Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19265


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Full Text

AMO LU NDIEHO 83
PAHA A lAI"lfAL 1 tlUAHtt* Oftllfc NAO SE PACA PORTE
Por tres mezcs adiantadoi ... ........
Por seis ditos idem...... .........
Por um anuo deai.................
Cada numero aruiso, do roegrro da. .......
65000
120000
240000
5100
11 DE ABRIL DE
PARA DENTRO E FORA O A PROVINCIA
Por seis mezes adiantados.
Por nove ditos idem......
Por um anno dem......
Cada numero avulso, de diaB anteriores.
1305CO
20000
27000
IJO


4
DE PERNAMBUCO
Proprtebale et Mmod i$vtixoa be Jnria & -fdljoa
mmmm
DR. FLIX DE FI0LE1R0A FARIA
A cruel mao da morte
vibrou-nos mais um im-
menso golpe!
Falleeeo em Belem do
Para o co-proprietario des-
te Diario Flix de Figuei-
roa Faria!
Joven anda, quando o
futuro lhe soma, baqueou
para o tmulo ao sopro g-
lido da implacavel ceiado-
ra de vidas!
Inditosa sorte! Terrivel
fatalidade!
Faltam- nos expressOes
para dizer quao extensa e
profunda a nossa dor.
Gurvamo-nos respeito-
sos ante o sen tumulo; e,
dobrando o joelho ante a
Onipotencia divina, implo-
ramos ao Co paz para a al-
ma do nosso amigo, do nos-
so companheiro.
o$ $(edacaff.
TELEGRAMAS
SESVZCO PABTICULA3 D3 DIARIO
RIO DE JANEIRO, 1G do Abril, s
horas e 45 minutos da tnrJe. (Rece-
bido s 4 horas e 20 minutos, pelo cabo
submarino).
I'uik ( lonoii lioj.- 4-in 'i. st-sso pre-
paralorin a amara los Nrs. Dcpu-
ladon.
% commiiNo liontem n ornen dn
prenenioD a lima Ion dopulndui
nao colc mam torteada* a* Irez commio-
sm-s de i-i'iiii-,(ii de podcrcu. ti-
rando al.' compona rom os weiibo-
re
Dr. Tnrquinio de NoazB.
lr. Rodrigo Silva.
Dr. i.oiao da Cuaba.
(oiisi'lliiiro Pinto Lima.
Dr. Rodriguen AI ven.
Padre Too Hanoel de Carvaluo.
Dr. Bullido Can allio.
Dr. Gonralve Ferrcira.
Ir.Carlos asir-oto.
SEnvigo da rcvciA imi
(Especial para o Diario)
MADRID, 15 de Abril.
H. M. a itaioha D. lirisiina acaba
de imliiii.ir o Duque de s<-\ iiiia.
Agencia Havas, tilial eai Pernambuco,
16 de Abril de 1886.
INSTRCCIO POPULAR
ECONOMA POLTICA
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
(QSntinuagao)
CAPITULO I V
Bepar'leo da riqueza
Differekcas dos sALtRios Importa conhecer-
ae bem a razio das grandes d3'e,enc is que exig
tem entfe as taxns dos salarios pagos nos dilleran-
tes mestres. Ha trabalhadores a que se paga
por da dez vezes mais do que a outrot, e a priraei-
ra vista pode parecer injusta esta desegualdade.
Mas isso o resaltado inevitavel da diversiaade
dos caracteres e das facilidades no diff-rentes in-
dividuos, diversidade que depende em parte da
inaicr ou menor torca plisiea ou iutellectual de que
elles sao dotados, e em parte da educacao e da ex-
periencia que adquirirn).
Diz se, muito a miudo, que os horneas a sceram
livres e iguaes. Esta asserco verdadeira sob o
ponto de vista lega! ; nao o sob nenhum outro.
Tal indivi mo forte e robusto desde os seus pri-
meiros anuos ; tal outro muito mais fn.co e intei
ramente improprio para o mssmo ejercicio phyei-
co. as facilidades do espirito anda se apresen
tam differencas muito mais nstaveis
que dissemos das lis de procura e de oflerta,
no capitulo III, tem p rfeita applicacao aos sala-
rios. A concorrencia dos trabalhadores, augmen-
tando a offerta, taz diminuir o salario; o augmen-
to de procura tem por effeito fazet-o cresc Tudo, por conseguinte, que iuflue no nutnero
dos homens dispostos e proprios para fazerem urna
especie particular e trabalho, infl le no salario
de?ses bomens. Assim, a circumstancia prineipal
que regula os salarios o numero relativo de pes
soas nos diversos graos de forca pbysica e inte I
lectual.
goso de boa saudo, possue uma for^a muscular
sufficiente para desemp-nliar trabalhus grosseiros ;
por conseguate larga a ifferta destes homens e,
salvo o caso de adquirirem alguma aptid&o espe-
cial, nao devem elles esperar salari elevado. O.
auoes e os homens extremamente altos sao mu to
menos numerosos que os da estatura mediana,; se
apparecesse um trabalho importante, qu nao pu-
desse ser feito ieiS> p>r ansa ou par hom'-ns ex
tr"mamente altos, poderiam elles exigir salarios
muito elevados. Comtudo, o mester especial dos
anuos s pode ser o de serem mostrados como rari-
dades ; os de elevada estatura apenas poderiam
ter utilidade particular em trnbalhos que exigis-
aem forja muscular extraordinaria, mas essea tra-
ballios sao boje ejecutados por machinas.
Sao a aptidao salieute e o saber, que habilitan)
o liomem para ganhar salarios elevados. As pea-
soas ricas preferem os productos mais perfeitob
os poucos individuos que podem conseguir essa
Iperfrico no que produzem obteem por isso sala
rios avultados. Toda a grntc pode cantar, melhor
ou peor ; mas, visto que raros o podem fazer como
a Patti, esta cantora recebe salarios elevadissimos
pelas noites em que canta nos theatros.
(Contina)
Ministerio d;t ffiislira
Por decretos de 3 do corente :
Foram nomeados juizes de direito:
}Da comarca de Cacando, na provincia
de S. Paulo, o Lacharel Jos Feliciano Fer
reir da Roza;
Da comarca da Faxina, na mearan pro
vincia, o bacharel Pedro Mariani Jnior.
Juizes munioip es e de orphaos:
Do termo da Oachoeira, na provin da do
Para, o bacharel Geral lo de .Souza Paes
de Andrade ;
Do termo de Chaves, na mesnoa provin
ia, o bacharel Jos Gomes de Souza Por
tugal, tieanJo sena eff-ito sua antorior uo
mea^So para o termo de Ega, na provincia
lo Auazonas^jr
Do tdnno da capital da provincia do Pi
auhy o bacharel Francisco de Sonsa Mar
t II s.
Foi reconduzido no lugar de jui muui
c.ipal c de orphlos do termo de Lorena, na
provincia de 8. Paulo, o bacharel (Jandi-
io Fernando* da Costa uimaraes.
Por portara de G do Brrente, foi decla-
rado avulso o juiz de direito Joaquira Fer
reir Velloso e vaga a comarca de Loreto,
na provincia do Maranhao, que lhe foi
lesignada por decreto de 27 de Junho do
anno passado, visto haver caducado aquel
la designago, por nao ter o referido juiz
ssumido o exercicio no prazo legal.
Foi exped io o seguiute aviso:
Hiaisterio da Fazenda
Por titulos de 3 e 5 do corrate foram
nomea los :
Cobrador da recebedoria do Rio de Ja-
neiro Manoel do Monte Alvares Borgerl
Praticante da Thesouriria di Fazenda
do S. Paulo Francisco Reichert.
Offieial de descarga da Alfandega de Co
rumba, em Matto Grosso, Egyo Correia
la Costa.
Por despacho de 5 do corrents fui con-
edda a Ovidio Cabral de Menez's a de-
nissao, que pedio, do lugar de cobrador da
recebedoria do Rio do Janeiro.
art. 30 da lei n. 2040 de 28 de 3ctembro
de 1871, o qaal es:abelece que sejatn an-
nualmente liberta los em cada provincia do
imperio tantos escravos quanto corres
ponderara quota disponivel do fundo de
mancipado, tenho deliberado distribuir,
por conta do mesmo fundo, a quantia de
2.000:000^ na forma da tabcdla inclusa.
Rogo, pois, a V. Exe. s- digne de dar
ajas ordena para que as competers th3-
sourarias do fazenda sejam habilitadas
cora os crditos declarados na mtsna ta-
bella.
Deas guarde aV. Exe, A. da Silva
Previo. A S. Ev\ Sr. Francisco Belisa-
ri i S lares de Souza.
iJistribuiao da 7o quota do fvndo do
emancipat^ao, na importancia de.......
2 OOOnKJIJ.j ,i que se refero o aviso dcs-
ta data
Miaisterio da Agricultura
Por portaras de 8 do crtente :
Foi considerada sera offoito a portaria de
1 de Janeiro prximo rindo, que nom :ou
Augusto Jos da Silva Rib ro para q lu
gar de chefe de secgao das o ras de con-
servagao des portos de .Pernaoibuco, con
forme propoz o director da raesma repar
tifao. |
Foi nomeado Jos Augusto Baeta para
.) lugir de pagaior do prolongamento da
estrada de ferro D. Pedro II, com os ven-
iraentos que lhe competirem.
Foram dispensados os seguintes empre
gados da coramissso de construegao de
gudes na provincia do Cear, conforme
propoz o respectivo engenheiro chefe :
Secretario Antonio Pessoa da Costa <
Silva;
Pagado' Jos Clementino do Monte.
Foram expelidos os seguinte avi
sos :
Ministerio dos negocios da agrieultnra,
orarnercio o obras publicas. -Directora
la agricultura. 2* secgao.N, 4. Rio
de Janeiro, 31 de Marco de 1886.
Illm. e Exra S. Declaro a V. Exc.
acerca da resposta dada consulta do juiz
e orphaos da capital dessa provincia, <
onstante do oficio que acompanhou o de
12 do correte, que este raiaisterio appro-
va a solugao dada p.ra o caso de faltarem
infermagoes positivas relativamente aos
ix-senhores dos sexagenarios, quando se
houver de cuiuprir o que determina o
3o art. 11 do regulamcnto do 14 de No
vembro de 1885.
Essa solugao, que V. Exc. enecntrou
na cilagao por meio de cdital, pode ser
eiupregada simultneamente com a eilagA
|ios termos do dito artigo o pnr.gr ipho
leclarando se as cartas o que constar,
para os fius do 4', segundo d cidio
presidencia de Minas Gera:s era caso iden
Para
il iranhao
Piauhy
kio Giaudc lo Norte
Parahyba
Pernambuco
Alagoas
Sergipo
Baha
Espirito Santo
Rio de Janeiro
S. Paul)
P.ran
Santa C.tharina
Rio Grande do Sul
Minas Geraes
Goy..z
Al a tt) Grosso
Municipio da corte
50:0005
1000:0005
30:000.)
10:0000
40:0000
130:000$
40:000:>
40:0005
"30:0005
20:0005
450:0005
250:0005
10:0005
5:000)
100:0005
450:0005
10:0 m
10:0005
115:0005
V
A maior partidos homens, dado que estejam no tico, e este ministerio approva nesta data
Deus guarde a V. Evc. Antonio da
6i/vi Prado. Sr. presidente da 'provin
eii da Parahyba
Ministerio dos negocios da agricultura
ommerci) e obris pnbli-as. Gabinete
Rio do Janeiro, 1 de Abril de 1886.
Illm. o Ex n. Sr. Consultada ess-ipre
sid-mcia, pelo juiz de orphaos do termo de
S. Juao, se caba na sua competencia
sar o valor do escravos clarificados se
guada os pregos mximos
pe i tabella do 3o art. Io da lei n. 3270
?ARTE uFFICIAL
llinisterlo do Imperio
Por despicho imperial do 13 do cor-
rete :
Fez se merc do titulo de conselho ao
bactfhrel Jorge JoSo Dodswjrth, director
geral da se Tetara da cmara dos depu-
lsados.
Foi nomeado o bacharel Democrito Ca-
valcanti de txXa jUcrque, para o cargo de
secretario da provincia do Para, sendoli
concedida a exoneragilo que peliu o ba-lRio de Janeiro, 6 de Abril de 1886.
Icharel Joaqiim Jos Rodrgies Collares. IUm. e Exm. Sr. Para execugo
fe 2i de Setembro ultimo, delarou llm V.
Exc. que os termos inequvocos do | 7,
art. 3o, da niesma lei, excluem a duvida,
porquanto mantera em vigor at ao eneer-
ramento da nova matricula o proeesso
actual da avaliagSo, com a nica limitagao
le nao poderem os pregos exceder dos
nites estabclciidos pela sobredita tabella.
Dando por approvada esta dtisao, da
qual deu conta V. Exc. m offiji n. 21
de 12 ds Margo, aguardo o resultado das
providencias expedidas por V. Exc. para
que se ultiyo, sem perda de terapo, o ar
bitraraento do escravos que no refer lo
tirmo tra de spr alforriados pelo fundo
de craancipagito, de maneira que nao sej
retardada por mais tempo a declaragao da
alforria dos libcrtandos.
Deus guirde a V. Exc. -A. da Silva
Prado. Sr. presidente da provin .a da
Parahyba.
Ministerio dos negocios da agricultura,
cornraercio e obras publicas. Gabinete.
2.000:0005
Directora central da secretaria de es-
tado dos negocios da agricultura, commor-
",io e obras publicas, em 6 de Abril de
1886. O director, Francisco Leopoldina
da Gusmio Lobo.
MiDisterio da Ciuerra
Por p rarias do 3 dj-correntc :
Foi dispensado Cyriaco Lourengo d-j
Souza do lugar de professor do geometra
la ccinpanbia de aprendizes artfices do
Arsenal de Guerra da provincia do Para.
Foi nomeado para o refer io emprego
Jos Luz Coelho.
Pur decretos de 3 do corrent :
Foi reformado, de a corlo com a priraei
ra parte do Io do art. 9" da 1-i n. 648
e 18 de Agosto de 1852, o alferos ag-
gregado arma de cavallaria, Tlieophilp
Olegario de Brito Guerra, visto ter silo
em nova nspecgao do saudo julgado inca-
capaz do servijo do exercito.
Foram transferidos para a 4a companhia
14 batalhao de infantaria o capitao do 9o
Joao Baptista de Souza, e para a 8a com-
panhia do 16 batalbaojda me3ma arma o
capitao do 6 Joao Domingues Ramos.
Foram transferidos do Io regiment de
cavallaria, para o 2o corpa da mesraa ar-
na o alferes Cicero de Brito Galvao, por
troca com o alferes Antonio Minoel de
Aguiar e Sika ; para a guarnigao do sul o
2o cadete do dito regiment Joaquim Ve-
rissimo dos Anjos Jnior.
Ministerio da Mariana
De conformidade com odisposto no decreto
n. 4214 de 20 de Junho de 1863, foi apo-
sentado a seu pedido e por incapacidale
physica, o 2" escripurario da contadora
1 Marinha, Antonio Pedro da Silra, com
o ordenado que lhe coupetir na forma da
le.
Por aviso de 5 fui demittido, a bm do
servigo publico, o amanuense da intenicn-
cia Narciso Rodrigues Vdlarinho.
Por decreto de 3 do corrento foi noinea-
lo Eugenio Candido da Silvcira R>dri-
gues para o lugar de secretario dainsp^c-
5> do Arsend de Harinha da cort;.
Por titulo de 5 fui nomeado Pedro Nu-
las.-o de Barros para exareer o lugar de
rscrevente do Arsnnal de Marinha da cor-
te, durante a licenga concedida ai esrere-
ventc Jos Thomaz de Aira ida.
Foram noraeados para erabar-ar cas lan-
chas torpe leirjs o mestre de 2' classe An-
tonio Jos de Souza; no encmragado Ria-
uelo o fiel Tbeodonuro da Gama, e na
utilha do Amazonas o fiel Manoel feri-
no Correia.
Foram manalos desembarcar da cor-
veta Amazonas o 2o tcnmte Adolpho Du-
-prat da Costa Lima; do paticho Apren-
diz Mirinheiro o 2 tenente Luiz C irl is da
Carv dho ; das lanchas torpedearas o mes-
tre de 2a classe Jos Caetano da Cruz e
da cinhoncira Marce o esorevents Alfre-
do Arthur da Silva Freitas.
Foram mandados d-stacar da corveta Ni-
therohy par o vapor Pura'* quatro foguis-
tas e da eanhoneira Marojo dous foguistas
contratados para o mesmo vapor e uinma-
chiuista de 3a classe para a3 lanchas torp-3-
deiras.
cln
nol
;
dol
Ministerio de Estrangelros
Por doer t do 3 do corrente foi remov;
lo par a Italia o cnsul geral do Brasil
na China, Joo Antonio Rodrigues Atar-
tins.
Governo da Provincia
DESPAPHOS DA PRESIDENCIA DO DA 1D
AB.IL DB 1886.
Antonio Fiorcntino da 0."iveira.A cadeira es-
t provida.
Benovides do Prado Jnior. I ideferido.
Custodio Gomes de Bntto.liem.
Claudiuo Teixeira do Nas.-imeoto Iuforme o
iSr. brigadeiro commandante das armas.


2
Diario di* Pcrimhue.---Sabbado 17 ti? Abril de i 886
JhMmh f Uuml,
Contpanhia Caataal *'
Lrated.--se
Francisco Tavares da bilva Ctvalcante.Inde
leudo, ro vista da informaeao do inspector do
Thesciro Provincia!.
Fmncsco Carneiro de Pontoura Brito. Infor-
M9 o Sr. brigadeiro cominailante das aruas.
Francisco Augusto da Silveira Wanderley.
Sao ha vaga.
Irmandade do SS. Sacramento do Recife Re-
aaettido a o Br. origfcdeirCoutwandante das aromas
jara attender, tu uiobouver iuconvenicate.
Jos Franeisoo de MelloInforme o 8r. br;ga-
eiro commandan-e da armas.
Joao Arislat sea Ferrcira da Silv;. luiorute o
Sr. inspector do Thcsnuro Provincial.
Joao Rodriguen do Moura.Informe o Sr. ins-
pector da Tbeeouiaria Je Fazeuda.
Laurentino Alvea de Souaa. Inileferido.
Lnza Amelia de rumincml -rCnmo requer.
Mara Liosa'Pe rer aNao esta vaga a cadeira
Manoel Martina de Araujo.Informe o Sr. Dr.
afcefe de policm.
Alferes Pedro Nolasco de Souza.Remettid ao
Sr. Inspector do Thcaouro Provincial para atten-
der o supplicante.
Secretaria -da Presidencia de Pernambu
o, em 16 de Abril de 1886.
O ju'iante da porteiro,
Antonio F. da Silveiru C'trmlho.
Itepartkfo da Polica
Seejao 2/ N 391. Secretaria da Po-
-ia de Pematubueo, l de Abril de 1886.
IHid. e Ex ii. Sr. Participo a V Exe.
2uo oram hontem recolhidoa na Casa de
letenjao os seguimos individuos :
A' ordem do Dr. juiz de direito do .'! districto
criminal, Jwtino Pereira di Brite, p >r nao t ap-f seutado ein tetopo os bens de que M copstituio
{l depoeitano.
n? orden do sul>deleir*d> de Santo Antonio,
Antonio Francisco daa Chigas, Am-dia Fernandes
Cavalcaute de Aibuquerque c Paulino doRisaro
Dias, por disturbios.
Ante hontem, sl'i horas da noite e no lu
car denominado Agna-Fri-i, pertcneanle ao2 dia
tricta de f>cb', Matbias Aves de Aguiar, tra
T*ud',-ae de raz8' s com Plorind Mara da Con-
ecieio, de quera era nmaaio, if u-lhe um -rande
nlpe de faci, feriado-a gravemente.
Contra o delinquite, que foi pce;o, procedeu-
e n >s termos da lei.
1> us guarde a V. Exe. -IHm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lelo,
jniiito digno vicepresidente da provincia.
O chefe. de poli ia, Antonio Domingos
Pinto.
------------^saose"------------
Tbesouro Provincial
BPACHOS DO MA 16 DE ABltlL. DE 1886
Mlo;1o Francisco dos Santos e lhos, Guimariies
}\, jseei C, e Mano-I Alvea Barbosa Suco
tes. Entregue -se pela porta.
Pairo Nolaeco de Souza. Certifique se era
cnmprim'Mito da ordem lo Exm. Sr. presidente da
DV.
ftmorim c C, e Joi AagnatO Alvares de Car-
naJao.Ao contencioso para enmprir o despico. >
m junta.
Jado Machado Ttixeira Ca .aleante. Certifi-
ta-ae.
Carlos Jos de Siquera. Ao Sr. contador para
prir o despacho da junta
DIARIO DE PERAarCO
RECIFE 17 DE ABRIL E 1886
noticia do Parifico. Rio da
Prala e sul do Imperio
O paquete ingltz Elbe, entrado do sul h >ntera,
f/i portidor das seguintes noticias e das que con
zUm dos rubricas Farte Official e Interior :
PaciOco
Datas de jomaos at 19 e telegr.iphieas at 26
de marco :
Os jornaes nada adiantam. De Lima telegra
abaram 26 dizendo que effectuarau-se alli as
eLieoes com toda calma. Houve completa absten-
cao uor parte dos inimigos de Caceres. Em varias
povoacoes do nort(, | orm, deram-ae revoltaa, das
aunes resultaram algumas mortes.
itio da Prala
Datas do Buenos-Ayres at 2 e de Montevideo
at 3 de Abril:
Na Repblica Argentina os partidos opposicio-
stas colligados proclamaran! solemnemente a
tandidatura de Manoel Ocampo presidencia da
publica.
Acerca da rovolucio o-iental, diz Ijx y acin
ie Buenos- Ayres, na edica> do dia 24: Depois
das noticias, de origem cfficial, que hontem pu-
blicamos, annunciaudo o desarmameuto dos revo-
kiciouarios orieutaes, chegam nos boje pe i raelhor
cnai. blformacoea totalmente contradictorias.
Tilegrammas recebi ios hontem asseguram que
sas fileiraa doa revolucionarios rcinava o maior en-
ccaaiafimo c que llud'ndo a accao das forc.ig do
miTerno argentino, iqvallei tinham principiado j
a psasagem para o territorio oriental.
Accreaeent. que s 3 horas da tarde tinham
aassado 150 homens e grande numero de cavallos
e qne, antea da manhi de hoje, todas as forcaa do
general Arredondo, com este frente, pisariam
letra uruguaya.
. Se a noticia s confirma, Deus protege as
l revolneSo.
De Bu Doa-Ay e recebeu El Siglo, de Moa-
iviuo, o= legaintea teligrammas, datados de 29
e 90:
. O coronel B.rml tinh > recebidoj de Ane-
ondo 900 eapmgoardaa, TOO earabioaa, 1,200
jaUs iscaizai c^m ttuuicO's. Odi
xainent > continnava daa* leguas distante da -
U(.; quando repentinmenle Ane-
dond) COBJ 00 homens tomou n trem, che^oj a
Cuueosdia. onde ntimram-'.he o,desarmament'.
> Aire i ni i, em v^z de submett'T-sc ao dear-
mkm .. : u se d.s vaporea Jpiter, Leda
L'gaameroto e fea mace para o saladero Guaviy.
, a cuih neir i Paran, que es-
teva ao U agn y. sahi i ana i dea" >.
Daqo' tambem sabio esta maarogada o geue-
He com dona b italhS -.
. C mata qoe e mptsham a Arredondo: 8al-
HMlirez, Am.lvii, Corles, Mena Vis-
DooBgnes e Onnira.
. O general Lavnlle, chele Ja prirm-ira diviso
do excrcilo, parti em cominissio do ministro da
guerra para Enlre-Rioa, p( lo lado do Uruguay.
AcoBtpanbaii.-o dous batalhoe3 de linha da divi
gao do seu commando As forcas de Lavalle
partirlo nos vapores da armada Azopardo, Victo
ra. Mediterrneo e Dal.
. as eleic.Vs pbaram os partidos acdoa.
. Manoel Ocampo aceita a candidatura que Ihe
affereeem os partidos unidos.
O general Roca regressou hontem noite
de Crdoba, conferenciando em seguida com os
ministros da guerra e doa negocios aatran^iroa.
Aqui o a 3'impto do (lia a revoluco orien-
tal Circulaut militares de b iletins.
Em u'-nselbo de ministros resolveu-te bijd
aarc-lligir eeclareciinentos relativos a revoluyao
dirigida por \rradondo, Aa orgaaiaaeio, 8uaa
forcaa em territorio aigaatino eo modo porque
os governadores de Eotre-rios e Corrientes drr.m
cumprimtnto a crdens de dissoluco e deaanva-
meiito dadas pelo governo nacional, para que urna
vez reunidos s-j^ n enviados i o juiz da s-gunda
seecio para instaurar o conveniente proceaao.
Na Repblica Argentina ca mentbros da junta
xecutiva dos partidos opposicioniatas unidos ele-
^eram a sua commiasao directora^ da qual ficou
aresidente o r Aristbulo del Valle.
Da revolucao orienUl trata La Nacin, de
Buenos-Ayres, dics i do da 1 uestes trinos :
Todo o dia de hontem foi d grande agitacao
aa cidade, espera de ir ticias do exercito revo-
laeionario, demonstrando iaao urna vez inaia o
novimeno de cpiniao'qne daqui o acompanha.
Os boatos chegadoa ante-hontem noite con-
tinup.ram circulando com maior insistencia, n for-
eados por telegrammaa qu^ se recebram durante
o dia, insist.ido no annoncio da derrota do gene-
ral Tajes p* las forcas do geni ral Arredondo, e
do coronel Arribio pelas forcas do general Castro
A despeito dos repetidos annuncios, a noti-
eia nunca ebegou a ser admittida sem reserva
ala generalidad<>.
Por fim, s 11 horas recebemos o daspacho
do nosso correspondente do Uruguay, asseguran-
do que, como dissemos em nosso numero de hun-
ient, tudo quanto se annuocira nao passava de
boato sem tundamtnto.
Auiatand h. ntem acta aniiiito, tiahauMta
era conta o ultimo telegramraa do no^so correspm
dente Das fileiraa revolucionariar, o qual, a> eom-
launicar-nos na segunda feira, a p.issag exercito, nos dizia que o comoate na> se Gria es-
perar quatro dias.
Hoje se vencera, portanto, o prazo in iicado.
De Montevideo, por outra parte, anonac
a proximidade do exercito da revolue> con for-
9a! inimigas.
O provavel e o logic 1 que os ganeraes
Ca tro e Arredoni 1 atacarao antes de ser ataca-
dos, e que o f*ro em condioSes de vtuoer.
O poderoso impeto cooununieado i caas-i da
revoluyo com a puaagrfin do rio Uruguay na 1
pooe dete.-ae, e tein que cimentar se com uip.i
proiopta-victoria no earnpi da bttalha.
Tal deve 8er a inapiraco dos generaes revo-
lueionarios e tal o anhelo de aeua enthus astas
atldados.
Sem nos entregatums a maiores coajec turas
esperantos confiadamente que no tardara a ch.-
gam-'s a noticia do qu o exereito invnaor oabio
sobre as printeiras forcas que suas guerrilhis j
bostiliasvam e obteve o pnmeiro trimnpho, "que
faci itar os destinos da revolucao e ser Moda-
do Prata.
A' Siglo, de Montevideo, na sua ediedo da
in .n'i 1 i" dia 1, tranecreveu do um BUti da
La Nacin, da mesma capital, o seguinte tele
granma : 31 de Marco.'ieuerd Tajes ao ge
era I chefe.Hontem de tarde o inimigo sosten-
tou forte tiroteio com a vanguarda ; estavaot es-
condidos entre grutas e eouros ; noite fugiram
valendo-se da obscuridade e da escabrosidad do
terreno j peraagai-oa teuazm-nte e nao dorntirei
era comerei at derrtalos c iinpletain nt a. 1
Por nossa parte temos dez feridos ; o inimigo
ten fel vezes inais o deixou-oa abandonados
O chefe politieo e de polica da cipitai, por
ordem do roverno, tom 'ii a seguate detiberacJ 1
nt di 1 31 de Marco :
i. ." Desde a presente data fie 1 absjlutaiiten-
te pnhibi a imprens da capital a piblie v-'
o a tr.iuscripfao de noticias polticas e as relati-
vas u guerra, a na 1 ser as de carcter excluaiva-
mcnt>: nfilcial.
e. Oa contraventores delta disposico, por
qualqter forma que S"ja, soffrordo a p na de im-
madiat fechamento d .a seua estabelecimeiitoa
tyii>. raphicos ; r-ntaadand t-ae qne os diarios que
nellet se editam nao poderlo s-lo em neuliura
o rtro est ibelecimeuto.
O acto d diain 'uto do eatab'leeiin rato que
infringir esta disposico ser praticado pela
chefi pditica em prevenca 1 da autoridade judi-
cial d 1 s'ecao respectiva.
Na repblica Argentina, a junfi exeeutiva loa
parti 03 unidos em opoosicao resolveu, por uuani-
midaiie de votos, noraoar presidentes hoaorarios
da Deesa unta oa gen--raes Sairairato e Mitra e
os Dr-. Bocha, Irigoyam, Vicente Fidel Lope! e
Saenz l'en 1
0 d ir i La Preaaa, ooeapan h 1 e m aa uiti-
nMascoateeAentos dados na repblica Oriental,
diz: 1 DPbontem para boje madoa aaee lis
aeonteciment ., orient
x- seaedo telegrapbiea eneontmrS) os no3>j
lei ore.-: tudo quantu se aab- sobre oa aconteeimen-
tos o <- irri kx li mtem no tbeatr 1 da goerrq.
- A noticia cauaou Mmaiciu prof-inda e dobro
a na socied 1 le, tanto p-la ahu dancia dis.mirue
qne 1 'liz dan .mad >, c n > ei.a sy.npatba qu a
revoli.(;ao despert 1 m povo.
1 A anejedad"daaparadora das familiasori-ra-
taes udescriptivel, pois sabido que vai no ex-
ercito grande parte da mooidade fl rida de M011
t. vid .
Muit s e variadas oraraent iri M se fizom so-
bre os telegrammas, quic inspirados pelo desi j>
ineaialivel de diminuir as propirgo'S do succeaso.
Que htuve chique sangren!1 e que o general
Castro cahio prisieuoiro, sao factos queja se nio
d^vera por era discussao.
O telegramraa official de Tages, sua promocio
pda assembla legislativa e as noticias trausrait-
tdaa 1103 S''us governos pelo corpo diplomtico, sao
actos que iutelizm-rate dio aspecto de verdade que
se impon aos acontecimentos.
O cnsul oriental n"sta capital comraunicou
hontem ^fficialmente ao nosso ministro dos n-gocios
estrangeiros a derrota do exercito revolucionario.
( Esae cumulo de actos offiuiaec compro va a
exactidiia do feito de armas desfavoravel revo
lufao,
0 que resta saber se a noticia nio exagera
o desastre.
Do Urugu-.y communicam que ha motivo-
para crer qu- ha exageradlo, e alguus tdegram
mas chegaios hontem de noite, que vmoa, dizein
que 03 priaioneiroa sao 300 e que o general Arre-
d lid 1 retirava-so com parte do exercito.
1. Consignamos ejte btato cora nSo dissimulada
satisfacao, su'mettendo o a ree'ificacces ou rati-
fica^oea que virao hoje sem duvida.
.. Ni Uruguay a noticia tiuha uraa uuica origem
e assim como se invent m urna batalha ha tres dae,
pdese boje agigantar o revez.
Esperemos, pois.
A assembla grral uruguaya dirigi ao poder
executivo urna mensageui offereoendo lhe o seu
coucurjo pira reprimir a revolucao e manter a
paz na repblica.
El Siff'o, na sua odieS > da tarde de 30, em ar
ti jo "ditorial, a que intitulou < O principio da
guer'a diaae : Bem comprehendiam'S, e assim
o dissemos, que as cousas nao podiain continuar
e*>mo estavam : a que neces3ariamente devia pro-
duzirse ou a nvasao ou o desarmam-nto daa for
yas revoucionarias. Baatava para comprehen
estudar desapaixouadam-nte o estado das
1-, com 03 grandes gastoa a cora aa diffieul-
dadea internaciouaea inherentes ao mesmo. Hi
dias bou'' initiv) para acreditar que iaio diasol-
ver se aa foreaa de Arredondo ; mas deu-se o con-
trario, vis- j qne aqn lias forcas paasaram para o
territorio da re ublica.
Nao se t'nta que clvidcmos a prohibicao, im-
:'i inipri n a, de dar noticias da revolucao.
Por otro lado nao poieriamos dar nenhuma outra
a'ein das que sSo do dominio publico, perqua nao
a temos.
Mas depo. de ter-se real isa do a nvasao, sen
limos a necessid de, antes de eacrever sobre ostros
; [i- ig, de di in lastrar que nao somos n-m pe
dimes si r ndiff rentes s de-gracas do paiz ; e
aneramoa por sao nwcmo unir nossa voz .s voz'g
dos diarit'S que as laincntam e que fazein votos
para qne tanham prom.it> termo.
O general Taj^a, c.m su.is forjas, parti logo
1111 diree^io a Gunvig, deixando em Arapy 80O
bomei s. O coronel Villar, nome ido chele da van-
guarda do exereito em operacocs, parti para o
o ponto onde consta va achar se Arredondo. As
canhoneir is General Florese General Snarez rece-
bt ram orcem de estacionar entre Salto e Paysan
d
Ao inspector general de armes a presentaran--se
vari.3 ebefea e offieiaes parr off-recer os seas ser-
vicios
A impnnsa de Moutevido, con excepoio dos
daarios adbesos ao governo, tendo recebido or
d m de n?o dar noticias da guerra aenao as com-
miiniciidae officialu ente, resolveu nao publicar no-
ticia s iein de urna, nem de outra parte.
La Nacin, (Aba. governista, publicou no dia 1
do corrent o telegramma seguinte di.igido a 31
dbpassado pelo geneial Tajes: Pr.ivavelmente
a hora em que te escrevo este telegramraa ests
para firir tina batalha decisiva contra -s f revolucioniiriaj. Entre os inimigos mercenarios
na mea paite, inclusive o que oa commmda, hi ao
emtanto m utos j.vens orienta's que engalos
pur sua in< x eriencia eugrossaram as filciras do
traidor -s pi.tria e que talvtz nito tenhan po-
dido desertar, depeaa de terem rfleclido sobre o
patso (. ue leram. Tal vez neasa mocidade haja
grandes esperanas da patria. Vencamol-a ; ven
cda, porui, salveraol-a, que o aangue dos orieu-
taes precioso de mais para ser derramado por
s"us irmoi.
O que por desgraca j tiver corrido caa so-
bre cabera dos assassinos, daquelli-s que para
satisfaz r tmbieaea peasoaes nao se ontentaram
de conprar trahidores em paiz estrangeiro, mas
vieran- arr: ncar dos nossos lares a oaperanca e a
alegria.
B' commenda mu particularmente a todas as
torcas quo t.-nhain nt maior consideraco a nossa
mocidade. Que o grito sou oriental, seja unu.
couraca invulnerav para o que repet I-o.
O general Tajes dirigi na mearaa data ao ge-
neral gante a o seguinte : Puntos de Soto.
Est Cbmpl :tamente derrotado o exercito revolu
cionario, miutos mirtos e mais de 400 prisioneros,
entre oa qu es o ex-tenente-general Castro e mu-
tos cheles e officiaes. Esto Gil, Ltfiraei e ou-
tros. Turnamos grande porclo de armamento e
mumeoes. Arredondo retira-se sd com urna par-
tid*. Vai p-reeguido por muitas forcas. Nossas
perdas pone s. Felicito a V. Exe. e ao paiz.
O mesmo diario publicou no da 2 oa segua-
tes :
O ganan-a I Tajea ao general obefe, tuntas
ie Soto, 1 de Abril de 1886. Como dale a S. Exe.
em incu tel grainrao da liont in. a Serrota to ctan-
. o a diap r,-o gerai, 1 is 11 campo nii 1 sabio
uiii rde 50 llenis. Fi-ic.c.1 10'i por es-
I 11 iro'e, as divino-3 do 'avillana, para perse-
gnirein us diapersi.
n T'inaiam ae istiro banl-ina, grande quau-
i i.i le de arra iinrato e miiiivo-'s. cairos e baga-
ge ua.
Calculo que deisarain no ca.upo mais de 200
m irtos. Os prisi ouur 13 j exoedem de 600. p-
portuoamente raaudare pacte dctulhida.
O oomma idanto Francisco Audreu diriga
da Payaand m 1 (1j corri-n"" ao general ch-lo o
- janease telearamma :
Tenhoa honra e ao ni smo terapo a satistacAo
d levar ao o mlioeiinento de V. Exe. que ueste rao-
innato, 6 horas da tarde, acabo de roeeber com-
inuuteacao do exereito do norte, do chele < de de
tabe, o cxonel Ceedova,d quo bwatem 4 1 hora
la taric o valente c r inel Villar, ebefe da van
guarda, oft'er cea e abite com o 1* de eavallaria,
o 1 de intantjiia e parte da divisan Tiqmrem-
b' te ex'rcitode Arredondo e a-tr 1, indo eia se-
guida em proteeeS 1 o coronel Cordova, cora u na
pega de artllharia. Peuco depois de coinccar o
c ra'iate, priiicipiou a retirada do inimigo, e ovil
ouvio o fogo da artllharia pz-se n 1 mais vcrgi-
i.hosa fuga, taan to-se-lhe 50) prisioneros, 1 lo
0 p irquj e armara uto, tendo ellea miia de 500
flidos. A derrota foi to completa que a revolu-
cao aeabou com este priraeiro encontr. Ua ca
becilhas Arredrado, Halvanach, Luiz Lpez J-m-
regnl a ontroa \'j fagodo, cend tenaamente pr
seguid is, e h 1 milita proUibilid do de cahircm
in pode, d-; nossaa forcas. Por noasa Parte te-
mos a lain 'nt r algumas perda, em numero, po-
rn, muito inferiar s do iiiimig Envo a V.
Exe us minhas mais ar lentes felicita.'ii'js pelo
glorioso triuranho obtiJo pelo nosso ctercit), pela
bravura e disciplina dos aona s >1 linios, devida
aoa constantes desvolos de V. Exe, quera se
devo o trimrpho obtido.
Ksste m m^nto mando c dorir todos os pasaos
e pi vidas do Da na 11 para aprisionar tod >8 oa da-
p rsos qu 1 veoliara rugiodo pan este.j lados, e
eatando intorrompida a liaba telegraphea, mando
por vapor expresao este telegramma para ser
traosraittiilo a V. Exe. na 2 eatacjio habilitada.
Pelo primeiri v.ipor detalbes.
O official Bovca coinraunie >u pelo telegra-
ph 1 do Rio Grande, era 2 do Barrante, ao general
Santos .0 segrate :
Coronel Escobar coramuniea-rae noite ter
derrotada o gr:ipo revoltosi commandado por
Vlart uez, filli 1 desfe pnsioneiro, Btrido grave-
mente. Tom ou lhe toda a cava hada e ca cala
os raortoa era nuin ri de 100. O encontr foi em
Berro Altobarra S. Luiz.
\ cantar 1 dos senadoro resolven dirigir uraa
nota ao poder .xecutvo pedindo-lbe que agrade
cecee no exereito a sin cooperacito no trinmpho
obti io, n logo dep lis adoptou dous proje;toa de
1 i elevando :i cathegoria d' capao general o te-
n-nte-general I). Maxim 1 Santos o proraovrado a
tenente-gineral o general D. Mximo fajes
A cmara los representantes approvou os pro-
jeet s adoptados pelo senado e resolveu dirigir
notas de agradecim'nta ae t'-ncnte-general Sautos,
ao general Tajes e ao exercito.
iti irande (la Nal
Datas at l de Abril ;
A divisi de observaca 1 miniada crear
neata provincia pora/iao do Ministerio da Gu'.'rra
1. 18 do pissado flj m assim organisad> :
Comraandante, o brigadeiro Joao .Antonio de
Oliveir* Valporto.
Brigada de cavallaria, compost-i dos 2o, 4o e 5o
regiroentos, que continuarlo no servico em que se
acbam as linhaa divaoria?, e commandada pelo
brieadeiro Justmiano Sabino da Bocha.
Brigada de infaiitaria, compoita dos batalhSes
4o, 6' e 18-, acampad is n.s proximidades de Ale
$retf, continan! 1 o 6- em Uruguayana, pilo bri
gadeiro Jos Lope de Olveira.
Duas bateras do 1 rcgmedto de artilharia a
cavallo.
O 3- batalhJo continuar em Jaguar) c o 12
acampar em Bag, sob as ordeas dos respectivos
corara ni .lames de fronteira.
Os d. mais cor pos nSo mencionados devero es-
tar promptoa ao prmeiro aviso
O coronei Crlo3 Machado de Bittencourt aaau
mira o commando da fronteira de Hant'An a.
O brigadeiro honorario Baril > de Itaquy, com
mandara interintra"nte a de Bag, por achar-se
na capital o brigadeiro graduado Carlos Reain,
presidiado o conseibo de guerra-
Era Sant'Auna do Ligamento chegara a noticia
de ter sido preso em Urugaayana o general ar-
gentino Lop s Jordio q'W ia ser remettdo para
S. Gabriel, sendo taiabjia alli presos e conduzidos
ai quartel do 4 regiment para serem internados
conformo ordem superiores Horacio Beyer e Bar-
reira por an larera conspirando contra o governo
oriental.
Seguio d'alli um 1 escolta do 4o regiment, com -
mandada pelo tuente Vctor Neves, com o fim di
preoder ao ebef" rwvoluciooaro Lioo Arroyo que,
com cerca de 50 ho aens permaaece p^las imrae-
diacoea entre Upamaroty e Ponch.- Verde.
Oa jornaes do Rio Grande transcrevi m dos do
Estado Oriental as noticias dos atc> n cados plas forcas do governo contra subditos bra-
sileiros, de cujas estancias tein arrebanhado t ala
acavalliada e morto grande numero de re zea
A canhoneir* Vidal de Negreiros foi para a
barra do Q larahy onde estacionar para garantir
os interessea braaileiros.
A assembla provincial mandou publicar a
1-i d f >rca policial visto ter passado depois da de-
nefTHcaoda sanceo por 19 contra 4.
Foi absolvido pela assembla ptovincial o juz
de direito da comarca io Rio Grande Dr. Hono-
rio Teixera Coimbra
Diz ura jornal de Bag :
Chegou ao nosso couheciraento que no dia 18
ou 19 d 1 corrente foi preso e saqueado por forcaa
do giverno, c muan dadas por nm tal Manoel
Oriental, o Sr. Segundo Vigil, cidado hespanhol,
aqu easa lo e residente ha mais d 40 anuos.
' O Sr Segundo vinha do centro da Repblica
Oriental, ej p-rto da linha foi preso na carpn-
taria e ahi depenado do dinheiro e outros objectos,
dando gracaa a .us ter escaptdo com vida.
Diz c Commerciol que em Santa Victoria est
grassando com carcter epidmico, a tetrtvel en
tenuidad- denominada ?rupJque j tem ceifa-
do nao s a algumas criancaa, como tambem pea-
soas adultas.
De Sant'Auna do Livramento partiram para a
capital da provincia os 'rs. Horacio Rejes e Pe-
dro Barreira, officiaes orientaes que vo ser inter-
na los.
Acompanha-os urna escolta do 4 regiment.
Foi pronunciado no ort 193 do coligo criminal
o Sr. Manoel Luiz Osorio Judior.
Assumira o exeroicio do cargo de juiz de di-
reito da comar.-a do B10 Grande, o Dr. Honorio
Teixera Coimbra.
Em Pelotas, tendo Ido Jos Gon^alves Mendes,
capataz do Vieconde da Ciiaea. cobrar a importan
ca de um cavalio a David de tal, de nacionali-
dade a'l ana, responden lhe este que nao llie pa
gava, nem to poueo entregava o cavallo, e por
isso poda fazer valer seus direitos.
Redarguo lhe o Sr Mendes, que am tal caso ia
eointituil o seu herdeiro, e por isso poda desde j
apossar-se do cavallo.
David ineommoda-se com a pilheria e corre a
procurar urna pistola, arremetiendo com ella con-
tra o Sr. Mendes, no momento em que este moa
tav.i.
O individuo Roque, tambem de nacionalidade
al lema, interpoudo se entilo aos dous contendores,
o fez em tao mi oceasio, que reeebeu um feri-
nent 1 grave na venlha direita.
Das Dores de Camaqu un, no dia 14 domez pro-
timo find), s 1 hmdo o tazeudeiro Josephino Baptista
de Oarvalho de sua casa de residencia na costa do
irnio denominaaoArac--para presenciar urnas
'-orridas da cavallos, arrombarm-lhe a gaveta de
urna comino la e roubaram lhe quantia superior a
12:(X)0J em dinheiro e obras de ouro e prata cal-
ciliada em 2-OOOiOOO
Estavam presos tres individuos por baver indi-
cios contra elles.
A a'faadega'rendeu no mez passado.......
'18:534*288, e a mesa de reodas 22:894*162, na
primeira o rendimento foi de mais 49:926*985,
que em igual mez no anno passado, e na segunda
meaos 7:2J111.
Paran
Datas at 31 de Margo :
Fea publicado o reguiamento para a bibliotheea
publica ltimamente rastallada, e qual tem sido
tatos donativos em livroa e em dinneiro.
No dia 29 partiram para o interior o presi-
dente da piovincia e o chefe de polica com desti-
no a Guarapuava, Castro, Pouta-Grossa e outros
pontee.
O Sr. Pascboal Marcjues acaba de descolorir
um bello marmorepreto (diana) e outro pardacen-
to cora raauchas verles (brandilk<) ni catniuhi do
Assuoguy, nt Rieinhi a no Pili'.
Ein Paranagui, grag*s aos esforr; is do Sr. Jos
Pinto de Araorun, que tem euipr.-gado estes lti-
mos anuos de vida na descob'rt* dos verdide'ros
autores da morte de sua escrava Chriatiua. pela
qua soffrra injusta imputac 1, asaban de ser
denunciados ao tribunal datpntente, oom > aut oes
daquelle nefando crime, o portugu z Joaquim
Duar'e da Silva Calalo e seu filio I laquim Daar-
te da Silva Callado Ju-iior
Falleccram ua capital a porteiro la camtra rau-
uicipal, Felippo Aut'iiio Gmgalv-a e Miria Tra
mujas.
nauta Catliariaa
Datas at 3 de Abril:
O Lugeano de 12, uotieia t-r sido victiim da in
revoltau'o atteatadOi n* prisa 1 onde ae acha, o
Sr. tErnesto Galudo de Moiira Ltacrda, sibre
tptoiu ura vulto disparara, u pregando-se no eoleho 03 prejectis.
Fallecaram : na capital, o 11 igoei inte e proprie
tari 1, Carailo Jos de Ab-eu, e na Lagun, Mara
os da Conc ic Pratea.
11111 a Cora:'*
Datas al 8 d- Abril:
O promotor publico de S J i.io de JO'- ri >i den
dennnei 1 a mtra n big tm 1 Ja i) August > Saralva
l'iiiheiri. qne fdra preso neata edrte, reqnisitando
a remes-a I i para aquella eda te, p ra M i r
proeessar, por ter si .0 all o loro di delcto, e o
nico qne ua queatio vertente prevalece para ser
inicia io o summario de culpa e julgamento do r"
perantc o j'iry
Na 11 nte de 18 do passado, no lugar denomina<
do Mengo, suburbios da cidade de S Joao Je Kl
li, fu aaaasinado cora um tirso nacional Da-
niel Jos Gout's. Aa suap-itia do criin'i logo re-
eahram em Maioel Joaquim da Costa Severo e
sena filiios.
O Rio Doce da Po ota Nova refere o segurare :
l'.-tan lo dentro de aen neg >cio o rapiz d
noin Bamiro, noaab'raos cora qne pretexto, oa
Sra. delegados deram ordem s pravas para pren-
il r ip Runiro ; as raesmas iiicontiuente dirigiram
se para o n -g leio de 8r, I) mingos e prend rapaz, que se acha va sentado jant 1 ao balea 1 )
Sr. Domingos p"dio s pracas que esp> ransom o
rapaz sabir le seu negocio para prendel -o Foi
baatante late pira que os Sra. delegados daesem
VOZ de prisa i ao Sr. Domingos, o qual recnsea
entregar re, porque estava dentro da seu estaba-
titielliilo, de todos os papis pertencentes
ao 2* eartorio.
O referido Sunpaio Netti recusou-sn a
dar cumpriiueato portara, pelo qua a
ni nioa autoridad' fez b.aix*r nova port*-
ria, na qual orieaav.i aos offi iacs do Jus-
tina que clF. tu isse a prieao do 2o tab-l-
liilo o arrombass un o eartorio, se o~ex ser-
veutuarl' contiuuasso a desobideoer or-
dem legal.
A' vista 'a attitu le Rnrgiea e perfeita-
'nente -orreta do r. juiz de direito 2o
substituto, o ez-tab'dlido Jos Victorino
ntreg >u to los os papis existentes no seu
eartorio.
O Hr. capitao Jos Quirino de Olveira,
ab istado ftzendeiro residente em Bom Su -
ce8so, segua, em dias do mez p tusado, a
avallo p-li "Strada de sua fazen la, levan
do comsigu qaanta superior u 12:00;)00 A'i chgf 1 'troti'c 'I1' uu ('.ipil de mi
tierral, disparami sobro elle un tiro,
feria I 1-0 no p'-s-oc.
O Sr. cipitai Quirini esporiou o animal
que parti -i tidt a uril.i, cooseguindo es-
capar silln doa criminosos.
As su-p a ia io i.-ri u r abena sobr-
oua iu.livid'iis ana est'io presos em B-im-
BU HHMO.
Sogu:r un no lia-30 do ti z proxuDO fia-
do, par 6 J fi lo Ki' Paordo, 10 Meya-
da coiiipanliii' do corpo policial p-;riuan'}ns
te 'estii'la em Campias.
hsta t'H\a s'guia ptra aquella loualida-
I por ardas) do Dr. delegado deata sapi
tal, oii' aclia-sc intcrinaiUi'nt", na che-
ti. de poli ia, eon o fi n de reatebelaeer a
orlen iterada en 8. a do Kio Pardo.
O Dr chee de polxia que a :liava-se em
S. Joilo da Boa Vista rc-ebeu, por tale-
grainma, co nmmiicayao da in lilil miM
A orlen fii alterada p-io vigari > de S.
leciraento e ni) tmha coutmetti lo crim; ; os 10I Jos lo R'O Pardo, qu frent.' do gnu
(lidos a nada attenderam e. a majdadodaa auti {,],. Bnaaaa <\- povo, o.npis:. m Baior par
ri'lades, saltaram o balean e perseguiraut o Sr. i f .-.
p__j_1_ _____________!____.. j?___i. ji.i te de estraug-iris, t"i a ralea no intuito
Domingos, que procurava livrar-se da sralti d'el-
les p lo interior de sua cas', arrorabnido portas.
e es"ond rado-se o Sr. Domingos ni quarto de un
portugus, de l f >i tirado ; e, segundo diz o
preso, receben nessa oceasio diversas prancha-
las. talas pc!o3 Srs. mant ncdore da ordem pu-
blica, qne ae leh ivam armidoad' lefl's e revol-
v ira !)
Accrescenta a mearan tolhs ojne o negociant
f> alge nado osteve preso quatao Jias sera for-
mneS i da culpa.
:S i eaaa di neg ci ficou ab indinada, sendo
depois leeaeda e lacradas as portaa pelo delega I .
que lavron termo de arrunbi-nento.
A reqnerim*nt do advegado, Sr. An' nu i Mar-
tina FeT'-ia da Silva, o juiz inuuijiual proceleu
ao termo de arrombamento da easa de negocio e
m'erior. c in todas as forinad >dc< da lei.
Era Catagnaiea, na casa do Sr. Franciso Ni
gueira d G iraa, dense ha das o caso de um ou-
venenamento por uraa escrava ; na do Sr. Carai-
lo Rodriga-s de Lellis, seis pesaoas forant enve-
nenadas com mei curio por ura i escrava que se
acha va na casa c que de propriedade dt conego
Rocha Nun.-s.
A escrava foi presa e est em andamento o res-
pectivo inquerito.
Na estacao de Siairab Antonio Mendes Peri-
goso. ei-erapregada de Teu.'irinha, asa lasinou a
punhiiladas Esteva", cauurada de ro^a e sou
visinho, quando este, que havia sido amoscado
por M-ndes, penetrava em seu domicilio de volta
de Catagu izes, aonde fra pelr garantas au-
toridade.
O cidadSo Belisario Ferrcira, que tivera scien-
ca ia ameaca de Mendes, organisou urna escolta
para evitar a consummacao do crime, e dirigi se
ao lugar, mas uf -lizurmte chegou depois que elle
j estava consummado, consegualo smente pren-
der o assa83ao que havia. partido para a casa de
seu patrio, de quem tentava, por meio de amen-
cas, extorquir dinheiro para a fuga.
Foi aceita psla Cantara Municipal de Juiz
de Fora a proposta de Alolpln Wurtbam para a
tlluminacio da cidade a gaz corrente.
Na freguezia do Car. i o da Escaramuza a lagar-
ta tem estragado completamente os pastos de va-
ras fazendas.
Na tarde de 25 desabou sobre a cidade de
Poraba urna forte chuva de pedrss, algumaa do
tainaiilio de ura ovo de p.rafia e que causn gran-
de estrago n-as plantazes.
Juot i estadio da cidade i i Leopoldina esta >
em comecj as obras para o estabelecimento de ura
eng -nho central
Era ltajub teem-sc dado ltimamente maitos
casos de febres palustres, tendo a aturada secca,
principalmente no mez de Janeiro, causado gran-
de prejuizo s plantaces.
Na Caupanha os estragos estendem-se por
quasi toda a regio, havendo muitas fazendas em
que nao ti cot neuhum pasto para os animaes.
O Baepquiyano publica o seguinte :
Escrevi-m-uos da Bocaina, municipio de Ayu-
ruoca :
t Communico lhe que no lugar deuomnado
Matta. distante desta freguezia -nu legua, mais
ou menos, deu-se um tacto horroroso.
Moravam nesse lugar, era urna pequea casa
cob rta de cap n e com paredes da esteira, dous
pobres e honrados velhoa, Custodio, de 60 anuos
de idade, o sua mulher Hyppolifa, de 60, mais ou
menos.
Na manha do dia 7 do corrente, passando por
alli un. individuo, morador daquella visinhanca.
noten qne a casinba de Custodio esteva interna-
mente queimada, e approximando-se, vio que a
pobre casa ainda ardia em chammas !
i Foi entao que elle v, io apressadaraente pro-
curar o subdelegado, para lhe dar parte do que,
com h irror, havia visto.
Correndo pela freguezia tao lamentavel n ti-
ca, muitas pessoas se apressaram em acompanhar
o Sr. Jos Ignacio ae lugar do incendio, mas,
quando l chegirara, j os infe.izea estavam in-
teiramcnte reduzidos a cinzas :
i A posicao destas cinzas, conforme affirnam
todas aa pessoas que l foram, mostrava com mu
ta evidencia que os dous estavam deitados em sua
cama, e que nenhuma luta houvera entre os velhos
e o fogo, como se depreheude.
Esta circumstancia, alias de grande impor-
tancia, ten causado desconfianza g ral ; e a opi-
nio publica nesta feguezia que o pobre casal
fosse brbaramente assassinado, pois que, j ra
poca remota, foram victimas da mesma malva-
deza, s -ndo atis felizes desta vez, nao s porque
se achavam ausentes, como tambem porque o fog >,
que foi posto com urna taquara, apagou se por
casualidade.
" Hyppolita en unta mulher gorda, robusta e
muito laboriosa, e Custodio, apezar de sua idade
avancada, muito ajudava ua mulher as planta-
cues de milho, teijo, etc.
E'am estimados de muitas pessoas da fre-
guezia, as quaes souber^m prantear a infe.iz soi"
t< qne ellea tiv-.-ram
A autoridade procedeu ao auto do corpo de
delcto e prt'Segne em averiguacoes.
s. Paulo
Datas at 9 de Abril :
Na madrugada de 2 do passado foi as
assassinado, quando descia em urna canoa
o rio Parahyba, Jos Antonio da Luz, por
Francisco Luiz Damaseeno e seu irmao Jo
s Luiz Damaseeno, os quaes sobre elle
dispararan! tres tiros de garrucha e ainda
ferrara no coiu diversos golpes de foioe.
O cadver do infeliz foi atipado ao rio e
os assassinos evadiram-so.
Tendo o Sr. senador presidente da pro
vincia offieiado ao Dr. juiz de direito de
Arcas que pozesse em execuyao a lei n.
13 de 8 de Marco de 1882, que supprime
a lei n. 6, de 14 de Abril de 1>80, a qual
creou naquelle termo um 2* offi-io de ta
belliSo do publico, judicial e notas e escri-
vlo do civel, foi plo Dr- Arthur de Avila
Rebousas, juiz de direito 2o substituto, ex-
pedida portara ordenando aa 2o tabellio
Jos Victorino de Sampaio Netto que no
prazo de 48 horas, uzease entrega ao Io
le retirar alli, i'H-o.i, un a lividui que
arria sido preso por oferto e auar js ar
mado.
a guarda ra cvloia cumprio o seu dever
rep'llinlo .> Bacerdote turbulento e os seus
ap'inigu idos.
A' vista da attilu 1' ''a fTft publi a
rigir i.u-se f-lies c isa do subd degado de
polica, arronabarana a porta o obrgiram
aquolla autoridade a pasear airar le soltu-
ra a t'ovor do preso
O snbielegado trigid-se ao delgalo di
poliia de C.is.i Branca e, por offi io, ao
Dr obete de polioia pediado provi tencias,
qui fora n iinmediatiinat; tonadas. Se-
guio a forja de Campias s 9 l[4 horas d..
manha para Casa Branca e d'alli para a
villa de S. J do Rio Pardo.
Consta que a cmara municipal do Cam-
pias vai enviar una representajao As-
semla Provincial pelrndo pue seja votada
u na verba para a constru-jilo d-i um edi-
ficio, onle p.issa funecionar o tribunal do
jury e onde so dm audiencias e se eff-jc-
tuem os lemais trabillios do foro.
Os presos da caieia de Jaboticabal, no
dia 17 do mez rindo por occasilo de se
fazer a liiopoza, tentaram-se evadir-so.
Armados de ca;etos, aggrediram as pra-
jas do destacamento.
Hiuoe lu:ta, da qual resultaram feri
raen tos l*ve3 de parte a parte.
O delgalo de polica ia villa de Indaia-
tuba, Sr. Antonio G onjilves Ribeiro, rece-
beu no domingo, s 5 horas e 50 minutos
da tarde, um telegramraa do Rio das Pe-
dras, transmittido pelo coronel Car!os Bu-
telho, co nraunicando terem fgido s 10
horas da man lia daquelle da 18 escravos,
quo eguiram pelo carainao de Cipivary.
O Sr. Ribeiro, re;eiando algara ataque
villa reuni 15 paisinos rmalos e fez ron
dar as ras toda a noite.
No dia 3, a noite, chegou capital
o Sr. consellieiro J tilo Alfredo, da viag^ra
que fiz"ra ao intjrior da provincia, tendo
visitado Campias, Mogy-uirim, S. Joilo
da Boa Visti, Pojos do Cal las, Ribera,
Preto, Ponte Nova sobre o rio Hard i, e na
volta o Amparo.
Nos Pojos de Cildaj o presidente esteva
ura dia, t-ndo ensejo de admirar as obras
e bellezas nataraes do ranal di Mogyana
queconduz aquellas alturas o pittoroscas
paragens.
Di Casa Brinca a Rib?irao Preto at s
margena do rio Pardo, S. Exe. percorreu
o mun lo da trra roxa, a zona fabulosa e
riquissiraa que por si s collona aprovin:ia
de S. Paulo om con lijas nica e exe p
cional como futuro agrisola.
Ni extrjmo desse perjurso visitou o Sr.
presidente a ponte nova qus a coaipanha
Mogyaaa est acabando de construir so-
bre o rio Parlo, abrin lo por ahi paeaageni
para o sou prolongamento pura Uu.rab.
Tratase de funlar em Campias um
asylo para meninas orphSs desvalidas.
Nj da 31 do passado, raeia noite,
oahio na Salto do I' urna grande tempes-
tad". Consta qu", causou imiucusos estra-
gos, chegando o rio Jundiahy, a transbor-
dar, alagan lo a freguezia, so'rendo a es-
tacao muito, a ponti do telegrapho nao po
der trabalhnr.
L-se n i Oazf.la de Cap'vary :
Como diss unos entrou era aova e aus-
piciosa phuse a empreza do Engenhi C >n-
tral.
Liquidada a S. Central Sugar Facto
ry of Brasil, Limite-I, iocorporou-se nova
compinhia oora a s le nesta cda le.
Toraou a si o engenho e to los os ac
e--83 >rios. Nomeou a sua directora, con
stitui la pelos Srs Dr. Albino, presi leu
te, Henrique Wbite, gerente: GeorgeWlii-
te, provisoriamente era Lindns.
I'iiga as dividas da companbia com ra-
teio
J estao eneoraraendada8 algumas ma-
chinas, e tratara de levantar os edificios
necoBsarios para a d -stillajao. E', pois,
quasi corto que esse anno havr moag-m.
Conforme noticia a l'rovincia de S.
Paulo, parti no nia 8 para Piraoioapt,
eiu trera especial, o Sr. senador Joao Al-
fredo, presidente da provincia.
S. Exe. visitar algumas cidades do in
terior no seu regresso capital.
Em Taubat foram libertados 2S capti-
vos, etn virtude da nov lei.
Em Xiririca turara igualmente libertados
-1 es -ravos maiores de 60annos.
A' primeira vista, a questito pareoe dif-
ficil. E' todava possivel, quauto a nos,
imaginar um raeio pelo qual pudease rea-
lisar-se isso. As cores, consi eradas obje-
itivaraente, consistera em onfas ethereas
com difFerantes grjs ae vibraj5 is. Para
olbos desprovidos do sentido da cor, todas
essas ondas estabeleceriam cortamente a
mes na especie le aejao a toda8 as extre-
midades nervoaat e produziriam, por coa-
seguinte, exactamente as mesmas sensa-
c3.'s giris. Si em certos olbos houvesse
a mais ieve tendencia para algunas das
extremidades nervosas, em corresponder
especialmente s oscillajoes de ordem par-
ticular, -quando outras extremidades cor-
resp ni'lesse n antes a os "illajSes de ordem
differente, haveria ento uraa primeira ba-
se para a evolujo de sensajao, ou, rae-
lhor, de ura sentido da cor. So essa di-
versidade de acjo as extremidades ner-
vosas nao fossem de nenhuma utilidade
para o animal, nao jria mais longe, pela
rhzilo de quo os individuos que a possuis-
s-in nao seriara mais favorecidos que os
que d-lla fossem privados. Mas, si che-
gaaaem a sor til, como sera indubitavel-
tn'-nte para os insectos que frequentara as
flores, a sdeccao natural garantira sua
sobreviven'ia e sin constante desenvolvi-
mcnto de gorajiio a gnrajao. Entre nos
lu ii ,i is, as pessoas arfo tadas de aehro-
raatopsia podoin cheg.-tr, com cudalo e
attenjao. a distinguir ligeiramente, entre
s cor-s qu\ a primeira vista, confunlam.
E, si se escolhesse, successivameiitc, em
urna raja que nao soubesse fazr a distin-
i;ao das cores, todos os individuos que ti-
vessem mais aptidao para essa distincjXo,
cvnsoguir-se-hia, sem duvida, pro luz ruin
sen ido p-rfeito da edr. E' isto justamen-
te o que a sale ij3 i uatur.il parece ter fei-
to en relaja o as abelhas e as borboletas.
Tolavia, pod:-sc diz-r tambem que os
insectos tinlitm tal vez o sentim-^nto da cor
antes de terera coraejado a frequentar as
flores, e que esse instincto os habilitara a
escollier, desde a origera, as flores mais
brilli.mtes. Sem dimite hypothese faria da
orig"m das bellas flores urna cousa muito
iu is simples. O q ie custa almittir, e
por pxcellenta razo. Antes da existencia
las li,--s, nao havia provavelmente nada
sobr > que os insectos podessem exercer al-
guma cousa como o sentido da cor. Ora,
sabido que nenhuma faculdade nasce ena
quanto au praticamento til a S"U' pos
suidores. Assitn, os animaes que vivera
s npr lix i los im-nutavelm me em un la-
gar escuroj-oais dc.senvolvem os olhos,
pelo f&io que os olhos Ibes serian) abso-
lutara-nte imitis ; e, mesmo os seres que
possue.n orgiios de visito, quando sao jo-
vens elivr:s p riera os assira que elngem
morada permanente e mmutavel. Do
m?8mo modo, a menos que os insectos
no tiveasera tiio alguraa cousa a ganhar
com a posse do instincto da cor, nao pode-
riam nunca possuir ura contra a eventua-
lidade da apparijao as flores de um ou
outro momento.
KiO (IC J aliene
Datas at 10 de Abril :
Constara aa principaes noticias da carta
do nosso correspondente publicada na ru-
brica Interior.
Sobre o Emprestimo interno escreveu
no dia 2 do corrente o Diario Official;
Em virtude de autorisajao do Exm.
Sr. conselbeiro ministro da faz -nd ', est
aberta no Banco do Brasil a subseripjSo
para um emprestimo de 50,000:0005 em
apolioes de 1:000(5 e 500i vencendo o juro
de 5 [0, pago3 semestralmente, a contar
do Io de Janeiro passado.
(( As condijoes da subscripjao sao as
seguintes :
Taxa de einisso, 95 Ij2 (0.
Pagamento em cdco prestajoes, a sa-
ber :
10[o no acto da subscripjlo ou
1 > [# em Io de Junho ou
20 [0 em 2 de Agosto ou
25 0|, em Io de Setembro ou
lOOOOO
15O0B0O
200^000
2505000
255^000
25,5 [0 era 3 de Novembro ou
Aos subscriptores de 5,000 apolices
far-se-ba a deduejao de 0,1 [0, aos de
10,000 a de 0 4 o, o a0s do 20,000 a da
0,8 V
Os subscriptores terao o direito de
sitiafazer antecipadaraente as entradas,
abonando-se-lhes o premio correspondente
a
fe
ao anno.
O pagamento podar st feito era moe-
da corrente, em bilhetcs do Thesouro e
em letras dos bancos de deposito, median-
te descont, quanlo qo esti/erem venci-
dos.
A subs irpgiio comejar a 2 do cor-
reut das 1 i s 3 horas da tarde, at 10
do corrente, quan lo ficar encerrada, si
antes nao houver sido preenebida. >
Lemos no Jorna' do Cominerdo de 2 :
Comraunicara nos da presi lencia do
conseibo de ministros ;
A invaso do listado Orien' Ai ha
muito esperada e afin.l levada a effeito
por forjas militares oorapostas de el
tos diversos, obriga o governo imperial a
tomar algumas med las de m -ra jirecaujilo
pira garanta da inviohibili.la 1 i do uosso
territorio, fcilmente accessivel.
a Nao ha, porra, receio de complica-
jSes internaeionaes.
Tem o governo imperial por principio
e por dever no iutervir as questdes dos
vizinhos, desde que ni off ndam os nossos
int-iresses essenciaes e a dgnidade nacio-
nal. Limitou-se por isso a guarnecer a
fronteira. a ordenar qui sejara desarmadas
e intrnalas, sen excopjlo, quaeequer
forjas que a transponhara, recommendan-
do que os sub litos brasil iros residentes
ni provin ;ia de S- Pe 1ro do Rio-Grande
do Sul e no Estado Oriental guardem en-
tre os contendores a mais stricta neutrali-
dade.
t Vice-consalado do Brasil.Salto, 12
de Marjo de 18S6. Para conhectnento
dos brasilciros residentes nos departamen-
tos do Salto e Artigas, e de ordem supe-
rior fajo saber que os que so considerarem
prejuuicados pelas exa-jo^s de gado vac-
i-um e, cavallar, exercidas polas forjas do
governo om campanha, devem, sem demo-
ra alguraa, apresentar-se neste vica-consu
lado com os documentos que lhes bajara
dado ou com justificativos em frraa dos
prejuizos soffridos em suas propriedadas.
< Estes justificativos pidera ser actas
levantadas ante os juizea de paz oa tonen-
tes alcaides, ou declaruj5es juradas de tras
vizinl.os proprietarios.
Outro sim, e para que os mesraos bra-
sileiros saibam at onde chegam seus os di-
reitos e deveree, em seguida transcrevo o
1 do art. 6 do tratado de navegajSo e
eomraercio de 12 de Outubro de 1851,
existente entre esta Repblica e o Brasil,
o qual diz :
< Quando poi urna extrema necessida-
de de guerra se dispuzer de alguraa por-

-


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.1
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r imam \
'iiii.




