Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19326


This item is only available as the following downloads:


Full Text

ANNO L. MHEKO 147
r"
* />
>
*
i
***<* A CAPITAL E IK.iRKS OXIIE X&O SB PAG %
'ror tree roezes adiautados................ 69000
Por seis ditos idem. ..........'...... 12JJOOO
#or um onoidem...............!.." 849000
*L*a nonaero avulso ................. $330
/
Sm. Gerardo Antonio Alves & Filhos.no Par!; Goncalves d Pinto, no MaranhJo; Joaquim Jose" de Oliveira Pereira d'Almeida, em Mamangnape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jose" Gomel
Antonio Ferreira de Aguiar.em Gojanna; Joio Antonio Machaeo, no Pila
Cr
QUOTA FEIRA 2 DE JILHO DE 1874
PARA IH: \ 1RO E ion A DA PBO VINCI A.
for tree mezes adianlados..............
Por seis ditos idem..........?....
Por nove ditos idem .
Por am anno idem. ....

69750
199600
809250
279000
PROPRIEDADE DE MANOEL RCUEIROA DE FARIA FILHOS.



PARTE OPTICIAL
Governo da provlncia.
Peraambuco.Reparticao das obras publicas,
WD 28 de mio de 1874. Illm. e Exra. Sr.Tendo
V. Exc. me remeitido do dia 12 de marco ultimo
0 projecto de planta de uiaa ponte de ferro para
16 dos Afogados,para que ea de meu parecer a
respeito, passarei as seguintes consideracoes :
A pequeaa extensao dos vaos, adratttida pelo au-
tor do projecto, irapressionou-me logo a primeira
vista. Cada vao tera somente 10,AO de couipri-
aisalo. Este systema 6 decididaraente o mais eco-
Qomico do qae o de vao3 de maior comprimenlo ;
mas, ja qae, segando a opiniao do aaior, as coadi-
..-"ji do movimeato das mares e da passagem dos
corpus fluctuanies ? as fllasde esteios, e claro que pode-se sem des-
vantagem projectar uoia po.>te de madeira sobre
tilas de e teios liocados.
Convem, pois, comparar as despezas da coa-
st rac^ao e de eonscrvaetio, quer para uma ponte
1 ferro, quer para ama de madeira, acceitando-
99 a extensao de 10,mi0 para caia urn dos vao-.
Consideracoes locae* impozeram a adopcao de
grandes vios nas ponies de Sete de Setembro,
Magdalena, Caxanga, S. Joao e oa do Tabyba, tor-
nando, por conseguiate, necessari > o emprego do
ferro.
Quaato a poute da Boa Vista, por estar col loci-
la ao meio da cidade, julgou se coaveoieate sab
stitai ta por ama outra da ferro ; alera disso foi o
governo central que encarregoa se desta ultima
despeza. Em nenhum destes casos teve-se occa-
, i de (erro batido.
Em Afogados a questao sobre o systema da
ponte apresenta-.se e deve ser resolvida, teuJo-se
sm vista que a provlncia de Pernambaco resorre
ao credito para a execucao das obras novas, e qae
as juros que ella paga e pelo menos de 7 por ceu-
to ao anno. Segando os dados cuidadosamente
ebtidos sobre as pontes da provincia, pode-se em
geral computar em 23 anaos a duracao media de
uma ponte de madeira ; a sua conservacao nos
ciaeo priraeiros anaos, consistindo na sua pintura
annual iadispensavel e na limpesa perm mente do
(aboleiro, sera de 1,5 0/0 do seu cuslo ; nos cinco
annos seguintes de 3 por cento,e assim por di-
late.
Por outro lado a construceao dc uma ponte de
madeira, nas mesmas condicdes da ponte de ferro
projectada, com 11 vaos de 10,"'30 e 9 de largu-
r i entre as varandas, custara no maximo 50 con-
to? de reis, senlo os esteios de embiriba preta e
as i alias da mesma mideira ou de pao d'arco, si-
cupira, etc., e o soalho da ponte de costado de
:iraarello vinhatico.
0 projecto da ponte de ferro eleva se a quanti i
de 138:600* ou 140:0J0*
No fun d s 23 annos (como aiada nao possuimos
dad^s sufBcientes para apreciar a daracao da
ponte de ferro, admittamos esta duracao corao in-
definida, o que e inexacto), tereraos o balanco fi
aanceiro da ponte de Afogados nos dous casos em
title consideramo-Ia, sem incluirmos, comtudo, no
calculo os juros compostos :
Si a decisao de V. Ex for a favor de nraa ponte
de madeira, hab litar-me-bci a apresentar este
projecto, sem duvida urgenie ; talvez que venha
a obler mesmo nma reduccio na despeza prevista
acima, coneiliando-me por ste modo com as vis-
tas econoraicas que guiam com razao V. Exc. na
administracao da provincia.
Ultimando este meu parecer, tomarei a liberda-
ile de "bserv^r qaie a ecoaomia que propoaho,
neste caso ecbnomia iramediata de 90 contos de
de reis. 4 mais real e mais importante do que os
que se poJe fazer reduzindo se o pessoal ao mi-
nimo, taoto em numero, somo em vencim^ntos, ou
reduzindo abaixo do ultimo nivel possivel os lun-
d-is deitinados a cooservacao das estradas.
Si V. Exc. e a assemblea provincial nao qaize-
rem restrmgir os meios de accao de que dispoe o
pessoal das obras publicas provinciaes, este pes-
soal podera fazer economias considecaveis com
urn estudo mais promndo dos novos trabalhos.
Deus guarde a V. Excfilm, e Exm. Sr. cora-
meadador Henrique Pereira de Lu -ena, mui digao
presidente da provincia.Victor Fournie, enge
nheiro chefe.
i-S
S) 51 2 i
w
3 Mb 23
> 3TS
as B
f/5 S3ri
95 5 a i-
M r- . = Q O S O 3 0
?*'$. H -3 -<3 a
O W i- (S ^
3 c z o 0
i Z ". jo ;-5 -* y> ^4
-* 0
Sb (N i

->1 * -0
i Hill 3 O
fid ~a !
:~ Q O 3 OO = = -.-; -o w is v.t *
35 1. -
O %'i O 1* i^ i^ -- -- 1-.
a. p nnnrjrj GC
Sa S
^^ <
K

8 8SS38 ^ 55SSS 1
5 '. '' ^ -3 --a ~a a
5 z . Q -i; X ^* so O COO sge 1-5 Ol 00 X 5-t iO
2 . Z -i < r~ so C5 33 i^ rs ro
< Ss CO TI O CD
-T1S C
a 3 <
H c oo = o = 9 00
M 8s?=
SC ^- <-9'a> a &*
' -A o i^ 5 >"f -^; i^;-: n o i~ i i-l
J5 < < i
i1" O rt l'-^ i-i i' -^
"~ c a - 2
i;
a 1 1


b.


rri s
<
.>; c.
til Q. .

rr.
a =2=i
n 1 .i?'3^ >5 O -" IN 51
s .6 ^ = = 0 Z 0 % f
u .Q j
= 0 0 0 0 c is a, c-a~ -o-a 5-3' Hdq5
Conslruindo se, pois, actualraente, uma ponte de
madeira em lugar da pjnte de ferro projectada,
Jespender-si. ha somente cincoenta contos de
reis em vez de 110 contos. Economia immediata
j 90 contos.
>i eonaiderarmos a sitaacao financeira da pro-
vincia, comparada nos 2o aanos vindouros, epoca
D) (im da qual se deve substituir a ponte de ma-
deira, ve-se que se tern economisado a quautia de
200 contos puuco mats ou menos, isto e, uma vez
e meia a despesa da ponti de ferro, cujo luxo
(quatro vezes a despeza necessaria para a con-
struccao da ponte de ferro) poder-se-ha entao ac-
ceitar.
A respeito desta ponte e inutil insistir perante
V. Exc.; peci a permissao de obscrvar somente
que urn semelrante calculo podera scr muito ge-
aeralisado.
Achar-se-'a geralmente no Brasil, por ruuitos
innos ainda, uma enorme vantagem economic-
aa adopcan da madeira nas constructs, e 0 go-
verno priced ra como bom administrador dos di-
aheiros public js resistindo a tendcacia que os ina
glezes e as sociedades provenientes dos paizes des-
providos de madeira teem em introduzir is con-
itruccoes de ferro, tres vezes mais dispendiosas no
Brasil.
NSo me refiro certamente as grandcs obras ex-
cepcionaes, aas quaes 0 emprego da madeira e
sempre possivel, como provam-no os grandes
?xeraplos dados pelos americanos do norte, tor-
nando-se, porem, mais difflcil e custoso.
No caso da ponte de Afogados a comparacao
pareceme didsiva.
Rogo a V. Exc. a bondads de Iransmittir-me
DKSPACHOS DA P8GSIDENCIA, DO DIA 30 DE JL'NIIO DE
1874.
Antonio Maria de Araujo. Nio ha que defe-
nr.
Antonio Cardoso de Queiroz Fonceca. Passe.
Caetano Francisco Juries. Passe portaria
concedend) um mez de liceaca com ordenado.
Candida Maria da Conceicao. Sim.
Felippe Santiago da Silva. Informs o Sr. ins-
pector do arsenal de mariotia.
Fielden Brothers. Deferido com officio desta
data, dlrigido a thesouraria de fazenda.
Guimaries & Loz. Informe o Sr. provedor da
Santa Casa de Misericordia.
Irmandade do Senhor Bom Jesus dos Passos da
Graca erecta no convento ,'do Carmo da cidade de
Olioda. Informe o Sr. inspector da thesouraria
de fazenda.
Joaquina Maria de Jesns. In Jeferido.
ios6 Polycarpo de Freitas Junior. Sera oppor-
tunamente tornado era consideracao o que reqaer
e supplicaate.
Joao Carneiro Lins Barrado. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda
Jose Francisco Fragoso. Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Coronel Jjao Vieira de Melio e Silva. Deferi-
do com offlcio desta data, dirigido a thesouraria
provincial.
Coronel Joao Vie ra de Melle e Silva. Deferi-
do com officio desta data, dirigido a thesouraria de
fazenda.
Padre Jose Modesto Pereira de BriUo. Defe-
ndo com officio desta data, dirigido a thesouraria
provincial.
Joviniano Irineu Paes Barreto. Deferido com
officio desta data, dirigido a thesouraria de fa-
zenda.
Joio Feijo de Mello. Deferido cent officio des-
ta data, dirigido a thesouraria de fazenda.
Joio Francisco de Mello. Deferido com officio
desta data, dirigido a thesoureria de fazenda.
Leopoldo Biudeira de Gouveia. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Manoel de Vasconcellos. Certifique-se.
Capilao Manoel G>mes de Moura e Silva. Ne-
go previmento ao recurso interposto pelo suppli-
cante, em vista da informacao do inspector da the-
souraria de fate.nda.
Maria Theodora da Costa Alves Ferreira. -Co-
mo requer, depois de satisfeitos os direitos de-
vidos.
Miguel dis Santos Costa. Sim.
Maria Benedicta Gomes de Souia. Iof rme i
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Maria Julia da Conceicao. Passe portaria con-
cedendo a licenca pelida.
Xas publicacdes feitas no Diarioia hontem, sob
a rubrica Parte Official, deram-so ai seguiotes
iocorreccdes, que convem rec'.ificar.
.Na 1 columnada l." pagma, l.doartigo 3.*,
onde se le : nas casas e para as localidades qua
Julgar convcuiente, leia se: nos casos, etc
Na 3a columna, lei n. 1,116, onde estao tempo
deeorrido de 7 de maio de 1812 a 18 de julho de
1830: leiase 1817 : o mais como esta.
Na 2.' pagina, 2.' columna -o artigo 37 deve ser
idoassim:Para o* azeites, liqaidos e oleis, coa-
hideradoa generos de estiva, que forem despacha-
dos, nao a peso, e sira por medicao, sera a taxa de
4 rs. por litro.
N* i.J column i da pagina I.", o i. do art.
1." deve scr assira lido : Sobre vinh s seccos, ge-
nebra, licores e quacsquerlbwidos espirituosos,
coinprehenJidos os demais vimios doces e espu-
mosos.
Na mesma columna e pagina, o l.c deve ser
lido por esta forma: Scibre charutos, vioagre.
bac i Hi ao. madeira estrangeira e liquidos fermea-
tados, como cerveja e outros de igual natu-
reza.
den verificou m ter side a morte o resultado
um suicidio.
Deus guarde a V. Exc. -Illm. e Exm. Sr. ml
.nendador Henrique Pereira de Lucena, digno pn
sidente da provincia 0 caefe de policia, A '
nio Francisco Correia de Araujo.

Antonio de Lemus Braga, no Aracatj ; Joio Maria Julio Chares, no Assu; Antonio Marqaes da Silva, Natal ; Jose Justiao
I Villa da Penbai Be'armino dos Santos Buicio, em Santo Antao ; Domingos Jose da CoiUBrtga, emUaxareth;
Alagoas; Alves d C.,na Baku; A. Xavier Leito d C. no Rio Janeira'

lUIIlHTiTATl
ill 1 liKlU A.
Commando das arenas,
Qt.ARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PER.NAMBUCO, EM 1 DE JULHO DE
1874.
Ordem do dia n. 834.
0 brigadeiro commandante das annas
determina que seja nesta data desligado do
deposito de recrutus, ao qual se acha addi-
do, o Sr. capitao aggregado d arma de in-
fantaria. Manoel Joaquim Bello, quo, se-
guudo consta da ordem do dia da repar'i-
gao do ajudaiite-goneral de 16 de jutiao ul-
timo, n. 1,055, foi reformado por decreto
de 27 de mai > deste anno, nos termos do
1 do art. 'J da lei n. 618 de 18 de agos-
to de 185-2, vistosoffrer de molestia incu-
ravel queo torna incapaz de continuar no
servigo do excrcito.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
Lins.
Conforme.-O major Jose Bonifacio dos Santos
Mergulhao, ajudante de ordens encarrogado do
detalhe.
Regmrii^ao da policia.
:.' seccaoSecretaria de policia de Pernambuco,
I." de julho de 1874.
N. 777.Illm. c Exm. Sr. -Participa a V. Exc.
que hontem foram recolhidos a detencao os indi-
viduos seguir.tes :
A* minha or.le.n, Jose Severino da Silva, Manoel
Francisco de Assis, Pedro Jose de Lima, Joao Fer-
reira Danta-*, Antonio Joaquim de Santa Aou* e
Alexandriaa Maria de Jesus, vinJos do termo do
Bonito corao criraiuotos ja pronunciados.
A' ordera do,JJr. juiz de direito da i' vara, Ro-
sa Mocambique, por aao ter pago as castas de um
processo.
A' ordem do subdelegado do Recife. Raymuado,
escravo de Manoel Marques de Amorim, a reque-
rimento do senhor.
No dia 1 de junho ultimo, o escravo Silvesire,
pertencente a fabrica do engenho Coelhas, do ter-
mo de SerinhSem, foi accommettido de alienacao
mental, e desapparecendo daquelle lugac no dia 8,
i foi descoberto no dia seguiate eaforcado era ter-
ras do engenuo Canto Escuro, do mesmo termo.
Di vist>ria e inns d-ligenclas a q te se proce
RIO BE J.4NEIBO
CORTK, 14 DB JUNHO DB 1874.
Proloagada tera sido a-mscusaao do voto de
gracas no seoado, aendo a qaestao religiosa as-
sumpto obrigado para todos os oradores. Aquel-
les mesmo3 qae, como o Sr. Jobim, reconhecem e
confessam que nada se ganha com o debate sobre
tat materia, tem largamente se occupado delta, dan-
do como razao a necessidade de responderem aos
oradores seus antagonists.
Aiada no ultimo dia de sessao, ante hontem, o
Sr. Zacarias discorreu longamente como um don-
tor da igreja. No seu proposito de achar sempre
razao nos bispos, fez nos S. Exc. uma revelacio,
que servira de resposta aos que negam a existea-
cia da earta gesta tua. Eis o qae a ease respeito
disse o illustre seaador :
c Tambem se disse qae o bispo eseondeu a ear-
ta, e que isto constitue urn deiicto. E' outra ac-
cusacao infuodada e iosustentavol : a carta era
dirigida a elle; nao tinha qae transmitti-la a nin-
guem. Recebeodo-a, e certo de qae o p ratifice
ao escreve la ignorava o estado da questio, us >a
o bispo do direito de qae usa qualquer erapregado
que em taes circumstancias recebe ama ordem de
seu superior; guardou a e representou, expondo
suas duvidas e razoes. 0 juperior decidira se fez
bem. oa mat; se tem razao, ou nao.
E', pois, exacto qae existe a carta. E agora,
depois desta confissao, inclino me a crer que e tam-
bem exacto que o Sr. D. Lacerda fez os maiores
esforcos para com o seu collega o Sr. D. Vital,
alira de qae Ibe desse publicidade. Este, porem,
recuson-se obst ina da mente faie-lo.
Tao ardeates se tem raostrado os oradores catho
licos, qae mais de um inctdente desagradavel se
ted) dado. 0 Sr. Candid > Mendes exprimio-se por
modo tal contra o supremo tribunal de justica, que
deu lugar a vivas reclauiac5es e foi chamado a or-
dera pelo Sr. V. de S. Vicente e teve de sentar-se.
( 0 regimento do senado da o diroito a qaalqaer
senador de chamar a ordem e fazer sentar o ora-
dor que se transviar e exeeder se.)
Na vespera o Sr. Silveira Lobo, que tambem
esta am catkolico de primo cartelto, Asa tto furi-
baados apartes contra os membros do mesmo tri-
bunal, que os Srs. Paranagua e Chichorro tiverara
que protestar com energia, mormente o segando
que trocou com el e expressdes muito azedas a deu
lugar ao Sr. Zacarias iotervir, dizeodo: 0 Sr.
Cbicborro pensa qae esta na presidencia de Per-
nambuco I >
0 Sr. Figuei ra de Mello, em am dos seas famo-
sos discursos, concluio toraando o solemne cora-
proraisso de beber ura copo Je viaho no dia em
que cahir o actual miaisterio, o qae dea raotivo a
uma_espirituosa caricatara do periodioo Mosquito.
Nao cabe aqui narrar-Ihe todos os incidentes oc-
corridos na casa dos velhos. Mas nao qaero deixar
de fallar-lhe do discurso do Sr. visconde de Abae
te, annunciado e esperalo conn o verbo de que
sahiria a luz.
Aos que aao luram esse discurso, difflcil sera
formar juizo sobre elle, se liverera de guiar-se
pelo que dizem os jornaes dos differeotes matizes.
Eis corao a esse respeito se exprime o Diario do
Rio, em exteaso artigo de fuodo da propria lavra
do Sr. Ferreira Vianna.
" 0 veoerando ex-presidente do senado, pedindo
a consciencia do dever animacao que nao pode ob-
ter de avancados anaos assigaalados por inleleveis
services prestados ao paiz, levantou se hontem na
tribuna do senado e a illurainou com os claroos de
sua palavra.
" Qual anatoraico destru e provecto desseecou a
politica do gabinete de 7 de marc 0 discurso
do throno foi o assumpto e era cada um dos sous
topicos achou o illustre orador raotivo para seve-
ras e justissimas cenraras ao gabiaete. Seotimos
nao poder dar aqui o traslado de tao importante
discurso, vivamente applaudido, eque deixou pro-
fundas impressoes.
" 0 visconde de Abaete e sem contostagao a
gloria da nossa tribuna. Corao era bello sentir.
sob as formas delicadas o rigor legico do peasa-
meoto e a veheraeacia da censura !
" 0 visconde do Rio-Branco mudava a physio-
noraia a cada observacao do orador ; dir-se-hia um
accusado convencido diante de ura juiz incorrup-
tivel.
" As palavras erara braudas, raas o sentido st
prolongava e puagia. Nio t rato pelo quo soa.-ara
incoramodav'.m o presidente do conselho, como
pelas reflexoes oue despertavam no espirito dos
ouvintes."
A Reforma cantou hymnos ; elevou o discurso
as proporfoes de um grande acontecimen'.o po-
litico.
Oucamos agora a Nagdo :
" 0 illustre senador, diz ella, e digno de todo o
respeito pelo seu passaJo, pelas suas cas, pela sua
iUostracan e caracter ; mas oseu discurso de hon-
tem ( basta o resumo publicado no Jornal do Com-
meicio) ficou muito abaixo dos que S. Exc. pro-
ferio nos bellos tempos de suas glorias parlamen-
tares.
" As oDservacoes do honrado visnde nao pas-
sarara de vulgarissiraos lugares-comrauns e de pe-
quenos reparos, tao despidos de importancia que
admira como S. Exc. se oc upon com elles.......
Fez, enlretanto, S. Exc. uma declaracio im-
fortanta; aio Msaa a gaerra, eomqaanto nao es-
pere a paz duas proposicfies qae o Sr. Abaete
sabe conciliar...
" Appellou, por Ira, para o Sr. barao de Cote-
gip~, epedio Ihe qae rompesse coo o miaisterio e
Ibe disputasse o poder.
- Eis, em substancia, o grande discurso do Sr.
visconde de AtaWt"
Qaem quizer saber qual dessas apreciacdes e
exacta, leia o discurso de velho par amentar, a
quern oSr. Zacarias, felicitando pela sua reappa-
ricio m tribuna, acaba de proclamar chefe do
partido liberal, accresceataado :
" Estru persua Jido, que hoje, na presenea deste
rei, o Sr Nabuco sera o pri.ueiro a eotregar-lhe o
sceptro."
Infelizmtate o Sr. Nabuco, qua poacas vezes
vai ao seatdo e aio tem tornado parte da discus-
slo do votode graca*, nio recebeu de corpo pre
state a iotinacio do seu collega, qae assim, sem
mais nera mmos, o pretende langar fora do posto,
em qae (oi cdlocado por noanirae acclamacao dos
liberaes, quatdo depois de 16 de julho de 1868,
tiveramde oriaaisa'r ura prrgrarama, e nSoacha-
ram melhor fabrica.
Aerelita-se, porem, que elle nao fara qaestio,
e se resignara io silencio do seu gabinete, tra-
balhando ne prjecto do codigo civil e reservando
a liberdade de qae ja nsou durante o dominio pro-
gressist*, nao le rnaehinar contra, mas de nSo
auxiliar aos qtn assentarem se na cadeira qae
Ihe compete pardroit de amquet.
Mas, voltando ao qnestioaado discurso, devo
diavr-lhe, qae, at Jaizo de am liberal, meu amigo,
aotijto admirador daquelle Limpo de Abreu,
notavei orador eministro no ultimo periodo da re-
geneia Feijo, qie tao iraportaate nome tem regis-
trado nos annres daquella epoca, a loz qae agora
se esperava foi apeoas I imparina 1
0 veneran lo parlamentar, cuja vida politica e
uma historia iiva qae abraoge Ires grandes epo-
eas : o i.* reicado, a menoridade e o S.* reiaado,
nio julgou-?e )bri.*a1o a fazer ura novo program-
ma e recordoi apeoas qae, filiado a eseola libe-
ral em 18S6, iinda se ac la neila em 1874.
A fapidez e eoncisio com qae S. Exe. teve de
referir-se so lea proceder politico, nao Ihe per-
raittirara eatrar em explicacoas, ce qae resalta-
riara tres exepcSes, que sao dos nossos dias, e
poderiara conproraetter, ante os olhos do vulgo
irredectido ou ignaro, a sempre respeitada cohe-
rencia do miiistro de estrangeiros do miaisterio
Parana em 1854, do presidente d> conselho do
miaisterio qu em 1839 arcoa na camara dos de-
patados com a quest Jo bancaria, e de qae faziam
parts os Srs. Torres Horaera, Sergio de Macedo.
Manoel Felisarlo, Muritiba, etc., e finalmente do
chefe politico que com o Sr. Euzcbio d; Queiroz
assignara ctrcalares na elecao de 1860, recora-
raendando aoi eleitores conservadores miaeiros
que cerrassem Qleiras.
Agora, pois, essas tres occasions e mais os 13
annos em qae occapaado % presidencia do senado,
nio teve S. Exc. opnortuaidade para pronuociar-
*s acerca das sltaacSes politicas qae se tem suc-
cedido, nio se pode dizer que o illustre visconde
nao tenha sido coherenteraente liberal. Avancar
o contrario seria calumeia-lo.
Apezar, porem, de sa coherencia, ou mesrao
por causa delta, ahi estao os liberaes por um lado
e os dissidentes por outro, a fuodar gratas espe-
rangas no velho liberal, como o homem mais apto
e capaz para levar a effeiio a eleicao directa.
Seria curioso saber-se quern uo lim de tal sue-
cosso sahiria enganado!
Deixando de fallar no senado onde alias ainda
acharia muito, que uoticiar Ibe. fallarei da camara,
oode cootiada a discussao da preferen:ia proposta
pelo Sr. Marlinho Campos, com relacao ao projecto
da reforma eleitotal. Fallou hontem si bre a ma-
ter'a o Sr Jose de Alencar, pronuaciaado um no-
tavei discurso, cujo resumo, alias muito bem feito,
achara no Diario do Rio, de hoje, e Ih'o recomraen-
do. S. Exc, como e sabido, e acerrimo adver-
sario da eleicao directa, que repu'a inconstitucio-
nal c ruinosa ao paiz. Para que tal systema se rea-
lisasse fora preciso, no pensar do illustre deputa-
do ccarense, que a nacao brasileira abdicasse de
sua soberaniaera favor de um\ burguezia carica-
ta, que se quer crear.
Por mso, com quanto nao concorde con todo o
desonvolvimeoto do projecto do governo, aceila as
suas tres ideas :apitaes: permaneacia da< qua
lilicacoes, representacao das minorias e manuten-
c,i) da eleicio indirecta, consagrada na constitui-
cao.
Pa^sando se a 2." parte da ordera do dia, dis
cussSo das foroas de terra, discorreu longamente
o Sr. Duque Estrada, o leader da dissidencia, e
um de seus mais bellos tal<-ntos.
E' escusado dizer qu; achou tudo raao, e tudo
censurou.
' Sobre o conflicto religioso, o Sr. visconde de
Abaete poz de parte a questao de principios, refe-
riudo se ao seu parecer que nao derrama luz al
guma sobre a questao, e enlrou oa exposicao e
analyse dos factos. Ahi esteve S. Exc. soberbo,
daiki'j taatas pancadas no cravo quantas dava na
ferradura.
"Censurou os bispos e censurou o governo, ten-
do o cuidado de nao dizer o que este deveria ter
feito, ou o que seria melhor fazer.
" Eotre as observacow feitas por S. Exc, ha
algumas verdadeiramoate admiraveis. Por exem-
plo, o Sr. viscoode de Abaete ceosurou o governo
por nao ter este reprovado os artigos de Ganga
nelli e outros escriptos que appareceram I Assira
se pronuneiam certos liberaes, einbora velhos, so
bre a liberdade de imprensa I
" Como havia o governo de reprorar esses es-
criptos? Por meio de uma declaracao feita pela
impreosa ?
" Ganganelli zombaria da reprovagao, e tode o
public. nr se-!iia do destempero do govern) que
tal lizesse.
" 0 nobre visconde passon a aoeusar o ministe
rio por nao se ter npposto as meiidas legislativas
que augraentaram as despezas publicas. Se os
auginentos de soldos, ordenados e subsidio parla
mentar foram mal decrelados, passaram por votos
de gregos e troyanos A censura de S. Exc. vai
ferir tambem os seus correligionarios politico*.
" A qaestao argentina foi tratada pelo orador
muito ligeiramente, reduzindo-se a sua censura a
dizer qae nao estava resolvido o conflicto, porque
o Brasil e a Republica Argentina se arraa.n. Mas,
nao esta tesolvido por culpa do Brasil, ou pela
obatinacto do governo argentino? Nao devia o
nosso governo precaver-se contra os armamentis
extraordinarios do seu visinho ?
" 0 ve|ho etas ti~ta nio tratou destas qaeslSes.
EARIU UED PERN A.MBUOU
RECIFE, 2 DE JULHO DE 1874.
Hoticias do sul do iiuperio.
Hootera, as 10 horas da raanha, fundeou no la-
raarao o vapor araericaao South America, trazen-
do datas: do Rio da Prata 19, do Rio Grande do
Sal 18, de Santa Catharina 19, do Parana 20, de
S.Paulo 21, do Rio de Janeiro 25 e da Bahia 29
do correnle.
VALPAR.VIZO.
Entrara em Valparaizo no dia 12 a fragata Ga-
ribaldi, eonduzindo a seu bordo o duque de Geno-
va, que foi acolnido com grandes demonstracoes
de estima pelas autoridades.
RIO DA PRATA.
No dia 18 aiala aao se sabia com certeza em
Buenos-Ayres qual o resultado defioitivo das elei-
Soes realiadas a 12 para presidente e vicepresi-
eate da Republica Argeutioa, por es'.ar iaterrora-
pida a commuoicaga) telegraphica com as pro-
viocias do norte: a crenca geral, porem, era,
como ja tivemos occasiao de dizer, que Avellane-
da e Acosta occuparao aqaelles cargos.
A interrupcao das commuaicaQoes foi devida a
terse partido a liaha telegraphica em dous pou-
tos, por uma locomotiva e em consequencia de
um incendio, diziam uns, por ageate mais inteili-
gente, pretendiam outros.
Apezar da interrupcao publicara se ura tele-
gramma de Tacumau, dizendo qae o governador
comraumcara offlcialmeDte a victoria do A'vella-
nela era todas as provincias, com excepcao apenas
da de Santiago.
Era presenea de tantas versoos contradictorias,
e impossivel formar juizo seguro, e resignamo nos
a deixar ao tempo a solucaq desta questao.
Coutinuavam os boatos de movimentos revolu-
cionarios em Corrientes e Eutre llios, e a" mesmo
tempo espalh;ra-se nas proviacias que havia re
bentado uma grande revolucao era Baenos-Ayres,
se e que pode merecer credito o seguiate despacho
dirigido de Tucuman ao ministro do interior em
data de 16 :
t Commanico a V. Exc. qae alguns descoaten-
tes, iaduzidos pela noticia que transmitiio o tele-
grapho de haver rebentado uma revolucao era
Baenos-Ayres, tendo sido derribada a autcridade
naclonal, tentaram subverter a ordem publica
nesta provincia. Hontem ficaraos de posse de to-
dos os Cos da. coaspiracij diiigida por Nabor Cor-
doba que fugio, provavelmente, para Santiago. >
0 govern> nacional expedira da capital algu-
raaa forcas de linha para
qual o seu real dettino.
No dia 16 tomou passe a nova municipaiidade
de Buenos-Ayres.
No Estado Oriental foram prorogadas por um
mez qae (Indira a 15 de jalho, as sessSes do cor-
po legislative
Fora rejeitado peia camara dos representantes
o projecto do deputado Soto quo creava um bauco
de emissao.
Continuava a imprensa a discutir as questdes
da emissao menor e do emprestirao contrahido
em Londres ad referendum.
Tinoam cabido na capital copiosas e continna-
das chuvas, qne estavam causando grandes estra-
gos.
Annunciara se para o dia 22 do correnle a
inaugaracao do cararabo de ferro entre Salto e
Santa Rosa.
Chegara ao porto de Montevideo no dia 16 a
corveta Trojano, e preparavam-ae para dalli par-
tir a Nitheroy, Mage e Ipyranga.
BIO GRANDK DO SUL.
Grassava com algama intensidade a variola
na capital, em Jaguatio e em Pelotas.
0 presidente da i rorincia mandara vigorar no
exercicio de 1874 a 1875, a lei do orcamento pro-
v ncial de 5 de maio de 1873, ate que seja subs-
tituida pila assemblea provincial.
A Corapanhia Hydraulica Rio Grandanse con-
tinuava em progresso com os sens trabalhos.
Tinha comecado ella a abastecer d'agua a fa-
brica de tecldos da cidade e algumas casa- das
raas Uruguayana e Yatahy.
Le-se no Artista, do Rio Graade :
Os Srs. Antonio Joaqaim Pinto da Rocha e
Dr. Antonio Alves Pereira. condoidos da sorte
do reo Joao Luiz Ferreira, que tinha de curapnr,
por faltas de meios, mais tres mezes de prisao,
eatregaram ao escrivao das execucdes crimiaaes
deste termo, Barem Junior, para ser recolhido ao
competente cofre, a importancia da multa que
centra Joao Luiz fora liquidada. Cora um tal
procedimento evitou-se que ura iafeliz geraesse
por mais tres mezes entre as quatro paredes de
am earcere.n
Diz o Echi do Sul:
Ante-hontem (12), em Pelotas, pretendeu por
termo a seas dias, a joven D. Luiza Perat, qae
se acha depositada pelo Sr. juiz de direito em
casa do c >; it.i'i Manoel Luiz da Cunda.
a Esta menial e a mesma que ha tempos fora
raptida pelo Sr. LeovegilJo Soeiro, e coosta-nos
qae em consequencia da seatenca da relacao qae
Ihe prohibe o casamento com aqudle cavalheiro,
achou qne pela morte ver-se-hia livre de tantas
e tao repetfdas contrariedales.
< E' esta a segunda tentativa de saicidio que
commette a iafeliz.>
Posteriorraente, noticiou a mesma folha qae
essa infeliz raoca estava soffrendo das faeuldades
intellectaaes.
Falleceram, na cidade do Rio Graade, D. Leo-
cadia Gomes de Mello Pioto Baadeira, na idade
de 82 annos ; o al(ere3 Francisco da Silva Ra-
mos ; o procurador da Santa Casa du M'sericor-
dia, Florentino Bento Marques: Luiz lose Alfon-
so, conhecido pelo vellio dos passarinhos, e na
cidade de Pelotas, D. Helena Viauy, esposa do
capitao Paulo Viany.
De Itaqui escrevem ao Jornal do Commercio,
de Pelotas :
" Aqui chegou uma coramissao raedica italiaoa
da qual e presidente o Dr. Benat. Dizem que
andam em commissaodo governo italiano, nao sei
para o que, e aqui principiaram a exercer as fane
cues medicas.
" 0 Dr. Itaquy, que estava com a vara da de-
legaciadc policia, prohibio de conlinuarem a exer-
cer taes funccoes, visto que as noisas leis exigem
que o medico estrangeiro nao pode fazer clinica no
imperio, sem que tenha o exame de sufflciencia de
algumas de nossas acaderaias de mediciha. E o que
fizeram elles f Fixaram editaespelas esquiaas, aha-
mando a odiosidade do povo iguoraatc sobre a au-
toridade policial, e declararam que se retiravam
para as barrancas fronteiras, onde dariam consul-
las das 7 as 9 horas da manha, pois que la, como
territorio estrangeiro, nao chegariam as imperti-
nenles leis do Brasil ; e assim o fizeram e aiada la
se conseram."
PARANA.
Os negociantcs e prodactores de hervamate
da provincia tratavara de estudar os meios de in-
troduzir esse genero na Europa, onde ja figurou
na exposicao de Vienna.
A cominissao encarregada do exame dos por-
!o.-. de Paranagua c Aatonina ja concluio os seus
trabalhos.
So faltavam os estudos no Varadouro, para onde
seguira o en;renheiro Dr. Moraes.
Lemos no Dezenove de Dezembro :
" Nuclbo dos .vrgelixos. 0 Sr. Dr. Frederico
Abranches, acompaohado do engenheiro da pro-
vincia e de alguns cavalheiros, visitou hontem
aquelle estabelecimento colonial e examinou deti-
daraeute o servigo ultiraaraente feito nos lutes da
floresta, que se achavam pro indiviso ; depois do
que se dignou aceilar um raodesto lunch em casa
do colono Blanehet
Este e seus corapanheiros arranjaram de im"
proviso uma pequeaa festa, armando na estrada
um lindo arco de folbagem, do qual pendia um es
cudo com a inscripcao, Soyez bien venus e viva o
Parana, e em que tremulavam varias bandeiras,
sobresahindo a nacional.
S. Exc. ouvio a todos os colonos que o procura-
ram e expedio as couvenientes ordens no seDtido
de que novos titulos fossem passados e eatregues
aos pGSsuidores d s lotes.
Gracas a essas provideocias, creraos, licaram
sana las todas as conteslacoes que diariamente sur-
giam e que podiam coinprometter nao so a or
dem publica, corao a pro oriedade daquelle nucleo
colonial. "
A alfandega de Paranagua arrecadara no
mez passado 9:2754169. Ncssa renda figura a
iraporlacao com 919^000 e a exportacao com ...
6:9G8*000.
Falleceram, na capital, o capitalista Antonio
Goncalves Ribeiro, e, em Morretes.o cidadao Pedro
Antonio da Costa Nogeira.
0 mercado de Coritiba rendera no mez findo
393JS90O, e a alfandega de Paranagua, de 1 a 12
do corrente, 3:818*089.
s. PAULO.
Comecara no dia 20 o concurso para um lugar
de lente subslituto da faculdade de direito com-
parecendo o Dr. Rubino de Oliveira, untco in-
scripto.
Transitaram duraote o mez do maio ultimo,
pela estrada de ferro Paulista, pa3sageiros 5,961,
sendo : 1* classe, 1,514 ; 2' dita, 4,450; raercado-
rias : cafe, 2,302 toneladas; algodao, 52 dilas;
sal, 585 ditas; assucar, 9 ditas; diversos, 1,580
ditas.
Le-se no Diario de Santos :
" Seguirara no vapor S. Jose com deslino aos
Fstados-Um'dos, onde vao estudar, os Srs. Anto-
nio de Toledo Pisa e Almeida, filho do Sr. Jose de
Toledo Pisa e. Almeida, Jo5o Corrfla Leito d-i Mo-
raes Junior, filho de outro do mesmo name, An
tonio Monoel da Fonceca, filho do Sr. Francisco
Antonio da Fonceca, e Jose Paula Leilc e
Barros, filho do Sr. Antonio de Paula Leite de
Barros.
" Com estes perfaz o numero de 13 os do Tieto
e Capivary que nos Estados-Unidos vao formar-se
em cursoa" diversos. '
Escreve o Constitucional, de Campinas de 20 :
" Devia dar-secomeco homem, ao asseotamento
o interior, ignorava-se je trilraos da estrada de ferro a cargo da corapa-
nhia Mogyana, a partir da estacao da companhia
Paulista, nesta cidade. "
Noticia o Ypanema de Sorocaba:
" Conforme estava aaoanciado, deu se a reu-
niao do povo para tratar dos meios de levar a
affeito a idea aventada pelos Srs. Dr. Ferreira
Brags. Elfas Galdino e Manoel Jo*e da Fonceca, da
organisar uma exposicao industrial dos municipios
de Sorocaba e Campo-Largo. A's 11 horas da
manha do dia 14, reunidas no saljio do Gabinete
de Leitara Sorocabano numerosas pessoas, foi
acclaraado presidente o Sr. Gaidino, e secretario o
Sr. Francelino Barbosa. Era segaida tomou a
palavra o Dr. Braga, expoz o 11 in da reunite, e
fez ver a3 vantagens qae de ama exposiQao indus-
trial podia aufenr o municipio, e propoz que se
nomeasse nma commissaocentral da 12 membros;
foram propostos e aceitos os segnintes Srs. : ma-
ior Joaquim de Souza Mursa, director da fabrica
do Ypanema; Jose Leite Penteado, advogado ;
Francisco Ferreira Prestas, president* da camara
municipal de Sorocaba; Bernardo de Mascareohas
Martins, presidente da camara municipal de Cam-
po-Largo ; Antonio Jose Ferreira Braga, advogado ;
Manoel J036 da Fonceca, negociante; Elias Gal-
dino de Vasconcellos, erapregado do commercio ;
Antonio Joaqaim Dias, vereador e negociante;
Antonio Rogich, negociante ; Antonio Jose da
Rosa, artista; Domingos Alves Martins Carnei-
ro, fazendeiro; Candido Antonio de Moura, fa-
zendeiro.
" Foi resolvido qae o Dr. Braga fosse o presi-
deate da coramissao central, o Sr. Fonceca secre-
tario e o Sr. Antonio Dias o thesoareiro, ate que a
dita commissao central se reunisse e comecasse a
funccionar.
" Esta marcada a primeira reuniao da comrais-"
>ao central para dominzo proximo, a 1 bora da
tarde, no salao do gabinete de leitura.
" Assim, pois, \v o publico que a idea foi abra-
ra Ja calorosamente, e parece que traduzir-se-ba
em realidade, pois a sua frente estao pessoas ons-
picuas e emprehendedoras. "
A mesma folha refere o seguiate facto :
" Estava recolhido a cadeia am preto, louco, quo
ao amanhecer de 16 appareceu morto. Proceden-
do o delegado a corpo de deiicto, declararam os
peritos ter succurabid) em consequencia do frio
que fez toda a noite anterior.
" Realmente, e a primeira noite de inverno que
se tem feito sentir este anno entre nos : a geada
foi abundante.
" Este triste acontecimento deve fazer com que a
camara municipal mande fazer duas portas de ma-
deira para as janellas dessa prisao, para que nao
se repitam esses factos. "
RIO DE JANEIRO.
Fez-se merce :
Do titalo de barao de Santa Cecilia ao major
Francisco Rodrigues Pereira de Queiroz, da pro-
vincia de Minas-Geraes pelos relevaotes services
que tem prestado ao estado.
Do de barao do Ceara-mirim ao coronel Manoel
Varella do Nasciraento, pelos que prestou a iostruc-
cao publica, na provincia do Rio Grande do
Norte.
Do de barao de Monte mor a Jose Bonifacio de
Campos Ferraz, da provincia de S. Paulo, por iden-
ticos servicos.
Do tilulo de conselho ao Dr. Francisco Ignicio
Marcondes Homem de Mello, em attenriio aos rele-
vantes servicos que tem prestado a iostraccao pu-
blica e por occa?iao da exposicao universal de
Vienna d'Austria.
Foram concedidas as exonerates que pedi-
ram :
0 commendador Antonio Candido da Cruz Ma-
chado, do cargo de presidente da provincia da Ba-
hia.
0 bacharel Venancio Jose de Oliveira I.isboa, de
igual cargo na de Minas-Geraes.
Foram nomeados :
Presidente da provincia da Bahia o bacharel Ve-
nancio Jose de Oliveira Lisboa.
Srcretarios do governo :
Da provincia da Bahia o bacharel Joao Ferrei-
ra de Araujo Pinho.
Da de Minas-Geraes o Dr. Manoel Coelho Bar-
roso.
Lente subslituto da faculdade de direito de S.
Paulo, o Dr. Joaquim Jose Vieira de Carvalho.
Professor da cadeira de portuguez do 2* e 3'
annos dn internato e externato do imperial colle-
gio de Pedro II o mestre em artes Jose Manoel
Garcia.
Commendador da ordem da Rosa, Antonio de
Lacerda, em atlenclo aos relevantes servicos que
tem prestado a provincia da Bahia e ao imperio.
realisando alii importantes melhoramen:os mate-
riaes, e concorrendo com valiosos donativos para
auxiliar as despezas da guerra do Paraguay.
Cavalheiro da ordem de S. Bento de Aviz o ca-
pitao do 4 regimento de cavallaria ligeira Carlos
Machado Bittencourt.
Em attencao aos relevantes servicos quo presta-
ram por occasiao da exposicao universal da Vien-
na d'Austria.
Ordem de Nosso Senhor Jestt* Cltnsto.Cora-
mendadores.Os conselheiros Candiio de Azere-
do Coutinho, Henrique do Beaurepaire Rohan,
Andre Augusto de Padua Floury e Bernardo Au-
gasto Nascentes de Azambuja ; o senador Joaquim
Floriano de Godoy e o Dr. Gailherme Schuch de
Capanema.
Ordem da Rosa Dignatario : o visconde do
Prados.
Coramendadores. Os conselheiros Jose Maria
Lopes da Costa e Sabino Eloy Pessoa, Drs. Luiz
Alves dos Santos, Miguel Antonio da Silva o Joa-
quim Monteiro Caminhoa ; e Franoisso Jose Goa-
calves, Justiao FigueireJo No vacs e Carlos Pinto
ds Figueiredo.
Offlciaes.-Os Drs. Oscar Adolpho de Bui hoes
Ribeiro, Ladislao de Souza Mello Netto, Joao Joa-
quim Pizarro, Carlos Glas, Sebasliao Ferreira
Soares ; e Alexandre Affonso da Rocha Satami -
ni.
Cavalheiros.-Os Drs. Antonio Gabriel de Pau-
la Fonceca Junior, Joaquim Jose da Franca
Junior e Pedro Dias Gordilho Paes Leme : o te-
nente Francisco Manoel Alvares de Araujo, Joao
da Motta Teixeira e Jose Pedro Xavier Pinheiro.
Foi promovido a commendador da ordem de
Nosso Ssnhor Jesus Christo o barao de S. Joa) de
El-Rei, pelos relevantes servicos prestados a reli-
giao, na provincia de Minas-Geraes.
Foram concedidas as honras de conego da ca-
thedral da diocese da Bahia, ao padre Umbelino
Jo-i'' de Azevedo Pedra.
Foram naturalisados os subditos portaguezes
Joio da Silva Ferreira, Antonio de Freitas Ubaldo.
lose Fortunato, Joaquim Dias Macieira, JoSo Al-
ves de Souza, Fernando da Costa, Augusto Gomes
de Silva, Antonio Pinto Serra, Antonio Jose Fer-
oandes, Albino Teixeira Machado, Antonio de
Oliveira e Siiva, Fernando Pereira, Yieeoje da
Sil va Paranhos, Manoel Goncalves e o padre
Antooio Joaquim do Espirito Santo Marques Pe-
treira Valente, e o subdito italiano padre Dona-
o Rofrano.
Por decretos de 20 do corrente mez :
Foram reconduzidos no lugar. de juiz muni.i-
pal e do orphaos :
0 bacharel Antonio Manoel Peixoto de Souza do
termo de S. Fidelis, na provincia do Rio de Janeiro.
0 bacharel Claudio Herculauo Duarte do ter-
mo de Jacuhy, na prov ncia do Minas-Geraes.
Foram nomeados :
0 bacharel Benjamin Ferreira Band>tra par ao





