forma eleval.i. A um signal,
dado desapparece e da Inrmediatamenta lugar a
outra mesa coberta de igufrlas li'forentes. Mas
ainda ista n5o e tudo : cada prato esta colloeado
fobre um disco, feilo na toalha. Logo que.um coa-
viva quer mudar de parta, carrega o'araa mala
collocada a sua esquerda e appareee um oatro
prato. E-'.as mesas roechanicas tornam cuperflaa
a presenga dos criado?, muitas vezes importanos
quando se descja fallar com liberdade.
Stnfstros mnriiimns. -A direcgaj do
Bureau feritas, acaba de publicar ahsfadossi-
nislros rnarr.'iraos qae. se abril:
NMioNaStrMtittt-ftft* **, a saber : 93 in-
Rlezes,29 noruegMjes, 27 fraacezes, 23 alleqiaes,
n aaiorica'aas, at hollanaezes, 6 italiahos, 6 suecos.
i ausirlaos. 3' dinramarquezes, 1 t.espaahites, 3
ru*sos,-2 gego, 1 Arastleire, 1 portaguee e 2 de
payiihiK's desv>nhecidus. Neste num;ra estaa
comprehendides 30 navios suppostos perdidos to-
talmente, par nao haver nolicias delles. Vapores
perdidos 23, a saber : 13 inglezea, 1 allamao, I
americaao, t lieipaahol, 1 franjjez, 1 hollanJez, 1
iialiano, 1 n ruagaez e 1 sue-jo. Nesie nnmero
compraaaade-se S vaporea suppostos peididos de
toJa, por nio se terem reeebido nolicias delles. >.
tuami'n(o dc prlnripes. Annuncia-
3 so 0 proximo casamento da prineza Luiza Maria,
iiliia mais velha do rei a da rainha dos Beigas.
"OOf com 0 duque Kelippe Ferniudo de Saxe Caburgo
14OOO Gotta. Onoivoaeha-se actualmente em Broxellas
" SftA par* as forni?lidades preliminares, isto e, a assig
o*000 aatura do contrato do casamento, etc. Crd se que
3*000 este coasoroio tenha lugar no raez de agosta, na
) dpoca do duplo aaoiversario do nascimento e ca-
samento da rainha, mai da noiva. Presenteraente
fazem se os projectos relalivos a organisag.to das
festas e ccremonias publicas que serao dadas por
occa-iao da celebragao do casamento.
'O franco to n'u.aia foliia ilaliana :
a Quandi se procedeu a autopda do cadaver de
Donizetti, 0 medico que operou pedio e oateve a
permissao de guardar a parle superior do craneo.
Em quant) 0 medico viveu, ooaservou religiosa-
mente esti preciosa reliquia, porem quando moi-
rea 0 seu herdeiro, que era um especieiro, julgoti
que este objeclo pjdia ser utilisado e nada via de
melhor do qaeconvertelo era uaa especie de ti
gella, on-Je dettava 0 dinheiro miudo. 0 muniei-
pio de Bergamo tev felizmente noticia desta pro-
fa aagao e reclafftou 0 craneo, 0 qual devera ser
entregue brevemo&te.
A nova iniaM de Verdi.Em Paris
exc.;utou se eom granlo pompa, peranto a c itica
pansiense e 0 grande mundo phylarraonica, a
missa de requiem escripta por Veedi para as exe-
quias da Manzoni. Foi uma verJaJeira solemni
dade. Teve lugar a I hora e um quarto da tarde
do theatro da Opera Co mica. Todo 0 Paris artii
tico estava presente. 0 grande compositor dirigio
era pessoa a oreaestra. Os solistas eram todos es-
trangeiros, a saber : as Sras. Soltz e Walderraann,
e os Srs. Capponia e Mansi. 0 exito loi immeusa.
As melhores paginas desta obra magistral sao 0
Sanclus, 0 Agnus Uci, e 0 Libera liaal. Verdi,
aclamado pjr toda 0 auditario, recebeu uma ova-
g'to extraordinaria.
Uma das maiores fortunaH do mun
do.Uma das maioresfortunas, realisala ha al-
guns annos, & a de Mr. Joues, de Nevada, membru
do senado da3 Estados-Uaidos, 0 hotnein mais rica
da America c t.il-ez da mundo inteiro. 0 seu ren-
dimento annual e de 6,000:00) de dollars ou.....
30,000:000 milhoes de francos III Este pobresi-
nho passae a raina de prala mais rica que existe.
A sua parte dos lucros ua exploragio desta mina
argantife'a foi ultimamente de 198.000*003 par
mez, inoeja porlugueza. Estes lucros acabam de
ser duplicados pela descabcrta de um lilao de
aiiundaa.cia extraordinaria. Bern se diz que a
agua corre para 0 rio.
Carada de Cedes.- Uma cagada aos |e8et
a bordo de un vapor, e de certo uma e^tranha n 1-
yidade ; porem dea-se ellectivaraente a bordo
do CUy of Land, pertencente a linha do Euphri-
les e da Xagre, e Da pane em que coraega a junc-
gaa dos dous 1 ios, langaudo se no golpho persica.
Os pormeuores desta cajada saa dadoa pelo cor-
respondente da Tuna of India, do seguinte
mo Jo:
t Xa manna do dia 19 de marga, qaando 0 es-
caler eslava na coatluencia dos dous rios, cujas
aguas tinliam trasborJado c coberta as margens,
foram viftpa. tres leoes mettidos na agua a distan
c>a de U'tia piilha di> vapor.
Logo que,foram vistos, partio de bordo am
tiro, que ferio uma das feras no momenlo em que
se dispunha a aleangar 0 escaler.
Foi immediatamente posto a nado Joatro es-
caler para transporter 0 carpo do biio morio, em
quanio -qua 0 vapor se dirigia para 03 dous sobre
viv.-.ntes.
tr Uma descarga geral, partida da borda, abateu
os outros dous ledes, cujos cadaveres foram igual-
mente recolhidos. "
Dez rainutos mais tarde os passageiros e a
tripuiagao viram ainda um enarme leao que se li-
nha eUlacaio sobre um pequeao espa;o de terra
cercada de agua por todas os lados e agiiando vio-
ienutncaie a causa.
ji Foram disparados muitas tiros e 0 lerrivel
animal tulau langar se v.ore 0 escaler, atroando
oT.ares coin Vefnveis rugtdos. Neste momenlo
nWvos'tiros disparados de bardo acaoaram por ma-
tal-o.
Transportada para 0 vapor, este leao mons-
iruoso toi medido, encontrando-e-lhe as segainles
dimensoes: comprimenlo total da cabeca ate aex-
tremidade da cauia 9 pis e 6 pollegadas ; exiea-
da carpi, 3omente, 6 pose 7 polegadas; al-
tura 3 ptfs Je 9 polegadas e meia; peso 420 libra?.
Nunca se tinha da Jo um tal incidenie ncsta
parte da Mesopotamia.
Iiellaa, Haje, havera na Feira Semanal, 0
le traste?, objectos de ouro, canarios e n uitos ar
ligos do uso dorrestico ; a rua do Imperador.
Tambem hoja,elTectua q agente Pinto, em seu
escriptorio, a rua d:> Bam Jesus n. 43, 0 leilao de
predios, e tambem de dividas pertencentes a massa
f.iliiJa de Joaquiai Vieira Caelho da Silva, que
foi annunciado hontem e ticou irransferido.
0 mesmo agente, effectua hoje, cm seu escriptorio,
0 das dividas pertencentes a massa fallida de
Joaquim Ferreira Lobo, como se acha annunciado
na secgao competente.
Ciisa de deteneao.Maviraento da cast-
le detencio do dia 7 de julho de 1874.
Etistiam presos 333, entrarara 8, sahiram 6,
existera 33o.
A saber :
Nicionaes 232, mulheres 14, estrangeiros 22
escravos 43, escravas 4. Total 333.
Aliraentados a custa dos cofres poblicos 234.
Cemtterlo publics. -Obitaario do dia G
de julho de 1874 :
Peh'ppe, pardo, Pernatbuco, 6 raezes, S. Jose ;
escorbuto.
Jticundo, preto, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos6 ;
enlerite.
Claudina de Lemos Cavalcante, branca, Pernam
baco, 57 anno?, viuva, Baa-Vista, hydropericar-
due.
Ernesto, branco, Pernambuco, 5 mezes, S. Jose ;
cottvulsdes.
Manoel, pardo, recemnas:ido, Boa-Vista ; ao
nascer.
3R0MCA JtlHCIlML
T3lini!.-%T.%I, lA 5111 VC tO
SESSA ) EM 7 DE JULHO DE 1^74.
PRESIDF.NCIA DO EXM. SR. COXSELIIEIRO
CAETANO SANTIAGO.
Se'.retario Dr. Virgilio Coetho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. des-
embargadores Silva Guitn. lies, Reis e Silva, Al-
meida Albaqnerque, Malta, proeurador da coroa,
Damingues Silva, Acciali e Sauza Leao, faltando
cam causa 0 Sr. desetnbargaljr Lourenjo San-
tiago, abrio se a sessao.
JULGAMSVTOS.
Appellag'es crimes.
De Bora Jardim. Apaelnote Luiz da Barros
Campos; appellidi a justiga. -Improcedente.
Da Pilar. Appellantes Bernardino Rodrigues
Marqaes e outros, appeHadA a jusli.;a. Improce
dente.
Da Assomblea Appellante 0 juizo. appe|ado
Maximlano Jos?.-Inpro^edente
De Quebrangulo. Appellante Jaaquina Constan-
tina di Prado, appellada a justija. Reformaram
a senlenca, absolvendo a appellante.
Da Atalaya. Appellante Manoel Andre' Avelin),
appellada a justiga.Conflrmada a sentenja.
De Matta Grande. -Appellaate Bernardino Jose
dos Anjo3, appellada a jnsliga. -Nullo *o processo.
Do led -^Appellante 0 juiza, appalltla Paulina,
esora'O. A novo jury.
Da Atalaya.Appelhnte Manoel Jaaquim de
Lima, appellada a justija. rmproedente.
De Gayanoa.Appellante ojuiio, appellado Joao
Pedro de Oliveira.Improcedente.
De Palmares.Appellante Antonio Thotnaz Pe-
reira, appellada a justiga.Improcedente.
Da Impeiatriz.Appelante 0 Juiza, appellado
Joao Francisco Baiaa.I'.'s: ram as autos a nma
diligeneia.
Appellafoes caramereiaes.
Da faiporatriz. Appellante Pedro Barrozo Va-
lente Ve-as, appellado Antonia Gatralves da Jus
ta.Conlirmada asenteata.
Do Natal.Appellante Jose Bibiano de Oliveira
Sicnpira, appelladas Beltrao, Oliveira & CCon-
firmada a sentenga. v.
Da Recife. -Appellants Jose Joaquim da Cu-
nha cv C-, appellada D. Libania, viuva de Joaquim
de Albuqaerqae Mallo.Conflrraala a sentenca.
Do Recife,Appellajjie Jase *qtonio Moreira
Dia', aripclfala a carxa ftrranl) banco do Bra-il.
(inn linn a Ja a sentpngi.
Di Recife. Appellante Aajrosto Mouion. appel-
lalos Llndstan RoPiliard 4 CConlirmada a sea-
tefica.
Do Recife. -Appellantes Adamson Howie s C,
appellados os curado.es da massa do Monteiro 4
Torres Refurma.la a senien^i.
Di Recil?. Appellante Rcsa Adour, appelladn
a Companhia de seguros Northern.-Conlirmada a
aealenca.
JBo Recife. Appellante Antonio Valentin) da
Spva Barroca, appellado Antonio Moreira Dias.
Desprezaram os embargo'.
Do Recife. Appellante Antonio Joaquim de
Vasconcellos, appellados Uirdozo & Irmao. Con-
flrmada a sentenga.
Appellagoes civeis.
Da Recife.Appellante Dr. Aatero Manoel de
Medeirosfurtado, appellados Pereira Carneiro A;
CConlirmada a sentenga.
Appella-ite Ignacio Pedro das Neves, appellada
Manoel de M squita Cardozo.Conlirmada a sen*
tenca. wm
Appellante 0 visconde de Suassuna, appellado
Francisco Lias Cavalcante e outros. Desprezad >
os embargos.
Do Recife.Appellante Joae Dias Caiaaaraes,
appellado Dr. Jaao Ferreira de Almeida Guima-
raes. Conlirmada a sen'enga.
Appellante 0 superintendent da estrada le
rode S. Frneisco, appellado Francisco de Preta*
Barboza.Desprezaram us embargos.
Do Canguaretana.Appellante Candido Marlins
de Castro, appellado Jose Campeilo de Albu |oer-
que Galvao.Ao Dr. enrador geral.
PASSACBRS:
Da Sr. desembargador Silva Guimaries ao Sr.
desembargador Reis e Sila :
Appellagoes crimes.
De Camaragibe. Appellante Alicio Jorge da
Silva Loureiro, appellada a juizo.
De Cabroho.Appellante Francisco Barb,... di
Silva, appelUda a justiga.
Da Buique. Appellante Joao Vicente Moe.ra,
appellala a jus'iga.
De Bananei as. Appellante a promotor, appel-
lado Antunio Bezerra da Silva.
Da Inga. Appellante 0 pruinotar, appellado An-
tonio Ferreira de Oliveira.
Appellag'io commercial.
Appellante-Man) Ida SUva Santo* e ontro;.
appellados viuva e herdeiros de Manoel Luiz Gon-
galves e outros.
Da Sr. desembargador Reis e Silvi ao Sr. def-
desembargador Almeida Albuquerque :
Appel acijos civeis.
Appellantes F.aoeiso Ignacio de Paiva Junior
e sens irmaos, appelladas D. Maria Quite-ude
Paiva e outros; appellante Joaquim Saivad r P.
de Siqu-ira Cavalcante, appellad) Salvador de
Siuueira Cavalcante.
DoSr. desembargador Almeida Aluuquerq-te a
Sr. desembargador Accioli:
, Appellagoes crimes.
Da BuiqueAppellante Pedro Targ!no da Cu-
nha S.impiio, appellada a ju-tiga.
De Campina. -Appellante Anna Thereza de Jt-
sus, appelladus Joaa de Barros eStlva e ouiro-.
De Mamanguape.Appellante-0 juizo, appeliaiu
G ibrie'. Archanjo Rodrigues de Mello ; app-jilaaie
Gabriel Ferreira Cirneiro, appellados Joa > oa.C -
ta Ferreira e ouiro.
Da Sr. desembargador Motla ao Sr. deseiiio.!'
gad or Accioli :
.Appellagio civel.
Do Recife.Appellante Francisco Anl ni0
Albuquerque Mello, appelladas Babe Schmeu.au
&C.
Da Sr. desembargador Accioli ao Sr. descinLar
gadjr l));ningues Silva :
Appellagoes crimes.
Da Escala.Appellante Juti Francisco da aVHa,
apnellada a jastica. >-
D) Buique.Appellante 0 juizo, appellado Vte-
tor da Silva Souto.
De Pedras de Fogo. -Appellante 0 juizo, appel-
lado Vicente Ferreira da Silva
Appellagao civel
Da Imperatriz.Appellant- Jai) Franc's de
Carvalh), appellado Joao de Albuquerque Caval-
cante.
Do Sr. desembargador Domingues Silva Sr-
desembargador Soon Leao :
Appellaga'a-er'une
Da Escada.Appellante Jose Francisco dc Mel-
lo, appellada a justiga.
Do Sr. desembargador Souza Leao aa Sr. J--
embargadorSijva Guimaraes :
Appeila'.-.jcs civeis.
Appellante Alexandriua Maria de Jesus, appel-
lada a fazenda ; appellante Dr. Francisco I'inia
Pessoa, appellada a baroneza de Jaragua ; appel-
lante 0 juizo. appellados herdeiros da linado Anto-
nio Jose de Freitas.
Appellacao crime.
Appellante Joao Francisco da Silva, appellada a
justiga.
Diligeneia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da justica
Appellante o juizo, appellados Florencio e Cle-
mente, escravos ; appellante Francisco Per ira do
Nascunenlo, apoellada a justiga; appellante^ jui-
zo, appellado Marcelino Joni \ ieira ; appell'.nte e
juizo, appellado Manoel da Silva Cavalcante ; ap-
pellante Francisco das Chagas do Monte, appellada
a justiga ; appellanle 0 juizo, appellado Jose FI
rencio de Souza ; appellanleo juizo .appellado Joa-
quim da Cosla Bezerra ; appc.lantet Francisc > An-
louio da Silva, appellada a justiga.
Assignou se dia para julgamento dos seguintes
fei to s :
Appellagoes crimes.
De Pesqueira. Appellante 0 juizo, apptilaJ.
Quirino Bispo de Oliveira.
Do AracatyAppellante 0 juizo, appellado Ma-
nael Pereira Dia?.
Da Recife Appellante 0 desembargador presi-
dente do jury, appellado Joajuim Levino Lal le
Barros.
De Ingazeira. Appellante 0 juizo, appeiladc
Luiz Ferreira da Silva Cajazeiras ; appellante Lais
Jose Limeira, appellado Francisco Lucas de Souza.
Da Floresta.-Appellante L'.urentina Lope' da
Silva, appellada a justiga.
Da Victoria.Aprellan'.e Joaquim AMmiO U
Silva. appellada a justiga.
Appellagoes civeis.
De S. Bento.Appellante Francisco Ign-ci.. d<
Paiva, appelladas herdeiros de D. Rita Vicencia Mello.
Da RecifeAppellante Manael da Costa Man
gericaa, appellada Dr. Antonio Anna- Jacorce
Pires.
De Itamho. Appellante Eufrazio de Arruda
Cainara, appellado Manoel do Rego Cavalcai.:
Albuquerque.
Appellagao commercial.
De Maceio. Appellantes Rego A Silva, c.11 !i-
qaidacao, appellado Antonio de Hollanda Caval-
cante.
Do Recife.Appellantes Jose Joaquim da Cunha
& C, appa lada D. Libania, viuv.i de Joaa.ui.11 de
Albuquerque Mello; appellante Jose Antonia Mo-
reira Dias, a Imitti-tradores da massa de Sebasiiao
Jose da Silva, 'appellado a caixa do banco do
Brasil.
Diligeneia civel.
Ao enrador geral a a) Sr. desembargador pro-
eurador da coroa:
Do Recife.Appellantes Vicente Alves Moreira
e outro, appellados Raphael Fernandes Abrau'.es,
D. Silveria Fernandes d- Souza e outros; appel-
lante Francisco Antonio CortfBa Cardoso, appeliala
a preta Maria Antonia.
Da Escada. Appellante Raquc Ferreira da
Costa, appeliala a parda Leonsia.
DISTBIBUigOBS.
Appellagoes civeis
Ao Sr. desembargador Reis e Silva :
Do Recife.Appellante Joaquim Francisco do
Espirita Santo, appellada a pret 1 Luiz 1 da Costa.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
De S. Miguel. AppeHaote Ln'iza, par sea cara-
dor, appellada Nemetio Dacio de Carvalho Gama.
Ao Sr. desembargador M uta :
Da Recife.Appelante Neusse L. B. Banks li-
mited, appellado Heory G. Slepple.
Ao Sr. desenibargadar Accioli:
Do Recite.Appellante Henriquela, per seu en-
rador, appellada Senhorinha U. Perrira Do tra.
Ao Sr. desembargador Daraingaes Silva:
Appettacio commercial.
, Da Recife. AippeliBteJJ* Monteiro de Si-
queira e flmo, appellados Ho Irigues lrm5r 4
Guimiries.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
De Camaragibe. -Appeiltnte- Tasso Irmaos, ap-
pellado coronel Jacinlho Paes de Mendonga.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes :
De Mamanguape. -Appellante 0 juizo, appellada
Josepha, escrava de Joaquim Pereira dasuva.
Recarso crime.
Ao Sr. desemargador Reis e Silva :
Da. R cife. Reeorrenm Antonio Jose Rodrigues,
rec?rrid.o SJanoel Joa-raim da Costa Ramos.

.



Di***) *fe *Mu*ueb ))Qtty^fetr8<*utoiM& ?3
.r
*
'i
fjl.ncerrou se a
wi' dia.
sessiio as A. uona
depois d|
C.IMARA MUNI
SESSAO EXTRAORDI.
DE JUMO
PHKSJKNCIA DO SlC.;SgGir |( ALBUOVEWJOK-
Ao meio dh, presences os SJs^Loyp. Junior, Toaa-
ivdoro SiJva, Cunha GuirrjarAek, e Dr. Moscost,
abrio.-e a sessao.
froi liJa e approvada a acta da antoredcnte.
Jau-sc o seguinte : ...
EXPEDIENTE
OCQcios :
Do Exm. presidente da proving!, traoimitiindo
QOiiXOpia a inf rma.-ao iniui-traia. pela capitania
d) porto (Testa cidade, com data do 10 do correa
la, sub numero 5J, acer-ca dp olH sip d'esta camara,
de ?d> corrente, sob n. Si, em relacao a latiiua,
qu.; vai ser coilpeada no caes do forte do M ottos.
A' corninissao. de s iilde.
Do Manoel do Almeida Lima, participando b
cacaara que e;n data da 21 d) cor rente assumio 6
extitcicio do cargo da subdelegado do i. dUtnclo
da freguezia da S. J >se, na qualidade ae terceiro
sujoplente. Inleirada. a
Tra- olTkios, seado uia do adatinistrador do ma/
taJiuro publico, outro do proctirador d'esta ca-
Sira, outro do fiscal da fregaezii de S. Jose,
il lo as informacoe* pedidas peh caraara a rea-
peito do procedimento de Tnomai Antonio Gui-
uiarai-, e do arrematante do sutnidio do gado
consuraido n'-sta cidade, con relacao aos talhos
estojialecidos na ribeira de S. Jose. A quern pa-
dic.
Do fiscal da freguezia de S. Fr. Pedre Goncal-
ve-, reraeltendo urn termo de exaaie procedido em
5enerr.s arruinados, perlencentes ao negoeiante
oao Jose Rodrigues Maudes.Ao archivo.
Ho mesmo reraettaoda, uma relacao das raultas
im|iosias per aquefla uscalisajao, desdo 18 a 25 do
- corneote : Manoel Percir i art. 43, casa suja, em
8*000- Joaquira 4A- Costa AnJrade idem, idem
8*000 -Manoel Alves idam, idem 44000 Gonc-l-
ves Fernandes, ilem, idemu41000 -Barros 4 C,
casa e toalhas, 8*0 JO-Jose Antcoio Fernandos
Frs.ii que, idem.'idem 4*030 -Domingos Jose da
Cunlia Cages, cafe falsificaJ), 84000-Materao
Lenois. casa e toalhas sujas, 8*000Pulino, casa
suja, 4*000--Mo.lhias G)mes Farnandes, idem, idem
4*000Manoel Franco de Sou;:a idem, idem
4*C09-Joao H >tal, arL 42 idem, id am 8*000. -Ao
procurador.
Do fiscal da freguezia de Santo Antonio, parti-
cipando que no dia 18 do corrente multou a Mi-
gue. da Silva Pimenlel, morador na rua da Santo
Arajro, numero 18, na quautia de triata mil rffis,
por infracao di art. 188 da iei provincial n. 1,129,
ouj ji se acha reeolbida ao cofre da municipa-
lids.de -lnteirada.
in fiscal da freguezia de X. S. da Graca, remel-
tendo uma relacao das raultas impostas a diversos,
do dia I" a 23 do correale : Manoal Nunes Cor-
res, como infracior do,arl. 52, em 10*000-Luiz
Jo-e da Silva Guimaraas, idem, idem 10/000.Ao
preenrador.
[ki li^al da freguezia dos Afogados, comoiuni-
cando, que impoz a mjlta de trinla mil reis Bel-
mil) & C., com i infract ores dos arts. 192 da lei
a 1,129 de 26 de janhj da 1873, pur estarem com
a lilanca da seu laluo faUificada. Ao proaura-
dor
Ho conlador, informando a peligao de Cariello
MilA- C. -Dafari )-sa a peticao na forma da lei.
Maadou so a corami'-ao di matadouro a peti-
cao de Augasto Cezar Ftrqandas Eiras e Evaristo
Juiiano da Sa, contratante do matadouro publico,
na qual os raesmos raquerem'que a camara man-
de iavrar a* ba-es do contrato.a vista do.artigo sa-
guado da lei provincial n. 1,142 de 8 de junho do
coi rente anrio.
Foram apresentados os requerinent03 seguin-
tes:
fVequeirp que o adrainistrador do cemiterio pu-
blita desul cidada, remetta todas as semanas a es-
ta samara uma relacao nominal de todos os cada-
veres que forem dep'o^iiados na capella do cemite-
ru. a->im como o peso da cera arief-adada.
I'ap.) da camara municipal do Recife, 23 de ju-
nho de 1874. Guuha Guimaraes. Approvado.
Gptistindo grande numero de^oarcllalipipedos dis-
parsos pela cidade, que reuuioBs podem servir pa-
ra cal.ar a prai;a do Pejoarioho, cajo calcaraonto
j .u'l'ilmeiile reclamado e da urgente necessidada,
que seja satisfeito promplamente, requeiro, qua
Jerabrando-se a m?dida a> Eim. presideute da
pnvuieia, se olH ;ie a 3. Exa. neste sentido. .
Iai;ida caraara municipal, 23 t'e juaho de
1874. -Loyo JuniorApprovado.
K'.'qiii'iro que seja trauscripta na acta a infor-
in: i dada pela capitania do porto a presidencia
da provinaia, sobre o ollloio que em data da 2 do
i .lie dirigio esta caraara a mesina presidencia,
solicit indo permissao para collocar sobre o caes
da rampa do Forte do Mattm uma latrina.
Pa{0 da camara, 23 de junlio de 1874.*Loyo
Junior.Approvado.
A iiifi.nna.aj de que trata o rajuerimeato su-
pra e do tliaor seguinte :
N 50. -Capitania do port>) de Pernambuco, 16
de jnnbo de 1874.lilm. e Exm. Sr.Manda V.
E:.c. qua infonne sobre o que peda a illustrissima
ca,mara mnuicipal dasta cidade, para na recons-
tracvao Ja rampa jn caes do forte d> Mattos, ele-
var um pareda) ate o meio da mesma rampa, pa-
i ,^ i'ira die construir uma latrina, que e de ur-
gente neessidide. fJu.npre-ma dizar, queexistindo
p*nas id Forw do Mattjs u.na rampa, que Ber-
re para erpbarque a deaembataae, nio e possivel
q::j Bqne iopprimido um dos lados para se collo
car u na lattrina, qu->. deve exbalar um fetidodior-
rivel.
Na rampa cm qaestao, o transito e immen-o,
nao so para os embarques e desernbarques de ge-
Beroa Qas cmbarcac/ies que se empregam na pe*
quena eabotagem, como para passageiros e era-
piegalos nosnavios do comnercio, ajllo;ados no
quadro da carga. A latrina alii ^ollocada serve-
ria arenas do coramoJo imraenso para os arma-
tini d;Jose da Silva l.oyo Filho, do barao do
Liv/amenlb e da companhia pernambacaaa, alem
d.; (joa sera no pojor lugar collocada, por ser o
n.'Ais estreito do caes do Foric do Mattos.
E-ii e a rainha oppiniao, V. E(c, porera, raan-
dira o que fiir servidi.
Dau< guardea V. ExcIlim. e Exm. 5r. com-
auetdador Dr. Henrique Pereira de Luaena, mui-
tr. disju i prasiden'.e da provineia. Joaquira Jose
di Silva. qapitio do porto. -Cooforme. 0 official
ii iii Por inli'M'/m do Sr. presideute dasta caraara,
f.l o offlsio do Exm. presidenta, ^ue acompanhou
a infi>rma*ao sipra. bem como a mesma informa-
<;\i'. a coramissao de saude publiisa.
Foi designado o dia 30 do correnle para ter lu-
gr a s gundasessao crdinaria do correnta anno.
Foram de.-pr.aliidas as seguintes peticoas : de
Alexandre Americo de Caldas Branlao, Antonio
Pintieiro de Carvalho. Antonio Carlos do Carmo,
firaga 4 Pimenlel, Cariello Milo & C, Francisco
de Li na Coutinho, Frederico de Castro Carvajoo,
Joaqii:n Dia- Fermndes, J se Igoacio Ferreira
llabull >, Joaquira Jose de Oliveira, Joao Francisco
Parados Porto, Jose Ramos da Silva, Josii de Vas-
concetlos, Josii Fernandas dos Santos Basics, Jose
A.rcdino & C, Joao Jose Destejare3 de Meuezes,
Joao J )aquira de Carvalno, Manoal Alves Vianoa,
H'lanii Cuslodio do Sacrameato, Joaqaim Jose
da Costa Guimaraes.
.Nala mais navendo, o Sr., presideute encerrou a
gsssao as 2 1|2 horas da larde.
Eu. Francisco Augusto da Costa, secretario, a
escrevi.
Theodoro il'ichado Freire Pereira di Silva.
pro-pre-idente. -Jose Cesano de Mello. liellarmi-
no do Reyo Barros. Joao da Cnnha Soares Gui-
marars. Dr. Pedro de Athayde Looo Motcoso.
PySUSACOES I PEPIDO,
O Sr. Atieo I>-ite
Um Sr. Francisco Manoel de Maalhaes, eaten-
issa dever, com seu nome, reforcar o mao juizo
C|ue a Provinna, em satisfacao ac-s (oroso Sr. Joao Chaves, tem proiurado divulgar
(* relaaao ao Sr. depuudo provincial AnDnioAti-
' (:o de Soaza Leiie.
Auscnte esse cavalheiro, como seu amigo, nao
podemos consentir que passe em silencio o porno de
dxtrema leviandada e injuslica do Sr. Manoel de
Jlplgalhaes, qua segundo nos consla ainda nao ha
ciaitoera am go ex corde do dihnoSr. Atico Leite.
Nada revella mais o caracter pessimo do in-
(lividuo do que essa diversidade de conceito,
(iuan 1; bitolada pela affai.ao on pelo odio. Quan-
ila o Sr. Manoel Magalhaes era intimo do Sr. Ati-
ca Leite, utnguem, ao seu ceoceilo, era mais ho-
iiast9, mais digno, mais distiocto ; jioje e seu des-
:iffeClo, e o quaiilica da espeiunca e o cobre da
jTparsuade-se o Sr. Manoel que o publico leva
tafrfpuia este seu proceder, que, por effeito dolle
JoTfara raal do caracter e boijesl dada daSr. Atico
Eugana se ; o publico va*v #> >*aaaoq em
saber quando o Sr. Maoelj; fsjUon. ^anWnJje
Atico Leite, on dgora gue e sflHOj
mador : opuhftetf,WSo'fafan;r
Manoel, considaranaitMll homem sem
e sem consciencia. "*"''
0 Sr. Manoei MwtfilTl sujgento do delega
de Villa Bella, teveod|ycertode toma* a forga b
mandar fmborj, um Wfula qitf.eu .eonduzidp
por fon?i iTuWica ; iaio b kik kdJ cenbecimer
to do Dr. chef de poliaia, pate digno. maftistrad h
propo'z a demissSo e foi concedida daquella sup ,
plencja ao mesmo Sr. JlseMhSes.
Entao eslava nesta ciqafi o Sr. Atico Leila,.. |
Sabedor do eceorrido, fai'smir'|bs seus amigos >
inconveoienciade unidui jfceeier, commnnieaq;-
do-lhes a cois'quencia 4oUnclptara
Eis, pois, o Sr. Manoel Magalhaes attribumdp
ao Sr. Atico Leite ioMtvencao no justo acto da
sua dimSisio, a decla-ando.s.e seu iowii0 Perr
suadido de que o Sr. Atico Leite esta aemalmente
feito deposiurio dos destiaof do 5 districto eleito,-
jral, corre como louco aos monturos dos adversa-
rios, e alh apanba a nauseabunda lama qua sen-
fpre exisie accumulada, e atiraa sobre o 8r. Ati-
co Leite I
Sr. Mauoel de Magalhaes, descance, qjto se pre-
cipite, a lama que atira ao Sr. Atico, oUiri tod a
sobre si, sobre o conservador qua, paFa bnr o
correligioaario do quern nao gos^- foi aos inimi-
gos pedir emprestads a arma%i a(urania e da
difTamacao.
0 Sr. Atico Leite, portoa-se por tal modo nest a
cidade, que deixou a tedos'qiie o cMMmatcwnq,
recordajoes as mate galas, e um conceito rauito
honros?.
Renovando as caluinnias, aqua ja tialia alludido
a Provineia, nao adiantou cousa alguraa no capi-
nho da difTamacao. 0 Sr. Atico Xefte respon-
deu aquelle jornal, e de modo o mais satisfacto-
ry.
Qae importa qua publique os despachos de pra-
nuncias dos juizas do dire pronuncias dos juizes raunicipaes ?
0 qua havia de fazer o Sr. Chaves, partidarip
infrena e rancoroso, homem astato a de mao co-
rafio, senao persegnir os adversaries, aos que nao
pode impor nem domaro pundonor '
0 Sr. Leila foi viclima da uma persaguicao po-
litiea ; avullaram factos insigoificantes, dorarn
como de deliclo aquil|o qu# mao passava de act
innocente, e loi ajsim que eivolveram a juelle ca-
valheiro era dous processes.
Elle, resigoado e calrao defendea-se e alcanQoa
justicanos tribunaes; como, po'u, o qaerem aiada
arguir ?
Pois bera I Ao juizo da Provineia e do Sr. Ma-
noel deJMagalhaes varaus oppor o juizodedous libe-
rals adversarios do Sr. Leite, e poderiamos ate |a-
vocar o do Rvd. vigario Manoel Lopes de Barros,
cbefa do paciido liberal de Villa Bella mas basU-
nos o seguinte :
t ... Lendo com toda attoajao a sua dafoza pu-
blicada uo Jornal d> Recife da 14 do corrente, si-
raos que os factos narrados na sua referida dafeza
deram-se pela mesma forma que V. S. raaneiona,
e a prova mais exuberante dasta verdade e que
os juizes que o julgaram, sendo seus diaaffectos,
nao acharara materia para condemna;ao e revoga-
ram a pronunaia ; sendo aio la V. S. bam coasi-
derado pelos cidadaos hoaestos de arabos 0| par-
tidos nesta comarca, a ha muitos annos nunca
ninguem se lembrou de accnsa-lo por taes factos,
o que hoje e feito pot correligionarios de V. S.
Eis o juizo de impjrtante? liberaes em-favor do
caracter a conceito do Sr. Ati L itc, e esjes libe-
raes sao os dignos Srs. Jeronymo Tfiaotonio da
Silva Loureiro e Izidoro h:6 da Sil/a Ma-care-
nhas.
A' vista, pois, deste doeumento ju gue o publico
de quanto e capaz o Sr. Manoel de M igalhaes, e a
que ponto chega o crilerio da Provineia, que nao
s6 anicula calumnias, como abre espaco ao> das-
abafos do despeito de qualquer estouvado e male-
volo I
Em defeza do nosso amigo, basta-nos Jestas li-
nhas. u.
Justus,
AS* iH6ftAS> HA: tARDE.
Aigodio -de Maeeib medianp 8jQBQ|)or UHOni
w --i piM-frJtariaa (Mt9.da7i8 e&Oii.
ConroB-raalfadei verdee 304 ta. a idk). >m\
Umbio -. wbM Lapdree a 9*A*v. 2.j.3j8, e do
banco til 4. jwr*000.
Cambjo - Diw. sohMdito a 3 d(. 388 iin frao-.o, do
banco ^
Cambio sobre ,o Porto a ftO^d^v
I da preiaio, honem.
Alo ob/ dito a vista ill OjO de
Cemiterio publico. !
Srs. redaclores. No seu Divio da C>, deste
raez, sob a robrica acima, appareceu um commu-
nicado assignado por diversas] pessoas, que se
dizem homens que se prezam'lde ser corditos, no
qual procurando contrariar um ofBaio por mim
diigido a Illma. camira desta cidade, se ontam
cartas eircumstaneias do facto a que ma referi,
as quaes nao podoin passar sera contestaca).
No mou olllcio &a-> as^ovorei qua o convidados
foss'rai armados de rewolver, e apenas disse que
diversos empregalos tinham assevei'ado.
Apezar da nao ter sido tostemaoha ocular desta
cireumsUncia. nao tend) razao para duvidardo
lestemnnho dos em regaJ;s, dai participacao
deste facto.'
EnflBaot) ;i prova que da mim exigem, nao
me vejo forgSdo a dal-a, nao so porque nao tsnlio
interesse algum em djscussSas desta ordem, como
mesmo porque d'sejarei que os tignatarios do
communicado me convencaui de que os empre-
gados se enginaram, fiaando assim tirmada a sua
reputa;ao de homens cordatot
Emquanto ao facto da se twin apresentado 8
on 9 coveiros annados de eucidas proinplos a
atacirem d primeira voz, e ella complatamente
destituilo de fundamento.
No cemiterio ?6 In aatnalnvn'.o tras coveiros, e
se outros empregados se apresentaram, nem tra-
ziara enxadas, nem foram alii por ordem minba,
e sem duvlda (o que e natural) foram atrahidos
pela grande vozeria que fizeram os convidados.
Restabelecida ajsim a vardade do facto, protesto
nao voltar mais ii discassii), qualquer flue seja a
forma que Hie quairam dar os sigaatanos do re-
terido communicado.
Recife, 8 de julho da 1874.
Augusto Xavier Carneirod j Cunlia.
.to publico.
Em atUncaa ao publico somente e nao aos mo-
50s dj Institnto (retinjo-rae aqaelles mocos
que voiaram pela publicai;ao do que nunca fora
eslylo publiaar-se em nenhuma sociedade, e mes-
mo'no Instituto), vanho pela imprensa patentear os
motivos que rae forcararn a pedir, em 3 do an-
dante, por iatermeJio do Sr. Rosa e Silva, elimi-
nacao de socio do Imlitatt Historico e Philo-
sophico.
Oppondo se a minha dignid,de a maneira por
que navega a grande nao Institute ende
raeia duzia dispoa de governo vilalicio ; condem-
oando eu severamente 0 faudalismo, institui^ao
attentatoria da iiberdade e aviltatora da dignidade
huraana, que ju sepultada na historia, pelas
luzes da modarna eivilisajao, e que tenta resurgir
em uma socieda 'e litteraria ; e obedecendo sobre-
tudo aos dictames da consciencia ; assentei em
nao pcr:encer mais a uma associacao ]em que
railitava na, serapre era minoria, opposica-) aos
capricho3 de ridiaulo absolutismo.
Eis as razoes da minha relirada de tal socieda-
de,. retirada qua levantoa a implacavel celearaa
dos mocos do Instituto, motivando a abertura
odiosa de um precedente, qual a publicacao refe-
rida, sobremodo desai.rosa para essa sociedade.
Ja que nisso toquei devo observar qae despreso
o irrisorio topico do extract) da acta, pubheado
na Provineia de hoje : e elle a Qel expressao de
tao illustre associagao, que se diz raoldada no ex-
tremo amor a classe de sens associados !
Juigo, portanto', ter roe manifestado na cmee-
nieneia de manter rae invulaeravel a raordacidade
de espiritos tacanhos ( fa;o ainda a devida res-
triccao).
Recife, 7 de julho de 1874.
Magalhaes e Silva.
rrjo'fr
a W\Hi paw Jtrtitb, tof Ha*'
re|Mkiie0M **sWam*kiM&*ti**
e-#or awaaM-de 4odoa^
&mm,mmm
qualquer poslico
Desenhos,' teci
sefe .rrfo*iri*r
hara e caprichaHJftplMf" pWt%
I Hi*) t Iti'-a^t- -. : iJ^y,
b om&a)
rtefactos.
(y>meo
raiclo
&
oq s/v.-.; Miuu umw
' aetneslraJinqo em
dejunBOJttllfl*. SO OS1LMV
r*\\fT\% \TTTT t
I ambucana.
Tpma fiseos naaritiroos em me^readoriaB,
steles, dfoheiro a risco e fl^altaeiiba de qual-
|?W nature**, etawpofa^ navios vi ela on
txneaeu, a premios maito rnodiees.
R6A DO CMWBHIO H. 14.
V Tim t
Descoato

