Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19266


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Full Text



i
'.!
ANNO Lili NMEO 89
PAtt.a A CAjplfAJL 12 l,U*ARdH O -ll NA E P.M.A PORTE
Por tres mezes adiantados ... ... -..... 60000
Por seta ditos ideic...... ......... 1S000
Por um anno dem................. 2400O
Cada numero avuiso, do meBina dia. JOO
18 BE ABE DE
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezea adiantados.
Por nove ditos idem......
Por um anno dem......
Cada numero avu!so, de dias aoteriores.
130500
20*000
275000
4100
DIARIO
J)raprii>at>e Ir Manoel Jigurira oe Jxria & -ftlljos

TELEGRAMMAS
3S371C3
"Asi:ni5 s: ::as::

1



RIO DE JANEIRO, 17 de Abril, s
2 horas e 55 minutos da tardo. (Rece-
bido s 4 horas e 10 minutos, pelo cabo
submarino).
Fallecen o contador da directora
seral da tomada de cantas de Tbe-
noiii > \acionil Amonio Jos de Cao
tro.
S8fi720 DA 1&3SC:A 2A7:
(Especial para o Diario)
LISBOA, 1G de Abril, tarda.
o asnal de soriusai cm EsMnisa r
sabio da cidade capital como mani-
festaciio da cessaeo de relacAew en-
tre sua liar.' e o governo Junto do
qunl estaa elle acreditada.
LONDRES, 17 de Abril.
O Mr. Ciladwtonc le*envol* ou na C-
mara dos < oiiiniiins o projeclo obre
a reforma aerarla da Irlanda.
pgunilo eswe projecto o governo
dte rontrahlr nm empre*timo de
SO millioi". de libras esterlinas para
rescate das larras da Irlanda.
% Cmara dds C'uimnuns adoplou
o projecto lo governo em 1.a lel-
tura.
ATIIEXAS, 17 de Abril.
O ministro da guerra deu ma de-
misso.
O viee presidente da provincia, de conformi-
dad* com a proposta do Dr. chufe de polica, em
offi,do n. 334 de hontem datado, resolve nomear
pa'a os cargisde subdelegado e Io supplente do
districto de G.i-mlleira do tenn i de Buique oa ci-
dadins Jo-i' Allomo de Albuquerque Maranhao e
I i Prsacisco de Siqucira na ordem etn que estao
cal locada em substituida de Juii > K. da Christo e
I) Sesera de Moura, que pedirn xonera^Jo.
0 viee-preaideate da provincia, teado 'invista
que o expoz o inspector do Th- souro Provincial em
offi !o le 15 da M ireo ultimo resalve ex >nerar Joa-
quina dos Sontos Teixeira da MoUa cavalcante do
sarga le eaerirfto da Collectoria de LJfcarass, e
nomear para o dito cargo a Joto de Souza Costa.
CoiDinunicoii s'-. ao Tbesouro'Provinciil.
OffleM :
Ao inspector da Thcseuraria de Fazeda.
Oommunic io a V, S. para os fim convenientes '|ue
o bicharel Francisco Xavier Pa-'s Barreteo parti-
cip>u-me em offle o do l" do corrente me, 'haver
naquella data deixaio o exe'cicio d > cargo de pro-
m itor publico da enmarca de I guarass
Ao musmu Communico a V., S para os fina
< i jv nientes, que o baeharel Fruteasen Xavier
Pues Uarretto assumio hontem o exerrieio io o irg i
d>' pr motor publico da comarca de Pao d'Alho.
A> mesinnC'onstand > da infoimacao pr- -a
da p 1> collc-tor geral do municipio de Bezerr s,
ann< xi e.n original ao offi o flliaaa inspectora de
23 I Marco nltiin fob n. 195, que a alein dea
motivos all exarados, outros poderao ser per elle
pat titeados contra % entrega da quantia de 20&
pretendida por Jos Francisco Ribeiro das Santos,
que a emprestou como allega ao escravo Florencio
para constituir peculio em favor de sua liberdade,
sirva-88 de exigir do mesmo collector a exposicao
de taes motivo.
Ao juiz municipal do termo de Bezerros.
Para que esta presidencia resol va acere da en-
trega da quantia de 200 pretendida por Jos
Francisco Ribeiro dos Santos, qu: allega tel-a em-
prestad* ao escravos Florencio, paraconatituir pe-
culi) em favor de sua liberdide, recomme I > a
Vine, que rcraetta-mo a justificado alludida no
seu officio, derigido ao collector geral desse termo
em 17 de Fevereiro ultimo.
Portaras :
O Sr. agente da Cimpanhia Brasileira faca
transportar corte, por caita do Ministerio da
Guerra, no vapor esperado do norte, o cadete La-
dislao Jos Peixoto, que assentou praca nesta pro
vincia com destino ao 2 regiment de artilharia a
cavallo. CVmmuiiieou-se ao commandante das
armas.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar passagem a proa, com preferencia, at
Mossor, no vapor que seguir para o norte a 5 Jo
corrente, a Maria Feruandes dos Prazeres, por
cjut i das gratuitas a que governo tem direito.
- Mutatis mutandis ao juiz de direito da co- rio para o qual foi nomeado pelo respectivo juiz
ROMA. 17 do Abril.
O cliolera-morbus acaba de aier
sua apparico em Brindis!.
Agencia llavas, tlial em PernaTtibuco,
17 de Abril do 1386.
1NSTRUCC0 POPULAR
ECON03IIA. POLTICA
(Extrakido)
: HIIIUOTIIECA DO POVO E DAS ESCOLAS
CAPtULO IV
ltepar'icao da riqueza
(Continua ;do)
Circumstancias ha, comtudo, que fazem que os
salarios sejain mais nltos ou mais baixos n'uns mis-
tres do q-ie n'outrjs. As prin :pa a sao :
1* O gosto pela profissao.Qcando a oceupacao
sgradaVel, altrahe grandenumero de individuos,
istabeleee uina gnuiJe eoneorraaeia e pro luz sa-
larios relativ or> ate baixos. A-tsim, os ulfieiaes do
exercito, qaeteem nmaprofias&ohoorosa, nttrahente
e relativa faeil, recbeos osee remunerac-io
pouej el ivada ; >^ tedeos, esjo mistr difticil,
edei av Iteenaalarioe,eosrejra
i volts
-_" v da irendisagm e as deapeas
Por \' po : o eaixeiro Jo com-
idixag ni em! i, far.-i e poueo
odiosa, nunca pode aspirar :;oa salarios do
>nh iro qu para ebegar a ser babil na sua
um curso longo e dispendioso
de estU'ioi, c tamben de aturada pratica. ,
\ p i da occipiei) ( nade o ut-
n a eertea do estar empreg 11 j e de ser
111 dorante um longo periolo
ii 11, oa =i apee, ontenta se geralneate com
u:n salario mem r do que as circumstancias op-
1S E' par isso que alguns tajo, como os amanuense-, se s ijettam a servir com
pequeos ordenado1, quando n'outros empregos particul ue>, oude, pjrem, nao
teriam garantida a estabilidadc.
1' A confianca nos que exercema profissao- H
empregos qao exigem, nos que os excreer, que ins
pirera a maior conliauca na sua honradez : o lugar
de thesourt iro de um banco por exemplo. Ora
como relativamente restricto o numero dos que
inspirara tal confian?*, u'ab resulta Bar pequea a
offerta, e par is30 elevado o salario.
Ha profisst-a que sao mal retribuidas, porque
poJem ser exercidas pelas peasoas qas nao te n
podido fazer vid* em outrai. Acontece militas
veses que um individiJo, depois de ter aprendido
um officio, conhcee que nao tem aptidao para o
exereer. Ootrae veaea a dimnoicSo do consumo
de uro prolucto obriga os que o fabricain a ir pro-
curar outra oceupacao. Acontece de ordinario
que estes individuos estao j adiaut idos em annos
e u.o teem meioi para irea aprender desde o
principio outro officio ; por iso, acceitam a pri-
meira oceupacao que se Ihes depara. Os que teem
tido uielhor cduca{o fazem-se procuradores, con-
tinuos de escriptonos, agentes de negocios, etc. ;
os de mais baixa classe tornam-se eocheiros, cau
teleiros. distribu lores de jorna-Js, etc. As mulhe-
res pobres adptam o mist r de coslureiras, criadas
de servir, tecedeiras, e outros. D'aqui resulta ser
grande a cfferta em todos os mistres que enume-
EXPEDIENTE DO SECBETABIO
Ao 1 secretario da Asiembl*.De ordem
do Lxm. Sr. viee-presidente d* privincia devolvo
a V. S. a peticao de Jos Augusto de Mello com a
infcrmaQilo em original, prestada a respeito pelo
inspector geral da Instruccito Publica.
A- i mi respondo a seu officio n. 73, de Marco
fiado.
Ao inspector do Thesouro ProvincialO
Exin. Sr. viee-presidente da provincia manda de-
clarar a V. S. que o juiz substituto, Dr. Francis-
co Alves da Silva, designado por portvria de 7 de
Novrmbro do anno findo por para cooperar com o
Dr. juiz de direito da vara da fazenda, entrn em
exercicio no dia 1 de Janeiro do corrente anno.
A' Companhia Pernambucana. O Exm. Sr.
vice-prrsidcnte da provincia mauda acensar o re-
cebiinento do officio de 1 do corrente no qual V.
S. partecipou que essa companhia expedir no dia
7 do corrente 5 horas da tarde o vapor Jacula
pe pura os portos do sul at a Bahia.
EXPEDIENTE DO DIA 5 DE ABRIL DE 1880
Actos :
O vice presidente da provincia, tendo em
vista o despacho de 19 de Marco findo, proferido
no requeriraento da professor* de Goyaninh, Is-
m ordenado, a licenca que ltimamente lhe f ji cou-
cedida, resolve mandar passar a presente portara
afino de que a peticionaria possa entrar no goso
da referida licenca.
O vice-presidente da provincia, altendendo
ao que r< quereu o baeharel Pedro Francisco Cor-
ris de Oliveira, secretario da Presidencia, rcsil-
vc c-nceler-lhe 3 mezes de licenca com vencimen-
tos, na forma da le, para tratar de sua sade on-
de Ibe convier.
O vicepresidente d* provincia, attendendo
ao que requer u o praticante da Alfaddega Tho-
maz le Lemos Duarte, e tendo rm vista o att 'ata-
do medico exhibido e a informadlo da Theseuraria
de Fazenda de 12 de Marc> ultimo, gob n. ltl, re-
solve conceder lhe 3 mezes de licenc* com venci-
uie.it -s. na forma da lei, para tratar de sua saudc.
OfScios:
Ao commandante do corpo de policia. Ao
Dr. chafa de polica mande V. S. a presentar boje,
as 11 horas do da, duaa pracas, afim de conduzi-
zem para a provincia da Paratiyba dous crin.mo
sos.2ommunicou-se ao Dr. chefe de policia.
Ao inspector da The=ouraria de Fazenda.
Communico a V. S., para os fina convenientes, que
o baobarel Manoel Henriques Wanderley, promo-
tor de Tacarat, entrn no dia 21 de Marco lindo
no goso de 3 mezes de licenca com ordenado^ para
trati.i de sua saude.
Ao mesmo.Communico a V. S., para os fina
convenientes, que Jos Ceciliano Bessone de Al-
neda. assumio no da 1 do corrente o exercicio
interino do cargo do promotor publico da comarca
de l'anellas.
Portaras :
O Sr. agente da Companhia Brasileira faca
transportar corte, por conta do Ministerio da
Mar.uha, no vapor Pe'nambiico, procedente dos
portos do norte, o impeiial marinheiro de 2a claa
se Joao Anselmo, pertencente guarnicao da cru
zader Guanabara, o qual tendo baixado a enfer-
mara do Arsenal de Ma.inlr. s nesta data te ve
alta, segundo declara o inspector do dito arsenal
em officio de hoje, aob n. Hil.Communicou-se ao
inspector do Arsenal de Marinha.
O Sr. gerente da Compinhia Pernambucana
fac transportar pira a provincia da Parahyb-i,
por conta do Ministerio da Justifi, a las pracas
do corpo de policia e aos criminosos Manoel Jos
da Silva e Manoel Verissimo.
O Sr. gerente d* Companhia Pernambucana
faca transportar para o presidio de Fernando de
Noronha, por conta de Antonio Ferreira Nobreja,
os t' uros mencionados na incluaa reanlo.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Offieos :
Ao Dr. juiz de direito das execueoes crimi-
nacs. De ordem do Exm. Sr. vice-proHideute da
' provincia, communico a V. 8. que no seu officie
marca de Taquaretinga.
Aocngenheiro chefe da Repaniciodas Obras
Publicaa.0 Exm. Sr. vice-prejidente da provin-
cia ficou inteirado pelo officio de 3 do corrente,
sob n. 62, de haver V. S. mandado lavrar termo
de resebimento definitivo da obra de reparos da
ponte sobre o rio Seriohaem no engenho Aujo, o
pontesinha do aterro do m'-smo nonv, e passar o
certificado de pagamento da ultima prestaba > a
que tem direito o respectivo arrematante.
Ao mcamo. O Exm. Sr. viie-prcsidentc da
provnei i hcou inteirado pelo officio de 3 do cor-
rente, sob n. 68, de haver V. S mandado lavrar
termo de recebimento pioviaorio da obra de re-
construeco da b^ynl'a de Q leiinadal, na estrada
da Victoria, e passar o certificado de pagamento
a que tem direito o respectivo arrematante.
Ao commandante do corpo de policia. O
Exm. Sr. vice-presidente da provincia communici
a V. S,, que nesta data proferio o seguinte des-
pacho no seu officio n. 326 de 3 do corrente, rela-
tivo ao abono de vencimentos a contar do 1 des-
te mez a 31 de Maio vindouro, o de ajnda de cas-
to ao aliaros deaae corpo Jos Felippe Gomes Ju
nior, que destaca para Floresta : Rem-tti lo
io Sr. inspector do Thesouro Provincial para man-
dar attenicr ao pedido.
Ao Sr. agente da Companhia B ihiana. De
ordem do Exm. Sr. vice-presidente da provincia,
aecuso o recebimento do officio de hoje, no qual
V. S. communica que o vapor Sergipe, chegado da
Bahia e escala no dia 3 do correute, regressor.i
no dia 8, s I horas da tarde.
Ao Sr. gerente da caixa filial do English
Bank of Rio de Janeiro, Limited, nesta cidale.
De Ofden do Exm. Sr. vice-presidente da provin-
cia, aecuso o recebimento do officio de 3 do cor-
rente, com o qual V. S. enviou copia authentica
do b lacete das operacScs effectuadaa pi.r casa
caixa filial mirante o mez de Mar^o proxiinj
findo.
w. ,, uro* lucia, toiliuiuiliuo a u- uuv. u** .... uiuwv
ramos e nos que lhe. sao anlogos, e por conse- V ^ d( M fiad ferio.8e 0 despa.
guinte screm baixos 03 salarios que lhes corres- eh. nte A* Sr. dr^ctor do preaidio de
pondem
(Contina)
\,
. MBTE UFFICIIL
Governo da l'roTincla
EXPEDIENTE DO DIA 3 DE ABBIL DE 1886
Actos :
O vice-preaidente da provincia, de coniormi-
dade com a proposta do Dr. chefe de polica em
officio n. 335 de bontem datado, resolve nomear
para o cargo de 2> supplente do subdelegado do
districto de Jacarar do termo do Brejo o cidadio
Joao Clementino de Souza, visto nao ter aceitado
a nomeacJo o oidado Francisco Lucio de Mi-
randa.
seguinte : Ao or. airecior uo piesiuiu ue
Fernando de Noronha para aatisfazer a requisi
cao.
Ao juiz subatituto do 1" diatricto erunnal
do Becife De ordem do Exm. Sr. vice presiden-
te da provincia, communico t V. S. queno seu
officio de 2 do correte mez, proferio se hoje o se-
guinte despacho : Ao Sr. director do presidio
de Fernando de Norouha para aatisfazer a requi-
sicJo.
Ao Dr. juiz de direito de Ingaioira.De or-
dem do Exm. Sr. vice-presidcnte da provincia,
transmuto a V. S. para os fius convenientes a in-
cloiia portara do Exm. Sr. conselheiro presidente
do Supremo Tribunal da Justina, mandando ouvir
a V. 8. sobre a reclamaco de antiguidado ieita
pelo juiz de direito.Francisco Altino Corr a de
Araujo. .
EXPEDIENTE DO DIA 6 OE AUB1L DE 1886
Actos:
O vice-presidente da provincia, tendo em vis-
ta oa termos de exime anuexoa, por copii, ao offi-
cio do inspector do Arsenal de Marina i, de hontem
datado, sob n. 1>6, dos quacs constam haver Jos
II-urique Carlim u Trajauo Hyppolito de Moraes
Jnior prestado examc de conformidade com o
art. 3. do decreto u. 1324, de 5 de Fevereiro de
1854, e obtido approva9ao unnime dos examina-
dores para servirem do machiniatas de 4.a claase
de barcas a vapor, ordena que aos examinados
se expeea as competentes cartas de habilitaciis
na forma proscripta pelo art. 5." das instruceoe)
que biixiram 5010 o decreto n. 2.6J de 2 de Junho
de 1860. Communicou-se ao inspector do Arsenal
de Mariuha.
O vice-presidente da provincia, tendo em
vista o ofriL-io do engeuheiro chefe da repartidlo
das Obraa Publicas de 2 do corrente aob n. 60, do
qual consta qu na illumnacao publica da cidade
de Oliuda, a caigo da Companhia Santa Thereza,
foram encontrados dezesete laanpeSaa apagados e
viute e um com luz amortecida, durante o mez de
Mre,o ultimo, resolve impor dita eompinliia aa
multas de que traa o art. 17 do contracto de 4
de Julbo de 1870.Remetteu-ae copia a Cmara
Muuicipal, repartir} daa Obraa Publicas e ao
Thesouro Provincial.
O vice-presidente da provincia, tendo em vis-
ta o expoato pelo inspector do Theeouro Provin-
cial em officio de 13 de Novembro, n. 27 de Fe-
vereiro prximo findo e 2 do corrente sob ns. 305.
501 e 518, resolve exonere r Autonio de Lemoa
Vaacoucclioa do cargo do collector do municipio
de Caruar e nomear o cidado Jlo Iaidio Paea
de Lyra pira substitu I-o.
O vice-presidente da provincia, tendo eos vis-
ta o exposto pelo inspector do Thesouro Provin-
cial em officio de 1.3 de Novembro prximo passa-
do sob n. 361, resolve exonerar Joao Paulino da
da Cunta Gouvea do cargo Je collector do munici-
pio de Goyanna, e nomear o capitao Joao da Costa
Ribeiro Canto para substituil o.
O vice-presidente da provincia, tendo em vis-
ta a proposta d) iuspector de Thesouro Proviucial
contida em officio de 30 de Marco ultimo, sob n.
'di, resolvo noiuear o cidado LuJolpho Dubio
Correia par. exereer o cargo de cacrivo da colle-
cturia de Garanhuna, que se acha vago. Commu-
nicou-se ai iuspector do Thesouro Provincial.
O v-ice-presidaute da provincia, de confor-
mi lade com a proposta do Dr. chefe de p .lieia em
officio n. 316 de hontem datado, resolve exoaerar
a pedido o alferes Jos Mandes da Silva do cargo
de subdelegada do 1. districto de Muribeca. -
Communicou-se ao Dr. chefe de policia.
O vice-presideute da provincia, de coaformi-
dade com a prop stn do Dr. chefe de po.icia em
officio n. 341 de 3 d> corrent-, resolve nomear
para o cargo de sublegado do l. districto uo
termo de Correntes, o aatoal 2 supplente Manoel
.l>.rge da Silva, visto nao ter aceitado a nomcafo
o cidado Francisco de Souza Leo Juuior.
Officios :
Ao presidente da provincia das Alagoaa.
Transmilto a V. Exe. para que se digne de tonar
n 1 cousideracao que merecer, o incluso iequ-ri
ment em que o sentenciado militar Ulan lino Tei-
xeira do Nueinento pede sejam juntos peticao
dirigida ao governo imperial as principies pecas
do seu pr.itL'sso, as quaes devero ser fornecidas
pela companhia de infautaria dessa provincia
Ao commandante das armas.Sirva-se V.
Exc. ds dar anas ordena para que amanh, s 4
horas da tarde, se aebe postada no caes da roa
da Anrora em frente ao Gymnasio Peni 1 noueano
uina guarda de honra, afim de fazer as continen-
cias Jevidas ao Exm. Sr. presidente da provincia
do Far, desembargador Joo Autonio de Araujo
Fieitas Henriques ; providenciando, outroaim, para
que a Fortaleza do Brum d salva do estylo
quando o vapor Cear, que coiiduz o mesmo Exm.
presidente, demandar a barra.
Ao mesmi Sirva-se V. Exc. de dar suas
ordena para que hoje, s 4 horas da tarde, nao ha-
vendo iic"UVPiiienti', se ache po-tada em frente
ao Ceiniterio Publico desta cidade a for^a pn cisa
para fazer as honras fnebres ao tenente ajudaute
da Guaraa Nacional Francisco Rab lio da Silva
por occieio de dar-'C seu corpo a sepultura
Ao Dr. juiz ^de direito do 2o diatricto cii-
minal da comarca do U- cife. Rec .mnenlo a V.
S. que providencie para que seja ministrada a cer-
ti a 1 do procaao do reo D.uniao, escravj de Joo
Becerra Chives, o qnal interpoz re.-urso de graca
da pena de gales perpetua, que lhe foi imposta
pe 1 jury d'sta capital no dia 23, de Abril de
1883
Ao commandante superior da Guarda Na
cional d 1 chinaren do R cife.Sendo para eatra-
nhai que at o presente ainda nao fuase in.-p o
cuando de mudn o capitao da 2* companhia do
5o b italli da Guar la Nacional, Francisco Bellar
mino dos Santos Frcitaa, conforme loi determina-
do por esta Presidencia em iffieica de '22 de Ju-
nho, 28 de Novemlir. do anno fiudo e 26 de Ji-
neiro ultim>, dirigidos a ease cumulando, baja V.
S. de, informando o motivo da demora, dar o irais
breve posaiv 1 cumprimento s referidas ordens.
Ao inspector ia Tbeaouraria de Fazen a.
Para os fios conv. iiiniitep, communico a V. S. que
o baeharel Pe 1ro Francisco Correia de Olivena,
secretario da provincia, entrou hoje no goso da h-
ceuca de trea mezea, que lhe conced por portara
de bontem datada, sendo substituido p do oficial
maior Emiliano Ernesto de Mello Tamborito.
Mutadis mutandi ao inspector do rhesouro
Pro\ ircial.
Ao mesmo.Communico a V. S. para os fins
convementss, que em 29 do mez findo o bacharol
Arthnr Garcez Pi.ranhia Montenegro deixou a
exercicio do cargo de promotor effecti vo da comar-
ca de Pao d'Albo, usaraind o de promotor inte-
de direito.
Ao mesmo.Communico a V. S para os fino
convenientes, que o promotor da comarca de Boni-
to, baeharel Luiz Barbalbo 1,'cha Cavalcante, reas-
sumio o respectivo exercicio no 1." Jo corrente
mez.
Ao mesmo.Srvase V. S. mandar receber
na agencia da Companhia Brasileira dbua caixotea
contendo doze mil relac/V's para a nova matricula
de escravos e arrol amento de a-xagenaros, p >r V.
S. aolictudoa do Ministerio da Agricultura, C m-
nieicio e Obraa Publicaa, era telegramma de 13 de
Fevereiro, oa quaes devera ter che^ado hoje da
corte no vapor nacional Cear, segundo a commu-
nicacao da respectiva Directora da Agricultura,
de 27 do mrz ultimo.
Ao director do Arsenal de Guerra. Constan-
do de part paeao da Intendencia da Guerra, de
2l de Marco findo, sob n. 223, ter sido embarcado
no vapor Cear, procedente do sul, um voluine,
destinado a esse Arsenal, contendo 113 vinte corne-
tas e oa competentea cordes mencionad no in-
cluso couliecimento, assim o declaro a Vine, para
03 devidos fins.
Ao engenheiro chefe da Repartico das Obras
Publicas.Approvo as anematacoea a que se re-
fere o officio de Vmc. do 1. do corrento a ib n. 08,
felfas peraute essa repartico por Nicas da Silva
Gusmo para execui,-o das obras de reparos das
puntes do Aterro, ra Bella e Aeouque em Rio
Fcrmso, por Jeronymo Odn Ferreira Chav a,
para a do rio Carma em Barrtiros, por Miguel
Jos Rodrigues Braga para, a da bomba do Peres
na estrada da Victoria aa 3 primeiras na impor
tancia do 2:5655000 j deduzido o abate io 5 "/
do respectivo orcainento, a 4* na de 1:2873000 de-
duzido a de 1 o/0 e a ultima na de 1:886|780 de-
duzido o abate de ll0/o.Remetteu-se copia ao
Thesouro Mrovinc al.
Ao Dr. juiz de direito da comarca de Tira-
baba.Paia instruir-s 1 o recurso de graca da
Francisco de Oliveira Cavalcante, condemnado no
dia 2 do Abril de 1883, pelo jury do termo de Tim
baba, a oito annos de gales, e dous mezes e dez
dias de priso simples, convra que Vmc. provi
deucie no sentido de ser transmittida Secretaria
d'eata Presidencia a certi lo do processo n'aquelle
sentenciado.
Deve acompanhar referida certido a infor-
maco de que trata o aviso circular do Ministerio
da Juatica n. 287 de 28 de Junho de 1865, da qual
dever constar ae na perpetraco do crime houve
c-roa, e no caso affirm*:ivo, ae foram ellea pro-
cessados, presos, condemnados, a que penas, e se
cumpriram sen tenca, conforme preee ti o aviso
circular do meamo ministerio c datado de 18 de
Abril do anno prximo passado.
Ao Dr. juiz de direito da comarca de Jaboa-
tao. Para instruir ae o^recurao de grac,a de Anto-
nio Joaquira doa Santos, condemnado no dia 20 de
Fevereiro de 1876,pelo jury do termo de Jaboato,
pena de 12 annos de priso cora trabalho, con-
vm que Vate, providencie no sentido do ser trans-
mittida Secretaria d'esta Presidencia a certido
do processo d'aquella sentones.
A certido de ve ser acompanha la da inf.rina-
co do juiz da condemna^o ou de quem a este
succedeu no cargo, de conf jrmdade com o aviso-
circular da Ministerio de Justina, 11. 237, de 28 de
Junho de 1865, devendo a raesma in'orraaco cons-
tar do declaracao de ter ou nao liaviJo co-ros na
porpetracio do crime e uo caso afirmativo, se foram
elles processados, presos, condemnados que pe-
nas, e se cumpriram sentenca, tudo de accordo
com o disposto no a/iso-circular do mesmo Minis-
terio, datado de 18 de Abril do anno prximo pas-
sado.
Portaras :
O Sr. agente da Companhia Brasileira fa?a
transportar provincia do Para, por conta do Mi-
nisterio da Marinha, no vapor Cear, o official de
fazenda Manoel de Medeiros Gomes, que vai alli
servir, segundo conjmunicaco do mesmo Ministe-
rio, em aviso de 16 do corrate, e bera assim a sua
mulhor D. Julia Motta de Medeiros Gomes.
O Sr. gerente da Companhia Peruambuci.ua
faca tiiusp rtar para o presidio de Fernindode
Noronha, por conta doa negociautea Ferreira Silva
6c C, os gneros mencionados na incluaa relaco.
Matada miUundis aos negociantes Jos Joaquira
Alves c* C.
O Sr gerente da Oomp 1 ihia Pernambucana
mande dar passagens proa, at a Bahia, na pri-
meira optiortunidade, por conta daa grutuitaa a
que o governo t ocilo e a 2 filhos menores.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar passagens at Penedo, por cont. das
gratuitas a que o governo tem direito, r, ao al-
teres do corpo de policia Jos Felipp: Gomes Ju-
uior, e pro 1, aos soldados do meara; corp-, Gal-
dino Lopes da Sil-a e Manoel Lsopoldo Gomes,
no vapor que sefjue para os portoi do sul 7 do
corrate-
BXPSDIBXra DO SECUET.UUO
OfUeios :
Ao Dr. chefe de policia.De ordem do Esm.
Sr. vico-preaidente da provincia, communico a
V. S., que por falta de fo'Ca nao possivel fazer
seguir um dcatamento para o terini da Boa-Vista,
conforme V d. solicitou no seu officio n. 314, de
26 do mez findo.
Ao Dr. juiz de direito do 2o districto crimi-
nal do Recife. -De ordem do Exm. Sr. viee-pre
Bidente da provincia, commuuic 1 a V. S.,que uo
seu officio 11 15)8, de 2 do correte mez, proferio
ae o seguinte despacho: Ao Sr. director do
presidio de Fernando do Noronha para satisfacer a
requisico.
Ao Sr. Dr. Joo Diniz Villaa Boas, secreta-1
rio da provincia daa Alagiaa.Pelo officio, a que
respondo, de 3 do corrente, tico iutirado de bave/
V. S. assumido na mesma data o ejercicio do car-
go de secretario d'essa provincia.
Apreaent > a V. S. oa ra 'U3 protestos de estima
e consideraco.
Ao inspector da Sa le do orto.O Em.
Sr. vice piesidento da provincia, manda communi
car a V. -., que nesta data siibmettiu ao conheoi
ment e deeisio do Ministerio do Imperio, sua re-
quisico conoerneire ao pagameato da raensnlida-
de do teleplioue eoll .eado na repartivo seu car-
go, relativamente ao mez de Fevereiro prximo
findo.
Ao inspector da Theoouraria de Fazenda.
O Exm. Sr. vice presidente da provincia, man-11
remetter a V. S. duaa ordena do Th'-souro Naci
11 al, de ns. 69 e 70, datadaa de 23 e 21 de Mareo
prximo findo.
ADDITAMENTO AO EXPEDIENTE DO DIA 6
Officios :
Ao inspector da Thesourari i de Fazenda
D -claro a V. S.. para o fius convenientes, que o
Ministerio da Agricultura, Commereio -. Obra Pu
blicas, segando o aviso cireilar n. 85, de 27 de
Marco ultimo, tara distribuir i pportunainente os
livros espe.ia a, a que ae refere o 4o do arf._ 11
ao regu amento approvado pelo decreto o. 9,51 ( de
11 de Novembro de 1885, ioa qu a s Serio de ser
lavrndos es autos de declaracao judicial noa escra-
vus, que houverem attingido i.lade de 60 annos.
Declai o-lhe outroaim que, at: cuto o rim h que. sao
destinados taea livroa, e na forma do art. 13, n. ID
do regulameoto ann- xo ao decreto n 8,916 de 19
de M iio de 1883 a aviso n. 624, de ;0 de Deceso-
bro de 1875, sao elles iai ntoa de sello.
Ao engi-nheiro em ch> fe uo prolongamento da
estrada de ferro do Recifo ao Sio Francisco.
Constando do aviso do Ministerio da Agricultura,
C numrelo c Obras Publicas, do 12de Mareo ultimo
sob n. 2 que fora naquelladaiasolicitadas ao da Fa-
ceoda as precitas ordena afim de que c crdito des-
tribuido a esta provincia para occurrer usdespezas
da verba Prolongamento da estrada de ferro do
Recife fosse augmentado com a quantia de60:000i,
assim o declaro a Vmc. para seu couhocimento.
Circular :
Aoa juizea municipaea de..... Declai o a
Vine, pai a ns fins e avenientes que o Ministerio
da Agricultura, C imnercio e Obraa Publeas, sc-
guudo o aviso circular, n. 85, de 27 de Marco ni
tiiro, far distribuir oportunamsate os livros espe
e un, a que se refere o 4 do art. ti do regn-
laraento approvado pelo decreto n. 9,517 de 14 de
Novembro de 1885, nos quaes tero do ser 1 inca
dos os autos de'leelaraco judicial dos escravos,
que houverem attingido idado de 60 anuos. De-
claro-Ibe ootrosim que atiento o fim a que sao des-
tinados taes livros, e na forma do irt. 13, u. 10, do
regul.iii'.ento aaneze ao decreta o. 3,946 de 19 de
Maio de 1883 c Aviso n. 621 do 30 da Dczeinbro
de 1875, sao elles iseutos de sello.
XPBDmrrB no bicbbtabio
Officios :
Ao agente da Companhia Brasil ira de Na-
vega^o a Vapor. De ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia acenso o recebimento do
officio de hoje em que V. Exc. declara q ie o vap ir
Cear, entrado a 6 horas da manh, doa portoa
do aul aeguir para os do norte amanh a 5 ho-
ras da tarde.
DESPAPH09 DA PliKSIDENTIA DO DIA 16 ni
AHItlf. DE 1886.
Argiraira Guilherniina Feitosa Brocken-
feld. Indeferiilo,
Capitao Antonio Frarn is;o do Mello.
Paase portara na forma requerida.
Geroncio Tavares da Cunha Mello. -
Em vista do regulamento niio tem lugar.
Generosa do Reg Medeiros Cavalcante
de Albttqucrque o Camilla do Carno Tor
res. Si ni.
Gregorio Lourengo de FreiUs. Inor
meo Sr. brigadeiro eonim.ii! .nt i das ar-
mas.
Isabel Francisca Montoiro do Quintal
Barros. Sim.
julio Cesar Gonjalves Lima.Sim, com
ordenado.
Secretaria da Presidencia de Peraambu
co, em 17 de Abril de 1886.
O porteiro,
J. L. Viejas.
Reparfo da Polica
See-silo 2.'N. 302. Secretara da Po-
licia de Pernambuco, 17 de Abril de ls"i.
Illm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que foi hentem recolhido na Casa de
Detenyao apenas o individuo de nomo
Luiz de Franca !o Nascimonto, preso por
disturbios pelo subdelega lo da freguesia
de S. Fre Pedro Gonyalves.
En data de 4 do corrente, foi captu-
rado polo subdelegado do districto de
Areias, pertencente ao termo de Goyanna,
o individuo de nome Antonio Francisco
Borges, condecido por Antonio Tamban,
visio achar se pronunciado aa comarca de
Timbauba como incurso as penas do art.
269 do cod. crim.
Communicou-rae o delegado do termo
de Aguas Bellas, que no dia 8 do corr-mh
o individuo de nome Jos Caropanha Wan
derley, morador no lugar denominado Jus-
sra, tentara assassinar a Antonio Salomo
Teij, em quem fez diversos ferimentos.
Contra o delinquento, que foi preso en
flagrante, preceden se nos termos do in-
querito policial.
No dia 8 do corrente, roassumio o
capitao Se veri no Rodrigues Lina de Albu-
querque o exercicio la delegada do termo
de Aguas Bellas.
Pelo Dr. delegado do 1 .u districto da
capital, me foi participado que em data
de 14 do corrente remettera ao Dr.juiz de
direito do 1. districto criuiiiial oinquerito
a que procedeu sobre os acontecimentos e
mortcs bavidas no Presidio de Fernando,
em Julbo e Agosto do anno findo, o qual
s agora terminara em razao do grande
numero de interrogatorios o diligencias que
teva de fazer para completo conhecimento
da verdade.
Opportunamente remetteroi a V. Eso.
copia da recapitulayao, que Instante ex-
tensa, e onde esl especificado tudo quan
to occorrera naquclle presidio.
Deas guardo a V. Exc.111.n. e Exiu.
Sr. Dr. Ignaoi > Joaquina de Souza Leo,
aiiiito digno vice-preaidente d provincia.
O chefe de poli ia, Antonia Domingos
Pinto.
Commantlo das Armas
QCARTEL (KXEIIAL DO CO.MMAXDO DAS AR-
MA DE PEBMAHBDCO, EM 17 DE ABRIL
DE 1886
.Ordttn do dia n. 8S
Declaro a guarnicao que o Miuis'' rio da Guerra
em portara de 27 do passado, communicada em
offieio da repartico do ajadante-general n. 2.291
de 31 ilo m-sinomei, diso nsou do lugar de eucar-
re.r.i o do f nte do Tula nd.r, o Sr. alferes i<-
fonnado do ce cJfcTliom Gomes Vi-ira Lima e
ni me u pora snbsTmiil-o o Sr. major honorario
Jiaquim Frauciaeo Diniz.
(Assignalo) brigadeiro Agostinho
Marques de vi, comman lonte das armas.
(.onfrme O tenente Joaquim Jorge de
M lio Filho, ajadanta ie ordens interino
e enearn gado do detalhe.
biAiit l PEftHAaBCO
RetrAspccl politice di aono
de !* .
REPBLICAS AMERICANAS
;ContinuaQ&o)
A 7 de Maio, por occasiao da abertura do con-
gresso, o general Julio Roca, presidente da Re-
publica Argentina, recitou pente os represoa-
lanles da nacao um longo discurso em qne miu-
daiiienu.' expunha a situaco econmica e social
do estado uja mais alta dignidade Ibe estvra
confiada.
I)is>i' o presidenlc que o paiz continuava a opu-
leniar-sc em forgas moraes, intlleetoaaa e inafe-
riaese procurou provar a asserco por meio
de varios esclarecioientos e dados estatisticos:
"O camiiiho d ferro dos Andes foi inaugu-
rado no moio do maior entbusiasmo dos habitan-
tes daa trea provincias. E' elle udfdos melho-
res fructos da quadra de tranquilUdade i[ue vi-
mos de atravessar. e que, no mea entender, nao
deve ser interrompida. Todos os que assistran
a e.ssas testas e atravessaram em toda a sua ex-
tensao o Far- West argentino, notaram de certa
i satisfacSo publica e os symptomas de vida e da
progresso que se manifestaram em inda a Rep-
blica.
Refenndo-sea crise finanecira porque a nai
eslava pasaande naqueUe momenl lisae o Sr.
Roca nao acredil ir que a perturbago delta re-
Bultante vesse d ser tonga e profunda, porque
a prosperidade nacional era no seu conceilo um
laclo incontroversn e porque o commereio e os
meios de produccao do paiz estavam realmente
intactos.
Tudo u >- foi propicio uestes ltimos lempos
explicod o presidente,e multo possivel que
a isso mesmo devmos o abalo comtnerciat da
actualidade, desd i que i.io difticil para a ttatu-
reza humana o manter-se u'um justo meio entre
u prosper lade e oabatnento.
O progress > rpido c sorprehendente de nm
piiiz novo, no se realisa sem accidentes. Se o
governo eos particulares gastaram mais do qus
os seus recursos permittiam, todava, justo
declarar qne no se sacrificon cousa alguma em
desordena e guerras esteris : governo e parti-
culares obedecern] a um nobre desejo de pro-
gresso.
E |iara que o parlamento conhecesse com exac-
tidao o estado das financas publicas, e lhe pro-
curasse remedio,entran o nresidente as seguin-
tcs demonstrasoes anthmeticas :
Al 1882 o suido da exportacao Ibi-nos i'u-
varavel; mas em 1883, potto que o mvei /! ex-
porttqo adb baixasse, a importacao elevon-se-
llie no valor de o milboes de pesos. Em 1884
a importagao foi de 9 rmlhOes, emquanlo a ex-
portaco so attingio a 68. Mas se a prodasfao
nao leve desenvolvimeoto igual ao da exporta-
cao, ii-iii poi isso flcou estacionaria. Ao contra-
rio, augmentou de I8s;i para 188i em 7.800,000
[:*). e durante o primeiro trimestre de io a
conta do nosso commereio Internacional apr-
senla urna reaeco famravet, porquanto aexpor-
taco subi a 23.000,000 e a imp irtacao nao ex-
cedeu de 19.000,000. Temos muitos motivos pira
esperar que esta proporcab se mantenba at ao
lini do anno.
Se nao estamos re londamenle engaados, hou-
ve urna grave confuso nesses clculos e deduc-
(Oes econmicas do honrado Sr. presidente Roca.
Desde que a produccao danacionalidadeargentina
nao ficoH estacionaria nos annos de 188:1 e 1884
parece-nos. -';n desejo de sustentar um parado.
xo, que a prosperidade commercial da mesma
nacionalidad.; consista exai lamente no facto de
ser o total de sua exportaco nesses anuos infe-
rior ao da importacao em alguns milboes de
pesos. Com efieito, se oesse periodo o nivel
da exportaco ndo baixara e o da importacao se
tinha elevado, o que que esse desequilibrio dc-
monstrava, seno que a repblica tinha anferido
as suas trans i o estrangeiro a diiTe-
renca. o saldo existente entre essas duaa con-
taa i
As modernas llieonas econmicas sao por na-
tureza abatrasas, porque lambem sao na maior
parte arbitrarias subjectivas, nao obstante todas
as chamadas leis que invocam co espantoso nu-
mero de cilVas que de ordinario lhes serve
cauda. Affgura-sc-nos, lo la\ ia, e nos parece ao
ultimo ponto claro, que se alguem ou algnm paiz
recX'lic em troca de mu producto cujo costo ori-
ginario representa 10, outra cujo custo originario
ou natural representa 11 esse alguem aa ess
paiz augmentou necessarianente em 2 a sua ri-
queza ou a sua rnva g(oductora, o que vem a
svr o mesmo.
De modo que. ao contrario do que pensara o
Sr. Roca, entendemos nos qne a situaco com
mercial da Repblica Argentina comecou a ser
pouco animadora e auspiciosa, precisamente no
primeiro trimestre de 1885, isto quando o va-
lor da exportaco se mostrou superior ao da im-
porlacao em 'i milhoes de pesos. Esses pesos
exprimiam, a nosso ver, justamente o guoss-
tum do prejuizo soSrido durante o mencionado
trimestre pelos productores argentinos uas suas
transacebes com os de outros pases. No enl-
lanto, allinnou o presidente que as receitas pu-
blicas laman progressivo augmento.
Pailn as difficuldades dos bancos nacional e
da provincia, dizendo que lhe pareca dever ser
icmporaria a depreciacSb que entao eiperinien-
lava o papel desses eslaoelecimritos.
Comquaiiio a opiniao domiuante acbasse a di-
vida da nacao exagerada, entenda o Sr. Roca
que ella 090 era por modo algnm superior aos
recursos da Repblica
Tratando de iiiolhorauentos malcraos, oisse
que em 1881 tinha o paiz .:l91 kilmetros de
liabas frreas em esploragao. e que at aquello
momento o numero desses kilmetros havia su-
bido a 'i-i^ devendo em linsde 1886 acharem-
ge completos mais 1,968, que eslavam sendo coHi-f
ajruidos. A rede dos lelegraphos nacionaa aug-
nicniou em 1881 em 3,200 kilmetros. E por
isso dizia o Sr. Roca : Podemos assc\erar que
somos, na America do Sul. o povo que construio
uiaiorquanlidadede lindas telcgraphicas no cor-
rer do anno passado. Alm disso, noticiou
que as obras do Riachuelo de Barracas, tb im-
portantes para o commereio argentino, conti-
nuavam em actividade; que as do porto da ca-