iTM.:aa..(mi .\* mb'# de Peraambuco <^r ** 2 Julh0 *JMLJ* oaaMM j W/*
lagar de juit municipal e do orphaos do rerm) [ dir'igvreitt 05 p.irtidM. Un* V.c qoerem,na) do-
Sam Anna dj>_Caraisio. naprovinofcB#*Jli. [jonn; d s qi *:>Is:iv$ifc*qnefc.# T
jrreatF, t.Krtibfltaie Hjnl.\aq! ins ar,r.i:n\iiii.
U mintMfftdo imperil), em, 5 da c
dirigio o segiwn%y aviso j presideucia da Para'.y-
b.i do Aorte :
Mm. e Exjn. $r.-T*nhopresente o offlcioic
43 m;io lindo/rfioiUpanha'o da sopia do aeto pole
qual V. Exc. annuHon as eleicoes de.verendfl -es
c juizes do paz da parcjrtja da vdla da M'.soriCor-
dia, que se ell'ectuartrm > l. do marco d i cor
rente anno, visio haverenfc-sa dado os arait|tos
vicios : 1." Te:emMCM-rido|ur.i a orgam^afTn
da mesa os eleitorcs e sapptonws de fegtajaitra
dissolvida, quando onnelenttlK para sandbar:
act.) era.n os oil,) eidilioa tra#ediatoi no jnit d
paz qii a presidirai*rafJraw-dispfiein o art. 3.
di d:L-ret) a. 1,8 lo 23 do a*isi da <8'i0, e
art. 31 das 4itruec,5es do 31 4:: d-)zera.jr-. d.s
1868; 2. tVt-gu eaglobado, cAo dispo.-t i no
aviso n. 417 ffo de imiAro do IfWflfc elei$T*|
de juiies de paz da referida ptrocjia, a elei<,\i)
dos juizes da nova freguezia ei Corceicij, dis
membrada daqaella, o ja instituida cmoiucamea-
te desJe ii de marp* do ana') passado. K por-
queiaui tioius sio asb'tanmes, duolaro a Vl Bte.
quo Gea approvado o m -ni-isuad > acto. Deus guar-
dea V. Exc. -Joio Alfreds Crreii de Oliteira.o
0 aunisierio da auerra, em )5 do ccrr;n:a,
dirigit a tresid-iacia da Kaltm'-o ftegaiat* ami:
Illm. e Exm. Sr.Bj.vulvo a V. Exco rciue-
ritncato e mais p^pcis iqnc'fteftMpftrihaMM'ffaM'
offlcio a. 149 de 9 de maid iiltiini, retaiivoi ae
ux-solJado do 1-61 'iuialhi) de infanteria Estevii
Uodnguei Ainrao, que podd (liRaia^ala.jIj pre-
mio Be JJOir~.,iriegxnTto serTotirnrrrrr rtrTrnm,
aJ.n d-3 qne V. Exc. ordene ao suppljoaaie a
apre'seotapao do litulo di'S^S^, qm d:ixoa 4-
acompantiar ode SMS, sci ai-'ida nio liver sid)
pag, para com esle sex ijUAliusa*>, ca;nprini)
40i i cjranaoiant'i dis '(a'niias 'le*ia uriiWaeii
ledare e.n ord<:u d) dia que aio { \iu os
c >;u naaJan: a dos e >ri> is x';ieJir tit,alo$ >e a or-
diiii expre-sa 4) govern iin,ie;vd, ijiar p da gra-
Jift,-ai.'n J;3iOi, qaer |i'U d:3f)J rs. ikanoj.
ciaferiJn j)elo art *. di itecret) n. 3 37l' dc 7
ii! jtiwir.i 6^ l8J"i, devjul >Hs i(^tere-',ilj-i I14UI
d*r 0 sea direft) p^ra.ite o gjveiin i:n,ieria| e a
vijj J.is eiou'sas qae lUes tiv;re:n sij > exp i 1.11<
eii< guird,} a V. Exc- J>Cu jjs; St Oliceira
J'lUjKriiti.
G iBesiuo ministerio, em igail dua. exitedi)
a) 'qaattel-ni^-treg-ueral 6 segftjoU avisj
-X.ij coaviaio q^te se ejalinue a romeiter des-
tt corte par.i as'proviaoi is cerns a'riigji, euja
iiqttwljw nis mismis s-.Tia inlis v^aujjsa, ou
|ir tsca n do inJustria ;iri >ria e p'ir issa im^sam
>er ofc'.i lis pjr prec, .s inais coinm.d >-, oa iiapir-
lalisti 1 csiraUj'O.'r,), at dillereu^.i- d: cjsIj s-
riaa aiula-nente ejj^ieasidts peli> prejui'.j*
qaeseeviti.ii q ,j iraus.iirtas e p ill ia;5si nis
dhTjreate-i [urtis darani) 0 trajecto desta ejrl>
pira as prjviucias ; reconaieul) a V. S. ||4e d;
iracn djante. d)sp;li!is qae yiere-n reinv-tild is
das p.re-idaac:as, so s.^jaai fora'i'iJjs (j 1; tirl : it-
tj aq lij I :< artig s qoe n"ij ejtiVdffSifl ojaiprr-Ii ;a-
dJlJs nis cifiJi/i's sii iranhi-iiaiJas. Hiii
guarJe a V. S. Jolo J-.is*. de'O'icelrn Jaiiquiirn'.a
S il.ro 0 senado recomnienJainos aos leiteces
aleata.a da niissiva do lij-sd' cbrre-qionJe^Ie m
Rio Na caraara dos deputado.B, der-iis deler-se
ap;;rovAdo as aclas de SO 22'dj c.irronte, e uma
indija.ao mandando. registrar na a:n respecliva
0 jubilo com quo foi ;iela cainara fecebitla a grata
ii-.v.-i de aehar-Se oimperj on com.uuni.,a;ao i a
mediata com a Enropa pi.r rneio do cabo abma-
-rino, ociup'ou-se com a cintinuaeao da I." di-cu-*-
s4o d) pfdjecio de rvfonna eleftoral, conjunrta
inente com 0 fpqnerunsntd verbal do Sr. Maniahj
Campos, Jar.d.i prelerencia a urn projc':to srtfere'o
mesm 1 ass'.impto, ap'reseii'.ado cm I8S8, tfcoU alia
'la a discipsao, depots de drar d Sr. Jose dj Also
car, quo d.isse 0 seguinte :
Coraccodlamefitan lo jaeuma qiteuao d.; tan
la magnifjii" se+o!loCa?> em posteao Ciiat aria
as pr.'.ticas do systema c institutional."
a J.i no t: i)|i) em que se d-biten .1 ju^stio d >
etetoeato ssrvil se levaiitar.1 contra os sens pro-
pru s amigos, .juo pur uma aberraeio de priii-ipijs
a di^^iaram d;;s fin.ias parlamenlares.
Sa^tenta hoje, com) futio, a iniciativa minis-
terial em leis de aleauee p ilitico. A cinstituii;ao
Jeu a eada deputado o direit > de aor-sentar pfo-
jeetes, de fazer ioArfieNaelS:.-, do jnlgar do< aetu
uiaisleriacs. Uasdeixou ao govern 1 uma inicii
I'.v.i, qne i oojny'.e-n-.nto do systema parli-
nlar.
En urn 1 a-semblci nunerosa as indiviluili-
I'.al.s, pr mais respeitaveis que sejam, nao tern
forci. So a teem os parti 1 is, ou antes s6 a tern
a nsaiorin, a quern cahe dirigir a discussao, pre.'!-
rin-11 as ideas que mais se c informiin com as suas
vist-s. Lira, 0 orgao dessi maioria e o gabinnte,
trad-izir i-m leis as ideas do partido d)miaiute.
< l'ro-eguimlo nesta ordem de ideas, aprecia a
forca, a importancia da iniciativa inlividual eda
inic:;; naparlamentar.
A iuicialiva ministerial e 0 vehicul0 das re-
firm is aiinJureciJas na opiniao publica. Esle
priueipio e urn dogma dj systema parla.meniar.
Ella i:a pertence a es'e ou aqaelle miniserio.
: rtcace 2:1 governo, qnalqaer queseja.
Sc a ooposicjb fosse amanlia governo. porque
men procnraria apagar as di-s'dencias? Se'ia
pela iaietaliva ministerial. E' esla a lieio dos pai
i.es |e mais respeitam as praticas do systema
c.nsiiuiciunal
Prufe.-saado esfcs principios, causoa l:i! ad-
niracVu ; u Sr. Mariiih Cimpjs, pedisse pre-
ferencia pira a discussSode um projecto, aiorme-
.. lo ha mud 1 nos archives da casi. E esse pro
! >.e a:r..!i uma prova da ioidatira ministerial.
Xai sabequalseja a mtengao doreqaerimeo-
11. Daf hatalha ao govern nao pole ser; p iriue
0 partido liberal *6 tern na camira u-n e-tado
mai ir e nao 6 com estados maiores que se dio ba-
Ulbas. .Na. ere tambem que liouvesse des^jo u-
demorar a iliscus>ao do projecto.
Em qoestdes desta ordem, devemos esquocer
qiiesom,;s panidistas, para nos lembrarnos que
gomos brasileiros e ci ladios.
Faz algumas consider.'ii.ots s.ibre a pslitica
dos que defend em a eleicio dtrecta, e q te sin a
realisacao dessa idea se juigam incompativeis com
>, poiVr. Espliea e;si polrtica pelis ieituras de
MachiaveL
Passando a oecapar-se do poter irreponsavi-i,
que e invocado nesta quesiao, d.z que ntngaeag
on'.esla ao 6oberano 0 direito de iullair ns alt-i
[lolitica do esiado. Este direito c uma attribuigao
do rei coostilucioual. fiegundo lod Palmerston, 0
m pode ser 0 priuieiro esladista do sen paiz, e
al o primeiro estadisia do seu tempo, c.nno e 0
priraeiro guarda da c da da suberania naeioual. Combate, porem, a in-
terferencia desse poder iu administragaj publica.
E'donirina que eusteaia ^a imjirensa e na tri-
084.
Faz muitas considerables para definir hem as
suas ideas em relacao a interferencia da coroa no
esecotivo. Ninguem pode ccntestar ao chefe do
"Siadocdir ito de crea-r uma.-;tuacao, de ter ideas
political, e concorrer com 0 parlamento para a
execucio das reformae uieis ao paiz. Xunea ua
Ingtaterfa foi este ponti objecto de qnestSo, e a
Inglaterra 6 0 paiz model* do s)'s:ema coajttneio-
Dill.
Lembta a emancinafSo catholica, caia luta
duron 20 annos, luta cntre a cor6a e o parlamento,
que consnlidoB 0 systema farlamentar. Tambem
var 0 gabinete que professa as suas idtas em ma-
teria eleitoral, e .ciogaem a aeeusa por remelnan-
te facto.
Conn coosejuencia destos (irincipios, sasteota
qU'?, se a coroa tem a op niao da iaconstitaciooa-
I'dade das elei;5es direcu*. tem 0 direito e ode
ver rtgoroso de afasiar do poder 03 sectaries des-
sa idea.
0 Espera, porem, r^ue ell. se Bio ba de reali3ar.
A nacao brasileira nao &iile abdi:ar da sua sobe-
rania, em favor jde nma bnrguezia carieata, que
se qacr crear.
0 oradir pissa a con-iderar a .itnaea"j politi-
ca do barao de Gotegipe, a?reciand) 0 sen tiitimo
discurso pronunnado no senado. 0 barao .:cnte3-
ta a coroa 0 dire to de inflair na politica d > paiz,
e de guarJar a coniiitaicao. MJo e repablicano,
mas usou liberalismo, e do tempo da regencia.
Esta obrtinacao torooa-o incoDpaiirel com 0 poder
pela inflaeosia das altai regimes conira a eleifao
directa
Mas onde e eomo mostra a corda esla opiniao?
Ja bouvealgam governo demitlido? alguma ca-
mara dissolvida por causa de eleicao direeta f Por
qual outro meio se msoibsiou a opiniao:c6nlra es-
ta reforma ?
.E' 0 barao de Cotegipe 0 seu carapeSo. Nao
bavia nenhum motivo de digoidade que 0 obri-
gasse a declarar que nao aceitava 0 poder senao
para effectuar a reforma eleitoral por esse syste-
ma. Um chefe politico n5o pole prenier-se a
uma idea. Pertence ao seu partido. Entreelles
esianeiece-soijm c^mpromisse do hoau. 0 parli-
ile-
hfcoj-lrar q is 0 bara 1 de ("oteg'oj njjstr.iva^t
lalsrfa po'r uma Tdeacuji's cJusoq;ioii'-ias fui^lras
sSoincertas.- Qiempo.le assegurar que pirwfttj1
na) viri a sabvwsiodas'insUluicOes t Volundo a considerar o requerlme ito do de-
puted) por Minas Giraos, n Sr. Mi tinh) Can
a>hi-o coatradiclorio p)f' vartas rfflbs.
c 1 opreluade a preferoar.ia para un projecto a
d ..ill) p> seus propfios ailora*. Depois,
project) formalo \tla unia> hynnda de d-ms
tedtas nio pdie ser a base de uma discussao
;ular.
E'n projecto d) govera que merac; r>
voto Nio eoncorda na sea desevoI*in(ent).'
baifas ideas capitaes que 0 safisfaiem. E' a
m iheusi 1 da \a ilillca;.i a representa^i 1 das
U)ri#<, ,1 inaiintenct} da ele^lr inflrerta;' "
grala na constituif.I).
0 orador aprecia iargvnente osies tres pictosjj
Eatrand 1 na syiTecia^ao d 1 pro.ecto 0 Sr. ''..u-
lino do Souza, pe-ie ao oobre aepala n que ^xpli-
|-qne se qa*nd apresefr*ti e*m*ra-fot-ew ?-
nn d> gibincte de quo fazia pane, sob sna res-
ponsahilidide de mmistro, ou eomo deputado.
Respjndei o Sr. Paulino q .e 0 apresjntara
OM) depataf), oaviudo preia n'nto hs seus coll.
legas.
?Q-ftradw larnea a ropetir a penfMrta- JnstaS-
it)p>r tina rosnasta ,raati expliciu. Bgdia-ihe
jqo deslarasse *e VVljdni atff Atf gfhfWii
a N.lo a saiisfazenilo aiala a exuiicaca; dada
fns ) Sr. Pairrmo dff_Snna;~B, eoTto^rrrxr contes-
tinl-i a, refurioos faotos que se p wsaraffl ntgpi-
hiiete de iue i'.era pane em relar.i 1 a esse pro-
ject). Fora asseatado em cjnseltio de miuistros
que se nao trataria da reforma eleitoral. Nio era
portan o, uut arojeoto do gabtnete.
Ex'licandio principio da soliJariedade que
se ni) juebra pela apresentagao dostas projectos
de re-P'M*aD'l'dade individual, citou o exeoiplo
dx loi,*laterr.>. oo-ie ruoitostezes o ministros apre-
s.;ati-.n prs.ettjs que nio .>a) aceitos pelo gabme-
te e jae.muitas vazos au conbatidos na di3 is-
sio e;los proprios collegas.
Voltanlo ao assumpio, fa? sobresabir a oir-
eumUancia Je nao ter d Sr. f.iilui) dil'anla-
ia jute a>seu projecto en i\ roeses qae esteve fed
po ler, depois de 0 ter apresentado.
t Apressou-se 0 >. I'aulin> a-r^oitlic r esle er-
ri caroul itieo. Oil qae fo a miuisiro mems de
t~es m;ies depois da data da apre:eatacio.
t 0 oador rectiiica as datas. quo sib eintes-
talis nelo Sr. Pauliti) e por moitos depatalos que
0 confirmam.
0 troca destas explicagoa conhec t 0 Sr.
Aleavu'que estivi in erro, altribuiado k a:ire-
soitacii d> prjjest) a> txt,r> t u q to ell* fdra
m'nistr,), !i;and) assim sem offciti a sua argu-
nenticao, em que coatestara as piiavras do Sr.
Paaliai En \aaato >j Sr. Aleucar se ?Uva re-
f rmlo a umi coaferencia do min si irio. de qtie
eile f zia parte, 0 Sr. Paulino allulii a fifltoa que
se tinaam passal) um aan) depois.
Expli:ado este pti pro <\ sensir.ii na c* nara, ii oralor nao prosjguO ua-
q 1 lla orJjin de idea-. Fez an 1 nam 1, e depots
pi'Sii :i ombater o principi j la eleici) dirjeta.
Dipois ite s; refe ir a corrupt*; eiitoral que
lavra no paiz, diz qae os progress is puhtioos das
pri:i.a s na;oes da Ear p. ui) sa 1 JjviJjs a
eleiijao direct.
t C.tj a 'ielgiu, a Fran;i, a lujlai.erra. e Por-
liigal.
.Vi Inglaterra a eleicao e um escaaJ.il0. O
|ae faz agranlezi da lagiaterra e a f)rja dos
parlii js, ii \n 111 na ia,l)le do p i, n s oa c h-
lu:n-)>, a.i sai el icici) politica
Na Belgica f)i'o rei qnem firrnou o sysieau
representativo, e nao aeleicio directa, viiiaJa Id
|: |i;-li I'r.m-le, p-i'a venalida a.
Djp)is Je .1 cjasi ler.ir na Franca, a laz da
MlATia, djz qui 0^9 aurecia o system 1 em t'jrtu-
gal pel' priacipi) do respeilo qpe os filh)S de em
aos p.-. i'.
"i Di princiolo consiieraJ) era these, 0 orador
passau hyp tnese ve tente, e tratada inconslila ;io
aahJ.fle da eleici) directa ComH te a upiaid)
do Sr. Paulino de Soaza de que o dire.lo do vote
nil i i-u-n direito poliiio. por uao ser dotignado
ni art. 1/i) da constituicao.
A g ranliade direito e 0 dire.Ho e cou^a mai
to diversa. Aquelle artigo so espeoiQca algans
direitjs. 0 do vot) ja estava garantido pelo art.
113, que diz que a lei 6 igual para todos, e pelo g
13 do mesrao artigo, que estabelece qae nao na-
vera privilegio senao 0 inherente ao carg). Nio
se garantio, pois, 0 direito. porque ja esuva ga-
rantido.
111 dua* eaeolas a respeilo do direito do suf-
fragio: a franceza; a sixoni:a. E-n wnsiderao
voto un cargo publico; aquelli um direito ha-
mano.
So e direito politico e uma materia onstKu
cionil.; se e cargo, ha 0 prinipio de ignaldade es-
tabelecido na constituicao.
Sustenta qae 0 Voto e nm direito p i!iii.;o, 0
maximo dos direitos; nao e f^r isso possivel t >-
eardiie sern abalar desde os aiicerces 0 ediacio da
constitaigJo.
Depois de varias considera-oes, diz que nun-
ca nenhum paiz vollon pelos meins regalarej da
demoeracia para a aristoeracia. 0> ri'js nao vo!-
tarn para suas foates
1 So pelas revolucoes ou pelos golpes de esla do
se reaiisam esses factos.
03 5rs. ministros da marinha, v'^^mjf:
La nare. cli^fo de d vi a) Cimj^ .&4 ^
lai 'i^ffltcifiio^w' >raos Am^ wtspeo 13
flfc!fl,WiS,,<2^'-U.,lh:l *** "SM-idas. T
Wslio'rS<1&vlWuacio.i/ee estrang?iro
dciraro* tatram >s sa4vas a0 estylo.
A's 40 ooras soas msge aleota
omo adoptaram r.s b
qsft reside.r. na Guyana fi
.1 to sido proinovidu ikdMsul briunili'oo
dar-se-ha uma nlipo is d
cag
itor devo lembrar-sc ar>Kpls*l inj,lei era
'ambuco 0 Sr. Gowpec IFWl^oi elle Temo-
iara Porto Rico, na Anu'lhas. Esta actual-
do consa^rjtannico
lacucf (irovini iacM. At
i-.-tavaui annui sourariaipnif ineial, no dia 3, serin
as.
So Pi-iEiaiubucana. S*--
'1 deste jornal illustrado.
a sat A.' lliMcrit'ordiii 1I0
Hontem litarde teve lagar a posse
da nova*iJaota adminis|rativa desla eorporacao,
m a sofermrtdade do costame. lendo 0 protedor
nterino, 0 Sr. Dr. Antonio Maria de Fana Neves,
tejeftttfhioa directa
egostfa telo asUbala relatorio do blenoto nlftmo.
Jerusalem. A-obra qae sob ese litulo
acabi de publicar 0 Exm. e Rvm. monsenhor
Joaquim Pibio 4e -Campos, aeha-se a venda na
i|oMbasBi
cimettt 4*.co:
cum a Eoroja.
* OSr. eoaselheiro Costa ^eretfa-fei waa vtsito
a pragi, onde {pi cetpbidp JwU^irfiClpria aja aaJivraria do Sr. Jose iiogueira de Souza, k rua Pri-
sociacao comniidlL^SpWei^lWfMnaHi-tineiro do Marco n. 2, a 10*000 0 exemplar.
d^ com a Jdirectoria S- Exc. 2rtirou-se, dando-se Suva vublicacup.AcaJia de sahir a luz
nasla elsi5o"esiiWne%c* irai ** r>\ac3c J0S directores dosbaaCM aUrags dps priaci ginas, sob 0 litulo de.Esboco Matkesiolgico, no
qwesr negWiantes WttfflHHWe **HBfili %d'W i;ual 0 st-u antor, 0 Sr. Loir Maria Vidal, natural
dai irectoria d4 associacto commercial .afim de Ja nrpvincia de Minas-Geraes, antigo. estudante de
J.-liBprarein otnodt p"8nfi*s#-tw*e siJWwiisirM -eeh'eias uaturaes, ecclesiaslicas, jaridicas e de
dia Side junuo. ...t.. jnSaas urieataes, expoe um novo e facil melnodo
- irJtSo-siraTsnron delniitntiiuiito em -p ano-ah paraesiudnr as liaguas grega, tatina e outras, e
Bm {-mas no iiUuit)de d'mma ti)Jososespiiihi>iiSMHiiqiGvqltor(r.<^- )ublica do paiz.
uenj-se arnanaa. n-.jqotf Be;* -* ynj] tos remetleu.
c 0 ediQcioda praca, onle tocawm Rte a-"$ Vapoieit nxatiir. H.ije 0 Jaguaribe, para
3/4 boras da-iarde dirts bajgafc^militares rego-j ^araaiuto de Naronha ; a 7 do eorrente, 0 Pira-
gnava de pove. -^ vamu. para a Granja elas oscalas; e a 13 0 /*
e Proieriram se ainda diseftfcps, e-Iowmlevaa.- wqribe, uara 0 Aracaid pelas escalas.
tad^s calorosos vj,aAj ,5i5BaicJ;'- Vapor do ViXciQco. -No dia o d i corr.m-
Sabemos que S. M. 0 Imaojr*li3r recebou bsn- te espera-se d| ( 'sdaliso vapor inglez
Agradecemos 0 exemplar que
tem (24) pelo cabo trausattadi#o.i aba Victoria e do rei de Poftagftl aos telegram-
111.1s do dia 22.
0 vision le dM.incj, pes.ijtui'jla-iidirecto-
ria da companhia, dirigi* uxn telegrarai?a ao r.
presid. me do coqs^lbo d<1 mit*rt*s-,-recsbi-Jn tion-
te,n a nai>e, fflicstan lo 0 Drasil e 0 u govetao
por erse suscesso. que, com jasta ra3, Qt&aa-
m'u fosso aqui ca^siJerado eomo moii/o de rego-
sijo pelo que pnm-iic as nossas rel:goes com a
Europa e com os Esla dos-llni dos,
oQ.&t. presidenle do con-elfio reajpudea no%|e-
guintes ^rmos : v
Helribu > cjin eolhusiasmo as (/IwiucSes ^or
esle graude aeo.mucirn^nttt d) cabo, ti;ansaU^p|Ko.
i;u j e urn novo peabor de paz. e aitivi Jade moral
1: material, co.idicoes do progr,es#Qe ritjuez^. ^ Pjn
viva ana;ao iiritaaaj^a, cujo cane er, -prud^pcia
e geaio, a coilocaai aomo'pbarol epp-ier alu ar a
fj'C.ate do inanJo eiyitisaJj.
'. Con-ta-no' quo foram recebjlas taaabem, ppr
iqterraedio do l^mlns, nclicias dos .Eslailps Uni-
dos, favorav is ao qsUdo do no5 m^rsa lo de c,..f.i
naquelfe paiz.
- t^uicidio. Acco.nmetlido Je a!iena;ao. men-
lal, no 1 do- roez ullimo, 0 escrwo SiSvestre, per-
lan'onto a fibrica do engenho Coelhas, do, term-'
de Seriahaerh.'d'al^ desiipparecaaoito dias depois.
sp.aJo no seguinte encontrado lea cadayor. eai
.
-
I
I
At;
terras do engenho Can.'.1 Escurp, ib mesmo termo.
ffitou-se por'entraiiguUmenl), segupdo veri-
Volta a Franca para apreciar a eleicao directa,
conqaistada pela revolucio de 1830. N'aquella
cm constitQclonal.
En relacao a sua posicao na caraara e esle
seu v.r.o na que.-tao. Nio na de exhautirar do
seu direito os eleitores quo 0 trouxeram a camara.
Nio lhos ha ii extorqair o vdo, em virtude d)
!"..il I'uocciona. Nao Hies ha de dize,r : Sois
iaepto-, sois incapazes de exercer essp direito.
Naaca conseguirio do orador um semelnantc pro-
ceder. Nio ^raticara jam.iis somelbante de<-
lealdade. 1
Passuo-se em segnidai 2' discussao do projecto
que Oxa as forcas, de terra para 1873. a 1876, no
art 2'.
Orarain os 5rs. BarAo de Penalva, miuistro da
gaerra e Daqne-Estrada Teixeira. A discussao
Bcou tambem adiada pela hora
Foi apresentada a seguinte emends :
A;crescentese ao ar. 2 0 segninte :
Flea 8 governo autorisado a croar na? pro-
vincias do imperio compantiias de menores, apren-
dizes soldados para a arma de infiaterla, estabe-
bcendo para aqnella creagao o regimen aproxi-
mado das companhias ie aprendizes artifices, ora
existentes. F. J. Cardozo Junior. Hello It(j).
EtcrajpuUe Ttiunay.
No principio da sessao, pre-tm iarameoto e
t'mouassento 0 Sr. Conde de Porto-Alegre. de-
putado eleito pelo 1* districto da provin-jia de S.
Pedro do Rio Grande do Sul.
- Eis as noticias commerci es da ultima data :
Monteoideo,^. Guatinuando a paralisa^ao
dis nossos mereados, quasi nada temos a com
manicar-lhes: as noticias lecebidas ultimamcnte
da Europa fjram desfavoraveis para os nossos
principals artigos e, eomo era natural, affrouxon
0 peqieno movimeato qne havia.
No mercado do importagao apenas sabpmos
que se venderara para Kosario de Santa Fe, o
assuear que restava dos carregamentos do Oltnda
e Improviso, de I'erBambuco, a preco que nao
transpirou. A chegar tambem se vendeu nm car-
regamento para 0 mesmo de.-tiao.
Em cou/os vacum seccos c osta a veuda de
2.000, em ser a 7 p. 60 eoutra parti la lguul com
10 0|q de pesadoa 7 p. 60.
a Hontem reajisarara-se 1,500 couros com oGjo
de pesado a 8 p. 2" despachados.
> Os saques da quipzena subiram a 170,000
a 51 Iji, 51 1|8 e 51 d. p)r peso eorrente, e frs.
sobre Paris e Antuerpia 1,200,010 a francos 3,36
e 5,40 por peso eorrente.
De Buenos-Ayres sabemos que rauito pouco
se tem feito em cafnbio, regulando os precos que
vigoravam na oeeasiao da sahida do Neva'.
BAHIA.
Nada occorreu digno de mea;lo.
- 0 cambio reguiava sobre Londres 23 a 25
3|8 d.
iL-ouJa poticia da vistona a que osubmelleu.
Xoyo Aiu-i.-o. Haveraihbje sessaa.*v-
diiana, a* boras e no lugar do cpjtupBe.
Ordaia'd.3 dia: De-envolvioenM pelo Sr.
Estellita Pe^soi, e Jiscasvao da tl'ese. 0 casa-
inunto civjl sera coatrario a razaoe a sociedade '!
*in-ieiliiil,' iiixUiadora 4a, **-
lalliua em Pcriiiimblieu. Consta-ncs
haver cijegiJi hialeoi, id vafioi amricahp, a
"carta imperial-qae autorisa ess; s .ciedid^ ?
fanceionir.
_Fazemos vot->s pela prosperidade Je iastiluigao
tao neces.-aria e iospiraJa pelo ,nais acrisolado
patriotisino.
sjhio:u!> tribunal de jtslit-a. Na
s3 0"Sr. couselliejro Veiga exp >z as unjameijjos
prj e contra da revista commercial n. 8,52^.; v in-
da de Pennam-uco.Becorrente-, os a-lminntra-
J ores Ja massa fallid'a de Fernando Siepple da
Silva e outros; recorrijos, 0 barao do Livrameu-
to e Jose Antonio de Bnto liastos. Feita a cxdo-
sjcio, passouos autosao Sr. coaseilieiro barao Je
Montserr t.
0 -r. con^elheiro Sinuies da Silva, expoz osfuu-
daraeatos pro e cmtra da revista civel n, 8,327 :
vinla de i'eruambaco.Rjcorreates, J j=e l'erei-
ra Filgueiras e sua mnlher ; recorriilos, Bernar-
do Gomes de Moura Coutinho e sua ma I her. Feila
a exposioao, passou os autos ao Sr. conselheiro
Messlas de Leao.
0 Sr. conselheiro Viilares, expoz os fundamen-
tos pro e contra da re'ista civel u. 8,303 ; de P<-r-
nambiico. Recorrente, Luiz da Silva Ferreira ;
recorriJo, Jose da Silva Rego Braga. Exposta a
c.nisa, passou os autos ao Sr. Valdetaro.
llouveo seguinte julgamento :
Revista n. 8,198 (la relagao do M,aranhao).-
Recorrenie, Jose Joao Gardeal; recorrido, Anlo
nio Imt Rodngues dos Passos. Juizes relator 0
Sr. Veiga e revisores os Srs. conselheiros barao de
Montserral e Mariani. Relatadot debaiida are-
vista, nao tomaram conbecimento por caber 0 va-
lor da causa, ainJa mesrao com a reconvengao,
na algada da relacSo, conlorme a lei e a prelimi-
nar.proposta pelo Sr. conselheiro relator ; unani-
niemente.
Hissoes. Lose na Chronic* Reli-j'osa de
21 de junbo :
Pessoa liJedigna nos informa qne das missoes
que actualmente pregam os Rvds. cadres Lazaris-
tas, d-jram as seguiates 0 reaultado abaixo de
ciarado :
Povoado de JoS 1 Amaro, freguezia da Tapera,
,I83 conlissoes, 781 chrismas, 57 casamentos e
10 baptisados.
Coacluio se um eemiterio principialo em
I860.
Freguezia do Bom JAus do Bio de Contas,
1,216 conlissSe.-, 60J chrismas e 60 casamentos.
Fez-se um eemiterio que licou prompto e
bento.
a Os Rvds. missionarios achavam se na fazenda
do Gado, freguezia do Sincora, d'onde partiriam
para a de villa Velha.
MiM^iva dc i.oniirci.. Le-mos n'uma
para 0 Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro :
0 vice-consul britannico na Gayenna franreza,
em um relatorio apresentado ao parlamento, diz 0
seguinw a respeito do territorio em litigio enlre 0
Brasil e a Fran.ga :
t Existe um vasto territorio alem do Rio-Ova-
pock que se estende ate 0 Rio-Carapoori, em uma
linha de cosla de-cerea de 170 milhas, caja posse
tanlo a Franga eomo 0 Brasil disputam ; esse ter-
ritorio tem sido, ha perto de 150 annos, assumptb
de conlenJa enlre os dons governos. Sua popu-
lacao e de cerea de 1,200 almas de diversas ra-
gas, sendo as dos indios e negros as que avullara.
Existern tambem alguns centenares de habitanses
da ^Guyana franceza, que possuem propriedades
ne.-te territorio, portm residem na margem none
do Oyapock, porquanto podem escolher 0 lugar
que Jues convem, e estabelecer planta'goes ?em
que ninguem entenda com elles nem "xija im
postos^ e de feito nao -existe governo algura. 0-
producios sio. assuear, rhuui, cafe e gado.
E'certo que existe fturo ueste territorio con-
teslado; as principaes inaustrias, porem, consistem
na agricaltura e na pesca. A terra e tertil; seas
exiensos pastas sao muiio melbcres do que, os
da Guyana franceza ; as costas, rios e lagos ab'un-
dam em peixe. A3 marge'u do Cackiooor sao
notaveis pela sua madeira ; c Jlie-se gran le quac-
tidade de borracha. So na provincia Je Mapa
existe mais gado do que em tada a Guyana frsn- i
ceza.
1.53
213
cravas.'nascidos posteriormepte a lei de
JismUro, issiJQ divididus :
Aajazonis
Maranhao
Piauhy
!.eara
.Rio Grande do Norje
Pemambuco
Scrgipc
Ria de Janeiro
5. Paulo
Sanla Catharina
Rio Grande do Sul
Goyaz


Ghimborazo.
Iflillfilorlo da agricalinrn. -Do rela-
torio deste ininisleitfb, apresenljido a ajijemblea ge-
ral, na ; r--s.mte -.rs-ii, extrahi nos 9.seguinte :
Ha np impefio l.OOJI.zil? esccavos, assim
divididos :
iluaicipij neutro 47.260
Rio de Jangiro 207.709
Espinw Santo 18.12G
liahia
Sjergipe
Alagoas
Reriambuco
L'arahyba
Rio Grande d; Norle
I'iauby
Mara'nnao
P.r'a
Amazons.s
S.Paolo
Parana
Saqta Catharina
Rio Graade "dp.Sal
Minas-Goftes
Or.yaz
alattn-Grosso
0 fanJo de emaoeipacio arrecadado no im-
perio ate 6 presente elev.i-se a 3,213:1?810, su
je'ito a det'pgzas^de arrecadagao.
-r EJeva-se'a 56,165 0 ritttnera d^is lijhos de es
' de se
103.093
23.331
19.220
66-199
ii.172
6.087
17.899
17159,1.
45.121
15 683
996
82.813
8.012
10.611
83.760
208.103
1.819
2.233
j-u-na reaLJaJe quo a todtfs
SnTflirJtjTo
R^tafnaona panie p:m essa tUa'eo-Rvm.
frei Gaetano, reeeb sn to antes a na Jiora da iesot).
di la a m.iis sjocefU q geraes. derpnstrafoes pp.
las suas excltentes qualidales 0 pelo grande beiu
que nos legou: Sea rdspciUvef ndme e sais vfr-
tudes flcarao gravadas nos coragiies dos esbaden-
em liueuos- ses com tanUjJUJnais solidez,quanta temo torn-
plo de pedrafecal por em tqui bmnlado. -Seu
embarque foi estrondoso, cinco mil pe-soas segu
ramente, de tolas as classes, 0 acoujpaaharam a
estagac entre alas de bandeiras a logos do ar e ao
som de uaft bandti de rausiea marcial, dirigida
pelo habn e iusigoo artista o Sr. Noblato. Ao
apprnximar-se a ostagio subio um balao, levando
comsigo 0 seguinte distico era lettras douradas
Viva 0 Rom. missionary frei Caetano.
Foi uma despedida qae entristtceu a todos.
Raro foi 0 que nio deiton uma lagrima ; em to-
dos 05 semblantesse notava 0 senlimento da sau-
dade e do re :cnheciinento.
t Em occasias tao soledjne nao poJia reccb r 0
Rvm. frei Caetano um protesto mais eloquenle
contra a mesininhez daqaelles qae, com a capa
da religiAo, prefndem em vao fazer eclipsar os
gloriosos triumpbos alcancado3 pelos missionarios
capuchinhos.
Poesfas. Dos flumeros do Diario da Bahia,
de 13 e 16 de junho coirente transpub icatnos o
seguinte :
. Aos cluistSos velhos.
(- A Jpio Vallasques ).
Cerremos todos lileiras
Em tjerredor do Calvario !
De Roma no santuario
Campeia 0 culto pagao.
Nrgaudo 0 I'ontiflcado^
$tie ao ceu antepoe a igreja,
He'Uhiist) a'tanica seja
Nossa mortalJia ou pen-lio.