0 MIS
B. de vasconceilos odU
A P. de Lemos, a 3 M1.
> ^acreurio
nr
fteadinwnto do dliTlaT ... K8:927l6tp
Idem do dU 8 23.490^909
*2:4!8>5li
*W
.io'itBflblflDrodl
*ferieHleitt
ftWpn*r: IK Dr. A. I. R.Co-
*- >i^illWB"
OWV'tf.lft" Br. A. B. de Oftvtira,
idem
Dita n. 13. Dr. ABttsiD Joaquiw dft
Moraes e Silva
Duque de Cax ad. Df. ADtero ManoeJ
ee^Medsiros Ftwtado, idem
Di4. Dr. Anionje TSpaminondes de
1
i ?>
contra-fogo
Mello, idem
Dita. Dr. Anioaie iusiiao da Souza.-
idam
Ejtroita do Ros.ario n. 4. Dr. Antonio
Manel de Slqueira Cavatcante, idem
Dita. Apolinario Plofentino de Albu-
querque Maraahao, cartorio
Dita. Antouio Augnstoda Prota Me-
fleze^, escrlplono
Trincheiras. Antonio Carlos August j
Poaee de Leon, idem
Estreita do Roario. Antonio Pinto
de Barros, idem
CdTonel Saassana. Dr. Angelo Hen-
riquenla Silva, ilen
IHE LHTERPdOL dt LONDON r GLC|I
INSORAHCE COMPANY
IRS.BffllTHSftS|4 C.
tW, Saulo-li
Lsrga do Rosario. Dr. Adriao Luiz
Pereira da Silva, consultorio
1
- undo 1
Dwcarregam bojs 9 de innljO^dA^Jii..
Sumaca hepah61a-/irtr#*Ti*irtOi> 8#K-ap-
posite no trapiche Barbosa.
Barca ingleza Wenifrid mrtpmes para a
poqtp daBoatViaJa.ija fle^fachados, park
p caes do Apollo^
DE3PACBPS DE EXPORTAg.AO NO DIA 7 'Dt
JL'LUi) DE 1874.
Pans os portos do ex'aiar.
No vapor inelez Maraldi, bftjCA. Liverpool,
caTwgaa-; 5 BrotHer9(i'G.lwsl!cl#*l,471
kilos de algolao.
ffe barca n^cioaal S. Josi; nara Lisboa^ car-
regau : Dliwira Fifhos & G IrOsadcae eom
14,591 kilos da algodao: para 0 Porto, A. T. de
Mello 2,000 prancho;s da amacello.
Na barca-portGgueza Venee lor a,- para Lisboa,
carrefon : J.-J. G. Beltrio t Filho'WO'sAecos com
15,dJO ktlot de a'suear mascavado e 1,400 cpuros
salgidos'com 16,800 kilos; H. F. PontesUS barr.s
com 5,280 litros de mel.
Para 01 portos do interior.
Para 0 Rio Gratt'de do Sal, no palacho nacio-
nal Salsepuedes, carregou : J.. ,C. Goacalves 300
barricas com 23,180 kfldV'de assacar branco.
Para 0 Bio Giaade doSul, nabrigua nacio-
nal Ptrangu, carregou : F. R. P. Guimaraes 380
barricas com 41,298 kilos de assucar branco.
Para a Villa da Peaha, na barcaja Oniao do
Norfe, carregou *. P. J. Coelho 3 volumes com 130
kilos de assucar branco.
Para evitar duvidas.
Na parte da policia, a presidencia da provineia,
pablicada no Jornal d) Recife e Diario de Per-
nambuco, de hontera, figura 0 meu Dome entre
os.de outras pessoas, que a ordem do Dr. dele-
gado da capital, haviam sido recolbidas no dia 5
a ca?a de detencSo.
Para qae nao lique em prigo a miobi repuUt
cab e a de meu fllho, de uome jgnal ao men,
apresso me em declararque nem eu aera elle pra-
ticamos d sturbio algnm e muito meoos fomoi
presps.
E' bem possivel que, algum gaiato, autor ae
qualquer disturbio, na occasiao de ser preso oc-
coltas-e 0 proprio nome e secyisse-se do meu co-
mo 0 primeiro qae Ihe vaio a raente. Innoceocio
da Cuaha Goyanna, escrivao do juiao da paz da
freguezia de S Frei Pedro Gongalves.
O cabelleireiro Jaynte.
Premiado em ires exposicbes e obsequiado por
seas freguezes com uma tesou-a de ooro ; tendo
afastado se temporanamente da exercicio do saa
proflssao, acha-se de novo trabalhando a rua Du-
que de Caxias n. 28.
0 conceito que Ibe foi semnre arb?.namenta to-
"(JSSirea.
Guarda.
?!
Lamego
Lisboa.
Louie.
Mealhada.
Malgago.
MirandUla.
Mbnl^o.
de Azemeis.

-.BANCO COMMERCIAL DE BRAGA
Jprge Taepp
;*.?.- Bu ao Arnoilm W.
^ Saca., por todos os vapores qualquer quantia ,a
ptaznaui visl v sobre -esse Banco, u suas res-
peilivas agendas nas seguinte* cidade.*. villas d^e*
Portogal a ilbas adiaaewes e Ilespanha.
AiMbtr :
H Porlugnl e illias.
AguWa. FamaHcao.
Aita. Fard. '
Anadia ^ei!?-
Arco.3.
Arco deBaulheim
Barca.'
Bircellos:
Beja.
Braganca,
CabBceir'as 'Je Basto.
Caminba.
Chaves,
Coimbra.
Conra.
Covilha.
El/as
Extra moz.
Evora.
Fafe.
Funehal.
Faj-al.
Porto.
Regoa.
Tavira.
Torres Novas.
Vianna.
Villa da Feira.
Villa Real de S.
Vinhaes.
1
1" .
UAPATAZIA DA ALFANDBGA
.iandtmento do
dam do dia 8
dia I a 7
VOLUMES SAH1DOS
No dia 1 a 7......
faaii 8
Primeira pori*.....
Jeganda porta.....
f^rceira porta.....
Quarta porta ....
T rpicbe Ccncsicao .
6:478*533
920^154
7:?98/387
7,020
123
98
201
473
7,917
SERVigO MAR1TIMO
u>*rengas dascarregadas no trapiche da
alfanaeea : \
So dia 1 a 7 .....\
Xo dia 8.......
to trapich6 Conceicio .
10
ASCEBEDORIA DE RENDAS INTtRNASGE-
RAES DE PERNAMBUC*
laodimento do dia t a 7 13:232 858
dem do dis 8 1:490*702
16:743*300
CONSULADO PROVINGU!
^-^ndimento do dia 1
ceTn do dia 8
a 7
62:280i864
18:669AolO
80:930>474
AGENCIAS PROVINCIAES
Renlirnento dos dias6e7 da julho.
Liquidos espirituo3os, etc. !;910o97
Bacalhao, etc........ 3321097
Furao, tabaco, etc...... *
Generas de estiva. ... S33J420
2:7785214
Thesouro provincial de Pernambuco, 8 de julho
de 4874.
0 escrivao de receita,
Joao Carneiro M. da Silva Santos.
SEGUROS
MARITIHOS
CONTRA E0 FOGO.
A companhia Iademnisadora, esUbelecid*
aesta praa, toma seguros maritiraos sobrt
aa'vios e seus carregaraentos e contra fog<
em edincios, mercadorias e mobilias: n*
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao <& Filho sacam
por todos os vapores sobre :
Anadi4
Agnida.
Affllro.
Beja.
Chaves.
Elvas.
Araaraate.
GuimarSej.
Covilhi.
Melgaco.
Portalegre.
Areas de valde vez.
(3elorico de Basto.
Caminba.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
Evora. Mom*
WHe. -Ova*:
Faro. Porto. *
Guarda. Tavira.
Leiria. Regoa.
Lisboa. Vizeo.
Bariellos. Figrajira.
Coirabra. Lamego.
Mirandella. Estarreja
Penaflel Valenca.
Villa Real.
Gabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castallo.
Villa-Nova de PortimSo. Villa-Nova de FamaHcao.
Villa do Cbnde.
\a ilhas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira
COMPANHIA ALLIAN?4
seguros maritimos e terxoB-
tres estabelecida na.Palji*
em H> de Janeiro emijV^W
CAPITAL 4,000:000?>000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
iico maritimo em navio de ,vela e vaporei
para dentro e f6ra do imperio, assim conic
contra fogo sobre predios, goneros e fa-i
*ondas.
Agente : Joaquim Jose Goncitlves,BeUrac>
rua da Comraercio n. 5, i'andar.
Capital
^unrlo
Panaael.
Pidbel.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhoso.
Port'Alegre.
Porlimao.
PoVoa de Varziro.
Silves.
Thomar
Valeoca.
Villa do Conde.
Villa Meal.
Antonb. Villa Pouca d'Aguiar.
Vizeu
ViHa Novi da Cerveira.
HMiauha.
Madrid. Barcelona.
Vego. Cadiz.
NOETHERiN.
.... 20,000:000J>Q0l
de reserve. 8,000:000500(
Ag'.ates,
Mills Latham & C.
RUA DA CRUZ N. 38.

n. 32. Barbosa & C,
Augjsli) F. <1 Oliveira & C.
A casa commercial e bancaria de Augusto
j d'Oliveira & C, A rua do Co;nmercio ns
42, encarrega-se de execugao de ordens
para embarque de prodjetos e de todos 0-
raais negocios de coiumissau, quer commer-
ciaes, quer bancarios.
DecOnta lettras, e toma dinheiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e a
iazo, a voatade do tomador, sobre as se-
guintes prar^as estrangeiras e nacionaes :
I.ondres. Sobre o union bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de 1." classe.
Paris. Sobro os banqueiros foold
& C, MARCUARD ANDRE & C. 6 A. BLVCQUE,
VIGNAL & C.
famhtirgo. Sobre os Srs. joao
SCUU BACK & FILU S.
Lisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTI.iO JOSE DE
ABREU.
Porio. Sobre 0 banco uniao do porto
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Pard. Sobre o banco commercia-
00 parX, e os Srs. francisco gacdencio da
COSTA & FILUOS.
HaranhSo. Sobre 0 Sr. jose fer-
reira da silva junior.
Haliia Sobre os Srs. marinhos d c.
Rio de Jani'iru. Sobre 0 banco
INDUSTRIAL E MF.RCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRASILIENN&mANCAISE.
Madra da Dens
aaeriptorio
Ainorim n. 32. BernardlDe da Silva
Lopes, idem
Imperador n. 37. Dr.- Bento Borges
da Fonoeca, idem
Duque de Caxias p. 33. Dr. Balbino
Simoes Carvalho C. PassAa, idem
C
Commercio n. tG Campanhia Pecife
Drainage, idem
Visconde de Itaparica n. 49. Cle-
mentino Mnreira Temporal, idem
Caes 22 de Novembro n. 12. Com-
panhia dos trilhos do Recife a Ca-
jcadgi.
Marcilio Dias. Cussy Juvenal du Rego,
idem
Estrada do Rosarmho. Dr. Candido
Jose Lisboa, idem
D
Bom Jesus n. 54. Duarta A Irmao,
idem
Dita n. 13. Dalagrange, idem
Imperador n. 81. Dr. Deodoro Ulpia-
n 1 C. Catanho, idem
Aurora n. 37. Dr. Daniel Jose King,
consultorio
Belem. Diogo Baptista Fernandes, es-
criptorio
B
Marqnez de Olinda n. 64 Dr. Ernes-
. to Cesar Coutinho, consultorio
Estreita do' Rosario. Dr. Eliseu de
Souza Martins, escriptorio
Priraeiro de Margo n. 11. Ernesto
Machado Freire Pereira da Silva,
cartorio
F
Marqusz de. Olinda n. 56. Fabricio
Gomes, escriptorio
Bom Jesus n. 52. Francisco da Costa
Maia, idem
Vigario Thenorion. 24. Francisco Jo-
se da Costa Guimaraes, idem
Toita n. 33. Francisco de Panla Ro-
drigues, idem
Imperador n. 34. Dr. Francisco Au-
gusto da Cost?, idem
Dita n. 79. Dr. Felippe Nery Collaco,
idem
Dita n 73. Francisco Baptista de Al-
meida, cartorio
Coronel Suassuna. Dr. Francisco de
Paula Souza. escriptorio
Duqne de Caxias. Dr. F. de Sampaio,
idem
Dita. Dr. Fulgenc 0 Infante de Al-
buquerque Mello, cartorio
Dita n. 60. Dr. Francisco Gomes Pa-
rente, escr ptorio
Estreita do Rosario. Dr. Francisco
Leopoldino de Gusmao Lojio, idem
Trincheiras. n. 19. Dr. Francisco de
Paula Baptisla, idem
Palma. Faustino Jose dos Santos,
idem
Trincheiras n. 19. Floriano Correa
de B-ito, cartorio
Estreita do Rosario. Dr. Francisco
Olilon Tivares de Lima, escriptorio
Dita. Dr. Francisco Amintas Carva-
lho Mnnra. idem
Padre Flrriano. Francisco ngyaiu Oo
Luna Freire, cartorio '.
Duque de Caxias. Florencio Rodn
gues de Miranda Franco, idem
Dita. Galdino Temistocles Cabral
Vasconceilos, idem
Trinchei-as. Dr. Graciliano de Pau-
la Baptista, escriptorio
Imperador. Guilherme Augusto de
Atnavde, cartorio
H
Bom fosoa n. 68. II. Leger, escrip-
torio
Dita n. 13. Henrique Wilmon, idem
Commercio 0. 16. II. G. stepple, idem
Largo do Carmo Hyppolito da Silva,
cartorio
1 i.3,980
13,089
8.7*>
8,720
13.080
8,720
8,720
10,464
720
13,080
8,720
8,720
8,720
8,720
8,720
17,440
10,464
8,720
5,783
20,928
13,080
52,320
8,720
8,720
20,160
2L800
8,72 J
21,800
8,720
17,440
8,720
8,720
17,440
17,440
17.440
13,080
13,080
.8,720
17,440
8,720
10,464
13,083
8,720
8,7!0
8,720
3,139
13,080
8,720
8,720
8,720
8,720
8,720
8,720
8,720
17,440
21,800
26,160
8,720
!55
<
mWm# w ppR-m
Navio sahiio no dia 7.
Li _erpool Vapor.inglez Maraldi, commandante
Campbell, carga algodSo e outros generos.
it Dia 8.
Observacdo.
.Nao houve enlrada na'n sahida
EOITAES.
0 prbcurador-listal do thesouro provineia'
de Peraamuuwi' dwlara aos costribuintes do im-
post j de 8 / sobre escriptorios, cartorios a consul*
torios, a cargo do consulado provincial, do exerci-
cio de 4872 a 187^, qua ibaa liea marcado 0 praio
imnrorogavel de 31) dia-, a contar da publicacao
aeSte. na confgrmidadf da lei a. 891'art. 33, para
solicit.irem dafs**cao do conteneldso as r#ipectiva3
guias, a&m de recclberem seus debitos provenien-
tes do mesmo impost), certos de que se nao 0 fize-
rein dentro deste prazo, proceder-se-ha a cobran-
qi judicialmente, fazando publicar para isto.& re-
lacao dos devedores abaixo transcrtota.
Saccao do coolancioso provincial d Pernambu-
co, 3 dejulbode!874.
0 proctirador-flscal,
Cypriano Fenelon Guedes Alcoforado.
Helai\"io dos devedores do impiosto de 8 |o que dei-
xarara de pagar seus .debitos uo anno financei
ro de 1872 a 1*873.
A
do_Bo^J^q3p. 27.Uni/e M>
inW^ferrptorio
Dita n.57, Antonio. Luiz de Oliveira
' AzevedQ.laem
Dita n. 59. Alfredo & Barbosa, ijera
^RiMrnl^lem D' **' *"^*
Imperador n. 2. Antonio Borges da
Silveira Lpbo, cartorio
Dita n. 12. A'ugu'sto Cesar da Cunha,
r~idk -~* *'
Di.*.4X.Dr. Antonio da Vascoa-
eellos Maaeies daDrummond. es-
cripiorio
Dita n.H. Dr. A. A. Cysneiro de Al-
huquorqaa, consult*no
Diu n. 41.1v: Alvari^aminl* Ta*
vares da Silva, escriptorio
Dita 40. ABloaiaAivas da Brito,
cartorio <-
Dita n. 54. Dr. Antonio Jos$ da, Cos-
ta Riteiro, escriptorio
DiU n. JSfkfDr. Antonio Ferreir* "*
Rua
Pin
13,080
13,080
8,720
8,720
13,080
Estreita do Rosario 'n.'i'f :Jos*ioa*-
quim Nobrede Almeida, idem
^^^tt'M.
Hi
8,720
Marquez de Olinda n. ij Lmwi A
Guasemen, idem
Largo do Corpo Santo n. 27. Luiz
Duprat, idem
Imperador 11. 4. Lai: da Coala
Porto Carreiro, cartoia "i*j *; -
Dita d. 29.' Dr. Luciano Xavier de
Moraes Sanvoto, cmsoJlotio
Duque de Caxias n. GO. Dr. Lau-
rinda de Moraes Pinbeiro, escrip-
tano
Dita. Dr. Luiz Lopes Cas(#4p Rua -
co, idem
Larga do Hcsario. LeopoiatBP Aj-
tuuio da Fonceca, idn)-
Estreiu do Rosario. Dr.. L*oarda
Tavares de Almeida, lieai
M-
Vigario Tbenoria n. 20. Manoel da
Silva Farias 4s C, escriptorio
Maraes A Ir-
*aJoel
n. 6.
Madrc de Deus n. 0.
mao, idem
Caes da Companhia
Jose Dantas, idem
Imperador n 4. Manoal Goafalfea
Ferreira e Silva, idem
Primeiro de Marco n. 12. Dr. Ma-
noel Joaquim Silveira, idem
Duque da Caxias. Dr- Maxjmiaao
Lcpes Machado, idem
Larangeiras. Magoel Igoacio tor-
res Bandeira, cartewo
Coronel Suassuna. Dr. Manoel Jose
Pereira de Me.lo, escriptorio
Estrei.ta do Rosario. Manoel Jomj
da M ita, idem
Larga do Rosario. Dr. Malaquia-
Autonio GooQalves, consultorio
Dia. Dr. Manoal Nallo de
Souza Bandeira, escriptorio
Dita. Manoel Luiz da Veiga, idem
Dita. Melcuiades Antonio de Al-
meida, idem
M
Barao da Victoria. ISuiua PoajpiJio,
consultorio
Bom Jesus n. 11.
escriptorio
Okel Bendlos & C,
46.
Pinto da
Marquez de Olinda n.
Silva Casci>, idem
Bom Jesus n. 40. Pereira Vianna A
C. consultorio fc
Vigario Thenorio n. U.. Pereira
Vianna A C, escriptorio
Duque de Caxias. Dr. Pedro Alfon-
so de Mello, idem
Estreita do Rosario n. 2. Pedro.Ter*
tuhano da Cunna, cartorio
Impera tor. Dr. Pedro de Albuquer-
que Autran, escriptorio
Visconde de Albuquerque. Dr. Pra-
xedes Gomes de Souza Pitanga,
consultorio

