Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19327


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Full Text
Al\i\0 L. NUHERO 148
PARA A CAPITAL K LUG IRKS ONDK X&O SB PAOA PORTE
For tres mezes adiaatados................ 69000
Por mis ditos idem..................123000
Por urn nnoidem..................34*000
Cadn namero avulso...........-....*. 1U10

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PARTE OFFICIAL.
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A
Governo da Provincia.
Seeeao 3.'-Palscio da presidencia de Pernambuco, 23 de junho
de 1874.0 presidente da provincia, no uso da autorisacao que Ihe
conferio a toi n. 1,114, de 17 de junho de 1873, ha por betn qae
se observe o seguinte
Kcgulamento :
TITULO I.
DAS OOUJtCMUifl PROVINCIAES.
Capitulo I.
Da creacao e orgauisagao das collectorias.
Art. !." As colle. torias provinciaes sao creadas e constituem
estacfies de fazenda, para promoverem e arrecadarem fora da ca-
pital desta provincia a receita provincial por municipios ; e igual-
mente effectuarem os pagameatos e as despeias provinciaes, qae ex-
pressamenle ft rein determinados pelo presidente.
Art. J.' A creacao de qualquer collectoria sera determinada
pelo presidente da provincia, em vista do parecer ou proposta da
junta de fazenda ; a qoal neste caso demonstrara evidentemente
por caiculo a conveoiencia da creacao dessa, de prefereacia a ou-
tro qualquer meio, pelo qual possa ser etTectuada a acrecadacao da
renda daprovincii fora da capital.
Art. 3.* Havera tantas collectorias qaantos forem os manici-
pios creados, e oos qaaes for verificado ou presumivej que seja de
major coaveniencia fazer-se a arrecadacao da renda da provincia por -
meio de semclhante reparticao, observando-se o disposto no artigo
precedente.
Art. fe Cada collectoria sera constituida por uma fiscal, qae
della sera o chefe, urn collector, urn escrivao, urn cobrador e urn
ajudante do procuiador fiscal.
Capitulo II.
Da competencia e funccoes das collectorias.
Art. 5.' A's collectorias incumbe :
i. Promover a arrecadacao da renda da provincia, prove-
oiemte de imposlos a que estiverem sujeitos, ja por'onus pessoal os
contribuintes, ja por onus real os objectos eomprehendidos na su*
cireamscripcao, procedendo para isso ao lancamento de todas as
imposicSes provinciaes, a cuja cobranca precede esse trabalho, no
principle de cada anno financeiro, com sciencia dos contribuintes ;
g 1* Verificar no lancamento dos impostos de quotas, deduzi-
vel da renda, o preco do aluguel dos predios constante dos recibos
ou arrendamentos, sem attencSo dos qae parecerem visivelmente
Jolosos on lesivos do mesmo imposto, ou contiverem algum vicio,
on por qualquer oatra circumstancia sejam cla'amente snspeitos
de fraade, arbiirando nestes casos o preco provavel de (aluguel que
.poderiaai obter em relacao a capacidade e localidade dos predios e
ao tempo do lancamento, ou ao aluguel pago por outros semelhan-
tes ; e tixar a quota do imposto por am arbitrio razoado, quaode
for o predio occapado pelo senhorio ;
S 3. Fazar nos impostos que assenlam na extraccao do pro-
dacto a lotacao da mesma extraccao por um razoavel arbitrio, em
qae nao seja excldida a extensao do consamo provavel e o preco
corrente, quando for essescial;
| 4. Relacionar nominalmente pelas industrias ou profiss5es
tributadas em taxa lixa os contribaintes, com indicates de quali-
dade e siluacao dellas ;
| 5.* Promover ou proseguir nos actos da acQio execativa
para a cobranca da divida activa proveniente de im; ostos oa de
outras quaesquer origens, quando, segundo as formalidades legaes,
Ihes for ordenado ;
6. Fazer com a devida regularidade e clareza a escriptu-
ra;ao da reparticao ;
7.* Fiscalisar e administrar os proprios provinciaes situado3
nos districtos respectivos ;
8." Pagar os vencimentos dos respeclivos empregado3 e ou-
tran despezas que Ihes forem ordenadas ;
9.* Fornecer as informacoes e pareceres relativos a negocio
de saa competencia, quando forem cxigidas pelo thesouro prov n-
cial.
TITULO II.
DAS ATTBIBUICSES E IIBVEIIKS DO PESSOAL DAS COLLECTORIAS.
Capitulo III.
Do Fiscal.
Art. 6.. 0 fiscal e o chefe da collectoria, sendo Ihe lodos os
empregados subordinados ; e so por seu intcrmedio se communi-
carao estes com o inspector do thesouro provincial, ao qual sera
elle subordinado, e assim cumpre-lhe :
l. Dirigir e inspeccionar o trabalho da collector a, na eon-
formidade das leis e regulamentos em vigor e segundo as instruc-
coes que Ihe forem dadas pelo thesouro provincial, para cobranca
e fiscalisacao da renJa e pagamento" das despezas a seu cargo oa
das que Ihe forem ordenadas ;
2." Submetter a deeisao do inspector do thesouro as duvidas
que tiver acerca da execucao e intelligencia das leis e regulamentos,
e solicitaras medidas que" Ihe parecerem convenientes on forem
reclamadas pelo collector, quando por si nao possa providenciar a
respeito ;
3. Assislir diariamente ao expediente da collectoria e fisca-
lisar severamenle o cumprimento de deveres dos respeclivos em-
pregados ; ruhricar e tomar nota em talao especial dos conheci-
mentos dados aos con:ribuintcs, em que se faca menciio da quantia
paga, do nome de quem recolheu, do numero de cada conhecimento
e da natureza do imposto ;
j 4." Examinar o lancamento dos impostos e ordenar as alte-
raQoes que julgar necessarias, para que lique de coaformidadc com
as leis e regulamentos em vigor ;
5. flepresentar ao inspector do thesouro provincial acerca
das disposiijoe? obscuras ou omissdes que cnconlrar nas leis, regu-
lamentos e instructors, bem como sobre os impostos que em seu
districto prejudiquem ou retardnrn a produccao e progresso da in-
dustria ;
6." Da:' por escripto as informacues e pareceres que l!ie fo-
rem exigidos pelo inspector do thesouro provincial e directamente
pelo presidente da provincia, cumprinio e fazendo cumprir as or-
dens que Ihe forem dirigidas por este e por aquellc, e devendo
aunualmeple, por todo o mez de outab.ro, apresentar um relatorio
circumstanciado do movimento do anno tinaneeiro findo, com espc-
cificacao de mtdiias que julgar convenientes a bem da fazenda;
% 7. Proferir todos os despachos de mero expediente, os que
versarem sbre reclamacao acerca de lancamento e pagamanto d.s
impostos, hem CQrao oatros quaesquer sobre pretences, cuja de-
eisao Ihe pertenca, ouvindo o collector, quando delle dependerem
as necessarias informacoes. Das suas decisoes poderac as partes
recorrer para o inspector do thesouro provincial ;
8.* Ordenar por despacno ao collector o pagamento dos ven-
cimentos measae3 da collectoria, em vista das foln; s que Ihe forem
apresentadas, e de outras despezas oidenadas pelo inspector do
thesouro provincial, precedendo informacao do collector sobro o
exame das respectivas enntas e documentos ;
jj 9." Tomar mensalmente conta ao" collector, fiscalisar e veri-
ticar quando Ihe parecer conveniente os dinheiros que deve ter
era sea poder ;
10. Dar parte ao inspector do thespnro provincial de todo3
us erros, arbitrios e omissdes que commetter o collector no lanca-
mento e cobranca dos impostos, e requerer a justiga territorial se-
questro em seus bens, para seguranca da fazenda, quando tenha
certeza de que elle pretende evadirse com os dinheiros publicos,
ou tenha abandonado a sua gerencia sem dar cot tas ;
$ 11. lixaminare por seuvisto-nas gulas, para a entregajdos
dinheiros no thesouro provincial, em todas as contas e papeis que
acompanharem essas guias e Uv>rem de ser entregues aquella re-
paiticao; nos documentos comprobatorios das que annualmente
prestar o collector 8 nas relates dos Jevedore?, que devem ser en-
tregues com eslas contas;
12. Admiuistrar os proprios provinciaes, zelando a sua con-
=erva<;ao, participando ao thesouro provincial o seuestado e indican-
do 03 reparos de que por veutura possara carecer ;
13. Exercer sobre os empregados da collectoria o direito de
severa fiscalisai;So e de advertencia, quando commetlerem falta3 e
tiegligencias, autoando-os e danlo dell.;s part3 ao inspector do the-
souro provincial, si por falta grave ou desobediencia por e^te proce-
dimento cabivel ;
14. Presidir a junta da collectoria, que tem de promover a
arrcmalacao do sastento dos presos pobres, nos termos das respecti-
vas iustruc.;oes e dj art. 206 do regulamento do thesouro provin-
cial, organisando a labella para base de3sa arrematagao e sujettau-
do-a a approvacao da junta da collectoria para ser submettida pos-
teriormente a da junta da fazenda provincial, conforme determina o
art. 208 do mesmo regulamento ;
15. Syndicar sobre a exaciidao da relacao nominal dos presos,
que deve ser quinzenalmente remettida a coilectorii para o compe-
tente visto polo carcerelro, fiscalisando a conla de credito apresenta-
da e resultanie do fornecimento ;
16. Fiscalisar a despeza, que se Gzer pnr conta de renda pro-
vincial, oa de beneficios de loterias, com as obras de matrizes e ou-
tras igrejas, r.uando nao forem ess s obras execuladas sob a direcgao
e responsabilidade da rep rticao das obras publicas, e dar as infor-
maQiies que a este respeito [be forem exigidas pelo presidente da

. f ~
SEXTA FEIRA 3 DE Jl'LHO DE 1874
"' '
PARA DE1TROBFORA DA PBOVLliCIA.
Por ires mezes adiantados...............

Por seis ditos idem
Por nofe ditos idem
Por am anno idem. .
.
697S0
!CMO
S790M

PROPRIEOAOE DE MANOEL FlCUEIRCA DE FARIA ft FELHOS.
ts in. Gerardo Antonio AlTes* Filhos.no Pari; Gon$alfes d Pinto, no Maranhio; Joaqaim Jose de OUveira d Filho, no Ceaii Antonio de Lemys Bra^a, no Aracaty ; Joio Mria Julio Chaves, no Assd; Antonio Marques At Silra, Natal; Jose Justioo
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, aa Paraiiyba ; Antonio Joae Gomes,MVilla da Penha; Be'armino dos Santos Bulcao, em Santo AnUo ; Dommgos Jos6" da Costa Braga, emHaxareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar dajAlagOu; AWes d C.,na Bank; e A. Xavier Leite. d C. no Rio Janeiro-
provincia ou pelo inspector do thesouro provincial, ouvindo
ponsavel ;
17. Designar provisoriamente, nos impedimentos imprevistos
aoi empregados cuja substituiclo nao e*teja determinada nesta regu-
lamento, od que estanio-o nao possa ter lug ir de prompto, pessoa
apta para exercer qualquer cargo da collectoria, dando disso imrae-
diatamente communicacao ao inspector do thesouro provincial.
Capitulo IV.
Do collector.
Art. 7. Ao collector compete :
1.* Proceier ao lancamento preciso a cobranca dos impostos
lancados, bem como promover e effectuar a arrecadagao de oatros
quaesquer impostos de natureza diversa, a que estejam sajeitos os
contribuintes na jurisdiccSo da collectoria-;
% 2. Ter sob sua guarda e responsabilidade, ate. a entrega no
thesouro provincial, a renda arrecadada pela colectoria;
% 3.* Fazer mensalmente, em vista das respectivas folhas, os pa-
gameotos dos vencimentos dos empregados da collectoria, qae forem
ordenados pelo fiscal, e igualmente os das despezas autorisadas pelo
inspector do thesouro provincial, depois do exame feito pelo escrivao
nas respectivas contas e documentoi;
4. Entregar ao thesouro provincial, pessoalmente ou por pro-
curador e no praso determinada, a renda cobrada, recolhendo com
a respectiva guia para se levar conta a despeza feita, as folhas, con-
tas e documentos comprobatorios das mesmas despezas;
s-* Assignar os artigos de receila, que lancar o escrivao no
livro competente, os conheciraentos que der aos contribuintes, as
guias, folhas e documentos de despeza, que tiver pago. e as relacoas
da divida activa;
S 6.* Prestar contas mensalmente ao fiscal, e ao Ibesouro no
prazo era que 6ca encerrado o exercicio findo, recolhenJo por meie
de offlcio dirigido ao inspector, todos os livros recebidos, (exceptua-
dos os de registros) e quaesquer documanlos qua comprovein a ren-
da cobrada. Estes livros e documentos devem constar de aaa rela-
cao, qae sera assignada por elle e pelo escrivao;
7.* Liquidar com o escrivSo, depois de encerrado o exercicio,
a divida activa, em visla do lancamento dos impostos e da cobranca
feita, e remetter ao thesouro provincial, quando preitar contas a re-
laeao em duplicau dos devedores ;
8 8.* Dirig-ir e inspe^ionar o trabalho do ecrivao e do cobra-
dor, de conforuiidade com as leis e regulamentos em vigor e in-
struccfies que reeeber;
9. Cumprir as ordens de fiscal, do inspector do thesouro e do
presidente da provincia, infbrraar sobre todos os negoiios da coirtpe-
tencia da collectoria e dar o seu parecer, quando Ihe for exigido, so-
bre o pagamento das despezas;
10. Levar ao conhecimento do fiscal, para este submetter a
deeisao do inspector do thesouro, as duvidas qae occasionarem emba-
raco ao servico da collectoria; e solicitar todas as medidas que julgar
convenientes para o melhor deserapenho e regularidade do mesmo
servico;
S 11. Ter sob sua guarda, eramassadas, segundo aorlem nu-
merica e chronologica, todas as ordens e instruccoes que Ihe forem
dadas.
Capitulo V.
Do escrivao.
Art. 8. Ao escrivao compete :
jj 1." Acompanhar e eoadjuvar o collector nos exames e dili-
gencias precisas para o lancamento do3 impostos e escrevelo;
% 2 Fazer sob sua responsabilidade a escripturac io de todos os
livros da collectoria, segundo os modelos annexes aos regolamentos
dos impostos e outros que forem dados i e ter os mesmos livros sob
sua guarda ate serein reeolhidos ao thesouro, provincial;
J' 3. Fazer o exame moral e arithraetico de qualquer docarnen-
to com que tenhara de ser pagos impostos na collectoria, iancaado
no mesmo em seguida a verba-Conforme-;
4. Encher e assignar os conheciment03 que, como quitacao,
devem ser dados aos contribuintes, e escrever nos respectivos taloes
a quantia recebida, a data do pagamento, o nome do contribuinte e
a natureza do imposto;
o.' Passar, era vista dos livros de receita, as guias especifica-
das para a entrega triraen-al, no thesouro, da renda cobrada pelo
collector, e assignalas;
6. Passar tainbem a certidao da renda, que deve ser annexa
as raeocionadas guias e fazer a relacao dos devedores, que pagarera
a divida activa, para ir inclusa na guia especial do recolhimento
destes debitos ;
7." Registrar o expediente do fiscal do collector, cumprindo as
ordens de ambos em tudo quaato for relativo ao expediente da col-
lectoria ;
8." Hecober os requerimentos dirigidos ao fiscal, lanca-los por
minuta em livro competente, notando o destino que tiverem, ate que
linde o negocio sobre que versar, e entrega los as partes, quando
despachados, exigindo recibo, que sera passado no dito livro ;
9." Dar todas as informacoes que Ihe forem pedidas pelo fis-
cal o collector;
10. Fazer mensalmente as folhas dos vencimentos dos empre-
gados, em vista da cobranca da renda; assigaa-las e passar nellas o
certificado da sua importancia;
11. Verificar o caiculo arithraetico dos documentos de despe-
za ; examinar e conferir estes documentos e dar o seu parecer S)bre
o resultado obtido ;
12. Passar as certidoes que forem requeridas ao fiscal e de
penderem dos livros e documentos da collectoria.
Capitulo VI.
Do cobrador.
Art. 9.* Ao cobrador compete:
1." Effectuar qnalquei cobranca de irapo3to3 lancados oa de
outra qualquer natureza fora da sede'da collectoria, quando Ihe for
ordenado pelo collector, com autorisacao do fiscal, havendo do mesmo
collector para este dm, e sendo pdr elles debitadp era livro especial
de conta corrente, os necessario3 conhecimentos assignados pelo es-
crivao, os quaes enchera com os dizeres especiaes, assignando-03 pelo
collector quando realisar o recebimento ;
2. Entregar ao collector no priraeiro dia ulil de cada quin-
zena, medfante guia classificada, a ronda cuja cobranca hoofer ef-
fectuada na quinzena antecedente ; c igualmente os conheciraentos
restantes, quando por qualquer circumstancia Bio tenham sido to-
dos empregados por quitacao aos contribuintes, sendo taes conhe-
cimentos collados aos respectivos taloes, una vez que nao sejam
aproveitados atu o lim do trimestre addicional ;
3. Haver do collector, toda3 as vezes que der conta da renda
arrecadada, depois do ter o mesmo verificado a exactidao da co-
branca, em vista da sja conta de debito pelo* conhecimentos recebi-
dos da quantia recolhida e dos conhecimentos restituidos, o compe-
tente abono por meio de lan;amento a seu credito no livro de que
trata o % ;
4. Assignar com o escrivao as notas que Ihe forem feitas de
debito e credito no livro especial de conta corrente, nos termos dos
5 5 1" e^0 deste artigo ;
% p. Auxiliar o escrivao no servico da competencia deste quan-
do Ihe for ordenado pelo collector, excepto na iparte da escriptura-
cao, que for relaliva a seu debito ou credito, podendo mesmo en-
cher com os dizeres especiaes 03 conhecimentos que tiverem de ser
dados aos contribuintes que satisfizerem impostos na propria col-
lectoria ; e neste caso nao os assignara.
Capitulo VII.
Do ajudante do procurador fiscal.
Art. 10. Ao ajudante do procurador fiscal compete :
1. Promover a arrecadacao da divida activa da provincia no
sea municipio, quando Ihe for ordenado pelo procurador fiscal;
2. Substituir o procurador fiscal em seus deveres e attribui-
coes, em negoeios que correrem pelo seu municipio, com a restriccao,
porem, de excrce-l^s >ob direccao e instruccao do raesrao procura
dor fiscal, a quem fomecera quaesquer informacoes que Ihe foram
exigidas, bem como annualmente um relatorio da arrecadacao e ser-
vico a seu cargo.
TITULO III.
DAS NOMEAIJOES, SUBSTITUTES E VENCJMENT03 DOS FUNCCI0SAR10S.
Capitulo VIII.
Das nomeacoes.
Art. 11. Os empregados das collectorias serao noraeados e de-
mittidos pelo presidente da provincia, conforme convier ao servico
publico.
Art. 12. 0 collector, nos termos do regulamento do thesouro
provincial a respeito Ja especie, ptvstara liaiii; i perante o mesmo
thesouro quo podera conceder para o resnectivo processo ate o pra-
zo de sessenla dias sem prejuizo do exercicio dos lugares.
Art. 13. A forca da iianca prestada pelo collector sera corres-
pondente a um semeslre da renda da respectiva collectoria, calcala-
da pelo termo medio da dos tres ultlraos exercicios em que nao se
tenl.am dado alcances e irregnlaridadesou faltas que motiv-m a in-
certeza do verdadeiro rendimento da mesma collectoria.
Art. 14. Nas collectorias novamente creadas, e a respeito das
quaes nao se pode calcular o valor da Iianca na forma estabelecida
no artigo precedente, far-se-ba o caiculo pela base do termo medio
do rendimento triennal do municipio, obtido por arrematacao, ad-
dicionando ao resultado cincoenta por cento de sua importancia.
Art. 15. 0 valor da (langa que prestara o cobrador sera equi-
valente a quarta parte da que prestar o collector da mesma collecto-
ria, sendo amesuja fia^a pqr termo de abaaaciVqe pessoa idonea.
Ar'. 18. Polera ser nomeado ajudante do proeuradjr fiscal o
promoter do municipio qae for sede da comacca.
Art. 17. Q aando sa nao der a oomeaci* 'Ifcealtada no artigo an-
terior servira os fise-aes das collectorias fiscal, dependentemente de titalo de nomeacto peculiar. Neste caso
e no de nomeacio distincta terao direito ao vencimento marcado no
Tit. 3", Cap. 10, art. 99 deste- reguUmento.
Art 18. Nos manicipios em que a renda da provincia for dimi-
nula podera i ser nomeaios collectoras e eserivaes da collectoria
provincial os jue o forem da geral, nas mesmas condicoes do artigo
precedente.
Art. 19. N* mesm i collectoria nao poderao exercer conjuncta-
mente os cargo* de tscal, ajudante do procurador fiscal, collector a
escrivao, os aseendVHtte^djKcendeates e parentes collateraes, e alias
ate o lerceiro gr4o, Iftcftfl?ff cunhados durante o cuohadio.
Capitulo IX.
Da* sobstituicoes.
Art. 20. 0 fiscal sera sabslituido pelo ajudante do procurador
fiscal ; a quando os dous cargos forem exercidas pelo mesmo indi-
viduo, o sera no impediment temporario pelo substituto do promo-
lor publico, e na falta deste os juizes de pat na ordem da colloca-
cAo e no de longadata ou, em cons queacia de licenca, por pessoa in-
j terinamente noineada pelo presidente da provincia.
Art. 21. Oajudante do procurador fiscal, quando accuraular as
funccoes d fiscal da collectoria, sera substituido por pessoa que sera
previameate nomeaU seu substituto pe'o presidente da provincia.
Art. it. 0 collector sera substitaid > na cobranca da renda pelo
cobrador, eaas mais attribuicott que Ihe competirera pelo escrivao.
Art. 23. 0 escrivao sera substituido pelo cobrador, o qual fuac-
cionara, guardados os termos exceptivos do art. 9" S 5.
Art Si. Nas faltas oa impedimentos do cobrador nomeara o fis-
cal quem o sobstitua provisoriamente quando nao hoaver apresenta-
do o cobradoi quem o tubstitaa, sob a responsabilidade de sua
fianca.
Capitulo X.
Dos vencimentos
Art. So. 0< vencimentos dos empregados das collectorias con-
starao exclnsivamente de porceatagem, deduzida da renda arrecada-
da na respe;tiva collectoria.
Art. lo. 0 flical, collector, escrivao e o cobrador terao porcen-
lagem da renda arrecadada pela collectoria, sem que intervenha a
accio execativa ou que nao compita directamente a arrecadacao ao
ajudante do procurador fiscal como representante do procurador
fiscal.
Art. 27. A porceatagem sobre arrecadacao feita pela collectoria
e que conititae os vencmentos do fiscal, escrivao e cobrador, sera
deduzida na razao seguinte :
% 1." Da triata a sele por cento da renda arrecadada, quando
for esta de importan^a ate cinco contos de reis ;
| 2.* Dd mais trinta por cento deduzida da quantia arrecadada,
qae exceder dos cinco contos, ate" completar outros cinco contos;
3.' De mais vinte por cento deduzida da quantia arrecadada,
qae exceder dos dez, ate completar q unze contos ;
| i.* Da mais quinza por cento deduzida de quantia arrecadada,
qae exceder dot quinze contos, ate completar vinte contos de reis;
g 5.* De mais dez por cento deduzidos da quantia arrecadada,
que excader dos vinte ate quarenta centos de r6is.
Art. 28. A porceatagem de qae trata o artigo anterior sera di-
vidida em trinta e sete quotas Igoaes, das quaes tera o fiscal doze, o
collector doze, o escrivao oito e o cobrador cinco.
Art. 29. 0 ajudante do procurador fiscal tera como vencimento
oito por cento das quantias arreeadadas AO sello de heraucas, lega-
dos a doacoas, e das que forem por sua intervencao em processo
-*cecutivo aatorisadtf*p6lo procurador fiscal ou por aecao judicial mo-
vida em sea municipio, na qual tenha representado por parte da fa-
zenda provincial.
Art. 30. A quota da porcentagem a qae tem direito o emprega-
do effective passara a pertencer ao interino qae Oxer a arrecadacao,
sendo que o trabalho da lancamento so por si nao dara direito a per-
ceber vencimentos, quando o empregado que fizer for demitlido an-
tes da respectiva arrecadacao.
Art. 31. Os substitutes por mais de quinze dias terao direito a
parte da porcentagem correspondente ao tempo da substituicao, nao
sendo considerada t>l para os effeitos desta disposicao a ausencia, nos
termos do 1, art. 7 deste regulamento.
TITULO IV.
DO EXERCICIO DAS COLLECTOHIAS.
Capitulo XI.
Do expediente diario.
Art. 32. 0 collector e o escrivao se reunirao diariamente das
dez horas da manna as duas da tarde, era lugar certo, que podera
ser a east do collector ou outra qualquer para este lira por elle
exclusivamente deslinada, e'ahi darao expediente aos negoeios que
correrem pela collectoria e effectuarao a arrecadacao dos impostos.
0 cobrador, quando nao estiver em servico de cobranca, devera lam-
bent compirecer ao expediente e cumprir as ordens que Hie forem
delerminadas.
THULO V.
DO LANCAMENTO E DA AnilECADAQAO DOS IMPOi/OS.
Capitulo XII.
Do lancamento.
Art. 33. No coraeco do anno financeiro serao tornados a rol to-
dos os impostos provinciaes, cuja natureza exigir i revio lancamento
para a cobranca, indicando-se nesse trabalho os nomes dos contri--
buintes, o assurapto especial do imposto, com indicac40 de locali-
dade e numeracao do predio em que assenta, a renda deste e a
quota da contribuicao.
Art. 34. Por occasiao do lancamento para cs impostos que tem
a renia por base sera examinado" e verificado o preco dos predios
pelos recibos ou titulos de arreadamento, nao sendo acceitos os que
parecerem visivelmente dolosos ou lesivos do imposts, ou contiverem
algum vicio, ou forem suspeitos de fraude manifesta por qualquer
circumstancia. Nesses casos sera lixado pelo collector o preco pro-
yjivel do alugnel, que poderia obter o predio, com atteucao a capa-
cidade e localidade, e ao aluguel pago por outros seraelhantes. No
caso de ser o predio occupado pelo senhorio, a quota do im-
posto sera fixada por um arbitrament razoavel do collector.
Art. 33. Nos impostos que assentam na extraccao do producto
a lolacio desta sera feita por um razoavel arbitrio e com attenfao ao
grao de consamo provavel do mesmo producto.
Capitulo XIII.
Da arrecadacao.
Art. 36. A arrecadacao dos impo3tos sujeitos a lancamento e
relativos a decima urbana, mao morta e consumo de aguardente
nacional, sera feita por semestre nos mezes de dezembro e junho por
trinta dias uteis; e a de ontras verbas da receita provincial, que
serao igualmente sujeitos a lancamento, ma3 de contribuicao inte-
gral, sera elfectuada por igual espaco no mez de fevereiro.
A'rt. 37. A cobranca de outros quaesquer impostos de natureza
diversa e que nao dependa de lancamento tera lugar sempre que
se execute o acto a que corresponda o imposto.
Art. 38. 0 excesso dos prazos do art. 36 sujeita n coutri-
buinte a multa de seis por cento do valor do imposto ate o fim do
trimestre addicional.
Art. 39 A cobranca dos impo3to3 sobre cabeca de bczerros e
por cada potro tera lugar annualmente na epoca da3 partilhas sem
dependencia de ferro, sendo devida a contribuicao, qualquer que
seja o tempo do nascimento, e raeimo depois da partilha, quando
por occasiao desta nao tenha sido elfectuada a arrecadacao.
Art. 40. A arrecadacao dos impostos mencionados no artigo an-
terior proceder-se-ha sobre uma declaracao escripta daapanha-an-
nual do gado vaccura e cavallar de qualquer fazenda, sendo a mes-
ma declaracao fornecida todos 03 annos no correr do mez de agosto
pelo lazendeiro. Essa declaracao sera um resultado das partilhas;
e a assignarao o fazendeiro, o vaqueiro e duas pessoas que tenham
assistido as mesmas partilhas.
Art. 41. Si por qualquer modo for a declaracao reconhecida
como intencionalmente inexacta e defraudadora do imposto, o col-
lector tratara de reetifica-la, procedendo por si a lotacao por esti-
mativa e segundo os dados que possa collier da pruduecao on apa-
nha provavel da fazenda ; a sobre essa lotacao ou arbitrament sera
cobrado o imposto. Deste acto, dando o collector sciencia ao res-
pectivo fiscal, este, si o approvar, fara intimar ao fazendeiro, a quem
cabera dentro de tnnla dias da inlimacao recarso para o thesouro
provincial, encaminhada a respectiva p.ticao pela mesma collectoria
e por ella devidamente intormada.
Art. 42. 0 fiscal podera mandar por qualquer empregado, oa
faze-le por si proprio, verificar nas fazendas do seu districto si no
anno anterior fora subtrahida algnma cria ao pagamento do import j,
bem como fara o cobrador ir averiguar e examinar si os coatn-
buintes tem deixado de satisfazer os impostos, e a* aatoridades po-
lioiaes aincambencia dos artigos seguintes : 43 e 44. Em caso de
aegligencia ou descuido das referidas autoridades, informant de tudo
aq fiscal, para que de* conta ao inspector do thesouro, e este leva
as conhecimento da presidencia o occorrido, alien de ser exonerada
ouresponsabilisada a aatoridade negligeute; devendo o fiscal dirigir-so
tambem ao delegado de policia do lugar, si a falta for commettida por
inspector de quarteirao.
Art. 43. 0 imposto por cabeca de gado vaccura abaiido para
consumo em alimentacao no municipio da collectoria, quando nio
for arrematado, por nao haver concurrente ou por conveoiencia da
fazenda, sera arrecadado na collectoria ou no lugar da matanca,
sendo que neste caso ninguem podera talhar came sem apresentar a
aatoridade policial do lugar, delegado, subdelegado ou inspector o
conhecimento de pagamento do respective imposto on a licenca pre-
vista no artigo seguinte. Aqaelie que o fizer contra semelhante
disposicao pagara por cada rei abatida, alem do imposto, mais 10*
de multa, da qual metade pertencera, como remuneracao, a pessoa
que der a denuncia.
Art. 44. Poderao os fiscaes conceder licenca a cada marchante
que fizer matanca em localidades afastadas da sede da collectoria,
com designacao, lixa na poitaria de concessao, do nutnero de razes
que teem de ser morlas durante o temoo da mesma. Taes licencas
nao serao de prazo maior de 30 dias, salvo : depositanio-te na
collectoria a importancia do imposto correspondente ou prestando-
se Iianca, idonea julgada pelo fiscal, sendo quo o licenciado, sempre
que tiver de fazer a raatanca, devera previameate apresentar a
portaria de concessao a autoridade policial do lugar. aim de ser
por esta notado na mesma portaria o namero das razes que tem
de ser mortas, ate o preenchimento do total nella consigaado.
Art. 45. 0 imposto de 3 % addicional as imposicdes sera arre-
cadado pela forma estabelecida ; mas por saa applicacao restricta,
nio podendo ser levada a conta das rendas provinciaes. sera o re-
colhimento de sua arrecadacao feito em guia especial, que a distinga
de outra qualquer.
TITULO VI.
DISI'oSIQoKS GBRAES.
Capitulo unico.
Art. 46. 0 collector demittido nao podera reeeber a porcenta-
gem que Ihe competir, em quanto uao forem tomadas as suas contas
e nao flcar quite com a fazenda.
Art. 47. Por morte, aposentadoria ou demissao da nm collec-
tor, procederii o fiscal como escrivao a exame nos livros a cargo
do mesmo, afim de verificar a receita arrecadada ate o dia em
que deixar aquelle fuaccionario de exercer o seu_ cargo ; e disto
lavrar-se-ha termo com toda a claresa e individuacao precisa, assig-
nado pelos ditos empregados, sendo remettida a copia deste termo ao
thesouro provincial, para que por ella possa facifitar so a tomada
de conta a seguir-se os termos ulteriores com relncio a exonera-
cao dos fiadores, si absolatamente nao depeoJer a eonsagracao
desta da presenca dos livros; e neste caso so tera lugar no encer-
ramento do exercicio. Os livros serao entregues ao novo collector
para proseguir no respectivo expediente de arrecadacio do mesmo
exercicio, sendo que ficario o fiscal e o escrivao responsaveis por
qualquer falta ou prejuizo que soffrer a fazenda, verificado pelo
posterior exame procedido pelo thesouro naquelles livros.
Art. 48. 0 collector demittido devera prestar contas dentro do
prazo de sessenta dias a contar da data de sua demissio.
Art. 49. 0 collector demittido que deixar de prestar contas
no prazo marcado no artigo precedente, e por tal meio retiver em
si a renda arrecadada, flea sujeito a pagar 9 -/ de juro da quantia
retida, alem das penas estabelecidas pelas leis e regolamentos em
vigor.
Art. 50. A entrega das rendas da collectoria sera feita ao
thesouro provincial no3 mezes de novembro, marco, julho e
outubro, quanto as que distarem da capital mais de 30 leguas; e
por trimestre quando a distancia for menor.
Art. 51. Findo os prazos de que trata o artigo precedenie e
nio dando-sa o recolhimento da renda pela collectoria, perderao o
fiscal e o collector as porcentagens que Ihes possam caber; e
sendo relardado o mesmo recolhimento por mais de 15 dias, Sea
sujeito tambem o collector a prlsao a sequestro. Quando, porem,
a demora for occisionada pelo escrivao da collectoria, sendo se-
melhante culpabilidade coraprovada perante a junta de fazenda.
somente elle incorrera nessas penas.
Art. 32. Com 03 documentos de despeza naza pela collectoria
jpresentara o collector no thesouro provincial uma conta espeeili-
cada da mesma despeza, assignada por elle- e o escrivao e com
0 vkto do fiscal.
Art. 33. Os recibos de pngamentos doi veoeimantos dos empre-
gados da collectoria e do ajudante do procurador fiscal serao pas-
sados por e=ies empregados nas respectivas folhas ; e as de outro
pagamento o serao em papel separado, quando nao puderem ser
nos proprios documentos.
Art. 54. 0 thesouro provincial fomecera ao collector annual-
mente e do comeco do exercicio financeiro, mediante recibo pas-
sado por este empregado ou seu procurador em livro especial, os
livros e conhecimentos rubricados e nuraerados que forera precisos
a collectoria para o lancamento e cobranca dos impostos. e os de
regi3tro de expediente e das ordens, instruccoes e resoluc<~>fs expe-
didas pelo inspector. A importancia desse fornecimento sera dedu-
zida mensalmente dos vencimentos dos empregados da collectoria,
na proporeao do que cada um perceber.
Art. 53. Os collectors que lorem incumbidos de dar guias de
procedencia dos generos, em subslitoicao das agendas fiscaes
do interior da provincia, perceberao por este service uma gra-
tiliiacao d* 20J*03J p>r anno, e terao por incumbeucia o que
esta disposto no regulamento de 1 de abril de 1873.
Art. 56. Nao haverao os empregados das collectorias porcen-
tagem de arreeadacao recolhida a ellas, e daqual hajam percebido
ou feito direito a perceberem porceotagens empregados de oulras
estacoes ou do juizo, excepluada a relativa a divida active,
conforme a lei n. 1,141, art. 42. -
Art. 57. A junta de que trata o art. 6 14 e formada do fiscal,
do collector e do delegado de policia devendo a tabella da ra?ao
diaria determinar a qualidade e a quantidade do genero sufficient.-
para a alimentacao em dua3 vezes ao dia.
Art 58. Com a guia de recolhimento da renda trimensal for-
necera a collectoria um mappa estatistico da arrecadacao effectuada
no districto da mesma, sendo neile especilicados os imposto3 e
os povoados, era que deu-se a cobranca, afim de que seja pu-
blicado pela imprensa.
Art. 59. Os cobradores, sempre qie forem a cobranca dos dif-
ferentes impostos no3 povoados eomprehendidos no districto da
collectoria. daverao provar que campriram e3se flra por meio
de attestado do pessoas idoneas do proprio povoado; sera o que nio
Ihes serao pagas as porcentagens.
Art. 60. Fica revogado o regulamento de 30 de abril de 187.5
nas disposifoes em contrario e prevista3 no presente. Henrique
Pereira de Lucena.
DESPACHOS DA PBESIDBNCIA. DO DIA 1 DE JULHO DE
1874.
Abdias Bibiano da Cunha Sales Passe! por-
taria concedendo quatro mezes, dous com todos os
vencimentos e dous com o desconto da quinta
parte.
Alfredo Gibson. 0 snpplicante cumpra o raeu
despacho de 11 de maio oltimo, juntando doco-
mento, que laca prova.
Caroliua da Cunha Ferreira Baltar. Derendo
com offlcio de3ta data a thesouraria de Tazonda.
Domingos Ferreira da Silva. Iuforme o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Coronel Francisco de Miranda Leal Seve. Pas-
se portaria.
Justiniano Correia do Mello. Passe porta-
ria. .
Jeronymo da Costa Lima. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de (azenda. *
Joao Josd Mendes. Informe o Sr. inspector da
thesouraria provincial.
Manoel Jose d?, Motia. Sim.
Maria 4q Jtesario Piqheiro. -= Sim.
Severiano Monteiro Leite.- Deferido com offl- Luiz, escravo de Izidoro Ferreira Botelha, a re -
cio desta data, dirigido ao engenheiro chefe da re- qocrimento do senhor.
particio das obras pnblieas. I Deos guarde a V. Exc.-IIlm eExm.Sr.com-
Thomaz de Carvalho Soares Brandao Sobnnho e mendador Henrique Pereira de Lucena. dignopre-
o Dr Joao Cavalcante de Albuquerque.- InLrme sidente da provincia -0 chefe de policia. Am
o Sr inspector da tnesouraria provincial. nio Francisco Correia de Araujo.
Reparticao da policia.
2." seccao__Secretaria de policia de Pernambuco,
2 de jolho de 1874. "
N. 784.Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que lioutem foram reeolhidos a detencSo cs indi-
viduos seguintes:
A' minha ordem, Luiza e Jose, escravos de
Francisco do Barros Barbosa, por andarem fugi-
do3 ; Vicente Quajssma da Silva, v.ndo do termo
do Buiqae, como |ntenciad, a disposicao do Dr.
joiz das execoc3es.
A' ordem do Dr. delegado da capital, Manoel
' Teixeira de Lima Torres, por embriaguez e des-
' ordem.
1 A' ordem do sohdelegado de Santo Antonio,
omNAiBnca
ASSEMBLED PROVINCIAL
l>isonrso do Sr. deputado '-
lippe de Figueirda, na seo
de * I O Sr. Fellppc de MfueirOa: -Sr. pre-
sidente, nao po3o dar o men voto a nenhuma das
duas emendas que por ultimo vieram a mesa ;
nem aquella que. se referindo a compannia d
Bebenbe, autorisa a presidencia da provincia i
. .
i


