Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19307


This item is only available as the following downloads:


Full Text
'f^PWW
SjC-1..___.---..--..I
ANNO LXIX
TERCA-FBIRA II DE ABBJOL DB 1893
NUMERO 80
mu


r
DIARIO DE PERNAMBUCO
PBOPBIKOABK BE H1HOKL FISUSIROA BE F1BU
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 6|000
Por Ues ditos yencidos..... 7$000
Por um anno aiiantado .... 241000
dem idem vencido. ..'... 28J000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBUCACOES NA FRAN-
A E INGLATERRA
O Srs Amede, Prince & C, residentes em Paris34 rae de
Provence.
flLHOS
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencido.
i3|500
151500
271000
311000
TELEGRAMAS
mw mmmi so habi
MADRID, 9 de Abril.
Foi dcsc berta em Xerea ama conspi-
rajJb de anarchistas com o fim de vingar
as ex:cacoas da 1892.
Os chefes_da mesma conspi ac3o foram
presos.
VIENNA, 9 di Abril.
En Trieste deu-se urna grve dos tra-
bajadores das caes e pontes de embarque,
da qual provieram conflic'os com a polica,
e oestes mu:tas mort:3 e forimento3.
En varios pontos da Hungra tem-se
otido tremores de terr.
S. PErERSBURGO, 9 do Abril.
Mani!'stoa-83 o cholera-morbns co-3 ca
neter epidensieo.
A popuh$ao obt alarmada.
As escolas e a maioria dos habitado
ten sido rbandonadas e acham se deser-
tas.
SANTIAGO, 9 3e Abril.
O ministerio dea demissSo coMectiva.
Abbortou revoluto balmacedista,
caja ebefes foram (asilado!.
Eotre eBtes centam se Davalo, Ma*.ara-
na, Cortinez e outros mais.
GUAYAQUIL, 9 de Abril.
Declaron-se ura insurreiejo.
A (reata do movimento acba-se o gene-
panham, rubricados pe'o director geral da
Directora de'ViaeS da competente secre-
taria de Estado.
O engenheiro Antonio Paulino Limpo de
Abren, ministro de Estado dos negocios
da industria. ViacSa e Obras Publicas as-
si'.n far ezecutar.
Capital Federal, 24 de Marco de 1893,
5 da Repblica.
Flobiano Peixoto.
A. P. Limpo de Abreu.
CioTsrno
do Estado de
nambaaco
Per
ra' Alvro.
'm IHICIAL
Actos do Poder Execut'T
Decreto n.
4 -de 28 de Margo de
1893
Manda amontar o ?ddi amento ao contrac-
to approvado pelo decreto n. 574 da 26
de Setembro d 1891.
O Vice-Preaider.te da Repblica dos
Estados Unidos do Brazil, tendo em eco-
sideracSo o q'ie representou o presidente
do estado de Minas Greraes sobre a omis-
aSo de que se resante o contracto cele
brado com o Ministerio da Fuenda e
approvado pelo decreto n. 571 de 26 de
Setombro de 1891, em virtude do qua!
commotteu-ae a alfandega desta capital a
arrscadacao dos impostos de exportacSo
daq elle estado, sem provor se a fiscalt-
aacSo dos gneros, a elles sujeitos em sua
entrada o entrega aos respectivos commis
Barios, no Districto Federal, de que de-
pende essencialmente a cobraos exacta
de semslhante reedita reBolve :
Ar. 1* Fia- approvado o addi'amento
ao contracto de 18 le Setembro de 1891,
que em data da 25 do corrente me foi
acuerdado entre o ministro dos negocios
da fazena e o presidente do e\tado de
Miras Geraes para fUcalisacSo e oobranga
dos respectivos impostos de exportado,
por meio das alfandegas da UniSo, estaba
lecidas em portos por onde se exportarem
gneros de producgao, manufacturas e
criacao do mesmo estado.
Art. 2- Alem dos doas conferentes e
de am eBcripturirio, creados para este
ervico pelo referido decreto n. 574, sera
nomeados mais doas conferentes e at 10
auxiliares, equelles com vencimontos igaal
ao dos j existentes e estes com o de
3:600$ annuaes para cada am.
Todos estes funecionarios serio consi-
derados em commissSo, de nome^cSo do
governo federal e subsistirito emquauto
durarem os effeitcB do contracto de qae se
Art. 3- Fica elevada a 2 1(2 [. a
anota que, para pagamento dos meamos
empregados, dednaida do oommisaSo de
4 [. com qae o estado de Minas Geraes
ooncorre para este servico.
Art. 4- F'cam revogadas as disposicoes
em contrario.
O ministro dos negocios da faaenda rssim
o faca exe'utar.
Capital Federal, 28 do Marco de 1893.
5* da Repblica.
Flobiaho Peixoto.
Serzedtl'.o Correia
O Congresso Legislativo do Estado de Per-
Da t, buco resulve :
Art. 1. O invernador do E-tado nos crimes de
responsabilidade, decretada a sua accnsacSo
pela Gema-a dos Depotados e resolvida a proce-
dencia delta pelo Senado, sera submeltido a pro
cesso para julgamento perante una Tribunal
compoato de vinte juizes dos mais graduados e
aotigos do Estado, e presidido pelo presidente
do Superior Tnounal de Justica.
Paragripr-o nico. Tratando-s" de cumplici-
dade do governador, ser com eite coojuncta-
mente proce3sado e julgado, o autor do crime
pela mesma fjrma do proces30 estabelecii na
presente lei.
DA DENUNCIA E DA AGCU5ACA >
Ar!. 2." E' dever do procurador geral do Es
tido e direito de todo o cidada:, denunciar o
governador do Estalo perante a Cmara dos Di-
putados, por crime de responsabitidade.
t. Aa commi3=oe3 da Cmara dos Derribados
drvero denunciar os crimes especificados na lei
d. responsabilidade, de que tiverem cjnheci-
mento, pelo exame de qaa pq'ier negocios, e as
do Senado por intermedio da mesa deste, remet-
terSo qne'la Cmara, em origioal ou p>.r copia,
os papis de qao resulte n vehementes indicios
de crimiablid;de, para que ella proceda de
accordo com o disposto no 4o e leguintos deste
artigo.
A denuncia quando nSo proceder de al
gUuoas das Cmaras ou du procurador geral, de-
ver con'.er a assigoa'ura do denunciante d. vi
damente reconbecida e ser acompanbada dos
documentos comprobatorios do facto ou factos
denunciados, ou fie u^na declaracSo concludente
da impossib;lidade de apresental os.
3. O proces30 de que trata esta lei so pode-
r ser jat otado duran'eo periolo governsmen-
tal e ce ari quando por qoalqu?r motivo, o
governador deixar deOnitivaojente o exercicio de
Cargo.
| %. A Cimara dos Deputados elega urna
cojimisso e-recial de cm'-o memoro3, para
dentro ('o oito dias dar parecer sobra si deve ou
nao a denuncia ser julgada objecto de delibera-
$Sn, devendo antes di-seamesma commi-so
mandar ou'ir por escripto o goveroado:, mar
cando Ihe o praso impro-rogavel de 6 das, e
remetiendo Ibe cpU de lodo? os papis, betn
como promover qbaesqoer entras diligencias,
qoe entender necesaria?.
g 5. O parecer definitivo d'e;a comraisso
depois de publicado e discutido coa aateceden-
c'a de S4 horas pelo meaos, ser eubmetlido a
urna s discurso.
% 6. se a Cmara por duas tercas partes dos
membres que a compOsm e por votacao nominal
julg'r que a dennncia obje:to de deliberaco,
decretara a accnsacSo do governador nos sguin-
lea tcrmo3:
A Cmara dos D?pn'.aio3 do Estado de Per-
nambuco. devilamento inf j-raada, decreta a ac-
cusaco do governador d > E^'ado F. e remette
ao Senado to 'os os documentos, que Ihe foram
presentes, para qu* proceda contra o mssmo g)
vernador na f ma da constUuico e da Ie.
. 7. L>go que receba o decreto de accmacSo
com os respectivos documntos,eleger o Senado
umi conmissSo de 3 mjmbros e essa commisso
ouvira por escripto o acensado, se assim o juiear
oecessario, para o que Ibe remetiera copia de to-
dos os papis e Ihe marcar o prazo improroga-
vel de 5 -lias.
8.' Findo este prazo, quer o Senado tenha
ou nao mandado ouvir ao governador, e coma
resposta d'este ou sem ella, a mesma commisso
examinando todo3 os papis que tiverem vindo
da Cmara dos Deputados e produzindo outros
documentos.se os nouverobtido, emiltir parecer
sobre a procedencia ou improcedencia da aecu-
sacio.
9. Ese parecer, depois de publiclo e d:s-
lrb ndo na forma do 3.' d'este artigo, ser sub-
meitido a du^s discusses com o Intersticio de
24 horas, depois do que o Senado, votando o
mesmo parecer, decidir, se proede on nao a
accu acao-
10. Para que seja julgada procedente on im-
procedente a accnsaclo, preciso qoe o Senado
m
21 de Margo
desenhos
DECRETO I. IjM-j.
Approva o perfil longitudinal,
ios typos de obras de arte e orcamento
para a construono de am trecho do
Jrolongamento da Estrada de Ferro de
Pemambuco. ,
O Vice-Presidente da Repblica tfos
Estados Ucidos do Brasil reolve approvar
oa estado constantes do perfil longitud!
deseados dos typos de obras de
delibere n'om ou n'outro sentido por doas tercas
partes d>s membros que o comp6em, e por vo-
laco nominal.
it. Toda a vei que a votagao nSo der em
resultado, nos termos do paragrapho anteceden-
te, a deci8o da precedencia ou improcedencia
da aecusafio, voltarSo de novo os papis a com-
misso especial, e o parecer d'esta ser submet-
tido a urna s discusso. ^'es8a hypotbese se
considerar reoobecida a improcedencia daac
cuiago se a sua procedencia nao obtiver dous
tercos ou mais da votaga dos membros do se-
nado. ,
12 Risolvids a procedencia da aecusacao,
a mesa do Seaado assim o communicar no pre-
sidente do Superior Tribunal de lustica remet-
tendo-lhe o decreto da aecusaco com tolos os
documento?, para que se prosiga nos termos nl-
terio es da formacSo da culpa para julgamento,
dando de todo sciencia aos poderes da Unio e
do Estado e oficiando ao vice-governador on a
quem suas veses Hier para que lmmediatamente
entre no exercicio das funecoes de governador.
13 Se o acensado estiver na capital, a reo-
luco do Senado Ihe Iser immeliatameate tati-
mada pelo secretario, e no caso de ausencia
a intimaco IhP ser fella pelo modo qae o pre-
sidente do Senado determinar. .
14. Os effaitos da deliberaco do Secado jut-
gando procedente a accnsacSo sao os seguimos:
! Fiear o acensado privado do exercicio de
seas funccOPS ;
2 Picar sujeito s processo e julgamenlo per-
ante o Tribanal de que trata o art. 1 desta le ;
3 Saspender-se Ibe metade do subsidio. A
saspens&o resaltante da deliberaco do Senado,
qae migar procedeute a aecusaco do governa-
dor, nao se considera pena, mas ser computada
na suspsnao que Ihe for imposta como peoa.
8 15 Para a form, cj do Tribunal qoe tem de
processar e julgar o governador do Estado se
proceder -ela maneira segninte :
(ai Dez dias depois de baver o presidente do
Superior Tribunal de Justica recebido da meia
do Senado o decreto da accnsacSo com todos os
documentos e a deliberaco do Senado jugando,
a procedente, convocar urna mato extraord
narii do mesmo Tribnnal, para verificar I anti-
e orcamento apresentados pelo director da
nom o officio n. 2 044 de 1 de ueaemuro .A
do
com o ..
oltirno, para a oonntraoQlo do trecho
nroiongameoto da meama eatrada, compre
tendido entro 8. Caetaoo da Raposa i
Bello Jarm, na exteuao de..........
34 776kUm57, estados qae a esta |acom
vernador do Estado.
(b) Na verificacao das antignidades levarse-
ha em conta o exercicio vencido 00 paseado r-
gimen poltico, assim como o que o Jnit ttver
ido em virtude da nomeaco do Gav^rno Fede-
ral 00 da lauta Governatlva do Estado.
(c) Feita a verlflcacAo da antigaldade ser ei-
crip'a pela secretario do Superior Tribanal de
Josiica e assignada por todos os membros do
mesmo tribunal e pelo procurador geral do Es-
tado, ama lista dos nomes dos jnies pela orden
de suas anIIgnHades.
(d) Em seguida, o presidente annnnciar, que
se val proceder ao sorteio dos 20 julzes, qae
teem de formar o tribunal para o processo e
julgamento do governador e que esse sorteio
ser feito d'entre os nomes dos memb'os do Su-
perior T-banal, con excloso do delle presi
dente e de mais40 dos juizes de direito mais anti
gos, segundo a ordem de antiguidade anterior
mente verificada, e dar comeco a esse servico
faeendo escrever pelo secretarlo em sedulai do
mesmo formato, e de papel da mesma qualidade
os nomes dos 46 magistrados destinados ao
sorteio, comeado cada ama (follas am desBes
nomes.
(e) Essas seduias, depois de examinadas nelo
presidente e palo procurador geral, e por qal
qner outro membro do Tribunal, que o queira
fa.er, sero laucadas em u ;a urna que dever
estar sobre a mesa do tribnnal e a esqu-vda do
presidente, abrlndo a este p-eviamente. e mos
traudo a a todos 03 membros do T-.bunsl.
(f) Depoi3 de bem revolvidas sero ditas se
dulas tiradas da orna de ama a urna por am
menor de 14 annos, que as ir entregando ao
presidente e este publicar em voz alta o nome
de cada sorteado, at que se complete o numero
de juizes qae a lei ma da sortear.
(g) Depois da leitura de cada nome, ser esto
escripto pelo secretario em orna folaa de papel,
e a respectiva sedla entregue ao procurador
geral, que ir reonindo todas as qae forem ex
irahidas da uroa, para depois de lindlo' orteio,
serem conferidas com a relacSa feita pelo se
cretarlo.
(h) Esja relacao dos jnize3 sorteados, depois
de conferida, ?er assigoada por todos os mem
bros do Superio T ibunal e pelo procurador
geral, para ser posteriormente junta ao pro-
cesso.
{/ ) so-teio e de tolas as suas diligencias
lavrara o secretario ama acta circumilanciaia,
qoe ser a signada por tolos o membros do tri-
banal. e pelo procurador geral.
(j) O sorteio, csii toi s as suas diligencias,
oipode ser interrompilo, devendo ser con
cluido na mesma sesso inclusive a ac'.a e a sua
assigoatora.
16. Concluid: o sorteio dos juizes, o pre-
sidente mandara autoar pelo secretario tolos 03
p p^is, que Ine tiverem silo remettidos peto ^e
nado, e uesignar dia e hora pa-a, na aala das
sesees do Suaerior T.-.ounal reunirem se rob
6ua p'esidencia 03 juizes sorteados.
17. As coaimuoicaces aor Juizes sorteados
fero feita3 em nome do presidente por offica
do secretario, qnn registrara ss mesmai no cor-
reio para os juizes de' fra do municipio da ca-
pital.
18. En sai primara se335o, da? pelo se-
creiario as pe$as qn^ se servem de Dase ao pro-
ces^, o tribunal ii-ofe. ir accordo mandando
oo'ir o acensado e rtmetter-he copia de todos
03 apeis e rol das te.'iemunha?, si houver, para
que d sua resposta por escripto no prazo i*
prorogavel de dez dias.
19. A entrega das copias ao acensado ser
feita directamente pelo secretario, qae, passar
nos aut03 a respectiva crrtida, juntando rec:bo
do aecusado, si o tiver obtido.
JO. Si oacco3ado estiver fra do munic:p:o
da capital sero ae copias remettiiaB com o of-
ticio do secre'ario ao juiz A* direito do munici
pi, emque se achar o mesmo ac:usado para fa
zer Ihe entrega e communicar ao presidente o
dia em que a houver feito.
21. Si o ac ando e9tive: fora do Estado,o
qu- sera certificado pelo secretario, o processo
pro;oeur a sua revelia.
ii D?pois da respo3ta do aecusado, qa? se-
r junta aos aut03 por despacha do presidente
io tribunal ou sem elia quando o mesmo acen-
sado na a der no praso legal, ou 13"iver fora
do Salado, mandar o presidente dar vista ao
procurador geral do E.lado para que es'e oQ
reca o sen libello no praao improrogavel
trez dias.
23 Ollerecido o libello, o presidente de tri
buuai recebendoo, mandar entregar ao accu
sado copia del'e, bem como dos documentos e
do rol das testemuJhas que o acompanbarem.
O secretario certificar o dia da eot-eea do
libello e o em qae Ihe for entregue a contrari-
dade, qce dever ser aprsenlaia por escripto
no praso improragavel de 3 dias, ecomaqual
poder o acensado offerecer decumento3 e indi-
car testemuahas at o numero igual ao da aecu-
saco ou de cinco quando a aecusago nao as ti-
ver indicado.
24. Com a contrar'edade ou sem ella, o pre-
sisete do tribunal, por despacho nos autos de
sigaar dia para o julgamento com aot cadencia
pelosmenos, de 5 das e ordenar todas as dili
geocias necessarias, para qua tenha elto lugar
no dia designado.
8 25. No caso de nao comparecimento do ac-
ensado, marcar o presidente novo da para o
o julgamento, e se nesse dia o acensado nao
comparecer, ser eato julgado a revelia, nome-
audo-se-lhe para defensor um advogado, a
qoem se faculiar o exame do processo.
8 26. No da designado para o jnlgamento, na
couormidade dos dons ltimos paragraphos an-
teriores, presente o acensado, seas advogados
ou o defensar nomeado a sua revelia e o Procu-
rador Geral, a qoem Incumbe a aecusafio, o
presidente abrindo i sesso mandar ler o De-
creto de accusa$5o e a deliberaco do Senado
migando-a procedente, todos os documentos que
moUveram nm e ontro acto, e todos os papis
de defesa, e em seguida inquirir publicamente
as testemunbas cada urna por sua vez, para o
qao sero ellascollocadas em nm lugar, de on-
de nao possam ouvir os depoimentos nmas das
ontras. _
27. Os depoimentos das testemonnas serao
09cripto3, se as partea reqnererem.
8 28. O Procurador Geral, qnalqaer memoro
do Tribunal, e bem assim o acensado, ou seus
advogados, podero exigir qua se facam as tes-
temunbas as perguntas, quejulgarem necessa-
ras.
8 29. As testemunhas podero tambem ser re-
perguntadas e contestadas pelo Procurador Ge-
ral e pelo aecusado e seas advogados, e a re-
quermento dos mesmos'acareadas.
30. Haver discusBo oral entre o Procura-
dor Geral e o aecusado ou sena advogadoa po-
dendo haver replica e treplica.
3l. Terminada a discusao o Presidente pro-
pora por escripto tantos quesitos quantos forem
os crimes sobre que versam a aecusacao, e mais
os necessarios para a boa applicaco da pena
relativa a cada nm delles.
j 32. Lidos os quesitos e retiradas da sala 03
espectator88 e partes toruando-se a sesso se-
creta, os juiaes conferenctarSo entre si sobre a
materia dosquisitae, epassarao a respndelo-,
sendo as respoatas dosmesmas escripias pelo
se-retarlo, que se achara presente.
33. Dorante a conferencia, qualqoer dos
janee poder*requerer a proposta de novos qui-
stos, e o presidente os propor por escrito para
serem respondidos conjuntamente com os an-
teriormente propostos.
S 34. A decis&o ser temada por maioria de
votos dos joizes presentes, qner absolva, quer
coudemne. No caso de empate ser o acensado
absolvido.
% 38 accordo com o paragrapho antecedente,
e em vista das respostas dadas aos quesitos, o
Presidente do Tribanal lavraraseitenca, aqual
dever ser asslgnala por todos 08 juises presen-
tes, e junta ao procasso com os qusitos e suas
respostas.
g 36. Depois de assignada a sentenca, tornar-
se ba novamsnte publica a sesso, tendo os es
portadores e partes ingresao na sala das sessOes,
e nesaa occasio o presidente publicar a senten-
ca em vos alta dando em seguida por findo o
julgamento e o Tribanal por dissolvido.
DISPOSigO~3 GERAES
Art. 3- rio processo perante o Tribunal deqae
trata o art i esserever o secstario do Sape-
rlor Tribunal de Justica, podendo ser auxi-
liado por ora dos e3crivaes do mesmos Tribunal
que para tal fia for designado pelo respevivo
pr sideiite, se este assim o julgar necesssario^
ou o reqoisi'aro mencionado secretario.
i'T dos os accordos serSo redigidos pelo
presidente de Tribunal, devenlo o juiz que se
asaignar vencido dar por escripto o fundamen-
to de sen 'oto, en, seguida a sua assignatura.
g 2- Na nodem ser juise3 os parentes do ac-
caaio 03 do denancianta particular em liaba
recta, ascendente eu descendente, o sogro ou
genro dos sesmos, eem linha collact -a! 03 ir
m6os, cunhados durante o ennhadio e 03 primos
co-irmSos.
g 3- Nio podem ser testeTontns, e apenas
podero ser ouvida3 como informantes, as pas
o?s designadas no art 83 iocoi. do oroc crim.
g i' Qu indo qualquer das pa:t93 offerecer tes-
temunhas, o presilente do Tribnnal as far nnti
ticir, e p-ovideneiar, como for da direito, para
que se verifique o comparecimento dellas. po
aendo, para tal fl n, faser execatar su?s ordena
oor qulquer magistrado.
g >- Os i i ses de direito qua fo-em sorteados
para formar o tribunal, passaro o exercicio a
seusubst.tuto, ogo qoe recebam a eomoMOica
Cao de seu sorteio, caso nao se achem compre-
hendidos nn-^isposico do g 2- liste artigo, e
continuarn a perceber seas vencimntoi duran-
te o temro do andamn'.o do processo do gover
nado" at o fim do praso que depois 'te conclui-
do o mes-no p-oessso, lhasfo" marcado pelo pre-
sidente do tribunal para reassumirem o exercicio
i: seos careos.
g 6. 0 joiz, que sem esco5a legitima e prova-
ia a juizo do Tribunal, deixar de comparecer a
qualquar urna das aess6?s, sr pelo mesmo Tri-
bunal multado na quantia de 30)30 ^ para as
despezas do expediente do superior Tribunal de
Justica s^m re.-ursc algum, flcanc'o de3de logo
U'penso de todis as sais fui!cc6es, emquaoto
nao recolhT a multa em mi do secretario do
ue
smo Tribunal
7 J susp'so de que trata o paragrapho
anlecedene, nao se refere a3 funcc-as de juiz
no proce-so do Governador, pelo que poder o
minabro do tribunal reassuTJ1.! aa logo que om
parees, continuando, no caso contrario, a ser
multado na me3na quantia por dia de eesso a
que nV) .:?rcparecer, sem q: pos'a ser substi-
tu to na r,"-oce?30 por oatro jaiz, salvo c caso de
imsosslbilidade io T.;bunil funeciona: durante
tre's 8ess5es succes i"as. En tal caso a multa
ser levada ao dob-o.
g 8 o Nc C330 do parag apho aalecedeate, ou
no d 1 ser atten llda a escusa de qnalqaer um dos
juizes. proced?r se ha a novo sorteio para 1 sua
sub.'t'.tnisao. deitando se na urna as cellas con-
teodo os r^-ies^l03 aires, qijn na tiverem sid"
sorteados Nasle orteic que ser feito Jperante o Tribu-
nal d) pocesso do governador, se ob&ervaro
todas as formalidades do prlmeiro sorteio, me-
nos a ccnvocacSo extraordinaria do Superior Tri-
bunal de Jastica.
g 9. Continuara o andamento do processo logo
que compareca o juiz novamente sorteado, a quem
se far a devida communicaco sem que o sub-
stituido possa mais fanecionar desde o momento
do novo sorteio.
10. A-3ess5e3, para o processo e juigaora
ta no governador, sero designadas para dias
diHeren'es daquelles em que foncclo:ar ordina-
riam nte o Superio* Trlbuaal de Jostics, de mo-
do !a nao ficarem interrompdis as sessoes do
mesmo Superior Tribunal
g II Aprsente lei applicave! ao vce go-
vernador do Estado, qoando implicado em crime
de responsabilidade, segundo a lei que regula
esta materia relativamente ao governador do 3
lado
12. as crimes comamos o gavernador e
vtee governador seroprocessados e julgadoi pe-
rante o Tribunal de que trata esta lei.
13. Os secretarios do Estilo, nos crimes
comaiun3 de responsabilidade, connexos com 03
do give*nador, sero processados e jalgado?
pela autoridade competente para o julgamento
dete, nao ibes podendo, em taes crims ser im-
postas ouira3 penas ma:s que es de 8nspen3o e
de demiaso, sendo esta ultima com ou se;n in-
capacidade para o exercicio de qnalqaer faueco
publica do Estado, sem prejuizo da aeco da jos
>ica ordinaria.
g li No caso de ser ab3olvido o governador,
a sentenca do Tribunal prodozir immed'ata
mente a rehabilitago do acensado, que volar a
exercer o sea cargo e ter direito metade do
subsidio qoe Ibe lora suspenso.
g 15. O Tribunal pode fanecionar com a maio-
ria ae seos membros.
g 16. Aos juize3 sorteados, que residirem a
mais de 30 leguas da capital, se arbitrar nma
ajodade custo, na f ma da lei n. 15 de 14 de No-
vembro de 1891.
Art. 4." Os crimej commuos prescrevem con
forme a lei criminal em vigor.
Art. 5 Nos casos omissos na presente le se
recorre le-islaco processual commam, no
que esta nao Ihe for contraria.
rt. 6' Ficam revogadas as disposi'c's em
Cmara d03 Depotados do Estado de Pernam
buco 1" da Abril de 1893. -J. orelra Alveg da
Silva presidenteEduardo Rolrigues Tavares
de Mello, 1/ secretario.Octavio H>miltou Tava-
res Barrete2.- secretario interino.
mas ainda as leis eata invo:adas, poude nata
vel publicista esenver as seguintes palavras :
Se o Senido tivesse a faculdade de dis'.itu'r
um presdante que nao penaasse como elle, o
ramo legislativo do governo se tornara sopre
mo ; o executivo Ibe ncaria comptelameate
subordinado ; e aquella organisaco de poda-
1 res ignaes, eqn:librando-se nns aos ontros,
< qoe os constituales de 1787 tinham fundado,
ae desmoronarla de vex.
Os Esti os U. J3 pascara ao dominio de
asseaablas omnipotentes. Gaahariam com a
mudaaca ? Evidentemente nao. N.s demo
cracas urna asnembla em geral incapaz de
dirigir o governo D > Chamaron. Le Pon
voir Exe:atif aux Et. Uis.
Foi a-.nl nessa oecaslo qae o senador Wil-
am Fessenden pronancion as solemnes pala-
vras que transcrevo :
O cargo de presidente constitu un do3
grandes ramo? coordenados do governo : os
seas poderes sao definidos; sao n'o igual
mente os se-.s privilegios e as suas obrigacOas.
Elle faz parta integrant > da organisacSo fun
damental, e nao se Ihe deve tocar se nSo co 3
< extremo escrpulo. A d?p siga do magis-
t-alo supremo' leveria ser feita sem que o es
pinto de partido podesse ser3ceu3ado detel-a
dictado : ella nao deve deixa.- suspeitar 03
motivoa que animam aqualles que ainfi: gem
(Id ibidem).
Nos Esta !oa em que existe Senado, este, urna
vez de pas3e dos documentos que Ihe sao -avia-
dos pela Caara, passa a ser prendido pelo pre
Bidente do Sonerior T bunai e con3titue se em
tribnnal de jastlca.
E' esse tribunal qoem lavra a sentenga denni
ti va, condemoatoria oo absolutoria. E aqui oc-
corre-nos refl'x-onir: os senadores, em tal caso
juiz's, nao sao vitalicios : investe os na fanejo
qa1* exercem eleic^e popular, por tempo deter-
minado em geral nao excedente de seis annos.
Gomo que ba qaem pelo fado de haverem
ess^s sidos noneados pelo governador onse sus-
petar da mr-arcialilade de ju's?3 vitalicios e
inamomlveia que o tiverem da julga- e se nao
lembre de qae ao paaso que esses juizes nao sao
demi33ivei3 nem amoviveis, polem 03 electivo3
cuidar maliciosamente de amparar reelei;5's e
poden-n'o igualmeate os representantes que
;nnda por menos tempo fonecionam ?
Sin, compre contrapar urna a outra dessas
duas odiosas bypothest', para oue assim pos-
sam ser ambas aff siadas por honra de nossos
concidado.
Mas exi-'-a o '.mpeuhmvit para o govero a
de'ieste Estada segando a constituico do 17
de Juabn ?
Funcclosa o Seaado como Supremo Tribunal
de Ju-'tica ? t'Jo a Cmara decretar a suspen-
sao do chefe do governo ? Pole o porv^nturi o
Seualo t
Ab olutimente uaa.
Com effeitr. os artigas 66 ?. 70 tem coasti-
tuico preceam de modo iniltudivei porqu'
forma anica pnder o governador do Es-ado se-
aestitoo. temporaria ou definitivamente da?
auasfancos. Qaem qner que lei.. de animo
desprevenido taes disposicCes vrltic:r fcil
mente qao tivers) 6 lo systema que rem^mo 1
ra-ios, adoptado pelos demaii ralos Federal
aos e transplaatado da America do Norte, o pro-
cesso ins'i u'': peto nosso legislador constUoin-
te. Acsim ao passo que albu*e3 a cmara ini-
cia a denuncia, formla o decreto de accusrco
e adop'ando-o tem por isso determinado a 8U3-
pensSa do governalor, ao passo que o Senado
julga, proaoncia e condemna ou ab30lve aqu!
uo se d4 tal : a Cmara deceta a aceas-cij e
o S nado emitte sobre ella a sua opinio delibe
rando se ou nao procedente.
Em Pernambuco o pronanciamento do Coa
gresso sobre a responsabilisaca do goverdador
nicamente nm processo preliminar de carc-
ter essencialmente poltico e sem poder, que
nao In'o permtte a no3sa coa3titmco como o
permitt:-:n as de oa'.ros Estados, determinar a
Buspens&o do chefe ao governo. Aqai, essa re
soluco io poder legislativo significa apenaa que
es3e ramo cordemnado da suprema ^admiaiatra-
co juiga pader-se e dever-se iniciar o p oceaso
que tera ae aparar a culpabilidado do chefe do
poder execallvo urna vez accu3ado, com oa 3em
razo, por qualquer dos sea3 coocidados.
Atreditando que tanto a Cmara como o Sena-
jo sao aaaemblaaesseocialmente polticas, coa
vencida de q ^ a estabilidade do governo urna
necessidade p>-:mordial do actual rgimen, pelo
que somea'.e com a maior isengo de animo, com
a mais rigorosa e desapaixonada justica deveria
ser levado ao escabello dos reos o chefe do go-
verno, qutz a assembla constltuinte de Pemam-
buco que o coagresso aomente se pronunc asse
sobre a conveniencia de ser instituido,
de 3er
Neg eancco a presente resoluco do Congres-
so Legislativo. ___. ,
A Cjnatitoico de 17 de Juuho de 1891 toi ela
borada ao tempo em que se baviam j divulgado
03 ensinamentos da Canstltuico F; feral Brasl-
leira.
Entretanto, em varias fontes easenciaes aqueiie
e3tatuto poltico divergi radicalmente da typo
onsagrado pelo legislador de 24 le Fevereuo.
A orlginalidade da lei fundamental peroambu
cana mais se accenta em face da onuo-midade
das constitoicoea doa demais Balados brazilei-
ros, na questo da responsabilidade do chefe do
poder execulivo.
Tanto nos Estados em que prevaleceu a daali-
dade como oos que adoptaram a anidada de or-
gaos do poder legislativo, Cmara dos Deputa-
dos confioo se a missSo poltica de decretar o
impeacftmif lo chefe do governo.
Essa grave qaesto -m nenbnm Estado foi
deixada ao arbitrio do legislador ordinario : re-
solvida pela Cmara a procedencia da accasacao,
a sospenso do governador expressamente de
terminada na respectiva conetitolcao.
Entretanto, apesar de a esse typo iostitucio
nal obedecer a constitnico amencaua vw-se,
por occiiiao do processo de Andrew Jobmsoo
este presidente continuar no exercicio de suas
foncgOes, mesmo depois de deliberada na cama
ra dos representantes a procedencia da dennncia
por 128 votos contra 47.
Apreciando, nem s a marcha desse processo
.niciado o processo dessa au'oridade. A remo-
cao do ebefe da governo nao a conou essa as
sembla a juizes to accesstveis s Influencias
pasionaes de politi:a militante: antes exigi
que s tivessa logar a 8U3pen3o dessa aa tonda-
de quando sobre os delctos que porventora Ihe
fas3em imputada3 sentenca coalemoa'aria hou
vase proferida por juizos certamente moito me-
nos suscepiiveis de serem amatados pelas exi
gencias partidarias, pela vehemencia das contra-
riedades que estas suscitara e do desaflogo que
impem, obcecando es espiritos ainda 03 mais
esclarecidos e bem intencionados.
Em ontras constituices a procedeicia da ae-
cusacao sempre resolvida pela Cmara inicia
dora e estatu-se expressamente que o aecusado Ji-
cara suspenso por forfa desst resolucac que nao
por 'entenca.
Na consiiioifio de Pernaarbuco apezar dos
precedentes qoe o legislador de 17 de Jaoho en-
contrn nao se pe-mittio expressamente essa
sospenso antes da sentenca. Nao se o permit-
tio to pouco Implicicitameote, porquanto o art
go 70 declara terminaatemente -a suspensao
umapena. _
Como pretender se legislar para Pernambuco
de accordo com as constituice3 de outros Esta
dos e divorciar-se internamente da co^stituiao
deste Estado? ... .
Porque razo leria o legislador coostituinie
deixado de erigir o Senado em Tribunal de jus-
tija, ao contrario do qoe se fez em outros Esta-
dos e na propria IMo ? ______., .
Se do facto de, em ontras constituicoes, a
suspendo derivar de procedencia da aecusa-
cao se qaer concluir em Pernambuco igual dea
tttoicio, mo grado a existencia de clausula ex-
presta ^aquellas e a nao extienda de ti clausula
ni deste Est do. pnio com o mesmo eqoivotto e
[ragll faadam r.to 2e poderia investir os sena
dores de Pe nambuco das funeces de juizes que
aos dos demais estados conferiram as respecti-
vas constituicoe.
Ninguem ignora que em materia penal nao
seappllca a lei, seja esta a fundamental ou seja
lei ordinaria por analoga nem por tnduccao.
Nem foi para casos taes qua se creon a interpre-
taco extenclva.
O assompto nao permiti argumentar par ana
loaia, nem analoga existe, tratando se como es-
tamos vendo, de casos to dlssemelnmles.
B tedavia a presante resolujo pretende (art.
t') : ,
Resolvida a procedencia da aecusado a Mesa
do Senado assim o communtcar ao presidente do
Superior Tribunal de Justen, remitiendo lh< o
Decreto de aecusacao com todos os documentos para
que se prosga nos termos ulteriores da formaedo
da culpa para julgamento dando de tudo scxencia
aos poderes da Umao e do Estado e oficando se
ao vce-governador ou a quem suas vezts fizer para
que immediatamente entre no exercicio das une
cues de governador.
E mas, Insiste e projecto ('t 2.* 8 14):
Os effmtos di deliberaco do Senado julgindo
procedente a aecusacao serao : 1." Fica o aecundo
privado do exercicio de suas funecoest"... 3 .
MiSFICAR 0 ACCUSXDO 'P.1IVADO DO BXBBCICIO
de suas fusccSs ilj applicar-se-lhe a suspbx
sai Pto ama das pbnas do art. 70 da Consti-
tu'c'a i 1
Inwntestavelmente 0 Tatiavia. insina o
projecto como qua adean'.ando paluda justifica-
tiva senta insigne e -evoltiat: sophi3ma, no art.
2 14 n. 3 in fine:
A suspmsao resultante da deliberaco do Cenado
que julgar procedente a aecusacao so ss cossidb
ba pena, mas ser computvta na suspensao que
Ihe for imp sta como pena.
Por ventora a Coastil, deixoa ao legislador or-
iaario o direito de applicar ao Governador a
mipaasao P'" ^otra forma qae nao por sentbkca
DO TRIBUNAL COMPET ;.VTB ?
Encontrase qaem appelle como ama sahida
escusa para a ate.-p-etacai authentica, e j se
vio me3mo avancar se qa13 del.beraco do Se
nado cima citada equivale a pronunciae que a
suspensao s tff-ito immediato desta.
Examin -oros cada urna deasas opin::3. Em
arimei-o '.agar nao se trata de tn'erpretacao au-
thenVca Com eff jo pa'a qua aquella inierpre-
laeSo Hvesse carcter de aatbenticidadef-a pre-
ciso qae o actual ^ongresso houvesse recebido
poderes constltuinte 1 e 03 estive3seexercitaodo.
Nao os tendo a interpretacSo que ler Con
stit. simplesnente doctrinal par vlrda executo
: 3 da lei fuidameotal, qae naj fazem mai3 do
qae desenvolver-lha as Ibes >s genricas, sem po-
der falsear-Ibes o espirito da mesma farma q*e
0 poder exectlvo expedindo regalara.ntos para
leis ordinarias, dellas se nao p le affastar.
A interpretacSo authentici ondoutrmaL
segundo dad p;la mesma autoridade legislati-
va oa pelos e.carrejados da execuca ou appli-
caco das leis. D ffer-i urna da outra em que a
authantica como emana da mesma autor dade leg lata-a obrigatoria; a doutrinal porm como 4
deixada as loz'3 e tesenvolvituerito do espirito
do interprete nao toco outra autoridade qae nao
seja a das raiffes e mo'ivos em qae se fanda.
(P. Bap'. He-raeneot).
O poier legislativo ordinario tem sobretodo
par mis3o applicar a lei ex'steate, desenvolver
os principios da CoostitalcSo- Mas si se trata
de reformat esses piii-os, de os molificar em
sui essencia esta funeco imprtante pertmee
i-xclaivamente a a?sembl,!3 espjciaes aomea-
das peto povo e por este investidas da aclori-
dade constituate. (Eli 3 Regnaul', apodo. Pa
gnerre.D-ct. Pol.)
Vt-jamos si procede a set-uada ale.aco.
A deliberaco do Seaado manifestando se so-
bre a dennacia e jolgando-a pro:edente, nao
equivale ti a prona : a.
a) parq-i s a pronuncia a decisao com que a
autoridade summariante encerra o summario da
culpa e, nest 1 especie de processo, a autoridade
summariante, aquella a quem compete a forma-
ca> da culpa (, segundo o art 60 la Const. do
1 Estado, o tribunal de justica aki determinado.'
b) porq-^ em 'al caso o aeaado nao teria que
I enviar ao Superio- Tribanal de Jcstica sm decrk
tode AcccsAgxo nos termos do citado art. 69 ma3
s-m um veraadiro de^piobo de pronuncia, e
ass1 sc-nda.Jna se sabe em que termis ultbrio
res da f-bmaca) a culpa 'erla de proseguir esse
tribunal, segundo quer o mesmo r.rt 69 pois
que a pronun:ia como .sabido encerra a f rma-
to da colpa;
c) porque a expreseo nesse mesmo artigo
empregadatermos ulter ores da formuco da
culpa, significa evidentem-'nteulteriores ao de-
creto db arcosaco, posterio-e3 a tal desreto;
logo esse deceto nao despach) de pronuncia,
parque posterior a esta nao ha mai3 twmod 1
formaqao ia culpa;
d) porque o Seaado podendo produzir novos
documentos contra o acensado (art. 1 g 8) nao
todava obrigado a;oav-o ( 7'J :Tando-se que
foi rejeitala emenda ao projecto que permitida
ao acensado reqaerer qae fosse alada ouvido
(Jornal do Recite, 19 le Marco); ora nao se pro-
cede formaco da culpa sem oevir-se ae acen-
sado ;
e) porqne o proprio projecto reconhece qa?
at a dearetacSo da procedencia da aecusacao
pelo Senado nenhom ato de autoridade jodicia-
ra aepratieoa, qoando est. tu? do a't. i" 14
n. 2 que am dos eBeilos de tal decretac
ficar o Governador suje to a processo e julgamento
perante o tribunal judie r.o; o que tanto importa
reconhecerqa1 at ento esteve o aecusado pe-
rante om tiiDonal poltico eem competencia para
pronunciar nem sentenciar.
Finalmente quando por absurdo, e smente
assim se quizesse admittir que deliberaco do
Senado,consubstancial no Decreto de:ceusacdo
que elle enva ao Presidente do Superior Tribo
na! de J-tlca e jolgando procedente a accasa-
cao do Governador assimilavel a um despacho
de pronuncia, nada, absolutamente nada teriaui
adiantado quantoa sustentara a competencia des-
se ramo legislativo para suspender o chefe do
poder execuivo.
Com effcito, *s e nicamente da sentenqa con
demnator a defin tiva pode resultar a appl cacao de
urna pena, categora em que nos termos do tvtTO
da Const se abrange a suspensao do Governador.
Di pronunc a nunca ; esta apenas cap tula o de
licto para abrr o plenar o cujo termo e a \mpos\-
cao dapenaldade.*
Si a sasoenso orna daspenas app cayeis
ao G)vernador por crime ds responaabilida-
ae,_(art. 70. como qoe antea do demonstrado
o crime, aatisfeitas jastas exigencias de direito
de defeza e passado pelos tramit93 regulares o
respectivo processo se pretende fulminar tal
Assim, pois, a presente deliberaco do Con-
gresso Legislativo inflige abertamente a Coosti-
toico do Estado; deeconhece as garantas in-
stituidas pelo legislador constitointe qoando
prescrevea o modo pelo qaal dever tornar elle
ctiva a responsabilidade do governador; annulla
adiaposico do art. 129 g 12 da mesma .onsti-
toico segundo a qualnenum c.dadao pode
se-distrabido da jarisdiegao perante a qual deva
responder nem sentenciado sbsao pob AirroaioA-
DE COMPETENTE EM VIRtUDS DE LEI ANTERIOR B NA
r bma por B3TA pRBscRiPTA-; e finalmente
eaquece quenenham cidadopode ser owuba
do a fazer ou deixar deixar de faser algama co-
sa seoa em virtude da lei. ,mKm na
Ora, nem s 0Governador mas tambemos
membros do Congresso esto adstrictoB a solem
oe cempromisso qae tomaram deguardar a
Constitnico Federal, a deste Estado e suas lela,
deaempenbar fiel e lealmente o cargo qoe Ibes
foi respectivamente confiado t>il BsUdo
(Canstit. art. 124)-
Entre urna resolocao do Congresso, alada que
pobli-ada como lei, mas que desreapeita e traus-
gride materialmen;e a constitnico, e por outro
lado o dever qa? se impos de guardar e respei-
tar essa constituico, cojas prescrip'cCes sao sem
duvida algama superiores sde qoalqoer estatuto
commum, o chefe do poder execotivo nao pode-
Ab.-cquelrdo com a Conatitoico Politica do
Estado esura vigorosamente apparelhado para
oppor enrgica e patritica resistencia as inves
Udas contra a lei das leis. veobam esses ataqoes
d'oude vierem. _, ...
Anda mais, o art. 3 da Coaatit.
preacreve :
do Estada
'.