Vigario Thenoiio.
idem
Dr. R. Vianna,
t,72<>
26,160
8,720
8,72
8,720
%7
8,72 >
13,0)*)
17,4'
r440
NJMO
0=72.1
8,371
8,720
8,72i)
8,720
13,080
17^40
8,720
JV*>
U.8CO
17,440
8,720
17,440
17,440
10,464
10,464
7.27H
10.46 i
17,440
13,080
13,080
13,080
13,080
8,7*>
6,976
20,928
21,80)
20,720
Duque de Caxias. Innocencio di Ci-
nha Goyanna, escriptorio 8.720
Pedro Affonso. Ignacio Nery F. da
Silva Lopes, idem 8,/20
Capiuaribe. Ignacio Barroso de Mel-
16, idem 8.720
s
Bom Jesus n: 27. Joao Affonso Tor-
res, idem 13,080
Dita n. 27. Joao Augusto da Silva
Freire, idem 20,928
Largo do Corpo Santo n. 2. Joaquim
Luiz Vieira, idem 13,080
Travessa do Vigario n. 1. Joao Ma-
noel de Oliveira Albuquerqui,
idem 12,obb
Vigario Thenorio n. 14. Jos6 Lopes ,_,..
Davim.idem *7,4M
Dita n. 16. J. G. Bastos, idem 26,IW)
Dita n. 15. Jose Maria Pestana, idem ld,080
Dita n. 33. Joao Jose da Cunha La-
ges, idem 13.080
Amoriran. 54. Jose Correa Braga,
idem *3.080
Dtta n. 56. Jose Ferreira Pinto da .,no,
Magalhaes, idem i3,08U
rDi'a n. 39. Joao Ignacio da Costa,
idem 'AW
Travessa da Madre de Deus n. 8. Joao ,
Chrysostomo Goncalves Rosa, idem 17,440
Domingos Jose Martins n. 138. Jose
Joaquim da Silva Gomes, idem 2C,160
Visoonde de Itaparica n. 34. Jorge
Clemeote de Birba Cavalcante,
idem 8,7)
Barreto de Menezes n. 21. Dr. Jose
Antonio Marqaes, consultorio 8,720
Dita n. 5. J. I. Carneiro da Canha,
escripturario 8,720
Imperador n. 31. Dr. Jose Joaquim
Tavares Bel fort, idem 13,080
Dita. Jose Mariano de Albuquer-
que, cartorio 8,720
Dita. Jose Francisco da Rego Barros,
idem 8,720
Dita n. 35. Dr. J. B. P. Cdrte Real, es-
criptorio 8,720
Dita n. 4?. Dr. Jorge Dornellas Ri-
biiro Pessoa, idem 8,720
Dita n. 45. Dr. Joao Jose Pinto Ju-
nior, idem* 8,720
Dita n. 35. Dr. Joao Franklin da Sil-
13,080 vetra Pavora, idem 8,710
Dinue de Caxias. Dr. Jose Eustaquio
43,600 Ferreira Jacobina, idem 8,720
13,080 Dita. Dr. Jacintho Pereira do Rego.
idem 6,9711
13,080 Estreita do Rosario n. 28. Dr. J0S0
Francisco Teixeira, idem 10,464
13,080 Dita* Jose AristrlgesHb Rodrigues
' Lirfta, idem 13,080
13,080 Visconde de Iuhauma. Joao da Sil-
veira Borges Tavora, idem 8,726
Estreita do Rosario. Dr. Joaquim Jo-
se Gomjalves Aleixo, idem 8,720
Imperador. Julio C. Pereira da Ro-
cha, idem 8,720
Vidal de Negreiros. Jose Goncalves
da Sa, escriptorio s, 120
Imperatriz a. 34. Dr. Joao Maria
Sdve,-oonsultario 10,464
Dita u. 59. idio.Cao.cio Gomes da
Silva, esdriptorio .9 8,720
Yiscoade de Albuquerque n. 8. iaa.^
Imperador n. 12. Silva Rego, car-
torio
Pedro Alfonso. Severiano de Siquei-
ra Cavalcante, escriptorio
Travessa da Madre de Dens n. 10.
Santos & Araujo, idem
T
Imperador n. 87. Dr. Tarqnioio B.
de Scuza Amarantho, idem
v
Dita n. 35. Vicente Liciaio da Costa
Campello, idem
Duque de Caxias. Vicente Pereira
dj Rego, idem
Marquez da Olinla n. 60. W. H.
Vnslh, idem
Imperador n. 63. W. H. M. Groth,
consultorio
Paulino Camara n. 17. Dr. Waltar,
idem
Seccao do conti-ncioso do thesouro provincial Ue
Pernambuce, 3 dejulho de 1874.
0 1 otlidal,
Horacio Walfiido I'eregrino da Silva.
Seccao 5"-SecreUria da presidencia de Per-
nambuco, em 4 de julho de 1874.
ED HAL
Por esla secretaria se convida a quom qnizer
contratar a construccjao de WDa pone de madeira
que ngue o mch-JvO.i..; "At hia-Vista. par-
tmdo do ponto correspondence a ru da Ponte \-'-
Iha, buscando as immediacoes do gazomeirr., se-
gundo a planta organisada p.-la reparticao das
obras publicas, per-ebendo pela con^truccao um
pedagio pelo tempo que se convencionar, a apre-
senta.- as suas propostas ate 0 dia 30 do corrente,
cesta secretaria, com enlereco a presiden.-ia
As propostas devem vir lacradas, e serao entre
gues ao porteiro, que deelarara no iavolucro, tin
presen^a da parte, 0 dia em quo a receber.
0 secretario.
J. Diniz Ribairo da Cunba._______
Seccao o1 -Secretaria da presidencia de Per-
nambuco.'em 4 dejulho de 1874.
EDUTAL
Por esta seeretaria se convida a quem quizer
contratar a c )nstrucoao d.- um 1 porile de midair
que ligue a povoacio do Monteiro ao lugar deno
minado Barbalho, se^undo a planta crgaaisadi
pela rapartir-ao das obras publicas, percebeudo por
essa construccao um pedazio pelo tempo que s->
convencionar, a apresentar as suas propostas ate
0 dia 30 do corrente, nes'a secretaria, com enile
re;o a presidencia.___________________________
0 Dr. Luiz Ferreira Maciel Pinheiro, juiz substitu-
to da vara commercial dsst) cidade do Recife do
Pernambuco, por S. M. Imperial, que D.os
guarde, etc. '
FaQO saber pelo presente edital que no dia \) do
raez dejulho do corrente anno se ha de arreimtir
por venda, depois da respectiva audiencia, a quem
mais der, os moveis seguintes :
12 cadeiras de gnarnicao de jacaranda a 6M<).
72J ; 1 par de consolos com tampa de pedra, r*--
tando uma quebrada. dita madei-a, por 40* ; t
mesa redonda de dita madeira, com tampa de p.'-
dra, por 251 ; 1 sefade dita, por 40* ; 1 marque
za de amarello com a palhinha rota, por 10i :
4 cadeiras am-ri:anas a l*i00, 6*; 1 guarda
roupa de pinbo por 15i ; 1 arraario ordinary p
35 ; 1 jarrao grande usado por 2$ ; 1 bide p
3i ; 1 escarradeira de louca por 1* ; 1 mesa d
pinho por 2* ; 1 espelho veiho por 14 ; cujos m >
veis vao a praga por execn.*) de Joaquira Antoni >
do Araujo A C, contra Antonio de Souia Oliveira
E na falta de licitantes que cubram 0 preco da
avaliacao, a arrematagao sera feita pelo prc?o da
adjulicacao com 0 abatimento da lei.
E para qu<- chegue ao conhecimeato de
todos, raaudei passar 0 presente, que seri
publicado pela imprensa 0 affuado nos In
gares do costume.
Dado e passado nesta ci iade do Recife il
Pernambuco, aos 27 de junho de 187i.
Eu,> Francisco Xavier de Souia Ramos, escrivi
interino, subscrevi.
Luiz Ferreira Maciel Pinlteiru
Ao sello 300 ra. V. S. S. ex-causa. Ma.-;ei
Pinheiro.
0 Dr. Sebasliao do Rego Barros de Latwda,
juizde direito especial do comraercio nes-
ta cidade do Recife e seu termo da capi-
tal da provineia de Pernambuco, por
S. M. imperial e constitucienal 0 Sr. D.
Pedro II, a quom Deus guarde, etc.
Faco saber zos que 0 presente edital virem <
delle noticia liverem que no dia 9 de jultn. do cor-
rente anni sa ha de arromatar por veoda. a quem
mais der, em praoa publica deste juiio, depois a
respectiva audiencia, 0 seguinte: *
12 cadeiras de jacaranda, da guarnicao, a U)i
cada uma, 1 sofa oVJdita; por *^rPJ[.,te.!nr
solos dedita, eom tampo dapedn, *>"*'--[
dineira de dita, por 800 2cle.ras de balance1 do
diu, por 80=3 2 ditas de braoo de diU, aor 301, 1
mesaelasllcade amarello, por SO*, l'..ude.re
com pe de brooza, par IB/, um gkbo por U,
guarda-vestido da amrello,por80*, 2 pan.
lanieroas de vidro a 9* cada um; Mnhoralot- ,v
execucao do Rodriguez Irmaoa & Giumar.
tra Jose Monteiro da Siqaeira. E nao n*r
lancad r que cubra 0 preco da avalncio. a -it!
matagio sera feita polo arepo da adjud-ca-.n oa
forma da lei. ,
E para que chegue ao conhecimcnj) c wJoa,
raandei passar 0 presente, que sera publicado pela
imprensa e afl&xado do lugar d oosiume.

-



Doario 48 Pernaabuoo Qukta feira 9 de Julho de 1*74*
Recife, S3 o> junco de 1874.
Eu, Manoel Maria Bedrigues do Nasci-
mento, escrivao, o subscrevi.
KAtta.* 1874- -S^"'S0 ^s^^Rrss^r^s^sz^
40 Barros 4$ Lacmda.
Ao sello 300 reis. V. S. S-iex-causa.Barros'.
de Lactrda.
As propostas devem Tir l.icradas, e serao-entre-,
gues ao porlaire, irue decla rare no involucro, em'
presence da parte, o dia era quo aa receber.
0 seoretario,
J. Dinii Ribeiro da Caoha.
0 dim. St. inspector do thesouro provincial,
-em virtude da ordem do Exm. Sr. presidente da
provinci a, de 4 do eorreote met, manda fazer pu-
blico, que vie i praca no dia-8 de oulubro proxi-
mo (uturo, peraute a junta do mesmo thesoaro
para ser arremauda a quem por menos flzer, a
obra do calcamento da estrada de Jaboatao, desde
4 poiite de Afogados ate a barreira do Giqaia,
orcada em 29:480,1088 era apoiices de 7 0|0, de-
feaixo das eoadicdes krfra traascriplas.
As pessoa* que se propozerem a esta arremaia-
cao, eoniparecara sa sala in sessdes da junta do
mesmo thesouro, as IS boras do indicado dia, com-
petentemente babiliudas.
B para constar, se mandou facer publico do pre-
sente joroal.
Secretaria do- thesoaro provincial de Pernambu-
co, 8 de jnlho de 1874.
seeretario,
Miguel Affonso Ferreira.
Qausulas especiaes para a arr-ematacao do calca-
mento desde a ponte dos Afogados ate a bar-
reira 4o Giqaia, na estrada da Victoria.
!-
0 calcamento deede a ponte dos Afogados ate a
tarreira do Gi juia sera feit> de conformidade com
o orcameato approvado pelo Exm. Sr. presidente
!
O arrematanle dara principle) a obrafno prazo
de um raei e a concluira 00 de oite mezes, con-
Udos da data da a&signatura do eontrato.
3."
O pagameato sera effectoado em qnatro presta-
$5es iguaes, na proporcio do serviro exeeotado.
4.'
Para tndo e ma is que nao vai especifieado na9
presentes clausalas observar-se ha 0 que dispde
o regularaeoto de 24 de fevereiro do eorcente
anno.
O engenbeiro *judante, Francicco Apoligoaio
Leal. Conforme.O official-maior, Luiz Salazar
Moscoso da Veiga Pessoa
Conforme,
M. A. Ferreira.
DECIABACOES.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrate da Santa Casa d
Miaericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessdes, no dia [2 de julho, pe-
las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quern mais vantagens offerecer, pelo tempo de urn
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Rna do Padre Floriano
Casa terrea n. 43......201*000
Rua de Santa Rita,
idem n. 32 v 250*600
Rua das Calcadas.
Idem n. 34........201/000
Cinco Pontas.
Idem h. Ill........362*000
Rua de Santa Thereza.
Idem n. 7.........221*000
Rua larga do Rosario.
2* andar do sobrado n. 24 A2 310*000
Idem do sobrado n. 24.....408*000
3 andar do mesmo......280*000
Rua do Cabuga.
Loja n. 1. ......650*000
Rua do Araerim.
!. andar do sobrado n. 26. 304*000
Rua de Antonio Henrique.
Casa terrea n. 26...... 99*000
Largo da Campina.
Idemn 11........> 120*000
, PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua Duque de Caxias.
Loja n. 77........700*000
Rua Primeiro de Marco.
Sobradode3andaresn.il 2:000*000
Cae< da Alfandega.
Sobrado meia agua n. I .... 2:100*OCO
Rua do Marquez de Oiinda.
Sobrado n. 33.......1:000*000
Rua da Madre de Deus.
Casa ten pa n -ii....../uupUM
Becco das Uoias.
bobrado de 2 andares n. 14 601*000
Jdem n. 39........421*000
Rua da Laps.
Casa terrea n.. 40.......
(Rua do Amorim.
Sobr*do de 2 andares o. 2-3 .
Casa terrea n. 34......
Travessa da Madre de Deus.
Sobrado de 1 andar d. 19 .
Casa terrea n. 17......
Rua do Burgos.
Idem n. 19........
Idem n. 21 .......
Rua do Vigario.
2s andar do sobrado n. 27 .
1 andar do mesmo......300*000
Loja do mesmo.......375*000
Sobrado de 2 andares n. 23 1:300*000
Rna do Encanamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 1:400*000
Rua da Senzaiia velha.
Casa terrea n. 16.......70I*0W
Idem n. 23........209*000
Rua da Guia.
Idem n. 23........209*0OC
dem n. 29........201*000
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 andares n. 12 800*000
Rna de S. Jorge
Casa terrea n. 100......241*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto ds
arrematacao as suas fiancas, ou comparecerea
acornpanhados dos respectivos fiadores, devendc
pagar alera da renda, 0 premio da quantia en
c^te for seguro 0 predio que contiver estabcleci
mento commercial, assim como 0 servico da iiw
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da Sanu Casa da Misericordia do R
cife, 26 de iunho 0 de 1874.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sous a.
Companhia Fidelidade
fguros anaritf aaoa e
A agenciaideeta companhia toma securoa ma-
nltimos 0 sole kvre, e 0 setimo anno gratulto w
tegurado.
Feliciano Jose-Goaiee
Acenle.
SI Rna do Apollo 51
Armazens da companhia per
nambucana. "
**p(t;uroN contra f*c
A companhia pernambneana, dtspondo do ex
^eilentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Matins, offerece-os ao commercio en geral
para deposito de generos, garantindo a inaior eon-
servacao das mercadorias depositadas, serrico
prompto, precos modicos, etc
Tambem recoiliera, mediante previo accordo, ex
clusivamente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alera de areiados o commode*,
sao inteiramenle novos e asphaJtados, isenioe d
onpim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quixerem utilisar-se destea ar-
aiazens, pederao dirigir-se ao escriptoho da com-
panhia pernambacana, que acbarao com quea
tratar.___________________________>^_____
Kanta Casa de Miserieordia
da Recife.
Pela secretaria da Santa Casa se faz publico que
ao dia 13 do corrente, pelas 9 boras da maoha, no
sala > da casa dos expostos, 0 111rn. Sr. Ih-soureirn
fara pagamento as arnas que trouxerem as crian-
cas que lbes foram contiadas, das mensalidades
relativas ao triraeslre vencido era 30 de junho ul-
timo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 2 de julho de 1874.
O escrivio,
Pedro Roditgue* de Souza.
Associacao Comn ercial
Agricola de Pernambuco.
Conforme prescreve 0 art. 13 dos nossos esta
tutos, convido aos senhores associados a rennirera-
se em assemblea geral no dia 9 do andante pelas
9 horas da manha, afim de aprciarem 0 relatorio
da direcroria, e proceder se a eleicio da mesma e
da comraissao de exame de cuntas.
Secretaria da Associacao Commercial Agricola
de Pernambuco, 6 ds julho de 1874.
Jo5o Pereira Rego,
2.* seeretario.
Pelo thesouro provincial de Pernambuco, se
faz publico para quern melhor possa interessar
que foram transferidas para 0 dia 16 do corrente
mez, as arrernala^oes seguintes :
Reparos urgentes do e.i pedramento na estrada
da Victoria, e ferragens da antiga illuminagao da
cidade de Oiinda.
Secretaria do thesouro provincial de Pernam-
bu:o, 6 de julho de 1874.
O seeretario,
Miguel Alfonso Ferreira.
Edital n. 5.
Pela iospectoria da alfandega se faz publico que
as II horas da manha do dia 11 do corrente, se
ha de arrematar, livres de direitos, e sojeitas ao
imposto da capatazia, as mercadorias abaixo de-
claradas, annunciadas a consutno por edital n.
164, e que deixaram de ser despachadas dentro
do prazo marcado,
Armazem n. 6.
Marca S & F n. 155 1 caixa vinda do Havre
no vapor franeez Vtlle de Bahin, descarregada em
22 desetembro d31873 e consignada a Cunha &
C, contendo 25 n5des de algodao, para dormir,
avaliadas por 166*666.
Idem n. 149-il dita idem, contendo 30 pecas de
brim de linho trancado, pesando liquido real 184
kilos, no vaior de 490*660.
Idem C & C n. 2601 dita idem idem, contendo
1,200 chapeos de feltro de la ordinarios, no valor
de 1:440*.
Sem marca e sem nuniero 1 lata vinda de
New-York no vap, r americano Memmack, des-
carregada em 1 de setembro de 1873, ignora-se
a consignacjio, ejatendo roupa de uso esuja para
crianQa ; valor da lata 1*000.
Alt'andga de i'ernaaibuco, 7 de julho
O inspector,
Fabio A de Carvalho lie is.

do sea traaaKo da procedeacia a esta o*a-
de, para que seja con o visto do fiscal ou colec-
tor aataeatteada a aanaia precedeacta, sen oaae
sera o feaero oeainerado aOadnccio da prwfacia.
e neahama ontra prova podera supprir essa fall*.
Coaiuiado provincial, de julho d* 1874.
O administrador,
________Antonio Carntlro Machado Rio?,
Juizo de orphaos
Em audiencia do dia 43 do corrente, do Exm.
Sr. desembargador jail de orphaos, recebtm-se
proposal para a arronataclo da escrava kidra,
preta, crionla, de 26 annos de idade, com alguraas
habilitacdes, avaliada por 1:000*. pvtenceoe ao
flnado Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro.
A camara municipal desta cidade leado de
demolir o sobrado a rua do Amorim n. 19, qu foi
ultimamente desapropriado, e vender a quern ma!
vantagens offerecer, todos os materiaes do mesmo
sobrado, convidad* novo pelo prestate aos pre-
tendentes a cOmparecerem no dia 12 do corrente,
pelas 12 horas do dia. no paco de snaa aetedes,
correndo diu daafulicto por eoata do arramatante
Paco da camara municipal do Recife. 7 de iulh-
de 1874.
Theodoro Machado Freire Pereira da Siva,
Pro pmidente.
Francisco Augusto da Coia,
O seeretario.
Lusj-Brasileira.
Assemblea geral
De ordem do Exm. Sr. presidente, convoc* os
Srs. socios a reuoirem-ae na sede da noaa accie-
dade no dia 40 do corrente, pelas 6 horas da tar-
de, para em sessao de assemblea geral contiuar
a discussio da reforma parcial dos estatotos,
Uma hora depots da annnncisda, principia-ao
os trabalhos com o numero de socios que se acia-
rem presentes, de conformidade com o art f&
Secretaria do conselbo fiscal da Sociedade Be-
neficente Luso-Brasileira, 8 de jnlho de 1874.
Andre M. Pinheir*,
I.* seeretario.
De ordem da mesa regedora da irfcandade
de Santa Cecilia, erecla na igreja de N. 5. do Li
vramento, faeo sciente a todos os nossrs irmaos
que a mesma mesa regedora, reconsiierando o
acto que deliberou, fossen> saldados ru prazo de
oito dias, os debitos daquelles irmaos que com a
mesma irmandade se acbavam atrazaios, marcou
um novo prazo de 30 dias para esse I'm, a contar
desta data.
Secretaria da irmandade de Sant. Cecilia, 1 de
julho de 1874.
O secreiaro,
_______________Bento da Silva tamalho.
Edital n. 6.
Pela iospectoria da alfandega se intima a Ma-
noel Marques de Abreu Porto a vir despachar,
dentro do prazo de 30 dias, umoote que o metmo
senhor deixoa depositado na giarda-moiia desta
reparticao, sob pena de, findr o prazo marcado,
ser vendido por sna conta, sen que lbe fiquecom-
petindo contra os effeitos de.-ta venda.
Alfandega de Pernambuo, 8 de julho de 1874.
O Uspeclor,
Fabio A. ie Carvalho Rets.
202*000
002-jeoo
122*000
650*000
601*001
153*000
153*000
243*000
1HSPECQAO DO ARSENAL DE
MARLNHA.
Faz-se publico que en data de 6 do corrente
foi vistoriado o vapor tirapama, da companhia
pernambucana de navejacao costeira, e a commis-
sao julgou-o em estado de poder continuar no ser-
vico em que se emprega.
Inspeccao da arsenal de marinha de Pernambu-
co, 8 de julho de 1874.
Francisco Jose Coelho Netto,
Inspector interino.
Natal, Macao e Mossor6.
Para oa portos aeina vai sahir earn aaita bre-
vidade e wale Oiinda, recebe carga a frete com-
nodo : a tratar eon Joio Jon da Cunha Lages,
na raa do Vigarie n. 33, oa a bordo, eonfronte
aoirapiche Daataa. _,..[
Rio de Janeiro e Rio Grande
do Sul
Para os iadicados portos vai segnir em poucos
dias o brigue nacional Pirangy', recebe ainda a
frete modieo algnnaa carga e escravos : a tratar
eon Francisco rUbein. Pinto Guimaraes, a rua do
Bario do Triumpho n. 96.
cu\R<.i;ntN m:i\i^
COMPANHIA FMN'CEZA DE NAVE-
CACAO A VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE O
tavre, Lisbon, Pernambuco, Rio d>
Janeiro, (Santoa somente na vol-
a) Honterideo, Baeaoe-Ayrea,
(com baldcHt-no para Rosario)
STEAMER
WAAM H, B\UI\
P. Robert.
E' esperado dos por-
tos do snl ate 10 do
corrente, seguindo de -
pois da indispensa-
vel demora para o
Havre com escala por
Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiros, trata-
m com
OS CON8IGNATARIOS
ADGUSTO P. D'OLIVEIRA 4 C
iiRua do CommercioEntrada pela ro
do Torres.
Rio Grande do Sul
O brigue nacional Sahy sahira para o porto aci-
ma, e recebe a carga precisa para alastrar : tra
u-se com Pereira Vianna & C, a rna do Vigario
numero 1.
Para a Bahia.
Para o referido porto segue com brevidade o
hiate Joven Arthur, por ter grande parte da carga
engajada, para o res to que The falta, trata-se com
o sea consignatario Antonio Luiz de Oltveira Aze-
vedo, na rna do Bom Jesus n. 37.
COMFAMIIA Itlt VSII I III 1
DE*
NAVEGACA0AVAPOR
Portos do none
Conmandante Alcoforado.
E' esperado dos portos do sul
inclusive o da Victoria, ate o
dia 9 do corrente e seguira para
os do norte depois da demora
do costume.
Porfos do sal.
mm
Santo Antonio
INSTTUTO
GI
E GED-
2.
3.'
ARCHEOLUB
PERNAMnub
Haverasessao orilinana quinta-feira, 9
do corrente julho, pelas 11 horas da ma-
nha.
ORDEM DO DIA.
Eipediente.
Pareceres de coramissues.
Propostas indicacoes e requerimentos
e o mais que occorrer.
Secretaria do Institute, 6 de julho de
1874.
No impedirnento do seeretario perpetuo.
Salvador Henrique d'Albuquerque,
___________ 2. seeretario.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta proviocia se faz' publicc
Sara conbecimento de qnem interessar qne no
ia 29 de julho proximo futuro, pelas 2 horas da
tarde, sera posta era basta pub ica perante a jun-
ta da mesma thesouraria, para ser arrematada por
quem mais lanco offerecer a casa terrea sita a
rna do Paco Castelhano, na cidade de Oiinda, pro-
pno nacional e bem assim o terreno que lbe fiea
adjacente, o que tudo foi avaliado por dous contos
de reis.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 30 de junho de 1874.
O %.* escriptnrario, servindo de seeretario,
Carlos Joao de Souza Correia.
CO.NSULADO PROVINCIAL
Pelo c/inenlndo provincial se faz puDHCO, que de
conformidade com o art. 33 da lei provincial n.
1,141 foi peloSr. inspector do thesouro provincial
autorisado o continuo desta reparticao, Antonio
Carlos de Lemos Duarle, a proceder a verifiiacao
e renovarao da muneraj^o de todo3 os vebiculos
da condHfAo' de carga e pessoas uesta cidade e
seus arrabaldes.
Cot.sulaJo provincial de Pernambuco, 7
de julho de I87i.
O administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
De orJem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda se faz publico para conbecimento
de qnem interessar, que perante a junta de fazen-
da da mesma, (era de ir a praca para ser arrema-
tada por quem maior lanco offerecer, o arrenda-
mento de uma casa terrea sob n. 55, a rua de S.
Bento da cidade de Oiinda, *pertencente ao patnmo-
cio do convento de Nossa Senhora do Carmo da-
quella cidade, e hoje encorporado aos proprios na-
cionaes ; sao por tanto convidados os pretenden-
tes ao dito arrendamento a comparecerem as duas
horas da iarde do dia 25 do corrente mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 5 de julho de 1874.
0 2 escripturario, servindo de seeretario,
Carlos Joao de Souza Correia.
Juizo da provedoria.
Por este juizo, escrivao Guinarae<=, irio a praca,
Sor vtnda, no dia 9 do corrente, finda a audiencia
o Dr. juiz substituto da provedoria, Oliveira An-
drade, as dtvidas activas do casai da finada Rosa
Maria Francises, e a reqaerimento do inventarian-
te Jose da Costa Bispo. Os pretendentes acbarao
em poder do porieiro dos auditorios o escripto com
tleclaracio dos devedores, e quantias.
Recife, 6 de julho de 1874.
O escrivao interino,
Joao Tiburcio da Silva Guimaraes.
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINHA.
Q conselho promove no dia 9 do corrente mez,
a vista de propostas recebidas ate as 11 horas da
manha, a compra dos seguintes objectos do ma-
terial da armada :
5 barris de alcatrao, 6 bandeiras nacionaes de 2
pannos, 3 ditas de 3 ditos, 3 ditas de 4 dito?. 3
ditas de 5 ditos. 3 ditas de 6 ditos, 20 duzias de
brocnas de pintar, 8 barris de breu, 45 cantonei-
ras de ferro de 0,62 de largo e 0,08 de grossnra,
20 var5es de cobre de 0,01b de grossura, 300 fo-
Ihas de cobre de 24|0, 100 varoes redondos de
^rro inglez de 0,025,100 ditos de ferro dito de
0,022, 100 ditos de ferro dito de 0,019, 100 ditos
de ferro dito de 0,016, 100 ditos de- ferro dito de
0,015, 100 ditos ae ferro dito de 13, 116 lencoes
de ferro dito de 2,03 de comprimento, 0,76 de
largo e 0,008 de grossura, 24 barras de ferro dito
de IUI50 de largo e 0,008 de grossura, 40 duzias
de lapis, 20 milheiros de pregos caibraes, 50 pra-
tos travessos, de folha, 40 taboas de pinho de riga
j_de 8,5 de comprimento, 0,250 de largo e 0,050 de
grossura, 120 kilos de pregc s de cobre para forro,
230 parafusos de metal ou ferro gaivanisado de
0,087 de comprimento e 0,011 de grossura, 10 du-
zias de taboas de pinho da Soecia de 0,018 de
Srossnra, 12 duzias de taboas de pinho da Suecia
e 0,025 de grossura, 12 duzias de taboas ditas
de 0,037 de grossura, 8 duzias de taboas ditas de
0,075 de grossura, 2 duzias de taboas de costtdi-
nho de pao carga de 5 a 6 metros de comprimen-
to. de 0,40 a 0,45 de largura, 40 remos de faia de
6,12 de comprimento, 100 remos ditos de 5,78 de
comprimento, 60 remos ditos de 5,44 de compri-
mento, 60 remos ditos de 5,10 de comprimento,
50 remos ditos de 4,76 de comprimento, 60 kilos
de secante feses de ouro, 400 kilos de tinta preta
preprada, 20 garrafas de tinta de escrever, pre-
ta, 50 toneladas de carvio de ferreiro.
Tambem o conselbo, no mencionado dia, con-
trata, em vista igualmente de propostas, o forne-
cimento de carvao cok, por tempo de tres mezes,
para o arsenal de marinha
Sala das sessdes do conselho de compras
de mariaha de Pernambuco, 6 de julho
de 1874.
0 seeretario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
QUINTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
IS c ii olio! o do Cunha. cx-fioal
do theatro Santo Antonio.
Grande espectaculo em 5 actos, com o applaudi-
dissimo drama :
Maria Joanna
MULHER DO POVO
Denoinina^So dos actos.
I,*Os dous casamentos.
2.*O roubo e o engeitado.
3.Ella esta louca I
i.A douda com juizo.
5.- O medico desmascarado.
Tomam parte no drama as Sras. D. Manoela,
Maria Bahia, D. Emilia Camara, D. Josepha e D.
Joanna, assim como todos os arti'tas da compa-
nhia.
E' este o espectaculo que o beneficiado offerece
ao generoso publico pernambucano e do qual es-
pera todo acolhimente e proteccao.
Principiara as 8 1|2 horas.
CIRCO EQUESTRE
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS
COMPANHIA BRAS1LEIRA
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
0 espectaculo annunciado para bontem que pelo
mao tempo deixou de haver, sera hoje, se o tem-
po permittir.
Pela primeira vez, o joven sergipano, saltarao
arco das facas.
. Principiara as 8 horas.
(ommandanle Carlos Gomes
E' esperado dos portos
do norte ate o dia 13 do
corrente e seguira para
os do sul depois da de-
mora do costume.
Para carga. encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO-7
____________Pereira Vianna & C.__________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
NavegaciEo costeira a vapor.
MACEI6 EM DIREITURA, PENEDO EARACAJU*.
0 vapor Jaguaribe, comman
dante Julio, seguira par:
os portos acimano dia 13 do
corrente as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 14,
encommendas, passageiros e
dinheiro a frele ate as 2 horas do dia da sahi-
da : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Par
~a
Segue nestes poucos dias o patacho portuguez
Michaelense ; para o resto da carga que Ihe falta,
trata-se com Antonio Ferreira de Alme'da, a rua
da Madre de Deos n. 36
Segue nestes dios para o Aracaty, por ter
parte de seu carregamento prompto, o bem co-
nhecido hiate Deus te Guarde : quem nelle quizer
carregar ou ir de passagem, dirija-se ao escripto-
rio de Bartholomeu Lourenco, rua da. Madre de
Deus n. 2, que acbara com quem tratar.
i mi mm \
MESSAGERIES MARITIMES.
I.inha mensal
CONSULADO PROVINaAL.
Pelo consnlado provincial se fax publico que pa-
ra execucao dos arts. 78 e 79, abaixo declarados,
do regulamento de 6 de abril do corrente anno, fi-
ea marcado o prazo de 60 dias.
Art. 76. Os generos de outras provincias impor-
tados nesta, por via terrestre, deverao ser acorn-
panhados para a prova da procedeneia de uma
guia do proprietary e por elle deiignada, daqual
conste declaradamente o lugar d'oade vem os ge-
neros, quaes sejam estes, a quantidade dos volu-
mes a marca delles e o nome do conductor.
AVISOS MARITIMOS.
Companhia de navegacfto a va-
por babiaua, lintitada
Macei6, Penedo, Aracaju-e Bahia.
E' esperado dos portos
do snl ate o dia n do
corrente o vapor Sinimbii,
o qual sahira para os por-
tos acima no dia seguin-
te ao da ana cnegada.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete
Agente
Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo.
7- Rua do Bom Jesus57
Maranhao.
Para o referido porto pretende segnir com pou-
ca demora o hiate Oiinda, por ter a maior parte
da carga prompta : trata-se com os consignata-
rios Joaquim Jose Goacalves BeUrio. 4 FilLo, a
rna do Commercio n. 5.
Lisboa e Porto
Segue viagem com a possivel brevidade a barca
portugaeza Nova Vencedoru, recebe carga e pas-
sageiros : a tratar com Tito Livio Scares, rna do
Torres n. 20.
Libras eslcrlinas.
Vendem Augusto F. d'OH-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia
10 do corrente se-
guindo depois da de-
mora do costume pa-
ra Bordeaux, tocan-
do em Dakar (Goree) e' Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harismondy A I.aliillo.
9 Rua do. Commercio 9
Pacific Steam Navigation Compan)
ROYAL MAIL STEAMER
JOHN ELDER
(DE ii51 TONELADAS)
Commaniante W. F. Hewtson.
Eipera-se da Euro-
pa ate o dia 19 do cor-
rente, e depois da de
mora do costume, se
gnira para Bahia, Rio
de Janeiro, Montevi-
deo, Buenos-Ayres. Sandy, Point, Lota, Valparai-
so. Arica, Islay e Callao, para onle recebera pas-
sageiros, encommendas e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe a C
14PRAgA DO COMMERCIO4
wMSSSnBSlS m aritimo 55 porto
Enpresaportnenie de uav-auo a
vapor enire Portugal o o Braall
O VAPOR
Almeida Garret
nandante Tomasini
Esperado do su
em 18 do corrente de-
pois de pouca demora
dentro deste porto ge-
gnira para Lisboa e
Porto com escala por
S. Thiago.
Passagens e fretes de cargas, encommendas e
valores, tratam-se com os
AGENTES
E. R. Rabello C.
48 Rua do Commercio 48
1 cacti do pavdes.
1 viveiro com rOlas de Fernando.
3 veneziants francezas, com correntos.
Objectos de ouro e brilhante.
RUE
aa 11 horas
NA
FEIRA SEM ANAL
16 Rua do Iroperador 16.
ARMAZEM.
LE1LA0
DE
um excellence predio
Nendo :
Uma casa terrea, faltando repartir, na rua do
Lima, em Santo Amaro n. 34, tendo a dita trinta pal
mos de largo e noventa de fundo, quintal mnrado,
tambem com noventa palmos de fundo, pnxada
for a para casinha, tendo mas dentro da casa por-
cao de eal, tijolos, alguraa madeira e pedras para
faier o cordao da calgada.
HOoIK
pelo agente Martins
Na araiazem da rua do Inapera-
dor n 48
A'S II HORAS DA MANBA
Os pretendentes podem examinar a casa, pois a
chave se acna na taverna n. 32, junto ao referido
predio.
Agente Pestana
es9
moveis, louras, vidros, crystaes, ouro, prata
e brilbantes
HOJE
as 11 horas em ponto.
No armazem de agenda de leiloes da rua do
Vigario Thenorio D. 11.
O preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de uma mobilia
de jacarada a Luiz XV, :om tampos de pedra, 3
ditas de junco amarello, 1 dita de faia, 1 rico santuario de jaca-
randa, 1 guarda-roupa de amarello, 1 guarda-l u-
ca, 1 apparelho para almoco, 1 cofre inglez, prova
de fogo, 1 secretaria, 1 par de aparadores, com
tampos de pedra, quartinheiras, cabides, mesas
elasticas de 3, 4, 5, 6 e 8 taboas, raeias commodas,
ditas inteiras, marquezas, marquezdes, scfas avul-
sos, diversas duzias de cadeiras avuisas, como se
jam : amarello, faia, junco, araericanas, inglezas,
e muitos eutros artigos relativos a moveis e lou^a
Tambem na mesma occasiao vendera uma factara
de ouro, como seja : anneis, voltas, cacole'tas, pa-
res de brincos, rosetas, salvas, paliteiros, appare-
lhos, pulseiras, e muitos tutros artigos relativos a
ouro, prata, brilbantes, etc.
Quinta-feira 9 de julho
A'S II HORAS EM PONTO.
No armazem de agenda de leiloes da rua
do .Vigario Thenorio n. 11.
Grande feira
DE ^
pianos dearmario, guardas-
louga, espelhos dourados,
mesas elasticas, veuezia-
nas francezas de correrites
para varandas, arandelas
para gaz, objectos para ca-
beleireiro, mindezas, com-
modas, aparadores, lava-
tories, secretarias,transpa-
rentes para janellas, copos
e calices, carteiras para es-
criptorio, objectos de ouro
e brilhante, relogios para
algibeira, de ouro e prata,
louc,a, mesas para escre-
ver, ditas de pedra mar-
more, com pes de ferro, e
infinidades de objectos do
uso domestico. queserao
vendidos
ao correr do martello
Hoje
A's 11 horas
NA
FEIRA SEM ANAL
.6-Rua do Impera ARMAZEM.
pelo agente Martins.
Agente Dias
i
PAKA'
A eeeoaa Qtorgiana segue nestes dias para o
porto acima, e recebe carga a frete : a tratar com
Tasao Irmaos di C
LEILOES.
LEILAO
DE
1 cavallo selado e enfreiado.
cazaes de canarios do imperio.
i
parte do predio do becco do Abrcu n. 1,
e dividas na importancia de..........
36:9095300
. A SABER:
Alexandre das Merces.
Sique;ra
Neco
Moiia, caneiro do Rodrigues
D. Josepha
Joio Henrique
Antonio de Oliveira Jolres
Manoel do Nascimento
Alfredo
Collegio de S. Bernardo
Joao Nepomuceno Negreiros de Bar-
ros
Manoel Ignacio Borges
Alvaro Joaquim Goncalves Fialbo
Loirfj
Silvestre Pereira da Cunba
Collegio de S Jose
M rla do Rosario
Simplicio
Joao Jose de Lemos
Antonio Ferreira de Lima
Jose Martiniano da Silva
D. Anna Maranhao
Santos
Dr. Miranda
Theoiosio Fernandes Ferraz
Manoel de Azevedo Andrade
Pinheiro & Chaves
Manoel Antonio de Aranjo
Capitao Lavra
Bernardino Pereira Marinho
Jose de Barros Simao
Pinto
Luiz, funileiro
Collegio do Dr. Bernardo
Joao Rogerio Nuoes da Silva
Thomaz de Carvalho Soares Braca-j
Viriato de Freitas Tavares
Francisco Jorge di Silva
Oliveira
Maia
Jose de Pinho Borges
Joaquim Simoes
1,000
200
200
'>,460
640
500
16.780
4.7JO
i,340
2,640
30,640
12,620
2,2i0
3,000
2,800
2,680
2,600
S4.3O0
17,660
3,680
25,140
1,000
14,000
2,920
7,920
2,960
6,25 4,480
1,400
ISO
7*0
1,320
120
960
800
1,280
9,100
2,600
3,280
560
120
too
Arantes, do Cambrone
Figueiredo
Hotel de Santo Amaro
Dr. Joio Honorio ,
Frederico Sltnier
Daniel fsoeio do Tabacio)
Anedino Bandeira de Mello
Jose Maria Gomes da Silva
Manoel Nuoes Pereira
Manoel de Andrade
Trajano
Joao dos Santos Barros
Manoel Joaquim fioncalves
Marcelino
Joao Antonio dos Santos
Panlo Fernandes de Mello GuimarJes
Fabio Severmo Nobrega
Jos6 Gomes da Fonceca
Manoel Martins de Azevedo
Tenente Alfonso
Francisco Joaquim da Costa Fialbo
Francisco, escravo do Camaragibe
Hygino Pereira de Carvalno
Coronel Jose Maria I. J. P. Mello
Cipitao Theotonio
Carvxlho
Dr. Gabral
Aureliano C. de Medeiros
Eduardo da Costa Oliveira
Joao Manoel de Jesus A C
Joa Francisco Paredes Porto
Jose Narcizo da Silva k C.
Dr. Moscoso
Joaquim Marcelino da Cunha
Francisco Pereira Vianna
Manoel andido P. Lira
Capitao Borges Leal
Simplicio, do bario de Muribeca
Joaquim Ignacio Ribeiro
Cardoso, rua dos Prazeres
Joio Ignacio, engenho Merces
Manoel Christo
Salustiano, do Cambrone
Capitao Jose Ignacio M. R. Medeiros
Antonio Joaquim de Sant'Anna
Candido do Couto
Joao Feliciano, cargueiro de Joe
Caetano
Benjamin, musico
Monteiro
Deodato
Joio Francisco de Mello
Manoel Jose Guedes Magalbaes
Napoleao Duarte
Ulysses, da alfandega
Marcolino, tintureiro
Jose Augusto Rosado de Oliveira
Zumba Chaves, rua do Aragao
Luiz Jose de Oliveira Diniz
Avelino S. de Oliveira Azevedo
Rufino, cunhado de capitao Albu-
querque
Domingos Antonio da Silva B.
C*ndido Eustaquio C. M.
Clementino Gomes Carvalho
B.>mvennto de S. Saldanha
Henrique Leyden & C.
D. Rezende
Joio R. da Silva Ramos
Beraldo B. de Araujo
Irin^o Coelho da Silva
Dr. 0 ristovio Xavier Lopes
Honorio Horacio de Figueiredo
Minervino Bezerra de Vasconcellos
Candido J. B. da Rocha
Joaquim Anrelio Wanderley
Jose Francisco M. de Almeida
Machado
l.iao Cailado de Albuquerque
Jose Joaquim Ramos e Silva
Jose Alves Fernandes
Francisco Octaviano de N.
Major Feitosa
luvino Dandeira de Mello
Manoel Paulino deGouvea
Leonardo B. dos Santos
Antonio M. P. Yianna
Dr. Francisco Jose Kabello
Manoel Qnintiliano da Silva
Juvencio Alhayde
D. Angelica
Leopoldo de S. Cavalcante
Joao Lins Vianna Jnnior
Antonio Cesario Moreira Dias
D. Augusto Penido
Francisco Xavier B. Campos
Jose Alves da Silva
Antonio Jose da bil.a Junior
Joio Candido de Mello
D. Contnca
Dr. Jonuim Goncalves Lima
Jose Antonio Moreira Dias
Juvencio Coelho da Silva
Francisco Antonio de Oliveira
Antonio Joaquim de Sant'Anna
Joio Fernandes da Cruz
Tenente-coronel Joao ValentimVil-
lella
Manoel Tin6co de Souza
Paulo Bezerra dos Anjos
Jose Bernardo da Motta
Francisco Scares rti Silva Ribeiro
Joaquim Pereira dos Santos C. Gui-
maraes
Manoel Jose de Siqueira
Francisco das Chagas P.
Francisco de Almeida Rirata
Francisco Jose Alves
Joaquim Jos6 Bello
Jose Luiz de Mattos .
Jose Maria de Carvalho
Galdino J >sc Monteiro
Felix Jose Marques
Joaquim Monteiro Diuiz
D. Anna M.
Antjnio Lopes de Azevedo
Rosado & Pires
Azevedo
H. Coelho
Jose Tromaz de Aguiar
Dr. Carlos Anguslo Alcorne
Manoel da Silva Carvalho
Herculano Rodrigues da Silva
Victor de Sonto Cavalcante
Joio Lopes Ferreira
Luiz da Silva Ferreira
Manoel de Souza Cordeiro Simoes Ju-
nior
Ildefonso dos Reis Gomes
Jose Carvalho Xavier B. C.
Dr. Sergio Braodao.
Adolpho de Siqneira Cavalcante
Horacio Coelho
Manoel Jose da Silva Maia
Avelino J. de Oliveira Azevedo
Pedro Camaragibe
Francisco Vaz Salgado
Dr. Brito
Costa Moreira *""
Henrique Soares de Azevedo .
Custodio de Aranjo Lopes
Severino Lyra
Dr. Pedro de Albuquerque Autran
Collegio do Coracao de Jusus
Jose Joaquim Alfonso Guimaraes
Jose Ferreira da Silva Guimaraes
Iruta
Joaquim Irmaos
Baroneza de Beberibe
Dr. Seve
D. Carofina
Antonio Francisco Corga
Jose Rodrigues de Oliveira Lima
Antonio Columbano de A. Carvalho
Manoel Jose Rodrigues
Mali hide Maria dos Prazeres
Dr. Virtilio de Gusiuio
Antonio Pereira de Farias
Gymnasio provincial
Major Silveira
Joao Ramos
Martins & Irmao
Lucas Antonio Evangelist*
Virgilio de Oliveira
Manoel Pereira de Farias
Pinheiro & Chaves
Rufino Pereira de Abreu
Manoel de Abreu Macedo
Borges Leal
Jos6 Martins do Rio Junior
Marinho
Major Lima
Antonio Carneiro Machado Rios
Luiz Manoel Sitndes Junior
Dr. Manoel B. de Menezes
Major Varella
Pelino da Silva
Antonio Ignaio Brandio
Flavio Goncalves Lima
Francisco de Assis Pinto .
Bernardino Pinto Barboza
Francisco Teixeira Mendes
Vicente-Hotel Iguarau
Carlos de Chovin
Moura, de Reberibe
Trajano Cesar de Albuquerque
Luiz Abramkes de Figueireai
!,0
1.000
1,600
6,480
14,180
1,000
2,000
1,120
1,300
900
1,320
00
55.660
1.000
1,900
39,410
24,600
16,200
26,000
2,000
1,200
15,620
1.600
8.600
15,620
160
49,570
837,580
27,280
8:257,140
1,800
11,000
29,730
3,080
131.140
9,720
119,440
69.660
29,500
. 5,000
12,860
17,700
19,060
118,800
23,280
40,440
11,460
5,300
2,100
8,280
II, Mil
3,360
3,980
15,310
10,0*0
59.120
161,080
63.780
ujm
6.920
1,740
20
1:113,490
37.880
3,600
15,460
650,000
1:371,980
110,660
ii,(*0
135,730
92,080
163,940
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12,569
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618,490
40,940
153,820
:0.60O
125,230
34,740
314,730
40,640
14.980
132,500
21,580
109,460
4,600
13,240
, 348,400
8.2*0
266,520
133,J*0
1:067,400
87,000
1:137,120
31,500
17,920
3,i!Ki
721,9: .
12,2K
2,501
34,800
1,000
1,68.1
173,81-
26,Ki '
79,8.>
M
1.828,872
14,3"
31,940
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46.MJO
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155820
344,830
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1:055,890
17,800
14^)00
22,22
90,660
1,400
5,140
800
2^00
78,98
549,590
27,930
58.840
16,200
8,300
1:537.810
760
300
22,160
7,500
i 1,380
um
23,460
291,240
5,640
41,480
10.040
8^00
395,890
245,130
4,360
43^40
164,44-1
10,000
121,900
16,600
21500
220,900
^0
28,180
$00
720
24,920
47,640'
36>20
51.160


