Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19279


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Full Text

r
ANNO LXVJI NUMERO 253
/

:

SEXTA-FEDEU 8 DE OVEMBfiO DE 1891

PROPKIEDADE DE MANUEL F1GUEIROA DE FARA 4 FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PA8A PORTE
Por tras mezea untados*
Por ee ditos idsn. .
pm auno* idem.
Cada naicero avnlco.
6#000
13*000
24*000
'-. a a
SXO.NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCACOES NA FUA*-
CAE INGLATERRA:
Os Srs. Amede, Pcca G-, residentes em Pars, 34 rn8 de
frovence.
:&DCgA0 POPDLAR
METEOROLOGA "
( Continuare)
METEOROGRAPUIA
Meteoros aqucoii
a abs i vap ap pela atnoapbe-
ra lem, i a ua momento era
. oor coa-
> <;.]> era irver,
;ui -' -.. u a, i;..- 9 eu la q:ie est
saturado ; e todo o resframe ito n: or prodo*
" ra a pr i, .1 coa : a iai i 1 1 o vapor da
ma Bob rvalho, de nevoeiro, ce
nveos, de chuya ou ; nev.
A humidada la ar lem urna tiifluencia maai-
f sta dos q na ar coFjpleiaraenta
secco oao e r ssivel vida, \e substancias
:riieas, mr. 1 de vida, tambera expj-
rlmantam os 1 ET es pellos, a seria is libras texteis vegetaea, aln
gam-se com a bumidade. as cardas torcidas
lacurlaa-se coa a bu i lade ;o papel disleaJe-
88, etc. Ui substancias inorgnicas vidas da
monda!'; ou bygroscopicaa, como a potaba, a
cal, a soda; dess 13 substancias, aa quu ab3or-
vem o rapo: da agua a ponto de se molharem
cu dissoiverem n'elle, dizem-se deliquc3Centea
; 0330 o sal marinho.
Estado lijgrtuutrieoEui geral, r.i estando
o ar Baiarauo, d-se o nome de estado hygrome-
trico ou frarco de Baturaco doar, arelago
entre a quantidade actnil os v;porde agua que
i:lle coaum, e a que cantera se, mesma tem-
peratura, estvesse saturado : ou por outras pa-
lav.-aa, a relaco catre a teos&o do vapor cootido
no ar e a tensad mxima a mesma temperatura.
^Continua)
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezas adiantados. .. i34500
Por nove ditos idem ..... 20J25C
Por um anno dem. .... 271000
Cada numero avulso..... |i!0
I"-! '!'"'"ri''?' e 'iancoiro e enTpoucos me- jectos reaccionarios e de o icasiad c >rccando od.ioalrate todos os coonromissos
PARTE OFFICUL
Actos do poder eiei ulive
MANIFEST
O presidente da Kepublfca aos
brazleiros
Qaando a 15 d-, Novemoro de 1883 coabe-me
i lioara de assumir o supremo governo da He
pub'n'a cm virtude da pruclaraago solemne do
exercito e armada, como altos depositarios da
vonlade nacional, uieu priaieiro cuidado foior-
ganisar a administrago interna sob es nevos
moldes democrticos o pr. parar o paiz para o
exercicio da faculaae soberana de eleger os
seus legtimos representantes, aos quaes seria
ommeltida a ini-so de diacolir, emendar e ap-
provar a constituigo, que era mea firme desi-
gnio decretar, antea mesmo de expirado o pe-
riodo revolucionario, como ensaio e preparo do
povo, vida constitucional.
O governo provisorio providenciou, por todos
os meios a seu alcance, para que as eleiges a
qoe se devia proceder se reaiizassem em pleoa
par., garantida absoluta liuerdade na manifesta
gao do voto.
A nago nao era convocada to emen'.e para
'leger representantes, immedialos a orna nova
assembla legislativa, ea tinba que approvar
ou reprovar por modo solea, e e soberano a
obra di revolugao, isto -, a repubiica. Este
elevado intuitivo fui conseguido, e o Brazil e o
mundo poderam verilear que a repalica e a
un.ca forma de governo compativel com a livre
America.
Keunida a assctiblea ccr.stituinte aos 15 de
Nj.embro de 1890, a sacio passou a tratar da
su.: definitiva or*;jnia{;c poltica, aceitando
para base >1os s^os trabiitios a constilnico por
mo decretada e promulgada aos 23 de Julbo
daque:" anno.
Nesse documento en procurei aSirmar todo o
raeu amor grandeza da uberdade e todo o meu
respe:lo magestade do direito, consagrado
forma federal.va, diviso, rmonia e indeoen
deacia dos poderes polticos, a extensao e limi-
tes lias attnbai6es respectivas, aos direilos e
devere3 do eidada-j brasilelro, bem assim as ga-
is cocal ll :.o!aes de ju: depende o con-
.. j d; uj para mannioncAo da ordem e se-
OjUraoa lpra! da nagao.
A coastituinte pare.au que e?sa obra devia
ser refundida e transformada, chamando a si a
faculdade n&o s de fazer-lbe oa scerescenU*
Dientoa compativeis com o^ oro?res3os da sciei-
ca e da democracia nn Jemas, com i anida a de
coucentrar as suas mos a facaldade. que Ibe
era estranha di governo o istragio do
paz, cao leudo vingado esta ultima pre'.engao,
que pdri3 etn prigo a seguran-,.! geral e abala-
na profundamente a ordem eitaoelecida com re
terencia adireiios adquiraos, aos actos inheren-
tes eonstaiao uidustnai e econmica do paiz,
foracaram-so desde logo ao congressoconsiitaiote
granas radicaos iutransigeutei para o tm de
introdniir ni o ira coas'acional ideas e princi-
pios que iransferissem para o poder legislativo
a icaij vasta somma de attnooicOes, embora di
mi"umdo e absorvendo multas das que sao da
csseocia e nalureza do poder extentivo, assi-li
impji-sivel a looga gestago dessa obra igada de
pe. ii?os, qne se amonioavm [roporgao qoe as
ideas reaccionarias, o uctrespeito is traoiges
aaconais, o espirito de satas pbilosopbcas
sbatrasaa, 33 innovacOes c a3 utopias iam pene
rando nesse organismo destinado a servir a
obra do bom senso praiieo, definido pelas
.-andes ideas da Uberdade, direi'.o, jnstiga e or-
dem.
Contra aulcridade que devia exercer o presi-
dente da repblica rocabiam j^ -naiorea golpe i,
justamente porque se tereditava qne o dictador
que bavia fundado a repblica sem effaso de
saogue e assegurando a ordem sem o emprego
da tyramnia, pensava em transferir-se desta para
aquella poeigo. Puro engao, erro e icj'istiga
advs bomens, jnlgmo as victimas escbidas
pelo destino ou pela providencia, para a realiza-
Sao de nma obra de grandeza e de sacrifici >
Recorrei em rpida syntbese o que foi a dictadu-
ra e a que alvos dirig a minba amuigo. Cal
mo.' sereno, eo s tioba diante de mira a ima-
gem da patria, para lembrar me de qne a vin
ganga., a oppresso e a tyramnia diminuiriam a
gueri8idaQ'e da revo!ugao e c nvsrtenam urna
a gao que se most -oo urna s familia no dia lo
de iNov-.rai-ro sm f.cges Boilis, dilaceracas e
d ziruadaa pela gnerra civil.
Poaeaa medidas a aguranga geral feram lo
Aladas, q-janto s pessoas que poderiam ser vic-
timas dos preconceitos e revindictaa pcpula-e3,
ou qne podeaem aitentar contra 03 fados con-
sulados.
A propria Uberdade de imprensa que entre
nos a iostituigaa de mais vastos dominios,
quasi nao expenmentou os efTeitos das leis de
eicipgao, decretadas por forga das circumstan-
C38.
O direito de reunio neabuma limitacSo sof-
freu, e as an'igas, como as novas opinifies poli-
tica gozaram da mais ampia liberdade, onde
qner que os cidadaos fossem cbamado3 a mani-
festar os seus direitos soberanos.
Esta situagao normal dentro da revolucao at-
trab.o para o nosso Paiz a conQanga geral do
z s o capital e asasoCiagOeB traosforma-am com-
pletamente a face da Brazil ton o ponto de vista
oraico ao mesao temoo effaitnadaa todas as
reformas qoe durante lantos aonos lorara objec-
to do asaelo universal, nao fallando n'aqncllas
Tf. derivav^m da nova reforma de gove-rna, que
adoptramos e que em poaco lempo, nos asse-
fcurcu o prestigio de um povo disciplinado sob
a frma constitucional.
Por ultimo a ordem e a tranquilizado publi-
ca, coudi^-s ossenciaes a vitaadade das iusti-
tnlgOes e a fecuadago do pro^ress m todas as
estacoee .!a lactivi ladq htimaua, foram
inantuias seai ami;.;;^ violencia, lal o amor do3
Brazleiros, 03 in^stianveis b;nelicios da paz.
fiatr tanta como sj. jada asan cut rae e o or
gnllia da cla?c u que ce desvauego de penencer,
,:j represtntasse u.a patrimonio sagrado e um
it'.u'o de benemerencia peraole a democracia e
a historia occorren que a coostitainte ao encer-
rar os seu-! trabalbaa com a eieigao da presi-
dente da Rspublica, procorassa manifestar a ana
reprovaga a uossa victoria paciHca levantando
contra ojinha pessoa o espirito faccioso.
Aguarde! os acjatecimento3 com calmam-
perubavel de quem ja tinha as maiore3 recm
pensas nos appiausos com que o uundo civilisa
do sau.ou a miegraco da America Republi-
cana.
Todava os fermentos dis paizbaa e da indis
ciplioa ai ricaram, e o Pai:, se nao contasse
com o apoio das cla3ses conservadoras, que tan-
to lem me auxiliado na defeza das novas insti-
tuicOes teria com certeza assis'ido aos mais las-
timavi'is espectculos da anarchia e das reac
ges.
As circunstancias, porm, se agravaram de
modo a fuer-nos perder a fe as nossas incru-
entas victorias, apenas a Assemblea Constituate
ja eivada de odios e paixes, p: ssou a funccio-
nar como Assemolca Legislativa.
Desde ento o Paiz tem se encontrado face
face com os maiores perigos e no 6 a f aas
nascentes instituigOes repabli;anaj tem se enti-
biado com as perspectitas mais ou mcn^3 pro
ximas da anarebia, como o que profundamente
grave a msredesse trabalbo lastimavel e funes-
to teniam os adeptos das depostas instituijes
levantar a bandeira restauradora.
O momento es^ olhldo para este crime o mais
azado, coino a diaote demoustrarei depois que
houver pissado em revista alguna dos factos
mais salientes da vida do coogresso com o po
der executiv.
Tolos quantos acompanhim a marcha dos ne-
gocios pblicos terSo notado que logo aros a
iniciago dos trabalbos legislativos ordinarios,
o coagresso assumio contra o presidente da re-
pblica e seus mini3tro3 po3igao inteiramente
adversa e hostil.
De semelbante procedimento, Icspirado peb
menojeabo acon3tituigSo votada, resulten o com-
pleto falheamento das instiluigoes assente sobre
a rgimen presidencial de todo em todo avesso
as praticas e rgimen parlamentar. E prova
'teste acto; que ao Pan causn delorosa surpre
za a maneira porque} se fez votar oas duas ca
maras um projecto de lei em contraveogao ao
art. 3* da constituigo pelo qual as funeges de
mmistro de Estado, apenas mcompatjveis com
o exercicio de outros, foram declaradas iocom-
pativeis em absoluto ja para forgar algns dos
HCtuaes ministros a renunciar os cargos que ad-
quirirn] na magistratura vitalici?. ja para
privarem me da faculdade, que me conferida
pelo art. 48, 2 da coustituigao, de nornear e
demitur livremeote os ministros de Estado.
Privado dos estylos parlamentares que faziam
cahir e subir ministerios por meio de votages
de conlianga o C^ngretso recorra ao processo
sommario das leis facciosas, decretadas sem a
necessana reflaxo, de que em ultima analyse
resultava o regres3o ao regimeo proscripto pelo
proprio Congresso.
Logo em seguida o Senado, a pretexto de
preencher a aitnbuico que iba compete de ap-
provar as nomeagdes de rae moros do Supremo
Tribunal de Jnstiga,celeorou urna sesso secreta,
com grande abalo para o paiz, que em to gra-
ves momentos da poltica experimenta senpre
choques os mais perniciosos aos seus interesses.
nao sen 'o essa enscenago outro tim sen&o expor
o presidente da repblica ao dezar provavel de
urna derrota moral, visto como taes nomeages
por terem sido.feitas sob a dictadura, iadepen-
diam oaquella furm.-liJade coostitucioaal.
Na Cmara os ratera >s motivos do parlamenta-
rismo, o mesmo prurido de lei a'.tentalona da
coostltolgao, dominou t'esde logo as ma.orias
facciosas, all contrariadas.
Euieuderam os adversarios do governo que in-
friogiam derrotas a ptssoa d3 ministros, eie-
gendo o pessoal da sua mesa administrativa e de
suas pnneipaes ccmmisyes pelo mesao processo
empregado aas cmaras monarebcas; isto ,
escolbeado individuos em sua quasi uoanimidade
tirades dos adversarios irrecoucilaveis do go-
verno.
Os ministros, porm, fiis lettra coaslitucio-
nal ren solicitaram apoio, nem deram-sc por
menos fortateeidos com a prescega dos seus mai3
intransigentes adversarios na mesa administra-
tiva enas commisnes urna vez que gosavam da
minha pleaa cunttanga e que o respousavel pelos
actos do poverno o prtsidente da repblica.
Aiguns depatados nao seachsm BaUsreitoa com
3 marcha potinca que llustrcs goveroadores pa-
A aega alminislrativa do overoa
emba samo ausp n-. em railo
Jo pan 1 iiaadj no espirito pauioo pela apre-
aeotasao de cerlos projectos reaccioaarioa. E'
assim qa= a faculdade de prove ao ystemade
viago geral quanij a ua exe..uo par contra
c;o compete lo governo; esta :i parle aomi-
uitlrativa qne o Cougresso nao pode exercer,
visto compelir-lhe pela constituigo apenas a fa-
culdade o>; eil-b ilecer as condignas geraes e os
fuu 'os para esse cervigo.
Nao obs'aate a constitaigao e ou'.ras norm-.s
rudimenlarea 'ti ciencia administratT a C-
mara tentn avocar a ai po bs os do
governo j aui ie 1 p -uis-
, paraofimd annbl in iusessd.s ft 1
iniciadas, ja fazen :v pedido 10I trra pO 1 i-
termos era que amorali
ora coberia dos maiores baldone.
Taes recwsaa iinuam unicameate por tira a
Batis/acio de ialere.-ses contrariados ma3 d_ i 1-
leresaei pblicos erara grandemente preju-i ca-
dos pela snspeita que pairava sobre a tulla de
prestigio do gov-rtia para resolver e contraetar
defiuiivaraeate o s^rvig da viago pubiica e
octroa.
Na la poJi3 acarretar maiores Iropico ao dea
envolvimento do nosso progres-o iadostrial do
q '. <:33a maacbra poltica, o paiz sabe perf
mente que era incon;.tituciooat e po.-lanto iavia-
vel quatquer providencia legislativa oe^se sen-
tido ; mas os interesses mater;ae3 que asseat^m
sobre o cap'tal sao era regra as?usiadigos e ao
pritneiro movimento do corpo legislalivo contra
o governo, elles tomara logo outra direccao e
reirabem se.
A mesma tctica de guerra foi empregada em
relagao a contractos fiados e acabados celebra
dos na forma das leis, tendoem attengio multas
veze= os mais altos interesses de ordem ec.no-
mica e industrial ou os justos reclamos da atre
publica.
Immedatamente levanta-se no Congresso ce-
leuraa realmente deprimente da no- a educagao
poltica e nao bavia apodo que nao fosse langado
a face do governo e de seus agentes immedialos.
Como complmento eram logo inicia o i pro
c.!8sando attribu'gfies privativas da intendencia,
noraeago do governo.
Uma vez que era preciso estender acco do
goveruo legislativo da cmara a todos os pode-
res nao escapou o poder municipal federal da
sede de arbitrios do congresso e o projecto que
est em vas de ser definitivamente votado 6
uraa OD.-a defeitoosissima que alienta contra os
direitos civia e polticos do cidadao braz:leiro
que al irma e ceatrahe o principio das iacom-
patimlidades segundo as pessoas que o con-
gresso tem em viata condemnar ou aprovailar e
por ultimo tratando os sena autore3 deformar a
autonoma 'oc, 1 cbeiraramoor asaimjdizer ao ex-
tremo de desagregar do territorio' uacional o
unrciplo federal cortando todos 03 lagos oa 1 ;-
unidades polticas com os dems3 [oleres re-
conhecidos p-jta coaslituigo.
De um lado predominoa nessa lei o pfs?oalis-
mo, de outro a constante p-eoecupagao de coilo-
car o prndenle da reoublica no seguido piano
la poltica nacional ; a para o congresso o pro-
si lenta da repblica nao era a enuuade absira
la de que a le cogita mas o actual chefe do Es-
tado.
Na ordem dos acontecimentos graves figura a
lei de respoasaoilidade do Presidente da Kepu-
blica, esaa lei Iniciada no coraego da actual sea-
sao legislativa discutida de afagadilbo, falsa
quanto aos principios da sciencia criminal odio-
sa, porque era feta expreasaraente contra o ac-
tual presidente da repblica, eivada de urna
casustica deprimente da moralidale dos pode-
res soberanos da oagio. nao era por certo um
mouum?nto que pudesse figurar nos nossos ar-
chivos, attestando a sabedoria e previsao do le
gislador.
Era o frocto de rancore3 maldissiraulados que
a prevalecerem, arredariam da pesaoa do pri-
tneiro magistrado da nagao aquella gra de res-
peito e prestigio essencial ao exercicio nobre e
digno do seu elevado cargo.
Recetle conflicto esiabeleceu-se entre mime
o congresso anda sempre pela inquebrantavel
defeza da conaii.uijo a que me consagrei.
Neguei sanegao ao projecto que ornava ab-
solutas as incompatibilidades relativas dos mi-
nistros de Estado, colloquei un do lado das li-
berdades polticas, e oppus me a reforma da
consutuicSo fora do3 tramites por ella estable-
cidos pelo art. 90.
O senado que ioiciava o projecto apenas teve
conhecimento do veto presidencial, levantou
violento temporal oas discuss.
Subraettido inconstilueioaalmente o meu acto
ao precesao estabelecido pela coostituigao, foi
elle approvado, visto nao terem reunido dous
tergos de votos os adversarios do veto nos ter-
mos do art 37 % 3.
Impertinente uuvida foi soggenda contra a le-
ginmidade do veto de nm dos senadores que
suffragaram o veto, e por nma mystificagao da
legaluade regimental de paz com a maia fla-
grante violagao das prerpgativss parlamentares,
o voto do alludido senador foi declarado insub-
sistente, alcangando assim 03 contrarios o veto
Irrisoria vic'.ona.
r'-alizado os
.lo Thesouro,
Cnegon a vez de a cmara manifestar-se e o
illustre presidente d'ella no uso das prerogati-
vas que Ihe competem pelo regiment, entea-
deu nao dever incluir na ordem do dia essa ma-
teria, alm de outros motivos de conveniencia
poltica aumentes a harmona necessaria entre
08 poderes, tioba a fundada conviego de que
era inconstitucional, nos termos do art. 50 da
Consiituioao a renovagao da discusso de um
projecto nao sanecionado na mesma sessao em
que essa occurrtncia se dsse. Formou se nma
raaiona facciosa para impor ao presidente a vio-
lagao da Constituigo, exautorando o, multo em-
bora, diaute o regiment, e voton se que o pro-
jecto nao sanccionado fosse trazido a debate. O
presidente resisti, a cmara insisti. O presi-
dente demiltio se. A camura reelegeu ; elle,
porera, reservn se o direito de nao voltar ao
seu posto se nao mediante nova eleigo. A ca-
ma-a aceitou essa solugao, para melhoracceu-
tuar eua attitude revolucionaria, e no lugar
d'ele collocou um partidario de idea opposta,
licnu portanto o presidente da Repblica expos-
to a ver annnllado o seu acto a costa da infrac-
g dos preceitos legaea e constituciooaea, re
uuzida. por consequeocia, a autoridade suorema
do chefe do Estado a nSo passar de mero i age-
te da indisciplina poltica.
Se a cmara quizease n'oste assumpto proce-
der cora a circumspecgo que o caso pede, dan-
do tre cesso perfeitamente cocstucioual que tudo coa
cilla, deixa&do o principio da autoridade reves-
tido da integridade moral deque tanto neces-
sita. Esse processo seria o da iniciago de
urna le interpretativa do art. 40 da Constitu
gao, lei que, devendo passar pelos turnos de
tres discussea, em cada uma das casa3 do con-
gresso, e depoia pelo da saueyad, nio s salva-
ra os principios, como traria salutar calma as
pa'xOes e aos eapintos.
o nao ac jlecou. e a ordem poltica sen-
tio-se desde logo profundamente abalada por
actos e resoluges qce acarretam para a Coa
stituigo de uu anaj apenas, evidente e precoce
decadencia.
Um cutro recarga empregou a cmara dos de-
putados romo arma de guerra contra o governo,
sera attoader a qua a pnmera victima sacrifica-
da eram as tiasceates instuuiges republicanas.
pretexto de que a uossa situagao financeira
ra a cott^iatt ruina, e de que coiossai dficit
e .. rificava entre a recciti e a despez, a ca-
ra:ia dosorganiaou a maior parte doa aervigos
; s, orlando ou eupprimiado veroas ioais-
pensaveis boa marcha da admioistragao. Nao
contenta cora esso tropego da ordem mterna, a
catLa-a procurou romper com os lago3 de soli
;ariedade in'f-nacional que to cordiaes rela-
gea 00a faziam cultivar com as priocipaes po
tencias da Europa e America, sapprimindo lega-
cO .j d. ilomalicaa n'esle momento em que o
Urazil maja precisa da tornar sypalhicas e
gastua exigidos peloa varios serve.
a cargo da admioistragao, e a ludo tea resistido
faarJamtnle, apezar de duplicados ou aug-
raenlados 03 veacimenlos dos funecionarios p-
blicos, de aggravada a folba dos pensionistas,
h 8e? J2,n,as ler emittida papel moeda ou bi-
ihetes do Thesouro, sera cont.-ahir empn:stimos
no interior ou exterior, com cujo producto co
bnremos quulquer de;fa'que, como era de uzo
outi ora. apezar de roaarmado-; officialmeate
todos este3 rc.es, insistase da tribu-a e era
vaj i>M org,!8 da imprensa alverso3 ao governo,
que anossa ailuaco era e a da bancaiota. ]uo
temos um defeit orcamentario superior em dous
lsp?9 o tos a receita ordinaria, o qoe deixava
ver claiamente qw. Be o imperio foi o dficit a
-eaub.ica o e sera a divida onerosa, a deprecia-
10 levantadora da riqueza publica e parllcolar;
o aniquilameale, emrJm da aossa primeira torca
ocr..dito.
Ni) bastava deatroir a prosperidade do The-
soaro para oupplantar o governo; era lgico
penetrar ao corameraio, aiverltr esia poderosa
claase de perigos imigiuarios, convncela de
que a3 bancos eraissores perturbavam substan-
ciairaente a vida econmica do paiz e das indus-
trias, pelo exeesso de papel fiduciario langado
::a circulacao, e que, mesma dada a hypothese
eqnilinrio entre a massa emittida e as necessi-
dades reaes das transacgOs. faltava aquelle in-
strumento bass-metailica ou ttulos que o valori-
zassem.
Cli :gou-se at ao recurso de attribuir raalver-
agao na adrainistrago da nosa principal insti-
tuigo bancaria emiasora, e discusses se feri-
ram noa duas casas do congresjo, que, acarreta-
rara as mais profundas e depnmenias aiterages
00 crdito publico.
Apoz as discusses vicram os projectos de ca-
rcter socialista, atentatorios de coniractos bila
teraes 8olemoissimo3, Incompletos as sua3 pro-
videncia, inexequiveis 003 seus clculos e con
jecturas.
Quaodo a situaga assumio os-ares de uma ca-
lamidade social, o Senado convldou o governo a
manifest?r se e oforeceu-lbe o seu concurso le
glslativo as meiida3 que indicas3e para conju-
rar a crise.
O governo compenetrado das dificuldadea da
siluaco realmente oppressivas, Irigio ao Se
nado tonga e minuciosa mensagem na qual expoz
tudo quanto pensa sobre a crise e tudo quanto
Ihe pareceu nao s opportnno como inadiavel.
Essa mensagem conclua por u na plano que
reorganisava o crdito commercial, protega a
industria nacional, indicava arevisSo das tarifas,
reformava o rgimen dos bancos emis-sorea, tra-
(,'jva o camioho da unidade, sem dexar de at
tender as neceasidades regioaaes, flxava um m-
ximo de emisaao, correspondente a agitagio In-
dustrial do paiz, reslabelecia a normalidade da
circu gao metallica, converienlo os depsitos
doa bancos em apolicea ouro do estado, indicara
a conveniencia da revisad do nosso pad So mone-
tario em ordem a nxar-iue o mximo sobre que
assentam desde longos anno3, com pequeas in-
termiltencias, todas as fortunas, e finalmente para
forrar a flxaco da moeda metallica no Brazil e
toraar o seu curso um fado normal, o governo
acoo'elhou a providencia do arrendamento das
vias-f .rreas do E?tao, mediante condiges que
o babilitavam desde logo a coatar em Londres
com um elevado saldo em ouro para todas as
suas necessidades e para auxiliar o commercio
na venda de saques as pocas em que a usura
mais o opprime.
O Paiz, precisa saber que este plano foi posto
margena, sem qne outro melhor o viesse subs
tituir, ao contrario, quanto mais se adiaotava a
dacusso do projecto fioaoceiro da cmara, im-
peihdo at por iutervengo estrangeira ioterea-
da em tornar a crise uma foate inexgotavel de
lucros, mais se fazia sentir a presso das difli
cudales em todas as manifestaces da vida
commercial, como conaeiueocia dalo, uatnral
o empobrecimento geral do paiz, a depreciago
rpida de todas as fortunas, a oppresso e ue-
cessidades que experimentan) as classes des'a-
vorecidas da sociedade, o jogo immorai da espa
culagao, a coaego pesia ao goveruo para o re
gresso aos procesaos artiflciaes em materia de
cambio, tudo, erarim, quanto pode cootribulr
ralis eificazra-nta para apressar o desenlace fa-
tal da crise. E o (governo nao poda agir por
ai nem offerecer recursos immediatoa a tan
tos malea, porque, de um lado, a le Ih'o veda, e
de outro o coogresso lhd obstava, negando Ibe
auto-isagO :s opportunas cu a approvagao promp
la do sea plano, siguise, oque era a prever:
uma calamidade extensa, qne ao mesmo lempo
penetra no amigo da todas as Industrias e de
todas as fornaa, preparando um momento de ex-
plos&oem todo o paiz contra a irapreatabilidade
das inatiluige3r republicauas,
Eis aqu o tim a qae oa acontecimentoa e os
factos se dirigem.
Langadaa a anarebia poltica ea anarchia (i
naticeira na vlaa de um povo, este, 00 torna-se
cmplice da propria ruiaa ou rea lagao. voltando-se para quem o pode sslv,r
Conhecida, como esta, esta situago anmala,
creada pela coneresso legislativo a favor dos
inimigos da repblica, estes aproveilam-s':, por
todos os modos das dif&'n'dades e do pnico
geral, para pasaa re ai oesapercebidos e hastea-
rem no meio do clamor publico a bandeira da
restaurago moaarchica,
O governo possue el grao da precedencia e adiantaraeoio era qu 1 va
taes macbiuages contra a repblica ; ssbe per-
-itamenie onde esto os adversarios qui t-fT.oa-
'.am a legalidade ea autoridade, certoa de que
tem por ai as diasidencios e anomalas do con-
gresso. Contemcorisei al agora. Se na crise
era qae se encontr a repblica en nSo apeilasse
para a nagao, disaolvendo, como dissolvo, o
actual congrea80, eu seria um traidor a p I i.
Brazleiros I A attoaco em que se
nossa cara patria difcil e supprema. Para
(.-> diaria e audaz. Cila pequeo conflicto
popular de alcance mu'BB) logo exolorado3
como a guerra civil declarada, ; por toda aparte
o teletrapho annuncia a tyranuia e a malanga.
Os discursos do Congresso estabelecem diaria-
mente profunda divisao entre os poderes pbli-
cos, e o verdadeira3 ann3S de guerra contra
a repblica.
Ni3 ha uma lei votada firmando principios
ha porem, a lei dos subsidios augmentados em
preveito d03 proprios que a deiretaram, quando
ali3 tratando-ae de melho ar a condiego do
paiz, elles a tudo se recusavan sob o pretexto
de qie estatnosno dominio da aancarota.
tara evitar todos esses male3 resolvo, como
dase, di-stivor ama aasemnli que e poder
acarretar ainda maiore3 desgraga3. A=3 :tno a
respoasabi'idade da slluacSo e prometi gover-
nar com a coostitnigo que nos rege.
Garanto a paz, a ordem e a vsrdade das in3ti
migues republicana. Sero respeados todcs
os compromisos pecan.arios dn E^ado. Sero
respeitodos todoa os dir-iioa adquiridos, os ac
tos e contractos legalmente ce ebrados. Toaos
os tribunaes funecionarao para a execugao das
lea e Batisfagao do direito. Serio alteadas, mo-
dificadas e revogadas as leis que se oppuzerem
oa interesse e seguranga geral. Sero decreta-
das e completadas as retornas necessarias,
as quaes h arad depaadentes da aporovago do
futuro congresso.
O exercito e armada nacional gozara de to-
das as regalas e vantagens que as leis Ibes as
sopuram, e daquel as que fo:era compativeis
cora as reformas que pretendo decretar para
melhor affirmar o seu elevado papel de prin-
cipies mantenedores da ordem das institui-
COS8.
Um decreto convocar oppor'.umente o novo
coogresso.
Brasileiros f Eu, o vosso leal e constante
amigo, appeilo vosaa vontade nober.raa, e con-
t que me ajulareia a 3alvar a instltuigoes re-
publicanas, nicas que podem as segurar a gran-
deza e a felicidade da noasa cara patria.
Maw-el Deodoro da Fotueca' piesidente da re-
publica.
Ninguem poda aer obrigado a faser
ou deizar de fazer alguna causa, senid
em virtude de lei, nao se comprebende
pois, crime consiatanta cm factos nlo es-
je^ifcados em lei.
Neg, portante, sanc$5o a este projecto
de lei e o devolvo a cmara iniciadora, na
formado art. 37 J 1. da Constitnico.
Capital Federal, 29 de Gutubro de
1891.Manoel Deodoro da Fonseca
Antonio Luiz Affon30 da Carvalbo.
CRIMES DE RE8POSS-ABILIDADE
DO PRESIDENTE DA REPUBLIOA
Em data de 29 de Oulubro dirigi o
Sr. ministro da justiga ao presdante da
cmara dos deputados o seguinte officio.
O Sr. presidente da Repblica commu-
nica-voa que, nesta data, e na forma do
art. 37 1. da Cdnsttus3c Federal, de
?olve ao senado o autographo do deereto
do Congresso Nacional, que especifica os
crimes de responsabilidade do presidente
da repblica e a que negou sana-ro pelos
motivos conerantes da exposico que acom-
panha o referido aatograpbo.Antonio
Lua Alfonso de Carvalbo. Sr. presidente
da cmara dos Srs. deputados.
1.a Secjad.Rio de Janeuo, Ministerio
doa Negocios da Justica, 2 de Outubro
de 1891.
O Sr. presidente da Repblica devolve
a essa cmara, como iniciadora, na forma
do art. 37 1. da Constituigo Federal,
o autographo incluso do decreto do Con-
gresso Nacional, que especifica os crimes
de responsabilidade do presidente da Re-
publica, e a qA negou sanelo pelos mo-
tivos declarados na exposiclo que acom-
panha o referido autographo. Antonio I
Lue Affonso de Carvalho.Sr. presidente de orphlos da comarca daEscada
CoTerao do Estado de Fernn
hnco
DESPACHOS DO DIA 4 DE N.VBP.O
DE 1891
Abaixo assignados alumnos do primsiro
anno da Escola Normal, pedindo para
serem submettidos exame das materiaa
que deixaram de prestar por resolaglo da
cougregagao d'aquelle eatabellecimento.
Informe o inspector geral da InstruccSo
Publica.
Abaixo assignad:s de habitantes da
comarca de Buique, protestando contra
a remoglo do promotor publico daqaella
comarca para a de Floresta.Seliem, e
voltem querendo.
Antonio Vicente do Nascime-.to Feito-
sa, delegado litterario do 3. districto da
Graga, pedindo para aer ezonerado do-
referido cargo.Sim, sendo nomcado
para o lugar o bacharel Eduardo Correia
da Silva.
Adelina Adalgisia Alves da Guarda a
Maria Rodrigues Barbosa, alumnas da
Eacpla Normal, pedindo para serem aub
mettida8 exame de francs. Iobime o
inapestor geral da instracs3o Publica
Beliza Ferreira da Silva Araajo, alarc-
na do 2- anno da Escola Normal, pedin-
do para ser submettida a exame da P e
2a cadeiras do referido anno.Informe
inspector geral da instruccio publica.
Companhia Great Western of Brasil
Railway, pedindo pagamento da quant a
de 51(5750 de passagens concedidas du-
rante o mez de Setembro.In'orme o
inspector do Thesouro do Estado.
Companhia Industrial e Commercio de
Estiva, pedindo permisaSo para embarcar
mil saccaa com fa.inha para o porto de
Penedo.Indeferido.
Candida Julia Cavalcante Roaer, lava-
deira das roupas do Hospital MiliUr, pe-
dindo pagamento da lavagem do mez de
Setembro. Requeira ao inspector da
Tbesouraria de Fazenda.
Elias Baptista da Silva Costa, comra3-
sario do municipio de Barreiroa, pedindo
dous mezes de licensa.Sim, com oa ven-
cimenlos a que tiver direito, na forma da
lei.
Hermogenes Sancho Bezerra Cavacan I
te, pedindo restituiclo doa emolumento
que pagou de seu titulo de nomeaclo par
exercer interinamente o lugar de eacrivl*
. !lvar as inaiitaigC.'s' republicanas,
qa
mal precisa d
estimadas aa novas instiiuiges. raote a nago a "raspos; 3
Nolarei que 110 Senado altos esforgos foram acabo de. pratiear disaolvendo o C.
i pur espirilos verdadeiramente concllalo- Eat&aMdldalmposti a:em i,-. ,',i -
, o ..ti-io de re8tauelecer-se ao menos a gao publica A15 de rlovombro de 1839 a:
.. junto Santa SO. Somos uoa paiz ca ma a vesao lado para as dispo.Mg 3 mo-
o c bem que tenhamos decretado a sepa- narchia; hoj me enconlraes aiada .l a ;,.
raga.) aigreja do calado, comludo nao dasap- mias) de salado e de braz.ieiro para d.uor a
pan cmaceriai dependencias qu* formara a uui- anarchia.
d.de da igreja e afervorara caoa vez mais a con- Acbamonos minados par todos 03 lado3, c n
sciencia e 1 -':. idea restauradora ganha caracho a mere dos
__ Nao foi oossiviI conseguir, que a matoria d- mais funestos elementos dissoiugao social.
Senado voltasse atraz, o que impo'ta omrsma Oa inimigos da patria tentara fraucameate a
qno condemnar de ora em di ara te o B aail a ser des'ribuigo daanoasas fiaanga?.
uta paiz mais demorado sob repblica do que Soffraopo.o a caresta la vida e nao longo
ton1 a monarch-a. estar q m;6eria e a fom?. Saffrem o comraer
ae da rlete poltica sahirraos para a crJem ci e aa classes productora do paiz devorados
econmica, ah se evidencia-a que aCimara dos por om'aosos syodiealos.
Deputados toi constante cau.-a daa mais serias Qianto mais exuberante a agricultura, tanto
dilhculdades. A exagerago do dficit orgamen- mais a fraude estenlsa a sna seiva vital. Temos
tarto, completamente eliminado como simples prospjras rendas publicas, o thesouro esta mu-
recur. o do corte de despeza e elevafio de algu- nido dos recureos necesarios para fazer face a
mas tarifas aduaneiras, bastaram para deraon lodos os corapromissos, e entretanto nos apre-
sirar quanto sao vastos 03 nossos recursos para sentara 00 mando como umi nsgo arruinada e
nada temermos. Demais, para assegurar o esta- sera crdito.
do prospero do Thesouro e abundancia de mema O nosao exercito e armada sao o exemplo da
d- que dispomos o governo fez publicar os do- couatancia e da disciplina e nao ha inaidias que
cumeates offioiae3 peloa quaea prova, nao s ae nao escogitem para dividil os e fazel-oa cura
achar-se prvido dos saldos necessarios em plices das conspirages e sedig6es. Usamos de
Londres para toda a melada do futuro exercicio generosidade para com os adeptos da monarebia
unanceiro de lfc92,como, alem disso, possue em eiles nos affronUm, ja conspirando, ja provo-
cas arca3 somma liquida superior a um tergo cando a acgo doa poderes pblicos de modo
da nos?? receta. ousado e inslito.
E preciso notar-ae, e o digo cora grande des I A linguagtm da imprensa partidaria, filiada
vanecimeuto que o governo tem eatiafeito pon a causa da restaurago, um brado de insnrrei-
do senado.
Neg sancslo a este decreto do Con-
gresso Naaional por julgal-o inconstitucio-
nal pelos motivos declarados na exposiglo
junta.Capital Federal, 2 de Outubro
de 1891.Manoel Deodoro da Fonseca
Aotoni) Luiz Affonso de Carvalbo.
O projecto de lei do Congresso Nacio-
nal, que especifica ca criiues de responsa-
bilidade do presidente da Repblica, offen-
de mais nma vez a Constituido Federal,
por quanto :
1." Na ultima parte do art. 2.a, tam-
bem aujeita o presidente a justsa ordina-
ria, ao foro commum, quando carto que,
peio art. 53 da Const:tuicao, elle tem
sempre, qaer para os crimas coaamuns,
quer para oh de responsabilidade, fro
privilegiado, que, para oa primeareg, o
Supremo Tribunal Federal, e, para oa
segundos, o Senado.
2.* No art. 1(3, qae teve em vista o
art. 109 2. do cdigo pena!, aupprime
da definsio deate as palavraa epor meio
Je terca cu ameacaa de violensias, resal
laudo q e1 coaio est cjnceb.da, a dispo-
ss3o, u parte :i .i, negara ao presiden-
te o diro t, d.; exercer o veto, o qual, em
ultima aoalyse, importa em cobrigu cada
uma daa eamaraa igrciso a exercer
as sus foneCoSea constitucionaes de ceno
modo, isto de accordo com a Constitui-
Sao e os intreaaaa da Na$SoArt. 37 |
1. da ConatitoisSo, qu: aasim violado.
3. Dcfinrr, no art 34 entre oa crimes
da res()0 ; :abili !ai) do pros:i.-nte cjrovo-
gaai culo por discursos proferidos
publican nt o. p iptos affixadoa
oa tacto qua nlo
pi: capitular eomo cr rae da responsabi
Udade, poia t p jsuppSa com elemen
to esaanci.il, o exercicio de qialquer au-
toridade ou n:ic.>c publica, po- occbsiio
e com abaso do qao.1 8; comenetta, tanto
que a poda aer pratioado per funecionario
DttbliGc.
E dat'arto iatringe o ait. 54 1." e
3. da OonatitaicSo, qae mande, neata lei
delirar sonacnto crime de resporsabilidado.
4.u Prev, no art. 43, como crime de
responsabilidadj do presidente tusar mai
de sua autoridado, cammettendo ozeessos
ou abusos nao especificados na lei, que
teoham produzido damno provado a algum
particular ou ao Estado, o qua contra
principio elementar do direito criminal
(art. i.' do cdigo criminal de 1830, art
1." do novo cdigo pena!) contra o art.
1.' deste mesmo projecto, que diz :
c SIo crimes de responsabilidade do
presidente da republ ca oa que esta lei
especifica e contra o art. 72 1.* da
ConstituisSo qua preceita.
, vista
nd ter assumido o exercicio do referido
lugar.Conforme os parecerea e a vista
do art. oi 1- do Decreto n. 8 946 de
19 de Maio de 1833, o peticionario tem
direito a restituigad requerida, viato nio
se ter tornado tffectiva pelo exercicio do
emprego a nomeaslo que obteve.
Segundo as disposi^5es do decreto n.
781, de 25 de Setembro do anno pasaado,
deve o peticiunario requerer do inspector
da Aliandega, por intermedio do da Tbe-
souraria de Fazenda, exhibindo o titulo
de nomeaslo e, por certidad, a informa-
clo do Dr- juiz de direito da comarca da
Eaeada.
Joaquim Antonio Pereira e outros, ex
proprietarios do predio n. 1 na ma da
Assurapglo, pedindo para mandar elimi-
nar-se o apperelho da Companhia Recite
Draynage do referido predio.Infor-
me a Intendencia Municipal do Recite.
Jos Francisco Xavier, ex-sentenciado,
pedindo pefmissao para mandar vir nm
burro de aua propriedade, do presidio de
Fernando de Noronha.Informa o di-
rector do presidio de Fernando de -\ -
ronha.
Jos Gomes Barbosa dos Santos, sen-
tenciado pedindo para aor removido, do
Presidio do Femando de Noronha.In-
forme o Dr. juiz de direito do Archipela-
go de Fernando de Noronha.
Jlo de Barros Correia de Araujo,aluBB
no do 2." anno da Escola Normal, pedindo
para aer submettido a exames da 3.* e 5.
cadeiraa do referido anuo.Intormeo ins-
pector garal da instruccad pu'olica.
Jos Joaquim de Azevedo, pedindo para
encaminhar uma petiglo ao ministro da
marinha.Requeira ao inspector da The-.
souraria de Fazenda.
Cap.to Joao Francisco de Ponte, p#-
dindo pagamento da quantia de 400J000
que empreatou a com mis-lo de soccorroa
da comarca de Caruor. -Ao inspector da
Theaouraria de Fazenda.
Joa Paulo Boteifco, praprietario d
casa n. 21 da ra Vidal de Ngreiroe, pe-
dindo a suppredsao de am d:- oarelbos
di Companhia Recite Drainago, oa referi-
da casa. Informe o inspector do Theaon-
ro do Eatddo.w
Jlo Manoe do Nascimento, senten-
ciado, pedindo para sar removida pan e
Proatdio de Fernando de Noronha.Inde-
ferido.
Jos Mathiaa da Costa, pedindo paga-
mento da quantia de 157(5710, que adan
ton a pracaa que foram levar preaoe na
comarca de Buique.Da peticad e iofor-
m goes nao consta que o abono t
sido autoridade por pesaoa para
liUda.




i




i
Diario de Pernambuco Sexta-feira 6 de Novembr de 1891
Miguel dos Aojos Sones Lras de Mel-
lo, proprietario da cata n. 21 na ra do
Coronel Suassuna, pedindo dispensa dos
imposi:o3 de annuide3 que est a dever
a referida casa.Deferido, pelo facto da
dever ter appamlkos gratuitos a casa
n. 21 da ra do Coronel Suassuna e nao
pela circunstancia de cutir iseinpta da
decima.
Manoel C'ementino Correa de Mello,
contrastante da illaminac.3o da cidade de
Jaboatao, pedindo para julgar-se semeffei-
to a gratuidade de 5 lampees oFerecidos
pelo peticionario.Mantecho o despacho
anterior.
Manoel Francisco da Silva, praca da
guarda local, pedindo dous mezes do li-
cenga. Ao conimisaario geral das guardas
lcaos para attender,
Companhia Industrial Assucareira, con-
aesionario do auxilio de 23O:O0OpO0O em
cpoliees de 7 [0 para a fundacSo de urna
refinaria desominada Usina 3altrSo pe-
dindo qao lbe seja pago em 3 prestares
o refer.do auxilio.Sim, nos termos do
decreto de hoje.
Secretaria ao Estado de Pernambuco
era 5 de Novembr de 1S91.
O porteiro,
Hemetsrio M. da Selva.
Sade e fraternidade ao desembarga-
dor Jos Antonio Correia da Silva, mu
diga govemador do Estado.O chefe de
polica, Qaudino Eudoxio de Brita-
esaas*-
Thesouro do Estado
OK3PACHOS DO DA 4 DK NOVEMBR
DE 1891
Antonio Pereira Bastos, Ernestina Vi-
ctoria Baranjer, Luiza Marcelina de Ol-
voira Rodrigues, e Antonio de Souza e
C.Informe o Sr. Dr. Contador.
Francisco Theotonio Pereira da Costa.
Begistre-se e facam se as notas.
Joaquim Francisco Diniz Jnior.A
secQo do contencioso para tomar o ter-
mo de responsabilidad 3.
Lucia Mtria de Albuquerqus Bibciro.
Jertifique-se.
Thomazia Maria da Paixao Farias.In-
forma e Sr. Administrad >r da Rscebedo-
na.
Comiaando 'Superior
Qaartel do commando superior ca Gaarr'a
Nacional do Raeife, 31 de Outubro de
1891.
Ordem do dia n. 144
Para que so d 3 devida execuraao fa<;o
nablica a guarda nacional sob mea com-
ando, que o Exm. Sr. governador do
Estado, por actos de 24 do cadente mez,
nomeou Nstor Alves Barbosa, para o pos-
tn de tente quartel mostr do 41 bata
lhSo ce infantaria, o tenente Albino Leite
de Farias, para o de capitao da 4* campa-
nbia do Io bataihao do servijo da reserva,
e Manoel Machado da Silva Sant'Iago e
joao Baptista Ribeiro da Cunba Quima-
res, para os de capitao e tenente da 41
companhia do 2o bataihao do mesmo ser-
vico.
Qce, em 24 e 2G ainda deate raez, prea-
taram juramento e tomaram posse, Julio
Cesar Falcao, do posto do capitao aja-
nante da ordena do estado-maior da l1
brigada de infantaria, tenente Philomeno
Herminio dos Gaimaraes Peixoto, do de
major iiscal do 2o bataihao da reserva, e
Luiz Bernardo Casrelio Branco da Bocha,
do de tenente-coronel caramandante do 6''
batalao de infantaria, para os quaes fo-
ram nomeados por decreto do presidente
da repblica, de 25 de Abril deste auno.
Outro sim, declaro que aa sem effaito
o convite contido na ultima parte da or
dem do da deste ominando, sob n. 141,
referente ao praso dentro do qua! os offi-
ciaes nomeados por decreto de 25 de
Abril prximo fiado para a guarda nacio-
nal daaia capital, deriam solicitar suas
patentes, visto cono o mencionado praso,
conforme declaro o ministro da justica,
em av iso de 8 deste mez, e contado da
data tado a respectiva nomeafS*.
Jos Maria de Albuquerqtie Mello,
Coronel comaiandante superior interino
Antonia Francisco de Olivcira.Ao
Sr, '.porteiro para entregar ao interes-
sado.
(napcctarla ser! da lastracc&o Pa
bltca, to astado de Cernamaucu
DESPACnui DO CA 23 DS OUTUiiiO
DE 1891
Amelia de M. Prea Galvao.-Encarai-
Lhes::.
Jos Barbosa da Ounha Mareira e ou-
tro.En.amiahe se.
DiaSl
Pedro Pereira de Souza Lemos, p"0-
fessor da Escola Normal, recarrenda da
aecisao da cangregacSa da mesma esco-
la.Informa o D.rector da Escala Nar-
mal.
Quintino Barros do AragSo padindo
para sor admittide- a exame de portugus
e arithmetica.Como requer.
comesso m\mi
Rcparcao de Polica
2 seccSo N. 240Secretaria de Po-
licia do Estado de Pernambnco, 5 de No-
vembr de 1891.
Iilm. e Exm Sr.Participo a V. Exc.
que oram hontem recolhidos Cata de
DetenQo os seguinteB individuos :
A m'nha ordem, Joao Alves da Silva,
alienado, eom destino 30 A vio da Tama-
rlneita.
A erdem do Dr. delegado dz 2." dis
tnct, da capital, Carlota Maria da Can-
ceigSo e Mansel Francisco dos Alijos, co-
nhecido por Estragado, como gatanoa.
A crdem do subdelgado da freguezia de
Santo Antonio, Manoel Justino da Cruz e
Joao Manoel Francisco da Costa, por dis-
turbios.
A ordem do subdelegado d< 1. dis-
trete da Boa-Vista, Manoel Francisca de
Souza, Vicente Ferreira da Silva Pellica.
Gniliierme Francisco da Costa e Luisa
Maria da Conceicao, por disturbios e uso
ie armas defesas.
Aate hontem, as 10 horas da noite,
no logar denominado Taquary do districto
io Pirr:3, achando se Manoel Bapt3ta Ja-
aior altercando com aua propria mai por
oausfc do um empregado de nome Jo2o
de tal, .ppareceu Joao Baptista Jnior,
jrmao daqnee e vendo a altercado,
aconsalhou a sua mai que se ratirasse
'alli para sua caa, o que deu lugar a
Mimoel Baptista Jnior a disparar urna
piatolla contra seu proprio irmao, indo os
projectis empregar se na regiSo umbelical.
O tff^ndido foi transportado para o
iiospal Pedro II, onde o Dr. Pontua'i
Bani?oI fez a competente vistoria ; e contra
o ofensor, que evadi se, procade se na
frm.-. da ei.
No dia 27 do mez findo, as 7 horr.s
da noite, foi assassinado no termo de Se-
rinhem o individuo de nome Jos Feppe
do E3piri:o-3anto.
Foi autor de3se crime o individuo d
nome Jlo de Franca, conhecido por Joao
Olympio, que logrn evadir se.
A'uno-se o competente inquerito.
No d.a 2 do corrate, no sitio Bat
ro do termo do Triudpbo, o individuo do
nome Jos Mendes de tal as3a-.-inou com
um uro de bscamnrte a Jo Vrglno de
tal.
Centro o delitquente, que e?ad.o-se
proce .0-33 na forma da lei.
__ Pelo Dr. delegado do 1. districto
da capital, foi remattido ao Dr. jais de
direit o do 2. districto criminal o inq
to policial a que proceden contra Jouo
Pedro i* Alcntara, conhecido por
Duel o c outros individuos implicad 0 ;:o
o do por:uguez Mnocl da C
Bam-s, aoto e:.e ocoorrido naraa do Ban-
gel ra noite de 5 para 6 de Dezembro do
anno pascado.
Pelo Dr. delegado do 2. districto
da c. i: 1 t^mbem foi remett.dj ao Dr.
juiz do direio no 4. dis;:icto criminal o
inquerito procedido contra Vicente Fer*
reir da Silva e Manoel Bertho dos Santos
Santos, por haverem no dia 1. do corren
te, no lugar Salgadinho do districto de
Belem, feito diversos ferimen'.03 em Chris-
tovao Paes de Aadrade.
Weaado
No dia 33 do passado.depois de lida.ia-.ta
eapprovada, na hora do expediente api a
leitara deste, o Sr. Amaro Cavaioant; of-
feveueu ao senado consdcrac3es relativas
abusos commettidos no Estado do Rio
Grande do Norte, da que representante,
e onde, secundo foi informado, o coagres
so, sob influencia do governador, acaba de
legislar em ordem a coartar a libaroade
da imprensa, mflingindo dasta arte os ar-
tigas capit3es do cdigo penal e aquelles
em qua a Constituido garante a maaife3-
tayao natural do pensameato do ciddao.
Entraba ordem do dia, foram appro-
valo3 os projectoa, o primeiro dos quaes
coacedem licenya aos tenentes Abrantas c
Farreir, e os ostros, conferem a validado
da exames e estabelecimentos particula-
res para a matricula as fatuidades da
Uiio, regulam a extradiejao da crimino-
sos entre os estados, reorganisam as socie-
dades anonymas, alteras estatutos das
acuidades de medicina e pharmacia, final-
mente, estabelecem os limites da idada
oara a reforma de officiaes do exercito,
que tenham mais de 40 aancade sarvico.
Foram-, ainda, approvadas as emendas
da cmara dos depatsios, relativas aos or-
namentos da guerra e as do interior, pro-
cadente do mesmo senado, bem assim, o
parecer da commissSo de Justina e legisla
cao sobre a adopcSo do projecto do cdigo
civil do Sr. Joaquim Felicio, ao qual foi
recusada a restituicSo da proposta para o
lia de ser opportioamente trazida a dis-
cusgao.
Tonaram parte nos debatas respectivos
os Srs. Gomensoro, Americo Lobo e J0S0
Neiva.
Ante3 de ser levantada a sessao, foi aa-
nanciada pelo Sr. 1." secretario a recep-
c2o de um <;i :lo, procedente de chefe do
poder executivo, e em que ebte annunciava
as razSes do vti opposto ao decreto legis-
lativo, determinando a criminalidade e res-
pectivo proceso do presidente da rep-
blica.
O offi^io com &' razo38 que o acompa-
nham damos em our* secgao.
Cmara dos Debutado
=Sntroa em 3.a diacussao o orjamen-
to do ministerio da fazanda, orando 03
Srs. Oiticica, Alcides Lima e J0S0 da Si-
queira.
Pedindo alguns momentos de urgencia o
Sr. Matta Machado, daixando a cadeira
da presidencia, declarou que vista da
votagSo da cmara approvando o requeri-
mento do Sr. Bevilaqua, relativamente
aos projectoa nao sanecionadot, resigaava
aquella cadeira, proferindo o s?guinte dis-
curso :
O Sr. Matta Hachado (Grande
movimento de attengao. iiUnclo), na sessao
de hontem o Sr. deputadi Barbosa Lima
inquerio mesa quaes 03 motivos que a
tinha levado a nlo d.r para ordem do dia,
immediatamenta depois de devolvido
cmara os projectos nao sanecioaadoa pelo
poder executivo.
O orador, respondando a S. Exc, de*
clarou que, de aecrdo com o pensamento
dos seas distiectos collegas da mesa, tinha
tV.crminaio dar urna certa interpretado
ao artigo da constitai^ao e, tratando de
desenvolver este pensamento, disse tue
apezar da4; dvidas que podiam levantar se
ec: relac2o a interpretacSo legitima do
are. 40, que dispoa os projectos n5a
aaaccionad >a asm como os rejeitados nao
devem ser renovados na mesma sassac
pelos motivos que entao expendeu mesa
tinha ju!g.do do seguate modo a disposi-
c, o ooastitiuMO
l.u, em vista dos taraos do arf. 37
nenhum praso era marcado cmara para
tomar co:ii:ecimer.to destes projectos; que
par oonaegaiata, ellos podaran* ser dados
o .ra ordem do dia no mesmo anno, logo
fcmem devolvidos a samara.
, considerando qua a materia, por
ama gravidade, devia merecer nao s da
busos da cmara toda a attencao no xar
os precedentes B'.bre a mesma materia,
etitendeu a mesa quo dvia incluir e8;es
p:-(jectcs na ordem do dia quando o j al-
gasse conveniente, ou o fizessa a reqaeri-
niento de algum Sr. deputado, mas em
perfeita igaaldade aos demaia projectos.
Pareceu mesa que era este o melhor
alvitre, porque pde-se dar o facto de ser
coilocaido na ordem do dia um projecto
cuja iscus3Io immedata seja in:onve-|
niente.
As3m, a interpretacao da mesa nao
desarmava a cmara do dira.to de ai ar
quando julgasse caaveniente e3sa disposi-
cSo.
O Sr. depntado Barbosa Lima, nao sa-
tisfeito com esta interpretacao, e julgando
que ella era caiatraria ao art. 136 do Ra-
gimento, interpallou mesa, que expu-
zedse as razoas pelas quaas uaj cumpria
o Ragimanto.
O orador tve occasiSo de explicar o
sentido das palavris desdi logj, o o no
bre deputado, retirando o seu requer-
meato, foi este adoptado pelo Sr. Bev-
lacqua.
Submettido disaussa e3te requeri-
mento, foi approvada pela Cmara.
Neatas coadicoas, acbando-se o orador
exautorado, apezar de respaitar, como
deve, com todo o acr.tamento o voto da
maioria da Cmara, julga do sau daver,
no tanto como particular, mas sobretuio
como presidente desta il!u3tre corpora5ao,
havendo entre a ^maioria e o modo de
entender do presidente da ca3a um pro-
fundo antagonismo em qae3tao de d-
trina, jalga do sea dever rcaacciar (no
apoiadoa geraes) o carg que lha foi coa
ferido e que tanto o eleva aos seus pro-
prio3 olhos, porque considera a mais su-
bida hoara que poda ter era toda a 6ua
vidapresidir a primeira Cmara Fede-
ral dos Estado* Un dos do Brazil.
Em seguida o Sr. Joao Lopes de-
clarou que ocaupava a presidencia, qua
tanto elle como os Srs. secretarios acom-
panhavam o Sr. Matta Machado nessa re-
sig^agao
Travou se, a proposito, longo debate,
no qual tomaram parte 03 Srs. Aristida3
Lobo, Jos Marianno, Zaina, Matta Ma
chr.do e Severino Vieira, que apre3entou
urna mogao que foi votada por grande
maioria pela Cmara.
Voltando cadeira presidencial, em
nome da mesa, o Sr. Matta Machado
apresantou a seguinte indicarlo :
c Indicamos que seja consultada a
commissao de coustituigao, IegislacSo e
ustiga sebre a iaterpretaj-o autbentica
do art. 136 do regiment sem prejaizo
da ordem do dia.Da comiii:sslo do po-
lica B
apiia de novo dbate foi r3ga:taa
por 58 votos coatra 54.
Em vista clessa resaltado o S?. presi-
denta daelaroa que a masa resigaava de
novo o maniato, annunciando para a
seasao aegainte a eleiuao da substitua.
Foram votadas M oaaterias encerradas,
conforme coiata da secySLo competente.
No expedienta fallarsm m Sr*. AatSo de
Faria, Justiniano di Sarpa e Balfort
Vi a ira.
EXTERIOR
EUROPA
Pelos vapores Con^o e Magdalena que
bODiem e aaie-hontem locaraui aeste pono, pro-
ce lentes dos da Eoropa, tivemos as se^uiotes
Doaias:
Hetpanba
Parece qoe o Sr. jiivea, lendo fallado com a
rainha regente depois do nltimo coaselao de mi-
msiros, Saa Itagostade Ihe perguntou a razo
por que quera sabir do Ministerio ; ao que o
ministro, um pouco surprehendido, lerta repli-
cado : .
O lando so snecedar, terei a honra de in-
formar Vossa Magestade >.
s miaisteriaes oegam a noticia, dizendo qoe
a rainha e o Sr. Cnovas ja de de Janho liebam
conbeeimento d03 propsitos do ministro dago-
vernagio. Com relago crise, as intenjas do
Sr. Cnovas parece que erain deixar ahir do
gabinete o Sr. SU vela, para mostrar que elle nao
liaba partidarios ao couselho de ministros; mas
o que 'ora ae duvida que o Sr. Isasa tem de
sabir, por estar desacreditado na opiniio pu-
blica.
O Sr. Silvela confereociou com o Sr. Villaver-
de, ioformaedo o acerca de diversas questes
pndenes no Miaisterio da governago, o que
prova que este pasa do M.ai3terio da Juanea
p:ra a pasta daquelle.
O Sr. Cnovas leve urna larga conferencia com
o Sr. Silvela, sobre a qual nada transpiroa.
A Crise esl, portante estacionaria.
Cocotudo dii.-se que Cnovas deaeja adiar a
crise, at qae o conseibo de guerra resol va a
cusa contra os amotinados qae atacaram o
quartel do Boru-SuccKSso, em Barcelona.
Mjrlinez Campos, porm, u.oitra empeobo em
que a crise se resolvesse 00 cocselbo de 22 de
Outubro, sabindo Silvela do Ministerio.
A imprensa contiLi a disentir vivamente
a altitude proteccionista das cmaras fraucesas.
Reclama a renovacao dos tratados de coaimercio
com a Italia, a Allemanba, a Austria, a la;(ater-
ra, a Baigico, e especialmente com as repblicas
hispano americanas, estabelecendo-se mercados
para os vanos bespaabes.
As folhs republicanas e Independentes acon-
xelbam a que be espere a resolujao derinitiva da
i-'.-a r:, anies de se procurar approximages e
cocnpromissos polticos com outros paizes.
O Globo folha do Sr. Castelar, que
sempre se mostrou sympathico Franca, escreve
a proposi.o dos vinbos :
E' necessano que o goverao francez ponba
de parte as consideracdes polticas, e nao inter-
rumpa por actoj de fraqueza as relacoas amiga-
va:* que, desde largos annos, sao a garanta da
pro3pendade commercial dos dous paites .
A quesiao vir.i:u!a aggrava-ae, pois,coai urna
crise poltica latente, as dilli-uldades UnaQoei-
ras sao grandes, falla se vagamene em desas-
tres esperados na liquidaco domes.
A do Sm do aano seguramente ser das mais
emoaragosas que a Dolsa de Madrid ter a re
Istrar.
Lose no Imparcia! de Madrid :
Como a opinio publica suppunha, e cono
af-mavam os que teein experiencia ito qu. suc
cede aos trinanaes, u Uujueza de Castro Enri-
quez est ja em liberdade.
Pare:e que todas as accu3ac.?s que se diri-
giram a tsta sennara, carleta de fundamento.
A pequea Juliana Saa Sebastian tambera
parece oue ao disse a verdade ao acensar a Da-
j j z 1 de ssr a autora das lesOes que soTfc'u.
O jaiz la terera vara, de accord com a
qaalilicago liscal, diclou o auto de sojpensao
provi.-oria no p:o:esiO instaurado contra a Da-
qaeza.
Suppomos qn- se proceder agora a averi-
gcacrs para se saber qu-m fez a Juliana os fe-
nmento qe naba, porqua nao 6 verosmil qae
as feridas tivessem apoarec:do repantinameate
no rusto e na cabeea da desgranada pejuena .
Connnam a chayar noiiciaa prodnzidos ecn mni'.os pontos de Hespanha pelos
mei 8 inundagas.
Eai Al Ol :eta as ebuva? cansaram grandes
ir.anddQ:'s, entrando a agua em grande quanl-
dade uas casas, destroiado os calimbos vicinaes,
e produzi 1 Jo grandes estragos as proprledades
A ;iguo arrebatou grande numero de animaes,
entre os qoaes muitos cavallos,e de3truio as co-
IheiUs de batatas, noas e agifrao.
Hoave utas, vilenla saraivada, cahtndo pedras
de tamaoha consid.rvel.
Reina raede pnico na pcpnlaco. Os habi-
tante: e,3to .-.terrados peran'.e a3 enormes per-
das cansadas pelo temporal, e esa recelosos
das consequencias da nnseri;..
Nao ha noticias de desgranas pes3oaes.
Em Granada tambera os damnos foram rnuito
importantes, assim como n'outras povoac.e3 da
me?ma provincia.
O Darro suoio qua'.ro metros cima do tea ni-
vel ordicario ; as ignas levavam a superficie
cadveres de aniccavs, mebilia de casas e tron'
eos de arvores.
- Na povosco de Heseler cabio a tormenta com
tal furia, que em poneos momentos as ras tica
rain inundadas e arrasados os campos que con
stitniarn a veiga.
No Bairrt) Alto desabon om predio, fijando os
out Nibairro de Mlraloro3 tambem houve gran
des estragos, e no da Casa Alia, assiin como no
de Haenes, nao fi ;ou casa alguma em condic5es
de ser habitada.
Todos estes bairros esto iocomaiuni'.aveis
ons com os outros, porque os sbparam o to e os
barrancos accamuldcs pela trrenle.
Franra
Todos julgavara inorto uesde ba muito o bou-
langismo ; e agora bem sepultado o ulgam na
cava em que jazam os restos morlaes io gene-
ral que lha dera o noma e liie -a guiado.
Apparece porm, o tumsni que foi o inventor
e o orgamsador d'aqoella s-:iia poltica a qa'rer
guiar os destrozos qua d'elia re3iam, e ao' m-s-
ino tempo a revellar o espir.lo, caaj qua desda o
principio sa fermeatou aquella eaoroof propa-
ganda, qua Cbegon a pdr >. u rave risco s :.:-
stituii.'S republicanas da Frang.
N'uiu artigo publicado no F.garo "ob o
Sjiis oulangn; o Sr. Jarge 'faiejaiid dirig
ltimos deis do boolangism e dia Ibes que
aecesano aoragar a idagaral aotoaoaia. que
si ;lla pode cousuiair a rasa o da ser do partido
depois da marte do general. Mostra-laes qae e
p-eeiso colloearern se em fjee da realidadi', con-
stan tornee la luas.-.a-ada e attenaada desde ha
4 a:!tos pelos escrpulos dos velhos republica-
nos de origem isto 6 : o principio plebiscitario
em opposigio ao principio parlamentar.
Boulaugistas de hontem, exclama elles glo
riosos obreiros dos pleo.seitos de 25 d-^ Feve-
reiro, de 8 de Abril, de 19 de Agosto e de 27 de
Janeiro, os plebiscitarios, e s plebiscitarios.
Fura u'isso nao so;s nada mais que una pea
na a nerc do vento. O baulan^ismo represua-
tava a aflirmagia da repuoia plebiscitaria eom-
balendo a repblica parlameatar. Representava
a influencia das inul'iis em opposi$o com a
tilluen :ia dos monopolios, dos partidos, das
CoavMUCtlOS, dss liius dos qialros etc. .
Fallando uos aetuaes deputados boalanglstas
diz o Sr. Taiebaad :
A siluagio dos seus deputados aa cmaro
era das mus lacertas. J desde ba inez^s o ge-
aerdl Uan quasi cessado as suasTdla..'S com
a muor parte d'eiles. Esses infelizes estavam
assim er.rre duas excommuabOas : repudiados
pela freate pelos.republicanas, e pela retaguar-
da pelo general.
E.ao agora livres mais esto tambem orphSa
perants o ruffraglo uaiversal. J ao ttnu o seu
padnnbo eleitara!, e falla-lhos sobretudo essa
00a madrinha, qae se ebana urna idea poi
ou social ou religiosa, capaz de soarevivur a um
omem. Sera preciso agora, ou aggregarem se
aos partidos existentes, ou procurarem ama au-
tonoma, compativel com o seu valor pessoal,
com urna razo de ser clara e definida -
Passanao a discutir qual poderla se: essa ra-
zo de ser, diz qae aj o podem ser ; oem a ra
viso nem a allnca russa.
(Jaanto ao socialismo intil faliaa .Vite.
Toaos tirj?. filiam n'elle. Ha o socialismo do
upa o do Sr. Ma;. leguimista o do Sr. Coostaos.
t'dia qual a'elles se bavum de voltar '. E:a co^
ciusS 1, dls-lhes.
Nao tendesseao urna parta aborta: a do
plebiscito .
Este Sr. Jorge Tbieband aaligo bonapartista,
prolesso e coafesso, Iji quem primeiro teve a
idea de fazer do general Boulauger o preferido
pelo saffragio uaivarsa!. Foi elle quem por sua
conta sem nstrucg^s, at sem o assen'amenio
previo do principal mteressado propz em 1888
a candidatura ae Baulaoger nos quatro ou cinco
dapariamentos, em que la proceder-se a elei^as
complementares, e me'.teu assim o a.Hi^o miot-
tro ua guerra na camiaha que devia canduzil o
aoex.hu, e mais larde ao suicidio.
Posto uto e vistas agora as tendencias qoe
elle revela no artigo do Figuro, e curo que o in-
teutj dos chefes do boulaogisma tai sempre a
destruigo Ja repblica ea sua snbsliiniga pelo
cesansmo imperial; porque causa se sabe o
plebiscito a arma ldvonta do bonaparlismo.
O consjlho do gabinete oceupoa-se em 13
de Ualubro do protesto dos arcabispos de Mu-
es e Aix conta-se a probibico feita aos prela-
dos da sanirem das seas dioceses, sem .a'orisa
gao do fcoveruo. O canselno decidi applicar
iodos os meos que oossuw para assegurar o
respailo das suus decisas.
A reabervura das cmaras que se verificou
em 15 de Oaiubro correu muito soceegada. A
cmara dos depoiados decidi comegar ea ia a
scusso do orgamento.
A sesso do senado nao teve ioteresse. As
ses-Oes foram adiadas para aquella dia.
Foi distribuido no seunda o relatlo adnanei-
ro do Sr. Grilles sobre os vohas. Este senh r
prop6a as meemas veroas que a cmara dos de-
putados. O relatorio consigua qoe a mo d'obra
multo meos cara em llispanna que em Fran-
ca ; e diz qoe nao ere em repblica da Heapa-
nba; porque 03 diretos sio moderados, e a H ;s
panba nao poder enviar os seos viabos sea 10
Franga.
Teem sido muito bem reoebidas as decia-
ragoe do burgo-inestre de Brasellas, as festas
de Maraelba, declaragO-as polticas de alto valor,
que devem faser dcsapparecer sempre as descooliangas da Franga para com a
Balgica.
Esta Estado tem todo a ganbar com a neotra-
lidade, porque boje a guerra muito prejudicial
aos povos ; e a blgica om pequeo paz, que
s deve desejar viver em paz com toda a gente.
Toda a un prensa contini a elogiar o dis-
curso de Freycioet. E' hoje um dos estadistas
france~.es, que mais renome teta em tod. a Eu
ropa. E' ora dos vultos mais importantes e res-
peitados da diplomacia europea. O Ulustre bo
mem de estajo aflirmou mais ama vez que a
Franga deseja a paz ; mas que, uo dia em qae
fr nece8sano sustentar 03 seus diretos, de ar-
mas na mo, acba-sa preparada, coma nunca es-
teve.
A Franga tem plena coaSang da sua ferga, e
na amizade da nago rassa. E' isso o que ater-
ra os bomens da trplice ailianga.
Itealizou-se a elelgo senatorial de Auril-
laa. O Sr. Baduel, republicano radical, licou
eleito senador, coatra o Sr. Miranda, republicano
moderado. Suas ti tue om republicano.
A uoanimidade est anda longa de reinar
em Franga acerca do accorda poltico com a
Itusaia.
ltimamente publicou se em Pariz um livro,
qua est fazenlo grande sensaga etru os bo
meas polticos.
O seu autor e um official de art Iheria ; e o
livro tem por titulo : Os blgaros e os russos
parante a :r; plica ailianga.
O capitao Marim mostra-se pouco enlbusia-t-
mada com a alliang fraaco-'.urca, ebretudo se
desse facto resultar qua a Bulgaria seja subju-
gada pela moscovita.
Na opinio do Ulustre olli:iaI, a Franga deve
rtlljeiir muito, antes de associar-se aos fias da
Russia :03re os Bakaus. O odio que a Franga
sent pela AUemanha nao bastante para dirigir
urna poltica acertada.
Note se que o mesmo official j em 1889 tinha
publicado un outro livro de seasago : < Fran-
ceses e russos perantj a triplice alliacgi *, em
que se previam bypolbases, que mais Urde tive-
rara real.zag&.
Todos us autores que teem tratado afelliaoca
fraoco-russa sob o ponto do vista militar, tomam
por 8ymptoma digno de nalar-se a questo bul-
gara, talvez destinada a um arrefacimeato de
relagOes eatre as duas potencias,salvo se a
Russia arrastar a Franga a urna c^m-jleta adb>-
so aos seas interesses.
O monsenber Gautha Toulard, arcebispo
de Aix, tendo escripto ao Sr. Fallieres, minisro
da jastiga e dos cuuo-i, que nao faria caso da
sua circular de i de Outubro aos prelados, acer-
ca dus romarias aa Vaticano, ser chamada a
rtspocder peran'.e o tribunal correccional rio
Sena, em virtude da le e do decreto, que nfli-
eem a pena de tre3 mezes a cinco anuos de pri-
so, c a multa de 300 francos, por alaque coaira
o direito e a autorid-de do3 ministros.
O processo A da competencia do tribunal cor-
reccional ; mas, em atteng&o categora do ac-
ensado, e um virtude di certas presenpgas da
el, ser deferido no tribunal de appallago de
i'ariz, visto ser nesta cidade que reside o Sr.
Falliere, ministro da justiga e dos cultos/que 6
o funcciooario cffeadido.
A nota da aecusagao deveria ser immediata-
mente intimada ao arcebispo, que ter de com-
parecer no trioanal no prazo de dez das. A sen-
tensa inappellavel.
O mcitvo do processo como tica dito, a car-
ta qae o arcebispo de Aix envin ao ministro,
recalando-se a cnmprir as instrucgOs da circu-
lar relativa as pergrioagoes calbolicas, qae
continnavam a orgaoisar sa em Fraaga depan
dos lamentaveis aecntecimentos de Roma. Eis
os principaes trechos dessa CarB :
Nao precisamos do veso cooviie, nem para
o pausado, nem para o presente, e eoasa alguna
vos autorisa a formlalos para o futuro. Siba-
mos o modo como havemos de proceler. A com-
missao O'gan.sadora su>pandeu as psregrina-
g6i8 ; e. quando se resol va a ua coatinuigo,
tare 1 o que ma parecer oppartuao 10 itUcresse
da miaba diocese.
A circular, portaolo, 6 loa til. Podieis ter
feito alguma coara de melhor, do que apressar-
vo3 em nos enviar aquella pape, quj 6 um trisle
e o lioso coatrasenso.
Sen'.iun nos humilhados pelas lamentaveis
acontecimento3 occornios em Itilia e Fraoei,
onde 03 aetaaes dominadoras nao p 'idarn ense-
jo de insultar e atacar a religiao catholica.
Na vossa circular ha p lavras de piz ; rca3 o
olio e o desojo de perseguir, transparecem em
voseos actos, poi3 qua mames e gevernaes em
noma da magouaria, lidia primognita de Sa-
tans.
Este processa ba de prodnz'r ex.rordiriaria
sens3a no clero francs; e alguns catdicos
lamentara que o arcebispo de Aix iocorresse n'a-
queea excessos, alastando-se da 11 .iba de con
auca, pradente b reservada, que teta sida ado-
ptada pelos demais prelados.
Um jaraal da manb oticioa qu: o Sr.
V,es Gojol, ffi'.niilro das obras publicas, repre-
sentara o govarno no dia 8 de Navembro, na
i augu-ago do monumento da Gimbetla.
A verdade 6 que o goverao ?inda uo lomou
resolugSo algut 1
porm, qua se Uii representar pelo :i.r de Frey
einet, ou p?!o Sr. Roovier. dcsigiadc particular-
mate para tomar pirie o!li:ia! n'aqaella cer
ma, (in consequ n la das relagflas intimas, que
tiveram com o Ulustre patri 1
A Cmara do? Diputados contina sem ia
cdeate a dis.:usso gertl da orgame: to.
Ei i anaunciadas muitas pergactas t'.c-
pellagOas, especialmente para qua 1 I j se
rem os orgameatos do3 negocios estraageiros, e
d03 coitos.
Diz am telegramma d Copenhague para o
Pigiro, que se tra.ou em Fredembor a'um 1 liga
da paz, compreoeodendo a Rossia. a Grecia, a
Servia, o Montenegro, a Suec.j, a Dinamarca v. a
Franga ; e que a viagem do grao-doqae Vladmi
ro a llespauna tinba relages cam esta pla'i-.).
i'a-eee que a existencia desta ng sor revela-
da pubii'ameu'.e cm Janeiro prximo.
O Tenpi occapa se da quosta dos vinhos
hespanhas no poato de vista politoo.
D:z que esta questo t :a tal impertaacia que
as tarilas da peiiatrago s deviam ser re roga-
das no caso de nacesldade economici urgente.
E' evidente que na exis'e essa r.ecessidade ;
e, ainda qae existase d moderago e prudencia; o Estado tem obrigago
ie ver mjis looge qi; os loteressea pdrticuiares,
a revogacio da larifas, facto na npp.ireocia se-
:j....ii. poli ter os pelares effaitos: V le
pesar pe mui'.o tampa sobre a aosst posij; -.
ternacioual.
Do Uiario de Pernuiahuco
PORTUtALLISBOA, -'o DE0U1UBB3 3E
1891
Teem-se acentuado tanto as meihoras do Sr.
coaselhairo Lepo Vaz, que j se espera que o il-
lusue mtnisira do remo "e instru.gi pabtica
reassuaja o exercicto ua sua pasta nis pnmairas
das de Novembr.
E nessd expectativa, 03 trahalhcs preparato-
rios para a eleico municipal team oaminhado
Iraaxos por parte do Sr. Mariano de Carval 10,
que, recelosa da ama derrota em L'sbaa,der-
rota qua o desprestigiara na opm a 'j paco,
deseja antes qu; sejio titular da pasta do
e nao elle, quera se encontr n'essas entalla
For sua parte, o Sr. Lapo Vaz tem-se coas-::
a caavaltfscer na Amiixoe.ua. prxima o i.;
miar, a pouea distancia da Lisboa, desejaaio
tambsm mouissioio que sej o sea col i "ja quem
se comjirometta na suceeaao das eleigoes, e nlo
elle. Oj-.-aia de lacla pela existencia. poi.u '-.
O Sr.Manaao de Carvalno, frtil em raeoracs e
habilissimo em tricas e manobras eleitaraes tea
essa presump.o, at corto poato justificada ;
mas ludo se esgola U as habilidades gatopi-
nescas peraate certas coojuactaras; e, qaaua
aa seu repertorio de expeaicates iazead .rio,
parece me qaf est expreinido o litoo e qaa 03
seas aneridos collegas no gabinete na saabam
seoo em o momento de'atirar um as cascas
fra!
O Sr. Jos Luciana, como quem eit certc qu
o poder Ibe hi de ir parar as mos em o manar
esforgo, e coabecenda qae, ia camtaaba eleito-
ral pole fazer pea dar a balanga para om
lados, vai-se demorando na Anadia (Beiraj ce-
anlo qa^ nada de positivo se far, nem par
pane do governo, nem par parte da opposicao,
sem se ver o que Ihe decide. Das duas, urna :
oo se abstem e recommeada no centro progres
sisia a poltica de abstancao, sem lar aos seus
correligionarios mstroccOes reservadas em con-
trario ; ou e abstm oflicialmenie e recommea
da a su-dinaaas seas galopas miores. (Macei-
ra, prior da Lapa, falanos esicranos e beitruno?;
que .-e coliiguem directsmente ou iiidirectainia
ta com as opposigas, hostilisanio a outr-ce
a lista camarana goveraamenlal.
diverso.
03 republicanos ainda fluetsam entre duas
correles diversas. Da sua grey, ans que_em
apreseatar aos e.eitores ama lista republicana
toda sem mistara ; oatros pensara qae mais
bam receida sera pelos eleitores urna lista de
conceutrago liberal em que tigurem nomes de
ciJddos ua diversas commaobas polticas.
A Liga Liberal essa aguarda par ara os acn
teameutos, dispasta a seguir ama I nba de con-
ducta em lae na toaba a perder.
Se se organisar urna lista de concentragSo li-
beral em que entrem pragressistas, repblica
nos e Uxorios, ha de apaial a om tedas as
suas forgas. qae. ain4a assim nao 3:10 para des
presar. Se a tal lista de concentraglio liberal se
nSo chegir a constituir por amor uo exclusivis-
mo vermelho da gente republicana, ou por te-
lemos progressistas deiidtdo abatar-se de en-
trar na acia, de ere- qae nesse caso se abs-
lenha ostensivamente, ficando com tada a lib^r-
dade de aceto cada um dos s:U3 membros para
guerreara usa do governo como eatender.
0 governo can as suas iodecises e c^m os
jagos de porta dos dois ministros preponde-
rantes, vai protelando o acio eleitora!, nao se
sabe ainia para quando, mas de certo qu-ja
nao ser senao para o meiado da Nivembro tra
mais para iant ain a.
Os npublcanos, depois da desrrgaJa def;c-
... de 31 de Jineiro, as roas do .'orto, e
ivergencas inieriore3 qua esse.faca Ibes I
xa,divergencias de que tem resaludo virem a
suppurago, as columnas da variai gazatas as
mus tremeudas diatribas da que ii menj
uesde que se extravasa no jornausme a b.lis de
cada qaal, coQ3ideraci esla campanlia eleiioral
como urna questo de vida ou morte para o cu
partido.
No estado de desorganisaga em (fie sa en-
contrara, luct-indo aa mllaeocias do t ju gremio
por se supplactarem mata-mente, pt le vir ta-
la a sue;eder urna cousa, mais lar le ou raais
cedo, ^ne terem de se disscUer, jura com 03
elementos approveitavei3 que teem, e sebretado
multo dignos de coasideraga naoiericam
-: ierados, se organisar um pir ido de 1
ceairaga liberal qa- paah armo a
gareoia que aU vai tfipuJiaudo oas
poder va- ando retalarmente Je ur.3 noiiei, para
outros nomea. emquanto nao ragressam iqneUas
cadeiras os primeiios, que mais tarde h. o
suostituidos pelas seguadas c a3sm por dlaaie.
EstaoI:gar;bia sos.eatala pela cerda e ligada
ltimamente com ella, por modo que es di
de urna se teem lora-uo : iraveii dos da ou
tra, creara inais tarde, ou mais coi o do
peiia, utna uuaco, que o.-m poderi se:
cadissima para as nsutuigoes vigeo es, apodre-
cidas peio coniacto mais uo que intimo, i
ravel d03 horneas pblicos que con.ditaem es?a
tal oligarchia que tem levado o thescuro e o cr-
dito nacional a beira do abysmo.
No dia en que a Gligarcnia esbaajadora qua
as governa ha amitos annos, compau de urna
duzia de estadistas qae se revezara, ou se asso
cam em pleno arco iris, como uestes ltimos
.tirapos teem feito, em ministerios qie chamam
(i ififiana, no dia,como ia dzeado, m qae^essa
oligarebia for esbandalmli e sntHtitoa por
nutras camadis de governan.es, qt ..aD :
por ara daade surgira, mas que bao de appar*-
cr para t8*-0 iao ir lu, J Pr aoa aoa:xo a co-
rda poda accaso periclitar, porqa t amada-
mente se tem unificado com ella, na saa obceca
gao imprevidente e por falla do qam na aara
es olbos, com mais patriotismo do a>; ..r.erease
de cornlbo ou ambigo passoal.
E' como lhes digo, e ojo falta p->- )fn
tajo njs provincias, qaem assiar- fi .udo.
Batas con:iJera;fj3 affaataram aa t, qassM
eleitoral.
Apenas me faltava a d.zer Ihss, nase poato,
que urna terceira lleta que app na *
victoria ao goveruo.eqaa nj
donado o pensamento da : camar.
dissolvida em Marga -..ruz aano, | ee ie
u t contraria atalidi ;m d
o na minha prxima carta aapiur aa..!
estas informagOes.
Foi suspeasa a pabcagao da T..' ni. (alta
repaalicaae, por ter censatits z o
liro.-eeimeuto da goarl-i oad fa-
zsedo fogo c^m os cartuc 1
!las do Liok< .ro. poi 1
que laa r. [en na
rente.
A Tribuna vai reapparecer cam j e /.
Bataika.
Os repubranai, sobr :!. .istas da
Tr.bial, Hearam es
Parece qoe vil .. nigerio
da ju-tiga. urna reforma tas cad ..
rias do reino.
Dopo^s de ro-:
A:l-;na-s qa i a
effactaar em lina de ."
1 camararia e qaa va
ao Porto se reali
Corre, tadivia, qo t
Ante-hontem (sabbado) r
, q-ae se ate i
.a da Banco de Portoga .
u lu das ti ses u saa re irgaaisi .;gai*a-
: rapilal per jj q-
. lera de OOOO cor.
este respeito corre tambem 1 oebu-
sj ser permit'.ida eob a r .0 ea>-
ir l.'-iOO cootos as.
. '.i, porm qae 1 .-enci.-*
I entra os accioaistas, mu .dem
I nao ser conveniente esta ora aa a
no.
O ocano vai continuar a ;or-
rcosa villa do Espiran .
quella pobre geale, qao sopparba
hvre da invasj do
apeaias. O mar leva os r
. itelada..
A companbii do cattv"rjn I 1
com a Cmara ilu- -j pro-
cura melhoiar a siidi
Tambem ua praia ..
conaJeraveis estragos.
111 all ja muitas lam
I Estad caaoocii ->.
i festas em Oeiras b.. a:.-i
; nanos, Te Deum ar
i ;i as laoncaa la I
c a noite, etc.,
i Tud 1 isto, 1 .
y imaginado plo
j E' pretso subir os :; 1 e a
eal aaia lia Geeses :. ...
dopois da visita de SS. Mi. aa ?
r.'jjt.d txcurso a Coi
visitar e auna gente
outras ruerc) daeorativaj uv-s ;...... casa-
cas ou jaq'i
A fabrica mata importa-'* de C a de
Cacbarieis qua aa ...
ramu."ulo3 da publica adnwnis'
Na Sociedade : Ge ~i 3 i l
a noite, as respectivas ^Oes te ,-c; -
de geograpbia policj.
T.-ataraaa de estado las propasas .'-<
acerca da* tratados de commet io :em 1
ahae o Brasil, das commaDicagOS a.riuaaa
com os Balados Cados, da canear
nosns vioaos geoerows e de ..;-..
productos gtcva t ccloaiaes ua Ex
Coicago.
Regresaa brevemente a List '1 o Sr.
Petre. ministro de Inglaterr 1 aes 11 -
O conseao ta escela la :::
ja a refoma deste esta, ideaaaea o '.
sobro as pases que Ina lianarr sida d ;.s peo
ministro da guerra e ja enviou es seas trajalhas
para o mes no ministerio.
O tsca-ocido tea:: nrcnel de ta
Sr. Maraes Sarment pa: liceo alUau
lolhelo nteressaniissimo.sabordi;;.
grande: Portugal e a neutralidad-: detVasraa
de Hospanba.
Nao sa torno1, mais a falla- da r-"r
engeanana, ha tanto tem;o espesad o ara
malnor dizer temida.
So viesas a larc" dara cgjr. 1
lija, a mais ruidosas controversias qu
reorraa dos milita';s m^u- am*r-
ciaes.
*
Brevemente ser decretada a retaran -ios ser-
vigos de adicinistroilj a^rjaomica, ." rea tai a
pecuaria, dependentes da direcgo ger^. m agr-
caltara.
Consta qoe urna compaaaia iagUza 1
estabelecer carreiras regalares para a Afnc*
O-ciJealal, fazeodo escala por Lst...
Como Ibe disse. o Sr. conaaineiro Fanssca
Beaev.de pedia a sua exonTago de :r.
das escolas iadustnaes do sol. Bogas o., carpo
docente, at mesrao do p-opria o,:
oaras publicas, lado foi ri-frj par* aeaseeei
aqaelle cavalheiro da rasolugo lomada.
verno acaba ue nomear para aqael'e cargo .
bnlban'.e escripter rtimalaa Ortigo, qoe esa
tantos dos h^us eicnptos .-obre asscmplos de
arte bavia afrmaia a sua itavel compe-
ten aa.
A imprensa applaade em c-a a ncmaagio a
que me retiro, eaumerando os tce-r.cs do Sr.
tlaraalho Ortigan, qae. sem ser un prcBamoal
propnamente dito, possue, aleas de cemprovado
gosio artstico multa erudigaa e tem visitado
com proveito o qua a Eorop e u A jrrica offe-
reeem neste assumpto mais digna de estado.
Teado porem o nlastre escriptor de qa-m se
trata comp-ovado a sua compeieaa p ,=to ba
inultos anaos, o qae parece extraordiasro oqo
ba mais lempo Ibe aao Uesse ;ida UT.-acida
urna commiSo desta natureza .' Sem .j. pr-
ienda desconneeer os relavantes sernfioa preiii-
dos pelo Sr. Foaseca Benevidaa, qae foram ami-
tos e mai valiosos, parque razo. ao
tem.no o Sr. Bamalao Orujao preferida uqaeUf
disuado professor. e io ;._-o:a %-. ,e:;:'.,: m os
governos uioaarchicos da que o iaiouiavcl ere-
dactor da Farpas de todo de apura:
gasto, d'uma erud ga especial nao canaam. d>-
prendas em Om que eiie possuo na m
unos, masque B agora foram apre-.aOas n.s
altas rvgies.
. aoplauro pela de?pacbo do boneajerito
aa'.or aa Hollanda. da crilica sebre os traba-
mos cermicos da ollic.ia de Brdala Mato Bre
as Caldas na Balaba d todava la.eadicienal.
jnsideratj:s parx, tat-ea BMH geste
que tem o:hos e \i- c tem o OaLi'.o de ( ximar anda es fictas mais insigj.
acia.
O miais'ao da jastica, o Sr. Horaes Carv-
!ba, trata de re cubrios, ase-
do aas hispas p
de poctifl al.
Na ullima asseaiML'a geral da ^capaabia
do Gjz foi approvada o pi^coj
sobre o proj 1
nos e outros d.
;a dos co-t se-
1 iista :
Consono da aminiarr.go
Bar .....;:..
3 oxee, L
ie, T. : So-.
ayo;, >-.
, Cantea
do Cairel de Q 1 '>-
Bar Barjoaa J .
. V J .; Sa
Street da uina*, Fraaciscj Farciade*
Hachado.
Ca
Con&elbeiro Manoai l'.ubeiro Cb :sa
Iheiro Fredenea Gasmao de Cirraia Aroaca,
Jj.:a E/angelisU Vianaa Bodrigu -, EJoaae
Peoy, Jos de .' /.ave de Savaye. Jee
Almeida Baptista Juuior, Jao ASdoao da Caread)
Ibo.
Mesa i!a assombla geral
Presidente, canda do Carnide; 1
te, Angueto Ferreira; l* secretario, losa Cypria.


7
*


llM^K

f
l
?
Diario de Pernambnco Sexta-feira 6 de Novembro de 1891
no da Costa Godolpbun, 2 dito, Eduardo Sab
no Locas de Vasconcelos ; Io vice-gecretario,
Joo de Mattos e Silv; dito, Heliodoro Cen-
teno.
N'uma das ultimas reunila da graade
commisso da subjcnpgo oacioaal, o presiden-
iitn:e, Sr. doqne de Pataiella, dealarou ue ti-
aba sido reso.vid pela graode comm33o que
to.-je feio um cruzador em vez de um traospor-
te ti duas canhoneiras. eque liaba sido aomeada
naia commisso de oliiaes de marinha para a
zar as Cases de um concurso, tomando oor ele
meatos a quantia arrecaaada de 400 cornos de
ris fortes.
Se o dtnbeiro nao chegass'j, fir-s-bia entao
um transporte e urna canoneira, coja cons'-uo-
go seria nt:c;ae industria nacional
N i ultima sessao da commisso evicii'.iva de-
clararan! tres delegados da liga das artes uie-a-
largicas, era offiiio, que a claase eslava lucan
do com urna cnse i rrivel, e peiiam que 91 na-
vios fosseua construidos nos es'aleiros nacio-
naes.
Sendo os signatarios os proprios portadores
o oaio, foran convidarlos pelo presidente a
entrarei na sala das sessoes e a tomirem parte
na disees
Fot elucidada aquea commisso operara 30-
bre a^ reio u0es ja tomadas, e que a commisso
execauva tem ae cumprir lieimente.
Se o dmbeiro da subscripgao dr para um
Cruzador de 2,000 toneladas e d'uaia raa-cba nao
mlerior u 15 mimas, ser esse o navio que ba de
ser adquirido.
E se honver em Portugal quem se responsa-
biiise a fazer esse navio, dando todas as ga-
rantas o cau5 s necessarias, para perfeita e
cr>mple;a 3egurangi da subseripglo, sera o na-
to feito eo Portugil.
Nao ciaegamio o diobeiro, ser eata applica
do a um transporte e urna ou duas canboneirac
de guerra.
Q jamo s canhoneiras j a commisso anteci-
para aos justos e patriticos des-jas dos opera
rar;cs p.u-tu^uezes, decidindo, porunommidade,
em 868520 de 29 de Jumo, sob proposta do Sr.
noarqaez de Pavlaoes, que as caolioneiras fossern
eutn res por raaeio da concurso alsdnstm Na
co
QC3d'.-j ao transporte, qae aao poder ser de
orna lotagao inferior do frica ou do ludia, os
iudostrues portugcei s bao de decidir Be o po
dem ou aao fazer ca, como :is canhoneiras, dan-
do 'olas as garantas e cauges necessarias, vis-
to ser mo testa a snscripco nacional e estar a
commisso responsavel pela sua integral appl
OBfSo.
Foi de ;id1do enviar-se o olicio da commisso
operara a commisso tecbaica euearregada de
estudar as3cmptc.
A mmmissao secatin da subscripgSo na
co. a! iiberoo por ooan :aidade eia srssSo de
5 de A:::o ultimo que 6e aunaaciasse o se-
gui'iie:
i" (i os cofres da subcripglo echam no
da 31 L);zembro do correte auao e que,
des Je t ;se dia em diantes serio recebidas as
prestac promettidas por individuos oo torpo
rasos a tjuella dala (o re Agosto) ejcej os vea-
cimentes -ao alm de 3i de Dezembro.
2o Qae quaesquer novos subscriptor;s ro-
deno da-ilarar o desuno, qae, dentro das reso
logues ja tomadas pola grande commisso, que-
rea qu j i lado a u i subscripto, na certeza
de qae esias iadicagoss serio pjataalmeate
cunapriJ..:-, quer a appncacoaej para a compra
de aav i 'jo navu;. qoer Beja oar3 o raido des-
tinado a beneficio de urna mtssao em frica e da
Sociedaae ta ruz Vertcfloa.
3 (J -das novas subscripg5es que vierem
sea a.--.;..ajSo de destino, a paruiba para a
saa app: .'arjao se :ra ca proporfSo segoiote :
para a csissio em frica e sociedade ua Croa
Vermeli, juntas, o par ceato : para navios 93
per cenio.
Esis'. 3do ainda muitos individuos e corpora-
e-: cj i.: subicripges promettidas commis-
so, ma"s anda nao entregues, rcpr<;seuam um
resoltado capal : estando a elaborar se, para
entrar e j puolicagao, o relatorio geral dos tra-
baibos da coaunlssao execativa, e precisando a
mesma zommissao segundo as qaan'.ias que ti-
er em cafe no dia 31 it Dasembro deliberar
soo-e a a quisigao Je e:a navio ou navios a:
onde qnantias eiiegirem. solicita-se de
todos Os inaividnos e corporacCies, qoe promo-
vern] oa prometteram 8ob8cripfi6es patriticas,
o obsequio de enviaiem a commisso execnUva.
at aqj' a dala de 31 oe e;embro quaesquer
mforma^Oes ou esclarecimeutos qoe tiverem por
coovenientes.
O .isncto academi'i e profesaor Sr. Ber-
nardioo tlacbade rcasou numem, pelas 8 boras
da rioie, na academia dos Estados Livres, am-
conferea:;a sobre eosioo industrial.
O Ulastre orador foi mui'.o aopiaudiJo pelo se-
lecto auditorio que enebia a sala.
O 5r. Joaquim de Va3concello3 esta na Ba-
ta'.ba esiudan lo as capellas imperfeitas.
Ouvi ifiser que sera este seobo" nomeado para
o legar ;ue ccu vago de inspeclot das escolas
industries do norte pela demisso apresentada
lia iioac dia3 pelo Sr. Pa-ada L^itao.
0 istiacto africanista Henriqce de Carva-
lbo receoeu o diploma de cavaibeiro !da cora
de Italia cem que o governo dcq'aella najo o
agraciou.
Na aova reforma do ministerio dos neg-
ci:s eraageiros, qae vae appirecer brevemen-
te, a3 dus legajes da Blgica e Hollanda fun-
dou se ::'uma s.
Tambera vao eer supprimidos 03 consolados
as capitaes que forem s de legace3.
- O ultimo numero do Antonio Mana, de Bcr-
daitio Piaaeiao a'fre por urna pagina deseabida.
cora muita verve.
Anda ntanha no ar, o liiulo. O assumpto
Ku!tipli-e resomemn'o varios Ilgunnhas, todas
moito parecidas com os originaes, mrito espe-
cial do eminente caricaturista, c representando
os varios conflictos occorridos ltimamente em
L sboa, ?. saber:
1. A s:em de pugilato entre o professor e
depulado Jos Julio Rodrigues e Fialho de Al-
meida, c sarcastico redactor dos Gatos, depois
de urna polmica rija que 3e liquidou na ra.
2/ S:eaa idntica entra Lorj Tavares, o auj-
tor do libre'.o da opereta A Moira de Silves,
que se deu um grande xito no theatro da Triu-
dade e o respectivo, empresario Mattoso, depois
d'ura tiroteio epistolar cm que Lorj si qoeixava
da falta de enmprimeoto de urna promessa do
dito empresario, que le encommeadara ou'.ra
opereta e depois com evasivas se recu3oa a p.--
In'a em cena. A liqoidaco a murro e beogal
laerlectuou-se as escadas da redaego do Cor
reio da Noite.
3.'- o Jcll'iC.oe vas de fado entre Marianno
Pina e Silva Pinto, ambos joraalistas, porque o
priraeirono gostoudosepigrammas pungentes ou
motinas que o segunde Iba jogava todos os dias
na Folha do Poro, desde que deisou o jornal do
primeuo por motivos justos, isto por ler este
jornal suspendido indeficitivamente a sua publi-
cacto-
Vo A arruaga que o corpo escola do Iostitu'.o
Industrial fez em varia3 sessOes do respetivo
cocselbo contra a reforma decrtala pelo Dr.
Fran:o Castello Branco, ministro das obras pu-
blicas. .
S o O Sr. Ansgnsto Fnschini arremetiendo com
o mago das cartas que tem publicado no Secuto,
con.ra o Sr. Mariano de Carvalbo, que apezar do
gesu) i: :ano do sen adversario, nao larga o
cigarro bregeiro do canto da bocea. N. B. Esle
cooll'cto nunca pas3ou do papel para as liquida
aMBbr^aldS do pugilato.
6 E aiais ao longe uos antagonistas republi-
que na9 folhas de Aveiro 83 tem esmerra-
oectivos narizes e se bem me record
sao os 5cs. Hornem Cbristo e Alve3 Gorreia, de-
nomina'' > uaqoellas verrinas pelo alennba de
Casaquilla.
No pnmeiro plano da chistosa pagina, o Jos
Povinbo e a mulherzioba d03 Pontos P03 i i,
observando 03 edilieativos casos, o ao pe o gato
preto do Antonio Mara de pello ericado asso-
prando niuito arisco para outro biebano qae jul-
gou mais prudente dar as de Villa Diogo.
o ar veem-se varias castanbas voando, como
illustrago ou titulo deate pandemonio da allu-
s6es.
da Cmara dos
resoluco n'ella
Foi lida e approvada sem
sessao antecedente.
O Sr. Io secretario proceden lcilura do se-
gnmie expediente:
Um ofliaio do i. secretario
Srs. deparados, enviando ama
iniciada pelo projecta n. 8, concedeudo ao Dr.
Tnomiz Ferreira da Carvalbo Sobnnno e o
pnarmaceuticj Jos de Azevedo Maia e Silva Ju
nior um auxilio oara a manu'.eaco de um esta
oeiecimeoto bydrotbsrapko com urna seco
desiloada ao traiamealo anti-rabieo, segundo o
methodo propbilitico e curativo Pasteur.A' 3.*
commissaj.
Foi lido e approvado sem debate um parecer
da commisso de coostituigao e poderes, con-
L-luiado p.'li admissi do projecto n. 6 de ini-
ciativa dj Senado, para entrar em discussaj,
viso qna o consignado n'elle o que logicamea
le se deduz do contracto celebrado com Carlos
Luiz Cimbrone da nnovago do mesmo contra-
co ifacluad) reo Antouio Gomes Netto. de
qaem a compichia llecife D.ainage ce3siona-
na e dos regulamenlos dados para execugo dos
ditos contractos.
O Sr. DromTond, obtendo a palavra, justifi
con a seguate proposta, que foi approvada por
unanimidade de votas :
Piopomos que eite Senado se congratule
com o generalsimo D.'odaro da Fonseca e o
Exm. Barao de Lucena, pelo aslo que praticou,
aconselhido pelas circumstancias do paiz, dis-
solvend-J o Gougresao Nacional, acio que o mes-
mo Senado presta inteiri e franca adbeso.G.
de DrommondDr. Pilanga.
O Sr. Drummood, pela oriem, requerea ven
Bca^aj da votagao ta prop-osla supracuada. mas
qo e effectoou por declarar o Sr. presideate
nao haver duvitla nennu na sobre a votaco pro
cedida, nao tendo sido feita tambem ocohuma
declaracao de voto em contrario, avista do que
a considerava approvada por umnimidade.
Nao bavendo mida qaem quizesse se utiliv.r
da palavra na primeira bora da sessao, o Sr.
prndente passoa a ordena do da :
Approvoa-se em primeira diseossio, sendo
dispensado do intersticio, a rejuenmen'.o do
Sr. Drummond, o projecto n. 10, com duas
emendas sob es. i e 2, do mesmo Sr. senador.
qee oreu relativamente tabella anne-xa ao
mesmo projecto. Esta projecto de iniciativa
Jo Se ado o orgaBba as Secretarias do Estaio,
da Jnsug, Ligisiago, Polica e Seguranga Pu-
blica.
Em primeira disenssao, sendo dispensado do
intersticio a requerinieoto do Sr. Pitanga, foi
approvado sem debate o projecto n. 11, tara
bem de iaieiativa do Sanado, creando co rauni-
C po do Reeife um juaz privativo dos feitos da
fazeada muoicipal.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente
aasesio, designando a segumie orJem
: 3." discu sao i'o proja&o o. 10 (organi-
saefio da Secretaria do Bsiado) e 2." discusso
Ju ue c. II, de niciativn do Senado, creando o
n^ar de juia privativo dos feios da fazuaia
moQicipal.
CmaraFunccionou hontem sob a presiden-
aia eo Exm. Sr. corone] Dr. Jos Mana, ttndo
compareciJo 23 Srs. deputados.
L.,la oi approvada sem leoalja acta da essso
aniccedent
debate a acta da Dr. Borges Ferraz, teve disso a mais incoocossa
prova, qt ando regreseoo ba pouco tempo do Rio
aonde roa a servigo da mesma estrada.
Seguialo boje para all e deixando a direcglo
da estrada, justo qua relembremos os servigos
que presiou no desempenbo da commisso ar-
dua e eso,nbosa que oceupou ueste Estado e o
modo porque nella se taouve.
Chefe da commisso de ligagiio das estradas
L.
REVISTA DIARIA
<;ansreMO do Estado Reuniram-se
horteui as ouas ca3as do Coogresso.'
SenadoEfecten a ana58' sessosob a pre-
sidencia do Exm. Sr. Dr. Jo- Soriano de Souza,
teDdo comparecido 11 Srs. senadores.
O Sr. 1* secretario deu canta do 3eguinte ex-
pediente :
Petigo de Liberata Leopoldina Vital, profes-
ara na cadeira mixta de Nossa Senbcra da Paz
de Afeado.*, requeren la o pagameni de seos
vencim ntos, de accordo com a efitrancia oe
na cauetra.A' coauoisso da instrucc.a pu
blica.
Outra do Venancia FIoripe.3 Rodrigues da Fon-
'e-a, requerenao pagamento dos seus veneien
tos do lempo em que interinamente regeu a ca-
mixta da povoago deTa^uiry,Jomplete
o sello tos documentos, volte queraado.
Approvoa-se a segninte megao, justiticada
pelo seo autor, depois de oraren! os Srs. Buten
coort, Ay.-es bello outra vez, Faustino Porto,
Fraoeis.u Amyothas e Luiz Fernandes :
Ao Generalissimo Presidente da Repblica:
A Camjra dos Deputados do Estado de Per
nambuco, coc;pea'.:tra Ja dos altos ?entimentos
de patriotismo e caragetn civica que determina
rama enrgica medida da dissologo do (>oa
gresso Federal, decretada por S. Exc. a 3 do
correte, e convencida de que oquella corpora-
rii-j, dominada, como se achava.de paues polti-
cas, estiva iruompalibilisada para servir, de
animo calmo, causa sagrada da Nagao Brazi-
leira cong.-a'.ula se com V. Exc.Ayres Bello.
A esta in'ogao fura u apre-entados dous sub
stitu'.ivos, mais ambos aeixaram de ser u pota-
dos.
A requenmeoto do Sr. Regueira Cosa foi no-
minal a votacSo.
Passar.do-se ordem do dia. f.i adiada por 48
Horas, a reauerimento do Sr. Artbor d'> Aibn
querque, a 3.' dicusso do projecto n. 33 que
orga a receit*< e despeza do Estado para o exer-
Cicio de 1892, tendo sido apoiadas o emendas.
Approvou-se em i.' discusso, com urna emen-
da do Sr. Arthnr de Alouqaerqueo projecto n.
44, que concede privilegio por 30 annos e seu
cao de direos campar ba que o engenbeiro
Josapb Gomes Reto incorporar para a constrnc-
;ao e explorago de um ramal da va frrea de
3. Francisco, a partir da vil.a do Cedi, na Var-
zea do Cabo, e terminar na cidade do Rio For-
moso, tendo sido rejeauo;o reque-imento do Sr.
Ayres Bello, apresentado na sessao antecedente,
para ticar a discussa adiada por 48 boras.
A requerimento do Sr. Milet, foi o projecto
dispensado do intersticio para entrar em 3.* dis-
;u?co.
Em seguida approvoa-se cm 2.a discosaSo,
depois de orarera os Srs. Estevao de Oiiveira e
Une:, o projecto n. 38, que autorisa a iunovago
do conlractoda CompaubiaPerDaaabncana, sende
retirada, a requerimento do autor, orna emenda
e rejeitada outra, ambas do Sr. Milet-
Foram tambem approvad03, em 2." discussao
e sem debate, oasegumles projdes:
N. 6, o Scalo, qae organi;a a secretaria das
nangas, com dna3 emendas do Sr. Ayres Bso;
sendo, a requerimento do Sr Coelba de Moraes,
dispensado do intersticio para entrar em 3 *.
N. 43, da Cmara, que autorisa a abertura de
do norte, a parte de estudos que Ui entre Im
pe'atriz (lio;e Uoiao) ePaquevira (boje Glycerio)
teve tal oeseuvolvimento qae em breve tempo
comegou a constnicgo emoora sob a direcgao
do Sr. Dr. Cbrockatide Sa, coastrucrao, que tem
seguido com tal presteza e ordem que a nao ser
o retardataeoto aa ebegada do material pelo
lastro ja etariam abertas ao trafego algumas es-
tages tanto da parte de Pernambuco como da
de Alagas.
Iaaugurou e correm com cuita brevidade os
estudos ao rr.mal de Angelito e Aguas Bellas,
estn lo qaa-i estudado ate Carrales e explora-
do al lioni Ganselbo.
Os e3luaos de Timbauba ao Pilar 03 de Mu-
lanfe a Campia Grande na Parabyaa e todas
as suas ramiriciges, ficam qu.si completas,
sendo qae oj de Timbauba ao Pilar v&o co'msigo
as plantas e orgamentos, e os demais s nao es
to acaba-.as de orna vez por ter, smente no
seu lempo como engenbeiro, o Sr. Dr. Cm'.ali
ce, que enbora empregando os miiores esforgos
a par de sin vasta indiligencia, nao foi possi
vel concloil os
No trabalbo da contruego das of-ainas, na
edirieagao da Villa Cbrochatt de S, qae a dias
inaugarou sua escola, elle lomou grande parte.
No trafago e lastro da' liaba, o Sr. Dr. Borges
Ferraz tea o seu maior gaiar-o pela boa or-
dem, ptima coaservago e regulandade em qu^
as'.o, e sao feitoa os servigos, tendo ba noucos
dias a satisfaga de sareni preciidas ja lijosa-
mente as vaatageas da estrada de f.-rro Sui de
Peraambuco pela commisso amaricana de CQi
fago, que nao leve oecasio de ir as Garanauns
em trem especial.
E' facto que o S'r. Dr. Dr. Borges Ferraz tem
comsigo ora pessoal ae engenh;-iru3, embora oe-
queno, pernos e distinctus a toda a prova, e os
demais empregado3 da estrada elle no s em
cada um conta um amigo, como um eumpridor
liel de seus deveres.
Deixa a estrada ua melhor ordety e aopprida
le todo neaessano, exeepgao de macbiaas que
forsrn pedidas em tempo e esli em viageaa des-
de 29 da Maia ultimo, o que tem causado um
grande atropt-lio ao servigo, pc.s que preciso
trabalbar sa quasi sempre ai depois de :.
ooite, para Batisfizer o ser.i.o extraordinario
dos treos de cauna, carga, lastro, etc.
as ofiainas correm os traballios cmame
ibor regulandade, especialmente depois oue fo-
ram despedidos alguus operarios relapsos c
desordeiros, sendo que lodo pessoai esta satis-
feilo nao so com as machinas novas all intro-
ducidas como com a boa aisciplina da ferr-
os.
Todo o pessoal pago em dia, e peus respecti-
vos balancjtes na Tbesourana re F-aicnda; sen-
>!o galardoiiic-s todos os que mereclam por sua
antiguidade ou relevantes Borricos, de sorle que
ludo lica na melbor ordem.
O Sr. Dr. Francisco Carlos da Costa Real,
actual inspector geral do trafego. um dos seus
digno3 e melnores auxiliares, quem o substi-
tuto.
Nesaas condigo ?s e atiento aos servig s que o
Sr. Dr. Jaao Borges Ferraz pre3tou a Peruana-
buco na drecgao da estrada Sul, elle digno do
apreco dos pernambucauos e aa benemerencia
do governo federal.
Bans ventos o levem ao 3eu destino e qua em
breve se restabelega dos seus inconamodos.
Sao o? nossos votos.
o Met lbumA respeito do livrocoTj
csse titulo ltimamente publicado pelo nosso di-
gno amigo Dr. Arlhur Orlando, escreveu o Li
bertadov, do Ceara :
Meu AlbamEm come de Arthnr Orlando,
escriptor ventajosamente coahecido ro mundo
das lettras enviou-oos Clovis Bevilaqua um n-
teressante livrinlio de o:tenta pagiDas, escripias
em bnlbante e amena prosa e a cejo enfeixe A.
Orlando deu o modesto nome de Meu Aloum.
A leiiura do interessante entrailement Ilite-
rario do atior da Philocrilica agrada immenso a
todos qae acredilam e encontrara prazer na poe
sia que ce faz, como diz C. Bevilaqua, em phra-
ses largas e cantames, buriladas e sentidas, sem
necessidade de syllabas contadas.
E o lbum oe Aribur Orlando encanta pelo
.si vio revelador da alma vibrtil do artista con
sjit-iicios i que vem apresentar-sc como um bar-
do de estranba lonalidade, mostrando urna face
nova de seu grande e previlegiado talento que,
com o de Martina Janior e de Clovis Bevilaqua,
llumioa o iriangolo da lteratura norte, valendo
cada ngulo a osienlagao vigorosa e pujante de
urna cerebragao valeute ou de um neme estrep
tosamente festejado.
O livr;r.!:o cuja analyse vem f- ila na intro-
ducgSo por Clovis Bevilaqaa a villegiatnra de
um espirito culio e cansado da convivencia se
dentaria dos sabios, e qae basca a natureza
onde ella mais se ostenta em simples gala, para
vibrar os suaves accordes de urna msica desco-
nbecida mas delicada, que nos adormece como
os preiudii8 de nma narpa eolia vibrada em ex-
presso de Ralph on Nendelsobo.
O livro do Dr. Artbor Orlando nm tnico
ao; eofraquecimentos.iQtellectnaes adquiridos na
lucia pela vida, um precioso calmante ao can
sago dos sentidos.
c lia pedagos que lembram Werlner a cuja
grande familia se vincula o Aibam de Orlando,
co dizer do autor do prefacio.
Nao sei porque enaantou-nos denlre todas,
aquellas elevadas con-iderages sobre os artistas
rass03.
Vibra naquellas palavras um tom de pieda
de commovedora e attrabente: admirago en-
tbusiastica 3 repercussoes dos grandes soffri-
meotos da raga slava, soberba -de structura e
energa maseula cas acorreotada ao peso de
frreo absolutismo aonde nao dado nem aspi-
rar a llberdade.
Faz bem a gente, ao chegar em casa, des-
cancar a vista as delicadas paginas que o Ilus-
tre secretario da Ins'.rucgao Publica de Pernam-
cio3 podem ser mui vantujosos, mas impedem
que o policiamento seja effacttv e completo.
'nmeni,iici aconieclaaento Dam-
nosa seguinte noticia:
No trem r'e pas83geiros da estrada de ferro
Sal de Pernambudo, que un dia 3 do correte
descia de Garaununs, o no kil. 70 da linba, ha-
vendo a locomotiva soffrido um de3arraojo, teve
de descr para reparal o o foguista da iae3ma,
Salvano de Siqneira ; o qual, com o corpo quen-
te, pisando em chao hmido, sobreveo-liie urna
synuope cardiaca, que o fulminou.
Eaie desastre deu luger a qae s ebegassa o
trem a Palmares urna liara depois da do coitu-
uae, com o cadver do infortunado Salviano.
O Sr. Dr. Costa Real, inspector geral do trafe-
go e Celso Daperron, chefe- interino do mov
meato, lomando cenhecimento do caso liaeram
proceder as necessanas averigaagGes policiaca
pela anteridade competente, exames, e corpo
de delicto pelo medico da estrada, o Sr. Dr.
tosa Lima.
O corpo foi depositado na casa de sua rn::-
deacia, procedendo-se ao enterro no dia segnin-
te. a expensas da estrada.
Pena e, que Salviano deixa na maior penuria
ara. fubiabo de 2 annos, c a mai do mesmo, gr-
vida, com a qaal elle eslava para casaa-se. Para
casos dessa ordem es poderes pblicos deviam
tor urna exeepgao igual a que ii*a 83 militares
ciiejrttUaA' bordo do Conjo regressou da
Europa, on le foraa pa-!eio, o Sr. Basilio Lopes
Pereira, proprislario da Dragaria a Praga de Ma-
ciel PinbMro n. 22, seado obiaquiosumeate re-
cabido por atas amigos e afeicoadei, que como
taes Ihe testejaram a cbejtlda.
O Sr. Basilio durante sua estala na Europa.
aproveitou-a em vantagemde seu estabelecimen-
to, fazendo acqaisigao de artigoa de seu com-
mercio e qae veaa tensar o meimo estabeleci-
uento ua dosmelhores desia cidade pelo sort1-
mento completo de que ora dispOe.
Arsenal da siarlniaPelo ministerio
da mannba foi recomnienJado ao qaartel gene-
ral a expodigao de ordena para que o comman-
a escola de aprend;:s marinbeirus fie
iiiuco p.opjnba um prcf ssor da prmei-
ra3 letras, afim de substituir o actual Jlo Goa-
galves da Silva.
Esirada o ferro PacificoFoi con
cedido privilegio, sem garanta de juros, di", o
Joma.' do Braz, para a eonstruegSo, uso e go?o
de urna estrada de ferro denominada Pacifico-,
que. pariindo desta cidade do Recife, v termi-
nar em paota quti r>r jnlgado conveniente, na
fronteira do Rio Grande do Sul, com a Repblica
Oriental.
Uedalbas ile recoiiecimonto Diz
o Fgato:
O Imperador D. Pedro fez entrega hoile-n
aos Drs. S.aamc'.i, Cbarcot e conde de Jlatta
Maia das tres rr.edalbas de ouro que a muoicipa-
lidade to Rio de Janeiro mandara cuahar em re-
conb icimen o dos servicoa prestado!, ha quatro
anuos, ao Imperador, pi_r aquellos eminentes fa-
cultativos.
Essas medaliras teem em urna face a effigie
do Imperador em r l-vo e na outra o uo'^t: de
cuna dootor com estiinscringo :
O povo brazilelro em 'les'.emunbo de reco
ohecimenlo ao Dr. X., por ihe baver conservado
a preciosa vida do sea paternal Jraiperador.
O paternal Imperador, atTeeteota o mesmo
jornal, foi expulso do throno dois mezes depois;
as inedalhas cram, por isso, na casa da me-
da, e le rnente ha pouco3 dias que a acade-
mia das setnelas do Rio transmittio as a D.
Pedro, para que as entreg-asse aos destinata-
rios.
Irmandade dan .tima* no Recife
Essa rmandade erecta na igreja parochial do
Corpo Santo procedeu antt-bontem a eieigao da
nova mesa regedora.
Esta em resuliado licoo compos'.a dos Srs.:
Jaiz, Rvd. Padre Albino de Carvalbo Lessa.
Escrivo Fre Augusto da Immaculada Cao-
ceigao Alves.
Tnesoureiro, Rvd. Vijario Francisco Jsaquim
da Silva.
Procurador geral, Rvd. Padre Leonardo Joo
Grego.
Procurador do Patrimonio, Rvd. Frei Alberto
da Santa Augusta Cabral cu Vasconcellos.
Msanos, Visconde da Silva Loyo, Tenente
coronel Cnssy Juvenal do Reg, Commendador
Jos Francisco de S Leitao, Capi'&o Faustino
Jos da Fonseca, Joaquim Ribeiro da Gama, Co
ronel Jos Rufino Climaco da Silva, Francisco
Jos dos Paseos Guimares, Cpito Artolpho
Coelbo Pinbeiro, AncnioDuarte Carneiro Vianna
e cor raenoador Antonio Gomes de Miranda Leal.
A aova mesa, pois, foi formada de irmaos es
colhi-aos d'er.tre uquelles que foram signatarios
da renresentago ao Rvdm. Governador do Bs-
pado, publicada nesle Diario.
Entrada de Ferro sul de Pcrnam-
to-acoNos dez mezes decorndos do presente
anno essa Estrada teve a renda constante deste
quadre, comparada com a soma anterior em
iguaea mezes.
sobre este que ficou gravemente ferido na re
gio umbelical.
Este laraentavel facto passoa re no dlstficto
do Peres, no Ingar denominado Paqaary
O desalmado irmo e deenatun do nlho apos
o crime evadio-se sendo levado ara o hospital
Pedro II onde se acha em irataniento o cffn-
dido.
Kervleo multarHoje eiperor do dia
o Sr. capito Magalass e faz a -onda de visiu
o Sr. alferes Carnp .
O 14 baalhao de infaataria dar a goarnigc
da cidace.
Oaiforme n. 3.
mcpecsoria fio *. dlntri co Eiarttt
no- Recife, 4 de Novembro de '.831.
Boletim meteorol<>7!ri>
M l,
Q
doras P j a S o Si n barmetro a Teiiso do '-apor I ->
K
6 a W,fl '59'5i 1951 78
!' 2',8 760*36| 19-3 73
12 27'.8 739-87 2o,86 73
3 t. 27,8 738-40; J0.3C 73
6 27M 739-63 20 33 77
Quadro comparativo da renda desta Estrada, nos
annos de 1890 e 1691
O co > SS > S y ir
cr3 o roz;-,
3 3 ; -2o
O 8 5 '
3 : : o
dTESvffWf^^^ bneoem horas de mspiragao feliz, cobrio de
1 gemmas p-cciosas fasendo cahir da pena ames-
trada, gottas de tinta qae, por urna mgica do
do intersticio para entrar em 3.".
N. 8, do Senado, que organi3a a secretaria da
instraego Publica, com duas emendas do Sr
Cesano Ribeiro.
Fioalmente foi approvado sem debate, em 1.'
disenssao, o projjcto n. 47, qne declara que as
obrigages estabelecidas nos contractos celebra-
dos entre o Estado e particulares para a illumi-
aagao de Oliada.' IgtUtusft, Goyanna e Jaboa-
lo, passam a competir as respectivas municipa
lidades.
A requerimen'o do Sr. Ayres Bello foi esse
projecto dispensado do intersticio para passar a
2.* disenssao.
A ordem do dia para a sessao de boje : 1.'
parte, continuagao do projecto n. 34; 2. parte,
3.* discussao m projecro n. 44, 49 da Cmara,
ns. 6 e 8 do Senado, e 2.* do de n. 47 da Ca
mar.
Acto* omelaesPor portara do governa-
dor do Eslado de 3 do corrente fci exonerado, a
pedido, o bacbarel Aag03to Frederico de Siquei-
ra Cavalcante do cargo de u z municipal e de
orphos dos termos reunidos de Granito eEx.
Por portara de igual data foi exonerado o ba-
cbarel Manoel Antonio de Accioly Gorreia, de
promotor pablico da comarca de Salgueiro, e
comeado para sabstitail o o jachare! Eugenio
Antonio Gongalves Pires.
Bepartleo (eral don Telegrapho
Da nos communicago es-a Separtigao de ba-
ver cessado a liscahsago dos telegrammas nos
cabos submarinos, bem como a censura em tran-
eito pela referida Repartlgo.
Dr> Wigiamuniio Cioncalvea Tendo
concluido a sua viarjem de recreio ao velbo mun-
do, regressou hornera a esta caoital, o nosso dig-
no collega do Jornal do Recife, Dr. Sigismundo
Antonio Gongalves, juiz do commercio do Re-
eife.
Ao eeu desembarque compareceram muitos
amigos.
Por nos3a vez felcilamol-e sincera e cordiai-
mente.
Entrada de ferro Sul de Pernam-
buco Sefue oje com licenga, por incommo-
dos de saude, para o Rio de Janeiro a bordo do
vapor Alagos, o iilastre Sr. Dr. Joo Borges
Ferraz, director engtnheiro chsfe da estrada de
ferro Sul de Peruana buco. S. S., qae residi en
tre c3 desde os pnmeiro3 dias do mez de Fe-
vereiro de 1890, segu boje para o sul da rep-
blica, deixando a melhor impreseao de seu ca-
rcter e de sua intelligencia.
Companbeiro, chefe eslimado e querido o Sr.
talento e do sen-:o esthetico, se transformaram
em brilhante3 de alto valor artstico.
O livrinoo de Arthur Orlando tilia se a es3a
literatura ligeira em que a imagem doirada es-
conde o pensamento do philosopho pira fazer
sobresahir o artista, Tilia se a es3a lteratura a
que os f/ancjzes podam chamara la minute-
mas por isso mesmo altractiva e desopilante pela
alegra qae intira-nos n'alma.
< O Meu lbum um livro paro, oxigenado de
boas ideas e onde Scbopenauer fala pouco e ins
pira me'ios.
O livro de Arthur Orlando obedece a essa
snggesto do Barao de Teuchtersleben:
A sciencia nao po le dar-nos gosio pela vida;
pelo contrario, a sciencia mostra-nos a vida em
toda sna oullidade.
A imagiaago e o sentimento excitam o
nosso interesse pelos paenomenos passageiros e
assim nos loraam felizes.
Nese ?ectido a arte mais salutar do que
a pbilosopbia.
as horas de descango dos rudes trabalhos
a que estamos snbmettidos 6 agrdavel aspirar o
perfume que se evala dessas paginas.
Ao Clovi3 Bevilaqua e a Aribur Orlando so
mos muito agradecidos pela delicadeza da re-
messa e pelo prazer qae nos proporcionaran)
com tao agrdavel leitura. *
Turbulencia* no Bectfe Hoatem na
freguezia do Recife, dous laVapioi de proftssao
provocaram diversas desordens, -com o lito de
fttfirem a aegao policial.
Os referidos amigos do alhelo projectavam um
furto, quando presentidos, deitaram a fugir. tra-
zendo a polica e povo em roda vita.
Desesperado com a perseguigo, elles sacaram
de fac.s do ponas e comegaram a ferir todas as
pessoas qce encontravam em sua luga.
Ficaram feridas ama p aga e diversas pessoas
do povo, e someute depois de muito tempo con-
seguio-se effectuar a prisao dos referidos desor-
deiros.
O faetc, renrovado por todos os que o pre
aenciavam, ofTarece comtudo o siguite reparo
a quasi absoluta ausencia de pragas para a
persegaigao do3 dons citados larapios, porquan-
to, quasi todo o destacamento da freguezia do
Recife se i chava de promplidao no quartel para
ir fazer exercicio no Largo da Repblica.
Somos de parecer que as pracas de polica
nao devem eer, de modo algnm, distrahidas do
sea servigo, e que essas exhibigOes, esses exer-
i*
C-OSD WKOCOOOC
-I WW-ocifi'iJrta.o!
I* ~r T- -J_ ~ i^ l^, i^
ct e> c-t w -y co o
^(Xli'^tXCp**CU
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Verica-se, pois, um accra*eimo de receiia a
favor do corrente anno de o9880240, nao es-
tando contempladas no quadro as receitas de
transportes por conta do governo e da Estrada.
E curxpre observar, que nesse resultado nao
se comprehende, como no anao anterior, os pro-
ductos de trao3porte da satra, quenaquelle prin-
cipiando cedo, ueste tem sido retardada em saa
eolbelta. e por conseguinte as remessas ; e de
condncgo de material novo oara as fabricas da
zona da estraua, que nao bonve.
Barao de PetrollnaRegressou da Eu-
ropa esse nosso distincto coeatadano.
Cumpnmentamos a S. Exc, dando Ihe as boas
vindas.
Feita de ftonna enbora do Bota-
rlo Ja BoaVmtaFoi transferida essa festi-
vidade religiosa para o dia 22, do corrente, por
motivos supervenientes.
canamento civil -No juizo de casamea
tos Uo 1 aistncto foram lidos .boje os seguin-
tes proclamas :
Primeiros
De Augusto Jos de Carvalbo Santos com Jo-
anua Baptista Gomes de Oiiveira, elle viuvo,
ella Eollejra, residentes freguezia de S. Jos.
De Joaquim Eu3taqnio das Neves com Maria
Rosa Leite de Farias, solteiros, elle residente
freguezia de S. Jos, ella na de Santo Antonio.
Da Heorique Borges da Silva com Maria da
Gloria Gomes da Silva, solteiros, elle residente
fregeezia da Boa-Vista, ella na de S. Jos.
I nido Typograpblca Pernambuca-
aNo dia 8 do corrente, pelas 10 1|2 horas
da manh, os socios desea corporaeao e espe-
cialmente os delegados de offietnaa dovem reu-
nir se atim de decidirem negocios urgentes.
A sede da sociedade na ra do Coronel Su-
assuna n. 41, 1 andar.
Bao niho, peor Irmo A's 10 horas
da noite de antebontem estando Manoel Baptis-
la altercando com a sua propria mai e procuran-
do accommodal-o seo lrmo de nome Joo, soc-
cedeu aqoelle anda mais cncolerisar-se e a
ponto de tomar de nma pistola e descarregat-a
Temperatura mnima2o,"00.
29 "CO
Evaporacao em 24 horasao sel 8 ; som-
bra 3"\1.
Cbuva-0".2.
D:recgo to vento : ESE coa nterrnpf,
SE durante iodo o dia.
Veloddade media do vedorj,80 por se
.;.e:)alcidade media0,49.
Bnlem do pono
Pasn35elron--Cnegados o norte no vapor
nacional S. Francisco :
Arlbar G. do Amara! Valente, llanoel Beltro,
Adolnho A. Maia. Eucllde3 Norcnia, Co3ma Ma-
ria Evangelista, Label Bastos, Fiancisco A. de
Araujo, Joaquim Antonio de Aran;o, padre Jc:a
qnim Costa Pereira. Francisco aranlio, ma-
dame Joba Movant. 1 ibo el erada. J&ia de
Vascoucellos e 1 criada, Hilario di Almei la, M.
O. Pinheiro. Joaquim L'itao, Carlos Nanea Hcq
te, Arthur II. Gomes, Florencio Gomes da Silva,
padre Luiz Francisco do Amaral, mi de Miran-
da, Jo- L'iiz M. Cavalcante Filho. Francisco Ro-
cha, Joaqun Ricardo Dias Femandej. Jaha
Gibson Ceilier, Luiza A. de Altee al: e VieLlino
Teieira. r s
Hag-
Chegados da Europa no vapor isglez
dalena* :
Dr. S'gismnndo Antonio Gosgilves, Arsenio
Pinto Leite, Francisco P. Guima-e3 e 1 filho.
Amelia Maria e 1 filho, Ileory jacrge Holar,
Alberto ilrcw Griewy e sua senhnra. D:miDgas
Coelho, Joaquim BarDoea Tavares, Jos te Azeve-
do Santos, Antonio de A. Gouveia. Anna Marga-
nda, William ti. Hslliday, Amelia M. Halliday,
Antonio Sette Juaior. sua senora e 1 tilto, Er-
nesto B. William, Dr. Fraccisc) P. da Silva,
sua ser.hora e 1 Clbo, Francisco P. da Silva,
Jos L'aiz Salgado, Jos Oiiveira Bisto3 e saa
sennora, Manoel da Silva Peixotc, Antonio Joa-
quim Teixeira de Carvalhj.D-.ilio F. deAraojo,
Jos Co-alho Novo, sua senbora e 4 Blbos, Maria
da Gloria e 2 lhos, Seraffm Rodrigues Macha
(o, Antonio Joaquim Pereira Barbosa. Man
da Costa Bispo, Juan I. Cima, Jos Francisco
Gongalves e Adriano Pereira.
habidos para o sul co noesna o vapor:
Lindolpbo F. de Souza Xavier, Anhur Gongal-
ves Martina, Licdolpho J. Rocha, Vicente Quei-
rez, Hermenegildo Queiroz, Artbar Freirt, An-
tonio Jos da Cesta Netto, Antonic J. A. Fonseca,
Honorato B. Faria, Antonio Calnoa, Custodio
Jos de Aguiar e Patriis M. Calla.
lueiieeECectnar-se-iao os sesruintes:
Hoje :
Pelo agente Pinto, 3 11 boras, na roa da
Lingueta n. 6, de fazendas e miuleza3.
Buscan facetfMSerao cetebradad
Amanha :
A's 8 horas, na matriz da Boa-Vista, pela al
ma do Dr. Jor Macedo da Costa ilibeiro.
Cnca de Beseuc&oMovim^aio tos pre-
os ta Casa de Detecto to Rccle, Ssiado u*
Pernarcauco, em 4 de Outubro de 1891.
Existiam 347, entraras 12, sa:iram lO.ezia
ten: 349.
A saber :
Nacionaes 316, muiheres 16, esrangeiros 17.
-Total 349.
Arragoadus 296.
Bona 272.
Docntes 8.
Loucos i 2.
Loocas 4.
Total 295.
Movimento da enfermara.
Teve baixa
Jos Francisco de Freita3.
Bonpital Pedro HO mevimento deste
estabel3Cimer.'.o de car;dade, do dia 4 de No-
vembro foi o segninte :
Existan!
Eitraram
Saniram
FaUeceram
Existen:
Foram visitadas as respectivas
oelos Dr?.:
Earros Sobrinhos 6 1|4.
Sim5es Sarnosa s 10 l]i.
Berardo as 10 3|4.
Andrade Lima as 10.
Joaqnim Felippe s 10.
Augusto Pessoa s 101[4.
Pontual s 9 1|2.
Fernandes Barros s 9.1|i.
Arnobio s 9 1|4.
Vieira da Cuna s 9 Ij4.
O cirnrgio dentista Numa Penipilio entrou s
9 horas
O pharmacentico entrn as 9 horas da ma-
iba c sabio as 3 horas da tarde.
O ajudante do nharmaceu.ico entrn 3 8
la manti e sanio as 5 da tarde.
Lotera do Estado do &rajn-Par&
A 3 serie da 49* lotera, des te Estado, cuje
oremio grande de 120:000;, ser eztranid:
no dia 7 de Nove abro (sabbado;.
XOena do Haranbao A 2* sem
da 6> lotera deste Esiado. rajo i remio grandf
de 300:000*000, ser extrada no dia 11 de
Novembro (quarta-feira.
Cemiterlo PublicoObitiario do dia 4
do corrente:
Maria Alexandrina da Conceigiio, Pernambn-
co, 26 annos, solteira, Graga, febra typhica.
Matbilde Maria da Conceigo, fernambuco, 19
anno3, solteira. S. Jos, tubrculo i pulmonares.
Augu3to, Pernambnco, 36 dias, Santo Anto-
nio, eclampsia infantil.
Jos, Pernambnco, 1(2 hora, B:ra-V3ta, invia-
bilidade.
Um feto do sexo masculino, Pe nambuco, San-
to Antonio.
Boaventura da Cruz, Pernamb ac, 45 annos
casado, Boa-Vista, tubrculos pu moa res.
Maria Joasna da M3tta, Rio de Janeiro, 26 an-
nos, casado, Boa-Vista, tubrculo! pulmonares.
Jos Mximo da Silva, Pernaiubuco, 35 annos.
solteiro, Boa-Vista, marasmo.
Valeotim Pedro da Cosa, Perntmbico, 35 an-
nos, casado, Boa Vista, tcberculoi pulmonares.
Ao Sr. cnmnsenador Freitss, istiueto
criador no estado de S. Paulo, foi vendMlo
o c avallo Czar, bello alsslofibo de Jolrv-
Friar.
*
Coaba ao cavallo Ricul, um exc;llte
irm3o do bravo fievernd, a ricteria d?
Grande Criterium, para acimaea de 2
ancos., d8patado no dia 20 do Setembro
em Pariz.
Fra-Angeliea foi segnedo e Scrates
terceiro.

Disputou se no dia 11 de Outubro al-
timo, em Bnenos-Ayres, o Grande Pre-
mio Nacional, que foi gano pe! o cavalio
Amianto, filho de Zaaoni e Mariapaa, bv
tendo, entre outros animaes, ntineisa,
Sargento, Mudo, Lego, Pampa, Pillo e
Infernal.
sso grande premio tem sido dis-sotado
aete vezes, sendo ganho p"r L>> ivar, r3, Ccndessa, Soavacir, Surpce, dan
Martin e Still.tc.
?ERgAB8nCfl
Ban-0 Emissor do Pernam-
bnco
'i 0 0 i
Capital
Cap tai realisado
vas :
I
capital
ajao do
20.97
17: i |
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BALAXO EM 3; DE
ACTIVO
Cnr:eira de emito :
uro Federal:
Deposito era ouro
Cttrieira cumoerrial :
Aecioc tatas
Seccao de ei
Filiaes e agencias
Letras desconta .
Fundo3 pblicos e acg3' 9
co; etc.
Emprestamos e caogoes
Mobil la
a receber
Va ores depositadcs :
Diversas garantas 604:89
C o dacirecto-
na |fO:0l
Depo:o3 volunta-
rios 37: .
7.77S
I6.W
13
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13:
Diversas
Caixa :
Em naoeda correte
Cartelra bypotb^carir.
Emprestiraos rnraes, bypatneca-
rji e sobre penbor
Valores bjpo^ecados
t.ato .
i.' ,
R3. 36 7.
PASSIYO
Carteira ce cmiM><>:
Emisso
Emisso Caixa Filial1',.
Carteira nimnierr.al
apital
Reservas :
Fundo ae reserva O.j.
Reconstitnigao do
capilnl 17:439*620
rralieagSo co
capital 76:162:-: >
3.W
10.11 -
Caixa te ^morsago
ContuS correnlca
Dividendos
Deposito ar^azo Bxo e :o~
aviso
Letras a pasar
Depositan
Diversas ccn'.a?
Carteira bypatbecarla
Erais.-ao de leira.-. bypotbecanas
epo;iiantes (njpcifieCas)
Diversas centas
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17
10
2
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enferman: s
I
S. E. 0.
Recife, 3 ce Noverai-o dp l-.
Man ti Josi ta Si : ; 0
Presidenle.
J. L. des
Contador.
CHROHICA 1' PIPARA
Ianta Commercial do Estad e
*ernaathaco
ACTA DA SESSAO DE 22 DE GITl:
ISA
PRESIDENCIA DO SR. DSPCT.UIO JCU jUM 0U5TH
B.\STOS
Secretario o Dr. Benedicto Pauta
A's 10 boras da mann, foi aberta a sesij es
taato pre;entes es Srs. depotados : h
Figueiredo e Paula Lopes, faltando cem partid-
pagao o Sr. Commendaor Lopes Macbaic
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente e procedeu-se a leitora do sefmir/.e
0fC03
EXPSDIESTE
SPORT
A directora do Turf B:k do Rio de
Janeiro mandou vir do Franga, por inter-
dio da casa Aillaud Frres ; C, de Pa-
riz seis animaes parelbeiros, sendo tres
de anno e rceio, dois de dois annos e um
de tres.

O Sr. F. Wcineck de Cas :ro venden ao
Sr. Pesiada de Aguiar, apaixonado criador,
as eguas reproductoras Black-Satin e Fla-
marander ambas flbas de Peter.
Do governador dest? Estado, de 16 do co-ren-
te, respondendo ao que Ihe fot dirigido em 13 4j
mesmo mez.Adiado, pela ansenc.a co Sr. coca-
mendador Lopes Macbado. Nao tomoa pare o
Sr. presidente.
Da junta dos ce redores desla praga. de (9 Jo
correle, remetiendo o boletim da seoraa ce 13
i 17 do mesmo mez.Para o arebiv
Da junta commercial da Portal' respo-.
do ao que lbe foi ding:doem 1 dj corrate mes.
Para o archivo.
Diarios Officiaesde n3. 269 a 273. Are,:.va-
se.
Foram distribuidos rubrica os seguantes I-
vros :
Diarios de Joseph Krause & C, e de J. Roiri-
gues & C.
Copiadores de Fonseca Irmao & C, ede J. Ro-
drigues & C-
DESPACHOS
Petig5es:
De Pinto Ferreira & C, pedindo o arcb.vaaje 1-
to de seu contracto de sociedade. Archi9-*e.
D.s mesmes, para qoe se registre soa firma
social.-Regstrese.
De Xavier &C, pedindo o arebivamento de
sen contracto socialVista ao Dr. secretario.
De Queiroz & Barbosa, para que se registre a
marca que adoptaram para os seos cigarros de-
nominados Flores dos Alpes.Registre-se
De Joseph K-ause C-, P ?dindo para que te
registre sua firma commercial.Ccmo pedea.
De Tbomaz Ells, gerente iaterinodo Banco de
Crdito Universal, pedindo qua se registre o sab-
slabelecimento da proenragao qne Ihe cn'orgara
o Banco de Crdito aiversal, no Rio de Janeiro,
passado em favor de Alfredo J.mes Rice (Jailt-
son.Registre-se.
Da Companbia Agrcola e Mercantil de Per-
nambnco, pedindo qne se ihe d por cerlidao,
verbo ad verbum, a acta da installagao da ace-
ma, archivada com outros doenmentos em 4 de
Julno do corrent9 anno.D se.
De Abe Stein & C, pedindo o ar:hiTaaeaso
do sea contracto de sociedade.Vida ao Dr.se
cretario.
Dos mesmos, submettendo a registro soa fir-
ma social.Vista ao Dr. secretario.
Nada mais havendo a tratar o Sr. presidente
encerrou a sessao as 111/2 boras do da.






y
Diario de Pernambuco Sexta-feira 6 de Novembro de 1891
PUBLICACOCS A PEDIDO
Bep le Iiag
Programma da bencao da
imagem de Nossa Senho-
ra do Bom Parto, da
igreja de S. Jos de Riba -
Mar.
A meta regedora da irmandade de Non-
sa Sentara do Bom Parto, erecta na gro-
ja de S. Jos de Riba-Mar, tendo manda
do encarnar a saa padroeira com o auxi-
lio de alguna irmSoa e devotos, resolveu
faser este acto no domingo 8 do corrente,
o qual constar do seguinte :
No gabbado 7 do corrente, pelas 7 ho-
ras da manhS ser celebrada ama missa
no altar de nossa padroeira, em tencSo
daquelles que concorreram com os Bees
obelos para tSo sublime fim.
No domingo pela 4 1|2 horas da tarde
ter lagar a bencao aolamne, e em segui-
da sabir & tribuna sagrada o eloqaente
pregador padre Joao Machado de Mello,
dignissimo vigario desta fregueaia, que
em breves palavras far o panegrico ana-
logo ao acto, nodo o sermSo ser entoado
o Te Diura Laudamut denominado Rio de
Janeiro, sendo a orchestra confiada ao
noaso irmSo professor Joao Benjamn Al-
ves da Silva, terminando o acto com a
bencSo do SS. Sacramento.
Nesta mesma tarde sabir eo ar dona
areostatos feitos a capricho pelo nnsso ir-
mao Constantino Antonio Gomes, e em
todos os actos tocar as bandas marciaes
dos menores do Arsenal de Guerra e a
philarmonica da Juventude.
A mesma imagem ficar 3 das exp-
sito dos fiis devotos.
Serio paranympho8 ob segointes :
Os Exms. Srs. :
Oovernador desembargador Jos Antonio
Corre:a Ja Silva.
Coronel Dr. Jos Mara de Albuquerquu
Mello,
Commendador Albino Joso da Silva.
Professor Francisco Amancio da Silva.
Joaquim Peres Leite Canha.
Anacleto Antonio da Cesta.
Antonio Gregorio Chavea.
Manoel Antonio Baes Barrcto.
Joaquim Neves Pedrosa.
Domicio Lopes da Silva.
Francolino Saturnino da Silva.
Juvenal Jos doB Santos.
Augusto Honorato de Miranda.
As Exmas Srs. Ds. :
Vetara, filha do coronel Dr. Francisco
Teixeira Jnior.
Carolina, esposa do Sr. Dr. Joao do L
vramento.
Ricarda, esposa do Ss. capitSo Antonio
Pedro Dionisio.
Theodolina, esposa do Sr. coronel Hono-
rio Clementino Martina.
Professor Antonio Peregrina, esposa do
Sr. Adriano Costa.
Professora Vadeltrudes Primitiva da Silva
Ramos.
Rosalina, esposa do Sr. escrivSo Bandeira.
Francolina Paixa, esposa do Sr. Antonio
Paiva.
Mara do Carmo de Barros Carneiro.
Mara de Carmo Estevo Dini.
Mara, esposa do Sr, Jos de Castro
GuimarSes.
Amelia Anastacia da Silva Freir, filha
do Sr- Ernesto.
Olympia Ramos, esposa do Sr. Bernardi-
no Ramos.
Josepha, esposa do Sr. Antonio Jos Ri
beiro.
Amalia, esposa do Sr. Augusto Jos dos
Santos.
Olympia Mara do Espirito Santo.
Auna, irma* do Sr. Jos Soares de Sei-
xas.
Felicidade Amara do Bom fin Peixe.
Feliciana Rosa Ferreira dos Santos.
Candida Raposo Chavea.
Antonia de Sonsa Prata.
Maria da Rocha Paes Barreta.
Therea Colea de Jess Americo.
Claudina, esposa do Sr. Joao da Silva
Santos.
Honorina, esposa do Sr. Manoel Joaquim
Baptista.
Cecilia Leocadia, esposa do Sr. capitao
Estevao Augusto Barrete de GusmSo.
Felisbella AugcstaEeres Baptista.
Amelia Gomes Pinheiro.
Cecilia Leocadia de Mondonga Siquera.
Maria Entropa de Mendonca Siqueire.
Mathilde Francisca da Costa.
Candida Amelia Cavalcante Machado.
Joaquina Maria do Sacramento Machado.
Maria Jeronyma da ConceicSo.
Rufina Galdina dos Santos.
decretara da Veneravel irmandade de
Nossa Senhora do'Bom Parto, erecta na
igreja de S. Jos de Riba-Mar, 6 de No-
vembro de 1891.
O secretario,
Dativo Pessoa Neves.
un progress seleatlflco
O e>Preg da quinina para curar as
febres intermitentes Uto popular quao
uciversalmcnte demonstrados estilo os seus
bons resultados. Muitas pessoas, porm,
que soffrem ignoram e ha de nos agr
decer por dicer-lhes que o emprego do
bromhydrato de quinina de um xito
excellente na cura das nevralgias perio
dicas; isto naquellaa que apparecem
em diaa e horas quasi sempre fixas. Tal
e progresso scientifi:o actualmente rea
lisado com as cPerolas de bromhydrato
de quinina do Dr. Clertans, preparadas
por um processo approvado pela Acade-
mia de Medicina de Pariz, qne curam
dentro de pouco tempo as nevralgias pe-
ridicas tanto da cabeca como de qual-
qaer outra parte.
E' uaico agente e depositario oeste Es-
tada a Companhia de Drogas e Productos
Uhimlcos, s ras Marques de Olinda
23 o Larga do Rosario n. 2.
D.
VINHO
VIVIEN
Mais efcaz anda do
que o oleo cr de
flgado de bacalhau.
De gosto tao agradaoel
que as enancas
torsam-no com prazer.
Aa enxaquecaa e as nevralgias bSo in-
commodos o frequentes que torna-se ne-
cessario dieer que ellas provm das ms
digestes e da prislo de ventre que se
observam nos pases quentes. Senao as-
si m, claro que supprimindo a causa, fi-
cam supprimidos os effeitos. Para remo
ver essa causa cumpre tomar um purga
tivo ligeiro, refrigerante, que tenba urna
aejao lenta, sem molestar ou irritar os
intestinos. Qual ser porm, esse pur-
gantiva ? A cFractaj Jalien, que reane
todas essaa qualidades sem coatar o seu
gosto agradavel.
COMMERCIO
Bolsa Commercial de Pernaaa
buco
COTauES 0FFICIAE8 DA JUNTA DOS COR-
RECTORES ,
Prafa do Reeife, 5 de Novembro de 1891.
Nao bou? cotajo.
O presidente,
A. M. de Amorim Jnior.
O secretario,
Candido C. G. Alccforado.
Cambio
PEACA DO BECIFE
Os bancos adoptaram a laxa de 12 3/4 para a
cebranca, saccando o Londoo pequeas quantias
mesma taxa para o mercado.
Papel particular fei passado a 13 e 12 7/8 para
o me i corrate.
PRATA DO RIO DE JANEIRO
Banco da Repblica saccando a 131/4 para o
mercado somente
Cotaces de gneros
ASSCCAB
Para o agricultor
Branco por 15 kilos. 3J70O a
SQmenos dem idem. 2*70^ a
Mascavado idem idem 3*300 a
Bruto secco ao eol idem idem 2*200 a
Bruto melado idea idem 1*800 a
Uinas idem idem..... 3*600 a
Peitoral de Cambar
Sempre foi, e ser o principal reme
dio garantido para as molestias do la-
rynge, bronchites e pulmSes.
A bronchite, asthma, mal do peito, rou-
quidSo, laryngite, cequeluche e qual, quer
tosse, por mais grave e antiga que seja,
curam-se com o Peitoral de Cambar, me-
dicamento approvado pela junta cen-
tral de hygiene publica, premiado com
duas medalhas de ouro de Ia classe eder-
deudo de valiosos attestados mdicos e
innmeros de pessoas curadas.
Exija-se a firma do autor :
J. Alvares de Souza Soaret.
Vende-se naa principaes pharmacias e
drogaras. Precoa: frasco, 2500; 1[2
china 130OCO ; duzia, 24000.
4*000
3*010
2*400
2*400
2*000
3*800
Aexportaco al 31 do corrate consta de...
25,105 saceos e 3057 barricas de asaucar branco,
pesando 2 097.329 tilos e 43.825 saceos de assu
car ajaacavadu pesando 3.108.690 kilos.
Algodo
Cota-se nominal a 11*200, pelo de boas proce-
dencias.
Ha grande procura deste artigo uo mercado.
At 31 do corrate foram exportadas 4410 saccaa
e 958 fardos de algodao pesando 141.470 kilos.
Borracha
Cota-se nominal a 22*000 por 15 kilos.
Bagos de mamona a 1*700 a arrroba.
Coaros
Seceos salgados na base de 12 kilos a 545 ris.
Verdes nominal 335 ris.
Ha grande procara.
Foram exportados at 31 do corrente 5736 cou
ros e 1500 1/2 de sola.
Hel
Por pipa de 480 litros 60*000 ba falta no mer-
cado.
Alcool
Por pipa de 480 litros de 180*C00.
At 31 do corrente foram exportado 173 pi-
pas.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 98*000.
Foram xportadas at 31 do orreate 2069
pipas.
Uahas
At 31 do corrate foram exportadas 60300.
Eioortaeio
RtCira. 4 Dfc NOVEMBRO Da 1891
Fara o exterior
Na barca americana Virginia, paraEsta-
dos Unidos, carreearam:
M. Borges&C 200 saceos com 15,000 kilos
de assucar mascavado.
Para o interior
No vapor fr.ncez Vdk de Montevideo, para
Santos, carregarain :
P. Carneiro a C, 30 pipis com 4,400 litros de
alcool.
Para Rio de Janeiro, earregou :
i. de Sa Li.tao, 2,500 saceos com 150,030 kilos
de ambo.
No vapor racional Mandos, para Victoria,
earregou:
P. Carneiro 4 C, 100 saceos com 7,5(0 kilos
de assucar masca vado.
Para Rio de Janeiro, carreearam :
H. Fernandes. 4'jO saceos com 24.0CO kilos de
assucar mascavado.
J. A. Como Vianna, 2.0C0 saceos com 12,000
kilos de milbo.
J. de S Leito, 2,000 saceos com 120,000 kilos
de milbo.
Para Baha, earregou :
C. M. da S Iva, 101 saceos com 6 070 kilos de
assucar branco.
No vapor nacional loa, para Aracaty, car-
regaram :
P. Pinto 4 C, 17 barra com 1,530 litros de
mel.
Para Cear, carreearam :
Guinares & Valsn.e, 100 saceos com 6 003
kilos de m:lbo.
No biate nacional Xeptuno, para Mossor,
earregou :
C. Barbosa, 160 caixas com 3,200 kil;s de
sabio.
Na barcaca Rainha dos Anjos, para Aracaty,
carreearaam:
P. Viaaaa & C. 11 caixas com 160 kilos de
cera em velas e 5 caixas coa 64 uros de ge
aebra.
Na barcaca Dylia, para Macei, carrosa
ram :
A. D. SimOes & C, 30 f/arrafes com 480 li-
tros de lIcooI, 10 caixas e 8 garra!6 litros de genebra.
M. Amorim, 1 barril com 90 litros de alcool,
10 caixas com E0 ditos de genebra, 1 caixa e 1
barrica com 78 kilos de doce.
\ Na barcaca Feliz Sociedade, para Maman -
guape, earregou :
J A. de Paiva, 5 barricas com 300 Kilos de
is suca r refinado.
Pauta da Alfaadeea
Joanoa Maria da Cruz, vinva por fallecimeulo
de Angelino Jos da Silva, adiando se sem a
menor protegi, labutando com a fonje, e maie
neces. luaes, soffrendo em sna sade. recorreas
pesfoas caridosas se digne socrrela com o
obulo da caridade, para nao morrer a fome, cer
tos de que serao, por Deas, recompensados;
podendi as pessoas moradoras do Reeife entre-
carera ao redactor deste Diario, o obulo de sua
eiridade ; visto a supplicante morar na freguezia
de Nossa Senbora da Paz de Afogados.
Ao pnblice
Joe da Silva Alves, proprietarie do
engenlio Villa Rica da e o marca de
Agua Preta, declara que n'esta data paa-
bou os poderes que havia concedido a
Ponsiano Camello de iqueira Cavalcante
para cobrar foros das catas edificadas no
povoado Campos Fros, deixando por
isso de ser o mesmo Ponciauo seu procu-
rador para qualquer outro negocio.
Reeife, 31 de Outubro de 1891.
Cabo
Dr. Joaquim Felipp
D consultas todas as quartas Lira e
sabbadoB na harmacia Duarte.
Prestase tambem chamados.
De Sorocaba
Declaro que soffri muito tempo, fazendo
uso de medicamentos sem resultado e
usando tres dias apenas da injeceo M.
Murato, sarei comrletamente de umacb.ro-
nica gonorrhea que me ttormentava.
Faja uso desta como onvier.
entonto F. Fontottra.
Agentes depositarios em Pernambuco,
Francisco M. da Silva & C, ra Mrquez
de Olinda n. 23.
A/s victimas das febres
O elixir antl-feltrll Carduiu, appro-
>ado em 21 de Margo deste auno pela inspeclo
:ia geral da junta de bygieoedo Rio de Janeiro,
em boje apresentar-se bomanidade soffredo
a do mundo iuteiro, como taboa de salvagao que
io infeliz naufrago Ibe enviada por mao omni-
Doteole.
O elixir antl-febrll Cardoiu. applica-
Jo em muiti89imos casos de febres, tem come
por1 milagro, levantado do leito da dor a comple-
tos moribundos.
Este remedio, composto smeate de vegetae-
nteiramente inoffensivo, ainda mesmo na uiaie
nimosa e tenra criaaca.
As senboras, no estado de paridas, ou no pe-
riodo de incommodos naiuraes, podem usar sea
'eceioalgnm.
Eale elixir j bem conbecido de alguns Srs.
nedicos de tono o paiz, o mais seguro e prom-
pto remedio contra as febres, e com especiallda-
de contra a febre amarella, erysipea e bexigae
de qualquer qualidade.
Modo de mar
A's criaacas at um anao 8 gottaa de 2 em 2
oras em urna coiber das de sepa caeia d'aguu
iris.
De um anno a tres 12 gottas; de tres a dez 20
ollas; de dez ancos em dianle 30 gottas.
Os Srs. clnicos podem augmentar ou diminuir
al 60 gotta por dose.
IBMKVl DI 2 A 7 DE S0VEHBRO DK 1391
Alcool futro) .....
algodo em raaa (kilo) .
rroi com casta i. o) r
Assucar refinado kilo) .
AB3Ucar branco (kil) .
Assucar mascavado {airo) .
Bagas de mamonas (kilo) .
Borracba de leite maagab. (kilo)
Cachaca ........
Couros seceos espichados (kilo) .
Coaros seceos sainados (kilo) .
coros verdes (kilo) .
395
626
80
593
246
117
126
i 300
ICO
520
510
350
Courinhos (um)....... 1600
uarocos de algodao (kilo) ... 30
Carrapateira (kilo)..... *33
Carvto de Cardifl (ton.) .... 28*000
Cacao (kilo)....... 400
Caf bom (kilo)...... 800
oaf restoibo (kilo)..... 600
Caf moido (kilo)...... i#M0
Carnauba (kUo*...... 533
Cera vegeUl (Jrilo)...... *o6
Canoa (litro)....... *l
Cal (lilro)........ 10
Pannna de mandioca (lito), r 56
Genebra (litro)...... 436
Graxa (sebo)....... 483
Jaborandy (em folha) kilo 200
Leite de mangabeira (kilo) 1*466
kfel Oitro)........ 90
uho(kilo........ 60
PbosoDaio de cal da liba Rata (tone-
lada; ......... 1U0.T0
Pelle de cabra (cento)..... *57*uo0
Pelle de carneira (cento) .... 157*u00
sement de caraaba (arroba) 40
scia (meio)....... 36i>o
Sement de carrapateira (kilo) 126
Tatajuba (kilo)...... 40
lar jas de amarello emprancb&es
(auzta)........ i00*
Rendhaentos publico
USZ DI NOVBXBHO DK 1%K
Renda geral
Do dia 1 a 4
idem de 5
Alfawttga
72:C6U0S9
18 W80S3
Renda do Estado :
Do da 1 a 4 17 I37/98
dem d 5 27:4i3is27
Sorrma total
31.060;182
-583;6j
I3.'i:65i*97
Segunda saccao da Alfandega de Perflamnuc,
5 de .vJvecLro de 1831.
O tesonretro,
Florencio Domtngues,
O ebefe da seccao,
Feliciano Placido Foatual.
KoTimcnto do porto
Navios entrado no dia 0
Soutbamptom e escala13 das, vapor ioglez
Magdaleoa*, ; 2,805 toneladas, comman-
dante Rigaud, equipag^m 117, carga vanos
gneros ; a Amorim irmaos & U
II o de Janeiro5 dias, vapor nacional Satelli-
te> de 887 toneladas, comman Jante Jos Pe-
reir de Azevedo, equipa^em 46, carga varice
gneros ; a Pereira Carneiro & C,
Cear e e.cala7 dias, vapor nacional S. Fran-
cisca, de 382 toneladas, commaadante Site-
tes Jnior, equipagem 30, carga varios gene
ros ; a Companbla Pernambncana.
Rio-G.-ar.de do Sol19 dias, lugar americano
Ellen CruEOC, de 283 toneladas, capitao l.
M. Tapley, equtpagem 7, em lastro or-
dem.
Navios shidcs no mezmo dia
Buenos Ayres e escalaVapor inglez iMagdale
na, commandante Rigaud, carga varios g-
neros.
Ro-Grande do XorleVapor inglez Mariner^
Deposito
Reeife :
Companbia de Drogas e Productos Cbimicos.
Santo AntoBio:
Nacional Pharmacia, ra Larga do Rosario
a. 35.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do Rosaric
a. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do BarSo di
Victoria n. 14.
Pharmacia Martiaa, ra Duque d Caxias n.
98.
DEPOSITO GERAL
Vendas em grosso e a reUlno.
Ra Estreita do .(osario n. 17
PERNAMBUCO
N.~143
Estrada Nova, 31 de Oulubro de 1891.
Illm.Sr. Manoel Cardoso Jnior.Em principio
do corrente mes foram em minha casa accom-
mettidas ooze pessoas de febre, no curto periodo
de seis dias. Na ausencia ao medico que ejtao
se acbava fra da cidade, hmbrei-me do Elixir
Ante Febril Cardoso. que se se digoou V. S. man-
dar me. Com apphcaco somente deste mdica-
mente, vi em poneos dias, todos os doeatea livres
totalmente da febre a que qualiflcam de irllatnza,
Picando comente a toase e oflammacao da gar
g:.uta que ftram dapois convenieniemente com-
batidos pelo medico.
Nao poeao deixar de ser mui grato a V. S, peta
espontancidade com que se ponou na remessa de
tal medicamento digno de ser recommendado ao
publico pelos .Ifeitos benficos que por mais de
urna vez tem produzido em mloba casa, toda vez
que d'elle tenho feito uso
Son como sempre,
de V. S. amigo e obrigado
Apo.'linano Maranbao.
N. 144
Reeife, 10 de Juobo de 1891.
Mu. Sr. Maooal Cardoso Jnior.Nao tendo o
abaixo assignado a bonra de o conbecer pesgoal-
meote, vem por este meio levar ao seu cooheci-
meato o importante resultado que obteve com o
tiso de sea precioso invento o Elixir Ante Febril
Cardoso.
Tendo em dias do mez passado' sofTrido um
ataque de febre intermitiente, applicaram m? o
sea admiravel Elixir e.;com dois vidros fiqaei
resiabelecido de tao pertinaz enfermidade ao m
de Vi horas; por tao admiravel cura, acceite o
meu eterno reconbecimento, e autoriso Vmc. a
fazer d'esta o uso que Ibe convier, certo de que
a expressao da verdade.
&.u de Vmc. criado e obrigado,
Francisco Garca i Garca.
Estavam selladas e reconbecidas as firmas.
CURA DECALLOS
Callicida Franco
Iafalve! preparado, extrae sea dor
em cinco dias qualquer callo.
S3o innmeros os atteBtado3 que con-
firmam a cfficajh desse preparado.
Por 2^0OJ fica-ae livre de to grande
incommodo.
Vende se em casa de
Guerra Fernando & C.Ra do Du-
que de Caxia-t n. 47.
Manoel Collaco & C Ra do Roaario
Larga n. 32.
dr. Freitas Goimarjes
Participa aoa seus amigos e clientes
que mudou o seu consultorio da ra
Duque de Casias a. 55, par* a meras
ra n. 61, 1.a andar, oode coaiiaua a dar
consultas de 11 ai hora da tarde, ere
side no Cajueiro n. 4.
Telephone n. 292.
A prepirafof despre*iveis,
apenas de ordinario estilo em vuga por al
gum tempo, porem a sua prolongado ge
ramente de pouca durado e ea breve
pasas, em quanto que um grande antidoto
por excellencia como o Peitoral de Aoa
cahuita e um constante e perpetuo bene-
ficio publico, um verdadeiro tiiesooro iues-
gotavel. Pode-se aaseverar como um
axioma incontestavel, que qualquer cla-
8e de tosae, constipa^ea ou catarrho, ae
commante Tb. J. Tester, carga varios gene-
ros.
NatalPatacho inglez Oigblander*, capitao
A. J. Morrisen, em lastro.
Mercado Maolelpal de 9. ?oc
(!"~ mtjio deste mercado no dia
Novembro oi o segninlf. : Entraram :
47 bois pesando 6,233 kilos.
443 kilos de peixe a 20 ris
2 1/2 cargas com farioba a 200 -s.
15 ditas de fructas diversas &300 rs.
2 cargas com gal 11 has a 600 rs.
2 casuas com gal ;nhas a 400 rs.
30 1/2 columnas a 600 rs.
7 soinos a 200 rs.
30 taboleiros a 200 rs.
4 de
8/860
500
4#5C0
U800
800
i&toOL
U400
6*400
45 compartimentos com farinha afi0v> liioOO
33 ditos de comidas a S0O rs.
112 ditos de legumes e fazeada. a
400 rs.
15 ditos de sumos a 700 rs.
8 ditos de fressuras a 600 rs.
4 ditos de camarCes a 200 rs.
51 talbos a 2*
Rendimentos de i a 3 do correnta
Precoa do da :
Carne verde de V 0 a 560 ris o kil
Suinos de 560 a 640 rei3 id^nn
Carneiro de 640 a 800 ris idem
; arinba . Milbo de 280 a 320 ris dem,
Feiiodal*a U100 idrr.
Vapore* a entrar
MEZ CE EOYEMBRO
Sal.......... Estrella...........
Norte........ Vamos...........
Sul.......... Vigilancia.........
Europa...... V. de Buenos-Ayres.
Norte........ tVao..............
Sul......... C/yrf*..............
Europa....... Campias.........
Sul.......... Para..............
Europa........ Merchant.........
Norte........ Alagos...........
Eor ip<....... Corrientes.........
Sul.......... Espirito Santo.....
Euro:: a....... La Plata..........
Not........ Aaanhiio........
Sul.......... Braz............
Sul......... Trem.............
Norte........ Pernambuco.......
Sul.......... Mandos...........
l3*l
44*800
!0*50t>
4*801.
*800
402*010
343*460
740ikO
S8WS20!)
6
is
6
ti
7
8
8
II
12
II
17
21
t
23
23
28
30
Vaporo a aahlr
MKZ DE K0V2MBKO
Europa... ... Satelltie........... 6 as 2 b
Norte .. ... Vigilancia......... 6 as 4 b
Europa... ... ClydV............. 7 as 2 b
Sul...... ... Campias......... 9 as 4 b
Norte ... ... Paro............. 10 as 1 h
Sul...... ... Alagos........... 12 as 5 h.
Snl...... ... Corrientex......... 14 a 5 b
Norte ... ... Espirito Santo..... 18 as h
Sul..... ...La Plata.......... 21 as 2 b
I h.
Europa.. ... Trcnt............. 23 as 2 h
Norte ... ... Braz......<...... l as 5 b
Sal ..... ... Pernambuco....... 8 as 9 t
allivia e cora mediante oaei uao dentro
do eapaco de poucoa diaa e as vezes den-
tro em poucas horas. Os bronchites de-
clarados incuraveia pelos m< dicoa, ae alli-
viam e s ve*es se curam em urna sema-
na, com esta preciosa e .exsllente prepa-
racao vegetal ; a melhor e a mais excel-
lente de todas quantaa andsm em voga.
Robustece e vigorisa os or3cs da respi-
rado tas expellir todas as mucosidades e
a phlegma, cura a asthma c.bronica, numa
paiAvra nao ha nem existe um s casu de
deaarranjo ou molestia dos orgaos pulmo-
nares ou da garganta, que nao sejam cu
radoB logo a primeira dose e geralmente
ficam permanentemente cu'adoa.
Como garanta contra i.s fa'.sificacSes,
obsrvese bem que os comes de Laman
& Kemp venham estampados em lettras
transparentes no papel do livrinho que
serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se a venda em toda 3 as Boticas e
Drogaras.
Professor de msica italiana
Benvenuto Speranza cfferece-ie paralecciaoor
canto e piaoo, aaeim como a escrever msica
para qualquer orchestra ou baca militar; tam
bem se presta a atinar piaoo : a tratar na ra
do Bom Jess n. 42, 3" andar.
Honorario mdico.
Regalador da msmnlia
Concerta-ja relogios de algibeira, pau-
dalas de torre de igreja, cr. Tonmetros de
rinha, caixas de msica, a jparslhos elc-
tricos, oculos, binculos, oculos de alcan-
ce, joias e todo qualquer objecto tenden
a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario9
Dou
s niia^res
III. Sr. D. Carlos.Toniei o seu re-
medio o Elixir M. Morato, c foi com elle
que pude sarar das bou'oas |ue suflria ba
muito tempo e descorocoa^a por nunca
metborar, um meu visinho que tambem
aoffre, j largoa de turlo que Ihe receita
ram e est tomando o seo remedio.
Agradecido gadiwizao.
Santos.
Albino Jvt Coato.
Tilm. Sr. D. Carlos-Eu e todos de
casa, faz muito tempo que joremos hu-
mores de boubae, com diet, mu r esulta-
do. Fisemos uso ajrora do .elixir M. Mo
rato, preparado por D. Ca los e saramoe
completamente.
O remedio alera de ser imito bom ain
da tem bom go&to, pois tu. criancas be
biam com facilidade, misturado com agua.
Sap.
Firmino Aguiar.
Dentaduras arlificiaes
Sob presso elstica, e spreasao pneu
matica systemas novissimoi ueste Estado
pelo cirurg'So dentista Numa Pompilio,
a ra do Barao da Victoria n. 54 1 an-
rdadaa 8 horas da manhS a 4 da tarde.
Casamento transfe-
rido
Jos Gon$alves de Oliveira Maia par-
ticipa aos seos amibos e aquellas pessoas
que foram convidados para asistir ao ca-
samento de sua hlha Mariii Archan ja de
Oliveira Maia com o Sr. Antonio Florencio
Qoccalves Braga, marcado para o dia 7
do corrente mez, que deixa de ter lugar
em consequencia de talleca ento da mai
d'aquelle.
Reeife, 2 de Novembro d 1891.
O juiz de diroito Jlo Baptista Gitira-
na Costa, encarrega-se de contrair em
prestios com o Banco Emissor ae Per-
nambuco, sob bjpotheca e penhor de sa-
fra, para os agricultores e 2ommerciante6
residentes neate Estado e os da Parabyba.
Rio Grande do Norte e Cear, mediante
mdica r e tribu eo ; assim como en car re
ga-se de liquidacSes amigaveis, em qarl-
qaer das comarcas dos referidos Estados
Pode ser procurado em eu escriptoric
ra do Mrquez de 'Jimia, antiga da
Cadeia, n. 34, Io andar, dai> 11 horas as
4 da tarde, e a outra qualquer hora, em
sua residencia, na Magdalena travs sa
da fabrica Fiacao n. 46 A.
-fSOg--
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata :om espeoisl:
dado de moles ti ;s do senhoiaa e ere anca
Consultorio e residencia (1 roa da impt
atriz n. 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da ztanhS.
Chamados (por escripto) qualquer hora
TKLXPHONK S. 22l>
Dr. Bastos de Oliveira
Medico operador e parteiro
Tem o seu consultorio rita do Mrquez
de Ohcda n. 1, 1. andar, onde pode ser
procurado todos os dias utuis de 1 s 3
horas da tarde.
Oculista
Dr. Barrcto Sampaio, oculista,
ex-chefo de clnica do Dr. de
Wecker, de volta dj sua via-
gem Europa^ d ccnsult&s de
1 a 4 horas da tarde, no 1*
andar da casa n. 51 roa do
BarSo da Victoria, exvoto nos
domingos e dias santiSnados.
Telephone 285.
Residencia ra Setc ce Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 26.
Telephone 287.
(
Dentes
Termina a horrivel dor de dente as
do o excellente preparado de Manoel Car-
doto Jnior.
Aa cartas que Iba tem sido dirigida*
pelos jornaes de maior circularlo, attev
tam a efflcacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & J., raa do Mrquez de Olinda
n. 23.
Phrmacia Martina, ra Duque de Ca-
sias n. 88.
Pharmacia Oriental, a raa Estreita da
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa d*
Barao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Larga
do Rosario n. 31.
me
*tx
9
Btedic*
DR. TAVAHES DE MELLO
formado pela Faculdade -.o Rio ie Jaeiro,
tcndo-Ee edicade com esnecia'idade a
tberapeutica osoderna das mole > de
pelle e svphilis, na poiyclmica g?r:>!, a
cargo do Dr. Suva At-aajO, onde aanli
como seo ajudante ; 3 boras do largw do Carpo Santo u. 15 ou
andar, e receb chamados a ftasajav !"
era saa readencia, ra S. J do Mangai-
nbo n. 4.
Tilepbonen. 573.
SRtei-------------------------------
\
ngai-
Dr. Nunes CoimLra
ClnicaMedico -Circr^ica
Especialidades : febres, partos, moles-
tias de senboras u de oreancas.
Chamados a qualquer hora na sua re-
sidenciaCaminho vjvo n. 163, jaito
sstscSo ; ou eo seu consultorio, ra Mr-
quez de Olinda c. 56, n ie d consulta*
das 11 s t horas.
Teleohoce n. 387

Dr. Mello Gomes
Medico operador parteiro
>57Ra do Barao da Victoria57
i ) (DEFROXTE DA RA DE 3. AJKABO)
HOnde tem cnauliori e resi-
dencias podeado ir encontrado e
recebeudo cbamadoj qualquer hora
Hdo tiia e da noite.
Especialidades: partos, febres, moles-
tias lie senboras e Jos pulmdes, sypbilu
em peral, cura rpida e completa e ope-
>< ra.;6es de e3reilameat03 e mas soffri-
) { mentos da uretra.
H Acode de prompto a cbamados para
fra, a ui'.Iquf" distancia,
felrphoor n 191
i
Dr. Silva Leal
Medico oeeallsta
Recen te mente chegado da Europa e
com pratica nos principaes hospitara e c<
uicas de molestia de oVto de Pana, d eoo-
ultas todos os dias uteis das 11 3 no
ras da tarde em seu consultorio, roa
Duque de Caxiaa n- 73 1 andar, entrad
pela Praca de 17, n. 73, (antigo Largo o o
ollegio).
Residencia a ra Baro de S, Borja c.
16. Telephone n. 507.
Chamados por escripto, em seu cooso;
rio, residencia, e na pharmacia Martina
EDITAES
I." seccao Secretaria do Governo do hMi
de Fermanbuco, 3 de Novembro de 1SW.
EDITAL
Pelo presente edital se faz put>li :o que ir
acbam nesta secretaria, devidamenie apostilla-
das, atim de seretn entregues aos iileressadr>-<,
aepois de satisteitos os dewJoj direitos, as p*
teolea nomeaodo o ci'ladj Jj-jo sleades Carnei-
ro da Cuaba, para o posto de tinente-crooe'
como: andante do t baulbao de artilnar (U
guarda nacional da comarca de Pao capitao Gervasio Pires de Aodrade Lima, para n
posto de tenso te-coronel coaimanlante do 7>
oatalbao de infaolaria da guarda nacional da
comarca de Limoeiro.
O secretario.
Francisco de Assts P. P.ocoa.
1.' seccao.Secretaria do overno d> Estado -
Pernambuco, em 4 de .NjveaiDro de iMI.
Pelo presente edital se (ai publico que adia-
se nesta secretaria am de ser entregue ao id-
teressado, depois de satisieilo) os devido- dire*-
tos. a portara do Miaisu-no da Ja-inji de 14 d<:
Outubro Qudo, concedeudo pro-o mezes o praso para que o majar da guarda u-
cional da comarca de U'ua a*ru. Jos Francisco
de Arruda Fraga, Horneado por decreto de SI de
Fevereiro e patente de 17 de Marco do correan-.
anao, possa retirar a im atete.
O secretario.
Francisco de Assts P. Rocba.
BECLARAC0ES
Derby Club de Pernam-
buco
A directorii desta =ocieaae em se>sj de
boH reoiveu o seaointe :
Jluur cm S00*txi0 cada um do- o eyj Pe-
dro Alexandrino Audr- do Bom Fim ^tu tui.
siderar distanciado o animal Guol Horning, &
coofotmidaae com o an. 40 do cou.go de cor-
ridas.
Multar em 20A o jockey Balbino Beujamr,
de cooformidade com o ari. i amee J) i.ita*w
cdigo.
Secretaria do i -r; v Club de Pernambco, *
de Novemb.o de. 1891.O secretano,
G Guimai--*.
Companhia
Triliios l'rbanos dolet'fe a Olin-
da e Bebribc
AcGas preferencisea na. 7 e 74 a 76
Nao tendo sido ar>resestadaa a lesjatlj a* ac-
efio areferenciaea do emprestimo ie 1873 *
aa. 7 e 74 a "o i:am por este aeio a.isadoi oa
seus pjs.-utores qua nesta data es'.a encerrada
a canta dos respectivos juros.
Reeife, 31 de Jutubro de 1891.
O gerenlp,
Pereira S n e?._____
Sec va retarle da Manta Cana ar- M
ericordia alatam er ae eeajn!aiic
caeaet
Encantamento loja n. 11 30fJ
Roa do Vigario n. 27, 2. andar 'Wl^'
Roa di Mjeda n. 37 MtWh
Roa do Vigario n. 22 2. andar t5i<0U
Leja da Companbia Pirnambucana a. 30 I3M0I
Largo do Paiaizo n. 19 2. andar OJU
Ra 7 de Setembro n. 24 >;;<.
Ba da Lapa n. 8 SOMOu
Roa do Amonm n. 26 10/000


I
-


__~^^aaW

i.

I
Diario de Pernambuco Sexta-feira 6 de Novembro de 1891
i)e orem do Sr. Dr. delegado da
oria geral de trras e oolomsacSo,
> publico que recebem-se propostas em
tartas fechadas e eatampilhadas at a 2
iarm do dia 14 do corrate mez, as qta je
jtil- abertas na presenya dos interesai-
aoa ou dos bsus procuradores, para o le-
*4ment> da planta topographiea da
Sai de Itamaraca, sjb a3 aeguints con-
dWja:
O acrvico comecar pela medicao e 0.0-
v5o do permetro da dita ilha, e por
o aigum edificio, montanha ou outro
|&er ponto, que t.eilmen:e pos&am
r i4o3 das linbaa qua fecharejn o re-
anido permetro.
2.
X 1 de todos os cursos d'agaa se
aatitoe&r um marco de m&deira de pri-
ktts quahdada, falque]ado as quatro
beta e numerado, o qual ser representa-
sa planta geral
im.
pea
3.
numero
de
or-
s propaientes deverSo declarar o pre-
f a medicao por metro crrente, bein
aaa> a extenc&o que mensalmente p.-de-
Ha sosdir.
4.1
A planta topograpbici, que menaalaien-
a fc>r ^presentada aera acompanhada da
aafoir.'j'a do servico feito no terreno.
5.
As paotis parciaes sirJj desenhadaa
aae>(ia de 1:100jO e a geral na do
daba.
6.
O pagamento do lerviyo eflkctuado em
, m*3 ser pago por todo o seguinte,
% de nscalisado nao s o de terreno,
,e> do escriptorio.
7.a
JSo> serSo acceitos as propostas de
>* que cao exhibirem titulo de agri-
scRsor ou de engenbeiro e n2o provarsm
a. atestado ou documentos que tm a
raica ca egrimeneura.
8.
Xa s*i2o tambem acceites as propos-
la* %ae rao estiverem assignados e as fir-
j.'.s-.nbecidas, e bem assim as que
tamot representadas por individuos que
Irafasm deixado de cunprir obrigtcSes ou
ytnii 1' 11 coro o governo.
9.a
Sennama resposta ser acceita Ha que
olai'-c aprsente o certificado de ha-
wrr aiso na Thesouraria de Fazenda o
depeaito da qur.ntia de duzentOB mil ris
flfniO0&}) a qual reverter em beneficio
Ja. Pasen Ja Nacional se deixar de assignr-r
a>aatfrw contracto, se t'r acceita a
JU Pflip:.i>ta
10
O pjnponeate cuja proposta for acceita,
gaseatara a quancia j depositada com a
&>cbos mil res, (oCO^OOO) para
priAner a de um cont de res, em ga-
aaiw d'j ecu contracto.
11
O pagamento do servico effectuado ser
1 ?, Tbejourana de Fasenda, medan-
se teiiido passado pelo delegado.
12
Da juactias que mensalmente receber
ueB&acaate fijar em cauclo des por
amia, para as multas em que incorrer, as
uH&ta refi-irao a m execayao dos ser-
t^eb campo e de escriptorio, alm da
rtsx total dos meemos; e na reinciden-
t, sc7 rescendido o presente contracto.
Efacriptorio da Delegfccia de Trras e
fiaba'*^ao e*n Pernambuco, 3 de No-
seslaoa* 1891.
O cfficial.
J- Salazar V. Ptstoa.
HTPPODROMO
300
CHINDE
.A'
QUE SE REALIZAR,
Domingo 8 de Novembro
3. anniversario da inaugurado
Juis de PartidaAureliano d'Oliveira.
AjudanteFrancisco Xavier Leite Bastos.
Juiaes de chegadaJos Gomes Ganches, Jos Antonio Moreira, Dr. Anto
nio W. Finto B. da VaBconcellos, ntonio Borba Coutinho, Bento Machado Gui-
marSes e Francisco Antonio BrandSo Cavalcanti.
Juizes d'Achibancada e RecspaoDr. Jos Antonio Almeida Cunha, Dr.
Joao de S Cavalcanti d'Albuquerque, Coronel Luiz de Paula Lopes, Dr. Gaspr
de Drumond, Dr. Artbur de Albnquerque, Coronol Dr. Jos Mda de Albaqoerque
Mello, Dr. EstevSo de S Cavalcaeti d'Albuquerque, Capitlo Francisco Livio de
Carvalho e Dr. Fransisoo Geraldo da Silva Barroso.
Juiz do DistanciadoAristides de Oliveira.
Juiz de EasilhamentoFrancisco da Costa FoFj e Jos Joaqun dos San-
tos Jnior. _
Jaia de Raia Montado-Francisco C. Rczendo Reg, Joaqun D. da Costa
Braga, D.-. Jos* da Cunba Liberato de Mattos, Antonio Joaqun de Moraes, Joec
Nogueira da Silva e Christian.o da Gama Lobo.
Juiz de PesagemAdolpho A. F. Taques.
Komei e B a < Pello* Malura-lid.

o

Cor da vesti-
menta
Proprletarloa
1*. Pareo.o Coronel Dr. Jote Mara -1.000 metros.Cavallos de Pernambuco que
nao lenliam ginno o"a ou maior distancia nos orados do Recite e egoaa do Esta-
do. Premios : 230*000 ao !.*, 50*000 ao 2. e 2300u ao 3.'
Pao Brazil
Miliador.....
Inveruo ___
Cyclonc.....
Faniina.. ..
Boa Branca-
Coruja.......
bJ-lda-----
5 iRozilho......
5 |CasUnbo....
5 IMellado......
Rodad j...
Casiaono
Russo ..
Rodado...
AUzao ..
Peroamb.. 33
53
53
55
55
53
53
* 55
Azcl e encarnado
Grenat c azul........
Encarnado...........
Hincado.............
Amare I lo e ronxo...
Ama re I o c preto.....
Ene. e azul..........
X. A. Babii.
S. A. Aojos.
Cood. Perdipao.
Cood. Fragozu.
M. P- A.
J.'N. da Silva.
H. Gibson.
Lucio J. Monteiro.
2. PareoAo Prado Pernambneano 1.000
que nao tenbatn gando em maior distancia
250OO ao 1*. oOOOO ao 2* e 23*000 ao 3
metros. Animaes de Pernambuco
nos prados do Recite. Premios :
f I GalS
Todo ......
Mirante.....
My-uoy......
Bonaprte...
Hercules.....
Berlim......
AiazS?.......
Meli. baio...
Castanbo-----
Rodado..

Cachito..
Pernamb..
57
53
57
57
57
57
61
Azul, e ouro em lista.
Eocar. verde e amarel
Azul e ouro.........
Violvia..............
Grenat. e azul.......
Verde e encarnado...
Azul e encarnado.....
Dr. Luiz Drommond.
a
Coud. M .uriscana.
Cood. Provinciana.
H. L. da Silveira.
J. C. Pinto.
Rezende & C.
3* PareoAo (ieneral Ewbink -1.350 metrosAnimaes pongas. Premios: 350*000 ao
l "u*000 ao ^ e 33*000 ao 3*.
Me Fio PitttEiB
Avisa-se aos seahoresas-
ii.'x.ilos que a directora
Kitratou os servidos medi-
oscom'oIllm.Sr. Dr.Hmyg-
w Montenegro, o qual po-
iei ser procurado de 1 s
& horas da tarde, na ra
Nova n. 32, primeiro andar,
ala do fundo, e vm casos
evuraordmarios na ra da
Amizade n. 20.
CTjmnasio Pernambu-
cano
3 de Novembro de 1891
P*& sferetaria do Gjmcasio Psroambucano e
k: svjitsi do Revm. Sr. regedor, declaro a quem
itsfeLi: possa. que acba se abena a ioscrip-
jtofara os exames das materias que conetiloem
BiofcCB'idario co ind.tutj c que devem ser
Ha* *; sccordo com o prograuma de exaraes
#lD ftrajsjasio Kacional, nos termos do decreto n.
iaa,*! de Fevereiro do corrate anco.
ie rsmformidade com o que lieon deliberado
*tt aoregaco dos professore em soa sesso
de S re' Ouiubro findo. sera encerrada a ins-
sjrio bo dia 7 do correte mez, e co poder&o
KTweer.pos aqaelles alumnos que, tendo dado
tals*?. pererjm o ano> ; ponen-Jo no eutre-
te*tsiej serem admit idus exame no pnn
c*m*4cbdo lectivo futuro, a juizo o regedor,
-Be e?raiica no mesmo Gymaasio Racional.
O secretario,
Celso Tertuliano P. Quintella.
1 Delegado-..
2 Moema.....
3 Tenebrosa..
4 Faceira.....
5| Atlante......
5 Castanho Pernamb.. 51
5 Zaino......-. 52
4 Rodado...... c 49
4 49
3 Alazo....... 46
Encarnado c branco.

Azol e branco........
Verde e amarel lo-----
J. M. Usriz.
f. F. d'Aiboqoerqoe.
i. R. Mouteiro.
Oood. Crczeiro.
Osear.
4* Parco-Ao Dr. Eudoxio de Britto1.000 melrosAnimaes de Pernambaro qoe
nao teubain esnno al 31 de Maio de 1891. Premios : 250*000 ao i\ 50*000
ao 2 e 23*OOd ao 3.
liCirce... .
2JFiaotisia.
3
k
i
6
Marojo 2.-
Invern...
Patcholy...
Njctberoy.
Vulcao. ..
Alazo......
Castanho
Rodado .....
Mellado......
R0S80.......
Castanho.....
Balo........
Peroamb.. 55
33
> 57
53
59
55
55
Preto eencarnado....
Encarnado e branco. .
Grenat e azol........
Encarnado, v. e ama
Grenat eazol.........
Verde...............
M. Lopes M. Jnior.
X. A. Babia.
A. M C.
Coodelaria Perdig&o.
D. C. Silva.
A. Tacqoes.
M. Lopes M. Junio:.
5. PareoAo Deeaaliar(cador Crrela da Uva-2 000
MI. Handicop. Animaes de Pernambuco. Premios
ao 2. e 80*000 ao 3.*.
metrosGRANDE PRE-
: 800*000 ao 1., 200*000
Todo 6.....
Piramoo.....
Vingador...
Mirante.....
Mooro......
Saoi-sooc.i.
M.iunl y.....
Talispber...
i Mellado..... Pernamb.. 18
ICastaono-.. 59
i 49
iCastanh) ... 48
52
Baio........ m 51
Castanho___ >l>
53
Encarnado, v. e ama..
Amarello e branco.. -.
Encaro, e bonet preto
Azule ouro..........
Encarnado e ouro
Ouro c oranco........
Grenat e aznl........
Azul preto e ouro
Dr. G. Drommood.
Cood. Bella-Vista.
Cood. 1." de Juniio.
Coud. Monriscaau.
> >
D A. L. de Mattos.
A- A. F. Taqoes.
Ucua. Recife.
Thesoararia de Fazenda do
Estado de Pernambuco
ftjtTdtm do Df. inspector desta thesouraria e
at acord com a ordem da directora geral da
m&tx'Aii* do Tnesoaro Nacional de 22 de
4teiijKi n. 'il, f <;) publico qus acba ee esta
japartiyLo Lai> li'.ana a paga: as se?uinte3 divi-
*4eexecici'.s lindos :
f*Hta Hroh-,rs 415600
Jbeferti Juo Antones Correa Lies
nvxteriri K8*063
JHthw G^salvcs Martina niM
JMaaNi^acia de Lo:io 18*9i-9
'Oifflt da Silva Loyo 100*000
SrAatonio JorqoimneBirros Stbrinbo 315*995
latida!* Arcbeoiogico eGrograpluco o.OOOjOCO
& Tbotoai Ferreira de Carvalho So-
v. ta*tr> 101*612
Ifiarte lo. de Rezpnde 420O
lluanraria de Fazenda do F.stado de Per-
mi&tar i de rtovembro de 1891.
O secretario,
Jos Gomes da Silva.
q. pare0 -nippodromo do Campo GrandeI.6C0 metros.- Animaes de qualqoer
paz. Premios : 00*000 ao Io, l-iO*000 ao e 60*000 ao 3
1 Pandego.
2
3
i
Vesper
ieabreoee..'.
Gypsi.........
Castaaho
Alaza-----
Zaino-----
Alazo...
Inglaterra. 51
* 32
49
46
Escarate e ouro.....|J. Maibeos.
Rosa c preto.........I Costa & Feroandes
Violeta, esc. e onro..|Frederico Abbood.
Corpo br.emangas pr.'M. Perman.
Pareolerby Cluo1.030 metrosAnimaes de Pernambuco
50*000 ao 2 e 23*000 ao 3o.
Premios: 230000o l*
I Berlim
2;lda........
3 Lucifer-----
4|c,otosy.....
5 Talisptier .
OJPirylampo....
Caxito..
Rodado.
Castanho
Rodado.
Tordilho.
Pernamb..
54
52
56
56
56
54
Encarnado c azuL....
Rosa e preto ......
Verde e amarello.....
Azul e branco.......
Atol preto e ouro
Grenat cazul.........
Rezende &C.
Coud. Ida e Volta.
A ebOa.
S. Ribeiro.
Coudelaria Recite.
J. E. Ferreira.
PRADO
PERNAMBUCAN0
PR0JBCT0 DE IN8r,RIP(!A0 .
Para a 7.a corrida a realizar-se domingo 15
de Novembro de 1891
-Consolado 1,000 metros. Animaes de Pernambuco que nSo
tenham ganbo premios nos prados do Recife. pkk. os: 203f$000
ao primeiro 400000 ao segando e 20*000 ao terceiro.
-Ordem1,000 metros. Animaes de Pernambuco qu; nio techan
ganho em maior distancia aos prados do Recife. PBBitiOfi : ^X)/J00t ao primeiro, 405000 ao segando e 203000 ao terceiro.
-HarMOala1,250 metros. Animaes pungas. PBaxtos : 200*000
ao primeiro, 40*000 ao segando e 20*000 ao terceiro.
I nio1.5O0 metros. Animaes de Pernambuco e p ingas qae n2o
tenham tido classificajao nos prados do Recife. FREUIOE : 250*000 ao
primeiro, 50*000 ao segando e 25*000 ao terceiro.
l.iberdade1,050 met-os. Animaos de Pernanbuco qae nao
tenham ganho em maior distancia ueste* seis me:es. pkkjiOS :
250*000 ao primeiro 50*000 ao segundo e 25*000 ao terceiro.
-Progresso-------1,800 metros. Handieap Animaes nacionaes.
preuios : 500*000 ao primeiro, 100*000 ao segando e 50*000 ao
terceiro.
-Pernambuco1,000 metros. Animaes de Pernambaco, qae nSo
tenham ganho em maior distancia, premios : 200*00(1 ao primeiro,
40*000 ao segando e 20*000 ao terceiro.
Observacoes
De accordo com o art. 5. do Cdigo de Corridas nSo serS j admittidos,
inscripcSo no pareo Liberdade os animaes Sans-Sonci e Marangaape.
A inscripelo encerrar-se ha ter^a-feira, 10 do correnta s 6 loras da tarde
na secretaria do Prado, a run Duque de Caxias, n. 70, l. andar.
Secretaria do Prado Pernambuco, 5 de Novembro de 1891.
O SECRETARIO,
J. Alves.
1/ PAREO
2.* PAREO
3/ PAREO
4. PAREO
5." PAREO
6* PAREO
7.* PAREO
As propostas serio presentadas em
cartas selladas e fechadas, e contarlo de-
claradlo expressa da obrigaclo m w
fica o proponerte do oceorrer s despexas
com o accondicionamento e transporte daa
alluadidos rtigos at o Presidio.
Acetato de chumbo liquido, 2,000 gris-
mas.
Acido benzoico 50 grammas.
Acido brico, 500 grammas.
Balsamo nerval, 5C0 grammas.
Cevada, 2,000 grammas.
Extracto de belladona, 200 grammas.
Ex Tacto fluido de laranjas, 250 graamas.
Extracto de nogueira, 200 grana as.
Extracto de salsaparrilha, 530 granar*.:.
Extracto de saponaria, 50 grammas.
Hypophosphito de cal, 100 grulas,
Mel rosado, 2,000 grammas.
Oculos de c3r, vidros cncavas, 12.
Oleo de ricino, ama lata.
Quina amarella, 2,000 grammas.
Rais calumba, 500 grammas.
Sal de fructae, 12 frascos.
Seringas de gomma, grandes, 94 (sn:
dos).
Sulfato de atropna, 1 grammo.
Carrito vegetal, 36 saceos.
Contra gotas, doae.
Tcrneiras de metal, grandes, doaa.
Solicylato de mercurio, 30grammas.
Antipyrina, 10 latas de 25 grammas.
Salal, 100 grammas.
Apiol, 6 frascos.
Hamamilio virginea, 50 grammas.
Hysopo, ICO grammas.
Strycknina, 25 grammas.
Cannabina, 100 grammas.
Emplastos porosos, 24.
Thesouraria de Fazenda Peraamba:?,
4 de Novembro de 1891.
O secretario,
7. 'Joma da ^iloa.
SEGUROS
CONTRA FOGO
fhe Liverpool i Loodoo i Glole
INSURAITCS CDMFAITT
mimii, sma & c.
Ra do Bom Jess n.. 61
CAPITAL...
2-RUA f BK HOmBBO -2*
antiga do Imperador)
Empresta dinheiro, a curtos prasos, por caucSes de mercadoriaa, letras, titulo
-uro e peoras preciosas.
Encarrega se da cobranca de alaguis de casas, pagar impostes, por oonta dt
:erceiroa.
Recebe dinheiro a premio, em conta corrente de movimento, com aviso, praac
ixo, e fundo de accumalacSo (peculio).
Encarrega-se do recebimento de dividas, juros, honorarios e ordenados, por
sonta de pessoas residentes na capital e no interior.
Descoca ttulos commerciaes.
THEATRO
SANTA ISABEL
SBU CONTRA FUGO
Companhia Noria Brilbi k
Mercantil e tarante
Capital subicriplo i 3 OOOWO 0*
Fundos accomulad03 9.752,443 18 5
BECEITA S5TOAL
De premios contra
fogo....... i.495,818 6 10
De premios sobre
vidas...... S91379 6 I
i i 488,197 12- I*
=)(=
SOCIBDADB ANNIMA
,1
ESTACAO LYRICA DE 1891
Sabbado, 7 de Novembro
8.a Recita-2a Serie
SRA. G. PRAINDI
SR. E- PRIVOST
Com a grande e apparatosa opera em 4 actosMsica do maestro Verdi.
Haver trem para Apipncos e Olinda e honda para todas as linhas.
A"s 8 1|S horas em ponto
OBSERVACOES
Os animaes inscriptos para o primeiro pareo deverao acharse no ensilhamento
as 9 1/2 horas da manhS.
Os forfaiU serao recebidos at sabbado, 7 do corrente, as 3 horas da tarde,
na Secretaria do Hippodromo.
Os jockeys que nSo se apresentarem convenientemente trajados com as cores
adoptadas no programma por seus patrSes, nSo serao admitdo a pesagom, e ser2o
multados de accordo com o art. 51 do Cdigo de Corridas.
Chamamos a attencSo dos Srs. proprietarios e jockeys para os arts. 46, 47 e seus
| e o art. 48 do cdigo de corridas ; assim como os Srs. apostadores para o hora-
rio, para encerramento da venda de poules., quo ser restrictamente observado, salvo
rmtow ainda aos Srs. accionistas que tratera de substituir os seus carloes,
visto que os antigos nao d2o ingresso as corridas.
HORARIO
O 1." Pareo encerrar-se ha s 11,50
Secretaria ao Hippodromo do Qampo Grande, 4 de Novembro de 1891.
U. T. P.
Uiiai Tfliapbica PaiilinciiM
De ordem da maioria da aiministragao, na
conformidade do g I.' do art. C. da lei orgnica,
convido a todos os Srs. asociados, e especial
mente aos Srs. delegados de onicinas. a compa-
recerem no dia 8 do corrente, pelis iO i 2 horas
da manba.em nossa sede, a ra do Coronel Suas
snoa a 41.1. andar, nara nmagessao extraordi-' o5 8e beuveremi matriculado,
ana, aliu de reso'v-f-se sobre varias propostas | O pagamento da tasa para inscripgSo de exa
a tratarse de negocios ur^entissimos a classe.
A sessao funcccionar com o nuoiero que com-
parecer.
Secretaria da nio TyDograpbica Pernambu-
caa3, ti de Novembro de 1891.
Joo Ezequiel de O. Luz,
2." secretario.
ver sido approvado em portuguez, arithmetica,
Historia do Brazil e geograpia.
Sati.-fazer as eegnnda e terceira condid33 su
pra mencionadas.
Para a ioscripcao as cadeiras das feries se-
guintes, o alumno dever juntar ao reqoerimento
a rertidao de spprovacio na serie anterior.
Todas as pessoas que quizerem ioscrever-se,
deverao dirigir um requerimento ao director e
pagar a importancia da taxa qoe sera de40$ por
materia, cadeira, aooo ou serie, nara os que U-
verem pago a de matricula, e de 8 para os que
O secretario,
Augusto G. da Silva.
instituto Benelicente dos Olliciaes
da Guarda Nacional do Estado
de Pcmamliuco
Assembla geral
De ordem do cidadao presmeole rapito Adol
pho Gentil, convido a todos os seobores socios a
compare:erem na sede do me3tno ins'.ituto. Do
dia t da correte, as 6 horas da tarde, ra 15
de Novembro n. 16, atim de tratar se da reforma
dos etatutos, e ae outras medidas u. gentes.
Secretaria do Instituto, em 5 de N,vembro de
1891-0 1- secretario,
______________Cuto Valierino Pereira.
Secretaria da Faculdade de
Direito do Recife
Por esta secretaria vfaco publico qu.3 as ina-
cripcGds para exames dos cursos da Faculdade
se faro do dia 3 a 14 de Novembro prximo
vindouro, improrogavelraente.
Para a mscripcao em alguma ou em todas as
cadeiras da pnmeira serie dos cursos de scien
cias jurdicas e sociaes, o candidato dever sa
tisfazer as seguintes cendicojs:
P:imeiraApresenlar altestados dos exames
de portuguez, (rancez, latim. inglez ou sllemo
(a vontado do candidato^ muthematica elemen-
tar (arithmetica e geometra), geographia e His-
toria Uaivereal, especialmente do BraziL
SegundaProvar a identidade de penca.
TerceiraApresentar attestado de vaccina.
Para o curso de notariado, dever a pessoa
que desejir inscreverse exhibir cerlido de bi-
, me f d direito a este na epo:ba em que tiver
i sido requerida (artigo 291 do3 estatutos).
A prova Ae identidade far-se ha por meio de
' attestagao escripta de alguna dos lentes da fa-
culdade, ou de duas pe;soas conceitaadas do lo-
gar.
A faUilsde da attestaco de identidade sojeita
r.quelle qoe assignou, assim como o individuo
que con ella se tiver spreseatado a exame, s
penas do cdigo c ianr.il.
O candidato, em nome de quem e com cujo
consentimento algum outro iuuividuo bouver ob-
tido inscnpgo ou feito exame, perder esse c
tolos os exames prestados at aquella data (art.
282, |i 1, 2 e 3).
A oscripco ser feita pela ordem em que fo-
rera recebidoi os requerimentos e se dous ou
mais estudantes se apresentarem simultanea
mente, com despacho do director, para se ins-
creverem na mesma cadeira on na mesma serie
guardar-se ha na inscripcao e proreJeccia de-
terminada pela ordem alphabetica de seos no-
mes (art. 273).
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife,
31 de Omubro de 1891.
0 secretario,
Bonifacio de Araeo Fana Rocha.
Thesouraria de Fa-
zenda
Medicamentos e drogas para
Fernando
Da ordem do'cidadSo Dr. inspector fajo
publico qae r.o dia 7 do corrente ante a
junta que se reunir extraordinariamente
ser contractado com quem melhores van-
tagens offerecer, o.fornecimento dos me
d:camentos, drogas e utensilios abaizo re
lacionados, os quaes sao necessarios ao
Presidio de Fernando de Koronha.
N. B.A repartico de fuodos aecum:-
dos sobre segures contra fogo, nao se re-
poosabilisa pelas transaccOes feitas pela a
de seguro sobre vidas.
Agente en Pernambuco,
N. i L**t.
X 10 ruado Commerclo.
l0mpanl)ia ir &f|pm
CQ27TSA "":
Northern
de Londres e Aberdeea
'os'r.ao tinanceira
Capital subscripto 3.78O,O0C
Fundos accomolados 3.000,000
fteeeita annaal :
De premios contra fogo 626,OOC
De premios sobre vida 208,000
Do uros 155,000
BoxiceU WWmm efe C.
SEGUROS CONTRA FOCO
EDIFICIOS E MERCADOBIAS
TAXAS BAIXAB
Prompto pagamiento de prejumot
SEM DESCONT
A cenp.txH!4
IMPERIAL
DE LOXDREH
Estabelecida em 1803
C?XrAL Rs. i6 0(H):00040
AGENTES BROWNS & C.
N. 64-RA DO BOM .ESS-S. 4
London & Brasilian Bank
Limited
Sua do Contmerrio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as er.i-
sas do mesmo banco em Portugal Mod*
im Lisboa ra dos Capellista* a. 75. ;
?orto, ra dos Ingleses.
INDEITCNISADORA
Compaabia de Segins
MARITDOS E TiiRSTRE3
Eslakelecida ea lW
Safado flaaocelro em SI de Da
zeml.ro de f8t.
Capital 1,000:0001000
Fundo de reserva i!0:3761000
Sinistros pagos ,776:683|ti9
44Ra do Comaercio44
Compaabia de Segms
Miguel Jos Alves
!V. *atoa, do Ion 4rana n. 9
SEGUROS MARTIMOS E IHUtESTRE?
Neates cllimos segures I z mlcr coapata
i asta praca que concede aos Srs. segasaw asrcr
^o de pagamento de prenr'o em cada aRJto
inno, o que equivale ao de;*c-to aamal de oer
a de 15 por cento em favor dos smwsaes
SEGO CONTRA FOGO
Etoyal Insurance Compan^
de Liverpool
CAPITAL 9.1MO:
R. Drusiia & C.
t-Hn HarqcczdOUaH-f
SEGSOS
MARTIMOS COSTRA FOCO
companhia PbeoixPer-
nambaeaaa
RA DO C0MM5R30 5. M
b


r
Diario de Pernambuco Sexta-feira 6 de IVovembro de 1891
urna
BANCO DA SO
Capital Reis t,500:00000
Dividido em 15,000 accoes de 100:000 cada
. RA DO VXGARO N- 2
(Esquina do largo do Corpo Santo)
Edificio da Junta Commercial
Hora lia Bolsa
DE 1 A 2 DA TARDE
Compra e vende ttulos com cotac^o.
Liquda operares por conta de terceiro a dinheiro ou a prazo.
Faculta capitaes para compra c venda a dinheiro ou a pr;-.zo de quaesquer
titules otados na Jclsa.
Iategralisa coevindo capitaes de Bancos e companhias de econiecida
u tilias de.
Faz transferencia de operactSes realisadas na Bolsa a prazo.
Auxilia liquidagao de report e. Delcredere,
Realisa opeiscSes bancarias relativas a sua natureza.
Encarreg-so de incorporales de Emprezas.
Levanta-se aprestmos.
Compra emnde metaos.
Encarrege veda compra e venda de assusar, algoso, etc. etc.
20 deaMarco^de 1891.
O director gerente,
t*. J. Pinto.
Pacflc Stu HbIIbi
iy
Estrada de Ferru Sal de Per-
nambuco
Horario lo* ireuwtlc pntiHageiroft e
cargan
__
acei
ESTAQUES
Una
itou Sorte
Calende
Juqu
Colonia
Mar ya!
Barra .
pery .
s. L
Quipa]
iJianca
Gacerio. .
Canhoti iho.
angelim .
s Jofio.
Garanhuns.
P.
TARDE