Diario de Pernaniniirr -Sahhado 17 de Abril de 1**8
immw
mmmm
3
ao de gado vaocum ou avallar- de su
proprieila l, o chefe ou governo que o fi-
zer entregara ao prupr otario, nesae mes
roo acto, inn documento fin que se deca
ri o uum-ro e qudiUde do que recebo,
e, vista deseo do -mueoto, s"r devida e
completamente indenjniaado. Firmino da
Silva Santos.
Tumbea farasa publicados os s.guintea
tel-grammaa dirig ios ao Governo :
Porto Al gf, d" Abril de 1886.En
tahgt mu 111 de noartens, li ij recebido, par-
ticip i o n;irechal D-ohro, qu> se acha
em Sin! Aun* do Livrainento, que acaba
de reeeber eotisfansaeaeta do cninmandante
da Coclilh* Negra, ques 3 horas la tarle
se Iba apreswtttaram g-n ral Arredondo,
cor.in-is-av.inha lduard i Vasques, Hen-
rique de Oveira, t-u -ntes coronis Dioni-
sio Barbosa, Jos Murte e Calado, Lau
deriuo Cortea, Gervasio borgonlia, Mar
tinino Silva o majorca Romo Martirana,
Eleuterio Vellos, Dr. Sebaotiao Ferroira,
(X ti vio Rnuires e muitos offieiaes subal
t-. mos e cerca de 00 hoiuens. Accrescen
tu que f z seguir o major do regiment com
forya suficiente p ira conduzl-os aquella
cidale. Vou providenciar para que as
principan cabeilhas sejam internadas para
esta capital. Htnriqm Pereira de Lacena
Porto-AK-gre, 5 de Abril. O mareehal
de campo Deodoro da Fonsoca envia o se-
guinto tclegramma: Che-g.trata em paz
Arredon lo, v.rios chelea 's 20j horneas.
Amana* s guiro Arredondo, e chefes :i)"ais
importajtcs para essa capital. Vou dis-
|j"i'-ar os subaltirnos e tropas. Pouco ar-
mamento foi re-olhido, porque aban lou i-
ratn quasi todo no campo de combato.
Consta que o general Castro se eva-
di e foi parar i Concordia.
Montevideo, ti .le Abril. -Grandes gru
pos do italianos em attitudo hostil, com
bandeira basteada, vc-un-se as ras, por
causa de um sub lito da MM nnr-ilo, qne
fura maltratado ao exoroito. Ha interven-
cao de tropa.
O general D. Mximo Santos foi Hornea-
do capitao-gcneral do exrcito (posto og>ra
creado), com.a pensao de 12,0)0 pesos,
sendo promovido o general Tajes a tenante-
genen-l.
Eis as noticias eommeretaes di ulti-
ma data :
Rio, 9 de Abril de 1886. -O mercado
de cambio abri boje com alta d-a Ifo d.
na taza sobre Lindtvs, 1-iptaado os ban-
cos a de l!) 5/8 *., ; foi esta a tuca ffi-
cial do dia.
As tab Has j Commeroial enodo Con
mercio, e as tasas no London B.nk e Eu-
glish Bank, sao as segttinb s :
Londres 19 5/8 d-, a yO d/v.
Paris 488 e 1S> rs. por fr., a DO d/v.
Hamburgo GOO rs. por na. a '.10 d/v.
Italia 494 e 491 rs. por lira, a 3 d/v.
Portugal 275 e 74 %, a 3 d/v.
Nova-York 2590 e #>80pordol,avista.
O movimento Jo da foi menos que rj-
gular sobre Lin Ires a 19 5/8 d., banca-
rio, a 19 14' 1G d.j caiza matriz, de ma-
ulla, e a 19 3/4 e l'j 7/8 d., contra ban
queiros, dcpois do meio-dia. O papel p.>r-
ticular foi negociado a 20 d.
Sobre Franca aacoa Be a 470 rs. part
i ul .r.
Na Bolsa o movimento foi raais que re-
gular.
Kkpii il< Santo
Datas al l d Abr.I :
;s'a nannl de 24 d Marco, em Ltango,
da freguezi.i de Cariaci a, ama lilha do
italiano Andr, -li esfatb-lecido mn ataa,
na taina do servio i domestico, approxintm
se com um tacho do urna i >ta de k' roaenc
e incenliando este ganhon-lbe figo as
roupas. O pai, vendo baldados tidos os
esforeos para extinguir o logo, agarrou a
pobre moga e a introduto em um pojo,
conseguind i assim apagar as cbaraiaas. A
infelic fallecen no dia 2ii.
A altan lega rendeu no inez de Marco
11:805*618.
Faeceram nacapit.l M .riaLeocadia R>-
drigues da Veiga, Maool da Penha Braga
e o antigo macnioiita Emiado Jos da
Costa.
Bnltia
Datas at 13 de Abnl :
No dia 3 abri se a Assemulca Provin-
cial com as solemnidadei do estylo, car
do assim constituida a mesa :
Presidente, o Sr. Olavo Gdos; 1." vice-
presidente, o Sr. Angelo Custodio, que
pedio dispensa, sendo o seu pedido retos-
tado unnimemente ; 2." vioe-presideute o
Sr. Filgu-ira; 3. o Sr. Lopes Rodri
gues.
Secretarios, ts Srs. Ar >ujo Bastos e Jos
Iguacio.
Ainda se davain cas >s de febro ama-
relia.
As deraars noticias sao de int rre-s
local.
IHTR1R
CorresponJeaeia do Diarlo de
Pernambuco
RIO DE JANEIRO coktk9 de Abril de
1886
Minio: O novo impr'Mim Mttruo. Cundigoes
com 'ue f/i reaNmda luirrvenfao do
Banco do Brazil. Q ^xas acerca do
modo da optrafo.epreciacao das apo
lices de 0 por cento. Jago na bolsa,
Plano da converso das apolicts segando
A Vanguarda. Os louvores e censaras
colhidos pelo Sr. ministro da fazenda.
Defeza da uperaco no Jornal do L'om-
mercio. -As tentativas dos gabinetes an
tenores. O edito supplementar aberto
pelo governoT-rmi.a<; do Estado Oriental Ue*peza que cUa ao*
impoz O desfaUpie d> theioureiro interi-
M do ^orreir da corte.
Apexar das d elann^ie >l i Paiz, tp para tauto
se lizia autoriaado, .ilnimudo que o Sr. mini-ir.
da ftzeuda nao tratava :e r-'i sar um (inpn-bti-
o interno, depoiadf, cun rec'onecida vanti^in,
haver levado efl'ei'.o o externo que etttllMliai :
o fiiet aj'.ba d mostrar '|iie ineili r infonaado*
andaviiia oa uue, como o Diario do Brazil, diziiin
qni" em a'.guui l'oush a eaae re pedo c gitava -.
Exc evitano), lalr.iait", levelat o seu plano
coiripleto.
EffeCtivair.ent-*, eorao ja Hhi sabido, realisou o
Sr. Belisario ura empiesmn de50 mil co..t*>s nn-
minics, por meio de euii=4o de plices d 1:0
e OUOfOOO T>, com jaiso de 5 por cont. A ope
raco nao foi feta directamente p 4o th "uro com
nenhum do estabelecimentos bmcmrios, neia c>m
um grupo de capitalU'a* i e par mao se prepa-
Foi della encarregado o Banoodo Braail. que,
lancou o emprstito na praca, convidando' por
annuncio quero qnizesae sobreacrever para elle,
mediante a cotidicdes declaradas, qnedwa :
10 "/o no acto da subsenpeao mi uufww.
. 15 /. em 1 de Ju:.ho mi IoOJOOO.
. 20 / em 2 de Agosto, ou ^O*^;
. 25 0/0 em 1 de Setembro, ou 2d0;.
. 25 5/.0 0/0 em 3 de Novembro, oa *
a Os swbicri jt iros terio o JiiiMta di satiifaser
an euipadaaente at entradas, aboaiMida-se-lb''S o
pr 'miocsneapon leu'.e, n* raza > de i)/0 a i auno.
i Aos 8ab-tcripiores d^ cinco mil apoliC'S se
tai i a duiiuccao fie 2/10 0/0 ; no* da dei mil a de
4/10 e as de vinte mil a d.^ 8/10.
' Op^gaineuti podar er futo "ni moed* cor-
rete ou em billietcs do thesouroe letras dos bn-
eos de deposito, mediante descont, quand uo es
tir-rein vencida-
liases 5/10 ligadoi a ultima prestnciio represaai -
tina cominUsSi do Baaao,pagu peloj aubicnp
t T3S, que rap irtir ein 250 coitos. O producto
qu : t in de fur recolhido ao thesouro, ju (aneado
iont Jeate, sera do 47,5tK> co.itoj dizia o aniiuu-
cio.
< A subjeripcao eoin.-?ir no dia 2 do correte,
das 11 at s 3 h iras da Urde, e outiuu ir at
o da 10, e antes nio ti ver sido preeuehida
Mas s 2 horas da Urda do primoiro da esta va
tomtdo todo c einprestim >.
Nao obsUuto a intcrv.ncao de Btnco do Bra-
zil, me einbora ligurassu co:no prepaati uo govsroo,
era uma garanta para o resultado desejado, bem
de ."erque umaooerasio dcsta ordem. com com
razio pondera o Paiz, nao seria arrise i la p-lo Sr.
ministro da fazenda se, eouhecendo JA as dis-
pojiocs dos Beos e dn varios eapiuliatas S.
Ble. na) estivesse eeguro do xito d'lla.
tntretauto, o Sr. Belisario tem sido censurado
pelo modo por que fui realisada o operaglo. Acbam
algnus que o governo em ves de recorrer a um
prp08t'> qu parece ter preriamento eombinido
com os seus apaniguados, devia abiir a subscrip-
ea> no thesouro, e, depij de cncerrala eU uo
praso (jue fosse fx ido, s-! i tomuia subscripta fos-
se sup-T or *o pedido, I'.zt um rateio pro urcio.
oal i importan- ia de cada uma das -inscripcoes'
Para ni i ter procedido pir esse mol de.e tf
tido S. Exe. inuito ooaa razOJS, e certo lerao ellas
dadis, wai j cam^am a ser pela imprensa, on-
de lem sido feta a censura, e com raaia largueza
sel-) nao no p irlameuto, ond-j a o?;racat ser a.-
tural e opp-irt'iuainente apreciada.
Por o.a nao foi publicada a lista dos subserip-
tore-. S-tbe se, porm, que s o Baneo Rural Hy-
p -iLecirio combinado com o Commercial, tommi
2o,D3() cont; ; o Bnco Industrial 1,000 contos, e
0 Visconde de PigeireJo, que representa o grupo
de capitalistas, 10,000 contos.
A ora emissao de p-)lices tfm cauaadu gran-
de depreci;ico as autigas de 6 "/o, e cstio dan-
do lugar a largo j'igo na bolsa, de tal modo qu,
t n o sido estas cotadas no dia 31 do passado a
1:074*, DO dia 2 do correte, em que teve lugar a
subierip^lo das novas apolic-'s, veuderam-se a
1:060* ; no dia 3, a 1:0504 ; no dia 5, a l:O40i :
e u dial!, regularan entre 1:020* e l:0!*. Em
cinco das um?. bnixa de 59 por apolicc. No da
9 mantiveram-se a 1:020*, ao pa3so qu as novas
ap lices de 5 /, no S'gun lo dia j estavam a !*8
e ch -garam a '.19 1/2, octando agora a 99.
Cera qoanto, parados que conhe :em os segredos
da bolsa, essa alca seja oais appari nte do qu--
real e deva ser atiribuida em grande parte a jigo
dos proprios tomadores de grande raassa de t .e-
apotieea, o acto m istra que nao ser cousa de
maior difficuldade a converso da divida interna,
de 6 "o para 3 /,. A Vanguarda, que emVor a nao
se inculque cenio orgao do partido conservador,
nem m sino como follia manirestam-'iire ministe-
rial, e smente cora> filiada escola conservadora,
mas que filia em certas questoes com ares da
quem goza de iutiini lade d<; Miembros do governo,
A Vanguarda, ai noticiar no dia 3 o resultado do
i mprettimo, disse que mostrando este de modo
mais positivo que o jar j de 5 /,, o typo legiti-
mo e conveniente para os ttulos da divida publi-
a, (.ol'a p g verno desas3ombradanente operar a
conversa i.
S i sen numero de Boata porm, adiimta mais
ulguma cousa, dando como ussentado no animo
governo o rescate das antigs apolles, e at de-
lineando o modo de opnral-o. O governo, diz ella
offerec i eos possaiderea das npolices de t "/
integral pajaawato d> capital e juros voneidos at
a data da eonversao. Aquelles portadores de apo
liees que pnferirem o juro de 5'/. ^0 embolso,
teceberiio o juro da t "o at o tira do anno, e des-
de issepr.izo era diante fica subentendido qu-
i Tcebema o juro de 5 %, mnsmo s ra substitui-
v'io il. titulo. No Banc lo Brasil teas o gover
uo. em dispo-iibiliJade, capites mis do que suf
fieientes para reahaar a ooaveraao. Esta operacao
ist aceita pelo publici, a querer que o governo
continu pagar t */a ao auno, quando tcm enor-
mes eapitaea sua tiispiai^q, ae-ito ou offereoi-
dos. 5 "/., at 4 1/2 e m-smo 4 %, realmente,
'lar jrovas de um egoismo anti-patritico. .Nin-
guein sinceramente desej ir que a nacao pague
inaia 2,000 contos por auno, em beneficio dos ca-
pitalistaa e detrimento dos coutribuintes.
EnlrcUnto, a oon/ertio, como de suppor, en-
c oitia muitos adversarios, que a cousideram, ora
como um attentado, ora como falta de f por parte
1 i :- iviii i, lembrando *s instituicoes pias, e; o;
plii.s e as e-.rperaroes qui; por forca de lei teem
empregadu s'i>s capitics em apolice?, garautindo
se-llies a renda de t ',',.
E aqu Kporta observar que A Vanguardj pa-
rece csijneeer que o empiestimo que acaba de a-r
realisado e do qual resultam caaes epitaes que o
"oVi rao t ni n i Banco do Brasil, d'-stinado
coaaolitlaeao da divida fluetuante, que ultiraa-
nwBta t-m tomado pNporces inquietadoras. A
mas-a de bilhetea do Thesouro, que atulb".vam
as enrteirai dos Baucos e cornara mi-sn.o por naos
de p.irticu!ares (e que agora deve ter lirainuido
n t tereni sido recebidos na primeara prestaeio)
era de cerca de 100,000 eout s, quantia de que s
a inetade p Miera agora ser resgtUd*. Una ou-
tra operacae, poi?, p 'rece necessaria para ubt
capitics que a medida reclama.
5 ja. ijrcm como for, o que de suppor que
o gcv -roo pensa em levar a cffeito a conversa >, on
dea-Je ja, ou mais tarde, aguardando a abertura do
par mieiit i que se approxima, para melhor se es
clarecer c firtalecer-se ora o debate que prova
velan nte 3 abrir sobre a r. enteopera', de une
-e p r ura lado elle t.m colinde louvores, tambcia
t m pelo outro recibido censuras. Kazem-n'o rea-
i'onsxvel pelo procedim-nto do Banco do Brasil,
que tendo tixado, naturalmente cora acc-rd de
qu- ii Ihe dea a incu-ubencia, o prtso de des dias
para a subseripcio, encerrou a antea de terminar-
se o primeiro di, e isto quando bavieta acc idido
pequeos capitalistas e possuidores de economas
que j fe haviam inscripto com cerca de l.OOC con
tos, mas que nao pjderam ser mais admttid"S por
que os protegidos do Banco, cora sciencia e
aequiesceocta do governo Jizem os cen.-ores
apo-iearam-se do i mprestimo, para dfpois exerce-
rcm a sua costumada agiotagem, (in prejuizodos
que dispond-i de poucos recursos, proeuram os
lun lo> pubios em que achara segura applic.icai.
A ventado, eotretanto, que esses que mais gri-
t m contra a agiotagem q je se est fazend), silo,
precisaioenie, os que, nao pudendo entrar no era-
preituno, para tarabem agiotaren, invejam os lu-'
ero- 01W us outros esto colh-ndj.
Qualquer que tosse o modas agendi de que se
ser-ioo Banco lo Brasil p.ra etlectuar a opere-
., le que e'le era iutennediario e garautidor, e
no ijual nao devia iutervir o g-vciu i ate tera ex-
plicaeao sat8faetora para o seu proced ment >
no Jornal do Commercio Je boje ja um communi-
eomeca a daj nos < a.laieeimentos.
. Consolidar a divi.la il r n inte observa I
cumprir o preceito legal que autonsou aConversio
do typ; das loolices foi a primeira pi-.-oecup lyao
d> Sr. ministro da fazenda ; para MtO realisou um
cmpreslimo externo S81 Londres i acaba de emit-
tir um einprestimo nacional neata pra^a. O i xito
d.-a ope'ac' tem produai-lo osmaB lisougeirus
resultados no estrangeire c o noss crdito re.ebeu
a mal3 sol. mne sagraco ; no interior n) poda
ser LS dimon-traii.a a coufiaiica.
A divida fluuuauto legada ao estado pela do-
rlnaeio liberal ase ii la a aerea de Uh),Oi) > contos
e uma vez que o ompr. timo x'erno nao la a mais
i'K)) contos, o ilustrado ministro -ecorreu ao
Sao tal uicional, pediu lo o que falUva para -om
ptetar aquella quantia a mais uma sobra que iber-
Og v rno .1" or alguin tempo concorror no
iner -ido Je cambio......
. Sao de h je a Idea de fazer um-v tal erais
sao O Sr. Paranago, depois el tf ctuadi o s.u
en reatimo externo, na ponda conseguir laucar
outro interno : o Sr. Dantas, e em seguida o Sr
Saraiva. trudu tentado igual operacao. nao .,bti-
ven.ra promesa de mais do 8 e rom gravosas
cnd.cea, o que fea desistir do seus propsitos.
O capital ah esta va, mas tii.ha r-pugnaucia oe
embarcar com o governo.
. O gabinete Cotegipe tem apunas ;Cte meses
Ift exuten-'a, rege-e por 'i.n oiv-nento que nao
ira.inz o B.u peaaacaeaM polise, luta aonant um
defidt de 36,000 contot, beranaa ,1a situacao libe-
ral, tem um decroscimento as rendas que \ t-
tiflg i a 16,000 coln. Sern*, apresenU-
ae na piav aaaa um omissopor typ) novo, oon-
segne o maia bri liante eneito !
Conhece perfrsitaineuw as circumsUnoi is do
Theaoore, e iniciar e realiaar uaia tal opencio
revela da parte do 8r. ministro da faaanda, leoi-
so, elevado crit-no e tino administrativo a er-
teito uto qu 1 S Exe. tem di impoitarite
rain i da a'lmini'i'icio que Ihe te confiado.
Beferind'-se a nterveoc) I Banco da Brasil,
pi-oiiral-i pel'i (fjver ro eo n o fim de neauteiar "s
interesse< aaesaasa e o malintre d^ crdito do
Estado los p rigos le um uperacSo mal BOCeedi
la, p^rgunta o rticuista :
Ei'ioii, .wrvcntnra, i. Ese., DW ur .ni 8 con-
seguiu.lo Jo 11 me i 'I > Brasil a isterui Ji into
n-goeio, radiante commiaso iosignifie inte, qttaai
irrisoria, .- '(unido este eonieiitio por grande pro
va de cufaiica no r.overno, toma a reapoosabiii
dad da sub ripcao? li neobum uaodo. [ni
lassa S. Kxe. o proe sso no Thesouro, a o r.-sn t al
eiia prob^emitico. N'eeta hypotaese'otainistre la
t'iZ'-n la, esp >nl i o er lit) um r ven, :i' ven-
en censuras raais aeres d que as que inju-taineii-
te Ihe sao laiicals boje.
A reserva qu o Sr. ministro lat.z oda
cmservar era Lmdr s para lib-rtar o Tu aro
por alrum tempo de c noerrer no m-rcado de cam-
bio, trar in) s um grande allivio a este, com'
poupar aquello et aei 1 n ,'asfos com differei.c .
de cainbi >, verba que uo ornamento do xercici >
passado figura com 5,142:911^772, e que foi in
sutficieute, como foi taastM n le 800:0091 U'Sti
nada a juro9 dos bdh'tes do Th-^ouro, cuja emis
sao toi calcilada eui 16,000:000$,mas clevou-ee a
86,000:0104; de modo que para aquella verba fo
rain BSeeaaarioa mais 1,S52:982776, e para esta
mais 1,478:563*912.
A t .talid.de d cedito ib rto de...........
3,610:2784434, entran lo ah tamb m 188:740* de
ommissoes e corretagens e 89:9824702 de juro-
do cofre dos orphaos. Para o servido de corarais
so-s havia sido votada a verba de 60:0004, in.s
n ao Banco (J imuwrcial, que fei o nico corrector
lo Thesouro durante o ministerio Dautas, pga
ram-S'J 238:7904980. Quor ist) dizer que deu-se
quelle B meo tolo esto dinbeiro, s pira elle ir
ios bancos uglezea tora ir saques por cunta do
Thesouro, quando isso podia ser fcito directamen-
te pJo thes ureiro geral, ou por empregado oor
tile rncarregado d'eaae servi?), sem nenbuma d.s-
peza, c >mo militas v-zes se fez >ob es ministerios
Z icbarias e Itaborahy. M .s, segundo dizem, uo
foi -i'i nente por este lado que aquelle B neo fez
li un negocio com o Thesouro ; ha outros di nao
soraeuos proveito.
Est finalmente terminad* a revolucao do
Estado Oriental, e por tanto, terminajos os cuida
dos e caulellaa que aquel!" movimento impunha ao
gi verno brasileiro.
Da despeza Je mais de duzentos contos. at
agora conhecida, com o movimento de forjas a
transportes de uus para outroj pontos, e compra
de cavalbada, fic.u-nos isto, que fe.izmeute foi
comprado por presos r-lativamcnte muito baixos e
veio t.'mpo, pois os nossos regimentos precisavam
d'"IU.
(Jessaram tarabem as queixas c iainentayocs de
alguus jorna"S d'aquella provincia, que recelando
que o oaovnento op-'rado no estado \isinhose es-
i n lesse at o uosso, previam as graules calami-
dades que haviam de cahir sobre o Uio Grande do
Sul, que sempre quera sotfre quando t.'inos guer-
ra exter or, dizem cll s. Entretanto, nao deixa de
ser V'r Jade que havia rauita gente Ili que fie >u
dcscouteute por ter a revolu^ao dos nossoa visi-
uhos acabalo to deprissa, ficando assim malogra-
d is as esperancas dos arranjoa para coutr -to3 de
fornecimentos com que li se tem feito fortuna,
alera dos distacameutos da guarda nacional, que
do b as vantagens de commanios de focas, cu
jo pret efectivo uao.correspjndc umitas veces ao
valor dos prets.
Um dos jo'na-s do dia noticia, que amente
ig ra foi que a eoraraisso ile examc do Correio
apreseutou o seu -elatorio, tendo, por fint, ooaae-
guido verificar que o alcance do thesoureiro aC-i-
rno do 140 contos c Untos. Mas, de quem ha d
o Thesouro havcl-03, se o horario nao tinha fiador?
l'ost scriptam.Acabo de ler no Diario do Bra-
sil, de h-je o seguinte :
Informa nos pessoa fidedigna que o Sr. mi-
nistro da fazenda pretende apresentar ao parla-
mento um projecto sobre finanzas, que far racliw-
rar o cambio, indubitavelmentc, desde logo.
Pirece-mc muita felicidade junta. Esperemos,
cntri t int i, a demora uo ser tonga.
^iiaMBCO
Assembla Proviacial
^JA Asscmbia Legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
Art. 1. A receita da provincia para ex rcieio
de 1886 a 1887 oreada em 3,777:147*640, de
segniute modo :
Exportarn
1. 3 0/0 sobre o assucar 38l:578190
| 2. 2 0/0 sobre o alg >do 38:3364810
S 3." Si*/1! aofire agurdente, al-
eo.le g.uebra 40:3984740
4. 20 0/0 sobre couros ver
des 43:8774'.(60
5.a 7 0/0 sobre duros seceos,
espichados c salgados !0:698-'t0
i." 3 0/0 subre sola e conros 4:777^270
5 7." t O/0 couros verJes, soc-
eos i'U espichados, sola e couri-
uhoa exportad is para outras pro-
vincias p"laa eolleetoriaa luiitro-
pbea 5244U.
8. 100 rs. por sacco de asqu-
ear esa tazeuda de qualquer pro-
cedencia e em barrica de niader
cstraugeira, que fr dtsembaracn. '
da ou despachada no Consulado
Pr,viu?ial, sendo 50 rs. quando
em 1/2 b irricaa e proporeionalmen-
te as subdivises destas ; mauti
da a iseu.o do 7 da lei n. 1S60
se a fabrica de riaco e tecido3
desta provincia r uunciar o privi-
legio exclusivo de que gosa 67:3794480
9." 100 ra. por couro proce-
dente de nutras provincias e que
for reembarcado 3:13242*lO
Consumo
10. 40 rs. por litro de vinho,
e 80 rs. por litro de aguardeute e
quaesquer b :bidas alcoolicos, sen-
do a cobran^i do imposto do vi-
nho feta son.ente fra do munici-
pio do Kecife 23:9404730
11. 34500 por cada rea aba-
tida nos inuuicipios da provincia 170.4924000
12. 20 por cento sobre ova-
I uo fumo, seus preparados de
produefo nacional inroduzidaa
para consumo, i'.K) re. por kilo de
fumo desliado ou picado, prepara-
do com picho, que vier de outras
provincias em latas, pacote, etc. 18:1724840
Impostu sobre o gyru tteMMiWfl/
13. 5 por cento sobre o |iiun-
to n do gyro presumido das casas
de negoc.o de importa^o de quaes-
quer gciier-'S, nao sendo conside-
rado no gyio commercial para es
effeitos Ueste os valores dos ty-
pos, prelos, tinta de esc ever e de
lo presso, papel para esta e li-
vros de qualquer procedencia e to-
das as mercaduras comprehendi-
das na lab. lia A do decreto n.
8,360 de 31 de des mbra de 1881 1,234:3724550
14. 3 por cento H"bro o quan-
tum do gyro presumido das casas
de negocio, que nao stejam com-
prehendldas no anterior, ficando
suieitaa i tasa teste u a do an-
teri n aquellas casas qu-; venden-
do a ret-ilho importarem a morca-
I na ; wnd a eolir nca deste iin-
poso e a Uo g anterior regulada
pelo disposto nos S5 13 e 15 do art.
(o da lei n 1*0 114:9104000
Industria e, pro/uso
g 15. 1:5004 por joalbeiro, eai-
xe.ro ou agente que mascatetir na
provincia, ainda que pague o im-
, OStO por cstabelec ment ou casa
de vender joins 3:0004000
g 16"2.)04 jor pessoa qne em-
prear capitaes em descont de
iettraS) exceptuados os commer-
i ai i tes csUbelecidoa 6004000
g 17. 1:0004 por caaa de ga-
ranta lo bnheter de lotera ou
fraeclo dVstt'S 4:0004000
18. 1:000* por caaa de vender
hiiHet-8 de l'deria de outras pro-
vincias, anda que pague o impoa-
ud J anterior 5:t 004000
g 19 20 por oento aobre o va-
lor locativo dos predios 'onde ae
excreer na oidade do Kecife quaea*
quer industrias ou pronasoea nao
comprebendidae nis gg 14 e.15 21:9154800
g JO. 10 p..r eeiit sa-
le C"inmorei -, ni lustr as ix
pr. fissoe- l.ia da inesuia eidade e
irrabaldes 15:tl 14610
g 21. 1"^ por e nto BOBre eserip-
da a vog I e solicitador,
o 11 o o e e.io-o!t rioin be den-
tr i da ej.|:, le -i .,.,i,.. ,, 8 por
i'iitil. tora d"tia 4:6984200
2. Imposto icp^rticao
' t O' ;l I e- i ll, ,n-
ttexa 88:5094000
TraiumittSt t proprtedade
g 23. 15 i' o ,u...
moa supe i e a 2 "'i las late-
ras ordm nas i i pi ..luca 69:640*f000
21 1 i o- o :.t i li u c .pital
I i iteria* read is pela lei n
1842, coot;-[ i, i : n v g ir o dia-
na 2 p rl g 19 I art.
2* da I'i u. 186 > i:ilO040OJ
'i5. S lio de h-ruMii i I fe
B t doa oa li r i ir ni ((', ia|
tato ou testamentan a, inelosive
os filos pepnrioa, regulad d-' nw-
d s oiiini : t ;i* gran inclu-
sive 15 por reirto, l'iiii p .,- .liante
<> por cento, inclusive os estia
uii-s 78:87154410
5 26. 10 por cent i sobre doaees
de quaesquer esp.ces, exceptua-
das as fei as em buhas ascenden-
r-s, ,,u descenden'o-, qu- Ji-gna'
12 por ce.nm ; as un ores de 20
e os legados a doacoes destinados
euiaucipacao de i scravos, m-udo
qu'- aa cscripturas dotacs senio re-
gnladas pela legislaeao geral ap-
plicavi'l 4especie. Os silos das
doacoes mortis causa poderl i ser
pagos pnroccasio ia transferen-i
ein dapropriedad: do.da, e oa das
outras na "Ccasio do contracto,
S'.b pena de multa para o tabel-
lio que o lavrar bem constar o res-
pectivo pagamento 1054840
27. 1/2 por cento sobre heran-
as e legados niesino oousisteute
cu oso fructo entre herdcir. cessaiioa 1:0024780
g 28. 2 por cento sobre o valor
dos predios rsticos, ou urbauos,
cuja iilenaco se verificar por
quaesquer meios, pagos a- tes de
lavrar-so o respectivo titulo de do-
minio 59:2"
29. 1 por cento sobre o pro-
ducto li piido do qualquer lelo
pa'tieular de movis e mmoveis,
com excepfo dos predios i usticoa
ou urbanos, quuudo pagarem o
imposto il i antecedente 4:4804000
3'. 504 por vinda de aacra-
vns e 754 quando ire'la fita por
proearaoSi 2:0504000
g 31. 1 por cent o sobre o valor
da vendas de aeces de eurapa-
nhias |8:762*980
g 32 2 por cento pelas Irauste-
renciaa ou venda de q alquer con-
trato com o goveruo provincial 6534000
Impostas laucados
33. 2450) p,r tonelada de al-
taren {a, cauda de carga ou dea-
carga, conforme a nrqueacao ou
matrienia 7:3724501
J 34 25 por cento sebre a ren-
da doa bens de raz dai corpora
c6-s de tno moita, que niiomau-
tiver.-n .-stabelecuiii ntOS pi"S 10:5754000
J 46 Dcima urbana, ficando
d'lla Isento o Lyco de Artes e
(Inicios dos Artistas Mchameos
e Lioeraes 348:135458o
Impostos nao lanrados
g 36. 200 rs. por tonelada de
todoa os Van res, n tvios mcrcantea
e embareaeoes de coberta ensata
estrangeir. s ou naci naca, que
deocarregar. m no porto do Recife,
pagos por cada viagem naoccasio
da sxhMa e metade por cada va-
g-ni dos vapores, que dentro de
3i dias tecarem no porto desta ci-
dade 23:1714480
5 87. 10 / de novos e velhos
direitos dos (inpregados provin-
cia 'S por noeaeafao, apos-utadoria,
reinocao ou accesso. sendo n*eete
caso teita a cobranca sobre o ex-
ceesi dos vencira-utos descontados
era tod"S s casos Jurante o anno 3:9484000
g 38. 104 por escravo recolhido
0-iaa de Dtenoio a requerimen-
to de seu scnlior, ou por deposito
a' um mez e d'ahi p ir diante 64
meusaes
g 39. Pedagio de pontea e es-
tr...las 25:9684000
g 40. Emolumentos das repar.i-
co s provinciaea c ibrad a com o
accresciino de 30 "a sobre as res-
pectivas tabellas 47:0S9950
g 41, Imposto sobre o calamen-
to, de que tratara as leis n. 350 e
596 2:. 554520
g 42 Dizimo do gado vaceum.
eavallir rallar, cobrado por ar-
r. matavo nos respectivos campos
de cnavao 15:7683000
g 43 2 % sobre a porcentagem
dos thesoureiies das loteras extra-
haas na provincia 3.5284000
Co/lr''"/ic
44. Das empresas Perro Car-
til e Locomotora 4:5004000
45. A proveniente dos emolu-
mentos e patentes da Guarda fia
cioual e do in posto pi ssoul por
concesso do governo geral 45:5324100
g 46. Dos empregadoa pblicos
provinciaea, .dos aposentados, ju-
bilados e reformados, dos membroa
da Assembla Provincial, dos fia-
caea das companhiaa e empresas
anonyraas, dos em pregados geraes
que receberem purcentagem pela
arreeadaco da divida activa do
sello de heranes, sendo esta con-
tr'.uieao de 10 "o sobre os res-
pectivos vencimentos 156:1624920
47. 100 rs. diarios dos sidos
da pracas do C'orpo de Polica e
(iu.irda Cvica como inJcmnisagSo
do fardaraento 34:63845 0
Receita eventual
48. Multa por infraccao 33:309410
g 49. Juros de 9 / Pela inde-
vida retena) da renda 9734490
S 50. Bens do evento 575482D
g 51. Beneficios e premios de
bilh ;tes de lot.;ras que preacreve-
rem no dominio d'csta lei, restitui-
eoes, rejosi^oes o outras quaea-
quer indemn.s icoes, provenientes
do pr> cesso judicial 32:492435
g 52. Hernia c venda dos pro-
prios proviuciaes 7004000
Divida activa
g 53. Divida activa prnv mente
dos impostos proviuciaes 100:5554150
5 54. 5 (o addicionaes a todas
a3 imposicoes, cujo producto ser
applicado Colonia Isabel na
az.io da 4a parte e o restante i.
Santa Casa de Misericordia, do
Kecife, como auxilio aos estubele-
cimeiios a seu ergo
P-rte 4'
an raymas
ou
11. Empiezas
las dest S
12 Com pao hi a do Beberibo
l.. Bancos, a-e ei filiaos e
r -p 1 itanl s d is mesmos e casas
14 l'onp minas, ag-iicas 011
'gara "it qu-.lqu r pea-
s... qu : 1 le '-ot" de
' -uip mili d s .'uro Hz--r coil-
tratu I .-t ii.itureza 01 pr lim-
en exea .-a i dai que tem
lo, II
1V15 -.1 .i ll I" art. 18
15. A mm
Iner
I'i C .-as I jo; de ii'h ir
8004000
2: (X1O4O00
10:000*000