/



-*
- 1
Diano de I'ernambuou Quinta feira 9 do Julho de 1674.
Francisco da C Castello Branco
Viceou Ferreira da CosU
Capitio MefchiadBs
Capilao Mauool A. M. Gusroao ,
Alferot Brasil
Arferes Tranqnlllino Benjamin P. da
Skjuoiro
Manoel Nones Peroira
Francisco Antonio M >reira Dial
Duarlo Antonio Tenente-coroael trias Villar
Autunio Leonidas
J'iaq: im Fcrnandci da Silv.i
Ulysoea liinaos
Jlo Freire
Francisco de Assis Bjito
Manoel Joaquim da Conceicao
Lair Francisco Velloio
Sereriano de Siqueira Cavalcarte
Manoel Jose Medeiros Correa
Jos6 Liberate
Jose Alabama
Joaquim Mancio Marinln
Antonio Carlo* Ftrreira
GoncaJves Fialho 4 C
Gapitao Moraes
D. Thereta Baotot
Francisco Rodrigues Dr. Cuitodio Guimaraes
Jose Thomaz da Siiva Junior
Viuva de Franoisco Jose Geocalves
daoSilva.
Francisco Florencio de F. I.
Miguel fires Branco
Antonio da CosU Oliveira
Major Ferrac
Joao Francisco Orphio
Dr. Jose Honorio B. de Menezes
Traiano Eraristo Castello Branco
Jnliio
Jose Ricardo da Silva
Jose Joaquim da Silva Gomes
Loureaco P. Mendes Guimaraes
Firrowo Vieira da Silva
Capitio Jose Joaquim Coelho
Tboraaz Celho do Gusmao
Francisco de Paula Goncafves Per*
reira
Joao Ferreira dos Santos
Jose Antonio de Albuquercue Pe-
droia
Felix Pereira da Silva
Manoel da Silva Moreira
Candido M. de Almeida
Somma.
147*40
21,300
Hftoe
fSO.990
96,120
lfji.tro
3,740
7,100
20/160
3l,o6Q
86,77
o.>,U
19,(60
4,000
120,280
63.3 0
97,380
74,400
93,600
17,300
1:281.170
2.339,360
601,806
10,680
6,000
1,800
270,170
5,600
13,000
5,120
36,580
74,050
3,200
38,660
39,620
15,960
18,210
32,960
35,560
20,760
952,580
14,480
37,840
18,740
74,380
S:U4,39i
69,905
7,000
14,000
36:909,360
HOJE
aa 11 horas da iflianha
Rua do Bom Jesus n. 43.
0 agent* Pinto levari aleilao pela segundae
aWma vec as dividas activas da massa fallida de
Joaqnlan Ferreira Lobo, na. importancia de...fV
#>:90'S,360 reis, servredo d-s ba9e a offerta de.. f
1:310,000 oMido no primeii.vj leilao, sendo que
naqo*J(a occasiao sera dita venda realisada com
quern melhor vantagem fuer ; assim como vende-
ra tamLem a parte da casa do beco do Abreu n.
1, one pertencea a Antonio Jose da Silva, tudo de
eonformidade com o despacho e tnandado do Illra.
Sr. Dr. juir. especial do comtnereio
Os pretendentes poderao examinar os livros, do-
cumentas e tilulosexistentesbooscriptoriodo re-
referido agente, onde se eOeetaara o leilao.
Pedro Tavarea da Coat*.
Maria Francelina Neves e sens fllho?, Gertrudes
da Silva Neves, Jos* da Silva Jteves, Antonio da
Silva Neves e Julio da Silva Neves, convidam a
lodos os seus auvgos e parentes para assislireui
uma mi sea geuro e cuuharto'J'edro Tavar^s da Costa,
falltcido no dia 2j do mo* pr xim > paswdo, na
cidi'le de Mossot6, quo Icti iug^r n da Gloria, no di.i 13 .1 ccrrer-l* t>elaa 7 twras ja
mauha, pur cujo obsequio t.u cunlessaii dcsi'.u ja
etrrparne.'te aviadecidus.
Uauael do Wuuxa r'orio.
Jose Lopes Pereira de Hello convida a seus
amigos eos do failecido aeucaixeiro, a assistirema
missa do aetimo dia que tera lugar sabbado 11
do eorrenta, as 8 haras da maniia, na matriz do
Poco da Panella ; por cujo acto de caridado desde
de ja tributa seus afiradecimentos.^
c
Precisa-se de uma atua
ara cozinhar em casa de
pequena familia, preferin-
do-se escrava : na riia do
Capibaribe n. 40.
ATTENCAO
Fugiram no dia 7 de julho de 187i, do engenbo
Giqni, fregoezia da fiscada, de Florismundo Mar-
ques Lias, 3 escravos, sendo Asterio, preto, al-
to, bem oeco, sem ttarba, corpo regular, e dmos
brancos 5 Elias, preto, bem moco, sem barbs, al-
tura media e Corpo regular ; e.-tes dous foram da
villa de Pesquetra. Luu, cor (ula, bem moco,
barbaSe e tern os peitos cabeitados, estatura bai-
xa corpo reforcado e bem espadaiido ; este (oi de
Nossa benhora-da Gloria ; gratiQca-se com gene-
rosidade a qncm os apprehender e lev?-Ins ao Re
cifo, no escrtptorio de Francisco Mamece de Al-
meida, rua do Torres n. it, oil ao proprietario
acima.
4ttcli.
Aluga-s-e para estabelecimento, a loja do sobra-
do n. 17, siio a ma da Imperatrtz; e commoda
e esta acabada de concertos e reparos : quern a
pretender dirijase a rua da Torres n. 12, escrip-
torio, A.' andar.
CASA DA FORTIIA.
AOS 4:1
Leilao
DE
movds e vidros
SeKta-reira tO do corrente.
Unu mobilia de jacaranda, 1 dita de amarello,
fuarda roupa de dito, secretarias de dito, 1 gran-
9 aparador de dito, com pedra, marqueaas, mar-
quezoes, camas francezas de amarello, sofas, ca-
deiras, consolos, candieiros, jarros, copes, -calices,
rauiios ontros objectos que serao vendidos a
vontade dos compradores. '
pclo agente Martins.
-No armazem LEILAO
IIIVIDAS
Sexta-feira 10 ilocorreite
O sgente Martins fara leUao pela segunda vez,
t>or mandado do Illm. Sr. juiz especial do com-
mercio, das dividas activas da massa fallida de
JoSo Hvgino de Sauza, na importancia de........
)>:9JOi817.
lio armazem da rcaa do laaaaae-
rador n. 48
;is 11 horas da maaha.
LEILAO
BfLHETES GARANTIDOS.
4 rua Primeiro de Mar$o (outr'ora rua d<
Crespo) n. 23 e casat do costume.
10 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fc-
lues bilhetes urn meio n. 2312 com 1:0002, dous
meios n. 2354 com 200*, nm me'o n. 3562 com
100* e outras sortes de 40* e 20* da ieteriaque
se acabou de extrahir (106), convida aos possui-
dores a virem receber na eonformidade do costu-
me sem desoonto algum.
Acham-se avenda os feliees bilhetes garantidos
da 5* parte das loterias a beneticio da matrii
da B6a-Vista (107*), que se -extrahira ao sabba-
do, 11 do corrente mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 4*009
Meio bilhete 2*000
IM PORgAO DE 1 009C00 PARA GiMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fittza.
jVmiraculosa agua de Lour-
des, garantida verdadeira.
ENGOMADEIRA.
Lava-se, e engfoma-se, com perfoic;5o a
ma do Nogueirn n. 18.
Aciliaia dc chugaV rnuilu boos pian>.s lories e oe
elegantes nvtleiloy, dos male n*Uvws e beffi co
uliecido? r:ibricasi^s ; como scjam : Alphon.-e Hi
-lonel, Hcnr> Hers e 1'leyel \V..|ir i C. : rui Vapor
bTij vs n. 7. Srprv^jo* muito comtaodoS.
PerftimariaB.
Finoc extract')?, banhas, oleos, opiata e pos den-
triflce, agua de flor de laranja, agua de totlete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, saboaeles,
crosmeticos, muf'.os arligo delicados em perfnma
ria para prescntcs em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de uitlerentes lamaahos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Fiver e Coudrav,
No armazem do Vapor Frances, a rua do Barao
da \ictoria,outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Irtigos de diflerentes gostoa c
phantaziaa.
Espelhos, leques, lavas, joias d'ouro, tesouriuhas,
canivetes, caixinhas de tostura, albons, qnadros,
e caixinhas para retrates, bolsinhas da velludo,
dita'.de couro, e cesttohas para bracos de mwraai",
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, pontetras para
charutos e cigarros, oseovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapele para lanlernas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
Se damas, de bagatella, qnadros com paisagens
globos de papel para iuuminacpes, machinas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, oarrinbos, e bercos para criancas, e
outras mnitas quinquilharias.
Briofquedos para meninos.
A maior variedade que se node desejar de to
dos os brinquedos fabricados em diflerntes partes
da Europa, para entretiarentos das criancas, tndo
a pregos mais resumidos quo e possivel : no ar-
mazem 'do Vapor Franeez, rua do Barao da Vic-
toria oatr'ora Nova n. 7.
Calcad-J fraucez
Botinas para homem
Acabam de chesar grandes jacturas de botinas
Se bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqueira, de bezerro com botdes, e com ilho-
ses a 94i000 (a escolher) por ler vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao d*
Victoria (outr'ora Nora) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enieitadas e bordadas.
SAPATIXHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores diflerentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranoa.
Para nteninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
A BOTINAD0S e sapatoes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, pertir..
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.________________________
Cozinheiro
Na rua da Gloria n. 148 ha nm para alugar-se,
e um moleque para compras.
FUNDIQAO DO BOWMAN
RUA DO MM N. S2
efld r-t 'i-; -j
ba* sort-.moott
o que c a a
(PaesaiMk) o vtiafaris)
rT.DfcM i08 tfttniwea d rogrobo ^ntfoi ars^4i' .-er. a fttr (-
-JNBo o favor de etna visika a sf, &atabieciui<[ua. p;. \-,tf-.ai o
pfelo qoe tht tem; sendo lo saperior em qoa'id'de n loriidJe;
'ccio peggoi! podc-se verifioer.
ESPECIAL ATTENCJiO AO NUMERO E LUOA.R DE SUA FUNDICAO
7aT)OrfiR A rOt^Aft n'aO-nft do3 ttais moderno aystemaa e em ta
J apuros rj rUUUS U &gU& BMDu0g conveotentea para aa diveraa*
orcoBBaUncJae dot leshorea proprieUrioa e para deicarogar algodSo.
tt06Ild&fl dfi C&H11A 3e.l0,;l08 0I tamsnhos, as;melborei qoe aqoi
Sodas dentadas p *> e-"6'^-
raixas de ferro fdndido, batido e de cobre.
ilambiques e fandos de alambiqaes.
Podendo"todoa
ser movidos a mao
por agoa, vapor,
de patwva, farantidas........ \ ou animaea.
Todas aa mafiHinas Pe?al de qoe 8e coBlnmi preci*r-
de macbiniamo, a preco moi reaamido.


Xaohiniemoa ^n 'ndioc, *,.od8o'i
aavuiUMlUVl #11%terrar madeira.
Bombas
Pai qualquer concerto
PoiHiag de f6rF0 tem m^tlor61 e DSsil baratas exiatentei no mer-
KnAiimmanrlflfl Incambe-ae de mandar vir qaalqner machiniamo i vod-
uuvviutuoBuaOi Ude doe clientoa, iembrando-lhea a vantagem de faxerem
oae compraapor iaiennedio de peasoa antendidi, e qoe em qnalqaer neceaaidade p6de
et preettr atrxijic.
iradoa americanos e iMtr^Inenl0, ricolM
RUA DO BRUM N.
PASSANDO Q CHAFAR1Z
ODILON DUARTE & IRMiO
CABELLEIREIROS
Preiiiiados na exposicao de 1872
24-Rm (foMa!ftucz(!e(l!inda-21
Esinina do hecro Larg;*
Parlicipa a sens iri f m ? s e i.niipos qne mudcj
o ?eu estabelecimrMo dr nli-jr r ro [ara a mesma
rua n. i\, onde rnconlraiao um grande s de relrgios de parede, inukaaaj, e cima de me-
sa, dos melliores gclcs e qnalidad's, relogius d^
algibeira, de todas a? tjualida es, patente suif- ,
de ouro e praia ionraoa, fcilead (plaquet), relo-
gios de onr, inglet, dcjrtibM'.o, d^s m<:'
fabricantes, cadeia de i um, paaajaM e i raia. Inert -
de tod's as qualidades, tudo (tor prx.-os muiti La-
ratos.
Alnga-se a casa n. 61 da rua da Palma, com
bons commodos e fresca : a entenderse com o Dr.
Uma pessoa que mandou vir porcao, dispoe de [ Christovao, a rua da,lmperatriz n. 30.
algumas garrafas : a tratar a rua dos Guarara-
('? D. 62.
Ollerece-se para caixeiro ou eozraheiro de
hotel, umrapaz com pratica,dando tiador a sua
conducta : a tratar na rua de Tborne de Souza
n. 8, antiga Lmgueta.
DO
grande s< brado amarello,
de 3 andares e sotao, da
rua da Imperatriz, em
frente a matriz da Boa-
Vista, o-qual damn bom
rendimento annual.
.QLISTi-FEIRA 16 DO CORRENTE
as 11 horas
0 agente Pinto, novamente autorisado, levari a
leilao, as.il horas do dia acima dito, em seu es-
-riptorio, a rua do Rom Jesus n. 43 ; sendo que
dita venda sera definitiva. em virtude de novae
-Tdesa ultimamente reeebidas.
aViSOSDVERSOS
Precisa-se de um ho-
mem que saibi ler e escre-
ver, para distribaidor deste
Diario: 2, tratar nesta typo-
^aphia.
Precisa-se de uma ama de leite : na rua No-
va n. 5.__________________ -
Seieaacia e Progresso
Jloje, is 10 boras da raanha, reune-se esta socie-
!ade en aaaafo ordinaria, na praca do Conde
iTEa n. 21. Defenderao these os Sra. MetellQ,
Tiegues Junior e Lacerda!_______________
Luso-Brasileira
ioio Antonio Carvaibo Menezes e Antonio
Fra&cisco Marlins Miranda.
A directoria Ja Luso Brasiletra,
en cumprimento ao qne dispoe o
art. 42 % 14 da lei social, convida
a loans os seBbores associados, as
famili-s e amigos dos socios falle-
cidoa Joio Antonio Carvaibo Mene-
zes e Antonio Franeisco Martins
Miranda, para assistirem is missas do trigesimo
c ia, qne por alma dos mesmos manda resar no
convento do Carmo, na sexta-feira 10 do corrente,
is 7 boraa da manha. A directoria espera que a
ste acto de religiao e fraternidade, compareca o
naior numero dos senhores associados.
Rodrigues da Costa,
Secretario.
Pedro raii( da C a ula Pilbo
Maria Manoela Tarares, seus filhos e genro, ro-
gim aos seu parentes e pessoas de aua amizade,
pira auistirem algumas missas qne mandam ce-
lhrar por aima do se a presado filho, irmao e
eiinhado, Pedro Tavares da Costa Filho, as quaee
sorao celebradas no convento da N. S. do Carmo,
pelas 6 l|2 horas da manha do dia 10 do ccrrente
mez.
Gollegio de Nossa Senhora
do Amparo.
Este estabelecimento acha-se aberto na rua da
Imperatriz n. 3C, 2* andar, sob a direceao de D.
Carioia Augusta de Figueiredo Belfort," babilitada
perante a directoria ge: al da instruccao publica.
Os tamos de ensino serao : instruccao primaria,
portuguez, francez, inglez, geographia, piano, de
senho e todos os trabalhos mannaes proprios de
uma senhora, como costura, bordados, etc. Pro-
met$e-se aos pais de familias todo o cuidado no
tratamenlo e educacao das alumnas confiadas ao
mesmc collegio.
ESCADERY4(iO
E
1
DE
Miranda A Irmfto
1
(
)
ALUGxl=SE
o predio da rua do Barao de S- Borja n. 28, an-
tiga do Sebo, com commodos .para grande bail-
lia, cotrtendo agua e gaz encanados, grande quin-
tal bem plantado com portio que deita para a
rua do Atalho : a tratar a rua da Ponte Volha
n. 73.
Ao Sr. Manoel Francisco
Lopes.
As duvidas e dirTerencas, que diz ter appare-
cido a respeito da compra da taverna da rua do
Marquez de Herval n. 141, nao podem obrigar
aoj portadores das lettras aceitas por V. S, e
se as duvidas e differences sao reaes, procure-me
na nossa taverna da rua do CapiiaoLima n. 13,
que as liquidaremos. Com o presente faco meu
contra aviso ao publico.
Recife, 6 de julho de 1874.
__________Manoel Joaquim da Costa Bamos.
CRIADO.
Precisa-se de um criado; na rua estreita do
Rosario n. 28.
(If. 87-Sua Duquede Caxlas-X. 37
N'este estabelecimento encaderna-se
com toda presteza, nitidez a perfeicao,
desde o mais simples ate os mais pri-
morosos trabalhos de selime e velludo.
Pauta-se e risca-se papel para livros
em branco, tanlo para o commercio, como
para repartieoes publicas, numera-se, li-
vros, exeontase tudo quanto erelativo a
gammographia.
Miranda dc Irmao, munidos de boas
j; machinas, faons artistas e excellentes ma-
teriaes, julgam-se habilitados para servir
satisfactoriamente as pessoas que quize-
rem trabalhos tao perfeitos como os que
vam do estrangeiro.
JARDIM DAS PLANTAS
A rua da Veaiura u. *5 (Capunga)
Abi se encontram:
Larangeirag celecta e de umbigo enxertadas a 3/
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de i a ii
palmos e ate ji com flores para dar fructo, alem
das seguintes plantas de ornato e de fructo por
preco muito commodo.
RUA
iPERATRK
[! ANDAR/