Deusamor; Deuschariiiade;
Deusharmonia e concordia ;
' Dens na* p. iniserirnrdia ;'
Deus-paz e inisericOrdia;
Deus-Jesbs, 6 0 nossb Deus.
Deus, qne morre no suppl^cio,
P'ra que rnorramos em graja ;
Deus que, pelo mondo passa.
Para levar-nos aos cens.
A cruz mercaia a retalho
Gom'd norne deSanto Lenh1,
Claro mostra qual 0 erapenho
Do'apostolado actual,
(jae, em sua rapacidade..
A propria V"irgem Maria
Reduz a mercadoria
Na bazar poGtriical"



Uiscip'los do Christo, elles ? !
Nos, evtao, 0 que senmos ?
Nos, que 0 lemplp defendemos
De qtieth'o vai profanar,
Apaja'ado u santuario,
Tranrantl) as portas a crenca
Fervoro=a, pura, immensa,
Uo povo que quer orar I
1
I

lr97i
416
40.236
- Aadrhir
tem tido 0 gr;
tto Grossp
nistragao da correio
I -h n 'I
10
2.000
de Pemambuco
grande augmenip de sua renda nos
exurcicios dej
1866-1867 31:77Oi019
1867-1868 -27:90iS89 -.
IgGS-iRoO -40:029i0-:0
1869-187.) 51:157^303
1870-1871 55:7653120
1871-1872 62:483^376
1872-1873 7i:813iU0
I'iiiade da i:s 29 de janho :
Teve lugar hontem a fesla da nova matriz, co-
mo estava projectada,* foi annunciada.
Nas vesper'as pregou 0 Rvm. padre Mello, e,
escolhendo um thema anaiogo ao assumpto, satis-
fez aos ouvintes. No evangelbo pregou 0 Rvm.
vigario, seu discurso prendea pouco a attengao.
pela fraqueza de sua vez, poucas phra?es foram
ouvidas devida a vastidaodo temple. No Te Deum
iron 0 Rvm. coadjutor do Cabo, que excedeu a
espectativa de todos, occupando-se e-pecialmeiite
da constr iccio do templo, 0 que muito agradou.
Foi celebrante 0 Rvm. mis9ionario frei Caetano.
Em todos os actos tomaram parte, alem dos in-
dicados sacerdotes, 0 Rvm. frei Venancio, prefeito
da Penha, 0 Dr. Cunha Figaeiredo e Rvm. Barro-
so, coadjutor de~ia freguezia.
A concurrencia foi immensa. assistindo ao Te-
Deum mais de quatro mil pessoas, e na oeeasiao
do fogo reunio-se quasi 0 duplo ; chamon a at-
tengao 0 painel que representava, com toJa a exac-
tidao, a fr.-nte da igreja, 0 qual foi execufado pelo
Sr. alferes Marlinho.
Reinou em todos os actos a melbor ordem, e
duraole a fest.% nao obstante 0 povo agglumerado
na cidade, nenhum incidente se deu que alterasse
0 socego e devocac. E' um facto qne I'alla muito
alto em favor do espirito religioso que reina na
Escada.
Entretsnto, nma oceurrencia inesperada fa
dando lugar a consequencias bem deploraveis.
Dias antes 0 Rvm. vigario, ?em muuir-se di
competente licenca da municipalidade, tnandou
fechar com um muro um becco jue existe enlre
a sua casi e a igreja, unico que offerece 0 mais
curto e melhor accesso para aqaelles que se diri-
gem a matriz, e que ja estava constituido cm ser-
vidao publica, e isto quando ainda havia na esta-
gao um carro de lijolos de ladrilho para 0 povo
conduzir pelo referido becco, por onde subiam
juasi to Jus os materiaes. Havendo o mesni) vi-
gario desattendido a intimagao da camara, des-
acatando publicamente a esta, algumas pessoas do
povo, que naquelle dia se reuniram para 0 tergo
do costume, emquanto fazia 0 Rvm. niissionario 0
respeclvo offerecimento, a9 mios desmanchavara
0 referido muro e com tanta rapidez que. Undo 0
acto, ja estava tudo ultimado, e em segnida sa-
bindo 0 missionario ao pnlpilo, admoestou ao po
vo que nao era por aquella forma que devia fazer
valer 0 seu direito.
o E, porque nio mandou elle na mesraa hora
levantar 0 dito muro, que sendo do interessa par-
ticular do vigario, linha por fimimpedir um tran-
sito commodo e suave para quasi todos, que teem
de frequenlar a igreja, cntendeu 0 mesmo vigario
qrfe elle animava semelhante acontecimmto, e fa-
zendo a mais injusta imputagao ao missionario, re-
tirou-se para essa cidade na tarde do dia 2i, le-
vando comsigo a chave do saerario e guardando
em cua casa as slfaias da igreja. 0 povo com
esse procedimento amotinou-se e tratou de lavrar
um protesto conira uma tal imputagao e n.esse
^entido dirigio ao Rvm. governador do bispado um
abaixo assignado linnaJo por mais de duzentos
nomes.
REVISTA D1ARIA.
Cacgada d* Iff. a A. Itmieriaes.
Na madrugada de 23 de janho, fondebu no nosso
portodo Riode Janeiro 0 paquele francez Gironde,
conduzindo a sen bordo S. A. a Sra. D. Isabel e
seu esposo.
S?. MM. Imperiaes, logq que tiveram a noticia,
dirigiram-sa ao arsenal de marinha, e, acompa-
nbaijos dos seus semqnarios, embarsararo na ga-
leota a remos e seguirara para borio co paqnete,
j. ,. t^t -<' v.ijj uu ujum, v p|ii-1 icui fi ipnius c segmraiu para oorao
mam e,,l?der*eJs^arossens ervieoi tios| que ostava em frente de VifTegaignGn.
mpmenios precisos. Njb ?3g |antqs os cbefe3 para Logo O clima e maito saudarel ao 1 iogo da ecsta,
mas as vastas campinas snbaiergidas, qne se es
tendem pelo interior do paiz em distancia de 80
a 90 railbas, oaum febres durante 0 rerio.
u Caleula-se que 1 pesca da peixe que produz a
colla renda 120,0 Hi for anno : exporla-se gran
de quauudade dc peixe talgado para os sego-
C'antes do l*ra Os babiiantes sao mais traba-
Ihadoros e iodustriosas do que os crioulo? da
Guyana franceza, Os reftigiados do Brasil tor
nam-se logo earpioteiros, murinheiros e fa/bndei-
ros. Fallara a lingua patria. Alguns indios es-
queeeram.se da Jirif ua primitiva a fallam 0 cr.ou-
h, francez e portogoez. 0 vice-coosnl, iraiaodo
dos indios dos lados do territorio conhecldo camo
Wassa e Roneawa, descreve os camo aeodo dita-
dus de um oatural pacifieo e pregaigos". pare-
ceodo nao terem reliaiao alguma ; todos at qae
adsecem senameate neam abandonados e entre
goes ao seu' destfno. Por causa deste costume,
da existence das bexigas e larampos e Ja embria*
Nessa mesma none, e, depois do onze horas
vociferando ua calcadade sua casa um dos irmaos
do Rvm. vigario c langaado insultos ao missiona-
rio e ao povo, umgrupo que por alii passava sol-
taado fogos.o aggredio e em luta oeca^lonou-lhe
uma coniusJo.
a Esses lactos taes impresses flzeram incutir
ooanimo do Rrm. governador do bispado, quo a
pedido d 1 vigario, resolveu impedir a fesla eexi-
gir a relirada du Rvm. missionario. 0 Rvm. go-
vernador, porem, mai informado, nao rellectio nas
coosequeaeias de semelhante resolucio ; 0 povo
ja se pronuufiava de modo a receiarse do desfe-
eho de uma tal providencia, e isto obrigou a par-
tir daqni uma commissao a eatender-se c m 0
Rvm. governador, a qual asclareeendo oe factos e
fazeado valer os servigos do Rvm, missionarjo e a
dedicagaodo povo na conslruogao de sua matriz.
Meloor informado, ratiroa 0 Rvm. guvernador suas
ordeas e fez com que para aqui parties 0 vigario
para ter lugar a fesla, 0 qual aqui ciiegou na ves-
pera, acompaohado do Rv^a. frei Venancio e fo-
ram arabos be n recebidos e ate 0 preseole tudo
tem corrido em santa par. E coosja me aui qu? 0
vigario ja pedio perdao da injusta imputagao qur;
Discip'los do Christo, ei'es,
Que anathematisam tudol
Ao'trabalno, eomo ap estudo I
A ciristaos, cpmo a judeus;
So po-que nao ajoelhamos,
No mais fe?rtr abandono,
A's plantas de Pio nono,
Que era papa, c quer ser Deus
Deus ii Cbristo; 0 papaum homem.
Cbristo e o'bem, elle 0 interrcsse.
A Deus so apraz a prece ;
Ao papa so 0 ouro apraz.
Deus perdua, elie excommuoga !
N'uma palavri explicada:
Deus da tudo e nao qaer nada.
Elle |j:n :uJo e qaer n.ais.
Recife, lb~t. Victonano Palhares.
A Vietniano Palhares.



Cerremos t^d >s lileiras
Em derreJir do Calvario I
De Roma no santuario
Sffaliie 0 id'lj pagao.
Seguindo 0 Poctificado
Q^e ao throno autepoe a igreja,
De Cbristo a tunica seja
Nossa mortalha ou penJao.
Dens-amor; Deuschsridade ;
Deu< hannon.a e concordia ;
Deu3paz e mirericordia ;
DeusJesus, e 0 nosso Deus.
Deus, que morre no supplicio,
P'ra qae mi rrames em graga ;
Deus que, pelo mundo passa,
Para levar-nos aos ecus.
A lei de Christo a retalho,
Profanadj 0 Santo Lcaho,
Claro mostra qual 0 erapenho
Da impiedade actual,
Qae, em sua ferocidade,
A' propria Virgera Maria
Cham) ate mercadoria
So bazar pontifical!
Discip'l >s Jo Christo, elles ? I
No-, eutio, 0 qae serernos ?
N6-, que 0 templo defendemos
De quern 0 vai profanar,
Fazenio qae 0 santuario
Suas portas fe^he a crenca
Fervorosa, pura, immensa,
Do povo qae quer orar I
Discip'l.>s Jo Christo, elles,
Que zomb.im de no*, de tudo
Com 0 maisapurado estudo,
Como se k-ram judeus I
So porque nos joelhamos.
No mais honroso abandono,
A's plan a* de Pio nono,
Que 6 papa como 0 quer Deus !
Deus e Christo; -0 papa- um homem.
Que de 1 hristo aroa 0 inieresse :
A Deus so apraz a prece ;
Ao papa so j bem apraz;
E por isso e que excommunga
A impiedade agulada.
Deus da t.il) e niio quer n Elle quer Deus-Nada mais.
gaez, a raga esta sedeleriorando, e pode ser -juejilzera ao missionario frei Caetano.
em rauito poaco tempo deixe d existir. Os oe- 6r;as ao Todo Poderoso e a Nossa Ssnnora dido.Barbosa LiBa, Nero Hacario de Moraes Guer-
, gros, que- teem a facllida^e de fraitar eus civili- da Escada 6stamos com tjm maravilhoso temples
njagesiad.es 6j ladores, (oipiram os cos*.urn?8 flOl poriagaezes, I pa paz cJo s?n!pr j e 0 que era ha !>em pouoo' me-
Bahia, 1871. Um christao velho.
Lcilao.Hoje, na feira semanal a rua do
Imperador, havera grande leilao de inoveis, quin-
quilharias e Innumeros objectos do uso domes-
tico.
Outro. -II je. i de julho, effectua o a?entr
Pinto, no armazem da rua do Trapicbe 0. 11, 0
leilao de generos, um baicio e duas carteiras ;
eas II horas Ino mesmo armazem) 0 de divilas,
na importancia de 36:909*360, e parte de um pre-
dio no becco do Abreu n. 1; bens pertencentes a
massa fallida de Joaquim Ferreira Lobo, confor-.
me esiao annunciados na seccao competente deste
Diario.
Ainda outro. Amanba effectua 0 agents
Martins, as 11 horas do dia, um leilao de bons mo-
vcis, utnaparelho de prata para cha, um par de
castigaes, um relogio e outros objectos de ouro:
no sobrado da rua do Sol, esquina e .entrada
pela rua das Flora n. 37.
Lioteria. A que se acii.i a venda e a 106.*
a beneficio da nova igreja de Nossa Senhora da
Penba, a qual corre no dia 4 de julho.
Casa de deteacao.Movimeato da mm
de detencao do dia 30 de junho de 1871.
Existiam presos 310 entraram 10, sahiram 7,
exisiem 343.
A saber :
Nacionaes 2G0, mniberes 8, estrangeins 25,
esgravos 47, escravas.". Total 313.
Alimenlados a rusia dos cofres publicos 269.
Movimeato da enfermaria no dia 30 de junho de
1871.
Tiveram baixa :
Antonio Alves dos Santos, cephalalgia.
Antonio Fran -.isco do Nascimento, pleurodinia.
lost, escravo de Joao Gorrea de Aranjo,.ulcera.
Tiveram alia:
Joaquim Henrique* de Oliveira.
Luiz Engenio Vieira.
Josd Soa.res. lUiBrito.
Paissageiroe r-Sahidos para os porlos do
sul no vapor nacional Parana :
Brigadeiro Joao Guilberme Bruce, sua senhora,
2 filhos e 1 escravo, teneate honorario Jose Pedro
da Silva Souto, Pedro Reginaldo Teixeira, Man.oel
Lior, Florido Ab9leo Mendes, tenente Manoal
uoncalves do Valie Guiraaraes Laderiere, Jos6 Can
MaiMKf |#Orr i*lol'rr, W.-r.al d
i!n?.tyik&V- y*W*lip. 4*jrfAi)i-la, Jos6 A3-
j-'U'Ia \ Fonte, Prati'-isi;' Firmuau d> Nasclm-nto
^bo.fla, lose'"Ppalri dis'SaTitcs Siiva, Antonio
Jnlio- de' Miralif*,'r:,m-4affcla*Jiaquiua Gooes.
L-aoeJ Maria -OraaJ.ur,- Aa/tinD Kunes Greg'rio.
Jos6 Velloso Soares, Thomaz Oierin >, Maria da
Cnncoicao, Viciorino e sua mulber, Bemvlnda Ma-
ria Barbuza, Jose de Meilo BrlB?a, 3 grumete?,
2 pragis do cxercilo.'e 51 ecrailJ a entregar.
Chcgados do sul ne vapor arrericm) 5oi;f/i
America :
A. J. Damon, A. E.-4a"Veiga, Arthur Erint-u de
Souza, Rulino A. de Sonia, Jo Maria Nepomuce-
no, A. G. de Olivotra ^ialmaries.
Sahidos para 0 norte no msmo vapor :
Mr. II. R. Gardner, Dr. Viceato Garcia.
Ccmiicrio publico. Qbiiuario do dia 30
de junbo de 1874 :
Antonio, pardo, Pemambuco, 6 raezes, Boa-
Vista ; cjtivulsoes.
Luiza, parda, Pemambuco, 7 raezes,-Boa-Visla ;
dentirao.
Honurato, escravo, pardo, Pemambuco, Zl an-
nos, solleiro, Santo Antonio ; pneumonh.
Francisco, pscravo, preto, Pemambuco, 45 an-
nos, solleiro, Boa-Vista ; Hepatite interlicial
Joao Alves Ferreira, biaoco, Pernamiiuco,
annos, solleiro, Boa-Vista, hospiul Pelro II ,
chexia paludosa.
Jeao, branco, Pemambuco, 7 annos, Recife
riola.
Guilhermipa, parda, Pemambuco, G annos, U -
cife ; anazarca.
alanoel pardo, Pernauibuco, 5 dias, ^ano Anb -
nio espasmp.
Benta Maria da Coneeigilo, preta, P*rnaiii: .
60 annos, solwira, Baa-Vista, hospital Pedrr I ,
diarrhea.
Anna Francisca, parda, Pemambuco, 50 ann...-.
solleira, Roa-Visia, hospital Pedro U; pucuin -r
rhagia.
Francisca Maria de Jeso?, paroa Pernam! 1:; ,
2" anuos, soReira, Bua-Visla, hospital Pedro II ;
luberculos puluouares.
Joa>, pardo, Pernauibuco, 9 dias.Sanlo ht.-!.
tetano.
Epipltania, branca, Pemambuco, 7 nuzes, Sanl
Antonio ; espa^mo.
Joao, pardo, Pemambuco, 9 mezes, Sanl 1 Anto-
nio ; convulsoes.
Luiz, pardo, Pemambuco, I anno, Recife ; va-
riola.
IS
va-
TltlSll \ II, n\ RGL.4C.iO
SESSAO ESI'ECfAL EM 0 lDEJL*LIIO*DE 1X74
PHES1DESCIA DU EXM. SK. CO.NSELHF.IHo
CAETANO SANTIAGO.
Secretnrio Dr. Virgilio Cue Ito.
As 10 horas da manna, presents os Srs. tfes-
embargadores SdvaGuiiu.ries, Reis Silva. Al-
meida Albuqnerque, Motta, Accioli e Souza Leao,
adjunctos surteados interiorraente, abrio se a ses-
sao.
0 Exm. Sr. conselheiro presidenle relat a u?
seguintes aggravos :
Aggravo de peticao.
N. 16.Aggravanle Manoel Iguacio de Jems,
aggravado 0 jnizo. Adj n tos sortaades os Srs.
desembargadules Motta e Souza Lein^-Ncgvii >e
provimento.
N. 13. Aggravante Jose Antonio da Costa, ag-
gr.i ado 0 juiio. Adjunctossorte.idos 0 Sis. dts-
embargadores Accioli e Souza Leaa Negoa m
provimento.
N. 9. -Aggravantes aaixa filial do B.nc.i d.
Brasil e Joaqaiiu Salvador Pesgoa de Siqutiia Ca-
valcante. Sendo imnedido o Exm. Sr. con.-e!he;r<
passou a ser relataiio peloSr. deseaibargad. r Sil-
va Guiraaraes. Adjunctos sorteados os Srs des-
embargadores Almeida Albuqoerqu^ e Vkf'a e
Silva.Negiu se prov.mento ao t aggravo e deu-
se ao i:
Carta tcstemunhavel.
N. I.Aggravantes Costa & Irroao, affii avados
Mendes & Carvalho. Relator 0 Exm. Sr. presiden-
ts. Adjuncu.s sotteaios os Srs. uesemin.tpd.-
res Accioli e Reis e Silva.Deram pravinicP.:
Encerrou se a sessao a 1 hora da tarde.
(U--
Br.
CAM AH A MUNICIPAL.
SESSAO EXTRAORDINARIA EM 17 DE JUXHt!
DE 1871.
PIIESIDEXCI.V DO SB. THEODORO SILVA.
Ao meio dia, presenles os Srs. Rego Barr
nha Guimar4es, Scuta Leao, L"yo Jun.or
Moscoso. abri^-se a sessio.
Foi lida e approvada a acta da antecedenti
Leuseoseguinie
EXPF.DIE.NTE :
0 Rcios:
Do Exm. presidenle da provincia, dhendu que
em solucao ao que representou esla camara em
officio de 16 dc marco, sob n. 18, acaba de sc-Ji-
citar do Exm. ministro da agricultura 0 necessa-
rio credito para occcrrer as despezas ctm os re-
paros dos raes das ruas do Cimmercio e 22 de
Novembro, visto nio have-lo dispunivel na ihe-^
souraria de fazenda, segundo informou 1 res-
pectivo inspector.loteirada.
Do mesmo, declarando em respesta ao fflcio
desta camara, de 10 docorrenle, sob n. .*>(i. re-
lativamente a necessidade de fazer-se a contmua-
5S0 do caes do Apollo at6 o Brum, que '.:.. -.!:
suas ordens para confeccionar-se 0 respective
orcamentn.Iuteirada.
Do desembargador Alexandre Bernardino dos
Reis e Silva, presidenle do jury desta cidade, pe-
dindo que a camara firnefia para 0 tribunal do
jury um formulario do processo criminal, e a lei
da reforma juliciaria com 0 seu respcclivo legu-
lamento. Forncca so.
Do Cr. chefe d.o policia, pedindo#que a c.mara
designe 0 lugar do caes do Collegio, do lado dc
Arco de Santo Antonio, para estacionarem us en-
graxadores, que ?e agglome/am em iQga-res 111-
dcterminados, code commettem toda a sorto de
immoralidades.-Que se responda que a cama-
ra fara 0 que c-stiver a seu alcauce : eQtreianto
qae a policia, que lem raais meios de repremir
semelhantes factos, prohiba a agglomerara > de ses
mdividuos em lugares indeterminados.
Do gerente do Banco do Brasir, em resposta. a
offlcio des'.a camara, declara que a quantia de
2:0005, imporie dos juros do piimeiro setnestre
da te ceira prestar;ao do empres'.imo ci-ncedido
a esta camara, hi paga em 2 do eorrente pelo
Sr. Jose de Hessa Menezes, contra qutin foi
feito 0 aaque.- Inteirada.
Dos eogenbeiros encarregaJos de examinar as
cbras do mercado de S. Jose, pejindo copias de
todos os documentus relatives a subslitana 1 da
cuberla de telhas de ferro onduladas pela de
telbas de barrode Montcharim. Que se satia-
faca. -
Do procurador, [remeltenlu a relacao das mui-
tas que arrecadou do 1 a la do eorrente mez
de junho.Ao archivo.
Do engenheiro cordeador, informando a pe-
ticao de Mouteiro Junior & Fernandes. locatarios
do predio n. 18 da travessa da Madre dt Deus. na
qual os mesmos requerem licenca para fazer uma
sotSa, encanar agua, substituir a varaoda de
madeira por uma de ferro, limpar a frente, c< llo-
car algumas traves, tem a dizer que nad;u tem
a appor a pretenra ) dos supplicantes, menos na
parte relativa a sotea, visto ser contra as postu-
raj, a visti d.as condijoes do predio.-Deferio.se
de conformidade com a informacao.
Do mesmo, informando a peticao de Jom- Au-
gusto de Araujo, emprezano da obra do mercado
de S. Jos6, na qual 0 mesmo requer que esta
camara providencje com urgencia para a remessa
de fundos do Rio de Janeiro, correspondents a
quarla prestajao oara 0 habilitar a poder conli-
nuar c i.ti aexecn;ao e montagem das mfsmas-
obras. tem a dizer que 6 certo o que aliega 0
su,pplicante, e q:;c presume que, trabalhahao-se
regularmente, ssse servif) estari f-
mm -1 jVi 1 -.1 i.-. -', 1 itn m r.r>ci ra, Manoel Albino Amorim, L'mbelina Rosa de
Amorim, J''ra^C'?:o Jose Cameiro, Dr. Francjsco
to em um
mez.A' comraissao do mercado.
Do mesmr, informando 0 requeriraenlo de
Manoel Jose Daulas, no qual 0 mesmo pede li-
cenca e cordeac.an para murar 0 sau terreno site
entre a rua do 'H.ispicia e 0 prolongamenio da
rua de 7 do Setembro, na freguezia da Boa-Vista,
tem a dizer que 0 terreuo de que trata 0 suppli-
cant* esta cooiprehendido na area destinada para
a grande pra;3 pr qecUda na frente do llospi-
cio, conforms marea a planla da cidade. Inde-
ferio-se a peticao.
Do contador, i jforraaudo a petigao de Manoel
Marques de Meilo Casiilha, na qual aliega que
nio pode abrir na ca-a n !0 a rua da Liuaueta,
no eslabelecimenm de barbeiro, por se a char a
casaa.dever unpostos deide 1831 a 18-"6, 0 pede
Ihe seja conceJida a licenca, visto nao ser esta-
belecimento da mesma natureaa, tem a dizerqae
e verdade 0 quo aliega 0 supplicante.Deferio-s.e.
Do fiscal d* fregni,;ia de S. Frei Pedro Gopcal-
ves, reraetlehdu a relacao das muitas impostas por
aqnella liscalisacao desde 0 dia fl a 13 do eor-
rente: Mesquita, Roq9 4 C, como infractores
do art. 42, por vender genero arrninado, 8A 0.
Jjio Alexandre Vieira, idem, 8-5000. Antonio

.
'
4


MELHOR EHWriflH HCHTBHH ]
TT
^J


DJ^d&*rtmtaMi-4*iQaUto* leim 2>dt Julio' de. 16^4

7
3=
M .rtins D,
Asm
IT,
. 1^*000. Joaquim fart de
I! 'aito, AMunes & &,
W0\ Ruita* Son
8*P8?"A mesja*-Ud, 16*.
ie*Gsto de Mnmila-, Mw, SJOOOs Manoel da
<;|taJ|Uieiro..idem,.8/,Q0iL Laaa & Prinw, idem,
HJMO. DjplBlJos "Roirfgoes Wirist^lo, Idem,
*00a Albino Antonio loss, idem, 8*000. An-
tonio de Sa-l'efio'tn, WWn, MiirM. Jose" Alfonso
Sidreira, idem, 8J0Q0., J.se Carduss de Sa, idem,
I6i0;0 Antonio Jose-de C.rvalho, Idem, 16*003.
Fraoc-iso Domingoa, da Camara, idem, 16#u00.
i>randes 4 Sfcixas', itftm, 8*0O9. Os meamos,
iiejp,8*QP0,' Vieira & Pereira, idem, 20i'O0.
Joaquim Aotoai > liodrrgues Sobrinho. idem, 8iOJO
Franeisfvt Ribeiro .Pinto (Juimaraes, art. 78, com-
binade com o art. M, 30*019. Ao procora :or
wo ffieal da frog-iszii de S. Juse, Informando o
Wijuerinuato, eui qua JeroBvmo Jpse Rodrigues
JiaStes pede Heen{a pa a- talfiar am a banda de
i) ji cm seu bajcao, silo ao lado.ds fora da ribeira,
acha que nio ha rhcenvuoleaie em wncider so
de confurmidade, com as posluras. Coocede-se
de eonkrmi-.tade e >m a< po-toras e mediante o
dualj do '{44 paga,. o.supplicaoie pelo aluguel do
: ij meiiuo. in&irmando outra peticao do mesmo,
;::i qual p>'de a OHiSeisao d mais quatro palmos
nos /aadoa du,balc.4 "em quo tern negocio, tern
a (T.7.4r,'Htt 09 (\na%ro palmos quo o sapplteante
peJ:, diz o arrematapte.rja. obra.do mercado, li-
i-ai'n (teatru d- limiies da b6r do mesmo mer-
eal >, liideJertc^sea petiQao.
Pfelo 3r. Cunha GufcnarSes foi proposla a demi
s.Io di flscildi freguezia S. de- Lourenjo da Malta,
Ludgero de Jalfw Pereira Datra, foi a provado,
e logo om sejjuid.i foi proposto pelo Sr. Souza
Leao, o tenente Joio Francisco de Saraiva Mene-
, <]ue f i nomeado para tal cargo.
Foram apreseulados os seguintes pareeeres :
Exa uinamos o presents balanoo de receita e
despeza do mez de raaio ireximo flndo, achamos
conforme, txi-injdo um saluo da quantia de doze
ontos novecoaioj seteuta e cinco mil duzeatos
e cia-joenta e seis reis (12:975*236), pelo qut
se deve dar a d^rida quiia^ao ao rejpoclivo pro
curator. Paeo da camara municipal, 17 ce junho
do 13/i. Tl>codoro Machado Fraire Pereira da
Silva, Jose da Silva Loyo Junior. Approvado.
Achaado se compreheaiido na area desli-
Dida & granje pra^a publica, o terreoo si o
iTiire a rui do Uo^pfjo e o pr#longainento da
rua Sale'de -t'Kinbro, a propriedtde de Manoel
Jise Dibtas, pareee a commissao de edificagao,
a quern foi preseuio o roqucrimonto do mesmo
Dintas e a iofornucSo do eagenheiro cordeador,
quo se nao permitu edilicacao alguma aesle ter-
reno, boiii cunw em qaalqaer outro em circums-
uacias d.ste, e i|ue se va pr>cedeado a des
...i: ;.ri:i'>) delles a propjrcao das (orgas do
cofre man cipal. Recife, 17 de juaho de 1874. -
Bellarmiuo uo Regq Barros, Cunha Guimaries.
A-.provado.
Aii'.oiii i Ferreira Ramos, leva liceaQa em 31 de
ouMbrjVtJ aiiuofiadi, para eoatiouar na obra
eialjirgida, a rua d Uestino, di freguezia da
Ba.-Vista, derauliudo por6m oil) a n ue palmos
na parte em quo a dita obra c-ntrou para a nova
rua projeetala : agora, pordm, reqaer a demar-
:.ii;a) e desapropriavlo clejse terreno. A com
mi-si.] deediQcapao exanuaando esta qiestao, e
tea \ p s-i'.vl o direito do propriedade, opina pela des-
apropriacao e indemuisa^io requerida pelo sup-
p.tir, RUirdalflS as disposigo.:s de lei concer-
neates a expect. Bdcife, 17 de juaho do 1871.
iicll.irniiiw do Rego Barros, Joao da Cuaha Soares
Gai naiaes. Approvado.
A co.n:;;i-.-ao de edifieafoes, a quern foram pre-
sent's os pacsis,, que devolve, con:ertiealos a
preton;ao de Uunteiro Junior 4 Feraandes, loca-
ting 11 pn-dio n. 18, a trave^sa da Midre de
l)eu<, p"!tencente ao patrimonio dos orpbioa, 6
-.1 > parecer. que embora aio tenlia esse predio
a< dfaTJnsoei exigilas pelas posturas municipaes
ealre o pavimeuto terreo e o primeiro anJar,
vi?to a se4urani;a das paredes, e deitar u predio
para unia travessa de pouco traasito e importan-
i-,a commercial, se couceda a licea^a repienda,
uiiii vez qua disto nio rtsulta desformoseamento
j rua, garaale o mesmo predio dar Ihe maior va-
lor. Recife, 17 de juaho dc,18"i. Bellarraiao
d) Rego Barros, Joao da Cunha Soares Guimaraes,
>ra restricjao. Approvada, cxcepto na parte,
que d'"z respeito a soi^ia.
Dosexames e iaJauacSeS procedidas chegou a
mtnissao de edificagao ao coubecimento de que
I ;su i'.araeiro da Gunna, proprietario de um tor-
reo c olaria no lu^ar dos Coelhos, freguezia da
Boa-Vista, tern prolongado esse terreno e a olaria
c insideravelmente par i o la Jo da mart, utilisan-
ij--c assim de terreuos le mariaha, quo pela
pli :.ida cidade devein ser occupalos pela rua
projectada a margem da Camboa das Barreiras,
: i extilemidade da rua do C>ronel Lamenha.
Nao sabe a commissao de edificafao o que quer
.arneiro da Cunha, visio quo os papeis, que
: -iiliiv.', no aeoinpauha peiii.'ao delle ; mas por
prevencio declarai, que 6 de parecer, que se uao
Qsioti obra alguma em -einelnanle terreno e que
p il is nieios ordenados par lei, se promova a resti-
;io .1 j terreno occupada iliegalmente por Jos6
Carneiio da Cunha, bera como a demoli^ia do pre-
rJ'O existente ni mesmo terreno. Recife, 17 de
juaho ie 1874. Bellarmino do Rego Barros e Joio
da Ciuha Soares Guimara-'S. Approvad) e que
>:iKauuijuo s- inolliaiite facto i-.o Exra. Sr. pre-
sidenle da provincia.
A coinoiissao de edificacao e de parecer, que se
delira a p.'ii.-ao de Luiz Hustaquio da Conceicao
Pessoa, naijual o lu-smo pede liccaea para arriar
a trapeira da casa lerfea n. 12 da rua do Range!
para rioder eoostrnir ama solea, assignando o
suppliekote termo. Recife, 17 de junln de 1874.
Bego Barros e Cunha Guimaries.Approvado.
A cojumissio do policia, cxaminando os dizeres
loofllcio do Banco d,> Brasil, datado de 6 de abril,
passa a dar o seu parecer.
Nio badeoe duvida, quo os juros teem sido pa-
gos riestralmenle, como rezi a clausula segun-
i do contrato, mas prellxando lambem a clau-
mla sexta as epoeas um que devem ser elles satis-
t'esl is, ^eria mister, quo as quanlias recebidaj do
mesmo banco, fossem em datas, que correspon-
iesaem os prefixados nos contratos, o .jue nio tern
ic atendo, visto cotno os imprestimos se contra-
liem a niedida de que uecessila.
N 11 haveria incoaveniento, quo os juros das di-
versa: qaan'ias reeebida; fossem pagos nas epoeas
estipoliJas na clausula sexta, se o seguinte lopico
do citaBo olD-io se nao podem, nem devem ser con-
tados e pagos os jur.s ue cada prestacao relativa
mea: uao se prestasse a iuterpellagio diversa da
(Uciui uao u admissivel paga se os jaros do que uio se
lev,-; pelo que e de parec r, que neste seatido se
respoona. Approvado.
A" v.sta da precaturia vindadojuizo de d.reito
subsiituto reeiproco do 4," disiricto criminal desta
cidade, na qual pedo que esta camara, maude en-
trejgaf a Jose Targia) Gon^alves Fialho, as apoli-
.-. quo a seu requ:nmeato foram recolhidas ao
cofre municipal, como fiaaca pelo crime de deflo-
ra:n.'Uto, do qual foiomesuio-Fiilho absolvido, a
camara resolva que fossem eatregues ditas apoli-
cei, uiediante recibo.
Forajm approvados
ies:
os rejuerimentos seguin<
< Renaeiro, quo o flscal da freguezia do S. Jose,
informd se 03 talhos que foram dales a Tuomaz
Guimaraes, foram cedilos a outros; reqaeiro lam-
bem que o procurado; informe quanlo pagou o
me-mo Guimaries pelos mesmos talhos. Paco da
camara municipal, 17 de junho de 1874 Cunha
Guimaries. Approvado.
Reqaeiro, que [o procarador desta camara,
J );e Simpiicio Ide Si Esteves, o administrador do
matadouro publico Manoel de Almeida Lima e o
fiscal da freguezia de S. Jo3e, Ernestino Cavalcan-
te do Alouqueripe, inforraem com toda a raenucio-
sidade tudo qaanlo sabem a respeito do procedi-
menlo fle Thcmaz Antonio Gaimaraes, que pedio
licenca a esta camara para con-truir uma barra-
ca p-ra vender earaelresca, assim como o que sa-
bem ler occorrido entre os raarchantes e os ar-
remataotes do subsidio do gado consamido nesta
cidade. Paco da camara municipal, em 17 de ju-
nho'de 1874,Dr. Lobo Moscoso.Approvado.
Foram despacbadas as peticdes seguintes :
Da Aaloaio Pinbeiro de Carvalho, Adolpbo Vol-
ver, Antonio Ferreira Ramos, Antonio Baptista de
Arauj i, Alexandre Amenco de Caldas Brandao,
Antonio Jose Pereira Cascao, Antonio Jose Bitten-
court, Carpinteiro Filho & Sobrinho, Corielo, Milo
& C, Elias Baptista da Silva, Frederico de Castro
Cafvaloo,Ferrer* 4j3raga, (2) Gregorio Jose Gar-
cia, gereate da estrada Ie ierTo da Recife a Ca-
xajtaa, Ignaeio de Si Lepes Fernandes, Jules
DWfcaut, Jose Joaquim dos Santos, Jose Faustmo
de-Leaios, Jacob Philip Nathan, Jose Targiuo Gon-
i;aives Fialho, DrT Joao Maria Seve, Jeronymo Jose
Rodrigues Chaves (2), Luiz Eduardo de Hol'anda,
L\ui Euslaauio da Conceicao Pessoa, Manoel da
Silva Santos, Mauoal Jos-J Dantas, Monteiro Jnnior
Ji %raao Jes, Manoel Jaciotho Ribeiro, Manoel Jose
Je Matios, M*sopl P%u]C' 4e A'hqerqae, Manoel
i|i?stc*tar,
Mwue* d Melio Ca-tUlU fl- PuaJiuo>,
Nada maisJiaJiPonifrO 9frfjrewl*mencerrou a
sessao as 2
.Eu, Fram
escrevi.
TABELLA DO RENBIME?
DOGOB*IE
DOU8 AN
Mamri Jodwlip fit flMrttlbWKi.qtas,
Jose daWlm'u>y-vlMibiV-ZTHHh&orb Machd
Fttmjtoiim Sttva -Jo*> d* CtntmUtt
Ft a*imamrt--i>t. Ptifoie AU**ar< mnttt t|
av
pernSHF1
.compaii^Dm,
Agento : JMKjtiai Jk>s4 rjLjal's Beltrao

^M%Si'
ElH
Importagao
Direitos de consumo
Dito de augmento de 40 %, /.. c O/o-
Dito de dito de 3S /.....................
Dito de dito de 3) -/ -43 0/q e 21 0/o-......
Ditos addicioMs de 5 %.................
Expedient* de 5 % dos ganeros livrcs de di-
reitos de consumo...............r.....
Axmazcnagem...........................
Despncho marUimo
* a I
Ancoragcm......... .^ .$-.*.. *.

Direitos de 13 % do pao brasil.............
Ditos de 9 % de exportacao...............
Ditos de 2 1/2 %,idem..............*
Ditos dc 1 1/2 % do ouro em tomAt
Ditos de I, dos diamante*.......lUl, J..
Expediente das capatazias..............'..
interior
Renda da typographia-tecibnal............
(proporcinal por werka......
Sello do panel < llxo -.............._.._.
(adb4"'vo........ IV1.1..
Emolumeatofi ................. 4 /
[mposto dc transmissiio de propriodarfi?, a sa
bjr : do 5' % da venda de embarcacao...
Dito do I % da arrematacSo de bens moveis.
Extraordinaria
ileceita eventual.........................
j .
Deposilos
Depositos de diversaa origens.............
Dizimos da provincia das AlagOas..........
Dito da provincia da Parahyba............
Dito da provincia do Bio Grande do Norte.
Contribui^ao para a casa de caridade.......
1913 1U
A
.. I. i
18:3314437
107:4344614

/87a ri 1S73

------

4l3r443l4a7
irfJ:083i950
i
1371 a
.....
1ST*
610:629 J8
162:816*19!
w4ni. ft, fwdt*-
,J
3:683|2o0
4:
-.\mw
| I Mlib
330*000
45*000
280*000
551*020

1:360*648
.537:227*952
8:013*763
1:744*492
546:986*207
Alfandegade Pernambnco, 30 de junho de 1874.
S-srvindo de cbele,
Jose GonrtUtet de Meieiros..
'CONTftA 0 FOGO.
iAcompauhia Indcmnisadora, estabelecid!
nesta pra, tQnva seguros maritiroos sobre
hvios .ewus oarrga*eatos a oootra fogo
* edifieios, irtercaderias o mobiHas: ni
rua do Vigario n. 4, payimento Wrreo.
Seguro contra-fogo
f LITER POOL 4 I. OK BON & GLOl
INSURANCE COMPANY
Agentes
SiL'i'l>li&bR0TUEIV5 4i:.
-at>B*giinar Corpo Samto11
*3f.: _
B meo do Minlio.
Joaqnim Jtu^'floncMves BeltrSo & rtlho sacam
Sor toilos os vapores sobre :
naifai Evora. Monsao.
AVoML-*1"1'"'" Pale.
It
94:760*883
186:869*

32
720;
528*470
4*etn>
l:30o*608
>>ti
705:503*484
1:488*7 il
5:490*326
^^80*156
714:167*687
!:
780*73^
102*360
160
r:8l6*089
1*7:135*714
'I l
1:793*021
8:893*166
663082
1:895*386
4,091:783*369
.: c I
0 3" escripturario,
Francisco L^pes Cardan.
*!
. w-.- .
I h p
i"; ;
IwrJo a frate de 7|8 e 5 Op).
/
A uaiao nova.
II i f actos que revoltam os animos das pessoaa
mais prudenles, e qua demonslram ate a evidencis
anenhuini ednca.;ao, e o caracter vil e perv-rso
de *eu autor.
A parlida da Uaao Nova, de 28 do cirranle, foi
mais um passo i.a senda do regres?o e \i. hurai-
IhaQlo, devilo ao procedimeato indigno do Giria
Mane.
E' para lamenlar quo uma socieda Je omo essa
consiuta en sea g omio socios d> quilate do Sr
Giria, estupilo. ridi.ulo e analphabeto. j e id'memo J
Quem te autorisou, mcu toier.Ii, a expulsar da
sala doas convidado*, t6 peJo facto de levarera diias ^ Descarregam
meninas?... e* tao neciose tao desmiolado aue irra lQgleza
I posto a
non em
Algodao da Parahyba 1* sortc 8*000 por 13
kilos posto a bordo.. a frole. do 3(4 e 5
OjO, taontem.
Cambio sobre Londres a 9ft d|v. 25 lr2, e
banco 23 1(4 d. por I *000
B. de Vascoucetlos
Presidente.
A P. de Lemos,
Secretano
ffd
iLTANDRGA
'I? 1 .
42 932*964
que
alfandega.
boj") 2 de j inho
IVenif'id meri
de 1874.
adorias nara
ignoras que meninas nao deixam de ser seaaoras,
pelo simples facto d i serem meainas; mas quando ;
mesmo assim fosse, devias conler-te por delica- DEH'AJHOS DS EXPORlAUAO SO DIA 27 Ub
Mas para que fallarem delica J za a um parlana-
tao d'aldeia como to, queioi essa a primeira socie-
dade que frequentaste, e onde tua orhouica c tao
horrenda'que se me arrepia-noscabellos so com a
sua reeordagao ?
JUNHO DE 1874.
P^ra os portos do txterior.
No vapor inglez Investigator, para o Canal,
carregou : J. Pater & C. 3,835 saceos com 286,534
kilos de assucar mascavado.

Para os portos do interior.
Se tivesses sentimeotos jamais frequeatarias essa Para Alagoas, na barcaca Graca de Deus.
sociedade onde tenB dado tao ridieulos espectacu-1 carregou : Sooza, Junfiueira & C. 4 barricas com
los, onde tens mostrado ate quo ponto se eleva a'! 231 kilos de assucar branco
tua crassa igaoraacia, e o aviliamento de teu ca
racier; mas para a tua pessoa tudo e proprio,
para conSrmar o rifao antigo : -Sempre a igaoran-
cia 6 muito alrevida I!...
Amarrador de came secca, niio podes acostu-
mar-to a lidar om pessoas de educagao, estraa-
nbas a socieJada e eomecas aos couces a torto e a
direito, qaereado salpicar atodos com a lama pu-
trida de tens taeoes.
Cria um dia brioa e pondoaor, e nio queiras fa-
rer em toda a parle um papel tao vergonhoso como
o que pratieaste nes-a noite : se cstavas incommo-
dado da cabe^a, devias retirar-te porque se faria
um iuizo mais favoravel a teu respeito.
Agora uma reeommenda^ao a direcloria dassa
associaQau : quando houverem de dar outra par-
lida, nomeie.n mestre Giria para varredor das sa-
las e apagador das luzes, pois que assim andarao
mais acerlados, e nao passarao pelo desgosto de
serem para outra vez, seus convites rejeita
dos. '
0 socio, Ze Nabiga.
Ciranito,
Djus barbaros assassinates, um no mez de
fevereito e outro no mez de abril uliimos, em
duas infelizes mulheres, o i* praticado pelo li-
berto Luciodo, de?aei3ado que para essa capital
seguio sera responier o jary por seu estado de
loucura, e o 2 por Jose Vicente Pereira da Silva,
que se acha preso na cadeia desta villa, sao fac-
tos que coatrislaram a opiniao publica, pela paz
de que gozava este lermo ha muito tempo, princi-
palmente pelo desapparecimento de crimes gra-
ves.
0 tenonte Camillo Machado Freire, actual sub-
delegado dc polkia e commaniante do destaca-
mento desta villa, tem com desvelo concorrido
fiara s guran?a e tranquillidade publica deste
ugar. *
Experiente como e, no exercicto de sou cargo,
sentou as bases de seu traDalbo nos verdadeiros
priocipios e missao da policia prevenir o crime.
Neste empenho desorganlsou uma antiga com-
panhia do bebados, que muito incommodava o
socego publico, cujo chofc, qne se inculcalde
cousa, nlie tem estado gostoso com o tenente Ca-
millo.
Nao perdeu tambcm de vistas as facas de pontas
dos apaniguados do padre Manoel Autonio, que
a exemplo deste, que anda sempre de garruncha
e punhal nas conlissoos e desobrigas, fora da
villa, queriam desre-(isitar a lei e autoridades,
nsando deltas dentro da villa.
Continue assim o Sr. tenente Camillo, sempre
na linha reeta que tem tracado, porque nao dei-
xara de ter applausos do publico sensato.
24 de maio le 1875.
0 velho Sopiao.
Siga-se a traca a suaorigem.
Uma enfermidade local nao pede ser curada
simplesmeale com um iratauiento local. Por exem-
plo neohuma applica^ao fetta a parte ailectada,
pode radicalmeute enrar as bemorrhoidas. 0 ha-
bito, o costume do corpo, o qoal e a causa prima-
ria da molestia, deve ser mudado. Para esse Cm
as pilulas assacaradas de Bristol, o mais lino alte-
rative vegetal que jamais foi composto, e justa-
meaie a med'eiaa que se deve usar. A prisao do
venire e quasi sempre invariavelmente a causa
immediata desta afflicliva molestia. 0 estado nor-
mal dos iatestinos 6 para logo mudado, mediante
a accao das pilulas. A iudigestao e a aegao mor-
bosa do figadp, produa conslipacao do venire. Es-
tes incommodos sio promptamente remediados
com este poderoso igente vegetd, os orgSos ad-
quirem para lojo a sua acostumada elasticidade,
pondo-se em estado de perfeita saiide. Desta for-
ma, pois, os sy mptomas e a causa da molestia con-
junctamenfe removidas e alii acabam para sempre.
Ellas vao mettjdas dentro de vidrinhos, e por isso
eonservam-se perleilas e a todos os climas. Em
todas as enfermidadea aggravadas ou provenientes
de um esudo impuro do sangue, a salsaparruaa
de Bristol, deve de ser tomada conjunctamente
com as pilulas.
.a^iMERCIO.
JUNTA iK)S CORRETORES
Praca lu Recife, 1 ile julho
de 1894.
AS 3 HORAS DA TAADE.
C0TACOES 0FFICIAJ5S
AJgodaode MaceiO mediauo 8JJ00O per 48 kilos
Para o Rio Grande do Sul, no patacho nacio
nal Salsepuedes, carregou : M. L. Paes Barreto 462
barricas com 20,303 kilo' d* assucar mascavado.
Para Penelo, no vapor nacional Cururipe,
carregou : J. D. da Cunha Lages 2 barricas com
HI kilos de assucar refinado.
Para o Para, na barea pcrtugucza Arabella,
carregou : J. A. S. Araujo 180 barricas corn
10,863 kilos de assucar branco ; J. F. Marlins 200
barriquinbas com 9,314 ditas de dim ; M. J. Gon-
calves de Amorim 37 pipas com 17,760 litros de
aguardente.
Para o Aracaty, na barcaca Ft. r do Jardim,
carregou : M J. J. Fontes 8 barricas com 489 1(2
kilos de assucar branco.
Para o Rio de Janeiro, no brigue nacional
Isabel, carregou : D. A. Matheus 20 barricas com
2,380 kilos de assucar mascavado.
Para o Rio de Janeiro, no vapor brasileiro
Parana, carregou : M. J. Fernandes 3 barricas
com 56) kilos de car vao animal; M. A de Senna
1,000 cocos (fructa).
RESD1M NTO DA EMPilEZA DAS OBRAS E
CAPATAZIA DA ALFANDEGA DE PERNAM-
CUCO RELAT1VO AO MEZ DE JUNHO DE
1874, COMPARAD') COM ODE JUNHO DE
1873. .
Verbas de receitas
Taxa do embarque
Dita de desembarque
Dila dc armazenagem
Dita de embarcaijoes
Dita de alvarengas
Dita de bagagens
Dita de diversos
- Total
Thesouraria da empreza das obras e capatazia
da alfandega de Pernambuco, 1 do jullio de
1874.
Antonio Jose Leal Reis Filho
Fiel do thesoureiro.
Conforme.Franeisco Jose Galvfio
Agente auxitiar interims
*
CO 00
**
241*000 87*020
2:847*199 2:068*920
8:785*024 10:744*489
409*600 338*330
3913300 6455430
138*500 100*300
901*800 9665450
13:7145623 14:931*179
Da.
Bariellos.
Ciirabra.
Mirandella.
Penaflel
Aveiro.
Ha.
Chaves.
Ely as.
A i nara nte.
Guimaiaes.
Covilhi.
Melgacn
Porulegie.
Arcos de val de vez'.'
Celoricii J> Baslo.
Caminha.'
Sfangualde.
Ponto do Lma
Povoa de Lmhosa.
Vd|a-Sova dt Portimao.
ira.
Regoa.
Vizeo.
Figueira.
Lamego.
Estarreja
Valenca.
Villa Reai.
Cabeceiras'dc Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
OlrVeira de Azemels.
Povoa de Varzita.
Vianna do Castello.
Villa Nova de Famalicao.
*.
Villa Uo Conde.-
\as tllias.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira
*m& C8MHBICIM. DE BRAGA
Jorge Tasso
>'. 33 Una ^o .imnrim W. 39
Saca uor todas o vapofes qojflquer'qnantia a
praw on a vist7sobre esse Banco, on suas re*-
peetwas-agendas nas aeguintes cldades, villas de
Portugal e iihas idjacentes e Hespanha.
'A abtr :
Portugal e ilfcau.
Aguida. famalicSd.
Amaranle. Faro.
Anadia. Figue'ra.
Arcos. Couv6a.
Areo de Baulleim. Guarda.
Aveira. Guimaraes.
Barea. Lagos.
BarcHlos. Lamego.
Beja. Lisboa.
Braganra. Louie.
Cabeceiras do Bil>. Mealhada.
Caminha. MrlggQO.
Chaves. Mirandella.
Coirnbra. Monsao.
Couca. Olive'ira de Azemeis.
Covilha. Ovar.
Elvas Penaflel.
Extremoz Pinhel.
Evora. Ponto do Lima.
Fafe. Povoa de Lanhoso.
Funchal. Pori'AIegre.
Fayal. Portimao.
Porto. Povoa de Varzim.
Regoa. SHvea.
Tavira. Thomar
Torres Novas. Valenga.
Vianna. Villa do Conde.
Villa da Fcira. Villa Real.
Villa Real de. 5. Antonio. Villa Ponca d'Aguiar.
Vinhaes. Vizeu
Villa Nova da Cerveira.
Ileapauha.
Madrid. Barcelona.
\'go. Cadiz.
apttai.
'"nnrlo
NORTHERN.
. 20,000:000ji00t
le reservs. 8,000:000300'
illiA i)\
Mills
CRLZ
Ag^ntes,
Latham & C
K. 38. .
CAPATAZIA
ttendimento do dia 1
DA ALFANDEGA
. '1:020*072
VOLOMB8 SAM1B08
No dia 1
.Jnuieua porta .
iagunda ports -
ftfceija .porta -
Qnarta porta .
Ttvpiche Ccnceicar.-
' '
36
36
^

il "
2
319
ftKCEBEDORIA BE
RAES DB
^endimenlo do dia 1
RKNDA8 1W1'. WA
PERNAKBUC
KE-
88J*27
CONSULADG PROVINCIAL,
&eatimento.do dflt 1 J 4:973*927
Aligns^ F. fWfdn k C.
A casa commercial e bancaria deAugusto
j d'Oliveira & C, & rua do Co nmercio ns
42, encarrega-se de exeewjao do ordens
para embarque de prodoctos e de todos o-
mais negocios de commissao, quercommer
ciaes, quer bancarios.
Deconta luttras, e toma dinheiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e a
jazo, a" vontade do tomador, sobre as se-
guintes pragas estrangeiras e nacionaes :
Londres. rr- Sobre o onion bank of
LONDON, 0 LONOON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de classe.
Park). Sobre os banqueiros fould
& C., MARCUARO ANDRE d C. e A. BL^CQUE,
VIGRAL dl C.
Haniburgo. Sobre os Srs. joao
SCIIU BACK & FILH S.
Lisboa. Sobre SANTOS & VIANNA, e SEBASTI&O JOSE DE
ABREU.
Porto" -- Sobre o banco uniao do porto
Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco comubrcia-
DO .-PARA, e OS Sr. tRANCISCO (JAUDEtJCIO DA
costa Hnrnnlulo. Sobre o Sr. jose fer-
REIRA D,V SILVA JUNIOR.
Coara*. SobrB os, Srs. j. s. de vas-
CONCELLOS & SONS.
Babia. Sobre os Srs. marinhos & c
Rio de Janeiro. Sobre o banco
JNWJSTRIAL S MERCAWTIL, BANCO NACIONAL e
BANQLTt BR'A'srHENKE'FRANCAlSE.

COMPAHHIA '^
Pheoix Pernanibuioana.
Toma riscos maritimos em mercadorias,
tretes, dinheiro a risco flnalmenle de qual-
jner natureza, em vapores, navios va" ela oc
oarcacas, a premios nHiko-modiees. -*
RUA DO COiBtf!W> N. > *
________________ i

GOMPANHIA ALL1ARQA
segoros maritimos e terree
tres estabelecida na Bahi*
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:0000000.
Toma segnro de qiercadoriarf e 'diDiietro
lico maritimo em navio de vela a vaporei
para dentro e f6ra do impwo, aiirarCoa(.
Xavio entrado op dia 1.
I Rio ** Janeiro e Bania O.dias vapor america
no South America, de 2130 toneladas, comman-
dante Teaklapangh, equipagem 60, carga cafe
I e outrqs genetos, a lieary Forster & U.
Movias sakidos no tmsmo dia.
Kew^fork, Parao S. Tnomat vapor americano
1 South America, commandanie Tenklepangh,
! carga a mesma que trouxe dos portos do sul.
faMa e portos iQtermod*vapor brasileiro Mar-
qutz d*- Caxias, coBMandante Santo*, carga
dilterentes generos.
f-MtS3%*r *-ilu.li !.
1 5"^~ ***'-J^ctl
, sop
b -*
in------
.vtla dw mmOtk da nitrite
. ae- aeio dw. -
E par* emstv sa roaidoa fazer pouhlic,o por
Bla joioaL
Secretoria da thesouraria provincial, 20 de ju
oho de 1874
0 official maior,
Miguel Alfonso Perreira.
Clau uks especiaes para a arrematacao dos repa-
ros do empedramenlo e da bomba da varxea
do eaganlo Tapers, na eslrada da Ykioria, en-
tre os marcos 16 a 18,000 bracas.
1" Os reparos do empedramento e da bomba
seraa exeeutfdos dueohforminade cofn-oor^ameD
Jo, 4a importsneia de 3:34##.
J* O arrematante dara principio a obra no pra-
19 de Id dia-, a coocluira nde treamezes.
Ji' 0 pagamento ;era euectuado em tres presta-
Cocs iguaes, a proporcao do trabalho executado,
sendo a ultima e ditlnitiva 15 dias depois de sua
BeMtMta
4* Para tudo mais que nao se achar saaMAca
do, sera regulvlo pelo que dispoe o regulamont >
de 24 de (eve: etro do corrente anno.
Jehoatao, 9 de junbo de 1874. 0 eagenheiro
interui'S F. It. Lieutier.
Conforite. ~- L it Salazar Moscoso da Veiga
Pessoa.
Conforme. M. >. Ferreira.________________
3.* seeeio.Secretaria da presldencla de Pernam-
buco, em o !. de jalho de 1874.
Por esta secreiaria se fas publico para conheci-
mento do quera iaterejsar pmsa, qua aos 7 d
mail do corrente anno foi julgada nnlla e impro-
cedente, piir S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, a seaten?a do respectivo jnii commissan'o, no
anlo de medicao e legitimaclo da posse denomi-
trnda Liberdnde pertoncente ai major Vicen
le Ferreira Padilha Calumbv, sita no municipio
do Bonito.
O secrelario,
Juao Dinii Ribeiro da Onha.
Ids
procurador fissal da thoaouraria provia
cial de Pernambuco dedara aos devedores de ap
parelbos eollocados em suas casas pela companhia
Recife Drainage, que lties lica marcado o prazo
improrogavel de 30 dias, a contar da publicacao
deste, na conformidade da lei n. 891, art. 53, para
solicitarcm na se.'cjio do contencioso as respecti-
vas gnia?, afim de recolherera seus debitos, cerios
de que se n5o o ffzerem dentro deste prazo, pro-
ceder so ha a eobranr^a judicialmente, pnblicando-
se para isto a relaeao dos devedores abaixo trans-
cripta.
Secjao do contencioso provincial de Pernambu-
co, 9 de junho fe 1874.
Cypriano Fenelon G. Alcoforado.
RelaQao dos devedores da Companhia Recife Drai-
nage, quo dtlxaram de pagar seus debitos, rela
Itvosao semesire undo em junho de 1872.

sa 0 Utaa, ^f. inspector da thesourarja provin-
cial,, sm viriude da ordem da presidencit, de 19
do sorreule mei, manoa faaer publico que vai a
praca no dia 3 de julho proximo viudouro, peran-
te a juuu da uiesma thesouraria, a obra dos re-
paroi ao empedramento e da bomba da varzea do
engeDho.Tapefia.na eslrada da .Victoria, eatre a
marcoa 16 e 18,000 praoas, QGftad* & 3:245^,
debaixo das eondiodes abaixo copiadas :
1 As pessoas que ae propoiefW > cs?a arreraata-
Campo das Prmcezas n. 7. Jose" Gon-
calves Ferreira da Costa e outro
Una de Carvalho ns. 1121. Joaquim
Perreira Va lento
Dita ns. 4 i 10. Jo>e Muuiz da Silva
S. Francisco n. 56. Padre Jose Clryl-
lo Teixeira
Dita n. 61. Jose Gt>n;alves da Fonte.
Barao da Victoria n. 40. 0 mesmo
S.Fran;ico n. 72. Dr. Joaquim Fran-
cisco de Farias
i'ravesa d. rua Bella n. 8. Joao da
Silva I.iijs ,
Dila n. 10. Joanna do Kosario Gui-
maraes Machado
Roda n. 42. Jeronymo Pereira Villar
Dita n. 56. Jo^e do Rego Pacheco
Largo do Pa.-aizo n. 17, Joaquim de
Sa Lopes Fernandes
Dita n. 8. Joaquim L^pesde Almeida
Dita n. !8.]Joaqaim RoJriaues Tava-
res de ilello
Dita n. 20. Herdciros de Jose da Fon-
ceca Tel es
Dila n. 26.! Hordeiros do Dr. Jose
Ravmundo Ja Cosla Menezes
Larga do Ros-irio n. 4. Filhos de Jj-e
Rodrigues dos Passos.
Patoi n. 12. 0 mesmo.
Travessa dos Qnarteis n. 28. 0 mes-
mo
Largo do Paraizd n. 28. Jose Pedro
V'elloso da Silveira
Larga do Rosario n. 16. Jose Jerouy
mo da Silva.
Trincheiras n. ^6. 0 mesmo
Larga do Rosario n. 20. Joao Ferrei
ra da Silva
Dita n. 22. Jose Peres da Cruz
Dita n. 50. Joao Antonio de Souza
Beltrao de Araujo Pereira
Becco da Mainz u. 1. Joiii Rulino Pes-
soa de Melb
Travessa da matrix n. 2. Dr. Joao Bap-
tista Casanova
Dita ns. 16, 12 e 28. 0 mesmo.
Duque de Caxias n. 9. 0 mesmo
Expostos 0. 4. Joao Maria Seve
Dita n. 26. J>*6 Salvador Pereira
Braga e ouiro
Patos n. 10. Joao Francisco dos San-
tos
Travessa dos Quarteis n. 33. Joaquim
Maria da Ponha Cosla
Dita n. 2i. Jose Domingues Codeceira
e outro
Carina Velho n. 35. Joaquim Antonio
C rnciro.
Matl.ias de Albuquerque n. 23. 0
mesmo
Becco de Calahougo n. 2. Jose Anto-
nio de Carvalho
Dito n 30. Joao Christiane
Barao da Victoria n. 44. 0 mesmo
Duque de Caxias n. II. Jose Joao de
Amorim
Santo Amaro n 10. Viuva de Jose
Marques Vianna
Marquez do Herval n. 23. Joao Valen-
tim da Silva Villela
Dita n. 29. Joao de Sa Cavalcante de
Albuquerque
Duque de Caxias n. 15. Jose" Ignaeio
do Rego Munteiro
Dita n. 37. Joao Rodrigues Lima
Dita n. 43. Joio Jose de Carvalho Mo-
raes.
Estreita do Rossrio n. 21. 0 mesmo
Duque de Caxias n. 63. Jose Pereira
de Souza
Dita n. 67. Joao Ignaeio Medeiros
Rego
Dita n. 50. 0 mesmo e outro
Dita n. 8. Joao. Maria e Isabel
Travessa do Livramento n. 4. Juse
Joaquim Goncalves Bastos
Duque de Caxias n. 32. 0 mesmo.
Dita n. 34. Viuva e nerdeiros de Joao
Henrique da Silva.
Dita n. 36. 0 mesmo.
Barao da Victoria n. 46. 0 mesmo.
Imperador n. 38. 0 mesmo.
Estreita do Rosario n. 45. 0 mesmo
Duque de Caxias n. 46. Herdeiros de
Jose" Candido de Carvalho Medei-
ros
Dita n. 60. Herdeiros de Joao Jose do
Rego e oulro
Dita n. 72. Herdeiros de Jose Joaquim
Rodrigues da Costa
Primeiro de Mar;o n. 13. JoseMorei-
ra Lopes.
Imperador ns. 2j>30. 0 mesmo
Cabugan. 5. Joao Antonio Carpintei-
ro da SlLva.
Larangeiras d. 1. 0 mesmo
Cabugan. 8.'Jose Anfon'oGnimaraes
Dita n. 18. Joao Ferreira Villela
Barao da Victoria n. 39. Dr. Joaquim
de Aquino Fonceca
Dita n. 10. Herdeiros de Jose Joaquim
LourenQo da Costa
pita ns. 14 12. Jose Caelano de Al-
buquerque
Dita n. 32. Joaquim Felippe da Costa
Dita n, 50. Jose Ruflno Barbosa
Caes Vinle Dons de Novembro n. 4.
Jose Joaquim da Silva Maia
Imperador n. 43. Jose Joaquim da
Gosta Pinlieiro
Dita n. 61 Herdeiros de Joaquim Vie-''
gas,
Trincheiras n. 19. 0 mesmo
Imperador n. 16, Joaquim, Emilia e
Maria
Dita n. 14. Os mesraos. e outro
Dita n. 2. Herdeiros de Joao da Cu-
nha MagalhAes
Dila n. 52. Herdeiros de Joaqnina
Maria tereira Vianna.
IVgQ -io Carmo n 9. Os mesmos
Lar%ngeira n. 3. Joaquim Antonio da
Silveira
j.Dita n. 1 Joao Luiz Ferreira da Costa.
55,625
139,001
106,188
47,938
547,158
223,843
18,178
107,531
122,831
123,031
77,718
311,344
269,6:6
."i,l8l
84.417
218,092
301,06 J
431,091
242,219
332,219
335,813
6,343
126,968
506,343
103,906
56,343
101.46S
87,031
100.531
187,323
45,688
359,000
193,122
118,331
139,531
283,453
71,00)
336,312
418,218
93,729
38,750
134,536
79,968
303.051
s-.676.542
66,938
' 494,916
160,500
563,875
334,895
54,313
292,969
104,313
60,688
797,439
148,564
333,095
91,114
363,124
60,000
263,750
195,123
275,687
212,687
9|,802
Trincheins n. 1 Orrrestno
Laranjeiras n. tt Jqa Watt Lro
Regis dos Rs Oirvitrhc^ r/utro.
fitrtota do Rosario n. 8. 0 mesnltt.
Travessa das Crmes n. W. 0 tnestrW
Trineteiras n 31. Joao de Brilo-pjV-
Paulino Camara1 tj'7. O mesmo
rrincrtfiras n. 22. Joao U&pflfta de
Oliveira
Dita n 38 Viizv* e herdeiros de Jose
Nunes- do Olrverra
Trincheiras n. 48. Juvencio Antonio
Gar>
Paulino Camara n. 2*. HerdVfros du
Jose Nunes dc Oliveira
Rita a, 4. Joarfninr pereira Aratrtrs
Travessa das Floras n. 3. 0'mesmo.
Fogo n. 43. 0 rrtesmn *'-"-
Travessa da? Floras n. 17. Joaquim
Aatonio Peretra
Paulino Camara n. 10. Jose Antonio
Pereira e cntros
Travessa das Flores n, 5. Jos*' Joa-
quim de Souza
Matbias de Albuguerque o. Z Jpa-
qntna A. la Conrli*So Trgwel-
reU>
Estreita do Rosario ns. 31 -14. Jo*&
Moreira da Silva
DiUn. 37. Jose da Silva ORveira '
Travessa do Livramento n. 6. Joao
Evangel is la rle Sa
Dita n. 14. JoaodoPrado Martins Ri-
beiro e outro
Travessa de S. Pedw n. 6. Jpse F*-
ciano Portella
Fogo n. 47. Justino Pulycarptr (Je
Souza
Dita n. 8. Jordan Jose Fragcs > e ontro
Dila a. 12. Jose Francisco de Anflra-
de Junior ""
Travessa do Livramento n. 8. 0 roes;
uw
Dita n. 20. Jose Antonio Lopes
Travessa do Carman. I. Joao Baptis-
ta dos Santos
Dila n. 12. Joao Cardoso do Rego
Pontes
Travessa da Bofcba fl. 9. Jose Fran-
cisco Fernandes
Largo do Carmo d. 3. Joainim Ber-
nardino de Castro Bios
Ditoo. 18. Joaquina Francelina Ba-
cellar e outro
Dito n. 20. Joaquim Bertnrdo de Fi- '.
guciredo
Coronet Su-ssuna n. S.Jose Fellciano
de Azevedo
Travessa do Queimado n. I. Joaquim
Coelho Cintra
Travessa do Livramento n. 20. Jos*
Martins Ponies
Es'.reita do Ro-ario n. 12. Vi*va
herdeiros de Joao Ribeiro da Cn-
nha
i.
Becco do Ca'abouco n. 28. Luiz Pe-
reira Goncalves da Cunha
Sao Franciscu n. 31. Leocadia Maria
da Silva
RoJa n. 14. Luiz de Franca Souto
Dita u. 40. Luiz Pereira Sirr.Ses
Becco da Matriz n. 15. Luiz Alfredo
de Moraes
Travessa dos Expcstos n. 20. Lon-
renca Balbina de Carvarb'O' Soa-
res
Traversa dos Quartei3 n. 34. Luiz
Amavel Dubourcq e outro
Esireita do Rosario n. 30. 0 me-mo
Duque de Caxias n. 6. Leopoldo Jo-
se Felippe Santiago
Calni^a ns. 42. 0 mesmo
Dnqao de (jxias n. 48. Ludgero Gon
(jalves da'Sifva
Imperador n. 61. Luiz Jose da Cosla
Aroonm
Tiin.-heiras n. 32. Luiz Gonzaga da
Rocha
Paulino Camara n. 2S. Lniz Spmea
Silver io
Travessa do Carmo n. 22. Luiza Fran*
cisca do Souza
Largo do Carmo n. 8. Luiza Garni-
nlia de Amorim
SI
Can po das Princezas ns. 9 -1. Her-
deiros do Maria Theodora da As-
sumpcio
lllu de Carvalho n. 27. Maria Ame-
lia de Azevedo V.
Dita n. 10. Manoel Goncalves Ferrei-
ra e Silva e oulro
Imperador n. 4. Manoel Goncalves
Ferrena e Silva
Estreiia'do Rosario n. 39.
Dita n. 41.
lloa de Carvalho n. 20. Manoel Fer-
r< ira da Si!'.a Ramos
Dita ns. 2224. 0 mesmo.
Dila ns. 26 -28. 0 mesmo.
Dita ns. 30 -32. 0 m>8U0.
Dila ns. 34-36. 0 mesmo.
Dita ns 3840. 0 mesmo
5. Francisco n. 9. Maria Helena Gaio
de Miranda
Largo to Paraizo n. 4. A mesma
Roda n. 39. Herdeiros de Maria Joa-
quina Pereira Vianna
S. Francisco n. 62. Manoel Antonio
de /zevedo
Primeiro de Marco n. 23. 0 mesmo.
Barro da Victoria ns. 911. 0 mes-
mo.
E-lreita do Rosario n 2 0 memo.
S. Francisco n. 68. Maria Joaquina
Vianna
Dilan. 70 A mesma.
Roda ns. 64. A mesma.
Trinchei as n. 39. A mesma.
Estreita do Rosario n. 28. A mesma.
Travessa do Carmo n. 14. A mesma.
Roda n. 48. Filhas de Maria Carolina
de Urito Carvalho
Dita n. 50. A mesma
Dita n. 31. Miguel Joaquim da Cosla
Estreitt do Rosario n. 3. 0 mesmo
Becco do Calabouco b. 4. 0 mesmo
Roda n. 47. Marcelino Jose
ves da Fonte
Barao da Victoria n. 23. 0 mesmo
Dita n. 30. 0 mesmo
Larangeiras n. 14. 0 mesmo
Largo do Paraizo n. 21. Maniel Pe-
reira Lemos
Dita n. 31. 0 mesmo
Duiue de Caxias n. 16. 0 mesmo
Largo do Paraizo n. 32. Manoel Fer-
reira da Costa
Dito n. 30. Manoel da Silva Lopes e
outro
Roda n. 27. Malhilde Francisca da
Cc sta Santos
Larga do Rosario n. 36. Manoel da
Silva Santos
Imperador n. 32. 0 mesmo
Largo do Rosario n. 42. Manoel Fer-
roira Antunes Villaca
Travessa dos Expostos n. 12 Maria
Joaquina Machado C.
Patos n. 1. Manoel Maria do Na3Ci-
mento
Travessa dos Quarteis n- 15. Ma
noel Ferreira Ramos
Dita n. 21. Maria do Carmo Nunes
Ferreira.
Travessa das Cruzes n. 16. A mesma
Travessa dos Quarteis ns. 35. Mi-
guel Jose Barbosa Guimaraes.
Primeiro de Marco. 0 mesmo
Santo Amaro n. 35. Manoel Ignaeio
d'Avila
Marquez do Herval n. 21. MaWa Vic-
toria Vieira da Cunha e outro
Dita n. 33. Moreira & Duarla
Barao da Victoria n. 3S. Manoel Mar-
tins Fiuza.
Trincheiras n. 18.0 mesmo.
Duque de Caxias n. 20. 0 mesmo
Barao da Victoria n. 15. Manoel Jose
da Costa Pereira
Dita n. 61. Herdeiros de Miguel Ber-
nardo Quiateiro
Djta n. 56. Manoel do Pnascimento
Yera Cruz .....
Caes 22 de Novembro n. 42 A. Ma-
noel da Costa MaDgericao
Imperador n. 23. Marcelino Jeronymo
de Azevedo e outro
Diun. 27. Dr. Manoel Pereira de
Moraes Pinbeiro
Dita n. 8. Manoel Alves Ferreira
Dita n. 10. 0 meamb.
Trincheiras n. 30. Manoel Autonio da
j Silva Baiig. '
Goncal-
Hf.8T5
I
745,469
201,050
4,22*1
170,!'.6
290,771
JM,5l>
244,19s
8i,229
114.5421
r0i,ftt*
60.88K
271,43*
40,625
111,759
If* 864
98,36V
fOR.864
?7i,970
88,825
362.6DS
232,739
118,239
184,479
201,000
205.5. 0
94,864
206,250
181,729
111,143
121,719
20,000
117,031
41,930
64,06;*
96.781
402,313
206,659
188,144
108,45*
44,375
125,126
188,16'i
39,87$
228,0iil
112,156
88,859
269,590
1:494,526
96,876
281,718
750,855
497,%S
603.391)
UOA&t
77,2- 1.071,28.1
317,750
$,031
45,2'.;2
102,631
176/.3S
119,614
96,031
99,406
8,000
745,0x
444,583
255,62 i
300,063
t04,22!
444,689
372,813
JJB
251,746
2I0.8W
111*.
113
ltt*Wo
91,875