/
tu.. .. in 7 mm a
M.
de Pernambuco
Sexto* feira 3 de Julho d 1874.
A
chegar com elft
desapropria-la
die, nem lio
uovacao no
easo esta se
cia o podT
outras lianas
preza, dentro
. r, mrttm wcRai'.vn; iri-se- esta- aindn nan a> stu irtilmt rratamr iirtii i etiuiuM, e jhwiiui aqiellai tine lem
em beneflcio public'
3
liiella que ant
i coenpanma "
a isso, faculta a presi Jen -
Com imalnuer.pessoa idonea
. ates is.que rxplora essa em
Jade ottligaaao esta coin ds ar"-
rabaldes, o cstes entre si.
Neahuma vantagem *ierp > iu,doacao
primeira emenda, qu(ja> a qawdij rwpeilu a co
panhia do Beberibe, porque esta empreza acha
a bracos cjm obras iatporl.'.ntfl* tendo por flm
abastecimento d'agaa I cidri*, >; ainda panpio,
eomo 6 sabido, eoige w ten aito oflkial&ent3 e
mais de uma vcz, eltapocura'taripnr com slice-
ridadc as obrigacueSH acsftBa, n$s sous contra-
tos, trata de nxeeutar a ma nrfssao^ tumanio por
modelo <>s seus etatratea.
0 Sr. Gomr# JfciiK.vw : Nao apoiado; nao"
cumpre os seas contratos *
0 Sr Pelippk de tab-moA: Procura, sim, dar
cumprimentu aos seu' contratos.
0 Sr. Nascimentq Porteu.a :Diz muito bem ;
:a-%oWMh>. Kobji*i| ff WfltffeK* S**tWjBG*rf giJas, dieiil.i a.me*au tempo quaes
itnTOauma iff- 0 SS. ^a?ftt.*BNTffratfflK^-Saj 'sJTw'i-ldongas tomjJ.\j jir*, -svitar o abiiso,
FerwrCarril, f, nrentoi ? s- meios crt^tglSoV por quo, meios de
. devc
O Sa. h.\to Pbssoa j4> qua ni> ten* cabimel- I'flo -ewlrato -p.&*. chamar a companhia
to 6 q pensampnto, contrary). aw r*wtlomMddevcre3. 0
0 Sr. Felippe de Figueiboa : Sio modos ver as cousas. Ed enlendo qua a autorisacao a putado qae fla ae achar muitos escoiho
que me refira e extravagante.
Diz ainda a t maaJa : (oonlmui a
.....para o (im de ulrter mo
ordem a snbstiluir oa' aciuaes trilhos
mais aperf ?icdados; a dtmmuir o preco
yens; a steu^er as linhas dentro ds
tabelaeer outras qua iigwm esu aos arrab.ildn. *qille
ou estes inirs.it; a reOMver ot tnlhos d* ponl* Jurtjirim
do Rscifepar* ontra qn a companhiadevera cow- To aranui
tniir; e i obter a recwio da companhia iwra a, nlSTrjcao
proTincia, sem indemnisa^ij, Undo o praso da
Jcessao,^) qua! poJera ser prorogaJo.,
Ta!'6. Srs, a primeira parte da uneada.
t^vecao 03
i-sla a esjh-ra de que _o govern.) imperial appruve 0 Sr. Felipfc Figuriroa
a elevaca., do sou capital, o que [a solieitou.
O Sr. Fllippe de Fighciroa :.Vdoiittamos, p-
rtm, que a companliia n*'0 tenhr. cumprido 6el-
meote o^seuscwdtratoi ; admitiatntp qae ella uaoj
procura iIes'emfenfiaf-s'e"'aD? deveres "qtie'coflHra-
l:io ; per junt) en : < t;'i ossa eayrcia a unica cub-
as r.f(">.is de qnetn
devam recahir
qnetn tern
ira quern
o derer de velar pela fiil oxcoh^ao das le'is? serp.
>dla a nnica que nsere'Qi o a,dreja"nento pnblico,
>e que-"lEgnmn o tuerfCOj ft Nao, KerThoVes. a companhia do leberifee, tante
quant) as dema^; emprferMila pr.-wiifia, nSd m*
reca que se aletantem'difStnl Jade* fcurt embara-
car-lfaes a aB^So. "Se effa .iix-.orn w faltw, se
eomoietta traw*(tre6e* co< seus iwWrates, lm\-
iiem as demlfll empreea't.fatem, #m que, etre-
tanto, nor ouses faclosHnlado-, se p?saoiwr que
ha proposltej q ha iiRi-n.-ao de ^wstergar en, di-
reil is da p:'o\iihHa%'cotnbar dos tlewres queacei
laram
Como, pois, em taes condi^Oes, ,4ar umasenw-
Ihanto ap.toribtgan a-^presMeneia,. e-orear'trmase-
m.'lhante e mntiararosa wtaaija-) a oupreia^
F. denials, Sr. pr*>idem>, onwiornreffectiva
a desapropriaeAn, ^;ie se preMa de buscar os meios qae nwtsrse fawmfWraflma
tal opcrafao'?
Os oobres autores de laa pwienciosa en*nda
piniaram nx, aini, ha dias. cam sombriss core?
atr.daaiij/ .t o/za
*- m\ Mum, iii iii -.---------------- -~ -. -- ^
Janeiro, a seguinte
obsei|uiaJ)s com
obra de eleval)
blicar m)n opiniSo :
(v.tadns secretario 01 into
m..4KM|N-Me4 AKii fiiwm e o Sr. sappfem
lierenaent*, .que.
loaijiiiiB .I'ittio de
esta grata nolicia, lafltsattttios quo a
dos limites em que aqui dssmos cooler-
s permitla cabal apreciario de tito va-
Sr-gunda. que e a nais unporlaate.
deputados bem deseuoadd o "blcatoa^
0 S- Soares : lyafui on Je f go Y
)res
mais
do qua
am bacamartel um canhab armstrokg.
0 Sa. Pinto Pesoa : Contra quern ?
0 Sr. Feupte de Figueiroa : Contra a compa
nhia. -
0 Sn. Pirto Pessoa :Km favor' de quern ?
0 Sr. Fbuppe de F^iatJEtRox : -i Nao i?i, nem
^uero saber em favor de qhem.
0 Sr. P:\to Pisu,;-t.\afceiU bpm, 1
i.ippE de FiocEiRf:* :-Vou coitliuuar a canhao amitrong, que se quer descarregar 5i>fere fstizmenie inspirado, tra;ou o autor a
directae pos>livamente os direiloi-b
eompahia, dfreitos e regalias salvajreardados em J [
eontratw, qne sao leis, danrovincia.
() Sn. Pimto Pessoa : sio ; isto* qne eu nego.
OSr Felippe de PiGiiEtRo.v : (eontianando a
ler)----- (i Caso a mesnu companhia se recuae a
innwar os seas a >WW, po'(fert o prcsiddnte
nnitratar com qualquer pessoa idonea, nao so
ontns linhas dentro da down as que faiem objecto iii coatrato elebrado
e* 7 de d >vembro. ultimo com a meS w*i, mediant* as-^oBl^Ses .aenra estabelecidas. i
Veja a assemble! setlo exJrcxula doatrini,p4
*!e ser aceita"* admittida ; veja se sem*lli!nte
emenda tern cabimertto 1 ( '
Qae se atimitta a primeiTMMfte da emenda', m
feordo, vi-to camo eoiMem ella ima simples aulori
sa^So, da qal, t-stoa cerMi aualquer preaidente
. usari com discertiimento ; mas 'fue seia aeeita a
.t siwacao ooonemiea da provteeia; disseram-norfj segundj par:e. qw se 66 Bfca semelhante armaa'
que oscorres pwblicos estavam espoiaftos, qne asj administrate, ap'>mandO;'SB odioso, uma companhia qtia torn os seas direiMs
garantidos em cetitatWa,'
IsHXthBGtXtetr
Jornada
hndida do
kblimo e
ia vila
ios princi
juiuliaio.
occasiao, mas
a Palestioa; uma
arn eantos wide se
1) cliristi :nisino ;
Jes(|i Clirlsto ; uma
da relig ao.'bSo de-
por oonTOuie L-ias de
patenteados em toda
I a saa admiravoi iimpliculaJe c (Hireza ; o fiuai-
u a_eiHcln?aoqaeJ|i||te, umapwduccao titteraria digna de i-tteii
' ^-R-pela Yeraealidade da lioguagena e pefa pro
u ^n..tfHrrPrs uhia tern cumprido os seus-contratos, tern sattsrei- Torme pode o assamptoaobre que vai o autor dis-
to as suas obrig^fcrjcjtte- JRn^r deputado nao tei^raSarTB sirre iBjusta; e deve
Ki lJe5J4* N* ,ya.wOI(^ {apiiados^; gori/nc
(ilrenae de race contratas qae sao lets <3l***WXu*i loL ,., it'sfi ;ad^4 al*
0 Sa. Pintj Pessoa : -Nao offende ui.
i 0 livro de mmsVhnor Pinto de Campos foraia
Oi-grossct volume da mais de '690 patinas de (or
pro- mato superior ao 8' francei, impresso com aflmi-
t iV a.yai.Wlilejae. Jmprensa N.teioaal de Liifeoa, o
euri juerido de magnificas estampas impressas pula
conooo^la ea*a Letuereior, da Paris.
Fatizinente inspirado, tra;ou o autor a fren'.e
r a emenda, e a areemblca vera qne e;la otfendc. nrpBitns^aa-camuaniita.; porquo ve|a4*abem-oei-: do se-tivr^ a leguinto dedicatoria : A Jtsus Na-
regalias dajajimj^dauip uVn-icculto...... ., .. ,so.rc*i>,.Reidos Jwlt : .^PM. Ehuu^)nd: f.^t.^njfuys in anus de encetara peregrina^ao a terra santa, cur-
.'._,.,_.! t} -i nt *a, se .bumilde diaute ao awriyr que sellou com
:-PrN~ro, Pessoa :-Diga tu, > ; kjiiX S^l- seusaague a reJigiao, qua die tem por niis.ao ex-
plicar e defender.
1 Uma pnmoiosa, pagina, contendo uma sauda-
jcio de Afttonio Eeliciano de Cast lue, precede a
- \i*,trodacc(io, em qne o autor expoe o piano da
isso ia dlzendo que via iia ettlenda em qaestioj.
flm gccnlto do proteg^r-se, emfeora a'custa de ter-
ceirffi, aessaTlov* corhpanhia.' dtenotpfhafla Lo-
comotora, que esla,i(ssentan^o^rj|l)os(nas raas da
lollies de recVNt se aohafam ijvasi exurida, *qw?
0 credito sentia se ahaladot
Como. poia, -rm taes c. ndiwies, preiewlem haver
mei.is para -;iis semelhante desa.wopriac.".o !
Qnem forne.Tera esses meios, qnem?
Fizeram, os nobres flepatados, jnr ventnra, o
ealcali) aprogiaiadn do qnt:*.l operacao ? feitudaram n'a as *aas relan^Bto-
nomicas"?
Sr. presiilwtto, como e gr*lmonee *abido,.as ac-
r.< is d i companhia do lletwriiie, trozam de mereci-
do favor puWico, e obieea*na nraca eoted>s mui-
to viniajosas. 0 sen valor actual, presumo n.io
estar e igabed >, e de mais SO 9fU do que o *alor
real Isto imp irta dizer ifa ', para rtawpHpttaf a
.: impanHW do ftatooafaa, nan de*er precisas ciiii-
tas eenieoBS de contos de nils.
P.. pergmto eu, tern a provir.cia esso dinlieiro
para pagar a empreza ? E, so nao lem, onde
ira busra-hj onde credito para isso"?
Dir-me l.ao talvez quo se far^t o pagameeto em
apolices da dvvida provincial.
Ha*; per;; ntarei; oudem os^nabres depntados,
pode a asscmblea obrig.ir a companhia. pie torn
>s sens dir iiis faranaalae em apolic >, de lurtl de 7 oj H OjW, Ipoticea que estao
. :e;ii.!as, o.u-1 sutfrem deseonto, que nuiguem
toma senao em virin lo de enirtiato de cbra< pu
hlicas, e-ii qae d orJinano te dao lucros capazes
do c_!irlr os prejuizos que ollas acarretam?
Na>. tal roiif* nao podem ajnerer os iwbivs do-
patados ; nl i, tile m-a n:Io ji ie lazer a asstm-
Wea, nem a is-o se siyeitaria a coi>p!'.kia, que
certamenle eat aieaiia nas leis do paiz a pruteccio
oecessaria conira semelbante esbalbo.
Mas. admittiod > mvomi <|ae a companhia, era
acto de desapro riacAo, aeeitasse apo+iaes da divi-
d* provincial, 6 claro que o nao faria >(.'oao pela
joiacao que elias lam ua pragi. isto e.com urn
i??conto de 10 a 13 0,0.
.'-'- pe-gonto eu. deve a provincia fazer seme-
Inante s criliciu? Deve a provincia atirar se a
ooerosa mieraciio de dar suas depreciadas a'lQoes,
com perda eorta, em troca dasesiimadas accoes da
sompanhia do Beberibe, que iom valor ie mais de
-"0 0|0 do sou eu.-to primitiv.i ?
Dev* a provincia sacrjfiear 86 mais do que esta,
.: i ha p iucosdiasse allirmou nestacasa, somen-
te para razer ma! a uma empreza, que procura
cnmprir os seas cootratoa, e que, ^e meliior e mais
depressa o n.io to u Uto, 6 .-6 ponjae o.governo
imperial nao tem accudido a tempo aos >eus re
damns de augment.) de capital, de nova emissao
de aejdes?
Pois 6 quaodo a companhia pedesse augmen-
to, com o li-n sabido da conslruir grandes obras;
pois o, dip i e.n taes cmiicoes, que se a quer obri-
gar a modific o sou conirato, que ja o p-ode ser
cela lei n. ;.II7. e.-taniiiido->e que bo caso con-
trario seja ella desapr.qiriada ? I
Xa\ Sr. presideote, nio posso dar o men voto a
semeliianle mentla.
OSp. .Woimknto I'OBTELI.A I Apjiado.; i-U
nan tern cahiuientQ neni.uiii.
0 Sit. I'i.m.i Pessoa: Mas nos qae fiauemos
?em agua.
0 Sn. F: i.ii pp. db Fun;' iboa : Come noamos
iin agua ? Nan ha tal. |ogo qne a eomnanhia
ootenha a preeisa aatorisaeao para eievar o sea
capital, logo qne possa emiitir novas acpSes e ob-
ter m. ios pecuniarios, certamonte ella realisana o<
melhoramentos quo t>m em mente. eonstniita as
nliras ,;ue tem projectado fazer, e a cidade do Re-
cife sera saffleienie-Bente abastecida d'ngna.
0 Sr. Pinto Pessoa : -E a provincia ha de es'nr
.i esp. ra de quo a companhia augmente o sou ca-
pital ?
0 Sn. Felippe de Ficufiroa : E norque nan, -,-
a cempanbia tambem esta a espera do governj go-
Se a companhia por ease facto m rece ceasura;
^e ha quein sinta prnridos de criiiear semelhante
dercora na execucao de obras projectadas; tao
forca e que a censura atiinja a quern deve at'ttn
gir. forca e que a critica nio periloe a essa cruel
entralisacao administrativa qne, ate nas menores
cousas, nos traz jungido* ao carro de glorias da
corte.
Seja o nobre deputado o arauto da boa nova, la-
vre um solemne protesto contra isto, e eu o acorn
panbarei gostosamente.
0 Sr. Alipio Costa : Ne3sa nao cahe elle !
Um Sr. Def.ltado :Isto nao e questao para
?er tratada assim de.momento.
0 Sn. Felipp* de FinuEin \ : -5r. presidente, o
qae se pretende na emonda quo combato 6 que
a assemble esmague a companhia do Beberibe;
e isto, Srs., por qae essa emareza nij tem podido
executar obra-para as qua >s fazem-se precisos
meios pecuniariis, meios que eH--. pretende ohter, e
para cuja obtencio jasol.citou a..::dispensavr| auto-
risacJo, qu>, po.-inotivos que ignoro, ainialhe nao
foi concedi la pe!o governo imperial.
Da emen la em questSo, Sr. presidente, c isso o
que se deduz : e o esmagamenlo da companhia
que se deseja.
0 Sn. I'i.xt) Pessoa : -Nao, "nao euero que se
a esmague.
0 Sr. Felippe de Fk'.eiroa :OH .4 isso que
se prop5e.
0 Sn. Pimto Pessoa : -fi" o contranc. 0 que
nao quero e que a compaafcia esmagae a popula-
cao. (apoiados) E-ta e que e a verdade.
em '-oni rains.....
I.mSh. Dei'dta-bo-: Que*.em direitos adqueri-
dos.
O Sr. Feui*si>s Fisi'ioa : ... qne ;em di-
reitos adquirid^s; islo^oqueea nao comprehen-
do que a assauMe i possa e deva fazer; isto e,
como ;a disse a respeito da companhia d) Beberi
be, por uma ptstola aos peitos ita enwpanttia Ferro
Cariil e dizar-hie aoe* ou morre ; e pedir-
1he a hols* on tjrsr'Hie a ?ida I
E, reaimeite, senliore*, o que sep*1e na emen
da. ***
P.de-#e 1.'qai aMipanhia sobstitna os seus
aetnaes trdli.x pop mires wa* aperfeicoidos,
t.' qoe diminna o preci) d"S passageas,-;). que
esiabeleca witras linnasligando a eilade aos ar-
ralialdes'e estes eut^e st, -4- quo rerhora o? sens
triihos da poate .lo llcire, construindo previ,imen-
le nma ponto para nella as que, Undo
o seu privilegio, entregue a todas as obras a pre-
vincia a titulo gratnito.
Para couipeusar essa onoro)e somma de sacrifi-
ces estatuo a einT.da que a companhia poJera es-
ttnd-.r as suas linhas dentro da cidade, e diz que
o jHfatia da catuxsscio poderd ser prorogado t
A mnd.'ui.'a dos triihos iuiporta na reuoyatiU)
ciiinplera da *ia sobreque rolam os vehicalo*,
quica na uiudanva^as rodas dos mesmo3 vehicu-
Ios; isto e, quer dizer uma de-pezaavultada, esem
jusiilieacfio. p >r.;tie os actuaes triihos nSo Pi ram
escnlhidns pela exupanbia, mas|sim Ihe foram im-
past'.'s p)r esta assv-mb!6a e pe!o urimitivV) contra-
to da empreza.
0 prepo das passagens esta no mesmo caso. Mao
loi a companhia qUm o escnlheu, riSo. Quern o
tixou foi a lei n.-879, cujas dispo'sicoes fazem par-
te do contra to pmuitivo.
E, pergualo, senbores, e ja>to este n'baixamen-
lo de prego quando se impoe aulras oaerostssi-
mas condicoes a empreza? ti' isto aceitavel, quan-
do se a obriga a fazer obras novas e a desfalcar a
sna roceiia para ccaslitnir um luado de amorti
.-acio f
0 3. onus quo se pretende impor a companhia
e a construcc'o de novas linhas para os arrabal
dos ou para ligar sates entre si.
De .;ue arrai.aid.'s cogitt a einenda, e o que nao
sei, visto como ignoro que scjam os quaes nao etao
ligados ao Hecifi ou pelos triihos da Ferro Carril
ou pelos das estrarias do Caxanga e do Olinda e
Beberibe.
Me parece que, nao haveudo mais nenhum a
ligar ao Recife, a emenda so ten por (im obrigar
a empreza a ligar alguns arrabaldes entre si.
Mas isto, senhores, e uma iniquidade, porque e
querer obrigar a companhia a uma despeza impre
ductiva, a nm prejuizo certo. visto como o trafego
entre os nossos arrabaldes 6 nullo, como e geral-
mente sabido.
Ainda se impoa a companhia a construccio de
uma ponte e a renovafie dos seus triihos da puu-
te 7 de setembro.
Ptrque niio se exigio a construccao dessa poate
no conirato primiiivo'? Porque approvou a pre-
sidencia a planta om o traco da linria ferrea pas-
sando por alii ?
Entendo que nada iemos ipue ver coin isso. I*r
esta uma luestio a lmmistrativa ; e, se nao 6, e se
a companhia tem direitos adquiridos, como infrin-
gil-os h.ije, e com qtze titulos os infringiremos?
_ Demais, para que er^o rigor com a companhia
Ferro Carril ? rois iiao e publico quo a compa
nhia Loeomotora, depois da |uella, assenlou tam-
bem triihos ua ponte 7 de setembro ?
Paia que, pois,tanto rigor para nma e tanta be-
aevolencia para a uuira i mpre/a ?
E calcularam, por vealun, os bobres autores da
emenda o alcance ecoBomico de uma tal obra?
meliram as dillkuldades que tal exigencia crfla
cidade para tr.ipsp
E vejo esse lim f
antes tfa exijy-ncla
lembrado de eS
ninguemlJBha .
nipguern^'tiuh'r
astrosa COTtur,-en
foi to pe1a"empre?a
carjtinTspgt-ns.
lehte'. porque,
'nguemsetinha
^ia rerro CarrS,
io oegar-lhe o privilegio,
to a estabelecer nma des-
fi)^ra'n3'portq de, passageiros
' bontts.
como-SB
flm
E" hoje publico a uoiirio qae a'compinhia Lo-
'4i Ferro Carrif,
>ra semelhante
iem {hnspirtnr
,350s para esse
tin. Efahi'e*(fife'eii tiro a coH&osife de qttVa
emj;;.ia, so nay oncerra do facto, pel) menos pa-
receconter.urajfla'i occaUo,
Assim, pois;:.qu;$!quer que seji 0 hdo porqae
1 ^Jn^Bi:-0 Pr'vl'ePO d* Ferro Car rif,
foe ella competcute pa
e e sabido r^UcpreVindeiSf'
Sens.1
pnssageiros ,Oge arma as
ETahi ij*$lB'eu tiro a cor
emfeddS em qaestaoj! ^ erra prejudi
5vatsH' da s
as^pm-
ro que a
se encare a .ejTJ,e.dtla
c:ali?sima e naofllerecea appro'
lilda ; pelo que, voto centra ella, e es
assembrea fara 0 mcsnjb, TeconhewniJb assim di
reitos qne elta mesma ouThorpou'. 'fTurto bem,
muito bem.)
RBVISTA DIAKIA.
Couituissai'io.s ria da presidencia" da prpvuicia, de 1 dj cprrente,
delermiuou se aos commissanos de policia quo, s6
meate aii4asSom metade &> nnmero de pracas de-
si gaadas'para 0; respjctivos muniefpfosr fljindo a
dittra dapendcote de ordens ulteripces.
Hn&ttk Casa ao SfSscrl/ortlia. Em
scssao de Borrtern da
as.-ini.distribuidos os
1:'tiospiUilTidifi 1U-
Uppe d.iCost.i;'Dr. Jq!
Jo'.u d:uz Ifibfiico w'
beiro.
linistrayra, foraio
iflor'fb.i.jaim Fe-
hjk Araojdj, i>r.
0 bi-J.
Com .i'&.gxpostos collejt6'jtii hriHia**: *Joi)
Vicente ""(Ie"Torres Barideira, 0r. n.ufi.10 Aozdsta
de Alriieida, Manoel Jose dos Satnto*.
Hospital dot Lazsros e asylb d^minii^arftie. ^
Manuel Alves, Barbosa, Dr. Gervasio Bodrigues
Camnello, Jllgnel Archanjo NBhdelln.
Itospicio de qlisnados e collegia dis orpkas. -Dr.
Manoel' da Figueiroa Faria, Antooio Ignacib do
lte,'i Jledeiros, e Dr. Paulo Jos6 de Oliveira.
Pro'dtUm e tumia do I'ai-aizo. -Praa-
cisco Antonio da Rosa e Ttioniaz CaraCiro da Cu-
Dbi.
Pendencias judiciaes Dr. Jorge Dornenas' Riyrcatalogo denomes, mas uma peregrina^io ameiia,
a empreza
0 Sr. Felippe be Figueirca : -A verdade, Sn.
, a dura verdade 6 que a emenda em questao e arrta
pistola que se poe aos peitos da emireza dizendo-
se-lhe : aceita, ou morre. N5a vejo outraeou-a.
0 Sn. Pimto Pessoa ; E' 0 esntrario; e para
tirar uma pistola qua a companhia tem sobre os
peitos da populaclo.
Um Sn. Dejutado :Pistola d'agisa ? (Riso)
0 Sn. Felip-e de FisuanoA : Btalmeite, so
sendo d'agua essa sonhada pistola. qae se diz que
a companhia aponta a populacao I
Diz a outra emeoda que combato : (li)
" A' innovar os contratos com a companhia
.rerro Carril. qaer os approvadce, qaer ainla os
DSoapprovaios,...,., .
Nao sei como e qua se consign a ist) em uma
lei. Contratos nao aporovados e eousa que nao
ba. Apenas um existe dependente, em parte, da
sanccao leg-siativa ; e esse mesmo ja esta em vias
de se lo, visto como ja foi approvado em l. dis
cussio am projecto qua se oeeupa de*te as
sumpto.
.Mas, ainda assim, nao comprebeudoa aoiori-
<^o proposta, uma vea qua 0 conirato em qoos-ao
nao lew valor, nao e lei senio depots de approva-
do pelo podtr competente.
Se Ihe faJu 0 caraeter legal, se He nio pode
prodnz'r effeitos sem a approvapvj da ?=emb!ea,
__ Fiualmente a 5V' exigencia da emenda e a rever-
saogratuita"das obTfS da companhia aos dominios
da provincia.
Isto, senhores, qocr dizer obrigacao de distrahir
da receita uma ceita parts para estatuir u d fun do
de amortisacao; e quer dizer mais-esbulhar a
companhia de u:n direito que tacitamente Ihe fni
reconheciJo por In, visto como, nao se Ihe nxigi 1
no conirato primitivo a revorsao'gratuita que ago
ra se Ihe quer impor!
Nao, Sr presidente, nao posso contnbuir com 0
men voto para e tar essa emenda que, como ja disse e repito, e um
canhao armilronj que se quer assestar contra a
companhia Ferro Carril.
Nao, Sr. presilente, n3o eomprehendo qae a as-
semble p)ssa autorisar semelhante iniquidade,
que, em ultima aaalyse, ha deallectar profuuda-
mente os credilos de que gosa a provincia, de
quern se podera dizer, se tal causa pasur. que
nao sabe gaardar a fe dos seus contratos, p >is qu-
se reserva sempre a a'-titude do I ao da falula.
E ouso dizer, S-. presidonte, aos Hluslres signa-
tarioe da emenda, e ouso afflrmar perante a assera
blea fue, se se chegar aesmagar essa ou qualquer
outra das pequenas emprezas existetfea na pro-
viacia, nio m is so^ongregarao capitaes pan tins
semelnantes, naV) nuis teremos emprezas que de-
pendara de contratos em que seja parte a provin
cia! (apoiados.)
V'oz :-Ohl
0 Sr. Feupp! de Fiqueiroa :Sim, ouzo alllir-
mar que nenhnm capitalista querera arriscar C8
seus cajitaeaem taes empreras, porju ba de re-
ceiar as futuras imposicosfl, porqae n.lo tera eon
fianga nos direitos garantidos nos contratos eele-
brados com a provincia. Esta e a verdade.
0 Sr. Pinto Pesoa : 0 que nos quoreaos 6
somente que a companhia cusspra cdm os seus de
veres.
0 Sn. Felipps oe Fiuiroa : -E por que razao
0 oobre deputado, qae ha doue mezes. pedio 0
adiamonto de um projeeto que teei relaciio com a
malaria em discussao, sob 0 fundamento de estu-
dar 0 eootrato da companhia Ferro Carril ; e por
que razao, p3rguolo, 0 nobr deputado nSo reque-
reu que enlrasse em diseujsao esse projecto, e
nao veio dar as raz-jes em face das quaes accosou
aquella companhia f
0 Sr. Pisto Pessd\ :e porque 0 ppSire depu-
lado, que era contra 0 sdiamento, nio pedio iguai-
mente para que de novo ae estabelecesse a dis-
cussao ?
0 Sn. FELirPE de Figueiboa :Peia razio de
qae 0 nobre deputado qucria estudar 0 contrao,
como declarou a assembled, e eu nao qaeria pri-
va-lodesse estuJo. Agora, porem, qae 0 nobre
deputado parece esmirillado no assampto, acho
conveniente que, arm and) se com 0 contrato, ve-
nhaanilysa-fo perante a asserabMa, claasula por
iobra, e as razoes que 0 induziram a emprehen
Ide-la ; desta parto transcrevem >s as seguintes i
nhas :
<(,.Soa sacerdale. De quantas honras povos e
reis ppJessem d^rfamaj sobra a rninha cabeca, a
nunnuma ligo, nem ligaria ea.lamanho aprecp.. E
D padre lam porprimeiro dever exciiar em seus
irmios 0 amor dis cousas celestes, c facilitate as
vias variaijissimas qae ajellas conduzem Angurou-
sa-me que, tentandocu coramunicar as imprcs-
toes qne senli e 0 resu.tado dos esta Jos a que me
-j.Jitjio.ci, talvez me.fosse dado instigar algum aui
f)0 pieJoso a produzir melhor obrae a voltar pa-
a taq graves materias as attencSes que a pura
materia apda geralmeate absorveado.
Oj primeiroi capitulos n .rra:n a viagem 'do
lutbr'desde 0 Brasil ate Roma, c de Roma a Ale-
xandria.
Os |M res par onJe passa sao rapidamente
descrtptiis^ ou simplesmente apontados, que nem
iermitte'a locomocao contemporanea longas de-
ijnsas.oem 0 escriptor so propuzera coutar quaa-
to Y^rajOU sealira ua sua extensa digressHo. A ci-
dade aos Qisares, bjja dos papas, pren'e Ibe
por algjim tempo a. atttenQaj, e acoJemlhe de
(roptfl^d,esuiJo. as recbrJajoes da Roma bis-
lurica e paga nlo menos aumerosa que as da Ro-
ma chi'Ulk.
I 'fNo Cairo velho comecamas tradicOes bibiicas
4 stjxgir, lembradas fqaj por uma pedra, alii.por
ima foule, e era toda' parte pelas ruinas das cida-
des que foram.
Ue J iffa a Jerusalem vai 0 viajante encontraa
do a cada paso monumentos historicos, que Ihe
furuocem oppjrluuiJa le para racordar as phases
da vida agiiada do povo hebreu. Em.frente de
J.-Tusalempara 0 viajanle, vai conicc,ar a visita e
descrip\jao dos la'gares onde se passaram os gran-
des acoaiecimentoj, cajo conjunct) oQ3ti'uem a
ihissaj divioa de J.-suVctristo, e ello julja proci-
s), como philosopllo e como chrisiao, nl) impor
a sua crcucana diviaJade de Xasus Christ), mas
demonstra ia com argameulos e apoia-Ia em auto-
dades. .
Ao capitulo em qae 0 autor trata de pro-
r a divindade de Jesus segue-.-e um resumo
vida do Redemptor, expo-la em largos tra-
, e que conslitue am dos molhores Ireebos do
l]rro.
< Comeca euuij a des:ripQio piinuciosa da ci-
da le Santa ; e a part) prin:ipal da obra, e sua
lsitura ins'trua e agrada, conse^uinJo assim 0 au-
tar rejlisar 0 pr-)ceito Jo poeta latino, mislurar 0
ulil ao airadavel.
Nao c essa descripcao uma longa enumera-
.5S0 de silios mais ou menos celebre-1, um arilo
Bayos, Loncs Macliado.
)tewe ?a LeitSo, S. Exc.
0 S.r. consefjieiro iiresidcnto anrto a sessae.
Lid%, foi depois approval! a acja da sessao pre-.
ceJeute.
*XP2DIE>*TE.
Offlcio do-Exra. Sr. coiselbeiro presidente da re-
lacao, respondeado 0 deste tribunal de 22 do pre-
npediraento a qae te allude.
Offlcio do presidente e secretario da junta dns
orretores, remetteodo o boletira das eolagoes offl-
elaes da seraana da*2 a 27 do currente. Para
irehivar.
Foram distribnidos os seguintes livroa :
Diario de Fraga A Roctra, coplador' de Pereira
Vianna & C, dito de Joviao Bandeira.
nssPAcms.
Roquerimentos :
De Francisco Jos3 Silveira, corretor geral, pe-
dindo qae m d4-baww em a nomeacao de seus
caixeiros, ex-caixeiros Joio Alfredo Thorn e Ro
dolpho Krukemberg. Como requer. Votaram
contra 0 Sr. deputado Olinto Bastos, e S. Exc. 0
Sr. conselheiro presidente tlrf tribanal, porque
sempre considararam ditos Thorn e Krukemberg,
nao como caixeiros do supplicante, mas eomo pes-
soas fazendo iransacc5es que pelo supplicante eram
legalisadas, 00 por eatra como zangoes, se^undo a
denominacao vulgar.
De Francisco Jose Goncalves de Siqueira, para
ertifiear-se-lhe se foi ou nao registrada em 1873,
a nnmeacao da Francisco Jos6 Goncalves da Si
queira Filno. Certtflque-se.
Do mesmo Siqaeira, no mesmo sentido, quanto
a nomeacao de Antonio Jose C mcalves de Siqnei
ra. De se a cerlidao requerida.
De Henrique G. Stepple, corretor geral, solici-
land) cerlidao da baixa do seu ex caixeiro Henri-
que Oetilz. Na forma requerida.
Da Alfredo Garcia 4 Irmao, requerendo certi-
diw do theor do contrato da firma Almeida Costa
h C. Sim.
De D. Rita Maria Pirmina de Almeida, pgdindo
qua se certique se Joviniano Mauta e negociante
matriculado ou se lomente a firma Cunha &
Mania. Na-forma pedila.
De Manoel Maria Caldas Braadao, ajudante do
porteiro deste tribunal, tambem pedindo que se
certifique : i 0 iia, mez e anno, em qae entrou
no exercicio do seu cargo ; 2'quantas faltas de
coraparecimento Um dado; 3* se soffreu alguma
suspensao on reprehenslo. Di'-se.
De Maturiao Barrozo de Mel'o, apresentando
para regutrar-se at noineaclo junta. Deferido.
Da Francisco Jose Gonyalves do Siqaeira, sub-
mettenda a registro a nomeacao que deu a Oeta-
viano de Gasman .Lyra Pereira. Re.istrese. .
De Jorge Tasso, trazendo para registrar se a
inclusa aomeacio. Como pede.
De Jose Jacpme Tasso, Offerecendo a registro : 9
nomeajoes annaxas. Proceda-se ao registro re-
querido.
Suminario ox-offlcio instanrado contra Jos6
ilendes Vieira, adaiinistradur de trapiclie. Vista
ao desembargador fiscal. -
0 tribanal resolvau que so communicasse a
junta dos corretores, a nomeacao de Manoel Jos6
Alfonso e Miguel Jose da Motta, em sqbstituicao
dos ex-correiore* liincalo Jose Affonso e Antonio
Botelho Pinto de VIesquita.
Nada mais Iia vend > a de;pahar, S. Exc. 0 Sr.
conselheiro presidente encerrou a sessao as
11 horas e tros quartos.
iliiltanno) da \ov. Banco de Per--
naiwbiico, .jn Eiifiiidacuo, aos
30 dc jnuiio de 1894.'
Acrtvo.
beiro Pessoa.
Exams de balance, %2' do ait.5J.-Dr. Ma-
noel de Figueiroa Faria, Antonio Ignacio do Rego
Medeiros e Manoel Jose dos Santos.
Exame de balancftes, tf1 do art. 5tf. Dr. Ru-
fino Angusto de Almeida, Joao Ignacio de Torres
Dandeira e Libanio Candido Ribeiro.
CoIIoglo rlnjs orpliiis. Em vista da or-
dem da junta administrativa da'Santa t'asade Mi-
sericordia devein ser recolbidasao collegio das or-
phas as meninas seguintes :
Cecilia e Josepha, tilhas legitimas de Manoel Jo-
se Tavares e Anna Jua jnina Theodora.
Rozenda, lillia legitima de Joao RaptL-ta do Lu
na e Maria Delphina.
Jovina e Anna, tilhas legltimas de Manoel Car-
neiro da Motta Silveira e Sebastiana Maria de Je-
sus.
Maria, filha legitima de Juao Baptista da Silva e
Maria Deolinda da Silva.
Thereza 0 Varia, lllhas legitimas de Gonjalo Jo-
se Rarbosa 0 Maria Geminiana de Souza.
As pessoas que so interessam pela entrada des-
sas meninas no collegio das orphas, devem quanto
anies procurar 0 mordomo respective 0 Sr. Dr.
Manoel de Figueiroa Faria, a rua da Uniao n. 49,
para ohterem as ordens de entrada.
Aimivcrsario. Complctam-sc amanhi 110
annas que fo' proclamada a independence dos
Estados-UaldiS da America do Norte.
S. Loiircnro tla 31a I in A camara mu-
nicipal do Recife exonerou a Ludgero de M ttos Pe
reira Dutra de fiscal da freguzia de S. Lourenco
da Mat'.a,e nomeou para 0 substituir a Joao Fran-
cisco de Sarai-a Menezes.
Xletiiilao dc irmandade. -romingo (0)
deve reunir-se a irmandade do Divino Espirito-
Santo, as 8 hor s da mauha, alim da proceiler-se
a posse da nova me socioiiade rccrentiva Entcrpe.
Dove ser installada no doraingo, a t bora da far-
do, esta sociedade.na respectiva sede a rua do
Carao da Victoria n. 37.
Couipanliia de Bebei'lbe.Os accio-
nistas desia companhia sao convidados a reunir-se,
na segunda-feira (6) em S3sembl6a geral, afira de
deliberareni sobre as contas do anno quo termina
e approvarem 0 crQameuto do viadouro.
Vapor Unlileo. -Este vapor inglez, de uma
das linhas do Liverpool, deve aqui tocar no dia i
do corrente, vioJo do sul do imperio, afim de to-
mar passageiros para Li-.erpool em dircitura.
Vaporos brastleiros No dia 5 do
corren e (domingo) espera se do Para, pelas esca-
las, 0 Bahin ; e no dia 9 0 Ceara, dos portos do
sul do imperio.
.t'ovenas. Come;am terja-feira proxima (7)
as uovems de Nossa Senhora do Carmo, no seu
convento da cilade do Recife, ashor.is do costume.
lustruccOes.R?cebemos e agradeeemos a
re n ssa do i tomo das [nformagdes dos agentes
dtplomnticos e eousulares do imperio, pabllcadas
em execucao do decreto n. 1,263 de 30 de setem
bro de 1868.
E' um grosso volume, de mais de 800 paginas,
em 8 francez, contendo mui cnrlosas e instructi-
vas informaeSes concernentes aos diversos paizes
da America e as suas relagoes com 0 Brasil, quer
na parte commercial, quer na finanseira, e em ou-
tras que prendem os povos entre si.
Smprensa. Recebemos 0 Echo Litterario e
o h'uturo, sendo da juelle os ns. 7 e 8, a deste 0 n
9; agradece 00s.
ragaiioi'ia lie raz<-uc:a. Nesla esta
q&o pagam se hoje as seguintes fulflas :
Justifa de 1" insuncia, eapitania do porto, re-
cebedo ia, correio geral e empregados da estrada
de ferro.
Povarao dc Tiunia. E'crevem n s
desta localidade cm 30 de junho :
a Co.no se offerece oteasiao de portador para
esta cidade. quero dar-fhe notieias desta aldeia.
As-.lubridade publica vai sem alCeracao.
A variola fez algum.is victimas pela eircnmvi
-niiian-.a, deixaado 0 povoado livre, por se torero
loniaio as necessarias eiutelas
As chutvaa por.aimi teem cahido regafarmenie.
A safra do alg,idaov, que e 0 oTje aqut se cul-
liv.i, conta se como abundaute. ^
A populacao santa falta do seu eapella) Rv).
Francisco Guedes Ferreira de Brilo, (|ue acaba de
ma Jar-se; assfm eomo d'outras medidas como
seja a cfsacao de uma cadeira de instracgao pri-
inaria, attenia a sua grande populacao.
>va publlcacAo. SoDrb 0 recente tra- \ ?HESiDEKaa
balho do Rvm. monseahor Joaqainr Pinto de Cam
as vezes dolorosa, pur entre as ruinas maUriaes e
as tradicoe? religiosas que gparda era seu seio a
cidade de Jerusalem. Se muitas vezes 0 escriptor
recorre ao facho da fe, n;io poucas ap.ella para a
luz da razao, e, sem deixar de ser orthodoxo, es-
tuda i-.omo philosopho as variadas questoes que se
suscitam.
Nao cabe aqui, nem a nos compete discutir
longamente 0 valor iutrinseco das doutrinas ex-
postas ; jimitamonos simplesmente a no'iciar a
publica<;ao de uma .bra a que ninguem de boa
fe poderi contestar meresimento, e eujo fin esta
coucisaraeulo enunciado nas seguintes palavras,
que 0 autor tracou no epilogo :
Coroados serao os meus esforcos, se uma so
alma, ao acorapanhar me em miohas peregrina
goes, se sentir afervorada em sea amor, em sua
gratidao, para com 0 Martyr sublime do Golgo-
tha, 0 grao protogonisla de Jerusalem e do um-
verso, cujo advento, ida e morte con mais estupenda pagina dahhtoria de todos.os tem-
pos. >
Poenia, A qne publicamos hontem, do Sr.
Victoriano Palh^res, e a que fni iclo mesmo reci-
tada na \o\a Realidade, a ncite do diadesua ultima
sessao magna, e, a pedido, no Club Popular, que
se effectuou no ultimo domiago.,
I'mirerio vocal. A' nuito do proximo
sabbado,effectuar-se-ha, no salao do arsenal de ma-
rinha, um concerto vocal, promivido por diversas
senhoras em auxilio a sociedade propagadora da
instruccao publica. 0 motivo e assaz convida-
tivo.
Depois d) concerto bavera trem para Cifxanga,
tocando em todos os ponlos da linha principal e
regressando pela do Arraial.
i.'ii:'io.- Hoje, effectiia 0 ageote Marlins, as
11 boras do dia 0 leilao de moveis, objectos de
ouro e prata, no scbrado a raa do-.Sol, hojo Vis-
conde de Herval, esquina e entrada pela rua das
Flores n. 37.
Tambem hojereirectua 0 agente Dias, as II
iwr. s da mauha. 0 de alguns moveis e mais uten-
cilios da sala de cabelleireiro, a rua larga do
Ro-ario n. 2i, 1 andar, deuorainada Tranca
Loura.
Lotcria do Rio de Janeiro. Tele
gramma rece'oilo hontem annancia qua corre hoje
a I ii.'ria do Rio, o 15.
i.Df.'i'ia. -A que se acha a venla e a 106.'
a beneficio danovaigreja de Nossa Seahora da
I'enha, a qua! corre no dia i de julho.
Casa tit: deten^ao.Movimento da casa
id deten^ao do dia l de julho de 1874.
Existiara prescs 3*3, entraram 3, sahirara 1,
exisem 3ii.
A saber :
Nacionaes 300, mnlheres 8, estrangeiros 23
escravos 47, escravas 4. Total 344.
Alimentados a custa dos cofres publicos 271.
Movimento da enfermaria no dia 1 de julho de
1874.
Tiveram alta :
Antonio Jose Correia.
Manoel Lopes Vidal.
Manoel Fernaudes da Silva.
Severino Jose dos Passos.
Paagagreti-os. Sahidos para Fernando no
vapor Jaguaribe :
Maria Julia da Conceigao, Candida Maria da
Conceicao, Manoel Gomes da Crnz, Manoel Pi-
nheiro de Sonza Ribeiro, Antoni 1 Ferreira de
Almeida e J. SimSes de Oliveira, 33 pracas, um
official e 45 presos.
Sahidos para 0 Aracaiy ao hiate nacional
Flor do J'irdim :
Antonio Teixeira Pequeno. Antonio Ferreira
Antero Filho, Haymundo Candido M. de Oliveira,
Cosme Maximiano" T. Gallindo, Jos6 Manricio de
Lima Junior.
Cemiterlo pnbl^co. Obituario do dia 1
de julho de IH7i :
Joanna, parda, Pernambuco, 9 dias, S. Pedro
Martyr; espasmo.
Jose Augu-to Moreira, pardo, Maeeio, 29 annos.
lolteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II ; variolas.
Ant.nio, parlo, Pernambuco, 9 annos, Santo
Antonio; asthma.
LeUas prolestad.ts
Despezas geraes .
Caixa ... .
. .

