Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19299


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Full Text
!
ANNO LXVII--NUMERO 273
DOMINGO 29 DE NOVEMBRO DE 1891
i
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NlO SE PAGA PORTE
Por tres mezes abantados 6 J000
Por seis ditos idem.
Por nmanno idem.
Cada Damero a val so.
12I00
241000
1100
8IO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA:
Os Srs. Amede, Prince & C, residentes em Pars, 34 rae de
Proveace.
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por doto ditos idem .
Por omanne dem. .
Cada nomero avalso .
131500
201250
271000
1110
m
Vasten 36
Os senhores assignanteb
deste D ario. que at o
di a 15 de Dezembro se
mostrarem habilitados com
m recibo de quitacao de
sna assignal.ura. at Dezem-
bro de 1892, ficarao cotr
direito a receber a quota
parte da sorte que por ven-
tura venha a t-ariir. as duas
tercas partes do> bilhetes
da grande lotera do Reo*
fe extrahir-se no dia 2
de Dezembro, cujos nme-
ros sao os segiiintes:868
2.213,-5 736,-9,492.
14,450.19,327,20.636.
30.485. 114.446 e
122,389.
PARTE OFFICIAl
TELEGRAMAS
NATAL, 28 de Novembra, s 2 horas
o 53 minutos da Urde.
Cheg/iu toja aqii, vindo polo liibiribe,
o deputado federal Amonas Garca, que
foi rtcsbide coa ruidosas manifestar;'a.
As ras esta vara embandeiradas com ar-
cos triumphaea e a typographia do Rio
Grande do Isorte vistosamente entenada.
Os op3rarios da typographia d'etsa folha
offrtceraae ao E.-. Amoriaa Garca um
linio bouquet de lbres, com significativas
iascripcojs.
Reina piz e goral conianca na adminis-
traeao do Dr. Miguel Castro.
IHSTRDCCIO POPULAR
METEOROLOGA.

(Continuarao;
KETEOROGRAPHIA
viurod aquooi
E Tilos da nevA nev maia til que pre-
Dlicial ao* vesetaes, porque oo invern coDr*
e pela saa ca eoolu'tiDilJle, protege contra
irraiacao a um e as plan:?.?. Ja se aiss
qu-> oo gj-i* os invern* seo otve o ama ea-
lamidade .i> arande, cono >*-> no sul os ve;6js
sem chavas, pe'que niqulica as plantas o
fOeiObdUdS peai meadas e nestes pelo sol.
A* aevea lerrieadv?e lentamente, infiltrara-
p atr i Jo so.o g-an le cooia t'agaa, qu* de
sois be eatretoetL a hujndde e ameaiaai as
botes.
SiraiviA -.:iiva ou chava de p'dra, o
phenoiiisio que consiste na queda t" massas d;
gelo, globolosaa, coronactsa e transparentes.
A Baraiva articular, c-pciaimeote, dos pal-
ies temperados, prodoz adose rarts vezes ao
paute qaeatea Observa e priccipalmeate, oo
veae primavera, ie dia, como precursora di=
tc/voadas e borrascas, .r-ompanoando-se de um
nudo 88pe:ial, seoelaaole a urna serie rte pe
ss^aas descargasi>-ciricas,e parecendo formar-
se dtpv'.i ue uji r s nameuto prodczido na re-
giao das nuv-ua. A erossora dos graos de sa-
r*.a varia v;l; a* vetes attingem a groasen
graomzs.
' boma iheoria plica satisfactoriamente c
ingrossameoto dos graos de raraiva : comiu-dn,
v- eootnDBir ra-;; a rjs forovgao o fri fias
SOgiftes superiores a atmcsptiera e a soorefuao
fcrawta solTrida pelos trralos c'agua. quando se
e: .e-cticarxi impfiiidoa por correctea coatra-
n *.
Be L:sboa ha per acr.o (melia de 1836a 1875)
acc utas de ssraiva ou granizo.
Heleorc leclrleoa
Eiectricidade a'mospherica.A idea de aasi-
Biltar o raio 4 biaca elctrica obtida pelaa ma-
cnina, nasceuaasimque entes apparelho3 foram
coanecidoa ; porm. a Franklin que_se deve a
pro?a de qoo o relmpago eoraio so phenome
ce5 devidee a e.lect'icidade atmospheric&.^^A
-experiencia capital fol f-ita em Juquo de 1732,
6'u:n caiopo, peno de PSiiadeipnia, por meio de
ra papagao armado de ama ponta metallica.
aoezar d Ddibar, goiado pelas ideas tbeorl-
cas do grande pryjico americano, naver antes
eenc-eguioo, poro.-:o de ama barra de ferro iso
I,-'!, tirar a a'-rrofphera a tiectricidade de saf-
i lenta para carregar aigumaa garrafas de L-j-
de.
t%k'.ex dns pinagaioi pl?tMco3,dasexperieaci:a
(-..i- '."(..;; o&rrai .xetallicas. empreg;rarj3-.-r,
b.i- inmto tempe, oaetectrometroa de S^usu--'
d.i Pellier, etc.. para reconoce- a presseca da
e!;; ri.nctade s-moanierica. Koa observatorios
costean antes emprjgar instrumento? qa regis-
t -: coatinoamenu as rarc6ea da electndaae,
mxao o eiectrographo de nompaoa asado no
O." '"vatorro Ce Lisboa.
Aa experieneta ooservac5i3feitagcompst3
tppan Ibof, eem dado oa resaltados segniatea ;
1. Qaalqaer qac teja o grao ds serenidad? do
o-'o, Z sempra tiertndade na almospbera. S?
PB (o sabio director do O&aervaiono
do Teeovio) .-s: electridade positiva lempre
qu?p=r[odo lo?ar da o^aervago nao cova
.e oca cafa jaral
(Continua)
*-overoo do Estado de Pernain
buco
DKSPACH08 OO DIA 27 OK M VKMBRO
DK 1891
Abaixo assienados de eleitores do municipio
de S. Jos do Buyaio, remetiendo autenticas das
eleicdes monicipes visto (erem-se dados erros
a* remetlidaa antenoraeite.Deixo de tomar
coshecimeuto da reclaaiaco, por ter ido apre-
seaiaUfora do Dr**o marcado oa 2* parto do
art. 11 da tei o. 4. de 11 de Sttembro ultimo.
Abaixo asaigoados de eleitores do municipio
de Olinda. reclamando contra a validado da apu-
raco de votos da 1* seccao eteltoral de Beberibs.
Neg provimenio ao recurso iBterpoato em
vista da u'onrjacao da Intendencia, aflio de con-
siderar valida a etetgo de que tratam 06 recor-
res tea.
Antonio Lindasa, pedindo para ser encami
nbado um requerioeato ao presdante da Rep-
blica Eocatniahe-se.
Antonio Giutfioo Torres, praft da guarda
loca1- pediodo para aar traasferiuo para a com
panbta de cavallana. Ijforme o commaodante
da tompaohia de cavallana.
Amonio Jas de Ollveira, praca da guarda
local, pedinco para ser traosferido para a com-
panhia de cavallana.Informa o commaadante
da cavallaria.
Hiailides'1.1-'ullo de Seixaa e Silva, pediodo
entrega de documentos.Sin, mediaate recibo.
Custodio Jor da Silva rVssna, professor pu-
blico, pedioao juhilaco. Seja jubilado de accor-
lo coto o art. 180 g 1* do reguiameato de t8 de
Janeiro de 1888.
Cietaao da Coala Moreira, concessionaafo de
urna fabrica de cimento, pedalo que sejam fe
tas no Ttieaoaro aa competentes notas no sentido
de acbar se construida a sesma fabrica, i Defe-
r io com of&cio de boje o Inspector do Thesouro
do Estado.obrigaodo-se o peticionario ao cum-
primeato das clausulas de aeu contracto.
Paustioa Mana da Canceicao, pedindo para
ser posta em liberdade -visto nave- sido^erdoa-
da.Providenciado nos termos do otfLcio que
dirijo noj; ao presidente do Tribunal da Rela-
cao.
Francisco Leile de Aeevedo. commieaario do
municioio da Pedra, pediodo 30 das-de iicenca.
Prove molestia.
Fraocisco Candido *ezerra. preso pobre, pe-
dinilo cert'.dao da data da sua pnsao coodemnagao.AoSr.juiz de direito da comar-
ca de S. Lonreoco di Malta para lomar na de
vida consideracao.
Gerenta da estrada de ferro do Recre a Ca-
xanga, p. diado liceofa para construir m dea
vio que partindo do Ambol. va as margena do
Capibariba.I o forme o engentieiro Oscal da es
(raiU de ferro doslecife a Caxioga.
Galdioo Antonio Alvea Ferreira, pedrado qoe
ae de baixa nos apparelhos da Companoia Reci-
fe Drainage, da casa n. 21 da ra de Pedro Ivo.
I forme a loiendeacia Municipal do Recife.
H-nriQueta Mara des Saotoa Los pedindo que
seja aduailtido na Colonia Saota Izabem um en
timo meoor.(ndefendo.
Ignacio Paes d Souz-i iarna. sentenciado, pe
din-o urna certido.Remeindo ao presideote
Jo Tr buoat da ftelsfao para temar na conside
rajao que merecer.
Joao de Araojo. ajudan'e do admini3trador da
Casa de Ueteorj.o, pediodo trea mezee de li
cenga. Sim.
ijaqciil de Barros e Silva, praca da guarda lo
ca deC>>rua pedind'i ap-seo alona cjm oa
veccimeotos a,a;oe lera d.relio.Infjrme o ins-
pector.do Tnes'uvx).
Joaquim Amonio Pereira, pedindo para ser
i-'. uii::a lo o apuarelbo da casa da ra d'Asump-
gao n. 1 Sira, a cootar do mei de Janeiro pr-
ximo vindouro per diante.
J;o .'elix da Uruz. aeateLCiado, pdindo para
ser pusto eta lierdade,-Informe com urgeccia
o l'r. juiz de ireilo da Coma'Ci de Foresta.
Jco Jos .de Sarros, preso, pedindo certidao
da dala de sua priso,Ao Dr. chefe de polica
p-'a fazpr entregar ao aupplicade.
Jjse Candido da S'.lva e Delpttno Floroccii da
| Silva, guardas locaea, pediado faosf-Tenoia pa
i ra a corap.nhia de : ivuiiana.'Veabam per in-
I ter"iedio do comrxiiano ifjral.
Minoel Apolinano S. Tiuago, pediodo paga-
I meuto doa niugoeis da casa que 6erve de cadeia
| em Podra Tapada.Prev que a casa e.-teve ser
I viodo de quartel Jurante o lempo a que ae re
! fert*.
Macario Nig e antros, aetitenciados, pedindo
pagamento de aaaa dianasSfl tera lugar em
vista dodiapo-'o ao a:t. 3J do decreio de l?. de
Kovetabr; i 18*l. e uo aviso do ministerio da
.U'rra ue 19 de Ou'.obro de 1835.
Bacbarel Hodolpio de C-irvaitio, pedindo para
sv eticamicbi'U ucea fieiiijao ao minmerio da
Ijtstiga.Ecaminhe ae pa^aada o sup^:can o
pjrt-' na reparu^o dos eorraios.
Secretarla no Estado ce Pernambueo,
lera 2S de Navembro de 1891.
O porteiro,
Hemeterio M. da Silva.
Rspartico de Polica
2* se : lica do Estado de Peraambooo, 28 de No-
vembro do 1891.
IIIm. Exm Sr.Participo a V. Ezo.
que foram hontem racolhidos i Caa do
Detonlo oa aegnintea individuos :
A' orden do subdelegado da fregnezia do Re-
cite. Manoel Joa de Oliveira, porcrime de furto.
A' ordem subdelegado do 2* de S. Jos, Jao
Roberto Nepomuceoo, por disturbios e Migoel
Jos de San'Auna como gatuno.
A' oriipcn do subdelegado da Boa Vista Heru-
lano Jos r.o Baoirii* Santo por offenaas mora I
publica e Joao Baplista dos Santos como aliena-
do at que possa ter o conveniente, destino.
A' ordem do subdelegado da Magdalena, Virgi-
nia Ferreira da Silva por effenaas a moral pu-
blica,
Ao Exm. Sr. Coronel Dr. Joa Mara de
Albuquetquer Mello, M. D. presidente da
Cmara dea Deputadoa em ezercicio de
gobernador do Estado.
(Assiznado) O chefe de policio interino
mxjor i./endino de Olioeira Cruz.
Coraniaado superior
QooKel do Cnmmando Superior da Guar-
da Nacin! do Kecife, 27 de Novem-
bi>* de 1881.
Ordem do din n. 149
Ifwendo hoje a tarde aasumido o go-
veruo do Estado, oa qualidade de Presi
dente da Cmara dos Senhores Deputados,
na forma da Constituido Estadoal, passei,
por iaso o exercicio do commandante au
perior da Guarda Nacional desta capital
ao coronel commandante da brigada de
artilharia, Francisco Antonio de S Bar-
reto, por lbe comptttr, o que fa^o publico
para es devidos fina.
Josa alaria de A/buquterqui 8 Mello.
Coronel cjmmandate superior icteriso.
Comoiando superior
lartel do Commando Superior da Guar-
da Nacional do Municipio do Kecifa,
27 da Novembro de 1891.
Or.iem do dia n. 150
Entrando ne3ta data no exerehio do
commando superior da Guarda Naeioaa!
deat capital, que, por incjmpatibilidede,
cntrego--me o Iilm. Sr. coronel Dr Jaa
Caria de Albuquerqne e Mello, dou co-
nbnaimento dess emergencia a mesm
Guarda Nacional.
Oontinuatn em vigor todas as ordecs
at boje est&beleciJss.
C;rr;', Franchci Antonio de S Bareto
DIARIO DE PERNAMBUCO
Tcli-Kramniu do Contrecsa
O Congreaao do Estado, reunido hontem em
sesso extraordinaria votou a expedic&o de um
telegramma ao Exm. marechal vicepresidente
da Repblica.
O telegramma, segundo o que fai resolvido,
leve a aegointe redaegao :
A mesa do Congresao do Eatado de Pernam-
bueo tem i honra de cornmuoicara V. Exc, que
em seaso de boje sereeolveu, que o mesmoCoB-
gresao dirisisaea V. Exc. o seguate telegratnma:
O Senado e a Cmara, reunidos em Congres*o,
scientea de ter o marechal Daodoro reaignado o
cargo de presidente da Repoblica e de haver-de
V. Ekc, ni qualidade de tfM presidente, assn-
mido o respectivo cargo, contia no alio patriotis-
mo de V. Ex;, e espera que a ordem e loerda-
de ferio mautidas firmes e inquebrantaveis, nao
fu na Capital Federal, como em todos o i Estados,
qoe roastttuem a L'.iio, providenciaado para
que nelles sei>in observadas e reapeitadaa aa
suas leis constucionaes, condi^es indispenaa-
veis t feli'tidade da Unio e engrandecimeoto da
Patria. *
A cordura e os coo:eltos elevados que se eu-
caraam nease telegramma, fezern honra i repre-
senUcao do Estado.
A^aspiragao qoe traduz, um nroducto de ver lera!.
irega de criminosas entre oa'Atados e no ar-
tigo 63 n. 4 mister deolarar : < denegar a pri-
so e entrega de criminosos, etc.
Do modo por que esli redigidaa taes dispo-
aicaa no projecio de coostituicio, parece que
se trata do instituto jurdico da extraiicco, pro-
priameule dita, tomada esta palavra no sentido
techni:o-po(itico qoe tem.
Ora. conforme o artigo 6i do projacto, os es-
tados nao podem celebrar entre si ajustes e coa-
vengOes de carador poltico.
M>3 a exiradicjao um acto de carcter es-
encialmente poltico, o poaeo** tdr regar por
va dipomatica; e cs nfto tartaoa relagdes de
naturrza diolomalica entre os uqssos differenles
estados. E' preciso, p.ojs. altara- a redaecto de
taes dispoaio5es e oeste sentido odereco as allu-
didaa emendas.
Neste posto, a conatituign argentina, embo
ra empregoe a mesma palavra, nao d neuhum
lugar a dividas no sen artigo 8 quaodo dix :
a ex'.radicgao doa crtmino3os de obrigaco
reciproca entre todas as proviociaa.
A constituigao americana, porm, nao falla de
extradit\ao, dizendo simplesmente no artigo V
l n. 2 ; todo o iodividuo acensado em qual-
quer estado de traico, felona ou outro crime,
que escapar das mos da jostica e for encostra-
do em outro estado ser, a requisieao da autori-
da ejecutiva do estado da tode aa tiver evadido,
press e entregue ae watfslo ajoa Waau jarisdiccao
sobra o crime.
A cotuiitufgijo da SM|sa toa declara no ar-
tigo 67 que a lrgi*arjfc fadjral estatu sobre
a ex'radicgio dos accoiadfes a im canto par a
outro; todava a>extraa1ecao nao pode se tornar
otrigatoria para oa dTictos.polticos e oe de im-
prenta.
Mas alm de que os noases devotos polticos
o da alfada da juanea federal, accreace que os
oaatOea soiseos podem concluir tratados excep-
cioaalmeste (artigad* da coaatituicao federal)
de carcter potinco com estados estraogeiros,
o que nao permuto o projecto em discuasao.
Coosegauitemente nao podemos ter no caso
extradiccao, no uso commum da Imguagem ju-
rdica.
A emenla que na aeaso constituinte eu cue-
rela no sentido ds se eliminar da Conatituico
a palavra extradie^e-, que deapertava ideas
capazes de levantar na pratica muitas duvidaa.
nao folapprovada.
O Congresao Constituinte manteve cesta parte
a palavra com a disposico do projecto primi
tivo.
Diz o meu illuatre collega, deputado pelo Es
lado da Babia, quo desde que os Estados nao
podem celebrar enire si aja: tea e con vengues de
carcter poltico avi8ta do art. 65 n. 1.* da Con-
stilaigo Federal, a idea de extradiccao deVe aer
excluida, on ao menos a palavra nao exprime a
mesma cousa quando se trata de relagoes entre
paiies estraogeiros sob o ponto de vista dease
instituto do direito internacional penal.
Ora nao ha dovida qne nao se pode aqu
cogitar de traalos fetos pelos Estados entre si.
A propna Constituigao Federal, fonte do pro-
jecto, cas suas disposigas que ja cilei, ob-iga
formalmente aos Estados e ao Dislric'o Federal
fazer a extradicgio des criminosos que no seu
seio se teobam porventura refugiado as justic s
dos outros Esta ios on do mesmo Districto Fe-
dadeiro patriotismo, qae nio albeio o peito
peroambucaao
Si esp:ra do primeiro magistrado da Nac&o-i
daquelle a quem ella conferio a guarda daCooa -
tituigao e dos direktcs dos Estados na mesma
consagrad w, nao iato urna expectativa extria-
seca da di'nidade e doa deverea do cidadao pre-
sidente da Repblica.
Correcto julgames, pois, o acto do Coogresso
do Estado.
E taoto mais o consideramos aseim, quanto
nao desloa elle da coriezia que ae deven mutua-
mente poderes indepeodentes pelaindividualida-
de autonmica, mas qu3 se prendem pelo lago
da collectividade nacional.
Dir-se ha por ventura que comprimento de de
veres pao se solicita.
De accordo ; mais, Dem Uto foi formulado,
nem ca esperaoga que se acceoluou, pode dedu-
zir-se outro seotimeato que nao seja a cooauga
de qos o presidente da Repblica, no exercieie
desse alto cargo, nao dsixar de 3er a que qusr
que elle seja a Constituigo.
Nasto contia o Coogresso do Estado.
E iato o externou patriticamente em seu tele-
gramma.
COMESSO .1400141
Cmara dos Deputados
SESSAO EM 7 DE OCTUBSO
DE 1891
DISCCSSaO do projecto de le aceeca da
fcxrBADicg-Ao de ca misosos
O Sr. Juo Vlelrst-V. Ex: v, Sr. pre-
sidente, que sou obrigado a oceupar a tribuna
oeste momento, nao sO para responder ao dis-
curso do nobre deputado pela Baha, mas 'an-
bem para apreciar, tamo a emenda que S. Exc.
ap:esentou, como a apreaentada pelo alustre de-
putado pelo Rio Grande do Sal.
O projecto em dis:uaso o elaborado por
mix de acardo com a lluatre cotnmi?sao de
conaituigaa, leaislagao e justig e especialmen-
te cam o seu illustrada reatir o Sr. Leovigildo
Pilguetras para substituir o primitivo que tive a
boora de apresentar e merecer parecer favora
vel aa mesma commissao.
E I'tem por m dar execucao urna disposi
gao cocstitucional, a do artigo 34, q. 31, que
ueclara competir privativamente ao Coogresso
Nacional regular oa casos de extradlcgao entre
oa estadoa, sendo certo, como sabis, que a nos
aa constituigo federal lambem estatu no artigo
66, n. 4, que defeao aos estadoa denegar a ex
tradisgao de criminosos, reclamados pelas justi
gas de outro3 estados, cu do districto feeral
segundo as leis da Uulo parque esta materia
ee reger.
Eiti liualre cmara sabe quando se discuti
oa ses-o constituate do Coogresso Nacional
eese assumpto. que tive a banra ae pronunciar,
na se;o de 28 de Janeiro d.-a'.e acno, um li
gelro discurao sobre aa materia* crimioae3 coa
udas ao projecto de con utu gao, in.ljindo ob-
aervgcies sobre o ponto que ora se diacute.
Redigl memo emendas referentes e dlspo?i-
g5;s citadas, que constara de urna parle do mea
discurso que traascrevere por occasio da pu
t-iieaco das novu3 observagOes que estau fazea-
di:
Oufas emenda? que vou aoresenta: se rej?-
rem redaegao do artigo 33 a. 63 e artigo 65 a.
4 e tratam do que o projecto denominou de x-
tratiafio.
Peiiao que oo artigo 33 n. 36 se deve d;zr:
regular o proceieo de requisigi, prisas e en-
Entretanto, devem a'rcastoar que nao exacto
que se possa verificar a exirtdicgio de crimi-
nosos em vlriude de tratados.
Desde qoe se trata da extradiccao entre go
vernos de paizes estraogeiroa, fOra de quesio
que sendo iodo estado >obare*ko, a extradlcgao
embora se poa-a realizar ea vtfUd de recipro-
cidade, na aasencia de qutrquer ajuste interca
cional, Btretaoto so pooo ecr abMgato ia quan
do urna coovuncao vineolA oa trates ou repre-
sentantes do poder pawtee e aacicaalidades
iffereotes.
Maa o mesmo aso se t r*is rstagoea internas
de urna > nacionaltdade, das urna coofederago ou asm feaerago, coma
a nossa, pode existir ou 4b.' de txtstir (ca-
lado.
N-ate ponte M aa^nplca He lodo.
E' assim qu* eos Eatadtw (anides da America
do Norte, embora nio se falle em extradicg&o a
Lla de requiaicAo, priofco e wtrega oo crimi-
noso ao Estado que Icnbs jerisaicoao sobre o
crime esta consignada oa respaotiva Conalitni
gao Federal, sem abl se alledir.a Halados.
Na Coosttugao argentina tainbeai se falla de
exiradiegao sem (pna)r*arB agema de tra-
tados.
A questo de extrarTicco de erisainosos na
Saisaa. diz SAeglilz, nm acrutor rus se. regu-
lada pelo Conserbo Federal, desde que se trata
de relagee entre os eanies.
Ha actualmente 483$., 're-a leis em vigor se
bre a questo que nos oon|t\ : lai principal de
4 de Jutho de I85S, ai o Q casi a pelaa leis de 24
ae Jutno de 150' c de 3 de Ptertro d 1872.
Nw-se que 9, art. % da Coerstituigo suissa
declara queexoepcionalmeote os cantees con-
servan o direito de oncluir com oa Estadoa
eetraogeiro3 tratados sobr *jectos concernen
tea a economa publica, ralagoea de visiubanga e
de polica ; nao obstante estes tratados nada
dwam comer eou rario confederagao ou aos
direiios de oatros canlOes.
Mas apesar desta dtsposigo aue faculta a ce-
Ubr. cao de tratados, o art *'j da Cunstituig&o
de 1-8 de Setembrd"-d9*Sig repstrdo no art. 67/
da nova Constituigo fe 29iele Maro de 'Ti, dis-
Leque urna le federal estatu sobre a extra-
diciio des acensados de um caniao para nutro
todava, a eitradicgio nao ae l le tornar eb-i-
gatona para es delicio.- polticos e os de iin
prensa.
Aquit pota, tambem nSo se falla de tratado
para tornar exequivel a extradiego.
Na Allemaoba. por'P, em vanas pocas, a
extradiego lem sido regulada entre os diversos
Eslados confade:aioa, ora por tratados, ora por
leis federaes.
A83im dizem Weiss e Louia Lucas, repetiodo
Bernard sobre um ponto especial que nao muda
para nos a face da questo que discuto :
* Depois dos tratados de 1815, a dieta germ-
nica de 1819 estabeleceu em Mayeoga urna com-
miss&o central, ten do plenos pudpres para re-
querer a exlradiojo des indinoa indiciados
em manobras ravolu^Marias nos diCTerentei es-
ta'.cs da eoafederaco gamanisa. Em 1832 e
em 1836 a Prassia asupr/loo om outroa E nados
allemea a entrega da seu't refugiados polticos
e mu decreto IMiral^srrslnieo dt 10 de Agu3to
de 1836 sobmetten ao mesuro procedimento todo
o individuo prasumido cvlpaio por ter partici-
pado de urna manobra, tendo pir objectko at-
tentados contra um dea soberanos allemes 00
con'.-a aexislencia, i wwc,it<*te, a constituigo
ou ategurauga do aa dos E;ralos confedsra-
ios. xiH, a le fsd.rol ge 21 de Jjnbo de
1869 regatos a exiradiegao resiproca n'esses
Est-idos confederados* eem exceptuar de suas
dispjug.'s ( 21 a Ir) os refugiados polticos.
A apph r'.o ae anas diasasvgoss foi facilitada
depois pila pronlulgacao da uoi cdigo, uaiao
para tode o aieno alexia.
Dessa referencia 83 ve" r .e tanto a lei como
o tratado tem scwido paryi t-atsar exequivel a
extradiejaa entre estados "federdos oa confede-
rados e ao m?*aio ttrnpa qua nada ti-m a uni-
dade da le peual com o instituto da extradie-
go ; ao contrario, a mesan untdade da lei eera'
determina a necessidado fai'ajae regule a ex-
tradicgaj entre Citados foefader-adoa e facilita a
execugao desta.
Nao el sepolerei, fallndome o lempo,
1 acompanhar o illUEtre depatado pela Babia em
lodaa as uas observgOea e apreciagOes sobre o
projecto, ao menos ca ordeai em que ellas foram
feiiae.
O nobre deputado referio-3e ao principio do
art. 1 do projecto ou antes reda:go dessa
parle delle. Mas abi nao ae faz maia do que re-
petir aa duas disposigoes constUucionaaa relati-
vas ao objecto de que se trata. lito co foi fei-
to de modo inconsciente.
O projecto 00 principio do art. 1 emprega
as expressesEatado e Districto Federalre-
ferindo-se a estas entidades polticas de modo
geral, porqae si cento sjue a txtradicgo de
criminosos deve ser reclamada e sauateita pelas
autoridadea judiciariaa, nao e menos cerlo que
indispensavel a iotervengio do ministro da jas
tiga no districto federal e dos governadores ou
presidentes nos estados, que Hcara) resnen-a-
veis por qualquer abaso a que deem cansa como
infractores de urna lei da unio que visa a exe
cogi de diaposigdss conaiitncionaes.
Easa intervengan, repito, indispensavel para
facilitar eino para tornar exeqoiveis as extradic-
ges de criminosos.
Sei que ao menes boje poda se considerar
como fura de questo que a extradiego enire
estados diversos, mas perlencentes urna tede-
rago ou confederagao, deve ser objecto de aitri-
buigo do poder jodiciario.
&' este o destdtratum da sciescia moderna,
mesmo sob o ponto de vista do direito fcterna
cona! penal, quando ae trata da exiradiegao ea-
trs nacionalidades distinctas.
Bernard em sua grande obra sobre a extradie-
go e que merecea a honra de ser corooda pela
Academia de Sciencias Maraes e Polticas da
Franga sustenta essa iia do modo mass bnlban-
te e convincente, mostrando qoe a extradiego
deve ser um acto da judicatura e nao da diplo
macia, regulado por urna le universal organiza-
da mediante a intervengan de um congresao de
representantes de todas as nagoes.
Com maioria de razio isto deve ser assim
quanto se traa de estados federados ou confede-
rados.
Mas ainda que o papel do poder executivo no
caso seja secundario, a iatervengo, quer do mi
nistro da justig no districto iederat. quer dos
governadores ou presidentes nos estados, na re-
quisigo. priso e entrega de inalfeiiores indis-
pensavel.
E' indispensavel a intervengo da administra
gao para facilitar as communicagftes, auxiliar as
prisOes. prover a Jimentago dos deemoa, mi
uislrar meioa de transporte, providenciar sobre
a coadocgo e entrega as coodigOes desejaveis
de promptido e seguranga. etc.
O illustre deputado pela Bania parece que de
algam modo descobrio urna certa antinomia en-
tre o facto da unldade de legislago penal censa
grada na Constituigo para a unio toda e a exis-
tencia do instlalo da extradiego que a nossa
mesma Constituigo federal adoptou.
Entretanto, pens que nao ba cootradiego
alguma da parte do legislador constitaiote Da
adoogo e coexistencia d'essas insti'.utgoes.
Urna cousa nada tem cema outra; Bada obsta-
va a que se admittisse a extradiego porque a
lei penal era urna ou unitaria, a razo da nao
admissao seria a qae j dei. Aqai na se trata
derJiCialago crimina!, trata-se sim de temar
effecuva essa l^gistcgo pelos meioa que a Cca-
etltaigo federal previo.
O cdigo penal tem execugao em toda a rep-
blica, mas como applicar as diaposic.'s do mes
mo cdigo penal, coa nao tivermos os meios
de obter a entrega de um criminoso para sujei
tal-o regular e opportuaamente a processo e a
julgamento*
O Sr. Moraes e BarrosParece nao haver ne-
cessidade de alterar a legislago actual, porque
a entrega pode ser eita por simples precatana.
O Sr. Joao VieiraO projecto oada altera ea-
sencialmente na legislaco.
A cmara leido-o approvado dssde a primei-
'ra discussao reconh^cc-u ipso facto etipso jure
a saa ntilidade, na forma do regiment, alera, de
que se tra'a de una le orgnica reconhecidape-
la Cc-nstituigo como j d'sse.
E agora devo dar as duas razea fuodamen
taes pelas quaes esta lei da mxima urgencia
imorescindtvel.
Podem darse dous factos igualmente prejudi-
ciaes, esde que a ei nao regular de modo ca
ro, explcito e completo os casos de extradiego
e o modo de effectuala en urna plavra, a requi-
sigo, a priso e a entrega de criminosos entre
os estados e entre esia3 e o districto federal.
Assim pode rei.li ar se o fado de recusaren!
sbuaivamenta aa autoridades dos mesmoa esta
dos qu do districto federal a priso e entrega de
um criniDoio.
Do mesmo modo pode saceles o caso diame-
tralrxeate opposlo ; iito, o abuso de urna re
quis;go sem cond;gea jondicas, promptamenta
salisfeita pelo esta:o requerido.
Ora no prmro caso ser imrossivel satisfa-
zer as necessididas da repreeso penal, desde
que o individuo reclamado nao puder ser aub-
meltido a j'ligamento e urna vez condemnado
cemprir a pena.
No segundo caso a gaUsfscio de requisiges
abusivas a pretexto de extradiego ser um at
tentado manifest inerdade individual que nos
cumpre a todos cercir das mximas garaouas,
emquanto o cidadao nao convencido em forma
regular e em ;u.'zo competente da Dropria cri-
minalidade por seatenga passada era jalgado.
Seria na Republira e no raeio de estados aa-
tonomicoa a coanuugao de um abuso invetera-
do ta monarenia quaodo, a pretexto de cnoina-
lidade, se reqoisitava e se s.tisfazia a priso e
remessa de um arjivic'ua para ponto cUastado de
sua residencia por vindictas polticas oa capri-
chos de mandes de aldeia.
Portante mistfr que a lei estabelega normas
precisas e Hxas as quaes tiquem subo'dt&adas,
quer a requisigo. quer a captura, remessa e en-
trega do individuo que efectivamente for crimi
noso oo, pelo menos, for aecusado per crime
que, conforme ascondtgces da lei, possa dar lu-
gar sua priso.
E' essa a razo por que o projecto c aecessa
rio diante da conciso dos doua preeeitcs cona-
titociooaes citados, pcis que nao admita a ex-
tradiego de modo incondicional a r.em palia
constiiucionalmenle fazsl-o cora tlolacio da de-
clarago de direitos consagrada rai outra parte
da Constituigo Federal.
Assim, eoaforrae o projecto. a extradiego dos
criminoso3 se verificar no districto federal por
intermedio do ministro da justiga e nos estados
pel03 de seus governadores ou presidentes, sal-
vo o caso de u'gencia ou a contiguidade de au-
oicipios de esa tos differentes, nos termos da
emenda c'o Sr. Al.'idcs L'rai, casos em que as
auto.'idadjs providenciado directamente entrp
si. Nao se trata de faz.r realisar a extradiccSo
do criminoso por qualquer autoridade joai-ciaria
ou po ic al, mas por aquella que for competente
para decretar a priso cu expedir o respectivo
mandado, cjao est no projecto.
A priso em virtud: do pedido de extradiego
s poder tir lugar nos casis legaea t; xativj
mente enumerados no projecto. isto e, qa.n lo a
oalureza do crime pennittir a prisio preventiva,
a pronuncia do reo der lugar a sua dt-ngo, a
condemHsgSo for a pena ae priso ou a outra
que possa ser commuiada em pn o, ou tratmr-
bo de criminoso evadidoyque e:t vase condem-
nado ou detento legalraente nestas m-.smas coa-
dieOea que acabo de ex por.
E-sai condigo-s o projesto nao poderia indi
viaualisar cqbb awi? claren e Dreciso, porque,
como sabis, devecdo ser estadoal o procesas
criminal, a lei federal nao pOde referir particu-
larmente todos os casos especiaos porventura
previstos noa cdigos processuaes dos estados
que nao esto feitos ainda, mas apenas abran-
ger de modo geral essoscasos qoe foi jucamen-
te o qae se fez.
Anda assim est contemplada a garanta da
Banca na qual se poder resolver o processo da
extradiego no territorio do bomisio do crimino-
so perante as respectivas jusdicgoes. O indivi-
duo que preso preventivamente ou em em vir-
tude de pronunoia tem direito, para defender se
e livrar se solt, de prestar Qaocarr' si a ei no
caso a admita.
(Contina).
FIYWjAS E COMMEBC10
A ltiiaco flaancelra do Brasil
(Tradazido do Financial News de Lon-
dres)
A America do Sul parece disposta a manter-sa
no seo papel de excitadora do interesse no mun-
do Bnauceiro.
Assim que ora Estado deixa de ser o t hema
da actuahdade, outro avanga logo a oceupar o
poalo.
O aollaoso da Repblica Argentina foi o pri-
meiro, na importancia e no lempo; depois veio
c Uruguay, menos avallado, mas igualmente
desclarado.
Hoje pergunta se quem ser o succeasor ?
Romureja se qoe ser o Braril, carregando ao-
bre ella um peso a9 aecusaces que fariam vergar
com effeito, urna coDstitDigo menos robusta ; e
se deve dar-se crdito a autoridade grave do
Rio Ntwa *, a rama nao vem longe.
A questo da solvabilidade do Brasil assump-
to mono serio, como pode julgar-se pelos se-
guintes algarismos summarioa: a sua divida
externa sobe nete momento a 30 milbes
sierlinos; a divida interna de cerca do triplo
desta somma, e talvez 30 milhOes tambem de
capital ingles esto consolidados no Brasil em
emprezas varias.
Nos, porem, asseguramos aos prestamistas t-
midos que oo ba raze para ter medo. Nao ha
risco do Brasil faltar aos aeus compromissos,
nem de reclamar reducgOea de juros.
Os agentes do goveroo brasileiro em Londres
dispe de fondos bstanles para o pagamento
do3 juroa por algara lerapo (for sometale lo
come.)
A sitaage finaoceira melbora rpidamente,
em especial no qae respeita a ana feigo mais
turbulenta, qae o exagero louco da eapecola-
go.
Todava, ha muita verdsde no que diz o Rio
N-:w3. > O Brasil tem mnito qae tazer ainda, an-
tes que se campram as promeaaas feitas ba an-
uos?
Qjando a revolago incruenta que destbronca
D. Pedro, surgirn gravea apprehensOes sobre
ai o novo goveroo repudiara, ou se vera na
impossibilidade de camprir, as sua- obrigacOes.
Allegavam-se as discordias graves entre 03 che-
fea do movimento revolucionario. Mas o gover-
oo provisorio foi formal nos seus protestos de
boa f.
Sanio nma coastitciglo da dasordeai geral, e
o Brasil entrn em um perioio nova de paz e
prosperidade
Nao ba dovida que o Brasil est pacifico e em
um certo sentido, prospera.
Os seus dous alicerces, o caf e oassucar, pro-
sridem e prosperara.
O Ro News queixa-se de que a3 autorida-
des deixem, inertes, que o caf e e assacar ta-
cata a salvago do paiz.
Acbam-se, conforme dii o collega, de.-ornan-
do um problema de circulacao que Dioguem en-
trale, um problema de compachias anonymas
cujes desastres ninguem pode prever, um"pro-
blema de transporte e naveg;gso cojos direitos
ninguem aprecia, um problema adaaneiro cujas
consequencias fatalmente oppressivas ninguem
considera, e problemas polticos sem numero
caja solugo se abandona a expedientes e pro-
crastinsges, com prejuizo incalculavel do com-
mercio e da industria em toda a repblica.
Ser porventura excesslvo iato ; mas o facto
que o Brasil, embora vergando ao peso de diffi-
culdedes de polttiea interna, se acba lntetra-
mente habilitado a solver todas as sua3 respon-
sabilidades, e pode, portanlo, deixar-se-lhe a
elaborago de todos 03 problemas indicados pela
Rio News sem a intervengo de credores as-
sustados infundadamente.
A aflirmaeSo de que o Braz infil ivelmente
far bancarrota, si cao proceder a urna reforma
rpida e radical das suas leis bancanas de cir-
culago e de impostas, succedendo lbe o que suc-
cedeu Repablxi Argentina e ao Uruguay, deve
considerarse como urna exjgerago de males
que no entretanto pxistem.
A peior feigo das cousas foi certamente o de-
lirio da especulago no acao ou annos anteceden-
es.
Apossou-se do Brazil um perene si declarada
para a l'ormago de compaahias. e iaimabilisa-
ram-se capitaes fabulosas em objectos, par ve-
zes, sera duvida, solidos e prcmettedores, mas
ou'.ras vesea desvairadas.
Isto teve realmente um bom efl.to ; tronxe
luz da circclago vastos capitaes por muita lem-
po inertes: ma3 tambera enfraqueceu e exauno
o Brazi! com a especulago destinada.
Durou bastante para tazer um mal cansidera-
vel, e para provocar o desgosto e nquietigo dos-
observadores menos interessados.
Comprazemo-nos era altrmar qa? esta onda
de especulago j consumi a sua forga. O me-
Ihor que se pode desejar ao Brazi! um periodo
de administrago sabia, e de emprebendimentoa
judiciosos, para explorar 03 seus vastos recursos
e a sua riqueza anda cocsideravef.
Situa?5o do Paraguay
Segundos dados officiaes colleccionad03 pela
Legagao Brazeira em Assumpgo, a receita ge-
ral e despeza d'esta Republisa r.03 ltimos S
annos, feram as segnin'es :
Receja
9 9oo.799.7G
I 4.0U.S61.49
5 3.472.15488
4 124.674.31
1.736.112 92
i
i
Despeza
1.602.268.33
1.304 579.26
1.243.239.08
1.302.449.89
2 116.337.37
1886
1887
1888 i
1883 i
1890
Dorante este periodo, apre3enta a receita um
augmento progressivo nos quatro primeiroa aa-
nes e no ultimo, pelo contrari), urna diminuigo
de mais de dous milhOes de pesos forte-.
A receita comparada de3pexa mnsira no zazo
de 1886 um exc-dente da i 1 353 491 4i, no au-
no de 1687 de i 1.641 932 23, no anno de 1888
dea 681.203.19, um dficit no anro de 1889 de
3 128 122.66, e anual, de > 1.506 317 92 no anno
prximo paasado.
A divida interna actual do Paraguay sebe a
5 9.9.4(8 084, papel, e a divida externa a----
j 4 038300 touro) tendo sido os juros da divida
externa p*?0fl regularmente na praja de Lon-
dres.
A pop.jlago da Repblica hoje calculada em
430 000 habitantes, como certifica o chele di re-
partido geral de estaiistica.
A imni-i^cao nc> anno de 18S0 foi de.......
i 2 725 611 99 e a exportago de 901 589 09 qae
p efazeui 6 5.627 200.99
Os direitos da imporiago fe rara de..,......
_









IKftO

t



i 890.451.18 e os da exportagSo de 162.964 76,
prodoiiDdoa somma total de t 1.183 435 94 no
refer lo anao de 1893.
As forjas de trra constara de doas mil aete-
oeatas praces, dititriboidas pelas armas de ca
vallarla, oraotaria e arti lana, compando se o
corpo do exe'rcito da quatro geoeraes, 16 co-o-
aeia, 10 teaenles-coroneis, 8 majores e 47 offi-
ciaes.
A forga naval coasta unicimente da caohooei-
ra Piropo, compoodo-ee o reanectivo corpo de
um eapitao de traeata, dous ofliciaes, tres guar-
das maritilus-e 186 mariabeiros.
Eatraram no Paragaiy 1 406 immigrantes no
auuo prximo fin lo, procedeotea: da Italia 505,
(lespanha 309, Franca 275, Allemanha 118, Suiasa
39, America do Norte 26, Blgica 34 Inglaterra
24, Argentina 20, H-llanda 18. Uruguay 14 Di-
namarca 7, Suecia 7, Per i Kusa dous e Chile
dous.
Oa beneficios coocedidoa iaamigragao espen
tanea pela Repblica reaumera-se naa segura-
tes:
Passagcm gratuita a cada familia d" agricul-
tores desde o porto de embarque oa Europa al
Montevideo e d'alli a esta capital.
Exped gao directa de bagagera e fardo? entre
guea ao lugar da partida, ni Europa, ao cnsul
paraguayo do po-tu do embarque para evitar os
gastos de traabardatneato e visita d alfandega
em Montevideo.
Alojament'i e nitrico par conla do estado na
hospedara d03 mnigraatea dorante os cinco
das seguintes chegada, e transporta gratis dos
immigrant.s e bagageas al ao poato do destino
definitivo.
Os instrumentos gricolas,ferrament3s do ofii-
ci, sem-ntes, trastes, roupa branca e vestuario
lero entrada livre d; d reitos, assim tambem
urna espingarda de caga para cada immigran'e
do sexo masculino.
Um lote de 16 quarras (12 hectrea e 1/3) .
Concedido em plena p-op-iedade a cada {anilla,
EOb condigoes declarabas mais aaaixo.
Cada familia que se a.aos-a na colonia do Es-
tado das 16 quadns cima mencionadas, rec?b?
gratuitamente ao acto de seo estaelecimento
todos os instrumentos de agricultura necesarios,
sementes para o primeiro aono, um vacca de
leite com seu bezerro e balho, conforme oecessitar.
Os immgranlea qu; tiverem perlidoogaso
destas vantagtns, deverao trabalbar cioco aoaoa
no terreno concedido. Depota dos c lapsa d-
tesopo, recebeaa os ltalos de, proo_i->dade, bem
camo os certificados Jai aniones. Nao pode k:>
vender nem os anima s recibidos nem o terreno
antes da prazo disposto p lo presente artigo.
Cada familia eatabcleci, a em qualqaer colonia
da Estaio, na3 coo-iigea piecedeotes. tara di
reita de adquirir outrus tres lotes de trras camo
mai; canvenha pelo prego de un pe-o a quadra.
Aim dos beaeficios sapramenc;,aido3 o ^o
varno conceder um premio consistiado em lote
ou dous lotes d.- trras, fts familias que se dis-
tinguirem pelos seus cuidados e tplidoea agrco-
las. Distribuir taaab-'m um premio de 10 pesos
por eadi milbelro Je a-vort-s fructferas planta-
das pelos coloaos us suas trras durante os seis
primaras anuos de seas ts'.abelecimentos.
Os colonos licam iseat .- de todaaconlribuigJo
directa durante o p~azo de 10 aooos cootados do
dia da posse pela competente autoridade.
Diario de Pernambuco Domingo 29 de Novembro de 1891
Fora-Ihe melhor ter vivido neasa poca( Veio i mesa e foi approvada, depois de ora-. commercio, a Aisociagao C imsrcUI rennio-u
do que na nossa ; as suas maos fidalgaa !rea- os s- Drummoad e Pernambuco, e3ta ou- hantem para o fim de resalver a atti-ode oua
nao se prestam a guiar as multidSss. O -^f1'?ft llJT ? Sa?*do coa,!lde *eve a.!!8Um'r em fiCe da tuel ordem de cousa*
diinnn Umutn nmn irramla J, Um a J01 DePula(-d3 Par. reunidos em Cao- -
duque causou urna graade decepcao aos! greaao, telegraphar ao inaremal Flan ano Pei-
conservadoras, um pouco por culpa pro- *oto declarando que, saieote de haver elle assa-
epoca
pria, mas mais ainda por culpa da
em que vivemos
Sob um rgimen absoluto teria sido um
ministro de muita importancia.
s seus livros, os seus artigas divul-
gara theorias iotsresaantes, n'um estylo
elevado e correcto.
O Segredo do Reii teve um merecido
euccesso, o que prova que o duque de
Broglie sabe escrever historia, mas que
menos capaz do a fazar.
III
Camillo Doncel
Nasaido em 1807.Eleito em 1855
Urna verdadeira ligara do sculo X VIH.
Olhos brilhantes, caballo3 qua parecem
empoado8, ohysionomia animada e urna
bocea zombeteira, em que o riso o a ma-
licia sSo temperados pela boadade Tolo
o conjuncto de um homem feliz e
merece sel o.
Mu:to, mesmo muito espirito, do
vivo, do mais francez : promptidio,
<, philosophia, observayo, e'xfim,
os docs raros, ainda nais uteis para
mido a presidencia da Repblica por ter resigna
do
mais
gra-
tados
viver
que para praduzir
com os horneas
obras d'arte.
As suas comedias, espertas, fozam lom
brar tambem o seculo XVIII. O verso
fliiio, e, muitas vezes, humoriitico,
dssliia alegremente, como um ribairo ar-
gentino escapo fonte pura de Begnart
ou de Sedaine.
Vindo a Pars, rioa apenas de espe.-an-
5as, de illusSes e de espirito, empregou
eeta arma, nica, mas preciesa, em sus
tentar a lucta pala vida, de que ainda
eato so nae falava.
Nascido para vir a ser academiao, Ca-
millo ouet nao falsaou a sua vocajo ;
o resto obteve-o pauco a pouco : trium-
phos de th^-atro, elevadas unccSas admi-
nistrativas foram por elle consideradas
com > degraus da esoada de seda para a
jaaella d sua cara Academa.
Apaixonou-se por ella aos vinta annns,
e_anda agora a ama com urna ternura
viril, que faz delle um admiravel secre-
tario perpetuo.
LITTERATRA
Academia Franceza
i
Ernesto Legonve
Wa8cidj em 80l. Socio em 855
Um Lamartine de pau.
Um velho alto e migro, sempre barba
do, algumas vezes affavel.
Protege da melhor vorjtade os que ca
carecem de proteeeao. Filho do autor do
Merecimento das Mulheres foi esta o nico
titulo, com que entrou na Academia.
Seu pai tinha esaripto.
< Cah de j aeios aos p3 do sexo a
que tua mai pertence.
O fiilio segui'i o conselho e escreveu o
Elogio das Mulheres.
Se as francezas n."- possuem seno este
trabalho para facer supprimir a lei slica,
ainda teem muito que esperar.
Foram lidos os seas romances ? Igno-
ro. O que sei qae nao foram relidos.
Aesignou, porcm, de collaboraco com
Scriba urna bonita comedia A Batulha
das Damas.
No tempo era q'ic ee anda ee enthu-
siasmava, Legouv e.ithutiasmou-se peia
Biat.n.
Ella representa! a Medea, que a espi
rituosa iacUel se ticha negado a inter-
pretar.
Legouv oceupa se preseatemente de
esgrima e de dicyao.
Deve-ae-lhe um livro sobre a Arlt de
ler cirretamente, feliz precaucSo para os
que lerem as obras do autor.
do o cargo o marecual Diodaro, protes'.a a *ua
adbesao e espira de seu alto patriotismo tolas
as providencias no sentido de strem respeita-
das a ordem e lib.Tdade nos Estados, obs.rvm-
do se as lea oa-titecioaaes dos mesmos.Al-
meiia Pernambuco.
Passou-se ordem do dh :
Foram approvados em 2.* disenssao, sendo
dispeasado do iote sticio, a reqaerimenta do S.\
Druuamond, os fe,'aiotea pareceres, orando o Sr.
Penaiibuco sobre o de n. 80.
N. 75. Da 2.* commissao, aioptaodo com
emendas a resolacio iniciadi na Cmara dos De-
putados pelo projecto o. 41, i-eutando de impas
tos esudaes a fabricado Jas Gamesde Araoriai.
N. 76. Da 3.* commissai, adoptando com
emendas a resoluto iniciada ni Ciraara dos De-
pi.tidos pelo p-ojecto n. 81, d spensanda de m
postos e^talaesa fabricas desloadas explora-
yo de industrias desconliec daa no Salado.
N. 77- Da 3." commissao, adoplando s'm
emendas a resaloco micia la na Cmara do; D:
putadas pelo Droj-cto n. 8, concedendo um au-
que i X lio de o:i.'00U!)-J ananaes nara a manu'enca
ue um estoOeldcifla oto ylrutb.rapice nesta ca
pml, cam urna S'.rgao apropriada ao tratamento
1QU rbica, eeguuJo o metuolo propbiUtico e
curativo le Pastear.'
N. 79. D. 3." cornm; fij, BJoptaadb sera
emendas a resolo^ao inici ida ta Camira dos Di-
putados pelo projicto a. 4S, auto'isa: lo a con-
tar-se o tem.ao em qae este/e fo:a Je sua cadei
ra, at- ser reintegrado, o professar de Baique,
L-onirda B'zerra Pessaa Cavil :auti.
N. 80. Da 3. Coanissa, appravando com
emendas a reolujo iniciad i ua Cmara dos De-
potadas pelo p.-oec'to q. 54, loroaodo vitalicio
o la^ar de ava'.iaior da faz na do Estado.
Nada man ba?eudo a tratar o Sr. presidente
evanlou a sesso desigaanla a seguate ordem
do da :
Di'cussao aoica do psrecer n. 81, 2. dos de
as. 84 e 8a e 3.' dos de os. 7o, 76. 77, 79 e 80.
CmaraA' sessSo de nootem, prendida pelo
Bxffl. Sr. desembarador Ccnsianttno Jos da
Silva Braga, camp.ireceram 19 Srs. d-putados.
Lida c approvada a acta da aatecedeat).
O Sr. 1- secretario dea cata do segniute ex-
pe iie ote :
Olli::o do Exra. S-. coronel D-. Jas Maria de
Albaqu-rque e Mello commuoicando hav.^r na
quilidade de president da Cunara das Deputa-
dis. assumido a admiaistraao do Estado, de
coof.rinidade como art. 48 u. III da Coas.uui
(lo pol.lica.Iuieirada.
Oalro do secretario do governo, remetiendo
comp^lentemeate rerer^odadas, carao leis os.
19 e 20, as resolacO^s iniciadas aa Cmara pelos
projectos 03. 30 e 47, o primeiro autoruando o
governadora cant-aciar com a Comoanhia In-
nustrial Assucareira a lunJaco de trez usina-;
e a segunda determinando que as obrizo-s
estab.'lecidas nos coatractos celearados entre o
de Olin
Todos ob annos, por occasio da dis-
tr;buy5o dos prsmios litterarios, no3 re-
gala com um disaurso que um primor Estado e particular; para illoutaac&a (
da seatimeato, da bom gosto. Elevou 'd-. ,-;UdrafSU Cayinaa e Jaboatao, p;
da tal maneira a sua pasicao acalemca,
que j nao um secretario perpatu > ;
urna embaixada, urna pasta de primeiro
ministro.
As suas sa'as, presididas por urna mu-
lher de talento e de rara diatincyao, sao
hoja um dos refug03 da boa conversa-
yo franceza.
N.->s sala3 da nossa A:ademia
urna perfeita harmona. E"
houva
reina
que sa
m ('ligamentos iaesparados, finas e
brilhants replicas que fzeram da arte de
bem falar a primeira de todas as artes
em Franca.
Gamillo Doacet tam pr;stado serviyos a
muita gente e creado um razoavel numa
ro de ingratas: mas elle fiage nao dar
por isso e aeguramsnte nao se arrapende
do bem que fez.
REVISTA DIARIA
II
dique de Broglie
Xascido em 1821. Eleito em 1862
A Academia, que tanta opposiyo fazia
30 Imperio, aabecdo bem qua e Imperio
a celxaria BOcegaria, oSo se atreve a con-
trariar a repblica, da que tme a3 impa
cieociaa.
Deatinavam o :-remio biannal para 03
grandes estudos histricos do duque de
Broglie, e nio ih'o darara por que
j'iraas'as protestaran) contra esta favor.
Jai Doque nao tem direito a ter ta'.eato.
Pois o duque de Broglie tem no, e bas
:an*e, em litteratura. Em poltica c dif-
Cereate; mas nj &2o fallamos aqui de
poltica.
Este fHalga fai por muito tara?) o
derai, ou o que se 1
'.m liaguageni menos rac^nianao chou
na Acadaa.ia ao m smo tempo que
:. Na nossa epooa paoifica os BrogUe
trocaram a espa 'a pela pana; contaram
doa3 acadmicos vivos no seu se:o, como
t.cl am costado do is mare-ahics de E
imultaneamenti.
O duque de Broglie o prodacto mais
periaito ia caltur-a. inteilectual. Nin^aem
ihecfl melhor do que ee a arte clebem
:'..'[ r e de bem escrever em francez.
Nesta familia a litteratura atting:o as
supremas dignidades.
O pai do duque acta! cisou cora ma-
demc2elle de tal para prestar homeaa-
gem .0 talento da escriptora sua m3i.
X2o teve de que arr,'pender-se. A du-
0l ie^a Albertina de Broglie foi um snjo
9 belleza c dotada do todas as vi.udcs
emi. "Das-
q ^ 'aque Alberto, filho d'esta joven sc-
nhora n^ egUE'a eu Pae cm valor po-
ltico. ,
Durant. septenaoo foi um primeiro
ministro bi atante decorativo. Os em'aai-
xadores e-t. "angen a admiravam o sau ar
ducal e a su'a palavra seductora. Bas-
tante altiva, c mo todos os Broglie, teve-,
e conserva ainaJ. psra com as ser horas
as n abres e revortrtea maneiras de om
fiialjo do tempo dfj Luiz XIV.
Ele'to multo rcoco anda, teve asssnro
sea mar : ;> pin mio a
-,\,e .- do Estado, nisto adiarse do
CongreMo do Kniiid-Kuacaiooou em
sessao especial do <-d;|:io da Cunara, sab a pre-
sidencia ao Exm. Sr. Bario de Catar, serviuda
de 1" secretario o Sr. Estevo de Olive:ra e d-2
o Sr. Gaspar de Drummaad, presentes 26 Srs
rep.'es.-ntantea.
Erara 2 horas da tarde quando rorura iniciados
os transaos, obtendo a palavra o Sr. Miguel Per
nambuco pan j latinear urna propjsta tidgila ao
Esra. Sr. Marnnil presidenti da Kepublica, a
proposito-doa ltimos acontecimentospoli'.ioos do
paiz e particularm-nte teate Estado. "
O.-uram oa Srs. Itigu ira C sta, que apresentou
uma emenda, Ayres Bello. Faustino Porto. Per-
nambuco outra vez, Estevaade Olivera, M.l't e
Urommond, sendo apprevadaa a proposla e
'.-tD ala.
Por forca do resclvido exoedio se ao Sr. Ma-
recha! Fioriano Peisoto nmielegrararaa as se-
^uiotes termos:
A tesa co Coag:es30 do Estado de Pernam
buco tem a honra de eomrauaicar a V. xc. que
:m seaso de h:j' se resolveu que o mesmo Coa-
trresso, ee dirigase a /.Esc. o segoime tel-^-
graaama.
0 Senado e a Cmara dos Diputados, reuni-
dos em Cangr-s?o, scieates de ler o Marechal
Diodaro resignado o cargo de presidente da Re-
pual ca e de aver V. Exc, aa quali ladede ice
presi leote, assnuailj o resoectivo cargo, confia
ao alto patriotismo de V. Exc. e esnera que o
ordem e liberdade serio mentidas lirmes e m-
qn b:aataveU, nao t na cap.tal Federal, camo
em todas08EsUd03 qae coastituem a Uiiao,
provideacianao para qu; n-lles .pjam observadas
e respeitadas as suas i ;is e governos oonstitaci
ia8, coadiccio iadispensavel falicidade da
iij e eograoJ-Mmento da Patria. .
o Sr. Esteva) de liveira josufi -aa u:n projec-
to que dispensan 'odas exige nealaes
foi approva'o e convertido em decreto proro-
gaodo por 10 da; a a tu -.i a -ssao do Coogreaso.
E.-am 4 liaras da larde qoando fai leva.,
ao.
SeaadoEffactaoo a sua 7:1 < sessao, soba
in si; o :ia do Exm. Sr. Bario de Caia-, tanda
irecide 8 S:~ sei a lores.
Foram li ha e approvadaa eem debate 33 actas
io 1 23 das reaoiOaa de i'j
0 Sr. i" aecre'.ario proceden a leiiura da se-
.u a xoe Mente
rn officlo do co:onel D-. los Maa de Albu-
qoerqao Mello, comaaaicanio que qo da 11 do
$3 6 doras da tarde.de roofaraaidade
com o art. 48 o. 3 da (.; instiln.'cao Poltica, com )
o goveroador effacUvo dt3-.'ibarfiaJor Jos Anto-
nio Crrela da> Silva e estn tesovlce-
aader eleito Ba'So de C e o presi-
dente co Seaado !).-. Jos Sanano de Souza.lu-
lo.
Oijt.-o do eecrelario di geverno devolvendo
exerap'a-ea a; ; pelo
jocarrent^e a las od as.
19 e SO.iateirado s archives'.
Ou'-ro do 1 secretario d Caara rio- Diputa
dos comraumcaodo q-ie em sessSo de 27 faram
aa as eraenias fet?.^ pela Senado ao
projecto n. 33, (orcameoto da receita e despeza
da K liado para 1892).Intairado. -
Poram a itaprimir os tegniotes parp^eres no
jornal 1a casa, ;aaenie, u requera ate .lo Sr.
Drammoad.
N 84. D.3"comm835aa"loptaadosememen-
Jcco iniciada ai C mira das D-pnta-
; e!o pn j;.!o n 71, (;re ilo para nccorrtr
liffi ieocia aa verba S-!gnranca Publica .
N. *Z. Da 3.* ;mnHsso adoptando seo emen-
das a reeolncAo inicia la na amara dos Depala*
lados pelo prejecio n. tf5. (aaJio supnlemen-
tar).
U S-. Drnmmond juitificou a seguteti n'oaos-
t?, que nao foi acceita. ha vendo oradu o S.-.-Per-
narabuco : Proponb que o Senado de Per-
narabuco, pelo or a Cama*ados Srs. D :pu ados a reunir 8! tm
sao diaria em Gougresso.atqae seja eate-radu,
a9m de tomar medidas urgentes que tenda a
garantir completamente o rgimen da le?aidade
na EitaJo Esta reoniSo ee far sera pre.juiza
das reooiOs par:iaes de c-id urna J:s C ras.
. passam a
pe.-teacer as muaicipalidadea.lateirada e ar-
dil ve-se.
ou. o do Dr. director geral das obras publi
cas, remetiendo as informadas pedidas sobre
a reclamscio frita pela arrematante da ponte de
Manea, na estrada da Vi;tona.-A' quem fez a
rtquisigio.
uu.ro da raeamo, devolvendo informada a pe-
ticao de moradares doa municipios de S. Lau
reoga da Muta, Laz e Santo Antio. que reque-
rem a coastruega. de uma paote sob'e o rio Ca
pibaribe as prosim dides daestagao de T.aaa.
A' quem fez a requisicao
Peticao lo eageaheiro Piulo Jas deOliveira.
leclarando que a emnresa que se propaeaor-
ga usar, d: applicagao u'agua com tVca motriz
para lias indastnaes, neotiumi eoanexao tem
com entrado da Cjmpanhu do B;benb?.-A"
commiasa de obras pualicai.
Achaao-se sobre a meaa, foi lido e a iupri
mir um p.-reaer aob a. 309, da commissao de
oaraa publicas, inleferado a petgao Brow:s
4 C, que requeteaa diversos favores para con
strujgao de estrada de ferro que ligue as j
existentes neste Estado, o que ee propa a (a-
zer.
IVda, foi a imprimir um parecer da commia-
, "% ao de redaegao, redigiqdo o orojedo n. 35, que
orja a reciMU t despeza do Estado para o txer-
cicio de 1892.
I'issaadose rdem do da, foi approvaia
em 2'discusaaoa emenia apresentada na 3 do
projecto n. 18. que antorisa o eove-nalr a coa
tratar com o coaamen lador Antonio de llamos
Jnior a iocorporagaa de um banco co'onal e
hypotbeaario, tendo orado os Srs. Faustino Por-
to, Estevo de Oliveira, Francisco Amyataa e
M.let.
Aloptado o p-ojeeto-e-n 3.' discu.'85o. emen-
dado, fji rem^.tido comm ss.o de redaccao
tendo oa S-a. Faustino Pono, Telles Janior, H-r
culona Iiinleira Baulitreau e Milet enviado a
mesa a a-darago de haverem vota lo contra o
projecto-
Posto em 3 di.scuaao o projecto 0. 6 do Se-
nado, orn o Sr. Milet. juiticiado e enviando
mesa uaa substitutivo que foi approvado.
A requenmeoto do Sr. Este So 1e Oliveira fi-
cou a dis.ussao altada par 2i haraa, reaolveo-
do-se larabem que o substitutivo fosae imoresso
00 jornal qae publica os traualnos da casa.
En seguida, o Sr. Estevo de Oliveira, como
1. secretario, p-oie-leu a leitora de umoffi^io
do 1. secretarlo do Seaado, convidando era na
me desie a Cmara para com urgencia funcio-
nar em Coagresso.
Aceito o convite pela Cmara, oflhiou ae neste
seatilo ao Senado e 01 levantada a sessia,
dando o Sr. presidente para urdem do da a
cootinuaejo da antecedente.
Seo proroaarla Por decreto do Con-
gresso, em ua aesaao de Uonteui foi prorogaia
a' 10 le Daz-moro prximo a actual essao le
gislaiiva do mesmo Giugresso.
W<>*i(ieM areparatorlai do Con-re*
F auaixapub veamos, dirigido ao Exm. Sr. gover-
nador do Estdo conecam essas sessOes uo da
2 de Dazembro prximo.
TelegrammaProcedente do Rio Data 27.
Sr. gove-nador do Estada de Pernambuco.P. co
pnbhcaca iraprensa do segolnte :
Estando convofli U para 18 (iroxima miz Da
zembro r o ii9 1 es raordi lana coogreaso nacio-
nal aa inaa da Caara dos !)
putados devera co negar no dia 2 da mesmj
rae: na forma do art. 11 do resrmento interno.
O 1." Vice-pres.deale.Astolpha i'io da S.lva
Pinto.
nr(or!a PatriaU.n nosao amigo c velho
1 iote nota
A II- :J32 Jo livro 10, capitulo 1, das Me-
1 Per lambucoa li ,1 aegaiate
noticis qje vas >ejo, redactor, inal
na v )j Pei I Bbgia .1 i- d :o72
na (nal Bt-R* D. Padre 3 ral, disse,
qae para evitar a deaadea a qui a fall 1 de na-
va ao eomnisreio de Pernamb
perm tt'a qa: re cnnbasst a^al m da ese uju
gis a csniagesj tm oairai partes, fai insulta la
nesta provincia (eataa capitana) em J-ana de
1673 a casa de oaubda, ea um e 1 II u qje ,
existe na fn a j de S. Fre Pedro Gaacili
na rui que conserva o no oe de na di jl
alo previa a loexpe lidoi os
vos regulam=nios eai alvars etc. :c coaio dos
n que ae acoam registrados na T 1 -
: Paxeoda diista provincia onde foram
coosaltiiaa nelo autor la ditas manas m
> na s'iS.
con ua.iii ap.Tl#r la aaarda
narlana-Ka cons.qaeii aa de hiver Mu-
exerciaio da Roveroaior da Estalo o
e neste sontido expedio alguna telegrammas
para a Capital Federal.
Faeuldade de uirello do meelfe
Comecam amanh neasa Facnldade os actos
oraea da sene, em turmas de oito esludaotea
Eia o resultada das actos hoatem havidoa na
meama Frculdade :
... 2* anno
Joaqnim Julio Ferraz Menlea, Manoel Xavier
Paea Brrelo e Aprigio Carlos de Amorim Gar-
ca, plenamente.
Joao Innen de Araujo, Abdiaa Bibiano da Cu-
nba balea Fi ha e Joo Jos Lopes de Albuquer-
que, simpleameate.
c 4aano
.Fraoklin A. di Maraes e Silva, plenaraente era
martimo c comraercial e aioipleameute em
civil.
Flaviaoo Honorato Rib^i-o, plenamente em
coramercial e simpleameote em civil.
0:ynpio Syrapbronio dos Saotos FalcSo, pie-
mente eai c.vil e siraplesaente em coaraer-
cul.
Custodio Asclepialea de Maura, sirapleamente
em commercial.
Lidislode Miranla Casta, eimpleameate.
5o anuo
P orto de Menezes Nigueira, plenamente.
Jou da Muta Racha Figuciredo, dem em eco-
noma e proeeasj e aimplesmente em admiaia-
trativo e prali a.
eocleciano afies de Oliveira, plenamente
em economa e siraplasmenle naa oatraa ca-
deiras
Arlhur Furlado de Albuquerque "avalcante,
plenamente em administrativo e simplemente
naa outras.
Augusto Leonardo Salgado Gairita, simples-
meiite.
Femada Nenbora da Concelciio
U ja pelas 7 horas da noite princioum na raa-
Ira da fr. goezia de S. Jase, as novenas de. N >a-
sa S-nhara da Cooceigao, cuja fcata tera lugar
ao dia 8 de Dezeaibro.
A irmandade do Santissimo Sacramenlo, au-
xiliada pelo Revm. vigario da mesraa freguezu,
pade Juo Machado, exforga-se para que es-es
a:tos leaham a deieocia que exige a religiio da
Virgem.
Os cantiejs sagrados e os versos f5o entoados
por senboraa que a lato se preatam de boa voo-
iade.
llavera depois das novenas bengao do Sanlis-
aira Sacramento.
EsnnaeM primarioa-.Va dia 2i do cor-
rale procedeu se o exasoe na esi o .1 publica da
1* caleira do sao Esnono dafr-ga-zia de S^
Jaie desla ciJade, pre tente a comm s-j exami-
nadora, compo.sta de delegado luterano cap; )
Juvencio Anrellana da Cunha C-zaredocm
missar.o propasar Joao Ferreira Vilella de Arau-
jo e da professora da cadeira Anna Laurioda
Varejo Barbosa, faram examinadas as aluaanas
seguintes:
1 grao
Olindina Muniz Tivares Sant'Anna. Adelaide
Candida de Si, Maria da Gioria doa Santos Si
queira, Mana Brasilina Bandera. Mana Paulina
da Silva, Elvira Rosa Vianna. Zimira Nala
Pinheiro, consideradas muito adian'adaa.
Adelina Laura da Raaa Cruz, Ejtbalia Maria
de Lima e Leonor Mina Ribeiro Saares, consi-
deradas ad:aataias.
2" grao
Maria do Carmo Bezerra de M.. Rila dos lu-
jos Callado, P.-isia Ferreira d'Asjcuiaga, cansi
deradas muito adiaaiadaa.
L?opoliina Araada Barbosa, Ama'ia Flora do
Espirito Santo, censi leradaa adiaatadas.
3 grio
P:ilomena E Gangalves Penna, Miri-i Cindida
Sampaio.Landelma Alves de Souzs, Mina 0:in-
dina Rodrigues B e Ana Berca-dina Ferreira,
pprovadas.com dletincgao.
Sob a presidencia do respiclivo delegato
Iliterario, foram exarainados os alumnos da 3*
cadeira do sexo masculino da freguezia de S.
Jos desta cidale, regida pela professara Leavi-
gilda Maria da Silva Cordeiro, sendo examinador
o professor JooJas Ribeir* de Mouraes.
O resultado des exames foi o seguate :
Io grao
^ Leopoldo Pe-im d)s Santos Anlr Vianna de
Carfaibo e Jaio X ivi -r da Chagas, adiaotados;
Jao Esiaoialau de S raza, p^uao adiantado.
2'g-5o
Joo Fraucisco da Purilicacao e Antonio Leal
Ferreira de Alnuquerque, a anlalis.
Benrao de imafjem Heje pelas 4 ho-
raa da larde a mesa regedoia da devogo de
Nossa Seihora da Baa Marte erecta na igrjji do
Ca-mo pretende hzsr a bengao de sua exaelsa
psdroeira, era seguida ser caolala umi ladai-
nha a grande o-cnestra em louvor a mesma Se-
nbora, liuahaaado o acto com a beigao do SS.
Sacramenio, licaado a mesma iraageui tres dias
em exposigo.
Berrean va A m|i talonea Esla SOCie-
dadeabre boje, os seas saiaa a um reereio du-
olo que de esperar aeja bastante animado.
Tribunal do Jury do Becife II ;-
'em nao funccioaou es.e Tribunal falla de ju-
rados.
A'a II horas da manh proceden" se a verilica-
go daa cednhs e ;. chamada geral, campa
reaendo apenaa 2t jurados.
Aseaso fiaou addiada para amanha as horas
do costume.
Riiieira.i a B >iio\ directora desla
empreza atienta a regularidale do recebimento
dos juros garantidos pelo goverao federal, re8ol-
veu facoltar d'ora em duote divideado semes
tralmente a seus accionistas.
Por esle motivo est pasando em sua sede,
ra Duque de Cixias n. 7i o Io dividendo de
6 |, ao ai.no do semestre ndo a 30 da Jaoho
prximo passado.
Grande Lotera do Becife A !.
gran le loteria extraordinaria do Recife, cojo
oremio maior de 503 entes, segando no3 af
firmaram os eocarregados de sua extraega, cor-
rer imprelenvelmente no dia 21 de D.-zembro,
veape-a do natal.
A Uiesourana da mesma loteria dispoe apenas
de um pequeo numero de bilneles o que ainda
mais confirma a declaragla de que a refererida
loteria nSo ser transferida, pagando o thesou-
reiro o doraro ge isso nao se realuar,
Imporlante e bem organisado, o plano da re-
ferida latera, qae far a felicidade da pr. ferido
da 8orte, merecedor do apoio e da conn'anca
coaa qua o pubco o tem acolhido.
CoaeerioNa dia 2 do mez vindouro a si-
gnara Julia Praodi, coalralto da txlincta cempa-
nbia lyrca, realisa ura grande concert em seu
benelii-i i.
crlme da ra do uangelAo tcli
celoso delegado da 1. distncto da capital
axradectmcs a rem?ssa de um exeraplar im-
pre-so cooteado a loog e indiciara recapitula-
gao ao mqn ;ir.o eito sobre c crime da raa do
i', mgel.
V:n >r r-ornamburo Es vapor do
Lloya Braxileiro tc.iao sumi aoatem de Para
cera aeste paita, e maah nro-
aegoir sua viagetn para o sol.
O vapor EMpirito Manto -S hoie, 2S
> do Rio de J n aro.
Operaroea clrnrgrae-Fo"ara pratica-
das uo tiospi.al pearo II no da 28 do cerrent
ia legnintea:
Peto r. Vieira da Caaha :
Extlrpaeio de oateoaa da regio snb-orbita-
ra di-cita.
P-lo Dr. Berarlo:
Enudeigao do gl. no ocular pi>]o processo de
Bar st, in uca ia p ir opbt.il uia .-y. aptica.
7 1|7, na matriz de Santo Amaro de Jaboalao,
9cla alma de Jos Joaqnim de S Brrelo; as
71|2 horas, na ordem 3' de S. Franciaco, pela
alma de D, Mana Magdalena da Fonaeca.
PaMagelroa-Sahidoa para o sul ao vapor
americano Segurarrga 1 :
Dr. Sigismundo Antonio Gongilves, 1 filho e 1
criado, Dr. Virgilio de Castro, Dr. Julio de S,
Jos Gaagalvea da Silva e Cunha, Fernando de
Castro R.Knk, Dr. Joo A- Cableante, Dr. Ao
tonio Barbosa de Souza, Joaquim de Aguiar Cos-
ta Pinlo, Dr. Eugnio de Moraea, Amer-co de Al-
meida Velloso, Marinho A. Gaimarea e Maooel
Jos Martioa e sua senbora.
pecioria do dietricto marlit
oao- Recift. 27 de Novembro de 1891.
Boletun meteorolgico
3o 1 a
-loras 0 G5 gS Barmetro a gao | O Tenao do vapor a 3
H- ta
6 m. M',7 737-20 19 67 80
9 27.2| 738-01 2018 75
12 27-8' 73'J-SS 213a 77
3 t. 7-6 735-15 20 86 73
6 27M 756-01 20,18 7o
Temperatura minma 2i,"25.
Oita mxima28 -50
Evaporacao em t horasao so[5",3 ; som-
ora 3 "2
Chavannlla.
Direcgo do ventoNE d meia noite at 1
hora e 35 minutos da manhS; NNW al 1 ho-a e
50 raiuuios da manh ; NW u 6 horas p 9 ni-
nutos ; NE at 7 llorase Vi minutos ; NNW at
8 horas e 1 minuto ; ENS com nterrupgOes ci
E e NE at meia noite.
Veocidade media do vento5,"33 por se
{tundo.
Nebttloaidade media0,78.
Boletim do porto
*3 Dias Horas Altea
... - *- .______ ... ^___
B. M. 27 deNavtmD ?. M. 27 4. M. 17 P. M. it 75ti da maoh 1 33 da tarde 8-23 2-16 da manh 0 "51 2. "02 0.-3 2-02
Cata tiss efenrAvMovimento o prr
ios da Casa de Deiengao do Recife, Estado c e
Jernambaco, em 27 de Outub.-ode 1891.
Exisiiam 373, earou 8, sahiram 7, eiis-
tex 316
A saber :
Nacionaes 336, mulheres 18, estrangeiros 22
-Total 376.
Arragondos 29a.
Bons 273.
Coentes 12.
Loucos 8.
Louca 3.
Totai 290
Movimenlo da enfermara.
Tev bu xa
Adoir.ha Hiplito da Silva.
Teve alta :
Jao R 18 GalvSo do Amiral.
HoRpuai Pedro 11 u movimpnto desie
estabelecimen'.o de caridade, do dia 27 de No
vembro fai o seguate :
Exisiiam 5y7
Eut.-ara.ic 15
dicoo to profundamente a ooaaa organiaago
politico-socia!, o paiz inteiro preciaava goaar de
toda calma e ealabilidade para firmar a soa obra
de regeaerago, pequeaos grupos peliticos, im-
buidos de velhos prejuzos ou desvairadas pbaa-
tasiaa nao Irepidam em plantar a anarebia, con-
tanto que triamphem as suas aspirage3 pura-
meoie utilitarias.
No momelo actual da poltica brazileira, o
norte deve sr oo tanto innovar como conser-
var o quo est frito a costa de tanto desinleresse
sacrificio e abnegago.
Urge, portante nao deixar o povo illudir-se
com ealea sophiataa da imprenaa e da tribuna,
urge mo8trar que as pretengoea desies fazedores
de rfcetorica sto em antagonismo com aa ne-
cessiiades sinceras da democracia, se ouer que
o Brazil seja, j nao diremos um Grande paiz,
mas am paiz liabitavel.
Todo Dora ci-Jado deve camp'm'H-ar-sc de
que ( necessaria nao conservarse inactivo em
face desae movimento desordenado, que parece
presla a submergir todo o nosso stock de ins-
tiluigoes; de que 6 preciso reagir contra esse
partidariamo imprudente e insensato, que nao
sabe elevi-r-se cima de epbemeras deposigSes,
du que urge por um dique a essas correctos re-
volucionara?, em coj.s aguas vi envolvidos
a aquellesque prelen'Jem governar sem o assen-
tiraen'.o do paiz, quando a primeira condigo de
todo ^overuo respailar a vonlade nucional.
Laclando pelo rgimen da legaiidade, por
amor A ordem, justija e tolerancia, Pernam-
buco -acta pelas suas gloriosas tradieges e ele-
vadas acpirtgoes ; a cauaa do nosso passado
e do i.nsso futuro que est tm prova, cabendo
ao governo tater um appello a tolas as forga3
vivas do Estado para que estas prestem patrio-
ticam-nte o seu auxilio manuleago da ordem
publica.
ECPS D\ SEMN4
612
Sahiram 8
Falleceram 3
Existem ti
612
visitadas a.-: reapectivas ealerujai
Foram
asios Drs.
Barros Soariaiio? 6 I|2.
Simiies Bar oosa s 10.
Berardo a 11.
Aodrade Lima a 9 t|4.
Joaquim F-.-lippe s 9 1(2.
Augus.o Pessoa s 10.
Pontual as 11.
Fernaodes Barros s 9 1,1.
Arnobios 10.
Vieira da Cunha s 9 l|2.
Bast03 de Oliveira s 10.
O cirurgio dentista Numa Pompilio entrn -
8 l|i horas
pnarraaceuiico ent-oa s 9 I2 oras da ma
iba c saino as 3 horas la tarde.
O ajudanie do pharmacenlico entro s 8
la manh e sahio a,- i da tarde.
Loieria do aaranho A 5' sene
la 6' lotera deste Estado, cujo premio grande
* de 300:0004000, ser exirabiaa r-o dia 2 ce
Dazembro (.quaria-feira.>
Lioceria do Estado do Crata-Pfrt
A 5a serie da 49'lotera, deste Estado, cu a
areraio grande de 250:000*, ser extrahid a
no dia 3.i>' Desenbro (sabbaao).
Cemlierio PublicoObituario do dia 27
do correte:
Honorina, Pernambuco, 6 mezes Boa-Vala-
espasmos.
Mana Damingos de Jess, Pernambuco, 90 an-
noa, viuva. Santo Antonio ; cacbexia senil.
Ballima Francelina, Ro Glande do Norte, 40
aooos, solteiro, Reaife; padecimentoa chroni-
CO.
Jao, Pernamburo, 1 anna, Graga : bronchie.
Canuta Maria, Peraambuio, 33 anuos, solteira,
Boa-Vi-da; aloamiourla.
Mana Jo.>na de Jess, Pernambu:o, 23 an
nos, solteira, Boa-Via'.a ; loberculoa pulmona
res.
Maria Rasa da Silva, Pernambuco, 33 anooa,
viuva, B.a Vista; cancro do estomago.
COMMNICADOS
^ervieo miii'ar-Hoie superior do di
R capitn Mjgjln?a, e taza roads de visita
Bxm. Sr. co-oael Dr. Jos Maria de A'bnqu-fq e
Mllj.ent-ou na eseraletd do cammaodo sape^
or ua guar la nacional oe- u:l comm.anlane da brigada de k/ttlbaria Ffao-
cueo An'ono de S Brrelo.
iloedat de praan -Eo man Jado casa da
moeda, ';U 1 nio em ttwse mais ma.la de prata
at que o cambio attioja a taxa de 20 d. por if,
bam como casa de amo-tiz-ijo que suipeu
desae o iraco das natas dr- 301) rea'
de nr o m > vi>ar ndvs do 1^)00.
A alfuaaega rucebsi oriem tambem p^ra qne
nao coatihue a tro'-ar por moedaa de prata, mas
sira pelas de nitk'.l e bronze, aa notaaque fui
autorizada a sabstitair.
AMociacA C*naanereSai-Em virlul
dos ultimo melos que teem neste Ba-
lado laagada certos rCsiOJ no sen de nosao
om snbal o no do li' batolho.
O li" bataiua de tafaatarla dar a grahrnico
da cidide. *
Uniforme n. 3.
Amanha superior do dia o Sr. major
Lauretro e lora a ronda de visita um subal-
ttnto do li' baiaiho.
0 2- baialbo de infamara dar a guarnidlo
da cidaie.
U .1 formen. 6.
UeiieEITectuar-3c-h5o os SEguinas:
Tergafeira:
Pelo agente Silreira, &s 11 horaa, ra da Da-
teas o n. 9, de urna tuverna e sea cont mdo.
Pelo agento Martina, o meio dia, de predio3
e terrenos.
faaebreaSerio celebradas
Amanha:
A'a 8 I/? h>raa, na matriz da Escada, pela al-
ma de ja. M.nael de Barros eSl a.
A's 8 horas, na capella do cemitero, pela al-
ma do D Jas Beato da Cuaba Figueiredo; s
Depois do dia 15 Je Navembro de 183'J ledo
ciiado brazileiro tinha razo para acreditar
que a acgo da norsa palmea, ia d'ali por diante
girar em lorno do principio : Pax oicis el victo-
ribus.
A illosao. porm durou pouco : cm breva mui-
toa daquelles que as vsperos da levoiugo
promettiam pi e tolerancia, explcsiram em
odioa e injurias e dorara paolo a tola ordem de
vingtngia e perseguigi
A experioacia dos fados acn':.!'.', toda a
p-ud^ncia e moderago alim de cena iguir se a
rtcjociliagao entre os geue-csos combalentes,
mas deaccnfeecenJo as ligOt-: da historia, 1
tos sem caima e sera reflexo, ignorando oa
liagindo ignorar que os eoveraos das revolu
tiadas nao tem sena neceBSidade de apa:
sobre os elementos de estaaidade da -
e maii do que is!o, espirites movidos lia tmen-
te pelo desejo de vingarinjuias e satisfazer am-
b ij:s, nao tiveram ba3taate civismo paraca!
focarem o inlereaae pessoal e curvaren se ao
imperio da justiga e ao rgimen da legal:
Em vez de honrrem a imprensa e a tribuna
com a linguogem da verdade, em vez de procu-
raren) justificar a sua maseira de ver e da sen-
tir com a lgica dos acontectaentos, s fizeram
trazcT para a tela da discusso ease todo de pre*
juizos e de paixss, qae podem produzir a for
tuoa de um ambioso, ma3 que certameote nao
constituem as armas daquelle lypo de homem
p.l.lica, que oa Iota visa mais aiguma ecusa do
qae o exterminio dea vencidos.
Em um labor inf.-uctaoao de re!aliag8es, em
urna campinba encarnigada de desaggravoa, em
um coostante incitamento a planos to trealou-
cados quaalo tenebroaos, e3 em qae vio gaatan
ao o sea lempo e a sua acgo aqueiles que cm
poltica collocam as impaciencia da demora cima da ntegridade
dos principios e da liegao das acontecimentos.
Ao pasoo qae; depoia da revolugo, que mo
Revista de coHabora^o
1 POR
AT7*0 & JynotUS
Scuhaeio: Cychnes polticos. M ita-
^oea do scenano. A paz e
tranquilidad^ Altos eb.uxos.
A sorpresa como qualidade
inherente aa I5ra:ilriro. O
Braz: uma verdalcira eor-
preza.Para-toxo de um alle-
mSo.O embarque do brieso
2 batalhSo de infantera.
Contra ordem.Denuncia con-
tra um typographo. Effeitos
de nm d Us artistas do y-
rico tramam conspiragao.
Fra da Patria.A disso'ucao
des presepe3. Cangao dos
presepistas.Concert no Car-
los jomes. O Fecha fecha
?!
Ainda cao se havia inteiramente resta-
beleciio a caima em o nosso mare mii/-
nuii potico ha pouco tao revoto pelo
eyclnne da dissolugo de cmaras; inda
era o no=so centro sccial faava se, dis-
cuta u, intrpretava-se por mil formas o
golpe de c!ava vibrado pelo poder ejecu-
tivo no legislativo, o qua! poz de pernas
para o ar o congresso fed-ral ; mal aca-
bava ojfo elctrico de nos trausna'tir e3-
tas tantas cousas precedidas e segaidas
sempre do sacramental chavaapazetran-
qulldade; ainda cao se dissiparn de todo
a nuvem negra qtie ebumbrava os Iiori-
Boates patrios == j o telegrapbn estava
para ahi a no= contar novas historias muito
feias a assombrr.sas para i'-s e muito
interessantes e deleitaveis para oatros.
Ainda repercurtia peles quatro ngulos
brasilico3 o 'iri'o dissolutivo ; eiada os
amigos de mam testos real havia ai acabado
de pezar as seis mil palavras dirigidas
pelo es-presidente da repubcr. aos bra-
ziieiros em gerai e em particnler aos ma-
nifesto-maniacos; ainda emiim c2a h .via-
mes sahido de uma sorpreza j cahiamos
em outracomo se estivessemos a cami-
nhar as escuras por uma estrada esaarpada
ou cheia de barrancos.
Mas j nos vamos acostumando com
esses baixos e altos, j nao mais nos sor-
prehende o caminhar n'este terreno also
e movedigo grajes aos erebos e ealectioos
deapachoa que nos estao a dar a todo o
momento o Nacional e o
n'estes ltimos tempos.
Dema8 no Brazil o que se nao faz de
sorpreza abs dutamene se nao taz de
outro modo.
E este efoitose o !ha innato;
defeito ce origem, def-aito de principio
e o que o beryo d s a tumba cira.
Nao oi tile de sorpreza desroberto ?
de sorpreza nao cahio as ur.hus do valho
mundo ? de sorpreza n2o sacad,o o jugo
portugtjoz ? de 3orpreza, isto ,por gra-
no d Dais un mime acclamacaj dos pocos
nao o Sr. D. Pedro 1 proclamad
seu imperador? de sorprez nao foi e'.le
obrigada a por a cubicada corda brasileira
na cab:'?a do seu mni amad) iho para
que oul.o aventu.reiro nao langasse mSo
d'ella ? de sorpreza nao foi esto deporto e
desterrada aos sorpreheodantes estragidos
do l de Novembro? do sorpresa, ou em
rpida e mgica mutacito, nSo foi substi-
tuido o secnario monarchica pelo republi-
cano no palco brasileiro? e com tanto maior
sorpreza p.ira aqueiles que epithetavam
de doidos, visionarios ou utopistas aos
poneos soiihadores da actual forma de go-
verno, o dos qnaes sSo hoje mai altos e
potentads correligionarios e por tanto
tambem doidos, visionarios e utopistas ?
de sorpresa mais de nm hachare! em
sciencia; jurdicas e sociaea n3o ee tor-
nou general sem nunca ter sido solda-
dos, eem nunca ter brandido a espada ?
de sorpresa u3o foi riscado peJo arOBrio
sfinecionadar um dos artigea da Consti-
tu5?.o federal? de sorpreza no nos che-
gon a nova da renunciasegundo uns, e
da deposi'sSosegundo outros, do gene-
raliesimo presidente da repblica? de
sorpresa pois e a cada momento espera-
mos tuda em nossa voluvel patria que pro
natura sua j paasou a ser uma* sorpresa
aos olhon do estrangairo embusbacado
que a todas essas cousas assisfce como quem
de camarote aprecia um meiodrama em
idioma oeaconhecido, sem ter um libretto
as m s ou una ciceroni ao lado?por asa
devemos nos ir acostumando a nao mais
aorprehenderrao-nos com essas sorpresas
que mui brevemente nao mais nos sorpre-
henderSo.
Sub marino.

unten





\

--------
5


7
+ ~r~ v*^---
'
**




'

_4
>
Diario de Pernambnco Domingo 29 de Novembro de 1891
3
Em um paiz em que as revolu<,<5es po-
ltico sociaes saccedem. se clere e conti-
nuamente a guiza d'esses meteoros nuoi-
genos que em um riiauto apresentam mil
formas, descrevem mil arabescos pela ca-
riz in.lada dos espacos,, de nada mais se
deve dnvidar e tudo se esperar, como de
pheDomaao3 que o b adeceno leis phisic&s
e eternas.
Mis a questlo que esta ultima sor-
presan.'.o cheirou l muito bem urna
certa fae.-ao poltica c da trra, ao passo
que urna outra paz as piruetas de con-
tente.
Mas por ora nao ha razSo para lagri-
mas e nem ha razio para risos.
Quem sabe l o que nos tem reservado
o teiegrapho que no meio de' tudo isso
tao prodigo se tem mostrado para com
nosco, atirando nos as maos cheiaspaz e
irannullidade .' !
Bien rir qui rir le dermer.
Por isso acarnos em nosso posto de
honra, todo ouvidos e a imaginar todas
as ri 1 i. iaios, tods as impoasibilidades,
que diffioaldadea e impossibilidades nao
s5o par uos serem de momento transmit-
idas pelo teiegrapho, procedentes de um
centro era que, por emtre paz e tranquil
lidad.i, sa operam o mais ati-icdos pbe
comimos sociaes.
E por causa do3tas e outras tantas
couss entremeiadas sempre de paz e
Iranquillidade foi que um esoriptor teu-
tnico avanyou a seguinte proposicSo :
< O Brazil um paiz singularmente fe-
lis : all todos mandara, nim^uem obedece e
tillo corre muito bem.
Realmente quem est extra-muros de
ou'ro modo nao pode njuizar dos ocasos
negocios Datrios.
*
Nao segu mais.
Foi esta a expressao de contentamento
com que, ao ser cassada ordem de par-
tida do 2. battdhao de infantaria, a maio-
na dos habitantes desta cidade manifes
tava quanro lie seria penosa a sua reti-
rada da sedo do '!. districto militar.
E eata expressio de contentamento
uobre e siacerapairava par entre os risos
de indizivel felicidade nos labios cheios
de ternuras de uns m5e, de um pae, de
um lho, de urna irmS, de um amigo de-
dicado e. extremoso...
expressamente os tradicionaes presepes,
os presepistas enviaram nos para publicar
as seguintes quarinhas que foram soluta
das no queima geral das lapinhae em um4
destas ultimas noutea :
Queimemos, queimemos
As nossas lapinhas,
J nao mais podemos
Dancar, pastorinhas.
J nao ha mais cocos,
Nem mais serenatas,
Sem armas defezas
NSo ha mais bravatas.
Forta gente esta
Que com portaras,
Nao nos deixa mais
Loavar o MessUs.
Murcharam, portanto,
Bellas pastorinhas,
As ti ires mimosas
De nossai lapinhas.
E quem duvidar
De nossa asserclo,
Ver se nao vai
Ter na Detencao,
Onde seu Ucha
Tem urna lapioha,
Em que daocar pwde
Toda pastorinha.
No Carlos Qomes realison se no dia 25
um concert vocal e instrumental promo-
vido em 6eu beneficio por Mathilie (.'e-
rutti, harpista da extinota Companhia Ly
rica.
Muita gente, muit'-.s palmss, muitos bra-
via, flores, msicas e mulberes..

O Fecha fecha o them, o assumpto
de urna revista critica theatral que est
sendo escripta a proposito do modo alguno
tanto apressado porque nestas ultimas
noKes se tem cerrado cartas portas.
E ergracado o espectculo que temos
presenciado : basta urna simples carreira
para a garotada encher gritando Jtcha
fech i.
K os pobres commeiciantes que tem o
que perder l vao fechando...
Terminamos esta revista dos aconteci
Mus a questo que os briosos defen-
sores da patria, que nenhuma culpa teem ,
deeses contr^tempus que vao pelo mundo I mentas da semana declarando que temos,
poltico, tiveram de levar a leilao, por j como astrnomos, nestes das pesquisado
dez ruis de mei coado, os aeus mingoados i o firmamento poltico e n3o podemos des
arraaos domsticos a sua nica fortuna j cobnr o que tanto turva og nosso hori-
por causa de urna tarda qu; Ibes nao sontea.
florece a mmma garanta e tanto nao j Apenas, aps urna insana investigacSo,
que os ia obrigando a urna separacao logramos divisar nuii longe os dous astros
ex abrupta e dolorosa do lar aomestico, a seguintes :
ellesque aquieszo enraizados, aqui la i-1 f% f
caram as bazes desse edificio inviolavel e
aacratitsimo a que se chamaFamilia.
Mas em tm este o fado do soldado
brazileiro que nao tem somonte o peito
para as balas do inimigo no campo da
batalha, pois que o tem tambe.m para esse3
dardos polticos que por ventura doenvlhe
mais intimamente do que aquellas.
que caracterisam bem as incertezas, de
momento hutoiio que atravee&amos
SPORT
llippodromo do Campo Grande
Tem boje lo$.ar a sua corrida.
Bonita festa ser proporcionada ao publico a
vista do programla da mesma corrida.
~ A inscripta tambera fui um feliz xito da so-
Nao ha maior mmigo do escnptor ciedade, que soube ou poude reuoir os me Ibores
Bem nos dizia
amigo Revisor :
o nosso mui deJicido
pareibeiros, e enfaxal-os como um bouquet cffe-
recido aos concurrentes.
Entre taes flores agora est acertar o olfato com
a mais cheirosa.
do que o typographo.
E qaando, leitor, elle assim peante
nos desabafava as suas velhas magoas 3on-
tra o typographo e justificava a eua inno-
cencia, para fallarmoa frente afrente ai Bastante cor-corrida estevea fesla hippica rea-
ossa consciencia, nSo lhe demos crdito lizada no dia 8 do correoH no Hippodromo Ar-
attribuimos elle, sement elle, um: *0'.ino, na qual foi disputado o pnanio Buenos
' ... Ayres, na distancia de 3000 metro3.
oerto cuchilo que tanto desviou o nosso ^ pareQg fcram dIspittdo8 com |ealdade des
pensamento e que tanto nos expo a en- j portando gerai enthu8amo e especialmente o
tica dos crticos. p.emio Buenos Ayres, ganbo de pona a pona por
Mas airara estamos convencidos dos Pampa, tiio de Ctiivalrous e Curatualan de pro
*ias aj,* ohui ___ dQ B Vilianueva, em 196 segn
seus bons utuitos de imprimir o ver- ^o
dadeiro cunho aos nossos escriptos |
que bons ou mos, teem todava grande o mando do sport acaba de ?er sorprendido
valoV pora nos com os quaes aiem de gas-. por nma decisao tomada pelos comits directores
vaioc por uos wui 4 s d3 j0(ky.c ot)3 da Austria e Hungra, em vir
tormos a pecna, a tinto, o papel, a m | lnJe de frJade8 muit0 grave8 COmmettids por
pressao etc., aiada despendemos o que o j )oekei3 da mais alta repnUgao no terreno das
((m.o chama dinheiro e que realmente o corridas.
o tempo : e estamos convencidos por-1 Surcedla que, multas vezes es eavallos favon-
c o iciuyj, *- f los cbegavam com atrazo, em virlnde de maao-
que, querendo tirar a hmpo urnas certas. bras fraadnierjtaei commeliidas pelos jorkeis,
duvidas que pairavam em nosso espritu j que SOpeavam os seus cavalloi para deixar pas-
tizemos-nos de D. Juan, criado de si, sar os dos seus adversarioi.
mssmo isto fiaemo-nos revisores dos| Em consequencia d'isto, proceieo se a um mi-
minu, iio c, iic nocioso inquento, que den em resultado saber -
nossos propnos escriptos (sem que v-nisso k j qae8tao estavam de accor
do com individuos que aposUvam contra os fa-
voritos, e que elles proprios apostavam por ou-
tros eavallos, cootra aquelle que monlavam.
Sendo necessario a:abar com o escndalo, fo
offensa ao nosso amigo revisor com quem
aemp/e procuramos estar em dia) e por
mais que etnendassemos primeira, segunda
" ,r j' i,; sendo necessario a:aoar com o escauuaiu, lo-*
terceira vez, a prova de urna dessas ulti- rjm 06 j0tkei8 manaados comparecer peranteum
Fazendas modas
Esplencido sortimento mpossvel de
descrever se tr m recebido de Pars.
Ra do Barao da Victoria 38
SEDAS
Brancas, pretas e de cores para grande
eicolha.
An Paradis des Damos
PRESENTES
E' tal a variedade, que se pede nada
co-mprarem para tal fim, sem primeiro vi-
sitarem
An Paradis des Dames
Cortes de vestidos
Em sdss, 12, e cambraia, branco bor
dados grande sortimento recebeu
An Faris des Daiss
R'cebeu
ranee.
Charutos de Habana
nova reme3ia a Livraria Gontempo-
aas chronicas o nosso imm'go typographo
(na phrase do revisor) se comprouve em
comit composto do principe Franz Anerspery, do
principe Alfred Monteouvo e do principe Paul
Iddi^ionar um impertinente ci-em um Esaterliazy pelo lado da Austria, e do Conde
aoit,ionr mu .u. Qr)L mat i Elemer Batthyaoy. do Barao Ligismoade ecb-
vocabulo em que nem por sonbos met- ^ ( do Conde Td3jllg Ft8leiieS) por parte da
tal-ohiamos. Hungra.
Assim em vez detunante=iomo es j Os juizes em qoejto^Ktiraram as licenpas^aos
revemos e juramos ter escripto, tivemos
e lerj se v com mos olhosrun-
dante verdadeiro enxerto que carcomeo
at as raizes o j ds si mingoado producto
e nossa imaginado.
Tendo ceiteaa, pois, de que nSo havia-
mossiionj o introductor ou contraban
dista daquella nociva e prohibida merca-
daria, que, tendo sido apprehendida pelos
vigilantes guardas da douane da critica,
tanto den que falar no mercado das
lettras ; e tendo sido cs os revisores da
nossa penltima chrenica, como j disse-
mos, resolvemos trazer barra da im-
prensa o Sr. typographo para que a opi-
iSo publica julgae-o como entender de
justica, em quanto que nos contentamo nos
om apontalr como o nico responsavel
pelo tal cocho, aquelle que, empunhando
a agujada lamina de um d, ferio
morte o nosso pensamento.
de
Quem for habitu do caes da Lingueta
ka de ver o quotidiaao vai vem, as conver-
sas em legredo, os risos, os gestos dos
artistas que compunham a extincta Compa-
nhia Lyrica.
IJz-;e mezsa voc-e, nter pocula, que el-
je8_oa pobres desterrados gracas ao Sr.
Paroditramam urna conspirajSoplano
sinstro e horrendocontra quem os ati-
roa, sem recursos m trra estranha.
Agora que os honsontes nlo andam l
para que digamos O unta dos diavolos esta
raroLuclo lyrica.
Agora, aqui entre nos, elles tem razio,
porque nHo se deve brincar com os com
modos e bem estar de um individuo
qnalquer que elle jeja...

Vista em vista (>s circulares que o Dr.
Chefe de Policia fea destribuir pelos sub-
delegados no sentido de estes prohibirem
iockeu Tom Buaby e R. Contes, convencidos de
terera apostado as corridas, e de terem, por io
teresse proprin, impedido que os seus eavallos
cheg388em primeiro pista.
Outros seis joekeia, igualmente cenvencidosd e
terem apostado, receberam urna admoestacSo se
vera. Estes cbamam-se Mama, Smilb. liull, Glo-
ver, Cbancller e Wooroe.
Em virtude d'esta deciso. o accesso aos bip-
podromos ficou interdicto a Busby e Coales, em
todG3 os paizes paixes qse acceitaram o regula
ment do Neicmauber Jockey Club quer dizer, em
Inglaterra, Franca, Austria-Huogna e Allema-
nha.
Esta deciso causou a maior emecao no mun-
do do turf, tanto mais que Busby, proclamado
recentemente o campeo dos jockeis da Austria
Hungra, gozava grande reputagao de bone3
tidade.
Busby declarou que nao se conformava com o
rredicun, e que intentara urna accao por diffa-
DIClO.
Quanto a Coates, ha muito tempo que eslava
desacreditado.
Os dous jockeis sahiram logo de Vicnna: um
parti para Tous e o ou'ro para Styria.
Parece que mais de vinie peesoas, perlencen
tes a prraeica sociedadeda Auslria-Hungria, es-
tilo comWimetiidos n'este negocio.
Os seos nomes sero brevemente publica-
dos. ____________^___^_
CADE1RAS
Cadeiraa com encost da lona, magni-
ficas pora viagem.
Alfredo Lopes dfe .
Gales dourados
Fitas prateada8 e honradas, a ultima novidadr
para enfeite de vestidos, grande sortimenlo de
litas de cbamalote em todas as cores e larguras,
recebeu o Basar da Boa Vista ra da Impera
trizo. 88.
iVIedalhoes de Biscuit
Tem um lindo sortimento de objectot
proprios para adorno de Salas e enfcites
de toilet e o que ha de mais banito o de-
seado para fazer um presente, tudo en.;
no biscuit
Alfredo Lopes db G.
BRINQED03 PiBA CRIANgAS
O Bazar da Boa-Vista, ra ds lmpe
triz n. 88, recebeu um grande sortiment
de brin quedos, bonecas, camas e mobilia
para bonecas.
Veloeipedes
Velocipedes para diversos tamanhos
com redas de borracha.
Medalhes de bronze
Como HAUTE NOUVEAUTE' o Baaar
da Boa-Vista recebeu urna riqusima e
linda col lee < 2o de medalhes quadros e
medalkSss amndellas, de bronze e que pro
duzirSo o maior effeito para a ornamenta
cao de salas e boudoirs. E' a primeira
vez que esses objectos d'arte vem ao nosso
mercado.
Entre as diversas allegorias, que os re-
feridos medahSes representam notam se s
do Aojo da Guarda, e as d verses flores
eymbolieadas por elegantes figuras feme-
niaas.
Ao Bi/l Di BOA-TI8TA
isto a great attraetion do high Ufe pe:-
nambucano.
88 Roa da (mperatriz 88
Linha d$ seda
Receben um lindo sortimento de linbaa
de seda em mimosas cores propriaa para
facer crochet caxina e sabidas de baile.
Fitas e fivelas para vestidos
Grande sortimento de fitas em todas as
cores e qualidades, fivellas iouradas, pre-
teadas, pretas e de diversas cares.
Cha especial
Receben nova remessa do acreditado
cha especial marca BIPLL DOG.
Ra da Imperatriz n. 88
Alfredo Lopes efe C
T$l$phon$ 214
Consultorio medieo-tirurgieoDr. Sim-
plicio Mavignier, de volta da Capital Fe
deral tem seu consultorio, ra da Cadeia
n. 27 l. andar.
Especial idade Molestias palmo nares,
tebres e da pello.
Consaltas de 12 as 3 da tarde. Cha-
mados por escripto.
Telephonen. 392.
Dr. Tavares de Mello, medico pelo Fa-
:v ldade do Rio de Janeiro, d consultai
das 12 s 3 horas das tarde, no largo de
Corpo Santo n. 15, 1. andar: receb*
t-bamaioa qnelqner hora na sua residen
ca em S. Jos do Manguinho n 4. Tele-
phone n. 575.' Especialidades: molestia
de pelle e siphilis.
O Dr. Lob* Hoscoso d consulta en
sua casa ra da Gloria n. 39, das 1C
boras da ican 1 da tarde. Achando
je fra do servigo publico offerece-se par*
acudir a qualquer chamado com prompti-
Lo para fora da cidade. Especialidades,
operai;SeB, partos e molestias de senhorac
e de meninos.
Dr. Joaqun Loureiro medico e pi.rte-
o, consultorio raa do Cabag n. i'^,
I andar de 12 s 2 da tarde i rasideneia
ao Monteiro.
Dr. Ferreira, com pratica nos princ
uaes hoapituos e clnica de Pars e Lon-
dres, d consultas todos os das das i-
'.lor-s ao meio-dia. Consultorio e resi
ierci ru.\ Lsrga do Rosario n. 20,
Dr. Brrelo ainpaio, oceulista, d coii
s-I tas do 1 s 4 horas lo 1." andar d,.
..2 raa ilarSo da Vic:or;a n. 51. Reas
a ra Seta do Satcmbro n. 34,
sntrda pela ra da Saactade n. 25.
i rogaras
Faria Solrinho dt C, drugiHtfcs por ato
odo, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva & C, deposi
arios de todas as especial idaca pharm^
oeuticas, tintas, drogas, producto ci:rai
eos e medicamentos horoeopaticcs, rita d>
Sarquea de Olinda a. ij.
Carao de preparatorio*
O bacharel J. Thiago da Fonsoca lee
aiona em coilegios, e casas particulares a*
seguintes materias : Portuguez, Francez.
Inglcz e Historia.
A tratar n'esta Eedaccuo, on em sua re
udencia ra da Palma n. 57.
riBLll AtlS A PEDIDO
MEMORIAL
CHAPEOS B CAPOTAS
Alta moda em Pariz retirou da Alfan-
dega.
An Paradis des Dames
Capas, visites e pele-
rines
De seda preta e de renda o que ha de
mais cAi'c, recebeu.
A.u Paradis des Dames
Recebeu Florida
Bicos de fil com um palmo de lar
com 2 palmos a
gura.
dem de seda preta
mais.
lOHm Dmm io Canas H.--103
Recebeu Florida
Rendas com 70 centimetros de largura.
.03 una Duque de taxi as-i 03
DEM DEVE COMPRAR
artigos de chapelaria ou flores, plumas,
veos, g' ees, rendas, etc. etc., sem fazer
urna visita
Chapelaria Raphael
onde se encentra sempre tudo quanto,
nesses artigos. ha de melhor e mais mo-
derno.
2 M 00 Baraja Tutora 2
Raphael Dias & C.a
INDICARES UTEIS
Impreiia&c* de miaba* viagen* da
ranle 33 auno* naa Hepublicait do
Kio da fruta. Paraguay e om ulti-
mo* 25 ailo no Urav.il.
BLLAS-ABTESINDOS IKIA TKABALHO.
Terceira parte
< Lembrai vos que j
vosdisse que: quuo
lo s bellas arles e
virtude, nao ha que
um pa3so dar ; e
pelos monumentos
se jolga um povo.
Pnacipe Goartcbakcff.
MinhacbepradaaPono Ale-
gre e o mercado d'ela ci-
dade.
I
Grabas a Dens f ahi victorioso na cidade do Rio
Gran la, dando assim aso ao proverbio : Tudo
chega ao ponto que se piu esperar.
K-tp axioma e verdade em tbeoria, porm mui
tas vezea a espera lio lunfa e em lal desp-o-
porrao com a brevidade da vida, que os mais pa-
cientes, qaasi sempre desesperara...
Gracas 11... a providencia conceden-nos este
favor, como um da o disso ao nosso unido ami-
go o 8tnador Viseando de Camaragibe. que sobre
a triste queatc de Jo3o Alfredo e Rio Branco. me
dissra : (I) Ten ha paciencia, Mr. Van 11 Ale.
Mas, paitaemee ao obiecto de nosso artigo.
Tendo paseado, por Pelotas, essa bella cidade,
de que mais tarde" fiJUremcs em um artio es
pecial, ebegoei a Porto Alegre 5 de Juubo de
boa memoria.
Esta capital tem om bem msrecido tituloPor-
to-Alegre I
De fado, para o observrdor da natureza, que se
extasa em contemplaros aeus intiaitos encantos,
apresenta om bellissimo panorama, que em am-
pbiibeatro se desdebra aos seos olbares maravi-
ihad%a.
Do mesmo modo qne Lisboa o primeiro da
Esropa, Porto-Alegre o primeiro d'Amanca do
Sol.
Alm disto, gosa da grande vantagem do ter
3-imporlantes corsos d'agaa, os ros: Jacuhy,
Cahy e etc., que se reonem em urna vasta laga
Guahyba que a banba em toda a extenso, pelo
Norte, Oette e Sul, vantagem favorabilissima
seu importante commercio e futarosa industria,
pela facidade que lem os navios de alto bordo
e os paquetes das liohas regulares de attra^arem,
romo nos portos das cidades do Rio Grande e
Pelotas a seos caes e trapiches.
Sob este ponto de vista, as principaes cidades
d'ejta proviacia lm superieridade as capitaes e
cidades mais importantes das repblicas do
Prata, onde o embarque e desembarque de paj -
sageiros e mercaduras sao difficeis, bavondo
occaaiOes em qoe se tornam perigosos e mesmo
mposuveis.
L o desembarque facilwi* : desembarca-se
de urna prancha para o caes. (2)
Obegado que fui capital, bospedei me em nm
hotel em frente antiga Alfandega o botel Ita-
liano.
No mesmo dia, a redacg.io do Jornal do Com
merci veio visitar-me e dar as boas vindas. e no
da mmudiato o jornal em questo publicava o
segointe:
Hospede illoetre : Desde Margo 'do anuo
passado, acba-se n'esta provincia o Ilustrado e
infatigavel batalhador das grandes censas so
ciaes, o Sr. Van Halle.
S, S. acaba de ebegar esta capital, (Porto-
Alegre) vindo da cidade de Pelotas, onde perma-
necen por algnm tempo, visitando todos os
estabelecimentos pblicos e prestando-Ibes na
impreusa o sen valioso cortara*.
Naturalista experimentado e ba 25 asnos no
Brasil, tem o Sr. Van Halle, revelladu sempre
um espirito indagador, activo e predisposto i
pratica das mais apreciaveis virtudes.
< Sua divisa : > Nada sem trabalbo.
i E, com elTeito ; os que o conecem desde o
primeiro anno em que p:sou no solo brazileiro
(1859), os que o tem acompaobado em suas ex
corroes por quasi todas as provincias do lo pe-
rio, os que o tem apreciado na imprensa, reco
nbecem o qaanto ha trabalbado por amor ua Qu-
manid ide.
Dotado de nm espirito cultive do e indaga
dor, dlaposto sempre em prol da verdade e da
iusliCB, o illiMtre belga falla com a linguagem
decisiva do aalo, e *was paHavras tem sido mui
ta vet cerno a las, qde vem ac'arar aos olbo-
escurecidos das nossas autoridades, os erros.
abuses defaitos dos nossos pblicos nego-
cios.
N3 0 comprim da n'esta capital.
Na dia seguinte ao da publteac&o desta noli :ia
do Jornal do Commersio, visita S. Ex.oSr-
couselheiro Jos Julio de Barros ento presidente
da proviacia sendo muito bem recebido por S.
Exc.
Ped lbe par* vittar os estabetecimenloa cms
e militaros ^oqaUa capital, no que me atienden
dando-me directamente, entre outras, urna carta
para o coronel Jos Simeo, commandaate da
escola militar, a outra para o coronel Frota
director do Arsenal de Guerra.
Eis abi a carta que S. Exc dirigi ao pri-
meiro dos dous personngens cima :
Gabinete do presidente da provincia do Rio
Grande do Sul.
Illm. Sr. coronel Jos Simeo de Oliveira,
cemmandante da escola militar.
Quxira V. S. permittir que o Sr. Jos Van
Halle, illustre estraogeirn actualmente nesta ca
i; al. visite o edicio da escola miliUr e suas
dependencias.
Sou com estima e considerago de V. S.
amigo obrigado e criado. (Assignado), Jos
Julio de Barros. *
Visitei escrupulosamen'e o estabelecimenio
de que tratamos e flquei agradavtlm^nto sa.is-
felto.
N* dia seguinte o jornal AEcoluciio pnblicavn:
Visite. Sabbado, cmquanto funccionavam
as aulas da escola mili'ar. o Ilustre touriste o
Sr. Vau-Hiille. em companhiu do coronel Jos
Simeo de Oliveira comman Jante da mesma
encola, visiteu em todos 03 secs compartimentis
o edificio cima.
Ilustre viajante leve oceasiao de assistir a
aula Je geornetria e em seguida expondo o lim
de sua visita aquelle estabelecimento de iridlru-
:cao mili'ar peJu ao digno director i diguasse osci-ver-se no siu lbum que torna
recomaienduvel pelo grande numero de docu
mentas subscriptos pelas principies sommidades
Ja America do Sul, ao que, S. Exc. satisfaz.
Visitas, coma a que recebeu a escola militar
sao songtiras.
Por oucasio da minh-i chegada a Porto Alegre
encoatre a familia imperial o Conde. d'Eu. a
princesa Isabel, lbos e comitiva, que ja ahi es-
. <* n bospedaaos esde aUu:o lempo uopalacio
presidencial.
Aluuns ia? dep^is de minba visila ao e?tabe
lecimento de que era director o actual ministro
da guerra, os jornaes annunciarim urna gr.m':'-
revisia, pausada p^lo ConJe a'Eu os alumno;
d wiuella esi ola.
H solv assistir squel'a fasta militar na qu^l:
dad
assim d'zer, no meii
himples i urijso.
Acbava me p> rdldo, por
da mul'.idao, qaando acabada a revista fui avita-
du p^ lo principe consorte.
Perguotou ento elle ao ccmrcaadan's da es
cola:
Conliece aquplle velho, que alli est, d1:
bonet p-eto na cabega 1
Rrspoodeu o coronel Simeo :
LODhice-o. E' Mr. Van-llilie que por ordem
do governo, ba ol^uns d a-apenas viail
estabeiei::meuio, ni qualidaie il arbi'
illee o da praia Vermellia, no Itio ile J -n ir.).
O conde aeompanbado ao direcor, la. j
cavallo n aalopee cneguado junto a nnm i l :
Ob 1 Mr. Van-Hulle, aqu em Purto Alegre !
como tem pascado '. Est satisfeito com a su
visita ao interior da escola e com o ComporU
uienio dos alumr.s.'
Respond eu :
Senbor, deve ser rj.fli diz^r ge o centrino
moxim, tendo esie estabeleciment por com
niaudaate um bomem tal como o Sr. coronel
Sime&o.
O conde retorquio:
Esi cou'cnte coronel, com o ccmpnmeoto
de Mr. Vaa-Hule ?
Replicou o coroiel:
Deve ser difficil, de no se es'.ar contente
ccj um compnmeoto d<-ste hornera.
Apertou me a mao e disse-me :
Obripario, Mr. Van Hilie.
T:ojanj03 mais algumaa palavras e nos sepa
ramos.
Desde que comecando urna pequea digres-
so, tive cccasio de tratar da familia imperial
durante sua estada em Porto-Alegre, permif.am
me os leitores, que a prolongue um pouco mais.
relatanlo ora episodio, dado per esta occasiio :
D.'corrido algom lempo, depcis da revista de
que fallamos, a imprensa da capital annunciou.
que teria lugar no dia immedialo, s 3 horas da
tarde, urna man.festaco, promovida por 8 000
colonos aliemes e italianos, ao Conde e sua fa
milia.
Como era de esperar, l acbei me am pouco
antes da hora indicada, polendo vir passai
aquelle grupo de estrangeiros, cem os seus es-
tandartes desfraldados, diriginlo-se para pala
CIO.
Collcquei-me em frente ao edificio, no jardim,
e encostado a urna estatua erigida em honra ao
Conde de Porto Alegre, um dos bravos do Para-
guay, com o m de tomar mu.lia notas.
Depois de fallarem diversas petsoas, o Sr.
Conde q'Eu jonto i sua esposa a pnnc*za Isabel
e lbos ioiciou o seu discurso n'um dupaso
bastante elevado, couseguino fazer-ee ouvir de
toda a multido.
Era um bello discurso, lembraodo odever dos
colonos para com euas familias, superiores ae
sociedade.
Raramente os bomeos de guerra teem a facili
dade de bem exprimir se.
A historia nos conta sobre este ponto que Na
poleo Bonaparte traba urna grande facilidade
de fallar e eloquencia para fallar seus sida
dos, esses vencedores de Marrngo, com o fim
de Ibes incutir animo e coragem ua oceasiao de
entrarem em batalha.
Prximamente uo meio do discurso algumas
sen horas e hornees vieram collocar *e meu
lado.
De repente urna dallas, gritn em alta voz e
em francez, crendo tal rez que ninguem a com-
prehenderia:
Ce bavard ne fine Vil pas done, avec son ser-
mn ?
uvindo estas palavras, respondi lhe bem alto
e na mesma lingua :
Miaba senbora, me parece acrivel, de mais
para urna franceza criticar o bello discurso do
Conde d'Eu.
Felizmente, das pessoas aqui presentes,
muito poucas compartilbam com a vossa manei-
ra de pensar.
E isto muito me admira, por ser feita a cri-
tica por urna franceza. *
Como se v:
L" bem difflc contentar todo o mundo e princi-
palmente seus compatriotas.
Ninguem propbeta na sua trra.
Critiquer c'est facile.
Mais l'art est diflale.
E com effeito aquelles que delinearan] a roa
planta, eomprchendero perfectamente bem a
tbese das necessidades do pequeo commerclo
de gneros alimenticios.
I'assemos descripcao.
Este notavel edicio eonstrodo em nma lar-
ga prata e em forma de om grande quadrado,
em cujos cantos esto collocados 4 torreoes.
As naredes lateraes quer internas, quer exter-
nas, -.j ronstruidas em forma de arcadas de
igual tamaito e curva, o que fai cobresahlr a
grandeza das portas rasgadas bem no centro de
cada urna das faces.
Toda a construeco feita de pedra de canta-
ra. Cada um dos arcos das grossas paredes,
possnem dous compartimentos ; os que oSo para
j exterior noj quaes se vendem fazendas, loncag,
.-ene. o-i alimenticios, etc., e os que do para o
interior os quaes servem de acougues, onde so
vendem toda a casta de boa carne verde e di-
versos productos de salohicharia.
Na interior lem dous randas reslaurants, ca-
jos pncos pod.m estar ao alcance de todos.
O espigo comprehendido de urna galera de
coumnas a outra, cob'rto por ;um terrajo, ca
roado de rica balaustrada de marmore, a qual
liga entre a osqsatK) torreoes.
O mercado atravessado por urna bem combi-
nada crreme de ar.
Nao obstante serem os quutro porlOes de en-
trada insuficientes s exigencias da arte, a luze
o fres:or all eatram em quaniidae sufcieDte
conservac&o dos gneros all expostos em pro-
fusSo qu'-r nos compartimentos do edilleio, quer
as barracis e taDoleiros da rea central.
A ar.'a n:.j:na ou grande pateo interior, nao
'.em out'a cobertura, nSo ser a abobada azul
o firmamento, permutiodo assim que o astro
eiriardeje seu3 raios vivificadores, sobre 03
productos, que i trra, nossa raai commum.^alli
conced* em profosao.
Cada um os poriOes de entrada do directa
mente par um pateo iuterno, que como ja dis-
!-mos, nao coberto.
Bem no c te pateo, que calf-do da
lageas de yedra branca de PortogoJ, est con-
uruido u'.o cbaf riz, que prov abundantemente
i'acua, io o o edilicio.
Em redor do sobredito rhaf&riz, grandes pi-
na iros elevam para o co os cimos pouteaga-
:"j < lando com suas froniosis copas, pro-
ei'ora somb'a sobre a moliidao alli ggloae-
r..du e n'um torveiii b i incensante.
Em qua-i toda a quadratura do pateo isterior,
ni torno dos piobu os e do cliatariz assomam
:::i'.a3 pequeas e elefantes tendas de cores
v inegada e frescas, de dentro das quaes os .--
Itani, vendem legumes, froctas da estafo, rola-
s. eos, piuIid, esses .>ji proiu;!s uecessa-
os vida e ao i)"m estar.
O' compartimentos sao grandes, altos, emu.
meihores b^-m divididos uo que os li'aqui.
E'ora a-pe^to garrido e fresco, o que apre-
o'.iao observa ior o espectculo da uoltidao
;:;li em movimen o.
B 'no fronteiro a fachada do norte, seprado
J) edilicio princiral beira o'.igua e no alto de
ama rampj 'cuo..; Jas docas, tkasitsalo omer-
a'io do p-ixr.
Isto j por ;i su, urna g-ande vantagem : a
. nao commuoicar aos ou.os proiactos ali-
mentares u ch iro, alias d^ag-adavel do psixe^.
Al i tm bancos de pedr e.:io expo3os^
v-uda os m ;h)res specinrms de peixe delica-
los. recados com muta agua e sempre frescos
S 1'o.u .o disse la tem a venda lodws o pro-
du tos, que o estomago e;se no-so maior niaaigo
exiire despolicasDeiit.-, como refere a Bailada :
Or vous savez, diner c'est une tKse indis-
pensable.
Mas, devo mesmo cenfessar :
Que em miub.s viegeos nos dous continentes,
como por exemplo em Londres,a metropole da
mundo, Lo ha um melhor e mai tlegaot".
Pars, a mcd-rr.a Babylcnia a css itepoito
excede sua urna o'alm Maact.a.
O famoso mercurio da Halle, titua.'o a lado da
igreja de Santo Bast-chio, e que muitas vrzes
vsiiamo3. e arlnai-amcs a a^lciBera^o de pes-
soas de todas as tlasses e toaditOes. a abaste-
cerem ,-e das peqienas provisoes necessarias
vida, sem davida urna arrojada coocepca, o#)
tanto por tua arcJtitectura, mas sim por tua^js'-
poiigio adequoa a conter e conservar todifs
espacies de gneros alimentares que poie apro-
sentar aqueleleiro da Europa.
E.le todo cotona de vidro e aberle aos qaa-
tro ventos, afim de que o a- all airele livre-
meite para rencrar o ambiente, exprlliodo o
cbfiro ;ue exhalam tantos e dilreales geaero
iRimontoados.
' A arcilectura do mercado, que nos serve de
umpto. i mais admiravel, aiam de ser to*
asada Dedra de Cantara.
E blim diaso teai a iai!jgem de estar eolle-
cado no centro da cidade. i beira do frutkjrbs,
vasta lagoa d'agua doca, qae banaa tres qnartas
partes da capital.
A' direa do corpa do edificio, tambfini sepa-
rado como o do peixe, est situadoe mercido de
carvfta vegetal, lenia, combusliveis, aQnal.
A' esquarda, lambem beira d'agum, est
construido um elegante kiosqaa, que serr de
latrina e com capacidaJe de conter z a 3J pe3-
80*8.
E nflm, no g:s'o das do Rio de Janeiro.
Note-se que dantes nao haviam estes kio-faes.
que eo dendo s minbas constantes reclaiaacoe*
em favor dos habitantes, qae foram construi-
dos.
Mas,
pareca-aie que tenho af f ito, por ora, a ca
r>08idade de meus leitores, dando urna descrip-
(o nao pomposa, mas verdica e desintevisada,
do ediQcio cujo nome encima asUs liohas. por-
tanto pego ibes respetuosamente para acabar por
boje, prometiendo continuar coa o estud* que
promatti fazer do mercado desta capital e das
utas que tive de sustentar, contra a nunicipali-
dade que quenam profanar, como ma dlsse
general Oliveiraa nossa jola, a o bruteante
successo que obtive.
Recife, 26 de Novembro de 1891.
Jos* Van Halle.
(Continu'a).
Liga Operara Per-
nambucana
Hedlcos
Dr. S Pereira, ra da Imperatri n. 8,
d consultas medico-cirurgicas todos os dia a
das 8 ao meio dia, menos n ) domingos e
dias santiiieados.
(i) Sobre esta questo mais tarde fallaremos
em um artigo exclusivamente elles dedica-
dos.
(S) Infelizmente a barra perifo eis sima, e
com ella o governo imperial despenden muito
milhes de contos, sem conseguir, memo me
loral-a.
Esta respofta, em favor do que acabara seu
discurso c. lno no meio da multido, como urna
bomba e toaos os olbares se dirigiram para o
grupo qne cima fallamos.
Ento, um dos boraens em questo, ebega-se
para mim e depois de olhar detidamente, volta-
se pressuroso pare seus companbeiros, dizendo
baixo, nao tanto que o nao pudesse ouvir :
E' Van-Halle, vatno-nos embora.
Mas, continuemos a nossa historia principal.
No dia seguinte visitei o bispo diocesano Mr.
Laraogeiras (babiaao), com o qual entrelenho
rclagOes ha muito tempo.
S. Hvdma. me convidou para nm grande jan-
tar e me servio de ciceroni, na visita ao seu ma-
gnifico palacio, primeiro do Brazil e que mes
mo, em muitos biepados da Europa, nao ha um
igual. Mas que. contraste !
A catbedral, mas parece urna simples igreja
de aldeia, com os seus rsticos campanarios,
como mesmo o disse a S. Rvdma.
E' digno de nota qne l, tenba o Creador do
Universo a aua residencia, ao passo que sen mi-
nistro, como nos todos, lirados do nada, habita
um palacio de to grande magnificencia.
Mr. Larangeiras, retorquio :
0 senbor tem razo. O palacio foi feito por
urna subscripto dos generosos habitantes :
no) nao temos culpa. >
Entretanto vem um criado participar nos que
o jaotar eslava prompto e d'alli nos encaminba-
mos para a sala de refeitdes, onde encontramos
todo o cabide e mais alguns sacerdotes, qoe nos
esperavam. Terminado que foi o jantar, despe-
d me do bispo e mais sacerdotes presentes,
agradeceodo-lbes o agradavei passa tempo que
nos proporcionara.
Monsenhor, ento, olTerectu me o palacio afim
de qne l apparecesse qoando quizesse. dizen
do : Mr. Vao-H.lle, jamamos nvariavelmen-
te a 2 boras e desde qoe queira compartilbar a
nossa frugal refeigo, com isto (eremos muito
prazer. *
Respondi lbe: < .Vulto obrigado, Monsenhor
e retirei-me----
Continuando minbas visitas, logo tive. ocea-
siao de visitar o mercado publico, que ora nos
aere de assumpto.
Merece elle urna descripc&o especial, pois
nm grandioso edificio bem sobornado s leis
architeclonicas e s necessidades publicas.
Tendo sido publicado nos jornaes deste Esta-
do, de 22 e i\ do andante, om escripto desta
corporaco, referindo se ao dia normal do one
rario fixado em oito horas de trabalbo. \ou
de ser rublicado o nome do proprletario Fran-
cisco Botelbo de Andrade, que com a maior boa
vontade iccedeu ao nosso justo pedido, o que
fazemos beje, dando a Cesar o que de Cesar
O secretario geral,
Jos Francisco Duarte-
iX^^sS*
-i- nSffg
AO BOM AMIGO
BENTO BRUTO
Felicita pelo seu feliz
i'versario.
anm
29-11-91.
# #
*m
'i-
.+-
K"**
a?
^
Efersia
Acha-8e gaardando o leito a Exnv* Sr ,*
D. Cordolina Lasue Soares de Oliveira,
esposa do honrado commerciante Antonia
Soares Feriandes de Oliveira.
Desejamos respeitavel aenhora promp-
to restabelecimento.
F.
Em Gamelleira
O bacharel Augusto Mondes de Hollaa -
da tem seu escriptorio de advogacia, onda
pode ser procurado.

al
I flEGfrH
I







.-vJT*.
^'< | Mi-
>w

Diario de Pernambuco Domingo 29 de Novembro de 1891
Rngoem (per aquelle anel de
caro
- Peto espasso de quasi cem annos certa
* familia pertencente claBse de trabalha
dorW vivendo em Pariz tinha dado cabo
de ai por meio de smicidio.
De pai para filho, de mai para flba
veio en descendencia um anel de ouro
' liso, e no dedo de cada um destes suici
das se vio este aael quando jazendo ellos
na cova.
Foi ainda so anno paseado que foi
trazido para a Cmara Mortuaria o corpo
de um mancebo que se havia suicidado,
havendo-se achado no sea dedo o fatal
anel de ouro. Era elle o ultimo da sua
geracao.
O anel foi enterrado com o cadver Jo
qual ningaem que tenha conhecimento da
su historia ter coragem de remove! o.
A mania mental predominante nesta
familia vinha de um remoto antecessor
e se enrsizou mais nella at que se tor-
nou absoluta ; e o anel era acert como
impondo ao eeu possuidor a obrigacao de
suicidar segundo o exemplo da pessoa
que ltimamente o houvesse usado.
Esta especie de mania pro ve m tisaal-
mente de certa desordem do systema
nervoso que a seu tilmo provem de aae
rnirou pobreza de sakigue, um dos re-
saltados de nutricio imperfeita.
Urna recente carta de um cawlheiro
residente em Norfolk contem a seguinte
assercao : Desejava morrer ; tinha medo
da noute ; receiava aohar-me e erabora
eu detestasse a toctedade. K^ceiava que
em algama deesas horas do tristeza e
depressao eu alcaase a mo contra a mi
nha propria vida, por isso que bem sabit
eu muitos haviam feito o mesmo.
As horas de escuridSo se tornaram para
mim um tempo de rerror, assim diz elle.
Virava e revirava-se na cama quasi que
recelando nao ver chegar a manhS cutra
vez. Neste caso cao era a conciencia
que o scsusasse, pois que cHe nao havia
commettido crime algum; a causa era
completamente de natureza physicaem-
bora que demasiado commum na Ingla*
trraindigestSo t dy.pepsia com o gran
de cortejo de consequenciss dolas dsri
vaces, entre as quaes entraquecimento
do syBtema nervoso.
Conta elle que por tempo de alguns
annos tanto a sua plle como os olhos ti-
nbam perdido mais ou menos sua cor.
Bpresettando se frequentemente de um
emarel'ado qae era repulsivo.
Isto era devido a presenta de billis no
s&ngue e tecidos onde ella co tioha razao
de ser.
Mas como o figado mrbido e fraco nao
a podia remover, nao havia outro resultado
do que aquelle que noseo amigo experi-
mentara.
A sua cabeca frequentemente !he doia
cerno se o demonio tivesse estabelecido
oella urna cfScica de trabalho.
E corriam pelo seu corpo de um lado
para outro dores como se e las tivesse sob
os effeitos de, pelo mecos, meia duzia de
molestias geralmente designadas no cata-
lago dos livros mas populares tratando de
molestias.
E todavia era urna cousa, e urna s,
que era responsavel por todo o mal, isto
, o veneno introduzido no sangue, pro-
veniente de alimento decomposto e exis-
tente no estomago e intestinos.
Os ps fros, a perda de appetite, e de
voctade de fazer qualquer coasa, a de-
pressao mental, o sedimento de aborre-
c ment e fadiga, o mu gosto de bocea,
tosse secca, tonturas, palpitacio, arripios,
fraqueza, etc., sao urna cinhada de passa-
ros eatranhos cm um mesmo ninho, cuja
mSe sempre a indigetSo e dyspepsia.
O tempo se passou por qualquer forma
que fosse com sempre sucede, quer o
caso seja de rir ou de chorar; e este
homem se tornoa verdaderamente cacea-
do de urna existencia por tal forma pesa-
da e estragada.
Desejava elie dar nm a ella, o que nada
admira, mas a ultima pagina de sua carta
concebida em tom mais a.to.
Diz elle : Quando eu pens bo que
fui e no que sou agora, mal posao acredi-
tar na mudanca.
H seis meses que fe 90 uso de um pre-
parado chamado MSe Sei^ei ; pois certo ter elle revoa
botonado completamente o meu systeow
todo.
Um des meas arrendatarios m'o r*-
commendou e eu liz experiencia delle
Bimplesmente para lha agradar.
Agora campre-me loaval-o ea mesmo,
e agradeco que'.les que o fazem e aos
que o annunciam.
Os meus soff.imentos cessaram, e eu
me sinto (aos cincoenta e sete annos) til -
ligeiro, elstico, e alegre como um rapaz
qualquer as suas ferias de S.'JoSo.
Eu sempre digo aos meus mdicos que
elles tem sido levados a parede no seu
proprie mister por urna velha entermeira
adema ; e pelo que me diz ao respeitc
nao o podem elles de certo contestar J
me nSe eompanham mais pensamentos
de suicidio, sendo certo que pelo contra-
rio acho um grande prazer em continuar
a viver. Os meus agradecimentos sao
to profundos que uao comportavam pa
lavras.
O uelw da etrta que prscede coasen-
te na publicacSo do que aqui vai impresso
mas recusa-se a permittir que se faga uso
do seu come, pelo meaos por emqianto
em consequencia de razies quj somos
obrigadts a respeitar.
MaB a sinceridade evidente que trans-
luz a sua historia levar creaya deila
ao espirito mais sincero.
palmScj, ou d ^oaiqec urna outra en-
termidade dos ergaoa da respiracao, nao
devem nem por isso desesperar por um
s momento de sua nal cura, urna vez
que tenbam mSo este admira ve i e mar
vilho3o medicamento, verdadeiro restaura-
dor da vida e saude, qualquer pessoa que
o use dove ter cerfaita fe e confianza,
mesmo nos af&twot ew mais pronunciadas
da molestia.
(Jamo guMjs oe&tra as falsiflcaco'.is
,^j observa Be bem pro nomes da Lanman
i Kemp venbam estampadas em letras
transparentes no papel de livririho que
serve de envoltorio a oada garrafa.
Achc-3o a venda em todas boticas e
drogaras.
449.
*stsssez>~
Sem allrvio!
Reconbecilo como medicamento sobe
rano para as molestias das visa respirato-
rias, o Peitoral de Cambar mais e mais
se impoe confianza publica, medida
que no vos triumphos v ai robustecer os
seus crditos, largimote provaios desde
1874.
Mais um testemuaho da sia cffhacia
apresenta-se boje e firrm.-i um Ulu&re-j
titular brazileiro, proprietario da Fazenda"
de M.tto Dentro, em Minas Geraes.
Eu o importante docameoto :
Iilm. Sr. J. [Alvares de Sonza Soa
res.Atacado de urna forte roaquidlo, e
sem ter allivio com o uso de muitos me-
dicamentos receitados, experimeatei o seu
xarope Peitoral de Camjbar, e em potf*
eos dias a molestia eiicu completamecste
Depeis d'esti tacto tenho aconselhando a
diversas pessoa* o seu remedio, e todss
tm logrado os melbores resultados. Qiei-
ra, pois, receber minbas felicitac;s.
Barao de Avellar Rezende.
(A firma est reconhecida).
Suave e efficaz
Reconhecido como am remedio efficaz
e sem rival, o Peitoral de Cambar apre-
seata a grande vantagem da sua suayda-
de, o que o torna fcilmente assimiTacel
sos paladares delicados, como os de se
choras, crianzas e outras pessoas.
Eis como o Sr. Dr. Cruz Cordeiro, coc-
ceituado clnico Parabybanp, recommenda.
as suas virtudes :
* ttet te qaa 6 Pe*rf dte Wf.mbari,
preparado peto Sr. ,k fjtaeeiB Ato puim,
um ex:elleate balsmico," e como tal o
tenho empragado nos doentes de bronchi-
tes e t^f-jccoTs palmocares oom grande
proveto, tanto- vari pop ser um exp-Cto
rante e efficaz. O que affirmo em l de
saeu g: >.
Capital doArtiC*) 8a Parabyba, 10 de
Maio da iHKt-^Dr. Antonio da Cruz
Cordeiro.
(A firma est reconhecida).
E' unco agente e depositario do Peito-
ral de Cambar em Pernambuco a Com-
parfhia de Drogas e Procfactes (binxcos,
ra 2:-.-rqu*tz da Olicda n. 23.
--
II. ja sumino caldado com
a affecres dos bronchioj
e assusta
_______COMERCIO______
Bolsa Commerclal de Pernam
bi|co
cotaq5es officiaes da justa dos cor-
rectores
Praqa do Recife, 28 de Nuembro ds 1891.
Nao bouve coiago.
0 presidente,
A. M. deAmorim Jnior.
0 secretario,
Candido C. G. Alcoforado.
Cambio
PSACA DO RECIFE
Uanlivcram os bancos a laxa de 12 d. f.zendo
pequeas transaccOei.
Em papel pariicnUr nao nos consta movimento
ilgum.
PRAQA DO RIO DE JAXEIRO
Mercado ioaiteradc, isto Iz d., bencario, po-
rem, firme.
Banco da Bolsa
RECTFS, 28 DB NOVEMBRO DE 1891.
T-aneacces effeciuaas:
Assocar bruto bonttra 2/800
Dito dito dem zi700
Dito dito dem 26
Assacar braceo teje 4450(
Dilo cmeoo idea :t/.:0)
Dito mascavado i lem 2'.too
Dito broto idem 2*700
Cotace de gneros
A88DCAB
Para o ag+iwltor
Sranco por 15 tilos. 41400 a 700
8omenos dem idem- 3*400 a 3*7(0
Mascavado idem idem 2*900 a 3K00
Broto secco ao sol idem idem 2*ru0 a 280
Rtame idem idem .... 2*200 a 2*400
Osiaas idem idem.....4*800 a 4*600
O mercado acna se animadissimo.
A esportagao s< 24 do correte consta de..
!8i'35 saceos e 5675 barricas de assocar branco.
Desando 2.163 933 tilos e 104 315 sacecs de assa-
car mascavadti pesan Jo 7.721.175 tilos.
Algodo
Cola-se nominal a 'i0*803.
At 34 o correte j'oram exportadas 4475 sac-
cas e 64 fardos de alcodSo pesaaso 358.725 tilos.
Borracha
Cota-se nominal a ;2*C00 por 15 tilos.
Carocos de mamona
Cota se a i*900 per 15 tilos.
Coaros
Seceos salgados na base de 12 tilos a 545 ric.
Verdes nominal 340 ris.
Ha grauie procura
At 24 do correte foram esporladoi 1011 con
ros e 1.20l/2 de eo.a.
Seus progre&sos sao rpidos
dores. Atalbem-se, po,s, es primeiros
ymptcmas mediante doses regulares do
Peitoral de Anacahuita, o qual para logo
far parar os progressos da molestia ou
icfiammacfio local; impeii qu a ir*
cusrdade se aglomere eos tubos bron-
cbiaes, fortificar os orgaos da voz, e ri-
nalraecte restabelecer a saude e o vigor
de todo o syatema respiratorio.
Embora mesmo no caso que a molestia
se ache j algum tanto avaocada, propor
ciocar consideravel allivio e em muitos
casos effectuar urna prompta cura.
Portanto as victimas da tosse, constipa-
'."es, catharros, fehres ioflammatorias dos
O juiz de direito Joao Baptista Gitira-
aa Costa, encar.rega se de contrair em
prestidos com o Banco Emissor de Per-
nambuco, sob hypotheca e penhor de ea
:ra, para os agricultores e commerciantes
residentes neste Estado e os da Parahyba.
Rio-Grande do Norte e Cear, mediante
mdica ri'trUMisjjao assim como ercarie
ga-se de liquidacoss amigaveis, em qu; I
quer das comarcas dos referidos Estados.
Pode ser procurado em seu eBcriptorio
ra do Mrquez de O!inda, autiga d.
Cadeia, n. 34, Io andar, das 11 horas it
4 da tarde, e a outra qualquer hora, em
sita residencia, na Magdalena travesa
da fabrica Ra$2o n. 46 A.
Illm. Sr. D. Carlos-Eu e todos de
casa, faz muito tempo que ceSremos hu-
mores de boubas, com diet, sem resulta
do. Finemos uso a?ora do Elixir M. Mo
rato, preparado por O. Carlos e saramos
completamente.
O remedio alm de se* muito bom ain
da tem bom gosto, pois as criangas be
biam com faolidade, misturado eom agua.
Sap.
F'MWW Aguiar.
r
Dr. Freitas Gaimaraes
Participa aos seus amigos e client'-e
que muduu o seu consultorio da ra
Duque de Caxias o. 55, para a mesma
*Ha o. 61, l. andar, onde continua a dar
consultas de 11 al hora da tarde, e re-
side co C.jue-iro o. 4.
Telephone n. 292.
Quantos doeotes assim !
Aos Sr3. Silva, Gomes & C, proprieta-
rioB da anti ;a e acreditadisBma Drogara
Sul Americana, estabelecida no Rio de
Janeiro, foi enviada a BeguiLte carta da
estago do Bom Jardim (estrada do ferro
de Ckntagalloj, narrando a prodigiosa cura
de urna grave enfermidade pelo grandioso
remedio rio grandense Peitoral de Cam-
bar :
Illms. Srs. Silva, Gomes (S C dro-
guistas no Rio de Janeiro.Ha mais de
cinco annos que eu soflria de urna bron
chite com tosse e esgarros de sangne, ha-
vendo dias de botar mais de meia garrafa
de sangue, cao me deixaado d-ria'r ooutes
inftyras.
Recorr a todos os mdicos deste muni-
eipio de Cantagallo, j sem gost-j, n;m
I rgas para cuidar de miara lavoura ; nao
tinha nenhumas espeangas da mi^ha esis-
ten eia por muko tempo, txpezar de nao me
faltsrem recursqs e bom tratamento.
Por milagre de Deus, am amigo e ne-
gociante deste lugar, c2o querendo que
en deixasse meus innocmtes fi hos por
criar, aconselhou me o Peitoral de Cam-
bar, e eu sem f, pois que nenbum te
medio me poz bom, resolv que e3se n*
g-oante me mandasse vir da casa de
Vv. Ss. seis vidros para experimentar e,
lindos elles, dorma bem, cessando de
todo os escarros taeguineos.
Mcicdei vir mais 24 vidros c continuei
at acabar, isto at o anno de 16H, e,
gragas a Daue, aiho-me compltameos
curado.
Agradejo a Vv. Ss. e peco Ibes publi-
caren] este, a bem da humacid>;de scflre-
dora. Ao mesmo ter pj, poc> a Deus
pela saude, prosperidade e lelicidade do
autor de tSo grande e prodigioso remedio,
o Sr. Jos Alvares de Soa Soares.
Joao Jote ZJiaido.
(A firma est reconhecida).
Dentaduras artificiaes
Sob pre.ss.1o elstica, e cpresso pneu
natica systemas novissimos reste Estadt
pelo cirurgiso dentista Numa Pompilio,
4 ra do Baro da Victoria n. 54 1 aa
rdadas 8 bcras da manca s 4 da tarde
re--
Me!
Por pipa de 480 litros 60*000 ka falta no mer-
adc.
Alcool
Por pipa de 430 litros de 210*C00.
At
jas.
24 do corren te foram exportadas 236 pi-
Agnardente
Por pipa de 480 litros 12n*000.
Foram exportadas
pipas.
at 24 do correte 8f
ous mlagres
III. Sr. D. Carlos.Tomei o seu
medio o Elixir M. Morato, e foi com elle
que pude sarar das bdnhas que suff.ia ba
muito tempo e desoorocoava por nunca
melborar, um meu visicho que tambera
aoffre, j Iargou de tu 1o que lhe receita
ram e est tomando o seo remedio.
Agradecido pelo romedio, lhe sou obr
gadissimo.
Santos.
Albino Jos Coato.
50
pipas com 23,600 li r.s
Carocos de algodo
Ceta-s.a 500 ris por kilo.
Foram tx por lados
tilos.
t 24 lo correte 60 3*0
r A BELLA DAS ENTRADAS DE ASSBCAB E AL
GODaO
Mez de Nbvembro
Entrada
Jarcscas .....
'apores......
inimaLs.....
Estrada de Ferro Central,
dem de S. Francisco .
liem do Limoeiro. .
Semina
Dias
1 a 26
1 a 27
1 a 2/
l a M
1 a 25
i a 2
Asso-
car
Saceos
114998
!800
ll'01
8762
9979T
Ca i
o 1^1 i
Alco-
do
Sacras
2336
2S63
1218
500
0J
6i85
137i4
Imperiaco
Earca ocrneguensM t agero entrada de
Cariiiffem 26 do correte e consignada ordeai.
Carvaa ae pedra 770 tonelada* a ordem.
Barra -iogluza H lien Isabel entrada d
Terra Nova em !6 do corrente e consignada a
Blactooro Neerfham <- C.
Bacalno 2>73 Darncas e 2,450 meias ditas
crdem.
RxDortaefto
BIOTB 27 D NVEMBBO DB 1831
Para o exitrwr
N"j vapor iagle Sckoiar, para Livarpoo,
car.egaram ..
Amor.m Irmos & C, 273 eraros seceos espi
.hado' com 1,911 tilos.
Nj vapor fraacez Mtdoi, pata Bjrdeaox,
carresou :
A. P. do Reg, 2 c ixas eom 120,000 tramas
de prata.
No patarhj portguez reaeha, pra e Pjr-
o, carregaram :
Amoria Ir mos & C, 369 conr. t secco3 saiga
dos com 4,428 kilos.
M. Mala & c., 2to conros seceos espichados
com 1.748 ditos.
Ni barca coroegnense Brato, para Rw
Yjrk, Cirregaram :
P. Valeote 4 C 404 saceos com 3 280 kilo*
ds assucar mascavado.
Pora o mterior
Ro vapor amerlcanj S^guran^a, pa a Rio
de Janeiro, cirregaram :
C. Farreira & C,
de atsar.iuf'te.
Amorim Irmaos & C, 400 saceos com 24.000
kilos e assucar braoco e 800 ditos com 48,0C0
ditos de dito mascavado
D. F. Pono Billar, 10 pipas com 4.630 litros
de alcool e 60 ditas com 30,22o ditoi ae agur-
dente.
Para Bshia, carregaram :
Amorim Irmaus C, 840 saccas com 63,000
kilos de assocar braoco.
No vapor a!lm*a tusaban, para Rio de
Janeiro, carregar^p :
II Burle & C, 300 sacca3 com 24,664 kilos de
alodio.
No vapor nacionrl Pernambuco, para Bahia,
carregaram :
C. M. da Silva, 100 barricas com 10,3:0 kil s
de assucar branco.
D. F. Porto Batlr, TO saceos con 52 501 ti os
de assucar feraocp e 300 ditos eom 22,500 ditu:
de din masGavado^
No vapor Racional Espirito Sanio, para Ma
naos carregoo :
R yxoodo Soaia. 30 barricas com 2,167 1/2
kiliH de assi>^ir branco, 10 barr* com 920 litros
de agurdente e 10 utxns com 80 litros de ge
oebra.
Xa barcici D Sinh para o Natdl, carre-
garam :
F. J. Ferreira, 2 caixas com tamaoco*.
Urbano M da Co-ta. 3 barricas com 183 tilo?
de assucar refinado e 8 ditas com 00 ditoi de
dilo branco.
Compar.bia de estiva, 608 saceos com fa-iana
de mandioca.
M amorim, 12 birns com 780 litros de i
oagre, 5 ditos com 400 ditos de geoeora e 75
caixai com 6'30 dilw ''ila.
Na barcS-i F-eHz iociedade. Dar Maman
geape. carreearam :
P. Viaona* U. 24raixas 576 kilos de saho,
34 ditas e 12 garrafes com 34o litros de ge-
nebra.
P. Alves C, 6 barricas com 420 kilos di
assocar branro e 14 ditas com 840 ditos de di.o
refina lo.
Pauta da Alfandeca
SIHNVi DI 39 08 HOVSSI8IO A 5 DE DEZEMtIRO
DK 18*1
iicool (litro .
ilgodo em rao.a itile) .
irroi con> casca o)
issecar reiinado (tiloj
issucar branco (kili .
Assucar mascavado' fiip)
Regalador da mariolia
Concerta-se relogios de algibeira, pen
dulas de torre de igreja, chronometros dt
rinha, caixas de msica, apparelhos elec
trieos, oculos, binculos ocuIob de alcan-
ce, J0188 e todo qualquer objecto tendeo
tes a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosaris9
ooatM
De Sorocaba
Declaro que soffri muito tempo, fazendo
aso de medicamentos sem resultado e
usando tres dias apenas da injeccao M.
Morato, arei com, letaraente de umacbro-
nica gonorrbea que me tormentava.
Faca uso desti como or.vier.
luf'jiu'o F. Fontoura.
Agentes de^ositorios em Pernambuco,
Francisco M. da Silva & C, ra Mrquez
de Olinda n. 23.
Fannha de mandioca duoi r .V
Senebra (litro)...... 4163
jruxs (sebo;..... 483
Jaborandj (em foiha) leiln 200
Le te de mangabeira (tilo) 14466
lel Gltro)........ 90
lino (kilo....... 60
?hospnato deca da Una Bata (tone-
lada) ......... HiOTtO
Pelle de cabra (ceoie)..... fU^OOO
Pelle de carneiro (cento) .... 143OOO
Sement de carnauba (arroDa) 40
sou (meio)....... 3/650
Sement de carrapaleira (tilo) 126
ratajuba (tilo) ...... 40
Taboas de amarello em pranchoes
(duzia)........ lOO
Rrodlaieato* pablieo*
MK D> N0VEMBBO DB 189l
Atawitga
Renda gen I :
0o dia 1 a 27 7i6 c01.'(93
dem di i-i 14.963 691
Renda Jo Estis
Do da 1 a 27
dem de 28
SI i 481 808
3:35:>7J0
Soruxa lotal
781 564<799
214:83 4M38
995:399*328
3agas de mamonas (tilo)
Borracha de leite mafifo. (tilo)
achaca ........
Coros seceos espichados (tilo) .
toaros seceos salgados (tilo) .
Coaros verdes (tilo) ....
Cortenos (am)......
crocos de algodo (tilo) .
Jarrapateira (tilo) .
Jacio (kilo)......
:cf bom (tilo).....
ar restolho (tilo) .
Gaf moi Carnauba (tilo'.....
jara vegetal (kilo) .
Canea (li.ro)......
Cal (litro) .......
Cjtvc 393
666
80
293
27
(91
126
1*300
197,
550
510
303
1*jJ
30
133
400
1*0J0
00
1*200
533
ICO
220
10
30;030
Se?onda sec;ao da Altandega de Pemambcc/-,
28 de NUvembro de 1891.
O ttesourmro,
Florencio Domingue,
O crio'H .ja seccao.
Feliciano Placid* Pootual.
Reccbedorla do Kstado de
P;raaaibuc
Do da I a 37 9i 56-1*259
Meto de 28 4:944 956
69 508*185
Do dia i a
dem de :l
f*rcii^l>ralaflgr
27
5.9U.-8o
19J.6S9
6:106*551
EoTimento do porto
Xaviot entrados no dia 28
N-.w Port34 dias. barca noroecoense Mal
borough de 2 9 toneladas, capno H. Peuer
ser, equipagem 9, carga carvao de pedra,
Eitrada de ferro de Caxinga.
Cirdiff 35 dia*, barca noruegaense lliljin-
geo ue 416 toneladas, aaUko E. Berpe,
equipagem 11. carga arras d* pedra, a II
Luncgrtn & C
Kcvtoi icchido no mamo dia
MicoPatacho Noroejuense Tyr Gapitao J. J
H. L.'L-a, em lauro.
A! 8 Yctimas dasfebres
O elixir ail febril cardoio, appro-
3.110 em 21 de Margo deste aono pela nspecto
ia geral da junta de hygiene do K:o de Janeiro,
vem boje apresentar-se i bumanidade scCTredo
;a do mundo inteiBu, como taboa de salvaco qut
10 infeliz naufraga lhe enviada por mi omni-
ooteote. mm
0 elixir stcV-rebril Cafrdatu, applica-
io em moi'tssimos casos de icores. tem como
oor milagre, levantado do ieito da dor a comple-
os moribundos.
Este remedio, composto s-mente de vegetaet
. nteirameute tnoffensivo, ainda mesmo na ma
'nimosa e tenra crianca.
As senhoras, no estado de paridas, oa no pe
iodo de incommodos naluraes, podem usar sen
eceio algum.
Ete elixir ja bem confcecido de alguns Srs
mdicos de tono o paiz, o mais seguro e pom
oto remedio contra as ebres, e cen especialtda-
de contra a febre amarella, erysipeUa e bexigut
le qoaiquet qoaiiUade.
Xlodo de asar
A's criaucas ate um anoo 8 gottas de 2 eml
acras em urna coiher das de opa Cbeia d'agu fra.
De um anno a tres 12 gottas; de tres a dez 20
goliat; da dez ancos em diante 30 gottas
Os Srs. dioicos podem augmentar ou imnu'
n 60 gct'.af por to^p.
Deposito
Recite:
Companuia de Drogase Productos Cnimiccs.
Santo A .i-mo :
Nacioaai Pnarma?:a, a Larga do Rosaru
o. 35.
pp.urmacia Oriental, roa Estrella m Rosam
1.3.
Parmacia Alfredo Ferreira, ra ilo Dario dt
Victoria n. 14.
Pharmae:a Marti is, roa Doqae d Gaxias l
8.
Vencas em p:osso e a reulno.
8ua fislreila do Kbsarie n. il
PM^AKIIIO
N. 143
Entrada Nova. 31 de Outubro de 1?91.
Illm. 8r. Manuel (.'rdoso Jnior.Em principio
do correte mez foram em iniutia tasa accoui-
meltidas onze Desas dt febre, no curto periooc
ae seis da-<. Nj au.-eocia ao medico que jtao
se acbava ira ta cidade, l< mbrei-ioe 'o Elixir
Ante Febril Cardoco, que se se digucu V. S man
ddr it. Cun applicayao EOmeote desle medica-
meclf, vi to rcocus aias. lcoos toeale ivie?-
totalmente da febre a que qoal'hcam oerrrjenza.
lieaoda uenie a tosse e i:.(I.mmco oa :r
gbnta que f ram dc-pois convenientemente ul-
ba'idi's pelo medico.
Nao pjsi deixar de serrru; grate aV. S, pe"a
eapon^o^idade cera qu-.- re pinoo na reme.-.-i. .:r
al merticamtni lg;;o de > publico celos dTeitos .'ene.icos que por mai cr-
oma vi-z ;-m DroJuito to Uiaha casa, toda vn
que t'tlle letlio feito uo
S.u cero sempre,
de V. S. amigo e cnriitato
jfi.'oHioario Ma-snLHo.
N. iii
Recite. 10 do Jocho de i89(.
1 !m. ir. M;r.oal Crdese Jnior.Nao tendo e
aballo apsifiiado u herir de o conljecr De^Fual-
mente, vm: p.'r este meio levar ao seo cooheci-
nenio o ia.pcrtunie resultado que obteee com o
oso de sea'preciOio invento o Elixir Ante FeL-r;i
ardojo.
Tendo
tuque de febre intermitiente, applica'am m-. o
S2U admiravel Eltxir e. com doij \idrcs Oqje
resiabelecido de to pertinaz enfer:r,idade ao f,x
de i.3 horas; por iao admiravel cura, arceite o
meu ete:oi teconhecimeoto. e au orito Vine. i.
fazer d'estao uso que lhe ceuvier, certo Ce que
a expresao rta verdade.
S; o de Vmc. criado e obrigado,
Francisco (iarcia i Garca.
Esta varo silladas e reccnheeiaa as ti m-s
DECLARAGOES
Curso de preparatorios aunexo Fa-.ulda-
dade de Direito do Recife, 13 de No-
vembro de 1S91
De ordem do Sr. D*. director faco pu
bco que estar abert, de 16 a 30 o
corrente, a insrripco para os exames dos
preparatorios leccionados neste curso o
indispensaveis pata a matricula nos es-
tudos superiores.
A inscripcSo f*r se-ha por meio de ro-
querimento dirigido ao director, devendo
os examinandos eatranhos ao curso pagar,
em esta estampillas sppostas em suas
peticSes, t*xa de cinco mil re!s estabe-
lecida no art. 461 do Begulamento, que
baixou como Dea n 1232 F. de 2 dp
Janeiro da correcto r.nr.o, por cada ma-
teria a cojo exanie desejem submeter se,
e apresentar a mesa julg.dora um curricu-
lum vitce assignado pelo Director do eBta-
beiecimento particular em que eatudsram,
ou pelos p;o:essores qurt osdoutringramno
seio da familia, donde se possSo colber in-
r irmacoes sobre seus precedentes collegi-
aes, sea pro.'edimento moral e o aijrcvei-
tame:>to que tiverao no curso de estudos
srt 4 Secretara do curso snrexo Facalda-
de de Direito do Reciie, 13 de No vembro
it
O s-cretario,
Tte'phoro Fragoso.
Gymcasio Pernamoucano, de No-
vemoro de 1891.
Peh Secretara do Gyrnnasio Percam-
bacaco c de ordem do levd. -D Rae-
dor, se oeclara a quena interessar pessa,
que pr:ncipir.m qo di:-. 30 os eximei de
tigebra e escripturacSo mercanti', caedo
as bancas assim destituida: : pura a de
algebra, o ivd. Dr. Reg-idor, preeideute ;
os Drs. '.icero .lcn Peregrino da 8ilva
e Joaqim Antonio de C ttro Looreiro,
examinadores ; <> Dr. Francisco PbaeUn-
te. d< Candara Lima, scal do (ioTtrno
Federa!.
Pora a di e3erptui?ca;> mercantil o Dr.
Fraccisc Ja.-intbo de bampaio, presiden-
te ; o professir da adeira Jj^ir.itno
Manta, e o Dr. Ezequiel Franco di ,
examinadores.
O Secretario,
Ceho Tertuliano F. Quintella
EDITAES
I." B Pr.ruambuco, emS7 de Njcnt>ru de 1891.
Pelo presente edital s-- f iz publico que se
achatn nt'Sta secretaria, aliiu de st-rem enlrficoes
aos interesados, depois de satisftitos osdevidos
direilos, as paientes nomeaodu para a goarda
n^ioual a cornaca de Palmares os scguiutes
1. Iii iai'S :
O capi 5o Flix Atbanasio da .Villa Nova, te
nente-coronol commandacte dri 19 .0 po d^ ca
vallara ; Vali.wno llamos e S Iva, uj;j y ti lal
do 77 biUIho de iniantaria; o capitao Jjc An-
trniode MeHo, lene.te corcutl commanJante do
72 bJtaltio de in antaria ; J cqaim Augusto
Xivier da Maia, mjor lis:al do m:smo b.tln.ii:
Ignacio F;rreira e Lio.a, niajor lineal 00 73
oatalhSo de tnfaotana ; o teuente Ismael da
C'oz Liureiro, tenent-coroael cotnraaniante do
il bjt'ina 1 da reserva ; e Mniioel Havaleante de
S e Albuquerque, majjr liscal do 45 ba'.l:iao
da reserva.
O secretario.
Francisco de assib P. Rocha.
La PalmasVnor inelez Fulwel cemman-
daote G Gibson. car^a sevada.
Philadelptiiatpjr Macei Va oor ingiez Gjanty
Diwa >, commaouante James Ur, w. carga
assocar.
Birb^dosLogar .inglez Bonita capito P.
J Lvtwell, em lastro,
dmandar e Rio FormosoVap ir nacional Ja
cuiivpe commandante Carvalbo, em lasi:o.
Strcado MuoJelpal de %. los
O 'nvrmtnto deste marcado do dia 27 de
Novembro foi o eeguinlc : t-ntraram :
38 i/2 bois pesando 826 ,i:os.
1118 kilos de peiTe a 20 res 52360
5 cargas com farioba a 100 rs. lO 0
17 ditas de Inicias dtversis a 300 rs. olOO
4 cargas com gal libas a 600 rs 2 400
ces0i com galianas a 400 rs. t
31 columnas a 600 rs. f8:6X:
6 suinos a 200 n> UH'C
31 taboleiros a 200 rs. 6J2ilo
48 compartimentos com farinha a 500 IU000
32 ditos de comidas a 500 rs. 1 t 10
11) ditos de legumes e fazeodas *
400 rs. 45/2-0
14 d!03 de sumos a 700 rs. 9;W
8 ditos de fressjra? a 600 ra. 4i8tM
10 ditos de camares a KM ra. 2*0(0
47 tainos ai* 9kMl
52i660
Rendimentos de a 26 Jo corrents 6 312MO
6.764688
Precos do dia :
Carne verde de 200 a 560 ris o kilo
Scincs de 860 a 640 rts iderr
Carneiro de S40 a 800 ris idem
Farinha Ce 323 a 10) ris a cea.
Milho de 280 a 32 > ris i den:,
Feiiao de 14 a iiiO id-o?.
v.norj a entrar
HEZ -JESOVEMBSO
Norte........ Rio Formoso....... 29
ul.......... S.Francisco....... 39
Norte........ Pernambuco....... 9
Sol........' Afanos.......... 30
Sul.......... F.spinto Santo..... M
Europa..... Sclwlar,.......... 30
Vapor* a aablr
MEZ DK NOVKJIBBO
Norte....... Una.............. 19 as 5 h.
Sal......... Salermo..........29 as 3 b.
Sul......... Pn-nambuco.......2 as 5
Xorte.......i.Hunos............ 30 as 5 h
SEGURO COMBA FOGO
Etoyal Insurance Compaa
de Liverpool
CAPITAL t.4MtO:000
K. Drusina & C.
IRa HarqaezdOHnd-18
erby Club de Per-
nambuco
Previre se ao.i Sr3. nropritanos de sDitaae,
que t quarta-frira 'i ae Jr-.iecnb'o) at o ca
00 eraale precio, li a:n SUSpeuiOS js calejos
r.d aia no Prad da Estae:a
Secretaria do .-rtv CIo. S de Njvitxbro de
1391.
O secretario,
G Galmare?. _____
\ Estrada de ferro do Rlbslrio a
Bonito
Paga f6 no "scnp.ano da empresa -ua Do-
I q'ie .e Caxims n. 74. o 1* dividendo reltt vo ao
^l-asIr lindo em 3) de Juuho deste anno, a :a-
tan de G"(, ao auna.
Recife, :S de Novembro de 1891.
Jj Bella:uiion i'eteira de Sello,
Gerente.
Conipanhia
luifuslral eCinicrcio leFsiiva
Sao convidados es sensores ac-ioniuas a vil
rtin realisar a seronda tntrada do capital soca-
la razio de 10 0 0 t U5 por accaj. a ra< da
Auiunm n. 08. sede da companhia, at 10 o
prximo vinJouro mez.
Rede, 27 le N'jvemoro de 1801.
Albertu Das Keroandes.
D.r-ctur tecrelario.
s Kerrelarla da ansa Carta Ue i-
? -riiinlUaliiiiuiu se um euuiiit-
;>r r.jd uu .ncamamento loju n. 11 30*000
Sua do Vigario n. 22. 2. auaar 15*000
Ra do Vicario n 27 1.* andar 134060
Idem ilem Idem, 2o anda" 15* 00
Kua do Amorim, armazem n. 26 Mi1100
1 teio idem n. Gt :-:0*003
-tua da Lipa, sobrado e loja n. 8 2''09
Ra di M;eda. armazem n. 37 ifllOOO
Cotnaanbia Peroambucana. 1 ja n. 30 iSOOO
Ra 7 de Setembro n. 22 405900
Ra larga do Rosario. 3." andar, n. 24 i8i0'J0
Derby Club de Pernam*
buco
A directora fiesta sociedade, em sessSo de
boje, resolveo suspender por seis mezeso jo.kcj
Aa.edo de Fre:tas, de ctnfj.-midade con a ui-
ma parte do 1 a-t 48 Secretarla do Derr-y Clab de Pernambuco, 7
Je Njvemb o de 1891.O secretario,
G. Guimares. O
Derby Club Je Pernambuco
Previne-se aos possuidores das atces pref-
renciaes que podem vir receber es respectivos
oros correpoQJpotes ao terceiro trimestre.
Recife, 23 le Novm^ro le 1891.
O th^soorelro.
J:aqrjim Cruz Teixeira.
Companhia Peraaai-
bucana de Navegra-
fao.
De ivo convida se aos Srs possuido-
res dos ttulos de obiigacods deUa cimpa*
Lhia do emprestimo de juros de 7 0 que
anda nao viera receber o .valor daa
?csTDia obrigaociei, a virem receber o
seu valor ; p is como foram prevenidos
por annuncic-s de Junko prximo passado
as dias obrigscSa nio vencem jaros do
1." de Julho do corrente cm diante.
Recife 12 de Novembro de 1891.
Os Directores,
Manoel J0S0 de Amorim.
Oeeiliano Mamede de A. Ferreira
Ssbastiiio Lopa3 GuimarSes.
Veneravel
CBfrariadeN. S. du Livrame&io
De ordem da mesa regedo:a convido aos ir-
tnaes que e.-to no goso ae seus direltts, como
eetraina o Cmproaisso da confrana, para'
compafecerem n nosso lonsis'ono 4* 10 horas
da maoha do dta 29 do corrente, atirn ae em
assembla eleitoral eleger-se os fiiacciona-ios
pira o coaipleto da masa regedora do.ono corx-
promtssal ae 191 1892, em sobsliuigao aos
qo<* foram eleilo* e ni aceitaram os cargos.^
Sdcretaria da veneravel confraria de N. S do
Livramenlo do R cife, 25 e Novembro de 1S9I.
# secretarlo interino,
Amando B-aga.
.


I

,

-

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IPP
:.

Diario de Pernambuco Domingo 29 de Novembro de 1891
THEATRO
ANTA
DERBY CLUB
DE

Tercia-feira l 3>e Dezembro de S91
E&TBEi DA CFLBBB COMPMA MIMASTBi
DIRIGIDA PELO SEM RIVAL
ProfessorGAGLIASTRI
O Rei das sciencias occultas
0 TOCO NO MUNDO
C* Wm M HRtS
RED- ._
SENHfR MARGARITA
JtiWWtL^iBMsTi
HIPPODROMO
na
PROJEOTO DE E8CRBPC0
Da corrida a realisar-se em 6 de Dezem-
bro de 1891
PREMIO
BE Plilllll
i.-
Hl.5.
Camarotes de 1.a ordena eom entradas
dem d;- 3 idem, idem
dem de 4.a dem, dem
'-adeirts.....
P.ateia .....
Parii izo e
O eupectaculo principias* .
i 1.2 horts e concluir
10-3000
65000
45''no
25500
OCO
100CO
b 11 horas
e 20
00
O
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02 S"*
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O
3." aoniversario do Prado da Estancia
PARECImprecisa PcrnatoI>Haua1.000 metros, Animaes de Per-
numtmeo que nao tenham gacho premios eos prados do Rocife at
30 de Agosto, p >deodo entrar ezuas que n!5o tenbam ganho em maiir
dtaacia PEEMIOS : S00$000 ao pnineiro, UC5000 ao segundo
iO&'jCO ao terceirc.
2., PAREOPrado Pcraaaibac Pircara buco. PlEMiOS : 3Jf>000 ao primeiro, l0'0C0 ao segundo e
30000 ao terceino.
i." PAREOFerro Carril 1.000 .cetros. Aiimaes d tencam gaabo premios em maiti distancia 1050 metros nos prados do
Rocife e eguas de Pernambuco. I'.-.EMIOS : 25C'500J'ao primeiro, 10CS
ao seguodo e 250000 ao terceiro.
4. PAREO Prado da Estancia 1.603 metros. Animaes naciooaes ale meio
sanaue. PKEMIOS 4O0OOO ao primeiro, 150$OJO ao segundo e
4' $000 ao terceiro.
5. PAREO- Gran "e Premio DERBY CLUB 2.500 metros Animaes
de qatdqutr pas y inscriptos (segunda prestscoo}- PREMIOS : 2.0-DO^OO'J
ao primeiro, 8005 00 ao segundo e 20050CO ao terceiro.
6." PAREO ll.'ppodromo do Campo Grands 1.200 matros. Animaes
de r'ernambuec. pbemOS : 25$000 ao primeiro, 10.5-00 ao segundo
f 25i9000fio terceiro.
7. PAREO-Trllhos Urbanos do Rcclfe a Caxang* 1000 metros.
Animaes de Pernambuco que uSc tenbam ganho em distancia supe-
rior a 1.050 metros e egoas de Pernambuco. premios : 25CS0GO ao
prim'-*. 10OJ(J00 ao segundo e 25<5'.>CO o ter eiro.
8. rAREOTrilIlO* rbacos do Reclfe a Olala-1.000 metros. Ani-
maes de Pernambuco que So tenham gando premi'os nestes 10 mez^e
no Derby. premios : 200JUJ ao prime ro, 1CO.U0C ao segundo e
20.O ao terceiro.
Observa Qoes
De cnnornrdade c:>m o art. 5." nao poderS' ser inscriptos no pareo Ferro
Carril os aaimaes Py rilan jn e Borlian e no pareo Hppodromo do 'Jaropo Grande
Piramon
Ser r'gc rosamente o'bservada a o'.tina parte do irt. 3. do cdigo de
corridas.
A insur'pc'o ter lugar tere-: feira 1 de Dezembro as t horas da tarde no
lugar do costume.
Secretaria do Derby Ciub 27 de Novembro de 1891.
O SECRETARIO,
G. Guimarues.
PINTADOS A OLEO E ACRAON
v
BANCO DA 3CLSA
Capital Ra I,500:00J000
Dividido em 1,000 ac^oes de 100:000 cala ama
EA DO VIGARO N- 2
(Esquina do largo do Corpo Santo)
Edificio da Junta Commercial
Hra U Bolsa
DE 1 A 2 DA TARDE
de
Compra vende ttulos com eotacSo
Liqu di opera^Ses por conia de terceiro ou a prazo-
Facnlt capitfca para ompra e venda a dinheiro ou a pra*o de quaasquer
itlt eotadoa na Bal,
Iategnilisa caviada capi*6 d Bancos e companhias econtecida utilidade.
Fax tninsferoncia do oper*c5e realisadas na Bolsa a prazo.
Auxilia liquidado de report e Delcredere.
Realia opezacSes bancarias relativas a sua caturc-za.
Enca-reg-se de incorporacSes de Emprczas.
Levaata-se apreairnos.
Comj>ra e vede metaes.
Eocarrega-M da comp f^nda de assaear, algodao, etc. etc.
SO de Marco de 189!.
O director gerente,
P. J. Pinto.
Um 'iodo retrato com moldura ourada fina em alto relevo,
ora e bl.'as de seda, tudo
e cordes com
351008
Por .>oUU* e mais presos
Para enccmmendr beetante rcard r um pequeo retrato
em cartSo de
viitas, nlo importa que teja antigo, bastante dzer a cor dos o'.hoa do cabello
psra chegar um lindo retrato para um presento oa sala de visitas.
Exposif h a roa Duque de Caria, n 61, f andar
Nos dias atis das 9 as 4 horas da tarde
Para enccmmendar trata-se com
rOSD AUG-USTO DOX.A.S
AGENTE GERAL
LAlt
CAPITAL-. L500:000$000
22-BXS K BK fiOH12BBO-2
(aniga do Imperador)
Empresta dinheiro, a curtos prasos, por cauces de mer^adorias, letra, titulo
airo e pedras preciosas.
Encarrega se da cobranca de alugueia de casas, pagar impostos, por conta dt
^rceiros.
Recebf dinheiro a premio, em ooata correte de movimento, com aviao, prac
ixo, e fundo de accumulacSo (peculio).
Encarrega-se do recebimento de dividas, juro, honorario! e ordenado!, por
onta de pessoas residentes na capital e no interior.
Descocta ttulos commercisee.
QUE SK REALIZARA'
Domingo 29 de Novembro
5
S
B
Pellos
Xa tura-1 9
,.d. -
Cor da vesti-
menta
Proprieiarici
{. ParcoXnaareil1.000 metros.ADimae= Kp Percambcon qup n So ten nana cnohr n'e si
cu maior uistancia neo prudos
e :o;u ao S.
do Recie. Premios : SCOtfOO ao l', 40/1)00 ao 2
nujir i
(fflXJO
I |Rio da P;a!2.
iPpqnpno. -
SlCyclooe
4 PaoBrazii
5. iJo-lda...
a Rodado......
0 CASIMIRO
."1 Rodado......
r> K.rao.....
5 AiuZO.....
Pernamb..; 51
i 51
SI
i : 51
i 51
[Encamado.........
I encarnado e pr^to.
Encarnado........
Encarnado e branc.
. J. A. da Silva.
. ft. 4 B
. Cond. Prsjiozo.
,. X. A. Baha.
L J. Uoceiro.
2*. Pareo OlindaI 000 metros.Arimaes
pt n>r disuocia ucs prados do Recife.
ao 3..
de Pernnmho^ovioe nfio tenhem cr^oho em ;"-
Prem-.os : 10:M o l.. WiOo ao 2. e 20DGv-
I Marojo 5...
!(Tiberio......
3 PbarUeo
i 'irata .......
o Vineador----
6 Pachouly ...
7 G-la.......
8.Aliy-S:oper..
5 Sodado......!
o
0 Caitacbo
IC Preto.......
a Kodado......
5 Hbso......
5 AUzao.......
0 Polado.....
Pernamb.
.i
53
53
53
57
35
5)
53
Encerrado e hraneo.-
Etc. e ao?Drello......
Ene. e azul..........
Encarnado....... ..
Ene. e booet pre.o..
Roxo e amarillo......
Azul e ru'o em lista?.
Gurpo br. e mang. pr.
A. M. Cof'a.
A. F. N -
R. Gc'a.
J.G. C. de A!bj-.
i'/oud. 1 de Jona
D C. da Silva.
L Dfummcnd.
Cond. RusuMriis.
3 Pareo -v.corla.09 metros Animaes de P^mambu^o.
i.0 2-e 2!0 ao 3o.
Premios. 259000 ao Io. iiSG>6
IManrity.....|
Sans-Souci..
^otosi ......
Talispber...
l'yrilampo..
C^uby......I
'CasUcho...
Raio.......
'.asi.nbo.. -
^Rodado-----
Tordlho....
nastanho...
Pernamb..'
I
< I
50
50
50
Aiul e (freos!..
Ouro c trance.
Azul e braoco.
Azul e p-eio..
azu! e grenat
P;eto e turo...
A. A. F TJ'-jt?-
A. L. de Ma-iiof.
Silva & R rer
Ccud. Re;fe.
i. E. F.
A. Marqus-
4* Parco-Cabo-1.000 mc;rosAricr.es de Pernamt.?o que nao tenbam g;nho e supe-
rior ai acia nos erarios u i-tii- e Dio tenham tetona nesies o mezes nc d-y-podromo
Premios : lOO ao i, * tjPhariseo-----
i Vmgador...
Turco S.. .
Dspota. ...
Torio .....
M*lane. ...
Aliy.........
Castiinlio
Rdano..
Alazao...
Rodado..
Baio.....
P.UiSO
Custanbo.
Pernamb..
53
57
;t
51
l
5i
53
Encarnado e azul
Encar. e bonet pteto..
Grenat e azul........
Ouro e preto........
Enei.rt.ado, v. e ama-
Verde...............
Azul, prelo e ouro.
R. G.
Gcud. i." de Janno.
J F. Moira.
Costa & F-rnaodes
Dr. Lu'Z D:umnwn*.
Coua. % ae Malo.
M. J- Alves.
PareoB berlbe1 203 metrosAnimaes paams de PernamDuco. Premios : 250O0O so
1^ SOlOO ao 2o e 25000 ao 3o.
Tenebrosa..
Pirateo"
Faceira ___
Biiio2.....
allante.....
Maority... -
Sam-scui.i.
Rodado ..
Castanbj
Rodaao..-
Zaina. ...
Alazao...
Casia iho
iiuiO.....
"eraaffib.
19
52
40
in
18
5i
5-J
Azul e braoco.......
Araarello e braoco
Azul, branc. c eccar.
Azul e uuro..........
Verde e. amir^Uo----
Grenat eizul.........
. e Draaco......
!. do R. Mnnifi/o.
Goud. Bella-Vika.
Coud. Cruzeiro.
G. S.
Ocar
Adolp^o Tjqoes.
D. A. L Mattos.
G. Paree-Truno lrttno-1.000 metrcs.-Aniuae? de Pernamhu-o que cao tachani sa-
nbo n'essa ou mais d:sttncu. Premios : 20OC00 ao 1,, 40*000 3D I. e 20*014
ao 3..
Miliador.....
.yclone-----
Fiantis a-----
Nyctfcerjy...
C'-ree......
Veruiou'.h.. -
Despula.....
Tudo ......
9 Gollector.--.
Castaaho
riodad)...
Cd.-tanlio.

Alazao..-.
Taroiltio.
Rodado...
Baio.....
Russo
?eruamb.
51
51
51
51
51
51
l
H
51
Azul e en^arnato.....
Encarnado.........
Encarnado 6 bran:o..
Grenat e azul........
Preto e ouro........
Eocarnado, v. e ama.
Encarnadoe branco...
?. A. dos Aojos.
Coud. FrafroiO.
X. A. Bsbia.
A. A. r. Taacea.
M Lopes M. Jun:or.
Goud. Fraternidaae.
Costa* Fernandes.
Luiz DramovDd.
J. J. des Santos Jnior.
7.* Parto.-Kecife-l.OCO metros.'
Agosto de 18l nos prados
tm mato: di;!aa"ii Preutos
Cavallos de Pernambur-! qne to teibsm fanho at 30 de
do P.ecife. e eguas de Pernactoco que cao tenhEm garbo
200*7)1 33 Io, 40^03 ao 2' e y00 ao 3 .
Tallkitr
Familia.. .
Rosa Branca.
tirata ......
Vlzador. -
Baio.....
Caalanbo
Russo
Preti....
Cachito .
Pticamb-
51
51
51
53
o
[Preto eocrc........
Branco e azul.....
Roxo e amareiio
Encarnado.........
Azcl e encarnado...
los .Y da S.lva.
M- A.
J X. da Silva.
J. G. C. a'Albuq.
S. A. Asjos.
Os animaes inscriptos para o primeiro pareo deverao achar-se no essilhamento
as 9 1/2 horas da manhS.
Os forfaits serSo recebidoi at sabbado, 28 do corrente, as 3 hor^s da tarde,
nfc Secretaria do Hippodroroo.
Os jockeys que nao se apreeentarcm convenientemente trajados com as cores
Adoptadas no programma por seua patrie*, no serao admittidos pessgem, e serlo
multados de accordo com o art. 51 do Cdigo de Corridas.
Chamamos r attencao dos Srs. prppr.etarios e jockeys para os arts. 46, 47 e seus
$|, e o art. 48 do cdigo de corridas asaim como os 5rs. apostaderos para o hora-
rio, para encerramento da venda de paule*, qpe ser restrictamente observado, salvo
torca maior.
Previne-se ainda ao Srs. accionista* que traten de substituir os seus caroes,
visto que os actigos n2o do ngresso as corridas.
HORARIO
O l. Pareo encerrarse ha s 11,CO
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 25 de Novembro de 1891.
U secretario,
Augusto G. da Silva.
ttmmm
Pillo,
O patacho Perira, com destino ao porto,
precisa de um piloto : a tratar com o capi&o, a
tordo do in*mo navio.
Ptra o Porto
O patacho po toguez Ptriiru recebe carga a
frete para o porto acm a ; a tratar com Amo. m
l-mao8 & G.. ra do Bom .'esos o. 3^__________
Lisboa e Porto
Lar porlnguez -"osta Loto recebe carga a
freie para os referidos portes ; a tratar com
Ab orim l-maos C.__________.____________
Companbia Rernambucana de K
vega^ao
Esta cempanbia mantom as seguintes lishai
eeulares de navegacao:
Sortt, tocando nos portes da Parahyba, Natal
asco, Mossor, Aracaty e Fortaleza, partind
leste porto um caquete a 11 e 6 de cada me*.
Si, com escala pelos portos de Macei, Pene
lo, Aracaju, EstaHCia e Baha, sahindo desu
>orto a 14 e :9 de cada Dte*.
Fernando de Noronha, partida no melado di
aes.
Rie Formoso e Tamandari. sabida a 58.
ffto de Janeiro, (directamtnie) parte o paqueu
le 25 a 30 do mez.
Rio Grande do Su!, (viageo directa) sabe dt
5 a 20 do mez.
Tdos 03 paquetee so novos, teta excellentei
iccotamodafOes para passageir03 e para carga,
; os precos o muito rednzidof.
ds passageiros encontram, apar do bom tra-
imento, tooo o conforto desejavel a bordo
im paquete.
Os panoetes que tazem as viageas ao Rio ds
aneiro, alm de terem tudo o que se encectr
ios paquetes modernos, accresce qee faz a va
I iem em quatre dias e o preco de passagen
ta t.'-classe 60000.
0 paqnete empregado na vlagem para o Rio
j tanda do Sul e sement para carga, e tem o
.-atado adequado a entrar no porto daquello Es-
ado em qualquer' occasiao.
Recebe se ehgajamento de carga por qoanti-
lade lixa para todas as viagens.
Outrosim, a companhia expedir paquetes ex-
aerdinarios desde qne haja carga para o enga-
tmento completo de utn paqnete.
sen orlo, da Compaunia Pernambacan.
Eoyal mi Siiii Pacfcet C
mi
O vapor Tamar
E' estrado da Europa at o
da 3 de Dezembro segnindo
epois na demora necessaria
B >h!a. Ro de Janeiro, on'e
video e Baeno Ayrcn

u




mema"!
-


Diario de Pernambuco Domingo 29 de Novembro de 1891
' Para carga,
naeiro a frete:
passagens
encommendas e di-
trata-se cornos AGENTES.
O yapor Magdalena
E' esperado des
portos do sal ate
o dia 5 de Da
zembro seguindo
depois da demo-
ra ueYessana para
*, Vicente, Lisboa. Vigo e Son-
' (hatu|loii
Reducgao de panagm
Ida Ida volu
A'Lisboa 1 classe i 20 4 30
A'Southamptonl'ciasse Ja 41
Camarotes reservados psra os passageiros de
Parnambucc.
Para passagens, frates, encommendas, trata-se
com os
AGENTES
Amorimlrmos & C.
N.SRas, do Bou Jess N- 3
"cargeurs reuns
Cumpanbia Francesa
DE
Xavega?o i vapor
Liona' quiizeuai eutrc o Havre, Lisboa,
Pernfcmbuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor Santa Fe
Commandante Panchvre
E' esperado do
Europa at o dia
3 de Dezembro
e seguir depois
'aa necessaria de
mo:a **r
Bakia, Rio de Janeiro e anto
Roga-se acs Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar dentro
de 6 das, a contar do da descarga das alvaren-
jras qu-ilqaer reclamaco conceroente a volme:
Soe porvt ntora tenl-iam seguido para s portos
o sul, afim de se poderem dar a teipo as pro-
videncias necesfarias.
Expirado o referido pra se respoosabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas passageiros,
para os quaes tem excellentes accommodaces
i tratar com o
AGENTE
Auguste Labille
9-RUA DO COM HERCIO-9____
~~ Lloyd Brtisileiro
Necco de navegaco
DA
EMPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
L'MIA DO KOKTE
Vapor Espirito-Santo
E' esperado do sol at o dia i
'de dezembro seguindo de depois
_ 'radispensavel demora para a
ParahyDa, Natal, L'ear, Amarracao, Ma-
ranhao, Para, Obidos o Macaos
As encomiendas sero recebidas at 1 hora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbos;
rao largo do Corpo Santo n. li.
Para passagens, fretej e encommeadas treta-
com os AGENTES,
3 de Dezembro de ll
seguiodo depois da demora necessaria para Bor-
deaux, com esccla por
Dakar e Lisboa
Para carga, passagens, encommendas e di-
aheiro a frete trata-se com os AGENTES.
O paquete Orenoque
Commandante Bretel
Sabio de Lisboa
no dia 24 do cor-
rente e espera
do oeste porto
at o dia
4 de Dezembro de 1891
segoindo depuis da demora do costme para a
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayre
tes vapore*
(aa elctrica.
ao
llluaalaadoM
O
Pe
vapor Jfernambuco
Commandante Roberto Ripper
E' esperado dos portos de no*
te at o dia ti de N'uvembro se-
guindo depois da dxmora do
costme para
Macei, iabia, Victoria e
Previne-sp ainda aos Srs. recebedores de mer-
caduras que u se attender a reclamac6es por
fal as, qoe torem reconhecidas na jjcasio aa
descarga dos volomes ; e que dertro de 48 ho-
ras a contar do dia da descarga das a varengas,
ieverap azer qualquer reclamaco concernea
te a volomes que porventora tenbam seguido
para os portos do sul, afim de serem dadas a
tempo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apresentar
rem na vespera da chegada do vapor para toma-
rem as soas passagens.
tfara carga, passagens, encommendas o di
aneiro a frete: trata-se com os
AGENTES
H. Burle & C.
42 Ra do Commsrao42
Paciic Stffl Miatioi Cm-
W
STRAITSOFMA(iELLAN LINE
O paquete Aconcagua
E' esperado dos
portos do sul ate
o o i 1 do Di
zembro seguindo
depoii da indis-
peosavel seguir para Liverpool com escala por
Lisboa. Bordean* e Plymouh
Para carga, passageiros, encommtudaa e di
aoeiro a freie: trata-se com os
AGENTES
Wilsoa, Sods & ., Liffliled
10RA DO C0MMER01O10
E1L0E
Segunda feira 7 de DPZimbro vender o
mesmo agente Pioto achacara da Ponte de cboa
n. 41, a qual iica tm frente aa esicao do mes-
mo nome e edificada em chao* propnos.
Leilo
Da tarerna r^sto de gneros, armacao, balco,
pesos, medidas, caodieiros, quintos de vinagre,
dito de vinho branco, quintos v.:sios, carteiras,
le., etc.
Terca feira, Io de Dezembro
A's 11 horas em ponto
No estabelecimento sito roa da Deteoco n. 9
O agente Silveira, autorisado pelo Sr. Augusto
Man. levar a leilo o que cima se declara em
um oii mais lotea a vontade dos Srs. licitante*.
Leilo
De
Rio de Ja-
neiro
Recebe carga a baldear
no Rio de Janeiro
para Santos, Canana, Iguape, Paranagu, An
tonna. S. Francisco, Itajahy, Santa Catharina
Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre.
A3 encommendas sero recebidas at 1 hora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbos
ao largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sua attencac
para a clausula 10* dos conhecimentos, que
No caso de naver alguma reclamaco contra a
compannia, por avaria ou perda, deve ser fei
por scripto ao agente respectivo do porto di
descarga, dentro de tres das depois de final:-
da-
nto procedendo e3ta formalidade a companhia
fica isenta de toda a respensabilidade.
Para passagens, frets e encommendas tra
ta-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro& C.
6=*Rua do Commarcto6
1 andar
Agente Stepple
Leilao
De 1 casa terrea roa de Santa Rita Ve-
lha, sobre n. 78, fregaezia de S. Joe,
edificada em terreno foreiro, com porta
ejanella de frente, 2 salas, 2 quartos,
cosinha externa, quintal murado e ca-
cimba.
Nabbado. 5 de Dezembro
Ao meio dia enx ponto
No armazem da ra do Imperador n. 39
O preposto do agente cima, por mandado e
assistencia do Es.m. Sr. Dr. jolz de direilo de
orphos e austntes, levar a leilao a casa cima
a reqoerlmento ao nventariante testamenteiro
Joaquim Guenes da Silva e Mello perieoceoles ao
espolio do finado Manoeldo Nascimeoto Santos.
Os Srs. compradores deBde j poderlo exami
nar a referida < asa. ______________
Leilao
Da chcara da Ponte de tchoa
n.il
Com solea midindo a casa 15 metros e 30
centmetros de freule, 20 metros de fundo, com
3 salas, 4 quartos, 1 gabinete e 1 terraco, 3 ji-
nellas e 4 portas de (rente e janella nos .. -
na sota 3 janellas de (rente, 1 sala e 2 quirt03
sendo a chcara numerada, coro portao u ferro
na frente, nos fundos urna cocheira para carro,
estribara. 6 qoarioj, 1 banbeiro e encanamento,
cosmna externa, chegando os fundos da dita
chcara al c Rio Capibanbe.
Segoda-feira, 1 de Dezembro
A's 11 boras
No arnazem a ra do B.m Jess n. 4
O ageote Pinto levar leilao por mandado e
ern presenca do Illm. S/. Dr. jiz de direito p i
vativo dos orphus, a cuacara cima menciona-
da edificada em chus proprios e pertencente
ao tspolio do Visccnde de Bom Conselho. e a
reqoerimenio do inveutariantedosmesmos beos.
Feitor
Precisa se de um feitor que en'.enda bem de
jardim eseja perito na arle ; na roa Saoto Elias
n. 8, Espinneiro.
Criado
Precisa-se de um criado ; a tratar oa roa Du-
que de Caxias o. 66. loja das Estrellas.
Jioa cosmheira
No becco dos Ferreiros n. 6, precisa-se de naja
cosiDoeira de boa conducta.
Roubo
De
Leilo
predios e terrenos
i
n. 14 ra
fre-
Sendo :
Um sobrado de 4 andares e sotSo,
do Torres, freguezia do Recife.
Urna casa terrea n 71 a ra do Monteiro,
goezia ao Poco da Paoella.
Urna dita de pedra e cal co lugar denominado
Torre, fregoezia de Afogados.
Um terreno de marinha sob n. 236 B. com
frente para a roa Imperial, na Estrada do Mata-
donro.
Um dito dito sob n. 236 B, na Estrada do Ma
duro, com frtnte para a estrada de ferro.
Segunda feira, 7 de Dezembro
Ao meio dia
No armazem ra do Imperador n. 39
O agente Mirtina far leilco a reqoerimento
do advogado do ioventarian'e dos bens deixados
per fallecimcntc- do Visconde de Boro Cooselno,
e por mandado do Exu), Sr. Dr. joiz de orphos,
e em sua preseoca, dos predios e terrenos ci-
ma descriptos
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se ae una
do Sol n. 51.
engommadeira ; na ra
Roobaram do sitio do abatxo assigoado na
estrada de Ponte uT Loa na madrugada de 15
para 16 do corrente :
Um relogio americano, de ouro, tendo na tam
pa do lado de fora urna dedicatoria rom data de
17 de Abril de 1879 e roanograma com as letras
J T F. Na lampa de dentro Julio Forstemberg.
Urna corrente de ouro.
Urna moeda de ouro de 2000 tendo urna das
faces as eniciaes II. J. T. e por baixo J.
Um par de buies de ponho.
Um pence nez para sechora.
E cerca de 80OCO em cdulas.
A quem r ofleiecidj quasquer dos objectos
roubados oo d'elles liver. noticia, far favor
alm de ser geoerosaa ente recompensado, dan-
do parle no referido sitio ou na ra do Bjm Je-
ss n. 5. Escriptono, 1 aadar.
Rccife, 17 de Novembro de 1891.
Jorge Tas*o.
Sabidas de theatro
em ecnarpes, mantilbas eandalouzes
Acaba de retirr da Alfaudega o que ha de
nas primoroso neste genero a
LOJA do COELHO
Ra da Imi>esatnz n. 56
n. Antonia loutiuina Morelra da
Uva
O vigario Augusto Fraoklio Moreira da Silva,
seas irmos, sotirinbos e cuobados, agradecen)
do intimo d'al"ia a todos os seos amigos que
bzeram a caridade de assistir acs foeraes e
acompanhar.-m ao cemiterio peblico os restas
mortaes de sua idolatrada mai, avO e sogra, D.
Antonia J. Moreira da Silva ; e de novo evperam
que se digoem assi-iir as missas que fazem ce-
lebrar Da quarta feira t de Dezembro, stimo
da do sen fallecimento, s 8 horas da manti,
na matriz da Bo-Vista.
Mobilia
Na ra de S. Jarge n. 133, 2- annar, tem para
vender uro -. bonita roobia de roouGO, allem,
eamerfeito estado de conservscSo.
Com
jrgencia
No becco dos Ferniros n. 6, precisa-se de um
crudo que tenha boa conducta.
Aida roubo
Os ladrOs cada vez rxais aodazes. Hontem s
8 horas da Doe roubarum :o terreno que cir-
cula a casa de minba noradia em Ponte d'Ucho
rmi mesa redouda armato de firro e lampo de
pedra marmore.
Recife, 21 de Novembro de 19I.
Jorge Tasto.
Aluga-se
A casa da ra Augusta n. 198, caiada e pinta
da de novo ; a tratar na ra larva do Rosario n.
30, Basaf Pernam'
Trrria
Mais barato do que em outra qualquer parte ;
vendem
V1EIRA & SILVA
Ra de S. F-ancisro n. 26
Vende-se
Gompanma Pernamjucana le -
PORTOS DO SUL
Macelo, Penedo, Aracaja' e
O paquete Una
Commandante Monteiro
nheiros a frete,
da partida.
Segu no dia ao do No-
vembro ts 4 horas da tar-
de
Riicebe carga, encom-
mendas, passagens e d-
ate s Doras da tarde do dia
ESCRD7TORIO
Ao Cae da Companhia Pernambueana
u. 12
loofj&JIHB
Linha Hi mensal
'O vapor Adour
Commandante Fournier
E' esperado da Europa at
odia
bons movis, espelhos, r eos cortina-
dos, cuadros, lougas e vidros
Quiata-feira 3 de Uezembro
A'S II HORAS
No 1 andar do obrado ra da Impera-
triz n. 4
CONSTANDO
De 1 linda mobilia austriaoa com encoilo de
palha com 12 cadeiras de guaroico, 2 da* de
brago, 1 sof e 3 cousolos com pedra. 5 qoadros
com moldora deurados. 1 espelho, 4 etageres.
10 jarros para Qores, 3 snelas cera cortinas de
renda, 1 almofada para sof, 1 tapete pa-a sof,
4 di os para portas, 1 linda cadeira Honrada es
tufada com msica, 3 venezianas para janella, 5
escarradeiras de porcelana. 10 Solas de vidros
de cores, 2 portas cari s de gosto, 1 caadieiro
alto de crv-tal, 1 capacbo de coco, 2 cadeiras de
junco com bataneo.
Urna cama franceza para casal, 1 lavatorio
com pedra, 1 espelbo. 1 guarda vestidos, 1 guar-
oico de cor para lavatorio, 1 tapete para carra,
1 cabide de columna, 3 camas de lona, 1 cabide
de coiumDa, 2 cabides de parede, 1 lavatorio de
amarello. 1 cama francesa. 1 banca para costura,
1 importante cobertor imitaco a cooro de orc,a
propno para clima fro, 2 cclxas d renda, 1 es-
pelbo pequeo.
Urna mesa grande com ps torneado para
jamar. 2 aparadores torneados, 1 guarda comi
das, 6 cadeiras de junco, 1 cadeira de palha. 1
relogio de parede, 1 candieiro de parede, 1 tolo
de esteira para forro de salla, lougas para al-
mogo e jantar, copos, compoleiras, mesa de co
sinba, bacas, tabea para engommado e oulros
moitos objectos.
O agente (iu.-aio, autorisado far leilo auto-
risado por urna familia que retira-separa fra do
Estado far leilo dos objeclos cima, os qoaes
se tornam recommeodaveis por terem pouco uzo
Leilo
De movis, espelho, quadros, cortinados, porce-
lanas, vidros e plantas
Sexta feira, 4 de Deutmbro
A's 11 horas
No 1* andar do sobrado ra do Bom Jess n. 9
antiga ra da Cruz
CONSTANDO:
De urna mobilia de junco com encost de pa-
lha, coirpleta, com lampo de pedra, 1 esoelhr
oval. 2 serpentinas, 4 quadros, 4 etageres, 4 jar
ros, 4 efcarradeiras de porcelana, 17 panos de
crochet. 2 tapetes para sof, 2 langas com corti
nados, 6 ps de plantas, 1 cama franceza de Ja-
caranda. 1 cpula com cortinado, 1 toilette de
Jacaranda, 1 exceilente guarda vestidos, 1 lava-
torio com pedra, 1 jarro e baca de porcelana, 2
ocolos cem vistas, 1 cama de lona, 1 cabide, 1
mesa para jamar. 1 quartiobeira com quarli-
nhas, 1 tnear, 1 banca, 6 cadeiras de junco, ti-
nas, 1 laaterna de mola, porcelanas, lougas, vi-
dros, t iihere?, 1 mesa para cosinha, 1 baca para
banho e muitos outres objectos que estare no
acto do leilo.
C agente Gusmo, autorisado pela Sra. D. Ma
ria Joanna de Souza Saraiva, que retirase para
a Capital Federal, far leilo dos movis e mais
objectos cima declarados.________________
Vndem-se portas de (erre, grades tara
eima de muro, ditas para terrsgo e jirdlm, bao
deiras de ferro para porta de arcaaa, dobradi-
gas de chumbo, ferrolbos d seguranga, ro.iae
de ferro para carri ho de mSo ; no largo do forte
das Cinco Pintas n. 4. tenia de firreiro.
Vende se o ca vallo Trnsela ve. froprio
nara corridas : a tratar oa ra do Hospicio n.
77, com JoSo Malheus de Medeiros.
Fitas de cores para mosqueteiros, crochets
Je cores em pega para cortinas ; receben a loja
do Coelbo, ra da Imperatnz n. 16
Precisa-se de urna engommadeira para
reupa de senbora, e de um criado que entend
de copeiro ; a tratar na ra da Imperatriz n. 36
primeiro andar. ^_____________________
Auga se urna boa casa ao Porto s Ma-
dera, em Beberibe, ra de S. Benedicto n. 2,
com excellentes commodos e asseiada, para fa
milia, quintal murado e arborizado e ardiro,
com barjheiro nos fundos : a cbave para ver na
mesma casa, e tratar na ra da Florentina n.
20, Nova Hambnrgo._____________________
Precisa-se de urna boa cosinbeira ede urna
criada para copeira e mais servxo de urna casa
de familia ; a trata' oa roa da Saudade n. 82.
PRECISA-SE de nma costureira e de urna
criada para servigo domestico : a tratar na casa
n. 199, ra do Visconic ae Goyanna (Mangui
nbo). ___________________
Precisa se de um caixeiro com pratica de
taverna ; trata-se na ra de Aguas Verdes o. 21,
taverna._____________________
0 Baro de Petrolina acin-se de novo Da
direcgo de seus negocios e s ordena dos sene
amtgos e committenies da casa Pontual Aozende
& C, roa do Commorcio n. 48.
Urna carroga de duas rodas e um boi para a
mesma, matriculada ; a tratar im Santo Amaro
das Salinas, estrada deLimoeiro, taverna Dome
ro 6-B.__________________
tal nova deiMo*
Venle-se na ra Pedro AH'jdso n. 43, no arma
zens de molbados de Francisco Jos Lopes Bra
ga (antiga casa Moreira Irmao).
Telepbone 414
Criado
Na ra de S. Joo n. 17, precisa-se
criado que d fiador da conducta.
de um
Jone Jonqulin de Kj& Brrelo
Leopoldina Marcelina de S Haneio, lhos,
genro, oras e'netos, convidara seus prenles e
as pessos de soas amizades para assistirem as
missas ue u aadam rezar segunda feira 30 do
corrente, por ; ima de teu extremo :o esposo, pai,
sogro e a\, Jof Joaquim de h Bareto, tri^e-
simo dia do seu pasfameuto. s 8 1,2 horas da
macha, na matriz cu Santo Amao de Jaboatc.
e s 7 1/2 na reja de N. S. da Soleoade, pelo
que atiiecipadamenle confessam se agradeci-
dos.
t
luau ira no i de Barro e> Silva
7 da do seu pas^amtnto
Agceu Velloo Freir, Tfceresa de Jesu^ Frei
re, Luiza Barbosa da Fonfca Lina e Jo: Flo-
rentino da Funseca Lins, padra.-to, mi, irmo c
cunhado de Joo Manoel de Barros e S Iva, con-
vidam aos parenUs e amKOS para n.-sistirera as
missas que mandam c lebrar na matriz tr Ei
cada, no da 30 do correte, ss 8 1/2 horas, cajo
comnareciTipn'o mui'o os ner hf'wA.
Padre Joo Eumunilo de O me na
(Vigario de S. Louren9o daMatta")
Francisco Lino ta Fouseca convida a todos os
sfus amigos e do (ii a o para as.sis'.irem mis-a
que pur fUa alma mao rente, na matriz de s. L-urengo da Mal! i, s 9
horas da manl., 60. da de seu f llecimtnto, e
rti'sdP"-* pe pnnfensa grato.
t
Hara Magdalena da Fonwera
Mana Magdaleua da Fposeca Filua. Amelia
Sancha da Fonseca, cenvidam ajs prenles e
aessoas de sua amizade, para assistireo as mis-
sas de 50 das, que mandam celebrar pela alma
defuasempre lembrada nSi e av, na ordem
3 de S. Francisco, n 7 1/2 lioras do oii 30 do
corrente. oelo qui dtsae j .nlecipam os seus
asrarteeirnenios
^
aju
Compra se qualquer porgSo na fabrica de vi-
nho de c^j, ra da Auroran, ludas 6 hora?
da manh as o da larde.__________^^
Officiaes de pedreiro
Prec'sa-se de alguna cfficiaes de pedreiro ; a
traJar na roa do locomercica. 4. aimazem.
Papel-forro
Grande remessa, infinitamente variada, em
lores e desenhos. Os pregos ? basta dar a se
quiote idea : de 340 a I 000 a pega : na casa
especialista desle genero, ra da Madre de
tteus n. 30 (Recife).
J. T. Carreiro.
Os parentes e amigos do Dr. Jjs Rento da
Cunha Figueiredo Filbo to coavidadoi a ouvir
urna missa que por alma do lustre finado ser
rezada na capella do cemiterio publico desta ci-
dade, no aia 30 deste mez, 8 horas da raa-
nh.
Ama
Precisase de ima ama pera tnanids tm%aa'
ninc de 3 anuos e fazer mais .jffgta saraf* de
casa : na ra Imper.al n. 19, l^fnlar, b frn
te do viveiro do Muniz.
Pataches brasikiros
Co'mpram-se palacoes brasileirns e qualquer
moda de praia, pagase bem ; na relojoaria Da-
vid, ma do Cabog n. 14.
FiJas labradas para f'-xas n. 80 com maii
a m palmo de largura a 2#l00 reii
o metro.
Gregos, galSes, trancelins e regente
braneo? e de cores, para enfeitar ves-
tidos e roupa de c.-eana, camisas, toi-
lettes de senhora.
Collarinhoa pera homens a 200 reja um.
Grano e variado eortimento de oaisas de
msicas a 2^000, 3000 e 5000 rei
cada urna, preprias para presentes.
EspeJhos raagicos a 5U0 res um. Duzi
4)>0',0 reia.
Espelhos coiti tres palmos de fcltura, com
woWuxa de dourado lino, oval a f)00C
reia.
dem, idem a 65000 reis.
dem quadrados a f>$50G reis.
Ventarollas de palha branca a 1 JOCO reis
na.
Lequcs de papel a 500, 600 e 800 reia.
Rendas abicos de cores, branco, de ai-
gdao e linho da corea e pretos.
Bolsas e biiaios do palha, para compraB.
visgens e pps-eios.
Capas de la e casemira para snhoras.
Perfiuaaarias, leos, extratos, cosmticos
dos melbores abrigantes.
GaSes, paiinas e ph'gertes de vidrilhos-
BoisJia* para passeio, de chagrn e pe-
lucia:
Albuos de pe'lucia, couro e chagrn.
Vf-nado 8ortimento de brinquen; s.
PulcirS, voltas, cazoletas, acneis, ca-
deias de plaqi' americano.
Caix-;s de msica para presente a 7S0O0,
WiQ, OOCO c 12$0.0 reis.
Meias, \eo$OB, collarinhos e punhos psra
senberas e hornees.
Oculos, pinceatz, navalhas e caivetes.
Cfpellas, veos e ramos para casamento
Toacas e enxovaes para baptisr^dos.
Corxetes em fita para metros.
Ga!Bes brancos para roupa de ciiinjas.
FLORIDA
iOo-Raj Duque dcCaxiss-
Ama
Precisa se de deas amas, sendo ma pera ni
gommar e cutr. para cosinbar.
Ama
Na ra da Matriz da Boa-Vis n, K.Jf 1&)*.
precisa se 'ie urna cosiuneira paira n A fff-
qu-na faniUa.
Precisa se da um
com pr tica ou sem ella
ciel Pinbeiro n. 10.
menino para taverna,
a tratar na praca Ma
Yende-se
O deposito de cigarros com duas marcas re-
gistradas, Susana e 13 de Maio, bem acredita-
das ; a tratar na ra Coronel Soassona n. 15. 0
motivo da venda 6 o proprietario ter de retirar-
se para fra por molestias.
EDgommadeia
Precisase de urna engommadeira ; na ra do
Hospicio n. SO.
Aluguel
Aluga-se a loja do sobrado n. 43 ra de Mar
cilio Das (Direita) e a casa terrea do beccn da
Pyndoba n. 5 (Recife) ; a tratar no memo so
brado o. 45.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro ; na ra Luii do
Reeo n. 34, taverna.
Olinda
1 de Dezembro de 1891
segnindo depois da demora necessaria para
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ay-
res e Rosario de Santa F
ESTES VAPORES" ENTRARAO NO
PORTO
__ iwnf|| ""*
Tem ptimas accommoiagOes para passagei-
r#s, exceilente passadio e pregos resumidos.
Para carpa, encpmmenc.as, passagens e di
nbeiro a. frete, trata se com os AGENTES.
LINHA llENSAL
O vapor Congo
Commandante. C Vaquier
E' esparado dos portos do
sol at o dia
Leilo
De predi as e terrenos
SABBADO, 5 DE DEZEMBRO
Ao meio dia
No armazem ra Mrquez de Olinda
n. 4S
Constando de: .. ... .
Quatro casas no Campo Alegre, freguezia da
Graga om 1 porta e 1 janella, 2 salas, 1 qoarto
e cacimba meieira.
Qaatro casas na primeira travessa do Campo
Alegre, freguezia da Graga com os mesmos com-
modos.
Urna casa na segunda travessa do Campo Ale-
gre.
Dous terrenos no lugar Peixinho sem edifica-
gao e 1 terreno no Campo Alegre sem edificago.
O agente Gusmo, autorizado por maodado do
Exm. Sr. Dr. joiz de direito de orphos, far
leilo com assisteocia do mesmo juiz e a reqoe
rmenlo de Francisco Mauricio ae Abreu, tutor
da menor Luiza filha do tinado Jos Antonio
Mendes das casas e terrenos cima mencionadas
podeodo os compradores exaaioal-as.
Alnga-se a casa da ma de Matbias Ferre!ra n.
101 ; a tratar na rna Deque de Caxias numero
45, loja.________________________________
Criada
Precisa-se de urna criada para casa de familia
estranceira, para andar e tratar de meninos ; a
iratar na ra Visconde de Goyanna n. 157.
Pharmacia franceza
Deixou de ser responsavei da pharmacia fran
ceza roa Baro da Victoria o. 25, retirando se
della oo dia 24 do corrente o pbarmaceotico Gra-
ciliano Mratins Sobrlobo, sendo substituido pelo
pharmac. uito Loiz Rodrigues de Carvalbo, for
mado pela faculdade de medicina da Rahia.
Moetias de prata
de todas as qoalidades, antigs emodernas.de
2C00, 1WOO e 500 rs., assim como toda a es-
pecie de moedas e^trangeiras de curo e prata,
paga se bom preg. Compra se tambera curo e
prata velha ; na relojoaria David, ra do Cabu-
g n 14.
Fruetas
Laranjas doces e azedas, genipabo, abacaxi,
caj e hmao, compra se em qualquer porgo,
na fabrica de vinbos de caj ra da Aurora
n. 111, das 6 horas da maob s 5 da tarde.
i1 lucia I de ferreiro
Precisa se de om official de ferreiro ; a tratar
ra do Cqmmeruo, armazem n. 4.
Moedas
Compra-se de qualqueT
paiz moedas de ouro ou de
prata, paga-se por mais do
que em outra parte, na ra
do Livramento n. 10, loja
de ca'cado. Compra-se tam
bem ouro e prata velha.
Entre
socios
(Um aonel com hrilbaote)
- Transferida para a segunda lotera do Es ado,
do mes de Dezembro.
as*
Vende se a casa da roa do Amparo n 26. em
Olinda ; a tratar na ra da Imperatriz o. 78-A,
loja.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica de ta
veroa. ou um socio qoe tenha capital, na En
cruzlbada de Belem n. 6. Tambero vende se o
mesmj estabekcimento.
Fabrica 4$ levas
DE
Boa Baro da Victoria n. 65
Loja do Espelho
Madsme Oerard avisa aos seus cume-
rossimos fregueses, que recebeu de Paria,
um grande e variado sortimento de pelli-
cas de primeira qualidade de chevreaux,
suede castor etc.
Moedas brasileiras
Compra se de 800 rs., 1000, 2*000 no centre
da moeda ; na ra do Cabug n. 9, loja de Au
guso do Reg. _____________
Patacoes
Compra-se de todas as nagOes ; na ra do Ca-
bug n. 9. loja de Augusto do Reg. ____
iaa
Precisa se de urna ama de meia idade, para
casa de duas peesoas, que cosinhe e faga todo o
servigo da casa ; a tratar na ra Matriz da Boa
Vista n. 3.
MANEQUINS
Para familias e modistas
A 25#000
Sarvo para qualquer senh ra por mais
magra on gorda qae seja.
i li fias Litas 1
61 RA DUQUE DE A XIA
Amas
Precisa-se de duas amas, urna para engjm
mar e cuidar de duas enancas, e outra para co
siohar e lavar alguma roupa, para casa de duas
pee soas, devendo ir para Olinda ; a tratar na
loja das Estrellas, ra Duque de Caxias n 56.
Ama deleite
Precisa Be de urna que teoha bom a abundante
leite ; na ra de D. Maria Cesar n. 32.______
Ama
Precisa-se de urna para cozinbar ; a tratar aa
ra da Praia n. 11.
Precisa-se de um
Paysando u. 19.
Feitor
feitor; a tratar na ra do
Patacoes
Brasileros
Marcados 2*000 no centro, compra se por
maior prego do queem outra qualquer parte: no
armazem a ra do Commercio n. 4.
Criado e cosinbeira
Precisa-ce na ra do Lima n. 23, em Santo
Amaro, na antiga casa do Dr. Ramos.
PAKA
ENGEMOS
Lopes e Araujo partici-
pam aos seus freguezes e il-
lustrissimos senhores de en-
genho, que tem deposito
constante dos artigos abaixo
mencionados garantmdo a
boa qualidade.
Cal de Lisboa.
Dita de daguaribe.
Potassa da Russia (em
barriquinhas, caixas, latas
grandes e pequeas ).
Oleo de mocot,
Azeite de carrajMftgh
Dito de coco.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
Kerosene inexplosivo.
Graxa em bexigas,
Gaxeta de linho.
Precos sem competen-
cia.
Rna i Livramenf.
o. 38
Pili 1G!!S
Cui maraes <$* Valente
participam aos seus fregue-
zes e Illms. Srs. de enge-
nho, que como sempre tem
graftde deposito dos artigos
abaixo mencionados garati-
tindo tudo de primeira
qualidade e presos sem
competencia, a saber :
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Civento Portland.
Oleo de mocoto (puro).
Ditos americanos (para ma-
chinas).
Dito de linhac,a.
Dito de ricino.
Azeite de carra pato.
Dito de coc.
Dito de peixe.
Ponte em latas.
Kerosene inexplosivel
Graxa em bexigas.
Graxeta de linho.
Potassa da Russia (eia latas,
caixoes e barricas)
Trisulphito de cal (novo
preparado para clarificar
OBssucar)
Formicida Capanema (o re-
medio mais efficaz para
a extinecao da formiga
suva) *
6 Corpo- Sanie- 6
TINTURA POMADA
NICA TNICA
MBA
para dar aos
branooa sua t6r primitiva,
rto i riLLiOL, m Ui*i ^H
nsiAiniufiA
par* a Barba-Basta um s
rlilro sem preparagAo e
tem lavagem.
*


UEGfVIl
'





iaaiaaa, -
1
V
.-

'
<
f
I
r
\
Diario de Pernambuco Domingo 29 de Novembro de 1891
&AINT-RAPHML
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efioaz para as
pessoas debilitadas do qus os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencias; este Vinho recom-
mendado as pessoas j idosas, s jovens, mulheres
e s criancas. *
Depsitosca Pernambuc : C" de triparta e Pruductus Cbimires; FARM S03RIRH0 C'iiu trterljaes Paarmaeiai.
l'4M
ffON-NUTRITIV^
lC0M,QUIN*:
O melhor e mais agraduvel dos tnicos, receitado pelos mais
alustrados facultativos de Pars, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRESde qualquer natarcza,DOENgA8
do ESTOMAGO, CONVALESGENCAS.
Se acha as principaes Pharmacias.
ASHTMA & CATARRHO 'I
Curados celos CIGARROS ESPZC
l 0ppr*mS*9 Toune MvjlnjroH 3> rrat m I a s
AiM'i; |VAI><.8 i i: i k\i iikiH pVLt Kll%L i>K HYMI MI "' BHASIL
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o do
Estomago
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Doencas do
a DYSPEPSIA ATNICA, US FtBRES INTERMITIENTES,
as CACHEXIAS tie origem PALUSTRE
E CONSECUTIVAS A UM/. LONGA ESTAC. \ EM PAIZES QUENTC3
Preiicreve-se nos HoMiitaes em PARIZ e em VICHY o
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TAO HA
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m"txlo qi .,_.. 11 < i> u,-. i- 1 la ("V. ii-m OSttMlvo, uniid" roaiBOlM ei:> 1 "U 0 di-i*. It*-l-iloru> : u Vauu*
._. : i- vt.: I \e.i .<(>< rninjnt lo a I"jer? - (maes i*0 bivi mn de 10 .limos 60 desde HDM, 'J-' denla I ajas M i Miada; o resaludo marvi]hoo foi
G a B dial d tratameotp. Senada # si* ri men cao feita m 181 Kuropos : 181 cu ra. *
mveaU>r K. PElff (fflf. place du Capltole, tm TOI.OSA [Franeaj e em todas as pharmac.rf
lM-i.usii*iri-j iiu Pernaiobuco Fran'- M. da SILVA V C*.
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DOENCAS. DO PEITO
'^URAcertflpitaF.
De Eucalyptolbsoluto odotortno-creosotado
PARS 4, Kuo do Charoone -PARS
Deposito em Pernambuco : Fran00 M. da Silva & Cia
balsamo
sulfuroso de
LEBRUN
Balsamo de Tolu. Alcatro. Acnito e Monosulfuro de Soda puro para
a cura infillivel da /'hthisica, Brunchile crnica. Cacharro, L'r>/ngiley Aphonia e
Doencas da pe'.le. Para o modo de emprego consultor o prospecto.
'. PHAR.1HCIA CENTRAL, SO, faubourg Hlontmartre, eeotoiias as phamaciu extru|eitu.
DepHSitarioa em pernambcco : fran m. da silva & ci
.-

OLLOVvmY
I
'-ir -. e.'.i r.ci'o ; timbenrfcA-
unatiimoe pana todas aBrOMn1 1
i K ... d;. al t
brcnchttet Ksfrsr.jsntos e iossss. '
1 .; pan o> nienjtst'
.'. eii i.uo.
'' I .
. 0 FERRO BRAVAIS
1 recresenla cxftanicnleo rerro conw
~y___^mi;> vti orniipn ado relos
siona prlso -le venUe, nao. canS
esiomapo, nao eniu'grece^ lentei.
Tpmerr-s* virre oolas m cada comida.
Exiia-aa a Verdadcira Marta.
Vndese en< lelas as PharmaeirQ
or Haio': 40 & 42, r. Bt-X.aauu-e,Pari-
E ailNA RA6Gi
Lote de vaccas e bezerros
Vende- c xxm loie de vsccas e bese'ros, dando
v cestf bi :n e abundaot; leite ; iodo lote
y, i- bem nulndo ; a ttaiar no esenptorio da
.:afc. o A- Vaina, W.o* es das uts, das 9
:: as da uiantia as 3 da larde.
VEnDABETRAS AGUAR da
rt
I Di ezoellentes resultado
aza. todas os caros de tHtSiA 6 CEBEUD4DE .
i
o QUINA RASOCYs
Anima rapnamente as BORQA.8 Q
,kkk CCISTIFICtO rI MKS i ESTQbUCC^
>wrJ' fal: 9iR9i JB, II, ru tr?iU: Sl-Uien, ea Pan. M
prrnmntbwn,Fraa-.da&TI.TA *ff.l
SUSPENSORIO MILLERET!
ai.o as i on.es u woiuo trancez
Aim'njim. S.BOULLVAKD KONTMARTBE, PARS
6ELESTIS. Arfss naairiM. EocLcas Ci Eaiija.
ERAlIDE-fi/if^LE.olJis-.doriaa edsAppireBiobiliario.
ffOPU'AL, Bwsc: lio Esuiaiag.
HAUT&fic. lfcciei do EsMnag edo ipparellic triaar*
(/n t'o Estillo.
aiiama Ptrnanbmto, luxa it Khlia; Aig. LaMUt
laairtacififtraaraiaaaK Inpaa.
08KSf;AS DA PELLE
VICIOS DO SAHGOE
AFFEC$ES SY?RILITIAS
Cura C"fla peto*
N0V0ESTAB8LECIMENT0
Ricebeu um lindo sortimeuto de
CAPOTAS
de rendas de cores e prctas para senhoras.
de renda e de palha para senhoras e meninas.
SOBEOS
de palha e de seda para crian;,- s.
ea apeos di HLf ao
oara homens 6 rapazes, dos tabncantes FRANCEZES, lN'iLEZES E ALLEMAES
CHAPEOS
de seda para homens.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
de palha para chapeos de senhoras e meninas,
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas^ Veos, Azas, Passaros, Plores,
Plumas, Aigrette- eGrampos
aara chapeos e utrc9 artigos de fantasa.
liua to Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
Para a cura ejtcaz e prompta dat
Molestias provenientes de im*
O pureza do Sangrue.
T. una lonura andar fazc- pe
ricnoias coi misturas inferiores v'ora-
postas de indgenas cijo ilicacia no e conflrmads.
pela si-ic-liria, emqtaanto que a molestia
cada ve,-, vai gauliando terren.
Eaneem meo, sem demora, de nm re
medio garantido cuja efllcacia soja faetc
Bsigpalado e lnruii'stioi.avrl.'
O ExTKACrO OOMFOSTO CONCETRADO
BB SaLSAPAlUUUIA HT. Ayki; 0 rolilu-ciih
recommendado pelos mdicos mais In
telllgentcs dos paizes adiautados, ja
Curante 40 amos,
Ccntenji de milliares d" doentas
Um culbiJo bcncllcios do sea emprego e
ao mtras tantas testr'inuuhas da sua
Cfflcacia posittra e iucomparaveL
PRKPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA.,
r^owel!, Mas., I'st.-Ui.-i.los.
IlU-llSITO lirjtAX.

AOS
PEQUEAS PIIUUS de REIHER
OJRA3D6
F*^do entorpecido cura-pe positivamente com estas
BfluC Kllaa tilo um remedie purgativo Hvreds peri-
co pura o honiei.. Lr^ia fraco. to bem como batante
activo para o human mal* farte, e nao conMipo de-
poia: pela acc.^ eeral a^rada todos que a- usam. Sao
a* pihilaa catandariea da proftwo medica dos Estados
Unid- Sao aa menores e nuia facis a tomar.
Cuarenta em cada frasco. ;___
PARA
FI6AD0
Sabo curativo de Reuter,
Tnmorrn, cravos, pda v-rnielha. as|-- e oleosa .mpo oa
curado por o mais-graiide de lod(i oa afcrmoseadorec da pellt, o
w,han Curativo de Reuter. Produza a pslle formosa. branca e
cl'ira e mos branda,.; absolutamente pu:o, deltoidamante med,
rlnailo extremain.-nte Intomparavel cono sabno para a pelle
bem como do toucador, dobanhoe do ,uarto das enancas
OAllTELA.-No genuino m cada ecvoltorio tira
mS Jsttatale Barda,% Co.. New lork. ,
MEDICINAL
Y PARA 0
TOILETTE
TRICOFERO de BARRY
__________--------------------------------------> nADA f\
Cma preparacio elegante extremanieatc perfumada,
remo\ e todas as impurezas do crneo, preservativo con-
tra calvicie e cabello clnzento; faz o cabillo cresccr cs-
i,.ii. brandoe hermoso. Infalivcl paracirarempcrtea.
doeneas da pelle. ("..-: Julas e msculos, i cura rapida-
mentecortaduras, queiniaduraa, feridas. torci^dunis. *c
CAUTELA.v:o eenulno sera cadafrasco
ter a marca rqdaada de Barclay & Co., Ntw YorW.
PARA O
CABELLO
A PELLE
ESTABELEC1D0 EN1S0I
X4R0PE de RUTER l*? 2
Como Remedio da Estaco Calmoaa, Purificador do sangiie, dlare-
tico, e aperiente, nemoum oatro appellidado depirallvo ou sarsa-
parlha se approxtma sequer ao Xarope de Reuter No. 2. Combina
quatro prandes proprcddwem nm so remedio, operando a um teta-
O MELHOR
PURIFICADO?
PARA O
SANGUE.
po sobre os orgnns diireslivos. o eangue, os iins e oe intestinos.
Absolutamente mutralisa e oupulsa pelos canaes i(linaes, ria
e poroe da p-.lle, os germena nocivos, que fluctan no sangue, na
tiriiia c na transpiracao.
depositarios DttsTEs pbdctos.A companhia de Drogas e Po-
ductos chimicos.
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
DE
CARDOSO ft IRMAO
Ra Baro do Triumplio ns. 100 a 104 e ra
doVisconde de Itapanca ds. 22
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 eavallos dos melhores fabricantes.
CALDEIRAS multitubulares para 4, 5, 6 e 8 caballos.
MOBNDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIXAS de ferro batida cravadas c caldeadas, fundido de todos os tamanhos.
RODAS D'AQUA p-ra cubas de maaeira e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora a angulares da diversos tamanhos.
CRIVACOES dupla e baacas de foraalhas para as3entamentos.
BOMBAS DE REPU ^HO sem sola, vlvula de bronze.
CHUMA0EIRAS puvtfujoi e o mais que se op3a desojar para engenhos, estra i
las de ferro e Obras P.ibhcas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pega de machioismo tanto de ferrt
andido como batido-
EN /ARREOAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, mediante ums
iommissao rasoavel, qualquer michinisno e CNTRACTAM apparelhos para Usi
oas, para fabricar 100 a 300 3acos de a38U3ar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos mesmos e reip-nsabilisam-se pelo bom trabalhc
para o que tem um hbil ongenhsiro inglez muita pratico, alm do dos um sociof
o casa que tambera engenhjiro.
PASA LIQUIDAS
Charlte verdadeiro, qua-
lidade superior,
Castores de todas as co-
res com lindos desenhos.
Tapetes com lindissimo
padroes.
Marroquim branco e de
todas as cores.
Sola especial.
Formas francezas moder-
nas e mais artefactos par
sapateiros.
Tudo isto se vende por
diminuto preep por ha ver
grande deposito na loja de
calcados ra do L vra-
mento n. 10.
Costa Campos 4 C.
DRGIBERT
X1R0PE E GP.ASEASI
B.-f.ra:i'i Ulurulj Hi il [
(P.'eparadias por i IcHAMA.)
IWWER8ALIWENTE RECEITADOS
PBLD3 MAIS AFAMADOS MEDIC03
Bxijir i [irwins t tiil* encarnada) do l>'
SUEUT c d BOUTKJJIT, o ic!li> do rloraiio
Prtmiiz e o da Vniio dos Fabricantes.
IKrWFIAR-SE DAS IMITARES
- para varicoce.es, hydroccles, etc.
: i ventor i/nprnn m% ada u*/>nao'/o.
x.:s OOXIDEC
i.SSOR
H^bnt de fundas
*T;a '/#n/ia-a1a%a/
M. em
r *r M s
0P0SL
\AWMW SOUQOSTE
w PENHALIGON
Perfume celebre faruecido i Casa Real j
AsCdne IngUaaft EstranfrciMieao Eliti-il.i F-.iropa
\AlacMo: PENHALIGON & JEAVONS
32. Bnnt lSc t -i-t, 33. Lon 'rea
Agente n rMAMlOCO: T. Wt. da HIXV& V O*.
OJA DO POVO
Est estabelecimento aoaba de fazer grande melboramento para melhor expo
'.cao de aeu esplendido sortimento.
Tendo grande deposito de tazecaaa que nao pagou imposto de ouro., vende
por precos baratissimos.
iiescorito de 10 [o de 20$J00 para cima
Voiles lizos e com flores a 240 rs. o covado.
L* de listras a 240 rs. o covado.
Chitas de cor escuras e claras de 240 o covado pira cima.
bretones fraueczes claros e escuros a 30 o 400 rs. o covado.
dem em cortes com barra por 55001 e 80000 o corte.
Granadino de seda, com listras a 00 rs. o coviido.
Crepo com desenho preto e brsnco para vestido 5-0 rs. o covad.
Merinos de efire^ lavradas.
Cachemira de seda e la cem 1 metro de largura a 2(KX)0 rs. o cavado.
MadapolSo sopenor com 2 var.s a 6500, 7.^500 e 80590 a pesa.
Dito trancez com 20 varas a 100000 a pega.
Capas pretas para B3nhoras ultima novidade.
brande sortimento de meics de cores e brancas para homens, senheras e meninat
para todo prejo.
Brins de 1 nho de cor, finos. <
Casemira preta, diagonal francs de 60000 rs. por 40000 o corte.
Extracto fino inglez a 10500 e 20000 o frasco,
rloupas de banho para homens e senhoras.
Camisas brancas francezas a 20500
tamines arrendados com 3 1[2 palmea a 200 rs. o covado.
s rsi\A. x,ora. do poyd
MHua do Crespi-H
especficos
DO CELEBRE
Dr. Humphreys de Nova York.
Km aso mais do Tf onnos. simploi. Res^iroa eftl-
Cacese '...: t-. .-. v ,n\i as Drosarla.* '-.'liar.
oacias principaes e mala garantida
He. I KA
!. Febpeti, rontrestilo. liitlnn'T.i.i--' .....
^'. Kcbree Calleacausadaa por]
a Cnlii-.-i.Choro Xnaomnladas -
'. lliiir-.li. n deCrt
'. Ilvenieriu. Dfin i de Barriim. i ol .
C. 'olerinn, Colera-Slorbo, Vmitos
".. Tn.w, l'iiiistlpai-do. KoaqWd lo, Br
h. Ilnr le Dente Cala, e Nevralgla ......
i-. l>or de rabeen. Enchaqueta, \ er igem. .
10. I>ispepsin,ln.ll_-.-i.i". l'rl-i .
! -Iipi.l-esr.rio dll ll-.i :; i iI-tii.j-
li. I.riiVrria, Forip Br prnusa
l:. ( ruup. Ti.-U'iil'-;i. I'iil' :.. :
14. Herpes. rupQoes,Eryaipela..
;'. lCli-u-ii:li-iiin. l : .....
: -. Sczrii's, M.il- i:,. I-. -,: Intermlltente.
17. llcmorrlioirin-.. Almo .
externas, siinpl -
la Oplithnlniia. i'
la Catarro, asrudoi u chi >
30. ( mili el u -.'i- :i -.: ...........
2. AsrH'i. ,J-sji.":*. "-'i'- '!'"-"...........
U. >ii|pi'iiri,v.ii. In. '" loi. Sur.ii-.:
ai. Baerelalas, lu* ..... i Llcerta ...........
M. Itebiliilnde uel.li. -n | i.'- i ..........
95. II v Iri.uesla. A.-umula!;3es Huidas...........
.-.. Rnjoo de Mar. ...i-i-i. Vorrlaos............
: Moleailas oariaanas, Clcalo ou Pedia
na Bt.Yicu.............................-.
S9. Taavaceacia, Debllldade nerv sa ~L-niuiaI .
*J. Chueninhr :ia lio ::. OO
50. lueonliuencia de Ournu. OurU
(hu* ....................................
51. 1li-ii^lruacn.# r'.oloro.-i. l"rnrIto .......
:!. loicstins dn Coi-m-iin. Pal| il ; etc..
J^. Enj'Irpsia.Malcuduiii, Uotta ral. Ba:ledo
S. Vito..............................
U Diphllierin. M il nrui.L.-ai>ili Oartranta
~. I I. n-r-t iir- < Ti i un i- .1 Deri
OMsnnaldo rr. Humiitir, \ 141 -
asF.nfi-rminaili'.-i'iirn k1 ni. i ; lagrataa,
, ao ,-i-u Imticarlu oa a
HCMPBKSV8' HEDIGrXE CO.,
109 Pulten Slrcel. NEW VOKK.
Deposito gera.l ca Companhia
de Drogas e Productos chimicos.
Gerente Francisco Manoel da
Silva.
Luiz Vernet levan
ta emprestimos de
qualquer quntia sob
cau e pedras preciosas e
tambera compra cau-
tellas do Mente de
Soccorro, calices do
Banco Popular, joias
e brlhantes.
Pode ser procurado
oa su a relojoaria ra
do Baro da Victoria
n. 53, das 8 horas da
manh, s 8 da noute.
Padari), ras D. tarii Cesard. 30
0 proprielario desta padaria contna todos os
lias niets a labridr as saborosas Borchas Ura-
no P. 2-e Imperatriz, previne ao publico e a
seaa numoroses fregu es, que tf oham todo cui-
dado com alpuma do me^mo formato que se
to efpalh&ndo e enlas falsificadas. As verda
deiras sao as fabricadas ne3te estabelecmenlo.
____Telepnone123
Gosinnairo
Precisare de um cosinbeiro : a tratar na roa
de Pajsaod n. J9.
I IBl.tt~l
fc

73
<
<
P
o
P'
PEBIDA8
HAMAMELIS
DE BRISTOL
AVELEIRA MGICA)
VKGCENTO EXTI.VCTO
ESPEQFICO PARA O
RHEUMATISMO
E HEMORRHOIDAS
INCHA90ES
M
Q
O
fer
teJ!
^
WEISKY
Royal Blend marca VIADO
Este excellente Whisky Escosez pre-
erivel ao cognac ou agurdente de canna
para fortificar o corpo.
Vende se a retalho nos melhores arma-
cens de molhados.
Pede Roya! Blend marca Vlado,
sujo nome e emblema sao registrados para
todo Brazil.
: BROWNS &C, agentes
->
. do vinoso i .
Jl pprovado peli Il'.ur-.rida Jauta de
Eygiene Publica da Corte.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 20 de Junho de 1S83.
COMPOSICAO
de
Firmino Candido ds Figueiredo.
Empregado com a raaior cfftcacia nn
rhtutnatismo de qualquer natureza,
em todas ai molestias da pelle, as
teucorrhas ou flores brancas, nos
soirimento accs^ionadospela impurc-a
do tangsu,e. ::!ia".niciite as difiera
ormas a syphilis.
Dse Nos primeiro? seis das urna
c das de cha pela manila e outra
i noite, juramente ou diluida em agua
e em seguida mudar-se-ia para colhe-
es das de sopa para os adultos e nie-
tade para as cri.j .
Rgimen Os doentes devem ab-
=ter--e r.i'Ctias do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos !>anhos frios ou
naortios, segundo o estado da molestia.
SSPOSITO CEKTSAL
Francisco Manoel da Silva & C.
Urogulslas
23 Ra Mrquez de Olinda
Pernambuco
-Vr^W
ESPECFICOS
Kmjjhrejfs '8 Nova York.
'I ::1 asnos, Mn:'>lc-. vniro-., rf3-
m ti?::..: J.1.V.U3 do Hundo.
ciad
i -. I tiil;;r.::in'-'.-..........
.. ; i-bree Ci-l i ;i
L Colai H| mata das Criancafi...... *
. !.i> rrlic.i > .' 'i1. ......
'. !' -. -1 : 1 b i biiloca \
- c ol fina, 1 '' tf
': .)---. u |Ultiao. Bp
.. >tif i\v !>);' .-h'\u.....
Parde i'uti -<:- .....Vi nlg m. ...
. l>e<*M>pnia 1 Iii.i ntre.. ..
'- "u;i':'t'-- Q --- 'esra. Esca a ou l>emo-
;. Ijpucirr.:.' Ucqraprofusa
ran* : 1 Kejtirar
lerp -. 1 rup la..................
i'/ic, >ial -l I i'bre intenalUente.
-' _leni<:rrli.ii l'i>. Ali rrelmaa, lotenias c
mpies DphThnlmla, olbos fracos i Inflaromadoa.
i*:arro agiaioou cbronlco. Deflexo......
; u-iueache, TossecHpanotica.............
Ll. Ai:i;t, KvspIracAodlmcuitORa........ .......
22. Supprrni.ao -. >:-. ioiiil;i-, Incbace* i riceras..........
U. Iii'biliade eeral, "u pl 3 "lea..............
. i! \(i ropera. Acumula^ Buidos ..........
CU. Euj00 de .Mar, N::i!sa. Vomito*............
. M.;lt-*'iii>oi:r.uarurt, ClculosouPedw
:i f*r>T*B> ............................ .....
~. Impotencia. Dehilidaile nervoea, cUina"..
Chaziiinlin<4 na Sccca, "U Aphta .........
. i .mitiuc.icia de Onrlua* Ourlnar-sena
Cauu ......................................
. .Mpn.truQi;uo <.c.ori*a, 'n-i;t..........
. "'lolesrias do C'iucao, Palpltacoes,etc..
-- Ki-y l'jJtiiaf Mal taduci>.Gctta cora!, Baile do
S.VUo................................-
>>->'itb X-. Coueeatoc Chrouicus, DardoCabeca....
O Ibnnaldo Ir. Huuphrej
t-Eafertnlda
ose b itkr riuou
DCMPHKBTS' BttDICI^'E CO.-


=tl

109 Fultou treet.
>E\V VO.'IK-
UNICOS AGENTES
Para vendas em grosso ees Per-
nambuco
Faria Sobriaho & G.
DROGARA
A' Ra Mrquez de Olinda n. 1
Liqnidaco de cal-
j?a A FLOK DO BOSQUEa ra do Li-
vrarrj rf > n. 10, chama a attenc'o de seui
freg' 11 ; para os artigos obaixo descrip-
tos, ojos sio uvendsdos por pre50s resuoi-
dissi;ncs para fecbamecto de contas.
Grande sortimento de bntina3 inglesa
ds diversas cualidades a 95000, 10(5000
11.5000 o |
Botinas para Lomens, das melhores f-
brici8 do Rio, por pregos sem compe"
enca.
Boticas de cordavao, cofti salteiras obra
forte e elegante, fabricadas especialmen
pira as Ex;cas. Sras. normalistas.
Sapatos brtncos de setirn e duraqat
oroprics para aa Exmas. Sras. noivas.
Explendido sortimento da botas pan
montaria, tanto de couro da Russia prote
>omo branco.
Chaucos e tamancos portugueses par
nve:rco.
Botccos e cothurnos proprios para caca
Botinas nacionaes impermeaveis, obra
solida e propria para o invern.
Lindo sortimenti de sandalias da todas
as qualidades, tanto estrangeiras con*
nacicnaes.
Ptra cranlas de ambos os sexos h*
sempre nesta casa o mais completo e va-
riado sortimento de botinas, colhuraos.
focos e sapatos.
A FLOR DO BtlKQIJE
10 RA DO L1VRAMENTO X0
Costa Campos & C.
i


Diario de Pernamboco Domingo 29 d'ovembro de 1891
AOS FUMANTES
Desejvs nn ler azia quaodo fumar s?
sae por algiimtempo os apreciareis cigarros denominados MINHA ESPERANCE quer picados, quir pifiados. Usae tambera o aroaXko*
saboroso fumo desdido intitulado Higinico Naeional e os cigarros do mesan uro
Ocpoie dis o dif-nos-hei se foi ou ti^ ulil o consellio.
Cumprc Dolar que os Hvgienicos sao fraquiobos e os ESPERANZAS sao fortes.
A tortee MINHA ESPEHA.NCA situada na roa Laiga do Rosario n. 21
Um apreciador.
PBIMEIRA LOTERA EXTRAORDINARIA
DO
Em favor
Isabel e Santa
do Kecife.
RECIFE
da Colonia Orphanologica
de Misericordia
DE
RES
CEMCONTOS
Extraccao era 9 de Janeiro de 1892
PLANO MAIS IMPORTANTE
Casa
Correr nfallivelmente no dia 24 de Dezembro deste anno
esta importantissima lotera, cujas vantagens ja sobein conhecida9
pelo publico.
Para maior garanta de que correr no dia annunciado, pa-
gar-seka o dobro no caso de transferencia.
Bilhetes a yenda em todas as casas de loteras do Paz e na
Em 125,000 bilhetes da 16,867 premios!
Hitas loteras e as da Rabia nicas que sao extrahidas nos
dias marcados, e que se transferirein
Pagana o dobro por cada bilhete vendido.
Alm disto tem depositado no Thesouro *lo Estado importante
sommaque constitue sua fianga.
RA
TH6S0URARIA
DO CABUGA' *?. 3
1000:000$000
MIL CONTOS DE RES!
1* ANDAR
Rs. 16JO00 h.bili!a a 500 coDtos
Rs. 8$000 habilita a 250 co. tos
Rs. 4$000 habilita a 125 contos
Rs. $800 habilita a 25 contos
IHTEGRAES
OS ENCARREGADOS,
Arthur& Desiderio.
Extraccao em 1$ da Bezembro do crrante anuo
Esta loleriaj bastante conheeida e nao faz maito tempo
que deu para esta capital um premio de 100:0005000, alm de mu-
tos outros de ]0:00000Ue 5:000|>000.
Suas extraeges sao effectuadas em edificio publico e presi
didas pelo fiscal do Governo.
Todos os pedidos de bilhetes destas importantes e concei-
tuadas loteras devem ser dirigidos a Tbesouraria das Loteras do
Estado de Pernambuco, a Ra Larga do Rosario n. 9, 1.
dar. .?
Bernardino Inopes AUteiro.
an-
Loja do Coelho
5o, ra da Imperatriz
E>'e grande estabelecimtnto de moda? acabo
ie expr o publico e *s toas jixmas fregaesa
am (eidadeiro e atrncate sorumeno em novo-
teeidoa para vestidos, *-sao:ba to cbrls da casi.
DiUmsmeale esa coepr. 3 coi principis centros
da a.ccTa.
Exposigo
De lonjas de porcelana de purao poto e
entidades de oaia importante fabrica de Pariz.
Ra do Barao da Victoria n. 63
Fabrica de ovas
Novo bicc s
/!> lil braceo, rreme e fc-jgQ, acaba de receber
Pedro Ajcnes < G 63 ra Duo.ue de Caxia*.
-O n
El
enantes e commodos
esDart.'h va -caba de ro:rber a Njva EiDeraocn
63, rea Dique de Cixia*.
Pedro Adunes & C.
Constitu gao
DO
Vende-se a 400 re*
ada exemplar, no
sscriptorio do Dia-
rio.
Livros de recibos para
de casas; vende-se
dete Diario.
liugueis
10
Cfapss e capotas
AnfrccieDdoa pe!a3 prirceiras modista* deTa-
ru e Berdim, alta L.07i:la CoelOo, a ra da Impf ntriz o, 56.
esenptono
Coi l s de mUlts
M"ios roafeetosados
Sao beilos e tatitos o* qw -eceD:c a loia to
Coelho d. 56, ra da loipttatriz.
F0LH2TII
JULIO MARY
OS DOIS INNOCENTES
PMMEIRA PARTE
(Ccullnuaoio do n. 22)
I
A C:SA DAS AFFLICC;uS
II
Asocchegos o no;, a um t.-mpo f-
taido f. acariciador.
__ D;s3ava ben que a seahora me
dessa ma;s um bajo.
Ea bijoa-o a testa. O menino re
cebe- a coa o sorriso coi labios e com
os o!:a semlcerradoa e depois dirig n-BO
par o berjo.
Posa bc'jar a p:qa-;rrucha? E:la
cao eh r "r
Nao, beij -a. rseu pobre-iaho.
Awn e.ie t^z. cim prudencia e precau-
^Ses oomioa, tendo aDtss enxugado os
bei5?s... Beijoa-a duas vjzes... As
criar.CiS to Mtra4ti?oi umai para as oa-
tras. .. Dep 3 cie tornado 3eni:r
Como HBStiio parees peito de
gaU !
t ;. '..-. >u se c^rrendo...
Jaliuta traba'bava de novo ma3 nac cth
sey. ii viver. Ginbfva apenas dea si-
dos por dia.
Era abrigad a desoanjar de >:z em
P,rr
Antiga fabrica Caj
rubeba
Vende-se ama machina americana deapUiasr
e outras de tortorar, espremer [rucitig, etc. uoaa
celleate caidei'ade co!)r; estanbado para co-
ser no vacuo, grandes depsitos de foiba pa/a
ulccol on qonlquer mistar, una boa rrcacj n-
g!eza, grande quaatidade 'e ralbas inglesas,
lquidos e aoitoi outros objectos, todo auitj
#m conta ; na rua.Luiz do K-yo a. Mt Santo
Amaro, das 8 s 10 horas da uianba e das 4 de
larde em diaote.
Capas modelos
Nes'te artigo Gao ba ccmpiteacla para os que^
icaba de reetber a
LOJA DO C0EL40
Ra da Imperatiiz n. 85
Alta phantasia enovidade
Em maotilhas de seda esrosseza, o que ba de
mais g?ro para bailes e tneatres, lioas fachas
de gurat para eenharas receberar PeJro Aa-
iBnesdt. roa Ouque 4e Casias a. t. Igual
mente boo3 vestidos brancos cordados, para
todos 03 precos
NOVA BSfEUNCV
parava por sobre ela, espreitando es seu8
Destilado
Vinde-se urna de cobre
em perf.ito estado, com
p oporcoes para destilar
vibte cana,as, preparada
com cubas e barris a tra-
tar om Arthur Carvalho
k C, ra Mrquez fie
Olinda u.
cu com
Gomes em Carzelleira.
Recie, 27 de Novembro
de 1891.
Vaccas tourinas
Vendcm se na carxpioa da Casa Forta trs
vascas teunria?. todas com crias ; a tratar oom
Antonio Raprf de Alrjeida.
Armacao
Vende-33 una armscao oropria para eirrro
e liteiros para cmi debalco, una arra^o in
leza e urra car'eira. tres fiteiros gr. ules de
amarello para amestns ; na rea Mrquez dr
.linda n. ii.
Vende-se
-v, escnpior o q0tl e0Qlm 130 palfICS
.Tnp TTprn-tnf'pc; Ooda.se m os fundos da roa da Funi^o
JUS>e F tniauueo limi,em tomm gran-e haixa de ca.im e alsi
Ub terreno silo roa Luiz do Repo n. 3t, o
eoolm 130 pa'rr.cs de frente e de tundo
Lib
Vende-se na loja de jo'as
i C, roa do Caldca u. 9.
sterlinas
de Angosto
R?
quaado, faltava-lhe o foiego. i'jrea que
perda o e vacuo. Sim, aim, diz'a faando alto,' ro
Alm, disso, ag ra as suas noites 63o;^eando o berco em que durmia a innocen
muito agitadas, cheias dn pesade'loa. Le- te, sim, sim, preciso... Ea stff-e
vnt.-3e aunndo, terror3ada, em pe na
cama, sea accordo de si. Sent que de
dia para dia todo o sea eer se desoigan:-
cara e seu pobre cerebro ca.i podia ma;s
Naj minhe
na demasiadamente,
culpa... ou tao intes...
Pola macha sabio e eiupre^:u
v!niecs que anda restavam-lhe no
alguns
com-
A i ticura bata-.he
se cito
viesse s'.i:c;rro imme
resis: r.
entrsria
diato.
Aconteca lbe irataa vezes segurar em
Bartina adormeciria e approsimar se do
a!cap?io para vel a m';!hor.
E durante horas ferozmente a centem
pkva.
Qual seria a esistencia d'aquslla crian
ca^ se a m3i !he fadtMM de repente ? Se-
ria presa de alguma mu'.ber como a Ber-
laude... e seria tratada como Chsrlot !...
Poli jrimeira vez brotava no sen po
bra espirito acubado pela miseria, na sua
cima mo:ga, a idea de tudo acabar cin
um t golps, matando a criaaca pira evi-
tar he o lorgj supp'.'.cio \ existencia e
m itanfo c tanb:m.
j portas eipra ^e carvo, que oc-eulteu no aveat-i e
I voltou para casa.
Fechou cuidadosamente o a!c>p3o. Ha-
via to pouco ar n'aqueile immuudo,bura-
co que a aspbyxia nao seria d.ez$ra>a.
Eurolou alguns trapo3 e tapn a lte*ts
da porta. Com urna porglo de roupa io-
terceptoa o ar da chamice do f.glo. C
Tudo agora eatava fechado
Punba naquelles preparativos ara a;o
damento febril e singular. 1% e vicha no
quarto quasi com alegria. O seu
pareca rejuvenescido, mais ligeiro.
Chegara afinad, para <;la e para
tina, o ultimo dia de soffrimesto !
Ainda algaras nb-t^ntes e eo's
p uso.
Cooccu
Lieta cerchegou-se a el!a, bem junto
e estreitou-a nos seua bra
um ogareiro jutto da cama
Oh l btvia de e:c her e.-.a morte b;m"enchea-o de carrito e aeseadea o.
tranqoilla... a sspryxia... Eccostou o bery ns perta, tomoa Cm
A c-mn9 n~;-; eoffre^a... Adormece cuidado a crarciuha e carregra-a pa&aj.
ria no aottehegado do eoracSo materno,cama.
qo sea cora5ao_
coa.
Q tera aq'ielle coragSo unido so ssu.
D mejana q^e as pulsa^oes de ambos se
confundissem as de urr* s, para enfra-
]uecerem-se, desapparecerem... ud mes-
mo iustante...
Sonhara assim a vida e desde que ella
co 6ra possivel, a morte realizan* seu
sonbo.
J nlo havia quasi ar no quarto...
Senta um pes. extranbo da cabe9a.
Esse peso apertiva-!be o crneo como se
estivesse em um circalo de ferro, aps o
que senta aoc3S no corayao. *
Presentio que a morte comejiva a sui
obra.
Apesar disso teve forja para be;jar ainia
urna vez o rosto calmo de 3ertina, coja
port-*' respirajlo arqueja.ta afigava seus labios.
i Assim abracadas urna outra, mu e ti-
Ber-iJha oto se moveram maia.
Apen'.s urna supolica doce, fraca, subi
o re- ao co :
Moa Deu;! se fis mal, psrioai-
uie !...
Deitou se ao sea lado.
to torturadopara nanea
mais derp:rtar... Axbas na mesma ca
ma esparari-m apiort beiB&ueji.. .
E sera venturosas, ofiaitameate veotu
rosas, poEdo term) ezstaucia 'aqaele
modo.
Em urn iastante de '. :cid":z, porm, tsve,
tanto, torga ce raoetir tasa idea abo-
miuavei e que horrr.risava-a. Porm tor-
Eava-s'j idea risa. ifJo coasegaia afas-
tai-a do seu pensaoteato. Pouco a pooco
a se conven:ccd ca aja necesaidade,
acoatnu;a7a se a pensar n'e'li. Ricieci-
car agora ea-lhe impoasivel. A l'u:a-a'mecen de novo.
III
Em casi da Bsttao.de, por aciso, n'-
quee dia, Cbariot e Criquet nao tinbam
Dorme, querida, murmnrou, apoiada.sido alagaos e est-vam sos ocoupad'.'3 na
sobre o cctovello,.. D^rnie o d'rradejro'esco'.ba ae travos.
somno... N.nguem poder acusar sna; Berlaude e a malher bebiam na ra
mS: de crueldade para contigo porque va a' 3a'nde.
morrer tranquillamente. A morte v.r' Qi&nto rcnina qie fVa alg a taTipo
buscar-te em um alago. E en ;.com:>.-> coropaobsira de seus iofortunii.s, morera
abo-te, n3o te deisarei. Nanea qaia asan tsica.
douai-te e e podia diapor desse recurso
supremo. N2o, qlo, n:rg:rern ne aotrusa
-r, pois que eu morro comtig"...
A crianya fez um ligeiro rao7aler:to,
suapirou, sorric-se para sua mi c ador-
Criquet, dizia a Charbt, em vos biixa:
Bato p- vi-:isha ba para vo..
Sm B:ji me e eu qa;ria estar
sernpro ae lado d'ella.
Va eos ve!-1., queres ?
' BoCroa jnstaminte ha pouco. F.i
cap:m e aiss
mas casinas : a tratar na mesua bo.jriBdade.
Fabrica de gelo
igm limonadas
Mas as qoadades
9sa ^aoer. gJnger, ale, limao, laranja. oasa-
,*s. aJiBiig, jrranadina, grosellas, irschaise.
sasniJba, horte!-pimenta etc., etc.
U-Ar-CAE* DO CAPIBARIBE-U A
Salao de mo iaf?
Rcahes
Jabots
Godas
s Te ha de mais" ebie nestes arti-
So Soeiho, iua aa Impcratriz no-
fiWjsV-s
o*.h
Azeite puro de Oliveira
0 que ha de sat lior ne-te genero, recabide
lirt c;am*nte, vfndefe em garrafas, ho aria
:em de molh&dos d Francisco Jos booes Brag
intiga Cra Horeira & Irmc) ra FeJro ASoasc
i'iaatro 45.
Novidade
Xaa leqoes e gerseys
F.>1ia|i a loja do Coelho n. 56, roa da impe-
ariz.
Tclephoafi-4H
Milho pilado no Pombal
WrP
taz?r as compras e trjaxe qaalqcer coasa
no aventad.
Sabiram e no fim do escaro e bamido:^38-
na padana a vapor, de pao de ci
pilado de todas as grossuras, presos
ita.
Jnela e?i no berqo,
N"9j se mexeia mais..
Bertna est
com a miada
Estao abraja-
agarrada com oa
corredor bateram.
Nao houve rf aposta.
Charlot eccostou a beesa no buraco da
tecbadura e gritou :
D. Julieta, sou ea, o pepeno Chas
iot, j sao a quem .
O mesase silencio fo a resp3ta
Entrcolharam aa ca sorpresa.
Est talvez dormindo, disse Cri-
quet.
Cbariot respirava com (oda a forja,
sempie encostado a fechadura e Criquet,
com as pobres pernas tortas muito sepa-
radas para conservar o equilibrio, olhava-o
cora espanto.
Voc n3o sent nada, Criquet ?
Nao... o que queres que eu sinta ? em nnia
Nao sei... um ebeiro eXrpisito. 'f & cabra e
gramp: Os mirantei dellas estao echadea ?
N2o vejao daqui...
.Tf* Bsce depressa.
phat4t p-alou na calcada.
E' preeiso arrtmbar a porta da D.
Julieta e dar 'bes ar... sem o cae era
urna vea...
Arrombar a porta exc'amoa Cbar-
iot, trerreado c com que ?
Com o brinqued) de Barlaud,
Ah sim ; o p de cabra l Tens
razao... Vou bascal-o..,
Charlot corren ao quarto do trapeiro,
de onde voltou no mesmo instante com um
cffmprido ferro rolce, achatado e recarvo
das extremidades, denominado
do qual os gatunos fazem
E' o mesmo ebeiro do dia em que se en.
controu morta na cama a muihar o car-
regador do mercado, a mii Sariaiea, ha
deis mezes...
PrecBamo3 ver, d:333 Criqset.
Como?...
Pelo a'cap5.
Teas raaio.
Sab ram. Nsqaei'a Lora a casa e3t-va
deserta. E de.n.'.i.', podiam sntregarr-sa a
t ,da9 as indiscriyo^s^ a todas as t.-aves-
suras sem que ninguem reparasse.
Oalj-po alto, trepa em mim,
d sse Criquet, aao percaracs tempo...
Abra aa pirai3 e arma t3 bam.
E Oharlit trepan eota> um gato as coi-
tas do ale'j-tao.
Ficava ja to ni altar* da jmella. Olbon
para dentro e aaraetfl a'g;a tamp sfto
va nad*.
O qas qae ests tupando ? pe:-
gin.?n Oriqaet. Alluaata eeses olhos.
Nao vejo nada... ah espera, es-
pera... ha tefe... num fogareiro... 98
u prrtietiar no arrombamento do portas,
.na aMaaama. de jn-.ellas e vioiaco de iccha-
ara. Sem davida servir j Beriaud
ou** 9r*#b!ft,hos dessa especie quando o tra-
pe assasaeiavA.
tt rp-i de ter introduzido o instrumento
par **jf *a aorta ; reunem os esforjos
pa*s> fSter peso sobre elle.
Airad, depots de repetir o esforjo por
r-** res, ta a feli^idade de ver a pea
ta aver-3e e ura estalido indica que a
linrr.ie'r. est fra da chapa em que se
eigaka
fibBtyjC.'am a porta, derrabara o berco,
pr-i>B 'a baforada de acido carbnico
>%,ki*es3 ao r>sto, aufTjta-os, e lio ssa-
leatfcaa*n.e ate eah-am sem poder respi-
rar CsKirie: lejaata-se ; j entSo o ^a
atar*al ev*poroa-3e p3a abertura da porta,
e o meri::o atira-sa no quarto, trepa em
*fi o>dna, f.bre o al^apao, precipita sa
yss* a eawa e toma Bertina que carrega
para o pateo...
(Continuar -se-haj
'
\
)

T

..i ......


Full Text
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