RUA
PA
Il|j
* .* I-
uii'-i
IMPERATRIZ
N. 82
I." ANDAR.
Acabam. de reformar o sea estabelecimento, collocando-o'nas'melhores con-
die^ees possiveis fie bem servir ao publico desta illustre capital, e &s Exmss. Sras. n'a-
quillo qae fdr tendente d arte de cabetteireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coqoes modernissanos, tranc;as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
malares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimeiito acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estr8n-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, assuas encommendas e figu-
rines de modas, e por isso pode vendor 20 /0 menos que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrade, sineeridtdo e preco razoavel.
Penteaan senhoras, tanto no ectabelecimeoto como fora ; vende-se cabellos em
poroio e a retalho e todos os utensiliosv-pertencentes & arte de cabelleireiro.
mmmummBmmm mmmmmmmw^
Trabalhador.
Precisa-se de um de 15 a 18 annos, fque de co-
condueta : a rua do Imperador
nhecimento da
n. 8.
Perdeu-se do Forte do Mattos, em direitura a
rua do Vigario, e dahi a rua de S. Joao, um em-
brulho de papeie com diversas notas, e uma letra
de 2(0* ji veneida e paga pelo aceitante, e 6^000
em diDheiro : a pessoa que achou, p6de near com
o dinheiro e entregar ditos papeis nesta typogra-
phia ao Sr. Guilherme Patricio Bezerra Cavaican-
te, visto que os mesmos papeis so servem a seu
dono.qae ticari obrigado a quern os entregar.
Restaurant ^du Louvre
Rua daTriiuhoiran n. it;
San Dan aiugar uma sala e dous quartos, for-
necendo comida, por preco commodo. Entrada in-
dependente.
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pa.
Canella.
Casuarina.
Carolina do priccipe.
Condeca.
Coracao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
I'ita do eeo.
Dbaia. e outras mvitas.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para,
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Li mao francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticord.
Palmeira imperial.
Parreiru.
Pinheiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Rozedi.
Ubaia.
PHARMACIA NORMAL
LOJA DO OT
aMB
Cordeiro Simfies i.t
Acabam do nceber pelo tapor SUnioza :
Riquissimos oortaa de prfaiia de seda lisos a
com listras ac-hamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, eaawaaia cada car-
te, o neeeasaxio para seu rnfeite, como seja :
franjas, irancas, lotoe?, fivellas, rte.
Riquissimos chapecs para seobcra, ultima mcaa.
a rua Primeiro de Marco n. 7 .\
PEMOEES'"
]Sra uavessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da
dinheiro sobre pe-
nhores deouro, pra-
ta e brilhaiitcs. ^eja ;,
qual fora quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesupedius. *
150lK)0.
IVk Wit \'

rJH
m
:--
ii.
m
DE
17^Largo do Mercado Fublico17
(Autijs;a ribcira Ie H. Jo.se,)'

&
E outras plantas : na Capunga i rua
nra n. 88.
d a Yen-
AVISO.
Precisa-se fallar ao Sr. Domingos Martins
Oomes a negocio de seu interest, i. rua Duque
de Caxias n. 75, 1* andar, do lado da mesma roa.
Na mesma casa se diri quern pretende traspasssr
uma hypotheca de 500*. proxima a vencer-se, e
Tancendo o premio de 2 0|0 ao max.
AttenQao
0 abaixo assfgnado, estabelecido a rua do Co-
ronel Suassuna n. 2, deparando no Diario de Per-
nambuco n. 157 com seu noaie era uma lisla de
debito i Joaquim Ferreira Lobo, desde ji declara
que nunca teve negocios com -dito Lobe, nem
tarabem o conheje. Recife, 7 de julho de I87i.
,______Joao Ferreira do3 Santos.
Ama para engommar.
Precisa-se de uma qne saiba engommar roupa
de homem e senhora, prefere-se que seja escrava:
jna^haroacia Torres, a rua de Marcilio Dias n-
Nao se prestando o pequeuo espaco do armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas marcaa de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
dlante aberto outro esabelecimento sob a mesma
denominacao de
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcdes desejadas, e onde pode-
rao os senhores fregnezes dingir-se, certos de que,
como ate aqui, achario serapre a par da mooici-
dade dos pregos, a maior sinceridade possivel. En-
tteaa differentes marcas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, qne tem sido annunciadas, acaba de
chegar nraa encommenda especial, que muito deve
convir aos senhores fregnezes. Consciente o abai
xo assignado de qne neete genero de negocio nio
esta sera competidores, fara muito por evitar e
tambera o< tenha com relaclo ao paqneno loero
que procurara obter da dita raercadoria.
____ J08* Domingues do Carmo e Silva.
Acaha de ser aberta e acha-se a disposiijao do respeitavel publico esta nova phar-
{jjfr macia e drogaria, compleiamente provida do indispensavel a nm estabelecimento dessa na- .-i{rv
tureza, sem excepcao de productos cfaimicos e medicamentos preparados no estran- &>
trangelro, tndo novo e o melhor possivel. jav
As recestas dos Sis. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao, |i?
gftj e sempre sob as vistas do phacmaceutico que compoe a nos?a firr.ia social. r/?^
^ As pessoas que se dignarem de bonrar o nosso esatbelecimento com a sua confian- ^
^fc ca, podem estar certas de qoe serSo conseieneiosamente servidas, nao so relativamente ao 4^
*Bf' que pedSrem, como tambem a madicidade dos precos. <^
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
i. ANDAJl.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerente da casa de Gustave Bervelin, cabel-
leireiro francez; tem a bonra de prevenir as Exms. Srs. familias que acaJia de fazer a ac-
quisir-So de um perito official vindo ha pouco de Paris, o qua! esta habiHtauo a desem-
penbar qualquer encommenda de sua arte, e se acha 6, disposic,2o das pessaas que de sen
prestimo^se queiram utilisar. Outro saa scientifica que em seu estabelecii'nento encon-
trarSo sempre a Monitor dos oabelleiretros, onde se acham descriptos e desen'bados todos
os penteados modernos, para soires, casamentos, bailes etc.
Finalmente previne is mesmas excellentissimas senhoras, que recebea um completo
sortimento de coques, cachepaines, band6s, crescentes, etc., e vende tudo pelo. s precos
abaixo raeocionados:
Coque de cabello de 159, 204 a 30oC00.
Trancas de dito 109, 12)$ Jo,- a 20<$OCO.
Cacbepaine de dito 159, 20# a 30^000.
Crescentes de dito 20 a S09000.
rambem encontrarao um completo sortimento recebido ha pouco, de cabellos de todas
as cores e comprimehto.
ft. 51.Hpia4o Marquez deOlinda5. 51.
<5Lir-.VA
Fugii da casa *e sen a her a i
de cr parda clara, eabeilcs coniJ
bros, baixa, che'a d i & rpo, ri I
Ihe um deoia do lado direito, l'oi ,.
p r nm home:;i (praca flo ravallari. o i
ma Francisco de tal VascoaeeHos, lai
da mesma rtr da aseraaa ; con-: i ter
para o sortie, donde ?io ami r : i
menda-se as anloridades acapitae^ le
appreliC-u.-ao do uiii escrj-.:.
Cantboa do Cart! 1 a. :!.
Paris, 36, Roa Vivienne, Dr
HUSH MEDECIS SPfiCIil
D1S nUIHUl DBS SEXVA89, U i'fPlJOM
CT4'r.l< P AI.TB*! ACOrS DO SA^SCV.
w'i.OOO curas 4u impin-
i is.pus I' .'.;!. Ktrpei,
tarna,cov\i.:ots, acri-
monia, ralltrfoti, r-
\cio$ai to tungm, H-
rui. eaUc-uLOK Ui ixijut. 'Xar >pe vegetal
seu mercurio). SeporatlTn. ic|tiri
VH* SIIMEKAEa toil:. -SC (!0US por
semaaa, seguindo o tractjmento Uipu, atu o: t
empreftailn nas mesmn* molestias.
DEPURATIF
da-SANG.
PLUS DE
COPAiMU
! Sste Xaropr fiiracto d
I ferro de CIIAULE. can
iinme'riiataiiicn'e qual-
quer purgecao, rela
e dtbiUdad*,
'ritual da*
xafao,
t leualiiiCir.e M jiu^vs e flora
mulheres. Esta iujeccao ben:gna euipregassi
com o Xarope de Citracto de fa i.
<-Brru, Poirada qoe as ran "ni dias.
POMADA ANTIHERPEd A
Contra: nasafftccMJcu'antai t coaUaaas.
PILULAS VEGETAES DEPl-'i ATIVAS
do r Chahie, cada frasco vrai uair ahado
do usa folheto.
AYI80 AOS SRS. MEDICOS.
Cora cntarrkn, MM
cequtluchti, irriiact
BWBa "! di li'n
chic* t fc do psim;' iU ao CotnUt
di collie rchdea deate xarope D' I -ican.
Or. Wiaiaoa Parla. nu> mi
Sirop du
DrF0RGET
r
Deposito botca Franceza
22 Rna daOuz 22
Antonio load de Mora- Sarnvnt'> p>l
culpa aos seas amigos, de jem nao pail aaaj (.
Sarm-'nto p-d"
_ s, de i>m
dir-se pessoalmente, e clTerece-lhes feu'
vicos em
mezes
PariJ, endepreunde demorsr se ;
gi
Aiuga5e nm preto de meia ldad<\
Da, nao vende.
Gelea de moeofo
Pierre Buridan, cabelleireiro mixto, a rua do | A melbor gelea de mosoto, convenientemeote
Olinda Marques n., ambieioso em adquerir grande i desinfectada e accommodada a todog os palada res.
freguezia, resolven por espaco de 8 dias presen- -
tear ao publico da cldade do Recife, sem exeep-
;ao, expondo nm bazar de trabalhos cabelludos,
nuoca vittes, I escoJha do publico (gratis) e tem
tambem am grande numero de oCQciaes de diver-
as nacoes para o servico de barb ear e cortar
cabellos, tambem gratis, promettendo antes de tu-
do isso aparar son joli nex para nao dar algn-
ma blcada.
pelo sen bom sabor: so se vende na
Confeitaria do Campos
*4 Imperador 24
q-jer serviei nesta pra-;a, o .rial e ail
c^dacia, afflancand-o-se'a qua'lqoer tesaoa ooe '
T^'Vp*< *" Jlaaaa A2ZT*^=m
Manbec. V na vespera de S. Jolo, o e^craM rin
do, fula. c'rionlo, idade 40 ann^
regular, se.-.T barba, nariz grosso'
olhos empapufados -
Banhos salgados.
Aluga-se desde ia, ate fins de Janeiro proximo j
vindouro, a eaaa de frenle encarnada, com terra-
co e gradeamento, em Olinda, paten de S. Pedro,
mobilia, gas, agua, baaheiro e jardim ae lado :
a tratar na rna do Amorim n. 37.
. Chaves perdidas.
Perdanse uma argola com diversas chaves
quem as achou pode leva-las a rua do Vigario
Tenono n 26, on na rua do Barao do Triura
pho, antiga do Brum n. 22, qae sera recompen-
Caoi,
Brass >. altar
nellas arquead.w, levou cbapeo velhf de ~I1
roga o seu senh or qne o apr,reheoJam K-
ao mesmo engenht., que sera ahi bem recmntz-
dosa.
Previne-se a quem interessar possa, para
evitar duvidas fnturas. quo o Sr. Vildevino Rl-
Deiro da Silva, nao pode alienar nem bypothecar
os seus bens, porqnanto, esta sendo aiuiiado nor
quantia superior a seta contos de rtis.
Feilor.
Funileiro
Manoel Ignacio das Candeias (o antigo funileiro
da praga da Independenci--), encarrega se de fazer
qualquer obra de sua arte, e bem assim de cortar
e collocar vidros em vidracas,. espelhos, < tc, tudo
por modico preco : quem ae seu prestimb se qui-
xer utilisar, pode dirigir-se a Casa de saa residen-
ce, a rna Bella n. 4.
PEDIDO
Pede se ao sympatieo Vicente, que leve .mais
algumas ve2e! a scena o magnifico e luaido dra-
ma Sete Passos favor este que muito lhe
agradecera os seus
____________ Especudores.
isTnoo 'Uga'**, a casa n. 3V, a rua de S. fIS~T
UrtOO Raeaaal, wm c coiomodos pa
famiiia 4 tratar no mesmo lucar
rieiario.
eotomodos para pe.|ucr.
c^m o or
Aos admin stradores da massa fallida
Joaquim Ferreira Lobo.
Severiano de Siqntira Cavalcante, com escrip-
tpno de eemmlssdes, 4 rna do Imperador n. 77,
Prfl,,:,, .. declara qne nada deve a massa de Joaquim Ferrei-
vireita do Rosario n. Jg. J em m ^ Reeiftj 7 ^ joJho ^ 187^
Aluga-se 0 sobrado da travessa do Pires n.
9, com commodos para grande familia, com 2
salas, 7 quartos, 1 grande sotao, 1 tanque para
banno com agua do Prata, muito fresco e excel-
erne vista muito pittoresco : para ver, no pavimen-
'aZ to SK d0 nmm- A1na- tambem 0 sobrado
J! e sotao da rua da Senzala-nova d. 28, ccm 2 salas,
nm terreno, 7 quartos, tem agua do Prata, muito
fresco e bonita vista para 0 caes do Apollo, so se
aluga para familia.
Precisa-se alugar uma eaerava para vender
na rua : a traiar na rua Angusta d. 121, loja :
na mesma casa da-se bolo do veneagem.
bCr^eftte para botica.
Precisa-se de um #> t*noa pra.ica para
Pharmacia Torres a rua ^ Marcilio pUi n 13-
KA7v^rocasn ccore "r sedu'.** e.m por;nes dt
50*000 para cima : a rua estreita oJ '^**rio 2.
17, I." andar, das 10 boras as dnas da tari.
O ^IIVOC. iltO
AfTiinso de Alhr^ierqie Mb
?S!itS de Proino*- cobrtacas ai-igavei
ou judicialmente, assim como de outro* aajaavM
concernentea a sua profissao, nos lugares proxi-
mos a lmha ferrea, e nos onlros tennos proxiaKs
a esta cidade; para cujo aoxilio tem o aozmc-
ciante solicitadores habilitados e probes, retpoo-
sabilisando se no cntanto pela boa geotao e etcu
do que lhe for conQado.
Median te modico runorario acode aaa afcaaaaal
para diligencias ou eoasultas fora da cidade e do
termo e inenmbe-se da defeza de appellacSes ante
' tribunal da retac3o. Pode ser procured ^ it


meio dia as 3 horas da larde em
tprua do Duque de Caxias a.37.
Scu fcicnptor.j
mm


f
-
-
6
&&Uo*Ae FERR0
rod do Barao do Triumpko (rea doBfin) ng. lOft* to!
CABDOSO 4 IBMAO
0
E
aBIUttii
PrecNa-iede nma ama para cozrabar!
rua do Rr-;
P.ecisa-se de
Iff i
*u&* *H
MW
AVIS\M aos senhores do engenh^s e outrcs agricultures e *> pubiico em iwral qae
SSV TJT -9 Inlaterr? franv* *Anrica, todas as ferragens e machina s iMV-
essanas aos estsbelectmentos agncolas, as mais mode, nas e roelbor obra qae tem vindo
> aporeS de for^a de 4, 6, 8e 10 callus, os melhores qoe tem ndo ao merado
L&J.UeiraS de sobresa lento para vapores.
McendM inteiraS eta*..oendMiobeonnaM.lninto.
T&lxaS fundldaS MiUt dos melhores fri.ric.ntes.
KOdaS d agua com cobajede ferro, fortes e bera acabadas.
RodaS dentadaS de *. os tamauho, e qo.lid.de..
Relogios e apitos para yapore,
Bombas de ferro> de ^pucho .
i s- r&CrtJa de diversas qoalidades.
Tonnaa para assucar,grandes f p.qaenas.
Urandas deferro fundido, frances de diver**. ***,*, gost.s.
JOgOeS IrancezeS para leoha e carTao, obra soperior.
Ihtos ditos para gaz.
ferros de ferro fundido para ardkn.
Fes deferro parft moss e banco.
Kaeninja para geiar gUa. '
a. Villas pra bomb< e baoheiro.
CarreiaJ3 iuglezas raacninismo.
SonCOS e SOfaS com tiras de madeira, par. J8rdhn.
^CertOS ^cprtap com p-omptidao qoalqoer obra on macbina, per. o qoe
sua fabrica bein montada, com grande e bom pessoal.
C!I OmmendaS mandam por encomraenda da Europa, qualqaer machinisme,
para o qu<3 se correspondem com oma respeitavrf casa de Londws-
9iMm urn dos melhores engenheiros de Inglaterra ; ineombem-se de raandar assentw
KS2 raachmas, e se respunsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Raa do Barao do Triumpho (ruado Brum) ns. 100 a 10*
F U N D I Q A 0 DE CARDOSO d I R M A 0,
floga-se ao 111m. Sr. Ignacio Vieira de Mall
jscririo na cidade de Nazareth desta provtncia,
favor de vir a rua Duqne de Caxias n. 38, a con- s
clair aquelle negocio qne S. "5. se comprometteu a 1----------
realisar, pel a tereefra eaamada desta )arnal. em I Ama
Qua de dezembro de 1871, e depois para jaawiro ''
| -**na_na r^'do Barao da Victoria d.
|Ama
^=r
25.
uma para cozinbar e
engommar para casa de peqoena fami-
a tratar no hotetrde Fianca, a rua do Tra-
. _________
Preeisa se
; lia : .
i picbe.
A ma
mia uo ueiBciuro U6 10/i, e aepoii ,
passon a fevereiro eabril de i87z,e nada curaprio; A rrio
. de uma ama qae
tenha bons costumes, para o
errii;o de casa de pequena fa-
milia : a tratar na rua Duque
de Caxias, outr'ora das Crazes n 8.__________
Precisa-se de uma ama : na rua larga
do Ro.'ario n. 27.
por este motivo e de novo chamado para dito
Bm, pois S. S. se deve lembrar qoe este negocio
de mais de oito aanos, e quando o Sr. seu ulto s*
artvra aeslft eidada.
No arm.izem do Baliza precisa-se de
oma ama para cotinhar e ir as cotnpras.
Preeisa se de una ama para comprar e co-
zinbar : na rua da Imperatriz n. 40, segundo an
dar.
g 6oMltt)iioiW(!ico-cirtrgict) ft ^oiH &*prr e oul1
ffy PE H rua do Crespo n. 7.
4 A. B. da> Silya Maia.
1 *0 M tea do Viseonde de Albnrruerqne n.
r M, ** ootagpra rua da matrix 4a> Boa-Vista
>ir rrhnmadns : a nna'umor hnra
Preeisa se de duas, s ndo
cozinbar e com
outra para Invar e
-o se a priiucira, escrava : na
Chamados : a qnalqoer hora.
Qsosulta.": Aos po i es gratis, das t as (
4 horas d* tarde.
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, ^tuado oa pro
vincia de Alagoas, comarca do .Porto Cairo,. a
menos de ama Tegoa distanie do. porto de mat do
Gamella, tem oxcellentes terras, matas, e safreja
regolarmente 2,100 pies : a tratar na rua do Vi-
,rio n. 31.
CO\SILTOMO
tasts
10 Rua (to Imperadiir 49
^i
ROTE
boa:
Ha nef.:." itabelecimento o melhor sortimento de Pianos dos mais afomades aotores,
z, rieyel,.riap, etc. Offerece-se tambem oma qoalidade de pianos me-
. iv i idJos expressamento construir Para este clima, o qu3l o& amadores doe-
pianoi s5 encontrarao nesta casa.
m-se pianos osados em troca.
Conconam-se e afinam-se rianos.
' m avisa-se aos Srs.
cirargico
DO
l* Or. ** Felh Medico operador.
RSTA ESTRE1TA DO R03ARIO S. 3.
Da consultas todos os dias das 9 bo-
ras da m-inbi as 4 da tarde, dessa hora
em diante acha se promato pra qual- S"^
coer chamado, em. oast de sua residencia 3^
a- roa da' Princesa Isabel" n. junto a
estacao dos trilhos de Ciinda.
Das 7 as 9 horas da manha da consul-
tas gratis aos pobres:
ESPECrALIDADBS _
Molestias sj'philitwas, via digestlva e fe g^
i>res. t|,
Offcreee-se uma ama para todo servico dta-
rio de uma casa : a tratar na rua da San?alla-
Vetha n. 112, &. andar. ___________
Ama de leite.
Buecisa-se de uma ama d leite que seja forra e
nao traga (iiho : a traitr na rua do Mnndego n. 76,
oana loja de livros ao pe do areo de Santo Anto-
BJQ; _________________6_________________________
' -r-fftfc1'?a-"se de uma ama para 6 servico inter-
ino.dp pequena familla : a rua Imperial n. 102,
passando o viveiro.________________________
AlU'iitfio
Preeisa-se de uma ama qoe saiba cozinbar : a
tratar na rua ,do Rangel n. 8.
Cbasbire condensed Milk.
Leite condensado.oovo.
Cerve-ja de Noruega.
Keller & C.
Aluga-se o sagundo andar dosobrado sito
a rua de Comas VaJentioas n. 8B, com os coinmo-
dos seguintes : 2 salas trande? e bastan'.c fros-
cas,_3 quartos^ foainiia fera, nm orredor com
portao paraa-foade Hortas, e racimba cc.m boa
agua : quern aprelead 17, que acbara com quern tratar
Boa casa.

-

n

eoneertadores de pianos
pre o mais completo sortimento de materials para concertar pianos, coroo
para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,'
foiba
etc,
Alaga se a-palacete do fa'lecido- CUstodro iji
Alves Guimaraes, na ilka dos Ratos (Boa-Vista),
onde moron oMmameDtc- o Illra.Sr. Dr. Ignacio de
Rarro3 Barreto : a tratar na 1 ja do Passo, a rna
Priraeiro de-Marco (antiga do Crespo), jonto ao
arco de.Sant.5. Antonio.
'Casaesitio.
CarlosBdflardo Rtedel alngi a sua r-i p sitio
o Chscen, em firenie da eampim- da C-1 Forte:
a chave e!tem poder do feitor do mesm sitio, e
para tratar na rua da Aurora n. 73:
. Os credores da massa fallida de Pereira de
Mello & C. sao avisadoe para apre3entarcra os seus
ritulos aos admlnistradore* da massa, co prazo de
8 dias, em comprimento do art. 859 do codigo do
commercio : rua do Commercio n. 35, 2. an-
dar.
$ Hljj IHJ

I -r
nno,
. :
do

..
n
. lev
.
:' liiVTc .s
e 49
f
ugida
eslar f :;:ii!;: desde i" df- maio do cor-
(i escrava Maria, cor cabra, idade 26
rnlar, mngra, tr-m lode? os den-
sem falta* alguma, cabelhs carapi-
an is 3c bi-xiga no rosto e tem nm
- tra um pouco grande e eslufado
pi iviaiento de um antraz q;;e e'la teve,
no meio das costas na alturadas pas,
e ootra pi, e eila tem o vicio de
velido Jo shita clara e dous chales
velho e outro novo de cor encar-
padrSess
talvez ella diga em
I a le .jue c liver que e forra e trocipe o
. ;! s?crava tem oma irma rnulala, escra-
:ardo, moradcr em Tifipi6, onde foi
:ra?a Maria, i]ue c.;ta fogidi alii
i Iniar, aonsta quo alguem tem ella acou-
tem sido vista nss rua-- desta cidade.
las as antoridades poliches e capir
o .;:^e a captcre e love a a rua da
30. que se granficara.
*;: -- /-v mjM-jK
porque
Ic c mjj
J
m
CCSStLTORIO
MEDiCO-ClSURGlCO
DO
fir. S?:nta ilosu
K
:;i!3 do Barno outr"ora rai Nova n. 16, primeiro andar.
(X)NSJJLTAS das 10 boras ?a manha
ao meio -Aia, it cbamr.dos v. r escripto a
laalquef hora do di e da uoile. ^
' ESVECIALIDADES parlos, mclesti'as i
X do olhos e do apparelho respiratorio ^
Bscmvo fugido
Dcide 8 do correnle inez que i?sta fugido do
-egenlif. Sappeaia, de Beberibe, o escravo Luiz,
rdo, cabelfos de cabocjo, corpo regular; e-ia
a:.j pooco palliiopo: ter acabado de se latar de
.'(,-'.it',it."!. Recomraen!a-s3 a sua captura.

?rancisfco da Costa Maia vai a Europa bus-
.imlia qae alii se acha na tratamento.
" a ;u.i curta ansenda dc-ixa encarregai)
i i os seus negocios nesia cid de os Srs.
.Boavenlura Rodrignes de Aniorim e Dr. ^e Di
Barreto^ e no c-.-ntro da provincia os Srs. te-
. < ncl Joaquim Francisco Diniz e Dr. Ma-
rvieolaq Higoeira Pinto de Souza.
LIYIOS A VENDA.
Xo pri;noiro and :r desta typograpbia em
... ) lo a lminiitralor, vende-se os segain-
j& ItvrinboE:
<{ in-.iInto Etaperto dialogo ins-
tructive, critico, anaVytico, bislorico, e mo
ral, fiitrri ii.ti matuto c u;n liberal por 500
?s. eada exemplar. ,
K-Iai'a^-ilo Familiar -romance, 0
oraa serie de leituras 2 volumes por .. ..
lgiono.__________________
Alaga-se a. casa da .-u;i das I'l ores, hoje Ma-
de Alboquerqu4 n. 2i, onde teve cocbeira :
fall-x m raa das l.^rang^iras, {> andar n. 18.
r- Fugio do engenho Ajudante, freguezia da Es-
cads, no anno de 1872, o escravo Guilherme, com
os'signaes seguintes : pardo, com idade de 25 an-
nos pouco mais ou menos, altura e corpo regular,
olhos grande?, cabellos cachiados, pes compridos
e seccos, rosto comprido, alguns signaes de bar-
ba, nariz comprido e um tanto arqueado, umas
sardas'pelo rosto, faz algum movimento no andar,
desconfia-se que esteja na cidade da Parahyba.
Roga se as autoridade3 policiaes e capitSes de
camp's a apprehensao de dito escravo eseren-
trogue ao seu senhor Emilio Pereira de Araujo,
no engenho Ajudante, e receberao por paca
300gC00.____________________ 8
AO N. 9
No Progresso do pateo do Carmo vende-se mao-
teiga ingieza llor a 1*200 a libra, franceza a 800
; rs. a libra bem como tem nm completo sortimen-
; to de moihados para qualquer chefe de familia
faze: sua despenga, que enconlrara preecs mas
commodos do que em qualquer oulra parte.
Escravo fugido
Fugio de Villa-Bella o escravo de nome Jose,
cabociu, de 30 annos de i Jade, pouco mais ou
menos, altura e grorsura repolares, tem os peitos
abertos, cabe'lo corrid>, falla bem e com modera
cao; consta que veto para esta cidade com o fim
de sentar praija : pede-se, portanto, as autortda-
des policiaes e captlaes de campo a apprehen.-ao
do referido escravo, e entrega-lo km Villa Bella, a
sua senhora Carolina Cavalcante *te Andrade, ou
no Recife, loja de Goncalves, Irmao & C, a rua do
Livramento n. 22, que sorao com generosidade re-
compensados.
EIVCmELVHO
S. HC ARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipomca, moente e corrente, com todas as obras
em perfeito estado de conserva^ao, e mnito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, 1 andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra de acnunciar as
pubiico que recebeu ultimamente urn esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, cujas amostras estao no escriptorio
a rua do Iraperador n.-31, e serSo vendidos aos
seus freguezes pelo preco mais razoavel possivel.
Aluga-se um grande anrazem, sito no caes
do Apojlo n. 83, perto do arco da Conceicjo : na
roa do Marqnez de Olinda n. 61
Aos Srs. administradores da
mast-a fallida de Joaquim
Ferrefra Lobo
JoSo Ramo*, soeio da casa commercial de Ra-
mos &. Machado, a rua do Vigario n. 10, declara
que nada deve a massa' fallida de Joaquim Fer-
re^ra Lobo ; entretanto, 6 bem poseivel, que o
Joao Ramos, devedorde que faz parte 6a lista de
devedores, publLada no Dtario de 7 de julno, seja
um da meia duzia de igual nome, qne ba nesta
cidade, e que ultimamente foi a presenca do che-
fe de policia.
Nao m mais cabellos
brancos.
nuniHiu JAPOhEZA.
J6.f uniea approvada Pelas academias de
jtiisncias, recouhecida s perior a toda que
^di~i spparecido ate" hoje. Deposito prinoi-
pj i raa da Cadeia do Recife, boje Mar-
row de Oliada, n. 51, 1. andar, e em
ax!.3 as boticas e casas de cabellei
HMMt
O Monte Lima
tem um completo sortimento de galao e franja de
ooro e prata, verdadeiro, de tbdas as larguras,
abotoaduras douradas para offlciaes, canntilhos e
enfeites para bordado Tambem fe encanvgade
todo e qualquer fardamento, como ssja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, bao-
das,. abotoaduras lisas e donradas, para criado,
etc.; assim como am completo sortimento de
franjas, galao f Iso para armameuto, cordao de la
com borla para quadros e espelbos (c in forme o
gosto da encomaicada) tujo por mnito menos pre-
qo qneim cutra qualquer parte: na praja da
Independent n.. 17, junto a., loja do Sr. Arantes.
AlDga-se uma. escrava para todo servico'de
casa : na rua do haperador n. 30, 3* andar.
Aluga se o primeiro andar do sobrado n. 17
da rua da Impertwk : a tratar no segnndci and.\r
do mesrao sobrade.
Vicente fugio
Na noite-de 1.3 para 14 de mar?o do correme
anno fugio e mulato Vicente, escravo, .de 2 annos
de idade, bonita iigura, barba e eslatnra regular,
levando veslida e em um saceo roupa- de algodJo
branco e alguma mais xeiro da easa donde fcjio ; e natural da fregue-
zia de Sant'Ann,-> do Mattos, diz ret liure, easado,
e ter sido ortado em companhia de madrinha D.
Anna Latca-da Luz, de quero. alias, foi eseravo :
roga-se, portanto, aos Srs. capitSes de campo
e autoridades policiaes- a apprebensfio do dito es-
eravo, e-eatregai o na cidade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaou m Moreira Reis, ou
na cidade do Assii ao S*r. Torqoate Aogosto oe
Oliveira Raptista, qua serao generosr.Bte grati-
ficados.

Attencao.
Preeisa-se alugar ura- moleque de 10 a 12 an-
nos, ii i sobrado da ru> estreila do Ro'ario o. 35,
sobrado da florista, defronte do escriptorio- do Dr.
Leonardo, e na mesma cas> continua-se a forne
cer comedorias para fora.
Preeisa se de um raenino de 10 all aonos,
p-ira caixeiro de pad ria : a tratar na rua Impe-
rial d. 201.
eeononica
Com este titnlo abrio-se o armazem da roa es-
tueita do Rosario n. 4-5, no qual recebe-se quaes-
qner objectos para serem vendidos em leUio. 0
dono deste establecimento, abaizo assignaio, es-
pera proteceao do respeitavel pubiico, e particn-
larmente dos seus an^igos, e comproraette-se no
enmprimento do3 seus deveres, e desde ja agrade-
ce aqueliei quo o pr.iaurarem.
Joaquim Francisco Franc >.
I'reciia-se de urn feitor para o enganho Sa
:pucaia, do Beberibe, e que seja homera affeito ao
acmpo.
Casa de saudc ik- Santo
Joao da Si^ra Ramos, proprrejario da
easa de aiia>, tehdo rr^rrossado da Eu-
ropa, reassumio a admioirtr;>eao, e o-
servico medico do mesmoestabeleciraen-
\ tos, e espera que 6 pubiico-continue a
' depositar a enhfianga, qae ?empre depo-
sitou em vista de sea zelo e interessa> f'l
pelos doenfcs alii roe-lliidos.
Joao daSilva Raoos, medico pela Unit
verwdade ''e Coimbna, de volta de saa .,
viagem a Europa, conlmiii ao exercieio (I
de sua profissao, prestando-se a tratar '
de qual-juer doenie dentro ou fora da, ci-
dade, a dando consultas diariamente das
10 as 12-horas da manha em ceu eicrip-
torio la tua do foperador- n. 67.
Joao da Sflva Ramos, devend > wceber
measalmente da Eurapa, vac^ina de su-
perior qoalidade, ivresla-se a ir vaccinar
qualquer possoa em sen doraiciao ou em
seu gabiuele na rua do Imperador n. 67,
nas quartas-feiras e sabbados das 10- as .
12 horas da manha.
Fugiram do engenho Vjudante. bo anno de
1870, os escravos seguintes: I." Francisco, crioulo,
preto, com idade de 28 annos p nco mais ou m*-
no?, altura regular, corpo regular, olhos grandes
e braneos, denies perfeiio*, cab llos earapinbados,
pes grosses, barba a cavaignac, Ibigode e pera,
oma cicatriz por cima do olbo esquerdo, muito
conversador e risonho. 2.* Antoni \ cabra, com
idade de 25 annos pouco mais on meoos, altd,
secco, olhos grandes e vermelhos, oouca barba,
cabellos um tanto .soltos, denies i perfeito?, pes
compridos e secco3, ambos corapuados ao Barao
de Nazareth. Uoga-se portanto aos capitSes de
campo e as aatofidades- wlimes a captura dos
mesmos escravos, visto haver desconliani;* que
estao oceultos Ba comarca de Pajeii de Flores,
ou Rio de S. Francisco, qne terao a paga de 6X0;
a quem os levar ao seu setrhor no engenho Aju-
dante, aA-Sr. Emilio-Percira de Araujo
Conductor
Na ruado-BonUesus n;U, praeiu-se falla- ao
Sr. Ricarde'F-. Oafehho de-Tscooeeft*i, emprega-
do na linha ferrea do Caxanga.
Na rna velha de Santa Rita n. 37, preeisa* 8
alugar nma preta para vender com tab lei ro.
Escravo fugido.
Fugio na noite de 4 para 'J do correute, do lu-
ar Preguiga (Agua Preta) e efcrawo^itnio, cor
preta, altura regular, espadaudo e secisq para ba !
xo, olhos grande?. cabeca redonda, bem barbadq
e eenserva > barl, e nm peueo catnbeta, qnan'
do anda roja ;yua rfctaa-na' oalra, p|rnas Unas,
soffre como que dfl frieiras entre os dedos doi
pes, falta de u.u ou dons deotes na frettte dd
lado superior, esa bastante eorta-Io de chicota
nas costas ( isto e ^ na aJjara o'rms, levou
chapeode castor' nreto,'ralca de brim de c6i"i
camisa de chita e paletot de brim.etoca viola i
nlga-se ter ido para-OaxnarU, onde foi comprado'
no sitio Capivara a oma viuvj em 1856, quando
moleque, e tem mai nesse- lugar. Rojiarse as*u-i
toridades e capitSes!de ca'mpo que \a apprev.ea-
dam e olevem a Agua^Prefa' a entregar a Ernesto
Arselino de Barros Franco,*ou a ftta'de Pedro
Affonso n. 43, v"etrda,; qae se'rSo gratiflcados.
0 abaix'o assigriado (endo. jugt> e contrata-
do comprar a taverns sffa a'rna 96' Aragjo n. 1,
a Antonio Avelinq_Lejte Brjga, iivre c desemba-
raQada.de qualquer osps,c.,4itNia- aiQoem qoer
qne se jnlgue credur^Msma.laxana, a apre-
sentar-se ao me?mo abaixb a|Sgdado denli*de
SiiS8' *emtArlia--' Wir^#,Wn Jm&'
'Hecii'e 9 d,e jo1ho,(le-i874.
MEDICO-CIRURGICO |
A
DO
^ Dp. -^Pedro d'Athayde L. Moscoso ^
PARTEIRO E OPERADOR
Wnaia do Vtseonde tic Albuquer*
L que m 39.
ESPECIAUDADE
lllolesaias de senboraa e 9
menbaos. W
Cunsnltas das 7 as 10 horajj da ma- J
JK nha, todos os dias. &
5a Das 6 as 8 da noita, nas seguadas, quar- ^*
^ tas e sextas-feiras. H
iOlt Os doentesque mandarem os seus ch.v ^
OL mados por escripto at lO.hcras da rca- ^,
2 nhl aesao visitadsa em suas casas. ^.
m

Para viag^es.
Amaral, Nabdco C. alem de um completo
sortimento de objectos de gesto, vendem os se-
guintes, indi'pensaveis para viagens:
Cadeiras espreguicadeiras de abrir e fechar.
Malas de conro e de madeira, forradas de lona
e de div'ersos tamanho?.
Bolsas de conro e de tapete, de muitos tamanhos.
Capote3 de barraeha.
Cerolas, camisas de meia, lavas e cachinezes,
tndo be Is.
Estojos para barba, com pertencas.
Lanternas furta fogo.
Chlcotes de diver?as qoalidades.
Canivetes com colfer, sacca-roma e garfo.
Iosignias maeonicas de dive'rsos graos.
No Bazar Victoria, a rua do Barao da Victoria
n. 2.
Amaral, Nabnco (& C.
vendem :
Camisas de lioho, brancat, para hemens eae-
ninos, lisas e bordadas.
Camisas de ehiia para bomens.
Ditas de meia de algodao, la e.ttda, pfra ho-
mens e meninos.
Camisas de flanella, braneas a de edces, com
mange, meia manga e sem manga, para-nomens.
Camisas de algodao arrendadas para sauboras
e menina?.
No Bazar Victoria, rua do Bario da Victoria
n. 2.
Liquick^ao
DE
Fazendas baratas
Madapolao de 3*500, if, 4i50 e 54^00 a neca.
Dito francez, flno. de 5*000, *500 e 6^)0 a
peca.
Algodao marca T, bom, de \i, 44500 e 4*W0 a
peca ; nao pole haver nada mais barato'! ff
Lindas lazinhas eseocezas, pelo dkninuto preco de
200 e 240 rs. o covado.
Chitas e metins claros e escuros, boa fazenda, de
260,280, 300 e 32# rs. o covado,
Ghapeos de palha e de castor, pe!b minimo preso
de 1h Ml So na rua do Livramento n. 30, loja
da liquidacao
Parece impossivtl: sapatos decharlote para homem
e senhora a 2* III
Lindos punhos e golichas para senhora e menina,
de 801 rs., l*Oro 1*500 e U, todo bordado, e de
cambraia mui Qna ; tambem tem gravatas e man-
guitos com gola, idem; ricas camisinhas todas bor-
dadas, de cambraia, para senhora, e outras moi-
tas fazendasrqoe se lornarao enfadonho mencio-
aa-las : tudo se vende com 20 OjO menos do qoe
em outra qualquer parto, so na rna do Livramen-
to n. 10, loja de Lima Continho & C.
. -.Wilson Howe & C Y*e oa **9 *fm*m*
roa de Commercio n. 14 ;
vardadeiro panno de ilpjiri aaoj inaoryni
-Sxcellente fiodevl.
ppac de 1* qoalidade
.- Jpho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas aa Qoaiidaiaa
TACHAS TACBAS
BATIDAS ffWDIDAS
Qoalidade super or
Armacao.
Vende-se uma excellente armacao de amarello,
iovcroisada e envidracala, com pooco osj proprla
para qualquer estabeleciraent j, por ser de excel-
lente construocao e prestar-se fazendas^ miude-
zas ou inolbados, etc. ; assim como vende-se um
balcao naquellas condicdes : para ver e tratar com
Pofas 4 C, a rua e treita do Rusario n. 9.
Attencao
Vende-se um granie sitio com iiastantes terras
para plantagoes e casa de moradia, na estrada
Real de S. Sliguel a Jabeatao : a tratar na rua do
Livramento o. 5, loja de eal;ado, que dara todas as
e;-plieac6es.
Alc^ase um escravo de 14 annos: no 2.'
andar da, casa n. 41, a rua do. Rangel.
CASA DO OURO
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 3D, e easa do costume
Aebam-se a vend* os mnito faiiies bilhetes ga
antidos da 5* parte da loteria a beneficio da
igreja niatriz da Boa-Vista, que se extrahira no
dia 11 dc correale mez.
Prefaa
inteiro 4*000
Meio 2*000
Ue iOO^OOO para ciaat./
Inteiro 31500
Meio 1*730
Recife, 4-de junho de!87i.
Joao Joaquim da CostaLeitt.
Precisa-se alugar uma mulher escrava ou
frra, para vender frnctas: a tratar na Capuoga,
rua da Capunga, casa n. 9.
C0MPM&
JLT3SO
Preeisa se eaaprar douaiesoravos,' pedreiro e
carapina, paga se bem : a tratar na thesouraria
das lotenas, a roa Primeiro de Marco n. 6.
Compra se e vende-so trastesnovos
e osados no armazem da rua o Im-
ti perador n. 48
Compra-so am sitio peqoeno, qae seja perto
Ida praca e qne tenha easa de moradia : a fallar
l-a raa do Barao da Victoria n. 40, loja.
>r
^

V^MDJtt.
Vende-se u na armacio boa para qualquer
negocio, na raa Direita n. 149 : a tratar na mes-
ma.
<*~*\ -'----------------------1----------------------------------
Vea>Jrt-ee a^awerni da roa dos Gaararapes
n. 5: a tratar na masma.__________________
Ixeell^nte tjegocio
Vende-se oma escaajai2| annos, com cinco
' filhos peqaenos muito llalosr por preco maito
1 rjjaavel : a tratar na rua Primeiro de Marco n
! ttfA.'loja tie Grfrgel ae Amaial, j, C
Sujrerior vinho de 1847
Em caixas, pi\prii> paradocntes.
Tem para vender Fran-
cisco da Costa Maia em seu
escriptorio a rua da Cruz n.
56, 1." andar.
superior
Proprio Dara presente-s, qnalidade nuoca vfcta
no Iller:ado.
Porto fino de 1847
Vin'.io especirJ para scuhcras.
Porto fino particular M S
Em caixas (!e duzia: vende Francisco da Cos-
ta Main, a rua da Cruz n. 56, l. andar.
Grande novidade.
!*cchanclia sciu i^uul.
Brim pardo trancado eom pequeoo toque de mo-
fo e limpo a 3S0 e 400 rs. o covado.
Brim de Knho de cores, fazeuda de 2* a vara
a 2* o corle.
Brirn.branco de link) muito flno.a ii e l*iC0a
vara.
Lasinuas do qaadros trancadas (eseocezas) e
com listras de seda a 2i0, 320 e 360 rs. o covado.
Cambraias transparent, Qnas, marca Bispo, de
3* a 6* peca.
Cambraias Victoria muito finas, de 3*500 a
6*500 a peca.
Cambraias de cores com flores soltas e de lis-
tras a 240 rs. o covado.
Metins escuros e claros, padroes muito msder-
nos, a 280 e 320 rs. o covado.
Popelinas arrendadas (com noim de Novidades)
fazenda de muito gosto e nunea vista nesta dad
a 800 rs. o covado.
Casenuras de cores, padrSes liudissimos a 4*,
5* e 6* o corte.
Fazeada9 para Into. LasiabM preta muito Unas
a 360 e iO) n. o covado.
Cambrias pretas lisas e eom salpic:s a 6W) e 500
rs. a vara.
Mussuliuas pretas, fazenda de muito gosto, a 360
rs. o covado, e outras muitas fazendas que nao
mencionamos por se toruar enfadonho e que todas
vendc-mos por precis barp'.issimos : na rua Pri-
meiro de Marjo n. 10. '
Chocolate brasileiro
FABRICADO NO MARANHAO
Das seguintes marca*:
Flor de chocolate.
Cnocolate de baunilha.
Dito de canel'a.
Dito commum, fine.
Dito homeopathico
Dito do ararota.
Dito de musgo.
Dito ie ferro.
Cliocolato vermifuge
Vendem pelo preco da fabrica, Jose Tavares
Carreiro i C, a rua. Direita n. 14.
Milho;
No armazem do Baliza, vende s"e milbo bom,
m saccos, por pre;o modiro.
Vende-se um portao de ferro, novo : a ver
e tratar a roa da Ponte-Velha 10.
Engenho em Seririiaeffl.
Vende-se duas paries-do
engenho Novo, aito na fre-
guezia de Serinhaem, distan-
te da estacao de Gamelleira
3 leguas, moente e corrente,
que safreja cerca de 3y000
paes, com optimas terra*
movido h agua e bem obra-
do, por pre tratar com Dr. Felix de Fi-
gueiroa. a rua das Calcada*-
Ha 14, ou do arsanal de
gnerra.
Engenhos em Mamam-
gaape.
Vende-se os segizrate* :
Borra,
IV, .gnlc*.
1A
A tratar com sens proprietaries neeta cidade
e para jpformacoes com Joaouim ?into da Ma
refles Filho na mesma odaje da MmanKoap*
Tasss Irntioa *t-'C.
Mais- barato do qaem era qualoo^r Ootra par:
NA
Fuadiffi;) in kmn
G. STARR Vendem
Wilson, Rowe & G.
Em'seu armazem a. ma do Trapicte n. 14, o
g-jinte :
AlgodSo azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de u>das as qualidadas.
Ttado mnito barato. _______________
ALEBTA
Com o n. 4?3T a rua do
Queimado n. 43
lleffeate do becro do Peixe Frllo.
ou Junto u loja ditjaaiBolia
Ctaeguem Chrtnrn
Lazinna Ji qnadros pretos a 240 rs. o covado
Ditas de quaeres e de e>es a 240 rs. o covado.
Granadine de listras, a parisiense, a 16* r. <--
vado.
Poupeiioa de seda de fcita cores a 1* o eovalo
Cambraia Victoria lina a 3*060 a peca.
Dita transparente a 2*.e-2#S00 a peca.
Lencos chinezes con vres a 1*860 a dona
Chales-de chita a escocaaa, perl* nm.
Chita.: de cores a 240 e 260 rs. o civad
Brim pardo fino a 400 rs. o covado.
Colchas para cama a 2* e 3* uma.
Lencies de bramante a 2*.
Cobe'itas adamaseada? forradas a 3* uma.
Meus para hemem. frnir> de cores .-. 4* a duzi<
Toalhas muito grandes-o 3*500 a duzia.
btetias de listras a 360 r?. o covado.
Madapolio avariado a 3*500 a pera.
Camisas inglezas a 2* e 3* nma.
Ditas de cretone a 3* uma.
Aproveitem qoe o-'tamos faiendo graade abat
meato, nunca mecos de 40 por cer>!o. Dau >-
amostras cm penfcnr.
kmm k es-
Unico deposito de cal bran-
,ca dc S. Bento^e Jagua
ribe.
i\l. (I -Caes do to s~j\. Ii
0 dono deste armazem de rnaieria;-.-* cuntrau
em grande porgao cal preta, pela medida dos tvr
nos, mediaale aju-te, mandando botar no lugar
competente, garantindo serie lade acate negocu.
(ofres de ferro
Veude-se em casa detiawkes&C, a re a da
Cruz n. 4,
Chafariz dc ferro
Vende-se em casa de Hawkes A C, a 'rua d^
Crtzn. i.
Cimento Portland
do verdadeiro : na rua do Vigario n. 19-, primeir
andar.
Sedas a 1$280 o cdvodo.
Vende-se bonitas sedas de listras de lindas co
res pelo baratissimo precu de 1*^80 o c vado.
aproveitem que esta se acabaudo na roa do Du
qae de Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastos.
Casa e lerrenos bmls no Sal
gddinha.
Antonio Jose' Roarigoeida S.oza, oa tbeaowa-
ria das loterias a rua do Crespo n. 6, vende iu>
casa de taipa e torronos de ?eu- titioo no hagai
do Salgadinho : a tratar somente com n TDesroo.
Para presenles
No Bazar Victoria, a rua do Bacao da Victo-
ria n. 2, se encontrara objectos proprio para pre-
sentes.__________________________________
Vende-se 'uma raobiiia de jacaraoda era bem
uso : a tratar a rua do Livramento n. 8.
Vende-se
nma loja de barbeiro com suas perteocas : Ba rui
do Visconde de tnhauma n. 57 A.
Engenho Segreflo
Vende-se o engenho Segredo, distando apenas
oma legoa da esiaeio de Ribetrio, moente e cor-
rente, bem obrado, e eom terrenes muito'ferteis
qae safrojava msis de 2,500 pfos; a tratar 04 JTIJ
do Eocantamnto n. 5.
E' barato
Treneas de oabeMo
humano, natural, com ura i. etro dc coraprimento.
a 15* cada uma : so na raa da Impecatriz n. 82
case de Odilon Duarte Irmio.______
Asunioas verdadieiras
Bichas hamburguezas qne vem a este mrcao
na rna do Maranei deoluula n. i<
Wa4e
Esta provado
qoe o cimento Portland exposto a venda po ar-
maaem da bola amarella, travessa Oa rua do Ira
perador, e o raelhor qne se encontra no mercado.
attento o competenKssimo testemunho do peril- >
estucador das obras da igreja da P. oba, bem como
o do exiraio engenheiro qua dirige aqutHa por
t:ntosa coostructao.
. Luva- de pellica e de eoede para
seohoras. Fumo Caporal. Meias de Ii. Cha I
de e preto Vende-se no Bazar Victoria,.* roa do
Baiao da Vieturia Oi 2.._____________
Vends'-se taveroa da ru i das Carrecas n. 1,
que foz esquina para a ru^ de S. Joao: a tratar
na tnesma.
Veajto-a cauiiho. para jaaoliaa, varaaaaa
bandeiras ; na rn^ do Padre rloriano n. 5.
"



-*
%
I.
D*i& vW>PwS5mkcO ui*
i
-
tazenaasimas
'Rua Pfiniwira d^ve* a. 7 1
B" esta ama das easas fme hoje pode com pri-
oaaa offtneeer aos sens- T*eguea;s um1 variadrssi-
o csortimento do fa*endas Unas part grande (oi-
eite, e bem assim para wo ordinario de todas as
classes, e pornrecos vantajosos, das quaes faz nrn
MBnians fczandas as aui '-dos pretendeates,
jara uipeiw peeeoal necessario, e dio amostras
jj'piaQierfenaar.
Cortes ae se*da de lindai cores.
"Jrosdeniples de todas as Cores.
Jorgurio branco, lizo, de listrait, preto, eic
s>6li*a Macao, .preto e de cOres.
Grosdenaples preto.
VeHndop/elo.
Jranadme tie seda, preta- e^de cores.
Popelinas de lindos padroes. %
Fil6 de seda, branco e preto.
^icas basquiaas de seda.
^asacos le raarind de cores, la, etc.
tfantas Irasileiras.
Cortes com cambraia branca com lindos borda-
'.icas ca pel I as e manias para nuivas.
liiquissiao sortimenio de las com listrai de
eda.
Cambraias de Uores.
!;ilas maripozas, brancas, lizas e bordadas.
Nanzuques de lindos padroes.
3aptifiasif*dr0ei deiieados.
'"ereali'rw* de quadros, pretos e brancos, listras,
to- etc.
'"frins de lintio de c3r, proorios wra vestidos,
join barra e listras.
Hiisos cortes de vestido delinho. r sites'da
oDesma c6r, flltiina mod*
Dilos de cambraia de cores.
Fustao de fiodas e<"ires.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para senhoras, de linho e al-
cooao,
Sortimento de luvas' da verdadeira fabric* de
!?vin, par- hymens e senliuias.
^estaa"' oara-inenfBui.
r,iio para baptiiada.
Ohapeus para- aim.
I'oaldas e gaardanapos adamaseados de o de
r.para mesa.
Colchas.de li.
Cortinados bordart-s.
Grande sortimento de camisas t linho, lizas e
rladas, para bomens.
Meias de cures jjara homens, meninos e meni-
.
Dilas escooezas.
Comn'.sto ik rthiwln de chapeoe de sol para bo-
Merino de cores para vestiaos.
Dito preto, trancado e >*no de verao.
'iilhado de Abo e algodao para to
4toalhado pa^do.
Damasee de l,i.
Brin3 de linho, branco de cores e preta
Retim de lindas cures com listras.
Caales de merino de Cures o pretos.
Ditos de casemira.
uitos de seda preta e de cdres.
Ditos de louquiui.
Camisas de cliiia para homens.
Ditas de ilanella.
'.'ereulas de linho e algodao.
Pannes de crochet para soft, cadoiras t cooso-
Leav'os b'irdados e de l&buiatho.
Colchas 4e crochet.
Tarlatana de tolas as cores.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados
kra cortes.
Espartilhos lUos, bordados.
Foulard de seda, liddas cdres.
tlt-ias de seda para senhoras e meninas.
Rieas fachas de seda e la para senhoras.
Ri^o sortimento de leqaes de madreperolas e
O'SC.
Damasco de seda.
Casemira preta e de cores.
Chitas, madapolao panno fino preto e azul, eol-
arinhos, pnuhos delinho e algodao, gravatas, la-
a de fio de Escossia, 'apetes de todos os tama-
aho, bnlsas de viageni, peitos bordados para ho-
ueas, lenps de litilio branco e de cires, toalhas,
guardaoapos. etc., etc.
ySR sffflSbr iP JJflT''"
DA BOA-
^R da Imiretatri-z n
_

72

LOJUWPAllO
Rwa da Imperatrte n. 6^
PARA UQUIDAJt
Gritimdiiiu preta a 500 ra. o
co v ado.
0 PavSo tcnde granaaina preta e Iavrada
Acabain de fazer um grande abatimento nos precis do su.is fdzen'las atton- I*'0 bafa'to prcjo de 800 rs. o covadp.
ino vai men- ALPACAS HIL'tAS A 501