119:8808380
*8:14't266
2f:2l33230
160:2365096
PASS1VO.
Capital.....
Pundo de reserva .
Massas fallidas a cargo
Dividendos. ...
Lucros e perdas'. .
tin Banco.
42:600*303
101:4*1JM0
638-5787
310*600
13:2il.5719
S. E. e 0.
160:236*096
Tacai-atii.
A Protincia de 28 d.j net passado diz qae os
conservadoras do termo de Tacaralii, mandaram
tirar a existencia do oapi:ao tfarianno Francisco
Souto ; mas eu que estoa em dia com aquelle
ermo, asseguro ao publico que nao ba motivo
algum para qae se possa altribuir a morte do
capitao Mananno aos coaservadores de Tacaralu.
Quem matou o capitao, foi Antcnio Joaquim
Barbosa ( conhecido por Antonio Bejd ) por sua
livre e esp ntanea vontade, e 0 motivo que o
iev< u a isso todos os habilantes de Tacaratu 0
sabem, e melhormaute sabem os parentes do Ii
nado ..
Portanio e escnsaio qnererem metier polilica
no meio.
As providencias que 0 governo podia dar, ja
estao dadas, visto como 0 ciiminoso, fui preso
em (lagrante e esta &ndo processado. Se lor
precis.., en explicarei lodo este negocio.
0 liberal justiceiro.
E*t tneki pot afity $99 % mais cnrial e
logitimo de ijueo po-Jcria kmgar mao. <: se
essa aynliagao fe*i,axgraA|a, aapor ella -e
leu ar>s IrapiQl^jfei um val^r superior......
110:0 JU300U Uo qua realm note valism, s;io
por isso responsaveis aquellcs que funccio-
nara.ti n'esse aclo ; e tuio 0 Sr. inspector thesotiraria, que Blein niofigurar n'cllf,
iiia titiha faculdalo para repellil-o achan-
do-se horcologaJo 'por uma sen'enfa do
juizo compctente pasta'a em julgado I
0 v..lor dado aos trapiehis -ao foi c.mo
se disse e repete todos os dias 0 de.......
288:000J>000I mas sim 0 bavendo p)r tanto entre 0 qua se disse e a
realidade a pequenita differenca (para mais)
de 90:0000000 I
Duvida-se que um eng.nheiro, ou pessoa
que c.onheca do constructs como aquellas,
affirme de piano, 0 sob a respoasabilTTade
de sua assignslura que as seis ponies de-
nominadas Trapiclie Conceicao, no estado
em que aehavam quando foram avaHada*.
pudessem custar 80:0008000.
Para dizer por uma vcz tudo quanto N_ve
o publico illustrado c impareial ficar asben-
do para i.juizar da questao. transcievtm.-
aqui as condicoes 2.a e 3.1 do conirato >Ie
29 do dezembro.de 1871 : as quaes deter-
minain as obras que ficaram a cargo da
empreza da capatazia, a 9.." que Gxa opraz)
da duracjao do contrato I e 12.a que esta-
tuio acerca Ua fiscal sa^ao dos servir s a
ca-go da empr-za.
Cumpre ainda accrescentar que iqeuella
condigao 9.' foi alti;rada pelas 7.a, 8.a e !).'
do conirato de novagao celebrado peranl; a
tbesouraria de fazenda desta provincia, rri
9 deabril de 1873 em virtude e do cont'or-
midade com a ordem do tbesouro, de 20 de
maggo antecodento, transcrevendo-se por
isso estas ultimas o^ndi^oos tambem.
Nas ullimas condicoes 7.', 8.* c 9.a do
ultimo contrato estdo regulados os modos
do inlemnisacSo da empreza nos casos Je
rescisao do seu contrato : learn-se atteiita-
mento e-sas coBdi^5ej e ver-se-ha qae a
supposta p.itota que sediz preparar-u :<'io
preiisatutainente e com tao de*necessaria a-
cri-nonia censurada, nio se podo dar ; .;
quando se desse niio scria 0 Sr. fapector da
tliesouraria quem a bUplisaria.
Suum cuii/m Utbuere.
Nao se enxergue, porem, no que se acaba
de dizer uma insinuacjio contra os funccio-
nnri,;s sempleno conhecimento e approva-
(do preciu dos quaes nenimvia despeza terd
utlcmUdii aos coniratadores, coaforme a
condicdo 9." a tal respeito, pofexjuem es-
crevc estas linbas repair as'palavr.is de
Eduardo III. uo.xxi soit yut jialy pe.nse:
0 lim que se tem em vista e mostrnr qua
os que pretcnletn ferir o SP. Babreira, fe-
rom outros, porque sao outras que deve-
riam respoiidor pelas fal as eaosuradas, se
ellas existissom.
Hoc.fo, 21 de junho de 187i.
-
Cortdico-is do contrato ;.e 29 de dezembro
de 1871, ncima citadas
2.a Os contratautes obrigam-se: .
..
3. A fazer dentro do prazo deste con-
trat 1 todos os concertos e melhoramcot is
que t'oroiu uecesrarios aos edificios, ar;na-
zens, trnpiches e paiOes, pnrtencea-tes ,i al-
fmdega.uma voz que Cvsas obras estf-jam
nas forcas do capital da empreza, co necan-
do desde ja peia constrjerao de um reser-
vatorio ou deposit) de agua em um dos pa-
teos do clificto da alfandega, e renovacjao
doscanos, que dao esgoto as aguas pluviaes
Duas cons as vistas pela priiuci-
ra vox cm Pernambnc*.
I." Tirar-se por ju-tija, para casamento, uma
moca quando nao liavia impedimento para se
effactuar o consorcio.
2.J Um pai comprar em nome de 3 fillios meno-
res um terreno, dar principioa edincacao sem ter
meios- para concluil-a, valer esse terreno dezenas
de contos de_ rels, estarem esses menores com
mais dous irmaos nascidos dopGis da compra do
terreno e tambem sua mJi sem meios para se ali-
mentar, sendo que esta se acha quasi moribunda
pela deshumanidadc de sea marido, quo vendo-a
perigosamente enferma, nao trata de sustental-a
e medicala, foge de sua companhia, negando-lhe
todos os recursos.
Se este individuo com e ta publicacao nao se
compeaetrar de seus devere*, se pnblicara seu
nome, residencia e outras cousas mais, aBm de
que a sociedade e conbeca e Ihe vote 0 despreso,
de que e merecedor.
tfiKOMCI JIUUUK1L
Tribunal do comniereio.
AGTA DA SESSAO DE 30 DB JUXHO DF
1874.
DO KIM. SB. COSSEXtremO AK8E1MO
I'BAMCISCO PERBTTI.
PARA QUE 0 PUBLICO IMPARC1AL FACA 0 SEU
JUIZO. (I)
As obras das pontes junto a alfan lega
quo se denominaramTrapiche Conceicao
foram feitas em consequencia do contra-
to celebaado eetre a ihesouraria de fazenda e
os actuaes emprezarios des services da ca-
patazia como cessionarios de Tbomaz de
Carvalho Soares Brandao Sobrinho, em 2
denovembro de 1870, autorisado pelo avi-
so do ministerio da fazenda de 12 deagosto
do mesmo anno.
Se houve algum negocio entre os mesmos
emprezarios e 0 Sr, Riedel, entao guarda-
n*6r da alfandega, e cousa sobre que outros
e n5o 0 ac'nai inspector da tbesouraria
(que nesse tempo estava em Montevideo)
deverao dar cxplicagucs.
A concessao fuita foi a do terreuo em
que MbMU as pontes e pelo qual se obrU
garam os emprezarios a pagar renda.
0 governo imperial nao concorreu de
modo nenbum para essa construccao uem
reservou para si no co:itrato a menor in3-
pec^iio nessas obras. D'abi veto que achan-
do-se elias concluidas quando teve Iugar o
actual contrato, e tendo de ser atteadidas
na imporlancia do capital como esta tuiram
as condigOes 2.* e 3.a do contrato celebra-
do perante o tbssouro em 29 de dezembro
de 1871. por este auxorisado foi precise
dar-lbes valor, e para isso se recorreu a ava-
ItaeSo judreial feita perante 0 juizo dos fei-
toscom audiencia do Dr. procurador fiscal
da fazenda, guardadas todas as formalida-
des iegaes.
(1) N. B.Ha dias temos este artigo em
wsso poder e pcfr aifluencia de trabalbos
po?, emiitio a redaccao d) Jornal do Commercio,] A's 10 horas da ujanhff, presentes os Srs. de-{nao 0 publicamos no tempo competente.
vindas dos armazens do lado de leste.
4." A realisa- dentro doprazode /8 me-
zes, as seguintes obras : deposito d'agua
e reoovagio dos canos do que trata 0
antecedeote 5 a construccSo do uma
ponte i m frente do novo e lilicio da guar-
dc-moria, segundo 0piano que a onon
em 5:2 31-5000 : a e.lilicagao de ai> ires
co\ias para completar 0 lancode armazens
com pontes de descarga e guindastes aio-
vidos a vapor 011 por forca bydraulic.i, que
se acham cm construccao desde o trapiche
existente ate 0 clufariz do caes da alfande-
ga, destinados au embarque, descsrga, exa-
me e deposito provisorio da? mercal i.-ias
despachadas sobre agua, tendo balances e
todo 0 matorial jiecfssatio a verifica^ao* dos
pesos c medi las. Todas estas obras serao
executadas de conform id'idc com a planta c
orramento que a esta acompanham, orya-
nisados pelo enr/enheiro Manoel ds Dunns
Barreto, salvo as alteracoes que, a bem 1 a
solidcz c utilidade d s mesmas obras, fo-
rem reclamados pelo inspector da alfande-
ga, devendo os esteios das pontes ter a
inaior pn fundidade possivel, alim de nao
ser prejudkada a seguranca dellas, quando
for c-xcavado 0 port j pelas 11 ivas dragas ou
macliiuas de grande fenga empregadas oeate
servitjo.
3.a 0 capital da empreza r'os contratautes
sera de 500:000;>000, a conta do qual serao
levadas :
i. As despezas de construccao das obrts
feitas nos ca>>s das Escadinhas, em virtude
do contrato por elles assignado na thesoura-
ria de Pernambuco, em data de 2'de no-
vembro de 1870. (2)
2 As que resultarem da execucao das
obras mencionauas nos 3' e k da condi-
giio ?ntecedente e da acquisigao das priuci-
paes macbiuas 0 apparelhos que livercin de
comprar para os services corrtTdtados.
Tod paro do material da empreza serSo levadas d
conta de lucros e perdas. Se para as obras
que no futuro se tornarem precisas for in-
sufliciente 0 capital da empreza, poderd
este ser elevado, precedeado autorisacao do
governo.
9.* Este contrato durara por temp de
20 annos, findos os quaes a empreza entre-
gara ao governo, perfeito estado de con-
servacuo, todas as obras e materials que
ttverem sido adquiridos com seus capitaes,
bem como todos os armazens, pontes e mais
objectos pertencentes a alfandega, e cujo
uso 6 dado a" empreza durante rqoeile tem-
po. Findos, porem, os primeiros dez
aunos jsttenda bem 0 leitor) da data em
que comecar a vigorar o presente contrato, .
se 0 governo quizer rescind i-lo o poderi fa-
zer sem outra indemmsagdo aos contralan-
les 'pie nao seja a de completar com moeda
corrente 0 capital effecUvameutt desembol-
saio, nos termos da condicAo 3a (vide su-
pra) se este nao estiver entao completo
(2) Foi 0 valor t!ests despezas que a tbe-
souraria exigio fosse fixado por meio de
avaliacjao judicial, eque esta avtliacao esti-
mou em 1989000.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
.
'









Ditofc* *

=

MwScP^
0
trapicfce da
I
aacEBEDor
tMdiinento do
i-iuj do dis 2
10ii> "
nU .... I'
DE PffRNAMBU? J
ia 1 1:833W
-
Rendimento do dia 1
ijo'jj.'io dia 2
4:973*9~2J|
. ,!>. 8:728>40p
para que os juros desso capitil perce bH?
pelos contrata ^frUuraHa-o toupo em q us
tivor vigoridjJBpntM*, Tjj>aaja inferior a-
12 /o annuaes.
a rosciaio podera tor luaa.r den-
"primeiros dez aiinos por propjsta
i canlraUnttfs, ou se houver da reatisar-se
{iHiwompreaa' que teuhj por fim o rae-
Kamento do porto do remambuoo e
)H5trCQ%0.ia dokii; se$do porim a ni-
unnisacao : no primeir% ca)fo a que for
uslaia com o governo, nuncv exceden-
i sowMa do r,\pir\L (jfftjetivamente des-
pendi lo pelos contratantes (nesta hypo-
these nao hi lfbTlp o feitor aiiante as
condic,o:s do &iw *eootraXa- feito com a
thesourarja cqn quo so estabelece o mo Jo
diapfa, ^te .re&rante ao capital) e no sa-
gU-ido es< pela forma estipulada no perio-
do anteeeddttio.
10,? Alem do inspector da alfandega,
.qurt fisoalisartf pir si ou por seus delegad >s
-todos os ncreicos oonfiad >s rt empreza, o pre-
jj ::' da provincia nomearA um engenhei-
ro (3) que prestard particular cuidado d
boa ecacucdo das obras, dard o piano e or-
camenlos das que for em send) necessarias
E nStUMSAHA tambem todos as despezas e
mais services da empreza seguodo as ins-
truc^oes que Iheforem dadaspelo inspec-
tor DA ALFANDEGA.
A KratlfuflCip quo se liouver de abouar a
este eng&Uift e eye nio eseedera da,.,... SSgUrOB maTltll\D3 fflteiTeB'
i*l)i)?00VittAs*B. serl Jetfueida da reeeita
da empreza ( 1. B. o governo aiterou esta
condicao mandaudo levir esta despaza cono,
o eugeuheiro a conta-de capital.)
f, nli;6es do contrato de 9 de abril de
18T3.
Dita. Jo&AMMfceW t**'"1 10,9
P. Jaboatao. Joso FfcP* Sil va 10,9
tarfeatt*. *oae Martr* GunsalTc* rt,8
I ,otl-.:( :. ,h tbvr.gx 1 *-!
fclfl**-^ 4eilrif.> A. &i
7. Se vier a dar-se elguma das hypothe-
cs de rescisao do. contrato d 29 de dezem-
brodo!87i, pevfe{as n> condi^o 9.* do
raesmo, a alfai^ff ( N. B. o leitor) pro-
ceiera immediami te ae bilan^o dos -
mazes o ao inentario d > material da empre-
za, nao so para liquidar a responsabilidade
desta pelas rterca lorias e objaotos que lhe
tiverfm sido conli idos, mas para se 'evar
em coiita a iHportnncia da armazenagem
devida ate esse dia pelas mercadorias depo-
sitadas nos arma*fls.
S.' r.)ncluibs^'bahnQ)3 o inventarioa
maada-6 a lfandoga ( N. B. oloitor) pro-
celer por dons peritds com assistencia dos
ceu rati lores a avaliagdo do material e dot
pontes ou armazens construidos pela em-
ppeza e com scu parecer sobre csea avalia-
riio c estaflo deconseroacao dos beisavalia-
dos, rerrieltt'ra' '^5 parecer & thesouraria de
fazenda pard. o fazcr chegar ao conheci-
manhdq thesoaro cot. as observances que
iI > i ccorrerem a esse respefto.
.Nao concordando os contrata lores com os
pre<"OS da aValiarai fix.idos pelo thesouro,
serSo i:-tes estabelecid s por arbitramento,
na f.rma da condicao primeira.
9.* Se, no caso de rescindir-se o con-
trato padido dos contratadores, tiver c'e
indemniaar-se alguma parte do capital da
emprezanor estar ainda inompleto o seu
fun i; de arnortisar.ao, o ajusto do que trata
a ultima parte da eondigao !).ado coatrato
d- 29 de dezembro de 1871, basear sc-ha
no valor que entdo junlamente tiverem os
'/v.-- i i ido a avafiacdo a que se procederd nos
termos dacondir.no prccedenle. Em todoo
caso uinhuma despeza se levard d conta de
de ipitql seji pleso coHBBeiMENto e ap-
I'UiiVAi;.\0 PREVIA DO ENGEMHEIRO FISCAL DAS
OBRRSjE DO INSPECTOR DA Al.l'ANOEGA.
- '
IL.NTA DOS CORRETaRES
!>ruca d. ociJ", 3 !e jullio
de 1SJ4.
AS 3.UORAS DA TARDE.
cmcoES offi-:iabs
Cambin sobn wmdres a 90 d|v. 2-i 4|2 d. por
1400'), hontem.
Oiio sdbn dito a 90 d[V 23 3|8 por UOOO, hoje.
Dil ?)!-e dito a 90 d|v. 23 l|i por UOOO,
baaco, hoje.
it. .:-' V.asitonceUo.*
Presidente.
A P. de Lemo.*,
Secreiar.o
Keie <
. Ill 2
ILPANDRUA
di? .
o'j':3S6,4207
72:611*791
113 374i735
ssfeatregam Me 3 de j mh> Ja 1874.
Lag ir i.iglez Titiniu bacalhao ji'despae'nailo,
para o trapicha Comeicao.
Ktr'.-'. iajoza Wenifiid materiaea para, a
ponte da Boa-Vista, ja de3pachados, para
o caes do Apollo.
liu]>riacilo.
Liigir nglez Titauia, eatrado da Terra Nova era
Hi .:>rrente econsignado a SaualersBrothers &
:. ilianifeslou :
lar-aiMo 3,000 barricas aji coasigaatarios
:. KS4B0S iOiL EXPORTACAO NO DIA 1' D>-
JULHO DE 1^74.
Pnra as ftp do exterior.
?jiavio in^fez Inrf, psra o Canal, carre-
,'ui : Keller & C. 810 =a>;cas com 34,986 kilos de
N'or.i;::!' i:ig',!z Inrestig-itor, para o Canal
jaWPWU : J. Paler & C. 81 saccos'com 6i)73 kilos
1 i wvNc mascavado.
Para os purlos do int;rior.
Para o Rij Graala do 3nl, no pataeho nacid-
na>\'ibilsefriie.ies, carrogou : J. J. di Ro3a"10"bar
ricas com 886 kilo* de assucar branco; F. R. P
'iaimaraate 413 diias coin 38,037 dlos d6 dilo ; L.
J S. Guioaraes 50 ditis oom 3,385 ditos d^'dito.
Jara o Rio Grande do Sul. no brigue nacio
ual Princezi, carreg-ia : S. T. dos Santos 1,500
socts (fructa).
Para o l'ara, nabarca pcrugaaza Arabella,
carrjfon : J. J. Gongalves Beltrao & Filho 10 pipas
c >q 4,800 I tros da apaardente ; A. F. de Almei-
da 3 barri* corn 120 ditos de mol
P.in o Aracaty, na barcaca Flu- do Jardim,
carrafeu : it. C. M. deOliveiraS barricas com 136
kilos de asjucar branco ; Costa & C. 2 ditas com
140 ditos de dlW ; A. F. Vieira 6 ditas com 641
iit'B de dito.
Par? Macao, na barca;a Iliinha dos Anjcs,
carregooj A. F. Vieira 3 barricas com 207 1(2
kilo i dejjucar braoeo ; A- P- Gomes 23 caixi-
nhas cm 18 ditos de dope, e 1 barril com 96 litros
de sfloaMeDte:
. .1*702*329


com
Phenix Pernambucana.
Tama riscoamaritimos em mercadorias.
rate*, dinbenf a risco efinalmente de qual-
.ier natureza, em vapores, navios va" ela ofc
oarea'".as, a promios muito modicos.
RUAfDO COMMERCIO N. 34.
COMPANflirALLrAHgA
; /.
tree estafoelecftla na Bahi
era 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 5,000:0003000.
Toma seguro de mercadorias e dinbeiro
^o m*ritiiio ra n*vio S vela e vaporfji,

a*ta i -p-4 -
rHHWIe I4tiiuflft.^7 tatrrtrl-
-f|,^CfWrr1SobraiprfliP^.,s. ^O^p^SaKi3, ^H: L**
ifchrd Hiroey, aqu
Wri^SoCOift.pacaftiaaj;

1'
.MKMn^'.a
pagem 12, (
Ilha da Feroand'o, 'Tapof,,^)^]i^ffl*"*'6
comtrlaodipte lulio-Gomes da. Silva, carga v;
Aracaty Htat'efiiwonal f7or doTaa^^cip
Uo ^oa^iiru .Frciauo A* &&***#*>* kireita
gOai>W--,-.| ,,, oba-iiq^ii| nrini<|
In
O proeurador flscal daMMMHtopMVUMi I
de Pernftmboco deelara aw contrtbumius i do in -.:
poito^Bbes o eoaaoew. de-kerattnej- a earao do
conSalado provincial, do exefcicio da 487 1878^
qua Idea tica marcadc o prazo imnreMgawl de 30
dia, a contar da publtcacao de?te, naconfarn.iJa-
.e da lei n. 891, art. 63, paraiSoliBiUrda seccSo.
contencioso as respeclivas guias, aiim de reco
Iherem seus debitos proveoiutaa.'do martno tapof
w, certoad^iae:fcoao8iaNt(htlr'i6*pr4
jara dentro e f6ra do imperio, assim cone 0, prcfcader-ac-fca a cobnut* -^ailniataMie. fa-
-ontra fogo sobre predios, generos e fa
ondas.
4geotc : Joaqyim Jose fton^alves BeltrSo
-ua do Commercio n. &, l'andar.
SE6UR0S
HAUTHOS
CONTRA 6 FOGO.
A companhi.i. Inderanisadora, estabelecid*
icsta pra^a, toma seguros maritimos sobri
lavios e seus carregamentos e contra fogi
jm edificios, mercadorias e mobilias: n
ua do Vigario n. 4, pavim'ento terreo.
Seguro coatra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON & GLOl
INSURANCE COMPANT
SAUNDERS BROTHERSA C.
11Corpo Santo11
Bmco do Minho.
Juaqnim Jose Gon^alves Beltrao & Filho sacam
por todos os vapores sobre
Anaiia.
Aguida.
Aveiro.
Beja.
Chaves.
Elvas.
Amarante.
Gnirnarae-.
Covilhi.
Melgaco.
Porutegre.
Arcos de val da vez.
Celorico de Basto.
Carainha.
Mangnalde.
Pontc do Lima
Povoa de Lonhosa.
Evora.
Fafe.
Faro.
Guarda..
Leiria.
Lisbaa.
Barjellos.
Coirnbra.
Mirandella.
Penafiel
Monsao.
Ovar.
Porto.
Tavira.
Regoa.
Vizeo.
Figueira.
Lamego.
Estarreja
Valenija.
Villa Real.
Gabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveirade Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Villa-"ova de Portfolio. Villa Nova de Fa.nalicao.
Villa do Conde.
lias illaas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira.
BANCO COMMERCIAL DE BRAGA
Jorge Tasso
X. 3* Una do Amorlm N. 3?
Saca por todos os vapores qualquer quantia a
prazo cu a visti sobre esse Banco, cu sua3 res-
pective* agendas nas seguintes cidades. villas de
Portugal e Unas adjaceuies e Hespanha.
A saber :
PortnsaS c ilha
Aguida.
Amarante.
Anadia.,
Arcos.
Arco de Baullieim.
Aveira.
Barca.
Barcellos.
Beja.
Braganca.
Cabeceiras de Bast.i.
Caminba.
Chaves.
Coimbra.
Coura.
Ccjvilha.
Elvas
Extremoz
Evora.
Fafe.
Funchal.
Fayal.
Porto.
Regoa.
Tavira.
Torres Novas.
Vianna.
Villa da Feira
Famalicao.
Faro.
Figueira.
Couvea.
Guarda.
Guimariies.
Lagos.
Lamego.
Lisboa.
Loul6.
Mealhada.
Melgaco.
Mirandella.
Moncam
Olivaira de Azemeis.
Ovar.
Penaliel.
Pinhel.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhoso.
Port'Alegre.
Portiraao.
Povoa de Varzim.
Silves.
Thoraar
Valenca.
Villa do Conde.
Villa Real.
Villa Real de 5. Antonio. Villa Pouca d'Aguiar.
Viuhaes. Vizea ;
Villa Nova da Gerveira.
HeHpanha.
Madrid. Barcelona.
Vego. Cadiz.
NORTHERN.
apital..... 20,000:0009001
inh de reserva. 8,000:00000(
Agsntes,
Mills Latham 4C
RUA DA CRUZ 38.
Augosla f. d'OHveira & C.
lendo pubiiear para isto a rolagao dos devedores
aMixo transcripta. !
sec;ao do contencioao provincial de Peraambu-
co, 2 da jalh* te 1874^uail l i >
0 procurador-fiscar,
Cypriano Fenelon G. Aleoforado. '
R.iiacao dos devedores do imiwiM d.iO*01K) por
casa qae vender Iceroseae retalho, quedeixa-
rani de pagar seus debitos no anno flnanceiro
de 1872 dii87&> <'<-* uiUul ttu .w
A
Caes da Alfandega tf. i: Antcnio
Francisco Corga
R'uai Vidal de"Nereiros n. 68. Anto-
afoEsonpde Lima
Dita n. 21. Amorim < Soaza
Difa n. 71 Antonio Jos6 Araotes
Imperial n. 102: Antonio Joaqufm
Tertuliano de Mello
Dita n. 262- Antonio de Miranda
Calello Bratfro
Dita n. 255. Ag-Jstinho Aritouio de
Sonza
Vidal de Negreiros n. 93. Anna Ma-
ria da Conceicao
Luiz do Rego u. 40. Antonio Raposo
Albernar Jufri r
Socego n. 51. Antonio Snares Botelho
Attraccao n. 3 A. Antonio Jose" de
Gastro
Imperador n 83. Azevedo & Maia
Pau'tab Camara n. 2. Antonio"Go-
mes de Mendonca Si C-
Livramento n. 38. Almeida Lopes &
Corapanhia.
Conde da Boa Vista n. 87. Antonio
Gomes de Mendonja
MarcilioDias n. 33. Antonio JosS de
Campos & C.
Direita n. 80. .'nfonio Joaquim Lo-
pes de Carvalho
Casa Forte n. 23. Viuva de Antonio
Mane el Teixeira
E-tradaparaoengenho. AnW Vital
Alves
Caxanga. Aiftbnio Cardoso de Amo-
rim
Giqnia a JaboatSo. Agripino Rodn-
gues da Trindade
B
Travessa do Campello n. 1'A. Eer-
narJino Machado Coelho
Imperador n. 469. B3Zi!iano H. da
Cunln Cavalcantede Albuquerque
Visconde de Inhauraa n. 25. Beirio
i C.
c
Vidal de Negreiros n. 30. Cae ano
Jose Leite & C.
Bario da Victoria n. 61. CusI; Ji >
Jose Pereira
Visconde do Inhauma n. 41. Carva-
Iho & Mello
Estrada Nova. Coelho & Pinho
D
Be r fica n. 6. Domingos Antonio da
Silva Beiris
V
Imperial n. 106. Francisco Paes Bar-
reto
Visconde de Goyanna n. 123. Fracis-
cs Xavier Pereira
Larga do Rosari) n. I. Frncisco Al-
bino de Souza Pinto & C.
Visconde de Inhauma n. 53. Francis-
co J<>a juim Correa Esteves
Marciiio dias n. 7'i. Francisco de A-
raujo Cesar
Largo pie Apipucos n. 42. Francisco
Marques da Silva Maudes
Travessa da Ladeira n. t B. 0 mesmo
Estrada Nova. Francisco Manoel de
Oliveiral
Dita. Felippe Corrda Gomes de Mello
Imperial n. 250. Firmino de Farias
Banvzo e Silva
I
Estrada para o engenho. Ildefonsa
dos Reis Gomes
Giquia a Jaboatao. Ignacio Ferret-
ra dos Santos.
Farias .
Vidal de
Jose da
Imperial n. 150p Manoel Antonio
FraucifBd
ViscondWCP
Ionia
PonterW^HW. ijftftiUJ^Jpae, de y^)
SanTAnna
Conde da Boa-Yj|tMiipf Manoel
Ferreira Coelho _. ,
Impera'WillioWWsffMWHjWIi1 "*
Cabugan. 18. Maaucl'!Jls6 Fe ? ira
etlB^rux n;o
Pen ha n. 11. MMioel CicHiano de
W L Maaoel Gonfialves Ri-
3. Miguel ri. tm. Matanlnn-i &,>
Casa Port* ft. 17. Manoel Joaquim
GatlieWO MoiA'f4ro>
Estrada para o eugenho. Marcolmo
SVunes rW Farias
U: JSboatatf. Hnttoel Rnovato da
Poadea
Drw. M*Via Bfn*oa';de Castro
AiBvflo -'
Oiti; MaVia Eiuilfa dos Santos
w
Marciiio Dr n. 16. Neves Queiroz
4C.
J.| i-nATxa
Bispo SafdrtMto.tLOIrtftwMtraii*
da &G
i ..1 ori' P,v.
Coronel Suassua n. d. Viuva
Panlo Lopas JTF.ll
Coronel LfrnfcbJ. Pe*r| kJkn.&
Banha de pprcc, iddm.
Bataia, idem.
fMfMaSootWvrn.'
WWfoi'- gH*; em.
Gafne secca, idem.
Cebolas, cento
Fjrjnha de rnandioca da .iMTi; litro.
Klilo. idem. ./
Firello, idp.n. f
Fnmo do Rio, kilogrammo.
Gaz, lata,
Milho, sMo\ i :. JI/IHJ
Manleiga, kilogrammo.
fjtassa, ide'nt : f {
Sabjo, idetfl.
%i\ litrtf:
Tapioca, kilogrammo.
tttfemho, rdom.
Velas decarnai'iba, id#m.
Velas stearinas, mac*.
Vinagre de Lisboa, Irtro.
Viaho tinto, idem.
Vinho branco, HUm. .
Secretatia da Santa Ca?a da Misencordla
10,90)0 do Recife, 27 dejunho de 1874.
Qescrivao
Pedro Rbdrigues de Souza.
H>,900
t0,900
to,
10,900
to.oijot
10,9 10,9(1)
CAPATAltA
lla i0<* ie dii 2 .
OA ALFANUKtiA IU
. l:020*0",2
. 1:002^486
VOLOMB8 8A.HIDOS
N !.a 1
No dja 5 4-
Pr...t>ira.j.;rL.....
SagjjHiaaona ...
)!*Tpona .
ijr.arW'^fta
2:023*253
319
3) A presidencii satisf z ossedever, no-
tmeandb o Sf. Jose Liburcio de MagalhAes,
.e agora foi substituido pelo Sr. Chryssoli-
oCbpves.
A casa commercial e bancaria de Augusto
a d'Oliveira & C, a rua do Commercio ns
12, encarrega-se de execu^ao de ordens
para -embarq'ue de prodjetos 6 de todos o-
mais negocios de commissao, quer coramer
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinheiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e a
lazo, di vontade do tomador, sobre as se-
guintes pragas estrangeiras e nacionaes :
Londrea. Sobra o union b*nk or
175 LONWON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de 1.* classe.
Paris. Sobre os banqueiros toold
A C, MARCUARD ANDRE & C. 6 A. BLiCQUfc,
VIONAL & C.
Hamburgo. Sobre os Sr. joAo
SQ1U BACK & FILH S.
198
Companhla Pernambucana.JoseGon-
calves Reguff
Marciiio Dlas'n. 95. Jose Antonio M.
Lopas
Lombas Valentina n. 78. Joao de
Deus Oliveira Santos
Vidal de Negreiros n. 151. Jose Ma-
noel da Trindade
Largo da Penba n. 3. Jos Ramos e
Silva
lmperatriz n. 80. Joaquim, Ferreira
Lobo
Praca do Conde dlEa 'n 32. JoJe
Narcizo da Silva'& C.
Viscond? de Albuquerque n. 54. Jo-
se Carpinteiro da Silva
Pome Velba n. 12. Joao Marques
Fernandes
Socego n. 53. Joaquim Dias Martins
Pernambucanas n. 24. Joaquim Jose
Dias Pereira
Imperadur n. 26. Jos6 Gomes de
Freitas *
Travessa daa Crazes n. 8. Jo6 do Re-
go Paclieco
Santo Amaro n. 8. Jose \gn^oio d"A-
vila
Paulino Camar* n. 3i*Ip Barbosa Ramos
Latgo de S. Pedro n. 1. Joaqoira de
Brito Vasconcellos
Cs^-ia Nova n. 7. Joaquim Fernan
Bes de Gusmao
Direitapi.GO A. ipte'Ribilro flomes
gaarle
igrfel n. 71 A, Juvino de Cafva-
Uio Cavalcanle
Dtta n. 148. Jose MSrinho de Hollan-
da Cavalcanre
Estrada de Saht'Atwa n. 1C. Jos6
Mendes da Silva
Ponte do Mopteiro n. 1. Jose Antonio
de Oliveira e Silva'
Cttonga. Jose Pachefa daForiceca
Cjjaboitad. Jose Esteves Mdrelra da''
Co3ta
rJfca, Joaquim da Si;va Costa
Dila. Joaqaini "Garcia dos1 Santos a
Sirta
18,^00
10,900
10,9:'0
10,500
10,900
10,900
10,900
10,900
MS))
10,900
10,900
10,900
10,900
10,900
10,900
10,900
10,900
10.900
10,900
10",900
10.C00
10,900
10,900
10,900
10,900
10,900
10,900
10,900
10,9C0
10;900
10.C00
10,900
10,t00
10.900
10,900
10,900
10,901
10,900
10,9 50
10,900
10,900
10,900
10,900
10.9C0
10,900
10,900
10,900
10,900
10,90)
10,900
10,900
Imperial n. 1
Cunha
Largo do Carmo d. 9. Ribeiro & Ir-
mao ,..
$ Miguel n'. 8^. Ricardo Pantaleao
dataniafa-1
G. Jaboatao. Rosalina Maria Ca Con-
ceicao B ] _M IJJI
10,900
lO.'M)
10,900
10,
io,aoo
10,900
,900
10,900
W.9O0
10^900
10,900
10,900
10,900
10,900
10,900
10,900
io;9oo
10,900
10,900
10,900
10,900
10,900
10,900
10,900
10,9:0
Imperial n. 148; SeverinoTavarea le> /
Oliveira
\iseunde de Iaaiiima n. 23. Santes >
k Subriulio
Marciiio Dins n. 72. Sebastiao Jo:6
Bezerra Cavalcautc
Estrada para 0 engenh). Silvino dos
Reis Gomes
T f t
Imperial n. 203. Trajano Jose Pe-
reira V
Quiabo n. 23 C. Vicente Torres Sal-
les Menezes
Secgao do contencioso provincial de Pernambu-
co, 2de jdlho de 1874. ', ,
0 I" orfioial,
Ihn-.cio Wuffridj Peiwino da Silva.
Edital coni prazo de 10 dias
n. 1.
Pela imiii-imift da ol'randega de PernambU'-o
3e faz publico, qua achando-seiis mercadorias con-
tidas ncs v.lumes abaixo mencionados, no caso de
serem arr.unatadas para consuuio, nos termos do
cap. 6" do u\3- doregulameuto de 19 de setembro
de 1860, os seu> donos ou consigoatarios deverao
despacha las no prazo, de 10 dias, sob pena de,
findo elie, serem vendidas por sua conta, sem que
lies fi.iue competindo allegar contra os eff'.-itos
desta venda : ,
Trapicha Conceicai .
Mirca C 00 ancorefas com azeitonas, vmdaS
do Porto pelo brigue portuguaz Triumpho, enlrado
em 12 d j Janeiro proximo passado, c consignadas
a Manoel Duarte Rodrigiies.
Mem R & I 50 caixi3 com cebolas vmdas
de Lisboa pelo vapor inglez Fire Queen, cntrado
em 14 de abril passado, e consignadas a Rosa &
Irmao.
Idem idem 50 ditas dita, idem pelo vapor in-
glez Lalande, cntrado em 2 de maio passado, e
consignadas a Rosa & Irmao
Alfandega de Pernambuco, 2 de julho do .1871.
0 inspector,
F. A. de C. Reis.
7C0&C0O
Sobrado de 3 andares n. 11 2:00tjJtoTjO
CaesdiAlfafiflega.
SbbrStlo meia agna nyi 2:100i0C(i
Jta'a do WaWnez-de*01Fnaa.
Sobradon.33 '.,-,' l-00O'*0t)O
Rua da MaWW^eui.
CaSa-tertW n. 20 ?".{ .
Beceo d*?6 Sobrado det andares n. 14 .
f8em n. 39 .' ,'. ,
" Rua da fca'pa.
Casa tcrrea n. 40......
Rtia IHj Amorim.
?6br-do do 2 andares n. 23 .
Casa; terre* ir. 34. ." ? .
Travessa da Madre de Deus.
Sobrado de 1 andar n. 19 .
*" T Q" *fc* BuVgos.
Idem n. 19 ....... .
Idem n. 21 : .
Una do Vigario.
i* audar do svbradoa, 27 .
Santa Uasa" dd Misertcordia do
Recife.
Peranle a-Illma. junta adminiilrativa desta san-
ta casa, terrt d ir i praja, na Sola das suas ses-
s5es, no dia 2 fle julho proximo fnturo, a renda do
sitio que possufe o patrimonio doa orphaos, no lu- Sobrado de 2 a
gar. da. Tamarjneira, pela maior quantia que for
oflereclda, com a condicao, porem. deoarremi- 'Cisa, tercel n.
tante delxa-la logo que pela juota lhe for exigida.
Secretaria da Santa-Casa da^Misericordia
do Recifer*26 lejunho de 1874.
.f 0 escriirao,
Pedro Rodrigues de Souza.
-----
Juizo de orphaos
Segunda-feira, 6 do corrente, 6nda a audiencia
do Exm. Sr. desembargador juiz de orpbaos, ao
meio dia, ira a praca por venda, a requerimo to
do inventariante dos bens do finado Leopoldo Fer-
reira Martins Ribeiro, a casa terrea n. 2, sita a rua
de S. Gowjalo, avaliada por 2:500a, pertenetute
ao dito floado, separada em partilha para paga-
mento de divldas. Escrivao Brito._____________
Capitania do porto de Per-
nambuco, 30 de jimho de
1874.
VvIho sies naieganles
Para sciencia dos naveganles se avisa que o
pharol de Mucuripe, na provincia do >Jcara, se
acha funcciooando regularmente, segundo partici
paijSo da capitania do porto da mt-sma provincia.
0 'eeretario,
De;io de Aquino Fonceca.
1
friijoio
153i0tK)
i*ooo