*
Diario de Pernamhaoo Quinta feira 2 de Julhc, de 1874.
*
Largo do Urroo HO mesmo.
CotomI Suaauaa n. 19. 0 mesmo 667,114
Barao da Victoria a. 54. Dr. Ma no. I
Clementiao Carneiro da Cuoha 10,063
Paulino uaura n. JO. Maria Isabel
de Jesus Moraas.
Dito ns.M 26. A mesma 111,314
Mathias de Albuquerque a. 17. Mar
eelino Carneiro da Siira 105,917
DiU ns. 27-19. Viuva e herdeiros
de Maoo.1 Caeiaao.
Diu a. 31 -33. Soares Carneiro Mod-
teiro.
DiU ns. 35-17. 0 mesmo 475,272
Pax o. 38. Maria Candid* da Trin-
dade % 917
Estreita do Rosario n. 11. Motta &
Irmao 173,625
DiU a. 17 Maria Candida, Maximino
e outro 142,875
Dita n. 40. Maooei de Souza Tava-
res 35,938
Livramento n. 1 Manoel Jos6 Mon-
teiro 54,000
Dita n. 10. Maria babel e Joao.
Larangeiras o. 19. Os mesraos 193,166
Livramento n. S3. Maria Angelica 206,750
Travessa de S. Pedro n. 8. Manoel
Jose da Molla 26,000
Fogo n. 10. Manoel Jose Carneiro 42,873
Dita n. 30. Maria Theresa e Maria
Joaquina 160,854
Diu n. 30. Manoel Antonio dos Santos
Ponte 48,759
Dito n. 54. Dr. Marcos Correia da Ca-
mara Tamarind* 27,750
Travessa do Livramento n 7. Manoel
de Azevedo Campos 30,0*0
Travessa do Carrao ns. 5 -7. Manoel
Camello Pessoa 4,228
Dita n. '. Maria do Carmo Moreira
Pragoso e outro 83,239
DiU n. 10. Maria Josepha de Ma'.tos 186,479
Travessa da Bomba n. 1. Maria Peli-
ciana Lopes 23,625
DiU n. 7. Pilhos de Maria Eugenia
da Crux 84,364
Largo do Carmo n. 11. Maria da Con-
eeicao Miranda Castro 281,718
DiU n. 10. Manuel Bellarmino I. Ca-
bral 4.229
Co rone I Suassuna n. 9. Xerdeiros de
Maria Cordeiro Havier de Brito 100,000
Paulino Caiuara n. 36. Maria Rosa de
Souia Ayres 177,543
m
Joao do Rego n. 13. Ordem 3* de S.
Francisco
Di'a ns. 33-24. A mesma.
DiU ns. 36 -38. A mesma.
DiU ns. 30-32. A mesma.
DiU ns. 34-36. A mesma.
DiUns. 38-40. A mesma.
DiU n. 43. A mesma.
Una de Carvaiho ns.3-5 A mesma.
DiU ns. 3, 4, 6. A mesma.
S. Francisco ns. 3,6, 8. A mesma.
DiU ns. 10-13 A mesma.
DiU ns. 1416. A mesma.
DiU ns. 1820 A mesma.
DiU ns. 22-24. A mesma.
DiU ns. 2630. A mesma.
DiU ns. 32-34. A mesma.
DiU ns. 3038. A mesma.
DiU ns. 40 42. A mesma.
DiU os. 44 46. A mesma.
DiU ns. 48 30. A mesma.
DiU n. 52. A mesma
Largo do Paraizo n 6. A mesma.
Largo do Rosario ns. 17 19. A mesma.
DiU n. 48. A mesma.
Duque de Caxias ns. 3 1. A mesma.
DiU ns. 2538. A mesma.
Diu n. 40. A mesma.
Cabuga n. 12. A mesma.
Barao da Victoria ns. 47 26. A mesma.
Larangeiras n. 10. A mesaa.
Trincheiras n. 12. A mesma.
EstreiU do Rosario ns. 15, 3a e
36. A mesma.
Travessa das Cruzes n. 2. A mesma.
Marcilio Dias n. 14. A mesma 3:269,797
Largo do Carmo n. 22. Ordem 3* do
Carmo.
Dnque de Caxias n. 29. A mesma.
Fogo ns. 45 49. A mesma.
Travessa da Bomba n. 12. A mesma 507,363
EstreiU do Rosario n. I. Olympio
Gougah'es Rosa e outro 205,479
Livramento n. 16. 0 mesmo 103,611
P
Largo do Faraizo n. 2'J. Palrimonio
dos orpbaos.
Duque Je Caxias n. 77. Idem idem.
Primeiro de Marco n. 11. Idem idem.
Larangeiras n. 1*7. Ideraidem 924,052
Marquez do Herval n. 17. Herdeiros
de Pedro Dias dos Sanlos 85,781
Primeiro de Marco n. 1. Pedro da Sil-
va Lemos Guimaraes e outro 62,167
Rodan. 41. Pedro Marques e ontro 6,343
Trincheiras n. 26. Ponciano da Silva
Tavares 69,500
Livramento n. 8. Paulo Izidoro da
Costa Monteiro e outro 54,000
R
Largo do Paraizo n. 37. Ricardo de
Souza Freiias 6,343
Larga do Rosario n. 14. Recolhimen-
to da Gloria
Cabuga n. 14. 0 mesmo 297,813
Becco do Calaboucj n. 38. Ruflno
Dolone e Maria Candida 87,781
Duque de Caxias n. 22. Raphael Fer-
nandas Abr antes 12.684
Trincheiras n. 3. Rosa Candida Goth
calves Feireira.
Fogo ns. 4-6. A mesma.
Travessa do Carmo n. 6. A mesma 182,181
Dita do Livramento n. 14. Rosa Ma-
ria da Costa Carneiro 194,727
S
Largo do Paraizo n. 24. Salustiano
Augusto l'imenta de Souza Pere9.
Larangeiras ns. 2417. 0 mesmo.
Largo do Carmo n. 12 0 mesmo 212,002
Duque de Caxias n. 00. Sebastiao
Goncalves da Silva e outro 230,479
Barao da Victoria n. 22. SebastiSo
Jose Gomes Penna 115,460
Paulino Camara n. 19. Padre SiraJo
de Azevedo Campos 150,188
Dita ns. 16-18. Seminario de Olin- i,
da 235,843
Paz ns. 30-22. Dr. Sil vino Cavalcan-
te de Albuquerque
DiU ns. 34 -36. 0 mesmo 170,190
Fogon. 28. Simeao Ribeiro da Con-
ceicio 16,875
tivas antoridades da primeira insUncia, no praxo
de 30 dias, a conUr de hoje.
Os pretendentes, quereodo, poderao ver exa-
rainar a referida escrava, na casa da residencia do
preciudo invenUrianle, a rua da Imperatrix n. 86
E para consur, mandei passar o presente, que
sera afflxado nos lugares do costume e publicado
pela imprensa.
Dado e passado sob men signal e sello, ex-vlba
sem sello ex causa, nesu cidade do Recife dePer-
nambueo, aos 11 de jnobo de 1874.Eu, Fioriano
Correia de Brito, eserivao, o fix escrever e sobs
crevo.
Francisco de Assis Oliveira M.
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacer-
da, juiz de direito especial do comraer-
cio, nesta cidade do Recife e seu terrao,
capital da proviucia de Pernambuco,
por S. M. I. o Sr. D. Pedro II, aquem
Deus guarde, etc.
Faco saber pelo presente que no dia 18 de julho,
is 11 boras da manha, na sala das audienoUs de-
vera tor lugar a reunlao dos credores da massa
falliiJi de Fratcisco Jose da Costa Gaimaraes, para
se v-iriflearem os creditos, formar-se eonlrato de
ur.iiV), nomear-se admiaisiradores a diu massa :
cirios os credores de nue, nao serao aaaiittidos
por procurador, sem que este exhiba procuracAo
especial, a qual nao podera ser contend* a deve-
dor do fallido, nao podendo, outrosim, am so
individuo represenUr for doa* diversos credores,
e que sera havido o credor que nao comparecer,
comu adherente as resolucoes que forem tomadas
pela maioria dos credores que comparecerem.
E para que cbegoe ao conhecimento de todos,
mandei fazer o presente qua sera afflxado nos lu-
gares do -costume e publicado pelos jornaes.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per
nambuco, aos 30 de junho de 1874
Eu, Francisco Xavier de Souza Ramos,
eserivao interino, o subscrevi.
Sebastiao do Rego Barros de Laoeria.
Ao sello 3l/0 rs.V. S. S. ex-causa.
Barres de Lacerds.
G abaixo a-sigaado, presidente da camara
municipal desta cidade, faz public > que em virtn-
de do disposto no artigo 30 do regulamento que
baixou com o decreto n. 5,133 de 13 de novembro
de 1872, deve a junta de emancipate de escravos
desta cidade, reuuir-se no dia 5 de julho vinJou-
ro, as 10 horas do dia, no paco da camara muni-
cipal, alim de dar principio a classificac^ao, de con
formidade com o artigo 27 do ciUdo regalamento.
E para eonstar, Uqo o presente.
Paco da camara municipal de Olinda, 26 de ju-
nho de 1874.
Barao da Tacaruna.
mm
JCLA8AC0ES.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
Perante a lllm. junta administrativa desta santa
:asa vai de novo a praca em sessao do dia 2 de
julho proximo vindouro, pelas 3 horas da urde, o
fornecimento de generos, no trimestre de julho a
setembro, aos eMabelecimentos pios a 9eu cargo,
excepto o hospiul Pedro II, constantes da relacao
em seguida, tomando-se por base os menores pre-
cos das prop >stas ja apresentadas, e que podem
ser coosultadas pel s interessados, na secreUria.
Aletria, kilogram mo.
Aguardente, litre.
Az;ite doce, idem.
Arroz, kilogramrao.
Bacalhao, idem.
Banha de porco, idem.
Batata, idem.
Cha hysson, idem.
Cafe era grao, idem.
Game secca, idem.
Cebolas, cento.
Farinha de mandioca da terra, li:ro.
Feijao, idem.
Farello, idem.
Fnmo do Rio, kilogramme.
Gaz, la la.
Millio, ?acco.
Manteiga, kilogramm?.
Potass?., idem.
Rape', idem.
Sab/o, idem.
S?i, litro.
Tapioca, kilogramme,
foucinho, idom.
Velas de carnauba, idem.
Velas stearinas, rnaco.
V'inagre de Lisboa, litro.
Vinho tinio, idem.
Vinho branco, idem.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Recife, 27 de junho de 1874.
0 eserivao
AdministracsLo dos conreios
de Pernambuco
Faco publico que, tegundo me communica o
Ulm. Sr. director geral dos eorrnios, cessara desU
data em diante os consulados de receber corres-
pondencia para Eurepa. ,
As mains que tiverem de ser ondnziiis pelos
paquetes do Pacif Steam Navegation Company, e
pelos da Royal British Mail Steam Navigation
Company para Ingiatem e Portnfal, as quaet
eram fechadas no conanlade iaglet, passara a ser
nesta administracao.
Pelos paquetes acima meneionados e obi igatorio
o previo pagamento do ports da correspovdencia,
a saber :
Cartas para Inglaterra 240 rs. ate 13 grammas
inclusive, 480 rs. ate 30 gramma*. 960 rs. ate 08
grammas, e assim por diante, augmenUndo sem-
pre dons portcs por 30 grammas on fraccao de 30
grammas que acresser; amottras e irapres-os
serai 40 rs. ate 40 grammas inclusive, n? progres-
-ao acima.
Cartas e impressos para Portugal as n.esinas
taxas a que esU sajeiu a interior do knnerio.
A correepondenda para Franca, lulia, Hespa-
nba e AHemaona, ceraexnedida de conformidade
com as respectivas convetfoes posUes.
Recife, ( de julho de 187%.
Faco publico :
1* Que do dia 3 do cerrente mes eemecara a
funccionar a agenda de correio ultimamente erea-
da na povoacao de Capoeirai, hoje denominada
Belem de Mam.
A mala sera expedida nos diu 3, 7,11,13,19, 33
e 37 de cada mex, e a correspondencia recebtda
ate as 3 boras da tarde.
3* Que de hoje em diante toda correspondencia
para o interior da provincia sera recebida diaria-
mente ate as 3 horas da Urde. '
Recife, 1* de julho de 1874.
0 administrador,
Affonso do Rego Barros.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIPE.
A Blma. junta administrativa da Sanu Casa d>
riisericordia do Recife, nunda fazer puMieo qu
aa sala da sons sessSes, no dia |1 de jilho, pe-
las 3 horas da Urde, torn de ser arremaudas a
quern mais vanUgens offerecer, pelo tempo de um
a tree annos, as rendas dos predios an seguida
teclarados.
ESTABELECIMENTO DE CARDADE.
Rua do Padre Fioriano.
Casa lerrea n. 4.3......20UO00
Rna de Sanu Rita
Idem n. 33........250*000
Rua das Calcadas
Idem n. 34........20U0O0
Cinco Pontas.
Idem n. 114........3634000
Rua de Sanu Tberexi.
Idem n. 7.........221/000
Rna larga do Rosario.
2* andar -do sobrado n. 34 AJ ;i 10/000
Idem do sobrado n. 34.....408*000
3* andar do mesmo......280*000
Rua do Cabuga.
Loja n. 1 ......650*000
Rua do Amerim.
!. andar do sobrado n. 26. 304*000
Rua de Antonio Henrique.
Casa terrea n. 26...... 99*000
Largo da Campina.
Idemn 11.......120*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua Duque de Caxias.
Loja n. 77........700*000
Rua Primeiro de Marce.
Sobrado de 3 andares n. 11 2:000*000
Caesda Alfandega.
Sobrado meia agua n. 1 .... 2:100*000
Rua do Marquez de Olinda.
Sobrado n. 33.......1:000*000
Rua da Madre de Deus.
Casa terrea n. 20......700COO
Becco das Boias.
Sobrado de 2 andares n. 14 601*000
Idem n. 39........421*000
Rua da Lapa.
Casa lerrea n. 40.......202*000
Rua do Amorim.
Sobr.do de 2 andares n. 23 6026000
Casa terrea n. 34......122*000
Travessa da Madre de Deus.
Sobrado de 1 andar n. 19 650*000
Casa terrea n. 17......601*000
Rua do Burgos.
Idem n. 19........153*000
Idem n. 21 .......153*000
Rua do Vigario.
2* andar do sobrado n. 27 2435000
1 andar do mesmo...... 300/000
Luso-Brasileira
A aatemblea geral extrwsrdinaria designada pa-
So din 3* do andanta, n teve lugar a falu de
mero de sodos que a censtituissem ; isto posto,
tendo em mira os artigos 35 e 36 da lei que nos
ege, o Exm. Sr. presidente me ordena que, nova-
hents convoque os senhores socios a reunirem-se
nsede da nossa sooedide, no dia 3 do proximo
net, as 8 IrJ horas da Urde, para tomarem part*
tt discoasao da retorma pareial dos esUlutos;
nverUndo que, uma hora depois da marcada, prin-
dpinrte os trabalhes com o nnmero dos senhores
eios presentes.
, SecreUria do conselho fiscal da sociedade bene-
(ceute Luse-Brasileira, 37 de junho de 1874.
Andre M. Pinheiro,
I-__ secreUrio.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
CHIMBORAZO
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia 5
de julho, e depois da
demora do costume
seguiri para Li'wr-
pool toeando em Lis-
boa e Bordeos, para onde recebera passageiros,
encommendas, earga e dinheiro a frete
Nao sahira antes das tres horas da Urde do die
de sua chefada.
OS AGENTES
Wilson Howe A C
ti^PRACA DO COMMERCIO14
_ Sdo covidados os Srs. accionistas a reu-
jirctn-se em assembled geral no dia 6 do
lorrente mez, pelas 12 boras do dia, no res
lectivo escriptojio na rua do Cabuga n. 16,
ara, de conformidade com os 4. e7.
tos arts. 29 e 44 dos estatutos, deliberarem
s>breas contas do anno financeiro desta com -
janhia e approver o orgamento vindouro :
tevendo nesta occasiao ser lido o relatorio
tpresentado pelo Sr. director em que mos-
fra o estado da C'mpanhia no anno findo
mi 30 de abril ultimo.
EsCriptorio da cornpanhia do Beberibe,
I de julho de 1874.
0 secretario,
______Luiz Manoel Rodrigues Valenfa.
IN8PECCAO DO ARSENAL DE
MAKINHA.
Paz-se publico que em data de 1 do corrente
f oi vistoriado o vapor Mandaku, da cornpanhia per-
nambucana de navegacao costeira, e a commissao
julgou-o em estado de poder continuar no servico
em que se emprega.
Inspeccao do arsenal de marinha de Pernambu-
co, 1* de julho de 1874.
Francisco Juse Coelho Nelto,
___________________Inspector interino.
Sociedade Propagadora da
Instruccao
Concerto vocal.
Para conhecimento das pessoas que aceiUram
bilhetes para o referido concerto, que deve ler
lugar na noite de 4 do corrente, no salao do ar-
senal de marinha; declara-se que 1 hora depois
de terminado o mesmo concerto, largara um trem
pela linha principal ate Caxanga, volundo pelo
ramal dos Afflictos.
Lisboa e Porto
Segue viagem com a possivel brevidade a barca
portnguexa iVota Vencedora, recebe carga e pas
ageiros : a tralar com Tito Livio Soares, rua do
Torres n. 20.
PAKA'
A eseuna Georgiana segue nestes dias para o
porto acima, e recebe carga a frete : a tratar com
Tasso Irmios di C
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
_______Rua do Commercio n. 42.
Marauhao.
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o hiate Olinda, por ter a maior parte
da carga prompu : traU-se com os consigoaU-
rios Joaquim Jos6 G ncalves Beltrao & Filho, a
rua do Commercio n. 5.
Ceara.'Macao c Mussoro.
Para os referidos porto? pretende seguir com a
possivel brevidade o hiate Rival, por ler alguma
carga engajada e para a qoe Ibe falu, trata-se
com os consignaUrios Joaquim Jose Goncalves
Bellrao A Filho, 4 rua do Commercio n. 5.
Pedro Rodrigues de Souza.
vSanta Casa da Misericordia do
Recife.
Perante a Illraa. junta cdministrativa desta san
ta casa, tern de ir a praca, na sala das suas ses-
soes, no dia 2 de julho proximo futuro, a renda do
sitio que possue o patrimonio dos orphaos, no lu-
gar da Tamarineira, pela maior quantia que for
offerecida, com a condicao, porem, de o arrema-
tante deixa-la logo que pela junta Ihe for exigida.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Recife, 26 de junho de 1874.
0 eserivao,
Pedro' Rodrigues de Souza.
3754000
1:300*000
1:400*000
70U00C
209*000
209*OOC
T
Joao do Rego n. & Thome Rodrigues .
da Cunha e oulro 63,000
Travessa dos Quarteis n. 3. Thereza
da Costa 6,343
Baraoda Victoria n. 23. Thereza Gon-
calves de Jesus Azevedo 515,916
Imperador o. 73. Thomaz de Carva-
iho Soares Brandao 390,685
Mathias de Albuquerque n. 19. Tneo-
doro Berner dos Santos 105,917
Travessa do Livramento n. 22. Theo-
doro Antonio de Jesus Borges 2,Hi
I)
Dnque de Caxias n. 18. Umbelino
Ltoncio Dinix e ontro 85,310
Livramento n. 28. 0 mesmo 346.718
Fogo n, 24. 0 mesmo
v
Dnque de Caxias n. 83. Yisconde de
Suassuna 124,875
Seecao do contencioso provincial de Pernambu-
co, 9 de junho de 1874.
0 1 official,
_______Horatio Walfrido Peregrino da Silva,
0 desembargador Francisco de Assis Oli-
veira Maciei, official da imperial ordem
Rosa, cavalheiro da de Cbristo, e juiz
privativo de orpbaos e ausentes da cida-
de do Recife e seu termo, por S. M. o
Imperador, a quern Deos guarde, etc.
Fa$o saber aos que este virem, que o bacharel
Francisco Ferreira Martins Ribeiro, inventariante
e testimenteiro dos bens que ficaram por failed-
mento de seu irmio Leopoldo Fetreira Martins
Ribeiro, requereu-me para vender em basu pu-
blica a escrava Ixidra, parda, crionla, de 26 annos
de idade, com algnmas habilita;5es, e que perten-
cendo ao espolio invenuriado, foi avaliada em
1:000*.
K, pois que, annuindo a semelhante pretencao
pel y presente firmado no que dupoe o decreto
1889, convido a todos qoanto quizerem lancar so-
fcre a mencionada escrava, a apresentarem suas
^^.nroposus em carUs fechadas competentemente es-
.<- lampilhadas, nas salas das audiencUs das respec-
Juizo de orphaos
Segunda-feira, 6 do corrente, finda a audiencia
do Exm. Sr. desembargador juiz de orphaos, ao
meio dia, ira ipraca por venda, a requerime to
do inventariante dos bens do Onado Leopoldo Fer-
reira Marlins Ribeiro, a casa terrea n. 2, sita a rua
de S. Gongalo, avaliada por 2:500*, pertencente
ao dito flnado, separada em parlilha para paga-
mento de dividas. Eserivao Brito.
Capitania do porto de Per-
nambuco, 30 de junho de
1874.
Yvi*o aes naTcganteg
Para sciencia dos navegaDtes se avisa que o
pharol de Mucuripe, na provincia do Ceara, se
acba funccionando regularmente, segundo partici-
pacSo da capitania do porto da mesma provincia.
0 ecretario,
___________ De:io de Aquino Fonceca.
lrmandade do Divino Es-
pirito JSanto.
Nao podendo tor lugar no dia 29 de junbo do
corrente anno come determina o nosso compro
misso no art. 108, a ppsse dos novos funcciona-
rios para o futuro anno de 1874 a 1875, foi trans-
ferida para domingo 5 do corrente, as 8 boras
da manha, para o que sao novamente convida-
dos todos os mesarios que fazem parte da pre-
sente mesa regedora e os novos eleitos.
SecreUria da irmandade, 1.* julho de 1874.
0 eserivao,
Genuino Jese da Rosa.
Sociedade Kecreativa Eu-
terpe.
A directorii provisoria desta sociedade, convi-
da a todos os seas asseciados, a se reunirem em
sua sede, rua do Barao da Victoria n. 57, a uma
hora da Ur Je do dia 5 do corrente, para a ins-
Ullacao da mesma sociedade, visto ja esurem ap-
provados os respectivoi esUtutos.
SecreUria da Sociedade Recreativa Euterpe. 1
de julho de 1874.
Albuquerque,
2. secreUrio.
Loja do mesmo
Sobrado de 2 andares n. 23 .
Rua do Encanamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 .
Rua da Senzalla velha.
Gasa terrea n. 16. .
Idem n. 25.......
Rua da Guia.
Idem n. 25.......
Idem n. 29 .....201*000
Rua da Cru;.
Sobrado de 2 andares n. 12 800*000
Rua de S. Jorge
Casate-rean. 100......241*000
Os pretendentes deverao apresentar so acto d;
lrrematacao as suas fiancas, ou compareceren
co;npanhados dos respectivos ffadores, devendi
jagar alem da renda. o premie da quantia eu
pie for seguro o predio que contiver estabeieci
cnento commercial, assim como o servico da !im
peza e pre^os dos apparelho9.
Secretaria da Sanu Casa da Misericordia do R*
,ife, 26 de junho o de 1874.
0 eserivao,
Pedro Rodrigues de Souza,
ADMINISTRACAO DOS CORREIOS DE PER-
NAMBUCO, DE JULHO DE 1874
RelacSo da correspondencia registrada (sem
valor) recebida de diversas procedencias
ate esta data, e que nao tem sido entre-
gue por ignorar-se as residencies dos des-
tinatarios.
Antero Carneiro de Lecerdah Antonio Joaquim
Soares, Antonio Clementino Accioly Lins, Corcinio
Vieira de Mello, Consuncia Bellarmina de Souza
Lins, Domingos de Souza Barros, Emilia Carolina
Madeira Ferreira, Francisco Jose Carneiro, Fran-
cisco Jose Silveira, Francisco Jo.-e da Silva Gue
des, Frederico Cbaves, Guilberme Raymundo da
Costa Leite, Giacome Orrlco, Hermillo Dnperron,
Jose Antonio de Souza, Jose Cruz, Jose" Maria L
da Motta, Jose Rodrigues Canhoto, Jose A. Dias
Ferreira, Jose Jeronymo Monteiro, Joaquim das
Chagas de Jesus, Joaquim Benevides Raposo, Joan
na Porcioa das Neves, Jacintho Abreu das Neves,
Luiz Antonio Pires de Carvaiho, Malbeor de Si-
queira CamarSo, Maria Car, Una de Brito Carva-
iho, Manoel Antonio dos Passos, Manoel Sebastiao
de Arauio, Miguel Bernardo (2), Marianna de Sen-
na Guimaraes, Pedro Leao Vi lloso, Rodolpho Luiz
de Mello Santos, Stefane Agrelli, Theophilo Xavier
Cavalcante de Albuquerque (2), Victorine Lopes
da Costa.
0 official encarregado do registro,
Jose" Candido de Barros
(oiirwiiiA
MSSAGERIES MARITIMES.
Linha incnsal
Rio Grande
E^pera-se da Eu
ropa ate o dia 8 do
corrente, s e g u i n do
depois da demora do
costume para Bue-
nos Ayres, toeando na
Bahia, Rio de Janeiro t Montevideo.
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia
10 do corrente se-
guindo depois da de
morado costume pa-
ra Bordeaux, toean-
do em Dakar (Gor6e) e Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harisiuendy A Labille.
9 Rua do Commercio 9
ADMI.NISTRA AO DOS CORREIOS DE PER-
iNAMBUCO, 2 DE JULHO DE 1874.
Iflalan a expedir-ge
Ptlo vapor nacional Jaguar ibe, esU administra-
cao expede malas para Fernando de Noronha,
boje (2).
Recebem-se jornaes, Impressos, cartas a regis-
trar e cartas ordinarias ate 2 horas da tarde.
. 0 administrador
Affonso do Rego Barros.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\vegitc ilo costeira a vapor.
ARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARAC-
tY, CflARA, MANDAHU, ACARACU' E GRANJA
y^__ *"K 0 vapor Pirapama,
commandante Silva,
seguira para os por-
tos 'acima no dia 7
do corrente mez, as 5
horas da Urde.
Recebe carga ate o dia 6 do corrente, encom
aiendas, dinheiro a fre.e epassagens, ate as 3 ho-
ras da tarde do dia da sahida : cseriptorio
no Forte do Mattos n. 12.
Consulado provincial
Pela administrpcio do consulado provincial se
faz publico aos respectivos contribuintes, que do
1 de junho viqdouro por diante come^a a correr
o prazo de 30 dias uleis, marcados no artigo 21
.do regulamento de 16 de abril de 1842 para a
cobranca a bocca do cofre. do 2 semestre dos im-
postos da decima urbana, 5 0|0 sobre bens de mlo
morU, e 60 rs. por litro de aguardente consumida
na provincia, no corrente exercicio de 1873 a
1874, incorrendo na multa de 6 0/0 aquelles dos
contribuintes que os nao satisfizerem nesse praxo.
Cansulado provincial de Pernambuco, 27 de
maio de 1874.
0 administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Cornpanhia Fidelidade
Segruroa mariUmoi e terreatrea
A agenda desU cornpanhia toma seguros ma
ritimos e terrestres, a premies razoaveis, daado aos
ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuito ao
segurado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
51 Rua do Apollo 51
THEATRO
mm DRAMATICO
EMPREZALIMA PENANTE
Hoje
A's 8 I|'i horas da noite,
Beneficio da enferma Emilia C. da Concei^ao.
Representar-se-ha o importante drarra :
A Seuhora da Bunanca.
A Leneficiada confia na caridosa Droteccao do
publico desta capital, esperando se digne concor
rer ao seu beneficio.
COMPANHIA PERNAMBLCAM
DE
^iavegacSo costeira a vuar.
MACEI6 tM DlltElTURA, PENEDO E ARACAJU*.
0 vapor Jaguarihe, cou.man-
dante Juiio, seguira pan
os portos acima no dia la do
corrente as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 14,
encommendas, passageiros e
dinheiro a frete ale" as 2 horas do dia da sahi-
da : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
da louca, aparadores, ca-
bides, secretariat, estan-
tes para livros, espelhos
dourados (obra degosto),
carteiras para escriptorio,
1 grande fiteiro para loja,
camas de ferro, objectos
de ouro, louca, vidros,
pianos de armarior relo-
gios de algibeira, bercx)8
para creancay commodas.
mesas parajantar, 1 gran-
de guarda roupa, tear pa-
ra bordar, quartinheiras,
banco para marcineiro,
grande quantidade de tras-
tes avulsos, e innumeros
artigos douso domestico.
que serao vendidos
ao correr do marteUo
Hoje
as 11 boras
NA
FEIRA SEiVlANAL
.(I-Kna (1;) Imperador16
______________ARMAZEM.______________
INovo leilao
De um sobrado ?.. 30, silo & rua do Viscon-
de de Pelotas, (outr'ora Aragao) com as
seguintes commodidndes : 2 salas, 2 quar-
tos e coz.nha, pavimeuto terreo, 1 sake
2 quartos, bom quintal plantado e ca-
cimba.
A's 11 horas da manha
No escriptorio a rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar
0 agente Pinho B rges, autorisado, vendera m
leilao o referido sobrado por conu e risco de quem
perlencer.
Qualquer esclarecimenlo relativo, o mesmo agen-
te pode dar.
LEILAO
DE
fiizendas avariadas
miudezas, chapeos de pello preto, ditos de castor,
pretos e brancos. ditos de seda, meias para bo-
mem, algodao azul, gravatas estreitas e largas,
chapeos para senhoras, elastico para butiDJU,
sapatos de casemira e outros muitos
as 11 if9 horas
No primeiro andar do sobrado da rua do
Bom Jesus n. 53.
0 agente Pinho Borges vendera era leilao as ra-
zendas avariadas acima declaradas, por coma e
risco de quern' perlencer.
iuia
Segue nestes dies para o Aracaly, por ter
parte do seu carregamento promplo, o bem co-
nhecido hiate Deus te Guarde : quern nelle qoizer
carregar ou ir de passageiu, diriia-se ao e?cripto-
rio de Bartholomeu Lourenco, rua da Madre de
Deus n. 2, que achara com quern tralar.
Para
A. Gl.\ do Sup.-. Arch.*, de
Un.\
Tende-se de proceder as eJeicoes das L. Luz.*.
D. Dig.-, e mais 0. Off.-, da Aug.-. e Sob.-. Loj.\
Segredo e Praternidade no dia 5 do corrente, pelas
10 horas da manha.convida se a todos os I. Ir.. da
mesma-Loj.-. a comparecerem na sala das suas
sessoes, a rua de Pedro Affonso, pelas 10 horas da
manha do referido dia, e por essa occasiSo recom-
menda-se aos mesmos-I. Ir.- a leiturado art 218 da
nossa constituicSo. Recife, 1 de julho de 1874.
0 secret*.
^ Joaquim da C. Dourado.
Armazens da cornpanhia per
nambucana.
Seguros contra o fogo
A cornpanhia pernambucana, dispondo de ex
celleotos e vaaios armazens em seu predio ao for
to do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantfndo a maior con-
servacSo das mercidorias deposiudas, serrijc
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex
clusivamente os generos de uma so pessoa.
Estos armazens, al^m de areiados e commode*.
sio inteiramente novos e aspnaltados, isentoe dt
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destos ar
cnazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da corn-
panhia pernambucana, que acbarao com qneoi
traur.
De ordem do Ulm. Sr. inspector da tuesou-
raria de fazenda desU provjucia se faz pnblicc
Sara conhecimento de qnem interessar qoe no
ia 29 de julho proximo futuro, pelas 2 boras da
tarde, sera posta em hasta pub ica perante a jun-
ta da mesma tbesonraria, para ser arremauda por
quem mais lanco offerecer a casa* terrea siu a
rua do Paco Gastolbano, na cidade de Ohnda, pro-
prio nacional e htm assim o lerreno que Ibe flea
adjacente, o que tudo foi avaliado por dons contos
de reis.
SecreUria da thesourarla do fazenda de Per-
nambuco, 30 de junho de 1874. -
0 2.* escripturario, servindo de secretario,
Carioi Jo5o de Souza Correia.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
HAN SB SUSCE3S0 '
Hoje
iiot s in: ji i.iio
Grande fesla dos Bahianos
EspecUculo em grande gala.
Caaa a chegada do Exm. Sr.
presidente
o actor Bahia abrira a scena com uma poesia ana-
loga, toeando a orchestra o hymno nacional, pe-
rante a efflgie de S. M. o Imperador.
RepresenUr se-ha a comedia-drama origina
brasileiro do artisla Bahia :
Duas paginas d'uoi livro.
Terminara o espectaculo com a comedia em 1
acto :
Uma experiencia
0 ibeatro estara ricamente decorado, e dnas
haadas de musica tocario alfernadamente no sa-
lao.
0 espectaculo comejara as 8 l|2 horas.
0 resto aos bilhetes esiao a venda no lugar do
costume.
Segue nestes poucos dias o patacho .
Michaeleuse ; para o resto da carga que lhe falta,
Iratvse com Antonio Ferreira de Alme'da, a rua
da Madre de Deos n. 36.
portuguez
fa
Liverpool Brasil t Bwir Male Hail
Sleamers
Kspera-se do sul em 1 do ccrreute c vapor in-
GALILEO
(DE 2262 TONELADAS)
oqual depois da in-
dispensavel demora,
seguira para Liver-
pool em direitnra. Es-
te vapor tem accom
modac.0es superiores
Sara passageiros Je primeira classe e igualraente
e terceira.
Para encommendas, passageos e fretes, tratae
com
SAUNDEBS RBOTHEBS
11 Largo do Corpo Sanio -11
Em continuacao
DE
moveis novos para liquidar, no armazoru
do Sr. Joao dos Santos Coelho, .-I rua do
_, Bom Jesus n. 44
. "]
A's 11 3^4 boras emponto
Um rico piano, 1 raoijilia nova d jataramia.
composta de sofa, consolos, coin tampus de mar
more, I cadeiraa de brajos, 12 ditas de guarni-
cao, 1 mobilia de amarello, nova e compleia, guar-
da-vestidos, gnarda-roupa de amarello, cams?
francezas de jacaranda e amarello, 1 toilette de
jacaranda, mesa elastica de l8palnios, dius pc-
quenas, cadeiras avulsas, consolos, marqueza:-.
marquezocs para ca*al e solteiro, lavatorios 0>
mogno e amarello, baucas par^ jogo, cadeiras de
faia, dilas de braces, ditas de baiauco, ditas para
creangas, secretarias, carteiras, mesas para es-
criptorio, 1 aparador de mogno, 1 bagaiela ccm
pertenQa>, cabides, mesas redondas, 6 uiiport..n-
tes pedras marmores, com 3 l|2 palmos de com-
primento, i 1|2 de largura e I <|2 pollegadas de
grossura, e uma de nove palmos de comprimen-
to, 4 1|2 pellegadas de grossura e outros movtis
que estarao patenles no dia do leilao.
Em continuacao o mesmo agente Pinho Borges
vendera joiasde ouro de maitogosto. co.-s.o: brm-
cos, adere; s. alf aeles, anneis, relogios, 1 salva
de prata, e outros artigos do mesmo genero.
0 agente Pinho Borges. autorisado pelo Sr. Joao
dos Santos Coelho, wndera os moveis acima men-
eionados, ao correr do martello.
O agente convida as seus freguezes e amigo; ,.
concorrerem a este leilao.
LEILAO
< OMPA\III A Kit \SII I |El \
DE
\AVEGACAOA VAPOR
Portos do mil
Commandante interino t. Isaac
E' esperade dos portos
do norto ate o dia 5 do
corrente e seguira para
os do sul depois da de-
mora do costume.
Portos do norte
AVISOS MAR1TIM0S
Para a Bahia.
Para o referido porto segue com brevidade o
hiate Javen Arthur, nor tor grande parte da carga
engajada, para o resto "queThe falta, trata-se com
o seu conajgnatario Antonio Luiz'de Oliveira Aze-
vedo, na ruavdo BojuJasus n. 57. \
Commandante Alcoforado
E' esperado dosporlos do sul inclusive o da Vic-
toria, ate* o dia 9 do corrente e seguira para os do
norte depois da demora do costume.
Para carga. encommendas, valores e passagens,
trau-se -no escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO -7
Pereira Vianna 4 C.
DE
dividas na iuiportancia de 36:9099360, e
parte do predio do b*cco do Abreu n. 1,
que pertenceu a Antonio Jos da Silva,
bens pertenceu es A massa fallida de Joa-
quim terreiia Lobo
A's 11 horas
No arraazem da rna do Trapiche n. 44.
0 agente Pinto, cumprindo o mandato do lllm.
Sr. Dr. juiz de direito especial do commercio, ie-
vara a leilao, as 11 haras do dia 2 de julho, as di-
vidas activasda massa fallida de Joaquim'Ferreira
Lobo, (anliga uverna da rna da Imperatriz n.
80 ) na importoocia de 36:9094360, assim cono
uma parte da casa do becco do Abreu n. 1, qoe
pertenceu a Antonio Jose da Silva. na imporlancia
de 328,896 rs.
Os pretendentes poderao desde ja examinar as
referidas dividas pelo mandado exisleato no es-
criptorio do referido agente a rua do Bom Jesus
n. 43, e concorrerem ao leilao no dia e hora aci-
ma dito no armazem da rua do Trapiche n. 44
LEIL0E&
Grande feira
DE
mobilia s, quadros dourados,
comfiaasgravuras, guar-
LEILAO
DE
moveis, louyas, vi.lros, pianos da armano,
de jacarandi e f.iia, jogos de pedras pa-
ra consolos e jardineira, chapeos do Chi-
le e diversas miudezas
HOJE
A's 11 horas emponto
Mo srmaiea da ma do Bom deaaa
n. as (antisa (rut).
0 agente Dias, competentemento autorisa'o,
vendera em leilao no dia acima dito, mobilias a*
jacaranda com tampos de pedra, ditas de amarel-
lo, camas francezas para casal, dita de mogno, diu
de ferro, marquezdes, marquezas, toilettes, lava-
torios, santuarios de jacaranda, guardat-toncav
Juardas-roupas, guardas-#estidos, mesas elastic**
e 4 e 6 uboas, secretarias de jacaranda e ama-
rello, consolos, mesas redondas, cadeiras avutoaa,









/
T
L


Diafio de Perttambuco Quinta feira 2 ue Julho de 1874.
p
*
.
I
tocadorM de amarello e faia, e rauitoe ontroi irm-
tM aTBbos que serao vendidos ao correr do mar-
Agente Pestana
Leilftu
DE
iwr* velss psra navio
No IMpicne do Macluuo, iw largo do Corpo Santo
n.11 A
is 11 boras em ponto. v
6 0 preposto do agente Pestana far a leillo dos
objeetos acima.
No trapicbe do Machado, no largo do Corpo San-
to n. 11
tm ti IHHH M |eBte.____
Leilao
DE
1 carro com boi manso.
1 carro?* com barn mansa.
Aoiueiodia
NA
FEIRA SEVIANAL
16 Rua do Iraperador 16
lmpera
AZEM.
ARM
Leilao
DE
urn carro com boi
HOJE
4s 11 boras em ponto
0 agente Dias, compeientemente autorisado.
venders, em leilio 1 carro e boi, na occasiao do
MSo de morels bo armaxem da rua do Bon Jesus
: 48, antiga Cruz.
leilao
DA
loja da chapeos de sol do raa de Marcilio Dias a.
83, constando da anaacao de looro envidraca-
da chapeos de sol aovcra e usados, e algomas
araucoes
Garante-se a casa
HOJE
as 11 boras da manha
pelo ageate Martins.
Leilao
Agente Pestana
letlAo
DE
10"! tare s rn-Ti fr.jAj :pul;ititi!i". em !'-
l-. S.iaj}AI"J ', DO Cfcltt SNTa'
vsii hoiwsem p&sro.
No arm.'^ou> do Si. Air vs. '., -taomu ila il-
fan icgi
0 preposto do agaote Pestana tara leilao, por
conu e nsco de qaem perteneer, de 100 saccos
com feijio mulatinho, em um on mai? lotes, a von-
Ude dos compradores.
SABBADO 4 DO COIUltiNTE
as 11 horns em pnnto
No armazom do Sr. Amies, defronte da al-
/ land. ga.
IflAt
LE
14 barris com carne salgada
SEGUNDA-FEIRA 6 DO CORRENrE
ASllHORASEMPONTO.
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
faodega.
0 preposto do agents Pesuna fara leilao de 14
barris com carne salgada, em lotes, a vontade dos
Srs. compradores.
SEGUNDA-FEIRA 6 DO CORRENTE
No armazem do Sr. Annes, defronte da al fandega
As f 1 haras.
AVISOS DVERSOS
0 abaixo assignado faz sciente ao respeita-
vel paWico qoe deparando no Jornal do Recife
com am aonwcio para a venda de um sitio
na estrada de loao de Barros, previne que i ja
sabido que e o sitio denominado Bomba n. 13, e
qoe nioguem laca negocio algum com o dito si-
tio sera se extender com o abaixo assignado e
mats herdeiros ; assim corao, aiada o inventarian-
*e raorador no mesmo e ainda nao pagoa aos
herdeiros a renda de 4 annos.
Recife, 1 de julho da 1674.
Como procurador de minba mother
afanoel de Sauza Oliveira.
DE
cimento, cognac, cerveja, tinta a oleo,
charutos de Havana, z carteiras, 1 bal-
cao e outros objeetos existentes
No armazem Hoj(
Braga Son & '\, tendo mndado o sen arma-
zem de fazendas da rna do Trapicbe para a da
Cad 'ian.-23, fara leilao por intervened do agen-
te Pinto, dos generos acima mencionados existen-
tes no armazem da raa do Trapicbe n. 44.
LEILAO
DE
algous moveis e maisutensilios da sato de
cabelleireiro denominado Tranca Lou-
ra, em a rua larga do Rosario n. -24,
primeiro andar
SEXTA-FEIRA 3 DO CORRENTE
A'.- 1 hornsca man ha
0 agente Dias, eornpetentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima indicados, os
moveis e mais utensilios proprios daquelle gene-
ro de negocio -Garante se a casa a qualquer pes-
soa que ficar com o cstabelecimenio e que queira
ontinuar com o raesmo.
Alnga-se nma boa casa assobradada, com
excellenles commodos para ma familla ; aa raa
do Lima n. 10, Santo Amaro : a tratar na mesma
Tua n. 30.
JMNB
0 Dr. Jofio #ose"' Ferreira de
Aguiar, mudou o seu escriptorio
de advocacia, para o 1 andar
da casa n. 81, da rua dolmpe-
rador.
LEILAO
DE
moveis, vidros, um apparelbo de r rata pa-
ra end e um relogio de ouro
Sexta-feira 3 ddcorrente
No sobrado da rua do Marquez do Herval, esqui
na da raa de Hathias de Albuquerque, entrada
pela das Flores n. 37.
AS 11 HORAS DA MANHA
Sendo :
Um piano de armario, 1 mobilia de jacaranda,
com tampos de pedra, 1 commoda de amarello, 1
iavatorio com pedra, 1 mobilia de amarello, com
pouco uso, 1 cama franceza de amarello, 1 mar-
quezio de dito, 1 excellente mesa elastica de 6
taboas, aparadores de amarello, i cadeiras de ba-
lance, americanas, 1 armario, 1 carteira de ama-
rello, 1 bidet da mogno, garrafas, ealices, jarros
para flores, 1 relogio de ouro, 1 apparelho de pra
ta do porto, para cba, e outros mnitos objeetos
qne serao vendidos ao correr do martello.
0 agente Martins fara leilao, por ordem e conta
de uma familia qne se retirou para Europa, de
todos os moveis existentes no sobrado da esquina
da rua do Marquez do Herval, entrada pela rna
das Flores n. 37, no dia e hora acima._________
Agente Pestana
Grande e importante
LEILAO
ad correr do martello
SEXTA-FEIRA 3 DO CORRENTE
As 11 boras en ponto
DE
moveis, loucas, erystaes, ouro, prata e
brilbanles
No armazem de agenda de leiloes da rua do
Vigario Thenorio n. 11.
G nrepasto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de qnem pertencec, de uma mobilia
de jaearaada, aXniz XV, com tampos de pedra,
1 dita de amarello, 1 dita de faia, 1 dita de junco,
guarda-roapa, guard* louca, mesas elasticas de
3, 4 e 6tabaas, commodas, meias ditas, aparado-
res, seeretarias, consolo*, cabides, marqaezas,
narqnezSec, cama- 'francezas para casal e sollei-
ros, diveraaa duzias de cadeiras, ccmo sejam :
junco e amarello, inglezas e allemas. -e muitos ou-
tros objeetos relativos a moveis ; uma factura de
ouro, como sejam : an new, voltas, eacoldtts, pa-
res de brincos, salvas, palUeiros, botoes para pu-
nhoi, e mnitos outros artigos de ouro.
SEXTA-fMRA 3 CO GGRRENIE
As' 11 boras -m ponto.
No armazem de agenda de leiloes da rua
do Vigario Theoorio n. 11.
es9
uma
DE
cast terrea sita em a rua de Matbias
de Albuquerque n. 31
Sabbado 4 do corrente
A'S 11 BORAS DA MANHA.
No sobrado da rua do Marquez de Olinda
n. 37, primeiro andar.
0 agente Dias, competeotemente autorisado, le-
vara a leilio, no dia e bora acima designados, 1
casa terrea com 2 sal as. 3 quartos, cozinha fora,
quintal ecaeimba.
Os Srs. pretendentes podein desde ja examina-
la, e para qnalqner esclarecirneoto no escriptorio
acima indicado, onde tera lugar o referido leillo.
0 pescador precisa de um bom carxeiro para
molbados : a rua Direita n. 21.
Precisa-se de um rapaz de boa condueta pa-
ra vender bolos em um giande Gteiro t;a diver-
sos lagares, sendo do vantagem, prefarese que
saiba ler : para informarSes, a raa do Rangel
n. f>6, deposito.
DE
RBISTOL
ENGOMADEIRA.
Lava-se, e engoma s, corn perfoicfa a
rua do Nogucira n. 18.
"TIanosT-
Aabam de eh.-g.ir muito bons piam^lortfs t de
-legr.ntes rpt nhecidiis inbrimnlis; como wjam : Aljdi -n-e Bi
l-Ufl, H-un Mers e PteyH W> UT \ C. : -.it \>m*
Frnrf, a iw d< naian a* Vijuui*. i^u'ir* No-
va n. T. a prcr, ^ muito commodos.
Perfiimarias.
Finos extractos, banhas, oleos, 0[>iata f p6s den-
trifire, sgua de tlur de laranja, agna .le toilete,
divina, llorida, lavande, pos tie airoz, >abonetes,
orosmelieos, nmitoa artigo delicados ein perfmna
ria para prflaeotes eiu francos de extractos, caixi-
nhas sortidas ( garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qaalidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Frances, a raa do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Irtigos de dilTerentcs gostos m
phantitxias.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixinbas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinbas de velludo,
ditaide conro, e cestinbas para bracos de meninas,
cbicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
madreperola, tapele para lanternas, malas, bolsaj
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminacdes, mrfiin^ de
fazer cafe*, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bereos para crianca3, t
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes paries
da Europa, para entretimentoa das criancas, tado
a pregos mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do Vapor Francez, raa do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado fraocez
A 9^>
Botinas para homem
Acabam de cbegar grandes jacturas de botina;
de bezerro, de cordavao, de pelica. de dnraque
com biqueira, de bezerro com botoes, e com ilho-
zes a 9 quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cures. difJerentes
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS de pbantasia com salto, brancos,
pretos e de c6res differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portnguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corda ao,
- BrtTINADOS e sapatSes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Gnilherme, pen,t..
meias pemeiras para houiens, e meias perneira
para Uiuninos.
No armazem do Vapor Fraocez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Pr dos ultimos ehegados : a tratar na rua Augusta
n. 179.
PUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRDffi N. 52
(Pasfiaiido
ieDbor"i ii> rne.nb*
O
e 'i '..
chafana)
i f i-icrrl or ;.
rnfm
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARR1LHA DE BRISTOL pur*
fica a massa do sangue, expelle para for
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secrecoes, di vitalidade
energia a todos os orgaos i; dd forr^a e vi-
gor ao systema afim de poder melhor resis
tir a todos os ataques da enfermidade. T
pois este um remedio constitutional. Elk.
nunca distroe afim do poder curar ; porem
constantemente assiste a natureza. Portanto
em todas as doencas constitueioruies e em to-
das as mokstias locaes dependente d'um es~
tado vicioso e imperfeito do systema em ge-
ral, achar-se-ba que a Salsaparrilha de
Bristol e um remedio seguro. e efficassissi-
mo, possuindo inestimaveis e incontestavek;
vrtudes.
As curas milagrosas de
Kscrofiilaw.
Uleeras,
' lianas a lit igu ,
ENFERMIDADES SYPHILI'l/CAS
ERYSIPELAS,
RHEUMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tern grangeado e dado o alto renome
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, sao t5o so-
mente devidas d
UNICA LEGITIMA E ORIGINAL
Bahaparrilha de Bristol
PHARMAQA CENTRAL
)iiila particular de inslniccao
elementtr
Para o sexo feminmo
A professora, infra assignada, tendo-
se habilitado na for ma da lei, prctende
no dia 8 deste mez abrir a sua aula,par-
ticular na rua do Marquez do Herval, ou-
tr'ora. da Concordia n. 139, onde pode-
ra ser procurada ; as alumnas, alem de
se iastruirem nas materias que consti-
tuem amstruccao elementar, se habilita-
rio na arte de agulha, bordados de todas
as espeeies, obras de la e de flores, me-
diante gratificacao razoavel
S. Jose", .6 do junho de 1874.
Esmenia Ji'nnina Dias.
20:000$).
No C ra -ao de Onrn -se tlira quem tem esta
iuantia para dar sobre hypotheca em predios
Desta praea.
Precisa-se de
Imperial n. 147.
dous amassaderes : na rua
O abaixo assignado pelo presente declara
que nesta data foi autorisado pelo Sr. Maooel de
Souza Tavares para promover a venda para seu
escravo Benedicto, cujoescravo fica em seu po-
der.
Recife, 30 de janho de 1874.
Cesario Ventura
Criada portugueza.
Offerece se uma para engommar e tratar de
criancas : a tratar na rea da Aurora d. 41, 2.*
andar.
Engenhos
Continnam a estar a renda os dons -engenhos
Jussaral Grande eUndervald, ambos do termo de
Serinhaem, a pouco mais de legoa da estacao da
Escada, moem com agua, e o terreno proiuz o
melhor assurar e raandioca, alem de outras com-
modidades que off rece : a tratar com o proprie-
tary dos mesmos, no engenho California; em Se-
rinhaem.
EMADEKMCiO
E
Lollegiode Sant'Anna
Este estabelecime&to acha-se aberto na rna do
Vigario Thenorio n. it, 2 e 3* andares, sob a di-
reccao de D. Anna Candida de Luna Freire, habi-
iltada perante a dirflctoria geral da iastruccao pu-
blica. Promette se aos pais de familia tudo cuidado
no tratament'o e edueaciJ.-J das alumnas contiadas
qo mesmo collegio, onde os estatntos sedo fran
aneados aos que os desejartMH examinar._______
.DE
Miranda k lrmAo
N. 37Rua Dtiquede CaxiasN. S7\
Neste estabelecimento encaderna-se
com toda presteza, nitidez a perfeicao,
desde o mai? simples ate* os mais pri-
morosos trabalbos de setime e velludo.
Pauta-se e risca-se papel para li-vros
em branc \ tanm para o commercio, como
pra repartic&es publicas, oumera-se, li-
vros, executase tado quanta erelativo a
gammographia.
K Miranda dc Irmao, munidos de boas
u maehinas, bons artistas e exeellentes ma-
teriaes, julgam-se babilitados fiara servir
satisfaetoriamente as pessoas que qnize-
rem trabaihos tio perfeitos como os qne
vem do estrangeiro.
P*ri, 36, Rna Vlvionne, D
IH!M:iM NCDIC.IN SPfiCI.U
d*s inrEdiiDADAi dis mem, as tmofam
C'Taibas r M.TW1COW M until.
~~l 30,000 curu duimfim
-trp-cC-rJ
o &**
r .1^ z.
aorlimeuU
ine
PKDEM ^Oft
r.DisriiO o favor de cma visits aeu es'*it'e.i'*ii.D'.j, para vcrem
oaplet i qca abi tem; aeado tado inperior em qoalidtde e fortidio; o qne com a
*ccIo paasoai podo*ae verificar.
ESPECIAL ATTENCAOAONUMEROE LtJGAR DE SUA FUNDICAO
7 Ann t* Aft A rni^AA ^afrna d08.mi nwiernoa aystemaa e em ta
w ftpuIDO O lUUa U. ttjJUtt manhos convementea para aa diveraas
UrcamaUnciai dot aenborea proprieUrioi para deacarocar algodio.
Moendas de canna SSS! 'u^,,nb0,, a8,me,hore ** ^
Rodas dentadas *"* "***"',g0"e vapor*
raixas ie ferro fundido, batido e de cobre.
iiambiqnes e fandoa de alambiques.
ITAAhinifimna Par* nwndiocae algodJr.,1 Podendo todoi
u-avrxxiJU.1DJU1US # 9$n ^ffu madeira. [ ser movidoa a mlo
Bombas
vapor,
por agoa
de pateote. garantidaa........ |on animaes.
rodaS aS maftMl|AA Pva de qoe ae coatoma preciaar.
preco mai
reaamido.
Fai qualquer concerto de ~chW'
PormaS dfl faiTO tem u m6lhorei e mail b,r,Us exi>tentea do mer-
^nnnmmnn/foa Ineombe-M de mandir vir qnalqaer machioiamo 1 von-
auuuiUulOUUao. f,je jol ciiMtea, lembrando-lhea a vantagem de faxerem
nu compraa por intermedio de peeaoa eoteodida, e qoe em qnalqner oeceaaidade pode
aee pteetar anxilio.
4rados americanos 6 iMl^^aleDl0,1rico!a,
RUA DO BRUM N.
PASSAINDO O CHAFAR1Z
ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na^ expositjao de 1872
RUA
IMPERATRIZ
|N.J82J
[!.' ANDAB.
oa(o
*\ Mb --
z^:
RUA
M
IMPERATRIZ
N. 82
!. ANDAR.
Acabam de reformar o sen estabelecimento, collocando-o'nas'melhores con-
dicc^es possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exmas. Sras. n'a-
qnillo que for tendente a arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para bomens como para senhoras, tupete, chignon,
coqoes modemissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em csbellos, quadros tu-
mnlares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
O estabelecimento acba-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendss e figu-
rinos de raodas, e por isso pode vender 20 */, menos que outro qualquer, garantindo
perfeir^So no trabalho, agrade, sinceridade e prego razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porcSo e a retalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro.
m
PH4RMACIA NORMAL
i
m
DE
17Largo do Mercado Publico17
(Aaatiga ribeira de 8. Jose,)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposiijao do respeitavel publico esta nova phar-
| TBacia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na-
iureza, sem excepcao de productos cbimicos e medicamentos preparados no estran-
trangeiro, tado novo e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sem pre despachada9 com a mais seria attencao,
e gempre sob as vistas do pbarmaeeatico que compoe a nossa firma social.
As pessoas que se dignarem de bonrar o nosso esatbelecimento com a sua confian-
ca, podem estar certas de que serao conscienciosamente servidas, nao so relativamente ao
que pedirem, como tambem a modicidade do? precos.
mmmmmmmmmmmmmmmmmwi
s

6
Cabelleireiro francez
' Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. ANDAR.

U-M do marquez de Olinda -24
Esc|nin* de beeee Largo
Participa a sens fngnezes e amigos que mudcu
o sen estabelecimento d relojoero para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortie cnto
de relegics de parede, americanos, < cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidadf s, relogios de
algibeira, de todas as qnalida es, patenie suisso,
de ouro e prata dourada, folesdo (plaquel), relo-
!|ios de onro, inglez, desrnberto, dos melhores
abricantes, cadeia de onro, plaanrt e prata. lunet.u
de tod>s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
LOJA DO PAStSO
DE
C(fdciro Siniilcs i C.
Acabam do reeeber pelo vapor Mmdoza :
Riqaissimos cortes de gcrgurac de seda lis&s e
com listras achamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, rontecdo cada cor-
te, o neces.-ario para sen enfeite, como seja :
franjas, trancas, I otBe^, fivellas, etc.
Riqnissimos chapeos para senhora, ultima mc>da.
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
*QQGMiiOOC*OQQSK$ ft
8
i
^&&Z*ii*>tt TV^r>r^iCV .i
C;,nsiiIlopio medico
- DO
Dr. Murillo.
RUA DA CRUZ N. 26, ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, unde fre-
quenton os hospitaes de Paris e Lonure*.
Sode ser procurado a qualqanr hora do
ta ou da noite para objectu de sua nro-
fissao.
Consnltas das 6 horas da manhii aa 8 ho-
ras, e do mein dia as duas da ir.rae.
Gratis aos pobres.
ESPECIALIDADKS.
Moiestias de senhoras, d^ pe!:e. e de
crianca.
:0-
**>
.UlilllO
Na iravessa da rua
da& Crazes n. 2, pri-
meiro. andar. da-Be
dinheiro Bobre pe-
nhores de ouro, pra-
m
ta e brilhantee, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
:^ compra-se os m
S niosmetaesepedras.
150^000.
ESCRAVA FUm\
Fugio da casa de seu seahor a <-?crava Fetiria
de cor parda clara, cabellos corrids at*1 ns b -v
brns, baixa, chela do crpo, re to red- nrtr.. f !ta-
lhe um dente do lado direito, foi aeompaabata
p r um homem (praca de cavallarial o rmal cha-
rna Francisco de. tal Vascmeellos. tanil m
da mesma r",r da ewran ; eonsta ten :n gi. I
para osertao, donde iO ambos ir.'.uracs : i- n
menda-se as auluiidades e capilaes de cam,
apprehensao de dita eserava, remetlendo i n
Gamboa do Carmn n. 3.______________________
AGUAS MINKRAES N.\TURAF
DE
VichyCusset
Prcdcrlvels aa do Viohy-Vichv
por serem as unicas que conservam lodirs a>'-
propriedades de^ois de transporladas.
Fonte S. Marie, 6 a mais efflcaz na anemia, l
albummana, na chlorosis, no empobrecimento
Pedro Routier, OflQcial de cabelleireiro e gerente da csse deOustafe Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a boDra deprevenir is Exms. Srs. familias que acaba de fazer a ac-
quisieao de um perito official vindo ha pouco de Paris, o qual esta" habilitado a desem-
penharqualqcer-encoamenda de sua arte, e se acba a disposi^So das pessoas que de sen Sm^,^ jffigS11 rJj!""i!!L ^ reso'' '
prestimo^se queiram ntilisar. Outro sim scientifica que em seu estabelecimento encon-
trarao sempre a Monitor dos oabelleireiros, onde se acbam descriptos e desenbados todos
os penteados modernos, para soii^s, casamentos, bailes etc.
Finalmente previne is mesmas excellentissimas senhoras, que rerebef um completo
sortimento de coques, cachepaines, bandos, crescentes, etc., e vende tudo pelos precos
abaixo mencionados:
Coqne de cabello de 15*. 20<5 a 50,5000.
Trances de dito 105, 12d i fie a 206010.
Cachepaine de dito 159, 20 Crescentes de dito 206, a 509000.
lambem ercontrarto nm completo aortknento recebido ba pouco, de cabellos de todas
es cores e comprimento.
N. Jil.Rua do Marquez de OlindaN. 51.
Fonte Elisabeth, nao se alters nunca e i a -.:
rica das aguns de Vichy em bicarbona/o rfr .- ,
em magnesia e recrrrmcnd.Tia pelos senliore> rx.
dicos pela sua efflcacia nos engorgitaraent *
ngado, do ba^o, nas affeccoes do estomago,
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJASE
o Dome da fonte na capsula
vende-se em caixas e a retalho, no unico de-
posito
PHAR5IACIA AMERICANA
M
Ferreira Maia etCanipanhia
57-RUA DUQUE DE CAXlAS-57
DEPURATIF
Ju SANG
gcni,p*slutas, httpm,
n,acri-
sarna,contixoti,
monia, eallerfOt
ciosas do tongue
nu, e allerucoes du sangue. (Xaropa vegetal
em mercuno).i,ari. )
? tomao-se dons por
emaiu, lejBiiMlo o tracts men to Dtpvrcuive: 4
empregido dh nieimat molestm.
Este XaroM CUraeto da
ferro d CHABLE, cor*
imme'diatraente fuai-
Fogio do engenho Tapogi de Baixo, termo
do Cabo, no dia 15 do corrente, o escravo de nome
Jose, cdr fula, alto do corpo, tem na testa uma
marea de lalho, outra em am dos pulsos de um i H. maia Aa m __ .
dos bracos, tem fatta de denies na frente; este ea- "* *_25 *?" fo' ,desla c'dade do ?|-
cravo toidoSr.Virgolino.de Santo AnUo, tendo 2J^ "SffLtta!!?? n tert 8era,do
vindodoBreiodaHadre de Deoa, la foi ^ "ffiw ni^Sy^ T*"?,^e0B
estacao de Olinda, e depots nos alcaldes do Cabo, I nVaffVfilaAfcS prela' de a,tDra reg-
levandoroupa de riscado, chapeo de palba, e nas S ^^2^J*&F** P* 2 men?s>
costas am sicco, contendo dentro uma bride e um m *SS 2JS2?*- frente' *endo P<>rt,n.o sig-
Deposilo.
quer purgacao, rtUh
xafoe, t detiUdeuU,
Jtort* hrmnemt da
ALUGASE
a casa n. 234 i rua do Coronel Suaasnna, concer-
tada e pintada, com a quartos, cozinha fora, ca-
cimba, quintal e portao : a tratar na mesma raa
n. 244.
Fagio o escravo Vicente, crioulo, baixo,
caeio do orpo, nariz ehato, cavaignac, pis grot'
sos, uma costura na fonte,de am tumor, rosto com
marcas de hexigas ; desde 1 de maio que fugio ;
a pessoa queo pegar, leve-o a sna senhora, a rua
do Corouel Snasauna u. 4. que sera bem gratifl-
cada.-
PLUS DE
COPAHU
e iKuakuente os jiuxos torts
anuheret. Esta inieccae benina enpreci
torn o Zwope de CUrueto dtjtrro.
anrrUMf Po m a da qua as cara ana dias.
n POMADA ANTIHERPETICA
Centra: ru ajecpoet eutantat t eomixots.
. WJ-JJU* VUfTABS DErUftATIVAS
da chfcis, eada Inseo vrai aeeeapakada
dena folheU.
AVISO A08 SRS. MEDICOS.
\Cm emerrku, mm
coqutlucket, irrimittt
Sirop du
d-FORGET
\cUot t todai tt dotnfm
__I it ptitt: buU M dMDta
at eolha rchde* date xuops D* Foaerr.
^. Vwlammj, m Paris, ra* riwums^,
Deposito botica Franceza
22 Rna daOuz 22
Direita. jSennor, e protesta-se contra quem o uveroccal to,
reita- I pelos prejuizoa. '
-- Jos6 Martins do Rio, retira-se para Eoropa. j^.,________________________
Na raa Nova n. 50, primeiro andar, noua} Alnga-se o segundo andar e soUo com hone
thesonraria das loterias, precisa-se 'alogar nm | commodoa, fresco, salas e aleova forradas de pa-
criado para casa de familia____________________ i P*' todo bem preparado, contendo 7 quartos
- Wa rna larga do Rosario n. 1C, ha para ala- ^f1.*' 2*L,82 eKomad(>. 3 salas e quin-
gar nma eserava para todo servico de uma casa ; I "'*"=* Ij? ,d0-,a0ngei n-,73.: .* ,t^ta na the-
na mesma casa precisa-se de escravas boas qqi- j j"Sn tenas' com Ammo Sos6 Rodrigueg
andeiras, de alugnel ou eompra.
Aluga-se
o 3* andar na raa do Bom Jesus n. 8
2* andar do mesmo.
a tratar no
Manoel Ferreira Pontes, retirando-se tempo-
rariamento para a Europa, afim de tratar de sna
saiide, nao pode, pela presteza de sua viagem, des-
pedir-se de todas as peitdas de sna amuade, de
que pede lhei descalpa, e offerece seus prest'imos
em Lisboa, para onde vai residir.
, de Souza.
o armasem e 3 andar com soo, sito 4 rua da
Prau n. 59, tendo bastantes commodos, e pintado
a tratar na rua do Viaario n. 31.
Vende-se o de carvao da rua de Santa CeCi -
17. bem afreguetado : a tratar no mesno
0 TnmZfL^A sobrado d* ,raves9 *o Pires a.
alas 7 nSd0S. paM/raDde faro'- -
salas, 7 quartos, i grande sotao. 1 tanqae pa-i
banho com agua do Prata, muito fresco e exc-
en e, v.sta mnilo pittoresco :' para 4r,m Jv me^
flto^.reo. d0 mfMio. Alnga-ie tambem otK,
e lotao da rna dt Senzala-nova n. S8, c m S M|,
nm terreno, 7 quartos, tem agua do Prata rrmito
fre.ro e boon, vista parao caes do Apollo', "?aV
aluga para familia. *
sciente ao public,
cidade e especialmfate ao corpo do com-
io que o socio Frauds Wiatt tendo se n tirado
ciedade quo gyrava sob a flrma acima. fi-
, W. H. Wiatt & C. fazem
desta cidade
mercio
da spciedaa. quo gyrava sob a firma a
wnn,ianPreSen^ dataue d"n,e %cio
William Henry Wiatt chefe e dono da casa. com
qnem d ora em diante correrio todos os ngoetoi
e transacQdes da referida casa, conUooando a av-
nr sob a mesma firma de W H. Wiatt &C
Pernambuco, 30 de junho de 1874

Prscisa-se
para taverna
Caixeiro
de am caixeiro de 12 a 14 annos
: na roa Imperial n. SOS.
Aluga se o primeiro andar do sobrado n 47
da rna da Imperatnz : a tratar no segundo andar
do mesmo sobrado.
i ,7, f os afi?to sobrados e armazens
PO^SAp0ll0D-..4> Moedan- 39, e Gompanhia
Pernambucana n. 11, outr'ora becco das Boias : a
, tratar na roa da Imperatriz n. 38, ou rua do Vis-
I conde de Goyanaa b. W,
- Manoel Ferreira Ponies, durante sua ausen-
cia na Eoropa, deixa encarregado de todos os 0e-
gocios commereiaes e judiclaes ao bacharel Pelix
de Flgneirda Fana e a eu irmio Henrique Fer-
reira Pontes.
Ao publico.
Os abaixo a-signados fazem sciente qne nada
devera a massa fallida de Joaquim Ferreira Lobo,
para que se nao illndam os arrematantes das di-
idas. Recife, f de julho de 1874.
G. Fttlho &C



T
fiafft* ticr^ettfctodto -^ Quitfte Ma 2^^*Hw file U74


~
I
FUNDICAO DE FERROf
4 rna do Barao do Trinmpho (rna dff Bftfr) ns.!fOO*W
CARDOSO 6, 8 e 10 cavallos, of melhores qoe tem vtndo ao merado
vapores.
obifod
AVIS\M aos senhores de engenhrs e outrrs agricultures e ao pnblico em gera! quc
eont.uuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machinas ne-
cessanas aos estabelectrnentos agricolas, as mais mode nas e melhor obra qce tem vindo
ao mercado.
Vapores de forca de 4.
CaldeiraSdo sobresalente para
MoendaS inteiraB e meias moendas, obra como nonca aqui veto.
UlXaS fundldaS e batidaa, dos melhores fabricantes.
UOdaS d agUa Com cubaje de ferro, fortes e bwn acabada*.
Rodas dentadas e .todos ^^ e tpamAm-
Kelogioseapitos ^ V8pores
Bonibas ^ ferro> de re|)HCho.
Arados de divereas qQalidade,.
Formas para as8iicar7grande8 6p(iqaena,
\ arandas deferro fundido, france2as de diveraos e bonitoJ
^OgOeS francezeS p3ra bhae,,^, obra superior.
Ditos ditos para MZ.
Jarros de ferro fundido para ardim.
Fes de ferro para Kese b8BC0
Machina paragelar,g0a.-
Valvulas para bomba e baBb9iro
Correias iuglezas maohiriismo.
Bancos e sofas com Utas de madeira> para jardim
A.>OnceriOS wncortam com promptidao qualquer obra on machin*r para o qoe teea
sua fabnca bera montada, com grande e bon pessoal.
CiDCOXlimendaS mdam nt por encorrrmenda da Europe, qualquer maebiftismO;
J> Para o que se correspondent com om respeitavel casa de Loadres
*eomumdos melhores engenheiros de Inglaterra; incumbem-se de mandar aasentat
was mach.nas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Kua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 1 $0 a. 104
^ l! H D I C A 0 DE CAHDOSO & IRMAO.
ommm u
Eraprezadogaz
A empreza do gaz tem a hoora de annunciar ao
publico que recebeu ultimamente um esplendido
' sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
' delas e globos, cujas amc-tras estao no escriptorio
; a rua do Imperador n. 31, 6 serio vendidos aos
sens freguezes pelo preco mais razoavel possivel.
Tanbt a*at6r\5^t? fura.
Rofa-se ao Illra. Sr. lgnacio Vieira de Mel!
dscriTlo na cidada de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque do Caxias n. 36, a eon-
clutr aqnelle negoclo que S. S. se comprometten a
realisar, pela tercefra chamada dcste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e deaois para Janeiro, has peritas : quem (joiaer dirija/e ao
passon a fevereiro e abril de 187S,e nada euaiprio; andar dcsla lypograhia, pnra tratnr.
por esle raolivo 6 d doto cbamado para dilo ""
Sm, pois S. S. se deve lembrar que eate negocio
ie rnaia de oito annos, e qusndo o Sr. na tikfao v
acBn nftfta etihAe.
Precisa-se de floas-araa?, uaa para comprar e
coz nhar, e outra para engcmmar, que ?ejam am-
terceiro
AM A
Crazes n, 8
Precira-se de uma para casa
de pequena familia : a rua
Duque de Caxias, onir'ora das
n;-.-urn a
M
IF T f
Consult n^lico-drurgko |
A. B. da Silva Maia,
Rua do Viscdtftfe* de* Albuqfler*qfle n.
utr'orl rua da ruatriz dar HRa-.Vista
Chamados : a quaiquer*hora.
Cdlisu^s: AoB'po.ia fralU, dti tt
4 oraa-d: ftrdF
9fiMKliKJ9iNrd!^
i'
Precisa-sc cOmptarSltW tiegt'&ha, -fle 9 a
10 aiinos de idade/que seja sadia e aem fi-
cios: quem ti^r^e quiwr venter dfrrjaise ao
3." andar desta tjpqgraphia para tratar.
\rno Hreeis.i-ae d*} mna ania para ci-zinbar:
x*-uia/ pa rua do liarao da Vutiona n. 2j.
A M A No &)tre*'yr *> "'jP 1- 5, preeua-
-*-"J""- fe altgar tlma escrava que saiba corr-
nhar e engnmaiar.
1 A ma Weeifa-se de 6Wa ama forra ou eT-
!' "^ ava. para ca>a de familia : a tratar na
rna de H rm n. },'.
A ]LI A Precisa-se de uma aira para cozinhar
xi.i.n. e erijoniinar para nma pe^oa na rua
de Hortas n. 16, 1 andar.
Prei-isa-se de uma ama que
saiba hem cozinhar e com-
prar, para casa de homem
tolteiro : na rua de Pedr Afloato n. 7.
Precwa-se de uma ama pa-
ra engommar : na rna da
Uniao *. 35.
AMA
AMA
en
no
Veo#e-9e o engenlio S. Pedro, aituado aft pro-
vinna de *lag6s?, comarea do Porto Calvo, a
meaos de uma tegm disMMs do porto df? mar do
(iansella, tm oxceileales *e*ra,'matas, e safreja
regtolarmWle 8,( 00 pits : a Irkur na rua do Vi-
Precisa-se de uma ama livre ou eserava,
Sara cozinhar em casa do pooca familia : na rua
o Imperador n. 27, 2> andar.
Preclsa te de uma ama p&Pa cozinhar e com-
prafedhi peYfeicao: na rua d. Pedro Affunse- n.
28.
Precisa se de duas, a ndo
nma para cozinhar o com--
pr r e outra para lavar e
esfomrtar, preferlrt.'o so a primeir3, e.-crava : na-
roa do Crespo n. 7.
Preci. eigommar para casa- de pcuca
famifia : a rua do Qtieimalo nu
AM AS
AMA
49 Rua do Imperador 49
Sftet-^PSBSsam
Mediee-dPHfieo
^
m
e- K>
& 0G
"* Dr. Josr Felix da Canba Me
nezc-B.
Medico operador.
RUA ESTRE1TA DO ROSARIO N. 3.
D* con9tilta3 toflos 03 dias das 9 ho- "
ras da manhi as h -da terte, dessa bora b#
em diadp achase protopio para qual- T^
quer chamado, em casa de sua resideneia f^
jBnto a K\
Ha neito estabelecimnnto 0 melhor sortimento de pianos dos mais afamados-autorea^f^
<:omo sSn : Hera, Tleye!, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pienos supo-
riorc?, 1 ;idados expressarnente construir para este clima, 0 qaal os amadores das-
bons pianefe s<5 enconlrariio nesta casa.
II bnm-se pianos u Cc ertB.n-se e afinam-se pianos.
I'ni.'oeiii avisase aos Srs.
concertadores de pianos
sempre 0 mais complcto sortimento de materines para concertar pianos-, como
Cf-pos, folba parados mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
etc., etc.
a rua da Princeza IsaJwl n. 4,
estacao das trilhos de Otinda.
Das 7 aV9 heras da maoha d& eonsol-
tas gratis aos pobres.
E5PECIALIDADES
Molestlas syphHUicai, via digestWa e Ie
bres-
mere 92.
AMA
Pteeisa-so fa umi qnc cnzinhe
e CompVe. para casa de famiiia.
composta de 3 pp.^soas : a tratar
na rur do Coawiercie a 48, primriro -, ndar.
A-TTia Preeisasc do una im pr* ivtnahar
XiUAa'para easa de rapazes solleiros-: tratar
najrua do Qaeimado m ii, Inj.i.
Precisa-se de uma
iinittS engommadeiraj
familia : a tratar na rua Direira u.
chapeos.
lavadetr.t e uma
para casa de jeqnena
43,. L.ja de
Preciea se de nma ama esrrava para uma
peqbena familia esr^angeim, para comprar e cozi-
nhar : na rtla do MaTquezde Olinda n. -i, l>ja
ciava fugida
irida a estarfugida desde I" de maio do cor-
0, iva Maria, cor cabra, idade 26
nos, 1 regular, m gra, torn todos os den-
perfe.tui tem f;-lt3 alguma, cabelbs carapi-
leoi uarcas de bexiga no rosto e tem um
.lain 1 a um |)iuco urande e estufado
r,;v :iknte de um antraz que ella teve,
a sign : 1 no m i das e* >las na aliuradas pas,
uir 1 e nutra pa, e ella tem 0 vicio de
r, i > vestido de cbita cla'a r dous chales
i, .
' .:
|uer
-' I
.. a 'Jith
.
porqui
Koga-se .'it
uij, velho e ootro novo de cor encar-
era padroes taivez ella diga em
rte que e-liver que e fnrra e troque o
escrava tern uma frmS mulaia, escra-
eardo, morador em Tigipio, onde foi
escrava Maria, que esta fugida ahi
gar, consta quo ;jlgueni tem ella acou-
tem sido vista nas ruas desta cidade.
ias as autoridadea policiaes e
! Fugio do engi-nho Ajudante, freguezia da Es-
cada, no anno de 1872, 0 escravo Guilherme, com
os signaes sogainles : pardo, com idado de 25 an-
nns ponco mais ou meaos, altura e corpo regular,
olhos grande?, cabellos cachiados, pes compridos
e seccos, ro.-to comprido, algun> signaes de bar-
ba, nariz comprido e um tanto arqueado, umas
sardas pelo rosto, faz algum movimento no andar,
desconCa-se que esteja Da cidade da Parahyba.
Roga se as autoridades policiaes e capities de
camp s a apprehensao de dito escravo e ser en-
tregue ao seu st-nhor Efflilio Pereira de Araujo,
no engenho Ajudante, e receberao por paea
3001001).
AO N. 9
de cam oque a capture c leve-a a rua
11 30. que se gralificara.
C03SSILT0RI0 !
No Progresso do pateo do Carmo vende-se man-
teiga ingieza flor a 152O0 a libra, france?a -, 800
rs. a libra, bem como tem um completo sortimen-
to de molhados para qualquer chefe de familia
fazersuadespenca, que encontrara preecs mas
caPJ" commodos do que em qualquer outra parte.
Dr.
DO
Santa
i>sa
.
..
Rail do Barao !la Vic-toria
ootr'ora ru^ .Nova n. 'iC, primeiro andar.
g CONiULTAS das 10 horas da manhS
S5 a^ meio dia, e chamados por escripto a
^js* qualquer hora do dh e da ncite.
i% ESt;CI/>LIUADES partos, mclestias
d?i de olhos e do apparelho respiratorio
Escravo
0
m
m
m
Escravo fugido
Fugio de Villa-Bi'lla 0 escravo de nome Jose,
caboclf, de 30 annos dei'ade, pouco mais ou
menos, altura e grossura regulares, tem os peitos
abertos, cabeilo corrid), falia bem e com modera
qko; consta que veto para esta cidade eom 0 fim
de sent u' praca : pede-se, portanto, as autorida-
des policiaes e capitaes de campo a apprehen^ao
do referido escravo, e entrega-lo em Villa Bella, a
sua senhora Carolina Cavalcanle de Andrade, ou
no Recife, loja de Gonealves, Irmao St C, a rua do
Livramento n. 22, que serio com generosidade re-
compensados.
Precisa-se
fugido
Desde 8 do corrente moz que esta fugido do
eDgenbo Saaueaia, de Beberibe, 0 escravo Luiz,
psrdo, cafc;llos de caboclo, corpo regular ; e.-la
um pouco pallilo por ter acabado de =e tratar de
uma bronuhitc li^commenJa-se a sua captura.
Afndi esti par 1 alugar a loja do sobrado n
41 da rua do Hangel.a qual ten> armagao e pres-
ta-se para "jualqu'r Begocio : a tratar no segundo
andar do mpsmo predin
LIVROSA'VENDA.
Ko pri .ijiro andar desta tjpographia em
mrio do almint;tra^or, venle-se os seguin-
te livrinhos :
O iniituto Ksperto dialogo ins-
tructive, crilico, analytico, historico, e mo
ral, entre um raatuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
Educaeao Familiarromance, 0
e uma serie de leiturus. 2 volumes por ., ..
IPOOO._______________________________
-- Prccisa-se alugar um pequeno sitio nas im-
mediacoes ue Ponte de Ucboa au5 Casa Forte, que
teuha baixa de capim, coclieira para cabriolet e
estribarfa : goem 0 tiver, pode dirigir-se a rua da
imp. ret--iz u. oS, tinturaria._________________
Na rua velha de Santa Rita n. 57, precisa-s
aingar uma preta'iiara vender com taboleiro.
Naoha mais
braocos.
TINTURARIA JUPONEZl.
So c uaicaapprovada pelas academias de
ciencias, reconhecida perior toda qoe
tern apparecido at< heje. Deposito princi-
pal a raa da Cadeia do Recife, boje Haj-
qnez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e oasas de cabadek
reros.
de um moro que tenha muita pratica de servir a
mesa nos hoteis : a tratar no hotel de Bordeaux
loan Iiiiiz ie Ollvelra Acevede.
Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do, Francisco Luiz de Cliveira Aze-
vedo e sua mulher Amelia de Aze-
vedo, lo.-e Antonio de Sonza Bastos
e sua mulher Amelia de Azevedo
Bastos, Arthur Luiz Oliveira Azeve-
do (ausente) e sens irmaos Julio e
JtiSo, Rosa de Azevedo e seu irmao Jose, cheios
da mais acerba dor pela notieia da mcrte do sen
mnito presado irmao, tio e cunhado Joao Luiz de
Oliveira Azevedo, fallecido na cidade do Porto,
convidam aos sens amigos e aos do finado para
assistirem a a!gnmas raissas que mandam celebrar
na igreja da Madre de Deos, as 7 1|2 horas da
manna, do dia ? de julho, trigesimo de seu pas-
samento ; pelo que se confessam eternamente gra-
tos.
D. Rita 'S.ercriua Coelho tin Wllva
Incite.
Antonio dos Santos Souaa Leao
convida a todos os seus pareotes e
amigos para as istirem a missa do
setimo dia, que tem de ser celebra-
da por alma de sua presada e fai-
lecida tia D. Rita Zeferina Coelho
da Silva Leite, qbe tera lugar ao
convento de S. Francisco, no dia 3 do corrente,
pelas 7 boras da manhaa, por enjo obsequio se
confess* desde ia eternament.; agradecido.
Ill I III II III
Cesana Candida Nobre de Gusmao, setts fllhos,
genros e netos, magoados de sentimeoto pela mor-
te de seu filho, irmao, ennhado e tio 0. capjtao
bacbarel em malhematica Cesario de Almeida No-
bre de Gusmao, convidam a todos os parentes e
amigos para assistirem as missas do setimo dia
que tera Ingar na igreja de Nossa Senhora do
Carmo, no dia 4 do corrente, as 8 horas da ma-
nna, setimo do recebirr.eflto da notieia do falleci-
memo do dito seu filho : e desde ji agradecem
eordialmente a todos uus se dignarem assistir se-
melhante acto de pledade.
Aluga-se 0 terceiro andar e sotao do 16
do de azulejo, a rua da Imperntriz n. 14, 0 qua)
tem excellentes commodos para uma ndmerosa
familia, e outros gozos da vida dome^lica, como
agua encanada, gaz, mullo fresca, e uma excel-
lente vista ; e a grande vantagem de se achar
caiada e pintada ha pouco 4mpo: a tratar no pri-
meiro andar do sobrado a ma do Viga'rlo n. 1. .
---------"I." L--------------3---------------------S~!-------------------" '1 fl '' I''
Precisa-se de um moloque que teuha 16 *a-
a tratar na
" "nos de idade/para servico de copeiro :
ruat'de Har^o n 23, loja
a casa terrea n. 133 da rua de V\AA\ de Negrei-
ros.com excell3tes commodos : a tratar na rua
do Marquez de G*iada n. 52i armaeeflk
Boa cas.
Aloga-se 0 patacete do fallecido Gustntfio- Jo-e
Alves Guimarae.*, na ilha dos Ratos (Boa-Vista),
onde morou ultimamente o Illm. Sr. Dr. lgnacio de
Barro3 Barreto : a tratar na V ja do Passo, a rua
Primeiro de Marco (antiga do Crespo), junto ao
arco de Santo Antonio.
Vicente fugio
Na noite de Kl-para li de marco do corrente
anno fugio 0 tnalati Vicente.escravo,da 20 annos
de idade, bonita figura, barba e estatura regular,
levando vestida a em um sacco reapa de algodao
branco e alguma- mais lina, pertencente a nm cai-
xeiro da casa donde fnglo ; e -natural da fregue-
zia de Sant'Aana do Mattos, diz >er livre, casado,
e ter sido criado em companhia da roadrinha D.
Anna Luiza da fcuz, de quem. ahas, foi escravo :
roga-se, portaato, aos Srs. capitaes de campo
eantoridades policiaes a apprebensio do dito es-
cravo, e entresal 0 na cidade do Rpeife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaqu ro Moreira Reis, ou
na cidade do A,*sd ao Sr. Torquato Augnsto da
Oliveira Baptieta, que serao generoamente grati-
flea dos.
Aluga-se 0 sotao da rna do Rangel n. 33 :
a tratar na ma de Hortas n. 106:
Casa ik vMkk Santo
Anaro.
Joio da Silva Bamos, proprietario da
casa de saude, tendo segressado da Eu-
ropa, reassamio a administraQSo, e 0
servico medico do mesrao estabelecimen-
tos, e espera que 0 publico continue a
depositar a confianca,.ue sempre depo-
sitou em vista de seu zelo e interesse
pelos doentcs alii recolhidos.
Joao da Silva Ramos, medico peia Uni-
versidade >ie Coimbra, de volta de sua
viagem a Europa, continda no esercicio
de sua profissao, prestando-se a tratar
de qualquer doeure dantro 00 fdra da ci-
dade, e dando consultas diariamente das
10 as 12 horas da maoha em tea escrip-
torio na rua do Imperador n. 67.
Joao da Silva Ramos, devendo receber
mensalmente da Europa, vaccina de su-
perior qoalidade, presta-se air vaccinar
qualquer pessoa cm sea domicilio on em
seu gablnete na rua do Imperador n. 67v
nas-quar*asjfelras e sabbados das 10 4s
12 horas da manna.
Fugiram uo engenho Ajudante. n<> ^nnode
1870, os escravos seguintes: 1." Francisco, erioulo,
preto, com idade de 28 aaaos p> uco mais ou m* -
aos, altura regular, corp*o regalar. olhos grandes
e brancos, denies perfeito?, cabellos carapinhados,
pes grossos, barba a cavaignae, bigode e pera,
nma cicatriz por cima do olho esquerdo, muito
conversador & rlsonho. S Antoni -, cabra, com
idade de 25 anaos poucs mais on menos, alto,
sacco, olhos grandes e vermelbos, ponca barba,
catellos nra tento soltos, dentes perfeitos, pes
compridos eseccos, ambos comprado3 ao BarSf^
de Nazareth. Roga-so poriaBto aos capitaes de
campo e as aaloridades pelkiaes a captura dos
masmos escravos, visto hs-.'er de-conuarK.^ que
estio occultos- na comarea de Pajeu de Plores,
oofttode S. Pfancssco, qne- tarao a paga de 003
a quem os levat ao seu senhor no engenho Aju-
dante, ao Sr. Enulio Pereira de Araujo
m
MEWCO-CIRIJRGICO |
^ DO Mt
^ Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso ^
PARTEIRO E OPEKADOR
Waua do ViHrande- *e Albuqueojsy

m
i
|U' II. "l
ESPECIALIDADE
Molestias de wnhoras e
mi'iiimiH. ^
Consnltas das 7 as 10 horas da ma- g
nha, todos >)s dias. 8(
Das 6 as 8 da noite, aas segundas, quar- *^
tas e sextas-feiras. -^
Os doentesque mandarcm os seus iha- ^1
fj^. mados por escripto at 10 horas da ma- j&
.^ nha seran visitados eai suas casas. S
1*8 ,w m
Cheshire c.rndeosed Milk.
Leite condensado novo. g*
Gerveja de Noruega. k^
Kellar & C. p
Fugio no dia 2 da abrii proximo passado 0
escravo Benedicto, erioulo, de car preta, tem 22
annos de idade, [ouco mais ou menos, e de esta-
tura regular, nao tem barba, tem a*costas corta-
das de amigos castijos qne soffreu, tem sido visto
Kara as bandas da Encruzilhada, Beberibe e no
ecife : roga-se a todas as autoridades e capitaes
de campo a sua apprehensao, e remelte lo a rna
Direita n. 22, que serao generosamente recompen-
sados.
CASArDD OURO
Vov l:0(M>rOOO
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (oulr'ora Rots
n. SO, e casa do costume
0 abaixo assignado aeaba de vender nos seu?
nuito felizes bilhetes a sorts de 4:O0OaOC0 em um
meio bilbete de n. 134, e a sorte de 700f em meio
bilhete de n. 3027, e am awio de n. 27i cum a
sorte de 2004, a I em de out ras sorles menores de
10*000 e 20*000 da loteria qoe se acaboade ex-
trabir (105*) ; convida aos possaidores a vtrem
receber, que promptamente serao pagos.
0 mestno abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabeleeknento com-
prar os muito felizes bilhetes,quo nao deixarao de
tirar qualquer pretnio, eomo prova petes Mmrs
annuncios
Acham-se a veada os nwHo feHtes btlbeies ga-
'antidos da 2S" parte da loteria I beneS-ek) da
Bova igreja de M. 9. da Patiba, qne te extraStra no
dia 4 dc julho.
freeoa
lateiro 4*000
Mo 2*000
Do KMKrOOO pura cima
Inteiro 34800
Meio W0
Reefe, 27 de junho de 1874,
J0S0 htufatm da CottaLeit*.
Nao se prss-tando 0 pequeuo espaco do armazem
n. 10 A, a rca da Madre de Deos, pan urn abaste-
cido deposito das divereas nvrca-sda fnmo, qne 0
ab-ixo assignado almejava ter, aeha-se d'ora e.:i
dlante abtrto ootro es abelecimentb sob a meema
denominacio de
A*M>ZEM DO FUMf>
A' re do Aiwwim n. 4t
com todas as prosorcSes desejadas, e onde pode-
irtlo os senhores Preptezes dlrigir-fe, csrtos de que,
aomo ate aqni, aetvrao sempre a par da rnodici-
dade dos pregos, a mater smceridade possivel. En-
tre as diffcrentes mareas de fnmo da BaMa e Rio
tie Janeiro, que tem sido annunriad,.?, acaba de
ehegar uma encommenda especial, qne muito deve
ebnviraos senhores freguetes. Conseierte 0 abai
xb assignado de qne nesle genero de nejocio nao
esti sem eotnpetidor3, fara mnito por evitar que
tambem o> tenha coa relaeao ao peqasno lucro
q*ae procurara obter da dita mercadoria.
_________Joee Doiaiigwes de Carmo- e Silva.
Attencao
Os abaixo assignatos declaram pelo pvesente e
previnem a quem o Sr. Joaquim Theodora Correia
da Silva offerecer uma parte do sitio denominado
Cumbe ou Cafezeiro, qaa nao fagam negoeio coil
0 mesmo Sr. Correia, porqne este Sr. aao ten
terras nos referidos sities cem no sitio Cumbe,
uera no Bringuel, nem em outro qualquer qoe
fagam parte das mattas dos sitios Cumbe, Cafe-
zeiros e Brmgnel, _e pete preseste pratesta contra
qualquer transaccSo qne com 0 mesmo fizer qual-
3uer pessoa vi-to que os conseniores dos referi-
os sihos e mattas do Cnmbe Cafezeiros e Brin-
guel, sSo os abaixo as.-ignados Antonia Isabel do
i^ani.-. Melchiades Manoel dos Santos Lima, Anna
Idalina da Costa Guimara>s, Francisco Redrignes
dos Santos. Clandino iose Rodrigues dos Santos,
e Antonio Theodoro dos Santos Lima.
Bfftrecese um caixeiro brasileiro para ta-
verna, tendo bastante pratica : quem precisar, dr-
rijase a iravessa da rua Bella n. 8, que ac*ar
com insni tratar. Da lianga de na condaota.
Casa para alugar
Alu22-se uma casa na rua io Marquez do Her-
val n 207, com 2 quarto*, 2 salas, cozinba, quintal
e cacimba : trata-se na rua de Santo Amaro n. tt,
2 andar.
Protectora das Familias
0 Sr. Antonio Vicente Pereira de Andrade tenv
uma earta solve negocics da asscei gao P,uteo5e-
ra das ."amilias: na rua -do Vigario n. 7, primei-
aor nil.u-.
Aktga-se a casa cot da rua da Palma, com
b6ns commodos ejresca : a entender-se 30m 0 Dr.
cVisiovio, a rua da Iraperatriz n. 30.
<*mpuz.
Prsaisa-se comprar Jous escravos, pedMjro e
cara-tiiia, paga se beta : a tratar na rhBsoararia
das bienas, a rua Primeiro de Marec- a. 8.
"frastes.. i
Compra se a veado-se trastoi-aovos'
lap e usados no armazem da rnio fan-
,-,_. perador n. 48-
S. CARLOS
Vende-se ou arren la-se 0 engenho S. Carlos, ooj
Ipojuca, moente e corrente, com todas as ooras
em'psrfeito estado de consecvaQao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duquede Ca-
xias n. 3, t* andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
Aluga-se i
un casa terrea muito fresca, a rna das Calcadas
n. 33, com 3 quartos, 2 salas, eozinha e quintal
com caeimba : a tratar na rua 'Nova n. (55.
Pfidido.
Antonio Adoipho Fernandes roga a todos os
sens credores do apre-entarem suas contas no pra-
ze de 8 dias,afim de serem pagas a raa -do Mar-
quez de Olinda n. 13, e-nio se responsabiBsando
de futnro por aliuraa qe pssea'appateeer, -eendo
estas apreser^tadas a Jesuino Alves Fernandes,
afim itfi veriuoa-las
Pern- sbaco, 20 de janho-de *874,
Antonio AdolffhoTemaddes.
M
Aluga-se a casa- n. 25, na rua do Pilar : a tra-
tar na rua da Cadeia n. 3.

no dia 30 dejntSho-o escravo Benedicto, crioalo,
17 annos de idade, am pouco baixa, representando
ter meaos idade, cdr preta, pes grandes, nariz
CASA BA FOHTiA,
AOS 4:000^000.
BILHETES GARMTtDOS,
4 rua Primeiro de Marco (outn-'era rua a\
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo venJido nos seus fe-
lizes bilhetes um meio n. 3027 com 700*, dous
meios-n. 1648 com .100*, e ontras sortes de 40*
e 20* da loteria que se acabou de exlrahir (105),
convida aos pos-uidores a virein receber na cou-
fonniJatle do -costume sem dtscento algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
la 2* ^arte das loterias a beneScio da nova
igreja lie Nossa Senhora da Peaha (106*), qoe se
extr.blra no sabbado, 4 do met vindouro.
PMigos
BBhete inteiro 4*000
Meio bilbete t*0O0
tii PORgloiiK iOOWOOiMaa tma.
Bilhete inteiro 3*300
Meio bilfatle 1*780
-Kernel Martins Fiuza.
A oonwnissao n^msada para a verifi-
oagSo dos'Weditos a mass* fallida de Ma-
ooel 3a SiIvB,J?oates, vonviJa aosrespecti-
vos owdoros 'a apresentar-lvrps -sens lifnlos
ale" 0 dia 4 do corrente fate, "no escriptorio
de Cramer Fry4cC., i rua do Bom Jesus
n. 6-._______ ________J___^
Preoiea-se traur era nm homem qae saiba'.fo
chao ; desconfla-se q;ue tenb* segoido para a Pa- lhear-ftrmfgas dawja : i hMul g ma do Barao
I I I III
sebrado sfto
os commo-
Tj'a^tante fres
;CU,3 Quartos, oeanba fera, um corredor com
! PlViao para a rua de Hortas, e cacimba com boa'
'. i^gua : quem a pTelendVr dirija-ae a Tua >^ya n,
*T7, que acbara com quem traur.
sua casa. I
" ] 11 > f, 1. w> .lUarn
Jose Antonio Pereira, a rua do Barao da Yic?' pr-;Yao oara i
torta n. t, MraSsW'eMiWtfifrar.-7ose Antonio ;j*,ia awm
Pereira GuimaOw, viMa lo MartnWio.
V9HML
Especialidade
Vinho particular, aure e ge-
nuino.
Aeaba dc ehegar ao mercado alguns barris dt
vinho do Alto Donro, especial e aaicamentfl pre
parado do extracto da uva e isenlo de qoalquer
confec;ao, seado muito mais brando qne 0 da Fi
gueira, 0 quo 0 torna recommenflavel pelo rauite
que agrada ao paladar e preferivel a todos os ou-
tros vinhos de pa'sto.
Acha se a venda nos armazens de Joao Jose Ro
drigues Meades, Souza Ba*to & C. e Fernandes da
CosU & G._____________________
Sedinhas a l#5Q0-o eov. do.
Venham antes que se acabem : na loja do Passo
a rua t" de Marco n. 7 A.
PAMHJA
Yende-se a padaria da rua do Barao de S. Boa
ja, antiga do Sabo, 11. 25, -iuito aireguezada^
para ver e tratar, com seu dono, na mesma ; 0
motivo da venda nao desagradara ao comprador
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rna do Com-
iWcio, por preco modico: a tratar com Tas*
Vende-se na rna doCommercio a. 4, cerveja
Neruega, marca M L :
Bitter Augustura.
Rum de Jamaica.___________
Vende-se a taverna da rna dos Guararapes
n. 59 : a tratar na mesma.
VENDE-SE
no estado em qua. Be acha 0 sitio no lugar do Re-
medio, Treguezia dos Afogados n. 18, ch5o proprio,
com 340 palmos de frente e 658 de fundo : os
pretendeqtes dirijam-se ao seu proprietario, a raa
de S. Francisco desta cidade, sobrado n. 10.
Vende-se a taverna da ru 1 das Carrocas n. 1,
que faz esquina para a rua de S. Jo5o : a tratar
na mesma.
EhgetAo em SerlnhSem.
Vende-Be duas partes do
engenho Novo, ,&ito na fre-
guezia de Serinliaem, distan-
te da estacao de Gamelleira
3 ieguas, rrioente e corrente,
qne safreja eerea de 3,000
p^es, com optimas terras,
moviiio 4 agua e bem bra-
do, por preoo commodo a
tratar eom Dr. Felix 4e Fi-
gueiroaTii rua;d|^ (al^adas
o. 14r on no arsenal de
guerra. __________
Engenloft em Mfcifcam-
guape. */
Vende-se os aegnintes 1
Barr,
Patrilo
A tratar com sear proprietorioa ne&ta cidado.
e para informacoes cana roaom into de Me;
rei'les Filho nrAefmaiqMtfldealamamgaap:
Wilson Rowe & L. vapdea bo seu araaiec/
mde Commercio n. I4'~
verdadeiro panno de slgtrdie aaal americao
Exceilente flo de vela.
H^gnae de l1 qualidade
Vinh de Bosdaoak.
Carvin de Pedra de todas as qualidades________
TACHAS TAAS
BATIDAS POEVIDAS
"injaidads9et:or
Sjslema dw
Mats feamto do qnem em qualquer alra part
rTA
Fnn,4icf!) da Aurora
C. STARR & C, EM nQFlDAITAO..
Vendein
Wilsoa, Rowe & C.
Em sea armazero a rua do Trapicbe n. 54, o e
guinte:
MgodSo azuLaaterreaco.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qsGHdsde>.
Tudo mnKo barato.
ALERTS
Com o n. 43, a rua do
Queimado-n. 43
MAnMs do taeeco do Petic Friio.
ou junto h toft* (In Masuoiia
ChegiH m t C'heciifm '.
Lazinnuo 1. qnsdros pretos a 240 r. o eovado.
Ditas de quadros ede ciires a 540 rs. o eovado.
Granadiaede llstras, a parisiense, a-460 rs o co-
vado.
Poupelina de sedadn fuila fotes a if o c; v:,d).
Camhraia Victoria fina a 35000 a pe^a.
Dita tr?nsparent-; a 5$ e 2^500 a pe;a.
Lencos chinezes con versos a 1S860 a dnzi*
Cbaies de ctaita a t-scoceta, por ii am.
Chitas de eores a 2V) e 280 rs. o ct vado.
Brim pardo fino a 500 rs. o eovado.
Colchas para cama a 23 e 35 uma.
Lencoes- ^e bramsate a it.
Coberiaa adamasca-ias forradas a :)rf uma.
Mei Toalhas mnito grardes n 53500 a o'tuia.
Metins do iistras a 360 rs. o eovado.
"Madapoiio avariadi a 3iolM) a pe;a.
Camisas inglezas a"i& e '>& uma.
Dilas de crelone a 33 uma.
Aproveitem que estamos fazendo grande abau
mrnio, nuni-a meaos de 40 por o/Dto. yao-s-
amo.->trss com penhor.
krmtm fa es-
Unico deposito de cal br^n-
ca de S. Bento e Jagua-
ribe.
i\. 0 --(lacs do Raim s-N. i\
0 dono desie armazem de roateriaes contrau
am grande poreao cal preta, p.-la medi.ia dos foi -
nos, mediante ajuste, mandando bolar no lugar
competente, parr.ntiodo seriedade neste- negocio.
ofres de ferro
Vende-se era casa de Hawkes AC, a rna da
Cruz n. 4.
Chafariz de ferro
Vende-se em casa de Hawkes & C, a rua d,.
Croz n. 4.____________
Cimento Portland
do verdadeiro : na rua do Vigario n. 19, prirneir.
andar.
Sedas a 1^280 o covOdo.
Vende-se bouitas sedas de li^tras do Undas cc
res pelo baratissimo preco de 1*280 c vad
aproveitem que esta se acabando na rua. do Du
que de Caxtas n. 88, leja de Demeirjo Baatos
Casa e terreuos .'barato no Sal
I'OJIAK
Vende-se p^s de sapotas de optima qualidade
na rua do H.spicio n. 75.
Vende-se ou da-se saciedade, entrando coai
capital, n'uma taverna bem afreguezada para a
terra, e o motivo da venda se dira ao comprador :
a informar na iravessa de S. Pedro n, 10, taverna.
Vende-se
i casa da rua do Nogueira n. 38:
ara com quem se trata.
na mewaa se
Villa de Palmares
Vende-se duas casas nasta villa, una na rua
Bella e outra na praca da feira : a uatar eom' o
Dr. Antonio Borges Leai, aa raes Vende se um terteno no fundo do engenho
Cumbe, com 600 bracas em qnadro, e quasi todo
eoberto de matta, cujo foi dasmembrada do dito
engenho, sendo muito perto da estafao ie Cuiam-
buca. Vende-se a dinheiro oa a paaaacom ga-
rantia : quem pretaader, dirija-sa at/Bgkiho Es-
peranca, a ealender-se com a proprietaria, on no
povoadj do Hibeirao com o Sr. Manna] Archanjo
oa STlva Antunes.
"
E' barato
Tran^as de cabeilo
humauo, natural, eom nm etro de conmr|caento,
a 15* cada uma : so na tua da lmperatriz.n. SI
case de Odilon Dnarte Irmilo.
Asunicas verdadeiras.
Weas_
na raa do .Marauex
> vwta e^aaptuo
imda q, 54

m

f


Antonio Jose Bodrigues de-Souza, na tbosoura-
ria das loterias. a raa do Crespo n. C, venae sua
casa de taipae terrenos de sous sitios no lugar
do Saigadinho : a tratar somente com o mesmo.
Para admirar.
Popelinas tfe gosto o mats rodderaC qne ha, de
2*, por 1* o eovado. las de lindos padSes a 320
rs. o eovado : so a rua Duque de Caoias n. 92.