-
-



-



J-

,L>*. <''*-! 1

^4 "i
mmmsmsmimmmmsm-
i- -


O poderes polticos d^Bjudo, JsgtotaUTo,
sssKstlvo e judicial sao daf*"*5 do f1.. "*"
aacsm-se pios modos tooalw sssv mo* stTj^**-
**Dscrevendo texraalmsnta->..SMa dtepoiigta
Mirnmnri faier notar : ^^^___
^) Q e os tres poderes polillado Estad*
-instituidos pelo leglslor eaeviiossate oess
edades que Be eqoivilasl ii"iiiirsasaiQO
agja-sEm a^e rjenhomausMIasr^tejazaBu
a a qualq jer das outsaast as^bss** desses
meret foi conferido nem iBJajetcita ara expli
Smente o menor gru de superioridade em
tocio aos ootros dote.
Ijii q ie gmente qjs limites trabados pa
Stostit. l-.'-i dado ezercer as suas attribui-
gtes, qne Dfu de modo arbitrario e exorbitante
aMpnelles limites.
Aseim, urna ves que drsposigoes desse estatu
' orgnico Brmem direitos e prerogativas de
a'quer dos orgos do governo do Estado nem
e Congrego, nem aos Tribunaesnem ao Gover-
ador licito desconbecer laes direitos oo cercear
esas prerogativas. Nada justifica a doutrina
w se pretende iastituir segundo a qual ao Con-
fftsto conferida a preeminencia sobre os de-
asa poleres, att.nrjutndt.se a ana competencia
2Be~3lati?a urna MituJe capaz.de legitimar todo
panto qulser p-es:rever e decretar esae ramo
6 governo do Estad*.
Feto coniiario.0 art. 36 g 14 da Gooslit. refe-
_? sa de modo bem-claro a testriocOes compe-
seccl-* legislativa doCongresBO. nao sendo ser-
Kiulo a essa assemblea, qoando no dizer do
; c lo mesuro artigo trata de fazer leis, i*
irpretd-as suspendel as e mogol as -esquecer
aqssMai delimiiages e arrogar se funrgoes de
swialadqr. constituiote.
i p-egoeiros desaa doutriaa subversiva jol-
f^m-se triumphantea com cita-em os arla. 19 e
V a Co38tit i, E-'ado, segundo os qnaes todo
proyecte q e fr suffragado por votajao nominal
Je dous tergos dos mecubros que compoem cada
mar, poc mas que postergue a Coostituigo
Je-i eral que offiada a do Estado, e nao couve.ha
23 i.m poolico, urna vez publicado pelo Senado
orno le, 6 para tolos os effeitos e em toda a
ts!'"-nsS do termo, lei do Estado.
Para taes ioterpretes nenaum valor '.n aa
Estriego .3 do art. 36 14, do art. 1(8 e todos
s- mais que resultem do reciproco respeito qoe
t-3'pein funegoes qae a cutro3 caibam
Asjim entendida a Gonstii., sapponba 3e que
e C)Dg-esso determina por exemplo, que
S3TADA A paoCEDEJCIA DA DENUNCIA O G0VKBNAD0R
su' bec luid a i'RMAO-Ora.nenbam anigo da
Gsostit. exista determinmdo expressamente que
: gocernador nao poder em caso algum ser
"xth do apr ; e anda qoando tal artigo
sistisse, suppouba se mais que o Coogresso,
dente da3 raz6as de nao sanego oppoata a tal
jrojocto pelo chefe do poder execulivo as des-
yresasse e reforgasse a primitiva votsgl > fazendo
jassar o cerebrioo pn>jjcto e publicarse em se-
(sia com: lei do Estado, nos termos do art 30.
Sapponba-se anda qne o Congresso imma-.ine
jrazlr a lei, por esse processo o segoioie
Sso nullas as ocmeagOes feitas pelo Governa
o 3er para delegados de polica e para emprega
* os das estages fiseaes do Estado.Fica ex
t '.acto o Corpo de Polica .
Ti s os emprfQidos pblicos serao oVora em
Jante nomeados pelos ch'fes das respxtivas repar
Hgies e estes, ele tos pela commissdo de polica da
atara, nao podendo ser demetdos semo por
waif/ra de votos do Congresso t*o Estado-.
Ficam reinteyados todos os promotores pu-
ils'js exonerados pelo governador do Estado por
yifiarias de..., e declarados ta/icioj.
Pergantase: votailos por dois tercos dos
aeab os que cumpoem cada urna das Cmaras,
tepois de nao seccionados pelo governador, e
aplicados, seriarn lea todos esses exemplcs de
fcorpsco de unccOes e de exageres legislali
Deviam, podiam semelbantes exigencias Aa
asa legislador deacomxedido e excntrico ser
$m as em pratica, acceitas pacificamente, sem
srecsto, sem reluctancia, pelos demais orgos
ta governo do Estado? Entretanto a latitude
ixceaciorjat assim conferida aos citados art .
i 30 da constitno conduz a taes absurdos.
Efectivamente, a urna asscmbla que do?
jeo3 eleitoris recebeu un''camnfepoderes de le
psi aapetencia para alleiar a Constilnigao segundo
a qual e dentro de cu] os limites Ibes dado
^racionar.
Taes mandatarios do eleitorado, taes delegado
ao povo, na pbrase do citado artigo 3.* exorbi
aa. excedem os poderes que Ibes forana c nf
?Ht03, qoando desenvolvendo as tbeses generi-
;j da Constituico entendem e querem que se
2eoda como si oci03a3 e inuteis fosee u as dis-
TuSigOes coosiitucionaes.
Quandaa liegao da experiencia secularmente
hita acerca da extrema eeneioilidade das rs
aemblas policas a aegao do partidarismo e i
ijjpiragao das faeges nao existisse incontesta-
je! e eloqut ote as paginas da historia parla-
aee!ar, a analyse da presente resologSo mais
ama vez confirmara os easioamentos de3sa ex
jnf'ieceia evidenciando os perig03 qae to sabia
zest? procurou evitar o legislador constuinte
e 17 de Junco.
Porque rjzl; teria o legislador federal con
signado no pacto de 34 de Fevereiro as mais ele-
Telas garantas de liberdade individual aenao
asra que fossem urna realidade nos Estados, que
s ederaram adstricl03 a prescripgOes desse
sstatuto bsico? .
Si verdade, o art. 63 'a Conetituigao Federal
jiigio cada Estado reger se ha pela consttitui-
oe>pela3 lea que adoptar, respeitados os
yjneipio8 con8titocionaas da Uniio.
' Ora, a declaragdo dos direitos qoe constile
Xsda a seceo II do ti t. IV desse estatuto polco
Xozette a todos os cidadaos braMleiros, qual
jc-r que s-ja o Estado em que estejam domici
Sudo, quaesquer qae sejam os tribunaes peran-
e 03 quaes bajam de comparecer que
!.) NiDguem pode ser obhhjado a fazer ou
Jeixar de fazer alguma cou^a seno em virtude
Jlei ( r!. 72 i.').
i.*> Nigoem se- sentenciado aeno pela
jutori ade competente, em virtude de le ante-
rior e na (orna per ella -egulada (irt. 72 15).*
3.') ?iena'defesa com todos os recursos e meios es-
MiTliri a ellj.
A presente deliberago do congresso-as-
Kgura ao arengado a mais plena defesa com
09 os recursos e meios essenciaes a ella ?
Vamos ver que absolutamente nao.
e Imenle, aos empregados pblicos nao pri-
vilegiados envolvidos em processo de responsa-
xlidade, c ncedem as leis vigentes o praso im-
prorogavel de 15 dias para a eua defesi. Pois
bem, o governador do Estado, para quem :n ti
:aio se fd.-o privilegiado e a quem o legislador
oastitjinte cercou de garantas excepcionaes,
i collocado pela presente resoluco (art. S. g
i.) em condigSes muito inferiores s de qual-
icer empregado commum, concedendo-se-lhe
para toa defes nicamente meo das :mp:oro-
iaveis.
E mais se acceo'i easa extranha orientago
;.-o.-.e83ual em caso to grave quanto aquella
m que se acba em cansa a estabilidade do go-
verno, com o 7. do mesmo art., segundo o
qual a corntulssao de 3 membros do Senado
mandara ouvir por escripto o acensado sb assim
O jXlgar nbcbssario dentro do prazo improroga
vel de cinco dias e em o 8 do mesmo art.
que reza:ndo este prazo qubb o binado tr-
ha oc nao mahdad 3 ouvm ao oovebnadob a com a
* re8po8ta d'elle on sem ella a mesma eommi^
examinando todcs os papis que tiverem vind..
da Cmara dos Diputados e pbodcsindo ootbos
>jcomentos, si os hbuver obtldo emittir pare-
cer sobre a procedencia ou improcedencia da
c-usaCao. ,
Note-se, pois,1" Qae os cinco das teem de
correr,quer o Senado tenha ou nao mandado
ouvir ao governadorqoe o Senado ter que de
morar seo parecer durante esse praso, mas que
apezar d'isso julga-se licito nao mandar ouvir ao
acensado ;
V Q 33 o Senado pode produzir outbos dou-
1-ntos, alm dos, que a Cmara Ihe tiver envia-
do, sendo posslvel que taes documentos encer
remnovos espitlos de accusac&o suceptiveis
de serem invalidados, o que se concebe poderla
a defeca fcilmente reallar, mas que lo i avia
nao fica por lase obligada a commissao a man-
dar cuvir o acensado,
Assim ao passo qoe a le de responsibldade
do presidente do Estado de Miuas-Oeraet da-lbe
para defender-se o praso de 15 dias podendo aer
p orogadoa reqoerlaeoto doacenndo por an-
tros 18 em quanto igual praso designado coa
direito a prorogacao ao governador do Para em
Mqueimitou .da reaponaabllldado do yrwt
Diario de Peroambaco Ter^a-feira 11 de Abril de 1893
doaaa *' fMt-l- ani ?"i "n-iiTifruarr radu-
Im lUtls aates pasas por tsd formdeitro
Coojara oaachel(MsdoMfjB dMftuiato >tle soaa CsaacOes. TiIris|i m
caatecaralala emp 8 acoon'.uar-tw aarciaiMMm a ptaoccu
o peisoal qM.didaaatn at projociojapre
do nao disMtid. mas votados.em ir dias *
aeafta o Caos; eaa de reate'ter a eataagovaano o
iacanfltiaaaicnaHgiiaao ia^eo(o-aas4eaaiadarila-
gal vaaMrrariamente a actoai magwtraiaw da-
Estado legtimamente investida em suas funccOea
annuHando nomeacSes e de .retando a rentegracao
ndcbtti e evidaatement illafal de, maf strados
nicos que, segundo e Congrtssr deverto eoos
tituir o Tribunal dos 20 juises, com exclus&o de
qnaatos [orm palo chafe do poder executivono
meados na forma da lei.
O C mgr aso Legislativo sciente das ra z6es do
veto que opponho a este projecto decilira como
entender acertado.
Alexanire Jote Barbosa Lima.
Quartel dj commando do oorpo polioial
do Poroarabaco, 5 ie Abril do li,93
Ordem do dia n. 13
Paco publico para conhecimento do corpo :
Q;e devido a iocommodos de sanie que me
Bobrevieram. e fe aggravaram, de modo a me im-
posibilitar de presentemente contianar no com-
mando deste corpo, fu:, em data de bontem
mandado pelo Sr. governador <*o Estado a ins
pecej ; oomeendo o meamo Exm. Sr. para
cownaodalo interinamente o Sr. tenente-coro-
nel Ricardo Joe Correia Lima, a qaem, naqo 'I
la data e com as formalidade3 do estyo passei o
referido coraiaado.
Devo declarar que tendo assim procedido, en-
treguei o corpo com o electivo di 533 pracis
de pret e om o bataneo 'dos diobeiros a mei
cargo, q e orgm na quantia de 23:54S*800. sol-
do das prag-is do corrente mez, e 6.833*369,
saldo da caixa da msica, que passa para o cor
rente mez, sendo en dinhelro 3:560*000, e em
documentos de abonos aos aflataos e pragas
3:275*579. prefazendo todo a importancia de
30:384*369.
Camaradaal Retirndome de tossa fren'e,
desse lugar de honra em que estivo por mais de
um anuo cerno aiaj t Bscat e como commandan-
te ltimamente nomeado, levo bastante saudade,
c5o porque deixe o c?rgo, mas por me ver pri-
vado de continuar ao vesao lado prestando ser-
vigos e admirando a vossa constancia, o vosao
eutrni8asmo e o vosso valor no desemperno da
agrada causa que abracasteisda salvagao da
ordem e do bem estar ,,ublico : servigo qoe es
pero contionareis a prestar com a mesma dedi-
cagao e com o mesmo patriotismo.
Camarada! E' mais que nob-e e importante
a gloriosa m s-ao do soldado : portanto, na a
-lvideis, boje, principalmente, qu? o nome tra
dicciooal de3ta trra, bargo sagrado d03 paladi-
nas da liuerdade exige de vj todo sacrificio
em prol da salvagao da Repblica.
Qjiga, que ainda esse dia voltada a minba
eaade eu posea vos ajudar nessa importante ta
r efa.
Deixo de agradecer nominalmeote aos offi
naes e pracas, porque, para mim, todos reun
dos flzeraoi jus ao meu recoohecimento e re-
presentam urna e e nica verdade : o braco da
?alvaco pub ica do heroico Estado de Pernam
bu o. (Assignado) Frederico Augusto Paes
Brrelo, tenente-coronel commandante.
Queseara policial
1.a SecgSoN. 81 Saoretaria da Qo9-
turt Polioial do Estado de Pernambnso,
10 do Abril do 1893.
Sr. Dr. GovernadorParticipo-Tos que
foram reeoihidos Gasa do DetenoSo os
aeguintes individuos :
No dia 8 do corrente :
A' micha ordem, Antonio Bernardo do
Nasoiment), viudo do Caho cerno alienado.
A' ordem do subdelegado do Recife,
Janaario Rodrigues dos Santos, por crime
de ferimentos.
A' ordem do subdelegado do l3diatricto
de S. Jos, Feliciana Tbeodora e Joaepha
Ermalinda da Conocilo, como alienadas.
No dia 9:
A' ordem do subdelegado do Recite,
Joaquina Alves de Araojo, por d atorbios.
A' ordem do subdelegado do 1 diatricto
do S. Jos, JoSo Lopes da Silva, Manool
Thom da Silva, Manoel Francisco dos
Pdssos, Manool NaBcimento da Silva, Ma-
ooel Jos dos Santos, Galdino Lina do
Espirito Santo, Jorge Avelioo da Silva,
Zacharias Jea de Sant'Auna, Antonh
L uren^o Monia e Jos Ignacio Pereira,
por embriagues o disturbios.
A' ordem do subdelegado do 1' dia ricto
da Boa-Vista, Laorentino de tal, Joaquim
de tal, Joaquim de Sant'Anna, Manoel
Rufino, Podro d^ tal, Manool Amaro e
Manoel Moreira dos Santos, como vaga-
bundea.
V orbem do subdelegado do 1* diatri-
cto da Afogados, Jos Joaquim de Medei-
:oa, Julio Caraeiro da Cruz e Joa Jus-
tino, como larapioa, e Mara Jos, por
embriagaos o disturbios .
Ectraram em exercicio as seguintes
autoridades policiaes :
u No dia 9 do corrente, o cidadSo Manoel
Antonio Ferreira Gomos, subdelegado do
3- districto da Graca.
No dia 8, o cidad o Iai'ro da Costa
Gradilba, subdelegido' do districto de S.
LoortMQ da M --tu.
Ao Dr. Alejandre Jos Barbosa Lima.
ui digno governador do Estado.
O Questor,
Julio de Mello Filho.
lastrnc^c PaM ea de Estada
de Pernamaco
DESPACHOS DO DIA 8 )K aBBIL
DK 1893
Jo vino Rodolpho de OliveiraSim.
Francisco Pedro Goncalves Beserr=
Deferido, com offisio d'esta data ao Tbe-
aouro do Estado para providenciar nos
termos do art. 3 15 do regulamento vi-
gente.
Mara daa Merc i da Cruz Ribeiro
bim oom offi :;o ao Theaouro.
10
Francisco Pedr, Goncalves Beserra.
Concedo.
Jovino de Albuquerqae Pessoa.Sim,
mediante recibo,
Mara Luisa Vilella do Rogo. Justi-
fico, cfficiando ao Theaouro.
EXTERIOR
AMERICA DO SUL
Paraguay
Temos as seguintes noticiaj sobre o
oonflioto brasilio*paraguay.
Dado o faoto que o originon e do
?[oal j demos noticia aos nossos leitores,
oi o jornal cRepublioa* o primeiro or-
gBo da imprensa paraguaya que o no-
ticin e a sua noticia foi em termos que
exigi a contaataolo de cossa Legaclo,
expresas nestes termoi pela imprensa lo
cal :
< LegacSo dos Estados Unidos do Bra-
fal.AssTnapcIo, 13 e Marco de 1893.
Illm. Sr. Director de La Libordade
Da ordem do Exm. Sr. Ministro, rogo
V. S. qu**
de bbs colaasa
ue esHkl
, e pesMaaa*
inse:
ero
vado obw mu draga i a
maas d
r-
ussa'es inseriaW pop
aa aaanero de hoi
psjs sasM'joamal,
, a lskfaas
verdasle, eatifiana
La Rsaasatsca e
ietancaa
.teoiaaantatha-
d 10 do nsssnriBBiiiii
a-asfta
e no qual foram victimas dous distinctos
cfficiaes da armad i braaileira.
Os*c.dad8ta alli aggredidos, isaultadoa
e feridos por policiaes, de ordem da au-
toridade, nSo aSo, como insina La Re-
pblica, oom visivel intencSo de aviltei a
tarda honrada do militar brasleiro, sim-
ples marinheiros indmitos o ebrios,
mas os dignos tenentes Alberto Moutioho
e Salustiano Jos Alves de Camino,
peas-as do mximo criterio, educadas c
c^ja..nica apparencia repella aa inanltoo
sas inainuacSss com que iojariou-os i
gaaata, oojoa conecitos esta LegacSo,
justamente mei ndrada, apressa-se em
repellir e contestar oom toda a energa
dignidade.
O faoto, como elle verdadeiramena
verific ;u se, foi moi diverso da vereSo
pro osital que La R;pub!ica estampou.
Os offi iiaos braz;le ro3 desacmadoa e tran-
quillos, acbavam-se no Cal Chantaot no
goso de um dreito qua a ninguem pode
ser negado, quAndo, por um motivo ftil,
que nSo admittia nem mesmo urna sim-
ples admoestaoSo, foram insultados pelo
sommissario de polica, orden de quem
diversos vigilantes lugo os aggrediram de
aabres desembainhadoa, feriada-os Da ca
be^a e nos bracos, com sacha o fro
nesi.
Ainda nSo tu lo : chegaram mais
longe os aggreasorea ; os Srs. tenentes
Moatinho e Carvalho toram revistados
como bandidos ferozes, desapparecendo
entSo dos bolsos do segundo eonsideravel
quantia.
Em tegaida, foram brutalmente con-
duaidos a empurrSes e sob injurias atro-
Z3s at a quartel de polica, e alli per-
maneceram longas horas, solicitando em-
bado o comparec ment de um medico
para proceder em suas pessoas ao necea
Bario corpo do delicto, que s mais tarde
f.6i feito a bordo pe'o 3r. Dr. Aadreussi.
W.'i, Sr. redactor, fielniente narrado o
acontecimento, cuja gravidade nSo furtar-
se ha ao criterioso e ilustrado espirito de
Y. S.
EstSo dados es esclareoimentos que o
Exm Sr. ministro pretenda fferecer
opiniSo sensata desta cap'tal, no cum. ri-
me to do grato dover de defender illas-
tres offieiaes vilipendiados de um modo
grosseiro e injastifioavel pela redaocSo de
L Repblica.
Esta LegacSo nSo volver a importu-
nar i V. S. aubre tal assumpto, porque
nSo pretende e de forma alguma sosten
tar polemio a pela impreosa.
E, Assim, pemitta-me, Sr. redactor,
que me coofesse co a e tima e considera
So.
De V. S. Attento, servo e obrigado -
Marques de Carvalho.Secretario d* Le-
gacSo.
O jirnal sobre cuja noticia oppunha
assim a LegacSo a de vid i coutestaoSo,
em resposta a esta carta den estampa
no dia subsequente no artigo estra bando
o prooedimento da lega^So que reoerreu
a imprensa para fazer ostentacSes contra-
rias a boas pratioas deplomaticas e per-
aonaliaar-se injuriando um jornal local, fe
rindo de passagem susceptibilidades de
carcter naeional, desconhecendo por com-
pleto as boas relacSas que ha muitjs au-
nos mantm em permita harmona o nosso
pais oom a nacSo brasileira.
Da em seguida La Repblica que a
s-ia noticia foi colhida por um reprter
que presenciou as scenas ; o fdra feita
oom toda a imparcialidade, sendo por
oonseguinte a expressSo da verdade.
Em La Democracia lemoa os seguin-
tes top eos, relativos a esta questSo, con
stantes de um artigo sob titulo conflicto
do dia.
Causaram verdadeira pena aos espiri-
tos serenos e imparoiaes as publicados
des tes dia i, relativamente s fggres.3 .
havidas e tre dous officiaes da armada
brasileira e um commissario de polica e
seas soldados.
Ni i se averiguou anda se foram os
primeros ou os segundos os promotoras
do f,cto.
TSo pouoo se averigua se as duas par
tes foram cu'padas ; urna por seas insul
tos, a outra por nSo havel-os obstado.
O mais provavel qua nSo teoham ha-
vido aggressfJes de tacto de um e outro
lado.
O que admira que nao se haja trata-
do do assumpto tranquilamente pelas au-
toridades competentes, que neste caso
eram o ministro das relac8es exteriores
e o chefe da legacSo brasileira ; e que
errneamente o secretario deste ultimo
haj recorrido a urna publicacSo violenta,
contra a polica, e que o chefe poltico,
indignado, tenha-lhe respondido com ou-
tra nSo menos aggr ssvj.
Nem da polica, nem da legacSo de
viam ter partido publicares de tal natu-
resa, pelo proprio decoro que ellos mee-
mos devem ter para oom a sua missSo.
Em nossa opini o, o secretario da le-
gacSo e a propria legacSo, cujo nome elle
invocou, deram um passo em falso com a
sua publicaf&o e o chefe poltico qne se
inspirou seguramente em seus superiores,
em vea de responder oom o cecessario
oommedimento, teve a mesma linguagem
A culpa deste conflicto pertenoe, pois,
da. re-
legacSo brasileira e ao ministro
lac8ea exteriores.
A meima folha publica as bases da re-
clamaoSo do ministro brasileiro :
l. A demissSo do commissario ailu-
dido.
2. A prisSo dos soldados que a elle
obedeoeram no Chantant.
3." Indemnisaclo de 5:0000000 ouro