\
IMI
2
Diario di* PrnuinihiinDomingo 18 c Abril de IS86

ilal, kubrt rF rr>irr'r0E'nil1c es
secuto, bein como as do porto do Rosario, uti-
siiuas ao commercio interior, ja estavam con-
a-atadas, eiadar-ae-lhea principio.
Occupou-se eui seguida da imrnigraco, mos-
trando com cslalisticas que augraeuUva de da a
dia o numero de individuos de (odas as proce-
dencias que iam procurar fortuna na Repblica
Argentina. Aitribuio eaai desenvolvimiento ao
plano de colooisuto Jaesa parte adoptado pelo
governo. Declaren, en I re outra^. de grande
Tantagem aun >entido us lea que autorisaina-
rcmla das trras publicas: nfm sendo de menor
proveito para o incremento da riqueza nacional
a que faculta a concessan ^rainila de pofuenos
lotes de terreno aos nacional'* e ostraiio.eirosque
aceitarem a obrigaro de occupal-os pes-mil-
tnentc.
Depois de alludir a cerlos abusos do poderec
desiastieo, e oeeessidade gue taro o Koverno
de reprimil-'is fttmmmtot O IH|10 atojam-i
soberana nacional. acnvscentou o presidente
jue a li-i SDlire iv.'islm <-vil eslava <-m rigor
seria posta eua pratica no praao estipulado pelo
poder legislativo.
Pausando instnwcSo publica, notoa aiadao
Se. Roca progressos evidentes. .as senlas nor-
maes do paii estavam matriculados i,379 aiam-
os. Oa cursos de tastroccao soperior e secun-
daria erain bastante frei|uentados. Na capital
da Repblica o ensina primario era distribuido a
l^/ll creancas. Tmliam-se inaugurado dnate
j auno li edilicios que reuiiiaui todas as condi-
ees hygienieaa oaeolao menomentaes, tem-
plos desuados a preparar os que 00 futuro,
aoscios .le seas lewresdecidadfios, dirigirlo
testinos da patria. O conselho nacional de
educaeiio preparava mais 34 desses edificj
dos aunes senam prximamente inaugurados.
Anda que eese ojspniro da sUuaeio geral das
provincias unidas do Kio da Fala tive.-se sido.
por ventura, uin tanto ou quaulo colorido por
nm optimismo ate eerto ponto eiplicavel, aSo
potleiiiiis vencer e:n nos o deseje deeopial-o ejn
ligaos dos pontos prineipaes. Nao nos parece
que a Repblica Argentina seja entre nos to ge-
ralmente coobeeida que terne init .runente ocio-.
sos e sem intereeoe os esclarecimentos que abi
Scain. Quando mal nao Ios-e. liranam
bendo a dilTerenca que lia entre O laconismo de
ordinario to deliciente de nm discurso da coroa
a mensagem abundante de noticias de um sim-
piesulente de. repblica
Mas anda que as itil'oriiiaeoes do Sr Julio Ho-
sa relalivameote ao estado econmico da sen
paiz. nao autorisasse tenores e desnimos por
parte dos portadores de ttulos da divida argeu-
tiua. 0 Corto < que foi dlllieiliiiio ao SJOWSnO
itrahir umemprestbBO na Europa, apezar de
baver enviado para all o Sr. CarlosFeUegnoi
expn.'ssameute para elTertuar eesfl negocio. De-
pois de militas diligencias empregadas nos mer-
eados de Untares o Paria, eanaogaio o enviado
eyociar o euipa-stuno deU inillies de i
Blas em que COOdicOee deprimente- | n- caute-
losos banqueiros iiiutuanles inipozeraui como
olausula do mutuo, e pan garanta late, que
'lies BcSatBl afpotliecadas as rendas ailuanei-
ras da RepuMira. portal modo quasi equipara-
da ao iltuigmnihi Bgjpto. <> gaaarno argenti-
no repdlio a condicio. deisando de realisa^o
smprestimo contractado. Infelizmente realisou-a
lais lardee na- inesmisslinas condices '
Talvez que o excessivo rereio dos capitalistas
ntnageiros nascesse da agitacaoelefroralquo'se
numfastav;. DO ptB a que iam conliar o sea dr-
abeiro e da BMerten quanlo as ultimas eonse-
ajanete densa agtoeto, que. todava, aprenanta-
taum carcter tateir asacle pacifico. Prpara-
fain-se as etaigoea presidenciales ; e nSo eraim-
-ivci. poeto que o governo promettesse ottsar-
i maior itnparcialidade no pleito, que a pat-
ino obrigaaaaos partidos a abandonaren] de um
emento para outm o campo da lucta legal. A
priir,-i|iio eram qoatro os nandidatoe ao lugar
sjko general Jubo Roca ia abandonar dentro
-h pouco, por estar lindando o Be mandato
Ambiciona', a-n ao neemo lempo a presidencia
a Repblica os Srs. loares Celman, Rocha, Ira.
goyen e G irostiaga. Posteriormente dna-se
que o Sr. Celman cedera da sua pretencao em
Si i' Ca loa Pellegrini, que aceitara
4 renunc os elemeotos com qne coota-
nm ts < i latos se baviam lundido pa-
Iristobulo del Valle. Gracae i
le simplificacao. Bduas eandida-
II em letr.
Uruguay lambn j no lira do aun
paravam os partidos pona eieicdo presidn-
sial \i prop sito die opn'sideniea-
nia de inaugu
bra 'i" por o k Haldonado :
* l n por tod.
i ijtae calumniam. chaman-
do me ambici i o!?ar e. propalando que en
i, aproveilo este
neni i, em que me rejo cercado de" um grupo
ocio e numeroso de meos concidadao, pa-
lenineinenti- qne, amda na bypo-
tbese de ser por qnalqaer motivo ou circamstan
ia solicitado para continuar frente do governo
ioual, nao accedera jamis a semelbante pe-
didu. Como soldado, del aoservicodas in.-iiiui-
- p.drias, acbar-me-liej sempreaolado doci-
dado qne a assembla eleger em i" de Marco
!("> para meu substituto.
(i presidente Santos qnii deizar distnclamente
do o ultimo auno de .-en governo.
arlaiento apprqvou o projrcto de le sobre o
unen!... :ivK betn como o que declaren ille-
mvintoa e communidades
reBjriesaf' cuja l'unilaeo nao livesse sido autori-
n>i pelo (i-'le......i'utiv.i Poram improticaos
es i'si'nn neaes ])ua impediressas doaa
reforma,- ules .la leyishuau do Uruguay.
A..- da mprcvaco dosiprojectosaimpreasa
,,i do pajuf nv. gnndes BsanifestacOes para
^ui a cmara e 0 seoado Ofl adopUssem.
tura ( reriraram-se sem querer dar seus nomes
tea i utro qualquer esclarecimento.
O poder ejecutivo, mandou, por um decf 'to.
fecha- aquelle eslabelecimenlo, sendo as noMcas
e a.-yl idas transferidas provisoriamenie para os
asyloi designados pela junta administrativa, afim
de se 'em entregues aos pais, tutores ou encaire-
gados. A's reiigiosas professas marcou-se o
praso de 24 horas para desoecuparem o con-
venio, sob pena de ser a desoecupago elTecuiadu
pela firga publica.
., Em cumprimeulo deste decreto, no dia 30
foratn transferidas as asyladas para o asylo de
mendingos. licaudo nove freirs no convento. So
diaseguinte sahiram estas, acompanliadas at os
carroii pela Sra; Clara Jackson de llerbert e m-
tras, achando-sc presentes os membros do club
cathoiico. Poram asyladas pela Sra. Berber em
urna i asa contigua sua, Situada na ra DaaoitO
de Ju ho. A concurrencia publica exceda de
2,000 pessoas. ligurando entre ellas numerosas
t'anilliis >las principaes d'aquella capilai. >
.Mas edilii.aiile que 0MB espectculo foi certa-
mente a deliberaran que tomouo governo da Re-
pblica de restituir fraternalmente ao Pam
OS tropillos conquistados pelo exercilo orieidal
na guerra contia o dictador Solano Lpez. Bsgf.
restitui(;ao foi lembrada [telo poder eiecutivo d
Uruguay e approruda unnimemente pelo parla-
mento. Os trophOS foram levados Assunip-
i ao por urna commissao Horneada pelo ove no
de Montevideo. O congresso paraguayo volou
nina morao de agradeeioMOtO ao povo oriental e
concedeu ao Sr. Marinw Santos o titulo de ge-
neral -m chele do exercito uaclonal.
Foi una distineco rara,eque 0 presidente do
l'rugiay ilevia ter apreciado immensameiile. Os
Iropaoa foram recebidos em Aasumpconomeio
de listas eatroudoeas. As damas paraguayas
cobriram de llores as bandeiraa dos dona pases.
(Qma'wB),
-------1 *S9g> -----------
noticias do \ui-lo do Imperio
O p.qute americano kdvunce, tntratlo
hontein do nort-, trouxe as seguintes :
rrt
Datas at 11 do Abril ;
Prosegua em s:us trab.llios a ass oubla
provineial.
Cuuinua.v.1 p'-ssi.no o salada sanita-
rio i lm.
O jeri-beri aiuda fazia %i-iimi, bem
co;uo febres le tno >.;r.et r.
Hur.inliu
Dtas at 13 e Abrd :
Co ista n as noticias da oarta do oosso
corrrspandentc, publie ida na rubrica Inte
rior.
-- A presidencia a seguate tetegraiaiaa, expedido pelo juiz
e pro notjr publico da comarca de Pastos
Bons :
Mirador, 6 do Abril de 88. Em 3
do correte retirou s- deota vilh para o
Grujah o ten ote Epa ninondas coma
fory* do 5o batalho. Com cesa retirada
oto bou ve altcr<>cao na or iem pub.a,
como ae receiava. Entr tanto de ab.-o-
lut* rje'-essilade a pres-inca do Dr. chefe
le polica para tomar conhnoimento dos
fnctM occorri los, j partecipando a V.
Exe e providenciar de man-ira a tran-
quillisar os nimos dos habitiut '8 dVeta
vida. Raymundo Joao de iloraes Reyo.
- Urbano Santos da Costa A~aujo.
Pianby
Datas at 27 de Margo :
A Epochal unic* folba que recebemos,
nenhuma uoticia contm que interess aos
08803 leitores.
aub^ituir orno agent8 li The United
t'ites and Braxil Mail Ste-ini ghip C
O Sr Liiz AugUbto F.ig.r, uni-o so do,
o de industri i, da tir na, uo t**tit'--tto om
o estado de eoueas que tem o.ueorrido, om
robeSi .. UquIda^Bo, j leixou a eaaa e
aguo para <> R> no v;.p>r de 47 do cor
resto, afi u d' illi obter um arraojo
Esse diatiucto oiivalheiro digno do me
llior sorto e dispS de grande somma io
li .bilit.-yd-'S, (j'.e lli" dito disolto a urna bo-
nita posi^ilo eoniuertial aa cort; do impe-
rio.
Deixa aqui avaga le eonsul da Franca,
cargo qui sempre desempenhou a aatisfa-
(o o reapee.tivo governo, que o distingui
o o algumas gr.tcas bonorifioas.
Sbgue no inesui i paquete Aduance,
d'aqni [>*n o Rio, os uo.ssos d*putadoa co-
raos Drs. VIaya e Das Caraairoi qw>- des-
xarain de aeompanhar os mais collegas,
pelo paquote na-donal Mundos d'aqui lak
do 7 do correte.
A nossa Asseipbla Provincial con
tinua, confjr.uo lli itisM aa i uin lia ultima
oiissiva, notan lo-se apenas 0 fa'uto da ne
ceasidade de sero n eollooatasalgumas pra-
yas s ordene lo de.leg.i-lo de polica para
eont- r os habites da* galeras.
A presidencia acaba de mandar p-r <
Mirador o Dr. ebefo de polica com um
delegado o dezoito pcioas, tomando med
das enrgicas o etfi 1, contra os rctos
c oout ieiiu--iit >s havi los n'aquella infeliz
comarca ; e nem outra cousa era de espe
rar ;o tilo listtncto alministralor, qu? pe-
l's eus actos de sempre reeonbeciia jus-
cica t"in grangeailo a sympatliia e estima
Acabo de saber que no dia vinte do
presente mez sihir a luz o primeiro nu-
14: SE^BA' I Em DE ABKIL DE 1886
PBES1DKMCIA DO BXM BK. D8. lOii MAXOKI. DB B1HBOS
WAMDBBLKV
Ao oieio dia, feita achinada, e verificando-se
s.arem presentes 08 Srs. Katis e Silv, Arnaral,
Soures de Amorun, Joi Alv.-s, Doimingu-s da
Silva, Joao de S, Goocalvea Pxrreira, Batro
Wanderi y. Btrroi Barreto Jaaior, Javeneio Ma-
ris, Pecima Velloso, L-iureaco de S, Julio d
BarroM, Antonio Vctor, Augusto Fraukbu, Pr-t-
xedes r'itanga, lio iribes Furto. Viseoude d- Ti-
bating-i, Herculaio Baudeira, R-ga Burro, Coas-
tantiuo de Albutpierq-ie, (ii.in., Furente, Jai Ma-
ri-, Barao d- ItpisiUina e C.ielho de Monos, o
Sr, presidente declara iberia a MOHBfe
Compa -cein depois os Srs. Sophiouio Portella,
Rusa e Silva, Joao d'iiveira, Luiz de Audr.d.,
CotUk Ribeiro, Andr Das, R.gubert., Costa Qo-
uwa e Ferreira Jae.obiaa.
FalUram os Htm Uruiainood Filh., Regneira
Costa e Antonio Corroa.
B' lida posta em dieciissao a acta d:i sessit>
antecedente.
O r. Lonrenco de 4Sr praaident, o
rgimen'o diz que acta deve c nter em resom > a
historia fiel e ezicta de Indique se t'-z ua
Entretanto, acta que ac.b* de ser lili p-lo n -
Ore deputado o Sr. 2" c.'eret.ino, q i a r li di
a uegaca dos factos e das o-cu r nc i. que se
deraio u > ui-.no da do seacao,
Hontem, Sr. prci ienf-, dep >ia d- li.lo ,-.x\> -
dieate, approvada a acta, V. Ex pas-nidi i ur-
des* do dm, submetteu ;! diacaaaa a pnrioeta qae
cogita du r-move- a sede da enmaro de Vrteatea
para T iquaretinr;.
Pedio a palavra o oceup >u a tribuna 0 BoOre
deputado p-do 2o diatvietu; '-in tegaiiln rlhi ti
omu o Ilustre deputado representante do 9 dis-
tricto, o tiu lmente o Botara leputid i pe i 1JU. qu
eoiicluii requeren-Jo o ene rraioonto da dueur
sao.
Nessu occisiao, Sr. pr-sid-iife, a casa sotara
ecnpl-tainenre vusa; u ste ^j-nit i pi-liam Batar
apenas uns seis ou ono lepataOus; oao s<5 o. lib -
rae*, m^s tainbein os conservadores, ra. .vam Bu
auto sala; ti ve u ouidadu do verificar qaantua de
pitidos c insi-rva lores as cluva'r. na easa, quer
aqu, quer l fra, e averigu-i que s In.i.un 18,
pdo oue enteadi que devia conservar m- me W-
eiuto, D0 intuito de tiu.lis-ir os trabadlos d i inji.
*"" ,| porque o Sr. preiidoate, habitalo cuno et-t, a
ero de um novo jornal denomnalo 0 wmm.tt diana.neute as tropelas ,- arinSrare.
Liberal, advogando a causa d'sta partido, dales que eat.-a lo, aproveitanJ .-so da aii-
JU-: t"in por aqui Corrido a rovelia com i d" "MPxS'Va, lodi v itar o i-nc"rr;iin-'u;.i ou o pro-
jecto seio numero legal.
a ndiff-'renca de seu chafe bario de Gra-
jahu', que s acredita n > p > 1er.
Do uoticario do Diario Uo bont'in,
consta o seguate :
K No vapor iGear s-gue boje o Ex n
Sr. eoosoiheira Freitas H--uriques, amnei
do par administrar a peers a do Para.
i S. Ex... foi hosp'dado pelo Exni. Sr.
cous lbero B imleira de M-dto.
O Sr. Goncalves FerreiraO Sr. presidente da
assembla incapaz tif faz-r isto
O Sr. Ln>irene. de STen lo veiiiealo qu
i'in o iicisiia i|:, o iposicao, visto cuno islavun
na casa smente I depurad b oa mainria. V. Exo
bo pidia preceda a votarlo do roqaerMMoto]
p -los mous amibos fui in lica lo pira lise.ilisar os
Crabalhjs da mesa e couservei-in- no r.-oini i.
Hi < tazamos inysterio, e por mais de urna
vrs remos declralo d-sta triouna: eit unos dis-
dostos
J ao coin^areuennos aqui pira fazermoj
A presiden l, roceneO O seguinte to c.,.a, pirque estam.s eoave-ddS que a pnvmcia
Modelas do miI do imperio
O paquete nacional Baha, entrado hon-
t'-m co snl, npenaa adiantou datas da Ba-
bia e Alagoas. Eis o quo colbemos das
folha^
Batata
Datas at 14 do At.ril :
Continuava eiu s-us trabalhos a seas u
bla provincial.
Suicidara sf, ingerin lo grande por-
oSo de l.ui.iiio, Torquato Lipes Pimenta,
eaixeirode urna dragara
Alsaasi
Doto.-, at 1U de Abrd:
I-.-.,iva funocionaodo en sessSes prepa
ratorios a nseombla proviooial.
L s^ no Jraba'ho da Pao d'Assuctr:
a T' em continalo as charas nests e
uiitio-i municipioa prximos.
Vs noticias que aubamos do alto S. Francisco, -ao anima loras:
diuv.s copioa b leni cabido nos sertSee das
prorincix da Pernambueo, Bihia, Cear,
ate Oa riachos de grande curso teeto
ti ii loriado nom a cheia e em algumas
raneas, como bem as qu fi-am entre Ja
toba e C.ibrob deram at pessagein a
nado na ulti na semana.
roa I asi i.i a ha mais de quitro an-
nus que ten. se nato sob os ternveis eff i-
los de nina Be ca continna, p le su daor.
NTfi!0R
a ezi eiico la lei relativa aos conventos den