10:0004000
4:1 0
.1,777-117640
37:6674300
37:9004600
J:.Si III4O0O
/8-.0294820
4:^)004000
17.-060*000
9884000
132:3004350
Tabella dos impostos de repartieo sobre industria
e profissao
Parte 1
1. Casas importadoras de com-
missoes, de consigiiHCoea c de com-
uii-soes a eousigiiacoea 20:0004000
2. Ditos ou depsitos de vender
era grosao earvio dr pedra em tr-
ra ou sobre agua 3:0004000
Parte L
3. L-'jas de vender joia9 gmen-
te, ou joias c relogios 7:0004000
4. Ditas do vender relogioa so-
mante 7004000
5. DUa de vender pianos, m-
sicas e instrumento masieaea 1:0004000
Parte 3*
6. Fabrica oe rap Mmron 1:0004000
7. Ditas de sabio inclusive a
que ae acha em Aligados 6:0004000
8. DiUa de cerveja, vinagre, vi-
nhos, genebra, licores e limona-
das (jasoaaa 4:0004000
9.D*taaegaa 2:0004000
10. Ditas de agencias e deposi-
te de rap 0 5:0004000
.Art para
i--''. I --: fixa la em 3.119:3604772 do seguiu-
le :n
nedd
5 I Sebaid 1 ajada le ellsto
- > 111 Jos
I Empujados da secr. taria
mppi mi 1 le -li le de Bec-
as 1(1 l* ili-i I, outro da 2 lito
outio de ni un ,, nafro Bnalun
ti 1 -iv-nt-
S '! Ex,.-di. nte e aeseio da
S 1." \p-iiihameiito e pulil'eaco
le 1 n tes
Secretaria do Governo
5 -i" i api dos, ueluitive a
gl il liea'.on il ll |,.| |e e..billete.
buppnntidoe um Ingai de 2- oficial
e a |i reeutagem ae porteiro p. la
mi' i i Iac3 d enmlumenloa.
S li" Eipedienter a aaaei i d i
eaaa
Inslriicco Publica
S 7 Lu.prcgados da inspecto-
3 8." Expediente e asseio da
asa
Gymnasio
g 9." l'rofcssor. s inclusive oad-
dido na t ro.a da tabella auii- xa
le ii. 1,491 li: n. l,525j toppri-
midaa ama la- eadeiras de latim,
i.'r di IV.uiecz, nutra de lingua
naeii n I, nutra de mal-na.i-as, e
a de h'storia Universal, e oa luga-
res de preparador da cadeira 'e
teieneias n i- fessor d
le-' abo, de msica c de gyinnas-
tiea
5 1'. Baapreg iprimidos
oa Inghrea dereg mor, me-
dico, inordotno, inoi.it re 8 |-i pa
dor de mu-- i
g 11. Expediente e aaseio da
casa
. Normal
. 12. Profeasor s e cnpregados
na firma da t ibella aun \ i ii I-i
i.- 1,488 i 26 la Juna i le 1880
I 13. Expediente e ass c sa
i 1 A uguel da e i .
Bibliotheca
i, 15 Empregadoa conforme a
tabed-i ail, xa nn li g. de 1 de
- t o. de l rita 1
g It. E\pedi. ir e as O da
i e -. rita, e w mpra de livr< a
S' 17. tala le latnn e franeea
ira
g ls- P le aatrueeao
primaria
g 19. Al'iguel de esas vira es-
c as, spediente diurno e noctur-
no
5 20 V. rneeimento de 'novis e
compra de livros para os alumnos
pobres
^ 21. Subvenco na forma do
artigo... '! lei n. 1665 d 10 de
junlio I 1882
S 22 dem uo Institut > Archco-
logico
5 23. I lea i soc e lado dos Ar-
tis'as M. cluuicos Liberaes
5 24 llera Compuihi Per
Obras Vubi'cas
i. 25. Empregadoa da reparti-
-So, pe.-, bendo os veueim-ut >s da
tabella auterior li n. 1790 snn-
prirai los "S Iugaret d- 3 erMfiibei-
ros de d-stricto, de ura thesourei-
ro pagad r, de um fieial s ereta-
ri : vi me ul i o guarda do jardus
publieoa 1:0004 19:7604000
g 26. Exjiedientc e asseio da
- i.i.-i i
% 27. Estados griphicos e s r-
. ico mere r ilogieo 4:2454000
g 28 K paros e eoiise vaeio das
estradas e obras provinciaea, in-
clusive a ajuda de casto do agen-
,->dor IlO.-OOOOOO
g 29 dem dos jar lins pblicos,
comprebendida a pintura do que
se aeha situado no Campo das
l'rineezas 8:0004000
g 30 Venciraentos do adminis-
tra (or ,L [neutro de Santa Izabel 2:20>4000
Seguranga Publica
g 31 Empegados Ja eass de
deteiicn, extincU a gratificaco
da I i n.511 40:4204000
g 32 Expediente, nsseio, illumi-
nai.-;i e agua da referida casa 4:8004000
33 Augueis de c-.saa pira
cadeias e quarteis inclusive os da
guarda civica 7:8004000
g 34. Sold dos nfficiacs e pra-
cas do corp i de polica, inclusive
a ajuda de custo e gratificaces
oe que trata o art 4 da le n. 982
e le n. 1802 472:8004000
35. Sol lo dos otficiaea e pra-
vas da guarda cvica 63:2654000
36. Expediente e livros para
o corpo d-' polica e guarda civica I744o00
37. Parlamento, armamento
e equp.vi.ento do corpo de poli-
ca a guarda cvica 83:2654000
g 38. Agu e lu pira os quar-
teis 3:0001000
Illuminacao publ ca
g 39. Dacdaie do Kecife e
seus arrabal-lea com 1843 lamp oes 121:5494000
S 40 Ditferenca de cambio 26:0224000
i 41. Vencimentos doa guardas 10:0004000
g 42. De Olinda cjoi 311 lam-
peo s 29:8104000
g 43. De IguaraseQ cora 40 di-
tos 2:9004000
g 44. De Goyanna eom 60 di-
toa
annexa do Krg. de 2 'e julho de
1879, l< n. 1,693, e g 1. do art.
'0 da lei n 1,713, ficaudo estric-
tas as LT-itifi.-co do ,rt. 52 da
le n 1,261, e do art. 2 "da le i.
1,771 r o ordenado do 2." solicita-
dor ; inclusive a gratificaco dos
- i acarn gi los da arree a-
daoi i do io p i^to d gado vaceum
3 t.' Expcii-nte catseio da casa
.5 63 Aluguel da casa em que
fuiu-eion, a repartidas
S 'il Porcei tagem pela c brm-
i l cial e despegas judi -ia"S
lino gadoa do Consulado
e.inf nn tibia de qne ti ata o
art. 33 da lei u. 1,686, RVOgado o
art, 10,'5 da le u. 1,713 d.- 1882,
sendo i p >r -eiit igein razo do
1 1/2 por .a-nto sobr a importancia
da arrea idaajj i, .upprimidoa oslu-
ear s de dois lae i torea, dois 2.'
ezercieio de,eacriptorarioi e dos 3 ditos
^ ti') Expclicii'ee asseio de casa
| 7 i-.uipreg.i los das collecto-
lias. inelosive exp diente e livros

reir de MotocdumbS
Pessot inactivo
S 69 \p'.s:-nfados e jubilados
jj 7 i Sustento e curativo dos
pr-.-os pobres
g 71 Pnbtieacdea e mpressoea
das ii particoes nrovinciaes
Divida prorinrial
j <2 Juros das anotases emitti-
22:3424000 | das
5 73 Dividas de txcrcicos flu-
jos
l 74 Keatituicos
l riituues
i 70 Despe3as d'esta uatureza
1
1.1524 M
4:000400
3:0O0*O9i
26:091403
82:40040
3:000*000
75:20040*
1444OU0
132:4614050
94:03040
17:385400
466:90649
50:000400
2.-3004030
7 8004uOS
3.119.36 i'iii
Dttpo h gertu
Art 3." Ficam era vigor os arta. 13, 14, 15, 23,
16 e 40 da lei u. 1810 de 1884, o rt. 17 da lai
n 1,597 de 1881, oa arta. 27,28, 29, 33, 36 a 37 da
lei n 1,713 de 1882, e o art. 4. da le n. 1,860.
Art. 4" Pica o presidente da provincia autori-
ado a il-speusar do servico publico tantos funo-
cionariea, mantoa foi ara os emp^regos siippriraidoa
pela presente !ei, exceptuados os da Secretaria da
Asa. mbla acerca dos quaea esta -.rovidfcueiari
com Ihe compet r.
Art. 5 Fica desde j; extncto o intern to de
iviunasio Provincial, enjoa empregados seca
analmente depensados do servido, na forma do ar-
tigo precedente, marcada a gra.ifica^ao de 5004
o proieaaor, que pelo pr-sid-nte da provincir. far
desigiiailo para director do extrnalo do referid*
-:. le;, eim uto, o qual se dar novo reguhv
in-oto.
Art. t." Fica o presidente da provinci i guai-
iii-ute :,nt ri.-.ado a tranf rir a Escola Sormal 4t
eliieio em que se acha para o do Gymtiaeo Pro-
vinci .1, mide funecionar a referida Escola, simul-
tneamente cora supradito externato, que pasaari
a ser d -n traillado Lyei 'ernambucano.
Art. 7. Ficain revogadis as gratifica^'oes d
laaos da servico, concedidas aos professores pal
3t:9234332 : blieca Je qualquer catbegoria.
Vrt. 8." Ficam desdeja expr-saameutc prohibi-
das quaesquer gr tificnces, concedidas a titjl
exceaea da Irabaino, uo podendo os fuucciouarioa
pblicos, sob qualquer pretexto, perceber venc-
.o r Bsuperi res aos que etaoestabelecidoa neata
lei.
Art. 9.o Sao d.-3peiiaadaa de esp-sciaeacao aa
fianc-, que tive.-ui de prestar os empregadoa
provincia 9, u:1o exeedendo aa raesmas qnaulia
de 2:0004000.
Art. I'i. Fu n vegada a lei n. 1,790 Je 27 4j
Julho da 1883.
Art. 11. O presidente da provincia Jar nova
regulan cuto areparMcio das Obras P.tblicaa, pro-
xiden ia i-io no sentido de que o agentes pa?*-
d-rf-s. que vei eerao 1.U04000 cada um, rea^-b ide
directamente do thesouro a importancia das res-
pecv.is f dhas.
Art 12. O imp sto do sym commercial poderi,
ae -ssiico ent-n ler o presidente da provincia, ser
arrecadad pe >a empregadoa da ltan lega, perce
bendo ellee i/.-te caso a mesma porc tagem, m ir-
eada neata lei paraos empr'gados de Ooaaulads.
Art. 13. "ica o presidente da provincia sato-
risado h sposcuutar es professores do Gymnasi
cujaa cadenas fuera suppnmidas u'cBta lei.
ii v igadaa as disposicoes em contrario.
Sala das comu s.oies 15 Je Abril de 1886.
Coelho de Moraes
Gomo Parante
5:7204000
47^4400
1:100*000
2:3164800
9:37i 4''10
1:80
1:6004003
622:6204000
67:77746 0
5:0004000
1:2004000
1:2005000
4:0005000
hviSTA PIARI
anate-mbl^aProarincinlSao houvehoa-
tem sesso pir terem comparecido apenas 11 Si,
depnt idus A reunio foi presidida pelo Exta.
Sr. Dr. Jos Manoel de Barios Wanderley.
O Sr. 1 secretario procedeu a leitura do se-
guinte. expediente :
Um-. p tioac de Antunes & C, requerendo aox-
pliaoao da lei n. 535 de 20 de Junln de 1362.
A' c-mmisso de legislarlo
Outra de Pelro de 15,,rros Wanderley, arrema-
tante de impostos municipaes do termo de Bar-
reiros, requ-rendo o abatimento de 30 /0 sobre
valor d rrematac'>. A' commissfio de orca-
minto municipal.
Em seguida disa-dveu-se a reunan.
7:0004(K)0
g 45. De Caruar con 25 ditos 1:7750 <1
46 De Nazareth com 25 ditos 1:775*080
g 47. De Palmares com '25 ditos 1.7754"00
r ti/ g 48. Congrua dos coadjutores 19:0004000
Auxilio* ./.Ve/*ii
g 49 Ao recolbimeiito de Bom
Coundho 4:000*000
g 50. a" casa de beneficencia
de Bez-rros 4:00040.10
S 51. A' casa de cari iade de
Gravea 2:000*0'.'0
52 Aos religiosoc capuch-
nhosdo Itecifc 2:00t400e
g 53. Ao re- ilhiinento da Glo-
ria do Kecife 2:0004000
g 54. A' casa de cariJade de
Caruar 1:000<00!)
$ 55. \~> recolhimento de Igua-
rais 1:5004000
g 56. A' casa de beneficencia
de Triumpho 2:000*000
57 Ao recolhimento de Olinda 1:00114000
g 58 Ao recolhimento do Goy-
anna 1:0('0000
g 59. Ao hospiUl de misericor-
dia de G..ynua 1:0004000
g 60. Pagamento das annuida-
dea relativas ao servido da Kecife
Draynige nos termos. das lea
1.543, 1,594 de 1881, inclusive
600* para taes despeaaa relativas
aos predios pertencentes ao patri-
monio do convento da Gloria 1:800*000
Arrecadacdo das rendas
6!. Empregados do Thesouro
Provincial nos termos da tabella
lr. relia, de riarueirsiaA Uolorosa
notieis do treepasso do Dr. Flix de Pigneira Fa-
ria, co-proprieUiio deste Diario e nosso presade
amigo, nos foi communicada no segunte tele
gramma, que recebemos hontem s 5 horas e 15
minutos da tarde.
. Para, 16 de Abril, s 3 horas e 50 minutos da,
tarde.
o Diario de Pernambuco.
Flix de Figueiroa fallecido.
Mac-Dowell.
Nada mais precisados accrescentar para que se
comprehenda o triste estado em que deixouonoaso
esprito to cruel e inesperado golpe.______________
Tbeatro daa Variedad*) Na noite
de quarta feira, 15 do correute, caatou seO Bar
beiro de Sevilha, celebre opera cmica do immor-
tal e sempre lembrado maestro italianoRossini-
Embora conhecessemos o mrito de alguns aftia>
tas oa corapanhia, que all '.rab ilha, a d fculda-
de da grande partitura fazia-nos receiar que nc
tives8e ella o xito que aeria para desejar.
A execucao, p rm, foi correcta, exceirndo ate
a especUtiva geral.
O Sr. Domiuici e a Sra. Cortcsi tiveram as hon-
ras da ncite.
EfTectivamente, estes dous artistas tesempe-
nhamm se com a mxima galbardia.
O primeiro, que encarregou ae do papel de pro-
togonista, iuterpretou-o e. m muito espirito e can-
tou bem } a segunda, alm de haver agradade
muito pela mmeira porque cantn, vencendo com
bravura as diftculdadea do canto, distinguio-se
pela naturalidade, talento e graca com que se ti-
rn do papel ie Resina.
Ka zo tinha mos quando dissemos, a'gures, qne
a distiucta cantora avantajava-se nas operas U-
geiras : no desempenho no Baroet'ro de Sevilha ti-
mos a prova do nosso conceito.
O publico cobno de ipplausos a's doua artis-
tas, que lomar, m se credores d'ell-s ; o que e
i ara rstrsnnar a usencia dos apreciadores da
divina arte q.ian lo M canta uma das mais cele-
br. s operas que se lem escrpto.
E' de suppor que nas seguintes recits teuha t
empresa in.lhor resol ado de seus esfore >s-
Invern D'csta feka parece que temle
definitivamente-o inverna.
Desd- m ia n it- de a-ite-hontem que rsaWS
quasi sin int. ri tipejo. _... ., ,
Oa rioa Capibar.be, Beberlbe, Tig.p.o, Jaboa-
to, una c outros prximos, todos tiveram conai-
derav.l augmento no vo'ume de suas aguas.
Nao s. r pa-a admirar que, se proseguirem at
clnivas, tenhamos grandes chema, e quc os pre-
jinzos que ellae cistumam Jetermiuar.
ajila de Ouinbro Dirtribuio-sc hontem g
n. 6 ueste pei-ionco bi-menaal, orgo da Ass cia-
cao dos Funccionarioa i'rovinciaes de Pernambat-
eo. j^
Capello reformadoNa secre'aria ae
governo acha-se um a portara do ministerio da
guerra, cuncedcneoJjannca ao cap-Uo f-raente re-
formado do eiercitu. ftei David da Natividade de
Nosaa Senhora, para transferir sua residencia da
Paraliyba para e-ta provincia.
Tneairo de sala Antonio Neate
theano se. hoje representado o drama aero inti-
tulado Vida f. Milag'f de S. Benedicto, que test
agradado.
aasasjjItiMiBjBBBBBBnain
1 nimia i


-_ _
Diario de PernambucwSabbado 17 de Abril de 1CS6
* Emprmllmo inlernoLemes na Gaxeta
de Noticias, da corte, de 3 do* corrente:
< Hontem, s 2 1/2 horas da tarde, esta va j
subscripto o emprestimo de cincoenta mil contos
nominaes, havendo tomadores para quantia muito
superior,
,. Segando nos consta, os bancos Rural e Com-
mercial subscreveram a quantia de 26 mil contos ;
o Sr. Visconde de Figueiredo, no sea nome e no
de outroi btnqueiros, a quantia de 10mil contos;
o Ba co Industrial e Mercantil 1,( 00 contos ; um
grupo de capitalistas 4,000 contos.
i 0 en restimo fui quasi todo realisado em apo-
lices de 1:000*000.
< A eommisso ao Banco do Brazil de meio
por cento.
O governo aguarda oecasio o pportuna pai a
converter em titulos de 5 / as actuaes apolices da
divida publica.
liemos na Vanguarda de 8 do corrate:
As transacces da praca do commercio, nos
derradeiros dias, desafian a reflexao das pessoas
habituadas a pensar as questoes econmicas, e
que applaudem os ensaios de aovas ideas em fi-
naneas, quando sao applicadas com energa e pru-
dencia. A consolidado de nossa divida fluctan
te, o fortalecimento do crdito externo a interno, e
como consequencias talvez inesperadas, a subida
do cambio e a maior facilidade na converso da
divida interna, sao fnctoa realisados e que as ope-
rares da bolsa definitivamente sanecionaram.
At aqu, julgava-se que o juro de 6 % era
condico infallivel para xito de qaslquer empres-
timo interno, a animaco da praca em adqnirir o
titulos de 5 /o, mesmo com premio de 3 e 4 %,
sobre a emisso, estprovando, que ha va um per-
feito engao no antigo preconceito. Pensava-se,
tambem, que, depois do cambio parar as casas de
17 e 18 dinheiros por 1* p., apenas elle se appro-
xiraasse da taxa de 20, o dinheiro escorregaria
pela barra fra em demanda das pracas credoras
do Brazil, e a limitacao das operaeoes deste- dias
em cambios ou prova que o emprestimo interno
deu definitiva applicacao aos capitaes espectantes,
ou crescendo a confianza em nosso meio circulan-
te, e no estado fiuanceiro do paiz os capitaes, mes-
mo estranbos, tendem a permanecer entre nos.
O plano da converso parece que actual-
mente, at certo ponto conhecido.
O governo convencido de que a massa dos ca-
pitaes de emprego seguro contenta-se com o juro
de 4 a 5 0, e que os titulos deste ultimo padro
acharSo procura, em breve, ao par ou cima do
par, offerecet aos possuidores das apolices de
6 /, o integral pagamento do capital e juros ven-
cidos at a data da c mverso. Aquelles porta-
dores de apolices que preferirem o juro de 5 % ao
embolso, reeeberao o juro de B '/o at o fin do
anno, e desse praso em diante, fica subentendido
que perceberao o juro de 5%, meemosem substi-
tuido de titulo. No Banco do Brazil tem o go-
verno, em disponibilidad!?, capitaes mais do que
sufiioientes para realisar a converso.
Esta operacao est aceita pelo publico, e que-
rer que o governo continu a pagar 6.D/o ao anno,
quando tem enormes capitaes sua disposico,
aceitas ou offeiecidos, de 5 % at 4 1/2 e mesmo
4 /,, refluiente dar provas de nm egosmo anti-
patritico. Niuguem sinceramente desejar que a
nacao pague mais 3.000:000009 por anno, em
beneficio dos capitalistas e detrimento dos contri
buintes.
Esta a verdade.
Propaganda liberal. Da corte recebe-
mes o 4o dos opsculos que o Sr. Lr. Joaquiui Na-
buco tem publicado sob o titulo supra. Traz este
oduscuIo or sub-titulo Eseravosversos francetes
Ef'electo.
g Transferencia de lellao. Km conse-
queocia da chuva foi transferido para 20 do cor-
rente, o leilo que o ag-nte Marti is devia efleu-
tuar hontem, dos movis do Dr. Tarquinio de
fin
Perro-i la de Ollnda. Foi adiada para
2& do corrente, a reunio da assembla geral dos
accionistas da ferro-va de Ulinda.
Ferlmenlo grate-As 10 horas da noite
de 14 do crreme, do lugar Agua-Fra, do 2 dis-
Iricto de Beberibe, Mathias Alves de Aguiar, ra-
vando disputa com su% amasia Florinda Varia da
Conceicao, desfechou-lhe um grande gclpc com um
facao. ferindo-a gra>emcnte.
O delinquente toi preso.
I.a rapio* Estes industriosos, cerca de 10
horas da noite de 15 do corrente, tcntaram rou-
bar a casa n. 8 da ra de Santa Thereza, onde
reside o Sr. Antonio San iva de Caivalho Neiva
para o que chegaram a urrombar o telhado da
mesma ca-a.
Send presentidos, fugiram pelo lido posterior,
que deita paa o becco do Falco.
ralmeirn de f-arannutiN.Escrevem-
nos em 14 do corrente ;
Estamos em plena estacSo de invern, e as
chuvas ji vSo obstando um pouco a marcha dos
negocios. Os agricultores, porm, esto animados,
e esperam benficos resultados da lavoura.
A colbeita do fumo este anno nSo tem decres-
cido nada da do anno paseado.
Com a entrada do invern, o commercio tem
diminuido consideravelmente.
As *eiras, porm. eonservam se abundantes,
apesar do grande nuaero de sertanejos que tf-
ffluem para comprar e couduzir os gneros para o
centro.
N'este momento segu subdelegado com as
seis pracas do destaenmento, para averiguares
policiaes as mattas da Barra da Lama, deste dis-
tricto.
O estado sanitario d'esta localidade, actual-
mente nao dos melhores.
At breve.
Compaubia Brstlleira de Paque-
teA nova agencia d'esta companhia, no Ilici-
re, fuicciona no pre.iio n. 11 da ra do Comaer-
cio.
AU.se encontrar o Sr. Visconde de Itaqu do
Njrte, que j assumio a dlreccao da agencia.
Porto* do sol Hoje, s 5 horas da tarde
seguir o vapor Mandah da Companhia t'er-
namb icana, para o Aracaj, fazendo escala pidos
portas de Macei n Fenedo.
Paftsngeiron Chegsdos dos portas do sul
no vapor ingler Elbe :
Au ouio de Ohveira Mai, Augusto Coutinho,
Francisco Menezes,'Joo Paulo do Carvalho, Jo-
sepba de Araujo, J"s Bernardo de Souza Bri to,
Cucili ino do liego Barros, Francisco, Jos, Anto-
nio, Isabel, Pedro, Philippe Roberto.
S.ihidus para a Europa no mesmo vapor :
Au,;ut > P. Mendes, B. How irJ Isachuiso, Jos
Soares do Aoiaral Jnior, Antonio dos Santos,
Francisca Mara de Barros, Ciildemeister, Joilo
da Silva Campos, Joaquim Ferreira Campos, Anas-
taeio Agostiuho, J. II. Paulsem, M. I. Nielsen, B.
C. He vig. Joo A, Jaciutbo, Maria Carneiro, Ma-
ra J. Soares do Ainaral, Jos da Silva Pacheco,
capito VV. Menzier, Joaquim de Olineira da Va-
lhi, W. W. Ostler, Alb Fhey, Juan A. Barriella,
Antonio Ferreira da Cunha.
Le iloe*.Eff.ctuar-se-hao :
Hoje :
Pele agente Martin, s 11 horas, na ra do Im-
perador n. 16, de um sitio com casa.
Pelo agente Pinto, as 11 horas, na ra do Bom
Jess n. 43, de dividas.
Peo agente Gusmdo, s 11 horas, na ra do
Bom Jess n. 49, de movis, jarros, vidros, etc.
Peo agente Pestaa, s 12 horas, ra do Viga
rio Tenorio n. 12, de 13 rolos de fumo do Ro
Novo.
Pelo agente Sdveira, s 11 hrras, na ra do
Marques de Oliuda n. 37, de movis, loucas, vi-
dros, etc.
Pelo agente Alfredo Guimaraes, s 11 horas, no
armazcm do Sr. Aunes, de 200 balas ie papel de
einbrulho.
Segunda-teira :
Pelo agente Modesto Baptitta, 1 hora da tar-
de, na estrada do Arraial n. 27, da taverna ahi
sita.
Pelo agente Silveira, s 11 horas, na ra do
Bom Jisus n. 19, de urna cisa tavressa do
Principe n. 14.
Teica-feira :
Peo agente l inlo, s 10 horas, na roa da
Saudade, de movis, loucas, vidros, livros, etc.
Peo agente Martin, s 11 horas, na ra da
Uniao n. 53, de moris, loucas, vidria, etc.
Peo agente Modetto Maptisla, s 11 horas, no
largo do Ai seal de Guerra, de gneros de estiva
da trra ah sita.
MlNwaN fnebre. -Sero celebradas :
Hoje :
A's 7 1/2 horas, no Paraizo, por alma d Dr.
Manoel Antonio Moreira; s 8 horas, no Carmo,
por alma de D. Josepha Ferreirt de Amorim : s
7 1/2 horas, na igreja 'le Nossa Senhora do Li-
vramento, pela alma de Joaquim Jeronymo da
Conciicio.
Segunda-feira :
A's 8 horas, na: matrizes da Boa-Vista s de
Ipojuca, e na eipel'a do ngenh) Massaugann,
por alma do mnjor Paulino Pires Falco ; s 8 ho-
ras, na Conceico dos Militares, por alma de Joao
Baptista de Si jueira ; s 7 horas, no Espirito
Santo, por alma de Jos de Souza Moreira.
Tcr^a-feira :
A's 9 horas, na matriz da Boa Vista c ca pella
do > iig-'ulio Timb, por alma de D. Anna C. Ce-
sar de Andradc.
Cana de ttelenci Mcvimento dos pre-
sos no dia 16 de A'ril :
Existam pr-.-sos 281, entraram 4, sahiram 22,
exist-m 265.
A saber:
Nucionaes 938, mnlheres 7, estrangeiros 7, es-
cravos iinHiMKiisMlm 3, idem processados 3, ditos de
cortoeco 8.T..thl OS.
Arrabiados 254, sendo : bons 240, doentes 14
total '54.
Moviuiento da enfermara :
Teve baixa ;
Ruy-mundo Alves Baptista.
'l'iv'ram alta :
Antonio Pedro d e Santos.
Luc d Antonio Evangelista.
Silvestre Jos do An.aral.
Roberto Antonio da Silvn.
Maii"el Francisco da Mitta.
Luis Francisco de Carvalho.
Cemlterlo publicoObituario do dia 15
de Abril :
JoSo, Peroambuco, 18 mezes, Boa-Vista; catar
rho suffocante.
Joao Joaquim Moateiro, Peruainbuco, 21 annos,
solteiro, Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Antonia Maria dos Prazeres, Pernambuco, 20
annos, solteira, Boa-Vista; tubrculos pulmona-
res.
Ignacia Bernarda do Sacramento, Pernambuco,
100 aunos, viuva, S. Jos; velhice.
Manoel, Pernaraboco, 2 das, Boa-Vista; obs
truevao intestinal.
Mana, Pernambuco, 2 annos, Belem; convul-
soes.
*
PDBLICACOES A PEB1DC
Critica Iliteraria
DEKEZA DO I'ABECEK DA 1* SEC^AO DO CON-
SKLHO LITTEEAKIO QVE SAO ADOPTOU O
COMPENDIO DE PHYsICA COMPOSTO PKLO
SR. FRANCISCO DE PAULA BARROS PARA
LEITURA DAS ESCOLAS DE INSTRUCCAO
PRIMARIA
Quand la critique veille
Le sois n'ont pas beau jeu.
Vigi.
(Concluso)
X
O dcimo erro indicado, nico que o Sr. t. Bar-
ros n conhece, mas sem querer responder por elle,
pois que hoje o attribue a descuido de reviso, es-
t na d' finico qoe deu ao diapas", repr' sentado
ua pag. 91 do sen livro como: Um instrumento
que produz sempre um som correspondente ao la da
segunda corda da rabeca.
rJem longo de ser o som produzido pelo diapa-
s>. correspondente ao da segunda corda da rabe-
ca, pelo contrario esta corda que se tem de esti-
car ou desentesar at que corresponda, ou melhor
se equipare em numero de vibraees ao daquelle
instrumento.
Arredando de si a responsab'lidade desse erro,
diz o -r. P. Barros em sua defeza: lia nesse Ir
cho apenas um descuido de reviso, pois no origi-
nal est eicripto :... c produz sempre um som a que
corresponde o la da sequnda corda da rabeca.
Si non vero .....
Nao obstante, porm, a explicacJo, e grande dif-
ferenca entre a phrase iinpressa e a que o autor
diz haver escripto, ainda assiin o erro nao desap-
parece totalmente, porquanto seri t preciso, para
quy isso succe i>-88e, que, suppnmidas as palavras
a que corresponde o la da segunda corda da ra
beca, se dissessecorrespondente a 870 vibraces
simples por segundo. Por elle se deve atinar nao
so a segunda corda da rab'ca, como a prima do
violoncelo c do rabecio, etc., etc.
XI
Demonstran lo o ultimo erro, que commetteu o
Sr. P. Barros, escrevi no ptreeer, que elle comba-
te as seguintes palavras, que anui n-produzo:
E in-xaeto o compendio submettido ao juizo da
1* seccao do Conselh i litterario, porquanto na
pag. 107 avuncou Quand') ai golas de chuva sao
grandes, que ella cahe de muito alto. O que
est demonstrado apeua* qii", ao atravessar ca-
undas de ar hmido, as g tas augmentara de
volume ante de encontrar o S"lo, ao pi-so que
estando ar seco e quinte, o vuluine diininue
porque urna parte se c/apora
Tem-ae at notado que cin alguns casos a
chuva, originada de um resfriamento sbito das
iegiO-8 superiores da atmosphfra, n i chegi.u
at o solo por se haver vaporisaJo completamen-
te durante a queda, a
Antes de explicar o paradoxo que proferto, iffir-
maudc ser. ni irais grossas as g.tas de chuva
quando esta cahe Barros fuzer nova dign-ss > para expl.nar noves
irros no despretencioso trabalho, quo out.r'ora 6SB-
preheudi Aventumudo-se nasse tenlain-, a iim-
rou se S S. que cu tiv sso emprega lo mua e oais
Vete* o termo calrico, qu indo trata va do c primarias at os cursos superiores, o livro qae
escreveu o Sr. Paula Barros, resente-se princi-
principalmente de falta de methodo, senao de
completa desordeno na exposicSo dos assumptos
de qae trata.
Na verdade omittindo pbenomenos e inven-
coes essenciaes e que mais interesse ou curiosi-
dade devemdespertar as intelligencias infantis,
a que destinado, o compendio de que se trata,
pareco qae s procurcu dse ivolver as theorias
menos ao alcance da comprebenso de urna
crianca como sejam :0 calculo das alturas pelo
quadrado do lempo gasto na queda dos carpos
(pag. 29 e 30) os quadros comparativos da densi-
dade relativa oupeso especifico dos carpos solidos
( pag. 48) e da graduacao da temperatura obser-
u vadtt pelo aeronautas as differentes carnadas
atmosphericas (pag 60) o valor de cinco extenu
documentos comprobatorios da prioridade de Frti
Barlholomeu de Gusmdo na inveco dos ucros-
tatos (com que se oceupou d> sde a pag. 69 at
76) a theoria, ainda por ora hypolhetica, da di-
receo dos mesmos aerstatos ('pag. 78 a 82) os
mappa comparativos da temperatura de fusao
de alguns carpos (pag. 100) e finalmente a in-
fluencia do estado espheroidal ou olobulab da
cgva para o retardamento de sua vaporisacao !
(pag. 104). Esta parte do parecer fijou sem
resposta.
Nao podendo o Sr. Paula Barros contestar a
procedencia dessa merecida censura, fugio ainda
urna vez do terreno em que as irregularidades in-
dicadas o collocavam : e, laucando inao do infeliz
reculso de t xpr a 1 seccao do conselho litterario
nhmidvereao dos srus concidaJos, disse que
o parecer consurou-opor haver, com a tranxcripcao
por extenso dos documentos, que provavam pertene-
cer a Fre Bartholomcu de Gusmdo a invtncao dos
aerstatos, vulqarisado a gloria que ao Brazil toca
com temelhanle reividicacao.
Para que envenenar sem proveito algum para
sua defeza, a intcnco puramente didascalica da
siccao, que s o aecusou pela falta de syutagma ?
Btm longe de condemnar o patritico impulso do
Sr. Paula Barros, fui eu o primeiro a laucar na
pag, 33 das miabas NucOes de physica um solemne
protesto contra a usurpar:!, dos Irmaos Mongol-'
ti' rs : apresentando at cerno fundamento desse
piotesto a propria autoridade de um francs, o Sr.
P. Larorcsse, autor da mais importante, talvez,
das obras litteranas daquell paiz : Le diction-
N.MiiK l'.mvehsel d XIX sicLE, alem do Diccioiii-
riodeEducacao e Ensino de Campagneedo Lticio-
nario Bibliographico de Innocencia Francisco da
Silva, o qual refere-se, por sua vez, aoutrasmuitas
obras.
Foi, portanto, smente por urna exeessiva defe-
rencia ou protectora condescendencia que o S.-.
conselheiro Jos Feraandes da Costa Persira, a
queo o Sr. P. Barros chama (e cu nao qvro nom
devo contestar) um dos nossos mai letras, possuidor do maor cab:dal de illustracao
o mais delicado gosto litterario, cscreveu, na Ga-
teta de Noticia da corte aos 27 de Janeiro de
1881 n juizo critico do comp.-ndio do Sr. Paulo
Barros, louvando a solicita I* c m qae o sea autor
reivindicou para Fr. B.irtholomeu do (usinao a
gloria da invencao dos aerstatos. E dizemis que
houve demasiada cundesee idenea porque cs=os
mesmos documentos, tranwrpjtos e.n toda a ra*
integra no citado compen do do physien pira as
escolas primarias, ni) sao m-.is do que a repr -
duecao dos queja liaviam sido pu Jeadoa mirtos
anuos antes na Revista TinjiESSAr. do IxstiTto
HlSTOBICO E GbOORAIMIICO DO Ikazii.
A essa veneran la asaoelaco de illus'rej e i!).i-
lisad-is litt- ratoe, que cab- m. p irtanto, as h n
ras da pitriotca reivinlic iy3 i dessa primada em
prol do uc'yto irinilo d iautortal ALian-lrt- ie
Qansto, cujt gloria a Praaes tem asnrm.kj pura
os af.'rtunados Irmaos kfcujolers f- bricaut- s de
pap' I e:n Amonay.
_A facilidade com que ge- din 'uta s fas us > da
critica encomistica ou laudatoria peiteitamenie
earacterlaada por Gastarj Planche, priuz en
nosso p ii2 resultados anda iniis funest .s n .ju
esja'rrnuca, onde, ha espirito Iliteraria e opiaia il
lstrala. B' e'la, dizi-i Mico-lu lijares, a causa
dos dos nonios da m-i!ti>M talseandi Iho o iBoato
relp eaugagraeSo de theorias erruncas, realizadas
em pcisiims obras. Q le dura verdade !. ..
Entidades encyclopedicas, de noto seguro, jmso
promptu c perenao riso n > labi.-s, os crticos !-.d-
Sem outro8 recursos alm do modesto emprego, do
qual vivo nos estreitos limites que S'param a po-
breza da miseria, contemplo do fundo de meu re-
tiro a nossa sociedale como am voluvel ocano, de
que nao cobico as riquezas, nem tenho tambera
que receiar-lhe os naufragios.
Occupando urna posico ,.or demais modesta
para excitar inveja, durmo tranquilamente en-
volvido na minha obscuridade; e s despert ao
grito do dever, que sempre teuho cumprido e con-
tinuare! a cumprir, quaesquer que s.jam os cstor-
vos e espinhos, com que ameacem entu!har-me o
caminho.
Quisqu se habet, itikil timet nHiil timere pxtest.
(Sneca).
Recfe, 12 de Abril de 1886.
Ayres de Albuqw.rque Gama.
------------------SGlSOes*-------------------
Essa admiradlo, em tudo igual qU'-experiinen- muiistr.itV(S tem seaipre ruidoaos apnlHU pan
Operaroe* clrurglcaia-Ante-hontem, s
4 horas da tarde, no hospital Pedro II, f > prati-
cada pelo Dr. Rayoiundo Bandeira, ajudado p.'los
Drs. Malaquiae, Maduro e Simos Barbosa, a ope-
rag&o da trtcheottiniu em um menino de 3 aunos,
indicado pr aephixia resultante de edema da glo-
ta com u'oerac^oes das amygdalas. Tudo correu
bem. O deentinho mostra bom aspecto e fci li-
grin:m*'nte clrroformisado.
Hontem, pelo Dr. Malaquias, toi praticada a
urethrotemia interna p-'lo processo de Maisouucu-
ve, indicada por estreitamento fibroso da ure-
thra.
COMMERCIO
HoIm- comuierctal de Verraam-
lHCO
Sasife, 16 de Abril de 1886
As trea horas da tara*
'oacots olficiae
Cambio sobre L* d.-.., 90 d/v. 20 1(4 d. por
lOCO, do oanco, hontem.
P. J. Pinto,
Presidente
Augusto P. de Lcmos,
Pelo secretario.
-hNDIMfc.YiuS FUBLIUUi
Mea e Abril de 18HB
Rs-tB a O
iceu J-16
1 i 15
\J IfcSULAO.' KHVICI1. '-'< 1 15
'Use di 16
kaum mtiMiniDi 1 15
Mw de 16
27:49099
299 800
r7:793899
8:823^983
3:088*863
61:912-? 816
10:416'467
302 985
10:719i452
MOVIMENTO D ) PORTO
Buenos-Ayres e escalas 15 dias, vapor
inglez Elbe, re 1,772 toneladas, cora-
mandante J Brander, cquipagem 101,
earga varios gsroeros.
Montevideo -32 dias, galega aiupricona
Portlamd LLoyds, de 118 toneladas, ci-
pitSo S. B. Hs8ey. equipagem 18, em
lastro; a Hnry Forater & C.
Sahidos no mesmo dia
Soutarapton por esoal .8 -Vapor inglez YJbe,
cora mandante J. Brander, carga varios
gneros.
SaDtos e escalas.Vapor belga Brabo, cora-
mandante H. Williama, carga varios ge-
neroB.
VAPORES ESPERADOS
Juca
Baha
Paranagu.
Advanee
Tille de Victoria
de Trieste
dn sul
de Hamburgo
hoje
hoje
hoje
Molerla da eorte A 1* parte da 193 lo-
tera ducorte, cojo premio grande de 100:0.1 O,
Bor exrnhida brevement
Os bilbetes acham-se venda na Casa Feliz,
prava da Independencia ns. 37 e 39.
Tambem se acham vendana Casa da Fortuna
tua Primeiro de Marco n. 23.
Lotera Extraordinaria ao Vpl-
rsneaO 4o e ulrimo sorteio das 4" e 5* seiics
desta importante lotera, cujo maior premio de
100:000000, ser extahida a 12 de Junho proxi
rao.
Acham-se exposto a venda os restos des bilhe-
jes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marc
n. 23.
.olera lio Cear fie WOOiOOOSOOO
A 3a si-rie da 2* loteria, cujo maior premie de
200:000^000, pelo novo plauo, se extrahir imprc-
terivelmente bofe 17 de Abril,s 2 horas da tar
de.
Os bilbotes acham-se venda na Casa da For-
tuna, rui Primeiro da Margo n. 23.
Lotera de Macelo de 200st00$00O
A 4" parte da 12a lot-ra, cujo premio grande
de 2O9:000fi0O0, pelo novo plano, serextrahida
impret-rivclmente no dia 20 de Abril s 11 horas
da waulia. |
Bilhetes venda na Casa Feliz da praca da In-
depeneia us. 37 e 39.
atadouru Publico. Foram abatidas
no Matadouro da Cabanga 36 rezes para o consu-
mo di dia 16 do correte mes
Mercado Mtinlrtual de S. Jo.-(
mivimciito desta Mercado no dia 16 do cor-
rcute. foi o seguate:
Kntraraui :
14 bciid pesando 2.019 kilos.
1.066 kilos de poixe a 20 res 21 320
34 cargas de familia a 200 res 68O0
11 ditas de tructas diversas a 300
ris 3J300"
14 tabolciro a 2(X) ris 3J800
4 suinis a 2(K) ris 80U
Foram oceupados:
20 1/2 columnas a 600 lis 12*300
'') compartimentos de fdiinha a
BOOr is 15*000
25 compartimentos de c: midas a
iOOi.a 1250
41 1 ditos de legumea a 400 r.s 29/800
17 compartimentos de auino a 7o0
ris 11*900
12 ditos de Iressuras a 600 ris 7*200
5 ditos de ditos a 2* 10*000
56 talhos de carne verde a lf 56/00(1
Deve tar sido arrccaJada neste dia
a quantia de
Oebi'tis dos dias 25 de Marco a 16 di
corrente, recebidos
de New-Port-News hoje
Estephania
Tille de Pernambuco
Espirito Sanio
La Plata
Mariner
i'iirrior
Equateur
Para
Neva
da Europa
de Trieste
do sul _
do norte i
da Europa
de Liverpool
de Liverpool
do sul
do sul
do sul
a 19
a 20
a 22
a 23
a 24
a 24
a 24
a 25
a 26
a 29
dem at 16 do corrente
Fui arrecadad* liquido no da 16
corrente
do
189/720
2J600
1*92/320
Bf900
l.Sl/120
PrecoH do dia:
Carne verde a 360 e 400 is o kilo.
Suiuos a 560-1 600 ris dem.
Cainciro a 600 e 800 ris idem.
Paraba de 320 a 6(10 ris a cun
Mlbo de 400 a 480 ris dem.
Feijao de 900 a 1/500 ris idem.
Foi lanjado aownar p'r^aode peixe arru-i
nado.
toa qu-tnd >, procurando justificar-se do outr.i er-
ro, tcotou attrahir u ridiculo sobre o pobre livri-
nho do relator do paivoer, p ir tar l.to quo o .ir
jodia, como ou'ro qualquer corp, entrar par l
mesmo em vibraces, urna prov incomneteuc;a do tir. P. Barros na materia, obre
a qual .screven ; o quo provarei eoin as seguiatei
tranheripvucs :
Calurique. dizem es Hrs. PrVit-De>cli:inel a
Ad. Fucil on no j citad diccionario das nm
cas tiikoricas a aiplicadas, nom scieiU'fiue dome
la cause phvstquc, aufluide imponderable, quipro
duit en nous les seniationi de chaleur et d: froxd.
Calrico, di, por sua ves o Sr. Franeisc da
Fonsecs Benevides, da Academia Real das .Seien
cias em Lisboa, no Io volmne de suas aogus db
pursicA m jdbhsa (H" -dicao, 1880), um movimento
vibrativo extremamente rpido dis molcula dos
eorp-j, etc.
E como esses, outros muitss autores, quer t-au
cezes, quer portugueses, usam sempre do termo ca-
lrico q-wn lo b>: reten m a cama, e do calar quan
do tratain das cffeitcs. Tendo sido esta a lingua-
gem de que me servi tambem naquelle ineu ira o i-
Ih >, nao preciso, pata j'istitical-o, recorrer hoje a
ooras esp-cines, nem transivdcutes; btsta que
consulto o Sr. P. Barros qualquer diccin ino da
nossa lingua; Roquete, solete, fre Domiog.is
Vieira, ou outro que proferir, e tic ir sab-ndoque
o termo cal.irico significa o principio, a causa do
qoa vulgarmente chama-so calor.
Voltando, depois des.-a importuna digresslo, a
di-fezadi doutrina impugnada pelo oassiciAnado
pareexr, escreveu S. S : T.dot as onttptmt re-
gistram que o pluvimetro recolK'm tanto mai-r
quantidade de chuva quaulo mai perto di tolo se
ach'im os respectiva instrumentos; cowqucnle-
mente, de quanto mais alto ella cihe, maiore e
tornan as suas gotas.
O facto real, mas a causa outr.v
O Sr. II. (ossis, pr ifessor de pliysici e meteo-
rologa em Pnz. e um Jos collab iradores do d.-
eionario geral das scienciar, j por miin citado em
diversas occasies, c com elle o Sr. Paul Laureo
cin, a quem me teuho igualmente r. ferido, dizem,
que o udmetro do pateo do observatorio em Pariz
rero'h*u maior porco do agaa de chuva do que o
OOtro, collocalo no pirado desse edificio. Esta
dando, porm, as causas desse phenomeno, todo
excepcional e local, dizem aquelles eruditas me
t r il.igistasLa diffirance rmaque est due ddes
remmis, des espces de tourbillons qui se produi-
cnl hrtque lj p'uie arrive dan le voisinaqc du
ol ; remout et tourbillons ariant du pluviomitre
tuprieur une partie des gouteleltcs qui y tombe-
raient, si aucune cause ne venait gener leur chute.
liis a explicarlo sci-ntiei do phei>oaeao que o
Sr. P. Barros julga ser motivado pela maior altu
ra u'ouio a chuva se despende, sea a'isdeduzr
urna consideraeiio Bmeutc que fuudamentasse sua
rapposic2o,
E 6 com taes e quejandas investidas que o Sr.
P. Barro* pretende incuiir em nimos all, ios que
i Conselho Litterario da Instruc^o Publica de
Pernambuco foi injusto pira com S. S. nao ado-
it indo o seu compendio para leitura as escolas
primarias, como o havi un futo nove prcvihcias,
KKS JIUMCI1'AL1DADE6 E l'KRXO DE SKSSEA COLLE-
IOS !
Essa iusiuu.'igao pelo cintradifor do parecer, no
intuito d censurar o conselho litterario de Per-
nambuco por ni > ter approvado, quand mime, o seu
compendio, j adoptad' queui umversalmente para
leitura nas escolas primarias, suggere-me lem
branca um cont que a myrhdogia grega refere.
Le se ah que Psaphon, desejaudo persuadir aos
seus contemporneos de que nao era um simples
mortal, mas sim urna das potestades do Empyreo
ideou oseguinte estratagema. Apanhando muitos
passaros, depois de ensinar-lhes a repetir o seu
nome segu Jo deste pregSo : um graude dos,
restituio-lhes a liberdade, consentirrdo que de novo
povoacsem o espado. Habituados, como estavam
a papaguear a pbrasp cnsinada," cntoaram a aos
quatro vcntis. Maravilbados com tal prodigio, os
babitnntes da Lybia acreditaram nesses arant. s
alados, e com ellcs exclamavam : Psaphnn nm
grande deoe .' O ardil produzio, pois, o effeito de-
S'jado, por quanto, s vera est fama, Psaphoa re-
ceben alli um culto especial e honras divinas.
Felizmente porm nao & tamos na frica, nem
vivemos naquelles di toaos tempos em que se de-
dificavam os homens, as virtudes, os vicios e at
os sonhos.
a?oiber as bagatelas litti r.ni.is dos ai'.-i-i.i
Nio sao optimistas, apesar de acompanharea o
enthusitsmo do amigo dadireita, que acha bom
tul > q.iuito fa-io. l'.-ssiitistas Umbem nii sao,
apezar le julgreni tu lo ruim <*m om mi X > s
obras do amigo da etauerda. Tambem nunca inu-
dam do opioiai, a ijuil eonsiale cin uao desa-
gradar nos mais.
Q-iaotat vez ', c insulta los oor u-n amigo cui-
scieii: 'so, que insta por um paraiier franc ioge
mi' > liso, esees critieo4 adjaiatrativoe, firmos
nt mxima, que lhe iaJica eoino seanveoiencia
do mi go>to, upui'ai- ?e difoitos as prudacooes
dos outros, e mais Hnd*t coutrariar-se a opiuiao um iatimo, respoadem Mi- can todo o calore ani-
m.-v-i> : Muito bom exeelreote magnifico Men-
de o livro para a fypagrapbia, quo o talento u o
estado bao de ter a devida recompensa ; entre-
tanto
Casa de Detengo
Nao era meu intento p.-oferir a menor
palavra pela imprensa, atirn de nao ferir
alguraas pessois qua, tirando o inauto dos
crimes de cima do si, i'iiprestam-:n'o com
o fm unici de anniquiiar*m minlia liber-
lade para sempre ; ponun Dtus qu nlo
dorme, e o publico sensato qu- sab reco-
nheuer a perfidia daque|ls que Bao inimi-
gos, por certo nao igualarao os seus juizos;
e eu sinto profun lamente, depois deste ar
tigo tornar rae silencioso, devido a grande
pobreza, se nao em urna serio do artigos,
viria patento.tr s autoriiad-'s o ao respei
Uve! publico, todo o occorriJo de Fer-
nando de Noronlia, do quo ainda hontem
a Prounca ao oceupou, om seu artigo d*.
fundo, sob a rpigraphe Criim-s a punir
e se ha algum espirito irapircial e hu
mano quo qautra dar-rae a prot-cyao do
franquear-til urna das calumnias da ira
prensa dcstt capital, nlo me fare demo-
rar e fuiraprirei as publica^, provmio
co. n ellas primeramente i autoridi les, e
depois ao punli-'O <*ra gTal, quem sci e
quem sao aqu-dles qu-- desbragadamente
assaltara as autori la es que s i n revela
do impar iaes, pugtan lo som rato pelos
interesaos da le o d-saggravo da socio-
dado.
A Provincia, essa foiha poltica, de es
pirito prevenid (nlo por tico) fiqua c:rti d- qu, as suas Hssirc3-s
niio fercm por modo algara a lio ira lez d'-
oaraoter duatlllas p 'ss ,< de qu-in 3e oc
copou (ex'6pto i miuia qtti peqtoain)
visto com ', deve co rlie er-sc, c quando
s-diir ein publico, st '.nj id i de preto.
Vou c m-luir; pirem, ratea lo assi>ii
f^zer, preciso hT -n nora-t tai e da socio I I-, pie fraa e mais alga
ma COU30, s.tn Igaus ios qu roiig-tin ees-i
folhi 'ieiM i,iu i la -Provincia ; os quacs
i mao armada foram roubar o lirito in-
vio-Uvel q io ass stu no-s el-itinl; i
pi'Opriodide ai d-ttn'tiSftHKI ven i'.iot", o
j\n. 8. Dr. Mmo-I lo Ntscimento Mu
olalo Port II i; c a lili a-w nobros te.usorcs da l>:i e proprie la i-s '1-uiri d'ura
t-njilo sagrado, a initris do S. Jos.
lato que sor-sc frai e ma;s algumi
O usa.
Detenc.t",
lti de Abril
1846.
Viente, de As-sis lavare.
Alem dos erros apontados, contina o parecer,
os quaes nao convem por forma alguma qae figa-
rero em um compendio de physica, cciencia hoje .
to necessaria que o seu estado faz parte de to-, ao humilde papel que represento no mu paiz, coa-
dos os programmas de ensino desde as escolas serrando, por aasim dizer, o gosto pela pobreza.
............//re nugm seria duant
In mala, deritum semel exceptum que sinietre.
(Abo. Pea*. 451;
A especie, ptrtaato, to vclha.eomo o mundo
litterario pois que Hjraeioj d.screvia em K im i
com tanta exaecSo os con leseeadentes admira-
d.res.
altas vezeao ban sensode um autar tal quo
ell-- nao se offenderia se lhe deas un ama opiniio
eoaseienciosa, um c nselho prudente; mis o cri
tico bom viraid inabalavei na sua opin'o, O
aun>r propri i f i aneado ouve e obedece eom-
placeicia. Imprnoe-so a obra.
Puilulcn c'aib >ra imperfeicBei na cancep^ao, des-
acertos na rom maiejio, faltas no ni 'til ido. Cada
erro, easa impeif.-iel.. o la desacert motiva nm
novo enmprimento ao sator ; zambuas por detrs
dos bastid -res, mas '-1111110 isongeiras.
No melhor la f sta. pi-m, no in lis embrigudor
das gl iras, partilhadan r et in quantum pelo eon-
selbeiro privido, qn-. I-i i placel publieagio,
appareee um apreciador si acero, hornera de con
sciencia -iue, depois de estillar o livro, e, no ha-
bit) de ser ex icto nos seos devores e fiel ver-
dade, apunta os det tos capitaes, smente os n-
perdoaveis, saltando par todos os mais.
Ai do desgracadoi Fatdica sombra Jo cuno
mendador ueste festim litterario, ha de sofirer os
doestos dos convivas ; pedir-lli.-hao as suas gra-
duacors acadmicas, os s-ms ttulos sci. utifie is,
sua geaeaiogia litteraria; laacar-lhe-bo a taxa do
cmmento, invejoso, andas, barbare, Ignorante que
nao sabe o que diz, nseiifeude da materia, nunca
fez estud'is, e qunr ser m-dhor que outros, etc. ete.
Mas t, m-u migo diz o entizo laudaticio, nSo
de ves curvar a cab -ea ante a inv.ja e a malidicen
cia despeitad.is... Ancho e entliusiasmido pelos
elogios dos crticos Saemuastai a do protect t un-
tes do parto, no parto e d'-pois do parto, nao d ou-
vdo ao teste.nunho da propria conscieueia, e rae-
nos ain te s aovertencias da critica seria, est
p-rsaadidoque f.i tudo devido realmente invej,
maledicencia ou ciurae de urna pessaa, que s vo
zes nem tem a honra de onhecel o siquer de nom".
A prova da excellencia de um bom livro, dira
o Marqnez de Marica, algumas v-zes a escasez
de louvori's conferidos ao seu autor.
Devo concluir; mas, como n3o foltarci mais i
imprensa, nao posso terminar s.'ui protestar enr-
gicamente contra a dolosa inrnnacSo com que s
Sr. P. Barros, nos arroubos da sua raordacidade,
escreveu mais de urna vez na sua improfieua i es-
posta ao parecer da 1 seccao do conselho littera-
rio, que engranze (o termo escripto & engazopei) 03
meus distiuct is e Ilustres collegas de co.nmisso,
paraextorquir-lhes a assignatura do mencionado
parecer; porque, appellando para a inte^ridade e
rectido de ambos elles, espero que n\o se furta-
ro declaracao franca dos motivos que os leva-
ram a subscreverem a desapprova^o de to de-
feituoso oompemli".
Quante a mun, qu> j confessc nao conhecer,
nem de nome siquer, ao Sr. P. Barros, e expiz de
om modo bem ci nvineene a impossibilidade do ser
prejadicado com a adopeo e multiplcidade de seu
compendio, ainda m-sino quando houvesse de ti-
csresta provinda e principalmente a Escoia Nor-
mal mandadas com elles, ass vero-Ihe que nunca
dri prova desse "orgulho vil de querer humilhar a
outrem, nao obstante possuir a outra especie de
orgulho, qae consiste em nao deixar que me hnmi-
Ihem, e que Fr. Heitor Pinto chama oobre.
Felizmente sou conhecido nesta provincia, onde
todos sab?m o modo pelo qual, no meio da febre de
ambicio e retalhamento que crorrem as socieda-
des modernas, tenho-rae resignado, sem rebelda,
Eslado (inaneci-o di proviuci.
' da Ceir
A provincii di Cear. que t i ufana se te.m
mostrado p r haver extinguido da seu t-rrit-irio a
scavido, esse cancro di SJCie.dado brasileirn,
oii satisfaz entretanto os seu mais serios cun-
proniiss-)? ; e a-; eontrario, procura impor-so o
seus ere t.ri'b, faltan lo asstu a dis cootrat-is, 8
pondo em decadencia, senao Cuendo deiapp-tre-
o-:r ccnpletamento a eonfiaDCa que deve inspirar
os empreatimot feitas ao goveroo.
Kis un facto bem siguilicativo do q le fioa dito
Em 1U77 a assembla dessa provincia nutorisou,
pela h:i ii. 1702 de 2S de Juibo o respectivo pro-
vidente a contrahir um emprestimo mediante certas
cinlicoes, qu-i foram declaradas nas apolices emit-
tidas p-*ra realizar.! desse empr- stioo.
Foram condi^-i-i principis ser a araortizacs
feita no periodo de !> annos a a contar da data
das apolices, 2~> de Juuh i de lb81), c o premio a
razo de S ,', annuulmente pigos em d im eemes-
tres re*lizaveis na 2' quiuaena de Janeiro e Julho
de cada anno.
im vista desta condieces por otis das quaes
a provincia do Ccar se propuuha a obter dinhei-
ro para occorrer as suas neesssidades, diversas
pessoas acre litando na serio! ide da proines-. aeei-
taram o contrato 8 foruoceram sous capitaes em
traes das taes apolioet.
Entretanto logo no segunda ann) deixou a pro
visis de cumprir a obngaQao que to expressa e
elarainoote ii avia eon'raliido, deixand> le pagar
nao e o premio com i a importancia da amortisa-
eto ; falta que tem contiuualo a coram-'tter at o
presente.
Nao somonte oto. 0 actual presidente da
provincia propoe-sc a liquidar essa divida, con-
vi rteudo eui apolices d.! ,', o principal e juros
atrtza.ios, pagando apouis um semestre em di-
nlieiro ; e toin-s- negado S despacharos re-jueri-
incatos en que os credores podoiu o poguinouto
na tonu i por que Toi e ntrajtado c emprestimo !
Qio se proteo less substituirs apilices primi-
tivas por outras de >>"i' (ou de menos at etc.), no
caso de nao preferirem os respectivos pissuidores
raueber a importancia dellas em moeJa eonaate,
e de nao haver niquelina prazo estipulado e forma
determinada para o pagamento, seria admissivel
mis, n'um caso como o veit-ntoem que se esti-
pulou o tempo e a forma d < pagamento ter o de-
vedor (s provincia) se tornando remisso no paga-
mento, nao s do premio como d'amjrtisaco o
qurer impr ao credor o re3ebimnts por forma
diversa e premio meu>: do qae fora contratadt
cousa quo se nao pode tolerar em um governo
uo moralisado.
E que. valor poderiam ter as novas apolices em
face de um tal precedente Amauh a provincia
doC-ara atr.isa-se novament.ee impa da mesma
forma aos saus credores aonverso das navas
apolices pir outras d 4 ou 2%, a afinal at sera
premio Sic vol tic jabeo. Em resultado o que
ricura valendo a proviucia do Cear quer entre
suas irmes, quer no cstrangeiro !
E' de esposar que a assembli provincial quo
brevemente ter de reunir-se tome em considera
cao esta questa i, de mxima importancia e provi-
dencie de modo que aquelles que contrataram
com dit* provincia nao sejam fjrcados a dar mai ir
publieidade atransgresso do contrato alludido.
----------------socao^--------------
O major Luiz Cintra, nao podendo despedir s
pessoalmenta das pessoas que o honrarais comas
suas visitas, pela presteza'de sua viagem. o faz
por este meio, ofierecendo seus ser vico 9 no Rio
de Janeiro. '
Oleo paro medlcnal de ligarlo de
bscslnao. de l.amnii de lieinp,
N. 3.
A fysica urna molestia insidiosa. Urna vez
que tenha principiado a destruico dos pu.Ia.ioes a
enfermidade segu a eua marcha rpidamente, e
isto sem quo se suspeite. Todos os mediis con-
fessam que para esta molestia tudo intil, ex-
cepto o oleo de ligado de bacalbo. A difijuldade,
porm, s est em se obter o artigo puro. A adul-
teraco quasi que universal; porm, es quo se
deixam engaar, Jevein por a culpa em si mesmos,
pois quo bem sabido que neste mercado o oleo
poro medicinal de figado de bacalho, de Lanraan
4t Kemp, tanto o blanco como o preto, estrahido
do figado de peixe fresco, e em todos os sentidos
o typo mais fino deste admiravel pulmonico, o qual
em nenhum outro paiz se pode canseguir.
Xenliuin risco se corre, quando a sade se acha
en perigo, previsto que se tenha mao um reme-
dio conhecido da maior exeellencia. Este o gran-
de antidoto para -s molestias dos pulmoei e gar-
ganta, para as Hfleccoes do figado e das escrfulas.
Assim o atrirmara centenares de mdicos e inume-
raveis doentes.
O oleo puro medicial de figado de bacalbo, de
Lanraan & Kemp, nunca se deteriora em clima
algum. e um remedio de primeira ordem.
Acha-se venda em todas as priucipaes bo:icas
e lujas de drogas.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C
ra do Commercio n. 9.
Pedid* ao publico em geni
O abslxo ^asignado, p'"de ao benemrito povo
pe n nnoueaiio que se digne 1er o annuncio de
tu i escola, o qual se acha publicado ncs!a olhi
em lugar competente.
Educa c iustrue a infancia, pelo tystema dos
priucipaes colleios da Corte do Impero, onde
esteve por algum tempo passeio, cijo syitema
a paeiencia e a voc;vo, e nao numerosos, casti-
gos sem resultado algum, como 8; veem em va-
rias escolas desta proviucia.
E-pera, p .is, que o povo brasileiro saita apre-
ciar o seu virdadeiro ensino primario, em desafio
ao magisterio, onde as creancas rpidamente com
santos conselhos abracara de coraco os livros e as
ledras.
Julio Soares de Azecedo.
Dr. Mello Gome
MCDICO PAUTEIKO K OPERADOR
'Ra do Biriloda Victoria (antigal.
) ( ra Nova) n. 37, Io andar
( ) Dedica-Be com espec!alidade ao curativo
(ilc Cubres, molestias de peito e das senhorns,
-.ypbilis e estreitamento da urethra.
Consultas daj lt) a 12. Chamlos
eserptO qualquer h'-ra do dia ou dan
Teleph rae n. 259.
Oculista
Dr. Ferreira ia Silva, con-
sulta Jas 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n.
Lar;a do Rosario.
20
ra
Beaeficio a patria
O professor particular Julio Soares de Azevedo,
abri em sou collegio ma da Matriz da lioa-
V'ista n. 34, um curso gratuito para 25 orpojos
desvalidos, torneeendo ais alumnos os utensuios
ueessarios so ensino.
Para tai fim, ja o incansavel professor L mde-
lino Hucha, enviou gratuitameute, diversos livtos
primarios de sua proprie.dade, coadjuvando asajra
o progreeso do ensino, e servindo de exemplo como
um verdadeiro pernambucano.
Esto, portaut-i, abertas as matriculas, para as
creanfas que quizorem frcqu3ntar o curso.
E' mais um beneficio de caridade digno de lou-
vor, dedicado a crphandade e a infancia desva-
lida.
Horariolas G horas da tarde 8 9 da cote.
Julio oares de Azevedo.
EDITAES
Desped ia
O ataixo assiznado, retiran Jo-so tenporaria-
mente para a Europa, e uo tendo podido despe-
dir-so de todas as pessoas que o ten honrado Cajra
suas relaC/es, pedo desculpa dessa falta involun-
taria, offereceado-lhes alli sous nulloa prostimos.
Recife, 15 de abril de 86.
Jos Soares do Amaral Jnior.
J|N. 11. A EmuUao de Scott restau
ra a saude aos tisicos, purifica o san-
gue, afasta do orginismo toi sorto de
affecs bis e enfraque 'idos.
Excita o appetite, estimula o orginisrno
e augmenta as carnes e as forjas.
O bucharel Jos Vicente Meira de Vasconcellos,
de volta de sua viagem ao Para, declara aos seus
amigos e constitu ntes que do dia 20 do corrente
raez em dianta, quando pretende tomar conta do
seu cscriptori', continuar no exercicio de ua
profissao de advogado, podendo ser procurado na
praca de Pedro II (outr'ora pateo do Collegio) n.
6, primeiro andar, das 10 horas da mauh s i da
tarde.
Recite, 6 de Abril de 1886
O Di: Taom'iz (Jareas Paranhos Mantiene
gro, commendador da imperial ordem da
Rosa, juiz de direito especial do commer-
oio data cidade do Recife e seu term^
capital da provincia de Pernambuco, por
S. M. o Imperador a quem Deus guar-
de, etc.
Faco saber aos qus presente edital virm ou
d'clle noticias tiverem que se acha designad o da
dezesete de Abril do anno futuro, ao meio dia, na
sala das audiencias, para ter lugar a rruniao dos
credores da massa fallida de Ribello t Sobricbo
afim de tratar se da verifieaco dos crditos, de-
lib.rar-se sobre a proposta de concordata (sa for
presentada) ou formar-se contracto de uniao, no-
meando se administradores na forma da le; fi-
cando ceitos os credores de que s ser admittido
como procurador, aquello que exhibir procuracao
especial para o acto, nao podendo ser esta confe-
rida a devedor d fallido ; e ainda de que, preva-
lecer a resolucao da maioria, que devera repre-
sentar dous tercos do valor dos crditos, sujeitos
aoj cftVitos da concordata, para assim ser va-
lida.
E para que chegue ao couheciraento de todos
mandei passar o presente edit.l que sera publica-
do pela im prensa e affixado no lugar do costume,
de que se juntar certido aos autos.
Da 'o o passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 18 dias do mez de Dezembro de
1735. Eu Jos Franklin de Alinear Lima o
subscrevi.
Thomaz Garcez Prannos Montenegro.
0 Dr. Thomaz Garcez Paranhos Monte-
negro comirendador da imperial Ordem
da Rosa e juiz do direito especial to
commercio d'esta cidade do Recife, ca-
pital da provincia de Pernambuco por
Sua Magestado o Imperador a quem Deiis
Graarde, et;.
Faz saber aos que o presente elital virem, ou
delle noticia tiverem que fe ha de arrematar prr
venda aquem mais der, em praca publica dest i jui
lo, depois da respectiva audiencia do dia 27 do
Msio do corrente anno o seguinte :
Urna grande casa e soto interno sita a ra de
Ekao Farias freguezia da B oa-Vista n 8, com 3
jacellas de frente, e portao largo ao lado. 3 sa'ss,
4 quartos, cozinhi fora/quiutal murade, com .?
quartos no quiutal, sendo um cora tanqu para b.-i-
nho, cacimba cora bomba e soto com urna sala
grande e 3 quartos, o quintal com canti iros n r.i
flores, tem mais um outro soto no quint il cora 2
janellas para o mesmo, cuja casa com boas r-ong-
truc\o's, medrado de frente 5 metros a 16 ceuti-
raetrog e de fundo IG metros e 20 centmetros ava-
llada por 9:000000.
Vai a paca p ir 9:0304000 x*juco que mice
D. Elvira Hillidayda Camira contra os "herdeiros
de U Margarida Lourenca da Cmara Rolrigues.
E nao havendo lancador que caba o Drec-i da
araliacio a arrematafo ser fita pelo preco da
adjudicaco cora abatimento da le.
E para qae chegue ao conhecimento -le tod maudei passar o presente edital quesera pela im-
prensa puolicado e affixado nos lagares do cost-
me.
Dado e pasado nesta cidade do Recife capi-
tal da provincia de Pernambuco aos 13 dias do
mes de Abril, de 1886.
Eu, Jos Franklin de Alencar Lima, esenvao
interino, subscrevi.
Thomas Garcez Paranhos Montenegro,
1 mam i




Diario de PernambucoSabbado 17 de Abril de 1886
"O Dr. A lelino Antonio de Luia Freir,
oftieial da imperial ordera da Rosa, cora
mandador da real oMera militar porti-
gueza de Nosso Senhor Jess Christo,
juiz de direito de orphSos e ausentes da
comarca do Recife e sen termo em Per
nambuco, por Sua Magestade o Impera-
dor o Senhor D. Pedro II, etc., etc.
Fac/j saber que tendo se arrecadado por
este juizo o espolio do finado Oaniei Este-
v2o dos Anjos Mar*nh2o, o qual nao cons-
ta ter deixado testamento, sem herdeiros
presentes, e resida nesta cidade ; sao cha
madns os seus legtimos successores a se
habilitarem heranca, peranto este juizo,
nos termos do art 32 do reg. n. 2,433 de
15 de Junho de 1859.
para constar aiandei passar esto edi
tal, que ser publicado pela imprensa e af-
fixaao no lugar do costume.
Dado e pis-ado nesta cidade do Recife,
aos 14 de Abril do j886.
Eu, Luiz da Wiga Pessoa, escrivao, o
escrevi.
Adelino A. de Luna Freir.
DECLARARES
C. E.
Aocoinmercio
As companhias de seguros d'esta praca avisam
que, em consequeucia do piqueno numeru de se-
guros para o Para, e do grande val >r dos riscos
d'essa respomabdidade, que as expoe a graves
prejuizos, teem resolvido, a contar dodia 15 do
corrente em diante, elevar as tazas doi; premios da
eua tabella.
2 /0 centra todos os riscos as condicoes de
suas apones, para caigas em nivios v levando pratico da costa com carta, e mais 1/4 OA)
se nao levarein pi tico.
1 / dem, idem em vapores.
Recife, 8 de Abril de 1886
Pela Conipauuia Innemnisador i:
Os directores,
Joaquim Alves da Fonpeca.
Antonio da Cunba Ferr-ira Hallar
Pela Companhia Pbenix Pernambucans,
Os administradores,
Luiz Duprat.
Manoel (jomes de Mattos.
Pela Companhia Amphitrite :
Os directores,
A M. de Amorim.
M. I.'da Silva Guimeraes.
Club (flinmirrlal Eulerpe
Asseinbla geral
Os senhores socios queiram se reunir na segun-
da-feira 19 do correte, s 7 horas da noite, para
assistirem a leitura do relatorio da directora que
deixa, e proceder-se a eleico da nova.
Secretara da Clab Commercal Euterpe, 18 de
Abril de 86.O 1- secretario,
Costa Reg.
THE.VTR
DE
VARIEDADES
NA
A Cmara Municipal do Recife fal saber a q tero
interessar posea que no da 21 do correute ser
arrematado em hasta publica o servico da limpeza
municipal por espaco de un anno, sob as bases e
coudieoes ibaixo mencionadas :
1* O rcutratante conservar varridas e linipa;
as ras, po ites, travessas, bi ecos, largos, pateos,
caes, latriuas e mictorios das qoatro tre.rtiezias da
cidade c remover todo o lixo das referidas fre-
guezias, proveniente ou nao de varriinento, para
os pontos locaes determinados por esta Cmara
dentro do permetro da cidade, devendo conservar
em cada latrina um guarda para abril-a, fechal-a
e conserval-a sempre limpa.
9 O contratante obrigado a conservar ncs'e
servico o pessoal nece asa rio, nao podendo ter me-
nos de 40 pessoaa, para que tique o trabalho do
?arrmento concluido dentro das horas indicadas
por esta Cmara, alm das carrocas precisas para
a conduccao do lxo, nao sendo o numero destas in-
ferior a oito.
3- O contratante obrigado a fazer o fervico
n:is huras que foretn designadas pelos fiscaes das
quatro freguezias, s di ven Jo em geral ser fcito <
varrim uto noite, \o leudo eel-o de dia nos dias
chuvosos, sendo o contrutante obrigado a dar sa-
bida a agnas pluviaes.
4" O contratante receber por esse servico an- ,
nualrncnto a quantia de ."1:8693120, que ser!
pago em 52 prestaco -s Iguaes isto, por semana.
a* O c intratante incorrer na multa de 10J000,
sempre que for encontrada sem indicios de ter |
sido limpa qualquer ra, ponte, travessa, becco.
largo, pateo, ou caes
61 A inulta tara impasta p-lo commissaro de
limpeza publica, com recurso p ira a Cmara, nao
podeud > da deciso desta recorrer o contratante
para qualquer autoridade administrativa ou judi-
ciaria.
7 O contractanto qi" hiuver incorrdo em 5
multas coust cutivas, s-in provnvnto interpicto
perante h Cmara, perder o contracto do servico
de limpeza publica que passar a ser fe: to pela
Cmara, sem direito a ser indemnijad > de qual-
quer iuterc sse ou per-Ja que previer do mesmo con-
tracto.
8 S tero admittidas a liccitar as pessoasque
koaverem depositado em peder du procurador da
Cmara a quantia de 5004000 em dinheiro, a qual
...(.('...irisado, u
Esta compauhia, cumprindo o dispogtj no art.
45 de seas estatutos, vende 40 accoes de ns 491
495. 121 125, 746# 755 e 551 570, vagaa
pelo fallecimento dos respectivos accionistas.
Os pretendentes podero enviar suas propostas
Mr intermedio de corretores gera g at meio dia
de 24 do corrente, no escriptorio da referida con.-
panhia. Recife, 16 de Abril de 1886
A.
Matriz de Santo Aatonio
Venrate! irniandade do Sanlissi-
mo Sacramento
Pelo presente convido aos irmos dosta venera-
vi'l rmandade a comparccererc no respectivo con-
sistorio s 7 horas da man Id do dia 20 d corren-
te, afici de rcompanharmos a procisso do Senhor
aos enfermos, conforme determina o respetivo
enmpromisso.
Consistorio, 15 de abril de 1886.
O escrivao,
Neiva Jnior
Clib de Regatas Per-
nambucano
Sao convidados os Srs. patroes das embarc-coes
quo quizercm tomar parte na prxima regata a 2
de Maio vindonro, virem inscrever suas tripula-
coes e eaibarcacoes. na sel- dcste elub, das 7 s
9 horas da noite at o da 20 do corrente mez.
Recife, 6 de abril de 83.
Os directores,
Ernesto Leal.
Jos Guimare 1.
Arthur de Mello (inte rio)
a'
Faco publico que em sesso do conselho admi
nistrativo de hontem, ficou deliberado ha ver na
terceira regata deste club, de 2 de Maio vindonro,
doos premios para dua corridas ; sendo um le
30000 para o pareo de escaleresde quatro remos,
tripulados por profissionaes, e outro de4<>(.0l
perdern, fe aceito o lance nao vierem assignar o | para o de cscaleres de 6 remos as rocanas eon-
contracto dentro do orneo de 8 das, contados da oicoes daquelle. Para ss pareos da marinha de
approvacao do mesmo, pelo presidente da proviu-' guerre e mais concurrentes os premios sero me-
is, d-vendo a habilitaco ter at o da 2<>. ; dalbae.
9 O contractante entrar com a quantia de... Secretaria do Club de Regatas Ptrcambucano,
4:0000OO em dinheiro, apnliecs ou fianca idnea, I 01 13 de Abril de 1886.
Companhia lyrico-comico-
dramtica
DIUIGIDA PELO ARTISTA
LU1ZMILONE
EMPREZA
BOLDRINI E L. MILONE
Sabbado, 17 de Abril
Pela Krgnnda ve* nenie thealro
subir siena a importante e esplendida opera,
cmica em 3 actos do immortal maestro ROSSINI:
0 Sarbeiro de Sevillia
Personagens
Rosina...................... Sra. Cortesi,
Conde da Almavva.......... Sr. Botchetti.
Bertha, governante........... Sra. Duran'.1.
Fgaro, barbe'ro............. Sr. Domiui ;i.
D. Bartolo, tutor de Rnsina... Pasin.
D. Basilio, maestro de msica..
Fiorello.....................
Um ofEcial...................
Um tabelliao.................
MsicosPovo Soldados.
A pega est montada e
pricho.
COMPANHIA PERXAMSUCAHA
DE
Vtvegat*iio Costelra por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
eaty, Cear, Acarahu e Camossim
0 vapor Ipojuca
Segu no dia 20 de
Abril, s 5 horas
da tarde. Recebe
Carga at o dia 19.
Encommendas passagens dnheiros afrete at
3 horas da tai de do dia da saluda.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Periaminwui
n. 12
(nitedSlalesA Brasil Mal S. S. C
O vapor Advance
Espera-se de New-Port-
News.at o dia 17 de Abril,
o qual seguir depois da de-
mora necessaria para a
Bahia e Hio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8. RUADOCOMmEKG -- N.8
/ andar
Lello
De movis, louqas e vidros
titbbitiloi 19 do corrale
s 10 1/2 horas
No 2. andar ra do Mrquez de Olinda n. 37,
entrada pela ra do Bispo Sardinha n. 37
O agente Silveira, autorisado por ama familia,
levar a leilo os seguintcs moves, todos em bom
estado.
Urna mobilia de junco, consolos com pedras,
cadeiras com encost de paiha, 2 espelbos, 1 cama
franceza, 1 toilette de faia com pi-dra, 2 cemmo-
das, 1 guarda-vestidos, 1 bastidor, cortinado para
cama, mesa elstica, 1 aparador, cadeiras de guar.
nicao, 1 marqueza, 1 marquezo, 1 cabde, 1 bi-
det, lanternas, jarros, eandieiros, tapetes, lou(as e
nais movis patentes no acto do leilo.
Agente h si a na
Leilo
n.
De 13 rolos com 817 kilos de fumo do Rio Novo,
avariado com agua do mar, marca F G, por
conta e risco de quem pertenec-.
SABBADO 17 DO CORRENTE
ao mel dia
No arinazem da ra do Vigario n. 12
Leilo
Pozzi.
Tirelli.
Tirelli.
N. N.
ensaiada a ca-
para garanta da ezeciieao d; contracto ao assig.
nar o respectivo termo, coja quantia p"rder, se
abandonar o contracto cu nterromper e servico
sniqualqucr das freguezias.
10. Terminado ou interrompido praso do con-
tracto, ni ter o contractante direito a ser in-
datnnisado de qualquer valjr ou material que ti
ver emprrgado no servc->, cujo mattra!, findo
cotreto, perteneca ao contractante.
11. Ser preferido squelle que se propuaer a
esreutar o servico por menos
Osear C. Monteiro,
4 secretario.
De ardeai do Illai. Sr. engenheiro chefe, faco
publico que no dia 19 do corrente, ao meio da,
rec?be-se nesta secretaria propostas para a exe-
I cucao dos reparos urgentes da ponte sobre o ro
] Pirapama, no engeiiho Junjueira, oreados cm
i 2:0305.
Paco da Cmara Municip! do Recife, 14 de' O oroamento e mais oondicoes do contrato, se
Abril de 1886. I acham disposicao dos senhores pretendentes
Dr. Antonio Presidente.
Francisco de Aetis Vertir lloc/ia,
Secretario.
Edital n. 16
Secretaria da reparticao das obras publicas de
Pernambuco, em 10 de Abril de 1886.
O secretario,
J. J. de Siqucira Varejo.
V. B.N'esla peca aceitou o papel de D. Bar-
tholo o artista Sr. P ASI NI, quo tanto agradou em
outras pocas, e que fez do papel urna verdadeira
crenco.
Precos do costume.
A* entradMN gernet do direito ao
asnalo na platea.
Xilo se transiere o espectculo aiuda rjue
chova, salvo forja maior.
Avisto. Depois do espectculo haver trem
para Apipuecs e bonds das linbas de Fernandes
Viera e Atogados. Os bonds no largo de palacio.
O bond de Magdalena <5 haver quando o es-
pecticulo acabar depois do horario do ultimo que
pascana ra Nova, s 11 horas e 42 minutos.
No trem al Apipucos nao ha bilhetes de 2'
classe, e nao teem valor as series da companhia.
Principiara a S I/S hora.
THEATKO
(ONMXUie DEN m:s% %;
RES M.4RITIHE9
IJNIIA MENSAL
0 paquete Equateur
E' esperado dos portos do
sul at o dir. 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando em
Dakar. Lisboa e Yigo
Lembra-se sos 6enhores paesageiros de todas
as classes quo ha lugares reservados para estaj
agencia, que podem tomar ero qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por excepcao os criados de familias que toma-
ren] bilhetes de proa, gosam tambero ueste abati-
mento.
Os vales postaes s se dao at dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommonda s e dinheiro
a frete: tracta-se com o agente
De mobilas, jarros, quadros, espelbos, pianos, lou-
cas, vidros, cassarolas, caldeires, extractos, di-
versas quaidades de bebidas e chapeos de sol
de todas as quaidades.
SABBADO, 17 DO CORRENTE
A' II horas
Armazem da ra do Bom Jess
u. 49
Por intervencao do agente
GUSMO
S L.EIL.AO
Da casa terrea travessa do Principe n. 14
Scgunda-feira 19 do corrente
A's 11 horas
A' ra do Bom Jess n. 19
O agente Silveira, p ir mandado e com asisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz de orphog, e requeri-
mento do inventanante de Joao Cordciro Barreto,
levar a leilo a referida casa, em terreno pro-
prio, medindo 4 metros e 40 centmetros de frente,
15 metros e 40 centmetros de fnndo, porta e ja-
nella de frsote, duas salas, dous quartos, coziuha
fra, grande quintal murado todo arborisado, ca- j
cimba e tanque.
_ Pede-se a3 abaixo assignados o favor de
virem ou mandar ra do Mrquez de Olinda n.
j1, a atgocio quo nao ignoran.
Pedro Siqueira, d'Alfandega.
Arthur Dantas.
Luis Carvalho.
Jos Guimares, caixeiro de Loyo & Filho.
Frederico Vieira.
Augusto Goncalves da Silva.
Pede se ao Sr. Manee I Pi reir da Cunba
que v ou makde resolver o negocio dos movis
que alugou.
O hygienieo vinho de janipapo, fabricado no
Anual por um particular, acha-se venda na
razad de 8 a dnzia, no deposito de gneros do
Sr. Jos da Silva Pereira, ra do Imperador nu-
mero 45.
Aluga-se por mdico preco ou permut se
por urna cisa terrea nesta cidade, um grande si-
tio n lugar denominado Mungonga, com grande
coqneiral : a tratar na ra da Imperatriz n. 8,
primeiro andar.
Roga-su pessoa que achou, e que tenha
conseiencia, queira restituir urna murca 'e ran-
as pretas, forrada de seda, que do trajecto da
Soledade ao mercado despregou-se, entregar na
ra do Mrquez do Herval n. 23, loja, que se re- -
compensar.
Aluga-se o segund > andar da ra de Lomas
Valentinas n. 100, com 6 quartos : a tratar no
primeiro andar.
Precisase de urna ama para cosinhar, para
casa de pouca familia : na ra do Bario da Vic-
toria n. 57.
I8SIMMI
o sobradiuho do boceo do Quiabo
com quintal e diversos ps le frne
Aluga-se
lAfogados),
teiras ; a tratar na-ra Dreita n. lOtJ.
ton i luiaieu
Alguns moradores dtsses suburbios cotisaram-
se entre si e br ndaram com urna linda corrente
de oura o macbnista da va-ferrea do Caxang,
Isidoro, em testemunho de gratidio indepen-
dencia de seu carcter.
A commisso.
Aviso
3o leilo
9
iaguste
RA DO COMMERCIO
Espectculo dramtico
SOB A DIBECCAO DO ACTOE
Augusto Peres
SABBADO 17 DE ABRIL
2." repres'-utacao nesta epocha do importante o
apparatoso drama sacro, que tantos applausos ob-
teve na 1' representacAo a ponto de causar suc-
cesso, cm 4 BCtes 9 quadros, ornado do coros,
marchus, mutacSes, transforma coes, fogos e visua
idad es.
Vida
c
ia
O Sr. Francisco Alves da Costa, commandante
de um dos vapores desta campanha e rogado
afim de
O administrador do Consulado Previncial faz
nubliao, para conhecimento dos reapectivos con- | v,r r.utt d arquee de Olinda n. 50,
tribuintee, que no da 22 do corrente terminar concluir certo negocio que nao ignora,
improrogavelmente o praeo concedido para o pa-
gamento do uipoato de reparticao, relativo ao l" '
1885 86,
semestre
Thesouraria de Fazenda
_ do exercico corrente de 1885 Sti, c%- I
.. e -a :_- Ue ordem ao Illa. Sr. inspector, faco pub ico
brando-se deste da em dimite o referido imposto ,..,,. s
i. i miwi .- u r j' que no da 24 do corrente mea se receberao
om a multa de 10 0(0 ate setembro, *
e com a de
20 0(0 at dezembro prximo fu tur*.
Consulado Provincial de Pernambuco, 15 de
Abril de 188fi.
francisco Amyntas de Carvalho Honra.
A escola de aprenflizes marnheiros ueste
provincia recebe no da 19 do corrente, pelas 10
horas da manht, propoatas para o fornecimento
de fardamento roesma es'-ola durante o semestre
de julho desembru do eirrente anno, devendo as
jtessoas que pretenderen) contratar o suppriinento i
se dirigirem ao quarte' da escola para ah exami-
narem os diversos padres e terem todos os es- i
Urec'mentos que neceasitarem. As pe vas do \
fardamento silo :
Calca de panno. j
Dita de algodio msela.
Dita de briro branco.
(Jarnisa de panno
Dita de algodio msela.
Dita de uriin bran-'o.
Capa de brro branco para bonet.
Boaei de panno.
Lenco de seda.
Sapatoa.
Mata de ona com todos os seus perences.
Sacco de lona idea).
Cobertor de la.
A- nropostas alem de screui ajomponhadas das j
amostras da materia prima contero igualmente
a declarado de se injertaren) os proponentes a
todas as dis, osic:s que regein os fornecimentos
ao ministerio da marin!;
As propostas juotaro is proponentes os res-
nectivos eonhecimeitos do imposto de industria e
profissi's, afim de provarem a idonedade do con-
urreute.
Esjola deaprendizs maniheiros de Pernam-
buco, 16 de Abril d- B.
Ernesto Jos de Souza Leal,
Orfioial de Fazenda.
Edital n. 95
' pra?;;)
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, se faz pu-
btico que s 11 horas do dia 20 do corrente mez
i vendidas em praca no trapiche Conceicao,
as mercaderas abaixo acolaraias, apprehendidas
a borJo do patacho norueguense Gordon, no dia
26 de Feverero do corrente anno.
Guarda-mrria
12 dnzias de collarinhos de papel.
18 camisas de tecido de algodao com peito de
linho.
17 ditas lilas.
70 camisas de raeia de algodio.
18 ditas de tecido de algodSo, lisas.
10 ditas de ft mella de la.
6 ditas de panno d 11 abaetado.
i! eeroohu de Macolla de la-
8 ditas de mcia de algo I
5 gorros do tecido de algo:
10 pedacos de flauella de li outrancada.
2 1/2 kilog'-ammos de ripa feita, de brim de
algodao estamp
5 1/2 kilogrammas de cobertores de algodao la-
crado.
3 secvio da Alfandega de Pernambuco, 16 de
Abril de 1886.-0 chefe,
Cicero B. de Mello.
mea se receberao pro
postas uesta thesouraria, perante a respectiva
jun a, para o foruecimento de medicamentos e
objectos, constantes de urra relacio, que ser fa-
culrada aos ijteressados ver nesta raesma repar-
tivo, os qnaes o destinados pharmacia do
presidio de Fernando de Noronha.
Tkesonran ffVaer.da da Pernambuco, 16 de
a "t **m
O 1 escripturaric,
Jezuiuo R Cardoso.
(oiiipanhia Phcnix Pcr-
namhucana

De conformdade com o art. 15 des estatutos
I desta companhia sero vendidas sfi de suas ac
Ves ns. 311 355, 721 725 e H'G 910. A ven-
I da feita inclusive o 20/* dividendo de 4<>5 por
nenio.
Os pretendentes sao convidados a apresentarem
; as suas propostal i m carta fechada e por nter
' medio de correteros gemea at o dia 27 do narran-
' te, ao meio da, neste escriptorio.
Campanhia r"henix Pe/nambucana, 17 de Abril
de l8S6.=Os admin'atradore,
Luiz Duprat.
Manoel Gomes de Mattos.
JoSo Jos Rodrigues Mendes.
Irmandade do Seuhor Bom Jess
das (hagas
A m"sa regedora da irmandade do Senhor Bom
Jess das Chagas, na igreja de N'ossa Senhora do
Paraso, tendo de expor s 3 horas da tarde, do
da 18 do corrente, em proeissao solemne a ima-
gtm do padro>'iro da mcsma rrcanlade. de or-
dem da mesa convido nao s aos irmos desta r-
inancade, comparecerem no resp ctivo consisto
rio, afim de incorporados acompanharero aquella
sacrosante imsgem, como tambem convida aos
Piros. Srs ofBciaes da gninrnieCe d'eota cidade c
os da guarda acioual, para em csiada-n.aicr. se
dignarem acompanhr a p oeissao do mesmo Se
nhor, que cm eua solcmnidadc percorrer s ras
tnme.
Uecit'-, 16 de Aiil de 1886.
O sccrcturio,
Amaro Joaquim do Espirito-Santo.
ttaoita Casa de Misericordia dr
Recife
Na secretara da Santa Cusa de Hu rieorSn di
tieeife arrendam-se por espaco de um tres an
nos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Monda n. 45, 240*000
dem -dem n. 49 240i>00
Eua o hVwt Jess n. 13, 1 andar I! 000<
dem n. Urja .'16*001
dem idem n. I, 1 ar,J r 240* (X
Ra dos Burgos n. 27 216*000
Rna da Madre de Deua n. I 180*001
Caes da Aifandeca armazem ". 1 1:600*000
Ra do Mirquez de Olinda n. 58, 2o
e.iidHr 0750TX)
Ra da Guia n. 25 200*005
Becco do Abreu n. i, loja 48>000
ua do Visconde de Itaparica n. 24,
pavimento terreo, 1* e 2o andar, por 1:600*000
Ra d.oj Calvada n. 32 'A000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 6 de feverero de 1886.
O escrivao, Pedro Kodrigua de Souta
s.
luilagrcs
ns
Bi-neiTclo
PRECOS
Camarotes de fundo
Ditos de bocea
Cadeiras de 1. classe
Ditas de 2.*
Galeras de 1.a
Ditas de 2
Plateas numeradas
Ge raes
Trem para Apipucos e bonds os do costume.
Principiar s 8 112 em ponto.
10000
8*000
3*000
2*000
2*000
1*500
1*000
*500
HAK(.EIRS BEIMS
Companhia Franceza de Navega
co a Vapor
Liulia quinze-nal entre o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Bahia,
Santos
coMPAimiA i-kiiiiiihH' wa
DE
Aavegaco Coste!ra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penede e racaj
0 vapor Mandahu
Anda recebe carga paia esses portos.
E8CRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Perr.ambucana
n. 12
AVISO
0 patacho inglez
Carrie Dingle preten-
de seguir viagem bre-
vemeiiitc para Parna-
liyba, recebe carga e
e iiv o ni m endas para
aquelle porto, por frete
mdico, tratar com os
consignatarios Jolins-
ton Pater & ., a ra do
Commercio n. 15.
Segiinda-fcira 19 do corrente
1 hora da tarde
Na estrada do Arraial n. 27 K
O agento Modeste Baptista, autorisado pelo Sr.
Mariano Jacintlu dos Santos, para pagamento
de seus credores, far leilo da armacao, mercado-
ras e utensilios da taverna e padaria sita na es-
trada do Arraial n. 27 A, assim como do telbeiro
existente na mesma.
~ LKlLao
SD > burros e 1 cavallo proprios para carro.
Tercafeira, 20 do corrente
A's 11 horas
No largo da ra do Commercio, defronte da casa
que foi o Hotel do Universo.
Por int'-rveucao do agente GusmSo.
Leirao
Terca ieira tO de Abril, s 11
horas
No largo do Arsenal de Guerra
O agento Modesto Baptista, por mandado e
com assistenca do Illm. Sr. Dr. juiz substituto
do commercio, far leilo dos gneros de estiva
existentes na taverna do "largo do Arsenal de
Guerra, penhorados a Antonio Jos Goncalves
dos Res, a requeiment de Augusto Fgueiredo
&c.
Leilo
O abaixo assignado declara que nada tem com
a casa mortuara da travessa da tua do Vicario,
pois deixou de ser socio di mesma desde junho do
anno prximo paseado Continuo com o mesmo
negocio na ra do Vigario n. 14. Recife, 15 de
Abril de 86.
Paterniano Barroso.
Ao commercio
Jos Soares do Amaral Jnior, retirando-se
temporariamente para Europa, deixa encarregado
do estabelccimento de molhados ra do Viscon-
de de Inhama n 46 e de seus negocios particu-
lares a seu socio Manoel Julio Soares do Amaral,
que em caso de morte ov molestia grave, ser
substituido pelo Sr. Joao da Cunba Vosconcellos.
Em 15 de Abril de 86.
Cobranza de impostos
Galdino dos Santos Nuncs de Olveira declara
que pagou em 12 de Marco de 1874 a qnantia de
29*840, sendo 253440 do l semestre do passeio
da casa o. 28 da ra da Madre de Deus, e 4*400
de custas. Pagou tambem no mesmo dia 25*640,
sendo 25*440 do 2o semestre do mesmo passeio, e
200 rs. da guia.
Estes pagamentos esto lanvados fl. 14 do li-
vro de caifamente. Os conheciinentos tem os na.
120 e 121. Hoave engae no edital publicado ha
pouco.
LELUK
Espcra-se dos Dortoe do
sul at o dia 22 do corrente
seguindo depois da ndis.
pensavel demora para o Ha
re.
Os vapores desta companhia entrara no porto
ancorando ein frente ao caes da prava do Commer
ci n sendo muito incommodo o embarque dos pas-
sageiros no fundeadouro das paquetes transatlan
ticos, no Lamaro c demais devendo todos aportar
ao Havre, que o porto mais visnho de Paria,
fra de duvida que ha grande vantagem para quem
quizer ir Europa em aproveitar-se dos ditos va-
porea, tanto mais quanto, a!m de serem os prevos
das passagens mais mdicos, as despezas do embar-
que aqui e as de transporto do Havre a Paris, sao
muito menores do que as que demandan) as viagens
nos paquetes das outras linlias.
Conduzein medico a bordo, sao de marcha rapid-
eofferecem excellentes commodos e ptimo passaa
dio.
As pas.'agena podero ser tomadas ts tuiteuic.
Recebe encommendas e passageiros para os
quaes tem excedentes accornmodaeoes.
Steainer Vile il8 VictuFia
E' esperado da Europa at
a dia 20 de Abril, se-
gnindo depois da inilispen-
demora pan a lia
hirt. Rlfv "o Janeiro
Ka n ton.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pios
vapores desta linha,aucirau> presentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng :.-
quer reclamaco coneerneute a volujnes, que por
H a tenham seguido para os portos do sul.atin
de se poderem dar a tempo aa providencias neces
sarias.
Expirado o referido praeo n eonspnnhin nSe se
responsabilisa ;>r extravkM.
Itecebe carga, eneomrnendab e passageirn pam
is quaes tem excellentes aceomodavoes.
Augusto F. de Oiivcira &
42 RIJA DO (lOMMKKCK) 42
Lisboa e Porto
A barca port.igu.-za Isolinn recebe carga a fre-
ta ; tratase com Silva Guimares & C. ra do
Commercio n. 5.
O de 6,500 chapeos de paiha, carteiras, ofre e
outros movis, deve ter lugar hoje, 17.
O das dividas da massa fallida de Mora s &
Rocha, deve ter Ingar hoje, 17, no armazem do
do caes da Alfandega n. 7, por occasio de um
outro leilo.
Terca-feir, 17 do corrente, o de bons mo,
- veis, pinturas oleo, bronzes, cry3taes, livros
mo ae Janeiro e p|MUtagj vnh0B, e mais objectos da casa de resi
I dencia do Sr. G. A. Schmidt ra da Saudade.
~ abbado, 17, o das dividas activas da massa
fallida de Morree i Rocha, hotel Oriintal.
Leiffio
De 6.500 chti[>oB de naiha de carnauba, de um
cofre cora 2 portas, 2 carteiras, 1 arma^o para
fazendas ou gneros, 1 bomba, 1 prensa c ou-
tros movis exist ntei
No armazem do caes da Alfandega n. 7
Hoje, 17 de Abril, s 11 horas
_____________AGENTE ,-INTO
Leilo
De 200 balas de papel para embrulho, champagne,
corvi-ja e muitos outros objectos
HOJE, 17 DO CORRENTE
A'n II hora
Por intervenvo do agente Gusmo
No armazem do Sr. Annes, comfrontc a Al-
fandega
Leilo de dividas
Da mansa fallida de Moraes < Rocha, na
importancia de 8:270Y290
Sabbado, 11 de Abril
A*s 11 horas
\o armazem iti raen da Alfandega
ii. 1
O agente Pinto I. vara a leilo requerimento do
Dr. curador fiscal da massa fallida de Moraes &.
Rucha, por mandado B ein presen (a do Illm. Sr. Dr.
juiz especial do commercio, as dividas activas do
Hotel Oriental, pertenceute a referida massa : s
11 horas do d;a cima dito, no caes da Alfandega
n. 7.
LEJ LAO
Do grande c importante sitio
de trras proprias da lustrada
de foo de Marros, conhecido
por Kitio da 'apella.
Tendo urna grande casa com cinco janellas de
frente, janellas nos oitocs, por'a de entrada pila
parle du norte, com 2 salas, 1 gabinete, 1 saleta,
5 quartos, cosinlia for a e 2 quartos.
O sitio tem muro na frente, porto de ferro e
urna capella o lado, diversas arvores de fructo,
cacimba, baixa de c.ipun e 2 viveiros.
Pabbado 17 do cora nte as 11 horas
No armazem da tua do Imperador n. 16
O agi-ute Martina, autorisado por maudado do
Exin. Sr. Dr. juiz de direito capellas e residuos,
e com sua assistenca, far leilo do sitio cima
riquerimuit i do testamenteirx inven'ariante
dos bens do finado Francisco Csvalcante de Al-
buquerque Lins.
Be inaportanten movel*. enpeltio
oval, loui'i. vldron e dlvernon ob-
jecin de nula.
Constando de -1 linda mobilia com encost de
Saliona, com 12 cadeiras de guaruicAo, 2 ditas de
reos, 2 ditas de balauco, 1 sof e 2 dunquer-
ques 1 conversadeira de Jacaranda, 1 espelho oval,
1 tapete grande para sof, 2 pares de jarros, 2 figu-
ras finas, 1 divn, 2 ricos guarda-vestidos de ama-
relio, 2 toiletts de mogno, 2 bidets de dito com
lampo de pedra 1 cama franceza de Jacaranda
com colxao, urna dita dita de mogno com dito, 2
ditas de ferro com ditos, 1 commoda de mogno, 1
berco de faia e 1 marqueza*.
Duas bancas para advogado, 1 cadeira de pa-
rafuso para as meninas, 4 estantes abortas para li-
vros, 1 cadeira de viagem, 1 cabido de parole, 2
banquinhas, 8 cadeiras de Jacaranda, 3 ditas de
bracos, 1 mesa redonda com pedra e 2 consolos
com dita.
Um importante guarda-prata de amarello, 1 ri-
co aparador de armario com pedra, 1 mesa elsti-
ca de 5 taboas, 18 cadeiras de junco, 1 guarda-
louva de amarello, 1 mesa redonda de ferro, 1 ca-
deira de balanco americana, 2 lavatorios de ferro,
1 dito de parede, 1 restriadeira, 2 vasos para agua
servida, apptrelho de porcellaoa para jantar e al-
moco, vidros, duzas de coiheres para sopa e cha,
(christufler) diversos objectos de prata garfos,
facas e muitos outros movis de gosto.
Terca-teira 20 do corrente
A's 11 horas
Na ra da Unio n. 53, defronte do Gymnasio
O Exm. Sr. Dr. Tarquinio de Souza tendo se-
guido para o Rio de Janeiro com sua Exma. fami-
lia, far leilo por interve cao do agente Martins,
dos movis da casa de sua resideucia ra da
Uniao n. 53. os quaes se recommendam pelo gosto
e pouco uso que tiveram.
O bond da linha da Tacaruua que parte da es-
tavo do Bi'.nn s 10 horas e 40 minutos, dar
pasanpcm gratis ao concurrentes do leiiao.
GRANDE E IVIPORTANTE
UBI LO
D( mobilia de sal< (Jacaranda), piano, harmo-
niuns, pirturas a oleo e gravuras, bronzes de ar-
te, figuras de biseni:, alcatifas e tapetes, lustros
para tr'.z carbnico.
Livros e estantes para os mesmos, spheras geo-
graphicas e a-tronomicas, urna importante luneta
astronmica, espingardas e secretarias-
Mobilia completa de sala do jantar (nogueira
guarda prata envdracado, crystaes, porcelanas,
objectos de ebctro-plate, viuhos fiaos, cognac,
pratos chinezes ornamentaos, plantas, artigos de
cosinba, quadros, relogios eetagers.
Guarda roupa e guarda-vestidos com espelhos
camas de bronze e de Jacaranda, commodas e mui-
toc outros artiff s para uso domestio.
Tarca -fera 27 de abril
O agente Pinto levar a leila-i. por conta e or-
dem do Sr. G A. Schmidt, os movis e mais obje-
ctos da casa de sua residencia ra da Saudade,
propriedade da viuva Guimares.
Na vespera e dia do leilo ser destribuido pelo
mesmo agente catbalogus impressns e numerados.
) eilo principiar s 10 horas em ponto por
serem muitos e ditferentes os lotes.
A entrega efTectuar-se ha as 21 horas preci-
sas.
Peixe de vheiro
Cuiimes gordas, no viveiro do Arquias Mafra,
em Afogados, e na casa onde foi estaco das di-
ligencias, na quarta, quinta e sexta-feira santa.
Encarresra-Be de concommendas Gurgel do- Ama-
ral e Pojas Mendes & C. ra do Rosario na -
mere 9.
Ama
Precisa-so de urna ama para engomiuar
e outros servicos domsticos : no 3* andar
do p redio n. 42 da ra Duque de Caxias.
por cima da typographia do Diario.
tt$lt$0
Quem tive predios grandes em boas ras ncata
cidade, u queira permutar, recebendo metade etn
dinheiro e outra em predios pequeos, edificados
tambem nesta cidade, dinja-se ra do Vigario
Tbenorio n. 12, armazem, que achara com quem
tratar.
Cosinheira
Na ra da Imperatriz n 20, 1- a..dar, precisa-
se de urna cosinheira para,pequena familia, pre-
fere-se escrava.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cos
nhar c mi perfeivo, para casa de hornera solteiro :
na ra Nova n. 6.
Taverna
Vende-se una taverna b>m afreguezada, ra
ova de Santa Rita n. 5, em frente ao mercado :
i tratar na mesma.
!
AVISOS DIVERSOS
Na engenhoca de Bemfica, estrada real da
Torre, compra-se vacias tourinas. boas leiteiras :
a tratar na mesma, todos os dias, das 6 ao meio
dia.
Piecisa-se de urna ana
ra Nova, pharmacia n 51.
para cosinhar : na
Aluga-se a casa da ra do Coronel Suissu-
na n. 150, com quintal e bastan-.es commodos
para familia : a tratar na ra Oireita n. 106.

Jase de Kouzn Moreira
Francisco Bibiano de Gouveia agradece to-
das as pessoas que se dignaran) acompanb'ar os
restos inortacs de sen aniig > e compadre, Jos de
Souza Moreira, sua eterna m rada ; e de novo
convida a seus parentes e amigos para assistirem
as missas do stimo dia, segunda-feira 19 do cor-
rente, s 7 horas da manha, na igreja do Dlvino
Espirito anto.
--.?-
Joao l'raneineu Carneirn de Al-
buqnerque
Diogo Soares Carneo de Albuquerque, Antp
uia de Albuquerque Mclio, Auna R. Carneiro le
Albuquerque, tendo de mandar colebrar missas
pe o eterno repoiiso d- seu presad iiii' e irmi:\
Joao Taciano Carneiro de Altuquerque, convi-
dam a todos os parentes e pessoas de sua amizade
para assistirem a este acto de religio e caridade,
segunda-feira 19 do eorrwrt", s 7 li2 horas da
manha, n i matriz de Pao d'Alho, c agradecer
desde j a todos que se dignarem comparecer.
I u ,( Aluga se um escravo paia criado ou outro
sorvico ; na estrada de Joo de Barros ou travessa
da S.'li'dade n. 41.
A.uga-se o sobrado com sota ra do Co
onel Suassuna n. 139, tm commodos para grande
Binilia, ciado e pintado ba pouco tempo ; a tra-
tar na ra da Imperatriz n. 56.
Precisa-se de urna cosinheira para casa de
familia : a tratar na rna do Bardo da Victoria
n. 39, loja.
O. tuna C. C
;enar
AugUBto Cesar de Ararat)
de tnilrade
de, tendo de mandar
celebrar inissas por alma de sua presada esposa,
na terca feira 20 do corrente. por nao poder fa-
zel-o no da do Io annveisarl- por -;ahir na sexta-
feira santa, convida a todos os seus parentes e
amigos para assistirem a est! acto de reiigio e
caridade, na matriz da Boa-Vista e no eng'nho
Timb-ass, s 9 horas ; e desde j se confessa
a |nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnr^^nn
mam ~1



u
Mil j^l|.IL|UI#
Diario e Peni*, intuir' --Sabbado 17 de Abril de 1N86
dar
Aln^a-se harn
i caes da roa ao Vieecnde de (oymina n. 79
i tratar no Largo do Corpo Santo n. 19, 1 an-
Alugs
o 2* e 3- andar do sobrado rus du Brum n 69:
a tratar no mesmu, padaria.
iliier-H
r barato preco a ca da ra Imperial o. 286,
Obi andar e loja. cota frentr d- aauejo, tem
boas commodoB, agua encunad, inulto fresca ;
a tratar na ra do Crespo n. 1H, loja.
\iiia paraminhar
Na ra do Bein-fica
sitio que ficaem fren-
te da entrada dos Re-
medios, se precisa de
una jaulher forra ou
scrava para ama de
Mzinha.
NICO


%
Precisa-si de urna >ma : a tratar na ra do
Conde da Boa-Vista, Caminho Novo p. 139-A.
Amas
Precisa se de duas amas, sondo ama que com-
pre e co&inhe brm, e outra para eng minar e fa-
zsr sprvi?u interno, do casa de pequea familia :
a tratar na ra do Bario da Victoria n. 69, se
gtando andar.
Prccisa-sc u'e urna ama para-andar com duas
ca-iauexs, lavar e ongomroar para as mesmas ; a
tratar na na dx Roda n. 16.
Atteneo
Pren\racao de Productos Vegetaes
..nmuloTu caspas
e outras Molestias Capillares.
JVIARTI NSA~BAST08
JPertiMtnbiu-f:
Chnelo turco
l.ojn de r. uin'o eatrangetro*
oa
Tbouiiiz de canalho k C.
Este grinii' estabrlecimento acaba de rerebor
pelos duut ltimos vapores da Europa Orator o
ViUe de I'ernambiico uin importante bortimeuto de
que ba ie magnifico ra calcados para senhoras,
bomt-us e meninos, nao s<5 pelo modernismo e ele-
gancia da* formas, corno p< la exeellencia do ma
terial, pnAcl i a m idea do tribalho.
Ci nsciou de que sahirfto plenamente saliefeitos
pedimos s Exiaas. familia, a-s Ilustres e respei-
taveis corpo acadmico e comincrcial, ea dibt;.ic-
ta classe nrrisica, a hua de urna visita ao nosso
estabelecime ito. As venias sao feitai a pregos
os mais az'iavois.
Roa dt Burocla Victoria o. 14
Precisase de urna ciada para cosiuhar : na
:ua do Bario da Victoria n. 9, 2 andar.
gustinho & Irnio
O pu:o vinho verde e o saberofo cha preto pon-
a branca, es je.ciulidadcs sem competencia ueste
mercado, reo bidos pelo ultime vapor, encuntra se
venda em casa de Panl Jos Alvcs & C.
Ama
tendo teito umH grande reforma ra sen estbele-
cimento d( joias, & ra ido Cabug n. 3-A, convi-
dam nos seus amig .s o fregueze. vir- in-se pro-
ver de j'ias pib gjst i prego s-ra competencia,
i os resol. Tam assim far por terem uin t;rand
60"RUa (10 BardO a VlClUfia-bd ?rtmntol<.joild..car..prat; tan.b.mcon-
certam qu. esquer i oras de ouro ou prata. e com-
pran] ouro velbo e prata.
Engenho (Tagua
Vend se ou arrenda so o engcuho Caan luba,
prximo ciclado do Jboat>>, com exti usas ter
ras c antas, ba poueo reconstruido c>m mportaa
tes o ras e boas estradas de rodagem : a tra ar
com o commendador 8 >rioca em sua residencia da
Magdalena, oa u s sabbxdoa em dito engenho.
Tau.beinei divido >m sitios, vontade de dm-
pn.J.i.c O ..' reros, t > i > amarren] de ri ;!ios.
PMwaa-se tf urna ama para cosiuhar e outra
para cuidar de ura cranca : na ra do Marquti
de Hcrval n. 28.
Utencao
Yendt-ie urna rotula, assim eotn<", um bulis :
na ra de M- rcilio Dis n. 12, pavimento terreo.
Ama
Precisa se de urna a a que saiba bem cosinh&r
e fa-er ootroa servaos domsticos para casa de
paquena famil'a; a tratar ba ra do Atalho n.
3, ultima casa.
Precisa se de urna ama para casa de duas pes-
sr.as ; na roa P.irmosa n. ''I, esquina do becco
dos Femin s.
9*
i
Leos Porto
Roa do Impera/ n 45
Primeiro and
Ontina a execntar os mais difficeis
figurinos r^cebidoe de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Jaiwiro.
Prima em perf. gao de costura, em bre-
vidade, modicidade em preeog e. fino
bmo.
lu|>hn l'crri'ira ilc linorini
Ant riio Pelisardo oe Aiiiorim, J >ao T. lsard
di-Ainoijm i J siph.-. di Paula Atnovim, t n U>
rceefc rtag^l i riaM notieia i> fall-ci-
rr.'nt" de aua tn i. O. '.-pa Ferreira
do Amori:.'v co.ividam ,s parrntri e ami-
gos para assbtireiu a um mssa que mandam ce-
lebrar jor ilnii 'I: m sim. no da 17 do o^rrente,
no convento d > Carino, ii 8 -oras da manhi, agra-
deoeodo a f don n--r e.sr.- favor.

tiuque I mu i l barato
Com cata para :amilia ina > arzra) e tem 4
saks, 4 quarlos e (osinha, inuitaa fructeirp.s dan-
de fructo, junto exctilleute ba bo do Capibaribe, e
parto d^ trem : a 'rutar na r a de Santa Thereza
n. 38, e na Varzea com o Sr. Estcvio Jos Si-
mies, confronto o dito sitio.


lava os eacrirtorio
L. E. Rodrigues Vianna mudou seu escriptorjo
de advi gaci para o Io andar da raa larga do Ro
sario n. 10.
Toalhasparakapti-
sado
Vende'se de 25 28*000, ra da Madre de
Deus n. 5. armazrai, ou largo do Corpo Santo n.
19, 2- andar, importantes t-jalhas de Lbjrmtho.
GMULS0
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fisrado de aealho
COM
t,\|)opl)os|)hiios de cal e soda
Approvnda pela foola de lly
gleoe e anorinada pelo
joeroo
L' o mclbrr rem- dio al h je descoberto para a
aira Itronrliiton, r:oplmla*. a
4-liiliN. aneiuin. ebilicfade imecrai,
dedoxa. toaae ri>r<>nl0 AfTcroAem
lo pello i- fia farsanta.
E' mmto i pprior ao oh o iimples de fgado de
bacalh.7, p#rque, nlm di -r ek iro < .-al> i agra-
dave. r.ulas as virtadee mediainaea e nu-
tritivas :o ole prnp; iedades tnicas e
rec n.-ti'ii nt. doa Ir oiios. A' venda as
drogara.-, e bol
Depoaito em Pi ratmbueo1
Francisco Mnnoei da Silva C.
23-HIJA MARQL'KZ 1-E ( LINDA 23
Vinho k S. Miguel
11WM
Nova remesas, vi ndc-m A., ral l'rimr. & C., ra
Larga do Rosario, e ;. do Ain< E> PURO K BARATO
Sido
_ Arrenda-se na estrada da Ictberimbera um si-
tio de coquetos, 'om viv iros, inuito bom de plan-
tacoes, com abundante piuto p ra gado e escol-
ente casa de vvenla : a tratar na ra do Barao
da Victoria n. 58, j andar.

Dr. Kanoel Antonio Moreira
','arolinu Isabel Lins de Barros, OlyjipU Lina
de Barros .'evo, u ajor Thoaaaa llarreto Lns de
Barros (auteutej o eapatio J(,- Candido de Bar-
ros (ausento), tendo de inand.r celebrar missas
pelo eterno n-pouso de seu presado genro e cn-
nia :. Dr. Mauoel Ailtooia Morcira, cnsul goral
do Brabil na Be gica, fallecido pm 10 do rorrente
em Bruxcllas. convdam a todoa na pareot soas de sua amzade para assistirein a este ac
de religiao e cari lado, tabbado 17 do ci rrente, s
7 1 2 heras. na groja do Paraizo. Agradecen)
desdo j a lpilos que *e dignari-m comparecer.
Maj Theo' oro Just, sua mulher Isabel Pires Palcao
Just e seua filbos, < aquim Custodio Duarte de
Azevedo, sua mulher Oalliope i ires Palcao de
Azevedo e seus tilho, Rh Pires Palcao de Loyo-
la e seu filhe. genros, Gibase netos, veom muito
reconhieido, agradecer a todos os parentes e
am:gosqno :e dignaram acompuihar at a ratacSo
das Cinco Foiit>.8 os restos mnrtaes do seu pri
sogre, pai, av e bita\6, o ii ajor Paulino Pife*
FalcS" : e de novo rugan h-.s mismos caes do-
mis parentes e amibos caridade de assittii
as mssas o -timo da, que mandam celebrar
pelo eterno icpouso do mesmo finado, no dia lt
do correnv rr.ez, na matrtl Je Santo Antonij. na
da Boa-Vista, na do Cabo, em Ij pella do engenho Maesangana, todas as 8 horas
da manlia.
aMECMMaBSaaaaHBHBBK?-^
Juan Bnpdnla de Wiquclra
Lyda da Costa Siqu-ira e seus Gihos, mndala)
rosar urna raiaaa na igreja da Coneeicao dos Mi
litaros pelo eterno rep u.io dajilma do sen semp'o
chorad ;8pcsoep"i, Ji So Baptista de Siquciro,
segu i-iito, n 8 horas, Io a
versi.ni dosensent.il> p issamento. Par., et
fim, conirdain a todos os pirentej c anigos, bi m
como os do tailecido, c nfos-ando-se por isso dea-
de ii suinm ;ment* ponh- rados
Jo.-.ii i m leroiiTma la Coneelruo
O ti i on'in limoceuco do Kspi-it i S n
to man i i erh brar urna miasa a 17 do correlo, Io
anniversario de seu cherado pai, o professor de
Joa.-jiiim Jeronymo da Conceicaj, eroga
ios seus parmtea e amigos e c.mpaoheiros u'aite
ajjBsss-rem rase acto, que tr lugar na igr ja
de N. S. !o Livramento, s 7 1/2 horas da ma
nha.
I.nl* tiuncalie lira
A vuvh, tilhoi, enteado, i rulis, cunhada e so-
brinbos Je Luiz G*ncalvea Agr, convi ~am aos
seus parefltra a amigos e ao do finado 4 assisti-
rem a missa que mandam celebrar sabbado 17 do
corr nte, tn ,'esimo dia do vu ftllecimento ; na
ordem Terceira do (armo s 7 horas da machi
por este acto de religiao e c ridade eerao sempie
reconbecidoii.
SAU0E PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel para o males de pernas e do^jeito ; tambem p. ra
as feriis antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enferm-
dades de peito nao se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfrlamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros
contrahidos e juncturas recias, obra como por encanto.
Esias meJiciau sio preparadas 5mcntemo Eslabeletimento do Professor Holloway,
78, HBW OXFOBD 8TBEET (antes 538, Oxford Street), L0NDBE8,
vendemse em todas as phartnacus do universo.
**" O* compradores sio convidados raspeitosamente a examinar o rtulos de cada caixa e Pota, se nao teem a
________ direcoao, 533, Oxford Stret, sao falsificasoes.
ySSISISiHISISiSimSISISLHISISISfey
TT VINHO Fl fiRAftlliS VIVIR ^
01 VINHO E GRAGEAS mm VIVIEN
EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BACALHO
Premiado com m dalhaa de Ouro e l'rata
PELA ACADEMIA NACIONAL
Ordenados nos hospltaes de Franca, America, Inglaterra, Tinla. tn.
A mini-lrar sob forma mui fcil e agralavel todos os elementos curativos do olee
evitando assim o cheiro e sabor nauseosos d'este; alem d'isso esta preciosa preparada
ten una siiperiorida giandes calores em quanto o uso daquelle impossivel, tal o eminente servico prestada
;i o Doutor VIVIEN; a experiencia tem confirmado o bom xito d'este producto.
Bator a firma do inventor II. VIVIEN em duas cores ao redor do crgalo de cada
gnala com o Sello de uniao dos Fabricantes o, boulevard Slrasbourg, em PARS.
a
P
Vende-se
urna taverna bem afregnrta la o pa pri
principiante : a tratar na nm lirgf lo Sot n>
numero 14..
Engenho Goiabrir.i
Traspases-se o atrendaii ent-i > enr- ul
dstaute da eidade ra, reta*
leudo tan bem a safra-, b I d, al. bicjue, ri
e mai* utensilios pertenecates ao an nao: tra
tar na ra nova de S n. '..', ari i
v;i por.
.
Caixeiro
Precisa-re de nm caizeiru
do Paraso n. 18.
: a trufar
Casa
Altaga-ee o adi r snperi r da casa f 92 a
iii-i da Palma, t.-m o >ns c m- iodos para lam ;i ;
tratar oa ra Duque de Caxas n. 47.

^
\
0
4&$&J*
*P'
tn
PHOSPHATOdeCAL GELATINOSO
de E. LEEOY, FUarmaceotico de r Classe, 2, ma Dacnnn, PARS
OSTBOtiEXK* $n t taaunnaasu a a Datica tas Crintu, costra lacsltltat 9 a Milaitla Heeommendamos este Xarope aos Mdicos e aos Doentes. de um sabor agradavel, de asslml-
laco fcil e mil vezes superior a todos os xarapesde laclo pho^pliato lnTenlaMospelaespecu-
lagao. Todos sao cidos ao posso que o Pbospliato de Cal Oelatlnoso nao o e
O Snr. Pnaaaor Bouchut, Medico no Hospiiil u Cnftncu. (03t''!te dea H'.pltaux. 19 de miio de 1(78.)
TNICO
Reparador por exceUennia
Anemia, Consumpfo, Bronchlte chron/ca,T/s/ca, Fraqueza orgnica, Conva/ejcencas d.fficeii.
VINHO PHOSPHATADa DE LER0
N.
D
.'U.-N
iJLVA
~s
i|#i^s<>a>^i^t*^S^*^r^>>^r>^r%r^r>^r^rV DE COCA DO PER
O VHTHO MAJtlAavz ijue fol experimentado nos hospitaes de Parle,
proscripto diariamenlo com exito para comuater a Anemia. Calorse,
XMffestoes mas. Molestias das viaa respiratorias e Eafraqaeci-
mento do orgao local.
O* Medico reeomsaemdam-no A Pettoas/vaca e delicadas, exhausta! pela molestm,
aos Velhas e Crinn? *.--.
P o Reparador da Pertarbacocs ilissstlTas
a o FORTIFICANTE por EXCELLENCIA
O VINHO MARIANI SK KNCOhlll\ BM CAS l>F
Sar.MiKIWl,FL">ri,al,beubiard Husamann: irew-Tork, 1 tMt,ll<>,Street
Em Pemambuco : Francisco VI. da silva ek C".
* i 1 j.
V,


it n
2KBA BARSO DA VIOTOBIA28
G. A. FRANCISCO
Tom a honra le presentar se ao respeitavel publico desta capital, < offnvoei
os servias do sea estabelncimcnto, que s abri no din 15 do crrante mes.
Este estabi'leoiiuiHit) i tferecu aos seus fregu'zcs comidaB gosto e protjos
rasoaveis.
Fornecor almd^os, Iuuch*>. jantarea e ceine fraaceza, com sobremesa de
iiifferente8 qualidades, e glo toda hora que for procurado.
Os freguezes serao servidos com a mxima attenco e esmero.
Ha mais n.'este estabeleciiAento grand-j varielade em bebidas, como sejam :
vinhes, licores, t-hampagnep, cognacs e cervjas.
Espera do respeitavel publico que aoja por bcui honrar com a sua pr smica
seu estabelecimento, e desie j promette servir bem.


liir $ tillo
Fnnau.
soy
G0IRS.E l%^
AO CHLORrYDROPHOS^HATO DE CAL
i aaaderoao Coa reconstltalntcs adr.;.tado or todos os Mdicos da Baropa na
FMquet* peral, Anemia. Chtorosu, Tisioa, CcchcxU, BfrofWat, RacMttsmo, Dotnetu
ata otsot, Crescimento UtlMl das crtantas, Fastti, xjsjicps'a:.
Fsrii^OIRRLjJb _79, ntJ CLsrcse-Stij. _Bp3iU jasnttie> rharnadu.
GRAGEAS
deCopahlba, Cubeba
Ratanhia e Ferro, Bismutho
tleatrto, Jerebenthlna, *
INJECCAO
Hyglenlca e Presfrvadom
sem causar
accidente algum.
As GRAGEAS FORTN, foro as primeiras que olitivcram a appmvaeao Aa Academia
de medicina (1S30) e que .'idnotaram-ae nos Hosjiitaos. Curam aa molesaiaa secreta,
mais reb.'jldes sem fatigar os estmagos mais delicados.
A rJECCA "> F r-STIW seaipm reeoir.nienilad.n ttomo o complemento da medicaejin. K
Dex >itos am efaVM*Wee>N*e I FRAN'* M Chapeos e chapeliiias
3
X5
36 i fl.....PSAQL Di m INOE^Gi.....36 A fl
^2
2C
Cuidado com ,is Falsifl; ",e
L>ft
AGUA de MELISSA1
dos Carmelita:
ce

5
B. S. CARVALHO & C.
Propietarios deste bem conhecido estabelecimento parfecipam
as Eymas. familias e no publico em geral, que mensalrac-nte reccbcni
das principis casis em Paris c Mancheater o que de meHior c t"
apura io gosto ha em cliap linas e chapeos para senhoras e meninas
e das primeiras fabricas de Hiuburgo o que ha de itelhor era cha-
peos para horacns e enancas, e rauitus nutres artigos con rrnentes
thapelaria.
Flores articiaes psrn. ornamento de salas.
'^

^2
'
Lnioo Succeseor dos Carmelitas |
PAKIS, 14, Ra de l'Abbaye, 1<*, FA.ISIS
Contra *. Apoploxia. o Cholera, e EnfOo do mar, o- Flatos, u Clicas, Indi-
gesteas, Febre amarella. 'te. I.er .rospecto nn qual vi tnrotri'.'i cao, ridre.
Dfve-se exigir o lotrelro branco o preto. c-;n lo ios os vldros,
seja qual BJr o i tu w:
IX-posllns em todas ,'. Pilara Amerca3.
'/3cv
x:^l.rofe
FERRUGINOSO
de Cascas de Laranjas e de Quassia amarga
ao PR0T0-I0DURET0 de FERRO
Preparado por J.-P. LAROZE, Pharmaoeutico
PARS a. Rae des T.lor.* St-Paul PAJUS
*PPHOVADO PELA JUNTA DB HYOIBNE DO BRAZIL.
O Pro:o-Iodureto de Ferro,
bem preparado, bem conservado, prin-
cipalmente no estado liquido, 6 de
todas as preparatOes ferruginosas, a
que produzosmelhores resultados.Sob
a intluencia do principios amargoc
tateos, da casca de laranja e da
quassia amarga, o ferro assiniilado
lacilineutc e produz effito prcunpto
e geral restituindo ao sangue. a lo rea;
s carnes, a dureza; aos difiranles
tecidos, a actividade e energa nece-
sarias s suas ftinccdes diversas.
Porisso. n Xarope Ferruginoso
de J. P. Laroze, considerado peles
medidos da Paculdade de Paris, cotio
o especifico mais acertado para as
Doencas de langor, Chlorose. Ane-
mia, Chlori-Anemia, Fluxos bran-
cos com dix-s'.oes demoradas, Mo-
lestias escorbticas e esorofuloeas,
Raohitismo, (to.
Ho memo deposite oha-te i venda os segu:ntss Productor de /.-P. LAROZE :
XAROPE UROZEZ&2&. TCWC0. ANTI-NERVOSO
Contra u Gastrtes. Oastral'/laa. Dyspopsi. Dores e Ca'mbran de Estomago.
XAROPE DEPURATIVOde^'r" 190URETO DE POTASSIC
CoDtr.t as Affecc&ee escrofolost-. cnncjrosas. Tumores orticos. Acidez de Sangue,
AcclfJent.es syphiliucos secundarios e terciarios.
XAROPE SEDATIVO ',c^,V^uiaBBR0?r1URET0 DE POTASSIO
Contra Epilepsia, Bysterico, Dansa de S. Ouy. Insomnia Jas Criancas durante a Dsr.ti o
OIPMI KSI TODiS .*S BOtS I.Br.41IH DO (Mllt
,
Acalarao-se as Cas
' nm-iaitca ios tiilH'Hoit o a iitsrtm
a V nii'-tr/i:
U C38 A

ELIXIR VINOSO
Phospfmtado
APERITIVO RESTAURADOR
ttfvos o re
omitieres pejadae, e is que nm u
porque em ambos os casos 0 til
:i ai.ii e a formaco i
ES' J. MONI, neo-

PARS, 22, na Drotrot. 22, PAr.IS
SAR TAIIU I
w"*
Ostluxoa, Oilppo. Ura'ebltas. i
KrrltacOss Jo Pslto, < XABOPt. .. PAJTA t*-f.
! toral L N&J-E aa DELANG7JNtER iso de v,
IklloAct osrU Tsrtfic^ lint Mcmbrof 4* mAswii
' : UeitlrlB isttrtmc*.
i Besa Oft, abrpUsa nerc oase ds-ee esa fMl9V
Jia jTiem* UTeoladM de Tonas ou CoqaslBobe.
PAeil M, ras VWIasas, SI PABia
~~\ a nituuruKUeiA> f-
no Mwno
FAZENDAS PRETAS
PE CHINCHAS
GORGURES-de seda pura a 2,5000, 2200 e 2500 o covado !
GRANADINAS de seda a 400 ris o dito!
SETIM MACA O a 1^300, MERINOS-a !;$000. lt?200, 1;)400! e de todas as cores para 1000 I par
acabar.
VELLUDILHOS a 800, 900 e 1*000 lisos e bordados.
CREPsuperior a 15000 o oovado !
SETINETA fran-esa a 560 ris o dito!
MANTILHAS e tichus grandes a 45500 e 5^000 !
Casemiras, pannos, cheviots, merinos, diag"o-
naes, etc., eneommen1 as para lucto
EM 24 HORAS
IVA 1 f It I 1)1 I t II t CASI DR
? II I 11. V 11 11 Ulll
5JRa Duque de Caxias59
SELECTOS
NOVA MARCA DE CIGARROS
-.--
De qualidadc superior
a contentar o mais difficii fumante!
NOS ESTABELECIMENTOSfDO C0STUBE
FABRICA APOLLO
i
nBaaVt~r~



Oiario de PmiJii.ihiiio---S.ibba do 17 d<* Abril di* ISS6
;
I

te i prata
O Muz'U de Joias, rna do Cabug u 4, re beu pelo ultimo vapor francez tim esplendido sor-
timetito. Prrcos muir- moderados
Boa acqiisfyo
Aluga se a roelhor cus de negocio run I
rial u. 94 autiga Thomaz Coinibra), c m ooamo
dos bastantes e urna boa armayo para qu.lqier
negocio : trata sena mesma ra n. 147, padarii.
Ei^omma mn*
Precisa se d<^ urna,
cyanna n. 207.
na rna d- > sconde 1
Engcnho
Arrenda-se o engenho Estivas, sito na comarca
do Cabo ; a tra"ar no escriptrio de Selia*tio ie
Barros Barreto, A ra do Comtuorcio n. 15.
Quero tem
?
Un re o prala : gcompra se onro, prata e
pedra- preciosas, por maior preoa que fm out a
Si^quer parte ; no 1 andar n. 22 ra larga do
sario, autiga dos Quarteis, das 10 horas s 2 ila
Carde, das uteis.
lis!...
Recebemos neste ultimo vapor voadoree pa-a
meninos aprenderem a andar, assim como, divt r-
tea obras de Vime.
Cadeiras
Cestas de diversos tamatihos para eonpras
Balai.'S para papel.
Assafates
Condenas.
Roupeiros.
Senientes de hortalizas e flores, amores perfei-
tos e diversas qualidades.
V o tambem o especia! bacalho de Noregi,
Ssand.) cada un 6 libras: en casa de Pocas
end. s & C.
Boa ettre&a do Rosario n, 9, junto a iqre^a
Bom emprego decapi-
ta]
Vende se o muito bom estabeleci.nimto de mo-
Ih idus, muito be d afreijuezado per \cnder muito
a retnlb'i, e tainb. m p ra o mato, sito ra Vidal
de Ntpjr iros n 157, esquina d.i becco do Lima.
No rnes.no se aeha eom qiitm tratar.
Cabriolet
Vende se Dm ero perfeito estado e por precio
foimnodo; A tratar na ra Duque d- Caiias n. 47
Itartas maduras
Vene so diariamente especiaes laranjas para
mesa, mangabas, capotas, e outras muitas : no
iHrgu de S. Pedro n. 4.
" "Buhar
Vende-se um bilhar un perfeito estado : a tra
tar no armazein de movis a ra do Iiaperador
numero 4!.
Barra da Jangada
Vende-se um i iw detijolo, com muiros cem-
ii.odoo, tem eoflbeiM an lado, botaos fundos para e
rio Pirangy, sita ra do Cnmranrcio n. 38 : a
trillar com Lopes Alhciro & C, ra larga do
Rosario n. 21.
Musios novas
Acaban de che^'ir da provincia do Para para o
Patabelecimento d.- .pian >s e uusiei.b de Vict r
niealle. ra do Imperador n. 66, as .-eguinf s
BVidade?, qoe tornan M rieommend'iveis p-l >s
, eos aut ires :
Hilaridade, galope, por H. E Grurjio, 2*000.
I 1 ni quatrj milis, dem idem, 3*.
A Viuviuha, rom mee pii'a canto, idem, 'i*
Un a Lembrnea, idem den, M.
( I) at j i, idem idem, 3 I
A Au- n.ia. idi-m idem, 2*000
\ i .nzonne para canto, idem, 2*.
Ln Partela, baoarola para canto, por V Kuij,
2.V. .
.. '< un;, dno para messo soprano e contralto,
para cuto, por H. K. Gurjo", 2
A Valsa, poesa para canto, idem, 3.
Peusa, meloda, por V. Ruiz. !
Ilarcha Triumphal, marcha, idem, 2.
IdallS, phantasia brilhantc, por Eurico Ber-
nardi, 2*0!O.
I'ein. reminiscencia, dem, 3*.
Les 11 iir.n.s de Clace, valsa, por M. J. Mou-
teiro l'r.ica. 2*.
A Alvorada. valsa caracterstica, por Eurico
aWrnardi, 2*000.
A Entrada de Ferro de Braganca, galope, idem,
*<>....
Saudade, valsi, por Feruandes A. da Silvt..
*000.
Rieordapza, mazurka, por V. Ruiz, 2*.
Cosinheira
QPr eisa-se de urna boa cosinheira e que sej:*
assead. a tratar na ra de Paysaudu n. 1!*
Passape : da Magdalena.
Em vista dos grandes progrese s da idea de que
se gloriaos as uacoes eivilisadas, o commercii
deve acompauhur tase procrease, visto que elle
o mal pideroso elemento do engranducimento das
acoe : em .ista do que annun/aam
MART1NS CAP1TAO & C.
1 Ra estreita do Rosario 1
Grnele s rtimento de gneros alimenticios, es -
eolia dos quaes, os anmincUntes toem sempre
maioi cuidado, para bem servir os beue Bumerosos
fregu'es. L- mbramos. p.iis, o proverbio :
Quem nao exfierimenta, nao sbe.
Venh.m v.r, pois :
Qui ijos, flamengo e de Minaa,
Fiambres inglezes.
(!li eolate francez Menier.
Di (o do Maranhao.
Frctos seceos, como :
Passas, amendoas, tigos, ob.
Ditas naei naca.
Doce, de todas as qualelades.
Bolachiulia ingl .-a.
SemeMtes novas de hortalicas.
Especialidatle em
Vinlios finos do Porto, Madeira e Sherjr
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores
Vinho8 tnicos, como :
Absintho.
Vermouth, etc.
Licores de tud^s as qualidadc?
Cliamp>.gne.
ervej.- de diversas mareas
Bem as im :
Araruta fia em pacotes.
Cha verde e pre' k
Dito pertla.
Especialissimo matte de Paran, em p.
Aiinl mas :
Ovas de peixe.
Sardinhas de Lisboa em Saimoura.
Vendem Martina Capitaj & i'., rus estreita ds
Puisario u. 1.
AS AGRICULTORES
Fcimitii eapam'ma (verdadeiro) para extme-
co completa da fumiga saura. Vendem Martint
Capitn & C. ra estreita do Rosario n 1.
dad i ira, e forrados 12*00
Calcas ile gorgorao preto, acolchoado,
sendo fnzenda muit> eiic>rpaua 5*o(>
Ditos de casemia de cores, tHfSo muit1
bem feilas 6*f..r
Ditas de fliuella inglesa verdadeira, e
nuito bem natas 8*00t
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e 3* fVroulas de irrijruellas para hnmens,
sendo muito liem fetas a l*2(Ki e 1*6''<
Colletmbos de greguella muito bem feitos ItKK,-
Assim como um boin inr>iaitil>tn de lencos di
liuho e de algodio, me'as crui.6 e colliirinh s. m
lato na loja oa %ua da Imperarril n. 3i
Riscados largos
m SOO rs. o lomilii
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, venden si
riscadinhos pr-prios para roupas de meninos i
vestidos, pelo barato pr*'Co do 200 rs. o covaiii.
endo quasi largura .de ehita traneza, e t>
como ehkai brancas miudiniuts, a 20* rs. o
do,e ditas rs curas a 240 rs., peehiueha
'oja do I'eivira da Silva.
FuwlAeM. artinelAM 6 lafnltaM H o
rs, o Na loja da ra da Iinperalriz n 32, vende -
um grande aortiineato de ibstoot branena a :.\
tb. o covado, lzinhas lavradas de turta-core
-ztnda biaii'u para vestidos a > e setinetas lisas muito largas, teudo de todas ai
Borra, a 5tK) rs. .covado xchincha : na loj
do Pcreira da Silva.
Merinos prelos a lA9
Vende-so merinos pret 'S de duas I' rguras par,
vestidos c. roupas para meninos a 1*200 e 1*(>!*
o covado, r siioenor setun preto para enfeit's i
1*500. a-snp como chitus pret;;.-, tanto lisas eom
de lavonres brancos, de 240 a' 320 rs. ; na bow
loja de Pereira da Silva rn-i la lm eratriz ni-
32.
tlyodaoKintao franerz para lenre>
n !MM(m le 1*200
Na loja da ra da Imp.rntriz n. 'i'. vende-s
superiores algodaozinhos francesa! com 8. 9 e 1'
palmos de largura, proprios para lences de ua
16 panno polo biiat i preco de 000 ra e 1*000 .
metro, e dito traneado pa a toalhas a 1*260, at
siin como superior bramante do quatro largura
para l'nfoes, a 1*500 o metro, barato ; na lo.i>
do Pereira da Silva.
Roupa para meninos
A 4*. 4*500 A
Na nova loja da ra da Imperat.riz n. 32, ?
vende un, variado sortimento de vestjarios prt
prios para meninos, sendo de palitosinho e cale,
nha curta, fetoa de brim pardo, a 4*000, dito,
de moleequim a 4*500 e ditos de gorgorio prsu.
emitando easemira, a 6*, sao muito baratos ; n>
oja do Pereira di Silva.
LQDQD1 CHHPABI
1*800
500
11500
800
1*280
258U.
1J00
400
200
Ycode se pelos segulutes pre
i-os de iaa0 v at OAOOO,
rna do Crespo n. 19 Madama
Meqiiclina.
fto
4o
Fazendas brancas
SO' AO NUMERO
roa da Imperalrlz =
Loja dos barataros
A'heiro iV C.| & ra da Imperatriz n. 40,
dem um bonito s .rtiment" de redas estas fazeudas
abaixo menc'omidas, sem c^iupeteucia de prec>s,
A SABER :
*Jg .daoPee" godaozinho com 20
jinlas. pelo ipreeos de 3*800,
4>, 4*5 0, 4 i, t>S, 54600 e
MadapolnPrcas de madapolao eom 24
jardas a 4*500, 5*. 6* at
Camisas de in ia eom listraa, pelo barato
preoo de
6J50
12*001
8(K)
Ditas branc is e cruas, de 1* at
Creguella franeeza, fazenda muito encor-
pada, propria para lenc.es, toalhas e
c-roulas, vara 400 rs. e
Cerbulas da mesma, muito bem fetas
a 1*200 e
Colletiiihos <'a mesaos
Bramante francez de algodio, muito on-
corpada com 10 palmos de largura,
metro
Dito de linho inglez, de 4 largaras, me-
tro a 2*500 e
Atoalhado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largara, metro
Gritones e chitas, claras e escuris, pa-
droes delicados, d 240 rs. at
Baptista, o que ha de mais delicado no
mercado^ rs.
Tolas estas fazendas baratiseimar, na conhecida
loja de Alheiro & C, esquin do becco
dos Ferreiros
Algod" enfestado pa-
ra enfoes
.1 OOo rs. 14000 u mel ro
Vende-ee na luja dos baratt'iros da oa-Vista
algodao p.r-. leucoes de um 90 panno, com 9 pal-
mos de largura 900 rs., e dit eom 10 palmos a
1:000 O .. e'.r, assim com dit > franjado para
toalhas de m> sa, com 9 palmos n largura a i*200
b OMtro. Isto na leja de Alheiro i C, esquina
do becco des Ferreiros.
MKKINSPRETOS
A 14209, 1*100, 1*.0, 1-800 e 2* o covado
Alhi iro i\ C, ra da Imperatriz n. 40, ver
dem muito bons merinos pretos pelo preeo'acimt
dito. E' ppehincha : na loja d,i esq iu.. do bec-
co dos Ferreiros.
lspartilhos
Na loja dama da Impeitriz n. 40 vende-se
muito bous espart Ihos para senhora*, pelo preco
de 5*000, assim Como um sortimento de roupas
de casimiras, brins, etc isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro ft C, A ra da Imperatriz n. 40, ven-
, dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
sas, de duas h.rguras, com o padres mais deli-
cados para costume, e vendejn pelo barato proco
de 2*800 e 3JJ o covado ; assiin como se encasrre-
gam de mondar fazer costnmes de easemira a
30", sendo de paletot saeco, e 35* de traque,
grande pech ncha : na loja dos barateiros da .Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna gaanJe
porcSo de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de S2P
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordado* aioor* m pecm
! A ra da Imperatriz n. 40, vende-se peoaa de
brdalo, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em carto eom 50 pecas, sorti-
das, por 5J, aproveitem a pechincha ; na loja da
esquina do bec^o dos Ferreircs.
Fnstes de senefa a SOO ra a
covado
Alheiro & C. ra da Imperatri vaa-
dem um bonito sortimento de fusties brancos pele
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, aerial
setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 m. o
ovado ; na loja da esquina do becco dos Fer-
reiros.
Pinho
enga
Vende-s: em casa ae afatneu Austin A C, a
ra do Commereio n. 18, 1- andar, da melaor
qualidade e diversas dimensoes.
Engenho Recanto
Vende se ou arrendase o engenho R-caaio, si-
tuado no termo ile SerinWem mcate cortante
d agn, com boas trras, etc. a tratar com lia-
noel Ferreira Barth lo, ra do Bom Jasus 4
Engenho
Tr> spassa se o arrendamento do engenho Santa
Rosa, na fregnezia da Luz, perto da estacao de
S. Louren^o, na via-ferrea do Limoeiro, assim
eotno de Jaboatao, na via frrea de Caruar. C>
terreno d para safrejar-se annaalmente de aVini
tres mil piles de assucar. Alem de muitas ar
zeas tem mata virgem para abrir-s novos parti
dos, rucie a vapor, tendo urna machina nova, de
milita forca, e moendas novas e grandes : quem
prrtendel-o dinja-se ao mesmo engenho ou a ra
d i Imperador n. 79.
VENDAS
Mobilias de junco
|Vet.d' se mobilias de junco de encost com pa-
Iha e sem pajha, mais barato do que em outrf.
qualqu r parte, assim como mesa elstica de 3 e '
boas, guarda-vestido e guarda-louca, eoutrat
pecas avulsas : na ra estreita do Rosario n 23.
Casa na Varzea
Vende-se a taverna da rna do Sol n. 17, na
Varzea, com pequeo capital, tendo casa ao pi
para f milia, tendo esta casa a vantagem de fieat
ronteira estacao da ferro via, que deve ficar
prompta at 3 de Outubro deste anno. 0 neg
ci vantajoso, e es preteudentes podem dirigir
se ao local da taverna, na Varzea.
fcfle-r
"

O 48 da ra Duque de Caxias est vendend)
fazendas por menos 25 / de seu valor.
Yer para acreditar
Setins macaos de 1*400 por 800 rie o covado.
Merinos Dretos de l, 1*20", 1*400, 1*60)
1*800 e 2* o covado.
Setineta preta a 500 e 600 ris o covado.
Ditas de cores a 400 rs. o covado.
Fustoes brancos e de eo es a 400 e 500 n. 3
covado.
Sedas de listras de cores de 2* por i* o co-
vado.
Merino de bolinhas a 900 rs o covado.
Mariposas fi as de eores a 240 rs. o covado.
Renda aberta da China a 240 ris o covado.
Linhos escossezes de todas as cores a 240 ris 3
covado.
Chitas finas a 200, 240, 280, 320, 360 e 40)
re. o covado.
Manteletas de seda le 16* por 7*.
Fichus a t, 4* e 6*.
Bramante de tres larguras a 900 ris a vara.
Dito de quatro larguras a 1*200 a vara.
Atoalhado de linho bordado a 2* a vara.
Collarinhos e punhos para senhora, modernos, a
2*000.
Brim pardo liso de 300, 400 e 500 rs. o corado
Toalhas velpudas a 4* e 6f a duzia.
Ditat alcochoadas de 20* por 124 a duzia.
Cobertas torradas a 2*800 urna.
Lencas de bramante 1*800.
Camsas para senhora a 2*50C urna.
Casacos de laia bordados, modernos, 1?*.
Dama eo de algodao de cores, largara de qcatro
palmos a 500 rs. o covado.
Camisas bordadas e de linho a 30*000 a duzia.
Madap ilao casca de ovo e pelle de ovo a 6500.
Enxovaes para baptisado, novidade, 9J.
Timoes para menino, boidados, 4.
Cbapoi de sol de seda para senhora, de 16f>
por 8*000.
Meias para homem e senhora, de 3*, 4*, 5* o
6*000.
Redes hamburguezas, 10J.
Colchas a 1*800, 5*. 6* e 7*.
Verbutinas de todas as cores a 1* o covado.
Cortes de casineta 1*, e lgttK).
Ditos de easemira a 3 4, 5, 6 e 7*.
Lencos abamhados com barra a 1 <200.
Camisas de ineii a 800, 1*, 1*500 e 2*
Casemira de cores de duas larguras a 2*.
Cortes de casemira para vestido de senhora, de
40* por 201. baratisskox
Zefiros lisos a 120 rs. o covado.
Cambraia preta para forro a l|200a peca.
Ve ide se por baratissimo preco e em muito bom
estado um cabrialet de dous assentos, quatro ro
das e arreios para um cavallo ; a tratar na co-
chera do Candido, ra da Rxla.
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este ezcellente Whisky Escossez preleriv.
ao cognac ou agurdente de canna, para fortifica
o corpo.
Vende-se a retalho nos b. iheres armazens
nolhadoe.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cajo n
me e emblema sao registrados para todo o Braz;
BROWNS ce C. agentes
DO
Salsa norato i Negro
Vende-se na n a do Bom Jess n. 7, primeiro
andar.
Vende-se nm erro americano de qi atro assen-
tos, um bom cavallo de carro e arreios para o
mesmo : ver e tratar na taverna Yictorie de
Paysand, junto da ponte pequea da Passagem.
>Iiu lozas baratas
Eroja Camaean
Ru/i Duque de Caxiae n. 66
Chamamos a attencao das Exmas. familias para
este estabelecimento, que estarnas vendendo mui-
to barato todos os artigos de iniudezus, e temos
um bom sortimento
Iranjt com vidrilho, larga, a 800 rs., 1*000 e
1*200.
Galo com idem idem, a U400, ifltiOO, 2*000 e
2*500.
Luvas pretas de seda, a 6(0 rs.. 800 e 2*000
o par.
Lequcs finos pretos e de cores, 8 e 10*
Ditos a 5*, 5*500, 6* e 7*.
Ditos hespanhota. de custo de i*.00 800 e
1J000.
Bicos fin's eom vidrilhos e baratos.
Espartilhos finos para senhoras e meninas.
Bordados finos, que estamos vendendo barato.
Perfumaras finas e sab, 200 rs.
Barra de sa bonete fino, de custo de 1 *000
800 rs.
Brinquedos para crianza.
Lencos tinos e meias finas para seiihores e se-
nhoras.
S se vendo para poder crer estes precos.
Ka loja amaran
Ra Duque de Caxias numero 66.
Camisas nacin ;i,
A tOO. sooo 8*500
32= Luja & ra da Imperatriz = 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber-
turas e pmhos de linho como de algido, pelos
baratos precos de 2*500, 3* E 4*, sendo tazenda
muito melhor to qu' as que veein do eatrangeiro e
muit mais km feitas, por serem cortadas por
um bom artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda f.izer p >r enciimm'tidas, a v mtade dos
freguezes : na nova loja da ra da Imperatriz n.
3 de Ferreira da Silva.
Ao 32
\m;i loja de fazendas
&9 Ruada Imperatriz = :'
DE
FERREIRA D SILVA
Neste novo estabebeimento encontrar o res-
eitavel publico um variado sortimento de fazeu
as de toi.s as qualidades, que se vendem por
recos baratissimos, nssim como um bom s irti
ment de n upas para honiens, e tambem se man
da tazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre altaiate e completo sortimento de pannos finos
casemiras e brins, etc
S-
-s
lina da Imperatriz
Loja de Pereira da Silva
Nene estabelecimento vende-se as ronpss aba
xo mencionadas, que sao ba- as.
Pal i tota pretos de aiagonaee e
acolchoados, sen .o tazenaas muito en-
cornadas, e forrados
Ditos de casemira pret, de cordao muito,
bem feitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melhor
Ditos de flauella azul sendo ingleza ver-
EXTRACTO NO DA 17 DE ABRIL
INTRaNSFERIVEL
O portador que possuir dous vigsimos desta importante
loleria est habilitado a tirar 2o:o 12#ooo.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da Fortuna ra
Primeiro de Marco n. 23, e mais cazas do costume.
CORRE A 17 DE ABRIL SEM FALTA.
A
DAS

!
coime; m da 20 de abril
.* 10*00C
12*0(11
O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006$000
Os )ilhetes acliam-se a' venda na Casa Feliz, praca da
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 2o de Abril de 1886, sem falta.

nofliri
i


Diario de Pcrnambiicjw-Sabbadt) 17 de Abril de 18S6
SCIEJfCIAS
A colora?* ** flores e nos
Insectos
Quando em un prado da Europa occi
dental observamos attentamente e de per-
to, por bella manlia de veras, o voltijar
de abelhas e de borboletas, acode-nos ao
espirito quo ningaera tem feito plena jas
tija a cases joviana e brilhantes insectos,
reconhecendo a divida de gratido que *>
hutnanidado contrahio para com elles.
Nao queremos, follar dessa gratidlo inhe-
rente a beneficio*: matoriaes. taos como o
mel, cor.., a seda, a cochonilha, a laca
e BSBnVnarea de productos utais. Esaas
eontriouijoos sao numerosas o de valor no
seu genero, comquaato rauito menos con
bideraveis que os obtidos dos outro3 ani-
maes das grandes classes. Mas ha um ser-
vigo que de vemos aos insectos, tilo pouco
proporcionado sua pequ-nhez relativa no
mundo, que singular ter si lo tilo rara-
esnta correspondido pela gratido que me-
rece.
Por mais singular que pareos, e-te acer-
t acreditamos, quasi inteiraraente aos
insectos que devemos to la a presenja da
cor na natureza, tora o verde. Sem elles
o mundo nao teria mais da matado dos
bellos objectos que lhe d o seu maior en-
canto esthetieo aos olhos da parte culi i da
bumanidade. Naturalmente, sa os insectos
nanea tiveflsem existido, os gran les
traeos externos do muudo permanecerais
e.sen talmente os meamos. A couligura-
C&O terrestre, oiigern das niontanhas e dos
valles, as dunas e planicies, ribanociras e
as garganUa, nada tm de commum ooai
s minsculos agentes vivos; mas to-
das as m moaea bellezas do detalbe que
accrescentam tanta sedcelo ao praser de
tiver e de contemplar a natureza, desap
-pareceria.n completai&en.e, assim o pensa-
mos, sem aloDgaseleceSoesthetica do mun-
do dos in8eetos dur.mt ianumeraveis g r>
jocs.
Temos tolos ouvi lo repetir sa iedade
que as ptalas das flores deven principal-
mente o seu desenvolviraento acolo das
abelhas c das borboletas : c esto principio
assaz geralmente aceito boje como vr
dade botani*. Bf as psrece-aos s?r terapo
de considerar novamente o assnmpto, sob
o ponto de vista pitforeseo, estabel -cendo
claramente a qaesto de sab?r quo somma
belleza externa i iva oos s peroepcoes
e prineip dmeote ao sentimento da efir nos
diversos insectos.
S- pol usemos I tar-noa de re.
peute dosjardins dos bosquetes do XIX
scalo ao centro de m bjsqne da poca
arbonifera, sobre o delta de algum Ama-
zonas esquecido ou de algam Nilo primi-
tivo, teamos e n torao do nos urna paiza-
gem singular e un tanto montona, do-
masiado differenta lo que nos offoreco o
mundo esplendido e variado em que o-a
temos a f-liuidade de viver. A immeoSB
folhagem de esplendido; tojos, de lyeope-
dioB colosssea as balou-aria sobro nossas
cabecos, eroquanto u:n verde tapete de
plantas rasteiras cobriria sob noaso3 pea o
solo hmido De todos es lados estenderj
ao-l:i im vastos pantanos, e, em vez das
colimas roehosas cu o luladas da Europa,
seriamos provavelniente o interior das tr-
ras unidamente composto de cadeias bai
xas ainda nao profiladas pola agitaclo dos
seculos nessea alt03 curaes que constituem
boje os Alpes ou Pyrineus do continente
moderno. Mas o carcter maia notavcl de
quadro aeria, aem a menor duvida, a mon
tona nniformidada de auaa edroa dominan-
tes. Sob oa pos a trra e por cima da ca-
bera as arvores primitivas, *tudo apresen-
taria tambora um nico e invariavel cam-
po de verdura. N ra urna flor encarnada,
neraum fructo dour.lo, nem urna borbo
l^ta rcolandesccnte viria dar urna nota mais
brilbante e mais rdante ao sempiterno
verde deas floresta aiaia que tropical. O
verde setrpre o verde ; por toda a parte
em quo cahisse o olhar, encontrada enfa-
donhos raassieos de luzuriante e angulosa
verdura.
Por outra parte, se passamos para um,
prado moderno de qualquer recanto dV
Europa, encontramol-o enfeitado de ama-
reliados botoes cor de ouro, de trevos en-
carnados, de margaridas roseas e de p.il-
lidas primavoras. As cercas matizara-ae
con brancos espinlieiros ou con rubros
botSea de roseiras bravas. Eneoatramoa aa
macieiras carregadia d i flores o os casta-
nheiros espilhaiu ao tonga o perfumo de
seus 'amilhetes. cmquanto, no meio deaaea
bosquetes flori los, fol/am porfia enx i-
mi's (le borboletas multicures.
verde da re va e-o azul do eo api-
as servem de fondo pira fazor sobreaahir
as corea mais brilh intes das fl ires e as d >s
insectos que vc:n neessantomentj fazT-
lhes a corte e saciar-so nos seus clices.
A o que devtda tilo notavel mudanja
no asoecto da natureza ?
' Qu.asi inteiramente, licito disel-o com
tola a confi.raja, a sentimento, sentido,
instindo ou po.-cepjao (como so quizer
chamar) da cor das florea de verSo e oa
desea ios exquisitos das azas da borbolc'a
forana un8 e outrj8 desenvolvidos pelo gos-
to e ajcilo selectiva teasaa bu nilles cre
turazi illas. Para acompanhar a ovolucao
gradual do sentimento da cor no insecto e
auaa reaccoif. subsoqueutes no mua lo ex-
terno, campre-noa remontar auna poca
em que aiuda nSo existia DOm fl>r era
borboleta.
Na epocha carbonfera, podemoa erar
que quasi toda a veg-ta^lo partencia ao
typo Asprovido de flr-typo, boje repre-
sentlo entre nos pelos fetos e pelas equi-
aitaceas. Estas plantas, como sabilo,
sao desprovidas de Adres, maa tem nica
te sp>roou ugaduraa despidas. Hivia.
c corto, algunas plantas QOtn flores no
aaundo carbonfero, mas perteacam intei-
ramente ao grupo das soniferas, arvores
anlogas aos piuheiros e {is eyea leas, qu^
t mi) a., se nenesenos cooes, o cujas flores
si'i pederiira aer reconhecidas pelos bot-
nicos prntissionaes. Ifeamo quanlo al-
guns toerabros archaicoa esparsos dos ver-
daderos grupos de vegstaea com flores j
tiveaaem exist lo nessa epocha, quasi
corto, en tolos 03 casos, quo clhs deviam
ser d 3provi loa dessas garridas e brilban-
tes petal 13 quo distinguem a bella Aires-
cenca dos n^ssos campos c dos nossos jar-
dina.
Um flor, sera dnvila corapoe-se cssen-
ci iP-.iente do pistiUo ou org.lo produitor da
seraente e de certo numero de estamea ou
fertilisalores. Nenhumi somonte plsche-
gar naturidade senilo sob a condiyao de
dade quo um giilo v era, um ou outro
ponto encontrar um piatillo prorapto para
*ecebel-o.
E' de algum a aorte como si os rsndeiros
da America laneassem seu trigo no Atln-
tico com a esperanzado que um alquei-e ou
dous fosaem leva loa para aa costas da Eu-
ropa pelas vagas o o Grulf-Streara. Em
seraelhant) circumstancia, um navio ad-
quire importancia enorme. Ora, a natu
reza creou justamente esses navioa para a
obra quo 08 reclamava : a.lo os inse-stos,
que primitivamente nao so diftonam entro
ai, e cujos descendentes deviam tornat-se
sbelbas, cochonilhas o borboletns.
J no mundo carbonfero, nsoctoa ala-
dea tinham comegado a existir. Varios
d'miros elles tiverain rapi'latnento de tomar
o habito de nutrir se sobre os raraillvtes
pendentes da primeiras plantas de flores.
Os insectos silo gulosos p-lo doc3 o nutri-
tivo pollun < parecera primeira vista,
quo devessem ser os nicos inimigos das
plantas quo visitavam. Mis emo iam de
flor era flor, em busca de nutriecao, trans-
itantes, desde que tssas core3 so tornas
sera o guia roconhocido do insoot). Eraou-
tros tormos, como as llores, sob o ponto
de vista funeoional acham-se aclualmcnto
divididas om dous graule3 grupos, -s flo-
rea forlilizalas p dos in*e;t03, qualqu;r
t ndencia primitiva produecao do Aires
brilhantes era torno dos orgaoa floracs to-
ria si lo constantemonto enorajaia no ou-
tra.
Samelhauti tendencia existira en tem-
po algn? S'gun lo todas as probabilida-
des, sim. As pirtis Vsidos das plantas
cnntD a materia colorante espeeial cinho-
ida qolo nomo chlorophylla qu essenoial
sita accao na deaoxydacSo do acido car-
bonioo da atmospliera. Mae, toda vez
quo novas forjas ontram om a -cao o pro-
cesso inverso d'oxy laeiio proaegu^, e nesae
prpoesso inverso as coros mais b dase mais
bnlhantes fazem sua apparieSoi
Estas cores nulo silo f ira liares as fa-
llas io outomno. Podse ta nbom obsr-
valas claramente om tolos os rebontos no
portavau de urna pira outra o polln adhe- ves prin tipalm nte no desabrochar dos re-
rento s auas eab.-.cas, pernas e pattas, e, no vos ni primavera, nos b)to;s brmiosdo
assim, incons dentemonte, auxiliavam a fer- rhuibarbo c nos longos rebontos d ts bat.a-
tilisar os flores. C'omquanto urna porcao tas que cresoom en um.a adega escura.
Jo polln devesso aer assim comida, a eco- Ora a approximaeao doa org-los II iraea
nomia effjetuala pola substituivao do n- justamente o ponto om que aa fireas ao
aecto, r aprese atando o papel do navj ao
autigo molo desastroso da disperslo polo
vento, eorapensava, e muito a p;rda resul-
tante. vlo consumo feito peloa aninwlejoa.
Por cousequonoia, devia acontecer nata
ramente que as flores que s cspeoialisa
vara mais pira a fertilisacfto p ir meio d)3
tuain o onlo ha proba )ili la lo de quo a'sor
apparega. O Sr. Sorby mostrou que
pigueato contido na ptalas militas ve
zes exactamente o mosmo qiu o.que se
acha as folhas novisaimas encarnadas e
amarellas do oomaeo da primavera e na
folUagim encarnad ido outomao ni mea na
desenvolvido da cor, pdese perguntar
como 03 insectos o couseguirara. *
Segundo todas as probabilidadoa elle se
deaenvolveu de par com o deaenvolviraento
daa florea do corea brilhantes. Assim
como as florea, que mostravam maia ten-
dencia a exhibir um cireulo brilbante de
folhaa coloridas na vizinhanja de seus ea-
tainea e de seus pistillos dovia n conseguir
raelhor attrahir os insectos, do mesmo mo-
do, em compensadlo, os insectos cujos
olhos erara raelhor adaptados a distinguir
as flores cor de rosa o araareas da folha-
gem verde deviam conseguir raelhor ad-
quirir su 1 aUtrieSa o chegar assim, na con-
currencia vital, a triumpinr de seus co u-
petidorea menos bem dotados.
l' le se rasoavelmento perguntar como
am; animal dosprovo do sentimento d.i
c5r p le desenvolver om si samelhaute fa-
euldade somonte por meio de seleccilo na-
tiral.
(Conianaa).
V1AGEXS
insectos adqairiam vantagem consideravelI planta. Sera impsssivel aqui profundir-so
xa, auas folhas externaa devisan | l,or tende sempro a appirecar as folha
sobre as quo lh?s fioavain mus proxim is
na luta pela vi la ou concurrencia vial.
Para este
tomar a forma do clice em vez de cachos
ou ramflhetes abortos do typo fertlisado
p-lo vento, e sou modelo dovia ser antes
feito para conservar o pollm do quo par
expol-o, ao passo que seus osforyos deviam
ten ler para attrahir os insectos, cujai vi
sitas Ibes erara utois e a repellir todos os
outros.
As flores q ic tioham probahililades de
variar maisn'esta direcjilo deviam aer me-i
esta questao.
Orando copia do factoa mostrara-nos qn?
que cercara immediatamente os orgloa llo-
ra -s, e que esta tendencia se desanvolveu
sob a ntlueaoia da aeleccSo, feita p dos in-
sectos, daa floro3 mais brilhantea, at quo
ella tonda produzi io finalmente os brilhan-
t'.s corollas das fl iros quo cultivamos.
Mas tu lo isto almitte o proprio facto
que ora nos ocoupa, a sabor, a existencia
: e o desenvolvimeuto do sentimento da cor
nos insectos. Como sabemos que os insectos
I podem distinguir as cores ? De outro modo,
descendencia devia finalmente adquirir mo- i ...........___._.-___i.. -
dificayoes que as tornassom aptas nica
sor fertilisada pelo pollen de um cstaoc.
Maa a experiencia, o nata ospocialment: as
experiencias, de Darwin, mostraram que as
plantas pioduziias pelo pollen de uraa flor
applicado ao pistillo do outra fir, silo maia
f.rtea e mais vigorosas que as plantas pro-
duzi las polos estamea e vulos do urna flor
nica. E' para obter o beneti io desta fer-
tilisaco cruzada sob uraa forma simples
quo as fli"ire3 coraecaram primeiramente
existir, resultan lo sr.u desenvolviuTento da
extensilo ulterior do mesmo.
Os pinheiros c outras coniferas, as her-
vas, as espadaas delgadas e as arvorea
florestaes dependem em panda parte do
vento para o transporte do pollen de una
flor para o pistillo da flor visinha. D'ahi
provena que geralmente auas flores deaen-
volvem-se era grande massas pendentes,
de mo lo que a brisa possa fcilmente le-
var o pollen e que os pistillos tenhara toda
a prob.ibilidade de apanhar o grao de p
que passa. Aa flores de alguns de3ses ty-
pos vegetac3 forara, sem duvida, as pri-
meiras que soffrerAm a evolucilo, e 3uas
cores, so serapre ou verdea ou siraplea
ment escuraa.
Mas da fertilisacjo pelo vento reaulta
muito perda. O pollen para a planta,
um producto dispm lioso, cuja composiXo
exige rauitos ra-teriaes uteis. Coratudo,
necessario quo ella se dispenda em qu*n-
tidade consideravel na simples probabili-
lhor succedidas de geracao a geraeao e sua
I |>W140IU mili
realmente, toda esta argumentoslo cahe,
a presonya de corollas brilhantes deve ser
attribuida o qualquer outra causa.
Do todos 03 insectos, aa abelhaa aao os
que frequentam mais as ti oros, e silo ellas
tambora quo sotTroram maior modificacao
em rolacilo s suas visitas era busca do mil.
Pdese, pois, esperar qu as abelhas
deves3om dar prova de un sentimento da
cor de ponto particular. Pois bem, este
no. as- justamente o caso. As experiencias de Sir
John Lubbock provam "claramente que as
abelhas possuem a f iculd ido de distinguir
Se, quando os imecto3 coiuocarara avi-entro 0 encarnado, o azul, o verde e o
sitar as flores, havia difforencas especiaos,' .imarallo. Aocioso por saber si os insec
gracas s quaes parl03 carregadas de pollen .os Grlin realmente attrahi loa pelaa cores
tertilisacao pelos inaectoa.
E' intil insistir sobra as mudancas de ,
formas o d'sposijios assim prodazidas pela,
acefto dos ioaectoa. O attractivo do per- i
fume e do mel. os artificios de adaptayao
e de modificaclo por raeio do3 quaes as
plantas attrahom ou conservara os insectos
qoe as visitara, sao cousas conhecidas e
adraittidas ; varaos pois passar incontinente
ao assurapto que ora nos interessa
particularmente, o da cOr.
1'1111 viajera no rio Igu-issii
(provideia lo Paran)
(Jornal do Conimercio, da corte.)
(Conclusilo)
A's 4 horas, '-'ponto chamado Pin'iciro
Branco; moia hora alen, a boca do rio do
Pinta lo
A anal, s 5 horas e l(d, chegavamos,
com agua eiro violento, embora bouvesse
sol, barranca do Porto da UuiSo da
Victoria, onde, no meio de innmeros fo
guetes, foram S. Ex i. e ana comitiva re
cebi los com multas provas de alegra, pola
populacho e pelos merabros di commissao
militar encarregada da estrada de Palmas.
IV
A viagm rio cima Iguassu' durou 44
horas e 50 minutos, porquanto partiado nos
da Uniao da Victoria s 12 e 20 do (lia G
do Maro, ebegraos ao Porto Amazonas
s 11 horas c 10 minutos de b.
Tambora para 830 foi necessario viajar
lia e noite, parando a a navegacao algum
gastramos 4 horas e 40 minutos a fim de
l voltancos.
Pouco antes, haviamos, ainda ama vez,
admirado a bellissiraa placidez o solem-
nidad! do Largo Biaio da Gama,"e esse
nomo ora meio da esplendida natureza,
evoca vivas reminiscencias daquelle ooeraa,
do qual ae destaca pura e potica iraagera
de Lindoya, cujos encaatoa e formosura
erara taes, que as mimosas faces ae trans-
flgurava at a inorte, inspirando ao poeta
a sublimo exclamayao :
i Tanto era bella no seu rosto a inorte !
A tarde, pira nos, vinha deseen.io sua-
ve, Iresea, serena, melanclica ; e ainJacom
restos do da parou, s 7 horas, o vaper
para tomar lenha, no lugar denominado
Escuda.
Deseemos entilo trra.
De repente o cboou bem distinetnmente
prolongado, embora longiuquo, o sora de
bnsina dentro da raata virgom, respondi-
do logo, maior distancia, por nutro.
Eram avisos e signaos dos bugres botocu-
dos; e de descuidados que e3tavamos tor-
nmo nos de prorapto atteutos, nao que
bouvesse perigo real, mas pola novidade
da3 impressoca que reoeloiamos, alli porto,
em contacto quasi com a selvageria e in-
doraave pertnaeia do gento cajo rancor e
ferocidade tinham tristo.iho attesta lo as
cruzes erguidas heira do rio.
A's 7 1|2 boras, rceome^ou a viagera
que so prolongtu, apezar da escura noitc,
quasi sera interrupcito at madrugada
de 7.
Passamos nesse dia s 6 horas da ma-
nda em frente a barra do Potinga, do lado
esquerdo e ntanos que dense ponto que
comeyam a apparocer os ciegan es tdtgwx-
causa da expossa escuri-
razao de fortissima tro-
tivessera podido ser fcilmente disingii
las fl iros, Sir J. Lubbock collocou lam-
las dos outros orgaos da planta, nao ha nas e v lro untadas de mel sobre papis
duvidar quo os insectos tivessera de atilt-1 e diversas corea. Aa abelhaa oom quo
zar se delles para guid-os na procura de fez experiencia puzei-ara-se rpidamente a
sua nutrido, c que deste modo essa diffo- ar preferencia a urna cor, comquaato pa-
renca devia mais tarde aceentuar-sa ed"s-|pQi e 0 me] (Du lassem de espayo a espayo
envolverse mu tolas as futuras plantas j0 )u ,ar ), qe se de luz urna prova di:
da mesraa especio. Ora temos toda a ra rP,cta evidentissima que os insectos supV
zao do ernr quo juntamente cssa dilf-ren- rores percebem positivamente a dilferen-
X
F0LHET1M
NGELA

POR
lAVisa i\ ssasisrzs
{ Con ti nu Ion ")
V
E depois de ter riscado cuidadosamente
com o lapis os algariamos trabados na mar
geno do jornal precaucao bastante intil,
por tira de eontaa encetoo o pedaco de
roast-beef com batatas, que acabavam de
servir lhe.
A respeito de amigos ou camarades, P-
roli e tinha um quo se iuoportasse com elle
e que o procurasso durante a ausencia pro-
jectada.
Easo amigo era o son compatriota Anni-
b.il (rervason.
Era necessario evitar que elle lhe esero-
vesse ou que viesas saber deilo ra Bro-
chan*.
Assim quo -rmiGOU S almogo, tomou o
omnibn3 quo o devia conduzir ao boule-
vard Saint-Micbel, pero da ra Monsieur-
le-Prince, onde inorava o joven medico
adjunto io grande oculista, que diriga o
bem coohocido eatabeleoiraento da ra Hau-
tt-fellille.
A'quella hora matinal era quasi certo
encontrar em casa o seu compatriota, ca-
jos hbitos eram da mais edificante regu
laridade
(crvasoni, com fffjito, achava-30 no sou
aposento mais que modesto, mas rauito bora
tratado por ama criada.
Foi elle quera veio abrir a porta ao vi-
sitante, e, como a portoira da ra Br*
cbant, roo8trou-se aorprehendda com a ran-
danya effectuada, desde a vespera, na rou-
pa do seu amigo.
Bom vs, dis8e-lhe este ultimo, a
quem a sua sorpreza nao hav.a escapado,
que oa teua conselbos do hontera e os
teua cincoenta francos serviram para algu-
ma cousa.
ya primitiva existe entre as flores e a3 fo-
lhas ou hastes e esta ditferenca urna dif-
ferenga de cor. Se examinarraoa at oa fo-
lhelos o as flores do hervas hodiernaa, ve-
remoa quo differem ligoiraraente na cor da
folhagora de aua3 plantas respectivas. Mas
ca existente entra cores diversas. Ainda
mais sua percepcilo a este respeito parece
singularmente anloga nossa. As abelhas,
que do feito nilo tinham difficuldade em dis-
tinguir o encimado do alaranjado ou o ama-
relio do verde, nilo pirociara percebor dia-
nio parece ha ver iraprobabiidade do que!tjnCpj0 jjg pronunciada entro o verdeo o
a cor tenha podido apparecer muito mais i iZa\> tacto que c idntico ao que observa-
frequentemento e mais abundantemente nas; m03 n0 homem-. Todos nos, com effeito,
flores fertilizadas palo vento, primitivas, '. ina8 faeilraento confunJimos o verde e o
do que nas de nossa poca. As flores fer I azuj 0 qU0 outras cores ma3 approxiraa-
tilisadas pelo vento nao soffrora cora effeito j ;ls
senao o damno das visitas dos insectos, at- s, pois, as abelhas e as vespas, como
tratados por uraa cr brilbante, resultando fez ver sr j,)m Lubbock, e as borbole-
dahi que a selocf-ao natural tendera a es-' taSj como 83 p,ij0 nf.rir de outra3 obser-
tancar o desenvolvmento daa cores bri- .lP;w. nnaanam realmente esse .sentido
possuem
Os mena conselins, salves... repli-
cn G-rvasoni. Mas agora 03 raeus cn-
co-rata francos que nao chegavara para
todas estas deepezas de vestuario.
Servir m-me para ganhar quinhen
tos... Tcntei a aorte pela ulti na vez, e o
resultado prova quo fiz bera.
Sempro o jugo I
Era imposaivel aproaentar-me, fosse
a quem fosse, vestido como um bohemio,
e os teus cincoenta francos nao erara sufli
cientos para reconstituir o raeu guarda-
roupa. Disse contraigo que o dinhei-o de
um amigo me daria folicidade, e fui para o
jogo como se vai para um duello.
PoHias perder o sobar-te depois aem
um sold.
Evidentemente poda perder, mas
eviden'ooiente, tambora, ganhei !
Emra, promettes nunca maia voltar
espelunca ?
Prometi e curapriroi a minba pro-
racasa.
Terei nisso grande satisfacao. Al-
raogas commigo ?
- Nilo. J almocei. Venho rae des-
pedir de ti.
Despedir-te Deixas Pars ?
Hoje mefmo.
E onde vaia ?
Para a Inglaterra.
Onde e8p-raa encontrar emprego ?
E' verdade.
Conta-me isao.
Hontera, sabia lo da cstalagem doa
Adrets, enc.ontrei urna pessoa quo tu nao
conhecea, e quo me poz na piata de um
bom negocio. .. Parece que um mlico
oculista inglez, muito ..ere litado e frente
de um cstabel-cimento de rauita faraa, pe-
de um adjuncto francez o que falle ura
pouco de ioglez... Ora, cu iallo-o do nia-
neira aufBeiente para me fazer coraprchen-
der. Talvez que cu agrade. Seja l
como for, parto para Ply.nouth. Se nilo
tiver bom xito, perderei apenas o passeio.
Entio, verdade que te tornas s
rio 'i
Farei raelhor do qua affirraar-t'o ;
dar te-ho as provas.
Poia bera, raeu vi-lbo caraarada I ex-
clamou Gervaaoni con alegra,, felicito-te
de coraco por tao prorapta mudanza c
cora a qual, devo confagaar-t'o, nao pusava
mais contar? Parta, pois, o $*' boa es-
trella permita qus tonhas b*m xito. Em
poucos aanos esquecero os teus erras de
raocidade, que, em sumraa, nao erara ]
rauito grandes, e poders voltar a Pariz de
cabeya erguida.
E voltarei, tica certo. Vamos, um
bora aperto de raao o at vista !
J rae deixas ?
E' iodisponsavel. Tenho voltas a
dar, antes do partir, c a pessoa que rae
forneceu e3taa inforraacoes, proraetteu dar-
me uraa carta de reoora nendaeao. .. o que
me ser muito til. .
Pois vai n lava oa teus diplomas.
J l estilo, na minha mal i.#
Nao tenho precisao de te dizor quan-
to desejo a tua boa sorte S ibes quo a mi-
nha amizade e os ineua votos te acompa-
nharao. Escrcve-me de l.
D.iqui a poneos das recebers esrta
minha.
Os dous amigos trocaram ura affoctuoso
abrayo, e Proli, que n?o levava nenhura.i
bagagom, e com razao, ileixou a ra Mon-
siour le Prince e foi directamente esta-
fan do catninho de ferro de L:2o.
Tinha resolvido tomar o trem que par
ta para Marselha s duas horas c quaron
ta e dous minutos.
A' hora marcada o vapor o conduzia.
Gervasoni, sinceramente delicado ao
amigo de infancia, senta palpiur-lhe. o co-
raco le alegra.
AcreJitava na transforraacilo moral de
Proli e nao punha em duvida a parti la
deste para a Inglaterra.
E' mil vezes raelhor quo tiquo no es-
trangeiro, dizia ello comsigo Ao menos
tica longo das companhias pengosas o que
mo faziam recejar pelo seu futuro.
o dia seguinte, Proli chegava a Mar-
selha, s sois horase quareota e cinco mi-
nutos d a noite.
No raez de Dezerabro, s quatro horas,
noite ; asaira, a viagera do italiano ac-
bou era completas trevas.
A cidade esta va brilh.nteraente illumi-
nada.
As earruagens dos hoteis esperavam na
estaba.) a che rada dos passageiroa, oa mi
pregados ga'oavara o raelhor quo podiara
os mritos dos cstabelecimentos que repre-
sentaTan.
Angelo, fatig do como so fica aempre
depoia de uraa I-raga viagera em camraho
de ferro, quiz desentorpecer as pornaa, e
como nao tivesse nenhuraa mala, foi a p
at a cidade, que elle j conhecia.
Com passo rpido, dirigio-se para o caes
da Fraternidade, onde se achava o Grand-
lotel Boausejour e entrou no caf annexo
ao hotel e delle dependente.
Comquaato se estivesse no sul, fazia um
fro muito f irte.
O italiano sentou so a urna mesa e raan-
dou vir ura jr g muito quonte.
O empregado servio o iraraa liatamento.
Desejava um quar'O por a'guns dias,
disso elle ao empregado. Tenha a bonda
do de guardar um para raim.
Muito bera, senhor. O senhor s ?
Sou.
O senhor janta mesa redonda?
Ainda nao sei. Isso depende dos ne-
gocios que mo trazem aqui e quo podem
tbrc/ar-me a entrar no hotel com irrogula-
ridado. Jantirei esta noite no restauraot
do hotel.
Bsata, senhor. Vou tratar do seu
quarto.
O criado sabio do caf pela porta de
coraraunicayo e voltou ao cabo do alguns
minutos.
O quarto do senhor est s suas or-
dens. E' no segn lo andar... Vista pa-
ra o caes. O senhor tem o n. 10.
Miito obrigado polo seu obsequio, irei
ao escriptorio daqui a pouco.
Proli ucabou o grog o dirigi ae ao ea-
criptorio do hotel, como acabava de dizer.
Toraaram para mira o quarto n. 10,
minha aenhora ? diaae elle aenhora que
geria o estabelecimento.
Sim senhor.
Vou lhe dar raeu nomo e appelli Jo.
A gerente eatava sentala diante da es-
crivaninha.
Pegou n'um registro, abrio-o, molhou
a peona era tinta e dispoz se a escrever.
Proli disse senhora que geria o esta-
belcciraeiito :
Devo apresentar os papis quo esta-
bele cera a minha identidade ?
Oh I perfeitamento intil, replicou
a g rente, sorrin ;o. J nilo estaraos no
tempo que era necessario precaverse cora
ura monta de papis para ir dormir n'uin
bote!... E o senhor noto uraa cousa,
que os tratantes traziara os papis raais em
regra Actualmente acreditamos na pala-
vra dos viajantes, (uoira dizerme o seu
nomo.
Proli dictou :
Julio Armando Bascon.
Protisao V
Viaj rato do commercio.
Vindo do ?
De Toulon.
E' quanto basta.
Qual o preyo do seu quarto ?
Tres francos. Ser doz francos por
dia, comprehendendo tudo, se o senhor al-
mona e janta no hotel. A mesa excol-
iente.
tempo, a 6, por
dito, e 7, era
voada.
Descontadas essas doaa horas perdidas,
pd --se cal ailar, que, moj luar claro, na
marcha que trouxemos ou ura pouco raais
accelerada pelas circumstancias favoraveis,
far-so-ha o trajeoto de 43 a 44 horas.
A distancia entre os dous pontos extre-
mos segundo os ir raaos Keller, de 5a
1|2 legms, os primeiroa que, por ordeno do
presidente conselheiro Fleury, exploraram
o rio, o essa aprociacSofoi aceita pela com-
missao encarregada de estudar os limites
entre as provincias do Paran e Santa Ca-
tharna.
Os engenhoiros militares da Estrada de
Palmas, acos tu nados a transitaren] por alli,
cilculam a distancia de 53 a 54 leguas,
ao passo quo outros protissiona s a fazem
nao superior a 52.
Como pelo numero de horas p le so for-
mar idea daa nistan.-ias percorridas, dare-
mos ainda noticia de alguraaa indieacoes co
lindas no regresso e quo completara as no-
tas tomadas anteriormente e j publicadas.
Assira deixraiuos de apontar a barra do
rio do Soldado, que desagua margem es-
querla, e cora cuja e ubocadura enfrenta-
mos 1 hora e um quarto. Corta trras
do Sr. Amazonas, e logo aps se ve a boca
do rio do Bueno.
A's 3 horas o meia, outro rio quo Jicara
era esqueraento o Macuco.
A's 5 horas, passavaraos peta barra do
rio Timb. Assira pois, levramos 2 horas
para a'alli chegar ao porto da Uniao, e
O italiano ia responder.
Nao teve tempo para isso.
Um hornera de cerca de cincoenta e cin-
co annos, entrou no escriptorio para ir bus
car a chave.
- Sr. Bornier, disse-lhe a gerente, cora-
priraentando-o cora manifesta considera-
do tem ahi uraa carta na caixa para o se-
nhor.
If-iito obrigado, minha senhora, re-
plicou o rocera chegailo.
Tirou a carta do ca :ifo, que se acha-
va ao lado do quadro era quo estava pea-
durada a chave e olhou para o sobres-
cripto.
E' do rain'ia filhc, disse elle |em voz
alta.
A querida menina, disse a gjranto
ein tora que testemunhava respeitosa fami-
liaridade, devia ter tido grande satisfacao
quando soube que o senhor acabava de ga-
nhar o seu processo.
- Estou certissimo disso, replicou o
viajante ; mas a sua maior satisfacao foi,
com certeza, de pensar que ia tornar-me a
ver, depois de to longa ausencia.
Deixa-nos era breve, Sr. Bornier ?
Partirei no dia 10.
A menos quo oa seua negocios nao o
retenhara ainda.
Nada me. po.dia reter... Minha filloa
eat prevenida.
O viajante agarrou n'uraa vela accesa,
corapnmeutiu a gerente e retirou-se.
Poro, ouviodo pronunciar o norae do
Bernia-, tinha esti'C nceido u oa olhos diri-
gir ni-se para o hornera a quera se dava
este norae.
Ser o tal Jayrae Bernier, cuja carta
tenho no bolso ? perguntou de si para ai.
Depoia de algumas phrases trocadas en-
tre a gerente do hotel o o viajante, nilo f-
cou raaia com duvidas a tal respeito.
O hornera que se achava alli dante delle,
era exactamente o antigo armador que, du-
rante longo teropo tinha vivido r.'uraa me-
dioendado visinha da miseria e quo o ga-
nho de u n processo acabava de tornar
de novo mais do que mili onario.
O aoaao ttnha-o poato, desde logo, em
presenca da pessoa que elle ia procurar a
Marselha. -
Jayme JaWnier era hornera de perto de
cincoenta e tres annos, porra os caballos
e as suissas grisalhas davam-lhe mais ida-
de, comquaato fosse hornera sadio e muito
vigoroso.
De altura mol e ura tanto gordo, apre-
sentava ura rosto de feicoes irregulares,
ros cuja folhhgora tenue, ramos pendentes
c cor verde er dao tamanho prestigio e
belleza s paysagens, que se formara ao
derredor do Igu issu',
A's 7 horas, a bocea do Rio Negro e o
cornejo da importante Sha Taunay, quetera
raais de meia legua de extensilo e em cuja
ponta occidental se agrupara lindissi nos
salgueiros.
As 7 1[4 Wminnclo da liba e emboca-
dura do rio Ncgrinho.
Foi i hora da tarde que chegraos a
S. Mathcus onle so estabelcceram era tr-
ras cedidas pelo Estado alguns alie n3, no
intuito de explorarera petrleo o substan-
cias hydro-carboretadas des schistos bitu-
minosos, tilo abundantes cm todos esses
pontos. Coratudo os Srs. Tbiem c Radolph
Wolf j se mostrara desanimados da em-
presa e parecem dispostos a se voltarem
para a agricultura. Oom elle3 estevo S.
Bxc conversando algum tempo, ouvindo
depois varias pesso8 que aprese.aram
pretengSes e requeriraentos.
A's 2 horas c um quarto continuou-se a
viagera sera noviiade alguraa, parando so
s 7 1[2 da noite para icceber combusti-
vel n'um porto, que chamamos da Ajuda,
por terem os Srs. Dr. tr.uclino eCirnei-
ro ae prestado ea ^rajadamente para au-
xiliarera o embarque da lenha.
Viajando toda a noitc cora interrupcSo
de urna hora, apreciamos, j de p, a ma-
drugada de 8 ie Marjo, clara e lirapi la, e
chegraos s 11 horas e 10 minutos ao
perto Amazonas, concluindo assim cora fe-
lcidade aquella rapi la viagem.
Nesso mesmo dia poderiam S. Exc. e
sua comitiva ter chegado s 1' horas da
noite era Coritba, caso nao cahisse, quan-
do des iano a Serrinha, violento temporal.
Isto fez cora que fossera obrigados a parar
em Campo Largo, onde novamente se aco-
lherara hospitalera vivenda do nosso dis-
tincto amigo o Sr. Joiio Ribeiro de Mac
do, e ahi passarara a noite.
A's 10 horas da manha seguinte de 9
de Marjo, chegavam to ios a cata capital;
e no espirito de quantos haviara fito aquel-
lo rpido e longo passeio, de certo, tica-
rara motivos para duradouras e agradaveis
recorlajoes.
mas enrgicas e que expriraiara vma inte
ligencia superior.
O italiano, tendo seguido todos os seu3
moviraentos, tinha-o visto tirar a chave de-
pendurada no prego por ciraa do qual se
via o n. 9.
O acaso servia o ainda.
O quarto que ia oceupar era contiguo ao
de Jayme Bernier.
Quando este ultimo deixou o escripto-
rio, a gerenta continuou dirigindo se a P-
roli :
*.-j Fiz lhe urna pergunta, qual o se-
nhor ia responder quando entrou o Sr. Ber-
nier. ..
A proposito da mesa redonda ?
E' verdade... Os viajantes encon-
trara urna importante vantagem nella.
Comquanto sejam em pequeo numero nes-
ta oceasiao, a raes* tito bem servida co-
mo na forja da estajao, poca en que te-
mos de recusar gente.
Quaes sao as horas da raraida ?
Almajo, onze horas ; jntar, seis ho-
ras.
- Pois entilo inscreva-rae na mesa re-
donda.
Prompto, senhor.
Esta noito vou jantar ao restauran!
do hotel.
Ficar muito satisfeito e tenho cer-
teza que quando voltar a Marselha
nossa casa que ha de dar a preferencia.
O italiano affirmou que o nilo punha era
duvida, foi jantar, voltou s nove horas,
levou a chave e o cistij 1 e entrou para o
quarto.
Este quarto era bastante vasto e muito
bem mobiliado.
Proli poz o castijal em cima de ura rao-
vel o olhou em volta de si com olhar inda-
gador.
A direita e a esqueria havia duas por-
tas momentneamente condemnadas por so-
lidas fechaduras, mas podendo se abrir por
raaneira a formar ura aposento completo,
compoto de diversas divisSes, .-piando urna
familia numerosa ia para o hotel.
Approxiraou-se da porta que so aobava
a sua esquerda quaudo estava voltado pa-
ra a janella que dava para o caos.
E' alli quo o numero 9, disse elle
<:omsigo e curvou-se para se approxiuaar ,
da fechad ura.
Esta nao tinba chave.
(Continuarse ha)
Typ do Diario, ra Daque de Cazias n. 42-


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