MENDES GUIMARAES ifc IRMAOS
dendo a grande falta que ha hnjo do dinheiroA por isso crcio qu? o pre<-> uue v>ii men-
cionadi) agradara* ao respeit'-vel publico.
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A '.^00p.
Vende-se cbapeos do sol de seda para se-
nhoras e meninas a 45, ditos do alpaca fi-
nos com 12 asles a 4$, dttos de merin6 de
duas cores a 5J>, ditos de seda para horaem
a 69, ditos inglezes com 12 artes a 85? e 9$.
BRIM PARDO A 400 rs.
Vende-se brim pardo escuro a 400 rs. o
cores com quadnnhos a 800 rs. o covado.
CROCHES A 1*500.
Vehie-se procbes para crfdciras a 1|J500
c&da um.
LAZINHAS A 200 RLIS.
Vende se lazinhas para vesli 3S<., 400, e 500 rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 R^EIS.
Vende se alpacas' de cores a 500, 640,,
_ 500, 640 E 800 RS.
0 Pavao tem um grande sortimento de
alpacas p'retas, que vendea 500, 640 e 800
Vs. .o^do'vado, assim como grande sorti-
mento de cantOes, bordbazlnas, princezas
ptetas, merinds, e outras muitas fazendas
prOpfias paraluto.
CAWBRirA VICTORIA A 4^C00, 49500,
OSOGO E 7^000.
0 Payao vende um grande sortimento de
cambraia VictdHa a ffanSparente com
covado, dito de
500 rs. o covado
CORTES DE CASEMIR A A 59. Vende-se grande sortimento detapetes para,
Vende-se cortes de casemira de cores para u^dosos tamanhos a 49, 49500, 59, e 69 a P*5. assim coinp, ditas d*e salpico bran-
calr;a a 59, e 69, ditos de dita preta para'ca la um. Ico, a 7^000, e" pechincha.
I GRANDE SORTIMENTO DE TAPETES A 49. 8 1/2 varas cada peca, pefos'baratos pretos
Vende se grande sortimento detapetes para I de 9000, 4950'J, 59000, 69000 e 7C00O
TRATAMENTfl E CURATJVO OAS MOLEST/AS PRDVENIENTES OA rMPUREZAH
SANCUE
ARROBEDEPURATIVO DES iLSAPARIULHA, GA-
ROBA E VELAME
PREPARADO POR
calga a 49, 59, 69, e 79-
BRIM DE ANGOLA A 29 0 CORTE.
Vende-se cortes de brim de Angola para '
calca a 29, dito muito finos a 39.
ABERTURAS PARA CAMISAS A 200 REIS e
Veode-se aberturas para camisas a 200 rs,'
ditas mais finas a 400 e 500 rs. ditas de '
esguiaoa 19, ditas bordadss a 29- le
CHITAS A 240.
Vende-se chitas para vestidos a 210, 280 !e
je 320 rs. o covado, tem escuras e claras.
MADAPOLAO A 39. e
j Vende-se pejas de mad polao enfestado a |
, 39, ditas de dito inglez a 49500. 5)5. e 69,!
, ditas de dito francez fino a 79 "9-00, 89' ,
:99000. '
GR*NOE SORT,>iKNTO DK ROOPA K\mh'S%,Ufm' 'mM
r i i NACIONAL. ___J 0 Pavao vende Um bonito sortimento-dt
Ca cas de nscado para trabaiho a 1*000 c8misas francdzai com peito de algadao,
6 ?x i k a ,* M 29000e29800. Ditas com p. ito de' Hnhr.
Ca ?ss e bnm pardo a 19900,29, *9500. de 39000 a 69000. Ditas bofdadas "muitc
l,alc,-s de bnm de Angola de cores a 29 finas de 69000 a 109000: assim como
p : -./v ^- grande sortimento de eeroulas de linho e dt
Colcas de casemira de cores a 59500, 9 algodao, por precos bardtos, e tambem ten,
Calces de casemira preta a
.79
Palitots de riscado a 19.
Paletots de alpaca de cores a 29.
Paletots de a paca preta a 3?, 3?")00,
59.
0 BARATEIRO
contra
t
lnimigo acerrimo
a carestial
Riia Priiiieiro de Marco 11. I
Outr'ora rua do Crcspo, dcfron-
te do arco de Kan to An-
tonio.
BAPTISTAS, temos grande sortimento drsta fa
zenda e vendemos muito barata, a 360 e 100 rs.
o covado.
ALCA3SIAXAS de bonitos desenhes e cores B-
xas, a 400 rs. o covado. So no barateiro, venham
apreciar.
METIXS Irancados, franceze, fazenila superior
e de bonitos gostos, a 210 e 280 r?. Qaem riva-
llsa ? .
CIIfTAS de bons gostos e de cores fixas, a 240
e-MOrs. Soaqui.
L:ezas, padroes bonitos, a 180 e
200 rs
A' rua do Cahugra n. 1 A.
Os proprietaries da Predilecta, no intuito
ph BARTHOLOMEU k C.
Pharmacenticos dacasa real de H H. h\ El ltd de Fcrtusu
Premiados em diversas exposifoes com o premio de sua classc.
A saiide e um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s6 estd reservado ao enkt-
mo ayalial-o. E' incontestarel quo o horaem neste mundo e constantcmc n'c e per todtff
os lados atacado por uma infinidade de agentes morbidos, que toios tomtom, dadat tar-
Us o determiuadas circumstrancias, a alterar o regular exercicio das funccOcs orgjuicas.
resultando desse desiquilibriooque se denominamolestia.
A molestia nfio e" mais do que a desvirtua^ao das forgas vitacs, occasi-mada wj.
do as investigates o experiencias dos mais abahsades mestres da sciencia, pela deocm-
cao dos humores geraes, consequencia da acgao maligna des,es mesmos aeent.-s Ac-1--
dos mlroduzidos no organismo pelo actoda r.spiracao, w-la mb digestiva, pelo <
immediato, ttc.
A syphilis infelizmente tem sido apartilha da humanidad-, e como 6 fAra d
da que esse tcrnvel Proteo da medicina 6 uma molestia hereditaria, ellatcm sido ohnr-
! corapleto sortimento de ptlilbos e collarinho51 vada em todos as lJeas, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfra..
39500, 59300 tanto deliriho como de algodao. por precos cjnstituigfies robustas, produziudo mutilates e co tando ainda em llor da id..
em conta. .preoosas.
CORTINADOS BORDADOS PAMtA CAMA 1 | K1 iuar da economia esses principius deleterios, e purificar a mass:, prai djs b&-
JA^EtLAS/DE 79 ATE"2'59000 OPAR |mores lem Sld^ dead- bimpo immemorial o hm constante da medicina, e os depu. i'.v >-
0 PavSo vende um grande snrtimento dt "guram em pnme:ro lugar para preencher esse desiderate
i cortinados bordados, proprios para cama t E' ^e preferencia no rcino vegetal que a sciencia aconsellta que devemos procure-
janellas. pelo barato prefode 7S"000,89000. substancias propnas e depurar o organismo, eliminando os prmcipios novicos a saic-
10,5000 ate 259000, tfisim cmo ': colxa. pelo augment i das jecregoes naturaes ; e que possam ao mesmo tempo neuiralisar a rw*
de damasco dels muito fina de '10*000 ^'pbdUico, ainda qu ndo este virus ji tem feito erup^ao no exfrior debaixo de ran a-
1^9000 cada uma. tiphcadas formss. Os grandes e incoraparaveis depurattveis vegelaoi cons*
muitas vezes preyenir os estragos da syphilis, quando por venture se aclia eH
do no estado de nicubacao; isto e, sem seter mauifestado sob formas external utae-
fieioincom pa ravel, tanto mais porque neste estado os ioditidujs iguoram c mukuvzr-
te se estao contaminados por esse terrivel inimigo.
Felizmente para nos o recurso prompto e sem igual para combater virus tao dtiet-
no eucontramus em abundaucia em nosso uberrimo solo, nessa riquezi invHjavo! de es-
pecies de vegetaes, muitosdos quaes ainda tao pouco conhecidos e es'.ti lados -com verm
0 dizemos.
.
d*
BRAMANTES A 19800, 29000 E 29500
0 Pav5o vende brarnarites para lencdeS,
tendo lOpalmos de largura, sendo 0 dt
oonservar 0 bom concetto que teem merecido do algodao a 19800 e 22000 a vara, e de'lihht
cha.
respeitavel publico, distiuguiodo 0 sen esubfeleci- a j^QOv 29800 e 39000 vara: nechin
oiento dus mais que negociam no meamo genero
veem scientificar aos seus bons freguezes que pre-
veniram aosseus correspondentes nas diversaspar- UrailQe peehlC cha a 4i#0 0 0
cas d Europa para lhes enviarera por todos os pa- ;. A *-tpv\j v
quetes os ubjectos de luxo e bom gosto, qua se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
ilaquelles paiaes, vis to aproximar se 0 tempo de
lesta, em que 0 hello sexo desta linda Veneza
mais ostenta a riqueza de suas toillettes ; -e co-' corics JP casimeras de cores
mo ja recebessem pele paquete francez drvereo
artigos da ultima moda, veem patentear alguna
d'entre elles que se tornam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costumada
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais Mndos que teem
vicdo ao mereado.
Albuns com ricas capas de madreperoU e de
velludo, sendo diversos' tamanhos e oaratos pre-
os
e 6pm
CORTES BE CASEM RA.
0 Pavao recebeu uma graude porcao de
rles de casimeras de cores para calces, e
vendfifjpelo barato pr.co de 490'.0 e 59000
cada corte, na ru da Imperatriz a. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
ESMERAI.DANA k 800 RS.
O Pavao eeben umbonito sortrttento
das mais b^ahies esmeraloHnas com listras
de seda,'-sendo fm orrea p*droea as mais
! DITAS de linho e las, padroes inteiramente no-'. Aderecos completes de bonacha proprlos'-para .ncmrs qeiem vtftOo-ao mcado, pfohrias
! "SrV80 ri c;yad?'-fTnda qne caslou sem- 5& 'mc'08 re50S mu" p*r v^dos. *"*** \fSSSS33i2
. pre-
Bot5es de setim preto e de cures para ornato d ? de'BOO rs. 0 covado, ifun 4* Ifnperatrh
estidos de sethora ; tambem tem para collate'' 8*i.
Palil01- !| i\ n > .-
Bc4sa para senhoras, existe um bello sortien O I CIVUO gueiMU OS WtlQOS
pur
E baral
0.
v'ende-se um pequcnosiio perto da esta-
cao do Salgadinho, tendo de frente 150
salmis, e de fundos mats de quatrocentos,
:om uma elegante casa dd laipa, acabada de
proxim 1e bem asseiada, tendo 2sal s, 2
quartos a cozitiha f6ra. 0 terreno 6" pro-
prio 0 bom de [>luutaccs, tendo algumas
nrvores de iructo, agua de beber e todo cer-
'.fidrt.
Para ver 0 mais explicates, no mesmo st-
*.io a qualquerhora a entonder-se com Tris-
.ao Francisco Torres, c para tratir, na the-
ouraria disloterias, rua 1.* de Marco
o. 6.
oeguintes:
, i^mim tvvvif1| 1'iiin 11/ i:ih-jhi-
Cortes de combraw branca, transparente, eslado muitas vczes hydropi
in enfeitcs bordados d^ la a 5^080, Sendo as molestias, com
Vinho
Verde
de
.Iniarantke,
especial.
Vendem Piigas 4 C, a rua estreita do Rosario
p. 9, junto a igreja.
Bacalltaode INoruega.
Acaba de che;ar um pe aieno lo!e de oaixas
deste desRjadn U.ralhao : no caes da air clega,
armoern de Tasgo Irmaos 4 '.
Vigor do Cabello
i pre 40p rs. So no barateiro
1 C.RETONES escoros e claros, fazenda superior a
400, 450 e 480 rs. o covado.
POPELINAS de seda e linho a 900 a I/; apres-
sem-se a mandar ver.
DITAS de linbo e algodao a 7C0 e 800rs. 0
covado. .
BRIM parJo trancado a ICQ e 280 rs. 0 covado.
So no barat iro I
DITO de cores, fazsnda muito boa, a oOO rs. a
j covado.
, CAMBRAIA transparent e Victoria a 3/,F!00 e
j ."^800 a pega Aonde tem ? So barateiro I
6RAMAXTE de linho de duas largura*, !|200
j a vara ; admira ? e exacto.
i ESGUIAO de linho e algodao de 10 jardas, por
,4*000! I
DITO de linho puro a 8* a peca. Ao barateiro,
ao barateiro I
MADAPOLAO (rsneez fazenda superi.r ao(e
6i ; sempre custou 8*. 1
BOTINAS para senhora, muito superiores, a 1/
; e 4*500. Seaqui.
I TOALHAS alcochoadas a '*300 e 5*000 a du-
COItTES de creton francez, bordados 3*500
' e 6* 1
I Dilos (uso da coite) Je cambraia a 10*. Sem-
pre enstou 153. I
I SORTIMENTO de chapeos de sol de seda a 7*,!
8* e 9*. Venham antes que se acabem.
DITOS cabo de marfim de superior qualidade, I
a 11*500, para acabar. 1
DITOS para senhora, a .13500 I Sempre ens-'
taram 6* ; estao se acabando, venham a elles, a
elle> I
GRANDE queima para acabar de camisas fran-!
cezas e inglezas, por toJo 0 preco a 17*. 18*, 20*,' '"- art.ficiaes A Predilecto pnma em con- enfeites bo-j."^, Ae iiAr Man fintrinn ji
3Q*, 35*. 40* e 48* a dux a. E1 no barateiro que, "rrar sempre um hello e grande sortimento des- ^^s DQruaaos> e cor, com Rgunno a
tern.
GRANDE sortimento de grosdenaple de cores,
a 1*, 1*200 e i*S00 0 covado. So no barateiro I
Quem ousa dizcr que nao e barato? por certo,
ninguem.
CHALES de casemira com listras, 0 mais mo-
derno que ha a 3*5*00 e 4*, fazenda que custa
em qualquer parto 6/. Venham a elles antes
que se acabem II Ao I om torn I
Alem destef, outros muitos .-rtigos que deixa
mos de es,-eci(icar. para
guezes, mas estarao patentes a visia d s comrjra
dores. Avista do expost licamoa convictoa de
que virao fazer aciuisica > de boas fazendas Dor
pouco preco.
Ao barateiro I 1 I
de seda, de paiha, de chagrim. etc, etc,
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de Iouc
como de cera, de boi racha e de ma.-.-a ; chama-
mos a atten';ao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criaueas um pouco jaj-
pertinenles por*falta de um obiecto que as eh-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peito* bordados
para homeno, vendem-se por preco eommodo.
Ceroulaa de linho e de algodao, de diversos pri-
ces.
Caixinhas com musica, 0 que ha de mais liodo,
com distieos nas tampas e proprios para preeen-
te
Coques os mais modernos e de diversos forma
tos.
Chapeospara senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com ve*o para noivas.
.Caleas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindw
tesenhos.
fiscovas electricas para dentes, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos denies.
Pranjas de seda pretas e de cdres, exi.-te am
iz-ando sortimento .de divorcas larguras e barato
preco.
Pitas de saria. fit* gcrgurao, de setim e de cba-
wpln'e, de diversas larguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao nuiito lindas.
artiliciai's.
Sos mereceu a preferenc'a na grande variedade do plant, de dep'irativos ou" p
suimos, as tres.plantas bem conhecidas no no:SO paiz ;a CarobaJacaranda
i-
de Sprengel, dafanilia das Rigoniceas;-0 Velamecro.'o/i camjmtre, deS t. iiu ; dais
milia das Euphorbiaceas ;0 a S3lsaparrilha -Smilax syphililica de Ruidlo. da
das Asparagineas.
Extrahindo s6mente destes ires importaute vegetaes os principius madirammKm
pelos processes mats aperfeiQosd s da sciencia raoderna, conseguimos mnkili
comp. sto agradavel e de facil applicagao, cujas propricdades para a tura i 1 1 rtm serif
das molesttas syphiliticas e tolas as que proveem da impureza dosangue, noss --. tmAm
e repetidas experiencias nos convenceram serem incoraparaveis, as que se ten oMsft
comemprego. nas differen'.es formulas conhecidas, dos principios de cada um dm**k,
vegetaes de per si. Sao precisamos d^screver tao important^ plantas, ftz?r (,.! oid*.
Suas virtudes; ellas e seus bons effeitos mjdicamentosos ja* sao bem couhecidos aut-r*'
nosso paiz, quer na Europa, oade abalisados botanicoi e disttjielM medic >., w leea 6s.
.las occupado, e mesmo estes experimentado com optnnos resuludos MWatsjDei
muitos pedecimentos.
0 nosso Arrobe deparalioo dc Sahaparrilha, Caroba e Yelame tern urr
agradavel, a sua ac^ao e suave e benigna e de nentiuma l^rma produz molestiss
camentosas, como acmtece geralmente a todos os compostns em que entrain fcubsUt;
ercurio. o iodureto de potassio, eto., sujo uso prokogado e fcjafs*
para receiar, princip lmente por que trazem grande alteracjao de saume, resulUn !; i da
eslado muitas vezes hydropisias, quasi sempre f
Sendo as molestias, como acima dissemos, d
laSoo Wm e\rbe Deputativo'le Salsaparnlha Caroba e Yelame pode ser empregado vantajos.xc^
ias, quasi sempre lunestas.
como acima dissemos, devid s is sltera 6 s d.is humores, 0 lc~
, ric. sna sypbilis, trisypelas, rheumatismo, bfibas, gota, do ressciaticas", ulcoras chronics?.
fiTCsESrSfdos com lis 0nor!h,ea:! chron,cas' mo]^[as d* Pe"e, etc., e cm geral cm tocias as molestia
trasdeseda'covado Pa^Y"t,dos'com ^.^ l te?h" em visla a pur.Qcacao do systems sanguineo po>s que nos as consU* -
nuA.^l A ^ experiencias tem feito ver, qne elle e indispensavei nos casos aravissin s Dara minor*
Ditas drtas transparentes edemutta fan- osWrimcnlos e prolongs J existencia, eVos menos graves aS 6 I couKJl^V-
seu uso convenientemente prolongado.
Assim, pois; nutrimos a convic^ao de que 0 uso do uosso novo preparado jasliii'jae
mente as nossas asseveracoes, porqua sendo medicamen'o nuramentc de pru
vegetaes, nossas experiencias ate hoje tem confirmado sua utilidade.
DEP0S1T0 CERAL
34.Rua Larga do Rosario.34
PERiNAMbTCO.

tasia a 3,00, 640 e 800 rs.
CirKos do setim de todas es-cores a 5t000
Punhos com gollinbas-de esguiSo a 500 rs. cabalmente
Sedinhas de cores, sendo de listras e la-
vradjs, com toque de mofo a flSJOOO.
Ditas de dita ditas sem mofo a> 1#600 u
2000.
Diversas lansinhas para veitidos, de 240
ate* S00 rs.
Colchas de fustao brancas para cama a
2^500.
Ditas de dito de cflr a 4#(00.
ambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 85000.
Cortes de cambraia branca com bonitos
DO
Dr. Ayer.
Para a renovaclo do ca-
be!lo, restituicao de sua cor
evitalidade primitiva e nat-
ural.
O Vigor do Cabello e* nma pieparacSo ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e efficaz para
coneervar o cabello. Por meio do seu uso o
cabello rucp, grisalho, e enfraquecido, dentro de
pouco tempo revolve h cor que lhe e natural e
primitiva, e adquire o brilho e a frescura do
cabello da juventude; o cabello ndo se torna
denso e a calvicie muitas vezes, posto que n5o
em todos' os casos e neutralizada.
N5o ha nada que pode reformer o cabello
depois dos folKculos estarem destruidos, e as
glan algums podem ser salvadas e otUizadas pela
applicioaado Vigor. Libre de essas substancias
deleteirias que tornam muitas preparacoes de este
fenero tarn nocivas e destructivas ao cabello, o
igor so mente lhe e beneficial. Em vez de
?ujar d cabello e o fazer pegajoso, o conserva
limpo e forte, embellizando o, impedindo a queda
e o tornar-se ruco, e por consequinte previne a
talvicis.
Pani uso da toilette no ha nada mais a. dese-
jai; nao oontendo oleo nem tintura, nao pode
maneh.tr mesmo o mais alvo lenco de cambraia;
perdur.i no cabdlo, lhe da um lustre luxurioso,
e um perfume muito agradavel.
Para, reformar a cor da barba, e necessario
mais tempo de que com o cabello, porem se pode
appressar o effeito, envolvendo a barba de noite
cem um lenc/) molliado no Vigor.'
FKEPAKAJK) FOB
*>r. J. c. ayek & CA^ Lowell* Mass*
Estadoe TJnidos,
Chimieot Practical e Analyticos>
fc--_} VE>TD"K SE POR
Na rua do Crespo n. 1.
__Angostinho Ferreira da Silva LealC.
[Cura des eslreitamento duretra
pela facil spplicacao das
SONDAS OLIVAES
DE
. GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeicoarJas de todas
as conhecidas
Vendem-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
3i~ Rua larga do Rosario 34
Especialidade
Viubo particular, puro e ge-
nuine
Acaba de chegar ae mereado algnns barris de
vinho do Alto D tiro, especial e unicamente pre
parado_do e^tracto da uva e isento de qualquer
confecfao, sendo muito mais brando que o da Fi
gueira, o que o torna recommendavel pelo muito
que agrada ao paladar e preferivel a todos os on-
tros vinhos de paslo.
Achase a venda nos armazens de Joao Jose* Ro-
drignes Mendes, Soora Batto & C. e Fernandes da
Costa & C.
as floes, nao so para enfeite dos cbdlos, como OJ-000.
tambem para ornato do vestido de noivas. Pejas de madapolao com pequeno toque
fiaioes de algodao, de la e de seda, brancos, pra- de avaria a 45500
os et de diversas cores. I r>:.. j i A- i -.
Gravatas de seda para homem e senhoras. ,,it.as de algodaosinbo muito encorpado,
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores, com 'eve toque de a vans a 4#500.
para sennora. Madapolao enfestado com 12 jardas em
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para perfeito estado a 35000.
Tivros para onvir missa, com capas de madre-1 l^s de madapolao com 20 jardas a
nao massar nossos fre perola, marlim, 6s;o e velludo, tudo que ha dej-W-O.
ntes a vista d s compra- i horn. Brim pardo para roupa de homem e me-
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca rjinos covado a 400 rs
bellos ; teem tambem para tirar caspas. rK_.. 'j i:.. r.wr>
Port bouquet. Um bello sortimesto de madre-1 --Sn ^ P Cama &
perala, marfim, dsso e dourados por barato preco. 00000.
Perfumarias. Neste artigo esla a Predilecta bem Bramante de linho com 10 palmos de
provida, nio so em extractos, como em oleos e lagura vara a 2A*6C0
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, Loubin, Piver,
que visitarem este grande estabeleciOMow
qae S3 acha aberto desde as 6 boras 4i a*
nha ate* as 9 horas da noute A
Rua do Barao da Victoria it
22.
Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por eommodo
preco.
Sapatiuhos de la e de setim bordados ,para bap
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de saias.
Yestimentas para, baptisado o que ha de melhor
gosto e os mais moderoo i recebeu a Predilecta
de or ar. to preco, para Bear ao alcance
qualquer bolsa.
Rua do Cabugau. 1
AtoaUiado com 8 palmos de largura, vara
a moo.
Espartilhos brancos e de cores a 40 e
Cortes de,casijnira 8 406 5,51000.
1
)
Para baplisados.
Amaral Nabuco & C. vendem vestimenta com-
plela de cambraia de algodao e de linho, borda-
dos e enfeitadjs ; toucas inglezas e francezas ;
sapatinhos de seda e carmipi bordados ; cha pre-
to e verde : no'Baiar Victoria, a rua'do Barao
da Victuria n. 2.
VENDE-SE
no estado em qne se acha o sitio no lugar do Re-
medio, fregneziados Afogados n. 18, chao proprio,
com 349 pakMs^detfrente e 658 de fundo : os
pretendentes fiy^tvse ao seu proprieiari \ a rua
t!? S FraneWtf W^JT cidado, sobrado n. 10.
-
a 200 rs, o covado.
S6 na rua do Queimado n. 43, junto i loja
da Msgnolia.
Cheguem, venham a ellas 1 !...
Lazinhas de qnadrinhos a moda escoceza pa-
drdes muito chiques, propria para vestidos da se-
nhoras e meninas. pelo dimjnuto prego de 200 rs,
o covado.
So o 43, loja de Gnerra & Fernandes.
Dao-se amostras com penbor.
Vende-se a arina^ao de lourp, com caiiilhos
Vende-se a padaria da rua do Barao de S. Bor-
ja, antiga do Sebo, n.' 25, muito afreguezada :
para ver e tratar, com seu dono, na mesma ; o
motivo da venda nao deaaqradara ao comprador
uma casam villa de Barreires, n rua do Cam-
terjio, porprece. medico: a trUr com TUK
tTiiajg AC _________________''
Vende *o oa rua do Comtnejcio n. 4, cerveja
Neruega, marca' ML:
Bitter Augustura.
Rum de Jam.ica.
"J llM
Irancas de cabellos humaaoa, oaiuraes, nao
e envernisada, em bom estado, da'loja dtTrniDirei; I ^!f!iJ!f ft'J?0
ta d. 83, aor preeo muito comroedo : a tratar nas'
Cinca-Ponlas n. 31.
Venham antes que se acabem : na loja do Paso
a rua i. de Marco n. 7 a.
mte compridas, pelo preco. de M^OOO :
so na rna do Marqoez ** Ofmda i. "51,: sndar,
casa de Qasta\-e, cahetleireiro.
QpqW qre?fft;H^ml de 10, \U *
WiW de crespq natural, cqmpndos a
Cm tupet frizado p6r
Uma dazia de grampos frizados por
Coques, modernism o, Be 400. por
Diademas, modernismo, de cabellos, por
Crestenles de cabello, de 30*, 33/ a
So na, rua do Marquez de OTmda n 51, 1* andar,
em casa de Gastave, eabelreirftird".
15*000
5/000
3/000
4*000
30*000
40/000
o grande e bem aicreditado armazera de
tintas e drogaria, da rua do Imperador n.
22, garaotindo-se as chaves ao comprador:
a tratar no mesmo es.tahelecimentp
Sedinhas a lfeOO o coviido. J^flWii'fe >*** sopaimosde
frente e 320 de fundo, com nma peqaeaa casa de
taipa feiia a moderns : a tratar no caes da Cora-
panhia Pernambucana n 26.
Por W($M
oa k Barao da Victoria o. 2
DI
Cariieii'o Yianoa.
A' este grande estabelecimento tem che-
gado nm bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos altimamente na Enropa, enjas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo am
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algura do comprador.
Heste estabelecimento tambem ha pertencas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
Xsr peca que seja necessario. Estas ma-
Inas trabalham com toda a perfeicao de
um e dous pospontos, franze e borda toda
qualquer costura por fina que seja, sens
precos sto da seguinte quabdade : para tra-
balhar a mao de 309000, 409000, 459000
e 509000, para trabalhar com o pe sao de
809000, 909000, 1009000, 1109000,
1309000, 1309000, 1509000, 8009000 e
2509OO0, emquanto aos autores nio ha al-
teraeio de precos, e os compradores poderio
visitar este estabelecimento, que muito de-
verlo-fostar pela variedade de objeotos que
ha sempw para Tender, como sejam: oadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
r para saias, ditas de balan^o, ditas para
crian;a (altas), ditas para esoolas, costurei-
ras riqoissimas, para senhora, despensaveis
para criancas, de todas as qualidades, camas
de ferro*para homem e criancas, capachos,
espelhos dourados para sala, 'grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha, fe-
queiros com cabo de metal e de marirlm,
ttitos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-coraidasde
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar saias, lavatorios completes, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
Magnolia
Na loja da Magnolia, a rua Duque de C?rs t
45, encontrara sempre o respeitavel publics as
complete sortimento de perfumarias finas, ofe-jed*
de phantasia, luvas de Jouvin, arn'gos de nv(di e
miudezas finas, assim como mouieida.'e aos m
cos, agrado e sinceridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a rua Dnque de Caxias r, ;'.
ba de-receber os verdadeiros anneis e w*Ui ela
tricas, proprios para os nervosos.
Meios adereqos
A Magnolia, a rua Doque de CskUs -
eebeu um completo soitimentodo
Meios aderecos de tartaruga.
Meios aderec.09 de w*' eperola.
Meios aderecos de w
e de muitas outras qi
Botoc
A Magnolia, a rua I
para vender os moden
para vestidos.
Golinhas
das mais modernas qut> ha noraereado ; a an:
na Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
'Ordadoj, (u(!'m<
les.
e aco
ie dd Caxias n. iS, um.
^otoes de ajo, pnpSl
e punhos
i no mereado ;
de Caxias c.
Lentjos chinezes
A Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 45, -
cebeu uma peqnena qnantidade de len<- c mi*
chinezes, com lindissimos desenhos, fazenda oua-
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de MMrML
martim, de osso, e de mu tas outras rnilirlafter
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxiae
mero 45.
Attencao.
A loja da Magnolia, a ma Duque
45, acaba de receber os M.uintes artigo*
de Caxias
', i.^ i.i uv 1 bwuu IP.' 31 r UUlfOS Manual de madreperola, tartaruga e mart" rr
Ricos albuns com capa de madreperola,
gren, madeira, veiludo, conro, etc.
Lindas caixas com ni tsh< as perfumarU^
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pu!seiras de madreperola.
Rieas eaixas para costnra.
Vestuarios para baptisado.
Toucas e sapatinhos do setiia.
Modernos chapeos de sol da seda para
Lindos port-bouqnets.
Gravarinhas de velludo, el.-, etc.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque le Caxias a. ii,
cebeu um Undo sortimtnto du bicos de t
de cdres, aproprixdos aos ve!:ios chiques
tualidade.
VENDV.-'B
um terreno no Arraial, Cviu
e 140 de fundo, com urn* <<
da Companbia PernamL:. r .
paloos L. Irak
a.K.