i innvente*.
SO dia i'.' de Julliu u|ireM.'iiiaiani-M! no fitilo
/ l'n-h.i. .-ni M:iii'.c\nieo. o.- meuiliros da
iomiiiio iiiuuiiiij.il tn. ({riiii i: .Niin. aemu-
rivao Tsanos, para vlsftal
wfieflc isl.-ili.lcciindin reriso. i -iiperiora
wr-con-e abrt1 a port. Henjrhfado B attierna
i forca puWrfa e mtinmdo MAhnttatd a 90peT
-rioT i.'ira abrir a pnrla. deofcinni ella que all
tuntrarian como .salfeadons Foi arrombada
i nria. |ieiieiinn s coiiHst)etaaiongt)BjtQ4.w1
viadas no coro, on^o
wi.controu ll-: du.-. priuieira-
d as secundas, oda inicta
Advertdt de une ia ser lida a ei.TP.
ariV oti'vr sem'eiriahli
Correspondenoi;! do Diario de
Pernambiico
MARANHO. s. lciz, 13 de Abril le
18s6.
Sao quatro horas da tarde. Inespera-
da monte acaba de entrar do nore o pa
quete .".nii-ricano Advanee, procedente de
N w York c escalas, devundo seguir pura
o sul s 8> te da noute, pelo que apen is
t-i ho t mp para apreseadamente infor-
mar! ie. n seguinr :
< Na minlia ultim > latida missiva de 2'
do mi z passado p di a sua attencao para
diff r mea erroa de eoosposicSo, quo s de-
ram na de 9 publicada 1-4 do mismo
mez, sendo o mais sensvel o la importan
'io d i debito na Europa, da fallida casados
Srs. J s Ferreira da Silva Jnior & C,
que de oitowntos eontos, o nao de oitcnta
contos, coino fui publicado na referida mii
siva ii 9 de Maryo.
L"nge. porero, de ser corrigido serae
Ibantf: engaito de couiposic^o, foi peior a
arada do que o soneto, por isso que as
altcracSesm questao nSo estilo de aC30T-
do com a reclamada, pois que, emlug.r
de elevar a somma de oitenta para oitocen
tos, deiceu de oito contos, o que tem aqui
sido objecto de censuras e inJorpretaco'.is
-ioaJ intencionadas.
ui A re^peito desta importante falleac; ,
nada s*: off-re -e adiantar lho.
Con'.inua o desanimo dos c.eiores, pric
.cipajoifjxte agora que o New London and
Brazil :' firma, como seus agentes uestes pro
Kfrtei, salottifuirido'os pelos Srs. Jos Pe-
dri'ftfliiro &.f '(te ditem tambem os
l'-gramma, via Caxias :
Mirador, t de Abril de 18^6. Em
i lo corrent" retir >u se desta villa pira o
Grajahu' o tenonte Epamiuondas com a for-
rea do 5.' batalbao.
i Com essa r tirada nao houve alterayj
na ordein publica, como g'i receiava.
Entretanto de absoluta necessidade
a presenua do Dr. chefe de polica para to-
mar conhecimonto dos factos oocorridos, j
participados a V. Exc, e providenciar de
muieira a tranjuilisar os nimos dos ha-
bitantes deita villa. Raymundo Jodio de
Maraes Reg, Urbano Santos da Costa Aflu-
jo
' De urna carta escripta desta villa om
28 lo mez passado, copiou o uollega do
Commorcio de Casias* :
Os barulhos por aqui silo constantes.
a Hontem o capitao I. Ghiedelha chegou
a ponto de atir-r pairas no tenante Epa-
tninondas, e nao foi victima ao mesmo tem-
po, porque o juiz le direito e promotor fo-
ram sua salvaguarda...
o Hoje soubemos que o capitilo e seus
ap.nga-, em numero de 6, fugiram, e
consta que foi por exigencia do juiz de di-
reito, e creio que nao virao a esta villa
emquanto stivor o 5.aqni.
Pelo juiz do Grajahu', que pronunciou
o Sr. major Francisco d'Araujo Costa, como
implicado nos tristes factos occorri los em
8 de Novembro ultimo, deprecou para esta
capital contra o referido major e tenente
Joao rtJix Fournior.
< Em virtu le do accordao do superior
Tribunal da Relacilo, que considerou incom-
petente o juiz que funecionou no procasso
e pronun iou, claro que tal precatoria nao
pola ser cumprida, em relayao ao referido
major, a quera foi concedido haheas-corptis,
tendo sido preso o tenente Fouraier.
Foi, por portara de 1. do correte,
demittido o teuente d'este corpo Joao Alix
Fnuruier, visto acbar-se pronunciado no
termo do Grajahu', pelo crime previsto no
artigo 193 do coJigo criminal.
a Ante-bontera foram exonerados : An-
tonio Conrado Belford Sabino, do cargo le
amanuense ; Sabino Antonio Dourado, de
porteiro ; Raymundo da Silra Diniz, do do
continuo, c nomeadus para proertoher os di-
tos cargos : amanuense ; Francisco Evaris
te de Oliveira Cunara, porteiro Antonio
Conrado Belford Sabino, e para continuo
."jabino Antonio Dourado.
Por ter seguido para o Mirador o Sr.
Dr Lu;z Dnarte da Silva, eontinu'a en
corregado do expediente o Sr. delegado
\ugusto Vespucio Nunes Cascaos.
EBiUIBDGO
Assembla Provincial
REUSLlo EM 1 DE ABRIL DE 188tt
PRESIDENCIA
DO EIM. SB. DR. ANTONIO FRANCISCO
COKKBIA DE ABACIO
Ao in-io dia, feita a chamada, e verificando-se
il -|i us de 15 minutos de espera, estarem apenas
presentes os Srs. Ratis^ Silva, Julio de Barros
Wanderley, Antonio Concia, Barros Barreto J-
nior, Ferreira Velloso, Soare de Amorim, Rogo
berto, Viscondc de Tabatinga, Domingues da Sil
va, Costa Gomes e Rosa e Silva, o Sr. presidente
declara uo ha ver sesso.
O Sr. 1o secretario procede leitura do se-
guinte
EXPEDIENTE
Um officio do Sr. deputado Antonio Qoncalves
Ferreira, communic in'io nao pider con parecer
sesso por motivo de molestia.Iuteirada.
utro da cmara municipal da Afogados de In-
gazeira, reclamaiido contra o contrato de carnes
verdes.A' commisso di negocias da cmara.
Urna peticao de Jos Marcellino da Costa, pro-
fessor publico de Itapissuma, ri'querendo as frra-
tiliuacocs a que tem direi'.o, por contar mais de 26
aoaoi de magisterio.A commisso de instrueco
publica.
Outra de Francisco de Paula Barros, autor do
compendio de phjsica para leitura, adptalo em
mui'.as escolas publicas do imperio, requerendo
que se autorise a compra de mil exemplares, A ra-
san de 1500 cada um, para serem distribuidos
pelas escolas publicas da provincis, e offerecendo,
cuso esta Ib'os compre, gratuitamente outros mil
exemplares. A' commisso de iustrucco pu-
blica.
Outra de Thereza de Jess Barros L'ros, pro
fessora contratada da cadeira mixta do povoado
de Santa Clara de Buique, requerendo ser consi-
derada effectiva para qualquer cadejra de 1* en-
trancia.A' commisso de iustrucco publica
O -'r. presidente em seguida dissolve a rea-
nio.
iraiiha e lucra to Us as vesea que deixa da haver
eaai'i; tinti mail qu-into os orvainentis aiui.a
mi forana apncaotadoa e anda m.iii hoatem tra-
1 ;va-se ueuio projecto es-enciilmcute pditico que
s tem por fim comprometter e parsegair us nossoa
MDgO* do serto.
Achando-ine no recinto, proposto o eucerruineu-
t > pelo nobre deputa lo pelo 1 districto, pouca a
pouco foram entrando os 1 Ilustres deputados di
miioria que se acharara na ante-sala. Erase
guidao Sr. presidente proferto as pilavras sacr.i-
meDtaes do regiment, dizendo : os Srs. que ap
provain o reqaerimento de cnc-ri- un.-iito queiram
levantar- se.
Nessa occasio etTectivamente procurei retirar-
me, suppDndo que existisse numero legal, desde
que o Sr presileute acabava de votar o encerra-
mento; ao levantar-me da minha cadeira, decla-
re*, entretanto, a S. Exc. que nao me contasse n
nuin-ro dos presentes, vistj com) nao quera to-
or part-' 111 v itacao.
Um Sr DepuradoContra a lei expressa.
O Sr. Lourenc-i de SNao ha lei alguna, meu
coilega, que obngue o dejutado a tomar parte as
deliberacoes da casa. V. Exc. coraprehende que
o regiment nao podia admittir semelhante exi-
gencia, quando essa exigencia jamis seria satis-
feita. Qual o meio pratico que teria o Sr. presi-
dente da assembla para obrigar e fon; ir qualquer
deputado a tomar parte em urna votaco, desde
jue elle nao quizesse?
Seria urna verdadeira t-atravagauc'a!
Mas di*ia e.i que procurando retirar-m? deste
recinto, ao chegar no reposteiro verifique! que nao
havia numero para votar se e regressei novamen-
te para a minha cadeira; depois do Sr. presidente
ter declarado que o reqaerimento havia sido ap-
provado a que ia aubmi-tter o projecto votos, pe-
d a palavra para mostrar que semelhnnte votaco
era milla, que uo havia numero na casa, e reque-
r imaaodiatam-nte que se proeedesse i chamada,
no que alias attendeu-me S. Exc.
Feita a chara-ida reque ida, verifcou-se que
apenas estavam presentes 19 Srs. deputa ios, e i
Exc. ra seguida disse: eftectivamente o requeri-
inento ua-i foi approvado.
Eutre'autu, Sr. presidente, a acta que acaba de
ser lida diz apenas que t 11 retirei-me do recinto e
nao se procedeu votaco do requerimento por
uo haver numero na cusa.
A rotaeto do requerimento um facto qup nao
I pode ser contestado, e eu app -lio para os Ilustres
deputa los da maiorin. O S-. presidente proula-
mou o requerimento de encerramento approvaio,
e smente depois das mmhas ob3ar^acoes que se
venficou nao haver numero legal.
Conseguintemente, Sr. prcsident.', o nobre Sr.
2 Montano, redigmdo a acta do modo por que
ella esi, 110 intuito, talvez, de oceultar o escau la-
to que hontem V. Exc. preteudeu pratiear, nao
cumprio o seu d.-ver e aiuda mais ferio o regimen-
t, o qual -rxige que a acta conteoha a narraco
fiel e exacta do que M pass ra na sesao.
Feita esta ligeira recl nnaco s em amor da
verdade, sento-me, esperaudo que os Srs deputa-
dos que se achavara uo recinto na occasio em q"e
o incidente se deu, nao deixaro de ac. itar a se-
guiute emenda, que submetto delibera9.io desta
assembla :
Vera mesa, lida, apciada e entia conjunta-
raent" em disuustio a seguinte emenda :
Em vez deIndo o Sr. presidente etc.dga-
se :Teudo o Sr. presidente consultado casa
sobre o requerimento e o dalo por approvado, o
Sr. L urenc de S (pela ordein) protestou, decla-
mando nao haver numero legal, e requereu que se
proeedesse chamada ; o que se fez, verificndo-
se estarem presentes 03 Srs. Bata s Silva, Bo8 >-
berta, Julio de Barros, Antonio Vctor, Soares ue
Am .riin, Antonio Corris, Joo Al ves, Barros Bal
reto Jnior, Barros Wauierley, Rodrigues Porto,
11-r.-ulio 1 Biu I ira, Coelho d-j Maraes, Ferreira
Velloso, Re^'o Barros, toncalves Ferreira, Rosa e
Silva, Lourenco de -, Augusto Frauklin e Costa
Gomes, pelo que o Sr. presidente declara nao ha-
ver BBtBOro I. -oi-cn .- 1 de S.
O Mr. Barro Brrelo Jnior (2. se-
cretario)Sr. presidente, procurarei seguir aiuda
hoje a in- -mu norma de procedei que timbo tido
nesta casa, nao tomando tempo a esta Assembla
com questoes que a opposico, por espirito smen-
te poltico, levanta aqui quasi que quotidiana-
meute, esquecendo se, cga pela patxo partida-
ria, a maior parte das v--z-s, da verdade, e sob
pretexto de narrar a verlade, procurando fazer
crer sempre, qus a acta nao a expresso fiel do
que se ti-m passad i 11 is sessoes.
Sr. president disse o nobre deputado quo me
preceden na tribuna, que a por se a votos o re-
q erimento de encerrameuto, havia apenas t ou 7
Sra, depurados ; mas foi S. Exc. mesmo nuera
poucoB momentos depois conf:ssoa e tarem pre
sent"8 19 Srs deputados.
O Sr. Lourenco de SNa casa.
O Sr. Barros B irreto Jnior E tanto assira que
S. Exe julgou que, ach-udo-.se presenta no re-
cinto, razia o numero legal, e tsnti issira qu.',
e rrend) e gritando, sahio precipitadamente do
recinto.
O Sr. Lriir-nc 1 de SE' um s mho de V. Exc;
V. Exc. vive continuadamente sonhando.
O Sr. Barros Barreta Jnior.Sr. presidente,
s-- ha alguin deleito na acta smente a omisso
que fiz e de proposita, de dacl rar que o nobre de-
putado sahira d'aqui currende desordenadamente.
Mas foi at urna priva de delicadeza que quiz ter
pira cora o noSre d> put ida, deixaudo de relatar
n acta um facto, que t pruvana em desabono de
S Exc
O Sr Lourenco de Si O que prova em desa-
bono di S. Exc. a falta de verdade que se nota
na acta.
i) Sr. Barros Barrito JniorO nobre depu-
tado, Sr. pr'Sid.nte, procurou retirar-sc d'aqui na
occasio em que se ia votar.
O Sr. Loureuc* de S V. Exc est provando
exub rantcmente que nao t in muito amar ver
lade.
O Si. Barras Brreto JniorUra* ves que isso
a-ra soraenta em desabono do uobre deputado,
repito, porquanto assira prucedeudo, ferio de fren
fe a le de*:a casa, infringi abertaraente o reg-
ni nto, ste regiment qua S. Exc. e toda a min-
eada ib ral tanto se esforcara em apparentar que
C I 11(11" 111.
Sr. prejideute, disse o nobre deputado que eu
n i era cipas de !he mostrtr urna disposico que
o inip disse de aabir dest recinto, que 0 obrigassa
a rutar.
O Si- iiang-i -(,' .ra cff'ito na 1 ha.
O Sr. Barros Barr-'to Jo mor') nobre deputado
i|o in h un com seu ap.irt- ltenla pira o art.
! r Btaa inte E' expiesso.
Bu lerei peo a attnco dos nobre duputa-
d .s (leuda) :
Art. ltl. O -cto de vot r nuum scri iuter
rompido, aaniod os oobre dep indis para fra
Oa A--c nli i'i (note b-*in o nobre d -pitado pelo
I. ili-tiict 1 sahiudo os deputados para fra da
Asseui dea m atraV ss nido o aalo ua occasio da
votaco. ii
Qu-rcriara 03 nobres deputados, porventura,
.1.11.1 dispodico atis clara ?
A'aura, r. prasidme, ad uira que o nabte
deputado pelo 7.' districto, deputado que ni 1
mariuheiro de prun-in vtageuV ignire p>rtl
ti-.na r giioeota I-sr casa .'
\I1111 1 pode 1 pni) partidaria !...
Peco liceuca ainl, -r. presidente, para ler o
arr. 158. e para ella peco igaalincnta a atteooo
dos u lOr-'s depuradas ( eulo) :
Art .68, Neiihura deput id 1 presenta poder
re-usar se de notar, salvo : 1." por uao ter assis
lid 1 ao debat ; 2 par se tratar de caso proprio
era que seja inhibid de votar, e neste caso dei-
xai. de assistir >, discusso. >
Ora, en uii sabia que o projecto em discusso
err questao peaaaal pora o nobra deputado.
) Sr. L tronga de Slo ara tal ; mas desde
que nao quero votar, uinguera pode obrigar-me a
(Troeam-se apa'tes.)
0 Sr. ~
Barros Barreta JniorO nobre deputa
do tem tanto mir verdade, que a maior parte
das vezes esquece-se d'ella, e a prova est em
dizer que eu sonhei, quando sffirino que S. Exc.
sahio desta sala correado e em gritos, o que alias
foi publico e notorio ; entretanto o nobre depu-
tado mesmo quem coufessa que poucos main-.it >
antes se retirou .
(Trocam-se muitoa apartes.)
Sr. presidente, eaaa questao de digo eu, dirs
t, Dada interessa discus.o, e a provincia co-
nhece bem o nobre deputado at onde' leva o seu
ardor partidaria.
O Sr. Lourenco de SMas nao conhece o no-
bre daputado.
Sr. Barros Birreto Jnior Era obrigado
i! i. 1 le tolos nos devem respeitai.
O Sr. L lUTHOyO de S Na hi ningucra quo
111 1 abrigue.
O Sr. B.iras Barreto Jnior* Nesse caso V
Exc. eidluca-se cima da lei, julgando-se superior
a ella.
O Sr. Loureufo le S:iE33a nao a questao ;
a (fiesto que na ultima sesso votou-se cora 19
depurad 13.
O Sr. Barros Barreto Juuior O Sr. presidente
ia por em vo' iCtio o roqu rimento, quaudo o nobre
deputado sahio precipitadamente da recinto Ira
meliataiocut' us fiz mos ver a S. Exc. o Sr.
presidente que deisava de hiver numero na casa
cqua ra 11ec.essa.ia proceder-se a chamad 1.
Ia-secom efteito praeeder-se a chamada, quan-
do o nobre deputado entra desabridamente no re-
cinto e pede a palavra, pela ordein.
O r Loure ico de S Sim. porque o Sr. pre-
sid.utej la dando como approvado o requeri-
mento.
O Sr. Barros Barreto Jnior N> apoiado.
O Sr. Loureuc.3 de S Apoiado ; csse o
facto
O Sr. Barros Barreta Jnior izit eu qne
apenas ia se pnceder a chamada quando u nobre
deputado entruu desabridnraenta e pedio a palavra
pela ordein. Esta Iha foi concedida e S. Exc. em
termas violentos, usando ar de um modo muito
pouco delicado para cora o Sr. presidente, proterio
ex jressd-s t 1 pouco delicadas que tf z por raa-
meut is duvidar-se de sua educaco.
O Sr. L lurene 1 de A mmba educaco
mui'-o melhor do que a sua, fique sabendo disso.
O -r. Presidente Attnco.
O Sr Lourenco de S Chame V. Exc. o Sr.
secretaria ordein, para que elle nao use de ex-
pressocs offeusivas.
O Sr Barros Baretto Jnior O qu 1 eu disse
foi que o modo desabrido pirque S. Exc. procedeu
na ultima sesso autorisvaa duvidar-s; pir nu-
men! .3 da sua educaco.
O Sr. Prxedes Pitanga Ento isso nao of-
fensivo ?
O Sr. Lonrenco do S4 Falta de educaco tem
o nobre deputado e eu nao o considera na altura
da dar lea ao meu urocidimcnto Hei de proceder
nesta casa esmo entender, porque nos estamos sob
o dominio da anarchia, e quando chega-se a esse
estado so ferro em brasa.
O Sr. Barros Barreto Jnior O que eu disse
est dito Fique o nobre deputado oonvencido de
que eu nao alterarei as noUs tachygraphicas.
Mas nao quero c ratinuar nesta discusso pes-
soal para onde o nobre deputado quer arras-
tar me.
O Sr. Laurenco de S E' o Sr. deputado qu i
me est chamando para ease terreno
(Trocam-8e apartes.)
O Sr. Barros Barreto Jnior Sr. presidente,
desia eu que a verdal canheci la desta casa e
que intil querer convencer a baucada liberal,
de uin facto, cuja exactido se nao fasse a paixa
poltica, alies seriam os primeiros a confeesal-o.
Teudo acaba lo da orar o nobre depu'ado pelo 7"
districto, o Sr. presidente maadou proceder cha-
mada, a recoibecando nao haver numero ficou o
requerimento adiado.
Esta que a verlade.
E' isto o jue consta da acta ; .1 casa julgar
quera tem fait ido 1 verdade, se ea ou o nobre de-
putado pelo 7 districto.
Ninguem mais pediudo apalavia encerrada a
discusso e posta a votos a acta approvada, sen-
da regaitada a emenda.
O Sr. Io Secretario procede a leitura do se
guinte
FXPEDIENTE
Um officio do secretario da goveru i, rcraetteu la
o qua Ira da divida passiva para o ex'-rcicio de
188( 1 1887, enviado palo iuspect ir do Thcsoura
l'r ivincial. A' cammisso de orcainento proviu
cial.
Uraa petie) de Manoel Clementiuo Carreia de
Mello, arrematante da illuminacao publica de
Iguarass, riqu-r-udo a prorograco de seu cou-
traeto por 5 aanos, pa^audo-se-lhe o custeio de
cada lampean a 2-10 rs., indemuisaulo a provincia
da quantia de 1:1 >'), valor de 4') lampecs exis-
t.ntes, e collocan lo mais 5 a sua custa.A' cam-
miss 1 da orcamento provincial.
Outra de Manoel Cleinentino das Nevos, reque-
rendo i-enjo do pagamento de 9572 era que
fora indevidameute callectado. A' commisso d 1
oreamento provii cial.
Outra de Isabel Francisca Monteiro do Quintal
Barros, pnfessora da 1* cadeira Jo sexo feminino
de Santo Amiro das Salinas, requereudo um anno
de licenca com todo o seu ordenado para tractar de
sua saude.A' "om nisso de petico -s.
Outra do Joo Baptista da Rocha Baixa Lins,
Io tabellio e escrivo do crime de Gamelleira,
requereudo para que seja annexado ao seu carte-
ra o do jury que se aeha vago. A' cooiraissa
de p-t ra civil e criminal.
Outra do mesrao, requeicndo consignac 1 de
quota pira paga uento do que he deve Cmara
Municipal de Gimelleira.A' commisso de or-
camento municipal.
Outra oe (enesio Lib inio I Albuquerque Mun
teiro, profesa ir particular de Pao Branco, reque
rendo que aejara junr-is a uraa sua peticao dirigida
a esta Assembla. diversos documentos.A' com-
1111.1*111 de instrueco publica.
S > li lea, apaiados e sem debate appro>-ados os
S'.'gumtcs pareceres :
A commisso de instrueco publica, requer
qne seja ouvido o Dr. inspector geral da Instruc-
(jo Publica e a Dr. dir -ctor da Escola Normal a
respeito do requerimento de Paulina Candida da
.Silva no qual pede dispensa de idade pata matri-
cular se na referida Escola Normal.
. 1 de Abril de 1886 Vigario Augusto Fran-
klin.Reg Barros.
A commisso de instrueco publi :a requer que
seja ouvido o Dr. inspector geral da Instrueco
Publica sobre o requ -rmente de D. Sophu Gui-
lhermina de Mello, orof-ssora da escola pratica
da Eicola Normal, no qual pede que seja com-
putada em sua aposentadoria o tempo de inter-
rupc-io que tem tula no magisterio publica
Sala das sessdes, era 1 de Abril de 188t.
Vigario Augusto Frauklio. Reg Barros. >
A commiaso de instrueco publica requer qat
seja ouvida o Dr. inspector geral da lustrucc
Publica sobre o reqaerimento de Celestino Quede
Pereira Alcoforado professor coutratado da cadeira
do Riacho Doce, no districto Iliterario de Carra-
paf-i na cimarca do Breja Oa Madre de Deus
qual pede para ser considerado professor nlTectiva.
Sala das sessoes, em 1 da Abril do 1886
Vgaro Augusto Franklin.Seg Barros.
1 A commisso de iustrucco publica a quem
foi presente a peticao de Manoel Soares Albega-
ria, na qual pede para ser nomeado professor f-
feetivo da cadeira de instrueco primaria ne po-
voado Olho d' Agua da Ouca, da comarca de Ta-
quaretiuga, requer que por intermedio da Exta.
>r. presidente da provincia seja ouvido o Dr. na-
peciur geral da Inatruccao Publica
Sala das sessoes, em 1 de Abril de 1836.Vi-
gario Augusto Franklin.Reg Berros. 1
A commisso de instrueco publica a quem fi
presente urna peticao de Genesio Libaoio de Al-
Albuqu-rqua Monteiro, na qual pede para ser na-
mcado professor de qualquer cadeira de 1" en-
traucia vaga, requ-r que seja ouvido o Di. inspec-
tor geral da instrueco publica.
Sala das sessoes, 1 de Abril de 1886.Vigaria
Au_'usti Franklin.R-go lluros.
A e mimie > de instrueco publica a quera fai
ife ura requenraenio Je Auna Xavier Bit-
1 o -irt, pi-dmlo qne se autorise o presidenta
da provincia nomeal-a professora effeciva, in-
depeulente da concurso ou titulo de hahilitaca
panado pela Escola Normal, considerando qae
us lea em rigor tem regulada u raaJo de prover aa
oadeiraa publicas, de parecer que seja o mesma
requarirai-ut > indeteridi.
Sala das sessoes, 1 de Abril de 1886 -Vigaria
Augusto Franklin.Reg Barros.
E' litio, apoiad > c fiea adiad > por ter pedido a
palavra o Sr. Joo Airea, o seguinte parecer:
A' coinraiss 1 de inatmcoio publica fai presenta
um absixo assignalo da villa de S Jos Jo Egyp-
to, requ rouda uraa gratilicac.io anuual onniaji-
sal para a m iiiutcui, i 1 le uiua escala nucturua,
OUM i'Stabeleeeu gratuit uneiite o professor publico,
Elay Porfirio de L na Ribeiro ; e cousideranda
que o catado fiuanceiro da privincia nao airaitte
augmento dedespezis, de parecer que seja inda-
ferido.
Sala das sessoes, era 1 da Abril de 18S6.Vi-
garia Augusto Fraukdu Reg Barros.
E' lido, apoiado e seguinte parecer :
A commisso de orcaracuta municipal, teudo
examinado a p-tieo de Manoel Gomes dos Santos
arrematante dos impostas de pesos e medidas do
municipio de Nazareth, requer que sobre a raesma
peticao seja 911 vida a respectiva Caraira Munici-
pal.
Era 2 de Abril de 1880.-Reg Barros. Araa-
ral. Rodrigu-a Porto.
E' lido. apoiado ejnlgado objecto de dslibera-
( t i e ,ai imprimir o seguinte projecto :
N. 21.Artigo lo r ica creado um diatricto da
paz no povoado do Espirita-Santo, comarca de Ia-
gazeira.
Art. 2* O districto creado .branger o actual
dittricto da Bobdelegacia existente.
Era l de Abr i I8d6___Dr. Pitanga.-Goa-
calves t'erreira. Joo Alvea.
E' lido, apoiado e eut.a era discusso o segua-
te pirecer :
A coramissao de constituic > e poderes, te^da
examinada as authenticas das eleico-s precedidas
no 13' districto, em 2 escrutinio, nos collngios de
Leopoldina, Salgneiro, Villa-Bella, Floresta, Pa-
trolma. Granito, Ex, Ouricury, Baa Vista e C-
brob, varificou o seguinte :
i Qua em Leopoldina organisou se a mesa na
vespe-a da eleico, sendo o 2o iuz de paz substi-
tuido pela i", por uo ter comparecido por motiva
de molestia.,
Trataudo-se do 2 escrutinio em que seivc a
mesa da i eleico, nao foi regular essa organisa-
co na vespera da eleico.
E33a irregularidade, qu 6 aggravada pela cir-
cunstancia de tar comparecido e votado no dia 2a
o 2' juiz de paz Alexandrino Cardaso d Miranda,
substituido na mesa, por nao ter comparecido ao
acto da sui irregular orgaoisac-a no da .', le varia
B c .inraisso a opinar pela nullidade deasa eleico,
se nao esti tesse provado que nella servram os
meamos mesarios da primeira eleico.
2o Que contra a eleico de Salgueirofoi h presen-
tado pelo candidato Francisco Seraphim da Suusa
Ferraz urna certido da qual consta terem 16 elei-
tores alistadas na revisio ultima votado indevi-
dameute, e que fez parte da mesa Idalino Jos
Bezerra ; que nao eleitor.
Nos termos do artigo 15 S 11 da lei n. 3,099, s
poda f*zer parte da mesa elcit .ral quem leitor; a,
teudo sido um dos mesarios substituido i or quem
ato eleitor, nfringio-ee aquella disposifiojegal;
alera diaso orgaoisou-se a lista da chamada pela
reviso do anno passado, dando isso lugar a qua
votassem os cidados que foram alistados nessa
reviso, contra o dspasto no artigo 236 do regu-
lameuto de 13 de Agosto de 1881 e aviso de Itfit
NiveraOro do aun passado.
3- Que a eleico de Villa-Bella foi feita peran-
te raesi orgauisada s 8 hiras da manh do dia
da eleiso, sendo presidida par um supplente da
juiz de paz e tszendo parte della nesariss diver-
sos dos da Ia eleico.
4- _Qui a eleicio de Floresta se reseate do iae-
raa vicio, senda presidida pelo 4- juiz de pas,
quando a piiraeira foi presidida pelo 2 juii da
paz, ten lo. nao obstante, esse 2- juiz de paz com-
parecido a votado no dia dia 10, dia da 2* elei-
Vo. Os msanos tambera foram differeutes.
_ Nao sendo valida como dispoe o 12 do artiga
15 da citada lei, qualquer eleico feita peraftte
mesa que nao far organisapa pela forma ala es-
tiben-cid.i. evidente que as eleico.s de Villa-
Bella Salgueiro e Floresta esto nullas.
As autheutic is de B -imoate a Tacarat nao fo-
ram pi-esent-s coramissao nem a ellas se refere
i junta apuradora; e, toado esta assetnbltas re-
quisitado ao residente da provincia, a reispectiva
secretari i informuu quo nao po.iia satistaier a re-
quisiyo p ir uo ter. ni aiu I, alli chegado taos
autbeiitic.is. nn cons ando prtanlo otUciaimente
se hauve ou nao slaiera naquellea colegios.
Nos demais colla es a eleico orreu regular-
mente.
E como uas eleic s nullas nao mu rreram
maior numero de eleitor .s do que i:us j .1 ,s va-
lidas, nem da anuuliaea e votos resol' c!u-
3a da qu.lqunlo3 candidatos que obtiverara di-
ploma, a c uiraiafo de parec.-r :
1- Qu- sejara aunulladas as eleicoes de Sal-
gueiro, Vlll l Bella e Floresta.
2- Que 3-jara appravadas as deraais el icoea e
reciuh ci 113 deputa los os Srs. Bario de Calar e
Solouio boares de Mello.
Sala das c mraisses, 30 de afargo de 1886.__
Gene Pareute.Luizd An irada.
O *r. (iomea Pa eme-(Nao devolveu o
seu di curso.)
O SJrt Soa Mara(Nao devolveu o seu
discurro )
Encerrada a discusso o requerimento verbal
do Sr Gomes Prente para qae o parecer seja im-
presso n i jornal da casa, posto a votos e approva-
do.
O Jone Mara(Nao devolveu o sea dis-
so.)
' lida e entra em diacaasM a acta da rranio
ds dia 1 oe Abril.
O *r. Joao d( Oliveira (pela ordein)
reclama pela omisao de alguus nomes de deputa-
dos'que s- uota ua acta.
Tentio s introduzido o costume de mencionar-
se is notnea de todas, ja daquelles que entrara no
recinto, ja daquelles que se deixara ficar na ante-
sala, iidmira-ae que s dessa vez nao se teoha pro-
cedi lo astim.
Na ultima reunio, taz sentir o orador, que ha-
via uuraero legal de deputados ons rvadores, e
no entretanto deixou de aav\.r sesso.
E' s esta a reclainaco que pmtandia fazer.
A disciissa fiea addiada pela hora
OBDBM DO DIA
O Sr. prenlilenleVai proceder-se a vo-
taco do requerraeuto do encerramento da :.'. dis-
cusso do pr jeeto n. 2 deste anuo, feito na ultima
sesso pe i Sr. Joo Al ves.
O Sr. Sonc Mara (pela ordem) requer e a
casa concada que a votaco seja nominal.
Procadendo se a votaco, d ella o seguinte re-
sultado :
Maiiifflsfam-a. favor, us Sra. Reg carros,
(ioncalves Ferreira, A naral, Julio de Barros, Soa-
res de Amorim, Uerculano Baudeira, Rog. oerto,
Domingues da Silva, Ratis e Silva, Barros Jarre-
to Jnior, Coaiho de Maraes, Rasa e Silva, Con-
stantino de Albuquerque, Sophronio Portella, An-
tonio Victor, Augusto Franklin, Joo Al ves e Go-
meg Parte, (18; ; e contra oa Srs. Costa Ribeiro,
Joa Maria, B. de Itapissuma, V. de Tabatinga,
Andr Diaa, Joo de Oliveira, Ferreira Jacobina,
Juvencio Maris n Prxedes Patanga (!>).
E' portanto approvado o requerimento de encer-
ramento, e procedendo ae a votacalo do projecto,
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Diario te Peri.ainftHn--Dmn.ngo \H de Abril de IHHt
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elle sporovado, sendo regeitado o requerimento ro
Sr. Frrreir Jacobina.
Entra em 3.' discussao o projecto n 6 dea ti
anuo.
Vem mesa, lida, approrada e entra esa dis -
cussao, a seguinte emenda :
n Suppruna se no 1." as pa avras qae eter-
cera, te, at jury. F. A.Rosa e Silva.Re-
dngues Porto.
Ninguem pedindo a palavra, encerrada a dis--
cusaV>, p cerno h emenda.
Entrara auccesaivamente em discussao e sao seni
debate approvados os projecto* ns. 76 da 1885 (*p
provaud o 0M alteracoes rticos de p.istaras a.
Caiiur. Municipal de V-rteutes) ; e 18) de 1884.
Entrn anuo, (determinando que o asgucar pro uzidu pela.
fabricas centra-s de que tr.ta a le d. 1860 de 11
de aeosto de 1885. n'o guiar iaempeao de impos
to algum).
O ir. C'oelbo do Horam -Sr. presiden
to r- pres' ufante de um districto agrcola degta
provincia, que vive quaai exclusivamente do plan-
to la caima e da extiaccao de assucar dessa pre-
ciosa gramminea, nao poseo deixar de votar a fa-
vor do projecto em discussao.
Ceta eff ii), encontr duas vautageus no pro-
jecto que se discute ; a pnmeira que considero a
menor, mas nem por isso deixa de ter sua impor-
tancia, aquella que evita um desfalque tal vez
de nns 10l>:00U000 na raingoadag r-ndas de pro-
vincia ; a segunda vantagem qne encontr ne pro
jecto, Sr. presidente, a xtinceo do odioso pre
rilegio qae a lei do orcamento vigeute, conceden
aos c.Difractantes de engonhoj c-ntraes, ua for-
ma das dsposicea da mesma lei, privilegio que
concedido em detrimento dos fabricantes de as-
sucar pelo processo corainuin.
Comprehendo, Sr. presidente, que na situacao
difficil em que se acha a provincia, no se possa
f tzer os beneficios de que tanto carece a nossa
industria assucareira. Mas, que se procure fazer
favores e vautagens a nualquer empr-za em pre-
juizo dessa industria, o que nao poss o admittir.
Portante, cousagrand a lei do orcamento vigen-
te urna injustica ao nico ramo Ja nossa activida-
de industrial, nao poasi d-iiar de votar a favor
do proj-cfo, que tein por fim faser desapparecer
essa excepcao odiosa. (Milito bem, muito bem).
O r. BArros Brrelo Jnior agr- |
dece muito ao uobre deputado que o precedeu na
tribuna, o ter sustentado o project i em discussao ;
felic:ta-o pelo molo bnlhante porque o fez; con-
fesa-se muito satisteito, e por ver que o projecto
que o seu collega o Sr. Reg Barro?, tere a lloara
ae auometter a consideracao da casa, ra-reeoia a
in ns geral approvacao, pois, q e pelo modo por-
que se manifestoa o nobre deputado pelo 8 distr-
Cto, ve que pode COBtar com as syrapathias da
banceia conservadora c igualmente se desvanece
em contar cmi o apoio da bancada libenl, piis
qne um d >s s..us mais autori lados org?os o nobre
deputado, pelo 2o distrieto, o Sr. Jos Mara, ja
dudaron do ulto da tribuua, que o projecto era in-
contestav--luiente de inte esse geral para a provin-
cia, era ineintestavelmente um projeito creJor de
toda a attcnco desta casa.
Julgar se-hia, p>is, o orador dispensado de p -
dir a pilavra, se ni) quizesse desdeja, doxar
bem claro, que na confeccao e suatentacao do
actual projecto, M MUtlriH delle coHocam-sa
muito cima das questoes polticas.
O projecto em discussao interessa no mais alto
ponto a agricultura industiia assucareira e s
finaucaa da provincia; coiuidereinol-o, pois, d-
treme deatas qaestoe* partidarias, pelas quaes in-
felizmente se "sqiteceta as vezea os assumptos que
realmente inters ao -aiz; cousideremol-o es-
ttasaa d asas queatOdS, que pjr via de regra, de-
generara -in questoes p-ssoaes e pira as quaes o
paiz olha com indiffreoca OU desprezo.
O orador, na > quereu lo abusar da attenco da
casa, eonol ie, eerio de que os nobrea deputados
sem diatiiiccSo Je cor p.litica, nao quererao con
correr con o 82u voto para que se effectue to
clamorosa injustica, excepcao to odiisa quanto <
que e m igra 5 -i" I i art. 16 da lei n. 1 StiO, de
11 de Agosto de 1885.
O Si-. Perrcira JambiaaSr. presi-
dente, a ni .feria rimportaut -, prenle-se agran-
des -. e en tenho um i dinida etn meu es-
piril aja ver coniplef.-iiiie'ite esclarecida.
'i prajerto ara imdiseaaaaV revogatorio del
umi le exiatentc cu nao o ?
o Sr. Coelao de MoraesE'.
'i S:-. Ferreira Jacobina Esaa lei-zisteate
coni tarea inlustr a fabril, ou
nao eonei
O Sr. Barros Barrdto C neede.
0 Sr. F rreira J icobina Este prijeti inna
vez adoptado prajndiea a asea direioa oa na?
(Api'-t -i-
-1 .' V. Etc. omprebende. que tres ou
aoatro apartas foram dados ao meamo tempo. S ia
e priraeiro a ean&aaar que nao tenbo um eatod i
feito sobre a materia, caos aobrai d-pufad is com
ji te esclarecer as duvidas que painm em meu
espirito.
J4 veein Ss. Excs. que tive razao qtiindo ped
a palavri, solicitando escl .recimento', porque
quaudo nada Ss. xcs. s vh -m do estado de apa-
thia em que es'avam. Mas. pergunto eu, a lei d
arcameata vigente faz ou ni u na coccessao de
isencao le unpostos d" fxportcio -1
Um Sr. Deputado Nao senh >r, nao fiz tal.
t) Sr. Ferreira JacobinaEa ach qoa sim. l'or
emquaiito, Sr. pr 'guente, lev.uiti ap mas as mi-
nlns dnv as ara que os nobres deputados possam
re6olvel-ag.
Mas, eu porgunto se nao ba ooaeeseioaarie qoe
ao abrigo d'egta lei rTJatOnti'. pretenda ter direito
a reclair.aco ? E' o que dasej ) satoer e ser sela
recido, e a qu-m ao teitos esses favores ; bres deputados autores do projecto de vem dizer
alguma cousa a resp-ito d'este ponto.
A lei existente nao est em discus'o, e ao abri-
go d'ella pode se pretender o favor concedido. An-
tes de se revog r pode se obter o favor, mas dejd-i
qiiu a Assembla se pi nunca contra, parece-mu
incoaveDiente.
Sr. Barbos Barreto Jnior -E" de suppor que
o administrador da provincia nao v firmar um con-
trato eoncedendo ce-tos favores, quaudo aqui de-
cretamos que psse tavr nao deve ser attendidr.
O Sr. Ferreira JacobinaEis aqui urna bo oc
aasiao para o Sr 2 secretario externar gem juiso
acerca do administrador da provincia. Desde que
a u '.ni-iii-tracan nao i\t a eoucesso, quil a razao
de se querer r>-vogir a lei ?
O Sr. Barros Barreto JniorO projecto foi
apresenfado antes de ser publicado o edital.
O -r. Fe-reira Jacobina Niio toi apresentad
antes da existeucit Ja lei?
O Sr. Barros Barreti JniorNao senhor.
O Sr. Ferreira Jacobina presidente da pro-
vincia pode fazer incluir no Contrato a concessio
da lei que existe, en-.bora u projecto (ro discussao.
E' para tste ponto que chamo a atte cao do nobre
deputado, isto a inconveniencia de que se possa
realisar a oiices*ao, e pirtonto, mais tarde te-
Damos alguma reclamacSo. E', uis, nest-'sentido
auc eu (ieejava ouvir aos nobres deputados.
0 Sr. Barrea Barreto JniorEu nao compre-
hendo a (ivwda do nobre deputado.
O Sr. Ferreira JacobinaF.o inf icidade d
minlia parte. Sobre a conc s-ao f. ta em face iIh
lei, o nobre deputado nada disse.
0 Sr. Barros Barreo Jnior Na Driineira die-
Ussao tra*a-sc roinente da vnntagem do projecto.
O Sr. F rreira Jacobina Eu qo ria saber qual
a opiniao da Assembla: a BtiBCOaaao utistenf*-
tem va.or ? Obriga a adiinnistraca ? Biso ponte
para o qual chamo a att' aco doc autons do pro-
jecto.
E' o que tenho a ilizer.
O Mr. Rarroa Brrelo Jnior (* se-
cretirioiHr. arasidante, do que pude aoiligir das
palavraa do nebre deputado q-ie ac .lia de me pre
eder na tribuna, eoeaprebeadi qae elle tiaha es-
crpulos de votar pelo projecto em 1* diaetiasi .
porque recala oftender duatua de qu-m quer qae
seja.
Um Sr. Deputado Drreifos aaVasiridos.
O Sr. Barro? Barreto Jnior N.io ha absolu-
tamente direitos adquirid, h, |Krrquanto I i nao loi
posta em execucao ; h i dous das apenaa que f ii
publicado o editad, nao ha coufrato algurc celebra-
do sobre fabricas -entra.-s.
J4 veem, por consequencia, os nob es depnt
que nao ha direitos adquiridos.
PirguntoQ o nobre uepntado sea discusfodeet"
projecto ter a forca de suspender a I-1. Keaaoaal .
alo t ie; mas de snpp -ir que o dor da provincia, enferioso como nio va nrui u
um contrato coneedendo favores, qt.au to jusfa-
aaente esta Assembla cogita d- saber se
favores devrm oa nao ger concedidos.
Entretanto, dire anda ao nobre deputado que,
se por qualquer hypothese, algum contrato se fil-
mar, no- nao temos culpa absolutamente tienhumv
nem ofendemos direitos adquiridos ; nos penas
legislamos para os contrato qae se pretende fa
er.
Parece-me, pois, Sr. presidente, tai respondido
aa coasideraooes do uobre depnt ido; entretanto,
eu cxphcarei um ajarte que h-i pouc dei. Disse
ao nobre deputado que na 1* discussao d is projec-
tos se procurava saber se ellea eram ou nao de uti-
lidade, e disse isto firmado no art. 97 to, que diz o segniute (l-) :
Desde o momento q ie ninguno) contesta a utili-
iade jo projecto nem a sua conveniencia e pelo