1 andar do mesmo,.
Loja do mesmo .
Sobrado de 2 amjares W5P i
- Rua do^EocaMnwnto
Sobrado de 2 andares n. 13 *
Rua da Senzalla Mia^
Casa terrea n. 16. '......
Idem n. 25
243*80. ?
300*00-
375*000
I:* 0*000
1:400*000
701*00-
209*000
201*000
800*000
0 doieinbargador Fiauciseo de Assis O.iveira Ma-
cicl, official da imoerial ordem da Ros.a, e tni*
do direito privativo de orphaos dacidade do Re-
cife de Pernambuco, e seu ter.no, por Sua Ma-
g'stade o laiperador, a quem D.his guard*, etc.
Faco saber aos que o presente elita! virem, que,
por esta juizo sera arreu.atada por venda, por
nuem mais der e era uraa so pra?, a deciraa par-
te do sitio na campina/a Casa Forte, freguezia do
Poco da Panelia, portencente aos bens deixados
pelo f.illecido Vicente Ferrerra doRego, servindo
dc base para a rrcraati?ao a quantia de l:bJ0*,
por quanto foi elia avaliada, e rende ra*nsa!meate
4*166 e foi data na respectiva partilha a Fran-
cisco da Silva Boa-Vista, inventariante dos bens
daquelle faileeido, para pagamen'.o das dividas pas
aivas. .
E para que c'negue ao conhccimento de todos,
tuandei passar o presents, que sora afflxado no lu-
ear do costume e pubheado pela impreosa.
Dado e passado nesta cinade do Recife de Per
na'mbuco. ao 1J de julho de 1874. ...
Eu, Manoel do Nascimento P.mtes, e\cnvio, o
subscrcvi. ,
Francisco de Assis Oliveira ilaciel.
lrmandade db Divino Es-
pirito Santo.
Nao podendo ter lugar no dia 29 i; juoho do
corrente anno como determina o nosso compro
mis30 no art. 108, a psse dos DOTOS funcciona-
rios para o futuro anno de 1874 a 1875, foi trans-
ferida para domingo a do corrente, as 8 horas
da mauha, i ara o que sao novamento convida-
dos todos os mesarios que fazem parte da pre-
sente mesa regedora e os-novos eleitos.
Secretaria da irmanJade, !. julho de 1874.
0 oscrivao,
Genuino Jose da Rosa.
Sociedade Kecreativa Eu-
terpe.
A dircctoria provisoria desti sociedade, convi-
da a todos os seus associados, a se rcunirem em
sua sedc, rua do Barao da Victoria n. 57, a uma
hora da tarledo dia a do corrente. para a ins-
talla;5o da mesma s-ciedade, vislo ja estarem ap-
provados os respectivos estatutos.
Secretaria da Sociedade Recrea!iva Euterpe. 1
de julno de 1874.
Albuquerque,
2. secretario
A. Gl.'. do Sup.-. Arch.*: do
Un.-.
Tendo-se de proceder a; elei^oes das L. Luz.-.
D. Dig/, e maii 0. 0(f.-. da am.\ e Sob.-. Lot.'.
Segredo eFra'.ernidade no dia 3 do corrente, pelas
10 horas da manha.convida se a todos os I. Ir. da
mesma Lcj.\ a comparecerem na sala das suas
sessoes, a rua de Pedro Alfonso, pelas 10 horas da
m.nha do referido dia. e por essa oceasiao recom-
menda-sa aos mesmoi I. Ir.- a leiturado art. 228 da
nossa constitnigao. Recife, 1 de julbo de 1874.
0 secret.-.
Joaquim da C. Dourado
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacer-
da, ju'z de direito ospecial do commer-
cio, nesta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco,
por S. M. |. o Sr. 0. Pedro II, a quem
Deus^uarde. etc. .
Faco sabor pelo presente que no dia 18 de julbo,
as 11 horas la mauha, na sala das auitencias de-
vera tor lugar a reaniao dos credores da massa
fall'J l de Francisco Jose da Costa Gaijoaraes, para
3e Ttflcarem os creditos, ronnar-se contrata de
cr.ao. nomear-seadminisradores a dita massa :
c>rtos os credores de que, ,nao erio admittidos
por proeurador^ sam que este exhiba procurac.ao
especial, a qual nao pQdera- ser con'erida a deve-
dor do fallido, nan' podendo, outrosim, um so
indivlduo representar por dous diversos credores,
e que sera liavido o credor qua nao comparecer,
como adherente as resolu^oes que forem tomadas
pela maiorla dos credores que cemparecerem.
E para que cbegue ao coohecimento ae todos,
mandei fazer o presente qua sera afflxado nos lu-
garesido costume .e pnbllcado pelos joiuaes.
Sado e passado nesta eldade do Recife de Per-
buco, aos 30 de junhq:de 1874
;' #u, Fra'ncisco Xavi r dq <*ou!n Ramos,
escrivao interioo, 0 subscrevi. .
SebasUdo.-M Rego Barros de Lacer.M.
>Ao sello 3oOts.V. S. S. ex-oausa.
Bdrto?d%L(ttetm:
io'oco
1 I
BSBEi
8iBt- do Recite.
$ Kvai"de"nov6 4 praga em sessio do dia 2-de
proximo vindouro, pelds 3 hojas da tardOi e
eiimfe'ntB^'gencrbs;' no trimestVe 'di jultro_a
mbwi, aos .8*labielecim4TOi:'f*oiiA69U-.carga,
feptoip;Jpspna| Bedff i|, coislanka nla-ielacJip
seguida,4om^nilo-3e porJiase^is manoaes pre-
das prop sfas ja apresehrada-, o que podett
coasultadas pel h intercssados. na secretaria.
;ria, kilogrammo.
naxdente, litro.
Wsdcice, Idem.
Aff oz,-kilogMunmo.
Bacalhao, idem.
Administragao dos correios
de Pernambuco
Fai;o publico que, segundo me communica o
lllm. Sr. director geral dos corre os, cessam desta
data em'diante os consulados de receber correa-
pondencia para Europa.
As malas que tiverem de ser condazidas pelos
paquetes do Pacif Steam Navigation Company, e
pelos d Royal British Mail Steam Navegation
Company para Inglaterra e Portugal, as quaes
erara fecliadas no consulado inglez, passam a ser
nesta administracao.
Pelos paquetes acima mencionados e obrigatorio
o previo pagamento do porli da correspovdencia,
a saber :
Cartas para Inglaterra 240 rs. ate 15 grammas
inclusive, 480 rs. ate 30 grammas, 9CJ rs. ale 60
grammas, e assim por diaute, augmentando sem-
pre dous portcs por 30 grammas ou fraccao de 30
grammas ;,uo acresser ; araostras e impressos em
geral 40 rs. ate 40 grammas inclusive, n: progres-
ao acima.
Cartas e iaaptessos para Portugal as mesmas
taxas a que esta sujeita a correspondencia para o
interior do imperio.
A eorrespondencia para Frauga, Italia, Hespa-
nha e Allemanha, sera expedida de conformidade
com as respectivas cenvescoos postaes.
Recife, 1" de julho de 1874.
Fa^o oublico :
i Que do dia 3 do corrente mez comecara a
funccionar a agencia do correio ultimamente crea-
da na povoacao^de Capoeiras. hoje denominada
Belera de Maria. ^
A mala sera expedida nos dias 3,.7,11,15,19,23
e 27 de cada mez, e a correspondencia recebida
ate as 3 boras da tarde.
2* Que de hoje em diaute toda correspondencia
parao interior da provincia sera recebida diaria-
meniaate as 3 horas dai tarde.
Recife, 1' de julho de 1874:
0 adrainistfador.
Alfonso do Rego Barros.
. ..... .
Rua da Gni.
Idem n. 25........
idem n. 29 ....
Rua daCru.'.
andares n. 12
RnadeJk.toge
100 .j ,!.. 2M*U>)
Os preteodetes;d^a#*i>reseutar u atw ds
irrematacao as sua* flijyift, ou ^mparocerau.
woopanhados dos respectivoa Badores, devendi
pagar alera da renda, o premio 4a quaolta am
luelor seguro o preuip qua cuniivor estaWeci
oaento commercial, assim como o servico da lira
peza e pre^os dos apyarelboa
Secretaria da Santa Casa 4a Misericordia d. P. -
afe, 26 de iuoho o de 1874. -. ... .
q. escrivao,
_____________Pgdro Rodrigues de Sons a.______
Consulad^^p-vi^ial
Pela ad'rainirtrp^-ao do consulado provincial s-j
far paWico aos MpHM tontribnint^, que d .
1 de junlio viodouro por diaote comei.a a correr
o prazo de 30 dias nteis, 'marcadns no artigo 21
do regulamento de 16 da abril Je 1842 para a
cobranca a bocea do oofre. do 2*seestre dos im
postos da decima urbana. 5 OjO sobre kens de raa
mprla, e 50 rs. per litro de aguardente consumida
na provincia, no c rrtnte exereicio de 1873 a
1874, incorrendo na rriulta de 6 0/0 aquelles dos
contribuintes que os nao satisflzerem nssse prazo.
Cansulado provincial de Pernambuco, 27 d
maio de 1*74.
0 adintnistiador,
Autonio Carueiro Machado Rios.
Companhift Fidelidade
Segurog marltlknos e Icrrcstres
A agencia desta companhia toma seguros ma-
ritimos e terrestre^, a premies razoaveis, dando nos
ultimos o solo livre, e o setimo anno gratulto ac
^egurado.
Feliciano Jos6 Gomes
Agente.
51 Una do Apollo 51
fVrmazens cfa companhia per
nambucana.
Scguraa octra o fogo
A eampauhia perunmbucana, dispondo de ex-
:ellentcs e vastos armazens em seu predio ao (or
le do Mattos, offereceos ao commercio em gera!
para deposito de generos, garautindo a inaiur con-
servacao das mercidorias depositada*, servict
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recoihera, mediaute pravioaccordo, ex
dnsivamenle os generus do uma so-pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos
sao inteiramente novos e asphaitados, isentos J-
;npim, ratos, etc., etc.
As pe3soas que quizerem utilisai-se destes ar-
nazens, pederao dirigir-se ao escriglono da com-
panhia pernambucana, que aeharao com queir.
trater._____________________________________
De ordem do lllm. Sr. inspector da tbeson-
Pnri^ (lr fa,<-nda docla proi-m.l. f pnKl*A
para conhecimento de quem interessar que u>
dia 29 de julho proximo futuro, pelas 2 boras da
tarde, sera posta em nasta pub ica perante a jun-
ta da mesma thesouraria, para ser arrematada por
iiueao mais lanco offereeer a ca~a tcrrea sita a
rua do Pa?o Castelhano, na cidade de Olind;i. pso-
prio nacional e bem assim o tc-rreno qie lhe rlca
adjacehte, o que tudo (oi avaliado por duus cent >s
de reis.
Secn'taria da thesouraria de fazeida de Per-
nambuco 30 de junho de 1874.
0 2." escripturario, servindo de secretari >.
Carles Joao de Souza Correia.
COMPANHIA .
DO
71 Bl) ff^ W* H" Efe E7
SANTA CASA DA JttlSERlCURDiA DO
RECIFE.
A i-iima. junta administrativa da Santa Casa d<
Hisericordia da Recife, manda fazer publico qut
ia sala de suas sessoes, no dia j2 de julbo, pe-
las 3 haras da tarde, tem da ser arrematadas i
paem mais yantageus offereeer, pelo tempo de urr.
i tres anaos, as rendas dos predios em seguidr,
leclarados. >as<
ESTABELECIMENTO HE CAR1DADE.
Rua do Padre' Fioriano.
Casa terrea n. 43....... 201*000
Rua" de Santa Rita;
230*000
Idem n. 32
Idemn.H
Idem n. 114
Rua das Calcadas.
401*000
Cinco Pontas.
Rua de Saut/Tuereza.
- -
362*000
221*000
3101000
408*000
280*000
Sao covidados os Srs. accionistas a reu-
nircm-se em assemblca geral no dia 0 d^
corrente mez, pelas 12 boras do dia, iv> res
pectivo escriptoaio na rta para, de conformidade com os i.d e"."
dos arts. 29 e 44 dos estatutos, delberarem
sobreascontasdoanno financciro desta com-
panbia e approvar o orgamento vindouro :
devendo nesta oceasiao ser lido o relalorio
apresentado polo Sr. director em que rr.os-
tra o estado da companhia no aiuio fin lo
em 30 de abril ultimo.
Escriptorio da companhia do Beberibe,
1 dejulho de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
1NSPECCAO DO ARSENAL DF.
MARINHA.
Faz-se publiio que em data de l" do c.(i
foi vistoriado o vapor Mandahu, da companhia p i
nambucana de naregacao costeira, e a eommissa i
julgouo em estado de podcr continuar no servi?
em que se emprega.
Inspecjio do ar.-enal dc marinha de Pernambu-
co, lde julho de 1874.
Francisco Jose Coelho Netto,
Inspector inlerino.
Sociedade Propagadora da
Iustruccao
Couccrto vocal.
Para conhecimento dasj);ssoas que aceitarart
bilhe'.es para o ralerido concerto, quo dove lei
legar na noitc do 4 do corrente, uo saiao do ar-
senal de marinha; declarase qne 1 boradk, ti-
de terminadoo mesno concerto, largara um trer,:
pela liuha principal ate Caxanga, voltando rel"
ramal dos Afflictos.
Rua larga de Kosario.
2- andar do so brink) n. 24 M
Idem do sobrado n. 24 .
3' andar do mesmo',. -
Rua do Cabuga.
Loja n. I ....... 050*000
Rua do Amorim.
I.* andar do sobrado n.J6. 304*000
Rna de Antonio Henrique.
Casa terrea n. 26....... 99*000
Largo da Campina.
Idemn 11......, 120*000
PATRWONIO DOS ORPHAOS.
Rna Duque de Caxhs.
'Loja n. 77........ 700*000
Suntrt Casa de Misericordia
do Recife.
Pela secretaria da Santa Casa se faz pablico quo
no dia 13 do correute, pelas 9 horas i a manba, no
sala) da casa dos expostos, o lllm. Sr. llwsoureir i
fara pagamento as amas qne Irouxerem as crian
cas que Ihes foram conftadas, das mensalidades
relativas ao trimestre vencido em 30 de jnnho ul-
timo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia Jo Re-
cife, 2 de julno de 1874.
0 escrivao,
Pedro Ridrtgues de Souza.
Juizo dos feitos da fazenda.
EscrlTao Bamlrlr*
Sexta-feira, 3 de iulo proximo futur.., depoi*
da audiencia do Sr. Dr. juiz substitulo, as 11 h >-
ras de-4ij ira a-praea par venda o seguiate :
Idem a rua da Foresta, em Olioda, com 2i '; -
palmos de freuU, i>7 de fando, 2 salas,- i
tos, coziuha fora, quintal em aberto, ava'-iJ
300*. para pagamento da execucio contra : pr!- -
ros ie Jose Laoas do Es^cilo-Sant r .,,
Idem a travessa da Levada, no Monteiro, com o
janellas e 1 porta de frente, 41 palmos de fundU
21 ditos de largora, 1 salas, 2 quartos, cozjnai
!6ra, quintal em aberto, em mao esUdo, avaiiaa
?








A

--*
Diftrio de Pemambuoo -- Sexta feira 3 de Julho de 1874.
M0#, para pagameoto da exeeucJo contra Fe-
iippe Santiago Pereira.
At cms seguiutas : do largo do Salgadinao,
Mm nomero, com 37 palmos de frente, 80 ditos
ae fundo, a- salas, & quartos, cotioha f6ra, estri-
baria, quintal em aberto com arvoredos e cacimba,
terreno foreiro, araliada em 3:0004.
No lugar da Torre, sem numero, com i portas
de frente, 11 palmos 3 pollegadas de largara, 54
ditos 6 ditas de compr-raento, 1 salas, 3 quartos,
codaka fora, em mao esttdo, avaliada por 600l.
No lugar denominado Agoa-Pria, n. 1, com 62
palmos de eompnmento, 35 de largara, 3 salas, 3
quartos, l gabinete, coxinha f6ra, grande sitio
cem eoqueiros e baixa de capim, solo foreire a
Santa Casa de Miscneordia desta cidade, avaliada
em 3:5004, para pagaawnio das exeeucoes contra
herdetros de Henrique Gibson..
Recife, 19 de junho de 1874.
0 solicitador da faxenda provincial,
J. Plrmino Correa de Araujo.
ADMMISTBACAO DOS CORRE10S LE PER-
NAMBUCO, 1* DE JULHO DE 1874
Relagao da correspon.leocin registrada (sem
valor) recebidn de diversas procedencias
ate esta-data, e quo nao tern sido entre-
gue por ignorar se as residencies dos des-
tinatarios.
Antero Canwirt) de Leeerda, Antonio Joaquim
Scares, Antonio Qeroentino Aocioly Lins, Corcinio
Vieira de Mello, Consuncia Bellarmina de Soura
Lins, Domingos de Souia Barros, Emilia Carolina
Madeira Ferreira, Francisco Jose Carneiro, Fran-
cisco Jose Silveira, Francisco Jo>e da Silva Gue
des, Frederico Cnaves, Guilherme Raymundo da
Costa Leite, Giacome Orrieo, Hermillo Doperron,
Jose Antonio de Sour*, Jose Crux, Jose Maria L
da Molta, Jose* Rodrigaea Canboto, Jose* A. Dias
Ferreira, Jose" Jeronymo Monteiro, Joaquim das
Chans de Jesus, Joaqwm Benevides Raposo, Joan-
na Porcioa das Neves, Jacintho Abreu das Neves,
-Luix Antonio Pires de Carvalho, Malheor de Si-
rra Camarao, Maria Car lina de Brito Carva-
. Manoel Antonio dos Passos, Manoel Sebasiiao
de Arauio, Miguel Beroardo (2), Marianna de Sen-
na Guiroaraes, Pedro Leio Vtlloso, Rodolpho Luiz
de Mello Santos, Stefane Agrelli, Tneopbifo Xivier
Cavalcante de Albuquerque (2), Victorine Lopes
da Costa.
O official encarregado do rcgistro,
Jose" Candido de Barros
Para a Bahia.
Para o referido pom segue com brevidade o
hiate Joven Arthur, por ter grande parte da earga
engajada, para o resto que The falta, trata se com
o sen consignatario Antonio Luis de Oliveira Ate
vedo, na rua do Bom Jesus n. 57.
Pacific Steam Navigation Compam
ROYAL MAIL STEAMER
CHIMBORAZO
Espera-se dos pot-
tos do sol ate o dia 5
de julho, e depois da
demora .do costume
seguira ?ara Liver-
________pool tocando em Lit-
boa e Bordios, para otit recebera passageiros,
encommendas, carga e dinbeiro a frete
Nao snhira antes das tres horas da tarde do die
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14PRAgA DQ COMMERCIO-^-11
Lisboa e Porto
THEATRO
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
VICENTE
mm svecssso
Sabbado 4 do corrente.
Qulnta recita do drama sacro em 6 acto3 e 8
juadros, escripto pelo Dr. Carneiro Vilella :
Os Sete Passos.
Principiara as 8 J|2 horas.
Domingo 5 do corrente
Sexta recita do drama-sacro em 6 actos e
qnadros:
Os Sele Passos.
.*'* 8 horas em ponto.
Segue viagem com a possivel brevidade a barca
portugueza Nova Veneedora, recebe carga e pas-
sageiros : a tratar com Tito Livio Soares, rua do
Torres n. 20.
PA HA*
A escnna Georgian* segue nestes dias para o
porto acima, e recebe carga a frete : a tratar com
Tasso Irmaos & C.
Maranh
ao.
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o biate Olinda, por ter a maior parte
da carga prompta : trata-se enm os consignata-
rios Joaquim Jofe G ncalves Beltrao 4 Filho, a
rua do Commercio n. 5.
A'S 11 HORAS DA MANHA
Urn piano de armario, A oanbtlia de jacarustt,
pom tampos de pedra, 1 commoda de amarello, I
iavatorio com pedra, < mobiila a amarello, earn
pouco uso, 1 cama franeexa de amarello, 1 mar-
quezio de dito, 1 eicellente m sa el.-isttca de 0
tabaas, aparadoree de amarello, S cadeiras de ba-
lance, americanas, 1 armario, ( earteira de ama-
rello, 1 bidet di aioguo, garrafas, calioei, jarros
para floras, 1 relogio de ouro, i apparelbo depra
ta do porto, para cba, e oatroa muitos ebjectos
que serao vendidos ao correr do martello.
O agente Martins fara leilio, por ordera e eonta
de nma familia que se retirou para Europa, de
todos os moveis existeaees no sobrado da esquina
da rua do Marques do Herval, entradu pela rua
das Flores n. 37, no dia e bora acima.
Precisa-se de nma ama
ara cozinhar em casa de
pequena femilia, preferin-
do-se escrava : na rua do
[Capibaribe n. 40.
Ceara, Macao e llossoro.
Para os referidos portos pretende seguir com a
possivel brevidade o hiate Rival, por ter alguma
carga engajada e para a que Ibe falta, trata-se
com os consignatarios Joaquim Jos6 Goncalves
Bellrao & Filho, a rua do Commercio n. 5.
HESSAGERIES MARITIMES.
Llnha mensnl
Rio Grande
Espera-se da Eu
ropa ate o dia 8 do
corrente, s e g u i n do
depois da demora do
costume para Bue-
nos Ayres, tocando na
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Agente Pestanq,
Grande e importante
leilAo
ao correr do marteUo
HOJE
a%a 11 Luraa earn ponto
DE
moveis, loucas, crvstaes, ouro; prata e
brilhantes
No armazem de agenda de leilues da rua do
Vigario Thenorio d. H.
Opreposto do agente Pestaoa fara leilao por
eonta e risco de quern pertencer, dama mobilia
de jacaranda, a Luis XV, com tampos de pedra,
1 dita de amarello, 1 dita de (aia, 1 dita de janeo,
guarda-roupa, guarda lou^a, mesas elasticas de
3, 4 e 6 taboas, commodas, meias ditas, aparado-
res, secretaries, coasoios, cabides, marquezas,
marquezoes, camas francezas para ca&al e soltei-
roe, diversas duzias de cadeiras, ccmo sejam :
junco e amarello, inglezas e allemas. e muitos ou-
tros objectos relativos a moveis; uma factura de
ouro. como sejam : anaeis, voltas, cacoltas, pa-
res de briacos, salvas, paiiteiros, botdes para pu-
nhos, e muitos outros artigos de ouro.
SEXTA-FEJBA 3 DO i^>RRENTE
As' 11 lioms em ponto.
No armazem de agencia de leildes da rua
do Vigario Thenorio n. 11.
LEILAO
DE
alguns moveis e mais utensilios da sa'a de
cabelleireiro denominado Tranija Lou-
ra, em a rua larga do Rosario n. 24,
primeiro andar
nimi DRAMATICO
EMPREZALfMA PENANTE
^atiisado a io corrente
AS 8 Ij2 HORAS DA XOITE
Ultima represeutacao do drama maritimo cm i
actos :
A Senhora da Bonanca.
Terminara com a comeda em 1 acto :
Precisa-se de uma iniilher
para yiajar
do.mTngo o
A'a .* t['i horas da tarde
I." representagao do magnifico drama em 5 ac-
tos, original portuguez de L. A. Boorgain :
Luiz de Camoes.
Terminara o efpectaculo com a comedia em 1
acto, ornada de musica :
Bolsa c cachitiibo.
Tomam parte os rrlistas Tneophilo, Lyra c D.
Cecilia.
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia
10 db corrente se-
guindo depois da de-
mora do costume pa-
ra Bordeaux, tocan-
do em Dakar (Gorde) e Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harlsuiend y & La bille.
9 Rua do Commercio 9
COMPA.MJIA PERNAMBUCANA
DE
\avejjjiojIo costeira a vapor.
fARAHYBA,NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA-
TV, CF.ARA, -MANDAHU, ACARACD'B GRANJA
O vapor Pirapama,
commandante Silva,
seguira para os por-
tos acima no dia 7
do corrente mez, as 5
horas da tarde.
Recebe carga ate" o dia 6 do corrente, encom-
menus, omhelro a freie epassagens, ate" as 3 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escrlptorio
no Forte (to Mattos n. 12.
A's 11 horas o a man hit
O agente Dias, competentemente autorisado, le
vara a leilao, no dia e hora acima indicado?, os
moveis e mais utensilios proprios d'aquelle gc-ne-
ro de negocio Garante se a casa a qualquer pes-
soa que Bear com o estabelecimento e que queira
continuar eom o mesmo.
es^
CONCERTO
VOCAL E IMlEPiTAL
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
SnvegacSo cosieira a vapor.
HACBld EM DIREITURA, PENEDO E ARACAJU*.
O vapor Jaguaribe, comman-
dante Julio, seguira par?
os portos acima no dia la do
corrente as 3 horas da tarde.
Recebe carga ate" o dia 14,
encommendas, passageiros e
dinheiro a frete ale as 2 horas do dia da sabi-
8a : escriptono no Forte do Mattos n. 12.
Segue nestes dios para o Aracaty, por ter
parte de seu.carregamento prompto, o bem co-
nhecido hiate Deus le Guarde ; quem nelle quizer
carregar ou ir de passagem, diriia-se ao escripto
rio de Bartholomeu Lonrenfo, rua da Madre de
Deus u. 2, que achara com quem tratar.
Par
ra
que tera- lugar
no dia 4 de juliii)
nos saloes do
Arsenal de Marinha
em beneficio da
Sociedade Propagadora da
Icstraccao publica.
Com o valiojo con^urso de algumas Exmas. Sras.
e senhores dilectante?, stb a direcijao do Sr.
professor Gustavo Wertbeimer.
Prog;ranaiua.
i.1 parte.
%? Hymno da Caridade, coro re-
ligioso a tres vozes, aantado por
todas as Exmas. Sras. em ciiro, Rossini.
2 Coriolano, ouvertura, reduzida
a piano-forte e rabeca. Beethaven.
.'!. Estrea de uma artista, cavati-
oa hespanhola M. S. ( alto aqui
los caballeros)
%. Barbeiro de Sevilha, cavatina
M. S. (Una voce poco fa J Rossini.
5.* Atula, terzetto para S. T. e B.
com euro de senhoras ( Te sol,
te sol quest'anima), Verdi.
C. O canto do Trapista, romance
para baizo profnndo Mverbeer.
7. Finto Stanislao, coro e cavati-
na para U. S. com coro de Sras.
< Non san quantis nel petto sof-
fra) Verdi.
2." parte.
I* GnilbermeTell, ouvertura para
2 pianos a 8 maos. Rossini.
2* O Juramento, euro de senboras
(Era Stella del mattino ) Mercadante.
3.* Idem, cavatina para If. S. (Or
la, sull'onda), com euro de
senhoras Idem.
4.* Msreo Visconte, duetto para S.
e M. S. ( Oh serte oh gioja). Petrella.
5.* Africana, phantasia para ban-
da miUtar. Meyerbeer.
7. Ernani, grande settimino finale
(Oh somno Carlo) com cdro mixto Verdi.
Segue nestes poucos dias o patacho portuguez
Micliaelense ; para o resto da carga que Ihe falta,
trata-se com Antonio Ferreira de Alme'da, a rua
da Madre de Deos n. 36.
Liverpool Brasil ihvir Plate .Mnil
Steamers
em i do corrente o vapor in-
GALILEO
(DE 2262 TONELADAS)
Espera-se do su
glez
DE
uma casa terrea sita em a rua de Mathias
de Albuquerque n. 31
Sabbado 4 do corrente
A'S 11 HORAS DA MANHA.
No sobrado da rua do Marquez de Olinda
n. 37, primeiro andar.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilio, no dia e bora acima designados, 1
casa terrea com 2 salas. 3 quartos, cozlnha fora,
quintal e cacimba.
Os Srs. prelendentes todem desde ja examina-
la, e para qualquer esclarecimento no escriptorio
aeima indicado, onde tera lugar o referido leilao.
Agente Pestana
LEILAO
DE
100 saccos com feijao mulatinbo, em lo-
tes, a vontade dos compradores
SABBADO i DO CORRENTE
ASH HORAS EM PONTO.
No armazem doSr. Anues, defronteda al-
fandega
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
eonta e risco de quem pertencer, de 100 saccos
com feijao mulatinho, em urn ou mais lotes, a von-
tade dos compradores.
SABBADO i DO CORRENTE
as 11 horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
. ______ fandfga.
1\0S XIDIGAMIM
Yinko vulatlao do T. Uroif, -
hste vinho preparado com optimo vinho de
Malaga e" o melhor de todos os tonicos reconsti
tuinies na convalescenca das moleslias graves, e
e recommends para a enra dos padecimenlos
' do estoraago e intestinos, febres de toda a espe-
cie, com o caraeter intermittente.
Vinho e urope de lacto pbosphut*
* r. I^eeonte-Rec dado pelos medicos como o melhor agente re-
eonsjituinte para favorecer a nutricao, a for-
magao dos ossos nas criancas e enriquecer o
laagnc.
Vinh de Soldo e i-Kvirda mesma
pianta preparado por Frimault. -
As folhas do boMo sao empregadas no Chile
como remedio domestico, mnito efficaz, para a
enra ilos padeciraentos do ugado, de que 6 o
antidoto, como o quinino 6 das febres.
Vinho e elixir de cacao da Bolivia,
de csrimauii.Tonico fortificante, diges-
iivo e reparador das fercas exaauridaj.
Vinho de quina fersruKinoao de Ctrl*
anaaaa.I'reparado com vinbo de Malaga e
pyrophosphato de ferro e soda, constitue um
precioso agente therapeutico para acura da
CMaroa, dos padecimentos do estomago, po-
breza de aangne, chlorose e as diversas moles-
lias das senhoras.
Xorope ale chloral hydralado da Dr.
ifconte.- Os medicos aconaelham com
successe oootra a gota, as aphalgias, vertigens,
bystona. insomnia, epilepsia, nevralgias, aasse
asthmatica, coqueluche, etc.
Creme de lilMinuiho de (.rlmaull.
Contra as gastrite?, diarrheas, gastralgias, dy-
senteria.
Xaropc de bromoreto de potasaa de
triuauli. Anti nervoso e applicado com
optimo resultado no tratamento da gota e rheu-
matismo.
Inga da India de (irimaalt.-Cura ins-
lantemente as enxaquews, dores de cabeca,
nevralgias e dyarrheas.
Ferro de Csirard.Protoxoto de ferro. O
melhor de todos os preparados de ferro para o
tratamento das molestias que reclamam este
agente therapeutico.
Pastilhaa de anannila de trimauit.
Empregam se como laxativas e purgativas
contra os catarrhos mncosos, falta de appetite,
catarrho pulmonar.
Oleo de flgado de bacalbaO, forru.
ginoao. de trimaiiil.-K um medica-
mento de uma efflcacia constante contra
chlorose, pallidas cores, anemia, phtysica, todas
as molestias dos pulm5es, lymphatismo, es
crofnlas, etc.
!> ferro manganico de Hnrin du
Bulsson. Agradavel ao tomarse, dotado
de propriedade digestivas mui activas, e ore
medio por excellencia, na leuchorrea, anemia
gastralgi., etc
PiiMiiiha de lactato de^rerro de Bu-
rin dn iciiixMoii. Digestivas e optimas
no tratamento das menstruacoes difflceis, flores
brancas e todas as affeccoes nervosas do tubo
digeslivo.
Clyconina Sichel. Linimento muito su-
perior aos cerotos, pomadas e uoguentos para a
enra das ulceras e feridas de toda a espscie.
Capgulas de Apiol de Cirimanlt.
Sao recommendadas pelos medicos para reeu-
lansar a menstruacao prevenir as colicas, dissi-
par as dores dos rins e aioda para as febres
inttermitentes rebeldes.
Pilulas de podophylina de .ri-
nianii. Para a cura de todas as molestias
do figado, para combater as prisoes de venire
rebeldes, etc:
DEP0SITO
PHARMACIA; E DR06ARIA
DE
BarHioIoiKieu
3i RUA LARGA DO
ESSENGIA GONCENTRADA
DE
ARISTIDE SA1SSET E. J. SOOM
Tratamento puramente vegetal verdadeiro puriflcador do sangue. sem mercurio.
A Eaaem iu de Caroba e um remedio boje reconhecido como um poderoao depnra-
tivo e especial para cura de todas as mulestias que teem a sua origem na impureza do u
como sejam : as moleslias Syphiliticas, Boubaticas e Esciu.fulosas, Rheumatismo, Empiwkks Dab-
tbos, Ulceras, Erupcoes, etc. Eta
Ml
. tern produzi'o a Easjencia de Caroba, por toda pane
onae eiia tem sido apropnadamente jxperimentada, a tem feito adoptar como um dot medicaroeD-
tos mais seguros
boubatica.
oatureza syphilitic* e

