Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19330


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Full Text
ANNO L. MJMERO IS1
-
--
PARA A CAPITAL B LUGABE9 OlDE Kim SB PAA
for Ares mezes adiaatados...........
iPorsais ditos idem. .......
fforuiiiMmoide.ii......... '. ['.'.'.'. '.
Cada numero svulso................
TE.
C9000
129000
349000
330
TERCA FEKA 7 DE JULHO DE l74
PAB A DE1IVBO E FOR A DA PRO \1\CI A.
For tow mazes adiaatados.....*, ........
Por Mis di}os idem...............
For dom ikm idem...............
Por om mum idem. ...........
tyrso
13WO0
109180
179000
IODEP
PR0PRIELUDE DE MANOEL FIGUEIR0A DE FARIA 4b FJLHOS
T-"
Srs. Gertrdo Antonio alves A Hlhos, no Pari; Gonctlte* d Pinto, no Maranhao; Joaquim Jose" de Ohveira d Filho, no Cearf; ftnio de Lemu. Braga, no Iracaty ; Joio M*ria Julio Chares, no Assd; Antonio Marques da Silya, Natal; Jose Juatioo
Pereira .'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, ua Parahyba ; Antonio JomJ Gomes, naWRa da Penha; Be'armino dos Santos Bulcio, em Santo Antlo ; Domingos Josd da Costa Braga, emBaxarethi
Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Joao Antonio Maehaeo, no Pilar das Akffiu; Alves d C.na Bahia; e A. Xavier Leite d C. no Rio Janeiro-
ISSI3UC5A0 POPULAR
fraiado elementar tie gengraphln
do Brusil.pi>!' Hermillo Duperron,
natural de IVrniimftiicn.
ALAGOAS(1872)
Villas : Porto do Calto, oulrora Bom Successo,
sobre o rio M-nguab.i, a 36 k da tot. villa em 1636,
a roais antiga da proviacia o uma de suas glorias,
patria de D. Clara Camarao, cognominada a Joan-
na d'Arc brasileira. Esla villa militarmento occu-
pada pelo principc Joao Mauri -io condo Nassau,
depois de daas porfiadas batalhas cm qu<; morreu
o general D. Lair de lloxas e om que Heurique
Dt&s perdea uma das maos e na qual se empenha-
ram dez mil homeos, esteve nova annos no poder
dos hollandezes (1636 a 16i5) Mesa du renlas,
14:000* ; 1,200 habitantes, 116 k. da capital.
Atalaia, villa em 1763, sobre o Parahyba ; bom cli-
ma ; agencia, 4:400* ; 900 habitanles,'48 k. da capi-
tal Anadia, villa em 1891, s >bre o S. Miguel ; bcm
olima; agencia, 1:6005 ; 610 habitantes, 106 k. da
capital. Port) de Pedras, villa em 1815, sobre o
rio de seu nome ; agencia, 2.000J ; 3i0 habitan-
tes, 95 k. da capital Sinta Luzia do Norte, villa
em 1830, sobre o Mundahu ; importante fabrica de
fiar e tecer algodao em Fornlo Yelho ; agencia,
1:900* ; 1,280 habitantes, 16 k. da capital. As-
semblia, villa em 1831, sobre o Parahyba ; agen-
cia, 2:000* ; 900 habitantes, 90 k. 1i capital. Im-
ptratris, villa em 1681, sobre n Muadahu, agen-
cia, 3:0001 ; 280 habitantes, 93 k. da capital Pal-
mira, villa em 1831; agencia, 900* ; 800 habi-
tantes, 183 k. da capital. Traipu, villa em 1833 ;
agencia, 1:000* ; 1,500 habitantes, 264 k. da ca-
pSttL Paulo Affonsj, villa em 1837 ; agencia,
1:100* ; 800 habitantes, 422 k da capital. PSo
de Asswcar, assim charaada em ra;:ao de uma py-
r a aide, conica de granito qne Ihe fica proxima,
villa em 1831; grand-.- quantidade de ossos fos-
seis ; agencia, 5:00J* ; 2,000 hatitantes, 322 k.
da capital. Goruripe, villa em I860, a 6 k. da foz
do rio de seu nome ; agencia, 1:300* ; 1,800 ha-
bitantes, 106 k. da capital, hluricy, villa em 1872,
sobre o Mundahu"; 800 habitantes, 63 k. da capi-
tal. Quebrangulo, villa em 18/2 ; sobre o Para-
hyba ; agencia. 1,7003 ; 600 habitantes, 132 k
da capital. Passo, villa em (?) a 18 k. da foz do
Cimaragibe ; mesa de rendas, 21:009* ; 1,700 ha-
bi antes, 79 k. da capital.
RECENEAMSENTO DE 1872
ffbi a primeira provincia que concluto o seu re-
censeomento.
l'AHOCIHAS
HABITANTES
L1VRF.S
ESCF.AV0S
TOTAL
Imperatriz........
Ataiaia...........
Assemblea........
Camaragibe......
Penedo ......
Palraeira........
Porto Calvo.......
Coll;gio..........
Anadia..........
Traipu...........
Muricy..........
Maceio...........
S. Miguel.........
Quebrangulo.....
Limoeiro........
S. Bento.........
Pioca..........
Pao de Assucar....
Pilar............
Alagjas..........
Sant'Anna......
Coruripe.........
None............
Agua Branca.....
Porto de Pedras...
Malta Grande.....
Jaragua..........
Piassabussu......
29.277 1.340
st.cod 1.882
19.631 1.082
18.681 2.472
14.093 1.443
13.611 3.411
13.422 2.014
12.781 494
12.394 1.297
11.837 729
10.8*2 561
10.480 1.632
10.139 2.190
9 944 847
8.983 835
8.737 1.869
8.674 2.068
8.643 407
8.438 .1.318
8.419 977
8.451 316
7.752 934
7.191 1.919
3.28-2 338
3.232 1.008
4.333 277
3.303 368
3.252 30i
300.331 34.782
30.616
24.491
20.713
21.153
15.536
17.022
15.436
13.275
13.69!
12.586
11.813
12.118
12.329
10.791
9.838
10.026
10.712
9.032
9.80G
9.426
8.737
8.686
9.113
5.620
6.269
4612
3.671
3.556
Companhia Recife Drainage Informeo Sr. ins-
pector da thesonraria provincial.
Fielden Brothers.DoferiJo com o officio desta
data a thesouraria de fazenda.
Francisco Anasticio Silveira. Informe o Sr. Dr.
chefs de policia.
Felippe Santiago da Silva.InJaferido.
Padre Genuino Gomes Pereira.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Henedina Fioresta dos Santos Cordeiro.-Inde-
ferilo.
Jose Antonio da Silva.Fica concedido o prazo
de 8 dias.
Joaquim Antonio de Castro Nunes.Em vista
das iutormacoes das inspectorias da iustruccao pu-
blica edo thesouro provincial, concelo o premio
de duzeotos mil reis," cuja eatrega 6 nesla data
autorisado ao inspector do thejouro provincial.
Hosa Gongalves de Jesus.Informe o Sr- pro-
vedor da Santa Casa de Misericordia.
=
Ri'particfSo da policia.
!. seccaoSecretaria de policia de Pernambuco,
6 de julho de 1874.
N. 802.Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que no dia 4 foram recolhidos a casa detencao os
individuos seguinles :
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Jose
Thomaz e Raymunio Feitosa, por disturbios.
A'ordem do da Boa-Vista, Rosa, escrava do
Dr. Maximiano Lopes Machado, por andar fu-
gida.
A' ordem do da Varzea, Manoel Gomes de Men-
donca, preso om flagrante, por crime de furto de
cavallo, a disposicao do Dr. juiz de direito do 5*
districto criminal.
No'dia 5, a ordem do Dr. delegado di capital,
Candidn Dias Monteiro, Amaro Castro dos San-
tos, Salvino Jos6 das Chagas Morae;, Joaquim
Monteiro da Silva, Anastacio Jose da Barros, Flo-
riano B ernardo de Carvalho, Innoceneio da Cunha
G jyanna e Felisraino Jose da Silva, por distar-
bios.
Em 27 de jnnho 6ndo, no termo de Bom Con-
selho, fo! preso em flagrante, por crime de furto
de cavallo, Manoel lgoaeio dos Santos. 0 delegado
de policia proceleu ao iniuerito, que foi logo re-
niettido ao juiz competcnle.
Dens guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia -0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Correia de Araujo.
341.3IG
DIARIO DE PERIUMBUIX)
RECIFE, 7 DE JULHO DE 1874.
Woticias do snl do imperio.
Hontem as 8 horas de dia, fundeou no lamarao,
seguindo a tarde para a Europa, o vapor Inglez
Chimborazo, trazendo d-Uas : do Rio da Praia 24,
de Minas-Geraes 23, de S. Paulo 86, do Rio de Ja-
neiro 30 lie Jnnho e da Bahia 4 do corrente.
Eis o que colhemos : *
BIO DA FRATA.
0 Nacional, do Buenos-Ayres, considerando co-
mo incontsstavel a maioria cm favor do Dr Nico-
lao Avellaneda para presidente da Republica Ar-
gentina, publica o 3eguinte resultado do escruti-
nio : Cordova 20 volos, Enlre Rios 18, Corrientes
16, Tucumau 11, Santa Fc 12, Catamarca 12, S.
Luiz 10, Mondoza 10, Jujuy 8, Rioja 8 e Saa-
tiago 1.
(.ontinuava a dizer-se que sera enviado pelo go-
veruo argentino em missao especial ao brasil o
Dr. Carlos Tejedor, encarregado de tratar das
questoes a que deu origera a divergencia com o
Paraguay, bem como da questao de limites em
que sao interessados o Brasil e a Republica Ar-
gentina.
Os poderes do Dr. Tejedor, diz uma folha de
Buenos-Ayres, nao se limitarao a esta missao; pa-
rece que o governo tenciona torna-los extensivos,
de modo quo o Sr. Tejedor possa apresentar-se no
caracter de ministro plenipotenciario junto dos
govcruos da Belgica, Allemanha e Inglaterra.
Pieferindo-se a questJo com o Chilj, diz a mes-
ma folha'.
t Posto qie nao se possa dizer com certeza qual
sera o lermo que toeao as nossas questoes com o
Chile por meio do arbitrament, comecam ami-
nifestar-se nas regioes offlciaes alguns indicios
deste acontecimento,i|ue sera nm dos mais nota-
veis da America Meridional.
a 0 arbitro escolhido pela Republica Argentina
sera o presidente d is Estados-Unido3 ; o do go-
verno do Chile sera o Iraperador do Brasil com
que tem os chilenos celebrado allianca offensiva e
defensiva ; o terceiro arbitro sera o rei dos bel-
gas. Os advogados da Itepublica Argentina serao
0 Dr. Carlos Tejedor e o general Bartholomeu Mi -
tre e o do Chile Dr. Domingos Santa Maria, ex-
rainistro do Chile junto do governo do Peru'.
No dia 19 teve lugar no qaartel do Retiro, era
Buenos-Ayres, a ceremonia da leitura do decreto
de perdao aos presos politicos de Martin Garcia,
que era seguida assignarara uma declaracSo sub-
mettendo se a autoridade.
Surge nova divergencia enlre as republicas Ar-
gentina e Oriental. I'm empregado da capitania
do porto de Buenos-Ayres, de nome Arzac, tends
commettido alii um roubo, eonseguio fugir para
Montevideo ; o ministro Tejedor reclamou, firmado
no tratado de extradicao exist rate entre as duas
republicas, a entrezado criminoso. Parece, po'6m,
que o pedido nao fdra feito com as formalidades
indispeasaveis e o juiz criminal do Montevideo
exigio que ellas fossem preenchidas. Demoran-
do-se a nova requisicKo e esgota io o prazo du'ran-
te o qual podia o juiz conservar o criminoso sob
sua guarda, vio-se aquelle obrigado a deixar Ar-
zac em liberdade ; aproveilou este a opportuni-
dade e evadiose com destino a Earopa.
Sobre esto assutnpto dirigio se o governo ar-
gentino ao oriental fazeudo uma formal recla-
raaQlo.
A commissao de legislacao da camara de re-
presenlantes em Montevideo apresentara seu pare-
cer sebre a resposli do poder executivo a adver-
tencia feita pell mesma camara. Havia fundada
esperanca de que a questao terminaria de modo
satistactorio.
MINAS GERAKS.
Noticia o Mineiro, de 7 de Jnnho :
t No bairro da Pinguela, era o dia 27 do passa-
do, foi assassinado, eom um tiro de esplngarda no
1 ado esquerd o, Maximiano da Silva, por sen primo
e eunnado Antonio Gabriel ; o delicto foi occasio-
nado por questao de familia, havendo estado o
assassino, horas antes do crime, em boa^harmonia
com seu cunha Jo.
s. PAULO.
A variola ainda rcinava com intensidade em Pi-
racicaba, e comerou a fazer victimas em Guara-
tingueta.
Constava que, por iniciativa do Dr. Francisco
Marcondes Romeiro, ia se fundar em Pindamo-
nhangaba uma casa de caridide.
As minas de cbumbo do Iporanga continuavam
a ser trabalbadas ; na galeria do Espirito-Santo ja
appareceram alguns veios de cbumbo.
No Correio Paulistano encontramos a seguinte
carta do Sr. Miguel Antunes Garcia, narrando um
assalto dc que foi victima no caminbo da Penha de
Governo da provincia. IMogyrairim:
DESPiiCaos da paEsnoKNCiA, do dia 4 de jclho de} No dia 15 deste mez, seguindo viagem para a
1874. (Ponha de Mogymirim, fui assaltado na estrada por
Anna Bczerra Cavalcanto da Silvi Co3li,-Ia-!dou^malfoitores,que saquearam-me, tirando me o
deferido. 'rclogio c corrente de ouro, qne me forara arran-
cados bratalmente, rasgando-se a casa do collets,
uma bel.-a de cnuro, que coatinha 7:000*. dous
pares de bixas de ouro, no valor de 50*, mais uma m to* allegacao
Comarcas : Maceio, 3" entrancia ; Alagoas, 2'
{2 term'is,e S. Miguel); Camaragibe, 2' (2 ter-
mns,e Porto de Pedras); Penedo, 2' (2 termos,
e Traipii) ; Pilar, 2" f2 termos,e Santa Luzia do
Korte) ; Anadia (2 terraos,e Coruripe) ; Ata-
laia, I' (I termos,e Assemble^ Imperatriz, 1
(2 termos,e Muricy); Palraeira, (2 termos,
h Qusbrangulo); Paulo Affonso. 1* (2 termos,e
PiOde Assucar); Porto Calvo, 1'.
INDOSTBIA.
A'jricola : assucar, 412 eDgenhos e 15 milhoe3
de kilogrammos ; algodao, 11 ditos ditos, etc.;
manufactureira : 1 fabrica de fiar e tecer algo-
dao qne produzio 7,300 pecas; fabrica* de oleo em
Penedo, et\ ; commercial : exportacao 9,681 con-
tos ; importacao, 2,366 ditos; total : 9,111. Di-
reito* arrecadados 848 ditos. Slooimento do porto
(1871): embarcacoes entradas : 41'4 ; toneladas
18,227; equipagem 1,930. Navegacao a vapor en-
tre Barra grande, Porto de Pedras, Camaragibe,
Maceio e Penedo ; entre estes dous ultimos por-
tos ; entre o ultimo e a povoacao de Piranhas (60
k. aquetn da cachoeira Paulo Affonso e 180 alem
de Penedo); das lagdas Norte e Manguaba.
Eslradas de ferro : Central, de Jaragua a Im-
peratriz, 100 kilora., dos quae3 8 em trafego; de
Piraika< a Jatobd, destinada a ligar o baixo ao
alto S. Francisco, 101 k. ; estndos completes ; do
tfortc a encontrar a do Recife ao S. Francisco ;
simples concessSode rodagem : do Norte, Ugan-
da a capital a Porto Calvo ; da Imperitriz com um
ramal do Bebedouro a Cruz de S. Miguel ; de
Atalaia com um ramal da Bocca da Mala para
Anadia ; do Sul.
Reoeita : geral 1,100 contos ; despeza 490 di-
tos ; provincial 930 ; despeza 927 ; municipal 38
ditos.
FORCA PI'BLICA.
(iuarda national : commandos superiores 10;
praQ.s : 18,900 (cavallaria 700 ; artilharia 400 ;
mfan.aria 15,500; reserva 2,300). Corpo de poli-
cia 250 ; dito provisorio 400 ; companhia de t
le in-
E,750
fantaria 82 ; total : 732; total geral : 19,750
praeas.
INSTRUCCAO.
Pnmaria publica : escolas 137, inclusive 2
aocturnas ; frequencia 4,512 ; despeza 95 contos
ou 20* por alumno (sexo mascnlino, escolas 80 ;
frequencia 2,373 ; sexo femimno. escolas 57 ; fre
quencia 1,967). Primaria particular, escolas 89.
Secundaria publica : es abelecimentos; frequencia
72. Secundaria particular : eslabe'ecimeutos 5,
frequencia 81 f^exo masculino, estabelecimentos
3, frequencia 72 ; sexo feminino, estabele-.imen-
t03 2, frequencia 9). Total: escolas : 235, fre-
quencia 4.695. Despende a provincia 115 contos.
{Continual se ha.i
PARTE OmCIAl.
nota de 1* e alguma; moedas de cobre, qne esia-
vam nas algibeiras. '
a Aproveitaram elles o ter en me apeado para
sogurarem-me nos braces por detraz, exigindo-me,
com uma pistola armada ayito, a vida ou a bol-
sa e sendo me revistados todo3 os bolsos. Consura-
mado o crime, correram pela estrada e esonde-
ram-se no mate.
t Os salteadores estavam de cavour, bota', ca-
chenez e chapeos preios com as abas descidas, a
ponto de nao poderem ser reconhecidos, e eram
brancos, pois vi-lhes as maos, que estavam desco-
bertas.
Voltei depois do assalto a hospedaria em que
havia pernoitado, no Jaguary, pertencente ao Sr.
Jerouymo Gomes Coelho, e ahi contei o que me
havia succedido a varias pessoas, que segniram
ate o lugar em que foi commettido o roubo, e
ainda encontramos a chave do relogio, que arre-
bentou-se com o choqne com que foi arrebatada a
corrente
Fallecera no Amparo, a 19 do corrente, o Sr.
Antonio Pinto de Araujo Cintra, lavrador intelli-
gente e muito respeitado alii.
RIO DE JANEIRO.
No senado, no dia 25 de jnnho, o Sr. presidente
declarou ter recebido de Londres do Sr. senador
Octaviano o seguinte telegramma, relative ao mui
to importante acontecimento do cabo eleclrico trans
allantico :
Duas nacoes livres sob a monarchia represen-
ts iva se aproximam hoje : conjratulo-me com o
senado brasileiro. Octaviano.
Entendendo ser da vontade do senado correspon
dcr de prompto a deferencia do illustre collega e
a importancia do facto qne a motivou, tao applau-
dido nesta cidade, e qne o sera por tedos os brasi-
leiros, em nome do senado transmittio-lhe hontem
mesmo outro telegramma com estas palavras :
c Sao muito agradaveis ao senado brasileiro as
congratulates de um de sens digno; membros, de
qnem to-los os dias se lerabra saudoso.
0 Sr. visconde de Abaete le* e manda a mesa a
seguinte mocao :
t 0 senado ouvio com satisfacao a leitura do te-
legramma transmittido ao seu presidente pelo Sr.
senador Octaviano, congralulando se pelo facto de
se terem hoje aproximado pelo telegrapbo eleclri-
co, duas nacoes livres sob a forma represeotativa ;
c apreciando devidamente este grande acontecimen-
to, approva a resposta do presidente do senado, a
qual com o refendo telegramma podera inserir-se
na respectiva acta.
t Papo do senado, em 23 de junho de 1874.
Visconde de Abaete.
E' apoiada, posta em discassio e approvada.
Proseguindo a discussao da resposta & fall a do
throno, loram offerecidas as seguinles emendas :
i Substitaa-se o periodo 5* do vote de gracas
que comejaEm presenga do parecer etc., pelo
seguinte :
< Em presenca do parecer de antoiidade* medi-
cas, o senado reconhees a procedencia do motivo
que poderia impedir o preencbiraento de uma das
condicoes do contrato matrimonial de Sua Alteza,
e congratulate com Vosa Mahestade Imperial, por
se ter realisado felizmente, como tanto se desejava
o regresso dos augustos principcs. Paco do sena-
do, 23 de junho de 18o4. Barao de Coteyi-
pe. *J. J. Teixeira Junior. Barcto do Rio-
Orande.
Emenda ao 2 periodo do voto de gracas :
< Supprima-se todo o 2' do 2' periodo que co-
racca : Era presenca do parecer de autorida-
des medicas, etc. E substitna-se pelo seguinte :
E, congratulando se o senado com V. M. Im-
perial pela feliz cbegada de S. A. Imperial a esta
corte, reconhece que, apezar das circumstancias
meliodrosas do estado de sauJe de S. A. imperial,
nenhum motivo foi procedenie para impedir a exe-
cucao do contrato matrimonial de Sua alteza, e que o
auspicioso acontecimento do nascimenlo do primei-
ro lilho da augusta herdcira do throno imperial te-
nha lugar na nossa patria.Silveira da Malta
Na sessiio dessa camara, de 27, foi lido e funla
mentado por seu autor o seguinte projecto :
a A assemblea geral legislative resolve :
o Art. i. Os aru. 282, 283 e 284 do codigo cri-
minal serao substituidos pelos seguinles :
1." Reunirem se mais de dez pessoas em uma
casa em certos e dcterminados dias, para fim de
que se cxija segredo dos associados, com ui sem
juramento:
< Peuas : de prisao por B a 15 dias.a cada um
dos associados, e ao chefe, dono, morador ou admi-
nistrador da casa, e pelo dobro, em caso de rein-
cidencia.
< 2. Se a reuniio tiver por fim a propagac.So
de dautrinas que directamente destruam as verda-
des fundamentaes da existencia de Deus e da im-
mortalidade da alma, ou tamhem a destruiQSo da
religiao do estado :
Penas de prisao por quatro mezes a um an
no, e de multa correspondente a metade do tempo
a qualquer dos associados.
Qualquer dos associados, quo deixar a reu-
niao antes deila ter sido descoberta, e se houver
manifes'ado por algum acto exterior, nao sera pu-
nido pelo crime previsto neste e no antecedente
arligo.
t 3. Nao serJo consideradas secretas as socie-
dade3 politicas ou religiosasem que se nio exija
segredo dos associados, embora, somente por con-
sentimento de sui direccao, possam ser admittidos
as suas reunifies inlividuos que lhes nao perten-
gam. Taes sociedades, por6m, ^deverao publicar
pela imprensa os estatutos, e remettel-os a primei-
ra autoridade policial do termo, com declaragao
dos lugares e tempos de sua reuniio, e dos nomes
dos que dirigem o governo da sociedade, a qual
sera assignada pelos declarantes, e apresentada no
espaco de 15 dias depois da installacao.
Deixar o director ou presidente da associacao
de fazer e3ta declaracio :
Penas: multa de 20* a 100*000.
Art. 2. Ficam revogadas todas as disposijoes
em contrario.
c Paco do senado 27 de junho de 1874. Jero-
nymo Hartiniano Figueira de Melt).
Na camara do3 deputados, no dia 23^ prose-
guio a 1." discussao do projecto de reforma elei-
toral, conjunctamente com o requerimento verbal
do Sr. Martinho Campos, dando preferencia a um
outro pnrecto sobre o mesmo assumpto, de 1868.
Orou o Sr. Ferreira Vianna, ficando a discussao
adiada,
Em seguida occupou-se com a continuacao da
V discussao do art. 2' do projecto n. 19 deste
anno que fixa as forcas de terra para 1875 a
1876.
Oraram os Srs. ministro
Estrada Teixeira, flcando
adiada pela hora.
Foram apresentadas as seguiutes emendas :
a 0 art. 2 substitua-se pelo seguinte :
< Os recrutados podera j eximir-se do servico
militar em tempo de paz, por substituicio de in-
dividuos que tenham a idoneidade precisa para o
mesmo servico, ou mediante a qaantia de um con-
to de reis, e em tempo de guerra somente por
aquelle meio; uma vez, porem, que o facam den-
tro dos primeiros seis mezes de praca.
c Camara dos deputados, em 17 de junho de
1874.Carlos da Luz.
t Emenda ao art. i. Era vez de 1:000*000,
diga-se 600^000.
Accre3cente-se os seguintes paragrapho3 :
o Os recrutados que allegarera isencao po-'
derfo Uvrar-se sollos mediante flanca de 400*000,
a as if iurara^GO dias, alira de prodazirem a prova
da guerra e Duque-
tambem a discussao
| Aos soldados a qnem se nio tenham dado
baixa- todo o prazo legal do servico, se abonara o
volunurio e a gratificacao de 200*000 a
coaforme o tempo de excesso do dito
09fr
Sala das sessoes, em 25 de junho de 1874.
Duqu-Estrada Teixeira.
Io dia 26, foi apre.-eniaaa no principio da ses-
sio, a seguinte ioterpellacao, para cuja discussao
foi desigaado o dia 1* de julho, as 2 boras da
taide ;
Na forma do art. 136 do regimento, requeirn
qne se designe dia e hora para uma interpellacao
ao Sr. ministro _da agricullura, uos seguintes
tnnos:
Quaes os trabalhos que exislera a respeito do
prolongamento da estrada de ferro da Barra do
Rio de S. Francisco? r
t Se o governo pretende promover o raencio-
nado prolongamento, na forma da lei n. 1,953 de
17 de julho de 1871?
Se para esse dm tem inicialo qualquer nego-
ciaci) com alguma companhia estrangeira ou na-
cional, ou contrabido qualquer compromisso?
Se tem iniciado alguma negociagao para o res-
gate da estrada, na forma do art. 2' da cilada
lei? Araujo Goes.
Em seguida a camara rejeitou a urgencia pe-
dida pelo Sr. Olympio Galvao, para fundamentar e
aprt-sentar uma representacao da Associacao Com-
mercial da praca da cidade de Maceio, suscitan-
do-se por esse facto uma questao de ordem em
que toraaram parte os Srs. Araujo Goes Junior,
Silveira Martins, Carneiro da Cunha, Carlos Pei-
xoto, Miranda Ozorio e Martinho Campos.
Passando a 1* discussio da reforma eleitoral,
com o requerimento de preferencia do Sr. Mar
tinho Campos, e encerrado o debate a requeri-
mento do Sr. Ferreira de \guiar, rejeitou tambem
a camara a preferencia proposla, proseguindo a 1
discussio do projecto.
Orou o Sr. Araujo Lima, ii-ando a discussao
adiada.
Kotrando na 2' parte da ordem do dia, a ca-
mara occupou-se com a discussao da interpella-
clo do Sr. Ferreira Vianna, relaliva a aposenta-
doria forcada de magistrados, por decretos do
poder executivo.
Oraram os Srs. Ferreira Vianna e ministro da
justica, ficando tambera esta discussao adiada
pela hora.
Por decrete de 25 de junho fez-se raercO ao
barao de Maua, do titulo de visconde com as hon-'
ras de grandeza, em attencao aos relevantes ser-
vicos qne tem prestado ao Estado, e nltimamente
por occasiao do assenlamcnto do cabo submarino
que iiga o Brasil a Europa.
Foi arbilrada em 800*000, a ajuda de custo
do juiz de direito Joao da Malta Correia Lima.
Foi raandada seguir para a provincia do
Pari a caohoeira Mearin.
r~ Foi Domeado o capitao-tenente Jose Luiz
Teixeira, para commandar interioamente o en-
couracado Colombo.
Por decreto de 17 de junho, concederam-se
as honras do posto de major do exercito ao capi-
Uo honorario do mesmo exercito Jose Maria da
Si vcira, em aliencao aos buns servicos que pres-
tou na caiiipanna do Paraguay, onde foi ferido na
batalha de 24 de maio de 1866 e no combate de
21 de dezembro de 1868.
Por decrete de 22 :
Concede ram se tain bem ao tenente coronel de
commissao e exvcommandantc do extincto 7 cor-
po de voluntarios da patria da provincia de Per-
nambuco, Felippe Rodrigaes Coelho, em attengao
ignalmeute aos bons servicos que pres'.ou na cam-
panha do Paraguay, as honras de tenente coronel
do exercito; e as da major, ao capitao da guarda
nacional da provincia do Hi > Grande do Sul Jose
Feliciano Pinto Bandeira, em atengio aos bons
servicos prestados como major fiscal do 10* corpo
provisorio de cavallaria de guardas nacionaes,
pertencente ao 2 corpo do exercilo en operacoes
no Paraguay
Foi transferido para a 1' companhia do 9* bata-
lhao de intanteria % capitao do 18 batalnao da
mesma arma Francisco Antonio de Sa Barreto, e
para a 1" companhia deste batalhao o capitao d'a-
quelle Jose Longuioho da Costa Leite.
Por porlarias:
De 22, foi classificado no 2 regimento de arti-
Iheria a cavllo o 1 tenente Francisco da Cruz
Ferreira Junior.
De 23, foi transferido do 19 bara o 18 bata-
lbio de infanteria, o tenente Elidio Fernandes da
Silveira.
De 2-5 :
Foi nomeado recrutador na provincia do Para o
tenente honorario do exercilo, Joaquim Torquato
Mendes da Silva.
Foi classificado no 7* batalhao de infanteria o
alferes Candido Leopoldo Esteves.
Lemos no Jornal do Commercio :
< Coasta-nos que por decrete imperial foi con-
cedida a garanlia de juros de 7 0|0 sobre o ma-
ximo capital de 3,500:000*000 a despender se
com a construccaoua estrada de ferro de Maceio a
villa da Imperatriz, na provincia das Alagoas. >
a Falleceu em Campos, na noite de 17, o coro-
nel Francisco Rodrigues de Abreu Caldeira, chefe
da casa bancaria que gyrava sob a firma de Cal-
deira, Torres & PenaTva. Era um do3 maiores
capitalistas e proprietarios d'aquella cidade.
Eotre-outras disposigoes que fez, deixou......
10.000*000, para patrimonio .do hospital da Or-
dem 3s de S. Francisco, em con3truccao, e 6 ou 8
escravos livres.
< Escrevem da Yporanga, era 24 do passado :
< Ha annos appareceu no Apiahy, um impostor
dizendo ser S. Felix, e que devia morrer e resus-
citar passados alguns annos; ora, este homera
sumio se e agora surge da provincia do Parana Ma-
noel Antonio da Cruz, dizendo ser o tal S. Felix,
resuscitado. 0 povo anda acorapanhando-o em
numero de 100 ou 150 pessoas e acreditando ser
elle santo e que basta um doente ser tocado por
elle para near sao.
Admira este charlaUo estar no Apiahy e as
autoridadea nio syndicarem d> facie, deixando
o povo nessa cren'ca estupida, com. prejuizo de
seus interesses.
Este Crux, anda com um grande crucitixo no
peiti e um oofre para receber as esmolas dos
incautos. 0 povo acredita que elle falia com os
santos, adevinha e que da cintura para baixo 6 de
gesso e outros absurdos lesta natureza.
Desta villa teem seguido mais de 50 doentes
para receberem do santo, aliivio aos seus soffri-
mentos. Seria bom que o governo prestasse mui-
ta attencao para este abuso, pois que com o
povo com que este sempre anda acompanhaJo, as
antoridades nio podem desempenhar sua missao,
prender e processar este vadio, benzedor de
aguas. m
Eis as noticias commercieas da ultima data :
Montevideo, 23 do junho. Sacaram-se hoje so-
bre Londres' eerca de 3,000 a 50 7|8 d. por peso
corrente. Sobre o cambio fica nominalmente a
franeos 5,35 e 5,38.
Pasaaram-se sobre Hamburgo ceroa de mar-
cos 100,000 a 4,33.
i Foi fretado o brigue escuna portuguez Lopes
e Silva, para carregar em Guaviyu 4,000 quintaes
de carne para o Brasil a 4, 3 e 0 rls. e 5 0|o de
capa.
0 mercado da exporiaeao osteva paralysado.
cambio continnou a mostrar-se firme e activo.
EHectuaram-se transaccoes avultadas sobre Lon-
dres a 25 1(8 e 15 X d. papul banca 3|8,25 7|I6 e23 l|2d. particular, e pequenas so-
bre Franca a 378 e 380 reis por ftanco.
Negociaram-se pequenos lutes de soberanos a
9*550 e 9*560, a dinheiro.
< O mercado de accoe* de bancos e compa-
nhias publicas estev^ era grande apathia ; so
constou a venda de um lote das do Banco Brasi-
leiro Francez a 58*000, a dinheiro.
As vendas de cafe foram regulares, e a3 de
assucar pequenas, para consumo.
Fretaram-se: um navio para New York, cafe,
a 25 s.; um para Finlan 1ia, dito, por 620, e um
para o Canal a ordem, via Aracajii, assucar a 57
s. 6 d. e 5 Oio de capa.
A alfandega rendeu de I a 29 de iuuho....
2,749:946*465.
BAHIA.
0 Sr. coronel Jose Antonio de" Sepulveda
Vasconcellos, no dia ii de junho, anaiversario de
seu irmio o^Dr. Joao Jose de Sepulveda Vascon-
cellos, capitao de engenheiros, alforriou sua escra-
va Leopoldina, que amaraentava ura neto do
mesmo.
Lemos no Correio :
t No meio do rnaior enlhu3iasmo, tem se feste-
jado este anno o anaiversario da independencia
da nossa provincia.
Na noite de 1 de julho, reunidos na praga da
Piedade os diyersos balahiiies palrioticos, foram
conduzidos para a Lapinha os carros triuraphaes.
t Divididos em quatro brigadas, marcharam os
ditos batalhoes, na forma do programraa publica-
do : sendo eolhusiasticaraenle saudados pelas ruas
de seu trajecto, estando quasi todas as casas ilia-
minadas e tremulando em muitas deilas o estan-
darte nacional.
< Todos os Latalho s palrioticos estavam bem
uniformisados, e tinham a sua frente opt mas
band .s de musica.
a Esses batalh5es erara os seguintes:
Academicos, Allcmas, Victoria, Legido da W
preesa, Defensores da Liberdade, Conselheiro
Dantas, Artistas e Defensores de Pirajd.
a Innumeros cavalleiros precediam o prestito
palriotico; e grande multidao de povo seguia-o na
raelhor ordem possivel.
c No dia 2, a 1 1|2 hora da tarde, tizeram a
iropa e o povo a sua entrada triumphal na praca
do Conde d'Eu, ( Terreiro de Jesus. )
t Os batalhoes palrioticos denominados Cai-
xeiros Nacionaes,-Sciencias e Artes, puxavam
os emblemas nacionaes, cuja retaguarda fechava
uma brigada, composta do esquadrao de cavallaria
e dos batalhoes 16* e 18- de linba.
a Canlou-se na igreja do Collegio ura solerane
Te-Deum, occupando a tribuna sagrada o Rvd. co-
nego vigario Lourenco Borges de Lemos.
Findo o acto rehgioso, o Exm. Sr. presidente
da provincia dirigio-se ao bello palacele, erguido
na referida praca : e ahi, depois de descerrar a
efngie'de S. M. o Imperador, S. Exc. levantou os
vivas do eslylo, que foram calorosamente corres-
pondidos.
a 0 forte de S. Marcello salvou, como de cos-
tume.
a' noite illuminou se o palanque ; e as 8 ho-
ras foi outra vez descerrada a efflgie do monarcha,
dando S. Exc. o Sr. presidente da provincia no-
vamente os vivas.
Uma banda de musica marcial locou divcrsas
pecas ate quasi roeia noite, quando foi encerrada
a efflgie de S. Magestade.
t Diversas poesias foram recitadas no palanque.
N03 theatros S. Joao e S. Pedro de Alcantara
houve espectaculo de gala.
t Hontem illuminou-se de novo o palanque, e
hoje se repete a illuminacao. >
A direc.-ao dos festejos do memoravel-^Dous
de Julho,no anno vindouro, e composta dos se-
guintes Srs. :
Desemhargador Luiz Anton'n Bar'oosa de Al-
meida, barao de Matoim, visconde de Subahe, Joa-
quim Elysio'Pereira Marinho, Quint no Pedreira
de Cerqueira, coronel Antonio Pedroso de Albu
querque, Dr. Joao dos Reis da Siuza Dantas, co-
ronel Nicola) Caroeiro, Januario Cyrillo da Costa
Junior, barao de Itapoan, Dr. Joaquim Jose Gon-
calves, Dr. Gustavo Adolpho de Sa, Dr. Joao Jose
de Souza Menezes, lose da Cosla Prate, Fran;isco
Jusliniano do Castro Rebello, Abeillard Xavier
Alves, tenente coronel Joao Manoel de Selxas, Dr.
Pedro Ferreira Vianna Bandeira Sobrinho, barao
de S. Thiago, Dr. Thomaz de Aquino Gaspar.
< No exercicio de julho de 1873 a junho de
1871 rendeu o correio geral desta provincia :
gueies vatriag >a\sas de eolonns de
Hvmburger-berg. qae ruJi;im par*
H. Leopoldi*.
Dlzem que entre as rertdos con-
lum-ne o coronel (ieanino Olympio
Mantpalo. o major Raphael i.im.
08 fiiiiiluos VUcm e Meiiliiu I'nnlou-
rae am alferes. Fixeram-ae 14 pri
wioiioiroM.
O arovcrno geral providenciou ja.
Temos noticias do Paraguay.
Megundo a opiniao mais aceita.
sera eleito presidente da republica.
na proximaeleicao.lo Sr, doao Bap-
tista Clill.
Do Chile cheg-a-nos a noticia de
um projecto de reforms da coasti-
luic ;io, separando a lajreja do es-
lado. amanhn sae para o norte o
vapor MINHO.
Montevideo, 29 de junho.Terminou a
matan^a de gado nas charqueadas ; mata-
ram-se 186,500 rezes. Em 1872 a matan-
$a foi de 201,39, e em 1873, de 217,147.
Aguardente, firme. Ven ierarq-se 50 pi-
pas de Marianna, 150 de Romantico.
a 8i mil reis por 500 litros despacbados.
0 preco sustentara\ nio chegando mais.
Assucar, cotac5es lirmos. 2560 c. a ar-
roba, qualidade ; 2040 c. 2, 2JJ20 c.
somenos, e 1590 c. mascavado. Veoderam-
se 1200 barricas de Olinda, 1100 de Im-
proviso, 1140 de Jay me, 809 de Roman-
tiro. Cargas do Florence e Little Annie
venilidas por conla do soguro. Deposito :
1000 barricas de Romantico, 600 de Littl:
Annie e 800 velho.
Cambio, sobre Londres, 51 pesos cor-
rentes.
(Agencia Americana.)
PERNAMBUOft
Julho
Agoste
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Janeiro
Fevereiro
Marco
Abril
Maio
Junho
4:4764560
4:51)6*720
4:514*0i0
5:19't*90i
5:144*405
5:140*530
6:138*150
5:1165310
6:118*000
6:008*9i5
5:501*060
5.058^080
0 cambio sobre
1|2 d.
' 62:918*284
Londres regulava 27 1|4 a 25
*immmam$tm
Rio, 6.JornaeM do Rio Grande
do Sul, recebldos hoje. coniirmana
o espancameato do Dr. Pamphilo
Manuel Freire de Carvalho, em Al-
vear. us autores desse crime fo-
ram dousitalianos,
i.a-^it que este attentado chegou
ao conhecimento do chefe da nossa
esquadrilha, pedio este as autorl-
dades a prisao dos criminosos e a
eutrega dos mesmos. sob pena de
bombardeio,
Esgotado o praso, e nao sendo sa-
tigfeita a exigencia, comecou o bom-
bardeamento.
Apenas este principiou, o com-
mandante e a guarnicao que alii
havia retiraram-se.
O fogo, porem, cessou logo que os
com mere! antes do lugar mandaram
cmissarios allegando prejuizos.
Os navios que eompdem a nossa es-
quadra sao os seguintes: monitores
ALAGOAS e PARA', canhoneiras TRA-
MANDATARY e VITAL DE NEGREIB.OS, e
chatas EUROPA e AMERICA.
No Rio Grande do Sul o pha natico
Ulaurer cntrincheirou-se em Ferra-
lira/, com 400 dos seas sectarios,
e deu combate ii iropa que para alii
marchara. Morrcram na accao io
praeas o 5 ofllciacs, flcando 13 fe-
ridos,
O presidente da provincia logo que
souIk- dlsto, enviou para alii tOda a
tropa de artilharia e iurantaria que
havia em Porto-Alegre. cuja g-nar-
niciio flron sendo felta pelos cida-
daos ; c elle mesmo seguio para a
colonla de S. Iieopoldo,
A casa de Xaurer foi s**_.lin,1..i0n
Rio de Janeiro, 28 ae junho. 6 mercado de' da e a sua scnte
|cti,ii0jI coaa fo-taviso, ma
.
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAO DE 11 DEMAIO
(ContinuaQao).
0 Hr, MeilojRego:Continnando'o meu
discurso, em vista da urgencia que acaba de ser
yotada, para nao me alongar muito tratarei desde
ja da materia do projecto, deixaodo de parte outra
consideracSes que aindapoderia fazer em relacao
ao contrato de depositos.
E' o art. i. do projecto que esta em discussao,
Diz elle ( le ) :
Como se ve, este artigo consignaa prohibicao ab-
soluta da3a gencias das outras provincias nesta,
e deixa ao presidente de Pernambuco faculdade
do Bupprimlr ou coaservar as snas agencias nas
provincias, cujos agentes d'aqui tem de despedir.
1 .-to prova que o projecto foi conbinado de mo-
do a den tar a difficuldade que teve o seu distinct'
autor para resolver a questao, isto prova que a
questao e muito seria.
Pergunto eu : a provincia de Pernambuco pode
prohibir a continuacao das agencias nesta cidade *
Pode fazer efTectiva a exccuQio desle projecto, se
for convertido em lei ? Desde que me deraons-
trarem qne sira, eu nada mais direi.
0 Sr. TOLBMTrao de Carvalho :Resta ao no-
brc depulado provar o contrario; impugna o pro-
jecto.
0 Sr. J. Hello Rego :E' o que farei por da-
rn onstrar.
Estou convenciJo da que o projecto dara uma
lei sem effeito, sem cxecucao.
0 Sr. N. Portella :Poda ser, conforms o exe-
cutor.
0 Sr. J. Mei.i.o Rego :E tanto mais se fortifica
o meu pursar, quanto e o valor que dou a cir-
cumstan:ia de que onobre deputado que estudou
a questao, que so occupou com ella, que fallou
sobre ella com maximo interesse, nao te incumbiu,
nem toraou a si, ao concluiros seus dicursos, a inicia-
tiva da apresentacao de medidas; nenhuma in-
dica^ao fez, p que prova a convicQlo da gra-
vidade da questao, e a difflculdade da resolvel a
tilvez entendesso qne nao era nm m-io leglslativo,
mas um meio administrativo e mais proprio a ser
empregado : era melhor a intelligencia e o accor-
do entre os presidentes, do que uma lei.
Eu invoco como muito poderoso argamento
era favor de minha opiniao, este procedor do nobre
deputado.
0 Sn. N. Portella :Da um aparte.
0 Sr. Meli.o Rego:Devo crer que a assem-
blea comprehende bem que este projeclo, conver-
tido em lei, nao tera effeito, nao tera execucao,
porque como se ha de prohibir agencias que func-
cionara nesta cidade com o consentimento do go-
verno geral ?
0 Sr. Tolenti.no de Carvalho : Pelo consen-
timento do governo geral .'
0 Sn. J. Mello Rego :Sim Sr.
0 Sa. Tolentino de Carvalho :Admiro que
o nobre deputado diga isto !
0 Sr. J. Mello Rego : As agencias /uuccionam
nesta cidade por consentimento do governo geral,
consentimento que resulta dos bons ofHcios e do
apoio qua presta a thesouraria geral e alfandega
aos agentes quanto a arrecadagao dos direitos de
suas provincias, sem o que essa arrecadacao nio
poderia ser feita na mesma alfandega.
Quero ver que meios tem a provincia de Pernam-
buco para impedir isto ; quero ver se o presiden-
ts da provincia pode mandar uma ordem ao" ins-
pector da alfandega, dizendo que nao admitta ahi
os agentes.
0 Sn. N. Portella : Nao faltarSo meios.
0 Sr. J. Mello Rego :Logo, os meios nio sao
estes ; nao 6 por este modo que se ha da chegar
ao fim.
OSr. N. Portella :Nao, meios de execucao
da lei.
0 Sr. J. Mello Rego :0 meio de execucao
da lei 1 Nao os vejo, nem antenJa qua eua assem-
blea possa delerminar absolulamente a prohibicas
dasagencias.
Neste ponto & que eu quero ver assentada a dis-
cussao ; o qua me parece rasoavel njo e o qae
contem o projecto.
Quanto a queslSo do deposito, como e que o pre-
sidente da provincia ha de reovel a?
0 Sr. Domingos Pinto :0 que temos com o
deposito ?
0 Sr J. Mello Rego :E' a questao anaexa a
das agencias. 0 presidanle da provincia pode
mandar fechar as portas do arraazem ? pode pro-
hibir que o- generos da Parahyba sejam ahi ro-
colhidos? 0 qua poie unicaraente fazer e execa-
it a lei desta provincia quanto a fiscalisacao das
suas readas, mas uao pode mandar faxar o arma-
zem.
0 Sr. Olympio Masques di um aparte.
0 Sr. J. Mello Rego : -Qual garantia ? Isto
e da competencia do governo geral, o presidente
da provincia nada tera qua ver alii nam esta assem-
blea pole fazer cousa alguma sobra uma questao
que osta submettida ao governo geral. Examine-
se o facto, r.A~,, el[es se deu e nao sob o sup-
DTJ.O ae quo foi communioado ao. gweriw WP8.'.
rial com nomes errados....
0 eoeano pode ser da ren- ,"
iso ma -*- .^.ticao qua expedio o
-..j sera nan;a de quera fez a comma,-
ILtmVt
l