contrario todos esto accordes, como at mesmo o
nobre deputado que me pre :edeu na 'ribiua, em
recoahecer as vantagens d'elle, v V. Ere., Sr. pre-
sidente, que n5> posso oceuptr p ir mais tempo a
aftencao da casa, esperando que ella ser lgica e
nao faltar ao dever patritico de votar por seme
Ihante projecto.
Teaho concluido.
Niugu ram iis pedindo a palavra, jneerrad a
discussao e posto a votos o projecto, approvado,
senda dis enaado do intersticio a requeraneuto do
Sr. Barros Barreto Jnior.
Entra em 1.a discussao o projecto n 5 de 1885
(creando um M> ite-Pio dos Servidores da Provin-
cia e declarando qun as aposentadoras s<5 neute
ser concedidas por incapacidad phy.ica ou m>-
ral).
O Sr. RaCla e SilvaSr. presidente, o pro-
jecto que se acha em discussao contera materia de
summa importancia que deve ser estudada, mesmo
por que,|eompulsaudo eu a synopsis. deptrei com
diversos projectos de materia idntica, uns e ou
tros de materia conoca com a aposer.tadoria de
empregados pblicos, licencas, etc ; e por esta ta-
zao emendo que todos estes projectos devem ser
remettidos a urna commisso de 5 membros para
que os estude e emitta seu parecer, apresentaudo
prejectos referentes aos diversos assumptos de que
tratam os que se acbam nasyn psis, os quaes como
disse, tem referencia com o que est em discus
silo.
Portante, mando mento : (l).
Espero que o meu r-queriraento ser bem ac
lbido por *>sta Assemblt.
Vem a mesa, lido, apoialo e eulra em discus
sii o seguinte requerimento :
Requeiro que seja nometda urna edrrunissao de
5 membros, para que, saludando og projectos o. 5 de
1885, ns 30 de 1876, 43 e 78 de 1877. 60, 185 e
190 de 1879, 95 de 1883. 15, 7H e 133 de 1884 27
e 29 de 1885 e 15 diste anuo, aprsenle projectos
referentes aos assumptos nelles consigna i >a, lato ,
sobre eatabelecimento de um Monte Fio, vitali-
ciedade, licencaa e aposentadoras dos emprega-
dos publicoo provinciaes e municipaes.Ratis e
Silva...
Niuguem mais p->dindo a palavra encerrada a
discussao, deixando de votar-a por falta de nu-
men.
Entra em 1.' discussao e fi:a adiado o projecto
n. 1 d'este anno (creando um distrieto de paz na
villa de Vertentes).
O Sr. presidente levanta a sessao, designando a
seguiote ordem do dis :continuaco da antece-
dente e mais 2.' discussao da emenda offerecida
ao projecto n. 6*lesie anno, 1.a diacuaso do pro-
jecto n. 10 e 2* 1 de ii. o, ambos tarabsm deste
anno.
A comnisaSo de redaccab, a quem foi presente o
projecto n. 2 de 1886 de pareoer que a 'ja o mea-
mo as9m redigido.
A Assembla Legislativa Provincial de Per-
nambuco resolve:
Artigo uoico. Fica desde j tranafsridh da 'illa
de Vertentes para a de Taquaretinga f. ade do
termo e comarca dease nome.
Revogam ae as dispoaicoes em contrario.
Sala das commissoes 15 de Abril dt 1886.
Barros Barreto Jnior.Q. de Drummond Filho.
A' commisso de redaeco a quem foi presenta o
projecto n. 76 de 1885, approvando com alteracoes
: suppressoes artigos de posturas da cmara mu-
nicipal de Vertentes, de parecer seja o mesmo
ssim redigido:
A Assembla Legislativa Provincial de Pernam-
bnco, sob proposta da cmara municipal da villa
de Vertentes decreta:
Art. I.1' Ficam suj'itoa ao psgamento de 2^000
p ir "abeca t >doa os unimaes cavallar e vaceum
que forem soltos nos campos deste municipio vin-
dos de outras comarcas.
Art 2 O imposto de que ge trata, nao sondo
pago dentro do praao de um mez pelos d'n>a ou
enearregadoa dos tn 'irnos animaes. ser cobrado
executivamente.
Art. 3.' Ficam revogadaaas disposicocs em con-
trari i.
Sala das commissoes, 15 de Abril de 1886
Barros Ba rsto Jnior.-O. de Drummond Filho.
A coinmiSfcSi de redacc;a->, a quem foi presente o
projecto u. 180 de 1884, considerando que o
ruieodo art. 1 do mesmo contm diapoaicao ab
s tintamente idntica do art. 3 da lei 1195 de
4 de juuho de 1875, que o projecto tem em vista
nl'erar, de parecer fique este aasira redigido:
A A-isembla Legislativa Provincial de l'ernam-
buco, sob proposta da cmara municipal do Brejo
da Malre iIp Deua, decreti:
Art. 1" A lei n. 1195 de t4dejunho de 1875 fiea
ilt-Tida pela seguinte firma :
| l* 0 art. lo na parte que se refere ao dis-
trieto d-' Carapots (e nio Carrapatos como est na
tei) fieando consideradas terreno de plantiicao e-
moate as serras Verde e da Urgula, sendo todos os
mais de.ttinados a creacio, devendo os qus quize
rom prantar rodear os seus meados com cercas de
8 palmos de altura.
! 2 O art. 3. accrescontando-se :
Fica igualmente prohibida a creacio de gado
cabruin a suino aas trras pertencentes ao patri-
monio de n ssa Senbora da Conceico do Riacho
Doce do suprarlito distrieto de Carapotrs, sendo
os c ntraventores mult .Jo em 24000 por cnbeca de
gado que for Hppreheudida as correicoes que se
t .zerein.
Art. "3." Ficam revogadas as disposicoes em con
traria.
Sala das commissoes, 14 de Abril de 1886.
Burros Barreto Jnior.G. Drummond Filho.
KfiTiSTA DIARU
(i-mbirn Proirtnrlal Funccionou
honrem, aob a presidencia do Eim. $r. Dr. Jos
Manoel de Barros Wan ierley, tendo compireciio
83 Srs. deputadog.
F iram l'das e approvadas sem debate ss actas
da H--ss.ii de 1 o e da reuniao de 16.
O Sr. 1- secretario procedeu a leitura do se-
guinte expediente :
Um fficio da Cmara Municipal de Correntes,
p-'dindo -.i apprnv'icao do cdigo de posturas, re-
nvttulo eiif 22 de Julho de 1885 presi lencia da
provincia. A' commisso de exarce de postu-
ras.
Um a'iaixi osaignados d- omp-egados puolicos
provinciaes, p is.ent.ad", iubilad se refirmados,
r clam:iiidna ontra o flMOMSta de 5 p r cent, esa
eus rdenadosA'co'.r.missfo de oicamento pro-
viie-al
Urna p tica de Bellarmino des Santos Bnlcao
Filho, eaorrva f rivativo d> jury e xecucioes cri-
mina-sd-. Victoria, reqo-r. ndo que sejain anne
xados ao sea irfSeio, os de pr-.ve loria, cayellas e
residuos, exereid s pelo esenvao de oiphaos e au-
sentes. A' commissa-i de Justina civil e crimi-
na'.
Oufi-i de .1 iaqnim J m da Booha, nfficial de jus-
tiea li com ir i de. I )liu la, r- quereu lo pagtm-n-
to de 2294750. qne Ihe deve a llamar Municipal
I i- eOs'as le prcissos. A' cunmis-ao de
or a ut o nnici i >l.
O i o I' Til i Alv-r d ''iinha, arrematante
le dirersus imposto n i ne i-t s da Victoria na
EaociH i 2:8644000 reqaerendo tbate da
i'np >
A' conum sao
4* p -rt" do vi, 1 i-i al i ni i i; i i
ili- -oriniento iiillilleipal.
Outra de J .s A it-nrio o is e ro, ideal dem no
v lar de 1:4484. sqn rendo loeamo abata.A'
ue Sil i -"iriin i-
Oorra u Bei i r rootx n"- d Oarvalisa, re-
co i leis da provincia
Cfj ti1 oan I-' a I' i s iar i l'ro
vinel., suieitand ta i I 2ii*f,io
i o i i i e iisoncar.
\' .- mu. ii rt pl iVlie-l ll.
Bi dh inraissa
de red L80 d 1884,
76 d 1SH.. e -' pun-
ta :
N. II -Aul ni m -r Vi
I a ava|
inf' ru
oto.
N 45 M
App. I ^i'"1- l'rarc
des Pitanga, liegueira Coa i, t re-
metro isobm a 4a bi-
r'itnri na Casa de Dettnco.
tma-
la*) debate, approvou-se outro rqu rimeuto do
mesmo Sr. deputado, pedindo inf irraacoes sobre a
Santa Casa de Misericordia de Goyanna.
O Sr. Ferreira Jacobina Justino u um requeri-
mento, que foi approvado, pedindo infonnacao so
bre a estra la de Ierro do Recite a Cax ng.
O Sr Barros Barreto, pela ordem, pedio e a ca-
ga concedeu, depois de orar pela ordem o Sr. Jos
Mara, que fosan dada para a oriein do dia o pro
jeuto n. 43 deste anno (oruanvuto proviucial)
l'assou ss 2 parte da ordem do dia.
Eocenou se, com um rn (uerimentode adiamen-
to, sendo prorogada a hora at o fim da ne si a
requenm-nto do Sr. R gueira Coat, a 2" tBssSSI <
sao do projecto n. 27 deste anno (6xacao da f*r
c policial), tendo orado os Sra. Druin n ni 1 Fnli i
e Soares de Amoriin.
Adiou-so a 2* diacussao do projecto n. 23 deste
anno.
A ordem do dia : Ia parte : continuaco da
2* discusgSo do projecto n. 27 e 1 do de n. 43,
ambos deste anuo ; parte, continuaco da ante
cedente e mais 3 discussao do projecto n. 9 e 2
do de n. 26, ambos d-ste anno.
Cotlectorla Provincial Por portara
da presidencia da provincia de 6 do eorr nt", f o
exoneado, sobre proposta do inspector do Thes ,uro
Provincial, Jo5o Pauuo da Cunba (J mveia do
carg re coilector do municipio de Goyanna, e
nomeado para subatituil-o o capito Joao da Cos
ta Ribeiro Canto.
Obraa Publicas Provincia-* Y. R
ptrticSo das Obras Publicas, ao meio dia de ama
uha, sero reeebidas propostas para execuci > dos
reparos da ponte sobre o rio i'irapama, ao sif*a-
nbo Junqueira, reparos oreados em 2:5304000.
Asrradecemoa (,'onfess-un i-nos gratos,
muito gratos aos nossos collegas da impreosa que
noticiara-n o prematuro passamento do Dr Flix
de Fgueiroa Paria, co-proprietario d -gte Diario e
nosso extremoso amigo. Especialmente agradece
moa aos nossos collegas da Provincia as anas
condolencias, que aceitamos como conforto dr
acerba que nos tortura :
Eis o que disseram :
A Provincia :
Telegrainm do Para transinittio hontem a
trate noticia dj haver fallecido o Dr. Flix de
Fgueiroa Paria, nosso comprovinciano all resi-
dente e uji dos co-proprietarios do Diaria de
Pernambuco.
Pormado na Faculdad-i de Direito, foi aqui
que comecou a sua vida publica, como advogado ;
rctirando-se depis para aquella provinci., onde
exercu a principio o cargo de promotor, foi depu-
tado provincial e agora oceupava o importante
lugar de in pector geral da instrueeao publica.
Contava mais de 30 aun ib de id ide e su :-
cumbio a padecimenfos bapatcos, que ltimamente
si aggravararo, ante oa quaes foram improduc
ti vos os cuidadla medios e os dos amigos que
desvelados cercaran) n'o no Lefio.
Associando-nos juata dr que exp-rim mta
a sua familia, apresentamog Ih l oa nossos peza-
mes e especialmente aos dignos collegas do Dia
rio de Pernambuco, Drg. Fclippe de Figueir i
Faria e Miguel de Fgueiroa Faria.
O Jornn! do Recife :
Constava hontem por telegramma recebido
d<. Para, que fallecen na capital daquella provin-
cia, o Dr. Flix de Fgueiroa Faria, co proprieta-
rio do Diario de Pernambuco.
Era anda moco, e guppomoa que auceumbio
conaequencia de urna congeato heptica, da
qual fra ltimamente accommeftido, aegundo re-
lataram > s ultimas tolhas d'all reeebidas.
Exercia actualmente o cargo de director da
lustrn ci Publica naquella provincia, para onde
fra j ba alguna annos, como juiz municipal da
cid.ide de Vizeu.
Tamb'm di imo d'alma agradecemos h to
dos os amigos que nos t. em trozido pessoalm nte
08 seus pezames ou nol-os teem en fiado em car as
e cartoes.
A todos um aperto de mo pelo seu conforto.
Do inoculo :
Hontem fomos assaltadoa com a infausta no-
ticia da m irte des e nosso distincto amigo.
S -m"lhaiite golpe nao vei > s ferir-noa e
familia do Ilustre finado; elle catendeu-ae n'esta
cidale, g Talmente, porque o Dr. Flix de F-
gueiia gosava aqui, que loi sua trra natal, de
gran le sympatliia por suas nobres qinli lides o
maneiras amavea com que tratava o rico e o po-
bre.
No Para, para onde foi continuar i sua vida
publica e onde acibara de morrcr-lhe todas as es
pera ocas de moco, estamos cortos d que o eonoei-
to e sympathia. que soube grangear, abriram . bem golpes profundis de tristeza no coraco
d'aquell' s que com elles se relacianavam.
Nos, que conhecia noa de perto o Dr. Flix,
que lionrou-n'is com sua amiaade, curvamo-nos
pezaiosos ante a sua inorfe, e enviamos a toda
sua t mili i e particularmente aos Srs. Drs. Fe-
lippe de Fgueiroa e Miguel de Fgueiroa os nos-
sos pea iines.
Compendio 4c Phyalea para leitu-
raLemos no l'aiz, 1a corte, de 3 do corrente :
0 conselho de inatrucelo publica di provincia
do M.trauhao pr. poz, e o presidente da provincia
approvou, a dopeSo, as escolas do enaino pri-
mario da provincia, do excelleuteCompendio de
pbysica para leitura, de que autor o estimado
e laborioso senptor, Sr. Franciaco de Panla Bar-
roa.
Ein tempo nes referimos ao precioso livrinho,
revelando sua importancia, e obriga nos isso a fe-
licitar a pr vinci-t do Maranhlo pela acertada
delibcracao, em beneficio de sua infancia
inwtltuto rctieoloRico e teogra
plilr PeriiamliuranoAu.e hontem, 1
b"ra da tarde, reuuioae u instituto em sessaa or
diara, sob a presidencia do Exm. Sr. conselhei-
ro Pinto Jnior, com asistencia dos Srs. Dra.
Luua Freir, Cicro Peregrin.^ Castro Lroureiro,
Barios Barreto, Jos Hygino e Lopes Macbado,
S'-rvindo de 2* secretario o Sr. inaj )r Codeceira,
substituindo o 1 dito, que nao cotnpareceu.
Lida, toi iippnvada a acta da antecedente.
O Sr. 1* secr-tario mencionoa as seguintes of-
fertas:
Pelo consocio major Luiz Cintra, 1 vol., demons-
trafio da despean, eff ctuada pelo ministerio da
agricultura durante os ex-rcidos de 18611862 a
18801881, e um uadro com a copia da inacj-ip-
clo f. ita por S. M. o Sr. D. Pedro II, na pe Ira
tumular de seu preceptor e amigo, frei Pedro de
Santa Marianna, hispo deCrysop dis.
Pelocon-ocio commendador Miranda Leal, 1 fo
Iheto: Canal Je navegaclo e irrigaolo derivado
do rio S. Francisco ao oceeano, pelo vale de Ja
guaribe.
Pelo Dr. J. C. Branner, 1 vol. ene: O abolicio-
nismo, pelo Dr. Joaquim Sabuco.
Pelo l'.x r. Sr c ms-lheiro presidente do Institu-
t ; Memoria histrica dos acoutecimentoa nota-
veis da faculdade de direito do Recife no anno de
18S4.
Pelo Sr. J iao Leopoldin > do Reg, tres moedas
de cobre eunhadas em 1757 e 1760.
Pelas respectivas redacedes diversos jornaes
desta e d nutras provincias.
Passando-se ordem do dia, resolveu o institu-
to, a requerim-r-to do consocio Dr. Jos Hygino.
leeigoar o dia 9 de Maio pi eximo viudouro, para
ter lugar a sessao na qual dev r& o mesmo doutor
apreseotar o seu relatorio e dar contas de sua
c uiuiissio Europa.
Em seguida fui approvada urna proposta do Sr.
Dr. Lopes Machado, para que fosse solemne a re-
f rid i sessao de 9 de Maio, convidando-se para
ella as pessoaa mais onspicuas e gradaa da ca-
pital.
Finalmente, o Sr. presi lente participou o fallec
ment dos consocios Dr. Francisco Manoel Rapo-
so de Almeida o commendador Paaoo Pires Pal-
ea i, e o in-ititot-i datarmineu que fiase lancado na
a ;ta um voto de pesar ; e levautou-se a sesaao.
Proclamo-* Da ignj-i do Paraizo gahe
h j- em solemae "irocissio a magem do Seuhor
Bom Jess daa ChagaB, a qual percorrer as runa
do eostume, na paroehni de Santo Antonio.
Amiinlia, na parochia de S. Frei Pedro Pe-
di lion{i v-a, haver proeissao do Seuhor aos
enf-rinos.
Ne. ri-rca-feira ter lugar igual proeissao na
parocaia de Santo Antonio.
Na quarta leira idntica proeissao ter la-
gii- nas paro -hias da Boa Vista e S. Jos.
tiiiilieranrlo Na prxima terca feira. 90
do cmale, fazem 258 annos que foi ferida a 1.*
ii din dos Montes 'iiinrarap's, cm l croaoibuco,
sen io d< roetados oo hollandezes.
EquaderE' este o titulo de um peridico
o a delinco, cujo priraeiro numero publicou-ge e
iisi,ibuio-se li.oitein.
H m progrumu adstrcto a as lumpto determi-
nad i, o iioV) peridico destina se ao estado de to-
da, as questoi-s m nnentoaas do dia e que possam
mturisur a mocidade estudiosa.
O numero que recebemos traz diversos artigns
litteran 8 e sen ntificos aasigoados por diveraoa,
Deaejaiaus ao novo campcao vida longa e feliz.
Tentativa .l<* luorle Xo da 8 do cor
rente e no ter no de A/u ts B'.llaj, o iudivi lu > de
nnno Jos Cainptnha Win ierley, Morador no 'u-
gardeuoanuado Ju-sara. t'.ntou as-ias n ir Vi-
ioiio Sil una i F ij, era quem lea Ufrseos f-ri
me itos.
Contra o deltnaaente, qo- f preso em fl t/rante,
proe 'I u -e ims i ."inos 1o in Utento o li nal.
Tres raradao -A i sin lelas> rdi do Ia lia
tno-e I \ti.-iii-, lor.'soioi bmt .n
Aut uno (udli-i-o-', ad ), d '( I nii,ii in;,in.i-
01 raen s, e referi lie que ia noite ie 16 !
crrente, q i m I I ib ora, ood-
eosliiinn pete .r S i .: i| i fi n i i. f u i/.-elil> o
tres prayas I linha i leloaiva um i le is qa es
ilera m-1 lie o o u i pmcida Bu len,-..in con I -
faeadaa.
A refi-n I i au orid id- ten ni e i-ic -i.nt- al i la
aeto e abri nqnerit i.
C nssta qu as a In lid is pry is fa p r- I .
I -aeimento d i p.i .1 da i i ir ; -. I nbr b ir i.
iN.iva* -iiiiii ;it O drl iade ii u
imoreasaa, v.ertm para a Casa li Srs Ar
L'ina 4 i:, i rua -ttreit i 1 U.-.n-, oj .
charuto.-, aigi h et mplai-e, qu i 'la, da (Kjiki Expr.ranga e da wi-. L'.mhni ,-1-
de i'ernambiico, c ,inp sienes da Ks ai. S'i i)
Lujierciii. Uersilia le Soizi.
Slo ambas b .oitas.
I tt de .abril E-,t eo ivoca la um i r-una
do Srs. ac I nieot, pir i a i i; i le | | ., [[<
m inhi is i h i as da 'a 1 >, i'i n I dar n i n
detnoostraQi-) le a Ihmii i libarJ 1; d-aasiao.
Uluatraco-K eeo n li i i'e u a '\
de 20.!e Mar? tiu I i. d 11 i -. P.vtuil e
do Brasil. Traz aa pagiaa retrasto, e ibis
to, dainivi i principe I) Cirios, a p-iu
Ah lia de Orleiins.
Nocledade Comit Rerreili va -N
dia 15 do crrente tune n moa esr. soeie la le, .-
e neia horas da tarde, s >o a prasideaoia d > c >n -
socio benemrito Antonio liip'i.oi Uves i.
Costa.
O 1 secretorio I ni saeta la sessSa interior,
que foi apuro,-a la pl-n uneut,;
_ O Sr. presidente prop iz par qae fosse tran
rid* a inarallacii desta soeieda-le pino lii 13
de Ja n ho des t ama Traveu se grande mbate,
sendo approvada a proposta por 12 votos eoo
tr i 8.
Foram approvados oinsjciis s Srs. Vaacia i
Valeriano Alvos da Pousc., -los Nicolao rolen
tino de Carvalho Jnior. A'.frc lo Maurica c Ce-
los Luiz da Veiga Pessoa.
Foi designado odia 18 do -.'ni"nt -, tt 11 horas
da iiunli.i, para Car lagar a reuniao 1 i i -- :u i
geral, para se proce i-r eleiefto da n>va direc
trio. a
PhotosrraphiaNa rua da Emperatriz a
78, abrir-se-hi li je. (domingo), ura atelier de pin
tura e officiua photograpbiea ob a direo
Onnliecido artista o Sr. Efre i,
O publico deve ir visitar o novo eatabeleci-
mento.
Comit Itinerario AcailemieoNo
dia 15 do corrente, s l horas, presente nuin r i
legal de socios, o Sr. J Thiago da Fmsvi insu-
mi a ca leira presidencial e empotsou oa e'eifos.
que Hgradeceram.
Passaudo se a 2 parte, foram discutid NI fiv-r-
sos artigoe dos estatutos, pira 0 ti o qne a -
ciedade honradamente tem em Vista (drffaodir
pelos assoc .dos o a oerficoamento das seieacias
juridiaas e souia a), foram egt ibeleei les os ae-
gumtes me ios : manatepeo do nota p i na b
botbeca; promovi de featas exclaaivameote li;
terwrias ; fundacao de nin Ofgio s leial Je nina
serie de canfereacias, fcitis pelos soei >s, visao 11
sobre qualquer ponto u these t-xtrabido de um
ram. de dir- ir. eatadado aa Paeuldaie.
Fui eleito bibliotbecario o Sr. Silva CabraJ.
Dep-.ig de eieitas as eonuDisaoea, iseteamiina*lae
pelos estatutos, fu encerrada a tesaa* 1
do o dia 20 do oorrente, as 11 horas, para i proxi-
ma reuniao, sendo a oriem do da : discossao de
pare eres de com isoes < nutras materias im-
portantes.
Rasa Irnaailo O paquete E/be lev ia snte-
li.niteui pan a Europa 282 passageiroa, sendo 22
tornados em Pernambuco.
HlnheiroO mesmo paquete levoii para :
Portugal l S2
Franc-i 200
0 paquete Babia trouxe do gul para :
Manuel S. Pinbeiro 10:000* KM
Manuel .Martuis Fiuza 2:0000<>>
O vapor Mandahu levou para :
Macei 2:000*01)0
KiertieoM dos liltt-rtoa nexairena
rlomD' Jornal do i'.ommcrcio, da crt", do I"
do corrente :
4 recente lei de 28 de Setembro e&tatuio que,
considerados desde logo livrea oa eaer ivoa de 60
aun .s ou maiores deata idade, fi^ariam ibrigado-
a prestar servioos a seus tx-tmkores pelo ejp ic i
de 3 annos, cessaudo cata clausula a s 65 anuos,
sej i qual f6r o tempo dos servic-w prestados. Os
termos da lei sao explcitos. Trata se de obriga-
vo para com o ex-senbor, de servicos devidis
pessoa certa e det-rminada, de vinculo jurdico in
t li ament pesaual, e tao claro o texto legal que
iieuliuma duvida Jevia ler augg.-ri lo, mormente
echando-se em causa interesaes da I b-rdade que,
constituindo estado natural do boratin, nao p le
s iffrer de nenhuma restriccao deduzida por analo-
ga nem come consectario dos principios regula-
dores da proprfedaie d s cousas.
o Taes servicos, sendo peaaoaes, cao p dem ser
objecto de transferencia. Deve-os o liberto ta-i
emente ao ex-seuhor, c a ninguem mais aeno ao
ex-ae.ibor. t%. lei assim o pr.-screveu; assim deve
si-r cuioprido. Insistimos, portento, na uecesai-
dade jurdica e mo'al de su- modificada a recente
decisao pida qual foi resolvido que aqielles ser
viraos, nao sendo transferiveis por outro modo, sa
cointudo tr.intmiasiveia por aujcesaao nceaaaria
Esta excepeo, nao declarada pela lei, nao pode
aer decretada por n-nhum poder.
Se ella \*. ser deduzida dos principios geraes
da propriedade, a todos os outros modos de trans -
Saur -xp'lio o Ministerio da Agricultura, a 5 do
coi r 'nte, seguate avis i:
Illm.eSasa.sJrDe accorlo com a resposta
1 ida por V. Exc. ao juiz de direito da comarca de
Siota Cruz. snsMtasrte da otfi;io de 11 do m-'z
i I i, d clara este, ministerio que oa servicos de
q M tr/i o ..rt 9, 18 d i lei n. 3,270 de 28 de
i t arbtu ult'm prestados p-laa sexag-narios,
i I o pr :s i d > 10, uao sio para indem-
i-.cio li a forri i na- tio gmente cunpensaci.
I i lo liberto pelo tratamento que recebe d i
e\ -eoli tr, ^e optar pela perinaneneia ein c toa
i 11 i tr iol^rido apt i para por si mesmu
i- m-iog de suosi-itcneia.
1 -i. i V Kwc~A. da Silva Prado.
i) I .-n i1 do GlMmerelo da corte, publicando este
v s !-.-- i st-guint :
> v 1 i-1 mi deose ariao eoadaaa-se perfeita-
i i in -n di lei Ern virtud desta
I vi-.-- lireito in un gol -.eravos que
' n n't .g- I i e r'.r mi ittingind'i a i-I I d-
i i i i.- i lep o i ii ni i rlqoer t d -
i r r i i i 1., :i e. t c nidii;io ou de fonnafidade
i I i [.ter nii'i-ii O- m ii ires de 60 e me
- le 85 nio- seraV obrigados a indemnisar a
i altor i p ir ajen d< nret'.i-Vi de servicos a |
ni i -t loraue 're.t non h, s-'iido que, a c un-
pi l r- -ni 15 OQOS, ii correr de^te praao, fie rao
_-1 l .. de emdhante clausula, seja qual fr
i i.wiri .1 i vo; is pre-ta l-is Deste modo o e--
er -v i le 01 sanas ~n aeote s ri obrigado a um
aun i di M'tvu; t. ewtad'is de 2-S de Sete.-nlin lo
um pr nao p ssado. Tai obrigacdo soasante
IgiVel los lio-'rtos sextgenarios que for-in
l i loa aiiolara -ut >. o qual se achura aberto t
3 i I 11 re, le 1887.
Ou iiierios, que houver in preenehido aquelle
pas de servicos, DcarsVo na ctrapanliia -lo-, ex-
senhores, qu- d veri i aluoental-os, vestil-os c tra-
ta'- .3, seuli lcito aos libertos procurarem e n
Otra pa M M m ios de subsistencia, ae para isto
forera JiilgaJos aptos peo juizo de orphaos. A
i 11 mi -! n oa o '.u,i iiiin a d is ei sf nh ires serao
r. i .s a prestar lies ser -icos coinp-itivia
i i lao physiea, a titulo c oiupcasafao
pelo trata a-uto a qu-' tem direito.
Kpa'iioBttem, !n 2 hiras da
tarde, u, rua lo Siulo miro, d i p irochia de
'. i \- .-ocio Miguel de fiiiit'Au'ii
Lotera lo CearA de WOOiOOOSooo-
A 4 s re da 2' lotera, cujo maior premio da
20D:0!M*000, pe > n ivo plauo, se extrabir mpre-
t Tivetmeote u i dia 21 le Airl,s 2 boras da tax-
de.
1 >s bilbetes acham-se venda na Casa da For-
tuno, a ru i Priraeiro da Marco u. 23.
',olera de Macelo le SOOiOOOsSOO*
A i' parte da 12* lotiria, cujo premio grande
de H):iyHi, pelo novo plano, aera extrahida
un iret rivelm -nte p dia 20 de Abril s 11 hora*
da inanlil.
BHbetes i venda na Cana Feliz da praca da ta-
'' neta :7 e -'(9.
'lea da corte A 1 larta da 196 Is-
na io ir -, euj pr. ,ni i graude de 100:000*.
[rbida brevetnent
Os oiliiot-'s acbam-se venda aa Casa Feliz,
na- o I i 1" i oieueia na. 37 a 39.
ramoein se acbam ver.dana Casa da Fortuaa
i ii i'iloieiro de Marco n. 23.
CHRONICA JDDICIARIA
Trlbuaal da nelaco
SESS) OKINAKIA EM l'J DE ABRIL
DE 1886
PRKSIDESCIA UO EXM. 8B. COXSELHBIKC
(UINTIN0 E MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
as do eosiume, presentes oa Srs. deser,
Aa
oargadoea era numero legal, foi aberta a sessao
depois de lida e approvada a acta da antecedente
ii-tiioiii 1 aj e paosadOB os fetos, deram-se o*
seguintes
JI.QAMENT08
Haboas corpus
Pacientes .
Vctor Leandro Pereira Leote.Maudou-se ou-
vir o juiz suostituto di distrieto.
Antonio Cunea de Soasa.Maniou-se ouvir o
juiz le direito lo 2* distrieto.
Recargos c'etoraes
I) i Iti nb Recurrente Francisco de Araujc
Lima, recorrido Amonio Loureuco de Lima. Re
lator u Sr. de-erabarga-Jor Oliveira Maciel.Ns
e-'.ui'.u com lia rano de arraia, \ Igmcia Bap- j re toraou conhe-im-uto do reeurso, unnimemente.
tiata de Oliveira, sen lo preso em flagra ite.
A ill'uli li foi vistiriid.i pelos Srs. Drs. Souza
e Vieira Oanha.
Falleciint' i -N'o dia 15 do corrente, fal-
lan u o igeab Casaos, o agricultor Joao Pe-
p or. i Ihayes, e un T_' otaos de idmde
Era un li i.n un trbalbador, honesto e g.ra:
mente esnm-ido p los leus conterrneos.
I.t-ilf*. ES c uar-se-h iO !
Ani.iiiiii :
agente Vlodetto liuptista, 1 bora da tar-
l '. na < r li I Ar.mi n 27, da tavcina alfa
3lt ..
agente Setra, s 11 horas, na rua do
Bou J sos a. 19, de umi cisa tavressa do
Pr nep u 11.
Tere i-feira :
l'eo ai/nit' alo, as 10 horas, na na da
Saudade, d movis, loneas, vidros, livros, ote.
Velo agente Uarttsa, s 11 horas, na rua da
Uo.i n '3 le movis, loucaa, vidros, etc.
He/o agente Modesto Hap'is'a, s 11 horas, no
lar,' ii v. o le Querr, de reneros de estiva
d i t iverna aln sit i
l'p/u agente ffarssdo, as 11 horas, m roa do|
C-ioioi ici in trente ao hotel Universo, de U bur
ros e 1 cavad.".
- ("uarta-feira i
Pefo agente Pestaa, s 11 horas, rua do Viga-
n i n I 2 e or li is.
Maa*i fas.ael>rea< Sern celebradas:
Aui .ubi :
A'a 8 li '.-as. as matriz- s -da Boa Vista e de
[pojnea. s na ctpel.a -lo ngenfan Massangaua.
i i il oa i n \ o" Paulino Pires Falca l; s 8 ho-
i a-, ii i Uonceicd dos Miiit.ires, por alm-i de J 'io
ta de Sijiieiri; s 7 horus, no E
-o alma du Jos de Soasa Moreiri : < 8
ii r i-, no Carino e aa matris da Boa Vista, pjr
alma de Paulino Prea Falcl).
Terca-feira :
-i's 9 horas, na matriz da Boa Vista e capella
du eng-nbo Timb, p ralrai Je D. Amia C. Ce-
sar de andradn.
y iarta-feim :
A 7 unas, em S. Praaeisco, por alma do Dr.
Flix d Fgueiroa Paria.
Pasiniielru^Obegadoa dos putos do sul
in v ip ir nac mal liahia :
Di: Pedro P. Rocha, Dr. Imbaualiy e sua se-
nt >ra. Ar'luir da Silva, rteraardi io tfiimia i'.ii
va, Eduardo T do Oliveira ftumaraes, Joaiuim
N. 0. Passanuho, Frederico Baatos, Jos sate
Oliveira, Joaquim.E. Braga de S niza, Joao D.
Bastn, E. Bastos, The-ezae Mara, John A. Fr.seh,
l'rancisco de P. S Va Reg, Bun'dicto Goetsclicl,
Argeiniro Augusto da Suva, Joao Cas ido Lima,
II ni r (Jan- lio, Joan Esteves Alvea, Magdalena
le Vascoseellas, M .n.el Es'.' ves, cadete Benedic-
to S. S. Campos.
Operares clrnrglcaa Foram pratica
daa no hospital Pedro II, no da 17 do eorreute,
as seguintes:
Pelo Dr. Berardo :
Extraccao de catarata senil dura pelo proceaao
a r-taino perifrico sern iiidectomi, anestesia do
De SalguriroRecrreme Fraucisco Barbosa
de Lime, r -corr to c juizo. Relator o Sr. desem-
bargador Oliveira Maciel. Negou-se provim .-uto
ao recurso, unnimemente, e mandou-se proeeasai
o recrreme pn ter osado d-' documentos falsos.
Recurso crime
Do Recife Itecorrente o juizo do 3* distrieto,
i ^ rulo Ara indo dos Pasaos Barros. Relator c
Sr. desembarga fe Alves Ribeiro Adjuntos ce
ira desembargadotvs Mon'eiro de Andrade e
Oliveira Maciel. Negra-se provimento ao re-
curso, contra o voto do relator.
PA8SAQES8
Do -r. conaelheiro Q leiroz Barros ao Sr. des-
erabargador Buariiue Lima :
Appe|la9tfs crimes
De Goyanna Appellaute o juizo, appelladc
Joao Pire Silverio
De Nasaretb Appellante Joaquim Ignacio
Gon^alvea da Luz, appellado Ruano Gomts dt
Silva e outro.
Appellacao civel
Do IngiAppellante Flix Jos Francisco, pis
sen curador, appeilado o juiso.
Appellacio commercial
De Mac-i App'liante a comp.iahia Alag is
Railway Eiiinted, appellada a companha L'uiac
Mercantil.
Do Sr. desemb irgador Toscatio Barreto ao Sr
| deaembarstador Oliveira Maciel :
Appellatoes enmes
De Nazareth App'IUu'. Manoel Franc3CC
Carlos, anpellala ju-tiea.
De Ver'entej Xpp.llante Jos Gimes Barba-
se, appell.i 11 a jostiea.
lo Kecife Appellante o juizo, appellado Ma-
noel do N iscimento.
De Aguas B Hasappellante o juizo, appella
doa Estacio Jos Correia e outro.
Ao Sr. descrabargador Prea Ferreira :
Appellacao civel
De Cara ira.-ibAppellante o vigario Sebas-
lia-o Jos de Moraes, app diado Manoel Jos di
Li .na.
Do KecifeAppellante Jos de Macelo, ap
pella io NicO i Xifoui.
Do Sr desembargado* Oliveira Maeie' ao Sr.
desembargad jr Buarijue Lima :
Appellaciio commercial
Do KecifeApix-llautes Lturentino Pires dr
Carvalho e outros. appellada a maesa fallida de
J'.-s Joaquim Pereira de Mendonca.
A Sr. desembargador Pires Ferreira :
Appeilacocs crimes
De Goyanna ~ .impelante o promotor, appelladc
Maao 1 Joaquim de Suit'Auua.
De S.ntaLuza do NorteApp;lUnte o juizo
appellado Jos, escsavo.
De Aguas Bellas-Appellante Ljureucj Tn-
teiro da Coate, ipiel!ala a juatica
Ds PalmaresAppellante o juizo, appelladc
Man -el K'iiu j de Carvalho.
Di ReciteAppellante o juizo, appellado Ama-
ro Vieira.
De Naa.reth Appellante Beruardino de irra-
da aretbra indicada
olho pela c -caiui.
Pelo Dr. Malaquias :
Dilatacao do prepucio e
por atreaia e entreitameato.
Duaa p sthotomian pir phymosis paraphymosig
complicadas de cancros.
Pe i Dr. Puntual :
Dilatacao pelo th-rmo ctuterio de fstulas es
crotaes.
Ca . w n dia 16 de A*inl :
Existan prrsoe 267. entrou 1, sahiram 6,
exiat m 262.
A saber:
Nacionae 235, mulheres 6, estrangeiros 7, es
300
ferenca seria applicavel a mesma deduccao. Desde J jravos aentenciados 3, dem proeegsados 3, ditos de
que a lei ..brigu os libertos em razao da idade a enrreaeSfl 8.Total 262.
servir uaicmeote aos ex senborea, claro que I Arracoadoa 242, sendo : bous 233, doentes 7
a inerte destes resolve a obrigacao e extingue o I total 242
vinculo.
Entre os Rmanos o ttetu-liber en'rava ao
gozo de intera liberdade, em fallecendo o patrono
a quem deva servidos. Sao p-tdemos hoje ficar
qnem dos Romanos, impondo a libertos, quaes sao
os sexagenarios, c indicio mais onerosa do que era
outr'ora applieavel ao Uatu-liber. Aaaim poderia
ser, se o houvesse decretado a lei. Cabia Ihe in-
questionavel competencia para conceder aos aexa
geaariosa, liberdade maia ou menos restricta. A
lei, porm, resolveu a especie de modo claro, posi-
tivo e iailludivei, impondo aos libertos a obrigacao
nica da prestavio de servicos aos ex-sentiores.
Isto poste, nem o megmo legislador pode-ia agora
aggravar a coadicle dos libertos sexagtuarios, os
quaes e itraram. em razio da idade, no rgimen
cominum da liberdade.
Se tanto necessario deles a de doutrina to
singela, lembrareraos o raodrlo que nos d"u a este
respeito a primeira le de 28 de S ierabro. Con-
eedendo aos aenhores dag mulheres escravas o
direito de opcao entre os servicos dos ingenuos
at a idade de 21 annos, e a imJeinniaacio cm t-
tulos de renda, dec'arou ex presa amen te a lei que
tal direito serla transferivil no caso de sucesao
n cessaria (art. 1 7"). E' intuitivo qu" ae este
modo de transferencia foiae para ser diduzlo doa
prineipis geraes da propr.e Iade das cousrs, aeria
ociosa a disposieao legal Couclue so em boa l-
gica que nao tendo f "o a nova lei excepcao idn-
tica, tal excepjo nao para ser presumid.
Estamos convencidos de que nenhum juiz in-
terpor a sua autoridade para exigir dos libertos
ionio aquillo a que a lei og obrigou O juiz c a
le fallando (lex lojueiu) e a lei snente f.illou de
servicos icvidos ao ex-seuhor, nao a seus her-
e ros, necessarios ou nao. Posto que nenhum
ris 'o corra por este aspecto a liberdade dos sexa-
genarios, muito tod via para desojar que a dou-
trina adoptada pelo governo se conforme lettra
e ao espirito da lei, evitando-se por este mido con-
flictos de interpretacao sempre damuosos A causa
d s fraoos.
Em queatoes de muito menor valia frequen-
temente ouvido o conselho de Estado. Esta au-
diencia foi julrada necessaria quaudo, ha quatro
annos, reclamamos contra a doutrina entao vi-
gente acerca da transferencia doa gervicos dos
ingenuos, e foi com o parecer da illustre corpora-
ci que ae nossas reclamacoes foram attendidss,
firmando-si- desde ento a hermeneatina hoje em
vega Rrcorra se a igual conselho se acaso pode
dar azo a qualquer duvida o claro texto da recente
le. A dgnidade do governo, que ninguem aeata
mais do que nos, nao poder julgar-se quebran-
tada, nem de leve, pelo facto de sujeitar a novo
estado materia que-o merece.
erviros don liberto* seaaena-
HnsjA' presidencia da provincia do Espirito
Movimento da enfermara :
Tiveram alta :
Isaas Antonio da Silva.
Sober H-nriqne de Miran la.
Matauoaro Publico.
no Matadouro da Cabanga 95
mo do dia 17 do corrate mes.
Mercado Hiinicinal da H.
mivimento deste Mercado no dia
rente, foi o seguinte:
Entraram I
SI 1/2 bois pesando 4.751 tilos
823 kilos de peixe a 20 ria
85 cargas de farinb a 200 ris
22 ditas de (rucias diversas a
res
18 taboleiro? a 200 ris
15 guios a 200 ris
Foram ocoupados: .
21 columnas a ttOO ris
29 compartimento- de fatiuha a
500r ie
25 compartimentos de comidas a
500 ris
76 1/2 ditos de legumes a400ris
17 compartimentos de anio a 7iXI
ris
12 ditos de tressurn8 a 600 ris
7 ditoa de ditos a 2<
56 talhos de carne verde a \l
da Seuua. appellada a juatica.
Deve ter do arrecaiada
a quanri:. de
Deb os dos lias 25 i
corrente, recebidos
ueste dia
Marco a 17 do
dem at 17 do correte
Foi arrecadado liquido
corrente
Foram abatidas
reos para o consu-
JOMC. O
17 do cor-
16i460
17000
6i600
3*rX>0
3#0ti0
12*600
I4H60
12*500
30*600
11*900
7*200
145'fKi
56*0i Hi
205*960
RfWO
211*56
8J300
203*260
no da 17 do
Precos do dia :
CaruC verde a 241 e 40) lis ,, kii ,
Suinoa a 560 e 80) ris idem.
Carneiro a 640 e 1*000 ris idem.
Familia de 320 a 600 ris a cuia
Milho de 400 a 480 ris idem.
Feijao de. 900 a l*5<>0 ris idem.
botera xiraordlaarta ao Vpl-
ranua-0 4o c ulimo sorteo das 4> e 5" series
desta importante lotera, cujo maior premio de
100:000*000, ser extahida a 12 de Junho proxi
mo.
Acbam-se exposto a venda os reatos dos bilhe-
jes na Casa da Fortuna rua Primeiro de Marco
o. 23.
De Ciu.breaAppellante Eliaa Jos Freir, ap-
pellada e justica.
Do Paco Appellante D. Joaquina do Rege
Lina, app-ia'.o Jos Leopoldo de Mendonca
Ucboa.
Da Victoria Appe lante o juizo, appelladc
Lauriano Joae da Luz.
Appellacao civel
De AlagasAppellante Dr. Luiz cmygdio Ro-
drigues Vianua, appellado Manoel Francisco Pa-
checo.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrtde :
Appellacao commercial
De MaceioAppellante o commendador laaoet
de Amorim Leo, appell.dos os berdeiros de Jos
Manoel Baptista.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Pires Goncalves :
Appcllacoes crimes
De PalmareaAppellante o juizo, appellada
Joaquim Manoel de Moura Borba.
De Bom Conselho Appellante o juizs, appella-
dos Luiz Nelles Mangabrira e outro.
De GoyannaAppellante Francisca Flix dse
Santos, appellada a justica.
De S. Beif.iAppellante Manoel Francisco de
Souza, appellada a justica.
Du Sr. desembargador Pires Goncalves ao Sr.
desembargador Alves Kibeiro :
Appellacao crime
Do B ejoApprliautes Jos Pereira de Barros
e outro, appellada a justica.
Do Sr. desemb irgador Alvea Ribeiro ao Sr.
ceuaclheiro Queiroz Barros :
Appellacoes crimes
Do Panc Appellante Antonio Correia da
Silva, appellada a juatica
Do CaboAppellante o juizo, appellados Ma-
noel Paje e outros.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. conaelheiro promotor da jua
tuja :
Appellacea crimes
De Palmares Appeliante o juizo, appellado
Francisco Victorino de Oliveira.
Do Pumbal -Appellante o juiso, appellado Joae
Anjo da Guarda. a
De 'almares Appellante o juizo, appellado
Antonio Goncalves de Siqueira Granja.
Cora vista s ptrtes :
Appellacoes civeis
Da EscudaAppellante a Fazenda Nacional,
appeliido o maj ir Manoel Antonio dos Sautos
Di.s.
Do Recife Appellantes Carvalho Jnior *
Leite, appellado uitouio de Sonsa Braz.
Embargos infringeutes
Do Recife Embargante Antonio Moreira Res,
t mbargado Manoel de Mesquita Cardoso.
DISTKIBiyOES
Aggravo de peticao
io Sr. desembarg ulor Toscano Batreto :
Do Recife Aggn vaiite D. Francisca Emilia
do Rege Barro o Mascarenhas, aggravada Caeta-
no Quin'iiio i tlhardo.
Conflicto de juris iiccae
Ao Sr. desembargador Tos. no Barreto :
Entre os jajaes mnuieipaus dos termos de 6.
Joao e Teixeira da Parahyba.
Appsllacdes crimes
Ao Sr. conselbeiro Queiroz Barros :
Do Pombal Appellante o juizo, appellado Lu-
cio Monteiro de Moura
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Do Recf:Appellante o jmao, appellado Fir-
mino Correia de Laeerda.
rTtam