te
1.28
1.47
2.18
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1.52 6.5o
2.19J 7.45
12.26- 7.58
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10.30
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12.25
1.06
2.02
2.40
3.40
C.00
6.30
7.05
: bo
8.03
8.27
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11.30
12.10
12 30
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2.07
2.25
ESTACOES
hens.
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Canhotinbo.
iliceno. -
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Pery pery .
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Boa Sorte
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11 A N H K
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9.54!
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10.39
10.53;
11.001
11.27
11.51
12 11
6.00.,..
C.42 7.20
7.I.V 7.58
8.00 8.47
8.30 9.33
8.50!, 9.54
9.19I0.34
9 55 12.16 12.21
STRATTSOFMAOELLAN LINS
O paquete Potos
Espera-se da Earcpa no
dia 15 de .Novembro e se-
' gnir depois da demora do
I costume para Valparaso
com escala por
Baha, Rio de Jameiro e Montevideo
Para carga, passageiros, eDcommendas e di
aneiro a freie: tratp.-ee com os
AGENTES
Wilson, Sons k t, Llfflsd
10RA DO COMMERCIO10
Lioyd Brasileiro
9efo de navegado
DA
EMPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
L SHA DO NOETE
O vapor Manos
Commandarite F. A. de Almeida
E" esperado do3 portos oo no*
le at o dia 6 de Novembro se-
guindo depois da demora do
costume para
taila, Victoria o Rio de Ja-
neiro
Recebe carga a baldear do Rio de Janeiro
para Santos, Canana, Iguape, Paraca gn, An-
toiiaa, S. Francisco, Itajahy, Santa Camarina,
Rit Grande, Pelotas e Porto Alegre.
As eDCommendas serao recebidas at 1 hora
la tarde do dia da sahida, no trapiche Barbos*
ao largo do Corpo Santo n. 11.
Para passagens, frete! e encommendas trsta-
com os AGENTES.
O vapor Para
Commandante Florindo F. Das
E'esperado do sul al o da 9
do correte segurado de depois
_ 'indi3pensavel demora para a
Parahyba, Natal, Oear, Amarraeao, Ma-
ranbjto, Para, Obdos e Manos
As encommenda9 serao recebidas at 1 her:
la tarde do dia da sahida, no trapiche Barbos
ao largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sua attencto
para a clausula 10 dos coDhecimentos, que
No caso de haver alguma reclamaco contra :
empanuia, por avaria ou perda, deve ser feit
par escripto ao agente respectivo do porto d
descarga, dentro de tr3 dias depois de finali-
sada.
No procedendo e3ta fermalidade a compaihi3
Ba isenta de toda a responsabilidade.
Para passagep3, fretes e encommendas Ira
ta-ss com os
AGENTES
Fereira Garaeiro& C.
<=*ta do Commercio>G
1 andar
cbejantar, 1 guarda-cernida, mesas trem de
cozinba e muitos objectos de casa de familia.
Tenja-feira, 10 do correata
Na casa da ra do Hospicio n- 46
O agente Pinto, .utorsado pelo Sr. Jos dos
Santos Oliveira, levar a leilao os movis e. mais
objectos da casa em que residi ra do Hospi-
cio n. 46.
O leilo principiar s 10 1/2 horas.
'Aluga-se a referida casa.
r
sa i8l-
6 30
7.25
8.05
9.00
9.40
9 58
9.40
10.17 12.50
10.43 1 28
10 54- 1.47
11.01;; 2.00
11.3*1 2 56
11.52 3.28
......II 3.55
1255
1.33
1 52
2.18
3.03
3.30
WIN
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Araz-
ty e dar
3 paquete Una
Commandante Monteiro
Seguir para es
portos cima in-
dicados no dia o
do correte as -t
horas da tarde.
Recebe carga, encommendas, pssagens e di-
nheiros frete, at s horas da tarde do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pernambucana
n. 12
V
United States and Brazil
M. S. S. C.
O vapor Vigilancia
ObNervace*
O C i cruza em S. Benedicto com o P. 2.
OP. i cruza em Jaqueira com o C. 2.
O3 trens de carga sao expedidos para o inte-
ia segundas, quartas e sextas felras, regres-
ando s tercap, quintas e sabbados. Alm
laver trens de caraa facultativos, quando
forem n^cessarios.
Escriptorio do trafego, Palmares, 3 de Novem-
D.-o de 1891.
Visto Borges Ferraz, director-engenheiro-
t
O inspector geral do trafego,
Franctsco Carlo da Costa IteaL
Companbia Pernambncan de N
veaco
Esta (empanhia mantem as seguintes linha.'
regalare l de navegacao:
Norte, tocando nos portos da Parahyba, Natal
aCo, Mossor, Aracaty e Fortaleza, partindt
ceste porto um paquete a 6 e 21 de cada mez.
Sul, com escala pelos portos de Macei, Pene-
do, Aracajo, Estancia e Babia, sabindo destt
corto a S e 24 de cada mez.
Fernando de Norenha, partida no meiado di
oes.
Re Formoso e Tamandar, sahida a 28.
Rto de Janeiro, (directamenie) parte o paquete
oe 25 a .';0 do mez.
Rio Glande do Sul, (viagem directa) sane O
(5 a 20 do mez.
Todos os paquetes sao novos, tem excelientei
ccomC!ac5e8 para passageiros e para cargu.
t os presos sao meilo reduzidos.
03 passageiros encontrara, apar do bom tra
(amento, todo o conforto desejavel a bordo v.t
&m paquete.
paquetes que azem as 7ageB8 ao Rio t
aneiro, nlm de terem tudo o que se enrentr
nos puja ;tes modernos, accresce que fai a va
cem tzi quatre dias e o preco de cassagen.'
da l. :ssc 6O0O0.
O paquete empregado na viagem para o Rit
Grande d 3 Sul e smente para carga, e tem t
salado .oquado a entrar no porto daquello Es
tado ar^ quaiquer occasiSo.
Beeebe se engajamento de carga por quanti
dade ixa para todas aa viagens.
Outros:m, a companhia expedir paquetes ex
aordinarios desde que baja carga para o enga
amento completo de um paquete.
-; orio, da Companhia Pernarcbucana
g.aj.___________________________________
roueitiB BaUlsm He m$
r
a
Ifaoei, Vllla-No78, Peteco, Aracs-
), Estancia e Babia
Vapor Estrella
Caa mandante G-uilherme Vieira
Segu no dia
de Novembro
Ipara os porto3
'cima indicados
r 4 hora i da tarde.
Para carga, passagens, encommendas e dinh i-
ri a frete .rata-se com o
AGENTE
Pedro Osoriode Cerqueira
7Eua do Vigario17
Io andar
E' esperadf dos portos do
sul at o dia de Novembro
seguindo depois da demora
indispensavei para o
Para, Barbados, M. Thomaz e
Xew-Vork
Para carga, passagens, encommendas e di-
iheiro a frete : trata-se com os AGENTES.
O vapor Fiziance
E' esperado dos portos de
nortate o dia lOde No-
vembro, seguindo depoie
da demora indispecsavei
para a
Baha, Ro de Janeiro e (Santos
Para carga, passagens, encoaimendas e di-
aheiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Rua do Commereie8
Io andar
1 liil Slfil Mll
m
O vapor Cljde
E' esperado dos
portos do sul at
o dia 9 de No-
vembro seguindo
dopois da demo-
ra oecessaria para
. Vicente, Lisboa, v!go, e Koo-
thampton
Reduc^ao de pessegem
Ida Ida t vetit
K' Lisboa 1* ciasse 20 30
A' Scatliampton classe a 25 5 4,2
Camarotes reservaaoa para os passageiros de
Pemainbuco.
Para passagens, frates, encommendas, trata-se
com os
AGENTES
A.morm Irnios & C.
N. 3Rna do Bon. JcausN. 3
Agente Siepple
Importante leilao
De 1 sobrado de 2 andares e sotSo rua do
Bom Jess ontr'ora Cruz n. 26. freuezia do Re
cire. com 3 janellas de frente, varanda corrida
no Io andar, 2 salas, 3 quartos, no Io e 2o andar,
o soto com 3 quartos, 1 ealeta e cesioba, com 7
metros e 20 centmetros de largura, e 17 metros
e 60 centmetros de comprimento, e em muito
bom estado de conservacSo em terreno proprio.
Ter?a felra, iodo corrent
A's 11 horas em ponto
No amiazem da rua do Imperador n. 39
O prepotto do agente cima por mandado e
assislencia co Exm. Sr. Dr. ju:z de dlreito da
provedaria de capellas e residuos levar leilao
o importante sobrado cima a requerimento do
inventarame dos bens do finado Manoel AlDino
de Amorim, com bastaates commodos, e grande
armazem no aodar terreo.
Os Srs. pretendenies desde ja podero exami-
nar o referido sobrado.
A rente Pestaa
Leilao
de urna casa terrea, sita rua da Ponte
Velba n Do, pertencente ao expolio de
Antonio Francisco Campos.
Quinta clra, 18 do correntc
A't 11 horas eiu ponto
No armazem travessa do Corpo Santo
n. 27
O agente Peslena vender por mandado e as-
sistencia do Exm Sr. Dr. juiz de orpbaos caso
terrea cima mencionada, edicaaa em terrena
proprio.
Podem desde ja 03 Srs. compradores exami-
nal-a.
mu
H -je, 6, conliDa o agente Pioio o leilo de
miudezas. comecado hontem no bazar da rua da
Lingue'.a d. 6.
Terca-feira, 10, deve ter logar o leilSo de
bons movis, crystaes e mais objectos da casa
em que residiram os Srs. Jos dos Santos 4 C,
roa do Hospicio n. 46.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se urna bo;i casa no Porto da Ma-
deira. un Beberibe, rua de S. Benedicto u. 2,
com excedentes commodos e aFse'.afia oara fa-
milia, quintal murado, arborisado e jardim, com
banheiro nos fandos ; a chave para ver na mps
ma casa, e a tratar na rua da Florentina n. 20,
Nova Harsbureo.
Ama ae c si ha,
rua de Santa Rita n. 1.
prCisa-se ae urna ; na
Precisa-se
vigas de duas
mulher.
de urna ama para todos os ser-
pessoas, e que eneomme pra
Ao Sr. Dr. Martins Francisco em Barbace-
na, pede-e o favor de mandar o que nao ignora
a Manoel Fernande3 de Abrco, na rua do Pro-
gresso n. !0.
dem idem ro Sr. Adolpho Monteiro, na Es-
tancia.
Uem idem to Sr. Jos Alves Frnandes, na
rua da Soledad.!.
Alufaase o sobrado rua da Roda n. 46,
com bons commodos, muito Iresco, e com agua
encanada ; a tratar na rua do Caboga n. 16,
ioja.
t
Dr. los Haredo de Caatro Be-
bello
Dr. Barros Sobrinbo, tendo recebido a infaus-
ta noticia de ter fallecido, repentinamente, na
cidade de Macab (Rio) o seu particular amigo e
comnadre, oengenneiro Dr. Jos Macedo de Cjs-
tro l; .'bello, convida as pessoas de sua amizade
e as do fallecido, para assistirem as missas que.
por alma do mesmo, manda rezar na matriz da
Boa-Vista, s 8 heras da manb de sabbado, 7
do correte, e anticipa Ibes os seas coraiaes
agradecimeatos por e.-se acto de caridad e re-
ligio._______
Ama
Preci;a-se de orna ama para cosinbar e mais
servicns domsticos, que duma em casa dos
patres ; a tratar na rua larfca po Rosario n. 9,
rtlojoaria.
Ama
Precisase de urna ana para ccsinhsr ; a tra-
tar no largo da amiga assembla n. 21 Forte Co
Mattos) junto a guarda mora.
Ama
Na rua da Penba n. 23, 1- andar, preciase
de urna ama oara comprar e cosinhar, para pe-
quea familia.
Ama
Na rua de S. Joo n. 17, precisase de urna
ama para o servico interno de casa de rapaz sol
teiro,
ama
Precisa se de urna ma para co=intiar em casa
de urna familia, prefera !o se que durma em
casa oes patres ; a tratar na ro;. Barao do
Triumfho, antiga do Brom n. 53, taverna
Anu
Precisase de urna ama para cesnba ; a tra
tor na rua Baro da Victoria n. 54, na nova
agencia de movis.
Ama
Precisa se de una ama para cozinhar, para
pequea familia, a tratar rua do Pedro Afbaso
o 26 ou na Boa-Vista rua Velha n. 117.
Ama de engommada
Precisa se, rua do S. Jorge n. 12), 2* andar
Ama e criado
Precisa se de urna ama para o frrico de casa
de familia e um criado para sitio, garactindo
seus contratos; na estrada de Jcac ce Barros o.
26. sitio.
Ama
Precisa-se de urna ama para connhar
paaaria rua do Brum n. 62.
na
Km
Precisa-ss de urna ama para lavar e engom-
mar ; a tratar na rua d; Riacnuello n. 3.
losinheira
Precisa-se de ama ama
rua d3 l'aio n. 54, taverna.
que cosinhe ; na
Precisa se de um menino para caixeiro'
com pralica de taverna : na rua de Aguas Ver-
des n. 17, taverna.
Alcsa se por 20 mtnsaes o ?oio com 2
salas, 3 quartos e agua, na rea da Penba n. 23 ;
a tratar na rua Dique de Caxias o. 43.
Leilo
De fazenaas e miudezaa e nerfumarias
EM CONTISUACAO
Boje, H de .\o?embro
Agente Pinto
Rua da Lingueta n. 6
Leilo
ia
da Ha-
PORTOS DO SUL
acei, Penedo, Aracaja' e Baha
O PAQUETE
S. Francisco
Commandante Esteves Jnior
Segu no dia do No-
vembro s 4 horas da tar-
de
Recebe carga, encom-
mendas, passagens e di-
nbeiros a frete, at s 2 horas da tarde do dia
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caet da Companhia Pernambucana
______ u. 12
CHARGERS REUNS
Companhia Francesa
DE
Xavegacao a vapor
Linha quinzenaleatrc o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos.
O VAPOR
Ville de Buenos-Ayres
Commandante Thomaz
E' esperado do
Europa at o dia
o do corrent e
seguir depois da
oecessaria demo-
ra para
Sania, Rio de Janeiro e Santos
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar dentro
de 6 das, a contar do da descarga das alvaren-
gas quaiquer reclamaco conceroente a volumes
que porventura tenham seguido para 8 portos
do sol, aflm de se poderem dar a tempo as pro-
videncias necessanas.
Expirado o referido praio a companhia nao
se refpoosabilisa por extravios.
Recebe carga, encommendas passageiros,
para os quaes tem excellentes accommodagGes
a tratar com o
AGENTE
Aug-uste Labille
9RUA DO COMMEBCIO-9
Da armaco, balco. balanca, pesos, medidas,
canteiros e resto de mercadora* existentes na
taverna sita rua Augusta n. 258, esquina do
becco do Peixoto.
Garntese a chave da casa ao comprador da
armacao, l.vre e desernbaracada.
Sabbado, 7 do corrent
A's 11 horas
Por intervenjo do agente
Cusmao
Leilo
Agente Brito
i broxe com brilhantes, 1 collar com 14 vol-
tas de perola, 1 cruz de brilhantes, 1 pulceira
com 4 voltas de perolas, alnetes, relogios de
ouro e outras joias.
1 piano, 1 mobilia de junco. 1 dita deamarel-
lo, 1 guarda roupa, t mesa elstica grande, 1
commoda de Jacaranda, 1 dita de amarello, 2 ca-
deiras de bataneo, de junco, 2 ditas ae amarello,
1 cama franceza, 2 marqueses, 2 banquinhas
de ja:arand 2 bidets, 2 consolo?, 1 realejo, 1
candieiro Belga, 1 guarda-louca, 2 apparadores
com pedra, 2 balancas decimaes, 1 reiogio de
parede, 1 toilette, 1 marqueza, 1 cabide de colum-
na. 2 bancas de amarello, 1 estante grande en-
vidrajada, 1 rotula, quadros, louca para almcco
e jantar, talheres, copos e outros muitos objec-
tos.
Sabbado, 9 do corrent
Rua Direita n. 86
AS 10 e t|2 HORAS
Pede-se ao Sr. Manoel T. de Apaojo Salda-
nte, que appareca na rua do Alecrirn n. 22. dar
alguma resposla dos negocios da Viuva.
O abaixo assignado, carroceiro do Sr.
Francisco Avila da Mendcnca, tendo perdido sua
matricula e com ella um carta) do mesmo Sr.
Mendonga, valendo HO, datado deOatcbro pr-
ximo passado, e um vil de 10$ com d;ta de 24
do mesmo mes, vem o suprmante pedir so Sr-
Men lenca o fivcr de nao pagar a pessoa alguma
os ditos documentos e licarem eem valor por
serem substituidos por ou'.ros.
Recife, 2 de Kdvembro de 1891.
Joaquina de Araujo Lima.
Offerece-se um mogo portugaez com mu-
lher e um menino, recentemente viudos de Per
tUjMl, para fetor ou servigo de jardim, ou ad-
ministrador de quaiquer servigo, da abono da
sua conducta ; a tratar na rua da Madre de Deus
n, 3, ou na padaria do Entroncamento, Mangui-
nhe. _______________________
0 Sr. presidente da Intendencia
Municipal de Nossa Senhor.i do O' de
Ipojuca, rogado a mandar resposla
das cartas que se lhe tem mandado
por parte do escriplorio deste Diario.
Precisa-se de urna boa co-
sioheira,a tratar na rua da
Soledade n. 82.
Precisase de urna boa cosinbeira c;ue seja pe
rita no seu trabdlho, que durma em casa dos
patres, para casa de pequea faffii ia : na rua
de Feraandea Vieira n. 29.
Patacoes
Compra-se de todas as nagOes ; na rua doCa-
bug n. 9. Ioja de Augusto do Reco.
Patace

Brasileros
Marcados 200 no centro, compra se por
maior prego do que em entra quaiquer parle: no
armazem a rua do Commercio n. 4.
Cosinheira
Precisase de urna cosinheira qu? seja boa,
para casa de pequea familia ; a tratar na rua
do Commercio n. 32.
Criado e criada
Precisa se ; a tratar na rua do Coirmerrio nu
mero n. 44.
Aluga-se
A casa com sota da rua Sebastin Lopes b.
31 (antiga travessa do Geriquity) com commodos
para grande familia e com agua encanada ; a
tratar na rua Mrquez de Olinda a. 8.
C erveja Spaten
A melhor cerveza no munao cenhecida a de
marca Spaten, a qaal se acna a venda no arma-
zem rua do Commcrci6 n. 4.
Libras steriinas
Vende-se na leja de jo'as ce Aozusto Beco
C, rua do Cabue n. >.
Palatftes bni. iros
Compram-se patac5es b-: qualqaer
moda de prata, paga-se b?n: l^ r loo*r;a Da-
vid. ma do Cabog o. 14.
Cer vejas
Nctar e Leo k Rule
importadas directamente
deuaaa das principaes cer-
vejarias da AQem&Blia fa-
bricadas exclusivamente de
lpulo e cevada de -rimeira
qualiiade, sem acid. salei-
lico, e preparadas exprf s-
mente para o clima do Bra-
z 1; tema grande vanagem
de nao e deteriorarem facil-
menle, e conservarezi por
longo tempo sua pureza pri-
mitiva.
Acham se expostas a ven-
da nos priucipaes estabelec-
mentcs desta praca. tendo
por suas excellentes quali-
dades urna geral aceita cao.
Os apreciadores poderao
encontral-as no? seajiiintes
estabelecimentos.
No Recife, Antonio Sam-
paio do as cimento, Viuva
Carrol, successores. Lunch
Roon, Guimaraes Valentee
comp.. branles & C, Ma-
noel Moreira de Souza, Jos
Lopes da Cesta, Antonio
Joaquim Cascao e comp.,
Costa Cazeiros e comp.. Flo-
rindo Jos Baptista, Silvino
Silveir: e comp., Luiz Pin-
to Saraiva, Restaurant de
Pars.
Em Santo Antonio. Po
cas Mendes e comp., Jos
Pereira da Silva Lisboa,
Restaurant Commercial. Sor-
vete Familiar, Jos Joaquim
Alves e comp., casa de ie-
eicpes de Comes e comp.,
Caf Luzo Brazeiro.
Na Boa-Vista, Antonio de
Almeida Rabello, Arthnr
Maces e comp., Jos Gomes
Gauches e comp., Antonio
Jos Martins, e em cu tras
casas.
Piano
Compra-se um piano, a tratar na rua Duque
de Caxias n. 6. Ioja das Estrellas.
Cosinheira
Precisa se de uua qce cosinhe bem
3aro da Victoria n. 10. sobrade.
na rua
Criado
Precisa se de um criado ; a tratar na Ioja das
Estrellas, ma Deque de Caxias n. 56._________
Costureiras
Precisa-se de peritascostoreiras ; em casa de
Mme Paul Jnllieo. roa Baro da Victoria n. 30
Leilo
do sobrado de 3 andares e solao sita a rua
Larga do Rosario n. 42. em terreno pro-
prio.
Tena-feira, 10 do corrent
A's 11 boras
No armazem rua Mrquez de Olinda
n. 48
O agente Gasmo, antorisado, far leilo do
sobrado cima mencionado, podendo os Srs. com-
pradores examnalo.
Leilo
De bons movis, cryetaes, porcelanas, cua-
dros, janws, tapetes e esteiras forro de
sala
A saber
Um piano forte de Klhery, i mobilia de Jaca-
randa, candieiros a gaz, 4 qoadros, 4 jarros
para flores, 1 tete de sof, 6 ditos de porta a
1 estera forro d3 sala e quarto.
Urna cama franceza de Jacaranda, 1 toillete 1
lavatorio, 1 commoda, 1 guarda-vestidos duplo
1 cama franceza e 2 cabidos. 1 meea elstica
com 4 taboas, 1 guarda louca, 1 aparador cem
armario e tampo de pedra, 2 aparadores com
gavetas, 1 reiogio de parede, 4 quadros, copos,
clices, garrafas, cooKofciras, porcelana para
Gosinheiro
Precisa-se de um cosinbeiro : a tratar na rua
de Paysaud n. 19. ____________
Aos agricultores e ao com-
mercio
Pinto Ferreira & C. avisam que compram toda
e quaiquer quantida e de mel, pagam por maior
prego <,ue outro quaiquer. Tcmam conta as
estcOes de vias-ferrea ou em ootr* parte.
Compram alcool e agurdenle em seu enchi-
raento no caes da Companhia Pernambucana nu-
mero 4.
Aesim como venden vinbos nacionaes e es-
trangeiros do melhor que ba no mercado.
Fazem todas as transaccOes referentes ao
mesmo negocio.
Pocas Mendes & C-
Precisa se de um caixeiro com muita pretica,
para seu ramo de negocio, que d tbr no de sua
conducta ; tratar em feu estabpledmento
rua estreita do Rosario n. 9.
Urgente
Motor e moenda
Compra se um motor de forca de qu;;tro a seis
cavallos, vapor e urna mcenda de tres tambores
com a panadera de viole vinte e quttro polle-
gadas. r ^
Informa ne^le e;crip!orio Z. P.
Precisa-se
de um criado de boa conducta ; na fabrica Cv
bele, largo do Paraizo n. 20.
Criado para sitio
Precisa-se de um ; na rua do Lina, em Santj
Amaro, na antisra casa do Dr. Ramos,
Vende um no largo do Monteiro n.
i (outo da igreja) com excellcnte casa
de um andar, pavimento terreo assoa-
lhada, bastante arberisado, todo mura
do, cu jo predio foi construido a cerca
de 8 anuos: os pretendenies podem
tratar rua do Bom Jess n. 21, (Ioja
de cacado),
Declara^o
Tendo se extraviado os documentos qu-' rece-
beu do Thesouro, referentes as obras do acude
da Laga do Carro, pede o abaixo assignado
pessoa que os achoo, o favor de ectregal-os na
roa da Cadeia n. 34, andar, ude at. -rati-
ficada.
Recife, 2 de Novembro de 1891.
M. de Hollacda Cavalcante de Albuqneque.
Fabrica 4$TirT
Rua Baro da Victoria d. OS
Mr. J. Gerard e Mme. Gerard, antigos
proprietarios da fabrica de lavar, sita a
rua do Cabug n. 7, 1. andar, avisara
aos seus numerosos freguezes que a re-
ferida fabrica passar novamento a sua
direcc3o.
Na rua Bario da Vic'oria fabrica de
quadros e molduras) n. 63 paia onde
transferiram o seu estabelecmento de
luvas, achar3o as Exmas. familias o mes
roo agrado, a mesma modicidade nos pre
jos e a mesma lealdade no trato com que
sempre os abaixo assignados timbraram
em bem servir aoi seus bondcsoB fre-
gu zes.
Para bem servir o publico, os proprie-
tarios da fabrica mandaram vr expressa-
monte de Paria Mr. Neuveux, um dos
mais habis e peritos luveiros francezes,
o que munido de bons materiaes e esplen-
dido sortimento de pelles, testar a sua
pericia e incontestada proficieueia.
Mr. Joseph Gerjrd.
Mme. Oerdrd.
M IHHGS
Cui maraes fy Valente
participam aos seusfresrue-
zes e Illms. Srs. de erce-
nnos, que como ssmpre tem
grande deposito dos artigos
abaixo mencionados garan-
tindo tudo de prmeira
qualidade e presos sem
competencia, a saber :
Cal neva de Lisboa
Dita de Jaguaribe.
Cimento Portland.
Oleo de mocoto (puro).
Ditos americanos (para ma-
chinas).
Dito de linhaca.
Dito de ricino.
Azeite de carrapato.
Dito de coco.
Dito de peixe.
Peixe em latas.
Kerosene inexplosive
Graxa em bexi^as.
Craxeta de linho.
Potassa da Russia (eia latas,
caixoes e barricas)
Trisulphito de cal (novo
preparado para clarificar
OBssucar)
Formicida Capar, ema (o re-
medio mais efficaz para
a extinc^ao da formina
sauva)
6 torpe- Sanio- 6
SOLITARIA
CURA CERTA
em HOBA8. com os
LBULOS DE SECRETAN]
Pfitrmactutico, Prtmiado com mtdil/H
UXICO REMEDIO IMFAJ.LIVKT.
ADOPTADO PELOS MOSPITAES DE PARS
Ifcpniurioi o PtrUBkMcFlAK" H. di SU.fi P!
.
'




Diario de Pernambuco Sexta-feir* G de \ovembro de 1891
IKFilATABU
k mais ta intus 10 norte Ja Embira
Neste modesto estabelecioiento, encontrar o publico os roe-
Inores ecidcs de la pura
COMOSEJAM:
Sarja, sedan, para casaca. Sarja de diversas cores mescladas.
Dita rela, para croise. Casemiras de cores para costumes.
Dita azul escura para frack. Ditas de ditas para calcas.
ita r para paitot. Ditas pretas para costumes.
Todo fzondas inglezas importadas das melhores fabricas
Freces osaatodos
2.3Eiaa da Imperatriz n.13
A. C. Neronlia 2. C.
l:.2coa de atten^Sj os scgmntes rticos :
Liic ii a .ujeriesnoa, rovos deaeohos f. oGO o covao.
'.' iles, dem a 260 o dito.
t dem claroa, a 2C0 o 240 o dito.
mell. m asid p&ra palito !s a l(52CO o dito. ___
ras euperujrBs pare costumes o que ba de bom a 5oC0.
Edem -rota diagonal a 22(X, 3(5000 e 4;>5C0 o dito.
. I anda para vestido a 440 o dito.
.k:k a t:e cores pra mesa a 15!00 o dito.
Setioeta oraoea bordada para noivas a 600 o dito,
Tus oes braceos iiem a 5G0 > dito.
['opeiina com listras de peda a 900 o dito.
Dunacs braceos a 151G0 o dito,
viiusldas e veos mai liedos a 10j5G00.
j9m de crochets de c3res a G|$000.
1'..: ates uara sof a 160OOQ.
Joicbss tic crochets, riquiasimas a 10*5COO.
lem de cores a 4,5500 e 50G0.
'ober'-S de ganga forradas a 3gi200 e 3503.
. r..rrante de 4 laguras 1^200 o metro.
::i peso licho, dem 2*200 o dito.
Atoalhadoa adamascados idem, a 2jJ0G0 o dit..
'Toa I has felpudas a 6'00Q a duzia.
Toaihas ce labyriatho para baptizados a 355000 ana.
Pasas de cambraia branca bordad*, a 5(5000 10 jardas,
dem de madapo!3es superiores a 7000, 10^000 e 124000.
dem de esgaiao de algodao a 45000.
Cauces de cachemira enfeitados de vidrilhes a 1">$C03.
Cortes de fuatao para colchas a 1{5000.
Camisas rancezas tinas a 365000 e 42000 a dua'a.
dem de flanellas lisas e listras a 20000 e 225000 a dita.
Sa ojias de bramante tinas, a 16(5000 a dita.
Lcc;'S iraitacao de seda a 25400 a dita.
Ousrdacapos grandes a 75000 a dita.
Percales tinissimas a 320 covado.
Orctf nes proprios para luto a 320 o dito.
Merinos pretos 2 largaras tudo 12 a 15600 o dito.
Setics pretos reacio a 15200 o dito.
E muitcs artigoa verdadeiras pechinchas.
As vendas em grossa teem 14 j, de descont.
Has Bc|C0 do Gaxias a. 59
LO JA DE
1* OAXS39ia > r~ m!
< Q ce SOIIHdSOHdOdAH ROO 0VH1V3V9
aa oavDia 3a oaio
z I 3p O^MCdaid ioijt.-iui b soltado.] so sopoi V 3 dlUOUlUD^IlUdlJS S0pi:Ul([U103 z H O
|l S3J.N3ia3HONI soaiH-ioosa sivw m,
< soa visodioo
-r-cc O Li. dN3X 3 NVNNV1 ^ oysiijflrs v 3-svp vnt c) 0!|i.iiuaj m O O z >
i#l JOqpiU O 07J03 CpU3UlUI033J 3g
i3Avavyov M 1
Novidades
Ra das Larangeiras n. 4.
TELEPHONE 580
Para este armazem de vinhos acaba de chegar de Portugal diver-
sas marcas de vinhos puros de uvas, em pipas, quinto e decimos por
pre<;oa sem compete ca e sem rival em qualidades, vende-seem grosso
e a retalho.

.TIHO DO POETO MONTEIEO & 1RMI0
Estes saboroaisaimos vinhos do Porto importados directamente de
VILLA NOVA DE GAYA, sao os mais puros e garantidos, quer em
qualidades de uvas escolhidas, que no seu effeito salutar tornando se
a par dessas nc^ntestavais qualidades SEM RIVAL no mercado.
Chamamos a attencSo dos apreciadores as seguintes marcas dos
nossos vinhos do Porto.
RtX, DE 1834, REGINA, DE 1820, D. LUZ I, DUQUE
MOSCATEL, TRES COROAS, DUAS COROAS E UMA COROA.
Prejos ssm competencia na
ADEGA PORTUGUEZA
NA
Ra das Larangeiras n. 4
Ennes Barbosa.
Caoper & C.
CHEGADAS PARA A LOJA DAS LISTRAS AZE3
Aita Duque de Caxias n. 61
Vestidos bordados branejs fitos borda-
dos em toda a roda.
Chapeos de rendas para meninas botase
no uzo que se quer.
Vestidos teitos para meninas de nm a
quatro annos a 65000.
Avestaes com peitilhos infeitados a....
15500.
Bahadorss de oliado com lindas cores a
300 res.
Gcrros de oliado para senhoras que
uzam banhos salgados e que n2o dese-
jam molhar o cabello a 25000.
] Sabosetes tinos para tirar sardas e pan-
nos a 10j'J.
! Mcbqeteiros com armacSo a 155000 e
1S5000.
Fil com 4 larguras para musqueteiros
a 2500 a arda.
Tapete de c8co para forro de Bala a
15800.
Maxequins automticos servem para
qualquer aenhora por mais magra ou
gorda que se ja a 2-5000.
Reloqios para ver as horas de noute
sem luz a 85000.
Lampadas mgicas acende-se rpidamen-
te sem phoaphoro urna boa luz sempre
prompta, do tamanho de urna caiza
de phoaphoro, custa 35000.
ORo em frascos com pincel, para dourar
movis, quadros, molduras, etc.. a
15000.
Gorros de cssemira pretos e de cores a
maruja a 45000.
Bordados baratos
Babados e entremeios, tapados e transpa-
rentes cada peca tem de 3 e meio a 4
metros e com um pequeo suio custa
250, 320, 400 reis e 15000, "152C0 a
25000, vale o debro e mais as outras
casas-
Fazendas baratas de todas as qualida-
des vende se pir todo o prego para li-
qu dar at o m do anno
Na loja cas Listras Azues
LOJA DO POVO
Este estabelecimecto acaba de fazer grande melboramento para melhor espo*
icSo de seu explendido[sortimento.
Usado grande deposito de tazenaas que nSo pagoa imposto de ouro, vead*
por presos baratissimos.
descont de 10 jo de 20$000 para cima
Voiles lisos e com flores a 240 rs. o covado.
La de listras a 240 rs. o covado.
Ohitaa de cor escuras e claras de 240 o covado para cima.
Cret ne3 fraccjzea claros e escuros a 3i.O e 400 rs. o covado.
dem cm cortes com barra por 55000 e 85003 o corte.
Granadina de r,eda, com listras a (X) rs. o covado.
Crep com desenlio preto e brinco para vestido 5C0 rs. o covado.
MerLs de co-es lavradas.
Cachemira de teda e la com 1 metro de largura a 25000 rs. o corado.
Matk;) i su. rior com 20 varas a 65500, 75500 e 85500 a peca.
Dito fra :cez cim 20 varas a 105000 a pesa.
Cap l i para senhoras ultima novidade.
Grande sortimento de meias de cores e-brancas para homens, senhoras e meninai
asta todo preo.
Brinfi ds linho de cor, feos.
Caaeaiir.i preta, diagonal francez de 65000 rs. por 45000 o corte.
Eatracto uno inglez a 15500 e 25000 o frasco.
Roupas de banho para homens e senhoras.
Camisas braceas rancezas a 25500.
Sauniaes arrendados com 3 1|2 palmos a 2CO rs. o covado.
H--Roa do Crespo-11
MARAVllKA CRA!*i
DO ClXCEItE
Dr. Humphreys te Nova Vorx.
A Verdadeira Maravilha co Scctilo.
APSCVADA E LICENCIABA
pela Inspectora <;crn le H yete so ;!o
inptr-u <1 lliazil.
A MoraTSn fnrnilv rcm>fll para aa Ptsadaras, jlprhm'oiit./:. i -. T'.r-
cedant,OvtMan>.oaLaccraeuM, Alltrli ador,
estanca o mangue, luz parar a fuamrr.aco. redux
h inc-Ua^o. tira descercenlo, c az jarar a Icrda
cuino |xir encp.mo.
A Mp.rmilhn. <''ii-ot/T ^ ai.,--I''prompo*
cura rapiua para -. .1
VU'-inialura to bel, oi OlytUX a j J^.< u-.r uuiro
remedio.
A MaraTilha (oralWn lmpagavel para
rodas a? Hernn oaRla^. t-eja do Nariz, :.-' *enivas,
dofi PuimoPa.uo Katomajo, ou a>4lleiC"rruoKi2- ..-
AlmorrelUicscui-a.-eiupree nunca falla.
A ".Hura-vin f ,.. -vatfumnliiriopmni-o
rara Uor de Denles, de juncia, -*- ate. lncnaw;.o
dn Fccc e Xevralyla.
A Mrrnvillin CnrnlTa -* ^rcr-ir'0 7,ro-,ir-&
i aas Junta= 1
A r.Iarnvtlha Curativa 80 (rramle r"n-d!o
para K <>u
iLi!amr.i3iiai>- riieaa.
A SlrraviVn CaTttl valor
10 1 ai
;Tueulos ebl.Uiun -.
A MarnvlU-a <'Jlr^^-i^;: ;)ara
curar 1 uuarV
cioe, Ca ;.,,: ritiras. J'janelescTu::,
1 Msrav'ilha OaiWtlTliinned!KOBipt|i
par Dlarrliea nlnip*e, ede Dlarrliea chrouca.
A MarnTllha < nrniiva excellento na*
uraa e Kafolad uru.^. Concuases, l^ioeracoes, dec
3s-.cc:ii:a? o Dr. Sorcphrsys.
Qsmeiiios EH^ecificoa,
UngBento ?InraT!hoo,
Kcznedioa SypliltScoff,
Remedios Yc;craarioB.
O ^1 icnal do Vt. Hnmphrera 1U p^f^naa sobre aa
eurul-assccigratia, pedo-
aoaoscu boticario o 1
lIaiPnREYS' MEDICINE CO.,
1C9 Fulton Ktreet, NEW YORK.
Deposito geral na Companhia
de Drogas e Productos chimicos.
Gerente Fraacisco Manoel da
Silva.
Moedas brasileiras
Compra se de 500 rs... 1/000, 2*000 no centre
da moeda ; na ra do Cabug n. 9, loia de Au-
gusto do Reg.
Cosinheira
No Espinheiro precisa-ss de urna cosi-
Inheira que entenda bem do seu ofScio.
1 Atratar -no Corredor do Bispo o 1.
fura a ara tjica* e prompta da
Molestias provenientes de im->
pureza do Sangme.
E' ame Ioacnra andar a nm? c-:po
r:en cm misturas inferiores com-
ordinarias ou de plantas
"g' la nao 6 confln.
pela sdsncia, emnn.auto que a mol. I
eaaa vi ivai adobando terreno.
'-, i demora, Ue nm re-
io garantido cuja efflcacia soja Oict
assifroalado c lnqnestionarel.'
OEXTBACTO COMPOSTO I ISQ TRADC
"i- SALSAPAJtBrtHA i.;: Ayer 5 conhecido
e recommendado -los mdicos mal
jentes dos polzes adiantados. i
.tirante 40 nunos,
v culonas tem coln,1.-) beneficios do sea eu
ta testemunhi % da
Itiva e incomparai ..
PARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
ell, BHMtk, Est.-uiaos.
o
XAROPE Anti-nervoso
do Doutor SAINT-DENYS
Preparado por H. JS4YAD, Pharmaceutico
Site Beller, a e 38, Paria
Socio da Aeioemia Nacional Industria!, memoro da Junta de Hygiena
e Saluliridade de Pars
MEDICAMENTO K0V0, ACTIVO, AGRADAVEL E QOE QNCA PR0DZ DORES DE ESTOMAGO
?.XaroP.e Anti-Neryos> do D' Saint-Denys hoja, gracas .b numersa caras alean-
cae-asnos Hopitaes de Pars e da ranea, o mais empreado, mais eficz, no tratamento das
affeccoes que, tendo o seo por to de partida no systerca nervoso, exercora urna influencia termal
sobre o organismo mteiro.
EPILEPSIA.
HYSTERIA.
INSOMNIAS,
Decui em FiaiASBCC!)
T.5SSE,
CONVULSOES,
NEVRALGIAS,
. TREMORES SENIS,
RHEUIKATISMAS,
ASTHMA,
EfJXAOUECAS,
fiSICA,
FEBRE.
: FRsN= M. da SILVA & C1 D D3J JIClIBS Hnraada e DTOJaTli!.

. T.,
Luiz Vernellevan
ta emprestimos de
qualquer quotia sob
cau^o de ouro, prata
e pedras preciosas e
tambem compra cau-
tellas do Mente de
Soccori'o, cau^es do
Banco Popular, joias
e brilhantes.
Pode ser procurado
na su a reloj oaria ra
do Baro da Victoria
n. 53, das 8 horas da
manh, s 8 da noute.
.-'-*' +*zw
G-ie^C3-E-A..S X)E
FERRO TRO
Albumlnato te Ferro e Manganez
EiOLUVEL
DURA RPIDA 2 GFFSTA ^e
tote/, ^x^x/.
13 en Pjrh: E. TROUETTE, ir, rus in Immsmies-lsotrUh.
trr--r'.-\f, W;?i
8) -
MARAVILHA GRATIVa
I>0 CCLEBRS
Dr. Humphreys de Nova York.
A Verdadeira Maravilha do Seculo.
APPROVADA E LICENCIADA
irla Inspectora Gprnl de Ilysicne da
Imperio de Braz.
A Mnravllha Curativa remnlln rrompto
vira ar Pisadura, Machucaduras, contust**, Tor-
cedurafl. Cortaduras, ou l^coracoas. AUlrla a dor,
i'.-tanca o satguc, faz jiars.' a Inil;imina.-o. reduf.
e inch3;o. 1 tra o descorameuto, e faz arar a f crida
como por encanto.
A ^Inrnvha Cnraliva alllvioprrmptoe
nira mt-Kia para QuelowdunaS, l^caldadnraa, o
yueimadiiru do tul. e 6 superior a (U-!.,ut_T<_ remedio.
A Marnyilba Cara Uva lmpftgaTel par
ndasasllfmorrharilas, ^ja do Nariz, das Genpivua,
d(* Puimdes. do Eet-tmap, ou as HemorrhoklaoU
Almorreimascura sempre e nunca falba.
A MarnvlihaCurativaSamaUivloprompto
pnra l>or do Deutcs. oe uuvidos, da fc'ace. nchac^to
a l'ace e Nevralgttu
A MorPTU Curativa f orcem^w pronrpto
e prcciosi para Dores rL.'umaticab,-Ueijao, Dore
Kgldes na& Junta ou 1 ornas.
A Mr.\ iiha Curativa 60 crande irradio
pnra Esquinencia. Aiiffina, Amydalasluchadasoa
1 nttaxnmadassempre seguro, sempre efnCar.
A Maravilha Curativa. 6 do multo ralot
rvimo injecefto para o ectarro, a Leucorrhea ou as
Mores Brancas, e outros coirlmentos debilitantes.
A lnravllba Curativa 6 Impagavrt panA
curar Ulceras. Clins*as antipas. Apstenlas, rauarl-
oios. Callos, Friciras, Joanctes e iTunores.
A MaraTiluki Curativa 6 remedio prompto
^ura Itiarrtte.i simples, o de Dlarmea clironica.
A Mnravllha Curativa A eiccnente naa
^vt-ebarias o cavnllarieas. para Torce-turas, Dores,
l-L-adurace sfolatiuras, Ccntosoes, Laceraots, &c
Sspeeialidaes do Dr. Eamphrcya.
Remedios Especifico,
ungento Maravlbono,
lciiiei'ios SypkilfticM,
Remedios Veterinarios.
O Monnal do Dr. Humphreys 1 patrinas sobre aa
Enfermldades e modod-'cural-asbe dyi-utls, pece-
bcao^iu boticario ou
HCMPnilEYS' MEDICINE CO.,
109 Fullon Street, NEW YORK.
NICOS AGENTES
Para vendas cm grosso em Per-
nambHco
FariaSobriQho&C.
DROGARA
A' Ra Mrquez de Olinda n. 1
j
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PrepdTado Tinoso depurativo
Approvado pel& Illuftraa Janta de
Higiene Public?, da Corte.
Auctorsado por Decreto Imperial
de 2o de Junho de 1883.
cowposigo
de
Firminc Candido de Figueiredo.
Empreado com a maior efficacia no
riiewnalismo de qualquer naturexn,
em todas as molestias da pelie, as
leucorreas ou flores brancas, DC*
scfirimentos occasionados pela impure-.a
do sangue, c finalmente Das difieren!*
furnias da syphilis.
i
1
I
I
[
-i:
Bse Nos primeiros seis .lias urna
colher das de cha pela manlia c cura
noite, puramente ou diluida em agua^
e em seguida mudar-se-ha para colhe-
res das de sopa para os adultos e me-
tade para as crianzas.
Rgimen Os doentes devem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos banhos fros ou
momos, segundo o estado da molestia.
szposrro centsal.
Francisco Manoel da Silva & C.
Droguistas
23 Ra Mrquez de Ob'nda
Pernambuco
1
mn\ IA21A EXTRA-FINA
oiEAC. E2SZNCIA. LZu DE T01LS1TE. PC DJ ARRCZ. OLEO.
m *%>&&&#
DIGESTES
OIFFICEIS
Dyspepsla
Parda
\da Appetite\_
TNICO-DIGESTIVO com QUINA, COCA c PEPSINA
tli-EM TODOS OS HOSPITAKS Medalhas de Ouro e Diolomas de Honra
I PABIS COU.IM e C*. rae de aubeage, 9, e ID ts PlumiciU ^"
DO NCAS do ESTOMAGO
EL XIR GREZ
GASTRALGIA
ANEMIA
Vmitos
Diarrhia
chronlca
MEMBREtaJURY
Exposicao Universal de Paris
DE -1 seo.
H0RS C0NC0URS
A Superloridade dos Sabonetes de VIOL.ET
conhecida e certiflcaca pelas Celebridades
Medlcaes, e confirmada por urna
experiencia de mais ele
mel seculo.
*%g**
ESTES SABONETES
tem a propriedade
de tornar a cutis
FIRME BSA27CA e AVELUDADA
29, onlevard des Italieas, 89, S,mX8
V\mxmvT. *S Pft/A-C/-.lgs CASAS d. PERFUMARAS da BOMuPA da AMSRKA.
especialidade;
T. JONES
FABRICANTE DE PERFUMARA
EXTRA-FINA
.'GLESA
VICTORIA eSSENC'.E
O perfume mais delicioso no mundo
Euma grande colleoeo de exlractos para o lenco
da niesma qualidadj.
LA JUVCNIL.E
P sem mistura clumicd aU-uina, para o rosto,
adcreute e uvhvlI.
CREAM IATIF
Conserva-se em todos os climas; um ensalo
demonstrar sua superioridad^ sobre os outros
Cold-G-eims.
AGUA DE TOUCADOR JONES
Toulca e refrescante. Excediente contra as
picaduras de Insectos.
ELIXIR E PASTA SARIOHTI
PentilYcio antisptico e tnico. Branquea os
denles o fortifica as gengivas.
23, Boultvard des Capuc: nes, 23
PARS
Deporto em Pernimbuco : C'' de Drogas (t Pndnctos Cbimicos
ATKINSON'S
WHITE ROSE
O mais soave de iodos os perfnracs suavpg
A original e Tnica BMunrrla Tcrtia.!cira i
a de Atkixson. vtar m coiiirafacces
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
bom preparada um dos perfumes dos ;
mais refrescantes. A do Atkin*on*, de (
labricuc^to ingkza reconhecida como .
a mais fina.
Vendem-se em toda a narte.
J. 4b B. ATKIVSON,
24, OJd Bond Street, Londres.
^A VISO l-epitinm somente cora o r-.tulo-
escudo ii e amare.lo a a marea Ue
fabrica ami "Rosa branen 'com
o compiti endereco.
XAROPE
Rba-Iodado
D'J. Buci
Jo
O Iodo, combinado
com os suecos das plan-
tasantiscorb nicas, pres-
ta s Crearlas doentes
os mais rel /antes ser-
vicos, para combater Glndulas d) pescoco,
ftachitismo, Pallidez, Engorgitament >s escrofu-
losos, molestias da pelle, Crostas lcteas, etc.
E' preferivcl acs leos de figado J(- bacalhao;
alm de ser um fluidificante; tamben depura-
tivo anergico.
PARS, 19 ii, RLE DROi;OT
A OS
Ferro Girar
Approvado pela Academia de Medeci:;a do
Pars. Approvadv. pela 9natm
Central de Hygiene publica do Br;tl.
O Professor Hrard encarrepailo do
RelatorioAcademiademonstrou .que
fcilmente acceito pelos loe itas,
bem tolerado pelo estomago, rest tura
as forcas e cura a chloro-am.nia;
que o que distingue particular.ente
este novo sal de ferro, que nao ciusa
priso de ventre. a comb.ite, e elevn-
dose a cise, obtimt II deje iedw
numerosas. i>
OFERROGIRARDcnrsane r.ia,
cores pailidas, caimbraf de
estomago, empobreciraer.ta elo
sangue; fortifica os tempsra-
mentos fracos.excita o ap.pe tita,
regulariza as regras e coi .bato
a esterilidade.
Deposito em Paris, 8, ra Viv: enne
t AS PRINCIPIS DnOGAMAS E PHAHM,.CIA5
s4asssa4 Uf
= Medalhas f Ouro hs Esposicoes UiUversea #
*J. V A.TJT t
BRDEOS (FRANCA 9*
# Depsitos em todas 53 vendm di Cor estiris. #
tfttttttttftttttt'ftttfF
PASa LIQUIE
Charlte verdadeiro, qua-
lidade superior,
Castores de todas as co-
res com lindos desenhos.
Tapetes com iindissimoa
padroes.
Marroquim brnco e de
todas as cores.
Sola especial.
Formas rancezas moder-
nas e mais artefactos para
sapateiros.
Tudo isto.se vende por
diminuto preep por haver
grande deposito na luja de
calcados ra do Livra-
mento n. 10.
Costa Campos C.



8


Diario de Pernambuco Sext'a-fera 6 de Novembro de 1891
AOS FUMANTES
Desejaes nSo.ter azia quando famaes?
sae por algutnlempo os apreciaveis cigarros dcnoninados MINHA ESPERANCE, qacr picados, quer dcsfiados. Csae lambem o arai'a
saboroso fumo desfiado intitulado Hygtcmco Naeional e os cigarros do mesmo fumo.
Depois dis:o dir-nos-hei se foi ou naa til o conselho.
Cumpre notar que os Hygienicos sao fraquinhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPEKAl\A situada na roa Laiga do osario n. 21 .
_______________________ Um apreciador.
f

YENDAS
Pitas ic core3 para rnosqueteiroa. crochets
Je cores ra peca para cortinas ; retoben a loja
Jo Coelho. i ra da Imperatrz o. 6.
Loja doCoelho
56, ra da Imp:ratriz
E-te grrnde estabt.lecimeiito de modas acaba
ie expor ao publico e as anas Exmas. fregut-zis
jai verdadeiro e atraheate sortitnento em oovos
tridos para vestidos, tscoa do chefe da cana
ltimamente em compr.-.s os p.-incipaes centros
Ja mi da.
Corles de vestidos
Meios confeccionados
Sao bellos e eolitos os que lecebeu a loja do
Jotil'.o n. 36. ma da Imperatriz.
Sahidas de theatro
em echarpes, mantilhr.s e mdaleuzes
Acaba de reiirar da A:fum'ega o que ha de
ma i.Kmoro=o Tiesto genero a
LOJA do COELHO
Roa da Impesatriz d. 56
Chapees c capotas
eoLecdeu.d.s pelas rriaieiras modistas de Pa
is e Bernm, alia novidade ; reeebtu a leja do
Coeltio, ra da Imptratriz d. 36.
Capas modelos
Neete artigo uo ha competencia para os que
acba de recibir a
LOJA DO COELHO
Ra da Imperatriz o. 56
Salaode mo las
Ruches
Jabot
Gotea
Receben o que ha de mais chic nestes arti
gos, a loja doCoelho, :ua ua Imperatriz nu-
mero 56.____________________
Novidade
Em loques e gerseys
Receben a loja dj Coelbo n. 36, ra da Impe-
ratriz.
Priiiielra Lotera Extraordinaria
SABAO RUSS
MaravilhoBO. essencia preparada por
JAIME PARAEDA
APPRVADA PELA EXK- JUNTA DE liYGIENE DESTA CAHT.1L
numerases certificados de incaicos tiistinotoa
e da pesaos i de todo o criterio attestam e preco^ijam
o SABAO ECSSO para corar
DO
ECIFE
Queimaduras.
Nevraigias. '
Contus3es.
Drihros. \
Emp'gecs
Pannos.
Caspas.
T.'.
\
'
apese.
D^rei rheumaticas.
Papel-forro
Grande remessa, infinitamente variada, em
corea edesenho?. Os precos ? rasta dar a se-
geinte idea de 340 a 1 000 a pega : na casa
especialista deste genero, ra da Madre de
Deas n. 30 (Recite).
J. T. Carreiro.
iIlMll fOS EOi'O!!
CARRINHOS de 4 rodas (cabriolte) o
que ha de maia chic oo mercado.
VELOCIPEDES de madeira e ierro,
fortes e elegantes.
REALEJOS de manivella, esplendidos.
Na loja de msicas e instrumentos do
Asevedo.
Ra Nova n. 13
Taverna
Vende-se na pequeo estabelecimento de ta-
verna, na ra Imperial o. 293 : a tratar no pa
teo da Paz n. 96, em Afosados.______________
Fabrica de gelo
Igaas e limonadas gasosas d<
todas as qoaiidades
Soda water, groger, ale, ltmao, laranja, cora
li.abacaxis, granadina, grosellas, franboisai.
Lanolina, ortel-pimenla. etc., etc.
12 A-CAES DO CAPIBARIBE-H-A
A grande aeceitacao que tem tido esta lotera pelas mltiplas
vantagens, faz com que os encarregados g-arantam a sua extraccao
infallivei no dia designado que *
24 deDesembro
VESPERA DO NATAL
O seu plano o mais vantajoso de todos os planos das loteras
vendidas no Brazil.
Alem do grande premio le quinhentos contos tem mais: um de
cem contos, um de cincoenta contos, e muitos outros de vinte contos
quinze contos, dez contos, cinco contos, etc, etc.
Os bilhetes esto expostos a venda as principaes casas de lote-
ras desta cidade e na
Vende-se
Vende se on aluga se um bom sitio;
com boa caaa de morada, com muitas fru
cteiras no Parnamerin>, junto a estacSo ,
a tratar na de BarSo Vi toria N. 18.
Vende-se
Urna carraca de deas rodas < um boi para a
mesna. matriculada ; a tratar < m Santo Amaro
das Salina*, estrada de L moeiru, -. rema nume-
ro 6-B.
RA DO CABUG N. 3
1 ANDAR
800
Preco da cada bhete rs. 16$000 dividido em vigsimos de
reis.
O Producto da venda dos bilhetes vai sendo recolhido men-
salmente ao Banco de Pernambuco.
A extraccao ser feita pelo systema de urnas e espheras
o mais acceito pelo povo.
OS ENCARREGADOS,
Arthur & Desiderio.
Dores de cabofe,
Fcrlrncntos.
Sardas.
Cbgas.
Rugas.
Erupi,'533 cutneas e mordedura? do insectos venenosas, etc.
A nica e ameliior AGUA DE TOILETTE, raunindo em si
todca 3 propriedf.de a das mais afamadas.
VENDE-SE i on estabelecimeotoB de Pedro Autnnes & C. o
Rid.->!pbo Antunus i'o C. ra Ouque de Casi.-:? n. 63 e 65.
PEQUEAS PILMAS de REDIfR
PARA
figado
Fizado entorpecido cara-ee poeitivamente com o-:as
pilula. Ella* r-o um remedio purgativo llrre dz peri-
co pr\ra o homem main fraco, tao bem como halante
activo para o homem mal forte, e do coi i ao 'le-
pols: pela acco^eral aijada a lodos que a-* mam. SSo
a- plalas amlart da pn fisho medica do -tados
Umdos. Sao as menores e mais faci a lomar.
Cuarenta em cada frasco.
i.
SABAO CRATlYO de RETER.
MEDICISAL
Tuniorescravo., pelle vermc-lha, -pera e oleo. .mpidldo nn
curado po: o mai-grande de todos os aformoseadores da peuc, o
rabio Caiattvo de RcutT. Prodoza a pelle formo-a. branca c
clara e m: os brandas ; absolutamente puro, delicadamente medi-
cinado e -tremamente incoinparavel como sabao para a pelle
^ I bem come do toucador, dobanhoe do qnarto das criancos.
Es PATELA.Nio genuino sem cao envoltorio lera
maica Nti rada de Barclaj A Co., New York.
YPASAO
TOILETTE
THICOFEROle BARR
Cn* preparacilo elegante extremamente perfumada,
remo .e todas an Impurezas docraneo. preserrauvo con-
tra a lvicie e cabello elnzento; faz o cabello crescer es- i
Su), brandochermoso. Infalivel paracnrareropoileB. |
semas da pelle. glndulas e msculo, e cura rpida-
ment cortaduras, queimaduras, feridas. torceduras. &c .*"*_," JT. C/iUTELA.Nao gennlno sb cada frascol EStBHiClOC SHiBm-
tex a maica re-NL-ada de Barclay & Co., X.w York.
PARA O
CABELLA
A PELLE
XAROPEdeRTER
Como Eei edio da Ei-U(o CalmoM, Puricador do sanue. diur-
tico e aper ent. nemhum outro appellidado depurativo on H.
parilha se a iproxlma eeqncr ao Xaroue de Keuter So. 2. Combina
eran les propriedadf em um so remedio, operando a um tem-
-ie, 09 ilns e o. Inte-tlnos.
OMB.VHR
PURIFfW3
PARA O
SAJ6UL
quatro eran les J>n
-los canaes li:V^t]naos, rtDf
, que flactaam so anegue, B
___enatransrirario. --;v***
depositarios dstes pbodcctos.A companhla de Drogas e Bn-
duetjs cbimicoB.
R a Marqnez de Olinda n. 23.
-
MODELO
NOVO ESTABELECIMENTO
Receben um indo aorti uento de
C 4POTAS
de rendaa de corea e pretas para sechoras.
GX3CJL3P3rSOS
de renda e de pal ha para st choras e meninas.
Constitui^o
DO
(al nova de Lisboa
Vende-Be na ma Pedro Affjnso n. 43, no arma
zom de molbados de Franciico Juc Lopes Bra-
ga (antiga casa Moreira & Irmao).
^________Telepbone414______________
Milho pilado no Pombal
v n:U m na nadara a vapor, de pao de mi
!ho, milbo pilado de (odas as grossoras, preco
raroavei.
FOLHETM
?ai@asiasSi
POB
AND YALDS
TE.CEIRA PARTE
OI&TITI
(Continuacco de n 25J)
ti*
lo sez...
O caso foi participado ao barSo ce
ilorgay.
Horrorisado por esta nova catastrjphe,
o infeliz pai corren prisSo, queitionou
ten filbo e conjuroc-o a dizer lhe a ver-
iade.
Hesrique b pSde responder o segninte :
NSo sei.
Mas ahi ha um aysterio qne nrg
descobrir. T nlo podea ser culpado de
um crime.
Certo que nSo meu pai exclamon
o mogo levantando para o veibo 03 seis
olhos leaes.
Pec<) te, mea ho, faz um esforco
''.oastitae minuto a minuto o emprego
do tea tempo. Coragn, ente aaziliarei.
Estado de P$raam~
Imco ,
Vende-se a 400 reh
cada exemplar, no
escriptorio do Dia-
rio .
Livros de recibos para
alugueis de casas; vende-se
ao escriptorio deste Diario.
Attencao
Antiga fabrica Caju-
rubeba
Vende-se ama machina americana de aplainar
e ontras de torturar, espremer fructas, etc., urna
excellente caldera de cobre estanhado para co-
ser no vacuo, grandes depsitos de foiba para
alcool oa qoalquer mister, orna boa armaco in-
g!eza, grande -qnantidade de ralbas ioglezas,
lquidos e a uitos outros objectos, todo mu 13
em coota ; na roa Luiz do Reg n. Ji, Santo
Amaro, das 8 s 10 horas da maab e das 4 da
tarde em diante.
Alta phantasia e novidade
Em mantilbas de seda escosseza, o que ba de
mais goato para bailes e tbeatros, finas facbas
Victor Pardemena avisa a todos que de gorat para senhora3 ; receberam Pedro An-
ibrio seu f stabrlecim.mo do artigos coaro, i tunes & G. ra Ouque de Casias n. 63. Igual
periencenies a estas artes (de seu fabrico) ra,mente linos vestidos brancos bordados, para
de Marcilio 0ia3 n. 64, precos s?m competen- lodos 03 pregos
cia, imitaco ao estran^eiro. NOVA ESPERANCE
Ao respeitavel publico pedimos atteDcSo para
virera em nosso estabelecimento que encontra-
rao os enjectos de mais elegancia, a saber ; ca
lunfas bonitos e mai3 novidides; assim como
encontrarao astampas de todos os santos, gran
des e pequeos, por prego razoavel.
Outrosim, umbem rocebemos propostas de
encommeodas com vantagem de 5 0/0 a quem
inieressar.
S encontrarao no Basar Oriental, ra Thomt
de Souza n. 6, antigo neceo da Linguc:a
Recife
A.OS fabricantes decal-
cados ecorrieiros
Eduardo Victor Pardemena avisa
A fronte de Henrique contrahio-se sob
o esforco de nm pensameno interno.
Vejamos, dase elle, jante! em sua
companhia. Depois entrei em m-.u qaarto,
aflm de me preparar para o baile.
E' isso mejmo, cj^tina.
Fui ao theatr> de la Monnaie. Es-
ta va alngre, vi muitos amigos, dansei...
Depois?
Depois... nao me lembro...
A que hora s chegaste ao theatro ?
Cerca da3 11.
Quando te prendera ai era 1 hora.
Sim. Perguntaram me o que tinha
feito durante aquellas daas horas. NSo
pude responder, porque o n3o sabia.
O infeliz passan sobre a testa as duas
maos crispadas.
Mea Dcus 1 exclamou suspirando,
que cousa me auccedo ? Por muitas ve-
aes tenho experimentado esta sensagSo de
horrivel vaculdade, sem poder inteirar-me
da causa.
O barSo fez um gesto de sorpreza
Por momento a vida me escapa e
durante essea instantes da nao ser, c3o
ga&rdo a menor r<.cordn<;2o do que fia.
E' extraordinario.
E' inexp'icavel Estara doent^ ?
E tari lonco,
Oh 1 men filho !
N3o deve ser loucura, porque entao
continuaria louco, e sicto que agora es
coa em meu perieito juizo.
O barSo, transido de dor, apertava o
nos bracos, oobrindo o de lagrimas.
Meo Den.}, disse elle, como nos si-
hiremos disto? Tado te accasa... porque
emfim... oite sangue? Que pensas ?
Como occnltar o caso a taa pobre m3i ?
Ella ainda o nao sabe ?
/Nao. San sem despert. 1-a
E Frederica, qne pensar ella ?
Tambero ignora ainda.
Oh I men pai, que desespero A
vida e mnito ernel para mim. Que demo-1 Pai e tlihs despediram-ee muito com-
nio me persegne para que, sendo recto movidos e cheios de anciedade.
e cordato como bou, possa commetter, nf.o; No dia seguinte o mysterio, em vea de
sei como, actos roprehensiveis de que n'.u se esclarecer, parecen accentuar se de
tenho conscencia ? mais em mais.
O barSo, com a garganta constringda, Encontrou-se o cadver de Merini meio
fitava-o consternado. enterrado ha nev.
J urna vez passou-se em minha Sobre o cabo do punhal, ach .do a pouca
urna vez passou-se em
vida um acontacimento terrivel qae ms
pojeria deshonrar. Gragas ena solici-
tade e lo seu amor, sai como a honra in-
tacta.
Adivinhei qne esta va inoocente pela
irresponsabilidade.
Mas agora sou novamenta victima de
potencias occu'tas, es quaes nao posso re-
sistir. Que succeder ? Que davo fazer ?
Solugava com acbela entre us mus .
O que ha de sobr^tudo horrivel
em tudo ato que talvea o senhor me
julgne culpado. Frederica me veja des-
honrado Terrivel apprehensao !
NSo mea filho, estamos b m oertos
de qna no podes ser culpado. Ha um
encadeiamento de circumstancias que te
acabrnnham, mas saberemos deslindar a
inestn'cwel teia que nos er.leia.
E' a minha esperanza...
Quanto Frederica, urna nobre
rapariga que te estima profundamente e
em coudan;a em t. Junis ella te des
presar.
Mas la provs esmagadoras...
Soffreremos comtigo e te defendere-
mos at ao fim.
E se en for condemnado ?
N este caso, disse gravemente o velho,
marreremos juntos.
- Oh mea bom pai, exclamou Hen-
rique, transfigurado, atirando se-lhe nos
brajs.
Urge, porm, procurar as causas
dos teus desall ecim.ee to3 intellectuaes.
Vou convevar a retpeito com o mea ve-
lho doutor.
ALL-*A1.
de palha e de seda para cri incas.
ilJtfEffiS M FELfil
para homens e rapazes, dos fbbricantes FRANCEZES, INiiLEZES E
CHAPEOS
de seda para hornees.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
de palha para chapeos de senhoras e meninss.
DSINfGDeDaAJaOS
pretos e de efires.
Fitas, Gazes, Renda?, Veos, Azas, Passaros, Flore^,
Plumas, Aigrettes eGrampos
para chapeos e cutres artiges de fantasa.
Ra do Baro da Victoria n. 42
H. LICIO MARQUES
Telephone a. 560




por essas crueis emules, o b&iSo de Mor-
gay nao foi ao seu escriptorio e, portanto,
a sua bnrra particular nao foi abeita.
S depois que derm pelo roubo.
O haro empsliideceu horrivelmente e
quasi perde os sentidos.
O cofre nao apresantava vestigios
um do arrombamento.
Um moco collos8almente ric
al
distancia do corp duas lettras entrelaza
das, H. M., iniciaes do nome do rapaz,
vieram anda confirma;' aquella estrauha
cnlpabilid rio, assim como o depoimento
do cocheiro.
Desde este momento, o desgranado foi
posto em absoluta incommunicabilidade.
Tudo pareca concorrer para sua perda.
Muitas ;tcstemunhs8 afirmaram tel-o
vis'.o sair do bailo em compaahia de nma
mascarada exactame te igual bre.a.
Joanninha e Eduardo oram ainda mais
precisos.
Estando no bailo com a pobre victima,
disseram tel-a visto daucar muito com um
cavalheiro phantasiado da Mephistopheles.
Ella lhe centra que estava convidada
para ceiar e 'qa partir em sua compa-
nhia desappsrtcendo.
Alm diaso, Joanr>inha guardara certo
rancor contra Henrique, por csusa do pa-
pel qua este rep; asentir no processo de
Jacques RoUet,
Em sen raciocinio Henrique nSo era
boa cousa, pois fizara oondeamar o c xa
por um falso testemunho. ^JE^
A confrontacSo foi desastrosa.
Henriqua declarou nunca ter visto Me-
rini.
Mas, apezar do sea acert da sincerida
de, apezar do seu desespero vendo a de-
fesa imponente, todos acra litaram em um
cynismo desageitado.
Logo tinham no aberto com chave,
pois a p.iiavra
da
O iadrao conhecia
combinacao.
Ora, excepjSo do caisa. Henrique era
o nico quu sabia do sagreio.
O pobre pai lembrou-ae cario do ronbo
de 30:090 francos, comnnittido pelo aeu
filho per cccai2o da fuga da Sra. Van-
derick.
Approximcu ato do rcubo do 100:000
francos praticado por Jaiquas Roll-jt.
Rccordou-se que chamara Hauriquc para
o defender.
Trmulo de espanto, o banqueiro per-
guntou-se em tudo isso nil, haveria urna
machinagao infernal tende ite perdicSo
do pobre rapaz:
Com effeite, por que o p-ira que rouba-
ria elie ?
Que lhe falta va ?
Se lhe podiosc um milljto obtol-o hia
i nmediatameate.
Com que fim, com qae intuitos sabtra-
hia aquellas dinheiros ?
Mysterio incomprohansiv.-l.
Entretanto e ello poder a ter aberto o
coffre.
Com receio de complicar ainda mais oa
acoetscimentos as nSo usassa de absoluta
sinceridade, o barSo, ae bem qua lhe cus-
tasse acensar, na apparencii, o seu filho
ja tSo fortemente compromottido, cao he-
siten em procurar o juiz de insiruccao e
*
aammm
tendo que ambicionar, podenco resaber
de seu pai qualquer quactia de qiae xre-
cisasse, nm moyo ser^ vicios, sast veht-
iSaa femininas, viveno es seio da ooafia-
milia, noivo de urna donzella eacada-
ra a quem ama va, roubando ce r-.-^'xAm
' 700:00-3 francos r.o cofre de san m m
assssiuado no dia segamt i urna j.v^jeauft
criada a quem nao conhecia !
Qae pretexto invocar?
Qual o fio conductor deste l&bynstbo?
O barSo consultou o Dr. Ha&sj, ^*
succeder ra sur. coefia; 9a ao >r. Ve-
derick, o qud ha muito se muda 4*.
Brn sellas.
Expriaiu-lha suas apprahen v ne-
peito de algurar. !..si.o cerebral. u "'imim
causar no seu filho ephcnio s edStHM
de leucura.
O clnico respondeu qun c- : -joc bm~
tanta o moco ;pc.ra nSo ecrediiar ea. tal
ce usa.
Estava, alias, de accSrdo eoni ce
coilegas encarrogados pela estica de
minar Hanrique, e cajo relatorto
va qualquer hypotheae de alionacie'i
tal.
O berSo arris-ou entlo timido&MBe 1
palavra hypnosmo, porguntaaio el
mem da aciencia se nao estara ea
singulur potencia ainda mal estada**
chave do mysterio.
O Dr. Halam sorriu com suave i
gencia.
Comprehendo os sens seetii
disse elle. NSo sabendo mais e w'
se agarrar, quer refugiar-se 00 see
ral. Meu caro senhor, metta em sesee,
mo sacco o hypnotismo, o eiagiwSBv*
espiritismo e o charlatanismo, efcisj
mSo e tire a sorts, qne saira seraetet
No dia segninte ao baile,
referir-lhe o qae acabara ce constatar.
Esta declaraySo veio ai a da mais obacu- caramiehola.
recer a BitnacSio. I (Ccfiivmutr>t-haM
alqnebrado Como encandelar tantas sircumstanoia? TjP- do DterioRoa Duque decenas m.lji

\ mulla l


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