aos tenentes Moitinho e Alves de Carva-
lho.
No mesmo dia dirigio-lhe telegramma
ao governo ederal, oommunioando o faoto
e pedindo astraccSes.
Pelo oorreio de hoje dirigiolhe tambem
officio e por emquanto o ministro brasilei-
ro suspenden suas relacSes oom a chancel-
lara paraguaya >.
De om outro jornal do Paraguay
< A nota mais saliente do dia a re-
olamaoSo diplomtica intentada pelo mi-
o d*
BriBil.
O
osV) dawBodass
lio doa Es'
te nacional.
motiva j M be
Urna troca de ]
es e feridas ena
s dan
eon
rrae. <
b
lioo.
SabemoBfSaastudo, que o miaiataaio ooo*
tastou o ceesestar sua sassa afgaotoy
do pela, polica oom as deolaragSeB da
maior parte das pessoas que assistiram ao
bailete s sgfressSss,
E estas declaracSes, diz-so, sSo un-
nimes contra os ofiieiaes da armada braai-
leira Srs Mootinho e Alvos de Carvalho,
attribundo lhei a culpa de terem sido os
primeiro- quanto s provocares pessoaes
que deram margem ao desgranado inci-
dente .
A este mosmo respeito, diremos alguma
causa, ambara.-nSn importa, em abja-eclv
seria a reclamaoSo do chefe da legaclo
brasileira.
A um pais como o Paraguay, formal
mente pobre, cojo governo devo cinco
mezes de vencimentos atrasados, a sana
mpregtdos, o nSo os paga pde-se pedir
tod especie de satisfacSes, excepto as qie
tenham re- cSo oom o metal sonante.
O ministro do Brazil de ve ter >sso em
conta p-ira nSo insistir no pedido, porque
na realidale nSo devo ningnem exigir o
que nSo ha.
No caso em questSo o caur.uho do ac-
cordo est oompletameote dosembaraj do.
Ao ministro das relaoSes exterioras
que compete inioiar alguma cousa de so-
ro nesse aentido, ooafi mdo qae nSo ser
desairoso para o reclamaoto.
Mais que urna '.roca de notas copiando
phraaes interas do direito das gentes, de
protaptos e favoraveis resa'tados. urna
troca de explicacoes entre os diplomataa
que se approximam e fatlam-
E baeta de reclamases. O ministro do
Brasil, Sr. Lini de Almeida dirigi hoje
ama nota ai ministro daa relao3-)s exte-
riores, Dr. Lopes, reclamando a demissSo
immediata do chefe poltico da Capital,
D. Jos C. Meza, pelo facto de haver este
publicado, em nosaa folha da 14, a res-
poEta que oonhecem os leitores, a carta
do tecretario da legacSo, appareoida no
dia anterior.
Esta reclamaoSo mais grave ainda que
as anteriores; de demissSo de um com-
missario, prisSo dos soldad )s e indemnisa-
cSo de 5.000 pesos.
O presidente Gonzlez talvez acuda a
estas, mas nSo aquella. Sua seg'iranca
no poder base-.-se em grande p>rte no b-t
talhSo que disoiplinou o commandaoto
Meza. E este mesmo am dos poneos
partidarios, homens de acgSo francos e
activos .
Bepublica, Araentlaa
Segando noticias telegrtphicas recebi-
das da provincia de Catamarca, reina alli
grande deiconteotameoto contra o gover
nador da provincia.
Os nimos evaltados pretendem derru
bai-o, fazendo j preparativos para esso
fim.
A sitnacSo da provincia, pois, presen-
temente de ama gravidade exoesBiva;
e o governo por seu lado emprega todas
as medidas para abafar o movimeoto revo-
lucionario, no que encontra no entretanto
grandes diffioald&deB, pois j em Ambuto
foram j depostaB as autoridades lcaos.
" ; Seguio para Santiago do Chile o Sr.
Viraooao, levando as relaoSes do governo
sobre o modat-operaudi na questSo
de limites.
Apexar do tempo chuvoso, asjfestas da
semana santa t,n sido muito concorridas.
As igrejas, ornadas com grande luxo, ten
estado repletas de povo:
A ordem publica tem sido perfeita.
O Sr. Dr. Luis Saenz Pena, presi-
dente da R '.publica Argentina, tem compa-
recido s festas da semara Santa, visitan-
do diverjas igrejas.
Sapp5e-se que a colheita da oanna,
do assucar j bascante estragada pela Ion
ga secca, ser inferior ao rendimeoto or-
dinario.
Bcpuhllca de Veneiaela
Um tr .tado de allianca offeosivo o do-
tensivo acaba de ae concluir entre esta re'
publica e ade Colombia.
Repblica da BoIItIu
No dia 31 de Margo na cidade de La
Paz, capital da repub ioA deu-se um la-
mentavel incidente, por occasiSo de reali-
sarem-se os funeraes de um membro da
loja maconica da mesma cidade.
O partido cathohoo promoveu maoifes
tttySo hostil, seguindo-se serio conflicto de
que resultaram a morte de varias pessoas
e innmeros f en me.i tos.
O populacho, atacou o edificio do Gran-
de varente Boliviano, durante a cerimonia
maconica dos referidos funeraes ; e os
asaltantes atearam fogo ao te po, que
fi ou rednzido a oinsas, morrendo omitas
pessoas e entre ellas alguus rapases da
estudiantina chilena, que se dirige a Chi
jo.
Polica e tropa de linha s muito tarde
comparecern, e&ctaando entSo varias
pristes.
Os restos mortaes de Bollivian fo
ram trasla lados para o novo pantheon.
Faaen se grandes preparativos na
capital para festejar a inauguracSo do tem
po dos jesutas,
Stepablic* do Etiuador
Em Ambato rebentou um movimento
hostil ao governo do Sr. L. Cordsro, pre-
sidente da Repblica.
O movimento parece querer tomar
grande vulto.
O governo deoretou rigorosas provi-
dencias a respeito.
AMERICA DO NORTE
Estado* Unidos
Foram nomeados ministros dos Estados
Unidos os Srs. Mackeisie, em Lima ;
Porter, em Santiago ; II .k--r, em Nicara-
gua; Costa Rica e S. Salvador; Young, em
Guatemala e H:nduras ; Mr. William Tor-
res foi nomefcdo cnsul geral no Rio de
J neiro.
__ Em New-York constava que o pre-
sidente da Repblica de S. DomingOB se-
ques tr ara no Banco Francs 60.000 fran-
cos.
O ministro francs protestoa contra a
violencia e fes aprestar urna oanboneira
3na se soba no porto, afina de bombar-
ear a cidade se satisfacSo plena nlo-for
dada.
data de 30 do.. aassasab d.zaosa de Parto,
qu"! acaba de eaeearaii o csfonel Prr-
msssede Paula, que nssra oa'estes do Ale-
g-ear^ a que asslstiaossno iassmeras a mure do
govasno legal. ,^
Stasndo o governo de Es'ad.i e o sjenerai^a
cellar, commandaote-chefe das torces de Cace-
quy, que urna columna de ioimigos oceupava o
Algrete, que encontrara completamente dea-
guirnesida, fo-amexpedido \ 1.003 besoens sob
o commando do coronel Santos Prlho, aflm de
reconbecerem a postcSo dos adrersarios ec
Inerem esclarectmeotos para .orlentacao d s (or-
eas lecaes.
Apresentando-3e a frente dos soldados repu-
blicanos 830 homens, f jram estes batid03 e re*
chassidos.
A torca republicanas, animada, proaeguiu na
marco i, approximanda-se da cidade.
A 27 do correte, acbando-S9 acampada, foi
surpresa por (orea in'nr.ea exces^ivameote su-
perior em nomero; commandada pelos ebefrs
Pioa. Laureniino Pinto e Prestes Goimre que
consta, cou no campo de combate.
A f ."ca republicana, ap< reunida lucta, tere
fora de combate cento e poucos borneas e os
adversarios maia de seiscentos.
Os officiaes e pr cas de reg-esso a Cacequy
referem que a columna dos atacantes era qiasi
completamente composta de orientaes.
O governo assegura pelo orgSo offi Jal a qnem
perteaeeai estes detalbes, estar cercado de ele-
mentos para manter a ordem e proceder re-
presso enrgica dos ssialioa dos federalistas,
e coala que aerprompla a victoria dos defen-
sores da Repblica.
Da Moatevideo diza-ae a 31.
E- plenamente conb>mada a noticia da der-
rota em Algrete dos caalilbita eommandado
pelo iovem 2.- teneate Santos FHbos. Estefi-
cou ferino.
As Derdas dos castilhislas attingem a |mais
de 500 morios e feridos.
A maior mortandade occorreu na debandada'
afogaado-se os fugitivos nos banbados.
Esiao chegando a Cacequy grupos de feridos
a de fugitivos.
O ebefe federalista vencedor foi Liureatiao Pi-
na.
A* columnas do general Silva Tsvarea e do
coronel Gumersindo Saralva sahi'am bontem do
Tuquarambosinho, em direcc a Cacapava p ;-
Lavras.
O conselbeiro Miciel e3ta' em S. Luis com
gente armada.
as proximidads do Livramenoesto 400 fe-
de ralistas a' sabara de reforgos.
E', po'ra diffl:il (jue os federalistas de Tara-
res ou de Gumers;io os pissSo auxiliar porque
o general Hippoly o,com as torcas do seu com-
mindo, manoor.i para cortar-lhes ocaminho.
Tendo ouvido a federalista q polyto 6 o nico general qoe Ibes merece res-
poito.
As forcas da Unio 'o general Silva Talles sa
biram de Bag a tomar pos gao para defender a
estrada de ferro entre aqueja cid ide e Pelotas.
Espjram 8c a todo o momento noticias dos
movmetos das f-rgis da guarnigao de U>u-
u.-' y-ins.
E o Rivera e no Livramento' federalistas e cao
tilnietas trocam boletins insultuoaos.
Em dala de 31 dizia se de Perio Alegre
para a Gazeta de Noticias :
Ten lo urna forga de rebeldes se apoderado da
cidade de Alcgrete, que eslava desguarnecida,
paniu no dia ti de Cacequy -aquella direcc&o
urna columna de reconb3Cimento, composta de
mil bomens, commandada pelo coronel Sanios
Filho.
No da 26 encontrn urna forga ioimiga, com-
pos a de 800 domen?, que foi completamente
derrotada.
No dia 27, os ioimigos, em numero quatro
vetes maior que a columna expedicionaria, ata
cou a esta, cerca de um quarto de legua de Ale
grete.
0 combate foi reahidissimo, perdendo as forgag
legaes cento e tantos homens, e os invasores
mais de ROO.
Aps o combate, qne durou maia de sete boras,
as forcas legaes se retiraram, parte para Cace
quy, parte para a serra, atim de tolher o passo
ao iniaMgo.
As forgas iovasoras, na quasi tolalidade com
postas de orientaes e correntlnos, eram com
mandadas por Pina, florentino, Pinto Filho,
Prestes Gnimar&es e ou'.ros.
Morreram na aegao diversos chotes invasores
e um coronel oriental, que [azia parle das for-
gas.
Teatemunhaa do ataque narram que, apeaas
cahia nm soldado ferido, os bandidos orientaes
se apeavam e degolavam o.
S4o Innmeros os tactos referidos de ataque,
attentados e deshonra de familias, praiicadas
pelas bordas vindas do estraogeiro.
Cri-;gju boje aqui o general rolles com forgae
para operar no norte do Estado.
Jornaes de Montevideo publicaran! :
Santo Eagenio, Mirgo 21.Approximou-se
de S. Joao Baptista urna columna composta de
dous mil homens federaes ao mando do briga-
deiro Hyppoli'.o e do bario de Turapti.
A povoaco foi tomada sem resistencia algu
ma, pois as forgag que a guaraeciam abandona-
ram suas posig5es, fugiudo em bandos para San
to Eugenio e ouiros pontos, oode foram 'esar
mados pe s aatorida Jes omn'aes.
Os estrangeirosencarregaram-se da guarda ea
cidade, para maior garanta da vida eda proprie
dade dos habitantes.
Noticias de Algrete, com data de 22, commu-
nicam uoisas horrorosas praticadas pelas forgas
da revologo que. sob o commando dos coronis
Pioa e Beccsr, tomaram este ponto *.
En data de 1 do corrente constava na mes-
ma capital, que pelas ultimas noticias da frontei-
ra, nao occorrera nenbuma novidade importaite
oo Rio Graade.
O; teleg-ammasdSo os federalistas como ba-
tidos dianle das forgas castilhistas.
O ataque a Bag. que aqui se deu como segu-
ro, fiou incerto. Houve, verdade, a idea de
atacar a ck'ai?, mas no momento escolbido ca-
bio alli urna forga do governo e transtornou os
planos dos chefes federaes, que retrocederam.
E'este o estado da revolugao rio-graodense.
En Montevideo foram recebidas as seguin-
tes noticias pelo telegrapao, diz a Gszeta de no-
ticias :
Qae o governo pedio autorisagao ao governo
oriental para pasear pela fronteira oriental a sua
artilbaria.
Qie o general Silva Tavares lizera acqnisigo
de algumas boceas de fogo no E -talo Oriental e
qoe o governo brasileiro tioha protestado por in-
termedio do nosso ministro residente.
ConQ-ma-se a tomada de Bag, que ponto de
operagoes d general Silva T vares, que acha se
com graade numero de federalistas aos campos
de Acegu para distrahir aa forgas que eatavam
sob o commando do general Silva Telles. Cons-
tava tambem que o general Silva Telles recebera
insirucgO:s reservadas do governo central com
relagao ao D.-. Julio de Castilbcs.
Capital Federal
0 > Paiz deu e-tas noticias :
Parece que o Sr. general de divisSo Eneas
Galvao,actual ajodante general, seguir por todo
este mez pira o Rio G-ande do Sol.
Segundo se dizia em diversos circuios, aquel le
general sera acompaohado por dous generaos
de b igada, sendo apootalos os nomes do gene-
ral Ewerton e do coronel Cmara, que ser pro-
movido a esse posto.
Dizia-se tambem que pirtiro 03 i- e 7- bala-
ibOes de infanlarii, sob os commandos este do
major Francisco Flix de Araujo, que ser pro-
movido a tenente-coronel, e aquello pelo coronel
Moreira Cesar.
Se se reallsarem esses factoa, dever regres-
sar para esta Capital o 32- batalhao, que se acba
no Estado do Espirito-Santo.
Nj entanto damos todas essas InformagOes
com as reservas precisas.
Sob o litlo de Thesouro ?> deu o D rio
de Noticias a segainte : __. .
Ao demolir o pessoal da prefeitura do distri-
cto o predio da roa da ruguayana 186, deparon,
oceulto sob o papel que forra va a parede diviso-
ria com o predio n. 164, em urna cavida Je, um
cofre de ferro.
E ando presente ama forga policial, ao com-
mandante foi communicada a noticia pelo apon-
tador Siqueira, que diriga os trabalbos.
Hmtem o Dr. p re feito do districto levooo
facto ao conhecimento do Dr. chefe de polica,
para serem tomadas as precisas providencias,
afisn de ser guardado o eosre, ata deacetuir se o
sea proprsslsjio.
O cofre estafa fecbade e assim igsera-ae o
n conteftto,. mas oarts que eslava perfeita-
_snte dialarcv. o sob o papel, de forma a nao
ser possivol daasobrilo, seno em casa de de-
sliga-), comoo foi.
Se as thsi vsshaa do Kao de laaeiro reservam
B seos demoliiores sospresas dos tkesooros
de Gulcoada ou- das mrt e urna noites, qie se
dsoaulam todas; navia mais de urna vantagem.
Pelo que dizem pessoai qae devem estar
bem informadas, o empresttmo negociado com
os Srs. Rotachilds, de Londres, para a Compa.
obia Estrada de Ferro Oeste de Minas, com ga-
ranta da Unio, do valor nominal de tres mi-
Iboes e setecentas mil libras.
A emissao dos ttulos ser feita a 80 /. com o
jaro de 5 -/ A importancia liquida do em-
p-estimo pouco exceder de tres milbOes e cem
mil libras esterlinas.
Diz o Jornal do Commercio* :
Pela lerceira vez, dent-o do breve e?pago de
U dias, o nosao prezado collega da Gize.a de
Noticias, Dr. Ramiz G;lvo, -caba de ver dea-
appare*cr snecessivamente, com urna crueidade
trgica, maia um ente dilecto, a sua exlremeclda
lilna D. Mara Augusta de Sald.nba Ramiz Gal-
vao.
A inditosa mo;a, em plena fl >re3cencia da vi-
da, soecumbio hontem s 2 i/2 boras da madru-
gada, victima da algoz enfermidade q;e arreba
tou, ha 11 dias, o sen irmo mais mogo Benja-
mn, essa brilbante aurora que comegava a des-
pontar, e ba i dias, a sua irm mais velba, Leo-
nor, enlevo e alegra de s -os pais, boje to ia-
comparavelmfnie desolados.
Cent va apenas 18 annos de idade, e quantos
a cooheceram paderam admirar a formosura de
soa alma, a g'aga gentil da sua p- ssoa, os ines-
timaveis dotes do sea corsgao.
Por decretos de 28 de M<-rco foram no-
meados :
Primeiro ejcripturar.. do Thesouro Fe-
deral, o inspector da Thesouraria de Fa>
zanda extincta do Estado da Parahyba,
Alvar Jorge Moreira;
Theeooreiro d Caixa Economioa desse
Estado, o da Alfaadega, Augusto Ferreira
Balthar ;
Thesoureiro da Alfandega, o da Thesou-
raria de Fazanda extincta desse mesmo
Estado, Joaquim Soares Pinho, fijando
sem effeito o decreto de >'l de Janeiro
prximo fiodo, que o nomocu para o lug-r
de thesoureiro da Caixa Econmica do
mesmo Estado ;
Conterente da Alfandega do Estado de
Pernambuco, o cooferente da de Cantes,
Eatadode S. P^ulo, Manoel Z ferino dos
Santos ;
Confcrento dssa ultima A!fn'ega, o
guarda-mr da do Estado da Babia, JoSo
Dia* de Mello ;
Guarda-mor da Alfaadega do Esta Vi da
Babia, o da de Santos, os Candido Na-
nos Pires, ficano sem cffoito o decreto
que o nomeou para idetico lug-tr na do
Porto-Alegre, Estado do Rio-Qsande do
Su!;
Terceiro escripturario da alfandeg de
Macei, estado das Alagoaa, o 2.- da de
Penedo, Roberto Ferreira Nobre ( a pe-
dido ) ;
Segundo escripturario da alfandega de
Penedo, estado das AUe-s, o 3 da de
Maoei, Antonio de Agujar Cascaos Tdl-
les (a pedido);
Quartoa escripturarios da alfandega de
Maoei, Pedro Jos de Olvera e Antonio
Oerfelt.
Foi exonerado Jos Pedro de Farias
Netto do lof ar de peaticante da alfandega
de Mucei, visto cao ter assumido o exer-
oicio do cargo no pvzo legal.
Em data de 6 de Margo foi commu-
nicado :
A' Thesouraria de Fasenda de Pernam-
buco nSo poder ser autorisedo o despacho
oom iseucSo de direito solicitado pela
Companhia Industrial Pernmbuoana para
telhas de barro importadas de Marselha,
em sub tuigao das declaradas em sua
peticSo de 24 de Novembro, porque a
concessao constante da ordem n. 36 de
22 de Dezembro ultimo referia-ae a mate*
rial, de que no havia similar, producido
em fabricas naconaes.
Em 27 foi ordenado a mesm\ The-
souraria que seja despachado oom isencSo
de direitos de consumo, o matetial cons-
tante da re.cao que se lhe remette, des-
tinado Companhia de Beberibe.
Em 28 foi commuoicado :
A' Thesouraria de Fazenda do Ro
Grande do Norte, ^ara fazer constar ao
da alfandega, de conformidad^ com a de-
cisSo deste ir misterio de 11 do errante,
que, perteacendo bob estados os direitos
de exporta^So, nSo se lh-os podo recusar a
faculdade do os fiscalisar. A ordem n.
9J do 30 de Janeiro do .nao pass-do di-
rigida Th souraria de Fazenda do esta-
do do Para, approva do as provdedias
tomadas pela alfandega daquelle estado,
no sentido de modificar o servigo aduaoei-
ro de exportt>c3o, b indo mao ':b exi-
gencias oreadas pelos rogulamen' s com
reUoBo ao dito servigo no tocante as seu
processo interno o entrada dos respeti-
vos gneros nos navios que os conduzem,
em consequenoia da pssaegom de taes ren-
das aos estdos, nos termos do decreto
n. 248 de 11 de Julho e circular n 49
de 3 de Agosto de 1891, extensiva a
todas as alfandegas, sem prejuiso, porm,
da suprema ac$3o fiscal, que s m -amas
compet- no q ic aff cta entrada e sabida
das embarcares, e da p licia. e fiscalsa-
gSo martima e fi \ i al.
Por portaras de 2 de Margo foram
nomeados :
Enoarregado da seocSo do pessoal do
I.- districto militar o major do oorpo de
estado--maior de 2.a olas3e Joqui Jorge
de Mello Filho;
Director de obras militares no estado da
Babia o tenente-coronel do corpo de esta-
do-maior de 1-* classe Jos de Siqueira
Meneses;
ftEYlSTg DIARIA
Beaolnco oo anrclonada-Sob a
rubrica Pa.-te Ofli il damos hoje as razSas qne
levaro o Exm- governado: do Esiado 3 oppor
o seu veto resolugo legislativa, que estabelece
a forma do processo no3 crlmes de respsnsabl*
lidade do governador do Estado.
Estas razOes foram boatem remettidas ao coi*
po legislativo, e para ellas convidamos a atteogo
e esiudo dos nossos l.itores, como materia que
de g-ande ponderago e de interesse a que nao
pode ser albeio o espirito publico.
Senado de Pernambueo-Effectuou se
bontem a 25* sesso ordinaria sob a presidencia
do E&m. Sr. Dr. Ermirio Cexar Continbo.
A hora legal, feita |a chamada, veriQcaodo se
estavam preseotes os Srs. Luna Frdre, Aristar-
cbo Lopes, Barros de Lacerda, Perettl, Hermo-
genes, S Pereira, Ermirio Continbo, Goncalves
Ferreira, Malaquias, Serra Martias, e Velloso, o
Sr. presidente declara aberla a sesso.
E' iida, sendo approvada sem debate a acta da
sesso antecedente.
%

'






-
I
ai

r0im



B ** Diario de Pernambuco -H Ter^a-feiiu 11 de Abril de 1893
leitara do se-
**?omofod?seoretario do.gorernoretnetteo-
dri ulnformacoes soletadas do Toeaonro sobre
So projscto n. 51 de 1891 da Cmara
dos Srs. DapuUdos *' quem 'ex reqaisieio.
tro da Gaojara Municipal de Limoeiro com-
manicando qoe no dia 6 do corrate foi loslai-
lado dito municipio Inteirado.
Oatro do D-. procorador garal do EHado in-
formando a resolocao inicala na Cmara dos
Srs. D potados pelo projecto a. 76 de 1891.A'
qoem fea a requingao.
O mesmo Sr. 1- (secretario di conhecimento
da integra de om offiuo, soo n. 130, qae dirige
ao Sr. goveroador, sobre a falta de commoos
qae existe para o Senado no pavimento em qae
funceicna.
0 Sr. Serra Martins justifica o ssguiute reqje-
rimeoto que approvado sem debate.
Reqaeiro qae se peca ao Sr. capitSo goyer
nador as seguintes iuformacOes :
1 Se foi ltimamente fornesido armamento
ao Corpa de Polica ; e, no caso affi-mativo,
qoal o nomero de armas e qaal o nome do fabri
cante das mesmas;
2* Se essas armas fo-am despachadas na A!
fandega desta cidade.Serra Martins.
Passa-se ordem do lia.
Entra em discusso o parecer b. 31 deste an-
no, rejeitaodo a resolocao iojciada na Cmara
dos Srs- Deputad03 pelo projecto n. 16 de 1892
(ensino agrico!^.
O Sr. Peretti, pela ordem, requer e obtem a
inversD da ordem do dia, vista do que conti-
nnaa 2* discassao do parecer n. 23. qae adopta
a resolocao luiciada ua Cmara pilo projecto n.
86 de 1892 (tabella de impostos de industria e
profls-r. >i.
Depois de orarem os Srs. Malaquus, Hermo
genes e Wlloso. approvada a resoluo pas-
sando pira 3* dcnsso.
Entra de novo em discuseao o parecer n. 32,
tendo orado os Srs. H:rmogenes, duas vexes e
S Pereira, apresentando aqoelle Sr. senador
urna emenda, sob n. 1, a reailocSo, eo.enda que,
apoiada. entra en dlscussao, ca e8ta adiada
pela hora.
A ordem do dia : continuacao da antece-
dente.
Cmara dos Depuladon-FuoccioDou
bontem, soo a -jireaidencia do .Sr. Dr. Moreira
Alves, tendo comparecido 20 Sr*. deputados.
Forana lidas e approvadas sem debate as actas
da seasao de 7 e da reunio d= 8 do correrte.
O Sr. 1 secretario procede a leitnra do se
guinte expediente:
Officio do 1" secretario do Senado, commun-
cando que em sessao de 6 de Abril foi approva-
da a lei de orcamento para o aono correte, a
qae sprova sea veto em 15 de Agostj de 1892
o governador do Estado e enviando om exem
piar da referida lei; devidamenle publi:aJa sob
n.- 61, nos termos da coostito^'o estadoal.la
tetrada.
Oatro do mesmo, reqaisitando nm exemplir
da resolocao ioiciada nesta cmara, pelo proje
cto n. 55 de 1891. que tendo sido eoviaJo ao sa-
nado em 11 de Jalbo do me3mo anuo, com o of
flcio n. ii3, deseocaminbou se.D se.
Oatro do mesmo. commuoicando qoe o sena-
do em sessao de 8 do fluente approvou a reso-
locao io ciada aa cmara pelo projecto n. 5 de
1892 cora dnas emendas.A' commi3sao de
constituicao e legislacSo
Pelicio de H?m?teno Maciel da Silva, porteiro
da secretaria do goveroo, requereodo aposenta
doria com os vencimentos que actualmente per
cebe.A' commisso de orgameoto.
Vem mesa, lido e vai a imprimir o seguin-
ie pareeer:
N. 42 da commisso de instruyo publica, a
quem foram presentes os projecto deste anno
sob n. 2 oo senadoeaDaixc asslgoadcs dealum
nos do Instituto Beojamio Constant, conrluiDdo
pela adopcao do referido projecto, e pedindo a
nomeaco de urna commissSo especial, para or-
ganisar um projecto de reorgaoisago do ensi-
no primario e secundario.
N. 43 da commisso de ornamento, a quem
foi presente a pelicao de Ortulano Fonseca, di
rector gereate de ama fabrica de vidro, cou-
cluindo por orinecer um projecto qae toma o o.
18, concedendo para faier vir da Europa pes-
soal techoico e maebioismos ioispeasaveis um
emprestimj referida fabrica.
V n tnais a mesa, sao lidos, apolados e con-
siderados obiecto de del.beraco, indo a impri-
mir os aegnlatea projectos : .
- 19 extiogaindo o o officio de 1* escrivao
do registro de casamentos ao Recite, vago pela
renuncia do respectivo serveotuario.
N. 20 determioando que as taxas de exporia-
cao de qoe trata o Io do art. 2o da lei n. 64
de 6 de Abril de3te anno continoem a ser co
bradas pela Alfande cfioj concedida pelo goveroo federal, ambos
assignados pelo Sr. Martins Jnior.
Pede a palavra o Sr. Campello.jostirbaemau
da a mesa um reqnerimento. qae lido e apoia
do e tra em dis:nssao, solicitando ao governo
do Estado informacOes sobre se foi ouvido o eo-
veroador do Estado em relac&o a demisso da
da ao 3o promotor publico desta capital e no ca
so afirmativo qaal a tnform?co prestada.
Oram 03 Srs. Pedro Correia, Joo Coimbra e
Veras, nao tend i sido dada pela segunda vez a
palavra ao Sr. Pedro Correia, par as3im se op
por o regiment.
Posta a voto9 o meEtna requerimenlo appro
vado, sendo verificada a votaco a reqaerimento
do Sr. Pedro Crrela.
Pede a palava o Sr. Pedro Correia, justifica
manda tne9a um reqnerimento, em que solici
ta que se pefii ao Sr. governador ioformacSes
sobre se tem sido ouvido em todas as demiss5es
de promotores pblicos o procurador geral do
Estado.
Lido, apoiado o posto em di3CUsao, o mea
mo reqnerimento approvado sen debate.
Obleado a palavra pela ordem o Sr. Veras,
pede que o Sr. presidente ibe informe qoal o
resaltado ootldo pela commissSo eucarregada
para proceder a om exame no Tbesouro do Es-
tado. ,
O Sr. presidente declara qoe a releda com-
misso aguarda que a do senado marque dia e
bora para poder desempenhar se de sua mlssao;
tendo tambera o Sr. Campello, membro da re'e
rida commrssao, oblido a palavra pela ordem
para fazer igual declaraco.
O Sr. Joao Coimbra requer prorogacSo do
expediente por 5 minutos, para t-atar de neg
ci urgente, e sendo isto concedido pela caga,
justifica e manda a mesa o segrate reqaerimeo
o. qae lido, apoiado e posto em dlscasso,
sem debate approvado.
Como membro da commisso de orcameato
rpqueiro qae seja convidado o Sr. goveroador do
Estado ao cumprimeato do art. 3* da lei n. 64 de
0 d* Abril do corrente anno .
Ordem do dia:
Entn em 1* discusso n. 17 do corrente anuo
e sem debate approvado.
E' tambera approvado em 2* discuaso, sem
debate com as emendas cfferecidas pela com-
misso de otras publicas ao parecer n. 39 deste
anno, ao projecto n 70 do anuo passado.
Occnpa a cadeira da presidencia o Sr. Joo
Coimbra.
Oramos Sra. Esmeraldino B3ndeira, que de
clara votir coatra o projecto, Aatuliaoo L'ns,
Caoba Rabello e Veras, qae enva a masa ama
emenda ao substitutivo, apreseotado ao mesmo
projecto, que apoia*) entra tambsm em discos-
sao.
O Sr. Octavio Harmilton requer o adlamento
da diseu3sao do projecto a. 13, por trez das, nao
sendo votado a -falta de numero.
O Sr. Pedro Correia, pela ordein, diz que nao
haveade numero para votar-seo reioerimenio
a discassao do projecto devia Bear adiada a mes
ma uiscass&o, deel*raado o Sr. presidente qae
de ernformidade com o regiment encerrava a
discnssSo, '.endo tambera concordado com o
adiamento o Sr. Veras, qe orou pela ordem.
O Sr. p-eaidealedeaiara adiada a votagao por
fatta de numero e dando a bora levanta a sesso
designando a segoiate ordem do dia : continua
Sao da antecedente e votagao das materias adia-
ai.
Vaenldade de D'rcKo-Resltalo dos
actos do dia 8 do corrale.
3.- auno
Amadeo Martins Machado, plenamente ej ad-
ain-trativo e financai.
Ignacio Arans, idem era administrativa e
aimpleaaente as outras.
Olate Jjs Gongalves deAmorim, simples
tnte em todas as cadeiras.
otoaio (Vicente Pereira de Andrade Juoiar,
ileru iddfli.
TManosTos Parreir de Albuqoerqae, M4n>
n Bsicas.
casamento elvll-Fci affixado no dia 10
do corrente ediul de proclamas de casamento
do eeguinte con tsabentes :
Primeiro
De Oolaviano Cordeiro Coutinbo com D. Fran-
cisca Tertuliana Pereira de Migaibkes, morado-
res na fregueiii da Boa-Vista.
Foi tambera lido no dia 10 o segulnte pro-
clama de casamento no 1.' diatricto:
Primeiro
Da Bernardo Joaqaim de Sant'Anna com D.
Mara los de Sot'Aon?, solteiros residentes no
Recife.
Protesto da MagtstrataraN'easa pe*
ga que no domingo demos leitnra publica sob
a rubrica Diario de Pernambuco, deram as se-
guintes incorrecgOes, as quaes faxemos aa preci-
sas rectiMeaeOes:
O ide se l : N8o ba direito pessoal e adquiri-
do concernente ao servico do Estado, como diz
Bluntschlt. oa com a violceo etc., lea-se : como
diz Blunlsckli, contra o proprio Estado, ou com
a violagao...
Em vez ri, beel de indemaidade, lea se : bil.
Era vez de juizes de districto : juizes de direno.
Aasoclaro dos eaapregados no
Commerciu do Peraamboeo-Realisou
effectivameme no domingo a sua sessao Iliteraria
mauguradora do Cario Coumerciil, que a di-
goa aasociagio crea para servico e llustragai
de seus membros.
Deparada aberta a sesso pelo respectivo pre
sidente, leve a pala ra o orador, cojo disco-so
versando sobre a iostitoigao, o&o deixou nada a
desejar na explorrgao do assumpto e da con ve
niencia def>s9 nacleo de instruegao prosioaal
qae se abra aos associidos.
Oatro3 Srs. usaram da palavra, seguiado-se a
.-so a entrega do diploma de socio bono ario ao
director do Curso, o Sr. D'. Aotoiii) Jas Hen-
rique e Lima.
Darante a festa Iliteraria tocou a banda musi-
cal da sociedade Matbias Lima.
Socledade unraive Das Funcilo-
non no domingo essa sociedade Iliteraria, e de-
pois do expediente, varios socioa dissertaram
acerca de differentes a'samptos, sendo lido por
Gm um trabaibo literario.
Foi na mssma sesso empossado o socio Otyai
pi Galvao, qae agradecen a sua admisso.
E levaniou se a sessao, sendo marcada a se
guinte para o domingo prximo.
Faiteada do EstadoAs audiencias do
juiz dos fetos da Fazeoda do Estado tero logar
as -ex'.asfeiras ao meio dia.
La mema aglea Foi bontem distri-
buido oo. 389 d'esse jornal llustado e bamors
tico.
i'iasem de recrelo Com o flm de assis
tir a exposigo de Cbicago, para abi segae o Sr.
Jos Augusto Das, Uoorado negociante d'esta,
praga, estabelecido a roa do Duque de Caxias
com Soja, denomiaida Listras Azues-
Desejamos-lbe agradavel viagem, agradecen
do-lbe a fineza do sen cania de despedida.
Par a EuropaA bordo do Tamar se-
gu a esse destino o Sr. Alfredo Vielra de Sonza,
socio da casa commercial d'esta praga A. Vielra
te.
Beal MalaSegundo telegramma recebiJo
pela respectiva ageocia n'eata cidade, o vapor
Tamar* sabio do porto da B.bia as 2 boras da
tarde de 9 do corrente.
DespedidaO bonrado Sr. Augusto Daarte
Leal ebefe da casa commercial d'esta praga sob
a razio social de Aagsto Leal & C, retirando-se
temporariamente para a Europa, dignou-se de
fazer-nos suas despedidas.
Somos gratos essa deferencia com que no3
distingui, e aqoi o {registramos, desejando-lbe
todas as venturas n'essa sua digressSo ao velbo
cooineote.
s-iteorelo Dramtico Familiar da
Tjrre Proceden uo domingo ultimo essa
sociedade recreativa a eleic;ao de sua directora.
Esta lie ju compOBta do seguate pessoal:
Presidente e vice ditoProfessor H. Caneca e
A- Lopes de Carvalbo-
Se:retanos -Morillo Caneca e Carlos Seixas.
OradorVirgilio Caneca.
Ta80ureiroFab.o GalvSo.
Procurador -Joao Florenc'o.
A directora sceoica flcou organisada d'este
modo :
Director e vice ditoLeavigilda Galvao e Joa-
quina Leal Jnior.
Secretar-'oJos Carvalbo.
Conferencia-Ter logar boje s 7 boras
da noite a conferencia do Sr. Dr. Jos Becbtio
ger, de que ja demos noticia n'eata secgao em
nos'sa ediegao de domingo ultimo.
A deferencia teve logar no edificio do Teatro
de Santa Isabel.
Era Kova-Foi distribuido o o. 20, cojo
exempla: recebemo3; e consignando o, agrade-
cemos a visita.
FallecimentoHootem fallecen o Sr. An-
tonio Francisco Pereira Gitirana, cajos restos
mortaes serSo dados sepultura nocemiterio de
Santo Amaro boje as 8 boras da maobS.
O fiaado era pessoa estimavel, e separando-se
da vida, dtfxa viuva e filhos qoe ora Ibe cboram
a falta.
Aos prenles e amigos que Ihe renderam os
ltimos obsequios do parentesco e da "amizade
sao proporcionados carros, qu para isso estarSo
a roa do Imperador, afira de transportados ao
ceraiterio publico.
rmandade de 9. Jos d Agona
Anttbootem proceden easa irmandade a elel-
go da mesa regedora para o anuo da 1893 a
1894 ticando esta em vista do resultado da vota-
gao aasim conati uida :
Provetor e vice ditoCapillo Vicente Ferrei-
ra da Costa Lima e professor Mamede Justiaia-
nodosReie.
SecretarioJos da Rocha Pinto.
Tnesoureiro Domingos Jos Ferreira Soa-
res.
Procuradore3Manoel Soares Nsvea o profes-
sor teneate Gaspar Antonio dos Rls.
Procurador geralJos Firmino Ribeiro.
Definidores-Francisco Jos de Saropaio, Ma
noel Gongalves Saigado, Manoel Cardo Jnior,
Jos Soares Nevea, Manoe. Soares de Figueiredo,
Ayr-'s de Souza Baptista, Manoel Joaquim Ribei-
ro, Joaquim Pereira de Freitas, capitio tolo D.
da S'lva Pinto de A. Goimaries, Manoel Gengal
ves Agr Filbo, Joao Aves da Silva, capi'o
Victoriano de Aragao Ebla, Antonio Carlos Bor-
romeu dos Santos. Amancio Miranda dos Santos
Ferreira, Antonio Francisco do Nasclmen'o, Jos
de Araujo Veiga e Joo Francsco da Silva-
Inlo TypographlcaFunccionou ante
hontem asa sociedade em sessao extraordinaria
de assembla geral, sob a presidencia do Sr.
Joao Esequiel, tenio comparecido diversos
membros do cooaelho, directora e rocos effecti
vos.
Llda e approvada a acta anterior, com urna
emenda do socio Costodio de Araojo-
Sendo propostoa socios efectivoaos Srs. Fran
ga Jnior, Uriel Marios. Pedro Cordeiro, Miguel
Januario Cataobo e Antonio de Santa Clara, fo
rara as respectivas propostas remettidas i com-
misso de sjJicancia.
Lida a renuncia do cargo feita pelo kocio eleito, procedea-se nova elei-
gao, sendo eleito o socio Jo8o Gualberto, e logo
empoasado. .
Sobre pro posta do socio Belmiro Rouxmol ro
inserido na acta um voto de agradec raen o e
feliciiagj 4 sociedade Departamento Operario
de Olioda. .
Pela commisso de contas foi approvado o
balancete social da receiU e despexa da socie
dade, referente ao anno es atual que termloou.
Definitivamente constituida a sociedade, o Sr.
presidente noaeou orna commisso para levar
a soa lei ao p.d^r competente e-cevl a, afim de
ser imp:es3a.
Em seguida tratorj-se de diversos assomptoa
da classe le da asseclaco, eeado encerrada a
sesso a 2 boras da larde, e maesda ootra de
directora pare proximj domidgo.
BqnatenrSegundo telegramma recebido
pela respectiva agencia oeste Estado, devia ter
sibido antebontem esse paqpete da Compaobia
des Measagerles Maritimes do poeto da B.bia as
4 horas da tarde.
Asslm de ver amanhecer en nosso porto,
iiartlas *olr*o-Para o JJstado da
Baha, scalo ante bontem a bordo do paquete
nacional Peraasnbseo o estudante de medi-
cina Jos Francisco Martin i Sobriobo ; a quem
desojamos boa viagem, e felis Teenl'ado oos
g3 esisdos.
atoa Rwfasar da Pi n >,
A respeito do que sob esta titulo, recebemos a
carta que ae segu escupta pelo Sr. a quealm-
4imo3'na noticia primitiva.
Perossnbuco, 40 uVAbrllde <893.-^r8. re-
actores do Diario asaraataoooo.
o carcter de representante da firma com-
mercial Lourelro Maia e C", que aoresentou aq
Banco Emissor de Pernambuce a sedula a. ....
8.794 a/e8se btacoe sor elle considerada
falsa, tacto que uoticiaram o sea Diario e a
Provincia* ltimamente, occaaionaudo urna
rectificago da parte de um dos dtrec'ores 'a-
quelleflanco icumpre-me Tir a imprensa ex-
tranhar qae esse importante estabeleoimento de
crdito nao Uvesse declarado ao pnolico as ver-
dadeiras rasOes da falaidade da sedula em qnea
to, afim de poderem 03 incautos acautelarse
limitando*se to somente na sua rectificagio a
dixer queconsiderava'a falsa por que te acba-
va assignada por pessoa que nao poda tel*o rel-
io e cuja asslgnatura por isso Ibe paracea falsa
e nao a sedla.
O nosso pubrieo sabe da historia infellclssi-
ma a'aqueile Banco com os sena directores no
Rio de Janeiro, portento so depois das diligen-
cias a que vai proceder a polica que se pode-
r coabecer a falsidade da sdala em queato.
Muito grato Ibe ficararei na pablicago d'estas
liabas em soa Revista Diara.
Son com estima de V- S. Amigo A. C -Cae-
taooda Silva Presado-
Asylo de MendlcldadeDurante o mn
de Marco rindo o movimento dess e estabeleci
ment de caridade foi o seguinte :
Homens Muiheres Total
Existiam 94 15S 252
Entraram 14 5 19
Sahiram 12 11 23
Falleceram 4 3 7
Existem 99 149 241
as enfermaras
Existiam 41 33 75
Entraram 8 2 10
Tiveram alta 6 4 10
Kalieceram 4 3 7
Existem 40 28 68
Lotera do Estado do rao-Para
Por telegramma recebido pela Casa do Ouro, de
Joo Joaquim da Costa Leite, sabemos serem es-
tes os nmeros premiados na 17* serie da 56a lo-
tera, extrahida no dia 8 de Abril de 1893.
6113 140:000*000
24 10:000*000
1653 6:000*000
3204 2:000*000
4446 2:000*000
9903 2 000*000
317 1:000*000
1991 1:000*000
4863 1:000*000
6838 1:000*000
7334 1:000*000
7666 1:000*000
9168 1:000*000
9924 1:000*010
Approxima'/Jee
6112 1:200*000
6114 1:200*000
23 800*000
25 800*000
1652 400*000
1654 400*000
Esto premidos com 300* os soguinles nume
ro3
6111
6117
grado
6 m. 4"4
9 > 26*4
12 * 27,'9
3 t. 28/1
6 26,'9
tuao do flttmi
vapor dad,
18.12 79
19.79 77
18.61 66
18,61 66
19,53 75
6112 6114 6115 6116
6118 6119 6120
Esto premiados com 200* os seguintes nme-
ros :
21 21 23 25 26 27
28 29 30
Esto premiados com 100* os seguintes nme-
ros :
1651 1652 1654 1655 1656 1657
1658 1659 1660
T idos os nmeros terminados em 3 estao pre-
miados co? 100*.
Todos os nmeros terminados em 4 esto pre-
miados com 100*.
A segointe lotera corre no dia 15 de Abril
com o plano de 240:000*000.
Inspectora do s. dlstrleto mar-
timoRecife, 9 de Abril de 1893.
Boletim meteorolgico
Horas Term. cenli- Barmetro
(a O
759-22
760-03
759-,07
757*\42
7S7-.94
Temperatura minima 23,00.
Temperatura mxima 29,00.
Evaporado em 24 boras ao sol 7.mi, a sombra
2,m6m.
Cbuva nolla.
Direcgo do vento SW de meia noite at 10
h. e 05 m. da maobt; S at 10 b. e 19 m. ; SSE
at 10 b. e 25 m. ; SE e BSE alternados at 1 b.
e 16 m. da tarde ; SE al 3 b. e 09 ra. ; SSE e 8
alternados at 7 n. e 14 m. : SE e SSB alterna
des at 11 b. e 08 d. ; SSE e S alte.nado at
meia noite.
Velocidad- media do vento 3m,93 por se
gando.
Nebalosidade media 0,27.
Boletim do porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
P. M. 9 de Abril 1030 da m. 1,-80
B. M. 9 de 440 da t. 0,-85
PassagelrosCbegados do sul no vapor
nacional Brasil :
Lourengo 8. de Sonsa Martias, 3 filhos e 1
irm, Custodio Alves Guimaraes e 4 filhos, Dr.
Emilio M. Roza e soa seabora, Gustav H-kauson.
Josepha A. da Silva e 2 tiliios, Manoel da Costa,
Aooa J sepha da Los, Ricardo F. da Silva, 1
sargento, 4 pracas e 1 mulber, Jos Galdl, Pas
cboal dos Santos. Lauriado Daets, Ravmundo
Doets. Virgilio Qaeirox e Jo-qaim Ferreira.
Raymnado G. Cuaba e Jos G. da Caoba, Dr.
Crrela Garca, Dr. Democrito Cmlcante, Dr.
Luix F. Codiceira, Eneas C. Pontes, Luix Velbo
Barreto de Mondonga, Pedro Velbo Barreto de
Mendoaga, Francisco Porto Filbo, Francisco Xa-
vier de Siqueira, Joo de A. Faria, Jos A. de
Agotar, Guilbermina C. Nones, padre Joo Ma
cbado e 1 cri do, Jos, Joaquim F. de Lima, Fran
cisco H. Cavalcante Jnior, Jos de Hollanda Ca
valcante, Joo P. de Vasconcellos, Luixa Gastn.
Amella Gastn e 2 menores, Joo C. Carneiro
Lima, Antonio N. de Almeida, Wenceslao Jos
?aptis'a. Lu>z S, Jos P. C. da Caoba, Alfonso
Junhi, Dr. A nerico Montenegro, Francisco Apri
gio Martina, Ernesto Costa.
Cbegados da Europa no vapor inglez
tTrent i
Izidore Breoder, Fred. O. Donnell, Joha Fu
ches, Sir J. Bemjamin Stone, Joles Devas, Wal
ter Jones, Antonio da Cmara Ribeiro, Antonio
C. Abreu Jnior, Francisco C. da Silva, Manoel
S. Ricardo, Jos Pinto Mendes.
Cbegados do sul no vapor portuguez Ma-
tange* :
Dr. Jos Antonio C. Ramalbo, Fortunato Silva,
Dr. Joaquim Costa Pinto, Dr. Fernando de Castro
Rehallo Ki k, Jos Vicente Ramos, Silvio Deolio-
do Fras.
Cbegados do sol no vapor nacional S.
Franciaco :
Dr. Jos Mara S. Moreira, Dr, Jos Paiva e soa
senbora, Manoel C. Mello, Ricardo Gentzecb, Ma
noel R. de Amorim e sua senbora, 3 pracas e 1
mulber.
Cbegados do sol no vapor allemo Monte
v do< :
Sebasliio Vieira, James Wilbelme, Somg io
Dinnerman, H. Jongmann.
(.elides -Effectaar-si-bo os sagnintes:
Hoje :
Pelo agente Gasmo. a 11 boras, ra da
Cooceigao n. 18, de orna mobilia de Jacaranda,
lougas, vidros, etc,
Amanb :
Pelo agent9 Pinto, s li horas, em Paraamei-
rim, de raoves, c-ystaes, porcelanas e mallos
outros oojectos da gosto.
Issas ffnnearesSero celebradas:
Amanh :
A*a 8 horas, na matriz do S. J.s, pela alma
do capitn Jos UrclcioPaes Barreto; s 8 horas,
na igreja do Espirito Santo, pela alma de D. Ar-
gemira Vieira Moreira Reia.
Hospital Pedro IIO mdvimento desee
eslabeleCimento i cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, do dia 8 de Abril foi o
seg&inte:
Exiaam 685
Entraram 10
Sabiram
"Falleceram
Existem
695
6
686
----- 692
Malaquias entrn s 10 1/4 4a manila e sabio
4s 10 1/2.
Berardo entrn s 7 3/4 da maon e sanie s
8 horaa.
Arnobio Marques entrn s 9 1/2 da aanb e
sanio a 10.1/4.
Lopes Pessoa entrn s 9 da manh e sa-
bia a 10 1,4.
Vieira da Cunba eatrou as 10 da aanb e
sabio as 10 i/i.
Baatosde.OIiveira entrn sK) 1/4 da manh e
sabio s 111)4 boras.
O ajudaute enlrou s 6 3ji da manh sabio ,e
s 4 3/4 horas da tarde.
Lotera do Estado do Cearft A 2
Berie da 5.* lotera deste Estado, sendo o premie
grande de 15:000*000, ser impreterivelmen-
te extrahida no dia 15 de Abril (sabbado).
Lotera do Estado da rdaPasa
A 18.' serie da 56.a lotera deese Estado, cujo
premio grande de 240:000*000, ser extrahida
oo dia 15 de Abril (sabbado)
Todos os bilhetes dessaa Joterias acham-se
venda na Casa do Ooro, roa do Barao da Yic
loria n. 4>, pertencente a Joo Joaqaim da Cos-
ta Leite.
Casa de Detenco Movimento dos pre-
sos da Casa de Detenco do Recite, em 9 de
Margo de 1892.
Existiam 396, entraram 23, sahiram 2,exis-
tem 417.
A saber:
Naciones 388, mulberesl3, estrangelroa 16
-Total 317.
Arracoados 364.
Bons 347.
Doente* 12.
Loncos 4.
Loocaa i.
Total 364.
Movimento enfermara
Teve baixa:
Joo de tal.
CemUerio pablleoObituaiio do. dia 8
de Abril de 1893.
Jos, Pernambuco, 11 annos, S. Jt-e ;r*onval-
t6es.
Eleabo Joaquim Dias, Peraamboeo, 60 anoos,
viovo, Recife; beriberi.
Mara Jos da Costa, Pernambuco, 5 dias, Reci-
fe : convulsoea.
Severioo, Pernanbnco, minutos, Graca ; as-
ceu mono.
Albertina, Pernambuco, 2 me na, Santo Anto-
nio ; gaat-o eaterite.
Jos Borges Leandro, Pernambuco, 30 anuos,
caa;.do, roi-Vista; febre perniciosa.
LeoLilla Mara da Conceigao, Pernambuco,
32 anno-, solteira. Boa-Vista ; tubrculos pol
monares.
Dionisio Pae do Co,. Peraamboeo, 80 anoo?,
solteiro, Boa-Vista; bronchite.
Silvestre Gomes da Silva, Pe nambuco, 35 aa
nos, solteiro, Boa-Vista; febre perniciosa.
Emilio Jos de Andrade, Rio de Janeiro, 30
anoos, solteiro, Boa-Vista; tubrculos pulmo-
nares.
Damasia Soares de Albaquerque, Pernambu
co, 25 annos, solteiro. Boa-Vista; cacbexia sy-
phil.tica.
Gajharminai Mari* da Conceicioi Pefiiaortncs.
28sas8, iolteiro, Ba-Veta eacflexit vffilU
SlNfS 4MIW-*Or,'PtfMBrtpW,
nm?' """O''**""*; mkwenlog.puloni-
*SS*mm Pernan,bac. adi,ef-v-
Pat^81t,re,lafi0, RwMa*0C8. *^-S. Jos; fes*
Jos, raca; ao nseer.
9
Mara. Pernambuco, 17 da, Sania .Antonio;
ttano iKumalico. mnmnmm
Mana Benedicta Mendes, PoiUagai, 65 sa-
nos, viuva, fiante Aoianio; eryalp*W perni-
ciosa,
Henrqoe C Tellemant, Pernamouco, i9 aa-
006, casado, Bda-Vista ; .tubrculos pulaona.-
res.
Sergio Rodrigoes d'Ofeira, Pernamfcncoi U
annos, casado, Recife; pericardite .aguda.
Amalia,, Peraamboeo, 41/9 annos, S. iaat:
brouebi e.
Um fpto do sexo mascolioo, Pernaaboco, Bfia-
Visia ; ao oascar.
Um f6to do sexo fememoo, Bda- Vista; aascea.
morto.
Manoel, Peroambuco, 3 dias^Boi-Vial ^nvia-
bilidade.
Alexandrina Baplista Seve, Pernambatt), 3
annos, casado, Santo Anlonio, swaoope cae-
diaca.
PERNAMBUCO
Begnlsmento n.a, de Desemero de ISPS estae-
leee o proeesso para a Instrnecao publica
daeldade de Oimoeir. em Pernambuco
LEIN. 4
0 cidado Antonio Jos Pestaa, Offioial da Imperial Ordem
da Rosa, e Prefeito do Municipio de Lmoeiro, etc.
Fago saber qoe o Coac-ltio Municipal lesta cidade decretoo
e eo maodei publicar a resolugo segointe :
Regalamento para a instruegao pablica do Municipio de Li-
moeiro
TITULO I
DiBposigOes preliminares
Ari. 1.* E' garantido no Municipio de Limoeiro plena liber-
dade de ensino.
Art. i o Para exercer o magisterio particular bastar provar:
a) Nao ter soCfrido condemoa gao por crime infamante.
b) N3 ter sido ponido cem demisso nos termos do art. 12
o. 5 desta lei
TITULO II
Dad escolas
Art. 3.' A instruegao primaria livre e grateita ser dada em
escolas publicas.
Art. 4.- Os eosinosldas escolas comprehendem :
a) Leitara e escripta ;
b) Snno pratico e tlieor.cj;
c) A lingua porlogaeza;
d) Contar e calcular;
e) Arilhme'ica at regra de tres e systema mtrico decimal.
f) Elementos de geograpbia e historia especialmente do
Brasil!;
g) Doutrina chrisi;
b) L'go de cousas ;
i) Trabalho de agulba para aslmeninaa.
Paragrapbo nico. A instruegao moral e cvica dever oc.
copar no mais alto grao a attenco dos professores.
art. S.-As escolas admittiro alumnos de seis a qoatorze
annos u sero disnctas para cada sexo, porem os meoinoa at
oiio annos podero freqaentar as escolas do exo femioioo.
Paragrapbo nico. Onde houver populago escolar para
urna nica escola, ser esta mixta.
TITULO m
Das nomeacOes
- 't. 6.- As nomeagO^s dos professores sao da competencia
do prefeito, que dar preferencia aos titulados pela Escola Normel
do Estado-
Art. 7.- Os que cao forem titulados so podero 3er nomeados
depois de cinco annos de exercicio no magisterio,
Art. 8.- Oa professores tem por dever executar fielmente o
regulaamento escolar o programma de ensino; dirigir pessoal-
mente e com o mximo zelo os alumnos qae estiverem a seo
cargoe
Art. 9- Aos professores vedado exercer dentro ou fora da
escola prohsso ou emprego que o inbiba de enmprir assidnamen-
le as obrigagoes do magisterio.
Titulo IV
Da lnspecgo do ensino
Art. 10. A iaspecgo do ensino ser exercida por inspectores
escolares nomeados pelo prefeito e aos quaes incumbe :
a) A visita frequonte ea r:g .rosa iospecglo das escolas, quer
publicas quer particulares ;
b) Cumprir e faier cuonprir fielmente o regiment das es-
colas : ,
c) Aconselhar e estimular por todoB os meiOB a seo alcance
a frequencia ca 3 c iaugas de seu districto aoj estabelecimeuios 4e
educgo:
d) A admoeatar e reprehenderos profeesores por suas.faltas;
e) Reclamar do concelno, por intermedio do prefeito, as me-
didas que entenderem condescentes ao bom andamanto.daB es-
colas ;
0 Dirigir ao prefalto de trez em tre mezas um relattrio ec
qre d coca la inspecgo feita em sen districto;
g) Tar em boa ordem o archivo da inspectora ;
b) Dar aos professores attestados de exercicio.
Tltu O V
Das faltas dos professores
Art. 11. Os professores pblicos qoe faltarem o comprimen-
to de seos deveres, infringindu as diaposigOes desta lei, ata so-
jeitos :
a) A admoestaco;
b) A repr. henso;
c) A multa ;
d) A su-pencto do exercicio e vencimentos por trez mexes;
e) A demisso.
Art.12. As trez primeiras penas st-ro impostas pelea inspe-
ctores escolares com recurso para o prefeito e as doas ull mis pe-
lo prefeito com recurso para o Conceibo Municipal.
Titulo VI
DBposlgoes geraes
Art. 13. Esta lei entrar em execugo desde o da da sua pro
mulgagao.
Art..14. A primeiras nomeagOes de professores sero fei-
ta s de accordo com o art. 12 dasdisposigOas transitorias da Cjqs-
tituigo Estadual.
Art. 15. o municipio ser dividido em doia districto3 escho-
lares, jomprebandendo o primeiro com sede na cidade e o segan-
do com a sede em Pedra Tapada.
Art. 16. Os vencimentos dos professores sero pagos de con-
formidade com o qae ibes for marcado oa lei do orgameoto e se-
ro divididos em anas partes, ordenado e grali&cago, nao tendo
direito a esta o professor licenciado.
Art. 17. Nenhnma licenga com direito ao ordenado ser con-
cedida por mais de 3 mezes, de tro de om aono.
Art. 18. As iiceDcaa sero concedidas ptlo Prefeito, com
justo e pro vade motivo.
Paragrapbo nico. A substitaigo do professor licenciado
dever recabir sobre pessoa idnea, e ser feita pelo Prefeito,
proeedendo proposta do inspector escbolar, percebeodo o nomea-
do somente a gratiScago.
Art. 19. Haver no municipio cinco cadeiras acsim local:
sadas :
a) Duas oa cidade, urna para cada sexo.
b) Urna mixta em pedra Tapada.
c) Urna tambem mixta oa povoago de Bengalas.
d) Urna em Momabeba-
Art. 20. Para os professores receberem os respectivos ven-
cimentos, qae sero pagos men -almente, apresentaro attestado
de exercicio passado pelo inspector escbolar do districto.
Art. 21. Nos casos omissos nesta lei, recorrer-se ba ao Re-
galamento da lnstrncgu Publica Bstadoaljem vigor.
Art. 22. Revogam se as disposigOes em contrario.
Pago do Conceibo Municipal da Cidade de Limoeiro do Esta
do de Pernambuco, 20 de Dezembro de 1892.
Simplicio GonglveB dos Santos,
Presidente.
Manuel de Aqoino Albuquerque,
1 Secretario.
Jos Manoel de Castilbo Cabral,
2* Secretario.
Prefcitura do Municipio de Limoeiro, 28 de Dezembro d6
1892.
Antonio Jos Pestaa.
SPORT
I.
2.
3.'
em
HA4O0'i
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
teafira:
Barros letaioi entrn 8 6 i/1 da manhl e
sanio.s 7 1/2.
Hippoilromo do campo Grande
34. UORBIDA
Essa saa corrida que o Hippodromo
realisou no domingo, toi um vsrdadeiro
aoccesBO por sua regulan dade e conse-
quentes resultados.
Boa concurrencia, notavel auimacao as
apostas e ordem em- indo constituirn! aa
fercSos deesa fasta sportiva, qoe aioda
mais te notabilisoa pelo reappareciraento
da (pey, caja oarreira foi um raato de
las deixado na raa do Hippodromo.
Fot este- o resaltado das oarreiraa :
Primeiro pareoExperiencia80j me
tros.Animaos de Percambuco qae nBo
tenham ganbo primeiros e segundos pre-
mios n'.s prados do Recife. Premios:
230) ao primeiro, 490 ao segando e 20|
ao terceiro.
Regedor, corrido por Manoel Pe-
reira, 51 kls.,
Feniano, dem por L. de Fran-
9a, 51 kla.,
Aurora, idem por Ceciliano, 51
kls.,
Tempo : 57"
Rateio das poules : Regedor
meiro 190600 e em segando
Feniano em segundo 9600.
Movimento das poules : Oircalaram
489, em primeiro 315 e em segando 174,
na importancia de 2:445)5000.
Segando pareoPrado Pernambasa-)
__1200 metro. Animaos de Pernambu
eo que n8o tenham ganbo em distan ia
auparior 1. 800 metros em 1892. Pre-
mios : 250(J ao primeiro, 500 ao segundo
e 250 ao terceiro.
Vermouth, corrido por L. de
Franca, 50 kls.,
Ally-Stoppar, idem por Casimi
ro, 50 kla.,
Pirata, idem por M. Pereira,
EOk'a.,
Tempo : 90"
Rateio das poules : Vermouth
meiro 14700 e em segando
Al!y-Stopper em segando 80800.
Movimento das poules : Ciroularam
884, em primeiro 575 e em segundo 309,
na amportanoia de 4:4200000.
Terceiro pareo Progreaso1.400 me-
troaHandoapAnimaos de Pernambu-
co. Premios : 3000 ao primeiro, 600 ao
segundo e 30$ ao terceiro.
Piramon, corrido por A. de Frei-
tas, 54 kla.,
Ida, idem por Blacke, 52 kla.,
Maurity, idem na Alanoel Peroi-
r, 54 kla.,
Temp-j : 102"
Rmteiu das poulea : Piramsn em pn-
asfliro l102OO>e em aagando 80403 ; Id
emtaegando 70800.
Movimento das pooles Cirootaram
97?, oai primeiro 672 n seganw 305^
os importancia de 4:8850OOO.
l.c
2.'
3/
primei-
Gratuno
1.
2-
3.
pri-
Pa-
1.
2.
3.
em pri-
90400 e
l.0,
2.'
8o
Q'iarto pareoDarby Clab -1 600 me-
tros.Animaos de Peroambuco. Pre
mos : 4000 ao primeiro, 800 a? segando
e 40| ao terceiro.
Tado, oorrido por Deolindo, 50
klY,
Gatuno, dem por J. Campos,
50 kls.,
Grorfaat, idem por B. Benjamn,
50 kla.,
Tempo: 119"
Rateio das poules : Tado em
ro 80600 o em segando ti i 100 ;
em segando 70100.
Movimento das poules: Circalaram
647, em primeiro 453 e em segando 194,
na importancia de 3:2350000.

Quinto pareo Hippodr:mo do tampo
Orando2.000 metrosHandcapAui-
maea do qaalqaer pais. Premios :.....
6)00000 ao primeiro, 1200000 ao segan-
do o 600000.
Gipay, corrida por Domingos
Neves, 60 kla.
Petropolia, idem per J. Campos
48, kla.
Atlante, idem por Casimiro, 50
kla.
Tempo : 135"
Rateio das poules : Gypsy em
meiro 70900 o cm segando 50600 ;
tropolis em segundo 60900.
Movimento asa poules : Circalaram
711, em primeiro 567 e em segando 142,
na importancia de 3.5550000.
Sexto pareo Igualdade1.100 m -
tros Animaos de Pernambuco. Pre-
mios : 2000000 ao primeiro, 400000 ao
segundo e 200000 ao terceiro.
Ida, corrida por Blacke, 55
kls. I'
Pyrilampo, idem por M. Pereira
59, kls. 2
Pygmea, idem por Casimiro,
59 kls. 3-
Tempo:72'
Retado das poules : Ida em primeiro
80100 e em segando 50800 ; Pyrilampo
em segando 609.0
Movimento das poules : Ciroularam
575, em primeiro 409 e em segado 167,
na importancia de 2 8300000
#
Stimo pareoOrdem -800 metros-
Animaos de Pernambuco. Pre ai 10 :
200OOO so primeiro, 400000 ao segando
e 200000 so terceiro.
Becoaoio 2-, oorrido por L. de "
Franfi, 53 kla. Io
FiaotiaU, idem por B Moreira,
61 k's. 2o
Triompho, idem por*Canavarro,
57. kls. 3-
Tempo : 56"
Rateio daa poules : Boooaoio 2- em
primeiro 80400 e em asando 80100 ;
Flautista em jegando 370700.
loveento as pools* : Gire Jsram
698, san primeiro 554 e em segando 14*
as importancia de 3.4900000.
Oitavo pareoAmmacao800 mstroc
Animaos de Pernambuco que nSo te-
nham ganho de 25 de Novembro de 189C
a 30 de Julho de 1892. Premios :.....
200$000 ai primeiro, 408000 ao segando
e 200000 ao terceiro.
Neste pareo foi nallificado por. Jganc
incidentes qae se deram e pela cnida
rpida da noite, foi este o
Movimento daa poules : Circularar
457, em primeiro 361 e em segundo 96,
na importancia de 2 2850000.
O movimento geral da casa daa apoBtat
registra um total de 27 1950000, produc-
to de 5 439 pooles que foram emii
daa.
Pdla nollificaoSo do oitavo pareo, po-
rm, fioou o aparado liquido representa-
do na qoantia de 24.9100:00, visto de-
duair-so 2 2S50OOO correspondente ae
valor de 457 pooles restituidas.
Prado Pernamlmcaao
Na respectiva > secretaria enoerra se
hoje a inacripcao para a corrida de do-
mingo prximo no prado do Lacea.
niLICAflKS APMIDO
Urna questo de pri-
vilegio
1
Acabo de 1er a proposta feita pelo Sr. Gasea-
le da Compaonia Trunos Urbanos ae Olindanos
Srs. Accionistas, e na qual comeca por.ibes
aconselhar que abram mao do sen direito*
despresando o res'o do privilegia que Ibes cabe.
B bem certo estou que S. S. r ebegou a esse
extremo porqne nao pode mala confiar em ga-
rantas dadas por qoem, com o dir :ito do mais
forte, tira Estupre para si a partilba de reo, tal
qaal por via de regra o Governo, como t&o
trisantes e mltiplos sao oa (actos comprobato-
rios e mermo no Histrico com qoe S. S. preee-
deo esse seo conseltao se evidencia.
Mas, isto era no tempo da monarebia I
O qae o Sr. Gerente quer no actual momento
diffi li da compaonia a paz e o socegq para
qua seja posBivel a ordem e por conseguate o
seu desenvolvmeuto.
Ma se propOe o Sr. Gerente um augmento de
capital da Cimpanbia para coliocal-a oa altara
de deviclameute atteoder as oeoassidades novae
do trafego qae augmeata a saltos de gigante, se
vivemos n'am meio em qae a pilavra privile-
gio de verdadeire valor mgico para os capi-
talistas, emfeora co fundo esse privilegio seja
antes oneroso do que beneficiario, como di* o
Sr. Gerente que accoatsee 00 caso da Cotspa
nba Trilbos Urbanos, segu se qoe deva S. S.
caneado e desesjerancadQ depor a soa clava de
latiAoT, : une dvioajs os Srs. Accionistas,
qual syari'as indolentes, a sombra das lber
dales industrnes to mal comprebendidas e to
mal compeasadas no nosso pais de obscurantis-
mo e de ufficialisjBO ? i
E'precise nao desanimar. 'preciso insis-
tir I... t ,. _,
Aguamle-em pedra dora Uoto oaaU>.>a
' aS#poi8*jaein noi-dira W &***&
hootsmnegnlo a Companaia^ofw Sr
vernadar Jos Antonio Crrala da
GooBceaso disaclvido, el o ba
.Sllvs.epelo
Igualmente boje
IBSCIVlao, mo --TT. lniSBr.
\ \
vfe-



4
Diario de Pernaaiimco Terga-feira 11 de Abril de 1893
/-

i-
o ndubitvelmente teem mostrado qoe a
toa orientacao scerUr, o seo escopo cornglr
o erros grosseiros, sendo manifest que maior
numero de veies teem aceriado ? I...
Pelo contrario t Nao ba de ser as&uu I
E' preciso nao desanimar. &' preciao in
siBtir 1
Nao virio pois fra de proposito as seguate*
connder.cOes que de modo algum constitu
rao urna contra propaganda ao conreino dado
pelo Sr. Gerente, a quem absolutamente eu fjgo
jast.ca.
U
Di o artigo 23 do contracto da companbia (22
de Jolbo de 1868):
Art. 23. Ao contractante flcam garantidos
nos termos do artigo 3 da lei o. 801, de 2 de
Maio ultimo, os mamo privilegios concedidos
empreza dos trilbos urbanos de Apipucos, e que
nao se oppuxerem ao disposto as precitadas
teis a. 657 e b. 737 e as estipulares dse
contracto.
Nada se nota as lcis cadas nem em neonum
artigo do contracto que se opponba a que a com-
paobia de Olinda teaba a duracao do seuprivt
legw e a propriedade da empieza equiparada aos
da companbia de Apipucos,
Du a lei provincial o. 801 em sen artigo 2
(2 de Maiouc 1868).
Art. 2' E' equiparada a duroyxo do privile-
gio e a propriedade da empreza dos trilbos ur
baos de Olinda e B.beribe a dos trilbos urba
nos para Apipucos.
Pois bem. O contracto daquella companbia
(30 de Oesembro de 1863 e 30 de Maio de 1864)
diz:
< Art. 4. O privilegio nos termos do rtigo
10 dea te contracto ter garantido os empreza-
rlos pelo prazo de v nte anuos estabelecido na
le provincial n. 518 de 21 deJunbo d.t861,
attendendo se, porm, qoe expirado esse prazo
sera oneroso* aos empresarios continuar com
a sua empreza* sern o dicto prlvileg.o* e aten
deudo igualmente a utilidade publica da con
tinuagao da mesma emp.-eza, resalvam os
empresarios desde j o sea direito de recia-
mar a assembla provincial, em qualquer de
suas vindouras reuniOes, se julgarem neceasario
a prorogacao daqnelle pr.v leg.o p.r mais alguns
aanos ou quaes^uer outros favores equivalen-
tes.
O artigo 10 aqu citado idntico ao artigo 27
do nosso contracto que aseim se exprime:
Art 27. Duran.e o lempa ds privilegio nao
ser permittido a qnalquer companbia ou parti-
cular estabelecer trilbos de ferro ou de madeira,
que coaduzam para qnalquer dos pontos percor-
ridos. *
Duas prorogac5es de privilegio foram conce-
d Jas a companbia de Apipucos,boje de Caxau
*
Evidente pois que nao a continuacSo de
nosso pnvileg o* um favor que tenbamos a pe-
dir e sim um direito aiquirido, como o Sr.
gerente o conbece e de mais nao esse um privt
legto daquelles aos quaes aerefere a constiiuifio
federal cono objecto odioso, monopolio econmi-
co ; sendo antes a prorogaqao do mesmo privi
legioja concedido (daquele) um d.reito dos
que ella manda respeilar e garante que serao
espeitados.
III
Expontaoeamente, em 21 de Julbo de 1885, a
Assembla Provincial tendo discutido urna da
posicao legislativa a este respeito, prorogaqao do
privilegio, ltenlos oa servicos prestados incoo-
testaveimente pela empreza que teve forjas para
ressoscitar a decadente Olinda creando as-im
novas (onles de reoeiia para o Estado, o Exm.
Sr. coDselbirc Joao Rodrigues Cbaves aaccionou
sob n. 1851 a seguate lei:
Art. 1 Pica aulorisado o presidente da pro-
vincia a entrar em accordo com a empreza de
trilbos urbanos do Recite a Olinda e Beberibe.
para o fim de redusir convenientemente os pre
gos de transporte nos carros de 1' e 2* classe
e crear netta ultima assignatura ou series tspe-
ciaes de b.lhetes, que a tanto equivalam.
Art 2* Em compensaco po Je,-* a mesma em
presa estender o.gozo das conce^-e' que foram
fetas pelo artigo 2 da lei l. 1.82 de 12 de Ju
nbo de 1875, ao prazo do sen privilegio, que
poder ser augmentado.
An. 3o Ficam revogadas as disp sicOes en.
contrario. *
O artigo 2 da lei citada (n. 1,182 de 12 de Ju-
nbo de 1875) assim est concebido:
Art. 2 A empreza dosT.ilbos Urbanos do
Recife a Olinda e Beberibe isenta de qualquer
ioapostos provinciaes e municipaes, por espaco
de des anuos. *
Esta lei, porm, icon sem i il-o at 4 de Ju-
nto de 1889 quando sob o o. 2.001 foi votada e
Succionada a nova disp.siao seguiute :
Art. lu Continua em vigor a lei n. 1,850 de
21 de Jolbo de 18S5, sendo que a ampac&o do
praso do priviledio concedido o3o ser de mais
de 20annos, ea redaeco do prego das passa-
geDB ser sobre as passagens a misas de torca
a nao se .b-ar na 1' classe. por viagem sim
pies, rxaia de 400 ris e na 2* mais de 200 ris.
A companbia, porm, obrigar -e ba a prolongar
C0MMERC10
Bolsa tommerclal de Pernaan-
bueo
OOTAg5BS OFFICIAB8 DA JUNTA DOS COK
RETOBES
Praga 4o Recife, 10 de Abril de 1893.
Nao bouve cotac&o.
O presidente.
Candido C. G. Aljofarado
O secretario,
Amorim Jnior.
Cambio
fBAA DO B&C1FK
Os bancos abriram com a ta&a de 12 7,8 sobre
Londres, a que manteve se at a ultima hora sern
alteraco.
O movimento foi pequeo.
Em papel particular realisaram-se tracsaegoes
a 13 1/6.
PBAgA DO RIO DI JANEIRO
Os bancos a-riram com a '.asa du 12 5/16 e
13*.-
Joa^et de gneros
Para c agricultor
-SSUCAR
os sena trilbos em Olinda na di receto do Ro
Doce ou Iijuarassu' e em B benbe na direceto
do sitio do Coqueiros, regulando-se os pregos
por idntica tabella.
Art. f Ficam revogados as diapos^Oes em
contrar.o.
Le esta Umbem que est revogada por u&j
ter tile txecucAo, ue accordo com a dlsposicto
legislativa- que marca dona anuos para a execu-
cto das lela de autorisac&o.
Um simples parllelo entre os dispositivos
deslas resoIucOes legislativas e as pronesaas
(ellas no contracto da companbia justifica a des
esperanca do Sr. gerente porque Ibe d fecundo
fundamento, mas bom de notar que nenbuma
deltas, anda mermo em vigor, teria torca suffi
cente para derogar o nosso contracto que u
poder aer alterado pela vontade e accordo das
duas partes contactantes desde que 6 bilateral-
Aaslm ao passo que aquelle nos garanti a pro
rogaco do mesmo privilegio, direito que ficou
litieralmente resalvado, estas leis cognavam de
um favo: excepcional que so poderia ser oblido
ou melbor offerecido a custo de pesadissimos
onus.
A pala va privilegio se lem valor mgico para
os capitalistas, si sempre aos ouvidos dos con
crrenles com o som lgubre de urna trompa de
Ruy Gomes que Ibes esteja a lembrar o mala
desastrado dos pactos,jo empenbo mais egosta
e menos generoso deste mundo!...
Assim o convenientemente da lei o. 1,851 que
tai offerecida. note-se bem, e nao pedida, foi io
terpretado pelos seus executores como s deven
do -er atteJdido no que diasease respeito ao
governo, sendo a companbia abrigada a sob-
melter-seao sen criterlum, perdendo todo o lattm
de sua argumeotago e da sua lgica !
iAs mala extraordinarias exigencias fara mfeitas
ao Sr. Gerente quando foi elle convidado a ir a
Palacio para entrar em accordo; e destas d um
sufficieutissimo panno de amostra a segunda lei
u. 2001 scando se no parecer do Sr. Dr. Engenbeiro
Fiscal Felippe Figuera Fartas, raapondeu ao
Exm. Sr. Dr. Pedro Vicente de Aaevlo, qu= se
quiz conservar neutro no assumpto,* a essa au
gusta corporacSo eubmettendo a oppinio do Sr.
Gerente que acceitava o accordo (le n. 185i) em
termos que garaotiam o futuro da compaubia e
por consegointe a permanencia dos seus serv-
eos, e a opinio do Sr. Engenbeiro Fiscal que
coofesaava que oa precos por elle propoaloe aba-
laran] a aua economa nos primeiros annos.
Abi, disia o Sr. Eogenhsiro F.scI que des-
engaado aue quanto mais baixo o prpgj maior
a coocurreocia e por ssj mais compensadores
afinal os lucros ; e responda o Sr. Gerenta que
a concurrencia n'este caso estava naturalmente
restringida, principiando por ser 1 mitado o nu
mero de casas em Oliada, todas habitadas, e ser
essa apenas urna cidade balaeirea e de recreio.
Nao queremos discutir esta questo aqu ago
ra, mas deviamoa ao Sr. Gerente esta coneide-
racSo, justificando ao mesmo tempo o appo'o
que entao lbe demos, ao passo que tica assim
claro que taes leis, por estarem revogadas, em
nada alteram as nossas coadigOes anteriores.
IV
Quesl&o mais seria preocupava n'essa poena
a conpanbia, grabas ao estudo que do aeu esta-
do julgou o Sr. Gerente necessario faser, Telen-
do lbe os seus livros de actas. Nao se sabia de
que dada comecava a correr esse privilegio co >
prorogaqao e:lj seofferectat
O contracto fellc com Aodr de Abren Porto e
vendido a Companbia Trilnoa Urbanos dis no feo
artigo ao caso referente :
Art. 33.O privilegio do cootractanle cor
rer do da em que for entregue toda a linba a o
transito publico.
Por conseguinte: correr do da em que
ofiicialmente ten Da sido ennaueurada.
No entanto pela anciedade publica que inc
tavam os servicos insistentemente reclamad, s de
urna ts explorago, qoe deve.-ia estabelecer o
lago de unio entre a velba e a nova capital de
Pernambuco, dava-se que a liaba, a requerimen
to de moradores e cespacbos p:t sidencia..-, fra
entregue por trechos ao publico a proporgo que
am esses sendo concluidos e inaugurada pro
visoriamente.
O Sr. Gerente, lembrando que pelo art. 6.'
6) as estacoes fasiam parte complementar das obra*
abi indicadas e que deviam constituir toda a l'
nha de cuja exploragao eram pirles iuiegraatr1-*;
lembrsndo que anda em 19 de Agosto de u 71
o Governo geral baisava um decreta authonsan
do a eompaabia a emittir um empresiimo qu
deveria str empregado ua construccao das ebras
(Decreto n. 5714) ; lembrado que em sua ai
ministr e .-o re udo lembrando que jamis 'a feita a
inauguracao d fia t va annunciada para doaa me-
zes depois da ultima inaugurago proviso la na
portara que a determinou; pois que nimguem
mais cogitou do assumpto, nem Governo neo
Empreza, em face das uifficuldades finauceira*
da companbia cujas aeges de 200^000 chega
ram a se vender a 90JOOO; pedin ao President'1
da provincia e depols a Assembla Legislativa,
para a qual Sua Exc- declinen, que lixas e paia
Cristalieado
Usinas por 15 kilos.
Brancodem idim .
Smenos, dem dem.
Masca vado idem dem
Bruto dem dem. .
Bruto nelad" .
Rtame dem dem -
t ,17 5 0
* :. 760O
6M00 a 7800
44800 4-900
3-800 a 3 901
3*500 i 3600
2500 f, 26'iO
42t0 a 2o00
Algodo
Eflectuaram se vendas de pequeas partidas a
10*300 por 15 kilos.
Aleool
Por pipa d 180 lili o 2o5S000 nominal.
Agoardente
Por pipa e 4. 45* nominal.
ouros
3ccos salgados na base de 12 kik 650 i
Yardu 380 ris venda.
el
Por ipa dtfcSOi.w. 90*000 uom nal.
f ABLLA DAS ENTRADAI DJf AMDOAB Al -
oodZo
Mt de ,-bril
Entradas
Barcacas .....
Vapores......
Animaea
Estrada de Ferro Central.
dem de S. Francisco -
liem de Limoeiro
Somma" :
Aja Algo-
car dio
Das Saceos 8ai .!
1 a 6 1.7 37
i a 7 337
1 a 6 .98 971
1 a 8 57 196
l & 5 5987 .498
415 753
; i. >.----
17004 793
Borracha
Sota>M a 10*000 por 15 kilos.
Carnauba
'Iota-as d 7^500 a 12*000 por 15 kilos noir.:-
,al.
Barca norueguense. St. 0!af, entraa de
NoW-Poat tm 26 e consignado a L pes
Gu i "na ra os IrmSoa.
Carvo de pedra 672 toneladas a or
dem.
Patacho ingrez Mistletca entrado de
Terra No7a em 1 e consignado a I' Pter
a comp.
Baca!h?.u 2067 barricas e 1382 mes
ditaa a ordem.
Vapor portugoB Alice, ontrado do Por
to em 1 e consignado a Compaubia de
Estiva.
Alhos 20 cacastras a Quedes d'Araujo
& Filbos.
C nsarr-.E 30 calzas a P. de liveira
Maia.
Bctijas 13 caisas a Rodrigasa de Cr-
valho e comp.
Bagu 6 c. xas a oidem.
Carne d e perej 2 caixs,a a J. D. i-
be:ro, 2 a M. rorren Ribciro.
Figur:.s de burro 7 iroluiniB a F.^raira
Rjdtiguea e oemp.
For.ageui 7 caizas a Ooat> Lima e
comp., 10 a GromeB de Mat.-s IrmSos, 8 a
A. Martina.
Cacados 1 cisao a J. M. G.iimt.rao .
Livroa 1 calza a Rnm.ro M. du Coata e
comp.
Louro 2 saceos a F. R. P. GtuimarSes
3 a Guedrs de Arttajo & Filhos.
llallas 1 vu'ii-me a A. M d^ SUrs.'
Palbvias 1 caisa a C Feraa .cs.
Pal.tot. 5 ca -3-a a ordem, t a Quedes
de Ar-ujo & F:!h:c.
Prego* 15 banloaa a Q. M ttoa Ir-
m2ca.
Queijos 1 caiza a R. a arvalho e
cenp.
Roibas 36 aacsoB a order, 21 a Frao-
obco R. P. Qub-.rSea.
Noses 1 ciza a A. P. Q. de Paira.
Vimos .,.00 a atado: M. da Silva.
Videirau 1 caiza a A. Martinl e eomp.
VinLo 3 pipas e 20 barra a Fonaeoa
comp., 25 e 325 a Comp-aala du Estiva,
5 c 40 a L-pes Albero e comp., 4 e 10 a
M. a S. Almoida, 1 a Amorim IrmSoa e
C3mp., 30 a Q. Maia, 15 a C.^O. Neves,
2 a J. B. de Soma, 1 ordem, 1 a F. R.
da fcilva, 16 a Q. de Ar_ ju & Filhos,
150 calzas a Pcreira Ferreira e comp.,
50 a G. de Araujo & Filhos, 20 a Ramos
Salgado e cemp., 120 a N. Fonseoa e
comp-, 1435 a Companbia de Es.I?a, 50 a
os devidos > ffeilos como dada ds contagem do
plvegio, a da ultima innaugwacSo provisoria ;
isto a do trecno do Varaaouro ao Carmo qu'
oi a 15 de Novembro de 1871.
Em face de todas essas consideracOes do Sr.
Gerente, todas docu nantadaa e que por qualquer
pe&sa podem eer verificadas, anda entao nio
corra de direito o privilegio visto como para a
sua contagem fltava o ponto de partida exarado
no contracto, em bora dt facto ja a muitos annos
se estivesse fasendo sem as estacoes o trafego da
linna frrea !
A Assembla Legislativa pesando todas esUs
circumstancias diseutiu e vo ou a seguiute le
que immedialameole foi sanectonada e publicada
sob n. 1973 em data de 23 de Margo de 1889 :
i Art. loO praso do privilegio concedido
para a exploracao do caminbo de ferro do Reci-
fe a Olinda e Be jenbe ser contado da inaugu-
racAo da estagao do Carmo em Oliuda.
Art. VFicam revogadas aa dispoeicfcs em
contrario.
E ascim utavam todas as duvidas sanadas.
Sendo concluida em Desembro da 1877 a esta-
gao do Cirmo, e sendo de viote annos o p ii-
tegio concedido, era fora de duvida que o primi-
tivo, resalvado o direito de prorogacao, termina-
ra em Djiembro de 1897.
Pois bem, est aqu o ponto principal da que*
tac 1...
Esta L que interpretativa, qoe clara, foi
posta em duvida, por motivos qoe d3o devo aqu
considerar, e estas duvidas Lram revolvidas pelo
Exm. Sr. Governador Desembargado: Jos Amo
nio Correira da Silva e pelo Co'greio dissolvi-
do, contra o direito da Companbia ; porque \m
perou um arguxeato exdrusulo ae que a As-
tembla neo poda dar mais do que se pedra, e
de que estagao em cmicno de ferro era ponto de
parada, guando nos debates da Assembla at
se especiocav Estatao com !et* taaiscula, e (
real que o ponto de parada 1871 a 1877, nao
er.. esse mesmo que des>.e enlfto ss est^ tazando
e se estava, na poca em que f'Apublicada essa lei,
no bello edificio inaugurado no Crmo em urna
'.al data 11 !
' oo qaerer ser lgico, se maoler em ama-
nbo erro, fazer da jusliga um vime, pretender
tio grosseiramen e troel a.
E quando to injusto quizesse eer para com-
nosco o Exm. Sr. G.>vemidor Dr. A'.exandre
Jos Barbosa Lima, cojos preco-Jentes 6i::vem de
garanta a opioio em contrario, ao menos oCon-
gresso nao o seria, pois, alm de lulo, aindi que
deva prevakcer a idea de seren reaaixados 03
preco3, segundo a tabell exigia pela lei n.
2001; a realidade qu; etles hoje sao nfer ores ;
porque por all cusiana urna viagem de ida e
volta para liods. Da 1* ciarse, 800 res toan-
do se f-z por 503 rs., na 2* lat'se 400 rs., quan
do j um grupo e brevemente todo3, a faz b je
por 333 ris !...
Assim mil ta o Sr. Gerente e ha de ver que
nao t o Exm. Sr. Or. Alexandre Jjsc Barb.si
L.ma de opinio que o privilegio da Compa-
ubia s terminar em 1897. como se manifestara
no sentido de lbe ser dada urna prorojjaco ioj
termos em que a Companhia aresalvou ; nois ser
assim que cumprir restrictamente a Constitu
Cao; ser assim que prestar mais um rekvanle
servigo a Pernambuco, e^ttndendo a mo. para
erguel a na altura de fazer irreprebeurivclmeute
os eu; serviQos, a urna Compaobia cuja utilida-
de tradiccional e cojo desin erese lera si o
manifes;ament prevado !.,
Away S;. Geret:tL-! Lu tar vivir! Aloda
na gratuita bypolac e de nao ser attendtdo pelo
Sr. Governador nao desaiime e v a'. perante o
Congresso porque esse ba de atteade o!
A verdade urna s; e e la sob ea-da sa &pra
OXMZfl aieite as aguas caima- e'jon ,o.?. No
actual Congresso. vejo bem a tfifferroca, nio ba
quem tenhi interesse em perturbal-as I
Awa\ l
Recife, 10 de Abril de 1893.
Um accionista.
A o Exm. Ministro da
Fazenda
Deparando com um artigo inserida em
a quarta fo'ha do Diario de Pernambuco
de 9 do corrate, eadsrecado ao Esm.
Ministro da Fazenda, cabe-me reapoodel-j
ton ente em attencao ao comnercio ho-
nesto, era cajo (uaiero Dio cst o a..lo.
do Iludido art'g?, que infclizmeote
i: respOi.eavel.
m di.-a do mez da Fevereiro ectrou
oeste porto o navio cLaplacd, mnatfestan-
do, alem de ontrao mercadoriaa, L4.S41
caizas com kerosene, que foram recclbidas
ao trapicha Nogue ra mediante guia ex-
pedida pela inspectora d:, Alfaadega,
requerimeato da parte inter^ssada.
DeBcarregada no trapiche aqnelia mer
GaimarSas & Va'ea'c, 168 a G. de Mattos
IrmSos, 200 a Ferreira Rodrigues e
em., 200 a Sulaer K.uffoann e con>p,,
100 a Lopes Alheiro e comp., 100 a Do-
mingas Pinto de Freitas, 2 a Amorim Ir-
n.Sos & C, 10 a A. Machado t comp.
Vapor inglez Couuty of Autric, entra-
do d^ Aatu:rpia e escala em 30 do ^..s.ia
do e consignado a Wiison vjons & C.
Aramu 9 barricas ordem.
Agua mineral 100 caizas a Medeircs
Irmaos e comp.
Fuchaduras 1 volume crdem.
Grampos 45 erizas ordem.
Merci.doria8 1 caiza a J. S. io Agaiar
3 ordem.
Lttmpadas 3 caiza3 a Aqae'iuo Ri-
beiro.
Papel 14 caisaa ordem, 1 fardo a F.
P. Bohtreaa.
Pregos 6 caizas ordem.
Papelao 21 caizas ordem.
Triihos de {o e perteajos 3,465 volu-
m-B a Cardoso & Irin3os.
Vidroa 12 volumes a J. 3. Aguiar, 16
ordem, 1 a liveira e eomp., 30 a Jos-
quim Feneira de Car?a!ho c comp.
Barca ingLza Carpasian, entrada da
Terra Nova cm 2 e consigaeda a J. Pater
e comp.
Bacalh 3,000 bar.ioaa e 3,000 maias
^itas crdem.
V por auBiriaco S^echs^y, entrado de
Fiume e escala em 3 e coasignado a J.
Paer & O.
Fannha da trigo 1,750 ba.rica a H.
Foster e comp., 1,500 a Machado & Lo.
pes, LO rtleaij 800 a Lamos Seizafl c
comp., 1,100 Companhia de ?..._ fi3a-
Papel 37 fardos a T. Jaa, 14 cizas
crdem.
Porcelana 1 barrica .03 consignatarios.
Vapor n&con.'.l Athayde, sntrado dos
portos do aul em 2 e conalgaudo a Amo-
rim IrmSos e C.
Barra 00 a Antonio Maia da Silva.
Cs.e 648 saceos a Companbia de Sali-
va, 424 a Joaquim Ferr.ira de Carvalho
e comp 222 a Figoeiredo Costa e comp.,
192 a Fraga Sacha e comp., 60 a Castro
Lemoa e comp., 20 a Menezea Sohiappe e
comp 40 a Lopes Alheiro o omp., 105
a J. F. de Almoida, 45 a Poreira de Car-
v albo e comp.
Carne 86 caizas aos consignatarios.
Fumo 35 volumes a Xavier da Simaa,
5 a Ferreira Rodrigues o comp., 27 or-
dem.
Farello 2,000 sacos Silva Quima-
raes o oomp, >
)'
oadoria, am preseaoa do actual conferente
do 1 ponto o do guarda do navio, verifi-
co u o administrador existir 4.700 caizas
com visivol indicio de derramamento, as
quaes foram vistor la Jas pelos honrados
oouierentea Francisco Maranhao, Estanis-
lao Wanderley, Dr. Antonio Maranhao o
Jos Pere.ra de Carvalho, cteudo sido
todas as caizas pesadas e inmediatamente
marcadas ocm tinta encarnada pelo
balanceiro da Alandega.
Pois bem, ai as alludidas visturas de
kerosene foram assim realisadas, sendo
ainda mais o peso feito por balanceiros da
Alfjndega, conlorme ordem da inspecto-
ra,como se avanez a criminosa propo-
siy.= ie que no trapiche do Nogueira os
fclsardoa encontram facols molos de dla
pida rea: o fisco ? !
O tenante-coronel Corbni&no dv* Aquino
Foaseca, oa alguem por elle, enganou-ae.
S. S. quer, sem duvida, referir-sa as de-
lapidaySes do fisco realisadas ooastante
mente no alian degado Fonseoa, sito a ra
do Bario do Triumpho, pertencente a fir-
ma Fonseca IrmSos dt oa : ah, sim, con
atantetaento, por falta de certa fiscalas-
cSo, entregando Be a entrada e sahida da
de meraadoria8 a guardas inezperientes,
nSo conhecadores de grandes astucias, o
tico ti n sido delapidado pelos celebrri-
mos despachos de pinho, de stearina, de
sola caustica e de gordu as.
' essim que, hv mezes, foram despa-
chaioc 1.762 prancLSas do pinho coai
a medida de 147 metros cobicosquundo
liahaoa 200 e muito3 meiros, alem de
tambores de soda caustica de 6 e 7 quia
taes por cinco, astucia esta que tendo
sido descober'strouzc urna multa par
oa Sra. Fonseca limaos, de q a lia suae-
rior de 60CJO00.
E que a assim proce le, qiem cocst n
tomento tcn'a delapidar o fisco com .ira.
audacia mantida, sem coaaidaraQ^o aa
eatrLitas relayoea do amisade que mantom
com o honrado inspector da Alfandeg-,
quem, como o tenente coronel Crobioiano
da Aquino Fonseca, so ooofoaw apto para
tudo...ousa atirar sobre honrad a com
mercantes o titulo de da'apidadjres do
fitcoe coa8eguintemcnta o do prevari
cador a ze'.OBOs funocioaarios pblicos, o
quo merece ? !
Quem manda vir do eatrangelro corta
marcadoria, destinada ao fabrico do sa
bao, e para isentar-se de direitos altara a
sua pro:edencia, conforme decuacioi o
Tempoem diss do anoo passado ,
pode fallar delapidacSo de fisco ? !
Qism, como o teoeata coronel Corbi
niano, representante d; firma Fonseca
IrmSos & C, e?t sempre a recalher S
rengas da direitos, multas em dobro ,
conforma ltimamente ver.ficQU-sj, or
ordem da commissao encarregada de eza
minar a alandega desto Estado, p da'
fall r em delapidaySo do fisco ?
Qaenij cemo o tenente coronel Cora -
niano de Aquino Fonseca, tem, segando
nformacSis ezistectes na poli lia, duplica -
ta de chaves para o sea alfandeg do Foa
seca, pode invocar a gtten^ao do Exm.
Ministro da Fazenda para o trapiche No
guaira, on-.e todo o aerv.co feito com
fiscali^aySo, onde a entrada e sahida de
mercaduras s2o tscalisadas por conferon
tes <. no por guardas ioezperieutes
como acoatoce no alfandegado Fonseoa ?
Acalme-sa tenente-coronel, e sa lbe
falta o celebre Duas Americas, para
cootiauar a importar kerosene cuj > cer-
cado S. S. nSo conaeguio monopoliaar,
procura trabalhar honescamento, como 03
outros tem feito, deizando-se de impostu-
ras, barofLs, anfarroniees, qua at hoje
Ihs tem servido para diminuir o numero
de seus fregueses.
Em oonsciencia cSo panaa comnoec >
tenente coread ?
Urge que o honrado inspector da Al
fandega providencie para que o alfande-
gado Fonseca soja aberto o fechado pelo
conferente, o nSo pelo guarda, deter-
minando que as mercaderas. all exis-
tentes, principalmente o sebo e a stearina
, sejaal pesadas por balanceiro da Al-
andega, i.fim de qoe o fisco nSo continu
a ser delapidado.
Btsta por hoje.
Era-Nova, 10 de Abril-93.
Epaminondaa.
o omn$rcio $ ao
publico
Athur Ferreira de Car-
valho, filho de Thomaz
Fe i reir de Carvalho e
empregado no London &
Brazilian Bank Limited,
deparando com diversas
pessoas de igual norne, de-
clara que dora em diante
assignar se-ha AithurChris-
titni de Carvalho.
R cife, 7 de Abril de
1893.
Arthur Christiani de Car-
val'.o.
ooorcio
Josa Angosto D.as tendo da sega
par-i & Europa o Aaieriea deisa eacarre-
gado de todos os 8-;U3 negocios aos seus
a asociados
Manoel do Figimireao Tondolla e
Manoei Elpidio de Oliveira.
Reoife, 7 de Aoril de 1893.
Jos bug-Mto 3:as.
Despedida
Liog.-a-j ib caizas ortiem.
Mercadorias 3 caizas ordem.
Palha 1 caiza a Xavier do Simas.
Pipas 200 a D. F. Porto Balar.
Vellas 500 cr.istaa a Joaquim Farreira
de Carvalho e comp.
Xarque 161 f rdos a Jos B.ltar e
comp., 1,387 a Joaquim da Silva Carnai-
ro e comp., 1,656 a M. Maia e corsp.,
319 aos consigoatarios, 100 ordam.
ES!.'."a DE 10 i 1S DE ASRIL DB 1833
0 abaixo aMlgoado, 8mbareaod> pira a Bu
ropa a procura de mei&oras sua saode, parti-
pa ao eommercio i^oe dtixa eomo seu priiaeiro
pr^cu.'ador e u r-,a>, ds su-: casa commcrcial e
negocios particulares o Sr. Antn o Goucalvi'a
Das, sobre a miio oti^I G) Ctivc3 Dia t Ir
ma e como procurad res, '.:> forma que seue,
os Srs Francisco .ntotiio F-.-rnaadeo e Jo^ ce
Scuza Bra7. Peco ana meus amigos e fregu
zes que me despulpen o nao lepeciir me pes-
soalmeute, oe'a prestexa d^ miaba viagem. A
todos eu offereg os tn-us nre.- achir. Ao Exm. Sr. Dr. J.ao Riog-.l, igrjteco
o zelo, a dedicacao e a franqueza com que cor
re-pon ieu a uiiohi soticilBde.
f.ecie, 8 de oril lo W3.
J s &n Cifes Das.
Empresa d bauho3 Je
mar
0 abaixo taaigoado participa aO comercio e
o publico em gird, qui na presente data '.em
arralado sa'- e'.arielteitDi-rito ai eu ent::dj
Arthur de Mello, a cargo de quem ticar a ge
reiseia e a resnoosaailidada oo activo e passivo
do referid eatab^-ledmeoto.
Re:ife, 1- de Abril de 18 lt.
Curios Jal de Medeiros
Aviso
Sao convidados 03 fenhores canclonadorop
que pjr :aea intermedio reeolneram oas nr
Bjoco Popal saas cauces .euciJas at o da 12 do correte,
sob pena de serem vendidas, conforme precei
la ai condi(5ns do dte banco.
Recife, 5 de Abril Ce 1893.
Lu Vernet.
Ao Ei, Mlslro lia FIa
O navio Lapla^d en-
trado de New York em Fe-
vereiro consigoado a Joao
de Aquino l mfeslou 14,841 caixas de
kerosene!
Foram vistoiiados na
ilha do Nogueira, 3,915
caixas com a insignificante
falta de 37,383 kilos!!
Estas 3,915 caixas de-
viam pezar 115/414 kilos
e so pesarlo 78,031 i! ou
cer.ca de drz kilos de me
nos por caixa.
O prejuizo para a Fazen-
da sem contar com direi-
tos de gjro : 4:485^96 3!!
Terca parte do que devia
pag r!!
Pergu atamos ao com ter-
cio honesto se pode ha ver
competidor no art:go quan-
do no trapiche da Ilha do
N guelra os felzarJo ea-
coutram tao f^c^is ffieios de
delapidarem o fisco ?
A A&sociacjio Commer-
cial, ao inspector da Alan-
dega, e ao Sr. Miuisr.ro da
F; zenda pedimos provi-
dencias.
Despedida
Augusto Daarte L?al, ebefj da esa Angussto
Le^l & C." seauiodo 'emporariameute para a
Europ uo Equaieur e pela prestesa de viagem,
cao podando despedir me pessoalmeote de meus
aiaigos e freg z:s o fseo por ese meio, cffere-
cendo Ihes meus demluotoa prestaos em qual-
quer cidade da curopa sonde me ^cnar.
Aproveilo a occasio para Ceciarar ao com-
mcrcio e ao publi-O que deixo por meus bastan-
te: precoradores os Sr--. An'orlo Alve Pacheco,
Lino Ftrnandes de Azevedo e Leonardo Scuuter
Fi'bo na ordem eco qoe pstio collocados,
R-c, 8;?e Ah:i de 'b93
Augusto Duarte Leal,
OS
meus a mi ero s
fre
guezes
OA
AkooJ (litro! ...... 520
A'gc-ao em rama {kilo) .... 616
Arroz cora casca u:.o) no
A88icar retinado silo) 500
Assucar crneo (klla)..... 423
AssECir maucavado (kilo) ... D6
Bacas ci macicnaa (kilc) ,- 120
.-ac&ade leitodons^gcb. (so) 1-450
(JacaitQa........ 290
loaros toceos ). ; 6 0
ros 600808 sauados (kilo) 85
Couros verdea (kilo)..... 350
'Jaro03 de algoiao (kilo) ." 40
Jarrapateira (semeatos) (kilo) litio
Coc'ao fiilo)....... 633
.J DQ {:!c; ...... 5 v
:" (I 10)
do (luto) ...... .^70b
, (cern vegeta!) (Jilo) 6)
tn slajB rilo)..... 640
.l.^'e) (l-'-'O) 270
...... 10
Carvo c-rclif....... 2*000
?aniin2 de maa-iicv~ k 1:1 r 10-'
Fa3 tnedicirac3 de qualquer qua-
lidada (kilo)...... 300
a (litro) .... 450
Srari (sebo eos. rama oocoado) Julo) 700
Held: 3nque (litro) .... [80
tiie (kilo........ UO
SaLo......... 320
Gebo ...,.... 700
Sement do carnauba (kilo) ... 60
Sola iiaeio) ..... 5 000
Stea;innc ikiio) ; i#00t>
Tatajaba (kilo) ...... to
Taboas de arnareilo ei 5sa
(dl2)...... 5
xa -._ ABam ra 3
.1:.:.~..;:
RECEBADO \IA DO EoTADO
Do da 1 a 8 I8:5i8972
dem 10 2:867*400
liOja das Lirs zoes
Seg'iiado para a Europa e Amero-*.
para Esepoco de Chongo fajo minhas
despedidas cfferecendo 'mou prestiino em
qualquer cidado q;? me encontr com
especialidade em N.w Fork e Chicago
NA BA DUQUE DE CAXIAS N. 61
eocoutrarao urna linda ccllecjo do cat-
logos Ilustrados p .ra quaiquer encoiz-
menda ene nejcssitarem.
Recife, 7 de Abr.l de 1S93.
Jos Augusto Das.
Do da 1 a 8
dem ce 1)
RECIFB DBAMAGB
2i:4i6i372
6:!3J029
3:3:0*211
9:613*240
; .-ai
Do .-. 1 a 8
10
95:0.0i22
75:117,950
Renda do Estado:
Do oa 1 a 8 7o.701*111
dara do 10 U:783,,88
3jmma total
470.158 072
87.4>i 299
557.702^371
3euada seceo da Alfandagade Pernambuco,
10 da Abril, de 1893.
0 ebete JaseccSo,
Maaoel Aatonino de C. Aranba.
O tbesoureiro,
Florencio Dominguei, da Silva.
ercatio Kunlclpal de H. Jos
0 mofBUAto dests mercado no a; 8 de
Abril foi o seguinte : entranua.
35. bois pesanU; 5 402 kilo?.
415 k 5 dita3 com camar0e8 a 100 tb. 500
8 comparl. eom mariscos a l rs. *8O0
43 lagares a 100 rs. 8;600
17 sumos a 200 rs. 34400
5 alias com f;ijao a200 rs. {000
40 carga3 de faiinha a 200 rs. 8000
12 cargas de milbo secco a 200 rs. 2400
2 cassuas com gatlinbas a 301 rs. *600
48 tilo? com verduras a 300 ra. i4'400
5 ditas com louca a 300 rs. i 00
r..l6 ;!a-com gerim a300rs. 16.800
1 ditas de melancia a 300 rs. 300
1 ditas de laranjas a 300 rs. 300
2 dita de baU:'a a 300 rs. tiJ.i
2 dita de macacheira a 300 rs. *600
62 ditos eomhrlQha a too 21:8l0
3 csrgaa Bom gallinbis 00 rs. 145J0
31 columnas a 600 19200
7 Eimenlos com fi
. etc. a800 ra. 271600
32 700 ra. I ii l
it d :..-. .. 1* AXM
. 6 ditos a 7 O rs. i UOC
43 tjlbod a 2*000 83*000
Rendimecto do da 1 a 7
269600
1.74J.:900
2 015*500
0 kilo.
Presos do
Car- -j.' 710 S!
Se;- o 11 sra,
Jarnei. 900 .
fttria'ii-j 3o 500 em*
70
:
llovi^z^o do .Torio
Naf-ioa entrados no d.i 9
TA;.rpo.1 46 di o, brigue aorutunosc
7ftringr i. 246 toneladas, capito
St.p'ae.sei o^uipagca 8, c ,ga cirvSa
de pedra. a Cmpanhia do Grai.
Antuerpia 50 das, .ligar noruegu
N.-u.. k de 126 toneladas, capitSo
H. Loi ing, eq .'pagem 9, sarga Varios
gneros, a rh...!o. Jtist.
Navios sabidos nc mesmo dia
Santoa o escalaVepor in^Iez cTrect
oommandant W. fl. Milner, oarga va-
rios gneros.
Santos e soala ..Va4or austriBooa cSse-
obongt cjmmandaote Q. Merlato, carga
varios generes.
Rio Grande do Norto Vapor ingLz
cScholar oommandanto J.ho Black,
carga varios geooroa,
Macaos e escalaVapor najional Brasil*
com mandante Pedro Hypolito, Dusrte,
carga varios gneros.
Rio de Jaoeiro e escalaVapor nacional
t Pernambuco ommandante Roberto
Ripper, carga varios gneros.
BoriMMMflBoroa coruoguensa Spcrasza
capito A. Kierdsen, em lastro.
Navios entrados no dia .0
Qardiff 46 das, patocao noruegas so
Fine de 213 toneladas, capito Q3i>rg
Jiistiansen, eiiip3gem7 carga car?5o
de pedra, a Lopc3 aimarScs IrmSos.
Parahyba3 dias, hiate nacional C$me>
lia do 65 tonela s, mcstr3 Manool
Antonio da Sve, cqaipagom 5, carga
milito, a Manoel Joaquim P.-soa.
Rosario de Santo Fe e escala 14 d'ss.
7apor ing'ez tDadngto^ de 1411 to-
neladas, commandaate H. Oble urotH,
cqu psgam 23, cr,r;a varos genero-, a
Wilson Schb & O.
Navio sabido no mesmo dia
ELrnbargo e escala Vapor c^i'o
iJIontvil CJussaudanta H. Evcrs,
c^rgs varios generes.
-os Ayres- V..pjr ingles 3renttor>
commandaots LJ. O. Syaoua, t-m listro.
Obse r ~.o
, Uambu 'go e sao la roo-
docu no Lamarao o .- p
? *
mo Val
"jo, que depos di eir iat m.-jdo pelo
felegrapho ptico, Bttspendea c.;m de3tiao
a I ha Graude bo lo de Janeiro.
Sul ....
Sal ....
-
Europa
Europa.
Noria ..
Sai....
Sul
.
a!.....
.'ir'e ..
Europa...
Europa...
Sul......
3uropa...
Su!......
Sil......
Norte.....
Sul......
Sol......
Europa...
or
Sul......
Cff
Nos de Abril
...... Equaieur..........
...... Tomar............
...... 'ao...........
...... Rosario...........
...... I '-;''3.........
... la f.n'aao........
' s..........
..... Potos.............
...... Olinda............
..... ipan ..........
.. .. Tftames..........
...... Cearense..........
..... S. Salvador........
...... MagdiUna.........
Km : u...........
.. lag s...........
.... P i .......
...... BrcanV............
Moz de Abril
Tamar............ n j
Equaieur.......... u
... JtoraAoo......... 45 as
Potos............. 15 as
.. ntrenos.......... 16 as
.. Matapan........... 16 as
Olinda........... i7 as
. Tkanus........... 19 a
... S. Suteodor........'1 as
. Magdalena......... 23 as
... Manos........... 25 as
... Alagos............ 28 as
l
11
11
2
13
li
ti
14
15
6
16
i
10
.0
22
24
27
30
30
2 n.
2 b.
5 b.
2 b.
b.
b.
b.
h*
b.
h.
b.
5
2
5
1
5
2
3
5 b.



i
.-



>
i



'
Diario de Peroambaco Ter^a-feira II do Abril s
O
GO
VIDA
PAIVHIA PE SEGUROS DE
. NEW YORK LIFE INSURANCE
g nica companhia americana permanente mutua autorisada a funccionar no Brazil
M) A Companhia Nova Yo^k est emitmdo actualmente no Brazil a sua nova apolice de accumulapo que oferece maiores vantagens do que W
w as apoiices de qualquer outra do mundo.
PJ Toda a pessoa que quizer realizar um seguro de vida deve, antes de comprometter-se comoutra qualquer companhia, informar-se no escriptorio
E ceLtra^ ^a Nva Yok0 oude qualqn r dos feus agentes obre as vantagens desta ap Mee, a mais liberal do mundo e queja foi classificada a ultima Q
~< palavra em seguro de vida.
5
O
Sucursal oeste EstadoRa lo Mrquez de Olinda u. 33. I' audar,
ereule da SucursalDr, Antonio Moulinari LamiaEndereco lelegraphicoNyli'cPernambuco.
Agentes geraes.Joo Guimares, Jos Tulio, Domingos Fumo e Joo Pereira Rivera.
Agentes espeeiaes--MAX DRECHEsLER-
30
-Ra da Cruz ns. 16 e 18
Caisa do Correio n. 193
Toda a correspoudeucia deve ser dirigida ao Grente da Succursal cm Pernambuco da New York Life Insurance Company.
L'm numero bastante de agentes percorrer todas as povoacoes deste Estado e poder dar iuformacOes exactas de ludo que fr exigido pelos nossos mutuarios. Os mesinos angariadores podem dar todas as infoimaces
exigidas.
P.ra mais esclarecimentos procurem o escriptorio da companhia aqu em Pernambuco, ra do Mrquez de Olinda n. 36, l. andar.
Dr. Antonio Mclinari Lamn, gerente.
1
Q A Companhia Nova York tem pago s viuvas, orphaos e herdeiros dos segurados no Brazil mus de dez mil COntOS de reis duiante os 10 Z
anuos em que tem fuaccionado no Brazil. ESCRIPTORIO CENTRAL
3J---RUA DO H0SPICI0--3I
10 DE JANEIRO
R. J. Rinsman Benjamn, gerente.
O
C

"
m\[mdmod s^no uioo ra^puTijnoo objj
nsiiio gratuito
Akcandrir-a Marques Mascarenhas d i
Sobu, professora publica de instrucca>
ar;a a S-'i-Visti' desta cidade, tendo fiesdo
a xhpoaibilidde, oontin a a enaicar
jgraj&iamente as sais discipslas, na mes-
maadi Viscoada de Goyanna n. 27.
IttT&una fetroniil fereira liitirana e
tai finos convidam B08,parentes e tmigos
*eai de s u finado marido Antonio
laaaato Pereira Gitirana a atsistirem o
t-ate.'y este que ter lugar hoje as 8
mudo dia no Cemiterio Pablico de
Sc: Amaro, h; vendo raa esse fim car-
ras i. ra do Imperador,
fecife, 11 de Abril de 1893.
ieJerolzs de Sndalo do Dr. Clertan, prepa-
rete jar ura procfsso apnrevado pela Acade
asa e Med.cina de Paris, coolcn essencia
-pri xietaixo de um envolacro lia.), transpa-
sc*i e completamente scluvel e digestivo.
quer, Alfredo Aires Braga e M*noel
jjaqui.n os Santos Christo. Suppleo-
tes Antonio Jos da Fonseca, Antonio
Los de Almeida o JoSo Lins de Moraes
A 4a secgiSo, Paratibe, membros capi
t3o Nicanor Bande-'ra de Afelio, tenente
Pedro Alpeoiano Marinho FaicSo, David
de Mondonga Paes Berret o, JoSo Sotc-
.'0 de Deus, Maaoel do Rago e Albuquer-
que. Sapplentes JoSo Vieira de Fraga,
Antonio JoSo de Barros e Jos Vicente
Ferreira.
Do qae para constar mandou affixar o
presente edital nc lugar do costume c
publical-o pela imprensa"
Sala das sestSas do Concclho Mujcj-
pal de Ooda, 5 de Abril do 1893.
Jo Joaquim Antunes,
Presidente.
O Dr. Sigismundo Antonio Gongalves,
juiz de direito do commercio, desta ci-
dade do Recife capital do Estado de
Fernn-buco, etc.
Fajo sabar acs que o presente edital
virem ou delle noticia iverem, que por
parte do Dr. JoSo Clodoaldo Monteirj
Hesaea aaa eficacia tffectiva contra as in-Lopes, advogado do A toio da \.meiaa
aasages ou ctannos da b^xipa, os esquvn- Gomas fo:-me dirigida a petizo do tbeor
feasea e os corrimentos conUfcioaos recentes aeeuinte
*s*.lro3ico5, que e5o curados dentro de poneos
js=. 5em deixa' cousequencias desagrndaveis.
.rolas a'Esstncia de Sndalo do Dr.
SlbvE rodem ser admuistradas em qualquer
to mioioe da blenorrhagia.
EDITAES
O a.iLii coronal Ja;. Joaquim Antu-
.-silente do Gor.c lbo Municipal
ms ii/da ea virtude da le etc.
j.j constar a todos 03 habitcntes do
brsc:>o que em observancia ao art.
B ,i n. 35 do 26 do Janeiro ds
. dividido o municipio cm quair>
W8S$ i do uii tamesto el.'toral.
5*33 cum a3si?3 num.'.rrdas, a
j.; j. i cooipre:.eode? a iAade d
Qfafe o fuascioaar a
lim. e Esc. Sr. Dr. ja'.z de direito do
commercio.Antonio de Almeidu Gomes,
obteve a carta de seutonga jua'.a contra
Manoel B>ce)lar de v)lveir, que foi con-
dcainado .-. pagai-lhe a quantia de reis
1:2545167 por principal, juros o cu: as,
contadas esa acjSo deBCendiah
,'.
Iho Muaicipa
sata A- msbSm
a 2a com,-rehn-
, .\ '.'. .guasia da Bcberiba e tunicioa.-
i ais esa na povccgaa da Babe-
, j 3* EC'gSo camprehender o
Mar-aa-
4.*
1892 conteodo roupa, caljados, um livro
urna
o
Eu-
en-
capital do Estado de Pernambuco aos 10
de Margo de 1893.
Paga este desello ltxOOoOOde em -
menlutos do juizo em estampillas aqui
colladas.
Subscrtvo e assigno.
Recife 10 de Margo de 1893.
O sorivao interino. Francelino da S 1-
veira Machano.
Segismundo Antonio Goncalvcs.
Alfandega de Pernambuco
Edital c. 9
Q U A RTA PRAg A
De ordem do Sr. L'r. inspector se fas
publico, que as 11 horas do dia 11 do
corrate ser2o vendidos em quarta praga,
a porta desta repartigSo as mercaderas para pharmacia-
abaizo declaradas. i dem ma dita n. 4.254, idem, dem,
Arm zeo n. 1 >contendo o seguinte :
Marca diamante M no centro. Ci.coj Um folie at 15 centmetros de lar
caizas ns. 4242 a 4246, viadas de Ham- 'gara.
burgo no vpor allemSo Paranagu entrado TJm dito de 15 at 30, idem.
em 23 ce Abril do anno rindo, concigna-
das a ordem, centendo frascos da vidro
branoo sem rolh e sem bocea esmirilhada
pesando 578 kilos
de leitura e ontros artigos usados.
Marca RG- Daas cadeiras sendo
de madeira e outra de vime e um c
de sol ordinario, us- dos, vindos da
ropa no vapor fraccez tOrenoque,
trado em 7 de Dezembro de 1891.
(1.* prag*)
Marca diamanto 1 no eectio Um
caiza n. 4.268, vinda de Hambnrgo no
v por allemSo Paraguan entrado em
2 de Maio de 1892, consignado ordem,
contando um moinho de ferro, pesando 86
ki'os.
demUrna cita n. 4,269, idem, idem,
conteudo 34 kilos de papel para filtrar.
1 balanga de precisao.
6 kilos de pesos de cobre para balacga.,
5C0 grammas de caizinbas de papelSo
dem, xa dita o. 4247, iuem, i'em, 500 grammas de rolhas de cortiga.
Urna bal n.a n5o especificada.
2,700 grammas de tubos de borracha
250 grammas de pesos de cobre para
balangas.
contendo fraseos de vidro branco com rclha
e bocea esmirilhada pesando 127 kilos.
dem. Cinco ditas ns. 4248 a 4252,
idem, idem, conferido obras da v ,1ro n. 1
para divarBCB usos, pesando 5G7 kilos.
dem. Urna dita n. 4241, dem, idem,
contendo 48 kilos do obras da madeira
Occorre porem
continuar tuzenta eml ordinaria n2o clasificadas (pegar avulsas),
l._* teto da fregeecia d;
t funcoiooari no consistorio
Noi3 Seubora do O' j a
. ; ider o 2o
',. ... \ y,-'-1 iti-Jr"i-i--' en
osas, do c d .*o David de Mendonga
Asa Brrelo em Paraba.
Faz i^oalmant.. :j que as com-
ulea d- r.hstamento -:!sit ral foram d
. 6' | i." da oi
, olat"s pelo B3gamte moda:
j"-o, cidade d^ Olinda, ebb-
e> eapicao JoSo Fra c'sco da L>pi, An-
i__ I i ; ov:e'-, A'fredo de Alba-
OB tos Pereira, teen
Ji* Sanes d- Oveira e
MSkdo Joaquim "da Silvaira.
~rxDa FerreJra 3 rge, Alto
asvMorqis doa Santos e Jos
i ?ai -" V a
2* a,: ;ao, Jebenbe, imombro3 Mu-
si'rinn Lope3 Machado, Aatenor Qo.s
sa-Notto, Fra^ciscr Velloso ~. Amu-
rque Lins. Alvaro Jojqmm u Alem,
Js Anto io 7ieira dia Cunha. Sup-
las Malaqaia "Gomei de Mello, 'r-n
Jam ario Ni es da (Silva e Jelo da
Sactoc
A Z* sccgSo Io distrid'o de Marar.gaa-
e, membras Joaquina de 3 Cavalcante
m Albaquerqoe, Austriclia i de Almei-
a ?darim, Macoel Gcro io de Aba-
te Sezi-
applentes
rxia-
Sicdalpha
lo;;ar iu certo e Lo sabido o sapplicado,
niio se Ihe pode .do, portento intimar pa3-
soalmante a referida carta de santenga,
pelo que requer o S'ippoaate a V. Ez3.
qu a digne se de mandar passar cartas da
ed.taes, e sobro o p a3o di 30 dias, in-
lim-.r o sapplicado da cart de sentsega,
afisa de parrar no prasc ue 24 horas aquella
quantia, c aomear bees a penhora sob
peaa de saa revelia prooedet'-sa a pen'-ora
em tantos bens qaantos b&steos pai-a pa-
gamento da a'.ludiia cuanta iuros c caa-
t s que aacrcsssrem, ssido dispensado a
nova ju?tifioa;5o de ausencia que foi pro
vada nesc juiao a no autos d*. aooo
priaoipal. Pelo cartorio o S?. M.ch do.
Espera receber mci .
Eat.-'O urna cstampi'hi de 25
inutdisida da :rma c maneira seguinte.
Recife, 9 de Margo d 1893.
O alvogado. Dr. OIu^aMo Lopes.
J mph sa nao coatinba era dita peigao
qua v.^ fielmante c di quil
profer o desp cho do didor sejuinta:
i.A. Com
Rec.'e 9 d. M rg; co 93. 8. Gbn
galves.
E m. ;s as atiaba cm d to raau
. qne va ala t pi io.
a virtada 'este aaa da picho neate
tra.noripto, o rtspse!iv.! escrivSo fez
p;s t o presente edi l pelo qual c'aamo,
e h<3 por citado a Maooel B oellar d<
ira da referida carta d seneng,
pasa do pra:o de 24 han s pagar aq
qusntia oa come .r bens r. pe:.hora, ab
pena de sua revelia, p: I -se a p abo
nei tantos quantos baatem para p
aento da allaiida qaania juros a c
que iv cr^ssem.
para que ohe;;ue ao oonheoiniento
s madei pasa r o prasento que sar
pnb'...-!. ^sla imprenaa e watro de igual
;heor para Bar afaado no logar do
costume.
Dado e passado aesta cidade do Recita,
kiles de ccrtigaB em rolhas.
30 ditos machina u'ensil.
6 ditos obras de cobre simples.
Diversos objectos miudca,
M&roa diamente M no centro.
Urna
dita n. 4253, idem, id m, contesdo 41
kiles do mchica utensil.
dem.- Urna-dita n. 4255, idem, dem,
contendo unta balacga de plata forma para
pesos at 100 kl*s.
dem. Urna dita n. 4256, idem, idem,
contendo 70 klos de almofariaes de forro.
dem. Daas ditas ns. 4258 e 42ti5
idem, idem, contendo obras do vidro n. 1
para diversos usos, pesando 163 kilos.
dem. Urna dita n. 4257, iuem, idem,
c nter.do diversas pegas de um appareih>
ebimieo.
dem. Oro dit1* n. 4250, idem dem,
ado 92 kl s de ebras de porcelana
a. 4.
Ideja. U 262, idem. dem,
Canteado p-:rte .J.o um apparclho
dem. Urna dita n. 4264, dem, idem,
ndo 25 kilos de Ce- dj h
28 kl.'S de gr.es de puro^laoa.
dem. Um-. dita n. 4263, idaj, id
35 ki s de obras do vi!ro o.
1 rra diversos usos.
7 k:los de cop e graduados. .
3 ditos de obras de louga p do p
n. 1.
Divsrcis pegas niiud.s
M rea diamante M no centro.Tres
ditas ps. 427, 4 71, i tan, dem co^ten-
o diversos objectos nvuaos pertcnsentes
a nm appa elho ohiaioo.
dem*.-Urna dita n. 4272, idem, idem
6 kilos de obras de ferro fundido pin
tado.
Urna pequea machina utensil pesando
1 kilo.
demUrna dita n 4 259, dem, dem,
contendo 42 kilos de obras de ferro bati-
do pintado.
15 kilos de cannos de hambo.
demUrna dita r. 4,261, idem, idem
contend 8 kilos de obras de fe ro batido
simples*
D.veraaB pegs miudas parcenceates
una appar lbo chimico.
Idem-Uma dita, u. 4,270, idem, idem
conter-do 30 kihs da obras de vidro n. 1,
para div- r20S usoj.
38 Alcowetros.
'3.a Beecao da Alfaadiga da Peraamou-
189 .
O chefe,
Leopoldo L. de Almeida.
co, 6 de Abril de
BMaUCES
O Prefaito do Recife manda tasar pu-
blica ft quem poisa intsressar que no da
12 do c a, ao |
icipal, irao em prsca por pr
103 t-ilhBB d3 ferro galvanisado, usadas
i i redas s 5o ntreg l leas.
Ssrecer palo todo o-i p r y
a ff-r ; podando os i
ressados desde j as ezamiour no l
tadooro da Oabanga oade rs r cebera o
arrematante.
i Municipal do
Recife, 7 da Abril da .83 .
Joagaim. Jos Ferreira da R cb"-.
PRADO
ara a
1. PAREO
2.8 PAREO
3. PAREO-
4 o PAREO
5. PAREO
6 PAREO
7." PAREO
FROJECTO DE IN80MPC0
14a corrida a realizar se no dia 16
de Abril de 1893
Consola^5o 800 metros. Animaes de Pernambuco que nao
tenham ganbo premios nos prados do Recite, premios : 2004000 ao
primeiro, 405000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
Inicio 800 metros Amaaes de Pernambuco que nSo tenham
4,anho premios em 1892 e 1893, salva a corrida de 14 de Agosto de
1892. phbmios: 2000000 ao primeiro, 4C0OOO ao Begundo e 200000
ao terceiro.
lllpp (Iromo do C.Oipo CranJe1.200 metrosAnimaos
de fernamboco, que n3o tenham ganho premio em distancia de 900
metros, pbemios ; 2500000 ao primeiro, 500000 ao segundo e 250000
ao terceiro.
Ferro Carril 1.450 cetros. Eandcap. Animaes pangas e
pelludcs. bepmios: 3000000 ao primeiro, 600000 ao segundo e 300000
ao tetceiro.
Derfoy Club 1.800 metros. Animaes de Pernambuco. pe-
saos : 4000000 ac primeiro, 8O0OCO ao Begundo e 4O0COO ao ter-
ceiro.
S-rr prensa 1.200 metros. Animaes de Pernambuco que nao
tenham ganho em distarla superior de 1.060 metros PBEMIOS:
2500000 ao primeiro, 5O0COO ao segundo e 250000 ao terceiro.
Estima-o-1.200 metros Animaes de Pem_mbueb que nSo
ter:ham ganho premio em 1892 e 1893, salvo a corrija do 14 da
Agesto de 1892. premios : 25O0OOC ao primeirc, 5O0COO ao segando
e 250000 ao terceiro.
Observa coes
De accordo com o art. 5* do cdigo de corridas, n2o jroderSo ser inscriptos
no pareo lucio os animaea Marangaape e Pont&ble, no pareo Hippodromo do C.mpo
Grande o animal M2ariy, no pareo Ferro Carril os animaes Attlante e Petropolis,
an p%reo Imprensa os animaes Todo e Pygmcu, no pareo Estimulo os animaos
Marangu.=pe e Pontable.
Os pareos H'ppodromo do Campo Orando, Deiby Club, Impr;:sa eEad-
mulo no coctario victoria.
Tabella de Handcap de 52 t. 62 'kilos.
A h.scripgao encerrar-se-ha tergvfeira 11 do correte as 6 horas da
tardo na secretaria do Prado Pernf-mbucano ra da Impeatria r>. 26, 1' .ndsa.
Secretaria do Prado Pernambucaro, 6 de Abril de 1893.
SERVINDO DE SECRETARIO,
Jos Gomes Gauches.
estrada de ro de Ribei-

iao
a
3oaifo
goral
Assca'.-!a
ConvWo os aeobores desta eirp-e
Irem em a. sen.b'i ge al no da 27
ii'paiihia de Teci-
dcsdeMalha
De ordem da direct.ria, convido es senB
i desta companhia reaHso.trc a 4.*
p- t c"i 10 0',) espita! sabscript >, u 20*
por ;.cc8o, al o dia *9 de Abr'l prximo, DS
ptoiio do ibes n eiro da merma, ra i*
de Ma^co (anga doCrp.-po) n. ?.
Rtcife.WdeM gj.'i' 893.
. lfredo A. P Frrgoro
Director eccrelario.
contendo ama balanga granatari com- \3 -crreate mer. 3 mcl. du. i o scnpioria o
mam pesando 1 kilo. 7i> rna D*ce d' G;,xla-?' d8m ^ '
5 kilos de pesos de cobre para balanga.
1 apparel o coi n ico.
Arm: ae.rr de b.^gagem
Sem m^rca.Um b L u. 434, vindo
dos partos oo sil no vapor franoei tEqaa-
teur, entrado em 4 de Novt-mbro le
a leitura do parecer riscal, o ixame, dlscQiiO ^
te'iberagao eoDie o inventario, n-il ngo e con ka
do anno prximo odo, c p-oc?ier lo a eitigo
da commiEsSo oros da assemcla
geral e da nova director'.
Recife, 8 de Abril de 1893.
icc- BelkrmiDO Pereno de Mello
Gereate.
S. cieade Litterara Gol-
^alves.Dias
Curso prepara te rio
D? ordem do Sr. director a'dlas, pir(ic;p
aos Srs. socios e a qoem nteressar pesp, que
as aalriftilas para s diversas cnias maniidas
por esta sociedade i chara ee a! erUs desie esta
dala al 30 de Jonho prximo, sendo ctbrda .
laxa aur-ual de 500 rs. para os socios e 2*000
I para os ettranboe, por ama oa todas as aulas.
devendo 'er logar boje a abertura doj trabaluos
- s.
Ou'.rosim, Teco pablico que a secie .de pode-
r mandar uatcnlar independen!- de taxa a
d z alerones qce erjatn mait- iediaeotes.
Os pr>:eo lentes ..irijDm-se a ede pcci;.I (raa
_c :. r. lio Des n. 3, % anear), das 4 L> 6 o-
ie= da lar
Recife, :l de Abril de !893.
O pecrelario do curso,
Henrique de Larros.
fomptiUa reritnoa di
Savegg0o
De ordem da directeria convida acsSrs.
accionistas a virem receber ne escrpiorlo
desta cempanhip, o dividendo de soaa
a ^3es, correspondente so semestre fiado,
na ras&o de 8 \.
Recife, 29 de Margo de 1893.
entonto Ult,e$ d Qawalha,
Gerente. _____

kpBBai aHbl Hsaavl
I
l
1
_^l:


6
Diario de Pernambco
H
Companhia
DE
Fiacao e Tecidos de Per-
Dambnco
No escriptorio desta cosapaubia i rsa do Bom
Jeioin. 42, i' andar, paga se osarte das obri-
preferenciaes vaucioas efe lile Abril do
He, de 1 s 3 oras da tarde. Os coupons
i cortados no acto do pagameato.
Recite, 30 de Marco de 1893.
Jos Joao de Amo im,
Director secretarlo
BU lo!
LIMA
O pfcjptfte ICqtttetar
Berh^-Ci
de
namb co
Per-,
S3o convidados os Srs. accionistas dep-
U seeiedade a viren re sobar o terceiro
dividendo, na m2o de 200000 por 500,
e relativo a. semestre de Julho Desem-
bro o anno prximo passado.
Rec;fe, 4 de Abril de 1893.
O theboureiro,
Joaqnim Luis Teixeira.
Comj. anhia
DE
Tecidos Paulista
Deaccordo com a deliberaco tomada em as
sembfa geral dos seobores Accionistas de 27 de
Margo ultimo, sao elles de novo convocados para
urna asscmbla geral extraordinaria, as 12 horas
do dia 12 do correte, no palacete da Associacao
Uommereial BeaeHceote, alim de resolverem so-
bra proposta apresentada a aquella assembja
piral r.lo'P""' IprnisMn O pMprosuma nm
mmente autorisado.
Recife, 3 de Abril de 1893.
J. A. Saraiva Jnior
Director secretario
i
Companhia Uzina Can-
sanco de Sinimb
A primeira uniSo [constitutiva por b o-
tivos mprevistos fica adiada p r-ra o dia 13
do corrente co salSo da AssoeiacSo Com-
marcial ao meio dia.
Chamadas ce capital
A primeira entrada de 10 *j. deve Ber
feito no Banco de Pernambuco at o dia
8 do correte e a segunda entrada de mais
10 't. at o dia 15 do corrento,
fiecife 4 de Abril de 1893.
Os incorporado! di,
Boxxvdl. Williams & C*.
Obras Publicas
De ordem do c'.dadSo engenheiro direc-
tor, fago publico que, por faltas de lici-
tantes d ixaram de ir praca as obraa de
reparos na ponte de Muribeca e as das pon-
tos da estrada da Victoria ficando assim
adiada para o el ia 13 do corrente.
O secretario.
Alfredo Costa.
des porfM 4o
Tferca-feira H de Abril de 1893
Idas at 1 hato tades,
ipiebe Bartan pal nos,
rga a
Caad
,4. Francil
3de do Sol, I
no Rio de iran i-
ape, ParanagMbn
y, Santa
e Porto A
jjpirfelta)
E' eaaesdo
ral alivia
11 de Abril de I
epuindo depois da indispensavel demora para
Bordeaux, com escala por
Dakar eltilboi
Este paquete iUoaunado i luz slec-
trica
Previne-se anda arj 8 Srs. receberiores de mer
cadorias que M se attender a reclamafSes por
talas, que forem reconhecida na occaso dt
iescarga dos volumes; e que dertro de 48 ho
ras a coatar do dia da descarga das a varenga?,
teverao fazer qualquer reclamaco concernen-
es a volumes que por ventora tennam seguido
para os portos do sol, alim de serem dadas i
empo as providencias necessartas.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apreseatar
em na vespara da ebegada do vapor para toma
em as snas passagens.
Para carga, encommendas e iubeiro a fre-
te trata-se com os AGENTES.
O paquete Matapan
E' esparado
o dia
da Europa at
1G de Abril de 193
guindo depois da demora necessaria para
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos- Ay
raa
Para carga, passagens, encommendas a di-
nheiro a frete: trata-se cou os
AGIENTES
H. Burle & C.
42Ra do Comnutrcio 42
Aea-Srs.aarwgadores-fealmta u*amnc<
aaracladMlltO*des oonba1rneotoa, w
'lio caso neUsver alguna reWsaiaco ewtri a
companhia, por a varia ou parda, deas ser flett
par ascripio ao agente respeettvo do porto d;
descarga, rtsctio de tas dias depois da fintii-
saa.
Nao procedendo esta ormalidade a compintu
ftsa isenU de tada a responsabilidae.
rara aassagens, Tretes encomaniu t:i
ta-sa com os
AGENTES
Fereira Carneiro & O.
6Ra do Coimaarcaag
1* andar
Empreza Brazileira de rogt
s Vapor
O vapor nacional
P arahjba
Est completrndo
a soa carga e da
ver sabir pa a o
porto de Santos,
locando no da
Babia, o dia 13 do corrente, s 1. boras sa m
oba, teodo anda bastantes lugares para paser
gdiros de primeira classe.
O-i- _. canille llualSSOfte, cellenies accommoda^Ce3 e muito acceti.
A tratsr aom a j
CONSIGNATARIA
Cowpanhia Industrial e Commercio de Ei
tim
58Ba do aYmorim58
%iajjajBjjm
saa da
ro de a!
lamilla.
s panfauF
mJLSi\
de-fairaoom
GaTaMos furtaldos
s outroa icvlsdaatsi.
aarl4*i 12 fo mate
No ^arnamerhn
Osear FalkeliaD jetiranae se para a Baropa
com soa famiHa lac leWlo por lntervenco do
agente Pinto dos movis eums objectos existen-
tes no sobrado em que mora do Prnamerlau
Os movis e mais objectos acUam se em opti
mo estado de conservajo.
A's 10 boras e 30 ruta utos partir a. pra(a pa
Repblica nm trem extraordinario que dar pas
sagem grates aos eoncorrente?, parando as es
lacias em quQfchcuvereDi passageiros on concer
rentes ao le'ilSo.
Principiar aa 11 boras
J^eilo
STRAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete Potosi
LEILOES
MARTIMOS
O paquete Athayde
Segnlra nestes
dtss para Santos
em direitora para
cojo porto ainda
rod recoser al-
goma carga.
Este paquete tem rptimas aocottmbda
y8ea para pabagroa.
Tratase com os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
3Una do Bom Jess3
t
lail Stean
par
O paqueteTamar
Commanaante T. K. Exham
E' esperadD dos portos di
sul no dia n de Abril
seeninrlo depois da d mora
indi?pense vel para
8. Vicente, Las Palmas, Lisboa, Vigo e
Soutbampton
Cate magnifico paquete faz a viagem
de Pernambuco a Lisboa em 9 dias.
Esta companhia acceita por procos ra-
oaveis para Valparaso at Abril, passa-
geiros com este destino, por via de Bue-
nos-Ay res e estrada dos Andes.
Tambem acceita passageiros para Nova
York, via Soutbampton, por especial ar-
arnjo com a Companhia Allemanha Lloyd,
podando demorarem-ae na Europa chpo
pesej are m.
Redua^ao nos preces das paaaagens
Wa fia' volta
A Lisboa 1* class?. a. ?;; ao
A'Sonthatnpton !' class i 23 i 42
Camarotes reservados para os passageiros ce
Pernambuco.
Para pas3ag8ns, fretes. encommendas, trata-st
com os
AGENTES
Amorim Irnios & C.
K. 3Raa do Brm JeancN. 3
CHARGfiRS REUNS
Companbia Francesa
BU
MaTegaeSo f apor
-Licha qumsenal-entre o -Havre, Liabo,
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro a
Santos.
O vapor Entre-Bios
Commandante Richard
E' esperado da Enropa at c
'di?. 14 de Abril, segurad:
(depois da demora necessaria
para a
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Este vapor entrar no porto
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelee
vaporee deeta linba, qoeiram apresentar dentro
de 6 das, a coefar do da descarga das alvaren-
gas qualquer reclama^o concernente a volumet
Se porventara tenbam seguido para os portes
sul, afimfie BepodVrem dar a lempo ata pro-
videncias necessarias.
Expirado o referido ft%$o a companhia nlc
a responsabilisa *pofr extravos.
Recebe rga, encommendas passageiroB
para os qaaes tem esceHentes; aecommoda
Para carga, passagens, encommendas e di
nbero a frete trata-se com o
AGENTE
Auguafce Labille
9RA DO COMMEBCIOfl
E' esperado do
portos do sul at c
dia 15 da-Abri
segurado depois da indispensavel demora'para
Liverpool com escala por
Lisboa, Bordeaux e Plymoash
Para carga, passagens, encommendas di
nbejro a frete: trata se com os
AGENTES
Viboi, Sons C, LHted
10-RUADO COMMERCIO10
Companhia Pernambncana de 3a-
vegaf
PORTOS COHdBfl'E
Parahyba, Natal, Maoo, Mossor, Aracu
ty e Cear
0 paquete Beberibe
Commandante Io tenente Fabio Rio
Segu no dia 19
do corrente s 4
boras Va tarde
para o portos
acimu ludioouuc.
Recebe carga, encommendas passagens e di-
nbeiros a frete, at 1 bora da tarde do da
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambncana
_________p. 12_________________
Glil MSrai de Na-
Fernando de Noronha
O paquete Jaboato
Commandante Pereira
Qoarta-feira 12 cfTeetuar o mesmo agente
Pinto o leilao de bons movis, finos cristaes,
electros, condieiros a gax, tapetes e mais cbjectos
da cuacara em que mora o Sr. Ossar Faikeiseo,
no Parnamerim.
A's 10 1/2 horas de quarta-feira, 12, deve
partir o 'rem extraordinario que, que dar pas
sagem gratis aos concurrentes ao leilo co Par
pamerim.__________________
Agei.te Olveira
Leilo
Do espolio o aado JoSo de Carvalho
Moli, sendo resto de geueros, utenci-
Los, relogio, urna flauta, om revolver,
etc., existentes no estbale imento de
molhados sito estrada de Dona IrmSos,
em Apipocos, n. 15-A.
lercafeira, 11 do corrente
As 11 horas
No esfabelecimento cima, em Apipocos
0 agente Olveira, por mandado do Exm. Sr.
Dr. juiz de ausentes, levar a leilo as mercado
riae e atencilios exiliantes no estabelecimenlo
actas, penalcente ao espolio do finado Jaao de
CsrvslBo aello, em tm fe mais otes, a-vantade
dos compradores.
Orleaml,
noute de 9 do col
comarca de Gana
katoeoge
a, ana tro
Da 1 mobilia de Jacaranda c:m 12 cadeiras de
guarnico, 2 ditas de bragas. 1 sof e 2 con -
solos com pedra, 8 quadros, 4 jarros para flo-
res, 2 candieiros de swpeoeo, 1 escarradei-
ras, 1 tapete para s^f, 5 ditas para porta, 1
cama para casal, 1 toilette di Jacaranda] 1 bi
det, 1 taptte para cama, 1 jarro e bacia, 1
mesa elstica com 6 taboas, 2 guarda loucas.
2 aparadores, cadeiras, loucas para almoco e
jantar, copos, clices, garrafas, compoteiras,
talberes para mesa e sobre meea, colbere--.
garrafas com vermoutb e ou'.ros objectos de
casa de familia.
Qainta-feira, (3 do corrente
A's 11 boras
Sa casa aita ra do i Marques .do Herval
n. 156, C.
O agente Gwm&p, autorisado por ama (amilia
qne mudoo-su para 'ora do Estado, tari leilo
dos objectos cima mencionados.
Agente Silveira
2/ leilo
De dividas na impertancia di
189:570*241
Sexta-felra, 14 do corrente
Ao meio dia
No armaxem ra do Imperador r. 39.
O agente Silveira, por mandado e com asis-
tencia do Exm. Sr. Dr. juii da provedoria, a
requerlmento do testameoteiro e liqoidatario da
casa commercial de Tbeodoro Cbritianseo, le-
var a lei'o as referidas dividas, na importancia
de 189:570*241.
prel, pande, omito noaa, isrteiro.ajautro
hia bra;.es, fso a mo eiaaawaa ate atelbc
aautras tres ps um paaaa an amateo,
frente berta e boaita, folio fino, est carnudo,
asa tanto sellado, erra dretaa e ripattayanda
risada cuata, aaaader d baixo malo um
tanto brlgado.
OatrOmellado bona tamanbo, castrado, crina
dtreita e branca, -(cauda branca, andador de
batko4 meio, esta regularmente gordo.
Outro rodado, Mm tamanbo, andador baixo e
bom gallopador, c stra-'o, crina direita e
quasi al va como a cauda.
Outro rasiluo, nuoito agro c teco.), bem ta
manbo, crina direita. castrado, andador balxo
curto e obrUiado. tem urna mancba branca no
vaslo direlto :
Roga-se s autoiidades policiaes a apprehec-
sij da ditos animaes, e garaie-se boa gratiti-
raco a quem os levar no referido engenbo, ou
del'es der noticia certa.
f
Paea Bar
Professora
ce
piano
Urna senbora habilitada pro 6e se a leccionar
piano, pudendo ser procurada ra do Rosario
da B ja Vista n. 4i.
Leilo
De
ob-
Leilo
Seguir no da 13 deAbrll
s 4 boras da tarde pa-
ra o porto acim: indica-
do.
Recebe carga,encommendas passagens e di-
obeiro a frete at s 1 (tora da tarde do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao cats da Companhia Pemambueana
n. 12
Gipaiil PenaiMca de Na-
PORTOS DO SUL
lcelo, Penedo, AraeajQ e Babia
O paquete Jacuhype
Commandante Monteiro
Segu no l B ia de Abril
as 4 hers da tarde,
Recebe carga, encere-
1 mendas, passagens e di
at l bora da tarde do
nbeiros
dia 25.
Ao Caes
frete.
De 1 mobilia de Jacaranda com 12 cadeiras de
fjoamicao, 2 ditas de braco, 2 ditas com balanco,
1 sof, 2 consolos e 1 jardineira com pedra, i
espeihos com vidro bizotetcom moldura de vidro.
4 jarros de porcalana, 2 serpentinas de figuras,
2 escarradeiras ds porcelana, 1 importante canr.
para caool. I loil.ll, l banca cnbecoira de Cama j,
1 marquezo, 1 cabide, 1 lavatorio, 1 mesa eias
tica, 1 guarda louca, 2 aparadores de armario
com tampo de pedra, 1 mesa com pedra, 1 sof,
cadeiras, 1 jarra com toroeiras, 2 reBfriadeiras
de pedra, loncas e porcelanas para almoco e
jantar, copos, callees, garrafas, compoteiras,
galbeteiro, talberes, colberes, 2 jarras para
agua e mnitos ontros objectos que eelaro no
acto do leilo.
Terca feira. 11 do corrente, s 11 horas
Na casa ra da Conceico n. 18,
O agente Gosmo, autorisado pela viuva do Sr.
Hanoel Paule de Albuquerqne, que ratira-se para
o centro do Estado, far leilo dos movis cima
referidos._______________________________
Importante e variado
Leilo
ESCRIPTORIO
da Companhia Pernambucane
n. 12
#a7'TSMS
Companha Nacional de Salinas
Mossor-Assu
O vapor nacional
Aguamar
Viagem directa abantos
E' esperado dos portos do Sol
at o dia i ae Abril se
guindo dt-pois da demora indis-
_'pensave. em direitora para
Santof
Para carga e encommendas fata-se com o
AGENTE
Joo Hara de Albdqnerqae
Olveira
^ua do Commercio n. 14
1* andar
Lloyd Brasiieiro
PORTOS DO NORTE
O paquete Maranho
Coasmaodamte Gaharme de Castro
E' esperado dos portos dt
norte at odie l de Abril
seguindodepois da demo-
do coetume para
aoei, Balda, Epirrtc*.Snto Rio do Ja-
neiro
De bons movis, finos cryUaes, porcellanas, ob-
jectoB de electro-plate :,e broezs, bancos de
jar Jim e plantas urna caixa com orna espin-
ga'da de um e dois canns rayadas de W. Reil-
ley de C* London, com 1 bayoneta e todos seus
pertences.
A saber:
Sala de visita
mpiano for edt^F. Darner2&4Soin Sut'gar,
urna cadeira Dar o mesmo, i estante para mu.-i-
cas, 2 sofs, 2 mesas com pedras, 2 cadeiras de
bracos, 6 de guarnido, 2 mesas de centro. 2 eia-
gers, 1 espelbo oval. 4 farros para flores 4
leques. 4 etagers, 1 divn e 2 cadeiras com
estofo, ,2 talmofadas, 4 quadros, 2 biombos, 2
porta cart&es, 1 mesa turca, 3 ventarlas e 4
panos de cadeiras.
Sala de entrada
Seis qiadros, 2 cadeiras de balanco, 1 espre
guigadeira, 1 dita para crianga, 1 etager efun-
do relogio de pedra.
Sala de recreio
i,".Uma mobilia de Jacaranda, 1 estante para 14-
vros movidlga, 4 etagers, 3 biombos, 2 quadros. 2
estatuetas, 1 cabide para cbapos, 1 caia de con
strueco, 1 dita re jogo, 1 lanterna mgica, 4
jarrinbas e muitos outros enfeiies de mesa.
Gabinete
Urna secretaria, 1 estante envid.-aQada.'para li
vros, 1 mesa cam abas, 4 c deiras, 2 jardineiras,
2 cantoneiras, 2 etagere, 2 cascaes, 2 quadros, 2
figuras, 1 braco gaz e esleir-forro.
Quarto de toilette
Um guarda-vestido de Jacaranda com poilj de
espelbo, 1 lavatorio de Jacaranda, toilette com
espelbo, 2 goaruic5es completas, 2 cantoneiras-
1 porta-toalha, e 1 linda lampada cbinesa com 4
caixlohas com velas.
Sala de jantar
Um lindo bouffet. dois ricos gaarda pratos e
i2 cadeiras Iguaes, 1 mesa elstica, 1 criado M-
do,;2 jardineiras, 1 cadeira alta para neolno,
4 jarros com flores, i relogio com msica, 1 lin-
do termmetro, apparelbos de louca para cha e
jantar, copos, callees e garrafas de flao oryttal,
t-urna de electro pla'.e. 1 porta Ikgr, 1 prta-
melo, 2 fructeiras, 1 galbeteiro, 3 bandeijas. I ca-
bide de ferro para cbapos, 1 lustre com 3 bicis
e 1 quart'nbelra.
kSala de copa
Ui apparador guarda comida, '1 guarda-co-
mida de rame, 2 sorveteiras, maquinas para
liippar facas, para espremer roupa, para arrolnar
garrafas, para picar carne, para fuer magnesia.
Cosinba e dispensa
Mesas, trem de cosinba, ftindres, formas e pra-
ios de madeira para trinchar.
Objecios avulsos
Um travesseiro novo e especial para qnem tem
asma, 1 jogo chocket, bancos de jardim, jarros
com plantas, trem de jardim e outros objectos,
crotoQ8 e palmeiras.
PAVIMENTO SUPERIOR
Santo
QUm guarda-vestido,!! guarda oupa com 3 fa-
ces, toilette, 1 lavatorio com pedra e espelbo, 2
camas de ferro com lastros de n olas, 1 espre-
guicadeira, 2 commodas inteiras, 6 cadeiras de
juoco, 4 qoadros, 4 etagere, 2 mesas com gave
tas, 2 mesas de cabe-erra com pedras.
Quarlos
C. mas, marquezes commodas. lavatorios, ca-
rao veis, looga, vidros ^crystaes,
jectes de ph-snla-ia, langas, cortina-
dos, resposteiros e bancos de jardim
A SABER:
Um piano de F. Dorner jSobn Stuttgarde forte,
novo e perfeilo, orna mobilia de Jacaranda tam-
pos de marmore, urna mobilia de junco com pa-
linba no encost com 1 sof, 2 cin;olos, 2 ca-
deiras de bra^o e 12 de guarngao de bracinbo,
1 espelbo oval douradi, 4 jarros para fljres, 1
estrado para piano, 6 cortinados orieolaes,
bancos de jardim e um lote de msica.
i. Quarto
Urna cama ftanceza, 1 cama para menino, 1
commoda interna, 1 lindo toilette, 1 lavatorio
com pedra, 1 guaratce com paysagena, 1 relo-
gio de parede e 6 transparentes de baml para
anellss.
2. Quarto
Urna cama fraoceza, 1 cama para menino, 1
commoda inteira, 1 mesa de cama, 1 marquezo
e 6 cadeiras de pbantaaia.
3. Qaarto
raaq Mn de lona. 1 gusrda vestidos, 2 ca.
deiras de menino e 1 cama de metal para casal
Sala de jantar
Urna mesa elstica com 4 taboas, 1 quarda
looca, envidracado, 2 aparadores com ps tor-
neados, 1 relogio com pndula, 18 cadeiras de
guarnico d; junco, apparelbos de porcelana
para cb, apparelbos para jantar, copos, clices,
garrafas, compoteiras, fructeiras, garfos e colbe-
res de electro-plate, trem deco-mba e mais ac-
cessorios de casa de familia.
Sexta-feira, U do corrente
Na chcara n. 32 dos Afflictos
Francisco Mjnteiro Guedes de Paiva, tendo de
Uzer urna viagem a Europa com sua f-milia. faz
leilo por luterveoco do agente Pinto dos mo-
vis e mais objectos exilenles na ra-s em qae
moroo nos Afilelos n. 32. y
A's 10boras e 15 minutos parir um bond da
linba de Fernanies Vieira que dar passagem
gratis aos concurrentes, ao leilSo.
Em continuacao
e 1 hora da tarde vender o mesmo agente
diferentes objectos de ourode lei com braban-
tes, relogioi d'alglbeira e prata do Porto.
Saceos vasios de pan-
no de algodo
Vndese tambem para 60 e 75 kilogrammas
Venda ie predios
Vndese orna excelleote casa com solea cor*
rida rom g-anripH rommodos. nova, a moderna,
na fregaba da Boa Vista; um sitio com grande
baixa de capim, com urna casa para banbo com
todo goste, na lugar doEspinbeiro; urxa casa
terrea a nodema, felta a capricho, com gaz,
agoa, grande quintal, jardim, atacada, ladrilbo
a mosaico ; a tratar na raa Velira n. 101, das 6
As 9 horas da anan mi das 4 toras da tarde em
diante.
Capltao tJoa rdelo
reto
Cedida Rosa Paer arreto, Mara Celestina
Pa* -Barrete, Mara Gandida G. Barrete, Anna
E- Barreto de Castro, Julia A. da Silva Gulma-
res, Bellarmno 0. Regueira Duarte e Alfonso
R. da Silva Gulmares agradecem a todas as
pes8oa8 que se digm-ram acompanhar ultima
morada os restos mortacs de sen Albo, fnnad e
tio, Jos Urciclo Paes Barreto, a de novo as con-
vidan) para ascistirem as missa que por ua
alma ser) celebradas na matriz de S. Jos, s
8 boras da manna do dia 12 (tprarta feiraj do
corrente, stimo dia do sen passamento, edesde
i se cunfessam eternamente gratos a toaos por
este acto de caridade e relleiSo.
Arccmlra Tlelra aTorelra Befa
Missas por sua alma
Maroel More ra Reis e Jos Antonio dos San-
tos Vieira e snas familias, gratos a 'odas as
pessoas que, ultima morada, acompanbaram o
cadver de sua pretada esposa, tiiua, irma, cu-
nhada, ora. Ar^emira Vieira Mo reir Res, e de
novo as coovidam ra-a assistirem as missas que
serSo celebradas na igreja do Divino Espirito
Santo, pelas 8 horas do dia 12 do correte, sti-
mo do passamento da mesma, rrpeliodo Ihs
protestos de grande e eterno reconnecimento
por essa pratica da rciridarfp c religio.
Engenho
Vende-se urna pirte do engenbo Cacboeira
Velba, do municipio de 3 -rinem, comarca do
Rio Formoso : na ra Nova n. 16.
Casa
Precisa-se comprar urna pequea casa na Boa
Vista ; trata se na ra da Moeda n. 21.
A luga-se
Urna casa na travesea do Principe n. 5A; tra-
ta se na ra da Moeda n 21.
Sitio
Vende se ou aluga se um sitio na ladeira do
Barro, lado dlreito da estrada que vai a Jaboa-
So ; a tratar na ra do Crespo n. 18.
Criado
Precisa-se de nm na rnaj do Payseand n- 19.
Caixeiro
Precisa se de um menino de 12 14 annos,
que tenba pratica de molbacfos eqie fiador
de saa conducta ; a tratar na ra Coronel Suas-
snna n. 149. ^^^^^
Aos aenhores de eDgeoho
Avisa a Oomnanbia Destilagao Cenjral que
compra sempre agurdente e paga os melbores
precos do mercado.
Viveiro do Muoiz
Caixa do Crrelo n. 80
Telepbooen. 17*
Telegrapho Prats
PERXAMfiL'CO
Moedas brasileiras
Compra-se de 500 rs., lOOO, 24000 no centre
da moeda i na ra do abug n. 9, oa da Ai>
zus.o do Rogo.
AVISOS DIVERSOS
Nj becco dos Ferreiros n. 6, precisa-se de
um criado que ter ba boa conducta.
ChIADO. Precisa-te de um, cuja conducta
seja affiaocada. sendj prefeilvel se scuber cosi-
nhar : a t atar na ra do Commerci n. 32, es-
criptorio.
Quem precisar de um escrevente ou aja-
dante de cuarda-livros, pode delxar nesta typo-
grapbla carta dirigida L. V.
Um bom guarda li vros, que (alia e escreve
franetz, allemo, inglez, hespaobol, iUliano e
portugus, deseja em pregar se em qualquer
banco, agencia oo casa commercial, dando boas
referencias de si; quem precisar dirija carta a
esta typographia com as inlctaes A. B.
Pataces
Compram-se de todas as nacSes ; ua ra
Cabugn. 9, loja de Angosto do Reg.
Para trablhos de
Usinas
OIT-recen se duas pessoas bastantes habilita-
das para cosimentos de assucar em apparelbos
modernos e para destilador : quem pretender,
dirija-se faudico Vlllaca, onde achara com
qoem tratar p ioformaces.
Ama
Na rea do Bartbolcmeu n. 37, precisa se de
urna ama para casa de pouea familia, ddrminclo
na casa dos patrOes.
Precisa se de urna ama para cesinhar e com-
prar ; na ra da Matriz n. 18.
Amas
Precisa-se de duas amas, tma para cosinba e
outra para andar com um menino e outros ser
vicos ; na ra do Atalbo n. 5.
Ama
Precisase de urna noa cosinbeira que durma
em casa : na roa Doque de Caxias n. 70, loja.
Ama
P.eciea-se de urna para o servio domestico,
ra do Payssandn. 19-
Ama
Precisa se de urna toa coslnhetra, prefere se
que durma em casa ; no terceiro andar da type-
grapbia do Diario de Pernamboo*.
Amas
Precisa se de urna ama que saiba lavar e en-
gommar, e outra para andar com enancas e
fazer servicos domsticos ; a tratar na ra da
UniSo n. 5. ^^^^^
Ama e criado
Precisa-ce de urna ama pan cosinhar e de um
criado para comprar; na ra da Palma n. 109.
ama
Preciso-se de cma ama que seja boa cosinbei-
ra ; a tratar na ra da Intendencia, antlga do
Atalbo n. 7.
Ama
Precisase de duas amas; a tratar na rea Bi-
ro da Victoria n. 54, na nova agencia de mo-
vis.
Ama
Precisa-ae
trfco.M, 1-
da
andar
ca ra da
Ama
Precisa ge
Nova n. 2.
de om ftitor; a tratar oa ra
Precisa s< de om fetor para Olinda ; a
tratar os Barraca da Llberdade.
Veodem-se aeces das companhias Trilbos
Uroaooj do Recite Olinda e da de Beberibe
(a'agoa) com 5 e 25 O/o de abate ; a tratar na
ra Visconde de Goyanna n. 8.
Vendern se duaa boas casas de pedra e cal,
em terreno proprio, com 2 salas, 2 qoartos
cosinba fora, sitas na margem da estrada nova
de Caranga, entre as estaces Cordero e Zum-
b ; a tratar no sitio junto n. 83.
Aluga.se
Aluga-se a importante casa no P050 da
Panella onde mora Sr. Jovoo Bandeira,
com accommodu^oes p.ra grande familia,
com grande sitio bom arborisado, grande
baixa de capim, estribara, cocheira e
quartos para criados, tratar na mesma
com o Sr. Jovioo Bandeira.
Cimento
Vende se, recentemente ebegado, barrica de
(70 kilos, a prego molleo ; a tratar no escripto-
rio de David Porto Baltar ao largo do Corpo
Santo n. 23.
Por 9100 0
Aluga se um
Gloria o. 148.
commodo ; a tratar na ra da
Malas para viagem
0 que ba de mais resistente e de diverEos
tamaahos, vende se so .'ar.o do Corno Santo n.
23. Bcceitsndo se encommendas pelas amos-
tras.
Eligen ho
T;?.3passa se o arrtndamsnto de um engenbo
situado multo perto desta cidade, com bons ter-
renos, muiUs matas e varzess, vende se a safra
de 2,500 a-3.0tx> pies de -ssucar, a.-sim como
diversos utensilios, pequea boiada e grande
porco de mel, caso convenba ao comprador ; a
tratar na ^misara Pernamoucana ra 15 de
NoTembro n. 54.
Mangas madures
Compra-se na fabrica de vicho de caju, ra
da Aurora o. 111, em aualquer porco, mangas
de boa qnalldade, de OOO 3/000 o cento.
Fabrica de gelo
Apas e imanadas asesas de
todas as i saudades
8oda water., gmger, ale, limad, lannm, cura-
So anacaxis, granadina, groselles franboses,
uaoina bortel-pimenta etc., etc
12-ACAES DO C'PIBAR^K
Vende-se
A padaria da ra do Lima n. 4, desmanehr- ndo
40 barricas, e o motivo da venda o dor o dir.
Vende-se
ou admitte- e un socio no
estabelecimeato de molha-
dos ra de Joao do Reg
Florentina ;
Precifa >e de urna ama que seja de boa con-
ducta, para fazer servico de capa de duas pes-
soas ; na ra da Imperalr 1 n. 43, 1- andar.
Feijao barato!!
Vende se a 1/000 a caa, em saceos de 60
kilos lt>00 ; 00 largo do aereado n. 12.
Libras sterlinas
Vende-se na toja de joias de Augusto Reg
C. roa do Cahpgn.H.__________________
^AVISO
A Empresa do Gaz desta data em
diante nSo pode mais vender crdito
qualquer material, qne for pedido pelos
consumidores particulares, sem excepcSo
de pessoas.
Con 7m notar-se que tomou es'a deli-
beracSo pela reoiproca conveniencia de
ee cobrar de aaas fregaeses o custo do
mesmo material, e assv r S-j deisa elle
margem para faaer-se despesa com co-
braD^a externa.
Recife, 8 de AbrU de 1893.
Samuel Jones,
Gerente.
Feitor
Precisa-se de um f Forte n. 14.
na ra de
Cofre
Compra-se um cofre que seja prova de foeo,
em perfeito estado, de bom tamanho ; na ru
Marques de Olinda n. 30, armazem de Antonio
de Mello & C.
d. 2, antiga
trata-se na
Qae mado
n
travessa
9
do
Gcsinheiro
Prrcisa-?e de um cosinbeiro
sai l D. 19.
na roa do Pay-
Criado
Precisa-se de om ciado que d prova de saa
conducta ; a tratar ua rn?. da Unio n. 17.
Cosinheira
Precisa-se de urna ama
que seja perita na arte cu-
linaria para urna casa de
pequea familia ; a tratar
na ra do Commercio n.
14 escriptorio.
Leis do Estado de
1892
No escripto do Dicrio vende-se ooilec
c5es de leis a decretos deste Estado a
1-fOOO o votme.
Sitio
Alug^ se um expeliente sitio no Arraial, com
arvoredos de fructo, boa casa de morada, tefcdo
deas salas, cinco quartos, cosinba fora, baobeiro
e quartos para criados : a tratar na loja das
Estrellas, ra Duque de Calas n. 56.
T
I
Precisa-9$
numero 10.'\
Servente
de um servente;
na ra D'reita
Sitio
Vendem-se diversas partes do importante si-
tio que foi de Sebastiao Correia de Albuquerqne,
travessa do Arraial para a Casa Forte. 00 todo
sitio, com grande casa de vivenda, ca, caciriba de excellenle agoa de beber baixa
de capim, terreno ubrrimo e multo plantado de
arvores fructferas e perto da*etac8o da cw%
amarelli; a tratar no mesmo sitio eom Aerto
oVSiqaeira CavalcaBteoDr. Cardiui.-anofador
vtsinbo.
I
-



V


*J*exhi
Uiario det Pernamhaco Terga-feira 11 de AJrj|. d& 1893
*..
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARIf
Sao recommeodadas para curar a Chlorose, a Anemia, as
Per da* de tiangue, as Perdam brancas e todo e qualquer
estado de eafalfomento e fraqueza ge ral.
AVISO .
PILULAS DE VALLET sao bruoM
i d'ellas esta lmpreaso o No ME
, em cada
VALLIT.
Parlz, ma Jacob. 1! Casa L. FRERE A. Champignt e C\ succ* 19.na Jacob, Part
B NA MAIOR PART DAS PHARMACIAS DB TODOS OS PAIZES
%
XAROPEdePAGUANO
Depurativo e Regenerador do Sangae
'riTlleaiado pele
S m S T
Go-verno de S.
DO PROFESeOH
M. 1 Eei d'Ttalia
VBNDK-SB EXCLUSIVAMENTE BU
ivapolee, -4, Calata S. Marco (Ccisaa. proprial
A CASA DI XORBWCA ESTA SUPPHIMIDA. 0 Ser. ERNESTO PASLUNO pauto
todas s reeaitai oteriplaa pila pnpna mo do difunto Profetsor JERONYMO PAQLIA.NO, mu to.
Ex.igir tobre o frasco i a cana a marca da fabrica, depoaitada oonformemento t Iti.
EUPIESTO PAGLIANO.
Depsitos cm Pernambuco: COM7AITBIA de DROGAS a PRODUCTOS CHIMICOi
_______________ K EM TODAS AS PRINCIPAES PHARMACIAS DO Itratil.
o;o;o.oio'o:o:o:o:o:o:oioio:o;o:o:o:o:o:o:o:o:o!
O
MEDIOACO
PILULAS e XAROPE
TNICA.
DE
BLANCARD
Com iod.ia.reto de ferro inalteravel
Exigir a firma e o sello
de garantia
OOOOOOOOOOOOo
&
*
*p ^
p
0
pars
40 rae Bonaparte 40
o o o o 0:0 o 0:0:0.0*.
^ :t t t t t t t- i .' .' y *"
VINHOdeBGEAUD
'ONI-NUTRITS^J
[COMOUlNAi
\mMM3
O melhor e maii agradavel dos tenisos, peceiiad petos mais
{Ilustrados facultativos de Parte, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOENCAS
do ESTOMAGO, CONVALESCENgAS.
Se acha as principaes Pharmacias.
PVHOTI
\ttM4**m%l9 PREVINAM-SE COM AS IMITAQOES V*
SABONETE 9RIZA-AVELUDAD0
O Melhor
e o mais Suave dos Sabes
PERFUMABIA-ORIZA
de L. LEGIvAND
*~ Inventor do Producto VERDADEIRO e accreditado ORIZA-OIL.
1 1, Place de la Madeleine, Paria
ACHA-SE EM TODAS AS CASAS DE CONFIANCA
BP0tn>WW
CURA CERTA
*. MOLESTIAS HERVSAS pe/o
XAROPE HENRY MURE
Bom xito verificado por 15 annos de experiencias nos Hospitaes de Pars
PELA CURA DE
Epilepsia- ftyttteria Kj Convulaocs. Vertigena
Chorea Crines nervosas
iltintero -Epilepsia Ejeaqneea*, Tonteiras
Moleatias do Cerebro Congesten cerebrae
e do Eapinhaco Insomnio
Diabete astsucarado Spermatorrha
Um Falneto multo importante 6 dirigido gratultiments i qualquer pessa que o pedir
HENRY MURE, em Pont-Saint-Esprit (Franca)!
^.t'^.A.i'.t.
VBNDB-SE EM TODAS AS PRINCIPAES PHARMACIAS B DROGARAS.
S *DC **
i *PE
J W** e ________________ _
TPttn f^\rf=Si-w*HpDefluxos,BronchteB
f (*pUdw\*d.'^^^tiotm Lactucmrium'r INFLUENZA
APPROV AQAO da ACADEMIA Ot MEDICINA oc PARS
Contra as AfTICES dos BOFES e dos BRONCHTOS, acalma a TOSSE
LNSOMIS
e suppnme a
INIA.
F. COMAR & IILHO, 38, Rus Saint-Claude, PARS. EM TODAS AS PHARMACIAS.
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel para os males de pernas e do peito ; tambem para as fendas
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumalismo e para todas as enfermidades de peito nao
se reeonhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros contrahidos e
juncturas recias, obra como por encanto.
Essas medicinas sao preparadas smente no Eslabelecimento do Professor HollOWAT,
78, NEW OXFORD STREET (antes 533, Oxford Street i, LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
AW Os compradores slo convidados respdtosamen'e a caminar os rtulos de cada caba e Pote se nao teem a dirtcCao,
533, Oxford Street, sio falsificacoes.
Em prestmos
Levanta-se emprestimos
de qualquer quantia sob
cau^ao de ouro, prata e
pedras preciosas e tambem
compra-se cautellas do Moa-
te de Soccorro, na ra do
Baro da Victoria n. 53, re-
lojoaria.
Cal fifm UJagilrik *
Para o fabrico de assucar
Atio-M sob corjiumidorei, que o preco
oi reducido tiesta data para 6000 poi
barrio.
Deponto no armaiem da Companhik
Exploradora de Prodactoi Calcreos.
Gaei do Apollo o. 73.
Becife, Ide Ferereiro de 189.
ATKINSON'S
WHITE ROSE
OrigiaiJ e uaiem Terdaileira. Couhecid i
i em toda a parte como sendo o perfume i
e mais delicioso. Evitar as contrafaooOea.
ATKINSON'S
FRANGIPANNE I STEPHANOTIS
ESS.BOUQUET I JOCKEY CLUB
I e ontros perfnmes celebres sao superiores |
[ M8 outros pela sua forca e aroma natural |
Vendem-se em toda a parte.
j. *. s. ATXxvaoiv,
24, Od Bond Street, Londres.
.AVISO Legitimas somente com o rotulo-
escudo azul e msrello e s mire de
fabrica urna "Rosa branca" com
o completo endsreco.
Irritacao do Peito
Tosse
Expectorag&o
Insomnios
Nevralgiaa
Dores .*!
rlris 28, ru Bergsre.
DE
LIDGERWOOD
tf achinas a vaper
Portateis e fizas)
Lavadores
Oespolpadores
Oascasoadores
Ventili-dores
Alambiques
Rodas d'agna
Turbinas
Engenho de Serrt
Moandas de Canoa
Moinhos de Fab
Debolhadores
Separadores
L
DELICADO
Bruidores, Conductores, Catadores, Evaporadoras a vapor. Defecadores
de triple effeito, Vacntos, e todos os machinismos per! encantas ao fabrica do sssacar,
oaldeira Multitubular para quemar bagaco ou casca de caf. Prensas Hydraulicaa e
bombas de todos os amanhos, Carneiros Hydraahcos para levantar agua, Arados de
plantar milho, etc. etc. Engenho completo de fabricar farinha e engenho completo
para beneficiar arroz.
Oorreiaa de sola e do borracha de qaalidade superior, Oleo especial para
Tiachicas, Partenoes ou pecas avalsas para as machinas.
ESCRIPKMO
95Ra do Ouvidor95
DSP08IT8
134 e 136Ra da Saude134 e 136
I
Lidgerwood Mlg C. Limited

Mosquilciros Americanos
COM ARMACAO E CARRIEL
BDa^ONfGOS D63 DO GODaDES
VNDESE
A18$, 20$ e 22$ rs.
NA LOJA DAS
LISTRAS AZES
61 -Ra Duque de Caxias61
Fazendas e bordados baratos
PECAS DE BABA DOS a ntremelos apadoj a 400, 5G0 ate 10000.
LINHA DE MACHINA verdadeira a 100 rs. o carritel.
PERCAlINAS tecido clare p ra vestidos ao 240.
CHITAS claras e escuras a 240, 280 e 320 rs.
CASSAS de cores mindinhas a 200 rs.
LANSINHAS de listas ramagens ou qnadroa a 240 rs.
CA.P LLAS com veos e ramos de fldr de Isrsngeirs a 6000 ,
LEQUeS para noivas a 60000 e de phantaaia a 400 ra.
LUVAS de Bada de todas as cores a 20000 e 20500.
E mnitos artigos que se vendem mais barato na
Lnj 4 das lastras Aenes
61Ra Duqu3 de Caxas 61
BRIMDE
CARVALHO & ALMEIDA
Cooyidam as Exmas, familias para fazerem
urna
visita
AO
pro-
pre
disso
Congresso das Damas
NA
8 E O-RA DO CABGA-8E10
Pora verem o qu : um esplendido sortimento da faaendas a artigos
prios para as Ezmas. Sras. como aej m .
Sed&s, sedinhas lisas e lavradas, linhos de todos os gostos e cores, las
tas e de cores e um esplendido sortimento da fase das para a quaresma, alm
tem ut? grande sortimento de espartilhosjenoos de linho e de oambraia de Iinho,man<
tilhas pretas e da ocres, leqaes de plumas e de gazas de seda, fichas de II pretos-
e de cores para todos os precos gostos a tamanhos, cortes bordados em seda a ca-
chemire, crep, bicos de seda preto e brancos.
GalSes de seda prata com vidrilhos e sem alies, bordados de cambraia e
entremeios finos, vestidinhos para meninas de 2 a 10 annos e ronpinhas, para me
nios em brins, fastoes e jorseys, colch s de camas, cortinados de camas e para por-
tas eo grande sortimento de tapetes avelladados e mais nm grande sortimento
de artigos qne s vi. tos, no
C0NGH8ESS0 pAS DAMAS
Ruado Cabug ns. 8 e 10
Carvalho & Alxneida
UJ
AGUA
FLORIDA
PURA
RICA
HUBRAT
SEM
RIVAL
Mantera sempre a sua popu-
laridade. Cautela com as
WITAgOES.
73
m
m
co
O
>
z
H
m
m
m DURADOIRO
:i
A BRISA
Ac^ba de apparecer a PRA(!A. DA IN-
DEPENDENCIA Ns. 4, 6, 8 e 10
Conrado, Antones & C
Acabam de preparar nm bom estabele-
cimento de modas, phantaiias, perfumaras
a miudesas e vem respeitosamente pedir
as Ezma>. fcimilias que deem nm passeio
at A 111119/%. que encontrarlo grande
variedade em objectos de gotte e de ntili
dade, compromettendo-se desde j a ven-
derem por pregos reduzidcs o qne provar
com nma preferencia particular.
Ligeiramente damos ama noticias de
alguna artigos alm de muitos outros lin-
dos objectos para presentes.
Grande variedade ere jarros, para do-
res, centros de mesa e objectos para toil-
letes.
Fios cortinados par* cama e janellas.
Commodos e elegantes esp'rtilhos.
Lana, sedas, troja I, dezenhos para bor-
dados.
Finas po fumarias dos melhores perfu-
mistas.
Meias para sanboras e horaens Lencos
de seda, linho e a'godio. inaa camisas
bordadas para sen horas.
i'spalhos grandes para salas, vidro b-
joti.
Bijonterias finas o que ha de mais gesto.
Costumes para cri&ncas.
Modernos bicos desed, linho, algodSo.
Completo sortimento de bordados.
Brevemente daremos notieia de muitos
ontros artigos qne acabamos de receber
dos principaes mercados da Europa e Ame-
rica
Prs^a da Iudependencia
N. 4, 6, 8 e 10
COMDO, innk & G.
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado Spf basoe scientilicas
e phvslologricas para o fim do
oeneficiar os cabellos, restaurar
a edr, impedir a queda, c promo-
ver sen vico e abundante cresci-
aiento.
^ta apnrada e excellente preparacio
em1 duvida o melhor remedio at hoj
jonhecido para os diflernties. defeitos da
jaboUadura, merece a intima attencio d
odas as pessoas que tlm tido a infelici-
Jade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physionomia.
Com o scu emprego intelligente tem-se
-onseguido resultados realmente sorpren-
dentes. Em muitos casos, porm hit
sempre, a propria calvicie tem sido curad
permanentemente.
Sempre se conseguo fazer parar a qued
Jos cabellos; emquanto que para opentta-
m> das senheras, 6 o objecto mais uti!
jiais agradavel que se pode empregar
PREPARADO PELO
DR. J. C, AYER & CA,
Lowell, Mass., Est-nidos.
; A' venda as lejas de armarumo e pe-
?saria8. "^
DEPOSITO GEBAI
MARAVILHA CURATIVA
XK) CZLET- RF
Or. Humphreys de Nova Ycrk
A Ve.dadeira Maravilha do Sec"-v
APPEOVADA LICENCIADA
pelr. Insreeterla Geral de Ilysicn a.
Impetlo do BracM.
-*i Mn.rnvllha OnialUa remedioprompu-
?ara af Plsaduran. Machucaduras. Coulus->cs. Tol
jeduras, cortaduru, ou Laceraccw. Alllvla a doi
estanca o mangue, fas parar a fnflammacao. rec'ui
i. lnutaacao. tira o descoraraenio, e taz earar a fezld
como por eucan o.
A Maravilla CnratiTa e alllvlo prompto t
ron raclda para iuflmadiraB. BMaldadSHa
Quelniadura do Sol, e u superior a qualquer outr;
reaiedlo.
A Maravlllir. Caratlva 6 Impagavel pry
odasaa Hen.orrliaKlns, se Ja do Nariz, aasOengm,
dos Puimdes. do Ertomago, ou as Hrm> irrookue sa
Alniorrelmascurasempree nunca faina.
A Maravilha Cnratlvaumalllvlopromp
ru Dor de Dentes, de OutW'js, da Face. Tnohftya.1
Face e Newalgla.
A MaravUha Curatl, a 6 o recurso prompt..
e precioso para Dures rheumatlcas, Aleljao. DOrf
Rigidez as Juntas ou Pernas.
A Maravha Curativa o grande remedX
para Esquinencia, Angina, Amygdalas lncnadasot
uiOammadassempre seguro, sempre efflcaa.
A MaraTilha Curativa de multo vate
como ln jaooBo para o Catarro, a Leucorrnea ou y
Fkjres Brancas, e outros corrlmentos debilitantes.
A Maravflha Curativa Impagavel
curar Ulceras, Chagas antigs. Apostemas, Pal
dos, CaJlos, Kiielrae. Juanetes o Tumores.
A Maravllhn Curativa remedio promp*
Jara Dlarraea simples, e de Dlarrhea chronlca.
A Maravlha Curativa iiernente na>
BMnEanW e Cavallaricas, para ror^e-iuraa, Dorea
Pisadurasc Esfoladuras. Contuodcs, Laccracoe. X*
Espedalidades do Dr. Bamptrera.
Remedlus Especiaco*.
Jnguento Maravilbowi.
lt cmedios Sypbllttlcow,
Remedio, Veterinarlos-
ft Manual do Dr. Humphreys M4 paginas sobre a,
iinfermldades e mododecural^uisa da gratis, pde-
se ao scu boticario ou
HCMPHKEYS' MEDICINE OO.,
103 Fulton Street, NEW YORK.
NICOS AGENTES
:*arc Tnndas esa grosso es F?
BftMbsiee
tafia SobriflhoiC.
O Coelho
Os proprietarios do gr n-
de estabelecimento de moi
Jas denominado Coelho
a ra dv Impera iz n.
56 chamam a attencao de
seas numerosos amigos e
fregueztjs para o maravi-
lhoso sortimento de artigos
de moda e phantasia, es
colha do chefe da casa re-
ce o temen te chegdo das
principaes capitaes da Eu-
ropa, onde vai todos os
annos azer sempre um
escolhido sortimento em
artigos sempre novos e cao
conhecidos no nosso mer-
cado, a loiga pratica do
nosso rano de negocio,
cmodas, nos ddireito a
acharmos-nos col locados
par das principaes casas
de modas de Pars, etc.
Domingos Coelho k Soares.
Vnho
Pura de Almeirim
Chegon a primeira remessa des te su-
perior vinho o qaal se torna recommenda-
do por ser paro e de agradavel paladar :
vende se em quintos, decimos e a reta-
lhos.
Amazem do Lima
Tclephone n. 323
VHO
DA
Serra da Estrella
C estabelecimento de Pocas, Mendos <&
C, acaba de receber nma importante re-
messa de vinbo da Serrada Estrella (Por-
tugal) qaalidade superior a todos quantos
tem apparecido n'este mercado em vinhos
de mesa.
Este vinho agradarel ao paladar
puro a boje considerado sopar or ao de
Collares.
ffsseseseiesess.s
Ra Estreita do Rosario n.
BSBBJM*US1 W 711
Recebemos igualmente grande sortimento
de cadeiras do vime de varios formatos,
pro prios para este clima. Grande va-
riedade em cestos para compras,
papeleiros, roupeiros. Berros,
completa novidade, Gneros
dos melhores, pro prios p ra
sortir a mais exigente
adega e dispensa de
casa de familia
gementes de hortalizas e presuntos.
Pogas Mendes 1 C.
Licor depurativo vegetal todado do me-
dico Quintella
Este oolabilissimo depurante que vem
precedido de lM grande fama, infallivel
na cura de (oda as doencas sypbiliticas,
escrofulosas, rheumaticas e de pelle, co-
mo tumores, ulceras, dores reumticas,
osteocopas e nevralgicas, blenorrogias
agudas e chronicas, cancros syphiliticos,
i oda mmac/tes viceraes, d'olhos. ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pelle, simples ou diathericas,
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as doencas determinadas por sa-
turado mercurial.
Do-se gratis folhetos onde se encon-
tram numerosas experiencias feitas som
este especifico nos hospitaes pblicos e
muitos attestados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FAMA SOBRINHO & C.
Ra do Mrquez de Olinda n, 11
Ec nomia familiar
Prafa da Independencia 27 e 29
Officina de chapeos
ALVES & 0.
Nesta acreditada officina encontra-se um
pessoa' habilitado para concertar, tingir e
lavar chapeos para homens ; reforma se e
enfeita-se chapeos para senhoras e meni-
nas pelas ultimas modas.
Na mesma officina
cbapos de todas as
mens e senhoras, assim como tem nm
variado sortimento de chapeos para se-
nhoras pelo preco de 100000 ; sem com-
petencia 11 tem formas para chapeos de
senhoras de ultima moda chegados da Eu-
ropa.
Praca da I o dependen-
cia ns. 27 e 29
encontra-se sempre
qualidadas para no-
Criado
Preclsa-ae de om criado para eomprar,
dados e mais servlco de casa de
Uaan ; Nanea rus deMaebado n.
man-
IsdiI-
I
i*




'
.

-





I
n \

Y


8
Diario de Peraambnco Terga^feira 11 de Abril de 1893
mnmi pima fabril
Autorisada por Decreto do Presidente da Repblica datado de 26 de Janeiro de 1893
0 CAPITAL PARA 0 INICIO DE SAS OPERACES DE 500:000^000
Dividid )s em 5,000 ac$oet de 100$000 cada urna, mas poder ser elevado por deliberare daassembla geral at 2.000:000^000
0 capital ser realisado em prestacOes, a primeira de 30. e as oulras nunca maiores de 20 -\. e com otervallo del A primeira prestaco ser feita no aclo da subscripco e as outras a jufzo da directora.
30 das no mnimo. nuncios na imprensa, com 15 das de antecedencia ou nnis,* e com prazo marcado.-
Poderao os accionistas realisar todo o valor de suas accOes de urna s vez.
FINS:
A companhia se prope a explorar e desenvolver a industria pastoril e todas as que dellase
dirivam ou lhe sao connexas, pelo que sao seus fins:
sendo as chamadas por;
a) promover a cnaco e engorda do gado, comprando, arrendando ou aforando para esse Ora fazendas e sitios apro-
priados pastagem e vendando o gado em p ou abatido.
b) tratar do aperfeicoamenlo das racas. bovina, suina, ovelh'im, cabruno, muar e cavallar, promovendo a introducco
do gado de qualidade das melhores racas e q;ie mis sa adaptarem ao clima, quer destes quor dos estados limitrophes e que
inaia apropriadas forem aos fins da compauhia.
c) fornccer a cidade e suburbios carne e leite de boa qualidade e por preco mdico.
d) montar um grande estabulo central, assim como outros pequeos em diversas localidades, aim de bem servir os
consumidores.
o) fabricar manteiga, queijo, requeijo e outros productos de leite.
f) criar em larga escala gado langero, explorando a industria da l.
g) criar ewn larga esca'a gadosuino, especialmente para o preparo de presuntas, salga do louMnhe e fabrioo banha.
h) curtir as pelles dosanimaes que forem abatidos as fazendas de sua propriedade e as da terceiros.
i) promover a industria de artefactos de chifre-
j) aproveilar os terrenos de suas fazendas que forem improprios para a pastagem, fazendo-os cultivar por coks-a
nacionaes ou eslrangeiros.
k) cultivar forragensde diversas qualidades e de reconhecida ullidade, preferindo as que melhor servirem pirau:r
ment de gado.
1^ extrahirdas matas de suas fazendas madeiras apropriadas constmeco e outros misteres, afim de vendel-as.
m) negociar em todos os productos de suas fazendas e fabricas, trazendo-os aos mercados desta cidade para o consta*
diario, ou exportndolos devidamente preparados, pata o que empregar os procassos mais aperfeicoados, podendo ne**?
cidade do Recife ou em qualquer outra deste Estado ou dos donata Erados da Rmubl'ci Brazileira establecer depos'
para venda dos seus productos, logo que for julgado conveniente pela directora
n) poder estabelecer burgos agrcolas e promover o ensioo o applicicao da arto veterinaria.
A primeira directora escolber os pontos mais apremiados ao inici das operaeOss socaos, escolheado de entren
fins quaes os que morecam ler preferencia, por offerecarem maiores vantagans meiedftde.

O saldo liquido da receita e despeza ordinaria do cusleio c manulencao da sociedade lera semestralmente i seguale
Applica($o dos lucros
appicacao :
aj 5 *|. para o fundo de reserva, at que prefara quanlia igual a um quarto do capital.
b) 5 -|. para o fundo de depreciacao do material das fabricas e propriedades. e das despezas com suas rcconslruccOes
al preazer tambem um quarto do capital.
c) 5 \. para a directora como gratifcalo.
A primeira Directora bem como o Conselhi Fiscal e seus supplenles sero escolhidos dentre os subscriptores.
O honorario dos directores e a gratficacao do Conselho Fiscal sero Gxados dcla Assembla Geral cousttuiliva da Companhia .
ea dt.n
utir'i :
djdo que exceder de 12 *\, do dividendo aos ac&isnislas, matada ser destinada a k legra Usar j do capital,
metade ser dividida em duas parles, sendo urna para distribuir como dividendo supplemJnar e outra para constituir
especial de 300.000$000, para amparar a regularidade dos dividendos.
Sempre que os fundos de reserva, de depreciacao do.material soffierem diminuido, depois de attingirem a ic-cj
marcada para ellos, sero restabelecidos.
O mesmo se observar quanlo ao fundo especial de amparo a regularidade dos dividecdos.
INCORPOR ADOR O BANCO DA BOLSA
caja sed, rus do Vigario Tenorio n. 2, so encontrarlo 03 Estatutos publicados no Diario Ffficlal, e sa acha aberta de3de j a subasripcSo das accBes, das 10 horas da macha s 4 da tarde.
Co^umes para creancas
De tj'.-s as idades ercoctra-te gran
Louvre
i> leqiras e thmtw
& sol
I)-; pb itasial acaban de chegir par
L OII Y R g
Qbjectos de *osto pan
presentes
Ea oeste -artigo prende escolfca no
LQliVRE
coates de l,linho,8eda
e algodo
Ricamente enfeitados.. ten? recebids o)
carnes te o
LOVRI
Uapas, jersey s e visitas
Qoatos ioteiramente noves acaba de rs
TSI
Berdo impossive! de se deacrever 1
esxte vanedade de tecidos de diver~r."
qnalidt.des proprios para a esta$3o actaa!.
TOga-se ao publico em geral e principf
>eate s Exmas. familias a fineza d vi
sitare: o
LOUYRI
Ra 1/ de Marco n. 20 i
imam Gerge! t IranSo
TELEPHONE N. 158
Esteiras da india
Branca e de fantasa de novos deseahoo
para forros de soa'.ho, completo sortimenti
bo LOUVKE
Francisco Gnrgel t IrmSo
Ra 1 de Marco n. 20A
- TELEPHONE 158
eber
Ohanoi e capotas
tas novdsde* de Pcis receben
Loiire
edas brancas, pretas e lie
cores
Novos padr5es e pare graade eseolhE.
er.do deep^chadas vestes ultinsos da.7
Fabrica de liquides al-
crolieos
Raa da M.dre de D;as n. 10, eai Per
nambuco
Formu'a? approvadas pela junt?. denypiene
Neeie hem mntalo es'aDeiecireato eDcontra-
ro os freguezes, quer da capiial o:i de fra, o
qne pode haver de melhor ew liquns naci
ues, como spjam :
Vinhos branco e Mnto, caj jaolpsbo, vinafrre
branco e tinto, e genebr de diff<-rentes qoati
daries.
Todas estas mercadorias :erecorrmendam por
soa boa qualidade e sao garantidas-
Desejando o proprietano deste ejtabeleclmen-
to tornar bem conbecidns os seus prodectos, tem
resoivido venJer a prejos moo razoaveis. e re-
cebe qualqner encommenda para fra do Estado.
Comprase qoalquer qaaodade de botijOes,
rsseos e garrafas va.-ia--.
Vende se barato
Perlas, jiDella?, grades de C3ixa com e sem
barro'e, novas, n's poetaras, travs al de 40
palmos, travetas, encharnela oovoa e servidos,
de diversos tamangos, caibro? doos e velhoe,
inteiro3 e pedagos, grande porgao de taboas de
lou-o para andalmes e tabique, e porco de forro
de amareilo, aovo, cbamado de rf fugo. 1 soleira
de 14 palmos, i portao de ferro de 8 ramos,
trilbos de ferro que foram de boode, e porgo
de telbas e lijlos grossos, crvidos, cannos de
barro vidrados ; para ver tratar no extremo sol
da roa do Hospital Pedro 1- n. 9, das 7 s 8 1/1
da manbS, das 12 s 4 da tarde.
011 cia de costuras
u% do Cabula a. 1 A
LIQUIDAQAO
NA
FOLHETIM
t
MARCELA
POR
F, D BOSGOBEY
(Continuagao) i
V
O major lembrava-3e que na cerimonia
das exequias da oondessa Mederio repo-
sara a mBo que lhe estendera Goljmine.
Para agir assim, na igrejt, a algans
pasioa do esquife e aob as vistas do pai
de Marsella, Mederio devera ter motivos
maito fortes.
Logo, se Gdymine fosse chamado a
depor perante o magistrado, sea depoi-
mento com certeza seria hostil.
E Goljmine, evidentem sute, nSo era
chamado como acontado, pola qae ia para
Versailles em liberdade.
Se estivesse vigiado por agentes, o Sr.
de Liscoat o teria visto e o dira sem ce-
r'monia ao major
O qne ha de certo, coatiaoon o
visconde, qae aqnelle Qolymine alo
eit contente.
Btle maldif da ma?iitratara de Veranil
les e tambem do rapas que assim o io-
commoda. O facto qae nSo agrada-
vel ter torcido n deizar os sens oommo
dos e os seos pransres para ir dar um
pasaeio foro ido cidade do grande re...
em fallar no eborreeimento de ser inter-
rogado sobre factos qae se nSo condece e
de poasar na ante oamara de nm jais de
instraccSo...
__ 8e o Sr. Golymine nada sonber,
diase
nSo o reterSo por muito tempo,
Jorge para diser algutna consa.
A co.nvtrEac3o do velho bilontra nSo o
interessava mais.
S espsrsva qne ella termiaaase, afim
de partir e por em ezecocSo um projecto
qae o Sr. de Liscoat acabava de lhe sag-
gerir, sem o saber.
Gelymine estava etu Versailles, e o
commandaate peneca qae era bou o mo-
mento para tambem elle se apresentar ao
jais de instraccSo, dSo para pedir de novo
a autorisacSo de ver Mederic, a qual j
fora recusada duas vezes, mas para com
maoioar so magistrado o qae sabia sobre
o chefe de trem e as suas relacSes c m o
conde.
Esta resolacSo seria talvez prematura,
mas elle tioha tempo de reflectir ao as-
sompto durante o trajecto de Paris a Ver-
sailles.
Um instincto levara Jorge a fazer esta
viagem, e tioha o presentimento de que a
nSo faria intilmente.
O almoc.0 ohegra ao fim.
J estava no caf e o Sr. de Liscoat
acabava de accender um charuto.
Diga-me c, mea caro major, pensa
qae aquello bom Jaoques me receberia
com praier se ea o foBse visitar antes de
partir para Trooville ?
__ At agora elle nSo reeebeu pessoa
algama, respoadeo evasivamente Jorge.
A' ezoepclo de Golymine 1...
Q'ic ia tratar de negooioa...
*- Julgo qae fare;. melhor abstendo-me.
Minha visita nao lhe seria agradavel.
E o visoonde, depois de pagar a sua
nota, le van toa se e estendea a mo a Jor-
ge Boland, qae nSo retiroa a sua, ape-
lar da vontade de o fansr, porque o que
aquella velho tatu tinha dito a respeito
da menina Lanom o irritara maito.
Jorge vio o psrtir om praaer, anoioso
por conquistar a liberdade de movimento.
O
Fazer.das, nudas e chip* s de alta novidade.
Seds oretas, brancas e de coren, lisas. Javradjs 3 bordadas.
Salsa de feda de cores e brancas bordadas.
Matincj o carpinos de su-ah, do cambraia e nan?ouk.
Para meninas crmpleto aortimento de vestidos, toncas e chapeos.
Lingrie fina, catsissa, cal5'.s p?'2SOr8, ca he corset o combinaisoaa.
Cu'.chaB de ied e renda.
Espartilhos de t >dos os tamanhos, marques muit: oonhecidfiS.
Leqnes d' phntasia, de madreperola e tartaruga.
Meias de sedi, fitas, rendas e ganraicCea de seda, de perdas e vi ri;ho o
ne ha de mais moderno, fil psra v e d eotvaa e fl rea da laranju.
Cintas LftN TENNIS para Lomara o senhoras, e muitoa outros artgos de
muito gosto que so vendem por preces rsoavei?.
Tudo eacolhido por Madome Koblet.
PASTILHAS
De AN6ELIM & MENTRUZ
&-a

es i?
cctj
CST
itabrit i$ Iwwm
DE
0P^X^2LaXG^
im Raro k Victcris b, 61)
Loja de quadros
Madama Gerard :?'rr- aos seas ll~-.
ossimos fregueses, qu: receben do Paria,
m grande e variado aortimento de pell:>
ns de chevrehuz^ de primeira qualidade
ca, castor etc. et&.
O Remedio mais effcaz
Seguro que se tem descoberto ate
hoje para etpellir as Lombrlgas.
5
P=l
RQQUAYROL FRERS
Da ana conversa com o viaende aon-
bera que Go'ymine f6ra chamado a Ver-
sailles, e que protega om pobre jjdiabo
que se arruinara em Monaco e heje era
em pregad-.
Evidentemente eata pase designaba o
chefe de trem, que repreaentava um papel
tSo singular no negocio do tiro.
G a indicado que Jorge acabava de re-
colher podia ser o comee/) de nma serie
de descobsrtas inesperadas, uteia causa
de Mederic.
O commandante rao podia perder tempo.
Sahindo do hotel di rigi-se para a esta-
cao de S. Lasaro, onde chegoa a timpo
da tomar o trem de Versailles, qae parte
ao meio-dia e trinta.
NSo havia muita gente porque era nm
d;a de semana, e os parisienses s vio
ver o museu e o jigo daa aguas aos do-
mneos.
O major sabio para nm compartimento
onde s havia um passagsiro de aspecto
respeitavel e muito gorao, um bom bur-
gus, qae lhe parecea ser am oompaohei-
ro pouo incommodo.
Todo andou bem at bifurcagSo de
Asoieres.
Jorge fumama, rec:stado ao sea canto e
o borgnei olhava pela portiohola, se bem
3ae visivelmente elle morrease de deaejoa
e travar urna conversagSo.
Este personagem estar vestido poaoo
mais ou menos como o legendario Jos
Prad'homme, inventado por Henriqae
Mounier.
Casaos preta com botSes dourados, gra-
vata branca, c-l?* mankin, chapeo de
abas largas e colariahoB at s orelhas
Q eixo saliente e naris proeminente,
sobre o qual se esaanehava om par de
ooalos.
Em oatro oooasiSo Jorge Boland teria
rido d'aqaeile personagem grotesco.
Mas agora estava bastaste preooonpado
iLnqenhos
Veodem se doos grandes engeaboa de aasnear
com safra de oito a .-le mil pee, em om vasto
terreno de v neas e mattas construidas a rxar-
eem do rio Jacnipe e da fotnra eitrada de ferro
Tamandar, prepara 08 c m todos os commodos
e com andaimes para duaa mil formas, aecdo
am a vapor e entro a agna, copeiro : quem os
pretender comprar dirjase Palma-es tratar
com o abaixo assignado.
Joo Flix Pereira.
para prestar atteogSo ao peraonagem ri-
diculo que o acaso lhe derA por compa
nheir.'.
Quando o trem paroa no desvio da
ponte de AsnireB, o burqnez deu um
grande suspiro e disao entre dente a, mas
de modo a ser oavido :
L stimo que os meuB negocios me
chamem boje ao departamento de Seine-e-
Oise, e nSo poaso ir encantadora cidade
em que naseen Luis Xr V.
O major fingi nSo ter ouvido estas p 1-
lavras, ou antes, nSo deu a percober que
o homim quoria dirigirse a elle.
Sim, replicou imperturbavelmente o
homem, quera tornar a ver o theatro de
um crime que se perpetrou sob as minhas
vistas...
A atten^Jo de Jorg foi despertada com
estas palavras.
Veio-lho idea que podia tratar-se do
aaaaaainato da condesas de Muir.
PerdSo, senhor... Parece qae o
aenhor quer dirigir-se a mim... mas nSo
comprehendo o qae qaer diser...
Coavenho qae a minha linguagem
nio clara, responden o homem dos oca-
Ios de oaro, sorriado oom ar satisfeito,
mas aupponha que o senhor adivinhasse...
Faa allusSo a nm aooateoimento de
qae Pars inteiro se ocoapoa ha tres se-
manas, e do qual cortamente o senhor leu
a noticia nos jornaes.
Urna dama... ama condessa... foi
morta entre Chatoa e Veainet por ama
bala partida de am trem qae ia para
Saint Germain.
Como 1 Pois o senhor estava no
trem?
Sim, senhor. E o qae ha de cario-
so qae no momento nada vi.
Entretanto havia notad i n'aqaella dama,
rodeiada por numerosa sociedade.
Mas o trem ia to depreasa, qae apenas
ella eppareoaa e des*ppareoeu
RA DUQUE tfS CAXIA5 56 .
Tendo dado o sen batane/, resolyeu liquidar
os segaint.'S artigos por menos 50 $p
do geu valor, a saber:
Bejss da bretanhs a 6C0'").
Pada )olo, com pequeo toque de mofo a IOS peca !
Camisas inglezae dem, dem a 36.> e 40-5 a dozia.
Collarinboa de linho, idem, idem a 7j o Sj r. di a.
Casacoe de jorseys para sechor-s de 15(5 s 5(5 e 6)5COO.
Chales de c-.aim ra de 85 a 3)5 e 40000.
Cortes de vestidos de cachemira para senhoras de 600 a 85 120, 155 e 2O0OXK
Roda de Linn e cretone para aenhoras a 60 e 80' 00.
ToalhaB de linho adaamacados pura mesa de 150 e 200 a 80 e 100000.
Quardcnapos de 60 a duzi a 30000
| Bicos brancos e de cores, lisos e matisados a 20, 30 e 40 a peja.
FustSn de cS para vestidos do 700 e 800 rs. a 30 o covado.
Merinos do 1S de cores e pretos de 10200 a 300 rs. o covado.
Voile9, lindiesimos doaenhos 600 r?. a 200 e 240 rs.
Satina de seda de cores em quadr i e lao" de If iCO e 10800 a 600 e 800 rs.
Cambraias bordadas, branda e de cores de 120 a nafa a 60 00.
Pviy-s de casaas adamascadas com 22 metros de 18$ a 9;000.
Damascos de todas as cores para respoateiros e colchas de 1$400 a 500 e 600 r. 9
covado.
Capas para meninos, de 50 a 10500 e 20 rs.
Completo aortimento de casimiras pretaa e de cores que se veadem com igual s3>
meato.
Avisamos aoa aoaaos fregaezes o a todas as Ezms familias que abrimos o
armazem junto Loja das Estrellas, o qusl tem ama baadeira com o a. 58 e peer**
o obsequio de visital-o, onde encontrarse um sortimjnto completo de fazendas dte' *
modas dsndo-se o descont de 14 q-q em todos os artigos qae comprarera.
L0J1
5, 58 Ra Duque de Caxias 56, 58
TELEPHONE 210 PERNaMBUCO
NSo a vi cair aem oavi o tiro.
S no da aeguinte eouoe da catastro-
phe, ao abrir o jornal de qae son assi-
gnante.
O compartimento em que me achava
vinha cheio, e nenhom dos meo3 compa
oheiros vio nem onvio cousa algama.
E' extraordinario. E to o senhor
oSo pode fornecer jast$a informaySo al-
guma?
Iafesmente nSo.
S: o mea depoimento adiantass? algu-
ma cousa, seria o primeiro a apreientar-
me perante o magistrado.
E aqui entre na srrependo me de nSo
ter-me apreaentado. Em taes casos, as
informacoVs mais insignificantes podem
muitas veis servir para a descobertj da
verdade.
Que observou o senhor ?
Obtentor nSo o termo.
Trata-se de ama reflexeo qae me veio
mente muito mais tarde.
Recordei me que o mea visinho no carro
tinha maneiras estranhas.
Elle embarcou em Chatn quando o
trem j se aobava em movimento e qnasi
oaio sobre mim.
Depois, purante o trajecto, nSo fasia es
p5o mexer se, qaaai dealocava o pescoc0
para olhar pela portiohola. Em samms,
tinha os ares de am lonco.
No Vesiaet saltn Bem eaperar que o
trem parasse, e poz-se a correr como um
homem qoa acabava de p-atioar urna ac
fie ra.
De certo este individuo nSo era nm as-
saisino, porque o crime foi commettido
entre Chatou e Vesinet.
Entlo ?
Era talve nm cmplice.
Como ? Um cmplice I exolamoa o
major.
De qae modo aquelle homem poderia,
no oarro ea qae se aobsva sentado junto
do sechor, aaxilar o assaasino qae osUrs
em oatro compartimento ?
E' o que me nSo encarreg? o ex-
plicar, responden gravemente o horneas iut
ocnlos de oaro.
Mas eu bou physionomista e raras ve-
tea me eagaao.
Vi logo que o mea v8nho t nhv nti
cara...
Jorge Roland percebeu que o tal &?]*.
era nm imbcil e qae nada de til nefa-
ria tirar d'alli.
Alm disto, cintiuuou o barqa\
pie-se lgicamente auppor qae a;aei
individuo era o instigador do crime i
oatro commetteu
Os doas oonplioes poderiam terse se-
parado em Chatou para se encontrare
duas horas depois no boaqne de Vesicet.
O major nSo oavia mais as deduc7 absurdas d'aquelle idiota:
Acabara de lhe surgir de repente sosa
idea m espirito.
Lembroa-ae da narrativa qne Me decir
lhe fizera vints minutos depois da aceta-
da condessa, e aquella narrativa couwr-
dava tSo bem oom o incidente do ^t
aque'le su jeito tirava conolasBea ridisav
las qae Jorge nSo penaava aen&o em it-
quidar ama dav.'da que agora occapsvs
todo o sen espirito.
Como era feito este individuo qoa
senhor tomava por cmplice ? porgantes
elle bruscamente.
M lito elegante e vestido ottaa
moia... e justamente o qae me ana-
firma na minha opioiSo
O crim de vid ter sido feito por a
sicario mercenario, bem pago par ast
fim.
E' moeo ?
(OHtvt)
:
-





>
Tjp. do Butrio. roa Duque de Caxtas n. O
-------,-------------S-

Jal
-- V


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EBVYGFOYU_UTSASL INGEST_TIME 2014-05-19T18:30:02Z PACKAGE AA00011611_19307
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES