Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19260


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Full Text
ff.
ANUO
PAMA A tlNfAL 1 IXCiAllW ONDE NAO ME PACA PORTE .
Per tres mezea adiantados
Por seis ditos idem......
Por uti anuo '.dcm......
Gad:i numero avulso, do megfin di.
6,5000
120000
24^000 -
(5100
11 E m BS
PARA DENTRO JK I OKA OA PROVINCIA
Por seis mezes adianiados. .
Por nove ditos idem. ....
Por um anno dem.....
Cada, numero avulso, de das aoteriores.
130500
200000
270000
01JO
JPropriebai* fre JRanotl /tgunra l>e Jara i JIIjob
TELEGRAMMAS
i
SSS7IS0 54 6-JBU 2A7A3
(Especial para o Diario)
MADRID, 9 de Abril, tarde.
O* rosiillitilo il.hiiili ot s que araban* de ter lugar na
a\>*pnnlin. nao inurtilicam om rcnul-
Md j lelrgrapuatlon.
Agencia Havas, Jilial e>ji Pornarmmco,
l-i de Abril de 1886.
INSTRUCQlO POPULAR
economa poltica
[Extrado)
DA BIBLIOTHBOA DO POVO K DAS ESCOLAS
(Coaimnaedo)
CAPITULO III
Troca o cironlaoo ta rlqaea
KlDCa se dar tal estado de coisas ; a respos
ta, que M prova fcilmente. Os estraugeiros alo
03 enviar) 3 sens productos, se lh'os nao pagar
ios, qaei em mereadoriis quer em dinheiro.
Se o* pagarme* em incrcidorias, sero ne
cessari amonte precisos operarios, para as fabricar
o, quanto nia3 eoraprarmos do Krt, raais devenios
roduzir no paiz, pira plennos eftectUSt a troca.
Se as pagarmos em dinheiro, do m-'smimodo pre-
cisaren) is de prodazir uo interior in;rei 1 >rias que
troquemos eji dinheiro, para o darraos pelos g-
neros importadi?. Assim, pois, a compra das met-
eadorias estran^r iris, em voz de a prejudicir.
anima e estimula a industria nacional, porque ani-
ma e estmala exaetam nte aquellos ramos iadna-
triaes, para os q;iv s o pa:i atis apto e que sao
os mais propr ios para proluzr a riqueza n"elle.
O regita 'i do livre cambio, oppaeto ao protector,
Bortanto prafenveJ,9 que est de accordo
om os priucpios e as leis de economa poltica,
assim eorr i o m na propria para promover a ri-
queza publica e as o mimodidades individuaos.
DirZona psodvcto no tIiaiui.hoEstudaremos
ne3te capitulo o modo por que a liqueza se repar-
te, entro aquella- qa I >narm parte na su a pro-
ducen i.
Os instrumentos da industria sao, como disseims
a trra, o trabalho c o capital. Se tolos tres fos-
sem fornecidos polo misino indiviiuo, cWro que
o producto Ihe ;devia pertencer todo, com excep-
ilo apenas d'aquclla parte que o governo recebe.
ob a forma de impostos ; mas raro acontece, no
astado actuil dos paizos cultos, que o trabalhador
ossua toda a trra e todo o trabalho que o craprc-
a. Vai trabalhar na propriedade rural OH na f i-
larici" de outroin ; vive na easa de outrein e multas
rezos come os alimentos que outrem Ihe fornece ;
approveita se d inventos e doscobrimeutos dos
outros ; srvese das estradas ordinarias, dos ca-
inhos de ferro, e dos edificios pblicos construi-
dos custa do estado.
Nao de|i nie, poja, da .volitado o dos esforcos
de um s hornera a ] da riqueza, mal da
conveniente asoejanto da torra, do trabalho e do
capital, para a qoaJ coatribuem differeataa indivi-
duos. Deve, p ir isso, cada um d'ostos ter o seu
fjuiuhao especial na riqueza creada. Estudaremos
n al capitulo as leis naturaea que presidein a esta
distribuieao.
Devemoc, em primeiro lugar, explicar como urna
grande parte I p ipolac, io obt-in tao pouco e
alguns individuos sao ontempUdos com tamauha
parte da pro lacea IrWrenSea : homens trabalham
aom quanta torea pe lem n'uma ceara, parase pro-
dazir o trigo ; ioij o dou^o do campo queai tic
com a un r |uez i pr.iJuzida : 03 traba-
mido om, :oroo salario, o indispen-
s-ivel ri ni.
Dap v*r -.: > i r sao p rqtio o tribalhalir
o ott:: trataremos de v. r come deven';
p-'.ni obier mais : mas cerro que, eai
cola o is-u';.do eot dependente de leis
naturio.-
0 irabalha'l ir < .lli na reparti-
i;i j d '. riqui i li nna-se salario : o do proprieta-
rio. rea i i : i capitalista, juro ; e o do goveruo,
(aposto,
(Contina).
/ARTE FFICIAL
Cioverao da Provincia
bji llilSMll no da 2G dk auaoo de 1886
Actos :
O presidente da provincia, em eicucao da loi
a. 2395, de 10 de setembro Ai 1873, resolve no
mear Antonio da Costa c Si para o posto de te-
n"te da 4' companhia do 8" batalhao do servico
activo d guarda nacional da comarca do Beeife,
que se acha vago, por ter ootidoguia de passi-gem
para a provincia do Par, Salvador Coolho Drum-
nond Cavalcaute de AlbuquerqueCommunicou-
se ao comiiandnte superior.
O presidente da provincia, de conformidad/-
com a proposta do Dr. ebefe do polica em oficio
de 23 d > corrento n. 304, resolve por conn-ni-ncif.
do servico public dividir em duna delegacias n
actual do termo de Ci-obres com as deuominaco-s
de Pesqocira e Cimbros e tend cada nina d'ellas
por limiftc os das resp ctiTMS parochias.
O residente da provincia, de conformidad''
' com a prf posta do Dr. chofe de polica em oficio n.
304, 6* 23 do corrente, resolve nomear o capitau
Satyro Poroira Leite, An ir Bezerra do Rogo
Barros, Pedro do Araujo de Albuquerque e Jos6
Rodrigues Pertira de Freitas para os cargos di'
delegado, 1, 2o e 3o supplente de Pesqueira, na
ordem em que estao CdHocdos.
O presidente da provincia, de eonformidade
com a praposta do Dr. chefe de polica em oficio
n. 304, de 23 do corrente, resolve nomear Honorio
Bezerra do R-go Barros, huno Campello de S-
queira Cavalcauti, Victorino Jos de Cont e Am-
brosino do Reg Barros para og cargos de delega-
do, 1, 2o e 3o supplentes de Cimbres, na ordem t-m
que estao collocadosCummunicou-so ao Dt. chefe
de polica.
O presidente da-provincia, attendondo ao que
requereu o praticanfc da Tbesouraria de Emenda
Vicente Saraiva de Carvalho Neiv, e tendo em
vista o attestado medico exhibido, ros. lve conce-
drr-lhs 3 meses de licenca, com vencimentos, na
forma da lei, para tratar de sua aado.
O presidente da provincia, resolve nomear
Antonio Vctor de SaBarrettu para exereer o cargo
de fiscal da Companhia Recite Drainage, em
substituido do Dgenheiro thee da repartico dns
ibras publicas Francisco Apoligorio L2.1I. -Fize-
am s as devidas e-iainiuaicicoe.-'.
-- () presideute da provincia attonleu io a) que
'equereu Philomeuo Rayraundo Nunes lo Lima,
irofe-isor de encino primario pin Santa Cruz do
Jrojo, e tendo em vista o parecer da junta medica
rovincial, resolve concedor-ao peticionario a con-
ar de 11 do corrate, 3 mezes de licenea, com
ordenado, para traetar de suasaade oode Ihe con
.ier.
O presidente da provincia, de eonformidade
com o art. 50 da lei n. 1860 de 11 de Agosto de
1885, resolve onvar o alumno-mostr da escola
normal, Antonio C. de Araujo Cavaleant;, profss-
sr-r publico erloctivo da caxleira de unsiuo primario
1 e Abren de Una.
O prosidento da provincia tendo em vista o
1 ue rcpresentoi>. o Itvd. rededor nterin) dotym
nasi Pernambucano em oficie de 23 do corrente
1 oz, resolve nomear o Dr. Maooel do Nascimento
Machado Portella Filho para exereer o lugar de
linte de philosophia do Gymnasio Pernambucano,
(.urante o impedimento legal do Dr. Jos Soriano
i e Souza. Cominunicou-se ao inspector ^eral da
lustrucoao Publica e ao regedor do Gymnasio
Pernambucano.
Oficios :
Ao c mi m u 1 da uto das armas.Haveude no
districto de Apipucos grande agglomerayao de tra
balhadores das obras da companhia de Biberibe,
convein que V. Exc. mande estacionar all, confor-
me solicita o D.'. chefe de polica em oficio n. 306
d-1 23 do corrente, oito pravas do destacamento do
1" districto do P050 da Pauella.-Cammuoicou-se
ao Dr. chefe de polica.
Ao mesmo.O Exm. Sr. ministro da guerra,
em aviso circular de 19 do corrente, recommenda
que teja animalmente romettida secretaria de
estado, circumstaaciada informadlo acerca do ser-
vico ecclesitistico militar na guarnicao dcsta pro-
vincia, na forma das ordeus anteriormente expedi-
das, afim.de tor-se reulurmeute conhecimento do
modo porque sao desempenhadas pelos cap.-llaes do
exereito as respectivas fuac^es : o que favo cons -
tur a V. Exc para seu coiiliocimonto e devidaexc-
cnco.
MtUais mulandis ao director do Arsenal de
Guerra.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia
do ReciteDeclaro a V. Eac., em resposta ao seu
oficio n.437 de 16 de Dezcmero di anno passado,
que, ombora os empregados desea Santa Casa pos-
si.m obter, quaudo doentes, licenea. com as mes-
mas vantagens pecuniarias, concedidas IOS fune-
ciouarios provinciacs, conforme o art. 52 da I-i u.
1860 de 1885, de verlo tcs liceucas ser reguladas
P"la diposicao do art. 40 da lei 11. 1810 de 27 de
Junho de 1884, devendo applicar:so especie,
cerno subsidiarias, as dispoiieoes dos decretos ns.
4,184 de 7 do Marco de 1870 e 8,884 do 22 d--
Aoril de 1882, arts. 7" e 9o, atteata a circumstan-
ci 1 de sr constituid) exclusivamente de gratifica-
cao os vencimentos dos referidos empregoa.
Quand) -lies derem faltas por molestia, cabe a
es w junt i justifcalas, si, porm, excederem do
15 dio. a 1 mez, ou o impedimento prolongar-se,
r' psegalns solicitem o obtenbam desta presidencia
a respectiva licenea, pela qual pagarao os inesmos
di-eitos s emolumentos a que cstivorem sujoitosos
empregados provinciaes.
Ao rhspector da thoscuraria do fazeada.
Riraett 11; V. S para seu conhecimento e devida
execucao, c oa do aviso expedido pelo ministorio
da agricultura, commercio e obras publica* cin l
deste mez, sob n. 1, acerca do crdito de 57:000
com que ficam augmentados os creditjs concedidos
a esta provincia para occorrer as despenas du
ranto o actual exerccio, com a conservajao do
porto e consruerjao da ponte Buirque do Maco 1j
Ao mesmo Remetto a V. S., para seu co-
nlecimento e devda execurjao. copia do aviso ex-
pedido pelo ministerio da marinha em 18 do cor-
rete, sob n. 400, a respeito do crdito s verbas
batalhao naval, corpo de imperiaes mannheiros e
miaicoes navaes.
Ao mosmo.Urna vez que se acham devida-
m inte visadas pelo eommanlantc das armas, as in-
clusas conlas da despeza realisala c >m o expe-
diente da delegada do cirurgiao mor do exerc to
relativa ao mez de Janeiro ultimo, autonso V. S
di aocordo com sua informacao de 19 deste mez'
sob n. 181, a mandar effectuar o respectivo paga-
ra mto na importancia de 6''. Communicou se
ac commandante das armas.
Ao mesmo.Declaro a V. S. que o Ministe-
rio da Agricultura, Commercio e Obras Publicas,!
approvou em aviso de 13 do corrente, sob n. 3 o
acto desta presidencia, mandando indemnisar a
D. Joaquina Em lia da Silva Villafa, a quantia de
lili, dili'.ivni; i verificada na rolacao dos es-
cravos Philom-ui i o aVio, libertados no municipio
dsta capital por conta da 6- quota do fundo de
J e n-incipaciu.
Muialii mulandi ao Dr. juiz de crphaes.
Ao inspector do Thcsouro Provincial.Do-
claro a Vine, em reposta a o seu ollicio de 18 dest*
mez, sob n. 531, que approvo a arrematacjlo feita
rx.r Jos Elias de Moura, do fornecimento da ali-
in mtaeao aos presos da Casa de Detencodura ite
o trimestre de abril a junho prximo viudoo.ro.
Ao regedor do Gymnasio Pernambaoano.
Aoseuoffioio de 23 do corrente espondo que, nao
si tratando de substituicao por impedimento pas-
sigeiro, cabe presidencia fazer a nomoafao do
substituto do profossor de phloaophia desse Gym-
nasio, lsgclmen"e impedido durante a legislatura,
ein que tem de fiincciouar na cmara temporaria,
mesmo porque o art. 199 do Regulamento de 6 de
f. veroirode 1185, vedaaccuraulacao de empregos
q e nocaso se dara, sem que ao menos d nh re-
sultasse %conomia para os cofres pblicos, atien-
to o q ie dispo; do art. 223 do mesmo rogulamonto
e segundo a decisao desta presidencia, |em oficio
dirigido ao inspector do Thesouro Provincial a 21
do agoste do anno prximo findo.
Ao engenhciio fiscal da estrada de ferro do
Recifo ao S. Francisco.Communico a Vine, que
o Ministerio da Agricultura Commercio e Obras
Publicas, em aviso de 16 do corrente, sob n. 7,
approvou o acto desta presidencia autorisando a
ci ncossao de licenea ao cinpregado deasa estrada
de ferro Antonio Martins Saldanha Filbo.
Ao engeuheiro chefe di Repartidlo das
Obras Publicas. Declaro a Vmc. que couvm rc-
duzir quanto for possivel as despezas indicadas no
p. dido que acompanhou o seu oficio de 23 do cor-
je nte, eob n. 57.
Ao engenbeiro director da repartic&o incura-
bda da conservacao dos portos e encarregada das
obras publicas ger-:es. Remetto a Vmc, para sen
c nheciment), copia d aviso expedido pelo Minis
t' rio da Agricuhura, Commercio c Obras Publi-
c.s, cm 18 deste mez, sob n. 1, acerca do crdito
do 57:000{ com que ficam augmentados oh credi-
taS concodidas a esta provincia para ecc >rrer as
d-spezas, nnrante o actual exorcicio, com a con-
scrv'ioo do porto e construc?ao da ponte Buarque
di; Macodo.
Portaras:
O Sr. agente d i Companhia Brasilea de
Navegafao providencie afim de ser trnnsferidM
para amauha, as 5 horas da tarde, a sabida do va-
por Baha, para os portos do sui, por assim coa-
vi r ao servido publico.
O Sr. gerente da Companhis Pernambucana
mande dar passagem, a pia, at a Parahyba, uo
vupor que segn para o norte a 5 de Abril prxi-
mo, a Manoel Gomes da Silva, por conta das gra
ti tas a que o governo tem direito.
O Sr. gerente di Companhia Pernambucana
mande dar passagem, r, at a Babia, na pro-
co eir opportonidade, a Alvars Ismael de ?guei-
ri do, por conta das gratuitas a que o governo tem
di reito.
EXPBD1E.NTE DO SECUBTAR10
Edital :
Dj ordem do Exm. Sr. coiselheiro presidente
da provincia, a para execucao do que autorisun os
arts 16 a 18 da lei u 1,860, sao co .vidadas a
nf ir propostas no praso de 30 das da data
do presente edita), as pessoa3 que pretenlorem
fundar e explora- engeuhos centraes nesta pro-
vincia, sorvindo de biso concurrencia as con li-
ces em seguida declaradas, e sendo as propostas
apresen! las. em cart techada nesta secretaria,
no dia anteri.r ao do veticimcuto d-iquolle praso.
A concurrencia limitar-se-ha funduc-lo e ex-
ploracAo de quatro engeuhos contraes com cap ici-
dade para moer de 2 > a 30 milhoes de kilogram-
mas do canoa, em safra de 100 dias e de preyo do
600:0001 cada um, sondo licito aos concurrentes
apresenUr propostas para iodos ou somonte para
um engeuho.
1- as propostas doverao es concurrentes-de-
clarar o numero du engeuhos que pretendem fuu-
dar e explorar, a for^a e typo de cada um, a zona
om que tem de sor coi locado o a quantidade de
caima coip que podem contar.
2-A provincia concorrer, a titulo de eiapres-
timo, para cada um dos quatro cogenhos com quan-
tia nao superior a 20,i".000J, em apolices do 7 ",',,
de Ptnbsao is t-cial, com a clausula de resgate an
nual, por sorteio, devendo ser amortisadas om
igual periodo, na razio rainima de 10 / a contar
d- anno seguinte ao em que tiver comacado a func-
cionar o respectivo eugenho central, correnl por
conta do proponente ou de quem tomar a si o es-
*abeU;o.imento ios engenhos, o pagamento dos ju-
ros das meticionaaas apolieos, para o que rccolhe-
r no Thesouro Provincial, uo fim de cada semes-
tre, a respectiva importancia. Correr tarabein por
conta do proponento ou de quem realisar a cm Te-
sa, a ja indicada amortisar^lo, nunca menor de
10 "/n, recolhendo no Thesouro Provincial, no se-
gundo seincitre do anno finaucoiro, a quantia'para
sse fim nocessaria.
A amortisa^ilo ser maior, se assim convier ao
pro ponente.
3.O emprestimo de que trata a clausula pre-
cedente, ser etl'ectuado em duas prestacoes igoaes,
urna quando foicm aposentados o couhecm uto
do embarque, a factura e apjlice do seguro dos
rrachiuisra >3 e accessorlos destinados cada enge.
nlm, e a outra depois que estes se acharem no lo-
cal em alie se estiver construindo o respectivo edi-
ficio, urna vez reconhecido, por quem a Piesiden-
cia indicar, o estado d)s ditos machinismos e a sua
coiifornvdado com a descripflo de desenhos appro-
vados.
Os documentos de que trata a primeira parte
desta clausula, sero endossados ordem e fica-
rao em poder do Thesouro Provincial, em caucao
da qu mtia que receber o contrac' inte.
4.*A provincia ter hypotheca sobre as t rras,
edificios e quanto constitua a parte iutegrant do
ongenho central, para garantia das apolices qne
emittir, nos term >S da clausula S ; e annualmonte
o eontrsctante prestar no Thesouro ti un;a dos
juros attrn'-ntes s inosmas ap dices.
5.O contrastante levor sujoitar approvacao
da Presidencia da provincia, no prazo de 60 dias,
da assignatura do contracto, a descnpr;ao dos ap-
parclh e machinisin03, qne foren destinados ao
engenho central, e bsm assim a planta das respec-
tivas obras, a qual s ser approvada depois de
. xam por urna oominissao do enijejiheiros, que a
inosin i Prt'Bidoocia nomear.
6.:l -O contractante s p > lera transferir a res-
pectiva concessSo ag^eultores ; devendo, porro,
preceder approvafio do presidente da provincia,
com relaco a todas as clausulas da cesso ou
transferencia.
7 a_A provincia ter durante a execuclo das
obras, e at que seja embolsada, um cng-nbeirn
fiscal do noiiioaca i da Presidencia da provincia,
correndo os respectivos ordenados .por conta do
ontractante.
8, Nenhum dividendo ser pago aos accionis-
tas antes de serum satisfeitos os juros das -.. pli-
ces emittidas pda provincia e a quota da respec-
tiva amortisacao.
9.'Jonsfitue motivo de preferencia o ofioreci
ment de onus menor para a provincia em relacao
s condicoos qu* Bervem de base presente con-
currencia, e bcra assim a mlicieai de local mais
conveliente .
_ Ao Dr. chefe de polica Do ordem do Exm.
Sr. conselheiro presidente da provinnia oommuni
co a V. S. que no seu oficio n. 308, de hontem da-
r 11, proferio-se o seguinte despacho: Ao S'.
ooimandaiite do Corpo de Polica para forneccr.
Ao coinmandante do Corpo de Polica. De
ordem do Exm. Sr. conselheiro presidente da pro
acta, communico a V. S. que solicito se do Mi-
nisterio dos Negocios da Guerra a romessa dos
oito mil caturchoa embalados e as deaeseis mil
capsulas fulminantes, do que t'aa a relacao an-
nesa aosea oficio n. 255, de 16 do corrente mez.
Ao inspector da Th"souroria de Fazenda.
O Exm. Sr. conselheiro presidente da provincia
inania reinetter a V. i. tres ordena do Thesouro
Nacional ns. 61 a G.i, de 12, 13 e 15 do corrente
mez.
Aos raeinbros da commissao incumbida do
exorne c liquida ;ai das coutas da estrada de torre
do Recife ao S. Francisco. De ordem do Exm.
Sr. conselheiro presidente da provincia convnu
nieo a Vs. Si. que tiveram o conveniente destino
osdocumentos, que acompanbaram o seu oficio de
23 do corrente, hoje recebido.
Ao gerente da Compauhia Pernambucana.
De ordem do Exm. Sr. conselheiro presidente da
provincia acenso o recebimento do oficio de 18 io
corrente, em o qual V. S. enviou cinco lexemplares
do relator!) deasa companhia, referente ao anuo
prximo passado, e apresentado por V. S. aos res-
pectivos accio.iistas.
Floresta, foi remtalo ao juizo competente o in-
querito policial a que proceden contra Manoel Fe-
liz fie Arauj i, que est preso, por haver ao dia 8
do moa lindo ferido gravemente, con tres tac.da',
ao menor do noai Aul mi Francisco da Silva.
D'us guardo a V. zu. IHiu. e Exm.
Sr. Dr. Igaavio Joaquim de Souza Leao,
muit-i digno rice-pi:esideato da provincia.
O chefe 4o pek a, Antonio Domingo*
Pinto.
^
DESPACHOS
Alfredo
DE
DA PRESIDENCIA DO DIA 'J
ABRIL DE 1886
Jos do Carvalho. Como re
quer.
Companliia da Beberioe.Informo o Sr.
engenbeiro fiscal da companhU Recife
Drainage.
Jos Rodrigues de Carvalho. DA se,
pagando o supplicanto as comudorias.
Jos da Fonseca.Sim, pagando as co
medorias.
Manoel Jos Barbosa. D se, pagando
o supplicante as comodonas.
Secretaria da Presidencia de Pernambuoo, 10
de Abril de 1886.
O porteiro,
J. L Virgaa.
lteparikfo da Polica
Seccao 2.' N. 366.Serretaria da po-
lica de Pernambuco, 10 de Abril de 1886.
Illin. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que forara liontcm recolhidos na Casa de
Detenteio o seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado do Recifo, Joao Pedro
do O'ivcir* e Jote Antonio de Paula, por distur-
bio!.
A' ordem do de Santo Antonio, JoSo Bezerra da
Costa e Silva e Sabino Jos Ferreira, por distur-
bios e uso de armas defezas, minha dsposico ;
Severo Jos Francisco, Jovino Joaquim de Quei-
ros, Juviniano Augusto de Oliv. ira, Galdino Jos,
da Silva e Francisco Cyprian > dos Santos, por em-
briaguez e disturbios.
Hontem, s 11 1|2 he ras da noite, fallecen
na enfermara da Casa de Detencao, victima de
beriberi, o sentenciado Rogerio da Rocha Pires.
Pelo subdelegado do 1- districto do termo de
ssf itt-hla Provincial
10." SE.SAOem 27 DE MARC/> DE 1886
nasiDHNciA do xa. sa. dr. Antonio kbaxcisco
COBBBIA DE ABAUJO
Ao ocio dia, toita a chamada e rerifcando-se
estarem presentas os tas Ratis e Silva, Amaral,
Ji.o de S, Rodriguss Porto, CHlkO do Miraos.
Joao Alv-'s. Rogobcrt-, Antonio Vistor, Domn-
gues da Silva, Barros Barret) Jnior, liego Bar-
ros, >oares de amorta, Antonio Corroa, Baos
Wanlerl.y, Sipliroiuo Paitolla, Augusto Fran-
kiin, K5sa e Silva, Ferreira Velloso, Herculano
Bandoira, Prxedes PiUugo, Joao de Oliveira,
Costa Gomes, Gomes Prente, Jos Mara, Lou
renco de S e Costa Ribeiro, o Sr. presidente do-
clara ab ra a sesso.
Comparecem depois es Srs. Javoncio Mariz,
Goncalvos Ferreira, Julio de Barros, Drummond
Filho e Visconde de Tabat'aga.
Faltam os Srs. Luis le Audrada, R-gucira Coa
ta, BarSo de Itapissuumi, Constantino de Albu-
jueequo, Ferreira Jacobiaa e Andr Das.
E' (ida e sem debate approvada a acta da ses-
so anteced-oto.
O cr. Io socoetario procede a leitura de se-
guinte
, BXPBDmNrE
Urna petico do Sophia Guilhei reina do Mello,
professora da escola pratio auuexa Escola Nor-
mal, requerendo ser computado em sua aposenta-
doria o tompo qne t-ve de infcsrrupco no exerc-
cio do mesmo magisterio. A" commissao de ins-
truc^o publica.
Outra da Coyfrara de Nossa Senhora do Am-
paro de Goyaana, requerendo que seja extrahida
de preferencia a lotera que Ihe foi concedida,
bom com i um ebule dos eotrus publioos paia eou-
tinusr as obra3 de sua igrea.A' eouimisr) de
petigoes.
E' ll-o, apoiado c adiado por ter pedido a pa-
lavraoSr Jos. Mara o segainte parecer :
Tendo a commissao de orcamoiito municipal
examinado a petico do Joao Antonio Mouteiro,
fiel do procurador da Daara Mouicipal do Rocfo,
de parecer que, tendo a lei orcamentaria de
1880 1851 determinado que a porceutagem do
suppiicant f ,k de 1/2 / e havonlo este per-
cobido a mesina porcenta^ein na conformid ide
daquella le, nio tem direito a reclamaco que por
mais de urna ve j toi ind-ferida por esta As-
scmbla.
En 26 de marco de I88l.Rogo Barros.
Amaral.Rodrigues Port).
Sao lijos, apoiados c julgidos obje^to de deli-
beraco c vo a imprimir os segaintes projectos :
N. 14. A comaiisso de ore uno ato mumeipa', a
quem foram preseutes os requ^riineutos subraett-
dos jicla presidencia da provincia d'liboraoi
desta Assembla, de Jos da AnnunciacSo Carva-
lho e Manoel Rodrigues Chrysostoino, guaras fi -
eses aposeatados da Cmara Municipal do Recite,
de parecer, de accordo com a intormafo por
esta prestada a respeit s que se adopte a s-guiute
resolurjo :
A Assembla Legislativa Provincial ds Per-
nambuco, resolve :
Artigo nico. A Cmara Municipal do Recife
fica autorsada, segundo propoz, a rouDdar pagar
desde i pilas sobras des ereditos cousigoados
pelo art. 2 \ IR ns. II, IV c VII da lei n. 1862
de 31 de agosto de 1-88, o que cstiver a dever a
Jote ta Annunciacao Carvah e Manoel Ridri-
gu -s Chrysostomo, guardas fiscaes aposentados,
sendo ao primeiro a i nportancia do que trata o
captulo 3' art. 45 da citada lei h. 1862, c ao ul-
timo a quantia a que tiver direito desdo a data
tin que foi aposentado, coutinuaudo o pigainento
da penso desto ultimo a ser teita por conta do
taes sobras at o fim do cxercieio financoiro muni
cpal de 1885 a 1886.
Revogadas as disposicoes em contrario.
En 26 de marco de 1886.Reg Barros.
AmaralRodrigues Poro.
N. lo. A Asscmdlia Le|
Pernambuco, resolve :
Art. Io Os empregados pblicos provinciaes e
inunicipaes s podero ser demittidns de seus em-
pr< gos por falta de cumplimento de deveres ou
por impotsibilidade pbyaica ou moral, que os
inhabilite para i-xercel os.
"Art. 2 Qunudo qualquer dos referidos emgre
gados pblicos commetter faltas no cumprimonto
dos sens deveres sero primeiramente admoesta
dos em particular pelo nspcctvo chefe e pelo
mesmo reprehendido publicamente, seno so cor-
regir.
Art. 3o Quando estes mtios coercetivos nao fo
rem suficientes para ehimal-o ao eumprimento
dos deveres, poder ser demittdo do emprego,
mediante ropresentacao do respectivo chite para
servir de base ao precesso.
Art. 4o Neste caso ser instaurado o precesso
de responaabilidade nos termos da loi ; e tmente
depois de sentenca condemnatoria, passada em
julgado poder o tmpregado publico ser demit-
tido.
Art. 50 Tambem poder o empregado publico
provincial ou municip il ser demittdo mediante
processode responsabilidade c sentones condem-
natoria, quando desobedecer ao seu superior
em materia de servico; ou quando injuriar,
e desrvspeitar dentro ou tora da repartico.
Art. 6" Ficam revogadas as disposicaes em
contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de
Pernambuco, 27 de marco de 1886.Ratis e
Silva. .
N. 16. A Assembla legislativa Provincial do
Fernamhuco, resolve :
Artigo nico. A freguezia de Muribeca fica di-
vidida em tres dt trelos de paz.
Io O Io ter por limites o rio Jaboatao e a
estrada que partindo da margem diruita deste rio
prolonga-se em ruaio de oeste, pasea na frente^da
casa de Jos Noguora e vai encontrar as divisos
dos engenhos Capelliuh-, Meguahipe deCim, Sal-
gadluhoe Santo Estevao, coinprehoudcndo o pri-,
nirn e terceiro destes ongenhos.
2o. O 2 consprehender todo o territorio ao
sol da dita estrada e do rio inclusive os en-
gentaos SaotcEstevao e Megnahipa de Cima.
g 3' O 3 cemnrehender o territorio a mar-
ero n esquerda do rio at o mar.
Ficam revogadas as disposicoes em contrario.
Sala das safe-oes 26 de marco da 1886, -Barros
Barreta Jnior- Pedro Gaudiano de Ratis e Sil-
vaBarros Wanderloy. Reg BarrosAntonio
Victor.Sophrouio PortellaH..reulano Ban-
dera.G. de Drummond Filho.
N. 17 -A Assembla Legislativa Provincial
i'c Pernambuco resolve:
Art Fica supprimido o art. 2.* da lei n.
1,628.
Art. 2 o Revogam-se as dispssicoes em con
traria.
Em 24 de Marco de 1886.Padre Julio de
Barros.
O ar. Cosa Bllielo (pela ordem) dis que
lendo o relatorio do Sr. inspector do Thoscnro, vio
gislati ra Provincial de
qne em diversos pontos taz referencia aos de ou-
tras repSrt^/es que Ihe sao subordinadas, como o
Consulado e a Procuradoria Fiscal, relatnos estos
que naquelle se declara Ihe vrem aunexos e coja
leitura c exame faz-se neo ssario, para que bojuei
compk'tas ns nformac^Jes subministradas pelo Taa-
souro. Pode, pols, o Sr. presidente digne-se dar
as providencias, para que venbam casa e stjam
distribuidos essvs annexos, como Ihe parece que
foi outr'ora cstylo, e bem assim o relatorio da
inspectora da Instrucco l'ublira.
O Wr. Pr"iiilonioTomarci cm considera-
do o pedido de V. Exc, fasendo a devida recla-
maco p ira que venham quanto antes estes im-
preasos.
Entra em diseouoo o requerunonto apresentado
pelos ?rs. Ljurenco de i c Jos Hara na sesso
lo 23.
Kingnem pedud> a palavra, encerrada a di--
euaaao.
O Sr. Jo Marn (pela ordem) pede c a
casa eoocede q e a votaso seja nominal.
Procedondo se v)taco d ella o seguinte re-
sultado, manifestando se a fav. r da decisao do Sr.
presidente, os Srs. : Drummond Filho, Goncalvos
Ferreira, Rogo Barros, Ferreira Velloso, Amaral,
Joao de ;i, Julio de Barros, Soaros de Amorim,
Herculano Bandoira, Rcgoberto, Costa Gouus,
Domiagucs da Silva, Ratis e Silva, Barrw Wan-
derloy, Barros Barrete Jnior, Coi-lho de Moraes,
Rodrigues Porto, Rosa e Silva, Sophrono Por-
tella, Augusto Fraiiklin, Joao Alves e Gomos P-
rente (23) ; e centraos Srs.: Costa Ribeiro, Jos
Mara, visconde de Tabatinga, Lourcnco de S,
Joao de Oliveira, Juvcucio .Mariz o Prxedes Pi-
tanga (7).
E", portanto, rogoitado o pequiaim. uto p or 23
votos contra 7.
E' lido, apoiado e eutra em discusso o seguinte
requerim nt :
i Requeiro que. polos canaos competentes se in-
forme :
l. So foi preso na fabrica de cerveja, deno-
minada Nova Hamburgo, s 9 horas da noite do
f* do corrente, o guarda municipal Manoel Ferreira
Cruz ;
' 2." No caso afirmativo, qual o motivo que au-
torisou a priso ;
3." Se foi apresentado a alguina autoridad :
4." Por ordem de quem foi solt ;
5. So esse guarda foi ou nio ferido mortal-
mente pelo cabo da gu irda cvica de nome Rufino,
quando O conluzia priso ;
6.* Se o delinqucutc tora cm flagrante preso
pelo povo e apresentado a algurea autoridade :
7." So se lavrou auto 011 fligrancia :
n 8 Se o otFeudido foi visturiado. se fez se-lho
auto de pergantas ;
0. Se a hora cm que s : dan a prisa* 1 d 1 u-
dido havia ou nao 110 local em que esta se lealison
aut.rid.1de3 p liciaes que podiam tomar conh. ci-
mento do tacto ;
ll)" Se ln iniciado qu ilquer pr icedimento po-
licial cintra o soldado criminoso :
IIo Se o d> linqueate contini 1 fsaer parte
da G larda Cvica, e so so acha cm liberdade o cm
servico.
Saladas KasSes, Mar^o de 1886.i s Mi-
ra.
O *Jr. JttN MaraSr presidente, este re-
querimeuto j est muito volho : tem c ibelloe bran-
os, eu apresentei-o logo nos primeiros dias de
sessio ; hoje quasi que j passou o sal di oi>ior-
tundade
O Sr. Drummond FilhoSob o consalado do :-r.
Itapissuma, houve roquerlmonto meu, que nao foi
discutido.
O 8r. Jos MaraFoi um tacto muito grave
esto de que se oceupa o mea requerimeuto: eu
posso dizer que fui testemunh 1 oceular desse acon-
teciineuto.
No dia 9 do corrente, pn ndcuilo entrar no
thoatro Variedades,um o irda municipal, sem
estar muiido do respectivo "billete, fi impedido
de fazel-o polo guarda civie >, que se achava
porta d'aquello cditici 1. E' preciso dizer a V.
Exc. e casa toda a verdadeo guarda nao as-
tava no seu Cotado normal, o que nao quer dizer
que estivesse c mplctamcntc embriagado : eslava
um pouco alegro. Insisti psra entrar e o guarda
eivico nao conseutio, prendeudo-o ; mas a dospoito
de achar-sc naquelle edificio o Dr. chefe de po-
lica, 03 subdelegados da fregneaia do Recife e
Santo Antonio, nao foi apresentado a neuhuma
dessas autoridades, e sendo retirado foi corrido e
diz-se que fi encontrada em seu poder una arma
que foi tomada.
PoucoS passos adianto, procurando fugir, os sol-
dados esbordoaram n'o brutalmente, sendo que re-
cebeu elle tres ferimentcs, um dos quacs de faca
de ponta. Seguio par a et>t i,o da guarda cvica
e abi foi posto em liberdade. sendo eonuuzido para
casa por 3 us amigos.
No dia seguinte a parte da polica, que se oceupa
dos factos os mais comisinhos, que relata a pri-
sa-i lie uui individuo por vagabundo, por distur-
bi> por furto de um ciaj o : ou banana, nao se
o. cup ^u de ;to assumpto.
O cabo da Guarda Cvica, que praticoii os
leriineutos, nao foi preso nem tequer correc-
cionalmente, uo dia seguinte ostentava-so pelas
ras da cidade, e eu tvo occasio de vel-o passar,
e o que me caiisou especie, repetidas vezos, pelas
portas ca oficina da Provincia Procurei indagar
particularmente do Sr. commandante da Guarda
Cvica a que destacamento pertencia aquel le cabo
e elle me disse que ao da freguezia da Graj.
Perguntei a razo porque, sendo da frnguezia da
Graca, andava as horas de servico pea freguezia
de Santo Antonio ; respondeu me que Ihe tinba
sido communicado pelo commandante daquella es-
taro que este solalo hava arribado, que nao ^e
achava na (r> guezia. Tudo iato causou me estu
pefaejao : um agente da forc* publica prende um
individuo, depois deste preso e desarmado, feri-
do faca de panta sendo, os ferimeutos considera-
dos graves. O offendido, a dtspeito do grande es-
pago de tempo queja decorre, permanece doente,
e o sida 10 que ommette esse attentado, nao e
preso, nem sequor coricceionalmente ; abandona a
sua freguezia, deserta, p tanto, e nao soffre ura
Padre Nosso de penitencia.
O Sr. PitangaApesar de ser tempo de qua-
resma.
O Sr. Jos Mara -E' verdade.
A parte da p >licia nao se oceupou d > tacto, coreo
ie elle nao tivesse existido, accresccndo que nao
a primeira vez que esse cbo prccedsi assim, o
tanto que na Mtuaeoto passada, o Ilustre magia
Irado, o Sr. Martins P. reirs, quando chefe de poli
ca, expulsou o pn- ficfo idntico da Guarda C-
vica. Que o II-adido nao eominettCJ. ciime al-
gum piova o ficto de tor sid 1 inmediatamente
solt. Se, porin, ccimnetteu algum crime, nao se
coraprohende como depois de preso foi posto em
lber lade.
E' pieciso acreseenNr que ao conflicto assisti-
ram muitas pessoaa, incluswe um negociante suis-
ao que mora em Santo Amaro das Salinas, que dou
vez de priso ko cab), e este dcclarou publicaioeu
te o o mais que se me p datfaser ;estou puso,
rotiro-me para o mea quarre! sao nao se tornou ifivctva, nao se lavrou auto de
flagrancia, o que 1 di va er feito, e si se f z e ise
auto de8appareceu ; nao se fez auto de orgunla 1
ao offendido, e eu poSio afirmar porquei prxur-i
nformar-me de pessoas euinpotenie-', e todas ne
declararan) que ao offendido nenhum auto de p.r-
guntas sebavia feito ; mas nao stisfeito com estas
afirmativas, que podiam ser ac ornadas Je su pei-
tas nesta casa, md dirig ao Sr. subdelegado de
S. Antonio p ra pcrguutar se ello ou outra autori-
dade qualquer hav.a procedido esse auto e o Sr.
subdelegado me confessou que nao, porque na sna
opinio, os feriicentos eram leves.
Eu nao quero commentar este facto ; os nobres
deputados sabara quo embora leves 03 ferimeatos,
dada mesmo ceta hypothcse, desde que o offensor
tinha sido preso em Migrante, desdo que o offen-
sor era um individuo a quem estava confiada a
guarda da vida o da trauquillidade los cidaios a
autoridade nao se poda eximir de inquerir dos
aconteciraentos para proe.-der depois de acoordo
com a lei.
O Sr. Costa Ribeiro Para fazer punir o crims.
O Sr. Jos Maria Para fazer punir o crims.
(Trocam-se apartes.)
Antes de sorein rensettidos offendido o r.ff-nstr
para a estacan da uarda cvica appareceu o com-
manante da estacao, que se nao autoridade p>-
lical, nesta trra faz vezee d'isto ; assisti) por-
tanto ao facto, o-ivio dar-so a voz de priso e re-
petirse diversas vez '3 e oavio o soldado declarar
que ia recolher-se ao seu quartel.
Foi eflectivamente para o quartel ; e o 'oficial
com nandante desse soldado, que tinha o dever dt
tornar ti'octiva a prsao, nao s nS 1 o fez, como
al impedio que as pessoas que pronlcram essa
pra?a a acompaah ^ssem at estacao da guara
civics.
O Sr. Gonjalves Ferreira d um aparte.
O Sr. Jos Mara E' preciso que o nobre di-
putado saiba e nem o oficial da guarda cvica ras
contestar porque j oafinnou na minha presenea.
quando se levantava t. vozeria de est preso e
offensor o commandante da estaco da freguezia
dt S. Antonio mandou doseicbainha:- 03 retios o
dobandou o povo, que esta va alli dispisto a manter
a priso do soldado que oepancara um preso.
O Sr. Goncalvos Ferreira d um aoar'.e.
O Sr. Jos Maria Im negociant- suisso foi o
primeiro que deu a voz de priso ao offensor ; de-
pois dclle, eu j o diss? e dove estar as notas ta-
chygraph :as, diversas outras pessoas procederam
la mesma forn 1.
En estava um pouco distanto, havondo proposi-
talincnte deixado do me approxiinar por que rcoeoi,
o que nao 6 de aomlrar, de que a miin succedosse
o mesmo que tioha aontecido aos outro3, que ti-
veram a curagem de dar voz de pnsio a um agen-
te ia polica, que tinha ferido faca de ponta um
individuo que estara preso.
V. Exc. sabe que nos carecemos de garantas o
cntendo quo todos devem tazer como eu, que pro-
curo o mais possivel fugir da forca publica
D-se este facto coinigo, saio da minha oficias
de trabalho pela alta noite ; raro o dia cm que na
me dirijo para a minha habitarn pea madrugada
e durante o trajecto vou tranquillo einquanto nao
encontr um guarda da seguranca publica ; quan-
do diviso algum ao longe tomme logo de receio,
de pavor : eu tenho muito m-do da soldadesca na
actual situaco.
(Apartes)
No dominio liberal, dizia sempre, s tenho mede
do ama entidad?, do inspector de quarteiro :
hoje. pum, tenho medo d.- tudo, oesde o presi-
dente da provincia al o s >l la io, que est abaixe
do inspector de quarteiro.
Se isto se d como nao se dove dar com outros o
principalmente com estraugeiros ?
O Sr. Barras Wanderloy d um aparte.
A soldadesca desenfreala descmbainliou os re-
t -s, e collocou-se em attitode ameacadora, inti-
mando s pessoas prsenles a que se retirassem,
impe lindo assim que so levasse a ffeito a p*Hs3i
Accroscente-sc a isto quo o pies 1 ostava reves-
tido da farda que torna um cobarde de um valor
extrarrnaro, como V. Exc. deve saber.
V, pois, o meu collega o distinctissimo amigo
que nao tem razo para justificar por esta forma o
acto dos donos da trra que encompiram este cri-
me grave.
Mas mesmo dada a hyp ithese do nao ter sido o
off nsor preso emflagrmte, pergunto ao nobre de-
putado por este ficto estara a autoridade saperM
inhibida de investigar do acontecimfnto para p-
nir o d. liuquento ?
O Sr. Gomes PrenteA autoridade judiciarls
nao dexaria passar isso assim.
O Sr. Jos MariaV. Exc. para que vem com
este subterfugio, que nao digno do: talentos do
nobre dep itado ?
O Sr. Gora s PrenteDigo ato com muita sin-
ceridade ; a autoridade judiciaria dovia intervir.
(H1 outros apartes.)
O Sr. Jos ManaSr. presidente, este fact. foi
to altamente escandaloso que o orgo oficial que
nao pode ser suspoito aos uobros deputados o nar-
rou eora as cores a3 mais vivas, com as cores as
mais negras.
No dia seguinte...
Um Sr. Deputado Nao se retratou.
O Sr. Jos MariaSe se houvesse retratado n
era para admirar, pois nao c n primeira voz que
s) succede.
No da seguinte inserto urna rectific&co, que Ihe
foi remullida, necessanamente pola polica mas li-
mitou-se a dr-lhe publioilade, S3m assuiair a res-
ponsabilidade.
O Sr. presidente da provincia que a dospoito de
ser um hoinem, na plirise dos nobre depurados
muito frouo, teo> procurado dar arrhi.s do seu pa-
triotismo aos seu correligionarios que assim mes-
mo, s aceultas, sordina o censurara porque nun-
ca se enche a medida desses homens ; para um pre-
sidente ser digno dos encomios dos donos da sita
era preciso que que manlivosse esta cidade dia-
riamente eai estado de sitio ; que fizeese verter das
veas dos membros do generoso partido liberal o
saugue at ficarem todos eiles desde os chefes at
o ultimo soldado, inanimados.
Era necessario que houv sso urna grande carni-
ficina ; era necessario que fossera inortos trnci-
d&dos, mettdos no tronco todos es libciaes para
tjue o presidente quo assim proeedesse podosse me-
recer os lonvores dos nobres deputados.
Se assim, porem, nao fker, qualquer presidente
ha de passar p lis desgosto que tem passado o Sr.
Costa Perreira, que constantemente atassalhala
Klos seus correligionarios, porque um homem
iuxo, nao talbado para a situaco. Fica, po-
rem evidentemente provado que os nobres deputa-
dos eus amigos teem sido injustos para com o Sr.
Costa Peroira.
Mas, -r. presidente, voltando ao objeoto que mo-
tivou a apresentacao lo meu requerimento, devo
dizer que se digno de censura o presidente da
provincia, que mi. mandn pesquisar a'essc facto
biulalnais o o Srjshefe do polica, por que de
sua exclusiva c icrn*nca.proceder a investigseos
sobre factos destes e entrotanto S. S. rao se dignou
de tomar a resp. i-u Umadettb raco qualquernose
pod ndo soco irrer i ignorancia pirquaudo teda
imprrnsa se tem oc*upado desse faetc.
..O Sr. Vi;C mo de Thbatinga-Tnlvcz nao che-
asse ao sen conhecimento.
O Sr. Jos MariaNao possivel que dcixassc
de ter chegado ao conhoTsiment do Sr. chefe da
polica. Todos os tres orgos diarios d'esta cida-
de dello se occupiram a se oecuparam por forma
que S. S. deoi idamente nao poda se eximir de
lomar e .nheeim-nto, mandmdo proceder a invts-
tijHCS.
Sr. presidente, devem Exc. e a casa tor compre-
nendide quo gravo o objeco de que se oceupa
o requerimento Nao quero alongar inej por isso
ou p ir terminadas as incsinas cousidi ragoos, coa-
vict de que a casa o npprovar, Dorquanto uct
simples pedido, de inforuiacoes. E fe 08 nobre.
deputad >s toe00 coi TJCCsio d- que o facto p: es. u-
se de modo .iiff r. lite, devem concorrer com o sea
voto para quo cata As.c.bli fi,ue .leudamente
esclaiecida. Bo p -rom os nobres depuradas pr me-
derem de modo contrario demonstrarr clarumeate
que te-m conhecimento da verdade, das uearnaa
asser^es qu sabem qne o facto se pasaon pela tor-
ma porque venlio de narrare negam nto osea
voto porque coiiipreh uden. qu a verdade t.ria da
appareccr com a approvaco do requerimento.
Eu porm cstou conveicijo de que os nobies



P*
m"
W.B'
mm
Diario di? PernambneoDoniin^o II t Abril de 1886
i
deputados oowntmiu par* apsnovat '
'equer nn nt", concorreodo aasim para que a ver-
dade upo roca.
Teubo concluido (milito bem muito bem.
O *r. Uostraiien Ferretra i Nao de-
volveu o seu discurso )
E' lide e sem debate approvado o seguinte re-
querimento :
o Ktqueiro prorogaco da hora do expediente
por 'M uiioutos.Loureneo de
O Sr. I.omulie* s?erreira (Nao de-
volvi-u o rcu discurso).
O Sr. Jone Muarea B" espera va, 4r. pre-
sidente, qu um Von se levaatasse esta Casa esa
prol do acto arbiir ri a violento eosaaiettjdo peta
polica na noite de dente uiez, e par esta razio
me aguardei para voltar tribuna depois da de-
feza.
I), ixarei de parte o exordio do nobre deputado,
em que procur.'U defender S. Exc. o Sr. preside i-
te da provincia ; uo iiisistire em afirmar que a
mira inesino tenham conservadores e d importan-
cia no seu partido, en voz b.ixa, ai ouvido, como
se costil ma dizir, feto iicrepuco-s ao Sr. presi
d- nte da proviucia, por ser um homem fraco, por
nao ser o hoin-m aue o partido deaejava.
Nao ineiatirei niat i, mesera porque nao costum o
trazar para a tribuna ila Aanemblea os ; actos que
me s > narrados particularmente, no regado da
amisade. quando se me pede reservas.
r/Hsaarei, portanto, a ecupar-tne do assnmpto
em discuaso e de que o nobre de.mtado pelo 1."
districto tomou a si a det- za. A c msa to m,
a arbitrariedad.- est tao provada, que S. Km-
nao cncoiitr-u onda .p. g.n-- sanan na rectifica
afta teil. palo Diari d Pernam neo.
S Exc, poi n" conseguid cousa algum i.
0 iarii de Pernambuco, depois de ter feito a
aceuanc o m phr se mcisiv '. den publicidad'- em
suas columnas nina re t Beeoi >, mas qne nao
-ii aein m uer cOinmeiitou ; e tal era o seu
des -jo de qu nao M t.unasse eom > urna retracta-
B i r-na Hquella re -tificacao, que anteoedeu a com
un -eterevem-nos
Peto fict. ile ter publicado em suas columnas
urnas i'xpiicacs qu II e mandarain, nao s-- seg ie
que ai hionv t.-..- aceita 10 e a ercuuntaucia de ter
calado a sua niiuuencia Aquellas explieave* de-
monstra que perman ; n i u espirito eunvic-
le que v- r le. ra aquella que liuha sido
expresa .da d f Iba sal rior.
S Sfeclivamoutc o Diario de Ptrnamh
vesse e vi neid i m qne toh si'. mal mfunna-
do, de que tina la o uma n lOeia inexacta, v ii
ficiiudn llepoil V.nlaile t.'ria f. ito a recline .cao,
por sua cout-., c.oif S8SaM i ter ai.lo mal infamad >,
ra n la forma porqe
narrada.
Mas o Diario de Pernambuco limitou-SC a dizer
c m re.te. fsetv houteiu narrado p"r no- i.
nosst giz--ti ii... sen v m-ii > o seguinte leiiaa-
do, p irtant i ir ooota do sea don >,
jato pot c ota da polica que foi quaai a r -
31. ti
0 J na v spe tio* 'lado
uma no i. af&raaando qne o % ard
Cruz tinli i si lado, ti lia s guite,
diz : rectificamos a u itieia h nti in dada.
Ni" M to ]0-o teriJ fivcs-'s do saer..-
Dteniado e se n sceota ; qunata eos te imenl t
rpo d d lict i ndj, demonstra que
?So saw eonl irm oi paolioAoMieu
U Jorif.i' rectificoo, portaoto, snn noticia em
duas parir: qnanto ter sido sasraaseutadoo
eflFe .di.lo e quaut i natureza .los ferimei.tos.
M i ai > im que > uiaia .pie tiaha alfir-i.ado ar i
inexacto; ato >'. qne > li inem tiub. sido ag.-re-
jid i pelo soldado, qne tinha sil' espaldeirado e
ferido d pois pr.-so. s-m ter opposto piiso a
menor reaial acia, que nsotittaaae .-ste acto d" sel
Taera por parte da torca publica.
11 iii., si I. liaae n- ste p nto, elle se desd.s
se siuiplesineute. preciso repetir, quanto atfir-
mativ ., que ba.ia feito, de que o homem su mna
sacramentad), c quanto natureza dos ferimen-
Eu tenho, portanto, razio para persistir na mi
nh opiuo, tanto niais quanto me eucontraudo
com u illustre Sr. L)r. Souza (eu ignoiava entao
que 0 meu illustre amigo e collega, Sr. Costa Go
mea, tivesse assistido ao corno de delicio), tanto
mais quanto, tendo-me eucntrado Cun aqueile ta-
cultalivu, me |..i por elle affirmado que nao tinha
havido corpo de delicto, que apenas tinba visto
riado o offendido e dado urnas notas, as qua.-s li-
ubam iido ulteradas e nao erain exactas com a
publicaco do Jornal do Kecifc.
O curpo de delicto publicado pelo Jornal fra
fornucido pela chefatura de polica ; logo a altera-
cao das notas tora feita na polica.
(Trocam-se inuitos apartes).
Em todo o caso, V. Exc. comprebende, alguma
sonsa existe de irregular oeste negocio ; at notas
sao publicadas conforme vm da chefatura da po
licia, u'. lias eneontraiD-si! alteracoes, leves ou gra-
ves, mas em t do o caso encontram-se.
l'rocam-se muitos apartes)
1.1 uto circuinstancia trazida para a tribuna
pelo nobro deputado de que os outr s jornaes sao
mais importaut.-B do qu.- a Provincia p r cansa da
sua circulacao, eu aprJsso-me a ..ppor embargos;
e eu U*o trana este feaeta para a tribuna se o no-
bre deputado nao ttasa* delle se oceupado.
Os ootroa jornaes podero ser mais i.nportantes
do qu a Provincia, pela la-le e p >r serem mais il-
lus'r.s as suas respectivas reda-.-coes; quanto.
porcm, cireulacao, nao, Sr. presidente, nenhtun
dos orgaos de puolicidade desta capital tem maior
circuladlo do que a folha do partido liberal ; ea
0 alfirm e ist > pode ser verificado por quem quer
que seja que visite as ufficinas da Prouin ii. que
estilo trancas a os uobres deputados, na occasio
1 s.- proceder tiragem.
U o Sr. De lutadoV. Exc. est fazeudo reca-
me p.ra seu jornal.
O Sr. Jos MaraO losso regiment nao se
appoe a que cu aunuiicie o m u especirie >: esti
xnea'o em voga faer-se reclame, daqui, e, desde
qu-- se fiz para os outros, eu p >sso fazer cu para
miii.
Una, Sr. presiJeute, naja preciso fazer reclame
ea prova que a rovincia camiuhi p-rt-itaineu-
te, desi-mb^ragadament-, sem que eu entretanto
precise para isto fazer osteatafio da sua circula
Cao.
Um -r. Deputa loHa de ter vida c irla.
O Sr. Joc MariaPosso afirmar que nenhtun
oro*] pdd* ftbegar i al'ura qut chegou a Pro-
vincia, em um priodu to curto. Cinco das ap -
as do ben apparcciinent, te ve necessidale de
augmentar o formato e assim mantem-s-. vivando
vida propria, a sua custa, custa dos assignantes
e do c minercio que manda para alli s us annun-
cios, do publico emfim, cujo favor Ibe dispen-
sado.
E necessario noar que a sua circulacao nao
se lircumscreve no partido liberal, ncm 4 esta pro-
vincia somonte, send i que aqui principalmente
do corpo commcrcial que mais auxilios e la re-
cebe.
O Sr. presidenteObservo ao nobre deputado
que faltam apenas 2 minutos para lindar a hora.
O Sr. Jos MariaEsto, Sr. presidente, de p
M observaco s por mira fetas; ellas nao toratn
destruidas pelo nobre deputado, que se oppz ao
requerimento.
A priso foi il legal, tanto assim, que o guarda
foi solt. Ningu. m rn'o contesta, e eu dou o meu
tes'- munho pessoal. O eorpo de d-licto foi procedi-
domuitos dias depois, eu appllc mesmo para o po-
bre dejutado o Sr. Cesta Gomes, qusndo jA a im
prensa bradava. Nao se faz auto de perguntas ao
affendido. O offensor afugentoL-se da guarda cvi-
ca do districto da Capunga e nao soffreu cousa al-
guma, nem sequer um segundo de priso correc-
cional.
O Sr. Gomes Prente -E o guarda municipal
foi demit'ido?
O Sr. Jos MariaNa mioha opinio deve ser;
V* o nobre depu ado como sou justo.
O Sr. Costa Ribeiro -E o guarda cvico foi de-
BBittido?
0 Sr. Jos Mana-Foi galardoado, porquanto
ausentou-se da 5* estacan, conforme me affirm m o
Sr Cabral, e anda desimpedido pela- russ da ci-
dade. Chegou mfsmo a passar muitas vezes por
detronte da nossa ofBcina, com o fim, ulvez, de
amedrontar-nos. M>s perdeu o seu tempo e o seu
latim.
Procedeu se ao corpo delicto, mas esse eorpo de
delicto foi alterado, segundo afirma o Sr Dr. Sou-
.. Nao se proc-sdeu ai i&o pouco se autorisou a priso do delinqiiente.
J venn os Dobres deputados quo difficil jus-
tificar-se o Sr. Costa Pcreira, bem como o Dr. che-
le de polica !
Tenho concluido. (Muito bem).
A' discuaaio fi.-a adiada pela hora.
OBDEM DO OU
Entra em 2 diBcusao o projecto n. 6 deste au-
na (creando o municipio e termo de Njesa Senho-
ra do O' do Altinh i).
Mr. Jnirmlo Mara;Sr. presidente,
quem nio conbecer a villa do Altinboe a distancia
que a arpara da ad da comarca, e encarar a me-
dida consignada no projecto, sob o ponto de vista
du deitribaieo da justica, ha de julgar sem d i vi-
da que ba utili lade na medida propost i.
Poim, Sr. presidente, quautas c msas de ti-
lidade ba que nao sao necessarias ? Qaantas cou-
a.-.B anda uteis e necessarias que nao sao iudispen-
saveii ?
Assim, a medida consignada no projecto est
orase caso, porque a villa do Al'iuho dista apenas
legi.as da sede da comarca, e a aeco da juatif;a
pode > t.-m sido isasoediata.
Netaas oirouinstaaet**, eu pena', que a crea.o
de uu: novo termo veca trazar eneargos nafet i
provincia, eeeae tambem ao tbesaaro. cora ordena-
do de juia inuncrpal, coastruooio de cadma, ate.
' una medida desnejesaaa e que se pode lis
pensar muito bem. Seria til eu. outraa corudi-
co's: se por ventura a villa toase muito distante
da sile da comarca, ea estara de perfeiio accordo
co n aa nobres deputados, signatarios da praje-ito.
Mas, iwni'i j dase, distando apems 6 leguas, nao
vejo v mtagem nenhutna nessa creac e ao con-
trario s enchergo gravames e encargos para a
pr .vii ca. N.ssas condicoes s parece que o pro-
j< oto eve em vista crear um lugar para mimo
se -,r-se din elle algum amigo, dando-se-lb um
oficio de juanea.
O Sr. R.-sa e SilvaPeco a palavra.
O Sr. Juvenci MaraV. Exc. nao asaba,
porque apenas tem estado l de passagem, o qu lo-
to Doble o municipio de Caruar. Os tuneciona-
rios na o ; mh ,in com que s poss-tin rranter. Ora,
alem dis>o, crear-se .nais um lu'ar de eacrivio
no Altiuho, reduzil-os iniser .bil Jado. Eles
nao piden !>. continuar i servir nesses lugares, se-
rn forjados abaudonal os.
P r consequenci i eu pens qu p>r qualquer
pr ie na. til, nem nee ssiio.
V. KlC compr.'h.'U le p-rfeitament- qu a crca-
eo d- novos municipios yeta reaeassriamcate
impor sacrificios A provincia, porque ser pn
constr ni- urna cadeia, nina casa de cmara etc.
Pergunto ni: a provincia est em eondieea de
tn .o I r construir cadeias e casas para cmara r"
Se o esta lo da provincia comportar, s-r uma
(slieidi i e eu eatmanj ouit i ; mas o qne c 'rt i
qne nos cstnn's n'um estad, deplorav. 1.
Um Sr. d put ido Po le-ae alogei um pie lio
i quer para servir di cadeia ou caca de cmara.
O Sr. Juveocio HarizSe o mnnici,)i pau-
perrimo, nao tem rece -. aa pode anMUtici-
ter a ira e iBStmir una i ir
curs s pe jira alugal-a? Eu ente '
qne esle proj cto uno dar tn approvado pela
eaat las r.zoas que acabei de apontar. Veja
epatadas tiveram em vi i
i: r D 8 ttioig
(_"n Pr yep't.io X lo; uma idea
mto,
Ov 5 v o -i VlarizA Stm, ^r. presid
.pr v .do.
sr. :.. Ulvtr(Nao devolveu o su
O H -. Jiivenrio H triz &r. presi.1 nte, o
lep it .do truno ; m I
de de eonsi I racoec que eu fi ^ Poi aasim, Sr.
p e.-ile:'". une o Sr Io secreta ri 11 dlBSS qU eu me
opp mli i ,i.83ag m lo prujeeto, p. le l'ieto de um
. ota ri i j i ler uv*a ami;o!
O nobre d potado assim, Sr presidente, faz me
urna ini stii,-1 muito grave, pnque eu na > s-ris
i n,i r me a um projecto d utill I ide por
sir isSo.
E' e- to, 8r. preaideate, eom > consta das n
do Sr. lachygraobo, que u tiveaae fallado dos
actuies serventuarios, sendo que elles aeriaul
.1. i::. i deixar os mami'gne, por falta de re-
cursus ; I qu-' r- muito dive .
M is. Sr. presi lente, o nobre deputado, dizendo
que s rae opponho ao projecto p r e ? razo,
desse modo S. Exc. den me o dimito da dizer tac-
hen) que a medida do prejfCM e o interesse que
S. Exe. mostra pela sua passagem, com o ti n
sem do vida de crear esse novo lugar o com elle
mera osear algum amigo quem tenha interesse de
melh 'ra- a sua condicao. Dosde que disse quw eu
me oppunha a> projecto por essa raalo, tenh tam
bem o direito de dizer que S. Exc. prete ide mi
mosear algum amigo, uo que est em seu direio
O Sr. Porto Fique o n .bre deputado conven
cido de que o projecto consigna uma ideia reco-
nheeida til p >r todo o eleitorad i.
O Sr. Juvencio MarizNao tive um s amig
que me pedase que eu me interessasse p>r essa
crea ao, ou mesm que nao a impugnaos .
Oppoiihi me, Sr. presidente, passagem do pro-
jecto, porque estou couve icido de que a sua ad-ip
cao nao neeessara, e nao necessaria pelas
razoi^s que j de.
Se a .illa de Altiuho dista apenas <> leguas da
seda da comarca, e, desse modo p.-dendo a distn-
buic.io da justiga ser muito regular, eu pens que
a creaciii desse novo t.^rmo nao deve ter app'-o
vada pela Assembla. porque nao traz vantagem
alguma 8 antes s i.ff rece inconvenientes.
O Rosa e Silva -V-ja V. Exc: acab-i de dizer
que nao traz vantagem algama.
O Sr. Juveneio Mariz D'aqu a algnnr annos,
qnando a freguezia de Altiuho estiver fl .rescente,
quando o C nnmereio estiver mais desonvolvido, nao
duvid > que sej i de todo ponto til fazer essa crea
cao, de que cogita o projecto do n ibre deputa lo
Mas actualmente, quando alli s existe a pobreza
e a penuria, uo sei como o nobre deputado pre-
tende elevar a termo a villa do Altinf o.
A feira densa localida le quas milla, a lavoura
e a crsaoi de gados quas que se acha extincta,
levoraia constantemente pela secca.
O Sr. Baca e SilvaC uno t >de o intsri >r da
provincia que foi devastado plasec;a.
O Sr .luvenci Mariz -Sr. presid'-nte, o dis
tricto de Bebedouro est em melhores condiccoes.
E' urna localidade que prospera e que off-rece um
futuro mais ou menos risoaho, mas o Altioho
est eu completa decade icia: um lugar muito
tOOCKIL o le nein ao menoa s- pode desenvolve' n
industria pastorial, devida isso s remetidas seceas
Voto pois contra o proj-cto, offerecendo meso
o seguinte requerimento : (i)
E' lid-, anotado e entra coujunctamnte em dis-
CU9SO .> seguinte raquenmento :
Requeiri o adiainento da discusso do pro-
jecto u. 'i dente anuo por 24 horas. Juveuco Ma-
riz.
O *r. Runa c Sil(N.io devolveu o seu
dis urs ).
O Hr. Coala BbelroEu uo deveria tal
vez tuiiar parte u> presen'e debate, porquanf.
nao tendo c.-nhecimento da lecalidade, nao sou dos
mus competentes a ernittir opinio a respeito da
medida que se propec. Alm d'isto, nao se p>
que t.nt.o observado que u'esta casa, quanio fe
trata d.- qnalquer interesse, de qualquer providen
eia rel.tiva a> 1" districto eleitor I, a tempera-
tura eoma que sobe um pouco.
Le'inbr i-me d>- que o anuo paseado, vindo- eu
aqui por accaso, encontrei-me com uma acs o
baataate agitada em qu- os trabalhos tiveram de
ser suspensos por aliruns instantes ; p.-rguntei a
causa d'ieto, fui informado de que se tratava de
urna emenda offerec'da ao orcitnento municipal,
c.non la qne mandava dar ou tirar a um empr-
gado da Cmara de Caruar 100*000 ou 2 K)#0 O.
Por c nsequencia vejo qne as qu.stes que dizem
respeito ao 10 districto desperram certo iuteresse ;
e agora mesmo a discusso tomou algum Color;
mas como tenho de dar o meu voto, r.a qualidade
de deputado, e como as m didas o deliberacoes
aqu devein ser dadas, nao exclusivamente pala
interese d'esta ou d'aquella localidade, mas peo
interesse da provincia, que um interesse mais
geral, vejo-mi obrigado a dizer algumas palavras
no sentido de justificar um requerimento que tenbo
de mandar A mesa.
Sr presidente, presto todo o respeito as consi-
deracoes e as inform*coes de meus collegas que
tem tomado parte no debate e que sao represen -
tantea daquelle diatrict mas por isto mesm j
v V. Exc. que meu animo deve estar hesitante;
porque se vej > de um lado o meu cullega amigo
que tem ussento nesta bancada, mostrar que a me-
dida uo necessaria que s daquellas que us-
ca d'ixam de ter certa utilidade, todava pode ser
miada sem sacrificio do interesse futuro por ou-
tro lado, vejo dous dstinctos collegas, sus'enta-
rem, um da tribuna e outro em apartes que a me-
dida de utilidadecuigente e instantemente reda-
mana pela populaco do lugar.
Todo isto, Sr. presidente, i-azio para ea ficar
perplexo.
Se realmente a creaco que se prone til ape-
lar d. quaesquer eonsi lerac/es em contrario, isto
, se com > ffeilo o Altiuho deve ser elevado a ter-
mo, se ist uma neeessiaade real para os povjs
dessa loealidade, nao terei duvida em prestar o
meu voto ao projecto.
' Mas no caso contraro a utilidade qoeatio to-
da relativa ; preciso estudar e pecar as razo s
pro a contra, e nao ir perfeitamente refutadas as
ciiait'prai-es que ao projecto oppoa o raen nobre
amigo, que tambem deputado pelo districto eco-
nbeee as respectivas neoeaaidadcc.
Disseram os inteutadores do projecto que essa op-
posco feita por espirito partidario eao mesmo
temp i que o meu distiucto alliado que impugnou o
projecto falta aO compromisso tomado com os li-
be raes do Altinho.
Taes argtiicoes me pireeem at contradictorias.
Reeonhec. i, Sr. piesidente, que em theae a crea-
cao de uma comarca ou termo sempre uma me-
dida til; se podess-'m >a augmentar o num-ro das
comarcas do imperio certameate que dahi redunda-
ra bum,facilitan ioao p>vo a adminstraco da jus
tifa; mas sabemos que iata uma queslao toda
relativa; caanpre avergux se a rircumstanoiaa
do paiz couspert i:d repetidas creaees desta or-
desa, enabw* a utilidade dellas en these.
(Ha um aparte do Sr. Rosa e Silva )
A qnest > aqui sab-T-seas forcea da loeali-
dade deixe*tae diaer o asare Sr. !< secretarlo :
a oasnsderaeac era que toexm o tirso nobre eillega
que iipngiiva o proj'cto quando rescric se' ao in-
teresse dos serrentuanos da jijatpa, ni uma
consideraco in'eirame te estranha A ratSo. fra
de proposito ; em taes creaces para attender se
os serventuarios da justica fieam ou uo summa-
mente prejudic idos.
As divisoes e subdrisoes nao devem tornar im-
p-is-ivel as servenrias dos ->ili -i is de justica.
V. Bxc. que bastante illus'rad-, deve fer liilo
ra pareceres do conseibo de atado, em razoes de
nao sanecao da projectos e resolucoes desta ordem
e em outros actos do governo geral que os agentes
da aiministraco sempre olharam para isto o de-
vem olhar.
A creaco de um novo termo ou comarca impor
ta a creaciio de um gtauoe numero de empregos e
p ir conseguate a divisv de outros j existentes :
juiz. tabeliio, artidor, contador, distribuidor o.
escrives gao mltiplos ramos do servico ju lieia-
rios, os qua.-s nem todos po lera ser accumula los.
Compra ver se os empreg. s novoi e os que fieam
creados foiii-cein ineios bistautes para a subsis-
tencia dos que os oceupara.
A tudo isto neeessaro atttnder, no mei > de
nutras razoes de conveniencia ou inconveniencia.
Nao tenho prop.siio firme, de oppor-ma ao pro-
j.-cro ; na *eoh<> aspjr.eo-s nem iateresses poli-
tir.'s netse districto ; estou fall .ndo com intera
i ii(i ircialida le e assim deaej > vot.r, por iasote-
nho 1 mandar A mesa um nejaerimeato pedindo
que seja o projMta remettido A commissio de es-
tstistica e divicao civil
O que pe? maior estudo ; escUrecim''nt s.
(II iv i.- m ipartes
apaiavrao r. Jos Mara in leterindo a pe cao
de Jos Joaquim de Sint'Auna L-al e por baver
pedido a palavra o Sr." Ferreia Jacobina, outro,
tambera indef-rindo a de Francisco Cesar de Lima.
Approvaram-se tres pareceres da mesma com-
misso, pediudo informar) sob o requerido por
Manoel Soares de Albergara, Cimilla do Cannu
Torres e um abaixo assignados de moradores no
lugar Mundo Novo de Buique.
Foram a imprimir os eeguintea projectos :
N. 30 Restabelecendo a lei n. 981.
N. 81Restabelrcendo a villa de Ingazeira,
como sede do termo e comarca deste sum.
tt. 3 Creando uma eadeira mixta em Camos-
sira, 2" districto da comarca de liezerros.
H. <13. Ele/and) villa enm a mesma denomi-
ruclo a povoaco da S. Joa de Podra Tapada.
. 34.Autorisaado a rtoatractar-se, mediante
coacsjrrencia, o foruecun -uto da illuminaco pu-
blica-desta capital un a renlisaco da inooverao
do contracto existente.
Adiou-se de novo pela har, que foi prorogada
por 30 minutos a pedido do Sr. Antonio Vctor, a
discussi do requeriin uto sobre acontecmentos
de Canh Passou-se ordem do da.
Approvou-se em 1* discusso o projecto n. 8
deste anuo, crean lo a comarca de Gamell.ira.
Em 3 discusso, sendo rej-itado o i-equerraen -
to de adiamento. foi approvado o projecto n. 2
deate anuo e remettido crmmiss'o de redaeco,
tendo orado o Sr. Prxedes Pitauga, que raandou
mesa a seguinte declaraeo de voto :
Declaro iue votei contra depois de h-iver pro-
testado na triuuna.Dr Pitanga.
Em 1" discusso approvou-se o projecto n 21
deste auno (revogaco da lei n 1.4 i9 .
Em 3 discusso foi approvado o projecto n. 4
de 1885 (probibico de se abrirem os estab'-lee.
ments mere in'is nos domingos e dias aanrJtifiea
dos), ndo coe.irnis-o de redaeco.
Approvou se em 1 discusso o projecto n. 2B
deste auno dimites da freguezia de S. Jos do
Egyptn), bem como um rsqneriflSjo >to dos Srs
Druimn. nd Filbo e Augusto Kranklm, pira ser
ouvido o Exin. Bispo Diocesano, sen prejuizi la
1 e 2" discusso, tend orado os S.s. Fcrr- ira Ja-
cobina e Joao Alvea
Approvou-ae em 2* discuaso com dais emendas
o pr.j it n "i deste aun i (sujeitaudo a Santa Ca-
sa de Mtaerieordi i da y .n m a do R erfe) ten-
do oh Drummou 1 Filhi c Viscondfc de
Tabatinga.
Em .'.J diseussai foi ap trovado o pr jecto n. T
Escrevera nos em 31 de
N primeiroa din de sess levautaram-se
queste- | ,: m p-l i observancia do regiment I de 1885 (artigue de postura* da Caara Munici
e a bem lo- oossis trabalbis ; oecup>ma-nos de- pal ,i,; VertentCe) indo aonnn isao de redaec
]> lia Cos ale s3 i lo 2o districto porque a mi-
nora na* foi inutli e*p etadora do que i.qe.i H
I ;.. onvi .l_'i.oa< vocea da mnioria reclamar por
| le perd iin 0 f .zi uno* pe
Eiicerron se a l" lo projecto n 22
deste auno (creando na P. dra da c un .rea do Ri i
Form-iso um cal ira mixta) nao se votando por
o tempo, j falta ne miu.-ro.
r>c o i |-r i -u lar do bem d i proviosn que AdJon-sc 1> discusso do proj-cto n. 18 deate
esta va em un ibysm lo qnal era neceaaario ti-
ra! a.
Entro ai' e-'e irojeetw qne vio appnreceodo
a ni a ai i m ,i ireo a me to Ins: ir.i los no
Henlioenro in bem da provincia.
Em t .do o e .so, Si.-.., S' ha na c.sa um cotn-
miaso de eatathitie-i a diviao civil, euwposta n
tota I ida le d sena membraa de amigos da in lioria ;
p r que rasao istao sanio apresantadoa sobre a
mis i dados para a disea lo incontinente, s-ndo
i gp u~: i.i i. interatici projectos qu tratam des
t is m iteri ia da inteira competencia d'aqndia com
miacof P< i que nj havemos de osrril a? Por
qu- julgar aaCeeipidamente intil essa aulien-
G '
ti' lesso molo que os nobres d< puta i n, que sao
os iuflu titea ou lirct ires, tm em cousiderafio os
sena amigo ?
Qu p ip.-l ent i fieam representan'!) aa comra s-
aoes 1 De que serve esta Assembla ter nom-ado
urna commisso de diviso civil, se appan'cerain j
3 ou 4 projectos s ibr til assumpt >, que vo sendo
votadas s carreiraa e a respeito de neuhura dos
qnaes julgou se preciso que toss ouvla essa com-
m sso ? Nao eomprehendo ; mas os nobres de pu-
lid s l se entendem. V todo por cunta do bem
da provincia.
Era o que tinha a diz r : V. Etc. digne-se man-
dar buscar o meu requerimento.
V'em mesa, lido, apoiado e entra conjuncta-
mente em discusso cora o projecto o scruinte re-
querimento :
Requeiro que seja o projecto n. 6, remettido
A commisso de estatistica e diviso civil.Costa
Ribeiro
Niuguera mais pedindo a palavra e encerrada a
discusso dos requerimentos, e procedendo-so
votaco regeitado o de adiamento prop-isto pelo
Sr. Juvencio Mariz, bet como o do Sr. Costa Ri-
beiro.
Contina, portanto, a disc isao do projecto.
O *>r. Jor Hitrla faz algumas conside-
races-
Vem a mesa, lido, apoiado e entra em discus-
so eom o pr.decto o seguinte requerimento :
Requeiro que seja uuvida a Cmara Munici-
pal de Caruar soore o projecto em discuaso.
Jos Miria.
Encerrada a discusso delxa-se de proceder a
v.it o,> or falta de numero.
Entra em 2. diacu83o e fica adiado o projecto
n. 2 d'este anno.
0 Sr. preaideute levanta a sesso designando a
seguinte ordem do da :
C'iitinuaco da antecedente e mais 1." discua-
so d i projecto 5 de 1885 e 2.* dos de ns. 180 de
1884 e 7P de 1885.
nCviSTA DIARU
tuvinliia Provincial Fuuccionou
hontera, sob a presidencia do Eztn -r. Dr. Jos
Manoel de Barros Wanierley, tendo comp.recido
32 Srs. deputados.
Fira.n inl.se apprivadaa sem debate as acta i
da s.-aso de 7 e das reuniues de 8 e 9.
O Sr. 1* secretario procedeu leitura do-aeguiu
te excediente :
Um otficio do Exm. Sr. Dr Antonio Francisco
rJcctcia de Araujo, datado de 8, communicando
que dcixa de corap irecer As sesies por ter de par
tur para a corte, afira de tomar assento na Cmara
dos deputados Inteirada.
Outro do secretario do governo, remetiendo urna
p.-tico da Companhia Poruanbucana com copia
lo aviso do Ministerio da Justica de 19 de Se-
t'-mbro de 1885. afim de se rcsolv r sobr! a con
.essa i do crdito de 417*6 K) de transportes a
sentenciados do presidio de Fernando para esta ca
pital em Ju ho do mesmo anuo-A' commisso de
orcimeuto provincial.
i luir i do mesmo, transmittindo uma petico j
informada em que-o guarda da municipalidade do
Itecife, Joo r*ta Vires, solcita ap isentadoria
por motivo de molestia.A' commisso de orna-
mento municipal.
Outro do mesmo, rem.'ttendo 40 exemplares do
.Tegmento da receita e d^speza .esta provincia
para o exereicio de 1886 a 1887.A distribur-se.
Outro do mesmo, trausmittmdo uma informac i
do inspector doTbesouro Provincial e mais pi-
pis concern ntes ao pagamento de 1:3461400 de
transportes concedidos em Malo do anno rindo nos
vap oes da Companhia Pernambucana, por couta
da provincia, afim de se resolver sobre a decreta-
ca > de verba para o alludido pagamento. A'
commisso de orcamento provincial.
Outro do mesmo the .r, sobre o pagamento de
l:15920i) doa meamos transportes no uez de Ju-
uho do referido anno. A' commisso de orcamen-
to provincial.
Outro do mesmo theor, sobre i pgame ito de
1:4114200 dos meamos transportes em Julho do
ret -ndo anuo A' commisso de orcamento pro-
vincial.
Outro do ra -sino theor, sobre o pagamento de
1:8794200 dos meamos transportes em Agosto e
Setembro do referido anno. A' Commiaaao-de or-
camento provincial.
Outro do mesmo, remetteoda 40 exemplares im-
pressos de balaacete da receita e despesa da pro-
vincia no 1 semestre do corrente exereicio. A
distribuir.
Uma petico da directora da Aaacoaco ("om-
mercial Heueficente, representando contra o im-
posto de consumo actualmente denominado do gy
ro. A' commisso de orcamento provincial.
Outra de Marganda Ira Bruno Villela, reque
rend i a admisso de seu filbo Carlos, no Gimna-
sio Pi-rnambucano, como pensionista da provincia.
A' commisso de petices.
Outra de Miguel de Queiros Amaral, eacrivo
do jury do termo de Afogados de Ingazeira, re-
quereodo que se mande as cmaras mumuipaes
d'alli e d S. Joa doEgypto. pagar-lhe o que lbe
es to a deverde castas.A' commisso de orea
ment munic pal.
Approvou se, sem debate, um parecer da com
misso de re iacoao sobre a do projecto n. 6 deate
anno.
Adiaram-se os segointa* pareeerea da camaB-
cao de inatruccac publica : um per baver pedido
aun I.
A i i n do di i : a II pr je 11 u
5 ; dos de na. 3 e 10, tod inn b n,
120 de 1888 ; 3>do e na 180 de 1884 e 53 de
1885 e coaton icS > da a it.....1 mt .
ViMiin piittlorjtl Escrevea n de Palma
es :
No di. 6 do c-Trente, com' acb iva-SB annun-
eiad i, ebeg u esta eidade. S. Ese. I' iva i o Sr.
bs.'O dtocesan i.
V's 11 horas da munha ac'iava-a na estar i da
va-Ierre, ocrea de mil p*saoa papera do a as
do ii-iali di icesaiio. Quando approximou-se "
tr'm da Cetacab foi receb'lo por ama salva de 21
tiros e diversas girndolas de fogUetea.
o Ai saltar S. Exe. R -vma., a banda marcial
toco i uma pega caprich isamente composti para
este acto, e ni estacan S. Exc. ficou parado iem
um pasao poder dar por caustda multido de povo
que affluia em procura de i.eijar o anel do querd i
pastor. Ahi uma menina reeitou um soneto, que
abaixo transerevemos, e S. Exe. itevma. com a
amavel doeura que o ciractensa agrade reu aquel
la manitestacao feita pela infancia. Nesta ocea-
sio ergueram se varios vivas depois o Dr. Fiel,
que fazia parte de uma commisso, proterio um
rlab irado discurso, fallan lo depois o Dr. Cornelia,
qu representava o Club ljitterano. A amo S.
Exc. Rivma. agradeccu, e foram erguidos muitos
vivas. D'ahi sahio a costo, a.'la multido de povo
que o cercava, fazendo alas urnas cera meninas,
vestidas ds braao cim suas fachas pendente o
hombro. Depois o pivoem inaasa, naqu ntdade
de mil p'88oas, fechando o prestito S. Exc Re vma.
iom o Kevd. vgario que veio com seis sacerdotes
esperar S. Exc. Rvma. a catacao, seguram para o
Club Litterario, (lugar des'inado pira S. Exc.
Rcvma. revestirse) e ahi fe\ S. Exc R"vma. re-
ceido poi uma commisso do mesmo Club, send i
que varas girndolas de foguerea annunciarsm ao
p ivo palmaren se qu^ S. Exc. R.vraa. entra va no
Clob.
n Pouco d.p is chegou a irmandade com oa
Revma. sacerdotes rovestidos. presididos pelo
Revd. parocho ; e tomando o palio, sob o qual ia S
Exc. Revma., sahiram em procisso para a igreja
matriz, p-asando pelas ras que a.-havam se com
pottes e arcos de folhagem e bandeiras. Subiram
aoa ares era varios pontos diversas girndolas de
foguetea.
Ao checar matriz achava-ae o Revd. viga-
rio e o clero na porta da igreja A espera de S.
Exc. Revma., que tomando agua benta e beijan-
mor, entoando a orebestra o Ecee Sac-'rdos A
grande orchestra.
Precedidas as formalidades do Pon'ifical Ro-
mano, tomou S. Exc. Revma. o solio e entoou o
Te-Deum, que foi correspondd > pula orcheatra
sob a regencia do Sr. B.-ndicto Sobreira, qu-
muito caprich >u oara que fosse elle bem ex cuta-
do. Findo o Te Dem deu S. Exc. Revma. a
benco pastoral, e aiinunciou chrisma para o dia
seguinte e s-rnulo.
Derpido da vestes pontificias, foi S. Exc.
Revma para a casa do Revd. vgario (lugar des
tinado psra sua residencia), sendo acorapanhado
pelo povo era massa e pela banda marcial.
Assim receben o povo palmarense o seu ama-
do diocesano ; foi um da de grande gala ; e a
aorta, achava-se o pateo da matriz para a casa do
vgario toda Iluminada e na ra da eidade varias
canas.
Terminaram desta forma as festas da recep-
co de s. Exc. Rcvma. o Sr. Bispo Diocesano, o
tjuo'uu i'onlax -De b riberi tatleceu an
te hont ra, uoite, na Casa de Detenco, o sen-
tenciado Rigerio da Rocha Pires.
Itenriu de paquetea braMilei'oa
No paquete nacional Manos esperado dos porf
do norte no .lia 13 do corrente, vem do Maranho
o Sr. Viicondede I'aqui do Norte, ltimamente no-
meado agente da Companhia Brasileisa de Nave
gaco Costeir, em nossa praca.
Em tranallo O paquete Trent levou ante-
lio nt. ni pai a o sul 3' 5 passageiros, sendo 31 to
mados era Pernambuco.
DinbeiroO referido paquete trouxe oara :
Euglish Bank t 1.000
Tlieairo Maulo tnlouio E' hoje que no
theatro Santo Antonio tem lugar o beneficio do
actor Augusto Peres, com o drama sacro Vida e
Milagrea de Sao Benedicto.
I.anlerna MgicaPublicnu-se o n. 150,
do 5" anuo, deste peridico Ilustrado e humors-
tico.
Arsenal de SuerraNos das t% 13 e
14 do crrente, as costureiras de ns. 119 "'36 po-
dem ir receber costuras no Arsenal de Guerra.
Enise reparoNo pateo do Carino, perro
da grade de ferro que circumvolta o atrio da igre-
ja, lu uma grande depresso no calcamento e um
profundo buraco que ameaca denastres.
Mais de uma pessoa j tem alli cabido. Se at
agora ninguem s'dfreu damni serio, nao isto ra-
zo para que nao mandem reparar o calcam nto.
Faca-o a repartico das Obras Publicas Pro-
vinciaes, a quem compete providenciar a respei
to.
AnphyxiHdoJoo Segundo, imperial mari-
nheiro em servico ao bordo do patacho Pirapama,
A 1 hora da madrugada de 9 do correte cahio ao
mar, quando se diriga para a amurada do navio
afim de sati O infeliz, logo que bateu n'agua, foi ao tundo e
unbra as peequizas fetas pelos companheiros,
nio poude ser encontrado, nem o seu cadver at
h miera appareeeu.
Joo Segundo era son m bulo, a nease estado
muita v z re levantava e trabalhava.
Touradaa em JaboatoHoje, As 3 1/2
horas da tarde, ba corridas de touros na ci lade de
Jaboato.
Oa amadores desse divertimento podern seguir
para Jai oatao no trem ordinario, que partala
estaco do Recife As 2 1/2 horas da tarde.
ReuiiInVea aorlaea Ha boje as aeguin-
tes:
Do Real Hospital Portugus de Beneficencia,
As 10 horas do da, para leitura do rotatorio e
exame da contae do anuo indo, e posse da nova
admiatraco.
Ion Conaelbo.
Marco Sudo :
- Estamos era pleno invern.
A 27, uma forte tr ivoada cahio de nascente
a > norte da comarca, banhaudo anda oa terrenos
limitrophes de Aguas-Bellas Buiqu De euto
para c4 tem cbovido sempre I inlliii ialinisalii,
de suppor que assim contine, p irque, Abril, do
qual nos avisinhamos, aqu cousiderado o pa
das aguas, anda mesmo nos anuos escassos.
For esta razo, as sera-nteiras de Marco sao
eu're nos reputadaa as mais seguras, pelo que
de ere que de Junho em diante teremoa uma
abiulaucie de legum-s, pouco vulgar, que dar
nao s para o nosso consummo, como para expor-
tar para os lugares do centro, onde as chuvas uo
alcaucareta.
o dia 12 do corrente, attrahidos pela benig-
nidade da ultimas sessoes do jury, apreaentaram-
se para serem recolhidos os criminosos Jos Joa-
quim Ferro e Joaquim Perreira Ferro, pronuncia-
dos em crime de furto, com a esperauca de serem
absolv los na seaso que aqu se reuni a 22.
Alm dos nossoa jurad >s serem p uico propen-
sof a soltar lalroes, suecedou que e eserivao uo
preparou os respectivos procesaos pelo que t n os
dois h roes de esjerar para a senado Je Junho
o A ratoera da ultima faiveneSo, nao ha du-
vida, mas, mesmo assim. parece que tem de pegar
poneos passaros, porque os dois Ferros estilo ar-
rep-n 1idssiras, jurando nao cahir n'outra.
T n razo : uma noite de 3 menas, habitan
do se plena America, o suprasuraxo da cai-
pora
Reunida a 1.* se.sso do jury no dia designa i
(22 do espirante), asta fu logo diss Ivi la, por ve-
rtfiear-se a ausencia de numen legal de jur .-
d is.
Conseguido isto a 23, foi julga'lo o i> Gi'di-
no Perei.a de Souza, ocurso no ct. 27 do Oaduo
Criminal. Foi eondcinnalo a 4 aun is e 8 meses
de priso simples e multa de 20 /, do valor fur
tado.
n Patrocinou a causa o advogado Tertuliano
Paaaracio Vida-Nova.
i No da 21 foi siibinettdo a julg-un uit i o r)
Migue [gu .ci i Quur sma, pr man i i i id art. 125
do citado cdigo.
i Teve por defens ~i'v ira Jnior, e foi uuiunn ni lote absolv lo.
N iiav -o i mi) proc isog preparados, foi
encerrada a bscj
a O tribuoal io presidida p lo juiz oe lireito da
c.marca Dr Castro Rabilo, olli iau lo d pr in i-
tor o Dr Graciano Xiyier Carnein la Cunha, e
de escrvo O cidado Amina- [ago la Cuaba.
N'i lia 2'!, chegou esta villa o aargent i de
polica Miguel Pedro, o qual veio substituir no
einmuilo do lesraeamento 10 cabd BloHiio Phi
i lelph o Pereira Dutra, que eceupava aqu
eargo. -
Luis F-it .su, -i contraventor posturas
ni -i.i j ie i qu ,. iv i
Pu o-' i. lentro seu proori asi i i
i f .-t i- --i registrara 10 Dia
rio le 25 mes, a ib i I r i r i justo
premio de su tacan has.
Pelas 8 1,2 horas da noite de ante-bou tem,
foi-ihe desf-cli i lo um tiro, p ir um sugeito que en-
fren ou com a su i cas i de neg 'i i, in ita lo a C i- i
vallo, era tr .j is de vaqueiro.
Feliiineot'' a b.la nao attiogi i i aWo, indo
cravar-nc aa pared neando, porni, Lutz Pmi as
ferido ni testa eon 6 b.goj de chumb-i, de cu >
ferimnoto p deri vir a morrer, se nao for cuidado-
samente tral id i
O aggressor evad., se, sem serreconhecido,
delao lo A polica apenas o : rabal no de rocador
a c Tpo de delicto.
Lois nao sabe de quem deva qneizar-se, tal
o numen d- iniraigos que Mal adquirido.
Ha poneos annos commetteu ell un assassi-
ntto, em legitima defeza, po.- cuj i crim.; soflreu
apenas tres raezea de priso.
O assassinado, porin, i a retribuir-lh
urnas piue i las de faca i que tinba soffrid) por sua
causa.
i Este tacto uo corrigio Luiz : animado pela
mpunidade, pro ..-guio na tortuosa senda ein que o
s u genio siolento o tinha lauca i i, de sorte que
n) soffria impunemente o mais leve gracejo.
ii Fallava do tuda e de tolos, e por qualquer
bagatella ia A ra dos queixos de quera ousasse
contraralo. Fez isto a diversos, at que um lein-
brou-se de obrigal o a fazer ponto fanal Sirva
ste de ex -rapio aos afFectados de to reprovada
mana.
Seguio h>je para essa capital, com destino A
corte do irap-rio, onde vai tomar parte nos traba-
lhos legislativos, o Exm. Sr. Dr. Bento 'eciliano
dos Santos Ramos, deputado geral pelo 11 circo o
d'esta provincia. Aeompanha o a sua deaveada e
virtuosa consorte. Bonancosos ventos os coniu-
zam.
Por sentenca do juiz de direito da comarca,
foi declrala livre a africana C instancia, imp ir-
tada era 1851, e escrava do capito Antonia Pinto
da Silva L-'Ao, morador no termo de Palmeira
doa Indios, da provincia das Alagoa?. Foi seu cu-
ra 1 ir o Dr. Silv ira. \praz-noa registrar um acto
l'.-s e.-, to ju-to quanto humanitario, e oxal pos
sa elle encontrar imitadores.
o A cas>- que serve de cadeia est.... apoj ida.
oiitm nada menos de 17 detenten, 11 dos quaes
sentencia ios. Entre estes sobresaliera o celebre
(Jl indino, escravo, terrivel comparsa de Cabo-Pre
to, os ,-o-ros da hecatombe da Baixo do Jacintho,
Zacharias e Liurindo, e os nao menos celebres
L iurenco Cesario e Jos Serafira. Afinal sao todss
ou quas todos criminosos de morte.
Ora, a tal casa que os guarda, alm de aca-
nhada para tanta gente, de taipa e taipa atFnisi
na, de sorte que uo offerece a miirm-i seguranca.
A nao serem tomadas jej meldns preventivas,
o resultado ser araanhecer um bello dia e. .. pre-
sos no mundo largo e depois... as pracas na ca-
deia. ae f rein to beocias que os nao acorapanhem,
como de praxe.
Chamamos para isto a attenco dos Sra. Drs.
chefe de polica e presidente da provincia.
" Chega-nos a noticia de ter fallecido h>je, re-
pentinamente, i ra sen rocud onde se ach iva em
servic-i de plantas, na Lagoa da Domingas, o in-
dividuo de n me Jerouy.no de tal. O infeliz soffria
do cor ac j. Fragilidades da vida humana !
Vamos concluir com duas justas reetificaco-s.
Sempre que nos retiramos temp irariaraeute da
villa para o nosso sitio, deixamos uma pessoa en
c.arregada para transraittir-nos a noticia de todas
as oceurrenciaa.
No dia 3 do paaaado, recebemos una aponta-
mentos que nos envin aqueile reprter, acerca dos
factoa aqui occorridoa, e que coustituirara a nossa
missiva d'aquella data.
o Este reprter, moco bem intencionado, mas
nada pescando de direito, censurou inmerecida e
diaparatndaraente dous actes pra'.icadoi) pelas au-
toridades judiciarias, actos digno.- dos maiores en-
comios.
Se bem q-ie a censura immerecida e injusta
s possa attingir o seu autor, todava, era pro. do
no.ao crdito que procuramos sempre manter, e
para esclarecimento di espirito dos que pensara
como nosso reprter, vamos explicar ae cjus s,
restabeleceud* a verdade mistificada.
i Reterindo-nos ao furto da urnas ovelhas na
Barra do Br- jo, cujo uquerito foi mandado ar
chivar pelo juiz municipal, A requerimento do pro-
motor publico, por nao estar provada a m serabi-
lidade do proprietano das ovelhas, diasemos que o
decreto de 7 de Julho de 1883 aconselhava proee-
dimeuto div >rso ao adoptado elas autoridades ju-
diciarias. Ora, o tal decreto o de n. 3,363, o
qual no art. 1* diapoe o seguinte :
Admitte denuncia e ser julgado pele jury o
n crime de furto de gado vaceum, cavailar e
muar
E' que esse nossr informante, comprebendeu,
sem duvida, que a palavra muar era ai plicavel a
todo c auiiraal de quatro pea, e nos nao tinhamos
A ino o dito decreto, para verificar se se referia
tambem ao gado langero.
R-ferindo-nos anda A excluso da pronuncia
de um tal Sr. Amaro, cumplice no assaaainato do
inf-liz Joo Loureoc >, dissemsa que o promotor ti-
nha pronunciado a seis que fiz rain parte da e-col
ta, denando de pronunciar a Amaro, reputado o
principal protagonista d'aquelle drama de sa gue.
Fui isto o que nos disse o nosso informante, r-
ouvimos repetido por muitas peassas.
'. Deixando, porra. de parte a justica ou injus-
tca d'aquel a exclusa >, vamos anda rectificar o
grosseiro equivoco que inconscientemente commet
temos, daiidoefco promotor a autora da pronuncia,
quando ella da exclusiva competencia do juiz
municipal.
O oras informante nverteu aqu oa papis,
como j o tiaha feito com as ovelhas, e nos, atien-
ta a preesa com que confeccionamos aquello arti-
go, aasim o mandamos, persuadidos que praticava-
mos od acto de verdade ira justica.
O promotor d.-nunenn e at iastou pela pro-
nuncia do Amaro; porcm oa joizea municipal e de
direito nio acharam materia para a pronuncia,
tendo at deposto a favor do aesusado os propriog
parentes do assassinado.
" Ciemos ter diasipado as duvidas qte um tal
incidente poda ter creado no espirito dos que nao
nos conhecem, acerca do nosso carcter e inten-
coes
A' Cesar o que ie Cesar, e A Deu i o que
de D>-ua
i E' esta a nossa bandeira.
Ereiloea.Eff-c uar-se ho :
' Amauh :
Pe o agente into, Aa 11 horas, na travessa do
Pombal n. 1, de predios.
Pelo agente Modesto Baptitta, As 10 lioras, na
travessa do Arraial u. 27, da armacc e mais
utensia da tavernasita na meama casa.
Terca-feira :
Pelo agente Martin*, s 11 horas, na ru i da Ira-
peratriz n. 65. de movis, loucas, vidros, etc.
Peo ajenie i-iuto, As 10 1/2 horas, A ra de
Paysand n 1 G, de movis e loucas.
Pelo agente Modetto Haptiata, As 11 horas, na
ra do Boin Jess n. 19, de predios e inoris.
Pelo agente Gusmao, As 11 horas, na ra'de
Bora Jess n 49,de pao o diversos movis.
Mlaitaa ruiieftre*. -Seru celebradas :
- Ara .ubi :
A's 8 horas, na matriz da Bo .-Vista, |:or alma
de D. Maria Al.xan Irma Torres ; s 8 ho as, na
ordera tercena de S. Francisco, pir alma do te-
oente Francisco Babello da Silva ; s H horas, no
Carpo Santo, p >r a m i d S baatSo da Rueha Ca-
valcante W ni 1-ilej As 7 lloras, na natriz de
-auto Aut in i, p r alma de Jlo Francisco Fer-
reira Jnior ; s 8 horas, em S. Franeieeo, por
alma de 0, butaadrina Maria di Livrancno.
Terca-feira :
\'s 7 l[2 hoiaa, na Corpo Santo, por alma de
Antuio Isidoro Freir de A idrade : As 7 Ir8 ho-
ras, na c pella da enf rmaria militar por alma de
D. Carolina Aurorado Medeiros M irquea.
D i Club Iuiperatriz, s 11 horas do da. em as-
sembla eral, A ruada I rapen, triz n. 42.
Operarse* UCrmrsiioaaPoram uratica-
das n hospital Pedro 11, no da 9 do corrente,
as seguintes :
Pelo Dr. M ilaquias :
Esvaaiam oto lo orai tibia pelo pro iptor de
Peyan, indicad i p necrose eom s-questro.
Puetnotomia pelo p Ric.rd por phymo-
sis.
Abertura de DCesS l da regio cpigas-
tria i.
I'- lo Dr. er.ir.lo :
Extraceao de catarata senil dura complicada de
ayo "Ini i istcriorea.
l'-i Dr Esteva> :
Extracco pe > thermo cantera de papilomas do
aun-.
Cana ! !:'11', 111 la 2" sem da !e-
t r i i i f ara, extrah d h ratem.
j,m. i-rt.'t da |i j 15
49, cin bene-
ti i 1 i igi .-i le Jai
So -' rio ... i le Nossa Benhora da
1 is Militares, sa acharan expostas as
ir-a era arrura las em ordem uu-ne-
r ca a aoreci n;o lo iml'lico.
liOleriit ia -orle \ 1 parte da 1961o-
' ria in cor .-, cuj i pr- mi i grande de 103:0005,
"r .lo la brevemente.
Os bilbetea acharase venia na Ca3a Feliz,
: praea da luden indenea ns. 37 e 39
Tambem a h i n A vend ma Casa da Fortuna
ua Primeiro de Marvo i. 2-.
Lotera dio Rio A 2' part- da lotera n.
33, do novo plano, do premio de 100:0')000
ser extnhida no dia .. do corrate.
Os bilhces achim-so venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambera acham-se venda na praca da Inde-
ca ns. 37 e 3!.
Lotera Kxira.irdiiiaria ao Vpi-
r:ini0 4o e ul'imu sorteio das 4a e 5a series
deara importante lotera, cujo maior premio de
l00:0O0000, ser extahida a 12 de Junho proai
IDO.
Acham-se expo3to a venda os restos d-.s bilhe-
tcs na Casa da Fortuna A ra Primeiro de Marca
u. 23.
Lotera do Ceara de SOOtOOOSoOO
A 3a serie da 2' lotera, cujo maior premie da
100:000000, pelj novo plauo, se extrahir impre-
terivel mente no dia 17 de Abril,s 2 horas da tar-
de.
Os bilhetcs acham-se venda na Casa a For-
tuna, A ra Primeiro de Marco n. 23.
botera de Macelo de OOiOOOftOO*
A 3' parte da 12a lot -ra, cujo premio grande
e. de 200:001 KOOO, pelo novo plano, serA extrahida
impreterivelmente no dia 13 de Abril s 11 borai
da in inli.
Bilhetes venda na Casa Feliz da praca da In-
depeneia ns. 37 e 39.
Maladouru Publico. Foram abatidas
uo Matadouro da Cabanga 8 I rezes para o consu-
mo do dia 1 do corrente mei
Mercado Mtaniclual de s.
m .vi ment deate Mercado no dia
rente, foi o seguinte:
Entraram :
33 btiis pesando 4.010 kilos-
Jome.
10 do cor-
115 kilos de pcixe a 20 ris -S18
32 cargas de farinha a 200 ris 'i 540
21 ditas de fmetas diversas a 300
ris 7 20t
24 suinos a 200 ris 4J80*
22 taboleiroe a 200 ris 4*40*
Foram oceupados:
21 columnas a 600 ria 12J609
41 talhos de carne verde ,i 1;5 44OO
10 ditos de ditos a 2 2300t
30 compartimentos de faiinha a
600r is 100
25 compartimentos de comidas a
500 ris 12J50I
77 ditos de legurnes a 400 ris '.i-*
17 compartimentos de auino a 7u()
ria 104000
11 ditos de tressuras a 600 ris 6090*
)eve ter sido arrecalada ueste dia
a quantia de 093S9
3eb'osdos dias 25 de Margo a 10 di
corrente, recebidos 7)80*
21718
[dem at 10 do correte 5510
?oi arrecadado liquido no da 10 do
corrente 21240S
Preces do da:
Carne verde a 280 e 400 ris o kiio.
Suims a 56 ) e 80 ris dem.
Catneiro a 600 e 1000 ris dem.
Farinha d- 320 a 600 ria a cuia
Milbo de 36 l a 410 ria dem.
F.-ijo de 900 a Is5n0ris dem.
Cemlterio publicoObtuario do dia 8 do
corrente :
Amaro Rodrigues doa Santos, pardo, Ro Gran-
de do Sul, 32 annos, solteiro, Santo Antonio ; t-
sica pulmonar.
Francisca Maria de Jess, parda, Pernambuco,
27 anuos, solteira, Afogados ; fi bre perniciosa.
Manoel, brauco, Pernambuco, 2 niezes, Boa-
Vista ; gastro entente.
Manoel, branco, Pernambuco, 19 mezes, Boa-
Viata; con /ulsoea.
Joaepha, parda, Pernambuco, 11 meses, Boa-
Vista : ineuugite.
Baspar, preto, frica, 60 annos, casado, Boa-
Vista ; ascite.
Antonio Isidoro Freir de Andrade, branco,
Pernambuco, 21 annos, solteiro, S. Jos; aneuris-
ma da aor a.
Manoel, preto, Pernambuco, 3 annos S. Jos ;
espasmo.
Maria, parda, Pernambuco, 1 anno, Recife ; tu-
berculose.
Cosme, pardo, Pernambuco, i mez, Graca; con-
vulsoes.
Mana Simoa da Ccnceico, preta, Pernambuco,
89 anuos, viuv-, S. Jos ; hemorrhagia.
INDICARES OTIS
Medico*
Consultorio medlro-clrurclco do Dr
Pedro de Alian rile Lobo Honroso a
ra da tiorla n. 3.
0 dimtor Musato da consultas todos os
lias uteis, das 7 s 10 horas da manha,
Este consuitorio offereoe a commodidn
ie de poder cada doente ser ouvido e

/
QMJ



" Ln ^-.y^-
pm
lliarii 4t iVriiaubiHM.-hHiiini; 11 de Abril de 1886




minado, aem ser presenciado por outr
De raeio (lia s 3 horas da tarde aer <
Dr. Moscozo encontrado no torreo pm
r> do Coininercio, onde funcciona a ms
peccao de sade do porto. Para qualquer
(Testes ioafl pontos poderlo ser dirigida
os chamados por carta as indicad as horno
Dr. Miguel Themudo raudou s-u cnsul
torio me lico e resi iencia para a ra Nova
n. 7, 1. andar, onde d consultas das 12
horis s 3 la tarde e r e )t: chmalos a
bualquer hora. Especialidades partos fe-
bres, syphilis e molestias do pultnao e co-
racito.
Dr. Birrete Sampaio d coasultas de 1
s 4 horas da tarde, ra do Barao da
Victoria n. 45, 2 andar, resi Iencia ra
io Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
Advocado
O bacharel Benjamn Bandeira, ra do
Iinp-rador n. 73, 1. aD lar.
Henriqne Milet. Ra do Imperaoor n.
--, 1. andar. Enearregi-se de questoes
as comarcas prximas as linhas frreas.
Dr. Oliueira Escorel. 2. promotor qu
blico, tem sen es-riptorio de advogacia da
ra Primeiro de Marco n. 2.
Jos Bandeira de Mello advogado
ra do Imperador n 37.
Uruiiaria
Francisco Manocl da Silva <& C, dap*
sitarios de tod..s as especialidades pharm
ceticas, tintas, drogas, productos chiini
medicamentos homceopaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Faria, Sobrinko & C, drogustas poi
attacado. Ra Mrquez le Oliud n. 41
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de carapino
de Francisco dos Santos Ma:edo, caes de
Capibariie n. 28. N'este grande estbale
cimento, o primeiro da [iro-'incia n'este ge
ero, compra-se t vvn le-se maiciras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta all da, assim como seprrparain obras
de carapira por machina e por precos sem
competencia.
Atsiui me coatoa ura veneravel aocij.o qne naj
perda issa aos-Axaiagus e diaa saatji no Alti
oh'.
E eese memo me contou entre outra3 cousas o
seguinte : nunca vi padre como aqnelle '"Jniterreg,
to positivo en argir, exhortar e n-pieben ier ;
diz a verdade como Ihe veto a bocea, anca a me-
nor aircunspi eco ; porm evitando as personali-
dades ; e qiiaudo uaa sima CJMiewauflmi familia
res se tratava de tactos pblicos < notorios elle
o-nsurava a>-uj piedade oa VMiuStt iucorrigiveis.
Viva o progresa i !
Colhi uiais do dito ancin, cognotnina.lo Pedia
de Pogo, qu- a nossa villa eui breve ser t.r no, e
depos passar t Ive a cidade cintarca!. Gufl n
IregU'Zia de Bebedouro em breve ser proviJa,
porque o Sr Rosa e silva e seus amigos, no* ga-
ranten! estas honras ; e qu tercios juiz. muoiei-
pal pr iprio, e o Sr. Joao Gruilherine a- r uo ai-n
1!-he lom-u eh f. do ominando superior riit guarda
nacional, se elle le hb -ral se fizer conservador.
Viva
o progresa
PUBLICARES A PEDIDC
Allinho
(Continua cito)
% i va o progresso!
Xosescreven d'aqwella villa
O r. speilavel 1 eici", nos contunda com as sime
historias provaveis e asss fundamentadas Fal-
lou por a.-ciuente de -aldauha Mariano, porque
lhe nega o direitoe tratar d un assuinpto to
delicado como do ca.-ameiilo entre chrstaos ca-
thocosque no m smo tempo cintra.o natu-
ral e Sacramento ii>dissoluv*l, nos disse o Ilustre
retirante ; mas cate interrompido por alguein qu
tinha interesae em ouvir o fin da sua conversa
sobre paires e f ades site couiiuuou dtsswlo que
eatav.t ao par das desavenca entre o vigirio da
Rap iza e o tbesoareiro dos bens de S. Cartano ;
Cons'ava-llio que ura filho vadiola de Manoel G>
mes naj respeitava a faraili do vigario, e p-la
morte drautrOM d'esse joveio inf-tiz. penaava que
a presenc i dos caugaceiros do padre servir de
luudamento a urna grave suapeita : altribuiram-
lhe a autora do eriu e. Pelo que foi denuncisdo,
processado, pronunciado e jaleado, fi ando a quea-
tSo pendente do Tribunal da Rel.icao. qae retein
0 uitez a-icerdote iadeciso ^oire a sua crimina-
lidad n.io ree mh e la pelo jnry e se reconbeeida
'. M lpp6V) absolv la ; e o biapo, sus-
penso h i miis de tr s unios. K pira que lento
pr ti .r uina questao qve p'dcria resolver-so em
tres mea a? porq li.....i leoeo, a mages
tade siber-ma e o bps de Pematabaeo viveui de
barrial ch ii iiio senvm o dur penar de quem
morre de t me.
Viva o progrceao !
A r s) i d do o tugues natural iaado, diae o
beocio qoe ja fallaram (c Ido de fallar) alguna pe
riodi'jos da noasa eapital e do estraug--iro, narran-
do, se bem ne reeor 1 >. taetoa de verlaleira va
leutia em i--feza pro.iria. Com -fiF-ito, ell nao
foge sem ver de iu;, oa tu* de cs nem
de ha ur.ar'ea, hun-in pftra qiia'qaer homem.
1iv i o progres-i I
N anea lo B 1876 por D, Fivi Vital, ell; y.-ii
para o Altiulio c un> atjo. II {ravade prelado para
Per unbu o, desti.ia 1 a p ilej ir ; o pelej na sem-
pre, dala elle, com o dlreno na inao, reeonheeido
pelos SU jonor>-3 qu lhe aoh .vain razo fon la
BMnto: mas afinal de cou'is s quealoes de li
mites se decidiram a lavar de scus i mranos como
V. g. a de Terra Vennelh i e a di GUfTOtS etB.
Doude, p -diiido venia no p dre Guiteuvs direi :
que s nao fosse sacerd >ie p .d-ria sem ser Dicha
re. adverar cerno rabu'a omitas causis perd la?.
Neaaaa questes de mit -o elle a i la fea eoatra i
parecer das comnriaaoei po'i'icas cunpistas dis
Sra. i-ziliaiii de Barros Corroa & C, de Casa
Binba & C, -!e tJhco d^ >onz At C que os rea-
peetivoa vigurioa sena viainh ia coudiizira a sobre
os lugares contestados na freguxzia de Aitinho.
Na qu stao, porm, do atrim >nio da nas.
droeira, lie nao veneeu, oeui fie >u venci lo. e I
que^to aiuda ah s; >urn se ju gar.
Viva o progresso !
E por qu al in itivo nao foi ella decidua ? Jor-
que, disse o be'icio, os reapectiv-is juiz -s de cap-'l-
lai de h je, aeculo dai les, nao aao b stalhoes
como os d' outr'ora para ea lverem qu- sio-s J -s-
ta ordera ei olficio.
Viva o p ogreSSO !
O Dr jU'z le capellas do t rmo, nao pr ni tlia
elle ao padr* Guiterrea, sen t< particular, que
viria fazer esae servico e acabar com a qu.'
Sempre lhe mostrou a melhor boa von'a-le
satisfezer e cumprir seu dever ; mas felizmente
par til.-, e infelizmente para o pad e, o Dr. Dial
Lima p-.ssou sua vara d- juiz de dircjto ao Ma
Isquias, e por sso este nada pode fazer at hoje a
favor da questao do patrimonio.
Alm disto o Dr. Ma'bquias tem, como os OOl
seua rabuias e bacbareis amigos, que tur
querem gai.h.r nacau^a litis, assim como o escri-
vo do nivel o o promotor pub ico. Pelo que, e
mesmo pura nao iali-pr se com algum correli-
S'onariO do seu partido, e nao c impraaietter o s-u
turo, foge o pru 1-ute jmz de entrar uessa ques-
tao a' que os lo'eresaados, qu ixoso e querelados,
coiistituaui sena drogados, afim de que ia autos
doproces; i |i i .- atara son marissiofo, possan s. r
arraz ades, chie.nid-i- prmcipdente se vier o
earraseo dos padres Dr. ( I). de Mi u zea (ehica-
nciro imp. itin-lite at D ridiculo) e protelados u
defin nna do eostutne, mxime se a
questao iromeitcr de pingar dinheiro ; e se n I
d'-aamp ira se a causa li eh lite credalo e I
lhe n se s sotos a > eartoria, ficando >''
direito tono al que de nove se faca dircilo por
eonaentiinento do juiz.
Viva o progre-ao !
Ktnqiiau: i .a custa?, cnbrnm-se as taiad
tegimeuto, cono as ariiitradiis (Deua me per
in minio) pelo atad r ? eserivio, a
que advocado leal e esperto alo llies f.ica eorrigir
1 ano, e reformar as c as.
Viva o p"i-;i
[ato e d n IV'i.'e civ',1, c fora da villa e (
como se diz ; > uu toro eceleaiastteo serve omes-
mo rcgimen'o ? Niio ^e : que a profanoa nao
dalo penetrar asee antuari). Com'udo p o e
affinn ii- qni rlli taabea) se esa, c forado por-
tas, pea in >i n c rtiih i.
- Viva o pr ap
O nos o .-x vigan i GrnftervPf, pir ex^raplo, fa-
zia-se pigr caro os a<-ua acoinpauhainutos de
enterrro, e a mu natural cantura a VOS as nf
commeiidayoes boleniuea que lhe pediain, com a
simplicidade de uiti t padre que servia de ofician-
te, de aanistros de eaartana ao m- smo ' Viva a progres o J
Porm nao constrangia ios intressados, era ro-
gado. Ese padre niustr va mis saber do que
talento: tol.via elle de loeneao fcil; prega
Taos inultas vetea no >-nno at m.-zea iuteiroa
(em Mil) c mi m an istolico capuchinho ; e as
suas homilit e discursea bavia inuito que pro
Veitar, einhora Cabase em frecuentes repet.-oes
por tilt de e-tudj, e sua deutriua, c dizer dos
entendido, era sen. eiva de heresia.
Viva o progiesso .'
E pdete ser is;o ? Porque nao; O tenente-o-
ronel Biaziliano temsidiora praeiro, ora verme-
I io; agora liberal inaia p >r eonviniencia do que
por syjtema de principios, e d crer que elle nao
tardar a mudar de ca a-a. Logo se Joao Gui-
llierme se fiz^r conservador nao nos causar sur-
prezi. Guilhermino (o capitn) sendo conserva-
dor acompanhava por c nvenieneia ao :h..fe doa
liberaes do A tinho, e actualmente ata coinnoaco.
Viva o progreasu!
o capito P. C. de Albuquerqus ? Esse mais
consequente ; comtudo uo duvida se quep.der
nuir-se a s us irinaos, e a Pedro Alves sea p-
rente. Assim como os outros eleitores do -\lt-.
nlio, que ni i tem partido.
E os alferes Pinga-Pogo velho e moco ? O filho
ac iiipauha a seu pai ; um e outr o sao liberaes.
mas Pingn-Pogo velho assim como Jalo Guilber-
me, tem firmeza : m irre e nao muda d cor.
Viva o progresso !
Sao lioeraes por y stema de carcter e nao de
principios.
Sabein que o partido liberal funda-se em tres
principios falsos : na liberdadi mal entendida, na
fraternidade s< m caridade, e na igual tade pelo im-
possivel : e cujo alvo a subverso da ordem em
^eral, ou por outra a anarchia : aabem, embora
nao o digain, que o partido conservador, oondo de
parte os pedreiros livrea, vulgo roaconana, que lhe
vai minando os alicerces, mais sincere e p isitivo,
mais amante do bem publico e individual, mais
moderado e n fl ct'do, mais religioso e circums-
pe'cto respcita e man'em os direitos de autonda-
de e de propriedade, a po.- oomeqnencia rigorosa
, e deve ser mais aceito dos povos em geral, tanto
da nossa, como das outras n .eo.-s.
Viva o progresso !
A provn, disse o nosso aneio, temol-a na gran-
de maioria de votos dados a favor dos candidatos
conservadores as recentes elcicoes g -raes do im-
perio; e como ed a (Pinga-fogo Joao Guilh.-r-
m>) nao viven de poltica, nao ser para ad.uirar
se aeompaiibarem amanb os conservadores, que
tainbem se n >tam as anas familias. Si 0 fizerem
pois iio de accordocoin a presente epocha.
Viva o progr- sso !. ..
Aeabaado sua conversa o respeitavel fazeudeiro
se J, spedio co !,z, f.izeiido esquipar tres v.-z-a o
seu bello gioete na praan deata villa 8 utiu lj cu
que na i podea-e demorar se mais um piuco p.r-
eintinu.-r o nosso familiar entref- niin i.to.
Mas era j tempo de por termo presente aiis-
siva ; a qual lhe peco, Br. redactor, quei a dar pu-
blicidade como e qu indo i ie apr.uver, iato de
nina vez, ou p ir partes ; que eu uutretan'o c
fico ao p da ierra d i a'tinho recolhendo no in u
Calipiui not is pira nava emewa de a itiei 9 q is
lhe m .o lare opp irtun .mente (je Dens quiz-'i,
julg ndo que miuhaa cari sis invesgavo a |.ode-
rio servir seni a iniin a outrem de uti idade.
Pe da S rra, Fevereir i de 1S86.
P. i Peco aos meus leiterea que m- leiam au-
ies de me julgar in \dmitto qilalquer censura,
jiorqu mto eatam )> n'mu temp i de plena lib rdade,
no qual cada um po lera fazer e diz-r o que qui-
zer ; adveitudo, porem, que raeudlepin conten
umita materia p ira despertar I mbrancisde tactos
que parecen eeqaecidoa, e dar-lhea, como a id-as
o i i-, camis.s e vestidos. E se al uem qa>ser aa-
b r de onde me vu-.a o mcu Vel I i grFgo -mbr-
se que tai eatudar na Gri'cia, OOBJO a (u d'outro i
a'ud iu, na lie .ca ; e se pizer aonheeer O mu
nonw por mt> ira dirija se redftueao do Hario,
a ni i o podar levpot rztaaao escpto de mu
proprio pniih i.
Adeus.
Si. J. do O. Grego.
era guando f ts urna parte d > papel, afim de levantar de ana
deprec aeo o nosso meie cireaiante ?
Ser a bihs tremenda das calamidades ae a
tempo nao forem tomadas as medidas preventivas
a que fenho alulido; e vamos a ver. Mas de
quautas perniciosas conaequencias nao este fcil
reenrso d esta listas almocreves?
Oque inelh-T mostra silo os terriveis embtracos
que se nos auvilham para sahir desta dolorosa si-
tuaco
Vamos pon a ver o reverso da medalha.
Reeife ID Abril1886.
Affotuo dr. AJhuqurrqne Mello.
----------------seSOOe---------------
afliaaM. *rs.
Bi
losii amarella
Ros
a amarella
Esta rosa
Os einprestimoH do g"verno
Qnanto mia pens ao caso, mais eeonceaeo
la ii-cessidade da maior cutela ni re-gafe do pa-
pel raoeda, das m- didas que deven Ser tomadas,
uo mesmo inmediatamente a este acto, mas si
:. i ii i- o jini' uneut c m ele.
E' intil pensar-se em faser o resgatedo papel
su') titui do qualquer quantidade p r uro i| i i i
g v roo f .ca vir da Eu-op e se di-rraine na cir-
cu acj ; inatil que assim se faca |elo funda-
mento, que acta sempre no e-pirito de muta
gente, de que o nos-o ineio circulante nao de-
m.ia; porque cose ouro voltar iinm-diataineutc
para a no.-ma Europa.
Sao ato um peusainento qu-' eu aven'ure, p ir
I; o ficto que diariamente ae repet-', prov.i eata
aaserasao.
N.io lia. c >m i =c ve. >uro ou prata algum i no
,n circulaca i ; mas muta gente tem em .- l-
ese n*rig08 pjrcoes de patico-s e de m ledna de
ouro, que todos oa dias, ora uus oiu outr is, os fro-
in o vend m pjr pipel moeda a especuladores
qu-- i-xp-rtam iinmediatainente para a Europa
es'es meta--.
Aasim. resgataudo-s-', por exemplo, 50:000 Con
tos, e sendo esta quantia substituida pelo uoro,
ella retiran I tu, (icaria em circulacao 182:(KX),
dos 32:000 qu temos inclusive os 20:KJO le
Baaeo do Brasil. Assim a lutroducco o our>
com o fim ou proposito de substituir o papel que
se retirass", so pr Inzua um maior ouus pea
desp-'za da conducfo inclusive o seguro. O nico
in' io de dar mai r valor ao nosso dinheiro papel,
a retirada jurae simples de urna parte; porquanto,
ao paSKO que a sua quantidade f-r dimi niindo em
ci'CUlaci, elle ueceasariainent' ene ir^-c', e pjr
sobe o cambio, I qu nido a sua falta for tanta
que com 50J se compre o que hoje cu.-ta 1D04, o
ouro esponta.ieainente entrar attrahido pelo bom
prtco das cou3as ou alti val r da moeda, (o preco
ou v ilor da moeda sao as cous s que com ella se
compran).
Besa as medidas prev i.tivas e simultaneas a
que alludo, a retirada de qualquer quantidade de
p.pel da irculacao produz o efFeito contrario ao
que teemjaido seuipre produzi lo, tauto para o go-
verno, com. para os particulares, cada miasao do
panel moed i que tem haviio.
A emisso pioduzin lo a depreciaco da moeda,
favoreca a tolos os deved- res que com porcao de
papel c un o nome de Besa nil ris, por exemplo,
l> igava ama divida que fiaba o mesmo nane de
ni. ris, os quaes no tempo em que ella fora
coutrahidi tiuham milito maior valor do que de-
pois da un
Assim p r exe npo um agricultor de ajsucar qua
cintruhi) nina divida de :00000J antes da ln-
'i ua emiasao dos 2,lKXI mil contos, se pagas-e an-
tes da ejissao, careca de vender 7l>0 arrobis de
aesnear maaCavado-1, poueo mais ou menos; pa
gaud i p lm depois da emisso, iafo .)uan lo a
dinbeira est mus depreciado (con ficoii) care-
endo se dentis dinheiro pira se eonpreT u ven
BKSSM coas, o tal devedor d- l:0(X) > 1) carece mais de tanto asnear para pagar
a-|Uel'e 'nesM'i c uito de res. Com urnas 600 ou \">>
Barrenas faz o pagam-nto.
Assim o goveru i quaiido paga depois da emisso
l.'00JiKJ0 de orleado, 10:0iK''KK> de urna dl-
c mtr aefada antea di m s-io pgamenos
do que aquelle Danta de r is taxa lo-, do pie aqu -llea
descont- ciutractadoa,porque o dinheiro que pag.
en menos valor do que tinha no tempo do contrae-'
to, e lhe custua menos imposto ; quero diz-r : se o
gov rno para pagar aquellas cuiantias no tempo de
cunrrictj careca do impasto de 20 (auppiuba-se) de assuoar, depois da euiissVi, su-
biudo de preco o rssuear pela depreciado da
I, nao cirece mais o governo do imposto de
20,000 arribas de assucar, para pagar aquella
q lanli i.
Paga portanto com o raeamo nome de 1 e de
10:0t0000, porm ne com o mesmo valor.
Assim a t'aeiii tade do eeurso finaaceiro da
rtBicsu de papel moda tio grande sob o njso
padnio m net o doa taes ris, que nao s d di-
nh aro a esses almocreves de estadistas sem tra-
badlo de cobrar imposto, como reduz as su-as civi-
daa pagando-as con os taes res que tem inulto
iiienot valor depais de qualquer emiasao. E assim
'm t. dos os ordenados e jubilaeoea uu apoaenta-
( uriat.
E anda assim nao chegando a receits, o que
Fa41a tanto ao eoraracao...
E' tii i liada, (So iiiiuiosa,
T1o cheia de p'-rf'-icao.
Que o bardo pobre, obscuro,
Se-m nada de primasia,
Procura inspirarse um popan,
Dar tratos phantasia...
A descrevela? Isto nao !
Mas a diz r o que val
Et-sa rosa tao formosa
Que se encontr no rosal.
Ella bella, como bello
Todo o bello que existir !
Rosa assim (So mimosinha,
Nao pode jamis florir.
E tal mimo tem tal graca,
Que ja pode outr'ora alguem,
Oizer que ella dizia,
Sempre sers o meu bem.
S Meu amor, minha aldicao,
Uto affecto sempre ardonte,
Urna eterna ador.tcSo !
S'mpro sers o meu b".m .
Embora qu ira esquec"r te. .
S tenho p' ito p'ra amar-te
S t-nho olhos p'ra vor-'e !
Ah I Eis aqu um snpplicio,
Um qua iro negro le horror,
Amar para seres d'outrera
Isto sim minha 'dr !
E porque, porque a sorte,
Nao fadou-me a merecer ti ?
Mis minha, alma coitadinha,
Embalde busca esqu' .-er-te I
Rosa arnarr-lla ino levos.
as las ptalas .nimosas,
As regioea mais suldines,
Onde om nuvns vaporosas
O amor iiio teja um nytho,
NSo se mi ibie a rasan ;
E s jas rosa amar Ha,
Mas fcil da adoragao.
Em fim te amo, te quTo !
Sao t.us os afFei-t"8 meus!
Rosa amarella !... Silencio!
Nosso futuro Dt-us I
E' pois triste que eu aperto,
Com fri za atua rolo. .
Mas Deua sabe o que supporta,
M-'U s 'ffredor coracSo.
Ai, rosa, rosa amar da !
Em cada ptala que vms
Eu eootemplo o mcu destino
minha sorte os vai vens.
Sempre sers o meu bem I
Eubora queira esqueeer-te,
S tenho peito p'ra amar te
S tenho olhar p'ra ver-te.
40 de abril de de 1886.
Ao publico
Ea abftixc assignado, p-co ao Sr. Leo-
pul lo Tavares de Albuquerqu-', quo decla-
re por est- juroaj que fim t:ve um relogio
de ouro, pertencento ao meu tinado pai.
que o mesmo Leopoldo recbeu na loja do
Sr. Kr-iUse.
Fajo este ped lo smente para salvar a
minha reputacito, que at noje se acha
inui'hala; por isso peco ao Sr. Leopoldo
que responda, dizendo o fim que teve o
relogio.
Francisco Manoel de Sonza Oliveira
Assistente
A de nome Balbina que, a 28 de feve-
reiro ultimo levou do sobrado n. 1, ra
dos Pires as chaves da loja, tenha a bon-
dade de vir restituil-as, porque a raesn a
loja est allugada a outra pessoa no cor
rente raez, e se nao fizer, ser responsave
por qualqur damno ao actual moradorl
do que darse ha parte autoridade com,
petante.
Recite, 10 de abril do 1886.
io Exm. Sr. Presidente
- da Provincia
Urna empresa que se propfie a fun-
dar os engenhos centraps de que tra
ta o edital publicado uo Diario de Psrnam
buco, dse ja Babej' si, nos quatros engenhos
llamados a concurrencia, comprehende se
o do vah do Pirangysinho, de aceordo com
o que presereve o art. 17 de lei n. 1860
de 11 de agosto de 1885 ; ou si, constitue
case local ohjecto :le contrato differente, a
teilisar-se em pocha posterior e mediante
nova concurrencia.
Despedida
O abaixo assignado tendo de retirar-se para o
campo tratar de sua sade, e, por seus incom-
inodos nao podertdo despe lir se pessoalmente de
seus amigos, pede-Ibes a devida venia por essa in-
voluntaria omissao, e offerece-lhes os seus servi
eos nsde aatrver,
Olinda, 12 de Abril de 1886 -Conego, Dr. Tran-
quilino (,'. 7Vi vares de Vaiconce'lot.
N. 6. Em casos de tsica no primeiro e
segundo grao o poder curativo da Emulsao
de Scott surprehendente.
As suas propriedades sanativas e fortifi-
cantes e as suas virtudes balsmicas e cal-
mantes fiizem-se sentir immediatamente ao
principiar a tomar o remedio.
Redactores do
noeulo
Lendo a con eituada fullia do Vv. Ss.
en-ontrei um artigo que trata de mira
relativamente a urna molestia da qual j
me acho restablecido, gracas ao intelli-
gente e caritativo Sr. Domingos d>) Souz i
Barros.
Srs. Redajtore^, pennittam me diser-abea
que no artigo de Vv. Ss houve um equi-
voco em diz"ien Vv. Ss. que eu lutava ha
tres anuos com a medicina ; tres anuos
nao, mas sim oito ; aariin como que eram
chagas cancerosas em -'ez de dartbsoa, e-
chiseino, ulcerosa e syphiliti o. Assim pois,
pego-lh-s o favor aeil.-.r-i puLi i lade a as-
tas linhas, que dizem s mente a verdade.
Agora senhores, du.is palavras ao pu
blco desta < ula .e e de t< da a provincia :
eu considerei-me um homem desgranado,
visto como snlfria da molestia que cima
digo, e pelo que disseram-rae algumas pes-
8i>as d'i-ntre estas facultativos ; mas beje
considero um homem feliz e considerei-me
desde logo quo entrei em tratamento com o
Sr. Domingos de Souza Barro-, homem de
grande exp rienda e de estudo.
Gom urna s garrafa do remedio deate
senhor seccaram me taes datrtos, aliviaran)
me crueis dores que offria, conciliei o sora-
no que ltimamente nao padia conciliar,
enifim rae acho quasi bom com a pequea
quantidade de remedio que conteve urna e
:neia garrafa e no pequeo espaco de dias;
portante, Srs- habitantes desta cidade e de
toda a provincia, um martyr de urna mo-
lestia tao horrivel como a da pelle, cuja fredo A|ves (le Q trvalho, que alm de urna
origen) a siphilis, aconselha aquellos que prova d( patriotismo se v pulsar em seu
, ai uncate de differeutos localidades deste mvsiao
distneto.
Como a mim tambem atirou apodos e pithetos
smente a si eaaiveis, entend o o defender me,
mas apresentar ac meus amigos e aos que me le-
rem o rascunbador d'aquelle, acervo de oernardices.
Dizendo rhe que um juiz municipal que em
1878, quand? nomeado pelos conservadores promo-
tor pub'co de urna comarca desta provincia mesuia
e de nos vizinha, professava ideas polticas rp
postas as de hoj, creio ter-me cabalmcntu defen-
dido. Acautele-se poia o partido conservador com
e*t.e magistrad-j de consciencia preta.
nicamente, como aatistacio ao publico e como
ai an-ia ao conceito ein qu- m tem aquelles que
me c inhecem que ch-guei a mprensa t- na i para
apreaeotal-a ao scrousa mandUis das audouminas
poltico mangabeirenses.
' Um eleitor.
A. M R. L.
0 padre Jos Bonifacio de Azevedo
llrilo ao publico
Declaro aos Rvds. p irochos e aos juizes
de irmandades desta capital, quo estou au-
torisado por S. Exc. Rvdma. o Sr. bispo
diocesano para acompanhar procissoes, ti
rar via-sacras, Iadaiuhas, etc., e que nao
communiquei esta autorisacao ao Fixra. Sr.
goveraador do bispado por ignorar que S.
Exc. Rvdma. estava no governo da dio-
cese.
Reeife, 11 de. Abril de 1886.
Padre Jos Bonifacio de Azevedo Brito.
Digno de applausos
E' digno de applauso o acto praticado
pelo acadmico do 5." anno de direit>, Al-
d-' tao cruel mal sofrerem, que dirijam-se
ra do Imperador n. 75 segundo andar,
que l encontrarlo o salvador da vida da-
quel'e* que so achara desengaados pela
raedi ina, pois commigo assim se deu.
Reeife, 24 de marco de 1886.
Jonquim Jos de Sant'Anna. Residente
temporariamente na ra de Santa Cecilia
n. 19.
Illtiis. Hrs. Red flore do Bi-
nculo
Por um dever de minha gratidao e hu
eoncSo de !noo o amor pelas grandes
Ideas.
Recnhecendo o distincto acadmico os
8ervicos prestados por s"u escravo Joao,
e qnerendo gratifica I o, o fez didadiio. Por
tao raeritoso acto, conheceroos o quanto de
ideas nobre se concentra em seu cerebro,
que anda em seu curso escolstico j mos-
tra t3o elevados pensainentis e to alta in-
dependencia.
Se no encetar do curso jurdico aquella
.-lma tilo grande, aquello coraeito, tao ele-
vado se raanifesta dedumbrantJ para a pa-
raanidade dirijo rae a Vv. Ss para d.-.rera tria, d pois d'alli ser o distincto moco
a pubhcidale no Sja conceituado jornal a nma ll(3 giori3 e um a'!iquel|e3 que ho
verdade de m.nhas palavras, relativammte da bertar a nossa provincia,
a um fado aiguo domaior apreco, quepas-, H()Sti.a8 a Alfredo Alves de Carvalho,
so a expor. j que t^0 mic0 ainda j se descobre, mos-
H. 6 anuos que soffna do darthros porltrando 0 ,,.Ll uiJI10 e a,nor pe|.l3 grandes
ideas.
todo o mea corpo ; esta molestia iorrive|'
ch"gou a un ponto tal, do maior desn-pe-'
to, produzi lo pida coeeira queiraante por j
to lo o meu corpo, que p>r ultimo me pro-!
rubia de dormir, e fazer qualquer trahalho;
recorr a mais sabia medicina desta capi
tal, e este mal syphilitico sempre rebd lo
a toda e qualouer appli'iacao de medica-
mentos dos mais sabios facultativos desta
cidade; julguei-me portanto um homem per
didoi- inf-liz, quando por minha felicidade
deparei com um annuncio do Sr. Capitao
Domingos de Souz i B irros, affiancando a
cura do dito mal; dirig me a esse(hoinera
importante o por elle rae foi afiiancada a
ura, e com effdto, assim se deu ; porque
ciu -55 lias lisso, dos prodigiosos reine.li >s
das de? obertas do Sr. dpitao Souza Bar-
ros, fiquei radicalinente curado, e hoje me
julgo homem feliz; e como p gainertto
qu- tiz pela minha cura nao julgo bastante
para o nierecimento lella, p -90 ao muit 1
ligno tir. CajiLao Domingos de Souza Bar-
(Do Diario da Manfla, de Al igas.)
Atlieneit Brasilc-ro
0 abaixo asdignado ommunica ais pas dos
s us almnn 3 e mais pessois intereasadas. que o
Sr. J is Francisco BanJeira de Sfolio dexou de
ser eiopregado d seu collegio.
tli neu Brasileiro, 9 de Abril de 1886.
Jo3 Maiques A. Bibeiro.
l mu Hbil Operaco de (h
rurgi;i.
O embaixador Americano em Vienna,
Mr. Kissra, tem comraunicado recente-
mente ao seu governo urna descripcSo
interessante da notavel operacao ciiirurgi a
pratacada, ha pou-o, pelo protessor Bil
roh, d'aquella cilale. Por certo, a cir-
umstancia parece maravillosa ; mas
verdad qu s a citada opnracio tinha por
fim a remollo de quasi a t rea parte do
estomago humano. Exe"Utou- e a operayao
A F. Corr.'ia de Araujo, nao teneo podido dea-
pedr-se de seus presados amigos, pcde-lhes dea-
culpa di-asa falta, partieipaod i-lhes ao mesmo
tempo que boje partir A para a corte, onde o en-
contrarao eempre dispjsto ao cuinnrimcnto de
suas ordeus.
Re i fe Abril 9-86.
O bacharel Jos Vicente Meira de Vasconcellos,
dn volta de sua viagein ao Para, declara aos seus
amigos e constituales que do lia 20 do corrente
nev, em 'liant.-, quando pretende tomar conta da
n-u escriptori contiuuar no exercicio de .ua
profioso de adv gado, podendj ser procurado na
penen de Pedro II (outr'ora pateo do Collegio) n.
6, primeiro andar, das 10 horas da inanh s 4 da
tarde.
Reeife, 6 de Abril de 1886.
1 _".n'"lllijj li/" 1
Para e.llanluvidas
O acadmico de direits, Fclippe Carneiro Ro-
drigues Campello, drclara que d'nra em diante
assignar-se ha Felippe Augusto Carneiro Cam-
pello, visto haver outro de igual nome. Reeife
1) de abril de 86.
Olea puro medicinal de najado de
bac linio, de anuan \ kcni/i.
N. 30
Xeuhum ehimico tem podido at hoje diz. r-nos
em que consiste os pnneipaes curativos do oleo de
figado de bacalh&o. Porm no iin orta. Baata
qoe ae saiba que urr remedio seguro e ifficaa
para os pulu.des debis e as gargantas enfermas,
para as glndulas escrofulosas e ss systemss ex-
tenuados. P- rtn aqu' d ve-se fazer urna restr7a
distintiva. Deve ser puro e legitimo, pois que do
c ntrario para nada presta. St desejaia ter n'este
particular nma eoeopleta seguranza, confiai-vos,
uuicamenteo que podis f^zer com toda a segu-
ranza -do oleo puro medicinal de figado de baca-
lho, de Lanmau & K'-mp ; extrahido de figados
rescaes, provi contra todas as mudancas do
climas, excedente em todos os respeitos.
0 agente balsmico pode ser iode, brome ou
qualquer outra cousa. Porm isto tica sendo um
segredo da na'ureza, sabemos comtudo, que o sle-
nn-nto conse vador da vida, seja elle qual for,
n'elle existe.
Os doentes macili nt's e paludos, martyrisadoa
pela tosse sicnuadca peles lopiosos suores, noc-
turno^ deverao para deadej lancar mao d'este
especifico approvado c que dao o menor aprec.0
as saas sades. Porm |ior amor de us mea-
mos, nao percais tempo; loria a demora fatal.
Acha-se venda em todas as priucipaes bo.icas
e lojas de drogas.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C
ra do Coinmercio n. 9.
ros que aceite o meu agr lecimeuto de tao e reatabel.- :eu-se o paci- ote, sendo esta a
gran le beneficio que me fez, emo um pe
nhor da minha mais alta grati-uio ; fazen-
prmeira vez que urna t-ntativa de tal ge-
n- ro tivesse tido bom exito na historia do
do assim sedente aos semejantes, que s.i ra"nl- Aquella f*?anha s.i-ntilica ma-
que nao porde '"festiu se em certo caso de cancro do es
ese ho tomaS ('"en9a 1uo geral "-.ente vai aeom-
fri-rein do tao terrivid ma
rao os seu- passns dirijindo-se a
mem salvador da humanidade; s eneon- i panhada dos s'gu.ntes syi.pt .mas :
trarao feli ida les.
Muro na ra do Lima n 18, as or-
dena de quem quizer, para provar estas
verdade i.
Reeife, 4 de abril de 1836.
Joaquim Francisco Junqueira.
Ao eorpo eomiuerclal
O enfermo careas qu'si inteiramente de
appetite ; sentem-se como que um peso so-
bre o estomago, e s vezes urna sensacao
1 civazio no mesmo orgao, a qual cansa
um mi estar indisivel ; e urna especie de
materia g latinosa ac amula se junto aos
dentes, a o npanhada de un gosto desa
gradavel, principalmente pela manha. A
Tendo me retirad-, uVsla data por p
medica em virtude do abatJi simo estado de mi
n'ia sol le, da casa con mercial dos Ihnu. rs. A111 ;-
rim Ii-o.ao & C., veuho h'je manifestar por este
meio a minha etern gr ti dao a aquelies Srs., ja
pelo favor que me presfaram adinittindo-tne em
sua casa, j pela confianza que em mim d^pisira-
vam e assun tambem pcla.3 inaneiras Cavalb-rosas
com que sempre fui tratado e distinguido.
Oulrosim, veubo agradecer aos meus dignos
companheiros de trabilbo o modo .ffavel com que
sempre me tratara ai, particularisando 03 meus
charos amigos os -rs. Je.tquim Jos Gomes. Fran-
cisco Jejo d'Amorm, Alvaro P. de Menezes e An-
tonio Pinto Mereira. *
A to^os, como tenha de retirar-me para a cidade
do Lunoeiro, oude val em procura d.. melhoraa de
minha sade, um gratj adeus e um eff :recuuento
pilo que ;.-i-na su vir-ibes o meu diminuto prestuno.
Reeife, 8 de Abril de 1886.
Julio Porto Carreiro.
lastriieco publica
Depois da refutacao que est fazendo o Sr. Fran
cisco de Paula Barros ao parecer que contra seu
livro de physica paia leitura apreseutra o Sr. Dr
Ayies Gama ao couselho luterano esperamos ouvir
a cloquete palavra do Sr. r. Franco de S, na
qualidade de signatario do dito parecer, e como
pessda que se considera mudo eutendida na mate-
ria em questao ; alm de que, cioso como quan-
do nffeudid" em seus inerecimentos lifterarios, nao
dever perder a onportunidade de exhibir sua
vasta crudiecio. E' junto e at caridoso que por
sua vez venha amparar as qudus de seu col-
lega.
O aluinno-meslre.
Villa de Leoiildina, tt de llarco
de 36
Com o titulo que em -ima estas linhas, tive ce
easio de ler em o n 31 da Provincia de 10 de
Fevereiro desta anno, um communicado datado de
2 de Janeiro, que, ap sar de esc amado int r-
mente de verdade, icmure l'm seu mcrito, p.is
tras o sinete de um -stylo anecdtico, que at mi-
sa transpari'cer. par do espirito atlico qu" Hora-
da, a cancata figura dn um juiz municipal da roe 1.
Fazendo urna narrado hyuerbolica de pretensas
HCoutociraentos neste districto eleitorsl, comm-tti-
des por agentes da vi'.uacJo que g ve.na, hi-to-
ria ede >nn facto r.inaneaco aqu praticado c->u>o
um afrentado vida do Sr. tenente-coroncl Antonio
Gomes Correia da Cruz a 2 de Dezembio do anno
prximo findo ; quan lo este, grabas sua ndole
perversa e r fi altara tran auillidede e a ordem,
ia sendo o causador exclusivo de sua propria des-
grasa, pois suppondi-sa ainda com direito per-
seguieoea e des catos aos seus adversarios, nan
ci-ssa de provocal-os mxime aquellos que eslao
iuvetid>B d>' cargos pblicos.
Aiora, porm, que, como bem disse o tal n ticia
dwr, acbam-ae 1:0 poder os homens do ordam, fli-
gellando com sui politica estes ;ertes, enp-ra-
moa que eiles em breve espartando os eutulbaro
as p nitencia'iaa eom estes facinoras, que (turante
quasi dous lustros foram o terror dettas iufelizes
comarcas s rtanejas.
Este celebre juiz nao limitou-se em procurar
impiagir, com appxrencias de reaes, tactos total-
mente phantasoiatrorieos de eaa exhuber mte e fr-
til imaginHoo, refee se tambem oa tal inoxin-
fada 4 esculha teita pelo Ilim. Sr. chefe de polica
rescripcio' nutriyao, demofando-se no estomago, aug-
m uta cmv'Z de fazer desapparcer aquel
le mai estar ; os olhos ficam ro leados de
um circulo livido, o o seu bronco toma
uina cor amarellenta ; e as mos e 03 ps
tornam-se. viscosos, a'bando se cobertos
do um su>r fri. O doente sente-se sempre
candado, e o sorano no lhe d r<-pouso.
Algum tempo tlepois, torna-se nervoso e ir
ritavcl, e o seu espirito nao v seno tris-
tes p'eaagi >s. Qu indo se IcVanta brusca-
mente de urna p isiyao horizontal, sent
vertigens, urna esp-cieile tintura na Cabe
ga e urna sensagito de syr 'ope, e cabina
se nao se apoiasM em alguma coisa. Ha
prisao do ventre ; e a p II passa sera cau-
sa do calor ao fri. sangue, espesso e
pesado, circula sem regulanlale. tira se
guida, a nutricio passa com 'liffieuldade e
frequeutemente r j-itada, ora deixando
na biua u.u gosto agro e amargo, ora um
gosto adocicado. A estes syraptomas ad-
juntara-su quasi sempre as palpiti.g3es, qu"
faZelU supp'-r 109 doCUtcS que elles Snffivm
de urna molestia do Corae&O. Quando o
fim se acerca, o paciente nao p le ret.r
nutr9ao alguma, p rque a passagem dos
intestinos ou cena se completamente cu ao
menos est quasi cerra la.
Mas, ainda que esta enfermidade oer
ta.nente aantatadoca, os niflgitos d'aque.l
les sympt'iiuas devem tomar animo, porqu
de mil casos ha novec.eutos no venta e nove
nos quaes os enfermos nao ten) cancro al
gum scrio 8mplesmente dyspcpsia, doen-
ca que o verda !ero systena le trataoieu
to cura infallividnicnte. Oremedio mawse
guro e mais fi'nz tootxa esta .iffecjao
o X ropo Curativo de S ig'd, preuara-
co vegetal que vendem todos M'pbaptaa-
ceutieos o boticarios do mundo inteiro c
e os 3us |ir priatari, A. J. White, Li
mitod, 17. Forringlon Road, Londres, B.
C. Esta Xirope destroe a causado mal,
r-xpulsan-do-a ia li 1 u nte da organisaco
physica.
Depositarios na provinci 1 do Rio de Ja-
neiro, Oomingues Vicira & C, Joa Lu z
Alvi-z G.m .Sanvdl e i& (^, O. Fran iaco
Leandro, e Fonseca e Alves, e va San li-
mao de Manhuassu, Horacio de R-ntus.
Depositario na provincia de Pernambu
BOj 1J tt mi uirt e & C, B->rthi lomea &
C. J C. Levy &0 Francisco M* da Sil
va 4 C. Q. Braa dos Santos AC. o R m-
quaoml Irmaoa; em B lio Jardim, Marjoal
le Sigueira Cavalcanto Aro Verle, a lia
noel (Jordeiro d .3 Santos Filho ; em Lude
pendencia, Antonio Gomes B rboza Jr ; em
Palmares, Antonio Cardoso d'Aguiar; e
C Ol.ll t.l
JE
\ossa Senhom das Victorias
RIJA U HOSPICIO N. 10
Directoras:
Mme. Blan he o'IIerpent Crgo.
Baroneza V. d'Uerpent.
Este colUgio tem ptimas accommoda?oes para
aluinnas iniereas e um corpo doceute de reconhe-
ilda capacidade.
Despedida e reclame
Urna vez que me madei,
Deixando os visinhos meus,
Venho agora de minh'alina,
nviar-lhes temo adeus.
Me 'lfereco aos seus servidos,
Na casa que agora habito,
.'nja ra, e cujo numero,
Abaixo vero leacripto.
Aos meus antigos freguezes
N'um forte aperto de Ro,
Lhes peco que nao se psquecim;
Dm-me sempre a proteccSo.
Na casa que agn ocupo,
Sempre prompto eu estarei,
A cumprir as snas ordens,
O que umita almejarei.
A todo publi -o illastre,
O artista Zacaras
Se f.z lembrar, pois tenho g nho
Suas boas eyiupathias.
Era Coronel Swtssuna
\ ntiga ra de Hurtas,
No numero oitenta e seis
Casa que tem duas portas.
Subindo urna escadinha,
Irao bater no sobrado
Onde por certo achaiao,
Biixo prego, tino agrado.
Ahi sempre prasenteiro,
Aoharao todos o.- dina,
A servir os seus freguezes.
Seu criado o
Zacaras.
86 CoroDel Suassuna 86
(Antiga de Hurtas.)
Ltgb TriaflelDMco
Continuam a tunecionar as aulas deste lyceu
ra do Hospicio n. 30.
A directora,
Mana O. de Mello.
R. de Druzina & C.
scientficam aos seus
amigos e freguezes
que ti qnsferiram o ^eu
armazem e escriptorio
de commisses oa ra
do Bo di-Jess n. 18
para a ra do Mr-
quez de Olinda n. 13.
Dr. _
attinentes ao pesaoal das autoridades para o poli- em Ta aratu, Jos Ljurenco di Silva.
Mdico, parleiro operador
Consultorio ra Du^ne de Calas n. 59,
1 andar
Residencia ra do PasvalrW o. 15 (Passa-
gem).
U consultas das 11 horas da manha s 2 da
tar le.
Auende pira es chamados de sua profisso a
qu Iquer h ra. ^
Dr. Mello Gomes
MEDICO ?ARTEIKO E OPERADOR
Ra do Barao da Viitoria (antiga
ra Nova) n. 37, le andar
) Didica-se eom especialidade ao curati
i de f.-bres, u lestias ile peitoe das senhoras.
I ( yphilis e rstreiameiito da urethra.
/ V Consultas da 10 12. Chamados per
(aserite a qualquer h-ra do diauu dinrte.
Teleph-ne n. 259.
T
tivo( )
i um i


Diario de PeruambucoDomingo 11 de Abril de 1 6

Dr. GflFpira Lete
aeoico
Tem o seu escrptoro a ra do Mrquez de
Olinda n. 53 das 12 s 2'horas da tarde, e desta
hora em diante en eua residencia ra da San
* Cru n. 10. Especialidades, raoletiass de se-
nhoras e crianzas.
OCULISTA
Dr. Brrelo Saanpeaio. medico oculis-
sx-chete de clinica do Dr. de Wecker, da consul-
tas da 1 s 4 hora da tarde, na ra do BarSo
4a Victoria n. 4, segundo andar, excepto nos do
iugo* e Jia' sanctific idos. Residenciarus de
Riachuelo n. 17, canto da ra dos Pires.
Dr. Ferreira Velloso
di consultas das 10 s 11 1/2 da matih, era
Sllanto fuuccionar a assembla provincial, rua
Marquta de Olinda n. 47, 1* andar.
Fados e nao paleras
Aos que se dessjam tratar tem oomprometter a
laude com preparados mineralgicos
Nesta typographia e na rua Direita n. 43, 1.
andar vende-se tinturas homeopathicas para ino-
fensiva cura das seguintes molestias : asthmatico,
ainda mesmo bron.-hitco; eiysipela, enxaquecas;
intermitentes (sem o emprego do fatal quinino);
toase convulsa, falta de menstruacao ; cmaras de
sangue : estericos ou metrtte ; dores de deutes ou
aevralgias, metrorraga ; vermfugos, denticao e
aonvulsoes das criancas ; tudo munipuado de her-
vas do paiz.
Assim como trutam se escrofulosos em qualquer
grao e goramatosos.
Licor depurativo vegetal iodado
DO
Mcdi'O (QuinteI la
Este notabilissimo depurante que vm precedi-
do de to grande fama infalliv 1 na cura de toda!
33 doencas syphiliticas, escrofulosas. rheuraatica3
e de pelle, c une tumores, ulceras, dores rheumati
sas, osteocopas e nevralgicas, blennorrbagias agu
das e chronicas, cancros syphilitic&s, uflamma
5es visceraes, d'olhos, ouvidos, garganta, intes
tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simples
ou diatherioos, assim como na alopecia ou qu.da
do cabello, e as doencas determinadas per satu
racao mercurial. Dao-sc gratis folbetas onde se
encentran) numerosas experiencias feitas com este
especifico uos bospitaes pblicos e muitos attesta-
dos de mdicos e documentos particulares. Faz se
descont para revender.
Depositi ero casa de Paria Sobrinho & C.
Rua do Mrquez de Olinda n. 41.
Ao publico
Os abaixo assignados, tendo registrado e depo-
sitado as 8uas marcas mdustriaes e rotul-s das
suas preparatoes na junta commerciai do^Rio de,
Janeiro de conf rmldade cou as prescripcoes das
leis do imperio do Brasil, declarara, e participan)
aos interessaio?, que coma nicos proprietarios,
teut direit) exclusivo de usar as marcas indus-
Iriaes e rtulos relacionados com manufactura,
fabricacao e venda das s guin es prepara o -s ;
Agua de Florida de Murray e Laman.
Tonio Oriental.
Peitoral de Anacahuita.
Paatilhas Vermfugas de Kemp.
Oleo de figado de bacalho de Lanman & Kemt..
Emulsio de oleo de figado de bacalho com hy
pophosphites, de Lanraam & Kemp.
Salsaparnlha de Bristol.
Extracto duplo de aveleira mgica de Britol, e
ungento de aveleira mgica de Bristol,
e qne, partanto, perseguirn a todos os falsificado
res ou imitadores das ditas marcas industriaea e
rtulos, procurando que sejam castigados com teda
a severidade da lei.
Tambem acautelamos o publico contra todos
aquelles que intentan) substituir as nossas prepa-
raoocs cima mencionadas c -m artigos falsificados
que Ievam rtulos ou marcas mdustriaes que imi-
tam as nossas.
Lanman & Kemp.
i
Oculista
Dr. Ferreira da Silva, con-
sulta" d;i9 9 ao meio da. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 rua
Larga do Rosario.
O
\arope de Matuiat
Hatft-mnta (lecythe idatimon) com o
lual se prepara e3te xarope um vegetal da flora
oru6leira.
E' um agente therapautico poderosissimo con-
tra as molestias do peito e da astbma.
Os numerosos aSectado) que delle tm feito uso
conseguiram uro. resultado muito satisfactorio, a 'a-
b*ndo por se reconhc :er que at boj- a melbor
preparacao para a cura da asltiian. bron-
rhiie asiiini tica, c amiga o oppres
*e*. dispensado o euip.ego do aisenio, folhas
de estramonio e plantas narctica* que acabam
qnisi gempre p-I> abuso que dcHee se faz e ne3-
mo pelo uso prolongado por produzir ifl'eitos des-
astrosos sobre a sade e em geral entorpecimento
do cerebro.
Vende se na Botica Franceta de Rouquuyrol Fre
res, suocessores de A. Caors
N. tt-Ru as CracX. **
RECIFE
Consulado Provincial
COMERCIO
flota-'- commerciai de 9ernaui-
buco
Recite, 10 de Abril do I8tf
As tres horas da la: cu
/.dables tic.io't
Apolices provineiaes de "0/0, da valor de 1:0004,
ao par.
Letras hypotheearias dn banc > Jo crdito real de
Pernambuco do valer de 100* 93JOO0
eaila nina
Oambio sobre o Rio de Janeiro. 10 d/v. ao par.
Cambio sobre o Rio Grande do Sul, 90 d/v. com
15 8 11/0 de descinto, hontero.
Cambio sobre o Porto, 90 d'v. 170 0/0 de premio,
do banco.
Dito sobre dito, avista, 173 0/0 de premio, do
banco.
----------(
Na hora da liol*..
Ve-tdei am-se :
338 letras hypotheca- ias do banco de crdito
red de Pernambuco.
5 apolices provineiaes.
P. 1. Pinto,
Presidente
andido C G. Alcof.rado
Secretario.
REVISTA (OflER( I AL
Da semana de 5 a IO de
Abril d< 1 su
Cambio sobre o Para, 90 d/v com 1 5 &
1 1/4 por cento de descontb, e l i ata ao oar
Cambio sobre a Babia, 30 d/v 5/8 por cont de
uto.
atrio sobre Santo, 90 d/v 1 5/8, 60 d/ 1 poi
11 3*1 d 5/8 por cento da d.-scHito.
C.'ibio sohrn Londres, 90 d/v 3/4, 19 1/2, 19
i c 19 1/4, e vista, 19 d. por 1J00U du
jo.
I* Apolice Provincial de < por cento, do valor do
1:0008000, ao par
Aacoes da Companbia 8eguros Iodemnisa I
do valor de 200*0 urna.
Collegio de Santa Lucia
Para o sexo feminlno
Esti collegio funeciona sob a direegilo
das Si as. D. Anua d.o Reg Almeida e I).
Lnzia Neporauceno Duu-te, do 2o andar
do sobrado sito rua Dique de Casias n.
59. Alcm das pnaieiras letras, e todo o
ti aballo ta agulha, ensina so tambem fraa-
cez, (screver o fallar), inglez, portuguez,
geographia, arithmetica, desenbo, niiuici,
piano, e flores artificiaes do todas as espe-
cies ele.
Avba-se ao publico, esperando todo o
actdhimento e proteccao, corto de quo em-
prpgarao todo o esmero no a^iantainento de
suas tlumnas; funeciona todos os das
uteis exceptnos domingos c dias santifica-
dos.
Reeebtrra-so alumnas internas c mi4\)
pencioiistas c externas por preyos razo>
veis.
Rua Duque de Oaxias n. 59, (autiga do
Qui imado.)
Escoli particular
De Inslrticco primarla para o
sexo mascul no
34RUA DA MATRIZ DA BOA-VIST A34
O aballo assignado participa ao ilustrado pu-
blico desta capital, que abri sin es.'ola particular
de instruccao primaria para o Si xo masculino,
rua da atriz da Ioa-Vista n. 34, onde esmerada-
mente ie dedica ao ens:no de sous alumnos.
O grao da escola consta : 1er, atrever, e contar,
desenh: linear, historia patria e n v" ''' fra'i-
cez.
O .raate um rpido adiantam'iitj em s us alum-
nos, pelo sen systema d-. en?iuo, o qual um p-
statela Ilimitada, um am ir inviolevel e ama < s-
mcrada dedicaos ao eusiu >. fazeudo eom qu I s
seus discpulos abracem e amem de coracao as t-
tras, aoj livros e ao estudo, guiando-oa no eami-
nho da iutelligencia, da lunra c da dignidade,
afim de que vcube.m a ser o futuro eustentaculo
da patria, da religiao e da lei, um verdadeiio
cidadito brazileiro.
Eepeis, pois, merecer a confian<,-a e a prottc^u
do istiact> povo peruambucauo, e em particular
tem t robusta ein todos os paes c tutores de me-
ninos qne queirain aproveitar un rpido adianta-
meuto do seus fillios e tutelados.
Coinquanto <--usada sej i esta tentativa, todavi i
espera que os seus ucausav- is esforpos, c os seus
puros di-ejos, sejam caroados com a feliz appro-
vaco d. todos os filhos do Imp>'rie da Santa Cruz.
Meusi.liilade 0)0 pagos adiaatados, no acto
da matricula.
II t.iimi das 9 horas da manlia s 2 da tarde.
Beeebs meninos internos e meio-pensiODistai
por menaliila les rasoaTe e lecciona por eneas
perticnlares a amb s os sexos.
?I il:o Moars de Azevedo
1 Ruada Matriz da a-Vista 31
C, Heckniaiin
Usinas de robre, iato ; bronze e> .i
GroKtser Uer n. 9. Berlirn S. O.
I'lspeeialidadc:
onstnic? i!c machi-
ra e apparclhtrS
parafai&iiCas da assuear, dt-stillag- e c re
finai,5c8 coui todos os aperfrcoamentus
iiOil rraos.
IN8TALLA9AO DE;
Ji^enlios le assuear completos
fothbeleeiabmto filial nt Havana sob *
rnesnia lirma de C. teck-nann.
C. e San Ignacio n. 17.
I nicos representantes
Haupt (ebra'Jer
ESO DE JANEIRO
Para informacoVs di.iij.imse .ai
Pohlmaii & C
la h Gnnmio 110
ED1AES
O Dr. Joi.quiui da C'SU Ribeirj, i jiz de dindto
d ) civ.! dcBta eiiad-' do Recite, e seu termo,
capital ia provincia de Pernambuco por Sita
Magestaili' Ijiperi.i'. e Constitucin I c Sr. D.
Ptdro II a quero Di'us guarde, etc.
Ffcfo saber aos que o psente edita] viren) ou
delle noticia tiverem que par parte da Santa Casa
da Misericordia de Lisboa me foi dirig la a pc-
tifao da theor s-'guiute :
Uno. e Eiui Sr. Dr julz dedireitod'i civel. -
Dza Santa Casa d-'Miserieor lia de Lisboa que
tendo nttido 6entencu con'ra D. >I>ria Crescencia
Soares de Albuquerque, usufructuaria da casado
Becco Lrgo, da qual 6 proprittaria a supplican-
tf, como pro va cem a carta de Matease junta,
ven requerer a V. Exc. paia mandar citar por
editaes a dita usufructuaria, visto como acha-se
>u--ente i-iii lugar ineerto, OOOtn ji foi justificado
uo inicio da ac^au, cuja execucao a supplicant.'
trata de ettectuar, para que na primeira audien-
ia detti-juizo, depeis de decorrido o praso legal
dos ed taet, vnha louvar se em perito que com o
Na Uolca. Venderam se :
13 Apolices Provineiaes.
15 Aco.s da Uianp-..hia Iude.muisador.t.
Cieneros nacionaes
Agurdente Vendas de 70 a 75i a pipa de
480 litros.
Aicu-i! Ultima venda de 12>j u 12j a pipa
deiH) litros.
Assuear. Entraran) 14,847 eaccos vendas aos
precos seguintes :
O brine) de 3.* sorte, snp-iior, de 5000 a
54200 os 15 kilo.
O dito de 3. s ate, boa, de 5JO0 a 5100 03
15 kilos.
O dit. > de 3. sorte, regalar, de 4*700 a 4800
M 1") kilos
O dito de 4.a sorte, de 4600 a 47)0os 15
kilos.
O dito somenos, de 059OO a 3^000 os 15 kilos.
O dito maseevado, purgada, bv-m, do 2 10
00 os 15 kilos.
O dito dito, regalar, de 24300 es 15 kilos.
O diro americ-.nM, de ISTiH) 1,5 15 kilos.
O dito b-nt.->, ri'gular, de 1G03 os 15 kilos
O dilo do Canal, de 14()0 os 15 kilos
Ajgidao.- Enfraraa I,2t4 paeeaa, venJs de
74450 os 10 kilos.
Arroz em cases, Ret.iho de 3500 a 3J600 o
f ci .
(,'al. liutrarara 1,261 saceos, retilli) de 5
a 74500 os 15 ki'os.
Cera >le carnaubaCotaaos de 44500 a 7800
os 15 ki'oc
Cuone f.lgd>s, seceos. Ultima vencas de
').'i) ris o kil >.
Cnur-s secs refrescados verdes. Veuda a
320 ris o kilo.
Frii:ha mandioca. Ultiuixs vendas de
iS.'iOO .1 44100 o sacco, conforme a qualidadc e a'
rocedencia.
Fumo. Retalho de 1500u 304000 os 15
kilos, conforme a qiiali lade.
(iom n d( mandioca.Retalho a 34200 e 3*400
>a 15 kilo-, (liquido.)
tirara do Ui<> Grande do Sul. L* tin" ven
da a 5400 os 15 kilos.
Mel. ^'enda de 454000 urna pipi de 480
litros.
Milho. etalho a 60 c 70 ris o kilo, con-
"r-ne o estale.
Sal da Ae e Mossor. Venda a 400 ris os
100 lit-es, 1 mercado supprido )
S. bo coad 1. Ultima venda de 64200 os 15
kilo?.
apresentado pela exequente verifique a necessi-
dade dos reparos na referida cas* e arbitre e cus-
to dos meamos, afim de serem equestradoa, ar-
recadados e pastos em deposito os rendimentos do
predi 1 at que se etfectue o pagamento das obras
e das custas em que que foi condemnado a execu
tada sob pet>& de revelia.
Pede deferimento. L 1. U.
Recife, 7 de abril do 1^86. Artfcor Orlando
Esteva sellada na toro.a da lei eom umaestam-
pilba de 200 re. rogularmeete iontilisada.
E mais se 11S0 oontinha.em 4ita ptlic;ao na qual
profer o seguintc despacho :
Como requer.
Recite, 8 de abril de 1886 Rrbeiro.
E mais se nao continha eu> dho meu despacho
pelo qual eo mo, cito e he por intimada a suppli-
cada D. Mara Crcscencir .S. arr de Albuqueque,
pira que fiado o praso de 30 dias cempareca
na primaim audiencia deste juizo para flin re-
querido na peticao cima traascripta-
E para que cheguu a uoticia a todos mandei
pausar a presente edita!, que ser aluzado no lugar
do costuuie e publicado p la aprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos 9
dias do mez de abril de 1886.
Eu, Fclicissimo do Aseveds Mllo, esetivio, o
fiz escrever e subscrevi.
Reeite, 9 de abril de 1886.
Juaqutm da Cstm MiLeiro.
A (Jumara Mumpal do R- cife, far saber a
q 1. .11 nteressRi- pnsua que no da 14 do correte,
ser arrematado en) hasta publica o servico da
liuieit'za DMBJeipal per espado 4 1 auno sob as
bases e condicoes abaixo mencionadas :
1 O cont *etante conservar vari-idas e limpas
as mas, travessas, beccos, largo*, pateos, caes, la
tridas e mii-t jiioa las quatro freguezias da cidf.de,
e r> mover todo o lixo das referidas freguezias,
proveniente loeaes determinados por esta Cmara, dentro do
permetro da ciJade, deveudo conservar em cada
latrina pin guaida para abril a, fchala c conser-
val-a sempre liuipa.
2- O coiitractante obrigado a con'rvar nesse
ervco o pesso: 1 necessario, nao podendo ter me-
Ui-sdc 4" pessoiif, para que fique o trabalho do
vurremento concluido dentro das koras indicadas
por este-Cmara, alm das carrosas precisas para
coiiduccSo de liso, nao sendo o numero destas in-
ferior a 8.
3- O ccntiactante obrigado a fazer o servico
as horas que fi-rem designadas pelos fiscaes das
4 fr-guezias, t duvenlo em ge-al ser feito o var-
e ment a noite, poaendosel-n do dia nos lias
ehovoeos, sendo o con trac tanto obrigado a d>r sn-
hida s liguas pluviaes.
4- O C'ntraetante receber pireste servico au-
i.nalmente a quantia de 34:8695120, quo ser pa-
ga ein 52 prestacoes iguaes, isto por semaua.
5" O coutractintc incorrer na multa de 10J,
sempre que for encontrada sem indicias de ter si-
do limra quacpquer rua, travessa, bocee, largos,
pateos e caes.
6 A multa ser imposta pelo coromisario de
limpezu publica, com recurso para a Cmara nao
pedendo da decisaa) desta, recorrer o eontractante
para qualquir autoridade administrhtiva ou jv
dieiaria
7. O eootraetante que keaver ineortdo en
cinco multas cnsecutivas, sem provime'ifo do re-
ta s'i interpoeto perante a Cmara, perder o con-
tracto do servico de li.-npeza publica, que passar
a ser feito pela Cama-a, sem dimito ser indem-
nsido de qu.a'qucr interesse ou peda que provicr
do n.e-in > coniracto.
8 S serio admittidus a licitar as pessoas que
hoavereai depositado em p der do procurad.r tta
Cmara a quanotia de quiuhentus mil rcis Cin di
ubi iro a qual pe-.-derao se aceitando o laaee, nao
viea m assignar o contracto dentro do prasa de orto
di s ci n'ados de approvaco do mesmo, pelo pieti
dentella pro\incia, deveudo a habilitacao ser at o
da 13.
9. O c.ntractante antrar com a quantia de
4:0005000, era dinheiro, plices ou flanea idnea
para pagamento da exeeacto do contracto, ao as-
sign.ir o respectivo termo, cuja quantia p. riera
se abandonar o contracto cu iuttrromper o servi-
co em qnalqner das fieguvtias.
10. 'ltrmimido, ou interrempido o praso do
eontracto, aXe iet4 o eoatractante direit" a s'-r in-
demniaada de qualquer valor 111 material que tiver
einprega4o id st-ryeo, cuja i/.aterial udo o con-
tristo, pertencer ao eontractante.
11. Ser preterido aquello que s proposcr a
ex* ut.,r o sel vico por menos.
Paja da Cmara Municipal do Rec:f', 7 de
Al.ril de L88G
Dr. Antonio de Sqiuira Carn iro da Cunba,
presidente, Dr, Francisco do Assia Pcreira Ro-
cha, secretario.
Edital n. 15
O admiiiist; ador do Ceiisulado Previncial faz
publi:i a qu- m intereesar pessa que, penuria s-jb n. 5!I3 expedida p--lo Illm. Sr. Dr.
inspeeti r da Thesouro em 31 de Marco ultimo, tica
prorrgado por mais 15 dias o prazo concedidn'para
pagamento, livre de multa, do imposto de reparti-
cSo lehiliv) ao 1" semestre do exercicio correute
de 188586.
C> usulado Provincial de Pernambuco, 3 de Abril
de 1886.
Frncitco Amyntqs de Carvalho Monro.
O Di: Tkonwz Gnrcez Paranhos Montene-
gro, officinl da Imperial Ordem da Iieso,
juiz de dirtito especial do commercio desta
eidale do Iiec'fe, capital da provincia di
Pernambuco, por tiuz Magmtade Impe-
rial e Constitucional, o Sr. D. Pedro II,
n qium Dais guarde, etc.
F:.o> saber nos que o presente edital viren ou
ilell noticia tv> retn, qne se aeha eeignado o dia
12 de Agosto pn.ximA taturo, ao aieio dia, aa sala
das audiencias, para ter lugar a reunio dos ci-e-
d.uis-.la massa fallida de Manoel Carpiuteiro ic
Souza, afim de tratarse da verificaclo dos crdi-
tos, deliberar-se tobre a proposta de conc rdata
("se for apresentada) ou tormar-se contra -to de
unio. nomeando-se administrado.es na forma da
le ; fi'-aud) crtoses credires de que s ser ad-
imr'i-J.i como procurador, aquelle que exhibir pro-
curaco especial para o acto, nao podendo ser esta
conferida a devedor do fallida ; e ainda de que,
prevalecer a resolucao da maioria, que dever re
presentar dous terc-os do valor dos crditos, sujei-
tos aos effeitos da concordata, pata assim se va-
lida.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passa o presente edital que ser publicado
pela impreasa e outro de igual theor que ser af-
tixado uo lugar do costume, de que se juntar
certido aos autos.
Dado e passado nesta.sidade do Recife de Per-
nambuco, aos 8 dias do mez de Abril do anno
de Ncsso Senhor de 1886.
Eu, Jos Frauklin d'Alencar Lima, sscrivao,
o subscrevi.
Thtmaz Garcez Paranltos Konlsnegro.
Sao convidados todos os cidadaos, que se inscre-
veram coma socios fundadores d'estu sociedade, a
coraparecercm na rua da Imperador n. 77, 1.* an-
dar, de meio dia s 2 horas da tarde, em todos os
dias uteis, e as quintas-feiras, tambem, das 7 s
9 da noite, para pieeacjerem as formalidades exi-
gidas pelos nossas estatutos.
Dr. Barros SobrinJio,
l." secretario.
Confrarla sus da VJasaera da Igreja da
Sania Cruz
A mesa regedora actual expoe domings 11 do
corrente, pelas 3 1/2 horas da tarde, tm solemne
procisso as sacrosantas imagens do Senhor linn
Jisus dos Passos ao encontr da Virg m > antis -
sima da Solodade, oceupando a tribuir sagrada
ho encontr e ao reeolher o uisso irmao o ex-pro-
vedor o Rvm. coniinendad ir Gama, de accordo
com o aossa inn > ex-,irovedor o Exm. Rvm. vi
gario. O trajete da procissio ser o raestno do
do auna passado. O escrivao,
Jos Franeia o ie Fisueircd.i.
Hospital Portuguez de
Beneficencia
Assembli geral
Dj ordem do Sr. viee-provedor, convido os se
nhores socios a reuniriin-se em assfinbla geral
no domingo 11 do corr nte, s 10 horas da na
nh na t de social, fin de :-. U r se a luitora
do relatorio da adininistnico Oo 1885 e pincor
da c immi83o de exima de contas e dar posee
nova adminietracao.
A renouU b*r lagar com o numera de acnbores
socios que comparecer' n.
Secretaria do Hospital Portuguez de Benficos
cia em IVrnainl.uco, 6 de abril de .^l.
O 2 secretario,
Manoel Martina
t A commercio
As companhias de segar-s d'cata prac avisara
que, em eansequenca .> p >| leo aum-ru de se-
euros para o Pr, e do grsnd Sal dos risoae
a'essa responsabilidad'-, que as rX|3e agraves
prtjaizos, teem resjlvido, a contar do ili i 15 do
eoTrcnte em diante, elevar as taxss dos pro DIOS da
SOa tabella.
2 /o contra todos o riscos as condicoes de
suas pontees, para saigas em navios II.-.
levando pratico da costa tom carta, e mais 1,1 0.')
se nao levar'in pitico.
1 % dem, idea) un vap-res.
Kc'afe, 8 de Abnl de 1886.
Pela Companbia Iiinoinnisador :
Os directores,
Joanuim Aiv.-s da Ponseea.
Antonio da Canba Ferreira Bailar.
Pela Companha Pbenix Penwmbasan,
Os adoiinntradores,
Luis Diiprat.
.Manoel ti anea de kfattoe.
Pela Coamanlihi Auipfattrite :
Os dircet ( .
A W. de Amoros.
M. I. da Silva Gnimi i'.cs.
Junta commerciai
Esta secretaria faz publico qup foram registra-
das as duas escripturaa publicas de contrato an-
te nupcial e do dote, celebradas entre as seguin-
tes pessoas :
De Jos Barj-eto Paes de Mello, com D. Idalina
Amelia Avil', mediante as clausulas que seguera:
I* Haver plena separacao de bens entre os
couju^'S o dos rendimentos, que paasarao para
aquello que for proprietario dos bens que produ-
zirem taes rendimentos.
Em caso de fallencia, morte ou outro cqui -
Talento, a conjugo levantar integralmente a im-
portancia de seus bens e rendimentos, sendo para
8so considerada cred ir de dominio.
3* Os bens e rendimentos de um dos conjages
no sera sujeitos divida alguma coutrahida
pelo outro antes do matrimonio ou nn constancia
desta, sob qualquer protesto, ainda de manuten-
co do casal.
4* A eonjuge entra para o casal com a quantia
de 20:000*-, sendo 5:000 em movis e L5;000<
em dinheira, considerados dotaes e inahenaveis.
5* Como dita quantia entregue ao eonjuge
rara administral-a e entregar o seu rendiraento
conjugo, ser esta no cao de f illeue/a, marte ou
outro caso equivalente, considerada oradora de
dominio pela imprtatela de seu dote.
6J Serlo applicaveis ao dote instituida todos os
previlegss e direitos rsedabsctdoa por lei.
7" A eonjuge polera estar em juizo, constituir
proemador e defender de qualquer forma, sem in-
tsrveaeao do marido, o direitos reconbeeidss no
presente eontratn.
De Joan Qoncalves da Fonseca, eom I). Isabel
Mendos Ca'piuteiro Peres, om a3 coudiedes ie-
guintes :
Ia NSo haver commutihao ..e bens entr.-os
SSDJOges, tanto dos que cada um ntrar para o
casal, (vino dos quer titulo na conttaueia du matrinionio.
2* Os rendimentos dos bens de ambas os n
jugea scro a^.piicado ao soearsos do matri-
monio.
.i- A administractlj dos bens de ambos os con-
jages pertencer ao marido, cima cabeca di
casal.
4' A coDJage i otra | ara o casal tm --s ec:iu-
tes bens : ama easa ten-a rua <}... Uriu tlaf i -
1, fVr^nezia da tiraca, oo valer di 12:000i000;
joias eobjectes do o.-u u?o, po valor de 3:000, e
em dinheiro 5:000 sendo estes be.na consid< ra-
das dotaes, bem como serio aquellos que ella vi-r
adquirir.
51 Se fallecer qualquer dos conjugef rea) prole,
os seus b lis pertenccru'i aoi seus licr eiroa -i
Itnnoi. segando a ..ril m 'I-i inccesso que o dir it
estabclece, eom a limitacao sement 'lo qne ior
disposto un testkmeato.
. b* Pallecendo qualquer do o njsg deixanda
prole, :i PBta p rtriie-T." i OS seUS bens ro.-p -itada
ainda a faeuldade de testar.
Secretaria da junta commerciai do B
de Abril de 186
O secretan".
Julio tiuimaraes.
'i'uii i.-aR.'talho a 3^000 e 4J000 os 15 kilos,
(liquido.)
Vtlla- stearinas do Rio de Janeiro. Nao ha no
merclo. ,
Ditas ditas da provincia. Retalho de 310 a
320 ria o masso de 6 vellas.
Vinagre do Rio. Cotamos de 70*000 a 80
a pipa de 480 litros.
Vinl.o .1 ltio._ Dotamos de 804 a 120J0CO a
pipa de 480 litros.
Xarque do Rio Grande do Sul. Deposito
56,000 arrobas, retalho de 4*000 a 4*800 os 15
kilos.
Cieneros estrangeiros
Alfazema.. Retalho de 8* a 9* os 15 kilos
e. un 10 por cento de .eseonto.
Arroz da In iia Retalho de 2*750 a 2*800 os
15 kilos, idem idem.
Alpiite.Retalho a 5*000 c 5*500 por 15 kilos
den dem.
Azeite do oliveira em barris. Retalho de
0 g ilan, idem idem.
Dtorm latas. RetaHio de 17*00J a lata de
5 ,'aloes. idem idem.
lia.ilho Deposito 12,000 bsrticas, retalho a
L14*'00 c 1750J a barrica.
Banba de porco Retalho de 400 a 410 ris a
l>bn, com 1W por cento de descont.
Batatas p.irtuguezas Retalho das novas de
12&00J a caixa. com 10 por cento de descont.
Ditas inglesas. Retalho, de 6J000 a caixa
de 25 kilos, idem idem.
Dita fr-mcezas. Retalho a, 5^500 a caixa,
idem dem.
BrruCotamos de 11*000 a 16*000 a barrica,
conforme a marca e pezo da barrica, idem idem.
Carvao de podra Nominal de 15* a 20*000 a
tonelada.
Canda. Retalho de 1S600 o kilo, com 10
pir cento da descont.
Cebollas portugnezas. Retalho de 16* 17J
a caixa, Jem idem.
Cervejas Retalho de 6*000 a 12*000 a duzia
de garrafas ou botijas, conforme o fabricante e a
procedencia.
Cimento Cotamos a 7*500 e 8*000 a barriea
conforme o peso e fabricante.
Cominhos. Retalho de 19*060 os 15 kilos
cem 10 por cento de descont.
Cravo da India Retalho a 2*000 o kilo, idem
idem.
Farinha de trigo Deposito 11,000 barricas,
retalha-se aos precos seguintes :
A americana, de 20*000 a 21*000 a barrica.
Vcneravel trniaiuJade ta GlwriONa
Meiibora K.nit'tn KantM Crias lo Hoclfe.
Do or.lem da irmAojaia convido a tudos ^s nos-
tos irmJ'S a .anpa'.e.cre.in i in nOSBp consistorio
no d. mingo 11 do corr- nte, s 2 boras 8 meia da
ti t le, atiin de eeompannarcui a solemne procii I
d" Siulioi Bpm Ji sus dos Pairos ao encontr com
a-Santiosima Virgem, quo tem de sabir dcata
igieja, e para o que tivi moa c u\it'.
Consistorio cm 8 de Abril de, 1886.
O scietaiio,
Manoel Jos de Sal'Anna Araojo.
Club Iin, Em eumprimci.ta do disposto no ait. 21 do soa-
so reguliimento convido a todos ^s Srs. toci03 a
se reunir- m em asscmbla geral s 11 bcras da
maulla de domingo 4 fe abril, na tdo do Club,
ruada Iinperatriz D. 42, Io andar.
O secretsrip,
Antouio Maccl de Siijueira.
Clib de Regatas Per
iiambucaiK
Sao envidados os Sis. patnies das embac-ce*
que quiercm tomar parte na prxima regata a 2
de Uaio viudouro, virein lascrever suas tripola-
Qoes e embarcacocs, na sel deste club, das 7 s
9 horas da noit s at o da 20 do corrente mez.
Recife, 6 de abril de 8i.
Os directores,
Ernesto Leal.
Jus GuimaraCi.
Anliur de Mello (inUrno)
Arsenal de guerra
I).- irdein I" I i r direct-ir. disfribnp-
-c cosfnras no* d" i 12, l'J e 14 do corren e mez,
f costil -:: in do us. 11Sf 23 >j
con as r-jH /-- i ? nnurfeios n! rieres.
r-e; r.V d .-.- tturss dnarS' mil do ;: a- rra de Per-
namboes, W >i A ril de I SS.
K. i Antonio d.. Alcntara,
Al:' rea adjun >.
" I)p r.iom .1 i li.n Sr. e:ig"nbiiro ebefe, fnoo
publieo qu-no dia i'.' do Brrente, ao meio da,
recbe se nesta ae retara prapostaa pan a i x -
eacXo 'ioi reparos orgentea da p mt s-br* o rio
Pirnparoa, m engenta Junqoeira, oread i em
2:5JJj.
O orcamento e maia condicoes do contrato, as
achara a dsposico aos sentares prcte'nd ntei
para serem cximinad -
Beentara da rrpartco das obras pblicos de
Pernambuco, em 10 de Abril de 1886.
' secretario,
-J J. de Siqueira Vurejlo
"' irmandade"
i>
Monlaor un Jenu lo Passos ala
niatris do Corpo uni
De ordem do irmao provedor, convido t dos na
nossas caro inna.>s cooipirecerem mata matria
domingo II do corrente, pilas i horas da tarde.
afim de eucorpirados, acompanharm a a proeisa2o
de Senhor ao i ncontro, pa-a o que tivernos con-
vite. Cousist.ri'i di mandad 10 de Abril de
IijSG.O cs.-rlvao,
Francisco Antonio Correia CarJ .so
Hassa fallida de Antonio Francis-
co Corga
Os Sr?. credoras da referida mass fallida sho,
por este meio, chamados para, no prazo de tres
das, apresentarem os titulos e documentos justi-
ficativos de seus respectivos crditos no airaazcsa
n. 18, rua da Madre de Deus, afim de procede-
real osabais > assignados a vorineacao legal dos
nesmi-, conforme Ihes foi orden ido polo Exm.
Sr. Dr. juiz especial do eommercio. Recife, 12 da
Abril de 1886.
Fraga Rocha fe C.
Fonseea Irmao A C.
Jos Faustino Porto.
"tana:;*. Casa de Hllserieortlla do
Recife
Na secretaria da Santa Casa de Misericordia de
rtecife arrendam-se por espaco de um tres as-
nos, as casas abaixo declaradas :
Rua da Moeda n. 45, 240*00
Idem-dem n.49 210*')fl
Kua do Bom Jess n. 13, 1- andar 3 0*000
dem n. 29, Ida 216*009
dem idem u. 29, 1 andar 240*' 0t
Rua dos Burgos n. 37 216*000
Rua da Madre de Deus n. 10-A I >*000
Caes da Alfandcca armasen) n. 1 1:600*006
Rua do Mrquez de Olinda n. 58, 2o
andar 507*0
Rua da Guia n. 25 200*00
Bceeo do Abren n. 2. ioja ;s00
tiua do Viscoade de Iraparica n. 24,
pavimento torreo, 1" c 2 andar, por I.-'iOOSOOt
Rua das Ca'cadss n. 32 "'
ecretaiia da Santa Casa de Idisecordia do
Ueeife, 6 de fevcrnro de 1886.
O escrivao,
Pedro lodrianes de Soma
filBATRw
DE
VARIEDADES
NOn-Huliiiso
Cempanhia hrico-^oniico-
draiiiatica
DIBHHDA PELO AltTISTA
LUiZMILONE
E M P 11 E Z A
A. BOLDKIM. E L. 1HLONE
A de Triestre e Hsngris, de 25*000 a 27*Oi)0
a barrica.
Peijo. Cutamos de 11 000 a 12^000 o sacco,
(o da provincia.)
GaiTafoes vazios -- R- talho do 700 is a
1*500 por cada um, oin 10 por canto de dcscoat",
couforme o tamanbo.
Doces em calda R- talho a 800 ris a lata.
Farello do Rio da Prata Retalho de 3*000 a
3*200 o sacco, (liquido.)
Dito de Lisboa- Retalho a 3*500 e 3}600por
sacco, (liquido.) __
Herva doce Retalho do 175000 os 15 kilos,
core 10 por cento de deeeonto.
Kerosene Retalho de 3J500 a lata de cinco
galoes (liquido).
Louca ingleza ordinaria. Retalho de 90*000
a 130*000 a giga, conforme o sortimento.
Madeira de pinho f"em chegada.
Manteiga em barril Retalho de 980 ris a
libra, dem dem.
Dita em lata. Rttalho de 1*000 a 1*300 a
libra, idem idem.
Mansas italianas. Retalho de 8*500 a caixa,
idem idem.
Oleo de linhaca Retalho a 2*000 o galiio.
Passas couimuns Nao ha no mercado.
Papel de embrulho- Retalho de 700 ris a
1*500 a resma, conforme o tamanho, idem idem.
Pimenta da India Rctalr--
o kilo, dem idem.
Plvora ingleza Retalho
(liquido.)
Queijos. Retalho de 3*800 a 4*000 cada um,
idem idim.
Sardinhas Retalho de 340 a 380 ris por lata
de qutrto, dem idem.
Toucahode Lisboa. N5o ha no mercado.
Dito americano Retalho a 12JOO0 os 15 kilos,
dem idem.
Velas sterinas Retalho de 550 a 950 ris o
masso de 6 velas, idem idem.
Vinagre de Lisboa Retalho de 160*000 a
pipa de 480 litros.
Vinho de Lisboa. Retalho de 250* a 275*
a pipa de 480 litros, idem idem.
Dito francs Nao ha no mercado.
Xarque do Rio da PrataDeposito 52,000 ar-1
robas, retalho de 4*400 a 5*200 os 15 kilos. '
A'ssociaco Commorcul Agrcola
de Pernambuco
Assembla geral
onvecacao
;->-o novamente convidados os senhores eesocia-
do^, eompareeeram na sede desta saaociaeio, s
12 Inras do di. 15 do corrente, afim de se proce-
d r a eleicilo d.\ n iva directora o da enmmissao
de i xa me de coutas, e ser litio o relatorio da ac-
tual direct a a e o parecer oa commissao de con
t-.s. Em viriude do art. '.:7 ilu estatutos a pre-
s-n'e reuma i funeciounr cara qnalq-ier numero
do hs8 eiadus que cemparec- r.
Secretaria daAssoeiaco Commerciai Agrcola
de Parnambuc", 7 de Abril de 86.
S. de Barrea Barreta,
Secretario.
Club Concordia
Ordeatllche Oca r-lver*amalang am Samstag
dem 17 ten- April Abends 8 uhr, Wabl des Se-
creta' re.
Das directorium.
Mes as Abril ie lSrt8
-. ->'! i> 152 931J257
10- 7.64U640
D0HI3(.0, II de Ahrl
V pedido fio aanltoai statsalradoreai
R pr ntar-se-ba pela ultima ves nesta pesa
a rapl' ndida opi na cmica em 3 actos, msica do
Duestio Ofiembacb:
A BELLA HELENA
De.c."mpenhauda o Importante papel de rei ME-
! NELAO o actor
Luz Milone
Per*oaiaKeaaM
Helena, raintia de Sparta...... Sra. Sprir.gr.
Parido, fllio do rt Piiauo..... > Marin.
Oros te, filho do rei Agamenn.. i Durand.
liuclide, diUia de compsubia de
Helena.................... FiorevanzJ.
L- na....................... Olympia.
Psrtenop................... R- Beeoi.
Agamenn, R-i d s Res....... Sr. Dominica.
itfenelo, rei de Sparta....... MiIoni._
Calcante, grande augure de Joi'c > Repossi. _
Achules, rei de Tiotida........ Comoletti.
Ajaco, 1" re de Salamioe...... > Micheluzzi.
Aj^ce, 2 rei dos Lorenos. ... Fritz.
Filomeno, cralo de Calcante... Tirelli.
liclitide, lerreiro............. Micheluzzi.
titiM'das, escravos, po"o e pagens.
A aceito passa-sc em Sparta no Io e 2" actos e
no 3' em Nuplia durante a estaeJo dos bauhos.
A pe$a est montada e ensaiaJa a ca-
pricho.
O vestuario 6 completamente novo e no-
rigor da poca.
Precos do costume.
Am eulraalaw areracn do direito ao
asM-.lo na plala.
Nilo se transfer- o espectculo ainJa que
chova, salvo forja maior.
Avino. Dopois do espettacalo haver bonds
das bubas de Fcrnandes Vseira e Alagados. Os
bonds no larg de palacio.
O bond de Magdalena s haver quando o ea-
pocttculo acabar depois do horario do ultimo qus
passa na rua Nova, s 11 horas e 4$ minutas.
Ii laacipiar a s It liara.
A empreza est ensatando a impottantissima
opcra-coinica do inmortal maestro G. ROSSINI
0 Sarbcirn de Sevilha
que sempre enthusifismou o publico, quando foi
levada scena.
Uso; oaiA D 1 4 9 la >.r Je 10 160:632*897 15:770 J478 1:496 J122
17:286*600
:. K>V TO. 11. V* !.- d 10 I 4 9 41:732(895 2:835.-819
44:558214
. : aviNnp.--:> 1 4 9 'n-n de 10 5:704 377 401 567 6:105944 aj
Rotalb) de 1*550 a 1*600
de 22*000 o barril,
alterj&sao da pauta
Pira a semana de 12 4 17 do rr.ez de abril
de 1836
Assuear oranco, 271 rs. o kilo.
Couros seceos espichados, 585 rs. o kilo.
Couros seceos salgados, 575 rs. o kilo.
C oros verdes, 310 rs. o kilo.
Altsnovga fe Pernambuco, 10 de abril do 1836
O conferentes,
J. da Costa Cirne.
J. J. de Miranda.
DESPACHOS DE IMPORTAgAU
Patacho hespanhol Joven Pura, eotrado do Rio
Grande do Sul no da 9 do corrente, e consignado
a Baltar Oliveira & C., manifestou :
X-irque 163,500 kilos 4 ordem.
Barca ingleza Camelia, entrtda de Terra-Nova
no dia 9 do correnta, o consignada a Johnsto a
Pater & C, manifestou:
Bacalho 2,605 barricas e 469 meias ditas aos
consignatarios.
Hite nacional Deus te Guie, entrado do Araca-
ty no dia 9 do corrente, e consignado a Bartholo-
meu Lourenco, manifestou :
Mobilia 14 volemes ao Visconde de Mecejana.
Sal fi(i0 alqueires ao consignatario.
ESPACIIOS Dft-BXPBIAgAO
Em 9 de Abril de 1886
rara o exieraor
Nao liouvc despachos.
Para O tnlerior
No lugar nacional Juvenal, carregarmn :
Para o Rio Grande do Sul, P. Carneiio ii C.
200 saccas com 13,229 kilos de algodSo.
No patacho norueguense Dagny, carrega-
ram :
Para o Rio Grande do Sul, S. G. Brit > 471
barricas com 38,400 kil >s de assuear brauco.
No hiate nacional Aurora, carrregaram :
Para Aracaty, t\ Alves i C. 12 barricas coui
594 kilos de assuca/ refinado e 56 volnos com
2,188 ditos de dito masesrvado.
No cter Colombo, carregaram :
Para Maca bvba, M. Araorim 3j0 saceos com
farinha de mandioca; Baltar Irmaoi & C. 306
ditos com dem.
MOVIMENTO DO PORTO
No dia 10 do corrente nao houve entradas aera
sahidas.
VAPORES ESPERADOS
Juca
Palagonia
Mandos
Maranhense
Klbe
Advance
Baha
Paranagu
Ville de Victoria
Estephania
Espirito Santo
La Plata
Equateur
Para
Neea
de Trieste hoje
da Europa boje
do norte amanha
de New-York amauM
do sui a I*
de New-Port-News a 16
do snl a 16
de Hamburgo a 16
da Europa a 19
de Trieste a 20
do norte a 23
da Europa a 24
do sul a 25
do sul a 26
do sul 4 29


-
1/

l
1 IBBfl \


Diario de PernarabncoDomingo 11 de Abril de 1886
Cerajaa Ip Segaros MM,
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BO.\f JESS-N. 7
Seguro* marilimoN lerreaytre*
Ne-lcs ltimos t umca companhia neata |iraei
41U8 concede aos Sr3. segurad' s isempcio de paga-
mento de premio era cada stimo nao, o
equiva'e ao descont de cerca de 15 por cento en
ittvor des segurador.
IflitedSliles* Brasil MailS.S.C.
O vapor Axlvance
Espera-ae de New-Port-
News.at o dia 16 de Abril,
o qual seguir depois da de-
mora nccessaria para a
Lisboa c Porto
A barca portuguesa Tsolinn recebe carga a fre
ta ; tratase cum Mitra (iuimarata & C. ra do
Commercio n. 5.
d)NTRA FOGO
The Livcrtl k london k 110
IRANCE
Santa Brotte & c.
CoilPANHTA
MPERIi k
NKUJL K0tt contra FOGO
EST: 1808 -
'ficto e mercadoricu
Taxas baixa
Promvio pagamento de prejuizoi
CAPITAL
Rs. li;,OO0:0O00O0
Agentes
BRO.VNS & C.
N. Ra do Commercio N. 5
UROS
MARTIMOS CONTRA FOGO
C'oaipaohla B*henix l*er-
nambucaaa
Rita lo <,'ommercio n. 8
E
CONTRA FOGO
orh ritish k Mercantil!
CAPITAL
J:00>. ,1 GENTES
Aflosnson IIowic& C.
Babia e Itlo de Janeiro
{'ira carga, passagens, encora-Dendae o dinheiro
frote, tracta-Ie cora os
AGENTES
llcnry Forsler & C.
H. J._ RUADOCOiL.ii-.iiOlO --N8
/ andar
CIARGE1 RS REUNS
CoaipaoJula Francesa de navega
cao'a Vapor
Linha quinzenal entro o Havre, Lis
ooa, Pornambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Steaiirer VHJe fle Victoria
IL' esperado di Europa at
.' dia 20 de Abril, se-
guindo depois da iudispen-
auvel demora para a Ha
laia. Rio Ha Janeiro
o Wnnio*.
Koga-se aor portadores de carga p.*lo
paporesdrsta liaha,aaoiran< anroaeatai dentro de 6
dias a coutar do da descarga das alvarcuuj
quer reclamado conceruente a volumen, qjo poi
Vf al na tenham seguido pura os portos do auLutiu.
de s podareis dar a ternpo aa providencias necea
sarna.
Espirado o referido praso corapaohia nao s
-rssponsabiiisa por extravos.
Keecbe carga, encommendas e passagoir*! part
>s qnaes tem excellentcs aeeomodacoes.
Augusto F. de Oiiveira & i
AGESTEN
42 -RIJA DO OOMMEROIO -42
Rojal Mail Slean Packet
Gompany
Reduccuo de passagens
Bilhetes especiaos se-,
ro emittidos desde 14
demarco at o fin de
julho offeieccndo fac
lidades aos seiiiiores
viajantes para visitar
a exposi^o colonial
eni Londres, de 1886.
ida e volta de Per-
iiainbiico a Southainp-
on, primeira classe,
com o prazo de 6 me-
ases libras stcrlinasJl),
150,
Leilao
De 1 cavalto andador baixo, 1 seiim e 1 silho
Terca-feira, 13 do corrale
A 1 hora da tur ie
AGENTE PINTO
Por occasio do leilao de movis na casa da rna
do Pazsjand a. I G.
Attengo
Pede se ao Sr. Epiphanio da Rocha Wauderley,
ehefe da estaciio de Pito d'Alho que venha OH
mande ra dos Mart yrios n. 148, 2" andar.
AVISOS DIVERSOS
Prepara-se com todo gosta e perfeico ves-
tidas para senhora, eochovaes para c^samentos e
baptisa .'os, assim cerno pura meninos at '.) aunos.
por preco commudo : na ra Augusta n. 190.
Vende-se um terreno sito cm Sant'Anua de
Fra, com arvoredos de trete c cacimba comcen-
to, o peuces palmos de frente e 150, mais ou me-
nos, de fundo, frente para o nasecnte e fundo para
o sul : quera pretender dirija se rui da Impe-
ratriz n 67.
Babia
Tbom Augu.tto da Silva Villar ou alguea por
elle, mande restituir es movis que estao em scu
poder, na ra dos Martyrios n. 148.
Toalhasparabapti-
sado
| Venderse de 25* 284000, ra da "tj/ i)-
Deus o, armaaem, ou largo ilo Corjw S^fc ,
19, 2- andar, iiaportantes toulbat Ubytmto.
LobjSo ,::td Btravr.H Saob
Umied
. Jo Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobro as ca
US do mcsuio anco em Portugal, sentlo
B Lisboa, rilados CapellUtas n 75 N-
Porto, ra des Irj R0YALIAILS1AI PACKET
CMMU
0 pacuete Elbe
esperado
do sul no da 14 de
marco, seguin io
lepo8 ddemira
necessar a para
Vlccne. Lisboa. Vlgo e Woii
Ihampton
pasaamna ti-eles, etc., iracta-se coro c i
CONSIGNATArUOS
miau
Segunda-feira, 12, dovo tt r lugar o ltilao de
duas cas; s terrena na 1' travesea do Pombal, fre-
guizia da Boa Vista.
ler^a-feira, 13, o de movis, quadros, jar-
ros, porcellaua, finos ciystaes, da casa da ra do
Paysand n. i-G, para onde partir, as 10 horas
e l minutos, o bciid com os cencurr. utes ao mes-
mo leilai.
Aluga-se o sobrado com sota roa do Co-
ouel Suassoua n. 13U, tem commod'ts par gcaiHe
amilia, c.iailo o pintado ha pouco tefflpo ; a tra-
tar na ra da Imperatriz n. 66.
Aluga-se o l- audar da casa n. 19 ra d
Penha, o Io da de n. 6ti icesoia na, o I da de
ii. 35 travesea de S Jos, o terreo de n. 26 ra
Uuqoo de Canias, o a casa n 26 :i ra de Nunes
Machado, no Et. inheiro, com bma coinmoJos ; a
tratar na ra do Hospicio n. $.
1 Precisase de un.ii cosinheira para eaea de
familia : a tratar na ra do Barao da victoria
n. 89, toja.
Pede-8c uoi ubaixo asaignados o favor de
virem ou u.andar ra do Mrquez de Olinda n.
51, a negocio quo nao ignora n
Pedro Siqu -ira, d'Alfandeg.
Artbur Dantas.
Luiz Car val lio.
Jos Guiiiaracs, eaixeire de Loyo & Filho.
Frederico Vieira.
Augusto Goncalves da Silva.
Naengenhoca de IJemKca, estrada real da
Ttrre, compra-se vacias tourinas. boai leiteiras :
a tratar na mesraa, todos os dias. d. .- 6 na meio
dia.
ijl
L. E. Rodrigues Vianna mudou seu escriptorio
de advogacia para o l audar da ra larga do Ru
sarii n. 10.
'.OS 4:<
!:000$000
.
im 4:0004000
TES

Enjilli
amsoniaowie
(oi!.)aii!iia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES .
l'Is CAPlTxlL 1,000:000^
SINISTROS PAGOS
Al '*.', de dezembro de I88A
Minios..... 1,HO:000$000
Terrestres,.- 516:000^000
44-Kua do Coiumerefo
THEATKO
Espectaeulo dramtico
<"H A UIKECt,AO DO ACTOR AUGUSTO
PERES
DtJtrtftS II de Abril
Extu^iJiuario successo quaresmal!
fila e lilaires ee s. Benedicta
ou
3 ISAUUAltO 2A SICILIA
Peca sacra em 4 resentacjlo correcta
tjpn uarda roupa d luxo
Mise en scene briDiante
Macliin6ruo perfrito
llusicas limiissimas
Coros act rta ios.
Annuucio d< tnlhado nos programmas.
Encommendas porespicial favor em casado
Sr. Tenes te Paula Mu, ra do Impera-
dor n. 41 e ra da Florentina Fabrica Saturno
"s lioriis.
MARTIMOS
1!
DampfschiliTahrls-GeselIschafl
O vapor Paranag'u
Compahia lira'ileir.i de Kare
gaco a Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Baha
Commandont 1'tmentt Aureliano Izaac
E' esperado dos portos do sul
at o dia 16 do corronte, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os porto;
do norto at Manos.
Para carga, passagens, acominenda e valores
tiacta-scna agencia
46 Ra do Couroerco46
PORTOS DO SUL
O vapor Manos
Commandante 1' tenente Oulherme Wad-
dlngton
E-' esperado dos portos do
norte at o dia 12 do Abri
e depois da demora in
dispensavel, seguir para
os pertos do sul.
Recebe tambem carga pa-
ra lautos, Pelotas e Rio Grande de Sul, frete m-
dico.
Para carga, pas3agen3, encommendas e valores
trata-sc na agencia
N- 4fi RIJA IX) COMMERCIO N. 46.
Espera-se -le IH.MBURGO.
va LISBOA, at o dia 1G de
eorrente, seguindo depois ds
di mora necessaria para

Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendis, fr.icta-
M com os
CONSIGNATARIOS
Borstelinann & C.
RUADO VIARfuN.
* and/ir
COMPAMIII PEI\ Jt! t V V
DE
Vavefiaeo costeara por vapor
Fernando de Noronlia
O vapor Giqni
Segu no dia 12 do
ate, p"his 12 b>-
ras da manila.
Recebe earga at c
Idia 10, f paasagens ate
li 11 horas da manbfi
do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
fin daioapanhla Perauuafea-
eaaa a. 13
Cempaahia Bahiaoa de aavega
f ao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Ar acaj,
Estancia e Baha
O VAPOR
Marinho Visconde
Commandtm't J. J. Coelho
C esperado dos DOrtor ci-
ma at o dia 13 de Abril,
e regresaar ara os mea-
mos, depois da demora do eos-
turne.
Para arga, paasagens, encommendas e dinheii o
a rre'e lacfa-so na agencia
7tiua do Vigario-7
Jominst* alves Halheus
C OnPAMIIi: DEN llENSAfiE.
Ellli* NARITIHRN
IJNIIA MENSAL
O paquete Equateur
E' esperado dos pertos do
sul at o di.-: 25 do eorrente,
' seguindo, depois da demora
do costume, para Bordcanx,
tocando em
Dakar. Lisboa c Vlgo
L-i mbra-se. > os scnliores paasageiroa de todas
Ai ciasses que ha lugares reservados pira esta
agencia, que podem temar em qualquer tempo.
Faz-se abatimci.to de 15 /o em favor das fa-
milias eompoeta de 4 p' bsmi so m-'iios c que pa
gan in 4 pasragena il
Pi r rxcepco os criad is de familixa quo tomn-
r(rn bi leles de pr i, ga*ani tain'in d'este abatl-
mento.
Oa vales poat- 'i^i al a lia 23pagos
(I; conta'l i.
Para carga, passagens, encommendas e dinheirt
afr-t.e: tracta-se com o agenre
4ii,rnsle Labille"
9 RA DO COMMERCIO
Pacific Sieaoj F^avigaiion Cinpaii}
STRAITS OP MAGELLAN LINE
Paquete Patagoni
E' esperado da Euro-
pa at o dia II ilo cor
rente, e egnira para o
ul dep-us da demora
10 costme.
Para carga, paasagens e encommendas o dinbei-
ro a frete tracta-se com os
AGENTES
WiKoii *ous & < Mmllcd
N. 14 RA DO COMMERCIO N. 14
Ro
E' PBprra-te do sul nestes dias o patacho na
cioaal ifaia 2; i dea ie j cegaja carga a frete
para os portos cima : a tratar na pila ds Mar-
qaez de Olicda u. 6
LEILO
l)n casa terrea n. 1 na i* traveesa do Pombal,
freguezia da Boa-Vista, com um torno no fundo
para fabricar pao de milho, eosinha lora, cacimba
prupria, quintal c um lelheiro que serve de estri-
bara, medindo 5 m "tros e 10 centimetrna de lar-
gura, 28 u.etr s e 20 tentimet-os de tundo.
Urna dita sem numero, noa funiloj da casa n.
1. ilcnciiiinadaFabricasita na 1* travfssu do
Pombal, com !( metros o 20 ceatira-'tros de lar-
gura, 5 metros e 10 centmetros de fundo.
Sisiimla feira 13 Ir Abril
A's 11 horas
Na casa da travesa do Pombal n. 1
O agente Pinto levar a leilao por autorisauao
do encarregado do Consulado de Portugal, ca
presenca do seu delegado, as duas casas cima d'-
taa de tijollo e cal, cobertas de telhas, perteneen-
tes ao espolio do subdito portugus Joaquim de.
Oliveira Maia.
Tr. spassa-se o arreudamento do engenho Santa
Rosa, na freguezia da Luz, perto da estacao de
S. Lourenco, na via-ferrea do Limoeiro, assim
como de Jaboato, na via-ferrea de Caruar. O
terreno d para safrejar-se annualmente de dona
trea mil piles de assucar. Alem de militas var-
zeas tem mata virg-rn pira abrr-M novo parti-
dos, me a vapor, tendo urna machina nova, de
muita forca, emoenias novas e grandes : quem
pretendel-o dinja-se ao mesmo engenho ou a ra
do Imperador u. 79.
Ao commercio
M. F. Cunha declara ao corpo commercial que
vendeu, livre e desembaracado de qualquer onua,
o seu estabelecim- uto i inolhados sir i estrada
do Arraial i. 2H, ao Sr. Francisco Al ves .:o Bar-
ros ; quem se julgar credor do dito estabelccimca-
to, queira iipicsenUr suas eontaj no prazo de
tres dias, sob pena de nullidade. Arraial, S de
Abril de 86.
16-Kua do Cabug-16
Acham-se venda os venturosos bilhe
tes garantidos da lotera n.49a em beneficie
da matriz de Jaboatao que se extrahir na
quinta feira l do corrent?.
Preco*
Inte-ro 4 Meio 2000
Quarto 1^000
sendo quaalldade superior
a lo:ooo
Inteiro 30500
Meio 15750
Quarto ,|785
Joaqtm Pire da Silva.
u Primeiro de Mar?o n. 23
O abaizo assignado tendo vendi.o nos
seas afortunados bilhetes garantidas 4
quarto n. 1195 com a sorte de 1:OOUJOOO,
4 quartos n. 890 com a sirte ilo SOlVK't, 4
jquartos n. 3819 cora a sorte de 1000000,
i alm da outras sortea de 325: 160 o 85, i
j lotera (48.a), que so aoabou de extraUir,
emvida aos possuidores a v'rem reoaber
. na ooaformidade do costume sem desoont
! 3(gura.
Auham-.-;e vean os alortunasW bi-
lhetes garantidos da 18. parle das loteras
a beneficio da matriz de Jabsatao, (4.a),
que se excrahir qainta-feira, 15 de eor
rente.
MECOS
Inteiro 4J000
Meio 25000
Quarto 5000
'm quaalldade maior de l***>
Inttiro 35500
Meio :5750
Qusrto 5875
Manoel Martin Finia.
SELECTOS
N0YA MARCA DE CIGARROS
*." Ictlu leUnitivo
Sfgunda/eira, 12 do eorrente
Na estrada do Arraial n. 27 A
A's 10 horas
O agente Modesto Baptista, autorisado pelo Sr.
Marianno Jacintho dos Santos, far leilao dtfini
tivo da armacac, utensilo3 o mercadorias da venda,
sita na dita casa, telheiros e pertences da padaria
existentes no niesrno predio e dividas na impor
taocia de 2.ol4ji80<) para pagamento dos credores
ao mesmo vendedor.
LoUm
de boxs movis
Sendo :
Urna mobilia de mogno, com 12 cadeiras de
guarnicao, 2 ditas ne bracos, 1 sof c 2 consolos
com pedra, 1 bonito eaodiciro de el-'ctro pate para
gaz, 1 dito de porcelana. 2 cscarradeiras, 1 tapete
para sof, 1 oculo grande do alcance, 1 cadeira
para piano, 1 espelho para cima de consol, 4 ca-
deiras de cbarao, 2 ditas de pbantasia, 1 banca
para escriptorio, 1 estante de louro (aberta) para
livros, 2 etagers torneados para livios, 3 cabides
de molla e 1 oculo de alcance.
Urna mesa elstica de taboas, .aparadores, ca-
deiras de amarello para sala de jantar, marqueza,
marquezoes, 1 maquina para costura (perfecta,) 1
banquinha redunda, lavatorios, camas para erean-
ea, berco, nranJella cem reverbero par* gaz, 1
carro de vime cam quatro rodas para enanca,
louca, trem de cosinhi. 1 graude viveiro para pas-
saros, diversas gaiola.
Terca feira, 13 do eorrente
A's 11 horas
No 1." andar do labrado n. 65 da ra da
Imperatrit
O agente Martin?, autorisado por umn familia
que se retira nara o sul do imperio, far lo lao Uc
todos os movis, loue*, vidros e mais pertences de
casa de familia.
Ao correr do martellu
Leilo
n.
19
Terca-feira, 13 de Abril
A's 11 horas
No armazem da rita do Bom Jestu
1 Casa terrea na ra de S. Jorge u. 5.
1 C sa terrea na ra de D- Mara Cezar n. 31.
1 C::sa terrea na travesea do Bom Jeuus n. 2.
1 Casa terrea ni ra da Cadeia Nova n. 9.
(Km coottauaro)
O agento
'Modesto Raplisla
Mobilias de Jacaranda, gunrdaa-loucas, fit> ros,
cemmodas, se, retaras, camas, e outros nuiitos
obj.-ctCB que estarlo vista do3 concorrentes.
delirio
De movis, louca, fima -rystaes, qa idros e jarros
para fl .res
A saber m
Um piano f r"e, 1 mobiiia de Jacaranda com um
sof, 2 BOM ilo, e 1 jr!inpira com pedra, 2 cadei-
ras de bn.cos e 12 de guarnicao. i cadeiras de ba-
lanco,a4 quadros e 4 jarros para flore*.
Urna c-.ua franc-za, 2 toi ata, 2 lavatorios com
pedra, 1 guarda vestid", 1 guards-roopa, 1 c'in
moda, l mesa de cama, 1 marquezao, 2 inarque-
ziis. 2 cabidos e 1 cama para menino.
Urna in-.ehina de preguiur, 1 maquina de costu-
ra, 1 ocsturejra de magno e 1 unblia de janeo
; n te.
Urna aneas de jantar, 1 gnarda-louca envidraca-
.s grandes de armios. 2 ditos tor-
neadi'S, cadeiras awrtaaa, lenea e p reeiana para
eb e j tutar, app irelho dcsaert, 1 pbrta licor, gar-
ira, copo9 e clices de tino ervs-
ii. caribes pra riuao de Beiuo, l gaiheteiro, il m
Jres, p tea, balaos, abafadores para bules, culhe-
re?, b'iiiii ijaa, 1 f-gio aio-iie ano aovo o m? a:-
cessurios de casa de familia.
Tercal'eiia 13 de abiil .
AGENTE PINTO
Na eaea d.i rna do P yeanif n. 1-G.
ft'a 10 horas e C minutas partir o bond da
linba da Magdalena, quo dar pasagcm gratis
aos co:.'carri-ritc-'.
0 leiiio prii LEILAO
L'e 1 imp rante pia o forte, urna mobilia de ja-
caranda, camas francezas novas dejacarand, di-
tas de amarello, guardas-iiiucis, guardas-vea i-
cos, aparador com pedrx, commoilas, balices para
jardim mappaa geographico', juadros, sofs, ber-
co de jac. Tanda, jarro, espedios, diverjas eaixaa
cum fino c-iojtac, ditas c m Vermoutb, ditns com
mema garrafas com cerrejaTivoly, ditas com con
servas de p mentas, latas' com ostras, d tas o m
arenques o cnl o muitos objectis que serao ven
dea sera liimt-r.
T.vci feira 13 *!e Abril
A' 11 hora
No nrirazem da ra do Bom J'eua n. 49
Per intervenjo do agente Qusmo
Ao eominercio
Oa abaiio assignades deca rain que nesta data
dissolveram a seciedade que, sob a firmado Lopes
c Braga, tnbam no estabelecimento de molba
dos ao largo do Corpo Santo n. 2, retiran do-se o
socio Lourenco Fernandes Braga pago de seu ca-
ita! e lucros sociae*, ficando o socio Manoel Lo-
pes de S de posse do activo e responsavel pelo
passive dj mesmo estabelecimento. Itecife, 10 de
Abril de 1!?86.
Manoel Lopva de S.
Lourenco Fernandes Braga.
Precisa-so de urna criada para cusiuh.ir : na
rna do Barao da Victoria n- 9. 2o andar.
"^^9^^*-
a
De qualidade superior
eontentar o mais difticil filmante!
NOS ESTABELECIMENTOS DO COSTUME
FABRICA APOLLO
Antonio Izldoro Freir de
Andrade
Luiz Freir de Andrade, scus filhos e genros
agradecem aincerameote a todas a mellas pessoas
que ae dignaram acompanb r os restos mortacs
de scu presado filho, irino e cuuhado, Antonio
Isidoro Freir de Andrade, sua ultima morada,
c de novo as convidara assistirem a inissa que
mandam celebrar por alma do finado, na matriz
do Corpo Sa ito, terca feira 13 d? Abril, a 7 1/2
horas da manha. stimo dia de seu passamento,
antecipando seus agradecimentoj por mais esta
obra de caridade.
iiMaawstas: sav
tleviinilrina liara do Liara-
naenio
Irino Manoel Dias, Juvelina Dias de Toledo e
Anua Brandao de Mattos o Dias, filho, tilha e
ora, agradecem aquellas pessoas que se digna-
ram acompanhar os restes mortass de sua presa-
d'ssima mai e sogra, Alexandrina Mara do Li
vramento ; e de novo convidatn prra a missa do
stimo dia, que por sua alma mandam resar a b
horas da manh do dia 12 do eorrente, no convento
de Santo Antonio dcsta eidade, qne ficarao sum-
mamentc gratos.
......
Schaslii da Iloclia (innliniile
Wanderley
Francisco a lio ha A^cioly Waiiderley e Fran-
cisco Jos Jay*i pessoas que se dignaram assistir a> enterro de
teii presado irmo e amigo, SeheetiaV da Rocha
Cava.cante Wanderley ; e do novo convidara a
tonos os teus amigos para ouvirem a mi.-sa de s-
timo oa'a por alma do nvsmo, na segunda-Psir a
12 do corrate, s 8 horas da manh, na matriz
do Corpo Santo ; pelo que antecipara seus a^ra-
deeimentss.
TELEGRAMMA
ftoMo uk fen ta fmiwM
DA 2.a SERIE DA 2.a LOTERA DO CEAR
EXTRAH1DA EM 10 DE ABRIL DE 1886
M 1IIIOS
imi:iiios
27629 200:000$
Kt'MEBO
PREMIOS
14152
9414
30:000$
20:000$
1063
20661
10:000$
4:000$
GU19
14937
2.1
29367
36222
1.
un
37578
1341 12963 26457 33(531
3042 18290 27166 35411
7293 21412 27431 36101
9837 22007 29826 37360
10008 24710 30042 38271
PPROXIHAQDES
21628-2:000$ 14151-1:000$ 9413-500$ 1069-200$
21630-2:000$ 14153-1:000$ 9415-500$ 1064-200$
&
a .v *f r
foo Francisco Fcrreirafnnior
Itfuia Amalia do Loareiro Ferreira manda ce
lebrar mifsas a 12 do eorrente, primeiro aniver-
sario do fallccimento de seu marido Joo Fr.inc co
Ferreira Jnior, e roja se scus parentes e am-
gosTpie se d^nem de assistir a esse acto, quo ter
lug*r na matriz de Santo Anutonio s
manha. ________ __________
mmmmmammmmm
horas da
,
O tenente Joaquim Candido de Oliveira Mar-
ques mutto agradece aos seus camaradna do ar-
ma o todas as mais pessoaa que fizeram o gran-
de -avor de acompanhar os reatos mortuea de aua
preaada eapusa, D. Carolina Autort de Medeims
Marques, 911 ultima morada ; e de novo i
aos u e moa senhor-s o favor e caridade de assis-
tiren a missa de stimo da, quo ser celebrara
nj dia 13 lo eorrente, na capelU da enf rmar a
militar, a 7 1/2 huras da inanba.________________
Os nmeros de 27601 a 27700 excepto o da sorte grande, esto
os com 200$.
Os nmeros de 14101 a H200 excepto o pernio de 30:000S
sido premiados com 100$.
Os nmeros de 9401 a 9500 excepto o premio de 2M##t
estao premiados com 00$.
Os nnmeros de I 01 a 1100 excepto o premio de 10,(
esto premiados com 10;$
Todos os nmeros que terminaren] em 029 estao premeados com
S00$000 por serem igoa.es aos tres ltimos algarismos do primeiro
premio
Todas as centenas cujos dois aigarismos terminaren, em 29 este
premeados com 100$ inculsive o da sorte grande.
Todos os nmeros que terminarem em-9 e -estio premiados
com 20$000.
A lotera seguinte se extrahir Sabbado 17 do corrate.
Bilhets avnela ni Cazada Fortuna, ra Primeiro do Marco n. 23, e cazas do cos-
turo <
I mam l

'%






6
sr
wmmm
Diario ?e PemambiiniDomingo 11 de Abril de 1886
ip .i .. iw .wjp
p*"1
Alnga-se barato
O 1-* Mullir da travesea do Campello n t.
i casa da na ao Viacoode de (royanna n. 79
A eaaa terrea do becoo do Tambi u. 21.
4 tratar no Largo do Corpo Santo n. J9,1* an-
dar.
Aluga-s
o } e 3' sedar do sobrado ra do Brom n. 62:
a tratar no mesmo, padaria.
Aloga-se
Sor barato prcco a cas* da ra Imperial o. 286,
e um andar e loja, com frente de azulejo, tem
bons commodos, agua encanada, e omito fresca ;
a tratar na ra do Crespo n. 18, luja.
Ama
Precisa-se de runa perfeit i engcmmadeira : na
do Kiaehuello n. 57, poitao de ferro.
Ama
Preciaa-se de urna ama para tratar do tervlco
de casa do familia ; a tratar na roa do Barilo da
Yictcna n. 7, 2- andar.
Ania paracozinhar
Na ra do Bem-fica
sitio que fica em fren-
te da entrada dos Re-
medios, se precisa de
umr inulher forra ou
escrava para ama de
cozinha.
Ama
Na ra da Aur ma que lave e cosiohe.
i
n\.
%
Preeisasse de urna ama para cuidar de urna
orianea : na ra de Mrquez do IK'ivai n. 28.
Ama
Precisa-se de urna ama para engomiuar
e Outros servicos domsticos : no o* andar
o predio n. 42 da ra Duque de Caxias.
por cima da typrgrnphia do Diario.
Prenaragao de Productos Vegetaes
xtin?Io'das caspas
e outras Molestias Capillares.
JVIARTINS BASTOS
Casa
Aluga-s o and: r superior da casa n9. 90 e 92
ra da Pa ma, tem bons ciunmodos para tamilia ;
trillar na ra Duque de Caxias n. 47.
Chnelo turco
i'.ja de CBlcaifos eMrangciroa
DE
Thotnaz de Carvalho k C.
Este grande estabule ment acaba de reeeber
pelos duus ltimos vapores da Europa Oralor e
Ville de Ptrnambuco um importante sortimento do
que ba de magnifico em calcados para seuhoras,
homens e meninos, nao s pelo modernismo e ele-
gancia das formas, como pela exeellencia do ma
terial, perfeicao e solidez do trabalbo.
Consejos de que sahirao plenamente satisfeitos
pedimos s Exmas. familia?, aos ilustres e respei-
taveis corpos acadmico e commercial, e a dit::'.c-
ta ctasse artis ica, a lion-a de tuna visita ao nosso
estabelecime ito. As venias sao teitai a precos
os mais "azoaves.
la do Baroda Victoria n O
Fetor
Precisa-se de um da ilha de S. Miguel que
saiba lavrar trra com arado ao systema de l ;
paca se bi id, d.indo se casa para motar cr.m com-
; modidade para familia se a ti ver. A tratar no
Largo de S. Jee n. 28.
Massa fallida de Joaqun. Montei-
Precisa-se de un a ama de meia idade, para Id Ll IIA
eoeinbar e lavar ; na ra Duque de Caxias nu- Diego Augusto dos Res, arrematante das di-
nero 2. vidas pert mentes a esta masan, pede a seus de-
i vedi res o favor de virem saldar seus dbitos at
\!l!i o ,fim docoirentc mez, evitando saaiin que s> ja
: toreado a preceder esta ci branca judicialmente.
Precisa-se de urna ama que saiba biin co inhar i Outrosim, neeta data tem deliberad) que seu se
e engomo ar e mais servicos ; na ra do Visconde j cioCaetano de Almeida Campos va ao interior
Ama
de Pelotas n 15.
Ama c criado
No largo do Corpo San'o n. 19, 2 andar, pre-
cisa-se de um ama ba cosinheira para pequea
familia e um criado.
Quero tero?
tratar deste negocio com alguus dos devedores
da rele ida massa.
Recife, 8 de Abril Diego Augusto dos Ri is.
Attenco
O puro vinho verde a o saberos o cha preto pon
ta branca, osieeinlidades sem competencia nes'e
mercado, rec. bidos pelo nltinv vapor, encontra se
venda em casa de Paul Jos Al vea & C
Oure e prata : rompa se ouro, prata e
pedras preciosa, por maior proco que em outia .
a.qner parte ;no 1- and-m. 22 I,ua larga do f0 KllU 110 BlflO da >ldOrUI"hO
Rosario, antiga dos Quarteis, das 10 boraa as 2 da
tarde, das meis.
ma seui ra He Mili
De conducta afiiancada, que nio tiver meioa de
vida, querendo fnzer cou>panb>a a 4 enancas, ters
casa, c< miua. alguma r- upa, etc. A casa Um
ariados para cosinhar e outros misteres, a ra da
Roda n. 54.
I

Leonor Porto
lina ilo Imperador a. 44 ,'
Primeiro andar 7 (
Contina a executar os mais difflceis '
figurinos recebidos de Londres, Paria,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Priesa i ni perfi icio de costura, em bre-
vidad-, iDudicidade em precos e fino
goato.
H
julios para assucar
NOTE BEM
A cai.na de assucar j corlada e preparada para
moer b 90 por eento de s. u pezo em suco.
As Oioeuds ordinariamente usadas aqui, nao
eiprimem mais do qoe 50 A 60 por cento por eoa-
seguinte se ver a grande perda ue os cultivado-
res ncorrero s< mente p*ir esta cau^-a.
Os tel bres ingenheircs Srs. Qi*rge Bucbanar
4 C. de L nnns, rccomuiendando hb Bas moen-
daa, gtfmtem que pr.dnzirao, << m boa canna cum-
mun de 70 80 p-ir cento di. aeu p. ao.
O material das suas machinas o mi-lhor, e de
excellt irte quolidade, a obra de mao acabada com
toda a perfeicao.
Danv-e o tusro d'uma ni' en ia qoe tem provado
muitc b m, Miidoconv- nitnte, c nomica e de fa-
oi) eMbca
Motada com machina a t-opor u't.ma t base de
/erro, ludo completo
Tamsnho ... A l) 6
Forfa de cavallo. 11 25 50
Peso de canil mui-
da, por bora qts. 90 200 400
Produzndo por Qia
da lo boras.-.**-
tiosr, qts. 65 110 160 i 210 290 a 400
reco.-l'osto!. bordo. 850 1,700 3,260
N. B. A f rea de cavalloaactuai o dobro do
se indica xciuia.
. ara ntros lasnsatbi s, c->mo pra moendas e
macb'ui-uiii coabpletos para ei.geiiho eeatraea, in-
cluindo tri'hos portareis de system :.p> rfeicoatHi
dirijam-si m IIhium. & c.
N. 5 RA DO COALMER: 10
Pao (I A Um
O novo promotor de Fo il'Alho. Dr. Francisco
Xavier l'aes Brrefo, p-1 8exta vez rogado a
vir ra do Mrquez de Olinda n. 50, dar cum-
primento %o que au ignora.
GMULSnO
SCOTT
PE OLEO PURO DE
Fiando de ''>acalho
COM
llypophosphilos de e:il e soda
%pprova gieae e anlori..ada pelo
governo
E' o mthi r reno dio at li je descobe~f.o piira a
liMlea iiroiK'iiiifs. <-<; ophiilaN, ra-
i'hiiiM. niM'iiiiii. -:> i<- inu-i'rai,
deDuin, ume < ih.i.mn e alT<-cr*eM
ii<> pello i' da {arcanla.
E* milito 8'p'ri<>r ao oh o simples de figado dr
bac llio, p<>rque, alm de ter en iro e sab r agra-
daeis, possue teclas as virtodes medieinHes e nu-
tritivaa no oleo, :,lOm rtas propriedades t nicas e
rec nstituint> s dos hjrpoi'h< spbitos. A' venda us
drogaras e b*>tieas>
Dcpnpito em PernainbiiCo
Francisco DI; 23-RA MAQUhZ DE< LINDA 23
E j^oimiia
Precisase de um', na ni
c y INI ii 207.
> d' ;. c :
Ccsinffcekn
Pr.- cisa-se d.r urna boa cosinheira e que seja
asacad. :i tratar n roa de Payasada n i'.i
Pasaage:i d:i Vagiial>'iiM.
Vinlio k S. Miguel
CIIEOI
Nova remesaa. rraden Aoiard Primo & V ra
Larga do Ros*ri e Borgr a rata do Am
ri' VXJli I. BARATO
Viagiis (io ce, i
D-'Oliiidi parte todos os auhbadoo, :'.n 4 h ra-
da tarde, par ItamW p i tgaati r- i G y.ima.
urna diligencia; iiassageo* a tratsr na ra I
Matea n 1, n i Keeif-. V s-geaa avolsas en qoal
quer dia, e para (jll-lqoer parle a trrrt.i ii ii;
logar.
Cisi na (/apunta
Qoengas nervosas \
l
RADICALMENTE CURADAS COM 0
BROlul)
3C.A.ROFE SEDATIVO
de Cascas de Laranjas amargas
com BROUlUF-STOde POTA3EO
APPROVADO l'KI.A JDNTA DE HYQIENE DO BBAZIL.

O
BromnreJo de Potassio de
Lswose, como todos os protl netos
feilos n este estabeleeimeiito, de
urna pureza absoluta, condico indis-
pensavel para que >-e obteuua efleilos
edatiToe e anodynos sobre o -y-
tema nervoso.
Dissolvido no Xarope Laroze de
Cascas de laranjas amargas, este Lro-
murek) umversalmente etnpregado
e exclusivamentereceitado pelos mais
celebres mdicos de todas as facul-
dades para combate! com certeza :
as affeccSes nervosas do ooracSo,
da vas digestivas a i espiratorias,
as nevralgias, a epilepsia, o hyste-
rico, a danca de 8. Guy, a insomnia
dascriancus durante a denticSo, em
urna palavra, todas as ailccQdes
nervos..s.
No mesmo deposito acna-se a venaa os seguintes Productos de J.-P. LAROZE
LAROZE.o!^uTNICO, &NTI-NERV0S0
as Gastritis, Gastralgias, Dycpepsia. Doro*.; e Caimbias de estomago.
C nlri
XAROPE DEPURATIVO' ^-e- ^lODURETO DE POTASSIO
Cootra as Afe^coe esci'of\ilosjB. cancerosas. Tumores brancoe. Acides de eangue,
Accdentes uyphiliticos secundarios e terciarios.
XAROPE FERRUGINOSO ^r;^^
PROTOIODURETOoeFERRO
BaoXn a Anemia. Chloro-Anenna. Cores paludas. Flores brancas, Rachltlsmo.
gtpozito m todas as toas glosarios i Bmzil
m> Pars, J.-P. LAROZE e C. Pttarmacruticos. <
^ 2, KU DFS IIONSSAINT-PAUL, ^
I
SOLUCO COIRRE
Exigir o silh
Franoti.
Exigir o sello
Fnneu.
ao chuorAydro-phosphato de cal
*&?? IKTTf^?? ronsUtulntes adoptado por todos oa Medlcoa da Europa na
Froguex* geral, anemta, CMorosu, Tutea, Cachexia, BS'rofUItu, RackitUmo Dmeos
Oos ossos, Crescmentodirfictl Has enancas, Pastio. jyipe'sias. *""""> meneas
Faru, COIRR7!, r*,JJ, nu it Ckereba-Sidi. DasMitN ut iriDeistes Phanaaalai.
#\^%.
GRAGEAS
de Copahlba, Cubeba
Katanhia e Ferro. Bismutho |
ileatrio. Terebenthina, l'
fORT
INJECCO
Hyglenlca e Frescrvadora
sem causar
accidente algum.
As GRAGEAS FORTN, forKo as primeiras que ohtiveram a apprvvacao da Acodemii
de medicina (i3"l e que adii;!aram-*e nos BoSBttMS. Curam as molestias secretas,
mais rebeldes sem fatigar os estmagos mais delicado^.
A 1NJECCAO F 7 *i'i Des-'taa em J**r"r?:n6rro FRAN" M -la SrLVA O, e na principan Pnarraacus.
I*!_iS-#.a#'ia%a\tm -. .- \,9dkT*k+'^.:-^i1t*^-av^^^jBmiat*>e%f-*M
fUNDAHERNIARIA ELECTRO-MEDICAL
INVENCAO COM PRIVILEGIO POR IS NNOS
Dos InsVis MABIE, mdicos ienatena para curar railicilmcnie aa Hernias, mais ou menos carac-
tmdo. Ate agora aa ondas-herniaria- teem sido apenas um simple mcio par conler as hernias. Ot
lanos MAR1E, resolverlo o problema de conter e curar por nvin .la FnnAoJierninna -Icclm-medxcal
%ae coolrahe o ervos, forlilca-os sem abalo nem riftre t | aran; a nin radical em mum lempo.
^__PABIS, PHOSPHATO de CAL GELATINOSO
de E. LEROY, PUarmaceotico de 1" Classe, 2, roa Daonon, PARS
OSTKOUENE9 -pr: e ati-TelMaiiato i a Deaileie sai Crlaicas. ceatn Baehltisao a a Holutla i
o Snr. Prolmcf Bochut. M.dco oo Hojpn.l iu Cnin;j. (inllij HiDHau. 1S ,Tf VINHO PHOSPHATADO CE LH3? \*Sl*S'G&i
atoma, Consi'mpco, Bronchite chron:cs,Tislca, Fraqueza or._anica. Convalescencis .fC: .
a>t%#li1s^^
VINO MASIANS
^^^^ DE COCA DO PER
O VTIVHO marmni que fofexperimentido nos hospltacs de Parlz
e prcscrlpto (ti.ii lamente com xito para comlialer a Anemia. Ctalorose'
Sli^estSes ma. Molestias das vias respiratorias e Enfraauecl-
_ respiratorias c Enfraquecl-
ment do orsao vocal.
O Medios reconunen-iam-no Ot Petrois /rocas e drlica-las, exhaustas pelo molestia
aos VcAO' e Crin,- ts.
V o Reparador das Perturbares dlaestlva
o PORTIPICANTB por EXCECLENOIA
O VINHO MARIANI 8K RSCONTn FM CASA ni
Sar. MAWAH, Pb~Parla, 4t,laaanari a mo:.; New-Tork,i, fast,II* Street
Km Pernambuco : Francisco BX. da silva x c .
Cuidado rom ~g Faisiii."' Le
AGUA de MELISSA1
dos Carmel i tai
BO
pars, 14,
[Contra Apoplexla, o Cholera, o En*o do mar,
| gost>so. i Febr amarella. te. ter i nweseto no quI vai nro:>i-lo cad ridro.
tx ve-se exigir o li.'trelro biai.oo e preto. aun *> .oa oa viilroe,
seja qual furo tamanno, r mo ta:;i: un a asipnara 3 :
neposi'os e:n torl.is a.. Plvimiaclaa las Americas.
m
tnioo Succeseor dos Carmelitas
Ra de l'Abbaye, 14. PARS
Flatos, as Cclicas. Indi- ^*~\ -O
/t
epos
DAY& MARTIN
Forntcsdorts de Sua Majestsde s Ralnhr da Inglaterra,
do Ezercito e da Harinea britamlca.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
CRAIXAemPAs,AUNCTUOSA
OLEO para AEJiEIOS
EtiWooqoerecesjarlo paras mino sucio do coito
sos todas as formas.
DEPOSITO GERAI. EM LOI IOBES:
97, illglt BJatsWa, 97
enaauco : TRkUC" H. Di SETA tf.
*****,*,+*
Aljenfiio
Preara e MU to>lo g ato e sjt?r/ei(So vestidus
para ei.lid as, m h vn" patra essaniraiof e bap-
tisadop, jtsbiin eomo pari meninos at t anuos, por
preci a ci 11,11. do : na ra A'iguet" 11. 190.
"r
Ali.tra so um 1 c n
do jardioi ei'io, tnaiat
1 ;n i s o 42
iccotm
aa iiih das
. ten-
Pil-nSIlilri-
Reeebemos
SL
r yw)>>res pnrfl
meiiims aprenderem a andar, a;aiui eomo, di ver
sea obras de Vime.
Cadeiras
BtMaa d" rliverst.s Uinrmhos para con pras
Balai 8 pm :i |> p I.
Asanfuti -
Condecs.
R' npeiros.
Serneirtea de h.rtHli^Ma e florea, amores perfei-
fc>8 e diversas ijn .iidrie-.
V'-io taubem o imperial bacalho de Noruega,
peanndo eada um 6 libras: em casa de Pecas
Mend.s&C.
A ma mi\fa particu-
lar
Francisca Marrim ni I. < ano iro participa ao.-
le tasaUM qu abrir ha no di a
I ~ ""''1. nt, 11 restimns ptretaai
j de diri^ir-e roa 0o V ronde de (i yanna b.
5(1, que ciif-iii er B" li^ c 111 s iitmi,a
..TA.t/tasiNastoj.-.s.
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ESTES ARTIGOS ACHAM-SE NA FABRICA
pars 13, roe d'Enghien, 13 pars;
Depsitos en todas as Pniumaria, Pharmacias
e Cabejli'ivii'os da America.
IMIMMIIMMHIMMIIBB]
*/_3rOjno O v"tc
.
Precif-ee ue um a ix< i
do I',.raizo d. 18.
a 'r ar no pateo
Sitio
PreeJee-se alo^sir un 'o qui t para plaiiinv<>e'' e espira, ei ete^ qm
J?na estrtita do Rosario n, 9, junto a iqreja J'" "^V d
m j i x soargess das eatrs I i
qu m ivii li; ;e carta c ui
o boiidu
B C, lll'-ta
'HDJis a fmmi
de toaUOCTO ae FEM e de QUIWii I
IBIr-' TA aNNOSfab'XLiEillloieoilem.'P't id*
tkHfllracls ii eaavanava il'estasPIlulas,qoe t^.r a
'o,ioi as 'UmrntO precit, para J ~-jenr~*lo i CHfbf.
Pfclfc. siuis propnodfcdes lunica a twjiuratUtU,
O SODtTKETO H t'SU.' f M e o mitlcMiut?i 1/ aut* ->c iro cog:* aa
aTtVM eH U'afor-wo rJiloro$'- iMRila
Praa rt apocine
Carsa oEmpi6r-^m-no ato Zangue
tftltccoei sc-ofulotas, ef..
'' 9*asart*r-s-al : m G-3illa-it*-naa, rtBn
T I amjarssao : aTRArl- K. (a It-T O
^~s*i>4\*iri'e<- ^.'vn^'cr^iaaa'
0
ELIXIR VINOSO
Ftwspfratado
APERITIVO RESTAURADOR
'cult.invos o receham mil
res pojadas, e Ha que
morque em ambos os casos u:il
i ni c d forma^io da aiaiic^.
MBIat 22. ra Drouot, 23, PAKIS
E has SAnanu las
pcitoral"Cerej
r de Ayer Jq
(Aye-'s Cherry Pectoral)
\SntVA BrUNfBMITE,
CcuuEiucHt ouTo-sse Convulsiva
iisica Pulmonar.
-.ff!tllaclAia::.M.i,/B-.
FAZENDAS PRETAS
PE CHINCHAS
GORGURES-de serla pura a 2000, 2,5200 e 2,J500 o covudo !
GRANADINAS de seda a 400 ris o dito!
SETIM MACA'O a 1(5300, 1,5600 o 200 omaU largo que tem viudo !
MERINOS a 15000. l^^OO, 1.-5400! a de todas as cores para HuOOJI para
acabar.
VELLUDILHOS a 800, 900 e 1^000 lisos e bordados.
CREPsuperior a 1 -jOOO o covado I
SETINETA froiT-esa a 500 ris o dito!
MANTILIIAS e fichusgrandes a 4-).J00 e 5->000 !
Casemiras, pannos, cheviots, merinos, diago-
naes, etc., encommendas para lucio
EM 24 HORAS
IA A C R C 1 T A I \ C A A DE
mu 11
5JRa Duque de Caxias59

Chapees e chapeliiias
^5
V5
*"36 A 0PRUA DA INDLFNDENCIA.....36 A 01
I B. S. CARVALHO & C.
^2 Proprietarios deste bern conhecido r-stabelecimento partecipam
as Ex.as. familias e ao publico eiti geral, que roensalmente recebera
d: s principaes cas^s eru Paris e ^lanchester o que de rneliior c de
39
irs
a
^2
CsS*
>2
c&
2

zsn
apura o goafl ha e>ti ebap linas e chapeos p,ira sentldras e trf-ninrs
e das priti'-iras fabricas de H^ruburgo o que ha de n.elhor em cha-
peos para huinens e cxitVBAjM, e rauitus oulr:s artigos ton ementes
chapclaria.
Flri-s artificiaos para, ornamento de salas. ^^^
Ao n. 17
siempre novi .fados
illlgliel nillff barato W.i ;.-3e na ma de Hurtas n 17, manviga
Cim casa para ramilla (na .arz-a) e tem 4 if.g'eza superior, esn lataa de urna libra, a lfU09
salag, 4 quartos e coBinha, militas frm teiri.s dan- a lata,
do fruoto, junto excellente b< bo do Capibaribe, e
perro d tresa : a tratnr na r a de Santa Thereza
n 38, e na Varzea eom o Sr. Esttvo Jos Si-
indee, contr.mti' o dito sitio.
Convite
Atttitc^o
Pede-se aos Srs. .Man ni L'ipes de Carvalho Ra-
mes e .1 .-- JnH'prm de Miran la i vir m na tra-
veas do Qu> imad i n. ". n ci ihotel).
Aliifr se o aubnidiulio da ra di- Fogo n. 45,e o ;
de n. 26 ra modos pxra numerosi familia : i lratr na mes-
ui> ra u. 28.
Casa no campo
A'urna faiiii:ii I. nesta qoa p .r qulqurr oir-
cnmstanei.i precia m >rar fra se -Fercce urna ex-
CfllHQte casa em Csxa i_-i, imri morar por tres
mez'-a aein pagar aiogoel, .- pana botar s'-ntidt.
1121 l i"'llis")lt visto que a pasda qiirin perteace Tai a Eur-pa ;
ifirtl II1 \l 1 "j quem quizer inl rme se na ra do Crespo n. 36'
Aluga se a melhor cnsa de negof-io ra Impe- 'JH "e J0"1*-
rial n. !>4 antiga The uvjz Coimbra), c m commo- I
dos bastantes e urna boa artnaco pura qualquer
negocio : trata se na mesma ra n. 147, padaria. :
foMSias de junco
Vend- s mi-biliua de junco de encost com pa-
ba e sem palha, mais b- do que em i-utra
quxlqu r parte, assim c u n.esa elstica de 3 e 4
tahuas, guarda-vi stidi. uarda-louea, e i u'ras
pevaa avulsas : na ra eatn ita do S sario u 23.
i'or 221000
Aluga-s- :i easa n. 21 da rim de S Jio, cosa
bons commodos, bom quinta1, cacimba ; a tratar
ra ra Duque d. Caxias 11 85.
Oplintos engcnlios
o dia 16 do cor'ente rao i nraea p r (ri. nna.
iimidamento-a engenh 18 : Flor do Lima, Csxiu
_ Linda Fli.r e F'l r do Din c mt'e: me
illeiU'io
1.
o edit J d*
Quem tiver pn dios grandes, 1 m boas ras, nes
ta cidade, e queira peimutar, recebenrfo notade
em dinheiro i' outra un predios p quenos, edifica
ios tambem Beata cidade, i'ir'ji-se ra do Vi-
gario T( lorio n. 12, armazeir, t;ue ni-bar com
quem tratar.
Musir*, novas
Acabsm de ebeg r da provincia do f ara para o
est^belecmento de pian a e tnosietta de Vi-1 r
Prealla, i roa do Imperad r 11. 55, as tegii'nti s
noV'dadc;, que tornan se recommeadaTeis pelos
seus sature* : j
Hilariande, galope, por H. E. Gi rjao, 20C0.
Id< m a quutro mS-is, idrm dem, 3$.
A Viuvinha, rumiinee pa'a canto, id. n, 2.
Urna Lembianvii, idem dem, 2d.
O Disejo. id' m id A Ans ncia, idem iilem, 2000.
A Partida canzonne para cauto, idem, 2i.
La Partenja, bacarola para canto, por V. Kuia,
?iOK
La Nann, duo pnra mtsso siprano e contralto,
para cunto, per H. E. Guijao, 2_.
A Vals, pnesia para CaBtO, dem, 35.
Penss, meludia, por V. Kuia, 2 Marcha Triumnhal, mucha, idem, 2.
Idalia, ph .utas a brilhante p.jr Eurico Ber-
nardi, 2*OK).
. dem, rcmniscei.eia, idem, 34.
Lea Hemmes de Claco, valsa, por M. J. Mon-
teiro Praca, 2|.
A Alvorada. valsa carnctcristica, por Eurico
Bernardi, 2(K 0.
A Estrada de Ferro de Brsgsr.cn, galope, idem,
Saudade, valsi, por Fernsndrs A. da Silva.
2#-000.
Ricordarza, mazurka, por V. Ruiz, 2.
juiz de ornl oa do G->melh. ira. "erras muito boas,
ptimos n t .- K, _randea e sendo mdico, tuda
rre para que nao percam a oecasiao aquelles
que quer. m adquirir um b.ui eng-nho.
VENDi
Vende se um importante sitio de coqueiro
com oa casa de vi- anda, armazi m para episito
de cocos e estrib ra, do lucat da pria do Jang,
da comarca de Oliuda : a tratar na ra ,'0 Sl
nomero 21.
Vende-se ma cabra de ucellc.te qu lida-
de. que cria menina r-o peito, e qusnda oure a
enanca chorar corre a balaiiCJir o berec c-m a ca-
bic., e.-perando que v.-nliam tirar a crianca pnra
botar-lhe no peito, d dua- garrafas de exe I .-ata
leitc, estii pr.stes a p.rir. Vende-se tan,!, ni um
csrneiru grande pr.prio para trabalhar p r ser
muit. in.-ins-ic carregn ui'.iri) pesa, ,.11 para sella
de enanca, p'r estar aff t. a isso, est muite
gordo ; a tratar na Magdalna sitio n. 8.
Vndese orna ara can env.Timada c en-
vidraeada, propria pura ciiia quer negocio ; a tra-
tar a ma do Lnrrament n
Vende-se
tima arm cao e um balco de amarello, ,-ropria
para qualquer neeocio, assim cmno um terno de
pesos de lato, d dous kijos a' dez grammar,
proirio para b. tiea : i tratar na praca de Ped
II D. 4, li ja.
Barra da Jangada
Vende-ge urna casa de fijlo, cum mnitos cem-
inodos. tem ei.cheira ao lado, bota 1 s fundos para o
rio Pirangy, sita ra do Cmme.rcio n. 38 : a
j tratar com Lopes Alheiro & C, ra larga de
i Rosario u. 21.
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a
J
1 llEBlVtl 1
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+m *
Diario de PernaiubucoDomingo II de Abril de ISS6
Confeflerap o Me
Em vista dos granr'es proeri'ssos da idea de qa
se gloriam as cacees civilisadas, o commercio
evf acompanhar ease projresso, visto que elle
o mas poderoso elemento do engrandecimento dae
naees ; em /isti dn que annurjciam
MART NS CAP1TAO & C.
1 Ra estreita do Rosario 1
Grande s >rtimento de gneros alimenticias, es -
colha dos quaes, os annuooiantes teem aempre
maior cuidado, para bem servir os eus numerosos
fregueses. Lem bramos, pois, o proverbio :
Qucm nao experimenta, nao sabe.
Venli .m ver, pois :
Queijos, flamengo e de Minas.
Fiambres inglexes.
Chocolate francs Menier.
Dito do MaranhSo.
Frnctos seceos, como :
Passas, ameudoaa, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doce de todas as qualidades.
Bolachnha inglesa.
MMita novas de hortalizas.
Especialidade em
Vinhos finos do Porto, Madeira e Shry.
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Vermouih, etc.
Licores de todas as qualidades.
Chi.mp.pne.
Oervej- de diversas marcas.
Bem : i r- iii! :
Araruta fina em pacotes.
Cha verde e preto.
Dito penla.
Eepecialissimo matte de Paran, em p
Aind ina's :
Ovas de peixe.
Sardinbas de, Lisboa em Salmoura.
Vendem Mar tina Capitaj &
Rosario n. 1.
AOS AGRICULTORES
For.nicida capnema (verdadeim) para extinc-
c3o completa da lvruiiga saura. Vendem Martinc
Capito & C, raa estreita do Rotan:
WHISKY
ROYAL BLEND marca ViADO
Sste excellente Whisky Escessc preleriv.
ao cognac ou agurdente de canoa, para fortifica
o <<>rpo.
Veude-se a retalbo non w Inores armasen*
t< Ihadoa.
>ede ROYAL BLEND marca VIADOcujow-
m< e emblema sao registrados para todo o Braii
BROWNS C, agentes
Engcnho Recanto
rimla em conserva
Vende se ou arrendaas o encuno Recanto, si- Vende-a* benitos frasquinhos com pimenta em
tuad no termo de Serinhaem, moente corrente ons rva, preparada na Europa, e qne fax um
d agua, com boas trras, ote. r tratar com Ma- nibo mnito saboroso, pelo barato presa de 160
noel Ferreira Bartholo, ra do Bom Jess n. 6. cada um, isto para acabar, por ba-ver grande
___________. porefto : no largo de 8. Pedro n. 4.
Vapo es para Enrahos Pinho eriga
Vende-ge em cata ae Matneus Austin & C,.
ra do Commercio n. 18, 1 andar, da melnor
qualidade e diversas dimensoes.
Cabriolel
Ve idese por baratissimo preso e em muito bom
estado um cabnolet de dous assentos, quatro ro
daa e arreioa para um cavallo ; a tratar na co-
Vndese um ero perfeito estado e por preco cheira do Candido, rua daRida.
roiomodo; a tratar na ra Duque de Caxias n. 47. ---------------------------------------------- ------------
Taverna
Cabriolet
Vende-Be a taverna sita ra de Lomas Va
lentinns (antiga ra de Aguas-Verdes) n 17, com
muitos commodis, e o motivo da venda por
doenca.
Vende-se um vapor de forca de 4 caval-
los, com moendas apropriadas, aisim como
um outro menor que faz trabalhar urna
serra circular e um pulverisador de assu
car.
lem pouco uso, e acha-se tudo em per-
feito estado.
Para informajoes Mrquez de Olinda,
38, loja.
Casa na Varzea
Vende-se a taverna da ra do Sol n. 17, na
Varzea, com pequeo capital, tendo casa aoj (
para f .milia, tendo esta caaa a yantagem de fieaf
frouteira estacao da ferro via, que deve fiear
prompta at 3 de Outubro deste anno. O nego-
cio vantjnso, e es pretendentes podem dirigir
se ao local da taverna, na Varzea.
Fructas maduras
Vende so diariamente especiaes laranjaa para
mesa, mangabas, rapetas, e outras militas : no
largo de 8. Pedro n. 4.
Buhar
Vende-so um bilhar cm perfeito estado : a tra-
tar no armazcm de movis a ra do Imperador
numero 49.
ra estreita d >
ii 1.
LIQUIOKJO DE CHAPEOS PAR
OTUUfiD 0
Vende se pelos seguintes pre
Vos de i ."* o al 000O,
rua do Crespo n. 13 Madama
Mequelina._____________________
Miii'iezasharaias
Loja C aniacau
Rua Diiij/n- de Caxiae n. 66
Cia;names a atfencS i das Exmas. familias para
este estabeleeimento, que estam-is veudendo mui-
to barato todos os artigos de miuezas, c temos
um bom sortimento
rranjt com vidnlho, la.-ga, a 800 rs., 1*000 e
1*200.
Galio com dem idem, a 1*400, JOO, 2*000 e
2*500.
Luvas pretas de soda, a 6C0 rs.. 800 e 2*000
0 par.
Loques finos pretose de cores, 8J e 10*.
Ditos a 5*, 5*500, 6* e 7*.
Ditos hespanhola. de custo do i*500 800 e
1J000.
Bicos fin com vidrilbes e baratos.
Espartilhos finos pxra senhoraa e m minas.
Bordados finos, que estamos vendando barato.
Perfumaras finas e sabmetes finos a IDO e
200 rs.
Barra de sabonete fino, de custo de 1*000
eOO rs.
Brinquedo9 para crianfa.
Lensos linos e meias finas para sunhores e se-
nhoraa.
S se vendo para poder crer estes presos.
\ loja Cantaran
Rua Duque de Caxias numero 66.
L____:VU 'iiivLfiti
C) 4S da rua Duque de Caxias est vendendo
faz.'ndis por menos 25 */o de 8eu valor.
Ver para acreditar
tetius macaos de 1*400 por 800 rie o covado.
Merinos Dretos de i*, 1*200, 1*400, 1*6C0
1*800 e 2* o covado.
f etineta preta a 500 e 600 ris o covado.
Dirs de cores a 400 rs. o covado.
Fus toes brancos e'de co es a 400 e500 rs. o
covado.
Sedas de listras de cores de 2* por 1* o co-
vaco.
Merm de boltnhaa a 90") rs o covado.
Ma-ipisas fi tas de corea a 240 rs. o covado.
I tonil:i aberta da China a 240 ris o covado.
Linho8 eseossezes de tod Chitas finas a 200, 240, 280, 320, 360 c 400
rs. d covado.
Manteletas de seda le 16* por 7*.
Pichus a 2|, 4* e 6*.
Bramante de tres larguras a 900 ris a vara.
Dito de. quatro largura? a 1*200 a vam.
Atoalaado de linho bordado a 2* a vara.
(,'ollarinhos e punh< s para senhora, modernos, a
2*1100.
Itrim pardo liso de 300. 400 e 500 rs. o covado
libas velpudas a 4 e 6J a duzia.
Dita!, alcochoadas de 20*. por 124 a duzia
'Jobertas forradas a2*80() urna.
Lene is de bramante 1 *8(l0.
('amisas para senhora a 2*5(10 urna.
('asacos de laia bordados, modernos, 1?*.
Da na.eo He algodao de cores, largura de quatro
palmos a 500 rs. o covado.
Camisas bordadas e de linho a 30*000 a duzia.
Madapolo casca de ovo e pelle de mro a 6*500.
Fnxovaes.para baptsaio, novidade, 9J.
Timoes para menino, bol dados, 4*.
Chapeos de sol de seda para senhora, de 16*
por 8*000.
Meias para homem e senhora, de 3*, 4*, 5* e
6* XX). 4
Redes bamburgaezas. 10J.
Colchas a 1*800, 5*, 6* e 7*.
Verbutinas de todas as cores a 1* o covado.
Cortes de casineta 1*, e lgbOO.
Ditos de casimira a 3 1, 5, 6 e 7*.
'.je nsos abatnhados com barra a 1 *200.
Camisas da ir.eii a 800, 1*, 1*500 e 2*
Oasemira de cores de duas larguras a 2*.
C rtes de casemira para vestido de senhora, de
40* por 20*. baratissimo.
Zefiros lisos a 120 rs. o covado.
Cambraia preta para forro a lJ200a pesa.
A
DAS
CORRE M DA il DE ABRIL
!
O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te lotera est haBilitado a tirar 10:006$>000
Os )ilhetes acham-se a' venda na Casa Feliz,
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 13 de Abril de 1886, sem alta.
praca
da
i,
Ll IST A G ER AL N B. O premio prescrever 41 r.
m 1 ^sW um anno depois da nxtrac^So.
DOS PREMIOS DA / PARTE DAS % LOTERLAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 1842 EM BENEFICIO DA IGREIJA DE MARICOTA EXTRAHIDA EM 10 BE ABRIL DE 1886.
WS. PREMS. NS. PREMS. S. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS.] NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREM: NS. PREMS.
2 46 260 44 410 i l 616 i 859 44 1081 4 1360 86 1662 44 1926 44 2158 44 2408 44 2604 44 2*28 44 3110 46 3362 46 3619 46 3806 46
7 63 13 - 20 U 62 83 67 44 6o 33 --- 60 9 10 29 - 18 64 23 - 15
11 64 __ 15 S 16 25 63 88 70 84 67 u 64 13 14 32 - 27 74 32 - 16 _
13 S( 65 16 16 30 64 - 95 79 44 70 35 84 14 15 43 30 86 80 33 - 19 too*
14 44 66 I> 20 - 33 68 99 84 81 72 - 45 85 23 17 ~ 59 - 38 44 82 36 27 44
1G 67 u 23 - 43 69 1106 44 94 77 - 50 --- 93 28 20 63 41 86 40 16 30
25 _ 68 27 - 46 MM 76 13 98 83 66 94 29 25 - 65 - 42 *4 91 - 43 44 32
28 i, 69 _ 28 - 58 m^ 79 18 1402 93 69 ^" 96 30 29 - 75 - 51 44 96 46 34
30 _*.- 70 _ 31 - 60 . 81 32 7 97 70 " 98 40 l 35 80 58 3400 49 41
32 _. 71 rigas 36 - 70 ^Km 90 06 37 15 1700 l.ooo i 74 i ;i 2205 42 44 43 83 - 68 9 50 42
36 _^ 75 ^M 37 - 71 _ 94 44 47 19 4 44 85 44 6 47 45 87 - 69 13 52 44 _
38 ^a 85 aM. 38 - 80 mm 97 54 22 5 90 23 50 46 - 88 36 70 21 53 _ 45
48 ... 86 __ 42 - 84 __ 99 __ 67 32 19 - 91 32 54 51 - 92 44 74 - 26 56 49
57 S*$ 89 _ 51 - 85 --- 908 68 33 20 - 96 ^m* 38 57 52 - 94 76 33 59 ^ 52
68 4 91 H 54 - 93 _ 9 mm 79 37 21 98 mmm 39 86 65 59 l6 2911 - 87 35 62 _ 54
70 ^. 93 *6 55 - 703 MM 13 M 95 f :ooo,% 38 31 99 42 44 76 79 46 15 91 37 64 _ 56 3*4 46
72 ^ 94 46 64 6 _ 21 96 44 53 33 2022 45 80 94 - 17 34 95 38 68 86 57
82 mmr 95 mm 66 - 13 _ 26 1200 58 35 23 52 - 90 97 23 44 98 84 43 69 46 60
93 __ 96 74 - 16 m- 43 12 76 a4 39 24 67 91 i4 99 43 99 U 47 70 62
96 __ 301 78 - 21 44 13 78 44 44 28 69 92 44 2705 t*6 44 3224 54 -- 73 - 63 .
101 __ 4 79 - 25 mm 46 20 79 46 1; 33 76 94 6 46 49 27 mm 68 75 - 69 71
5 7 --- 84 - 29 54 22 81 55 44 34 77 95 _ 8 56 IW 30 _ 79 76 8*4
12 _ 20 -- 87 __ 31 58 43 86 56 84 40 81 2504 ^_ 9 86 57 4 31 _ 80 77 44 77
14 17 21 27 92 96 - 33 _. 35 59 62 - 52 55 88 89 mmmmm, 58 44 60 86 48 50 82 87 86 14 8 11 10 46 13 - 61 -62 - 32 37 85 86 I 88 89 80 93 95
32 __ 28 97 _ 36 63 56 91 --- 61 44 52 ~ 88 44 13 , 15 71 40 92 95
35 __ 29 504 .. 37 74 _ 68 94 84 64 55 "~ 2317 ^"~ 18 24 - 75 43 93 3702 97
41 _ 34 --- 6 .. 41 - 77 ^^ 69 95 44 70 70 19 22 26 28 35 """ 21 26 78 52 94 4 86 98
49 35 10 _ 59 80 *_ 85 96 73 71 '*' ^" "~ 23 29 84 - 53 95 16 44 3901
50 __ 40 12 ._ 61 85 ^_ 86 1503. 82 - 80 31 30 8*6 87 54 97 ,20 5
&3 _^ 45 17 69 97 t^m 92 36 93 84 - ' 32 35 *4 89 g 56 84 3504 29 - 12
5ft ^^m 47 21 .. 81 84 99 _ 1303 37 86 94 86 33 36 44 91 "44 65 46 13 37 - 15 IKmm
60 53 25 - 83 44 1005 _ 5 50 44 96 93 84 37 34 37 3000 - 80 19 41 19 mmmm
63 54 36 - 34 8 8 52 1800 - 98 44 38 - 35 38 25 - 82 24 - 48 _ 27
74 ^^^ 57 37 _ 86 9 --- 18 58 9 2101 40 - 39 40 27 - 83 26 49 - 28 .
92 H 61 38 ._ 91 11 --- 22 60 16 5 41 40 52 37 - 90 27 84 50 - 32 _
93 u 66 43 .- 94 19 24 64 19 196 6 45 41 58 40 - 93 28 44 51 - 39 _
94 73 _ 49 - 806 28 --- 25 72 _ 36 44 10 _ 47 42 - 59 47 95 41 loo6 52 40 _
213 _ 75 m+ 51 9 35 26 81 _ 39 13 52 84 47 63 - 48 96 50 U 54 43 _
14 ^^. 77 _ 64 1# H 16 38 29 83 50 18 58 44 54 16 66 49 3302 . 55 55 - 44
17 ^m 79 ^mf 68 *6 25 ^p 39 --- 33 84 57 86 30 60 59 44 70 - 50 13 - 56 58 49 -
1S a 82 MHM 69 - 26 _. 40 36 94 61 44 43 65 62 72 - 54 17- 75 69 - 50
24 M 88 ^^ 73 - 27 47 --- 37 96 65 45 77 65 79 - 55 18 77 74 - 53
26 t^m 89 83 - 28 _ 52 45 1600 67 - 48 80 76 4 81 H 66 . 32 87 78 67 ^"
30 i 93 91 - 41 mmmm 55 46 2 73 52 86 82 44 82 44 74 33 93 79 83
32 4 94 M, 97 - 42 56 --- 47 h 76 53 88 86 - 83 - 75 40 97 91 89
34 ^^ 99 600 - 50 l 61 --- 48 36 44 92 54 95 87 85 3100 44 99 93 92
35 _^ 400 _ 1 52 74 57 40 1910 55 98 2600 89 1 46 3601 96 93 .
41 -\ 1 ^^ 2 ~ 53 7 _ 58 57 12 56 2403 2 - 2816 -* 4 48 5 99 96
48 2 i 7 i - 5f 80 ^^ 59 *" 61 ^ 15 57 ^" 4 ^^ 3 24 - .'9 - 53 ~ 16 86 3804 . 97 \A
-ta


8
Diario de Pcrnambito-.'Domii% 4
SCIENCIAS
Mflaencla r propaga cao da hf-
drophmmia
E' tao terrivel nal a bjdrophobia que,
por niuitos annos, 08 jornaes, noticiando
caaos averiguados da enfermidade, regu-
larmente os mencionavam como se tratas
son de assassinatos, suicidios e tp.es ou-
tras tragedias. E', portante, impossivel
adesittir, como se tem insinsado, que a ho-
i^mt\z abundancia de notieias desse ca-
ra2r tenha surgido em razo da longa e
nropagada discussao das pesquisas de Fas
temr. A temida enfermidade tem-se raa-
ntasSida en tantas o tao distantes regioiS
qse mais parece urna epidemia.
Em vanos pases,na Russia, na Aus-
tria, na Suissa, na Frasca, das innme-
ras pessoas mordidas por caes damnados,
nsitas te u tido morte horrorosa : outras
matam a viagem a Paris, onde a han se
cu tratamento ; emquanto algumas, menos
i'eliaes, abandouam o lar para auceurabi-
rsaa em marcha. A Inglaterra nunca est
completamente sonta da molestia; a ulti-
ma recrudescencia, porm, fui descomrau-
nal. E Londres, que, com os condados
da Lascaste;- e da York, pela Ismoet,
LuA/ido o habitat da raiva, tm se dado
'ttSftas casos quo surgiu viva diseusso me-
dias-legal. Lamentase haver grande frou-
xidae as leis quo regulara o destino dos
cues Tacibundos, o ainda maior incuria em
reforjar a disposicies j existentes A
cada epidemia oorr-sponde ahrraa geral;
mas, passada a crise, tudo so quieta e
aastat so facilita o reapparecimento do
mal
Especialmente as i naneas, por su ta
mastho e forga, sito snjettaa ao ataque de
animaes daranaios. Alora a desigualdadc
da hita, maior o pango para a cranos]
nhaciaicnto da mais cues damnados e de
raiis pessoas- atacadas. E' j mui grande
a lista; c, si apenas einooenta por cento
do i mordidos propagassera a hy Iropl obia,
o loffrimento e a grande mortalidade se-
ria m de atemorisar.
33o j conheeidos muitos casos occorri-
do na parto occidental, principalmente em
Mi waukee (Wisuounaie), onde ba grande
terror pnico. Urna das victimas, ura tra-
balhador bohemio, mordido em fins de no-
veiobro, apresentou symptouias prenuncia-
doies de hydrophobia. Como fosse cor-
rerte a doutrina de que um banho turco
era excellente preventivo, submetteu-so elle
trova por algumas horas, e, s ultimas
noticias, tinha recuperado a sauda. Men-
cionamos esto fp.ito parque, sendo um ho-
mo in ignorante o nao conhecendo os sym-
totnas da hydrophobia, o ataquo que sof-
freu nao pode ser attribuido a effeito do
iraaginacao.
Lates faetos te n-se repetido em tantos
lugires qua torna-se imperativa a necessi-
darie do forte aceito rapressiva do mal. E'
de esperar quo "o grande alarma excitado
pro luz i medidas preventivas, taes co,r,o
dar de vez fim aos cues vagabundos e es-
tudir minuciosamente o raetbo lo de trata-
ment do Pasteur. Si tal tratamento em
ver lado effi dente, esUraos permittindo um
desiiecessario sacrificio de vidas ; si n?io,
tempo de bater outra vereda.
je qnasi sera nenhuma ao;entuagao es- (A, pobre Maris de Orloans nil> sares-
trangeia. ga)u sjyrta de Marii de Neuburgo, e
rreu do meanqholia.
Qai diff:rs%5 stre estas martyros si
lenciosas'e"o3 bellos das do Miria Chrs-
tina.
Os felizes esposos fugiam etiqueta
sempra que podiam o pa3->avara o tempo no
meio dos prazeres da grande vida.
A cea, a music, o theatn, as eoaver
sagSes, os bailes ntimos, varia vam o pro-
gramla. Mara Christina as reuni ;s
intimas da Granja, e.ra particularmente en-
cantadora, aman to o campo e os cavallos
como um i Diana Vernon.
- Ninguem polo duvid.tr que ella so tor-
nou o id do cada vez meis caro, s catrella
da aianbii do joven pastor do p.ivo haspa-
nhol.
Quando urna raulher porteo", como
Mua Christina, essenca divina do seu
sexo, o amor que ella inspira, augmenta
cora o tempo.
re-
mu vivi la i naginaoJ <,
habilitadas a .ixercel-a
i aaais facilmeHte attingo a polio, nao ha-
vasnio Teatidos que possam impelir vi-
rus de pr-se em contacto cain o sangue.
Com o appareeimento do mal em Los
dv*a surgiu a amiga questa de saber si a
hydrophobia molestia que tica o horaem
oii 6 dmplesments nao ama affoccao do
rspirit.
Besp?itavel minora anda netja a exis-
tencia da tal enfarcidade, nao obstante a
apparentcmenta inequvoca recente demons
trasSo. IV provavel que, em muitos oa-
. os, a marte Beja o resoltado do iraagiaa
cSf mrbida, co.no na consuaopgao ; mas,
em muitos OUtroi, tal liypothcse cons la
doi-a nito sustentavcl.
A mxima mortalidade, como dissomos;
d-se entro as cmacas ; e, ainda que, em
regr.', dotadas l
raso estar o ellas
na propria deatraicSo. Em muit03 casos,
a fatal raolotia a primeara noticia que da
bjdrophobia tevo a doentini.a ; emquanto,
em algumas ciroumstancias, un pai bus
taa disercto, depois do fase o pasaivel
om benefiaio da criaDea, acalmara a ap
preoslo c nao permittria allusilo os ro-
ferencia ao perigo imnaioeate.
Alarma idntico maaifestouso na Ame-
riot ; pea que rara, si alguna res honra
coehecimento da tantos casos de raiva co-
ns boje, que a sombra 'a morte projecta-
se sobro grande numero de cidades. A
ama terrivel explosSto deu-se cm Newark
Sova Jersey) e naa cidades circumvisi-
uhss. Foi bastante para metvar urna cru
zad.a contra os c?.e=. Morreram varias das
peisoas mordidas e ha grande a||prehenalo
sobre a sorta que agu .rda a muitas ou
tras.
Alm dos quatro meninos, enviados, a
eaata do Dr. BiUioga, a tratar-so cora Pas-
teur, outros doentos aehrn so j4 em ca-
roialio do Paria para o mesmo fim Al-
guna vao propria custa, emquanto outros,
que nao poderiaoa fazer a despeza de ti
ada, s."o ..kisti los pela
A rainha Hara (-hri.siiuu
{ente de llcspanha
(Do Fgaro)
Si ha ura soiha cima do todas as am
bp5:s humanas, o de sor urna princeza,
nov, amavel, meiga, o de desposar,, um
do que para o adulto, pois que a mordeiu toi encantador e adorado.
"tiste sonhe, que se nito encontra nos
contos do fadas, quando Bella Kstrella
desposa o priacipo Coragilo de Fogo, foi
realisado pala archiduquesa Mara Cliris-
tina.
Ella viveu seis annos sob o mesmo do-
cel real e junto do mesmo coraco amoro-
so ; conheceu as delicias da mesma ternu-
ra nos esplendoras da realosa ; bebeu na
taca ia esperase*, em que os seus labios
enecntravan os labios de seu marido, e
com ellas so uoiara. Teve todas estas fe
h idadas, o agradecen as a Dous; mas
porque preeo as devora pagar I
Mara Christina De^ira Ilanriette Ri-
oirc, arebiduquaza d'Austria, rainha e re-
gente de Jfjspanha, nasceu em 21 de Ju-
Iho da 18>8.
Su pai o archiduque Carlos FerJinand,
morreo quando ella tnha apaas .seis .an-
nos. Foi odu :ada por sua mi, a arebi-
daqoeza Elisabet Frangois) Mario, urna
das mulheres mais e'oinentes da Europa,
tiln do archiduque Jos, palatino da fluu
Mara Christina desenle em liaba re-
cta (ia imperatria Mara Thereza por Leo-
polio II o o arjhiduquo Cirios, rival mili-
tar sentir como mulher e proceier como h-
roe. E' urna grande, affeotuosa e respei-
tave personalidade.
C laesqner quo sajara os aconte imentos
de que a Haspanha se torno theatro, quer
o tbror.o dos Bourbons fique inabalavel,
quer aeja demolido, Mara Christina con-
quistou a sua pag'ua na historia, e guar
dal-a-ba.
A regante tara vinte e seis annos, una
mulher loara, de olhos negros -indicio de
energa. Lambra menos o typo 1: Mara
Antenicita do quo o de Margarida, gover-
Anto do Flandros, urna austraca tambam,
que foi un grande homem.
Mara Christina de estatura alta e de
s.n aspecto altivo.
Veste do grande senhora com urna aira-
piicidado e um gosto original. Conhace
muitas lioguas da Europa,
muito d
A sua alna, reflectindo una docura c
urna sing-lesa raras; nlo so .manifastbu.J
ainda com os saus dun3 mais dignos do
admiracao : a coragem o a alta intelligen
ca. NSo vimos apparecer sono a hon-
dada.
Antes de ser esposa do AfFonso XII M i- J
ra tibristiaa tvo de lutar com urna le n-
branca; a raiuha Mcroedes, quo morreu
aos dozoito annos, depois de sois mazas
de urna nniSo paixonada. Lm^o de afas-,
tar esta lembranga, a donzalla evocou-a
como urna promessa de dedicago.
Na cidado do Arcachon onde Affonso
XII vio a archiduqneza pala prmeira v^z,
qual nao foi a ba emogito, achando sobre
& mesa da sua desposada o retrato da po-
bre e sauosa Meroedes T A futura rai-
nha de Hspanha disse-lho coai sentiraen
to quo se esforgaria por imitar em todas
as cousas esta consorte do re.
No dia immediato a esta entrevista, Af-
fonso Xll escrevia a Mara Christina una
carta, em que so revela va o seu caia:t!r
rdante potico.
E o casamento de convenieaaia toraou-
se um casamento rte amor.
N:ste outomno de 1879 o rei Affonso
tinh i vinte o dous : mus. MoBtrava na
sua face morona o typo ap jrfeioado da ra-
ga hespanhola. Delgado e gil, ousado
om toaos os exercicios do corpo, de urna
bravura castelhana, h5o ora sraente um
gmtleman elegante, era um espirito liberal,
abr:o s ideas modernas, e que sabia ex-
primir as suas con urna eloqucnc'ta arreba-
ta lora.
Parisiense de eduoagSo, a sua grag to-
mou as suas longas estadas cutre nos o
improviso) a finura do espirito fr.anoez.
Cavalluivesco com as mulheres, como
todos os sous compatriotas, accrescentava
s su is homcaagens urna nwmoi sentiinao-
tal, quo lho duplicava o merecmento.
Ninguom uestes tempes inquiotos, exer-
ceu melhor do que elle o difficil encargo
de rei, e nenhura prinoipe, para ser ama-
do, teve menos ne^essidado de una cor*.
En 27 do Novembro do 1879, Madrid,
om poso, acclamo'i a sua nova rainha.
Mara Christina casou na antig catiiedral
da Atocha.
Tinha apenis acabado a ceremonia,
quando a jovan rainha, com o diadema na
cabega, rc3planlecente, eoin o seu vestido
branco crivalo de diamantas, avancom no
meio da grave asscmbli, e veio langar-je
de joclhos diante do sua ma, para lho pe-
dir a bencato.
Esta movim3cto de pidade filial mprS-
Um poeta do norte disse :
a () anuo qo rouba un ros s tua
faces, traa-me ana ehamma ai meu cora-
gilo.
Duas filhas tinliam vindo augmentar aos i
euctufos da esposa, os carinho3 da mili.
Possam ellas tor o ines.no dan, .a mss-
ma lealdade quo Q| bungarps e responder
s revoltas indignas: Mtrramos pelo
nosso rei, Mara Christina <
Etiscelle.
Victima dennaapo9 Entre os convaleseentes que nastes dias
tem estado em Cannes em procurada sau-
de perdida, encontra se 6 actor Hastings,
o qual, na > tehda. ainda 40 anuos, pa-
reoe um velho de 70.
Este estalo o rosultaio de una apos-
ta faita em Londres, baj muitos annos.
O actor Hastings estar um da .no seu
Cassino conversando coai alguns amigos,
quando do reponte recahio a conversara o
sobre o systema cellular.
Falln se muito sobro os horriveis saffri-
mentos quo deviam expari.nentar os con-
demnados a isolamanto absoluto, e Has-
tings disse que era capaz do estar preso
dez annos som ver niogaeiu, nem soffrer
por isso o mauor pesar.
Acto continuo, travou so urna apista, e
lord B... comprometteo-se a pagar dez
mil libras esterlinas o actor, se estivoase
preso durante dez annos. Hastings acei-
tn.
Lord B... raaodau preparar r'uo dos
preparar h u a
Mas a lelieidade, como os anjos viajn- Qm east(Jn0S! prximo "de'Lmdrea,
tes da quo f.tllam os livros santos, ni i
ra os livros santos, nao se
acolito sorapre sob o mesmo tecto.
lvr seguida Alfonso \H aioocau. Es-
ta doenga, contra a qual o re tiuha luta-
da com a energa o a iaiportasufaw.da noo
cilade, fez- progr aass" iffWeis; e, em-
quanto as mitos de sua esposa apertavam
as suas mos quontes, os s-us olho.s se
fitavam nesse rosto muito querido, e o seu
ouvido algara anda oavir ;.s piLvras
apaixonad#s daquello qu cllsa*Hni ia urente
adorava, foi-lhe ello violanamcnto rou-
bado.
Som compiixao p la sua dr, sen cui-
dados pelos scus fiJhos, a morte entrou
como un ladras c roubou-lh'o.
Elle tinha vinte e oito annos o ell tiuha
vinto e seis...
Depois de vkta passar joven deslum-
brante sob o ve i branco de noiva. Ma-
drid vio jxi33:ir a viuva sob as 1-ngas ves-
tes negras, procurando occultar as lagri
mas sob o seu veo de crepa, conduzndo
pela mao as duas pob'cs cri-mgas, fragais
fl ires vestidas, como sua mi, com tactos
fnebres.
M iri Ohriatiaa ar.iv!s*avi Madrid
para ir prestar juramento s cortes.
A Hspanha cavalheresoa langoa ais
da viuva di s-u ra, ai su s homena-
pci
icnerosidade
lica.
A epidemia prese propagarse no Seta-
ds di Nova, Jar y: cala dia tem-se co-


F0LHET1M
ANGELA
POR
ZfilZZ 2S WUfMi
( Cont sfi :- o. 81)
XI
Em resumo, ama mistura do imbocis e
da velhseos. Estas vinham tentar fortu-
na, aquellos, cstavam certos de que ella
lhcs seria favoravel, porque trn sempro o
cuidado de tomar de anterailo precaugo-s
par.a a violentar.
os tempos de agora, onde qualquer ha-
rnero que tenha pareceng ci honradez pu-
do se fazer admtttir n'am club, e quando
as este oitavas partes dos clubs nao sao
mais do quo casas de jogo, a frequencia
das espeluncas clandestinas forjadamen-
te a raasma. Parvos e velhaco : a mais
cofisjienciosa analysc n3o podera all des
cobrir outra consa.
alo Proli approximou se da mesa
do baocarat. f
>nt. ao meu l.do, mcu queri
do, : lom aborrecido urna co-
cote bastan-e bonita, que se hava senta-
do, mulo da lugar... voc um verda-
deiro portador da macaca. Tenho faito a
experiencia disso. nilo urna vez, mas dez.
O italiano, seai .responder, dcixou 3e ca
hir era cima do urna cadeira.
A cocote deixou logo o lugar em que
estava, exaiaraando :
Devia-se tirar os lugares aorte.
A dona da casa, a Sra. Thiron, entrou
na sala, segu la ds quatro ou cinco fre-
qu.entadores.
Pouco mais guita fit, disse ella.
Nada rupeda qae ootnecomo3. Quem rai
bancar ? Senhores, a banca est em leilSo.
Ninguem respondeu.
A Sra. Thiron continuou :
Que d is'.o ? entilo nem um banquei-
ro, nem ni asmo um binqueirozinho de vin-
te e cinco luizes.
O mesmo silencio.
Estivo "e preciso comecar por urna ou
ir.gi.is da Europa, e apreodeu
epr'Ssa o hcspanhol, que falla ho-
sionou toda a corta. Coraprehandau sa
que podia s;r aquella aloia de mulher.
liacciou so por um instante, sabanto qual
a cdu;agilo que a rainha tinha recebido da
archiiluqueza Elisabeth, quo nao quizesse
toipar no Estado urna intluoncia poltica.
Conheciaji-n'a mal. Manos soberba palo
sceptro quo tinha reeebido, i que pelo
orago que tinha couqustido, a rainha
vivi i para o acu joven marido, quer ausen-
ta, quer presante, doixanlc-o seohor de
tudo, envolvemlo o com um amor profun-
do, sera tyrania, feito de paz, da grag* c
le dadicagilo.
Alguna mezas depois t'o seu caaatnenfo,
Affonso XII entrav.a no palacio real em
carrnho dascoberto, tendo ao lado a sua
espo3a.
Um nssassino fez fo^o sobre elle que:-
ina roapa c se o rei csuapou morte foi
por milagro.
A rainha inostroa o maior sanguo fri
nasto perigo.
Appareceu uoite no seu camarote no
Reul, onde urna ovaeso enthusiast.-a de
toda a platea acolheu os soberanos.
Vctor Hugo desenhou no segundo acto
do Ruy Blas a vida das rainhas hespanbo-
las dos tempos passados, esta vida de
clausura lgubre o atterradora onde a fre
ra coroada nao poda i nem sair, nem i-
vertir-se, nem comer segundo o seu appe-
tito.
duas partidas de lasquenat pira nos por
era vea. Quando estvennos um pouco
esquantados, os banqueiros bao de dic
dir-se.
Tin lo aasim fallado, a Sra. Thiron tirou
do dantro de um movel e eolio;ou en ci-
ma ila mesa uns rinta baralhos intaatos,
p'-lo menos, cu jos enveloppes parecan es-
tar tambera intactos.
Rasgn os envolucros o poz-se a bara-
Ihar vigorosamente ss cartas, collocou-as
dianto deila c fel as partir.
Quem c.omcga ? parguntou uraa mu-
lher.
Vai-se tirar a sorte.
A sorte designou um mogo de vinto e
dous anno3, quo agarrou logo algumas car
tas do monte.
NAo taremos assistir os nossos leitores
s peripecias, sera ioteresse, de urna part
da de lasquenct, jogo j bastante fra da
moda.
O jogo nao fasta differenga.
Nhiguem gahava, salvo o barato, quo
cadajogador eogordava ao tomar as car-
tas.
O lampo passava, c Angelo Proli, per-
deudo urna vez e ganhando em outra o
mesrao valor, nao tinha na realidado nem
perdido nem ganhado.
Intermittcncias, murmurou elle. Isto
naturalmente vera me trazer urna serie.
A serie chegou.
Vinto francos, disse o italiano, em-
purrando para diante de si quatro pegas
de cem solios.
- Banco.
Angelo vi rou as carias o ganhou.
H i cincoenta francos.
Banco.
Positivamente tinha Ihe chegado a vea r-j
depois de uma serio de paradas felizes, P-
roli passou o baralho.
As mas quatro pecas de cem ioldos ti
nharn-lhe trazido tres mil francos.
A febre apossou-se de todo3.
Comegarara a jogar jogo forte.
Proli apoatava grande, mas sem st-
pru Icnca, e a felicidade conservava-se lhe
fiel.
Voltou lhe mao o baralho.
Viro'j un rei para a esquerda, ura nove
para a direita e disse, teitando vinte e cin-
co pegas de ouro soi)re o panno verde:
Ha quinhentos francos. .
A parada foi tomada.
O italiano viran uma carta.
Era om reitinha ganbo a partida.
Ha mil francos.
Banco. v ,
uma
celia de cinco metros da compriraeto e tres
de largura. Den ao preso livros, pmnas,
papel e tinta, o uma vez por di 4 uua iovi-
sivel mao lhe servia a comida.
Passaram os annos, e o actor gauhou a
aposta. Mas, quando o preso sabio do seu
carcere, tinhi mvelhecdo de um molo ex-
traordinario.
As fabricas anissas
P Damero de estabelccimeatos iudus-
triaes inscriptos em 1885 no reganla das
fabricas lagrimante instituidas, clavou-so a
L,-5.'l com 4:970 operarios, o qu" eleva., a
312 o nu i/ero da estabeleei uantos desto'ge-
nero naquella paiz c a 144:312 o dts yt-
pectivos trabalbadores.
viajar a capucha
O accaso intrj luziu u na singular refor-
ma no3 camnhes de ferro belgas.
Ha dias um jornal enunciou o facto de
t.tiiiu sidos visto uns pitres capuchos to-.
mar bilhetes em B o i cst igao, se.n satisfa-
zeram a sua importan ia.
Os orgaos liberaos travaram lucta com o
goveni' (quo all senho<- de quasi tudas
as linhas tarreas), secusando-o da infringir
a l-.i de contabilidada do Estado em pro-
veito da%ordens monast -
Os jornaes offidosos explicarais o enyg-
i, o qual consist em quo certos religio-
que nilo pdela polss logras da sua
E03
'' do convento, que depois satisfaz
taatcia da passagem.
gaos, os sus respjitos, os smi testomu-
nhos do dedioagflo.
O que a forga nao obtev^, os hespi-
nbes conceleram fraqueza. Parante j or i9a4rskZ,;r drheiro] pagam a sua pas
esU.sepultura ba pouco fechada, om fice SilgeiD ents%ando ura vale sobra o superior
destei dous bercos velados do crep, o; Jo convent0) q^e depois satisfaz a impor
Laao do Castella encolheii as Suas girras
o adormecen aos ps da mili e dos or-
phaos.
Mas durar esta sitoacSo ? A enanca
que dave nascer daqui a alguns mezas ser
proclamada rei ? Ou ser o exilio que terio
como patrimonio 03 herdeiros d'- Affonso
de Bourbon? Pdese ao mesmo tempe es
pirar tu lo o tudo recei ir. Dude que
regente Mari Curistim, tem-sa esfloeado
altura da sua missao. -
Proli estava cora uma nova serie.
Depois de ter passado cinco vosea de
seguida, parecen, hesitar durante um se-
gundo, mas decidi so, e com a voz um
tanto commovda pronunciou a palavra sa
cramental :
Ha oito mil fran :os.
Os j ga ores a principio ficaram cala-
dos.
Ninguom ousava affroutar aquella banca
feliz.
Senhores, repetio o italiano, ha oito
mil francos. Se niagucm faz, passo o ba
ralbo.
Banco, disse com violencia um joga-
dor.
E notas do banco eahiram sobre a mass.
Angelo tirou um seto para a esquerda,
um az pira a direita o depois um seto pa-
ra o meio.
Dasta voz a exeitagio do jogo, a em-
briaguez da audacia triumphante, nem lhe
parmittio um instanta de uesitago.
Mesmo nusse momento abrise violen-
tamente a porta da sala c una voz impe-
riosa ordenou :
Em nome da lei, ninguem se me-
cha.
Todos se voltarara o foi geral o espanto,
quan lo virara entr ida da porta um cora-
miaaario de po da, cngindo faxa e segui-
do por msia duzia de agentes paisana.
Proli quz apoierar-so do dinheiro que.
acabava de ganhar e que formavs diante
dell-s uu monteo de ouro o de notas.
Mas. antes quo podesso por 03 da loa
n'n n s luiz, uu agente agarrando-o por
baixo dosbrcos, l-o dar urna volta so-
bre si mesrao,
Outros agentas mantiohara em respeito o
resto dos jugadores.
- Senhores, disse o commissario, ap-
prehenio os abonos, e os senhores vito me
dar os saus nomes
O italiano estava lvido
Um arripio nervoso agitava-lhe as ruaos.
Grossas perdis de suor cahiam-lhe p la
testa.
Nio pedia tirar os olhos ilaquallas netas
e daquello ouro, quo lho parlenciam muito
lagituua uenta, qua reprasentavam quasi
vinte e cinco mil francos e que lhes rou-
bavam digamos francaminte a palavra
em norae da lei, porque, tirando-lu'os, rou
baram-n'o, visto que ello nao tinba rouba
bo aquelles valores.
- Pela primera vez na minha vida ti
ve falicidade, murmurou elle com desespe-
ro, e aiii est I !
A Sra. Thiron tinha o corpo todo a tre-
amar.
Nao se illudia.
M is porque nao se far o mesmo com
os jornalistas exclama a iVaca;
Far se-ha wm os joroslistaa e com
os nito jornalist is, desda o momento em que
depositem as estero-a diaheiro para ga-
r intir o pagamento, responden p governo.
Por tira, rcsolvc.u sa a admissao ofBeial
para todas as classes. deato systema de
viagara, a qua j se chama aj-& ci//u
cha.
CaijiorisMo
(AO 1>B. K. M. DA &H.YA KERRAK)
(Da Gazeta de Noticias da corte)
Pallar do caiporas, --onsar cjiporstnoa,
cousa vulgar,, de peuco iuteresse, sem
novida.ic uc-ni mereeimonto.
Alm de que nao ha sujeitiiiho, seja
elle o mais venturoso dos bpedes! que
se nao considere o m is caipora dos cai-
Com o corac.ao tritralo p.di di>; esta
joveu quiz trabalhar.
Estudou o coligo beapanhol e pos-eaa|fi
facto dos homens e das cousas. Fez ad-
mirar os scus conselharos mais einiaentes
pal i certeza da3 suas iias ^pelaa.ab;-
doria ias suas vistas. E'urna forga pon'
tica no corpo frfigil d'iyna mulher.
Que 03 bespanhoa se lembrem quo sao
os des:ondentes do Cid, o grando vence-
dor, o cavalheiro do3 cavaBeires, que
se recordis tambem que as mulheres Nao imaginas como sou caipora I
entro ellestra conservado o sceptro com Ante-hontoin. .
mao firme. Pode encentrar se sob o seu Nao me falles
co uma butra Isabel dn Castella personi- eu, meu amigo. Isto
por
naji:cac.
que ser
Caipora
caip ira
ficada u'uma neta de
Mara
....."
Therc
Queros
E arruma JogO no interlocutor a narra-
cSo do se,u ujtirao desastre, qua, por mais
desassrado, nunca o tonto come.' o que
outro depois lhe conta.
D so com o caiporsmo o mismo que
com o exquisitittmo.
Quasi nao ha indvuo, seja elle era-
bora a personlioagao da chata e porra vul-
garidade -que se nao acredite um exquisi-
to de prmeira forja.
^f-hs circunstancias as mais conununs da
siivasi -ia proc dem como o gran le senhoi
Tod* o Mundo, quor dizer: da maneira
mais sovada, mais vista, mais p fiament
trivial. Depois, quindo conta n OH seos al-
ta faits do b.inalilade, conduca, oxcla-
inaudo com grande eonviegilo:
Ah cu sou muiti exquisito, muito !
Quem nao ino conhece, estranha, peQ3S
que i.u fago essas cous.13 por ir al Ma
na. E' quo cu tenho un gmio imito ex
quisito.
Vulto nos, porom, aos caipvrai, porqse
os exquisito d<1o pannos... para um ar-
tigo.
O homem mais enipora do inundo
sempre o ultimo quo o meu leitor encon-
trou, c quando nao encontrar nin^unn i
o meo caro leitor.
Carporisino pjrtmto, assumpto qu
j deu cacho. Mas qu3 ha caiporismac
alegres e tristes, brilhantes e fnebres.
Sao preferiveis os primeiros, porque a
propria vicima, depois da narrtl-os, la-
| meutando-se, acha lhes graga e acaba por
noortalliar n'um riso desopilants a s
t rrivel macaca.
O caiporisraos do Miranda sio dcsta
eap'v-i'.
Vou mostrar-lhas alguns.
II* dias, tendo eu de ir a um enterra,
esaontrei o Miranda, quo me convidos
pira companheiro dq carro, po3 tambm
devia ir fnebre ceremonia.
Eu alugo o carro, e hoja mas.n.
para maior seguranga. manba, ;s tres e
mia, l estarc com elle na porta d'.d .o'-
ovina
Est dito, eit amanhS.
N'o dia seguinta, hora aprazs.da, es-
trave me o Miranda no esoriptorio, trajas-
do preto, agolado, relogio ha mSo.
Vamos embora.
E'st ah o carro ?
- Deve estar na esquina "da -na Site
do Sotembro.
Bom : vamos.
Chegaraos esqiioa, c nal* de carra.
- Que do carro ?
Nao aei; nas nS> deve tard>r. C
est o recibo do dono da cocheira oade s
aluguei.
E moatrou-ra'o, accresceutando :
E' ama cooheira multo i'es;ieitavel.
Foi-me raaommanida pelo Diniz, boa-
ten noit-._
Esp -remos.
Esperamos. Tros o quarmta, tres o tres
quartos, quatro liaras^.. c nada do carra
deaoucupado a stacir na osquina.
E o Miranda desesperado, paludo :
Estou roubado I E eu para rrto fazer
fiasco, aluguei hontam mesmo, r.ote, o
Stsldtto calhanibeque I estas .s a im me
acoutecera 1
Mas entao ? Qic f.tremoaV
Urg* tomar uoa resotugao,
Digi aetea : urge tomar um car*s.
S se fr,do praga, porque na3 cs-
cheiras nao se encontra inais nenhura. -
Saja l do que for, comUnto qae
aeja um carro.
Fomos ao larg> do Pago. Das duas ca-
leeas que hava, uma e.stava a eseanga-
Ihar-se de volhiae : cochairo da outra ti-
nha chapj branco e palatot... verde I
Paletot verde I -exclamava, era des-
espero, o Miranda. Esta s a mira mo
aceatece !
Por nao havar e emquanto nii) havia
arre, tocamos esta resolugilo : ir de boad
at o campo da Aaclamagao c ahi meter-
nos na prmeira caranguejola vasia.
Foi o qu tizemos. (Contina)
bateu cora o p e inurrairrou por entro os
dentes apartados :
Isto nao para acreditar que nasci
Iam-n'a prendar o tomar-lhe toda a mo-1 sobre a influencia de uma estrella maldi-
ta ? Com uma qua
bila.
Para ella era a pris.ao e a ruina.
quantit miseravel, tinha
ganho perto do vinte o cinco uiil francos e
- Quem me denunciara ? perguutava agora nilo tenho nem um sold, nem mes-
ella a si mesma. i mo com quo comer amanh.a. Na occasiao
O denunciante era muito siraple9incnte| em que me soprava a felicidade, foi logo
a criada do quarto, a quem na vespera,,
depois de urna questilo violenta, tinha dito
que procurasse i-asa.
A criada despedida e vingitiva tinha i lo
direitinha ao tribunal denunciar autori-
dade competente o sagrado da espelunca, e
hora eonvencionada tinha aborto poli-
ca a porta da casa.
O commissario, s-gundo o invariarel
costuras dessa especie de expedigoes, to-
mar O noma dos jogidores c das jogalo
ras.
Angdo Proli foi o ultimo a quem elle
se dirigi.
Como se chama, senhor, e onde ino-
ra, perguntou-lhc elle.
U italiano, posto que aniquilado por tira
acontec ment, que do alto dos seus sonhos
do fortuna o precipitava na mais completa
miseria, esperavavpor essa pergunta.
Raflectio que tora sem duvida que com:
parecer na polica correcional, quando nilo
fosse senao como testemunha, o quo nito
deixaria.de augmentar ainda a sua exe-
cravei reputadlo o de lhe fechar cada vez
mais todas as portas.
Por isso nilo hestou cm dar outro nome
e outra morada.
Paulo Krraoul, respondeu ello.
Onde mora?
Ra Caict n. 19.
A sua profissao*
Empregado n'uma fabrioa de porccl-
lana na ra Paradis-Poissonncre.
Escriptas todas estas inforraacoos, oesn-
miaaaris continuou, dirgiado-sc aos j oga-
dores :
Podcm retirar-se. Receherao d'aqui
a pouco, ordera de coa pare ser diante do
Sr. juz formador da culpa, encarregado
desie servigo.
Os frequentadores da espelucen, ura por
ura, tinham p isaado por um breve inter-
rogatorio, scuaelhante ao que acabamos de
roproduzir.
Angelo Proli deitou um ultimo olhar,
cheio de dr e de pezar, para aquello seu
pobre dinheiro, que o commissario de po-
lica comegava a contar, e, por sua vez sa-
hio.
Uma vez fra de casa e na roa, paron,
que chegou a polica para me deixar mor-
rer de miseria! Decididamente j basta,
j de mais semelhanta miseria I Vou aca-
bar com ella, fazondo saltar os milos.
Depois desse curto monologo, o italiano
comegou a andsr a pissos largos, ao aoaso,
curvado, de cabega baixa, neu mesmo re-
parando que o vento glacial o galava ate
08 03803.
San saber, chegou aos boulevards que
seguio at a Madalein-", depois, pela ra
Trouchet, ch-gou ra de Amstcrdam, su-
bi e chegou aos boulevards exteriores.
Inconscientemente guiado por uma es-
pecie de nstineto, que substitua nclle a
vontade moraantanearaento ausente, appro-
ximou-se do seu domicilio, porque morava
na ra Brochaul, cm Batignolles.
Passou adiante do theatro, Iluminado
parcimoniosaiuente, atr ivessou a multidSo
dos espectadores que saldar* durante os
entre-actos e mstteu-so pela ra das Da-
mas, que c conduzia rea Brochaul.
Acabavam de soar dez horas.
A ra estava absolutamente desert, e
quasi todas as lojas fechadas havia muito
tempo.
Por aquello tempo fro o seeco, os ta
c3as das botinas do italiano resoavam ba-
tendo no passaio.
i ouco a pouco o safar tornou-sc lhe
mais vagaroso.
As reflaxo-s tornavara-sa-lhe cada vez
mais sombras o absorviim-n'o, por mane'_
ra tilo completa, qus nao parcabeu que, a
dez pasaos Jelle, urna mulher, qu? pareca
joven, acabava de sahir de urna casa, e de-
pois de haver langado e n torno de si um
olhar inquisitorial, comegou a andar cora
toia a rapi lez.
Inteiramente entregue i suas ideas de
suicidio, o italiano uto s> prooecupava cora
tudo quo se passava era torno dello.
A quem pensa seriamente em morrer,
quo importara os pequeos incidentes da
vida ?
Mas a moja, que o hava visto, com r-
ceo que elle teatasss se^uil-a e se dirgisse
a ella, apressou o passo
Posto que o rosto estivesse coserlo com
um veo espesBO, o fro intenso picavalhe
os olhos o fazia-lhe appare?r grandes la-
grimas na extremidade dos seus fartos ci-
lios.
Tirou uma das miios do regalo, suspense
ao pescogo por uma fita e limpou as palpe-
bras com um lengo.
Nesse movmento rpido, um objoeto de
pequonissmo volume escorregou tora da
regalo e cabio no chao, sem quo ella repa-
rasse.
Andando muito mais depressa do que e
italiano, a moja passou lho adianto uns
cincocuta passos em poMco tempo.
Angelo, cujo an lar era desigual e irre-
gular, ora rogava pelas lo jas fechadas, ora
ia pela extremidade do passeio.
l_'e repenta a ponta de am daa botas
tocou em um curpo duro, empurrando o
para diante e que produzio um som delga-
do, rogando pelo asphalt).
Proli baixo i os olhos e vio, pouco mais
ou menos um metro adiante de si, uma
cousa branca, destacando se sobre a cor
cinzenta do passeio.
Dsu um passo anda, abaixou-se e levae-
tou uma cartera de marriin, fechada por
ura laps introduzdo entre dnas azelhas de
velludo.
Que isto ? perguntou elle a si raes
mo, examinando o adiado. Um agenda...
Se encerrasse, a3 menos, o meu almoco de
amanh I
O italiano approximou-se de um bico de
gas e examinou cora ma3 attengao a car-
teirinha.
Sobre uraa das placas do matin viam-
se, em relavo, duas letras iniciaos um C c
um B. |
E muito elegante de mais pira ter
sido perdida por ura hornera, disse comsgs
Angelo. Isto devo pertencer a uma mu-
lher. Verei mais tarde u que tem den-
tro. .
E metteu o agenda om um dos bolsos
do sobretudo.
Alguns passos mais adiante, Angelo vis
uma ra sua esquerda.
Conduzia direetamente ra Brochaat.
Meteu-se por ella.
Deixaiuos o italiano chegar ao sen do-
mieilio e voltemoa moca, que caminhava
dunte delle e a;abava de deixar cahir e
agenda guarnecido de marfira.
Os nossos leitores ressnheceram Cecilia
Bernier.
A filha de Jayme Bernier nSo tinha es-
quecido a resposta da criada da Sra. An-
gela.
(CWi'npnr-geft-q)
Typ do Diario, raa Duqua d Casias n. 4.
.
.
k
f maiiE l


Full Text
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