Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19331


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Full Text
AIV1V0 L. JVIMERO 152


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rA*A A CAMTAL E LIGIRES CWDG NAO SB PAG A PORTE
ror tret mete* adiauUdos
Par seis ditos idem. .
For am anno iaora;
*d* nun**-* avulso
.
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. 69000
. 129000
949000
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QUAR^A FE1RA 8 DE JULHO DE 1874

< jffi*>ii
PARA l)U>TROE FOB A OA I'UOVI\t I v.
Prtremew*adiantados.
. Tor sere ditos idem u .
Por note ditos idem .
for um anno idem. .
ilil-
PROPRIEDADE DE MAN0EL FIGUEIROA DE FARM FILH0S.

fi Sri. Gertrdo Antonio AJtesd Filhos, no Ptrij Ganptai 4 Pinto, no Maranhio; Joaqnim Jose de OliTeir.4Filho, no dear*; Antonio de Lemu. Braga, no Armatj ; Jo*r M4ria Jolio Chares, no Assd; Antonio Marqaes da SUt, Natal ,~ Jose Justiao
Pereira d'AJmeida, em Mamangnape ; Carlos Anxcncio Monteiro da Franca, na farahjba ; Antonio Jose" Gomel, m v da Penha; Be'amino do* San** Buleio, em Santo AntAo ; Domingo. Jose da GxU Braga, em Buaretht
Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Joto Antonio Macbaeo, noPilatdafAfcdai; Alves 4 C.,na Bahh; 6 A. Xavier Lehe 4 C. no Rio Janeiro
Mediciim domes tic a
lNTRODUCg.\0
0 poder da medioina preventiva e tao certo,
quanto e incerto o da me Jiciua curaliva. Coma
nao faz tremor o amor da propria vida aquellas
pessoas que se at re vein a tratarem-se a si pro-
prias, e a consnltarem charlataes e curandciros.
Como nao clama a eooseiencia aquelles.que jun-
to de um desgraeadn qae a doenea lancou no leito
da dor, Ibe acouselham siga um carativo com que
outros se derara bem, sem lhes importar o carac-
ter e natureza da moleslia, e o tempera -rento do
individuo.
Crer-se-hia que a vida e uma bagatella, e que a
morte tem cura.
Quanta3 pessoas ha qua para dissipar uma leve
indisposiclo, se purgara oa sangram ao acaso ?
Os que tomam tao facilmente purgantes pare-
cem ignorar que ha uma escolha que fazer entre
os medicamentos : nao estudaram materia medica
nom isso lhes importa ; sem conhecerem as pro-
priedadcs das substancias, tomam as primelras dro-
gas que lhes occorrem. Parece que poueo Ihe3
importa o resultado, e comtudo, quantas vezes este
e funesto I
\ Para obstar ou antes prevenir tao graves abusos
e ignorancia, julgamos de utilidade a publica^ao
de urn livro tateiramente consagrado aos reme-
dios que exigera os accidentes imprevistos, as doen-
o3 subitas, emquauto a presenca do medico se
torna demorada por obstaculos diflicceis de veneer.
Entre esses accidentes e doencas, apontaremos
03 mais graves, e aquelles a que mais urge a:udir
de prompto, quando desses cuidados possa estar
dependente a vida dos enfermos.
Nao se julgue, porem, qoe por estas indicacoes
se prescinda da presenca do medico ; pelo con-
trario, deve elle ser chamado logo que se inani-
festem os primeiros symptomas da enfermidade.
capitulc' i.
Cholera-nwrbus.
O ataque do cholera e muitas vezes rapido e vio-
(ento ; comtudo em um grande numero de casos
annuncia-se por symptomas precursores cujo co
nhecimento e de extrema importaneia, por isso que
03 soccorros da medicina consegoem muitas vezes
salvar a maior parte d s dcentes. Esses sympto-
mas sao : mal estar, sensib lidade exagerada, dor
mais oa menos viva no umbigo, e sempre uma
diarrhea simples algumas vfzes esbranquicada,
com on sem nauseas. Nac e raro observar uma
especie de temor, fraqueza, zumbidos, vertigen?,
peso e mesmo dores de cabera. 0 pulso torna-se
accelerado e fraco, a pclle hunnda e mats fria que
de ordinario.
Estes symptomas ou somente alguns de entre
elles, podem durar muitas huras, e mesmo um dia
ou dous.
A esses signaes precursores succedem as eva-
cuates uraas verts ebranqui;sdas, outras vezes
incolores ; depois os vomitos que teem grande se-
melhanca com as evacuates.
As caimbras observam-se frequentemente tres
ou quatro boras depois do debate da doen;a, af-
fectando mais valgarmente cs membros superio-
res e inferiores. De tolos os symptomas do cho-
lera o mais ravariavel e a qunda do pulso.
A alteracao da face nao 6 menos notavel, toma
i aspecto cadaverico, e torna-se de cor roxeada
ou azul mais ou menos carregada,
Essa colorisacao estende-se tambem aos brac/>3,
as maos e as pernas.
LTm phenomeno nao menos constante e a sensa-
qSo de frio ; as extremidades do onfermo lornam-
se como que geladas ; a lingua arrefece sensivel
mente, e a respiracao apresenta as vezes as mesmas
condi^les. Essa sensacao, que impressiona os as-
. sistentes, 6 quasi sempre desionhecida do doente,
que se queixa, pelo contr.irio, de ter calor ; sente
alem disso, um grande calor no epigastro (vulga-
mente bocca do estomago) : algumas vezes essa
sonsacao e comparavel a uma queiraadura ; pede
continuamente do bebere desi?ja muitas vezes be-
bidas frias; nao urina ; a voi. soffre uma raudan-
ra singular : torna-se fraca, rouca, apenas se dei
xa ouvir, e a respiracao e muitas veze3 difflcil. Xo
meio dessas gnndes desordens, a razSo resta in-
tacta ; o enfermo responde com acerto as per-
guntas que lhe dirigem, ee so no fim da doenca
qae parece entregue a uma e?pecie de pasmo.
Xos u!iimo3 momentos, o ecrpj cobre-se de um
suor frio e visooso.
Estes diversos symptemas, procursorcs ou ca-
ructeristico', nao se apresentara sempre pela or-
dem em que apontam em cada um dos doentes.
De qualquer modo, po-era, quando apparecem
inuitos delles, e preciso tratar de os combater.
Comtudo devemos e^tabelecer algumas distinc-
Qoes. Se se manifestarem unicaraente os symp-
tomas nervosos da primeira epoca, isto e, se ha
mal estar, fraqueza, vertigens, mas nao diarrhea,
deve o djente metter-se na cama, e tomar de meia
em meiahora ou de hora em hora, oma chavena
de infaslo quente de tiha, ate que se estabeleca
uma transpiracao forte. Se as vertigens e a fra-
queza se prolongarem duraute alguns dias, deve
continuar com o uso da infus.io de tilia, e ter cui-
dado em comer pouco.
Na immeosa maioria dos cisos, esses sympto-
mas nao tardam a serem seguidos da diarrhea,
que muitas vezes tirabem, e o primeiro signal que
precede a apparicao do cholera-morbus : por Isso
deve cada um acautelar-se logo que se manifesta
esse accidente.
Comeca-se por supprimir todo o aliraento, e por
(i doente a agua de arroz na qual se dissolve uma
pouca de gomma; para tomar essa bdbida mais
agraiavel, deita-se assucar ou xarope de gomma
arabica.
Administrara-se tres cristeis
mente de lioho, a uma hora de
outros. Convem applicar uma
o venire e ficar de cama.
Se a diarrhea nao parar, e preciso applicar re-
inedios mis ener^icos.
Se o individuo for forte e vigoroso, de tempera-
ment) sanguineo, faz-se uma applicacio de 15 a
20 sanguesugas no anus nao so hesitando em tei-
t-ra la se o mal cominuar. Emprega se uma onca
de xarope de marmellos, por garrafa de agua de
arroz, e accrescenta-se a cada cristel um pouco
de amido. Finalmente, se diarrhea e teiraosa, pre3-
crevem-se 13, 20, 30, 40, 50,-^ mesmo 70 gottas
de laudanum em cada cristel.
Depois de cessarera as evacuacoes, deve alimen-
tar-se exclu3ivamente o enfenno, durante alguns
dias, com sopa de arroz feita em agua ou era leite.
Os aceUentes. porere, podora tornar-se mais
graves. Snpponha-se "jue o doente tenha evaeua-
fio examinar o eslado do pajso e do abdomen.
Se o individuo e forte e vigoroso, o pulso cheio e
desenvolvido, o venire doloro.so, e preciso prati-
car uma sangria uo braco, e applicar sobre o ab
domen de 30 a 40 sanguesugas. Muitas vezes ha
nece;sidade de applicar rtuas oa tres vezes as sjn
guesugas, quando o ventre permanecs doloroso e
sensivel a pressao. Se a sdd<3 e consideravel, se
o doente se queixa de um calor abrazador, 6 pre-
ciso dar-lhe a beber pequenos bocados de gelo.
0 gelo, porem, nao convem a todas as pessoas
e algumas ha que preferem as bebidas moraas e
mesmo quenlts.
{Continuar-si ha.)
_
PARTE 0FHCIA1.
Governo da provInciA.
08SPACH0S DA. PBESIDENCIA, DO DIA 6 DE JULHO DE
1874.
Anna Joaquina da Soledade. Ao Sr. inspector
do arsenal de marinha para attender a soppl'-
cante, como for de din-ito.
Padre Antonio itulino Severiano Bandeka.
Deferido com ollicio desia data, dirigido a thesou-
raria de fazenda.
Domingos Jose da C sta. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazeada.
Eduardo Prederico Bancks Junior.Informe o
Sr. command ante superior da guarda nacional
do raunicpio do Recife. r '
Francisco de Paila de Albuquerque Lima.
Indeferido, era vista da informacao do prove-
dor da Santa Casa de Mi-ericordia.
Fraucisco de Pinno Borges.Informe o Sr. en-
g-nheiro chefe da repartifao das obras publicas.
Francisco Xavier Navarro Lias. Opportuna-
mente se providenciara a respeito.
Bacharel Francisco Manoel Wanderley Lins.
Ao governo imperial compete o arbitramento de
ajuda de custa, e portanto a elle deve o suppli-
cante requerer.
Honoralo Ferreira Xavier.-Informe o Sr. com-
mandante superior da guarda nacional do muni-
cipio do Recife.
Padre Ignacio Francisco dis Santos Seja o
supplicanife inipeccienado pelos Drs. Alexandre
de Souza Pereira do Carmo e Pedro de Athayde
Lobo Hoscoso.
Jos6 Antonio Vieira.Sim.
Jose Lopes Machado.Conceda-se a proroga-
cao pedida, pagos os direitos.
I.uiz Francisco Teixeira.Forneca-se.
Pedro Francisco de Souta. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Bacharel Pergentino Saraiva de Araujo Galvao.
Passe portaria.
DIARIOJDEPERNAMBUOO
de althea ou se-
i o ter vail j uns dos
cataplasma sobre
RECIFE, 8 DE JULHO DE 1874.
Notioias da Europa.
Na segundafeira, a3 11 horas danoite, fundeon
no lamarao o vapor francez Rio Grande, traiendo
datas de Lisboa ale 23 de junho ao escurecer.
Dos jornaes e cartas extrahiros o seguinte :
fbanca.
O programma do centro esquerdo da assembled
nacional, redigido pelo Sr. Casimir Perier e adop-
tado quasi sem discussSo, reunia ja grande nume
ro de adhesdes; causou dm flleiras de todas as
esquerdas uma satisfayao uumime, e nao assustou
os membros do centro direito, que estao dispostos
a preferir a republica ao cesarismo.
Pode-so considerar que o centrj esquerdo on-
trou era uma nova phase, dando, a todos os ho-
mens de bem, que querem acabar com o proviso-
rio, em que se estiola a Franca, um campo de accao
bem determinado; ou a organisacao da republica
conservadora pela assemblea actual, ou a disso-
laeto.
Nao parece duvidosa a victoria de uma destas
duas solucijej, m\s principalmente da segunda, vis-
to que a opiniao publica a isso obriga.
Uma opposicao compacta, forte, unida, sabendo o
que truer, querendo-o honestamente, deve por lira
veneer sobre uma maioria dividida em pareellas,
occultando os seas nns, e as suas iotrigas sob pa
lavras de effeito estudado, tendo por alvo tantas
mooarchias como sJo ospartidos que aconstituem,
e nao podem chegar a um occordo senao para
destroir.
E' umi que-tao puramente do tempo e de pa-
eiencia.
0 primeiro elTeito da attitude tomada pelo cen-
Iro esquerdo, se fara sentir nas regioes governa-
mentaes: o marecbal Mac-Mahon vai-se ver obri-
gado a escolher eatre aquelle3 que o nao aceitam
senao como uma especie de lugar-tenente general
ou de Henrique V, ou do conda de Paris, ou do
pequeno Napoleao ; e entre aquelles que offere-
cem deixar-lhe a presidencia da republica ale
1880.
Ate agora, a julgar pela composicao do seu mi-
nisters, e pelas propostas da extrema direila, as
suas sympathias sao para os que tendera a consi-
dera-lo como um guardavento, mas para o mare-
chal tal situar.ao e insustentavel, especialmente com
os ministros de que elle eta rodeado.
Tem feit) grande sensacSo o incidenle tempes-
tuoso da sessao de 9 de junho enlre o Sr. Oambot-
ta e o Sr. Rouher, ou antes enlre 03 republicanos
e os bompartistas, e os epilog que e.-te incidenle
provocoa, tanto na casa da bebida da asserablea
nacional, onii os deputados dos dous grupos, es-
tiverara por um tris, a lutarem corporalmente, e
na estacao de Versailles onde o Sr. (iambetla foi
insultado por um corso da sociedade reconslituida
no dia 2 lie dezerabro, e nao encontroa apoio nosr
agentes da scguranca publica.
Eis como se den a occurrencia :
O deputado republicano Girard interpellou o
governo francez acerca de uraa circular quo se
dizia emanada do comite de appella^ao para o po-
vo. Como e curiosa a sessao em que se realisou
a interpellacSo, vamos da-la em resumo.
o Mr. Girard : Pergunto ao ministro da justiga
sa tem conhecimento e fez proceder conira um co-
mite chamado de appello para o povo, donde e de
crer que tenha diraaaado uma circular encontra-
da em uma carruagem do caminho de ferro, cir-
cular que promctte aos ofneiaes reformados favo-
res e proteccao, se apoiarera os candidatos bona-
partistas, ameajando-cs sc forem hostis ou indiffe-
rentes. A a-^ignatura deste documento nao se
pode decifrar.
a 0 ministro da justija: Nao tenlio a menor
idea dfssa circular nem da existencia do comite de
que se irala. Se exisle, sera dissolvido e castiga-
dos os autores da circular.
Mr. Rouher: Considero apojripha 63sa circu-
lar e irapressa com o fim de prejudicar o partido
bonapartista. do desse escript e rogo ao governo que faca cas-
tigar rigorosamento os sens autores. Tambem nao
sei que exista nenhum comit6 do genero a que se
suppoe perten:er o que fez circular aquelle docu-
mento.
t Mr. Gambetta: Nao ha ainda elementos para
resolver a questio; porem o quo e certo e haver
dous ministros que fazem o que diz a circular, que
protegem os bmanartistis e perseguen os que o
n3o sao; sao estcs os ministros da guerra e da fa-
zenda. E-ta complicidade e colposa e torna-se ne
cessario que o-^abinete inteiro a rejeite e que se
faca uma minuciosa syn jicancia em que sejam ou-
vidos os ministros a que rae refiro cathegoricamen-
te, se ate entao nao livere.n deposto as suas pastas.
a (0 ministro da fazenda nao estava presente.)
Mr. Rooher: Nl> sou advogado do governo ;
porem como deputado prometto vir a tribuaa es-
clarecer este incidenle no dia qu? ficar terminada
a syndicancia e screi mats exacto do que o Sr.
Gambetta, quo, depois de nos ter promettido vir
responder as zeeusacoes que contra a sua adminis
tracao se fazera nos relatorio3 das coraraissdes des-
ta asserablea, nao cumprio nunca a sua palavra.
a 0 general Changarnier : Bravo. (Applausos na
direita. Rumores na esquerda).
c 0 general Cissey : repolle com aenmonia, era
ara pequeno di^curso, as accuit^Ses de r,ambet!.i.'>em con'fiar o cuiiaio"doliedd'ir"8ob%
a Mr. Gambelta : Uraa palavra: os que pedem
contas a revolucao de 4 de setembro sao os raiee-
raveis....
A direita : A' ordem a ordem I
A esquerda : Muilo bera I moito bem t
(Grande vozena).
a 0 presidente: 0 Sr. Gambetta ultraja am
membro da aweiiibtear- M*p>33 ceaseniir-lh'o ;
ou ha de rMirar as suas palavras ou chara >-d a
ordem. Em d.scussao tira toda a digoidade a ls-
semblea. (Rumores n\ esquerda. Applauses na
direita).
i Mr. Gambetta (enfurecido) : A expressao qua
empreguei e mais que um iasulto, e ami provoqa-
cao. Mantenhoa. (Vozeria espantosa).
a 0 presidente ; Charao pela seguada ves a or-
dem o Sr. Gambelta, consignando-se isto na aeta.
(Um quarto de bora de reciprocas injunas).
o Mr. Roulver: O Sr. Garabatta Bin me pole
ferir nem oa miaha honra, nem no miu caracter,
Um horaem como elle nao pola insultar ninguem.
Desprezo as suas palavras.
c Mr. Penis e Lockroy : 0 3r. Gambetta fallou
em nome de nos todos.
0 presidente : Charao os senhores a orlem.
t Mr. Lockroy : Pode charaar a ordem todo o
nosso partido.
i 0 presidente : isto e um escandalo.
Um deputado, para Mr. Riuher: Mi) faca
caso ; ha entre elles pelo menos quinze que sahera
das gales.
t Sera conlar, brada outra voz, os qia mere-
ciam la estar.
Mr Galloni d'lstria para Gambetta: Vossd e
que e am miseravel. E' uma vergonha ouvir um
genovez calumniar do alto da tribuna uma parte
do que ha de mais distincto na Franca.
No dia seguinte, na partida do trera parlamentar
da estacao de S. Lazaro por Versailles, o Sr- Gira
betta foi objecto de um i ova^ao ao grito de : Viva
a republica.
A policia que na vespera nao tinha iotervido
para proteger um cidadao aggredido, foi zelosa em
lomar o partido dos adversaries, e chegou a pren-
der um deputado da esquerda apezar deste dacla
rar o seu .caracter ,e punir pelas suas immuuida-
des.
Na asserablea o Sr. Bazaquistor da assemblea
pedio explicacoas ao govorno; e oSr. Fourton dis-
se que tinha dado orlem para se proceder a um
inquerito serio.
Na assembled as interpellacSas foram tempestuo
sas, o ministro nao deu explicates satisfactorias, e
entretanto a ordem dia pura e simples foi appro
vada por 377 votos contra 326.
A sessao do dia 15 de junho deve ser decisi-
va para o future da Franca. 0 Sr. Casimir Perier
apresentou a propssta do centro esquerdo, estab)-
lecendo francamente a questao da organisacao da
republica.
0 centro esquerdo pedio a urgencia da proposta
a qual depois do discurso do Sr. Perier foi appro-
vada por 313 votos contra 341.
0 Sr. Casimir Perier no sea desenvolvimenlo'in -
sistio na necessidade de sahir do provisorio, e de
dar a Franca araa segaranga qae se fetenda mes-
mo alem dos sete aonos assignados ao poder do
marecbal Mac-Mahon.
Foi tambem adresentada a asserablea uma pro
posia tendente a proclamar o restabeleeimento da
raonarchialtradiccional e de dar ao marechal Mac-
Mahon o ti'tulo de lugar tenente general do reino.
A camara recusou-se a en via-la a commis*o das
leis constitucionaes.
0 Sr. Lambert de Saint-Croex, apresentou ou-
tra proposta resumindo n'uun forma analoga a da
proposta do centro esquerdo, o projecto apresenta-
do na tempo pelo dujue do Broglie, relativamente
a croacao de uma segunda camara.
A proposta foi enviada a coramissao das leis
constitucionaes, o que e araa especie de satisfaQio
irrisoria dada ao sea autor, pois esta decisao foi
toraada era seguida ao escrulinio que julgava ur-
gente a proposta do centro esquerdo.
Apezar da pequcna maioria com que foi votada
a urgencia da proposta tera ella ami' grande si-
gnificacao e para o conbecer basta ver, alem dos
desenvolvi uentos em que entrou o seu autor o
Sr. Casimir Perier, em nome dos seu3 amigos, os
esforcos consideraveis feilos pelas direitas, para
manler o siatu quo, ou para lhe substituir a forma
raonarchica.
0 general Changarnier combatea a urgencia,
asseraelhando a proposta da esquerda a proclama
5ao da icvolucao ; o Sr. Kerdnel, fez chicana par-
lamentar ; e Sr. Raoul Dural procurou, mas sem
resultado lancar a divisSo entre o centre esquerdo
que pede que se recoustitua a republica o mais
depressa possive!, e a extrema esquerda qae nega
a assembliia actual o poder constituinte.
Todas e3tas tentalivas ficaram sem effeito ; os
Srs. Casimir Perier, Laboulayc, Leon do Say res-
ponjuram brilhanteraenle a todas as objeccoes e
acabaram por ganhar uma victoria Uo corapleta,
quanto era possivel nas actuaes circumstancias.
Os ministros nao intervieram na discussao mal
votaram com a minoria.
Na sessao seguinte ehoaveclamacoes contra
a valid de jdu escrau'nio, mat apezar de todas
as chicauas o Sr. Buffet declaroa que o escrulinio
era completaraente valido, que a asserablea podia'
recoasiderar e por ami aova votagio invalidar a
da vespera, como o tinha proposto o Sr. Fran-
clieu.
A proposta do Sr. Fran :lieu foi enviada a cora-
missao de iniciativa.
0 Sr. Walton apresentou uma proposta regu-
lando a nomoaQao do presidente da republica por
meio de um cougresso das duas caraaras, reuaido
todos os sete annos, e mantenlo, sera outra eleijao
a presidencia do marechal Mac-Mahon, a contar
da prorauljacao da presente lei.
A proposta foi enviada a coramissao coastitucio
nal.
A commissJo dos trinta vai-se reunir imme-
diatamente para ser o sea parecer ssbre o projec-
to do Sr. Casimir Perier. A discussao comecara
no dia 1 de julho.
0 Sr. de la Rochefoucauld, embaixador da
Ft an$a em Inglaterra, pedio a sua demissao qae
foiaceita. Diise que sera sub3tituido palo duque
de Broglie.
Diz-se com toda a reserva, qae tres depnta-
dos da extrema direita partiram para Fronsdorff
para supplicar ao conde de Cbambord que venha
habitar ao pe de Orleans no castello qae tem o seu
nome.
Considera-se eerto qas AuJiffrek-Pasqaier, e
mais 50 deputados do centro direito se unem ao
centro esquerdo para a proclaraacao da repu-
blica.
A coramissao constitucional comacoa ja a tralar
das propostas da proclaraacao da republica. mas o
parecer deraorar se-ha quinze dias; o parecer se-
ra provavelinonte fundado nos projecto3 rejeitados
quando f jrera apresentados por Broglie.
A commissJo de iniciativa coraprjese de 20
deputados da esquerda o 10 da direila.
A abstenpao do governo na proclaraacao da
republica foi aconselhada por Mac-Mahon, que do-
seja evitar vma crise.
A assemblea nacional comecou no dia 8 com
a discussao com especialidade da lei municipal.
0 artigo primeiro foi adoptado por 403 votos
contra 283, sendo rejeitadas duas emendai.
A comraissSo constitucional decidio nao inter-
vir na discussao.
0 artigo segando foi approvado, sendo rejeitado
r 11 il "V -i i lil.iil-l m FMcripcao, a uraa commiMlo composta do maire e
dw Joa deiegados do conselho municipal. A
emeadi foi rejeitada por 347" votos contra 35*.
A votaeio correa sera ovidde ate o artigo de-
citao, qae foi rejeitado. 0> relator declaroa. que
em consequencia do voto di assemblea retirava o
projecto.
*m membro da minoria da coramissao declaroa
qae tomiva o pro;ecto como sen, e a discussao
progredio. 0 art. II, qae se referia a Inomeacao
dos reaires sascitava opposicto forte. 0 ministro
o Sr. Fourton queria apreseotar -a questao de ao-
meac/ Sr. Slapier, membro do centro direito, propoz uma
emsada tendente a manter ao governo a noroea -
cao dos maires por mais dous annos ate t87& 0
gowrno declaroa acceitar a emenda que foi ap-
provada por 358 votos contra 329. Votaram a
favofa direiu o bonapartistas.
A Gazeta de Colonia publica am telejramma
qae tem feito sensacao :|o governo inglez, em con-
sequencia de uma troca de notas com o governo
francez, e,ta disposlo a entregar lhe Rochefort, e
sens companbeiros de evasao no eaio que elles ve-
nhara a desembarcar em Inglaterra. Diz que os
legist as da corva foTam de parecer qae os trata-
dos deextradicao sai applicaveis aos crimes por-
qae os fugittvos foram condemnados.
Pode-se afflrraar que. a Gazeta de Colonia foi
mal informada; a nalureza raesma da condemna-
Cio contra Rochefort, e seus companheiros, a de-
portacao para um reciito forliQcado, iadica bem
claramente que se trata de am crime politico e
por consequeucia a interpretacao attribuida aos
jurisconsulto inglezes na* e adraissival. ,
ITALIA
Depois da votacao dos orcameotos o parlamento
italiano foi prurogado inlefinidaraente.
0 seu presidente, o Sr. Itia icheri, dirigindo-lhe
o missao estava terminada ; e que em presenca da
esteriiidade da sessao, o governo tinha decidido re-
correr de novo a nacao por meio da eleic,\o de um
novo parlamento.
Ainda que a proxima dissolucao do parlamento
seja prevista, parece que os ministros besitam ain-
da em pronuncia-la. Talvez ba|a uma sessao in-
terraediaria para a expedicao de alguns negocios
argentes. Entretanto os deputados apressam-se
em volta para as suas provincial, para tratarem
de sua reeleigao.
Receia-se em Roma que para a depntacio das
provincias do Meio-dia, a opposicao se nao accen-
tue mais, e se torne ainda mais forte que na ulti-
ma tetsao. Assegura-se que o elemento republi-
cano fara todos os esforcos para ter um represen-
lante no parlamento. Este partido nas roumanias,
ja conquistou um lugar nos conselhos municipal's
e provinciaes ; e aspira agora a ser represenla-
do na camara.
150 operarios presentearam o papa qae os
exhortoa a permanecerem na adhesao a igreja o
ao papa.
No dia 21, apenas o papa assomou as ja-
nellas, teve uma especie de ovacao, tendo recebido
com efaunorotos vivas.
Os bersaglieri dispersaram a multidao, fazendo
algumas prisoes. 0 papa retirou e.
Sua santidade foi muito felicitado por accasia,
do seu annlversario,
0 marquez de Nouvillas, embaixador de Franca
em Italia, e esperado era Paris ao lim de junho.
HIMilTW ItilV
Afflrma se qae os altramontano3 em Inglaterra
querem comecar araa carapanha contra as leis qae
fasem corpo com o protestantisrao, e qae ainda
que muito attenuadas na pratica, sao ainda hoje
um poderoso obstaculo a exploracao das liberda-
des publicas pela igreja catholica, e ao estabele-
cimento da sua supremacia sobre o estado seculars
Por uma ordem recebida de Roma, o cardeal
Cullen vai convocar um synodo para examinar as
leis que declaram illegaes as bullas e rescripts do
Papa, as relacoes dos conventos com o estado, e
as incapacjdades civis dos jesuitas.
Se esta tentativa derjresultados, veremos come-
Car na Inglaterra, sob uma nova forma, a luta
qae neste moment > esta travada na Alleraanha.
A camara dos comrauns occupou-se da discus-
sSo dos artigos do bill sobre os licores alcoolicoe,
que regulam as horas de abertura e encerraraento
das tavernas em todo o paiz. Todas as propostas
do governo foram aceitas.
Os artigos votados estatuem qae as tavernas de-
vem estar fechadas em LondresiL meia hora depois
de meia noite ; nas oidadas de uma popular! > de
mais de dous rail habitaotes, as 11 horas; e nas
outras as 10 horas.
As tavernas poder-se-hao abrir, nos dislrictos
ruraes, as 6 horas da manha e nas ci Jades era ge-
ral as 7 horas.
A imprensa ingleza falla com loavor de um
discurso pronaaciado pelo Sr. Gladstone era Ha-
warden.
U leader do partido liberal dirigindo-se a opera-
rios era greve, que tinhara querido obrigar alguns
dos seas companheiros a imitar o seu exemplo,
pronuncioa-se em favor da extensao do direito de
suffragio aos habitantes dos campos, reforma sobre
que elle tinha evitado ate agora de se explicar e
que ainda assustou maitos espirltos. Entretanto,
fez observar ao seu auditorio que se elles querem
dissipar estas inquielacoes devera primeiro apren-
der a respeitar os direitos e a libeidade dos oa-
tros.
n3o eonsidera como iuimigo, o cidadao pacifico que- demia
nao esteja eqnipado militarmente.
4,*' AfQrmacSo do principtpio do direito das gen
tes, que nos territorios occupados, o'exercito de
occupacio deve ser considerado o uoico possuidor
da antoridade legal.
Taes sao as inforraac5es do Tagbtalt quo diz
tef oWido de origem fidedigna.
A Sazelta (russa) da Academia diz que a
conveoeiio internacional, de que se ha de occupar
o congresso de Bruxellas conlem 76 artigos f >r-
mando quatro secedes, a primeira das quaes trata
dos direitos dos belligerantes, a ssgunda das rela-
Soes dos exerci'.os com os cidaia s do paiz invadi-
o, a ter;eira das relac5es entre os belligerantes e
a quarta do direito de represalias ; o que conl rm.a
as inforraaoSos ja citadas do Taghlatt.
Oe 7& artigos da convencji) seriam precedidos
de uma expo3icao geral de principios. As seccoes
do projecto, subdividir se-hiara em capitulos
qae tratariam das regras a observar durante os si-
tios e bombardeamentos; dos meios de combate e
prisioneiros de guerra, etc
0 Jomal de S. Petersburg produz as notas e
apreciacoes da imprensa offlciosa allema, a res-
peito dos reeentes boatos qae correram sobre os
projectos da Franca sobre a Betyica, e os da Alle-
manha sobre o Luxerabnrgo e .-obre a successao
heipanboia ; e limita-se a dizer que nao ha raziio
alguma para exgerar a importaneia destes debates.
HOLLANDA
A seguada camara dos estalos geraes dos Pai-
zes Baixos discutio uma iaterpellacao do almirinte
Fabius, relativa a questao de Atchin.
Repellio uma micao de agradncimentos ao ge
neral Verspycs, que deu a sua demissao por nao
estar de accordo com o general Van Swieten sobre
as operacoes ulteriores.
0 ministro das cobnias, no principio da dis-
cussao declarou que o governo nao tinha ainda to
raado decisao alguma sobre as instru :c5es novas
que devia raandar ao commandante em chefe.
ALLEMA.NHA
A popalacao de Berlim comraiveu-se bastante
ao saber que o pnncipe herdeiro, havia estado
em risco irarainentc de ser victirna de um acciden-
te do caminho de ferro, na Gare de Wildpirk,
peno de,Potsdam.
A carruagem do principe ia atravessar a via no
momento em qiie o trem se aproximava com ra-
pidez ; a barreira eatava fechada, e a carruagem
parada sobre a via. Fulitmente pode-se abrir a bar-
reira a tempo de sahir a carruagem antes de che-
gar o comboy. 0 principe nao se apeou.
Dizem de Varzin que o estado de sadde do
principe de Bismark e o mais satisfactorio possi-
vel, e que a convalesceuca faz rapid os progressos.
lteuaio-.se em Francfort no dia 5 de junho um
congresso de mais de quarenta caraaras de cora-
meraio e associacSes economicas, para deliberarem
sobre o augmento das tarifas dos caminhos de fer-
ro, que sob a pressao das grandes rcompanbias,
a autoridade superior, instituida por uma lei do
mpeiio, tem intengao de decretar.
EsU assemblea foi de parecer que 6 preciso
abselumente adiar a solucao desta questSo, ate
reforma radical do systems das tarifas, e que
sr.
por araa pequena maioria, uma emenda dn
Br.sson, pa extrema esquerda, a emenda consist
Em quanto era Inglaterra houver homens po-
litico3 da tempera do Sr. Gladstone, sinceros, con-
victos, animosos, vao recuando perante as conse-
queneias das suas doutrinas, proraptos a affrontar
os perigos, mas fazendo se tambem educadores do
povo, cuja emancipacao elles'dirigera, compreheu
dendo as suas paixSes e os seus desvk)3, misturan-
dose nas suas lileiras para ganharem a sua con-
tianga, e sempre bem acolhidos por elle, pola.fran-
queza e desinteresse dos seus conselhos ; a Ingla-
terra sera sempre o paiz mais livre e mais podero-
so da Europa e do mundo.
A qaestao das corporacoes religiosas foi
apresentada na camara dos communs na sua ses-
sao de 12 de junho por urns proposta de Mr. Newd-
gale.
0 honrado membro do parlamento, ura dos che-
foi ultra protestantes do parlamento, pedio qae o
parlamento eonvidasse o governo a apresentar am
bill em virtude do qual se nomeasse nma comrais-
sio de in |uerito para examinar os abusos que tra-
zera comsigo a existencia dos conventos e das or-
dens religiosas.
Dem mstrou qae desde poucos tempos, o nume-
ro de institutes deite genero tem tornado, era In
glaterra, proporedes consideraveis, com desprezo
das antigas leis do paiz, e a este p'oposito, mos
trou como modelos qae se deve seguir, as medi-
das tomadas pelos outros estados para combaterem
a invasao do altraraontanismo.
A proposta do Sr. NevrJgate foi rejeit* ^0
237 votos contra 94.
BU33IA.
0 Tagblatt de Vienna P';dtende conhecer o pro-
gramma do proximo lOngresso de Bruxellas, e re-
sume deste mod'^s principaes disposes ; afflan-
Cando qae o^ principe de Gortschakoff teria assig-
nalado pj, pontos seguintes a attencao do futuro
L Regulameuto internacional da posicao e tra-
j tarae"*o dos prisioneiros.
2.* Regulamento do systeraa das reqaisicoes mi-
iitares, conforme os principios de equidade.
3.* Aflirraacao do principio que em caso de
guerra a forca armada de um estado, mas que
Lll '
por
alem disso ti preciso consultar a este respeito
os representautes do commercio da industria e da
agricullura. Esta res.Iu.no sera communicada
ao governo federal, e igualmente apresentada ao
exame do cougresso commercial que devia reunir-
se no dia 12 em Dusseldof.
Diz-se que 0 governoprussciano vai apresen-
tar um projecto de lei, ulim de regulamentar as
procissSes da igreja catholica, e especialme'ite
prohibir-lhe a rua publica. Os motivos desta
rnetida seriam os inconvenientes que resultariam
destas manifesta^oes publicas nas povoacoas onde
ha differentes couflssSes religiosas, que podem dar
lugar a graves desordens.
0 bispo prussiano Von Marwitzordenou ao seu
.clero que tuppjimisse esse ann> as procissoes nas
ruas publicas por occasiao do Corpo de Deus, fa-
zeado-as subsliiuir por procissoe3 no interior das
igrejas.
Este prelado, e 0 capitulo diocesano teem sid
alvo dos ataquos viruleutos da p; rte da imprensa
altramontana.
0 governo prussiano parece estar bem deci lido
a terminar com a anomalia de bispos estrangeiros
exercendo a sua jurisdiccao ecciesiastica na dio-
cese prassiaaa, e de um b.spo prussiano tendo
a mesma autoridade em territorio estrangeiro.
0 que 0 governo francez obtave facilmente da
curia rom ma. para a rectiflcacaio dos limiles dio-
cesanos sobre a fronteira Alsacia Lorena, 0 gover
no austriaco, estaria para 0 conseguir breve
mente.
0 cardeal arcebispo de Praga, principe de Sch-
warzenberg, tinha pedido ao ministro dos cuitoi
da Prussia 0 Sr. Falk autorisacao para ir a dioce-
se de Glalz na Silesia prussiana, que esta sujeila
a sua autoridade metropolitana; 0 ministro res-
pondeu-lhe que nas circumstancias actuaes the
nao podia dar estajautorisacao.
0 voto da camara dos deputados da Baviera em
favor da reclamacao do jesuita Fugger, expulso em
virtude de uma lei do iraperio, causou grande sen-
sacao na Alleinanln. Nos circulos catholicos exa-
gera-se a importaneia da demonstrable ; no mun-
do liberal, indignam-se, como de um atlentado as
leis fuudaineataes do iraperio allemao.
No fundo 0 incidente nao merece toda a bulha
que com elle se tem feito. Nao teria importaneia
alguma mesmo, se 0 voto da camara, nao podesse
iraplicar a queda do mininisterio.
Este aconlecimejto, porem, nao se dara, visto
que 0 rei Luiz naj querera raalquatar com Ber-
lin, e na Baviera assim como na Prussia, 0 orga-
n is mo constitucional nao osta arreigado de taljno-
do que uma camara possa fazer prevalecer as
suas vontides sojjre as da coroa.
Os ministerios nao sao mais do que ministerios
de expediente, escolhidos pelo soberauo, para go-
vernar 0 paiz, de accordo com as ropresentacoes
nacionaes, mas sem que estas possam exercer so-
bre a sua composicao 0 sobre a sua existencia,
uraa inflaencia preponderaate. Com maior razao
ainda as camaras sao impotentes quando se oppoe
de travez a^correute, qae|arrasta a AUeraanha para
sua unidade.
Os ministros de Baviera fizerara notar franca e
lealmente que a votacao da camara por um so vo-
to de maioria, gragas a ausencia de dous deputa-
dos liheraes, nao pole ser considerada senao como
uma espaldeirada n'agua, ou como am ata-
que infant 1 de ura tiro de e-pingarda contra um
navio encouracado.
A imprensa liberal alkraj faz jujtica a lealdade
e franqueza do mini.^erio bavaro.
AUSTBO nUNORIA
Xo d'.'d 15 de juaho, devia reuair-se em Vienna
um oongresso internacional, sob a iniciativa do
oonde de Andrassy. Tem por fim deliberar sobre
as bases de um tratado international relativo as
raedidas a tomar em assumptos de quarentena.
Occupar se-ha tambem da instituigii de uma
com i) ssuo internacional, cujasdecisdei seriam sera
apriellac.a\
Todos os estalos qaj toraaram parte na coufe-
rencia de Constantinopla sobre 0 cholera serao re
presentados neste conselho.
Esta conferencia e dastinada a fazer a conti-
uuacio da que se reunio era 1365 em Constan-
tinopla para provocar medidas internacionaes con-
tra a invasao do cholera.
A mesma qaestao sera tratada era prir^ro
lugar, e a conterencia formnlara um Codigo in-
ternational especial para prevenir por meio de
medidas mais efflcazes, as viiiias da terrjyel epi-

A conferencia a presicfida pelo barlo d
Gagera, chefe da politics commercial no minisle-
rio dos negocios estrangeiros austro-hungaro. 0
imperio allemao e representado pelo profesaur
Penenkeler, que e autoridade nesta materia e e
chefe da nova reparti.ao sanitaria do imperio alle-
mao.
A reuniao do congresso foi ad'ada para 0 dis
1* de jalho.
A Corresponienria haogara defends 0 cond-
do Andrassy da accusacio de ter aconselhado e
principe, Milon a emprehander a viagem a Cens
tantinopla assegurando 0 do sen apoio para
bora resultado do sea empeoho.
Attribuu-se ao desapontamento do principe, pela
perda de suas esperanras reUtivamejte a restitui
Caode Swornik. a sua Ida a Ser via, e a allianca.
entre os principes daServia e It on mania dirigida
coutra a Turquia, e que pode comprometter a pa/,
do oriente.
A Correspondence diz que e natural qae 0 prin-
cipe Milan, para acalmar os seus vassaHos eom-
movidos e irritados pelas recasas da Porta, lhe*
faca voltar suas vistas para 0 im-.iro, mas qae na
situacao actual da Europa a a-:iam;a servo-roa-
raana nao encerra perigos para a paz.
ORIENT
Nega-se completamente de Berlim, 0 que se tem
dito, do bora acolhimento que poderiara tor a*
tentalivas do governo roumano para concloir di
rectameate tratados de commercio com as di versa-
potencias sem 0 intermedio do estado suterano.
Isto seria nma infraecao as condirSfS aceita-
pelo principe Carlos quando ella em 18-ii tomou
posse do throno da Roumania.
A unica coasa aJra ttida pelas prtencias seria a
participac4o do governo deste estado tributario.
nas negociacoes pendentes em Constantinopla entrf
as potencias e a Sublime Porta para a conclu-i
de tratados de commercio.
Uizem de Bucharest qae depois de viva discos-
sao 0 senado roumano voton por 32 votos coutr 1
9, a convencao relativa a junccao dos caminh-p
de ferro roumanos com as linhas austro-hun-
garas.
A imprensa estrangeira dizia qne a areilac^
desta convencao por parte da Austro llungria:
implicava da sua parte 0 reconbecinvnto do di-
reito revendicado pela Roumania, de contraiar
cora as potencias suzeranas sera iaierveu.ao da.
curte suzerana ; mas nao e assim.
0 firman de investidura do principe Carlos d <
Roumania em 1866, permitte claramente as com-
binacdes de interesse local entre 0 sea govern
e as administrates dos paizes limilropbes, com a
coniicio de qae estas corabinaroes nao tenha:
caracter politico.
Este firman contem, pois, que 0 principe Carlo-
tem 0 direito de assignar as convencdes relativa-
a ligacao do caminho de ferro de Hungria e Rou-
mania.
eucu
0 tribunal de appellacao de Athenas ordenou a
4 de junho 0 sequestro dos objectos antigos desc -
bertos em Troade, pelo Sr. Schliemanu e reclame
do3 pelo museu de Constantinopla. Quando p.
rem as autoridades iara p'.r os sellos tinha desap-
parecido tudo.
A Porta protestou publicamcnte contra a acqui-
sicio destes objectos por cessao, corapra ou dom-
tivo.
D I.V A MA Hi: A
Os jornaes de Hamburgo fallam de uma eriw
ministerial na Dinaraarca.
Uma folha de Copenhague asseg ira mesmo 11a-*
0 ministro da fazenda tinha apresenta lo a saa dV
missao no dia 2 de junho, ,< ,jue os seas collej-'i-
Ihe segaeriam o exemplo.
A festa da constituicao no dia 5 de junho devia
servir de pretexto para uma demonstracao popu-
lar contra 0 ministerio, e ao mesmo tempo d-1
uma manife-iaxao^de sympathia pela pessoa d
rei. C^
\ IIESI'AMIA.
Sobreesfe paiz escreve nosso eorraspooteal -
de Lisboa :
Ogabioeto hespanhol tem procurado, por to-
dos os modos possiveis, combater os boatos qu>-
corriam no paiz, e paizes liraitrophes; acerca 1 -
negociacoes com a Allemanha, para a candidatara
d'um principe estrangeiro. Na minha ultima tra
tei desteassurapto.como.desenvolvimmto,adequa
do aos limites desta secQtO. E' certo, porem, qae.
no gabinete de Madrid, trabalha-se cora afflaco, cm
assumptos monarchicos.
Parece mais que evidente, que a republica nao se
pode alii consolidar, e por tanto nao admira qae
lumens important's trabalhem para um ace
soforeas bases da pr -lamario da monarchic
fixacao de candidate com a exclusao feita pela re-
volucao de setembro, e da manutenclo dos prin
cipios democraticos, da mesma re-olucio. ranee
ser com semelhante programma. que um nevogru
po de monarchicos se apresentarara em face da
urna, apresentanlo era campo, depcis de decretaii
a eleicao.
t Por outro lado os exaltados gritam por todos
os cantos, expondo era altas vozes, que de ml
algum consentirao em imposicdes de certo genero.
nil abaixando submissamente a cabe;a ante a voz
d'um gra-chanccller do imperio. Chegam a diz-T
que sera mais facil a ligacao com os partidanos d
D. Carlos, aloptanJo este principe, como rei mo-
narchic I Vejam que as cscadecencias de ileas, -
corao os acontecimentos dellespanha vio pnfTt-
dindo I
t Os grandes feitos de Bilbao, dt pra^t heroic <
por tantas dilDculdades vencidas, derail origem a
ereajao d'uma medalha |de h jnri d 1 lib' nae>i .11
invicta praca. E' de prata e tera a seguinte in-
crip^ao: t Aos her.icos defeniores di AwM
Bilbao, e ao exercilo libertador 2 de iinio.
a Elfoctivamente os carlistas teem soffrido ira
mensos reveres. Foi mortal 0 golpe qae soffrerara
nas montauhas de Somorrostro em frente de Bil-
bao; teem licado mal succedidos nos accT>e* par-
ciaes que teem em diversos pontos; mas pSe-s-*
em duvida, nos principaes circulos polil cos, do re-
sultado da accao que esta a todos os instantes para
romper. Fallo do combate prepirado nos arredo-
resde Estella. A deraora di combate final, e os '
muitos preparatives que he aoteceJem. dao cau-a
a sinceras des:onfian;as ; coataremos. O cert"
0 que, dizendo se em voz bem alia, que It-
Carlos, vencido nas montauhas dc Sumorro.-tr .
passaria a fronteira, precipitado e corrido da ver-
gonha, e que todos os seus sotdados deporiam as
armas; a guerra civil conlinua ; apezar das en r
me3 contrariedades reajisadas nas tropai do pre-
tendente.
t Agora mesmo se soube quo doze mil carlis-
tas, commandados por D. Alfonso, acoropanhad <
de sua esposa D Branca, foram batidos e disper-
sos em Alcora, fuginde para B.cena, deixindo
muitos morlos e feridos e mais de 800 prisionei-
ros. Horren nesla memoravel balalha 0 fllho do
infante D. Henrique da Bourboo.
a Os pormenores da accao denotara muito valor
de parte a parts.
Espera-so em breve uma outra acjao em O"
tavieja, quartet general dos carlista r
Para esta expelicao vao reunid"" < AragS
hido3 ha pouco de Sr_ -^ j,5O0 homens sa-
60 enc:.rregad ..agoc-a. 0 general Palacios
tilhari* .-* uestas operacoes. Leva muita ar-
-, o mais de 10,000 homens, entre infante
- cavalleiros,
No campo carlista aggrava-sea indisciplim
t-ousta qio dous batalhSes se separarrra do gross.'
oo exercRo^ob 0 grito depar efueros, Ora, e>te gri-
w sjjjaifka, por certo quo a Biscaia qaer a concilia-



l~ti\ *li\ oil! P rj 1874
si: i oaair.r/1 .J o/./a
cao com o governo<*e Madrid, s-jba cjndje|oJte ser
cor.servadae mantida a a>n;tiij^Ai fcaJer* **?#>
vincias dkfifWW quo ti-euva. semediancj da.SaiJs
tao sep*o4*JJ governo da, inejrop.de, one 03 reis
de llespajSa, nio u eram das me;mas provineias,
nias sirayfeiflfime serihorti oa fcowfej.
1 D. OTWeTjbnsiitaia o'consdhe real, 0 qua!
d'am merabco de caila lima da* qaatro provineias;
ser.do. deHos Riv^i, Mefaerna.flei/adores, ZtJiba-
wo e Elio.
0 governai(Bcei fet deficaclas ahsertacoes
a esposn de D.,Qlrlos, dieeado lb: que abando-
ns *se Pan, e todas cidades immeciiatas afronteira
hespanhola. PaMio, pois, para Tolosa, oDde 0
proprio pretenMM a f oi csporar a froaleira com
Ao'is batalhoesr
Como she disse na minlia ullinM, 0 general
Concha fdi para. Cogrono, oode 3e lem reuuido
^ntiitas tropfs e linfamna quaatidade de munfjaes.
Oexercito do^ norte ja se poz todo em uiovimento,
mi.rehando paraSesma por Lodesa. Dalli cami-
nha para EsteHa, onde do certo, ^s carlistas t-jn
ncaiom apresentar a sua grand* resistencia.
t i:onsto-4Mr dig*- Ih'o-ea maior r-eserva,
que ha graves apprehensSes no quarlel general de
D. Carlos, nao so par ignorarem 0 objectivo dos
pianos do marquez del Daero, como em coase
quaoeia dos levantainen'.os referid os.
E' certo que tndo aunnneia, 00100 eroiaeote
0 ataque de Estdla, ft eaereilo I Loral, esu uuii-
lo enihusiasraado.
.( (Concha, ao chegar a Lodosa. pronundo-u 0
seguinte di-scureo em rcsuosia a fo icitacao quo Ihe
riirigio ama commissao que tintia por chefe 0 al-
caide da villa:
Senhores.A Navcrra quer gaerra e le-ia-ha,
uao a guerra a qae esta acoslumada, mas gaerra
quj obrigae liabitwtes de povos como LoJosa a
viverem em paz com a Uespanli:! ou a refugia-
rer.i se n:is moutanSias 0 ireiu reanir se aos sous
ssquazcs e defensores.
A Navarra que aiti rebentir a ultima guerra
civil ostcntava no* seas brazoes recordacoes d
im norredoura gioria, quiz ne>sa oocasiao a1 ruinar
a ileseaoha, e apezar disso nem os diueranles go-
wrnos nem as oortes despojaram este territorio
dos seas foros e franqoias. E' n >tona a ir.grati-
diodos seus habitanles e 0 govern) que hojo n-Wl
jrovurna, dou-me amplos.poderes e facdldaJes il-
limitadas para casligar com man firnjfl os crimes,
exicgoes e demais actosde vaudalisraj quo se es
iii praticaodo 00m dosadouro da houra uacional.
1 lisse cleio cuja missao e pregar .1 pa:, porqoe
afiiin 0 ecsina e < rdena 0 Evangcllio, deve saber,
paia0 diz.er aos sous eredulos euvinies, que 0 pro-
ton iente a coriia que se ehauia Carlos, ain.Ia uao
c leprllo, |iorque n santo padre di-eja a felicidade
da Uespanlu e veoera 0 psadao do Castella.
N"esta pmti diseu discurso genoral di a*sens ovrintes q-iese edbris>em, acim) elles
se recu*as-ein, accrescontou : lt$U* srnh >re<, me-
no': Uuiiiild'Ad.- i'uiij leMick. Q geaorai conli-
uumi :
. He bo}o em dian'.', vos, qua nao quizasus pa-
gar eontribuifjiei de nenhama es'pecie, scntireis o
mat kit" se 0 govcrno vos exigir 0 dubro. .1 triplo,
it quadruplo do qud a outros povos de lLspaaiia
e se obrigar os fussos (ilhos a eutrar no rooruta-
meat para curnprirem com 0 sou dever eonto
bans hespaoboes. Taiabem e [iossivol que as pro-
viucias lieis rejeitom os vo:Si>s |iroductos agrico-
las e iuijstnaes, Icvaado vos a mi-oiia, ouiuj vos
Hie qnizfisies fazcr.
Ja me cmihecois e ja sabeis de sciencia certa
ou porque vu-io tontassem, qual f >i 0 msu .: t
-1iniei;tona p.issada gtt|>rra, e u.i; me J.iltaai eia
.m.'^u ti",iii elementjs jura deixar meaauria de
mi.n oa Xivarra.
Afflanga-vos qu i .1 guerra ser>i bxeve, mas ba
ii. ?er onwdeve. llaveu tfe chorar suas fa-
nettas onse ,-u?nc:as. lecordanjo vos dadeslaal
iai .a quo lia o'ias eniregasles. a lima guorri-
lha earlista dull* s.ir,eutos i;;sos qga tiuiiaai
alraveasado a poale para comprar m pao.
t Leinbrai-vos das iniobas palavras e priepirai*
V ,
.v. pasigoes forliQcadas porCoochasao for-
midaves, apeur do sea granle deienv^vimeato,
: a :u lir a 1. i o< p uitos, balendo com arti-
laeria as posii;oes mlmigas. Eis a principal dis
posiclo das trapas : 0 quarlel general e a divj.
tan Iteamonte, era Lodosa ; 0 tereeiro eorpi sob 0
t>::b.aai:do do general Martinez Camp03, em Ta-
; a bngada da vanguarda, em Levis ; 0 pri-
meiro corpo em Loreua, e 0 geaeral Ectiagae em
Sarrafia e Oteira. As linbas carlistas tern utna
eiieniBo de 7 kilometros prozimamenle. Ou-ar-
lislaa bstab inJeci=os de qual 0 poctode ataque Jo
Coaeba, 0 que Ihes prodnz uoi panico horrlvel.
0 lot : das foreas do exercito do aorte cs!a cal-
onlado em 10,009 nomens, e 80 boccas de fogo.
0 F.i encarregado interinameuie do despacha
do minislerio de altramar 0 Sr. ITtlda, miaistro
dos Dcgocios estraogeiros, em coase juencia da
enfermidade do Sr. Komero Ortiz.
. Foi prorogala, p>r tres mows, a cireula.ao
finatraeira dos bior.os. provinoiaes e saa liqaidacioj
fa? aio-os dep nler do minist rio da I'azeaJa, a-
sim como 0 banco nacional.
A Gactta publiea ama circular, recomraeo-
daoio e >l 1 dos governadores nas noticias fahas
ou observa-.-t'^s ia-iJiosassobre suppostos factos,
corrigmd) oi abusos da imprensa.
a rSrecj tjtie se vai publicar e;n breve 0 or-
cauieni 1 ii 1 estadj.
Asseguram que se vai pagar os coupons venci-
l is, e que os coupons futuros rewberio uai e
m 1 0 por ecato em dinheiro ; 699 niilnoos de
reales, serao &raslgnados no oreamenO da 1873
para semelhante oporacio.
Foram sopprimidoa os delega4os da c iafs-
rei':ia popular, -c derogado 0 decreio de 20 de
fovoreiro nttim*, que os creou.
.1 Biaena de Lodosa a 19 ,;do corrente que a
chuva teai alii sido turrencial puxada coin vento
sol.
Tinham alii ehsgado algumas foreas do exer-
cita aclivo de re^erva qae v5o r-forjar 0 exer-
cito do general Concha. Com estas foreas e com
as 12 mil hoinene, conurao den.ro em pouco eom
."iO mil ii omens para ir a Estella e cootinuar a
guerra v;g'>rosamote.
Em Les:na tem.se verificado experioncias
com pecas do systema Placensia. Os resallalos
tern sido eatisfactorios. N'uma das experien^ias
uma bala-passoa por cima de unia patrullia car-
lisia a cavailo que andava a3:0.0 metro3 de dis-
tancia.
:i tlo dia 22, em Madrid, 0 marechal Serrano,
acompaabade de outro3 mioistros, visitou detida
mimte a exposicao, deeJarando qae trabalhara
piela paz, para que 0 pair se reconstitua livre-
moat'e. -V noite dizia-se qua Zavalla sahiria cm
br:vo para 0 norte.
Os carlistas voltaram no dia 21 a Puebla,
'ontinuando as executes sotre os passageiros.
Nhs hospitaes carlistas de DuraGgo, Galdocan e
Arteaga descnvolveu-se espanlosamcnte a variola,
causando muitas vietimas.
A dopuiaciio foral de Guipuzroa procedeu ao
embargo dos bens dos cabecilhas carlistas da
Sirovincia, com 0 lira de indemnlsar as perdas dos
iberaes, victimas da racacidade defies. E' admi-
ravcl 0 bom expediente do exercito
1 Oi carlistas teem entre Estella c as posi-
cdos anteriores, batalhSes de mi. homens eada
am. Os carlistas do nort* contain co li' ca-
nhoes. ('nncha reunio mil carros- para 0 service
do exercito. Oj jornaes valencianos duvidam
que seja certa a morte do ftllia do infante D
Henri jue de Bourbon.
Os carlistai tantiram sarprmier Sag;nlo.
As sentinellas dispararam, obrigando-o? a|fugir. Os
ca-listas continuam 0 bloqueia de Penascola em
Castellon.
>r Exigiram dos habitantes 0 trimestre? decon-
lribuiQ5es, ameacando os menos proraplos de se
indemnisarem com 0 producto das terras e de talar
as arvores.
u A grande aecao que see>pa*a deveria co-
mecar hoje (3-3), e tem sido adiada por causa
don temporaes, que nao tarn permittido ao quar-
tei general que sahisse mais cedo de Lodosa.
'i Teve Ingar hoje a publicagio na G>c4a de
Madrid, dos decretos encarregatido novatn-mte
Romero Ortiz do minislerio do ultramar, e pro-
rogando ate 0 dia 30 a entrada dos mancebos da
alt ma reserva.
Os fundos iaternos ficavam bonlem cotados
em Madrid a 13,5a e os externos a 17 2o. Os bi-
lheios hypothecarios a 98,00. 0 cambio sobre
Lot.dres a 49,50 e sobre Paris a 8,15.
IhSes nwarns. Elio fs.'ean I) lii'-fl
*'spiii>/ **
ifr sa
lifiava o ^irvii) le awes da HaM-j^
le'souro tnkrcoi 8 dias ao nanpi'iip
*-T*t)U i
1 Soti
one 6 thes
tean; de Rrutellas, ptrt irltimar o*emp
Vega-Ara>ijo.iralrevoiTieme pvawMPP*"
Lirenzna partiri para Rema em }ulho.
Na villa da B Ibao e&tram e 9aham
mente navios de lodas is n*i*jes.
Chegou a Madrid na. dia 18 de junhi o- ..
snl geral di Uruguay, a qaal foi concedid) 0
exequalHi:
t 0 miaistro a* Rissla em Madrid saht
lijeara, ticando o Sr, SMorwitoh narregad d
rlegavao. O rep-esent.uiU da Alfcn|itilia, owSr.
Hattfeld vai tambixa partir, lisanlo 00m a legagaa do il
0 1* secretario. |em
Brasllcirus
IOO .I'M
POnTDGAL.
\chava-se nmito ineMrt>pad'M s*of4tci-' Wm
montss 0 Sr. Pentes Pereira de Mello, pr.-sidente
doconselho de mioistroa, 0 qaal^uir*ari Ueja,.
ao mso de ares.
A opiniao pablica'continuava a occupaf se
ceav as proximas eloi^das da dt^iaiaJos.
N'uma grande reaniao, rosolv u 0 partido
kgitimista nao concorrer as urnas. enviar uma
mensagem de oonfurto ao ppa e oalra ao bispo de
Olinda e a todos os bispos da AUenaaaha e da
Suecia.
Oma commissSo de pessoas aateii prnw-
via uraa subscripyao para a celebragao de exe-
quias solemnes pela alma do eswdlsta-Joaquim'
Antonio da Aguiar.
Has ul'.imas noticias -rcrebidas uKimamettte
de Angola, sonbe-se que, no Alto-Oande, 0 soba.
de Caboge, [>. Barthoomeu Igoaci), preston jura-
meuto de lidelidade e homeoagem ao governo
portuguoz.
Da carta do nosso eorrespondente de- LisbOa,
qae ao depois pablicaremos, extrahimos se-
guinte :
Sogundo urn telegramma de R-wni, no oonsis-
lorio do dia 15 daste mez, sua santidade conflr-
inou a nome caodo Sr. Souz Ennes para obispa-
do de Macao.
t De Coimbraa 21 partieipam 0 seguinte :
a Foi honfc-m convidado 0 partido liberal desta
ci lade para um meeting que hoje se realisou as
11 boras da mnnha, no thealro do D. Luiz, onde
coinpareccu alem de um numeroso e respeitavel
i-o i-urso de nessoas eonliecidas, alguos meaibros
das iiilTorenies parcialidailes 4>uliiieas,para rasulver
sobre assumptos qaa dizem respoiio ao .pant Jo li-
beral I'residio 0 visconde de S. Jaronymo, ser-
vindo de secretaries os Srs. Dr. Garcia e Ctirle
Heal. Toaiaram a pilavra (aliando cia muito
criteria os Srs. Miguel OsoriOytDrs. Feraando d-
Mall0, Pereira Dias, Gircia, Antonio Jardun, Ferr
nandes Vz, Manoel do Arriaga, eommendadw
Olympio 0 Co te l\eal (|uasi lolosjeules da Uni-
venida le.) Depois de alia e acalorada discussao,
Mi approvada 11111.1 proposia do Sr. Miguel O.^orio,
pela i|ual i-eia representalo ao govor .o, por in
lermedio do Sr. governador civil deste dislricti,
principalroenle sobre a reaecao pditiea-religiosa
qua ha maito v os aurihoras meios de txpui-ar d'aqui os d>us
missionaries, qi', h.t tempos fawn a -uas mis-
-oe.s no con euio de Sauti FhtfeKii 0 ineelniij
larou mais de 4 bora-, so n^re na Hiuihir ordom,
ouvindo se quasi oonslanlamente os applau publico aos o'adores.
t CbegaraM a e-te porto os navios : Fbmind'i
de IViiaaibu'M a 13, Litbdt, HHU Fiijn irente e
Victoria, idani a 21, Limiii Palmum o AdclnU'
do Para, e Julio de f'oruainoaco a ii
t Sahiramos navios : Voador do Uondego para
Perjaia'juco a il, e.U nuthtmie (vapor) para 0
Para, Maracnae 0 Csara, a ii.
Achatise a cargo, no Porto : .V0100 /'tquete
para Pern imbneo, Jjinjniin e CkuuUna para
Para, >>. Si.udude pira 0 M .raobio.
_\'o dia i.j e aqui esperalo 0 vapir ingiez
Stmdemi, am viagom direela pira iJeruambuco. ^
ao
a 1
ssao
de
esp
e documentos em que
projaeti
.Aaacs fle
sideraroes c
mfe ti.%i.i
. Coin
t ob^ervci, Sr. prcsidnte, enrtnu da'ptl^ pftiRfrdS^bmArrWlo: f"6*
Li PROVING!
qu
Bndo
fUO Oil! com' 0 qu
MAW
dusao).
le (anal
aria suppor q
scate, nao esu
vtfjHos p
sso. BT assi .
e a respaito da. rnaleria
to estar a bora ftaintc
reaeia vir tatigar a a--
' losAtos
se fundamenta 0 referido
rem,devo rasponflar a*ooa
e 0 nobre deputaao encoton 0
tos a que S. Exc. soccor-
!V*f f oIi* !a %fnfcrt.
Pjr Via de Lisioa rocabeatos as seguinte? :
rsr.vDJS-c.imos.
0 bresidebte da rgpoblica autborisju a pablt-
cacao da utra memona explicando os seus projec
los lin.inceiios.
Ag mm, :n iis qao nunca se pronuncia cti favor da
circ*ufaf da, cuja exffntfjao elle desaja pTompvor, sem 30-
bresallos.
0 presiJen.e mostri qaaes as proviJear.ias que
se dev.m lomar para cbegar a !al resaltado.
Qanndu em 1872 ama coaipanbta amerieana to-
mu de arrendameato a peninsula e bahia da Sa-
mana, em viriude de uma eonvenoao assignada pe-
io goverao doimuicano, esta facto causou uaia
profanda seasajio, puis era onsilerado como 0
primeiro passo para a annexa';ao do vaslo territo-
rio de S. Domingo? a U aao Americana.
Parece porem que a companhu cassiona'ia dei
roa de pagar a randa anaaal de 80D mil francos,
e por consequenciaa conveng.-io acaba de ser an
nullada por um ecreto do presidente da repu-
Idica de S. DomiogOs, qua ass 1 in 0 hz consiar ao
governo iogiaz. A uoticia da rescisao do conirato
foi recebida em lnglaterra com viva satisfacao.
a Diz uma carta de Lumbier qua a brigada Otal lav.
tevo 12 horas de fogo ao eatrar eo. Navarra para Bahia us 1 Ii. c 5 m. ia lardc.
e enc "r'rar-a Eal)'8ae PQr^m fcZ a m"clia Cambio xobre Londreg S 11 > Z
"comhai.'lHa,... "*,',lou graodesperdas. Reunida 3 1 banrario -: ss e 5 1 s imriini-
a diviTaa, em AvI/ fura..' "^'OJadoHres batalhoea lar, Ealroa a cnricia ailem,ii 11-
offlciaes, e toraaram Ihes mumcoes, arm*-. A '
vallos. Nos diversos districtos sanilarios, onie n-
Rio da tarela.(Rerebido aiii as H H.1
e O in. da noise.) Awsiirar mw
enilo quicto. Ycudas ilifllculs. Co-
1 : in s IO wilo*. tesuiidit ftialldade
do 3$00 e a9ttH, (erceira 2S5S3 a
MSif. quai'tn 9A3IS.
Rio t as 19 Ii. la.tnrde. -(Reccbido
Aqui ax 1* Ii. e 1| da mauliti de 1):
-Cimblosoitro liondres %& \\H ban-
rario. 'i~> 1 itarlicular. O Banco
Coniinerrial abrio transarcfte* a
'7i lit para o ptiqnele a wahir no dia
IO. .ll;oilao de Mailtos gein alicra-
rao.
'Rio Gas 18 Ii. e SS in. da tardc.
(K'celido atini as 13 li.eSra. da
manha de ). -O Tele^rapho Ma-
ritinao. de Montevideo li#. que o
miTi ii(ii de Inaportaci&o argentiuo
esta romplotainente paralysado.
Ah quobras se surcedem; tendo 0
Jniz do ronimei'eio ordeaado a pri-
siiio d<- varios comnierriantes. As
provini'ias arsontinas estaa foste-
Jando o triumplio do Avellancda.
i< Cis 3 Ii. da taide. (Rooeb4do
aqui a 1 Ii. e m. da iiianhn A mesa da ramara dos deputados
roi ret'leita boje. >':> sunado tai rc-
go.itado o reqaerimtmt* do senador
Candido Moudes sobre a assoeiO'
fiiii catholiea. Passoa com voto da
jjoTi'rnn o requerimenta da scua-
dor I'iuuc-ira de AIcllo sobre a sus-
penrao de citagriia aos viftarios do
Heri'fo. Call in o projecto de puJili-
rarao das leis do qual era propo.
iii'iKc o deputado afoaquim Jose de
Campos da Costa de Hedeirosc.il-
liuqucrque. Voltou acoinmissuode
lesislarao o projecto creando a pro-
\ incia de S. Francisco. Rstit na tri-
linnao ministro da guerra. discu-
tindo o arc. 1.' do projecto de rocru-
tamento.
RiO ? as 11 h. e l B in. da inanba.
f-Hb republica argentina espera-sc
a iudo o momento os encoqracados
PARtNA'e RIO URUGUAY coustruldog
nos estalelros de Barbentiead (ln-
glaterra.)
Rio 1 dos 3w in. da tarde. Cliegou
o PAXARA' dos portos do norte. i^tt-
tleias de -.Valparaiasodlscm Jqae o
cammerelo lutu alii com grande
crise. tendoj& quebfado varias ca-
was. Ksperam-se mais. O descnt
liargador I^irmuaM*e*eira .vlonteiro
foi nomcada presidentu c| tribunal
da relacilo dacort
Rio 9 as S Ii. e 5 in. da tarde. i'aiii-
blo sobre l.oniireM 95 1 1 bancar'o*
e 25 1/9 particular.- 1
Para 9. Rorracba liiioo o kilo,'
cacAo 330 im. idem, castanhaV3oa
o alqueire. Cambio sobre Londres
23 l/S banenrio 'e *5 l/l particu.
Entre outros argu
reu-se refetio-etn ppmoiro lugar 0 s^umte :
i que 0 projecto que se mscute 6 coaseiuencia
iramedata do pedido da informac5ee qae o hoara-
d .1 deputad 1 pel 1 1 dislricto fez nesta casa acerca
da contra to eelebrado pela prMidmcia da prof in
cia da Parahyba com Marcolmo de Soura Tra-
vassos, para o fun de em depotitu espwaa^teeoiber
nesta cidadc todos os geacroi d'aquella provincia.
Para consegtrir tsucdesidemtum tasta-nre"decla-
rar ao nobre deputado que dosde 18&3 a prciu-
cia de Peruaaibuco solfre graves defraudacoes em
as suas roalas; qua em 1866 0inspector da tbesOu
raria provincial referindo se em seu relatorid a
oreadeoo a da provincia, a este facto por demais
11 np'rtaQte, pedia senas providen:ias, a que em
18i7 a assemblea provincial creou agendas
ii-ca.'.s nas pr-vinous liinitropb.es, como utna
barreira que. julgara poJer oppor a defraudawo
das rendas da provincia, visto qoe provioba qas
agendas do outras provineias neMa estabelecidas
Tive aisento oesta casa em 1870. Em 1872 ao
lor o relatorio Jo-inspector di ihesoorana provin"
cial enc.untrei. no do admiuistrador do consuiado,
annexo aquelle, 0 seguinte trech) rdativo a arre-
cadacno ;
.v propozKodesie genero (algolao) devo repe-
tir auidi. ipi", eontniii* a defraaiapao de reada,
que e justameate nossa n.i apropriacao por outras
provineias Jim'uroplies do proJuctos, qua seado de-
lerritiriooesttk s*o todavia a^ui impbrtadot'sob
clasailicacao de estranbosa elle, e por forma mes-
ino que toca ao escanLilo, como ja 0 tenho lova-
lo ao conlieiiiiiento de V: 5. ;. sendo que ate por
ultimo, porcojs de saoeas Us algodao nesaaa con-
di'.-oos foram manJadas app^ehender,. por forca de
rc^jluciio de V. S. eom inttauraciio de procetso
por inlicios de contiabanio nas chunidas guias,
que foraaraprerentalas a esta. reparticao para o
respectivo -xpediente.> ,
A' vista, Sr. presidente, de semelhante exposi-
cao da qual se deduz ciaramente c mo detenca-
minhadaS'iaai as rend;is da provincia, en nao pu
dadeix r de trnir na assemblea provincial a po
si^ao que-me cumpria.
Deven lo zelar os interesse3 da provincia que tv-
nhoa honra de represcitar, e promover todoo seu
melhoramento, neste caraeter ti um requerimen-
ta, que a casa julgou convenienle approvar, a
ohtivo das repartKdes competentes minuciosas e
imiiortantissi 1 as int.jrmaQoes a este respdlo.
Em coatiauacao a part; cuja leilura acabei de
fazer diz ainda 0 Hasire Sr. administrador do con
sulalo : So com medidis energicis, so com
p -ovidenciaa qua aieancem a fonte dessa imppobi-
dade, poderseha ptir api paradeiro a eaaa cons-
tairte simnlacao de origem, de qae resalta a alia
dida defraudai'io, e deu 0 elfeilo no anno lindo
de 1871 a 1872 de 16),3-J8 saccas exportada",
terem o708l,'pertenenntes-a outras Drovindae,
istoe, man de !i:(da exportafBs, sendo que no
ijMMll de jidbo a outubro ultimos em uma expor-
tacv) de 91.726 saccas, someota 3tt,567 destas fo-
r.iai de prodnccao da provind-*, subindo ja o al-
garisaio de 3t,0o!) as de produce Jo do.onlras.
Neites ttrmos, porlanto, da-se que sobre cdes-
rio de nma pane alias important-* de renda nossa
em proceit') indevidt de outras provineias, que
teem esta praca p)r entreposto. sobre&irregn te
este consuUdode um trabalho crcscido da exp>i-
diento relative a taes prodnctos.
A assemblea provinctil lomando,. cmri devia,
em consid.-racao 0 facto, approvou, co.~aoja disse,
0 rcquorimento que em 1872 tive a honra de apre-
sentar-lhe.
Passarel a ler as informacoes que a rhesouraria
provincial e 0 consutado miuislraram a assemblea.
Pero, pois, loda a attencao dos nobres dewitados
para ss factos qne vlo ser xpostos.
Entre outras considcrafoes qao se referem ao
requerimento que liz, diz 0 admiuistrador do con-
sulado :
1 Tem havido com eiTorto essa dofraudagiio em
propor^ao qae sem davida sa-nao pode calcular,
mas <|tie ha bom funlamoolo para reputa-la im-
portante, e em moviroeuta. ascendente de auao pa-
ra anno, sendo que data 0 la ja de alguns annos.
E' assiia qae a 19 de detembro de 1866, em meu
rdatorio annuo. acensava eu a existencia dos se-
gaintes factos as necessarias providencias : Pe-
io vapor Parahyba, da compauhia pcrnambjicana,
entrado neste porto a 21 de junho, procedente do
de Penedo e iutermedio vieram 22 saccas com al-
godao de .loao Gomes de Ueuezes e 50 da Antonio
Alves da Luz, as qnaes apezar de declaiarein em Pe-
nedo, que 0 altjiddo era producciio desta provincia
e da romarca de Tacaratu, foram obriyados a pi-
gar alii o impost0 para a provimtMt das Alagoas,
coaforme as dedaracoes que rizeram nesta repar-
n'eao. Pla barraca Francelina ptoeadente do por-
to de Qoyar.na, e chegada a 25 de agosto vieram
21 saccas com algodao e 420 couros aalgados e de
ram entradis com guias de pagamemto dos impos-
tos do prut incia da Parahyba, entretaota que estas
mercadorias eram de proauegao desta p-avincia,
como declaroa 0 carregador Virgiiio Horacio de
Pieitas, qne foi ampelhdo a pagar os impost os ao
agente da Parahyba no porto de Goyanna. Iguat
mente em posterior relatorio consignei em data de
21 do novembro de 1868, occurrencias quese pren
dem inteiramente a materia, e sobre as qaaes ti
nba 0 meu antecessor dado conhecimenlo -official
a aut Mridade superior, exprinaiado se entao pelo
modo seguinte : Nao devo |omittir nesta expo
sicao a pratica abusiva, oa defrawlacao de renda
nossa, que por parte dos ogtntes fiscaet de provin
ciai visinhas. se vai iusinnando, ou procure se
plantar em elassi/icaouo aescricionaria e (orcada
de produclos desta provincia, como de outras por
elles rrpresentadas. Ha pouco chegou-me ao, ce
nbecimento qua 0 agente fiscal da Parahyba, na
eidade de Goyanna, ahi proaedt de modo que forca
a dar se como de procedeueia sua generos que sao
de producgao desta provincia, sends que so na ul-
tima quinzena de setembro passado cerca de 700
saccas do algodao de plantacao dos districtos de
Nossa Senhora do 0\ Tamhor, Mocos, Timbaiiba,
Cruanyy, SalgadJ, Espinho Preto, Tiuma e Cana-
/!.(((/!, que pertencera a esta proainci 1 foram por
aqutlle agente attribuiram a ua e assim sequestra
dos aos direitos desta provincia.
0 Sn. Felippe de Figueiroa :Como islo e edi-
fieanie ,.
0 Sr. 1. Mello Rego :De quo anno e este
facto ?
0 Sa. Toleistino as, Carvalho : De 1868. Ja
v o nobre deputado qoe estou provando que nao
data de agora 0 fundamento dp pr.jecto que tive
a honra de submetter.a considerai,'ao da casa.
0 Sr. J. Mkllo Rego:rfeiu eu* quero dizer
isso.
0 Sn. Tolbntixo Dl Carvalho :0 nobre depu-
tado nao quer dizer isso agora; mis ji 0 disse, ja
fez essa como que insintiacao, quaodo pela prim'ei-
ra vez teve de oceupar-ss da queslio.
0 Sr. J. Mello Rboo :Eu explwnei-me.
0 Sa. Tolenti.no de Garvawio :CoQtinnandoa
Idr. U'-:to tem resultado e resalta a mo percep
ciio do3 respectivos impostos por esta provincia,
ao passo que os rat* auferindo outras sem titnlo
algum, que a isto Ihes de direito, a nao sor a pres
too exercida menos' devida, seuao i:ruiinusmkntb
pel's seus agentes, cuja exhorbil-aneia de aitri
buig do importa que seja reprimida. Este lacto,
polos sous uffeitos de(rimento?os da fazenda prn-
vincial nio e de pequend alcance, e ja em data de
3 0.0 putubro proximo passado, levando-o ao co-
u.becimen^ de V. S. solichei providencias", que
premCDido a su'3 reproduccao acautellasse os
interesses da fazerda.
E parece tao encarnaao w36 habito de desvio
de renda nossa por meios /Vaa^'''en'0,> Q0* ainda
fericlos do norte, existent 3.000 cam 1$.
a'.h carlistas daManchaconcentram seem Jlaes-
razgo. Os byseainhos dirigem se para Estella.
Cominaavara ?s deserpOes nos quadras dos bata-
Paris 9.UorrenG onlard.
ka.
*.vre ?.-Venderana-se l.OOO far-
Cafe do Rio 10a
dosde .^"Wdao.
francos.
i.ondres *.-C->noldados 0 /.
Indians dessas informacoes aV'jdieinblea provinciaJ
*:ro.u em 1858 ageucias li.-ea-a nqs proyincjas Ii-
jjfO|ins. Had.1 iiara a saa oxe#i';a 1 0 re^ula-
nto d 31 demargo do ahna jeguinie," provin-
ia das Alagoas represent 'U'tbntra elle por hiter*
medio do seu presidente, de modo a impedir o es-
tabdecimepto das nossas agendas.
o-foram, (poriaawn'aiaeHe tempo esiabeleo:-
i_ndas ; teado se este a nao consegaido
S.jExc. S Sr. presidente da provincia,
de resoltcap d'esta assamWca, toraada
r proposta assignada por mim e por
bres deputados do 3. dutrfto, que de
oatade .acoapaabou-me n'esso empe-
67 entenJbram 0 inspector da thesoura-
ria provineial e as demais autoridades liseaes que
a prai*nda do Pernambaco teodw por m*ra tole-
rancia em seu territono agendas flscaes de outras
provineias, nao poderta deixar de oppor uma bar f
roira, de estabolecer am paradeiro a defrauda^ao
de suas rendas, senao constituindo nas mesraas
provinaias aganoiaa suas.
Foi 0 que acontacea.
Cr^alai, ooaio foratnquelle anno as agencias
nas provineias limilmphes nenhum proveito nos
trauxa; e as que aiada hoje exislem por nova
creaijan, nenhum resultado beneGco tem dado, e
alpumas dellas ja tem sido supprimidas por ina-
leis.
Para pn>va doqae aeako de dizer tenho em
majs 0 luminoso relatorio do actual inspector da
tnesonraria provinc al, cuja parte especial e atti-
nealo ao objecto do projecto foi ha-pouco lida pe-
lo nobre deputado pelo 1." Ii tricto.
N*esta manifestacao de documentos eopiniSesdo
divcrsas autoridades, eu linha de fazer a leilura da
opiniao d'aquelle distincto empregado, que a par
da I on;.'a pratica e experiencia dos nossos nego-
cios iinanccirosvuiostra incontestavd zelo pdo pu-
blico service ; maa-dispenso de faze do porque a
assemblea ja esta delta perfeitamente inteirada.
Disse, Sr. presidente, 0 nobre deputado, conti-
nuando na impngoacao que julgou a^enado fazer
ao projecto, que a assemb ea provincial de Per-
nambuco, nio podia prohibir 0 estabelecimento
de agendas fiseaes de outras provineias no lerri-
torio desta.
As agencias, Sr. presidente, em Pernambuco e
naturaimenie 0 mesmo aconteee nas ontras pro-
vineias, so sao estabelecidas quaodo 0 presidente
reconhece 0 agente no ueado pelo 1 presidente da
proviucia que creon, ou quer crear a agenda. E'
assim qae acaho de ler no expediente do governo
da provincia 0 seguinte ofQcio dirigi lo ao presi-
dente da de Alagoas: (le)
1 Palacio da prcsidencia de Pernambuco em 22
de Janeiro de 187i. Nesta data ofliciei a theson-
raria provincial no senlido de ser RKCoxnectoo na
qualidade de agente procurador d'essa provincia
nesta capital, o temnte-coronel Jose Vicente Per-
nandes da Silva G lines, segundo solicit ou V. Exc
em ofricio de SJ do corrente, a que rejpondo.
E-n senlido contrario exisle em uutro otlicio do
presidente desta provincia ao da juclla.
Vejamo lo:
Palacio da presidenda da Pernambuco, 15 do
lezembro do 1873. Tendo V. Exc. em offldo de
13 do mez ultimo solh:;tado desta presiienda
AUToniSApio para crear na estacEo de Una inn
agen-it destinada, por parte da thesour.iria dessa
provincia, a fisoalisar e acao/xslar 09 interesses da
mesma, man dei que a thesoararia desta inform is
se sobre a conveniencia, ou nao, de tal crea^io,
como V. Exc. vera dos pareceres que juntos rdaiet-
to por.copia. *
Segundo 0 ju'ZO do inspector e do procurador
fiscal a creacao de semelhante agenda wio pode
produzir a harmonia mlispensavel a estas duas
provineias n 1 arrecadac-ao dos direitos sobre a
ex|Ktitacao dos generos desde que a estacao de
Um, de um poato de trajecio, tornar-se um poato
do exportagao. 0 que V. Exc. preteude, a vista
do que Ihe represeniou 0 in pectos da thesuuraria
dessa provincia, a-.ao'.-lar. ja o.-ia garaatido at-
tendendo.a vigilancia qae 0 consulado p-uvincial
cxerce acerca da procedeacia lo algodao, com
participagao e cmhecimento dos interessados,
alem de que sao uma girantia de liscalisagao as
guias que acompaubam os xener. s que pro:cdem
des-a provmci,a. SenJo, p 'is, demccessario essa
agenda em 1'na. a saa creacao demandana, por
parte desta provincia a creacao de outra no mes-
mo lugar, no senlido de evitar abuses que.se po-
ieriam dar, como inf'lizmente se tem dado com-
rtlai;io a agenda da Parahyba nesta eidade.
Porlanto, pelas razoes que ahi ficam expostas e
por ontras que encontrar3 nos referidos parece-
res, V. Exc comprehende q .e nao e possivel a
esta presidenda prestar 0 co.NSic.NTfMETro que V.
Exc. soliuta no offlcio a querespondo.
Si, pois, 0 presidente da provincia e compa
'.ente p ra dar conssnso a provincia limitrophe
alim da nesta estabelecer 0 seu agente fiscal, 0
presidente da provincia pode tambem denegar
esao consenso, como a casa acabou de ver per
feilamente provado ; e si o presidente da provin-
cia pode sem autorisacao previa, isto e, se 11 uma
lei qae' I lie do 0 necessario poder, recoubeoer ou
deixar de reconheccr 0 agente e porlanto nao
coosentir om que a agenda se estabeleca, nio sa
pode negar que a\ assemblea provincial, poder
competente para deliberar sobre os negocios da
provincia, pode, p ir isso que tem essa competen-
cia, admittir ou nao admiltir as agencias liseaes
de outras provineias.
Vozes : -Sem duvida.
0 Sr. Tole.nti.no de Carvalho : Em rejposta,
portanto, a essa parte do discurso do nobre de-
putado, pareee qua nao tenho necessidado de ad-
duzir mais argumentacaj alguma.
0 Sa. Nascimento Portella : Sem duvida ;
a compelencia >; manifesta.
0 Sa. Tolbmtiso ds Carvalho : A provincia
da Parahyba, curapre entretanto dize-lo, ii a pro-
pria que reconhece que, si 0 presidente de Per-
nambuco entender que a agenda fiscal dessa
provlnda nio deve conlinuar na eidade do Re-
cife essa agenda desaoparecera.
Um Sr. Deputado :Esta e a opiniao da Para-
hyba na sua imprensa.
0 Sa. Toltcntino de Carvalho : E' a propria
provincia da Parahyba que reconhece, que si 0
presidente de Pernambuco piohibir 0 estabeleei-
mesto das agendas e armazem especial de de-
posito, desse armazem privilegiado que offende,
alem de outras leis, a lei provincial n. s.2 de
i860 ftltes nao poderao mais continuar.
0 Sb. Felippe de Figueiroa :Istoe clarissimol
0 Sr. Tole.ntinlo de Carvalho :E' com elTeito
clarissimo ; mas bem comprehende o honrado de-
putado a posicao em.que me acbo de precisar a
jastifieacio -do projecto empugnado pelo nobre
deputado pdo 4 dislricto ; e impugnado de modo
que pareee querer convencer a- casa de quo as
agencias fiseaes de outras provineias nesta esta-
belecidas 0 sao por autorisajao do governo geral.
Nao I... nada tem 0 governo geral que ver em
semelbantes negocios provinciaes !... Essas agen-
cias sio estatuidas por consenso unico-dos pre-
sidentes respectivos; e isto decorre de nio pode-
rem as assuihbleas provinciaes legislar para fora
do terrilorio das proyincias. 0 governo geral
nada tem com a arrecalacao e fiscalisacao das
rendas provinciaes. Ahi esta a lei das relormas
eonstitucionaes, como unica resposta a opiniao
do nobra deputado.."
Disse mais 0 nobre deputado qua os presiden-
ts de provindt podem entrar era aecordo para
promoverem 0 mclhor meio pratico da arreeada-
cao das rendas das mesmas provineias.
Contra essa opiniao do hobre depaiado esta a
opiniao do Visconde de Uruguay, autoridado muilo
cohipenlente na materia.
Diz elle, entre a9 judiciosas observ.coes quo
fa* sobre a quesiao, que se nao pode dar accar-
do entre os niesidentes de provincia a respeito
da arrecadarao e fiscalisacao das rendas provin-
ciaes, e accrercenta mais 0 seguinte : (16) o As
as;embl6as provinciaes tem por isso, isto e", pelo
direito de impure pelo $ 7* do art. 10 do aeto
addicional o direito de crear agentes seus para ar-
recadarem e fiscalisaram suas rendas e de esta-
belecerem 0 modo e meios de verificar essa ar-
rexjadacao e fiscalisacao tomtanto que 0 faca por
maneira que nao offenda d constituicao, os Strata-
dOS R OS DIREITOS DE OUTRAS PROVI.NClAS.
Qne as agencias fiseaes das provineias limitro-
phe offendera aos dirdtos da provincia de Per-
nambuco, pareee me que nao havera quem op-
ponlia seria contestacao.
Entres outras factos, Sr. presidente, vem a
poato dar conhecimenlo a casa de uma peca
official, que repato .originalissima, de am offlcio
da pre.ddencia da Parahyba de 18 de setembro
tra<;ao de proceder pelo modo expr-i?so no sea
offlcio a thesouraria provincial, era conseq^encia
das infraccSes aecintoeas, que sao consigjiadas P"
mesmo offlcio, sendo que aqnella reparticao em o-
lucao a consulta resolveu pela porlaria de 21 de
outubro de 1871 qae fossera apprebendidas defi-
nilieamente as saccas de algodao erabaracadas
conw contraband^ e se pocedessenos termos'ulle-
riorcs, *.Udq coDforme 0 parecer do Dr. procurador,
'nuia rir,ne.-.d:H \,t U auiori 1
"-'-.'l train f.ilm.;a;6es"..
a li de setembro do annb liado teve adminis- jde- 1869 com 0 quai se prova que essa provincia,
jnlgandose com 0 direijo de estabeiecer agencias
nas provineias limitrophes, julgase tambera com
o direito de exigir que 0 consulado provincial de
Pernambaco cumpra* as suas orden, esteja su-
tejfo ao presidente da mesma rrovioeia- Isto pa-
ae#r? pstranho a S. Exc. e a casa, mai? e um
f 0 adm'-'s,ri('or do C0l,saIaua< Por ordem aii
Han An < ealgaaeias oquo-e^te c
dq altend..^is di!clarjc^j,i otfl:ntis diagenl'!
lire qual.jaer defejlj nas gaias qua acompa.nba,
rem os g-inerosi e na falta desta acceite qaaesquer
documentos com q *e possa comprovar a proceden"
cia dos mesraos generos ; J.1 que seja aceita como
legal uma JeclaracaD ..de Antonio Jo.-e Sarmonto
Benevidea, aubdaiegadt) daidade de Sooza, data-
da de 8 de ag isto deste auao, de que foi port a lo r
Laurentino B.ptisla Vidra, servndo a mesma de
claracfo de guia pda razao de que nao havia na-
quelle lugar agenda fiscal. Aimis estas exigen-
cias vlo de encaaato 4 lei provincial n. 70'i de 5
de junho de is66, que manda que as entradas se-
j. in feitas em vistas dis guias s manifestos. Nao
pole este consulado dispemar na lei, como exige
a presideaaa da Parahyba, e tendo em outras oe-
casi5es sido aventadas quettUes semethantes bai-
xoa a presidenda ordens recommendando a fiel
execuclo dessa lei, as quaes teem silo fielmente
observadas, nrfo nartccmli razoavel que agora se
abram exceprdes funestas, que tendem a neutrali-
ses toda a for-}, e nao somente isto rmr se hao
de originar dilflculdades de lo.lo 0 genera na ar-
recadacao dos impostos, porque a fraude e a astu-
cia dos contribuintes tomarao grande desenvolvi-
mento desde qne 0 agente fiscal for a.imittido a
provar com qu^.esquer documentos a procedencia
dos generos que devem ser exportados.
Eraquanto 0 poder legislatiyo nao revogar a
citada lei, pareee qne deve ella ser observada ple-
naniente e por isso os delTeitosaao podem ser sup-
pridos poriue iavolvem nullidade inlrinseca, e sao
as guias deffeitaosas e como nao axisteutes. A
theoriii eo at raria subversivsa dos priadpios geraes
da r.rrecadajio, onde nao se pude invocar os fa
vores dacquidade, quando esta por ventura possa
ser iaocada, porque a arrecadaeao e de direito
strieto, c -ii 0 legislador podera dispensar na lei.
\ segunda cxigencia 1} subordinada as consi-
deracdis ja feitas, nao tendo este consulado a me
nor culpa pela falta de agenda fiscal em Souza ;
e '.'. falta ainda quando traga a perda de imposto
e a oonsequencia | ropria da mesma falta, que nao
cumpre ao consulado attender, e esta perda do
imposto e reparada pelo luero queteria a mes-na
Parahyba de algodo's, que imporlados em il i-
manpuape, dos sertoes desta provincia sio alii
classilicadoi como da Parahyba, laalo mais a ad
mittir-se 0 procedente daexigenda nio sera pos-
sivel executarse a lei citada, e olflcio da presiden-
cy desta provincia .le i'', de dezemhro de 18G7,
que irlo sendo neutralisados suc^essivamente, e
frustradas todas as stns di-posicoe* no damno e
prejuizo das rendas desta provincia especialmente
pela faciltdade fllha de possibilidade de fabricarcm
os conductores guias ap-Khriphas, desde qne forcm
el las admittidas tao Itberalmente. "
Ja v6 V. Exe., ja ve a caa que 0 presidente da
Parahyba desconhecendo quo aqui nenhum gene-
ro de outra provincia poderer exportado sem oue
se hija provado peranie 0 consulado provincial a
sua procedencia por meio de ^tiid ot manifesto,
porque assim deienmna 0 art. da lei n. 70'i Je
.0 de junho de 1866, ordeaara que oadminislrador
do consulado accitasse com 0 guia ou manifesto urn
docamsnlo qualquer; que aceitasse aeclaracio
verbal de qaal juer individuo quo se Ihe a^resen-
tasse para provar que 0 genero era perlencenle a
Parahyba.
B*este um facto qne eu uao tenho nome para
qualificar. Que 0 presidente da Parahyba, de ac-
cordo cornea teidi assemblea respectiva emctdesse
privilrgh creanlo deposing espeeiaes para reco
Ihimento de generos, eorno concedeu, ainda pode
abnillir-se ; mas qae 0 presidente di Parahyba
jalgae se com 0 direito de exigir do consul P niambuco 0 cuuiprimenlo de suas ordeas, ain-
da mais Contra expressa determina^io de lei desta
provincia.....
0 Sn. SiANorr, do Rego : -Em prcjuizo das suas
rendas.
0 Sir.ToL-wriNO os Larval.10: .....cm pre-
juizp das propriss rendas e contra as suas attri-
butes, e um facto, que como ja dwse nao tea bo
noaie para qualiti?ar; e se foreado fosse a fazel-o
nio poderia deixar de cbamal-o Glbo legiliino da
inepcia.
0 Sr. Fklippe de Fkoueiroa: E fatal muilo fa-
vor liiuitando-se a isio.
0 Sa. Tolenti.no dz Carvalho: Xio fica ainia"
ahi, Sr. pre.ideute a serie de factos, com os quaes
procurarei bem fundatneatar 0 projecto, cuja dis-
cussao oc:upa a attencao da casa.
Como V. Exc. sabe os geuaros exportados da
Parahyba sao acompaohados de uma guia pas
sada por um agente residente nessa provincia e
entretjue ao agente aqui estabelecido. Este agen-
te lem olin^.i/.io restruU do pui-ar recibo da en-
trega di ginero, e este recilw deve ser entregue
ao agente ua Parahyba wmo prova documental
de que os generds tiverara 0 destino convenienle
e pagaram os direitos respectivos. A guia que 0
agente fiscal aqui recebe e Je que passa um re-
cibo e apresenlada ao consnlado desti provincia
para cm virtude do refeeido art. J." da lei n. 605
de 1866, verificar aquella reparticao si os generos
pertencem ou uao a proviucia, alim de arrecadar
os direitos provinciaes.
Por esta determinai^io da id'aconleceu 0 se-
suinte : foram apprehendidas no consulado varias
saccas do algodao, crdo qae en nuaiero do 7'i e
aoprehendidas pelas seguintes razoer expendidas
no offlcio, que ao inspector da thesouraria pro-
vincial dirigio 0 administrador do consulado.
Vejamosesse offlcio. (6^):
t Lcvo ao conhecimeato de V. S. que sendoj
hontem traddas a esta reparticao, pira 0 compe-
tente processo de fiscalisacao e expediente que Ihe
incurabe, os fragmenlos de pipel ou copia de re-
gulainento que juuto 0 que se daca a denommacao
de guias de procedeacia e direeeao de 7i saccas
de algodao, entendi raandar sobr'estar no raspee-
tivo euibarago, e fazer affecta a V. S. a occurren-
cia para mellior e mais acertadjmente decidida.
Ja nao 6 a primdra vez que esta adnanistra^ao
fas sentir a defraudacuo porque todos os annos
passa as tendas desla provincia com a simulacuo
de generos de sua produccno com de outras limi-
trophes ; ja nio e a primeira vez. repito, qne hei
di'o espeeuiar-se cm eseala c:nsideravel com essa
substituiqao de origem; e agora mais uma vez
vem dar razao as miohas assercoss sobre tao po-
derosa materia, 0 facto que faz objecto da presen
te coiiimunieaoao. Alem da inemgruencia dos taes
papeis em relates olfldaes, na forma em quese
achara, alem de ser original que ama guia se pas
se no verso de folhas tkadas- d-t um impresso, a
para notar que em negecio de tamanha valia se
tie tudo a esses papets assim informes, c de pro
cedencias onde se nie sabe se ha agencias, e
quaes sejam os agentes fiseaes e menos aiada se
estes podem delegar suas aitribuicoes a outrem ;
e no caso qua so agila, se pude Francisco do
Nascimeato Lima assignar guias pelo agente da
Parahyba Aguardando a soiucao de V. S. qaan-
10 a dever ou uao esta reparticao dar desembara-
co as referidas saccas dc algodao apreseutadas
como produccio da Parahyba, isto e, qum'o a
sujeita-las a respectiva imposicao, como desta pro-
vincia, ou della desonera-las watt daquella, devo
lembrar a conveniencia de abi citar-se a provi-
dencia de dar se ao menos conhecimento a esta
reparticao das localidades, em que ha daquellis
agen:ias, beat como dos iodividaos que as exer-
cera, porque de ontra sorte e perpatuar-se 0 es-
tado que accusa-se na produccao dos effeitos
apontados, vislo como quem quer que seja poder-
se-ha erigir cm agente e crear districtos, sem
qae esta reparticao possa chegar a exactldao do
faoto. a que tem no entretanto de subscrever^ far-
nanao-se assm chxncbllabia de um crime, conio
jd 0 e em grande parte dt inimoralidade na subs-
lituicdp de origemda produeeao.*
A guia,'.como V. Exc. sab,, deve ser feita em
panel impresso, rubricado pela competente autori-
dade fiscal e extrahid* de um livro de talio. Ej-
tranhon muito bem 0 administrador do coasuladoj
que 0 agente fiscal da Parav.yba apresentasse ua'
fragraento de papel, que tinha
um regulamento. como guia de genero? pertehcen
tes a sua provincia. Foram por consequencia
apprehendidas essas seteota e quatro saccas de al-
godao, visto como se oppunha ao reconhncimento
desta celebre guia ogartigo 3 da citada lei de
de 1866.
A thesouraria provincial rieddio que 0 consula-
a respeito do facto que acabo de referir procedes-
se ce conformidade com 0 seu regulamento co do
se ve lo segninta docamento i
" 0 inspsctor da thesouraria provincial com-
raunica ao Sr. administrador do consulado, qae a
junta da mesma thesouraria, resolved, conforman-
mando-se com 0 parecer do procurador fical por
copia incluso, que se procedente de conformidade
com 0 regulamento de sua repanicio sobre a im-
portagao de qas trata 0 seu "i.ffldo de ii de se-
tembro ultimo, das setenta e quairo saccas de al-
godao vindas da Parahyba com guias passadas tr-
regularmente em capas'de impressos e assignadas
por pessoa ineompetente, por nSo ser agente do lu-
gar da procedeneia das ditas satca. etc. Thesou-
raria provincial; de Pernambucc, ii de- oatubro
de 1871.
CM dii"Mas par as4Paa9o, snh-tiiaindo-se 0
.iie^gen o ; nts guias
ajj>3 Ku i:;ieleale eacn-
O Sr. M.%.*iMK.trt Htfttr Emendando-e.
(j Sa. Vjuzrw^xCfcwvawat...como a^uo-
tece especialmente com 0* agentes fiseaes da pro-
rincia da Parahyba; naturalmente pelo iatere qae toem do- aa?menlar"SjJBjjebntagein que Ihes
cab.' da arrecadagio ; e pafjaaso, dao muitas ve-
zes como pertencentes a P
a. generos de Per-
presidealo'desV.' BBl?i!!a t9ve de informar acer-| g-5r!? s9n!ente' Sr- presidente, da-sa fl!ifi nambuco, os quaos, por nacoisidade de melliorar
e encurlar caminhos, teem da ser tran-poru J s
pelo territorio d iquella provincia.
Tenlioem mios uma guia falsiiicada nestascondi-
joes e deixal-a-hd sobre a mesa para que s
nobres deputados a examinera. A guia referc-
se a duas saccas de algodao peneocentes a
provincia de Peroambaco; e entretmto refere-
se igualmente a seis saccas de algodao pertencen-
tes a provincia da Parahiba do Norte. Estao vi-
sivelinente emeadados 0 algrismo.-2 para 6 -e 0
nome da provincia por lettra, que se reconhece
ser a mesnu- da assignalura do agente flacd, nu-
landose ainda que antes do algarismo0esta
a palavra-seis -escripta por lettra e tinta diver-
sas.
Ora, ji ve V. Exc. que, mutio bem enieadea 0
julgador do processo crime, que nesta eidade foi
instaurado por ordem da presidenda da provincia,
ser 0 falsificador um agente fiscal da Paratnba,
para, sem duvida assim augmeutar o rendimento
da sua porcentagem. sendo que tambem se deve
reconheciT qae am octro falsificador hoavera.
porque a emenda do al.iarismo esta feita por letra
e tinta diversas daquetlas qne observa-se na pala-
vraseis.
Um Sr. Deputado '. E crusem se oa brao* 30-
te^istn !...
0 Sn. Toi.K.vri.NO dk Carvalho:-Sr. presiden-
te, uma guia nesias conduces nao podia ser aceita
por nm agente fiscal, que tem a rigoroaa obria-
fio de cumprir es;rapul .samente os seas devfres,
especialmente como empregado qae e da f*zea la.
Por e..n-e 1'iencia. apresenlada come foi, 0 qae
cumpria ao agente fiscal da Parahyba oesta eida-
de ? Apprehemler os generos e a pula e procu-
rar por inlenn^dio do thasouro provindal da Para-
hyba conbecer da verdado do facto.
Mas, Sr. presidente, obrigado a passar recibo das
gaias quo Ihe sao apresentaJas, passoir-o des'.a;
declaraado haver recebido seis saccas de algoda 1.
e 0 c miralaote ou depositario especial, que por
privllegio hoje recebe os produclos da Parahyba
para recolher eiu arraazens proprios,- e que letn
tambem a mesma obrigac4o, igualmente passou re-
cibo das mesmas seissacdas de algodao I...
0 que acabo de allegar e dito pdos propri
agente e contractaute, nos depoimeotos que pre*
UAajn peranie 0 juizo criminal.
Julgo dispensavel a leitura do ds.ioimento I
amhis. por que estm certo ae ninguem se innara
de duvida ; deixard, pore.n, se a casa entmder
necessario, n processo sobre a mesa pira ser x*">
inioado, quer com reUeia aos jeferidos docuraea-
tos, quer com relacao a guia falsiiicada.
0 S. J. Mkllo Raca : -Xao e predso, c hasUa-
te tor referido o facto.
0 Sr. To.ne.nti.no db Casvalho :Sr. presiden-
te, coueeei en hira adiaulada ; siato-ino faitgado
e estou certo do que 0 projecto nao sera voUd > h -
je. Qaanjo p.ir ventura o .-e',a ainda havera a t*
discussao, c se continuar, como penso e espero, a
Impngiaeaadaalgoaa dos outros pantos do projec tr,
em que deixei de locar, ou por lorcm-m' escapad .
a mem iria, ou por forca da agglomera^ao de fa'
tos qoe tenho apresenlada ao coaaedmento da r,.
sa...
0 Sn. X\^ r.i ntoJPortelh : -Tom fallaio m=i-
to bem.
0 i^a. TocExrrto nE Carvalh i :..Yuitar -
cito a tribuna, cmvietod* poier coacorrer piri.
que este anno a assemblea tome a emrgica arav:-
dencia de acabar por nma vez com essas fonte* ae
improbidnt; com a defraadacao das raaaaa la
provincia. (Muilo bem I moito liem-)
A discussao fica adia a pr.la bora.
OSr. pre-ideote designaa ordem do dia e ieaaa-
a a sessao.
REVISTA DIARIA.
Aiitnviilatles piIiclat*. P.ir porlanas
da prtsideucia da provmeia. de 4 do corrente. fo-
rain nomeados: Jose Francisco Accioli Lias, sub-
delegado do 2' dislricto do tcrmo de Sariahiem .
Luiz da Veiga Pessoa, 1* suppleate do subdelegado
do I* districto ; e Silvano Moreira &vakaote,_*
supplnte do subd-legado do 3' districto, -
Manoel de Barros e Silva, subdelegado do 2* di--
Iricto do term) de Game'leira ; Isbello Carb^sada
Siha, e Dorothea Rodrigues da jSilva 1* e 3" sup-
pi entes do mesmo subdelegadii.
lUMliinto Archeologico e tiengra-
itiilco. \manha deve reuair-se esta assodacao,
em sessao ordiuaria.
Iniiuerile pulieial.Ao Dr. jarx de li-
reito do o' distrieto criminal foi remetlido, pdo
subdelegado da Varzea, no dia 6 do cirrente, 0
iaqoerito polcial a que procedeu esu aanniade
contia Manod Gomes de Menlonea, por crime do
torlo de cavailo.
Captura. Ni dia 22 de junho nltimo f i
capturado, ua villa de Baique, 0 crirainoso de mor-
te no tcrmo de Bom Conselho, ioao Felippe de
Souza.
Dinheiro.0 vapor Ipojuca trouxe para
Gomes dp Mattos & C. i:6993obv
Henrique Saraiva de Mello 2:000* Bel'rao. Oliveira & C. !:29i4"fH)
Fernando C. di Silva IiO'SUiK'O
Fernandes & Irmao 937*000
Goncalves Irmao 4 C. 9J0*Ht0
Fraga & Rocha 831*00(1
Severino V Irmao "olfiiVO
Braga.'Gomes & C. 536400O
Tasso Irmao 390*"":
Juli) Cesar Paes Barreto 230*0H)
Jose da Conceicao de Oliveira Figuei-
rcdo 100*00
0 vapor Pirapama levou de nossa pra^a
para :
Parahyba 3:733*7tK-
Ceara 1:379*800
Granja M6|t70
AHtsuciaciio Comiucrrial Aaiirola.
Amanba, ia 9 horas do dia, deve haver sessao da
assemblea geral dos membros desta assodaeaao.
alim de ser lido 0 relatorio annuo, e proceder vj
a elaajaa da nova directoria.
ArrniuatacAcH pro\iMclaew. Peran-
ie a juDia da thesouraria provincial vio a praca,
no dia 16 do corrente: os reparos urgent, s do
empedramento da estrada da Victoria.; e as ferra-
gens velhas da antiga illuminagio da eidade de
Olinda.
I'nsadoria cle faenla.NesU sH.;i
pagam-se hoje as seguintes folhas :
Arsenal de guerra e pensionistas.
vapor Ipojuca. Chegon hontem dos por-
tos do norte do imperio, nada adlanlando as noti-
cias qne recebemos pelo Bahia.
Fctilividaile relifriosaw Amanba, ee-
lebra se, na igreja dos missionaries capuchinho*,
a festa de Santa Veronica Juliana, havendo missa
solerane, pela tnanhi, com c mimunhao geral, e a
tarde predlca rdigiosa e benctb do Santissimo
Sacramento.
Via fa-rrea io H' -o. Hontem, entrou no exercido de engenbei-
ro fiscal desta estrada de ferro, para qoe fora
nomeado por portaria do minislerio da agrieulta-
ra, de 20 do passado, 0 Sr. Dr. Manoel de Barros
Barrelto.
in-iiiiiio .(riulemh'o.- Recfbetaos da
Bahia, on. 3 do jornal assim denomioado, orgao
da seciedade desse nome.
Consnlado pravlacial. De eoniormi-
dade com 0 art. 3-J da lei "n. I.iil, pelo Sr. insp- ,--
servido de capa tie tor do thesouro provincial, foi designado o cinii-
nno do consulado provincial Antonio Carlos de
Lemos Doarte, para proceder a verificacio e re-
novacio da nameracao de todos os vetiieulos de
conduccio de carga e pessoas, ua eidade do Recife
e sens arrabaldes.
1-0 lor la do Rio de Janeiro. Segun lo
telegramma da cdrte, deve hoje ser alii extrahida
a 516- lotcria.
Para o sal do laaperlo. Cora seis
recebidos em qosso porto, levou o Rio Grande. 36
passaxeiros.
Vapor ninho. Ate 0 dia 13 do correat".
deve tocar em nosso porto, em viagem para a
Europa, 0 vapor ingles Minho.
Camnia. A assodacao Commercial Beae-
ficente, recebeu hontem 0 segarate telegramma :
a Rio de Janeiro, i de julho.- Cambio sobre
Londres, hancarlo, 25.",, particular 25 H- *
Provincia da llahia.Chegou hontem
pela raanhi dessa procedencia 0 vapor ingiez !/-
raldi, trazeodo jornaes do dia 5 do correate, ncs
quaes apenas encontramos 0 seguiate risnmo da
hsta dos premios maiores da 1* loteria, conceJida
a beneficio da capeiia de Nossa Senhora d'Aju 1">
da Cachoeira, extrahida na vespera.
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C3,-
, 2876_'ft8Vl738, 30!!, 2813,
lanL-,20*: a c .! onj-
IS; 1213, lift', 2170,196,1712,
. Jfi?, 306IJ, 2056, 1851/2252,
59: e 1559 -103 a cida nm.
provlrteafla. Moradores *i
/eSns das Orioulas, na fregnezia de
a. tew aueixam da mao procedi
JirtlmKdfr/erllsalsm, que ant rsi
4
14
11
6
4
3
10

1
178
163i; 83 .
iua do B ra
Sianto Anton
raento da"
ciem, as quaes-iWdSMBoWmi os vizinhos com c intos
ib . jar as poms de sua* casas- Chamamos para isso
a atta*o-a Sc.ubdeleg*'lq.r4'specllv\
Anniversary. Bjjti o da partida de
ClirisidvfeEMdliM)| para awBs4DJjeaJliil|dTa. '
BirlotB&Idit fftaouins. -I'ara a li-
vrariado Sr. Jose Nogueira de Souza acaba de
chegar a 9' caderoeta destaijiublicacao, contendo
algjaiajs.capjiulos do romance de H de; Montepin
Cjtm-Ucc rtic indios. Exislem no
loaperto, empregados no servico da catechese e
(ivilisagao dos indios, 57 rejigiosos capuchinhos,
distrfbutdos do seguinto modo :
Prefeilura central do Bio d.> Janeiro
Dita da ttaliia e Sergipe
Dila le Pernambuco, Alagoas e Rio
Grande do Norte
Vice-jjrefeitnra do Para
Dila de Goyaz
Dita do Parana
Dita de Mioas Geraes
L'iia de Matlo G rosso
Dita do Rio Grande do Sul
Na llepublica do Paraguay
Deste limifado- numero, insutHciente para o ser-
vico qua Ihes alk confiado, 11 &cham seenfermos
in inhabilitados para o trabamo.
ducatuu religiose no BiasiJ. -N'uma
eorrespoftdenria de Londres enconframos os so-
guiales tre ;hos :
" 0 Jornal dos Debates eontimia a expliear e a
relatar a luta e:clesiastica que vai pelo Brasil, o
Vaticano sieve estar eonvenoido ;i vista da inexac-
t dao da alias asserjues que devia antes tor aban-
donado v proeesso do bisp'o de- Olinda. Aos 83
annos de idade nao se pode esperar uma rigorosa
exaetidSo de apreciacao nem mesmo da parte de
um papa, quando ell'e falla estimulado pela excita
flo-e resentimento, e nab se podo duvidar de que
t sanussiiuo padre nao tenha na realidade pezar
de nenhnm ascendente sobre um prelado que ja
f d censurado e reprehendido, e yue e mais ox a
geradb nas suas opiniSes do que o proprio
I apa. E to, porem, e uni dos muilos inconve-
rientas das preteucwfis quo a curia romana nes-
tes ultimos annos suscilou em prejuizo da igreja.
Os bispos na pratica levam o seu procedimeuto
muito aleia da intencJo do proprio supremo pon-
liGce.
" 0 seu fim era tornar. Roma suprema e fazer
com que o episcopado de todos os paizes obede-
eesse a elli cegamente. 0 episcopado, porem, em
loda a parte vai agora alern das vistas de Roma na
applicacao da; suas pretencoes, e o santo padre,
que visava a supremacia, 6 obrig'do a apoiar as
exageracoes que el!e ter(a impeaido, e que no ca ca qiu'stio brasileira teria dcclarado ser para
' lastiaiar. "
" Urn homem de espirito, em Inglaterra, disse
u aa vez : que os cabecas dis partidos pare-
c.iam-se com as cobras, por isso quo sao guiadas
pela canda. "
" No caso do Brasil, o papa, e nao scm razao,
i ravaque a sua censura e a ordem mandada
HO bispi de Olinda conseguissem faxe-lo escapar
do ca:tigo, e por esse moJo acabasse cora a luta,
icstabelecendo as cousas ecclesiasticas ao seu an-
ligo estado dequietacao e toleraacla. A falta de
insideutQiib pelas censuras do papa e pela; suas
crdeos desconcertou o papa na sua espectativa,
oxasperou em-vez deacalmara luta, e abysmou o
Brasil em uma pertarbacSo ecclesiastica desda o
Riode Janeiro ate o Para, e obrigando o papa e o
cardeal Antonelli a rccorrerem a assercoesquenao
liodem ser justiQcadas nem sastentadas, e que
nen'jum dos dous aclualmento sustenta. Esta,
penso eu, e a verdadeira explicarao da poicao
em que se acha collocado o lnjperio pre:ente-
mente. "
" Em'uma conferencia de uaia das nossas asso-
Oia^Ses, .Viio enuormittas, a Congregational Union
i.e\\oa am reinedio para a lula ecclesiastica, como
a do Brasil. Esta associaraa reconhece a impor-
uncia das difBculdades politicas e dos perigos quo
se originam nasdoutrinas e pretencoes do partido
Dltramoitaoo, actualmenie dominante na igreja
i.ilholica romana; e acreJitan'Jo que essas d'Ql-
. uidades tanto mais se ag^ravam pela existencia
. t.as reiaeSes organicas eutre as igreja?, quer pro-
tealanlBaqaer catholicas, c os governos civis, de-
seja manifestar sua opiniao que a supremacia
civil do estado, a qual cumpre as naQoes e aos
govecood resguardar contra as invasoes ecclesias-
ticas, e a que os direitos de c >nscicncia, os quaes
cumpre as nacoes e aos governor respeiiar, podem
(er elTectiva c permanentemente garantidos pela
simples separai; 10 de quasquer rsiagoes cnlre a
igreja e o estado.
' IsV) pode ser urn remedio para a lula eccle-
siastica.
" Nao posso, porem, coraprehender como a reli-
iao se possa universal, sysiematica e efflcazmente
propagar sem uma organisacao commam que se
basee no. governo civil. "'
Hercado de Londrcs. Nessa mesma
currespouleneia I mos o seguin'e :
" A consequencia immediata da abolicio dos
direitos sobre o assucar foi o augmento de suppri-
riento feito as nossas (abricas de assucar, cuja
actividade sc acbava ha muilo paralysada pelas
c inces'os ontorgadas pela Franca aos assucare3
ieiinados. A'vista disto, as traasaccoes de assu-
car em maior escala, (ixaram o preco de 3 a 6 d.
mais alto, nao obstante ter havido consideravel
imporiagao.
" Ten'Jo-se recebido noticias de que os carrega-
mantos de (JeylSo diminuiam ainda mars e de que
era pouco o que havia no mercado, os prejos sof-
freram alguma alta. "
" 0 mercado de algodao conservou-se estacio-
iiario esta semana, e tendo havido pouca pro-
cor de algodao brasileiro, o prego de algumas
tones baixou.
ImiorlagSo, exporta^ao, consumo, etc.
a comma-
sete basi-
1873.
Fardos.
l,6Gi,33i
183^8i
787,110
1,291,040
9,090
87,540
51,670
35,360
Importacio de 1 de Janeiro
a 21 de maio 1,655,244
lixportacao idem idem 132,170
Em ser no mercado em 21
de maio 751,750
Consumo de 1 de Janeiro a
21 de maio 1,205,500
As cifras acima mostram :
I'm augments de importara i conpara-
do a mesma data do anno anterior
Ilem de quantidale tomada para con-
sumo de
ilem de importacao-actual de
llem d* genero no mercado
0 pcicsrinoN auaeraeiino*. -As cor
respoodencias de Romadeacpevema recepcao cor-
dial que tiveram os peregrinos americanos na ca-
pital do mundo catholico :
Na sua visita ao Vaticano. apresentaram a
Fio IX am album immenso com numero;a$ |ssig-
natoras da calholieos da America, cbamaBi|i>s> at-
leacao entre as diversas oirertas, a que o parse In
de Mender poz nas maos do papa em nome dos
negros seus parocbianos, e que coasistia em urn
f irraoso baculo, cujo interior estava cheio de moe-
dasde.ouro.
Na dia 8 os peregrinoa .dew EstadosUaidos,
enamero de 200, e presidides pelos prelados
americanos, apresentaram se ao papa. Monsenhor
Drranger, usando da palavra ea nome delles, dis-
se-qaeaos tempos de aflliccao para a santa se, os
p etegrinos da America nao linbam recaiado nem
4 mat dem as distancias pan virera ajoelbar aos
peawiVpontilice, exalcado pelas proprias parsegui-
.;o<>|te the teem sido feilas pela sua fe er"'
l)9tt.
rfg?"" de abandw> palos. prinr--^a.da terra
eei4ertado no Vaticano, os c^aolkMsi do Nav
Mundo nao o abandonam, v\afa mostrar I Euro-
pa a ana adhesSo ao n-^tor da igreja, centre da
unaaade para a sua ft. Em nome dos qae tinbara
Sf a3 Amer'cai e 1ue amando a verdadeira
liqguaa Wd&ctnn&m tola a tyrannia coatraa
iarif.
no maio das trevas do
ruund*era este um raio de luz. 0* inlmigos da
i.rreja.'sao sem duvida numerosos, porem, em com-
pensadlp chegam a santa se grandos consolacoes
a^UMigo e Novo Mundo, especialmente da Ame-
rica d<5'N trie, oade a vesdadeira fe se desenvol-
veu taomaravilhosamente, qoe foi aecessario aug-
ntentar o numero das drasases.
'iiloguemos a.Daus aecouoontou o papa dau-
5,:Qp0^00.1Jdla Hies a beijar a mao, que illumine todos os ha
miantes da Ameivcaj i
Depois os pereAindt
IVbao das maos da nfpa A
Ttaas de Roma. *
Dizcm de Itoma que o*. paragrtoos taaseyc-
*farm ao eanleat Uorroimn, que logo quo chega-
i*em a America, organisarao perenrwajojea ,'iper
ri>ltirHiff iftllfll'i Qljerfgrinos compraram nm
crjpsidenrvel numero de phojograptHas do papa.
Os presenter ollerecpofaPiklX pelos peregrinos
americanos elevara* sVa certa"W90:0O0^jemes-
pecics (moeda portugueza). nio contando com um
cufre artistico cheio de anotlras deftnro prove-
niente das minas .aigartcaf m.. ps pvegrinos de-
vim ter partido hOj JeHoiia. .. I
4|u<*imn dosi cadaveres. A questao da
incineragao dos cadaveres gahha tambem terreno
na Allemanha. A associacao brlinense para a
inciiwracao dos mortos acaba de ensaiar am ap-
parelho de queima, dan io a operacao 04 melho-
res resultados. Dous quintaes de earne fotam
postos hora e meia para se transforma/em em
cinza branca, e isso sem cheiro nem oropitacio.
As despczas da operacao sao de cerca de am
tinier.
Og oxercitos eiuoptas. Desde 1859.
os exercitos europeus augmentaram em 1,889:690
homens e sommam na actualidade 20,140:690 ho-
mens.
A proporcao das forcas de cavallaria e pecas de
artilharia com relacao as de infantaria, e, na
Austria, por'cada 1,000 infantes 103 cavalkis e 4
pegas ; na Russia, exereito da Europa^ 178 caval-
los e 4 pecas; exereito da Asia, 910 cavaltos e 3
pegas ; em Allemanba ll7BTallos e3 pecas ; em
Franca 119 cavallos a 5 ptcajs ; em Italia 57 ca-
vallos e 3 pegas ; em Inglate.ra 133 cavallos e
4 pecas.
Torpedo de nova especle. Em In-
glalerra esta-se armando 0 primeiro navio torpedo
da esquadra da Gra-Bretanha, e qne foi emabril
ultimo lanrado a agua era Pembroke. Este navio
charaado 0 Vesuvius, tem as seguintesdimensSes :
11 pes 0 4 3|4 pollegadas de p,ontal, e made 341
toneladas ; a macbina e da forca de 360 cavallos
nominaes, e a o^berta eleva-se acima do mar ape-
nas tres pes. m .
0 torpedo sera laliQado por am lubo pneumati-
co do 2 pes e 4 pollegadas de diamelro siluado
dfebaixo da linha de fluctuacao, por raelo de aroa
pequeua machina de ar comprirqido, que lbe du-
ra uma velocidade de oito milhas por bora.
0 projecto e atacar os navios cour gados por
baixo do limite ou extremo da couraga. 0 diario
inglez que pu'olica e-ta nolicia, accrescanta que 0
projecto e ra/. -awl a de laoto maior exito, quauto
0 apparelbo e ainda susceplivel de reformas e me-
Ihoramentos, e que os navios couracados lerao
para 0 futuro do toraar precaucoes contra este
novo rhethodo de ataque.
i a beneficio da matriz da Boa-Vista, a qual corre
no dia it do corrente mez.
iiCi!;io,- Hoje, (8), effectua 0 ageute Pinto,
om sea escriptorio a rua do Bom Jesus n. 43, 0 de
predi03, as 11 horas; e em continuagSo 0 de di-
vilas e duas casas de taipa, no Iugar denominado
Beberibe de Baixo, a rua de Santo Antonio, bens
perten.antes a massa fallida de Joaquim Vieira
Coelho da Silva, conforms esta annunciado na
seccao competente deste Diario.
Tambem hoje, elTsctua 0 agente Dia3, 0 lei-
lio de fazendas, miudezas.'moveis e mais artigos,
as 10 1|2 horas, em 0 1'andar do sobraio a rua
do Marqu.:z do Olinda n. 37.
0 leilao da casa terrea n. 34 a rua do Capitao
Lima, Pica transfendo para amanh5, segundo 0
annuncio do agente Martins, na seccao competen-
te deste Diario.
Casa d6 detencao.Movimento da.e^sa
de detencao do dia 6 de julho de 1874.
Existiam prasos 329, eotraram 8, sahiram 4,
lexis'.em 333.
A saber :
Nacionaes 256, rau!hares'8, estrangeiros 22
escravos 43, escravas 4. Total 333.
Alimentados a custa dos cofres publicos 238.
Movimento da enfermaria no dia 6 de julho de
1874.
Tiveram baixa :
Patricio Jose Ferreira, febre.
Jose Ignacio Ferreira Lima, idem.
Valerio Gomes de Souza, angina.
Ignacio Gomes Marinho, anemia.
Antonio Jose, marasmo.
Miguel, alienado, febre.
Tiveram alta :
Joao Baptista de Carvalho.
Antonio Alves dos Santos.
f.iM.-ni.-eii';i. rh^gados dos pcrto3 da
Eurcpa no vapor francez Rio Grande :
Jose G. Nogutira Junior, C. de S. Aranha, J.
Biby, Koing Charles Lider, Virgiana Falque, A.
Labille, Pdtroai, K. Dombre, J. Vaz Guitierres, J.
da Cunha e sua mulher, A; Pedro da Silva, E.
Mercadiar, N. Calleraco, V. Celani, N. Reigguera,
G. Martino e um fillio, B Martino, P. Rofol, F.
1'randi.
Chegados dos portos do none no vapor bra-
sileiro lpojw-i:
Joao Jose Pereira, Antonio J ds Silva, Antonio
C. io Oliveira. Francisca a. M. Miranda, 1 criado
e 1 escravo, Francisco Gargel de Oliveira, 1 cria-
do e 9 escravos. Dr. Vicente C. Tuurinho e 1 cria-
do, Manoel da Cruz, Felippe Dias Mendes, Fran-
cisco D. Oliveira Sicup)ra, Goncalo Jose Affonso e
1 escravo, Pedro Gonzaga, D. sobreira, Luiz Pe-
reira da C. Queiroz, Israael F. da Mendonca c 7
escravo?, Guilherme B. dos Santost Joaquim Soa-
res de Pioho e Manuel Pj da Con'ieTgSo.
Sahidos para os portos do norte no vapor
nacional Ptrapama:
Manoel Antonio da Silva, Julio de A. Salgado, J.
Menies, 1 filho e 1 criado, Alexanlrini Maria do
Carmo, Jose G. da Silva, Manoel Vieira Bastos e 1
criado, Joaquim C. Costa Filho, Joao B: Ribeiro,
Antonio Alecrim, cnnselheiro Luiz G. Britto Guer-
ra e 1 eriatlo.-PrancisCo led E. da Motta, Joaquim
Jose Pereira, IlaymunJo da C. Martins, Manoel
Pedro Alvej,'Manoel Jose Ferreira, Domingcs
Griza, Allouso M. L. Vellozo Autouio Motta, An-
tonio J. Torres Bandeira, Domingos G. da Silva,
padre Jose Modesto, Dr. Joaquim Ferreira Chaves
Junior, Candido E. Ferreira Chaves, Gustavo
Bott, Camello P. Rocha Por, Francisco A. F. Vi-
anna, Manoel V. B. Dantas, Joaquim C. de Olivei-
ra, Estevao Louzada, Janet, Antonio J. de Vascoa-
cellos, Francisco M. da Fonceca e Miguel G. Pessoa
de Araujo.
Sahido3 para os portos do sul no vapor
francez Rio Grande :
1874. Jose Augusto de Pinho Victoria, Henriqueta
Fardos. Copenete, Julia Leopoldina Chaptrure 1 Qlho ma-
nor, A. Eiras, Vicente C. Ferreira Tourinho e 1
escravo.
Cemiterio publico. Obituario do dia 6
de jullio de 1874 :
Manoel de Souza Port), branco, Portugal, 18
annos, solteiro, P050 ; pneumonia dupla.
Maria Cambinda, preta, Africa, 67 annos, sol-
teira, Boa-Vista, asylo ; diarrhea.
Manoel Ferreira Baptista, branco, Portugal, 49
annos, casado, S. Jose ; lesao organica do cora-
cao.
Caetano Francisco de Carvalho, branco, Parahyba
18 anno?, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II ;
variolas.
Luiza Maria da Conceicao, preta, solteira, Santo
Antonio ; enterita cbronioa.
Joao, branco, Pernambuco, 3 annos, S. Jose ; in-
flammacao.
Joao Baptista M'ini/. Falcao, Pernambuco, 32 an
no3, viuvo, Boa-Vista; abcesso uriao30,
Maria, branca, Pernambuco, 2 mezes, Recife;
eonvulsoes.
Pedro Ferreira Baptista, pardo, Pernambuco, 27
annos, solteiro, mititar j variolas.
Patricio, escravo, preio,.lCjeara,. 27 annos, 'soV
teiro ; tetano espontaneo.
Ps*W* Mh*!^ s^aein-.ldat4r(>aM poderesparatal, lalgrta-se |Ww^*eJ%ir aaaTallrTbDIsaea, alaTFnrdD os rcapnjhrara:a villa, ela relacao, povuad*
0
auloris
lamcid,
thlorat' ';- >', i-.4qdqnMsint-; foifoa '**i>- k670, Daa-lesiaeMOUr
ArvortdJ enrUgNaler opideraxeonlive, dkc! 41 ando, em maio de '"'^, i.ffcjfUtoaramianoia '
JmtPl PilSv ^^ "i9BnHs;J?J
j; absorpgao fez se. a q*-.i a 1 WWwd^ue^re^poWlay Twt wemu.a n.^, 1 .
-A^f5&,aXst^p r/itlef Taglsjart^p, j^rrras -aqtiria da sna c7Aron/ca,-sob a epigraphe EnlgMi: ,KrtSla por
remorid,
qual sera
garo? t>
Arliitrio na magiitratura
nistros do supremo tribunal de justica,
fUQccionarlo publico, qae se jalgue sa-
rrnTuirme
If'Wrnafa
1 p)1er1egislatiw), Mnrat; *< ticia da sna Cnronica.sob a epigraphe Etil$Mi:
ui*d\HktHMmw4}l, j '- Qae ntaswnTO anjazo, mas sim adianta-
,adOce,tavaopaiz: tinbaa^opprecido agarantia ^|p^!jQftj|j^^^ "
MS
Jo
de 20 e
de'
me
*: mfffmo,*
iHaugaroik.sa ama.jaova.^spacia,"
Qum. nflto^rra^.^.Mippae girant)d^^Xcp-pTOnaTi
coiifta.alguma,? j, "8 ) de engenheir^Ml||A,aiicwiaJBferro, visto
0 mais infimo inspector da auarteirao, .'em ft moa portaria MK\fiffW*HiiS^k nomeagao
memento de spleen, pronde 4 ordeal do daleijaacr | IMW dft jBio ; *"} srv
ou do subdeiegado, e 0 individm e Solto nfira "[S."- Qae nenhuma semelhan;a ha ejrtre a
aeguiote, smqa#wi^a^'ih4rstitaL*liirlera- dita nbmeacao 0 *" p-rriiwnflia imrrnri"
geln, qua pagoo ^feSlffc)''dt- oetamoa cotwervadora, visio eomo
E 0 inspector da quarXeirao Qca, nor que 0 e*a nao go apparecen no Diario depois de pu-
cphtrario seria tirar a forpi moral autorida blAMfa aqei relerida nosdastcao, mas tambem
se teem apoentado3, sent sntuscf qae a escrevem assim 0 entenderem conveuieote.
f
ton
iiwrwra v;aaoranam tola
Jj:JSiS&dia bengao ai pontifj
< Pip IX respondeu, que n
PARTE POLITICA
PARTIDO 0\SEBVADOR
B.EC'p"fi, 8 DE JULHO DE J874.
No anno de 1860 ,no ministerio de li de maio,
presidido pelo fallecido marqnez de Olinda e do
qual fizeram parte os Sr3. senadores Nabuco, Sa-
ralva e Silreira Lobo e 0 deputado Paula Souza e
ontros liberaes distinctos. Marco Antonio, qne a
hoje um dos principaes redactores da Provincia, es-
creveu alguns folhetos, que tiveram por flm ana-
lysar a polilica daquella epoca. '
At6 rwje te,mo3 procarado ponpa: a este es'cr'rp-
tor, que nao cansa de iosultar-aos.
Pois bem ; basta de coadesaendenia.
0 pno d; Pernambuco vai coohecer 0 c^racter
it Marco A nfoiwo, quaes s5o suas id6a3 politicas
e religiosas, e depois' sabera 0 que pretende, 0
qae quer, esse granite Tortufo para quern nio ha
as escolbas e
eM**na
afbitrm no
merecimentoj; arli-
trio no corpo ensiaante ; em summa, arbitrio em
tudo,eis 0 liberalijrao a que temos cbegado I "
E' 0 paiz iateiro, com a mao estendida, pedin-
do uma esmola ao goverao 1
E como se tudo isto nao baatasse, ahi vem 0
Sr. Nabuco, qaerendo Improvisar juizes de dlreito
e desembargadores na classe dos advogados de
notas; isto e, dos advogados da curte, e dos pou-
cos das provincias, que tenham padrinhos de'puta-
dos, que possam mandar chancelleres ao governo.
< Os governos da nossa terra se tem qstentado
sedentos de arbitrio.
Fazem "questao para nomear um carcereira,
insultam, pucham as orelbas dos bispos, por um
vigario aqui ou acola, por um comp,endio, por am
lente de seminario. .
0 E 0 ahsolutisani, emoora ridiculo, vai seu ca-
minho: temos visto ultimamento baroes em iua
vida, 0 qne, a nao ser uma pclosidade qne senao
deve suppor em actos officia'es, indica que or'eve.
teremos baries por duas ou tres vidas, isto 6, tere-
mes nobreza beroditaria___ >
E porque havemos de fallar assim, so Ja ve-
mos a cada canto fida'lgos cavalhefros por neran-
cast Qualquersnjeito, seia li quem for, que pro-
va, nao sei que, ae > m pal ou de seus avo3, tem
senhoria e passa procuracocs do proprio punho,
ainda que tenha por oili :io vender palitos de fog 1.
a A lldalguia torn seus segredos...
a Nao 6 so "ridiculo ; e triste, e pode ter triatiasi-
mas consequencias.
Agora lugar para os Srs. Nabuco, lugar para
0 novo programma do gabinete.
a Um gabinete, em que ha de tudo, um minis
terio, que havia proclamaio a manutencao do
st.ita quo, em qnanlo durasse a guerra, am gabi-
nete todo bellieo, eil-o agora, depms de haver adia-
du as camaras e immediatameote faltado a pro-
messa sobre 0 statu quo, eif-o agora, no meio da
guerrax fazeodo nrogramfna e pedindo annos de
vida "^ *
Para semelhante mystificaQlo foi rauito bem
escolhido 0 Sr. Nabuco.
t S. Exc.era 0dnico rainistro capaz de preten-
der embagar as camaras a 0 paiz. Exerce tal pres-
tigio e fascina;.ao pela farm de seus elevados ta-
lentos, e pela forca de sua eloquentissima palavra,
que era 0 unico habilitado para fazer 0 pastel no
meio de taota confusao. >
t 0 discurso do Sr. Nabuco, na parte que envol-
ve defeza do passado, nao vem ao nosso caso ; e,
na parte que envolve ideas de reforma, e tristissjmo
0 mais funesto eo menos liberal que poderamos
imagioar.
0 0 Sr. Nabuco foi, 0 sera sempre conhecido
por um dos nossos mais requintados corcundas :
corcundo sabio, prestigloso pela sua forca Se;traba-
Iho, pela sua muito esclarecida intelligencia; mas
corcunda sempre.
a E senao, vele, como ello proprio se adraira,
de que 0 gabinete tenha sustentado a guerra, sem
suspensao de garantias, sem tribuuaes excepcionaes
sem outras medidas desta ordem! Como fica 0 Sr.
Nabuco extasiado a vista de taoj grande somma de
c-mstitucionalismo I
0 Deeididamente 0 Sr. Nabuco traz na bocca 0
geito do cachimbo de seu uso em 1848
0 XsXpr.rtido liberal reflectido e 0 velho parti
do eonservador, menos 03 vellros chefes, mas 0 Sr.
Nabuco como diclador.
t E' 0 pastel novo. e 0 eeito do cachimbo.
Vamos as ideas do Sr. Nabuco.
Bem sc ve que quererao3 ser leal e sincero.
Maitas consideragoes nos surgiram ao traoscrever
paclentemente 0 que ha barn pouco tempo escrovia
0sempre despeitado Marco Antonio, 0 homem
mais contradictorio que temos conhecido.
E como nao ha de ser contraeditorio se Marco
Antonio nao tem ideasjsobre cousa alguma?
Entretanto agnardemo-nos para, depois que tor
narmo* conhecidas as opinioes de Marco Antonio
nos annos de 1866 e 1867, fazermos bem patente 0
valor que merecem seus escript03 de hoje.
fContinuuremos.)
CL
Creio qae por esta forma teoho satisfeito a
Provincia, a cuja redacgio peco qne me deixe
traoquillo. \91nM
|Reclfe, 7 de Jaltao de 18. >i*j..
Felippe de Figueiroa Far*a.
4.1,
stituto afledico Pernambucano.
Tem contiquado as discussoes sobre as
theses uUrinioacnte' pullicadas. Os Srs
Irsv Efmiro Coutjnho e Santa Rosa fizeram
a importaftcift ida ,'&thiiJ[imetria no
iagaostico de maitas molostias, 0 qual s6
ipossivel, muitas vezes, por meio do Iher-
[ri^afnetro.
ps Srs. Drs. Raym undo Viantu 0 Ma!a-
qutas dernonstraram as tminensas v.anla-
gens do esmagador de Chcusaignac em
certas opera^oes cirurgicas, nas quaes elle
obra priticipalmehte cftrqo bempstatico.
BrevoTiente entrarao em discussao as se-
guintes theses :
! \.' Qual 0 main.or tratamento da febre
amQ,reIla ? Quaes os resultados que se po-
dem obler nesta molestia do tratamonto
hydeotherapico ? ~
2.* Quaes-os meios cirurgicos mais effx-
cazes para 0 tratamento das atTecc;oos sim-
pler ou epeaiuoas do cullo do utero ?
pe
ft
FUBUGACflEs k mm.
---------------------------------------------------------!---
A' redacctEo da Proviueia.
honra, nem digoidade.
Vamos a traoscripcSo. p .
0 abuso da subdelegacao logislaUva
mais largas propcrcoes.
Do facto de terem sido publicados, nos Diarios
de 3 e 4 do corrente, dous discurso3 que pronun-
ciei na assemblea provincial, a 20 e 22 de maio,
quiz a Provincia tirar consequencias sera nenhum
fundamento, apresentaodo-me aos sous lei tores,
no numero de hontdm, sobum aspecto bem pouco
agradavel.
Nao creia a Prormda que a publicaeao d'a-
quelles discursos fosse motivada pe-lo fasto de nao
ter sido eu nomeado engenheiro Qscal da estrada
de ferro do Recife a S. Francisco. Esses discur-
sos estavam.na typographia desde os principios de
junho, aguardando que, na ordem da publicaeao
dos debates da assemblea, chegasse-lhes a vez de
serem dados a estampa.
Elles teriam silos incluidos nos trabalhos das
respectivas sessdes, e passariara talvez desaperce-
bidos a Provincia, se uma circamstancia fortuita
nao me tivesse determinado a anteeeder a sua pu-
blicaeao, visto achar-se atrazada a publicaeao dos
debates completes da assemblea.
Essa cirenmstancia, porem, nao foi de modo
nenhum a que allude a Provincia; e limitou-se
simplesmente a satisfacao do desejo que" me ma-
nifestaram alguns amigos de ver esses discursos
publicadi-. senio do numero dosses amigos 0 Dr.
JoaquiD Correia de Araujo, qae nisso me fallou
na noite de 30 de junho, e cujo testeraunho invo-
carei, se for precizo.
Nao houve, pois, como pareceu a Provincia,
nenhum proposito de manifestar despeito, que
alias nao tenbo, pelo facto de nao ter sido eu no
meado engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Becife a S. Francisco.
E' certo que pretendi oceupar effectivamente
esse cargo, que mais de uma vez exerci interina-
mente, e que nao fui feliz nessa que me pareceu
uma justa pretensao ; mas nao me ficou nenhum
despeito por ter sido prefrido outro engenheiro,
tanto mais quanto reconhecp que 0 escolhido tem
todas as habilitac5es requeridas para 0 cargo.
Jem se persaada a Provincia da,que foi 0 des-
peito que me demoven a solicitar demissao do
cargo de ajudante, que exerci deads 1867, nao ;
0 qae me levou a isso foi um bem entendido
amor a roinha dignidad:; e estou certo de qQe os
homens de brio e de honra hSo de fazer-me justica,
nao me. attribaindo em tal coojectura sentimentos
baixos, qua, gracas a Daus, nao tenjjo,
Fique certa a Provinciat ^ qae a aomeacao de
outro epganheiro. para 0 cargo de Uscal da e.-trada
qe terr j nao me colloca nem me collocwa entre
4S opposicionistas, nem ma levara a praticar actos
hostis a polilica do gabinete. Nao eostame meair
a minha polilica pelos meus interesses e conve-
niencias, nem a Provincia ha de encontrat em mi-
nlfa V\ii actos petoJ qnaes pos?a inferir t5o triste
conceito a meu resbetto.
Quanto ao qfle flisse a Provincia, na sua Ckrd-
nica de hontem, a proposito de nm trecho do meu
discurso de 20, ue se rafere a centralisacao, devo
ab3ervar lhe que nao & de hoje que elamo contra
a pagina 167 tfos anoaes
trecbo de um discurso que
de 18 de maio d,esse.arino :
de 1870, 0 seguintc
pronunciei na sessao
Sfldhore?, nao posso deixar de. neste momen faxiott^ quaajio. aqui ^begar'^
to, dizer tndo 0 qua'sinto com referenda a ab3orp
0 de toda a.seiya das provincias pela corte.- Sou
cldidrj apologisra da descentralisa^io adminls-
jtrativa, e qdizera que 0 gq,verno, compenetrandb-
asise dessa necajsidade^ tao ardeute quao vehe-
jmente suspinda felas pKMficfas, ffttaseo quanto
Domingos llariius Pereira llon-
tciro no publico.
, 0 Sr. niajorTadlo cfe Amorim Salgado,
furioso com 0 cotnraunicado do Exm. "barao
de Tracunhaem, que lhe _yai fazendo
descer a mascara, quo lho encobria as ma-
nhas.'e mostrandp ao publico as genlilezas
do que 0 jiilga capaz ; como a fifa encur-
ralada, queatira-se sobre tudo e todos, pro-
curando urna brecha por dnda escape a va-
rinba olectrfca do domador $ arroja-se com
insolento audacia e suVvatico desamor, a sus-
peitar do depoimento de sua propria irma,
minha mulher, por ser herdeira, e tnteressa-
da em que 0 testamento nao valha, e em
que apartilha nSo prevaleca, por terem
appellado dct sentenra que a julgou t
Quem de pyrto conhece o Sr. major Pau-
lo, ou qilem ao menos tiver acompanhado
esta luta que comega opparecer pela im-
prensa, ha de convir que 6 bem digao de
seu caracter um tal jiizo ; ha de crer que,
quem nao trepidou ern praticar aquelles.
ado's tao immoraes e crimlnosos que lhe
f.jram arguidos-pelo' Exm. barao de Tra-
cunbaem pela imprensa, s6 levado pelo
egoismo e cega ambicao de our), ache fa-
cil e ate trivial, ridiculo mesmo, um jura-
mento falso; lia de convencer-se cmlim
queo Sr. major Paulo parte de si para iul-
gar.sua irma I I
Mas-, estou certo que 0 publico fara justi-
5a d minha mulher, sabera ruedir a distaa-
cia qua vai de sous sentimentos aos de seu
menus digu'j irmau iuuaIuio JveuJo quu
0 Sr. major Paulo no deploravel estado em
que 0 collocou sua avara e louca arabigao,
sem achar um argumetito para defender-se
das accusagOas que lhe faz 0 Exm. barao
de Tracunha^m ; sem eqcontcar um ponto
de apoio no declive rapfoo, que o vai pre-
cipitando no abysmo do crime; sera uma
taboa de salvac,i!o nesta tormenta que 0 a-
meaga afogar; como a fciraemfimem circulo
de ferro, lancase sobre tudo e tolos ape-
zar de erabotar as unhas 'ou quebrar os
dentes I I
Merece antes minha compaixao 0 per dao
queo despeito ou vinganga I...
Deus 0 ajude....
Convem entretanto declarar que e falso
dizer 0 Sr major, que, so depois da parli-
Iha julgada foi que 0 Exm. barao de Tra-
cunkaem lembrou-se de contestcr 0 testa-
mento.
Porquanto, antes da partilha, ainda nos
primeiros actos do inventar.o, protestei eu
por sua nullidade ; e mesmo 0 Exm. Barao,
0 fez tambem antes da partilha
Sendo mais de uotar queainJaem vida do
meu sdgro ocommtndjdor Paulo de Amo-
rim Salgado, logo depots dp seu. primeiro
ataque de paralysis; estanflo' virigansada a
abertura de seu testamento, por deliberagao
propria, com 0 fim, conforme bem dizem
as testemunhas, de invalidal-o (0 que ha de
ser comprovado por outras muitas) \i nes-
te tempo privendo eu a possibiltdade de
ser 0 seu testamento de uovo fechado, con-
sultei a diversos advogados desta cidade
sobre a hypothese, e, quo infelizmonte veio
a realisar-se.'isto a, 0 artif4cio de ser apre-
sentado esse mesmo testamento novamente
oozido e lacrado.
D'onde vc 0 Sr. major Paulo que nao
foi grande a minha sorpreza quaodo vi de-
pois da morte do meu sflgro, realisada a-
quella minha triste suspeita d'entao 1
Quanto a dizer na sua torpe iusinuagao
queJoainbe mulher, 6 iMeressada em que
6 teslatnento nao valha para que a partilha
nao pre.vale(a por ter' eu apjieilado da sen-
tenca que a julgou, aleal,da parvoice de
suppor uraa'-cousaideportdente e consequen-
ts daftiitfa, qua aliaV gin fartns disfinrrlns,,
Quejpodera dar-se um som 0 outro; accresse
ida.tal sentojica, nao; a partilha estd tao
avessli ao clireilo q$te estou tfanquillo que
0 SuperipfvTjibunaf' me fard justica, man-
daudo rej^arar 4Mtors8t>, a fraaie de que
foi viotima.
S'.m^aquL n5o e a ildeia, onde cerlat ft-
guras se jinpOem como prepotentes; nao
teqftos aqui a.pobre.e unica iddividualida-
de de um magistrado esquiMo no primei-
ro degrao da1 escida de sua assen ;5o e que
para transpor o.immediato, e preciso pisar a
lli aos pes iidaV pi)r terra, com a imagem
cja jestiga, nSo ; isio aqui Sr. major nao e
. Er,ebSri|feiu# fi. ^#e-vii4iuando
ati ouvir a triste historia desse testamento e
Dvjirrtarib, porque muito tetfi a^A quo es
(Jos inagistrodos encauecidus na pra-
da justh;a, e rotemperados na iodepen-
cTa.e sfeds ca'rgos para 'uma pritneira
tiacia, otide as aspiragoes, as esperanejas,
uluro em iim xio pobre juiz, as vtzjs
sobre o tecto fomacento de
celrtoi ehgenhosi ou'se acha preso ao tacao
d^ feola 4e alguma carraucuda inQuencia
|r-tbaria.
l*or hora aqui fico, sentiodo que motivos
de furca maior me detivessem ale agora a
njpnlHArtJr. m*j .r Pauld.
[Recife, 6 julho de 1874.
Domingos Marlins Pereira Monteiro.
P cabclleireiro Jayiiic.
Premiado em Ires expo3i'coe3 e obsequiado por
seu3 freguezes com uma tesou'a de ouro ; tendo
las'fado-se teioporariamente doexercicio de sua
prolissio, acha-se de novo trabalhando a rua Du-
qae de Caxias n. 28.
[O coneeito que lhe foi sempre urbanamente dis-
fnsado pelo respeitavel pnblico desta capital c
outras cidades do Imperio, onde tem andalo,
anima a voltar para su'arte, e solicitar do mes-
mo generoso publico seu valioso concurso.
Timbraodo sempre por merecer de todos quan-
tos se utilisarcm efe seus servicos artisticos a con-
lianca, caprichara e caprichara sempre para quo
seja satisfeita a espeetativa de todos.
Perfeita exeencao em caoelleiras, coques e
qualquer postico de cabellos.
Desenhos, tecidos e mais artefactos.
E;pecialidade em penleados de noivas, etc., etc.
f|ual o inotivo porque sotTreis?
; jV6; outras que padeceis de phtysica, asthma,
catharro, bronchites e tosse chronica, respondei a
esta pergunta. Na admiravel e raaraviihosa com-
ppsirao da anacahuita peitoral, se vas offerece nm
remedio quasi infallivrl, rapido e inteiramenle in-
offensive
A sua preparaeao e composta dos succos balsa-
mieos enulritivosd'uma arvore mexicana chama
da anacahuita, admiravel antidoto este graluita-
mente offerecido pela natureza, para a enra de to-
das as enfermidades puimonares. 0 mundo nio
encerra em si, cou3a qua com ella de love se possa
comparar. Os proprio* medicos testificam que,
quando as suas melhores e mais poderosas medi-
cinas, chegaram a provar a sua inutilidade e inelQ-
caeia, na diminuicao e curative da tosse, ou para
alliviar a rouquidao e inflammagao tracheal; este
excellente remedio, tao agradavel corno elfleaz,
com fre iuencia restabele os pulmoes, os broncaios
e a laringe ao seu pnmitivo estado natural.
Worictlade C'alliolica IIIH'O.
0 conselho director da sociedale Uniao Citho
licade Pernimbu-o, par si, e como representaute
de todos os seus consocios, desejando manifestar
0 profundo pezar de-.que se acha possuida a mesma
sociedade pela morte d) illustre e virtuoso pri-
rnaz da igreja brasileira, 0 Exm. Sr.. D. Mamel
Xoaqnim da Silvern, de grata e saudi>-a memoria,
resolveu na sna ultima sessao de o 4o corrento
de que foi a primeira ilep is de tao sentldo acon-
tecimento) suspender naquelle dia os re-pectivos
trabalhos, depois de acentado, como ficou, no mod >
pelo qual 0 mesmo conselh) director deveria fazer
suffragar a alma do illustre linado, que fora tam-
bem seu ami digno cousocio honorario.
Sendo poisjesolvido queo sulTragi 1 se faca
por meio de uma raissa de requiem cantada e so-
guida de memento, em 3 igreja de S. Pedro desta
cidade, sexta-feira, 10 d) corrente, as 7 horas da
maoha, sio para taes actos con'-i1ados, nao 80 os
membros da mesma sociedade Uniao Catholica,
como igual'mente todos os Rvms. senhores sacerdo-
le*, e mais pessoas que queiram comparecer, aoi-
madas do caridoso desejo do suffragar a alm> do
semprepranteado metropolita, cuja saudade jarnais
se poderiapagar dos coragoes de tolos quanlos
poderam conhecer e admirar a3 virtudes que 0
distinguiam.
Recife, 8 de julho de 1871.
0 1." secretario,
Jose Honorio B. de Menexes.
P. de.Pjiila Ramo-, 3 barris a H-.i.'-r 4 C. 3 a /
0)yle & C, f a Cramer Prey & C, 1 a tfeur n *
Yapor nacional Jpojaei, eolrado dos pones 4a
norte e consignado o companhia pernambucjiu,
manifestou :
Algodao 1W tac^M a Mooieiro k Correia, Jo a
I. Perwra Moutinan,- a iase *.i Silva Loyo d
Filho, li a J. c. Paes Kisreto. id l Mittos Irinaos, 8* H. M. Mm.
Came !7 garajans a Cunha Frmaos J( C Couri
ohos 47 molUos a J. Ferrsira P. d.- Mjgalhaes.l H
a M. Sf. Pinto. Couros salgado* 136 a Mor.ie< &
Irmao, 70 a M. M. Pinto. 53 3 **C Paes Barreto.
Couros t pacote a Beltrao & FSJfco. Ore da car
nauba i barricas a Alfred* Barros & Penreta.
Fazendas 1 caixa a Goiwsrtres Irmao f, C.
Ferragens 1 caixa a Viaraaa C*sro& C. Latrei-
ros 1 raixa a Pereira Vianoa & C. IMes 4* ta-
cum 1 volume a Carpiotetro FiMio & 8*Molm
Saccos vasios I volume a Costa Si C, Sola I.Vv
meios a M. de Malios Innaos, 59k a Davtan 4 Par
uanlo, liO Moraes A Irmio, 95 a Pereira Vianna
* C.
O^SPACTOS DS EXPOKTACAO NO WA ft Ut
JULHO DE 187i.
Para os portos ia interior.
Para 0 Para, no navio por;guez Miekaelense,
:arregou : J. J. G. Beltrao & Pilbo 20 pipas oxn
0,600 litres de agusrdeoie.
Para 0 Rio Granle do Sol, no brigue *-
nal Soky, carregoa : J. S.Carneiro da Cunha 50
pipas com 21,000 litros *e agaardente.
Para 0 Aio de Janeiro, no vapor tciooal
Bihia, carrejron : A. J. Dias 2,000MM (IraoU).
M A. Senna 2,800 ditos dita.
Para Acaracii, no vapor nacional Pir

carregou : Maeaio Bastos & C. f barricas com
1,381 kilos de assucar branco ; J. Ramos 4 Ma
chado 10 barris com 900 litros de sgtiardente : A.
G. Piros 3 barricas com 315 kilos de a-sucarbran-
co : para 0 Ceara, Costa 4 C. 10 barricas com I )i
dito3 de dito, 35 saccos com 2,625 ditos de dito e
10 dito> com 750 ditos de dito maseavado ; Pinto
Alves & C. 10 barricas com 63t dKes de dito re-
finado ; M. A. de Senna 10 ditas com 612 ditos da
dito : para Granja, J. J. de Bastos 20 ditas com
1,416 dit> de dito : para o Aracaty, Sooza lan-
queira & C 6 ditas com 552 ditos de dito : para
Mossoro, Rodrigues Junior 1 caixa eorn. 16 Iwrwi
de alcool; L. Caldas Filho 1 barrica com 77 kilos
de assnear branco.
Para Mossoro, na barcaca Rainhi dis Anj"s,
carregou : A. M. da Silva i Pipas com 1,920 Hltw
de aguardeiite: para Macao, J. C. Pigueira 10 bar-
is com 960 ditos de mei.
CAPATAZIA
Jisndimento df' dia i
DA ALFA NUB.; A
a 0
5: I;ii6i29:<
6.178*235
So dia t a 6 .
Vo dia 7
.-'runeira pori* .
icganda porta .
furceira porta .
)aana porta .
r vpicba CcoeeicAa
VOLUMES SAHIDOS
6,(7
8!
no
.
7,020
SERVICO MAR1T1MO
vivir-.--;-.? descarregadas no trapxle da
al'andeea :
So dia 1 a 6 .....
No dia 7....... I
.1 Oapicfcs uoneei^Ad .
.1
RSCEBEDOlliA DS RSNDAS LNTi RNAS GE-
RaES b PEP.NAiiBUi:
\andimenlo do dia I a 6 11:5194036
ieui do dia 7 ..... "331622
15:252*8.-5S
i@
JUHTA DOS CORRKTOttES
Praca do Recife, 1 tie jnllao
tie 18 7 1.
AS 3 HORAS DA TARDE.
CJTAQOES OFFICIAF.S
Couros -salgados seccos 538 rs. 0 kilo, uintern.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 2o 3[8 d. por
1*000, hontem e hoje.
Dito sobre dito a 90 d|v. 25 i|l por 15000, do
banco.
Cambio sobre Lisboa a 90 d|v. HO 0[0 de pre-
mio.
Cambio sobo Porto a 90 div. 109 0|0 de pre-
mio.
Desconto de letras 9 e 10 0|0 ao anno.
B. de Vasconceiios
Presidente.
A P. do Lemos,
Secretario.
Rendimento do dia
Idem do dia 7
CONSULA Do PUOT IK UAl
i a 6
19.06 13.211*091
62.280*801
AGE.VCIAS PROVINC1AES
Rendimento do dia 6 do corrente.
biauidos esoirituosos. etc. 433*li->
acaibao, etc........ j*lV>
Funio, tabaco. etc...... *
Generos de estiva. ...'.. 2d0iitW
7*9*0:;:
Tbesooro provincial de Pernambuco, 7 de julh 1
de 187 i.
0 escrivao de receita,
Joao Carneiro H. da Silva Santo-.
ALPAItDROA
Readimatito ao di I a 6 .
IrJsm dt at: 7 .
233.6364507
25:201*103
258:927*610
De3carregam hoj 8 de janho de 1871.
Sumaca hespanholaVenturitavinho para de-
posito no trapiche Barbosa.
Vapor nacional Ipojuei generos nacionaes para
0 trapiche da companhia pernambucana.
cutar p9'r todos OS org'Sos
blicidado,
raajado do
Tblebre iuventario jara julgamtPto nosu
pprior tribunal*4uaf(W'cps dSp)iraar5.
, Eataovera^uesuSs'-araMuVasHap teias
dearanhas^qaeid-r^rfl^ftrf ^^tra^ap ; \
ba de ver qt*e distftpfa,i^e abj^I? Vfi'rja i|t
laiporlactlo.
Vapor francez Rio Grande, entrado dos portos
da Europa em 7 do corrente e consignado a 11a-
rismendy & Labille, manifestou :
Carga de Lisboa.
Impressos 2 caixas a Silva Cardoso & Pessoa.
Macas 20 caixas a Jose Fernandes Lima, 15 a
Leao, Rocha & C.
Carga do Havre.
Manteiga 103 barris e 100 meio3 ditos aos con-
signatarios.
Carga de I.von.
Sedas 1 caixa a Cramer Frey & C.
Carga de Rotherdam.
Queij'03 58 caixas a ordem, 50 a Souza Rasto 4
C, 45 a Domingos J. Ferreira Cruz, 35 a Cardoso,
Marlins 4 C, 32 a J. M. da Rosa & Filhos, 27 a
Beltrao 4 Filho, 21 a Antonio F. Gorga, 17 a Costa
Cuoha & C, 17 a Lima 4 Silva.
Tecidos de algodao 1 caixa a Monhard, Meltler
&C.
Carga de Paris.
Calcado 6 caixas a Joaquim A. de Arauj) 4 C,
la Jose T. Coimbra, 1 a Parente Vianna & C, 1 a
Vaz & Leal. Cartas de jogar 1 caixa a Yaz Junior
61C. Cbapeos 2 caixas a J. Christian"! & C, 1 a
Cramer Frey 4 C. Cuiilarias 1 caixa D. M.
Martins.
Flores artiiiciaes 1 caixa a J. T. Leite Bastb.
Livros, jornaes, fumo e cigarroa 2 caixas a De
Laillucar 4 C. Ditos e object is para escriptorio
licaixa a Walfredo de Souza. Ditos e papel 1
caixa a Mercadier.
Medicamentos 3 caixa3 a Parente Vianna 4 C.,
1 a P. Maurer & C. Mercadorias diversas 2 cai-
xas a Yaz Junior & C, 2 a Vaz & Lea], 1 a C. Fa-
ria Tavares & C, 1 a Manoel & Maestral i, t a
irma Daudigne.
Objectos para chapeos desol 1 caixa a Manoel
dj Maestrali. Ditos para escriptorio 1 caixa a
Silva Cardoso & Pessoa.
Papel e penies 3 caixas a D. T. Bast03. Perfu-
rdaria 1 caixa ao mesmo, 1 a J. T. Leite Basto.
Quadros 1 caixa a Vaz Junior & C
Tecidos 1 caixa a A. T. dos Santos Porto. Tin-
ta 1 caixa a Silva Cardoso 4 Pessoa.
Vinno 1 barril a P. Maurer & C.
.Carga de Bordeaux.
Amostra* I caixa aF. Lypden, I aF. J. de Can-
t^lice, i a ilelier 4 C
Calcado 1 caixa a A- Gybson, 1 a Joaquim P.
Arantes. Camisas de algodao 1 caixa a .Monteiro
Gfajorip J| C. Cerve>a 2Tj caixas aos ccmjignat.v
rio^. ColUrinb.93 1 caixa a Mend s Azevedo i C.
Conservas aiirjienticias 1 caixa aos coasignaUrios.
: Estofos tiir'c'os e famo 1 ciixa a Oscar FSkeisen.
loias e tinteiros I caixa a A.,Hyvernal $ C
Navios er.tral s no dia 7.
Bordeaux e portos intermelijs-17 dias sendo sVi
ultimo porlo 13-Vapor francez R.o Grant-.
de 1,539 tmeladas, commandante Delabarre.
cquipag;m 99, carga fazendas e outros gene
ros ; a Ilarismaudy & Labille.
Acaracu e portos intermedios-U dias, vapor naa
cional Ipojuca, de 360 toneladas, commandant
Jose Henrique da Silva, equipagem 3i), carga
varios generos; a companhia pernambucana.
Buenos-Ayres, Rio de Janeiro e Bahia, send0 to
ultimo porto 10 horasVapor inglez Maraldi,
de 638 toneladas, commandante Campbell, eqoi-
pagem 21. carga la e algodao; a Sawader-
Brotbers & C Veio reeeber algodao.
Navios sakid s no mesmo. dia
Kio Grende do Sul Brigue brasileiro Arroi<
Mallo, capitao Vital Jose da Motta, carga .-.-.,
Rio da PraiaPatacho. hespanhol Elvira, capita 1
Juan Jali, carga assucar e aguardente.
Portos do sulVapor francez Rio Grande, com-
mandante De'.abarre, carga parte da qne trou
xe da Europa.
Granja e portos iaterauaiosVapor nacional Pi-
rapama, commandante Manra, carga varios e -
neros.
FDIfAES.
Uvros 1 caixa, a Walfredo &,Souia, I caixa a G.
Ferreira Lustosa.
' SRudezas 1 caixa a Adolpho Dreyfus 4 C.
. Adoipho Dreyfus
Oleo de cobra aos eonsignatarios.
ueyos 2 caixas aos oansignajarios.
ilpicyes I caixa aos consigMtarios.
iubo 31 caixas a J- Christiana 4 C, S aos cpn-
l.iVicWffwwqi*, 23 0 \ Jjaj-rii a J.
0 Dr. Joaqnim Goncalves Lima, jaiz de dlreito
privativo do3 feitos da fatenla nacional, elc
Faco saber a todos que este virem, que no dia
24 de julho corrente.se vender* era praca pra-
blica deste juizo na sala das audiencias pelas II
horas da manha, a casa terrea eita nas Itemed,
freguezia dos Afjgados, com 33 palmos de frent -
e 08 de fundo, com u na porta e duas janellas.
duas salas, tres quams, quintal em aberto con.
280 palmos de fundo, de pedra e cat, penh >ra 1..
a Manoel Antonio Ribeiro, para pagamento d 1
que deve a fazenda nacional e avaliada por......
2:500*.
Este sera afflxado no lugar do eostame e pub i-
cado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife aos 3 d;
julho de 1874. Eu, Jose Francisco do Rego li ros, escrivao 0 subscrevi.
_________________Joaquim Goncalves Lim3.
Seccao 5'Secretaria da presidencia de Per-
nambuco, em 4 de julho de 1871.
KDITAL
Por esta secretaria se convida a quem quizer
contratar a constru-gao de uma pome de madeira
que ligae 0 bairro de S. Jose ao da Boa-Vista, par-
tindo do ponto correspondente a rna da Ponte-Ve-
II11, buseando as immediacies do gazomeiro. se-
gundo a planta orgaaisada pela reparticao das
obras publicas, percebendo pela construccao nm
pedagio pelo tempo qne se convencionar, a apre-
sentar as suas propostas ate 0 dia 30 do corrente,
nesta secretaria, com endereeo a presidencia.
As propostas devem vir laeradas, e serao entre-
gues ao porteiro, que deciarara no involacro, em
presenca da parte, 0 dia em que as recebtr.
Q secrstano,
__________ J. Diniz Bibeiro da Cunha._______
Seccao 31Secretaruidsv(roajdencia de Per-
iiambaco,ra 1 d* jottst 1871.
EDITAL
i Por esta seeretaria se convida a quem quizer
contratar a c mstrocjao de urni ponte de madeira
que ligue a povoacao do Monteiro *o tagar deno-
minado Barbalho, segundo a planta orgatnsad^^
pela rapaPt>0o das obras publisaa, percebeado por
,essa construccao am pedagio pelo tempo qae so
Convencionar, a apresanttr as ttM'f ropostas ate
o dia 30 do conreoje, nwta secrevaria, coro^eode-
reco a presidencia.

MELHOR EXEMPLAR ENGONTRADD


1
bade tfe Pefflambtt<* ^ As propostas devem vir lacradas, e serio entre-
guesaiporteiro, que declarara no involucre, em
preset ca aa parte, o dia em que as receber.
0 secretano,
J. Diniz Ribeiro da Cunha.
BKLARaCO**
tommrttJo am, frt&l
SiHTA r
uaSJL BA. MISERICORDIA DO
RECIFE.
A ilhn*. j*uu admintstrativa da Santa Can da
STisericordia do Recite, maud* taev publico (pit
na sal* de sum sessdea, no Ka {1 de julho, pe-
las 3 boras da tarde, teni do ser arrematadas a
queer mais vantaf en* offerecer, pelo tempo de arc
a tresi annos, ai readas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CAf JDAOS.
Bua do Padre Floriano
Casa terrea n. 43......201*000
Rua de Santa Rita.
idea: m 3i.......**>**>
Rw dai Calcadas.
Idem n. 34........201*000
Ciaco Pontas.
Idem a. Hi .......362*000
R*a de Santa Theresa
Ideas. 7.........221*008
Rua larga do Rssario.
2* andar do sobrado n. 24 AJ 310*000
Idem do sobrado n. 34.....408*000
3 andar de mesmo......280*600
Rua do Cabaga.
Lojan.1. .5......CaO*000
Rua do A me rim.
t.-aadar do sobrado n. 26. 301*000
Rua de Antonio Henrique.
Largo da Cainpma.
Idea, a 11.......- 120*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua Duque de Caxias.
Lojaa.77 ......700*000
Rua Primeiro de Mart0.
Sobiado de 3 andares n. 11 2:000*000
Caea da Alfandega.
Sohrado meia agua n. 1 -2:100*OC0
Rua do Marquez de Olinda.
Sobrado n. 33.......1:000*000
Rua da Madre de Deus.
Casa terrea d. 20......70OSCO0
Becco das Boias.
Sobrado de 2 andares n. 14 601*000
idem n. 39........421*000
Rua da Lapa. _
Casa terrea n.4f>.......202*000
|Rua do Amorim. ..;..
Sobrado de 2 andares n. 23 6026000
Casa terrea n. 34......122*01)0
Travessa da Madro de Deus.
Sobrado de 1 andar n. 19 650*000
Casa terrea n. 17......60l*0oc
Rua do Burgos.
Idem n.9...... 153*000
Idem n. 21 .......153*000
Rua do Vigario.
J> andar do sobrado n. 27 W^
1* andar do raesmo......?9*99.
Loja do mesmo.......375*000
Sobrado de 2 andares n. 25 1:300*000
Rua do Encanamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 .1:400*000
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16. .".....70I*0(K
Idem n. 23........209*000
Rua da Guia.
Idem n, 25........209*0OC
dem'n. 29........201*000
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 andares n. 12 800*000
Rua de S. Jorge
Casa. terrea n. 100......2ii*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto ds
ajrrematacao as snas fiancas, on compareceren
acompanhados dos respectivos fiadores, devendc
pagar alem da renda, o premio da quantia en
que for seguro o predio qua contiver estabeleei
men to commercial, assim como o servigo da lim
pezi. e precos dos apparelbos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do R
cife, 26 de junbo o de 1874.
O escrivl.0,
Pedro Rodrigues de Souza.
te do Mattos, offereco-os ar-
prompto. -.nndorias deposlladas, servio
T- ^reco modicos, etc-.
.^m reeolhera, mediante preVto accord", ex
clusivamente os geaettiB do uma so pessoa.__
Estes armaiens, alem de arejados e comroooos,
sao inteiramente novos e asphaltados, isentos d*
lupira, ratos, etc., etc. .
As pessoas que quizerem ntillsar-se Bestes ar-
nazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acbarao com quern
tratar._______________________
, Tambetn 0 eowetbo, no nwie^ao dia, ecft-l
traUitmviau ijoahnente 4>prof>siM, o tor
elmento de carvao cqi
-----------------------., ^or lempo d tras
para o araenal 4% Marion*
Sala das settles do consalbo de comprat
de marioha da Pernarnbur.o, da julho
de 1874.
O secretario
Alexandre npdritfm dos Anjot.
Santa
Casa de Misericordia
do Recife.
I'ela secretaria da Santa Casa se faz publico_ que
no dia 13 do corrente, pelas 9 horas rta manha, no
sala i da sasa dos expostos, o Illm. Sr. thesoureiro
fara pagamento as araas que trouxerem as crian-
eas qe Ihes forara conliadas, das mensalidades
relativas ao triraestre vencido em 30 de junho ul-
limo.
SecreUria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 2 de julho de 1874.
O escrivSo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Associaqao Comu ercial
Agricola de Pernambuco.
Conforme prescreve o art. 13 dos nossos esta-
tutos, convido aos senhores associados a reunirem-
se em assembled geral no dia 9 do andante pelas
9 horas da manha, aflm de aprciarem o relatono
da direcforia, e proceder se a eleicao da mesma e
da commissao de exame de contaa.
Secretaria da Associafio Commercial Agricola
de Pernambuco, 6 de julho de 1874.
Joao Pereira Rego,
2.* secretario.
Pelo thesouro provincial de Pernambuco, se
faz publico para quern melhor possa interessar
que foram transferiJas para o dia 16 do corrente
inez, as arrematajoes seguintes :
Reparos urgentes do eupedramento na eslrada
da. Victoria, e ferragens da antiga illuminacio da
cidade de Olinda.
Secretaria do thesouro provincial de Pernam-
buco, 6 de julho de 1874.
O secretario,
Miguel Ah~0D3Q Ferreira.
Commissao de exposicao.
De ordem do Exra. Sr. presidente da commissao
incumbida da acquisi^ao de producto* e_especi-
mens da industria nacional para a exposijao uni-
versal de Philadelphia, tenho a bxnra de convidar
aos mais membrcs da mesma commissao, para
uma reuniao que deve ter lugar, pelas 6 horas da
tarde de 8 do corrente, no andar do sobrado n.
83 da rua do Imperador.
Recife, 5 de julho de 1874.
Felippe de Figueiroa Faria,
Sacretario.
Tribunal do Commercio de
Pernambuco
Esta acretaria faz publico que tora admitWoa
a matricula
Manoel Jose Aiwo, de 85 anno* deidade, aa
tural desu pronnca, aa qaaaaada da o
faSS5& *-io braalWax*. dt
de idade. na qualidade do commerciante de gene
ros scccos e molhadoa, por grosao e a retalho, e-
tabelecido na cidade da ForUleu, provmcia
Oar*. <
Miguel Jose da Motta, natural dest
dt 40 annos de idade, aa qualidade
gcral desu praca. .
SecrfeUna do tribunal do commercio de
Pernambuco, 1 de julho de 1W4.'
O official-moior,
Julio Guimaraes.
a tratar
a rua do
d>
desta provincia,
ae eorrelor
Edital n. 5.
CQNSULAOO PROVINCIAL.
Pelo consulado provincial se faz publico que pa-
ra execu?ao dos arts. 78 e 79, abaixo declarados,
do regulamcnto de 6 de abril do coi rente anno, fl-
ea marcado o prazo de 60 dias.
Art. 78. 03 generos de outras provincias impor-
tacos nesta, por via terrestre, deverao ser acom-
panhados para a prova da procedencia de uma
guia do proprietary e por elle designada, daqual
conste declaradamente o lugar d'onde vem os ge-
neros, q'uaes sejam este3, a quantidade dos volu-
mes a marca delles e o nome do conductor.
Art. 79. A guia do artigo anterior devera ser
apresettada pelo conductor a primeira collectoria
desta proTincia que lne dear na direcgao ou proxi-
midade do seu tr^nsito da procedencia a esta cida-
de, para que seja com o visto do fiscal ou collec-
tor anthenticada a mesma procedencia, sem o que
sera o genero considerado produccao da provincia,
e nenhuma oatra prova podera supprir essa falta.
Consulado orovincial, 1" de julho de 1874.
0 administrador,
Antonio Carneiro Maehado Rios,
Pela inspectoria da alfandega se faz publico que
as II horas da manha do tfia II do corrente, se
ha de arrematar, livres de direitos, e sujeitas ao
imposto da eapatazia, as mercadorias abaixo de-
claradas, annuncladas a conssmo por ediul n.
164, e que deixaram de ser despachadas deotro
do prazo marcado.
Armasem n. 6.
Marca S & F n. loo 1 caixa vinda do Havre
no vapor francez Vitle de Bahi*. descarregada em
22 de setembro d; 1873 e eoniifnada a Cunha &
C, contendo 25 rddea de algodao, para donnir,
avaliadas por 166*666.
Idem n. 1491 dita idem, contendo 30 pecas do
brim de linho trancado, pesando liquido real 184
kilos, no vainr de 490*660.
Idem C & C n. MOI dita ilem idem, contendo
1,200 chape"os de fellro de la ordinaries, no valor
de 1:440*.
Sem marca e sem numero 1 la;a vinda de
New-York no vap r americano Merrtmack, des-
carregada em 1 de setembro de 1873, ignora-se
a consignacio, contendo roupa de use e suja para
crianca ; valor da lata 1*000.
Alfandega de Pernambuco, 7 de julho
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
Hutal, Macao e Mossor6.
Para os portos acima vai sahir cant muita bre-
Tidaaa o Mate Olinda, recebe carga a frete com-
moaa : a tratar. com Joao Jose da Cunha Lages,
na rua do Vigarie n. 33, ou a btrdo, coafronte
ao trapiche Dantas.
Rio de Janeiro e Rio Grande
doStll
Para os ialteados portos va! segulr em poucos
dias o brigue nacional Pirangy; reeebe a
frete modico alguma carga e escravos !
com Francisco Ribeiro Pinto Guimaraes,
gtrio do Triumpho n. 96.
' (H4B(;ilK> IIEL\IS
COM PAN HI A FRINCEZA DE NAVE-
GACAOA VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE 0
lavre, Lisboa, Pernambuco, Rio de
Janeiro, (Santos oaaealc aaa vM-
ta) Moateldeo, Baenoy-Ayrea,
(com baldeacao para oHosarto)
STEAMER
Cammttnilante, P. Robert.
E' esperado dos por-
tos do snl ate 10 do
corrente, seguindo de-
pois da indispensa-
vel demora para o
Havre com escala por
Lisbda.
Para fretes, encommendas e passageiros, trata-
secom
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA 4 C
43Rua do CommercioEntrada pela ro
do Torres. _^____
Rio Grande do Sul
0 brigue nacional Sahy sabira para o porto aci-
ma, e reeebe a carga precisa para alastrar : tra-
ta-se com Pereira Vianna & C, i rua do Vigario
numero 1.
PARA'
A eseuaa Georgians segue nestes dias para o
porto acima, e reeebe carga a frete : a tratar com
Tasso Irmaos & C
LEILOES.
Leilao
DO
sobrado de urn andar e sotao do pateo do Car mo
n. 39, edificado ha tres annos, o qua! rende au
nualmente 720,000 rs.
Uma casa terrea na travessa da Viracao n. 6, re-
edificada, a qual rende 212,000 rs.
Uma dita dita na rua d-j Motocolomb6 (Afogados)
n. 16, ediflcada em chaos pruprios, a qual ren-
de 360,000 rs.
Uma dita na mesma rua n. 24, a qual rende... .
180,000 rs.
as 11 horas
Por intervencfio do agente Pinto
Em seu escriptorio, rua do Bom Jesns n. 43.
LEILAO
artigos
da rua
INSTTUTD
GRAPHICO
ARC
EOLOG
2.
3."
ttavera sessao orainana quinta-teira, U
do corrente julho, pelas 11 horas da ma-
nha.
ORDEM DO DIA.
Expediente.
Pareceres de commissoes.
Propostasindicagoes e roquerimentos
e 0 mais que occorrer.
Secretaria do Instituto, 0 de julho "de
1874.
No impedimento dosecretario perpetuo.
Salvador Henrique d'Albuquerque,
2. secretario.
' HOSPITAL MILITAR
0 conselho economico do hospital militar con-
tra ta. para o trimestre de julho a 30 de setembro,
os g:neros alimenticios, abaixo declarados, para
dletits e ra^oes dos empregados, com quem me-
Ibores vantagens efferecer, em vista dos prejos
ijue a cada um dos generos vai notado ;
Aletria, 1* o kilogrammo.
A;'aruta, 1*100 idem.
Arroz, 220 rs. idem.
Assucar reflnado, 320 rs. idem.
Batatas, 280 rs. idem.
Bolachas, 440 rs. idem.
Bolachinha de araruta, 580 rs. idem.
Biscouto.', 560 rs. idem.
Carne verde, 480 rs. idem.
Carnejde porco, 900 rs. idem.
Carne eecca,360 rs. idem.
Cta.hysson, 6* idem.
Cafe" em caro;e, 850 rs. idem.
Cafe moido, 1*200 idem.
Doce de goiaba, I idem.
Manteiga fngleza, 2*900 idem.
Mirmelada, 1*250 idem.
"Macarrao, 800 rs. idem.
Piies, 360 rs. idem.
Tapioca, 500 rs. idem,
Toucinho de Li?bo574iaQ rs. idem.
Farinha de mandioca, ISO rs. o litro.
Feijao mulatinho, 240 rs. idem.
Vinagre de Lisboa, 360 rs. idem.
Vinho do Porto engarrafado, 2*900 idem.
Lute, 600 rs. idem.
<;.llinha, uma 1*400.
Sal grosso, 60 rs. o litro.
A pessoas que quizerem faz..r dito fornecimen-
to, para todos ou algum dos ditos generos, deverao
apresentar suas propostas em cartas fechada, na
secretaria do mesmo hospital, no dia 9 do corrente,
as 10 boras da manha, com declaracao de snas
mor Hospital militar de Pernambuco, I de
julho de 1874.
0 escrivSo,
Avelino Pereira da Cunha.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria. de fazenda desta provincia se faz pnblicc
Sara conhecimento de quem interessar que no
ia 2:9 de julho proximo futuro, pelas 2 horas da
tardis, sera posta em hasta pubiica perante a jun-
ta la mesma thesouraria, para ser arrematada por
quem mais lanco offerecer a casa terrea sita a
rua do Paco Castelhano, na cidade tie Olinda, pro-
prio nacional e bem assim o terreni qne Ibe flea
adjacenle, o que tudo foi avaliado.por dous contos
de nlis.
Secretaria da thesouraria de fazecda de Per-
nambuco 30 de junho de 1874.
0 2. escripturario, serviodo de secretario,
Carlos Joao de Souza Correia.
Juizo da provedoria.
Por este juizo, escrivao Guimaraes, irao a praca,
por Vcnda, no dia 9 do corrente, finda a audiencia
do Dr. juiz substituto da provedoria, Oliveira An-
drade, as dividas activas do casal da finada Rosa
Maria Francisca, e a requerimento do inventarian-
te Jose da Costa Bispo. 03 pretendentes acharao
em poder do porleiro dos audilonqs o escripto com
declaracao dos devedores, e quantias.
llccifc, C do Julho do 1874.
0 escrivao intenno,
Joao Tiburcio da Silva Guimaraes.
Juizo de orphaos
Em audiencia do dia 13 do eorrente, do Exm.
Sr. desembargador juiz de orphaos, recebem-se
propostas para a arreuiatacao da escrava Izidra,
preta, crioula, de 26 annos de idade, com algumas
habilitaqoes, avafiada por 1:000*, 4)ertencente ao
fmado Leepoldo Ferreira Martins Ribeiro.
A camara municipal desta cidade tendo de
demolir o sobrado a ma do Amorim n. 19, que foi
ultimamentedeiapropriado, e vender a quem mai-
vantagens offerecer, todos os materiaes do mesmo
sobrado, convida de novo pelo presente aos pre-
tendentes a comparecerem no dia 12 do corrente,
pelas 12 horas do dia, nnpaco de suas sessoes,
correndo dita demolicao por conta do arrematante
Paco da camara municipal do Recife, 7 de julho
de 1874. n.,
The5do>oJlachado Freire Pereira da Silva,
JP Pro presidente.
f1' Francisco Augusto da Costa,
0 secretario
CONSULADO PROVINCIAL
Pelo consulado provincial se faz publico, que de
conformidade com o art. 33 da lei provincial n.
1,111 foi pelo Sr. inspector do thesouro provincial
autorisado o continuo desta reparticao, Antonjo
Carlo3 de Lemos Duarte, a proceder a veriQcacao
e renovacao da muneracao de todos os vehiculos
da conducao de carga e pessoas uesta cidade e
seus arrabaldes.
Consulado provincial de Pernambuco, 7
de julho de 1874.
0 administrador,
Antonio -Carneiro Maehado Rios.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
VICEiTE
Quarta-feira 8 de julho.
lltimas recitas
do drama-sacro em 6 actos e 8 quadros :
0$ Sete Passes.
^> Princi ara as 8 1|2 horas
Aviso.
0 emprezario previne ao publico que a compa-
nhia dramatica sob sua direcgio, trabalbara aqui
somente ate o fim do corrente mez.
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
Para a Bahia.
Para o referido porto segue com brevidade o
hiate /oci Arthur, por ter grande parte da carga
engajada, para o res to que The falta, trata-se com
o seu consignatario Antonio Luis de Oliveira Aze-
vedo, na rua do Bom Jesns n. 57^____________
COMPAMHIA BRASULEIaa A
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Portos do none
DE
algumas fazendas, miudezas e mais
existentes no 1 andar do sobrado
do Marquez de Olinda n. 37
Hoje
as 10 1|2 boras da manha
0agente Dias venders, potconta erisco de
quem pertencer, no dia e hora^6ima designs dos,
algumas fazendas, miudezas, moveis e mais arti-
gos alii existentes
A saber:
Seis pecas de casemira preta, saias bordadas.
camisinlras, golas e manguit03, Urancaa de seda,
com vidrilhos, fitas de velludo e de setim, chape-
linas para senhoras, 120 duzias de gravatas, com
toque de avaria, lapetes e capachos de diverso*
tamanhos, 2 almofadas bordadas, 3 espelhos, mol-
duras douradas. sendo um oval, 1 mobilla de ma-
deira preta, 1 machina para coslura, 1 par de
jarros para flores, 2 commodas de ara^rello, 12
cadeiras allemas, 2 ditas de balan^o, allemas, 2
ditas de dob.ao, 2 lavatorios de amarello, 40 di-
tos de ferro, com espelho e suas pertencas, 2 con-
solos de amarello, bercos de faia, 1 cama de faia
para creanca, meio apoarelho de porcelana, para
cha, 1 dito de louca para jantar, garrafas e ca!i-
ces para vinho7 copos para agua, quadrcs com
paisagens, e muitos outros artigos que estarao pa
tenles no dia do leilao.
CIRCO EQUESTRE
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS
gom^anhia torn
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
Grande e variado espectaculo
QUARTA-FEIRA 8 DO CORRENTE
Pela primeira vez, o joven sergipano, saltara o
arco das facas.
Principiara as 8 horas.
Santo Antonio
Companhia Fidelidade
Soguron marltimos e terreatres
A agenda desu companhia toma seguros ma-
ritirxios e terrestres, a premies razoaveis, dando nos
ultinios o solo livre, e o setimo anno gratuito ao
segurado.
Pelieiano Jos I Gomes
Agente.
51 Rua do Apollo 51
Ar ma zens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o foco
A companhia pernambucana, disponoo de ex-
^flieutes e vastos armazens em seu predio ao for-
De oraera do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda se faz publico para conhecimento
de quem interessar, que perante a junta de fazen-
da da mesma, tem de ir a praca para ser arrema-
tada por qnem maior lanco offerecer, o arrenda-
mento de uma caa terrea sob n. 55, a rua de S.
Bento da cidade de Olinda, pertencente ao patrimo-
nio do convento de Nossa Senhora do Carmo da-
quella cidade, e boje encorporado aos proprios na-
cionaes ; sao por tanto convidados os pretenden-
tes ao dito arrendamepto a comparecerem as duas
horas da iarde do dia 25 do corrente mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 5 de julho de 1874.
0 2 escripturario, servindo de secretario,
Carlos Joao de Souza Correta.
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MAIUNHA.
0 conselho promove no dia 9 do corrente mez,
a vista de propostas recebidas ate as 11 horas da
manha, a compra dos seguintes objectos do ma-
terial da armada:
5 barris de alcatrao, 6 bandeiras nacionaes de 2
pannos, 3 ditas de 3 ditos, 3 ditas de 4 ditos, 3
ditas de 5 ditos, 3 ditas de 6 ditos, 20 duzias de
brocnas de pintar, 8 barris de bren, 45 cantonei
ras de ferro de 0,62 de largo e 0,08 de grossura,
20 vardes de cobre de 0,015 de grossura, 300 fo
lbas de cobre de 24\0, 100 varoes redondos de
erro inglez de 0,025,100 ditos de ferro dito de
0,022,100 ditos de ferro dito de 0,019, 100 ditos
de ferro dito de 0,016, 100 ditos de ferro dito de
0,015, 100 ditos de ferro dito de 13, 116 lencoes
de ferro dito de 2,03 de compri mento, 0,76 de
largo e 0,008 de grossura, 24 barras de ferro dito
de 0.050 de largo e 0,008 de grossura, 40 duzias
de lapis, 20 milheiros de pregos caibraes, 50 pra-
tos travessos, de folha, 40 taboas de pinho de riga
de 8,5 de eomprimento, 0,250 de largo e 0,050 de
grossura, 120 kilos de pregesde cobre para forro,
250 parafnsos de metal on ferro galvanisado de
0,087 de comprimenL) e 0,0 II de grossura. 10 da
zias de taboas de pinho da Suecia de 0,018 de
Srossora, 12 duzias de taboas de pinho da Suecia
e 0,025 de grossura, 12 duzias de taboas ditas
de 0,037 de grossura, 8 duzias de taboas ditas de
0,075 de grossura,'! duzias de taboas de costidi-
nhode pao carga de 5 a 6 metros de eomprimen-
to. de 0,40 a 0,45 d i largura, 40 remos de faia de
6,12 de eomprimento, 100 remos ditos de 5,78 de
eomprimento, 60 remos ditos de 5,44 de eompri-
mento, 80 remos ditos de 5,10 de eomprimento,
50 remos ditos de 4,76 de eomprimento, 90 kilos
de secante feses de ouro, 400 kilos de tlnta preta
preparada, 10 garrafas de tinta de eserever, pre-
ta, 50 toneladas de carvao de ferreiro.
i t:
QUINTA-EEIR.A 9 DO CORRENTE
Beneflcio do Cunha, ex-fiscal
do theatro Sanaa Antonio.
Grande espectaculo em 5 actos, com o applaudi-
dissimo drama :
Maria Joanna
mclhebThi povo
Ucnomiuarilo do* actos.
I,*Os dous casamentos.
2.*0 roubo e o engeitado.
3.Ella esta louca !
4.*A douda com juizo.
5.*0 medico desmascarado.
Tomam parte no drama as Sras. D. Manoela,
Maria Babia, D. Emilia Camara, D. Josepba e D.
Joanna, assim como todos os artistas da compa.
nhia.
E' este o espectaculo que o beneficiado offerece
ao generoso publico pernambucano e do qual es-
pera todo aeolhimento e uroteccao.
Principiara as 8 1)2 horas.
Conmisuiilsuite Alcoforado.
E' esperado dos portos do snl
inclusive o da Victoria, ate" o
dia 9 do corrente e seguira para
os do norte depois da demora
do costume.
Porton do aau.
Commandante Carlos Gomes
E' esperado dos portos
do norte ate o dia 13 do
corrente e seguira para
os do sul depois da de-
mora do costume.
Para carga. encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C.
LEILAO
DE
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavcgacilo costeira a vapor.
MACEIO EM DIREITURA, PENEDO E ARACAJU*.
O vapor Ingtiaribr, enmman-
dante Julio, seguira para
os portos acima no dia Id do
corrente as 5 horas da tarde.
Reeebe carga ate 0 dia 14,
encommendas, passageiros e
dinheiro a frete ate as 2 horas do dia da sahi-
da : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
dividas na importancia de 816#710 e -2 ca-
ses de taipa cobertas de telha, sitss no
lugar Beberibe de Baixo, d rua de Santo
Antonio, bens perlencentes a" raassa fal-
lida de Joaquim Vieira Coelbo da Silva
HOJE
A's 11 horas da manha
0 agente Pinto, cumprindo 0 mandato do Illm.
Sr. Dr. juiz de direito especial do commercio, le-
evara a leilao, a? dividas na importancia de.....
816,710 rs., e duas casas de taipa no lugar Bebe
ribe de Baixo, a rua de Santo Antonio, bens per-
lencentes a massa fallida de Joaquim Vieira Coe-
lho da Silva.
Os pretendentes poderao desde ja examinar as
referidas dividas pelo mandado existente no es-
criptorio do referido agente a rua do Bom Jesus
n. 43, onde se elfectuara 0 leilao. ,______
randi, 1 guarda-roupa de amarello, 1 guaraa-kn-
S, 1 apparelho para almoco, 1 cofre inglez, prova
fogo, 1 secretaria, 1 par do aparadores, com
tampos de pedra, quartinheiras, cabides, mesas
elasticas de 3, 4, 5, 6 e 8 taboas, meias eommoda!',
ditas inteiras, marqnezas, marquezoes, sofas avuK
sos, diversas duzias de cadeiras avulsas, como se-
jam : amarello, faia, junco, americanas, inglnas,
e muitos outros artigos relatlvos a moveis e loaea.
Tambera na mesma occasilo vendera uma factara
de ouro, como se:: anneis, voltas, cacole"tas, pa-
res de brincos, roeetas, salvas, paliteiros, appare-
lhos, pulseiras, e muitos outros artigos relativos a
ouro, prata, brilhanles, etc.
Qninta-ieira 9 de inlno
AS 11 HORAS EM PONTO.
No armaiem de agenda de laiiftet da rua
do Vigario Thenorio a. It.
Grande feira
DE
pianos dearmario, guardas-
lou(ja, espelhos dourados,
mesas elasticas, venezia*
nas francezas de correates
para varandas, arandelas
para gaz, objectos para ca-
beleireiro, miudezas, com-
modas, aparadores, lava-
torios, secretarias,transpa-
rentes para janellas, copos
e calices,carteiras para es-
criptorio, objectos de ouro
ebrilhante, relogios para
algibeira,deouro e prata,
louca, mesas para escre-
ver, ditas de pedra mar-
more, com pes de ferro, e
infinidades de objectos do
uso domestico, queserao
vendidos
ao correr do markSo
Qninla-fcira 9 do correnle
A's 11 horas
NA
FEIRA SElMANAL
IG--Uua da ImperadorW
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
Agente Dias
Para
Segue nestes poucos dias o patacbo portuguez
Michaelense ; para o resto da carga que lhe falta,
trata-se com Antonio Ferreira de Alme^a, a rua
da Madre de Deos n. 36.____________________
Segue nestes dios para o Aracaty, por ter
parte de seu carregamento prompto, o bem co-
nhecido hiate Deus te Guarde ; quem nelle quizer
carregar ou ir de passagem, dirija-se ao escripto-
rio de Bartholomeu Lourenco, rua da Madre de
Deus u. 2, que achara com quem tratar. _____
COMPANHIA
MESSAGERIES MARITIMES.
Linha mensal
Bio Grande
AVISOS MARIT1M0S.
Companhia de navegacaa a va.
porbahiana, llmitada
Macei6, Penedo, Aracaju e Bahia.
E' esperado dee portos
do sul ate o dia 11 do
corrente o vapor Sinimbu,
o qual sabira para os por-
tos acima no dia segnin-
te ao da sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete
Agente
Antonio Lou de Oliveira Azevedo.
7Rua do Bom Jesus87________
Maranhao.
Para o referido porto pretende seguir com pou
ca demora o hiate Olinda, por ter a maior parte
da carga proropta : trata-se com os consignata-
rios Joaquim Jose Gongalves Beltrao & Filho, a
rua do Commercio n. S.
Lisboa e Porto
Segue viaten com a possivel brevidade a barca
portngueza fkv* Venudora, reeebe carga e pas-
sageiros : a tratar com Tito Livio Scares, rua do
Torroe n. 10.
.l^*v
a> V.?ims
Espera-se da Eu-
ropa ate o dia 8 do
corrente, s e g u i n do
depois da demora do
costume para Bue-
nos-Ayres, tocando na
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
I
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia
10 do corrente 'se-
guindo depois da de-
mora do costume pa-
ra Bordeaux, tocan-
do em Dakar (Goree) e Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harismendy A Labille.
9 Rua do Commercio 9
Pacific Steam Navigation Companj
ROYAL MAIL STEAMER
JOHN ELDER
(DE 4161 TONELADAS)
Commandante W. F. Hewtson.
Espera-se da Euro-
pa ate o dia 19 do cor-
rente, e depois da de-
mora do costume, se
r" a para Bahia, Rio
Janeiro, Montevi-
deo, Buenos-Ayres. Sandy, Point, Lota, Valparai-
so. Arica, Islay Callao,-para onde recebera pas-
sageiros, encommendas e dinheiro a frete.
Nao sabira antes das tres boras da tarde do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Howe C.
ItpraCA DO COMMERCIOii
PROGHESSO MARITIHO BO PORTO
Empreia portnense de navegacao a
vapor eatre Portugal e Braaii
0 VAPOR
Almeida Garret
Commandante Taanaalnl
Esperado do su*
em 18 do corrente de-
pois de pouca demora
dentro deste porto se-
guira para Lisboa *e
Porto com escala por
S. Thiago.
Passagens e fretes de cargas, encommendas e
valores, tratam-se com os
AGENTES
E. R. Itabella ft C.
48 Rua do Commercio *8
LEILAO
DE
10 cavallos gordos e novos
HOJE
A'S 11 HORAS DA MANHA
no armazem do sal, a rua da Conceir^ao,
Boa-Vista.
0 agente Pinho Borges, autori;ado, vendera em
leilSo os referidos animaes, por conta e risco de
quem pertencer. .

Leilao
DE
um Undo burro, proprio para cabriolet
Hoje
as i 1 horas da manha
no armazam do sal, Boa-Vista.
0 agente Pinho Borges vendera, em continuarao
ao leilao dos cavallos, que no mesmo lagar deve
effectuar, o referido burro, por conta e risco de
quem pertencer.
LEILAO
DE
um excellente predio
Sendo:
Uma casa terrea, faljando repartir, na rua do
Lima, em Santo Amaro n. 34, tendo a dita trinta pal
mos de largo e noventa de fundo, qnintal murado,
tambem com noventa palmos de fundo, puxada
fora para casinba, tendo mas dentro da casa por-
c5o de cal, tijolos, alguma madeira e pedras para
fazer o cordao da calcada.
QUINTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
pelo agente Martins
Mo armazem da rua do Impera-
dor n 48
A'S 41 HORAS DA MANBA
Os pretendentes podem examinar a casa, pois a
chave se acna na taverna n. 32, junto ao referido
predio.
LEILAO
DE
1 cavallo selado e enfreiado.
2 cazaes de canarios do imperio.
1 casal de pavdes.
1 viveiro com rolas de Fernando.
3 venezianas francezas, com correntas.
OBiectos de ouro e brilhante.
oninta-reira 9 dejalbo
Ah 11 horas
NA
FEIRA SEVIANAL
16 Rua do Imperador 16.
__________ ARMAZEM.________
Agente Pestana
l;
moveis, laucas, vidros, crystaes, ouro, prata
e brilbantes
QUINTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
as 11 horas em ponto.
No armazem de agenda de leildes da rua do
Vigario Thenorio n. 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de uma mobttia
dejacarada a Luii XV, :om tampos de pedra, 3
ditas de junco com tampos de pedra, 1 dita de
amarello, 1 dita de faia, 1 rico santuario de jaca-
MELHOR EXEMPLAR ENCRNTRARR
DA
parte do predio do becco do Abrcu
e dividas na importancia de.....
3G:90fli$360
A SABER:
Alexandre das Merces
Siquera
Neco
Motta, caixeiro do Rodriguez
D. Josepha
Jo5o Henrique
Antonio de Oliveira Jolres
Manoel do Nascimento
Alfredo
Collegio de S. Bernardo
Joao Nepomuceno N'egreiros de Bar-
ros
Manoel Ignacio Borges
Alvaro Joaquim Gongalves Fialho
Lui?a
Silvestre Pereira da Cunha
Collegio de S Jose
Mn'ia do Rosario
Simp'.icio
Joao Jose de Lemos
Antonio Ferreira de Lima
Jose iiarlmiauj da Silv.i
D. Anna Maranhao
Santos
Dr. Miranda
Theo'Josio Fernandes Ferraz
Manoel de Azevedo Andrade
Pinheiro & Cbaves
Manoel Antonio de Araujo
CapitSo Lavra
Bernardino Pereira Marinho
Jose de Barros Simao
Pinto
Luiz, funileiro
ColleRio do Dr. Bernardo
Jo56 Rogerio Nunes da Silva
Thomaz de Carvalho Soares Brandao
Viriato de Freitas Tavares
Francisco Jorge di Silva
Oliveira
Maia
Jose de Pinho Borges
Joaquim SimSes
Arantes, do Cambrone
Figueiredo
Hotel de Santo Amaro
Dr. Joao Honorio
Frederico Sknier
Daniel (socio do Tabacao)
Anedino Bandeira de Mello
Jose~ Maria Gomes da Silva
Manoel Nunes Pereira
Manoel de Andrade
Trajanc
Joio dosSintos Barros
Manoel Joaquim Goocalves
Marcelino
Joao Antonio dos Santos
Paulo Fernandes de Mello Guimaraes
Fabio Severino Nobrega
Jose Gomes da Fonceea
Manoel Marlins de Atevedo
Tenente Affonso
Francisco Joaquim da Costa Fialbo
Francisco, escravo do Camaragibe
Hygino Pereira de Carvalno
Coronel Jos6 Maria I. J. P. Mello
Capitao Theotonio
Carvalho
Dr. Cabral
Auraliaao C. de Medeuos
Eduardo da Costa Oliveira
Joao Manoel de Jesns C
Joao Francisco Paredes Porto
Jose Narcizo da Silva 4 C.
Dr. Moscoso
Joaquim Marcelino da Cnnba
Francisco Pereira Vianna
Manoel andido P. Lyra
Capitao Borges Leal
Simpltcio, do barao de Muribeca
Joaquim Ignacio Ribeiro
Cardoso, rua dos Praxeres
Joio Ignacio, engeobo Merces
Manoel Christo
Salustiano, do Cambrone
Capitao Jose Ignacio M. R. Medeiros
Antonio Joaquim de Saul'Anna
Candido do Coate
Joao FeUciano, cargteiro de JosO
Caeuno
Benjamin, musico
Monteire
Deodato
Joio Francisco de Meaa
Manoel Jose Gnedes Magalhacs
Napoleao Duarte
Ulysses, da alfandega
Marcolino, tintureiro ,
Jose Aucusto Rosado de Ouveira. .
Zumba Chavas, rua do Aragao
Luiz Jose de Oliveira DiaU
Avelino S. de Oliveira Axevedo
RuQno, enoJnio, de capitao Aibu-
qaerqne
n. I,
4,000
200
200
4,460
640
SOt)
16.7W)
4,720
4,340
t,640
30,640
12,620
MM
3,000
2,800
ijm
2,600
34,300
17,660
3,68<)
iS.liO
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14,00->
MM
7.920
2,960
6,260
4,480
1,400

1,32-J
120
960
800
1,280
8,100
2,600
3,x80
56-J
120
300
1,060
1,000
1,600
6,480
14,18.)
1,000
S,000
1,120
1,300
600
1,320
800
55,660
1,000
1,900
39,410
24,600
16,200
26,000
MM
1.200
15,6*0
1.600
8,600
15,620
160
49^70
837,580
27480
8:257,140
MOO
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2,730
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131,140
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69,660
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17,700
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Di&fiO de Pernaifibuou Qaarta fetra 8 de Julho de 1874.
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fcomingos Antonio 4s Silts B.
Candida EasUqWa G. M.
Clemeniino Gomel CarvalHo
B^mvenuto de S. Saldanha
Henrique Leyden & C.
D. Remade
Joio Rli 3?fn Ran.os
teralUo 0. de Araujo
liindo Coe'.ho da Siva ''';
Dr. CaDffaKiu Xavier Lopes
Honorio frinrao de Ffgnetredo
Minervini) Uezerra de Vascoucellos
Candida J. b. da Rucfin
J^aquiui Aurelio Wanderley
Jose Francisco If. de Almeida
JHachado
J ao Call ado de Albuquerque
Jose* Joaquim Ramos e Silra
Jwe Alves Fernandes
Francisco Ootavjaao de,N\
Major Feitosa
Ji.vino Ilandeira de Mello
Minoel Paulmo deGouvi-a
Leonardo B. dcs Santos
Aitonio M. P. Vianna
Dr. Francisco Jose Rabello
Manoel QuiBtHiwo da Silva
Javencio Athayde
D. Angelica
Loopoldo de S. Cavalcante
Joao Line Vianna Junior
Antonio Cesario Moreira Dias
D. Augosto Penido
Francisco Xavier B. Campos
Jo:-6 Alves da Silva
Antonio Jose da SiWa Junior
Joiio Candido de Mello
D. Constanca
Dr. Joquim Goncalves Lima
Jo*** Antonie Moreira Dias
Jnvencio Coelbo da Silva
Francisco Antonio de Oliveira
Aitonio Joaquim de San t'Anna
Joiio Fernandes da Cruz
Teucnte-coronel Joao ValentimVil-
lella
Manoel Tindco de Souza
Pa alo Bezerra dos Anjos
Jose Bernardo da Motta
Francisco Soares da Silva Bibeiro
Joaquim Pereira dos Santos C. Gui-
inaraes
Manoel Jose1 de Siqueira
Fmncisco das Chagas P.
Francisco de Almeida Barata
Fmncisco Jose Alves
Josquim Jose Bello
Jose Lui.z de Maltos
Joee Maria de Carvalho <
Ga.dino Jose Monteiro
Felix Jose Marques
Joaquim Monteiro Dioiz
D. Anna M.
Antonio Lopes de Azevedo
Rosado & Pires
Azevedo
R. Coelho
Jose" Toomaz de Aguiar
Dr. Carlot Angnsto Alcorne
Manoel da Silva Carvalho
Herculano Rodrigues da Silva
Victor de Souto Cavalcante
Joao Lopes Ferreira
Luiz da Silva Ferreira
Manoel de Souza Cordeiro Simoes Ju-
nior
lldefonso dos Reis Gomes
Jose Carvalho Xavier B. C.
Dr. Sergio Brandao.
Adalpho de Siqueira Cavalcante
Horacio Coelho
Maaoel Jose da Silva Maia
Avjlino J. de Oliveira Azevedo
Pedro Camaragibe
Francisco Vaz Salgado
Dr Brito
Coiita Moreira
Henrique Soares de Azevedo
Cujtodio de Araujo Lopes
Severino Lyra
Dr. Pedro de Albuquerque Autran
Collegio do Coracao de Jusns
Jo;;e Joaquim Affonso Guimaraes
Jose Ferreira da Silva Guimaraes
Ircta
Joj.quim Irmaos
Baroneza de Beberibe
Dr. Seve
D. Carolina
Actonlo Francisco Corga
Jose Rodrigues de Oliveira Lima
Antonio Columbano de A. Carvalho
Manoel Jose Rodrigues '
Matihlde Maria dos Prazeres
Dr. Virgilio de Ousmio
Antonio Pereira de Farias
Gymnasio provincial
Major Silveira
Joao Ramos
Martins & Irmao
Lu<;as Antonio Evangelista
Virgilio de Oliveira
Manoel Pereira de Farias
I'irheiro & Chaves
Kuflno Pereira de Abreu
Maaoel de Abreu Macedo
Boiges Leal
Jose Martins do Rio Junior
Marinho
Major Lima
Antonio Carneiro Machado Rios
Luiz Manoel Simoes Junior
Dr. Manoel B. de Menezes
Major Varella
Pelino da Silva
Antonio Ignacio Brandao
Flavio Goncalves Lima
I'r.incisco de Assis Pinto
Bernardino Pinto Barboza
Francisco Teixeira Mendes
VicenteHotel Iguarassii
Carlos de Chovin
Moura, de Reberibe
Trcjano Cesar de Albuquerque
Luiz Abranckes de Figueiredo
Francjsco de C. Castelio Branco
Vicente Ferreira da Costa
Capitio Melcbiades
Capitao Manoel A. M. Gusmao
Al feres Brasil
Al feres Tranquillino Benjamin P.. >de
Siqueiro
Manoel Nones Pereira
Francisco Antonio Moreira Dias
Duarto Antonio de Miranda
Tenente-coronel Frias Villar
Antonio Leonidas
leiqoim Fernandes da Silva
Ulysses Irmaos
Joiio Freire
Francisco de Assis Baito
M;,noel Joaquim da Conceicao
Lgjz Francisco Vellozo
Severiano de Siqueira Cavalcante
Manoel Jose Medeiros Correa
Jose" Liberato
lose Alabama
Joaquim Maacio Marinho
A atonic Carlos Ferreira
Gancalves Fialho 4 C.
Cipitao Moraes
D. Tbereza Bastos
Francisco Rodrigues dos Santos
Dr. Cuitodio Guimaraes
Jose" Thomaz da Silva Junior
Viuva d Francisco Jose Goncalves
daoSilva.
Francisco Florencio de F. 1.
Miguel Hires Branco
Antonio da Costa Oliveira
Major Ferraz
Joao Francisco Orpbao
Et. Jose Hooorio B. de Menezes
Trajano Evaristo Castelio Branco
Jaliio
Jase Ricardo da Silva
Jase Joaqoim da Silva Gomes
f .ourenco P. Mendes Guimaraes
Firm'rao Vieira da Silva
tlapitao Jose Joaquim Coelbo
TDomaz Celho do Gusmao
Fraoeiseo de Paula Goncalves
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Joao Ferreira dos Santos
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Felix Pereira da Silva
Manoel da Silva" Moreira
Candido M. de Almeida
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314,730
40,640
14,980
132,500
51,680
109,460
4,600
13,240
348,400
8.270
266,520
135,580
1:067,400
87,000
1:137,120
31,500
17,920
3,400
711.970
12,280
2,500
34,800
1,000
1,680
173,890
26,810
79,840
5,5)6
1:828,872
14,30
31,940
905,720
4,520
7,600
1,420
9,500
58,800
46,400
2,102
26,820
412,310
13,120
7,600
83,660
158,440
2,840
91,880
155,820
544,850
4,420
1,520
592,454
40,360
1:055,890
17,800
14,000
I 22,22
90,660
1,400
5,140
800
2,000
78,980
549,590
27,930
58,840
16,200
8,300
1:537.810
760
300
22,160
7,500
11,380
1,000
23,400
291,240
95,640
41,480
10,040
8,500
395,890
245,130
4,360
43,640
164,440
10,000
121,900
46,000
22,500
220,900
200
28,180
300
720
24,920
47,640
58,820
' 59,160
3,680
69,620
9,800
2,640
40,500
6,440
14,400
6,760
1,200
10,200
6,600
147,640
22,200
14,500
220,990
96,120
294,470
3,740
7,400
20,360
31,360
36,776
55,100
>92,860
16,160
4,000
120,280
63,3' 0
97,380
74,100
93,600
17,300
1:281.170
2:359,360
601,806
10,680
6,000
1,800
270,170
5,600
13,000
5,120
36,580
74,080
3,200
38,660
39,620
15,960
15,210
32,960
33,560
20,760
952,580
14,480
37,840
18,740
79,380
5:134,394
69,905
7,000
14,000
36:909,360
Rua do Bom Jesus n. 43.
0 agente Pinto levara a leilao pela segunda e
ultima vez as dividas activas da massa fallida de
Joaquim Ferreira Lolio. na impcrtancia do...
36.909,360 i('!> Mivmdj ao dase aoften* de..
1:3:0,0.0 utiii'lo i.u M'uuwni leilao, sendo que
naquella i)'xasiii> $ ra dila veuda r- aliaaa com
quern inclimr v.iiUgi'm fhcr ; a-Min c r,i umbeiii a p>rtela cu.-a do lieeu do Abtru n.
1, ciMif..riiii-laii- coin n drspacta v niaudaUo -iu IIUu.
Sr. Dr. julz especial d" i'"mmerriu
Os pri-teudfiii'-s pi.djii'cxiiiiiu..r i>i iivros, d.i-
cumenlos e tilulos axistentes no esciiptorio do re-
referido agente, onde se ellecluara o leilao.______
Leilao
DE
moveis e
Scxta-feira lO do correnle.
Uma mobilia de jacaranda, 1 dita de amarello,
Suarda roupa de dilo, secrelarias de dito, 1 gran-
e aparador de dito, com pedra, marquezas, mar-
queaoes, camas francezas de amarello, sofas, ca-
deiras, eonsolos, candieiros, jarros, copos, calices,
e muitos outros objectos que serao vendidos a
vontade dos compradores.
pel* sgente Martins.
No armazetn da roa do Imperador n. 48.
AVISOS DVERSOS
Precisa-s# de uma ama
ara cozinhar em casa de
pequena familia, preferin-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe n. 40.
M'lENCAO
Fugiram no dia 7 de julho de 187, do engenho
Giqui, freguezia da Esada, de Florismundo Mar-
ques Lins, 3 escravos, sendo Asterio, preto, al-
to, bem moco, sem barba, corpo regular, e olhos
brancos ; Ellas, preto, bem moco, sem barba, al-
tura media e corpo regular ; estes dous foram da
villa de Pesqueira. Luiz, cdr lula, bem moco,
barbado e tern os peitos cauelludos, estatura bai-
xa corpo reforcado e bem espadaiido ; este foi de
Nossa Senhora da Gloria ; gratiQca-se com gene-
rosidade a quem os apprenender e lev.-los ao Re-
cife, no escriptorio de Francisco Mamede de Al-
meida, rua do Torres n. 12, ou ao proprietario
acima.
Aliened.
Aluga-se para estabelecimento, a loja do sobra-
do n. 17, sito a rua da (mperatriz; e commoda
e esta acabada de concertos e reparos : quem a
pretender dirija-se a rua da Torres n. 12, escrip-
torio, !. andar.
CASA DA FORM.
AOS 4:000#000.
BILEETES GARANTIDOS.
A' rua Primeiro de Margo (outr'ora rua dc
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes um meio n. 2312 com 4:000*, dous
roeios n. 2354 com 200*, um me o n. 3562 com
100* e outras sortes de 40* e 20* da loteria que
so acabou do extrahir (106). convida aos poSSUi-
dores a virem receber na conformidade do costu-
me sem desconto algum. ,
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
la 5* parte das loterias a beneficio da matriz
da Boa-Vista (107*), que se extrahira no sabba-
do, 11 do correntemez.
PREgOS
Bilhete inteiro 4^000
Meio bilhete 2*000
IU PORgS.0 DE 100J6000 para CIMA.
Bilhe-.e inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
ENGOMADEIRA.
Lava se, e engoraa se, com perfoicSo
rua do JSoguelra n. 18.
. PIANOS.
Acabam de cli^fc^r iiiuitu Loos piama lorws e de
el(-ganlefl niodt-H-is, do.s tnais iwta^ei.* e nrra uo
nliecidos IiibrK'aole.- ; como ejam .' Alplii'nm Bi
.1 m<-l, H.'iir> Hers e I'ley.l Wolff i C. : no Vapoi
Frances, a "na do Haiao da Victoria, ouU'ora No-
va n. 7. a [: v is inuito cointnodos.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
triflce, agua de ftor de laranja, agua de tottete,'
divine, tlorida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosnieticos, muitos artigo delicado* em perfnma-
ria para presentee em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamaohos
d'agua de Cologne, tndo de primeira qualidade
dos bem conliecidos fabricantes Pivc-r e Coudrav,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova a. 7.
Quinquilharias.
Irligos de dfttTerente* goatoa c
phantaxlna.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhae,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadroe,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
dita.de couro, e cestinhas para braces de menkas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para lanternas, mala*, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioeo-
pos, lanternas magicas.eosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadroe con) paisagens
globos de papel para illuminacoes, macninas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para erianeas,
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinqqedos fabricados em differntes partes
da Europa, para entretimentos das erianeas, tudo
a pregos mais resumidos que 6 possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A9I
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botinas
de bezerro, de cordavao,' de pelica. de duraque
com biqueira, de bezerro com bot5os, e com ilho-
zes a 9^000 (a escolber) por ler vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barae d
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancaa e de cores, diflerentes
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPATLNHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes,. chariot, castor e de tranca.
Para iueninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS-de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatSes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranga.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perfeafeut
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7._______________________
Cozinheiro
Na rua da Gloria n. 148 ha um para alugar-se,
e um moleque para'compras. ______
FUNDIGAO DO BOWMAN
RHADfl BRUM N. 52
. CPassattdo o chafariz)
PKPEM A(>S aeoterre de mgeftbo e mttroa >pictu.oroa. e 4aj.p?e?f.' -tm auiismo o favor de bio* vitite a sou esthbeietiMteuto, para verem o in'*J aoriitnenti
oa&toto (ipe abi lam; tendo tcde nperior em qoalidade c fortidlo; o qnecom a im
4C(io peaeoal pode-ae verifloar.
ESPECIAL ATTENClO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
/flnnrAa a rn/?aa A^atrna d08 mai8 moderno ytema eem ta
T apuios O rUUMjO U a(JUtt manbos convementes para at divenas
JreomaUnctaa dot eeahoret proprietarioe e para descarocar algodlo.
tfOflndAfl dl AUBTlfl. de.tod08 0I tam;>nbos> "Imelborei qae aqoi
tlodas dentadas ^ aD'0M6i'agul e vapor*
raixas ie ferro fundido, batido e de cobre.
ilambiques 9 fandos de alambiqaes.
IfflnYlinicimnal para mandioca a algodao.l Podendo' todoi
)-avuiuuiiiU9 partaerrarmadeira. fser roovidoi a m2o
RomhftB (pr s$ui' vaPr'
*,HM,lM-** de pateute, garaniidaa......;. |oa animaes.
rodag as maehinaa fl mit de qae "C08lama precis,r
Fai qualquer concerto de m'chiili,mo aPre5 mDi '***>'
Formas de ferro temuintIooreaelma'ib,>rata8exiiteiitea d mer"
KnPnmmonrloa Incambe-ae de mandar vir qaalqaer machinismo i von-
wuuiuiuOinuiSi tide a0 clientea, lembrando-lhei a vantagem de faierem
aa compraa por intermedio de peaioa entendida, e qrje em qaalqrjer nec^siidide pod?
ie< preslar anxilio.
irados americanos e in8l^a,nenl0 aricolM
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFARIZ
ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na^ exposicao de 1872 v
4>x
^m^4
&

24-Rna do Marquez dc Olinda-2-.
Esqulua do Lccco I.ar^o
Participa a sens fnguezes e amigos que mudon
0 seu estabelecimcMo dc relojoe'ro para a me*rr.a
rua n. 24, onde enconirariu um grande sortimentj
de rekgics de pared*1', americanos, e cima de me-
sa, dos melhcres goi-tos e quatidadts, relogios de
algibeira, de toda5 as qualida' es, pateute suis^o,
de euro e prala dourada, foleado (plaqnet), relo-
gios de onro. inglez, descubcrto, dos melhores
fabricantes, cadcia de euro, pla^uel e prata. Inne': -
detodi-s as qualidades, hjlopor precos muilo l.a-
ratos.
loja do nm
Aluga-se a casa n. 61 da rua da Palma, com
bons commodos e fresca : a entender-se com o Dr.
Christovao, a rua dajlmperatriz n. 30.
0 Dr. Joao Jose Ferreira de
Agutar, mudou o seu escriptorio
de advocacia, para o 1 andar
da casa n. 81, da rua do Impe-
rador.
RUA_
IMPERATRIZ
[!. ANDAR.'.
i0 BK,
$#m^
4&^v\

RUA
vA
/ps.s*. -

IMPIRATRIZ
% 82
1. ANDAR.
Acabam de reformer o sen estabelecimento, coHocando-oTnasJmelhores con-
dicc^es possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e as Exmes. Sras. n'a-
quillo qae fd'r tendente i arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens cocao para senhoras, tupete, chignon,
coqnes modernissimos, tran?as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modes-, e por isso pode vender 20 /0 nnos que oatro qualquer, garantindo
perfeicSo no trabalho, agrado, sinceridade e pre?o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porcio e e retalho e todos os utensiltos pertencentes A arte de cabelleireiro.
mmmmm^Bmm mm m m mmmmmm # s
PH4RM4CI4 NORMAL 1
Coiddiro SJHifses k C.
Acabam do receber pelo veaet Mendoza :
Riquissimos cortts de gvrgurao de seda lisos e
com listras athamaloladas.
Ditos de linbo para veslidos, contendo cada cor-
te, o ncc^ario para seu enfeite, como seja :
franjas, trancas, loiCe-, fivellas, etc.
Riquissimos ehapeofl para senhora, ultima moda,
a rua Pi imeiro dc Marco n. 7 A.
3 CoBSBKorii medico
9 DO
Dr. Vuriilo.
RUA DA CIILZ N. ?6, J.' ANDAR.
Recem-ehegatfo da Enrepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londr;,
pode ser proenrado a qualquer hora do
dia ou da noitc para objecto de sua pro-
fissao.
Consultas da? 6 horn da manhS as 8 ho-
ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis aos pobres.
F.SIEf.I ALIDADES. mi
U Mniestias de seokoras, da pelle e de -*
% Cria0?a- ^
3&M
A.miraeulosa agua de Lour-
des, garantida verdadeira.
Uma pessoa que mandou vir porcao, dispoe de
algumas garrafas: a tratar a rua dos Guarara-
pes n. (j__________________________________
OlFerece-se para carxeiro ou cozinheiro de
hotel, umrapaz com pratica, dando fiador a sua
conducta: a tratar na rua de Thome de Souza
n. 8, antiga Lingueta.
Collegio de Nossa Senhora
do Amparo.
Este estabelecimento acba-se aberto na rua da
Imperatriz n. 3G, 2' andar, sob a dirccc&o de D.
Carloia Augusta de Figueiredo BeKort, habilitada
perante a directoria geral da instrucclo publica.
Os ramos de ensino serao : instruccao primaria,
porluguez, francez, inglez, geographia, piano, de-
senbo e todos os trabalbos manuaes proprios de
uma senfaora, como costura, bordados, etc 1'ro-
mette-se aos pais de familias todo o cuidado no
traiamento e educacSo das alommu confiadas ao
mesmo collegio.
ALUGA=SE
o predio da rua do Barao de S. Borja n. 28, an-
tiga do Sebo, com commodos para grande fami-
lia, contendo agua e gaz encanados, grande quin-
tal bem plantado com portio que deita para a
rua do Atalko : a tratar a rua da Ponte Velha
41. 75.
DE
Miranda & Irmao
i)N. 37Rua Duquc de CaxiasH. 37l
Neste estabelecimento encaderna-se
com toda presteza, nitidez a perfeicao,
desde o mais simples at*5 os mais pri-
morosos trabalbos de setime e velludo.
Fauta-se e risca-se papel para livros
em branco, tanto para o commercio, como
psra repartiQoes publicas, numera-se, li-
vros, cxecutase tudo quanto erelativo a
gammographia.
Jliranda & Irmao, munidos do boas
machinas, bons artistas e excellentes ma-
te riaes, julgam-ae babilitados para servir
satisfactoriamente as pessoas que quize-
rem trabalhos tao perfeitos como os que
vem do estrangeiro.
JARD1H DAS PLABIAS
A rua da Ventura n. 5 (Capunga)
Abi se encontram:
Larangeiras celecta e de unlbigo enxertadas a 31
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de 1 a 11
paimos e ate ja com flores para dar fruoto, alem
das seguintes plantas de ornato e de fructo por
pre^o muito commode
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Condeca.
Coracao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Janibo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Uita do ceo. -
Dbaia. e outras mvitas.
E outras plantas : na Capunga a rua
ura n. 23.
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Liraao francez.
Dito doce, enxertade.
Oiticoro.
Palmeira imperial
Parreiris.
Pinbeiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
daVeo-
QULNTA-FEIRA ,9 DO CORRENTE
as 11 horas da raanha
Manoel de Sotasa Porto.
Jose Lopes Pereira de Mello convida a seus
amigos eos do fallecido seulcaixeiro, a assistirema
missa do setimo dia que tera lugar sabbado 11
do corrente, as 8 borai da manha, na matriz do
Pojo da Panella ; por cujo acto de caridade desde
de ja tribute seu agradecimentos.
Ao Sr. Manoel Franciseo
Iiopes.
As duvidas e differences, que diz ter appare-
cido a respeito da compra da taverna da rua do
Marquez de Herval n. 144, nio podem obrigar
aos portadores das lettras aceitas por V. S, e
se as duvidas e differences sao reaes, proeure-me
na nossa taverna da rua do Capitao Lima n. IS,
que as llquidaremos. Com o presente faco men
contra aviso ao publico.
Recife, 6 de julho de 1874:
Manoel Joaquim da Costa Ramos.
AVISO.
Precisa-se de
Rosario n. S8.
CRiiOO.
um criado; na rua estreita do
f.
Precisa-se de um de 13 a 18 annos, Tque d5 Co-
nhechnento da conducta : a rua do Imperador
D. 8.
i
Nao -se .prestando o pequeuo espaco do armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deee, para um abaste-
cido deposilo das divenas marcas de fumo, qae o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
dlante aberto outro es'abeleekneato sob a mesma
denominacao de
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
com todae as proporc5es desejadas, e onde pode-
rio os senhores freguezes dingir-se, certos de que,
como ate aqoi, achario sempre a par da modici-
dade dos precos, a maior sinceridade possivel. En-
ire as differentes aaarcas de fumo de Bahia e Rio
de Janeiro, qae tera sido annuaciadas, acaba de
chegar uma encommenda especial, que muito deve
convir aos senhores freguezes. Conscience o abai-
xo assignado de que neste genero de negocio nio
esta sem competidores, fora muilo por erilar que
tambem o< tenba com relacao ao pequeno lucro
que procurara obter da dita mercadoria.
Jote Domingues do Carmo e Silva.
Previne-se a quem mteressar possa, para
evitar dnvidas futuras, que o Sr. Valdevino Ri-
beiro da Silva, nio pode alienar nem bypotbeear
os seus bens, porquanto, esta sendo ajuizado por
quantia superior a tele centos de reis.
re
m
v
DE
JTOHK ElilAS HE MOUEI & C
17Largo do Mercado Fublico17
(Antiga ribeirft de S. .lose.)
Acaba de ser aberta e acha;se a disposiQao do respeitavel publico esta nova phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na-
tureza, sem excepcao de productos chimicos e medicamentos preparados no estran-
trange'iro, tudo novo e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais sena attenjao,
e sempre sob as vistas do pharmaeeutico que corapoe a nossa firma social.
As pessoas que se dignarem de honrar o nosso esatbelecimento com a sua confian-
ja, podem estar certas de que serao conscienciosamente servidas, nao s6 relativamente ao
que pedirero, como tambem a modicidade dos precos.
mmmmmmmmm m mmmmmmmmmmm
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
i. ANDAR.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerente da casa de Gustave Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a bonra de prevenir as Exms. Srs. familias que ac8ba de-fazer a ac-
quisicao de um perito official vindo ha pouco de Paris, o qual esta" habililado a desem-
penhar qualqcer encommenda de sua arte, e se acha a" disposic,3o das pessoas qtae deseu
prestimo se queiram utilisar. Outro sim scientifica que em seu estabelecimento encon-
trarao sempre a Monitor dos cabelleireiros, onde se acham descriptos e desenhados todos
os penteados modernos, para soires, casamentos, bailes etc.
Finalmente previne As mesmas excellentissimas senhoras, que recebeu um completo
sortimento de coqnes, cachepaines, bandos, crescentes, etc., e vende tudo pelos precos
abaixo menciooeaos:
de m, 205 a 50,5000.
10JS, 12,5 18J9 a 20,$0C0.
15, 20^1 a 30^000.
20^, a 50&000.
PENHOBES
Natravessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, dd-se
dmheiro sobrc pc-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma ca
comprD.-se os mes-
mos metaescpedras.
<
i

-'.
i
150^000.
ESCMVA FUGIIJ
Fugio da casa dc seu senhor a eaerin Felicia,
do cor parda clara, cabellos corridos ate os I m
bros, baixa, cheia do corpo, rostorcdond.-, I
lhe um dente do Iado direito, foi acomp--!ia,1
por um homem (praca de cavallaria) o qual se i ha-
ma Francisco de tal Vasconcellos, tambem pard>.
da mesma cOr da escrava ; ronsta totem c
para oscrlae, donde sao ambos naturacs : reeorn-
menda-se as autoridades e capilaes do campo t
apprehensao de dita escrava, remettend
Camboa do Carmo n. 3.______________
AGL'AS MINERAES KATURAES
Vichy
DE
-Cosset
Coque de cabello
Trances de dito
Cacbepaine de dito
Crescentes de dito
Tambem cncontrarSo um completo sortimento recebido ba pouco, de cabellos de todas
as cores e comprimento
N. 51.Rua do Marquez de OlindaN. 51.
V Aluga-se
o 3* andar na ma do Bom Jeeus n. 8 : a tratar no
andar do mesmo.
Ainda estf para alugar a loja do sobrado n
41 da rua do Rangel.a qual tem armaijao e pres-
tase para qualquer negocio : a tratar no segundo
andar do mesmo predio.
Casa barata e commoda.
Aiugase o 3* andar por 28*000 mensaes e o 4*
andar com sotio por 357, ambos os sobrados na
rua do Torres n. 14, do bairro do Recife, onde se
pode obter uma resfdencia muito fresca e sauda-
vel.- a tratar no 1* andar por cima da 1 vraria do
Sr. Nogueira, junto ao areo de Santo Antonio.
Aluga-se
o armazem e 3* andar com sotlo, sito a rua da
Praia n. 59, tendo baslantes commodos, e pintado:
a tratar na rua do Vigano n. 31.
AVISO
Pi nao vende.
Pierre Buridan, cabelleireiro mixlo, A rua do
Olinda Marquez n., ambicioso em adquerir grande
freguezia, resolveu por espace de 8 dias presen-
tear ao publico da cidade do Recife, sem excep-
cao, exppndo um bazar de trabalhos cabelludos,
nunca vutos, ieacolha do publico (gratis) e tem
tambem nm grande numero de offlciaei de diver-
sas nacees para o tervico de barbear e cortar
cabellos, tambem gratis, promettendo antes de tu-
do isso aparar son jolt nez para nio dar algu-
ma bicada.
0 abaixo assignado declara ao publico que nin-
guem faca negocio algum com as letras de seu
aceite, em favor do Sr. Manoel Joaquim da Costa
Ramos, sob pena de pagar as duvidas e diffe-
rences que tem apparecido a respeito da compra da
taverna da rua do Marquez do Herval n. 141. Re-
cife, 4 de julho de 1874.
_____Manoel Francisco Lopes.
Responda quem souber
Constando ter fallecido na Europa o Sr. Joao
Francisco Hottero, dono do hotel Estrolla, sito nes-
ta capital, a rua de Thome" de Souza, pergunia-se
quem e o actaal possuidor do dito estabeleci-
mento 7
Um devedor.
Prefcria'eig as dc Yicby-Ylrby
por serem as unicas que conservam todas as SOS
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, 6 a mais eflieaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no empobrccimento *!^
sangue, e nas febres intermiltentes. Os resultado-
obtidos nas diabetes sao muita aotaveis.
Fonte Elisabeth, nao se altera nunca .' a m::;
rica das aguas de Vicliy em bicajlonato de sda
cm magnesia e recommendada pelos senhores me-
dicos pela sua efflcacia nos engorgitamentos do
figado, do baco, nas affeccoes do estomago, i!..1
rins, da bcxiga, nas areias e na gotta.
EXIJASE
o nome da fonte na rapsnla
Vende-se em caixas e a retalho, no nnico de-
posito
rUAKilACIA AMERICANA
UK
Ferreira Haia A Companhiu
57-RUADUQUE DE CAXIAS-57
Aluga-se o sobrado da travesea do l'ires a
9, com commodos para grande familia, com i
salas, 7 quartos, 1 grande sctao, 1 tanqne para
banho com agua do Prata, muito fresco e excel -
lente vista, muito pittoresco : para ver, no pavimen-
to t-rreo do mesmo. Aluga-se tambem o sobrad)
e sotao da rua da Senzala-nova n. 28, cm S salas,
um terreno, 7 quartos, tem agua do Praia, muio
fresco e bonita vista parao caes do Apollo, so so
aluga para familia.
Feitor.
Precisa-se de um feitor para um sitio: pa rua
estreita do Rosario u. S8.
Banhos salgados.
. Aluga-se desde ia, ate fins de Janeiro proximo
vindouro, a casa de frente encarnada, com terra-
co e rradeamento, em Olinda, pateo de S. Pedro,
mobula, gas, agua, baaheiro e jardim a* lado :
traiar na rt* do Amorim n, 37.
Gelea de mocoto
A melhor gelea de mocoto, convenientemente
desinfecuda o accommodada a todos os paladares,
pelo seu bom sabor: s6 se vende na
Confeitaria do Campos
14 Insperadw ~. 94
Affonso dc Alhnqncrqne Mello
incumbe-se de promover cobrancas amigavel
ou judicialmente, assim como de outros negecios
concernentes a sua prolissao, nos lugares proxi-
mos a linba ferrea, e nos outros termos proximos
a esta cidade; para cujo anxilio tem o annnn-
ciaute solicitadores habiliiados e probos, respon-
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta
do que lhe for confiado.
Mediante modico honorario acode aos chmadoa
para diligencias ou consultas fora da cidade e do
termo e incumbe-se da defeza de appellacdes ante
o tribunal da relacao. Pode ser proenrado de
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptorio
tprna do Duqne de Caxias n.37.
Precisa-se de uma ama de leite ; ua rua No-
va n, 5.
Feitor
Precisa-se de um feitor para tratar de um pe-
queno sitio : a tratar na rua da Praia n. 84, on no
hotel de Apipucos.
Antonio Jose de Moraes Sarmento pede des-
culpa aos seus amigos, de quem nao pode despe-
dir-se pessoalmente, e offerece-Ihes os sens ser-
vicos em Paris, onde prettnde demorar-se algu&s
mates,



6:
OufcteIdrfawitoibttbo&-^MimM'Mm 8 gfodMIi*, 'feAJ&.t

FovDigAo w mmm (I
Ml I III I III
4' roa
AVTS\M sos.senhores de engenhns e outros agricultures e ao publico em geral que
eontinuara a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machinas ne-
cessjnas aos estabeleciraentos agricolas, as mais modemas e melbor obra qne tem vindo
ao taercado. ^
\
I1KU
Ousw&dQ!! 1
I
apores de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os melhores que tem vindo ao merado 1
UldeiraS de sobresalent* para vapores. ,
MoendaS inteiras e meio moendas, obra como nonca aqni nio.
TaiXaS jfiindldaS batidaa, dos melhores fabricantes.
KOdaS d agUa com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
IvOdaS dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
Kelogios e apitos para TaDOre8
Bombas ^J'W* WfflfllB
uumudto de ferro, de ropucho.
* "fi* Je diversas qualidades.
Formas para assucar,^, e v&pmUm
Yarandas de ferro fundido, france2as fc*faV4Hw*aU
FogOeS fraHCezeS p,r8 IeDha e carvao, obra superior.
Ditos ditos para Kaz.
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Ma china
Yaivulas
ConsnHrflpfo meffhro-cfrnrsico "
DE *
A. J3. 4a. Silva Maia.
Roa do Visconae de Albuquerque B.
para
ra mesa e banco,
para gelar ?gua.
para bomba e banheiro.
Correiap mglezas
sofas
ardim.

B
aneos
para machinismo.
com tins de madeira, para jardim.
LOllCOrt-OS ^ftarn com promptidlo qnalquer obra on machina, para o qae teem
sua fabnca bem montada, com grande e bom pessoal.
eOflitaendaS mandam vir por encommendada Enropa, qualqner maebjniamo
para o qne se eorresjoondem com uma respeitayel casa de Londres
mandetr assentar
Pfecha-se de uma ama qne
ten ha bons costumes, para o
lenrico de easa de peqnena fa-
milia : a tratar na rua Duque
dfl Caxias, outr'ora das Crazes, n 8.
Ama
ura
a.
ielra de Mali
T Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con
cluir aquelle negocio qno S. 8. se comprotnaKau a
realisar, pela wrceira cnamada deste jornal, em
Qqs de dezembro de 1871, e dgpois para Janeiro,;
passou i.fevereiro e anril de 1872, e nada cusnprio;
b por este motive e de novo cnamado para dito '
dm, pois 8> S. se deve- lembrar true este neeocio s:
i^eSM4Uind0"Sr: ^ ".irr^r?. S. ?mperari,Pnara40%?guanrdoe %.
itnn Precisa-ee do ma ama para eozinbar:
-i*-^ua' na rua do Barao da Victoria n. 2a.
'' "---------------------------- ...._.________:______._________
Ama
: a
iclie.
P. ecisa-se fle
engomraar para ras
a Tratar no hotel de Franca,
uma para cozinhar e
a do pequena farai-
a roa do Tra-
na rua larga
Ama
i Ama No arn"m ^0 Baliia precisa-se de
LWI uma ama para cozinhar e ir as compras.
Precisa-se de tlma ama
do Bosario n. 27.
armazem
11, ootr'ora na da matriz da "Boa-Vista
a. 11.
Chamados : a quaiquer ntfra.
Consultas: Aos po'jea gratis, das t as
4 boras da tarde.
Engenho
Vende-se o esgenho S. Pearo,
viucia de Alagoas, coaj&rca do Porto Cairo, -
menos de uma legoa drstante do potto de mar do
Gamella, tem oxcellentes terras, matas, e safreja.
regtfarroente J.C0O pies : a tratar na rua do Vi-
ano n. 31.
Precisa-se de uma ama para cozi-
l--^*-1"- nhar, para casa de pouci familia : na
raa do Cotovello n 129._________
Precia sc de doas, sendo
uma para cozinhar e com
pr-r e onlra para lavar e
eagommar, prcferlnlo se a primeira, escrava : na
raa do Crespo a. X
moq Precis*-e de uma latadeira e uma
*"" engommadeira, para casa de ppqoena
familia : a tratar na rua Direita d. 43, I ..fa de
ehapeos.
AM AS
m
raa
A
Prect?a-=e de uma ama para o servido inter-
no ue pequena familia: a rua Imperial- n. 102,
passando o viveiro.
. Meoisa-se de uma ama que saiba cozinhar- a
i- [ tratar na im dp Rangel n. 8.
^
40 Rua do Imperador 49


Ha no;to estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afsmados autores,
BOtTJ s5o : Herz, Pleycl, Plap, etc. Offerece-se tambom ama qualidade de pianos supe-
n&rts, mafldftdos eipressamenta construir para este clima, o qual os amadores dos
"or,3 pianoa su enconlrarao nes:a casa.
Iv cobdm-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afmam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
coiieertadores de pianos .
. : mire o mais complcto sortimento de materiaes para concertar pianos, como
capos, folba psra os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
lim, ot ., etc.
-
CMEWTMUO
Midico-cirur^eo
DO
Dr. Jom- I .Bezew.
Medico operador.
! RUA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Da consultas todos os dias das 9 ho- \
ras da manha as 4 da tarde. dessa hora 2
em diante acha-se proiipw para qual- jj
quer ehamado,.em casa de ana resldencia \
a rua da Prinfcexa Isabel n. 4, junto aJ
estacao dos trilhos de Cfinda.
Das 7 as 9 horas da manha da consul- \
tas gratis aos pobres. ?
ESPECIALIDADES
Molestias syphilitieas. via digestiva e fe {
twes. c
9,
Cheshire condensed Milk.
Leite condensado novo.
Gerveja de Noraega.
Keller & (J.
f"
' fugfo no dia 2rlc abri! proximo pnssado o
escravo Benedicto, crionlo, de c6r prcfa, tem 22
aanos de idade, ^ouco mais oa menos, free esta-
tura regular. nSo tem barba, tem as costas corta-
dks de antigfW castigos qua soffreu, tem sido vino
para as bandas da Encrazilhada, Beberibu no
Recife: roga-se a (odas asautoaiades e capities
de campo a sua apprehensan, e remetie lo ,> rua
_ Direita n. 22, que serao generosarcenie rn-nm'.en-
s saios.
Biki casa.
Alaga-se-o palacete do fallecido Caetodio K'-d-
Aives Guimaraes, na ilba dos Ratos (Boa-Vista),
onde moron ultimameute o Illm.-Sr. Dr. Ignacio de
Barro3 Barreto : a traur na lja do Passo, a rua
Priraeiro de Marco (antiga do Crespo), junto ao
arco de Santo Antonio.
Alaga-seo segundo an^ar do sol.;-" do sito
a rua de Lomas Vatentlnas n. 96, com os omrao-
dos segorntes : 2 sahs rrand*? e bastanie fres-
cas,_3 quartus, cozinha fera, um corred.ir e.:m
portao para *rua de Hortas, e e-wimha c.in boa
agua : quern a pretendtr dirija-se a rua Nova :\.
17, que acwara com quern tratar.
M r"7
1IO IMFUBI3. ffO 49

-. -
ii\a lugida
'.iniia a estar fugida desde 17 demaio do cor
iva Maria, cor cabra, idade 26
regular, magra, tem todns os den-
I > i.i f lia alguroa, ciibellis carapi-
(e : n arc:? de -.....i am poaco grande e estufado
veniente de um antraz que e'!a leve,
nrio das costas na alturadas pas,
"*- uma A outra pa, e ella tem o vicio de
r, levqu vestido de sliita clara o doas chales
pm velho -1 ontro novo de cor encar-
do divdrsos padroes ; talvez ella diga em
.:' que e-tiver que e forra e troque o
esta escrava tem uma irma mulata, escra-
va di Sr. Ri^ardo, moradcr em Tigipio, onde foi
.i dita escrava Maria, que e'-ta fupida alii
Sito lii! ir, consta que alguem t-^m ella acou-
p |D [em ido vista n->.s rua? desta cidade.
1 as autoridades policiae.s c capi-
mpo que a capture, e leve-a a rua da
/nr.T.in n. :i0.. qne se gratificara.
mm mm-mm.
Fugio do engenho Ajudantn, freguezia da Es-
cada, no anno do 1872, o escravo Guilherme, com
os signaes seguintes: pardo. com idade de 23 an-
' nos pouco mais ou menos, altura e corpo regular,
olrrns grande?, cabellus cachiados, pes compridos
; e seccos, rosto comprido, alguns signaes de bar-
ba, nariz comprido e um tanto arqueado, umas
sard.is f.elo rosto, faz algum movlmento no andar,
desconfia-?e que esteja na cidade da Parahyba.
Roga se as autoridades policiaes e capiUes de
camps a apprehensao de dito escravo e ser en-
tregue ao seu senhor Emilio Pereira de Araujo,
no engenho Ajudante, e receberao por paga
30OG0O.

&
m
0
yaNHnmN 1
DO 0
Sir. Santa Rosy
' ::a ;!<> Rariio d'.i Victoria
octr >ra rua Nova n. 46, primeiro andar.
CONSULTAS das 10 horas da manhil
I meio dia, e chamados por escripto a
qnalquer bora do di> c da noi'.e.
ESPECIALIDADES -partos, mrlestias
dc olhos o do apparelho respiratorio.
' ^^$*&ft*i
Escravo fagido
Desde 8 do correnle mez que esta fugido.. do
?ngi?nfco Sapucaia, de Beberibe, o escravo Luiz,
. ardo, cabellos de caboclo, corpo regular ; esta
am pouco pallido por ter acabado de se tratar de
jma !;r:i:i"!iti-<. RecommenJa-se a sua captura.
Franciscd da Costa Maia vai a Earopa bus-
car sua familia que alii se acha em tratamento.
Durante a sua curta ansencia dei::a encarregado
de tod is os sens negocios nesta cidade os Srs.
Boaventura Rodrigues de Amorim e Dr. Jose Di-
niz Barreto; e no centro da provincia os Srs. te-
nente-coronel Joaquim Francisco Diniz e Dr. Ma-
Kicolao ':igueira Pinto de Sotiza.
AON. 9 .
No Progresso do pateo do Carmo vende-se man-
teiga ingieza llor a 1200 a libra, franceza a 800,
rs. a libra, bem como tem um compkto sortimen-
to de molhados para quaiquer chefe de familial
fazer sua despenga, que encontrara prejes ma s
commodos do que em quaiquer outra parte.
LIYROS A VEND!
No prirnairo and^r desta typographia em
mao do administrator, vende-se os soguin-
ie livrinhos:
O nantuto Eiperto dialogo ins-
tructivo, critico, analytico, historico, e mo
ral, entro um matuto e am liberal por 500
ts. cada exemplar.
K.lar:icio Familiarromance, 0
iunaseiie de leituras, 2 volumes por ....
IflCOO. ____________________
Aluga-se a casa da raa das Fiores, boje Ma-
:hias de Albuquerque n. 24, onde teve cocheira :
-i fal'ar na rua das Larangeiras, 1' andar n. 18.
Niot'a mais cabellos
francos.
M TimHRIkWl JlPflNEZi
So e onictapprovada pefas academias de
5cieitcias, reconhecida s perior. i toda qde
tem appaxectdo at4 hoje. Denosito princi-
pal t rua, da CadeiaL do Recife, hoie Mar-
qnei de- Olmda, b; 51, 1. andar, em
iodait u botiCM e casas de cabellei-
rsrot;.
Escravo fugido
Fugio de Villa-B?lla o escravo de nome Jose,
caboclo, de 30 annos de idade, pouco mais ou
menos, altnra e grossura regulares, tem os peitos
abertos, cabeilo-corridj, falla bem e com modera-
cao; consta que veio para esta cidade com o fim
de sentar praca : pede-se, porlanto, as autorida-
des policiaes o capitaes de campo a apprehensao
do feferido escravo, e entrega-lo em Villa-Bella, a
sua senhora Carolina Cavalcante de Andrade, ou
no Recife, loja de Goncalves, Irmao & C., a rua do
Livramento n. 22, que serao com generosidade re-
compensados.
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipojuca, moente e corrente, com todas as #bras
em perfeito estado de conservajao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xiasn. 3, 1 andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra de aEnunciar ao
publico que recebeu ultimamente um esplendido
sortimento de lustres de vidfo, candieiros, aran-
delas e globos, cujas amostras estao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serSo vendidos aos
seus freguezes pelo preco mais razoavel possivel.
Aluga-se um grande armazem, &i' no caes
do Apollo n. 85, perto do arco da Conceicio : na
rua do Marquez de Olinda n. 02.
Vicente fugio
Na noite de 13 para 14 de marco do correnie
anno fugio o mulato Vicente, escravo, de 20 annos
de idade, bonita figura, barba e estatura regular,
levaudo veslida e em um sacco ronpa de algodao
branco e alguma mais fina, perteneeate a um cai-
xeiro da casa donde (agio; e natural da fregue-
zia de Sant'Anna do Mattos, diz ser livre, casado,
e ter sido crlado em companhia' da madrinha D.
Anna Luiza da Luz, de quera. alias, foi escravo :
roga-se, portaato, aos Srs. eapiutes de campo
e autoridades policiaes a approbensao do dito es-
cravo, e entregal o na cidade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaqu'm Moreira Reis, on
na cidade do Assu ao Sr. Torqnato Augusto de
Oliveira Baptists, que serao genei03amente grati-
ficadn*
*^g?
asa
de fraiide de Santo
{mm.
Joao da Silva Ramos, proprietary da
easa de saudo, teudo regressado da Ea-
ropa, reassumio a administracio, e o
servico medico do mesmo estabelecimen-
. tos, o espera que o publico continue a
depositar a confianga, que:>empre depo-,J
sitou era vista de seu zelo e intcresse
pelos doentes alii recolhidos.
Joao da Silva Ramos, medico pela Uni-
versidade de Coimbra, de volta de sua
viagera a Europa, continua no exercicio
de sua profeSao, prestando-se a tratar
de quaiquer doente dentro ou fora da ci-
dade, e dando consultas diariamenle das
10 as 12 horas da manha em seu escrip- I
torio na raa do Imperador n. 67.
Joao da Silva Ramos, devendo receber
mensalmente da Europa, vaccina de su-
perior qualidade, Dresta-se a ir vaccinar
quaiquer pessoa em seu domicilio ou era
seu gabinele na rua do Imperador n. 67,
nas quartas-feiras e sabbados das 10 as
12 horas da manha.
Aos Srs. administradores da
massa fallida de Joaquim
Ferreira Lobo
JoJo Ramo*, socio da casa commercial de Ra-
mos & Machado, a rua do Vigario n. 10, deelara
que nada deve a massi fallida de Joaquim Fer-
reira Lobo ; entretanto, 6 bem possivel, que o
Joao Ramos, devedor de que faz parte da ljsta de
devedores, publicada no Mario de 7 de julho, seja
um da meia duzia de igual nome, qne ha nesta
cidade, e qne nltimamente foi a presenja do che-
fe de policia. _______
O Monte Lima
tem nm completo sortimento de. galSo e fjranja de
onro o prata, verdadeiro, de todas as largaras,
abotoaduras douradas para offlciaes, canutuhos e
enfeites para berdado. Tambem se encarrega de
todo e quaiquer fardamento, como ssja : bohets,
talins, pasus, espadas,.dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
ptc.; assira como um completo s6~ft(nento de
franlae, gal Jo falso para armamefcto, eordao da la
corn borla para quadros e espelhos (confonne o
gosto da encommenda) tudo por muito menos pre-
co que em outra quaiquer parte : na praca da
IndepeDdeBCia n. 17, junto a loja do Sr. Arahtes:
, Alaga-se uma escrava para todo servlfo de
easa : aajrma do Iraparadpr n.;30> 3-, andar.
*i Aluga-se o priraeiro andar do sobrado n. 47
da rua da unperatriz : a tratar no segundo andar
ldo mesmo sobrade.
Fugiram do engenbe Ajndante, no atrao de
1870, os escravos seguintes: 1. Francisco, crionlo,
preto, com idade de 28 annos poucu mais on me -
nos, altura regular, corpo regular, olhos grandes
e brancos, dentes perfeitos, cabellos carapinhados,
pes grossos, barba a cavaignac, bigode e pera,
uma cicatriz por cima do olho esfluerdo, muito
conversador e risonho. 2.* Antonio, cabra, com
idade de 25 annos pouco-mais ou menos, alto,
secco. olhos grandes e verntelhos, pouca barba,
cabellos ura tanto apitos, dentes perfeitos, pes
compridos e seccos, ambos compraaos ao Barao
de Nazareth. Roga-se portanto aos capitaes de
campo e as autoridades policiaes a captura dos
mesmos escravos, visto haver deseonfianta que
estao occultos na comarca de J?ajeu de Flores,
ou Rio de S. Francisco,;qne1erao'a paga de 6005
a quem os ldvaraxt'sed senhor no eDgenho Aju-
dante, ao Sr. EmilTo Fereiri" de Araujo
Ctondriete
Na rua do Bora Jesus n: 17; pjrecisa-se fajlar ao
Sr. Ricardo F. Catanbo de Vasoonttelrbs, emprega-
do na llnha ferrea do Caxanga.
Fmrileiro
' Manoel Ignacio das Candeias (o antigo fanileiro
da nrajadalndependenci'), dncarrega sa d tazer
quaiquer obra de sua arte, e bem assim de cortar
e collocar Vidros em vidradas. espelnos,'ftq.,'fu'do
por raodico preco: qucm ae setf pre'sflnioie qui-
zer utilisar, pods dirigir-se i casa de sua Ye^fJen-
cia, a rua Beilaf n. 4.
_________ 1 o^i i^: i
Os abaixo assigoados fazem srjiente ao""lDu-
Casaesitia
Carlos Edcnrdo Riedel aluga a sn". r?f-\ r> sitio
no Chacon, em frente da campina da Cas- lYrte:
a chave esta-em poder do feitor do mesmo sitio, c
para trafar na> rua da Aurora n. To.
Oscredores da massa fallida de Pereira de
Mello A C.sao avisados para apresentarem os seus
tilulos aos administradores da massa, co prazo do
8, dias, em cumprimento do art. 853 do codigo do
commercio : a rua do Commercio n. 3i, 2." an-
dar_______
Atteneao.
Precisa-se alugar um moleque de 10 a 12 an-
ns, no sobrado da rut estreila do Rcario n. 35,
sobrado da florkta, defronte do eseriptorio do Dr.
Leonardo, e na raesma easa continua-?e a forne-
ner comedorias para fora.
Para viagens. | Engenho era Seiinhiem.
Vende-se dnas partes do
Amaral, Nabaco & c., aiem de nm eooiplelo
sortimento de objectos de gosto, vendem os se-
guintes, indispensaveis para viagens:
KjCad-iras espreguicadeiras de abrir e fecbar.
Malas de couro e de madeira, forradas do lona
e de diversos tamanhos.
Bolsas de couro e de tapete, de muitos tamanhos.
Capotes de barracha.
Cerolas, camisas de meia, luvas e cachinezes,
tudo be 13.
Estojos para barba, com pertencas.
Lanternas furta fogo.
Chicotes de diversas qualidades.
Canivetes com colter, aaecarolhae garfo.
Insignias maconicas de diversos grios.
No Bazar Victoria, a roa do Barao da Victoria
0. 2.
Amaral; Nabnco <& C.
vendem ;
Camisas de linho, brancas, para bomens e me-
ninos, llsas e bordadas.
Camisas de chita para bomens.
Ditas de meia de algodao, la e .seda, para bo-
mens e meninos.
Camisas de flanella, brancas e de cores, com
manga, mcla manga e sem manga, para bomens.
Camisas de algodao arreodadas para senfaoras
e menina.-.
No Bazar Victoria, rua do Barao da Vkloria
n. 2._____________________________________
Liquida^o
DE
Fazendas baratas
MadapolSo de 33500, 4*, 4*590 e 5*800 a peca.
Dito francer, fino, de 5*000, 5*500 e 6*5C0 a
peca. ?.
Algodao marca T, bom, de 4*, 4*500 e 4*800 a
peca ; nao pole haver aada mais barato lit
Lindas jaziuhas escocezas, pelo diminuto preco de
200 e 240 rs. o covado.
Chitas e metins claros e escuros, boa fazenda, de
260,280, 300 e 320 rs. o cova#>.
Chapeosde palha e de castor, pelo mi.nimo preco
de 2* III So na rua do Livramento n. 30, loja
da liquidajao
Parece impossivel: sapatos deehartote para homem
e senhora a 2& 111
f.indos'nunhos e gelir.bas para senbora e menina,
de 800 rs., l*0f O 1*500 e 2*, todo borda'do, o de
cambraia mui fina ; tambem tem gravatas e man-
guitos com gola, idem; rieas camisinhas todas bor-
dadas, de cambraia, para senhora, e onlras mui-
tas fazendas, que se tomarao enfadonlio mencio-
na-las : tudo se vende com 20 0|0 menos do que
em outra quaiquer parte, so na rna do-Livramen-
to n. SO, loja de Lima Continho & C.
Irmacao.
t.
Vende-se uma exceliente armagao de amarello,
invernisada e envtdracada, com pouco uso, propria
para quaiquer estabelecunento, por ser de excel-
iente construcjao e prestar-se a fazendas, miude-
zas ou molhados, etc. ; assim como vende-se um
balcao naquellas condi^oes : para ver e tratar com
Pocas & C, a rua e-treita do Rosario n. 9.
Vende se a taverna da rua de S. Bento, era
Olinda, do fallecido Jose Hygino Monteiro, com
armagio e generos, tudo por preco commodo : a
tratar na mesma.
Precisa-se de um raeniuo de 10 all aunos,
para caixeiro de pad ria : a tratar na rua Impe-
rial p. 204. _________________________
Feira economica
Gom este tituko abrio-se o armazem da rua es-
ireita do Rosario n. 45, no qual recehe-se quaes-
quer objectos para serem vendidos em leiiao. 0
dono deste estabelecimento, abaixo assignado, es-
pera protecclo do respeitavel publico, e particu-
Krmeuio doo aoa acuigos, a compromettd-se no
cumprimento dos- seus deveres, e desde ja agrade-
ce aquelies que o procurarem
_______________Joaquim Francisco Franco.
CASA DO OURO
Bilhetes garantidos
Ilua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. SO, e casa do costume
Acham-se a venda os muito fo!i.:e.> bilhetes ga-
antidoj da 5' parte da loteria a beneficio da
igreja matriz da Boa-Vista, que se extrahira no
dia 11 do corrente mez.
Profos
Inteiro 4*000
Meio 2^000
De 100$>000 para oinaa.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 4 dc junho de 1874.
Joao Joaquim da CostaLeite.
Preci:a-se de um feitor para o engenho Sa
pucaia, de Beberibe, e que seja homem affeito ao
acmpo.
AttenQao
Vende-se um granie sitio com bastants terras
para plantacoes e casa de moradia, na estrada
Real de S Miguel a JabeatSo : a tratar na rua do
Livramento n. 5, loja de calcado, que dara todas as
esplicacojs.
Vende-se uma preta de 22 annos de idade,
perftita engommadeira e cozinheira, sadia e sera
vicio, e um escravo perfeito cozinheiro e sadio,
porpreeos razoaveis : no pateo de S. Pedro n. 26.
Superior vinlio de 1847
Eni caixas, jroprio para doentes.
Tem para vender Fran-
cisco da. Costa Maia em seu
escriptorio a rua da Cruz n.
56, L andar.
Muscatel superior
engenho Novo, sito na fre-
guezia de Serinhaem, diBtan-
te da estacao de Gameliefra
3 leguas, moente e corrente,
que safreja cerca de 3,000
paes, com optimas terras,
movido a agua e bem obra-
do, por pre(jo commodo: a
tratar com Dr. Felix de Fi-
gueiroa, a rua das Calcadas
n. 14, ou no arsenal de
guerra.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes :
Barra,
Pregulca,
e Patriei*.
A tratar com seus proprietarios seeta eidadi
e para informacoes com Joaquim Ftnto de Met
relies Filho na mesma cidade de MtmangMp*
Tasso Irmios A C_________
-- Wilson Rowe & L. vendem bo sen arnu
rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao aznl aenean<
Excalleite flo de vela.
Cognac de 1' qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qnaiidadaa.
TACHAS TACHAS
BATIDAS FUNMtAd
Qualidade super or
Syslema novo
Hais barato do quera em qnalquer oatra part*
NA
Fimdii'ilo da Aurora
. STARR & C.rEM UOUIDA0O.
ALERTA
Gem o n. 4B, a rua
Queimado n. 43
do
Proprio para prosentes,
ao mercado.
qualidade nunca vista
t MEDICO-CIRMGICO |
m do g
S Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso S
PARTEIRO E OPERADOR
>Itua do Viseoudc dc Albuquer-jpl
1
m
m
i
m
que ii. 39.
E6PECIALIDADE
Moleatlas de genhoras e
meninog.
Consultas das 7 as 10 boras da ma
nha, todos os dias.
Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar
tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os seus cha- 9!
UL mados por escripto at 10 horas da ma- *|
5 nha serao visitados em suas casas. g
mmmmm wmwm-#mm
Manoel Ferreira Pontes, durante sua ausen-
cia na Europa, deixa encarregado de todos os ne-
gocios commerciaes e jadiciaes ao bacharel Felix
de Figueirda Faria e a seu irmio Henrique Fer-
reira Pontes. ^,
.
Aluga-se um escravo de 14 annos
andar da casa n. 41, i roa do Rangel.
no 2.1
COMPRAS.
, tv.

blico que tendo.se desencaminhado tr
valor de l:7WsMQk. aacadfc m 16
proximo paeado,;e.aeeita9 pelo Sr.
le'tras no
fevereiro
jomaz de
Aquino Carvalho, morador na villa de Palmares,
aos prazo9 de 4, 8 e 12 mezes, que ficara de ne-
ahum efTcilo, e protestam por quAlqner" transac-
5I0 feita eom as tnesraas letras, para 0 quo ja se
acha preve'nido 0 aeeitatite, afim 'ae as n*6 pagar
Recife, 3 de julho de 1874.
Aatow* 6Mfira>s 4 C.
fa rua va,Iha\ de Santa
'preta par.
w?5
-
prectsa-s
iro.
alngar uma preta para vender com
Fugio do engenho Santo Andre, fraguezta de
Muribeca, na vespera de S. Joao, 0 escravo' Caidi-
do, fWa, crionlo, tdade 40 annus;, grosao, altura
regular, semi^iba,,|Sa>J|r^a#ilvflaiabertas,
olhos empapucados, Vts(a caixa, pas grandes, ca-
nellas arqueaaas, fevbu ,mq,,velho, de pellp ;
roga 0 sen senhor que b,f^projle1mn>., e.o IflJeto
ao rhesmo'engenhai'-que sera''an| D^ffl'reco'tppeft^'
aado.
. ..../tur. Ou x*Ji Aft
AVINO
Precisa-se comprar dous escravos, pedreiro e
carapina, paga se beat: a tratar na thesouraria
das loterias, a rua Primeiro de Marco n. 6.
istes.
Porto fino de 1847
Vinho especial para senhoras.
Porto fino particular M S
Em caixas do duzia: vende Francisco da Cos-
ta Maia, a rua da Cruz n. 56, I." andar.
Grande novidade.
Pcckiiaclaa sent igual.
Brim pardo trancado com pequeno toque de mo-
fo e limpo a 320 e 400 rs. o covado.
Brim de linho de cores, fazenda de 25 a van
a 25 o corte.
Brim branco de linho muito fino a 25 e l*6CO a
vara.
LSsinhas de quadros trancadas (escocezas) e
com listras de seda a 240, 320 e 360 rs. o covado.
Cambraias transparentee, Dnas, marca Bispo, de
3* a 6.5 peca.
Cambraias Victoria muito finas, de 3*500 a
65500 a pe?a.
Cambraias de cores com flores soltas e de lis-
tras a 240 rs. o covado.
Metins escuros e claros, padroes muito moder-
nos, a 280 e 320 rs. o covado.
Popelinas arrendadas (com nomo de Novidade3)
fazenda de muito gosto e nunea vista nesta cidade
a 800 rs. o covado.
Caemiras de cores, padroes lindissimos a 4*,
3* e 6* o corte.
Fazendas para luto. Lasinhas preta muito finas
a 360 e 40) rs. o covado.
Cambrias pretas lisas e com salpicos a 610 e 500
rs. a vara.
Mussulinas pretas, fazenda de muito gosto, a 360
rs. o covado, e outras muitas fazendas que nao
mencionamos por se tornar enfadonho e que todas
venderaos por precos barptissimos: na rua Pri-
meirode Marjo n. 10.
Chocolate brasiltiro
FABRICADONO MARANHAO
Das seguintes marcas :
Flor de chocolate.
Chocolate de baunilha.
Dito de eanetla.
Dito commum, fino.
Dito homeopathico.
Dito de araruta.
Dito de musgo.
Dito (?e ferro.
Chocolate vermifugo.
Vendem pelo preco da fabrica, Jo3t> Tavares
Carreiro & C, a rua Direita n. 14.
Dcrrantr do becco do Pelxe Frilo
u junto A loja da Magnolia
Cbeguem : thrgiieni t
Lazinnas i quadros pretos a 240* rs. o covado
Ditas de quadros e de cvres a 240 rs. o covado.
Granadine de listras, a parisiense, a 160 rs. o co-
vado.
Poupelina de seda de furla cores a 1* o covado.
Cambraia Victoria fina a 3*000 a peca.
Dita transparent^ a 2* e 2*500 a peca.
Lencos chinezes cou versos a 1*800 a duzia.
Chales de chita a escocesa, por 2* um.
Chitas de cores a 210 e 280rs. o ccvado.
Brim pardo fino a 400 rs. o covado.
Colchas para cama a 2* e 3* uma.
Lencpes 2e bramante a 2*.
Cobertas adamascadas forradas a 3| uma.
Mdas para homem. sendo de cores a lj a.duzia
Tnalha* muito grandes o itfUOO a duzia.
Metins de listras a 360 rs. o covado.
MadapolSo avariado a 35o00 a peca. ""
Camisas' inglezas a 25 e 3* uma.
Ditas de cretone a 35 uma.
Aproveitem que estamos fazendo grande abati
mento, nunca menos de 40 per cen:o. Dao-s.
amostrasi com penhor.
mm** Armazem Irella.
S. Bento eJagua-
Unico deposito de cal bran-
ca d
ribe.
K 6 -Caes do hnifls-S. 6
0 dono deste armazem de materiaes cootrai*
em grande porc3o cal preta, pela medida dot for
nos, mediante aju-te, noandando botar no logar
competente, garantindo seriedade neste negocio.
Cofres'de ferro
em casa de Hawkes 4 C, a rna da
Chafariz de ferro
casa de Hawkes AC, a rua la
Vende-se
Cruz n. 4.
Vende-se
Croz n. 't.
era
Cimento Portland *
do verdadeiro : na rua do Vigario n. 19, primeir
andar.
Sedas a 1J280 o covodo.
Vende-se bom tas sedas de listras de lindas eo
res pelo baratissimo preco de 1*280 o ccvado,
aproveitem que esta se aeabando na rua do Du-
que de Caxia9 n. 88, loja de Demetrio Bastes.
Compra se e vende-se trastesnovos ,sm.
o usados no armawm da rna o Im- '"S'g?
mmwmwmmmmmw
Compra-se nm sitio pequeno, que seja perto
' a fallar
da praca
na rua do
que tenha casa de moradia
lario da Victoria n. 40, loja.

- iy rfBAS.
,-_ Vende-se uTiaafma^So Hba para quaiquer
negocio, na rua Direita n. 119 : a tratar na mes-
ma,
****** ..
Casa e lerreoos baratos no Sal-
"adinlio.
Antonio Ji.-se Rodrignes de Souza, na taetoaira-
ria das loterias a rua do Crespo n. 6, vende ana
casa de taipa e terrenos do sans sitios a iagar
do Salgadinho : a tratar somente com n
Milho.
No armazem do Baliza, vende se milho bom,
tm saccos, por prego raodico.
Vende-se um portao de ferro, novo : a ver
e tratar a ma da Ponte-Velha n. 10._______
Sedinhas a 1^500 o covado.
Venhara antes que se acabem : na loja do Passo
4 rua !. de Marco n. 7 A.
Para presenter
No Bazar Vjsioda, a-.'ma do Bajio da Victo-
ria n. 2, g encontrara bbjectos proprio para pre-
aente,-.
Vende-se uma mobiiia de jacafaada em bem
nso: a tratar a rua do Livramento n. 8,
E' barato
Trancas de cabeUo
huaaano, natural, com um neiro dc comprimento,
a 15* cida uma : s6 na rua da Imperatriz n. 82
casg de Odilon Dnarte Irmao._________________
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas
qrji
na ras do Marauez de olinda
vema
.SI
P0M4R
Vende-se pes de sapotas
na rua do H spicio n. 75.
de optima qnatldafu
Vende-se a taverna da rut das Carrocas n. 1,
que Ui esar>ioa para a rn de 8. Jeio : ameaaa.' ____________
vMndas e
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Em sen armazem a rua do Trapiche a. lit o i-
guiito:
Algodao azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de tcdas as qualidades.
Tado muito barato.
Esta provado
que o cimento Portland exposto a vaaia no ar-
mazem da bola amareUa, travessa da raa da Im-
perador, e o melhor que se encontra no mercado.
atteoto o competentissimo teatanuBbo do parito
estucador das obra? da igreja da Penba, hem ^Oflao
o do eximio engenheiro quo dirige aqnella, far-
tentosa constrnccao.
Luva de pellica e de suede para homeas
senhoras. Fumo Caporal. Meias de la. Chi war- -
de e preto. Vende-se no Bazar Victoria, a rna do
Barao da Victoria n. 2, ____


'
'

Vende-se caixilho
bandeiras
para ^nellas,
na rna do Padre rloriano n. 5,
ItNP


>
>
.c
s
.
/
Diario U PerhAbM^l W& TetiF$W$k$,i8imfi
m
Oordelro Simoes & C.
&' asta uma das casas que Iwje pode com pri-
'.cazla offerecer aos sens freguezes urn variadissj-
ii csortimetito de faieendlas flns.8 para grande toi-
lette, e bem assim para uso ordinario de ludas as
Masses, e per preces vantajosos, das quaes faz am
jequcno resumo.
Handam fazendas as casas dos pretendentes,
jara o que tem pessoal necessario, e dSto amostras-
nediante penh*. *- -r#
Cortes de seda de lindas cores.
Grosdenaples de lodas as cores.
'5orgurSo branco, Iizo. de lutras, preto, etc.
Sefim Macao, preto e de cores.
Grosdenaples preto.
Vellado preto.
Granadine de seda, preta Ms cores.
Popelinas de lindos padroes.
FiJo d seda, branco e preto.
**icas basqninas de seda.
Cwacos de merino de cores, li, etc.
ifantas brasileiras.
Cortes com tambfaia branca com lindos borda-
;iicas capellas e mamas para noivas.
Hiquissimo sortimento de las com listra* do
>eda.
Cambraias de cores.
Ditas maripozas, brancas, lizas e bordadas.
Nanzuques de lindos padroes.
Baptistas, padroes detieados.
Peroalira* do quadras, pretos e brancos, listrao-
-ic etc.
Brats de linho de c6r, proorine oara vestidos,.
; < m barra e listras.
Ricos cortes de vestido de linho. e eites da^
inesma c6r, ultima mod?
Ditos de eambraia de cOres.
Fustiio de liodas cdres.
Saias bordadas para senhoraa.
Camisas bordadas para senfaoias, de linho e al-
(ndao.
Sortimento de luvas da verdadeira fabrica de-
nvin, par- bomens e senhoras.
^estua-' uara meninos.
^ito? para baptiiado.
Chap6os pasa auo.
Toalnas e gnardanapos adamascados de n &.
r.para mesa.
Golchas de la.
Cortinados bordad-s.
Grande sorliraento. de camisas de iinho, lizaa e
o.vrdadas, para homens.
>!eias de ci-res para homens, meninos e meai--
V
Uitas escoceza?.
i^otonleto so.iimeBto de ehapeos de sol para hc-
i ecs e senocrfcs.
Merino de ww psra vestidos.
Dito preto, tranjado e Aha de verao.
Tlliado de niio e algodao para to
\toaiiiado nar do.
Damasco de la.
Brins de linho, branco de cores, e preto.
Setira ds lindas cores com listras.
Chalet* de merino de cores e prstos.
Diios de caseraira.
Citos de seda preta e de cores.
Ditos de touquim.
Canaisas de chila para bomens.
Dilaa de flanolla.
Cereuias de linho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, oadeira* coaso-
Lencos bordados e de labyrintho.
Colcnas de crochet.
Tarlatana de to las a* cores.
P.ieos cortes de vestidos de tarl.v.ana bordados*
ara cortes.
Espartilhos lisos, bordados.
Poulard de seda, liddas cores.
Jieiasde seda para seuhoras e meninas.
fiicas fachas de seda e la para seuhoras.
Rico sortimento de leques de madreperolas e-
O-iSO.
Damasco de seda.
Casemira preta e de cores.
Cbitas, madapolao panno lino preto e azul, col-
a. inhos, punhos delinbo e algcdao, gravatas, lu-
a de fio de Escossia, 'apetes de todos os tama-
aboa, bolsaa da viagem, peitos bc>rdados para lio-
Rtm, Ioi.cjjs de linlio tranco e do con-s, toaicau,
guardauaiius. etc., eic.
vA
a Impetntriz
.
iijjof
!
j'n:
"SaadijfciperalrK'tt.eO :
PARA.:LiyUDAa.,
ib-; %bp*naUIa preta a 5 r
ic
M
h -
^ *
MENDES GUmAMES k. IRMAOS ^K^^&^&rfS
peio brat<* pro^o ite JOO rs. o cotado. ,.
ALPACAS L'RtTAS A 500, 640 E 800 RS.
0 P&v&o tern um grande sortimento de
r.UoCBKS A 1CS00. lp^s pceus, que veudea 500, 640 e 800
Vendc-se crochds pra cadeires a 1)5500 re' covado, assim como g'raade sorli-
cada am. m^pto de caotOes, borabazinas, princezas
LAZLNUAS A 200 RE1S. prt**s. (*5riwi6, e outras muiUs fazendas
Acabam de faser \im grande abatimenio nns pretos de suas PizehJiis atton-
dendo a grande fatta que ba hoj de dinheiro,^ por isso creio que o pre^o qu6 vai tWeos"
cionado agradari ao respeitavel publico.
CHAPEOS DE SOL WE SEB1 A 4^000.
Veade-se chapeos de sol de seda para se-
nboras e meninas a 45, dites de alpaca li-
nos -com 12 astes 4$, ditos de meritte de
duas cores a 5*, d>ftosdetda para hon.em
a "65, ditos inglezes com 12 astes a 85J 9$.
BRIM PARDO A 400 rs.
Vende-se brim pardo escuro a 400 rs. o
covado, dito de cores com quadnahos a
-500 rs. o covado-.
CORTES DE-C\SELMIRA A3.
Voade se luZibas para vestido a 200,
320, *00, e 500 rs. o covado*^. **[
ALPACAS DE GORES A 5u#< ftEIS.
Vende se afcpacas de cores a 5#0, 640, 5
80 rs. o covado.
*ANDE SORTIM^TO DE TAfETES A V$t
Vende-se grande sortkoento de tapetes para
Vende-se cwtesde-casemira de cores para i^lodos os tamanhos a 4*. 4$800, 5,e 6*
cal^a a &J>, 65, ditos de dita preta para >ca 1a um.
call,a a 49, 55. 65, e 70.
BRIM BE AH Veade-se cortes de brim de Angola par*
calc.a a 29, dito rnaito finos a 85.
ABERTURAS PARA CA-MISAS A 200 REfS
Vende-93 aberturas para camisas a 200 rs,
ditas mais finas a 400 e 500 rs. ditas ie
esguiioa<9, ditas bordada* a 29."
CHITAS A 240.
Veade-se chites para vestidos a 240, 2S0
e 320 re. o covado, tem escuras e claras.
MABAPOLAOA 35.
Vende-se peoes de madjpolao enfestarjo a
39, ditas de dito inglez a 49500. 5(5,6'69,
ditas de'dito francez fino 79, 79-00, 89'
09000.
GRANDE -SORTIMEVTO DE ROUPA
NAQORAL.
TA
49500,
proprias para luto.
CAMBRAIA VICTORIA A 45C00,
09000 E 79000.
0 PaySo veode um graode sortimento de
eambraia Victoria e transparente com
8 #2,ffflras cada pe^a, pelos baratot precpe
de 49000, 49500, 55000, 69000 e75000
a peca, assim como, ditas de salpico bran-
iHP*'. 7*000, A pechincba.

:SAS FRANCLZAS A 2^000, 15500.
39000 E 39500.
0 Pavao v$nde um bevlito sortimento dt
mimm i curativo das molestias^bveniehtes m ikpureza oo
SUCUE ?
PELO
Cal^aa de riscadd para *rar3alho a 1,5000 I camrsas francews com peito de algedao,
IviOO. !'9.nooo t>"9*.sn nht*: .r.m m*#n a* u.
ARROBEDEPURA.TIVO DESlLSAPARUILIIA, CA
ROBA E VELAME
PREPARADO POR
BARTHOLOMEU & C.
Pfetariuacentlcos dacasa real dc*J M. '. El Rei tic Porlu^a
Premiados cm diversas exposifoes com 0 pretnio de sua clause.
A saiide dum bem inapreciavel, cuja importancia e valor so esta" rosTvado ao
tno avalial-o. E'incontestavel quo 0 homem neste mundo 6 constanterr'ti'.o, e por lad >s
oslados atacado por uma infinidade de agentes morbidos, que to'los tendem, da'ljs 1 r-
tas e determinadas circumst^ancias, a alterar 0 regular exercicio das funcfjues organicas,
resultando desse desiquilibrioo que se denominamolestia.
A molestia nao 6 mais do que a desvirtuarao das forr;as vitaes, occasions !a, s gua--
do as investigacoes e experiencias dos mais abalisadcs mestres da sciencia, pela depra.i-
gao dos humores geraes, consequencia da acr;ao maligna doses mesmos Igeot 5 morbi-
dos introduzidos no organismo pelo acto da respiraclo, pela via digestiva, polo 1 1
immediato, A syphilis infelizmente tem sido apartilha da humanidad", e como & f6ra d^ du^i-
da que csse terrivel Prolco da medicina e uma molestia bcreditaria, dla tem sido obse:-
29000 e 29500, Ditas com petto"de linbo
Cali^as de brim pardo a*W)00,25, 29500. j de 3C000 a 69800. Bitas bordsdes muito
Calcas de brins de Angola de cores a 29jfiuas de 69GC0 a 109000: assim como
^: 'graade sortifBedto de c'eroulas de linbo e dt
t.alr^s de caserrtira de cores a 59300, 69ialgodfio, por pregos baratos, e tambem tem .
79. 'completo satimento de punbes e collarinbos p'ad* em todas as ideas, e debaixo de todas as suas formas Uo variadis, enfraqu"
Calcas de casemira preta a 39S00, 59500 .taato de liobo como de algodao, por prejok' Co^stituir^oes robustas, produzindo mutila<;6es e co tando ainda cm flor da ijade tidai
.7
PaVilots de riscado a 19. >
Paletots de-alpaca de cores a 29.
Paletots de a pace ,preta a 39, 39500,
39-
49
\t
0 lARAfIR0
coatra
uiimLgo acernmo
a carestial
NA
Raa PriiHciro de Marco n. 1
Outr'ora run do Crespo, defron-
tetlo arco (!c Suuto Au-
tonin.
BAPTISTAS, temos grande sortimento Sestt fa
zeoda e vendemos mnito barsu, a 360 e 189 rs.
I o covado.
ALCA5SIAMAS de bonitos desenhes e corss fi-
xa?, a 400 rs. o covado. So no barateiro, vaaham
. apreriar.
| METINS irangados, franeeze?, fnzenda superior
! e de bouitoa ^u.'tos, a 2i0 e 280 rs. I Quern riva-
i llsa f
CHITAS de bons gostos e de cores fixae, a 210
;e26flrs. Soaqni.
vi LAZINHAS-escocezas, padnles bonitos, a t-80 e
I 200 r*.
DITAS de iiaho e la?, padroes inteiraraente do-
vos, a 240 rs o covado, fazeada que cuslou sea-
em conta.
C0RTINA90S B6IDAD0S PARA CAM A h
JANELtAS, DE^9 ATE' 59000 OPAR
0 Pav&o vende uai grande surtimeoto de
j cortinades bordados, proprios para cama
jjanellas.^elo bartto pre$ofie7000,89000,
HC^OOO ate 255000, assim como j colxa*
foe dnw!sco de li muito fina del<9000
1-29000 cada uma.
preciosas.
Elminar'da cconomia^e^ses principius deleterios, e purificar a B0M gml !
ihores tem sido desde tempo immemorial 0 fim constante da medicina, e s depurati. .
feguram em primeiro lugar para preencher esse desiderate
E' de preferencia no reino vegetal que a sciencia aconsellia que devemos pro'urar 5f
^ubstancias proprias e depurar o organismo, elimiuaudo os principles no.i^os a
pelo augmento das secre^oes naturaes ; e qua possam ao mesmo tempo traHaaf a
syphiHtico, ainda qu.ndo este virus ja" tem feito erup^ao no exterior debaixo de sua-:
tipHeadas formts. Os grandes e incompnraveis depurativeis vigr-taes eoos
A' rtm do tVJuiRJ* n. A.
Os propriet&rios da Prudilecta, no iutuito Ct
j 'O'Pwrio venile
! BRAMOTLS A 19800, 29000 -E 29-500. muitas vezes preyenir os estragos da sypailis, quando por ventura se acba iRt
da no estado de iucuba^iio'; isto e, sem se tcr msnifestado sob formas dxti.-rr.as ; n:
tendo
coervar 0 barn coBca;to que toem merecido 6> ] algooao a 19800 e 29000 a vara, e de linbo
respeitavel pufclico, distiaguindo o^sea estabeleoi-; a ^qo, 25800 e 35000 a vara: e oechin-
memo dos m*is que negociam no mesmo geaer? -
branwates paro lencdes, i ^c.D'.
10 palios de latgura seodo 0 d^-ncioincomparavel, tanto mais porque neste estado os lodivtluos igoorara tt\j.1
te se estSo contaminados por esse terrivel iniraigo.
veera scioatificar aes seas bons (regaeites que.-prc-
cba.
veairam aos sous eorrespondentes uts diversas.pec-. Gf 89ide BeeilHQeiia a 4iS0 00
c^s d'Europa para Ihes enviarera por todos ospa-. r ^ f
queles os objsatos de tuxo e bom gosto, que e-1 ^ OjSO'OO
jam mais ban aceilos pelas sociedades elogawe-! rrtfertc rirrCrtDJ
aanoettes paiaes, visto aproximar-6e 0 tempo d j <.uit. i. ut t,A^l..>liKi.
festa, em que 0 Lello sexo desta liada Veaeta 0 t'evao reeebeu uma grande .porcao de
mais ostenta rinueza de suas toillettes ; eoo- cortede casim^ras de-ores para calcaa, e
mo ji recebess?m pelo paqnete fraocez divereo
artigos da uMtna mods', veem pa'^entear alarms
d'entre elks qee se torcam mais reoomrnendav[s,
-!)flando do respeitavel publico a costuauula
cooccrrencia.
.Vdorecos viodo ao merea.lo.
Aibuns com ricas capas da ma&ieperola e 4*
veiluda, sendo Jiversos -iamaniios e baratos fre-
vende pelo bare to preco dot 49000 e 59000
cadacorle, ua-Tu* da Srcparatriz o. GO, kjja
de Felix Pereira da Silva.
'ESMERALDINA A 600 S.
pre 400 rs. So no barateiro 1
CRET0NE6 escuros e
. O'Pavao recebcu um bonito sortimento
d.ts mais tl'ganies esmeraJdinas com listras
de seda, sendo-em cores ,padroes as mais
novas -que tem ^ indo ao crc'ado, proprias
para vestidos, e -vende.pt^O baratksimo pre-
Ader^cos completos deborracha proprios.para
lr.U', tariiixm se -veudea -ueios adc-c*oos muito bo-
clVros fazenda suoerior *' Bf^ de setiM Pret0 e de c0res*(ara oraat0 d* ^ *?* rS' A ''r,va,,0 rUa da ^peratriz
400 4'.0 e 4S0 rs. 0 covado. ^^ [ vesiidos de seuliora ; taaaem tetr. ^ara callete 1 nfit*.
POPELINAS de seda e linho a 900 e If; apres-1 pajj^t- /, />>., _.- .-'' ...:a* '.'.
sem-se a mandar ver. i&te^ para seahoras, r.iste um b^lo sorttua- O IjQWUiO &NMMMI G8 E
DITAS de linho e algodao a 700 e 800 rs. 0 L de aeia, de paifci, da obegrim. etc., etc, yi
covado barato p?o.
I BRIM pardo tranfado a 260-3 280 rs.ocovadc. Bonecasde todos os UiB.inhos, tacto de to
So Do Larat-iro 1 jcomo de eera, de Lorracna -e de maeea ; cnam*-
.! DITO de cores, fazenda muito boa, a 500 rs. o' mo.s a a">vo das Exmas. Sras. para este artigo,
<*ovado 113013 ^ ves^s tornam-se as cfeancas um pouco un-
1:" CAMBRAIA transparente e Victoria a 3*500- e pertinenioe por falta de um obieclo flue as ea-
i ri8O0 a peca 1 Aonde tem ? No barateiro 1 1 twtenham. .
BRAMante Ui; tiniiodc duos !orSumB, 1*200 <-amisas 4e linno lisas e com peitoa bordado
' a vara ; admiral e exacto. P^"a homem. vendara-se por btjco coramodo.
i ESGUIAO de linbo e algodao.de 10 iardas, por Ceroulai fc linho e de algod-c, e diversos pre-
E1TO da linho puro a 8J a p<^a. Ao barateiro,' Gaixinhas eom musica, o que ta de mais liudo.
scgiantes;

Vendo-se um pequeno sitio perto da esta-
jjo do Salgadinho, tendo de freate 150
pa.mos, e do fundos mats de quatrocentos,
:om uma elegcate casa de taipa, acabada de
proxim > e bem asseiada, tendo 2 sal s, fc
quartos e coziufea f6ra. 0 terreno e pro-
prio o bom de plantagSes, tiindo algumas
r^ores de irueto, agua debeber e todo cer-
cado.
i?ara ver e mais explicates, no mesmo i-
no a qitalquer hora a entender-se com Trig-
tao Fraccisco Torres, ejiara tratar, na tbe-
ouraria dis loterias, rua A.* de Marco
q. 6.
'.ao baraieiro f_
I MADAPOLAO francej fazenda superior a 3/ e
|4l ; sempre custo&<84. I
BOTINAS para senbora, muito sqpsriores, a M
disticos zis tarapas e proprioa para presen-
de divorces forma
com
te
Goi'ues es mais moderaos e
tos.
e 43500 Si aaai Chapeosparnaftnhora. Receberam um sortimento
TO ALII AS alcochoedas a 4500 e.S#000 a da- i< n moda# tanto para senhora, como para
zia. A cllas, a ellas. BJcpmas.
OOHTE5 de creton francez, bordadog '6$'X)0
Vinho
Verde
de
Auiar&iiiSie,
especial.
\ endem Pfjcas AC, a rua estreita do Rosario
n. '.', junto a igreja.
BaCrHlhao de INorucga.
Acaba de dbegaf um pe-ueno lote de caixas
deste desejadn bncalhao : no caes da alf.ndega,
armaiero tie Taago Irmafjg & ''.______________
Vigor do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovacao do ca-
bello, restituicao de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O VlPOR do Caeello 6 uma preparacSo ao
memio tempo ftgradavsl, saudavel e efficaz para
conservar o cabello. Por meio do seu uso o
calello ru^o, grisalho, e enfraquccido, dentro de
pouco tempo revolve a- cor que lhe 6 natural e
primitiva, e adquire o brilho e a frescura do
cal-ello da juyentude; o cabello ralo se torna
deriso e a calvicie muitas vezes, posto que nao
em todos os casos e neutralizada.
ITSo ha nada que pode reformar o cabello
derois dos folliculos estarem destmidos, e aa
glandes cansadas e idas, mais se ainda restarem
algunts podem ser salvadas e utilizadas' pela
apjilicado do Vigor. Libre de essas substancias
del :terias que torn am muitas proparacoes de este
gerro tarn noeivaa e destructivas ao cabello, o
Vigor Bomente lhe e beneficial. Em vez de
suj ir o cabello e ,o fazer pegajoso, o conserva
e 6* !
Ditos (uso da corte) de eambraia a 10. Sem-
pre custou 153.
SORTIMENTO de chapeos de sol de seia a 7*,
8$ e Of. Venharo antes que se acabera.
DITOS cabo de raarlitB de superior quaiidade,
a II500, para acabar.
DITOS para seahora, a 3^500 Sempre cus-
! taram t$ ; estao se acabandc, venham -a elle*, a
>elles I
GRANDE queiraa para acabar de camisas torn-
cezas e inglezas, por todo o preco a 174,18$, 20$,
30$, 35$, 40$ e 4$ a duz a. E; no barateiro que
tem.
GRANDE wrtimeato de grosdenaple de cores^
a 1$, 1$200 e I $509 a covado. So no barateiro "
Quera onsa dizer que nao 6 barato? por certo, '<* et de diversas cores.
Capellas simplest com via para noivae.
Calgas bordadas tiara meainas.
Entremeios estarapados e bordados, de lindo>
i*snhos.
Eicovas electricas para destes, tem a proprie-
aado de eviur a car ie dos destes.
Franjas de seda pretas e de cores, exi^te am
g-ande sortimento de diver;as larguras e barato
preco..
Pitas 4e saria. de gcrgcao. de setim e de eba-
a>l""z, de diverts larguras e tuaitas cores.
Facbas de gorgarao muito lindas.
Ft. Tm* artiliciaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre um bdlo e grande sortimento des-
ag Cores, aao so para eafeite dos c^Lellos, como
tambem para ornato de vestido de noivas.
Gaioes de algodao, de la e de seda, braocos, pr-
nmgnem.
CHALES de casemira com listras, o mais mo-
derno que ba a 3$500 e 4$, fazenda que ensta
em qualquer parte 6;. Venham a riles antes
que se acabem II Ao I orn torn I
Alem destee, outros muitoa srtlgos que deixa-
mos de especiflcar. para nao massar noseos fre-
guezes, mas estarao patentes a vista dos eompra-
dores. Avista do expost -, rleamos convicloa de
que virSo fazer acquisicao de boas fazenda* por
pouco preco.
Ao barateiro I I (
Na rua do Crespo n. 1.
Angostinho Ferreira da Silva, LealC.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos da eambraia e da seda de diversas cores
para seonora.
Ligas de seda de eores e brancas bordadas para
LLvros para ouvir missa, com capas de madre-
Cura dos esfreilamento d'urelra
pela facil applica^So das
SONDAS OLIVAES
DE
GOHMA ELAST1CA
As Tnais modernas e aperfeicoadas de todas
as conbecidas
VendeiH-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34 Rua larga do Rosario 34
Vinho
Especialidade
particular, puro
perola, marfim, os^o e velludo, tutlo que ha de | **/"'
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ex
bellos ; teem tambem para tirar easpas.
Port bouquet. Um lello sortimento de madre-
perola, marfim, 6sso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predileeta bem
provida, nao so em extractos, como em oleos e
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, Lonbin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rime! ; sao indispensaveii pan
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commode,
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,parai bap-
lisados.
Tapetes. Recebeu a Prediiecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa eo<
mo para entrada de saias.
Vestimentas para, baptisado o que ha de melhot
gosto e os mais moderno s recebeu a Predilecta
de or arrto preco, para Bear ao alcance
qualquer bolsa.
Rua do Cabugan. 1
Corlea de combraia branca, transparente,
com L-niuiti-s bordados de la a 5^000.
Uit todos braoees bordados a 1^000 e
155*000.
Ditos muito ricos a 25?5000.
ISoaitas lansinbas para vestidos, eom lis-
tras -de -seda, covado a 800 ts.
Ditas drtas transpaventes e de muita fan-
tasia < i0(.<, 6.0 e mo rs.
Cintos desetim datudas es cores a oZQ&O
l'unhos.com gollinhaa de esguiSo a 600 rs.
6dirtha6 de cores, sendo de Jisiras e 1-
ivradas, com locpae de mofo a l0GO.
Ditas de dita ditas sem. mofo a 1$600 9
ayooo.
Diversas iansinhas para -vestidos, de 240
Nb4MD rs.
Colchas de 4*u6tio brancas para cama a
2304>.
Ditas de dito de cot a 4^(00.
ambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 89000.
Cortes de eambraia branca com bonitos
enfeites bordados, de.-cor, com ,figurino a
6^000.
Pegas de madapolao com pequeno toque
de avana a t^SOO".
Ditas de algedaosinho mnito encorpado,
com leve toque de avaria a 4(Jb00.
Madapolao enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a o\eOOO.
Peg-as de madapolao com 20 jardas a
FeKzmente para nds o recurso prompto e sem igual para combalcr vitas:.. i
rio encontramos em abundancia em nosso uberrimo solo, uessa riqucza inv j.!-. '
pecies de vegetaes, muitosdos quaes ainda tao pouco (.onhecidos e es.ulalos -c .
o dizemos.
Nes meroceu a preferencia na grande variedade de planti de daaomivoi
euimos, as tres plantas bem conhecidas no no so paiz ;a CarobaJcuaranrU
de Sfvtngel, dafamilia das Bigoniceas; -o'Velamc cro'.nn camptslre, dcS I. '/ .
milia das Euphorbiaceas;e a Salsaparrilha -Smilax syphUiltea de Huulte, I. i .
das Asparagincas.
Eitrahindo sdmente destes tres imporunte vegetaes s prinnpios i ,,i;. .
pelos processos mais aperfeicoad s da sciencia moderria. cnnsegui.nos rc.il
comp. sto agradavel e de facil applicagao, cujas propriedades i ara a cur.i i
das molestias syphtliticas e todas as que proveem da iiopurez) Josa.0u-,
e repetidas experiencias nos convenceram serem incompnraveis, Hoeo|
comemprego, nas differentes formulas conaecidas, dos piineipios dc cada i m
vegetaes de per si. Nao precisamos discrevertSo importarites plantas, U
suas virtudes; ellas e seus bons effeitos rn-.dicamentosos jd sao liem coiib-ciu > qu
nosso paiz, quer na Europa, onde abalisados batanicoj e dislinclos me lie u -\ '
las occupado, e mesmo estes experimentido com Dptimos resultados no irata .
muitos pedecimentos.
0 nosso Arrobe depuralivo do Sakaparrilha, Caroba t Y.ttmmt lea won! rf
agradavel, a sua acgao esuave e benigna c de nenliuma f.nna pr .duz mobs;
camentosas, como acontece geralmentc a todos os compo^his em que nrtraoi sal
mineraes como mercurfo, o iodureto depotassio, etc., eojo u?o prol nga i -
para receiar, princip.lmente por que trazem grande llteracao do saogue, rrsoll
estado nuritas vezes bydropisias, quasi sempre funestas.
Sendo as molestias, como acima dissemos, devid robe Deputalivo de Salsaparrilha Caroba e Velame pode ser eaprvgado \ a\ ,i u
Ba syphilis, trisypelas, rheumatisrno, b6bas, gdta, dores sciaUcas, ulcer s lir
gonorrheas chronicas, molestias da pelle, etc., e em geral em todas as mol '
que se tenha em visla a purificar-ao do systema sanguineo : p-is 7.1 e nos is<
experiencias tem feito ver, qne elle e indispensavel nos casos gravissi n s para mi
os soffnmentos e prolongs & existencia, e nos menos graves a cura ear: m
seu oso convenientemente prolongado.
Asstm, pois, nutrimos a convicgao de que o uso do nosso novo prepandojusti
cabalmente asuossas asseveragoes, porque sendo medicimen'o nnmentd '- '
vegetaes, nossas experiencias ate boje tem confirmado sua utiliilade
DEPOSITOCEftlL
34.Rua Larga do Rosario.34
PKRNA.MBLCO.
Brim pardo para roupa de homem e me-
ninos, covado a 400 rs.
(iobeiias de cbita para cama a 20500 e
3,5000.
Bramante de linbo com 10 palmos de
lagura, vara a 2tjuC0.
Atoalbado com 8 palmos de largura, vara
a lS0O.
Espartilboa brancos. e de cores a 15 e
55000,. ,
Cortes de casimira a 4^ e 55000.
i que visiUrem estegranc-.- tsljbeloc, .
, que Sd acha aberto desdt as C boras da xa-
nh ate as 9 horas da noute i
! Rua do Barao da Victoria n.
22.
UNIVERSAL
Raa do Barao da Victoria n.2
DE
1
)
Lazinlias
gueira, o que o torna recommendavel pelo muito
que agrada ao paladar e preferlvel a todos os ou-
tros vinhos de pasto.
Acha-se a venda nos armazens de Jo3o Jos6 Ro-
limpo e forte, emhellizando o, impedindo a queda drignes Mendes, Sonza Basto & C. e Fernaades da
e o tornar-se ruco, e por consequinte previne a Cesta & C.
calvicie.
1'ara uso da toilette nao ha nada mais a dese-
jar; nao contendo oleo nem tintura, n5o pode
rnaaehar mesmo o mais alvo lenco de eambraia; Amaral Nabaco & c. vendem
percfura ao cabello, lhe da um lustre luxunoso, pieta de eambraia de algodao e de linho, borda
e u oi perfume muito agradavel. | dos e enfeitados ; toucas inglezas e francezas ;
I ara reformar a cor da barba, e necessario sapatinhos de seda e carmim bordados ; cha pre-
mais tempo de que com o cabello, porem se pode l a verde : no Bazar Victoria, a rua do Barao
appressar o effeito, envolvendo a barba de noite da Victoria n. 2.__________,_________________
cea um lenco rnolhado no Vigor.
e ge-
nuino.
Acaba de chegar ao mercado algnns barris de
vinho do Alto Douro, especial e unicamente pre-
parado do exlracto da uva e Rtemo de qualquer
confeecao, sendo muito mais brando que o da Fi nhoras e meninas. pelo dimiauto prego de 200 r.
o covado.
S6 o 43, loja de GueTra 4 Femantes.
Dao-se amoptras com penhor.
a 200 rs. o covado.
S6 na rua do Queimado n, 43, junto 4 loja
da Magnolia:
Cheguem, venham a ellas I !..,
I.azinhas de quadrinhos a moda escoceza pa-
drSes mnito chiques, propria para vestidos de se-
Vendc-se a padaria da raa do Barao ie S. Bor-
ja, antiga do 3ebo, n. %8, muito afreguezada :
para ver e Iratar, com seu dona, na mesma ; o
motivo da venda nao desagradaW ao comprador
Para baplisados.
PKEPABADO FOB
Ite. J. C. AYER & CA., Lowell, Mass*
Kstados XTnidos,
I Chimicns fraclicos e Analylicoa.
> .. TKNOB SE -POR
VENDE-SE
no eslado em que se acha o sitio nC 'ugar do Re-
medio, fregueziados Afogados n. 18, chao p.roprio,
com 349 palmos de frente e 658 de fundo I os
Vende-se a armaeao de Iddro, com ciixilhos
e envernisada, eta bom e3tado, da loja da rua Direi-
u n. 83, por preco muito coramsdo : a tratar naa
Cinco-l'ontas n. 34.
VENDE-SE
o grande e bem acreditado armazem de
tintas e drogaria, da rua do Imperador n.
22, garahtindo-se as cbaves- ao comprador :
a tratar no mesmo estabelecimento
Villa de Palmares
Vende-se doas casas nesta villa, uma na rua
pretendente's dirijam se ao seu proprielari), a rua j Bella e oatra na praca da feira : a tratar comti
de S Francisco desta cidade, sobrado n. 10, Di. Antonio Borges Leal, na mesma villa,
uma casa na villa de Barrelros, na rua do Com-
iercio, por preco modico: a tratar com Tasio
Irm52 itfl"-'
Vende se na rua doGommercio n. 4, cerveja
Neruega, marca ML :
Bitter Auaustwa.
Bum de Jamaica-
Tranjas de cahellbs hufflaflos, nawraas, nao
digo qne tenhara um metro de comprimento, sao
soffrivelraeTrte-coropridas, pehrpnca'deriSjOOO :
so na rua do Marquez de Olinda n. 51, 1 andar,
casa de Gastave, cabelleireiro.
Coque crespe natural, da 10/, 12/ a 15/000
Um par de crespo natural, compridos a 8/000
Umtnpet fTlzado-port 3/000
Uma duzia de grampos frizados por 4/000
Coques, modernismo, de 40/, por 20/000
Diademas, modernismo, de cabellos, por 3/000
Cressentes db cabello, de 30/, 33/ a 40/000-
So na rua do Marquez de Olinda n. 51,1* andar,
em casa de Gnstave, cabelleireiro.____________
Por 900*000
vende-se nm sitio' no Ajrraial, com 80 palmos de
frente e 320 de fundo, com uma pequena casa de
taipa feita & moderna : a tratar no caes da Cora-
panhia Pernambucana n. 26, ,
A* este grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de macbinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultimamente na Europa, cujas machinas
s8o garantidas por um anno, e tendo am
perfeito artista pars ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despeudio algum do comprador.
5este estabelecimento tambem ha pertencas
para as mesmas machinas e se soppre qual-
quer peca que seja necessario. Estas ma-
cliinas trabalham com toda a perfei$lo de
um e dous pospontos, franze e borda toda
qualquer costura por fina que seja, seus
pretos sSo da seguinte quaiidade : para tra-
balhar a mao de 309000, 409000, 45^000
e 500000; para trabalhar com o pe sao de
805000, 909000, 1002000, 1109000,
1209000, 1309000, 1509000, 2009000 e
25 09OO0, emquanto aos autores nao ha al-
teracfio de pretos, e os compradores poderSo
visitar este estabelecimento, que muito de-
verio gostar pela variedade de objectos qne
ha sempre para vender, como sejam: cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para saias, ditas de.balance, ditas para
crianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para crianr^as, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
qaenos, apparelhos de metal para cha\ fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
< itos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar saias, iavatorios completos, ditos
sunpies, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
Magnolia
Na loja da Mapcolia, a rua Dr. -ie J.
45, encontrara sempre 0 respeiluw!
completo sortimento de perfumarias
de phaniasia, luvas de Jouvin, arti *
miudezas Qnas, assim como modi.-,' :.
fos, agrado e sinceridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a rua Duque de OmJm a 1S
ba de receber os verdadeiros anneis e \ :
tricas, proprios para os nenosos.
Meios adere^os
A Magnolia, a rua Duque de Caxtu tf v re
cebeu um completo sortimento de
Meios aderecos de tartarnga.
Meios aderecos de madreperda.
Meios aderegos de sedabordaJu (ult-n
e de muitas outxas qualidades.
Botoes de aqo
A Magnolia, a rua Duque d<: Caxia- r. '.-'. x
para vender os modernos botSea de a^;-, ir.pr;
para vestidos.
Golinhas e punhos
das mais modernas que ba no patcatS 1 ; a
na Magnolia, a rua Daque de Caxias n. 13.
Lencos chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena quantidaile de lencos de .-eda
chinezes, com lindissimos desenho^, fazenda u'
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de larta.-u;a,
marUm, de osso, e de muitas outras qualidi;1r
recebeu a Magnolia, a rua Dnque de Caxias i-
mero 45.
Atten(jao.
A loia da Magnolia, a rua Duque de Caxias t
45, acaba de receber os seguintes arligo* :
Manual de madreperola, tartaruga e marfim.
Ricos aibuns com capa de madreperola, jha-
gren, madeira, velludo, couro, etc.
Lindas caixas com finiisimas perfumarias.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pulseiras de madreperola.
Ricas caixas para costura.
Vestuarios para baptisado.
Toucas e sapatinhos de setim.
Modernos chapeos de sol de *eda para stEhorac
Lindos port-bouquets.
Gravatinhas de velludo, etc., etc
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxirs n. i5, re-
cebeu um lindo sortimento de bicos de guipure
de cores, apropriados aos vestidos chiques aa ac-
tualidade.
VENDE-E
um terreno no Arraial, com 120 palmos de frt
e 140 de fundo, eom uma boa cacimba ; no ea
da Companbia Pernambucana n. 26.
j


8
'^iario de Paroambuoo tyiarta feira 8 de Juiho de 1874.
r
ASSEMBLED GEilAL
CAMARA DOS SRS. DEPUTADOS.
REFORMA ELEITORAL.
(Continuagdo.)
Sr. presidente, eu vejo que V- Exc. n3o
tem achado meu discurso na ordem, mas
eu mo tcnho atrtvido a eonservar-me na tri-
buna na convicgdo de qua estna perfeita-
monte dentro da ordem. Entretanto res-
peito e estimo tanto V. Etc., que ndo quero
incorrer no seu desagrado, ndo quero pare-
cer desobediente.
Porei tormn ja ds minhas observagoas,
pedindo a V. Exc. que me permitta reque-
* rer preferencia para o projecto do Sr. Souza
Carvalho, assignado tambem por outros meus
co-religionarios, offerecido em 1868.
Eu requereria preftrcncij para o projecto
do honrado ex-minislro do imperio, o Sr.
Paulino de Siuza ; pois que nio tratamos
no presente de uma questao de partidos, e
sim do uma de interessj geral da nagao.
Foi gran do erro do partido conservador do
1827 ate 1837 fazer qiid.-tdo de partido das
leis organicas complementares da constitui-
gao do imperio, orro qua provocou a tuta
que se deu entre o partido conservador e o
partido liberal.
Eu estou ainda hojeconvencido deque a
rjzao estava da parte dos meus antigosche-
es, e a oxperiencia deve ter desenganado
quo e um grande erro fizer-se questao de
partido de leis organicas. Aquelles que
aceitam as instituigoes actuaes, como todos
n6s aqui aceitamos, em certos pontos de le-
gislag.3o no podem tar radicaes divergen-
cias. N6sndo poderemos querer, porexem-
plo, que as olei.;<5es se fagam irregularmen-
te, nao poderemos querer a anarchia no
processo eleitoral, nunca tivemos semelhan-
te^ pretengao, como tambem o governo nao
pode ter a pretencd) de continuar a fazer
elle proprio a eleigao.
Os illustres dissidentes querem a eleigao
directa, n6s os liberaes o quo po demos fazer,
visto que tem ell^s a jui maior forga, e pros-
tar-lbe o nosso concursopara que Ss. Exes,
consigim o melhor que se puder conseguir
uesta assumpto. Nos nfio poderaos aspirar
actualmente a uma reforma liberal como
desejatnos; mas a reform a que Ss. Exes.
consegairem, pelo menos terd o merit-) que
teve a reforma dj guarda nacional que o
actual ministerio propoz, isto e, melhorar
um pouco o quo existe.
Eu, pois, requeiro preferencia para um
projocto de co-religionarios meus, que no
fundo encorra ideas que se aproximam das
do projecto do nobre ex-ministro do im-
perio.
Assim, pois, pego licenga a V. Eic. para
requerer preferencia para esto projecto, e
perdao se nSo discorri nos termos e limites
que V. Eic. desejava.
Vozes :Muito bem ; muito bem.
(Muitos Srs. deputados felicitam vivamen-
te o orador).
Sr. Presidente :Eu ndo exijo
requerimento escripto do nobre deputado,
por isso que o regimento, permittindo que
r.esta occasido qualquer deputado apres-mte
a questao de preferencia, declara tambem
que haverd sobre ella discussao. Convido
aos Srs. deputados que tiverem de indicar
outros projectos que julguem mais conve-
oientes para a discussao, a fazelo ueste mo-
menta, para que a camara decida qual deve
ter a preferen-ia. (Apoiados.)
Decidida agora a queslio de preferencia,
cultei, e, pelo contrario, expuz muitas ve- sqffragio oniverstr 6" o fecto 4a Ida exis-
zes ao nob -e autor do projecto e aos meus tencia.
Qollegas de commissao que, alem de outras Sei quo o project* nio tjra voto a quem
objecgoes, eu nao podia admittir a eleigao o ttm presentenjente, mas de certo modo
directa do modo porque se pretendia esta- restringe-O, creando eleitores independen-
belecel-a. 1tes do voto das assemblers parochiees, e di-
Penava como eu o meu nobre amigo, minuindo o valor dos eleftores qua resul-
deputa do pelo Maranhio, Sr. Gomes de tarem da eleigao primaria.
Castro, com quem estiva sempre de ac-. Nio me admirarei nestas questoes, ellas
cor'10, serJo discutidas dopoU de votada a prefe-
Depois de algumas conferencias que tive rencia quo se propde. Passo a Sutras ob-
com o nobre deputado pelo Rio de Janeiro, servagoes feitas pelo nobre deputado por
e a quem prestava dedicado apoio, e, termi- Mines.
nadasasdiscussoes dj commissao annui ao Causou-rae eslranheza a proposigio de
desejo que elle manifestara de ser lavrado que o projecto nada tem de bom. Parece
o parecer sem divergencia, comtanto que que nelle o nobre deputado encontrou so-
nao se tratasse da quo tao de constitticiona- mente erros, inconvenienclas, e quem sabe
lidade, e, sob condigSo de podermos eu e se mais alguma cousa ?
o meu illustre collega divergente, declarar I Entrctmto, ba um ponto em que os libe-
opportunamente a opiniao que sustentamos.' raes Ihe fizeram justiga : a parte relative &
Admiro, pois, que o nobre deputado,' qualificagao dos rotantes. Amigos e chefes
devendo lam bra r so de que Ibe fiz uma do nobre deputado disseram que nesta par-
concossao, propria do amigos quo entio e-'te, se nao e* completo, encorra o projecto as
raraos, teoha sido o primeiro a vir langar- raelhores disposicbes que teem sido apresen-
tme em rosto oque fiz como obsequio e at- tadas (Apoiados).
engao especial dS. Exc. Ora, n6s sabemos que uma dascausas
U SR. Mahtinuo Campos :N5o 6 bom que mais influem nos ricios da eleigao 6 o
s^'ema- modo irregular por que s8o feitas as qualifi-
0 Sr. Mi.mstro oo Imperio :N3o e bom cagdes ; e a sua instabilidade.
systema, diz o nobre depuudo ; mas ja que I 0 Sr. Gusmao Lobo : -A imprensa libe-
S. Exc. nos citatantas vezes os exempjos ral da cdrte applaudio o Droiecto nesta nar-
la Inglaterra, dir-lhe hei que tirei desses
Iegm poderao aggregar-se, e produzir pelo
aceordo previo dos partidos ou dos seusdi-
peno. E' certo ainda que assignei o pare- pulagao esta". Receia so tocar em um di-
cer que concluia opinando para que o pro- reitoadquirido. (ApoMoe.) Tolo. com- .
jecto entrasse na ordem dos trabalhos. Mas prehendem que i restncglo po4era ser mo^ rectores am ou .airaeputados coaformeo
tambem e certo que nao incorri na eontra- tito part ag.tagfles e frares perturiaagoes. bumerd 4e eleitoree quTelles puderem for-
dtcgao de que sou a^do. K>_rqw_0io oc-lAsjsm o mot r argum ento emfaior, do mar em uma vasU circumscripgao, como e
a provincia.
Ha nisto, repito, uma vantagem sobre o
regimen de 1855, a qual n8o posso deixar
Je assignalar, e reputo importantissima.
(Apoiados e apartes). Na pratica daquella
lei podia acontecer que em cada districto a
opiniao vencida fosso quasi igual em nume-
ro i opiniao voncodora. To las essas mino-
riasGcariam s^m representantes, visto quoo
roto n3opodia produzir effeitol6ra da circum-
scripgao do districto eleitoral. N3o poderj
acontecer o mesmo, adoptada a reforma
queproponho; porque, feita a elei,;3o pri-
maria, os partidos sommarao os seus votos
edistribuirio as candidatures, conforrae as
forgas de que dispuzerem, e em favor des-
sas candidatdras serio contados os votos on-
de qoer que sejarn dados.
Sr. prosidente, lenho respondido as ob-
servagoes principles do nobre deputado,
procurando evitar discussao quo nao seria
opportuna agora ; e, desompeubado esto de-
ver, aguardarei a occasiao em que possa
tomar na devida consideragao os seus argu-
mantos cootra o projecto.
(Muito bem; muito bem).
O Sr. Pauliuo de Sonza: 0
nobre ministro do imperio, invocau lo ha
pouco o meu testemunho, collocou-me, Sr.
presidente, n mais diflicil posiga). Para
di-lo tenho ,de guiar-me pelas minhas re-
cordagfios, discordantes da intengao de S.
Exc, eao mas no tempo n5o quero, nao
posso, nao devo p6r em duvida a palavra
hdnrada de um membro desta casa.
0 Sr. Mi.mstro oo Imperio :Aqui esta
o Sr Gomes de Castro em perfeito aceordo.
Um Sr. Deputado :Elle ainda nao disse
quo estava de aceordo.
0 Sr. Paulino de Souza : Procurando
avivar bem as minhas rominicencias, o que
me du a memoria e o seguinte: antes de
discutir-se no seio da commissao o meu pro-
ject') de reforma eleitoral, ja se haviam ar-
guido em discussSo do senado difliculdades
constitucionaes a eleigao directa, que eu
adoptara como idea capital do meu piano.
Durante os trabalhos da commissao, mais
de uma vez fallamos nas objecgoes que nes-
te ponto baviam suggerido. Quando um
dos membros da commissao (Fernandes da
-nao po lera* ser renovada nam na 2.a, nem
na 3.J discussao. fApoiaios.)
O Sr. i orrod'a de Olivoira (mi-
nistro do imperio : S-. presidente, o deb3-
ie scbro a preferencia do projecto e por
ua oaturezi brevissimo, eiimita-se a mos-
'.rar qual delles oflerece melhor base para a
discussao da materia ; eu, pois, nao toma-
rei tempo a camara, uem acompanharei
hoje o nobre deputado por Minas nas con-
.siderafoes que fez, algumas das quaes, so-
mente na segunda discussao, poderiam ter
uabimento.
Comegarei por dizer que nao estou em
oontradicgao como se tem dito, e hoje re-
pitio o nobre deputado.
E' certo que em 1870, fui nomeado para
j commissao especial que tinha de estudar o
orojecto da reforma eleitoral, apresentado
nelo nobre deputado ppla provincia do Rio
le Janeiro ; que era entaa ministro do im-
FOLHETIM
:;,;:::;-::: s:a:io be tehehsuco
exemplos o motivo da concessao, de que
ainda nao estou arrependido. (Apoiados.)
A livre e adiantada Inglaterra tem parti-
dos bem organi3ados e disciplinados, aos
quaes se attribue um certo espirito monacal,
que outras nagoes invejam. Muitas vezes
os individuos sacrificam as suas opinifies e
aceitam as djs chefes e do governo que a-
poiam. E' urn acto de disciplina (apoia-
dos), um sacriflcio necessario a bem da
unidade de acg3o, um dever que nao du-
vidarei cumprir eja muitas situagoes.
(Apoiados.)
Sr. presidente, nao dissimularei que me
inclino para a eleigao directa censitaria por
uma razao, que nao e, o nao pode ser a do
nobre deputido por Minas ; porque pare-
ce-me um principio conservador. (Apoia-
dos.)
Mas, nao aceitoi, nem posso aceitar, o
projecto que o nobre deputado prefere, por
que o considero inconstitucional e inconve-
niente,
N3o a" esta a occasiao de discutirmos t3o
importante questao. mas n8o.vi ainda um
so argumento procedente com que se possa
sustentar que u3o a politico o direito de
votsr, e que se pode ampliar, restringir ou
jupprimir.'esse direito, sem reforma da cons-
tituigao (apoiados) nos termos do art. 174 e
seguintes. Em minha opiniao o direito de
votar continiia a sero mais importante dos
direitos politicos (apoiados), o meio pelo
qualja nagao delega poderes, mantem a sua
sobcrania (apoiados), o o cidadao indue
mais efficazmenta na direcgao do seu paiz.
(Apoiados.)
Esse direito esta indubitavelmeote com-
prehendido na disposigao do art. 478 da
constituicao, e nao pode ser alterado por
uma legislature ordinaria, como quer o
projejto queo nobre deputado por Minas
prefere. Assim se entendeu sempre. 0
projecto me parece evidentemente inconsti-
tucional. (Apoiados.)
Eu disse que tambem o considero incon-
veniente, e dou a razao.
pplaudio o projecto nesta par
te. Deu com isto nra nobre exemplo de
imparcialidade.
0 Sr. Ministro do Imperio :0 nobre
deputado, pois, a" injusto, e estd em des-
accordo com os seus amigos.
Ha no projecto principios defendidos por
todos os partidos ; n8o os contesta o nobre
deputado, antes os aceita ; mas ainda assim
nada ve que merega o seu epoio. Sinto
qua S. Exc. pense desta modo, mas n8o pos-
so conformar-me com o seu juizo, e appello
delle para a camara.
Notarei, finalmente, que o nobre deputa-
do foi contradictorio comsigo mesmo. Che-
gou a minha vez de dize-lo, mas pego a S.
Exc. que nao aceitj esta observagJo como
represalia.
Penso como o nobre deputado que a re-
forma eleitoral de 1855 foi muito impor-
tante. Vejo nella o voto singular e a repre-
sentacao local. Fni nm opamla iDm h.
H
[i if
im
i\
POR
Jotlo Candido.
II
AIOIANDA. -
(Continuagao do n. 151.)
Com pouco, subia as escadas e entrava
para a sala uma formosissima morena de
dezesii annos, vostida de branco a azul,
toucada do flores, sublime de brilho.
Era Beanor.
Vinha acompanhada da seu pai mais sua
mSi ; seu paibravo e honrado cavalheiro
tempera antiga ; sua ra3i amavel e
rcspeitavel senhora.
Recebidos "todos por D. Helena, quo, pa-
role, tinha-se decidido a afrontar os inaiores
GiTjscamentos quo lbe podessem sobravir
n'essa noite, Armanda tomou conta de
B;.-Hior, saa mais intima amiga, e com ella
reliiou so para a varanda.
Doixemosj pois, D. Helena em compa-
nbi i de seus recem-chegados, apezar da
ma ventade quo tinha para estar junto de
um homem de cabellos grisalhos, e que
para poder olhar para um lado forgava o
poscogo sobre nma gravata descommunal ;
e v-tios attenaosos e quedos escutar oque
se pnssa no seio das duas amigas.
f'^anordizia Armanda. Como eu
te aiiii I Que forga de resignagaoimprimes
em minha alma, quando me fallas, quando
estas junto de mim I
Rao obstante a candura e melodia que
havia L'essa coni'ssao angelica e pura de
Armanda, Beanor desprendeu um sorriso
ironico, e proferio :
Ah I Minha Armanda : Ja sei que
iioje tens para contar-me innumeras quei-
xas...
Beanor continuou Armanda E
quando eu n8o as terei para contar-te, se
tu es o unico ente a quem eu confio os
meus segredos e as minh?s dores ?
Creio que seria um passo teraerario e de
tristes consequencias, o que se desse para
tirar de grande numero de cidadaos brasi-
leiros o direito de que estao do posse, o
direito que exercem desde que a constitui-
g3o comegou a ser executada, o direito de
votar nas eleigoes primarias. (Apoiadosj.
Lembrarei de passagem, n3o querendo de-
morar-me nesta discussao, que eu ja disse
que e muito breve, o que se passa presen-
temente em I'ranga.
Vejo em um livro quo so apublicou ulti-
mamente, escripto porpesssoa insuspeita, o
receio que nutrem os homens mais sensa-
tos e prudontes daquelle paiz, ondo ha tan-
tos motivos para ser detestado] o suffragio
universal. Teme-se a restricgao do direito
de votar em respeito & posse em que a po-
Pois bem, dize-me, minha boa amiga
considerou Beanor, tnais compassiva.
Theodorico ja tao cedo flagellou teu cora-
gao ?
Oh Nao digas que elle me flagella,
Beanor.
Mas, onlao, Armanda ?..
Nada.
Fella f
Um novo amigo de meu pai parece
4"ue concorre muito para que Theodorico
possa cavarsua ruina.
Quem, Armanda ? Eduardo ?...
Um inliscreto cavalheiro chegou n'esse
instanto a varanda para pedir a Beanor uma
contradangs.
Tao de prompto quer dar-me um sig-
nal da distincgdo que Ihe mere^o ?per-
guntou a gentil morena ao cavalheiro, com
ar de zombaria vexatoria.
Se V. Exc. permittir que eu seja tao
feliz...articulou entre mil embaragos o
nosso rapaz.
Beanor voltou-se com a soberania sym-
pathica da mulher de sala, queliga sempre
uma importancia estipulada as palavras of-
Qciosas que ouvo dos cortezaos, e disse :
Jd vou.
Mas, ainda assim, a conversag5o das duas
amigas nao poude effectuar-se. Oquadro
formava-se.
Urn nao sei que d'alma que soffre, que
delira, que gome, fez com que Armanda
desconfiasso que a sombra sinistra de
Eduardo es!ava prestes a fuzilar perto d'ella,
e abafando a voz ao recomegar a sua histo-
ria de" longas tristezas disse para Beanor
apressadamente :
Vamos, Beanor. Elle pode vir. A
musica ja sda. ,.
E ambas retiraram-se.
0 mar, que se avistava de perto, ergueu
n'esso momento o dorso altivo, e cantando'
o hymno enorme de sua grandeza esten-
deu na areia da praia um tapete de espu-
ma.
Ill
OVERME dourado.
Velho e" o habito de se interpretar as
cousas segundo ellas so apresentam, e nao]
segundo ellas devem sor.
0 vicio, caracterisado n'um homem de
mediocre posig8o social, e julgado um cri-j
sentagao local. Foi um grande passo no
caminho do progresso social. Comprehen-
dia-so naquella reforme de modo indirecto
a representagao das minorias, quando estas
formassem maiorias locaes, em alguns dis-
trictos. Acabava-se assim com a victoria
complete de um partido e derrota completa
de outro (apoiados) ; cessavam o facto e os
inconvenientes das camaras unaniraes.
Sou coherentemente partidario dessa re-
forma, e sinto que ella nao tivesse sido exe-
cutada, depois de tirados os supplentes, que
foram partes em tantas transacgdes con-
demnaveis.
0 Sr. Martinho Campoj : Tambem eu
fui contrario aos supplentes.
0 Sr. Ministro do Imperio : Mas quem
applaude a reforma de 1855, nSo p6de
condemnar com tanto rigor o projecto que
tive a honra de apresentar ; porque nelle se
consagra o voto singular, e deixa-se a pos-
sibilidade da representagao local. Ha uma
differenga, e'e que osdistrictos naosio pre-
viamente limitados pela lei; mas isto e* uma
vantagem.
Desde que houver em uma localidade nu-
mero de eleitores sufficientes para a eleigao
de um deputado, eleitores que represeutem
o quociente do corpo eleitoral da provincia
dividido pelo numero de deputados a ele-
ger, ahi podera dar-se a eleigao de um de-
putado, ou como estabelecia & lei de 1855,
a representagao local por meio do voto sin-
gular. (Apoiados). Podem chegar a aceor-
do dous ou mais collegios visinhos, e o re-
sultado sori o que aponto.
N8o importa que a provincia n5o seja di-
vidida em districtos ; a divisio far-se-ha na-
tural mente pelas opinides politicas, pelas
sympathias dos candidates, pelos interesses
que ella represente.
Com a divisio feita pela lei havia votos
perdidos. Os que n8o aproreitavam ao can-
didato vencedor ficavam inutilisados ; nSo
seri assim, se fdr adoptado o meu projecto.
As minorias de cada freguezia e de cada col-
me que merece ser assignalado por um tra-
go negro.
A libertinagem, o roubo, a ignominia,
emtim, fazendo parte dosactos de um mi-
lionario, e reprovada, mas passa.
Entre rauitos factos que tem lugar entre
n6s, e que nSo s8o bem percebidos, porque
tambem naos8o esmerilhados com atten-
gio, uma casa de baile, onde, na primeira
sala danga-se, na segunda joga-se, e um
ponto de se"rias reflexoes, mas que pouco
aprego tem tido sempre por esse lado.
Ndo e permittido & sub umbra entrarem
cinco, dez, quinze, vinte homens em um
aposento reservado, e ahi, sobre a banca
do jogo, perderem tudo quanto levam.
Mas nao se nota para as cartas" que se
joga na parte inferior de um edificio, onde,
a pretexto de se passar uma completa noite
de ventures, voa-se no redoraoinho pallido
da walsa, bebe-se o licor odorifero da rosa.
Ahi se sacrifica uma bolsa, como no fun-
do de uma espelunca;
Ahi o vicio ceva-se constante ;
Ahi o opprobio se levanta, a educagao
prolliga-sc, a miseria irrompe, o insulto
arde muitas vezes I
Mas eis tambem ahi o manto que vela
tanto horror:
Aquella casa e um palacete.
0 Sr. Victor da Craz, rodeado de mais
de dez amigos de todas as classes, amigos
do interesse, amigos do prerzer, amigos do
dinheiro, e entre elles alguns sinceros e
dedicados, baralhava e repartia com tanto
afan as serpentes que lambem as m8os de
quem as pega, para morder no coragSo,
que parecia um atarefado banqaeiro a con-
tar e recontar centenas de contos.
Havia perdido ja uma.somma considera-
vel, e por fatalidade cada vez se empenhava
mais era lutar com a forca bruta do das-
tino.
0 jogador (a 6 d'isso que quasi sempre
provdm a supreme felicidade d'esses filhos
da miseria I) s6 attinge ao grdo superior
de suas voluptuosidades quando perde a
tem no fundo da carteira com que sacri-
ficar-se ainda.
S8o os guerreiros que so descobrem a
purpura dos tropheos no sangue que jorra
do proprio coragJo.
Ganhar s6 n8o e o que sacia a sede que
Cunha) recusou to.nar parte nas conferen-
cias pelo peso que tinham em seu espirito
aquellas duvidas de constitucionalidade,
perguntei aos outros membros, que se acha-
vara reunidos, se em seu modo de ponsar os
argumentos exhibidos tornavam necessaria
a proposta da reforma da constituigao para
decretar-se a eleigao directa.
Depois de varias observagSes, assentou-se
que a commissao daria parecer no sentido
da adopg8o do projecto, deixando de parte
a alludida difficuldade constitucional. O
Sr. Costa Pinto, encarregado de redigir o re-
latorio, consultou a commissao se devia ou
n8o responder is objecgoes jd apresentadas,
e, resolvendo-se que nao, ficou este ponto
para ser tratado na discussdo perante a ca-
mara. Comprometti-me entao a responder
nesta camara ao que se articulou contra a
constitucionalidade do projecto.
N8o contesto que o nobre ministro po-
desse ter escrupulos quaato a ser constitu-
cional a eleigao directa. Em vez de travar
contenda sobre o lado de que estd a voraci-
de, ndo deveudo disputa-la ao nobre mi-
nistro, julgo mais digno de arnbos aos dar-
mos como assentado que nos regulamos ca-
da um pelas impressoes que conserva da-
quellas occurrencias, acreditando eu pela
minha parte que se podem com o tempo fi-
gurar com esta ou aquella alteragao em
nosso espirito.
Se n3o tivesse de depor sobre factos, mas
de aprecia-k>s como estranho ao que se pas-
sou na commissao, poderia talvez formar
conjecturas que seriam a meu favor-.
A camara conGou a uma commissao o es-
tudo de questao tao importante e delicada,
como e a mudanga do systema eleitoral nos
paizos de regimen representativo. Esta
commissao, examinando o projecto entregue
d sua proficiencia e lealdade, reconhece que
a constituigdo politica do estado oppoe-se
terminantemente ao piano proposto, coaven-
ce-se de que a lei fundamental flea violada
com a aceitagao das novas disposigoes ; qual
os devora. Perdcr e possuir sempre para
perder : eis o maior de seus triumphos. A
bocca do abysmo e grande porta de suas
adoradas habitagoes.
Eduardo Mario, que pela quarta ou quin-
ta vez jogava em casa do Sr. Cruz, ganha-
va tanto d'essa, quanto havia perdido das
outras.
Theodorico, encolerisado porque contava
que aquelle mogo se tivesse condemnado d
uma ruina completa, mordia a ponta do
l&bio, em disformes'crispagdes.
0 grapo ao redor da mesa, "como uma
legido de farailiares, olhava irrigado para
os dous terriveis contendores.
Duas libras pela dama ; quem quer?
perguntou Theodorico.
Aceito Iexclamou um mogo.
Cruzaram-se os montes.
0 Sr. Victor era ainda quem jogava
n'essa occasiao, o aquella carta era a d'elle.
Eduardo parou a favor da outra, que era
um rei.
Quando, na setima ou oitava carta, o Sr.
Victor arrancou do baralho outro rei, Theo-
dorico bramio.
Eram mais de onze horas da noite.
0 Sr. Victor, dando um murro sobre a
mesa e afastando-sa d'ella, convidou todos
a um copo de chan\pagne.
Dir-se-hia que fdra beber d sauie do in-
ferno.
IV
BEANOR.
Eduardo Mario, acabando de sorver as
ultimas gottas do vinho espumante, accen-
deu um charuto ; e depois de gozar por
alguns momentos de seus aromaticos vapo-
res, dirigio-se a tomar parte no segundo
objecto d'aquella noite.
Dangava-se.
Eduardo encostou-se d quina de um por-
tal, d espera deque a musica desferisse
seus derradeiros threnos. A sala regorgita-
va de damas e cavalheiros, quesaboreavam
arfando os multiplicados prazeres d'aquella
festa.
Raphael jd tinha vindo. Depois de sen-
tar Armanda ao pe de D. Helena, ao findar
a contradanga, tomou lugar junto a mim,
n'um canto da varanda, onde era o nosso
costumado observatorio. Ahi eslivemos
o seu dever ?
Dizer d camara : o proj*:to n3o pdie ser
admittido, por ser contrario aos grandes
principios da lei fundamental, ou o projecto
e de lamanbo proveito para a nagdo que,
sendo coutrario i constituigao, deve, na>"
obstante, ser convertido em lei, mediante a
reforma dos artigos ooostitucionaes que lbe
s3o oppostos. (Apoiados, muitj bem).
Se a commissSo n8o procedeu assim foi
porque, tivesse ou n8o algura de sous mem-
bros duvidas sobre a constitucionalidade do
projecto, nSo se lirmaram ellas no animo da
comiiissao, antes se desvaneceram em pre-
senga das vanlagens da idea proposta. (A-
poialos, muito bem).
Vozes : Isto e irrespoodivel.
0 Sr. Paulino de Souza :Ndo me pro-
ponho responder ds consideragoes feitas pelo
nobre ministro sobre o importante discurso,
hoje profarido pelo meu honrado amigo,
deputado por Minas-Geraes. Estando, po-
rem, na tribuna, ndo deixarei de tocar,
ainda que do passagem, nos pontos de quo
S. Exc. so occupou. Nao contesto aos pu-
blicistas que assim pensam a affirmagao
de ser o voto nas eleigdes direito politico.
Penso mesmo qua de todos e este o direito
politico por excellencia, pois que refere-sed
intervencao do cidadao no governo do esta-
do pela de'egagio das faculdad-js inherentes
ao man lato legislative. A quastao n8o do-
ve, porem, ser collocada no terreno do di-
reito publico' scientifico, mas em face da
constituigao do imperio.
Devemos considerar o valor juridico dos
termos da constituigao segundo as ideas a
intengao de seus autores. Estes chamaram
direitos politicos os que sao connexos com a
qualidade da cidadao brasileiro, sem refe-
renda d capacidade para os ados da vida
publica e talvez mesmo ao sexo e d idade.
Esses direitos, assim expressados na termi-
nologia do legislador constituinte, estdo de-
linidos na constituigdo.
0 direito de votar quo assenta em certas
coodigoes de capacidade, ndo foi classifica-
do entre aquelles direitos politicos, tanto
assim quo a constituigao, estatuindo aquellas
condigoes, determinou como a primeira (art.
91) o gozo dos direitqs politicos.
Se o voto nas eleigoes fosse um direito
politico para o legislador constituinte, esta-
ria incluido naquelles cujo gozo se presuppoe
para ter o accesso ds urnas. Teriamos as-
sim que o gozo do direito de votar e condi-
gao para tero direito de votar.
Foi neste sentido a de aceordo com ater-
minologia da constituigao que o meu hon-
rado amigo sustentou con todo o funda-
menlo que o voto n3o e pela mesraa consti-
tuigdo direito politico do cidadao brasi-
leiro.
Penso eu tambem, como o meu nobre
collega, que o mais importante em uma lei
de eleigoes nao e contemplarera-se com o
direito de votar mais alguns ou menos al-
guns cidadaos, sem a-ttender-se d sua ido-
neidade. 0 quo importa & a verdade da
representagao, e trater legilimamente a este
recinto a genuina opiniao do povo brasilei-
ro. (Muitos apoiados).
Para isto e necessario que votera nas
eteigoes, ndo as massas incapazes de conhc-
cor o alcance do acto quo vdo pra^icar, mas
os que tiverem condigoes de independencia
e dcrem ganntia de ndo se dektarem cor^
rojnper ou intimiJar (apoiados), sobretud>
pelos agentes-do governo, que e tudo no
Brasil.
E' por isso- que pugno pela ele.;cao dirficta-
cetBliaria.
0 nobre ministro pretende quo foi com o
receio de esbuihar a generalidade dos vo-
tautes da posse do voto eleitoral que a as-
sembled nacional franceza manteve ultima-
mente naquelle paiz o suffragio universal.
Nao entro agora na enumorag^o- das restriG-
goes que em Franga possa ter o voto da
multidao. Os inconvenientes delle serao
opportunamente assignalados.
Po:- minha parte desejo ver formado um
eleitorado permanente, que eiprima a opi-
niao, que possa avaliar os interesses publi-
cos, que apoie e d& forga moral a seui re-
presentantes : n8o quero vor mais no paiz
um corpo eleitoral qde surge e desapparece
de um momento para outro, que nao e,
com poucas excepcoes, senao a expressao
da vooiade e do poder do governo. 0 suf-
fragio universal, qual o temos, ainda que
disfargado, n8o pode dar senao as manifes-
por algum tempo a analysar as scenas que
se representavam a nossos olhos.
Diga-me. minha mdi, vem de estar
com meu pai ?perguntava Armanda d D.
Helena.
Sim, minha filha ; acabava de jogar e
bebia licores com seus amigos.
Ah I Meu Deus, qnanto elle terd per-
dido a essa hora E Theodorico I...
Se alguem do parto, como n6s, obser-
vasse a expressao dolorosa, que manifesta-
va n'esse momento o rosto puro e bello de
Armanda, havia de reconhecer que o
pobre coragdo d'essa raoga tinha proferido
aquellas palavras.
Vesdisse eu para Raphael. Alii
existe um serio desgosto, que bem pode
trazer a ruina d'aquella vida. Por umlado
o pai, por outro teu irmdo. Ah I Raphael,
6 preciso pdr em acgao uma grande energia
contra esse passatempo medonho, que se
chama jogo, e a que Toeodorico esti tdo
affeigoado. Que funestas consequencias ar-
rasta elle, meu amigo !
Que queres, Luiz ? Jd tenho tanto
ralhado com meu irmdo; jd ate pedi-lhe
que ndo fizessa por onde meu pai se enver-
gonhar, sendo sabedor do seu comporta-
raento. Mas Theodorico ndo se emenda.
Se nao fdra ser quem e a familia do Sr.
Cruz, eu n8o vinha mais aqui. Depois, jd
me constou que Theodorico joga mesmo
com jogadores do profissao. E' isto, meu
Deus, noais um peso para minha cruz.
E d proporgao que n'essa conversa lainen-
tavamos, ndo s6 as mds tendendencias do
irmdo de meu bora amigo ; mas tambora o
futuro por ventura pouco lisongeiro do ma-
rido de D. Heleoa, eu olhava para Eduardo
Mario e descobria nelle o encarregado gra-
tuito e feroz d'aquelle drama fatal, quando
vimos a filha do Sr. Cruz levantar-se cons-
trangida, embora apparentando acquiescen-
cia, a tomar o brago do mogo, quo me ins-
pirava desagrado.
Raphael entao, que ainda nSo tinha
tido a fortuna de estender sua m8o d Bea-
nor, camiuhou em direcgdo a ella e poude
obter d'ella a immensa dita que Eduardo
acabava de obter de Armanda.
Era a hora das confiss5es santas, assim
como do galanteio banal. Qaem ia para
junto de sua deusa afinava a corda sensi-
vel do seus -sc-niimentos mystcriosos ; quem
tagdas dictadas por quem tem os meios de
mtluir sebre a parte ignorant* das masses,
que noBrasil e iofelizmentea mais numerose
Faz-me este ponto do debate recorder am
cenceito do homem euinente, que nos des-
astres, recentes da Franga tornou-se a espe-
ranga de seus concidadaos, o anjo tutelar da
patria. Mr Thiers, combateodo o soffragio
universal, quo foi o pretexto politico do
absolutismo napoleonico, dizia, mais ou
menos nestes termos, ao corpo legislati-
ve d) imperio :0 vosso systema eleitoral
e uma mascara com que vos apresentais i
democracia para illudi-la ; se quereis a
grandeza da nagao, amparai a iiberdade.
Vozes :Muito bem, muito bem I
O Sr. J. de Ale near.E' do Umen
tar senhores, que uma discussdo movida pela
urgente e imperiosa necessidade de rostau-
rar o governo parlamentar se wtreiasse por
uma questao contraria aos estylos e pratica-
do systema.
Jd uma vez, em 1870, quando nesta ea-
sa se discutio a reforma do AienMuto servil,
eu, membro da opposigao e *nt3) identifi-
cado com ella na defeza das ideas e tradic-
goas do partido conservador, fui obrigado a
levantar me para reivinlicar contra mau>
proprios amigos a iniciatira ministerial na
proposigdo das reformas politicas e so-
ciaes.
0 ra?smo dever me traz hoje i tribuna,
porque ainda conservo a profunda c mvicgio
de que a iniciativa ministerial, na proposi-
gdo de leis de alcance politico, u uma das
bases do systema parlamentar, sem a qual
elle se tornaria uma palestra esterii e dis-
pendiosa.
A constituigao nos dau a cada um de nos.
representantes da nagao, individualmente,
o direito de apresentar projectos, de fazer
interpellagdes e provocar discussdes, mas es-
ta faculdade nao e sendo o complemento
da Iiberdade da tribuna, que tambem por
sua vez constitua a outra basa do systema
parlamentar sam o qual elle ffao passaria de
uma chancellaria complicada e nociva
causa publica.
Comprehende-se que em assembleas nu-
merosas, as individualidades por maior qu
seja sua influencia nao tem forga para cou-
duzir ate saa final adopgao uma idea, atra-
vez dos varios turnos da discuseio, e de
envolta com outras materias que tambe*c
reclamam a attengao do poder legislatiro.
Esta forga, so a tem as entidades politicas
chamadas partidos. ou antes so tem a
maioria parlamentar a quem pertence in-
contestavelmente dir'gir as discussdes-, re-
gular os trabalhos e dar preferencia dqoella-
ideas que' mais se eonformem com suas vis-
tas, que melhor se prestam d realisagdo da
sna politica.
0 orgdo mais legitimo da maioria e- sem
contestagdo o gabiaete que se presume- sa-
hido do seu seio, revestido de sua contlan-
ga, manifestada em votagoas solemnes. Ao
gabinete, p.. is, cabe o direito de traduzir em
lei, com o apoio de seus amigos no porta-
mento, as ideas do partido dominante.
Entre a iniciativa individual e a iniciativa
ministerial, e sem contestacao, esta ullim*
a mais liberal e democratic*. Sao ambe-
veh culos da idea no parlamento ; mas a
prrneira e- veliiculo de aspiragoes vagas e
indefinidas, que ndo tem inlluencia na opi-
niao ; a iniciativa ministerial, ao contrario,
e o vehicu'o de reformas amedurecidas pe-
lo espirito publico, das ideas vencedcra
de um partido.
Nao estou, portanto, prestando ago** m i
servigo ao governo, como nio o prestei. em
1870. Defendo a iniciativa ministerial.
quee um dogma do systema parlimentar.
aceito por todos os paizes oiide rege o sys-
tema representativo, especialmente pela In-
glaterra.
Esse dogma ndo pertence a um ou outr
ministerio, pertence ao governo. neces-
sario que todos os pirtidos que subirem ao
poder o achem intacto e disponham dessc
meio para que possam realisar os eus in-
tuitos : para qua prestem servigos d causa
publica.
Se a-nanha, o que nao desejo, se ama-
nha a opposigdo parlamentar desta casa f s-
se governo, qual o meio que teria para des
vanecer as dissidencias que se manifests in
em seu seio e as divergencias que a labo-
ram, para formular um projecto do reform?
sobre a basa da eleigdo directa.
(Continuar-se-ha. J
f
hsvia procurado dangar com uma mulhei
bonita, ou comportava-se com polidez, se
era um aristocrats asseiado ; ou enjoav.i
como uma ddse de hemetico, se era um par
vo ledo de salas.
Eduardo Mario nao estava incluido em
nenhuma d'essas classes. Era o abutre que
que tinha descido ate oninho da pomba.
Deixemu-lo profanahdo a santa candidez da
mulher virgem e pura, com quem tinha a
felicidade de estar, e ougamos primeiro -.
Raphael.
Minhora sonhora, eu trepido sempre
que tenho de proferir palavras de siaceri-
dade a alguem, que nunca me acolhe con.
agrado ; no entretanto...
Beanor comegou lego a ouvir com in-
differenca ; e brincando com o annel e ca
deiazinha, d quo prondia oseu mimos
leque, interrompeu-o, olhando para elle
Mas, antes de tudo, diga-me sequer
quo eu acradite em todas alias, se muitas
forem as confissdes que o senhor me faga ;
muitas as phrases seductoras, que me diri
ja ? Oh 1 Meu Deus I Como i forga de
udo poder mais crer, eu jd estaria hoje
sceptica e infeliz.
Nao davido, minha senhora. Se al-
guem d'esde o seu bergo passasse um
seculo inteiro sem ver a luz do sol, talvez
que ate tivesse medo d'ella, quando a visse
no horizonte. 0 costume e uma forga po-
derosa. Pelo habito de ter ouvido tantas
palavras fingidas, apregoadas como a ex-
pressao pura do sentimento, o seu coragdo
jd ndo pode escutar nada, que Ihe ndo pa-
rega t'also e ate* ridiculo. Nio obstante.
minha senhora, n8o considere o caracter de
cada um, pelo todo da sociedade. A so
ciedade....
Oh I pelo amor de Deus, Sr. Raphael!
interrompeu outra vez Beanor.Ifio me
queira fallar agora da sociedade. Sesou-
besse o quanto eu vivo aborrecida della I...
[Continuar-st-ha.)
I

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