wymm^m-
8
Dteip de Penuunbuoo Quiata tun 5 de Julho de 1874.
ASSEIBLSi 6EBAL
CAM AM DOS SRS. DEPUTADOS.
REFORMA EI.EITORAL.
(Continuagio. j
N3o era outra s;ndo a inioiativa minis-
torial. Eeu quesem hasitagdo me acharia
m necessidade de c imbater a todo o transe
ese ministerio pola nee *ssida le de defender
a constituiga >, au quo luo uegaria o direito
de gooernar o paiz, n3o lhe contestaria jd-
mais o direito da ini iativa minUterial para
a realisacSo de suas ideas.
Sendo esta a liao dos paizes de systema
representati.o. comprcbonde osta augusta
camara quanto me ad.nirou que o nobre de
patado pola provincia de Miius-Geraes, pro
vecto e illuslrado parlamentar, iniciasse esse
debate, peJ'ndo a preferencia da discussao
p&ra um projecto esquecido nos arcbivos
desta casa.
Este roqueiimeuto e uma conteslagao for-
mal da iniciativa ministerial, qua nenhum
de n6s p6do reeusar o governo oraquaulo
elle for apoiado por uma maioria nesta ca-
mara.
Que uma min ma que so suppozesse mai>
ria, ou que se julgasse tao forte que poles-
se annu lar aquella, desejarido acaute lar a
perda de temp puzesse no limiar da dis-
cussao da ref ,rma eleitoral, essa prelimin ir,
COiBP questao de confianga, comprehen Je-
se: mas o u'j^i uCpu'uuO pOf Minas-Ge-
raes pert^nc- a" frac;3o liberal dessa cama-
ra, fracrlo muito brilbante, sem duvida,
pjlossous taleutos e illustragao, porvm, que
nao passa de urn estado-maior. Nao se
dao b.talbis com um estado-maior sem s>l-
dados ; nem se provocam quostoes de con-
fianga com sois votos ; e eu acrodito que
nio foi esta a intencao do nobre doputado
por Minas.
Mas, senhores, qual seria entao a inten
q3o do requerimento ? Nao posso crer que
houvesse o desojo de demorar a discussao
do projecto.
Em uma questao desta ordem que enten-
de com os principios cardeaes do systema
represontativo, todos n6s devemos esquecer
que somos partidistas, para nos lembrarmos
antes que somos cidadaos e brasileiros. Em
reforma do tanto aicance deve'^calar-se o es-
pirito departido, para quo S3 n3o fagam
dosdestinos do paiz objecto de tatica parla-
mentar e uma aroaa de bostilidade contr>
este ou aquelle ministerio.
Tanto msis me absterfa de acrelitar nes-
saintengaide retard'ar-se a discussao do
projecto da reforma eleitoral, quanto os
opologistas da eleigdo directa nao cessam
de proclamar a forga irresistivel de sua
idea. Se nssim e, nao devem ser elles os
mais empjubados em precipitar o debate e
decidir quanto antes este gran le pleito po-
litico no intcresse de suas opinions ?
Mas o certo e, senhores, que nao doixa
de trnnsparecer ua attitude da opposicSo,
um certo desejo de adiar esta discussao,
para a qual, eutretanto, nao se cessava de
provocar o ministerio o anno passado.
0 Sr. Ecnapio Df.ir6 :V. Exc. cnga-
( Sr. J: de Alencar : Eu fui testemu-
nha.
f} Sr. Gjjshao Lobo : -Isto 6 cousa trans-
pa. iy'i.
I) Sj&. J. de Alencar : Parece. que se
esr-era uma eveutualidade feliz que deve de-
cidir da victoria ; e eu, senhores, cam as
ideas talvez um pouco atrapalhadas par
certa Htura que andei fazendo ultimamen-
te de Macbiavel, quero perceber uma rela
po recondita entre esta tibieza da opposigao
e umas declaragoes que teni sahido de uma
e outra casa do parlamento, foita por mem-
bros muito conspicuos do partido conser-
vador, que se declaram impossiveis para o
governo, porque professam idea da eleigao
directa.
Est-.s declarators, umas aposoutras, nao
aso\adas, mas feitas em nome do uma idea
quo se proclama victoriosa na opiniao ; es-
tas declaragoes, nao poderao de algum mo-
do coramover o poder irresponsavel, e indu-
zi-io d uma ( anifestagao em sentido contra-
rio, chamando ao govern a >os sectarios da
reforma da eleicao directa, que se assoalha
condemnada ?
A principio, tive e?se receio ; mas re-
flect! ndo, trnqui lisou-sc meu espirito, e
conselho, pertenca & familia dos aempre
jovens estadistas quo tem o dom -
pecial de Qorescer nessas altas a fripdas re-
gid s, onde os outros deflnham e se ave
dessa(lhantam. E' que elles s.tbera o segredo de
dero manifestar i caiaaara as razdes
tranquillidade, porque ellas envoivera uma'alguma ponte de Juvencia, que exista por
aha questao .constitucional. essas regiOes.
Senhores, ninguem jamais contestou ao Mi) desejo que nae etcape qualquer pale-
sjberano de um paiz repreSentatito o di- rra reito de iofluir na aha politica do Estado, e. Dre barao de Cotegipe, nio e rainha intan-
de realisar suas .iddas pelos meios regularesjc"0 moleslal-1; ao contrarlo, mas tambem
do systema. sem a mira di angarial-o, dsejo desvauecar
Um rei constitucional, como de Leopoldo'no espirito de S. Exc, certasprevencoes que
1, disse lord I'almerston, pode ser oprimei- podiam iohibil-o, em um casodado.de
ro estadista de seu paiz, e ate de seu tempo, prestar ao seu partido e ao paiz os servicos
Comtanto quo seja tambem o primeiro guar kae wbos tem direito de eaperar de suas
da da constitui^ao e o primeiro ministro da provads babililagdes. Se eu tivera foftu-
soberania nacional. na de o conseguir, S'rvir-me-ha isso de in-
0 que contesto e sompra contestei, antes, dulgenci.* plena'ria para certos peccados po-
durantj edepois do ministro ; naimprensa, 1'ticos, de que aba's nao e&tou cout icto,
nos coDselbos e na tribuua, e a interferencia um ^os quaes, a inflexibilidade, me foi ha
do poder irresponsavel na administra$ao. (tempos exprobado por S. Exc., riesla mes-
Prev6st Paradol, alludindo a essa inter- ma casa.
ferencia; lembra a Hccao de Humero que' ^ camara se ha de recordar da discussao
figura Nenus ferida, por haver tornado par-|em to no combate entre gregos e*groyanos. Eu, 1 milde orador que w acha na tribuna as ex-
quando, ao ler a historia dos paizes consti-,' pbcagOes dcerca dos motivos de minha re-
tjacionaes, encontro as paginas em que se tirade do gabinete de 16 de julho. Nessa
relata esta intervene^) do poder irresponsa- occasiao eu sustentei as mesmas ideas que
vol na administracao, recordo-me da fabula|acabo de oxpender A camara, contestando i
do La^ontaino : 0 lefio envolto na rede' corda ? exercicio das sltribuig6es do poder
e carecendo do ratinbo para trincar as executive, mas reconhencen lo no podr
malha--. moderator o direito de iofluir na politica.
Estas sao, senhores, minhas conviccoes ttk S;. Esc' nada me1 "ncedia, S. Exc. en-
a relacio a interferencia dacordanopo- Shf 7"'^ d execut,v0 era
em
der executivo.
Mas o direito de crear uma situagao, o
direito do realiiar um programma politico
com a adbesao do parlamento e o appello
para a nagao, ninguem o contesta ; nem e
possivel contestar desJe pue a constituicio
the conGou, como poder moderador, as
>lu s importantcs attribuigdes magestaticas
de nomear livremente os ministros e dissol-
ver o parlamento quando entender que o
ex'ge a salvagao do Estado.
Nem jamais isto foi objecto de questlo
em Inglaterra, que e o paiz sempre aponta-
do como o modelo do systema representa-
tivo.
Quem nao sabe que n'um dos periodos
mais gloriosos da historia parlamentar da-
quelh grande nanao. o rei durante vinte
annos, resistio d emancipajao catliolica f
Esta resistencia, se demorou a realisagao da-
quella reforma, nao poz em risco as ins-
tituicoes. Ao contrario, a luta memoravel
quo se travou entro a corda e o parlamento,
robusteceu a inlluencia da camara dos com-
muns, e consolidou o systema parlamentar
na Inglaterra. A rainha Victoria, nao uma,
porem diversas vezes, e recentemente nesta
materia, dcerca de reforma eleitoral, tem
usadodo imprescriptivel direito de sustentar
um gabinete quo professa as suas ideas, e
de appollar para a nacao. Nao me consta
que no parlamento inglez uma voz se er-
guesse para accusar a soberania por este
facto, qualificando-o de obstinacio em rests
tir d vontade nacional.
Porlatito, senhores.se e exacto o que se
propala, que a coroa tem convicgao da in-
constitucionalidade da eleijao directa, eu en-
ton 11, e o declaro, que Ihe assiste nao so
o direito, como o rigoroso dever de afastar
do governo os sectarios dessa idea, ate" que
subam ao poder lovados pela explicita ronta-
de nacional.
Mas essa vontade nacional a favor da elei-
gdo directa, ospero em Deus que n3o se ha
de pronunciar, equivaleria a um soicidio.
A nacao brasilcira nao pode por modo al-
gum abdicar de sua soberania a favor de
utna burguezia caricata, que se pretende
crear.
Senbores, alludindo ds declaragoes que
tem havido no parlamento, esta augusta ca-
mara me permittird que eu-me reGra mais
espcialmente d asseveragdo de um dos nos-
sos homens de Estado, cuja palavra ndo po-
de deixar de calar no animo publico. com
todo o prestigio do seu nome.
Reconheco no nobre barao de Cotegipe
um dos chefes proeminantes do partido con-
servador, daquelles que ostao no caso de
subir ao poder; alem da sua illustragao re-
conhecida, dos seus servitjos edo seu talen-
to, S. Exc. como o nobre presidente do
FOLHETIM
a molhor em nosso paiz.
Destas explicagdes nio restam boje senao
as opinioes; quanto aos resentimentos,
pelo menos da minha pane, olles se desva-
neceram. Fomos, nos uitimos dias do ga-
binete de 16 de julho, S. Exc. e eu, doas
antagonists, mas dous antagonistas francos
eleaes; conabatemo nos como cavalheiros,
podemos conservar a estima reciproca.
S3o decorridos quatro annos. 0 nobre
barao de Cotegipe ultimamente, segundo li
em um dos seus notaveis discursos ultima-
mente proferidos no senado, parece que
pbilosophou peripatheticamente no seu en-
genho, d sombra das mangueiras.
Estas meditacoes bucolicas podem ser
muito favor ave is & poesia, mas sao inconve-
nientes para a politica. 0 caso e que S.
Exc. apresentou-se este anno no senado
mais adiantado do que eu ; deixou-me dez
annos atraz I Suas opinioes actuaes frisam
nao direi com o republicanismo, mais in-
contestavalmente com o liberalismo do tem-
po de regeucia S. Exc. nega ao poder
moderador mais do que eu lhe contesto,
mais do que o exercicio das attributes
executivas ; nega-lhe o direito de iofluir na
politica do paiz e de defender a constituic&o
quejurou manter.
0 Sr. Aracjo Goes Junior :E'questao
de apreciagao : para quem entende que a
eleicio directa nio e constitucional, nio
tem applicacao as palavras de V. Exc.
0 Sa. Jose dk Alencar : -Mas, senhores,
S. Exc. declarou-se impossivel para o po-
der, por causa da obstinarao (repito suas
textuaes palavras) que reina nas altas re-
giOes contra a eleicao directa 1
De que modo, quando e como manifes-
tou-se essa obstinagao nas altas regioes ? Jd
houve neste paiz algum ministerio que dei-
xasse o poder por encontrar obstaculo i
realisagao de uma reforma no sentido da
eleigao directa ? H alguma camara foi dis-
solvida por ter votado ou querer votar um
projecto de eleicao directa ?
Qual e o outro meio pelo qual te mani-
festasse essa vontade irrrevogavel, ou pelo
menos essa hostilidade da coroa contra a
eleigao directa ?
Nao conhego, e nem creio, ainda quando
houvesse na corda repugoancia em aceitar
uma reforma que entende inconstitucional,
nem creio que se podesse ver nisso obsti-
na^ao, quando essa propaganda da eleicao
directa nao data senao de quatro a cinco
annos a esta parte.
Acredito, senhores, que o nobre barao
de Cotegipe nao exprimiria essa conviccao,
em que estd, sendo tivesse justo fundamen-
to ; mas, neste caso, na posicdo elevada em
que se acha S. Exc, sendo um dos homens
de estado deste paiz, devia e podia o nobre
barao, conhecendo a repugnancia da corda
am aceitar uma reforma no sentido da elei-
cio di-ecta, apresentar-S) como campeao
della, declarando que nio podia aceitar o
poder senao para realisal-a ? Podia S. Exc.
fazel-o neste momento, e nas condigoes em
qua se acha aollocado ?
Nio, senhores ; jd disse aqui uma vez, e
o repito, estou de perfeito accordo com a
opiniio de Foi, que escrevia ao duque do
Rockingham, dcerca de uma cDmbinacao
ministerial o a proposito da sua repugnan-
cia em aceitar Jo poder. Aquelle illustre
parlamentar dizia que to lo o homem poli-
tico deva aceitar o poder e as^irar a elle,
porque e" um in io de roalisar ideas "e ser-
vir ao paiz ; que e contrario ao dever do
homem publico recusal-o, salvo quanlo lhe
for off tree do em condicOos incorapativeis
com sua dignidade.
Nio ha para o nobre barao do Cotegipe,
um dos chefes do partido conservator, mo-
tivo de dignidade que o inbibi de aceitar o
poder; pelo menos, o paiz nao o conbece.
0 Sr. Araujo G6es Junior :Mas elle en-
tende que a eleigao directa e uma das ne-
cessidades mais palpitantes.
0 Sr. Jo i. de Alencar :Um chefe d*
partido nao tem como eu, soldado raso, o
diroitu de prender-se aos destinos, e ate a
marcha de uma idea. Os chefes pertencem
ao seu partido; revestidos de sua confianga
desde longa data, apoiados na sua inftuea
cia, a posigao quu esses chefes adquirem
pelas suas luzos e taleotos nao e sua exclu-
sivamente, e jtambem do partido. Estabele
ce-se entre elles um comprimisso de honra ;
o partido assim como estd no dever de pres-
tar-lhes apoio, tem o direito de exigir os
seus servic >s nos moment js dilli :eis.
Ndo e impossivel, senhores, quo de um
momento para outro, uma eventualiJade
qualquer traga uma mudanga de gabiuete.
E sdo muitos os homens do partido censer-
vador que estao no caso de organisar uma
admini-.trag.3o forte ? 11a muitos que quo-
rum, mas nao o podem, e entre os que po-
dem, poucos querem.
Se o nobre barao fos-e o indicado pela
conGanga de seus amigos, havia de sacriG-
car uma situacao aos seus escrupulos, a sua
idolatria, permitta-se-me a exprossdo, por
uma id^a, cujos futuros sao incertos ?
Nio, senhores, essa,situacao, que creamos
com tantos esfor$os e sacriGcios, S. Exc.
tem obng.igao de mantel-a.
A sin responsabilidade seria tremenda,
se, pela sua declaracao, feita no suuado, de
nao aceitar o poder se n3o para realisar a
eleicao directa, o governo fosse nestas cir-
cumstancias criticas e melindrosas parar ds
maos do partido liberal. Quem respoade-
ria d nagao pola separaga j da igreja e do
Estado, que eu antevejo no future ? Quem
responderia pela subvorsao das instituigoes
do paiz ?
0 Sr. Florencio de Abreu dd um aparte
que ndo ouvimos.
0 Sr. Jose de Alencar :Ha, senhores,
ainda um ponto a ponderer. Que conlian-
ca cega, plena, sem limites pode S. Exc.
ter no resultado desta reforma, que tanto
se preconisa ?
E' reconhecida a perspicacia de S. Exc,
mas elle proprio n3o se enganou jd uma
vez a respeito da lei dos circulos, que na
opiniio do gabinete de 4 de setembro, de-
via regenerar o paiz, e ndo foi tres anaos
depois obrigado a votar, ou pelo menos a
concordar, na sua derrogagao ? Assim ha-
via desucceder com a eleigao directa ; por
que, senhores, neste grande problema poli-
tico, para coja solugao n3o deve contarsO-
mente com as theorias, mas tambem com a
indole, os costumes do povo e as suas tra-
dicgOes nacionaes, nao e dado a ninguem
prever o dia de amanha, e affirmar o re-
sultado pratico da lei mais bem combinada.
Voltando ao requeriioent) do nobre de-
putado por Mtnas-Geraes, alem da contra-
tlicgao em que o acho com a idea da inicia-
tiva parlamentar, ha outras razoes pelas
quaes nao lhe posso dar o meu voto.
S. Exc. pede preferencia para a discussio
de um projecto jd abandonado por seus
proprios autores, um projecto que e um
monstro ; uma combinagao hibrida de dous
systemas que repugnam entre si; uma es-
POR
lotto Candido.
IV
BEANOR.
(Continuagao do n. 152.)
Sim, minha senhora. Eu imagino
i-.omo a sua alma de mo'ga de dezeseis annos
deve de vivcr ferida pelo- desgosto, se, se
,-itirando radiosa e Santa em busca do amor,
haja, n'esse voo doce ao inGnito, cravado
as suas azas de anjo no.raio do algum as-
tro.. Chora prantos inteiros sobreacha-
ga que lbe Gzera o espinho de luz que a
asciaod, e ainda que ninguem mais lhe
,iiirird o paraiso... Oh f eu sei por Ven-
tura quanto soffre seu espirito... Mas...
Beanor, compreheudendo talvez o que o
mano de Thejdorico queria lhe dizer, olhou
I ara ello, esmagadora, e perguntou-lhe :
Mas... manda-me crer, porque me
ama, nio e assim ?
I. desprendeu uma risada.
Eu me nao alreveria a confessar-lhe
tanto, minha senhoradisse-lbe Raphael,
str. rnecido e lutando com o embarago era
que Beanor o bavia collocadoEu n3o co-
nfa go lao pouco o que sou, para que me
julguo com direito dsattengoesdealguem...
^>e tivesse o infortunio de amar a umamu-
lher como a senhora, ama-la-hia sempre,
mas no silencio de rainha alma. Felizmen-
te sei que sem rauito dinheiro, ou muito
talent i, nada se deve aspirar,. porque nada
se po le obter.
-Entao-indagou-ella, ainda meio ironi-
'a e sorrindo, so*se pode usar de um co-
racao dentro do peito, quando se e de qual-
ipaer um d'esses modos abastado ?...
S6 I Pois n8o sabe ainda ?
Sei ; e sei tambem que o senhor e
ate n'esse caso bas'ante rico.
De desventuras, nio e assim ?...
.Olhe Quer que eu explique bem
do que sorte easua fortuna, para melbor
saborear as glorias quo lhe dao os seus the-
souros.'
Nao. Jd vejo que a senhora e muito
lisongeira...
- Nao o estou sendo agora, bem o sa-
be. Mas, se o sou algumas vezes, tenbo
sobejos motivos para isso. 0 costume e*
uma forga poderosa. Nao e assim T...
E rio-se.
Raphael n'esse momento havia attingido
a uma especie de confusao de sentimentos,
tal era a multrplicidado e successao d'elles
a fazer-lbe do coragao o doce e doloroso
enigma da d^r com o prazer.
Era feliz seutindo-se junto de Beanor,
ora experimontando o calor de seu brago,
ora admirando os esplendores deseus olhos,
os rutilos de sua belleza ; era feliz ao pe
d'aquella mulher, a quem elle era silencio
havia dado todo o espago vasto de sua al-
da realmente da dor do scepticismo, n3o
poudo ouvi-las sem experimeotar uma la-
grima de fogo requeimar-lhe o coragao.
Empallidecendo, Beanor quebrou atoa-
mente uma das hastes do mimoso leque de
saodalo, e como fatigada, dando deraons-
tragio de querer se retirar d'alli, disse para
Raphael:
Perdoe-me, Sr. Raphael. Nao pro-
pecie de srea com corpo constitucional a a
cauda revolucionaria. Ndo e" possivel, se-
nhores, que semelbante trabalho sirva de
base a ama discussao regular.
0 projecto que merece o meu voto, pelas
razdes que acabo de expender, e pela con-
formidade de vistas, e, prescindindo dos de-
talhes, o que apresenta o gabinete, pelo or-
g3o do nobre ministro do imperio. Este
projecto, d parte o seu desenvolviraento,
com que geralmenle n3o concordo, contem
tres ideas primordiaes, que nao podem ser
preteridas em nonbuma reforma eleitoral
que se tenha de realisar.
A primeira idea e" a permanencia da qua-
ilicagao. No curso desta discussio terei
occasiao de provar que a maxima parte dos
males, que se attribuem ao nosso systoraa
de eleigoes, nao prove.n do processo, mas
sim da condigao movel e incerta do corpo
eleitoral. Essa fonte, d'onde deriva a re-
presentagao, n3o tem base ; o corpo eleito-
ral, on le reside a soberania nacional, nao
passa de um cameleio quo furta as cores aos
raios do sol; ora e conservadora, ora e li-
beral : nio ba abi a minima estabilidade.
Os homens politicos, bem como os parti-
dos, se enganam, a nenhum pode dizer :
Tenho em favor de minhas ideas a maio
ria ; porque, senhores, o que sign.Gca a
maioria, quando um subJelegadJ ou man-
ddo de freguezia, com um trago de penna,
pode fazer da maioria minoria e da rainoria
maioria ?
Desde, porem, que a qualiGcagao for
uma instituigao permanente; desde que se
Grme a estabilidade do corpo eleitoral, a
soberania nacional serd um solo, que pode-
rao arar com vantagem aimpreosa e a tri-
buna, para abi semearem as suas ideas e
ci'.ilisagdo. Os homens do talento, os gran-
des caracteres poderSo langar abi raizes
profundas, que nao scr3o abaladas pelo es-
forgo de nenhum governo e nem cortadas
pelo machado das derrubadas.
Este e, senhores, o primeiro e grande de-
sideratum de uma reforma eleitoral.
Eu estou convencido que, sem os abusos
que atacaram a qualiffcagao, n6s nao teria-
mos chegado a esse estado de descreuga nas
nossas intiluigoes eleitoraes.
0 Sr. Pereira dos San ros : Apoiado.
0 Sr. Jose Di^ALENCAR: A segunda
idea capital que conte*m o projecto, e que
merece todo o meu apoio, e a rcpresenta-
gao das m norias.
A representagao das minorias 6 uma idea
nova, de que muitos escarnecem. Nao
admira, porque o escarneo e a primeira
prova por que passaram todas as gramdes
ideas, desde o christianifino ate a imprensa,
desde o jury ate o parlamento.
Enlretanto, senhores, n3o e de bom gos-
to escarnecer de uma idea sustentada por
eminentes publicistas, que jd loi adoptada
na Ioglaterra e em alguns Estados da Uniio
Americana, e que se acha consignada no
programma do partido liberal de 1869.
Nao e agora o lugar de discutir larga-
mente esta questao, que e na actualidade a
questao vital do systema representativo ; li-
mito-rae d raanifestagdo deste voto.
A tercercira idea capital, que se contem
no projecto do governo e 3 manutengao da
eleigao indirecta, por conseguinte, a in'.e-
gridade da constituig3o.
Senhores, antes de fallar da eleigao direc-
ta, devo esclarecer um ponto, que e para
mim de maior importancia ; porque na yida
politica, onde outros tem colhido gloria e
poder, eu limito-me a fazer o meu quiuhao
da coherencia de proceder. E' esse o meu
unico bem : eu o devo, pois, zelar.
Novamente sou obrigado a referir-me ad
Sr. barao de Cotegipe. No seu ultimo dis-
curso, leu S. Exc uma carta, em que, dan-
do ao nobre presidente do conselho os mo-
tivos porque reousava fazer parte da admi-
nistrag5o actual, dizia (farmaes palavras) :
Jd no gabinete 16 de julho offerecemos
uma reforma, que era um passo para a elei-
gao directa.
Respondendo ao illustre estadista, o no-
bre presidente do conselho, tambem por
sua vez, querenio mostrar que o nobre
barao se equivotfava, quando se julgava im-
possivel para o poder, por causa de pre-
vengoes da corda dcerca da eleigao directa,
tem o cargo de dirigila. Se o Sr. Victor
da Cruz repudiasso aquelle primeiro entre-
tenimento, sua mulher, seus Glhos, seus
famulos, e ato seu cao, se por ventura o
tivesse, olhariam para o quo aventassoa idea
de se jogar alii, como um espirito corrup-
tor, um ser prejudicial d sociedade. Se Ar-
raanda se conspirava contra o vicio que
invadia seu querido lar, era porque um
disse qua o gabinete 16 de julho, deque
ftzia part < o nobre bario, apresentara um
projecto, em que se cuaaignava de alguma
maneira a elwgio directa.
Tendo pertencido ao gabinete 16 da ju-
lho, desejava, seohorej, antes da maior ex-
plicagao, e para evital a, invocar otaste-
munbo do nobre ministro do imperio desse
gabinete. o illustre deputado pela provin-
cia do Rio de Janeiro; nio sei se S. Exc.
estd na casa.
Vozes :Esti presente.
0 Sr. Jose de Alencar : Dasajava que
S. Exc, com aquella franqueza qua o ca-
rs terisa, declarasse se o sea projecto foi
apresantado em seu nome individual, ou
era nome do gabinete, e com a reeponsabi
lidade collectiva della.
0 Sr. Pauliko de Solza .*Aprtseotei o
pr jecto como deputado, ouvindo a meus
collegas, que concordaram em sua apresen-
tagao.
0 Sr. Jose df. Alencar :Senbores in-
voquei, debalde, o testemunbo do nobre
ministro do imperio do gabinete de 16 da
julho : o que S. Exc. acaba de declarer i
casa e o quo todos sabem, e esti eomignado
nos registros da camara, e o que 6 publico
e notorio.
Perguntava, mas jd nio pergunto, se o
projecto da reforma eleitoral, que S. lac.
apfesentou nesta casa, eta um projecto do
gabinete; S. Exc, recuaando-mea resposta,
dd a entendei' que sim, o que eu contesto.
Sou obrigado, por consign in te, a entrar na-
quell'as explicagOes, qua julgava poder dis-
pensar, d vista de uma declaracao explicita
de S. Exc.
Senhores, o nobre ministro do imperio
do gabinete de 16 de jufto, tentou apresen-
tar uma proposta de reforma eleitoral.
0 Sr. Paulino de Solz a :Como pro-
posta, nunca.
0 S*. Josfc de Alencaa :Tentou apre-
sentar uma proposta de reforma eleitoral.
0 Sr. Paulino de Souza,: V. Exc.
estd enganado. Eu sustentei sempre a idea
de que os ministios devem trazer, eomo da-
putadosr os seus projectos.
0 Sr. Jose de Alencr. :V. Esc. fcre-
ctiGcard depois...
0 Sr. Paulino de Souza : Nio pos-
so, porque jd fallei nesta discussio.
0 Sr. Jose de Alensar .. ou em outra
occasido ; quando entender conveoiente.
0 nobre ex ministro do imperio pretendia
apresentar uma proposta de reforma eleito-
ral ; para este effeito convocou-se uma. con-
ferencia no ministerio da agricultura, tendo
sido antes distribuido o projecto.
A solemnidade dessa conferancia, qfie se
fez nas vesperas da reooiao do parLainentc
era I860, fez-me comprehender quasetra-
tava de tomar uma resolugao dainitiva,
porquanto era notorio que eu nao- podia
aceitar o projecto de eleicio directa.
Nesta convicgio fui a confereacia: S.
Exc. aprcsentou o seu projecto e expox as
suas ideas. 0 Sr. bario de Cotegipe abun-
dou nellas ; o Sr. Antio, ministro & agri-
cultura, conformo'i-se.
Estabelecendo-se o silencio, nao bavendo
mais quem usasse da palavra, dectarei en-
t3o ao nobre itinistro do imperio o seguin-
te : ... que eu conbecia as razoes com que
S. Exc. sustentava a constitucionalidale do
seu projecto. Nao discutia, porem, estas
razoes; pois, erabora tivesse cenviccoes in-
teiramente ccntrarias, nio havia necessida-
de entio dessa discussao ; que desde o mo-
mento em que fosse apresentada, em nome
do ministerio, com a sua responsabilidade
collectiva, uma proposta de reforma eleito-
ral, no sentido da eleigao directa, eu me
c msideraria desligado do gabinete. Declare
mais que eu estnva preso por uma obra de
nenhum raerecimento, mais onde havia ex-
pendido as minhas conviccoes dcerca da in
constitucionalidade da eleigao directa.
Nesta occasiao o Sr. visconde de Itaborth>.
fira uera mais uma palavra sobre isso..... sentimonto muito vivo, o amor de um ho-
ma j era desditoso ao contemplar mais uma
innocente victima d'aquelles, cujo amor e
urn odio disfargado, ou antes uma cruz
em que mais tarde expira alguem que foi
um martyr; era desditoso, emGm, acbando-
se como atirado no meio de caudalosas va-
gas, e ignorando se em resultado Gcaria no
ceo, para onde tanto. se elevava ; se repou-
saria no abysrao, para onde tanto descia
tambem, nos mares da existencia, nos pela-
gos profundos de seu ardente amor.
E' assim, minha senhorarespondeu
elle tragando o punhal que as ultimas pala-
vras de Beanor tinhain desembainhado;Mas
nao me coufunda com aquelles que me en-
sinaram a fallar a linguagem falsa do elo-
gio. Eu comprebendo bem o Gm subtil e
martyrisador que tem em seus labios a con-
Grmagao de- minhas palavras. Imagine
agora como nao hei de soffrer profunda
magoa, ao receber aguda setta de um cas-
Veja... mata-me... Oh I respeite as agonias
de uma mulher que, para nio ser indaga-
da porque soffre, ri-se e pretende rir-se
sempre I. .
Raphael como que tremeu de amor e do
loucura.
Mas... escute, Beanor I... Beanor I...
murmurou ello com a alma ajoelhada.
Beanor voltou apenas a cabega. Em seu
seio deu-se um drama mysterioso. Des-
prendeu uma risada, lava tenebroza das
tempestades do espirito, e disse para Ra-
phael :
Vlmos dangar ? Olhe : a musica nos
cbama.
V
NUVENS DE MAOS PRESAGIOS.
A mesa do jogo tinha recomegado. D.
Helena ora estava no gabinete reservado ds
senhoras para corrigir os adornos sum-
ptuosos de que se achava preparada, ora
dirigia-se ao cofre de seu marido para tirar
e dar a elle ouro e mais ouro. 0 dastino
continuava a sacriGcar o bomem fatalmente
prodigo.
Theodorico, parece que por Eduardo
Mario nio ter estado alii, havia tirado uma
pequena desforra ; mas, dvido de completo
tigo que nao raerego I... Oh I minha se-|triurapha, tornara a perder tudo.
nbora I Porque esses rudes sacerdotes de! 0 Sr. Osroundo, pai de Beanor, alheioe
uma anstocracia bastarda nao recuaram, inaccessivel aos folgares da outra sala, diri-
ao menos d'essa vez, no momento de agitar gira-se ao interior da casa ; e como simples
aos seus pes o thuribulo de ouro em que, espectador notava como o delirio do jogo
longe de arder a myrrha das-veras affeigoes, 6 uma perfeita loucura momentanea.
queima-se, zombando, os lyrios raaissil-j N'um dos momentos, em .que D. Helena
vestresda raentira 1 Porque esse homem, entregava dinheiro ao Sr. Victor, o pai de
a quem a senhora urn dia preudeu a sua Beanor chamou-a de parte e perguntou-
alma cheia de anhelos e esperan^as, nio lhe
foi com o amor d'elle onde era capaz do ir j Para quo-mais?... Ella jd perde
o seu, se e" que elle adorava-a e conbecia de tanto I...
perto o embryio do heroismo, de onde' Nao sei. Me pede..v
mais tarde sua alma havia de desabrochar E D. Helena retirou-se, sem nada mais
radiante e bella como a luz ?!... querer ouvir nem dizer, um pouco contra-
Esscs palavras do Raphael foram prole- 'riada por so ter julgado que na bolsa de seu
ridas a maneira de quem, levado pela cor- marido podesse faltar com que aquella casa
rentoza e uorraa dos proprios sentimentos, resplandecesse. Tal e* a influencia imme-
esquece tu lo ; e Beanor, essa crianga eiva- diata que a familia recebe d'aquelle que
mem, esclarecia-lhe a alma pensadora e
Candida. Voltemos a Eduardo.
Elle estava ainda com Armanda, ora em
passeio, era demorando-se em algum pon-
to, onde vistas curiosas n3o podiam perce-
ber o queaquellas almas segredavam.
A vararida foi entSo o mundo que mais
vezes povoou-so do suas sombras. Digamos
porem a verdade : a varanda foi um borto,
onde a crianga adoravel vergou a frontezi-
nha de anjo e gemeo como a rola.
Eduardo Mario confessava d Armanda que
amava-a.
0 amor da Glha de D. Helona era um
continuo e profuado estremocimonto do suas
fibras, ainda nao vibradas sendo por Theo-
dorico. Se esse homem fosso dotado de
um temperamento jgual ao do seu mano ;
se tivesse desde o bergo, como tinha Ra-
phael, o espirito iiluminado do vivido bri-
Fhar da inspiragdo, Armanda atna-lo-hia
melhor. Se, porem, continuasse a ser tal
como era ; se fosse banido da communhao
social, ella nio cessaria de querer-lhe mui-
to, ainda assim ; n3o deixaria de morrer
por elle um s6 instante.
Eduardo, pois, o que ouviria de seus la-
bios n'essa hora em que fallava-lhe de
amor ?
Beanor teria resolvido tudo em menos de
uma palavra : ria se... so.
Mas Armanda, meu Deus, cheia d'aquella
santa timidez I
Perraaneceu immovel, fria, angustiada,
depois que Eiuardo pedira-lhe respondesse.
Entao, minha senhora; sim?...
Nio, Sr. Eduardo, e" impossivel, jd 6
impossivel.
fe arrancou essas palavras dos labios,
como se arraneasse um punhal do eoragdo.
Eduardo estremecou, ap"zar de ter quasi
certeza d'aquella negativa.
Mas tem-se decidido de
quer queespere ainda ? Oh
espere, D. Armanda.
Ndo, Sr. Eduaiflo ; n3o 1
Entao n3o quer amar-me
quo eu lhe ame, D. Armanda ?
Ob I nao I. .
E Gcaram attonitos, porque uma pessoa
lhes appareceu de chofre. Era Theodori-
co. Vinha que parecia tor concluido ura
pacto infernal.
Eduardo, prestaes-me dous minutos
de attengao ?
So tanto quereis, e se aqui a Exma.
Sra. D. Armanda me permitte licenga...
Quem, pouco depois, estivesse no torrago
da casa, por entre as flores e ramagens que
alii havia cm jarros e canteiros, veria uma
carteira aberta soccorrendo alguem.
{Continuar-se-ha.)
VI
OS TRES LEIT0S.
uma vez, ou
diga-meque
n5o quer
Eduardo Mario era um mogo de vinte e
sete annos. Se nao tivesse uma abundan-
cia tal do cabellos corridos a cair-lhe cons-
tantemente sobre uma testa curta e feia, tal-
vez que fosse t3o bollo quanto Raphael ou
Theodorico. Olhos e bocca, ninguem os
possuia melhores do que elle.
Criado, desde a sua juventu le, no centro
do commercio, vendo apenas contar-se juros
e descont&r-so letras, acabou por gelar
a alma educada n'essa atmosphera esterili-
sadora. Na idade em que o conhecemos,
s6 procurava ser colossalmente rico o casa-
do com uma mulher bonita. De resto,
Eduardo possuia talentos variados. 0 que
tinha era que os nao punha em acgao para
batia'r a ninguem ; mas quasi sempre para
morder. Era assim.
Vendo em Armanda, n3o s6 a Glha de
um rico negociante, mas tambem uma
joven que nos theatros faria com que todos
os binoculos volvessem-se para ella ; na
carruagem, todas as vistas sentissem-se feUzes
ao ve-la radiante, pedio-lhe o seu amor.
Ella negou-o ; mas elle n3o mortiGcou-se.
la esperar occasiao de trabalhar nastrevas,
para apunhalar no coragao da moga o amor
votado a Theodorico.
Theodorico e Arraan la amara-se, eu
sei.
Mas o demonio do jogo exerce no co-
ragao d'aquelle o imperio do inferno.
Theodorico avilta se maise mais c aoi-
quila-se por Gm.
Eu me encarregarei do agugar o deute
venenozo, que te morde, oh 1 meu rival I
Parece que me vejo roieado do homens
que conteinplara minha esposa.
Armanda, Armanda I.^m*
Pensou ello ao sair de junto do Theodo-
rico, depois da scena do terrago, e segaindo
para a sala principal.
A musica soava.
A Glha de D. Helena havia referido i
sua melbor amiga o que se tinha passado
entre ella e Eduardo. Beanor nio poudt.
ouvir o conto todo sera indignar-se e pro
ferir :
Sio ridiculos de-mais, minha Arman-
da. Mas 6 preciso ouvir a todos elles com
irfdifferenga e sarcasmo. Faze como eu.
0 quadro forraava.se. Raphael era ca-
vdlbeiro de Armanda, e um mogo, o mai-
dandy d'aquella noito, de B auor, que lhe
atirou logo uma rizada fria e gelada, como
um sopro de tormenta, ao ouvir o aristo-
crata repetir palavras, que elle jd havia dito
cincoenta vezes seguramente.
Duas horas depois o que funccionava ape-
nas e no mesmo grdo de forca era o con-
gresso dos espoctros, o altar lugubre do
morticinio d'alma : as cartas e o jogo.
Quamdo terminou tudo, Theodorico saio
com Eiuardo ; raas, antes de retirar-se,
despedindo-se de Armanda, a sos com ella,
sentio uma lagrima humedecer-lhe a mio.
Porque chora, Armanda ?
Amoga nada disse por meio da palavra.
Recitou pelo olhar um poema de dores e
recolheu-se solugando. Ao entrar no apo-
sento, em que tautas noites velavacomo um
astro, experimentando a vehemencia ao
amor e do desgosto a accender lhe no espi-
rito o fogo da vigilia, despio a escomilha
entrelagada de os:arlate, e vestindo um
roupdo branco de cambraia, sentou-se na
borda do leito, de cabellos soltos, eucbu-
gando de quando em quando o rosto pere-
grino, molhado de suas tristezas. Depois
levantou-se ; correu a mimosa cortina do
divino tabernaculo de suas preces, e d luz
de uma pequena lampada de bronze ajoe-
lhou-sc. Immovel, e de olhar Gxo sobre a
imagemzinha quo adorava, elevou ao ceo
o pensamento, misturando de envolta com
as harmonias de suas supplicas um nome
querido, o nome de Theodorico.
Pouco distante d'ella, D. Helena, em
frente a um espelho ensaiava a nova moda
de penteado, qae vio n'uma senhora, e o
Sr. Victor da Cruz, provavelmente eatregue
aos movimentos de um somno atribulado,
via passar-se ante seus olhos algum espec-
taculo desolador.
(Contiuuar-se-ha.)
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