Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19259


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Full Text
AMO LII NUMERO 82
PlOtA A CAPITAL L&*ABIK ONDE NAO HE FAGA PORTE
ror ; ...... 6)5000
Por seis ditos idein...... ......... 1200
' ^n"0 ;deai........ ...'.".'.' .' '. 240000
Uada numero avuo, to mean o dia. ... 100
SABBADO 10' 1 AB DE 1886
PARA DE.VTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes tdianiiou. ..... 134500
Por nove ditos idem............,..... 205000
Por um anuo dem................. 270000
Cada numero avulso, >'e das anteriores........... 0LX)
praprifbaDe te Manod J\%\xcxo& >e Jara 4 M\)o$
TELEGRAMMAS NSTRCCAO POPULAR
31
2SS7IC3 iXOOtA 22 3IAHI0
RIO DE JANEIRO, 9 de Abril, s
11 horas da manda. (Recebido ao meio
di, pelo cabo submarino).
Fot declarada em elTcllo a iiomea-
ro do engenbetro Jos- da Mlva Ri-
economa poltica
(tixtruhido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
(Qcnlimiacoi
CAPITULO III
Trova e Livre camb:o e SvsrEMA i'rotectob Sao dous
i differeutes modos parque a aceito dj governo influe
helio para o cargo de cuete de N ; M troca e na circulado, e por conseguirte na
e&o iliis obran do mellioramenlo do
porlo de Prrnamburo.
'.cquisicao da riqueza. De ordinario oa governos
I servemse dos direicos de imporfacao, com o fim de
animar a iuduitria do respectivo paiz. inppe-se
muitas vezes que, sobrecaregando as merendonas
' edringeiras com grandes direitos, tornando-as as-
sim mais caras e dificultando a sua acq liselo, o
publico te ver obrigado a comprar as nacionaes,
e que assiin as fabricas do paiz tero grande ac-
tividade c darilo muito trabalho aos operarios.
Constitu isso systema protector, e um erro com-
pleto cm economa poltica. Ncnhum negociante,
nenhu:o industrial gosta di se ver supplantado
pelos que offereccm melhores mercaduras por
mais baixo preco. Por isso, qu indo os productos
extrangeirus sao preferid js pelos compradores, os
que fabricara esses mesmos produ ctos no paiz
queixam.se amargamente, e procurara convencer
o publico de que est sendo losado pelo coramer-
cio estrangeirt1. Sao ainda tao fortes o orgulbo e
o amor ir prij nacionaes que nenhuraa cacao ^os-
la que se diga que supplantada por outra, n'uma
especialijade industriul. Os industrial'.-, obseca-
dos pelo seu Interesse pessoal, servem-se de todo
o genero de sophisma para ineulcarem quesee se
impedirse a entrada dos productos extrangeiros,
poderin em pouco tempo fabrical-oo tao bons
. como cste3, empregar numerosos operarios, e aag-
I mentar a riqneza do paiz. Defendein nm erro ma-
; nifoato, como se o fim do if bal lio fuese o haver
O general Bernardo Solo foi rce- trabalho, e nao o gozar em abundancia dos meos
de satisfazer as necessida^es e os conforlos da
vida.
Nao pode porem, negar-se que muitos donos de
;ss72;: da a&aHCia satas
(Especial para o Diario)
PARS, 8 de Abril, tarde.
O projeclo de empre*ltmi de IKH>
milli5e de fraaroo r.i volado pela
(amara do Deputado*.
ROMA, 8 de Abril, tarde.
Corre o boato de ewtar em criae o
miaiwterio.
LONDRES. 8 de Abril, tar.Ie.
letlo prenidente da Hepiablica de
C osla Rica.
LONDRES, 9 de Abril.
Ilunlem tarde, o Mr. l.lailotoiic
terrenoe, de minas, de fabricas, podem ganbar cem
que se cbtabckya t direitos elevados sobre as mtr-
cadoras estr'ngehas, do mesmo genero das que
1 s produzem. s que estilo sendo I eneficiados
por >'6ses direitos injustos devem tambera soffrer
naturalmente com a sua suppressao ; mas em eco-
desenvol veu na Cmara don Com- n0IDa poltica ni., M tera conta do nteresscegois-
uiiiiis o projeclo de lei obre a an ta de urna classe em particular, rrag do bt-m da
,. ...- j_ .! .a o popuiacao, considerada na sua totalidad?. Os
tonumia da Irlanda. proteccionistas esquecem dous factos : primeiro,
presdeme do conmelho de e que o fim da industrua deve ser produzir muito e
barato ; segundo, que para se mportarem merca-
dorias por baixo preco indspeusavel exportar
proseguir boje na leilu-a do pro
jecto do (overno.
O projeclo de lei foi acolbido em
Mllencio pelos membron da Cmara.
O* Jornae* lugle^e* conttldcram a
adopc&o lo quewtionado projeclo co-
mo um alternado contra o inters
ses de paiz.
Agencia HavrtS, iiiai e.n Pernambuxo,
9 de Abril de 1886.
utras em pagamento.
J u'ouiro lugar mostramos que se augmenta a
riqueza, produzindo a na localidade mais conveni-
ente. Ora a nica prora real de que urna locali-
dade conveniente para a produccao o facto
dos objectos n'ella produzidos serem bons e bara-
tos, se os iudustriaes extrangeiros podem sup-
plantar os productores do paiz, essa a melhor
prova, e n nica verdaderamente concludente, de
que os productos de que se trata se podem fa-
brican mais vantajosamente l fra. Maspode
rao objectarque seria dos operarios nacionaes, se
todos os productos se fabricassem nos paizes es-
trangetos ?
/ARTE UFi'IClAi.
OVERXO DA PROVIKCIt
FALLA qae o presidente da provinel a, o conselheiro los re*
d andes da rosta Pereira Jnior, dirigi Assembla
Legislativa de Pernaminieo, no dia de sua installaco a
de Marro de 1 8&.
( Continuaqo)
COMPANHA FERRO CARRIL
Nao tem bavido niodifica5ao alguna no servico a cargo desta companhia.
No auno prximo findo forara transportados nos seus carros 1:612.652 pas-
sageiros.
321:679*750
361:6105870
285:508^800
280-0215024
A receita produzio......
Em 1884......
A desppza inclusive a do 39:107^840
feita na corte, importou em .
Km 1881........
E' fiscal por parte da provincia o engenbeiro Henrique AUgasto Milet.
QUADEO DKMON'STRATIVO DO NL'MERO DE PASSAGKIBOS TRANSPORTADOS PELA COMPA-
NIA KF.R1O CARKIL. RECETAS E DESPEZAS DA EMPREZA E DIVIDENDOS PAGOS
! ACCIONISTAS DESDE A ISU< I Ua'.'AO DA LINHA DA MADGALENA EM 23
\>. SBTElfBBO DE 1871 AT 30 DE JlXllO DE 1885.
ce a -^ -1 8 "2
o < 1 ~" DQ i 1 ai 0 i, 1 *3 *s g 5 OBSERVAQOES
1871-1872 N3o consta 191:6035047 139:5675730 3% At 12 de Aril de 1872.
18781873 1:855.617 453:6335130 373:6855630 2,5 o/0 De Abril de 1872 a Jtmho de 1873, 15
1-7.-I 1-7 1 1:110.566 363:6215880 297:95->403 8 7. mezes. 1 de Julho a 30 de Junho, 12 mezes.
1,74 1875 1:563.734 333:3325018 286:9164*21 0%
1875-1876 1:465.111 299:3165489 273:0514500 0% *
1876-1877 1:468.387 306:4575249 269:1835341 07. >
1877-1878 1:569.233 327:085536(5 27:785->027 <>7o
18781879 1:583.382 326:443 A103 270:2655740 4 7o *
1879 -1880 1:648.730 353:0595391 27:9795797 5 "/o
L880-1881 1:720.799 350:7225028 273:5355170 4 7o *
18811882 1:764.975 303:0665360 278:4475278 /. >
18321883 1:629.595 343:5985630 282:8495302 2 7o >
1883-1884 1:740.145 361:6105870 280:0245020 3 7o >
18841885 1:631.565 321:67^5750 285:5085800 0 7o
A receita de 1871 a 1872 s diz respeito as linhas da .Magdalena, Afogados
e Santo Amaro abertas ao trafego a primeira em 23 de Setembro de 1871, a segunda
em 20 de Novembro do mesmo anno, o a terceira em 21 de Janeiro de 1872.
LOCOMOTORA PERNAMBMCANA
Esta linha de crrr:8 urbanos pertoncente ao Banco Industrial e Mercantil do"
Rio de Janeiro actualmente explorada por urna sociedade cujos representantes sao
Jos da Silva Loyo Filho, Leal Genros, Jo vino Bandeir e Antonio Jos Leo^oldino Arantes.
A esta sociedade ficou competindo, por virtude de escriptura publica lavrada
a 22 de Setembro de 1881, o restabelecimento do servico, de conformidade com o con-
trato innovado pela presidencia da provincia a 22 de Junho de 1882, e approvado
pela lei provincial n. 1.749.
A xtenslo das linhas em trafego nao exce le de 6.208 metros correntes.
Foram restabelecidas somonte as que ligam as esta55es contraes das estradas
de ferro do Recife ao S. Francisco, do Recite ao Limoeiro e Nazareth e a de Caruar
aos armazens e trapiches da fregnezia de S. Frei Pedro Goncalves.
Tinha a empreza na data do contracto dezeseis carros erapregados no trans-
porte de meroadorias. Esta numero eleva se actualmente a vinte.
Percorreram as liabas desde 18 de Setembro de 1884, em que comecou a

funecionar a j indicada sociedade, que os custeia, at 30 de Julho do aunj prximo
passado 4.974 carros, transportando 114.287 volumes, da cstaciio da estrada de ferro
do Limoeiro e trapiches, e 80.641 da cstacao da via-f srrea de S. Francisco, o que d
um total de 224.928 volumes dd meroadorias, alm do 3.662 volumes de cnoommen-
das gratuitamente transportadas.
ESTRADA DE FERRO DE RIBEIRO A BONITO
Por virtude da autorisacSo expressa Da lei n. 1.455, de 9 de Junho do 1879,
foram assignadas a 2 de Junho de 1882 as bases do contracto para a construegio
desta via-ferrea ; e em vista da lei n. 1.684 do 15 de Julho toi autorisado o seu pro-
longaraent at Pesqueira.
Por portaria do 6 do Setembro foram modificadas algumas clausulas assigna-
das em 2 de Junho o 15 de Julho de 1882.
Foram approvados os estatutos de Ribeirao a Bonito.
Em 8 de Maio de 1883 o em 5 de Novembro additou-se ao contracto primi-
tivo a clasula de passar pela villa de S. Bento.
Em 12 do Setembro do anno passado additaram se outras clausulas autori
sadas pelas leis ns. 1.837 e 1.853 do mesmo anno e em 15 o meu antecessor sobrestoa
na execuc3o deltas em virtude de inforraaeoes que julgou conveniente obter. Entre-
tanto desejando eu resolver sobre semelhaate assnmpfo incumb em 15 de Fevereiro
ao engenheiro Alfredo Dias do examinar essa questo, quer sob o aspocto technico quer
sob o econmico, colhendo os dados necessarios para que se possa ajuisar da renda
provincial desta estrada de ferro Aguardo essas informagoes.
COMPANHIA RECIFE DRAINAGE
Nilo reoebi reelaraacBes em relacao ao servico d'essa companhia.
Durante o anno findo foram collocados 37 apparclhos do terceira classe, re-
tribuidos e supprimidos 16, pelo que existem presentemente 9.408 apparelhos dos
quaes 449 gratuitos.
A companhia est paga pelos servigos prestados, at 30 de Junho jdo anno
passado.
As contas relativas ao ultimo semestre deverao ser satisfeitas ao lindar a pri-
meira quinzena do corrento mez.
THEATRO SANTA ISABEL
Contina como administrador d'este Thcatro o comraendador Joo Pinto
de Lemos.
Alli realisaram se cm 1885 108 espectculos produzindo ;>penas 3:1205000,
para conservagSo e acceio do edificio o qual regularmente zelado.
ENGENHOS CENTRAES
Destinados a realisar extraordinario melhoramento industrial c econmico
nesta provincia, que a natureza e a tradigoes votaram erm larga escala ao cultivo da
canna o fabrico do assucar, os engenhos centraes nao tem por emquanto p.'oduzido os
benficos resultados que da sua iustituigao fora quasi certo esperar.
Os ensiiios tentados com liberal proteegao o auxilio do Estado s tem servido
para fazer-nos pagar muito caro o tirocinio n'esta materia, como tambem o pagamos
em relago as estradas de ferro, quando em tudo dependamos do estrangeiro para
realisal-as.
Devcria ter esta provincia, segundo as concessSes feitas pelos decretos ns.
2 288 e 2.239 de 29 de Outubro de 1881, 8.485 de 15 de Abril 8.608 de 23 de
Juuho de 1882, e 8,053 de 24 de Margo de 1884, trezc engenhes representando
7.950:0005000 de capital, a que o Governo garanti um minimo do juro, nos termos
da lei n. 2.687 do 6 do Outubro de 1875.
Sete dos referidos engenhos localisados nos municipios do S. Lourengo da
Matta, Pao d'Alho, Nazareth, Iguarass, Itamb, Ipojuca e Serinbm foram contrac-
tados com a North Brazilian Sugar Central Factories, e seis nos municipios do Cabo,
Escada, Agua Preta, Gamelleira, Jaboatao e Goyanna, cora a Central Sugar Brazilian
Factories.
A primeira des jas companhias^ depois da haver feito despezas avultadas com
acqu8gao do material necessario, suspandeu os trabalhos, por ter fallido, dando-lhe
consideravel prpjuizo a casa commeroial. que cootractara o lovantamento dos respec-
tivos engenhos.
Pode, porm, recomegar as suas operag3es, obtendo autorisag3o. do Governo
para despender o segundo tergo do capital garantido, o qual tem sido applicado cons-
truego do engenho de S. Lourengo, quasi terminado na presente data, e ao de Pao
d'Alho, que se acha atrazado, posto que j tivesse chegado da Europa o correspondente
machinismo.
O engenho de S. Lourengo, por sua regular construegao e vantajoso local,
promette bons resultados.
As obras dos outros projectados engenhos ainda nao foram siquer iniciadas.
A Central Sugar Factories Company inaugurou a 30 de Outubro de 1884 a
a rxoagem em 4 engenhos: Cabo, Escada, Cuyambuca (Aguo, Prata) o Bom Gosto
(Palmares) e parece desejar a recisao do contracto quanto aos que lhe cabe fundar em
JaboatSo e Goyanna.
Muitos dcifavoravel tem sido o resultado com relagao quelles 4 engenhos.
Re8entindo-so dos vicios originarios da construegao, dotados de apparelhos,
cujos defeitos foram desde logo reconhecidos, aobresahinlo o de extraordinario cin-
sumo de carvSo, e, alm dsso mal assentados e entregues a um pessoal cuja inhabili-
dade demonstrara os constantes desarranjos de machinismo e interrupgSes do servigo,"
os quatro referidos engenhos, por ora, s tem servido para desalentar os que julgavara
depositar fundadas esperangas no seu estabelecimento.
E' serto que a companhia tem procurado corregir os defeitos primitivos, intro-
duzindo alguns melhoramentos no machmismo e no servigo de taes engenhos. To
avultados, porm, tem sido j o dispendio e tantas sao as nocessidades a que se tem
de occorrer, que, se n3o acudirem os accionistas fazendo consideraveis sacrificios, no
intuito de evitar a inteira perda do respectivo capital, impossivel ser manter a em-
preza, ainda mesmo com o favor da garautia de juros do Estado. Os factos auguwam
essa funesto resultado.
Do relatorio que. era data de 22 de Janeiro groxirao findo, rae apresentou o
engenheiro fiscal do Governo veris devidaraente particularisadoa taes factos, qnanto
convra para que se conhega o estado actual da empreza.
Nlo fiz ainda a conceseSo autorisada pelos arts. 16 e 18 da lei n. 1.860 do
anne passado. Foram, porm, j colhidas as informag3es necessarias para conveniente
realisagao do pensamento contido n'cssa lei.
COMPANHIA PFRNAMBUCANA
Esta Companhia encarregada em virtude d contratos cora o Governo Geral
e com e administragao provincial "ida navegaglo costeira por vapor do porto do Recifu
al os do Cear, Aracajii e ao presidio do Fernaudo de Noronha, reajisou durante o
anno prximo findo 76 viagens percorrendo 56.767 milhas c transportando 5.752
passageiros, alera dos que obtiveram paasagens gratuitas, na forma do respectivo con-
tracto, bem como valores que attiugiram 3.410:0055462.
A respectiva receita importou em 585:1695188, incluisve a subvengao geral
e a provincial.
O contracto ^r ivincial termina a 30 de Junho de 1887.
A companhia-possue actualmente os vapores S. Francisco, Jacuhype, Ipojuca,
Pirapama, Qiqui, Jaguaribe, Mandah e Conde d'Eu, dos quaes o ultimo est era
reparos.
REPARTIQAO DOS CORREIOS
Contina esta rcpartiglo a ser derigida pelo cidadSo Affonso do Reg Barros
com pratica de longos annos.
Contam-se na provincia 119 agencias postacs O copfronto com o numero
das que cm 1884 existiara as outras provincias mostra que de Pernambuao cabe o
5. lugar.
Durante o exercicio de 1884 a 1885 a repectiva receita importou em
337:1745148, sndo arrecadados pela administragao 305-5585928, e pelas agencias
31:6155220.
A despeza attingio a 273:9525947.
A comniissao de valles postaes produzio 69:5815590.
O movimento da correspondencia foi o seguinte :
Objectos recebidos. 1:221.804 com 3:190:159 portes.
expedidos 778:419 com 1:518.683 portes.
Entraram pelas caixas urbanas 46.261 objectos com 56.050 portes.
A reraessa de valores m correspondencia attingio a 441:9525877.
Comparada a receita e. despeza .icsde 1870 ata fo^ obtem-se o seguinte
auadro demonstrativo de aotavel pirogresso.
jUADRO DEMONSTRATD70 DA RECEITA E DESPEZA- DO CORREIO DE PERNAMBCO DO
EEEjtccioDK 1870-1871 a 1884-4885
1878-1879.
1879 1880.
18CO-1881 .
1881- 1882.
18-2-18*3
1883 1884.
1884 1885 .
81:2/25350
81:685520
91:4795160
OOiOiyfriOS
101:2455812
106:9585835
101:7525020
89:7045013
90:9815423
96:99957 i6
96:1845693
108:1453285
99:4605456
108:1560446

1870-1871 .
18*1-1872. .
1^72-1873. .
1873-1874. .
1874-8Z6. .
1875-1876 .
1876-1*77 ,
1877-1878. .
55:7655120
62:4835b''6
71:8435440
75;57458(<7
80:258(5260
77J0155Q
80.6920200
77:5880973 -
a 39:8335517
T 56:446)9*09
58:6605469
' 76:5135038
82:0715114
87:7615492
8O;7405756
02:8315012
Mr '
FUNDO DE EMANCIPA CAO GERAL
Tem tido r-guiar applicaco n'es'a provincia as seis quotas do fundo de
emancpagao, destribuidas pelo Ministerio da Agricultura, (Jommcrcio e Obras Publicas,
na importancia total de 1.132:9355223 inclusive o legado de 5:081^593 feito por
Monoel Jos da Silva Maia ao municipio do Recife, e o de 505000 do coronel Fran-
cisco de Barros do Nascimento feito ao de Floresta.
Tem sido libertados at hoje na provincia, com as referidas quotas, 2.206
escravos, parte dos quaes contribuirn* com peculios no volor total do 69:8735904.
Para complemento dest- servigo resta applicar o fundo destinado ao munici-
pio de Ea-Vista, por conta da quinta quota, e o que coubo ao de Triumpho, por
conta da sexta.
A applicagSo das rutnuonadas quotas o peculio produzio dis^riminadamente
0 seguinte resultado :
ANMO Qtiotas /' eculio Liber taques
1875 1880 1881 1882 1883 1884 1: 226:6590055 2. 307:6650406 3.a 151:2910904 4.a 200:0 05000 5.a 120:0000000 6.a 122:0000000 15:3385000 26:371097 7 9:8870362 7:2300851 6:1640489 4:88 0225 343 517 274 410 312 350
Mais feliz sob este asp.cto do qu outras provincias da coramunhao nacional,
Pernambuco, reduzido a urna populagao escrava nao excedente de. 70.000 aliuas, ver
terminar em prazo rauito mais curto, sera abalos e notavel influencia sobre a sua pro-
duegao agrcola, a ominosa instiuicao quo o sentimento geral dos brasilciros procura
extinguir, j por meio das providencias cuntidas ana s de 28 de Setembro de 1871
e 1885, j pelo cresetnto e valioso esforgo da liberalidadc particular, j pla humani-
taria diligencia de associagoe3 benifiecntes, nobremeri'e constituyas sombra da lai.
Apresento-vos em seguida o quadro das seis quotas ate agora distribuidas,
co*^ dcclsr|cilo des municipios da provincia aos quaes coube cada urna dcllas, em
relacao a respetiva populagao eserara :
MUNICIPIOS 1.a (JCOTA 2.' 3.' 4.a 5. 6.
Recife..... 39:119*466 39:578*923|l9:829*444 27:188*050 h;::U2n3" 16:240*710
Olinda..... 2:226*192 2:562*131 1:2 .: 790*700 1:074*420 1:034*509
Jaboatao . 13:501*345 6:748*620 9:811425 5:886*750 5:779*260
Iguarass . 6221109 7:804*797 1-5212 5:58346i .O 8:350* 60 3:315*045
Cabo l>:174i331 11:876*579 5: >;484 8:243*80" 4:946*280 4:919*355
Ipjuca . 8:294*518 10:149*153 5:222*988 6:988*300 4:198*980 4:305*345
Itamb..... 9:949*516 12:285*080, 6:115*880 3:666*000 2:199*600 2:249*430
E.-ca ia ... 15:744J45i' 19:11 '.'0901 9-551*64' I3:204*65i> 7:922790 8:069*430
Pao d'Alho . 9:556*61 11:629*901 5:813*181 5:67990 3:107 3'. '71 < 3:436*710
Glora de Goit 1:842340) 1:105*44 1:105*800
Gamelleira . 1:420*416 2:2o9*536 3 31335 U 1:988*10P 1:9163235
Limoeiro . 5:7283r.Slj 6:888*248 3:840*608 3:167*800 1:91 68" 2:413*845
Taquaretinga 1:247*850 71 f7l() 630*015
Goyanna 8:863<5!.7 11 .12*129 5:854284 7:510*600 1 4:4903130
Nazareth . 15:976*345 18:678**231 9-336*276 12:0534150 7:231*890 7:0323015
Ro Fsrmoso. 6:461 327 7:577*8=16 3-787*7 6 4:6953 Serinhem .... 6:868Jti 0 6:.*v04*143 3:431 *02S 5:233*490 3:14O*70 3:2 93570
Bom Jardiin 6:920(>76 9:179*699 4:588*404 5:372*100 3:223*2601 3:078*780
Timbaba .... 4::i8034(Ki 414*5401 2:635005
Palmares .... l( :231*672 14:172*301 7:083*996' 3:870*45i 2:322*270 2:396*385
Agua Preta. 6-055*950 3:6:13*570 3:315*945
8:480798 11:820*666 5:908*536 7:562*30 4:5373380 4:>6:*03O
Bon to 8:646022 5:012*436 2:505*456 3:837*55 2:302*530 2:376*015
Panellas . 1 3:6804%!! 1:842*924 2:432*25)' 1:459*350 1:492*830
Caruar .... 9:973*926 5:953J 90 2:97564<.i 3:5293700 2:117*8^0 2:101*020
Bezerros .... 1 5:0li72.r, 2:5073100 3:82S5150I 2:296*890 2:349 4X25
Garanhuns .... 6:446#6bl 3:640923 1:819*908 2:519200i 1:51!520 1:436*085
Buque .... 2:926*759 3:3778<3 1:688*388 2:335*900 1:401 f540 1:3603425
Flores..... 1:164*806 531976 846*| iOO 507*600 4883880
Barrciros .... ;'>:U72398 6:489*191 3:248*612 4:591 ,.900 2:7553140 2:815*425
Brejo . 6:9275558 7:2553534 3:626*664 4:326*35)' 2:595*810 2:640825
S. Bento .... 2:f. 8*31 1:298*760 1:682 6'? 1:0'9*560 1:012*080
Bom Conselho 186*516 3:285*711 l:042*36 2:140*85). 1:284*510. 1:299* 15
Aguas Bellas 1:235*146 1 677*391' 838*140 l:l89*Oi 713*160 730*410
Cimbres . 6:500*381 8:248*xl_'' 4:123*152 5:56715 8:340*290 2.-776M40
Tacarat..... 3:482*046 1:085*370 542*520 690*901 1143540' 4515050
Floresta 3:052* 92 1:525*632 2:025570" 1:2653420 1:260*030
Villa Bella .... 2:031*398 5:979*4021 2:988* 92 l:837*7i*0 l:!(r2*620 2:4424945
Ingaseira . 3:927*066; 1:962*936 2:7(K)*15' 1:620309)) 1:663*065
Triumpho . '.'20*920 460*320 568*700 3413220 901*567
Petrolina 2:3644791 l:182036j 1:360*650 8163390 9575390
Boa Vista .... 769*626, 384*696' 401850 2413110. 455*415
Salgueiro .... 85**429 429*084 4277o 256*620 3024640
Leopoldina .... 350*150 210*0901 260*445
Cabrob 2:572*814 3:078*504 1:538*784 97736))' 586*5601 5824000
Granito .... 777*193 389*628 34"*75'' 204*450 1964130
Ex .... 278*3li0 166*380 2024245
Ouncury .... 1:5 7*218 1:252*72* 742*600 445*560' 372*480

FUNDO DE E.MAXCIPACAO PROVINCIAL
Por conta do fundo de emancipaga., provincial, crearlo pela lei n. 1.832 de
28 de Junho de 1884, tem sido applii-udo at ag ra o producto liquido d dezoita par-
tes das loteras para cese fim destinadas, na importancia de 9:0365000, inclusive a
de 405000 ofertada pela sociedade Ave Libertas.
Realisaram e com esnas quanfias 105 libertag5es, concorrendo alguns escra-
vos com peculios no valer total de 2:2550000.
Por occasiao das ultimas liberta(8e*>, que se effectuarara a 20 1 D^zembro
ultimo, houve mais 56, sendo 50 a pensas do VUcande de Meejana, 4 da sociedade
Ave Libertas e 2 (Acrecidos Commisso Releroptora, que com sentimento humani-
tario se tem desempenhado de sua honrosa tarefa.
NOVA MATRICULA DE ESCRAVOS
Tendo sido pela nova lei n. 3.'70 de 28 de Sttenbro do anuo passado, o
pelo regulamento que baixou com o Dec. n. 9.517 de 14 de Novembro >eguinte insti-
tuida nova matricula de escravos, que se abrir em todo o Imperio a 0 do corrate,
a8Sm como o arrolamento dos antigos escravos de 60 e 65 annos. providencie!, nos
termos dos avisos circulares do Ministerio da Agricultura, Comn ercio e Obras Pu-
blicas de 27 e 30 de Novembro, 23 de Dezembro do dito anno e 22 de Janeiro ultimo,
em referencia a mesn a matricula e arro'amento, remessa das relagoes necessarias a
esse servigo, aos livros a elle destinados e ao direito adquirido, pelos sobieditos es
cravos do 60 e 65 annos que os juizes de orpbao* devera zelar e proteger.
iContinl)
-------------"-seaoc--;------1----
EXPEDIENTE DO DIA 24 DE WAIICO DI 1880
Actos :
O presidente da provincia resol -e, de con-
formidade com o disposto no decreto n. 2,881. d >
1 de Fevereiro de 1862, abrir, soh sua responsa
bihdade, ujj crdito da importancia de 1:200*000
verbaAjuda de costado Ministerio do Im-
perio, exercicio d^ 185 a 80, afim da occorrer ao
pagamento das judas de custo a que tecm dueito
es deput.idos a Assembli G'-ral Legislativa, l-
timamente eleitos pelas provincias ds Parahyba e
do Rio Grande do Norte, Drs. Jos Soriano de
Si'uza e Tarquinio Braulio de Souza Amarantbo,
residentes nesta capitai. Remetteu.se copia
Theeeuraria de Fasenda.
i O presidente da provincia resolve, de accor-
do com a proposta contid no officiu do inspector
do Thesouro Provincial, de 19 do correte, n. 532,
nomear o promotor publico, Lydio Mariano de Al-
buquerqoe, para ex-'ro r o cargo de ajudante do
procurador idos frites da fazenda piovincal, no
districto da collectoria de Garanhuns, em lugar
do bacharel Antonio Falustiauo de Abreu R-go,
que fica dispensado.
O presidente da provincia, attsndendo ao
que 'requeren Manoel Candido Pernandea Pires,
professor da ca4ajra de onsino primario da Gloria
de Goit, e tendo em vista a infoimacan. 53, de
11 de Fevereiro findo, do inspector gira! da ini-
strucoao publica, resolve conceder ao peticionario
a contar de 18 da corrente, dous me*es de licenca,
can ordenado, para trattr d. sua sKude, onde lht
cmivici.
Otlicios :
Ao exiramandante do Corpo de pnliciaj
Mande V. S. ref irear com tret praco o destaca-
mento d'3 Canhntinhi, tiran ioduis da Boa Via-
g.Tn e urna ordenanza.Oommunicou se ao Dr.
chele de p-ilieia.
Ao inspector da Thes.wma de Fazenda,
Communico a V. S-, para os finu c -nveniuntes,
que 0 juiz d-) direito da e inar -a dp .Ib iatao,
reassumio o exercicio de seu cargo a 19 do cor-
rente me*, tendo deixado as fuaccoes de jai de
direito interino o respetivo substituto, quenaquel-
la ata reafsumii o exercicio de seu cargo.
Ao mesmo. C xmnnnico a V. S paraos
fios convenientes, que o bacharel Manoel Ferreira
Escobar Jnior xssinn o "exercicio do cargo de
juiz municipal do termo de Leopoldita, a 5 do
correte mez.
- Ao mesmo. Communico a V. S.quer ba-
charel Mano 1 Corlln dos Reis, a 18 do corrente
mez, ABSUmio o exerci mo do car : terino da com n t1. do Cabo, para o jual foi Bornea-
do pelo respectivo juir de direito.
Ao mesmo.Communico a V. S-, para os
fina convenientes, que Antonio Livio de Campos,
a 6 do corrente, assumio o exercicio do cargo de
promotor publioo interino da comarca de Villa-
Bella, para qnal foi nimeado pelo respectivo
juhs de J'reito.



-WP
.ii.JWpjjU.lUJ".

Diario de PernambneiiSabbfido 10 d* Abril !886
Ao meswo Communieo a V. 8., para os j Jhn H. Boxwell e (iuilheriuina Jovina
fina convenientes, que Lucio de Siqueira Campo, | pn|iero R-stitua se,


a 4 do corrate m z, asjumio o excrcicio di sargo
de promotor mterino da comarca de Flores, p.ra o
qul f' nomedo pelo respectivo juis de direito.
Ao mi-sino Communieo a V. 8., para o fins
conveniente, que 19 do crreme o juiz munici
pal dos t rmos de Palmares e Aua-Prota, buena
re Francisco P ithier R afrigucs Lima, entrou n
gozo da tice caque ltimamente obtevedeata pre- portara 'le li eoy^i
Dina da Silva. Coutinho. Fajara-sia as
aotas da portara de liceica,
Maria Ja-india Pacheco. Entregue se
pr-la porta.
Podro Rumos Liuthier.Curopra-se a
gideucia, para tratr de ana sa I*.
Ao inesmo. C aimunico / 8., para oa fin
convenientes, que o promotor da comarca de Fio
resta, bacharel Joao Landeliuo Dornellas l.'ani.cri
Jnior, entrou hou.ein no goso da licenca ie tres
mezes, concedida ltimamente por esta presiden
Ca, para tratar de sna sade.
__Ao inspector do thesouru provincial.Ao
commaudante do corpo de polica mande Vmc tor-
necrr os seis livros de que trata o S'-u officio o.
523 de 13 do c trente mez. destinados para o la
eauv-nto da distribuico de fardaraento das pracas
do aobredito corpo. -Commanicou-se ao comman
dante do corpo de polica.
Portaras:
__Declaro cmara municipal do Recite que,
mediante as condicoes constantes de seu officio n.
9 de 24 de Fevereiro fiudo, approvo o arrenia
ment do sitio do Peixinho pela quantia annual
de 5O/JOO0
O tir. superintendente da estrada de ferro
do Recife no S Francisco sirva-ae de mandar con-
ceder pisaageiu de 3" classe, que sToopportuna-
meute descontadas das gratuitas a que o governo
tem direito. da estaca" da Palmares das Cinco
Poutis, a dous presos quatro pracas que os es-
coltatn.Coinmunicou-se ao 'r. chele de policia.
EXPEDIEKTE DO SECBETABIO
Ao Io secretario da assembla provincial De
o lesa do Exm. Sr. eonselheio pr sidrnte da pro-
vincia tran mitto a V. S., para os fins conve-
nientes, o balance da recata c despeza do exerci-
cio i!e 1881 a 1885, e o orcameuto para o do 188R
a 1SS7 da cmara municipal de Gravat.
Au Dr. juiz municipal do termo de L-opol
dina.S. Exc. nSr. Soase heiro prea lent- da
provincia ficuu inteirado Jo as-urapto du uffieio d*
5 d.. correute meze recuinmeiida i V. S. que trans-
milta a cutiuo de seo exer.'cio.
Ao L)r. juiz de 'I reito da comarca de Rio
Fcrinoso.S Exc. o Sr. conselheiro preaideiite da
provincia manda declar.r a V S. que a consulta
feta no eu telegramma d. 11) do correte. Pata
resolvida pe'o aviso n. 141 de '.I de Abril de. 1867.
Ao Dr. juiz de direito de Jabonto.S. Exc.
O Sr. cmselbciro presidente da provincia d.-v. Ive
a V. S., para mi aaagaado, o officio de 19 do cor-
r. lite ni, z.
Aos mciobros da commLso liquidadora daa
umitas da cetra a de fero do Roce ao S. r'i n
O Exin. r. cons llieiro pr-sidente da pr -
Vincia manda declarar a V. S. qu n tt data ti
Yt-ram o eonveni -.te destino 08 documentos qae
companharam o sen ffi io de hont-m data i i.
A f rente de Cotapaohia IVrnuuibiicauu.
O Exin. 8r. cons'Hiel presidenta da provincia
manda aecosar re I) ment do officio de limiten,
dat do, eui qoe V. 8. partieipa qoe osea cumpa-
nica expedir iinhi, 17 do corr-nf, o <
i pira 8 pintos de Taan tal e Rl I fot
BKMU.
=-
DE
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA
ABRIL DE 1886
Antonia Mara Ua Uonceicao IbiapinaInfor
ro" o Sr. inspector do Tbes mro Provincial.
Ant'u-o Martina de Oliven* Machado.Siui,
para Sitios tfovos de Ouncury.
nna Mana da Conccicj.Sim, pagando a
suppcaute a comedoria.
Companhia Pernaubucana,Aguarde a conces-
sao de ci edito solicitado a Asscinbla Legislativa
Provincial.
A mesinadem.
A mesmadem.
A mesma. dem.
A mesma. dem.
A mesma.Eucauiuhe se, pagando a suppli-
cante o devido porte na Reparticao dos Correios.
Fielden Brothers & C.Informe o Sr. inspector
do Thesomo Provincial.
Os mesmos. dem.
Fre ii-rico Augusto da fcilveira Wanderley.
Informe o Sr. brigadeiro commandante das ar-
mas.
Jos de Araujo Veig* 6c 0.Informe o Si. ins-
pector do Thesouro Provincial.
Luiz Domingos Ribeiro da Silva.Por ora nlo
ha vaga.
Manoel Maria Seixas Borges.Remettido ao
Sr. Dr. ch fe de i. licia psra prestar a considera-
cao que merecer.
Opitlo Manoel de Carvalho Paes de Aodrade
Gouvim.Ao Sr. Dr. juiz de direito da comarca
de Pn mares para informar.
Tenente Sebastiao Francisco de Siqueiru.In-
forme o Sr. Dr. chele de polica.
Vicente d. M rcqU' rida. _
Abaiio assignsdo de carteiros e serventes de
div rsaa repartieoea provinciacs.Informe o Sr.
inspector do Thesouro l'r-.vincial.
Secretaria da Presidencia de Pernambuco, 9
de Abril de 188tj.
O porteiro,
J. L. Viegas.
Rrpartifo da Polica
Sec^a.) 2.' N 3G3. Sccretrria da po-
Boia de Pernambuco, 9 de Abril de 1886.
Illm. e Exm. Sr. Parrieipo a V. Ex<-.
quo turaiu huiiteni recolhid >s na Casa de
Det<-niao o.^ seguintes individuos :
A' mioha ordem, Joanna Maria do 9a-
tramenta, alienada, at que possa sertrans
feri'.li para o asylo i Ti.iuarincira ; eM
noel Joao Carina da Pa% por uso de ar-
mas (1 i'' zas.
A' ordem do subdelegado de Santo An-
toni ..Antoni i 11 >gB de Souza Jnior, por
emlirias11''2 e istuibiosjcnnstando taruti ni
qno est pronuu' indo no termo de Pao
'Ailio.
.ntems 8 e -noia Loras aa noitf,
aturado egressava para o quaitel o 5 ba-
talhio de linha, que bavia aeompanbado o
Sunhor d la igreja do Corpo San
to para a do Carato, ao passar pela ra de
IIn.ilio Dias, em frente ao boceo do Se-
rigado, ogaram algn bs pedras sobre ^
aiusicos, resultando sabirem dous feridos
a cabe9a.
A' energa do cjrnmandante daquelle
batalhao se deve nao se ter dado na occa-
io uoj conflicto entre as pracas e as pes-
toas que ncompanharam a msica.
Os autores .le tal imprudencia consegui-
r m evadir se.
D us guarde a V. Exc.-Il'm. e Exm.
?r. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Le5,
muito digno vice-preaidente da provincia.
O chefe de pulida, .ifitonio Domingo*
Pinto.
B-rn rdino Duirte Campos.Volta ao
Sr. Dr. administrador do Consula lo para
i) deferineuto ao suppli-ante. protieder-
se dos t-rmos da art. 38 do Reg de 4 de
Jaiba de 1 -79.
Antonio A'gusto Ferreira Lina. -H-ja
isla o Sr. Dr. pro>-upador fiscal.
Dionisio Pa heco da Silva. Volt" O
Sr. Dr administrador do Consulado par.
a diligencia ordenada.
G-'ininiaao Joa luim de Miranda. Cer-
tifiqne-ae.
Pont 18 da secretaria da instrU'ao pu-
bliea e da Assembla Provincial. Ao Si.
pagador p-ra os devi los fi J ln Baptiata da Silva, Jos Mano il de
Gianito, Fielden Brothers, Dr. ohefe Je
policia e engf>nlieiro ehefe das obras publi
ca- Iiiforiu- o Sr. cunt idor.
J s Augusto de Mello e A l-dplio J >s
de Araujo. Pague-se.
Ni s da Silva Guralo, J-rmiy u i
O ion F rr-ira Ciiav's a Miguel Jos Ro
drignea Braga. Ao Sr. eoota >or para uo
shecimento e ao cuBtenoiato pira l.vitr
t ruin definitiva,
\iitniii Mara da Cnnecicao Ibiapina.
[nfonn o Sr. th soureiro.
Jo&o Frneisi'o dos .Santos e Manoel A!
res 15.rlio i. laj i vista o Sr. Dr. pro
i ni .io;- fiscal.
Pedro J rg' da Sdva Runos. In/orine
o cunt neioso.
Junta da Santa Caaa. N -g > a pnvi
ment, de a ordo com a inforui i(S > doSr.
contador.
i)r. Gervasio Rodrigue Campello.
[ndeferido, vmto que uaotjt nto sidorepa-
tido o pagamento d' tjU trata, f ilo alias
'I mt.'.ri mi' :it- na eolleetiiria de Jabn
tifo pelo suppli-ant -, nao c caso d Pesti
i,i_ o, aquelle pa|gan><*nto ae reputa re
gulir t que p"lprftcolhitnento la t zana
i- |i rtiyao irr oadadora da jnrisdi'c3o do
jttizodoiuv tit trio so ) i i i circoina
tanoia e .--i determina o dir to reati
uicao.
Manoel Cardse Jnior. C Ttitiqu s .
t'ouKiil.idn l-ovi a-S.iI
DESPACHOS BO DA 7 i>B ABKIL
D. Rutina Maria da Cutoceieio. eruficRI>ae.
Anomn Irinaos 4 C. Informe a 2^ tMjKB.
Jos de Aln.eida n CA' 1" eenie pira ns
dev.dos fins.
Joaquim Nunes Ribeiro. Ccrtifique-sp.
F i., ira Cruz 4 CA' Ia seopio para atteu-
lr.
M reir IrinSos & C.Compra-se.
J'jio Vctor Airea Mathen, Cnmpra-se.
Fonseci & C. Informe a Ia seccao
Antonio Lopes Teixeira.A' Ia secca.i pata os
deviilos fio.
Machado 4 Peieira A' 2' seccao.
Bachaie Luiz R drigues ViPar-s e sua pu-
l r.Ci rtifique-se o que constar
DBSPACSHO DO DA 8 DE ABRIL DE 1836
Jos Martins P.heiro. A' 1* seecao para at
tender.
Manoel Joaquim de Mello.A' 1* seccao pira
at tender.
Feruanden & Irmai.Informe a 2 seccai.
Arr.orim Iruiaoa A C.Deferido de accordo com
a inf r n ic.i
Francisco Santiago de Vasconcellos e Therera
Ohristina Barbos i da Silva.Informe la sec-
cao.
9 -
Antonio Luiz de Miranda e Phittes Adelina da
Costa Djri .. Inf rme Ia seceo.
Hermn Lundgrin & C Iudcferido, em vista
das inf irmacoi s.
M iroaa k Marques.Indeferido em vista das
nformHcV'S.
Gomes Mmdoncji V C, Antonia Gimes da Sil-
va Jnior, Antonio Fcrreir* Nobrega. Costa Car-
valho te Mm- es Marques & U Sim.
Lias Pinheiro i C. Em vista das infoim-no
nada ha que deferir.
Jote Joaquim da Costa Lele.Indeferido

Thcsonro provincial
DESPACHOS DO DA 8 DE ABKIL
Joaquim Jos de Arla. -Deferido, dan-
do-se baiza na fianca.
Fr. Jos de Santa Julia Botelho. Rea-
titua-se.
Victorino DomiDgues Alvos Maia, sena-
dor Francisco do Reg Rarros Barreto e
Bernardino da Silva Ramos. Deferido, fi-
cando irresponsavel pelo debito anterior o
ovo inquilino para estabclecer-ae nos pa
rimen tos terreos dos predios ns. 76 ra
de Pedro AfFonso e n. 88 ra do Du-
que de Casias e as casas n. 31 e 33
ra Bella, em Palmares.
Padre Lourenco de Albuquerque Loyo
la.Deferido, tomndose por termo a
anca offerecida.
Contas do thesoureiro das obras publi-
cas, do vigario Joao Evangelista dos San-
tos Lima, do aiudante do procurado rdos
feitos de Gameleira. Approvadaa.
RECIFE, 10 DE ABRIL Dt 1886
Xoticia da Huropa
O pqu te "frl z Trtni, que pass u hontem para
o gul, trouxe Oatas da Europa que alcanciin ..t
28 de Marc', di Lisb m, a liautaudo cinco dias
trazidat pe fiaucez \iger.
Alm da eonvapoodeaeia de Portugal, publica-
da ua rubrica h'x'trior, eis as noticias de que fui
poitador o refer lo paquete :
II i'ipaiia
Becreve en 28 de Alargo o noseo corresponden-
te de Li.-b a :
V-ii grande inovim' ntc eletoral em toda a
II paiilm. T-.dos os partid .8 andam muito aita
los, :'i excepeao do carlista. Boa qna.-i todita os
cfrtsul s s-' apreaentam dous ou tr--s candnl.it is :
Au eKii.o s, p os, d. da 11 do prximo Abril,
ko amito disputadas.
Ell'.-cliiiu se a inaugura cao da ponte in-
t-Tiia.i mal sobre o Minfa -, i ss5 do Barrate, s 9
lior s da m-iuli. Asi-i-tir.m repreeentaatei dr
i'riog.l i II pnilia, autoriladi s c vis e Bnge
oaairoe. Gran i i, uuutos discursos e c i-
niaacSo.
o O Globo publicava lia dias nina carta do
graiue tribuno Emilio Castelar, a.ss afeitara de
Huesca, afirmando o s.u programma e solicitan
do-lhes o.s soffrairjoe.
Diz o m-tmo j mial que a repnblica deve en-
trar em Hespanha, por rueio do suffragio univer-
Eal e nao deve destruir os privilegias do nasci n-n-
to, nem o exercito, nem a grtria, nem a proprie-
dade. Accre^centa que um progrunma, aceito
por todos, o uuieo meio de salvaguardar as as-
pirares communs p ra o futuro.
" Queixa-se o Globo de que os j >rnaes republi-
can< s federaes tenbain insultado o Sr. Castelar,
p ir califa da sua recusa a ter entrado na n lliira
cao, p. decan, que o mesmo s.-uli r nanea se col i-
gar. o m a gente que foi "brigado a bomharder
im Cartoagena ; que nao quer a repunlica c in os
radic.aes e que rejeita os quatro diff.rentes prn-
grammas poltico;, propostos pelos republicanos
federaes
O Eco de Caita afSrma que as negociaeoca
para os tratados de ccmm> rcio da Franca, da In-
glaterra e da IIepnha cun o un, enu de Marr. -
coe, proaeguem lentamente, porque as IniUucooes
dos plenipotenciarii s marroquinos silo muito Inni
tadas. Os representantes das tres potencias pe-
dem a liberdade absoluta de exportac.ao d is pro-
duelos marroquinos, e a reduejao de 5 t)/t) nos di
reitos de import icao.
O imperador de Marrocos parti em direccao
a Si fia e depois ir a Sus.
Ha tres das rclisou se o comicio da es
aucrda dynastica e da fraccao Roo.ero Robledo.
O general Lpez Domnguez nviou urna carta la
montan lo nao poder assistir stssSo por nA Ih'o
permittir o seu dever militar. Discursaram varios
orad tcf, nomeadamente o Sr. Romero Robledo, o*
qual declarou que a collrgac&o dos dous partidos
tem nicamente nm fim el> iti.ral ; esp-ra, porm,
qoe se tomar depoiB collgacau poltica. O 4r.
Romero Robledo ataca a poltica do Sr. Cnovas
del Cotillo.
A questo dos vinhos h-spanhes em Fran
ca est sobresaltando grandemente os exportado-
res. Com effeto acbam se elles muiti assustadus
com os planos do Sr. Sadi Carnot, ministrj da a
zenda, no que se refere ao augmento de imposto
sobre es vinbjs.
Calcnlam que a sna prodaecao dos vinhos em
Hespnnha perder muitissimos milbes, caso sejam
approvados os projectos do ministro francs. Alea
dieao, eonsidertm como infringido o trtalo de
commercio com a baixa uos graos alcoolicos e com
0 imposto sobre a ciroulac&o des vinhos no inte-
rior d Franca.
Cmcordtm os m-tis importantes importadores
da praga do Pars, que a questa > se presta a re-
clamacoes diplomticas e que a Hespanha e a Ita
lia, q o s. os paizes mais prejudicados com os
project is, devem int-utar*uma accao commum, em
i. f.-z i dos seus interesses.
Na questo dos vinhos a Franca n) se pro-
pSa nutr eo-isa seniio perseguir as ag>ard'iites
allemil, quo sao nocivas h ie. M litoa vinhos
U C lialunba ilo preparados ooin agurdente al-
leuta. Outri tanto faz m mu i tos coimner-imites
d" Ttnhe li'ispaiih il estaoeleeid u na fronteira, e
idetico pricediuv ato ie adoptado alguna neg
c.nt.H.a de viahn franoez-*s.
. Import.uit puuei Franja que, para dar
mateC ajadoaaa aos vinhos hespanhes, se empre-
g.sae a agnard.nte da uva. Isto assim seria to
leraoo.
que o Sr. Sadi Carnot deseja evitar a frau
de e faz 'r desappareccr d > .mm io a agurdente
al lema.
Franca
O vapor-correio di frica austral chegado no
da 23, Plymouth, diz que foraiu gruvissiinas as
i.'roas aMndoa pjlos franceses em Madagascar.
pelos fins de Fevereiro.
Will inirhbT, o infles que cimma ola os h ivas,
ataeua a 3'K)0 franceses, derrotan lo-os e causan-
Io-lhes gran I i* perdas. Perseguio-os depois at
Taintva, que fui bouibir leid i Bal BaaOS, teiurias
e ni un nuil fiaiiccze-.. Ri-gressaram a Antanana-
ri As perdas soffi i las p los hovas sio insigiii-
acantee.
Poneos das depois. o coronel Sherriugton, che-
le de ou ro cxercito bov, sror be ideu n i atatto
i l.'lO i -. .k I v.i-, euinmanlal por 260 ofrj i es
fr incez< s p -rf -i* un'-uie inn-i loa e c >in tr--s pecae-
i- viiK'is. O^ h ivas mai .ranl-lhei i<) homeus e
f rir .in a nratto*.
O Sr. de Preyoin tdeciaroo que as derrotas sof
fri l.is polos f, i icez s i-in M iliriS"ir, a 11u-* se
r ter -m is noticia! do c irr io d'Africa oceorreram
antea le s i cjicluinm as nog.ciicoes da paz.
P.rece tereui ganbo altinw aonte grande actiVi-
tado os m ,in-j is das asso.-iaco s aoeialiataa revo-
lueonarias :
Em Franc i contiiii a grttt dos mineiroa de
D.v.ize.-iile. Aigimai das Seinai anoexas e
ninas f"neeon un o m um pequ na numero de opo-
rartoe; m..- o trabalbo n i qnaai oomple-;
t uante intarr impido
A grv ea. endo aln- uta i por s iCOOrroa de
iss-hi lucionari .s rrtiieasaa e eetraog-i-
ras, p ir hu 1 os qil forain votad s pelo niS'-lho
munici I -e Pars v. pelo ilcitamente. Se algons
lepata I m senabataa. t> goveruo a mt.11 a: coa
V ni ntc evitar que >s mi h iros
emgrnealterena o-i na pablieaoampeoaa qoe
t ab.ihen os qne pm elles uJ estao assoeiados.
Tem bavidu em Fnnca uma eorioaa e'l
tepot-nacH utraoSr Paulo laCassagnic, ieo-
nheeid eorypheu do bouapartismo, matis princ
) ii-i'i.-, 11 n i a lep it ido il
n s no partid i 0 segundo aceusa priineiro de
ni lar le de m lil i I mp lo e un o e m
4-' ParS, a piorno -r a desorganisictlo do parti-
1 iini:ipar lata. Cita, para or v.r issaas ftaser-
coe-, liversiis tactos, algumas onversaco s doSr.
o.n diferentes doputados do meam
i rti lu e as snas visitas ao .onde de Paria. O oeu
oout- nlior responde-lh c un ppigramm s e in/eo
ti vas : mas nao coosegne privar a falsidade das
aecnsaoo s.
11 | ,e se c mciue d'eate espectculo que s" est
l.iii i entre bon -ns importa.i <-s d > b loapartiaa ',
que este pulido est em ali.inr.ilo cainiuhide
ssolucai.
Es -8rf discutindo no se nido urna nova lei de
ios ru c2o pr iniria, que torna obrigatoria a se.-u-
1 .rio ici i do enaino Como era de ,rever, este
principio tem^id i comb-ti lo fnrtemente pelos se-
na lores da dreit.a epi alg ins I i centro. Entre
estes o Sr. Julio Sonon pronunciou um notavel
di-curo reinvi licando para o clero o direito de
ensinar as e?c >las publicas.
Sr. Goblet, ministro da instruccao publica,
tem defendido o pr.j .cto, sustentando que o ensi-
no obrigaturio torna ndispensavel que elle seja
tambem gratuito e secular, porque nao se nasa
prebende que o protestante e o livre peuaador,
que. nao podero pagar as escolas particuli res.
s-jam constrangidos a manJar os filhos s esc das
do Estado, para all Ibes ser miuistrada a instruc-
cao por mestres, que nao podero deixar de incu-
tir-'hes ideas da sua communhi religiosa.
0 goveruo francez vai ensaiar a mobilisacSo d*.
um corpo do exereito. Esse ensaio ser effeetna-
do oo anno de H87. Para esse fim j o general
Boulanger, ministro da guerra, expedio as conve-
nientes onleiis aos commandantes dos differeutes
corp is do exereito.
Nada est anda decidido a respeito da er-
Lf;in sai,-! i da eulonia* francesa do Congo. Os Srs.
d- Fr-ycinet e almirante Aube, ministro dos ue-
goci is estrangeros e da mariuha e coloni is, con
ruina-n a estuar o assumpto ; mas s d'aqui a 15
dias lien ni a questio rosolv.d*.
Ogiverno recusou aceitar o orcaraento d'nm
mbao de francos para o Congo francez, o me
provavelm ote levar o Sr. Brazza a renunciar a
nnineacao le govern idor d'aquella possessie
Por ultimo foi posto de parte o prufeetu de lei
que tiuha por fim c II mar Oaba > sob a adminis-
tr icao do ministerio dos negocios es'rangeiros ;
as duas possesaoes ficaro subordinadas ao minis-
terio da manaba e das colonias.
O Sr. Fernandes de Lesseps disse em Saint
Nazaire qun as obras do cana' interocranico de Pa-
imin ticaraj concluidas em 1889.
Ni da 24 o Sr. de Freyeinet abri os traoa-
ibos da cummis8ao de fix-ir os limites das posses-
soes francezas e h.-sp mh-ilas ns frica occi ien-
tal. iiianif-stando esperancas de um accordo sa-
tisfactorio para os dous paizes, grabas oa vou-
taile mutua
Falleueu a 25, em G ritz a condussa de C'h bord.
jilfinna-se que a condessa de l'hambord deixa a
maioi parte da sua fortuna a D. Carlos de Bonr-
b iue)0 pretendente de Hespanha.
As s-s.- >s d i cmuir Jos deputados elegerara
a comoiiarSo de ornamento. Os grup is da esquer-
[ i e illgado impediram a eleie&O de qiialquer
memoro dadireita; mas entre 03 republicanos
.- ir os parecein ser muito divergentes aa -piu.cs,
t uito sohr<. a p li tica fiuauceir 1 do goveruo como
a reop itu do 1:11 pr stimo.
Ai-3'"ira-8e que mini rin da corn-nisssao do
orvamentu j-.i -r UgOf a VotaeOO do emprestimo li
di oreameoto : por coni-e ;uiute o i-mpr-stimo nao
ser ful td i ame li .t m nt>'. Diz-se tambe n que
a m lioria adoptar o typ> 3 % amortisavel em
voz d 1 3 /0 perpetuo, pruposto pe 1 ministerio da
faze da.
Ojonal Im Francr. ataca a poiitica retrahida
do ministerio ua questo do Oriente, e aecrescen-
ti qu- os proie.ct.js de fazeuda f.rain mal receb
dos pelo paiz.
O Sr. Kouvier foi eleif presidente da commis-
- 1 1) 1 orcameuto por 17 Vo;os contra 16, dados
ao Sr. Cleinenoeau.
O g 11 ral Boulanger, ministro da guerra, w ti
roa as lei dorecrutamento e do -x rci'o colonial
j o 1 I ,3 pela cmara dos lepla 1 -s, e iuformou
ni parlamento que no da 15 de maio apresentar
urna le 1 abrangendo o eenjnnote da oiganisaco
militar da Franca, lei que esta elab irandu actual-
mente.
0 general Blanco participou ao governo que
e-- munido de plenos poderes para* ratificar a
c uvencao celebrada com Venezuela, e pedio que
a Kcpubliea Franc za "avie um raeuOro do parla-
meiitn a V -nezuela p.ra se rotabolecerein as re-
lacoes diplomticas. O governo trances parece
diaposto a satisf ,zer rste d--sejo.
Belstca
Na Blgica tem se constituido grves, com ten-
deneias paia actos revoluci-nanos. O governo
d'aquede p iiz tem-se visto obrigado a tomar se-
rias precaugo-s militares.
O conselho geral do partido operario publicou
um manif sto, proclamando a necessidade de re-
forman polticas sociaes, pediudo o suffragio uni-
versal.
No da 18 as desordena em Lige continuaran.
at meia noite, qufl foi so quando a ordem pO. -
bhci polo ficar stabalecida. Grandes magotes
de socialistas ju tos com a rale da populacio sa-
queara e devaitaram oa cafs, quebraram as vi-
ilraca de maita caaos particulare, e percorre-
rain as ras borrando*: Abaixo os capitalistas
e burgui zesr
Na ra Napoleo fichram devastadas todas as
I-jas
Os estragos causados por estes distorbios ava-
liam-sa em muitas cententas de mil francos. Os
gendarm-s, a guarda civiea e a polica tiveram
de carregar varias vezei sobre os amotinadoree
que ospedrearam. f irain muitos es feridos d'um
e d'outro campo e-ha una oem individuos preso.
entre os operarios e a gu.rda da pocia, ficau Jo .jeitada, o ministerio tornar a ooposico respou-
fendoa muitos individuos epresos dez. as po- savel pelas soosequ uicias. p-issar adianto e pro-
voacoes dos arredores de Brnxellas hzeram-se a
21 varios co-nicios de operarios. Eui Lige re-
ceiam-89 desordens, mas estao tomadas providen-
cias para maute a ordem.
Durante a uoite de 21 reinou completo soceg
em Broxellas, nao obstante haver certo reeeio de
disturbios.
Ne da 22 houve serio couflicto em Tilleur en
tre 200 previstas e um pcloto de tropas Os amo
tinadores fram tinalm -nte dispersos, ficiudo at
runs t"rdos e muitos presos.
Um mago'e de desordeiros no mesino dia andn
pelas ras de Bruxellas com uma banda d>' msica,
apuoou a familia real que voltava do palacio de
Laiken.
No dia 24 e8tavam 2,000 grevistas postados s
portas de Lige. A situac;V) grave.
O tribunal cindemnon a 6 meze de prisao o reo
Wagener como princ pal instig idor dos motins
A 'ib a greve contiuuava a alastrar-s- pelos ar-
r-'dores de Lige, e a 1 ttituda dos grevistas era
cada vez intis ameaca lora.
Foram refurcadas as tropas em varias localida-
des ; porque oa ch des anarchistas pr-^a n aber
tamente > saque das casas.
Na vespera noite houve tumultos 'in Laven
prximo das minas de -arvio Lahaie. E n Lige
um bando de gr-vistas qu-brou os can li droi 1 is
ras e apredej u 03 gendarmes. No conflicto fi-
ciram gr tve ueol fen los dous gr iviataa sllemaes.
No mesmo dia 25 prximo da astaeo do II I
no caminho d- ferro de Lige, boave ua attan 111
por meio de dyuuinit' quando passava o comboio.
O chame p erre la locomotiva a&stoa do carril
um cmhrullio de 35 cartuxos de dyiinn'e ; cuja
explos levou tres dedos ao machinista quo se
apoi ra para ver o qos era o cmbrulho.
A jol;cia tuina precauco 3, porque em lige
apparecen atfixada urna procamaea 1 convidan.1
us operarios a rem aonados de re rol ver pira os
comu"it,
A 20 j a greve se tinha propagad1] em <'
leru ree-iiv.-s qne vi OSe 1 USt 11 ler-sc a tila
a reg io de M ma.
E' geral a greve em toda a rogiio mineira i
Cliarieroi, cansa ido graves lertm b i-o--s cm I
poi-a o projecto concernen te ao home rale
O Sr. Gladst-n" ni) appareceu a 2> na cmara
dos ommuus p .r estar consti alo, sir Willi im W
II scsso do dia 8 de Abril quaes sao os s -us intui-
tos a reapei ,o da Irlanda, e di-se qneespera apre*
sentar o orcameuto na primeira quinzena de
Abril.
Na sessao de 2<> o Sr. Gladstone disse cam ira
dos c-mi niius que a sua cominuuicafao acerca da
Irlauda ser foita de m 1J0 que a caara possa
discutil-a.
Esperava apreseatar no dia 29 ou 30 uma mo-
co ten lente a introdHzir o bil para o governo
futuro da Irlanda.
No na 30 haver um comicio dos -leitores da
City, sobre a presidencia do lord mayor para pro
tostar coatra a creac. ie um parlamento em Du-
bli .
O Daily Chronicie annuncia que se prepara
para marchar sobre o Egypto um p 1 leroso exer-
eito de rebe des que se formou prximo de Ber-
ber.
As trop s da Abyssinia bate.-am os rebeldes de
SoMao.
Aniiincia um telegramina de lord Diii'riu que
o general Prenlergist dispersm um orn euiai-
leravcl de hynnans rebeid s, prxima do Yeine-
tiieil.
O Standard tem notic:a da que o govern> peina
enui-ul.r retirar do Egypto sir Il.tury Dium
mjii 1 Wolff.
O governo inglez tem ictu Jin uite eea oonstruc-
eZo 20 iavijs ciur-.c idos c 51 barcos frpedeiros.
A d-'sp-za d>'stas construcco is est oread 1 em
13.150,00J libras esterlinas.
lli-m>iiiia
A Allemauha caneca a preoecupar-se com a
rxisteoeis da agitacao socialista da rae front
O principe de iJisuiarck fez publicar um 1 carta
em quo declara qu-- i- aopposica do rirlamuito
imperial > isapede de dar i exDedic5-a colonia*s
lili o apoio que reclamam os iatereasea da Alie-
mauha.
N* i dia 22 o imo-rador Giilh-rme r-cobeu gran-
lc numero de persooageni qoe o foram -umpri
as industriaes. Os grevistasj&mvadiram e aa- mentar pelo sea anaiversaro natalicio. Dnant-o
el 'ci meatos.
IialiM
No da 2 i .. cmara 10* 1 -puf ido.-i -ipprivou em
es-rutinti secret 1, por 196 vitos.- ntr 49, asme-
idaa linauei'i .1- propostas pe 1 governo.
A raiiib 1. sea lillio. 11.lis \ II11 .- s o euulia-l 1 0
r nuipe Amadei de aboya, irfto a Lisbia assis-
tir a 1 eaa imento 11 prineipe li rdoiro.
liiKln'vrra
Pro-n-ttera o S Qt Istoufl que no dia 1 de
\lui apres otaBa ao parlamento o plano de um 1
laappareeeu varias vez-'Sii j mella, sendo moito
acelainado p ilo p
sVeoa- b i-uferuii a pnn-'zi imperial da JIe-
miolii 0 leu estado inspira serios cuidados.
torvta
O r. i Miln, n'ama pr id un ico dirig la ao p i-
ro 3 rvio, annuncia a troca das ratificacdes do
tratado de paz celebrado con a Bulgaria. Igra
deee 11 u;io o ha er-S" m -tra lo chcia do p itrio-
rism 1 e de dclicae.a > dur inte a goerr 1 e o ter b 11
m ireheodi lo >s de .-eres qu- ihe impunha a rea
refwrtii,t.....lente a satisfasar, dentro dos limites :i-a.,ii -11 ili nacional servia Termina o r-i
lo ju to e do raa v I, as aspirayOes do povo ir
S iguu i 11- fi re o Sltit'ln-d. o projecto li asta-
di 11 ingles o Dublin, c 1 istitu-n 11 um 1 tsaom-
bl a 11 1 -i, 1 n r 'pr-.-1 itacao I n r
Al ni I 1 con! un r los .10 p ir-
I101 paris-
ino da su 1 popa i.-ii, iu- m harmona oin a sai
i) i' ntnbuic<3-'8 pira aa lesp zas li im-
perio.
A policia irlandesa ficar coi locada sob asuper
lteo.I -tti'ia d parlad ato local.
A uitervencao das f-rcxs iuiperia'S C prevista
para o caso em |ae saja Doeessario manrer a se-
gnrancadis p sso.s e da propriedade.
O par iin-ii'o irl m 1 % nao ter o direito de es-
tab-1-cer impostas sobre as mercaderas inglesas,
de eutabol ir ueg iciavoes com as nacocs eotimn
geiras, de emprugar os seus reuliineiiio) em beue-
fi-io efe um eolto qaatqder, tem de decretar oada
que atiente contra a va olaje dos outrtctos.
O plano do Sr. Gladstone, como fici exposto,
d'inoustra a poderosa iniciativa e audacia ref ir-
mador* do velh-i humera de estado : mas o arro-
jado projecto, os lacificios de influencia, de amor
proprio e de interesses que elle mpoj logia-|
trra, nao detam de asaustar um grande numero
de membros do partido liberal, muitos dos p-oprios
radicaes, e at alguna dos [ministros do gabinete
Gladstone.
D'aqui nasceu a crise ministerial, de qae o te-
legrapbn tem fallado certamente dos Srs. Cham-
berlain o Trevely.in que teera iusst'lo pela sua
exonerars. '
A attitude d'aquelles dous ministros obedece aoa
seguintes motivos :
Pensara, elles, ser impossvel tratar-se separa-
damente das diversas faces do problema irlands,
desligar, por exemplo, o projecto da acquisico dos
terrenos do conjuncto da nova legislaco, para Ihe
dar priordade e para int ressar os propnetaros
iilaii lez-s no sueccaso dos projectos do Sr. Gla-
dstone .
Em segunlo lugar, julgam exagrala a quan-
tia de 150 mil lio -s de. libras torunas, quo a fa-
zeuda da Gr-Bretanha ter que empregar para
1 var a effeit 1 a acquirico dos terrenos.
Ni> concor iam tambera em confiar a gerencia
daqu.'ll enorme somma a urna orporacao, que
ser um verdadeiro parlamento nacional irlaud-z.
Nao ve -ni garantas que compensem os sacri-
d>send que is qu di la le de q 1 1 povo servio
den p-a-..-r 1 bi-iili 1 ,r ) ser > para elle, no fu-
turo, o a estimal -1 o -- trabalh -1 1 que t im
ir-se o t n 10 d i paz.
UuiHrin
A questo lo Orim'e apres-ota-aos eads dia
novas sarpresas. Qu ado nos pan.......star nos ni
momento d ver revolvidos todos os coufl-.etos e
e -feitas todas as il di ll ladea, surge-nm uui 10
dio, que pie em terreno dov divi
I .- ada a soloeao final do problema, qneaoi ulti
mos tempos tanto tm preoccapa I a Boropa.
O principe V \.i 1 Ira i. Bulgari 1 offercee eflve-
tivameu e, como bi dias se aononciara, ubjeeoies
ratificad-i do accorliturc< b.ilgui. \qu-lle
prineijie deu iastraceftee aa san representante em
Constantuiopla, pira qae exigase que a sua no-
meac 1 para governa I ir da Riumelia Oii-n'.al se-
ji vitalicia nao por um periodo le cinco anuos.
Affirma-se, porm, que e le fizara saber que p 11 -
ria aceitar aqaaUe limite para a luraco de seus
pod-*r>-8, no caso era que estos em utassem iireeta-
ineii'e da Porta o someute d'elli ; mis, que nao
podar ter igual condescendencia, se as potencias
intervierem na sua nomeac .
Alguus jornaes russ>s aecusam a Inglaterra de
ter instigado o principe Al -landre quelle acto.
Disera ^ue a poltica do gib'nete iuglez tem tido
sempre por mira, no decurso dos actuaos acontec-
ment-, faser do chefe da afio blgaro um jlen-
tc do reino-unid ; e em todo o proc- dmen'O d 1
prncipe Alexandre ve;m manejos dos ageotea da
diplomacia britannici.
Por sua parte, a imprensa inglesa defende o go-
veruo d> seu paiz contra todas as accusay.3 quelle g.nero. Al'ega quena p itencias tiuham
consentido a principio, sera, a mnima difficuldade,
em que os poderes de principe, como governador
da lio un-lia, fossea vitalicios, e que o proprio ga-
binete oe S. Petersburgo concordara n'esae princi-
pio. Queixa-se, porm. de que o embaixalor russo
em Constantinopla tem secretamente levado o al-
ta 1 conceder apenas ao principe Alexandre as
c ni Iice- m-nos fav.iraveis, tendose explorado
para esse ti n a mudanca do oaiuisteiio ngl--z
Tambera os jornaes de L ei 1 es dizetn que a
questo tomou uma imp-irtaneia capital aos oihis
da populaco da Bulgaria e da Roumelia, e que a
ac-itaci) de um 1 investidura temporaria p lo prin-
cipe Alexandre, sena uma causa permaneute de
pirturb.H'oes na Riumelia, accreacentando qu-, ae
fiema que ter que fazer o coutnbiinte inglez, e | gllndo tu resolvida n'um s-ntido ou 11' mtro a
nao sjlvemo mei pelo qual pod r ser obrig-ido
0 parlamento iran lez a tornar effectiva a cobran-
Ca das rea las, cojo producto ha de fazer face s
despezas locaes da Irl inda
Tdin-se cm jregado todos os esforcos para que
os loas ministros des:sfim da sua croueraco, mas
a crise nao ser anda resolvida.
S' ed 8 iiiaistirem provavel que 3so nao de-
mova o Sr. Gi idstone d> seu intento, a que o Ilus-
tre oiniscro. cm presenca dessi e das deserco's
que ha de encontrar proceda dissolur-iio da CO011
ra electiva.
Par.-ce i-st r portooto no mesmo estado a crise
parcial, que ae inanifearou no gabinete ingles pelo
pedido de ex meracao que apresentarain 03 Srs.
Cbamberlain p Trevi-lyan
Ti-m priw giiidn com activilade as negociacoes
entr- o S.-. Gladatone.
Julga-seque aquelle est disputo a levar to
1 mg quando possivel, as eoocesscfes, comtanto que
nu soti'ra qU'-bra o piincipio em que elle assentou
qu -sti actual, assnn a nflueacia r asa na Bul-
gria s pffrer um golpe mortal, ou reaiquirir to-
da a sua forca primitiva.
N >s ltimos dias ponco teem adiantado as noti-
cias do oriente da Europa. O principe da Bulgaria
insiste pela nom icu vtilicia para governador
da Roumelia. Parees qaea'aqaello pomo da ques-
to se est) debaten,lo oppoatos interesses das po-
li'icas ras 1 e iugleza.
Nao Hot i ainda resolvida, pois, a questo do ac-
cordo tureo-buljaro ; mas, ci-so que o ser em
breves dias, pirque o principe Alexmdre nao s-
11 .""> a su ntificacsfe pelas p ifcuei 13, comquan-
to proteste ewntra a clausula que Ihe d ap ui 13
por cniciannos os poderes de g iveruadoi da li u-
sselia Oriental. Aqu-dle principe, n'um teiegram
ma lirigid a seo pai, o principe Alexandre de
II -se, eqae appareceu puhiicilo n 13 jornaes,~de
dar q ie o aeeord > ir e'le celebrado com a Tur-
qua sorlreu m i'lificacoes feitas uor esta em r.-sul
fado de instancias das ultras potencias, e qu-' p
depois de inaluro esiudo, pira base dos seos pro- tmtn, o que va'i ratifi:ar-S" nXo accordo turco
bj'garo, mas, sim um aceo-Jo tureo-europeu. Af-
firra 1 qU': s-; nao oopu- s deeis5*s d* E tropa,
tmalas,*ho uteuto d* arredar provisoriamenro
dtfficaldadei d munenti; mis. que se considerar
dealigado de tolos -s seos eousaiojaissus para cun
a Turqua Cuii'udo, protesta contra tola a ten
t it va di s qn-.Ter 1 nenie ir a >s I 11 sub litos c >-
mo um accordo turco-blgaro o que nao sena
uma deeissfe europea
V* pois que o principe nao sahe da sua atti-
tude prudente e conciliadora, e limita s;a um pro-
testo pLtmico que nao deve embiracar a diplora 1
efe na terminaco 'do conflicto roumelico.
Todas as potencias, e*eepto a Russia, acceitam
a proposti da Italia para que o cargo de governa-
do da Roumelia seja sempre cenfiado ao principe
que governe a Bulgaria.
O go vera blgaro v-se obrigado a proceder
leveraraente contra oa agitadorea psrtidanos da
Russia ; por seo mandn prender frese merabros
inflo n'es do partido do Sr. Zamk>&. .
O Jornal de S. Petersburgo diz que convm sa-
ber-se se admissivel que o principe da Bu garia
jeetos relitiv 1- Irlanda.
0 -ir. Trev ly ni in stra-se muito menos ntrao-
iffente de que o seu culiega Chainberlain. Lord
Speucer, que era vice-iei da Irlanda no perico
mais Hgu 10 d.. quesi agraria, e que teve entSo
o tr. Tr v- lyan por tereiario, conservou grande
ififlotnvia no ai:im d si -, e diz se qu a est ex r-
eend > em favor dos proj ctos do Sr. Gladstone, com
os quaes 1 st planamente de acerdo.
O Sr ,ua.n!> 11 ,u parece res olvido a n o rc-
cunr per; ntc a re-.puiiaabilidade de produzir um
sciai/ia n partido liberal, e de ser causa da pro-
pria queda do ministerio.
Por isso insisto pela aua ex ueracSo e mostra-
se puuco dispostu a entrar no caminho da conci-
liaeao.
O certo porm que insistem pela sua exonera
cao, os Srs. Chamber aiu e Trevelyan.
Dizem alg-. ns jomaos de Londres qu" prova-
v" mente t uarn euntaMas duas pastas, que ficam
vagas, lord Oiihuure,par escossez e liberal avaii
cador, e S Towler, actual secretario da thesou-
raria.
Suppoe se tambem que o Sr. John Bright
entrar para o ministerio, ee o desaceofdo que per-
siste no seio do gabinete der em resultado a de-
raisso do Sr. Chambarlain e de algum nutro mi-
nistro.
O Sr. Gladstone dirigir, ha algumas semanas,
a lord de Vesci nma carta em que p dia qne Ihe
dsi-e a couhecer quaes <:am ns aipiracoesdopovo
iran lez.
Os liberaesde Ulster, n'uma reunio qne tive-
rain no oa 17 di-.-tc mez em Beifort. resolveram
dar quelle quesito uma resposta, cujo resumo o
o neguint- :
Oa liberaos de Ulster sao de parecer que:
Io O veidadeiro meio de conservar a boa ordem
na Irlanda dotar esta com Urna boa legislaco
que remedio aos aeua malea, evitaudo todas as
leis co-TCitivas e escepi-i naes
*) E' urgente toun.r providenjias que regulem
definitivamente a questo agraria, fazendo des-
apoarecei o dualismo da propried..de pela com-
pra dos direitos dos landlords ; porque do
conflicto entre us rendeiros e os proprietarios que
nasce a principal causa da desorden: nacional, da
miseria e do deaconfntamen'o que reinam no
paie.
3 E'-necessario alargar a extenso dos podores
do telf governement local, mas nao se deve,- por
forma alguma, esfabelecer na Irlanda um parla-
mento separado, o que dara origem, sob o ponto
de vista das auestoes sociaes,- econmicas e reli-
giaaae, a conflictos serios entre as diversas clases
da populaco.
Dis o Daily Nnti que o gabinete ingles nao
pora a questo de conaanca no projecto da resga-
A 20, noite, travou-se conflicto em Jemappe e das trras irlandezas ; se esta medida for re-
possa oppor se vontade unnime da Europ ,e
trata de por em televo a desastrosa influencia
deste exemplo sobre a Grecia.
recia
Rebentar a guerra entre turcos e gregos ? ter
emfim soluco esse eterno problema grego ?
Deixaro as quatro potencias d ruciamente u-
teressadas na questo que os gregos e ture 13 li-
quiiem entre si com as furias naturaes e proprias
essa partida tremenda para a Grecia ?
Dispersar-se ha a armada internacional sem
metter a pipe 03 navios hellenicos, ou s o far
depois de ter destruido estes e bombardeado o P-
reo ?
Caneados oa gregos da agitaeao febril era que
vivera ha metes, esgotados os recursos pecuniarios
voltar.il p ibrcs e arruinados para aua3 casae, ou,
n'um momento de desespero, tcntaro um d -rra-
deiro esforco, e cercados por todos os lados, oppri-
midos o esmagados. di ixaro despedazada em far-
rapos a sua Turqua, as mos da Turqua, e tal
ves d'outroa visinhos e alliados, e, ainda em o pre-
sente anno, veremos que teve a Grecia sortc igual
da Polonia ?
Perguntaa facis de fazer, mas cuja resposta
nao posavel dar.
Quem nao tem seguido de pe to a questo tem
direito de nos perguntar : mas o que querem os
gregos ?
Responder por nos o Sr. Delyannie, actual pre-
sidente de conselho do rei da Grecia :
A Grecia nao pode aecetar a reunio da Rou-
melia Bulgaria, sem receber em troca algumas
corapensaeoee. O congreaso de Berln, quando
tracou as fronteiras dos pequeos eatudos na pe-
ni. 1 a ni. doi Balknis, teve em vista estabelecer um
certo equilibrio de racas.
A Turqua, uegan lo-se a entregar Grecia par-
to dos t'rntirios que Ihe firam dalas p lo CO11-
gr isso, l-'struio esse equilibrio, e ->s rregos nao
esta resolv I 13 a aee-itar de bracos erUSadol 03
caprichos do sultn. Lito ui p>ra Grecia urna
q-uest 1 de aiaor proprio nacional, ne n de inte-
dvnastieos, o muito meaos de coiiv polticas ; uraa questo de vida ou d tmrt.e. 0
papel da Grecia, a raso de ser da sua eiistencia
a de s-t o representante di h-lleuisin 1. Ora
exfetom mu tas povoicoea que alo inontestavcl-
rante li-Mnicas, at junto das quaes ora si attan-
dea Bulgaria engrandecida, e cuja den unin ica o
tem pr-ti-nco s, e sobre as quaes ira exereer uma
dupla attraee 1. tanto pelo prestigio to successo
das victorias como pela prop.tgauda pie pider
faz 1 tacilme-ite. Se a Grecia se afasia d'ellas, a
proprco que o, sena adversarios ae approx'mam,
e se ellas s veem na Grecia uma n icionalidade
hutnilhada e am"squinhada. os seus senfimentos
podem mudar, e isto trar um desastre io irtal para
o hellenisrao.
Assnn fallando a um c irrcspou le d'urai folha
parisiense, o Sr. De'yanuie expuuha claramente
situ.cao, e refera e anda raais el irun-nte
Maeed una : Eas 1 especie le mass 1 inconsistente
e oufusa iuterposta entre anea belleuicaea raca
bulgar i, sem que at boje nem oa gregos oem os
blgaros a tenliam ta istormaia sua im-ig-m.
Nao tend a Bulgaria respailado s traalo de
rjerlia. e sahiudo victoriosa da su* revolu^ao de
Phiiipoooli ; a Grecia jalgou-se autorizada a exi-
gir o cumprira ;iito d'aquille tratado, a er quo a
Europa, ou digamos uielhor a Inglaterra, Russia,
Austria, e Pruasa e... a Italia sejulgun com o
direito le ip liare proteger Bulgaria, quo viola
o trtalo, e de ameacar a Grecia quu xig o seu
comprimeato. Curiosa couaaa diplomad.1 Co
onecida a questo, vejamos qual o espirito dos
gregos.
Oaeamos primeiro o presidente do conselho, e
0 chele d 1 opposic 1 :
A ooas rmala 1 oosso braco direitt mas
-o -ortarem ain 1 nos dea o eaqoer lo. E
julgt ni.1 que.o jolgar qae leremos facilm ate es-
m iga 1 is em trra. Embira formad s oa escola
do occi lente, nem por isso deixunis do :: : .1
(a. s.
Nao cahi amos na insensatez de dar ln*Ihas
oa. Os anafes de Olrmpo e li Piado sio
um ei ia pin u ni guem pareeda
e en a d 1821. Ne > ep ch 1 'aun- m er un muito
sup Tiorea as no sas, toreas com as que tiohamos de
eombater.
A immobilieaco, p-iu da nos i armada nao
:n t,-. 1 3 i:B eut oara ua 1 c nli lUirin 13 CoiQ OS
cosaos preparativos ii Mieos. E ie a iunpa s".
:i 1 -1 ittitu 11, oa 1 is ijnie a
i lia, ou 11 li o 18 im leaj i de fazermes o ju
cuten lermos...
a Ma ha accordo p ssivel comnosco, em-iuauto
cumprir m p r 1 e >m 1 G
-' p n ; 1 : -31 de Bcr'in. i
0 Sr. Tr amstro
e io I dis :
I qae us qa r mi -; k que nos
deu o tractal 1 le Be lia, por is.-1 mesai 1 qa te-
mos no -- fede de viv-r em pn com a Turqoia.
.. .A Gre :ia um equ-no paiz qne 1 ng iem i?
i ao ene unmodo de estodar.
A nota coaamiuatora dis potencias f> uma
1 lastf li que n i. 1 no lia pr iJuzir nu-
tro resaltado s n' 1 o de exasperar o seut'mmto
nacin il e de tom r o apaaigaamento oais dif-
flcil.
Qitanto a mira nao me assusta muito urna de-
moostraco naval.
Aquello estodiata nao acredita oa u lio las po-
tencias seuSo mquiuti se trato- de um 1 demoos-
tracii platnica; mas que no dia de entrar em
aceito, todas ellas encontrarn, como Duleigui, mo-
tivo pn a se retiraren] ; por 330 elle contina nos
seguintes termos :
Mas siippouhamis que cffectivameut: a uossa
armada bloque id 1. Nos a farcinos ir pelo ar.
E dopiis? Oeeupari Ath mas ? Aoinionare-
ioos o goi'erno aos invasores, a uossa situaco fi-
nauceira tal que s os gregos podem pedir ao
Da z em uom do patriotismo os-sacrificios que eate
Ihe i'.npo:. Nao dou inais-de quinze dia3 de per-
manencia aos estraugeiros, se elles entrarem em
Alhenas.
Eit todo o caso juremos respnitar a n^ssa in-
dependencia e os uossis direitos de estado so-
berano, i)
Como penaam 03 hora ras polticos assim p 'nsa s
povo grego. A8 raulberes, que era toda a parte so
cuidara de moderar os mpetus doa maridos e doa
filho3 na guerra, s all as mais bellicosus ; nao
ha familia que nao tenb-i um memoro no exereito.
e o reoeio d i parent-a nada infla-.' no s-'U patrio-
tismo ; muitos negociantes quebraram sera que 0
-oinraercio se qucixasse ; 03 funceionarioa pblicos,
d os -iilici i- s do exercit > soflr un cal id is diininui-
coes de 5 a 20% nos seus ordenados; a situaco
tal que vai ser preciso ieeretar novos imp >stjs e
qu todos os pagarn sem a mais leve sombra ds
obj -ce 1, o conheeeud 1 todos a miseria a quo est
reduzida a nar;o, nem por sso ninguem peusa em
desistir da guerra.
E tudo porque ?
Por uma idea ; por que o helenismo est amea-
cado.
Depois de tu lo qu into fica exposto, nao admira
que na Grecia continuera a abominar os aent.nnen-
tu bellieosos. Os commandantes dos corp is do
exereito deram ao governo inforraacots intetra-
mente favoraveis ao bom espirito das tropas.
Julga-se all que a Ruasi-i e a Franca nao ests
dispostas a tomar parte na SCfo conectiva pro-
jectada pelas outras potencias ; tambem se ci que
a Turqaia ui podara, par falta de recurso, umti-
nuaj durante ling te.upo manter o aou exereito
no p de guerra.
Coraquanto aa Grecia c mtlne a d mimar o es-
pirito guerreiro, nao 3e receia o rompimenfo ds
b isti I ule-. O ex rcito grego est ainda em p
de guerra ; mas os s ua pnocipaes ch-te? sao os
primeiros a rec mh "c -r que os 80:000 soldados gre-
gos reunidos ua front ira nao esto 111 estado ds
bater-ss cora os 200: ) i0 turcos agg aerados a
curta distancia. A esqoadra hellen 1 fraco aoe-
corro poderia prestar-1 lies, por que I navios de
guerra, c'lineados as pasaagens que nn-
trada do porto le alamina, b. -taran para Ihe
p iralysar os movimentos.
T 11 ivia, o gabinete de Adunas de novo se mo"-
tra p meo disposto a inclinar-se peranto a voatade
da Europa.
Pelo contrario annuncia ae que. vai Ser iuun -dia-
tameate promulgado o decreto que chama s filei-
ras as du-is ultimas classea das reservas, medida
esta qne foi inspira la ao gabinete greg 1 p las com-
plicavoes sobrevindas na questo turo blgara.
Jorre tamban que o governo Vai comprar, ou
man lar construir era Inglaterra mais navios, quer
II ira reforcaz a esquadra, quer para a suhstituir,
III saao em que venha a ser destruida ou bloquea-
da pelas forjas navaes das potencias.
iz um despacho recente de Alhenas que o go-
verno hellenico possue recursos sufficientes para
manter as suaa tr.pas durante muitos mezes, e
que jio ae pensa na dermobilisa^o do exereito
nem na d-.-misso do gabinete.
O governo grego conseguio contrahir em Lon-
dres um emprestimo de 20 uihor-s de dra hmas.
Consta que o rei da Grecia pede para ser con-
siderado governador da Albania, como o principe
da Bulgaria vai ser governidor da Roumelia.
'.latios Unidos
Nos Estados-Unidos da America tem havido l-
timamente numerosas grves. Em Nova York tem
havido una dos empregados dos transways, que
tem produzido desordena e prejudicado as empre-
zas e o publico; no sul e no sudoeste ha a do pes-
soal dos carninhos de ferro, que ameaca ter longa
duraeo e que tem paralysado as transaccoea n'u-
ma enorme regio commercial.
EXTERIOR
Correspondencia do Diarlo de
Pernanibueo
PORTUGAL Lisboa, 28 de Marco
de 1886
Tres ou quatro dias mais funecionaro" ss cor-
tes, depois do que, sero addiadas, para su rea-
brirem era Maio por occasio do casamento do
principe herdeiro.
Nao exacto que o casamento de S. A R. fique
addiado em conaequencia da morte da condessa de
Chambord, como hontem correu em Lisboa.
Tm-se organisado em diversos pontos da capi-
tal commissoes destinadas a promover festejos,
illuminacoes e ostras demonstrar-oes de legosigo
por occaeio do consorcio de S. A o Sr. D. Carlos.
Dis-se que por occasio do principesco enlace
matrimonial virio a Lisboa cerca de vinte pessoas
I
''
jL


Diario I

renes eoui as suas c -nativas. Alui dos condes
de Paaiz Jw duques 'lo Saxe Cbuigo Gntba, de
Ch.rtr.j. de H-intoauar, 'le Auraale, de Orleana,
de Peuthaci., le era >ura e .1 > principo de Joan
vilI", parece que visitar a a .ss be la capital h
r.n ih.i Marit-.nla > o priucipe herl-ir. de Italia,
odu j"" 'I Yos'a >. -.aiaad-u lie -aboya e o priu-
i li iHe.
.-.el. lo u iiiiii i' I i -ar-ac-h a
un.- ac i I vi i- ii 1 i m-lri .1 (J nm rea il !
i ,- 1 | :n lil'l lili I il I S i J,-
liV il .
i i i i p r
ocu-i ii o > V. I. mit n
UltA U Vi 'isi.i. g uer i' 1 ili-
!! iri \b torees
em .i: 'i i lu ol) > hm .1.
gUlM '. I I I
vine Ihai il ii 3 I-
gu ii eorp i i il a i i .
un i 'ii ..pro
sei'in 'i ; h .fautora man di-
0 n i. i ; i >
O i \ n la il i Lber
ii 1 M i 'riou.ias pira a familia
p iac estr logeii ete.
A o r m aia nupcial ser no wylmiaa templo
9 i > ingas.
E' claro |ii ni 'i'.-' p iim Q.nn a ga-.aile
Mloria ila p ipulaeo .le L;ab i n espect acu M '
: ua provincia HMia-M pr ijoot .a d urna
viuda X c ip tal viito qu ua C miboios ( caraanhu
de ferro a pree >a red ii I w ti irla 5 provinciano
qnesi de _-r ea a Lisboa, v .l.o ido >i pfi -1 em eesa
depila d- b m farto de Uno ninas, paralas, idea
tros o p.amaceira pi'la nidada eui festa. E' in-
BnfBtissino. O coiam.reio a retaiho, ern Lisboa,
cria alma uova afeases ii s e nu tica un alcaide
as lujas que nao acta; bo i antii la.
Entretanto M Orgoa republicanos, cnin a sua
costuiuain rabugic- chionie ruih .m desprop isita
mente dna deap zaa vot i iia para i rei f -ata e >in
qui-in os h chala letacs/0 que ks
cortes acabalo ile consignar pira o principe uer
deiao. A i I mica la irapieuaa tema- cifrido
u'.sto. A iraprensa moiiareliic e eobtetado a pro-
freseista que epara na golpes dea ptjH-is repu
inos etequauto Ratea vo esgaraVatar Cuida
desamante naa eeMerfS s do Diario -'op>dar 1
io78 o qu- o actual nuaiatro da fiaenda baia a
dicte d E-i ido, o iii I i s- d b atiam os cscand d X
da Peaitencaria a aaaroa qa I
S t 'i |8ea. eso rala-!
A eouiniiasSo de adiaioiatracSo publica reu-
nio-sc aut^-U mte.a 5 Quite. Asaia'iu o Sr. .los
Lu iaua d>' Caatm, ^raaident lo NMuelho de mi
niatroa. Eairou em discusao o proj >cto para a
inaezaeia da Guimir-s, dow Fr.ncoCaa-
i Braaea.
l'.npoz o .-i'll-a i.ont >. o Sr Gif b rtna de Abreu.
Em segaida faliou o Sr. J a I, Miau i d't Castro.
declarando:
1.*'i i g vitii i ua i poder.a de firma al-
guraa CO 1 il) rar na diseas le appr ivaoio do pro
C --I'i '{raneo, conaiderando
a ana approv cao emiaeat m ute pilitii i:
2.*Qu) o .-vi:,-i.i p'ii-i rea hrwoc nflicti
Je Brags e Uriiima a n rfbrnu adaraiatratira,
em qu f i I ndi i ne I a c aaaihoa,
n il eathe v -
nomi i miin'.ci| b ld4a 11 r qamt poeaiysl,
i i ni ni ei i i de Lisboa,
l) i na d i m_'> d puie foi i eitada n pr p i'a
le ud i pela c m
Sr. ifa h eo, aaaiai
eOBK '"i la:
A -'. i- dad H-ico s do _-1
vera id ib rar lt torma algama
-;. a ir rao do proj -i.,doSr rranco
C >-' i i Ui ii j ip i uij a incoo
Te1: | i i >|v i i e nfliei i
de ;- i- .. i ir o na nedi la I carac-
te: c n li is urna
autonoma inuoi ipal, motilada, tatito qnantop-
i i i '. :n i oo.ii ipi le L'-b ', n io us
ir i, c reoerra-ee aprueial a devi-
itn -
E eia e :i.' a t mi '.si qi ulo c-il que dad com
ogaliio't'- F :i! sen t rra vai t n ni 11 a in'-
porcjcea le Qifl aasa-optu reaerrado rira
.15 i.
D antM '-i-,-1 '. 'i n a sel -o n i que
Br. i' i iglieri l'e
dr m i he e :' ;ii ama replica
ib ote lo Si i>io de CarTslho (mini<
r.i I i t'.. qu |i :- ii|risC."(T-
nar dentro da I : 1......lustitoctonal se t-m
n I masiaa de rl etoriea.
.....o i tl'alu d c i. l- do Kr -
.i Sr. J.is l'-rdi.-ai d- Car-
va! h aba .i Evor i.
(' o rr croa I r im agraeiad a
no S ii lente da t 'pahl ea
tal d Urog i e !>. Cari s de Castro, ea-
i. i n repnb le t.
Da ee qne tere noaae la d.im ighoaorde
S. A. a princesa VI tr An-da, tatura uquein
de Braganea, a Su. Viscoudeaai de S isl.
K.n c lueedido o titu i d Vise >a le D. -m
aoel ni na vida a > Sr. Mo I iiu-lio-a dt F >n-
lito .e S si i 1 o i r lor d> Bcaaii
abaa'Alo proprietano e cao talieta.
v eran (*rai de s Tbiag>) f 8. M. PideliassinM ao Sr L 'uii Pastear, m mbr
i i-ti'uto le Fniiio t;i> ii it iv I no inundo da
ciencia pos i- <-. idoaaobrea
iooculacao do viru nte-raliip .
C i n a i- i'iui a I d. 'oicici fo .graciado 0
Sr. .). Laia II cun y vadra,eoaanl geral doMe-
xic e n Por ug il.
O ->. Ve i. i i aitna menta aquella
repiili-i ni con r-sso postal que ae rcumo em
I i i i.
O Sr. L ipea i \I ni inca Io te leatte da armad!,
autor d i '-'.j ido drama O Duque de Vizeu, qu1.1
tai eatr md >ao appl inao rem r'ccmdi no theitro
del) Hara II, f i itrr.ciadi .. S M. El-Rei
Coin o iiabiro ie S Ttiiag; dirigi lh^ o soberano
por ;: i .vas de inr.tamMl O.
O Sr. Oiiveii i Martina, redaetor principal da
Provincia, follia p-.rtuense, e notabilsimo liiato
ri i lor, aleincou d.OK votos na eleico para depu-
tado pelo ciren! I- V/ieuoa do Cast-lio. O illua-
kre can imato nao t.-vc oppis.Qio
Par -. ([> s i ministerio la'obraa p.ibliea^
vier a dead ibrar re, como fui pr m>-ttido no breve
pior imma rom que o< aetu^es ministros iuiciarain
m aiu aereneta, o Sr. Ol reir M irtins segundj
se diz, o indigitato para u .va parte do fo
ment.
Foi noioead r civil do distrieto Je
Evora o Sr. Jjs Cirios de G"Uveia.
Do Porto foi enviado ao Sr conselheiro Pran
cscj Chamico, g iverna lor do Ban >o Ultramarin :,
a repceaentacao firmada p ir 56 da primeira?
casa3 zportadoriis de vinbos, representando una
esptrt co de 60,000 pipa* n'nm total de 64,0011
que s expjrlou p la barra daqu-lla ci.lsde. con
tra a pretenoi i pela Cjmmisado central
rfo norte promotora de commercio e exporlaco de
pinkoi ntmowtts, que ernina anuuuc.u, puniicado
atoa Tornaee, intima oa expirtlies de viuhos a
di.-c ar .i -o / i nir ii I seocviub(8 queeipor
tana sao exduaivaoaenM da loDouro^
Os ngnatari s naoadmittem ntervencSo que
tal coi.! arroga, pireee que de aoeocdn
eom < gov'Tno,e proteata contra 8H : '
A repreaent teSo f i bsnta ensr< g ie ai minis-
tro das obras pubUC cun n- i- -o e iu iustrii, o
Sr. c inaelh iro Einygdio N i tarro.
H-ijc li. u n eomieia em Luneg, nfim de se
discutir .i marea a adoptar pira oa vi-
nboi da regiao do Do uro,
Ante hontem hmvo a _' li e da
Academia {':ii da Sneucla. Poram present
doa p cand latnr i pira s >
'"lentes dos Jrs Viaecade de afea
fia 1.7. (Me Jo iPapmci), Gnni larroi e Anto
nio Candido, 0 eonn nt orad ,r pa'laiieutar.
Bate p' Lburado pelo Sr. Visconlede
Belmacantor.
O Sr. eonsetnairo Thomaz R>ciro, que
boje o rc.lae', ir principal do Imparcial, foi eucar-
regado pelo goverao transHcto de eacrevcriii
praso de tres na a a !i storia da IcgLlalaco pa
tria desde 1820at a a. tnalid : .
aunuidale da noiama c invertida, e o praso da
anortisaci) de 90 auno:.
Con lico :
As propostas, em carta feehada,' reaiet tidas ;V
Coinmissai executiva, de 1 10 de abril. Xa noite
d- 10 le a iril serio abenas o apreciadas pela
c, .iniU'sao x-eutiva, na presenta dos ver'adores
e dos pripou utes. Ser depoia cuvaeada urna
r. miiao da caraira pata v itai a u.ai vautiij isa.
O contratad >r do emprstito i le 2 bV0:<0>t
p.ra a li-|i.sii;a) da ciinuiasiii ex.xutivi.....
I .3)'):.K), logo qu'< for assignado o Contracta, e
ir mo 450:0004 ea 1 de julho de 18S6....
)) mi d- outuoro e 45J:0.)i# no lo ji-
n r do 18'7
S Igtiof-iad staa nceataedea f ir auteclpada a
.juro de 8 /.
Foi fambem puoltcad ni folha offiea! a carta
tt le pror i,,- nio por mais trea anuos a ana-
ci d direii de importacan sobre oaasucir p.-o-
o i Un I i \Iad"ira.
Ha li 's, ( m joigo t.-r-lhes mencionado na mi
,,! i le 23 i> Borrante), urna grandemtlttiddo de
opararioa vnrdadeiaon e fingidos, alle^amlo falta
d-. trabilh, remitram-se porta do ministerio
da^ abraa paolieaa e esp-rarain o min8tro, a>
qiil aj diriiram em tumulra, padindo Ibe tra
Oa.ho.
A j itie a a i ihoana muius dos melros qu > diri-
gi o a in i:iobr..
So ntretaiito o ministro man loo dar que fazer
a t i I is paru obras do overuo jii inesmo de em-
prez ts particulares, sendo pelo governo civil abo
aadaa raoSea a tolos sem dlattucc.Io.
Foram dcaie loco admiltiJo mis 300 e no dina
egu atea ui Ua 160 i-m diversas obras publica*.
Coiocidein estes esboatos de arruacas cjm uns
artigo* I imanantes do Imparcial qui nao che
ga -i a ler. em que se fazia um sentimentalismo
coio os perarios solicita itea.
Appireceu ha dia3 (outra coincidencia) urna
f'lili de dez res, iuticulaJa a Garlopa, que palos
molos socialista o antea anatchista, aein con-
; co n-m diifarce. Nao li ; mas coucluo que
tila fe cao da aova filht irritaute pelo acolhi-
tne-.it'. que lli fizeram aa lolhas monarchic is.
E.t em Lisboa, vindo do Rio de Janeiro, o
Sr. NnnoCisielio Branco, lilao dogranio eacriptor
Camilla Ctetello Branco, (Visconde de Correia
Berdelbo.
K'alisa se baja no rauseu do Carmo a dis-
r. nica, doa piemio3 aos estojantes do cursa de
arch logia. S A o principe r. al val aasistir
iqnelle acto solemne.
0 Sr. P-suiJ uno Ja Silva, director do carao, di
rigi convitea i imprensa.
Eai em L sooa o eugenheiro hngaro G.
Ar'hur, distincto geographo e viajante, que tem
p re irrido a frica, a Asia e a Oceania e recolhe-
_- m aos stadoa Unidos, onde reside no3 pe
quenoa int.-rvallos das suaa grandes excursoea.
A tira iaf iota D. Antonia, casada com o
principe L-opolJo de HUheiizollern, o principe
Jorge de Saxonia, viuvo da infanta d Portugal
I). Mariana, como tutores de scua filhoa menores
o* principes : Frederico Augusto, de 20 anuos,
M .ro Jos, de 18, JoaoJorge,de 16, Maximiliano,
le 15. Alberto, de 10, e bein aaim, a princesa,
riilia Uo principe Jorge da ^nxjuia e da infanta de
1* irtagal D. Mariana, de 2'2 auuos, constituir im
seu baatante piocuraJ..r com pleno.- oderes de
raba abeleccr, ao Sr. Schmidthals, mi .istr do im
perio allema i nesta c irte, para fazer valet a di
rmtja doa aeua constituiutes no inventario a que
es'.i pronedendo pirfallecimento Je s. u pai e av,
I -rei L). Fern indo. Nao tendo aceitado o advo-
gddo D H-ii ique Mido i o substub lecim^nto da
proenracan que Ihe foi priposta, foi o aubat bele
i n ito tcito a Dr. Paulo ilidoai.
A Sri. pondnea l'E.lli, vi.tva do Sr. D Fer-
i.ii 1 i, -ah por cates di.i lopilaciodaa Ncces-
i i. lea, ni i > capar, s 'gunlo se diz. o palacio i
iu \I irte, qne da Sra. cond < i da Ponte.
No da 2 ii. st ini'Z pelas 9 horas da ma-
n.a realUm-o" a inangaraaao da ponte interna-
cional sobre o rio Minho
i )s c onioi i meio da ponte e ao som de vivas aos dous
paiaea regniram engatados at Valenca. Os i.ffi-
i li--|ian o's oft'r-eeram aoa portugueze3 um
l-iic.li juoto da ponte, que estava profusamente
inO .il- i .ala cota estandarte e ti imulas das duas
Poitugiie-.es e hespaiihoes correram aps
o CO nboi'.inva lin i i a liaba. As phil'harm 11 i as
zecnl .rom coi umbna aa margena hy i nos e mo-
tivo.- popul >res, portugu-zea e hcspauhj s.
li/tich .11 r mi |i-laempr-sa co.istructora a>s
con idad m icali-.ou-s" a'nm P'-pi no pavilhuo da
m.rg ni h spanhoh, a-ndo o servico feito por
C a >sjie-pauh e
Entre o- brind-s hiuve o seguiutea :
IjV E luar lo Coelbo (redactor e proprietario do
Diario de f iticiaa le Lisbo) empresa con-
siun"ora. a'.i il'aino hesp.inhol e engenharia por-
.ugueza; responden Gomes Palma, membro da
janta consultiva de olir s publica. ; oe Eugenio
i i.:, aee rngenbeiroa portuguezes; de J.iyjie
\'t t.,-. em f-aie.-z, Bdnardo Co--lh> e impren-
Si hi'suauti >a ; de Souza Brau Jilo (Ja junta con-
sultiva das ol>,as publicas) empresa cotistructo-
ra ; de SiuiO'S tiipiso (inspector de inatrueco
primaria do porto, (iu besnanhol) s damas hes-
rianholaa; do ndactoi o Faro de Viao Portu-
t; .i i.npr na portugueza ; do redactor da Con-
cordia Bailo Ja raca la'ioa; respon I-u-lh- Joao
l'iiii].-ir. Cliagas ; en seguida briudaram Cruzeiro
S ix is e Abilio M >ia.
1 pon'e de dous taholeiroa do eomprimeafo
da JOO m 18 ; divide se em 5 ta nos : de 61,m500
e 3 de 69,">00.
Aaaenta em 4 p-go;s e 2 viaductos lateraes de
2O,"00 cada um aDbre as avevidaa de accesao no
tabiieiro inf rior. destinado via cirr-t ira.
A altura a -on'ar do taioleiro superior s >bre o
! ito do rio de 22,m00 em aguas ordinarias. A
inJia dos alicerces de 21,00 e 14,00.
A superstructura metallica sahio das offi anas
da sockdade Braine-le Com'e, (Blgica) Bando a
primeira c-nstruecSo deste gi ero que ae efifectua
em Portugal.
En tod'sos pilares foram construidos fomillii?,
BOaao medida preventiva em caso de guerra
0.a eii?onffoa principa-a sii formados ni parte
inferior p ir duas pila-.tras e >m arco de 4,l0 ; na
tarta superior oordous arcoa elegantisaimos que
Jo accesao aoa paas?io3 Uteaea, rematando o
en -itro um i elegante guar la de cantara moldu-
rad .
A via iissen'e em tr ivessas de carvalho, era -
I a tire fon Is.
Esta bella obra d'arte matea a Portugal......
116:666^785 (fortes) ea Heapauha outro tauto.
Ao conseibo geral penitenciario, qne ha poti-
coa lia? ae reuni em Lisboa, estiveram preeentea
na secretaria da justic.i, sjb k presidencia do rea-
pe tivo ministro, o Sr. coagelhiro t irSo, os Srs.
Lop Vaz, Bariona de Freitas, Adriano Machado,
tdoa tre3 mluiatros d; eatado honorarios ; conse
Ibeiro Antaiio Mara Barbosa, lente da escola
medica, Jo* Joaquim de Paiva C.bral Ciueeiro,
eng-nheiro uirector das obras publicas do dstricto
de Lisbsa, cons lheiro Brit) ieias, um doa dirc-
ctar >3 do minia* ro da justiya, .leronymo Ponen
tel, T.ivar. a de Med ros, Ant iuo Jos de Barros
p Si, Eiuardo 1- Berpa riasentel, magiatraloa, c
Dr Silva. Amado, lente la escola tre tica e dire-
ator do peloaro da hygiene da cmara muuicioal
de Li.-boa.
S. M. el rei sera convidado para assistir 4
cxposieiio de pbot^graj'hiu que ee cffoctuar bre-
vemente no Porto.
A actriz Lucinda e Furtado Coelbo, seu marido,
vo dar no Gymnatio urna serie de representa-oes
da pecas mais uotaveis do asa repertorio.
Partera boje para Paria os Srs. Drs. Eduar-
do de Abren e Eiuardo Biruay. medicoa dis'.inc
los, e e .njoiic.taueote ulnas infelizes or-ancis que
ht dia- t ora n u, ir-lidia em ->anto Tliyrs i por um
i unoaJo. e que ex leoau de S M a rainh i
vao ser traiadaa u i instituto Pasceur.
O Sr. Elu ir I i d Abreu vai cncarregad de es-
tndar o .-ysimna, e o Sr. Eduardo Barn-y en-.r-
regido apeaaa de acompauhar o tratamento daa
BKaaoaa e os seas eft-itos, visto .o > podar prolon
gar a sua estada tora de L'sbia. Aa creancaa,
lea te que ehegaraui de Lisboa, tra estado no ho-
tel Vrneza. Una d-llaa a nda d- peito.
O Diario do Governo, de houtem, publioava
urna portara n-meaiido nina coirimissiio composra
a dos tita, .vliiiioe.l Aut .no de Seixa*, (oapil .lis
ta e digno pardo r.-in.) cons lheiro Joaqui u Ma-
ra di Costa Uordeiro. ^director Jo urna daa repar-
tcoea do ministerio do r.-ino) e do eogeuheiro Julo
Veriasimo Mendos Guern-iro, servando de progi-
d n'e o priraeiro e de thescureiro o que eacolhcrum
d'entre si, afim de receb- rem oa ren limento? que
"onstitueiii a dotacao da escola agrcola de reforma
creada pela lei de 23 de Julhi d: 1880, e quaes-
quer outros provenientes de doa- dea, legadoa ou
rendas, e dar a devida applicacao a aommas que
se arrecadarein
Esta situaco, ae bem me record, remold tda
no systcma daa colonias penitenciarias de Mcttrary.
A commisao adminatrstiva do aaylo de D.
Mara Pa, toi autorisada a vender 107 obriga-
aiea da compauhia geral de crdito predial portu-
guez, empregaodo o producto da venda em inscrip-
coes de assontamento da junta do ere li o pu-
blico.
Regressa de Vienn i de Austria o Sr. Guo-
des, teuente do infantera, inveator da arma deate
iioine. Deve chegar a Lisboa, nos prim. iros dias
de Abril, a primeira remesaa da encommeuda daa
40,000 armas do meamo systema em fabrico na
Austria.
A colooia allema, ne8ta capital celebrou
22 do corrente, o 89 anniversario natalicio de S.
M. o imperador da Allemanha, com um banquete
ao Restaurant Avenida, que est esplndidamente
estabelecido na ala caqu rJa das galerias doa re-
ercioa Assisto o ministro da A lemanita. O
busto do mpjradur, corado de louros, avultav.
junto mesa do f.-stim. Pronunciaram se eutbu
siasticos briudes e renou sempre alegra e aquel-
le espirito de patriota no que, Iouge da mai pa-
tr:., parece que al da mala se accende e afer-
vora.
Vinha ea de assistir a um concert magnfico
no sali da Trindade, onde cantaram a B Tghi
mimo, a Novcll, o DJrvis, o Lorrain, e onde to-
caram divinamente Gregowitch, que um talento
hors signe, de 18 anuos apenas, no seu tridiva-
rius; Kubio, outra celebrilade no bcu plangente
viokncello, e Vailejoa, urna vocaco excepcional
de pianista i mrito; os tres, formando essa pleiade
de artistas que o Sr. Visconde de aupias eserip-
tur.oi para regalar de msica aa p 's.-oaa da aua
in'imidade noa seus aek-ctos saraos do invern e a
quem nessa noite p.rinittio qi.e t.'j.-em contribuir
para urna syinpathica testa en beueficio dos estu-
dantea jobres que freq-ientatn o ptituto geral da
agricultura.
Traaia anda nos ouvidos aquella deliciosa orgia
de auaviasimaa notas da las mriatraca artistas
dt S. Carlos e as haranonias daquelle conjuucto d i
instrumentistas exi.aioa, pensando anda noa tre-
ch a poetieoa recitados por um rapaz da geracAo
nova, Luiz Oaorio, que tantos applauans tem eolb-
do j;, como orador e pirnasiano... como hoje se
diz. O 8alSo que vasto haya sido ornamentado
a capricho de i.-stoea de fl ir s e verdura, eutre-
inc .ndo-se as soberbas cameliae de Cintra com oa
ni loa reduzdoa de varoa inatrumeota do mais
aperfe^oadog da alfaia agrcola, por entre as co-
lumnatas mctallicoB do aalao.
\o fim do Ciliado. (maGarrett) i rlila-se dian-
te de ua um verdadeiro gentlcman, em grande te-
nue, condecorado, multo correcto, e de chapeo oa
mao, pede-me enternecido que aaudaase tainbem
all raeam", ai luz das estrellas o dos c indieiros 1"
gaz, o seu imperador, isto com expresboes para os
portuguezes, sajo idioma estropiava aquella hora
no mais cutaramellado exordio que truho ouvdo a
urna ptaaoa comme faut. O rest) da conversa
foi em franeez q;.e pause par tout universal, an-
da meamo para os alleuiaea.
Fiz-lhe a ventade!... E porque nao? Eatou
que d.poia o cavalheiro dormira maia tranquillo e
que nao tardara inuito que o experimentasat-, pois
de dormir que elle careca mais naqucllc momen-
to pgychologic).
E1 um episodio simples, realmente, e cuja expli-
ch(,J uo me foi lidfieil de ene ntrar, visto iju-
es; .vamos 22 de Marco, mo entre as 10, e a-
11, mas entre aa 11 e a un ia noite. pelo menos
KnVSTi DIARIi
Aaaemblea Proiiiiclnl Ni. houv-
hnnt.'iii ai-sso por terem conpi.ecido apenas 15
Si-8. deputados.
A r unao foi prendida pelo Exm. e Revm. Sr.
Augusto Fianklin Moreirada Silva.
O Sr Io secretarioprucedeu l.itura do aeguiu
te ex odente :
Um officio do 8- cretano do governo transmittiu
do oiitro da Cmara Municipal d Ueeife acompa-
nhado do batanen e documentos da red ita e despe-
za do exeicicio finaucero prximo vudouro. A'
commis.-i i de orcunento municipal.
Outro do meamo, coramiinieando que tiveram o
cuiiv mente destino a relacao dos Srs. deputados
o ponto dos empr-gados deata Secretaria durante o
mez de Marco. luteirad .
Outr.. do nica no tr nsinittindo um offieio do The-
aouro Provincial afim Je se resolver sobre adecre
tvao de crditos scpplemeutarea na importancia
d' 67:701#242.A' commisao do orcamento pro-
vineial.
Urna p'tcio de Tranquillino II lefm.ode Brito
Clelas requeren.lo ser nomeado para um doa lu-
gares vagjs deata Assembla. A' commisso de
pol.cia.
Ooira de Antonio Coireia do Espirito Santo,
t'nea urciro da imian lade de N. Sra.do Rosario dos
Hom na Prctos J.- Iguarass, requeren to a conceg-
aao d duaa partea de I ic-ia para aa obras de sua
ignja.A' coimnisso de peticoes.
Outra do capitao Franciaco Thectonio Pereira
da Costa, profeaaor contractado da cadeira do po-
voado Mimoso requerendi. ser considerado efiecti-
vo Da meama cadeira.A' Comuiisaao ae iaatruc
cao publica.
Outro de Augusto Octaviarlo de SouaW e Jlbre-
li-i d a Santo- Coimbra, arr- matantes Jo imposti
Je d'zmo do gado vaceum, civallar e muar. re
quer. ndo prorogacao do contracto par tempo nun-
ca inferior a ti .a atinot.A' Cummiata' de orca-
mento provincial.
Em seguida lisa lveu-sfe a r.uniao.
liimlilii i- dos actos do dia 7 do e rreute :
4 anuo
Ante-hont-m installou se no gabinete priu- Jos V'alentim Fialho do Monte, plenamente.
cip.l da casa da Moeda a commisao inspector i
das escolas normaes, de que presidente o Sr. Ao -
giis'o Jo.-. da Cunha, dir ctor da (-asa da loe la,
o lente da escola p ytceliBca e do inatit-.to agr-
cola de Lisboa, estando presentes os vogaes Dr.
4bilio de Mascareuhas, lente da esco a inediea d"
. ; ,V1- Jciros, inspector da in trateeiQ prima-
ria liste distrietoe Luiz Felippe Lcite, vice reitor
ila iyceu central de Lisboa. Est-.ve presente o
director da escola mor ual para o sexo masculino,
Or. Theophilo Ferreira. Pedir a sua escusa o
>r. Dr. Costa Flix, membro da commisao muui-
cip-.l de liygieti', que vai ser substituido.
Houtem aoite foi a estra da celebre Ade-
liua Pati, em S. Carlos, c un o Bar'tiro de Seoi-
Iha- Mizini, que hoje o prim.-irj tenor du muu-
do, com Pati a piioiena dama soprano, tez a
parto do conde Almaviva. Cotegni, o faoso ba-
ritoao, desempenhou ode Fgaro. Urna encheute
No Diario do Governo foi publicada a carts rea) Appiau 0 e, delirio!
de le antorisand i o governo a arltantar 4 camari
municipal de Lisboa urna quautia igual 4 cooaig-
a cao que ella deve rec-br no theaouro publico
durante o orime/o semestre do auno econmico
de 18861887, fi.ando a caiaara responsavel pe-
los encargos das oneracoes que o theaouro t-uha
de lazer para realisar esse adiantamento.
Apmpista que a commisto executiva da
amara municipal de Lisboa acaba de apreaentar
i mcfina cmara, reduz se ao 8'izuinte :
Contn hir um "tnprestimo de 2.5.XI:(X)''JI, amor-
tisavil e n 90 ai.noa. nao devejdo o seu encargo
efleetvo exceder de 6,75 /
Converter a divida actual no todo; ou em part ,
logo que a annuidade correspondente seja inferior
io fui 14.... porque a correspondencia para
o Diario de Pernambuco, repito, sempre para
mim casodeforca muior. Restam-me cinco recita*
aimla ; procurarei desforrar me.
A insigue Deoris foi ao Porto para dar tres
recitas, mas apenas deu urna s, uorqur a empre-
aafilio. Eiea, a gentil cant ira quiz anda can-
tar, sujeitanlo se a um rateo, as duaa licitis que
f.ltivam para iudemniaar os asaiguojite ; utas os
aeuii compaubeiros nio annuira n
i?g artistas da extiucta corapauhia lyrica dsquel-
la cidade eucontram se em precarias eircumstau-
oias e iam dar duas recitas em seu beneficio no
thei tro de S. Joo, com a Carimeu, para poilerem
reg esgar s anas trras.
I'auo M .nina Font- s, id. m.
Alb-trto Julio de Goes Telles, idem.
Antonio Joaquim ue SA R.b iro, idem
Prancisco Vic me Balean Viauoa, idem.
Frnii aecj Alcedo da Silva Marrocos, id-'.m.
Judo Jos de Brito, idem.
R .yinuudo Jos de Siqii".iraMendes, simplestnente.
Joaquim Ag ipin Je MeuJouca Siino-s, dem.
Syiii|.liioiii Fe iiaiiJ-s .uto Meuezes, idem.
Agripptao Tr ^uro Castello Branco, idem.
Bernardina d ouzi Vaseonceif.s, idem.
Eis o resultado dos a-tos de houtem :
4 i a a-1
Alexandre Pimentel de Barros Bittencourt, plena-
mente.
Eneas Cavalcante do Nascimento e S, id ni.
r^abio Jaeintbo de. Mendonvi Uchoa, idem.
Benedicro Martina de Carvalho, sin plesmeute.
Paulo Auguato Gomea Pereira, idem.
4 r. provadog.
Piualiaaram-se estes actos.
Proclwaao Amauh realiaa-se aprocissao
de encontr daa imugi ns do Bum Jess dos Pas-
sos e de N. 8. da Soledade. u qual sahir da Igra-
ja da Santa Cruz c percorrer diversas ras da
parochia da Boa Vista.
Tbeatro dna %'nriciladea Ha hoje
is*peiHulo ueste tro .o de : comedia
A ultima noite de carnaval ; Miserere e do de
bartono e soprano do Trovatore ; canco do jar-
dineiro da opera Bjccacio ; comedia O eitudantet
em carnaval.
N-sta ultima tama parte o artista Milone, qne,
depoia do iucommodo que soffreu. a primeira rea
que apparece no jmlco.
TUeatro Maulo Antonio Am mli no
Ihe itr i Santo Antonio, repr-stira-e o drama aa-
oro Vida e milagret de S. Benedicto, o qual f >
reto-a lo, e montad o coj esmero aob a dircevo do
actor Augusto Peres.
Club Cario ornea E' boje que o Club
Carlos Gomes d o seu sario musical e dansante
do c irr nte mez.
Club ile Regalan Pernambueano
N li i de Maia pnxi.no vudouro realisa esto
Club sua 3a regata.
A uaoripcao daa embrcacoes que quizerem to-
mar parte uesaa festa termina 20 do correte,
dev nd i fazer-s- dtariamente da 7 s 9 horas da
noite na a le J Club, roa da Irap- r itra.
I tapilal Puriunu'z de RencQ en-
ra Em aeasii) de assemblca geral de 1 do tor-
rente, foram eleitos para oceupar os cargos vagos
ni junta al.ninistrativa da 1896 os seguintes
Srs. ;
Proved rJoSo Jos Ridrigues Mnica.
Viee-prjveu..rJos da : Iva Rodrigue3.
secretarioFeli-,no le \z. v -d > Gom s.
M rdoinisCjmmcndador Mauoel Jos Macha-
do, Guandino Ern -ato de Me leiroa, M moel Nunes
da Ponaeea e Carlos Botelho do Arruda.
A sesBilo de posse ia nova administrafo
t'.r lugar araanli.
Club l.llterario ii-ju.-s Jnior -
O Club Litterario Diegues Jnior, fundado entre
oa alumnos do Instituto 19 Ja Abril funcciouau no
da 2i de Marco em sesao extraordinaria sob a
presidencia do Sr. Joo Paulo Carneiri Lea).
Procedendo-se a eleico, foi este o resultado :
PresidenteJoo Paulo Carneiro Lea i.
Vice-presidenteL-opoldo Pires Ferreira.
1 secretarioFrancisco Marques da Silva.
2' ditoAlfredo F. Pinto.
Adjuncto do secretario Ismael Marques da
Silva.
Orador-Alberto F. Pinto.
Vice-oradorVirgilio Goncalvcs Torres.
BibliothecarioDr. Carlos Portocarreiro,
Commercio de Pernambuco -A' As-
acmbla Provincial vai sar dirigida a seguinte pe-
tcio :
Associacao Commcrcial de Pernambuco, 8 de
Abril de 1886. Illma. e Exms. Srs. representan
tes da provincia. A directora da Asaociaco
Com nereial B-ucficente, aabmettendo alta con-
aideraco de Vv. Exea, a peticao junta, que lhe
foi Ungida por grande numero do casas comm-i-
caea dcsta prac vem anda urna vez, posto que
torcidamente, repr-sentar contra o impasto de
consumo, actualmcute denomnalo de gyro eom-
mercial.
E diz torca iame.ite, permittam Vv. Exea, a
expre8so, porque nao se senta e3ta directora
com auimo naatauto pira solicitar d; Vv. Exea.
a abolico de utn imp isto, que embora muito per-
nicioso ao desenvolvimeiito mercantil de Pernam-
buco e fligr.-iiiti'inente ineouatitucional, foi aind.i
ha poucod mea s r 'staoradu por casa Ilustre As-
sembl, sem embargo das justssima3 pondera-
coes e rogos da nossa honrada antecessora, que
ni istr.u com argumeutos irrefutaveis que essa
restauraco constitua, nao g urna violac' posi-
tiva da primeira le deste paz, mas um acto pou
eo em harmona com a resoluco do Augusto Par-
lamento Nacional, que aboli em 1882 o referido
imp'.ato, nao sd nesta provincia, poim em todas
atqBellaa em quts opa ad'.ptado.
rVrtrataolo, com o a raza. e a justica nao per
dem jamis o direito io aeolhim nto que raerecem,
espera esta direet'ria que Vv. Exea., rtconhecen-
do, ii ti.mi, quo funesto ao commercio desta pro-
vincia o referido imp isto, se dignarn excluil-o
da lei do orcamento de 1886 a 1887. correspon-
den lo assim legitima aspiraco dos signatarios
da peticao jauta e s desta directora, como re
pr-seutante da distiucta elasse commercial da
praca do Recife.
.issiin. Ped-m deferimento. E. R. M. Antonio
Ignacio do Reg Medeiro, presidente ; Corbeninno
de Aqmno tonseca, vice-presi len'e; WUlim,.
llxViday. s -cretarlo; Augusto Labille, Henry Sul-
ler, Joao ''ardoso Agres, D. P. Wt'ld, dir. ctores.
Ai iiiinariiui ae Em data de hentex es
creveu-nos o Sr. Beliaario Pernambuco a seguin-
te carta :
H.je pela madrugada fui victima de um fur
to audacioso.
Tendo tica io aberta ajanella do gabinete
de d rmida de uoasa casa, sita k travesaa do Pe-
dro I n. 11, ucordei ~ 3 1/2 h iras da inauh e
uiandei fcchal-a, < in notar ueuhuina falta no
existente.
" As 6 liona da maulla, porco, levautei-me e
fiquei s bremodo sorpreso, vendo meu colleto e
camisa sobre o soalho, e paseando a examiual-os,
eh guei evidencia de que faltava o meu relogio
americano, de nikel, preso a urna fita de seda
com passador de our, urna guarnicao de camisa
tamb in de oaro, inclusive botes de puuho, e
m..is dezeseis mil rea en. utas de cinco um e
dous mil ris, quantia que estava no bolso de urna
calca de easemira nova, qu eacapou.
Sao vi ainda p itrulha ou ronda por aqu por
essas ras desertas de Fra de Portas, porm,
para tranqnillidade de seus moradores, justo e
urgente que se exija um pasaeio ao menos por
una seiuaua, d'essa ronda, afim de que es ataques
propriedade sejain menos fi-'-quentes.
A no sa cusa Sobrada biatante alto.
ude do PortoPrest ou juramento e en-
trou '-ra exercieio d i cargo de ajud -nte do inspec-
tor da s ule do porto do Reeif-, no da 8 do cor-
rente, o r. J-'s Julio Fernaud s Barros.
Healre de CapellaPelo Rvd. prefeito
da Penha foi nomeado meatre de capel la do raa-
pectivo convento o profeaaor J io Polycarpo Soa-
ree Roaas.
Pedrada Ante-hontem s 8 1/2 horas da
noite p quan io regressava para o seu quartel o 2o
batalho de nfantaria 'e linha, que fora acompa-
nhai a imagem do Scnhor Boiu Jess dos Passoe
da matriz do Corpo Santo para o convento do Car
mi, sobre a muaica do meemo batalho jogarara, na
ra de Marcilio Doj em frente ao becco do Seri-
gad i, urna pedrada que ferio na cabeca aos msi-
cos Luiz de Nobrega e Jos Vieira.
A parte do Sr Dr. chefe de polica diz que
energa do Commandante do referido batalho,
deve-se nao ter se dalo na occasiao um conflicto
entre as pracas e as pesa as que acompauhavam a
msica.
Oa crimno3)S evadiram-se.
Dialrareao Dramtica Familiar
Esia associacao d hoje um espectculo c mpiato
do drama Escrava Andrea cu o Pirata Antonio, e
a comedia Os dous suidos.
Sermaa quarennul Aps o acto da
via-aacra, que tetmiuar s 6 1/2 horas da tarde,
na Ordem T.-roeira de S. Franciaco, haver ser-
mo no -nnvento de S. Francismo, amauh.
Eamola Remetteram nos hontem >'<$ > i para
a iinilia poore do becco do Bernardo. J fize-
K'J-m s-iiiir ao seu destino.
gratida i d s bous h bitaates deata t rm i, que mi
pactuain com o crune e uem con oa crimnosis.
pr -ce liineuto queja ra attingiodo a urna indua-
tria em muatoa lugares do ana ou le atgu :m
penaaa poder residir, viver e ter respeito, estando
cercado l'esaa 6raua gente ..
A textura, para os felitardos, de nossa mis-i- :
concerneute ao patrim oiio I u issa n itna, I
laatinavel estado do puuri, ir, ni. agrado i,
porque as couaas a l-tct h exp i-t I > a i
d-apr veito d,: devitox pir ulereases propnix ia
serveoi. meamo irarque, diaem el'.'a. nem './
verdades convm dizer se. tanl i mu- i i H El
Kviui. o lije aaiio, p le qn-rer yrovd n .
assim I i va: tu lo qu .nio il i li li m
o O proc ir vi ir neo) o ni i
da fra, a n aa sua ii radi io;ito
Vdti, d- Iiiga-wira, j-gand i pnibi'aa matando
i.'lcbiias < m abo io da s-ua patro-s!. .
o Exm ioc-;ano quizer instruir se do ab-
soluto estado le ao i id inj em que se conver.
matriz, cape'laa G iaea, patrimonios, orotOMn)
o mais que diz respeito s igrejaa deata tr- D
peca eaclarecimentog ao Rv I. parodio, a sacarre
gue a um outro BUardote visi iho, que ..- VOnba
observar, que S. Exc. tic ir aabeudo, anfe iz nenie,
que temos sido inUM M e:n muitoa piutoi na xpo-
si.io lo que ha por e a til reapiito.
Nato p >d mos dcixar de convidar as vistas da
Ilustrada Aascmla da nviucia para es e tr
ino, clevaiido-o a comarca, attenta a fmgituJe em
que se achada sede da actual, 22 leguas, emanci
pando-o da rutella pesquureuse, por quem cona-
t iu'e ii.-ii e pee ada.
r''t As chuvas continiiain.
* A tranquillidade publica ai iiiilt-ravel, gra
cas a boa conducta das autoridades e dos habi-
tantes do termo, qu em aua maioria sao de coatu-
ines irre reheuaiveis.
A noaaa eitidade digoon-se, agora, mandar
limparas ras d'esta villa, servido que ha quasi 3
aunos nao se fazia. Effoito de nossas constantes
reclamaco s : mais Vale tarde, que nunca. >
O problema eterno da eacrlpla
Dentro Je pouco ae ter quic esqu-cido a arte da
escripia. As machinas de escrever substitoen ana
melhjrcg eacriptures com granj s Tantagen.
Rccentcmente se inventou a machina Ham
mond.
E' um aperfeicoamento das anteriores.
Conala do um teclado em que cada tecla corres-
ponde a urna letra.
U:n homem hbil que domine o apparclho pode
escrever dez ou doze letras por segundo.
A machina cuata 501' fraucs ou m noa.
A escripia fica com a corre -cao e igualdade da
let-a impressa.
Para o teuipo adianto nao ser necessario sa-
ber escrever.
Bastai i saber tocar no teclado da machina, e os
escri, tos podero fazer-se com a inesma veloci 1
de que a patarra fallada, rc3ultindo ser a escrip-
ia urna verdadeira tacbygraphia.
ti haver litterato e homem scientifico e de ta-
lento que, com tanto tardo de i'edo3, exclamar
Com pena : Quem suubera esen v r .'
O maeatro V*rdi -Em o tbeatro da Sea-
la le Miloest se represjntmo o biile Amor.
kilos.
Herrado luuiciual de Joa O
miviiac.itj deste 'Mercado no dia 9 do cr-
lente fui i, aepuintc:
hntraram :
-0 bus p -ando ".585
2.809 kilos depeixe a W rea
52 irgas le tarun i >. i i -fin,
21 l :s le truenas liver ( ia
6 -liis a 800
19 ilnii-iros ,t (() ,|3
n ocupados :
!i i i"- ; '
U alta mi I .-;,
lu ia le i- a ai
ia ti
i
-.3 a
3 I II i-i ;
'"r P.-B
'J i CO n;l-, i'iin
lUOia
7 la alo 1 -
17 i 7>j0
ru
11 ditos de tre-wai > 11 ria
o tac lo anocal dia
;... i
Deb'osdo3 das 25 le Mareta 9 do
corrente, recebidos
&IOO
104U0
8*300
14200
3800
12 10
44. m
lOiiKX)
coa daquella cidade. s apresentou n um camaro-
te de ter :eira or lem 0 maestro Verdi, que aculi-
raa ttrabi lo pdi f ma do baile.
Ao auto1- da Ada acomp inhar un o maeati
Taceio, de q-cm c pub'ieo do tbeatro R ai con-
serva ratas recordacoea, e Boito, o inspirado
-,tir de Mephiatopbeles.
Quaiido o pub:co notou a presenil d i crea a
le tigolctto e Lis Vesperaa Sicilia .<, o san -ou
com um nutrid i applaoso, que ae repiti at v l-o
retirar-a
O Ilustre a aestro aprsenla um aspecto ebrio
de vida e con3erva no rosto a energa e o fOg i la
juvcntU'le.
Sena compriios cabellos nao team embraqu-ei-
do tanto como a jarba, o, pelo cratrario, coiiser
vam abuudaiitca tignaea Uo sua autiga cor d
eaatanba.
Verdi chamon tanto a atteoco do publico da
Scala como o espectculo qne se puuh.i em sce
na.
Ieil6ea.Eff ctuar-se h:o :
Hoje :
Pele agen'e Pestaa, a 11 horas, na ra do V-
' gario u. 12, de predio.
PeZo agente Gusmao, s 11 horas, no arm iz-in da
roa do 3oin Jeaus n. i'J, d'.' movis diversos.
Seguuda-feira :
l'e o agiiite Pinta a 11 horas, na travesea do
Pombal n. 1, de predios.
PeZo agente Modesto Baptista, 3 10 horas, na
traveaaa do Arraial n. 27, da armaco e maie
ntensia da lav-rna si'a na mesma casa.
Terca-feira :
Pefo agente Marins, s 11 hiras, na ra da Im-
peratriz n. 6,"i. de movis, lougas, vdroa, etc.
PeZo agente I into, s 10 1/2 horas, ra do
Payaand n 1 G, de nnveis o loncas.
PeZo agente Modesto faptisia, a 11 horas, ua
ra do Bom Jess n. 19, de predios e movis
Hissas lunebren.Sern celebradas:
A's 8 horaa, uo Carino, por alma de D. Hara
do Carm'> Rodrigues de Siqneira Lina.
Seirunda-feira :
A"a 8 horas, na matriz da Boa-Vista, por alm-i
de D. Mara Alexandriua Torres ; s 8 bo as, na
ordem terceira de S. Fr inciso, pir alma do te-
nente Francisco Rabello da Silva ; a 8 horas, no
Corpo Santo, pir a.ma de Sebastian da Roeha a
valcante Wanderlej ; s 7 horas, na matriz Je
Santo Ant -nio, por alma de Joo Francisco Fer-
reira Jnior ; a 8 h iras, em S. Franci-co, por
alma de I). Al-xandrina Mara do Livramento.
Teroa-feira :
A's 7 i[2 horas, na Corpo Santo, por alma de
Antonio Izidoro Freir de Aidrale.
Operacftea clrurarica Foram pratica
das no hospital Pedro II, no dia 9 do corren'e,
aa seguintes :
Pelo Dr. Malaquas :
Amputaco da perna esquerda pelo methodo cir-
cular, reclamada por uecrose do oaso tibia.
Pelo Dr. Pontual :
Posthotoinia pelo thermo caut;ro por phym sis
e caocres venreos.
Cana de Melenro Mcvimento do pre-
sos nc dia 8 de Abril .
Existiam pr;so 277, entraram 3, iahiram 5,
exist. m 275.
A saber:
Nacionaes 252, mulbcres 5, eatrangeros 6, es
cravoa sentenciados 3, idem procesaados 3, ditos de
correceo 6.Total 275.
Arracoados 254, seudo : bons 237, doentes 17
total 254.
Movim-nt i da enfermarla :
Tiveram baixa :
M.anoel das Mcrceis e Silva.
loolerla da proiint-ia Sabbado 10
dem at 9 do corrente
Foi arrecadado liquido no da 6
corrente
do
15000
13000
30.MI00
1U900
64C00
210oOO
tiSOO
215*200
8j7u0
2t 161500
Procos do da :
Carne verde .. 200 1 I H .. kilo.
Sums a 50.1 01 I n'is dem.
Carneiroa 600 S'f) rea idesa.
Fannha de 32 I a 560 cuia
Mlho de :l2i 1 101 .- 1 dem
Peijao d. 80- a ia lem.
Ceiuilerio publii-oObtuario do da 6 do
eorrente :
otaria Alexandriua Tirrea. parda, Pernambuco,
30 auuos, casida, Alagados; tubrculos pulmo-
nares.
Mara, branca, Pernambuco, 9 dias, Boa-Vis-
ta ; entente.
'i'.'ocot. Franciaco itii lio da Silva, branco,
Pern ni.ue>, 36 aanoa, casada, Reeife; gastio
api u te.
Joo Baptista de Mello, branco, Rio Grande do
Norte. 20 annoa, a-dteiro, Reeife; beriberi.
Eduardo, branco, Prnoaiibuco, 20 meses, S.
Jos; eclampsia.
Alexandrna Mara J1 Ltvramento, |iarda. Per-
nambuco, 10 anuos, solteira, Af-.-ads: tisi'-a.
S bastillo da Rocha Cavalcante W.mJ rey,
branco, Al '.i-. 17 auuos, casado, Bia-V'ista;
albiim nina.
Luisa, branca, Pernambuco, 9 meses, S. Jos :
bre 11c hile.
E.i h mi, branco, Pernambuco, 3 horas, Boa-
Vi-t ; Era saesa e ingnita.
Em urna das ultimas noutes, eontam oa p-rodi Carotina Virn 1 vi 1 ros Marques, branca.
Rio Gr ol- 1 1 Nit-, 26 1 mos, casada, Boa-Vis-
t. ; le a do COraci r,
\10ib.i. banc., .'eruainoueo, I atz, Santo An-
toni 1: otei 1
\ii. o. branco, Pernambuco, 9 dias, B'a-Vis-
ta ; t.- u
J 1. 1. Pern aboco, 9 dias, Boa Viste |
0
1 n J :.'iro Vliutiri, pardo,
1 .-. il'"i u. ,) i^ ; u,ica
I ll '
; Silva, pi io, Pernambuco,
36 -i i \'-i.. : tub real >s pulino-
u
.du o o '.' rumnbuco, 12 liras, S. Jos :
I o 1 C n ira 1 ^ledeiroa, branco, Portugal,
39 .i -. easa u. Graca ; parniTaia geral.
.1. ia, ,'i-e.i. i' rnambico, 7) inuoa, aolteira,
!! -Vial : 1 h xi 1 s mal.
Li Jos le S mi'iiiii.. (t t<-1 j. Pernambuco,
.'i inn s. easado, Boa Vi-ta ; brnichite.
Joaaita Mana la ni cao, oira P -rii nnbu-
. i! ai ra, Boa-Vista ; tubrculos pul-
in .11 -.
CHRONiA JUDICIARIA
l'o-ii:! 1 ii l.i utelaeo
SESSlO OtINAKU KM 9 DE ABKIL
lliK.-UDEXcn
DE 1886
OO EXM SK.
ouvir o juix
ilaga de Bnlma. Desta villa cacreveu- 1 de Abril, se extra oir a lotera n. 47, emble-
nos o oosso correspondente, era 3\) do nv-z ultimo, ficio da igreja le Maricota.
o seguate :
Coinccamos a presente rendendo gracas ao Di-
vino Creador por ter nos, mais esta vez, acudido
com a custnmada Misericordia, snpplantanJo no
abysmo o horroroso phantasuia da secca que nos ia
consideravelmente dilaceran lo. as tardes de 27,
28 e 2i> d'este, cahiram com abundancia fr. quen-
tea chuvas, nao s neati villa como em aua t .til
crcumvisi h 1115a, e segn io non as crileriosas,
ellas estn!, ram a por muitos lugares das demais
fregui ziis prximas.
Parece-nos que, de urna vez, por este auno,
acha-se o povo avAgAa de. Baixo livre d.i granie
flag.-llo da secca, que com todo rigor o cort.j iva,
fizeiado-o frequentemente emigrar, e a nao baver
i.. bondosa providencia riamos suecumbir fo-
11, 1 le .r, anda maia, com os bandidos, que em
tai s pocas costuinara afligir aos i.ffliet s, com os
roubos, tasa: sainato, ec, a titulo de necessidade !
c O cea coiiscrva-se vestido de p-sada e escu-
na nove is, iiiiuuiiciando-ii. s, portante, u oiriuiia-
cao dn chuvas, o pelo menos, a prxima viuda
o Oa lavradorcs e criadores esto antmadisai-
inoa e com elles' lodos os demais moradores d'i ste
alto sertSo.
Pela madrugada de 28 rendeu alma a Deus a
virtuosa esposa do Sr. Francisco R.yinun io du
Silva, um dos negoci intes e propriet .nos nVata
villa, deisando grande nom ro de filhoa, entre ellea
alguna menores (in idade; era ama eioetleaM
mi d- fnnilia, me h ir esposa e summamente reli-
giosa. Alerra lhe seja leva.
Consta nos qa-> vai suf'mandada, enmarca
de Flores, urna patrulla 1 buscar ti es criminosos,
que foram alii presos pelo obd -legado de 3o ds-
tricto d'i.quella comarca, pronunciados aqu, uo
art. 193 do Cod. 'ron. Os protectores dVsaa brava
gente ah aiidain na execuco do luglorio papel que
tempre deaemp inhan -m toes caaos, e ento dizem
ah est o jury, } nosso e que uao poe duvi-
da om absolver aos innocentes !
Entretanto, cumpre-uos dizer, que o acto do
Sr. subdelegado foi, e e, digno de louvores e da
No consistorio da igreja de Noaaa Senhora Ja
ConceicSo dos Militaras, se acharo eapoates as
nrnas e as esphera arrumidaa em ordem %jidc-
rica apreciaco do publico.
EiOleria da corteA 1* parte da 196 le
t'ria la corte, cujo pr.mi graude de 100:000,
aera extrahida brevemente.
Oa bilhetes acham-se venda na Casa Feliz,
praea da Independencia ns. 37 e 39.
Tambem se achara rendana Casa da Fortuna
rua Primeiro de Marco n. 23.
botera do Bio \ 2* parte da lotera a
363, do uovo plauo, do premio de 100:0040000
ser extrahida i\> dia .. do correte.
Oa bilhetes ach im-se venda na Casa da For
tana rua Hrim-iro de Marco.
Tambera acbam-se venda na praca da Inde
2a na 37 e 3i>.
Lotera Extraordinaria do Vpl
ranaaO 4 e ul uno sortcio das 4a e 5a series
desta importante lotera, cujo maior premn d
150:000^000, ser exrabida a 12 ale Juuho proxi
mo.
- cham-sc expisto a venda, os reatos d a bilhe-
tes na Casa da Fortuna rua Primeiro de Marc
n. 23.
botera do Ceara de hooioooSooo -
A' 2a s. re da 2' lotera, cujo mai..r premii de
200:00i)UO0, pelo n vo plano, ee extrahir impre-
t-rivelmente no dia 10 de Abril,s 2 horas datar
de.
Os bilhiotes acham-se venda na Casa da For-
tuna, rua Primeiro de Marco n. 23.
Lotera de Wace.l le OOiOOOOOO
A 3' parte da 12a iot ra, cujo premio grande
(t de 200:0001000, pelo novo plano, ser extrahida
unpret -rivclm-nte uo dia 13 de Abril a 11 horas
da maulla.
Bilhetes venda na Casa Feliz da praca da In-
depeueia ns. 37 e 39.
Maiadnuro Publico. Foram abatidas
no Matadouro da Cabanga. 8 rezes para o consu-
mo do dia 1 do correte mes.
COXSELHEIHO
ii"lN"'ll.Vo IMC MIRANDA
Secretario >r. Virgilio Coelhn
As a ., as do cosime, presentes os Sra. desem-
barga i em anrnero legal, toi aberta a sesao
lepoia le lida ipprov la a acta da antecedente.
S Esc 1 "ir. o- !h .ro presidente deciarou ter
deixado 1 aparan uaente o 1 xerweio do cir.ro de
dea inb r^a lor d ste rribuoal u 1 dia 7 4o cor-
rente o Lxai. Sr. c 'iiseih 1 o Joao Antonio de
Ar ij 1 Fr i aa He ariques por t-r sido nomeado
peo e; .v rn 1 imp ri il pr--i 1 nte da provincia do
l'ara
a-tribanlos e pasaadoa ns fetos, deram-se
seguiut- a
JCLGAJ1KST08
Habeas corpus
Paciente .
Jo Rufino la -'ilva. Mandn se
de lin eir. do 2 listricto cinmn .1.
Vctor L- :idio Pereira L-it-.Mandou-se ou-
vir .. sub. le^ad .1 Sau'o Vutouio por interme-
dio d" Dr. chefe de polica.
Recursos eleitoraes
De Bom Jard-mReoorreate anos Leto de
Alboquerque, recorrido juiz Relator e Sr. des-
BtnbargHil .1 Pires Ferreira. Negou se provimjn-
t s, 1.u.11.uncu,ente.
De S,lo;ueiro ltecotrente C-.scmiro Ferreira
L--te, recorrido o jalao. Relator o Sr. desein-
| In- Al ves Ribciro. Converteu se o julga-
ui.'uio em diligencia.
App. Hacoea Crimea
Oe \sgemoia App-liante Manoel Francisca
V.ila-Nova e outros, appeilada a |usrioa> Re-
i-tor o Sr desembargador Oveira M.icielMaa
d ai se a novo juiy, unaaiimemeate.
Do i'enedoAppellaniS ojuzo, appe lid) Ale-
xsndre Perreira Leite Machado. Relator o Sr.
desembargador Pues Ferreira.Mand-u-sea no-
vo juiy, contra os votos djs Srs. d sembargaf res
\l 1 tetro de Andrade, O.ivtira Maciel e Toscane
Barreto.
De Bom Ji.rJinAppellaute ojuzo, app -Hade
Jos El.ut' rio de Sant'Anna. Relator o Sr. des-
embargador Pires Ferreira Deu-se proviments
a appellaco para se annullar todo o procedas,
coutra os votos des Srs. d sembargadorea Otivera
Maciel e Mmiteiro de Andrade>
PASSAOESS
Do Sr. .o:iselh"iro Araiijo Jorge ao Sr. corse-
lli iro Buarque Li na :
Appellaco civel
De Camiragi-e Appellaute Francisco Manoel
Maroho Faleo, appelia lo Francisco XiVier Car-
ueiro da Cunha.
O Sr. eonaatbeiro Araojo Jarse, como procura-
ordacori e .romotir da juatica. deu parecer
nos seguintes feitos :
Appellaco civel
Do RecifeAppeli .nte E luardo A. Bule, em-
pellados Jos Antonio I'nt 1 e outr .8.
De Campia GrandeAppellaute Jos Sebas-
tian Giiimarea, seuhor de Francisco, appellado e
juizo.
Appellocoes crimes
Do Cabo-Appellaute o juzo. appellados Ma-
11 -I P.ij 3 outros.
De Atal aia -Appellaute Luiz dos Santos e Sil-
va, appellada a justica.
Do r. conselhaao Qieiroz Barros ao Sr. des-
embargador Buarqtie Li na :
App-llacoes crimes
De OliudaApprlantB Frederico Velloso da
Siaveira, ppellad a justiva.
D.' AtalniaApp-.'llante o juizo, appellado Mar-
colino Correia da Silva.
Do BrejoAppellante o juizo, appellado An-
tonio Alves de Oliveira.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador TojCano Barr to :
Appellacoes Crimea
Do Recife Appellaute o juiao, appellada a
justica. *
De Aguas BellasAppe lante o juno, appel-
lado Estacio Jos Correa.
De Nazareth Appellante Manoel Francisco
Carlos, appellada .1 juatlca.
Do Sr. desembargador Toacano Barreto ao Sr."
desembargador Oliveira Maciel :


j nlBVH I


I
~
Diario de PernambucoSabbado 10 de Abril de 12 6
Appellacoea crimea
Do Recita Appellaate o jaiso, appellado
Amaro Vieira.
De Aguas BellasAppellant" Lourenco Pinhei-
ro da Uosta, appellada a justica.
Do Sr. dcaeuibargador Pires Ferreira ao Sr
desembargador Monteiro de Andrde :
Appellaca' crime
De Palmares Appellante o juizo, appellado
Joaquim Manoel de Maura Borb.
Do Sr. desemb trgador Al ves Bibeiro ao Sr.
eonselheiio Queiroz Burros :
Appellacoes trimcs
Do R^cifeAppellante o juizo, appellado Ma-
noel Vicente Ferreira.
Do Rerife Appellante Joaquim Ferreira Li
na, appellada a just'ca.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. conselheiro procurador da co
roa e promotor da jua'ic* :
Appellacoes crines
De GravatAppellante o juizo, appellado Ma
noel Magdalena da Costa.
Da Palmeir* dos IndiosAppellante Joao Cor
reia da Silva, appellada a justica.
Com vista ao curador geral e ao Sr. consclhei -
ro procurador da cor.i :
Appellacao civel
De MaceiApp.-liante Dr. Bernardo Antonio
de Mendonca Castello Branco, appellado Justino,
escravo.
Com vista s partes :
Embargos infringentes
De Ped u de Fog-Embargantes Dr. Joaquim
Francisco Vieira de Mello e outros, embargado
Manoel Vieira Bernardes.
nisTRiBUigOEs
Appellacao civel
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De Panellas Appellant'- Fernando Jos de
Barros, appellado Joaquim Alves da Silva Ftr
nandea.
Enccrrou-se a sessao a meia hora depois do
uieio dia.
PUBLICARES A PEDIDO
Ao I-\in. *r. ministro da guerra
e ao pnbllco
(Do Diario das Alagoas)
Ha longanimidades, que, sobre s.iem um acerbo
softrimento, tradur.em impeidoavcl traicao A sic-
ceridade que devenios todos opiniao publica que
tera o direito de conhecer > valor dos individuos
que vivem sua sombr; como drslealdade ao
poder que tem carencia de apreciar a importancia
social, o carcter e sentimentos de sius agentes e
auxiliares.
E, poii, quebr o siloncio mantido at o present
para externar acontecimentos qu'-, dando a me-
dida da estatura m da Costa Lima, 2o cirurgiao da enfermara militar
siesta capital, tornara bein claros os motivos detrr
minantes di pesipao iucommoda, em que me Tejo
diante da primeira autoridade da provincia.
' Apparcntando aisisade e dedicacii que jamis
consagran a pesoa al.'unin, em some de um-i sin-
eridade e franqueza, eom que jamis illustrou
acta algum de sua accidentada vida, o Dr. Costa
Lima empeubou so comuiig paia que admittu!
passasse elle os attestados requeridos a>>s paisano
que pretendem alistar su lio corpo de polica, sob
u.eu coinmandi ; como ainda. que :solieitaese i u
do Exm. fr. presidente da provinci como eucare-
cimento de ser isso sobremaneira uecessarlo, no
meaase-o medico d'>.quclle corpo, mediante a gra-
tificacao de 600 Escusa dizer que nao convim no inconfessavei
arranjo, poudera do que S Exc nao podia azei
tal na ausencia de lei que a tanto o autorisasse
O Dr. Costa Lima nao desanimou, mudou. ape
as, o objectivo de suis bateras para merecer-ine
eauseutisse eu em continuar elle a facultar os di-
tos attestados, nuinuando-ine a insistencia p la
creacao do lagar de medico do corpo no relatirio,
que me eumpria enviar presidencia par-i que
esta traduzisse tal necessidade asscmblcu pro-
vincial.
A hombridade deste meu proceder, razao bas-
taute estima dos homens de honra, fji pira o
Dr. Costa Lima motivo esquivanca je suas rea-
cues, e iucentivo a que me movesse elle, de par-
eeria com o Sr. cap tilo Jcao Domingos Ramos,
ajudaute de ordena da presidencia c meu antig.i
desaffecto, tima guerra odien'.a e sem tregoas,
subterrnea c cobarde.
N'este terreno, onde nao se pode encontrar o
bro e a diguidade, o Dr. Costa Lima ecforcado
e iavencivel trabalhaJor; intriga por ai urdida
surte aemprc funestos resulta loa, embra, mais
tarde, descaberta a trama e provada a injustica,
desea o estigm i da opiuiao sobre a cabeca do mal-
fasejo.
Genio trefego e bulh-nto, earaeter contradic-
torio e instavel, sempre rompeu as melhores amisa-
des de seua collegas e amigos da enfermarla mili-
tar, c compauhia da iinlia.
Foi urna de suas primeiras victimas o sempre
ehorado Dr. Salustiaoo Jos Pedrosa, Io cirurgiao,
que aqu auperintendeu na enfermara militar com
invejavel competencia e inexcedivel honra e zelo.
O Dr. Costa Lima, iutrigando-o pa a a corte eni
cartas as Exm. Dr. Jof Marianno (o que pode
attestar a Binceridade de um seu digno comp idre
que reside neata capital) capitulava a menor das
razes de aua incapaciJade para continuar no
argoo s r elle conservador! A csse tempo
abri com o Ilustre Dr. Kibeiro de Araujo, seu
eollega na enfermara, urna luta, cujas circumstan-
cias sabem todos, dando em resultado ser d'aqui
removido o Dr. Costa Lime.
Incapaz de tanrfUa, apenas tornado aqu, nao
sabemos por quaes milagrea de gcnufleocs pouco
dignas, eontinuou elle no vergonhoso habito e est neata capital. De V. S. respeitador e amigo
uNMMCiO
-crnaiu
fluksa coinuiertial de
buco
Secif.-, 9 de Abril de 1&16
a tres horas da tarat
Cotacue .]} iae*
Cambio sobre Santos. 00 a v. com ,1 5/8 0/0 de
deeconto.
Dito sobre dit), 60 a/y com 1 0/0 de descont,
Ctunbic sobre Para, 90 d v. com 1 5 8 0 0 de des-
contc.
Cambio soore L. : :- 90 ,1/v. 19 3/1 d. por
1*000, do oanco. l
? J. Pinio,
fiesidente
vJai-iirii C. G. Aic.f rudo
Secretario.
2 luLGO:-
Mes oo Abril Jo I
intrigado com seu chefe, o Dr. Luiz Vietor Ho-
mem dt Carvalho, com o alteres pharmaceutico
Anisio Mnniz Gomes e at com o commandante
da guar lico, o capito Capitulino Louieiro, em-
bra neeta cidade ha poucos motes '.
Di in miside aberta com taodignoa cavalleiro,
sem a jytnpatha, ao menos, dos quo Ihe restan
eoiui-anl eir*s na enfermara e guarnisao, ai po-
dia ser eu bastante feliz, que escapasse aanha
da truculencia do Sr. Costa Lima, que por largo
tempo, at o dia em que o Exm. Sr. presidente
teve a ventura de cooheoel-o, sevava se na de-
pres?ao le meu earaeter, no rebaixwnento de me tu
sent ineiitoa sempre que, pra isso, se Ihe offere-
ca, '3oi lalacio, ensajo aproveitavel!
Ente proceder, em todo ponto condemnavel e
mes|uinho, e tem utni attenuante, o Dr. Cost i
Lim emprehendia a auarenta e custoaa emprei-
tada do por todos de seu porte, no seu nivel, seua
iguaes!
Pura lauto li ivi i elle mister de deruir a digni
dade, a henn, a repotacao, o mrito: todos os
crditos, todas as c insideracoes que se encontra-
vam rm seu caciir.ho.
Pira las'i inrriga raesquinha e baixa, a ca-
lumnia aSroiitoea e falsa, a inaiuuaca* cobarde e
traicwira, as publicacoea e cartas aninyuas, to-
dos os n.eos vis e indigno, tudo servia o prooo -
sito de i.ttingir o scopo alvejado pela nobleza de
ana conicieneia !
Kntret-nti neata fabia aviltante c icmbil, ia
at a dealealdale ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, <|uc ignora ser o expediente da aala das or-
deni copiado em casa da Dr Costa Lima, antes
de aabmettido a eeu praz-me e aasignatur*.
Entre aa villanas deate doutor ha urna que, por
n'uito ri'speit-i que devom npinijn, n3,) devia eu
deixar illeaa ; deatruo-a, piia, com oa docuraentoa
qu 8Crttem este.
Term nando declaro aj Dr. Costa Lima, que
pode contin ar seu ldano, sem reapeita ao me-
nos M t.ue ha de mais sagrado na sociedade. o
lar lomeatico. coito de que nia est Ion-o da
em que provare ao Exm. Sr. Ministro <' > !iier-
ra, ao Sr. ajudante ff^ueral 'o rxeret' t chcf-f do
cirp de aaude. os rxcegsivoa escndalos rea'isa
d"s na ruarnicao d"8ta capital.
Enta fiear.o S. S. e srn dicna comparsa redu-
zid s ao que effect'vara. ntc sai : dois cid:-.
benemritos.
Mace 2i de Marco de 1836.
Fortunato B. L. rfe Vastonef.Uos.
Mace. 9 de Marco dj 1886 I!lm. Sr. Dr.
Gn Vctor Homem de '"aralho.Constando-ni
que o Dr. Joao Moreira da Coata Lima, conhecido
hoje neata capital coma um grande intrigante,
dissera a V. S. qu cu, cama commandante do
corpo de polica, recebia dos paisanos que alista-
vair-ae iKate corpo a quantia de 103000 a pretex
to de .ttestados mdicos, e que locupletava-me
destas quantias ; ro.^o a V. S. se digne respn-
der ine jimtd a esta ser verdade o que allego p ira
mais urna vez pateutear a papulaca desta capital
de quanto canaz o cidadao Dr. Costa Lima. As
signo.m^. ''e V. S. respeitador e criado, Fortun itc
B. Lins de Vasc ncellos.
R'sponden I > a e irt i de V. 8. de 9 do c t-
rente, che-me iicerca do seu assuinplo, apena"
Vz r que, em cmvi-rsa em ca-sa de uim familia
OSjbe, (|n-eitii ouvira dizer, qu1 api-eaeiitanio--e
em casa do Dr. J ao Moreira d* Costa Lima um
paisano i|iie p-dira um attestad) pan ahitarse
no i arfo d n dicia. o mesma doutor exigir a quan-
tia de lOOiX), e que 0 paisano responden que
oito qoeria de graea, parquanto j havia dado a
V. S. pare pavimento, e coma saub-'sse V. S.
ilcasas .iexactido -a, c-artou as relav's amiatosM
que ont'etiuln com o referido doutor, o que a tudo
lato respond, parecer inverdadeB, porquanta,
tamaein fui victima innocente d^ intrigas e ex
lumnias, urdidas pelo mesmo douter para can V. S.
aegmidc c nata-me ; pirtanto o que s-'i a rea-
peto. Mae.i, 24 de Marc> de 1886. Dr. L'iiz
Vctor H mem de Carvalha.
(Estar sellada f reconocida a firma pelo ta-
b-lliSo Tito Passo).
Mawi. 11 de Marco de 1886.Ma. Sr D.-.
Luiz Joaquim dn Cast* L ite T nd. V. S por
diversas vezes dado atteatadaa a paisa ios que
pretendem alistir-se no carpo de polica, rogo
Ihe repmder me junti a esta se constou a V. ". ter
eu na qualidide, de commandante da mesma carpo
nacido i pret-xto de atreslado m-'dico, que estes
paisanos urna vez a'ast .das me pagasic-m a quan-
tia d-i dez mil ris, como tem afliruiad i o Dr. J jilo
Moreira d* Coata Lima, at em casa de familia
neata capital. De V. S. resp. e am Fortunata
Benjamn L d-- Vasconcellos
Illm. Sr. tenene coronel Fortunata L'na. E'ii
resposta a aua carta, di vo com franqoesa o leal-
dade d> clarar que nao me consta ter V. S. exig-
du a qu ntia de dea mil ris dos alistados na cor-
pa p dicial, em troca dos attratados mdicos para
esse fina neceasarios, cjnviud) notar que, de al-
guna que tenho dada, t um o fiz a seu pedido,
depois di}, cama aos outros, examinar o verificar
as bas endioSee de uaude do iilividuo. Sau
com eeti.na e considcracao de V. S. etc. Macri,
11 de Marco de 1886.Dr. Luiz Joaquim da Cos-
ta L-ite.
(Eatava sellada e reconhecda a fi'ma pelo ta-
belliit" Tito Paaaos).
Macelo, 11 de Marfi de 188. lili. Sr. Dr.
Mauo-.l Jas Duartc. Tendo V. S. por diveass
vezes dada attestados a paisanos que pretendem
alieb.r-ae no corpo de policia, raga Ibe responder-
me junta a cata, se constou a V. S. ter eu na
qualidad1? de c mmandantc do mesmo carpo, exi-
gido pretexto de altestadu medico, que. estes pai-
s .n f. una vez alistados, me pagaaaem a quantia
de diz mil reia, cano tem affirmado o Dr. Joo
Moreira da Costa Lima, at em caa de familia
"lujjtaaaiDe 1 8
i d- 9
ftaomaDonaD,
t. uj Je 9
1 i H
' -ter de 9
c
148
137 180J897
15 810,360
162.931;257
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15:770, 17d
39:0la 968
2:70C.-40S
RaaiM riRimoii !>' 1 8
dem de 9
41:722 896
btKS
149,795
5:704-367
DESPACHOS DE IMPORTAgA
Hiate nacional Deiis te Guarde, entrado
Maco om 9 do corrente e consignado
. liartuolorneti Laurneo, mnnifestou :
Sal 600 alqueires aa consignatario.
Vapor inojez Besse', eutrado de Liver-
gool em 7 do corrate e consignado a
Saanders Brothers C, manifestou :
Annuncioa em chapas do ferro H or-
erb.
Amostras 2 voiumes a diversos.
Arroz 350 saceos ordena, lOOa Souza
Bastos Ainorim & C, 100 a Joaquim F.
de Carvalho & C, 100 a Fcrnandes & Ir-
mao, 5<) a Domingos Ferreira da Silva 4
('.., ilO a Jos Joaquim Alves 4 C, 15 a
J. F. da Cesta.
Agua mineral 21 caixas a Samuel P.
Johcbtoo & C.
Arco3 de ferro 275 feixes ordem.
Alpiste 10 saceos ordem, 10 a Souea
Bastos A.norim & C 10 a Joaquim F. de
Car.valh) & C, 10 a Domingos Cruz A(o i feise a Vi ana Castro & C
Aceita 50 caixas a Paulo Sti:lmai, 2J
orden
Arm coes para seliiii 1 caixa a Miranda
& Scuz .
I! rras de ferro 21 o l.'al feixes a Wm.
Halliday & C.
Bigornas V a Vianna Castro & C.
Batatas 50 1|2 caix;is aos consignata-
rios, 40 ordem. N
(ilmpos um caixSo a J. Christiani & C.
Conservas-35 jaixis a Fernanes & Ir
ruao.
Ci'lra 50 caixas ordem, 30 a Carva-
lho & C 40 a Fernn les & Jrmao, 30 a
Domingcs Ferreira da Silva & C.
Cha 28 voiumes ordem, 2 a Joquim
D. SimiJ's &C, 2 a Domingas Ferreira
da Silva & C, 5 a Domingos Cruz & C.
Caaos do ferro galvfiuisajo 4 OMXM a
Vianna Castro & C.
Cervcja 20e?.ixas orlem, 20 a Carva-
lho & C 50 barricas a Domingos Alvs
Matheus, 50 a Fernandos & Irfhao, 2f> a
Domingos Ferreira da Silva 4 C, 10 a J.
J. Alvos 4 C.
Calcados I caixao a Albino Cruz & C.,
I a F R. da Silva, I ordem.
Canela 5 caixag a Domingos Ferreira
da Silva C.
CarvSo de pedra 21 toneladas a VVilson
Sons 4 C!.
Campeche 6 barricas a Antonio Jo3
Mua 4 (/
Cobre G t'exes ordem.
Cht.mho de niunioao 100 barris ordem.
Drogas 4 voiumes a Faria Sobrinho &
}'. M. da Silv i C. 6 a Bartholo-
113 U Si C
En:t*d;ig 16 barricas a Miranda & Sou-
Fortuqato Benjamn Lias de Vasconcellos.
Illm. Sr. c ronel Fortunato B. Lies de Vascon-
cellog.Em resposta a carta de V. 8., cabe-me
dizer que tenho atteatado gratuitamente a grande
numero de pracas do corpo de polica, e bem aa-
aim iuteiraineote falaa a allt*gauIo de ter V, S.
por eesea attestados reaebido remuaerafilo slgu-
uii Eaaa minha afirmativa firma se ein declara -
calo por mim feita a todos a qoem atteatava de
qu o faxia gratuitamente.
Sem mais, subscrevo-me de V. S. cem estima o
cauaideri^S.Dr. Manoel Jas Duartc.
(Eslava reliada e reconbecida afirma pelo ta-
beiliaa Tito l'aasos.)
Macei, 11 de Marc > de 1886 -Illm 8r. Dr.
Jo.'iqmai Telesplioro Ferreira L.pes Vianna.
Tendo V. S. por di versas vezes dado attealadoa a
p:\isauos que pietendcm nlistai-se no corpo de po
liei i, rngo-lhe responderme junto a esta, se
eonatoo a V. -. ter cu na quaJidade de comman-
dante do mesmo cerpo exigido a pretexio de attea-
tado medico que estes paisanos urna ves alistades
me pugaasom a quantia dJ dez mil ris, eomo tem
ainnido o Ur. Jiao Alur.ira da Costa Lima al
em casa de familia neata capital. De V. S. res-
peitadjr e amigoFortunato B. Lina Vascon-
celos.
Illm. Sr. tenente-eorone! Fortunato B. Lina
de Vasconcelos. Rcsponrla a estimada carta de
V. >. Tenho p issudo muitoj attestados a paisa-
|UC se il'stiuavam a asseutar pra^a no crrpo
de poli'ia, do qnul V. S. commandante, eo fazia
voluntaria e gratuitamente ; e uuuea me constou
que V. S. Ibes eobraaae ou recebease dalles quantia
iloiima com referencia a attestados medicas, -ou
com estima 1 V. S. altencios) amigo, venerador e
criado.Dr. Joaquim Telespboro Ferreira Lo-
pes Vianna.
(Estaea a-11 ida e reconhecda a urina p- Vi tn-
belliaoTito I'as.'OS )
Mace, 11 do Marco do 1886.Illm. Sr. Dr.
.la .qnim Jos i de Arauj>. Tendo V. S. por diver-
- ai veces dado atteatadoa a paisanos que preten-
den aiistar-aa no corpo de polica, rogo-Ibe
reapoud-r-inc junto a esta se constou a V. 3. tr
eu na qunlilade de comuiaudanto do mesma corpo
exigidj a pretexto de sitestado medico que cates
paisan js urna vez abalado* me p.igaasem a quan-
tia de dez mil ris, como tem affirmado o Dr. Jlo
Moreira da 'O la Lima at em casa de familia
ncsta capital. I>e V, 8. r. apcitador e amigo. -
Fortunato B. Lins de Vaaconcrllns.
Illm. Sr. Fortunato IS.-nj -.m'ia Lins de Vas
c meelloa.Em respost a carta de V. S., declaro
que iiiin a me constou que V. S. rocebesse, quer
de piisanaa, ou de pracas do corpo de pilieia,
quantia algnma pdos attestados mdicos.
Considero tao miseravel a aecusago, que julgo
uj merecer crdito e nem dever V. S. acredital-a.
Os attestados que t. nho passado os tenho dado
gratuitamente.
Pode V. S. fazer de minha resposta o uso que
Iheeonvier. Son eom eatima do V. S., etc,Dr.
Joaquim Jos da Aroujo.
(Kstava se.la la e recjuheei la a firma pelo ta-
li UiSo Tito Pasaos.)
I------------------S53@-------------------
Tcsteuianho de eterna gratido
Vei.lu hoie impreusa animada por uobres c
Bubmei seotimentos, dar um testcmuulio da mi-
nha eterna gratidio ao distiasto e il-ostrado Sr.
Dr. Cuelho L-ite.
Viuva. pobre, desprotegida, eu via om u filha
Prudencio, menor de onzo anuos, a uui-a OBpe-
ranca da minha vida, viciim de utaa terrivel eu-
fermidade, quind>, inspirada pela Providencia,
oaandei chamar o i:lu*tre facultativa, cujo nouie,
c/in o mais profundo reapcito e eterno roconheci-
inentn. ha pouco pranuncie e eecrevi. Este illas -
trado medico corren miaba casa, e ahi, em pou-
cos minutas, resolveu o que devia fazer: urna ope
rac2o que salvassu aquella infeliz crianca e a rea
titOMee aos bracos da all cta e desolada mai
Av^lia o publico o trac se d doroso qorpne paa-
s. i: sem recursos cam que podesae acudir a to-
das ns desnezas, c venda entregue aos soffriuien-
tua c mais prem itura morte o meu querido fi-
diinha !
Tu la 8to. p irii), dosappareccu diante da phi-
lantropia du Ilustrada Sr. D,-. Coelho Leite. Pe-
dio aos eos honrados c illustradaa cllegaa, oa
Sis. Drs. Barros Carnciro, Mello Gotnes e Cer-
qaeira L-ite que o auxiliassem, o prompi-.inente
foi attondido.
Praticada a operaeSo cm omelhor xito qne se
podia esperar, o meu alho hoja se acha completa-
m.-nte rC3tabelecido, grabas pericia, dediea-
gao, e, s^bretudo, aa cuidado que este pintotypa
doa mdicos modernos levou a ponto (le t re< i
tar medicamentos que eu podesse f cilmentu ob-
tcr.
Nao sei o que djvo a tao Ilustre medico, nem
teuh) palavras q'ie possam traduzir os Matutea-
toa de que estou animada : o avaliem as rr.is
que j se t.n senado ou qu-', porventur, se pos-
.-ain acbar em idnticas circumstancias.
Sei que, para as almas nobrea, em quem bi Iba,
acintilla e deslumhra a aublme sceutelba da eari-
dade. o ciego, cirbora sib a forma humilde e
simples da gratidao, urna ofiensa .i modestia c
aos ae.'itiinent .a philaiitrupicoa de que sil i dopta-
dos ; mus,peiiodo desculpa meu fim huma-
nitario : apimtar orpbandade, l viuvez e a to-
dos oa infelices o mais illastrc c dedicado apost-
lo da scieucia c da caridade.
Aeeitcm, poia, tao diatinctos e illustrados Medi-
cas catas tincas liuhaspaluda e iaGel transump-
to de mi iba infi.iita gratidao ; e convictos fiquem
de que os seus noines jamis se apagariia da mi-
nha mem >ria, do amag i do meu corago e do u
timo da minb'nlma.
Keeife, 9 de Abril de 1886.
Leop'Adin Solano de Jess.
Cesario Ventura ao publico
Na qualidade de procurador do meu
amigo o Sr. Joao De uetrio de Alraeida
Oh vajeante, reque, i no juizo de paz da
freguezia da Boa Vista .< que juiz de
pz o Sr. capitao B'elippe Beneficio Caral-
cante de Albuqui'jue, a citacilo de .Mo i.
Margarida para pagar a quantia de 44200,
que caprichosamente nao o quera faz r; ua
audienjia designada comparec por parte
de meu constituate, e nao tendo compa-
rocido a refer Ja Mme., eorreu o feito a
revelia, documeuto constante do veutre dos
autos, fui forjado nos termos da lei a re-
qoerer a pequea demanda perantu este
sabio juizo, dei as provns exigidas por lei,
ainda uao compareceu a litada, subiudo os
autos a coneluso deste sabio juizo, compa-
rec na primeira audiencia para ver o jul-
gado di'88 diencia de hoje fui publicada a sentenca dessa
sabio juizo condeinnando o meu coustituinte,
mostrando assim completa pareialidade, pe-
di licenca a esto juiz para f.izer-llie algu
nai ponderales, uao em relajao ao seu
julgudo, mas ap?nas porque um processo
de tal ordem fazia vergonha ao juizo su-
perior} o Sr. juiz que tanta pareialidade
mostrou no presente feito,entiladisse moqui
cu n5o estava no goso de minha3 facalda-
des intelluctuaes; saib.i este juiz que infe-
lizmente ha 23 aunos trabalho no foro des
ta capital onde jamis perd umi questo,
appello pira o juizo dos houens de Len
e dos advogados desso frn; ve alio ao pre-
lo en prol de minha reputoslo, e s volta-
rei s' \ isso for forjado, salvaguardando
aerapro os dirritos daquello qu gratuita-
ment-{ agencie! os seus direitos, o que dos
de j me offereco para desistir na presea-
te causa, a menos que n5o tenha confi.inja
no douto juiz quo temjulgar o feito, aon-
de o Sr. juiz de paz charaa-se juiz. a quo.
Beeife de Abril de L886.
Cetario Ventura.
Agradccimcnto
Sirprehendido par uai tel.-gramina, ex-
pedido de Nazareth, dando-me a triste io-
ticia de achar-se gravemente (lente em
Timb -ubi o meu presado irmao, bucharel
Pedro da Cunlia Pedrosa, para alli me .i-
rigi e eneontrei-o cffeetirmente prostraio c
quasi S"iy esperanza de vi I
za 50 a A. D. Caraeiro Vianna, 40 or
dem.
Estopa 2 fardos or Jim, 10 a Gongal-
res [reato & C.
Estanho 2 barricas ordem.
Kneerados 1 caixa ordem.
Envelopes I caixa ordem.
Fio 10 f.ros ordem, 2 a A. D. Car-
neiro Viann i.
Folhas do ferro 27 a Antonio R. de
Souz.
Forragens 23 voiumes a Vianna Casto
& C, 2 a H. Nuesch & C, 52 ordem,
8 a Miranda day & C, 14 a:s herdeiros Bowmann, 11
a A. Rodrigues de Souzu.,
Feltro 1 volume ordem.
Fogareiros 100 ordem.
Folhas de Flandres 120 cunhetes or
dom.
Graxa 2 barricas a Jos Joaquim Alves
& C, 166 o 5 barricas a ordem.
Lauca 7 giiraj a B. D. Campos & C.
L'.eores 30 caixas ordom.
Liiihi 14 e.i'xres ordem, 18 a A. 1).
Carneiro Vianna, 2 a OMveira Bastos &
C, 2 a F. L^uria & C, 2 a Manoel Joa-
quim Ribeio, 2 n M. Izabela, 2 a Bro-
wis cS C 4 a N. Fonsoca A C.
Lana 1 fardo a A. D. Carneiro Vianna,
1 a Eugenio & Vieira, 4 ordem, 2 a
Wm. HallJay & C.
M-rea lorias diversas 5 voiumes a u-
os Fonseca & C, 6 a H. Stolzenback &
C 2 a coiapanhia da Fiac3o e Tecidos, 9
ordem, 1 a R. de Drusna & C.,3
Sulzer Ksuffmana & C, 2 a Oliveira Bas-
tos C, 4 a E. G. CascSo, 2 a Otto Boh-
res Successor,
Machinismo8 2 caixas ordem.
Materiae8 para esgoto 351 voiumes e
pecas a Recife Draynage Company.
Oleo de linhaja 9 barris ordem, 12 a
J. C. Livy & C.
ProvisSes 3 caixas a Domingos Ferreira
da Silva & C, 5 a Jos Joaquim Alves &
C, 6 a Rosa & Queiroz.
Pregos 1 barrica ordem.
Pap^l 8 caixa3 a II. Burla G., 00 a
arJem.
Presunto o toucinho 6 eai*as aos con-
signatarios.
Pimenta da India 10 saceos a S. Bas-
1.
II.viaja dias quo fura accommetti-
do de umafebre de mo earaeter < apeear
da me lie na i hbil nenie empr g"!a polo
l!u. ta elinico e nosso amig Ur. M-inoel
Xa-'ier de Mor.acs Va8C>iic41'is, a f'br-'
continua va rebelde at entlo e -. esta lo I i
doonto era assust idor I
Entretanto o Dr. Moris Vasconcellos
nao deganimou, e, applicando novas r
dios, fez deballar arfebro e o doento dous
das depois a;hav.i se em eonvulescenoa e
hoje completamente re&tabdecido.
O Dr. MorMS Vasconcellos, cuja gastar
apti Io para a madicin revolou des le os
tempoa academicoj, ten la feito entilo n> co
uinr.-a de Ttmbauba divcraia cura bem
importantes, agora, que al si estab ile-
ceu, vai prestando os iu.us relevantes ser
vii;os c su i profissila e tolos urna voz
proclamam bem alto os seus generosos fei-
tos.
EaScrovondo estas liohas, p"y.a llio quo
ne deseulja', se can isto offen lo a sua mo-
destia, permittindo me a liberdade de p^.r
mtio da imprsnsa agridecer-lhe par mim
e pelo meu referido rmfto a familia, toda a
solioitude e dedioaefto que (sen nter-s^e
algum p-teuniario) empr.giu par.i salval-o.
Servidos ta's nao se pagam, par maior
que fosse a renouncracSo ; parti'.uto limita-
monos apenas a dizer ao Dr. Moraes Vas-
concell. s que contraliimos pira corasig
un a di vi.la insoluv<-l, m is que ser sempre
por nos rememorado com eterna grrti
dio.
Recife, 9 de abril da 1 886.
Padre Pclrosa.
N 5 A RmuIsSo de Seott muito re-
ce m ndada pelos mdicos como o melhor
emoli para a tisi ;a pulmonar e moleslis^.
do peita e da garganta.
Restaura o oig^nismo das pssoa3 pre
diapost-is i tsica e fortifica contri os ata-
ques da doeotfi.
MBBOMOIS IIIIBBBaaBaHXHB
tos Amonm & C, 2 a J. F. da Costa, 5
ordem.
Passas 8 caixas a Paiva Valente <& ('.,
2 e 20 farioa a Damingos Ferreira da
Silva & C.
Ps de f-rrro 10 f:ixes a Wm. Halliday
&c. y
Sida 100 tambores or.lem, 5 a Viai
na Castro & C, 1( a Maia & Rczende, 20
barricas a J. C Lc-vy & C.
Tecidos diversos 38 voiumes a A. Viei-
ra 4 C, 182 a Mchalo & Pereira, 203
ordem, 01 a L A. Siqueira, 2 a T. de
As autoridades policiaes de
Goyaana
Indo de viagem para Goyanna, fui vic-
tima de um furto quando passei por Ig'ta-
rassu'. O l.irapu partime a cadeia de
ouro do relogio, e levou o pedaoo cortado
com a respectiva caeoleta. J- < passou-se
uaite, e s pela niauha uci ,)-?lo furto.
Entio proced 4> respectivaa ialagio > e
mda consegu'.
Chegando, porm, a Goyanna, diversas
pessois mo disseran que o autor desso cri-
me s podia ser un m a apanbeiro d
viagem, uonfaecido ()>r eco da Lol, a
qual n3o era a primeira ve/, que usava l>
tilo regulares meioa do haver cliubeiro ou o
que Ihe cquvalessc.
Aviso disto s autoridades poli iaes de
Goyanna para qu- o tornera em considera-
cao, e igual aviso dou u^s incautos que,
como eu, podem ser vi timas dosse indas
trioso.
Gayaona, 5 de Abril de I- }6.
Jos Felippt dos Sani > BvUeSo.
pkz
Amigo e raneo
Da. M \N"l'l. i i.K-JFN I l.\'. H
c laaciao
!'.-: ,
Iaf.ii to sen beara
d pal.
Bibeiro da Site
Oleo puro medicinal de fleaiio de
bacalnao, de Lanmau A Hemp,
>. 3S
Ninguem pode dizer quando um tysico tem che-
eado '-iI extremo que nao pode ser curada com
o oleo de figudo de bacalho. Elle sempre produz
lllivio. Ainda mesmo aquedes ji ileaengHn>idoi,
viv raa muito mais tempne com menos dares
eain o olio, do quo sem elle. Comquanto existam
inumeraveis artigos espuriosos do mesmo uome,
ndo ple-se alcanzar o legitimo, elle inerece
.i coufiaufa^iic nellese deposita, quer ueste r.aiz,
quer uo estrangeiro. Enatem duas qualidad;sdel
le, branco e ne urna gotta de >.utra eooaa que nao seja o fluido vi-
vificador e curativo extrahido do3 figados frescos
c saos da melhor eseolha de peixe. O seu efleito
p*r slliviar o eurar a tosse a maia obstinada,
verdadeirameute pasmoso. Oa suores nocturnos
cessatn ge ral mente depois de se haver tomado al-
.!... le. O doente adqurre carnes e
forajaa, gracaa to s-u benefiso influxo. Estes re-
sultados s i uniformes e seguros. As pessoas que
n de aBeeQOSS pulmonares ou do figado.acha-
rilo n'elle um auxiliar s?guro e um remedia pode-
RM i o efEoaz.
Acli.i-a-i vea la em todas SU [)riue!pa"s ba.icaa
e iujaa de .a
Agentes em Petaarabuco, llenry Foraicr & C
re : -I-. Cooomereio o, ''.
Dr. 31ello Uomes
Atlicneu Brasilciro
O abala i as t a pai
TUS klu III IS iii u .- ; .- i
Sr. J i t i'- i H ; : de
iccrio
Athene i i- a. ,. 183G
J.-'-... ... ir o.
A P. C ii r- i 1 dfl ^ i I i : 'i '-) ,
pe -i,- -i : ; .. des
cul^i i,:-.. i ;. i
t.aua; |U< Ii.ijep ir -ri t .: con ou e i n-
coutr.ir'. i i... Iisp suas or
Re i" Abril : -I ij.
mentes de trigo do
)hc
BUa amad i\ipodtaoo e Pri-
ma-V'-raf n n-inetti las pi I i alumi-
nen I: I :;., ..i provin-
cia. K.-ta, p a.'-.u.." c -n.','.,-.i ;.. r Joo Fernn-
des Lop**s ut de*tribo>eJ i por nic-
rern enltiva este c*r ul, o qual j leu sido exp -
nm^nfad., e :ii i a seu te o tova 11, rroz e outros
mais
1) B*ixa-V< rde e Gr a.liana, nnd-i o clim i i
propicio, t.-in o ir, sui > Sr. J d-< Poruandcs La
pe r : 'bi i nuit -i amostrar.
Pude ser cultiva lo eon graede vantagem mais
de uma vea p r ano, me liant as propriaa soene
O ipie ilie "- -1 ji satuMvem ar.- j'.ii.i lo, sao ra;iiiiijs
para a preparo e pessoas prat c > que aaibam ma-
i'-jal-D.-. li, igualmeat" falca ke compradores
para uaalqier quantidade que Hnpareeesae naa
feraa da locilidade; po"qa i co I in plantador quer
-al. r i|-i-.il i procura c sabida que if-n o geuer i
eom qu i ae occapa.
As mesinas ditculila-les tein aeontecida com
ontraa novas culturas para o seu deaenvoIvHnanto
rpido. O meio, porm, de veu. er-se se.i:-lliantes
dimcnlda lee, o eatabeleeimenta da pequeas co-
Iaiiias. dando-se ih a algum auxilia em seo eome-
co; para o qic ser bastanteas loealidadea
apr 'priadasr.-s familias para cada cultura.
Com Iaes medidas preventivas, forcos* e n.eea-
csriawente se desenvolver a iniciativa parti-
cular.
Assim o esperarnos em beneficio da agricultura
da provincia.
O bcharel Jos Vicenta M-i.; J.r Vaaeooeellos,
de volts de sua viagem aa Para, declara aos seus
amigas e eonstitnintes qne do lia "0 d carrate
mea em Siantj, quanda pretende tomar conta do
en racriptori, continaari no exercicio de -.ua
profiseSo de advocado, podendi aer procurado na
praca ii Pedni II i iutr'< ri pateo do C llegio) u.
t, primeira an lar. daa 10 horas ua maiiha s -4 da
tarde.
H-cfe, li :lc Abril di l'-l.
(autigi
MEDICO PAKTEIKO E OPKUAOH
Ra de 15 .rao aa Victoria ,
I ra Nova) n. 37, 1" an I r
( ) Dedica-Se com eapecialidade ao curativo
.:e febrea, m- satina de peitoe das sinhor.is.
-.y[jlilis e es! do da urethra.
i/insultas da. 10 a 12. bamados per.
i quaiquet lira dj diaou d. u.ite.
Tclepb ae n. 25'.*.
COI.I.Ii.lO
OE
)iossa Senhora das Victorias
RA DO HOSPICIO N. 1U
ct iras:
M i -. Blan ii-; d'Herpent Crgo.
Bai meza V. d'Herpent.
' eoIUgio tem oprimas aceommodacoes pata
a iimu i in eruaa e um corpo docente de reoonhe-
paci
..---------saaoaai ------
espedida e reclame
qiw i u.ulei,
I) !.\ i ,u oa v -: iteuu,
Veiiho ; r; minh'i
. s t -ii! i a leus.
Mo oii' reco i ia Beus Berviess,
X i cae i h iluto,
irja i i uj > numero,
Abaix i vi rao iescripto.
Aos meus antigos froguezes
N'ma f.irte spe-rto de ii'a,
L'k-s pr-00 qne nao se esquecim;
Daa--ue sempre a proteccjlo.
Na casa que agor oceupo,
Sempra pnnpto ?u estarc,
A cumprir as snas ordena,
U qu muito ahnejarei.
A todo publico Ilustre,
O artista Zaeariai
Se (>z liinbrar, pois tenho g-nho
Suas boas sympatbiaa.
Em Coronel Suassuna
Ant-ga ra de IIiras,
No numero oitenta e seis
Casa que tem las portas.
Subin lo uma eseadinha,
IrS.) bater no sobrado
Onde por certa acharao,
Bnixo pre9o, tino agrado.
Alii sernprc prassuteiro,
Acharao todos oe das,
A srvir os seus freguezes.
Seu criado o
'acarias.
86 Coronel Suassuna-86
(Antiga de HortasJ
Lyceu TrlaflelpMco
Continala a tunecionar as aulus deste lyceu
ra do IIaspicio n. 30.
A directora,
Mari O. de Mello.
Azevcdo & C., 2 a Bernet & C, 3 a
Guerra Fernn les Irn.1o 4C.,i) a D. P.
Wili & C, 11 a Silveira & C, 37 a Gon
yalves Irmito & L'., 14 aJ-suino A. Fer-
nandes, 1 a Mouhard Haber & C, 1 a
Manoel da Gunha Lobo, 21 a Alves de
Brito & C., 10 a Loureiro Maia & C:, 24
a Narciso Maia & C, 9 a Joaquiui Ags
tinho i C.
Tinta 1 barr.aa e 1 caixa ordem.
Vidros 6 voiumes ordem.
Zineo 4 barrica a Vianna Castro & C ,
2 ordem.
PaUcbo inglez Corrie Uingle, entrado de Liver-
pool, no da 8 da corrent >, c consignado a Jahnslon
Pater 4t C, int.uife.st :
Car vilo de pedra 2G0 t.ueladas, aos consigna-
tarios.
Vapor nacional Trent, entrado de Soutlmmpton
e Lisboa, no dia 9 do corrent -, c consignado a
Adamacn Howre & C, manifestou :
Carga de Southampton
Amostras 52 voiumes a diversos-
Bagas 1 volume a Rouquayrol Preies.
Cha 1 volume a ( C. Gatis.
Calcado 1 volume 3 R. A. Bury.
Confeices 1 caixa a Carvalho & C, 2 a Ra-
mos.
Conservas 16 caixas ordem.
Drogas 3 voiumes a Bartholomcu 4 C.
Livros 1 caixa a A, Cohn, 1 a Companbia do
Bcberibe.
Libras sterlinas 1000 ao Inglisli Bank.
Lana 3 fardos a Machado & Pereira.
Manteiga 50 barris e 60 meios ditos a Domingos
Cruz & C, 5 e 10 a Pernandes da 'asta *. C.
Mer^adorias diversas 6 voiumes ordem, 1 a
E. E E. Cowver, 4 a Bastos & C, 2 a Compa-
nbia de Beberibe, l a G. C. Gati', 4 a A. F de
Oliveira & C 1 a Wilsoc Sons i C, 1 a Rott
Collard.
Materias para t 'legrapha 27 voiumes e pejas
a Western Brasilian Telegrapb Company.
Objectos para escriptorio 3 caixas ordem, 1
ao London Brasilian Bank.
Papel de enoriiilii ."i) Cardos a T. Jim, dito
para msica 1 caita a A. Joe de Azcvoda.
Pregos-13 caixas a ordem
Queixos SOeaixca a Jos J. Aivea & C, 7 a
AIl-.'iio Oliveira .\t C, 24 .i J. B. de Carvalho, 6
a Guimara s RiSBa & U, 12 h Domingos Ferrei-
ra da Sirva i; C. 89 a ordem, tSa Risa & Q i-i-
roz, 19 a Pernandes dt Costa v C, 10 a Soasa
B istj Aieorim & C, 21 a Pai"a Valeute & C.
Teei.lo? diversos 113 v -lu.n s ordem, 1 a D.
P. Wilil &, C, 7 aos canaignatario3. 1 a Mrnoel da
Canoa Saldanha, 11 a Machado & Pereira, 23 a
L. A. Siqueira, 4 a Bista & C, 7 a A. Vieira &
U., 2 a Joiquira Agostinhi C, 7 a Nireisa Maia
i C, 16 aGoncalvcs Ir.nao & C, 2 a (iuerra ft
Pernandes, 1 a. Tinta 1 barrica e 30 tunbares orden, 1 csixa
ordem.
Carga de Lisboa
Batatas 20 indias ciixas a Jaio P. de Almera,
30 a Domingos Ferreira de Almeida & C.
Cbalas 50 caixas a Guiinarae3 Racha & C.
Livros 1 caixa a A. Santos.
Merendaras 1 cana a Machada i Pereira, 1 a
Jos de Haced.
Viuho 2 pipas e 14/5 a Jos GrMiealvea Gan-
ches, 4 buris a Radrigu s Lira i & C, 40/5, 30/10
e 97 caixas a Domingos Alves Matbeus.
* Para Baha, M. C- Lojb Viinna 3 barris c*m
l.'i litros de me).
No briguo inglz 'atd, carregaram :
Para o Para, BaJar Irmiias t C. 15'J voiumes
com 7,415 kilos de assucar branco.
No hiate nacional Aurora, carrrer iram :
Para Aracaty, P. Carneiro 4C. 700 sacios com
farinha de mandioca ; B. Magalhaes 25 ditos c in
lv5 kilos de rio de elajodao.
Na bareaca Espadarte, carregaram :
Para Parahyba, P. Carneiro & C. 50 s iccoa
com farinha de m&adioea ; J. Haptista 150 ditos
com idem.
Na bareaca Sol-Fixo. carregou :
Para Mam ni'iiape, P. de Bar-os Jnior ICO
sa:cos com farinha de mandioca.
No hiate nacional Adelina, carregou :
Para P. de Alagoas, M. A. C de Ai-rujo 1 bar-
ril om 90 lit. os de alcoal.
DESPACHOS DEEXPORJ tQ\Q
Em 8 de Abril de 1886
raa o exterior
Na barca portuguesa Noemia, carregau :
Para o Porto, S. G. Brito 160 saccas com U,582
kilos de algodo.
Nt barca portugueza Isolina, carregaram :
Para Lisboa, Costa & MeJeiros 16 saccas com
1,31-1 kilos de algodao.
No vapor inglez Trent, carregaram :
Para Montevideo, D. M da Casta 10,000 eae >s,
fructa ; P. Carneiro & C 5 barricas eom 460
kilos de doce.
fara o interior
No lugar norneguense India, carregaram :
Para o Rio Grande do Sal, H. Lundgrin & C.
150,0U0 litros de sal.
No patacho norueguense Dagny, carrega-
ram :
Para Porto-Alegre, P. Carneiro & C. 600 bar-
ricas com 62,420 kil >s do assucar branco e 300
ditas com 31,820 ditos da dito maseava lo.
No lugar nacional Juvenal, carregaram :
Para Porto-Alegre, P. Carneiro & C. 700 bar
ricas com-:i8,70 kilos de assucar branco e 220
ditas com 22,920 ditos de dito masca vado.
No vapor inglez Besstl, carregaram :
Para Santos, S. Gniuiares & C. 1,200 saceos
com 72,000 kilos de SRucar braaco e 800 ditos
com 48,000 ditos de dito rnaacav^do.
= No vapor nacional Sergipe, carregou;
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 9
Southampton por escalas16 dias, vapor ingl.-z
Trent, de 1,707 toneladas, commandante L. R.
Dickinson, equipa^em 91, carga varios gene-
ros ; a Adainson Howie & C.
Terra Ncva 36 dias, barca inglez* Camelia, de
184 toneladas, capital I. Harry, equipagem 10,
carga baca'ho ; a Jahnstoa Pater & C.
Rio Grande do 3ul35 dias, patacho hespanhol
Jovem Pura, de 131 toneladas, capitn Jos
Mogueirola, equipagem 8, carga xarqua; a
Baltar Oliveira & O.
Aracaty1.a dias. hiate n icional Dens te Gue, de
130 toneladas, mestre J lie i'irangi, equipagem
5, carga sal : a 15 irtlnlameu Lourenco.
Navio sahido no mesmo dia
Buenos-Ayres e escalas Vapjr inglez Tntnt,
cammaudnnte L R. Dickinsin, c rga varLoB
gneros.
VAPORES ESPERADOS
Juca
Manoi
Elbe
Advance
Baha
Paranagu
Ville de Victoria
Espirito Santo
La Plata
Equatevr
Para
Neva
de Trieste hoje
do norte a 12
do sul a 14
de New-Port-News a 16
do snl
de Hamborgo
da Europa
do norte
da Europa
do sul
do sal
do sul
a 16
a 16
a 19
a 23
a 24
a 25
a 96
a 29

r


4.
tllD


Diario de PernambucoSabbado 10 de Abril de 1886
\l


EDITIS
O Dr. Joaquin da Costa Ribeiro, juiz de
direito do civel n'esta oidade do Recite
seu termo capital da proviucia de Per-
nambuco, por Sua Magostado Imperial e
Coustituc'oual o Sr. D. Pedro II, a quera
Deus guarde, etc.
F*cj .lirj'K qur o presente edita I virem o
Salle noticia tivcrem, que non termos do art. 1.*
d Dec. u. 1G93 de 15 de $et mbro de 1869. d. u
tro do piazo de 30 dis contados da publicaco di
Msente, receber tste juizo propostas em carta
radiadas, para arrrma-,acao por venda doi cnera-
V08 Brcnintes :
Lu->uviu:i, com idade de 5t) anoos,
p juco mais <-u men s, avallada p r 200,3000
Geialdi', com idade de 15 aunos, ava-
lado por 450*:XXi
Emili com idade 20 nanos, avalla-
da por 410*000
Porfiria, com idade de i7 annop,
docnt.! de ar, com paralysa na
pernai, avallada aor
Penh rudos por execae3o que uiovem TIiobmu
de Carvulhc S C, successores de Viaiina Ohrii
i-ni o C., contra Frmcis:o Antonio de Okiveiea,
e se aebr.m depositados en poder do i.w:i ado
E paia que cb-gu-! co conaecisaealo de todoE,
rnnndt-i pat-sar o presei.te quesera publ;ndo pela
imp'fiiMi e aCjxajdo no lugar do costame.
Dado e paseado nesta cidade do Rccife aos 8
de Abril de 1886 En Pedn Tertuliano da u-
ulia, escrivao, aubsorevi.
Joatj'im da Coila llibeiro.
Edital d. 15 "
O adsniniati ador da Consulade Previucial fas
publico a qoi no intressar posta que. im vista da
portaras lio 593 expedida pel' lllin. Sr. Dr.
Bel i do Th.souro cm 31 de Margo ultimo, fica
proi rn i 15 dias o prazo concedido p .r >
multa, do imposto de repart
i lain i ao i a mestre do exercicj corrate
de !-
C nfnla i Pn \ acial de Pernamboco, 3 de Abr
ie 188
frncisro Amgntas de t'.arvato Moura.
Club Carlos Gomes
Resolucao do eonselho
Face scieute aos seahores sociof deste club que
a sesaao de 5 do crreme o eonselho aJi ministra -
ivo resolveu que, para que os senhore3 eocios te-
knai direito as licenc.s que temsid costume
eoncederero-se, sentndoos do pagamento de
meiisalidades, necessaria :
1 Qj--u socio solicitante csteja quite para com
club.
2 Que o mximo do lempo da liceoca de tres
tasaos.
3' Que nao ter tennvada senao por unitivos
justificados A juizo do eonselho.
Reeire, (i de' Abril de 8(i.
Joaquim Alves da Fonseea,
l-> secrt tario.
Hospital Portugue/i de
Beneficencia
Aeteinbl i peral ^*
Dj ord. m do Sr vice-provedor, convido os se-
nlwns socios a reuiiirem-se em assembia geral
lie dominar i II do corr ite, ia 10 lloras da ma
uta na fJe social, afirn de pifn-cder-se a faltara
do relatorio da admioistracuo de 1885 e parecer
da e iiimus?ao de cx-iilc de cootas c dar posse
ntva adminibtracao.
A rruniao tara lugar com o numero de srnboies
oios que comparecer! in
Secretaria do Hospital Portuguez de Bcneficcn
cif. em Pernambuco, t de abril de 80.
O 2- secretario,
Mai.oel Martms
Cl'ib de Regatas Per
nambucano
Silo envidados o bis. patio s das embate i de-
que quizerein timar parto na prxima regata a 2
de Maio vndouro, virem inserever suas tripula-
coes e eaibareacGes. na sedo deste club, das 7 s
9 lloras da noite at o da 0 do corrente mez.
Recfe, 6 de abril d
Os directores,
Ernesto Leal.
Jos Guinaraci.
Arthur do Mello (interino).
P
Inited States i Brasil lailS.S.C.
O vapor Advanee
Espera-se de Ntw-Port
Xews.at o da 16 de Abril,
o qval >cguirA depois da de-
mora necessaria para a
% Lista
O Dr. Thomiz Chute /'aran/ios Montene-
gro, '.' Imperial Orden da Rose,
/"'- > especial do commereio deeta
cida do Recife, capital da provincia di
Pern por Su i Magestade Impe-
rial ('onstitudonal, o Sr, 1). Pedro II,
n y. ..'< D guarde, etc.
Fi.i. is que o presente edital virem ou
dell.' i i:icia tiv i m, que se acha designado o da
!_' de '._ pr x ;i futiiri. ao uieio din, na sala
das su ::. Dciaa, p ira ter lugar a reuuilo dos cra-
dores i fallida do uaaoe] Oarpateiro &
Bons Eratar se da rerifieaeao doa crdi-
tos, dcli : i propoata de cene rdata
fse r api utada oa formar-se eoatraete de
oniao n i s Imiaistradores n onaa da
le: Sea id en 'I res de .pie 16 sei
sttid iraaoi', aquello que exhibir prc-
turas p va o acto, nao podendo ser esta
otile; t'il>; e anda de que,
prevaN i r 11 solneSe da ntaioria, que devari re
e | d i valor dos crditos, sujei-
tos sos efl i is da cjacordata, pata assim ser va-
lida.
E pan <;.- cheg48 ao conbecimento de fr^dos
uiandci p&ssa o presente eiital que sci publicado
pela iirpn usa 6 < otro de igual theor que ser af-
fixad do e i^tume, d? que se juntar
certidao aos autos.
Dado < paaaado nesta cidide Jo Kecife de Per-
nambuco, aos 8 di.is do mez de Abril do,atino
e Ncsa Senhor ds
En, Jos Fraukti d'Aleucar Lim, taemrdo,
o nhserevi.
Thomat Qarea Pranlos MoiilsiKgro.
A > commereio
As companlas de segn s Testa praca avisajn
que, em conseqnenci i do pfqaeno numoru de se-
guros para o Para, e do grsndc valor dos riscos
d'essa responsabdidade, que as expoa a graves
prf juizos, teem reaolvido, a contar do da 15 do
corrente em diante, elevar as laxas dos premios da
sua tabella.
2 contra todos os riscos as condicoes de
sua.i spoera, ;>ara caigas em nvios ve lia.
icvi.ndj pratico da costa com caita, e mais 1/4 0,'q
sa i le levaron pi tico.
1 dem, idi'in im vap res.
Kecife, 8 de Abril de 1866
Pela Companbia IunemnisaJor :
Os directores.
Joaquin Alves da Fonsccs.
Antonio da Cuuba Ferreira B.iltar.
Pila Compsnhia Pheeii Perpaoibaeaaa,
Os administradores,
Lnil Dupr.it.
Manoel Gomes de Mattos.
Pela Companbia Ampbitrite :
O* directores,
A M. de Amoriei.
M. I. la Silva Guimtraes.
Obste
Miguel Jos Alves
N. 7 RA DOBOM JESS-N. 7
Keguroo inai-iiuK.s u icrroMrc*
Ne^tcs ltimos a nica oompanbia ncslu praea
que concedo aos Srs. segurad s s.mpeu de paga-
mento de premio un cada stimo snao, o que
equivale ao descont de cerca de 15 por cento em
favor dos segurados.
CONTRA FOGO
iic Liverpool & London A Glob
IKSURRANGE COMPANY
Saiflrs Brota k G.

(J< )M i'AXI HA %^p^ f M FERIAL
Baha c Rio de Janeiro
Paracarga, passagens,eocammendas e dinbeirc
a fr?te, tracta-se coui os
AOENTES
enry Forster & C.
S. 8. RUADOCMAiJ-.riClO N8
/ ailar
< ilVHI.IS REU1S
Companhia Francesa de navega-
oao a Vapor
Linlu 4tiiuzenal entre o Havre, Lis
oon, Pwnftmbuco, Hahia, EUo de Janeiro
Santos
terreno proprio, com 2 salas, 1 gabinete, 3 quar-
tos, grande cosinha, 3 quartos fra para criados,
banbeiro, cacimba eom exoellentc agua de beber e
diversas arvores fructfera--, na estrada de Joc
de Barros n. t, limitando o fundo e a a rua di S.
Joaquim, no Espinheir", enj i easa perteoee ao
6r. Pavao, os quaes si-rao rendidos livtes e des
embarazados e a quem mais dr.
Ama e criado
No largo do Carpo Santo n. 10, S* andar, pre-
cisa-se de urna ana bia eosinbeira para pesswna
familia e ura criado.
A L'awara Mampal do K-cife, faz saber a
quem ii.eiessar possa que uo da 14 do correute,
ser anei.i.itado em hasta publica o servioo da
lisapesa municipal por espigo de 1 inno sob as
bases a ci u liedes abaixo mencionadas :
1- 0 eoot actaate conservar varridas e lir.pss
as mas, travessas, beccos, largos, pateos, caca, la
trinase nictorios das quatro freguezias da cid*de,
e remover todo o xo daa, r*. feridas freguezias,
proveniente i n nao de varrimento, para os pontos
locaes determinados, por esta Cmara, dentro do
permetro da cidade, devendo conservar em cada
atriiia un: :^i -ida para i.bril a, fcchal a e oonser-
val-a sempre limpa.
2- O eontractaate obrigado a conservar nesse
servico o pessoal necessario, nao podendo ter me-
nos de l" pessoas, para que fique o trjbalho do
varr.iiicnto concluido dentro das horas indicadas
par ctt' (amara, alrn das carrogas precisas para
coadnecao de luco, nao sendo o numero destas in-
ferior a 8.
3- O eontractaate obligado a fuer a servico
as h ras que t em designadas pedos fiscaes das
4 freguezias, t Jevenio em geal ser feito o var-
remcijto a ii iiii, poaendo sel-o de di.i nos das
chuvosos, sendo contractante obrigado a dir ss-
bili a aguas pluviacs.
4- O enfltractante receber por este serves an-
naalmeate a quanta de 34:869liC, que ser pa
a em 52 pr tac' s iguaes, isto por sem-aua.
5* Oconraetiiic incorrer na multa de 10/,
sempre que for tncootrada seai indicios de ter si-
do limpa qaa sqnet rua, sravessa, bceco, largos,
pateos e caes.
ii" A m Ita ser imposta pelo coHimusaio de
limpeza publica, eom recurso para a Cmara nao
podendo da decale desta, recorrer o contractante
para qualqutr autoridade administrativa ou jv
diraria
7. O contractante que luuver ineorrido em
cinco multa' consecutivas, e.n provimento de re-
eu'so interposto perante a Cmara, perder o con-
tracto do servico de limpeza publica, que passar
a ser feito pela Cama:, sein direito ser iirtem-
nisido de qua!quer intoresso ou peniu que provier
Jo mesmo contracto.
8." S srriio admittidos a licitar as pessoas (jue
houverem depositado cm p der do procurador da
Cmara a quanntia de quinbentos mil reis em di
uheiro a qual perderao se aceitando o lance, nao
vierem assiguar o contracto dentro do prasj de Olto
diiB contados de approvaco do tr.esmo, pelo pieri
dente da provincia, deveudo a habiiitacao ser at o
dia 13.
O contractante entrar coro a quantia de
1:0003000, em dinheiro, apolices cu lianga idnea
para pagamento da execucao do contracto, ao as-
signar o respectivo termo, cuja quaatia p.riera
3e abandonar o contracto ou interromper o s. rvi-
CO em qualquer das iregn zias.
10. Ttrminado, ou uterroaspido o praso .do
contracto, niio ter o contractante direito a s. r iu
Jemnisado de qual u r valor ou atnterial que tiver
"mpregado no servic i, cuja material findo o con-
rraeto, pertencer ao contractante.
11. Sera preferido aquello que sj propozorja
-.secutar o servico por menos.
Paco da Cmara Municipal do BechV, 7 de
Abril de 188t
Dr. Antonio de Siquera Carnuro da Caoba,
'residente, Dr. Francisco de Assis Pereira Ko-
;ha, secretario.
tciaiimi'l Irmandade da Sloriown
>< nbura sjsisst'Aaass da .rija da
,-i tiln t'i-iir. do K*cift>.
De ordem do nrnao juiz couvidu a todos os nos-
sos irsaZos a eompaie?erem em nosso consistorio
uo domingo 11 do torrente, s 2 huras e ine.i da
t-a-io atMi > MGSBpmurem a solemne procissao
i .-nshor Bjm Jesas dos Pasaos ao encoutro com
B 3aatss'.ma Virgem, qae tcm de sabir desta
grej e para o que tivmos convite.
Consistorio cm 8 de Abril de 188'>.
O seretario,
Manoel Jos de Sant'Anna Araujo.
Club lin-eranz
MEdiil'ElON contra FOGO
EST: 1803
Edificios e mercadoria*
Tajeas baixas
Promplo pagamento di prejuizoa
CAPITAL
Ka. 10,000:0005006
Agentes
BBOWS & C.
> N. Rua do CommereioN. 5
SEGUROS
MARTIMOS CONTRA FOGO
i onipau'sa Pheaix Per-
E' esperado da Europa at
o dia 20 de Abril, se-
guindo depois da inispen-
savel demora para a Ua
lita. Rio ato Janeiro
Maulo*.
KOga-se aos Srs. importadores de carga p'lo!
vapores desta linha,qucrau> apresentai dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng ;-
quer reclnmacao concernente a volumes, qae pot
ventorntenham seguido para os portos do sul.afin.
de se podcreui dar a tempo as providencias neces-
sariaa.
Expirado o referido praso a companhia ulo se
responsabilisa por extravos.
Keeebe carga, encommendas e passageros para
>s qnsvea tcm excellentes accomodagx"es.
Augusto F. de Oiivcira k i
iE';.\tkm
42 RUA DO COMMEROIO -42
DECLAB4C0ES
I
Sao convidados todos es eidauoa, q-ie se inscrc-
veram como socios fandadore? d'fltta saeiedade, a
comparecerem na rua do Imperador n. TI, 1. an-
dar, de meio da s 2 h ras da tarde, en todos os
dias uteis, e as quintas-fi iras, tambem, das 7 j
9 da noite, para preencherem as formalidades exi-
gidas pelos nossos estatut s.
Dr. Barros Sori/iho.
1. secret irlo.
Km eumprimeiito do disposto no ait. 21 do nos-
so regulamento convido a todos ps Srs. socios a
se rttiuirm em asamblea geral As 11 horas da
manir de domingo 4 de abril, na s lo do Club,
rua da Impcratriz n. 42, 1 andar.
O secretario,
Antonio Maciel de Siquera.
Associao Conimercial Agrcola
de 1'en.ai.ihiieo
. % c ii l> I a geral
2a convocajo
Sao novamente convidados os senliores associa-
dos eompareccram na EJe desta associaco, s
12 horas do di i 15 do carente, afim de se prece-
der a eleie.lo di nova directora c da commesao
de exame de contas, e eer lido o relatorio da ac-
tual directora e o parecer ua commisso de cou
tas- Em virtude do art. "_'7 dos estatutos a pre-
s-nte reunan funcciotiar com qualqaer numete
de ass ciadjs que comparecer.
Secretaria da AssoeiacJo Commercial Agrcola
de Pernambuco, 7 de Abril de 8G.
S. de Barros Barrete,
Secretario.
nambaicana
Roa lo Commereio n.
8
fHEATR
DE
VAlEBABES
NA
16n-HtdiR0
Companhia hrico-comico-
dramtica
DIRIGIDA PELO ARTISTA
LUIZMILONE
EMPREZA
A. BOLDRINI E L. 3IILONE
SABBADO, 10 de Ahrl
Orando, fcsla artstica
&>?;
Ilenpparlriio do nrlor

mi
m
Primcira parte
A' pedido geral repete-se a engrillada comedia
cm 1 acto, esciipta pelo actor LUIZ MILOXE:
4 ultima noile de cniaval
ern que tomam parte a Sra. Durand e o Sr. lie-'
pos.-u.
Wcgiioda parte
Altserere c gran du > por sopraii> e barytono ua
'm (i. V7erdi :
0 TROVADOR
en que lomara parte a Sr.i. Cortsi eos Srs. Bol
ehe-ti, Coinolet e ocorno dos eor>s;
Te reelra parte
A magnifica c*bo4o da Janfinfiro, na opereta
CO\TR4 ro.O
Nortb Brilish k Mercantile
CAPITAL
.OOO.OOO de libras sterlittas
AGENTES
\domson H(wie & C.
.onden and Braslllaa L*ai*k
Umited
Rua do CommercQ n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
xas do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, rua dos Capcllistas n 75 N-
Porto, rua dos Inglczca.
BOYAL RAIL STEAM PACKET
COMPAIW
0 paquete Elbe
esperado
dosul no dia 14 de
marjo, seguin lo
depois da demora
necessaria para
S. Vicente. Lisboa, Vigoe ou
thampton
Para passagens, fretes, etc., tracta-se som ci
CONSIGNATARIOS
LELA )
De mobilia, camas, guardas vestidos, guardas
loucas, pianos, commod.s. 'itcos, apparadores,
lavatorios, mesas, cabide-", quartinlieiras, carteiras,
cofres, machinas de costuras, 1 prlo, malas para
viag.-m, serpentinas, cand labros, quadros, jarros,
esp'lhos, livros de direito.-; e litteraturas, chapeos
de s< 1, caldcirdes, extractos e outros artg is.
Sabbado 10 do corrente
A's 1' horas
> ;. nrmnzeiu da rua do Rom Ji-hiik
u. 10
Por intcrvencilo do agente Gubsio.
LEILO
Da casa terrea n. 1 na 1 travessa do Pombal,
freguezia da Boa-Vista, cim un f rn no fundo
para fabricar pao de milho, sinha tora, cacimba
propri i, quintal e nra telheiro que serve de estri-
bara, mi-dindo 5 metros e 10 centmetros de lar-
gura, 22 ..- elims e 20 centmetros de fundo.
Urna dita sem numero, nos fun oa da casa n.
1. denominadaFabricasita na Ia travessa do
I'ombal, com !> metros e 20 centmetros de lar-
gura, 5 metros e 10 centimetros do fundo.
Kt'Kiinda reir 1* de Abril
A's 11 horas
Na casa da travessa do Pombal n. 1
O agente Pinto levar a leilao por autorisacao
do encarregado do Consulado de Portugal, em
pr*si iich do seu delegado, as duascasas cima di-
tas de tijollo e cal, cobertas de telhas, pertenecn-
tes ao espolio do subdito portuguez Joaquim de
Oliveira Maia.
9. leilao dcflnilivo
Stgnndafeira, 12 do corrente
Na estrada do Arraial n. 27 A
A's 10 horas
O agente Modesto Baptiata, autorisado pelo Sr.
Murianno Jacintho dos Santos, far leilao' di tini
lvo d armaeSe, ulensilos e in"rcadoria8 da venda,
sita na dita casa, felbeiros e perteneea da padaria
existentes no Lteaini predio o dividas na impor
taueia de 2:814^80(1 para pagamento dos credores
ao mesmo vendedor.

VdamsonlIowieitC.
Gompanliia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelclda em 1-5.
CAPITAL 1,000:000^
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 1884
thriiiiHus..... f,IIO:OOOSOOO
Terrestres,. 31(>:000$000
44 Rua do t'omnicreio
THEATKO
Espectculo dramtico
SO A DIKECt AO DO ACTOR AUGUSTO
PERES
Domingo, 11 de Abril
Extraordinario successo quarcsmal !
Vida 6 milagres t!e S. Benedicto
ou
0 IBAUI!IUS:0 SA SICILIA
Pec-i sacra esa 4 petos e 8 quadrjs
Riprc-senta^So correcta
unrda roupa d luxo
Mise en secnc brilhanto
Muchinismo perfeito
Musicss lindissimas
Coros acerta ios.
i
Annuncio detalbado nes programmas.
Encommendas por esp< cial favor em casa do
Sr. Teuente Paula sufra] rua do Impera*
dor n. 11 e rua da Florearlas Fabrica Saturno
4'n 8 hora,
t onfrarla do Kc-uhor Boui fe-
siih da Viasaera da Igreja da
Santa Crnz
aMta regedora aetnat e^p i leanpfre 11 do
corrente. pelas 3 1/2 hora tarde, f solemne
procissao as sacrosantis imagen* rBsm
Jess dos Pasaos aooBCOfltro tat-
aima di Soledadc, occupauJ) a Irionim sagrada
ao encontr e ao reeolher o nosso irmiio o i x-pro-
vedor o Kvm. coromeudad r Gama, de accordo
com o nosso irmiio ea-provedor o Bzsn> livm. vi
fsrio. O trajelo da prociss-Io ser o mesmo do
o anno passado.O escrivio,
Jos Francia o le Figucredo.

dcseinpcnliada pela distincta actnz Sus. M.u:i m
Uitima parte
Acabar o espectculo a nmgniSes eoroeda com
msica, do repertorio do tetor LTJIZ Mil.')NE :
Os estu Jaflles em carnaval
Presos do casintne.
\u entradas geracN do dircilo ao
nMf>itio na pialen.
Nao so transiera o espftcta^ule u;n la que
cbova, salvo forja maior.
tvinn. Depoi3 do espectculo h&rer trem
para Apipucos e bonds das Injtas de Fernandes
, i e Afogados. Os bonds no h:rg> de palncio.
O bond de Magdalena ;- buver quando o ep.
pecticu!) acabar depoU do bcrame do ultimo quo
passana rua Nova, s Jl horas c 42 minutos.
o trem at Apipucos t.a> bt bil!tte3de_2J
e, i. nao tecm valor ns series da cinpanhia.
Prlncipinr l/t horasi.
ps-
DaiiipfschiflTahrls-GcselIschall
O \ apor Parana^u
Companhia lira1 Heira de Xave
gaco a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Baha
Commandante V tenente Aureliano Izaat
E' esperado dos portos do sul
ateo dia lt do corrente, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portos
do norte at tlauos.
Para carga, passagens, encommendas e valore*
tracta-se na agencia
46 Rua do Commereio46
PORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Commandante 1- tenente Guilherme Wad-
dington
E' esperado dos portos do
norte at o dia 12 de Abr
e depois da demora in
dispensavel, seguir para
os portos do sul.
Recebe tambem carga pa-
ra fiantes, Pelotas e Rio Grande de Sul, frete m-
dico.
Para carga, passagens, encommendas B valores
trata-se na agencia
N- 46 RUA DO COMMEROIO N. 46.
sLeiio
DE BONS MOVIS
Sendo :
Urna mobilia de mogao, com 12 cade-iras de
guamico, 2 ditas ae bracos, l sef e 2 consolos
com pedra, 1 bonito caudieiro de electro-pate para
gaz, 1 dito e porcelana. 2 escarrad.iras, 1 tapete
para sof, 1 oculo grande de alcance, 1 cadeira
para piano, 1 espelno para cima de consolo, 4 ca-
deiras de charlo, 2 ditas de phantasta, 1 banca
para escriptorio, 1 estante de louro (aberta) para
livros, 2 ctagers torneados para livtos, 3 cabides
de molla e 1 oculo de alcance.
Urna mesa clstica de 6 tabeas, aparadores, ea-
deiras de ainarello para sala de juntar, mnrqueza,
marquezes, 1 maquina para costura (perfeita.) 1
banquinha redonda, lavatorios, camas para crean-
ca, berco, arandella com reverbero para gaz, 1
carro de vime com quatro rodas pira erianca,
Iousa, trem de cosiuh i, 1 graude viveiro para pas-
saros, diversas gaolas.
Terca felra, 13 do corrente
A's 11 horas
No 1." andar do sobrado n. 65 da rua da
Imperatriz
O agente Martn?, autorisado por urna familia
que se retira Dar o sul do imperio, far lelo todos os movis, louca, vidros e mais pert-ncs de
casa de familia.
Ao correr do martello
Barra da Jangada
Veude-se ama casa de tijolo, com saaitua atan-
modos, tem cochera ao iao, botaos fundug para
rio Prangy, sita rua do Cjram':rco n. 38 B
tratar com L Rosario n. 21.
iUiu'lezasbaraias^
Loja c amacan
Rua Utn"<: de C'i.iiae n. 66
Chamamos a attencS i das Exmas. familias jara
este cstabeleciment'.i, que estarnas roudendo mi-
to barato todos os artigos de mindezas, e tactos
um bom sortimento
I'ranj i com vidrilho, larga, a 800 rs., l^|tU e
1*200.
Galio com dem dem, a 1*400, ljl'iOO, 20|0 e
2*500.
Luvas pretas de seda, a GC0 rs.. 800 a ^#00
o par.
Lcipjcs finoj prctos e de cores, 8$ e 10*.
Ditos a bt, 5*500, 6* e 7*.
Ditos hespanhoia, de custo de 1*500 i i%0 e
IJ000.
licos fins com vidriilios c baratos.
spartilho3 finos p-ira senhoras e meninas.
llordados finos, que estamos vendendo burato.
Perfumaras fiuas e sabuactes fiuos a lis) e
200 rs.
Barra de sabonetc fino, de custo del*M0
800 rs.
Jriuqiiedos para crianea.
Lencos linos emeias finas para set.borM e se-
nhoras.
S se vendo para poder crer estes pre^o?.
Xa loja Camacan
Rua Duque de Cazias numero 6(3.
A aula mixta particu-
lar
Francisca Martn! ma L. Carnt-iro participa os
pais de familia, qoe sua aula abrir se-ha no t*it
12 do cjirenfe : qnem de scus prestimos praatsar
podedirigir-se rua 21, que entender-se-L i cem a mesma.
Lcilo
9
Terca-feira, 13 de Abril
A's ti horas
No armazem da rua do Bom Jess n.
1 Casa terrea na rua de S. Jorge n. 5.
1 Casa terrea na rua de D- Mara Cezar n. 31.
I Casa terrea na travessa do Bom Jess n. 2.
1 Casa terrea ni rua da Cadeia Nova n. 9.
(Em coD(lnnaro)
O gente
Modesto Baptista
Mobilias de Jacaranda, guardas-loucis
commodas, secretaras, camas, e outros
ItlHIMMIH KXAWHJ t.4> 4
DE
Navegaco costeira por vapor
Fernando de Noronha
vapor Giqui
Segu no dia 12 do
corrente, pelas 12 ha-
ras da manha.
Recebe carga at o
dia 10, e passagens at
mm-' 11 horas da manha
do dia da saluda.
ESCRIPTORIO
caes da Companhia Pertwaihii-
cana u. 12
racifle Sieam "vigaon Company
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Patagonia
E' esperado da Euro-
pa at o da 11 do cor
rente, e seguir para o
sul depois da demora
'do costume.
Para carga, passagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
AGENTES
Wilson Sons A. C, Limited
N. 14 RUA DO COMMEROIO N. 14
Leilao
De movis, louca, fiuos rvstaes, quadros e jarros
para n ires
A saber
Um piano fi-rte, 1 mobilia de Jacaranda com um
sof, 2 consol i e 1 jardineira com pedra, 2 cadei-
ras de bracos e 12 de guamico, 2 cadeiras de ba-
lanco, 4 quadros e 4 jarros para flores.
Urna cama francesa, 2 to'ets, 2 lavatorios com
pedra, 1 guarda-vestido, 1 guarda-roupa, 1 com
modo, 1 mesa de cama, 1 marquezao, 2 marque-
zas, 2 cabides e 1 cama para menino.
Urna machina de preguiar, 1 maquina de costu-
ra, 1 costureira de mogao a 1 mobilia de junco
preto.
Urna mesa dcjantir. I guarda-louca envidraca-
do, 2 aparadores grandes de armarios, 2 ditos tor-
neados, cadeiras avulsas, louea e porcelana para
cha e jantar, apparelho dessart, I porta licor, gar-
rafas, compoteiras, copos e clices de fino crys-
tal, clices para vinho do Reino, 1 galheteiro, flm-
dres, potes, balaios, abafadores para bules, colhe-
res, b^ndeijas, 1 fogSo americano novo e mais ac-
cessorios de casa de familia.
Terca-feual3 de abril
AGENTE PISTO
Na ciisa da rua do Piiysand n. 1-G.
_ a's 10 horas c 6 minutos partir o bond da
linha da Magdalena, que dar passagem gratis
ties concurrentes.
O leilao principiar a 10 e rneia horas.
Espera-te ic IIAMBURGO,
vi-. LISBOA, at o dia 10 do
corrente, seguindo depois da
d. mora necessaria para
Rio de Jaueiro e Sanios
Paracargh, passagens, e encommendas, tracto-
te coui os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C
RUA DO VIGARJll N. S
/' andar
Lisboa e Porto
A barca portuguesa Isolinn recebe carga a fre-
a ; trata se com Sjva Guimariies & C. ^ rua do
Commereio n. 'i
Paral Araeaty
Segu por estes dias a barcsc Aurora de Ma-
co, por ter parte qc seu carregamento prompto :
para o resto, a free mdico, tratase com o mes-
tre a bordo, caes do Loyo.
To Grande llTraMolas
E' cspfraio do sul nestes dias o patacho na-
eioBl Maia 2, desde, j engaja carga afrete
para os portes acin a : a tratar na rua do Mr-
quez de Olinda n. '
LEILOES
Begonda-feira, 12, deve ter lugar o leilao de
duas casis tcireas na 1* travessa do Pombal, fre-
guezia da Boa Vala.
lerca-fera, 13, o de movis, quadros, jar-
ros,
Pays
porcellana, finos crystaes, da easa da rua do
and n. 1-G, para onde partir, s 10 horas
c G" minutos, o bond com os concurrntes ao mes-
mo leilr. __________^____^__^____
Agente Pestaa
Leilao
Sanbado lo do corrente
A'S 11 HORAS
No armasen da r tn do Vigario Tenorio
n. 12
De urna boa casa terrea sita ao Corr-
Bispj n. 18, em terreno proprio, com 2 salas, 1
qnartos, boa cnsinh, quarto para apparelho,
quintl e oaeitaba com boa agua de beber, ren-
dendo 25S mensaes.
Um pequeo sitio eom urna pequea casa, em
objectos que estarilo vista dos concorrentcs.
fiteiros,
maitos
cas novas
Acabam de ebegar da proviucia do Para paca o
estabelecimento de pianos e msicas de Vistor
Prealle, rua do Imperador u. 55, as seguisates
novidades, quo tomam se recommendavo's sios
seus autores :
Hilaridade, galope, por H. E. Gurjao, 200#.
dem a quatro mitos, dem idem, 3.
A Viuvinha, romance pa'a canto, idea, 2#.
Urna Lembran(a, idem dem, 2 i.
O Desejo, idem dem, 3*.
A Ausencia, dem idem, 2000.
A Partida esnzoone para canto, idem, 2.
La Partenja, bacarola para canto, por V. Ruz.
200<-.
La Nauua, do para messo soprano e tontraito,
para canto, por II. E. Gurjao, ti.
A Valsa, poesa pira canto, idem, 3V
Pensa, meloda, por V. Ruiz, 2.
Marcha Triumplial, marcha, idem, 2S.
Idalia, phnotaia brilhante, por Eurico Bc -
nardi, 2000.
dem, reminiscencia, dem, 3(.
Les Hommes de Clace, valsa, por M. J. Moa-
teiro Prach, 2.
A Alvorada, valsi caracterstica, por Eesieo
Bernardi, 2fi000.
A Estrada de Ferro de BragaDcs, galope, isleo.
2OO0.
Saudade, valsi, p:r Feruandes A. da Stha
2OO0.
Ricordapza, mazuilcs, por V. Ruis, 25.
Ama
Preeii-a-so de urna ama para engomwar
e outros servaos domsticos : no 3* andar
do predio n. 42 da rua Duque de Caxias.
por cima da typograpbia do Diario.
Ama
Precisa-s de
cosinhar e lavar ;
mero 2.
un a ama de meia idade, para
na rua Duque de Carias au-
Ama
AVISOS DIVERSOS
Precisase de urna cwaiuhera para casi de
pequea familia ; a tratar no citio do Dr. Valen-
ca, na estaco da Jaqucira (linha de Apipucos*.
Alupa-se o segundo and.ir e soto A ru.i es-
treita do Rosario n. 3H ; a casa terrea c sota no
pateo do Ter$o n. 82 ; rua da Glora n. 108 ; San-
ta Cecilia n. 19 : trata-se na ra de S. Jorge n.
56 (Fra de lortas) t as 11 horas da mnba, ou
depois das 4 da tarde.
Prepara-se com todo gosto e perfeiclo ves-
tidos para senhora, enchovaes para cu smenlos e i
baptisados, assim como para meninos at 9 anuos.
por preso commodo : na rua Augusta n. 190.
Vende-se um terreno sito em Siint'Anua de
Fra, com arvoredos de tracto c cacimba ao cen-
tro, peuces palmos de frente e 150, mais ou me-
nos, de fundo, frente para o nascento e fundo para
o sul: qnem pretender dirija se ru i da Impe-
ratriz n 07.
Precisa-sc de urna ama quo saiba bem so.inkar
e engommar e mais servidos; na rua do Vistcade
de Pelotas n. 15.
Sitia
v-3 Precisa-Be alu/ar uss sitio qus tenha teretsus
para plantajes ca eapt, verduras, etc., etc., f*e
seja a margem das estradas de ferro ou bode :
quem livor deixe carta om as iniciaes B C, nesta
typ^graphia.
Caixeiro
Precisa-ee de um chiieiro : a tratar no pateo
do Paraso n. 18.
Aviso
A rifa de um relogio de ouro, um par de aran-
dellas e 22 crotos, iue corra araauha coma lote-
ra da provincia, fie* transferida para a Ia lote-
ra do mez vndouro. Reei'c, Ti de Abril de 86.
Para evitar duvidas
O acadmico de dircit.-. Felippe Carneiro Ro-
drigues Campcllo, declara que d'ora em diante
assignar-se ha Felippe Augusto Carneiro Cam-
pcllo. visto ha ver outro da igual nomo. Recife.
10 d abril de 96.
a
Precisa-se de urna criada para cosinhar : na
rua do Bario da Victoria p 9. 2 andar.
ptimos engenhos
No dia 19 do corrate rio A praca p r ti ii una!
arrendamento os engenh >s : Flor d Lima, Caxias,
Linda Flor e Fiordo Dia, conforme o edital do
jniz de oroh&OS d Gamelheira, trras muito boas,
ptimos raiidcs esend'i mdico, tudo
concorre para que nao percam a occasiio aqnelles
que querein tdqojr um bam engenho.
R. de Druzina & C.
scientificaai aos sens
amigos e freguezes
que transferirm o seu
armazem e escriptorio
de comuiisses da rua
do Bom-Jess n. 18
para a rua do Mr-
quez de, Olinda n. 13.
.amonio Is.idoro Freir de
Andrade
Luiz Freir de Andrade. scus filbos c genros
agradecem ineerameate a todas aiuellas pessoas
que se dignaram ncompauh. r es restos mortaes
de seu presado filbo, irm2o* e cuuhudo, Antonio
Izdoro Freir do Andrade, sua ultima morada,
e de novo as envidara assistirem a missa que
mandam celebrar por alma do finado, na matris
do Corpo Sa ito, terca feira 13 de Abril, s 7 1/1
horas da manha. stimo dia de seu passamentt,
antecipando scus agr.-.deciment03 por ma8 esta
obra de carida-ie.
.:
Alexaudrlna Mara do Livra-
ntenio
Irino Manoel Dias, Javelina Dias de Toledo e
Anua Brandao de Mattos e Dias, filho, filha e
ora, agradecem aquellas pessoas que se digna-
ram acompauhar os restes mortaas de sna presa-
dissima mai e sogra, Alexandrina Mara do Li
vramento ; e de novo convidam prra a missa do
stimo dia, que por sua alma mandam resar s 8
horas da mauh do dia 12 do corrente, no convento
de Santo Antonio desta cidade, qne ficarao sura-
mamentp gratos.
^sjtaBiilitB^^BSii^BSitSH^BiaaBssiaasi m^m^fM^fmmmMtmumaw^^



6
Diario <* PeriiajiihiiiuSabbado 10 de Abril de 1886
AInga-se barato
O 1. andar da travs* do Campillo n 1.
i cata da roa ao VUconde de Goyauna n. 79
A casa terrea do bccco do Tambii n. 21.
4 tratar no Largo do Corpo Santo n. 19,1* an-
da:.
Aluga-se
ana preta escrava, coainba, lava e engomma per
faltamente : na ra 24 do Maio n. 24. N3o sahe
i ra.
Aluga-se
o 8- e 3- andar do sobrado ra do Brum n. 6'2
a tratar no mesmo, padaria.
par barato prego a casi da ra Imperial u. 286,
de um andar e loja, cotn frente de azulejo, tem
bous commodos, agua encanada, e muito fresca ;
a tratar na ra do Crespo n. 1H, loja.
Ama
Precisa-se de urna perfeitt engommadeira : na
do Riacbuello n. 57, portao de ferro.
Ama
Frecisa-se de urna ama para tratar do bervico
de casa de familia ; a tratar na ra do Bario da
Yictcna n. V, 2- andar.______________
lina para eozinhar
Na na Jo Bem-fica
sitio que fica em fren-
te da entrada dos Re-
medios, se precisa de
unir, aiulher forra ou
escrava para ama de
eozinha.
NICO
/
f\2\
%
Ana
Na ruadaAur ama que lave c cosinbe.
AIS
Prccisaese de urna ama para caidar de urna
caiii;a : na ra do Mrquez dDlL'ival n. 28.
-
Precisa se de urna a tratar no pateo do Collegio
ii. t. 1' andar.
Ouen) tem ?
Onr e prala : ^compra se ouro, prata e
peoras proeiosas, por maior preco ciue em outiai
qua quer parte : no 1- andar n. 22 ra larga do |
Sosari". antiga dos Quarteie, dss 10 horas s 2 da j
-arde, dis uteis.
- i
De conducta xffianenda, que nao tiver meios de
vida, qntrendo fazer compauhia a 4 crianzas, ter;'i
tasa, o mida, alguma ruupa, etc. A casa tem
criados para cosinbar e outros misteres, a ra da
Roda n. 54.
]
{{
Leonor Porto
Rua do Imperador n. 45
Prim-jiro andar
Contina a ejecutar os mais difficeis
figurinoc rccebidus de Londres, Paris,
. i- Km de .'
Primaempei -stura, em bre-
vidade, modicidade eai precoa c fino
gOato.

II
Engenhos para assuear
NOTE BEM
A calina de assui-ar j cortada e preparada para
moer bim subido que eonlem por termo medio
9# por cento de m u pezo em suco.
As .uoendus ordinariamente usadas aqui, nao
ecprimi-m mais ao que 50 k t>0 por cento por c>n-
segu'iiti- se i ir h grande perda ciue os cultivado-
res loeoiT) m n mente p.jr esta cau.-a.
Os cekbres engenbezM Srs. Oeorge Buchanar
& C. de Londres, ii-ci.tnuiendando >-.a suas moen-
das, garantim que prduzirao. oom boa canna com-
mun de 70 80 pr/r cento di feu p* so.
O material das tuas machinit o mi-lhor, e de
excell- i>te qunlidadt-, a obra d<- mao acubada com
toda a pcift-ivo.
Damos o custo d'uma m muit< b>m, seudoconvenienle, econmica e de f-
cil Cill' Cacao
Moenda com machina a vapor u'iima s base de
ferro, tudo completo
A
11
D
90
200
G
50
400
Tamanho .
Forca de cavallo. .
Peso de canna mui-
da, por hora qts.
Produzmilo por dia
dd 10 horas.-As-
.svcar, qts. C5 110 150 4 210 290 a 400
Trece-Posto* bordo. 850 1,700 3,260
N. B. A fuca de cavalio-t actual dobro do
q se indi a fcima. '
. ara outros tamaubos, como para ofendas e
machiliismo e.n.pletos para engenhos centraes, in-
cluindo tri hos | ortateis de tystoma api rfeicoado
rteijam-M B>ovnw t c.
N. 5-Kl'A DO COMiitR 10
Cr^inheira
Pr.' cisa-sr d- nina boa cosinhcira e an*} seja
asead. a tratar na rua d> Paysandu n, 19
Pasaage.n da Magdalena.
Atiendo
Prepara ee com todo g> tro > vestidos
para senil u, en li >vea pan oasaasentoa c bap-
twadrs, Mssiin < nnofl, por
preces eimnu.do : na rua A'igus'". n. 190.
s Engatilla mi.
I res para
i '-cio, diver-
Recebem
meninas n,f nd
lies obras de Vinoe
Cadeiras
pira cu cpras
-S Ki ,J J! |.
R ujeiros.
Sementra -. mon perfei-
tos e di lw
V-m ti i tu in pi-iia! baealhAo Je Nort'ega,
Beand p.u;i om (i libraw em Ma de Poeas
end.'s ft C.
Rna sttrdta Ensino primarioesecundario
Orna p 'c-a hi i if .da propoado se e envinar
nrimeirxs lt'i: Eac*i nran, aiitliaietica
e outras d urna aula na de S.
Jorg-! n ,'i"i i i Ih.
Viudos
Precisi-se de un i iailo eopefro e de urna en-
gtmju- na ; n ;ue de Caxias n. 86.
Ei'roiiimaer/
Precisa se de um:', na ma d- iseonde de
yanna n. 207.
PrenaragSo de Productos Vegetaes
i tincoIas caspas
e outras Molestias Capillares.
JVIARTI NS&~BASTOS
Periiumb ucc
Casa
Aluga-se o and> r superior da casa ns. 90 e 92
rua da Palma, tem bons commodos para tamilia ;
tratar na rua Duque de Caxias n. 47.
Chnelo turco
.i de calcacfo eslrangelror*
DE
Thotnaz de Carvalho k L
Este gran le estabele-imeuto acaba de rceeber
pelos dovis ltimos vapor, s da Europa Orator c
Ville de Pernambuco um iuip i Imite sortimento do
que na de magnifico era calcados para ssnhoras,
bomens e metimos, niio s pelo modernismo ele-
gancia das irmas. como pela execllencia do ma-
terial, perfeicaoe solidez do trabalbo.
Consejos de que sahirao plenamente satisfeitos
pedimos as Exmas. familias, aos ilustres e respei-
taveis corpoj acadmico e commercial, e a distinc-
ta elasse artis.ica, a honra de urna visita ao nosso
estabeleiim to. As ventas sao feitai apresos
es mais -az avels.
Ituado Baroda Victoria n. O
Feitor
Precisa-se de um da ilha de S. Miguel que
saiba lavrar trra c.m arado ao systema de U :
paga se b>m, dando se casa para motar cem com-
modidade para familia seativir. A tratar no
Largo le S. Joc n. 28.
)lass! fallida de Josquini Monlei-
o dauz
Dio>o Auu?to dos Ruis, arraoiatante das di-
vidas pcrteiieenlcs a esta masn, pede a seus de
vederes o favor de virein saldar scus debito- at
o jfim do ntrenla me?, evitando assim que seja
forjado a pr-'ceder esta cobrarc-i judicialmente.
Outrosim, nesta data tem deliberad> que Ma se
ci Ca tao de Ahneida Campa vi ao interior
tratar deste negocio com alguus dos devedores
da reter.diimass.
Recife, X||e Abril de 1888
41 go Augusto dos Ri is.
x^ltenco
O pulo vinbo verde a 0 saburoto cha preto pon-
ta brama, especialidades sem competencia neste
mercado, rec bidos pelo ultinv vapor, eneoutra se
venda em casa de Paula Jos Alves (fe C.
fiO-Rua do Baro da Viclona-60
Po"A O novo promotor de Pao d'Alho, Dr. Francisco
Xavier Paes Barreto, p; la sexta ver rogado a
vil rua do Mrquez de Olinda u. 50, dar cum-
primento io jue lo ignora.
EMULSAO
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de acalho
COM
Hypophospliilos de cal e soda
Approvada pela Vunla de llj
aienr e autorizada pelo
governo
E' o melhir rem dio at h je desenberto para a
tnica lironrliftt'N >*< opluiln*. ro-
'liiiio. am-miii. ohiliactc m eral,
deOns <>s. loc rltronfrn e jiITi croes
do pello e la itarvanla.
E' mu to si'p' lior ao oh o simple? de figado de
bacalho, porque, alm de ter eb iro e sab r agra-
daveis, possue todas as virtudes mediciones e nu-
tritivas do ole, alm Cas propriedades t .nicas e
recenst'utnt's dijs hypophoppbitos. A' venda as
drogaras e boticas.
Deposito em Peraaipbaeo
Francisco Mrnocl da Silva & C.
23-RUA MARQUFZ l'E (LINDA 23
TcBcnlc Francisco tabello d:>.
^ilva
Francisca Ferreira RabeMo d'i Si'v-. e ion fa
milia, (.sente n> Amaz n i i Par) e o JM
snr publico Jio Jos R'dngiii p, viuva, sogra, (u-
nhedos piidrinho do fllenlo icneute Fra-
Rabello da Sin lo do Para no dia 5 lat
cido no din 6 do t nenie, em Inta c mi a
cruciaiite e ndirivcl (it r fin ne|
fausto iucC'S:", na> de nram i-jI. .- i 10
quengr dee r todas nquellis pessias qo
iaraio ae.n piiihar a dtpes to no ci mitrrio pabti-
c" o cadver d fallei-iilo e aaaiatc oto b.il>
quente enterre. Ni i rabeta, si.bntudo, como ma-
nifofar o -i u reconbpciineoto o2in.8r.nre
Bidente da |ir vincia. Dr. Henrique ole Atl
I. 'i Moseomi cmpie.aii.s da secretarla da i
ciencia, i ffieiaen e praOM da fiuarcia de honra, An-
tonio Aufii.-o doa dantos Porto e veneravel )r
dem 3a de S Franciae ; pela promptida" e bna
v uta de com que a tudo se prestarain. Convidam
de n ll pnri ntes e ami^of
na segunda f. ira, (J2 u CQtnnU ) s 8 horas d
m.mha. 7" da ifl trnapaaao, assistirem s mj
qHe por alma do fallecido mandara rezar na Or-
d'in 3a de B. Franeiseo. por enja neto de caridade
ili --.i.- i i.t. iip. -rri o- ii- aerad cinvutoa. ____
Mari do Carmo Rodrigues de
" iqiiera
Hermino Rodrignee de Siqueira. tendo de man-
dar celebrar missas p-1 i alma d sua semprc tem-
blada esposa Mura de Carmo Rodriga s de Si
qu'ir::, do90 dta de sen tallecimenti, roga a to-
dos os pare ti s e amigos que se dignem de assis-
tir a es-2 acto que ter lugar na igreja de N. S.
no Carmo, e 8.horas de sabbado 10 do coiti nte,
confissando-je desde j eternamente grato por
mais rsea priva de reliniSo > raridade.
. .-*jHe*ar5i?aswii
-5><

yikko mmm
lOKCO-WMTRTIVO
tOOM PEPTC^A
CiriK atnmiii
ia o Vicho i(5-.tv-ic -i w-
trice rtof n ^l*iumui narw-al i
S o ojart p
oncia, de i -.-'-" *.'
e sppstlte,fon .
Rtr.^rega-r.C(ii'e i iloui ppatsac .,8_____ ,
oimeutos rpido, coavo.w^c ce- moltatitu* de IffS*
M*onaa0O (Gaatralgin. Gatriti3 e .:, e- A
SbiiAa*. a snoBu e ons-.it? rxjio. i. c _
.PKPEKtyS' 'nffMx >m giaittr ftm. Araar da Pe^aWMttu/W 'W
tfj touu 33 gJiorsuusiU
-juji; ejifij jii T_ i Ti;, i
*
ti
SAUDE PARA. TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel pata o-i males de pemas e do peito tambem p,. ta.
as fehdas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermi-
dades de peito nao se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle no teem semelhante e para os membros
contrahidos e juncturas recias, obra como por encanto.
Esnas medicinas s&o preparadas smente no Estabele' imei.io do Professor Hollowav,
78, NEW OXFORD STEEET (antes 833, Oxfora Street), LONDRES,
E vendcnise em todas as pharmaci; s do universo.
tm Os compradores slo convidados respeitosamentt a examinar os romlos de cada caca e Pote, se nao teem a
direccao, 533. Oxford ireet, sao falsificagoes.
Cora certa em 3 das sem ontro medicamento
JPAJtlS 7, BouUiard Itonuin. V &AHIB
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de Franca. Premio de Therapeutica
O emprego em medicina de; Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Verdadeiras Grageas de Perro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorone, Anemia, Pulidas Cores, Corrimentus, Debilidade, Esgotamento,Convalcscencia,
Fraqueza das criuncus, I)eiauieramento e Alteracao do sanaue em consequencia de
fatigas vigillias e.excessos de toda a natureza. Tomar 4 6 grageas dor dia.
A'em Constipaco nem Diarrhea, Assimiluco completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Zarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
liii Urna explicado detalhada acomoanha cada frasco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS, que se
encontra em casa dos Droguistas e Pliarmaceuticos.
COLLARES aeiEE
Unatro-Wr.^natico*
Dita iUiu SM4mau Je Itlica*" ettv.ra a
i tax CrUru i aunrit iat. {Ui(s
(1-CCLLARE8 Rr* ile 25 aanoa, sin oa aicos o-xs preser 'o
Mmente ti creancas '.ae CO*N VULSE&
ajudamdo ao Mir30 tampo a ie,\:tcae-
Para tvltar a FoMBeegtea an lataoSe-
i.oix.Aha. tln. marca 4a fabrica varjHH
i***l!WCimi3liiAnr ^i.mtmtKWKtm- -asts **+>stMi>-*' '--"*-
J-,0
'>04>3^Ms>>>S-*>O
LINIMENTO GNEAU
Para os Cavallos
1 Emprscjido com maior xito as cavalharlcas renes de SS. NTM. o T -ipern 'x>t do Brasil, o r.ci da '
Blgica, o Re dos Paizes-Baixos e o Rei da Saxonia.
Sappre$ao do $ogo
E DA QUEDAJ "O PELLO
S este precioso Top.co o uulco que
subs ti lue o caustico e cura rali :-!ni-nlc
em poneos das as maniaelraa, novas
e antigs, as Torcedoras. Conttir3rs
Tnmorc c XncHcc8e< das pernos,
Esparavo, Sobrs-C. ch-, Flasju.es 0 Kr-
"i corsitamento das pernas dos jiolro-^, ri-
'occaslonar nenluima chaga, cop.i gneda de
I mesmo uuranto o trat
35 ^.rnos de (xito }
3 B] Mi RIVAL
i resultados extraordinarios que tem'
oblliio ua.s An'eccSes do i
Petto os OatairB, 3ronchltla, <
r-Tolratisr la Goraauta. Cpn&al-1
mia, c... to Uo logar .i coi
.1 enrn i; -ittos, sem
uor e >ein cort.ir, ne I n tp ir o >eUo.
Dtpositoem Pai-is : Pliannjcia G-ST^jc". A.TLT, Fu St-Honor. A7\i.t cu t. 'u u t'barmacia.
0
i DE AVER
Vo7tba SEZES
ranrcaooc anai
CURA RiniWCIITI E COM curoA
as
f FeLrcs Ineaittcntes
Hi ';!lentes eBiliosas;
as
l.il' .las.os Calafrios.
t TODAS AS
ilest as Paludosas.
IBMDin EXrmtHTE PAIA
Ul
D FlGi
P.ct.-. rio D.j.CAn>.ciA.o,-.u.a..uiJi
Perdeu-se
da rua da Aurora em seguida a rua da Impera
tnz at a ruado Arugao, urna tialh-i toda de la-
byrinthi. nova em folha : roga-se a quem tiver
achado fazer o espacial favor de vir entregal-a
rua de Paulino Cmara n 4, que ser bem grati-
ficado.
Alugnel mtiiio barato
Com casa para familia (na arzea) e tem 4
salas, 4 quartos e cosinba, muirs iructeiras dan-
do fructo, junto excellente bd' bo do Capibaribe, e
perto do trem : a tratar na ra de Santa Tbereza
n. 38, e na Varzea com o Sr. Este vilo Jos Si-
mocs, confronte o dito sitio.
Attwicio
i
Aluga-se o sobradiuho da roa de Fogo n. 45,eo
de n. 26' rua do B;rao de S. Boija, com com
modos para numerosa familia : tratar na mes-
ma rua n. 28.
Boa acquisi^o
Aluga se a melhor casa de negocio \ rua Impe-
rial n. M antiga Thomaz Coimbra), c m comino-
dos bastantes e urna boa armacao para qualqui'r
negocio : trata se na mesiua rua n. 147, padaria.
<---------------------------
Mobilias de junco
Vende se mobilias de junco de eucoslo cm pa-
lba e sem palha, mais barato do que eai nutra
qualqu. r parte, assim conr> meas alMticn de i e 4
taboas, guarda-vestido r guaa->r-loaps, e outras.
pecas avulsas : ua na eat*< ita do S aario n. 23.

Por 22^000
Aluga-s; a casa n. 21 da rua de S J'i, co
bons commodos, bom quintal, cacimba ; a tratar
ra rHa Duque de Caxias n 85.
'
Joaquim Sil verio C. B.
Cavalcantc
Mara Catharina de A. Cavalcante, Mara T. C.
B. Cavalcante, Mariu E. C. Borges, Joo Agosti-
nho C. B. Cavalcante, Francisco X. de L Borges
e Jos Mananno C. B. Cavalcantc,tendo demandar
celebrar missas por alma de seu blbo, irinao e cu-
uhado, Joaquim Silverio C, B. Cavalcante, no 7*
dia de seu passamento, rogara a todos os pareutes
e amigos se dignem de as3stir este acto, que te-
r lugar na igreja matriz da Boa-V3ta, s 8 horas
du manha de 10 d<- corrente, pelo que Ibes ser2o
eternamente agradecidas.
s da Rocha Ca%alcanle
WttnilerH'y
Francisco ''a Ro.-ha Ajcioly Wanderley e Fran-
cisco Jos J.iymu talvao agradocem to Us a3
peesoas que se dignaram assistir ai enterro Je
seu presado irmao e amigo, Sebaatiia d '. 'n
Cavaicaute Wanderley ; e de nova eonw i -
toos os m-us amigos para onvirem a mies
timo dia por alma do m smo, a segn
12 do eorrente, s 8 horas da mauh, na matr
do Corpo Santo ; pelo que antecpam seus ara-
diviiniii!--.
Qnem tiver predios grandes, no bag ras, nes -
ta cidade, e queira permutar, reoebeniio metade
em dioheiro e outra em predios p -sjaenoa, edifica
dos tambem n.'sta cidade, dirja-ae rua do Vi-
gario Tenorio u. 12, armazem, que acbar cost
quem tratar.
Ao n. 17
ftempre novi iades
Veade-se na rua de Ilortas n. 17, manteiga
iegleza superior, em latas de um* libra, a lJtiOO
t lata.
Convite
Pede-se aos Srs. Man iel Lopes de Carvalh i Ra-
mes e Jos Joaquim de Miranda virem na tra
vessa do Queimadj n. P. paia negocie ihoteli.
foo Francisco Ferreira f un"or
A.' ria Vmalia de Loureiro Ferreira manda ce-
lebrar missas a 12 do cerrente, primeiro anuivr-
sario do f.illecimento de seu marido Joo Pranc co
Ferreira Juuior, e roga aos seus parentes e ami-
f;os que s/; dignem de a6sistr a csse acto, q i :^r
jgar na matriz de Santo Anutonio s 7 horas da
1 manila. _______________
Casa no campo
i A" urna familia honesta que por qualquer cir-
cumstancia precise morar fra se efiereee urna ex-
CPMite casa em Caxang, para inorar por tres
mezes sem pagar aluguel, s para botar sentido,
visto que a eaaoa a quera pertence vai a Eur pa;
quem quizer infirme se na rua do Crespo n. 26'
! loja de joins.
LACTEI
EXPOSITION W UNIV" 1878
Mdaille d'Or^>Croii.ieCIiefaLer
LCS FLUS HAOTl icompciiscs
PERFURIHiA ESPECIAL
E. COUDRAY
Prseonnoda peloi CMebrU I M larij
tkU I0DAS S NECESSLCESDO ICL'COOB
PRODUC TOS ElPECIAES
riOBde iRROZ !, LATEIM par.. Ii:anquear a neiie
SAEaO il, LACTEINA nsra tinador
CRSIE e P6 < SARAO di lACTtINA liara a barba
POIIADA de UCTIIHA |ra a Mlex. dos raU-llos
AGUA de LACTrUA para o loacador.
EO ilc UCTEIBA paia mbtlUur EnSECIA de LACTEINA par. I
e AGUA Drm.FRICIOS de 1ACTEHA.
CEK LACTE.IA rli ni da srlira da pelle.
LACTEIMHA [..ira branquial- a pelle.
E8TE8 ARTI80S AC M SE NA tktmk
pars 13. roe d'Enghicn, 13 pars
Depoiitotem ln.1a ai Fer:amaras, Pharmacia"
e Cabellcreims ia America.
!
muiiiiiiiiihiiiiih
VINH0 de CATILL0N
de GLYCERINA e QUINA
0 maii polemo tnii.-o PtonstituiaU' prescriplo
Doaediail.'Dorosd'eit imago,I.angor, Anemia
D...rjotl8, Cousumpcao, Febres,
Convalosconoa, Rezultados dos pr.rtos, ele.
0 miismo .'nho com fe rn. VINHO FEftrUGiNOSO DE
CT u N reienerador por cxselleneia do sangne polire
,. e de^roradn. Erte nnho faf tilrrar o ferro |ior todos
os esl-iraapi e nao oecasiuna priao de rentra,
\FASIS, 23. ru, StlnlYincml d;P,jl. _B ftnintoc,,
rraocf" M. da Suva e G^.tn^yriav^tm Pbe _i
UN'CO VINO UINADO OUE OBTEVE ESTA
AS
Safermmafles^ Secretas
UNORRKAGHA8
O0NO3RHSA9
FLORES BRANCAS
CORRimCNTOS
-'roentes cu mstigos sao curado em 1
.povsoe dias em .eoreto, em x igi-l
^m Jsasas, sem cansar jen i
fCMiWtar .^r o.-gam;? disestj/os, peas |
( ci injeegao de
I
i
FAZENDAS PRETAS
PECHINCHAS
GORGURGES-de seda pura a 2000, 2,5200 e 2^500 o covndo !
GRANADINAS de seda a 400 ris o dito!
SETIM MACA'O a 1?$300; Ii600 e 2-$-m ornis largo quo- tem vind i !
MERINO'S a 1^000. 1^200, 1:>1'W! e de todas as cores para 1 acabar.
VELLUDILHOS a 800, 900 e> 1,Jij00 I lisos e birJados.
CREPsuperior a 15000 o covado I
SETINETA francesa a 560 ris o dito !
MA2TILHAS e fichusgrnnde8 a 4<$500 e 54000!
Casemiras, pannos, cheviots, merinos, iago-
naes, etc., eneommendas para luc o
EM 24 HORAS
VA a m u i i r % n % c \ s a ii:
,; n li n
11
5JRna Dupie de Caxias59
I
i?0 D0T&R FGURHiEl
1 PJi SI 1 f4 fiuou tt ti
tUttlrm
ir^ .!r. t> ti un Krta'-M t-aasM -.^_ * >cnw;ilo: 'iS^22r5
^Bftalw < ,*t* i, vuk** w a ais.'". **


o
Cliapets e chapelinas
os

5<2
3
' 36 A 0.....FRAGA DA IMEKiA.....36 A 0
CONTRA
Oelluzos, Urlppe. 11ro -oUites.
rrltaotes do Paito, c XABOPE e s PASTA Ll-
toral i- NATr ss OELANGRENTEH t*o da >m
rUcacim oarta wrlficsi por Mucbr* ) >! '.i *
Os llsdlrtas d* rranca.
I Baai Optm, Hr,,kfna ssm Co4**a ti itssmm aSKtadsa os Tosa* oa Coqnel-ono.
PAaia aa, ras virusas, U PAR id

5
B. S. CARVALHO & C.
Proprietarios deste bem cooheeido estabelccimento partecipam
as Exinas. familias e ao publico em gem, que mensalmente recebera
das principis casas em Paris e Manchcster o que de melhor e de
apura io gosto ha em cliap:linas e chapeos para senhoras c meninas
o das primi'iras Arbiieea de Hamburgo o que h;i do me'hor em cha-
peos p_ara homrns e criancas, e muitos ou!rcs artttos ton.ernentes
chapelaria.
Flores artificiaes para ornamento de salas.
a
02

.


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ai6l.H 1


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#
mrio de PernamhiuoSabbado 10 de Abril d< ISS6
Vinho de S. Miguel
CHEGOl
Nova rcmessa, vendem Amaral Primo & C. ra
Laig:i do Rosario, e Boi-gen na ra do Amri d.
E' PURO E BARATO
Cosinheira
Precisa se de urna eosinhelra que Irabalhe con
asseio : a tratar na prac* do Corpo Santo n. 6
priuieiro and ir.
Viagens ao centro.
D Olinda parte todos os sabbados, s 4 horas
da tarde, par Itamb por Iguarass e G-yanna.
urna diligencia; passagens a tratar na roa lo j<
Marco n. 1, no Reof Viagaas avulsas eui qual
quer dia, e para qur.lquer parte a trata no mismo
'"g'*r-__________________________________
Casas baratas para
a I ugar
Ra (! S. Francisco n. .'t.
Io ;->idar a ra de S, .)orre n. 74.
1*' e 2o andar e leja a ra le S Jorge n. 23.
Io andar A roa da Guia n. 55.
Andar terreo rila d<> Phirol n. 32-A.
A Tratar na ra da Assuicpcao n. 58.
Casa na Capunjra
Ali.vrn se urna Boa raudo accomodaces, ten-
do jardn e sitio, a tratar na ra das Pernambu-
cana- n. 42.
WHISKY
RYAL BLEND marea V1AOO
Este excedente Whisky Escessez preferiv-
ao cognac on agurdente de canna, para fortines
o corpo.
Vende-se a retalho nos t. iberes armasen
nolbados.
Pede ROYAL BLEND marea VIADO cujo n.
me e emblema sao registrados para todo o Brar.
BROWN8 -v C, agentes
Cabrilet
Vende se um ero perfeito estado e por preco
eommodo; tratar na ra Duque de Caxias n. 47.
Eructas maduras
Vende se diariamente especiaes laranjas para
mesa, mangaba?, rpitas, e outras tuuitas : do
largu de S. Pedio n. 4.
LIQIDAQO DE CHAPEOS PARA
Vende-se
urna arnv-cao e um bulco de amarello, propria
para qualquer negocio, assim como um temo de
pesos di- latao, de dous kilos al de; grammai,
pro jrio para Botica : a tratar Da praca de Pedro
II D. 4, leja.
VENDAS
Y" : M um impnrt -nte sitio de coqueiros
COUi ii ca .le vi enhi, armas m para op sito
de Cuco c estribara, no lujar da pri'.ia do Jaufu,
da enmare* de Olinda : a tratar na ra do Sol
nunn o 21.
V> nde-se urna cabra de exeelle te qu- lida-
dc, que cria menina i'o peito, e quami > ouve a
enano* chorar enere a balanoar o berc,o e -m a ca-
fa-c-, -i pentodo que v--iiliam tirar a crianca para
botar- he un peil d ana garrafas de exc-lente
leite, est prestes a ]> rir. Vende-se t.iiiibcm um
carii' iro grande pr -pno para trabalhar p r ser
muir in insoe earnM| BMtO n so, oti para sella
de crianca. p^r eettrr aff ito a isso, est nriito
gordo ; a tratar n Magdalena s-tio n. 8.
Vndese na srn p3o eaveroisada een-
vidr. n p i 411a quer negocio; a tra-
lo Ln 11 35
""ceiMinnai o m
Em vista dos gr u**i la idea de que
se glorian as aages emlisedas, o cummci-cu-
dsee ac npanhar esse pro/n-sso, visto que elle
o mais 1 lee so e- siento do engrandecimeuto das
nacoes ; em /ista do que aimnnciam
MART1N8 CAP1TAO & C.
1 Ra estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, es -
colha des quaes, os a-inunciantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os seus numerosos
fregue'es. Letnbrainos, p -is, o proverbio :
Qticni nao experimenta, nao sai-e.
Veub m v- r, pots :
Qn- ijo-, flamengo e de Miuaa.
Fiambres inglezes.
Chocolate, fraucez Menier.
Dito do Maranhao.
Fructos seceos, como :
Passas, amendoas, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doce de todas as qualidades.
Bolachiuha inglesa.
Semeates novas de hortalizas.
Especialidade em
Vinhos finos do Porto, Madeira e Shery.
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Vermouth, etc.
Licores de todas as qualidades.
Champagne.
Cervej 1 de diversas marcas.
Bem assim :
Araruta fina em pacotes.
Cb verde e preto.
Dito per ila.
Especial i ssimo matfe do Paran, em p.
Aiud mais :
Ovas de pcixe.
Sarrinhas de Lisboa em Saimoura.
Vendem Martius Capitao & ;'., ra estreita d>
Rosario n. 1.
AUS AGRICULTORES
For.nicida capanema (verdadeiro) para extine-
co completa da fonuiga saura. Vendem Marlinf
Cap tan & C, ra estreita do Rosario n 1.
A Predilecta liquida por todo prefo, por
n de acabar at o fim deste mez, os objeetoe dos
seus linaos mostradares. Entre muitos artigos
nao deixa de mencionar os abaixo, que tudo vende
por quabi nada '
GalOes pretos, largos, para vestidos e casaoos,
metro p r 300 ris.
Bies e rendas lar/os, para ditos, ditos com vi-
drilhi s. metros por 1^000.
Escovas elctricas para limpar cabeca, de 4f ca-
da mu 1, por 1500-
Qundros c m aro de nikel p.ra reTratos, um 200
ris.
Mis.-iuh s com 30 grampos polido, um 40 ris.
Duzias de lapis de Faber de 1200, por 700 ris.
Par> ? de suspensorios para meninos, um 800 ris.
Soperioras scovas para roupa, urna por 1/.
Pent'S de inaiTnn para casps, um 300 ris.
Diti.- d Irlanda p ra d>stmbaracar, um 600 ris.
Pitos de tarirua para eoqaes, uin 40 ris.
Botijas eom tinta Blue Blackurna 3t0ris.
Trancas de palha para chapeos, urna peca ClO 1C
meti- por 300 ris.
Cala- imitando tartarusa, urna 8J0 ris.
Acalhas de ot-so para chrochet, urna 60 ris.
Rico- espartiMM americanos, um 4500.
Tab-adas de mnltiplica^o, de cores, de 34, istC'
j -;o, por 1*"iiO.
Bolsu. melhores, de veludo, de 10 cada umi.
p r 5*0 II.
Collare- Royer, contra convulsoes, verdadeiro
anodinos, um por 2<0U .
Rics --s- j -s com duas thesouras finas 2X000.
Peca:- de tranca grega, padr&Vg muito modernos.
urna 50 ris.
Peca de galao branco, urna 80 ris.
Borlas lt iidcs pura pos de arroz, urna 200 ris.
Lindos fichs e r- tn z, um 400 ris.
Volt s de coral fino, c-im croch de plaqu, umt.
pi r 4'HJ jis.
Puls iras com tres ordena de coral, urna por 1{.
Urna caix 1 com superior papel amizade 400 ris.
Baleas para vestioss, polidas e muito fortes, 1.
duzia por 360 lis.
Groaas de bol oes de madreperola fina pnra (asa-
co, urna por 1X500.
Mac-'S de mignardisse para crochet 200 ris.
Carnteis e-.m 200 jardas, linha superior, de qual
qu-r numero, um 80 ris.
Meia- croas para hom us, superiores, urna duzia
por 3 000.
Leques de lindas cores, grandes, um 400 ris.
Ditos chuiezes, um p--r 100 ris.
Fraseos com verdadeira agua de colonia 500 ris.
Vasos le iiorcelana, cores matisadas, com banha,
por 1 1)00.
Agua d.rtrifica do Dr. Pierre, um frasco, pechin-
chn por 1*000.
Um pacte de fs de arroz verdadeiro 300 ris.
Urna caixa com tres sabonetes por 500 ris.
Urna uzia de sabio Hudson por 600 ris.
H-Prafa da Independencia---.!!
Signal
lltffi

__
----
------, r.
w.-------w
Camisas nacionaes
i A **r,. 3AOOO e S500
32=^ L ja ra da iu>peratriz =32
Vende se neste novo eatanelecimento am gran-
de sorlirruto de caminas brancas, tanto de aber
turas e p inhos de linho como de. algodo, pelos
baratos pn-cos de 2*500, 3* r- 4*. sendo taz- oda
muito m>-ihor 'lo qu- as que veem do eatrangeiro e
muito mais bem feitas, por serem cortada* por
um boui artista, especialm-nte camiseiro, tamb>'in
se manda faser p ir ene iimi.iidas, a v ntade dos
fregueses : na nova luja da ra da Imperatris n.
3 de Ferreira da Silva.
Ao 32
Nova luja de tondas
&1 Ra da Imperatriz = J
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o re-
cita vcl publico um variado sortimento de tazen-
a s de tod.-s as qualidades, que se vendem por
re eos baratissimos, assim como um bom s-rti
ment de r. upas para houi- ns, e tambem se man
da tazer por encommendan, p r ter um bom mes-
Vende-Be bonitos frasquinhos com pimenta em tro altaiate e completo sortimento de pannos finos
conserva, preparada na Europa, e qne faz um casemiras e brins, etc
inlbo muito sabnroso, pelo barato preco de 160
rs. cada um, isto para acabar, por ha ver grande
porco': no largo de 8. Pedro n. 4.
Vende se peles segulntes pre
eos de M� > at 0000, a
na do Crespo n. 13 Madama
ti v-q lie I i na.
Engenho Itecanto
Vende se ou-arreada-se o engeuho R- canto, si-
tuado no termo de Seriahaem, moente corrente
d agua, com boas trras, ote. tratar com Ma
noel Ferreira Bartholo, 'rua do Bom Jess n. 6.
Cabriole!
Veide-se por baratissimo preco e em muito bom
estado um cabrilet de dous assentos, quatro ro-
das e arrcios para um cavallo ; a tratar na co-
cheira do Candido, ra da li ala.
Pimpla em conserva
5*50(
6*.>
8*001
3*00
O -iS da ra Duque de Caxias est vendendo
fazeudas por men >s 25 '/0 de seu valor
Vwpara acreditar
Serias macaos de 1*400 por 800 ris ocovado.
Merinos Meto* de 1, 1*200, 1*41, 1*6C0
1*800 e 2* o c-vado.
Satnete pr*ta a 500 e 600 ris o covado.
Ditas de cores a 400 rs. o covado.
Fustocs braucos e de eo es a 400 e 500 n. o
covado.
Sedas le letras de cores de 2* por 1* o co-
vado.
Merm de bolmhas a 90- rs o eovado.
Mariposas fi ias de re 241' rs. ocovado.
Renda aberta da China a 240 ris o covado.
Linhos i'bcussezcs de todas as cores a 240 ris O
aovado.
Chitas finas a 200, 240, 280, 320, 360 c 400
rs. 3 covado.
M.ntel- tas de seda c 16* por 7*.
Fichus a yj. 4* e 6*. #
Bramante de tres larguras a 900 ris a vara.
Dito dr quatro largura? 1*2"K) a vara.
Atoalhado de liutio^-rdado 2* a vara.
(_' -ilaruih- s epunh'.-s para seuhora, modernos, a
2*000.
IJrim pardo liso de 300. 40 e 50() rs. o corado
Toalhas velpndas a 4 e 6J a duzia.
Dirs -Icchoad s ie 20* por 12 a duzia
lobertas lorri.da- a2i-st)ii n 04.
Lencos de bramante 1*81)0.
Camisas para senhora a 2550C urna.
Casacos de laia bordados, m-ideroos, 19*.
Dami co ie algodao de cores, largura de quatro
palmos a 500 rs. o covado.
Camisas bordadas e de linbo a 30*000 a dutia
Madapolao casca de ovo e pelle de ovo a 6*500.
Enxovaes para h--pti.-a lo, novidade, '>$.
Tim-'s para me-iuo. boidados, 4.
i ha i.eos de sol de seda para seuhora, de 16*
por 8*000
Mei ,s para homem e senhora, de 3*, 4*, 5* e
6*000.
Redes hamburguezaa, 10$.
Colchas a 1*800, 5*, 6* e 7*.
Verbutinas d-; todas as cores a 1* o covado.
Cortes de casineta 1*, e 1J800.
Ditos de casemira a 3 4, 5, 6 e 7*.
Lencos aba-.nhados com barra a 1*200.
Camisas de iceit a 800, 1*, 1*500 e 2*
Casemira de cores de duas larguras a 2*.
Cortes de casemira para vestido de senhora, de
40* por 20*. baratissimo.
Zetiros lisos a 120 rs. o covado.'
Cambraia preta para forro a l|200a peca.
8 Rus da Imiierairlz 39
*oja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se as n-upss aba
Vendc-se a taverna sita ra de Lomas Va xo mencionadas, que sao baratissimas.
Taverna
lentinss (antiga ra de Aguas-Verdes) n 17, com
muitos comraodas, e o motivo da venda por
doenca.
Billinr
Vende-se um bilhar em perfeito estado : s tra
tar no armazem de movis ra do Iiaperador
numero 49.
I'alitots pretos de gorgorito diagonaes e
acolchoados, sendo fazeudas muito en-
cordadas, forrados 7*00t
Ditos de casemira preta, de coedo muito,
bem feitos e forrados I0*00i
Ditos de dita, faz-nda muito melhor 12*01!
Ditos de flanella azul, sendo ingleza ver-
dad-ira, e forrados 125001
Calcas de gorgorio preto, acolehoado,
sendo fazenda muito ene -rpa-ia
Ditos d<- casemia de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de fl-uiella inglesa verdadeira,' e
iniut-i bem t'-'itas
Ditas de brini de Angola, de mu'e.-kim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e
eroulas de gr-guellas para hom-ns,
sendo muito bem t-its ali200e 1*6(H
Colletinhos de greguella muito bem feitos lsiaj-
Assim com- um bom sortimento de lencos d
linh e de algodSo, me>as cruas e collarinh-is. etc
Isto na loja na 'ua da ln peratriz n. 3i
K i sea dos largos
a SOO r. o rovado
NaJoja da ra da Impc. triz n. 32, vendem Bt
riseadinhos priprios pura roupas de meninos t
vestidos, pelo barato pr- co de 200 rs. o covadt
endo quasl largur-i de chita franeeea, e seii'
como chitas brancas miudiuhas, a OO rs. o
d->,e ditas es curas a 240 rs., pechinoha
oj-i io Pereira da Silva.
PaatAea. Netinetan e lalntiaM m SO
r, o rutado
Na loja da ra da Impi-iatriz n. 32, vende-s
um grande sortimento de fuetoes brancos a 6y
rs. o covado, lzinbas lavradas de iurta-corei>
fi-zenda bointa para vestidos a 500 rr. o c-.vad
c setinetas lisas maito largas, tendo de todas ai
cir- s, a 500 rs. covado p. chincha : na loj
do Pereira da Silva.
HeriiKn linios ;t I US
Vende-se merinos pr--t ib de duas 1-rguras park
vestidos c roupaa par meninos a 14200 e 1 tXX
o oovado, e superior setim preto pura eiif-it is
1*500. a-sim como ebitel pr- tas, tanto lisas com
de lavoures brancos, de 240 a* 320 rs ; na novk
loja de Pereira da Silva ra da lu; eratriz nu-
mero 32.
.algodtozinlio franrez para leninc
a OOO ra.. I e 1 S';m.
Na loja da ra da Imperatriz u <2, vende-a
superiores algodoiinh i franeesea com 8, 9e li
palmos de largura, propri-is para b-nces d-- ui:
f. panno palo barate pieco de 'HX) rs e 1*000
metro, e dito trancado pa-a toalhas a 1*280, as-
sim como superior bramante do quatro largnrst.
para lencoes, a 1*500 o metro, barato ; na loj
do Pereira da Silva.
.tulipa par meninos
A I*, l.,00 e it
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, v
rende um variado sortimento de vestuarios pro
prios para meninos, sendo de palitssinho e calei-
nha eurta, feitos de brim pardo, a 44000, ditos
de ntolesquim a 4*500 e ditos de gorgorito preto,
i emitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; ni
oja do Pereira di Silva.
\ apa es para Engeiibos
Vende-se um vapor de forca de 4 caval-
I los, com iDoendas apropriadas, assim come
| um outro menor que faz trabalhar urna
! sorra circular e um pulverisador de assu-
jcar.
lera poucouso, e acha-se tudo cm per-
. feito estado.
Para informacSes Mrquez do Olinda,
! 38, loja.
I*iilio eriga
Vende-s1 em casa ae Matnens Austin & C, i
ra do Commercio n. 18, 1 andar,- da melbor
qualidade e diversas dimensoes.
< asa na Varzea
Vende-se a taverna da ra do Sol n. 17, na
Varzea, com pequeo capital, tendo casa ao p
p ra f milia, tendo esta casa a vautagem de fiear
frouteira e&taeSo da ferro va, que deve ficar
prompta at 3 de Outubro deste t.nno. O nego-
cio vant oso, e rs pretendentes pedem dirigir-
se ao local da taverna, na Varzea.
Fazeudas brancas
SO' AO NMESO
4 na da Imperatriz = 4o
Loja dos baraleirot
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estns fasendas
abaixo mencionadas, sem competencia de precos,
A SABER:
AlgodiloPe?" godaozinho com 20
jardas, p"' \- precos de 3*800,
4, 4*5 0, 4j 4,5*500 e 6|50
MadapolaoPecas de madapolao oom 24
jardas a 4*500, 5*. 6* at 12*000
Camisas de meia com listras, pelo barato
prc^o de 800
Ditas branets e croas, de 1* at 1*800
Creguella franceza, fazenda muito encor-
pada, propria para lencoes, toalhas e
c-roulas, vara 400 rs. e 500
Ceroulaa da meema, muito bem feitas,
a 1*200 e 1*500
Colletinhos (^a mesma 800
Bramante francs de algodio, muito en-
corpado, com 10 palmos de largara,
metro 1*280
Dito de linho inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e 28Ui
Atoaihaio adamascado para toalhas (e
mesa, com 9 palmos de largura, metro IfOOO
Cretones e chitas, claras e escuna, pa-
drees delicados, d 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mai delicado no
mercado, rs. 200
Toilas estas fasendas baratissi-ras, na conhecida
loja de Alheiro & C, eequin do becco
dos pYrreiros
Algodao infestado pa-
ra lencoes
% Oo rw. e 1AOOO o metro
Vende-se na loja dos baatentM da iJoa-Vista
algodao p ra 1-ncoes de um s panno, com 9 pal-
mos de art-ura 9(>0 rs., e dito com 10 palmos a
1000 O i/ictr assim com- dito trancado para
toalhas de m sa, com 9 pannos -e largura a l^OO^j
o metr Isto na leja de Alheiro d C, esquina
do becco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400, 1*600, U800 e 2* o covado
Alheiro G C, ra da Imperatriz a, 40, ven
dim muito boos merinos pretos pelo preco cima
dito. E' pechincha : na loja da esq na do bec-
co dos Ferreiros.
spartllhos
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vende-se
muito bons espartilhos para senhora, pelo preco
de 5*000, assim como um sortimento de roupas
de casimiras, brins, etc isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de easemiras ingle-
zas, de duas larguras, com o- padroes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preco
de 2*800 e 3> o covado ; aBsim como se encarre-
gam de mandar faser costumes de casemira a
30', sendo de paletot sacco, e 35* de traque,
grande pech ncha na loja dos barateiros da Boa
Viste.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
f^Os barateiros da Boa-Vista vendem ama grande
porco de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 320
rs o covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordados a lOOrn a pera
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
bordado, dons metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em cartao eom 50 pecas, sorti-
das, por 5J, aproveitem a pechiucha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
lustc de etineta a &OO rs o
covado
Alheiro 4 C. ra da Imperatri ven-
dem um bonito gortimento de fust5es brancos pele
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisas, tendo de todas as coren a 600 rs. o
eovado ; na loja da esquina do becco dos Fer-
reiros.
A
DAS

CORRE M III \ 15 DE ABRIL

O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006$>000
Os ulhetes acham-se a' venda na Casa Feliz,
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 13 de Abril de 1886, sem falta.
praca
d
a
DO
GEARA
EXTRACTO NO DIA 10 DE ABRIL
INTRANSF
O portador que possuir dous vigsimos
ira est habilitado a tirar 2o:ol2#>ooo.
RIVEL
desta importante
loler
Os bilhetes acham-se venda na Casa da Fortuna ra
Primeiro de Marco n. 23, e mais cazas do costume.
mim A10 DE ABKL DE 1886, SEM FALTA.
npiT


Q

-jfaario de Penia.iibi!w rllfado 10 d Abr! de

o
=*==
P08TA AOT PARECB DADOt>SLO IX.U."
SB. DK. AyBKS DE ALhLQEK^li flAHA.
sobre o compendio d# physica para
r'leitoba, pob fbancisco de padla.
""'babbos
( Conclusio)
A julgar por miro, aeio'*pio este pbe-
nomenos, qua nos compendios 08o jpprocL
HMI as experiencias, ticara, ao qqa me pa-
reoe .ra da eonipreheiisiio, ro s do6
iHij-tri(!os l.-itores| pomo do (J$mo|-Te
compendio*', fi'jam todos ai penumbra, a
sombra tos bambs uaqu-dla oesiua pfr-
nvmtbra que o notaue critico, Sr. Dr. Ay-
re# Sotos, U" *eu comp -n*io premiado df-
nne us.-im. a pag. 46 : ipego a val sa at-
teaofto do leitov para oais estajumm ai
detinicao de 6 S.) :
Penumbra a porgilo de espago em qu<'
a luz, 80 dando em parte, a sombra parece
m9 vai in3ftnsivelrneute desappareeendo.
E' diffieil saber se o que Uto quer dizar ;
nas talvez so possa entontar raelhor siin
plitieaude se a phm, pela eliminacJo da
condicional : ~ so dando em parte.
Ncste caso, temos :
o Fcnumbra a porgo do espago em
qua a luz a sombra parece que vai iasen-
sivalmente desapparecendo.
Nem eu !. .. E' que as subtilezas na
sii para as intelligeneias dos desasados,
co*o o autor da PHYSICA paba leiitra.
Para um livro doittrinario, eecripto por
esSa modo, que ficaria bem as ospheras
pretas dos sejs engazuzados, Ilustres com-
paahciros da Ia Beccao.
S. 8., que levou o seu rigor at t'azer
um erro do que nao estava eseripto, como
os tarmnetroB ntetafflcos, e anda, outro er
ro, por que tal idea podase entender des-
te ou daquell modo ; que tanto falla em
coaiusao de materias, nao fazenio nunc
una s citacao verdadeira, como fica mate-
rialmente provado toda luz, oracmo
que tratando do Gazes no seu compendio
para m tires, a rl. 11, em periodo subor-
dinado aquella titulo, pasa a definir o que
phenomeno (!) eoniegando incorrectamen-
te assino :
Xa liagaagain vulgar d-ao o nooie
de phenomeno a um tacto que uno da Of
dea coinmuro, etc.
E tratando das propriedade gente* da
matara (? !) logo em segiida, As. 15,
sea dizer agua Vai comega a definir
o ^ne mecnica.
E foi urna vez um celebre Physic-j-Rala-
ctr, que depois de haver es;iipto tinada de
,,. erro At doatrina e de g-.-am-
uiatiai acerca de m livro para menino*
desfeehou-lhc aquello terrivol golpe com
qae Roldo abra de meio a raeio o inimi-
go ; e todo ancho, como um baldo fuito de
fumo, como diz S. S-, conclue assim a su;
lumuosa Critica Litteraria :
i E' pois a secgito de parecer que nao
est o compendio de que se trata no caso
de ser adoptado cas escolas de nstruej^||
primaria dasta provincia.
Sala das sessoes do Gonselho Litterario,
17 de Agoeto de lSS.
Ayres deAlbuquerq.teGama, relator.
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
Ezequid Franco di Sd.
E este corp da delicio feto em reg
par? julgamento das habilitares scientiri-
cas de S. 3., relator, fo: approvado em
injerencia na sala das sessoes do Conselho
Literaro de Pernambuco 11 !
Quasi no mesmo dia quo era P.unambu-
co se praticava tao ravoltante njustisa,
tendo se para isso empregado ostenafra-
mente, com todas as circumstaaciaa aggra-
vantes, o abuso de confianca, a inatruccao
publica do Para e do Amazonas adopta
rain as suas escolas, nos termos mais li-
songeiros o meu livro de Physica para
leUura; e a provincia de Matto Grosso,
tendo na presiJencia o bravo e Ilustrado
-eral Fioriano Peixoto, hachare!
na hoinaticas, e..portanto, arstilks,4o om tae que nao s desaggravaram a toda alm-
phinsa, ^egundo o crfi nplo. das pr-ivin- prensa do Paiz, qu tora dudo boa noticia
desae trabalho, como as eorporaco ju do ins-
trucglo publica das Provin^s que tem
adoptado, u que assim foraiu tilo ru emen-
te offendidas pela 1.a secjao do Conselho
Litterario do Pernambuco.
Neo me valorara as generosas reeom
mandacoes com que um vesperas desse
julgamento fiserau essa nobre Redaogfto e
a do Jornal do Recife, cujos pareceres ofi
=&
o erfi iipl^ "daij pr.)vm
ci'u. do io do Jan ffioa*1, S. Paulo e
lijo Orando do Sul tvabeo dopt3u d de
pi.-.-da tal critica, c, bem a*shn, o azarara
otn diversos pontos do'itoperio, mais tres
mu i'ciplidados- e l, colegios particulares
da arjiBoira ord-:m.
{Oflsoja opp.>r s.ipveriades e despam-
t-s do juao criti o da 1* aeec&o do Conee
lAe- I^ttet'ario de P"rnambuco os Ilustra
doa pareceres l^s Cmsllus de instrqecao' portuaamente publicarei; lulo foi antil;
pqbli a das provin ias, que tm adopt do, a sentenja eslava lavrada; mas por isto
aqs da livro t> eoHo'-i-r diante do tiomo ; meara > qu-1- iniqua e fere le e.nbo.scila
do ;>r. Dr. Ayr-s d< Albuqunrque G una a focada Ver la le, os acus eff-itos bo de
oa i bs esclarwuidos Drs. Jo2o M >rk1ns Ti
ira 3-Domingas Jos Freir, tarreados
Ion t -a e autores de eompnnilios de Physica
a C niuic^e, ai;.!.,, o de upa t lento, nj
tvl nestas suic.v..... ^ Dr. Frans :o Xi-
viei Ohveira M i-zes, lenta no internato
do imperial oollegio de Pedro II o na
gruirde instiiuiy^to d -.uoeratiea Lyceu de
desappnre :tr, assii o espero, como sombra
criminosa, par., deix.r bi-nar a luz do
sol da justica ; o, para qu sto mais ppomp-
la neme so d, eu inroco des ie ja a valio-
sa proteecSo de V. 8- e dos seus Ilustra-
dos collegag da irapreusa de Peruambuco,
e. ao lado Asase grande po 1er moral qu i
nos dirige, appello, com toda a confianca
Artes e Offieins d LdrtP, e tambera de n-erecer reparucao, para a priraeira u-
autor das esclarec as LicZes de Phgca. j toridade da Provincia, o benjaierito da Pa
Foi o raearao Ilustrado Sr. Dr. Oliveira tria Sr. Coaselheiro Jo FernandeTfwa
Meuezes o encarrega 1 da dar parecer CosU Pereira Jnior ; o igualmente eatan-
sobrs o meu livro, o >reccr qu fra assi
gQa^o p los diatinctos reifres do externa-
do a rainua BoliciUoS > ao Ilustrado Sr
Dr. Ja2o Birbdlho UohSi Cavalcanti c ao
HTTERATbu
Fchos Fluminenses
DE PETBOPOLIS
(De:Paiz da corte)
Urna Ilustrada folba da corte, notician-
do o desaire ocoorrido na estrada de fer- *onto alh l ',rr* b '"u0 )i,0:a8 c" bor'
to e iuternato daquelle coliegio normal do corpa dtente la JireceSo da instruegito
ir.ip rio, e distutiil" protisMonaline.it j e publica da provincia.
appiorado, unanimeraento, por nove mera : Tenl.o j enL,prep-ro a 4.1 edc8o do
bros do conselho director da instruccio, ^n^n^ de fL/tUa para L-.itura, o de
pubi.ca da corte, parecer oue ptra rainha|pois d(J pubIlc;%.lf-; otr.-r,.c,.re gratuitamen
honr >| figura as primeras paginas da mi 119 0 maior DUuero je eXtmplares que pu
nha Physica para Leitura e o qu A aqu
transcrevo, para completa confusSo do Sr
Dr. Ayres Gama mara las da 1' seoco, ou antes, deixo o
cahir, como pedra esraagadora, do seu al-
to poato de partida, sobra a frgil Critica
LiUe^aria de suas senhorias.
Eis o parecer do onaelhe Director da
corte :
R) do Janeiro. Inspectora geral da
iaatruccSo primaria e secundaria do rauni
cipio da corte, em 21 de Abril de 18S2.
III n. e Extn. Sr.Em aviso do Minia
terio dos Negocios do Imperio, de 15 de
Marco ultimo, ordena V. Exc. que, ouvin-
dor s escotas publicas ou particphtres des-
sa briosa provincii.
Finnlisando, Sr. R^dacorj confesso-mo
penhoradiasimo a V. S. opr ra trr dado
francamente e generosaiuente a paiavra para
m i doien ler sentado na ca ieira curul do
sen Diario de Pernambuco.
V. S. acaba de, por isso, prestar mais
um relevante servijo Sociedale Pt-
narabucana, dando margera correoylo de
notivel arbitrio pratcado por ura dos mais
poderosos, or^Jtos do corpo social : a ina-
truccao publica.
O Ilustrado cavalgeiro quo o acha
Ora... Ajsim 'ju.ze38e:a 11 a.
Para quo a paraba an Inhoraeri.n ?
- A parada em Inhoraerira o menos ;
o di ib) a deraoru era Mau,. eorn ura ca-
lor abrazador, sob aquolle maldito teoto Je
zinco.%.
E' verdade, horrivel! Leva a
do o Conselho Director, informe se o Com- frente desse priraeiro elemento de progres-
pendio elementar de physica, por Francisco I ao, oExra. Sr. Dr. JoJo Barbalho, devo
de Piula Butos, est no caso de ser ap- comprimir os generosos moviraentos dus
privado, afira de ser adoptado, como livro suas affeiQoes particulares para dar ao pu-
de leitura, iii3 cscolaa publicas primarias buco urna prova real da sua irapareiali la-
do municipio da Corte. Declaro a V. Ejcc. de, facendo-me justica c, ao mesmo
que o mesmo Conselho Director lrava se 'tempe, agradecer Ilstrala Retacjiio do
no srguinte parecer dos rtitores d) irape
rial Cjllegio de Pedro II:
O autor niio aprsente o sen livrinho
< como um tratado de physica, mas ape
as como um compendio eleraeutar para da
o uso das escolas priman is e eoaio livro
. le leitura; para estos fina julgamo lo i ro 'YzTr-rae o obsequio de aceit
a rauto propr.., p,.s que as diversas theo- g, ^ Uresdo me(l Compendio da Ph;
o ras sao ah tratadas com ciarea, e.e
* ganeia e siraplieidade ; e acharaos
s que o lifro pode, mis at levo ser
Diario de Pernambuco o servico qui pres-
ta Santa Caus do trubalbo e das l.t
tras, consen.indo que toda taz da seu
jornal se fizosae ura qua 1ro eleograpUeo
Ver lade.
Outro-sira, rogo a V. S como earalhei-
FOLHETII
ANGELA
POR
c^ss n tmim
( t: o n t i n u a c ;"> o do n
X
1
Angelo Proli fea-ee notar lego entre os
C9*udantej, os raais distinctos, daquelles a
quera os professorea dedicara ura rerda-
deiro interaaae o raj rucrcadejam nima-
co.
Qianlo elle acabou os estudos posean
j nina notoriedfde sera.
(xabavara Ihe a extensao dos conheci-
nieotos e citavara n'o como operador de ha-
bidade fra do vu'.g ir.
l'oderia ser professor, fazer-se ouvir, ir.s
tallar urna clnica, que cora certeza os
eli.ntes nao Ihe haviam de faltar.
O moco pensava seriamente em sa C3ta
belecar. \
[ofelizmento morrt Uf.e a mai, depois de
ir aoffrid ; .- zes-de-rorluna que equi-
raliara a qnaai eoiflp.ta'/nina.
Proli r-c i) i porheranc apenas nlguns
n.ilhares de francos, sorama insufficiente,
quer para comprar, quer para crear ura
estabelecimento.
Foi recebido corao medico adjunto na
rasa do celebre oculista da ra Hautefeuil-
le, onde o seu amigo (Jervason com-
pletava a educaco profissional.
Neasa poca a existencia de Angelo P-
roli era serena, raethodica e, a tolo o rae-
petto, exemplar.
Nnguom dos que o cercavara punhara
em duvida de que tiveBse naa raaos um
boro, futuro ; a sua energa de trabalhador
e a aciencia que tinha adquirida deviara le-
val-o muito longe.
O acaso, tinha decidido, entretanto, por
outra forma.
Bastou-lbe ama IigacJo para distraliir
radicalmente todas as bellas esperances e
arrestar e mogo italiano ao grao de rebai-
xamento em que acabamos de o ver.
adoptado nessas escolas, para que os
alumnos comecem desde o# mais tenroo
anuos a adquirir noyes de que tanto ca-
recerco no correr da vida.
Estou inteiramente de accordo com a
opini.o do Conselho. Entretanto V. lix;.
resolver o que raelhor entender era sua
sabedo, ia.
De .18 Guardo a V. Exc Illm. o Exm.
Sr. Conselhero Dr. Rodolpho Epiphanio
de Souza Dantas, Ministro e Secretario de
Estado dos Negocios do Imperio. O ins-
pector geral uterino, Sardo de S. belix.
, ca para Leitura afira do pre3ei\tear aos
seus priraeiros leitores que desejarera veri
ficar a rigorosa ver Jado do que affirrao,
incluindo ueste numero os Srs. revisor ia
e typographos quo col'aborarcm nesta des-
protenciosa defesa; e, anda, rogo a V. S.
a fineza de tambera aeeiti.r um exemplar
do compendio do Ilustra Sr. Dr. Ayres d
Albuquerque Gama, para que casa Ilustra-
da redaeylo o os curiosos leitores do sea
Diario raelhor possam verificar era sea ee-
, criptorio a ainceridade o xactido do to-
das as eitacoes quo liz, era pequeo nu-
mero, para n2o derao ar por raais terapo
esta rosposta, j retardada por diversos
motivos, 8 ndo um delles o desejo que tivo
de que ella fosse lida, como de tacto o foi
eorao,a Critica Litteraria taS. S., era uraa
ro do Gr-Far cora o bagageiro Janlquco,
ac4reacentu que os jornaesde Petropniis ha
viarB promovido, emfavorjla viuvae iilhioha
la victima, urna stbtcrjpoao, que j- mon-
taba a um cont e duzentoa mil res.
!>ra Potropelis ^?essue apenas ura lor-
n.d O Mercantil.
N4p 3 ocsaro por isto* Pelo contrario
esta urna das suaa ai .-Inores qualidades.
Lando, pois, aquaHa nnticia, diaia com
os meue boioes :
Onde estilo todos wsee jornaes, que
promoveram a taj subscripcao?
- Serao os fomaoa de Pa.iropnlis corao
i famosa esqu. ha de certo paiz, quo j
foi cosso alliado, e que tinha apenas um
buque E Guardia Nacional?
- Que diabo de imbrogolio eetel
E por raais que puxasse p-las -ideas, por
mais que parafuzaase, n$o atinava cora a
cousa.
Quera me deu orinal a chave do enig-
ma foi o seguinto bilhete :
< Meu caro amigo. Peca 1 ha que expli
quo aoa seus bitores dos Echo iumnen
esfa que sao os diuriarde Petropolis, afira
de quo se nao noa confunda cora os or-
nnes, quo sao cousas rauito diversas. A
iniciativa da subseripao ora tavor da fa-
milia de Janique3 parti de nos, e nao dos
jomaos. Suum cuiqu tribuere, que ora
bom portugus quer dizer dar a cada un
o que seu. Dispinha dos ineignifieantea
prestmos de
Algn* Diarios. >.
Ri-mc a bindeir..s desprega las.
K ama vez que sou obrigado a dar aos
leitores a explicaco pedida, epetir-lhes
hei o que j urna vez Ibes diaee :
Chamam-se Dxrios, em Petropolis, oa
que vXo corte o voltara todoa os dias.
A expreasSo est consagrada e aceita,
assira corno aceita est a de Emigrantes,
para designar aquelles quj apenas passara
os domingos na cidado imperial.
Nao forara, pois, os joroaes de Petropo
iis, mas sjra os Diarios, <;u: Dromoreram
a citada subacripcSo.
Esti gente, qua sobo c desee i serra
todoa oo ili,-, c levadinha da breca, como
costumam dizer "certas avs. referndo-nos
aos netos traquinos.
A dir, loria da estrada dc.ferro do (Jrao
Para tona raais rae lo della, que a polieia da
mprensa.
A directora tena ara ti a nico, alias
rauito louvavel nao desgostar 03 accionis-
tas, augraentando-lhes o iais p>ssivel os
dividendos.
Pora conseguir .este desidertum ella
langa mao ds todas as economas possiveis
ralho.
Essa dqnora emti.h raoiiva.la pelo ora-
barqu' da ba^agem...
Cora a brocal a b'gag:.n pode vir
em Ura saveiro e ser arrura ido ant^s.
Qu raio a mi n n2o digo nada a reB-
peit do poaieo conforto qua te moa. N lo
sou exigente: la guerre cHB la yuer
re...
Li isso, nao, temos couversado; por-
que quera paija cento vinte-rnil res por
iucz s de passagena tein dir ito a exigir
o>^rtaa coraraoddades.
Apoiado. Ku nito me importo quo as
pontea da Praina* e de Man, pjr exera-
plo, aejara indecentes mas quero vir a
meu gosto no3 trena sera epanliar sol era
chuva.
Eu ponho do parto tudo isto, com-
tauto que nkj urrisquo o pallo. 1^ olhem
que as nossas vidas u;st estrada no era-
dara l para que digamos, rauito soguras
L quanto a isso niio tenho rae.o.
Pois llevo t'.-l-o, porque do alto da i.er
ra a Petropolis os treas va"o e vezas corn-
ial velocidade, quorum bello dia, em urna
daquellas curvas, yjmoa todos dar com os
ossoa no rio, o que uio ha de ser muito
gradav.d.
Eu tonho raais raedo da descida.
Voces aab-m o que rao preocoupa
nestaa viagens ?
O qua '
E' aSo Lavar noa carros uraa corda..
Para te enforoarea era eso de ne-:eg-
sidade 1
Nao, mas para nos casos de accdan
'.e ou qualquer siastro avisar o ma mma-
la...
Faxer parar o trena ?
Justamente.
Os pasaageiros retrgrados comparara os
saudosos terapos dos carros da serra com os
actttaes, e conclueu que aquelles eran mui-
to ma3 agradveis e pittorescoa.
E eatre pitadas e suspiros rememorara
os gratos episodios do cafe na pn neira
rauda de aniones, da agua das maranhas
e da entrada triuraplianto no bois, como se
chamaya en.ao o alto da s.rra segui-
dos das erjun:z De conformidade coro este parecer, foi
o r^fe-ido compendio adptalo, por aviso pequea runiao de distinctos professores de.
do Ministerio do Imperio, de 20 de Abril; Physica, Jornalistas o Litteratos.
de 18^2, como livro do leitura, para usoi Reiterando a V. S-, Sr. reda toa, o raeu
daa ee colas publicas priraa*ia8 do muni.i- ancero reeonhecimento, tenho a honra de
pi da Corte. assignar-me, com particular apreco e d3-
----- tincta consderagao,
Parece, Sr. Redactor, qua tenho dito' j)0 y g_
quanto baste para justificar a eloquente admJnuicT
defesa deasa iliu'strada Redacgjlo, quando .,
, y 2.1. r.. Francisco de Paula Bariios.
disse que o juizo sobre o meu livro lora
apaixonado e improcedente, expressoe3 es Corte, 10 de Margo de 1886.
e iinaginaveis.
E' contra estas economas oua os Diarios
attento criado agradecido
estito constantemente a protestar.
Na barca e'-nos trens travara so di-
logos, que silo a expressilo dessos protes-
tos.
Ah vai ama amostra :
-- Vejara o estado en que se achara as
cortinas destes carros. Nao ha amas, quo
preste E os pobres pasaageiros qu: apa-
nuera-sol.
Mi8 por que diabo nao poena aqu
venecianas f
Est visto ; era muito mais comrao-
'do.
As venezianas protegiani-nos contra, 0l
so!, a poeira, c ao mesmo lempa arejavam
os carros.
- Se se for dizer isto corapanhia ha
do observar que somos exigentes.
Quando funecionar a tal barca no-
va ?
Eu l sei.
Esta vagera poda ser foita era me
nos de duas horas. Niio acha ?
Naca ha de raais vulgar do qua aquella gar a existencia do trabalho, requntou as
funesti aventura, bstanlo algnraas linhas espeluncas rles e proeurou no jogo recur-
para a contar. sos precarios.
Pardi en:ontrou ura da urna raulher A raulher que o aeabava e corromper
moja, bella, seductora, corrompida at a c de abandonar tinha-lho falseado o ra-
ponta Jos cabellos e de uraa faceirice ver- ciocinio e aniquilado a nogo do senso mo-
dadeiraraente diablica.
Experiraentou por ella um capricho que
n3o tardou muito que se nao metamorpho-
sea-sse em paixo seria.
Basa raulher, de ra vida, tinha o ger-
men da todos os viios e teve prazer em o
tranamttir ao seu amante.
Estes vi dos desenvolvern! se rpidamen-
te era trra fecunda, porque Angelo tinha
em si mesmo bom numero de raaos instinc-
tos, de tendencias para a sensualidade qna-
ai bestial ; porra estes nstnctos, estas
tendencias dorraitavara ; talvez que nunca
houvessera acordado sera os bons cnidados
da amanto para os fazer desabrochar.
Angelo deixava-se invadir sera resisten-
cia pela depravagao ; o seu amor malsina-
do augraenva, ile dia para dia, de hora
para hora.
A raulher amada possuia o absolutamen-
te, tinha frito della ura e3cravo, um ob
jecto.
Garvasoni, rapaz menos brilhantomnte
cal
Havia desfeiti a vida pelo erro, polo
seu grande erro, o que nao o impeda de
querer tornar responsaveis desgragas todos,
menos ell-.
Por consequenuia, aecusava aquelle3,
que a havim ar.onselhado, de ae terera li-
gado contra elle e de seren seus ini nigos.
Tinha horror ao genero humano e niio as-
prava a outra cousa aanSo a vngar-so do
mal que ltio n.1o tinham f ito.
Entretanto desejava a riqueza, menos
polos gezos qiit> ella procura do que pelos
meios da vinganga que Ih poderia otfere-
cer.
Nelle, sto j pas8ava ao estado de idea
xa ; toruava-se uraa especio de loucura.
Para chegar fortuna, Proli era ho-
mem para nao recuar diante de nada, era
mesmo (ante de ura crirae.
Entretinna relagies apana3 cora ura dos
[ seus cantaradas da escola c seu amigo de
ouir'ora, Annibal G.rvasoni.
Conserviva Ihe a araizada do iufancia ?
Cora certeza, nil >!
1) corelo de Proli j nao tinha uraa
s fibra s'.rasvel ; tu lo estava apagado ;
tu lo estava raorto nelle...
Se contouava a ver Gervasoni, de tero
pos a terapos, porque o joven italiano ti-
rava, por vezas, do bolso um luiz, d* que
Ihe fazla g-nerosaraento esmola; accres-
centarnos que a eanola era mesmo Ihe ins-
pirava reeonhecimento.
Angelo vio o amigo de infancia sihir da
est lagera dos Arets o dirigir so pi ra o
boulevar 1.
Eis aqu o qua se chama ura hornera
de juiz>, mur i.urou elle chacoteando. E'
prodigo era conselh's, mas nio de con-
impossiue!. selhos que ea preciso I O que rae preei
F^i desp-dido e achou-se no meo das so c ouro.. muito ouro.. bastante ou
ras de Pariz,(|aa8 sera dinhero. ro para ter din ito de desprezar arrianha
Desde que perdeu a sua posigao e que, ; 03 quo rae desprez un hojo, |#Va pdr Pa-
por consequenca, nao recebeu raais orde i riz debaixo dos meus pos.
nado, a amante abandonou-o.
dotado lo que Angelo, mas possuidor de ra- |
ro bom sraso, atemorisado pelo que se pas i
sava, trata va de mostrar o abysrao ao ami-
go, nao Iba poupando prudentes cousc-
lhos.
Proli, dominado, louco, nada esculav
c nada quera escutar.
Fatalmente a desordem da vida f-z-lhe
perder os actos de exactido e de traba-
lho.
O oculista, do quera ella era auppl"nto,
lirigio-lhe observagoes paternacs, mas ello
no as escutou.
Urna manhi o mogo, depois de uraa or-
gia nocturna, voltou para casa completa-
mento embriagado e fez um escndalo.
A sua permanencia na casa tornava se
O amor que esta mlvala inspirava
quelle lesgragado parecase com o que,
na idade media, so charaava urna postes-
sao.
Os olhos de Aogdo tixirara 83 na nota
do ciojoant franco*, quo Annibal Ihe ba-
va dado.
- Ora aqu est com quo posso tentar
fortuna, conlinuou ella com uraaexpresso
Arigel) quasi que enlouqueceu de de8- de indizivel cupidez. A infelieidade devo
espero. cansarse um dial... Est se all jugando
Poz-sc a beber absinthio, para eaquecer, i for.'e... Urna pequea quanta que aponas
e nao aeitindo mais coragem para recome-'pode trazer-me outra maior e com este
somma nada rae impedir de tentar jogo
forte.
Por um instante pareaeu ficar absorto.
- Partir para o estrangeiro diaia ella
baixinho. Expatriarme ; porque emrim
hoja a rainha patria Pariz, o viver era
outra qualquer ser ine-hia rapossivel I Es-
t louco 1 Nao jogar raais ? Nao beber
raais ? Ora adeus I Jogarai at que ura dia
o jogo rae de fortuna I Beberei at o da
em que, dominan io o mundo pela riqueza,
nao tenha mais naeessidade deesquecer. .
Chegar emfim esse dia? Por que nao ?
Tudo possivel, mesmo o irapossivel /...
Alera daao se a realidade me falta, a em-
briaguez d me a Hnslo. .. quasi a mes-
ra3 cousa.
Angelo bateu sobre a mesa.
Acudi um criado.
- O quo deseja, senhor ? perguntou
elle.
- Absinthio, e deixe o garrafo perto
de mira.
O criado conformou-so cots as ordens
que ac: bav^ do receber e colta'ou o gar-
rafo perto do bebedor.
Meia hora depois o garrafo estava va-
zio.
Entilo o mogo italiano levantou-se e pa-
gou a despeza.
Era lugar de sabir pela porta que d pa-
ra o boulevard, dirigio-ao para a esca-
dinha que conduza ma de Bondy, atra-
vessou uraa vella que estabelcia a com-
raunicagao cora a ra des Mar s, entrou
n'ura re8taurant de vigsima ordera o poz-
se a jantar, tendo o cuidado de e3colher
os pratos raais baratos, afira de despender
o menos possivel.
Restavainlha anda alguns trocos, cora
os quaes pJe pagar o jantar, sem tocar
nos cincoenta francos de Gervasoni.
" Aquello dinhero, cabido do co, reser-
vava-o para o jogo.
Pelas oito horas saho do restaurant, on-
de aeabava, ao nao de aalfazer eatoraa-
go, polo menoa do ench?l-o, o levantando
sobra as orellias a golla seben'a do sobre-
tudo, porquo o fro tornava se cada vez
mais forte, chegra ra do Parads-Pois-
sonnire, que seguio at 3 ra P ipillon.
Ah entrou n'uraa casa de seis andares,
passou adiauto do cubculo do porteiro sem
nada perguntar e 8ra que Ihe dirigssem a
menor pergunta.
Sem duuida conheciara-n'o de viata e
sabiam onde elle Ja.
Chegado ao terceiro andar, parou dian-
te de urna porta com dous batentes, Tazen-
as cquip gouo,
ro3, que iam esperal os.
Poni em letra do frralas tagarelhces
do3 Diarios tiva cm vista chamar para el-
las a attecgrio la Ilustre directora da es-
trada de ferro do Gr.ta-Par, que tilo bons
sarvigos presta, transformando Petropolis
em arrabaldo da corte.
Fagara es Srs. direeures todas as eco-
nomas possiveis, qua tornarse ho por isto
diguos de louvores, mas... olhem tambero
ura pouco para as medidas que nestas ta-
garellicea sito reclamadas.
Asssira proc.idendo terio duas bengoes :
A dos accionista- ;
E as dos pasaageiros.
Frasca Jnior.
dezes tiulura silo condomnados a muitos
annos de prsao, e, era, portanto, necessa-
rio librtalos a todo o custo ; para conse-
guir esta fim lerabrara n-se de aprisionar o
princip e n gociar logo o sou resgato.
Para isto alugaram os fenianos uraa ca-
sinha era ura dos burros raais disi.a ites de
Loulres. E-.ta casinha f \ o aeu quartel
gencrikli e all tencionavara occu t tr o re-
gio aptve.
L'u dos tcniu is,' de orofissSo carrero,
era ci-alo, a a su i raulher, patriota atada
a priva, fazia lncs o cora t.
TmIioiu disposto do3 quartos para a
prieto to principe, que raobiliarara o ra:-
ItSor qu: pulerara, pois ti.ilia a leeuiilo
que o nio da raiulia, durante o 3:11 cipti-
vpiro, tivC3se tudo que li" fosse necessario.
L'varam a -u: ft*mp!at n a a comprar
viuh'js ganeroaoa e charutos havanos, e a
mulber do carreiro. qua era uraa encllen-
te cosiaiieira, servira o principe o raelhor
qm podesse cora a comida.
Adquirirara !7ros, revistas e at ura jogo
de xadrez. Estava tu lo previsto. Qieriam
trntal-o com o respeito dvido su hierar-
chia, para obtcesai delle, era comp jnaacao,
tulo quanto desejassera.
Tinham r?solvido que, no caso do terera
de fugir, nSo tentariam volental-o em oou-
sa nenhuma, a nao ser quo a 3S0 sa vis-
so m obrigados.
Raalisada a empresa, partira ura d'ellea
para Pars, atm de dar couhecinento ao3
ehefes do raovimonto fanano, sem lhes
revelar a paragom onda estava oceulto o
principe, e o comit central negociara
a abordado d'aquellf, sendo posto;; era li-
berdade to!o3 os fenianos qua estavam
presos.
Duranta as negociagoas procurar-se-hia
espalhar 03 boatos mais contradictorios so-
bre o captiveiro do prncipe o exagerar 05
perigos qua correra a sua preciosa vida.
Conseguido o seu utento e postas em
hberdade 03 fenianos, alugariara u trem,
cujo cocheiro erababedariara n'uraa esta-
lagera de Jlolborn, e da noita conduziria
ura u'elles o trera a casa do c-arreiro.
A' meia noit; convidariarn o principa a
entrar no trem cora os 0II103 vendados, o
depus de dar mil voltas, canduz o-hiam a
um bairro distanta.
Chegados all;, fugiriara os conductores
do captivo e toraariara o priraeiro corab< io
p2ra Liverpool, de onde embarcariam
para a America, emquanto qua o principo
ao notara desappaiigao dos s us guardas,
tirara a venda e tomara as redeas do
carro, dirigindo so ao seu palacio era Lon-
dres.
Como se \e o plano era hbil e estava
bem combinado. O qua lhas faltou, porra,
foi o melhor, foi o principe que niio con-
seguirn! prender.
Tentativa de prisao do principe
de Galles.
O recenta desastro de John Magel, deu
occasiao a qua ura feniano, que est ha
rauiw tempo" refugiado em Chicago, rev
karaa atrevida tentativa em que elle
_lu parto mui.'o activa, mas que ficou
frustrada por causa da explosao da cadera
de Holloway, quo poz de sobreavso a po-
lica da Londres, e que fez cora quo o
principa de G*alles adoptasse medidas do
prudencia a quo niio estava costumado.
Eis o principio e o fira da tentativa: o
principal jornal, org.to dos fenianos, tinha
sido sequestrado, e varios patriotas irlan-
do face oseada o flraqueada direita
esquerda por duas portas de servigo.
Um bioo de gaz acceso precisamente
nesso pataraar espalhava uraa luz viva.
Proli approxiraou-se da pequea porta
da esquerda e examinou a cora cuidado.
Urna cruz pequea, tragada com giz e
quasi invisivel oceupava o meio de urna
das almofadas da porta.
Ah I raurmurou elle, por aqu que
se entra est mito
E bateu tres pancadas levemente com o
dedo.
A porta entreabri se.
O mogo introduzio-se por aquella peque-
a abrtura e achou-se era ura corredor es-
curo o estreito-
No fundo.... direita. .. disse-lhe
urna voz.
Proli, apalpando as paredes, porque a
escuridao era completa, esbarrou de eu-
contro a uraa porta estofada, que cedeu e
deu Ihe entrada era urna sala bem Ilumi-
nada.
Urna mulber, de eerca de cincoenta an-
no3, cuja cara, pintada exageradamente,
conservava ainla alguns tragos de urna
belleza outr'ora resplandecerde o agora
desbotada, estava sentada naquella sala,
diante do uraa escrivaninha, e escrevia al-
gariarooa ero um agenda.
Levantou a cabega, quando o italiano
entrava pda porta.
Ah I o Sr. Proli ?.. disse ella
cote gracioso sorrso dos seus labios pinta-
dos, teve bora faro era vir estaraoite.
Porque razSo, rainha cara senhora ?
Porquo toremos numerosa e boa com-
panbia, e tenho rszoes de crer quo se joga-
ro fortes sominas... J ah est muita
gente. ejogadores que lera chelpa.. .
Comega-se daqui a pouco.
Proli tirou do bolso o bilhete de cin-
coenta francos e deu-o Sra. Thirou, as-
sim se chamava a ex cocote, que, qua de-
pois de ter vivido da galantera, emquanto
isso era possivel, vivia agora dos rendi-
mentos de uraa espelunca clandestina orga-
nisada por ella.
Pague ao da sua cea, so faz favor,
disse o italiano o d me o troco.
XI
A 3ra. Thirou agarrou na nota, levan-
tou a por forma a collocal-a entre os olhos
e a luz e examinou-a por muito tempo com
attencSo ebeia de desconfianga.
Certa, emfim, de que era boa, metten-a
na gaveta da escrivaninha, diante da qaal
Pleito curioso
Os tribunaes ruasos tratara actualmente
de um pleito extremamente curioso e ori-
ginal.
A prncezi X... confiou ao morrer, a
urna amiga a sua cadella Gpsy, deixando
tambem no seu testamento a quanta de
mil rublos, cujo rradiraento deva serv'r
para o sustento do animal.
Por espago de algura tempo acousa nao
apresentou dfhculdades.
Mas a pobre Gipsy falleceu ha pouao e a
sua nova dona julgava ter direito ao capi-
tal, visto que o testamento nada dizia a
este respeito.
Mas de repente apresenta se um indivi-
duo possuidor do urna filha de Gipsy, recla-
mando a heranga para o su:cesssor da ca-
della.
Os cues podem herdar do seus pas !
E' esta a questo pendente nos tribunaes
rasaos.
"Asseguram no raherio moscovita que
nem o proprio Saloroo seria capaz de re-
solver satisfactoriamente o assumpto.
estava sentada e restituio a Proli quaren-
ta e cinco francos, era pegas de cera sol-
dos.
Vai ter esta noite uraa cea qua de
lamber os dedos at aos cotovellos, disse-
lhe com ura sorriso, fiz boje loucuras !
O italiano metteu o dinheiro na algibei-
ra, abri urna porta e penetrou n'uraa pe-
quena sala, dzando entre-dentes:
Urna cea de cinco soldo3 por cinco
franco*!...
Cooirap as taea Ioucuraa, Venus do ce-
miterio.
A pequea sala estava absolutamente va-
zia.
Proli attraves ou a, abri urna seguada
porta e entrou n'uma sala bastante vasta,
cujo centro era oceupado por uraa mesa
coraprida e larga.
Linhas tragadas a giz dividiara em com-
partimentos igures e nuraerados o panno
verde sue cobria a mesa, rola da qual
urna duzia de pessoas, homcns e mulheres,
j se achavam sentadas.
Outros freguezes da espaluaca conver-
savara perto do fogo ou da janella, espe-
rerando o momento do cartoar.
Aquelles jogadores e jogadoras apresen-
tavam os mais diversos typos.
Entre as mulheres, algumas eran novas
e bonitas, vistidas com elegancia de dar
na vista e-trazendo numerosas joias.
Outras.do idade incerta, ou antes dema-
siadamente certa, e vestidas srdidamen-
te, parecam-so cora aquellas velhas que
especulam nos Mouzaia e as doras de la
Chaudronnerie e que se v errarem, eo.xo
almas no purgatorio, era volta da* gradea
da Bolsa, esperando os seus intermedia-
rios.
Alguns jugadores, estragados per sua
paixao favorita, tinham as faces encavadas
e os olhos brilhantes de febre.
Alguns mogos, bonitos rapazes, mas de
ar suspeito, veatiam com irreprehensivcl
correcgSo o trajo da noite : casaca preta,
gravata branca e collete aberlo : pareciam
ricos.
Outros, pelo contrario, tinham ar de ea-
tudantcs pobres ou de provincianos ao do-
mingo.
Neasa gente havia velhos, cujas physio-
nomias honradas eram com certeza enga-
adoras e cujos cabellos brancos n2o me-
I.ciam respeito.
(Conrnroiir-seA-o)
Typ. do Diario, ra Duque da Caxiaa-n. 42
J
I mam \

1
V


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