Diario de PernambucoDomingo 18 de Abril de 1886

Appellacoes civeis
Ao Sr. dc.sembargador liveira Maciel :
Do Recite-Appelianto a Fazeada Nacional,
appellados Seixaa s Irmos.
Ao Sr. desembargaaot Pires Ferreira :
D# S. MiguelAppellante Dr. Manoel Victori-
o da Costa barros, appellado Jos de Barros
Araujo Filho.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Audrade :
Do TimbabaAppellante Dr. Manoel Xavier
de Moraes e Vasconcellos, appellado o juizo.
Eneerrou-se a seasao a 1 hora da tarde.
Junta Commerclal da cldade do
Re el fe
ACTA DA SESSO EM 15 DE ABRIL
DE 1886
PHBIIDBNCIA DO 1LLH. Sil. COMMENDADOR ASTUMIO
OOMBS DE MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Julio-Guimaraes
A's 10 horas da manha declarou-se aberta a
sessao, estando presentes os Srs. deputados Olin-
to Bastos, commendador Lopes Machado, Beltro
Jnior e supplente Hormino de Figueiredo.
Lida, foi approvada a acta da precedente sessao
e ea-se a leitura do seguinte
man
Oicios :
De 10 do corrente, da Junta dos Corretores
desta praca, remetteudo o boletim das cotacoes
officiaes de 5 a 10 do presente mez. Para o ar-
chivo.
De 30 do Marco, da Junta Commercial da capi-
tal do imperio, enviando a relacio dos commer-
iantes matriculados no mes de Fevereiro prximo
passado.Responda-se e archive-se.
Distribuiram-3e i rubrica os seguinteg livros :
Diario e copiador de Couto, Santos 4t C, diario
da empreza de edificacJo, copiador e registro de
accionistas da mesma empresa, di i rio de Luiz
Jos da Silva GuiraarSes.
DESPACHOS
Petiooes:
De Livramento & C, para que se archive o con-
trato de sociedade em nome coliectivo e em com-
mandita que sob dita firma celebraran) cono so-
lidarios Jos do Livrament) e Joo do Livramen-
to, e como commanditanos Dr. Francisco de
Asis Rosa e Silva e a Exma, Vit condesas do Li
vramento, com e capital de 1,128:401*597. sendo
o fundo em commandita de 626:803*60* para o
commercio de compra e venda de carvao de pedra
e o transporte em alvarengas barcacas nesta ci-
dade.Archive- se.
De Joo Joaquim da Costa Leite, para que se
registre a nomeacao de seu caixeiro Arthur Var-
selense Pereira da Silva e se d bai xa na do seu
ex-caixeiro Antonio Luiz da Silva Quimaraes.
Como requer.
De Jos de Macedo, para que se d baixa no
registro da nomeacao de seu ex-jaixeiro Fran-
cisco de Santa Isabel.D-se a baixa pedida.
De Ferreira de Souza & C, para que se regis-
tre a nomeacao de seu caixeiro Joaquim Alves
Correia Filho e se d baixa na de sen ex-caixeiro
Carlos Gersen de Amorim. -Como pedem.
Da Companhia de Edificacao, para que sejam
archivados os estatutos de dita companhia, lista
n minativa dos subscriptores, acta da installacao,
nimeacao dos administradores, certidio do depo-
sito da decima parte do capital e documento de ees
sao da firma extincta Antunes 4 C. Seja u ar-
chivados e facam os interessados as publicacoes
exigidas por lei.
De Antonio Francisco de Figueiredo Paiva,
Jos Manoel de S e Joaquim Goncalyes Coelho,
para que se archive o contrato de sociedade cm
orne coliectivo e em commandita, sob a firma de
S Ceelho & C., com o capital e fundo em com-
mandita de 4:4165440, para a continuaco do como
mercio de padaria ra D. Mari a Cesar n. 30,
desta cidade.Archive-se.
De Mattos & Campos, baixa no registro da no-
meacao de seu ex-caixeiro Antoni) Barbosa de
Souza, e registro da de Manoel Rodrigues Cordei-
ro.Na forma requerida.
De Ferreira & C, idem quanto ao ex-caixeiro
Luiz Emygdio de Lima Neves, e qnanto ao
caixeiro Cedro Dutra da Rosa.Como pedem.
E por nao haver m&'s o que tratar fui levanta-
da a sesbo pelo Illm. Sr. commendador presi-
dente, as 11 3/4 horas.
PUBLICACOES A PED1DC
O Conde de HaeoJuml
i
O publico deve estar lembrado do que neatejor
nal diese, a 14 de Marco prximo findo c 6 do cor
rente mez, o correspondente da provincia do Ma-
ranho a proposito da sapposta falleocia da casa administrado p-1 js principios de honesti
ridoa n'aquella provincia, nem das pessoas, que
n'elles teui figurado, com a eircuinspeeca > indis-
pensavel a quem quer que deseje ter na imprensa
jornalistica um nome respeitavel.
Effectivumente, nao adulterando os factos e
jogando o dueato e a chacota que o missivista for-
mar opinio em proveito proprio, com ietrimento
da reputacao at hoja llibada do nosso estimavel
amigo o Sr. Conde de Itacolumi.
Peza-nos dizel-o, mas o missivista, a respeito
dos negocios da casa ctmmercial d'aquelle ilustre
cavalheiro, taz se echo de odios ha muito sopita-
dcs. Chegoa felizmente aoccasio propicia para
o desabafo, aguardado com anciedade, urna vez
que a firma sjcial doc Srs. Ferreira da Silva J-
nior, nao esta isenta das eventualidadee communs
class- dos negociantes.
Ao missivista se nuar aos incautos) q"e o nobie Conde de Itaco-
luini est fallido em con di cues pouco invejave'S.
E enta).....julgando o com o crdito profun-
damente abalado, apiesenta o ao publico como um
h'inein fraco, descoaceituado pelos seus uumerosos
amigos, de quem recebe serios dissaborea e at
huinilbacocs !
Nao seremos ns quem ouse affirmar que o m's-
sivista dio dos inais violentos adversarias da
verdade ; mas, contessamos, causiu nos profunda
magua o modo pouco generoso por que se propoz
atacar, embora iraprvficuaraente, am homem que
se acha em to precarias circumstanciis.
Con quanto cstejaints arredado do meio social
em que se do os acontecimentos, temos, todava,
os elementos neceas .nos pira restabelece* os fac
tos, tornando evidente a injustica da aggresso
feta ao nosso honrado e estimavel amigo Sr. Con-
de de Icacolumi.
Recife, 18 de Abril de 1886.
Vespasiano Pollarini.
-------------sewu''-------------
Parahyba, 3 de Abril
A CEZAR O QL'E B* DE CEZAR
Com esta epigraphe volta o Monitor
com o resto de suas armas enferrujadas
atacando a adrainistracao da provincia.
Usa de supremo esforjo.
A questao Pi Napoleao, por selica, ati-
ra o Monitor na valla comraura, concedida
aos mediocres ou despeitados. A expb
racSo da p osicao do distioi to e veneraodo
Sr. c< neg Meira c do Jornal da Parahyba
perante a administrado da provincia a
espsranca fagueira do Monitor.
Perde, porcia, seu teropo e seu la-
tim. A quetSo Pi Napoleao se acha
vencida depois da franca declaracao do
Dr. chefe de polica, que inserimos
no ultimo numero desta jornal. Acredita-
mos que o Sr. Dr. Daltro dispensava ao
Monitor essas palavras de urna delicadeza
e cortezia oritjinaes, que de envolta com
o incens, duvidam da autonoma daquello
magistrado.
O Monitor, porrn, nao tem o direito de
duvidar da declaracao do Dr. chefe de po-
lica, quando 'oJos saben que elle, mere-
cedor da conrianca do administrador da
provincia, dirige por si, exclusivamente, a
polica da roesma.
A exploracao, a que nos referimos, nao
tem graga.
Foi entretanto bem manejada por parte
do redactor do Monitor em quem reeonhece-
mos apurado gosto para a sizania.
O respeitavel Sr. conego Meira, s psla
sua idade e soffrimentos phyacos nao vive
constantemente em palacio., presta ao ad
ministrador da provincia o "tmais sincero c
decidido apoio.
Nao sabe o redactor do Monitor que
as prestamos tambem a raaior aduesiio
actnal admiuistraca 11
Quer o contemporneo que sejamos tu-
riferarios, como outros o foram, e, vesti-
dos em peanas de pavao, vivamos osteu-
tando os nossos servicos?
Si como S. Tlioiu, mire bera a posi-
cao dos distinctos parahybaoos Drs. Sa-
muel Henriques e Trindade Jijira, que.
O Exm. Sr. commendador Silvino da
Cunha nao pode dar urna direccao retra-
hida e fra ao Jornal da Parahyba, como
pensa o contemporneo; porquanto vive
as mais amistosas relacSes pessoaes e
polticas com o nctual administrador ; sen-
do, pouco lisong-iro o conceito que do mes-
mo commendaior assim parece formar o
Monitor.
Nao sabamos que elle lho votava tama-
nho odio a ponto de attribuir ao orgao of-
ficiul m vontade a lmiuistracao quando,
o seu Ilustro redactor se mostra inteira-
ni'-ute com ella identificado !
So pensis -raos como o contemporneo,
fariamos grave uffensa ao carcter illibado
o nobie d' um dos noss s distinctos che-
fes; aposicil que Ihe marca est reer-
vada, certamcute, ao contemporneo, que
tu lo e todos maldiz por se ver talvez
abandonado ao remorso pungente dos seus
caprichos.
O que quer o Monitor que o Jornal da
Parahgba defenda ?
Quaes os actos do administrador s r'am
vantajosamete atacados ?
A questao Rebollo, a demissSo da nosso
amigo Sr. Pi Napoleao e a do promotor
do Alago i Grande j dormem no olvido do
crai-
nesta
O contemporneo navegaria melhor cm
outros mares, procurando outra estrella
que guiasse com mais seguranza os seus
passos no risonho futuro que o deslumhra,
c de que nao deve desanimar ; pois nao
impossivel por bons molos poder attingir
ao seu desidertum, sera que deja mister
pretender avahar as inten(0*e8 e disposi-
c3es polticas dos nossos correligionarios.
Se o Exm. Sr. Dr. Souza Bandeira con
liii i a merecer a mais plena c absoluta
cmtianga do governo imperial, dos repre-
sentantes da provincia na corte e de todos
os chefes polticos inmmbidos da direccao
suprema do partido consjrvador parahy-
bano, respoda o Monitor, quem tem o
apoio do mesial partido, elle, ou o digno
administra tor da provincia ?
J v o contemporneo que o seu ine>
dictorial est longo de fazl-o crer echo
ti '1 no seio generoso do partido de que se
diz orgo, o cuja opiniao se arroga em o
seu dspoto para :om o distinct> e
nente delegado do actual gabinete
provincia.
(Do Conservador.)
Parecer sobre o compendio de
physlca composto pelo Sr.
Francisco de Paula Barros
Suba .-revi o judicioso parecer que obre o com-
nendio cima apresentou ao coneellio litterario
desta provincia o Sr. Dr. Ayres de Albuq erque
Gama, por estar plenamente convencido de que
os erros e inexactidoes nelle apontados existem no
referido compendio, como tive occasiao de exami-
nar anteriormente.
O conselho litterario de Pernambuco tom direi
to a m -recer do Sr. Paula Barros e de qualquer
outrn, mais elevado conceito.
Eti nenhum de seus membros reconheco capa-
cidade para procurar eng'anzar qualquer compa-
nheiro, nem tambem deixar-se engr-.nzar, extor-
quinlo-se-lbes a asssignatura cm favor de qual-
quer parecer
Todos estilo muito cima desse conceito, t pro
prio de despegados, como o Sr. Paula Barros.
Recife, 17 de Abril de 1836.
Franeiten Cario da Silva Fragoso.
Sr. Redactores. Lindo o jornal Pro
raneta, de 23 de Marco do corrente, depa-
rei com um arligo sob a epigraphe Um
vigario calumniador o qual atirava-me as
maioros injurias c 03 mais torpes epirhotos
e as pessoas que me hoDram com suas
relajSes, me julgam incapaz de injuriar
pela imprensa a quem quer que seja
nao acontece o raesmo com o publico cujo
juizo recto e justo" eu respeito e acato e a
quem devo a publicacao d'estas linhas.
Ha muito que o meu humilde nomo tem
sido arrastado pela ra da amargura, tem
sido coberto dos mais torpes baldes em
urna serie de artgos publicados pela Pro-
vincia ; entretanto, nunca tve occasiao de
vir a imprensa defenderme, nao s porque
odeio as discuss5es pessoaes, como tambem
porque o tempo que tenho para cuidar das
minhas ovclhas c dos trabaltiGS da rainha
treguezia nao rae chega para sso. Po-
rio, foi tal a indignarlo que me causou a
leitura d'cste artigo, ferio-me tanto o cora-
o a injustija de que fui *alvo, que nao
pos80 deixar de vir imprensa affirmar
que nao sou calumniador mas sim o aut r
do dito artigo, o qual attribuio-me a pater
nidade de urna correspondencia era que eu
tomei tan'.a parte como Pilatos no credo.
E' como urna piova das injustifas de
qus tenho sido victima, do odio com que
tenha sido atacado pelos meus adversa-
rios e da verdado que tenho dito, poco a
Ilustre redaijao d'estc Diario, que decla-
re a bem da roinha digni lade se foi eu o
o autor das correspondencias publicadas
nos Diario* de 18 e 19 de Marco prximo
passado sob a epigrapheTimbaba.
Timbaba, 12 de Abril de 1886.
O vigario Augusto Cubral de Vasconcellos
tara a mais franca < leal solidariedade
dos Srs. Jos Ferreira da Silva Jnior & C, da
qual socio capitalista o cavalheiro, cujo nome
serve de titulo ao presente artigo.
Como demonstraremos saciedade no desenvol-
vimento deste nosso escripto, somos inteiramente
intenso a toda sorte de retaliacoes. Mas o proce-
dimento que at hoje temos guardado nao exclue
a nypothese de que devamos excusar-nos de refu-
tar de modo cabal tudo quanto uprouve, ao noti-
ciariita escrever cm suas missivas ao publico des-
ta capital.
Basta 1er com vulgar attenco as corresponden-
cias, de que nos occupamis, para a; deduzir desde
logo que o seu autor nao trata dos factos occor-
COMMERCIO
depositarios dos s-gredos da poltica e das | porque attribuia-me a paternidade de urnas
tradiesoes gloriosas do seu partido, pres- correspondencias qie sahiram publica Ips
nos Diarios de 18 e 19 do Marco prxima
passado e que offendiam as autoridades ju
diciarias desta comarca.
Esto artigo oao poda, por certo, ser fi-
lho do nenhum dos meus parochianos que
me estimara e que sabem rae fazer justica,
nem do nenhuma d'aquellas pessias que
conhecem o raeu carcter, mas do um al-
gum desifF'cto gratuito, qu<*, acobertando
se com a capa do anonyrao, procura man-
char a rainha r-mutaco civil e eclesistica,
e ao qual envi o mais solemne desprjzo.
Mas, se os meus queridos parochianos
dado, zelo foanceiro e activa accSo oficia),
que tem ella imprimido nos negocios p-
blicos.
Si nao es' satisf'dto, lembramos-lhe o
esplendido recebimento, que teve o
Exm. Sr. Dr. Bandeira, no 2o disticto do
partido conservador, tendo sua frente o
seu festejado chefe Dr. Trindade M-ira !
Em relagilo posicSo do Jornal da Pa-
rahyba, realmente tem espirito o Monitor !
Merece um brevet d'invention. ..
BdIs- commercial de
buco
Pernant-
Secife, 17 de Abril do 136
As tres horas da tarar
''orate otficioes
Anolices provinciaes de 7 0/0, do valor de 1:0004,
ao par.
Cajcbio sobre Para, 90 d v. com 1 5/8 0/0 de des-
cont, hoje e hintcui.
Dito sobre dit j, 60 d/v coai 1 1/4 0/0 de descont,
hontem.
Dito sobre dito, 30 d/v. com 5|8 0(0 de descont,
hontem.
-a hora da t>ols
Ve-jdeam-se :
10 apolices provinciaes de 7 0/0.
P. J. finio,
Presidente
CaDdido C. G. Alcof jrado
Secretario.
'.INDIMElYOS PUBLICO?
Mez de Abril s 186
atvrjjioeoT>.- 1 16
KoBMooaiA. 1 t 16
U. ic Je 17
C imuLAD-.i Bor-"-M. '"? 1 16
Mee di 17
hciri db^iroiiDa 1 16
I^em de 17
27l:677890
M-.9a0.-971
295:5984867
27:793*899
1:336385
29:130*284
61:912846
4:683/077
66:59.','923
10.-749S452
585 392
11:334/844
DESPACHOS DE IMl'OUTAQAO
Vapor nacional fahia, entrado dos poitos do su!
no dia 17 do corrente, e consignado ao viscoude
de Itaqui do Norte, manifestou :
Cargo do Kio de Janeiro
Caf 565 s::ccos ordem, 100 a Joaquim D. Si-
moes & C, 75 a Manoel d> e Santos Araujo, 51 a
Siqueira Ferraz & C., 50 a Pereira de Carva-
lho & C, 50 a Alberto Rodrigues Brauco, 50
Fraga Rocha &'C, 50 a lo3o F. de Almeida, 3')
a Teixeira i Miranda, 25 a Gomes & Pereira, 3
Paiv* Valente & C.
Chap 's 1 cuixao a Carv iilri Irmao e C, la
J. J. Samarcop, 1 a Alfonso Oliveira & C.
Fumo 9 vulumes ordem, 20 a Antonio Perci.a
da Cunha,
Fazendas 5 voluntes a Cramer Frex c C.
Farinba de mandioca 500 saceos ordem.
Movis 8 voluires a Carvalho Jnior Se, Le te.
MercaJorias diversas 15 vulumes a Pereira Fer-
reira & C-, 2 Capitana do Purto. 41 a F Ma-
uoel da Silva &t C, 12 a Guimaraes & Valente,
1 a Souza Nogueira li C, 28 erdem, 2 The-
souraria de Fazenla, 3 a Eugenio A., 1 a Alendes
& Oliveir, 1 a Mcdeiros & C.
Panno de alg da 1 10 fardos a Machado tt Pe-
reira.
Vinho 10 harria a J. F. de Carvalho, 10 a Roza
& Queiroz.
Xarque 800 fardos a Maia & Rezende, 436 a
Baltar Oliveira v C, S50 a Amorim Irmos &
C, 66 a viuva Cunha, Genro & C, 30 a F. Jus
Rodrigues Praca, 20 a B. da Silva Ramos, 20 a J.
D. Penira, 20 a Gomes % Pereira.
Carga da Babia
Chapeos 1 caixao ordem.
Charutos 5 caixes & ordem.
Farinba de mandioca 450 saceos ordem.
Kio de algodo 30 saceos a J. Leit?.
Fumo em fulhas 2.">1 fardos ko meamo.
Mereadorias 1 volume a Companhia des Messa
genes Maritimes.
Mubilias 29 volumes ordem.
Panno de algodo 20 fardos a Ferreira & Ir-
mao.
Machinismo 2 volumes a J. llnlirs.
Mereadorias divershS 1 volume ao mesmi, 1 a
Otto B iliers Successor, 2 a T. Just, 3 a Julio 6c
Irmao, 1 aos consignatarios, 4 ordem.
Machinas de costuras, 5 caixas aos cons'gna-
tarios.
Oleo, 4 caixas a F. M. da Silva & 0., 6 a Pa-
ria Sobrinho & '.
Remos 14 a Beltro & Costa
Tecidos diversos, 10 volumes A ordem, 8 a Ma-
chado ir- Pereira.
T meinho, 14 barris a Guimarles Rocha & C.
Typos, 1 cana a T. Just.
V Ir.is, 2 volumes a Paria Sobria) fe C, 1 a
Vianna Castrj &C.
Carga de Baltimore
Baoha, 200 barris a Fernaudes da Costa i C,
50 a Jos Joaquim Alves & C, 50 a Joaquim F.
de C irvalho & C, 5*' a Rosa & Queiroz, 50 a Do-
mingos Ouz 4 C-, 50 a Jjo F. de Almeida, 50
a Paiva Valente & ('., 100 e 7 caixas a Joaquim
Duarte Simo.'s l& C, 25 e 2 barricoes aos cnisi-
jnatarios.
Toucinho, 15 barris ordem, 20 a Domingos
Ouz i\ C., 20 Fernandes & Irmao, 30 a Paiva
Valente & C, 30 a Rosa i Queiroz, 40 a Joo
F. de Almeida, 65 aos consignatarios.
Carga do Martinho
Farinba de mandioca, 930 saceos ordem.
DESPACHOS DE EXPOiiTACAO
Em 15 de Abril de 1886
Para o exterior
No vapor i iglez Matanhente, carrrrg 1-
Ao publico
Anda por ahi um cavalheiro de iadus-
t'ia falsificar me a firma, ora com o fira
de obter dinheiro por emprestio aquellas
pessoas s quaei uirige cartas em meu
norae, ora podindo gneros, medicamentos,
mereadorias, praz", em varios estibcle-
cimentos commerciaes.
Para que o cavalheiro nao contine
tirar successo com a industria, previno
aquelles. que por ventura possara vir ser
victimas, que nao satisfacam pedidos ou
cartas assignadas com o meu nome cm qu -
peca-se dinheiro ou objecto prazo.
R-cite, 17 de Abril de 18S6
G. de Drmnmond Filho.
Oleo puro meilicnal IxtCHllio, de (.;. unan il Uei:i|>.
N. 3?
De umi simples tosse resulta mutisvezeso
bronchites, a tysica a einaciaeo e fioilinenic
morte. A tosse o signul precursor do perigo que
se avi-siulia, Nao ispees at que j seja tarde
de mais.
Ninguem sabe se a toase p.issageira de huj se-
r amanh a tosse pronunciada d'um tyisic >. Por
tanto, todos devem saber, i>ois a faculd.de medica
assim o diz, que o ule > de figado le bacalhau, de
Lanman & Kemp, subjiiga a enferinidaile antes
que cliegue cravar suas terriveis ginas no cen-
tro da vida e estab^lece completiimjnte a s le
dos rgus da re^piraco. Use se deste pidirusu
remedio, se pussivel, tao lesto como Injaalgum
motivo de alarme; mesino quando a eufermidade
pulmonar, tenha j deis 1 lo imcressos as faces
seno febris vestigio, e convertido ocorpo em urna
sombra, aiu.fa asim inesino, nao ha qutdesespi rar.
Suas propriedad.s curativas e restauradoras
podem su'-jugar a molestia al inesmo quaei un-
dcima livra. Purm c 1I11 se em lembranca, que
nao ha no inundo um rentdio to geraluiente adul-
terado, como a genero que de ordinario se vende
com o nome de oleo de ligad 1 de bacalhio. Veja-
3-, pois, se se alcanza o especifico pur fabricado
pela c.sa de Lanman & Kemp, dos figados miis
frescos.
Acha-se venda cm todas as principis bi icas
c iojas de drogas.
Agente* cin Pernambuco, Henry Forster 4 C
ru-i do Commercio n. 9.
N. I?. Attesto ter empregado com ven-
tajosos resultados en doentes de taberen-
lose pulmonar, cm miaha ensa de sau'lc, a
Emulsao de Solt oleo d- ligado de baca-
lho com hypopliosphitos do cal e soda.
O referido o vejdado c o juro in fide raa-
dici.
Rio do Janeiro, 15 d" outubro de 1884.
Dr. J. Tavano.
------------------- O inajr L'.iiz Cintra, nao poleudo despedir-s
pessoalmentc das pessoas q'ie o honrarain com M
euas visitas, p da presteza d; sin viagem. o faz
por este incio, ofFerecondo seus servidos no Kio
de Janeiro.
Irmandade do Seubor Bom Jess
das Chagas
A mesa regedora da irmandade do Senhor Bom
Jess das Chagas, na igreja de Nossa Senhora do
Paraso, tendo de expor s 3 horas da tarde, do
dia 18 do corrente, em proeisso solemne a ima-
gem do padroeiro da mesma irmandade, e de or-
dem da mesa convido nao s aos irmos desta ir-
mandade, comparecerem no resp ctivo consisto
rio, afim de incorporados acompanharem aquella
sacrosante imagem, como tambem convida aos
Illms. Srs. officiaes da guarnico d esta cidade e
os da guarda nacional, para em estado-maior. se
dignarem acompanhar a p ocissio do inesmo Se-
nhor, que em sua solemnidade percorrer s ras
do costume.
Recife, 16 de Aril de 1886.
O secretario,
Amaro Joaqnim do Espirito-Santo.
------------------*SttS
Desped'la
O abaixo assignado, retirando-se te nporana-
meute para a Europa, e nao tendo podido despe-
dirle de todas as pessoas que o tem honrado com
suas relacSes, pede desculpa dessa falta involun-
taria, offereceado-lhea all seus nullo3 prostimos.
Recife, 15 de abril de 8G.
Jos Soares do Amaral Jnior.
O b-charel Jos Vicente Meira de Vasconcellos,
de volta de sua viagein ao Para, declara aos seus
amigos e constituintes que do dia 20 do corrente
mez em diant quando pretende tomar cont 1 do
seu escriptorio, continuar no exercicio de ~ua
profisso de advogado, podenda ser procurado na
prae,a de Pedro II (outr'ora pateo do Collegio) n.
6, primeiro andar, das 10 horas da mauh s 4 da
tarde.
Recife, 6 de Abril de 1886
150 garrafoes
Para o Para, Maia & Rez-md
com 3,000 litros de aguarden-e.
Xo v por nacional Ualtia, carregaram :
Para Manos, P. Alves & C. 35 volumes com
1.365 kilos de a-sucar brauco ; Baltar Irmos &
C 60 ditos com 2,803 ditjs ae di',o e 30 barris com
2,880 litrjs de agurdente ; Maia Se. lezende 20
barricas com 2,112 kilos de assucar franco ;
Amurim limaos i C. 4 oarris com 3,810 litros
de agurdente.
Pra o Para, T. Macedo 3J0 barricas con
16,258 kilos de assuc ir branco ; Maia & Kezende
550 volumes com 33,338 ditos de dito ; Baltar Ir
mos & C. 300 barricas com 17,663 ditos de dito;
P. Carueiro a C. 5 pipas con 2,400 litros de
agurdente ; S. G. Briio 500 birr.eas com 31,100
k;los deassuca- brauco; viuva de Manoel F
Marqu>'s it, Filno 300 ditas cora 19,531 ditos de
dito ; Bartholomeu Se. 1 Successores 5 caixas xa-
ropa de jurubeba.
Para o Ceari, Maia & Rezedle 20 saceos com
1,500 kilos de assucar brauo.
No hiate nacional eus te Guarde, carrega
ram :
Para Araeaty, P. Vianna & C. 410 saceos com
farinha de mandioca.
No hiate nacional S, Ambrosio,
ram :
Para o Natal, M A. Seuna & C. 26
com 1,210 kilos de assucar refinado.
Na barcaca Rainha dis Anfos,
ram :
Para Macahyba, Baltar Irmos & C.
eos com farinh.. de mandioca.
carrega
barricas
carrega
400 sac-
Al.TERACAO DA PAUTA
Para a semana de 19 i 24 do mez de abril
de 1886
Assucar branco, 262 rs. o kilo.
Assucar mascavado, 117 rs. o kilo.
Carnauba, 36i rs. o kilo.
Couros seceos salgados. 650 rs. o kilo.
Couros verdes, 2t rs. o kilo.
Alfauaeg* ae Pernambuco, 17 de abril de 18^6
Os conterentes,
Salvador A. de A. Freitas.
Manoel A. R. Pinheiro.
i
Vapor ameriemo Advaiice, entrado de New York
e escalas no dia 17 do corrente, e consignado a
Henry Furster i C, manifestou :
Carga de New York
Amostras 3 volumes a diversos
Agua fl irida 13 volumes a J. C. Lcvy & C.
Bombas 2 barricas ordem.
roea s para candieiros 1 caixas a B. D. Cam-
pos & C.
Candieiros 5 caixas ais meamos, 4 a Vianna
Castro z C.
Cabos 1 fardo aos consignatarios
Carne de porco 20 barris a II. Lundgren & C.
Cerveja 4 barricas aos consignatarios.
Drogas 35 volumes a J. C Levy & C. 16 a F.
M. d Silva 4 C, 4 a Faria Sobrinho & C.
Estopa 3 fardos a Beltro & Costa.
Ervilhas 10 barricas a H. Lundgren & C.
Farinba de trigro 700 barricas a Pereira Carnei-
ro & C, 180 1 11 Nueseh 4 C, 25 ordem.
Fio 1 voluue a H Lundgren 4 C.
Fumo 2 caixas aos meamos.
Graxa 12 caixas a A. D. Carneiro Vianna.
Lona 2 fa-los ordem,
Maiz.-na HX) ciuxas a Jco F. de Almeida, 60
a R-sa & Queiroj, 50 a J. D. Sitcoes C.
Para Liverpool, J. Pater 4 C. 1,'J">1 saceos com
146,325 kilos de assucar mascavado.
No vapor inglez ElOe, carregou :
Para Southimpton, J. Fuerstenb-Tg 10 kilos de
prata velha e 5 ditos de ouro velho.
Para o Interior
No patacho noruegu nse dale, carregou :
Para o Rio Grande 1.0 Sul, T. de Azevado Sou-
za 350 barricas com 33,506 kilos de assucar bran
c i e 50 ditas com 5,711 ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Bohia, carregou :
Para Manos, H. Olive'ra 20 barris com 1,920
li'ros de agurdente.
No patacho Pdolense, csrregaram :
Para o Pitra, Fe, nandea 4 Irmao 2 canas cora
22) k los de dice ; R. Valente 5 ditas com 260
ditos de dito,
No vapor nacional Marinho Vconde, carre-
gou :
Para Penedo, J. C. Miranda 3 barricas com 260
kilos de assucar refinado.
No vapor nacional Ipojuca, carregou :
Pata Maco, J. V. Campello 400 saceos com
farinba de mandioca.
- Dia 16
"ara o exterior
Nao nouve despachos.
rara o Interior
No patacho norueguena>3 Idale, earrega-
ram :
Para o Rio Grande do Sul, Maia k Rezende
370 chpeos de carnauba ; Bailar Irmos 4 C. 25
pipas c tm 12,000 litros de agurdente.
p,o patasho nacional Pelotente, carregaram :
MOVMENTO D > PORTO
Navios entrados no dia 11
New-York e escalas 19 dias, vapor ame-
ricano Adioance, de 1,92 toneladas,
commaniante J. R. Beers, equipagera
58, carga vares gjneros ; a Henry Fors-
ter & C.
HaniDurgo ees-alas-20 dias, vapor al
leraao Paranagu, do 1,291 toneladas,
tommandante J. Bihermann, equipagera
37, carga varios gneros; a Borstelmann
& C.
Rio de Janeiro e escalas7 das, vapor
nacional Baha, de 1,999 toneladas,
commandante Aureliano Isaac, equipa-
gem 60, carga varios generes ; ao Vis-
conde de Itaqui do Norte.
Sahidos no tnesmo dia
Aracaj escalas Vapornacional Mandahu,
commandante Antonio Rodrigues de Oli-
veira, carga varios gneros.
i 111 4l nina elasse numerosa
O primeiro syinptoma desta enfermidade
uraligeiro desarranjo do estomago ; mas se
elle descuida, o corpo inteiro desordenase
dentro de pouco tempo, seiu exceptuar os
rins, o ligado, as pncreas, e, cm surama-
tado o systema glanduloso ; e o affligido
arrastar urna existencia infeliz at que os
seus padecimientos sejam terminados pela
morte. As pessoas a;comrnettidas por esta
molestia se engaara frequenteraonte sobre
a sua natureza ; nao obstante, o leitor pode
r julgar se elle se acha atacado fazendo-
se as seguintes perguntas :
Sente-se de vez era quando una dor in
coranodadora? Ha diffi :ul lade 0:11 respi-
rar depois da comida? Sobreven) algama
sensacao de tristeza o languidez acompa-
nhada de somnolencia? Os ollios tm urna
cor amar dienta? Pela raauh.a as gengtvaa
e os dentos achain se cobertos de urna su-
bstancia esperas e viscosa, peivcbendo-se
simultneamente no paladar um sabor de-
sagradavcl? A lingua estii saburrosa ?
Sente-sc dor dos lados e das costas? Aprc-
senta-se alguna iuchacao naregiao do lado
direito, como se o ligado tivcsssc crescido ?
Ha prisao de ventre ? Ha vertigem quun
do se levanta repentinamente do urna po-
sicao horizontal ? As seereeiies dos rins
sao raras e muito coradas, e formara depo-
sito ? Os elementos fermentara logo depois
das refeioes? Ha flatulencia? O cora-
lito palpita frecuentemente? E' pissivel
bue estes symptoinns nao se apresentem
todos ao inesmo tempo, mas affligem o pa-
ciente por s :u turno, segundo os progres-
os desta torrivel enfermidade. Se a docn-
la tiver sido de urna duraco muito pro-
ongada, manifestara se um tosse frequente
o secca, sobrevindo de pouco tempo a ex-
pectorafao. Quando o mal j esteja inve-
terado, a cor da pclle torna-se-ha morena e
suja, e tanto as mitos como os ps cobri
ram se de um suor fro e viscoso. Agra-
vados os soffrimentos do figado e dos rins,
apresentam-so dores rheumaticas, e o sys-
tema de trataraento ordinario nada p.le
contra tito dolorosa affecjao. A origem
deste mal a Indigastilo ou Dyspepsia, e
urna pequea quantidade do verdadeiro re-
medio, tomada no principio da doenca, far
desapparecer para sempre os symptomas
perigosos. E' por conseguinte importan-
tissimo que o desarranjo seja tratado com
promptido e com efficacia nos seus pri-
.miros graos, era cuja poca possivel
obter cura por meio de um pequeo nu-
mero di dzesdo medicamento. Mas quan-
do ja sstej-i arraigada enfermidade, o
verdadeiro remedio tarar s r tomado at
que o ultimo vestigio aqu.ila tenha sido
destruid", at que o appe te volto, c at
que osorgaos digestivos recuperem as con-
diySes normaos. A medicina mais efficaz
contra tao terrrivel doenca o Xarope
Curativo de Seigel, prep^raco vegeta
que vendem todos os pharmaceuticos e bo-
ticarios do mundo inteiro e os seus propie-
tarios, A. J. White, Limited, 17, Farring-
don Road, Londres, E'. Este Xarope
destroe a verdadeira causa do mal, expul-
sando-a radicalmente do systema.
Depositarios na provincia do Rio de Ja-
neiro: no Rio de Janeiro, Domingues Viei-
ra e Cha, Joito Luiz Alvez, Geo Sanvlle
2 Cha, G. Francisco Leandro e Fonseca
o Alvos; e era Sam Simao de Manhuassu,
Horacio de Rentus.
. Depositarios na provincia de Pernambu-
co : em Pernambuco Bentecourt e Chia
J. C. Lcvy c Cha, Francisco M. da Sil' v
e Chia, G. Braz dos Santos e Chia, e Rou
quarol IrraSos; em Bello Jardim, Manoo
de Squeira Cavalcante Arco Verde, e Ma-
noel Cordeiro dos Santos Filho ; em Inde-
pendencia, Antonio Gomes Barboza Jr ;
em Palmares, Antonio Cardoso d'Aguiar ;
e em Tacarat Jos Lourenco da Silva. J.
C. Levy & C, ra do Barao da Victoria
25
Pedid, ao publico em gcral
O abalzo assignado, pede ao benemrito povo
pernam tucano que se digne 1er o, annuncio de
sua escola, o qual se acha publicado nesta folha
em lugar competente.
Educa e instrue a infancia, pelo tyatema dos
pnneipaes collegios da Corte do Imperio, onde
esteve por algum tempo pa9seio, enjo systema
a paciencia e a vocco, e no numerosos casti-
gos sem resultado alguro, como s 1 veem em va-
rias escolas desta provincia.
Espera, p>is, que o povj brasileiro saiba apre-
cmr o seu verdadeiro ensino primario, em desafio
ao magisterio, onde as creancas rpidamente com
santos conselhos abracara de corayo os livros e as
lettras.
Julio Soares de Azevedo.
r. Mello Gomes |]
MEDICO PARTEIRO E OPERADOR J
Ra do Barao da Victoria (antigaW
ra Nova) n. 37, Io andar I I
Dcdica-se com espeeialidade ao curativo'
de febres, molestias de peito e das senhoras,
syphilis e estreitament da urethra.
Consultas da.. 10 a 12. Cham&dos p.-.r^
escripto qualquer hura do diaou dinoite.
Telephone n. 25'J.
Oculista
Dr. Ferreira la Sdva, con-
sultas das t ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
VAPORES ESPERADOS
Juca de Trieste hoje
Vitle de Victoria da Europa amanha
Estephania de Trieste a 20
' Vitle de Pernambuco do sul a 22
Etpirito Santo do norte a 23
La Piala da Europa a 24
Mariner de Liverpool a 24
Warrior de Liverpool a 24
Eqiuxteur do sul a 25
Lesa na Iribuna Medica:
* Apezar dos processos do puridcagiio
mais aperfeicoalos, o oleo de figado de
bacalho ficou un medicamonto prohibido
a muitos doentes, cujo estomago nao pode
mais supportar as substancias grasas. Era
portante ne'essario prieurar um meio de
mudar radicalmente a sua forma conser-
vando todos os seus principios activos tao
preci sos : este resultado foi obtido pela
joraposicao do vinho di extracto de figado
de bacalho, de Cheorier, preparado se-
gundo urna formula approvada pela Aca-
demia de Medecina.
Recommondamos aos nossos leitores este
excellonte producto que contem todos
os elementos efficazes do oleo de figado de
bacalho e possue as propridades therapeu-
ticas dos preparados alcoolicos.
Dr. (Mil Leite
Hi:iM4
Tem o seu escriptorio a roa dj Marques de
Olinda n. 53 das 12 s 2 horas da tarde, e desta
I hora em diante em sua residencia ra da Saa-
a Cruz n. 10. Especialidades, maletiass de se-
nhoras e (-naneas.
Beneficio a patria
O prof.-ssor part-cular Julio Soares de Azevedo,
abrb cm seu collegio ua da Matriz da Roa-
Vista n. 34, um curso gratuito para 25 orphaos
desvalidos, t irivcnd > a >s alumnos os utensilios
neessarios ho rnsino.
Para tal fim, ja o incansavel protessur Lande-
linn Rocha, envin prattiif iment', diversos livros
primarios de su 1 propriodad", co-idjuvando agaim
o progresst do cnsino. servindo de ezcmplo oaio
11 n vvr lali-iro peruambiicaiio.
Eatao, p'irtanf 1, ultcrtas as matriculas, para as
creancas <|iie qnizen-m frqu'ntar o curso-
E' inais um beuefieio ila earidade digno de lou-
v.>r, dedica Ij a crpliandade e a infancia desva-
lida .
HorarioJas 6 Inras da Urde s 9 da aoite.
Julio Soares de Azevedo.
A aula mixta particu-
lar
Francisca Martiniana L. Carneiro participa aos
pas de familia, que sua aula abrir se-ba no dia
12 do orrente : qnem de seu= prestimos precisar
; le dingir-se 4 rur. do Viseonde de Goyanna n.
21, que entender-se-ha com a mesma.
COLLRGIO
DE
Nossa Senhoni das Victorias
RIJA DO HOSPICIO N. 10
Directoras:
M.ne. Blamhe d'IIerpent Crgo.
Baroneza V. d'IIerpent.
Este colltgio tem ptimas accommodacoes para
vlumnas interuas e um corpo docente de reoonhe-
cida capacidade.
~ -------^Mai--------
Lcei TriiJelico
Cuiitiuuam a tunecionar as aulas deste lyccu
ra do Hospicio n. 30.
A directora,
Mara O. de Mello.
Escoh particular
Oe Instrucco primaria para o
sexo musen! no
34ItUA DA MATRIZ DA UO A-VIST A34
O abaixo assignado participa ao Ilustrado pu-
blico desta cipital, que abri sua escola particular
de instruecao primaria para o s-'io masculino,
ra da atriz da Boa-Vista n. 34, onde esmerada-
mente ae dedica ao misino de seus alumnos.
O grao da escola consta : 1er, eserever, e contar,
desenhi linear, historia patria e u ico es 'le fran-
cez.
Ciuante um rpido adiantamento em suisaFum-
nos, pelo SPii systema de ensino, o qual urna pa-
ciencia Ilimitada, um amor inviolavel e urna es-
merada dedicacat ao ensiuo, fazendo com que 03
seus discpulos abracem e amem de cor.icVi as let-
tras, aos livros e ao estud, guiando-:>s no cami-
nho da intelligencia, da honra e da dignidad?,
afim de que veuham a ser o futuro sustentculo
da patria, da religiao e da lei, um verdadeiro
cidadao brazileiro.
Eepea, pois, merecer a confianca e a provec}
do distinct:) povo pernambucano, e em particular
tem f robusta em todos os paes e tutores de me-
ninos que queirara aproveitar cm rpido ndianta-
meuto de seus filhas e tutelados.
Comquanto misada seja esta tentativa, todava
espera que os seus incansav- is esforcos, e os seus
puros desejos, sejam coroados com a feliz appro-
VSeao do todos os filhos do Imperie da Santa Cruz.
Mensalidade 2/0JO pagos adiantados, no acto
da matricula.
Horario das 9 horas da manha 3 2 da tarde.
Recebe meninos internos e meio-pensionistas
por mensalida les razoaveis e lecciona por casas
particulares a ambos os sexos.
Julio Moars de Azevedo
31 Ra da Matriz da Boa-Vista 34
------------------"gOgS@|g> ------------
Conultorio oiedico-eirurgico
O Dr. Estevao Cavalcante de Albaquerque con-
tinua a dar consulta utedico cirurgicas, na ra
do Bom Jess n. 20, Io andar, de meio dia As 4
horas da tarde. Paras? demais eonsulta a visi-
tas em sua residencia provisoria, ra da Aurora
n. 53, 1 andar.
Na. telephonicos : do consultorie !)5 e residencia
126.
Especiaidades Partos, molestias de cr. ac?,
d'utero e seus annexos.
Dr. Coeltio Leite
Medico, parteiro c operador
Consultorio ra Du^un de Casias n. 59,
Io andar
Residencia ra do Paysand n. 15 (Pasm-
gem).
D consultas das 11 horas da manha s 2 da
tarde.
Atiende para os chamados de aua profissao a
qualquer hora.
--------------saoog1-------------
Ensino particular
Felicidade Perpetua de Vasconcellos A-agao,
competentemente habilitada para o ensino prima-
rio, participa ao respeitavel publico que tem abor-
to o seu internato ni cidade do Espirito Santo,
em Santa Thereza (Pao d'AJho) onde j ha um
anno tem tido a honra de receber alumnas inter-
nas e externas, cujos pais acham-se sinceramente
satisfeitos Animada por este auspicioso acolhi-
mento contina a offerecer o seu prestigio a aquel-
les que lhes quizerem honrar, coafiando suas fi-
lhas, certos de que nSo poupara estorcos para o
bom desenvolvimento intellectual e moral, apar da
delicadeza e bam t'atamonto ; aasim como tam-
bera offerece-se para ensioar meninos externos de
4 a 7 annos, tado por precos razoaveis ; achando-
se sempre prompto a dar quaesquer esclarecimen-
tos pessoalmente ou por escripto a quem 03 exigir.
1
4



Diario de PcrnambucoDomingo 18 de Abril de 1886
:
\

EDITAES
O Dr. A-ielioo Antonio de Luna Freir,
oficial da imperial orden) da Rosa, cora
roendaior da real ordem militar portu-
gueza de Nosso Senhor Jess Christo,
juiz de direito de orphSos e ausentes da
comarca do Rerife o seu termo era Per-
nambuco, por Sua Magestade o Impera-
dor o Sentar D. Pedro II, etj., etc.
Fac saber que tendo se arrecadado por
este juizo o espolio lio tinado Daniel Este-
vKo dos Aojos Marnhao, o qual nao cons-
ta ter ileixado testamento, sem hrrd'-iros
pres-nt-s, e resida nesta cidade ; sao cha
mados os seus legitimes suceessores a* se
habilitaren) heranya, parante este juizo,
nos termos do art 32 do reg. n. 2,433 de
15 de Junho de ls59.
E para constar inandei passar este edi
tal, que ser publicado pela imprensa e af-
tirano no lugar do costume.
Dado e pas ado nesta cidade do Rerife,
aos 14 de Abril de 1886.
Eu, Luiz da Veiga Pcssoa, escrivo, o
escrevi.
Adelino A. de Luna Freir.
A Cmara Municipal do fiecife fal saber a q lem
interessar possa que no da 21 do correte ser
arrematado ein basta publica o servido da limpeza
municipal pur espaco de un anno, eob as bases e
condicocs ibaixo mencionadas :
1" O contratante conservar varridas e lirnpa.
as ras, po ites, travessas, bocees, largos, pateos,
caes, latriuas e mictorios das qoatro tre/uezias da
cidade e remover todo o lixo das referidas fre-
guezias, proveniente ou nao de varrimento, para
os pontos locaes determinados por esta Cmara
dentro do permetro da cidade, devendo conservar
era cada Intrina uro guarda para abril-a, fechal-a
e conserval-a sempre limpa.
2* O contratante obrigado a conservar neste
servido o pessoal necessario, nao podendo ter me-
nos de 40 pessoas, para varrimento concluido dentro das horas indicadas
por esta Cmara, alm das carrocha precisas para
a conduccao do li.xo, nao sendo o numero deetas in-
terior a oito.
3 O contratante obrigado a fazer o fervico
as hora3 que forem designadas pelos fiscaes das
quatro freguezias, s devendo era geral ser feito <
varrira-'nto noite, podendo sel-o de dia nos dias
chuvosos, sendo o contratante obrigado a dar sa-
bida s aguas pluviaes.
4* O contratante receber por esse servico an-
nugluiente a quantia de 31:869^120, que ser
pago Mn58 prestado'3 iguaes isto, por seim-na.
& Ocratmtante iucorrer na multa de 10000,
iefflpre que for encontrada sein indicios de ter
sido limpa qualquer ra, ponte, travessa, becco,
largo, pateo, ou caes
o* A multa sei imposta p-lo commissario de
uuieza publica, cun recurso pira a Cmara, nao
podend) da deciso desta recorrer o c intratante
para qualquer autoridade administrativa ou judi-
ciaria.
* O contractante que bouver incorrido em 5
mul.tas consecutivas, s>-in provim> nto interpolo
perante i Cmara, perder o contracto do servic-j
de liirpez.1 publica que passar a ser feito pela
Cajeara, sera direito a ser iudemniado de qual-
quer interesse ou per Ja que provier do mc9mo con
tracto.
o S i crio admittidas a licicitar as pessoas que
houverem depositad.) em poder du procurador da
Cmara a quantia de bOOf'KIO em diubeiro, a qual |
perHer'i, te aceito o Unce nao vierem assignar o
contracto dentro do pi-bso de 8 das, contados da
approvHco do mesmo, p'lo presidente da provin-
cia, d'-vend.) a habilitarn ter at o da 20.
9". O coutractanti' entrar e un a quantia de
4:0QO0OO em diubeiro, apolices ou nanea idnea,
para garanta da ezecuco dj contracto ao assig.
uar o respectivo termo, cuja quauta perder, se
abandonar o contracto ou iuterromper o servico
em qualquer das freguezias.
10. Terminado ou interrompido praso do con-
tracto, u;i ) ter o contractante direito a ser in-
lerjjnisado de qualqu'-r valur ou material que ti
-ver empregado no servido, cujo material, fin Jo o
colr*cto, pertencer ao contractante.
11. Ser preferido aquelle que se propuzer a
ejecutar o servico por uieu s
Paco da Cmara Municipal do Rccife, 14 de
Abril, de 1886.
Dr. Antonio de Siqueira Carneiro da Cunta,
Presidente.
Francisco de AetU Pereira Rocha^
Secretario.
A escola de aprenoires marinheiros nesta
provincia recebe no dia 20 do correte, pelas 10
horas da ir.anh, propostas para o fornecimento
de fardamento meama escola durante > semestre
de julho dezembro do earrento anno, devendo as
pesoas que pretenderen! contratar o suppnmento
pe dirigirem ao quarte' da escola para ahi exami-
uarem os diversos padroes e terem todos os es-
claree'mentos que necessitarem. As pecas do
liardamento sao :
Calca de panno.
Hita de algodo msela.
Dita de biim branco.
Camisa de panno
Dita de algodo msela.
Dita de brim branco.
/Jupa de brim branco para bonet.
Bouet de ason.
Lenco de seda.
Sapatoa.
Ma. a de ona com tod js os seus pertences.
Sacco de lona dem.
Cobertor de l.
As propostas alem de terejj aompouhadus das
amostras da materia prima cnntciao igualmente
% declaracao de se nujeitafrem os proponentes a
lodas as dis osicoes que regem os fornecimeutos
>o ministerio da marinha.
As propostas juntaro c s propoaentes os res-
pectivos conhecime itos do imposto de industria e
.profisOis, afim de provarem a idoneidade do con-
currente.
Es ola de aprendizes marinheiros de Pernam-
bnco, 16 de Abril de 86
Ernesto Jos de Souza Leal,
Uftk-ial de Fazenda.
d lie noticia tiverem, que se acha aberta i fallen
cia de Joaquim de Souxa Neves, cein o i|ual oc- I
correu o seguinte:
Sentencia, Em face da petico de flj. i, docu-
mentos de fls 3 a fls. 10 e depoimento de fls. 18
verso, declaro aberta a tallencia io commerciante
Joaquim de Souta Neves, a datar de 6 do Feve-
r< iro uliuio. Nomeio curador fiscal o Dr. Augus-
to Vaz. Paca-se publicar a fallencia por editaea
e convoquem-se os credores para se reunirem oo
du 21 na sala das audiencias aiin de nomearem
depositario efiectivo. Preceda-se a arrecadaclo
dos livros e da massa em cujo acto nmrieart i depo-
si'ario interino. A impugnacode fli. 18 impro-
cedente, porque dos ttulos de fls 4 a fls. 6e do-
cumentos de fls i' e fl 10 se v que o jus'ificado
cornprava por sua couta merendonas para vender,
firuiava letras e declarara seu o debito prove-
niente deesas trnsaecoes, d'onde se v que aes-i-
m a inteiru responaabilidadc pessoal por ellos, fa-
z i lo protisso habitual de actos de inerrancia.
pelo que nao pode deixar de estar sujeito is dis-
posices do C'-digo Commercial. Recife, 15 de
Mar^o de 1886.Tbomaz Garcez Parai.ho.i Mon-
tenegro.
U desta sentenca a'-.rravou o justificado Joaquim
de Souza Neves, para o Supremo Tribunal da Ke-
latio,o qual proferio o^aecordo do th-or se[ ninfo:
Accordo 'cui Relar;o. Que feito o sorteio dos
adjuntos e rulatorio dos autos, sem attencao ao re-
querido na instancia superior pelo aggravante,
fin de juntar documentos depois do despacho do
Dr juiz a qu, por ser Ilegal, negam provimento
ao aggravo pelos fundamentos da contra-minuta
do juiz a qu, que adoptara. < ustas pelo aggra-
vai to. Recife, 2 de Abril de 1886 Queiroz Bar-
ros. Quintino de Miranda, presidente. Pires
Ftrreira.Freita1 Henriques.
E descendo oo autos do dito Tribunal o respec-
tivo escrivo me os fez conclusos que nelle pro-
fer o despacho do theor seguinte :
Cumpra-se o accordo. Convoquera se os cre-
dores para se reunirem na sala das audiencias no
dia 20, afim de n mearem depositario. Kecife, 15
de Abril de 1886.Montenegro.
Em virtndc deste despacho o respectivo escri-
vo fez pas-ar o presente edital pelo qual e seu
the.T chamo a todos os credores do fallido para
comparecercm no indicado dia e lugar s 11 horas
da rnanlia.
E para que ehegue ao conhccimento de todos toi
passado o presente, afim de s prensa e afiliado no lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
namb ico, aos 15 de Abril de 1886.
Eu, Jos Franklin de Alencar Lima, escrivo,
subscrevi.
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
Indemnisado. a
Eata eompauhia, cumprindo o dispostj no art.
15 de seas estatuto?, vende 40 aeces de ns. 491
495, 121 n 126, 746 755 e 551 5/0, vagas
pelo faliecimento dos reipectivos accionistas.
Os preteodenles pedero enviar suas propostas
aor intermedio de corretores gera s at meio dia
de 24 do corrente, no escriptono da referida con.-
panhia. Recife, 16 de Abril de 1886
MARTIMOS
De ordem do tiln. Sr. engenbeiro chefe, fajo
publico que no dia 19 do corrente, ao meio da,
recabe-se nesta secretaria propostas "par* a exe-
cuco dos reparos urgentes da ponte sobre o rio
Pirapama, uo engeuho Junjueira, oreados em
2:530.
O orcamento c mais condi^oes do contrato, se
acham dsposico dos senhores preteudentes
para serem eliminados.
Secretaria da reparticao das obras publicas de
Pernambueo, em 10 de. Abril de 1886.
O secretario,
_______________J. J. de Siqueira Varejao______
Thesooraria de Fazenda
De ordem do Illm. Sr. inspector, faco publico
que no dia 24 do correte mes se recebero pro-
j aatas nesta thesouraria, perante a respectiva
jun a, para o fornecimento de medicamentos e
objectos, constantes de urna relaco, que ser fa-
cultada aos i.itcressados ver neeta mesma repar-
ticao, os qnaes sao destinados pharmacia do
presidio de Fernando de Noronha.
Thesouraria do Fazenda ds Pernambueo, 16 de
Abril de 1886.
O Io eseriptur irir.,
Jezuino R Cardos;!.
C. E.
Edital n. 16
O administrador do Consulado Previncial fas
publizo, para conhecimento dos respectivos con-
tribuintes, que no da 22 do correute terminar
improrogavelmente o prazo concedido para o pa-
gamento do imposto de reparticao, relativo ao "
semestre do exercicio corrente de 1885 86, co-
bran Jo se deste dia em diante o referido imposto
com a multa de 10 0[0 at setembro, e com a de
80 0|O at dezembro prximo futuro.
Consulado Provincial de Pernambueo, 15 de
Abril de 1886.
francisco Amyntas de Carvalho Honra.
Edital n. 96 |
(2.a pra;a)
De ordem do Illm. Si. Dr. inspector se faz pu-
blico, que s 11 horas do dia 21 do cor eme mez,
serio vendidas em pri;a, no trapiche Couceiyao,
as mercadorias abano declaradas :
Armazem n. 7
Marca diamante. T no ccn'ro, 1 caixa n. 768,
vinda de Liverpool no vapor inglcz Delambre, en-
trad) era 8 de Fevcreiro do correte anno, aban-
donada aos direitos por Cardos i & Irmo, con-
teudo fragmentos de ferro, assemelhado liraedha
grossii, pesando liquido legal 789 kilogiammas.
Marca JBV, 6 caixas ns. 18 23, dem de N> \v
York no vapor anericano Finance, entrado em 13
de Marco ultimo, abandonadas aos direiios por J.
B. Valdetaro, co itendo obras rapressas de ria
soc-, pesando liquido legal 313 kilogrammas.
3* eecco da Alfandega de Pernambueo, 17 de
Abril de 1886.
Club Commercial Ealerpe
Assembla geral
Os senhores socios queiratn se reunir na srgun-
da-Tira 19 do corrente, s 7 horas da noite, para
assistirem a leitura do relatorio da directora que
deixa, e proceder-se a eleico da nova.
Secretaria da Clab Commercial Euterpe, 1 de
Abril de 86.O 1 secretario,
Costa Reio.
CHARGELRS BEtMS
Compaohla Franceza de \aveaa
cao a Vapor
Liulia quinzenai entre o Havre, Lia
ooa, Pernambueo, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
otean Tille lo taita
Espera-se dot nortos do
sul at o dia 22 do'corrente
seguindo depois da ndis
pensavel demura para o Ha
ir.
Os vapores desta companhia entram no porto
ancorando em frente ao caes da praca do Commer-
ci e sendo muito incommodo o embarque dos pas-
sageiros no fundeadouro das paquetes transatln-
ticos, no Lamaro e demais devendo todos aportar
ao Havre, que o porto mais visinho de Paris,
fra de duvida que ha grande vantagem para quem
quizer r Europa em aproveitar-se dos ditos va-
pores tanto mais quanto, alm de serem os precos
das passageus mais mdicos, as despezas do embar-
que aqui e as de transporto do Havre a Paris, sao
muito menores do que as que demandara as viagens
nos paquetes das outras linhas.
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rapid-
e offercem excellentes commodos e ptimo passaa
dio.
As pascagens poderao ser tomadas de antetno.
Recebe encommendas e pas3ageiros para os
quacs tem excellentes accommodacoes.
Lisboa c Porto
A barca portuguesa Isolinn recebe carga a fro-
ta ; tratase com Silva Uuimares & C. ra do
Commercio n. 5.
LELUES
Terca-feir, 17 do corrente, o de bons mo
veis, pintaras oleo, bronzes, crystaes, livros
plantas, vinhos, e mais objectos da casa de resi-
dencia do Sr. O. A. Sehmidt ra da Saudade
3 LEIL.AO
Da casa terrea travessa do Principe n. 14
Segunda feir 19 do corrente
A's 11 horas
A' ra do Bom Jess n. 19
O agente Silveira, p ir mandado c com assisten-
cia do Exai. Sr. Dr. juiz de orpbaos, e requer-
ment do inventariante de Joo Cordciro Barreto,
levar a leilo a referida casa, em terreno pro-
prio, medindo 4 metros e 40 centmetros de frente,
15 metros e 40 centmetros de fnndo, porta e ja
nella de frsnte, duas salas, dous quartos, coziuha
fra, grande quintal murado todo arborisado, ca-
cimba e tanque.
3 leilao
TIIEATRO
DE
VARIEDADES
NA
A.
Companhia lyrico-coniico-
dramtica
DIRIGIDA PELO ABTISTA
LlZMILONE
EMPREZA
BOLDRINI E L. MILONE
II timas recitas
O chefe,
Cicero B. de Mello.
DOMINGO, 18 deAbrI de 1880
Hela ultima vez newlo Iheatro.
6ubir scena a mo-jrtante e esplendida opera-
eomicaem 3 actos doimmortai maestro ROSSINI:
0 Barbeiro de Sevilha
PerMonagrenM
Rosina...................... Sra. Cobtesi,
Conde da Alma vi va.......... Sr. Boschetti.
Bertha, governante........... Sra. Darand.
Fgaro, barbe to............. Sr. Dominici.
D. Bartolo, tutor do Resina. .. Pasioi.
,; D. Basilio, maestro de msica.. Pozzi.
Piorello..................... Tirell.
Um official................... o Tirell.
Um tabcllo................. N. N.
i MsicosPovo Soldados.
, A peja est montada e ensaiada a ca-
' pricho.
Malas a expedir-ee hoje
Pelo vapor nacional Bahia. es'a arJministraco X. B.N'esta peca aceitou o papel de D. Bar-
expede malas para os portos do norte, recebendo | tholo o artista Sr. PASIN1, que tanto agradou em
imprestos e object)- registrar at 1 hora da outras pocas, e qne fez do papel urna verdadeira
tarde, e cci*as ordinarias at 2 horas ou 2 1/2;'creacao,
com porte duplo | Precos do costume.
'Admmistraco dos crrelos de Pernambu x>, 18 Am entrada* (teraes &o direito ao
de A- ril^e 188. -_4J_ Mento na platea.
Nlo se transfer o espectculo ainda que
: chova, salvo forca maior.
DECLARARES
Correio geral
E' esperado da Europa at
o dia 20 de Abril, se-
guindo depois da ndispen-
savel demora para a Da-
nta. Bio de Janeiro
e Mantoa.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p-loe
vapores desta linha,quciram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng. i-
quer reclamace concernente a volumes, que por
ventura tenbam seguido para os portos do sul,afim
de se poderem dar a teinpo providencias ecos
saras.
Expirado o referido praso a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
Kecebe carga, encommendas e passageiro; par
os quaes tem excellentes accomodacoes.
Augusto F. de Oiveira H
ACEWE
42 -RIJA DO OOMMERHIO -i'
COHPAXniA PER^AHSLCANA
DE
"avega^o (osielra por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
0 vapor Ipojuca
Segu no da 20 de
Abril, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o da 19.
Encommendas passagens e dinheros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemamuwui
________________ n. 12
(UMPAMIIi: DEN MESSAV12
RES aritihes
LINHA MENSAL
Segunda fclra 19 do corrente
1 hora da tarde
Na estrada do Arraial n. 27 K
O agento Modesto Baptsta, autorisado pelo Sr.
Mariano Jacintho dos Santos, para pagamento
de seus credores, far leilo da armaco, mercado-
rias e utensilios da taverna e padaria sita na es-
trada do Arraial n. 27 A, assiin como do telheiro
existente na meama.
~ IjEILAo"-
"De 6 burros e 1 ca vallo proprios para carro.
Terqa feira, 20 do corrente
A's 11 horas
No largo da ra do Commercio, defronte da casa
que foi o Hotel do Universo.
Por intervenalo do agente Gusmo.
Unio n. 53. os quaes se recommendam pelo gosto
e pouco uso que tivrram.
O bond da linha da Tacaruna que parte da es-
tacao do Brum s 10 horas e 40 a i mi tos, dar
passagem gratis ao concurrentes do leiio.
GRANDE E IMPORTAN"]5!
L.EIL.AO
De mobila de sala.. (Jacaranda), piano, harmo-
nuns, pinturas a oleo c gravuras, bronzes de ar-
te, figuras de bieenir, alcatifas e tapetes, lustros
para g!.z carbnico.
Livros e estantes para os mesmos, f pheras geo-
graphicas c a-tronnmcas, urna importaute luneta
astronmica, espingardas e secretarias'
Mobilia completa de Bala de juntar (negueira),
guarda-prata envidracado, crystaes, porceknas,
objectos de electro-piale, vinhos fir.os, cognac,
pratos chinezes eruamentacs, plasta i, artigos de
cosinha, quadros, relogios e etagers.
Guarda roupa e guarda-vestidos com espelhos
camas de bronze e de Jacaranda, commodas c mui-
toc outros artiges para uso domestico.
Terca -feira 27 de abril
O agente Pinto levar a leilo, por conta e or-
dem do Sr. G A. Sehmidt, os movis c mais obje-
ctos da casa de sua residencia ra da Saudade,
propriedade da viuva Guimares.
Na vespera e dia do leilo ser destribuido pelo
mesmo agente catbalogcs impressos e numerados.
') leilo principiar s 10 horas eu ponto por
serem muitos e differentes os lotes.
A entrega etfeetuar-se-ha as 24 he ras preci-
sas.
Agente Pestaa
l.oilfio
Leirao
Terca feira o de Abril, s 11
horas
No largo do Arsenal de Guerra
O agente Modesto Baptista, pjr mandado e
com assisteucia do Illm. Sr. Dr. juiz substituto
do commercio, far leilo dos gneros de estiva
existentes na taverna do largo do Arsenal de
Guerra, pcnborados a Antonio Jos Goncalves
dos Reis, a requeiiuiento de Augusto Pigueiredo
& C.
Bom patrimonio
Quarta-feira 21 do crreme, as 11 horas em pon-
to, no armazem ra do vigario n. 12
De tres casas terreas sitas ra do Rosario da
Boa-Vista ns. 37,39 e 41, esquina da i jado Aea-
go, ende se. aeha bem localieado um acougue, as
quaes i andera 840/J annuaes.
Um sitio com boa e excellente casa, na estrada
de Joao de Barros n. !, casa que pertenceu ao
Sr Pavo, serviudo de base a ofi'erta de 1:800
do ultimo leilo.
Tudo sr vendido livre e desembarazado de
todo e qualquer onus.
AVISOS DIVERSOS
Leil
ao
De Importante* moveiw, empellio
oval, loara, vldroii e diversos ob-
jectos de praia.
Constando de 1 linda mobilia com encost de
palinha, com 12 cadeiras de guarnico, 2 ditas de
bra^s, 2 ditas de balando, 1 sof e 2 dunquer-
jues; 1 conversadeira de Jacaranda, 1 espelho oval,
1 tapete grande para sof, 2 pares de jarros, 2 figu-
ras fines, 1 divn, 2 ricos guarda-vestidos de ama-
relio, 2 toiletts de mogno, 2 bidets de dito com
tampo
com
Na engenhoca de Bemtca, estrada real da
Torre, compra-se vaccas tourinas. boas leiteiras :
a tratar na mesma, todos os dias, das 6 ao meio
dia.
Piecisa-se de urna ama para cosinhar : na
ra Nova, pharmacia n 51.
Aluga-se a casa da ra do Coronel Suassu-
na n*. 150, com quiutal e bastantes commodo
para familia : a tratar na ra Direita n. 106.
Aluga-se um escravo paia criado ou outrj
sorvica) : na estrada de Joo de Barros ou travessa
da Soledade a. 41.
Aiuga-se o sobrado com sota ra do Co
onel Suassuna n. 139, tem commodos para grande
amilia, criado e pintado ha pouco tempo ; a tra-
tar na ra da Imperatriz n. 5t.
Precisa-se de urna cosinheira para casa de
familia : a tratar na ra de Baro da Victoria
a de pedra 1 cama franceza de Jacaranda I '-'- _________________________________
colxe, urna dita dita de mogno com dito, 2 Pede-se aos abaixo assignados o favor de
ditas de ferro com ditos, 1 commoda de mogno, 1 virem ou mandar ra do Mrquez de Olinda n.
berco de faia e 1 marqueze. 51, a ni gocio que nao ignoran.
Duas bancas para advogado, 1 cadeira de pa- Pedro Siqueira, d'Alfandega.
rafuso para as mesmas, 4 estantes a bertas para li- Arthur Dantas.
vros, 1 cadeira de viagem, 1 cabido de parede, 2 Luiz Carvalho.
Affonso do Reg Barros.
A- commercio
Edital n. 94
De ordem do Idin Sr. Dr. inspector se faz publi-
co que, adiando se as mercadorias coudas nos
volumes abaixo declarados, no caso de serem ar-
rematadas para consumo, nos termos do cap. ti*
rt. 3'' do regulamento de 19 de setembro de 1860,
(tit. 5 can. 5o da consolidado) e art 18 do de-
creto de 31 de dezembro de 1863, os seus donos
ou consignatarios deverao despachal-a* e retralas
ii" prazo de 30 dias, sob pen" e, nudo elle, se-
.cin vendidas por sua contadera que Ibes fique
direito algum de allegar coutra os efleitos desta
venda :
Armazem n. 2
Marca JV&C, 7 caixa- ns. 1 7, viudas de Li-
verpool no vapor inglez Author, entrado em 17
gOStO de 1885, consignadas a J, Moreira &
Jompanhia.
Armazem n. 6
Letreiro Manocl Ramos & O, 1 pacote n. 540.
vindo no vapor inglez Elle idem em 10 de setem-
bro idem, a 1). M. Barros.
Armazem n. 7
Marca diamante, P no centro, ao lado Jenitos,
i atados, i lera de New-York no vapor inglez
Maranheuse, idm em 2 dem dem, no esto ma-
nifestados.
Marea M/S, 21 caixas ne. 230-240 e 250-260,
idem de Bordeaux no vapor fr-.ncez Senegal, idem
em 5 de abril de 1882, nao tem consignaco
Marca MAB, 1 caixa n. 8'.)4, idem de New-
York no vapor americano Finanee, idem em 8 de
outubro de 1883, consignada a M. A. Btrbosa
Successores.
Marca SB, 2 panellas. idm idem no navio in-
glez Fcddington, idem em 4 de Novembro de 82,
nao esto manifestadas.
3' seceo da Alfandega de Pernambueo, 15 de
Abril de 1886.-0 chefe,
Cicero B. de Mello.
Dr. Thomaz Garcez Paranhos Monten'-
gro, commendador da imperial ordem da
Rosa, juiz de direito eepecial do commer-
cio desta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernambueo, por
S. M. o Imperador a quem JJsus guar-
de, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem, ou
As companbias de seguros d'esta praca avieam j
que, rm consequencia do pequeo numero de se- ,
guros para o Para, e do grsnde valor dos riscos
d'essa responsabilidade, que as expoe a graves
prejuizos, teem resolvido, a contar do da 15 do
corrente em diante, elevar as taxas dos premiot da |
sua tabella.
2 o o centra todos os riscos as condices de
suas apoiiees, para caigas em navios ve lia,
levando pratico da costa com carta, e mais 1/4 0.;)
se no levarein pi tico.
1 dem, idem era vapores.
Recife, 8 de Abril de 1886
Pela Companhia Innemnisador .:
Os directores,
Joaquim Alves da Ponseca.
Antonio da Cuuha Ferreira Bal ar
Pela Companhia Phenix Pernambacan,
Os administradores,
Luiz Duprat.
Manoel Gomes de Mattos.
Pela Companhia Araphitrite :
Os directores,
A M. de Araorim.
M. I. da Silva Guimeres.
AHAMIA
Segunda-feira. 19 de Abril
GRANDE
Espectculo variadissimo
Aviso. Depois do espectculo haver bonds
das linbas de Fernnndes Vseira e Afogados. Os
bonds no largo de palacio.
O bond de Magdalena s haver quando o ee-
pecttculo acabar depois do horario do ultimo que
passana rila Nova, s 11 horas e 42 minutos.
Principiar s N 1/C horas.
THEATRO
Cl'ib de Regatas Per-
nambu cano
Sac envidados os Srs. patroes das embarc-^oes
que quizercro tomar parte na prxima regata a 2
de Maio vindouro, virem inserever suas tripula-
ntes e eaibarcacoes, na sed deste club, das 7 s
9 horas da noita at o da 20 do corrente mez.
Recife, 6 de abril de 8ij.
Os directores,
Ernesto Leal.
Jos Guimarei.
Arthur de Mello (interino)
Faco publico que em sessao do conselh) adini
ilustrativo de bontem, ficou deliberado ha ver na
t' reo ira regata deste club, de de Maio vindouro,
don premios para dua corridas ; sendo nm le
3040(K) para o pareo de esealeresde qualro remos,
tnpdados por profissionaes, e outro de4l'0l
Lara o de escaleres de 6 remos as mesmas con-
oicoes daquolle. Para ss pareos da marinha de
gnerr i e mais concurrentes os premios sero me-
dalhaa.
Secretaria do Club de Regatas P.rnarabucauo,
cm 13 de Abril de 1886.
Osear C. Mont
1" secretario.
Companhia Phenix Pcr-
nambucana
De conforraidade com o art. 15 dis estatutos
desta companhia sero vendidas ft de suas ac
coes ns. 341 A 355, 721 725 o 91 'i 'JO. A ven-
da feita mcltisive o 20/" divileado de 40i por
a:^ao.
Os prctendentes sao convidados a apreseatarem
as suas propostas rm carta fechada e por inter
n-edio de correteros genes at o dia 27 do corran-
te, ao meio da, neste escriptorio.
Campanhia Phenix Pemambucana, 17 de Abril
de 18^6,=0 administrad
* Luis Duprat.
Manoel Gomes de Mattos.
Joo Jos Rodrigues Mende-,
Espectculo dramtico
SOB A DIKECAG DO ACTOR
Augusto Peres
HOJE
DOMINGO, 18 DO CORRENTE
3.a e ultima representarn nesta epocha do im-
portante c apparatosi drama s^ero. que tantos
applausos obteve na 1.a representa^ao a ponto de
causar successo, em 4 actos e 9 quadros, orinado
de coros, marchas, mutaccs, transformaces, fo-
gos e visualidades.
VIDA E 311LAGRES
DE
\ iiK\i;iuco
PREgO
Camarotes de tundo 10*000
Ditos de bocea 8*000
Cadeiras de 1. classe 3000
Ditas da 2 2(K)0
Satera* de l. 2*000
Ditas de 2. 1*500
Plateas numeradas 1*000
Ger-es 500
Trem para Apipucos e bonds os do costume.
A's 8 horas rm ponto.
0 paquete Equateur
E' esperado dos portos do
sul at o die 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando em
Dakar. Lisboa e Ylgo
Lembra-se kos senhores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para e6ta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatiraento de 15 ; o em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos c que pa-
garem 4 pa6^agena inteiras.
Por oxcepcao os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, gosain tambera d'este abati-
mento.
Os vales postaos s se das at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se com o agentp
4Hguste Labille
9 RA DO COMMERCIO
ROYALMAILSTEAM PACKET
COMPANY
Vapor La Plata
E' esperado daEuropa no dia
24 ao corrente, seguindo
depois da demora necessa-
ria para
Baha, Rio de laneiro, Monte-
video e Buenos-Ayres
Este vapor ira/ smplesmentc
passageiros e malas e inimed a-
lamenli. seguiri depois do desem-
barque dos mesmos.
0 paquete Neva
E esperado
do su! no dia 29 de
marco, seguin lo
depois da demora
necessaria para
Lisboa e Southamplon
Para passagens, fretes, etc., tracta-se com c 3
CONSIGNATARIOS
Adanison Howie & C.
Augusto Goncalves da Silva.
banquinbas, 8 cadeiras de Jacaranda, 3 ditas de Jos Guimares, caixeire de Loyo & Filbo.
bracos, 1 mesa redonda com pedra e 2 consolos Frederico Vieira.
com dita.
Um importante guarda-prata de amarello, 1 ri-
co aparador de armario com pedra, 1 mesa elsti-
ca de 5 labias, 18 cadeiras de junco, 1 guarda-
louca de amarello, 1 mesa redonda de ferro, 1 ca-
deira de balanco americana, 2 lavatorios de ferro,
Pede se ao Sr. Manoel Pereira da Canha
quev ou mande resolver o negocio dos movis
que alugou.
K gii'je pessoa que achou, e que tenha
1 dito de parede, 1 resfriadeira, 2 vasos para agua conseiencia, qncira restituir urna murca e reo-
servida, apparelho de porcellana para jantar e al-
mocap, vidros, duzas de c liberes para sopa e cha,
(christofler) diverses objectos de prata garios,
facas e muitos outros movis de gosto.
Tcrfa-teira 20 do corrente
's 11 horas
Na ra da Unio n. 53, defrante do Gjmnasio
O Exm. Sr. Dr. Tarquinio de Souza tendo se-
guido para o Rio de Janeiro com sua Exma. fami-
lia, far leilo por interve cao do agente Martins,
dos movis da casa de sua residencia ra da
das pretas, torra fa de seda, que do trajecto da
Soledade ao mercado despregou-se. entregar na
ra do Mrquez do Herval n. 23, loja, que se re-
compensar.
Aluga-se o segundi andar da ra re Lomas
Valentinas n. 100, com 6 quartos : a tratar no
primeiro andar.
Precisa-se de urna ama para cosinhar, para
casa de pouca familia : na ra do Barc da Vic-
toria n. 57.
TELEGRAMMA
Itoliiifl pela a$a a tnm
DA 3.a SERIE DA 2.a LOTERA DO CE ARA
EXTRAH1DA EM 17 DE ABRIL DE 1886
M UKHOS
PBEMIOW
35454
12940
34814
200:000$
30:000$
20:000$
M HIKOS
PREMIOt
3473
21474
10:000$"
4:000$
14764
17298
2.1
28310
33333
1,1
OS S3
38218
.--
1721
1884
40SO
5885
12844
16782
17176
20940
21971
22076
22965
23486
24585
27507
30229
AGENTi:
Miguel Jos Alves
N. 7RA DO BO.V1 JESS -N. 7
Heguron snarlilniott lerrculrc
Ne-ites ltimos a nica companhia nesta praca
que concede aos Srs. seguradi s isempco de paga-
mento de premio em cada stimo anno, o qde
equivale ao descont de cerca de 15 por cento em
favor dos segurados.
' AVISO
0 patacho inglez
Carrie D'mgle preten-
de seguir viagem bre-
vemente para Parna-
liyba, recebe carga e
ene o m Hiendas para
aquelle porto, por frete
mdico, tratar com os
consignatarios Jolins-
ton Patcr & C, a ra do
Commercio n. 15.
35421
37973
38132
38217
39351
3472-
3414-
-2:000$ 12939-1:000$ 34813-
35455-2:000$ 12941-1:000$ 34815-
Os nmeros de 55401 a 55o00 excepto o da sortc grande, esto
premiados com 200$.
Os nmeros de 12110. a 15000 excepto o prejnio de 50:1
esto premiados com 100$.
Os nmeros de 54801 a 54000 excepto o premio de 20
esto premiados com 00$.
Os nmeros de 5401 a 5500 excepto o premio de IO.i
esto premiados com 40;$
Todos os nmeros pe terminaren! em 454 esto nremeados com
500$000 por serem iguaes aos tres ltimos algarismos do primeiro
premio
Todas as centenas cujos dois a lirismos terminaren! em 54 esto
premeados com 100$ inculsive o da sorte grande.
Todos os nmeros que lerminarem em- \ e 0-eslo premiados
com 208000.
A lotera seguinte se exlraliir Sahbado 24 do corrente.
Bilhetes venda na Cazada Fortuna, ra Primeiro do Marjo n. 23, cazas do cos-
tume.
I MlMTl





non*?. jii j j^u jp"
-"pi

6
Diario e Pmiaiiimii .--Domingo 18 Alugii-se barato
A cus da ra ao Visconde de Goyanna n. 79
i tratar no Lar^o do Corpo Santo n. 19, 1 u-
Aliiga-se
o e 3- andar do ntirHdo na du Brum n 62 :
a frutar DO ineaui", jiu-lana.
AllgMT
Mr b*rat" preco a cn da ru Imperial o. 286,
de un andar e lojn, M frent d'- azulejo, tem
bous ciiimodoa, aera enconad*, e muito fresca ;
a tratar na ra du Crespo u 18, loj
Vina para eo/inhar
Na ra o Bein-fica
sitio que fiaem fren-
te da entrada los Re-
medios, se precisa de
ama .nulher forra 011
escrava para ama de
cozinha.
NICO
#

%
OPPRESSAO MftiW.fg HWtULIAS
UTUUMCaiX* tPJ IMUft Palca CIURks ESHC
asplra-ae a fjinaca que penetra uu pello acalma o syinptoma nervoso, facilita
a zpactoraca a favorls* as funccAea dos orgaos respiratorio*.
* asm muli asa un ae J ESPir. i ra '-l.aaare,
- Oetvtttmries tm JSsinisatassca f fiff-ir*^* -*' *- *4 C". .
Ams
Precist-sc de una ama ; a tratar na ra d
Conde da Uoa-Vista, Camiubo Novo r>. 139-A.
Amas
Precisa c de duas ama*, sendo uma que com-
pre c cosinhc b ib, e mitra pira :ng>mtnar e fa-
zer servit" interno, d cnsa de pequea familia :
a tratar na ra do Baro da Victoria n. 09, se
guado apilar.
* .%
y
Precisase de na nina cura andar rom duas
orianc:-s, lavar enguosmar para. a mermas ; a
tratar na ra da Roda n I'i.
Ama
Precisa se de un a ama paia coeinbar e outra
para cuidar de um enanca : na ra ''o Marques
do U.-rval n-28.
Ama
Precias se de Din I j'1 bem cosinhar
e a tt outios'^ft^'H' -1 : BWbTO para casa de
ppqain-. fisamiHa : a tratar na ra do Atalho u.
3, ultima casa.
Ama
Precisa se de uma ama para casa de duas pes-
sr.aB ; na ra Fuimos n. '''. 9.juina do becco
dos IVrr ii
Ama
PreoaraQo de Productos Vegetaes
xtincIo'd'as caspas
e outras Molestias Capillares.
ti ARTI NS&~BAST08
JPernambwc
A luga-se por mdico preco ou permnt se
por uina rts.H terrea nesta cidade, um grande si-
tio ne lugar denominado Vlungonga. om gran ie
coqneiral : a tratar na ra da lmperatrix n. 8,
primeiro andar
Preeisa-se de uma amana ra do Range
n. 67.________________
Vende-se um engenho com agua para moer
4,000 piles, grande, com matas, varzeas e largos
corregs, com roda nova de ferro, multo boa mo-
enda, paiol de cobre e asjim os vasos do assenta-
mento, formas ie ferro destilacao com agua cor-
rente, tinio alambique de cobre com cubas, an-
coras, dfpsito, estufa, t'ias as obras de lijlo,
rendo um grande sobrado com alpendre na frente
arbarmad i, capel, sensata, casa montada para
fannha. estribara para oito cavallos, fiucteiras o
nutras regalos. Dista tres le^-oas do Kecife e uma
da estscao de 8. Lourenc > e Jaboatao : qnem
pretender ''irija-se ao escriptorio 4 ra do Impe-
rador n. 81. Vende-so tambera a safia que ba
e ntensilins para o engenno.
Frecisa-se de uma ama para andar com
enancas ; na ra da Anrora n. 81, 1 andar.
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Initilulo da Franca. Premio de Therapeutict
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
AsVerdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia, Plidas Corea, Corrimentoa, Debilidade, Esgotamento, Convalescencia,
Fraqueta das enancas, Depauperamento e Alteracao do aangue em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 6 grageas rlor dia.
Nem Constipacao nem Diarrhea, Assimilaf&o completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nSo podem engull'
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criangas.
ii-'i Um axoHcacao datalhada acomoanha cada fraseo.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS, que ae
encentra em casa doa Droguistas e Pharmaceuticos.
Yemle-se

ri
ose
XAROPEcrREIIWiL'
q Laureado pela Academia de Medicina
010^.arr^ Cara/t/ro da Legiio di Honra ^Tl
^HATOdsCAL aEl^^^
O Phosphato de cal a substancia mineral mals abundante do arganlsmo e toda vea que sua
quanUdade normal dlmlnue resulta uma atreccao orgnica grave.
Mals do cinco mil curas, a mor Darte justillcaa polos ITolcssorco c Me lieos das Facultades
forio obtldas ltimamente e fiztrrSo com me o Xarope ao D- Hr.invttller rosse classlOcado
COino o especllco mals seguro contra a Tlaiea pnlmoaar, aroncblte hroaloa, Aaemla,
cbltlimo, Sabllldade do Orcanlsmo. O Xarope do i>' tteinvillletr administrado
diariamente as enancas facilita a dentlcio e o crescuicnto as mes e amas de lelle torna o
leite mellior; lmpede a carie e queda dos denles lio frecuentes depois da preuuec.
Daaoallo: Paarmaoia ?xmaVQXTX, 8, Plaoo da la Magdalelna. PAJUX.
Em Ptrnambuco: FRAU M. da 8ILVA P', t na principan Pharmaclit t Oroterlaa.
o h >tel denominado Dous Irm&os, sito roa do
Bm Jess n 23 Este hotel muito frequentado
por nacin es e eatrangeiroe : tratase no mesmo.
Experimentrn
: iIismdi o que Hfliain
e e^peciaes licores de genipi po e caja que se
i.cli.im venda o largo de S. Pedro n. 4T
Vidros para viilrafas de todas
a dimensocs
Veude-se ra do Commercie n. 15 por preca
barutiesimoa em caixas v .nte.de.
i roniro
Approvados pela Junta Central de Bygiene da Corte.
Aperientes, estomaclicn.s, purgativos, depurativos, contra a
Falta de appetlte, Prisa o de ventre, Eniaqueea, Vertlgens,
E Conceatoes, etc. Dose ordinaria : l.t 3 graos.
'tfExigir fJU'ilM'lt-eTVIH-f-* c9"1 roluio etn -* cores, e a
- aW:iT.mlir:i:y4HaM ib,|rotart A. Jtouviere em tina r.riiJt.
Em PABIZ, Pharmacia LXJLOY.
DEPSITOS EM TODAS AS PRI.NCIPAKS PHARMACJAS

BELLEZA ETERXA ii PELLE cbtida ptio ate is
.FUKVIARIA-ORIZM
8 i. eWeiGSFaAi^iLO. Fornecador da Curte da Rusia.
$s i
Precisa-ae -io um., n par engommar
e eufros aervi^fs done8ti<*oe: no '~ audar
predio ti 42 dama Duque (ie Caxias.
or cima da lypograpkia do Diario.
\m&
'recisa se de uma ama para comprar e cos
nhar com perfcieSo, para eaaa de liomem solteiro :
na ra Nora n. ti.
Ama
Precisa se de uma ama a tratar na ra Nova
n. !, -
I
i
i
3
Leonor Porto
Hua *lo Imperador
oilar
ii 4&
(J
rimeiro-
C-ntina a ejecutar 19 uiais difBceis
figurines r'cbidos de Loudres, Paris,
Lisboa e Rw de Jaiwiro.
Prima em perf ico de costura, em bre-
vidade, modicidad^ em preco* e fino
gosto
I I
H
KELOJOAIU/V
ALLEMA
loaqalm narbimn de Ollirn
Floruida erre ira Barbosa e seus filhosnai
dam r das Salinas pelo ter ao repouso d'alma de scu
sempr-^ eho-ado esposo e oai, Joaquini Barbosa de
Oliveirs.. quart: fera 21 do curente, s 7 horas
da manha, Io niiniv. r-m i.; dea.u sentido passa-
mento Para este rim a nvi la:o todo* os jiaren-
(a* e mifcos, b-n* como o* do fallecido, c
san.lo se por isao desde j sttmmamente peabo -
rados
ttaWaWaaWaaaWaaaaaamaa^atWaWaWkaaWsWaatWk^aaaaT
lita tf<
I
ESS-ORIZA
ORIZA-LACT fC^p-
TI. RTir1*/ BiaV !
imsIi'.tortr!in V=*
^CKm^OKiZA^jJ^a^rZt^-^^ Ai
l >,_ Ot nC i Faiie < 0RIZA-VE.0UTE l^f^'i ^"ML r
fa-s C.ltn: T-ad* i
a branan'lt fll< I;;
D--L1I A ij(
irunriucu riiue
. ,1)1 a> aocioAM
i haarn uata o rnto Usn,
lu itnlu tu rafts. J>-
S^TOUTtS LES HWHWEWg*
ferhimes da ?M'o os
ramalhaKaa Siria notas.
Adoptados pala ma4a.
Frita do Conse-
Ihfiro Salda-
ndo Marinho
4
An'iga da Ma-
triz de Santo
Antonio nume
ro 4.
Tcnilo ou abertooma nffifina de relo-
joafia com o titulo cima reo mmendo-
mc ao rcspeilavel publico para fazer
ijualquor Irahalho, ate o mais difficil na
minlu arto, cerno j prove como era-
pregado da relojoamregulador da
marinhaonde trabalbei os ltimos
dous a unos, pn mi Un precos mdicos e
pramplulfio
Carlos Futrtt
MaJr ine atortrlgnee de Ol
rlia Una
Maria Cordi iro de Mesquit i L'ma e seus filhos
maulam resar uina missa ni matriz do Corpo
Son'o pelo rt' rno tapoa d'alma d seu esposo e
pai, terca feia 20 do corn nte, 2- anniversario
te seu passamento, e para etae ftm convidam H
tidos s prenles e amigos, Ooofeasaodo-M sum -
mamcnti graf&s.
loo Tariano < arnelro de Al-
baqarrque
iogo Soares Carneiro de Albuquerque, Anta
nia de Albuquerque Mello, Anua R. Carneiro de
Albuiaerque, tendo de mandar celebrar missas
pelo eterno repouso de seu presado filho e rmo,
Joo Taciaho C. rneiro de Albuquerque, couvidaui
a todos O jarenres e pessoas de sua y miz de para
aasletirem a este acto de re igio e caridade, se-
gunda-feira l!l do corren te, ii 8 horas, no con-
rento do Carm .. Agradecen] desde j a todos que
e dumarern ei-m areepr
ORIZA-VELOUTE
pideFLOtd'AMOt
adhenntt 1 palia.
wensisoaiilalsli
apM(*-
ORIZA-OlaV, Oleo para oe> OavbeUoa.
01BOONPIA.R T3AJB rALSIFICAQB3 ITMBROBAS
ct*:i"-
QvilQjar QJti'tieiJ
IJT' %#* i
j wU ; r .t- '..' V A:. ; aCAft;. J

\i ;*i.raet->l-ATAli?XCAm;.
P. j mtm i.ifoj atffi apois
El i*plic**;JO sraifLCt
Maullado liun>ediW
DcbT*'.ir. t-.en aaur vt-
A a%ud.
A rryjsi tm cus di 9t0m


- t
-i
Pepos itu pr.ncipal 207. ru BainL-Hontir/:, P ai Vf_%(a^"r. /' .i-^ui--^ **-''
MEDALHA DE HONRA
0 9LE0 CHEVRIER
< det.nfoctado p*'o Alcatrfto.
Kmco < bltamico, o muttt
jugmtntt aa #-op'/eftfa* rf
BB.
0 OLEO de FIGADO
DE ItCtttO FERRUGINOSO
4 $ onlc prtpartcii 7"* permit*
id-n r tt'ar o Ferro tem pro-
ijuiir Priado d Vuitro, ntm
Iicommoio.
DIPOSITO ce tm PilB
11 n Fiafc:ontnirirt, 21
DIPLOMA DE 80NI
*%&2^
co 4
^^

SBCKITADO POR TODA! Afl
Celebridades Medicas |
i: A NUNCA E DA El HOPA
MOLESTIAs"oO PEITO.
fFFECCOf.S ESCROFULOSAS I
CHLOROSIS,
ANEMIA, DEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
IRONCHITES, RACHITISMO
Vinho de Coca
DEPSITOS EM TODAS AS PRINCIPABS PHARMACIAS DO BRAZIL.
Paulino fn Gaspar de Orummond Filho manda resar mis-
sas no convento do Carm", pelas 7 horas da ma
nh3, por alma de seu prosudo ami^o, major Pan
lino Pues Falcio. Par csse acto de caridade
ereligiao, convida os parentes e amigos do fi
nado.
Mnjur Puiilino Piren PalcAo
Obacharel Alfredo Abdon de Loyola, sua mu
Iher e filhos (ausentes), Manoel Juvencio de Ha
boya, sua mulber e fi ha, neto* e bisnetoi do ma-
jor Paulino Pires FalcSo, irsndam regar un
mtsja pe'o repouso eterno do m-smo major, na
initriz da Uoa-Vista, 8 horas da manb do dia
1!) do corrente, setim do passamontc. Para o-e
acto convidam ao* seus prente? c amigos, con
feseando-se desde ja agradecidos.
&ermiQgfJgi
UNOaiHAGlAS
QONOARHEA8
FLORES BRANCA
l CORC]IWENT09
.recente es amUgoe s5o curado* em I
poBoor 4iaa em eoreto, sea r >gi-
en cm tisanas, sem cansar jpti I
aaelectar .53 orgauc? ijesti/js, paln: ( ? injeegao e
D9 DOTOR FOURNIeR
(*iim4l Iaa i rs UsrteUJa
SS.
PRODUCTOSES0LG3ICOS
de ULYSSE ROY, em Poitiers (Franca)
EmllePROUST, Suc"- & Genro
s**rfui.iL- ooantioo do Vlmhoa ou sobra;
-loe..............mirmnmmI 2*
:^.o :;Sogi:a oa lu frasooo 5O0 tz
r''...... bifeQl*6tm W ffaWBW 3oo Tt,
T f-a, .-^io-jfrjuow OOC


1. > ?> :
tV^\UU\\\^^
*lMJ^ i' l-.na'-*
lin >- > 1

Esta remedio precioso tem pozado da accelt
Jfio publica durante cincoenta e sete annos, rom-
efando-se a sua manufactura e venda em 1837.
Sua popularidade e venda nunca foro t5o exten-
sas como ao preser.tc; e islo, por i rnesmo,
offerece a melhor prova bosa.
esilamos a dizer que nio tem deixado
-m caso algum de extirpar os vermes, quer em
-rcan^as quer em adultos, qoe se acaarAo arflic-
os Otates inimigos da vida hcr.
Nao deixamos de receber con'tantemente
aesta$Aes de mdicos em favor da sua efficacia
admiravel. A causa do succeaso obtido por este
remedio, tem apparecido varias Catalcacoes, de
sortc que deve o comprador ler muito cu'.dado,
e\am.n.uido o nomc inteiro. que devia yeriiiifaec de B. A. FAHNESTflCK.
na
O Sr. Francisci Alves da Costa, commandante
de oro dns vapnres data couiDanh'a rogado A
Tir a ra da Mrquez do Otada n. 50, afim de
coaelar certo negocio qoe n5o ignora.
Vos 4:0(I(IS00()
Rn;i do Baro d %'<-ioria *. o
e casa do coaCtiave
O abaixo assignadu acaba 1 vendaw
em aeaa t'elizes bilhetei quatro quartos de
n. 111 com a girle de -iiOOU^OOO, quatro
quartos n. 25% com a aorta de lOO^uyO,
e (ii/eiso3 premios d 8^000.
0 meemo abao le cjnvida t.f
posauidorea virem reoeber na confornn
daie do coatume, acre descont algum.
Acham-se ve&iia ob f'-.'izea bilhec t
g*rantiios da 3.* parto daa loteras i
beaor-cio p, (50*;, (u
ae cxtraliir quinta-ivira, 22 do corr'nte.
Pre*?oi
IntAiro 4^00.'
Meio -iJMXM'
iVurto IJOOO
Ka por^So de IOO0M par
elnta
Inteiro 35560
Meio 1*750
Qnarte 7
Joo Joagvim da Costa Leite.
"~3
a*i#C
dio ao nosto
a bella alvura tupo-
rosa quo fez a repulacio
das Bellezas da Antiguiditle.
L. PANAFIEU a C
Parta, ra Rochechouart, 70.
a '! m Pe man, buco Franc" M. i SiVA C i
GHEME de VOGEOT
Bspecialidade de Csala
C JUSTIH DEVILLEBICHOT
PUO (COMflr) rranaa.
19 leaatihaa as Cxpoalptm da :
fiRIZ 1855, KM, 1867 (Eipsslfis OitfWMl)
DIJO* 18 (Mjdalha le Honra), 11(3
LOIDREI, MACOR 1858 B8RDEA0I 185J, 1865
BOUIB 1855 BElARtOR, TBOTD 1163
Usto-i's-ns mPtrmamaaxo Fr>ne"M.iiSILVA*C*
UNIV"*
'tBBMMh^ataVa.
wwww"Bw
1878 I
^CrnidsChfalicr |
EXPOSITION
Mdaille i'9t*.
US PLUS HAUil- fCOHPENSf
AGUA ~DMHA:
E. COUDHAY
DITA AGUA DE SAUDE
Praeoaitada para o toursdor. como conservando
coasUntrMDte as cores moeiJade,
preservinin da pesie e do cholera morbos.
ARTH30S RECOMMENDADOS
PERFUMARA DE LACiTEINA
laaawda GOTAS CONCENTRADAS para o lenco.
OLB0C0MF- para a Mlfza das cabellos.
ESTES RTIGs ,,r-;AMf. NA FABRICA
pars 13, m d'Logi.iei, 13 PARS
Dspetilos em teda* Perliimarias, Pliarmacia*
e Cabellereims da Ameroe,
maMnan)
PERFUMARA oohusuo elegante
DELETTREZ
64, 56, Ra Rlcher, 54-, 56
CREAgO PARIZ
SEM
NOVA
EIVAL
SUAVIDADE
concen t x-n < o
CREME 08<4HFQIA
SA BO.VSJV. / XTRA A'iU I DO rOC A/TUS
PO DE ARROZ
COtMETICU. UHiLHANTlNA.
O^BO, POMMADA, VINAOFtB
A Pertumaru OSMHEDiA asegura ao
pLIBNTBS f IBIS
areatndt turna i C>t itm itrai
O..
Mpodro
uriosen rtnamum: FSAN- M. da SILVA A Ca
i BiHiar i
; c
urna taverna bem afreguezala e propria para
principiante : a tratar na run 1 numero 14.
Engenho (ioiibeirj.
Tra*pass-ee o arn udan lo eafleabo acui a,
distante da cidade de Jaboatao mei laye, vea-
dendo tambem a safra, t>Hd, al erque, ca roa
e mal* utensilios p- rteuu* lites ao inesUM : a trn-
tar na ra nova de tiaBl* Ki'r. u. 4'J, senaria
vapor.
Caixeiro
Precisa-ee e um m ixeiro : a tratar no pateo
do Paraizo n. 18.
Casa
Aluga-se o ndi r superior da casa ns. 90 e 92 h
ra da Palma, tem t> iiis c mtnodoa pura tamilia ;
tratar ua ra Duque de Caxins u. 47
as
KatTi

c
5
4a)
Chapeos e chapelinas
Ca*T
Can
36 A 0.....PRAGA Di MiNDPCiA.....36 A 01

aaaaS
Can
B. S. CARVALHO & C.
Proprietarios deate bom coohecido eatabeleeimento partecipam
aa Exmas. familias e ao publico em geral, que roensalmi-nte re;ebem
'las principis caaas en Paris e Maocheater o qu le melhor e d i
apurado gosto lia eni ihap-liuas e cbapos para Moho aa a meninas
o das primaras fabricas de ll.mbnrgo o qu>; lia de melhor em cha-
peos para liomens e crianzas, e nraoB outrofl trtigoa coDoeraeotea
chapelaria.
Flores artificiaes para ornamento de salas.
Can
5*2
Sa?
tt

FAZEND AS PRETAS
PECHENCHAS
GORGURES-de soda Dura a 2000, 2200 e 2500 o covado!
GRANADINAS de aed a 400 ris o dito!
SETIM MACA O a 14300, 1600 e 2t|J0U omaia largo que tem vindo !
MERINO'S-a Ii000. t#00, !r$400: a de todas as core para 10000" pira
acabar.
VELLUDILHOS a 800, 900 e l^'XX) 1 lisos e birdados.
CREPsuperior a 15000 o covado I
SETINETA francesa a 560 ris o dito!
MANTILHAS e fichusgrandes a 4*500 e 55000 !
Casemiras, pannos, cheviots, merinos, diag-o-
naes, etc., encommentJampara Incto
EM 24 HORAS
5JRua Duque de Caxias59
S ELECTOS
NOYA MARCA' DE OIGAMOS
-gaes-
De qualidade superior
a contentar o mais difficil fumante!
NOS ESTABELECIMENTOSDC^COSTUME
FABRICA APOLLO
Os proprietarioa do muito cenhecido estabele; i.i,cuto denominado
MUSEU E JOIAS
8
ito a ra do Cabug n. 4, Commttnic n ao refpeita et PUBLICO que receberam um
grande sortimento de Ois las tois modernas o des mais apurados gostos, como tam-
bera lelogios de todas ar quali 'ades. Aviaam tamhem que i-ontinnam a receber por
odoa os vapores vio lea .la Kurop-* object >s novos e to menos que era
tra qualquer parte.
MIGL WOLFF iV l.
N. 4RA DO CABUG----N. 4
Compra-se ouro e prata .relha.



^
~*_
-4k J: JWAJ
liarin de PeniamhimDiiniinsro 18 de Abril de ISN6


i


Ao comnerco
Jos Soares do Amar.il Jnior, retirandi se
temporariamente para Europa, deixa en arregado
do estabelecimento de moiha.ios i ru.i do Viscin-
de de Inhaiima n 46 e de sus negocio partea
lares a seu socio Manuel Julio S. :.r 8 do Amiral,
jue em caso d" mor.- l-v m I 'i- .--ave, ser
ubsituido pelo Sr. Joa i da Caoba Vosconceilos.
Em 15 de Abril de 86
Jo as le unta
O Miizi-u de Juias, ra do Cabug n 4, rece
ben pelo ultimo vapor francs um esplendido sor-
ito. Pri-fus miiit- moderados.
Peixeile viteiro
Curimaes gordas, ni viveiro do Arquias llafra,
a Afogados, e na casa onde foi .-taca > das di
ligenciss, na quarta, quinta e xta-feira santa.
Encarrega-se de concommendas Gurgel do Ana-
ral e Pecas lleudes & C. ra do Rosario au
tero 9.
18S000
Aluga-se o 80bradinbo
(Afolados), com quintal
teiras ; a tratar na ra ireita n. 10G?
do boceo Jo Qaiub
e diversos pg ie rne
Torre e Magate
Alguns moradores dt sse suburbio cotisaram-
i entre si a br udar&m com um linda crvense
de ouro o machinista da via-ferrea do 'zanga.
Iiidrro em teetemunbo de gratidJV. i indvpeu-
dencia de seu carcter.
A commisho.
Nas
I. cebemos aeste ultimo vapor voadores para
meiiini s aprenderem a andar, assim como, diver-
* obras de Visse
Jadeiras
Cestas de diversos tamanhos para com pras
Balai.'B para papel.
Assnfates
Condenas.
Rnupeiros.
Seuientes de hortalicas e florea, amores perfei-
es e diversas quaiidades.
V -i" tambem o especial bacalho de Noruega,
pesando cada um 6 libras: em casa de Pocas
Vlendes & C.
Una eetreita do Rosario n, 9, junto a iqreja
------------------------^-------------------
Musirs novas
Eii^omina icir
Precisa-se
(Turnia n,
de urna,
207.
na ra d' i isconde de
EngenlH

Barra da Jangada
Vende-se urna casa de tijolo, com muitos com-
modos, tem coebeira ao lado, bota ve fundos para e
rio Pirangy, sita ra do Commorcio n. 38 : a
Carro americano a car alio
Vende-se rnn c rro americano de quatro assem-
tos, um bom cavallo de carro e aireios para o
mesmo : ver e tratar na taverna Victorie de
LIQIDAQO de chpeos paba
tratar com Lopes Alheiro & C, ra largado pHysand, junto da ponte pequea da Passagem
Arrendase o engenho Estivas, sito na comarca
do Cabo ; a tratar no eaeripturo de 8ebaatio de
Barros Barreto, ra do Commcrcio n. 15.
Quem tem ?
nr e praln : compra se ouro, prata e
ledras preciosas, por maior preco que em outra
tua.quer parte ; no 1 and< insano, autiga dos Quarteis, das 10 horas a 2 da
arde, dias uteis.
VEHiAi
Rosario n. 21.
Acabam de ebegar da provincia do Para
Patabelecimeato de pian .s e msicas do
Co.
si nh eir
Pr
eisa-se de urna boa cocinheira e ana
assead. a tratar n roa .i Payasada a
Pasaage i da Magdalena.
sja
19
Precisa se de urna ciiada para coainbar : am
na do Bario da Victoria n. 9, 2 an*r.
Agtistinho & Irino
teudo feito urna grande reforma em sen estabele-
aimento de joias, ra do Calinga n. 3-A, eonvi-
dam aos seas amigos c fregueze i virem-ac pro-
ver de j.>iaa em gnsti e preco sin c innetencis,
is resol eram assim fazer por terem um graad
aortimento de joias de (uro e prata ; tambem con-
eertam qiiae.-qtier l bras de ouro ou prata. e com-
prsm ouro velho e prata.
Engenho (Tagua
Vende se ou arrendase o engenho Caan iubs,
prximo cidade de Jaboattp, easn extensas ter
ras e mitas, ba pouco recuustraido c >m importas
tes o ras e boas estradas de rodxgein : a tra ar
tom o eommcndador Barroca em sua residencia da
ilagdalena, ou una sabb*dos em dito engmba.
I' sabeni ce divide em sitios, i vontade de com-
rca ou fjreiros, todos margem de riachos.
Chnelo turco
l.ii.iu de rslrai'o
DE
eatrangoiron
Thoniaz de caroUio & C.
Eate gran ie estabrle iiicJit > acaba de rereber
peloa doua ltimos vapores da Europa Orator u
Tille de I'ernambuco um importante sortimento da
sjne ba ie magnifico em calcados para senhoras,
homens e meninos, nao a pelo modernismo e ele-
gancia das formas, como pela excellencia do ma-
terial, perfeigo e iolidez do trabalbo.
Censcios de que sahirao plenamente satisfeitos
pedimos s Exmas. familias, aos Ilustres e respei-
taveis corpos acadmico e commercial, e a distiac-
ta clasae arristica, a bon.-a de nma visita ao nosso
actabelecimeto. As venias sao ieitai a preeos
os maia -azoaveis.
Rna do Baroda Victoria n lo
Vinho de 8. Miguel
CHEGOU
Nova remeses, vendern Amaral Primo & C, raa
Larga do Rosario, e Borgeu na ra do Amoraa.
E' PURO E BARATO
Sido
Arrenda-se na estrada da Ircberimbei'a am si-
ti de coqueiro, -om viv'iro?, muito bom de plan-
Mcoea, com abundante pasto p-ra gado e excel
lente caca de vivenda : a tratar na ra do BarSo
da Victoria n. 58, 5! andar.
BMULSAO
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fisrado de f>acalho
COM
fl>|io|i.i!is|iliiios de cal e soda
Approvada pela lunfa de n.v
giene e autorizada pelo
ioverno
E' o melhor rem-dio at hije descobeto para a
lisifji l.i <>ii< liins. -< opluiliis. ra-
i'hii r. ;i nemia. -iiiliiiailf- m senil.
defluxo. loMMe -hriinica > hiTi--m-n
do pi-iio e da sariiania.
E' muito superior ao oleo simples do figado de
bacalhao, porque, alm de ter eh iro c sabor agra-
davea, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tola* e
reconstituintes dos hypophosphitoa. A' venda as
drogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
Francisco Manoel da Silva & G.
23-RUA MRQUEZ UEOLINDA 23
Sitio
tliignel milito barato
Com casa para familia (na < arzea) e tem 4
salas, 4 quartos e coainha, muitaa frncteiras dan-
do fructo, juuto excellente ba bo do Capibaribe, e
perto d trem : a tratar na r a de Santa Toereza
b. 38, e na Vanea com o Sr. Eatevao Jos Si-
mocs, confronte o dito sitio.
L. E. Rodrigues Vianna mudou seu escriptorio
de advogacia para o Io andar da ra larga do Ro-
sario n. 10.
Toa I lias paraba pli-
sado
Venderse de 25* 28*000, ra da Madre de
Deus n. 5. armazn, ou largo do Corpo Santo n.
19, 2- andar, importantes toalhas de labynntho.
Attenco
0 puro vinho verde e o saberoso cha preto pon-
ta branca, especialidades sem competencia ueste
mercado, recebi los pelo ultime vapor, encontra se
i venda em casa de Paula Jos Al ves & C.
60--Rua do liarn da Victoria-60
para o
Vietr
nrealle, ra do Imperador u. 55, as eguintes
sovidades, que tornam Be recommendaveis pelos
i cus autores :
Hilariaade, galope, por H. E Gurjao, 2*000.
dem a qiiatr i maos, dem idem, 3*.
A Vtuvinha, romance pa'a canto, idem, 2*.
Urna Lembranca, idem idem, 2*.
t> Desejo. idem dem, 3*.
A Ausencia, idem idem, 2*000.
A Partida canzonne para canto, idem, 2*.
La Partenja, bacarola para canto, por V. Rui,
Sftti.
La Sanna. do para messo soprano e contralto,
para canto, por H. K. Gurjao, 2*.
A Valsa, poesa para cauto, ide.m, 3*.
Penaa, meloda, por V. Ruiz, 2*.
Marcha Trinen;.Iial. marcha, idem, 2*.
Malia, phantasia brilhante, j>or Eurico Ber-
nardi, 2*0'K).
I.'ein. reminiscencia, idem, 3*.
Les Hoinines de Clace, valsa, par t. J. Mon-
leir Frac*, t*.
A Alvorada. valsa caracterstica, por Eurico
Bernardi, 2*.
A Estrada sle Perro de Braganca, galope, idem,
ifooo.
Saudade, vais, por Psruandes A. a Silva,
<00.
Kiordsas*, asastorks, por V. Ruis, 2*.
li)iriilio
Tr. spssasvM arrendamento do engenho Santa
Kosa, m fcsrgi da Luz, perto da estsefto de
Lourenea, a* via frrea do Limoeiro, assim
como de Jaboato, na via frrea de Caruar. O
terreno d para safrejar-se annua'mente de doua
A tres mil pea de asaucar. A tem de muitas var
zeas tem mata virgem pira abrr-M novos part
dos, me a vapor, teudo urna machina nova, de
inaita ferca, e nfulas novas e grandes : quem
pretendel-o dmja-se ao mesmo engenho ou a ra
do Imperador n. 79.
Cosinheira
Na ra da Imperatriz u 20, 1 andar, precisa-
se de urna cosinheira para pequea familia, pre-
fiere-te escrava.
Aviso
O abaixo assignado declara que nada tem com
a casa mortuaria da travessa da ua do Vi gario,
pois deixoa de ter socio di mesma desde junho do
anuo prximo passado Con'inuo com o mesmo
negocio na ra do Vigario n. 14. Recife, 15 de
Abril de 86.
Patemiano Barroso.
Majar Paulino Plresj Falca*
The 'oro Juat, sua mulher Isabel Pires Falcao
Just e seos ffcus, Juaquim Custodio Duarte de
Arevedo, sas ulhi* Calliope r ves Falcao de
Azevedo e sea ilhos, Rita Pires Falcao de Loyo-
la e seu filbo, genros, filbas uetos, veem muito
recooheeidos, sgradecer a todos os paren tes e
amigos que m dignaram acompanhar at a estacao
das Cinco Ponas os restos mortaes do seu presado
sogro, pai, av e bisav, o major Paulino Pires
FalcSo ; e de aavo rogam aos mesmos e aos de-
mais jarate s assi^os a caridade de assistirem
sa missa sssams da, que mandam celebrar
pelo eterno rapoaso do mesmo finado, no dia 19
do eorrenfe mes, na matriz de Santo Antonio, na
da Boa-Tia, na da Cabo, em Ipojuca, c na ca-
pella d agenho Masaau/ana. todas as 8 horas
da manh.
Joo BapilMia de Nlqneira
Lydia da Costa Siqueira e seus filhoa, mandam
resar urna misaa na igreja da Omceicao dos Mi-
litares pelo eterno rep 'Uso da alma do aeu aempre
chorad i espeso e p; i, Jiao Baptista de Siqueira,
aeguida-feira 19 do carente, s 8 horas, Io anni
versario do seu sentido passamento. Para este
fim. connidam a todos os prenles e amigos, bem
como os ao fallecido, c .nfesaando-se por isso des-
de j summamente penhorados.
>---;.;
J Francisco Bibiano de (iouveia agradece to-
das as pessoas que se dignar.m acompanhar os
restos mortaes de seu amigo e compadre, Jos d
Souza Moreira, sua eterna m rada ; e de novo
convida a seus prenlos e amigos para assistirein
ss mis-as do stimo dia, sesrun la-feira 19 do cor-
rente, s 7 horas da manba, m iffeja do Divino
Espirito anto.
loo Tartao l'arnelro de Al
taquero, ist*
Diogo Soares Carneiio de Albuquerque, Anto
nia de Albuquerque Mello, Anua R. Carneiro ie
Albuquerque, teudo de ai ndar eolebrar missas
pelo i terno repouao d- seu presado filho e irmio,
Joao Taciano Carneiro de Al: uquerque, convi-
dam a todos os parentes e pesoas de sua amizade
para assistirem a este acto de religiao e caridade,
segunda-teira 19 do corrente, as 7 l|'i horas da
manb. n > matriz de Pao d'Alho, e agradeccm
desde ja a todos que se dignarem C'mparccer.
\lll'IK'il Vende-ie urna rotula, assim como um balcao :
aa ra de Marcilio Das u. 12, pavimento terreo.
D. Inna C. Cesar de ndrade
Augusto Cesar de Ardrade, tendo de mandar
celebrar missas por alma de sua presada espasa,
na terca-feira 20 do -orrente, por nao poder fa-
aeUo no dia do Io anniveaari-- por "ahr n:i sexta-
frira santa, convida a todos os seus prente e
amigos para assstiram a est acto de re igio e
caridade, na matriz da Boa-Vista e no engenho
Timb ass, s 9 horas ; e desde j se onfssa
a-as agradeeid".
Taverna
Vende-se una taverna l> m i fregaezada, ra
nova de Santa Rita n 5, em frente ao mercado :
a tratar na mesma.
Mobilhis de junco
Vende se mobilias de junco de encost com pa-
llia e sem palha, mais barata do que em outra
qnalqu r parte, assim Cotsn mesa elstica de 3 e 4
taboss, guarda-Vestido e guarda-louca, e nutras
pecas avulsas : na ra eatreita do :i sario n 23.
Casa na Varzea
Vende-se a taverna na ra do Sol o. 17, na
Varzea, com pequeo Capital, tendo casa ao pl
p-ra t milia, tendo tata casa a vautagera de fieai
fronteira estaco da ferro via, que devi> ficar
prompta at 3 de Outabro dente anno. O neg
ci vantajoso, e : s pfotrud Otes pedem dirigir
se ao local da taverna, na Varzea
Frtelas maduras
Vendc-sc diariamente especiaea laranjas para
mesa, mangabas, capotas, e outras muitas : no
largo de S. Pedro n. 4.
Bom emprego de capi-
tal
Vende se o muito bom estabelecimeuto de mo-
Ihados, muito be n afreguezado par vender muito
a retalho, e tambem p ra o mato, sito ra Vidal
de Negreiro n. 167, esquina do beceo do Lima.
No mesmo se acha com quem tratar.
~IT
Cabriole!
Ve ide-se. por baratissimo preco e em muito bom
| estado um cabnolet de doua assentos, quatro ro-
das e arreioB para um cavallo ; a tratar na co-
ebeira do Candido, ra da R ida.
Cabriolct
Vende-se um ero perfeito estado e por preco
eommodo; tratar na ra lhique d"'Caxias n. 47
Kilhnr
Veade-se um bilhar cu perteko estado
tar no armazem de movis a ra do la
numero 49.
: a tra
perador
n
1*. l*OO, 1*400, 1*600 Cap.tao & C, ra eatreita do Rosario n 1.
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Eacesses preterv-
ao coguac ou agurdente de caima, para fortific--
o corpo.
Vende-se a retalho nos tu ihores armasene
nolhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cujo n.
me e emblema sao registrados para todo o Bras:
BROWNS *z C, agente
/,_. ._ --. t... -
O 48 da ra Duque deCaxias est vendendo
fazendas por menos 25 -/ de seu valor.
Ver para acreditar
Setins macaos de 1*400 por 800 ris ocovado.
Merinos jretos de
1*800 e 2* ocovado.
setineta preta a 500 e 600 ris o covade.
Ditas de cores a 400 re. o covado.
Fustoes brancos e de co es a 400 e 500 rs. o
covado.
Sedas de listras de corea de 2* por 1* o co-
vado.
Merino de bolinhas a 90" rs o covado.
Mariposas finas de eores a 240 re. o covado.
Renda a berta da China a 240 ris o covado.
Linhos escosseies de todas as cores a 240 ris o
covado.
Chitas finas a 200, 240, 280, 320, 360 e 400
rs. o covado.
Manteletas de seda le 16* por 7*.
Fichus a 2|, 4* e 6*.
Bramante de tres larguras a 900 ris a vara.
Dito de quatro larguras a 1*200 a vara.
Atoalhado de linbo bordado a 2* a vara.
Collannhos e punhos para senhora, modernos, a
2*000.
Brim pardo liso de 300, 400 e 500 rs. o corado
Toalhas velpuda a 4* e 6J a dusia.
Ditas, alcocboadas de 20* por 124 a duzia.
Co bertas forradas a 2*800 urna.
Lencos de bramante 1*800.
Camisas para seahora a 2*50C urna.
Casacos de laia bordados, modernos, 1?*.
Dama.co de algodao de cores, largura de quatro
palmos a 500 ra. o covado.
Camisas bordadas e de linho a 30*000 a duzia.
Madepolao casca de ovo e pelle de ovo a 6*500.
Enxovaes para baptiaado, novidade, 9$.
Timoes para menino, uoidados, 4.
Chapeos de sol de seda para senhora, de 16*
por 8*000.
Meias para homem e senhora, de 3*, 4*, 5* e
6*000.
Redes hamburguezas. 10j.
Colchas a 1*800, 5*, 6* e 7*.
Verbutinas de todas as cores a 1* o covado.
Cortes de casineta 1*, e lf&OO.
Ditos de casemira & 3 4, 5, 6 e 7*.
Lencos abainhados com barra a 1*200-
Camisadameii a 800, 1*. 1*500 e 2*
Casemira de cores de duas larguras a 2*.
Cortes de caemira para vestido de senhora, de
40* por 20*. baratsimo.
Zafiros lisos a 120 rs. o covado.
Caaabraia preta para forro a l200a peca.
Em viata dos grandes propreaaoa da idea d que
se gloriam as uacoes cmlBadas, o commorciu
deve acompanhar esse progresso, visto que elle
o maia poderoso elemento do engrandecimento das
iiaces ; em .'isla do que aunuueiam
MAKTINh C.\P1TA0 4 C.
1 Ra eatreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, es-
co'ba dos quaes, os annuuciantea teem aempre
maior cuidado, para bem servir os seus numerosos
fregueses. Lembramos, pois, o proverbio :
Quem nao experimenta, nosabe.
Veuh..m v.-r, pois :
Queijos, flamengo e de Minas.
Fiambres inglezes.
Chocolate francs Menier.
Dito do Maranhao.
Eructos seceos, como :
Passas, ameudoas, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doi-e de todas as qualidadea.
Bolachinha inglesa.
gementes novas de hortalicaa.
Eapecialidade em
Vinhos finos do Porto, Madeira e Shery
Ditos da Figueira e de pHato.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como
Absiutho. _
Vennouth, etc.
Licores de todas as quaiidades.
Champagne.
Cervej- de diversas mareas.
Bem asim :
Araruta fina em pacotes.
Cha verde e preto.
Dito perola.
Esnecialissimo matte do Paran, em p.
Anda ina.s :
i Ovas de peize.
Sardinhas de Lisboa em Salmoura.
Veudem Martins Capitn & ., ra estroitad>
Rosario n. 1.
AOS AGRICULTORES
Fe.'aieida capanema (verdadeiro) para extinc-
clo completa da formiga aaura. Vendem Martin
Camisas n (i< iu n
A *SOO. 3AOOOe 1*500
32= Loja ra da Imperatriz = 32
Vende-ae neate novo cetabelecimento um gran-
. de sortimento de camisas brancas, tanto de aber-
turas e p.mhoa de linho e-oro de algodo, pelos
i baratos preeos de 2*500, 3* e 4*, sendo tazenda
\ muito melhor do qu- as que veem do estrangeiro a
i muito mais bem feitas, por serem cortadas por
um bom artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda fazer por encommundas, a vmtade dos
freguezes : na nova loja da ra da Imperatriz n.
3 de Ferreira da Silva.
Ao32
>tiva loja de fazendas
Ra da
Vende se pelos fteguiotes re
eos de <* at *oooo.
rua do Crespo n. 19 Uuilama
Mequelina.
lo

Emperatriz
DE
:-.
FERREIRA D\ SILVA
Neste novo estabelecimento euuoutrai a a r- a-
etavel publico um variado sortiment de fazen-
as de toi.s as quaiidades, que so vendem pe:
recos baratasimos, assim como am bom sjrti
ment de r. upas para h *ieus. e tambem se man
da tazer por cncommeudas, p r ter um bom mes-
tre aliaiate e completo sortimento de pannos fin.%.
casemiras e brins, etc
a
3
-*oot
10*00<
12*001
12*00t
5*50)
6*5!.
8*001
3*0fx
1*."
l*Ut^
Salsa no.a Ul Rio Np
Vende-se na na do Bom Jess n. 7, nrimeiro
andar.
Aliutiezas baraias
Loja Camacan
Rua Duque de Caxiae n. 66
Chamamos a attenco das Exmas. familias para
este estabelecimento, que estamos vendendo mui-
to barato todos os artigos de miudezas, e temos
um bom sortimento.
rranja com vidrilho, larga, a 800 rs., 1*000 e
1*200.
Gala-, com idem idem, a 1*400, IJo(X), 2*000 e
2*500.
Luvas pretas de seda, a 6C0 rs.. 800 e 2*000
o par.
Leques fiaos pretos e de cores, 8fl e 10*.
Ditos a 5*, 5*500, 6* e 7*.
Ditos hespanhola, de custo de i*500 800 c
1J000.
Bic"S fins com vidrilhrs e baratos.
tspartilhos fiuos para senhoras e mjninas.
Bordados finoB, que estamos vendendo barato.
Perfumaras finas e sab netos finos a 1'0 e
200 re.
Barra de saboneta fino, de custo de 1*000
800 rs.
Brinquedos para crianca.
Lencos finos e meias finas para senhores e se-
nhoras.
S e vendo para poder crer estes preeos.
Na loja ('amaran
Rua Duque de Caxias numero 66.
Ba da Imperatriz
Loja de Pereira da SiZua
Neste estabelecimento vende-se aa roup&a aba
xo mencionadas, que sao ba- as.
Palitots pretos de aiagonaea e
acolchoadoa, sen .o tazeuaas muito en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira preta, decordao muito,
bt i. feitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melhor
Ditos de flanella azul sendo ingleza ver-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgorito preto, acolchoado,
sendo fazenda muito encornada
Ditos de casemi.a de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e
Oeroulas de grrgnellaa para homens,
sendo muito bem feitas a 1*200 e
Colletinht.s de greguelia muito bein feitos
Assim como um bom sortimento de lencos <
linho e de algodao, meias cruas e collarinhoa, eti
Isto na loja aa na da Imperatriz n. 3
Riscados largos
a SOO rs. o covado
Na loja da rua da Impe'.itriz n. 32, vendem s
ribta,linhos prsprios Dar roupas de meninos i
vestidos, pelo barato pr< co de 200 rs. o covado
endo quasi largura de chita francesa, e asi:'
como chitas brancas miudinhas, a 200 rs. o
do,e ditas es curas a 240 rs., pechincha
loja ao Pereira da Silva.
KimiAen. Metlneta* la/inan* a 5
r*. o rovado
Na loja da rua da Imperatriz n. 32, veude-i
um grande sortimento de fustoes brancos a 50".
rs. o covado, lazinhas lavradas de furta-cores
fi-zenda bonita para vestidos a 500 re. o covade
e setiin tas lisas muito largas, tendo de todas ai
cores, a 500 rs. covado. pechincha : na loj.
do Pereira da Silva.
MerlizM preto* 1*8
Vende-se merinos pret >s de duas larguras pan
vestidos o roupas para meninos a 1*200 e 1*60(
o covado, e sunenor setiui preto para enfeites s
1*500, arsim como chitas pretas, tanto lisas com
de lavoures brancos, de 240 ate 320 rs. ; na novt
laja de Pereira da Silva rua da Imperatriz nu-
mero 32.
Algodozlnho francs para lencet
a woo .-.. ti e i*o
Na loja da rua da Imperatris n. 32, vende-*
superiores algodaozinhos frauc -zea com 8, 9 e II
palmos de largura, proprios para lences de un
s panno pelo barato preco de 900 rs e 1*000 i
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*280, at
sim como superior bramante de quatro largura
para lencoes, a 1*500 o metro, barato ; na loj
do Pereira da Silva.
Roupa par; meninos
A *. lsoo e #
Na nova loja da rua da Imperatriz n. 32, s*
vende nn, variado sortimento de vestuarios pr<
priu para meninos, sendo de palitosinbo e calo
nha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, ditot
de molesqum a 4*500 e ditos de gorgorito prtt.
emitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; n>
oja do Pereira d-i Silva.
0f6O(
12*000
800
1*00
'800
1*M0
?*80C
lf600
400
200
SO' AO NUMESO
rua da Emperatriz => 4.9
Loja doa barateiros
Alheiro & C, rua da Imperatriz n. 40, Tn-
dem um bonito Srtimento de todas eatns faaeada
abaixo mencionadas, sem competencia de preeos.
a saber
AlgodaoPec a godaoziuho com 20
jardas, pelo1- i presos de 3*800,
4f, 4*5 Ki, 4* (. 5#, 5*500 e
MadapolaoPecas de madapoiao com 24
jardas a 4*500, 5*. 6* at
Camisas de meia com listras, pelo barato
preco de
Ditas branc is e cruas, de 1* at
Creguella franceza, faaenda muito encor-
pada, propria para lencoes, toalhas e
c-roulas, vara 400 rs. e
Ceroulas da mesma, muito bem feitas,
a 1*200 e
Colletiuhos ''a mesma
Bramante fraucez de algodao, muito en-
corpada com 10 palmos de largura,
metro
Dito de linho inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e
Atoalhalo adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro
Cretones e chitas, claras e escuna, pa-
drdes delicados, d 240 ra. at
Baptista, o que ha de mais delicado no
mercado, rs.
Todas estas fazendas baratisai-cas, na conhsada
loja de Alheiro 4 C, esquina do becco
dos ?errcro8
Algod- entestado pa-
ra cn^oes
A Oo ra. e ISOOO o ano Iro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Viata
algodo para lencoes de um s panno, com 9 pal-
mos de larpurau 900 rs, e dito com 10 palo a
11000 o metro, assim coma dito' trancado para
toalhas de mtsa, com 9 palmos oe largura a 1*00
o metro, lsto.na leja de Alheiro & C, eeqaiaa
do becco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400, 1*6(0, 1#800 e 2* o covado
Alheiro C, rua da Imperatriz n. 40, ven
dem muito bons merinos pretos pelo preco aetmf
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co dos Ferreiros.
Espartllhos
Na loja da rua da Imperatriz n. 40 vcadt-ae
muito bons espartdhos para senhoras, pelo preeo
de 5*000, assim como um sortimento de roapas
de casimiras, brius, etc isto na loja da esqniaa
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & C, rua da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras inrle-
zas, de duas larguras, com o padroes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preco
de 2*800 e 3J o covado ; assim como se encarre-
eam de mandar fazer costumes de casemica a
30, sendo de paletot sacco, e 35* de fraque,
grande pech ncha : na loja dos baiateiros da Baa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 326 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna graae
porcao de brim pardo lona, por estar com priaei-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 380
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da aa--
quina do becco dos Ferreiros.
Bordados a lOO rs. a peca
A rua da Imperatriz n. 40, vende-se peca* de
brdalo, doua metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em cartao com 50 pecas, sorti-
das, por 5J, aproveitem a pechincha ; na lqja da
esquina do beceo dos Ferreircs.
Fus fue* de setlneta a SOO rs o
covado
Alheiro 4 C. i rua da Imperatri ven-
dem um bonito sortimento de fusties branoos pelo
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covade, assim
setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 ra. o
ovado ; na loja da esquina do becco dos Fer-
reiros.
Pitillo
enga
Vende-se em casa ao Matneus Austin t C, i
rua do Commercio n. 18, 1 andar, da meaaor
qualidade e diversas dimensoes.
Engenho Rccanto""
Vende se ou arrenda se o engenho Recanta, si-
tuado no termo de Seriahaem, moente crrante
d agua, com boas trras, etc. a tratar com la
noel Ferreira Bartholo, 4 rua do Bom Josua 4.
A
DAS


CORRE NO DIA 20 DE ARRIL
O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006$000
Os nlhetes acham-se a' venda na Casa Feliz, praca da
37e39.
Independencia ns.
Corre no dia 2o de Abril de 1886, sem falta.
%\ _. ----------------------------m


8
v
diario de Pernambuco
.tingo
18 de Abril Je 1886



SCIESC1AS
nos
A colorado nas flores e
\ Insectos
(Continuaqao)
A' primeira vista, a questSo parece dif.
fiejl. E' todava possivel, quanto a nos,
imaginar um meio pelo qual pudesse rea-
lisar-se isso. As (ores, consideradas obje-
tivamente, consisteni era ontas ethereas
cora differentes graos ae vibraeSes. Para
olhos desprovidos do sentido da cor, todas
essas ondas estabeleeeriam cortamente a
mesma especie >ie accilo a todas as extre-
midades nervosa? e produziriara, por con-
seguate, exactamente as mesmas sensa
i garaes. Si era certos olhos bouvesse
a roais leve tendencia para algumr.s das
extremidades nervpsas, em corresponder
especialmente s oscillacues de ordem par-
ticular, quando outras extremidades cor-
respondessem antes os ill.in~.-s de ordera
diA'ereute, have'ria entilo urna primeira ba-
se para a evolucilo de sensacao, ou, rae-
lhor, de um sentido da cor. So essa di
versidado de .ccTio as extremidades ner
vosas nao fossem de nenhuma utililade
para o animal, nao iria mais longe, pela
v.zao de quo os individuos que a possus-
sem nao seriara mais favorecidos que os
que della fossem privados. Mas, si ehe-
gassem a sor til, como seria indubitavel-
nu-nte para os insectos que frequentam as
lores, a soleccab natural garantira sua
sobrevivemia e bou constante iesenvolv-
mento de geracuo a geracao Kntre nos
humanos}as pessoas affdtltadaa da a -hro-
matopsia podera ihegar, com cudalo e
attenc&O; a distinguir ligeiramente, entre
as cores que, a primeira vista, confundem.
E, si se 'scolliessc, suecessivameate, em
urna raja que nao soubesse fazer a distin-
cjXo das cures, todcs os individuos que ti-
vessem mais aptidSo para, essa distinejao,
cvnseguir-se-hia, sem duvida, produz'r um
sentido perfeito da c8r. E' isto justamen-
te o que a selccjao natural parece ter Cai-
to e.m relajao as abelbas e as borboletas.
Todava, pode-se dzer tambera que os
insectos aham talve o sentiraento da cor
antes de ierem coinejado a frequentar as
flores, c que esse instincto os habilitara a
escolber, desde a origera, as flores mais
brilhantes. Semclhante bypotheae faria da
origera das bellas flores una colisa muito
mM3 simples. O que costa admttir, c
por excediente raaao. Antes da existencia
das linces, nao havia provavelmento nada
sobro que os insectos po.lessera exercer si-
gumi cousa como o sentido da cor Ora,
sabilo que nenhuma faculdade nusce era
quanto nao pratieamente til a seus pos
suidoves. Assim, os animaos que vivero
sempre fizados irarautavelraen'.e em um lu-
gar escoro jamis descnvolvera os olhos,
pelo faeto que os 0II103 lhes seriam abso-
lutamente imitis; e, raesmo os seres que
possuem orgaos de visito, quando silo jo-
vens c livrea perdem os assra que elegera
tnoraia permanente, e immutaf*l. Do
mesmo modo, a menos que os insectos
nao livessero tido alguma cousa a ganhar
cora a posse do instincto da er, nao pode-
riara nunca possuir um contra a eventua-
lidade da apparijiio as flores de um ou
outro momento.
"Naturalmente, nenhura ser desenvolvera
scmelhante sentido p-.ra o simples fim de
admirar o arco-iris ou o sol poente, ou ob-
servar as geminas e as conchas, ou outro
qualquer objecto brillantemente colorido,
mas intil. E' no mundo prati.-o da busca
monstran as experiencias de Sir. J. Lub-
bock, distinguen! positivamente entre o en-
carnado, o alaranjado, o amarello e o ver-
do. As borboletas sao tambera attrahidas
pelas cores, e especialmente voara directa
mente para os objectos da mesma cor
d'aquelles que frequentavam habitualmente.
Naturalmente, abelhas e borboletas, viven
do sempre entre as flores, carecem espe-
cialmente de um sentido desenvolvido da
cor, c justarnent o qno acontece. Do
mesmo modo, as vespas sao creaturas om-
nvoras, que vivera era parte de substancias
animaes. em pirto do substancias vege-
taes. Todos sabara que ellas picara tanto
um pedajo de carao oras como um pecego
maduro. Ora, as vespas, como provou Sir.
que a percep'jao da cor, assi n despertada,
tem produzdo as flores quu lhe deram
na sci ment.
Podemos servir-nss, como excelleute
cxemplo, de uraar fertilizada pela inter-
venjao dos insectos, a egiaotina. Compa
rai mentalmente essa flor com as fertiza
das pela aejao do vento, taes como a re
va e as cyperaceas ; salta aos olhos quo a
grande differenja entre ambas cocsiste na
presonja de urna corolla colorida. Nenhu-
ma planta fertilisada pelo vento tem ven-
ticillo, ptalas gaias, o comquanto o inver-
so nao seja absdutamente verdadoiro, to
ilavia quasi todas 88 plantas fartilisadas
pelos ins'-ctos sao notave:s pelas saas bri
litantes i-Gres enearnada, bran -a, azul ou
John Lubbok, p lera tambora distinguir amarell.. Os tecidos em que esses pig-
as cores, mas par-cera ser ura pouco roe-
nos guiadas por ellas do que as abelhas., o
que vean era apoio da mesma generalisa-
3 o.
As formigas tem urna nutriejao muito
mentos residera s tora a funcjo de attra-
hr a vista do insecto. Silo produzidos polas
plantas Casta de um dispendio pbvsiol >
gieo enorme, e -i o s ni objectivo nao fosse
garantir as visitas do insecto, seria urna
vez
fallando), e suas visitas s flores limitam-
se a paaseos dados continuamente as
bastea. Dona resultar d'ahi quo o sentido
da cor nao lhes pojlesae ser moito til.
mais vari ida. Eflo tem asaa (geralm>-nta parda rida para a especie.
Nao foi taiuo-m da urna assentala quo
-ssas coroilas coloridas se deseavolveram.
Kllas apreseotaoi-ae da ura modo iuteira
mente in lepandente as duas grandes di-
Pois i) -ra, bs experiencias de Sir John Lub- i viso -s de plantas de flores, as monono
boek fzera-nos ver que ellas s possueai! tyledoneaa e as dicotyladoneas. Esta coin-
esse sent lo 110 estado rudimentario. As eidencia nSu se poderia produzir, se nilo
phalenas s esvoayara tarde, ou quasi I fosse a tendencia originaria, queja assig-
noite, e as flores que se presentara entilo j miamos das c-res rosea ou alaranjada em
para attrahil-a bIo brancas, ou de um ama mostrar so as proxi nidadas dos orgaos
relio pallijo, porque as nutras-nao sao vi flamea. Nao taitbem rpidamente, se-
Hveis as trevas.
En sotan provapel qoe a percep^ilo do
encarnado, do azul e do alaruijalo nao
ievesse servir lli's para cuus alguma
Nao
gunlo toda a probabili la lo, qu 1 asfl>rcs
adquirem ptalas brilhantes per ra-io
da visita dos irise-tos, mas cara o cor-
rer do tempo. Era quasi cala familia
Ora, o Sr. LoVe mestrou que os olhos dosi encontra-se promiscuamente aspeci s firti
insectos nocturnos differera dos dos iosec liaadas pelos insectos, fertilisadas pir si
tos diurnos de um nodo singularmenti ana- mesmas c fertilisadas u-lo vento, um.isom
logo ao que so passa na dilferenga qus brillantes ptalas, outras con pequeas
exista entre os olhos dos morcegos e dos llores verles apenas visives.
mochos e os dos macacos e os beij 1 flores. Xi > se pode escollicr melhor typo que a
Es&as differencas coincidem provavelm-nte
com a ausencia do orgaos esp:Cacs para
d's'ingeir as cores.
Veremos, era pouco que, ao passo que
as borboletas diurnas sao coloridas de en-
carnado c de alanranjaio pira agradar aos
olhos d- suas ditfi^eis hospedes, as borbo
letas no ;turuas silo na maior parte colori-
das da edrea tristes o sombras, e s nflsc
tm a luz guisa das flores entre as quaes
procurara sua nutricio.
Reraoatando aos vertebrados, os passaros
sao a elasae que vive raais no mundo dos
fra.;tos e das flores. Aqu, o Sr. A. Walla-
ce nostrou que os p.tssaros, erageral, ca-
recem ver melhor as cores que ouiro qual-
quer animal, porquanto seus hbitos exi-
gera que ellas possam reconhecer a uutri-
yao distancia consideravel. Mas os pas
saros possuem inmensa qu-inti lade do er-
vos termnaos chamados ames, que sao tres
vezes tao numerosos nos seus olhos quanto
os do outra espacie. Acredita so que es
ses conos sao orgaos esoeciacs de pi reep-
cao das cores, e entr. 03 mamferos elles
s3o positivamente menos numerosos que as
outras extremidades nervosas (roda) que
suppoe se nSo servirern sinao para a dis-
tinecao da luz e da so-vbra. Os passaros
nocturnos, taes como os mochos, tora pon-
eos conos, e os mamferos nocturnos ne
os tem absolutamente. Por outra parte, o
ponto amarello da retina, quo ye compile
quasi inteiraraente.de cooes, encontrado
era todos os paesarOB diurnos ; mas entre
os mamferos, s sacncontrina elasae fru-
gfera dos macacos e no hornera. De s tr-
ia quo cm sumraa p le-se dizer que- a evi-
den a positiva autoriza-no>j a crer que s
da nutr cao e da pesquiza das llores que I axis e um -sentido muito 'desenvolv io da
devemos procurar o impulso primr.rio do! cor nos animae* que tiram decidida van
sentido da cor no insecto.
Demais, em todo o reino animal vemos
bas razos para concluir, como facto es-
tacelecido, e parte toda a deduccao ar-
razoada, que as especies que roanifestam
signaes evidentes do sentido da cor, sao
smente as era que esse sentido de van-
tagera indubitavei. Assim, nessa mesma
classe dos insectos, as abelbas, cmodo-
FOLHETIM
ANGELA
POR
SATisa os wnm
(Continuac?o
XIV
do n sn)
Ura rto luminoso nShrava-se pelo bu-
raco da fechadura ao qual elle applicou ura
dos olhos.
Proli vio logo Jayrae Bernier.
Este, assentado urna pequea mesa,
perto do fogao, folheava papis e interrom
piase a todo momento para fazer clcu-
los.
Pouco me importa o quo elle faz,
murmurou Proli, o essencial que me se-
ja fcil de nilo o perder da vista. Nao
no hotel que poderei tentar aquillo que re-
solv.
E deitou-se.
Nao seguiremos, hora por hora e da por
da, as i-iaa e vi oda i do italiano na cidade,
ondo passeiava para matar o tempo.
t'ntravn com a rraior pjtactidSo no hotel,
s onze horas e s seis horas assentava-se
mesa redonda, aonde tambem Jayme
Bern;er tomava hab;tnalin3ute as suas re
fei^oes.
hvitava collocar-se ao lado della e enta-
baltr conversayao cora Bsrnier assi.u como
este fazia cora os outros viajantes qne ra-
contrava, quer no hotel, quer no caf, on.
de passava a maior parto das su|s noites-
De dia, Proli finga oceupar-sc com os
seus mgoeios, indo visitar os seus fregue-
zes de Marselha.
A g.renle cousideiava o como o modelo
dos viajantes de comraercio.
Apezar de tudo, os dias passavara com
urna lentidao desesperadora.
No dia 8, Jayme Bernier trouxe um dos
seus amigos para jaotar com ele mesa
redonna.
Proli applicim o ouvido conversacilo
e pode apanhar de passagera alguna frag-
mentos de phrases.
Destas phrases resultou-lhe a certeza que
a intenco do ex armador de partir para
tagera de sua pO->
Por estes motivos, pois, n5o parece pro-
vavel quo semelhante faculdade se tenha
d -nvolvido no> insectos antes da neces-
sidade di ssa faculdade ter nasoido para
elli-s no meio da- flores ricamente colori-
d. >.
Agora que chegamos essa conclusao
theorica, vejan..- ura pouco as reaceo-s
Dijon, no dia 10, nilo tinha sido moditi-
sa la.
O italiano, l'vantou se da mesa, dirigi-
se ao es -riptorio lo hotel.
Mioha senhora, venho lhe pedir o ob
sequo de tirar a niinha conta. disse elle
gerente.
O senlior ja nos deixa ?
Parto arcanha de raanhil, pelo trera
das seis horas e dez minutos.
A conta pedida foi tirada iromeHita-
mente.
Proli pagou-a, sabio do hotel e carai-
nhou ao longo do caes da Fraternidade.
Elle nao i ac acaso para se divertir.
Tinba ura fim.
Cora a cara embrulhada n-'ura cache nez
ate aos olhos, para se preservar contra as
lufadas do mistral, cora a gola do tmbretu
do levantada ale s orelhas, cora as duas
mSos mettidas nos bolsos, andava com
passo regular de ura hornera quo sabj on-
de vai.
Ao cabo de alguns minutosj parou em
frente de urna loja bera Iluminada.
Era a de ura cutileiro muito conhecido.
Entrou.
Na loja achavara-se nessa oecasiao duas
pessoas, o coraraerciinte e um comprador.
O comprador podia ter vinte e cinco ou
vi ite e seis annos, e nao era realmente bo-
nito. A roupa, posto quo lirapa, apresen-
tava um nao sei que da desmantelado.
Tramia urnas calcas de belbutina, caldu-
do sobre uns sapatos grossos. O paleto,
des.botoado, deixava ver tira* camisola de
lil preta. Um pequeo chapeo mofle incli-
na va-sc arrozante para o lado dimito e so
bre caballos rentes.
Pela conversa e sobretudo pela pronun-
cia viciosa do r era fcil rooonhewr nelle
ura parisiense dos arredores.
N3o sSo fortes as suas teteias 1 di-
zia elle ao vendedor, examinando urna na-
valha que tinha n m-, 6 solida como
ura phosphoro I Eu era sempre como p&o
molle e bera sabe que para cortar o p;1o
duro Uto n.lo dura era vinte e quatro ho-
ras.
-- Tomos mais fortes.
Assim o espero em Deas.
Quer urna navalh 1 corsa V
E' o mesmo.. no conheco.. Dei
xe ver.
O vendedor virou se para Proli, que
acabavii de entrar na porta :
J o vou servir n'am momento, se-
nbor, disse-lhe elle.
pequ-na flor cura mercurial, para comparar com a eglantine
E1 urna fl-jr fertilisada pelo vento que nao
procura ser vista pelos insectos. Esta mer
curial um exaraplo muito instru 'livo da
flor verde degeuerala." Segundo todaaap
paranoia, realmente ella deseando do um
uutepassado fertilisada pelos insectos e de
ptalas brilhantes, mas-, era consequencia
de alguma causa especial, reassumiu o an-
tigo habito desastroso de semear o seu
pollen aos ventos quu passara. Como con-
soquencia, p -rdeu sua corolla brilhante e
nilo conserva hoje sonao tres porianthos
verdes dilli -eis de observar, repres"ntan''S,
sera a menor duvida, do sea calic origi-
nario .
Quasi tao instructivo o caso do cardo,
se bera que a desgeneresceacia nilo fosse
tilo longe. O cardo urna -oraposita d"ga
nerada, laucado fundo na via da autofer
tacio. Nenhuma classe de flores foi mais
completamente modificada para adoptar-se
s visitas dos insectos quo as composiUs
Suas campnulas tubulares r uuirarn se s,
centenas para formar urna s eabeca, de
modo a ostentar o maior brilhantisrao pos-
sivel ; e cm rauitos casos, as flores exte-
riores da cabera, coraa ni jacobea ama-
relia coiumura ou na raargarida e o giri
sol, achataram-se era longos raios que ser-
ven de banleiras para attrahir o insecto.
Mas o car lo por urna raaio que peculiar
adoptou o inverso da poltica geral da fa-
milia. E' raras vezes visitado pelos insec-
tos, e por con3cguintT parece ter regres
sado para a autofertilisacao, c urna com-
pleta mudauca effeotuou se assim no seu
aspWtO, quando comparado aos outros
meinbros da familia das corapostas.
" Comquanto anda 11X0 tenha perdido in-
teiraraento as flores do centro amarello, nilo
tora raios, e suas campnulas esto quasi
escondidas peh seu feio e largo involucro
Verde. Pode-se dizer que o cardo urna
composita que camnha velozmente para a
perda total dos costuraes caractersticos
das corapostas. Recebe anda a visita de
alguns raros insectos errantes, mas alo se
pi-sta a colhel-oa, e provavel que, de
O pariziense nao tiuha reparado na en-
trada do recem chegado.
Voltou-se para ver com quera o cutileiro
fallava.
Os olhares do3 dous horaens encoutra-
rara se
Isto com certeza comedor de ma
carroni. pensou o panziease.
O vendedor acabava da tirar da vidraya
urna nicia duza da m-alhas que collocou
em cima do balelo.
Ha de encontrar aqu o que precisa,
disse elle. A questao de pagar o pfftj .
A fazenda boa tem sempre valor.
E depois de t- r aborto urna navalli 1 en-
tregou-a pelo cabo ao pariziense.
Safa exclainou esto ultimo, rindo.
-Ora, t que emfira Falla-me disto I
-Podia se sangrar ura boi com esta fa-
zenda Historia de divertir-se gente ura
bocadinho. Que chanfalho. Ole.
O objecto apresentado era urna nava
lia de grandes diracnso\'s de lamina emes-
sa o cortante, formando na extremidade
u a especie de penta de lauca como se ve-
nas navalhas ctalas.
O cabo era de chavelho de viado.
A lamina feehava-so por urna mola que
se levantava com o fcuxilio de um pequeo
annel.
Na extremidade do cabo e fechando-se
sobre ello achava-se um sacca rolhas.
Eis aqui urna cousa que nao serve
para na la, disse o vendedorDisto nao ba
melhor em parte alguma. Isto fabrioa-ae
em Basta e 09 corsos quando querera silo
bons operarios.
Trabalhara como se fossera feitas pa-
ra elles replicou o pariziense cora urna no-
va gargalhada. Isto furava o bandulh de
um hornera tilo fcilmente como urna pello
de tambor, palavra de Osear Rigault.
Ah I o senhor chama se Rigault, disse
o cutileiro.
-- Chamo me, sira, meu velho. Tenho
esta fraqueza. .. Nilo rae devem querer
mal por isto.. Vera rao di pal. Nilo
nada bonito, nao verdade, o fieu nomo
de Rigault?... tanto mas que ajuntando
lbe a syllaba lo, fiea Rigolo, palarra quo
cil fraucez significa pitusco, por isso fajo
praca era ser rigolo! At raesmo j rae
puzeram esta alcurnia.
O sonbor s-r da familia Rigault de
Macn ?
Nunca os vi tilo gordos esses Rigault
era quo rao falla. A respeito de productos
dessa trra s conheco o vinho de Ma
con 1... Vamos l saber. Quanto custa a
dia paradi, per-i un numero cala
maior do seuS clientes alados.
Vemos assim que toda fl >r que quer be-'
neficiar da fertisaclo palos ine :tos, quer
soja u na monocotyle lonoa ou un dicoty-
ledonaa o collocaia alto ou baixo era urna
ou outra serie, tem quasi certeza de ad-
quirir brilhantes ptalas. Ao pisso que,
por outra parte, qudquer flor que renua
ci ao habito do contar com os isectos'.era
quasi corteza de perder ou ver atropliiir-
so suas ptalas e voltar a ura estado pare-
cido, como typo, eo n as cyperaceas o rei-
vas ou cora o typo aiod. inferior das plan
tis autofertilisalas.
Chegamos foroisaraante mesmi e-ipe
ie de conelusilo, so examinamos os diver
sos orgaos qui, en cada lln-, oxliibera co-
res brilhantes.
As petdas sao mais commamonte a sed;
de colorado attrahnnte, como na eglantina
e no raalvaisco. Mis era outras inuitas
flores, taes como a fuschi 1, o clice tara
bera magnficamente 'colorido, como para
coucorrer para a b-II-zi lo tolo. as tu-
lipas o outras libiaceas, o aoafrSo e o as-
phodelo, spalas e ptalas alo tamben co-
toridas. Na ra ir.ivlh.1 -do Pera e naele-
matito parpurina, nao ba absolutamente
pealas. Xa airada BOipmam, sai os orgaos
tliracs que actuara cono engodo, ao passo
o! nas moaembryanthemas os estamos ex-
ternos achatara sa ; torn-tia-s-s se uelhantes
a ptalas de rao lo a imitar a corolla de
outras II iros. Xas corapostas, como as
margaridas do eamp>. onde muitaa ll r s
reunera-se era e>rGa patAorraar uin capi-
tulo unieo, o rsilgu Wrtl* inaitw vi-
ses achatado naiform.-manto era raios que
s serveui pira attrahir os insectos pira as
fert is do centro
O procewo Je coloracio nSa so cifra s
monte s partes r-guiares di fljr; as bnc
teas e as*tollias prximas sao inuit 13 vezes
mais brilhantomoate coloridas do que as
proprias flores.
Nos grandes po lo-s brincos cultivados
cora o nomo de lyrw d't Etkiopia, as
*er ladeirai flores estilo situadas absoluta
mente dentro da rsirem uran le e euccr-
rara o alto espin 10 amarello ou spadice
do centro; essa v..gc a representa o pipel
das ptalas nas flirs mais ordinarias, doi-
tas euphorbias tem pequeas flores era di-
minuta evidencia; mas cala aSr pequenina
eolorido rodeada por un envoucro 1 n-
caraado, que as ebsifica entre as plantas
mais garridas das estufas.
A poinsellia, tao era rao a nas nossas
mesas, tm pequeas flores araarellas que
por s nao nttrahiriam as vistas do3 iusac-
tos, mas substituo esto dafeito por ura lar-
go circulo do folhi3 di encarnado vivo,
cuja cor brilhante encanU as abelhas e as
borb lletas tropicaes.
A bongainvillca, (arvore brasili:a) vai
ura pouco mais loriga nestaordom de fic-
tos : suas pequeas flores estilo fecha las
era tres bracteas regular.*S de delicada
nuana, verde ou ros, o quando uraa ar
vorc est coberta de culics dest* magni-
fica planta trepileira, forma a mais mag-
D'fica ra.issa colln la qu se pole ver.
Muitas plant .3 tropi aes, principalmen-
te -las que vivera pirasitiriaraente, tem
muita inelinajiXo era desenvolver ess3 at-
tractvo externo do ful lias coloridas, o sao
eifeito geral ordiiiaria.omte de brilluintis-
sirao extremo.
nos p*assar sua reacjiio sabrj as cores
doi proprios insectos. 1 '
Devemos provavelmento a3 azas exqui-
sitas das borbolot s e as ricas cores bron-
zeadas do coleptero da ro3 1, a esse mes
mo sentido e a essa -raes n.i acglo selec-
tiva que produzio as cores do lyrio o do
jacintho.
Que pro vas pidorflo dar-so le que as
cores doc inectos silo aisim devidas se-
lecvilo sexual? Em priineiro lugir temos o
facto certa que as abulha-, pelo menos e
provavelmento outros ioseatoa tambem dis-
tinguera realmente as cor s e dellas se re-
cordara. 8*0 Bo isto, mas na tcu.'.cacia na
toral a sauir a idr foi as.s forte para
pro luzir as billas flores de nossos campos
o le nossos jar Uns Demais vraos que,
araquaut 1 as abelhas silo fraquentadoras
de flo.-es, sa) guia las considerav lmenta
pela cor, as vespas, qu9 sai guiadis en
ura gr menor, o as formigas qu i tora
uraa nutricio muito variada, nao o sao ab-
solutamente.
Pola s: objectar que o insectos nao se
inquietara com a cor, al i 11 so nina de
u 1 que all ene > itr. n M 1 a Sr. Ai 1 r
soi observou qno qiinlo as -corollas de
certas florea silo -ortilas, 03 inseetos 080
de.s-obrera nunca ou nunca visitara essis
mente coramuas; o mostrou que, em raui-
tos casos era que urna planta das tarras
baixas adaptada fertilisioio pelas abe-
lhas e s tera flores peqnenis ou pouco vi-
sives sua congnere alpestre foi raolifici-
da, de modo a adaptar se fertlisacao
pelas borboletas, e aprasenta, conseguote-
raonta, brilhantes rarailhet-s enoavnados
ou purpurinos.
X 1 sua ultima obra, o mesmo nptarilis-
ta raostra quo cmqu into as abelhas for-
ma 11 at 75 por 1O0 do numero dos in-
sectos qu visitim as bellas e attrahaates
corapostas, olas nao forra un sajto 14
por 100 das quo visitara as umbelliferas
puramente verues e brancas como a eenou-
I.
ra selvagem e a salsa so! vago ra.
(Continua).
VARIEMDEe
lili piilDO...
Era um bicho prato, enorme epou:o novo,
Quo vivii abandonado, entristeei lo o raudo
Era um d'csses bazares ondo afilas opvo
flor -.s. Jirwni, depois de ter arrancado ElU bus-a do barato... e onde ha de tudo.
as 1 talas grossas inferiores de varias flj-l
res le lobdiis, vorificou quo as abelhas Er'ura piano invalido e legendario...
c ssavara di obstrval-as, coaqa-into visi- Cujas glorias ida-:, c cujas fiQanhas
Ussem coostaatemeate .^ rlires prximas. Morreraml E serva o velho solitario
Por outra parte, rauit is campnulas bri- D> asylo imperturbavel As temidas aranhas l
lli uitcinento colon' las nao contera mal,
mis fazera grande ostentacao o illudera Ura da... o ledoeiro, o vepdelhSo eterno,
assira 03 insectos, bvaalo-os a fazer-lhes N"ln e at*do, do alto do ialco
vi.it is 111 ssa iranoa f dlaz que fie ir3 > p .ra wrtava apavonado no /ahitar moderno :
jratar. C-rt.s Ihr-s, tnteirameots sem -mpianol.Qeinasaisd?.. wi*U reame dan!
principios, como 1 enorme rafilasia io Su-
matra, attrahem assira a si as moscas
Cu
, E houva apz uraa sentado tremenda !. ..
' a Ura quer que fosse de funreo assumpto !..
same pelo chairo de putrefacto que ellis 1 Dr se ha aU estar esposta a ven^a
espalbam. Dcraais, eertos in3ecto3 m >s
ira o preferancia eosivel por certas Aires
expensas de outras.
Pode-so observar durante horas as visi-
tas que f iz uraa abelha ou ura* borboleta
a alguma* duzias 'le flores da raesraa es
A ossada fra, veneranda d'ura defunto !...
Tal era o nudo quo 03 freguezes tnh ira
De o til bic/ftii) lhes cahir en casa !
ouviara sempre os que da fr.i vinhara :
Varaos, uh seuliores !... nao perder a vasa '."
pecio, anua urtiga purpurea, por exara-
po, sera dignar-so obs-^rvar de passagem Eutrou entSo n. loja ura gordo tavernairo,
a seu lado Aires araarellas ou brancas suas Coinmendador ou bua, qualquer eonsa, emfira;
hscarrou, tossiu o disse ao pregoeiro :
Eia! setihor hornera,... trez mal e cera p'ra mira!
vizinhas. Fritz Muller falla a esto proposi-
to de uraa sorta de uraa cantan* cuja flor,
araarella no priineiro dia, alaranjada no ...................................
segundo o encarnada 110 tercairo. Esta ..................................
planta, diz elle, visitada por diversas ...................................
borboletas. Sa posso referir rao ao que vi, ..................................
as flore i encarnadas nunca silo tocadas.
Certas borboletas introluzian a trompa Ha muito tempe, que um tormento enorrao
nas flores araarellas e nas flores ala- pere se.n CCS3.ir a visinhang ioteira
ranjadas, outras exdusivamcnto nas flores p. minha ru3. Ja nnguem raais derrae, ..
araarellas co priineiro dia. O Sr. T.' Com os preludios da pequea tavsrneira\
D. Lilly, naturalista americano, observou
qua as petunias coloridas e as glorias Apresso-rae era dizer: Apallida senhora,
da manha de seu jardira erara despadaca- A filha predilecta do comprador do bicho,
das pelas abelhas c borboletas na sua ca Sentase ao piano... ao uascer d'aurora,
oada ao raed, eraquanto que as raasmas ; E toca como um unjo era perennal espicho I
plantas de Aires brancas ou paludas nun
caeram visitadas. Silo nicamente alguns Entilo que inferno, santo Dos bondozo I...
exeraplos entra centenares da ontros era j A meiga serigaita ten paixoes Jataes I...
que diversos observadores verificarara a E no velho bicho a rouqu.-jar swdoso
preferencia qu >. mostrara os insectos por E' sempre o mesmo Sea Pereira de Moretes .
tbres de urna cor especial. ,, .., ,
r ______--r E o bello Adonis candidato a genro
Pode-se anda fazer ettap-rgunta : Dif- j um caimr0 magro, longo e ossud'o...
ferentes especies de insectos mostrara dif- Qu-a estudar entrara desde muito tenro,
farentes graos de apreciacao esthetica ? O jras que n'ella anda nilo entro" o estudo !
Dr. Hermann Muller, que se consagrou cs-
NSo tenho pressa replicou o italiano.' tal navalba corsa da Basta ?
Des todos estes exeraplo3 podemos coa-
cluir que a cor nilo pertenco pelo facto le>sua
natureza originaria a urna parte da planta de
preferencia a outra, mas qua era to la par-
te onde os suecos coloridos que resultara
da oxydacSo da cblorophylla e da seus
anlogas coraecam a'mostrar-se nx proxi-
raidade dos estarnas e do pistillo, elUs at-
trahem a attenyao dos insectos e tornam-
sa assira cadi vez mais proerainentes, pelo
facto da seleccSo, at quo afinal natural
chegara b'-lh-z 1 actual da tulipa, da rosa,
da poeosillia a da boug ainvillea. Desta ma-
ravilhosa reaecSo do sent lo da cor nos in-
sectos sobro o mundo vegetal, compre-
Seis francos, nem rnais era menos.
- Seis francos I... Hofti'cssa. Des-
culpe ; mas o senlior paga o jantar alera
da navalha, heiin ?
- Asseguro lhe que nilj c caro e qua
nao a posso dexar por menos I
Osar Rigault, p;r alcunba Rigolo,-como
elle mesmo acaba de o dzer aos nessos l*-i-
tores, passou ligeiramente o dedo p"lo gu-
ra o aliado da lamina.
Cebolln o murmurou ello, urna
ver lader.. navalha de barba. Podia agen-
te barbear se cora ella.
Puro ago e de urna tempera I Ha de
ipe dizer como so dau cora ella. Sen
contar que tem o sacca rolha,so quo mui-
to cora modo n'uma passeiata de campo.
XV
Varaos l, disse o pariziense, depois
de ter refleeti io durante alguns instantes...
O sacca rolhas decdeme, explicme com
os meus seis francos. Tome l esta araa-
ri.-llinha e paguo-se.. .
E poz era cima do baleSo uraa moeda
de vinte francos, continuando :
Eu bera sei que isto uraa mucura
conprar uraa tet. desse preyo; mas ao
menos levo para Pariz urna recordajao de
rainha passagem por Marselha. ..
Ah l o senhor vai a Pariz, disse o
cutileiro.
Onde nasci e donde sou natural Pa-
riziense no sangue Vi a luz no alto de
Bellovttle! 1 Dixei raesmo ahi urna irrail
znha quo no ha do estar pouco mudada
desde que a nao vejo. .
A sua ausencia durou muito terapo ?
Tres nnnoa, meu velho J faz tres
tnnos que parti Aqui onde me v, chego
d'frica e d'frica j basta... Apanlu-i
all urnas febres, tambera f ) a uDca couaa
que l apanhei I.. O offido de mscate
nilo d para comer a ura hornera senilo em
Pariz, por isso pra l volto.
Pois entilo desejo-lhe muito boa via-
gei, replicou o cutileiro, eatregando-lre o
o troco da moeda do ouro.
- Oh eu nao parto sonao daqui a dous
ou tres dias. Cheguei esta manh e que-
ro visitar a Cuncbicre e tratar de domesti-
car uraa marselheza ou duas. Eu son um
grande amador no sexo 1
Quer que lhe erabrulhe a navalha ?
- E' intil. Metto-a fachada no bolso,
cont servir-me della logo na primeira vez
que coma.
- Se por acaso a perder, pode ficar
A bella 11105a lnguida e enamorada
Guincha, solufa e canta uraa romanza 1
E vamos dos soffrendo a eternal mateada
D'aquella sonhadora ponida desperanza !
pecialmento ao estndo das relacoes entre
os insectos e as floras, pronuncia sa cla-
ramente poli affirmativa. As borboletas
qne sao ao raesmo terapo as raais traqui-
nas o raais bellas de sua classe, parecem I
exigir, para se dexar attrahir, maiores mas-;...................................
de cores do que outro qualquer grupo ; e
as flores que dependera dellas para as fer- I Emfira I Vointervir os policiaessabnjos I...
tilisacoes silo consegninte ueuta excepcio j Creio vamo3 ter celleberriraa querella I...
nalmente largas e brilhantes. Mull t attri- Quer a visnhanja processar os cujos,
bue a esta causa a belleza bem conhecida 1 O piano, a moca e o namorado d'ella I
das floras alpestres, porque as abelhas e
moscas sao comparativamente raras nos
altos Alpes, quando as borboletas quo so
elevam a ama grande altura silo relativa- >
Recife, 4 de Abril de 1886.
F. Liviso de Carvauio.
certo que temos outras seraelhantes. A ; Estreraeceu logo, o o fago da co'oga illu-
desgraca nJo era irreparavel. minou-lhe os olhos.
- Por essa estuii eu ; mas a historia r E' que acabava de ver Jayrae Bernier,
que rae sahii ura pouco cariuha. \ era p, em frente della, ao lado da peque-
O vendedor aeompanhou at a porta da; na mesa j citada por nos como fazendo
loja o seu freguez de arriba9ao, qu se parte da raobili;
afastou issobiando a aria do uraa caoco-
neta.
Perde-me de o ter feito esperar, dis-
se o lojista, dirigindo-sa a Proli. Os pa
rizienses silo tagarellas e, comprehende que
sa nao polo fichar a bocea aos fregueses.
- Nao tenho pressa, respondeu o ita-
liano.
O que que o senhor des -j a '
Uraa navalha de viagem.
- Navalha de lux o I
Nilo, urna ',navalha forte ,. Parto
para paizes longinquos, e pode ser til ter
no bolso um instrumento de eantanca.
Quer urna causa forte ? No genero da
navalha corsa, que acabo de vender ao pa
riziense ?
Nao reparei muito nella. .. Faca fa-
vor de ra'a mostrar.
Aqui est, senlior.
O vendedor apresontou uraa navalha n-
teraraeute samelhante quo acabava de
comprar o mscate R'golo.
Proli examinou-a escrupulosaraente.
__ Garante-me a solidez della ? pergun-
tou elle.
Ah senhor, se quizer, posso mos-
trar factura... Isto vem de uraa cuula-
ra de Basta, cuja repu'aclo conhecida
era todo o mundo.
Quanto custi a navalha ?
Seis francos, como para o outro com-
prador. Eu nao tenho dous preeos, e sei
contentarme com um pequeuo hiero.
Proli pagou, motteu a navalha no bolso
e sahio
O cuteleiro tirou ura registro da gaveta
do oalcao, abrio-o e oscreveu era seguida
a varios artigos vendidos na data de 9 de
Dezembro do lS"i'-
, a Duas navalhas corsas, a seis francos
cada uraa. dozo francos.
O italiano entrou no hotel do caes da
Fraternidade e foi direito p ra o quarto.
Ouvio pasaos no qmrto contiguo ao seu.
Era, como sabemos, aquello quo oceu-
pava o ex armador Jayrae Bernier, pai de
Cecilia.
Como tinba feito no priineiro dia ia sua
chegada 30 hotel e co no desde entilo o ha
via repetido todas as tardes, Angelo cur-
vou-se para applicar um dos olhos ao bura-
co da fechadura da porta condemnada.
Achava se nesta mesa, ntr-iramenteaber-
ta, uraa desias malas ligeiras que se tra-
zera na mSo e qua se guardara habitual-
mente comsigo n'ura compartimento do ca-
rainho de ferro.
Perto desta mala, e como ella inteira-
raente aberto ura saco de couro de peque-
nissiraas dimensoes.
Jayrae Bernier tinha diaute de si um
montan da papis e varios majos de no
tas.
Erabrulhou os majos de notas em um
lenjo, quo dobrou 3 atou muito apetado,
por forma a diminuir, tanto quanto. possi-
vel, o volurao do ombrulho.
Estilo aqui trezentos e quarenta e oi-
to mil francos, murmurou elle a meia voz.
Bastam-me duas notas de mil fran-
cos, na carteira. As pejas do precesao
ganho e o recibo neste saquinho, com o
meu dnheiro .. E' intil atulbar cora isto
as minhas algibeiras. Ah s carta de
Cecilia.
Eraquanto dizia o que precede, aecurau-
lava papis sobre papis, no fundo do sacco
de mo.
Ora prompto .. accrescentou elle,
fechando o. Araanh terrainarei os nego-
cio que tenho qua fazer aqui, e depois de
amaulia partirei purs visitar, era Dijori, o
meu velho amigo Benjamn L royer.
Pegando entilo no saquinho do couro col-
locou-o na mala, fechou esta cora o auxilio
de urna chave, qua fazia parte de uin m-
Iho seguro n'uma argola e depois enfiou o
tal mlho de chaves debaixo do traves-
seiro.
Jayme Bernier continuava a fallar s, a
meia voz ; rao habito que tinha adquirido
durante longas horas de preocoupacXo e
angustias, portante processo.
O processo estava ganho.
Mas o habito persista.
Cotnejou a daspir se, e ao cabo da al-
guns minutou apagou se a luz, ao mesmo
tempo que o leito estalava sob o peso do
seu corpo.
Uf I murmurou Proli, levantando-se
e passando a rao pela testa coberta de
suor.
< (Continuar-se ha)
T/p. d> Diario, ru 1 DJq.11 di Caiiai n t!.





I

-
v

amni


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