***<
\
>
*
i
. r
Biario vM ftraamlM ^Q^^ieira INfrWiTO 9& Wf*-
Ti"if in ii
.pi:
iazendaslinas
CordeirQ. Simoes < C.
K' esta uma daseasas que boje pode com pri-
wazia oiretecer ao cms fre^uaies. um varia lissi-
n isortimeato de lazandas finas para grande K>i-
ette, e berh'assinj para uso prdinario de Mbia as
iasses, e por precos' vantajosos, das ijuaes 'az um
aecmeno resumo.
Mandam faceadM is casai Am prelendentes,
uara u que teiu pessoai neces.-ai ki, o dad am..-Iras
iGedianie pe nhpf.
Cones ae scaa do Itafla* cfres.
Sorgurao- brancw, lizo; de tisiras, preto, ml
Setim Macao, preto u de cores.
Grosdeuaple* preto.
^elfndo preto.
<>r.-.nadine de seda, preta e.dc cores.
l'opelinas de lindos padroes.
Kilo de- s-jda, Itcimqe preta.
Mcas basuuinas de seda.
^tsacos de mcrin6 de cores, li, etc.
tf.iutas hrssileiras.
Ceases com ambrala hranca cora Kudos barda-
iticas c.jn-llas e maotas para uuivas.
!.i jv.iisiii'0 sortimento de "las com h'stra* de
eda.
C.-imhraias de e.^res.
Mas niaripozxs, brancas-, lisaa e hordada.-.
\M;:.(ueo di- lindos. patlri"**.
Saptistas, padrvc* -l^ic^do?.
Percabrs^ d o/iaqroSj preMs e brancos, lislras,
ic, etc.
firins de linho de Cor, ^roorir.^ aara vysttdos,'
c-.m barra e littaar
Iticos cartes de veti.lo de lmbo. em* d*
rcesma cCr, ultima mod*
itos de camr-raia de ojres.
Fustao de linckis cores.
>aias i'.Tda is para ?enaoras.
Carnisis bo.-Jadas para seuberas, de lmbo |-
< i^.i
Sortimento nV n*M r"a verdsdevra fafcric* de
nvin, par- H emeus e sebhoias.
''es'.ua-1 o.i-a ;nenious.
'''...- para baj!t:,o.
'-hapejs par* nuo.
1 oauias e guardjnapos adama r.para mesa.
L.jidias Ue U.
'jjrtinadtis burdarf-s.
Grande sorliment;, de camisas de liabo, iizas b
o rj;.,l.-.s, para hr.mens.
>ieia^ de cores v;'ra bomens, ir.eniao? e meai-
.i.:*> .scoceza".
ijmt'fyi limefltode chaoeos de sol uara ho-
utc! c .-e.iri'Tr.s.
Iferlsj '.,a *>; nsra vertraofr. i
t'-.:u oreto, iran-.ado e ''*: tie verao.
.niiilti de u'ou a al^odao para iu
Muaihailp pa-du.
Oain'asco ne la.
ins d >f-tim d? lindas cores com listrast
Onaies de tnnriao de c6fe e ptelos..
DiUkJ de i-^-ciiiir.i.
Uilos de setla preia e de cores.
Uitos di- toBipiim.
'amisas.de cbita para h< nieas.
i'.ias de ilaofiia.
ereulas do iii.Uo e algoda.
Paonoi de crochet para > fa, cad'eiras e confo-
S.eucos bordados e de labvrintlio.
">.it".h:is de c-roclv.'i.
! .ulauna da toi.vii.a^ rdrea.
Iticos fitedu ve>t^Jpe ds tarlataaa bordadoa
. ara cartes,
EpartiIbo< li-os, bordado?.
Fouiard de seda, liddas cores*
Ueias de seda para seiihoras e meniDas.
Uicas ;'aci:as de scda e !:" para senlniras.
iii,-o scrlinuiito de leijues de madreperolas e-
ISS (.
Eatoasco de seda.
^ase,nira ureta e de cC>re:
.;..-. :;.:. lapolao panno fino preto e. azul, col-
ar.uh'-s". pr.iih'iS de!i::!io e aJgfHlao, pravalas, lu-
as de Ee'de "Estonia, 'arittes fle-tudos os tama-
ah.'n. b'i?a* iV viavvni, |ici|os bordadw p;:ra h.>-
.i.i- us-, ic:)i; 'S .!c liitio tinuicoe de eaves, toalhas.
tuardas u< *, etc- =1('-
DA
Rua da tmperatriz n.
i
VIS i A
72
Mftim
;ha
me M>i<
I UIU n
K
las
V.:
-.tt.-n-
,.
MENBES GUIMARAES & IRMAOS
Acabata da fazer um granic nbatimonlu nos promos 'in su-s t zoii'
I ilendo a grande falta. que ha hojo do. dinli iro.v pir isirt creio qj o pm; i qliu
Icionad i ngra-.iard-no respeit'vol publico.
j CTL4.PE0S DE SOL DE SEDA A ifOOO.
"enlc-se chspeos do sol do scda para se-
Inhorase meninas a 4, ditos do alpaca fi-
' nos com 12 gsles a 45?, ditos de T.eriu6 duai corfcsa 5$, ditos de seda para homem
a G?, ditos inglezes com 12 asb.'S a 83 e 9??. i 32 400, e 500 is. o covado.
BHI.M PARDO A 400 rs. ALPACAS DE CORES A SOO UEIS.
Vend.-se brim pardo escuru a 400 rs. o| \onde se blpacas d^cores a 500, 640, J
1 covado, dtto do cores com quadi mhos a! 800 rs. o covado.
500 rs. o covado- GKANOfiS0RT1ME.NT0 DE TAVLTLS A 45-
CORTES DE C\SEMJIRA A 5. J Vende se grande sortimentode tapers para' de 4*000, 45.'.0>, 55000
Vende-se cortes de casemira de cores para tddosos tamaohos a 45>, 4J&5O0, 5J5, e 69
cal(ja a 55, e 6JJ, dilos de dita preta para ca >a um.
cal^a a 4JJ, 59, 69, e 7JS.
IiJ.t CIUPAFAO.
t!aq &A t
Una'da Imperatriz n. 60 j
para hqlidar
Gtunadina urcta a SOO rs. o
covado.
0 Pav'o vende granadina preta e lavrado
pelu b8ratu pro^o de 600 rs o covado.
,i^ 'ALPACAS FRLTAS A 500, 6V0 E 800 RS.
0 Pavao tern um grande sortimento de
alpacas prefas, que vendea 5)0, 640 e 800
he's para cadeiras a t3^00!rs: covado. assim como grande sorti
|mento de cantOes, bombazinas, princezas
pretas, murinos, e outras muitas fazendas
proprias para Tuto.
CAMBRAIA VICTORIA A iJJ'OO, 4JS500,
- 0J0OO E TCOOO.
0 Pavao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e trausparente com
8 1/2 varas cada per^a, ptlos baratos pre^os
CltOOO e 7i0O0
n
"UOCHLS A IC500.
Ven le-su croc
cpda U'u.
LA/^LMIAS A 200 RLIS.
Vende se liizinlias para vesiido a 200,
BRIM DE ANGOLA A 29 0 CORTE.
Vende-se cortes de brim de Angola para ,
i rnliv. a 29, dito miiito finos a 39-
I ABERTURA.S PAILA CAJUSAS A 200 BEIS.
Venie-s-e aberturas para camisas a 200 rs,!
: ditas niais finas a 400 e SOU rs. ditas de |
esguidos 19, ditas bordad.s a 29.
CUITAS A 240.
Vf-afe-se chitas para vestidos a 2'0, 280 .
n 3~2'J rs o covado, tern escuras e Claris.
MADAPOLAO A 30.
| Vende-se pegps de nwd.polao enfeslado a :
j 3iJ, ditas de dito inglez a 45500. 5#. e 6. I
,'.r.K'ie ditoftaucuz lino a 7c. "~-00, 8f' >
; aw. '
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA EEITA
NACIONAL.
Calgas de riscado pnra traba ho a IjiOOO
e 19400.
Cn.cas de brim pardo a 19000,29, 2?00.
Calgas de brim de Angola de c >re* a 29
e S9.
Caifas de casemira dtj cores a 1,9300, 6
a pec,a, sssim como, ditas de salpico bran-
co, a 7^000, e" pechincba.
CAWSA'S FRANCEZAS' A 2AOO0, 9500
39000 ESfSOO.
0 Pavao vende um bonito sortimerUo fit
camisas francetas com peito de algdao, t
2C0OO e 29580. Ditas com p- ito de linln
, de 39000 a 69000. Dims bordadas muib
i finas de 69010 a 109000: assim cotn<
fgraude sortimento de ccr.-ulas de linho e d
laigodao, por pre^qs baratos, e tarabera ten
completo sortimento de pucbos e coOariiiho;
Calgas de casemira preta a 39500, 595018 [tauto de linlio como de algodao., por pre^"-
.7s 'cm conta,
PalitoU de riscado a 19. COR'fl.WJOS BORR.ADOS TA!U CAMA f
Paletots do. alpaca de 'ores a 25. j JaNLT.LaS, DE79ATI:' 259000 O.PAR
Paloti ts d-e a paea preta a 3v, 35.00, f. O Pavao vende u;n grando. scrtimenio d*
TfiATAM-ENTO E CURATIVO OAS MQLESTIAS PROVENIENTES DA IMPUREZA DO
SANCUE
PELO
55.
!fi
U BAMTEIM
inimigo aoerrimo a carestial
NA
Ri;i Priffw de Marco h. \
Outr'ora riw do Crespo, !?ron-
te arco do Suto An-
tonio.
I BAPTlSraS, temos grande sortimento 'drsta fa
z*n.
: o covado.
ALCAiSIANAS de booitos de3enbs e cores fi-
x apreciar.
"MKTINS tra^cados, fraaceze5, fazen^a superior
i f. de booitos fostos, a 240 e 280 rs.'! -Quern riva-
jfea ? I
yiliTAS de boas gostos-e de cores Osas, a 2i0.
| LAZINHAS escocezas, psdrSes bonttes, a 180 e
>^-00 rs
A' rna rto Ca^wjfsra o. f A.
Os propwitarios-da ITedilecta, no iatuito
jam -gnu: utriu oi^aiwa (icr*w stcicu*uc^ uic^auiu
daqaeHes paiies, vi&o aproximar se 0 tempo d
testa,-era que 0 belio sexo desta linda Veim
mass estcnta a rinuoca da suas twlletteg ; e co
conservsr 0 bum concetto que teem mtrecido dc j
respeilavel publico, distingulndo 0 seu estabelecj-
mento dos mais que negociam no mesmo generc
veem sirttntifiear aos seoe bons fregueees que pre-
veQimn-osseus correspondentes nas diversaapar-
caa d'iiaropa para Ihes enviarem por todos os pa-
quetes 0* objectos de luxo e bom osto, que se-
m msi: bem aceilos pelas sociedades eiegantos
d*j
eneaa
riquoca de suas tolletieg ; e co
aao ja recebessem pe!e paquele francez diverao
artigos da ultima moda, veem .pelentear alguas
I'eawe elles que setornam mais rfCommeDdaveis.
esperando do respeitavel publico a cotumdt
^Bsurrencia.
Aderecos de tart?.ruga cs mats undos que tee*
vjado ao mercado.
Alfcnns com ricas capas de mtdreperola e d
eltado, sendo diverse* umanbos e baratos pre-
0-9
'orliner!os bor lados, propnos para cama ?
janelks. paid baralo pnv dt 7-;n00,800o
11>0<>0 ate 25500O, a-sim r-mo : cnl'
e d l.I'juu cada uiiki.
BRAMANTES A 19HOOV 29000 E 29500
0 Pavao vendo bramantos para le*iQ6es
d|tdo tO palmos de largum, sendo 0 dt
d'oulao a 1580O e 22000 a vara, e de linn.
a 29400, 2c80.0e 39000 a vara: e peabin
dha.
rrande pechl. eha a 4^000
e5#G00
OORTES DECASEM RA.
0 RavAoracelieu ume ^rand porfao de
cortes.de caeirneras derosres para cal^as. e
vende pelo baratu pivco-de 450 0 e 59000
cada corte, na ru-. da Impeentrtz u. GOTiloja
de Felix IV-ferra da.S+Wa
ESttliRALDINA A 800 RS.
Eharafo.
V.nde-se u:n poqu-nosi io perto da esta-
.a.i ii+) Sakadinhit, twido Ha frente 150
yulmosi >.' le fiindiis mats de quatrocentus,
n>n ii(i)4 'loiiaute itasa d 'aipa.. acabada de
Orujim !.- n assoia It, loft>l > isal s. 2.
,na:\..s <-. : riiiiiu lura. 0 n-.rreiui e pro-
prio it.li:im la tdantacons, tondo nl^'um-s.
-rv.iiv., ;-, :iur;u, agji do habor e tudo cer-
.ad'i.
! ara var c mais expli a.;'"1''*, no mesmo si-
pro .
, pre 400 rs. -So no barateiro
CRETON'ES cscuros e claros, faz ? 400, 440 e 480 rs. o cowado.
POPELfNAS de sedate linho a 860- I*; apres-
sem-se a nandar ver.
; DITAS do lini-.o e aJgidao a 700 e 800 rs. o
' covado.
i BRIM pardo trancado a 2C0 e 280 rs. o covado.
ii So do barat iro I
DITO de cores, fazenda muito boa, a 500 rs. <
- covado.
* CaMB*AIA traasparente e Victoria a 3*300 e
. :^00 a peca Aoode-tem ? No barat BHAMANTE de linbo-de duas larguias, 1*200
' a vara ; admira ? e esacto.
ESGUIjiO de linho e aigodao de 40 jardas, por
Si*0001
DITO de linbo pure;*8j a peca. Ao barateiro,
IH'.OS.
Sntoes de setim {ire'.o e ae cJrs6 para omato-de
^sstidos de secbora ; um:.;m-tera para ootiet*
piiiitot.
fioisas para sen!:oras, existe um bello sortimeu-
de seda, de paiha, de chagrtm, etc., etc., pur
bsrato preqo.
Oonecas de todos os lanwnhos, tanto de la<;i
aaaio de cfira, de borracha e d massa ; chaaa-
ir.os a atten-.ao das Exmas. Sras. para este ar;jgo,
pois as vezes tontzm-se as criaucas um paooo 'lie-
ptctiucuies por felta de um ebsecto qate art -eo-
iFatenham.
Camisas de iisho lisas e com peitos bordaio
pira hoDiem, veodsm-so por preco commodo.
CerouIa de lioha e de algodao, de diversos pre-
roe.
Caixinhas m O-Bavao recohou ism licnuo sortiaw;rit'
das.maia Ir^nntes esineraUUiias com Ustras
:de soda, K-ii-io fin icr*s. e. pyidroes as mais
iiov,BS.4..ue temvindo ait mercad't, |ty*j)rias
para vesliiio>, e. vt-nda pelo.l>aratissiio pre-
qo de,800TS..o covado, a rua da lmperatrii
n. 0,0.
C Pmuo qibmna os artigos
seguwtcs;
Cortes (iecombraiatiranca, transpw>eute,
coin enfettes bordados Dits.Kxiosibriaocoel* ndadtos a t2#9O0 e
159000.
ARROBEDEPURAIIYO DES .LSAPARilLHA, CA-
ROBA E VELAME
PREPARADO POR
BARTHOLOMEU & C.
Pharmacenticos dacasa real dc $ II. F. El Rei de Portugal
Premiados cm divetsas exposigoes com o premio de sua classe.
A sat'ide e" um bem inapreciavel, cuja importancia e valor so esli reservado ao enfer-
nio avalial-o E'incontestavel quo o homem neste mando e constantemente, epor todos
os lados atacado por uma inlinidadc de agentes morbidos, que todos tendem, dadas cer-
tss o determinadas circumstrancias, a alterar o regular exercicio das funccoes organicas.
rcsultando desse desiquilibrio o que se denomina mole.-tia.
A moleslia nao e mais do que a desvirtuacSo das forcas vitaes, occasionada, sogun-
do as investigar;oes a experieucias dos mais ababsades mestres da sciencia, p la deprava-
cao dos humores geraes, consequncia da aecjto maligna des*es mesmos agentes morbi-
dos introduzidos no organismo pelo ado da respiracao, pela vj digestiva, ])elo contneto
immediato, itc.
A syphilis infelizmente tem sido apartilha da liunanilad-, e como e T6ra de duvi-
(].t que essa terrivel Prnteo da medicina e uma roolestia bereditiria, ellatem sido obser-
va.la em toJas as ideas, e debiixo de todas n* suas formas tao varitd/ts, Wrfraqa?centlo
6dislituic6es robustas, produzindo muiilacoes n co tando ainda em tlor da idade vi las
precifsas.
El minar da economia' e:ses principios deleterios, epurificar a mass:> geral dos hu-
mores tem sido desde tempo immemorial o (im constante da medicina, e osdeporativos
Bgavam em primeiro lug.tr para pruenchcr esse desidtrato.
E' de preferencia no reino vegetal que a sciencia aconsellia quedevemos procurar as
=ubstancias proprias e depurar o organismo, eliminando os principles novicos a n6de
Ipelo atlgmeiiti das ieerec,6as naturaes ; e que p~>s$am ao mesmo tempo neutralisar a tin:-
s, philitico, ainda qumdo este virus jd tem feito erupeao no exterio" debaixo de sues mul-
tiplicadas form*s. Os grandes e incomparaveis depurativeis vegetae* ncOBeguem
muitas vezes prevenir os estragug da syptiilis, quando por ventura se acha ella ain-
dk.no cstatlb de incubacSo; isto 6, sem se ter manifestado sob formas externas; benei-
ficio intom^.travel, tauto mais porque neste estadu os indivi b.ns igooram ompletamjn-
te se tstao contaminndos por esse terrivel inimigo.
Felizmente para nos o recurso prompto e sem igual para combater virus tan drtew-
rin encontramosem abundancia em nosso .uberrirno solo, uessa rique/t inv-javel de es-
pecies do vegeMies, muitosdos quaes ainda tiio pouco onhecidos e es'.udadoscom pezai
o dizemoS'..
Nos mereceu a prefercne a na grande variedad.; do plant i do den iralivos qua paa-
suimos, as tres plantas bem conhecid^s no no so pair ;a Ctrobi Jacarandi proe; ru
de Sprengel, dafanilia dts Bigoniceas; -o Vehtne cro'on campstre, deS t. HU ; da ta-
milia das Eupborbiaceas;o a Salsaparrilba -Smilax syphililica de Runtte, da familia
das Asparagineas.
Extrahindh s6mente destes t-os importante vegotaes os princtpios nwdtkannent-^sus
pelos j;rocesos mais apvrfeicoad s da sciencia moderna, conseguimos rennil-os em um
comp sto agradave", e de facil applicaQao, cujas propriedades para a curt ds gran ie serie
das moles'iassyphiliticas e to las as que proveem da impureza dosai.gue, nossos astudos
e repe'.idas experiencias nos convenceram serem incomparaveis, as que se le-n obtido
comemprego. nas differen.es formulas conhecidas, dos principios de cada um ilaquelles
yegetaes da per si. Nao precisamos djscrevertao importames plantas, faz:r eonhecklas
>araJyiro CM1 <^sticos ai& -ampa.- e proprtos para preaen
'n^sss^sgeUienda superi r a Mv*<>^* p- ** *
ROTINAS para senhwY., muito superiores, a M
e 45500. P4 aqui.
TOALHAS alcochoadaf a 4*500 afflfMO a du-
lia. a elias, a ellas
im quatquar bora r.
.in rrai!'!-f.j T-rrrt,
i i(ana d $ luti;i-!as,
a. 6.
enti-n l^-r-se com Tris-
f |iara tratar, na the-
lui I de M ir^o
CORTES de cretcn fraacez, bordados u*o00
:| e 65 I
' Ditos pre custou lo*.
SORTIMENTO de chap4o> de sol de soda a 7*,
! 8* e 9*. Venbarn antes-que se acabem.
DITOS cabo de marfim de superior qualidsde,
i liaoOO, para aeabar. j
DITOS jara senhora, a.3*300 I Seajpre cus-1 Pre?-
iee.
(Jiapdos para MBtora. Recebsrcm um sorttaient.'
da altima moda, uuio para senliora, como pars
f&eainas.
Capellas simples c com veo para noivas.
I t^alijas bordadas>ixirr. raaolaaa.
Entremeios esUttsipadus e bordados, de l.ud.i
*e# Escovas e!etric;; para denies, (em a proprie-
dads de evitar a carte dos dente*.
Franjas de Mia pretas e de cores, txi.-te mi
-aade sortimento dt diverc-as larguras e baratc
Lazinhns
n a.elles, a!' ^? *e fria- ^^^trSo. de astime de cba- j
el\& \ j I GRANDE queima para acabar de camisas fran- j ** ^ gorgarac m..ito lindas ___j
ipf-zaseinglms, por todo onreco a 17*. *8*, 20*,' ***** *ruUc.ats Predtlecta prima em con- ,; enfeites bordados, de cor, com figarino a
-"" "">nre um bvi.o e grande sortunento des-1 ^n Ditos-awito ricis a 26900t'
Bonitas laosialias para vestidos, can lis-
tras de seda, covado a*00 rs
Ditas dhas transparentes o de muita fan-
tasia a 50fl 6 40 e 80# rs..
Cintos de tetim d todas.es cores.a ^!JO00
I'uiiUus-com gi.dlintia.s (1- esguiao a 500 rs.
Svdinbas de cores, si ndo de listras e la-
vradas, com toque de rRi.fo a 19000.
Ditas de dita ditas sem mofo a 19600 a
29000.
Diversas lansinhas para vestidos, de 2A0
ale 500 rs.
Colcbas de fustao brascas para cama a
2r500.
Ditas de dito de cur a iCi (id.
ambraias Irancas, abertas, para vesti-
dos, corte.aS90G0.
Cortes de cambraia bra^ca com bonitc*
200
a .\jv rs. o covado.
So na tua do Queimado n. 43, junto a" \c\
la Megnolia.
Cboguera., venham a ellas !. .
Laziobas (te qnadcinhos ;i m"da escoceza pa-
drSps r!".:!'" rhw|fw. pritpria para vettH .- ', <-
nliocaa < uiemuaa. p*lo duaiautu preco de io") r*.
o civadn
Sua '::. Iija de Gaerra i Fernan !es.
Dao-:e aim aw ci m pe h r.
! 30*, 3b'*,"40* e 48* a duz a. E' no barateiro que
, (era.
orvar sempre i
as Co:es, nao so para eafeite dos c^bellos, come
vestido de noivas.
de seda, trancos, pre
Grava'.as de seda para homem e sechoras.
I^acos de cambraia e ie seda de diversas cores
para aeanora.
L Uuiva.
livros ^iara ouvir miss
crm capas de madre ,
peroia, maram, 6s-u e vetludo, tudo quo ba dr | *''"
bom.
Fillulas Catharticas
de Ayer.
Para todos os effeitoa d
um reznedio laxante.
Nao ha segnramente, nn
remedio tam uniTersalment*
firocurado como um cathar-
tico on purgante, e nenhum
ontro tem ?i todos os paizes e por todas as classes, como estas P1<T-
l.AK, snaves mas efficazes. A razao t evideote, formio
um remedio muito mais certo e emeaz que nenhum outro.
AqueUes que os teem ensaiado sabera que se teem curado
pel^ seu uso, os que nfio 06 ensalarEo eabem que seu9 amigos
o vUtobos ?e teem curado, e todos conheccm que o resultado
lirado uma ve^.se tirara todas as vezes, e que as PIX.ZU- "a VjCtJna n. 2,
I^tS nunca falnio por consequet.cia d erro ou negligencia
r.a ua composicao.
Temos milhares sobre milhares dc certificados referentes as
distinctas enras que hao eflectuado ostas pillnlas, nas molas-
tias que em seguida menclon*nos< porem sendo taes cures
conhecidas em toda a parte aonde teem penetrado, des neces-
-2,-0 ( publica 1-os aqui. Adoptadas a todas as idades e a
todas as condicoes, em todas as climas, nao contendo calom-
flano ncro ou'tra qualquer droga deleteria, ellas podem ser
tomadae por qualquer pessoa com toda seguranca. Sua
c.ipa d'atsucar as conserva sempre frescas, e as toma goeto-
?as ao palladar, sendo tambem piiramente vegetacs, nfc
dem resultar eneitos preiudiciaes se por acaso forem torn
cm qoze desmasjada. 0 papel que serve de coberta pars
pada vidro leva direccoes minuciosas com relacfio as sccuin-
tes inoJettiasflu as PJLZ.UZ.Af) CAIJZAMZICAS rapi-
damente curSo. Para a Zh/spep*ia oh IndigeHao, Dis-
ptteencia, Zsinguidez, Fait* *e Appetite, devem ser
tcmados em dose moderado. a Urn da estimular a #8tomngo 8
nftablecer suas funccSos saudaveis'.
P^ra as zteenea* do Flgaio t seas diversas symptoms?
t}fai Biliatat, Bor de Cabeca, Icttrlcia, Sol-
ico Bilioio, e jfebret BUioiai, dertm se tomar tamberfl
moderadamente m cadd caso, para correger a accfto vlcjada
*u remover o obstaculos que a caus&o.
Para a Dyienleria ou Diarrhea, 6 geralmente bastante
juma dose pequcna.
> ''\JilunimatUmo, Gotta, Arreiai, PalpitacSo dm
CoracSo. Ztores nas ilhargan ou coitus, devem ser
tomadas continuadamerjte, ate alterar a accao dos orgaos
disre^alados, de sorte qua molestia disappaieca.
Para a ZZydropesia e ZnehaeSin Hydropicas, ( preciso
tomo. 1-as frequentemente e em porcoea assas grandos para
produzir o efiejto de um puraativo drastico. Como ZHgts-
Hvo para o Jemtar ou comida, toma-se uma ou duas para
promover a ilijeatio e ajudar o estomago. Uma ou duas to-
wlas de vez em quando, cstimulao fiu estomago a obrar sau-
lavelmente.
Qualquer qua se aofaa rejniarmsnla bom, tomando uma
ou duas d'estas pQlulas se aenara, mui'tas vezes, decidida- j
mentt milhor, por razgo que enu paiifii'wn e restaurao o '
apparellio digeit|To.
PSITASASAS FOB
J. C Ayer & Ca., Lowell, Mass., E,V.
VENDE 8E POR
nmguem.
i CHALES de casemira com listras, o mais mo-
Uefno que b a 3*500 e ip, fazenda que custa
""em qualquer parto 6/. t'enham a elle? antes
': ipjc se acabem! I Ao om torn 1 ,
.' Alem destes, outros muitos ;rtigos que deixa-
{;:.* de es.ecilicar para nao massar nossos fre
>. mas estarao patentes vista d s comnra-
\tma. Avista-do expost llcamoa convictos de Pentea de.-tartaraga e nwfla) para abaar os ca-
de boas fazendas dot-. DeHos ; teem tambem para t:rar caspas
; Port bouquet. Um beilo sortimento de isaare-
i peroia, marto, 6sso e dourados por barato preco.
Perfomarias. Neste ariigo esta a Predilecia bem
i provioa, nao at em extractos, como em oleas e
banhas dos meihores odores, dos mais afamado.'
labricantes, Loubin, Piver, Soeierir.de Hygienica,
Coudray, Gosnei ^ Rimel ; sao iadivpensaveis para
a festa.
fiaias bordadas para senhora^ por eommoic
preco.
Sipatinhos de la c de setim bordaaos ,para bap
tieados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sortie,
mento de diversos tamanhos, tauto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para; baptisado o que ha de meltaor
gosto e oe mai* moderno s recebea a *sdtlecta
de or ar.to prejo, para dear aoakaace
qualquer bolsa.
Rua do Cabuga n. 1
33000
Pe^asde.madapplao com pequeoo toque
de avana a iiaOO.
Ditas de algadaosinbo muito encorpado,
com live toque de avaria a i-ioOO.
Madapolao eirfestado cora 12 jardas em
perfeito eslado a.34000.
l"^as- de madapolao com 20 jardas a
guas virtudes; ellas eseusbons eff-.itos medicamentosos jii sao bem eoottcidos, querem
hosso poiz, quer na Europa, on-le abalisados botmico; c distinct is inedjos s? teem del-
las occupado, e mesmo estcs ex^criinrntado com optimos resultados no tratimcnt > >U
muitos pedecimentos.
0 nosso Anobe depurativo de Salsaparrilka, Caroba e Velame tem urn sab .t
agradavel, a sua acijao e suave o Irnigna e de nenhuma firma pr iduz mohjstias medt-
cameutosas, como acontece geralmente a todos os cimpost.is em que entrain anhatane as
miueraus corai mercurto, o iodureto de potassio, etc., :ujo uso prolongado e sempre
para receiar, principilmente por que trazem grandeallracaodo sangae, resultando deste
eslado muitas vezes hydropisias, quasi sempre funestas.
Sendo asmolestias, como acima dissemos, devid s asaitera 6es dos ha meres, o i'--
robc Dcpulativo de Salsaparrilka Caroba e Velame pude ser empregado Tafltajosaroente
na syphilis, irisypelas, rheumatismo, b6bas, gola, dures sciaticas, ulceras chronical,
gonorrheas rhronicas, molestias da pelle, etc., e em gcral em todas as molestias em
que se tenba em vista a purifi';aeao do systems sangaineo ; pois qua nos as conHaotes
experiervcias tem feito ver-, qne elle e indispensavel nos casos gravissimos para miaorai
cs soffrimentos e prolong ^r a existencia, e nos menos graves a curn e a consequenci.i '!:
seu uso convenientemente prolongado.
Assim, pois, nutrimos a convicQao de que o uso do nosso novo preparado justiliqu-
cabalmente as nossas asseveracoos, porque sendo medicamen'o parameDto de prin ipi -
vegetaes, nossas experiencias ate hoje tem conlirmado sua atilidada. ,
DEPOSlTOCErUI.
34.Rua Larga do Rosario.34
PERNAMBUCO.
I que visitarem este grande estabelecimentc
I que se acha abcrto desde as 6 borss da m&-
\ nb8 ate" as 9 horas da noute i
j Rua do Barao da Victoria n.
22.
.qua virao lazer acmisicao
jpoucs preco.
I Ao barateiro !
Na rua do Cresfo n. I.
Augostinho Ferreira da Silva LealC._____
Salsa parrilha.
i .'iWv.! remessa. excelienie qualidade ; vende3
,na rua do Vigario n. 1& 1 apdar.
Para kplisados.
Amaral Xabuco & C. vecdem vestimeota com-
plcia de cambraia de algodao e de linho, tiorda-
dose enfeitados ; toucas ingtezas e francezas
sapatinbos de eeda e rfrmim liordados ; cba pre-
to e verde : no Bazar Victoria, a rua do Barao
, -T- Vende-se a taveroa da rua da Concordia a.
liC : a tratar na mesraa.
Vende-se 30 passaros bons cantadcres, sen-
do 2 optimos sabias, 2 bicudoa, 6 cari6s, 18 ca- j
canaries, tntre elles ba bons brigadores, 1 pata-
liva e om bigode : as pessoas que tiverem gosto
por passaros aproveitem esta occasiao : na rua
larga do Kosario, no 3." andar da casa n. ?6.
v'enle se o deposito da rua de Thome de
Souza. antigo becco da Lingoeta n. 12
r. mismo de^visito.
(ra 4m eMtaiuiRto d'urelra
pela facil applicar,ao das
SONDAS OLSVAES
DE
a tratar
GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeicoafJas de todas
\ende-se um esccavo cozinheiro.de idade
dp 30 annos, sadio e sem defeito : no pateo de
S. Pedro n. 26.
hao francezas
0 Barateiro sempre quefma.
N. ^Da Hrimeiro de Marco N. I.
' v QZU'oia rna do Crespo,
Grande sorV.'^e^10 de botiDM Para homem e se-
nhora. teado diveK*0>N<('tto8* lodo8 0B numeros e'
por precos aiada desc^^*8,^0 f C*JVrato "ne etaeot0 PoRtand Pto a'enda no ar-
homem 65 e 7*; para sen^01'* e 5* a t)arat0 maaem da bola amareUa, travessa da rua do Im-
as conhecidas
NA
PHARMACIA E DROGARIA
Bartholomeu & C.
3i~ Rua larga do Rosario 34
f
prova
e bom convida o barateiro
Ao ralcado fra:,cez
loja
___________DO BARATEIRO
Livro^ baratissimo
Vende-se
torios
n
i perador, e o melhor qne se enccntra no mercado,
'attento o competentissimo testemunho do perito
Jestucador das obras da igreja da Pinba, bem como
,o do exlmio engehheiro qne dirige aquella por-
|teDtosacons[rDCJ:in-
I
JCyt..
Luvat de pellica^Do 1
uede para homense
alguns lirrcsd direito," prapara- Urnh.^8-Fo{?<> CaporaL "ielas o^.fl; ?* ^
orios e litlerata-,, em portuguez,francez ei icglez :' de e' t***v- \eD.^se no Bazar Victoria,. :Qa ao
iarua ^c?>,aD ,i,|0ja de/cias. Bajjo da YKVm D.2.
Brim pardo para roupa de homem e me-
niiKX, covudu a 400 rs.
CoLerlas de.cbiVa para cama a 2f>300 e
3O0Q.
Bramante de littbo com 10 palmos de
lagura, vara a 2,)G(G\
Atoaliiado com 8 palmos de largura, vara
a i-Sooo.
EspartHbos branccs e de cores a ii> e
5)JOO0,
Cortes de casimira a 4j5'e 5)5000.
Extraordina-
ria baraleza.
%m m Barao DE
Carueiro Viauua.
A' tste grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machines para
costura, de todos os autores mais acredita-
'dos ultimamentena Europa, cujas machinas
! sfio garantidas por um anno, e tendo um
! perfeito artista par8 ensinar as mosmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
. anno sera de6pendio algum do comprador.
Olfcazar quereado reduzir o dfposuVque tem de iazendas,' P"fl 8S mesm8 f^!!,.8! SUpFP:e.aq!fi"
resolveu vender os seguintes artigos com grande: quer pe$a que seja necessano. tstas ma-
reduccao te preQos, a saber: cbina6 trabalham com toda a perfeica de
Us pBra vestido 'da seahora, de 500a 520 rs. o 'nm e dous pospontos, franze e bordi toda
DitaSfte 640 a 360 ra. o covado. l*!2: Tl'l^i \^LS S. T
Ditas idem de' 800 a 300 rs. o covado. precos s8o da seguinte qualidade : para tra-
A'paca9 de cores mnito largas, fltia?, com listras, balhar a m3o de 305000, 409000, 45JWO0
de 1*400 a 700 rs. o cowtfo. e 80JOO0, para trabalhar com o pd sio de
Sites de 2fflSo'C0vaTd- 809000, 90*000; 1009000, 1109000,
DXiimiumoZvi:^. j 1209000, 1309000, 1509000,2009000 6
Popeliiias de 1*600; 1*800; 2* a 8C0 rs., 1*000,! 2509000, emquanto aos autorea nao ha al-
1*200 o covado. teracfio de precos, e os compradores poderio
ueton para vestido de seahora.
Meias inglezas para senhora, de 12a 6i a duzia.
.Magnolia
Na loja da Magnolia, a rua Duque de Caxiaa a.
j 45, encontrara sempre o respeitavel publico um
I completo sortimento de perfumarias finas, objectos
j de phantasia, luvas de Jouvin, artigos de moda e
I miudezas finas, assim como modicidale nos pre-
j cos, agrado e sinceridade."
Anneis' etectticoa
A Magnolia, a rua Doque de Caxias n. 45, aca-
ba de receber os verdadeiros anneis e voltes .-!t-c-
irieas, propriob para os nervosos.
Meios adereqos
A Magnolia, a rua Duquc le Caxias n. 4*. re-
cebeu um completo sortimento de
Meios aderecos de tartarup
Meios aderecos de madre'
Meios aderecos de seda I
( e de muitas outras qualid?'
Botoes d.
A Magnolia, a rna Dnqu.
para vender os modernos I
para vesiidus.
Golinhas e punhos
das mais modernas que ba no mercado ; a ella*:
na Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45-
Lencos chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena quamidade de lencos de seda
chinezes, com lindissimos deseahos, fazenda intei-
ramente nova.
Leques
Lindo& leques de madreperola, de tertaruga,
martim, de osso, e de muitas outras qualidafles
recebeu a Magnolia, 4 rua Duque de Caxias nu-
mero 45.
a.
os, (rjltimi
ICO
Caxias n. 45, tem
s de aco, praerios
visitar este estabeleeimento, que muito de-
GroiKnaple^retdl)oTT*^0,ur*fOO.e*2# o cova- verao gostar pela variedade de objectos qua
do ; de todo se garante a boa qualidade e e9- ha sempre para tender, como sejam : cadei-
..u*>- t i ras para viagem, nvalas para viagem, cadei-
Alem destes objectos acaba.de receber, um com- ^ i ^itt j hi.nro ditaa nura
pleto sortimento de selim de todas as c6res, que ras P818 ,"*' a8 ae DStanco, ana* para
vende por limitado preco, e assim muitds outros' cnanga laltas), ditas para escolas, costurei-
ariigos de moda, como sejam: easacos de seda,' ras riquissimas, para senhora, despensaveis
casemira, efcapeos a madama Angot, bornous, pa Criancas, de todas as qualidades, camas
grampos para cabeca de senhora, e sedas com lis-1K um ;-. n.n.hna
tras para vestido de senhora a l*fi00 o covado. j3e fe" PBrfl hJomem e cnancas, capachos,
;r--------.-------j. -. ,-------r;------r; espclhos dourados para sala, grandes e pe-
1\yjli||aS, LUUlUfftS ft BeWtfllaS qoenos, apparelhos de metal para cbi, fa-
[queiros com cabo de metal e de marfim,
LilOjTIBUiS. [ ditosavalsos, colheres de metal fino, condiei-
Pedro Emilio Roberto, com loja de inst. umeatos' ros para sala, jarros, guarda-comida* da-
de musica.i ma do BarSo da Victoria n. IT, temVame, tampas para cobnr pratos, esteiras
i"sftssa^?S3aaKas: i"*. ^*?.
si?"o do fallecido Lftfttso dos Santos. PregTde sples, objectos para toilette, e outros mm-
cada exemplar 1*00 tos artigos qrje muito deiyeraagradar a todos



Atten^ao.
A loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias c*
45, acaba de receber os seguinies artigos :
Manual de madreperola, tartaruga e marfim.
Ricos album com capa de madreperola, cha-
grea, madeira, velludo, couro, eic
Lindas caixas com fini-,sima? terfumarias.
Ligas de seda, brancas e de o res.
Voltas de madreperola.
Palseiras de madreperola.
Ricas caixaa para costura.
Vestuarios para baptisado.
Toucas e sapatinhos de setim.
Modernos chapeos de sol de sed i para senhoras,
Lindos port-bouquets.
Gravatmha* de velludo, etc, eK
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de xias n. 45, re-
cebeu am Undo sortimento de 1/ >s de guipnr*
de cores, aproprudos aos vestidos hiques aa ac-
tualidade.________________________
Bacalhao de N iega.
Acaba da chagar um pequei de caixaa
deste desejado bacalhao : no ca .. alfapdega,
armareai de-Tasso Irmlos 4 C;
I