Os prodigiosos etfeitos que
o apropriadamente jxperimentad;
e mais energicos para a cura de todas as molestias de
A cada frasco acompanha uma inslrucijao para a maneira de usar.
Pomada anli-ilartrosa
Contra as affeeooes cntaneas, darthros, comiebSes, etc., etc.
Unguenio dc (anJia
Para cura das boubas, ulceras, chaga3 antigas, etc.. etc
UNICAMEiNTE PREPARADO POR
ROUQUAYBOL MAOS, SUCCES^ORES
Botica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
( ANTIGA RUA DA CRUZ )




IEITIAL
41 Rua do Iinnerador 41
0 novo proprietario deste acreditado e bem montado estabelecimento, com o Cm tit
conservar os creditos de unico neste genero, Um reformado e melhorado completamente
o mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pcuido para as provincias do norte e in-
terior desta, garantindo perfei$ao em todas as prep* racoes, aceio e medicidade nos precos
compativel com este genero de drogas.
Espera a todo momento uma grande remessa de pharmacia homeopathica de J.
Epss ft G., de Londres, composta de medicamentos, cartciras, pocolotes, Opodeldock de
Rhus, de Buvonia, de Arnica e dep6s especiats para dentes.
Tem a* disposicAo dos amantes da homeopathia a excellente, obra do Dr. Mure Be-
dlco do povo, jd em 3.a edi^ao.
Tem carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamentos ate 120, a* escolha do com-
prador.
Plumeria, para mordedura de cobras-
Seracenal Chocolate homeopathico.
I Para bexigas como prcservalivo. Cafe homeopathico.
Vaccina ( |
i
i c.
ROSARIO 3i
DE
RBIST0L
China cruzeiro, para intermittente*.
Schynus, para anginas.
Calendula, para queimaduras.
Taranlula, para paralysia.
Tintura mai d'arnica, para conlusdes, cor-
tes, etc.
A CHEGAREM
Elor d'araruta.
P6s para dentes, inglezes.
Jenc6, para rheumatismo.
Malta-matta ou jaboti, para losses.
Espirito
ra.
de Hahereman on de .ami ho-

Opojeldock d'Arnica.
Dito de Rhus 1
^para
Dito deBryonia)
rhematismo.
2actuc grande florus. para pneumonia*>
molestias do coracao.
Acha-se constantemente a testa do estabclecimente e
oara inspnc iona'n lo todas as }--
LEILAO
da al-
DE
. 14 barris com came salgada
SEGUNDA-FEIRA 6 DO CORBE.N
A'S 11 HORAS EM PONTO.
No armazem do Sr. Annes, defronte
fandega.
O preposto do agente Pestana fara leilao de 14
barris com carne salgada, em lotes, a vontade dos
Srs. compradores.
SEGUNDA-FEIRA 6 DO CORRENTE
No armazem do Sr. Annes, defronte da alfandega
A's It horas.
C0MJLT0RI0 HOMEOPATHICO
o qual depois da in-
dispensavel demora,
seguira para Liver-
pool em direitura. Es-
te vapor tem accom
modagoes superiores
para passageiros de primeira classe e igualmente
de terceira.
Para encommendas, passagens e fretes, trata-se
com
SAUNDERS DROTHERS
_______11Largo do Corpo Santo11
COMPANH1A BBAS1LEIRA
DE
XAVEGAfjAOA VAPOR
Porios do sul
Commandante interino A. Isaac.
E" esperado dos portos
do norte ale o dia 5 do
corrente e seguira para
os do sul depois da de-
mora do costume.
Portos do norte
AVISOS MAMfMM*.
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & O.
Rua do Commercio n. 42.
Commandante Xleofbrado.
E' esperado dos portos do sul inclusive oda Vic-
toria, ate o dia 9 do corrente e seguira para os do
norte depois da demora do costume.
Para carga. encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO -7
Pereira Vianna & C.
LEIL0ES.
Leilao
DO
sobrado de um andar e sotao do pateo do Carmo
n. 39,edificado ha tres annos,o qua! rende an-
nualmente 720,000 rs.
Uma casa terrea na travessa da Viracao n. 6, re-
edificada, a qual rende 212,000 rs.
Uma dita dita na rua do Motocolombo (Afogados)
n. 26, edificada em chaos proprios, a qual ren-
de 360,000 rs. H
Uma dita na mesma rua n. 24, a qual rende... .
180,000 rs.
QUARTA-FEIRA 8 DO CORRENTE.
as 11 horas
Por intervenc&o do agente Pinto
Em seu escriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
AVISOS DVERSOS
-~ O abaixo assignado faz sciente ao respeita.
vel publico que deparaud > no Jornal do Recif
com um annuncio para a venda de um sitio
na estrada de Joao de Barros, previne que e ja
sabido que- e o sitio denominado Bomba n. 13, e
que ninguem faca negocio algom com o dito si-
tio sem se entender eom o abaixo assignado e
mais heraeiros ; assim como, ainda o inventarian-
te e morador no mesmo e ainda nso pagou aos
berdeiros a renda de 4 annos.
Recife, 1 de julho de 1874.
Como procurador de minba mulher
Manoel de Souza Oliveira.
LEILAO
DE
moveis, vidros, um apparelho de prata pa-
ra cha- e um relogio de ouro
No sobrado da rua do Marquez do Herval, esqni
na da rua de Mathias de Albuquerque, entrada
pela das Flores n. 37.
Alnga-te uma boa casa assobradada, com
excellentes commodos para uma familia ; na rua
do Lima n. 16, Santo Amaro : a tratar na mesma
roa n. 30.
O Dr. JoSo Jose" Ferreira de P
Aguiar, mudou o seu escriptorio
de advocacia, para o 1 andar
da casa n. 81, da rua dolmpe-
rador.
Precisa-ee de
Imperial n. 147.
dous amassadcres
rua
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL puri
fica a massa do sangue, expelle para fdn
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secrecies, da" vitalidade e
energia a todos os orgaos e di forca e vi-
gor ao systema afim de poder melhor resis
tir a todos os ataques da enfermidade. P
pois este um remedio constitutional. Elk
nunca distroe afim de poder curar; porem
constantemente assiste a natureza. Portanto
em todas as doencas constitucionaes e em to-
das as mo'kstias locaes dependents d'um es-
tadovicioso eimperfeito do systema em ge-
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha db
Bristol e" um remedio seguro e efficassissi-
mo, possuindo inestimaveis e incontestaveia
vrtudes.
As curas milagrosas de
ISscrofulas,
Ulceras,
Chagas ant igxax,
ENFERMIDADES SYPHILI'llCAS
ERVSIPELAS,
RHEUMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto reuome
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, sao tSo so-
mente devidas a
CNICA LEGITIMA K ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
PHARMACIA CENTRAL
)Aula particular de inslraccooj
elemendr
Para o sexo feminino j
cos,
loja
Lindas tarlatanas de cores, do assento branco e preto com salpi-
para vestidos, pel i baratissimo preco de -2*0 reis o covado, na
do
A professora, infra assignada, teodo-
se habilitado na foima da lei, pretende
no dia 6 deste met abrir a sua aula par-
\ ticular na rua do Marqnez do Herval, ou- '
I tr'ora da Concordia n. 139, onde pode-
ra ser procurada ; as alumnas, alem de
se iiistruirem nas materias que consti-
tuem a instruccSo elemental, se babilita-
rio na arte de agnlha, bordados de todas
as especies, obras de 13 e de flores, me-
diante gratificacao razoavel
S. Jose, 6 de junho de 1874.
Esmenia Jenuina Dias.
PHOTOGRAPHIA
IMPERIAL
LOPES &C.
ESTABELECIMENTO DE PRIMEIRA ^)RDEM
Rua do Bariio da Victorian. \i sobrado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima exposicjao
DO
RIO DE JANEIRO
Acha-se montado sob as melhores cor.digoes de arte, e aberto a
concurrencia pubiica, este estabelecimento, o primeiro, sem duvida,
desta provincia, no qual se tiram retratos pelos melhores e mais
modernos sj stemas, empregando-se somente material de primeira
quaLdade, e garantindo-se
Semelhanqa, nitidez e duraQao.
Trabalha-se todos os dias uteis e de guard!, desde as 10 horas
da manba as quatro da tarde, nao prejudicando o tempo de chuva
ou nublado a perfeicao dos retratos.
Faz-se toda a qualidade de copies, augmentando-as ou diminuin-
do-as.
mm
Uma duzis oe retratos de uma so pessoa, em cartOes para al-
bum, ,
Para os retratos esmaltados, colloridos, grupos, e augmentados ha
uma tabella de precos.
Tiram-se retratos ate" tamanho natural.
EXP0SICA0 DE N01TE



*5
1
Diario de Pernambuco
ixta feira 3 do Julho de 1874.
- ***
TMlEPARAIH) POU
Prem
BARTH0LOME0 k C,
HiarrtatrtHrw da casa pmIiIcS. 11 elmdoiVvui^l
iados em diversas exposicoes com o primeiro pre-
mio de sua classe.
O xarope vegetal amerkaio, garantido pubambntb vegktal, oio tcontem em sua composicao
umso atomo de i.pio, e sun sOmente succos de plantas ndigcnas, cujas propriedades beiieficas na
eura das moiestias dm pertenceni aos orgaos da respiracao, lem sido observadas por loneo tempo pe-
lo* medicos mais iMstmetos qae orewnmendarn e prescrevem todos os dias uo tnitamtnto das lirou-
chites, Unto agudas como chr>nieas. as hma, toss s rebeldes, escarros desaogue, tbisica no priraeiro
grao e contra as irntacoes nerveaas. v
f DEPOSITO GlfitAL
34 Rmlarga do Rosario = 34
PERNAMBUCO.
Mil-
'**oio ***
IAR0PB PBITORAL JAMES
OPTIMO REMEDIO CONTRA
TOSSES, IOLESTIAS de P1T0i PHTYSICAS
ensaiado e approvado nos hospitaes de Lisboa,
kgalme&te auctoria&do pelo Conaelho de Saiide Publica,
auctorisacao qu se acha reconhecida pelo
Consul geral do Imperio do Brazil.
ff.
IINICO DEPOSITO EM PER2VAMBUCO
Baa larga mum mmmn
0 INEXTMGUIVEL.
Triumpho da

ENGOMADEIRA.
Lava-se, e engoroa se, com perfuic*o a
rua do Nogui'ira n. 18.
Arubaiii do eft.r.t-murtu bons pian>-s 'urles e de
elr-gault's mod- lids, dos mais uUavei- Lin no
o lurid** '; L'!.c;U;lvs; ti.niio si jam : AMmn^e Ri
! tii-l, Him :v Hers r l'lev.-f W.lff It C. : Va|M4
Fiance/ a WB llaiao *i Vi.-i ria, utiVra No-
v., ii. 7. aprf<_.ic niui to com modus.
Perfumarias.
Finos extract>s. banhas, oleos, opiata e pos den-
in Hoc, agua de Nor de laranja, agaa de loilete,
divina, florida, lavande, pos de arruz, saboncii'*,
crosmeticos, muitos arligo delicados em perfama
ria para present?* em frascos de extracios, caixi-
nhas soruJas i garrafas de aitl'erentes tamanbos
d'agua de Gfilogne, tudo de primeira qualidade
dos bem connecidos tabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nona n. 7. ..
Quinquilhariae.
Artigaa de differentes gostaa e
piiantazias.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
dita.de couro, e cestinbas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gleria,
de damas, de bagatella, qaadroa com paisagens
giobos de papel para illuminacoes, macbinas de
fazer caK, espanadores de palhas, realejos de teio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criancas, e
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes pastes
da Europa, para entretimentos das criancas, tudo
a precos mais resamidos qne e possivel: no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7. '
Calcado francez
A 9$
Botinas para homem
Acabam de chejtar grandes jacturas de botinat
de1>ezerro,de cordavao, de pelica. de duraque
com biqueira, dc bezerro com botSes, e com iltao-
zes a 9^000 (a escolher) por ler vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rna do Barao de
Victoria (outr'ora Nova) a. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de c6res. diflerentes
lisas, enleitadas e bordadas.
"SAPATINHOS de phaotasia com salto, brancos,
pretos e de^eresdtffacentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot; castor e de tranca.
Para meninais.
j BOTINAS pretas, brancas e de cdres differentes,
li?a, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portnguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perii*ir...
PUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM IT. $2
(Pa?sai4o o 'jhafariz)
!tn*ico n 'favor ,ie ems visita a sea esUsbelecunbaij, uara varetn o u-tut ^urtimecu
otnf let > qce abi tem; aeado tnda superior em qoalidirie e fortidfco; 0 qne com a in>
C4lo peaa-iai pode-se verificar.
ESPECIAL ATTE^NCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDiCAO
apuxo O rUUtt U ftgUU manhos convenientea para at diveraas
ircumaunciii dot aenhorei proprielarioa e para deacaro?ar algodao.
tfOGIldftS dG C&HH& de.lO(}08 ol >0Danho8, as.'melQoret qne qo:
Rodas dentadas p,ra Mimae''>g"e vapor-
Tabus de ferro fandido, batido e de eobre.
ilambiques e ftmdos de alambiques.
Slachinismoe RH8SSB
Bombas
rodas
?ai qualqner concerto
Formas de ferro
?N
do
%
algodio.l Podeodo todoa
madeira. faer movidos a mio
/por *go* vapor,
de patoote. garaotidas........ ] on aoimaes.
as macbinas fl pecal dfl qDe ,e coslam* precisar.
de macbidismo, a pre?o mui resumido.
uo mer-
%
V
celebre
Florida
agoa
DE
III IK It.IV rt l,\\MA\.
Uma pura distillaQao das mais raras fl^-
ros dos tropicos. Contern, para assim ai-
zer, quasi o oddr odorifero das flores do
tropico da America, e sua fragancia e quas
inexhausta ainda mesmo por continuade
e/aporacao e diffusao. N'este respeito e
l iicomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de-venda parai
UESMAIOS, ATAQUES KERVOSOS, DOR
BE CABECA, DEBILIDADE E
HYSTERICOS.
E um eerto eligeiro allivio. Com o bom
mi, tem conservado sua influencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, nas Indias Oeeidentaes, Cuba,
Mexico, America Central, e do Sul e nos
com toda a confianca o recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
'icado, riqueea de odor e permanencia, nao
node ser igualado. Tambem faz remover
la pelle:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEIMADURAS DO SOL,
Em tem pos modernos Henlium descuL/i-
mento ope uromaior revolucSo no modo de
curar anteriormente em voga do que o
PEITORAL M
TASTO SO -TRATAMENTO
Tosse,
Asthma,
Rouquidao,
Crupo,
Thisica,
ResfriamPiitos.
Bronchites,
Tosse Convulsa,
Dores de Peito, l
Expecturacao de Sangue.
Como em toda a grande serie de enfeimi-
dades da Oarganta, do Pcilo e dci
Or^iios da rcsiiiracito, que taut
| atormentam e fazem soffrer a humanidade
| A maneira antiga iae curar consistia geral-
: mente na applica$ao de vesicatorios, san-
' grias sarjar ou applicar exteriormente un-
SARDASjE BOUBL'LHAS. I guentos fbrtissimos compostos de substan-Jia.rna
Sendo reduzida com agua, se torna uma j cias vesicantes, afim de produzir empolhas ;' 8ninno>
escellente mistura para banhar a pelle, I cujos differentes modos de curar, nao faziam
iando um aroseado e c6r clara a complei-; senao enfxaquecer e diminuir as forcas de
gio nublada, sendo applicada depois d | pobre doente, contribuindo por esta forme
.larbear, evita a irritacao que geralmente | d'uma maneira mais facil e certa para a en-
occorre, assim como tambem garganteando-1 fermidade a destrui0o inivitavel de sat
ee, o cheiro do cigarro desapparece, e me- I victima Qoam diflerente e pois o effeito
lborav a condicao dos dentes e gengivas. j admiravel do
PEIKSiL SE mCAflUIIAl
Em vez de irritar, mortificar e cauzar inau-
ditos soflrimentos ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor,
Allivia a irritaQao,
Desenvolvo ejentfendimento,
Fortifica o corpo
e faz com que o systema
j desaloje d'uma maneira prompta e rapida
j ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
Precisa-se de urn rapaz de boa conducta pa- melhores votos em medicina da Europa, (os
mo ha muitas imitaijoes, as quaes nao
possuem uenhumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar s6mente o
&moso perfume e cosmetico do sul da
. America, cham
AGIA FLORIDA
DE
MI ItflM A I A AM \\.
Se acha a venda em todos odrogu
lierfamari as da moda.
meias pcrneiras para homens. e mei-as perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Precisa-se de um menino de 10 a 12 aHnos,
dos ultimas chegados : a tratar na rua Augusta
n. 179.
20:000$>.
No Corajao de Ouro se dira quern tem esta
quantia para dar sobre hypotheca em predios
nesta pra;a.
Caixeiro
0 peseador [irejisa de um
niolnados
bom
& rua Direita n. 21.
caixeiro para
tem aa melhorea e maia baritas exiateutea
cado.
3nf>nmmATldaa ^nibl^ de mandar virqaalqaer macbinismo i von-
utuuuxiiuiOUUilB. ude do| C|ie0teif lembraado-lhea a vantagem de fazerem
uai comprai por iotermedio de peisoa enteodida, e t em qualquer neceaiidade pdde
net preetar aoziiio.
Irados americanos in,tr^Into 's01"
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFARIZ
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
24-Rua doMaiquezdeOlinda-24
Esqnina do brcco Largo
Participa a sens frrgnezes e amigos que mud u
o seu estabelccimcDto dc relojoe ro para amesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sorlimento
de relogios de parcde, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qnalidadts, relogios de
algibeira, de todas as qualid? es, t ati<> sui;so,
de onro e prala doorada, foleado (plaquti), relo-
gios de onro. inglcz, descuberto, dos. mtii
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet c prata. lncet. s
detod?s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
RUA
[da:
1mperatriz
! >'.0J82J
[!. ANDAR.
esstta
ssrJ2?t
RUA
DA
IMPERATR1Z
N. 82
1. ANDAR.
Acabam de reformer oseu estabelecimento, collocando-ofnss'melhores con-
diocSes possiveis de'bem servir ao-publico desta illustre capital, e a*s Exmas. Sras. n'a-
qaillo que for tendente & arte de cabelleireiro.
Fazem'Se cabelleir8s tanto para homens como para senhoras, tapete, chignon,
coques modernisshnos, trances, cachopeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros .tu-
mulares, flows, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
O estabelecimento echa-ae providd do que ha de melhor nos mcrcados estran-
geiros, recobe directamente por todos os vappres da Europa, as suas encommendas e fJgu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 % meoos que outro qualquer, garantindo
perfeicSo no trabalho, agrado, sinceridade e precorazoavel.
I'enteam senhoras, tanto no estabelectmento como fora ; vende-se cabellos em
porcSo e a retalho e todos os utensilios pertencentes & arte de cabelleireiro.
PHARMACIA NOHAL
Cozinheiro
Na raa da Gloria n. 118 ha um pr.ra alugar-se,
e um moieque para compras.
Preasa-se
de uma ama quo compre e coziohe, para pequena
familia : a tratar na rua Nova n 23, loja._______
Aloga-se o segundo andar do sobrado n. 12
da rua do Torres : a tratar na casa da rua da
Soledade n. SO.
^
w
Aluga-se a casa n. 1 da rua da Palma, com
bons commodos e fresca : a entender-se com o Dr.
Christovao, a rua da Imperatriz n. 90.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n 41
da rua do Duque de Caxias : a tratar no Man-
Ra casa n. 100.
Na rua larga do Rosario n. 16, ba para alu-
.gar uma escrava para todo servigo de uma casa ;
na mesma casa precisa-se de escravas boas qui-
andeiras, de aluguel ou compra.
ra vender bolos em um grande fiteiro em diver-
sos logares, sendo de vaotagem, preferese qne
saiba ler : para informacSes, a rua do Range!
n. 56, deposito.
CHABLE
86, Rua VIvlenne, D'
MEDIUM SPfiCIU
iti nnH!UDf bis iddib, u amccoM
CrTAREAX. F ALTACOM BO UUHVK.
130,000 am daa imptm
I gens,p*iilulai, tmrptt,
I s a rna, com ixott, acri-
I monia, e altercoei, vi-
___I ciotas do MMfM, vi-
rut, t aiiti ayoei Ao sangue. jXarope vegetal
1!
tomao-te dous or
DEPURATIF
L SANG
Ml
em mercurioj.epar teieUei
PLUS DE
COPAHU
jMinaiia, scguindo o tractamento Depuralivo : 4
mprgado nat metmis molestias.
I Este Xarope Otraeto 4*
ferro de CHABLE, am
|immediaUmeDt qual-
quer purfacao, rela-
\xacat, i debihdadt,
e igunimeaie on jiuxos t /lore* brancas au
ulnem. E*U iuieceM benigna emprataaM
aom o Zarepe de Cltraeto de ferro.
irtillH] Pomadt que at eara ana diaa.
POMADA ANTIHERPET1CA
wntra: au affecfoes eutaneas t eomixoti.
PILWU8 VEGETAES DEPURATIVAS
de Ohahie, cadi frasc* vrai accoBwabada
de aa foiketa.
. AVISO A08 8R8. MEDICOS.
I Car* ctlarrkci, inhi
[coqueluthu irritofiu
nervatai iti Act orm
ehiei t teim at inufm
I do pti H; buu ao does It
oma coihe wMaadwU ianp D' Fomit.
r9r. Wafia wa Paria. r TWle, Mi
Deposito bot-ca Pranceza
22 B da Cruz 22
entes dos collegios de medicina de lierlim
testificam serem exactas e verdadeiras estas
relacSes analogicas, e aldm disso a expe-
riencia de milhares de pessoas da America
flespanhola, as quaes foram curadas com
PEITORAL DE ANACAHUITA I
Deve-se no tar qu este rcmedio se acba
inteiramente isento de venenos, tanto mine
raos, como vegetaes, emquanto que alguns
destes ultimos, e particularmente aquelles
que sao dados sob a forma de opio, e aci-
do hydrocianico, formam a base da maior
! parte dos Xaropes, com os quaes tfio cilmente se engana a credulidade do pu-
! blico. A composicao de anacahuita peito-
| ral acha-se linda e curiosamente engarrafada
| em fracos da medida de cerca de meio
jquartilho cada um, e como a d6se que se
jtoma^ so d'uma colher pequena, basta
j geralmeute a applicagao d'um ou dous fras-
I cos para a effectuacSo de qualquer cure.
Acha-se a venda em todas as boticas.
H. Frosters dt C, agentes.
Unicos agentes nesta provincia oj Srs. J'
; 0. D. Coyle, rua do Commercio n. 38.
Miranda & Irinao
N. 37Rua Buquede Caxias N. 37
Neste estabelecimento encaderna-se
com toda presteza, nitidez a perfeicio,
desde o mais sin-pies ate os mais pri-
morosos trabalhosde setimee velludo. |
Pauta-se e risca-ee papel para livros
em branco, tanto para o commercio, como
para reparticSes publica?, numera-se, li-
vros, executa-se tada quanto Arelativo a i
gammographia. r \
Miranda & IrmSo, munidos de boas
machiaas, bons artistas e excellentes ma
teriaea, julgam-sehabihtados para servir
satisfatoriamente as pessoas que quize- f|
rem trabalhos tao perfeitag como os que
vem do estrangeiro.
--*'
DE
JOSE ELIA DE 9EOURA &
17Largo do Mercado Publico17
(Antiga ribeira de N. Jose,)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposieao do respeitavel publico eta nova Phar-
macia e drogaria, compleumeote provida do iodispensavel a um estabelecimeDto desa na-
tureza, sem excepcao de produetos cbimieos medicamentos preparados no e*trac-
trangeiro, tudo novo e o melbor possivel.
As reeeitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria atten-ao,
e sempre sob as vistas do pharmaeeutico que comfiSe a nossa firma social.
As pessoas quese dignarem de bonrar o nosso esatbelecimento com a sua contlan-
ca, podera estar cerlas de que serao consrieneiosamente servidas, sao so relativamentc ao
que pedirem, como tambem a modicidade dos precos.
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. ANDAR.
Pedro Routier, ofiicial de eahelleireiro e gerente da casa de Gustave Herv?:in, cabel-
leireiro francez; tem a bonra de prevenir as Exms. Srs. familias que acaba de fazcr a ac-
quisJsSo de um perito official vindo ha pouco de Paris, o qual estd babilitado a desem-
pennar qualquer encommenda de sua arte, e se acha a disposieao das pessoas que deseu
prestimo_se queirnm utilisar. Outro sim scientifica que em seu estabelecimento encon-
trarao sempre a Monitor dos cabeUeireiros, onde seacham descriptos e desenhados todos
os penteados modernos, para soires, casjimentos, bailes etc. ,
Finalmente previne a"s mesmas excellentissimas senhoras, que rerebeu am completo
softiroento de coques, cachepaines, bandds, crescentes, etc., e vende tudo pelos precos
ahaixo mencionados:
Coque de cabello de iS, 208 a 50,51000.
Trances de dito 10??, i2& 15 a 20^0C0.
Cachepaine de dito 188, 20^ a 300000.
Crescentes de dito 20^, a o03?000.
raavbem ercontrario nm completosortiroento recebido ha pouco, de cabellos de todas
as cores e oomprimento.
N. 51.Rua do Marguez de OlindaN. 51.
LOJA DO PASSO
i=_____>_
ME
Cordciro Simoes k C.
Acabam do rcceber pelo vapor Mendoza :
Riquissimos cortes de gorgurao de seda lisos e
com listras achamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para seu enfeite, como seja .
franjas, trancas, I otoe?, f.vellas, etc.
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda.
a raa Primeiro de Marco n. 7 A.
8 C(insnilorio bicmHco
DO
% Dr. MiirlHo.
V RUA DA CRUZ R. 26, 8. ANDAP.
~d Recem-chegado da Eurepa, onde ire- rg
O quentou os hospitaes de Paris e Londres, C|
ffl pode ser proenrado a qualquer bora do G
Ej dia ou da notte para objeclo de sua pro- Q
n fissao. t
Pi Consullas das C burat da mauha as 8 ho- ft
ft\ ras, e do mefo dia as duas da tarde. ft
s. Gratis aos pobrcs. ft-
y ESPECI ALIDADES. 5*
V Moiestias de senhoras, da i i
O crianca. fJ
fi :
ffivj
Na iravessa da rua
dasOruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinkeiio sobre
nb<
Ai
ores ue ouro, pra-
^ ta e brilliantes, seja
"M qual for a quantia.
? Na mesma casa
J| eompra-se os mes-
mos metacsepedras.
.>*< OflWP"
.-^''W.'. wO>_
"l-

JABDIM DAS PL\\fAS
Sirop du
d-FORGET
Collegio de Sant'Anna
Este estabelecimento acha se aberto na rua do
Vigario Thenorio n. 21, 2 e 3# andares, sob a di-
reccao de D. Anna Candida de Luna Freire, liabi-
iltada perante a directoria geral da in-truccao pu-
blica. Promelte se aos pais de familia todo cuidado
do tratamento e educacao das alumnas con&adas
qo mesmo collegio, onde os estatutos serSo fran-
aueados 30s qqe os de>ejarem examinar.
A raa da Ventura n. StS < Capunga)
Ahi se eneontram:
Larangeirat celeota e de umbigo enxertadas a 3/
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de 1 a 11
palmos e ate Ja eom flores para dar fructo, alem
das seguintes plantas de ornato e de fructo por
preeo muito commode
Fcgio do. do Cabo, nodia IS do corrente, o-e*cravo de nome 1 'j"I'lj'lj' 1 fl
Jose, cdr fala, alto do corpo, tem na testa uma1 /If HflivlJiU.
marca de talho, outra em um dos .pulsos de um H- *a m #_3. .. J ^
dos bracos, tem falta de dentes nalrte ; este es-1 J*K!l2* ^S. SaK C',dade d *!'
mvofoi do Sr. Yirgolino, de Santo Autao, MBdefSSlJILSSSS^SSLlSE?* m ter, s^uldo
wndodoBrejodaMadre de Deos, ja foi vlll'SK5d?2^SL^^?^^JSf^
eatacaodeOlinda.e depois nos aTrabaldes do Cabo, g-^gyS.8^???^, A *** de al,ora ren"
levando roupa de rkscido, chapeo d paiba, e nas^ 25 fc *S?J?V?"&]Pu?0 ,? 2 meD?s.
cosus um sacco, conteado dentro nma bride e um gP "ft dj" '*>sea^ Ptao
feixe de pistola, velbo, 0 sacco deve ter a marca "* SSl?6"*e'm^ ezcrescenc.a na palpebra
at JStsstst .'rssirsft i Bgr-aas ss ouqdaesmauo,acdaeTfr'
150*000.
ESCRAVA FOftlDi
Fugio da casa de seu senhor a escrava F
de cGr parda clara, cabellos corridos at s ', .i
bros, baixa, cheia d.i corpo, rosto red'iii.'..-. Im
Hie um dente do Iado direito, foi aeoinpanha i
p r um lioinem (praca de cavallaria) 0 qua!: ba-
ma Francisco de tal Vasconcellos. lambcm |.ard .
da mesma cor da esenva ; consta k-rem s..
para osertae, donde sao anibos natuiaes : leconi-
menda-se _as antoridade> e capitaes de ean)|
apprehensao de dita escrava, remettendo'-a .i
Camboa do Carmo n. 3.
AOI'AS MI NEK A ES KATIRAES
DE
Vjcliy-Ciissel
I'rorei-iveis as de VicU>-Vi<-hr
por serem as unicas que conservam todas as anas
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, 6 a mais eflkaz na anemia n
albuminaria. na chlorosis, no erapobrecimei.i
sangue, e nas febres intermittentes. Os resultad' -
obtidos nas diabetes sao muiti notaveis.
/' nte Elisabeth, nao se altera nunca'V .; ,1 maii
rica das aguas de Vichy em bicarbonate de t da
cm magnesia e reeorr.mendada prlos seBborec 1 .
dicos pcla sua efflcacia nos engorgitain-nto* d.
bgado, do baco, nas affecgoes do estomago, do*
rms, da bexiga, nas arcias e na cotta.
EXIJASE
o none da fonle na capsula
Vende-se em eaixas e a retalho, no unico de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
M
Ferreira Haia & Conipauhia
57-RUA DUQUE DE CAXIAS-57
Direita.
seu
I pelos prejuizos.
Abacali.
Acaeia.
Aritieam a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Condeca.
Coracao da India.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Dita branea.
Dita Ungerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Liralo francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticord.
Palmeira imperial.
Parreira.
Pinbeiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
3
of
Na rna Nova n. 80, prweiro andar, noua I \____
thesouraria das loterias, precisa-se alugar nm Aluga-se 0 segundo andar e sotao com bone
cnado para casa de familia commodos, fresco, salas e alcova forradas de pa-
pel e todo bem preparado, contendo 7 quartos,
; cozmha, saieu psra engommado, 3 sala> e quin-
; tal ; na rua do Rangel n. 73: a tratar na the-
I fiourana das loterias, com Antonio Jos6 Podricues
ie Souza. e
a tratar no
Figneira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Ifjn bo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Uita do ceo.
Dbaia e outras mvitas.
E outras plantas : na Capunga a rua d a Ven-
ura n. 23.
Aluga-se
andar na raa do Bom Jesus n. 8
2* andar do mesmo.__________________________
M.noel FerreiraPontes, retirando-se lempo-
rariamentj para a Europa, afim de tratar de sua
saiide, nao p6de, pela presteza de sua viagem, des-
pedir se de todas as pessoas de sua amizade, de
que pede Ihes desculpa, e offerece sens prestimos
em Lisboa, para onde vai reiidir.______
Engenhos
Continuam a estar a renda os dous engenbos ..~ A'upa se P'.'meiro andar do sobrado n. 47
la a ITnilamM imkn. An Mrmn Aa 01 H13 da ImperalriZ
Aluga-se
Aluga-se o sobrado da travessa do Pires n.
9, com commodos para grande familia, com 2
salas, 7 quartos, 1 grande sotao, 1 taniue pan
banho com agua do Praia, muito fresco e exctl-
lente vista, muito pittoresco : para ver, nopavimeD-
to terreo do mesmo. Aluga-se tambem o sobiadj
e jotao da rna di Senzala-nova n. 28, cm 2 salas
um terreno, 7 quartos, tem agua do Prata, mui'.j
fresco e bonita vista parao caes do Apollo o -
alupa para familia.
. ~ w-H- Wiau & C. fazem sciente ao public j
oesta cidade e especialmeate ao corpo do com-
mercio que o socio Francis Wiatt tendo se rrtirad j
da socicdade qae gyrava sob a lirma acima.,fi-
u-Dh dJ,8">to data em dianle o unico socio
William Henry Wiatt chefe e dono da traia om
quern d ora em dianle correrao todos os neeocics
e transaccSes da referida casa, continuant a ey-
rr sob a mesma firma de W H. Wiatt & C.
Pernambuco, 30 de junbo de 1874
o armazem e 3* andar com sotao, sitj a rua da
Praia n. 59, tendo bastantes commodos, e pintado :
a tratar na rua do Vigario n. 31.
Jussaral Grande e Undervald, ambos do termo de
Serinbaem, a pouco mais de legoa da estacao da
E*cada, moem com agua, e o terreno prodai o
melhor assu^ar e mandioca, alem de outras com-
modidades que offarece : a tratar com o proprie-
tary dos raesmos, no engenbo California, am 'Se-
rinhaem.
do mesmo sobrado.
a tratar no segundo andar
Aluga-se os seguintes sobrados e armazens
a rua do Apollo n. 4, Moeda n. 39, e Companhia
Pernambucana n. 11, outr'ora becso das Boias : a
tratar na rua da Imperatriz n. 38, ou rua do Vis-
conde de Goyanna n. 16, '
O iDvottno
uuso de Albuquerque .Hello
incumbe-se de promover cobrancas amigavel
ou judicialmente, assim como de outros neescio*
concernentes a *na profissio, nos logares proxi-
mos a linha ferrea, e nos outros termos projimr-*
a esu cidade; para cujo anxilio tem o anuun-
ciaute sobcitadores habiliudos e probos, respon-
sabilisando-se no eotanto pela boa gestao e conu
do que Ihe for conGado.
Mediante modico honorario acode aos enmados
para diligencias ou consultas fora da cidade e (ft
termo e ineumbe-se da defexa de appellac5es ante
o tribunal da relac3o. Pode ser procurado d?
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptoria
^rua do Duque de Caxias n.37.






I
.-Y
wirio Id^aniambuoo Sexta, feira 3 *J Jaalho ie \i1i
n
FUNDICAO DE FERRO
4' rea da Barao do Trinmpbo (rua do Bruin) rs. 10
CARDOSO IRMAO
AVISXM aos senhores de engenhrs e oulros agricultures e ao publico em geral quc
continuant a receber de Inglaterra, Franca e America, todns as ferragens e maebinas ne-
cessaries aos estabelecimentos agricolas, as mais mode nas e mellior obra qoe tem vindo
ao mercado.
V aporeS de /orca de 4, 6, 8 e JO cayallos, os rcelhores que tem vindo ao merado
UaldeiraS de sobresalente para Taporeg. u ^^
MoendaS inteiraS e meias moendas, obra ,mo nunca aqai mo.
TaiXaS fiindidaS e batidas, dos rqelhores fabricantes.
ttOdaS d'agua com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
RodaS dentadaS de todos os tamanho. e qnalidades.
Relogios e apitos para vapores.
** '-- de ferro, de repucho.
3 taAOi je Jiversas qu^; jades.
Formas para aasuoar,graodfli e p,quenas.
Aarandas de ferro fundido, francezas de diver** e bonitos **.
* OgOeS francezes p3ra iepha e carvao, .bra superior.
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Ma china
Valvulas
tojc ,"i.cn .Jft
Emprezadogaz
A eropreza do gaz tem a honra de annunciar ao
publico que recebeu ultimaraente um esplendido
sortimenlo de lustres de vidro, eandieiros, aran-
delas e globos, cujas amostras estao no escriptorio
ja rua dolmperador n. 31, e serao vendidos aos
sens freguezes pelo prepo mais razoavel possivel.
Precisa-se de duas amas, un-a para comprar e
coz nhar, e outra para engommar, que sejam am-
u v.u* jwiu, "as peritas : quern cmizer dirija-se ao terceiro
passou a fevereiro e abrll ae 1872, e hacla cumprio; andar desia Kpograhi*,' para tratar.
e por este motivo e Roga-se ao 'film. Sr. Ignaoio Vieira de Mall
aserivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a coa-
cluir aqaello nefeoio que S. S. se eomprometteu a
realisar, pela terceira chamada deete jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro
Qm, pois S.\S. se deve lembrar qua esto negocio
le mais de eito annos, e quando o Sr. sen fllho se
actovajiesla cidade.
Ama
Precisa se de uma ama para cozinhar:
na rua do Rarao da Victoria n. 25.
AM A No Corredor do Bispo n. 5, precisa-
awfl,.!e alugar uma e-crava que 9aiba cozi-
phar.e engommar.
fi/trrniDO aV> ioKn Ztk1t& \ma Precis a-se do uma ama
u* -..,i.vw. A.-^K.mmtq/ ^Mft efay^, par.a.casa.do familS
forra ou es-
: a tratar na
roJ)j
lie a
.sti&6I
*>m
ardim.

lfff
para
para mesa e banco,
para gelar sgua.
para bomba e banbeiro.
Con-bias inglezas para machinismo.
KanCOS e SOiaS Com titas de madeira, para jardim.
OoncertOS concertam com promptidao qualquer obra ou machine, para o que teesr
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoaj'.
SnCOmmendaS mandnm vir Pr encommenda da Europa, qualquer maehinismo,
parn o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londres
11 com urn dos molhores engenheiros de Inglaterra; incumbem-se de mandar assentar
alas raachinas, e se responsnbilisam pelo bom trabalho dasmesmas.
RuadoBarao do Triumpho(ruado BrumVne. 100 ad04
FUNDICAO DE CARDOSO dlRMAO.
,4^ofa.jia,
PretiM-se;corBPrar uma negrinha de 0 a A M A
10 annos de idadi, qoe seja sauia e se(B, vi-
cios: quem tiyer e quteer vajadar dirija-se a.o
* andar dosla tyjjographia para tratar.
g ftHMHmioi5!dieo-eirf!fgief) |'"
A.:fcttSSya &aia. -ft! A HI A
Raa do TiaaODde de Albaqoe^ua n. Wjl^T. -mt p-ara C39a de homem
rua da matriz da. Roa-Vista. '*T
Precis a-se
ray^. par.a,
rua de Hi r.tas n. 1^.
Pre?isa-se de uma ama que
aaiba bem cozinbar e com-
il, ou
outrjpra rua
da.Roa-Vi|tv
a rua dt F. amirfij : a qnaiquer hora.
,\J
PrMsa-se de
ra engommar :
I'niao n. 3$.
uma ama pa-
ua rua da

A -M A SsH
Preci;ase de duas, s ado
cozinhar e com-
butra para lavar e
, engommar, preferinlose a primeira, escrava : na
$? dp'Crespo n. 7. ___________________
Preoisa-9e de uma ama para
eogommar para casa de pooca
famtiia : a rua do Queimado nu-
3.
i
Engenho
Vende-se o engenpo S. Pedro, situado na pro
vincia de Alagoas, comaita do Porto Gklfb, a
menos de uma legoa distante do porto de mar do
flamella, tem oxce!lent*ferra8, matas, e safreia
ttgulatmttita 2/ OO^jiesi : a tratar na rua do Vi-
no SU8I,
IM-:?#*,Mg
COMLfOiHO
49 Rua do Iniperador 49
' -^>..Si
Ila neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamades autores,
corno sao : Hera, Pleycl, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
JlOT'-, r ::Jados expressamento construir para este clima. o qual os amadores dos
bons p!.-p i s6 encon!rarao nesta casa.
Hi bem-se pianos usados em troca.
r.< :certam-se e afinam-se pianos.
iViv'jem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
sempre o mais comploto sortimento de materiaes para concertar pianos, como
folha para
etc., etc.
.,5 U.
i
OS
mesmos, cravelhos, parafusbs, castor, camursa, cordas.

n 4
crava fueida
&1
O Dtinna a cstarfugidadesde i7 de maio docor-
i, a -: ava Maria, cor cabra, idade 26
. mi ri regnlar, m gra, tern todos os den-
perft-ito? fem falta alguma, cabellis carapi-
teu Diarcas de bexiga no rostoe tem urn
1' coslura urn pouco grande e cstufado
roTtniente de urn antraz quo ella teve,
sigqai e no meio das costas na alluradas pas,
- Hi' e outra ps, e ella torn o vicio de
, I > u vestid i Je rliita clara e dons chales
. '' am wlh i c ouirn novo de cor encar-
!i'ersos padriles ; talvez ella diga em
: lal [U : p te q;i e-liver que e forra e troqne o
ie : esta escrava tem uma irmi mulala, escra-
- Fugio do eng-.inho Ajudante, freguezia da Ei-
cada, no anno do 1872, o escravo Guilberme, com
os signaes segaintes : pardo, com idade de 25 an-
tins pouco mais ou meaos, altura ecorpo regular,
ol&os grander, cabellos cachiados, pes compridos
e seccos, rosto comprido, alguns signaes de bar-
ba, aartz comprido e nm Uinto arqueado, nmas
sardas pelo rosto, faz algum movimento no andar,
desennfia-se que esteja na cidade^a Parahyba.
Koga se as autoridades policiaes e capitSes dp
camp s a apprehensao de dito escravo e sc-r en-
tregue ao sau senhor Emilio Pereira de Araujo,
no cngenho Ajudante, e receberao nor paca
aoo^^oo.
DO
Josi- Felix da (uniia
nczes.
Medico operador.
BUA ESTOE1TA DO H05ARIO N. 3.
Da consaJtaa todos os dias das 9 ho-
ra9 da manha as i da tarde, dessa hora
em diante acfaa-'-se prompto para qual-
quer chamado, em casa de sua residencia
a rua da Priaceta Isabel n. 4, junto a>
esta^ao dos trilbos de Clindp.
Das 7 .as S horas da manha da consu'.-
tas gratis aes pobres.
ESPECIALIDAI>E
Molastias syphiliticas, via digestiva c fc
br3.
,a>ero 32.
Precisa-se de uma que cozinhe
e coiupre. para casa de famrlia,
T composta de I pessoas : a tratar
0 Commercfo a 48, primeiro andar.
A tvq Precisa-se de uma ama para cozinhar
?**** Dara' Casa de rapazes solteiros : a tratar
najua. d_o Qnejmado n. 43, loja.
Imna Precisa-se de uma la^adelra e uma
xx,LUttJ5 engommadeifa, para casa de pequena
familia : a tratar na rua. Direila o. ' ehapeos.
Ama <1** leitn
Precisa se de uma ama ch? leiie sem fi!h'>,
seja de boa coadocta : na rua do Cofc-.-ello
mero 129.
qqt
DO
Aos 4:00
Bilhetes garaniidote
Rua do Bar do da Victoria (oulr'ora Novd
n. 30, e casa da costume
0 abaixo assignado acaba de vender dos seu-
nuito felizes bilhetes a sorte de 4:000<000 em um
meio bilbete de n. 134, e a sorte de 700/ em me:o
bilhete de a. 3027, e um aieio de n. 274 com a
sorte de 2004, alem de outras sortes menoree de
40*000 e 20/000 da loteria qa s acabou de ex-
trahir (1031; ; convtda aos possuidorea a virem
receber, que promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muiio felizes bilhctes.qus njk> deixarao de
tirar qualquer premio, como prova peto3 memes
annuncios
Acham-se a venda os muito felizes brtnwtes ga
'antidos da 25' parte da loteria a beneficio da
nova igreja de N. S. da Penlja, que.se ettfiibtra io,,
dia 4 de julbo.
Prcfo
Intel ro 4*000
Mei.i 2*000
De lOO^OOO pnra cinaM-r a i
Inteiro 3#SO0
Meio f?7S0
Recife, 27 de junho tie i874.
Jodo Joaqmm da Coslalj-Hf
Vende-se-duBi ptctet do
engenho Novo, isito na fre-
gueziia.dftSeriphaem, distan-
tJe da esfealcao de GameHeira
3 leguas, moenle e corrente,
que s^eja cerca de 3,000
paes, cpra optimas terras,
movido a agua e bem obra-
do, por preco commodo a
tratar com Dr. Felix de Fi-
gu^iroa;. a rua das Calgadas
n. ifs Up nox, .arsenal de
^uerra.

os em Mam am--
Precisa-se de uaia ama p i cozi-
nhar, para casa de pouea fas-iia : na
rua do Cotovello n 120.
AMA
a casa terraan. 133'da rua de Vidal de Negr.ii-
roe. ?om excellentes commodo* : a tratar na rua
do Marques de O-inda n. S2. armaze.m.
Boa casa.
Aluga-se o palacete do fallecido Cnstodio k^w
Alves Guimaraes, na ilha dos Ratos (Boa-Vista),
onde morou ultimamente o Illm. Sr. Dr. Ignacio de
Barroj Barreto : a tratar na 1 ja do Passo, a raa
Primeiro de Marco (antiga do Crespo), junto ao
arco de Santo Antonio.
Ad N. 9
va i o Sr. R:cardo, morador em ligipio. onde rni j teiga ingieza flo/ a -1W00
vu la a dita escrava Maria, que esta fugida ahi
litd li"; t, constn (pie alguem tem ella acou-
porque lem sido vista nas ruas dosta cidade.
a Udas as autoiidades p.iliciaes e capi-
i. de c mr.o quo a capture c |ove-a a rua da
a. 30. que se gratiflcara.

'
v

m
m
cosslikw
HEfili-CIftlip
DO \
Dr. Santa Rosa
Baa do tlarno <9n ^ < toria
oulr'ora rua Nova a. i6, primeiro andar.
CO.\,,ULTAS das 10 hrras --a manha
ao meio dia, e chamados por escripto a
qualquer hora do dh c da ncite.
ESPBOALIDDES partos, mclestias p,
de oihos e do apparellio respiratorio. ^S
Escravo fugido
Desde 8 do corrente mez que esta fugido do
engenbo Sapaex.ia, de Reberibe, o escravo Luiz,
pjrdo, cabellos de caboclo, rorpo regular; e.-la
um pouco palli Io por ter acabado de se tatar de
uma bronchitf--. Recommenda'gfl a sua captura.
Ainda esta para alugar a loja do sobrado n
41 da rua do Range!,a qual tem armacao e pres-
ta-se para qualquer negocio : a tratar ao segundo
andar do mesmo predio.
LIVHOS A.YENDA.
A'o pri.jjiro and-r desta typographia em
mao do alministralor, von le-so os seguiu-
te livrinhos:
O :n.ii:ito Espcrto dialogo ins-
tructivo, cfilic.o, analylico, ljistorico, e mo
ral, enlre um matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
Etluciirito FamiliarromaD.e, 0
e uma serie '!o leituros, 2 volumes por .. ..
IgOOO.____________________
Precisa-se alugar um pequeno sitio mi im-
mediarOes ) Ponto de Uchoi at^ Casa Fort?, que
lenha-baixa do capim, cochoira para cabriolet e
eslribarii : quem o liver. p6de dirfgirse a rua da
lmpM,.tiiz n. 55, tinturaria.
.Na nnvulha do Sanu Rita n. 57, i^recisa-s
alugar Oma preta n.ra venderccm taboleiro.
Xo Pmgres-o do pateo do Carmo vende-se man-
ingieza flor a 15200 a libra, franceza s 800
rs. a libra, bem como tem um complelo sortimen-
to de molhados para qualquer chefe de familia
fazersuadespenca, que encontrara preccs mas
commodo? do que em qualquer oulra parte.
llscravo fugido
Fugio de Villa-B-Ila o escravo de nonie Jose,
caboclc, de 30 annos de i 'ade, pouco mais ou
menos, altura e grossura repolares, tem os peito3
abcrlos, eabelo corrid), falla bem e com raodera
cao; d.n-'a que veio para esta cidade com o Am
de centar prae> : pede-se, portanto, as autorida-
des policiacs e capilaes de campo a apprehensao
do referido escravo, e cotpega-lo em Villa Bella, a
sua senhora Carolina Cavalcante de Andrade, ou
no Recife, loja de Goncalves, Irmao A C., a rua do
Livramento n. 22, qua serao com genorosidde re-
compensados.
Vicente fugio
Na noite de 13 para 14 de marco do corrente
anno fugio o mulato Vicente.escravo, de 20 annos
de idade, bonila flgura, barba e estatura regular,
levando veslida e em umsacco roupa de algodao
branco e alguma mais lina, pertenceulo a um cai-
xefro da casa donde fngio ; (i natural da freguo
zia de Sant'Aiina do N'attos, diz er livre, casadc,
e teT sido crtadn em ompanhia da madrinba D.
Anna Loiza da Luz, de quem. alias, foi escravo :
roga-se, portanto, as Srs. eapitaes de campo
eautoridadeS'policiaes a.approben.-.Vo do dito es-
cravo, e entregal o n* cidade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Juaqu m Mcreira Reis, ou
na cidade do AaHi ao Sr. Torquato Augusto de
Oliveira Baptista, que serao geflerojf.mente grati-
fioados.
Fugiram do enfc'onho AJoiante. n. ..-imode
1870, os escravos seguintes: 1. Francisco, ^rionlo,
preto, com idade de 28 annos p uco mais u m- -
nos, altura regular, corpo regular, olhu.s grandes
e branens, dentes perfeiios, cabeHos carapichados,
pes grossos, barba a cavaignac, b;g >de e para,
uma cieatriz por cima do olho esqoerdo. muilo
eonversador e risonho. 2. Antoai', cabra, c m
idade de 25 annos pouco mais ou menos, alto,
secco, oihos graodes e vermelhos, aoaca barba,
cabellos um taoto soltos, dentes- perfeitos. rjos
compridos e seccos, ambos comprado3 ao narSo
de Nazareth. Roga-e portanto aos eapitaes. de
Campo e as autoridades policiaes a caplura aos
mesmos escravos, visio haver desconiian; 1 qne
estao occultos na co^iarca de Pajeii de Flores,
ou Rio de S. Francisco, qr.e terao a paga de 6l'd*
a quem 03 levar ao sea-senhor no engenho Aju-
dante, ao Sr. JSmilio Peroira de Araujo
% GONSULTQRIO *
MEDICO-CIHL'RGICO
& DO
S Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
Nao se prestaaaoo peaueuo espacc doarmazem
n. 10 A, a rua da Hadre de Deos, pan am abaste-
eido deposito das diversas m^rcas de fao, quo o
abixo assignado ataejava ter, acha se d'ora em
diante abfrto outro es abelecimento sob a ojesma
denominafSo de
ARMaZEM do fumo
A' rua do Amorim n. 41
ewn todas as proporc5es desejadas, e'onde pode-
rao os senhores fregoezvs dingirse, certos Je que,
Como at& aqui, ach raj sempre a par da modici-
dfcde dos precos, a maior sincaridade possivel. En-
tre as diffcrentes marcas do fumo da Babia e Rio
de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba de
chegar uma encommenda especial, que muito deve
eonviraos senhores freguezes. Conscie.te o abai
xo assiguado de que neste genero de negocio n3o
esta seai competidores, fara mailo por oviur que
tambern > tenha com relacao ae pequeno lucre
qua proenrcra obter da dita mereaJoria.
Jose DomiDguos do Carmo e Silva.
Qffereee se um caixetro brasileiro para ta-
verna, tendo ba6tante pra'ica : quem precisar, di'
rija se a iraverea da rUa Bella n. 8, que aetrais
com quem tratar- Da iiaura de ua eonducta.
guape.
Vende-se os seguintes :
Barra,
***** r
A tratar com seus pronuetarios nesta gfed<-
e para mformaroes com Joaquta Pinto (W Me
, Alles Fiibo na mesma cila4e de IfcntarqMao-
_________ Taaw> Jjrrni..s A .________
Wil-on Rowe & A*, npdem no tea annaxcii
Cas para alugar
Aluga-se uma 3asa na rna do Marquez do Her-
vl n 207, com 2 quartos 2 salas, cczinha, quintal
e cacinoba : irata-sa na rua o Santo Amaro a. 6,
2 andsr.
Alaga-se uma-escrava para todo o sefvira :
a traUr na rua da .Jloria n. 146.

.Of jf!
Precisa-se comprar jow escravos, pedreiro e
carapina, paga se bem : a tratar na thesouraria
das loter:36, a rua Primeiro de Marco n. 6.
rua-de Commercip n. II
verdsierro panno de aJg<>(i^n>zul aei.^ncux
Excafente flo de vela.
GopBc de 1* qualidade
?mho do-Bordeaux. Jf
Carvao de f^edra dw todan ao qnalidade* '
TACHAS TACHAS
BATIDlig i WFUNDIDA^
Sjslema aevo
Mais Laralo do quem era qaalqiter outra>pt'>
N
C. STAftft* Vendem
Wilson, Rowe & C.
Em seu armazom a rua do TtapWie n. li*o st-
fTOinte:
Algodio azu! aomicano.
. Fin de vela.
Carvao de padra de todas as ajwWadi.-.-.
Tudo nraito barato. dC
m
&
0
m
PARTEIP.O E "OPERADOR
Rua do Yisconita i!> \P.>n que n. 3. x t
ESPECIALIDADE
iHalcstlas de senboiraa e *!?
meninoH. -g
("onsultas das 7 as 10 horas da ma- ~*
nha, todos os dias.
Das 6 as 8 danoite, nas segundas, qnar- '**
tas e extas-feiras. ^*-
Os doentesque mandarem os seus cha- :s
mados por escripto at 10 boras da ma- ?j
aba serao visliaiios em suas caaas.
0.
M.1
r*rv r,

Irastes.
'V.>

IMSii
Precisa-se
!\'Sofci mais cabellos
brancos.
u TWTiiiuuiu mm.
So e unicaap;orovada pelas acad'jmiaa de
Msiencias, reconhecida < peri or- a toda qu
tera apparecido at^ hoje. DeposJtQ prinei-
pl a raa,,da,Cad9!a do Recife, hoje Jilar-
qwiz de Oliud*. n. 51 1. andar^ e era
todas as boticas e casas de- cal>eHfci-
rwros.
de um moQO que tenha muita pratica do serrir a
mesa nos hoteis : a tratar no hotel da Bordeaux.
I. Rita Zeferina Coellso da tl\a^
Incite.
Antonio do= Santos Sonza I.eio
convida a todos os seus parentes e
amig s para at istirem a missa do
setimo dia, que torn do ser celebra-
da por alma de sua presada e fal-
lecida tia D. Rita Zeferina Coelho
da Silva Liiio, <|ue t'ra lugar no
convento de S. Francisco, no dia 3 do corrente,
pelas 7 horas da manhSa, por cajo obsequio se
confe-sa desde ja elemamwite agrad'C^o.
Cesaria Candida Nobre de GhsinTio, seus filhos,
genros e netos, magoados de seutimento pcla mer-
le d'? sen filbo, iiraac, cunhado e tlo o capitao
bacharel era mathematiea Cesario de Almeida No-
bre de Gusmao, convidam a tod-js os parentes e
amigos para assislirem as missai do setimo dia
que tera lugar is igroja de Nosa Senhora do
Carmo, no dia i do corrente, as 8 horas da ma-
nha, setimo do recebimento da noticia do falleci
memo- do cito seu lilho : e desde ji agr*deeem
cordialraenle a todos qus se dignarem assistlr e-
melbante acto de piedade.
f-asa
de smide dp 8an!o
Anarflf.
Joio >la Silva Ramos, proprietario da
casa de saude, tendo regressado da Eu-
ropa, reassumio a administracSo, e o
servico medico do m#3mo estabelecimen-
tos, e espera que o publico continue a
depositor a confianca, quc .-empre depo-
sitou em vi^ta de seu zelo e interesse
pelos doent^s alii recolhidcs.
Joao da Silva Ranics, medico pela Uni-
versidadc (*e Coimbfa, dc volta de sua
viagera a Europa, eont-nua no exercicio
de eua pronVsao, preatando-se a trator
de qualquerdoente dentro ou fora da ci-
dade, e dando censultas diariamente das
10 as 12 boras da maaba em'=eu escflB-
torio na ma do Imporad^r n. 67.
Joao da Silva,naos,devflnil' teceber
mensalmente da Eyropa, vaeciua de su-
perior qualidade, presta-so i. ir vaccinar
qualquer pessea em sen dMmleilio ou em
aea gaainou narua do lrppenarior n. 07,
nas qoarlas.-'feira?, e jabbados das 10 as
: 13. horas da. manha.
Aluga-se
uma casa terrea muito fresca, a rua das Cal^adas
m 35, com.Sqaari&sv 2 salas, eoeinha e quintal
com caciiuba : a iratar na ruaNova n..oo.
pas-ado
Cheshire condensed Milk.
Leite conlensado novo.
Gerveja de Noruega.
Keller & C.
&m?/tm .. I^SiSi^
Ffigw no dia 2de abril proximo
escravo Kenedicto, erioulo, de cor preta, tem 22
annos de idade, i onco mais ou menos, e da esta-
tura regular, nao tem barba, tem as costas eorta-
das de antigos castigns que soffreu, tem sido visto
para as bandas da Encruzilhada, Beberilw e no
Recife : roga-se a todas as autoridades o capiiaes
de campo a soft apprehensao, e remettelo a rua
Direila n. 22, qne serao genercsamente reeompen-
salos.
It
Francisca tie Houra Kauios
C Branco
. Domigos Jose da Silva, magoado
do sentimenio pela mono de sua
prima D. Francisca de Moura Ra-
mos Castello Rranco, eapooa de seu
primo e amigo Minervino Ferrio
Castello Branco, convida a seug
parentes e amigos para assistirem
as missas do setimo dia de sen fallecimonto. qu
terao Ingarna igreja de S. Pedro, np dia 3 do cor-
rente, pelas & boras da manha; e desde ji agra<
dece cordialmente a todos que se dignarem assis-
tir semelhante acto de piedade.
Aluga-se o terceiro andrve sotao do sobra-
do de azulejo, a rua da Imaerr.triz n. 14, o qual
tem excellentes commodos para uma numerosa
familia, e oulros gozos da vida domestica; coftiQ
agua encanada, gas, muil-j fresei, e uma excels
lente vista ; e a grande vanlagenv de eeaclrar
cajada e pintoda ha pouco tempo: a iratar no pri-
meiro andar do sobrade a:raa.do Vigaiio n. 1.
Protectoca das Faioilias
0 Sr. Antonio Viceato,, Pereira deiAdrade uma.carta so^re oefoeios da.aascci; $Se. P.eteclo-
I Anhmjo A4"lpho Fejnaade* roga- a todos os
sous credoresdo apre entamm suas oontas n> pra-
xo'de 8dias,alim de*er pagas a rua do Mar-
que* deOiiada; n.- 13; e nao.se> respoBsabilisando
dfrfaturo por al.uuia.que pessa/appareeer, sendo
estas apreseatadas a Jesuino Alves Fernindes,
afim de verifica-lM
Pernaabucrv20 dejunhoda 1871..
_*________. Antonio Adolpho Fernandes;
S. CARLOS
Vende-se ouarrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipoiuca, moeote e correBte, com to era psrfefto estado de conservaeao, e mniio bom
d'ngua : a rrKtar na trnvossa da ma Duqncde Ca-
xias n. 3, 1* a-ndar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
Compra se e-vende-se trastesnovos
e usadps no r>rmazem da rua o 1m-
perjdor n. 48

* Conspra-sp nma balan^a para balcao : na
rua de Monas a, 12.
\raa a*
no estate em que se acba o sitio no lucar do Re-
medio, freguezia dos Afogado? n. 13; ebio proprio,
com 3U) palmos da frente e 6"8 de fundo : os
pretendmies dirijam se ao seu proprietari a rua i
de S Francisco ifesla ci lade, sobrado n 10.
Vende-se a laverna da rni das Carrocas n. 1. j
que fa esquina para a rua do S. Joao : a traiar
na mesma.
Com o n. 43, a rua
Queimado n. 43
BeiYontc do be ceo tlo P?i*e Frilo.
n jaalo a loja da Hniraolia
Cli<-Sbi>m : Clu giiniB :
LIzinriuj J qu^dros pretos a 240 rs. ocovad
Ditas de quadros e-de cures a 240 rs. p covad
Cranadine de listraa, a parisiense, a ICO rs o e-
vado.
Poupelina de sedade furta corps a '.& o ova,!
Cambraia Victoria Qna a 3^(.00 a p*ca.
Rita trans;iarenl : a 25 e 2*500 a pe?a.
Lances chinezes eoa versos a 1J18(M> a duzii
Chales de ch ta a escoceaa, por 2> cm.
Clsiias do cores a 240 e 280 rs. o eivado.
Brim pardo fino a 400 rs. o covadi.
Cotchas para can:?, a 2i e 35 uma
Leaedes ^e bramr.ate a 2i.
Cid>e"ita9 adamasc.-.ilas forradas a i} uma
Bsias p^ra bomem. peain do ftVei a ',; a duzis
Ffiattias muito gr.tndes a 5i300 a dona.
Hitias d.- iistras .* M^w. o eoVad*.
HsdapoUfl avariaiio a ,155)(0 a pfa>
Camisas inglezas.-. 2j! e a uma.
Ditas do cretohe a 33 ama. \
AproveitfRi qne e^rtn-os fazerii- |TMia
iwsbi, nunra menos M> 40 por eiato. Hb-si
3SK>*tras it in pfr>Jx>r.
|ende-se pes de sapotas de optima qualidade :
rua do II spicte n, 7o.
Vende-se onda-se saciedade, enirando com
capital, n'uma laverna bem afrezuezada para a
trra, e o motivo da venda se dira ao comprador
a iaformar na travessa de S. Pedro n. 10, tave
ma.
Vende se a ta verna da rua
39 : a Iratar na mesma.
dos Guirarapaa
Uimizeiii da es-
IreSla.
jUnico deposito deealbr n-
ca do S. Eento e Jagua-
ribe.
\ 0 -fiaes do P??^s---iV.
0 dono desie armazem de aifcrlM) cimtra:
em grande poroiw cal preia, pJa incdiua dos f i
nos, mediaata aju-te, maudan.lo botar no lor:
competente, rarantindo seried.Ja nele uegiic.u'.
GE1XM
'it 111
AOS 4:000,^000.
BILHETES (;AMi\TH)0a
A rua Primtiro dS Crespo) n. S3 p. cojas do cesium*.
0 abaixo assignado, tendo vendijo nos seus fe-
lizes bilhete? u:n meio n. :JOj" core 7001, dons
meios n. 1648 com 100*, e ontras sortes de 40 j
e 20$ da loteria qus ?e acabda de exu-ahir (105),
convida aos possuklores a virem receber na con-
Ibrmidade do costume sem deseonto algoia.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garaatidos
la 2V parte das loterias a beneflcio da nova
igreja de Nossa Senhora da Penh* (106'), qne se
extrshira no sabbado, 4 do mez vindouro.
PRECOS
Bilhote- inteiro 4/000
Moio bilhete 2^000
6M PO'a'jlODE 1005000 PABA CIMA.
Rilhete inteiro 3*500
Meio bflhete 1*730
Manoel Martins Tiuza.
Aluga-se a casa ni 2$ ntt a do Pilar :
tar na rua da .Cadeia a 3.
wn
a tra
A commissao ho mead a' para a verifi-
c*Qao dos creditos a m^sso faliida d Sfc-
ooel-da Silve Ponti>, vonviJa aos res pec ti
vos craddrfts a apresentir Ihes seus litulos
at^o dia 4 dr/corrente mez, no escriptorio
de Cramer Frey & C, & rua dj Bom Jesus
9> 6a.____________________________________
Formigas de roca.
u Precisa-se tratar com um ItOmsm qne safbaTo-
. Bear furmigas de roca : a fallar' ; rua do' Barlo
?rda VlctoriaFn. 2*
*+
Fazendas baratas
MadapolSo de 3*500, 4*. ',*500 e 5*.":00 a peea.
Dito francez, fino, de ojWO, 5*500 e 6^500 a
peca.
Algodao marca T, bom, do i*, 4J50O e 4*800 a
peca ; aao pole haver nada mais barato I 1
Lindas lazinbas eseoceaas, pelo diminuto preco de
200 e 240 rs. o covado.
Chitas e metins claros e escnros, boa fasend3, de
^ 260,280, 300 e 320 rs. o covado.
Chapeos de palha e de castor, oCo miaimo preco
de 2* 111 So na rna do Livramento n. 30, loja
da liquidacao.
Parece impossivfI: sapatos decharlote para homem
e senhora a 2* Itl
Liodoi punhos e golirhas para senhora e raeuina.
de 80j rs., l*0CO 1*500 e 2*. lodo borJado, c de
cambraia mui fina ; tambem tem gravatas e man-
guitos com gola, idem; ricas cairiteinhas Udas bor-
dadas, de cambraia, para senhora, e outras mui-
tas fazendas, que se tornarao enfadonho meneio-
na-l.i3 : tulo se vende com 20 0[0 noenos do que
em Giitra qualqu'r part'. so na rua do Livramea
to n. :-.0, loja .1- LiT'. :' i'i-h'& C.
ofrcs de ferro
Vende-se em cara de Havkes 4 (',,
Cruz n. 4.
(Ahaf:iriz do ferro
casa de Ilawke* 4
a rea d.
Vende-sa
Crr.z n. 4.
em
C. a
rU
Gimento Portland
do verd&ieiro : na rua do Vigario n. 10, priisar
andar.
Sedas a 1,^280 o covodo.
Vende-se bom tas sedas do listras d^ lindas c i
res pelo baratissimo preco de 1*280 > e vado.
aproveitem que esia se acabando na rna do Du-
que de Caxias n. 88, loja de D^metrio Dastos.
Casa
^iSUlirf.
ro Sal
Ant. nio Jose Rodrifars da Souza, na thesoura-
ria-da' loterias a rua casa de laipa e lerreaos de seu? sitius no lugar
*i Salj'dinho : a tratar sotnente m n mpsmo.
0.
Vende-se uma excoHento armacao le amarello,
invernisada e envidrnca 1, dm poura> uso, propria
para qualquer estabeleciraeuto,4)c>r ser de excel-
lento construcQao e prestar-se a fazendas, miude -
zas ou tnolha los, eto. ; assim como venle-se um
balcSo naquellas condiQi3es : para ver e tratar com
P.'cas & C, a rua e treita do Rosario n. 9.
Yinho
- Aluga,-se o seguadiq andar do sobrado sito
^.^SdJifiS^^^h?^6^'' "J0^'' raa de lWVW*ws n. 86, com os commo-
17,annos de idade, ura.floneo.haao, representando-1 dos seBuintaac i sahs, irandec b hw'anio frs-
tec menoa idade,. c* .p^to,, pej grandos, nariz^as 3 mSSLi'iS fera um cfr'redor colu
S ti1^^*^^}'^ii0 aDP*"! portao ^rl&tttoS'e Sfctaba Su C
JSede ^^Zm^^UVVsl! ^, que aohara co., q^v tratar.______________
ja protesto-se contra quem o tiver homisiado em GolldllCtor
-,,, ,|\ 'jV'riL.'i'?"! : ':'j ;,'':r-77: Na rua do RomJesas' n.i 17, precisa-se fallar ao
t5i?^ iFf "**?"** a"S--
Pewira
riidas -familias
aor ndar.
X^caTr^;.^s^0i1U>^v,? Sr. RicardoF. Cataooho^eVasconceltos, emprega-
S^|^^'f ^ na linha ferrea W Caxanga.
1 lift UTU ;, ,.Ki!ttl nm; nntek.^. J- IjfltSPiaCI
-4-. PBaoMMe' dKMKlaspess
- pi^ ene6^d> C-aiXeilO
na roado Vigarw 0/ 7, F^n;jswariijadiia.,emjnottki*,a rapo.r *\ftfa m. Prtcisa-se de um caixeiro de 12 a 14 annos
para taverna ; na ra Imperial n- 201,
1 fabrica de
sabio, Jos Afogados.
'I,
%'erdc
de
Atiiaranthe.
espeeial.
Vendem Pocas 4 C, a rua estreita do Rosario
U. 9, junto a igreja._______.
Fumos especiaes.
Teem pgra vonder Marioel Jos<5 Tisoco de Sou-
za, no seu armatem a rua do Amorim i n. 41, as
Seguinte? rcarcas d? primeira'quah'dade'e por pre.
Ijos rizoaveis e
i Fumo de Goyaz em corda.
Dito do Rio, novo, desfudo.
; Dito de Daniel dito, e de nutras quaHdades.
Vende so a armacao de loaro, com calxllbos
e envrnisada, em bom estado, da loja da rua Direi
tan. 83, per prego muito eomR)dK; a tratar uas
Cinco-l'ontas n 31,
Para admirar
Popelinas de go.-to o mais moderaa qus ba. W. pof J* Ctjvado. las de lindas pado-'s a 320
rs. o ccftd^~etPaYAVDtJi&d9ftcufst9
'>
I
V ende-se
i caa-* roa' do NrguM* b. 38 : ro tjassna --
ara wcr quem.se trata.
Villa de i'almares
Vendf-.w diss casas nesta vlMa- uma na rua
Bella e 'Wv n*'pftwa da feira : a ttajat co o
Dr. Aajoaio Uarg.es. leaJ, na mesoa.
Vende se nai tenen* na'M*V> di et
Cuml">, Bom fi braras em qnadr.s e quasi tod
coberto de maitty eujo f->t di:smeu*rad5^d t
engenho, ?onJo yraito perto *a esta^rJ dorCutani-
buca.. .Vajad-se a diuhe;ro ou a praj^^coja ga-
rantia : q\ per -.nca.-a eaHwler-sa^ eonr rt fa^HMMia, u no
pevoado de MUAtBk. c da Silvft^aWOe*.
-. ------------ "n "' '^
U
IV
Tra'.ifjas- de caiwil^
hun^tvo, ~"f'V~"~''H^vrlrt-ti'rijiMtiaM< ,
a l8|Wla:u*a : sd a rtfT dT'Mtaffrl'if%2
case dtPd^fcpj^rt li^ ... m t
Asunicas verdadevras
Richas haii.burgaejai aa' vela a *ta'fc$rca<'o;
na rut do Mar.pi/>?. Je ulinda p. 5|



Y '
. <'

DiwM348 -^ernatdbudo '-T&jxfo! ft&a 2 W Juffet5&1ee^?i?C
*
if p
tazen&nskftr&ts
^ --PSi ..
Lordeir Shades
S' esta uma das casas rjne hoje pode com pn-
vazia oflteMceraos seus fregftsaes um vartodissi-
o csortimeato de fazendas fiuaa para grande it*-
ette, e bem assim papa, usa ordinacio dp ludas as i
classes, e pt>r prec* vanlajosos, 'das quaes faz urn i
;e'iueno resume. "
Mandarri taaendas as' papas, d.i. pretendentes,
jara o que tem pessoai .Jces(iWio, e dio amoslrfts
nediante peahor.
Cortes de seat de linoa* cSres.
'irosdenaples de todas as c6re.<.
!>orgnrao branco, lir.o, do lislras, preto, ^tc.
selim Macao, pneto' ede cores.
Grosdenaples preto,
v'cHado preto.
'Jranadine de seda, preta e*de cores.-
Popelinas de lindos padroes.
Filo Ue scda, branco e-broto.
^icas basouinas dn sn.l.i.

!
DA OVAflOl
Rua da Imperatriz n. 72
7
UE
MENDES GUIMARAES & 1RMA0S
Up i
HfMp'dftlriipefatri& b. 60
PARA f.BQllDAft
Grunudrnu itfifcta a SO r o!
covado. 1 '
0' PavJo vende'gfaria'dina preta e lavfada

Acabarn de fazer um grange a$iiimfhtb nos pretjos de suns f-ze-nd.is .iiun-'P1-'1" barato prc-go tie 500 rs 0 covado.
dendoa grande falta que ha bojo de dinheiro,^ por issQ creio qua o pro.;.* au.e vi meu- .ALPACAS PR MAS A- 50O, 6*0-E 800 RS.

cioriad.) ngradara ao respeitvef publico.
CHAPEOS, DE SOL DE SEDA A 45000.
Ven Je-se chapeos do so! de scda para se-
; nhoras e meninas a 49, ditos de alpsca fi-
j nos com 12 astcs.a 4*. ditos da r.erin6 de
.duas cores a '5*, ditos de seda para ho rem
a G5, ditos inglezes com 12 astes a 85 e 9.' 3-2
BM.tf PARDO A 400 rs.
prosritttf oara vestidos,
i!es da
''icas ba=(juir>as do soda.
."tsacos de merino de. cores, la, etc.
Santas 'brasileiras..
Corles com aWbrala branca com Kudos borda-
i1ica9 capelJaa e mamas para norm.
Biqnissimo' soriimento de las com lisiras de
>^da.
Cambralas dr boreS.
Oilas marlneta.*, rfrnM;"!iM! e bordadas.
Naozuqtiea do lindos padflSes.
!)apti*tas, paikves deiicadns. ,
Porcal.-ra* d- (juadros, protos e brancos, listras,
'Iv ., etc.
Brins de linho de cdr,
:>xa barra e fish-as.
ilicos corles do restido do lichu.
nftsma cor, uliima mod?
Ditos de cambraia do c6r?s.
Fustao de lindas cores.
Saiag bordadss psra senrinrns.
'".amisas lx.rdadas para KoMlwyde Imbo e ai-
fij.in.
Snlifateoto de luv.is rfa venla'deira fabriia de
"vin, p;ir> Womens e seriioftis.
-'eMoa*- p:t-a immini/s.
^ito? para raplpiri >.
Ihap&w^tT^ Hito.
Toainas e gftard'aaapos aJama*cados de n de
r.para me?a.
Oolehaa de la.
Cortinados btirdarf- s.
Jraade soriimento dc.camisas de linho, lizas e
D-o-tfadiis, para homens.
dpias de tfores p?.ra homens, ireninos e meni-
ri
:'i'.as e?coceza.
';ornr'e;o sj.iiniepte de chaueos de sol oara ho
ocea b sebnoras.
Merico Je rfiw* psra vestioo.*.
lo preto, Wrnrado e ^;'; de "erao.
itillmia do nlw ^ algodio para to
*toiihado pa-rdo.
Daniasco de lii.
I rins de linho, branco de ^flre? c 'preta
Setim ds lindas dVes com li.Mras.
Ohslcs dt merb.6 de cores e preHs.
Ditos de ca Ditos df. scda pieta e de cores.
Ditos de tooqiiim.
CaniSaM de ohiia'pars ItofaeVw.
Oitas de flsn<'lla.
"-r ul.is de linho e algndao.
Pjnaos de crucliet j-.ira .<"'.', w-uas e ionsc-
LencM l).r>'.idos e d!e bft 'ichas Be crfic'i'"..
I'iirla'.ann de loJas i# cores.
R.cos corles de vastidos de laria'ana l ara corles.
EspariHnos Uso., Lordados.
Poulard de seda, liddas cores.
*f?iasdewda parfa se.nhoras e m<'nina.
Rieas facbas deseda e la para seniioras.
Rico soriimento da Ipqaes. de marireperolaa e
.iSSC. r
Damasco de fnL
Jasemira nr<-ta 'e decflres.
Cbita, rnaia[if!ao panno too preto e azul, col-
arinhos, punhos deiinlio e aljedao, pravaias, lu-
as de 6o de E-'C".->ia, 'flpetes de Indus os tama-
Qho. h'ls.is (! piagt-m, peitos bordados'para ho-
nienf. k'in; is de linho br.lricfl e de e&resl. toalhas,
(tMrdanajinSi .ti-.. etc.
"Dor.iu;s a itboo.
Veil Je-se cradle's para cadeiras a 10500
c&da uii..
LAZiiNUAS A 200 REIS.
Vende so lazinbas para vestido a 200,
, 400, e 500 rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500r REIS,
venue-se brim pardo escuro a 400 rs. oj Vende se tlpacas de cores a 500, 640
covado, dito de cores com quadiinhos a 800 rs, d covado
500 'rnVxr^np evCrmnl lOiLVNDESORTIMEMODETAPLTES A 4.
iiuiutsutLitjuiuu A55. Vundose grande sortimentodetapetes para
\ende-se corles de casemira de cores para tudosos tamanhos a 4, 4J5500, 59, e 69
.calca a 59, e G9, ditos de dita preta para ca la um.
: cal^a a 49, 59, 6, e 79. i
BRIM DE ANGOLA A 29 0 CORTE. MIAHD8 SORTIMF.NTO DE ROUPA FEITA
j, Veudc-se cortes de brim do Angola para ; NATIONAL.
calga a 29, dito rnuito finosa 39. Calcas de riscado para traba bo a 15000
ABERTIHAS PARA CAMISAS A 200 BEIS c I?*00-
j Vende-se aberturas para camisas a 200 rs,
; ditas mais finas a 400 e SOU rs. ditas de j
lesguiaoa 19, ditas bofdads a 29. !e
CUITAS A 240.
Vende-se cbitas para vestidos a 240, 280 'e
e 32o rs o covado, tem escuras e claruS.
I MADAPOLAO A 39. 'e
' Vende se pecas de mad?polao enfestado a !
39, ditas de dito inglez a 49500. 50, e 69, i
ditas de dito francez fino a 79, 79.00, Sa'
!)9000.
Calcas de brim pardo a 19900,29. 22500.
Calces de brim de Angola de c toj a 29
39.
t) Pav2o tem um grande .Sdrtimento de
alpacas" pretas, que vende'a" 5*)0, 640 e 80i.
rs. o covado, assim cdmo graude sorti-
mento de cantoes, bombazinas, princezas
pretas, murin6s, e outras inuitas fazendas
proprias paralutb:
CA.VBKAIA VICTORIA A 49r00, 49500
02000 E 79000.
0 PavSo vende um grande sortimenfe de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada pega, pelos baratos precos
de 49000, i9i0->, 59t)00, 69000 e 7C000
a peja, assim como, ditas de salpitto bran-
C9, a 7^000, e pechincha.
CAMSAS FftANCEZAS A 2(5000, 19500.
39000 E3r500.
0 PavSo vchde um bonito sorUmento >it
camisas francezas com peito de algadao, *
2rt)00 e 25500. Uitas com p.ito de linh.
dc 39000 a 6900O.
Tinas de 69010 a 109000: as
TRATAMENTO E CURATIVO
DAS WOLEST AS PfiOl^ENIENTESDA IMPURya BO
SANCUE
PELO
19
0
I)
rr


IE inimigo aeerrimo contra
a carestial
NA
Hna Prjiiieipo de JIareo n. i
Qutr'ora rua do Crespo, defrou-
te do arco de Sauto An-
tonio.
BAPTiSTAS, temos grande soriimento 'desfa fa
zenda e vendemos muilo barara, a 360 e 400 rs.
c covado.
ALCA*SIA.\'AS de bonilos desenhes e cores fi-
xas, a 4C0 rs. 0 covado. So no barateiro, ventaam
apreciar.
METIXS Irancados, francezej, fazenda superior
e de bonitos gnstos, a 240 e 280 rs.} Quern riva-
iisa ?
OliiTAS de bons gostos e de cores fixas, a 240
e 260 re. So aqni.
LAZINHAS es^ocezas, padrdes bonitos, a f80 e
'00 rs
DITAS de linho e las, padroes inteiramente no-
vas, a 240 rs 0 covado, fazenda que cuslou sem-
pre 400 rs. So no barateiro !
CRETON'ES escuros e'elaros, fazenda superior a
ft H(1b (Sfln n iK.i-niln
.grande sorUmento d6 ceroulas de linho e di
i>iras de casein ra de cores a 59o00. 69-'i-s__ 1
-.* v uv algouao, por pregos baratos, e tambem tcix
' .__ complete sortimentodep"unloseconarinbo.'
Calcas de casemira preta a 39o00, 3*o00rtaoto de liulio como de aigodao, po;r ftjffA
' jem conta.
Palitots de riscado a 19. CORILN.iDOS BOKDADOS PARA CAAW \
I aletots de alpaca de cores a 29. JABELLAS, DC 79 ATE' 259O00 OTAB
0 Pavao vende U ^rand'e.Si-.rtimento dt
cortinados bordados,. proprios para cama <
jane.llas, pelo-barato- prCc;o de 77000,85001).
10^0(10 ate 259OOO, a-sim como : fcolaa.
:e= d.nuasco de I muito Una de 109000
l-.'*000" cada' uma.
BUAiMANTES A 1*800, 29000 E 29500
0 Pavao vende bramantes para lei^des.
tendo 10 palmos de largura, sendo 0 di
Palitots de a paca preta a 33, 39."<00,
59.
A' rust do Cabngh n. t \.
Os proprielarios da- I'redilecta, no iutuito de
conservar o.buin conceilo que leem merecido dx
respeitavel publico, distinguln'do 0 seu estabeleci-
memo dos mais que negociam no mesnio genere
veem seientificar aos seus bons freguezes que pre-
veniram aosseus correspondeates oas diversasfiar-
cad- d'Europa para lhes enviarem por todos ospa-
quetes os objectoi de luxo e bom gosto,'oAiev se-
jam mais hem aceitos pelas sociedades elegante."
daquelles paizes, vista aproximar wo tempo d*
fesla, em que 0 hello sexo desta linda Veueu
AREOBEDEPUR1TIVO DESALSAPARRILHA, C\-
ROBA E VELAME
, PREPABADO POR
, BARTHOLOMEU & C.
I hnruiaccntlcos dacasa real de S. 11. F. El Rei de I'oit,. ...
I'remiados em diversas exposifdes com 0 premio de sua classe.
A saitde 6 um bem inapreciavel, cuja importsneia e valor s6 est4 reservado ao cnler-
rno aynlial-o E'incontestavel quo 0 homem neste mundo e" constantemenle, e por todos
os Iados atacado por uma infinidado de agentes morbidos, que todos tendem, dadas ccr-
tas e determinadas circumstrancias, a alterar 0 regular exercicio das funccoes organicas
resultando desse desiquilibrio o que se denomina molestia.
A molestia nao e mais do qtie a desvirtuagao d.is for^as vitaes, occasiouada, sc-gun-
do as invcstigacdes e expenencias dos mais abahsades meslres da sciencia, pr la deprava-
Ditas bordadas muiti \';* dos hurcores geraes, consequencia da acr;ao maligna desses mesmos agentes ruorbi-
dos introduzidos no organismo pelo ado da respira^ao, pela %ia digestiva,Dpelrj contacts
immediato, A syphilis infelizmeotfl tem sido a partilha da bumaniiad", e como e f6ra de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina d uma molestia hereditaria, ella tem sido obser-
voda em todas as iddas.^ebaixo de todas as suas formas tao varisdas, enfraqu-cendo
COftSliJui^Oeg robustas, produzindo mutilaQOes e co tando ainda em flor da idade vidas
pre'eiosas.
El minar da eeonomia esse? principios deleterios, epurificar a massa geral dos hu-
rhores tem sido desde tempo immemorial 0 Qm constante ,da medicina, e osdepurativos
fig'u am em primt-i'ro lugar para preencher esse 'desiderato.
:' de prcfereDcia no Teino vegctaPque a sciencia aconselba que devemos procurar as
depurar ooigftnismo, eliminaudo os principios novicos a saude

barato.
Vcnde-so u-n pfqnono si io perto da esta-
;,io do S;-.L-.i lioho, toodo aaltnos, e do fundos mais de quatrocentos,
Mini n-v.i i4egail)e 0.19a da 'aipa, acabada de
p-.)x'm e ben is8i'ia4a, loivlo 4sal 3, 2
(uartos e:ozi:iha lora. 0 terreno 6 pro-
arie o hum do plantafdes, d-ndo fllcunus
irvoves do [nifto, agua de bebor e fodo cer-
",ad.i.
'.'.ra ver 0 mais exp!i-;a<;oas, no inesmo si-
.10 s 'jiwiquer born a (sutriolcr-se com Tris-
ao EraaciMdl T>rrs. pwra tratar, na th'e-
- luraria d
u. 6.
s lotorias.
r>a
t
M.i
in;o
HMS
a 200 rs. o covado.
S6 na rua do Queimado n. 43, junto d
ila Magnolia.
;oja
Cheguem, veiiham a ellas I !. .
Laziohas die qnadrinhos a moda 'scoceza pa-
nhoras < iWeUinas. p. It (liini.uito preco de 200 rs.
0Covado
So 0 i.'!, loja dc Soerra & Fem.'indes.
I)"ic--e amostra>. com pe h r.
Pillulas Catharticas
de Ayer.
Para todos os effeitos d
um remedio laxante.
Xao ha segnramente, nn
remedio tarn universalmenta
proenrado como um cathar-
Uoo ou purgantc, e nonlmm
ontro tem siao tao usado em
lodoe 03 paizes e por todas as classes, como estas PILI.V-
J.A.B, suayes mas efficazes. A razao 6 evidente, formao
nm remedio muito mais eerto e efflew qne nenlmm outro.
Aquellcs que os teem nsai%do sabem que M teem curado
peio seu uso, os que nao os ensaiario sabem que seus amigos
e visuilios se teem curado, e todos conhecem que o resultado
tirado uma vez; se tirara todas as vees, e que us PU.Z.U-
ZAS nunca falbao por conseqtiencia de erro ou neelivrencia
na sua oomposicio. 6 6
Temps milhares sobre milhares de eertilicados referentes aa
listinctas curas que hao effectuado estas pillulas. Das moles-
nas quo cm soguida mencionamos, poreBi tend* taes ourag
conhecidasemtodaaparteaondetemi pene jado, des neces-
sari 6 publica 1-os aqei. Adaptadae a todas as idades e a,
to.Jas a condicoes, em todas as climns, nfio contendo calom-
elano nem outra qualquer droga deleteria, ellas podem ser
tomadiis por qunlquer pessoa com toda neguranca. Sua,
capa d snoeal as consenra sempre fteseas, e as torna gosto*
-as ao palladar sendo taajbem puranjeute vegetaes, nao po-
>lcm resultar efeitos prejudiclaes se i>or acafcbTorem tomadaa
c W;'f desmaaiada. 0 papel que serro de ooberta para
sada vidro leva diraccues minticiosas com relacSo as seculn-
tes molMtiaa que m PIZ.ZVLA8 OATBAJtTICAS rapi-
..amen.e curao. Rara a I^nipta oh I.uUeett&o, DU-
pacencim, l.an^uUer, Falta de Appetite, devem 6er
'.ornadas em dose mWlerada a flm de estimulttf o eBtomaBO a
restablccer uas funccios saudaveis.
Para as Boeneae a Flaado e suas diversas symptoms*
fnzaqueeat BUU>teu,-h*> me Cabeea, leUHeia, Cot-
**+Btlioeo, e JFebree JSilieeete, devem se tomar tombem
nioderadaraente cm cado eaeo, para correger a accSo viclada
*urtmont o obMacolos que a causio.
Para a DytcmUriei ou IMmrrMee), 6 geralmente bastante
nma dose pequena.
i'^KheumaUtmo, Gotta, Arrelat, TatpUaeao do
Coracao, Doree nat ilhargal ou coital, devem er
tcmadas contmnadamenfe, ate> alterar a accJo dog oreios
diwegulado,,de sorteqoe/simolestia dlsapparoca.
Para a Hydropeiia e ZmthaeSei JZydropiemi, e precise
toma-l-as freqnefitemeote e emporefies assas jrtndes para
ftroduzir o efleito de um purgativo drastico. Como ih^h-
tivo pan o Jantar ou (yiMida, toma-so uma on duas para
promover a digestio e ajuaSir o estomago. Uaut on duas to-
a davelraente.
Qualqjer qoe se acha regularmente bom, tomando uma
ou duas d'estas pillulas se achara, muitas vezee, decidida-
2S! 5"%5 P?1- ru* q"e ellaa purificam e resiaurfig o
ppareuio digestivo.
, 400, 4i0 e 'i80 rs. o covado.
POPELIXAS de seda e linho a 600 e if; apres-
semse a mandar ver.
i DITAS de linho e algodao a 7C0 e 800 rs. o
covado.
| BRIM pardo trancado a 260 e 280 rs. o covado
So no t>arat-iro .*
DITO de cores, fazenda muito boa, a 500 rs. o
j covado.
! CAMBRAIA transparente e Victoria a 3*500 e
! "alSOO a peca Aonde tern ? No barateiro t
BRAMANTE de linho de duas largui as, I 200
' a vara ; admira ? e exacto.
ESGU1AO de linho e a'godao de 10 jardas, por
DITO de linho puro a 8i a peca. Ao barateiro,
ao barateiro I
MADAPOLAO francez fazenda superior a hi e
65 ; sempre custou Si.
DOTINAS para senhora, muito superiores, a if
e is300. Saaqni.
TOALHAS alcochoadas a 45500 e 5*000 a du-
zia. A ellas, a ellas.
CORTES de crelon francez, bordados 55500
e 65 I
Ditos (uso da eo;le)'do cambraia a 10*. Sem-
pre custou 155-
SORTIMENTO de chapeos de sol de seda a 7*.
85 e 9*. Venharo antes que se acabem.
DITOS cabo de marfim de superior qualidade,
a 11*500, para acabar.
DrTOS uara senhora, a 35500 1 Sempre cus-
taram C* ; estao se acabando, venham a elles, a
elles 1
GRANDE queima para acahar de camisas fran-
cezas e inglezas, por todo 0 prreo a 175,1*, 20*,
305. 355,105 e 48* a duza. E' no barateiro que
tem.
GRANDE sortimeulo de grosdenaple de cores,
a 15, 1S200 e f*500o covado. So no baratein I
Quem oasa dizer que nao e barato ? por cerlo,
Binguem. ,
CHALES de casemira com listras, 0 mais mo-
demo que ha a 3*300 e 4*, fazenda que casfa
em qrjalquer parlo 6/. \Tenhm a elles antes
que se acabem II Ao-1 om torn I
Alem destes, outros muitos frligos que deixa-
mo* de es; ecificar para nao massar nossos fre
puefts, mas e?tarao patentes a vista d s compra-
dures. Atista do expost fieamos convictos de
que virio fazer ac^uisicao de boas fazendas oor
pouco pre^o.
Ao barateiro I I
Na rua do Crespo n. 1.
Augostinho Ferreira da Silva LealC.
Para baplisados.
Amaral Nabuco & C. veadem vestimenia com-
pleia de cambraia de algodao e de linho, borda-
dos e enfeitados ; toucas inglezas e franeezas ;
sapatinhos de seda e carmim bordados ; cha pre-
to e verde : no Bazar Victoria, a rua do Barao
da Victoria n. 2.
Vende^e a taverna da rua da Concordia n.
146 : a tratar na mesma.
Vende-se ;I0 passaros bons cantadc res, sen-
do 2 optimos sabias, 2 bicudos, 6 curios, 18 ca-
canarios, entre elles ha Lons brigadores, 1 pata
tiva e um bigode : as pessoas que tiverem gosto
por passaros aproveitem esta oecasiao : na rua
larga-do- Rosario, ao 3> andar da casa n. ?6.
Vende se 0 deposito da rua de Thome de
Souaa. anligo beeco da Lingoeta n. 12 : a tratar
no mpsmo.de.iusito.
Vend-se um escravo cozinheiro, de idade
de 30 annos, gadio e sem defeilo : no eateo da
S. Pedro n. 26.
wmmuutm fob
J. C. Ayer & Ca., Lowell, Maes., E.V.
VENDE 8E POR
hao franeezas
O Barateiro sempre queima.
Jfj* fiua Prim' iro de Mar?o *i N. 1.
Ooir'ora rua do Crespo.
Grande sortin^ento; de beftinas para bqraem e se1-
,nhora, tendb dlrersos gosths e rodos os nurhfros e
por prejos ainda deseonlrecidr s do roerado,'_para
homem 05 e "*; para senhora 4* e S$ : ao barata
e bom convida 9,barateiro
.lo cftlcado franevz
loja
____________DO BABATEIRO.
Livros baratissimos
Vende-se alguns lirrcs d dlreito, prepara
torioa e litleraiura, em portuguez,fra'5icez e inglez-:
na rua do Cabuga n. II, loja de oias
120 ja recebessem pels paquet'e francez diverso
irtigos da ultima moda, veem patentear algrrtK
d'entre elles que se tomam mais recommeDdaveis.
dsperando do respeitavel publico a costttmada
concurMncia.
Aderegos de tartarupa os mais lindos qne teste
vindo ao mercado.
Albtins com ricas capas de madreperola e d
relludo, sendo diversos tamanhos e baratos p.-a-
os
A dere'gos completos de liorraCha pre prios nara
!&to, tarabem se venderiv meios adefeeos hluito'ho-
'irtos.
iiotdes de selim preto e de aires para omato tie
estidos de seshora ; ism bem tem para coilete
palttot ,
Bolsas para senhora s, existe um hello sfcrtirten-
de serla, de paiha, de oliagrim, etc., etc., poi
harato preco.
Donecas de todos os tamanhos, tanto de louca
como de c6ra, de borracha e de massa ; chama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para e*te arfigo,
pois as vezes tornam-se *s crianoas um pouco: im-
pel tinentes por falta de um obiecto quo as on-
treter.ham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulas de linho e de algoidiio, de diversos pre-
cis.
Caixinhas com musica, 0 que ha de mais Irndo,
com disticos nas tampas e proprios para presen-
te
Coques os mais modernos e de diversos forma
tos. < .
Chapeos para senhora. Recefceram umisortimeBtc
da ultima moda, tanto para senhora, demo para
meninas.
Capellas simples e com vi*o para noivas.
i.ak-as bordadas para meninas.
Enlremeios estampados e bordados, de lindoi
lesenhos.
Escovas electricas para dentes, tem a proprie-
itade de evitar a carie dos denies.
Franjas de seda pretas e de cores, exinte nm
j-ande sortiraenio de divercas larguras e barato
oreco.
Fitas de saria. dA grgprao. de setim' e de cba-
uplme, de diverts larguras e fcopitas cores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
Fi r artificiaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre um hello e grande soriimento des-
a3 fio es, nao s6 para enfeite dOs c^bcllos, como
tamhem para ore a to de vestido de noivas.
GaJGes de algodao, de ia e de seda, brancos, pre-
os ei de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Laco3 de cambraia e de seda de diversas core*
para seonora.
Ligas de seda de cores e brancas fcordadas para
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
perola, marfim, 6s-o e velludo, tudo que ha d*
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para ahsar os ca
bellos ; leem tambera para tirar caspas.
Port bouquet. Um beilo'sorlimento de madre-
perola, marfim, 6sso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
provida, nao so em extractos, como em oleos e
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
rabricantes, Loutin, Piver, Sociedatfe HygieBica,
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis |tara
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commode
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordaaos ,para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorii-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de saias.
Vestimentas para, baptisado 0 que ha de melhor
gosto e os- mais moderno s recebeu a Predileeta
de or ar.topreco, para Bear aoalcance
'jualquer balsa.
Rua do Cabuga n. 1
substancias proprias e depurar ooiganismo, eiiminaado os principios novigo.
peld augment') das >ecrer,des naluraes ; e (jue possam ao mesmo tempo neutralisar a virus
spphilitico, ainda qu ndo e;>te virus ja tem feito erup^ao no exterior debaixo de suas mul-
tiplicadas formfS. Os granges o incomparaveis depurativeis vegetaes conseguem
muitas vezes prevenir os ostrag.-.s da sjpmlis, quando por ventura se acha ella ain-
da no estado de inr-nba'cSn; isto ci, sem setcr manifestado sob formas exteroas; bene-
algadio a WSOfte 25000 a vara, e de lnh<' pciomcompsravel, tartfo mais porque neste estado os individuos igooram CDmpletamen-
a 2$4'00, 2C800 e 300O a vara: e pechiu- te se estao contaminados por esse terrivel inimigo.
cha. Felizmente para nos o recurso prompto e sem igual para combater virus taodelete-
(TTflTwii* Yifioilt^ ohn 9 4-<#0fi0 rio encontramos em abundancia em nosso uberrimo solo, nessa riquezi inv^iavel de es-
WdiMlc ptJLHTuOlid, A <$VVV pijciei df! Teg.0tS0Si muit.)S,j0S quaes ainda tao pouco .onhecidos ees:udados-com pezar
C ,O#000 o dizemos.
Nos im-receu a preference na grande variedadi do planti de depirativos que pos-
"irobaJacaranikt procera
mpetlre, dcS t. Hil; da fa-
litica de Ranlle, tla firrirlia
GORGES- DE f.ASM RA.
G'Pwvto recebeu wnv praiide porpio de
corles de C86imeras de cores para- cairas, e
vende pehj' barato preco-de 40.0 e 5^00
cada corte, na mi dn- ImrJeratnz n^ 6#, ilnja
de FoKx lVrcira'.da'Sil*a.
hSMEllALDlNA A 801) RS.
..-.
d Pavao rece&eu- urn, bonito sortiiaoiiu.
Js 'Hwis-v l< games esmerafdinafi. com listras
de seda,.sefhlo.em wres e padi-des-as mais
novas que tem vinjo ao mercado, proprw6
para veMidos, e veixiepelo-baratiasiin'o pre-
c<>dft800 r&. o GtKvado, a-rua n. 6fl.
(j Pavdo qilema on arttgos
seguintes:
Cortes de enrabrnia branca, transparente,
com -enfeites bordados de In a 5^080.
iiiv e tadoB*>roes-ib.rdado6., IAH08 e
13&0&0.
Ditos rtfuito rrens a aSjfcflOOi
Borilas lansiniias para vestidos, com lis-
tras de. sedfl, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparentes e .de.muita fan-
tasia a 50, 646 e 800 rs.
Cintos dcetim detwdases cores a 58O0O
Punhos com gollinhas desguL6o a 500 rs.
Sedinhas de cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de naofo a 1-5-C00.
Ditas de dita ditas sem mofo a 1-rGOO s
206O.
Diversas lansiuhas para vestidos, de 240
Bte 500 rs.
Cokhas de fustao braneas para cama a
2-5500.
Ditas de dito de cf a -4JW00.
ambraias brancas^ abrt8s,, para vesti-
dos, corte a 69M0.
Cortes de cambraia branca com bonites
enfeiles bondados, de if6r> com- figurino a
GS00O.
Per;as de madapeljo com pequeno toque
de ataria a 4S<500.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com leve toque de a varia a 4^500.
Madapolao enfestado com 12 jardas em
perfeito e6lado a 3(000.
Pecas de madapolsio com 20 iardas a
5tO.
Brim pardo para roupa de homem e me-
ninas, covado a 400 rs.
Cobertas de chili para cama a 2#500 e
3000.
Bramante de linho com 10 palmos de
l8gura, vara a 2)56(0.
Atoalliado eom 8 palmos de largura, vara
a 1 :);J00.
Espartilhos brancc-s e de cores a i6 e
DiJOOO,
Cortes de casimira a 46 e onjOUO.
Jas Asparagineas.
Kxtrabindo s6montc destes tres importante vegetaes os principios medicaraeotosos
pelos procf ssos mais apt-rfeic,o.id s da sciencia moderna, conseguimos rennil-ns ein um
cymp- stu agradavc' e de facil applieac5o,' cujas proprfodades |.ara acura da grande serie
Tlas moleslias sypliililicas t tolas as que proveem da impurozs dosangue, nossos estudos
o repetidas experiencias nos convenceram serem incomparaveis, as que se tem obtido
comemprego. nas differences forrmhs conbecidas, oos principios de cada um Jaquelles
vegetaes de per si. Nao prccisuoios d^screvertao importanies plantas, fazer conhecfdas
suas virtudes; ellas eseusbons effeitos medicamentosos ja sao bem couhecidas, quer em
n,psso paiz, quer na Kuropa, on !e abilisados botanicos e tlisiinctos medicjs se teem del-
las occupado, e mesmo ostcs experimentado com optimos resultadbs no trat-.mento i\t
muifos pedecimentos.
0 nosso, Arrobe depurativo de Salsaparrilha, Curoba e Volume torn um sabor
agradavel, a sua acgao e suave o b'nigna e de nenbu.na fjrma produz moles'.ias.raedi-
camentosas, como acontece geralmente a todos os compostos em que entram substances
mineraes com) mercurio, o iodureto de potassio, etc., :ujo uso prolongado 6 sempre
para receiar, priucipdmente por que traze.n grande alterar;ao do sangud, resultanlo de=!e
estado muitas vezes hydropisias, quasi sempre funestas. -
Sendo asmolestias, como acima dissemos, lend s asaltera.oes dos humores, o Ar-
robe Depulativo de Salsaparrilha Caroba e VelcLme podo sor empre'gado vantajlsauente
na syphilis, i risypelas, rheumatismo, bdbas, gota, dores sciaticas, ulcoras chronicas,
gonorrheas chronicas, molestiss da pelle, etc., e em geral en; todas as molestias em
que se lenba em vista a purificacao do systems sanguineo ; pois que nos as con tfrites
experiencias tem feho ver, qne elle e indispensavel nos casos gravissim.s pira minorar
os soffrimentos e prolong ir a existencia, e nos menos graves a cura e a consequencia do
seu uso convenientemente prolongado.
Assim, pois, nutrimos a convic<;ao de que o uso do nosso nova preparado jusTrfiqae
cabalmeute as nossas asseveracoes, porque senlo medicamen'o puraraento de prin;ipios
vegetaes, nossas experiencias ate hoje tem'contirmado sua utilidade.
DEPOSITO CERAL
34.Rua Larga do Rosario.34
___________ PERJiAMBLCO.
I que visitarem este grande eslabelecimecto
que se acha aberto desde as 6 boras da m:-
j nbi ate" as 9 horas da noute a
Rua do Barao da Victoria u.
I 22.
Cura dos eslmlanienld dunlra
pela facil applicac;ao das
SONDAS 0L1VAES
DE
GOMMA ELAST1CA
Vendem-se
.\vHiphas. Lui/iuhas (' Bemditas
LagrSmas.
Pedro Emilio Roberto, com loja da instiumentos
de musica, i. rua do Barao da Victoria n. 17, tem
avenda as tres qnadrilhas acima para piano, sen-
do as duas primeiras novas B ifedissimas : compo-
sic.o do fallecido Lilioso doa Santos. ?rco de
cada exemplar 1*000.
Epecialfdade~
Viabo |iarticular, puro e
Maioo.
Magnolia
R4iBar3o da Victoria b. *
DK
Carneiro Vianna.
1 iNa loja da Magnolia, a rua Dnque do Caxias n.
i 45, encontrara sempre o respeitsvel publico um
i completo soriimento de perfumarias finas. nbjectos
j de phantasia, luvas de Jouvin, artigos de moda e
< miudezas Gnas, assim como modicidai..1 ao^ pre-
j yos, agrado e sinceridade.
Anneis eleotricci
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45 aca-
j ba de receber os verdadeiros anneis e v ltas elec-
tricas, proprios para os nervosos. s-
Meios aderecos
A Magnolia, a rua Duque de Caxia- n I*, re-
cebeu um ompleto sortimei.to de
Meios aderecos de tartarofr.v
Meios aderecos de madre;
Meios aderecos de seda b .
e de muitas outras qualid;..
I
'a.
os, (ultima m<*la
A* este grande estabelecimento tem che-
gado nra bom soriimento de machines para
costura, de todos os autores mais acredita-
Botoes
s,
A Magnolia, a rn* Dnmii
para vender os modernos k i
dos ultimamente na Europa, cujas machinas para ves^'-s1.
iMIQ
Caxias n. 45, tem
s de aco, proprios
sao garantidas por um anno, e tendo nm
perfeilo artista para ensinar as mesmas-, em
qnalquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pertencas
para as mesmas machinas e se suppre qunl-
quer pec,a que seja necessarfo. Estas ma-
cbinas trabalbam com toda a perfeigao de
nm e dous pospontos, franze e borda toda
qualquer costur.a por fica que seja, seus
Acaba de chegar ao msreado alguns barris de pregos sao da seguinte qualidade : para tra-
vmho do Alto Douro, especial e-tuiicamente pre- b*lbar a mao de 309000, 405000, 45*000
parado do extracw da uvae Isertto de qualqner L 4 n iIp
coafeccao, sendo' moil* mais fcraado (jop o da Fi- | lZaH $HLl Jti .*L H^^
-
As mais modernas e aperfeir;padas de todas 8Uia.t>'qu8 0 teraa recoaraendavefc pelo mnite 80*000, 90*000, 100*000, 110*000,
as conhecidas quo agradaao paladar e preferurel a.todos os ou- 1205000,1305000, 150*000, 200*000 e
-NA
PHARMACIA E DftOGAR/A
DE
Bartholomeu & C.
34- Rua larga do Rosario 34
-
Sedinhas a 1^500 o covado.
Venham antes que se acabem : na loja do Pao
J a rua I.' de Marco n. 7 A.

Esta provado
qua o citatnto Portland exposto a venda no ar-
mazem da bola amarella, travessa da rua do Im-
perador, e 01 melhor qne se encontra no mercado,
^Itento o competentissimo testemuBho do perito
est^cador dais obras da igreja da Pfnha, bem como
o do ,tlmio engenheiro que- chrige aqn*!Ia por-
tentosi CQDStrocgao._________
bar*.* de pellica e de suede para bomens e
sVmhoraa. Fiimo Caporal. Meias ,de 6. Chu ver-
rte e prtto. Vfnde-se go Bazar Victoria, iju* do
tros vinhos de pasto.
A?ha-se a venda nos arrtfa'zeHs de Jo2o Joad' Ro-
ftrigOes Mendes, Sonza Baste ci C. d Fernandes da
550*000, emquanto aos autores nlo ha al-
terae,5o de pregos, e os compradores poderso
tisitar este estabelecimento, qne muito dd-
verao gosfar pela variedade de objectos qde
ha semprs para vender, como sejam: cadei-
ras para tfagem, maias para YJcgfem, cidei-
ras para saias, ditas de balan$o, ditas psra
Vende-se a padaria da rua do Barao de 9. Bor- j criauga (altas), ditas para esoolas, costnrei-
l1
TTTr
^
-T-
ja, aniiga do jebo, n. 15, muito- alregueiada :
para ver e tratar, com seu dono, na mesma : o
motive) da venda nao desagradara ao comprador
ama|cM na villa de Barreiros, na rua do Com-
tercio, por preco modico : a tratar com -ftsc*
frmag 4 C
KT~* Venae sena rna do Cornnier'clo n. i, eerveja
iNaruaga, marca M L: n
BiMer Aogustura.
Rnm de Jaraaica.
ra's riqnissimas, para senhora, despensaveis
Sara criancas, de todas as qualidades, camas
e ferro para homem e criancas, capachos,
espelhos dourados pirra sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para chi, fa-
Jueiros com cabo de metaT e de marfim,
ijios avulsos, colheree de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteir&s
para forrar saias, lafatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mm- JfifteftotSr: 9VS
tos artigo? ar Golinhas e punhos
das mais modernas qne ha do mercado ; a ella? :
na Magnolia, a rua Duque do Caxias d. 45.
Len^os chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu nma pequena qnantidade de lencos de seda
ebinezes, com liodissimos desenho>, fazenda intei-
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de tartaruga,
marttm^de osso, e de muitas oulras qualidafles
receben a Magnolia, a rua Duque de Caxias nn-
mero 45.
Attencao.
A loia da Magnolia, a rua Dnque de Caxias n.
45, acaba de reeeher os seguinies artigos :
Manual de madreperola, tartan: ga e marUm.
Ricos albnns com capa de madreperola, cha-
gren, madeira, velludo, couro, etc.
Lindas caixas earn finlisimas perfumarias.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voltasde madreperola.
Pulseiras de madreperoU-
Kicas caixas para costura.
N'estua'rios para baptisado.
Toucas e sapatinhos de setim.
Modernos chapeos de sol de seu a para senhoras.
Lindos port-bouquets.
Gravatinhas de YeHuHo, etc., <;.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Cixias n. 45, re-
cebeu um Undo soriimento de t'cos de gnipura
de cdres, apropriadts aos vestidos chiques da ac-
tatttbik.
Bacalhfiede
wrircga.
de eatXM
lUasAafa,


-.


......
8
>
Diario de Pernambooo Sexta feira 3 de Julho de 1874.
7
.

ASSEMBLED GEBAL
CAMARA DOS SRS. DEPUTADOS.
DISCUSSAO DA FALLA DO THRONO.
(Continuagao.)
Art. 13.Cabe nos limites, de juris-
dicgdo dos juizes de direito, a respeito do
cumpriraento das sentengas raencionadas,
declarar, na forma dellas, sera algum effei-
to as sentengas e penas ecclesiasticas, que
tiverem sido i npostas aos recorrentes, pro-
hibindo e obstando a que a pretexto dellas
so lh.es fa^a qualquer vlolencia, ou cause
prejuizo pessoal ou rea ; mettendo-os de
posse de quaesquer direitos, prerogatives
ou redditos de que houverem sido priva-
dos; e precedendo e responsabilisando na
forma da M os desobedientes e que recu-
sarem a execucao.
Pois, senhores, ha alguem que de boa ff
possa attribuir ao poder executivo autori-
dadepara dizer ao bispo:Excommungaste
este catholico,n8o levantas aexcoraraunhdo,
vou mandar que o juiz de direito o faga ?
(Risadas)
0 Sr. DtOGO de Vasconcellos :S6 no
reino da Beocia. /Risadas.)
0 Sr. Ferreira Vianna:l>to faz-me
lambrar o libello offerecido pelo procurador
da eor6a contra o bispo. Entra outros ar-
tigos pede-se a applicagdo daquelle que pu-
ne o reo com pena igual A que illeg'tima-
meote impoz ao offondido, em dobro ; de
sorte que, tendo o bispo imposto aos ir-
rados da^rmandade de Santo Antonio do
Recife a pena da excommunbdo, o Sr. pro-
curador da coroa pedia que o supremo tri-
bunal de justiga o excommungasse em do-
bro. (RisadasJ
0 Sr. Diogo de Vasconcellos:So en-
tre os Hob-ntotes. (Risadas.)
Sr. Ferreira Vianna : Senhores, o
codigo penal nao cogiton deste assumpto ,
a jurisdicgdo espiritual nao esta na alcada
ilo direito civil; o Sr. bispo ndo devia res-
ponder pelo facto q:ie praticou, quando
houvesse excesso da sua jurisdicgao espiri-
tual, sendo ao superior e perante outros
bispos reunidos em concilio provincial (a-
poiados), unica autoridade competente.
0 recurso a corda foi illegal, porque
mesmo no regulamento feito pelo governo
e expresso que ndo se admitto o recurso
emquanto houver superior ecclesiastico que
possa dar-lhe provimento. Este recurso
de interdicto tinha urn superior, que era o
arcebispo metropolitano. (Apoiados.)
0 Sr. Taquinio de Souza : Toumou-se
conhecimento dello omisso medio.
0 Sr. Leandro Bezerra .Mas assim
nao convinha.
0 Sr. Eerrkira Vianna .-Senhores, o
que e preciso, absolutamente preciso, o que
reputo indispensavel, 6 que esta questdo
seja discutida largamente (apoiados] ; que
a nagao saiba a violencia que e fez para
langar-se nas prisdes um bispo digno de
nossa veneragdo (apoiados) por seu carac-
ter, pela e intrepidez com que resiste ds of-
fensas, ds inv3soes do podercivil,e pela dig-
nidade com que mantem o rebanho que
'lie foi confiado. (Apoiados.)
Con vem que o paiz inteiro saiba quanto
sortreram m seus direitos o bispo de Per-
nambuco, bem eorao o do (irdo Pard, que
foi condernnado antes da conlemnagdo, da
qual nosda conta a falla do throno, ante-
cipando qualquer julgamento. Com a
sua coademnagdo violaram-se, atropella-
ram-se n5o s6 o direito, como s suas for-
mulas gnrantidoras. (Apoiados.)
Senhores, o nosso povo ndo temesteca-
rectcr dedureza que suppo tae traga as in-
justigas, so porque vem >le um poder mais
forte, on porque acodera a suppostas preoc-
cupagoes de soberania national.
Na >, tirai o odioso desta accusagao ; nao
se trata da soberania nacional: que o bispo
-espon la pelos seus actos perante o tribu-
f I competente, mas nao se usurpem com-
. t' ncias, nao se violem abertamente as
; e se atropellem garantias para deter-
:i-r-se uma condemnacio (apoiados) sob
., pp -;ao de interesses politico? e occultas
pietengoes. (Apoiados.)
F.u nao disse, o entretanto o nobre pre-
sidente do conselho disso meaccusou, que
0 sea p'ideroso tribunal de justiga tivesse
procedido com iniqqidade ou injustiga.
Nao fiz accusagao alguma ao supremo
tribunal; eu podia, ,se tivesse tempo, dis-
cutir a f ua Sentenc i; mas para quo? A
opiniao do paiz estd feita 'apoiados;, a opi-
niao da Europa far-se-ha (apoiados) e o ve-
redirt'im ha de ser, eu creio, contra aquel-
les qnp, tornados desorprc/.a, porque este
processo foi uma sorpreza (apoiados,, nao
tiveram tempo de-reflectir, e dereconhecer
sua manifesta incompetencia.
0 ?-.. Dior.o de Vasconcellos :Haja
vista 10 libello, todo cheio de lergun-
ta?.
0 --.. Ferreira Vianna :Nao fa$o ac-
cusar ) a nioguem, considero a todos de
!>oa mas nesta questao n6s- e-tamos Com
a v< Nao fallem em constituic5o vio-
lad ;i questoes odiosas de soberania na-
cic "spoiados), emsupj>ostas ameagas de
on Hocraica impossivel, om pretengoes de
res'iurar instituigues que a igreja condem-
'jue o espirito do
paciflco, nao dispondo senSo de sua palavra Diario de Pernambuco, folha que oio p6de
e de suas virtudes. (Muitobem.) ser suspeita ao governo, e da qual consta
Naquelle lugar onde as multidOes agita- qua na installagio daquella sociedade, a*
das por sentimentos ou paixoes do dia exigi- j qual a3sistiram a autoridade publica e mui-
ram, eomoeu vi, Sr. presidente, a demis-.tas pessoasgradas, reinou a mais perfeita
sio de um alto funcciooario acreditado no or Jem, manteudo-se os oradores que usa-
estrangeiro, em cujas maos o governo con- ram da palavra, dos limites da razao e da
flara a soberania e a honra nacional, de-'convenioncia, e, obtendo da numerosa as-
missSo que tare lugar proptamente, que.semblea catholica expressiros applausos,es-
muito e quo eu saudasse o venerando bis- pontaueas ecalmas demonstragoes deappro-
po. que sem violentar soberania alguma, i vagfio.
soffre inj'ista prisao pela nobre firmeza com Naquelle tempo dominavam aiuda nas re-
que defende a sua de ousadas usurpagoes. gides do poder ideas e sentimentos diversos
( Apoiados da opposigfio) da^uelles que depois prevaleceracn.
N4o faltam pessoas que lancem fir res, 0 Sr. Ministro da Justic.v :NJo tern
que saudem e victoriem cheios de enthu- razio ; nunca mudamos de opiniao.
siasmo, tingido ou real, os poderes que pas- 0 Sk. Tarquinio de Souza : A sociedade
sam por esta terra esmagando os fracos ; a (JniSoCatholica Pernambucana, autorisada
mim (ica-me a consolagio de que levantei pelo honrado presidente da provincia, pa-
minha voz para victoriar o bispo sem poder gou os direitos fiscaes a queestavaobrigada,
material e prisioneiro. Em vez de ser pelos o d'ahi em diante co.'oegou a funccionar re-
algozes, fui peia victima. ( Muito bem da gularmente sem que lbe oppuzessem tropeco
opposigao.) algum.
Senhores, o nobre presidente do conselho' Depois mudarara as cousas; novos ven-
fez-me uma outra accusaja > com igual in- tos sopr.ira-n nas regioes do poder, e o g>
juftiga, a de que desrespeito a constituigSo' verno, entendendo que devia p6r peas &
e as leis dj raeu paiz para acatar e seguir [opiniao publica, qus se manifestava contra
as resolugoes da santa se) e dos bispos. Nao elle na questio religiosa, procurou por to-
6 verdade : eu declarei do meu primeiro dos os meios impedir que se formassem as-
discurso que a soberania do Brasil nao esta* sociagdes analogas & que se bavia fun dado
a* disposigao do suramo poottfice, nem p6de em Pernambuco. Vpoiados).
daquelle dia, importava manifestamentelestava acosturcado a conferencias religiosas,
para os membros da sociedade a certeza. de que s6 dispunha naquella occasiao de einco
estar. ( Apoiados.
0 suramo pontifiec nao pretende nem poVIe
pretender, em sua alta sabedoria, envot-
ver-se nos negocios temporaes do estado.
( Apoiadas da opposigS).)
Elle tern sido victima ; mas nunca foi atro-
pelador do direito das soberanras estrangei-
ras. (Apoiados da opposigaa.)
Elle tern soffrid > usurpago*s, mas nunca
tentou ser usurpador. ( Muito bem da op-
posigSo. )
Senhores, respeito e arao deveras as ins-
tituigdes patrias ; tenho dado disto testemu-
nho ; e quando nao houvesse outro bastava
a minha permanencia nesta tribuna em de-
feza dos direitos do povo e da independen-
cia do parlamento.
No nosso piiz nao reconhego outra sobe-
rania que a nagao, de quem todos os pode-
res constituidos sSo delegagoes. (Apoia-
dos. ) Mas como cidadao que pretendo ser
do ceo, ao menos pela misericordia infinita
de Deus, e minln convicgai que devo res-
peitar um uuico soberano nos dominios es-
pirituaes, o suramo ponlifice. (Apoiados da
opposigao,)
0 que elle deliberar dentro da esphera de
sua jurisdicgao como guia predestinado a
levar os povos a seus finaes e gloriosos des-
tinos, observarei rigorosamente e com o
mais profundo respeito. (Apoiados da op-
posigao. )
Nao 6 possivel que ex-sta conflicto entre
os meus deveres como cidadao, e a minha
consciencia como catholico. (Muito bam da
opposigao.)
Nao se pode dar a figurada contradigao,
nem o supposto conflicto de poderes Sio
dous munaos distinctosque, sem se confun-
fundirem, seauxiliam.
Esta vida da terra nao e senao uma tran-
sigSo para a "vida do ceo. (Apoidoas, muito
bem da opposigao.)
Senhores, eu respeito muito a constitui-
gao do meu paiz. Quem nao a tem respei-
tado e o poder executivo que estd de posse
de attribuigoes que nao lhe pertencem ; que
aqui veio arrancar de n6s a prerogativa
acerca da iniciativa sobre impostos, e esta*
no uso de viver de orgamentos com proro-
gagoes de prorogagoes (apoiados da oppo-
sigao ) ; 6 o poder executivo que ainda hon-
tem arrancou juizes perpetuos de seus lu-
gares e os aposentou forgadamente sem pro-
cesso e sem lei. (Apoiados da opposi-
gao. )
Quem viola as leis e a constituig5o 6" o
poder executivo, accusado pelo nobre re-
presentante, o Sr. Dr. Silveira Martins, por
dispo; de deputados, tirando-os deste recin-
to no intervallo das sossoes para servir no
estrangeiro, sem ao menos, pedir autori-
sagao a
esta
augusta
camara. ( Apoia-
dos. )
Qem viola a constituigao em sua letra e
em sea espirito e esse poder usurpador, que
nao tem hoje nenhum cohiimento, que
faz tudo quanto quer, nao sei se por poden|
proprio ou poder emprestado ; mas que e
certo que exerce ums jurisdicgao que n3o
lho compete, uma prepotencia diante da
qual so vejo a Qgnra brilhante, verdadeira-
mante epica t.'O meio do abatimento geral e contra a tor-
rente impetuosa do arbitrio e da usurpagao^
oppoea nobre e pacilica resisteucia das al-
mas convictas: non possumos.
Vozes : Muito bem I muito bem t
( 0 orador e felicitado. )
IK
DISCURSO DO SR. DR. TARQUIXIO BRAULI0 DE
SOUZA AMARA.MHO, NA SESS.lO DE G 80
CORREN'TE, SOBRE A QUESTAO RELIGIOSA.
0 SR. T VRQUINIO DE SOUZA :Sr. pre-
sidente, sou forgado a entrar ra discussao
do requerimento, apresentado d considera-
gdo desta augusta camara, pelo honrado
deputado pelo 2" districto do Rio de Janei-
ro, uma vez que o meu nome acha-se expli-
citamente ligado ao facto a que se refere o
mesmo requerimento, como V. Exc. e a ca-
catholicismo nun-#mara acabaram de ouvir.
apoiados e muito bem da
iCciondra.
iigao.)
Jiscutamos com franquezn e com verdade.
Manifesto cada qual seu parec^ r e convic-
,aoe nao use de outras armas que a da-ra-
za i ; e abandone os expedieutes odiosos do
bro presidente do conselho.
' Sr. Diogo de Vasconcellos:Apoi-
a' .
') Sr. Ferreira Vianna: Sr. presi-
li i te, em verdade levantei vivas ao bispo
d '-ao-Par.1 quando dosemb rcou no ar-
I de marinha ; meus amigos e collegas
queetiteram prsentes sabem que saudei
1 I lie venerando bispo nao por piano, mas
por poia !o?.)
" vt. Diogo de Vasconcellos :Nes-
- i tiquei rouco de dar vivas.
o Sr. Ferreira Vuhha:Foi um ado
de a! ;iiragao por esse inclito martyr, uma
homenagem que paguei ao perseguido.
(Apoiados da -ipposicio.)
> 'nmnttti nlguma falta, se merego o
re; arr d > Sr. pre-iJente do couselho, se os
que sao mais suseptiveis entendem que fui
alem do que devera como conservador, eu
Ihes pego desculpa, e creij que hei de obte-
la qusndo ndo seja sendo p;la intengdo que
dictou o meuimpef. (apoiados da oppo-
igdo.)
E fica-me uma satisfagdo: que naquelle
mesmo lugar onde se tem rictoriado os po-
Jiirosos da terra, os rencedores pelas armas,
saudasse eu um bispo prisioneiro, martyr,'perante esta augusta camara
A esta razdo accresco uma outra, que no
meu espirito tem maior "importancia nestes
desgragados tempos...
O Sr. Diogo de Vasconcellos:Apoia- effectivamente havia razdo de temer, e que
Foi por isto, Sr. presidente, que todos
nos vinos a lamentavel chieana com que
procedeu o governo relativamen'e a Aso-
ciagdo Catholica desta cdrte, d> cuja frente
estdo homens notaveis pelos seus servigos d
causa publica, pelos seus talentos, pelo I
inexcedivel amor que consagram ds institui-
goes do paiz e d ordem social.
0 Sr. Diogo bc Vascoxceu.06 : Mas
nao sdo archeiros.
0 Sr. Tarqoijo de Souza :O1 governo
nao quiz mais que se organisassem associa-
(oes semelhantes & do Recife,' nao autorisou
mais nenhuma, porque vio, e viocom ra-
zdo, que ia encootrar nellas, ndo resistencia
activa, resistencia pela forga material, que
ndo estd nos habitos, nem nos prineipios dos
que fazem parte de taes associagdes ; mas
resistencia passtva, resistencia pela discus-
sao, pela forga das ideas, sem a qual uao
pode haver liberdade em paiz nenhum.
0 Sr. Ministro- do Imperio :Jndiqjue os
factos ; a declamagao ndo assenta bem em
V. Exc.
0 Sr. Tarquinso de Souza :Perdde V.
Exc, ndo quero discutir agora a questdo
religiosa; hei de faze-lo opportunamente.
0 que agora intento e demonstrar que, em
consequeucia da disposigdo em que se acha-
ra o ministerio de suffocar por todos os
meios a opiniao publica, que so manifestava
contra elle naquella questdo...
0 Sr. Ministro da Justica :B' V. Exfc.
so quem o diz.
0 Sr. Tarquimo de Souza :... nenhu-
ma outra associagao, semelhante a* de Per-
nambuco, conseguio ser legalmente autori-
sada, nenhuma outra pode obter personali-
dade juridica.
Aqui na c6rte, na capital da Bahia, em
Maceio, no Pard e em outros muitos pontos
do imperio, associagdes similares constitui-
ram-se, mas nenhuma dellas pode obter que
seus estatutos fossem approvados; todas
ellas foram consideradas suspeitas.
E quem ha, tdo cego, Sr. presidente, que
ndo veja neste facto, na denegagdo systema-
tica por parte do governo da approvagdo
dos estatutos das associagdes catholicas,
uma resolugdo assentada de impedir que
taes associagdes se formassem ? Quem ndo
ve no procedimento do governo um piano
cqmbinado para suffocar a consciencia pu-
blica ? (Apoiados).
0 Sr. Diogo de Vasconcellos Teem
roedo da associagao catholica.
0 Sr. Tarquinio de Souza :Felizmente,
porem, Sr. presidente, a associagdo de Per-
nambuco jd estava organisada ; funccionava
regularmente, e o seu estado florescente
inspirava receios, despertava o odio dos ad-
versaries.
D'ahi a necessidade de embaraga-la, de
impedir o seu progresso, e isto explica os
factos que se deram no dia 25 de Janeiro.
Sabia-se previamente na cidade que na-
quelle dia deviam apparecer pessoas infen-
sas, nao ao Dr. Barbosa de Araujo, como
inexactamente informou o chefe de policia,
mas infensas d idea que a sociedade catholi-
ca defendia, para perturbarem a regularida-
de dos trabalhos da mesma sociedade, c
sobretudo para impedir que continuassem as
conferencias."
Os membros da sociedade nao se deixa-
ram aterrar : foram d hora do costume ; e,
quando estavam assistindo ao santo sacrifi-
cio da missa, comegaram a chegar pessoas
estranhas d associagao, as quaes depois da
missa invadiram a igreja, deixando aperce-
ber a intengdo sinistra com que alii es-
tavam.
Os corredores e as escadas que conduzem
ao consistorio estavam mais ou menos cheios
de gento, e desde logo reconheceram os
membros da sociedade que se iam realisar
os boatos de ante-mdo espalhados, que se
pretendia attentar contra a ordem publica,
contra o direito reconhecido da associagdo.
Neste interim, Sr. presidente, um raio do
luz illuminou alguns membros da associa-
gao : o Dr. chefe de policia, que ndo costu-
mava ouvir missa na igreja de S. Pedro,
achava-se alii, e a presenga da primeira au-
toridade policial convenceu a todos que
deviam esperar daquella autoridade provi-
dencias, no sentido de que ndo fosse a so-
ciedade impedida de cxercer os seus incon-
dos.
0 Sr. Tarqulnio de Souza :... em que
a soberania da nagao vai sendo substituida
pela soberania dos grupos, em que a ver- testavois direitos.
dadeira opinido do paiz vai sendo substitui-l 0 l)r: chefe de policfa, como confessou
da por uma outra opiniao publica, que o no offlcio que acaba de ser lido pelo honra-
honrado Sr. ministro da justiga mais de|do Sr- ministro da justica, oflicio que e" um
uma vez tem chamado mal dirigida ; nestes! 'fdadeiro corpo de delicto contra o" proce-
tristes tempos em quo o principio da autori- diraento de S. S. (apoiados), em vez de se
dadeestd tdo aba'ido, parece-me necessario' dirigir dquelles que iam perturbar a socie-
que os homens que se acham nesta casa, em dade n0 "ercicio de seus direitos, advertin-
nomo dos principios da autoridade e da doos d.e ordem, sera os quaes ndo ha garantias para conveniente a acertado dirigir-se a alguns
as liberdades publicas, ergam suas vozes dos membros da sociedade, pedindo Ihes
para combater precedentes funestos que ndo podem passar desapercebidos sem grande de- M retirassem, ou a fizessem particular e se-
trimento daquelles principios. (Apoiados). cretamente; visto como havia agitagdo nos
Sr. presidente, ndo me proporei a narrar animos, e o povo, no dizer de S. S., ndo
os factos lamentaveis que se deram na cida- eslaya acosturaado a conferencias daquella
de do Recife, no dia 25 de Janeiro deste ordem.
anno, porque estes factos jd foram historia- 0ra senhores, como podia a sociedade
dos pdo honrado deputado, autor do reque- cstaolica fazer conferencias secretas, quap-
rimento era discussdo ; ndo posso, pore"m, do 6 cert0 1ae seus membros ?6 quTom
deixar de apreciar o procedimento que na- Tiver & [a* da publicidade, e ndo teem ra-
quella triste ocwrrencia teve o chefe depo- z8 Para occnltarem na obscuridade e
licia da provincia de Pomambuco. ns trevas T (Apoiados).
Sr. presidente, a Associagdo Catholica de 0 Sr. Diogo pE Vasconcellos :Que-
Pernambuco orginisoa-sj o foi alii installa- riam fazor-nos passar por conspiradores.
da sob os mclhores ausplcios, e se eu pre- 0 Sr. Tarquinio de Souza:0 pedido
tend, sse demonstrar isso, bastar-me-hia ler do chefe de policia para que ndo se flzesse
n.em se celebrasse a sessdo
um'artigo do a conferencia,
que nfio podiara contar com o auxilio da
autoridade publica; e que, portanto, ou
deviam retirar-se, ou ficar, mas dispostos a
oppor forga d forga, violencia & violencia,
dando lugar assim a um conflicto lamenta-
vel, talvez a scenas de sangue, que haviara
de produzir o deseja4o effeito, isto e, a dis-
solugao da sociedade
Nesta coDJunctura, estando eu presente,
entendi que devia dirigir-me ao Sr. chefe de
policia, para podir-lhe providencias, e fa-
zer-lhe ao mesmo tempo sehtir que a asso-
ciagdo catholica tinha uma personalidade
juridica, que estava reconhecida pela auto-
ridade publica, que ella existia sob a pro-
tecgdo das leis, que tinha direitos a exercer,
que ndo podia retirar-se diante de um mero
capricho, que, finalmente, ninguem tinha o
direito de perturba-Ia no exercicio de suas
funcgoes.
O St. Dr. chefe de policia teve entdo a
delieadeza de dizer-me que ndo queria dis-
cutir emigo, sera ao menos lembrar-se de
que eu era seu collega, eque quando raais
ndo fosse, tinha sobre elle a vantagem de
ser mais velho.
Fagam o que quizerem, dizia o chefe
de potiuia ; como amigo, pego ojue nao fa-
gam a conferencia, mas, se nao obstante
isso, a quiztrera fazer, .eu obrarci como en-
tender. O que importava o mesmo que
dizer : briguem, ma'.em-se, e depois man-
darei ei>terrar os raortos. (Risadas).
0 Sr. Diogo de Vasconusllos- :Depois
manJavi-os para a cadea. (Risadas).
0 Sr. Tarquinio de Souza>:Jd ve V.
Exc, Sr. poesidente, que e sempre o mesmo
systeraa : os factos que se tinham dado no
Recife, em maio de 1873, repetiam-se alii
era Janeiro deste anno, e foram posterior-
mente reproduzidos in Bahia e- Amazonas,
lic.mdo sempre a autoridade publica annul-
lada diante delles 1
Agora perguoto eu ; estd porveatura de-
fendido o chefe de policia de Pernambuco
com o oflicio que acaba de ler o nobre mi-
nistro da justiga ? Ndo e" antes esse oflicio,
como ja disse, um verdadeiro corpo de de
licto, uma prova manifesta do procedimen-
to irregular daquella autoridade ? Creio
3ue sim, e para convencer disto a camara
os Srs. deputados, pego permfcsdo para
adduzir consideragoes juridical, que me
parecem da maior importancia.
0 Sr. Diosode Vasconcellos-: Tal-
vez a norraa Jo oflicio, essa pega de archi-
tectura fosse mandada daqui do Rio de
Janeiro. (Risadas.)
0 Sr. Tarquinio de Souza r 0 nosso
codigo criminal, tratando dos ajuntamentos
illicitos, d z no art. 285 :
Julgar-se-ba commettido este crime,
reunindo-se tres ou mais pessoas com a in-
tengdo de se ajudarem rautuaraente para
comractterein algum delicto, ou para pri-
va rem illegalmente a alguem do gozo ou
exercicio de algum direito oudever.
Ve^ pois, V. Exc, Sr. presidente, que,
seguudo a disposigdo torminante deste arti-
go, ha ajuntamento illicito, ha esse crime a
qae o legislador criminal commina penis,
desde quo se reunem tres ou mais pessoas
para privarem alguem do gozo ou exercicio
ue algum direito ou do cumprimento de
algum dever.
Isto ^posto, pergunto : ndo funccionava
regularmente a sociedade Uuido Catholica,
ndo estava ella legalmente constituida, e,
pois, ndo tinha o direito de reunir-se e de
proraover o seu lira social por todos os
meios a seu alcance, pela imprensa ou pela
palavra ?
Creio quo a esta pergunta ninguem pode-
rd responder pela negative. (Apoiados.)
E se aquella sociedade exercia um inoon-
testavel direito, se ndo podia ser estorvada
no exercicio delle, 6 claro que o Dr. chefe
de policia devia consider.tr ajuntamento
illicito a reunido dos amotmadores e des-
ordeiros, que inlentaram perturbar o tra-
balho da sociedade, que a elles devia diri-
gir-se o ompregar os meios necessarios para
impedir que conseguissem seu criminoso
fim, que era estorvar o exercicio dos direi-
tos da associagdo. (Apoiados.)
Mas, ndo fez assim o Sr. chefe de policia,
em vez de se dirigir aos desordeiros, ds pes-
soas estranhas d associagao, que, no sou di-
zer, pretendiam ridicularisar o Dr. Barbosa
de Araujo, dirigio-so aos membros da so-
ciedade e pedio-lhos que n3o fizessem a con-
ferencia d'aquclle dia.
Dizei, senhores, ndo foi aquella associa-
gao cruelmente abandonada pela autorida-
de publica ? (Apoiados.)
Ndo ficaram seus membros expostos ao
cacete, d luta corpo a corpo, sem que ao
raenos o Sr. chefe do policia dissesse aos
adversarios da Uniao Catholica uma pala-
vra sequer de admoestagao ?" (Apoiados.)
0 Sr. Ministro* da Justica : Ainda
mesmo concorlando-se com o chefe de po-
licia, em que nao haveria conferencia ?
(Ha outros apartes.)
0 Sr. Tarquinio de Souza : Accres-
centa o codigo criminal em seu art. 289 :
c Quando o juiz de paz for informadode
que existo algum ajuntamento de raais de
20 pessoas, ird com seu escrivao ao lugar,
e, achando o ajuntamonto illicito, procla-
mard o seu caracter, e algando uma ban-
deira verde admoestard aos reunidos para
que se retirem. *
0 art. 290 dispoe ainda : Se o juiz de
paz (hoje chefe de policia e seus delegados)
nao for obedecid > depois da terceira ad-
moestagao, poderd empregar a forca para
desfazer o ajuntamento e reter em custodia
os cabegas, se lhe parecer.
Eis aqui, genhores, a legislagdo torminan-
te do paiz, eis o que dispoe o nosso cjdigo
criminal a respeito da hypothese em ques-
tdo.
0 Dr. chefe de policia, porem, ndo quiz
attender a nada disso, deixou em santa
paz os desordeiros, aquelles que se haviam
reunido para privarem a sociedade catholi-
ca do exercicio de seus direitos...
0 Sr. Ministro da Justica : Porque
ainda ndo erara perturbadores do exercicio
dos direitos da associagao.
0 Sr. Diogo de Vasconcellos : Por
quo elfes estavam em servigo publico I
(Risadas.)
0 Sr. Tarquimo de Souza : ... e di-
rigio-so aos membros da associagao. E para
que? Para polir-lhes que ndo fizessem a
conferencia, quo ndo celebrassem a sessdo
do dia I E porque modo pedio e aconse-
lhou o Sr. chefe de policia ? Eis o que
elle naa diz em seu oflicio e o que posso
assevorat d camara, porque os factos se
passaram na minha presenga efui testomu-
nha ocular de tudo.
0 chefe de policia fez sobresahip aexc.'..
firagas do corpo de policia, que a forga de
inha estava d disposigao do presidente, e
que, finalmente, emquanto elle requisitava
essa forga podiam dar-se excessos, que ndo
podia impedir, nem remediar I
Quem ndo ve, Sr. presidente, que um tal
modo de pedir. e aconselhar, importava o
mesmo que dizer : ndo exergais vosso di-
reito, retirai-vos, certos de que, se insistir-
des, nao deveis contar comigo, que ndo
tenho forga para conter os que perturbarem
vossa sociedade. sendo insignifuante a de
que agora disponho para garantir o vosso
direito I
0 Sr. Diogo ee Vasconcellos : E o
povo paga tributos !
(Ra outros apartes.)
0 Sr. Tarquinio de Souza : Affirmo
desta tribuna, Sr. president^, que foram es-
tas era substancia as palavras proferidas era
minha pres-nga pelo Sr. chefe de policia
de Pernarabu o, na lamentavel occurrencia
de que me occapo.
(Trocam-se varios apartes ; o Sr. presi-
dente reclama attengdo)
Nos termos da legislagdo criminal dav^-se
como jd mostrei, um ajuntamento illicito
bem qualificado, e o chefe de policia a
quem incumhia a obrigagdo de empregar
os meios necessarios para dissolve-lo e ga-
rantir os direins da associagao; procedeu
de modo diverso, abanlonou os membros
da associagdo, consentindo :ssim que mais
uma vez a magestade da lei fieasse oflus-
cada 1
O Sr. Diogo de Vasconcelloc : Essa
estd enterrada ha muito tempo.
OSr. Ministro da Justica :Dopois
desse facto ndo fizeram outras conferencias?
OSr. Tarquinio de Souza: Eu sei
que ha desejos de abafar por todos os mo-
dos esta questdo (apoiados), que n-3o que-
rem que se toque neHa, para que se pos-
sara veriflcar aquellas palavras do Tacito :
Soiitmlenem faciunt el pacem appellant I
Fazem o silencio e chamam ao silencio pazl
Senhores, ndo ha pa a no Brasil...
Vozes : Oh I
0 Sr. Diogo de Vasnoncelloj : Ndo
ha sendo auarcbia moral.
0 Sr. Tarquino de Souza : ... por
que nao se deve chamar paz d perturbegdo
das eonsciencias, d agitagdo dos espintos,
a essa grande massa d resentimento&r de
ddres, de coosternagdo e de lagrimas 1
0 Sr. Ministro do Imperio : As con-
frarias do Recife queixara-se muito.
O Sr. Dicx;e de Vasconcellos : Essas
sdo confrarias rebeldes.
O Sr. Tarquinio de Souza : Para que
conferencias sobre religido ? perguntava o
Sr. Dr. chefe de p)licia : todos n6s perten-
ceraos ao gremio do catholicismo, o povo
nao estd acostumado com estas conferencias
e melhor e nao faze-las, para ndo exporem-
se 1 rad vontade do povo I (Risadas.)
Senhores, ndo pretendo contestar o ca-
tholicismo do Dr. chefe de policia de Per-
nambuco, nem o de quem quer que seja ;
ndo me parece,. porem, inutil observar que
ha catholicos, uus que professam o catholi-
cismo segundo a doutrina do conselho de
estado, e do goverflo ; outros que sdo ca-
tholicos segundo a doutrina pregada por
Jesus Christo e eonstantemente eosinada
pela igreja, orgdo infallivel da palavra de
Christo.
Vozes ; Muito bem I
0 Sr. Tarquinio de Souza : Confesso
a V. Exc que, felizmente, perlengo a estes
ultimos.
0 Sr. Ministro da Justica : Tambem
ha aquelles que seguem a doutrina catholi-
ca pelo cathecismo de Santo .ignacio.
0 Sr. Diogo de Vasconcellos : Isso e
que e declamagao.
0 Sr. Tarquinio de Souza : Ndo co-
nhego o cathecismo de Santo Ignacio, mas
estou certo de quo nao ha de differir do da
igreja. Conhego o livro dos exercicios es-
pirituaes daquelle santo', escripto para os
padres de sua companhia, e nao' vem ao
caso tratar agora delle. (Apoiados.)
0 Sr. Diogo de Vasconcellos : Isto
ndo faz mais raedo a ninguem, sao pala-
vroos de que se servem para enganar os
nescios.
(Ila outros apartes.)
0 Sr. Tarquinio de Souza : Pois, se-
nhores, nao haverd catholicos na Europa,
na Allemanha, na Italia, na Franga, na In-
glaterra ? E ndo vemos era todos estes
paizes formarom-so em grande numero as-
sociagoes semelhantes ds que se tem prc-
tendido formar no Brasil ? E porventura
os governos daquelles estados tem embara-
gado a formagdo de sociedades e circulos
catholicos ?
0 Sr. Ministro do Imperio : V. Exc.
devia dizer se o governo do Brasil impedio
que "funceionasso alguma dessas associa-
goes.
0 Sr. Diogo de Vasconcellos : Se nao
impedio, mandou impodir.
0 Sr". Ministro do Imperio : Isso nao
e exacto ;. exigio somente qua cumprissem
as disposigoes da legislagdo vigente, porque
ndo podia dispensar para catholicos o que
a lei determina.
0 Sr. Tarquinio de Souza : E note V.
Exc. Sr.-presidente, quo, ao mesmo tempo
que o chefe de policia do Pernambuco pro-
cedia assim com a associagao catholica, ha
poucos dias havia empregado a forga publi-
ca para conter algum is pessoas do povo,
que procuravam cmbaragar as predicas que
fazia dentro de uma casa um emissario pro-
testante. (Apartes.) Eu quero a liberdade
para todos. Ndo conderano a autoridade
publi.a por ter procedido daquelle modo,
penso que aquelle emissario devia ser pro-
tegido contra as aggressoes de homens irre-
flectidos desde que ndo ultrapisasse as raias
postas pelo nosso direito publico ; mas eu
queria que so procedesse do mesmo modo
com a associagao catholica, eu queria que
aquella associagao fieasse ao menos sob o
imperio do direito commum.
0 Sr. Ministro da Justica : V. Exc.
quer a excepgdo.
0 Sr. Tarquinio de Souza : Eu ndo
quero excepgSo, o que eu queria era que
a associagdo, autorisada legalmente a func-
cionar, que tinha uma personal.dade juri-
dica, reconhecida pela propria autoridade
publica, funccionasse sem ombaragos, fosse
protegida pela mesma autoridade.
Senhores, todos nos conhecomos as im-
portantcs conferencias que foram fundadas,
e. que Ido brilhantomento contiuuam nesta
cidade sob os auspicios do nosso illustre
collega o nohve depatado pela provincia do
Parang.
Todos tem admirado os brilhantes discur-
. sos que tem sido prof-ridos naquollas cri\-
t3gSo que Imla nos animos, '^iq o pov;, nag leronc!;?, :P3S psrjM ,\ > cu : tirsria o tii i
bre deputado pelo Parani satisferito, poderic
alguem approvar que em um bello dia, a
pretexto de que ndo queriam ouvir confe-
rencias sobre Bacon e Machiavel fossem
desordeiros perturbar as conferencias e ri-
dicularisar os oradores ?
Quem poderia Approvar semelhante pro-
cedimento Quem ja* reconheceu em cida-
dao algum o direito de ridicularisar os ou-
tros ?
Senhores, eu tenho visto e estudado um
pouco as materias de direito e confesso que
nunca vi ensinado por escriptor algum esse
direito de ridicularisar, que foi reconheci-
do pelo chefe de policia no seu oflicio.
Erara pessoas desaffectas ao Dr. Barbosa
de Araujo que pretendiam ridicularisa-lo,
e o chefe de policia, era vez de obstar isso,
foi pedir ao Dr. Barbosa e a seus amigos
que nao Gzessem a conferencia do dia.
Eis aqui o direito que tem as associagdes
catholicas que se tem formado, que existem
contra a vontade do govorno.
O Sr. Ministro da Justica : E concor-
daram com o chefe de policia ?
0 S. Tarquinio de Souza :Como nio
haviam de concordar ? Haviam de medtr
forgas ? Haviam de jogar cacete ? Haviam
de dar lugar a scenas de sangue ?
Os membros da sociedade foram pruden-
tes : logo que reconheceram que ndo en-
contravam apoio nem garantia na primei-
ra autoridade policial, retiraram-se ; mas
retirando-se, levaram comsigo o pezar de
ver a tromilhacdo da autoridade publica,
de vel-a transigir com homens que viola-
vam a lei, quedesacatavam direitos alheios.
0 Sr. Mwistro da Justk;* : Mas conti-
nuaram com as suas sessoes.
0 Sr. Tarquinio de Souza :Por algum
tempo, ndo. Pediraos providencias ao pre-
sidente da provincia contra os- factos que se
haviam dado, e afira de que ndo fossem
elles reproduzidos. S Exc desoachou a re-
presentagao,. que lhe foi enderegada pelOs
membros da sociedade cathelica, reraetlen-
do-a ao chefe- de policia para provideticiar
como entendesse conveniente.
Ora, senhores, quando a associagdo quei-
xava-se do procedimento do chefe de policia,
ser a mesma autjrilade incumbida de pro-
videnciar, como entendesse, era ndo provi-
denciar cousat alguma, era sem duvida dei-
xar a associagdo no mesmo estado de aban-
dono.
0 Sr. Ministro do Imperio:Eu pensava
que V. Exc. tinha grande con&anga do pre-
sidente. Desejava ouvir a sua opiniao a
este respeito.-
0 Sr. Tabquinio de Souza :Eu apoato
os factos. A sociedade catholica pedio ga-
rantias, que de futuro acauteiassem seus
direitos, e o Sr. presidente de Pernambuco
nada mais fez do que encarregar ao chefe
de policia de dar as providencias que enten-
desse convenientes.
A que vem pedir agora o Sr. ministro do
imperio o meu juizo sobre o presidente ?
Limito-rae a referir os factos a camara
dos Srs. deputados tem bastante illustragao
e criterio para tirar delles as devidas conse-
quencias.
Tenho o direito de dirigir a discussao
como entender.
0 Sr, Ministro do Imperio :E eu
tenho o direito de perguntar-lhe que juizo
faz do presidente.
0 Sk. Tarquinio de Souza :A associa-
gao retirou-se, omo jd disse, para evitai
scenas desagradaveis, mas retirando-se, en-
tendeu que devia fazer o seu protesto a to-
dos os homens de bem do paiz. fazendo a
exposigdo dos factos para que elles fossem
bem conhecidos.
Esse protesto corre impresso, a sociedade
tinha direito de fazel-o, mas qual foi a con-
sequeucia delle ?
A demissao dc dous illustres fuocciona-
rios, que assignaram o protesto, e, que em
vez de se manifestarem em hostilidade ao
governo, como disse o honrado Sr. ministro*
da justiga, ndo fizeram mais que reclamar
pelos direitos da associagdo de que faziam
parte.
Em que consistia a hostilidade ? Pois,
senhores, discutir uma questdo, desenvol-
ver a doutrina religiosa e hostilisar ao go-
vtrno? Os quo conhecera o Dr. Maooel
Barboza d'Araujo sabem quo elle e dotado
de espirito eminentemente ordeiro.
OSr. Ministro do Imperio : Mas nao
tinha o direito de iusultar o governo no seu
no seu protesto.
0 Sr. Taruuinio de Souza :Nao hou-
ve insulto. 0 Sr. Dr. Barbnza de Araujo,
e muito conhecido de diversos membros
desti casa, eu invoco particularmentc o tes-
temuoho do nobre deputado pela Parahyba
aqui presente, que foi quem o nomeou para
a secretaria do governo de Pernambuco.....
0 Sr. Diogo Velho :Fui quem o no-
meou, e dou testemunho de que i um em-
pregado muito honesto, trabalbador e intel-
ligentissimo.
0 Sr. Tarquinio de Souza :... poderia
tambem com seguranga invocar, seelleaqu
estivesse, o testemunho do honrado Sr. mi-
nistro da guerra, que foi quem promoveu o
Dr. Barbtza de Araujo naquella secretaria.
E por minha pate digo, que se ^o Sr. Dr.
uarboza ndo era o raaisdistinctoempregado,
era sera duvida um dos melhores, um da-
quelles que raais satisfactoriamente cumpri-
ram os seus deveres. Ndo obstante isso.
porem, de um dia para outro ficou privado
do pdo com que alimentara sua familia, so
por ter asaignado um protesto contra o pro-
cedimento do chefe de policia.
0 Sr. Ministro do Imperio : Elle insul-
tou o governo. Leia o protesto.
0 Sr. Tarquinio de Souza :0 protesto
foi publicado em diversos jornaes do paiz,
e bem conhecido, e por isso ndo tenho ne-
cessidade de lel-o agora. I.iraitar-me-hei a
resuuiil-o :
Expondo os factos occorridos no dia 25
de Janeiro, aos quaes jd me referi, os auto-
res do protesto laraentavam que a policia,
com; arec ndo aos thealros para impedir pa-
teadas nos maos comicos, indo aos presepes
para garantir os partidarios da mestra ou
da contra-mestra, garautinlo pregadoras
protestantes, estrangeiros, ndo pudesse na-
quelle dia garantir cidaddos brasiuiroa as-
sociados para promoverem a propagagdo da
doutrina catholica.
Lamentaraiu ainda quaalepois do trisUssi-
rao acontecimento de 14 de maio de maio de
1873, que esta camara bem conhece, que
lepois de todos aquelles atttntados, a auto-
ridade publica ticisse mudv'sem fazer ca-
ii ir a sanwjSo da lei sobre a cabega de um
so ennuuoso I
Eis o quo dizia.o prctesto.
[Continuar-it'ha.)
'
.M
.; ->
... .
. u Ot I.A\A4
*




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