/
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A


tfgf '^*l i i m *'\ r tMii f^tflSaM0 <*c flmwJwe Ter^a

7 da Mb* 5c 1874
tt JUJMJ/ J u//A
/
mearao, que e am caracter tao nnbro- -ttatad
que nao e IwUa *>ensar-se qne deixou de tlelmeate o.lue^e linha passado (ip iados) Para
provar isto rtarei de obier unia eeiriJao do
offleio, e a Carei publicar opportunamente para
que nSo ftjaa dnvilas dequ; sc faltou ou mys-
t fleou a verdade em assumpto desta ordem.
Uii Sn. Deputads : E quem coute.su t
0 Sr J. Hello Heap r Esiou Uizendo unica-
mente que a truca jMiomes que sale ao aviso |6-
de ser um engaaofc secrettra que o expedio,
e nao ura proposiss^de mystifiour as eousas ; nao
estou dizenls quttaahum do* nobres deputados,
milra suspdlas....
Um SB. Deputam : -Mas aid pole eontestar
que se deve dar credito a um aviso viudo por in-
lermedio do presidente da p'ovincia.
0 Sr. J. JIHAD Rego : -Tenho aqui copia de
dous avisos,*Bpedidos depeis de feito o cpnlra'.o.
Provam elies que a qeestad foi submettida a
apreciacao do governo geral, que tie hoje nada
disse sobre o mesmo costrato.
Expediram-se apenas fious avisos reUtivamcotc
a commuoitacio, recomenda'idoaalfadeg_a que
auxi'liasse o agente nee nieios da arreeadaeao.
o Sb. $ASciMBNro PoaTELL.v : Reiativxmeate
ao eontrato, nio.
OS.i. JIsllo Rrrso : -.V agenda
0 Sr. Xa'ssimeotc Portella : Isto sim.
0 Sr. 1. Hell i P.kco : iias e ceutraiio 6 con-
sequencia da agencia tfsto o modo porque esrii ella
-orgamsada, o desde que nvnilm anxiliar a esta
vista que autoris-eu a execucao Ue mesmoxontrato.
0 Sn. NASCsrro Pobteila : 0 nobre depu-
tado esta neste <.ngano.
O Sr J. Vmio Rki-.o :-0s dous avi*)3 do go-
verno aqui e**ao.
Xos papeis que o no', ire de^alado me ccnfiou.
esta o despwho do preafctsan da Parahyba drda-
raad) que tiahasubmeUtdaa quo Uo ao gov-rac.
O Sr. Oubipsgos Pinto: -Mas uao temo* n*la
com o coatrato.
') Sb i. Eillo Reco : -En fallo sabre a agea-
ria, fallo sobre o contrate, f.-.llo soare tudo -* ne
.Mjn ivlajio com a BgsMM ; as coosas- estaoMiga
das eatre i de m id.) qoe nao podem ser sepiira
1m. As *goncia< existem nssu proviuda oo:n a
approva'4o do goveroo geral, dij! eu.
O SR'floLENTiNooe >1artalho : As ageeoias ?
Veja bem o nubre depuladx
0-8r.;J. Mello Reco :Sen) dtviJa ; esrao fa-
zea*o a sna arreeada^ao cun appr vaQao do to-
vernoj/est.o coin cunbeciiupiito e talvei aiRseiili-
MMh ft )vim-ia, eoascuiim a'.o que a aaa ver
nao peda ser negad >.
O Sb. Felippe dk FigcwrCa : Ponjtie ? Quern
pole ensentir, pode oegar.
OSa. J. Mki i.o ttoso : -Porque 6 direite de ea-
da province colirar us Ifibulo? a que istao suj.'i-
los oi sous pro iuctos.
0 Sr. Aaifusi. do Reso : fte^a i.-'o nos Hmitas
da provineia, como lai a proviucia de Mmas cita-
da pelo nobre depuiado.
O Sb. J. Mei.l-j U;o ;A provineia ij Rio de
Jin mm tern agendas era Almas. rtSosei-su (i ou 8 ;
a provineia do "v'.ara tein ajdocias c) Piaubf e n i
Rio Gran le do N rle ; ^ um sysl?mA geral, de
tolas as provimaas, e um-eysl!" ua U-\n euteadido.
Da. provineia d'mi-Je piOi-ele, deve ler esta o direit >
1- a.' iMijiaiili .r ii i.i'!s:uo prodQCte ate 0 pOQlO da
exiortacio, alii ane :e-i.ir o- sus oireitos,
E Ian to este direito e peconh 'CiJo, que o syste-
ma de arredaCa;K) por'agmcias esia eslabelecido
geralment", e assiiii cmvctn qoe-st-ja.
-0 Su Uanobl do IUuo : lias sabs o nobre
dep-.iiide qo- o actual prwiieatd recuson ao da
Aiigoas a estibeleeon-Hto de iiroa ayeasia ?
O >a. J. Mkllo Rkc i : R-.:rt.'OU, Sim...
recu?ar.
rocejeu
0 Sa. Manoel oi Use :I i>go podo
0 >n. -N\si;iiiis.\ro I'mxeua; -E |
muito bey
O Sn. J. Mei.lo Recj : 0 presidente da pr iviu
cia reeusi.iu ao das Alagoaa u na ag. ncia, que se
qaeria estabelecer ii' esta^Sa de Trombela?.
OSa. Tolf.vti.no de <:asvlh) la u;n aparte.
0 Sn. J. Mei.i.o Rkoo :Era nnu o.-l.^ao f>ra
da capital, n.i ceutr >, oade nao bavia roparneio de
arreeadaeao, e podia ser uma causa Je conflieioa
determinados pdios inlcresses das duas provificias.
Hivi.i. pas, um motivo le cooveniencia publiea
e de interesse dwo; naoe ass; n n-s pontoi nde
tia arreeadaeao de direitos do goverau geral, que
eonseote e auxiliaas t.ies agaoeiu.
Jietes pottos eutoado que o presidente d-;sia
pTOTHMla nao p6Je oppor em'iaraos ai esercicio
aas ageacias, ?alvj o caso em qr.e procedam eoa-
ira as leis o interesses uossos. Isto, poreai, nao
imp. rta negar lleenea, quer diier exigeacia para
ijae se corrija o abuso.
Bntrataoto, |ir scindinde disto, pergantarei aind i
como p)lerein is acabar co& as ag-jneias, tendo
ellas como teem di goveroo ijual toJo; ns meios e
aoxilios que preeisam para faze." eifsctivas a arre-
.-ad.i?a> i sen cargo,:'
Uisse o nobre doputa-lo que o presidente das
Alagoas rocusara aeceiiar os ageutes que para
la foram nonMado*. Isto nao e ucaoto. Os ageu-
tes furam nomeados, em 1^07, e.ale 1870 Dao foi
da1o o regiilaimnto resp> ctivo. Dado que fosse,
o presidente da |uella provineia represent on contra
dbposi^ies do mesmo regulamentu que eram ollen-
sivas a mesma provineia
0 Sn. T oe Cabvalbo :E quanto bas-
is ; c,je.st.-.meato o qua se da aqui aa provineia.
( Sr.. J. Uello R-:oo: -0 presidente das Ala
toas tepreseateu net^ sentido >o de Pernambueo,
pedindj a revogaeio de uma parte do mesmo re-
gn'ament>.
0 sb. T i.'wtino df. Carvalbo da um aparte.
0 Sa. J. Mi-a.'.o Itio : Ja \ o coDsentiaieiito e e.-tabelccer um v&n para de-
fen ler uti direito sea, o caso Tendo, portanto, feito osreparos e noutio as
duvidas que me oecorrrem quanto a este artigo.
Eatendo que elle nao resolve a questao. Ora, se o
project-) na> pole remover as difficullales, para
quebavemos de votai uma melida iuutiir Por
conseguinte, porque nao bavemos de tratar da
questao por outro mod) maise'Iieas?
Devo agora dizer que, quaudo mo pronuncio
deste modo, d5o pugno pela coutiuuacao do anna
:em de depositos, oque e sem duviia a questao
capital, e nue deo a meu ver, cabimento ao projec
to. Se o armazem de deoosito uio existisse, esta
assemblea nao se teria occupado taa aetivamente
com as agencias, porque a agencia da Parahyba e
todas as outras existem desde 1810 e tar.tos, e uun-
ca preoccupsram a attencao da assemblea.
0 Sr. Oouinoos Pinto : E nunca eoncorreram
para a defrauda^ao das renlas proviaeiaes.
O Sr. J Mrli.o Rc;j : -0 quo acoatece hoje, o
que se fez sempre. A questao toda =e Jevauteu
por causa do eontrato.
0 Sr. Domihgos Pi.nto : E porqua so se discute
a agencia da Parahyba, e nao as do Rio Gnnde
do Norte e de outras provincias, ijue aqui tem
agentes ?
0 Sr. J. Hello Rego :E' porque foi a Parahy
fca que adoptou o systenaa de contrario, as oulras
provincias nao o quizerom o adoptar.
Um Sr. Oeputado :Eatao o contrario que con-
tinue ?
(Ha outros apartes.)
0 ^n. J.,' Mello Rego : -.4 aencia pode conti-
nuar ? 0 eontrato esta aaoexo i .agencia ; desde
"ae a agencia aeabar, o eontrato esta aeabado.
0 qae estou dizesdo e que nao tenho inedo desse
eontrato, que elle a meu ver nlo tem os iocoave-
nientes que dizem, nao o acho illegal, nem nioas-
iruoso, nem uma cafamidaie para a provineia.
Nao vejo todas estas cousas que outros veem.
nem |mesmo fvejo, qae seja gracie pertorba-
^ao'para o commercio.
Um Sa. Depctado : E' prejudicial ao commer-
cio e as Gnan^as da provineia.
0 Sn. J. Mello Rego : ,\ao e prejiidicial nem
ao eommercio, nem as finaccas da provineia; nao
tem neohum alcanee neste seclido ; nem traz gran
des einbaragos para as transaceoes cotsaiereiaes,
porque ellas sio feitas -hoje como dantes. Ao con-
trario ate pode ser que o eontrato de* facitidade as
transacts, por estarem os proJuctos coacsntra-
. -dos em am ponto.
0 motivo porqae nao aeho bom o coatrato 6 por
obrigar o proluctora depositar os gens gimerosjera
nm armazem, em qne pode nao ter confianga; .6
ipor tirar ao mesmo produclor a liberdade de esco
|ber o armazem era que sejam depositados 03 sens
i;eneros. Eis aqui o que aeho de mao bo eontra-
ta) o motivo porqae o acho o odioso, e a razao por-
que desejaria qae elle terminasse.
0_Sb. Naqgimi!.\tj Pobtella : .Vao ha toadem-
.najao mais formal do qae essas palavras do nobre
deputado.
0 Sr. I. Mello Rego : Ja se \&, porlanto, qne
:qJo estou, era resuludo, em desaccordo com o
nobre deputado.
0 qae qaero apenas e expor a qnestto e tirar o
negro do quadro com que foi desenhada.
0 que o desejo e qae a assemblea adopte uma
providencia razoavel, para ser exeeutada, e qae
,a5o vote, por faeilidade, por pressa on por qual-
qner motivo, uma lei que nao possa ter effeito ne-
u;nhum.
Qaero, portanto, qne os negocios caminhera com
;jiais pradeqeia e certeza.
I#1 S-narf iT.a*iJi7i-*stA yruMi Art tte^ or. o in> los de aat JTv.1vie, h> if*., .,.,, \ti n. .,
'ats^Tt iVerrc.rt !:' .-hh-ct iw K*'mi3f**-amt. CmcTfiltn. d;venos
turns *vdnrt|#f'jo owrr.Ts prdVHUiai nest
das, ictfxXojo-tfi os gen?fj^ sujjit.i a_
tleexp irl r.-a i^o qda tahiain deste pi \% pre
1) Sb. MASjBtUii RKfio Ja U4n.|||ria
0 Sn. J M i. ,oft t. Se i-^Uxei pV,
n.Vf erefo, str cxeShta la, s>'rn temi trire <^MS6.
rai luvauiar itvaliJa le--eilRUSi eu'r* piovirfMa',
com as qtiaes convein vivermos seai perfoila Pmtn
mouia. EHsa, em face fle uma lei como esu do
projecto, niii serJo desciidados em rotorrer ao go
verno gcral, e asim teremos uma qncslao de ai cedam dota m de outra provineia.
eauce raaior do quo patece. j kmn\ ja

phi;;1o c radkal; s na-se
Eeisto mais uma razao para que acredite qua ama via >sa^Hkpre, tdto mais qiaato
cstamos discu*.ind nma lei inexequitel. Ella hai qaido, jijia* iiv<1osi^ ofdireito ie ha*ctr o
depassar...
0 Sb. NAscufBtw Pobtella :Tahwz nio pasta.
0 3a. i. Mblm Rego: .;. ha de passar,opro-
jecto esta ace:'; com emhnsMs imnensomo, nas
em oulra reneiio desta asswnklea, pergnniarei aos
nobrcs deputados quem tevo razi.
Sb. Dchoigos Pinto :Se o nobre deentado
U.ver razao, nos daremos as mios a palmate:ia.
0 ?R. I. "Mello Rego: "Euviao quer), como
mestre de escola, passar a boles qualquec dos no
bres deputados ; pelo contrario, desejarei que
seja eu quem seja actaado em erro. Lero a mi-
nba dorilidade a este ponto.
A minha opiniao, portante, as-im tr.anifestada,
obriga-me a mandar uma eman4a a mesa. Ea-
tendo que o projoeco, ora vez de ser determiaa
livo. passe como auidrisa^ao, aQm do que o nosao
presidente, para o flm de fisoalisar tcelnor as ren-
das da provineia, entre em aecordo com os das
ppovinctas que aqui -teem agencias,-3 irate de con-
sagnir quo sejam snnprimidas, otz adoptado outro
qualquer meio de arreeadaeao: facase, emfiip,
aquillo quo for mats convenient?, sem prejuizo
dessas provincias e da de Pernambueo.
So a easa quizer, aneite- esia eraenda; senio qui-
zer aceitala, nao terei iwrissoe menor desgosto ;
lico satisfeito de Ur feito o que cumpria-me.
Ja expuzcom franqueza a mraha opiniao. Fallei
sem nexo, porque nao live tempo de. formar piano
de discuiso em uma questao complicada coma
e esta...
Vozes : Fdllou muito bMn.
0 Sa. J. HnDifl Reco :.Nao asei mesmo de
muilos apantnmectos qtte tieba tornado, porque
nao quero toir.ar mais tempo a easa.
EHese a;ienns o que sentia. Se disse mal foi
priucipal.nenle por defcito meu.
Vozes.Disse bem.
0 Sr. J: Hullo Rbgo : R5o sei agiifar phrases
de effeito, nem empregar palavras pomposas que
possam produzir iiupressao e agrado..
Teniio caacfuMc.
(Muito ben).
E' l do, apoiado e entra conjuntameute em dis
eussau o seg ante substitutivo :
" 0 pre^dente da provineia Gca autorisalo a
en ender-se com os das provincias que neste tem
agendas para a arrea.idacao de imoostos de ex-
porta^So, e coin eHes concordar no meio de subs-
truir o systema de arreeadaeao adoptado por
outro (pie seja miis pro'eiloso aos interesses das
mesmas provincial e desta Podera o mesmo
presidente extingah* as ajrttteia' que esta provin-
eia tem em outras,e penniitir q.ie o consulado
provincial arre-.ale a renda .1'S iirovincias que
retirarem os s-us ag.mtes. J. d* Melli (lejo. "
O Ur. t' I*"'.5i~Hii l*us-(ella t Sr.
presidente, ouvi c in toda a attencao o nohre e*e
puuido qne acaba de ientar-se, e prneonrei con-
vencelo da |uelles ponto?, e:n qne me parece que
aiu U eoavencid > nil e-ta.
A rcferencia que o nobre depalnde fez a a'gu-
nus palavras qae aqui pro'en, ijuando live de
apreeiar a ontrati feitn pel* provineia da I'ara-
hyba, seria motive safOeiente para que eu o.-eu-
pase ap.ira a attentio da assemblea, quaudo aao
t^s^e o deseje de tirar do espirito do nobre depu-
iado, e.nn ).< argument is despidos de pa'avra?,
|ae possam esmsar eff-it >, ou impressao do mo-
uiento, as duv:ds em que esta mostrando que a
sua irgumentacie nSie bem fundamentada.
<> S. J. Mei.lo Rsoa : Esiimarei que me
coiivenea.
u -a. .\.\- hbbsto Pobtblla : Antes de tad'),
Sr. pre<:dmte1euinpre-m',,cii!no membro da assem-
blea provincial, fa/.-r desapoarecer contra e.-ta o
i|ue per ventura, nao estaudo na ntencao da no-
bre d-*putado, (tossa daeorrer oe suas palavras
quand attribue a seta assemDlea acoiamento na
presente dis-ussao...
0 Sr. J. Mkllo Rf.go : ^-i^to nao ha effensa
a assemblea.
O Sr. Xascimento Portella : ... quanio
maniiesta que a assemblea quer prowler no es-
tudo e resolueao desta materia sam aquella medi-
tacao, sem aquella reflexao, que sao pruprias de
teas trabalhos.
OSr. J. Mello Rego:Os actos cstao mostran-
do o contrario; por isso foi que eu o disse.
0 Sr. Nasciy-.kto Portili.a :Antes de tudo,
dizia eu, corre-me esta obrigacao.
Seuhores, uao e exacto dizer'-se que o pre ente
projecto decorre da diseussio bavida a propusito
do cont ato.
0 >eu digno autor disse q ;e procedeu elle de
1872, quaudo eontrato nao bavia E nao seria
preeiso que o dissesse ; antes mesmo da diseussiio
relaiiva ao coulratado monopolio, alii e.sta'a o re
lalorio do inspector da ihesouraria provfnoial...
0 Sr. Tolrbtino oe Carvalho : Muito bem.
0 Sn. Nascimehto Porteli.a : ...para dar
lugar a qae lirmando se no juizo aut irisado desse
empregado, cada um dos membros da assemblea
enconirassc base sulBcientc para confecciosar e
apresentar o projecto que se discute.
Qjando ha uma materia que de algnma forma
se prende, mas qae nao se liga lio estreitamente
que nao possa ser eonsiderada uma sem ser exa-
mmada a outra-eontrato e agencias ; asobser-
vacSes que a respeito do eontrato live occasiao
de fazer nao so em uma das sensed do m-z de
marco, como com mais dc-envolvimento na de 30
de abril, poderiam parecer origem do projecto se
as consideragoes judiciosas feitas pelo inspector
da tliesouraria s'-bre as agendas, alii nao estives-
sem para despertar a attencao de cada um dos
dignos membros da assemblea, mostrandolhesem
qae condijoes especiaes as agencias tem collocado
os interesses fiseaes (la provineia de Pernambuo
e portanto, a necessidade de providencias para
evitar os mules indicados no citado relatorio.
Nestas eondicoes, pjis, apresentado como foi o
projecto, e votado em primeira discu-sao ja ha
inuitos dias, a assemblea ainda deu uma prova de
nao querer acodaraeato quando requerea o nobre
deputado adiamento da discussao, nao leve duvida
em vota lo.
0 Sn. Mello Rego :Has isto f i uma eoicessao
pessoal que a assemblea me fez, e eu liiengradeco.
0 Sr. Xascime.nto Portella : -Eatrelanto se
ajodamento podesse ser attribuid), seria dells par-
ticipante o proprio nobre depntado, que nessa
mesma occasiao, em que invocava a condjscen-
dencia da assembled para acceder ao seu pedido,
dava garantia da disposiea) em que estava de nao
querer protelar a discussao, declarando que reque-
reria a dispensa do intersticio.
0 St.. Hello Rego :Mo ainda farei.
( Ha outros apartes.)
0 Sr. Naschkbto Portella : E se o nobre de-
putado assim mostrava reconhecer a importancia
da materia a ponto de comprometter-se a requerer
a dispensa do intersticio quando o projecto fosse
votado em 2' discussao...
0 Sr. Hello Rego .-Has qae o que haja dis-
cussao, que haja estado.
OSr. .N'ascime.vto Portella: ... parece que
I o menos proprio para dizer que ha aQodamento
da parte da assembl6a.
0 Sr. Mei.i.i-, Rego : Has devo diser a V. Exc.
que ha muita pressa em se decidir este negoe'o.
0 Sa. Nascimruto Portella :Creio que qnan-
to ao supposto aeodaraento, as consideracees que
tenho feito sao bastantes.
Has dizia eu, seahores, qae esto projeeto Jeria
oecorrido a qaem quer de nos qae tivesse lido o
relalorio do actnal inspector da thesoararia pro-
vineiaj. NSo desejo abasar por muito tempo da
attends da assemblea, mas devo ler o que em seu
relatorio diz o inspector .a respeito das agencia".
Diz elle : (Ie.)
" Essas ageneia? s3o am estado no estado. Nio
acantelam someate )s interesses da sua represen
tada; nS1) garantem s6 a pereepcao dos direitos,
que Ihe s5o devidos pela procedeacia do genero ;
mas cansam ainda prejuizo real a provineia onle
estad eo!loeaJa, de parte da qual urge, portanto,
por raaior e constants vfgilancla,qoB mesmo nej-
a altura nem sempre attinge ao escopo, sendo
que, alem disto, e mais problema'ico e sujeito a
eoetroversia, que liqui lo, o direito de cobrar o im-
posto de exportafSo pela mera procedsncia no caso
figurado, quando e elle devilo sem contestacao e
effectivamente realisado pelo acto do embarqoe
dp3 geoeros, para serem transporhides' a outros e
diversos poatos nas vistas e interesses- do com-
metcJo.
" A luta perenne, que _mantom-se nesta cidade
entre o consalado provincial e a agenda fiscal da
Parahyba pela snecessao de irregalaridade?, qae
esta sempre procura escudar, 6 disto nma prova;
traduz nma experiaaeia, enjos fractos ja estao da-
dos. E quando os agentes, por classiBcaeSo arbi-
traria de procalencia do geoero, fazem da pro-
de ''xport*c*o peli swijJes procedeacia, q
in.lispntaeal ser elle ipvido o cibciivaiajDti
sado ,eto aete 8a exiiortacao, como ja
j" Ac^^Rialaente/Mi 13 nnt.patadswo
ohnflietes. rr.p|idas. WXatorias, a offensiwa dos direitos das provincias e em spate
trimeain^a que tem-se.j*lgaio asi'.orisalis as pro-
vincias. Jimiir'jphe.3, como o praticon ha poa'ce a
da Parahyba, creando privilegio nesta craaaeceii-
tra teis exaressas nassas, quo por tal arte ficara n
sem appHiKao. "
Creio, sen hares, one uao podia o profeete ea
contrar justiflcajio mais complete, e que dispensa
qualquor outra", do que nas palavras que fleam li-
das do inspector actuatda thesouraria prtincial,
dingidas em sea-remtofie a presifen^ia dalprovfO'
cia. .-n .v.
<3 Sn. I. Hello Rf.g? : Mas o nobre depntado
aceita esta opiniio do inspector da llieso"irr*ysp?
brea'extinccao das agencias e a cobranfa dl) im-
pjstu pela provineia1? 'Billif'
OSa. Nasgimentd Portella : Logo response-
rei a este ponto. Ouvi com toda aiteniaoro nobre
depatado e espero que se dignara de prodigalisar-
me a mesma. f":
0 Sn. NasaMENTo Portella : Aqa:, 3Bnh*pes,
esta manifesto o facto da luta constante entre a
agenda e o consalado, o prejuizo (flie spffrtffl o-
'interesses da provineia de Pernatibuco com a con
servajao das agencias, a eontenieaeia qm*ha era
extiuguiras existentes em outras provincias, e nao
:onsentir qne estas as manleuhara em Pernambu-
eo. E' assim que, diz o inspector.da ihesonraria
provincial,a operacao e radieal ; sana-se o mal
de uma vez para sempre.
E' k que coulem o projecto.
E enmpre poaderar que a opiniao do digoo ins-
pector da thesouraria provincial'e tanlo mais fun-
dada eaperceedori de acitajao, qn*nto e certo
que firnrase na exneriencia qae tem elle wmo era-
pregado q ie foi ate ha pouco tempo do consulado
provin rial.
Esc recorrermo* as infirmacSes que sobre o
eontrato foram dadas por outros empregados pu
blicos, e que ja live occasiao de referir, nlo se pa
dera deixar de conclair que o fanccionalisnio com
petente para emittir juizo sobre a materia, e aceor-
de na penamento da ex'.incjao das agencias.
Ditas esias palavras, cumpre me agora apreeiar
as razSes expendidas pelo nobre deputado.
0 nobre deputado disse que laito cm meu espi-
rito pczava a cnvieijao do nao poder ser adoptala
a extinc.-ao das agendas, que eu proprio, tendo
tratado do eontrato, nas conelui por um projecto
prepondo tal extinceao, ou outra medida relativa
no assampto, E' isto Jevido a confusio em que o
nobre deputado esta, ligando ta > inlimamente o eon
trato e a agencia, a poito de formar uma so enti-
dade ; mas nao i assim.
0 nobre depatado comprchende bem a grande
distinread qne ha fntre a agencia e o eontrato,
sabe perfeitaucnte que existiramas agencias (o no
lire deputado "reconhecea e confessou) sem que
existisse o ontratd...
0 Sn. J. Mkllo Rego :E existem agencias sem
contra los.
0 Sr. N asci men ro Porteli.a :.... e existem
agendas sem contrail. Portent), do desejo"de *?
treitar tao intimamente d eontrato com as agen-
cias e que o nobre dcputa-lo foHevado a attribuir-
me penamento differeme daquelle qae tenho sobre
a materia.
Nataralraen'.e o nobre deantado, de?ejand > apre-
eiar algamas dis consideraQoes que tit com
rel.ic.-io ao cont-ato, tjve necessidalo de lazer
essa ligacao tao iuti.ua, para, tratando do projo t.,
chegar ao contrat) ; mas ainda assim, posto qu
sejam muito louvaveis os intnitos do nobre depu-
tado, na defeza que por ventura ijuiz iizer, quan-
do me parece nao ter havido accusaeao, entendo
que o nobre deputado nao pode'conclair que na-
da havendo ea entSo proposto, e porque tenho opi-
niao djlferente dajuella qae te cmte.n no pro-
jecto.
Nao, b3o conias lnteiramente diffjrentes.
0 project'? consigna providencias relativas a
agencias ; sobre o eontrato nada linha que-'pro
por, porque a provideneia a proper ja estata\cun-
slgnada em lei.
Uma lei oo^sa permitte que os produetos vindos
das provincias limitrophes sejam recolhido3 em
quaesquer armazens alfandegadoa ou nao : o con
trato es abelece que os productos vindos da Para-
hyba so possam ser recolbidos a um armazem, a
am unico deposito ; e portent) nm eontrato con-
trario a lelra expressa d a lei proviacial de Per-
nambueo.
0 Sr. 1. Hfllo Rego :Nao apoiado.
o Sr. Nasmmento Portella: Nao sei como
o nobre deputado possa ainda dizer nao apoiado-
0 Sn J. Mello Rego : -Pa licenca para um
aparte ?
0 Sr Nascimexto Portella: Pois nao.
0 Sr. J. Hello Rego : a lei da provineia nao
foi feita afiiu de deixar liberdade para o reco-
Ihimento dos genero?, mas sim afim de fiscalisa-
rem-scos direitos da provineia, e s6 exige que
nenhnm prodacto seja recolhido a armazem sem
guia da rcspectiva repartieao.
0 Sn. Lascimknto Portella: -0 nobre deputado
diz nao apoiado, e portanto permanece no juizo
que emittio de que a lei tem um fim especial,
diverso do que a generalidade da sua disposicao
eitabclece. Nad; vejamos o que ha.
A lei provincial de 1869 dispoe qae e licito ro-
colher os productos das provincias limitrophes
em quatsquer armazens alfandegadoa on nao. 0
eontrato diz qne so podem ser recolhidcs em
um armazem. E' on nao este eontrato contrario
a lei ?
0 Sr. J. Hello Rego :- A express!) da lei nao
6 tao ampla.
0 Sr. Nasci.m3.nto Portella : Pode o nobre
deputado le la, e verificara que a lei de 1866
dispnnha qae so podem ser recolhidos a trapiches
ou a armazens alfandegados, e que a lei de 1869
revogando-a permitte o recolhimento a qualquer
trapiche ou armazem alfandegado on nao, dando
assim ampla liberdade ao commercio. Se o con-
trato nao permitte fazer o recolhimenlo com tfssa
liberdade, perguuto : e on nlo contrario a lei pro-
vincial ? Se a lei provincial consagra a liberdade
e se o eontrato estabelece o monopolio, nao sei
como a liberdade se possa harmonisar com o mo-
nopolio, de modo que se diga que o eontrato nao
fere, nao esta em manit^sta contradiccad com a
lei.
0 Sr. LMsilo Rego :- Arcnmentando a9?ira,
a conclusai e essa.
0 Sr. Nascimesto Portella : Nao pod) ser
outra. Creio que nao falto as regras da argu-
mentaeao qaanlo, citando a disposicao da lei,
chego a esta conclasao.
Has, disse o nobre deputado : t Nesse tempo,
em 1866, quando os tfapiches alfandegados esla-
vara sujeitos a alfandega, teve razao de ser a lei;
e em 1869 deixaram de estar sujeit s a inspeccao
da mesma alfandega.a
Ha nisto engano da parte do nobre deputado. A
inspeccao que hoje ha sobre os trapiches e ar-
mazens alfandegados e a mesma quo havia entao ;
os regolamenlos das alfandegas nio acaboa com
a inspeccao e fiscalisaclo desses estabelecimentos.
0 6b. J. Mello Rego : Nad asaevero, mas
creio qne o nobre depatado esta engaoado.
0 Sb. NasctMENTO Portella ;-Nlo eston en
fc'.nado___
u Sb. J. Mello Rego :-Eu voWflearei k\o.
0 Sr. Kasgimento Portella :-* ...e Unto nao
estou enganado, qne uitimamente occnpando'me
da questao dos trapiches alfandegados quanto ao
recolhimento dos vinhos, live de ver qae estao su-
jeitos a inspeeeSo do inspector da alfaodega e a
todas as dernai* condicdes de garantia para a
arreeadaeao dos direitos
Portanto ja v^'Jtaebre depntado que a razao
que invoeon em sea discurso, de que em 1866 os
trapiches estavam sujeitos a inspeccao da aifan-
dega e que nio e tit ram em 1M>9, sendo por isso
revogada em 1869 a lei de 1866, e desutaida de
fundamento, nao procede.
Sendo assim, que razao especial procura mais
o nobre deputado para mostrar que o eoBtrato
nao fere a felt
Senhores, eis aqui a razao porque en disse, ao
eoucluir o men diseurso sobre o eontrato qae aio
1? cum.iri!*jjdrlli ^Mltiria o deip,%rejt-liiaf|.im|d^fipsa v-rvir.vn. =epjr i
*ao!o du cnirm-). eitOBtr^ssem na attribu'joss pr-j;ir.n
Vm so, pxtarfto, qn* na uira Wi^i;j muito
MUa-i ai i
utra' iitrer-' ;a
graule i-n'.re o Cunirito e rigsdcins. QuanHo *i
co, irat', sen'I > elli contran i- In, na ha senit
;'w*Cit.i tenlia exeencao em Pernambueo.
0 Sr. J. Mbli.o Rrgo di am aparte.
tj Sa. JJ-*cimsnto Pearu.i : Sm.de assim
iateiraaaeate distincto, nao ha via lo aec-sidade
JB retacjo ao eontrato de nenhum ae-.o legis-
(ativo, mas sim simplesniente de eleaucao da
lei pelo poder adminlslrativo, ji se vd que estou
dfepeasado de apre:iar as considerae5es qae o
nobre depntado fez a respeito do coatrato ; tanto
mais qiMBlo o nobre deputado nao conteita e
antes reaoaaece que elle prejadicial ao commer-
cio de Pernambueo, ejo proprio a dizer que o
meio nelle seguido nao foi apropriado.
Restringindo-me, pois, ao objecto esp^dal da
discuggao, que e o projecto que extingue as agen-
cias, deixando de parte, mesmo poniue a hora
vai adiantada e nao dosejo alongar a disenssio, o
muito quo eu poderia dizer ainda sobre o eontra-
to, vou deter agora a miaha attencao sobre as
coBsideracoes do aobre deputado, especiaes ao
projecto. Mas ha' qm p)nto de qae nio posso
prescindir,
0 nobre depatado disse que o eontrato da Pa-
rahyba nao podia ser comparado ao coutrato feito
nas Alagoas com Vollos > Soares, porque a respeito
d'este nao se davaminteressea do fisco, como a
respeito daquelle e qae determinaram a sua exis-
tencia. Pec,) ainda permissao ao nobre d putado
para dizer-lhe que esla enganado.
Se o nohre deputado se der ao trabalho de ler
as iuformacojs prestadas pelo presidente das Ala-
goas ...
0 Sr. F. Hell-) R-'.oo: -.fin live tempo de veri-
ficar isso.
0 Sr. Nascimexto Portf.lla :___e pelo ins-
pector da thesoararia de f.izenda de Pernambueo,
ha de ver o modo porqae o agenie fiscal das Ala-
goas interveio, a conveaiencia que elle fazia senlir
de garantir a fiscalisaclo e arreeadaeao das ren-
das das Alagoas.
0 president-, e-n virtude de lei pxpressa da
provineia, fez o eontrato com Velloso Soares. '"on-
siieralo este eontrato como offensive da liber-
dade do commercio, como contrario aos rcgula
meutos e decretos geraes, voio a onsulta do anno
de 1862 e baixnu a deeisao d*esse mesmo anno,
pe^a em que me firmei para mostrar que no jnizo
do govern) imperial o coatrato da Parahyba esta
igualmente condemnado.
Disse o nobre deputed): tanto o governo ge-
ral reconheceu qne Velloso Soares tiaha direitos
adqnjridjs, qae era preeiso fazer respcitar, qae
em 1861, por um aviso foi manlado que elle con-
tinuasse o seu eontrato. >
Explicaivi ao nobre deputado a raza^ especial
que houve para isto, e'se. oercorrcsso a consulta do
conselho de estado, sobre qae se lomou esta de-
eisao, vena a razao que houve. Como este eon-
trato foi feito ao tempo em que estava em vigor a
ordem dothesouro de I8"J8, que permittia o dep>
sito exdusivo, mis, anterior ao regulameuto das
alfandegas de 186'), a segundajrerjamaelo de Vel
Idsd Soares foi attenlil i eai 186i, m3S como graca,
diz o parecer do couselho de estado, e pelo facto
de ter sido o eontrato feito quando vigjrava aquel-
la ordem do thesouro.
Mas, desde que polo aviso de 1852 do actual rni
nistro da fazenda licou cicada a ordem do the-
souro de 1838, ninguera pode urmar-se nessa para
fazer eonlf .to de tal natureza, sendo porlanto ma
nife.-to o engino do nobre deputado quando dis-e
que Adolp o Coop, iirmando-se em dita ordem, re-
qucreu ao governo iaiperial o exdusivo recolhi-
meuto do assacar das Alagoas, exported') para esta
provineia.
0 Sit. J. Mello Rego da um apart*.
OSr. Na-cime.nto Portellv: Restabelecida
assim a paril.tde qae ha entre o eontrato da Pa-
rahyna e o-las AlagOs e conhecida a natureza
da deci-ao de IPSi,ia.'ocala oelo iiibre depuiado,
devida a cfrcamstancia especial de ter o eontrato
das Alaguis sido feito sob o vigor da ordem do
theso iro de 1858 e antes do regnlamento das al-
fandegas de I860, quando o eontrato da Parahyba
e posterior ao dito regulameuto e as decisoes do
governo do 1862, do I88i e de 1872, e portanto
eoademnad) porvad is estas decisoes e destituida de
valor, possa dizer que a assemblea nao tem que
fazer com es3e eontrato, que nao pole ler execa-
cao.
0 Sr. J. Hello Redo:-*-Nem quanto as agea
cias ?
0 Sr Nascimento Portella : -Quanto as agen-
cias 6 outra causa ; exammaremos a questao.
Feitos estes repa-os, que me pareceram conve
nientes, prescinlo de apreeiar outros pontos em
qae com relacao ao eontrato, toeou o nobre depu-
tado, e-nem sobre o modo pirque foi elle feito,
porquo pcocodea o inspector da alfandega etc. So
bee todos estes pontos ja tive occasiao de fallar, e
nioTenho necessidade de insistir, repeliado aquil-
lo que nao 6 preeiso para a discussao do presente
projecto. .
0 queVcumpre agora oxaminar e o projecto :
tem a assemblea coinpetencia para prehibir no ter-
ritorio de Pernambueo agencias de qualquer pro-
viucia ? Se tem este direito, convem usar delle ?
Usando delle serao maiores ou menores os males
que aclualmente soffre a Parahyba com a perma
nenda das agencias? Eis aqui as questoes a exa-
minar.
Quanto a competencia a autondade respeitavel
dos conselheiros de estado, que lavraram a con-
sulta, cujas palavras o nobre deputado acabou de
ler, nada deixa a desejar.
Declarando a consulta que o poder provincial
so tem competeneia para os actos a executar n i
respectiva previneia, e seudo esta doutnna acolhi-
da pelo governo imperial, de aecordo com o acto
additional nada ha a oppor a eompeleneia desta
assemblCa para prohibir que nesta provinda func-
cionem agencias autorisadas por act) administra-
tivo ou legislativo de outras provincias.
Pergunio : o acto addidonal confere as assem-
bleas provinciaes attribuieao para legislarem para
fora das provin-a'as ?
0 Sr. J. Mello Rego : Nio, senhor.
0 Sr. Nascjmento Portella :So para o terri
toriodas respectivas provincias. Qia3s.quer que
sejam as medidas tendentes a a'-autelar os inte-
resses fiseaes, s6 podera ser tomadas de forma que
t nhara execugio no territorio da mesma provin-
eia. A provineia da Parahyba pole tomar tantas
quantas cautelasqaizer com relacioaoi seus inte
resses fiseaes, estabelecendo nma linha de agen-
cias era loans os seus Iimitei com Pernambueo
fle '4'le so a:t1a.n Veve'sti I U. ><" :n i.'is p' e*Jos j?i
r* t'Wuartin -effeetivi- a e\ti:ic;t* d s aa^tKAs
Mas, disse o nobre depatado.! ii pe'.jr para Par
nambuco a exliugc.iodai agen.ias.jj quo a pjr
maneuda dellas, porqae, cstib-'.eciJa assi d uma
luta entre Vernarnbaco e a Parahyba, p-eeorara
esta todos os meios para evitar qae os sous pr;-
dujtos aqai veuhaa. >
Primeiro que ludo, senhores, nala ha que auto-
rise a suppor essa luta ; nao ha f ladam-mt) para
reeeia la. Nio ha na Parahyba a respeito das
agencias fiseaes e maito mm s sobre o eontrato,
a opiniao do que fallen o n >bre depatado Nao, na
propria provinc a da Parahyba ha iiapagnacao ao
contrate ; a propria assembl6a provincial ni) Ihe
deu approvacio. E nem porque a assemblea de
Pernambueo approve o pro.ecto era discussio, es-
tabelecera luta com a da Parahybi ; nSo, ao on-
trario. ,*+%
En live oicasiio de dizer e repito : harmonisar
os interesses de cada uma das duas prov nsias,
usanlo das attributes jue o acto addidonal con
fere," bem ; mas, nio una com prejuizo da outra
e nem uma e nem outra com prejuizo dos agri-
cultores, com prejuizo do commercio.
Quando essa lute se estabelecesse e a provineia
da Parahyba usasse do3 meios qua a nobre dap i-
tado leaibra, (o que nao se pole presurair) ni)
terao elles forca para evitar que coueorram ao
mercado desta capita,! productos daquella provin-
eia, uma vez extinctas as agencias, uma vez aca-
bad) o monopolio. Nio ; v,s prodactores procu-
rarao sempre o mercado. oa te haja lioerlade,
onde haja coonanca, onle haj i faeilidade e pro.np-
tiJIo nas iransaceoes.
Peaso que a assemblea tem com?i.t"ncia para
appr>.var o project); e qae e onveniente a saa
OdapeaO, ni) havendo a re^eiar os males que o
nobre deputado Ogurou.
EsDu convencido de qae a assemblea provin-
cial, adoptendo este projecto, satisfaz a uma ne
cessiiaie palpitante.
Nada havendo quo se opponha a sna adop^ao,
creio que uio devo por man tempo abusar da at-
tea;5o da assemolea. Ji e tarde, confosso me fa
tigado.
Termino, pois, aqui as considcracoe3 que t n!ia
de fazer. Se por ventura o nobre depatado insis-
tir na impuguacao ao project), t. rei deaMiipa-
nha-lo, porque desejo convence-b de quo a as-
semblea e competente, de que c nvem que use
desta competencia. de qae sio infandados os re-
eeios, quo manifesta e de qae nao faltarao ineios
ao administrador da provinda para execolai'.
Tenho concluido.
(Muito bem, muito bem.)
RE VISTA DI ARIA.
da
fii
Comarca presidmcia da provineia, de 3 do correnie,
nomeado prom aor public-) dacimarcade Item
be o baclnrel Jose Vicente Meira de Vasconeellos.
Cium-da local. -Por poruria da presiden
cia da provineia, de 3 do eorreat*, foi creada
mais uma de lo pracaa, inclusive o commissario
e gargento, na parocbia doTaquaretinga; devenJo,
porem, alistar-se someate metade desse uumero,
lieando a outra depenJentede nova antorisacao.
Foi na me-ma data mmeada commissario des;a
oa-oc'aia o ddadio Thomaz Moreira de Cakvaih)
^ii>v;vs ponleii. De editaes da secretaria
da presidencia, qae vai publicados na seejao com
petente, ve se qUi1, mejiante a pereepcto de u n
pedagio, polo tempo qae se convendoiur, propoo
o governo proviacial a qae n q teira coat'atar, as
construceo s de duas prates do madeira, una li-
gando o bai.ro de S. Jose ao di Boa-Vista, entre
os pontos corresp ladeatea as immediaeSes do ga-
zometro, do primeiro, e a rua V. lha, do segoado ;
a outra ligando tt; ova la do Honteiro ao lugir
dea>miuido Kirlnlhi, segaindo-se en ambas as
respectivas plantas organisadas pela repartieao das
obras publicas, oade poderao ser examiaadas nor
quem pretender.
As propostrs seri) dingidas a secretaria da pre-
sidenefs ate o dia 30 do corrente.
C)m a construccio da prim .'ira des;a? poat-s,
pelo menos, liora satisfeita u na necessidade pa-
bliea de qae ha muito se resentia e=ta cidade.
Banco Commercial.-Na sed) deste bin
co, a rua do Vigario Theaorio n. 1, paga se o 3* di-
videnlo na razao de 7 0/3 ao anno ou 2/100 par
ac;ao, relativo ao semostre findo em 30 de jumo
ultimo).
Vaporci a salilr. -Hoje, o brasilei.o Pira-
pimct, para a Granja pclas escalas ; a 15, o brasi-
leiro Juijunribe, para Aracajii pelas escalas.
Vapori** experados.-Ate 8 do corrente,
o francez Rio Grande, da Europa ; a 9 o brasileiro
Ceard, dos portos do sul do iraperio ; a 10, os
francezes Vttte de B thia, d > Rio de Janeiro e Ba-
hia, e Mewloza, do Rio da Prata p las escaias ; a
II, o brasileiro SMim\&, da Bahia pelas escalas; e
a 13, o brasileiro IKtrd, dos portos do norte do im-
perio.
Tontativa de morse.N) sabbado, as
8 1(2 boras da nuite, na cidade de Olinla, dous
individu;s de ct"-r p.-eta, armados de facas e ca-
cetes, e com o rosto ccculto era lencos, accom-
metteram o Sr. Carlos Alberto Ferrara, emprc
gtdo m fabrica dogaz, reocbenlo na luta feri
mentos na cabe^i e cm um dos braces. 0 facto
deu-se nas proximidades do Varadouro. Os cri
rainosos evadiram-se livremente; cumpre, porem,
que as autoridades procurem descobrir os compli--1
plicados e pnna_-os severamente.
t oiii;iisao dc v|*or.i'a<. '.is in -n
bros da commissao inccmbida," pela administra-
eao provincial, de agenciar productos e especi-
mens da industria nacional, nesta provineia, para
a exposicao internacijnal de Philadelphia, sao
convidados a se reunirem no dia 8 do corrente
(quarta-feira) pelas 6 horas da tarde, no 1 andar
do sobrado n. 83 da r ia do Imperador.
Propagation* da Inglruceao Publi-
ea.Na noite de i do correute elTectuou-se no
salio do arsensl de marinha, como foi annunciado,
o concerto instrumental e vocal em favor dessa
associacao, havendo perfeito desempenho de parte
dos cavalheiros e Exraas. senhoras, que, em n. de
23 pessoas compozeram o corpo concertante.
Foi grande e brilhante a eoncurrencia de fami-
lias; furara prccisas mais que as CO) caieiras que
se haviam alii posto. A festa correspondou ao as-
sumpto que a iospirou.
( r >f nef o; vr-n^rnfntA4*iT^# tinh-m direito era
* ;^rvi.!.i .Ji sum eirji-u, vislo q ;e 11ytttm se^ai-
r.i u e n .-, i nmwsi i Im^rvi^; ,:.iaq:-'ia I) p en
q r -6 .-c I ine.j a'l i leolniaej. no-t.is cil na filia ati-iiati Li nt-o-'p&Ttencjni'S a< c!as;ea
iuiciivas c ".n^lefiHnarKeHterfte'^llspoe a legisla-
cao era vigir. Dous guarde a V". Exc Joiio Josi
le Olioeira Junqaei>'a. _
Pencv-MO da >>ispo dtf Para. Na sc-s-
sio de 27 Je juaho, do supremo tribanal de justi-
ce, o Sr. presidente deelara ao tribunal qae se
acha presente o eunselhdjro nVoeurador da coroa,
como pro.nolor da justicd, para se proceder a ei-
tnra do proce so do reverendp bispo do I'ara D.
A'llmio du \|acedo Costa, teA-se expelido as or-
dens iiecessarias para o ciaiparecimenio deste ; e-
rante o tribunal na sesslo I; hoje.
0 aeeovado 6 adraittilo dentro dos canecllos do
tribunal e toma o assent > que Ihe e destinado a
barra do tribunal junto a grade.
Acompamam S. Exc. Revmd. o Exm. Revd. Sr.
givornador deste bispado monsenhor Felix Maria
de Freitas Albuquerque e mais alguns saier-
doles. i-,
0 ministro presidente do tribunal pergunta ao
accusada, se traz defeasor, ou se quer defender se
a si mesmo ?
Com a resposta bem explicita de que *dom ie-
fenderd nem por si, nem por oulrem, fa o Sr. pre-
sideate proceder as outras diligendas reommea-
didas na lei, quando de.itre os assistentes apre-
sentaraai se dous advog.tdos rspoataaeos, dizealo
qu-. estavam promotos a defenler o accusado.
OSr. presiJeula novauiinle ioterpellou o aseu-
sado subre aceite(ao On recusa doa a-lvoga los of-
feree; los. o o accusado di-se que sobre.also nada
mais dizia, sen lo-lhe indilTerente; porim *? a Jvo-
gados declaranlo quo tinham-se otferecidc espoa-
iaiieamente par um reqaerimeato, enjo defernngn-
ti exigiam ; o Sr. presiJente submetteu a deci-ao
e deliberacio do tribunal a materia do reque: i-
mento, qae 6 o segniute :
Senhor -Oi aba xo assiznados, despjaod) in-
tervir no processo do reverendissiino Bispo d / Pa-
ra peraute o supiemo tribunal de justica na qua-
Ifdade de defenssres cspontaneo?, assim pedem
resjteitosamente.t_R. M. -Rio, 27 de junh > de
187i. -Z. Go.'* c Vascmceltos.Dr. Antonio Fer-
re Dejois de algumas observacoes dos Srs. minis-
tro; C)-n Piuto, Valdetaio, Barbosa de Oliveira e
Mariani, foram adnnt'ilos os.'dvogados e Uxa-
ram assento juntos ao a:cusado.
0 Sr. presidente profsrio no requerime.ato o des-
pacho do theor eguinte :
0 tribanal resolveu fossem adraittid)s. Ri i, 27
junho de 1S71. Brito, presidente.
Em sogu'da deelarou este seah ir, que errn Ii-
vres e desenpedi 1)5 para julgar a causa os Srs.
ministros :
Miriani, barai de Montserrat, Costa fint), Si-
m5es di Silva, Barbosa de Oliveira, Albuquerqae,
Cerqneira Leite e Mcssias de Leao.
Os Srs. Colt), V.il.le'.aro e Veiga eram imwdi-
dos p ir terem sid) juizes da pronuncia e o- Sr. -V:t-
lar-'s por -er relator sera voto.
Doiarnu mais o Sr. pre-idente da iribunjl qae
na forma da Id o T. cooselhiro promoior da ju-
tica.poJia recusar um juiz, e o Rev. bispo d.us.
Ambas as panes deelararam que que nio recu-
savem juiz algum.
^.Fez-sc portanto a leitara do processo, qae da-
roa ate as II l|2 horas.
Coaclaida a leitara feita pelo ;r. Dr. secret-rio
lo tribanal, o Sr. presidente pergaatou se qne-
riam que ;e lesse mais alguma peca do me* ao
drocesso, e ora resposta negaiiva, dedana que
na sesslo seguiule em d prim iro do mez de jailio.
se faria o jnlgameato na firma da lei.
: > i i'-'[i > Nupruiuo inilitar. N) dia
27 dejuah) fora ujulgad)3 osseguiiites processes :
Exercit).Major de commissao F^aodsco Car-
Iqi Bueno Djseliaaips.e eapitao Joipjira J)sde
Pinho, accusados da crimid) extravids dediiaei-
ros p.'rtjiijoa.es a pracis do batilhao, sen to ab-
solvidos em conselho de guerra ; foi esta .eatoa;.i
reformida para :oadonnarem o nnipr da cam-
misco C irhs Deschamps a 18 m-aes de prisao e ao
eipiiao Joiiuira Jose do Pinhoa 12 mezes, de-xa-
d)e.-tas penas serem camprilas em fortaleza.
.'Armada. JoaiBapiiste da Silva, ex-esir.'veate
di corveta a vapor b'beribe, accusado do crime
de >le3 read sinples ; tead) o onselhode g wr-
ra julgado improeedente a accusaeao inleutada
contra o re >, foi conlirmala a sentenca.
Kstati-itica. Publicou-se o relatorio apre-
sentado ao rainisterio do imperio pelo director ge-
ral da reparlicao da cstetistica cm i de maio do
corrente anno. Coniem muitas e importances in-
inrmi des sobre a divisio admiaistrativa eleitoral
e ecclesiastica d i imperio, recdia, de-peza e divi-
da activa dascaanr s manicipaes o provinciaes,
bihtiotneea, eelonias, iustruccio, e, (iaa'msnte, vas-
teco. ia de dados sobre os terri'.orios de-tinados a
formir a projectada provineia do rio de S. Fran-
Cisco.
Acompanha o relatorio grande numero de qua-
dras minuciosos que dia testeraunbo do aturado
trabalho da reparticdo dirigida pelo zelosoSr. con-
selheiro Manoel Franiisco Correa.
Ainda nao esta apurada toda a populacSo do
imperio;segunlO o recen-eamento a que se pro-
cedeu em 1872 pela primeira vez, ate a data da
aprcsentacao estavam aparados G, 161,326.
Fuadaiido-se n,s rasullados do censo em a!gu-
raas proviniase guiando se em relacao a outras
porcalculos de estira tiva, o gauisou a repar'.icla
um quadro, que nao deve estar muito longe da
verdale; e seiiiird) o qual elevou se a popaiac:o
Luzo Brasileira.-II.'je, 7, a:- 6 1|2 hora3
da tarde, havera assembled geral para a continua-
esta em seu perfeiti direito, como Pernambueo es-i1 C* a discussao da reforms parcial dos estatutos.
restava senio o eumprimento da lei, qne eu nio uobre deputado que deide que o executor se ins-
tioba necessidade de propor medida alguma, e qne
nma vez que a presideneia da provineia nada ti-
aha resolVido, a lei a* eipressa, eabia-lbe dar
exeeueio, seguindo o parecer do inspector da the-
souraria proviacial, do adminigtrador do consu-
lado e do proenrador fiscal, nio me restando a
ta estabelecendo por igual forma a sua fiscalisa-
gao; mas constitnir nm fiscal em territorio estra
nho, dando ihe attribuifdes como a de fazer ap-
prebeosoes, exigir informa-oes nao so dos estabe-
lecimentos coramerciaes como das repanicoes pa-
Micas desta provineia, e o qne nao me parece que
a provineia da Parahyba possa fazer.
Um agente fiscal, para execujao do remectivo
regulamento ,tem fle usar de meios coercitivos ;
esses meios de coerced para a execucao do regu
lamenlo, nio podem ser empregados em territorio
estranh) ao da provineia a que pertence o ag-nte,
seaao de accord) com a lei da provineia em que
este funcciona e fbmente no3 restrictos terraos em
que ella tenha permittido.
Estender, portanto, as attribuicoos do poder pro-
vincial alem dos limites do territorio respectivo, e
e qus me parece estar inteirameute fora da letra e
espirito do acto addidonal.
Por isto 6 qae com todo o acert) os dignos con-
selheiros de estado se pronunciaram pelo modo ha
pouco referido, sustentando uraa doutrina que
nao pole ser seriamente contestada.
0 Sr. J. Mello Rego : Sobre isto e qne nao ha
duvida.
OSa. Nascimsht) Portella .Nao di'ei que
seja tal que nao possi deixar de ser recebida por
auem quer que soja, nao ; mas digo que no animo
do proprio nobre deputado, apezar do vivo inte
resse que manifesta contra o projecto.
0 Sr. J. Mello Rego :Nao, nao tenho.
0 Sr. Nascimbkto Portella :Eseapou-me a
expressad.....apezar da impugnacao que faz ao
projecto, no seu proprio anirao este calando a pro-
cedencia da argumenta;io.
Mas sera eonveniente a disposicao centida no
projecto ? Creio qae nao posso invocar epiniio
tao insuspeila e tio autorisada como a do inspec-
tor da thesouraria provincial, expressada no rela
torio ultimo.
Mas, diz o nobre deputado que decretada a ex-
iiuocao das agendas, nao ha meio de fazer com
qne se torne effectiva. En disse em aparte ao no-
bre deputado que a execu;io da lei seria effectiva
ounio, conformeo executor della. Assevero ao
pirar no pensamento que domiaa a assemb ea pro
fincial, attender aos justos reolamos pelos quaes
ella se raostre desejosa de adoptar este projecto e
quizer dar-lhe exeencao, nao /he faltarao nieios
para faze-lo.
E nem o inspector da thesouraoa provincial e
yincia, que representing os di'.'eftos respectivos; raim senao fazer vetos para qae S. gxc. caroprisse 03 demais empregados que se raanifeitarara pela
quaudo se prejudicara Udtimos interesses nossos, lei, mandaBdo-a re.'peilar, porqtw do re6^e&o,'f"6"ia qae ea ja urna vezreferi, teriam nsado da'qae devem ser abonados aos
Imperial Sociedatle dos Artistas
lleclianicos e Liberacs. H>je, ha sessio
ordmaria ecora) tenha de se tratar de negocios
de summa importanch, convida se a todos os so
cios a tomarem parte.
Dinheiro. 0 vapor in^lez Chimborazo trou-
xe 10.0003 para os Srs. Augusto F. de Olivei-
ra & a
0 vapor Baft/a levou de nossa praca para :
Bahia 6:4873110
Rio de Janeiro 1:400^003
Para a Europa.-tVni !4recebidos em
nosso porto, levou o Chimborazo 344 pa3sageiros.
Rua do Viacoude deCioyauna.Ho-
radores de.ta rua, do lado da do Conde da Boa-
Vista, nos pedem para cnamar a attenfio da auto-
ridade competente para o estado lastlmoso em que
se acha o terreno proximo do cdiegio da Esperan
ca, ameacando o desenvolvimento de alguma epi
demia, tanto e a lama putrida ahi aggloraerada.
coiiMuiuiiit provincialPor esta repar-
tieao se faz publico que foi marcado o prazo de
60 dias, contedos do l' d) corrente, para, findo
elle, coraecar a execucao dos arts. 78 e 79 d) re-
gulamento de 6 de abril ultimo ; carao melhor se
vera da declarafio respectiva, que vai publicada
no lugar competente.
Pagadoria de fazenda. Neste estacao
pagam-se hoje as segoinles folhas :
Guarda nacional, navios d'armada. aposentados.
Fanecies em conselUo ie aiuerra.
Em 13 de Junho o minist-rio da guerra difigio
o seguinte aviso a presideneia do Rio Grande do
Sul:
a Illm. e Exm. Sr.Tendo o marechal comman-
dante das armas dessa provineia, em offleio n
1,084 de 12 de novembro d) anao passado e 28
de fevereiro do corrente anno, iransmitlido copia
do que ihe dirigira o coronel commandante do 1.
regimento de artilharia a cavallo, reclamando con-
tra a pagadoria contral, por deduzir dos vend-
mentos do teneote-coronei do dito regimento, Joa-
quim da Costa Rego Honteiro, a importaneia da
fratificacao de exercicio e forragem que Ihe cora-
petiara, relativas ao tempo em que esleve func
cionando em ura conselho de guerra na villa de
Urngmyana; e bem assim informalo o requeri-
mento em qne o tenenle-coronel do 5> regimentb
em qne o tenente-coronel do quinto regimento de
cavaliaria, Manoel Antonio da Cruz Brilhante, pe-
dia ser indemoisado de igaal gratilicaoio, por ha
ver lunecionado no mesmo conselho ; declaro a
V. Exc para seu oonheeimento e fins eonvenientes,
referidos lenentes-
a 10,126,238 inJividuos, sendo 8,647,468 livres e
1,518,770 escravos, espathados por uma supei.'icie
do 12,676,744,08 kilometres quadrados
0 ea.atulo relativo ao estado da in.-lrucgao teve
no relatorio, como merecia, grande desenvolvi-
mento. Se nio e lisongeira a proporcao em qua
se acham 03 analphabetos para os que sabem ler
e esjrever, resta a esp ranga de que o g nerosa
movimento que ulliiu.nnente se tem manifestado
em favor da diffusSo d i instroccad, faga em breve
esqueeer tao vergonhosi situa;io.
Sega da o relatorio, no anno de 1871 existiam
no imperio 4,428 estabelecimentos da inslruc.ao
p.-imaria e sacun laria publico3 e particulare3. fre-
queutados por^7,621 aluinnos de amb)3 os sex as.
custando a inslRccio ao eslado 3,772:6743oo7 ;
no auno de 1872 o numero desses eslmelecimen.
los subio a 4,88o, frequeutados par loO.-'i.'io alam-
nos, sendo a despeza do estado 3,7i3:M3176 ; li-
nabnante em 1873 o aamero das escolas era de
.o,64l, frequentavam-nas 176,020 aluranos e des-
penleu-se com este servico 4,734:189*103.
Calio transatlantieo. Damos cm se-
guida o texto dos telegramraas que, segundo dis-
semos, S. H. o Imperador recebeu em resposta aos
que dirigira aos chefes de varios estalos :
De sua santidade o papaPio IX -R)ma, 23 de
juaho ne 1874. a 0 santo padre dea-me a honrosa
incumbencia de retribuir a Vossa Magestade os
curapriraentos que Ihe dirigio por meio do tele-
grapho dectrico, inangurada entre o Brasil e a
Europa, e de participar qae de coragio lanea a
ben^ao apostolica a V. M., a Imperatnz e a sua
augusta familia-0 cardeal G. Antonelli.
Do marechal presidente da repabliea franceza.
Versailles.lEston muito recoaheudo aos sea-
timentos manifestados por Vossa Magestade. Es-
te via mais rapida de conimunicacad nao pole dei-
xar do cantribuir para estreiiar os lacos de ami-
zade qua existem eatre uossos dous paizes.- 0 rr.a- .
reehal psesidente da republica franceza, Mac-
Mahon.t
De Sua Hagestade a rainha de Inglaterra.
Palaeio de Windsor. Rtcebi a vossa mensagern
era meu regresso da Escocia.
a Soabe com a maior satisfa^So qae se tinha es-
tabelecido a coramunicacao telegraphica entre os
uossos dons paizes, a qual espero cimenlara ainda
mais as relacoes amigaveis que osdigam.
a Fiz a devida coramunicacao &a vossa mensa-
gern a minha farailia aqai e na AHeraanha. V
que esta em Ingiaterra junta os seus ao3 meus
acradeciraentos pelas vossas congratulacods, que
corlialmeute retribue.Rainha Victoria
t Do presidente dos Estados-Unidos.-Washing-
ton, 23 de junho de 1874.-c Congratulo-vos pela
comraunicacao telegraphica que se acaba de esta-
,belecer entre o Bras'l e os E-Udo3-Uaidos. Ve-
nba ella estrejtar nao so is relacoes. como tambem
a amizade entre as duas nacdes. -U. S. Grant.*
JDe S. M. o imperador da AHeraanha23 de ju-
nho de 1874. eAgradeco a Vossa Hagestade e tele-
gramma de hoje, qne annuneia rauHgraciosarneLte
achar-se realisada a rapida comraunica^ o telegra-
phica en-tre a Europa e o Brasil, effeito do pro-
gressoa civilisaeld de nossos dias offerecejaje
paizes mais longinquos.Guilherme, imperador-reI.>
a De eiia magestade o rei da Italia.-27 de ju-
nho de 1874,- c Agradego a Vossa Hagestade esta
prova do seu gentil eumprimento por meio do te-
legrapho eleclnco ; e nesta fausta occasiio isso-
cio-me plenamente ao3 votos de Vo3a Magestade
pelo progresso da civilisacao, a me congratulo de-
veras com Vossa Hagestade, rogandolhe que aceite
a expressio de miaha sincera e constante amizade.
Victor Man ei.
o De saa magestade o rei do3 Bel gas.- 26 de
junho de 1874.-i Agradeeo i Vossa Magestade
-



f

A,
I


I
>

Dixtfc feJfeimunmafr Terca feira 7 de Juliie- de 1S74
anemia qua me dadi eu^aci:aini, d i lou;-
gray" ft 'lolUini a;>rove.w pvareirjb.iu--la.! oi
sea* aaigaveis sentiea-intos.-LfwpoMo
t Hi S. A. o vice rei d* EgypAg | ilexaalria) -
Fijfl^i mu to pnh6rado cot. o despacho qua
Vessa Mageslade diguou-wdirigir-nm pir auuuu-
eiar-rne a aberta.a da liaha telegraphic* entre o
Brasil e a Europa, qua perraitte a correspondent
dimta entre o Egypto a u Brasi1. Estou poavea-
oido de qua esu'linha telejraphica sera rauito
rjtil ao desenvolviraento da civilisa;ao e das rela-
pses entre os differences paizes ; a miiito me at>-
gra oor poder servir-me desta nova liaha para di
rigir a Vossa Mage3tade miohas respeilosas ho-
nwnafens. -Ismnil.t
a Desua atteza o duma de Coburgo. -Han-
neberfc 26 de junho de 1874-tMinhas sinceras fe-
licitates pelo feliz exitoda.cotmiaanicacao tele-
grajiaica entre a Europa e o Ikasil. -Duque de
Cobtigo.*
c De sua mageslade o rei da Suecia. cipo inteiraraente da satisiacao qua experimenta
Vo^aMage-ude por motive do estabeleciment)
da nova linha telegraphica, e agradeco cordialmon
te a cominunica.-lo de Vossa Magestade.Oscur.o
Da aeademia real das sciences.Lisboa, 26
dejiuho de 1871. A acadeinja agradece res
poiiosamente a Vossa Magestade as felicitacdes com
qu..1 a honrou.
Dgn-se Vossa Magestadede ac oilier nossascon-
gratulates e as h omenagens do nosso profuado
reconheeimento.Marques de Aviln e B)loma>
Coraimnliia do tel3(rapUo siibnia-
rlua J>ranilelro. -Os pregos doi telegrammas
esp;didos de Pernambuco regulam so pela se-
gatuie tabella, por cada vinte palavras, inclusive
direcjao e assignatura, em moeda brasileira :
Aden" 825650
Algjri* e Tunisia 53*339
Allf raanha 3"?6 0
Au-traiia, Meridional 1424700,
Victoria 143*:50
Queensland e Tasmania 147$ij'0
* New Sout'i Waies 1434200
Au.-iria e Hungria 574600
Batgiea 564830
Chiaa 1114130
Gochinchina 108*300
Oriou 584730
Dinamarca 574950
Egypto, Alexandria 63**50
t toJas as demais estacoes 70415J
Franca 564430
Gibraltar 554700
Gra.-Bretanha 574930
Grecia 594100
Cephalonia, Ithaca, Zante, Spei-
sia e St. Maura 59470)
. Syra 604250
H.'-paaba 534300
la la, estacoes a O-sste de Ciittagpug 924 loO
t Leste t e Ceylon 944050
Italia 57*600
Ja is (Nagasaki) 130*930
Japi (tolas.as demais estacoes) 1354100
Java, BaU'ia e Weltervrelen 110,5800
c estacoes a OetfeJe Samarang 1114350
Le^te 1124300
Lojidres 574600
Luxcrabiirgo 56*6oO
Madeira (pelo cabo direelo 484450
Malta 58475)
> iroega 53'47-j'o
Pa zw Baixqa 57420")
P^ung 984800
Perse 074100
Portugal (pelo cabadirecto) 5445^0
Rouraania 574930
llus-i* da Europa 594'00
g Caucaso 603630
it Asia, 1" regiao 624350
,< 2' 634550
3' 714630
S. Viacecte 304800
Servia 374930
Singapore 1064400
Sa^cia 584350
Soissa 5i',$s:in
Torquia da Europa 394100
Asia, Portos do Mar 6O461O
a Interior 624130
MelaJe desses precis custara ca la serie de dez
paarras, alem das ?inte primeiraa
Os t-legraramas communicados aos navios, por
in; T.-nedio das estacSes seraaphoricas,pagarao mais
76 > rs. por caJa 20 palavras
U porta do correb, para pintos siluaJos fora da
E'l'ipa. sera de 76) rs.
Iniao IsraelKa lo Brall. En ses-'
3a de 28 de junho elegeu esla sociedada, cuja
se ij e no Bio de Janeiro, sua nova directoria pa-
ra 0 anno social de 187 i a 1873, a qual BcoQ conj-
n sta dos seguintes senhores : F. M. Brandon,
e'jsidaote ; lt)berts S.vnnal. vic-presidente ; S.
iffmioo, thesoureiro; M. II. Levy, |. sccrc'a-
lic ; El Haaan, 2' seeretario ; Artr.ur Aron, Al-
fr lo Hetzger, A(T msnn, thesoareiros.
M-ipreaaa Ti-i!iuiia! de Ju^tica. Na
to de 27 de junho :
0 5r. consellieiu Valdetaro.expoz 03 funiimen-
tos pro e coatra da revista commercial n. 8,332.
ia relarlo de Pemambuco.) Re;orreat:s a
viuva e herdeiros do bacharel Javoncio Alves Ri-
beiro da 5ilva ; re-.orrida, Feliciana Maria Olym-
pic Fejta a expo3if^o, passou os autos ao Sr
ccnseihefro Alhuqaerqae.
Foi julgadi a revista civel n. 8,507.(De acior-
d. )' da ralacao de Pernimbuo) -Racorrente Joao
Minim Pontes, por si e como administralor de
sua mulher ; recorrida, D. Maria Adeliaa do Es-
piriu Sant). SSojaizes relatir 0 Sr. conselhciro
ViUetaro e revisores os Srs. CDnselheiros C)ta
P nt) e 'Joito. Relalada a revista a lidas as sea-
teaoaa taalo da I." como da 2" instancia, foi ne-
gid- unanimeaiinte a revista, por ter sido a cau-
sa bem julgada, c nlo has'er nallidaie alguma
rr.ar.ifesta e nem iojoatiea notoria.
Tribunal da Rolaoiio do Rio dc
Janeiro, Na sessao de26'dejunhj foi julga-
da a revista civel n. 143, de Peraambuco. Becor-
rente, a fazanda provincial ; recorrido, 0 padre
Antonio Jose de Figueiredo Relator, 0 Sr. Almeida,
e revisores os Srs. Baptista Lisboa e Sayao Lo
bilo com toiLs os preseates, e com assisteacia do
Exra. Sr procurator da corOa. Relatado 0 feito,
0 Sr. desernbargador relator disse quo formulava
a questio nos segnintes termos : se os filhos es-
porios reconheeilos por seus pais estao is^ntos do
pagamento do imposto ? A relacao de Pernara-
buci julgou q-je estavam isenDs da taxa da he-
ria^a; mas 0 supremo triuunal consedeu revista,
e aomeou esta relagao como revisora. Dabatida
a causa, foram desprezados u- embargos para
julgar validaa penhora, oelo qua esta obrigado 0
rjcarrido a seguir a execugao ; contra 0 veto do
Sr_, Almeida.
EeoU polytecliuica. -N) dia 23 de ju-
nho*coaferio essa escola, no Bio de Janeiro, 0
grao de bacharel em sciencias mathematicas e
uhysieas aos aluranos Emilio Armande Henrique
Scunoor, Alberto Macedo de Az&mbuja, Luiz So-
bral Pinto Cavalcante de Albaquerqae e Eduardo
A.ljlpho de Lira* Barros.
ItuprcnHa. Com 0 titulo A Igreja no Esta
(11, ?studo politico g religioso, acaba 0 Sr. conse
llieiro Tit.9 Franco de Almeida de publicar am
i aleressante trabalho sobre a mail importaote qaes
t.t 1 da actualldade, a que se refere as relates
da igreja com 0 estado.
Esie trabalho e precedido de uma carta do coa-
sHhefro Visconde de Souza Fran:o e acompanha-
da de mqitos docnmentos e, entre outros, a En-
cyclica Quanta Cura, 0 Syllabus, as duas consti-
tuifDe? dogmaticas votadas pelo concilio do Vati-
cano e am despacao do Cardeal Antoaelli.
Di*ide-s9 a obra em ciuw capilulos, intitiila
d)s: 1.* A religiao e a liberdade ; 2.#Oultra-
n 1 jatauisrao e a liberdade 3.* 0 syllabus ; 4.
Coacilio do Vatic mo, e 5." Systema constituxional
ciacordatario. Nestes capitulos trata 0 antor de
demoastrar as seguintes theses : Que a religiao e
a liberdade &ao irmis, harmonicas e inseparareis ;
que iha iacompatibilidade entre 0 ollramontanismo
e a liberdade, beavcomo entre 0 syllabus e todas
as libardades moderaas ; qoe 0 concilio do Vati-
cano fez complaia innovagao na carta organica da
ilireja de Christo ; e, flaalmente, apresenta 0 sys
tema concordatario como a ultima palavra para
liarmmiar as relacSe da igreja eom 0 eitado.
Goyanna. -Em 4 do correajte escreveu no3
desta cidade:
a- Feiizraente ainda continuamos no gozo de boa
salabridade e de perfeita paz, as quaei nao soffre-
rara neobuma alterayao, depois da ultima que lhe
e-creyi, istoe, depois da missiva da quinzena pas-
sad*.
a Proppsitalmente demorei para fazer-Iha esta
h jje, porque, tendo com.e;ado no dia 30 os traba-
llios do jury, cuja sessao havia sido canvocada
para aqnelle dia, coma lbe communiquei, quiz
transmitiir-lbe a noticii dos jnlijamentos, princi-
palmente por ter de Julgar nessa mesma sessao 0
processo dos indigitadoj-autofes do esfaqneament)
que na madrngada do dia ti 4 Janeiro do eorren-
to anno sifflreu 0 negocianle Jos4 Gipr Dimia-
gues de Souza.
t 0- traballns rfcisa seisioi tar*iaarao zv^jw,
te*io havido os segiriate* rcsultado*.
< Em falta dos Drs. joiz la direito e joiz rauof-
cieal desta comanu qua se acham com liesixja,
presidio as sassoe; 0 Dr. Mjualao- d^s Santos aai
Fjacaca Lins, juiz municipal do termo do liambe,
qua 0 fez com summa satisfa;ao gwaj.
0 Dia 1* do corrente. -Reft (i#aso) Caetani mes do Carmo, pronaniiado no art. 201 do oodigo-
crimiaal, pelas otfensas fjitas na passoa de Iw-
quim Antonio Gmcalves. Teve por defensor 0
aJvogado Lydio Manama de Albuquerque; e pro-
motor Dr. Sabastiao Cintra.Cmdemnado a pena
da 5 annos e 3 mezes, de prisao, grao raadio do
inesrao artigo.
Dia 2.Reo (oreso) Manoel Francisco dos San
los pronunciado mart. 193 do codigo crimiaal,
pelo crime de homicidlo praticado na pessoa de
Manoel Gomes Ferreira. Teve por deffensor 0 ad-
vogado Dr. Julio Vaa Curado, e promotor Dr. Sa-
ba ti.ao Cintra.Coademnado a pena de 14 annos
de prisao, grao meiio do mcsmo artigo.
a Dia 3. Foi esta uma sessao monumentosa,
como segundo consla, j a mais hou-e aqui outra se-
melhante. Entraram em julgamento os reos Istdo-
ro, eicravo do Rvm. Manoel Marques Bitbosa, VI-
riato Euz-'bioda Boa-Morle e lrias Francisca Igna-
cia de Jesus, pronunciados, 0 1 nos arts. J69 e
193 combmaio com 0 34 do codigo criminal, 0 2*
no art. 269 e a 3a ueste mosmo artigo combinado
com 0 35 do mesmo coligo, pelo crime de roubo*
e tentativa de raorte na pessoa dr Jose Gaspar Do
mingnes de Souza. Promotor Dr. Sebastiao Cin-
tra e defensors, 0 1 03 advogados Drs. Joaquira
Tavares de Mello Barreto e Luiz Goncalves da Sil-
va, 0 2' 0 Dr. Julio Vaz Curado, e a 3* 0 Dr. Ma-
noel do Nascira nto Subreira.
a Feito 0 sorleio na bora do eostume (II daraa-
n'.ia) eomecou 0 interrogatorio dos accusados qua
terminau as 6 1|2 boras da tarde : a essa bora
eomecou a leitura do processo, terminando as 9 e
3|4 horas da noi:e. Comegaram entao os debates
as 10 horas da noite e terminaram quasi as 3 da
inanba.
a Feitos 03 quesitos e entrando o conselho para

aon >', sol-
Gjradh, escrava, prola,J3ra:
tetra. Boa-Vista; varJehs.
Maria Francisca da AanuociaiP|y(lraia, bran-
,ea, Alag:as, 52 aoaos, casada, Boa-Vista ;-bejnfr
rhagia uterioa.
Luiza, brauca, Peroamtouco, 5 mazes, S. Jose ;
bonvulsoes.
IBal(turMitilo>BatieoCna:u'>'r^lial
jmill a . ACTIVO.
Accionistas................... 4,800:0004000
Leiras deseontad^s............ 1,130:1964553
Letras caucionadas........,.. 7:154*388
Lettras a receber.............. 48:6934522
Valores depositados............ 63:3804690
Despezas de installacao........ 3:3204930
Moveis.....................-.. 6:1634827
Diversas contas............... 743:2744786
Caixa........................ 419:9004261
6,626:4844937
PASSIVO.
Capital........................
Fundo de reserva.............
Contas corcentes por dinbeiro a
Jures......................
Contas correntes simples........
Depositos da directoria.........
> Jillll'' iBSa
Dividendos.............
Doscontos.........
Diversas contas...........
Lucros e perdas...........
.......
6-300:00040i>0
12:6004000
124:4694770
81:3574150
24:0004000
13:4894190
68:9344000
25:1434369
274:8124878
1:4784600
6,626:4844937
2175,
2837,
3782,
4733,
5934,
107.'
corre
a sala secreta as 4 aoras da manhi pouca mais ou
menos, dabi regressou quasi as 7 horas, trazenlo
suas r^spostas aos quesitos, em virtude das quae*,
pravaljcendo 0 veto de Minerva, foram os mesraos
reos absolvidos.
a 0 Dr. promotor pub'.ico immediataraente In-
terpoz appella^ao da decisao do jury, em virtude
la qaal, por ter effeito suspensivo quanto ao reo
Isidoro, licou este preso, tend) sido os demais
postos immadiatamente em liberdade.
t Por nio haverem mais procesaos do3 prepara-
dos o Dr.^Menelao encerrou hoje a respectiva ses-
sao.
t En dias da quinzena passada a no lugar de-
nominado --Toco -p-rtencenta aoengenho Mariiina
desfc termo, foi encontrado 0 cadaver do preto Ma-
noel, conhecido vulgarmeata por Manoel gordo,
que, se suicidara, eaforcando-se. Dizera que elle
soffria de alienacao meutal.
ot Hontem lambem em terras do engenho Novo,
de proprielada do Exm. Sr. barao de Goyanna,
foi encontralo enforcido em um cajueiro, 0 escra-
vo de:te, de name Felippe.
A autoridade policial, logo qua souba desses
dous facias immediatamente delles tomou conaeci-
mento, proceien lo as vist )rias ordenadas pela lei.
Amanha deve ter lu?ar em fren'.e do conven-
to de Nossa Senhora do Carmo, as 4 horas da tar-
da, um esolenJido leilao de prendis dadas pelos
dovotoa daquella Santissima Virgem, aftm de que,
com 0 respective products, se possa fazer com a
possivel solemftidade a testa da mesma Senhora,
que deve ter lugar no dia 16 do corrente. 0
Loteria do Rio de Janeiro. Besu-
mo da lista da 71" loieria (202') em beneRcio das
casas de caridade da provincia do Bio de Janeiro,
extrahi la a 27 de junho :
N. 5626.................... 20.0)04000
.\ 983..................... 10:0004000
X. 886...................... 4:0003000
N. 2926...................... 2:0004000
Xs. 1930 e 32831:0004 a cada um.
Ns. 832, 22:0 3914 e 5539-8004 a cada um.
Ns. 596 668, 1891, 2057, 2106, 2561, 3301,
3467, 3808 e 56732000 a cada um.
Xs. 323, 333, 832, 1143, 1508. 1392, 2032, 2661,
2707, 2918, 320':, 3720, 4011, 4852, 5073, 5088,
3107, 5642, 5693 e 5723 1004 a cada um.
Ns. 147, 139, 349, 439, 394, 620, 649.682, 851,
833, 1034, 1143, 116i, 1266, 1282, 1335, 1396,
1382, 1669, 1714, 1737, 1934, 2037, 2123,
2 137, 2403, 2397, 2720, 2736, 2827. 2836,
3057, 3081. 3117, 3326, 3396, 3438, 3584,
3845, 3972, 4277, 4446, 4526, 4386, 4657,
4997, 5047, 5148, 36ii, 3741, 5748, 5910,
5931, 5956 e 3982404 a cada um.
liOteria.A que se aeba a veuda e a
a beaeficio da m itriz da Boa Vista, a qual
uo dia 11 do corrente mez.
Casa r2e deten^&ffcMoviraento da casa
lo detencao do dia 5 de julho de 1874..
Eiistia^i presoa 328, entraram 8, sahiram 2,
existem 329.
A saber :
Nacionaes 254, mulhar-.s 8, e-traageiros 22.
-iscravos 41, escravas 4. Toul 329.
Ali.nontados a custa dos cofras pnbheos 2b0.
Movimen'.o da enfermaria no di.a 5 de julho de
1874.
Tiveram baixa :
Bernardo Vieira da Silva, rheuaoatismo.
Severino J osc de Barros, idem.
Hospital porlusuez de beueOcen-
ia. Movimcnto da; enfermarias aa seraana de
28 a 4 de julho de 1874 :
Existi..ra 33, entraram 9, sahiram 10, fallece-
ram 2, existe n 32.
Entra de semana 0 Sr. mordomo Antonio Al-
ves Lebre.
Hospital Pedro II.0 movimento
estabelecimento, de 29 de junho ao dia 5 de
foi 0 seguinte :
Existiam 373, entraram 43, sahiram 37,
ceram 12, existem 369, sendo :
llomens 233 e mulheres 136.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermarias nestes dias :
A's 8 1[2, 9, 7 I|2, 7 I|3, 7, pelo Dr. Beltrao ;
as 2, 2 l|2, 2, 2, pelo Dr. Sarmento ; as 10, 9 1(2,
10, 10, pelo Dr. Malaquias ; as 7 1[2, 7 1|3, 9 1|2,
pelo Dr. B. Vianna.
Fallecidos.
Joao Wanderlev ; tuberculos pulmonares.
Vicente Ferreifa do Souza ; lesao organica do co-
racao.
Francisco ; hepatite intersticial-
Joao Alves Ferreira ; cacliexia paludofa.
Anna Francisca ; pneuraorrhagia.
Francisca Maria de Jesus ; tuberculjs pulmonares.
Benta Maria da Conccicio ; diarrhea.
Jose Augu^to Moreira ; variolas.
Bosa Maria da Conceicao ; velhice.
Jose de senna ; syphilis coastitucional. *
Antonio Jo:e dos Nascimento; tetano trauma-
tico.
Zacharias Jose Thanorio ; hepatite super aguda.
Paasageii'o*. -Sahidos para 0 sul no va-
por Bahia :
Dr. Jose Jacintho Borges Diniz, Manoel B. Vas-
concellos Castro, 1* cadele Felippe Augusto de
Frias Villar, bacharel X1I0 Rolrigue3 de Miranda,
Vicente Alves de Aguiar e t criado, Vicente Pon-
tos de Ohveira, Goncalo de Sa Gambda 0 1 uma fi-
lha, Henrique Euzebio de Souza, Jose A. Azeve-
do, Damingos Manoel Martins, Jose Pareira Vian-
na, Petrma Paula Servina Paragnaya, Cesar Nepo-
muceno de Sant'Anna, Emilio Francisco Santiago,
Jose Dias Pereira, Benedieto Francisco do Azeve-
do, Domingo's Fernandas, Agostinho Fructuoso
da Franga sua senhora e dous filhos, Antonio Jose
de Almeida, 1 praca de po'icia e 9 e3cravos a
e ntregar.
Chegados dos portos do sul no paqnete inglez
Chmbovazo :
Emilia E. W. Shorp, Francisco da Costa.
a Sahidos no mesmo vapor para a Europa :
Jose Borges Pachsco e sua senhora, Charles
Hocken, Franciscode C. Maia e 1 filho, John R. Sta-
tham, R. M. Hyde, Ladedislao Augusto do Oliveira
Foneeca, Jose'Mirtins dos Beis, Antonio Oasin,
Florencio Nicolao, Nicolas Caetano, Juan Jose
Doliiagraves.
Cuiit<-i-i<> publico. -Obituario do dia 4
de iulno de 1874 :
Manoel, pardo, Pernambuco, 1 dia, Graca ;
espasmo.
Antonio, branco, Una de Fernando de Noronna,
4 annos, S. Jose; bexigas.
5
Joia, branc 0, Pernambuco, 5 dias, S. Jo6 ; te-
tano.
Samuel, pardo, Pernambuco, 1 anno, Santo An-
tonio.; aepatite.
Miqnelina, preta, Africa, 80 annos, soltoira* a.
Jose velhice.
Antonio Jose do Nascimento, pardo, Pernambu
co, 48.annos, viuvo, Boa-Vista) hospital Pedro II;
tetano.
Zacharias Jose Tenorio, pardo, Pernambuco, 93
annos, Boa-Vista, hospital Pedro II ; hepatite
deste
julho
falle-
S. E. & 0.
Recife, 6 de julho de 1874.
0 guarda livros,
Fvauci3co\Joaquim Pereira Pinto.
?ublicac8Es k num.
V gratldao 6 o unieo thesoaro do
pobre.
Faltaria por eerto a um dever Imperioso e *
que rainha consciencia mo traria em desassocego?
senio levasse ao conhecimento do publico 0 effeito
da sMencia quando habilmente esludada e favo-
recida pela experiencia.
De feito, 0 Sr. Dr. Jose de Miranda Oario, tor-
nou-se digno de meu eterno rec nhecimento pela
pericia1 com que se houve_ no part.) qua fizera a
minha presada esposa. Nao pude evitar a adrai-
rajao que me causou 0 illustre medico no exer-
cicio perigoso de sen officio t
Sint) prater em annunciar aos meus patricio3
que a raedicioa em Pernambuco, tem bons sacer-
dote3 comprehenlendo perfeit unente seu minis-
terio em reiacao aos males, quo de chofre privan-
do-nos da regularidade do drganisrao, inclinam 0
corpo a sepultura.
Desculpe-me, S. S., se otfendo a sua modestia
referindo 0 que testemunhei, e cumprindo agora
como maoda a justicae 0 direito, dar a cada
um c que e seu.
Joao Arsenio Azecedo.
O cabelleireiro Jayme.
Premiado em tres exposicoas e obsequiado por
seus fregoezes com uma tesou'a de ouro ; tendo
afastado se temporanamenta do exercicio de sua
profissao, acha -se de novo trabalhando a rua Do-
que de Caxias n. 28.
0 canceito qua lhe foi sempre urbanamenta dis-
pensado pelo respeitavel pnblico desta capital e
de outras cidades do Imperio, onde tem andado,
0 anima a voltar para su'arte, e solicitar do mes-
mo generoso publico seu valioso concurso.
Timbrando sempre por raerecer de todos quan-
to3 se utilisarem de seus servigos artistico3 a con-
lianca, capricha-a e caprichara sempre para que
seja satisfeita a especta'.iva de todos.
Perfeita execucao em cabelleiras, coques e
qualqu^r postipo de cabellos.
Desenhos, tecidos e mais artefaclos.
Especialidade cm penteados de noivas, etc., etc.
.4gua de Florida de Murray e
I ii% 11 mau.
Ioteiramente differente a generalidada"diss.j3
inlituladas aguas de cheiro eextractos de essen-
cias para 0 toucador; as quaes nao sao mais que
meras essencias aromatisadas; este rico e deli-
cado perfume e um cosmetico excellente, e ao
mesmo tempo possue a necessaria virtude de ser-
vir como um grande remedio externo.
Diluida n'uma pouca d*agua pura, tornase
uma excallenta e agradavel lavagem para a pelle,
removendo toda a.a^perezada pelle, maculas,
erupcoes, empigens, sardas, etc., transmittindo
em seu lugar uma clara. compleicao, rosada e
linda, macia e formo3* Applicada a tasta ou'fon
tea, deipa dores de cabeca, previne desraaio3 e
vertigens, dando uma nova vitalidade refrigera-
dora ao espirito ; empregada como uma lavagem
para os denies e 0 rosto (quando d.luida em agua)
c de uma aroraatica fresquidao sem igual, assim
como serve de suavisar e miligar a ardencia da
pelle depois que se haja feito a barba.
JUNTA DOS CORRETORES
Praca do Recife, G dc julho
de 18* 1.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTAgOES OFFICIAES
Algodao do Mossoro la sorte 8^000 por 13
kilos.
Algodao da Parahvba 1" sorte 84OOO por 15
kilos posto a bordo a frete de 3|4 e 5
OiO.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 25 1[4 d. por
14000, do banco, sabbado.
Cambio sobre Paris a 90 d|v. 380 rs.. 0 franco,
do banco, sabbado.
B. de Vasconceilos
Presidente.
A P. de Lemos,
Seeretario.
da
qui
ififia* coml484 BJoejfl
CO
'%
assucar kraoeo e 10
2 ditos- M djjo reliua
a fa P'a, na bar*;
iff, catftgott 1 w. JMrJgoes & Mntbrh
riquinhas oi)i W5: fcrlo? de' assacar relinarto e 1
diu coin 7.tdito3-de-diio*#fnco : par^aBahia da
Traicao, J. A. Costa-Siqueir* 1 sacco com 4$ ottos
de dit* 1 dito com 70 ditos de dito m scavado.
4LHBACAO ti\ PACTA DO* PBBgOS DOS QEMItaOt
SUfBITOS A DIREITO^ DB BXPOTAi;AO, KA SEVAN*
OR 6 A 11 DE JLI.B I OK 1974.
Algolaoem rama ou la 483 rs. 0 kilo.
Asiucar mascavado 100 r. 0 krh>.
Couros -de bojaeccoisaigadon 538 r3. 0 kilo.
Carvio depudxa estrangeiro.tonetada motrica
CaroQO -de algodao 20 rs. 0 kilo. L^
Cria*- animal era brulo 300 rs. 0 kilo.
Alflndega de Pernambuco, 4 de jalho de 1874.
0 1 conferente-Raymundo F. Barbosa.
0 conferente Manoel Antonio Rodrigues
Pinheiro.
Approvo. Alfandega de Peraambuco, 4 de
julho de 1874.
0 inspector
Fabio A. de Caroalho Reis.
ALFANDEGA
Resdimento do dia i a 4 .
Idem do dia 6 ...
203.385^767
30.250;740
233.636/507
CAPATAZIA
rlendimento df> dia 1
deao. do dia 6 .
DA ALFABD9B*
a 4 4:3724472
..it 6894466
5:0614938

VOLOMES SAHIDOS
No dia 1 a 4 .
No dia 6
tameira port* .
ieganda porta .
ferceira porta .
}uarta porta .
Tttpiche Ccnceitao
4,373
66
166
130
1,291
6,027
SERV1C0 MARITIMO
4j>*ren|*e -doscarregadas no trapiche da
alfandeea :
No dia 1 a |.....
m dia 6 ...... .
*o trapicba Conceicao '
RBCB8BDORIA DB RENDA3 INTtRiNAS GE-
RAES DE PERNAMBUC
Vendimento do dia 1 a 4 9:2764"74
iem do dia 6...... 5:2424202
14:5194036
CONSULADO PROVINCIAL
Kaodimeato do dia 1 a 4 39:434*785
l-lea do dia 6 .... 9:631*985
49:066/770
BANCO C0HHERC1H
DE
PIIMii!IBU0,
0 banco paga 0 terceiro di-idendo, na
raziio de 7 por /0 ao anno, ou 29100
por acr^ao, relativo ao semestre Gndo em
de junho de 1874.
30
EGUROS
CONTRA 0 FOGO
A companhia Indemnisadora, estabelecidt
aesta pra-;a, toma seguros maritimos sobr*
navios e seus carregamentos e contra fogt
em edificios, mercadorias e mobilias: n
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Banco do Minho.
Joaquim Joge Goncalves Beltrao & Filho sacam
por todos os vapores sobre :
Anaaia.
Aguida.
Aveiro.
Beja
Chaves.
Elvas.
Araarante.
Guimaraes.
Covilha.
Melgago.
Portalegre.
Arcos de val de vez.
Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
fovoa de Lanhosa.
Descarregam hoje 7 de junho de 1874.
Vapor francez Rio Gr inde mercadorias 0
bagagens para alfandega e trapiche Con-
ceicao.
Sumaca hespanholaVenturita-viaho para de-
posito no trapiche Barbosa.
Barca ingleza Wenifrid .materiaes para a
ponte da Bca-Vista, ja despachados, para
0 caes do Apollo.
DE^PACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 4 DB
JULHO DE 1874.
Para os portos do exterior.
No vapor inglez Galileo, para Liverpool, car-
regoa : E. J. da Motta 367 saccas com 27,211
kilos de algodao ; T. Christiansen 2,000 saccos
eom 150,0 )0 ditos de assucar mascavado ; M. La-
than & C. 1,270 saccas com 96,304 1|2 ditos de
algodao; M M. Monleiro 521 ditas com 41,208
dilos de dito; J. J. G. Beltrao & Filho 235 ditas
eom 17,934 ditos da dito ; E. A. Burle & C. 10S
ditas com 7,693 ditos de dito.
Na barca portuamexa Nova Vencedara, para
0 Porto, carregou : L. J. S. Guimaraes 853 saccos
eom 63,973 kilos de assucar branco e 561 ditoi
com 42,075 ditos de dito mascavadon
Na barca ingleza Vfenefrid, para Montreal,
carregon : H. Forster & C. 7,000 saccos. con*
525|000 kilos de assuctr mascavado.
Na barca national S. Josi, oaia 0 Porto,
carregon : J. G. Pimenta 2 volumes' com 10 kilos
de farinha e 2 barricas com 40 dilos de caH.
Na barca portugueza Venceiora, para Lisboa;
carregon : Oliveira Filhos & C. 100 saccas con
8,756 RNos de algodao.
Na vapor fran;ez Ville.de Bahia, pars.Lie-
boa, carregou : Oliveira Filhos & C. 680 gacea*
00m 33,372 kilos de algodaau.
Na navio inglez Maria, para 0 Canal; carre-
gon: I. Pater 4 C 900 sacco* com ,67,800 kilos
de assicar mascavado.
Para os portos do interior.
Para 0 flio de Janeiro, no vapor national
Bahia, carregou : Amorim & C. 1,000 cocos
ffrncta) ; AM Machado Junior lOOsiceoscom
6,000 'kilos de assucar branco; L.i J. Marques So-
brinho 117 ditos com 8,773 ditos de dito e 172,
lapjitio. ditos com 12,900 ditos de dito mascavado.
Ursula, branc a", Pernambuco, 18 meies, S. Jose; I Para Granja, no vapor national Pirap imm,
variolas. I carregou : 11. F. Poutes 15 barris com 960 btros
e'jMubrn.
Gau-ra.
GiTiHii.
El rW -
Exlremoe
Evofa.
Fftfe.
Fanclial.
Fayal.
Porto.
Regoa.
Tavira.
TorresN Vjiana.
Villa da Ftira.
MMt/.O;
Oliveira ie Aremei?.
Ovar,
PenafW.
Pinhel.
Ponto do Lima.
Povoa de Lanboso.
Port'Alegre.
Portimao.
Povoa de Varzim.
Silves.
Tuomar
Valenga.
Villa do Coode.
Villa Real.
Evora. > Monsao.
Fafe. Ovar.
Faro. Porto.
Guarda. Tavira.
Leiria. Regoa.
Lisboa. Vizeo.
Bar cellos. Figueira.
Coimbra. Lamego.
Mirandella. Estarreja
Penafiel Valenca.
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Villa-Nova de Portimao. Villa-iVftva de Faoialicao.
Villa do Conde.
Nas Hhas.
Madeira, S. Miguel, Faiaf'e Terceira.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos mariiimos em mercadorias,
iretes, dinheiro a risco e linalmente de qual
iner natureza, em vapores, navios vk ela oc
'oarcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
COMPANHIA~ALLIAMCA
seguros maritimos e terreb-
tres estabeleeida na Babis
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:00035000.
Toma seguro de mercadorias e dinbeiro
co maritimo em navio de vela e vapores
para dentro e f6ra do imperio, assim come
;ontra fogo sabre predios, generos e fs
^ondas.
Agente : Joaqnim Jose" Gnr;a!Tes BeltrJo
rua do Commercio n. 5; 1* andar.
Seguro ,q#nira-fogo
CBE LIYERPOCrli^jk, LONDON & GLOI
INSURANCE COMPANY
* Agentes
SAUNDERS BROTHERS A C.
11Corpo Santo11 .
BU COMMERCIAL DE BRAGA
Jorge Tassp;
N'. 39. Rua do" Amorim X. 3J
Saaa por todos os vapores qualquer quantia a
prazo ou a viSu sebre esse Banco, ou suas res-
peetivas ageacias nas segnintfls cidades, villas de
Portugal e ilhas adjacenteJfl'Hespann).
* A saber: v / 11% I fl
VMIa Real d S. Antonio. Villa Pouca d'Aguiar.
Viubaes. Vizeu
Vilk Nova da Cerveira.
Vespanba.
Madrid. Barcelona.
Vego. Cadiz.
NORTHERN.
Capital..... 20,000:000500!.
'undo de reserva. 8,000:0OO2M)Of
Agontes,
Hills' Latham & C.
RUA DA CRCZ N. 38.
Aiigusl) F. dOliveira &C.
A casa commorcial e bancaria de Augusto
j d'Oliveira & C, d rua do Co nmercio ns
12, encarrega-se de execucao de ordens
para embarque de prodoctos e de todos o-
mais negocios de commissao, quercommer-
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinbeiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e a
jazo, & vontade do tomador, sobre as se-
guintes pragas estrangeiras e nacionaes :
liondres. Sobre o union bank or
LONDON, 0 LONDON AND HANSEAT1C BANK,
limited, e varias casas de 1.' classe.
Paris. Sobre os banqueiros fould
& C, MARCUARD ANDRE & C. e A. BLkCQL'E,
VIGNAL & C.
Hauiburgo. Sobre os Srs. joAo
SCHU BACK & F1LH S.
Lisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, 6 SEBASTIAO JOSE DE
\BREU.
Porto. Sobre o banco uniAo do portc
o Sr. joaquim pinto da fonseca.
Para. Sobre o banco comaiercia-
do para, e os Srs. FRANCISCO gaudencio da
COSTA & FILHOS.
HaranhSo. Sobre o Sr. jose fer
reira da silva junior.
IBuliia. Sobro os Srs. MAiRINHOS & C.
Il:a do Janeiro. Subre 0 BANCO
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BARQUE BR.VSILIEN.NE FRANCAISE.
!OT| ~
Navio entrado no dia 5.
Itio de Jaaeirn16 dias, galera porlugu<;za For
tuna, de 737 toueladas, capitiio Jose Antonio
de Castro, e i Filho.
Navios sahidos no mesmo.
LiverpoolVapor inglez Inveslig idor, coinman
dante E. Colle, carga assucar e algooiao.
LiverporlA'apor inglez Galileo, co:noianiante
Eills, carga assucar e algodao.
Para Barca portugueza Arabella, capitao M. C.
Pacheco, carga assucar e uutros generos.
Portos do sul -Vapor brasileiro Bahia, coraman
dante Aureliano Isaac, cargi diffurentos ge
neros.
Qbseroacao.
SuspenJeu do lamarao para West Indies o pa-
tacho inglez Little Annie, capitao C. Fournier,
com o mesmo lastro que trouxe de Montevideo.
Navio entrado no dia 6.
Rio de Janeiro e Bahia6 d as, vapor brasileiro
Clumborazo, de 2,ii3. toneladas, emmandante
Darfce, equipagem IK, carga differentes gene-
ros; a Wilson Rowe & C.
Navio snhid) no mesmo dia.
Liverpool e portos intermedios Vapor inglez
Clumborazo, commanlante Darke, carga a
mesma que trouxe dos portos do sul.
faltas inclusive 1 -abbatina ; n 27, ManixI Igilciao
Cer.rueira Leite, i sabbatiaa ; n. 48, Jja(|uini 8oa
ro9 Cuimaraes, 1 jdem idem : n. 49, Manoel Anto-
nio da Fonseca Co'ta, 4 idem idem; n. 31, Francis-
co de Siqueira Cavalcinte, 20 falias iueluHTe 3
sabbatinas na 1' cadeira.e liinclauve 1 sabbalina
na 4", e continiia a fa liar em ambas as cadeiras ;
n. 33, Rodolpho Epiphnio de Souza Dantaa, 2
faltas na 1* cadeira ; n. 31, Joaquim Frandfcco
Tcixeira, 19 inclusive 3 sa' baiiuis in I' cadeira, e
11 inclu ive 1 sabbatina na 4', e, continiia a fal-
tar n. 35, I >-e Gomes Coimbra, 4 na I' cadeira ;
n. 30, Joaquira Franoiseo de Panla E*teves Qe-
menle, 2 inclusive I sabbatina idem ; n. 38, Gas-
par de Menezes Vasconot-llos de Druinmond, 3
faltas idem ; e n 39, Jo.-ii karlins Baslos, 3 ssb-
balinas idem.
Secretaria da (aculiiado de direito do Re-
cife, 4 dc julho de 18Ti.',
0 seeretario
Jos6 Honorio B. de Menezes.
Seccao 5"Secretaria da presidencia de Per-
nambuco, em '* de julho de 1874.
EDITAL
Por esta secretaria se convida a qn -m qniwr
contralar a c nsiruecio de uma pon'e de madeira
que ligue o bairro de S. Jose ao da Boa-Vista^par-
tmdo do ponto correspondente a rua da Ponte- Ve-
Iba, buscando as immediacSes do gazometro, se-
gundo a planta organisada pela reparticao das
obras publicas, percebendo pela eonstrnccao um
pedagio pelo tempo qne se convencionar, a apre-
sentar as suas propostas ate o dia 30 do corrente,
nestaScCittaria, com endereco a presidencia
As propostas devem vir lacradas, e serio entre-
gues ao porteiro, que declarara no Invola^ro, em
presenga da parte, o dia em que as leceber.
0 seeretario,
J. Diniz Ribeiro da Cunba.
Seccao 5" Secretaria da presidencia de Per-
nambuco, cm 4 de julho de 1874.
EDITAL
Por esta seeretaria se convida a quern quizer
contratar a construccao de uma ponte de madeira
que ligue a povoacao do Monteiro ao lugar deao-
minado Barbalbo, segundo a planta orgaoisadi
pela raparticao das obras publicas, pereebeudo por
essa conslrucfao um pedagio pelo tempo qne se
convencionar, a apreseoUr as suas propostas ate
o dia 30 do corrente, nes reco a presidencia.
As propostas devem vir lacradas, e serio entre-
gues ao porteiro, que declarant no involucre, em
presenca da parte, o dia em que as receber.
0 seeretario,
J. Diniz itibeiro da Cuoha.
EDIl'AL N. 2.
Pela inspectoria da al andega se intima ao dono
de 2 barris de 5, apprehendidos em 12 tfe jonbo
proximo passado, que por decisao de hoje foi jul-
gada proc-jdente a app ehensao dos referidos bar-
ris. Alfandega de Pernambuco, 6 de ju;ho de 1874
0 inspede1-,
________ Fabio A. de Carvalho Reis.______
EDIT\L N. 3.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico que
as II horas da manhi do :ia 10 do corrente, se
ha de arrematar, livros dc direito, 2 barris de 5^,
m.-dind) liquido legal 193 litres de vinho, no va-
lor de63j23i, apprehenlidos no aucoradouro no
dia 12 do mpz proximo passado.
Alfand- ga de Pernambuco, 6 de julho de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho R'is.
EDITAL N. 4
Pela inspectoria da alfandega se faz publico qui
as II horas Ja manha do dia 10 do corrente a
porta de-ta.re!>articio se ha de arrematar, livre
de direito?, u:n bole, vino, do valor d? 28$.e ana
anc-jreta de vinho, medindo 30 litros, no *alor da
10*, apprehendidos no ancoradouro no dia 28 do
mez proximo findo
Alfaud'.-ga ac P.mambuco, 6 de julho de 1374
0 i spector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
r- i-S5T
FOITAtt,
0 desembargador Francisco de Assis Oliveira Ma-
ciel, official da lmoerial ordem da Rosa, ejnu
de direito pri.ativ'o de orphaos da cidade do Re-
cife de Pernambuco, e seu termo, por Sua Ma-
gestade o Imperador, a quem Deus guarde, etc.
Faco saber aos quo o presente edital virem, que,
por este juizo sera arrematada por venda, por
quem mais der e em uma so praga, a decima par-'
te do sitio na campina 'a Casa Forte, freguezia do
Po;o da Pauella, pertencente aos bens deixados
pelo fallecido Vicente Ferreira do Rego, servindo
de base para a ^rreinatacao a quantia de 1:600$,
por quanto foi ella avaliada, e reude mensalmente
4^>66 : e foi Jala na respectiva partilha a Fran-
cisco da Silva Boa-Vista, inventariante do3 bens
daquelle fallecido, para pagamento das dividas pas-
sivas.
E para qne chegue ao conhecimento de todos,
uiandei passar o presente, que sera aCQxado no lu-
gar do costume e publicado pela iraprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, ao I8 de julho de 187i.
Eu, Manoel do Nascimento Pontes,- escrivio, o
subscrevi.
Francisco de Assis Oliveira Maciel.
221^000
310*000
403*000
280*000
630*000
30i*000
99*00J
120*000
Jkjhida.
Aaarante.
AbMla.
Arcos.
Areo de Baulheim.
*etra.
Barca.
BareeHos.
Beja,
Braganca.
Cabeceiras de-lMto.
Caminha.
Qhaves.
FamalicSo.
FafoJ
Fignehrl
CouveH.;
Guartt.'
Gnfraartes.
Lagos.
LsSwgO.'
Lisboa.
Louie.
Mealfcatla.
SSb.


0 desembargador Francisco de Assis Oli-
veira Maciel, official da imperial ordem Sobrado de 2 andares n. 14
Rosa, cavalheiro da de Christo, e juiz
privativo de orphaos e ausentes 4a cida-
de do Recife e seu termo, por S. M o
Imperador, a quem Deos guarde, etc.
Fago saber aos que este virem, que o bacharel
Francisco Ferreira Martins Ribeiro. inventariante
e testimenteiro dos bens que ficaram por failed-
mento de seu irmao Leopoldo Ferreira Martins
Ribeiro, requereu-me para vender em basia pu-
blica a escrava Izidra, par Ja-, crioula, de 26 anno3
de iJade, com algnmas habilita^oes, e que perten-
cendo ao espolio inventariado, foi avaliada em
1:000*.
E, pois que, annuindo a semelhante pretenjao
pelo presente Qrmado no qne dipSe o decreto
IS49, convido a todos quanto quizer em langar so-
b/e a mencioqada escrava, a apresenlarem suas
jropostasera cartes fechada* eompeteniemeule es-
tampilhadas, nas salas das audieneias das respec-
tivas autoridades da primeira instancia, no prazo
de 30 dias, a contar de hoje.
Os pretendentes, querendo, poderao ver e exa-
minar a referida escrava, na casa da residencia do
preeitado inventariante, a rua da Imperatriz n. 86
E para constar, mandei passar o presente, qne
sera aQixado nos lugares do costume e publicado
pela imprensa.
Dado e passado sob meu signal e sello, ex-valha
sem sello ex causa, nesta cidade do Recife dePer-
nambuco, aos 11 de junbo de 1874.Eu, Floria'no
Correia de Brito, escmao, o fiz eecrever e subs
crevo.
Francisco de Assis Oliveira M,
_-----------------------------------------------------------j------------------------------
FacuIdad i de direito.
De ordem do Exm. Sr. conselbeiro director in-
terinose faz publico a lists das faltas nio abona-
das, dos alumnos desta, facnldade, com relacao ao
Eroximo findo mez de'maio, conforms foi julgado
m sessao da congregacao de 27 de juaho ultimo.
Quarto anno.
N. 2, Manoel Pinto Damaso, 1 falta na t* cadei-
ra; n 3, Albino Gen?alves Meira de Vasconceilos,
1 sabbatina idem; n. 4, Acendino Vicente de Ma
Salhaes, 1 idem ; a. 5, Jose Banueira de Mello, 3
alias idem ; n. 10, Manoel Raymundo de Araujo
Pinheiro, 4 inclusive 1 sabbatina idem; n. 11, Joao
Manoel Wanderley Lins, 3 faltas idem; n 12, Joao
Baptista de Castro Rebelfo Junior, 2 sabbatinas
"im; n 16, Adriano Francisco Ferreira Neves
or, 1 faiti idea-; n. 20, Manoel Josou Ferrei-
ra, 3 inclusive 1 sabbatina idem ; n. 22. Isaias
Giedae de Mello, 3 inclusive 1 sabbatina idem ; n
23, L"ix Frederiqp Codeceira, 1 sabbatina idem ;
n 24, Carles Frederieo da Costa Ferreira, 1 'iem
idem ; n. 23, Francisco Jose Gomes Brandao, 2
SAHTA CASA DA M1SE1UC0RD1A DO
RECIFE. \
A Hltna. junta administrativa da Santa Casa da
iisericordia do Recife, manda fazer publico qua
2?. sala de suas sess3es, no dia *2 de julho, pe-
las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
i tr?s annos, ns rendas dos predios em seguida
leelarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Rua do Padre Fioriano
Casa terre% n. 43......201*000
' Rua de Santa Rita.
Idem n. 32........230*600
Rua das Canada?.
Idem n. 34........201*000
Cinco Pontas.
Idem n. 114........362*OOo
Rua de Santa Thereza.
Idem n. 7.........
Rua larga do Rosario.
2 aniar do sobrado n. 24 A*
Idem do sobr.do n. 24.....
3* andar do mesmo.......
Rua do Cabuga.
Loja n. 1 ......
Rua do Amorim.
L* andar do sobrado n. 26. .
Rua de Antonio Henrique.
Casa terrea n. 26......
Largo da Campina.
Idem nil........
PATIUMONIO DOS ORPHAOS.
Rua Duque de Caxias.
Loja n. 77........70O*COO
Rua Primeira de Marco.
Sobrado de 3 andares n. 11 2:000*000
Caes da Alfandega.
Sobrado meia agua n. 1 .... 2:100iOCO
II:..i J : Marquez de Olinda.
Sobrado n. 33.......1:000*000
Rua da Madre de Deus.
Casa terrea n. 20......7COJC00
Becco das Boias.
. 601*00)
Idem n. 39........421*000
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 40.......202*OCO
(Rua do Amorim.
Sobr-do de 2 andares n. 23 602-j>' 00
Casa terrea n. 34 ..... 122*0 >0
Travsssa da Madre de Deus.
Sobrado de 1 andar n. 19 6o0*00j
Casa terrea n. 17......601*001-
Rua do Burgos.
Idem n.I9........153*000
Idem n. 21 ........133*000
Rua do Vigario.
2* andar do sobrado n. 27 243*00 >
1 andar do mesmo..... 300*OOa
Loja do mesmo.......375*O0v
Sobrado de 2 andares n. 23 ... i:3u0*00O
Rua do Encanamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 1:400*000
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......701*00"
Idem n. 23........209*000
Rua da Guia.
Idem n. 23.......
dem n. 29 ...... .
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 andares n. 12 .
Rua de S. Jorge
Casa te-rea n. 100......241*001
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
irrematacao as suas flancas, ou compareceren;
icorapanhados dos respectivos fladores, devendc
oagar alem da renda, o premio da quantia em
rue for seguro o predio que conliver estabeleci-
nento commercial, assim como o servijo da lis-
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do R *-
life, 26 de iunho o de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza,______
209*00C
201*00)
800*000
HOSPITAL MILITAR
0 coaselho econoanco do hospital' mUitar con-
trala para o trimestre de julbo a 30 de setembro,
os generos alimenlioios, abaip declarados, para
dlatas e ragoes dos empregados, com quem me-
Ihores vantagens offerecer, em vista dos precos
que a cada u;u dos generos vainotado ;
Allriar 1* o kilogrammo.
AraruU, 1*100 idem.
Arroi, 220x3. idem.
Assucar reflnado, 320 rs. idem.
Batatas, 280 rs. idem.
Bolacuas, 440 rs. idem.
Bolachinha de araruta, 580 rs. idem.
Biscoutor, 560 rs. idem,
i Carne verde, 480 rs. idem.
Caxae de porco, 900 rs. idem.
L
-

;
i

S,


f
l I lUIMlpi i.JIMRI. .1 ff
/
Diam do Pemunbuod Tenja fcira 7 4e Jnlho'de 1814.
Came seen, 360 rs. idem.
Cha hysson, 64 idem.
Cafe em carooe, 850 ra. idem.
Cafe moido, 14200 idea.
Doce do goiabs, 14 idem.
Manleica nglexs 3*900 idem.
Mamulada, 14150 idem.
tfacarrao, 800 n idem.
Pies. 300 rs. idem.
Tapioca, 500 ra. idem,
TouciDbo de Lisboa, 900 rs. idem.
Fariaba de raaodieca, 150 re. o itro.
Feijao mulatinho, 210 ra. idem.
Vinagre de Lisboa, 360 r. idem.
Vinho do Porto eagarrafado, 2*900 idem.
Leite, 600 ra. idea).
Gallinos, nma 14100.
Sal g rosao, 10 r#. o litro.
As pess as qae quizerem faz r dito fornecinwrs-
to, para (odosoa algam dos ditos geaeros, deverae
apre*eatar suas propostas era cards fee ha da, na
se-,reuria do mesaao Oospiul, no dia 9 do corrente,
as id aura'* da manna, com declara^ao de suas
moradas, e deserero os generos de I' qnalidade.
Hospital tnilrtar de Pernambuco, '4 de
jolbo de 1874.
0 escrivao,
A De ordem do 111 in. Sr. inspector da theson
raria de fazenda desta provincia se faz publicc
Sara conbeciniento de qaem interessar quo ne
ia 29 de julho proximo futuw, pelas 2 horas da
tarde, sera pou em hasta pub ica peraate a jun-
ta da mct*ma thesouraria, para ser arrematada por
quern mais Jaaco offerecer a casa terrea sita a
raa do Paeo Castelhana, na cidade de Olinda, pro-
pno nacioaai v bem aseun o terreno qae Ibe fica
adjaeeale, o fue tudo foi avaliado por dous contos
de reis.
Secretaria da thesouraria de fazeoda de Per-.
aambueo 20 de jonho de 1874.
0 1.' escripturario, servindo de secretarij,
Carlos Joao de Souza Correia.
0,022, 100 ditos de ferro dito do>0,0!9, 100 ditos
de ferro dftode 0,016, 100 ditos de ferro dito de
0,015, 100 ditos de ferro dito-de 13, 116 teacpesJ
de ferro dito de 2,3 de coajpriraento, 0,76 da
largo e 0,008 de growsuro, 24*barraa de ferro die*
de 0.050 de largo e 0,006 de-grossura, 40 dnziasf
de lapis, 20 milheiroa de pregos eaibraes, 50 pn4
tos travessos, de f4ha, 40 taboas de pinho de riftf
de 8,5 de comprimento, '0,M9 de largo e 0,050 del
grossura. 130 kilos de preg< s de cobre para forro,'
250 parafusos de metal ou ferro galvanisado de
0,087 da coropriment) wO.Oli de grossura, 10 dm-
zias de tabeae de pinho da Suecia de 0,018 de
Srossura, rS duzias de taboas de pinho da Sueeia
e 0,025 de grossura, It dozias de taboas de 0,037 de grossura, 8 dueias de laboas ditas de
0,073 de grossura, 2 duzias de taboas de cost.di-
nho de pao carga de 5 a<6 metros de comprimen-
to. de 0,40 a 0,45 de largara, 40 remos de faia de
6,12 de comprimento, 106 remos ditos de 5,78 de
comprimento, 60 remos ditos de 5,44 de compri-
mento, 60 remos ditos de 5,10 de comprimento,
50 remos ditos de 4/76 de eomrrimento, 60 kHos
de secante feses de ouro, '400 kilos de tinta pi eta
prep;>rada, 20 garrafas de tinta de eserever, pre-
ta, 50 toneladas de car. an de ferreiro.
Tambem o cooselho, no mencionado dia, eoo-
trata, em vista igualmente de propostas, o forae-
cimealo de earvao cole, por tempo de tres mesds,
para o arsenal de marioba.
^Sala das sessOes do conselbo de compr s
de mariuh* de Permmbuco, 6 de julbo
de 1874.
0 secretario
__________Alexandre Rodrigues dos Anjos.
COMPA^flkWIA BUMSILEIstA
NAVEGACjToAVAPOR
aorte
Coaamsmdsato Alcofbrado.
V eaperado dos portos do sol
mdlaslve o da Victoria, ate o
dia 9 do corrente e seguira para
s do norte depois da deaWa
do costume.
W,'jftgi
Com
ante Carlo* Gomr-n
Companhia Fidelidade
eajauroa Baaritlanos e terrestres
A ageaeta desta companhia toma seguros raa-
ritimos e tmestres, a premies tazoaveis, dando bos
ultimos o solo Hvre, e o setirao anno gratuKo ac
segurado.
Pelioiano Jose Gomes
Ageote.
______ 51 Rn do Apollo 31
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o fo&o
A companhia pernarabucana, dL-pundo de ex
cellentes e vastos armazens em scu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a uaior con-
aervaeao das mercidorias depositadas, service
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordn, ex-
eioeivamente os generos de uma so pessda.
Eates armazens, alem de arejados e coramodos.
eio inteiramente novos e aspbaltados, isentos dt
eupim. ratos, etc., etc.
Aj pessoas gue quizerem utilisar-se destes ar-
mazeps, pederao dirigir-se ao esL-ritorio da com-
panhia pemambucana, que acbarao com querr
tratar.
Santa Casa de Misorlcordia
!o Recife.
Pela seerotaria da Santa Casa se faz publico que
no dia 13 do corrente, pelas 9 horas da manna, no
salaj da casa do* expostos, o Illin. Sr. thrsoureiro
fara pagamento as amas que trouxerem as crian-
eas que Ihes foram conliadas, das.mensalidades
relativas ao trimestre vencido em 30 de ianho ill-
Uoo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 2 de julno de 1874.
0 escrivao,
_________________Pedro Rodrtgues de Souza.
Associagao Comu ercial
Agricola de Pernambuco.
Con for me prescreve o art. 13 dos nossos esta-
tutos, convido aos senhores associados a reunirem-
99 em assemblea geral no dia 9 do andante pelas
9 horas da manna, afim de aprciarem o relatorio
di direc/oria, e proceder 9e a eleicao da mesraa e
da commissao de exame tie cntas.
Secretaria da Assoeiaclo Commercial Agricola
de I'eraarabuco, 6 dejulhode 1874.
Joao Pereira Rego,
_______________________2.* secretario._______
Pelo tbesouro provincial de Pernambuco, se
faz publicj para qne'm melhor possa interessar
que foram transferidas para o dia 16 do corrente
mez, as arremata^oes seguintes :
Reparos urgentes do e pedramento na estrada
d& Victoria, e lerragens da aotiga illuminacao da
cidade de niinda.
Secretaria do thesouro, provincial de Pernam-
buco, 6 de jolho de 1871.
f 0 secretario,
Miguel Alfonso Ferrcira.
Correio.
Relatjao das cartas que deixaram de seguir
para Portugal por falta de franquia.
Antunes Junior 4 Senna, Americo Nunes Cor-,
reia, Arsenio Pinto Leitb, Antonio Jose da Camara
(2), E9tevao Jose Brochado, Francisco Fernandes:
da Crnz, Jose Maria Passos, Jo 6 Maria d'Assurap-'
cao, Maria Ferrcira, Maria ftosa da ISaiividade
iGomes Leite, Manoel Ferreira de Moraes, Manoel
J'ernande9 Monteiro., Manoel Madureira.
Correio de Pernambuco, 6 de julno de 1874.
0 2* oflioial, encarregado da expedieao,
Agnello Pernambujo.
ADMUUSTRA AO DOS CORRJEIOS DB PER-
NAMBUCO. 7 DE JULHO DE 1874.
Malas a cxpedir-ae
Ma vapor nacional Pirapama, esta administra-
cao expede ma las para os portps do norte ate a
Granja, hoje 7.
Recehem-se jornaes, impresses de qualquer na-
tureza, e cartas a registrar, ate 2 Iwras de tarde,
cartas ordinarias ate 3 horas, e estas ate 3 1|2,
pagaado porte duplo.
0 administrador,
Affonso do Rego Barros.
E' esperade dos portas
do norte ate o dia 13 do
corrente e segoira para
ot do sal depois da de-
--------------- mora do costume.
Para carga. cornmendas, valores e passageas,
trata-se no esorjptorio.
7-WJAOOVIGARIO-7
____________Pereira Vianna & C
Maranhao.
Para o referido pbrto pretonde seguir com pot-
ca demora o hiate Olinda, por ter a maior parte
da carga prompta : trata-se com os consicnata-
rios Joaquim Jose G. ncalves Beltrao & Filho, a
rua do Commercio n. 5.
fell horas
Por hrterrenjio do agente Prrrto
Em aett-wcriptorlo, rua do Bom lesas n. 43.
LEHAO
DE
dividas na importancia de 816*710 e 8 ea-
ses de taipa cobertas de telha, sitas no
lugar Beberibe de Baixo, A rua de Santo
Antonio, bens pertencentes A massa fil-
lida de Joaquim Vieira Coelbo da Silva
QUARTA-FEIRA 8 DO CORRENTE
A's 11 horas da man ha
0 agente Pinlo, cumprindo o mandato do Illm.
Sr. Dr. juiz de direito especial do commercio, le-
levaraa leil5o, as dividas na importancia de.....
816,710 rs., e duas casas de taipa no lugar liebe
ribe de Baixo, a raa de Santo Antonio, bens per-
tencentes a massa fallida de Joaquim Vieira Coe-
lbo da Silva.
Os pretendentes poderao desde ja examinar as
referidas dividas pelo mandado existente no es-
criptorio do referido agente a rua do Bom Jesus
n. 43, onde se effeetaara o leilao.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
VSC^j* TE
Quarta-feira 8 de julho.
liliiiias recilas
do drama-sacro em 6 actos e 8 quadros :
Os Sele Passos.
Principiara as 8 J[2 boras
Aviso.
0 emprezario previne ao pnbli;o que a compa-
nhia dramatica sob sua direccao, trabalbara aqui
somente ate o fim do corrente' mez.
Lisboa e Porto
Segue viagem com a possivel brevidade a fearca
portugueza Notm Vencedora, recebe carga e pas-
sageiros : a tratar com Tito Livio Soares, rua do
Torres n. 20. ____________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
liavegacio costeira a vapor.
VACEld EM DHtMTURA, PENEDO E AEACAJC'.
0 vapor Jaguar ibe, com m an-
dante Julio, seguira para
os portos aeimano dia 15 do
corrente as 5 boras da tarde.
Recebe carga ale o dia 14,
encommendas, passageiros e
diaheiro a frete aW as 2 horas do dia da sahi-
4a : esc rip to no no Porte do Mattos n. 12.
LEILAO
artigos
da rua
Para
Segue nestes poucos dias o patacho portuguez
Michaeknse ; para o resto da carga que lhe falta,
trata-se com Antonio Ferreira de Alme'da, a rua
da Mad re de Deos n. 36
Segue nestes dios para o Aracaty, por ter
parte de sen carregamento prompto, o bem eo-
nhecido hiate Deus te Guarde ; quem nelle quizer
carregar oa ir de passagem, dirija-se ao escripto-
rio de Bartholomeu Lourenco, rua da Madre de
Dens n. 2, que achara com quem tratar.
C01IPANUIA
MESSAGERIES MARITIMES.
I.inha mensal
Rio Grande
CIRCO EQUESTRE
Bahia, Rio de Janeiro e
Espera-se da Eu-
ropa ate o dia 8 do
corrente, s e g u i n do
depois da demora do
costume para Bue-
nos- Ayres, tocando na
Monte video.
DE
algumas fazendas, miudezas e mais
existenles no 1 andar do sobrado
do Marquez de Olinda n. 37
Quarta-feira 6 de julho
is 10 1|2 horas da manhS
0 agente Dias vendera, por conta e risco de
quem pertencer, bo dia e hora acima designados,
algumas fazendas, miudezas, moveis e mais arti-
gos alii existentes
A aaber:
Seis pecas de casemira preta, saias bordadas.
eamisinhas, golas emanguitos, tranoas de seda,
eom vidrilhos, fitas de velludo e de setim, chape-
linas para senboras, 120 duzias de gravatas, com
toque de avaria, tapetes e capachos de diversos
tamanhos, 2 almofadas bordadas, 3 espelhos, mol-
durasdoaradas. sendo um oval, 1 mobilla de ma-
deira preta, 1 macbina para costura, 1 par de
jarros para flores, 2 commodas de am rello 12
cadeiras allemas, 2 diUs de balanco, allemas, 2
ditas de dobiao, 2 lavatorios de amarello, 40 di-
tos de ferro, com espelbo e suas pertencas, 2 con-
solos de amarello, bercos de faia, 1 cama de faia
para creanca, meio apparelbo de porcelana, para
cha, 1 dito de louca para jantar, garrafas e cali-
cos para vinho, copos para agua, quadros com
paisagens, e muitos outros artigos que estarao pa-
tentes no dia do leilao.
LEILAO
DE
10 cavallos gordos e novos
QUARTA-FEIRA 8 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS DA MANHA
no armazem do sal, a rua da Concei?ao,
Boa-Visla.
0 agente Pinho Rorges, autorisado, vendera em
leilao os referidos animaes, por conta e risco de
quem pertencer.
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS
i
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia
10 do corrente se-
guindo depois da de-
mora do costume pa-
ra Bordeaux, tocan-
do em Dakar (Goree) e Lisboa.
Para fretes, encommenda3 e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harismendy A Labille.
9 Rua do Commercio 9
PARA'
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
Commissao de exposicao.
De ordem do Exm. Sr. piesidetta da commissao
incumbida da acquisicio de productos e especi-
mens da industria nacional para a exposicao uni-
versal de Philadelphia, tenho a benra de convidar
ao; mais membrcs da mesma commissao, para
uma reuniao que deve ter lugar, pelas 6 horas da
tarde de 8 do corrente, no 1 andar do sobrado n.
83 da rua do Imperador.
Recife, 5 de julbo de 1874.
Felippe de FigueirOa Faria,
___________________Sacrctario.____________
CONSLLAUO PROVINCIAL.
Pelo consulado provincial se faz publico que pa-
ra execucao dos arts. 78 e 79, abaixo declarados,
do rtgulamento de 6 de abril do coi rente anno, fi-
ca marcado o prazo de 60 dias.
Art. 78. Os generos de ontras provincias impor-
tadt'S nesta, por via terrestre, deverao ser acom
panbados para a prova da procedencia de uma
guit. do proprietary e por elle designada, daqual
coni'te declaradameDte o lugar d'onde vem os ge-
neros, quaes sejam estes^ a quantidade dos volu-
mes a marca delles e o nome do conductor.
Art. 79. A guia do artigo anterior devera ser
aprcsettada pelo conductor a primeira collectoria
desti provincia que lbe dear na direccao ou proxi-
midade do seu trnsito da procedencia a esta cida-
de, para que seja com o visto do fiscal ou collec-
tor antbenlicad a mesma procedencia, sem o que
sera o genero considerado produccao da provincia,
e nenhuma ootra prova podera supprir essa falta.
Ccnsulado provincial, 1* de julbo de 1874.
0 administrador,
Antonio Carneiro Maehado Rios,
Juizo da provedoria.
Por este juizo, escrivao Guimaraes, irao a praca,
por v. nda, no dia 9 do corrente, finda a audiencia
do Dr. juiz substituto da irovedoria, Oliveira An-
drad-j, as dividas activas do casal da finada Rosa
Maria Francisca, e a requerimento do inventarian-
te Jose daCosuDispo. Os pretendentes acharao
em poder do porleiro dos auditonos o escripto com
declaracao dos devedores, e qoantias.
Recife, 6 de Julho de 187*
0 escrivao intenno,
Joao Tiburcio da Silva Guimaraes.
De onem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda se faz publico para conhecimenti
de quem interessar, que perante a junta de fazen-
da da. mesma, tern de ir a praca para ser arrema-
tada por qnem maior lango offerecer, o arrenda-
mento de uma casa terrea sob n. 55, a rua de S.
Bento da cidade de Olinda, pertencente ao patrimo-
nio dc conento de Nossa Senbora do Carmo da-
quella cidade, e hoje encorporado aos proprios na-
cionaits : -ao por tanto convidados os pretenden-
tes ac dito arrendamento a comparecerem as duas
boras da iarde do dia 25 do corrente mez.
Secretaria da tbetonraria de fazenda de Per-
nambuco, 5 de julbo de 1874.
0 2*escripturario, servindo de secretario,
Carlos Jtao de Souza Correta.
G'l'ande e variado espeetaculo
QUARTA-FEIRA 8 DO CORRENTE
Pela primeira vez, o joven sergipano, saltarao
arco das facas.
Principiara as 8 horas.
AVISOS MARITIMOS
Companhia de navegicilo a va-
por bahiana, limitada
Macei6, Penedo, Aracajti e Bahia.
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 11 do
corrente o vapor Sinimbii,
o qual sahira para os por-
tos acima no dia seguin-
te ao da sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e diaheiro a frete
Agente
Antonio Lutz de Oliveira Azevedo.
' 7Rua do Bora Jesus57
Rio de Janeiro e Rio Grande
do Sul
Para os indicados portos vai seguir em poucos
dias o brigue -nacional Pirangy; recebe ainda a
frete modico algoraa carga e escravos: a tratar
com Francisco Ribeirc Pinto Guimaraes, a rua do
Barao do Trmmpho n. 96.
CHABGEVBS RE 1*1*
COMPANHIA FRiNCEZA DE NAVE-
GAQAO A VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE 0
Havre, Lisboa, Pernambuco, Rio dc
Janeiro, (Santos aomeate na wol-
*a) Montevideo, Buenos-Ayres,
(eom baldeacao para o Rosario)
STEAMER
ILLfi BB B VHIV
Coinmandautc.P. Robrt.
E' esperado dos por-
tos do sul ate 10 do
corrente, segui ndo de-
pois da indispensa-
vel demora para o
Havre com escala por
A eseuaa Georgiana segue nestes dias para o
porto acima, e recebe carga a frete : a tratar com
Tasso Irmaos & C. <-...
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
!\Tnvc.gacito costelra a vapor.
ARAHYBA,NATAL, MACAO, MOSSORO*, ARACA-
TY, CEAR.\, MANDAHD, ACARACU' E GRANJA
0 vapor Pirapama,
commandante Silva,
seguira para os por-
tos acima no dia 7
do corrente mez, as 5
horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 6 do corrente, encom-
mendas, dinheiro a frete e passagens, ate is 3 ho-
ras da tarde*do dia da sahida : scriptorio
no Forte do Mattos n. 12.
LEILOES.
Agente Pestana
LEILAO
DE
400 caixas com bacalhao, vindas da Rio
de Janeiro na barca Nova Vencedora
no armazem do Sr. Tnomaz Times, na esca-
dioha da alfandega
as 11 horas cm ponto.
0 preposto do agente Pestana ?ara leilao de 400
caixas com bacalhao, vindas do Rio de Janeiro na
barca Nova Vencedora, as quaes serao vendidas
em lotes, a vontade dos Srs. compradores.
Tcrca-feira 9 do corrente
no armazem do Sr. Tbomaz Times, na esca-
dinba da alfaodega
0 agente convida aos sens araigos e fregaeaes
e passageiros, trata-
Licboa.
Para fretes, encommendas
se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGDSTO F. DOUVEIRA & C.
41Rua do CommercioEntrada pels rm
do Torres.
Grande feira
DE
pianos dearmario, guardas-
louga, espelhos dourados,
mesas elasticas, venezia-
na.s francezas de correates
para varan das, arandelas
para gaz, objectos para ca-
beleireiro, miudezas, com-
modas, aparadores, lava-
torios, secretarias,transpa-
rentes para janellas, copos
e calices,carteiras para es-
criptorio, objectos de ouro
ebrilhante, relogios para
algibeira, deouro e prata,
louca, mesas para escre-
ver, ditas de pedra mar-
more, com pes de ferro, e
infinidades de objectos do
uso domestico, que serao
vendidos
ao correr do marteUo
Quinla-feira 9 do corrente
A's 11 horas
NA
FEIRA SEMANAL
16Raa do Imperador16
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
Agente Bias
LEILAO
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MAR1NUA.
O csnsalho promove no dia 9 do corrente mez,
a visui de propo-tas recebidas ate as 11 horas da
manh, a compra dos seguintes objectos do ma-
terial da armada:
5 barris de aicatrio, 6 bandeiras nscionaes de 2
pannos, 3 ditas de 3 ditos, 3 ditas de 4 ditos, 3
ditas de 5 ditos. 3 ditas de 6 ditos, 20 duzias de
krocDiis de pintar, 8 barris de bran, 45 cantooei-
u de ferro de 0,62 de largo e 0,08 de grossura,
; 20var5es de cobre de 0,01a" de grossura, 300 fo-
Ihas da cobre de 24|0, 100 varoes redondos de
TT0 inglei de 0,023,100 ditos
Rio Grande do Sul
0 brigue nacional Sahy sahira para o porto aci-
ma, e recebe a carga preeisa para alastrar : tra-
ta-se com-Pereira Vianna & C, I rua do Vigano
numero 1.
DE
um excellente predio
Sendo:
Uma casa terrea, faltando repartir, na rua do
Lima, em Santo Amaro n. 34, ten do a dita trinta pal
mos de largo e noventa de fundo, quintal murado
tambem com noveata palmos de fundo, poxada
fora para casinha, tendo mas dentro da casa por-
cao de cal, tijolos, algnma madeira e pedras para
fazer o cordio da calcada.
QUARTA-FEIRA 8 DO CORRENTE
pelo agente Martins
Ma armazem da ma da Impera-
dor m 48
A'S 11 BORAS DA MANBA
Os pretendentes podem examinar a casa, pois a
chave se acna na Uverna n. 32, junto ao referido
predio.
Libras esterlinas.
Yendem Augusto F. d'Oli-
veira & 0.
Rua do Commercio n. 41.
Para a Bahia.
Para o referido porto segue com brevidade o
hiate /own Arthur, por ter grande parte da carga
engajada, para o resto que The falta, trata-se com
,*.* ,v-^ o seu consignatario Antonio Loiz de Oliveira Am-
de farro dito del redo, na roa do Bom Jesas n. 57.
Leilao
DO
sobrado de nm andar aotlo do pateo do Carmo
n. 39, edificado ha tres annos, o qual rende an-
nnalmente 720,000 ra.
Uma casa terrea na travessa da Virajao n. 6, re-
ediflcada, a qual rende 212,000 rs.
Uma dita dita na rua do Motocolombo (Afoeadoa)
n. 26, ediflcada em cbios proprios, a qual ren-
de 360,000 rs.
Uma dita na mesma rua a. 24, a qual rende.....
180,000 rs.
QUARTA-FEIHA g DOCORRETTE.
DA
parte do predio do becco do Abrou
e dividas na importancia de.....
36:9090360
A SABER:
Alexandre das Merces
Siqueira
Neeo
Motta, caixeiro do Rodrigues
D. Josepha
Joio Henrique
Antonio de Oliveira Joins
Manoel do Nascimento
Alfredo
Collegio de S. Bernardo
Joao Nepomuceno Negreiros de Bar-
ros
Manoel Ignacio Borges
Aivaro Joaquim Goncalves Fialho
Lolta
Silvestre Pereira da Cunha
Collegio de S Jose
Maria do Rosario
SimpKcio
Joao Jose de Lemos
Antonio Ferreira de Lima
Jose Martiniano da Silva
D. Anna Maranhio
Santos
Dr. Miranda
Theodosio Fernandes Ferraz
Manoel de Azevedo Andrade
Pinbejro & Chaves
Manoel Antonio de Araujo
Capitio Lavra
Bernardino Pereira Marinho
Jose de Barros Simao
Pinto
bniz, funileiro
Collegio do Dr. Bernards
Joao Rogerio Nunes da Silva '
Thomaz de Carvalho Soares Brandao
Viriato de Preitas Tavares
Francisco Jorge di Silva
Oliveira
Maia
n. 1,
4,000
200
200
4,460
640
500
16.780
4,720
4,340
2,640
30,640
12,620
2,240
3,000
2,800
1#80
2,600
34,300
17,660
3,680
20,140
1,000
14,000
2,920
7.920
2,960
6,25
4,480
1,400
120
720
1,320
120
960
800
1,280
9,100
2,600
3,280
560
Jose de Pinho Borges
Joaquim SiraSes
Arantes, do Cambrone
Figneiredo
Hatel de Santo Amaro
Dr. Joao Honorio
Frederico Sknier
Daniel fsocio do Tabacao)
Anedino Bandeira de Mello
Jose Maria Gomes da Silva
Manoel Nunes Pereira
Manoel de Andrade
Trajano
Joao dos Santos Barros
Manoel Joaquim Gopcalves
Marcelino
Joao Antonio dos Santos
Paulo Fernandes de Mello Guimaraes
Fabio Severino N'obrega
Jose Gomes da Fonceea
Manoel Martins de Azevedo
Tenente Affonso
Francisco Joaquim da Costa Fialho
Francisco, escravo do Caraaragibe
Hyglno Pereira de Carvalho
Coronel Jose Maria I. J. P. Mello
Cnpitio Tbeotonio
Carvalho
Dr. Cabral
Aureliano C. de Medeiros
Eduardo da Costa Oliveira
Joao Manoel de Jesus A C.
Joa> Francisco Paredes Porto
Jose Narcizo da Silva A C.
Dr. Moscoso
Joaquim MarcelinO da Cunba
Francisco Pereira Vianna
Manoel andido P. Lvra
Capitao Borges Leal'
Simplicio, do barao de Muribeca
Joaquim Ignacio Ribeiro
Cardoso, rua dos Prazeres
Joio Ignacio, engenho Merces
Manoel Christo
Salustiano, do Cambrone
Capitao Jose Ignacio M. R. Medeiros
Antonio Joaquim de Sant'Anna
Candido do Couto
Joao Peliciano, cargueiro de Jose
Caetano
Benjamin, rnusico
Mi nieiro
Deodato
Jolo Francisco de Mello
Manoel Jose Guedes Magalhacs
Napoleao Duarte
Ulysses, da alfandega
Marcolino, (intureiro
Jose Augusto Rosado de Oliveira
Zumba Chaves, rua do Aragao
Loiz Jose de Oliveira Dinlz
Avelino S. de Oliveira Azevedo
Ruflno, cunhado do capitao Albu-
querque
Domingos Antonio da Silva B.
Candido Eustaqui') C. M.
Cleraentino Gomes Carvalho
Bamvenuto de S. Saldanha
Ilt-nrique Leyden D. Rezende
Joao R. da Silva Ramos
Beraldo B. de Araujo
Irindo Coelho da Silva
Dr. ebristovio Xavier Lopes
Honorio Horacio de Figueiredo
Miner vino Bezerra de Vascoucellos
Candido J. B. da Rocba
Joaquim Aurelio Wanderley
Jose Francisco M. de Almeida
Maehado
Jjao Ca lain de Albuquerque
Jose Joaquim Ramcs e Silra
Jose Alves Fernandes
Francisco Octaviano de N.
Major Feitosa
Juvino Bandeira de Mello
Manoel Paulino deGouvea
Leonardo B. dos Santos
Antonio M. P. Vianna
Dr. Francisco Jose Rabello
Manoel Quintiliano da Silva
Juvencio Athayde
D. Angelica
Leopoldo de S. Cavalcante
Joao Lins Vianna Jnnior
Antonio Cesario Moreira Dia;
D. Augusto Penido
Francisco Xavier B. Campos
Jose Alves da Silva
Antonio Jose da Si!/a Junior
Joao Candido de Mello
D. Constanta
Dr. Joquim Goncalves Lima
Jose Antonio .Moreira Dias
Juvencio Coelho da Siiva
Francisco Antonio de Oliveira
Antonio Joaquim de Sant'Anna
Joao Fernandes da Cruz
Tenente coronel Joao Valentim Vil-
lain
Manoel Tinoeo de Souza
Paulo Bezerra dos Anjos
Jose Bernardo da Motta
Francisco Soares da Silva Ribeiro
Joaquim Pereira dos Santos C. Gui-
maraes
Manoel Jo-e de Siqueira
Francisco das Chagas P.
Fraocisco de Almeida Barata
Francisco Jose Alves
Joaquim Jos6 Bello
Jose Luiz de Mattos
Jose Maria de Carvalho
Galdino J ise Mooteiro
Felix Jose Marques
Joaquim Monteiro Dioiz
D. Anna M.
Antonio Lopes de Azevedo
Rosado & Pires
Azevedo
R. Coelho
Jose T .omaz de Aguiar
Dr. Carlos Augusto Aieome
Manoel da Silva Carvalho
Herculano Rodrigues da Silva
Victor de Souto Cavalcante
loio Lopes Ferreira
Luiz da Silva Ferreira
Manoel de Souza Cordeiro SimOes Ju-
nior
Ildefonso dos Reis Gomes
Jose Caavalbo Xavier B. C.
Dr. Sergio Brandao.
Adolpho de Siqueira Cavalcante
Horacio Coelho
Manoel Jose da Silva Maia
Aveligo J. de Oliveira Azevedo
Pedro Camaragibe
Francisco Vaz Salgado
Dr. Brito
Costa Moreira
Henrique Soares de Azevedo
Custodio de Araujo Lopes
Severino Lyra
Dr. Pedro de Albnquerque Autrau
Collegio do Ceracio de Jusus
Jose Joaqnim Affonso Guimaraes
Jose Ferreira da Silva Guimaraes
Irula
Joaquim Irmaos
Baroneza de Beberibe
Dr. Seve
D. Carolina
Antonio Francisco Corga
Jose Rodrigues de Oliveira Lima
Antonio Columbano da A. Carvalho
Manoel Jose Rodrigues
Matiblde Maria dos Prazeres
Dr. Virtiilio de Gusmao
Antonio Pereira de Farias
Gymnasio provincial
Major Silveira
Joao Rames
Martins & Irraao
Lucas Antonio Evangelist*
Virgilio de Oliveira
Manoel Pereira de Farias
Pinheiro & Chaves
Rullno Pereira de Abreu /
Manoel de Abreu Macedo
Borges Leal
Jose Martins do Rio Junior
Marinho
Major Lima
Antonio Carneiro Maehado Rios
Luiz Manoel Simdes Junior
Dr. Manoel B. de Menezes
Major Varella
Pelao da Silva
Antonio Igna io Brandao
Flavio Goncalves L'tna
Francuco de Assis Pinto
Bernardino Pinto Barboza
Francisco Tvixeira Mendes
Vicente Hotel Iguarassii
Carlos de Chovin
120
300
1,060
1,000
1,500
6,480
14,180
1,000
2,000
1,120
1,300
500
1,320
00
55,660
1,000
1,900
39,410
24,600
16,200
26,000
2,000
1,200
15,620
1,600
8,600
15,620
IfiO
49.570
837,530
27,280
8:257,140
1,800
11,000
29,730
3,080
131,140
9,720
110,440
69.660
29,500
5,000
12,860
17,700
19,060
118,800
23,280
40,410
11,460
5,300
2,100
8,280
11,400
5,360
5,980
15,540
10,020
59,120
161,080
63.760
43,360
Trajano Cesar de Albuquerque
Luia Abraackes de Figueiredo
Francisco de C Castelio Braaco
Vicente Ferreira da Costa
Capitio Melchiades
Capitao Manoel A. M. Gusmao
AI feres Brasil
Alferes Tranquilliao Benjamin P. de
Siqueiro
Manoel Nunes Pereira
Francisco Antonio Moreira Dias
Duarto Antonio de Miranda
Tenente-coronel Frias Villar
Antonie Leonidas
Jsaquim Fernandes da Silva
Ulysses Irmaos
Joao Freire
Francisco de Assis Baito
Manoel Joaquim da Conceieao
Luiz Francisco Vellozo
Severiano de Siqueira Cavalcante
Manoel Jose Medeiros Correa
Jose Liberato
Jose Alabama
Joaquim Maneio Marinho
Antonio Carlos Ferreira
Goncalves Fialho k C.
Capiiao Moraes
D. Tliereza Bastos
Francisco Rodrigues Cos Santcs
Dr. Custodio Guimaraes
Jose Thomaz da Silva Junior
Viuva de Francisco Jo.-e Goncalves
da Silva.
Francisco Florencio de F. I.
Miguel fires Branco
Antonio da Costs Oliveira
Major Ferraz
Joao Fraucisco Orpbao
Dr. Jose Iluorio B. de Menezes
Trajano K- ansto Castelio Branco
Juliao
Jose Rieardo da Silva
Jose Joaquim da Silva Gomes
Lourenco I*. Mendes Guimaraes
Firmino Vieira da Silva
Capiiao Jose Joaquim Coelbo
Tnomaz Celho do Gusmao
Francisco de Paula Goncalves Fer-
reira
Joao Ferreira dos Santos
Jose Antonio de Albuquerque Pe-
droza
Felix Pereira da Silva
Mauocl da Silva Moreira
Candido M. de Almeida
Somma
6,600
147,640
22,200
14,809
220,990
96,120
294,470
3,740
7,400
20,360
31,360
56,770
55,100
92,860
16,160
4,000
120,200
63,310
97,380
74,100
93,600
17,300
1:281.170
2:359,360
601,806
10,680
6,000
1,800
270,170
5,600
13,000
5.120
36,380
74,650
3,200
38,660
39,620
15,960
15,210
32,960
35,560
20,760
952,580
14,480
37,84:)
18,740
72,380 '
5:134,39*
69,965
7,tOO
14,000
6,920
"" 1,740
20
1:113,490
37.880
3,600
13,461*
650,000
1:371,980
110,660
11,080
135,750
92,080
163,940
65,010
12,569
8,520
618,490
i0,940
153,820
30,600
125,230
34,740
314,730
40,6iO
14,980
132,500
21,580
109,460
4,60u
13,240
348,400
8.270
266,520
135,580
1:067,400
87,000
1:137,120
31,500
17,920
3,400
721.970
12,280
2,500
34,800
36.909,360
QUINTA-FEIRA 9 DO CORRENTE-
is 11 h.rasda manha
Rua do Bom Jesus n. 43.
0 agente Pinto Icvara a leilao pela segnnda e
ultima vez as dividas activas da massa fallida de
Joaquim Ferreira Lobo, na importancia de...
36.909,360 reis, servindo de base a offerta de..
1:310,0X0 obtido no pnmeiro leilao, sendo que
naquella occasiao stra dita venda realisada com
quem melhor v*ntgem fizcr ; a^sim como vende-
ra tambtm a parte da casa do beco do Abren n.
1, que pertenceu a Antonio Jose da Silva, tudo de
confi rmidade com o despacho e mandado do Illm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio
Os pretendentespederao examinar os livros, do-
cuo-entos e titulos^oxislentes no escriptorio do re-
referido agente, onde se effectuara o leilao.
AVISOS LSVtfiSOS
1,000
1,680
173,890
26,8 to
79,840
5.526
1:828,872
14,30
31,940
'05,720
1,520
7,600
1,420
9,300
58,800
i6,4O0
2,102
26,820
VI 2,3.0
13,120
7,600
83,660
138,440
2,840
01,880
155 820
"ii4,85u
4,420
CASA DA FORTHVA.
AOS 4:000#000.
BILHETES GARMTIDOS.
I rua Primetro de Marco (outr'ora rua d*
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos sens fe-
lizei bilhetes um meio n. 2312 com 4:0004, dcus
meios n. 2334 com 2004, nm ine o n. 3362 com
1004 e ontras sortea de 404 e 204 da loteriaque
se acabou de exirabir (106>, convida aos possm-
dores a virem receber na conformidade do costu-
me sem desconto algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantid -j
la 3* parte das lotenas a beneficio da matr:
da B.ia-Vista (107'), que se extrahira no sabta-
do, 11 do corrente mez.
PRECOS,
Bilhete inteiro 44000
Meio bilhete 24000
KM PORQAO ng 1009000 PARA C1MA.
Bilhete inteiro 34500
Meio bilhete 14750
Manoel Martins Fiuxa.
:!%
^Mi
w
Lour-
dssss de
Goarara-
Moura, de Reberiba
1,520
392,454
40,360
1:053,890
17,800
14,000
22,22
*0,660
.1,400
3,140
800
2,000
78,980
549,690
27,930
38.840
16,200
8,300
1:537.810
760
300
22,160
7,500
11,380
1,000
23,460
291,z40
95,640
41,480
10,040
8,500
396,890
246,130
4,360
43,640
164,440
10/100
121,900
16,600
22^*0
220,900
200
28,180
600
720
24,920
i7,6iO
58,890
59U60
3,680
69,620
9,800
2,810
40,000
6440
14400
6,760
0 Dr. ioiio Joso Ferreira de
.4guiar, mudou o seu escriptorio
de advocacia, para o 1 andar
da casa n. 81, da rua dolmpe-
4
A.miraculosa agua de
des, garantida verdadeira.
Uma pesua que mandon vir porcao,
algumas garrafas : a tratar a rua dos
pes n. 62. ___________
OllVrece-se para caixeiro ou cozinheiro de
hotel, um rapaz com pratica, dando fiador a sua
conducta : a tratar na made Tnrme de Souza
n. 8, aniiga Lmgntta.______
Collegio de Nossa Senhora
do Amparo.
Este estabelecimento achase aberto na ma da
Imperatriz n. 36, 2* andar, sob a direccao Oa D.
Carloia Augusta de Figneiredo Belfort, hihiWini
perante a directoria geral da instruccio paMea.
Os ramos de ensiao serao : instruccao prsasna,
portugnez, francez, inglez, geographia, piaao, Oa-
senuo a todos os trabalbos manuaes propriao sa
uraa senhora, como costura, boraados, etc. Pro-
motte-se aos pais de familias todo o eaMsia sa
tratamenjo e edacacio das alamnas coafiadas a9
mesmo collegio.
alUFse
-o predio da rua do Barao de S. Borja n.
tiga do Sebo, com commodos para grande
lia, contendo agua e gax encanados, graadt sail
tal bem planudo com portao que daa para
rua do Atalho: a tratar a rua da Poate VeB
n. 75. __ __________________
e faaT-
ocl dc >
Jose Lopes Pereira de Mello convida a seas
araigos e os do fallecido seujeaixeiro, a asiHiwO
missa do setimo dia qne ten lugar saasate It
do corrente, as 8 boras da manha, na matrix so
P6co da Panella ; por cujo acto da caridade
de ja tributa sens agradeciwentos.
CysrisaM
Fraajaso.
A familia do finado Antonio Cvpriaso da SOra
Fragoso, convida a todos os parestea e
mesmo flnado pan assistirem as
da rezar na igreja de Nossa Sesaora da
das 6 as 8 horas da maaha do dia 8 do
segnndo anaiversaho do sen faHeeimeMo.
Ao Sr. Manoel Franciaoo
Lopes.
As duvidis a differeacas. one sis
eido a rtspeito da compra da ta
Marquez de Herval n. 141, nlo .
an portadnres das leUras aeeitta par
e as duvidas e differencas sao ieaea,j
na nossa uverna da raa do Capuao I
que as rkjuidaremo*. Com o pros esta taps
contra aviso ao pnblico.
Pecifa, 6 dejulhode 1874.
Manoel Joaqokn daCosta
r
5
Pretisnede
^,980 RosaTln n. 28.
CIUDO.
nmcriaOa; na na
eetroiu 00


'**~*1-
-!.
Diano de Jfernambugo lenja iir
7 de~ Julho de 1874,
t-

\
ESSENCIA
CONGENTRADA
DE
ARISTIDE SA1SSET E.
J. SOUffl
Traumento puramente vegetal verdadeiro purificador do sangue. sem mercuiio.
A lencla ttfe t nrolm 6 am remedio hoje reconhecido como um poderoso d.epura-
vfvo e especial para cura de lodas as moiestias que teem a sua origem ua impureta do sangue,
*omo sejam : as moiestias Sypuu,iticas, Boubaticas e EscftonjLOSAS, Riieumatismo, Emmngc.ns, Dar-
tros, Ulceras, ErotcSes, etc. etc.
Os prodigiosos effeitos qne tem produiido a lSssencla de (arofta, por toda pane
onde ella tem sido apropriadamente experimented*, a tem feito adoptar como um dos medicamen-
tos mais seguros e mais energicos para a cura le todas as moiestias de natureza syphilitic* e
boubatica.
A cada frasco aeompanha mm instruccuo para a maneira de usar. .
Pomada anli-dartrosa
IngHonto de Caroba
Pant cura das bonbas, ulcetas, chagas antigas, etc.. etc.
UWtCAMENTE PREPARADO POR
ROUODATROL IRMAuS, SDGGESSORES
Botica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
( ANTIGA RCA A CRUX )
IA111
4\ Una do Imperador 41
0 BDvo proprietario deste acreditado e bern montado estabelecimento, com o fim de
oonsemr os creditos da unico neste genero, tem reforraado e melhorado completamente
o mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provincias do norte e in-
terior desta, garantindo perfeigSo em todas as prep*ra$oes, aceio e medicidadcnos precos,
compativel com este genero dedrogas.
'Espera a todo momecto uma grande remessa de pharmacia homeopalhica de J.
Epss & C, de Londres, composta de medicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
Rhus, de Ruvonia, de Arnica e de p<5s especiaes para dentes. '
Tem a* disposic,ao dos amantes da homeopathia a excellente, obra do Dr. Mure me-
dico do povo, ji em 3.* edic,ao.
Tem carteiras de globalos e tintures de 12 medicamentos ate 120, a eseolha do com-
prador.
ENGOMADEIRA.
Lava se, e engoma se, com
rua do Nugucira n. 18.
perfic3o a
Plumeria., para mordedura de cobras. r
Seracena ( i Chocolate homeopathico.
\Para bexigas comoprcmvativo. Cafe homeopathico.
Vaccina (
Espirito
ra.
de Hahereman ou de catnpho-
China cruzeiro, para intermittentes.
Schynus, para anginas. -
Calendula, para queimaduras.
Taraniula, para paralysia.
Tintora mai d'arnica, para contusdes, cor~
tes, etc.
A GHEGAREM
Opodeldock d'Arnica.
Ditode Rhus 1
>para rhematismo.
Dito deBryoniaj
Acha-se constantemente & testa do estabelecimente- e inspeccionando todas
parajoes o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Hello.
I CONSUITORIO HOMEOPATHICO
Elor d'araruta.
P6s para dentes, inglezes.
Jeric6, para rheumatismo.
.Matta-matta ou jaboti, para tosses.
Cactuc grande fldrus. para pneumonias e
moiestias do coragdo.
as pre-
i
0
Lindas tarlatanas de cores, de assento branco e preto com salpi-
cos, para vestidos, pelo^banetissimo preco de 240 r&s o covado, na
oja das columnas, de Antonio Correia de Vasconcellos, na rua do
Crespo n. 13.
PHOTOGRAPHIA
IMPERIAL
k ^c-j
LOPES &C.
ESTABELEQMENTO DE PRIMEIRA ORDEM
Rua do Barao da Victoria n. 14, sobrado
{ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos pjemiados na ultima exposi^ao
DO
MO DE JANEIRO
Acha-se montado sob as melhores condicoes de arts, e aberto a*
contcurrencia publica, este estabelecimento, o primeiro, sem duvida,
desta provincia, no qual se tiram retratos pelos melhores e mais
moderaos svstemas, empregando-se somente material de primeira
qual.dade, e garantindo-so
Semelhan^a, nitidez e dura Trabalha-se todoe os dias ateis e de guarda, desde as 10 horas
da manha is quatro da tarde, nfio prejudicando o tempo de chu.va
ou nublado a perfei?io dos retratos.
Faa-se toda a qualidade de copias, augmentando-es ou diminuin-
do-as.
VIANOS.
Ac.batr, ad cbetar rnuilo bens pisins turn* e 4e
elrfaMcs iroi&itois, dos mais Dt.lateis e li-m O'
'.necidos (al-iicar.tes; como jam : Alphmisp Ik
1nwl, Kerry llors e Pleyel \V.,ltT i C. : r... Vaji
PrsJicet, arr4 do Qaiiu da Victoria, out* era No
a u. 7. a I'-.eo/ja muito paoim
Perfumarias*
Pv.os extracts^, b?.nhas, oleos, of'.ata e pos den-
tr*.P.ce, agua de flor de raranja> agua de toitete,
iivina, florida, lavanda, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, ra&itos aiiigo deKcad'rf* em perfnma
ria para prosetrtes em frafcos de exiractus, eaixi-
ohas sortiJas ie garrafas de dillereutes tamanhoe
d'agua de Goto^ne, tudo de primeira qualidade
dos bem cemttecidos fabrjeantes I'iver e Coadray,
No armasem do Vapor Prancet, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Kova n. 7.
Qninquilharias.
Arilgos de differentes gosto* r
phantiaclav.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinbas,
canivetes, carxmhas de costura, albsas, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsiabas de vellndo,
dita.de coero, e cestinbas parabra^osde meamas,
cbicotes, %engalas, eculo, penriner, ponteiras para
charutos-e cigarros, escovas, penXes. carteirinba de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioeo-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, Jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagem
globos de papel para illumina^oes, macbinas de
fazer caf6, espanadores de palhas, realejos de relo,
accordaos, carrinhos, e feercos para erian;as, e
oatras muitas quinquimaria?"
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes panes
da Europa, para entretimentos das criancas, todo
a preco3 mais resumidos que e possivel : no ar-
mazem do Vapor Franeez, rua do BarSo da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calc-ado francez
A 9*
Botinas para homem
Acabam de cheear grandes jacturas de botinas
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqueira, de bezerro com bot5es, e com ilho-
zes a 94SOOO (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao d?
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
DOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPAT1NH0S de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores di He rentes, bo r dados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cdres diflerentes,
lisas, enleitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos*
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavSo,
ABOTINADOS e ?apat5es, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranga.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Gnilherme, periiir..
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7._________________________
Cozinheiro
Na rua da Gloria n. 148 ha um para alugar-se,
a um moleque para compra3.__________ _
Aluga-se a casa n. 61 da rua da Palms, com
bons commodos e fresca : a cntender-se com o Dr.
Christovao, a rua da,lmteratriz n. 30.
mm
PUNDICAO DO
RHADO Bl'JI
BOWMAN
S. -52
V't l)EM V*
nlrev igntdiHjri a.
^S^Sh
MBfT'B*it.*-!"** 19 fttfHBMM
'pie cum a \nt
w*r.i de flgfct-tj e
fc'\*ai*aw o ft.TOT >1e jma Tisitni a aea estti.f!ev-iiuento, pra verem o b-
- ottrpletr* ^oe abi \p,m; leudo tcdo asperior om qnalidade e forwidio; o
>5<;io (ftasoal poAe-M verifioar.
ESWJIALATTENCAOAONUMEROE L- GAR DE SUA FJMDigAO
f *Ky Jroa O rUUUa U OgUa maDhos convementea para at diveraaa
iraimstanciai doc leahorea proprietarioi e para descarocar aigodao.
Hoendas de canna ot um3nh08 a8-mforo' *tqQ1
Sodas dentadas part animael',8*6 vapor*
Taizas de ferro fandido, batido e de eobre.
llambiques e fnndos de alambiques.
lachiniemos ptr*nMadi0CI e iI-80d,0-
Bombas
para terrar madeira.
Podendo'^ todot
ser movidot a mio
por agaa, vapor,
de patents, garantidai........ ] oo animaes.
rodas as maeUlias e pecai d6 qoe M C06lama preciMr*
de machidismo, 2 preco moi roaavnido
Miranda k Irnilio
N. 37Rua Duquede Caxias~-N. 371,
Neste estabelecimento encaderna-se
com toda presteza, nitidez a perfeicao,
desde 0 mais simples ate os mais pri-
morofos trabalhos de setime e velludo.
Pauta-se e risca-se papel para livros
em branco, taDto para 0 commercio, como
para repartijues publicas, numera-se, li-
vros, executase tudo quanto erelativo a
gammographia.
Miranda & Irmao, munidos de boas
machinas, bons artistas e excellentes ma-
teriaes, julgam-sehabilitados para servir
\ satisfactoriamente as pessoas que quize-
' rem trabalhos tao perfeitos como os que
vem do estracgeiro.
a&^
J4RDIM DAS PLARTAS
A raa da V'ennra n. *5 (Capunga)
Abi se encontram:
Larangeiras celecta e de umbigo enxertadas a 31
Sapeliseiros e s&poteiros em vasos, de 1 a 11
palmos e ate" ja com flores para dar fructo, alem
das segumtes planias de ernato e de fructo por
pre^o muito conanodo
Abacati.
Acacia.
Ariticum a p.
Canelia.
Casuarina.
Gtrolina do principe.
Condega.
Coragao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jambo.
iasmim laranja.
Laranja da China.
Uita do ceo.
Dbaia e ontras mvitas.
Laranja oravo.
Dita de doce do Para.
Dita branca.
Dita tangcrina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
i)ito doce, enxertado.
Oiticor6.
Palmeira imperiaJ.
Parreiras.
Pinheiras.
Bomeiras.
Bozeiras.
Bozeda.
Ubaia.
Pas qualquer concerto
PorHiaS dfl falTC) tem ,a melhcres e ns's barllas exiatentea no mer
rl!nOnmmAnr1aQ Incambe-ae de mandar vir qoaiqaer machiniamo I von-
ututuiuiuouuas* tade doe ciientes, lembrando-lhes a vantagem de faz^rem
tug comprai por intermedio de peisoa entendida, e que em qaalqaer neceaaklade pode
fee* prestar aoxilio.
Arados americanos e iMlrnmenlo> wln-
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFARIZ
ODILON DUARTE ft IRMAO
ABELLEIREIRQ$
Premiados naj exposiqao de 1872
M-tim Esquina do becco Large
Parlicipa a sens fr< guezes e aifcign* qne mndru
o sea estabelecin.ento de reloioeTo para a rr.> -rr.a
rua n. 24, onde enroctrario um grarde jnrlimento
derelrgics de parede, americanoF, i rin.a de me-
sa, dos melhores gostoa e qnalidad", relngioa de
algibei'ra, de todas as qualida e, patents suifso,
de ouro e praia docrada, foleado | !a ;'M .
gios de onro. inglez, dtscubit la* mtlhorea
j fabricantes, cadeia de onro, plaquet < i rata. lnnets*
Jc li-d-s as qualidades, tudo p.r prros muito ta-
ratos.
RUA_
IMPERATRIZ
'!. AHDAR.1
"rFU,nr. :- -'
etr .:--
RUA
OA

IMPERATRIZ
N. 82
1." ANDAR.
Acabam de reformer o seu estabelecimento, collocando-o''nas~melhorcs cou-
diccfles possiveis de bem servir ao puMico desta illustre capital, e a"s Exmas. Sras. n'a-
quillo que fdr tendente a" arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trances, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mcrcados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /, nienos que outro qualquer, garantindo
perfeicSo no trabalho, agrado, sinceridade e prego razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
norcao e a retalho e todos os utensilios pertencentes a" arte de cabelleireiro.
4.n4*^^ *m. fife ^ ^ Asi- i* &L OSb 4Stt2Ti:>Sbi ar*/ia*.*sZ
PH4RMACIA NORMAL
<'&

$
n
m
^ DE
17Largo do Mercado Fublico17
(Antiga ribeira de 8. Jose,)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposicao do respeitavel publico esta nova phar
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na
tureza, sem excepcao de productos chimicos e medicamentos preparados no estran
trangeiro, tado novo e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao,
e sempre seb as vistas do pharmaceutico quo compoe a no?sa firma social.
As pessoas quese dignarem de honrar o nosso esatbelecimento com a sua confian-
ca, podem estar certas de que serao conscienciosamente ser^das, nao so relativamente ao
que pedirem, como tambem a modicidade dos precos.
m
9
loja do nm
DE ~
Cordciro Simoes s. .
Acabam do rrceber pelo vapor lhkiuzm :
Iiiquiimos coites de gi rgurao de ,-cJ -
com listras aeliaroalotada^.
Ditos de liuho para vestidos, cnt Ldo mto M
te, o neces^ario para sen enfeile, como seja :
franjas, tiaccas, totde.j, livellas, ttc.
Biquissimos chape\> para senh-ra, ultin.a moda.
a rua Primeiro de Mar;. n. 7 A.
Ci nsaliorio nie;:
DO R
Dr. 3f urillo.
i< RUA DA CRUZ N. W, ANDAR
Becem-chegado da Eurepa, qnentoa os hospital-* de ntu 11. :.
pode ser proenrado a qualquer hora d:
dia ou da noite para objecto de .-ua | r
fissao.
Consultas d."5 6 horas da aafci as K ho-
ras, e do meio dia as dua: da lane.
Gratis aos pobres.
ESPEClALfDAr- R8.
Moiestias de sonboiis, ia ; .:e e ue
crianja.
i
i
PENHOEI
Na travessa da rua
dasCruzcs n. 2, pri-
andar, da-se
dinlieiro sobie pe-
nhores de ouro, pra-
te e brilhantcs, scja
^J qual for a quantia.
Na mesnia casa
mi
. 3
I .
M|
.
. ->
5?

compra-se
os mes-
mos metaesepedras.
150#000.
ESCR4VA Wjimi
Fugij da casa de sea senlic &
m
E cutras plantas : na Capunpa a raa
nra d. 23.
d a Ven-
Uma duzia de retratos de uma sd pessoa, em oartoes para al-
bum. ?
Para os retratos esmaltados, colloridoi, grupos,re augmentados ha
uma tahella de pregos.
Tiram-e retratos atd tamanho natural.
EXPOSiao DE NOITE
AVISO.
Nao se prestando o peqneuo espaco do armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
absixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
dlante aberto outro es abelecimento sob a mesma
denominaf5o de
ARMAZEM DO FUMO
A' raa do Amorim n. 41
com todas as proporc5es desejadaa, e onde pode-
rao os senhorea freguezes dingir-se, certos de que,
como ate aqui, acn ri>j sempre a par da modici-
dade dosprecos,a maior sinceridade possivel En-
tre as differentes marcas de fumo da Babia e Rio
de Janeiro, qne tern sido annunciadas, acaba de
cnegar nma enoommenda especial, que muito deve
convu- ao* senbores fregoezes. Consciet-te o abai
xo assignado de que neste genero da ncgocio ni
esu sem competidores, fari muito por evttar w
Umbera o tenba com reiacio ao peqaeno Incro
que proenrara obter da diu mercadoria. ^
Jos6 Dominguea do Canno 8ilva.
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. AxNDAR.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerente da casa de Gustave Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a bonra de prevenir is Exms. Srs. familias que araba de fazer a ac-
quisigao de um perho official vindo ha pcuco de Paris, o qual estd hsbilitado a desem-
penhar qualquer encommenda de sua arte, e se acha prestimo.se queiram ntilisar. Outro sim scientifica que em seu estabelecimento encon-
trarao sempre a Monitor dos cabelleireiros, onde so acham descriptos e desenhados todos
os penteados modernos, para soires, casamentos, bailes etc.
Finalmente previne is mesmas excellentissimas senhorss, que rerebeo um completo
sortimento de coques, cachepaines, band6s, crescentes, etc., e vende tudo pelos precos
abeixo mencionados: r v
Coque de cabello de 155?, 20# a 50,5000.
Trancas de dito 10?J, 12^ 15ft a 200(,0.
Cacbepaine de dito 15#, 20(j a 30^(000.
Crescentes de dito 20$, a 50^000.
rambem crcontrarao um completo sortimento recebido ha pcuco, de cabellos de todas
as cores e comprimento.
N- 81.Rua do Marquez de Olinda^. 51.
p r um homea (pn
ma FMnci-C'1
- -ewrava t\:-
MMfiH
falta-
acompinhaJa
do cor parda clara, cabellos
bro', haixa, cheia is at
lhe um dent^ do Iado P> rosto r
aireito, S.j
{ar J >,
m
menda se as awoiidades e ca^iSTde
apprehensao do dita
dam^acorda^cra^"^';
para.oscrtae.d,^^^^,^^-.
camp) -,
ggj-c^Ti"1^ w*-*t.;
AGUAS
MfTfERAES
DE
NaTIHAIs
serem as anieaa que eooarrvam toda *'
w.edades depoi* de transportadas
me 8 **ru,J* mais r-fflcaz Da snir h na
mmana. na chlorosu-, no eBpotoreK d *
Aluga-se
o 3 andar na raa do Bom Jesus n. 8 : a tralar no
2'andar do mesmo.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n. 47
da rua da Imperatriz : a tratar no segundo andar
do mesmo sobrada.
Desappareeeu
no dia 30 de jnnfco o etcravo Benedicto, crionlo,
17 annos de idade, um pouoo baixo, representando
ter menos idade, c6r preta, pis grandes, nariz
cbato ; descoofia-se qne tenor segoido para a Pa*
Aliiga-se
pJ2f?S f 3^ a?da.r com ^o. s"<> a rua da
Praia n. o9, tendo bastantes commodos, e pintado :
a tratar pa ma do Vigano n. 31. "<'
Virby-Cnssel
por^T/u^cfsi' -*-%-l'fc>
propr
Fo
albuminaria,
sangue, e cas febres intermittentw!' i
obbdos nasd.abe.es sio mnin ******
Fonle Elisabeth, nao se altera mm i I
nc0rf- ayl,;s de Vichy an !** i
m mapvtux e recorr. menda da pelos mhmr-
nns, da bexiga, nas areias e na c.tia
EXIJA SE
o nome da fonle na rapsula
poSo C Ca'"S 6 a reUlh0' no cni:J **-
PHARMACIA AMERICANA
ua
Ferroira 9f aia A Conapauhia
RUA DUQUE DE CAXf AS 57
57
AVISO
Prevme-se a quem interessar possa para
avitar dnvidas faturas, que o Sr. Valdevino Bi-
oeiro da Silva, nlo pode alienar nem bypothecar
os sens ben9, porqaanto, esta sendo ajaixado nor
quant ia superior a aete contos de re"l8.
Jardim : qnem o apprebender e o levar a rua Du-1
quede Caxias
ja protesta-se
ana casa.
-j Ainda esti para alngar a loja do sobrado a
*! da rua do Rangel.a qual tem armacio e pres-1
a tratar no segundo
. 5X0 assiD*d0 de,jIara ao publico que nin-
E2S SS*, neB/,0 'ff" com letras de seu
aceite, em favor do Sr. fianoel Joaqaim da Costa
o ZJPSZT sobra(,o travessa do PireT
KS Muaros, 11 grande sctao. I tanqoe pa-i
banho com agua do Praia, mnito fresco e en*l-
ente vista, mnito pittoresco : para ver, MpJvimS.
B lotto da rua da Senzala-nova n. 88, c m i ala.
L?in2 qnart0*' tera a8"a toPni*, mui:'
aiuga para familia.
so
rahyba, pelo eamtaho de Goyanni, on "para Bora Ramos, sob pena de p
KSff :oqn-em *PPren ue de Caxias n. 9, sera bem gratlflcado. Desde' taverna da rua do Marquez do Herval n tii r7
contra quem o tivar homisiado em cife, 4 de julho de 1874.
Manoel Francisco Lopes.
Use para qualquer negocio
andar do mesmo predio.
Attencao.
Feilor.
Precisa-se de um feitor para um sitio : na rua
eetreita do Rosario n. 18, m~
Pela snbdelegacia de Belem se fax publico, pela
seguuda vez, qne ba dias se acha em deposito tun
boi, manso de carroca : quem for seu duno apre-
sente-se.
Casa barata ecommoda.
Ataga-ae o 3* aadar nor 18*000 meriaaw e o 4"
*i S?01 90tao *r W*' *IDB0,> sobi'-dos na
roajaoTorreaa. 14, dobairro do Recife onde se
pode ebter una retidencia muito fresca e sauda-
cT ii* tra,,,r f **wd,ir Pr ckn* da 1 vraria do
Sr. ffogaein, junto ao arco de Santo Antonio,
Itesponda quem eouber
Constando ter fallecida na Europa o Sr.
Joio
francisco Hottero, dono do hotel Estrclla, sito nes-
U capital, a rua de Thome de Souza, ---" e
quem
mento ?
al poisnidor do
__^^_ Um devedor.
pergunta-se
dito estabeleci-
A melhor
Getea de mocoto
pelo seu bom sabor: so se vende na
Confeitaria do Campos
__*4 Imperador fl
AIToDso de Albnquerqoe Mcllo
incumbe-se de promover cobrancaa amicavd
ou jud.cialmente, assim como do outrosSS
m^,fifnhe,%a,naprofissao' D0S ,n* Prox'"
? i? -a *, errea' e D0S oul^0i, "" pfo*'nK'<
a esta cidade; para cuio auxilio tem o annan-
ciante sulicitadores babilitados e probos, respuu-
ttbilisandn.se no enlanio peU boa gestao e do que lhe for confiado.
Mediante modico hnnorario acode aos chmados
para diligencias on consultas fora da cidade e do
termo e incumbe-se da defexa de appeliacocs anM
o tribunal da reiacao. Fdde ser procurado de
E. ian 3 da.torde em sou eaeriptoru
tprna do Dnqne de Caxias n.37
Alugase uma boa casa com excellen-
lentes commodos, a* rua do Coronel Suas-
suna n. 169 : a tratar na mesma rua n.
171.
V
.
- Precisa-se de nma .mTiU i0..a ^. ^,. Mr 1 Preo,;M d > fwtor para traur de um pa-
va n. 5. ama *le,,e Da roa Wo-1qneno sitio : a tratar na rua da Praia n. 24, ou no
1 hotel de Apipucos.




DVtrc. ao rertjalsmicn
-
TOl^l:
feira 7 de Jdho do liU
ujvuigAo m FEeRO
raa do Barao d:> Tiftspta (rua do Bran) ns. itfOa 404
CABD0S0 <

eontfoJam*? r?nSQKenhlreTS 1 en?enhrs e outrcg agricaitores e ao publico em geral qua
Si est helec t6rra' fraaa e AmeiL, todas as ferragens e machina s le-
ao mr*ado estabelec,mentos 'gricolas, as mais mode, nas a melhor obra qoe tern vindo
C*\la' ^ fr5a de 4' 6' 8 e ,0 cavallos. s ntelhores qae tem vindo ao merado
Ij/ddUeiraS^e sobresalente para vapores.
Thxbb fimdidas btidas, d lhores ^
Ko as d agua com cubaje de > forte8, ^ acab^,
Bodas dcntadas de todos os ^^ e qnalidades
Kelqgios e apitos
Ama
Preoiss-s* de Hroi arm para cozinhar:
na run do Barao-da Vnvona n. 25.
-^ Est4 ^ricQUfaQado !! 1
-Vsan mele em pedra dura
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao film. Sr. Ignacio Vieira de Meil
eserivao na cidade de Nazareth desta provincia,
&vor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-; --
dnjr ^eJle_neg^JpJueu_S_S.jSe comprometjeu_a SanTa Sa n Ts P ""
Preoba se
. sf ja de boa co
, mero 120.
A ma df> Ieite
nma ama de Ieite fern filho, qoe
ucta: na rua do Cotovello na-
Precisa-se de nma ama para cozi-
nhar, para casa de pouca familia : na
raa do Cotovello n 129.
[AMA
Bomlias
Arados
de diversos e b rates gostesv
para vapores.
de ferro, de repucho.
de diversas qnalidades.
Formas para aSsucar,grandM aMMMS.
Varandas de ferro fundido, f,wce,.s
eogoes Ctaneezes P>r,- ,., mM>. mft,io,
Duosditos paraMz.
it- ULieirO para mesa e banco.
^maparageIar,gua
al/Ula^ para bomba e banheiro.
CorrSiasiUgjezaSparaniachiniW
Baneos e sofas com tiras A madeira> parajardiari.
UOJiOSlTOS conccrt.1B oa promptidto qualquer obra- oo-mckint, pan-o-qae teen?
sua fabnca bein montada, ccm grande ebora pessottl.
&IXO!fJ,ttlQlidaS raaQ^ra "r por en/^wmenda da Burops, qualquer macbinismo,
a iv j u. para **a" M cespondem ccm iraa respeha vel casa- de Londresf-
/r-,;v J7. ** aeft<^ engenbeiros de Ingkterra ; incxmbem-se d e mandar assenta;
I' ms' se responsabUisam pelo bom trabalbo das-mesmas.
'; TOife'rao do Triumpho frua do Rn^>nH. 100 a 104
V V -V I g A O J> E CARDOSO & I 3f A 0.
49 Rua do Impelador
Ha neste estabelecimento 0 melhor sorttraento de jiianoL-cles mais afa mados aatores,
core:: s3o : Herz, Tleycl, Plap, etc. Offereae-sc tamben 1 am* qu-alidade cie pianos supe-
riores, mandados express?mente construir para este dims, 0 qua! os amadotce dos
bons piancs s6 encontrarSo nesta casa.
Recobem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e aHnam-se pianos.
Tambem avisa-r-e aos Srs.
coiicei"tadores de pianos-
- j-.re 0 ma^s complete sortimento de materials pnra coucs-rtar
pos, folha paw os mesrnos, cravelhos, parafusos, cfistor, cam
realisar, pela terceira thamada deste jornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para janairo, i If k O
passona;fevereiroeabrilclel87J,e nada cumprio; Zl VI A X
PrecL-a se de duas, s;ndo
nma para cozinhar e com
por este motlvo 8 de noro ch'amado para'dito iX l,A- Li- .*-'pr r e ootra para lavar e
ftm, pois S. S. se dare lembrar qne este negocio engommar, pre/erinJo-se a primeira, escrata : na
de mais de oito annos, e quando 0 8r. aeo nine se rua ao Crespo n, 7.____________
achava nesta cidade. } Amna Preciaa-se de nma lavadeira e nma
QCSS>C5iQ0 iCSS^SSSOQiTia "ti-"Ja0 engommadeira, para casa de ppqnena
,*Bi3-ifamilia : a tratar na rua Direita n. 43, l,ja de
V ; chapeos. _____________^^_
,| Prertja-se do iima ama para 0 servico inter-
V no de peqoena familia : 4 rua Imperial n. 102,
'. paasando o- 7Jveiro.
Cwsultorh) mcdico-cirnrgico g
A. B. da Silva Maia,
Rua do Viscond* de Albnquerqne n.
11, outr'ora raa da matriz da Boa-Vist*
n. li.
Ghamados : a qnarqner bora.
Consulias: Aoa po.ies gralu, das 2 is'
0 4 horas da lard*.
1 a
Engenho
Vend-ee 0 esgenho S. Pedro-, sitoado aa pro-
viocia de Alagoas, eomarea do Porto CatTo, a
menoi de uma legea distante deporto de mar do
Gamete, tem oxcellentes terras, matas, e safreja
regularmente 2,i0pas : a tratar na- rmifoVi-
gario n. 3t.
q
si
etc., etc.
pianos-,- como
ursa, cordas,
m
7 ;. B^ EMP3BR S,aiO 49
ida
Fugio do engeah-->
cads, nn anno de 1872;
Ajudante,
o escravo
crava mgi
: igid i Jesde 17 de inaio do cor-
rava Maria, cor cabra, idade 26
u rcgabr, magra, tem toios os den-
ein falia aigama, cabellos carapi-
. de bexiga no rosto e tem urn
le costura ui;i pouco grande e estufauo
pr niente de uni aair.iz q-ie ella teve,
:. nal e no meio Jas costas na alluradas pas,
nlra pa, e ella tern o vicio de
reslido de ebita claia e dous chales
ado uin velho e outro novo de cor encar-
dc diversoa padroes; taivez ella diga em
' ija- e-iiver que e furra e troque o
i -crava tem uma irma rmilata, cscra- [ p^0 progresfo do pateo do Carmo vendte-se man-
-. Rii irdo.morador em Tigipio, onde ioi! teiga ingieza (lor a 1*200 alibra, fraaceia a 800-
scrava Maria, que e?ta fugida ahi \ rj a jjbrs ijein como tem um eompleto sortimen-
i { lug r, consta quo alguem torn ella acou-; t0 ae mo:hados para qualquer chefe de familia
que enconlrari prec.es majs
outra parte.
fregueiia da Es-
Guilherme, com
os signaes seguintts : pardo, com idade de 25 an-
nos poucu mais ou menus, altura e corpo regular,
clnos grandes, cabellos cachiado s, pes oompridos
e seecos, rosto comprido, algons signaas de bar-
ba, nariz comprido eum tanto arqueado, umas
sardas pelo rosto, faz algum mcuvimento no aodar,
desconDa-se que esteja na cidade da Parahyba.
Roga se as aul<>rida camp's a a|>prehensao de dito escravo e ser en-
tregue ao seu senhor Ernilio Pereira de Araujo,
no engenho Ajudante, e receberao por paga.
300^000.____________________________________
Ad PL 9
anturidades policiaes e capi- COmmodos do que "em'qualquer
a capture e leve-a a rua da
ipoi me tem silo .vista nas rua? desta cidade. j fazer sna,es; en;a,
.-' I das as
; in] i He
o. 30. qne se gratiGeara.
COXSliLBRIO
v
EBHHniNia
1)0
Dr. Sania Rosa
if
na do Bario da Victoria
DOtr'ora rua Nova n. '16, primeiro andar.
CONSULTAS das 10 horas da manhl
a> meio dia, e cbamados por escripto a
qualquer hora do dii e da noite.
' 3PECIALIDADES -partos, mclestias
<;.e olhos e do apparellio respiratorio.
Escravo fugido
Fugio de Villa-Bella o escravo de nome Jose,
caboclo, de 30 annos de iiade, pouco mais on
menos, altura e grossura repulares, tem 03 peitoe
abertos, cabello corridi, falla bem e com modera-
cao; consta que veio para esta cidade com o fim
de sentar praja : pede-se, portanto, as autorida-
des policiaes e capitaes de campo a apprehemao
do relerido escravo, e entrega-lo em Villa Bella, a
sua senhora Carolina Cavalcante de Andrade, ou
no Recife, loja de Goncalves, Irmao & C, a ma do
Livramento n. 22, que serao com generosidade re-
compensados.
m
-^ Dr. J*n<- Felix- da C iniiir. He-
new*.
I Medico operador.
' RUA ESTREirA DOHOSARIO N. 3.
Da conraltas todos os dias das 0 ho-
ras da m^nha as 4 da tarde, dessa 'iora
em diante- acba-se prompto para qnal*
qner ehamado, em cajade- soa resideneia
a rua da Pfiaceza Isabel d. 4, junto a
estacao dos trilhos de Clinda.
Das 7 ao-9 horas da awnba da consol-
tas gratis aos pobres.
3SPECIALIDADES
Molestias'jyphiliticas, viadtgestiva e>--
bres.
Attcncio
Precisa-se de ama ama que raiba cozinhar
Iralar na rua do- Rangel n. 8.
Cheshire condensed Mirk.
Leite condensado novo.
Cerveja de Itoruega.
Keller & C.
Piigio no dia 2 de abrii proximo jassado o
escra*o Benedicto, crionlb, de cor prefa, tem 22
annos de idade, pouco mais ou menos, e- de esta-
tura regular, nao tem barba, tem as costas corta-
das de aaligos castigos que soffreu, tem sido visto
para as aandas da Encruzilhada, Beberibe 9 no
Recife : roga*se a todas as autoridades e capitaes
de campo a sua apprehensao, e remette lo a rua
Direita n. 28J que serao generosamente recompen-
sados.
Alogaseo segnndo andar do sobrado sito
a rua de Lomas- Vatentinas n. 86; com os commo--
dos seguintes : 2 i>las trande? e bastan;e fres-
eas,_3 qnartos^cozinba fera, uu corredor com
portao para a raa de Hortas, e cactmba com i'.oa
agua : quem a pretender dirija-se a rna Nova n;
f, qne achara som qoem tratar._________
Precisa-se de ursa pesso* qae oDtenda de
serrar madeira em maehina a vapor': a tratar ta
fabrics de sabao dos- A-fof ados.
Casa; e sitiov
AVISO
Precisa-se corOpraf dousweraros,
carapina, paga se bem : a tratar na
lo
pedreiro e
thesourarla
das loterias, a rua Primeiro de Marco n. 6.
1 rastes.
Compra se e vende-se trasteaaovei
e usados no armazem da rua o Im-
perador n. 48
V^NDAl
Sedinha8 4 1^500 o cov.ido.
Venhain antes que se acabem : na loj* do Passo
a rua !. de Marco n. 7 A.
GRAIDE
Liquidate
C* Jit. U. ^iiA *^B
Boa casa.
Atnga-se o pafecete do fallecido Custodio J*,-e
Alves Gnimaraes,. n ilha dc3 Ratos (Boa-VisSa),
onde morou ulli.-aamente o Dim. Sr. Dr. Ignacio de
Barro3 Barreto : a tratar na 1-ja do Passo, a rua
Primeiro de Marpo arco de Santo Antonfo.
Vicente fugf o
Na noite de U-pava li de marjo do corrente
anso'fugio o malato Vicente, sseravo, de 20 sands
de idade, bonita- figiira, barba e-estatnra regalar,
levando veslida e ecu um sacso roopa de algodao
branco e alguma mais Tina, perteneente a um eai-
xeiro da casa doode fugio ; e -natural da fregue-
zia de Sant'Anna do Matlos, diz^er livre, casadcr,
e ter sido criado era companhia da madrinha D.
Anna Luiza da Luz, de quem. alias, foi escravo :
roga-se, portanto, aos Srs. capitaes de campo
e autoridades policiaes. a apprebensSo do dito es-
cravo, e entregal o na cidada do Recife, raa do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaqu m Moreira Reis, ou
na cidade do Acsd ao Sr. TOrquato Augusto de
Oliveira Baptis'a, que serao generosamecie-grati-
flea dos.
Escravo fugido
De.-de 8 do corrente mez que esta fugido do
ttbo Sapu:aia, de Beberibe, o escravo Luiz,
pardo, cabellos de caboclo, corpo regular ; esta
um pouco pallido por. ter acabado de se tratar de
uma lironclites. Recommenda-se a sua captnra.
Francisco da Costa Maia vai a Europa bus-
car sua. familia qde alii se acha em tratamento.
Durantf! al^ua curta ansencia deixa encarregado
de todos BoaTealura Rodrigues de Amorim e Dr. Jose Di-
niz Barreto; e no centro da provincia os Srs. te-
nente-coronel Joaquim Francisco Diniz e Dr. Ma-
noel Xicolao Higueira Pinto de Souza.
LIV BOS A-VENDA.
No primairo andar desta typograpbia em
mad do alministralor, veude-se os seguin-
te U'jrinhos :
O aasUtito Esperto dialogo ins-
truct! vo, critico, analytico, historico, e mo
ral, entre am matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
Eilueaffto Familiarromance, 0
eum;i serie de letturas, 2 volumes por .,..
ijgOCO. ______________________________
Aluga-se a casa da rua das Flores, hoje Ma-
thias de Albuquerque n. 24, onde teve cocheira :
a falisr na rua das Larangeiras, 1 andar n. 18.
Maoaa mais cabellos
brancos.
TINTURARln J1PMEZ1.
S6 e nnica approvada pelas academias de
ciendas, reconbecida s perior a toda qne.
lem apparocido ate hoje. Depoiito princi-
pal i rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
qnez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas aa botic&s e casas do cabellei-
reros.
Paris, 36, Rua Vivienne, D
IHIMHM HEDECIX SPtCllL
MS ElinMlDAD*S DBS SEX DAIS, AS AITICfOH
AtTBHAfOFS DO MNODI.
130,oa0curas daimpin.
GLTA^8AS.
DEPURATiF
do SANG
gens,puitulas, herpes,
sarna, comixoee, aeru
mania, e allergots, vt-
ciosas do sangue, vi-
rus, e alteratoes do sangue. [Xarope vefetal
scmmercurio).OepnraiT tc
Mimw hhebaes tamao-se doas por
PLUS DE
COPAHU
semana, scguindo o tractamenio Depurativo: i
empregado nas mesmas molestias.
| Este Xarope Qtracto de
I ferro de CH ABLE, eura
imracdiatamente qual-
quer purgarao, reta-
\xafao, e debilidadt,
e igualmemc os Jluxos e flores brancat dai
mulheres. Esta iujeccao benigna empregasu
om o Xtrope de Cilracto de ferro.
emorroida*; Vomada que as cum ems dial,
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: nas affeceoes cutaneas e comixoes.
PIUULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do ChaUe, cada (ruco ml accompahado
i* um folneto.
AVISO A08 SRS. MEDICOS.
I Can calarrhot, UlStS
\coqutluc\u, irriUfia
ncrvoias tat dos brm-
chioi t todas as dotnem
--------' do pciio; htsU. o doentf
ma colhe rchden derte xArope D* Foaoit. "
St. CBAau Mn Parti. r TlTltM-, 0, .
Deposito botca Franceza
22 Rna da Cruz 22
Sirop du
orPORGET
Casa de saiide de Saeto
. Aniare.
Joao da-Silva Bamos, proprietarie. da
casa de sande, tendo regressado da Eu-
ropa, reassumio a administracio, e o
servico medico do mesmbestabeleciaien-
tos, e espera que o publico cooiione a
depositar a conflanca, que sempre depo-
sitou em vista de seu zelo e iateresse
pslos doentcs alii recplhidos.
Joao'daSilva Ramos, medic* pela Uni-
versidadc de Coimbra, de voha de sua
viagem a Europa, continiia no exercicio
de sua profissao, prestando-so a tratar
de qualquer doent dentro on fora da ci-
dade, e dando consulias diariamente das
10 as 12 horas da manha emseu escrip-
torio na rua do Imperador n'. 67.
Joao da Silva Ramos, devendo recebar
mensalmente da Europa, vaccina de su-
perior qualidade, presta-se a ir vaccinar
qualquer pessoa em seu domicilio ou em
seu gabinele aa rua do Imperador n. 67,
nas quartas-feiras e sabbados das 1ft as
12 horas da manha.
Aluga-se
uma casa terrea muito fresca, a rua das Caleadas
n. 33, com 3? quartos, 3-salas, coziaba>e quintal
com cacimba : a tratar na rua Nova n. 65.
S. GABLOS
Vende-se ou arrenda-se 0 engenho S. Carlos, em
Ipojuca, moente e corrente, com todas as obras
em psrieito estado de conservaio, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias d. 3,1 andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
Aluga-se a casa n. 23, na rua do Pilai : a tra-
tar na ma da Cadeia n. 3.___________________
Fngiram do engenhe Ajudante, ho anno de
1876, os escravos seguintes: l.a Francisco, crioulo,
preto, com idade de 28 annos pouco-nais ou me-
nos, altura regular, corpo regular, olhos grandos
e brancos, denies perfeilos, cabellos carapinbados,
PC's grossos, barba a cavaignac, bigode e pera,
uma cicatris por i cirua do olho esquerdo, muito
conversador e risonbo. 2.* Antonio, cabra, com
idade de 23 annos pouco mais ou menos, alto,
seeco, olhos grandaa. vermelhos, pouca barba,
cabellos um tanto soltpsy dentes perfeitos, pes
compridos e seecos, ambos cotnprados ae Itarao
de Nazareth. Roga-se portanto aos capitaes de
campo e as autoridades policiaes a eaptura dos
mesrnos escravos, visto haver desconnani;* que
estao occultos na comarca de Pajeu de Flores,
ou Rio de S. Francisco, que terao a paga de 600^
a quem os levar ao sea senhor no engenho Aju-
dante, ao Sr. Emilia Pereira de Araujo
Gill. LI
Conductor
Na rua do Bom Jesus a. 17,. pcecisa^ae fallar ao
Sr. Bicardo F. Cataaho da YascoBCallas, emprega-
do na linba ferrea do Caxanga.
Funileiro
......11.....
Carlo* Eduardo Kfedef aluga a sira rrv.-. sitir
ao CbaewB, em frente da campina ik' C*a Porte: j
a cbave eta em poderdo leitor do rrresnK> s.tio, e I
para trafor na rua da Agrs>ra n. 7i".
Os eredores da-massa fallida da* Pereira de
Melfo& CLsao avisades para apresentarem as seus
tHulos aos a^ministradores da mass.-!, -o iwaxode
8 dias, env camprimento do art. 83& di-n^-q,-) d)
commerckT':
dar.
Fazendas baratas
Madapolao de 3&500, 4^, 4*500 e 5*500 a peca.
Dito /rancez, flno, de 5*000, 5^500 e 6*500
pega.
Algodao marea T, bom, de 4*, 4*500 e 4*800 a
pe?a ;_nio pede haver nada mais-barato III -
Lindas lazinhas escocezas, pelo dimiouto preco de
200 e 240 rs. o covado.
Cbitas e metins elaros e escuros, boa tazenda, de
260,280, 300 e 3tff rs. o covaelo.
Cbapeosde palha o de castor, pelo mruimo preco
de 2* III So na* rua do Livramento n. 30, loja
da liquidayao
Parece impossivtl: sapatos decharlote pora bomem
c senbora a 2* Ml'
Lindos pnnhos e golinhas para senhora e ntenina,
de 800 rs., l*Oro 1*600 e 2*, todo Bordado, e de
cambraia mui lina ; tambem tem grawiias e man-
guitos com gola, idem; ricas eamisinbas todas bor-
dadas, de cambraia, para senbora, e outras mjti-
t.ts fazendas, que se tcrnarao enfadoabo mencio-
na-las : tudo se vende com 20 0[0 menos do qos
i tfl outra qualquer part?; so Ba rua do-Livrataea-
A n. 30; loja de Lima Coutinho& C.
iDgMifeenrS^ffJiieii.
Vende-se dnaa parted do
engenho Noyo, sito na fre>
guezia de Serinhaem, distan-
te da estacao de GameUeira
3 leguas, moente e conente,
que safreja cerca de 3,000
paes, com optimas terras,
movido a agua e bem obra-
do, por preco commodo a
tratar com Dr. Felix de Fi-
gueirSa, a rua das Caleadas
n. 14, ou no arsenal de
guerra.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os sepaintes : t.
IIarra>
Iregul9tt,
e Palrleia.
A tratar com seus proprietarios nesu cidade,
e para informacoes com Joaqaim PWo de Mei
relies Filho na mesma cidade de Ufacaamguapt
ftsso IrraSos 4 C.
AriM?8o.
Wilson Rowe 6 C. vendea ao seu armaxsa
rca de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul ameneanc.
IfSmeHeBte fio de vela.
Cognac de 1* qualidade
V:flho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de tor?M as qnalidades
TACHAS TACflAS
BATIDAS FUXMDA9
Qualidade juper or
Systena dovo
Mase-Sarato do quem em qualquer outra parts
NA
Fnndicfto da Aurora
C. STARR & C, EM iaQUlDAgAO.
a rna do Comaercio b. :;i, i? an-
Atteacao^
Procisa-se alagar um moleqoe de KK*ai f2 an-
nos, no sobrado da ru> astreita do Ro-ario a. 35,
sobrado da florirta, defrante die escriptorio ifo Dr.
Leonardo, a na mesma saaa eontinua-se a isrne-
ccr comederias jra fura.
Precisa-se-de urn raenino de 10 a 11 aeos,
para caixeino depadaria : a-tratar narualrape-
ria. n. 20.4.___________^______________
Com este titulo abrio-sc o-arajazem da rt es-
treita do Rosario n. 45, no qua! recebe-?e cpiaes-
quer objectos para serem vendidos em leiiao. 0
dono deste estabelecimento; abaixo assignado, es-
pera protecjao do respeitavel- publico, e partieu-
larraente dos sens amigos, e omprorae*.te-e no
cumprimento dos seus deveres, e desde ja agprade-
C3 aquelies qne oprocurarsm
Joaquim Francisco Franc.
CASA DO OURO
Bilhetes garantidos
Rua do Ikwao da Victoria (outr'ora. JSovo
n. 30, e casa- do costxxne
Acham-se a veoda os khuW> felize& billietes ga-
*antid03 da 5' parte da loteria a senecio da
igreja matriz da 8oa-Vstav que sc 3rahira nc.
dia It do corrente mez.
Prcyos
Inteiro 4*000
Meio 2*000
> aOO^OOO para cto..
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, i do junho de- Wfk.
Joao Jseupam da ContaLeite
\d cm
Eu abaixo assignado faco science ao publloo e
ao corpo do commercio, one nesta e'ata dissolvi
aaiigavelmente a sociedace que gyrava na tlrraa
de Silva 4 Ribeiro, sita a rua da Marsilio Dias n.
V39, com o Sr. Manoel Luiz da Silva, ficando com
o dito estabelecimento o socio SUva, e o socio Ri-
beiro desonerado de toda e qualquer respon3abi-
lidade e pago do sea capital e lucros em letfas a
veneer. Recife, 15 de junho de 1874.
Joaquim Ribeiro da Silva.
Formigas de roga.
Precisa-se tratar com um homem que saiba fo-
lhear formigas de roca : a fallar rua do Barao
da Victoria n. 22.
Precisa-sode um feitor para o engenho Sa
pucaia, de Beberibe, e qua seja homom affeito ao
acmpo.
1 C0NSM1 *
1 MEDICO-CIRURGICO *
-* DO m
5 Dr. Pedro fTAthayde L. Moscoso S
PARTEIRO E OPERADOR
Itua do Visconde ^ qoe n. a9.
ESPECI ALIDADE
W. Molestias de senhora s e
4% menlnos.
2 Consulias das 7 as 10 boras da raa-
9 nha, todos os dias.
ml Das 6 as 8 da noite, nas segundas, qnar-
2 tas e sextas-feiras.
IK Os doentesque mandarem os seus cha-
ma dos por escripto at 10 boras da ma--
^ nha serao visitaoos en
em suas casas.
Emprezadogaz
A emprexado gaz tem a honra de annunciar ao
publico que recebeu ultimamente um esplendido
J sortimei*) de- lustres de vidvo, candteiros, aran-
delas e globos, cujas amostras estao no escriptorio
\rua do Imperadar n. 31, e serao vendidos aos
Mas fregpezes pelo preco mais razoavel possiveL
j Aluga-ae umgrande armazem, sito jjo caes
do Apollo n.''85, pertb do areo da CoflcelgSo : na
na do Marquez de CSiocla n. Mir"
Manoel Ignacio das.Candeias (o antigo funileiro
da praca da Independench), encarrega se de fazer
qualquer obra de sua artOj e beo assim decortar
e coUocar vidros em vidracas. espethos, etc., tudo
por modico preco : quem de sew prestimo se qui-
zer utilisar, pode dirrgir-se i, casa de sna residen- j
cia, a rua Bella n. 4.,
*
I
1
i
m
s
Aluga-se os seguintes sobrados armazens
a rua do Apollo a. 11, Moeda n. 39, e Companhia
Pernambucana a 2, outr'ora becco das Boias : a
tratar na rua da Imperatriz n. 38, ou rua do Vis-
conde da Goyanna n. 16.
Maaoel Ferreira Ponies, duraate sua ausen-
cia na Europa,,deixa encarregado de todos os ne-
gocios commeroiaoa e judkiaes ao bacharel Felix
de EigiMirfe Faria e a seu irmao Henrique Fer-
reira I'ontes.
Os abaixo asajMl^ltieW ioiente ao pu
blicp que teudo-se, desencaminhaiJo tres letras no
valor de 1:704*980, sacadas em 16 de fevereiro
proximo passado, e aceitas pelo Sr. Tboraaz de
Aquino Carvalho, morado? na villa de Pattaaret,
aos prazos de 4, 8 e 12 mezes, que ficam da na-
Bbum efleito, e protestam por qualquer transac-
cao feita com as mesmas' letra?, para o qne ja se
acha prevenido o aoaMHtto, afia U as B3-paar.
Recife, 3 de julho de 18*:
Aattmea fiotaaTaai t .'"'
- to raa veiaaIcW,8anta,iUfft,^15% wecisa-s .
alugar uma pretapara yeudercdmtalfbL
Preeisa-se de uma ama:
aia! cozinhar em casa de
pequena" .femriria, preferin-
do-se escrava : nil rua do
Capibaribe; n, 4^.
Vende>-9eiima excellence armaQao de amare!1b'r
iovernisada e envidragada, com pouco uso, propria
para quatqusT_ es!abelesnnent->, por sep de excefc-
lente'Construcjao e prestar-se a fazenda?,. miude--
M8 ou molhados, etc. ; assim como veade-se uu
haicao naquel'ss condijoes : para ver e tratar com
PUcas & C, a rna e-treita do Rosario n. 9.
Vende-se a uverna da rua de S. Bento, era
Clinda, do lalfscido Jose Hygino Monteiro, com
armacao s generos, tudo por preco commodo : a
taatar. na mesma.
Atlencao
Vende-se ho; granie sitio com bastantc* terras-
para planta;oe e casa de moradia, na aetrada
Real de S: Miguel a Jabeatao : a tratar na rua do
Livramento n. 5, loja de caleado, qne dara sodas as-
esplicacoes.
Vende-s* nma preta de 22 annos de idade,
pc-rfeita engoramadeira e cozinheira, sadia e sem
vicio, e um escravo perfsito cozinheiro e sadio,
pcrpregos razoaveis : no pateo de S. Pedro-a. 26
E barato
Trancjas de cabellos humanos, naturaos, nao
digo que tenham um metro de eomprimeato, sito
soffrivelmefiti* eompridas, pelo preco de 12*000 :
so na rua do Marquez de Olinda n. 51, 1? indar,
casa de Gustavo, cabell6ireiro.
Coque crespo natural, delOft 12* a 15^000-
Um par de crespo natural, oompridos a 5*000
Pm tupet frizado por 3*000
(!ma duzia de grarnpos frizados por 4*000
Cnques, modernismo, da 405, por 20*000
Diademas, modernismo, ds cabellos, por 5*000
Cresjaptes de cabello, de 303, 335 a 40*000'
Sana rua do Marque; de Olinda n. 51,. 1" andar,
em-casa de Gustave, cabelleireiro.
VEMOE-SE
no estado em que se acha o sitio no lugar do Ro-
medio, freguezia dos Afogados n. 18, chao proprio,
com 349 palmos de frente e 658 de fundo : os
pretendente3 dirijam-se ao sea proprietari >, a rua
de S. Francisco desta cidade, sobrAdo n. 10.
Para baplisados.
Amaral Nabuco & C. veadem vestimenta com-
pleta de cambraia de algodao e de linho, borda-
dos e enfeitados ; toucas inglezas e francezas ;
sapatinhos de seda a carmim bordados ; cha pre-
to e verde : no Bazar Victoria, a rua do Barao
da Victoria n. 2.
Vende-se a taverna da rui das Carrocas n. 1,
quo faz esquina para a rua de S. Joao : a tratar
na mesma.
Vende-se cabulho i para janellas, varandas e
bandeiras : na rua do Padre Floriano n. 5.
Superior vinlio de 1847
Eiii caivas, proprio para doentes.
Tem para vender Fran-
cisco da Costa Maia em seu
escriptorio a rua da Cruz n.
56, 1. andar.
Muscatel superior
Proprio para presentes, qualidade nunca vista
no mercado.
Porto fino de 1847
Vinho especial para senhoras.
Porto fino particular M S
Em caixas de duzia: vende Francisco da, .Cos-
ta Maia, a rua da Cruz n. 86, 1. andar.
Grande novidade.
Pcctaincha sem ignaJt-
Brim pardo trancado com pequeno toque de mo-
fo e limpo a 320 e 400 rs.- o covado.
Brim da linho de c6res, fazenda de S* a vara
a 2* o corte.
Brim branco de linho muito fino a 2J e 1*600 a
vara.
Lasinhas de quadros tranjadas (escocezas) o
com kstras de seda a 240, 320 e 360 rs. o covado.
Cambralas transparentes, finas, marea Bispo, de
3* a 6* peca.
Cambraias Victoria muito finas, de 3*500 a
6*300 a peca.
Cambraias de cores com ftores soltas e da lis-
le as a 240 rs. o covado.
Metins escuros e elaros, padr5es muito moder-
nos, a 280 e 320 rs. o covado.
Popelinas arrendadas (com noma 4 Novidade0)
fazenda de muito gosto e nunea vista nesta cidade,
a 800 rs. o covado.
Casemtras de cores, padrftes lindissimos a 4*,
5* e 6* o corte.
Fazendas para luto. Lasinhas preta muito fiaaa
a 360 e 400 rs. o covado.
Cambriaa pretas lisas e oomsalpioas a 640 e 50&
rs. a vara.
Mussulinas pretas, faienda de muito gosto, a 306)
rn o covado, e outrea mqitas fazendas qoe nJo
meneionamos por se tornar enfadonbo e que toda*
veodemos por preccis barstissimos : na rua Pri-
meiro de Marco q. 10.
Venders
Wilson, Rowe & C.
Em seu armazem a rua do Trapiche u. 14, o so-
guinte :
Algodao 3zul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qnalidades.
Tudo maiio barato. _____________
ALERTA
Com o n. 43, in rua do
Queimado n- 43
Deffonte do becco do Pei\o Frlto.
on junto u loja du Hagaolia
ChrgHem Cbe^acm :
Lazinnao ** quadros pretos a 240 rs. o covado.
Ditas de quadros e de cores a 240 rs. o covado.
Granadin* ds listras, a parisienss, a 160 rs. o co
vado.
Poupelina de seda de furta cores a 1* o covado.
Cambraia Victoria lina a 3*000 a peca.
D:ta transparent^ a 2* e 2*506 a peca.
Lencos chinezes con versos a 15800 a duzia.
Chales de shita a escoceza, por 2* um.
Chitas de euros a 240 e 280 rs. o civado.
Brim pardo fino a 400 rs. o covado.
Colchas para cama a 2* e 3* uma.
Lencoes de bramante a 2*.
Cobertas adamascadas forraJas a 3* ama.
Mei is para homem. send > de cores a 4* a duzia
Toalhas muito grandes o 5*300 a duzia.
Metins de listras a 360 rs. o covado.
Madapolio avariado a 3*300 a peca.
Cuii'.isas i.igio.zas a 2i 3a uma.
Ditas de creione a 3* nma.
Aprove:teni qua estamos fazendo grande abati
mento, nunca meao9 de 40 por ceato. Dau-st
amestras com penbor.
if^p^
Armazem da es-
trella.
Unico deposito de cal bran-
cade S. Bento e Jaerua-
noe.
H. 6 -Caes do Rani( s -K. 6
0 dono deste armazem da- materiaes contrau
em grande porcao cal preta, p.-:I a medida dos for-
nos, mediante ajuste, mandando botar no lugar
competente, garantindo sen'sdade aeste negocio.
Vende-se
Cruz b. 4%
Vende-se
Crcz n. 4.
Cofres de ferro
em casa de Ka .vices k C, a rna da
Chafariz de ferro
em casa da Hawkes & C, a rua da
Cimento Portland
do verdadeiro : na rua do Vigario n. 19, primeiro
and;.r.
Sedas a 1^280 o covbdo.
Vonde-se bonitas sedas do listras de liadas co
res pelo baratissimo preco de 1*280 o covado,.
aproyeitem que esti se acabando na rua do Du
que de Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastos.
Casa e terrenes baratcs
o.
no Sit
Antoojo Jose Rodrigues de Souza, na thoson*-
ria das loterias a rua do Crespo n. 6, vende ma
casa de taipa e terranos de seus sitios no lugar
do Salg.-idinho : a tratar somente com -n
Paraadmirar.
Popelinas de gosto o mais moderao que ha, de
2*, i>or 1* o covado, las de lindos padoes a 32C
rs. o covado : sO a rna Puque de Caxias n. t.
Villa de Palmares
Veade-se duas casas nesta villa, uma na rua
Bella e outra na praf a da feira : a tratar com o
Dr. Antonio Borges Leal, na mesma villa.
E' barafo
Tran^a^ de cabello.
humano, natural, eom um netro do comprise**},
a iSfr cada uma : so na rua da lmperatrifc*. 84
case de Odilon Daarta Irmao._______________
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qae vem a este meada
na rua do Marauei de ulmda n. Hi
P0IM4R
mm
Veade-se pes de sapotas de onttea qua
na rua do H spicio n.^5.
Por 900*000
vende-se um silio no Arraial com 50 palmos 4*
freatae 3.delMdo,flinum pequena c**M
taipa felta a mOeraa : a tut** no caes dafiOB-
pannia Pernambucana n. 26.
Vende se o deposito da rua de Thome 4e
Soun, antieo becco daUafoeta |. If : t tratar
no mesmo de; ogito,



,
'


h
Difcrio de Pernamt&co *sfe?,>a feira ^^Wf3 J$ Pm^
f
\

I
!>E
(agendas finas
-.
Ru Prirneiro deMargo o. 7 A
Cordeiro Simdes<<&0.
E" esta uma das cas que fioje pode com pri-
cazia offereeer aos sens freguezes ura variadissi-
n c sortimento de fazendas finas para grande toi-
ette, e bera assim para aso oidinario de todas at
-lasses, e por precos vaatajoscs, das quaes tax am
jeqneno resumo.
Mandara fazendas is casas dos pretendentes,
jara o que tern pessoal necessario, e dao amostras
nediante penhor. Cortes de seda de lindas cores.
Grosdenaples de todas as cores.
Gorgurio branco, lizo, de listras, preto, etc
Setim Macao, preto e de cores.
Grosdenaples preto.
veil ado preto.
Granadine de seda, preta esde cores. >
Popeliuas de lindos padrdes.
Filo de seda, branco e preto.
Hicas Lasquinas de seda.
^acos de merino de cores, la, etc.
ilanlas brasireiras.
Goites com cambraia braDca com lindos borda-
Rieas eapellas e mamas para noivas.
P.iquissioio sortimento de las com listrai de
eda.
Cambraias de cores.
Ditas maripozas, brancas, lizas e bordadas.
N'anzuques de lindos padrdes.
Baptistas, padroes deiicados.
Percalira* d quadros, pretos e brancos, listras,
Brins de linho de cor, pronrin oara vestidos,
:om barra e listras.
Ricos cortes de vestido de linho, t eites da
xesma cor, ultima mod?
Ditos de cambraia do cores.
Fustio de lindas cores.
Saias bordadas para senboras.
Camisas bordadas para senboras, de linho e al-
lodan
Sortimento de luvas da ver ladeira fabrica de
uvin, par- homens e senboras.
^estua*' para raeninm.
^'to? para baptizado.
Chapfios para ano.
Toalhas e gnard.napos adaraa?cados de n de
r.para mesa.
Colchas de li.
Cortinados bordart-s.
Grande sortimento de camisas de linho, lizas e
onrdadas, para homens.
tieias de cores para homens, meninose meni-
.
Ditas escoceza*.
uouwh'.o sj.iiraepto de chapeos de sol para ho-
uecs e seanoras.
Mefitu de c<>e nsra vestido*.
Oito preto, tranj'ado e r*!to de *erao.
o'tlbado de niio e algodao para to
Moalbado pa-do.
Damasco de la.
Brins de linho, branco de cores e preta
Retim de lindas cores com listras.
Chafes de merino de cores e pretos.
Ditos de casemira.
DitGs de seda preta e de cores.
Ditos de tourjuim.
Camisas de chita para homens.
Ditas de flanella.
Cereulas de linho e. algodao.
Panaos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
Lencos bordados e de labvriniho.
Colchas de crochet.
Tarlatana de todas as cores.
P>icos cortes de vestidos de tarlatana bordados
a ra curies.
Espartilhos lisos, bordados.
Poniard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas deseda e la para senhoras.
Rico sortimento de leques de madreperolas e
i'SO.
Damasco de seda.
Casemira preta e de cores.
Chilas, madapolao panno fino preto e azul, col-
arinhos, punhos delinho e algodao, gravatas, lu-
ai de no de Escossia, 'apetes de todos os tama-
nhos, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
uens, lencos de linho branco e de cores, toalhas,
iiuardanapos. etc., etc.
SIKO.DA boa
Rita da Imperatriz a. 72
t

BE
MENDES GUIMARAES & IRMAOS
Acabaio de fazer um grande abatimrmo nns precc-s do sus
dendo a grande falta que ha b/\jo de diuheiro,^ por isso creio que o pre^-i quo vai men-
cionad ") ngradard ao respeit-vel publico.
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 4p000. I ruoClltS A 1*500.
Vende-se ch?pe*os do sol de seda "para se- Venic-se'croches para cadeiras a 1^500
nhoras e meninas a 4, ditos de alpaca ft-1 cada um.
MtttiffllMS
NA
=*
y

nos com 12 astes a 49, ditos de i.erino de
duas cores a 59, ditos de seda para ho:rem
LAZLNHASA200REIS.
VtjnJe se lazinhas para vestido a 200,
a 69, ditos inglezes com 12 astes a 89 e 99. 32i\ 400, e 500 it, o cuvado.
BRIM PARDO A 400 rs. ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vende-se brim pardo escuro a 400 rs. o Vendo se alpacas de cores a 500, 640, \
covado, dito de cores com quadruihos a 800 rs. o cbvado.
500 rs. o covado. [G1UNDE SORTIMENTO DE TAPETES A 49.
CORTES DE C\Si:.MIRA A 59. \ Vende-se grande sortimentojietapetes para
Vende-se cortes de casemira de cores para tedosos tamanhos a 49, 49500, 59, e 69,
calgaa 59, e 69, ditos de dita preta para cade um. iSS-'-JfSPWiSSS'.n .
calca a 438 5 6 7 I 'CAMSAS FRANCEZAS A 2^000,
* ** 6'' e 'GRANDE SOmi.MF.NTO DE ROUPA FEITA
NATIONAL.
LOJ1 m* VATAO
Hi
toa da Imperatriz n. 60
PARA tlQUIDAR
Qrnnnliu preta a SO rs. o
covado.
0 Pavlo vende granadina preta e lavrada
f^endas atten-'Pe' barSto *prer;o de 500 rs o covado.
ALPACAS PRLTAS A 500, 610 E 800 RS.
0 PavSo tem um grande sortimento de
alpacas pretas, que vendea 5)0, G40 e 800
rs. o covado, assim como grande sorti-
mento de cantOes) bombazinas, princezas
pretas, merin6s, e dutras muitas fazendas
proprias pSra luto.
CAMBRAIA VICTORIA A 49T00, 49500,
0J0O0 E 79000.
0 Pavio vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada pec,a, pelos baratos pretos
de 49000, 4950'J, 59000, 69000 e 7C000
a pega, assim como, ditas de salpico bran-
BttlM DE ANGOLA A 29 0 CORTE.
Vende-se cortes de brim de Angola para ;
calra a 29, dito rnuito tines a 3?.
ABERTURAS PARA CAMISAS A 200 REIS
Vende-se aberturas para cambas a 200 rs,
ditas mais finas a 400 e 500 rs. ditas de
esguiao a 19, ditas bordadas a 29-
CHITAS A 240.
Vende-se chitas para vestidos a 240, 280
e 320 rs. o covado, tem escuras e claras.
MADAPOLAO A 39.
Vende-se ppgas de mad polao enfcstado a
|39, ditas de dito inglez a 49500. 5^, e 69,
i ditas de dito francez fino a 79, 79-00, 89'
:99000.
S950O
39000 E 3?500.
0 PavSo vende um bOnito sortimento dt
Calgas de riscado para traba ho a 1(5000 camisas francezas com pelto de algedSo,
19400. 29000 e 29500. Ditas com peito de linht
C.ilgas de brim pardo a 19000,29, 2*500.' de 39000 a 69000. Ditas bordadas muito
Calc/s de brim de Angola de cores a 29 finas de 690(0 a 109000: assim come
39. grande sortimento de ceroulas de linho e dt
Calfas de casemira de cores a 5950O, 69 algodao, por precos baratos, e tanibem tem
79. | complcto sortimento de punhos e collarinhoj
Calces de casemira preta a 39500, 59500 tanto de linho como de algodao, por prec/j>
.79
Palitots de riscado a 19.
Paletots de aTpaca de cores a 29.
Paletots de a paca preta a 39, 39"00,
59-
ffl
0 BARATMO
liiimigo
contra
Ebaralo.
Vende-se um pequeno si'.io perto da-esta-
(io do Salgadinho, tendo de frente 150
palmos, e de fundos mats de quatrocentos,
com uma elegante casa do taipa, acabada de
<>roxira > o bem asseiada, tendo 2sal s, 2
,uartos e cozinha f6ra. 0 terreno 6 pro-
prio o bom de plantajoes, tendo algura:s
rvores de sructo, agua de beber e todo cer-
':ado.
Para ver e mais explicates, no mesmo si-
.io a qualquerhora a entender-se com Tris-
:5o Francisco Torres, e para tratar, na the-
ouraria d;sloterias, rua I.* de Mar ii. 6.
acemmo
a carestial
NA
Rua Priiiieiro de Marco n. 1
: Outr'ora rua te do arco de Santo An-
tonio,
BAPTISTAS, temos grande sortimento desta fa
zenda e vendemus muito barata, a 360 e 400 rs.
1 o covado.
ALCA5SIANAS de bonitos desenhes e cores fi-
xas, a 400 rs. o covado. So no barateiro, venham
' apreciar.
UBTINS tranr^adoj, franceze3, fazen-la superior
e de bonitoa gpstos, a 2i0 e 280 rs.! Qucm riva-
' lisa *
j CHITAS de bons gostos e de cores flxas, a 240
e 260 rs. So aqui. r
i LAZINHAS escocezas, padioes bonitQs, a 180 e
, S00 rs.
DITAS de linho e'las, padroes inteiramente no-'
' vos, a 240 rs o covado, tazenda que custou sem- j
pre 400 rs. So no barateiro I
1 CRETONES escuros e claros, fazenda superior a
400, I'iO e *80 rs. o covado.
POPELLN'AS de seda e linho a 900 e \l; apres-
' sem-se a mandar ver.
DITAS de linho e algodao a 7C0 e 800 rs. o!
! covado.
BRIM pardo trancado a 260 e 280 rs. o covado. I
So no barat iro I |
DITO de cores, fazenda muito boa, a 500 rs. o
. covado.
CAMBRAIA transparente e Victoria a 3^500 o
r800 a peca Aonde tem 1 No barateiro I |
BRAMANTE de linho de duas larguras, 1*300
! a vara ; admira ? e exacto. ;
ESGUIAO de linho e algodao do 10 jardas, por
,4*000 1 |
DITO de linho puro a 8* a peca. Ao barateiro,
'ao barateiro I i
. j MADAPOLAO francez fazenda superhr a 5f e
65 ; sempre custou 8*. i
BOTISAS para senhora, muito supenores, a *3
e 4500. Siaqui. I
TOALHAS alcocho3das a 45500 e 55000 a du-
zia. A ellas, a ellas.
CORTES de creton francez, bordados 55500
e 65 f 1
Ditos (uso da co: le) de cambraia a 105. Sera-
em conta.
| CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA t
JANELLAS, DE 79 ATE' 259000 OPAR
i 0 Pavao vende um grande sortimento dt
j cortinados bordados, proprios para cama t
: janellas. pelo barato prejo de 79000,83000.
j 10(5000 ate" 259000, assim como colxa?
rle dmasco de 18 muito fina de 109000
1^9000 cada uma.
BRAMANTES A 19800, 29000 E 29500
, 0 PavSo vende bramantes -par8 lencies,
A rua do Gahuaa n. f A. ^ ,
Os proprietaries da Ircdiiecta, po intuito dt tendo 10 palmos de largura, sendo 0 dt
;onservar o bora conceito que teem merecido dc algodao a 19800 e 29000 a vara, e dehnbt
respeitavel publico, distingnindo o seu estabeleci- a 294.00, 29800 e 39000 a vara: i pechin
mtnto dos mais que negociam no mesmo genero n
veem sWeniificar aos seus bons freguezesque pre- _. i_iy l. ,nnn
veniram aoseus ccrrespondentes nas diversaspar- (jKlIlCttJ peCIll^Clia 3. 4^0UU
cas d'Europa para lhes -enviarem por todos os pa-1
.juettis os objectos de luxo e bom gosto, qne se-
jam mais hem aceit03 pelas sociedades elegantes
e 5^000
laquelles paizes, visto 'aproximar se 0 tempo de CORTES DE CASEM RA.
(esta, em que 0 hullo sexo desta linda veneza | 0 PavSo recebeu uma prande porgSo de
.mais ostenta a riqueza de suas toillettes; e co- cortes ^le cesimeras de cores para calgas, e
mo ja recebessem pele paqaete francez diverso v nde pelo barato rf0 de yfoft e 5^000
artigos da u tirna moda, veem patentear algnns. f_ ___im 5 |_____,. CA .
d'entre elles que se tornam mais Veeommendaveis, | da, corte, na rui da Imperalnz a. 60, loja
esnerando do respeitavel publico a costumada de l-ehx Pereira da Suva.
Vinho
Verde
de
Aiuaranthe,
especial.
Vendem P6cas & C, a rua estreita do Rcsario
11. 9, junto a igreja._______________________
Baalhao de Noruega.
Acaba de ehejar um pe.ueno lote de caixas
deste desejad'i b'<-alhao : no caes da alfn4ega,
;irma7erii de Tasso Irmaos & C
or do Gabello
DO
esperando
coucurrencia.
Aderocps de tartaruga os mais lindos que teem
vindo"ao niercado.
Albuns com ricas" capa3 de madreperola e de
velludo, sendo diversos tamarjhos e baratos pre-
os
Aderecos completes de borracha pr;prios par*
luto, tumbem se vendem ir.eios aderecos muito bo-
nitos.
Boioes dec'setim preio e de cores para ornato de
estidos de sechora ; tambem tern para collete
palitot.
Bolsas para senhoras, existe ura bcllo sortimen
de seda, de paiha, de chagrim, etc., etc., por
barato'precoi.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de louc*
como de cera, de borracha e de massa ; chama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criancas um pouco im-
pertinentes por falta de um obieclo q.ue. as en-
tretenham.
Camisas de linho lisa* e com peitos bordadot
para homem, veodenJ-se por preco commodo.
Ceroulat di linho e de algodao, de. diversos pre-
t.08.
Caixinhas com mnsica, 0 que ha de mais Undo,
corn disticos nas Umpas e proprios para presen-
ts
Coques os mais raodernos e de diversos forma
tos.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com v6o para noivas.
CaFcas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindoi
desenhos.
P1oSSIenTO de ehapdos de sol de *ed, 7#,|^S^JSiSSSiuSti *" ^^
85e95. Venham antes que se acabem. I^f?,^d? .edfbretaa e d^Ores exi-te um
DITOS cabo de marfim de superior qaifid^i J^^^JK^^/Tb^
prego. *
Fitas de saria. i'e g:rgurao, de setim e de cba-
,>li>'e, de diverons larguras e boniUs cores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
Fi. artiliciaes. A Predilecta prima em con-
' ervar sempre um hello e grande sortimento des-
no barateiro que, ^ flo ^ ^ s6 para enfeUe dos ^be]loSi como
:eVS^r^h^aS:3
Quern ousadizer que nao 6 barato? por W^S^gSg^ h0mem e senhoras.
B'cgIULES de casemira com listras. 0 mais mo-! ^cosfe cambraia e de seda de diversas core.
demo que ha a 35500 e 15, fazenda que cmsta S T '
em qualquer partc 6. v'enham a elles antes
j que se acabem II Ao I om torn
Areni '
mos ..
' guezes, mas estarao patentes a vista d s compra
ESMERALDINA A 800 RS.
0 i'avao recebeu um bonito sortimento
ilas mais 11-'gantes esmeraldinas com listras
de sed8, sendo em cores e padroes- as mais
novas que tem yindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissimo pre-
50 de 800 rs. 0 covado, & rua da Imperatriz
n. 60.
0 Pavao queima os artigos
seguintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
com eufeites bordados de 13 a 5#000.
Dit s todos brancos b rdados a 12#0OQ e
159000.
Ditos muito ricos a 259000.
Bonitas lansinhas para vestidos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 6i0 e 800 rs.
Cintos de setim de todas es cores a 55000
Punhos com gollinhas de esguiio a 500 rs.
S'dinhas de cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 19000.
Ditas de dita elites sem mofo a 19600 e
29000.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate 500 rs.
Colchas de fustao brancas para cama a
29500.
Ditas de dito de cdr a 49' 00.
ambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, cone a 89000.
Cortes de cambraia branca com bonitos
enfeites bordados, de cdr, com figurino a
65000.
Pcgas de madapolao com pequeno toque
de avaria a 4500.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com Ieve toque de avaria a 4#500.
Madapolao enfestado com 12 jardas em
Ligas de seda de cores e brancas.bordadas para perfeito estado a 3$000.
n->jva. I Pecas de madapolao com 20 jardas a
em destes, outros muitos .rtigos que deixa-! ^jrjffi, Tl TOudTlSTaM taft *>
de es^eciflcar., para nao massar nossos fre perola, marflm, Osso e velludo, luoo que ^ ^^ q ^
Pentes de tartaruga e marfim para ahsar 05 ca- ,pinos, covado a 400 rs.
a 115500, para acabar.
DITOS para seahora, a 3o00 I Sempre cus-
taram C5 ; estao se acabando, venham a elles, a
elles I 1
GRANDE queima para acabar de camisas Iran- j
cezas e inglezas, por todo 0 preco a 175,485, 205, |
305, 35*5, 405 e 485 a duz a. E' i
Dr. Ayer. *
Para a renovacao do ca-
bello, restituicao de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
Sores.' Avista do expost ficamos convictos de
que virio fazer acjuisicao de boas faiendas por
pouco pre?o.
Ao barateiro I I I
Na rua doCrespo n. 1.
Augostinho Ferreira da Silva LealC.
O Vigor do Cabeixo 6 nma preparacSo ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e efficaz para
conservar o cabello. Por meio do seu uso o
cabello ruco, grisalho, e enfraquecido, dentro de
pouco tempo revolve h cor que lhe e; natural e
primitiva, e. adquire o brilho e a frescura do
cabello da juventude; o cabello ralo se torna
denso e a calvicie muitas vezes, posto que nao
em todos os casos e neutralizada.
Nao ba nada que pode reformar o cabello
depois dos folliculos estarem destruidos, e as
glandes cansadas e idas, mais se ainda restarem
algums podem ser salvadas e utilizadas pela
applicacSo do Vigor. Libre tie essas substanciaa
deleterias que tornam muitas preparacoes de este
genero tam nocivas e destructivas ao cabello, o
Vigor somente lhe e beneficial. Em vee de
sujar o cabello e o fazer pegajoso, o conserva
limpo e forte, embcllizandoo, impedindo a queda
e o tornar-se ruco, e por consequinte previne a
calvicie.
Para .uso da toilette nao ha nada mais a dese-
jar; uSo contendo oleo.nem tintura, njo pode
manebar mesmo o mais alvo lenco de cambraia;
perdura no cabello, lhe da tun- lustre luxurioso,
e um perfume muito agradavel. ,
Para reformar a cor da barba, 6 necessario J
maia tempo de que com o cabello, porem se node I -Acaba de chegar ao mercado alguns bams de
appressar o effeito, envolvendo a barba de noite vfBhq do Alto Douro, espec.al e umcamente pre-
' parao.0 do extracto da uva e wento de quajquer
! confecV'0, sondo muito mais brando que 0 da Fi-
gneirai-e fue torna recommendavel pelo muito
Cora dos*estreitamento durclra
pela facil applica^ao das
SONDAS OUVAES
DE
COMMA ELAST1GA
As mais modernas e aperfei^oadas de todas
as conhecidas
Ycndem-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34Rua. larga do Rosario 34
Sao francezas
0 Barateiro sempre queima.
N. 1. Rua Primeiro de Marco N. 1.
Outr'ora rua do Crejpo.
Grande sortimento de botioas para homem e se-
nhora, tendo diversos gostos e todos os nuraeros e
por precos ainda desconhecidos no mercado, para
homem 6J e 75; para senhora 45 e Si : ao barato
e bom convida o barateiro
Ao calf ad fraueez
ioja
DO BARATEIRO.
Cpbertas da chita para cama a 2)51500 e
35000.
Bramante de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 2i$i6C0.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vara
a 1^500.
Espartilhos brancos e de cores a 4$ e
bellos ; teem tambem para tirnr caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, marfim, 6ssc e dourado3 por barato prec,o.
Perfumarias. Neste artigo. esta a Predilecta bem
provida, nio s6 em extractos, como em oleos e
banbas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora,, por commode .o"#000,
PrS- ..,,-, v _, x y, Cortes de casimira a ijj.e 50000.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap- ---------!-------;--------------------------------------
Tapetes. Recebeu a Predilecu um bonito sorti- i\yill|UiaS, LUIZlQllilS 0 BdlilUllilS
mentode diversos tamanhos, tanto para sofa co- I mrpiwic
mo para entrada de saias. LogrilPdS.
Vestimentas para, baptisado 0 que ha de meihor p?dro ^mi]i0 Roberto, com loja de instt nmentos
gosto e os mais moderno sreceheu a Predilecta ,je masiCa) 4, raa do Bario da Victoria n. 17, tam
de or an to preco, para Hear ao alcance
qualquer balsa.
Rua do Cabugan. 1
Lazinhas
a venda as tres qUadrilhas aeima para piano, sen-
| do as duas prirneiras novas 0 lindissimas: compo-
sig'.o do. fallecido Lihoso dos Santos. Preco de
! cada exemplar 15000-_____________________
a 200 rs. o covado.
S6 na rua do Queimado n. 43, junto a* loja
da Magnolia.
Cheguem, venham a ellas 1 I...
Lazinhas de quadrinhos a moda escoceza pa-
droes muito chiques, propria para vestidos de se-
nhoras e meninas. pelo dlminuto preco de 200 rs;
: 0 covado.
So o 43, loja de Guerra & Fernandes.
Dao-se amostras com penh^r. ;
Vende-se a armaglo delouro, com ca^ajhoi
I e envemisada, era bora estado,; da loja da ruaDirei-
I ta n. 83, por preco muito cemmedo
Clnco-Pontas n. 31.
Vende-se a padaria da rua do Bario de S. Bor-
ja, antiga do Sebo, n. Jo, muito afregueiada :
para ver e tratar, com seu dono,, na mesma ; 0
motivo da venda nao desagradara ao comprador
nma caaa na villa de Barreiros, na roa do Com-
lercio, por preco modlco: a tratar com Taaio
IrmlSiC
Espeoialidade
Vinlio particular, puro e
11111 no.
gc-
cem um lenco molbado no Vigor.
MMPAJUDO POft
r. J. C. AYER & ca., Lowell, Mass*
Estados TTnidos,
[ Chimico, Fractleos Analytical.
- L, "^^iflB SB POR
qne agrao. a ao paladar e preferivel a todos os on
i tros vinhos t^ P*sto. ,.,.,
Acha-se i'\ 'enda nos armazens de Joao Jose Ro-
drigues Mende?, Souza Basto & C. e Fernandes da
. Costa & C
Vende se na rua doCointjierclo d. 4, cerveja
a tratar nas" Naruega, marcai'M L :
! Bitter Angustura.
Rum de Jamaica. .... _____
Livros baratissimos
Vende-se alguns livros d direito, prepara
torioi litteratura, em porluguez,francez e inglez-
narua do Cabuga n. 11, loja de oiaa_________
VENDE-SE
0 grande e bem acreditado armazem de' **"* C0P3tfu^-
tintas e drogaria, da rua do Impefador n. | *- ^uvas de peitica e desuede para homens e1pa forrar saias, lavatorios completos, ditos
22, garantindo-se aa cbaves ao comprador : 'ffi^^enffi'S bS"Victoria, a raalio simPles. <*%*** P*.ra toilette, e outros mui-
, a tratar no mesmo stabelecimento. Baiio da Victoria n. 1 'tos artigos que muito devemagrao&r & todos
TRATAMENTQ E CURATIVO DAS WOLESTIAS PRQVEH1ENTES OAIMPUREZA DO
SANCUE
PELO
ARROBE DEPURATIVO DESiLSAPARLILHA, CA-
ROBA E VELAME
PREPARAUO TOR
BARTHOLOMEU & C.
Pharniacenticos da casa real do S II. I<\ El Kei Premiados cm diversas exposifues com 0 prentio de sua dasse.
A saiide eum bem inapreciavel, cuja importanciae valor sd eila- rcservada ao n.or-
mo avalial-o. E' inc ntestavel quo o homem neste mundo i coiistanteTiinte, e rx r V dos
os lados atacado por uma infinidade de agentesmorbidos, que to ios tendem, wJn tas e detc-rminaJas circumsUancias, a alterar 0 regular exercicio das func?6es orgauicas,
resultando desse desiquilibrioo que se deuominamolestia.
A molestia nao e" mais do quo a desvirtuar.ao das forces vitaes, occasions !a, s do as investigates 0 experioncias dos mais abahsades mestres da sciencia, pels dfprava-
580 dos humores geraes, consequencia da acc,ao maligna des-es mesmos MHMM .orbi-
dos introduzidos no organismo pelo acto da respiracao, pela \ia digestiva, pc!o t. ntacto
immediato, f-tc.
A syphilis infelizmente tem sido apartilha di hu:naniiadj, e como e fo.-a da duti-
da que esse terrivel Protee da medicina e uma mjlestia hereditaria, ellatem siJ-> i->>ser-
vada em todas as ideas, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfrr.; i
constituigoes robustas, produzinJo mutila;6?s e co tando ainda cm flor da i iaio v;'as
preciosas.
El minar da economia esses principles deleterios, e purilicar a massa s-ra'. d
mores tem sido desd? tempo immemorial o fim constante da medicina, e osdfpv.rjtivjs
flguram em primeiro lugar para preencher esse desiderato.
E' de preferencia no reino vegetal que a sciencia acousellia que devemo? pr ifarap as
substancias proprias e depurar o orgunismo, tliminando os principles Mvicos a saiide
pelo augment> das secrecoes uaturaes ; e que p jssam ,io mesmo tempo neulralisar a virus
syphilitico, ainda qu ndo este virus ja* tem feito erupcao no exterio: debaixo di- suas mul-
tiplicadas formss. Os grandes e incomparaveis depuraliveis vegetae? r
mnitas vezes prevenir os estragos da sjpudis, quando por ventura se aclia el la .u'n-
da no estado de iniuba<;ao;isto e", sem se ter mairifestado sobftrmas < xttrnn;; bene-
ficio incom pa ravel, tanto mais pjrque neste estado os in lividuss ignvam mpl men-
te se estao contaminados pur esse terrivel inimigo.
Felizmente para nos 0 recurso piompto e sem igual para combaler virus t5i.
rio encontramos em abundancia em nosso uberrimo solo, nssa riquczt invjavr!
pecies de vegetaes, muitos dos quaes ainda tao pouco ,onh?cidos c 's'.ulaios-sC^.u \-zu
o dizemos.
Nos mercceu a preferenc'a na grande variedadj de plant de :!ep ralivos ;: < pos-
suiraos, as tres plantas bem conhecid.is no no so paiz ;a CirobiJacarund't 1
ta-
li!
das Asparagine8S.
Extrahindo somente destes tres importante vegetaes os prinrraMH merli ;sot
pelos processos mais aperfeigoad s da sciencia moderns, couwgaitiMS rwil w um
comp' sto agradave e de facil applicacao, cujas pmprie lades ;ara ai.un >! rie
das molestias syphiliticas e tolas as que proveem da iiiipurezj itosangue, nos
e repetHas experiencias nos convenceram serem incomparaveis ns quo se t do
comemprego, na differen.es formulas conhe-idas, dos principios dt cadi um
vegetaes de per si. Mao precisamos discrevertao important.:.; plantas, f/.-r t idas
suas virtudes; ellas e seus bons eff.itos m-.dicamentosos ja sao mm coobeci' -. 1
nosso p3iz, quer na Europa, onde abalisalos botanico; e distinct .s medic
las occupado, e mesmo estes experimentado corn optimos resahados no trat-i. la
muitos pedecimentos.
0 nosso Arrobe depuratico de Salsaparrilha, Caroba 1 Velanu tem na >r
agradavel, a sua acr;3o e suave 0 bnigna e de nenhuma forma pinluz moksli.
camentosas, como acontece geralmento a todos os compostos cinque entrain M
mineraes como mercurio, 0 iodureto de potassio, etc., :ujo uso prol ngado i
p8ra receiar, princip lmente por que Irazem grandealtoragao do stngue, result
estado muitas vtzes hydropisias, quasi sempre funestas.
Sendo as molestias, como acima dissemos, devid.s a'saltcrao.-s d >s hunu :.-, 0 Ar-
robe Deputalivo de Salsaparrilha Caroba e Velame pode ser empregado vi
na syphilis, trisypelas, rheumatismo, bobas, gdta, dotes sciaticas, ulcer, .s d.:
gonorrheas chronicas, molestias da pelle, etc., e em geral em todas as m
quo se tenha em vista a purificar.ao do systems, sanguineo ; p"i> [aeaesissc .
experiencias tem feito ver, qne elle e indispensavel nos casos gravissi n s pars raiDorac
os soffrimentos e proloogor & existencia, e nos menos graves a eon e a coosequencia do
seu uso conrenientemente prolongado.
Assim, pois, nutrimos a convicgao de que 0 uso do nosso novo praaarado justitiqae
cabalmente as nossas asseverar;6es, porque sendo mt-dicamen'o puamente de prii lot
vegetaes, nossas experiencias ate" hoje tem confirmado sua utilidade.
DEPOSITO CEKAL
34.Rua Larga do Rosario.34>
PERNAMBUCO.
de Sprengel, da fa nilia das Bigoniceas ; -0 Velame cro'.on cimpislre, drS L l!-. it
milia das Euphorbiaceas;e a Salsaparrilha -Smilax sijpltilitica de Runtl',
que visitarem este grande tstabc-IecL'Keaai
que s i acha aberto desde as C uorao da ma-
nha ate as 9 horas da noute i
Rua do B&rao da Victoria
22.
n.
qua 0 cimento Portland expoito a venda no ar-
mazem da bola amarella, travissa da rua do Im-
perador, a 0 meihor que se encontra no mercado,
I atlento 0 competentissimo teslemuaho do perito
1 estueador das obras da igreja da Penha, bem como
ode exiroio angeuheiro qn dirige aquella por- rog para sala, jarros, guarda-oomidas de
arame, tampas para cobnr prates, esteiras
BAZAR III
Rna do Barao da Victoria n. 2
DI
Carneiro Vianna.
A' este grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultimamente na Europa, cujas machinas
sio garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para eusinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algura do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pertencas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer peca que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a perfeicSo de
um e dous pospontos, franze e borda toda
qualquer costura por fina que seja, seus
precos sao da seguinte qualidade : para tra-
balhar a m8o de 308000, 403000, 459000
e S 0^000, para trabalhar com o pe sao de
809000, 909000, 1009000, 1109000,
1209000, 1309000, 15Q9000, 2009000 e
2509000, emquanto aos autores Biohaal-
teracao de precos, e os compradores poderio
visitar este estabelecimento, que muito de-
?erlo gostar pel\**riedade de objectoa que
ha sempre para tender, como sejant: cadei-
ras para viagem, raalaspara viagem, cadei-
ras para saias, ditas de balanco,. ditas para
crianca (altas), ditas para esoolas, oosturei-
ras riquissimas, para senhora, despensavos
ra criancas, de todas as qualidades, camas
ferro para homem e criancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e po-
quenos, f pparelhos de metal para chi, fa-
Jueiros com cabo.de metal, e de marfim,
itos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
Magnoiia
Na loja da Magnolia, a rua Dnqne de Caxiaa a.
45, encontrara sempre o respeilavti pot:*' na
comnleto sortimento de perfumarias f.i:a. : jectot
de phantasia, luvas de Joavin, artigo> di ta
miudezas Unas, assim como odicida pre-
cos, agrado e sinceridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a rua Cuque de Caziaa i aca-
ba de receber os verdadeiros aimris e dec-
tricas, proprios para os nervoscs.
Mcios aderecos
A Magnolia, a rua Duquc de Caxias a. S". re-
ceben um completo sortimento de
Meios aderecos de tartaruga.
Meios aderecos de madreperola.
Meios aderecos de seda aordado^, .. ..A*
e de muitas outras qnalidades.
BotSes de ajo
A Magnolia, a rna Duquede Caxtai n. 18, :eat
para vender os modernos botoes dc ;,\ troraiai
para vesiidos.
Golinhas e punlros
das mais modernas que ba no mercado ; i eilaa:
na Magnolia, a rna Duquc de Caxias a. 45.
Lencos chinezes
A Magnolia, a rua Dnque de Caxias n. '.". re-
cebeu uma pequena quantidade da leocos de seda
cbinezes, com lindissimos desenhos, (azeiula intei-
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, dc tarUrcira,
martim, de osso, e de mnitas outras qoal.dafla
recebeu a Magnolia, a rua Duque da CaaiM na-
mero 45.
Attenqao.
A loja da Magnolia, a rua Dnque de Caxias a.
45, acaba de receber os seguintes artigo* :
Manual de madreperola, tartaruga e carfun.
Ricos albuns com capa de madreperola, cUa-
gren, madeira, velludo, couro, etc.
Lindas caixas com finiisimas perttraaros.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pu'.seiras de madreperola.
Ricas caixas para costura.
Vestuarios para baptisado.
Toucas e sapatinhos de setim.
Modernos chapeos de sol de seda para s^ioraf.
Lindos port-bouquets.
Gravaunhas de velludo, etc., etc.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Dnqne de Caxiaa n. io, ra-'
cebeu um Undo sortimento de bicos de gnipaia
de cores, apropriades aos vestidos chigoe.- ex ao-.
tualidade.
*
VENDE-SE
a terreno no Arraial, com 1*) palmos de Trent
e 140 de fundo, com uma boa cacimba : no ca
da Companhia Pernambucana n. iU.



8
Jprfo de Pernambuoo Ter^a feira 7 de Julho de 1874.

ASSEMBLEA GERAL
CAMARA DOS SRS. DEPUTADOS.
v REFORM*. ELEITORAL.
(Continuagio.)
0 Sr. Martinho Campos':-Pluralidade
simples para deputados e pluralidade uio
sei se plural para --sen adores. (Rissdas.)
Pego desculpa se mdo carter com os ler-
roos, e temo que ounca conseguirei familia-
rij;ar-me com estas pluralidades simples ou
compostas, embara ao menos o governo te-
nha gloria de ter inventado na arithmetica
as taes pluralidadcs simples.
Perdoe-meo nobro ministro do imperio
que lhe diga que a eleigdo nao deve ser um
jogo de cabra cega; a eleicio e um acto
publico quedemanda tola a reflexdo. Para
cada eleigao eu desejaria antes ver firmado
esta precedente que o regimento ids da e
quo V. Exc, Sr. presidente, com tanta li-
ber dade tem nos deixado hoje. Uma ques-
tao previa de proferencia antes da eleigdo
sobro cada um dos candidatos : seria o mee-
ting da eleigdo ingleza ou a platafdrma a-
mencana, mas o governo no seu projecto
nlo quor saber de nada ; fechera os eleito-
res os olhos ; tapem os ouvidos e cada um
jogae a cabra-cega con as taes plural Ha-
des simples e pluraes, ou mulliplas, uui-
nominaes, ou multi-nominaes...
8ft. presidente, eu despjaria que o nobre
ministro me dissesse e esclaresso: na eleigdo
deprovincias que ddomuilos deputados que
cerleza tem de conseguir a eleigdo ? Para
os 13 ou 14 deputados de Pernambuco,
por exemplo, S. Exc. obriga cada Candida
to a votar em um s6 nome.
Ora, supponlia o nobre ministro qu1! e
candidat), comonaturalmenteserd por Per-
nambuco, a unico deputado, Sr. presiden-
'6. sari S. Exc. porque todos os eleitore<
*s '*m no nobre ministro. S Fxc. nera
"*dari- '"" o ndo perdcrd voto, pirquese
pode ppMb. -onto votard Joao do Pdo
nellc inf .lliveltu. -imna, nao'ficard atraz
d'Alao, Manoel deGoj vc#> e"assim deve
e tambem votard em S. fc*.. ne|0 prcS(j
acontecer em toda a provincia ,.,|
gio de sua pessaa e do seu cargo actu^
0 Sr. Presidente :Eu nao desejaff*
iuterromper o nobre deputado, mas de*0--
Ihe observar que o regimento nao permitte
na 1." discusssdo de um projecto fazer-?o o
txarne de cada um dos artigos, quanto
irai:; uma questao de preferencia, que 6
uma questdo de ordem.
0 Sr. Martinho Campos :Estou mos-
tranio a V. Exc. as razoes por que prefiro
o outro projecto, e ndo posso produzir ou-
tras razdes sendo as tiradasda m-teria (mui-
tos apoiados), tantb mais que o regimento
permitte o seria absurdo prohibir mesmo
na dissussao do art. 1." de qualquer pro-
jecto uma analyse geral do mesmo.
0 Sr. Pereira da Silva :V. Exc. ndo
pode deixar de fundamentar a prefer ncia.
0 Sr. Presidente:Eu ndo posso con-
sents que se interpreto o regimento indi-
Tridualmeuto.
Sr. Martinho Campos:Eu cum pro o
regimento edesdeo principio declarei a V.
Exc. que me sentaria desdo que V. Exc. m'o
ordenasse.
0 Sr. Presidf.nle : Eu ndo sou capaz
de dizeristo ; V. Exc. sabe que a forga do
presidente estd em ndo tor outro arbitrio
senao aquelle que o reg mento Iho dd.
0 Sr. Martimio Campos :Ku nao pos-
so, para justificar a minha preferencia pelo
outio projecto, tirar razoes senao da mate-
ria. (Muitos apoiados.)
V. Exc. sabe, que eu tenho contra mim
esta difficuldade de ndo poder ou nao sa-
ber ser conciso e resumido como o nobre
ministro do imperio (risadas), mas que hei
de fazer? Nao posso fazer senao aquillo
quo sei c ver se vou aprendendo com os
mes'.res.
Tsnho, porem, todo odesejo de condes-
cene'er com -V. Exc, ese V. Exc, quer,
nondo termo aqui ds minhas observagoes.
Vozes :Nao convem, nao senbor.
0 Sr. Martinho Campos :V. Exc. nao
tem razdo, eu nao sei aonde tirar razoes
de preferencia sendo da materia (apoiados),
V. Exc sabe que se eu as quizesse tirar, por
exemplo, do que se diz (que se aponta para
cima (apoiados) eu ndo podia, porque nao
credito no que andam apregoando mesmo
que seja por parte do governo.
0 Sr. Presidente:V. Exc.conhecedor
do regimento, sabe o que se pode trazer
on nao para a discussao.
0 Sr. Martinuo Campos : Encontraria
a ordem da falla do throno, mas esta razdo
V. Exc. sabe que nao posso soccorrer-me a
ella, nao tenho sendo a materia em daWOS- disposigoes particulars, nio vejo absoluta-
Sio. Jt merite raotivo para preferi-lo. 0 projeoto
0 Sr. Presidente : Eu digo it. lie peeca p la sua base, aantem o que bi de
como entendo o regimento ; se V. Exc. ms- peior no actual systems eleitoral, que e a
crepa ndo travarei uma discussdo com V. |eleigao indirecla ou de dous graos.
Exc. i De duas uma : ou o nobre ministro res-
0 Sr. Hrrtinho Campos : Menos eu peits o direito da raassa geral dos cidadios
com V. Exc, a quem devo obediencia, V. 'porque suppoe qoe elles o apreciam etem a
Exc. manda. I capacidade para exerce-lo, e eu ndo tenho
Mas emtendo que V. Exc. nlo tem razdo duvida em concordar com S. Exc. chaman-
nosteponto ; eu ndo posso justificar a prefe- do-ospara votarem directamente para depu-
rencia, ainda uma vez repito, sendo com a 'dos; ou S. Exc. nio esti disposto a chamar
materia. (Apoiados.) 0 nobre ministro do essa massa de cidadaos para infiuir na elei-
imperio ficaria rindo-se de mim se eu dis- gdo, nio os julga para isso capazese aptos,
sesse prefiro porque prefiro (risidas e a- e entdo o que signified tal systems de elei-
poiados) ; se eu fosse governo mesmo ndo cdo? Cousa neabama que possa ser boa e
faria assim como o nobre ministro do im- benefica.
peno faz, de preferir sd porque prefere ; Se o votante sabe o que faz, se e" capaz de
eu justificava a preferencia, tanto mais que discerajmento e criterio, naeleifdo de elei-
ndo sei o que vale querer, e preciso con- tor cbame-o o illustre ministro a votar di-
vencer, e eu nao posso convencer sem estas rectaraente para deputados; se nio tem esta
apreciacfies, comquanto eu prefira um pro- capacidade e este criterio, qual o papel que
jecto cuja doutrina teve o plaett do nobre lhe destioa o nobre ministro ?
ministro antes de ser ministro. Qual a influencia que vai elle ter em uma
Sr. presidente, ndo veja V. Exc nas ob- eleicdo que elle ndosoaber pesar eavaliar?
servacdes que i'aeo em resposta sendo o dd- 0 votante vai dar o seu voto aqaeUes que
sejo de me justificar perante V. Exc, por.no* outros queremos desde ja reconhecor e
que acredito que toda a camara ndo desco- declarar eleitores.
--------
FOLHETIM
:;,;:::;..: so siabio n mmm
nbece que tenho razdo, e na > posso discutir A difference da opiniio actual do nobre
a preferencia sendo comparando o assumpto ministro, (porque ndo foi sempre esta a
deste projecto com o do outro. (Apoiados.) I opinido de S. Exc.) para a das seus adver-
0 que tenho a notar a V. Exc. e que sarios, e que elles querera um corpo eleito-
deve correr por sua conta e nio por m>nha! ral mais numeroso, composto de todos os
a desordem do meu discurso, porque V. cidadaos que estirerem no caso de exercer
Exc, perdde-mequo diga, tem me feito in-[estedireito (apoiados), querem um corpo
eleitoral independente do governo, e ate dos
potentates de aides.
V. Exc conhece o interior do nosso paiz,
o numero de eleitores e muito limitado em
muitas parochias, sobretudo no sul (apoia-
dos), o numero e maior no norte porque
os potentados de Id foram muito mais pers-
picazes e sagazes. (Apoiados).
No norte augmentou-se o numero de
eleitores para a eleicdo doregente em 1835.
(Apoiados). 0 resultado do projecto do
nobre ministro e que um numero insignifi-
cante de cidadaos dispde em geral da elei-
cdo, arredando da uma a grande massa de
cidadaos mais conspicuos e independentes.
(Apoiados).
Sr. presidente, nunca fui candidato, nem
conquistei uma cadeira neste recinto em-
quanto ellas foram dadas pela policia, ndo as
pretenderei jamais em semethantes condi-
coes.
Declaro ao nobre ministro que no mo-
menta em que S. Exc. estabelecer o domi-
nio absoluto da policia, eu voltarei para o
posto em quo estava antes da eleicdo, por-
que posso ter e prezo 6 desvanecimento de
ser reeleito so pelos meus iilustres -consti-
tuintes. Ndo tenbo queixas do corpo elei-
toral, nio tenho mesmo queixas do nobre
ministro e seus collegas ; ao contrario, re-
cebi de S. Exc a unica grace que me podia
fazer, deixou que o corpo eleitoral me ele-
gesse, e o capitio-mor da provincia que
quiz contrariar a minha eleicdo, como ndo
tinha ordem do governo pera faze^-lo franca-
raente, procedeu a medo, de modo qoe ndo
pode conseguir realisar o seu desejo. Mas
reSicta o nobre ministro que sacriQeamos
as institutes do paiz se continue este sys-
tems eleitoral.
A representagao das minorias de que S.
Exc falla no seu projecto 6* uma perfeita
illusio, e S. Exc. me permitta tomar um
exemplo na sua provincia. S. Exc. sabe a
estima e o respeite que tenho por sna pes-
soa ; mas S. Exc nio p6de desconhecer e
ndo ha offensa em dize-lo, que o miuisterio
lhe deu na provincia de Pernambuco e em
todo o paiz conceito maior do que tinha an-
tes, augmentou portanto a sua influencia
pessoal, e o recommendou d estima dos seus
comprovincianos. Pergunto eu, pois: f6ra
do ministerio com eleicdo indirecla tem S.
Exc certeza ou probabilidade de ser eleito
com o voto unico ? Eu nem sei mesmo,
Sr. presidente, como se arranjardo os elei-
toras de qualquer partido para conseguirem
uma eleicdo regular. Pergunto aos amigos
do governo por que maneira cada um delles
corabinara uma eleicjlo nas suas respectivas
provincias, sendo cada eleitor obrigado a
votar em um s6 nome. Estiraarei que o no-
bre ministro nos ensine o modo pratico
disto.
0 Sr. Ministro do Imperio : Na dis-
cussdo propriamente do projecto.
0 Sr. Martinho Campos :Sim, senhor,
e se eu me tenho antecipado era algumas
questoes, e por causa da preferencia e pela
persuasdo em que estou de que o projecto
do nobre ministro ndo satisfax ds necessida-
des publicas, e algum dos outros pdde me-
Ihor prestar-se a isto.
^ Se os eleitores se reunissem em um colle-
gio unico, eu comprehends que se podesse
improvisar uma chapa de deputados, como
se improvisa uma chapa de mesarios de
collegios; mas por este systems seri neces-
sario que secretaria do imperio expeca
uma carta ao eleitor, dizendo ern quem de-
ve votar para deputados, e a reparti$ao da
estatistica e a mais apropriada para isto, e
fara uma taboa dos quocientes qae deverdo
ser attribuidos a cada candidato, e s6 ella
seri competente para isto.
{Conlinuar-se-ha.)
terrompe-lo umas poucas de vezes, sendo
ainda maior a minha perturbacdo pelo re-
ceio de desagradar a V. Exc. a quem tanto
prezo como devo.
Mas, Sr. presidente, uma das razoes de
preferencia que tenho para ndo querer o
projecto do nobre ministro, sao algumas de
suas d sposigoes que ndo acho proprias da
nossa epoca ; este projecto nem deve ser
descutido nos tempos que correra.
Ora, veja V. Exc. : para a qualificac,do
neste Brasil democratico jd antes da inde-
pendencia e motivo sufliciente da qualifi-
cacdo o ser titular do imperio, official ou
fidalgo da casa imperial I Entretanto, na-
da dis-.o imports officio ou beneficio que
e>* ,ren,,a'. e me parece que se pode ser
beat fOffrnJ eleitor sem cal5as azues-
0 SR. ktomso Lii*^ : -Ist e notavel I
0 Sr. MiSfisTRo do iMPtRfP : Depen-
de de prOfA
0 Sr. Martinho Campos :Os criados de
galdo branco V Exc ndo os p6de fazer
qualificar porque a constituicjao de que V.
Exc e lao grande ganegyrista Ih'o veda.
Eu presumo e declaro 4 camara que ndo
se teve Id nas alturas conhecimento deste
projecto, ainda nao bouve semelbante cousa
em projecto novo ; e antes da independen-
cia ja esta era uma narao e sociedade essen-
cialmente democratica. (Apoiados).
Ora, permitta-me V. Exc. que diga : ndo
acha inconveiiiente a discussao deste artigo ?
Ella ndo tende senao a suscitar um debate
odioso (apoiados) para estes privilegiados,
nao para a nagdo que se ri destas tentativas
e c um paiz em que ndo ha aristocracia nem
de nascimento, nem de fortuna, e onde as
pessoas recebem cartas de nobreza, como
recebem titulos de academias os que as fre-
quentaram.
0 Sr. Araujo Goes Junior:Os titulos
da academia sdo mais bonrosos porque se
devem ao trabalno.
(Ha outros apartes).
0 Sr. Martinho Campos :Sr. presiden-
te, temos, em geral, titularese nobresdignos
de respeito e veneragdo por suas qualida-
des, meritos, virtudes c services ; mas tam-
bem temos alguns cuja nobreza e posses ndo
passam da carta.
0 Sr. Diogo de Vasconcellos : Mas
elle nao pode deixar de fazer-lhes o corlejo.
0 Sr. Ministro do Imperio (para o ora-
dor) -.Se o nobre deputado ler o artigo,
ha de ver que ossa observa^do nao procede.
0 Sr. Martinho Campos :V. Exc ha de
permittir-me que eu note que ainda nao
posso dsr a preferencia ao projecto do nobre
ministro, poralgumade suas disposiQSes.
0 systema que o nobro ministro tenha a
inaugurar, de organisar por esquadras as
forgas combatentes para o pleito eleitoral,
udo tem justifica^ao ; sem esta arregimenta-
^ao, sem a victoria facil para o grupo audaz
qne-de cacete em punbo tentar avassallaras
nossas parochias, n6s temos visto o que se
dd quanto mais com as turmas do nobre
ministro. (Apoiados).
Sr. presidente, quer considere o projecto
do nobre ministro no seu todo, quer pro-
cure justificar apenas a preferencia nas suas
POR
Joao Caudid.
(Continuacao do n. 150.)
II
ARMANDA.
A casa do Sr. Victor da Cruz ndo ficava
muitc-distanto da minha. A's nove horas
da noito dirigi-me para la.
Apezar de uma soiree nao ser para mim
um grande e festejado passatempo, todavia
nunca fui fazer parte do uma d'essas reu-
nions com tanta abundancia de vontade
propria.
Era que tudo n'esse dia se fazia bom e
mo deliciava.
Quando libamos trago' a trago os ine-
briantesefluvios da satisfagdo intima, sen-
ticaos que cousa alguma nos provoca desa-
Jfeicio.
Eu vos amo a todos, oh I infinitos ob-
jectos da creaQdo I como que exclama-
m:s n'um voo por todos os mundos.
Cbeg8ndo d porta da escada, parei a
ver se descobria Raphael para entrarmos
juntos, e ndo o conseguindo subi. 0 cor-
redor. ladrilhado de marmore, estava jun-
cado de folhas. Quem ahi se achava, como
que tinha obtido uma senna para ascender
edevassar um orbe formosissimo. Cruzan-
do o limiar da primeira sala, como que se
era induzido a recuar, porque parecia que
alguem advertia que alii se ndo pisava,
mas so se devera resvalar. As muitas luzes
dispersas por todos os cantos, agitadas de
levc por uma aragem fresca e macia, scin-
tillavam como estrellas. As flores abun-
dantcs, em jarros de finissimn tempera, at-
testavam que n'aquella noite a primavera
tiaha sido alU um dos mais distinctos con-
vivas ; e grandes espelhos, retratando fiel-
mente todas essas scenas, eram immensas
claraboias, por onde se avistava outros tan-
tos mundos d'aquelles em sublime commu
nhao.
Quando entrei, recebido pelo Sr. Victor
da Cruz, depois de cumprimentar um moco
de meu conhecimento e que nos hade de
interessar alguma cousa n'esta historia, di-
gi-me d^D. Helena, a Exma., dona da casa.
Ndo nos cansemos muito em photogra-
phar aqui a serenissima pessoa da mulher
do Sr. Victor da Cruz. Pondo de parte a
honra e probidade da illustre dama, D. He-
lena era uma perfeita matrona de saldo, por
quem o artificio nunca fOra poupado, e para
quem a vaidade de querer permanecer mo-
ga ate a consummacao dos seculos era uma
ingenuidade tenaz. Era s6 permitt'ida, sem
constrangimento algum, a reconstrucQdo
continuada da laboriosa cidada, de quem
fallamos, porque, como ella, observamos
muitissimas outras em muitissimos lugares.
Sr. Luiz-disse-me ella, provocando
um assomo de jovialidade e gragapermit-
ta que de ora em vante eu s6 lhe trate pbr
Sr. Luizinho, visto que e para mim esse
nome o mais Undo do mundo.
Per-iio, minha sonhora, se tanto lhe
apraz.
Ecute. Eu devo-lhe um obzequio,
que muito agradego.
Ignoro que V., Exc. deva cousa al-
guma, e menos obzequios.
Ndo ; escute ; mas e que lhe devo
sempre. Foi o senhor a causa de nao pas-
sarmos a noite de hoje sem o seu amigo, o
estimavel Raphael.
E foi elle mesmo quem lh'o disse ?
Ndo ; mas o Theodorico, que jd ahi
eo.d. '
N'este caso, minha senhora, consinta
que insists em dizer. que fui antes cumfiri-
dor de um dever do que, como me julga,
obzequioso. Um amigo d'esta casa fazer
com que outro ndo deixe de comparecer d
presente reunido satisfaz apenas uma dbri-
gagdo. Vir.'aqui sempre jd 6 uma felicida-
de : n'estes dias, uma gloria.
IITTERATURA.
CHRONICA DE THEATRO.
Carta a Demetrio d'Albuquer-
|M,
Meu cha:o.Aproveito uma ides feliz e
proveitnsa de outros que precederam me,
rasgando & publicidade ai grandes maravi
Ibas da arte, assim como desecando pela
critica sensata. e justa as suas deformida-
dos.
Bern os conheces ; Rang-l de S. Paio, e
Souza Pinto, os dous mocos infatigaveis,
riem-se esperancosos, encarando o indiffe-
rentismo e o scepticismo geral por estas mi-
terias, dignas certamente da homenagem
que um seculo menos civilisado, menos il-
lustrado Ihes rendera. Tu, melho'r do que
eu, coin tou espirito, ardendo sempre da fe-
bre oxeitante do estudo, que, ousado inves-
tigador, penetras os segredos do pissado
com a mesma facilidade com que concebes
uma Hei; tu, sem duvida alguma, muita
vez jd langaste os teus olhos cubicosos para
aquelles tempos ditosos de Luiz XIV, em
Sue o proprio rei animava os festins da arte
ramatica com ricas recompensas; e certa-
mente, nessis momentos solemnes de con-
cantracao, quando incerrado em teu gabino-
te, deixavas passar pela mente preciosas
meditacOes, sellaste um protest.} eloquente
com um surde gemido partido da teu peito
contra esta apathia littcraria de nossa pa-
tria, que arrefece os animog, e abate as in-
telligenciis as mais privilegiados.
E' horrivelmente contristador e3te asp ac-
to lugubre de uma litteratura, que apenas
comega a nascer.
Os theatros vivera vasios, abandonad se
esquecidos como um covil immunlo de ne-
gros tramas para assaltar-se a bolsa dos in
cautos I
Como rio-mo da sanla innocencia destes
bons homens I... Fogem medrosos d'alli,
para mais adiante cabirem na emboscada
que lhes arma a ambigao, agugada polas-
tricas dos cambistas das loterias, em favor
de qualquer S. Martinho, S. Marcos ou S.
Jeronymo I
Succede sempre assim, meu bom amigo.
Que te direi agora dos fammtos sangoes,
que esvoagam ahi pela praa commarcial,
todos preoccupados com a baixa e alta do
assucar, do cafe e do algodao ? I...
Nen se tembram, egoistas-, do p)bre e
intelligente artist) que sonha em realisar as
magnracas producgoes- dos O. Feuilletr Bal-
zac e Duma*.
Os armazens de generos tem para elles
um encanto embriagador I
Sao gostos, meu eharo.
Mas dirds :as aberragoes em m*leria
de goato carecem de critica.
ConconJo; por isso comego nestas pales-
tras a seguir a benefica doutrina con Li la
naquelle conhecido verso latino: Ridendo
castigat mores.
Sim ; sou sectario frenetico do bom gos-
to : combato pela pureza e moralidade dos
costumes, como se pelejasse em prol da pa-
tria ; porquanto pensoencerrar-se naquel-
le simples programma a incognita do pro-
blema difficultoso da civilisar-ao I
Ora, dar-se-ha maior absurdo do que um
cidadio preferir o escuro, o meloso de um
armazem de assucar ds fascinagoes de um
theatrinho bello e engragado, como o Santo
Antonio, com sua fachada illuminada, com
seus camarotes de quando em vez a brilhar
pela presenga de alguma estrella. na belleza,
e no deslumbrante do olhar tentador ?
Ndo conheco maior cynismo : Diogenes
resuscitado nao atacaria assim de frente os
progressos do seculo.
Mas, que queres f 0 egoismo 6 hoje a
grande lei reguladora dos actos humanos.
Outros diriam o materialismo.
Seja, porem, qual fdr a enfermidade,
tendo a debellal-a, vd se abrigar mesmo de-
baixo dos nomes mats seductores.
A Sra. D. Helena, pensando piamente
que era ella o objecto de tdo solemne cor-
tezia, enthusiasmou-se toda, alegre como
uma garca ao receber as primeiras aguas
do banho d beira de um lago. N'esse mo-
mento o fino reposteiro da toilette abrio-se
adelgagado por mdo pequenina, bella e
santa. A minha attengdo reconcentrou-se
toda para alii.
Vejamos quem era quo, apenas com a
imperfeita pronunciagdo de|seu attractivo
ser, impunha silencio ate a jenuflexdo.
Dir-se-hia o rompimento de uma crysa-
lida divina, que contivesse em seuseio a
branca pomba dos amores dos astros com
os anjos ; dir-se-hia a estrella d'alva resur-
gindo rapida do seio de uma espessa nuvem
e tremeluzirido no espago ; dir-se-hia que a
porta do paraizo se tinha aberto por um
instante e saido por ella o verbo da belleza
feito carne, o primor dos primores do Es-
tatuario Divino.
Era Armanda, a adoravel filha do Sr.
Cruz.
Seguindo a marcha de descrever os typos,
& proporgio que elles se vio apresentando
em scena, sinto-me fraquissimo em presen-
ga d'este ultimo.
Nio perdoaria 'a mim mesmo, se tentasse
estereotypar aqui o vulto eminentemente
bello de Armanda, correndo em doce inspi-
I ragio o olhar sobre aquelles cabellos lou-
ros e crespos, sobre aquelles olhos azues e
I melancolicos, d'esse azul purissimo de um
ce*o encantador, d'essa melancolia que vd"m
! d'alma e surprende ; sobre aquella alvura
de arminho, que, dir-se-hia, nodoara-se
com uma petala de rose; sabre aquella
bocca, oade o sorriso 6* um hymno divini-
sador, onde a voz 6 um cantico celeste : so-
bre aquelle todo, omllm, envolyido no
manto argenteo e cravado de sees, que a for-
mosura arrasta.
Armanda e a personificagio do ideal das
grandes almas ; ambula mystica de adora-
gdo e culto, o seu espirito e o fogo candido
Ida myrra, a tea do por um raio do Ether.
N'essa noite ella estava admiravelmente
seductora.
Sua mdi, que langava constantemente
um olhar de ma* vontade sobre todas as se-
nhoras mais ou menos bellas, porque nao
podia fazer o mesmo d sua filha, baixava
a fronte triste, quando a via como n'aquel-
la occasiao. j
Armanda, pisando na sala como Venus
no meio das ondas, produzio nos circum-
stantesum abalo dejprofundo respeito; e sua
raai, ferida por um grande deslumbramento,
vergou o busto sobre si propria, e com
pouco levantou-se. Ndo poude conlinuar a
como que soffrer a enormidade de uma
montanha sobre a alma.
Quasi sempre o triumpho alheio nos ma-
chuca ; especialmente se e aquelle qua de
preferencia desejamos.
Quando um espirito acanhado arabiciona
demasiado victorias d'outrem, ladra. Um
invejoso e um cdo.
Descobrindo Theodorico collocado d va-
randa e defronte do lugar em que Armanda
havia tornado assento, dirigi-me a elle. Tive
n'essa occasido um ardente desejo de con-
yersar-lhe.
Pareceu-me que as suas mdos deviam estar
tdo geladas ; o coragdo pulsando-lhe no
peito com tanta vehemencia e ardor, e seus
olhos arroubados, nadando no oceano ful-
gido da gloria do amor I
Armanda amava a Theodorico.
Como, pois, nio seria bello escutar n'a-
quella hora as palavras que sabissem dos
labios d'elle I Como nio seria bello ver os
raios que o fogo da paixdo devia accender
nas formas de seu rosto !
Theodorico amava a Armanda ?
Permanecia em pe, nrincando com a ca-
deia do relogio e satisfeito apenas por pre-
tender levar em algum tempo para sua casa
a lilha de um commerciante rico.
Seu .amor... oh I mas nio- profanemos
essa palavra augusta e divina 1 sua inclina-
gdo para aquella moga era como o ouro
que sae a premio das mdos do avarento :
capitalisava um juro fabuloso.
Theodorico lo avarento d'alma.
Mas o que malwa, e o constituia um
Estd exnlicado o meu proposito, fallando-
te de thealro.
E's um sincero apaixonado da musa que
inspirou Shakspeare, e que conduzio Gca-
the d admiragio da mais remota posterida-
de. E a prova'sio aquellas tuas amaveis
chronicas de Garrick.
Eis tambem porque te escolhi de prefe-
rencia entre tantos coragoes de jovens talen-
tosos, que se dilatam na mais enthusiastica
emogio, presenciando uma Manoella senho-
ra do palco e dos segredos da art?, refrean-
do nma platea inteira com a eloquencia de
seus gestos e com a insisdo de sua palavra
insp:rada, e maisum Bahia, um Espiiica,
ambos arrebatando as almas pela sublimida-
de do trabalho artistico, e colhondo palmas
a mios cheias.
Chamem-me de optimista : eanobrece-me
o titulo, externan Jo um preito que o cora-
gdo sente.
Considero-me feliz por isso : e principal-
mente sendo permittido d'ora em diante
communicar-te tudo quanto minha alma
sentir, e Denser em negicios da feiticeira
Thalia.
Encetemos a Jornada pelo ultimo drama
exhbido no Santo Antonio Os Sete Passos;
ate" mesmo para que esta nao vd da todo
sem interesse.
0 theatrinln parecia gemer sob o peso
da multidao que o invadio na noute do 27
de junho. Era im nensa a concurrencia.
Mai se distinguiam os amigos, os conheci
dos naquella confusdo geral, Uns se aco-
tovellavam ; outros tinham os pes pisados,
e assim, meu charo, mal pudo enxergar te
na tua cadeira com a altengao preza ao des-
envolvimento do drama, sem perder uma
syllaba, um s sequer dos personagens do
mesmo.
0 Vicente fez excellente colheita naquella
noite; ainda assim os seus heroicos esforgos
nlo sao devidamente compensados. Taes
phenomenos deviam se repetir sempre.
A boa musica do Colds distrahio-me tan-
to, que apenas pmsava no dramr, quando
subitamente ergueu-se opanno.
Senti-rae alegre, e ate confesso-te, com
assomos guerre.ros, admirando a sjberba
vista do acampamento dos cruzados pelo
Chapelin, e os tuzentos vestuarios dos deno-
dados batalhadores- da Cruz, talhados a ca-
pricbo do Pinto.
Principiva a rapresentagdo do drama, eu-
jo euredo em pouca* palavras- esbogarei.
Gilion, protogonista do drami, missio-
nario nas fileiras dos cruzados, concebe
uma desses amores^mpectuosos e ao mesmo
tempo concentrado pela severiiade da dis-
ciplina retigiosa por Graciana, filha do Su4-
tdo Saladino I, presioneira, contra quem'
moviam-so os Qeis tendo a sua frente o rei
Balduino. .
Um enviado de Saladrao-chega ao acampa-
mento christdo propondo o resgato da filha
do sultio em tro '.a do* prisioneicos cruza-
dos, em cujo numero se achava Balduino,
o rei de Jerusalem.
Thierry encarregado do commando das-
forgas christdos sente a alegria innundar-
lbe a alme ; pois, que, nesta troea estava a-
salvagdo de B.lduino, seu genro e cnel"-:.
Responde a embaixada do sultdo com outra
embaixada, e Gilion, o missionario e o ii>-
cumbido da tarefa.
Antes de partir para- Daraasco- o padre-
experimenta faUarem-:be as forgas, e con-
frangir-se-dke o coragdo, abandonando Gra-
ciana, a bella Graciaaa. a quera a despei-
to de tudo elle amava como a f; d que se
tinha dedicado ; d Curia das painoes do
principe Jocelyn, o templario sensual dos
seculos XII eXHI.
Mas o dever o impellio, o a fatalidaiHe o
arrojavan) curso expinhoio de um amor
impossivel de sanctifioar-se na terra.
l:ma visao, o primeiro passo da paixao
do Christo, o adverte do catix do amargura
=que a adoragao por Graciana o faria tra-
gar.
Finda com este episidio o Ia acto, e s6
de sua apreciagao me occuparei nesta car-
ta. Ndo quero, antigo e sympathico Gar-
rick destas columnas, us'irpar-te o tempo,
que oplimainente jjreenches no elaboragdo
de bellos escriptos. >i
Portanto fem mais preambulos eutre ns"
analyse.
Me parece, amigo Garrick, ante natural
o cantj elegre dos guerreiros cruzados de-
pois de um combste infructifero e do apre
sionamento de seu rei.
Thierry e o unica qae scisma tristonho
nos acontecimeatos, e parece nas suas pro-
f in las meditagoes temer o futuro pelu qua-
dro turvo do presente. Nao reparaste como
espirito grosseiramente admiravel, tocava
ao inconcebivel; era tambem um perlala-
rio. Amalgama do egoismo com um libera
lismo sinistro.
Quando cumprimontei-o, Jesforcei-me por
lhe dar um tratamento familiar e de amigo;
mas ndo pude. Dos p6ros de Theodorico
parecia que ressumbravam fio3 de gelo, que
de longe mesmo me intimidaram. Alguem
de parte diria que eu saudava a um mojo
de ceremonia.
D'esse momento em diante Theodorico
comegou a inspirar-:ne santimontos que eu
ate entdo desconhecia.
Apezar disso, porem, ndo deixou de des-
prender um sorriso de paz que bem se p>
deria traduzir por an arrojo da ignorancia
em que elle vivia, de poder ser repudiado,
odiaio, malquisto, ou miseravelmentesus-
ceptivel de desprezo.
Ha-naturezas assim.
Por orgulho, ou porque a vaidade os
cega, homens ha que arrogam-se o direito
de receber homenagens de todos. Sio os
inconscientes: olhos que ndo olham para
o ceo.
Um astro a esses raendigos deve provo-
car a gargalhada da loucura.
Theodorico como que tinha alienado de
si a semelhanga de sua especie.
Se qualquer homem lhedirigisse uma inju-
ria, elle calava-se ; proseguindo aquelle,
elle ria-se.
Mas ndo fazia d'isso nem um escarneo,
nem um insulto : applaudia o humoris-
tico.
Dir-se hia que a sua comprehensao ndo
tinha capacidade para a palavra-ultrage.
Passando por nossajrente aquelle raogo,
do qual promettemos x>ccupar-nos, Theodo-
rico deu um passo, e nao resistio a esta
exclamagdo :
Ohj.., Eduardol...
Ndo poude entdo mais permanecer impas-
sivel. Eduardo lhe causou uma sensagio
mui different-a d'aquella quo Armanda li-
gairamcnlc lhe imprimyj n'alma,
o Bahia deu uma expressio dmiravelmente
significativa aquella attitude made, e for
isso mesmo difiicil para outro qua nio des*
opposzesse da flat compreheasio do tutor
4asDuas paginal de urn livrv ?
Poderia affirmar-te que deixa se de notar
no contentamento dos soldados, per* toda l
attengdo, todas as vistis se fixarem naquel-
le vulto guerreiro, como qoe completamen-
te alheio ao ruido que o cerca i sabe se que
elle estd vivo; mas nio se move: parece
scismar; mas o se.nblante nem disso di
mostras ; e impassivel I
Quantas vezes no peito se tem afomenUr
uma tempestade de sentimentos, que se oo-
verte em paixdes aterra Joias, e entretanto
o corpo e inseusivel como uma estatua T
0 Bahia mostrou conbecer estes segredos
da alma humana. A sua posipda ao appa-
recer no 1* acto e vivaz de naturalidade.
Descubro mais no correr do acto a qoe
me refiro palpaveis incongruenci is.
Nao te pareceram tambem, amigo Gar-
rick, oppostos, e como que repellindo-se
reciprocamente as duas scenas em que as-
soma no palco a encantadora sultana ?
Primeirameote, ella vein in Jigneda pedir
ao chefe dos fieis proteccdo e amparo contra
as violencias de alguem que acobertada pel*
noite ousou chegar ate junto a sen leito.
Interrogado o guarda que fazia seutinella,
este disse ter visto alguem se aproxrmar,
assim como reconhecera quem lentara er-
guer mdos iniiscretas contra a geotil Gra-
ciana. 0 principe Jocelyn, o templario de
instinctos de fera, teme o golpe que por
ventura tivesse de feril o ; d parte intimida-
com a raorta o guarda se o denunciasse :
este promette contidenciameute a Thierrv
aponta/-lhe o criminoso.
Apenas ha se dissipado do espirito a im-
pre^io deste facto, cuja difference impor-
taria abandono condemnavel dos fiihos da
cruz pelos sentimentos mais delieados na
mulher o pudor e a honra, quando-ao ter-
rainar-se o acto, ouvera-se gritos afllctivos
de uma mulher : ndo demora muito surgii
de novo Graciana aseustada e temerosi,
como uma creanca d qoom se tivesse amea-
gado, clamando soccorro ; segue-a lididioo-
so e ternvel, como o tigre que persegue a
innocente preza, o principe de Jocelyn, a-
quelle mesmo que ponco antes temia que
seu nome fosse declarado, e prometteu a
morte ao guarda, que estava de posse do
seu segrede I
Como coociliar se isto, meu charo T
Aquelle, momentos antes timido e co-
varde, agora affronta tudo, e om frente de
seus proprios compauheiros e chefes- vem
em perseguieio da engracada Sultana 1
Ndo comprehendo. Ve, se podes esplicar-
car-me tantos attentados d> verosimenlhanga
e ao justo encadeamento das-sceoasquecons-
tituem o completo enredo do drama.
Seria conveaiente que aproveitasse a ap-
portunidade e em ligeira svolhese coover-
sasse contiajo sobre todo o drama ; agnar-
do-me porem, para outras cartas, onde a
historia, e os preceitos do- Catholicism* re-
clamardo seus direitos.
Entretanto em vertiginosa conclusio te
fallarei da execugao.
Mais uma vez a companhia firmou os- seus
titulos de intelligente e caprichosa em seu
trabalho.
A mise n scene u magnifies mente appa-
ratosa. Sapp5e-se o espectador no Oriente,
perdido cos vastos palacios, e embriagado
entre os- perfumes de immensos- jardin.;.
Oia, ouve-se o melodioso canto doe houris,
que faz-nos instinctivamente pene-ir em a-
mores, ddces e santos, como dovem ser os
dos anjos. Ora, ao som suave da musica
voem-soas mesmas hourie embaladas nas
azas vol'uptuosas da dansa.
Tudo isto, charo Garrick, nio te inter
nesse, e nao arrebata-te, a teu pezar, a ima-
ginagao par novos e deliciosos mundos ?
Quanto a mim, sahi do Santo Antonio le-
vantando hozanuas ao gosto apurado do
infatigavel Vicente.
Procurei-te para derramar em teu seio a-
migo todas as agradaveis emogoes dc que
se achava cheia minh'alma.
Tinhas talvez ficado preso d tua cadeira,
e com um olhar de raiva fito no panno por
te haver tdo depressa roubado a vista a lin-
da perspectiva do combate final que subli-
memente remata o drama.
Term i nemos.
Deleilei-me, escrevenio-te estas linhas.
Agora so me resta desejar-te, para completa
alegria minha, igual contentamento de tua
parte.
Tout a vous.
Recife, 2 de julho de 1874. F. Borgt*.
Era que aquelle moco influia directa-
mente nos destinos de Theodorico ?
Vejamos.
N'esse instante diversas senhoras levan-
taram-se a passeio com seus pares, e o Sr.
Cruz, atravessando pelo meio da multidio
luzidia, quo coraecava a desferir os priraei-
ros lampejos de sua festa, chegou ate nos,
depois de correr a vista por alguns pontos.
Entio, varaos ? perguntou a Theo-
dorico.
Simacudio este. Estamos promp-
tos. Jd vio o Eduardo ?
Jd; vai...Eo Sr. Victor dirigio-se b
mim.Ndo quer ir ?
Ndo^-respondi. Eu por ora fico ;
vou mais tarde.
Sairam ambos. No meio da sala para-
ram ao pe1 de Eduardo, que dava o brace i
encontadora Armanda, a tiveram com elle
um dialogo igual ao que acabava de ter
lugar ao pe de mim.
Armanda, vendo seu pai seguir com
Theodorico para a sala interior, baixou a
cabega e ergueu-a ao mesme tempo, como
suffocada.
0 que soffre, minha senhora ? in-
dagou-lhe Eduardo. Entristeceu tanto
e estd tdo pallida t
Nada. 0 Sr. nio tem de ir para onde
foi meu pai T Eu desejo sentar-me. Nio
io incommode por mim.
Mas..: murmurou o mogo. Nio
posso deixar de interessar-me...
Jdpassoudizia a filha de D. IleFona,
logo que tomou assento, affectando am
sorriso jovial, e correndo olengopelo rosto,
como para despertar o rubor que se havia
eclipsado na nuvem de uma pallidez de
estatua.
Eduardo trocou ainda duas palavras com
ella, e decifrando o mysterio d'aquelle sof-
frimento, retirou-se occultando umpensa
mento de triumpho.
(Continuar-teha.)
NYB. D'J PSAHIO. -UUA DUQUE UR CAXivia
t
I


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