1
\
'-
^

8
ASSEMBLEA CEBAL
CAMARA DOS S!tS. DEPUTADOS.
DISCUSSiO DA FALLA DO THRONO.
(ConUnuagio.)
Senhores, se o soberano pontifice era sua sa-
bedoria e suprema autoridade, aniraava os
bispos nesta resistencia, haveis de compre
nender qua nio ha rauito de pruiente.de
sensato ou no processo intentado aos bispos,
que obedeciam & autoridade suprema em
ZHario de Pernambuoo Quinta feira 2 de Jutho de 1874.
reduz-se, pois, todo quanto o ministro es- ou mesmo do unirarso nio tarn
Phante ilT*? dMd? r ""^.^lede recorrerTmlfo, r SonS.
Inante carta nio apparece, inchno-me a' dos.)
Ihante carta nio apparece, inclino-mi
suspeitar de que Ss. Exes, tomaram um co-
dilho. ( Hilaridade.)
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) : Era preciso que a
santa se" jogasse o voltarete. (Coutinuam
as risadas.)
0 Sr. Ferreira Vianna : Senhores,
eu nio coroprehendo como, seudo a carta
o triumpho diplomatico
necessi
(Apoia
JA hontera quiz protester neste sentido
contra o hoorado presiiente do conselho
pnraojro responsael da adrainistragio do
estado e desta questio religiosa, pela espe-
cie de irooia com quo trata os catholicos,
aconselbando-lhes prudencia diante dos seus
bispos encarcerados, isto 6, pedindo nos
que confiemos nas leis, enoquanto que elle
parece sd conQar na autoridade da forga.
porque probate a minha K. e seja um defsantuario, que
seus raais inclytos confessores e martyres, linens vedou a*
.<* do gabinete de 7 l
bdnLTr,tua,.'c,uem'rsol''"ardaquel- <* marco na questio dos bispos, o nego- (Apoiados.)
ie aonae dnnanamas orJens, outras emsen- ciador deixou escapir-lhe a prova, e Bcou Esta situaran rf ahil .r. .
tido absolutamente contrarias, sem a manor em documento com que pufesse a todo o Enfretan i J lr n^LFLj!^
compensate, como dizeis, jdmittir lorap, satisfazer as exigents da opinL de?flca"2ri**^to^ il^g
da mis- reclamar no sentido de concluir paciflca e
honrosamente esta desagradavel pendencia
nio Ihi sera* recusado.
Tkixeira : A-
transaccio de especie alguma e sem fazer
eoncessio a mais insigeificante. (Apoiados.)
0 Sr. Leandro Bezerra :Isto nio
tem resposta.
0 Sr. Ferreira Vianna .Esta situaeio
nae se pode comprehender, a menos que se
nio faca injusto juizo sobre a prudencia
com que o soberauo pontifice dirige os ne-
gocios espirituaes de sen rebanho.
0 Sr. Duque-Estrada
poiado.
0 Sr. Ferreira Vianna:E se esta
observagio do honrado ministro dos estran-
geiros nao oos foi feita simplesmente para
tornar m;is doce a espinhosa situagio em
que esta- collocado, dir-lhe-hei que della
ainda mais rosalta a iniquidade do procedi-
'uento contra os bispos, e a injustice com
qua foram tratados. (Apoiados.)
Mais resaita ainda a impossibilidale de
se raanter es^a tao desejada harraonia entre
asdoas siberani-s : a espiritual ea tempo-
ral, disde que sio es bispos coliooados na
dura alternativa, nodil-mma torrivel de,
ou obedecerem A santa se, ou viren da au-
toridade da santa se" aos pe's do governo
para entregarera-se i vontade desto f.Muito
bem.J
0 Sr. Visconde do Rio-Branco |presi-
sidente do conselho) : Esta questao nio te
ve origem em Roma.
O Sr. Febreira Vianna:Mas, se n5o
eve origem em Roma, porque quereis io
santo padre uma palavra em cootrario as
outras de aniraagio aos bispos?
0 Sr. Visconde do Rio-Branco ( presi-
sidente do conselho):Inexactas informa-
goes...
0 Sr. Ferreira Vianna : Pego venia
ao nobre presidente do conselho para estra-
nhar que na posigio em que se acha, e ape-
aar dos oonselhos que tem dado d opposi-
gao, sem outra prova mais do que a sua con
jectura, lance a responsabilidade destes fac-
tos a falsas inlorrna^des prestadas A santa
se.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco :( pre-
sidente do conselho) : A prova e a carta
que S. sjntidade nos mandou pelo orgSo do
cardeal An tone Hi.
0 Sr. Ferreira Virnna ;Senhores, eu
nio li essa carta, e nSo 6* possivel formar
juizo seguro, por simples conjecturas. Aguar-
dem.l-a, ella deverd ser infallivelraeute pu-
blicada, se existo. V. Exc. sabe que os bis-
pos n5o costuraam esquecer as sentences, e
muito raen'js deixar de dar todaa publici-
.lade as pa'avras do santo padre.
Elles precisam dessa publicidale para
justiGcarer:i-se perante a consciencia cHho-
lica, pon(ae, senhores, ficai certos que a
mais plena justificajao dos bispos catholicos
e o cumpri-nento exacto das ordens que no
espiritual recebem do soberano pontifice,
' Muito bem la opposicao. )
0 Sk. GfsiiAo Lobo : Entretanto rece-
ijerem essa c rta e a nao publicaram ate
hoje.
0 Sr. Ferreira Vianna;P6de o no-
bre deputado asseverar quo o bi'po de Per-
nambuco recebeu essa carta ?
0 Sr. Oiogo de Vasconcellos : A carta
could no cousa muito diversa do que dizem
os nobres deputados.
0 Sr. GusmIo Lobo: -Logoexis^e a car-
ta, o nobre deputado a conhece.
0 Sr. Diogo de Vasconci:i.los :Eu a
Y\ nas folhas.
' 11a outros apartes. )
0 Sa> Feri.eira Vianna :Se o biepo
de Pornambucb, Sr. presidente, nao publi
CO" a cana que se -iiz haver recebulo da
.^aiila so, V. Eve. sabe que 6 porque estiva
autcrisado para isso
Se a carta devesse ser publicada immedia-
tamentc depois do recebida, o bispo, nao o
demoraria um moinento. ( Apoiados da op-
posirao. )
0 Sr. Ministro de Kstkangeiros : A
carta na" vinha com otdem de ser publica-
da, c sim do ser cumprida.
OSr. Ferreira Vianna :Mas, senhores,
digo, retorquindo : se o governo entende
ijue o facto do internuncio nesta cdrte. nao
fazer recUmagao alguma contra publicagoes
no Inario Official, e o do cardeal Antonelli,
em Roma, procedcr do mesmo raodo, ser-
vern p::a provar sua inten^ao ; e claro que
o i'act So nao ter S. santidade condemnado
ate fa j! o bispo de Per"nambuco e de, pelo
ont' >, dar-lhe testemunho de seu amor
. >i e nao apoiados ), prova que nao
'. :S')bediencia a" S. santidade, como
nobre ministro de negocios estran-
publica, inquieta com o resultado
sio.
0 Sr. Leandro Bezerra : Apoiado. .
0 Sr. Ferreira Vianna : ~ Senhorev N6s estamos disposlos
toqnUadrefl?e ?J>T! P*" 0^r 1 MO* "** iW*. tod. a boa fepara
brJT P a T" S'mI>,eS "^ re3u,Ud0- Nio tamos raotivos de des-
vra de cooseibo, de advertencu aos bis- avimo ; peb contrario a nossa crmfianrs
90S de Perrnmbuco e do Para", r pouco se robuaK* A ^S% oSo SS
mYniStrTdenSpierC',*J ? -** U?"*" qWr lraD9forma e se 2oSG ,n?SL
mimstro de negoc os estrangeiros disseque progress) vameote no sentido de
a influence moral de soa santidade era de
um grande alcance na queetie,
isso no a solicitomos.
ouvir nos-
sas qaeixas e de reconhecer os fuodamen-
e que por tos que temos rilegado contra o procedi-
mento impolite arbitrario- e rioleoto do
O Sr. Ferreira Via-nna ; Foi pedida !H questio como- en fij?urei ha um aue
"^t ? Fo^*s-n> ? .djocculto : nio *set ZZ
^"AYO.-rii* eoono do rainisterio^ nio tento dbvassa-lo,
ninistrio frf"?r *1 ~^8 T? ded"'q0e nio "e =>ntenta,m. nem
mss oPenel '**" "l^ ?"2fr "*" ^V" M
..1/f j- L- dib como exdbsivas da-missio Penedo.
guemequeencadeiajlb!osdo-supre- > nobre raiwstro de- estranzeiros one
rao pontifice para nio proArir essaspeJavras neste ponto, como em todos os outros,4foi
tio desejadas pelo minister, ? Se ette foi maie completo do que a nobre presidente
enganado por informacdes inex-acta* dos do eonselho, assim quandb tratou da-ques-
vessa temeridade que o di-tio jpridica, como-da dJploma'.ica.;.que
teve a franquezav que muito lhe agradece-
bispos, tal 6 a vossa temeridede
zeis, porque nio rectificais os factos" perante
a santa se", de modo que conheca a raanei-
ra porque foi illudido e poaha as coaaas
no seu verdadeiro estado ? (Apoiados.)
Abandonais o soberano pontifice, em imjm
questao que julgais de tanto aleance morati
a"s illus5es, aos engaaos, is inexactidoes de
mosr de mostrar-se desejose de que estes
negocios fossem debatidos na maior publi-
cidado-, nosdirii se alem dfcmissao Pene-
do autorisou-se outra occalla, reservada:
sobterrenea...
0- Ste Ministro dos Negocjos Esira>x-
seus bispos ou das pessoas interessadas em ceiros-r Sd o Sr.. Bario de Penede foi
manter esso supposto conflicto? A^ nego-
cia^io esti porventura concluida .' Naov
o nobre ministro de estrangeiros ainda ba^|
pouco disse que no santo padre ha via mui-
to boas disposicoes para a foliz conclusao
deste negocio. Mas, para que se retirou
negociador de Roma ? Seria um casttgv
pela inhabilidade com que se houve?
Terieis pensado era um outro* e talvez
bem parto do soberano pontifice, que possa
concluir, na raedida dos rossos dteejps^
3er
o
0
' pa>
hoi
pei
se--
0
Su. Ousmao Lobo da um aparte.
Sr. Ferreira Vianna :Senhores, eu
ar nm pouco iufantil estarmos discatin-
'i na carta dirigida polo santo padre a
' .jispo seu filho, na intimidade, e que
Jo foi publicada.
OSr. Visconde do Rio-Branco : ( pre-
~i li.-nte do conselho;-.Mas e carta cmo
In o.-td conhecido, e foi publicada offi-
aenK.
1 Sr. Fekrkiiu Vianna:Nio posso
acr.'litar nas vorsOes do Diario Official.
O Sr. Visconde do Rio-Branco :(pro-
si I rate do conselho) :Desde que V. Exc.
na creHita na pa'avra official, n6s temos
ta n m o direito de nSo'acreditar nas pala-
vra ile V. Exc'.
-:i. Ferreira Vianna :0 honrado
Si. prestdente'do conseiho sempre exagera I
Eu i > disse que na"o acreditava na palavra
dog venno,e sim que nio acreditava nas
s lo Diario Official.
V i falto ao respeito que devo ao go-
veruo do men paiz.
0 hturado Sr. presidente do conselho ja"
hoqt':ni [fez observacSes, que me doeram,
txag'i. alo, minhas palavras ; S. Exc. ha
ire perloar que lhe diga que tem o habito
de exagerar as proposicoes daquelles com
quern contende.
E' exactamente o modo de raciocinar das
mulhercs. ( Rilaridade.)
Em todo o caso esta* provado, A vista da
disciissio animada, e da maneira porque te-
nhosido interrompido, que a carta 6" o gran-
de triumpho diplomatico do ministerio 7 de
termoao deploravel conflicto ?
Sio quostdes que assaltam o espirito.
Realmente mover-se uma- erubaiiada-, an-
nunciar-se ao universo que della dependia
a quietacio espiritual do imperio do Brasil,
agitado por uma questao religiosa : saber-se
no mundo que o Sr. Baric de Penedo, nio
obstante existirem em Roma dous rainis-
tros, foi chamado para desempenhar
altissima e honrosa missiot o concluio-se
tudo isto por uma carta qpe- estA.- fechada e
cujo conteiido o governo ignora, eis d*
certo uma negociacio muito infelia. (Apoia-
dos.)
Resiste o santo padre agora a probrir
essa palavra que v6s tanto desejaveis ? Por
que concedia elle tudo e agora nada con-
rede ? Alguma cousa veio-entie perturbar
o u'pirito sereno e a immensa alma do pai
dos catholicos em todo o universo. (Apoia-
dos.) V6s nio podeis faltar ao respeito a esta
autoridade, que e a prtraeira soberania que
tem todos os esp!endores da terra e tsd'os
os esplend ires do ceo. (Apoiados.)
Nao, elle nao morece o vosso desdem.
Mas, muiou o pontifice de resolucSo? Este
e o ponto.
Nao tratamos de raovimentos de almas
subalteruas. De um lado, um estadista
profundo que tem jogado as arraas da di-
plomacia com os primeiros talentos do
muudo, o cardeal Antonelli, de outro lado
um varao illustre e respeitave), que os pro-
priosinimigos confessam que e uma virtu-
de sem mancha. (Apoiados.) Vede que
elle e chefe de todos os catholicos e que
n6s somos catholicos ; nio duvideis de sua
justira, nio perturbeis a serenidade de sua
consciencia ; vede que isso nos ataca, nos
offende, que n6s temos. o diroito de pedir
ao governo imperial quo de demonstragoes
do mais profundo respeito e da mais espe-
cial consideracao e veneracao i santa se
(apoiados) ; e nio use daquella liugaagem
emprcstada ao nobre ministro dos negocios
estrangeiros, um cidadio de espirito tao
calmo, de um corpo to fraco, ja" na ultima
hora da vida, desdenhando da fraqueza
material de uma soberania vencida e des-
pojada pela forca, e verdade, mas deposi-
tario de mais alta autoridade, superior A
conspiracao dos mios e ds revolugoes da
sociedade; uma autoridade que veio de
Deus, e por Elle defendida, e s6 a Elle seri
restituida nos tempos annuueiados.
Foi cruel essa phraseo vosso protesto e
impertinento e nullo.
Irapertinente e nullo I Pois ha soberano
que diga a outro que o seu protesto e nul-
lo ? (Apoiados.)
Pode-se contestar-lhe os fundamentos,
mas eutre os dous nao hajurisdicgao para
declarar a nullidaie. (Apoiados.)
Os protestos sio puramente resalvas de
direitos futuros, s3o meios prevontivos. 0
nobre ministro dos negocios estrangeiros
nio diria ao represantante da Ingiaterra,
dos Estados-Unidos, da Allemanhao vosso
protesto e nallo. (Apoiados )
A Republic* Argentina, o Paraguay mes-
mo Danes mereceu nas nossas notas diplo-
maticas uma formula tio cruel, tao aspera,
tio brutal. (Apoiados.)
Ouvi com .rnufta attencio as palavras do
honrado ministro dos negocios estrangeiros,
aconselhando toda a prudencia em um si-
tuacao tio critica, que entende, no dizer do
S. Exc. com a soberania do Brasil e muito
principalmente com a paz da consciencia
religiosa.
Nesta parte o nobre ministro tem razio
de sobra. N6s os catholicos devemos dar
o exemplo de prudencia e de muita modera-
cio, exemplo que exprime a confianca que
nos inspiram os elevadissimos sentimentos
e imperturbavel justira do santissimo padre
que dirige os destiuos e.pirituaes dos catho-
licos. (Apoiados.)
Nio tenho a raenor inquietagao no meu
espirito quan lo cogito na solucao final deste
encarregsdo de tratsr deste negocio.
0 Si Leandro BfaERRA : Podia
raservadsv e assira na virA dsdarar.
OSr. Perreira Yikhkx :Tenbo-
prazer de ouvir esta negativa- formal,
nobre ministro de estrangeiros-,. dada a by*
pothese de-qpe falla o-nobre dV^aUdo, p-
deria negar sem afflrrasro contrario; mas
desde qne-affirma> que nio bo?ei nao 6
licito a nmgue.n oppor-se A sa palavra
(Apeiado6) Nenhum*.outra pessoa, al^m.
esta aspirate- aliis muito razoavel, de por do Sr. Barao do Penecb, foi eneanegada de
tHPmn 1A flan Apqua nr\nflinti\ -) *_i________ .
Jratar com-o santo padre sobre-o assompto
que faz obMeto do p^esente debate*
Um. Sk Deputado^: Neno.' ofGciosa-
aaente ?
| 0 Sr. MbrKTRo doss Nigocios Estranv
ceiros : Officiosarneote pode am' amigo
qualquer faier : mas com autorisacAo, nio.
0 Sfc. FERREIRA TlAJtNA>l O'BOkM
esta ministrodeestrangeifosinsistioefn;demons-
trsr quo a,carts que rfevia conetoir a nego-
ciagao Penedo veio e&etivamente do santo
padre ao. toteraanofo. nesta edrte, e que
fora enlnegue em original ao bispo de Per-
nambueo, e por copis ao bispo do ParA,:
e havieifr.de tor repsrado, senhores, qae o
nobre ministro insiotio muito sobre este
ponto*.
A carta, diz S. Exe., Teio e para prova-
lo, nio tanto as provas direetas. como as
circu*n6tancias devera mais mfluir no nosso
espiaito.; e eu, Sci presidente, coneordo
inleiramente com esta observacio do hon-
rado ministro.
A cdrte de Roma, diz S. Exc. nem aqui
por seu internuncio, nem la. directamente,
ceclamou contra a existencia dessa carti ; e,
finalmente, accroscentou, as proprias quei-
xas, que a cdrtsde Roma, faz, deselheter
faltado com os. compromjssos, que ella con-
tava como certos, provam effectivamente
que a carta veio.
Ora, se a abstencio da cdrte de Roma
serve de prova em favor do governo impe-
rial ; se as declara^oes feitas- pelo nobre
ministro tarabem servem ; se as queixas na
opiniio do nobre ministro, sio ainda pro-
vas que abonam suas allegacoes, porque
razao nio ha do provar a favor da santa
sea queixa deque nio se cumprio com o
que fora promettido ? (Apoiados.)
O Sr. Tarquinio de Souza : Aceilam
a confissio em parte.
O Sr. Ferreira Vianna ; Eu peiso,
Sr. presidente, que o honrado Sr. ministro
de estrangeiros estA mal informado, quando
pretende assignalar como um facto quo a
iniciativa dos acontecimentos que por in-
tervengio indob'ta do governo levantaram
o conflicto procedeu dos bispos, com com-
pleta ignorancia da santa se". Nio penso
assim, e por uma simples razio : o acto
praticado pelo veneravel bispo de Olinda
correspondeu exactamente a* execucio de
leis antiquissimas e renovadas da igreja ca-
tholica. (Apoiados.)
Nao prevalece o argumento do nobre
Sr. ministro de estrangeiros, deque s6 no
Brasil estas bullas tem execu$io e que em
outras nacdes, onde os mesmos factos se
deram, e onde houveigual desobediencia a"
igreja, os bispos mjstraram-se inteiramente
i n lifferentes.
0 nobre ministro esti enganado; a igre-
ja tem mantido a applicacAo destas dispasi-
coes; nunca tolerou a desobediencia neste
ponto, e A u n dos seus maiores padroes de
gloria ser constante adversaria da revolugio
e de todos os principios que ameacam per-
turbar a paz da sociedade. (Apoiados).
Os bispos nio tiveram a iniciativa, a pro-
ve resulta e corre da confissio do nobre Sr.
ministro de estrangeiros, de que o princi-
pal, senio o unico intuito da missio Pene-
do, era obter uma palavra do santo padre,
que em vez de animar os "bispos em seu
procedimento, os desanimasse.
Mas hiD de confessar todes aquelles que
contestam, ou parecem querer impugnar a
comnetencia do santo padre na solugio
deste problema, que o governo imperial,
vindo submisso declarar que nada podia
obter da santa se, declarou tambem i vis-
ta desse facto, quanto era incompetente na
materia, pois que nada pdde conseguir,
mesmo em face do processo, da prisio, das
emeacas, quando o santo padre poderia
consegui-lo com uma s6 palavra 1 ( Apoia-
dos. ) Tanto a competencia era delle e nio
vossa I ( Apoiados.)
Senhores, eu faco do bispo de Pernambu-
nio ; eu, que todos os dias flc) apprehen-
sivo pela exuberaucia de forga e arbitrio do
poder executive ; eu, que vejo e sinto
constanteraente as resistencias e poderes do
estado dobrados aos pes do governo, sub-
missos, se nio subservientes, nio po;so con-
tor no men peito um grito de admiracio e
eothusiasmo pelo capuchinho descalco, po-
bremente voslido de eslamenha, e que ousa
levantar a cabega diaate da Omnipotencia-e
oppor-lhe a voz da consciencia : nio pos-
so, nio devo (Apoiados ; muito bem. )
Este bispo nio e sd, na oriem moral e re-
ligiosa, um horde; e" tambem um grande
patriota. (Apoiados.)
Penso qoe nioguem 33 arriscarA a contes-
tar-lhe patriotismo, lealdade e desinteresse,
defendendo eora 0 sacrificio de sua propria
tiberdade a da igreja catbolica, aineacada
pela artbigio d"u cesaiisnio.
Senhores, o Wspo de'Pernambuco, como
e proprio das a^andes btwnildades ilbmi
rradas pela graca, vivia occult > dos olbures
da st ciedade, no- retiro da- roeditacio e da
paz..
Sow adversario quasi irreconciliavel dn
gabinefrj 7 de mar^o; mas nio posso, e
perdoenv-rne os nJbres deputados meue-
:corapao4ieiros de opposicio, bo sopicar o
voto corrh'al de gratidfio ao gabinete 7 de-
imargo pon ter tirado da sua bumildade pa-
iciflca ti) conv-ncido apjstolo para assent 1-
to-na sole episcopal de Olinda.
O'Sr. Oeivcira Borses: Foi a-sagrajio
db-martyr.
0 Sr> Ferreira Taunt* : N;m devo
occultat que,- nSo conheeendo aquelle bispo,
asprimy;ras palivras que a meus oovidos
cbegarara a respeito de seus sentimentos e
da pureza de sens-costumes, mo foram-'trans-
mittidas pelo honrado Sr. ministro dbi pe-
rio, quo, em um transport* de sinoerhlade,
disse^me : o- bispo nomeado para- Per-
nea6oco, pdie fiear ceitc, e de caraeter e
de natureza angelica.
0 S*i Ministro do Imperio :Laraento
seus erros, mas- cc-ofirmo o-qye disse.
0 Sr, Ferreira. Vianna s-0' bispo nao
6 rebeMe, coraO'Se lhe lan^ou em rosto,
offendende-o a nds : 6 um Siel subdito- das
leis da Santa Igreja. Elle cumprio 0 seu
dever, e nio poderia ter 0 nesso cor3^.o e
0 nossc amor, se- saorificesse as leis esptri-
taaes da igreja- as ordens- arbitrages e
violentas do poder. ( Apoiados; aanito
bem. ).
L'm Sk. Deputrdo: UsucpseAo da- Ce-
sar.
O-Sfc. Ferreira. Vianna :E 0 bispo do
Grio-ParA nio e a estrella do episcojjido ?
Ha algusm qne duvide dose. patriotismo,
eousedovidar do-fervoroso amor que-con-
sagra is nossas instituicoes Kvres T Eseutai
01 fieis que tem- sido edifieados na nossa
" -e nafr-liberdades patrias; lede seus osimo-
rosos eseriptos, su defeza 8toquente e su-
perior a contesta^oes. Porque, pois essa
odiosa questao do supposto conflicto de so-
berania ?
O-Sr; DuQDE-EsmRADA TitxEiRA :0 re-
lator da resposta A falla do-throno, que 0
censurou, conhece-o bem.
o amor de Deus pelos bo-
espionagera e A tyrannia.
(Apoiados; rauito bem).
0 nobre presidente do conselho nio tem
podido combater senio imputando a seus
adversaries opinides que elles nunca pro-
fessa ram I (Apoiados).
OSr. Dioco de Vasconcellos :Cba-
mando-nosjesuitas, ultraraontanos, etc.
OSr. Ferreira Vianna:Senhores, a
questio deve ser discutida nos termos rigo-
rosos do nosso direito...
0 Sr. Duque-Estrada Teixeira : In-
terpretado A luz dos principios.
0 Sr. Ferreira Vianna : *-.,. sem a me-
n?r preoccupagio de sentimentalismo reli-
gioso. (Apoiados). Toleremoscompaciencia
que 0 presidente do conselho, envoi vido nas
difliculdades que rmprudente suscitAra e de
que nio pdde e nen> sabe sahir, epie seus
erros imputando-nos pjnsamentos do into-
lerancia e de usurpajSo de que elle & agen-
te responsavel, mo vido por dous impu4sos
o d>a obediencia e dfe vaugloria. NAo
nds, porAm vds, quereis resuscitar urapas-
sado que nao volta, lov-aotar supremacias
impossiveis e flrmar onsoipotencia que 0
espirito do noseo seculo nio tolera.
0-S*, Oliveiha Borges :>-Nds nio que*
remos mais do qye a execucio fiel da cons-
tituicio.
(Ha outres aportes).
0 Sr. Ferreir* Vianna :Senbores, eu
aceito em- termos a doutrina> da eoastitui-
5J0, 0 que nio quer dizer que- seja cathob-
80 conforme a constituicio, oomo disse 0
honrado membra que me precedeu na tri-
buni ; porjue na eonstitui^ao aio acho re-
gras de catbolicisna-. Aceito a harraonia da
igreja com oestaio; eonsagradan*. eonsti-
tuigaojpoliviea do imperio.
Mas se aceito esta hsrmonia, como ella
estA.definida>,.para pederes da mesoa na-
tupeM,quam*omais era relaja a poderes
de natureza diversa 1" (Apoiados;.. E.' a bar-
monia quo vera e resuka somenW de inde-
pesdencia de-eada ura-dos poderes? deotro
da espbera dVsua acc^e legitima fapoiados),
0 qp for espwitual aingoem p6de preten-
der e nem eonstitsicio perrakte quo se
commetta A vigilaaciav A.aulondnda ou ao
beneplacito do-poder oivil, assira. cone 0
que e civil da- forma alguma pdde entrac na
competencia do espiritual. (Apoiados)-.
Ojiando parte do saeerdocio se presteui a
instrumeuto de reinarr isto e\ quando o po-
de? civil, testaoio os mioistros do altai pe-
las-ambi^des do mundai: tonseguio Ofipri-
inis a iiberdade da coesciencia e devas&via
coa> a espiooogem, ateou-se a fogueira. da
inquisigio.
tteanima!a.pelo sopro do despotism, dos
reie, as condemnaQdes-da igreja, nio eo-
seguio de prompto fazer-se ouviae appiaar
a furia das arabicdes do poder civil.
O Sr. OtiYEiRA BoMBS:Essa. e a ver-
dade da historia.
(Ha outros apartes).
0 Sr. Fbraeira Viassa :Era o poder
civil que, tendo a sua disposi^ao padoes,
delles se secvio para completar damaados
intentos e designios
p/4iticos. (Apokdesj.
IDesejo ver a igreja livre desse contact,
dessa pestilential inOJ&encia.
Vozes :Muito bem !
escusado era que o honrado ministro de es-
trangeiros, lendo a conclcsio de saas ins-
truccdes, nos asseverasse que o govarno im-
perial nio admittia transacjio.
A santa se naocostumatransigir.. (Apoia-
dos) Ella tem opposto raais firmo resistors
cia.qne todos 03 poderes-constituidos da so-
ciedade na defeza dos principios de ordera
o da verdade. A santo se" tern-, preterido
vantagens de raomentoede grande alcance,
para nio sacrificar assim as suas leis inva-
ciaveis, como.^te as suas opinides.
0 Sr. Taaquinio de Souza :Haja vista
0 schismada Ingiaterra, de Henrique VIII.
0 Sr. Berreira Vianna : Mas agradeco
a delicadeia do honaado Sr. ministro de es-
trangeiros para servir de amparo A santa
se contra a maledieencia dos incredulos e
de muitos temerarios que acreditaram que
fostes bater is portas do Vsticano com vos-
sa espada, se n3o.com vossa bolsa.
Nem 0 governo imperial, nem a santa se,
aceitariam qualqiuer transacgio no sentido
rigoroso desta palavra. Poderiam, sim,
fazer concessdes e cessdes que servissem
para chegar a um accordo, unico meio pos-
stvel de concluir-se esta questao provocada
pelo ministerio e collocada como se achi.
( Apoiados.)
negocio, vendo as disposi dns paterr.ios da'co 0 mais elevado juizo (apoiados); e
santa s4. N2 porque V. Exc.s.ibd que as grandes e as .outra seita, ainda assim seiia elle para mira
satitat causas, contando 10m a fjrgi que:objecto digoo da mais sdria e desinteres-
Ihes c propria, com a sy npathii que t^n |sada veneragio. (Apoiados
Nao sju eu queta 0 diz, sao os mais im-
placaveis inimigos da santa se. Lede as
ultimas palavras daquelle quo escreveu a
historia dos apostolos, Renan, e alii ach'a-
reis a seguinto sentenca: Os bispos
(trata-se da questao prussiana ) nio podem
nem devem obedecer senio a" santa so.
OSr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho ) :Diz elle que quer
a separacao, e 0 remedio.
OSr. Ferreira Vianna :Pois, senho
res, eu nio posso querer a separagio.
OSr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho ) :Pois e a conclusao de
Renan.
0 Sr. Ferreira Vianna :Dissa ji na
outra discussao ao honrado Sr. ministro;
a vossa politica caminha inesitavelmente
para a separagao.
0 Sr. Visconde do Rio Branco ( presi-
dente do conselho ) :A vossa, sim,
0 Sr. Ferreira Vianna : E 0 nobro
ministro dos negocios estrangeiros poz-lhe o
ultimo accento : nio e possivel que uma
soberenia Cbda i outra estabelecendo as-
sim uma questao de soberanias onde nao
ha senio a de competencia, langando teme-
rariamente a consciendia era luta com a es-
pada civil I (Apoiados).
S. Exc. acredita que a santa se mandara
que os bispos se deixem dominar pelo poder
civil? Nao; e, pois, a sua politica nio
pode subsistir. (Apoiados.
Eu a condemno, entretanto repito 0 que
ji disse : prefiro a separagio, que nos man-
teri bispos. independentes, bispos da sa ta
se, bispos depositarios da alta missio que
os apostolos receberam da raao de Josus
Christ>, em vez de nos irapor bispos ins-
truments de reinar.
Vozes : Muit) bom 1
0 Sr. Diogo de Vasconcellos :A ques-
tio toda 6 quererem ser Pedro 0 Srande da
Russia I
OSr. Ferreira Vianna :Senhores,
esta questao nao teve tempo de ser aprecia-
da com calma (apoiados) ; os proprios tri-
bumes do justica foram sorprendidos (apoia-
dos) ; a cdrte de R jrna (vai-se fazendj a luz)
nio conhecia os acontecimentos em toda sua
verdade. (Apoiados).
A verdade vai ronj-pendo 0 T($0 da intri?']
e descobriP'ib a mio do cesarismo em 'ou^.
0 Sr. Ferreira Vunna :Nos doaaioios
do espirito li estA. a; sua santa missio ;.paara
felicidadoda humanidade proseguirA trium-
phante, sem sahir da espbera legitima da
sua acgio, manteado somenie a irresistivel
intluencia da sua doutrina.
Vozss- :Mui-io bem !
0 Sr, Ferreira. Vianna :Senhores, a
igreja nunca pcecisou nem precisa do esta-
do para conquistar os espiritos e confirma-
los na unica e verdadeira ii (apoiados^-; os
privilegios de que fallou 0 nobre ministro
dos.negocios estrangeiros tem refreado 0
seu desenvolvimento e ate-certo ponto aca-
nbadoefficiivamente 0 catholicisrao em sua
liherdade. O-catholicismo, que appareceu
pregado por um pobre das cousas.da terra,
que foi secundado por houiens igualmente
pobres, queconquistou 0 imperio roraano,
que os negocios espirituaes tejam decididos
pelo poder civil.
0 Sr. Diogo de Vasconcellos :Seria
ate um absurdo.
Um Sr. Depot-ado :A constitnicAo nio
quer isso.
0 Sr Ferreira Vianna : Senhores, a
historia da igreja nos di a conhecer um pe-
riodo era que foi martyr e conquistou o
mundo ; um outro em que foi protegida ;
um torceiro em que exereeu a quasi supre-
macia ; e neste ultimo period0 que atraves-
sa sente-se que tende a reconquistar sua
completa independencia, expandindo-se li-
vre nos dominios espirituaes, auxiliando to-
dos os governos crvis, quaesquer que sejam
as fdnnas adoptadas, no generoso erapenho
do progresso e da perfcctibilidade. Assim
se poderA realisar sera usurpagdes a harrao-
nia de dons poderes* case sio distineto; sem
se confundirem, que se encadSam na vida
real, sem que suas attribuigdes e suas natu-
rezas se identifiquera.
As associagses que constituent irmeoda-
des, quando entrain no greraio da igreja,
disse o nobre ministro dos- negocios estran-
geiros, teem um caracter era> verdade mixto.
:Uma parte, que pertence ao-espiritual, de-
pende de autorisagiosomentedo diocesanov
razao por que os- seus estatutea nio podem.
jser tei sem que elle os appaore. Outra*
parte, relativa aos- bens temporaes, porque
essas aesociagdes vtvera na tem, nio sio
entes ideees, pertenee ao poder temporal.
Mas aaose ouse pretender que,. pelo facto
de serera osestatutos-approvados pelos dous
poderes, & que era espiritual e temporal se
confundetn de modo a nio se peaer mais
diserimiaor.
E' iropoesivel, sao poderes de natureza
inteiraineate independaate, ji em si-, ji era
sua origera, jA em seus- elleitos.
Podemufr eonfuudir a- juris iiogae com-
meroial oora a civil, com* a mi litar e com a
penal r mas-confuudir jurisdicgao espiritual
com jurisdiccio civil, nao e possivel; por-
que sia dous roundos inteiramente difieren-
tes, qne JesuoChris'o estabeleceu, dizendo:
Este mundo nao eo man Que-ontro
era ? 0-do espirito, o da consciencia.
Ha aiguem que tenha dfcvida na separa-
gio do-uue Aespiritual do temporal ? Como,
porta::to, na innandades- se podem dar
estas dnvidas> 0 bispo ten diante de si
uma iostituicio> religiosa, o governo uma
instituigia civile Na parte era que e-reli-
giosa a te em qe e temporal a uniea autoridade e
o governo,.e ah* ha o recurso para o conse-
lho de eatadoi.
0 Si ministro dos negoofos estrangeiros
accrescentou q^ie essas sociedodes nio foram
organisadas paraterem uma existencia rapi-
da ; qua seus inaeresses podem ate" ser de
natureza permanent.; ; ellastoaaam compro-
missos, contrahem emprestimose constituem
obrigagdes, nao-so para com outras associa-
cdes iguaes, mas- para com seus socios.
E' verdade; mas que tea o espiritual
com isto ?' <*ual e 0 fim prineipal de uma
irmandade ? V o aperfeicoaceento moral;
e 0 conseguimento dos fins espirituaes nesta
e na oatra vidas
0s-- jurisGoasu'tos de maior note eaten-
dem que nas instituigdes mixxas 0 prineipal
equo-regula ajunsdicgio e-naoo accesso-
rie ; mas eu fago esta concessae aos aaga-
listas>.separo 0 que e temporal do espiri-
tual, fago 0 qne e mixto simples, pek-des-
crirainagio das- paries, e digo ao governo
no que pertencer aos bens-temporaas no
que sa refere aoser humaoo como pessoa
juridica ou como eidadio, e vossa a autori-
dade, e complete, absolute, nio tea. res-
triocdes algumas. Mas naqpillo que-so re-
fere aos futuros destinos da alma.Agraga,
ao sobrenatural, is consofocoes e beneficios
religiosos, nio, vds nao tendes autoridade.
e seria insensate a pretengao de influir so-
bre esses bens que constituem a riqueza
moral (nao acrelitae3no impalpaval !i dos
oatholicos. (Apoiados.)
Pegunto: na interdiegao langada pelo
bispo de Olinda 0 Sr. ministro dos
/
que era o mundo, que. apeiar' Jo Dseanis^ STUTtS"" TmaUo, 00s ne*0"
se fez religiao universal ao abngo da cru*
ensanguentada pelo Martyr, terrainando por
ser o signal glorioso da coroa dos reis ; 0
catholicisrao, que foi sem duvida 0 promo-
tor da civilisagao actual, teve por ventura
necessidade dessa protecgio e desses privi-
legios para chegar a desempenhar este gron-
de pa pel ?
Vozes :Muito bem I
0 Sr. Ferreira Viaiuia :Na Ingiaterra.
onde outra religiao e a privilegiada, nio ve
o nobre ministro que 0 catholicisrno con-
quista todos os dias novos adeptos, e cada
qual mais fervoroso ? (Apoiados).
Nos Estados Unidos, onde nao ha religiao
de estado, li se sustenta o catholicisrno em
todo o seu vigor e desenvolvimento. (Apoia-
dos).
Portanto, nio 0 de privilegios nem de
protecgio que a igreja precisa; pelo contra-
rio, vds, que sois representantes do poder
civil, e que gaobaat muito com 0 seu apoio
moral (apoiados), porque sao as doutrinase
as maximas do catholicisrno que irapedem
que 0 espirito mio do homem tome na so-
ciedade as fdrmas da revolugio e da anar-
chia.
Vozes :~-Muito bem.
OSr. Ferreira Vianna :Vede, senho-
res, que onde decahe o sentimento religioso
apparecem os incendiarios, as grandes e
sanguinolentss revolugdes, 03 abominaveis
crimes que espantam a consciencia bumana
e nodoam a historia. (Apoiados). Quanto
mais se levanta e desenvolve 0 christianis-
mo, mais se ergue a moralidade publica, e
quanto mais se abatem os principios do
christianismo tambem mais decahe a mora-
lidade dos povos I
Vozes -.Muito bem I
0 Sr. Ferreira Vianna s0 catholicis-
rno presta os mais relevantes servigos a todo
0 desehvolvimento do estado (apoiados) ;
senao, eliminai a sua salutar intluencia, e
?ds, com os olhos cheios de lagrimas, la-
raentareis 0 resultado I
Vozes : Muito bem I
0 Sr. Ferreira Vianna :SenK*0res eu
nio quero a supnemacia da u>?eja hre n
estado, accusacao que 0 n-i'ore 'presidente
do conselho langou contra rair *
de injustiga. Nio, n;d0oaero'\Cseio "oS
contrario, que i>;,nQ J pe
-. x u r lacamos para aue a
igreja nio tenba d- ropfa >nn,loni ni nQa
gocios C1V1S,
a sua mar "
e ate! iv
mr
.recta influencia sobre
amrrona questio dos bispos. A essa carta]'no e.-pirito public.), no senliraouto da nigao] Nio tenho e.to grande respeito por elle &'& conscioncja tentando
"V.r,ir-Uie
, p' jrque essa influencia perturba
na ascendente na ordem moral,
orto ponto retarda 0 seu desenvolvi-
;iito historico.
Nio quero tambem a supremacia do es-
ado sobre a igreja no ponto em qne a fi-
ura 0 nobre presidente d j conselho, isto e,':?vy /._, ._k.\\.-, ,
ral coiaproraettido ou sacrificado'
Devemos publicar por todos os cantos,
annunciar por toda a parte, queoSr. bispo
declarou, quando langou a interdicgio, que
era sdinente para produzir effeitos espiri-
tuaes. (Apoiados.)
Declarou 0 positivamente, quando nio
era necessario, Sr. presidente ; porque V.
Kxc. sabe que ningucm pode dar decisio
senao em materia de sua campetencia.
Quando, por exemplo, um juix commercial
dA uma decisao, entonde-se dentro da juris-
drogio do commcrcio. .Assim tambem nio
e preciso dizeixnos que as nossas resolugdes
como ramo do poder legislativo sao sdmeu-
te dentro dessa esphura e nio podem com-
prehender o poder judicial e 0 moderador.
Mas 0 Sr. bispo de Olindajquit tirar toda a
duvida, talvez porquecomprehendeu logo quo
os iniraigos do epipcopado haviam de con-
fundir a questao para induzir 0 honrado Sr.
presidente do conselho, com a sua politica
de invasio no espiritual, a prendcr os
bispos.
Cumpre, portanto, proclamar bem alto :
0 bispo de Pernambuco,. do iuterdicto que
langou i irmandade de Santo Antonio, nio
invocou senao a jurisdicgio espiritual, e
sdmente para elTeitos espirituaes, (Apoia-
dos.)
0 Sr. Ministro do Imperio di um a-
parte.
0 Sit. Ferreira Vianna :Estou promp-
to a bem da argumentacio, a aceitar que ha
elTeitos temporaes. 0 Sr. bispo de Pernam-
buco teve a intencAo de langar 0 interdicto
sdmente para produzir elTeitos espirituaes,
mas o nobre ministro do imperio diz :__
elle teve essa intengio pela declaragio que
ft z; mas a verdade e que produzio outros
itc
I
que produzio outros
elTeitos.
Primeiraraente vede bem que em mate-
ria de peo.alidade ji e um grande elemento
a intent^Ao ; 0 bispo nio teve intengio de
'nvai'.r, declarou que 0 seu acto sd com-
l)rohendia o espiritual.
Depois, qual 0 effeito temporal da inter-
dicgio ? Se produz algum effeito temporal
mandai que a autoridade competent 0 faga
cessar, porque 0 temporal e civil nio de-
pended da autoridade acclesiastica. (A
poiados.)
0 Sr. Ministro do Imperio ."-0 recurso
i corda abrange.
0 Sr. Ferreira Vianna :0 effeito do
recurso i corda 6 restituir 0 que A temporal;
e a prova aqui esti cUra na parte do regu-
"amonto de 19 defevereiro de 1838, que 0
regulamento n. 1,911 de 28 de margo de
1857, do recurso A corda, declarou em
execugio: (Continuar-se-ha.)
x jl.lX,,. i'-'i. 1
LAX
i.ia
1

j
aaaaaaa*-


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EB8FC8FY1_LDR8CT INGEST_TIME 2014-05-19T18:29:46Z PACKAGE AA00011611_19326
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES