Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19258


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Full Text
I
ANO Lili NOMEBO 81


l'iti.t .. *- ift'i'.tl, 13 iLlGAHVS OWDE SAO *E PAC.4 PORTE
'o ." ...
: o acia iiui lem. .
Por um auno uoai......
nvuubro lvuiso, do mesmo dia.
60000
124000
244000
^100
,nA~
u
9 DE ABIIL EE
PARA U EX TRO E TORA O A PROVINCIA
Por seis meses adianuidos....... i fcxfc
Por nove ditos idem................. 200000
Por um anno den................. 27(5000
Cada numero avulso, de das anteriores........... ilvXJ
PERNA

Proprie>abe > JUanoel Jtaurira >e Jara & -filljos
ELEGRAMMAS
il

i

(Especial para o Diario)
LONDRES. 7 de Abril, noie.
O r. UladNtone apreeutou C-
mara iIon < ii.'innuH o projecto de
lei obre a autonoma da Irlanda.
A aprewenlaro dcssc projecto pro-
ilu/1 grande ennaro non nirmliru
da Cmara.
ATHENAS, 7 de Abril.
OSr. Delyanni*. presidente do con
el lio, deelarou a Cmara do Depu-
lailus que o governo frrego >! re-
s.iUiila a ri iwiiar o accordo das
grande* mit-iiriai relativamente as
rfii indi ai-Oes da Grecia.
SOPIIIA, 7 de Abril.
O Kovernu linLan aceita a der'wao
do Sulla referente nomeaco por
r. anuo do principe da Bulgaria
orno governadorda Romlla Orien-
tal.
Agencia Hava3, lial o.n Pemambuco,
8 de Abril de 1*86.
Mu tas vezes a lettra endossada a um individuo
por tate endossada a outro, e ainda por este a
outro, etc. Na epocha do vencimento a importan-
eia recebida pelo ultimo portador, que o indi-
viduo i. favor do quem foi feito o ultima endcaao.
Se c- saccado nao a pa^ar, deve e portador exigir
o pagamento do ultimo endossante ; nao pagando
este, do anterior, e assim por diante at o s iccad or.
(Contina).
?RTE Ut'FlCUL
Ministerio da Guerra
Foi nomeado encarregado do forte de
Tamandar o major honorario do exercito
Joaquina Francisco Diaiz, ein substittn'cao
do alferes refjr >. lo Thoiaaz Gomes Viei-
ra Lima, que >i spensado.
Mandou se continuar addido ao 1.
regiment de cav.illaria o tonento do 2.
da mesnia arma Carlos Delfim da Carvalho.
Foi nomeado quartel raestre ao 1."
batalliiio de infantina o alferes Joaquim
Justiniano da Silva Carvalho.
I
INSTRCC10 POPULAR
economa poltica
(Extrahido)
DA BIBLIOTUBOA DO POVO E DAS ESCOLAS
(Continuado)
CAPITULO II I
Troca e circalaco da riqueza
E>ir>:r. mi- iti'Otiiecarios. Pexhobes -O credi-
o cmcele-sa de inultos milis differentes. As
vezes um individuo auxiliado por un emprestimo
permaaente, que llie taz um migo, o qual n'elle
tcm confi-inga. Eraprestam-se grandes som-nas
sobre hypotheca, como se diz ordinariamente. Por
exemplo : um individuo, que com o aeu dinheiro
montou urna f.tbrca de louga, precisa, para a me-
lhorar ou para comprar mileriaes, de levantar um
emprestimo ; d como garanta deste a mesnia fa -
bnc-i, iatn d ao credor o direito de venler se
a divida nao for piga no devido prazo. Diz-ae
n'eate cas o que a fabrica fj hyp othecada ou dada
tcom i hypotheca.
Muitas instituigo-.'s ha, raes como as eompanhias
de seguros, as de c-nstrs^coea, que emprestara
grandes eipitaes sobre hyputbsca ; e muitas pes-
HMM ricas coilocam pelo nismo proceso o seu
dinheiro.
Pelo alagad di dinheiro emprestado pg o de-
vedor um juro, que varia segundo diversas cir-
etimstancias. So nosso paiz o juro inais cominmn
i de 5 p T lento.
Os c-n;ires'inies byp'theearios sao geralraente
feitos sobre capital fixo, como casas, fabricas,
qnintas, e 4a de loaga duragio. Os bens
movis [Indos cima garanta de um emprestimo
to.n i.n 0 i me de p i.I-ores.
IJasi : Sos pases adiantados, urna grande
part- I i Bl i ie me ida pelos bancos e casas
pd le il er-se, neg iceiara com o
Crdito, on c m a divida. Os bancos fazem diffe-
rentes operacSes ; mas a sua pnorpal funegao
t utrera linli.-ir emp estado a mis individuos
para o i tDpn sUrem a outros que d'elle precisara,
gmnhando para si a dtBeteof entre o juro que pa-
gan pelo primi-iro i n que recebem pelo segundo,
ij lando ora neg.iante v.'iide um earregamento
de rr. r- .i iras, receba dinheiro em troca,dinhei-
ro de que pode nao tor immediata necessidade,em
niunto D&> eo pri nutro carregamento. Os quo
receben! rendimentee, dividendos, etc., nao os gas
t im ir.linariam -ole de urna t vez : e em vez de
os guardirem em casa, onde cetariam cm risco e
aeriam impr.duetivos pref rem razoavelmente de-
posital es n'um baneo, oo, n'ontros termos, empres-
tal-os a um banqueiro, que fica obrigado a resti-
ruir lh'os quando d'elles precisam e que lhes paga
um juro pelo emprestimo.
Tem as seguintes v-ntagens o depositar o dinhei-
ro nos bancos :
1 O dinheiro est alli em seguranca porque os
banqueiros g.iardam-n'o em cofres fortes, bein fe-
chados c A prova de fogo ;
2* E' fcil recebel-o, por meio de cheques, com
osquaes polemos cotnmodamente fazer os nossos
pagamentos ; #
3a O dinheiro, emquanto depositado ns banco,
est vencendo um juro ; por con eguinte est pro-
duzindo rqrezs.
O banco emprega o dinheiro, tanto o de que
depositario como o que constitue o seu capital pro-
prio. em diferentes negociacoes. Urnas vezes em
presta o sobre hypotheca de predios, mcrcadorsas,
acgOes da eompanhias, fundos pblicos, etc. ; mas
neste ganero de operacoe nSo pode elle empregar
nma grande parte dos seni fondos, por causa da
difficuldade do reembolso, no monento em que
pode precisar delles. Um dos modos msia simpli-s
que elle tem de emprestar dinheiro, penoittindo
aos scui depositarios que exceJam o seu eredito,
isto 6, que levantem mais dinheiro do que aquelle
ne l teem depositado. Chama se a isto permit-
tir os saques a de^eoberte. Naturalmente o bance
deve para isao ter grande confianca no seu cliente
ereceber garantas, j offereeidas per elle j por
seus dadores,
O meio mais usual, porm, e mais conveniente
Sara nm banco dar crdito, e empregar o-|jeus
lindos, o descont das lettras, isto e o adiants-
mento de dinheiro ero t.oca de urna promessa, for-
mulada n'uma lettra de cambio, do reembolso em
epocha determinada.
O portador de nma lettra de cambio, se precisa
do dinheiro que ella representa antes da epocha
fizada para o pagamento, airige-se a nm banco e
transiere para elle o direito que tem quelle valor,
o que se chama endossar a lettra. 0 banco, qoe
fica sendo o portador, d-lhe importancia d'ella,
descontando o juro correspondente ao perodo de
antecipacio.
Ministerio la Mariana
Foram mandados desembarcar da
corveta Amazonas o 2. tenente Olympio
Thompson c da corveta > ithe.roy o carpin-
teiro de 2.a olasso Claudio Alce.
Foram mandados destacar para as
lanchas torpedeiras; da corveta Hytheroy
um 2-" tenente, nm guarda marinha, um
3. machinista e dous foguistas; da corve-
ta Amazonas o 1." tenente Albino da Silva
Mala, um machinista d 2.a classe e um
dito de 3.a, da conhoneira Mamj o 2. te-
nente Leopoldo Elmundo Milier, um ma-
chinista !e 3 a classe e um foguista; e do
en 'ultrajado Sete de Setembro um 2." te-
nente, um macuinista de 3.a casse e 2
foguistas.
Foram no aneados para embarcar no
encourauado Sete de Setembro o mestre de
1/ cl-isse Lnurano Antonio do Nasi men-
t e na corveta Nitheroy o "arpinteiro de
2.;' classe Horacio Augusto de Mattos.
------------------- Governo da Provincia
[lESPACIIOS DA PRESIDENCIA DO DIA 7
ABKIL DE 1886
Aquilino Cesar de Mello Barreto.
forme o Sr. director do presidio de Fer-
nando Arsenio Ribeiro Fortes. Sim, pagando
o supplicante as comedorias.
Antonio Jos da Costa Araujo. -IoforJ
me o Sr. inspector da Thesouraria de Fa-
zenda.
Ignacio Lsopoldo de Albuqnerque Ma-
ranhSo.- Subsisto o despacho desta presi-
dencia de 28 de Dpzembro ultimo, e sejam
os autos rcmettidos ao juiz de direito da
comarca de Pao d'Alho.
Jo2o Leite le Araujo. Deferido com
offi io ao Sr. hrigadeiro commandante das
armas.
Maria Rosa Peroira. Informe o
inspector geral da instruccao publica.
Manoel do Nascimento Vieira da
nha. Ncgta data se remette ao director
do presidio de Fernando de Noronha copia
da informagao.
Severino Jos de Oliveira c Silva.
Dirija se s autoridades compst.mtea.
Secretaria da presidencia de Pernambu-
co, em 8 de Abril de 1886.
O orteiro,
J. L. Viegas.
DE
In-
Sr.
Cu-
Reirarticao da polica
S^cjilo 2a.N. 359. -Secretaria da Po
licia de Pcrnambuco, 8 de Abril de 1886.
Illrn e E :m. Sr. Participo a V. Exc.
que foi hontem recolbido na Casa de De-
tenerlo apenas o individuo de nome Anto-
nio Manuel Jos Santos, que foi preso por
ambriaguez, de ordem do subdelegado do
2o districto da Boa-Vista.
Falleceu hontem na enfermara da
Casa de Dat^njao, de tsica pulmonar,
j sentenciadoAmaro Rodrigues Souto.
O subdelegado do districto da Var-
zea apprehendcu e remetteu a esta repar-
tico onze facas da ponta.
Pelo subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, toi reraettido ao Dr. juiz
de direito do 2C districto criminal, o in-
querito policial a que pro:edeu contra An-
tonio Laurent'no de Mello, que fra pre-
30 cm flagrante, como incurso as penas
do art. 257 do Cod. Crim.
Coramunicou-me o delegado de Cim-
bres que no dia 16 do mez findo procede
ra a visita da cadeia daquella ciiade, na
}ual foram encontrados triata e dous pre-
sos, sendo vinte e dous sentenciados, qua-
:ro pronunciados e seis indiciados em di-
? crimes.
Deus guardo a V. Exc. IUm. eExtn.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leilo,
muito digno vicepresidente da provincia.
O chefe do poli :ia, Antonio Domingos
Pinto.
Estrada de ferro de Rlbelro a
Bonito
l'AKECEB APBESEKTADO AO EXM. SR. PRE-
SIDENTE DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO,
CONSEUIEIRO JOS FERNANDES DA COSTA
PEBEIRA JL'SIOR.
Iocumbidop por V. Exc em officio de 15 de Fe-
?ereiro do correute anno, do ex < minar, qner sob
n aspecto technico, quer sob e econmico, a ques
lio elativ- ao favor concedido pela lei n. 1,837
de 6 de Abril do anno passado, eolhendo para isto
c dados necsarios afim de qae se po9sa ajuizar
da renda provavel das estradas de ferro de Agua
Preta Colonia Sociorro o de Ribeiro at Boni-
to, vimos presentar o resultado d'essas investiga-
roes, deseulpsndo V. Exc as lacunas ou nsutfi-
c uncas que n'este trabalho se possam apresentar.
Pela lei n. 1,456, de 9 de Junbo de 1879, d'esta
provincia toi a presideucia respectiva, autorisada
11 contratar com o Bario de Serinhem, Sebastiao
AIv com quem melhores vantagens offereeesse, a cons-
jmc Jo de duas estradas de ferro, psrtindo ambas
de Palmare* e terminando, urna na margem es-
querda do rio Jacuhype em um ponto frontero a
Colonia Leopoldina e a outra na villa de B niito,
mellante diversas clausulas das quaes aa princi-
taes detcrmim.vam que as estradas seria n de hi-
pla 14UI1I a do prolougamento da estrada de faro
do Uecife ao Sao Francisco, o privilegio seria de
noventa aun os, com urna zona lateral de doze ki-
lmetros e direito de assentar trilhos as estradaa
de r.idag.'in entilo existentes.
A lei provincial n. 1,5(1-1, de 6 de Janli > de 1881,
determinou que a lei de 9 de Junbo da 1879 aci
ma mencionada, fiase executada com as seguintes
modificacoes : .
1.a As estradas scrao de bitola estreita, a ar-
bitrio dos contratantes segundo os aystemas mo-
lernos.
2.a Em identidade do circunstancias, sero
preferidos o Barao de Serinhem, Sebastiao Alvca
da Silva e Jo Alves da Silva.
3.a Do ponto tcrmtual da estrada de Palmares
a occorro, como determina a Vi citada, pod-rao
os contratantes de accordo com o governo provin-
cial, prolongar a linha at mais cin o leguas a
leste ou oeste, costeando aempre o valle do Ja-
suhype pela margem esquerda.
Em 2 de Junho de 1882 d.terminou a presiden-
cia da provincia que fssse celebrado com o Barao
de Serinhem e outros, o contrato de conatruccao
d'essas estradas de ferro, mediante quar.-nta e
seis clausulaa das quaes destacaremos, como mais
importantes para nusso nm, as seguintes :
0 ponto de partida das estradaa ser Palma-
res e terminarlo, urna, na margen esquerda do
rio Jacuhype em ponto fronteiro u estincta Col
uia Leopoldina, passando pola Colonia Soccorro, e
outra na villa do Bonito, de conformidade com a
le provincia! n. 1,455, de 9 de Junho de 1879
combinada com a le n. 1,564, de 6 de Junho de
1881.
Os concessionario terao o direito de prolonga-
mento pela margem do Jacuhype at cinco leguas
para ste ou oeste d'este ponto.
O privilegio durar noventa anuos a contar da
data da conclusao das obras. Ter tambem a zo-
na privilegiada de doze kilmetros para cada lado
do eixeda linha eodireiti de assentar trilhos as
estradas de rolagem existentes, com previa auto-
risajao do governo geral para a pai'te que foi
construida por conta da verba Soccorros Pbli-
cos.
A bitola ; era setenta e cinco centmetros entre
as faces internas dos trilhos.
Os trilhos terao o peso de doze kilogrammas por
metro con ente.
A plataforma dea cortes ser de l,'"iO fra as
valetas e a dos aterroa ter de largura 1,'60.
As curvas terao no mnimo o raio de 3,m0.
Os declives musimos terao de 2 "/j.
As tarifis serao revistas de cinco em cinco aa-
nos, afira de ser m reduzidaa proporcionalmento ao
aug 1 ento favorawl do trafego.
Dore dimento liquido que exceder de 10 %de-
poi3 de -eduzidas as tarifas, se tirar al 20 /
para fundo de reserva, com o Qm de reformar o
material.
As duvidas na interpn'tacao d'este contrato se-
rio resolvidas por arbitramento.
A lei provincial n. 1,684, de 21 de Junho de
1882, faculta aos concessonarios o prolongaren! a
linha de estrada de ferro de Palmares Bonito,
at Pesqaeira, podendo alterar o tragado com tan-
to que o ponto de pnrtida fique situado entre as
estu^Ces de Palmares e Frccheiras.
Por ajto de 15 de Julho de 1882 reso'.veu a pre-
sidencia da provincia contratar com os concessia-
narios o prolongamento de Bonito at Pesqueira,
de conformidade com a lei n. 1,684, de 21 de Ju-
nho de 1882, concedendo que seju alterado o tra-
eado comtanto que o ponto de partida fique .a
estrada de ferro do Recite ao S. Fraucisc, entre
Palmares e Frecheiras.
Kesolve, outrosim, que o resgate da estrada de
ferro de Bonito Pesqueira aera reg lado pelo da
do Recife ao Sao Franciaco.
Por outro acto de 6 de "-'etembro do mesmo anno
sao feitas diveraaa modificacoes nos contractos ce-
lebrados em virtude das portaras de 2 de Junho
c 15 de Julho do mesmo anuo, dispondo que o
resgate poder ser feito quarenta e cinco anuos
depois de aberta toda a linha a o trafego.
A bitola ser eetreita ou larga, a juizo dos con-
cessonarios, conforme os interesses e neceaaidades
do servico, sendo a base o mnimo estabelecido no
contracto.
Altera tambem diversa3 clausulas attinentes a
passes e transportes por conta do Estado, e define
o modo de se resolver as duvidas por arbitramento.
Por portara de 8 de Maio de 1883 foram appro-
vados os estudcs presentados pelos c<.ncessiona-
rios e r.latvos ao priraeiro trecho da estrada de
ferro de Ribeiro at Bonito, de conformidade
com a informaco da Repartifo das Obras Pu
blicas dida em officio u. 8 de 9 du Maio do mes-
mo anno.
A lei provincial n 1,769 d.' 21 de Junho de 1883
autorisa o presidente da provincia a modificar o
contracto exietente com os conessionarios da Es
trada d? Ferro de Bonito a Pesqueira de Colo-
nia Soccorro, em ordem a passar, aquella pela villa
de Sao Bento e esta pela de Agna Preta, o a am-
pliar o piaso para o conreo dos trabalboi que so
contar da tcrininaco dos estudos das referidas
estradas.
A estrada de Soccorro dever partir de qualquer
ponto entre as esmeoes de Agua Preta e Palma-
res.
O acto da presidencia de 5 de Novembro de 1883
resolve, de accordo om as informacoes prestadas
pala Reparticao das Obras Publicas e outras, ad-
ditar ao contracto primitivo as duas clausulas con-
signadas na lei n. I,7b9 de 21 de Junbo de 1883 e
sao as si-quintes :
l. A Estrada de Ferro do Ribeiro a Pesqueira
pasear pela villa de P. Bento.
2.* O praso para comeco das obras ser contado
da termnaco dos respectivos esturloe.
A portara de 10 de Dezembro de 1883 approva
de conformidade com a informacao prestada pela
Reparticao d?s Obras Publicas em officio n. 25< de
6 de Dezembro de 1883, os estados apresentados
pelos concessiouHrios para a linha de Bonito a
Pesqueira.
Pela lei provincial n. 1,837 de 6 d; Abril de 1885
foi a presidencia da provincia auto.isadaa modifi-
car ou ampliar as clausulas do contracto das es-
tradas de ferro de Agua Preta Colonia Soccorro
e de Ribeiro s B nito e r'esqueira, no sentido de
toroal-as realisaveis sera que todava possa al'erar
o tragado j determinado em lei.
A le provincial n. 1,853 do 25 de Juibo do mes-
mo auno concede companhia ou eompanhias que
se organisarem parz a construccSo das estradas de
ferro de que tratam as leis ns. 1.455 e 1,648 a sub-
venc.Io de nove contoa de ris por k limi-tro, d>-pois
de verificada a entrega definitiva de cada um del-
les, certificada pelo fiscal de qae trata um dos
artigos do contracto, dovendo ser o pagamento
d'essa subvenco, f ti em apolices a juro de 5/,.
A companhia previnir a presidencia, para esse
pagamento, com 3 mezes de antecedencia.
Como rcpnsintante dos concessionarios rrque-
reu o Bario de Serinhem, em 27 de Agosto de
1885, que no Th.'souro Provincial seja lavrado e
devidameute assignadoo respectivo termo de con-
tracto addicional em que fiquem consagrados os
novos favir.s concedidos pelas leis ns 1837 de 6
de Abril de 1886 e 1853 de 25 de Julho de 1885.
Em 12 de Setembro do mesmo anno, vista de
nforinacocs prestadas pelas reparticoes do The-
aouro Provincial e Obras Publicas, resolve o pro
Bidente da provincia qae sejam additadas ao con-
tracto primitivo tres clausulas constantes das leis
na. 1839 e 1853 e que determinara :
1.a Ficam as empresas que se organisarem para
conatruccao iaentas do pagamento de qualquer im-
posto provincial ou municipal, pelos contractos
que tiverem de ser celebrados ou transferidos.
2.a E' concedida a -ubvenco de nove contns de
ris por kilmetro depois de verificada a e .nstni
cao e entrega definitiva de cada um d'elles. cer-
tificada pilo fiscal de que trata a clausula 16.a do
contracto de 2 de Junho.
3.a O pagamento d'essa subvenco ser feito era
apolices do juro de 5*/0.
4.a A presidencia Ja provincia fica autorisada a
fazer a emisso necessaria e proporcilo que se
tiver de realisar a referido entrega, precedendo
aviso da empresa com antecipacio de nunca me-
nos de tres mezes.
Era 15 de Setembro ainda do in^smo anno re-
solve o presidente da provincia 1 obr'estar na por-
tara de 12 do raesmo mez at que lhe sij.-.m mi-
nistradas mais completas informacoa que paasa a
exigir.
O officio de V. Exc. de 15 de Fevereiro do cer-
rente anno completa at agora, a vida official d'es-
sas estradas de ferro.
Depois de haver estudado todos os documento,
plantas e perfis relativos estrada de ferro do Ri-
beiro a Bonito nica acerca da lual existem da-
dos, na Secretaria d'essa Presidencia, dirigise o
eng' nheiro Alfre Dias, abaixo a33gnado, a Bonito
e perc irreu toda a zona indicada no tragado da
linha de estudos apresentada pela Companhia.
O terreno percorrido, a partir de Ribeiro at
liba de Flores, na cxte:-so de 22 kilmetros em
geral, pouco accidentado, atravessando a linha
projectada, cm todo esse percurso, urna vez o
rio Amaragy.
A cha-se ahi estabelecitk) um grande numero de
engenhos de assucar com prolueco tendente a se
desenvolver c nrs quaes anda existem cm nao pe-
quena extensio Irondosisaimaa mattas que poderlo
na sua maior parte ser aproveitadas pela indus-
tria.
De Ilha de Flores at Cbelleira o terreno passa
a ser bastante accidentado, sobretutlo na pirre se-
puida pela linha projectada que tiv^ de. acompa
nhar raargens do ro Serinhem, em costas de
grandes declividades.
De Cabelleira ao psjsaaw Arco de Urupema
torna a linha a encontrar terreno de fcil accesso
e uo qual ter ella de ser desenvolvida afim de
ee conseguir galgar a garganta denominada do
Bisouroponto culminante de toda zona e de onde
se coroeca a de3cer paja a villa de Bonito.
No espaco comprchendido entre Ilha de Flores e
Arco de Urupema, j se tcha estabelecido um
grande numero de engennos, cuja prodcelo bem
como as dos precedentes, encentrar V. Exc. em
urna relaco appensa >> cate trabalho.
Ahi ainda sao abundantes as raattas de que po-
dem ser extrahidas madeiras de lei.
De Arco de Urupema em diante, terreno aprc-
senta-sc desnudado de mattas, tendo porm sia*
nformado o masmo e igenheiro de qua algumas
existiara acerca de ineia legua da linha p-ojec-
tada. N'elle, entretanto, se encontrara aind? al-
guna engenhos de pequea torga, dedicando-se os
moradores d'esse trecho mais principalmente cul-
tura de cat da qual esperam colher m<-lhores
resultados.
Para essa rcsMucio, concorre a difficuldade quasi
insuperavel de se transpoitar tachas de ferro e
outros raateriaes proprios para o iabrico de assu-
car, atravs de eaminhos intransitaveis durante o
invern e de difficil accesso ao verlo.
A safra de caf j atfinge soaima superior a
21 il kibgrammas.
Em todo terreno que se pereorre at Boaito, en-
controm-se grandes plantacoes de c 'rcaes, como
milho, feijo, mondieca, e comeco de planto de
cacoeiros.
Ha ainda muitos terrenos, cortedos por corren-
tes d'ngua, que .esto desaproveitados, mas, nos
quaes, fcilmente," poderlo ser estabelecidos novos
engenhos o onde, pela facilidade de ee encontrar
trabalhadorea, as plantacoes de cereaes, bem como
do caf podiam vir a avultar em um periodo rela-
tivameate limitado.
A massa d'agua rolada pelo rio Serinhem pode
tambem vir a concorrer, pelo estabelecimento em
suaa margens, de fabricas de fiaelo e tecidos de
algodio, a cuja plantacio muito se prestam ex-
tensos terrenos adja^cntes, para dcscnvolvimento
da zona, nio sendo fcil encontrar na provincia de
Pernambaco, terrenos cm que mais accumuladia e
prompfos a desenvolver-se estejam os elementos
de prodcelo, urna vez estabelecidos bons carai-
uhos que ponham em commuuicago esses centros
com os mercadas consumidores.
O tragado da linha frrea projectada conaidera-
velmente modificada, aproveitando-se para sso
diversas gargantas nio exploradas, mas cujas con
diges vantajosas foram indicadas pelos moradores
da zona percorrido Irar dimnuigio no movmento
de trras apontado, com vantagem para o CBsto
kilomtrico de conatruegio.
Fclas difficuldades, qne. na extensio de cerca de
dezoilo kilmetros compreheodidos entre Ilha das
Flores e Cabelleira, apresenta c conBtrucgio d'essa
estrada, de crer que o cuito kilomtrico da via-
ferrea do Ribeirio Bonito attinja a importancia
meda de 35:O0O00 ', o qae eVvar o custo total
da estrada a quautia de 2,000:000*000, mais ou
menos, empregados na extensio de cerca de 60
kilmetros.
Renda.Encontrando-se na zona percorrida
para ma3 de S8 engenhos, cuja ^produegio media
em assucar monta desde j a 6.750,000 kilogram-
mas aos quaes offerecer sem competencia, a es-
trada de ferro do Ribeirio a B mito, o mais fcil
e barato transporte, e admitindo-se ua extensio
dos 60 kilmetros que a constituirlo, o estabeleci-
mento de e8tages noa engenhos e localidades de-
nominadasCaxang. Progresso, Ilha de Flores,
Riacho do Sangue, Guabiraba e Bonito, cojas dis-
tancias, respectivas, cm relagio Ribeirio^ ponto
inicial da linha-terrea em questo, sao : 7k,300,
llk,500, 21k,000, 33k,000, 43k,500 c 60k 000, veri-
fica-se que a renda provavel do assucar transpor-
tado, calculados por tarifas iguaes as que vigoram
na estrada de ferro do Recife a Limoeire, combi-
nadas com as do prolongameuto da do Recife ao
-. Francisco, elevar-se-ha a quantia de.........
29:152/500, assiui distribuidos:
Estacan de Caxaug-637,500k a
1,300 por l.OOOk 828/750
Estagio de Proeresso-930,000k
'.'$600 por l.OOOk 2;418/000
Estaco de Ilha de Flores
3.000,000 3*900 por l.OOOk 11:700*000
Eslaco de Ri-cho de "-'angue
727,500k a 53200 por l.OOOk 3:7835000
Estago de Gaabiraba712,5O0k
6*500 por l.OOOk 4:6315250
Estacio de B mito742,500k
7i8O,p.rl,000k 5:791*500
Renda do assucar 29:152*500
Pode-se contar francamente que o transporte
de pasBageiros, merc*doias de importacio e ma-
deiras, cereaes, etc, dar era n sultado urna sema-
na igual precedente, o quea leva a renda total da
estrada a cifra de 53:305*000, que se nio exprime
tudo quanto pode produzir urna boa sena, deve
ser entretanto, contada coxo elemento poderoso
que concr-rra p:ra a crenga de que cm capago de
tempo nSo superior a cinco annos, possa a estrada
vr.r duplicada a sua renda.
Pode-se estabeleeer c w n edia de dtspeza de
custeio por kilmetro era trafego, a quantia de
1:500*000 e do confronto das quantdadea cima
apontadas, verificase que, estabelecida a via ter-
rea nos primeiros kilmetros da tona percorrida
at Ilha de Flores, e sdmittindo se, em esforgo,
que, o que se acha computada para a estacio do
Riacho do Sangue, ser entregue naquella, a ren-
da actual bastar para o custeio desses vinte
mu kMuin tr s, deixando ut um resoltado liquido
de 5:959*500.
O prolongameuto da via-ferrea, deese ponto era
dimite, sena dutermiuado j eio deseuvclviuieuto
da zona supirio', o que traria tedn a begorauea
a -a cupitaes embarcados nVss-i empnsa.
Muitc pouca> alo as tst.ri.das de ferro e.-tabe-
lecidas as provincias do nort-.- do imperio, com a
garanta de juros do gover.10 imperla!, que tive-
ram em seu comego, ti > grandes elerai ntus de
vida, como as j.ossue a Estrada de Ferro do Iti-
1 ir ira Bonito.
Recife, 18 de Margo de 1886.
Alfredo Fernandi-- Dias.
An'onio Witruvi-1 l'i lo B.uJcir. e
Accioli e Vasconcellos.
FranciscoAp^lig irio Leal.
su na de Ferro de Hibeiro
Bonito
i.i:i.\i,X" DOS ENGENHOS 1>E ASSU< AI1 QtE POB ELLA
SKRAO SERVIDOS

-s S 1
l'roducfSo de* - 1
NOME3 DOS ESCEXIIOS assucar em |
kilogrammas a 1 5 a
IB S
4 31
Lagcs...... 187 500 kil.
Paraizo..... 112.500 a o.ooo S i S
Prado ...... z ti
187.500 ~3 2 K
;---------uii.. ...lli .u-.^ == = = .i=
Procraeso..... 150.0 n kil.
Se^redo. . 112.500
Bom Desterro. 150.0 0 . 9
Flor do dia . 187..00 . O ? iO "*
Serrinha . 60.000 ^ y 3
Mogas . 60.000 . :i
Concordia 60.000
Ci xias 150.000
====.===^=== ^== _ = - =
Levas ...... 112.500 kil.
Linda Flor . . 181.500 .
Flor de Limlo . 150.000 .
Mary .... 150 000 -.
Ilha das Flores . 262.500 S
Pcdrez.... 150.000 ^ "**
Flor da Ilha . 150.000 .. | u!
Tigre .... 187.500 ' 3 1
Rio Branco 150.000 i =
Sobrad i nho. . 7.1.000 .
Alexandria. . 75.000 ..
Bjn Lugar . 112.500 . 1
II 1
i O
Prodnegao del g -
N0MES DOS ENGENHOS assucar em 1 ^ -^
kilogramma, i
- 3 B?
4
Recurso 45,000 kilog.
Berlim . 75,000
Aguas Bellas . 75,000
S. Jos . 75,o;x) 51
Furado. . 30,000 . n
Theso. 225,000 . i 5
Humayt . .,' 187,000 . 5 a
u.n 1111 150,000 i - ~
VIoscow . 75.000 -
Pedresiuho 37,560 1
Curral de Bois 75,000 > r
Cortes . 75,000 1
Riacho . .,112,500
==^======== ====== = = =
Monte-Pi 75,000 kilog.
api vara . 112,000 s
Extremoso. 45,1.00 3 ^c
Trauquillidade 150,000 . 8 r: s
Santo Antonio 15,000 > /-
Jatob 7,500 'i% -o 90
Coelho 37,500 a 3 >-
Vargem Alegre 311,000 . O 05
Canoa Verde 22,500 . Ti
lie. ruta . 45,000 > M
Diogo. r-7,500 -
Guabiraba 37,500 kilog.. g
Alexandria (2). 60,000 . -
Barra Nova 60,000 . .1 -1
O
1*1 se 0
1 *. Pioditc.cao d c 3 a
NOMES DOS ESGENUOS assucar em ki-' 0 5
logrammas
e-
f. 1 c
? = = r= = =z ==:=;=^ = ^= =r==: : 2=
Assucena de Cima . 30,000 kilogrs.
Assucena de Baixo . 15.000
Prejuy .... 7,000
Estreito .... 15,000
Nova Vida - 15,000 - S
Riachio . 75,000 -
Gyra-sol Saudade .... 37,500 45,000 25 i j:
Amora .... 60,000 3 ;to
Entre-montes 37,5(r0
Fid.lis .... 60,000
Floresta .... 37,500
Estiva .... 45,000
Maracuj .... 75,000
=========== ^==-=== --- = =
Riacho .... 90.OO> kilogrs.
J..rdim .... 60,000
Para de Cima . 90,00o
Para de B .ixo . li.000
Uniao..... 22 5'X)
Brejinho 15,000
Gaviao .... 1 .000
Tiqnra .... 7.500
Sapos..... 15,000
15,000 -
Pa'eptino . 7,500 . - ; ~.
Cene- i-,-So.... I5.i'00 X 41 3
1) )..iiinho .... 37,500 I 93 1-
Ferrio .... 15,000 O
Verdii.ho . 45000
Carica .... 37.500
90.000
Pedra Redonda. 37,500 .
Primavera 37,500
Bou Vista. 15,000
P.'quim .... 7,500
Antonio Alves . 15.000
Mutuns 1 37,500
Ribeirio, 14 de Margo de 1886.
0 enaenheiro bacharel Alfredo Das,
Che fe de secci to do prolongar nen to.
lAKiO DE PERAMBDCO
RhJOIFE, 9 DE ABRIL Dii 1886
.\iticla.s do sul do !in|*ei'lo
O vapor trancez Vi le de Bahia, ch gado hon-
tem do sul, trouxe as sefruintes nutic.'as e as qu*
c DStam da rubrica Parle Official :
Htnsm tieraei
Datas at 28 de Margo :
O juiz de airt 110 da comarca de Jola de Pora
cincedeu ordem de toltura por haben. corpus aos
eccravos d 1 Exm. Sr. Bario de Sania Mafalda,
sem prijuizo do procesan aobre resistencia.
O Sr. Dr. juiz municipal, p-r despicho proferi-
do nos respectivos autos, manJou que o Sr. dele-
gado de polica rocedesse a inquerito sobre o mes-
mo facto.
Consta que em consequencia deste despacho c
Sr. delegido de polica partir acimpanhaio da
forga necessaria paran lugar do eoDicto, afim de
priceder ao inquerito, em eujo acto tm de se n-
ti-rrogudos s escravos, ulm de outras diligen-
cias.
Nanoite de 19 do corrente, no lugar denomina-
do Bengo, a pouca distancia da culadt de S. .loac
d'.-1-Re, Dauiel Gomes dirigi se casa de Ma-
noel da C .su Severo e principiou a destelhar a
casa de seu negocio ; e em consequencia do que
um filho de Manoel da Costa Severo de nome Da-
uiel e tambem um iimio daqnelle por nome Joa-
quim Camillo da Costa Severo, sahiuclo armados
-in der'eza di aggr.'iido, travou-se grande Im-ta,
recebendo Dauiel Gomes um tiro que o matou ins-
tantaneament'.
O delegado, apenas teve communicagio do fac-
i, dirigi se ao lugar do conflicto, fazendo remo-
ver o cadver para a cidale, e procedeu a corpo
de delicto e rigios) inquerito, com nssistencia do
promotor publico, que requereu do juiz municipal
a prifao preventiva de Man a 1 da (,'osta Severo e
seus filhos Manoel Joaquim e Jos, que foram re-
colhidos cadeia. Joaquim da Costa Severo decla-
rou. Jipois da prisao, que fra elle o autor do as-
Bassinato c que o praticara em defesa propiia.
O Jornal do Ccmmercio, da c3rt, publicou
este teiegramma de Ouro Preto, era 30 :
Os estadantes desta capital incorporados fi-
zeram hontem luidosa raanifestagao ao Dr. Por-
rella, em reoonhecimento dos relevantes bci vicos
prestados instruego. As prineipaes familias es-
tiveram noitc reunidas cm palacio, d'ndo asatm
significativas prevas de a prego ao mesmo presi-
dente e sua Exm 1. familia.
0. Paulo
Datas at 30 Je Margo :
Foi anecionada a l< que autorisa o governo a
descender at a qu mtia de 50 000*000 com a ini-
cingao dos trabalhos de levantamento das cartas
relativas czploragao geolgica e gergraphica da
provincia.
Diz o Diario de Santos :
Nj verdade que hija em tratumento na-
Santa Casa um s doente de febre amarella.
E polemos asseverar que o estado sanitario
da ci lade pir eraquanti e regular.
Alguna cavalheiros da Lmei.-a frente dos
quaes acham-se os Srs. coramendador Jos Ver-
gueiro, cpito Jos Ferr.-ira da Costa, t: Drs. Vir-
gilio Pires e Chaves Ribeiro, tratam de levar a
--ffeito 11 fundaga 1 de urna casa banearia que favo-
rega as transaego-.-s do commercioc da lavourada-
quelle municipio, com capitaes lev-antades naquel-
la mesma cidade.
O capital do futuro banco, deve fixar-se em..-
5 D:00 i*000, dividido em accSea de 50*'XK) cada
um 1, das quai-s j est tomada grande parte.
Appareceram em Campias notas falsas de 10
.5*.
Falleceu em Santo Amaro, Galdino Antonio Pe-
reira de Andrade, que all exercia o cargo de es-
crivio da collee'oria provincial, e em Piraeicaba.
D. Rita de Camargo Moracs, muito couaiderada
nsquella cidade.
Hio de Janeiro
Datas at 31 de Margo :
As noticias sio de iuteresse local.
Eis as commerciaea do Jornal do Commercio
de 31 :
Ro, 30 de Margo de 1;86.
O mercado do cambio esteve hoje pouco activo
e sem alteragio na taxa banearia sobre Londres,
que anda 19 1,H d., com raros tomadores.
As tabellas uo Corara rcial e no do Commercio.
e as taxas do London Bank e Englsh Bank, sic-
as seguiutes :
Londr-s 19 1/8 d, a 90 d, v.
Pars 499 rea por fr., a 90 d/v.
Han burgo 614 ris por m. a 90 d/v.
Italia 505 ris p,r lira, a 3 d/v.
Portugal 281 e 230 '/. a 3 d/v.
Nova-York 2g640 por dol-, i vis*.
O moviinenio d da foi pequeo sobre Londres
a 19 1/Sd., ancaro, 19 3/16 d., dito, caixa ma-
triz, e a 19 5/16 c 19 3/8 d.,_pap*l particular.
R- piissuu-se papel nanearlo :. 19 1/4 d.
Na Bolsa o movmento foi importante.
Republica Argentiu;*
(Correspondencia para o Jornal do Com-
mercio, da i6rte)
Bueiios Ayres, 11 de Margo
Stimmaro.Victoria do partido nacional Furos
des ligados. O ouro a 56 "/,. O
commercio. O Banco da Provincia,
e o Banco Nacional.O carnaval em
Buenos Ayres. Scenas barbaras.
Oa bailes de mascaras.Noticias de
Montevideo.Demissio de um minis-
tro. l'ost-scnptum. O incendio da
Aifandega das Catalinas.
Tudo quanto previ realiseu se, a listi dos can-
didatos juaristas triumphou completamente n> es-
crutinio da capital e os eleitos do partido ligada
foram derrotados. E' impossivel descrever a cole-
ra e aa injurias proferidas pelo jornal rochista,
que est furioso *, ua j ha epitheto infamante, que
nao tenha langado contra o partido vence ior que,
seguro agora do seu wiumpho, nio se di n.m se-
quer ao trabalho de responder. A eleigao de Ju-
rez para presidente da Repblica Argentina um
tacto, e desde j o registro. Os lig 1 los accusaia o
partido uacioual de Laudes e invocam o testemu-
nho do paiz, sem se lembraiem que para o paiz
ubsolatamente iudifiereute essa luta de homens,
que se disputara o poder. Outra preocenpagio mui-
to mais grave atormenta o cdadio arg utino, e
fal-o pensar ariamenti' uo futuro mais do que to-
das as lulas polticas pres.-ntos c futuras : que
o ouco est a 55/0 e nio se sabe se ir anda mais
longe. O commercio est parado e os negocios 'io
diminuindo cada da ; e emquanto a massa da pa-
puligio empobicce, meia duzia de agiotas fazem
fortunas colassaes.
Urna das causas prineipaes do catado deagraga-
do das Guangas do paiz e a pouca earidi.de patria
dos ciladlos: o Banco da Provincia, umi das pri-
raeims iistituiges nanearas do mundo, tem a
desgraga de aer dirigido por homens cue fazem
poli ica at nos negocise que .vtio continuamen-
te em conflicto c -ra o Bao Nacional, que diri-
gido por pessoas p rtencentes ao partid) contra-
rio. O Banco da Provincia est em poder de Ro-
cha c dos seus iidhereut.es; o JVacinai depende
dos homens de Jurez e ura a outro cimbatem-ie
cora furia : o Provincial tem crdito e diuheiro, o
Nacioal tem por si o partido trumphaote, e em-
quanto um estada o meio de fazer mal 1 o outro, o
outro faz o mesmo, c quem paga tudo o paiz que
v ead dia augmentar o descrdito. Quanto seja



i un j


Diario de PernamhncuSexta-feira 9 At Abril 1886
. -..- -..-..
bello este exinpln d- patriotismo, deixo-o opi-
mo das pessoas imparciaes que nao podem assis-
tr sem dr ao destroc feito a este grande paiz.
Em poltica, pois, nao reinos nenhum uovida-
de, excepto o triniupbo all j previsto, pelas can de seu ministerio apresentasse, dentro de 15 das
didatos Juaristae. A poltica ceden o lugar au
carnaval, e S Exc. o general Roca, presidente da
repblica, deixou a capital para ir a Crdoba pas-
ear alguna diaa uo seio da familia, confiando a
direccao do Estado a S. Exc. o vice-presidente
Madero
Por minha desgrana tenho- asistido a muiros
caroavaes na miaba vida, mas devo oonfessar que
0 que presencia' dos das 7, 8 e9 do corren e em
Buenos-Ayres excede em louovra quanto tenho
visto, admiro-me que urna eidade iuo se diz civi-
lisada possa eutregar-ae a um aevertimento que
tem muito de brbaro.
Nrstcs tres diaa a eidade pareca transformada
em inmensa casa de doudua, onde os furiosos ha
hitantes tivessetn tno a lib-rdade de entregar-se
a todas as extravagancias de seu cerebro d .ente.
Disseram me que este anno fui um* exd-pco e
que nunca se tinha chegado fa tal ponto tiriur-
meute Seja cuno f .r, eu que nao estava aqu
nos annos passados, tiquei atord aJo e comm go
todos os estrang -iros que tiveram a idea po'ico
feha de ver este estpido divertimnnto. Dire
alguma cousa u esse resp.-ito : servir isto de di-
versa i a eutadonha poltica, c. m a certeza de que
nao me ble de acreditar, to impossivel parecer
o qu-' vou contar, e cir re tanto a pura > verdad.
0 carnaval peopriameute chamado nao te rea-
lisou este auno em consequenc'ra da falta de meios
e da iuliffcrenca di-s cidados No outros au-
nas a rasa priucipaes como a Florida, V.ctorm,
Riva.lavia, etc., estacaos toda enfi-itadaa. A ca
da vate passos via se um elegante arco de luzes
de gaz cun vidros de coces ; todas as jauellas
sacadas estavam einbandeiradas e enfei radas eom
estandartes; in casas particulares trabara tim-
be m extraordinaria Iluminadlo, e as ras esta
vam ebrias de carros carnavalescos cora trinta ou
quarenta mascaras dentro. O jogo limita va- s
aos pomitos, e aaaeveesaa-aae que ee dverti a
gente d>- um modo extraordinario, o que creio per-
feitameute.
Lste anuo os proprietarios das casas situadas
lias NUU em que se faziasa os hatajos recusaram
contribuir eom o muni. api i para ka d.-sp. zas, e
ento o nteud n"e, o Sr. Al ve ir, supprimnt os en-
feites e o passeio, empregaiido o dtnheiro levanta-
do pura si melhaiite USO a favor dos as}loa de be-
neficencia.) Apr veitaraa osa esa med la os
arrab aiiles da capital, e os municipios de B;lgra-
no, Flor .:-, S. Fernn lo. S. Isidoro poserm-ee em
festa. pr .uirtteu !" quanfi I id-- ie bonitas E i.-a-
para attiabir os m .ra loros
guiram u sen intento> carnaval, \ lado daqui
reisjgiou-ee nos rueUUot, onde m divertirn
graude Beo dse- r as aceas selva cns acontec-
das ra capital.
o da 7. at ao meio dia, mal s poda snppdr
o que eslava para ae inteeer. A eidade fnh.i o
seu usji co regular e n la indicava que estives
sernos DO car.iaval, a nao ser alguma cri.mc
carada une eaininhava quasi enveri;-nha la, on
algum maiber 1 I .min, para qu-m inga m
olhava. ."" algum ra 1 I mi uns pomiio 09 Ih*
a Be nili mu iilt as raparigai que encontra va. Na-
maa, muitoa eoriusoa esperando qne hooveaaa al
gur I IM da espirar mui-
to tempi. \ COUM prnoipi iu na ra Florida : de
tima i iell : tirara o u.ii O pi d'agua a uin tran-
sente ; fii o signa!. Tod .s as (anillas enebe
ram-s.' de bateaus e .-oulioraS, e inmediatamente
coinecoii a jorrar agua n is mas. na a copos, mas
a bai.les iiiteiros ; toi um verladeiro diluvio, o
fim do o.un lo. As peesQBSt prineipilmente as que
estavam i moa nal esquinas, coinecarain primei-
nuaente a ;ir e applaodir ; mas quando srutiram
nos hombros um rio, c m^ciram a protestar e irri
tar-S'- e a >.barm finalmente por fugir, persegu
das pela agua que eahia so^re lias de todas asja-
nellas. Breve toruaram-eo desertas as ras, por
que ningu ra se arriscavn a por fa a cabeca;
e desgranado daque.le que tentava- atravessar :
era iianediatamente imlhado dos ps al i cabeca.
Quando paasava um bond era tomado de assalt.i :
o pobre coeheiro mettia d, era realmente cegado
pela agua que caba de todos os lados. Sendo ot
honda ab rtos e resguardados apenas por cortinas,
offereci.iio abrigo exeellcnte, porque nSo eram ba
nhados pela agua que, cahindo apenas sobre o
toldo, odia nao molbar o interior ; mas das ja
aellas voavam liuioes que, caindo no meio da gen-
te, arrebent vam derramando dous ou tres litros
d'agua. Vi na ra Rivadeira um bond sobre o
3ual f)i laucado urna centena de limo.-s. A's seis
a tarde o frenes cht'gou ao paroxismo. Aos li
moes de cera accrescentaram os de borracha que
cahiam cuno saraita. e a estesv-ig frescos que
tiiili un ainda a vantagen: de manchar a roupa.
Houv sceuas cmicas e suenas trgicas. Conta-
rei alguinas.
Na rna Florida oassa um pedacp de homem, um
senh >r allemao, girdo e robusto, que confiando
talvez na sua figura coloasal para iutimi lar, jul-
gava paaaar impum-ineut'. inas coitado apenas
eutra na ra Fiori I algalo, O tal senh ir
pira e volta-se ameacando : outr i balde de a_-.. i
torna-) furioso, e em vez de continuar o seu caini-
nho pe-io a inaultar os seus as taltautes qu nu-
do, coatinnaram a molbal-a. 0 sujeito m-'tte a
maj no bilsi da sobrecasvea e tira.. um ovo, e
MOntl am"acas. Foi urna risada geral; c
aoni i agua cahia a eantaroa o hom-m per I
pachn ':a e talvez <% cabeca, porque eom a outra
li i I bolso um r-v.'lver, mas como mm
aataan m i b '<, perde o p)uilibrio e ca por :e ra.
O r: I i, porm. em qu; o allemao tinha as
algibeiras cheias do ovos e ao cahr fez urna v>t-
la.li.-ira fi
Mas o ti-r tirado o revolver foi o signa) de urna
guerra desapiadada: nao atiiaram somonte agua,
cab) lamben] urna chava de project.is de t >i* a
sorte e e o h anem n .o .-e po inuieliatamcute a
ejberto >| : bravam-Ihe a Oa
Na na Bo ivar a se na foi a lia trate: alguem
I :e i '.- -t ii.n i biL'iba o.- bor-
racha q i opajad alag.iu o tod i Furioso,
pegou n revolver e fez figo para o bairfio fer od
io ... si i a i : preso, e o ferido
b-anaj ira o h s.t l.
Emfim, ia durou tres I'-ngos das, re-
cal lluipa de costume, a
; ladeiro ch . ; e sa. Xo anea n d
ni,-. p rqne a ei usa aeonteeea
i genteaehava-se ti le
i- o igoeioa e tiveram ile pe
por torea, pea e*a hapoaaivei togir.
| elboa ni m senh./ri3 :
: s Sacrificados. Qu z a telicidade que o
tvuae boas e asease muito calor; se por
rae, .i temparatara tivese baixado e soprasse
eom acontece amiado o \ento do norte, ou tres
das val teriam si'lo peiores do que urna
epidemia, pondo de cama metade da populaeao.
O ultim.i dia foi ura verdateiro logo de alegra
ara os velhos. No Pi lytheama tiveram de sus-
fca'i-T a veuda dos bilb. les de entrada, porque
si.i ae poda mais mechpr. O Edem o Skating-Iintl;,
% Opera est>vain epletos de mascaras, e dan-
esa se eom furia te la a noite.
O High lif deu tres featns nos seus sales do
alub do Progresso, e todos tres foram muitos bri-
llantes. 0 club Italiano deu dous, que estiveram
tao esplendidos como o do Argentino, Plata, etc.
Fiz ama obw rv cao. Todas as senhorns d. Hiyh-
tife sai girdas, algumas o sao extraordinaria
ente. .
Nao sei explicar este phenomeno senao pela falta
absoluta de vida activa. As senhoritas, nao sao
absolutamente magras, nem tao pouco gordas, mas
sao duas ligei as, daadoras incaosaveis, em-
quanto que as senhora nao valsam { -xcepto algu-
nas), nem polka-n, ms passeiam nos lanceiro.
Se as seuboras sao um pouco gordas, o que alias
aao um inconveniente, devo aecrescentar que
vestem eom rara elegancia Sao muito amaveis e
eort'zes, especialmente para os estrangeiros.
O carnaval est pois, acabado, eom grande sa-
tisfacao de todos, porqu-, se se prolongassc dous
das mis, acabava mal, e a prova est em que
bou ve multas pessoas fer idas, notando-se o caso
de urna mu'her que deu una punhalada n'um ho-
em que lbe atirava agua. Foram disparados
tiros Je revolver que ft-rirxm varias pessoas, entre
ie quaes urna pobre mulher e un. guarda. Mas
sem dizer mais nada, quero para acabar citar estas
palavras do Sud America: Occorreram cente-
aars de scenas de pugilato e feridas mais ou me-
aos leves cuja enumeracao nos impossivel fi-.zei
agora. 0 jornal que assim falla do partido
do governo ; ne pode pois ser snspeitado de exa-
garo. E chamam a isto um divertimento ? passs
Na visinba Repblica Oriental nao ba por em
traanto nenhuma novidade. Ha nm presidente que
se chama Vinal, mas qr em governa o amigo
presidente D. Mximo Santos. Tivemos a prova
disto n'estes ltimos das cem a demissSo de nm
Ministro.
Dout das ilep.iis da el- vaco de Vidal, o minis-
tro das financas, o Sr. Cuestas, lavrou um decreto.
assinodo pelo poprio Vidal, e por tolo o miuis
ferio, u) qual se ordenava a todos o-, em .regados
as cintos das suas respectivas admiuistracea.
Este decreto nao agradou a S. Exc. gner.ilissimo
de trra e mar, que escreveu urna carta publ cada
na Nacin, e na qual ehamava se piuco correcto
o ii iui .tirio que tlnha quasi tomado a lib-rdade
de crit car a passada adminis raciio. S. Exc. o
ge nebral: salmo teve ama suena violenta eom o pre-
side ate da Repblica, a queui impoz a deunaao
do mprndei.te ministro. O Dr. Vidal eurvon a
cubcea eomo *mpre, e Cuestas fci sacnlicndo.
Pobre ministro!' teve a vina de urna fl .r, 24 ho-
ras! E vio se um presidente destituir um miuis
de bgi'M, nao Cuestas, raa Vidal* o ministerio
em peso deviam pedir a sna demissao.
Entretanto continua o generalsimo a receber e
a faz-T favores como quando era presidente, a tem
urna val ladeira c'te volta de si, euiquanto o Sr.
Vidal o.uta quando multo.o az de paos. Mas o ge-
ueralissimo nao parece seguro e nao foi tunar o
e.imiiiaii 11 do exereicio coioj tinha aununciado
Agora nao so meche d.- Montevideo eom niedo que
aproviit'in a sua ausencia para pregar-lhe al-
guinn peca.
Ta'nb ni em Monte vi o carnaval sai aguado,
onde igualmente aconteceram nao poucas des-
gractis
At boje 11 nada novo se sabe acerca da revo-
l vao.
As noticias nao tem n< nhuma imp .rtancia. Se
os fados asBumircm,carcter grave, escreverei ;
mas por ora nada teuho para dizer.
Coo.o noticia, diz-se por ahi qu'^ o Brasil, no
caso ein que a r-voluetio oriental s lirnusse, iu-
terviria a tavor do governo de a utos. I) u a noti
eia p. lo prec i fiorque m a vender.m.
I'ost-seriptiim.--Reabro a ininba carta para dar-
Ib-s nina noticia gravissiina : est i inauhi 11,
1 _' ii ais. B ir. u o boato por Buenos Ayr- s que
tiuli ii i p gad fogo os iu portantes d p .sil. s da al
fanduca iias CataTinaa. Fui iasasadiatasaants a.
lag .r la lea ti B B vi eom sorpresa a gr ivi lade .lo
ri olio O c >rpj dos b mbeiros ehegoa rpida
mente e c i ni ai S trabaISwr. Um i inunda, enor-
me eontempUva em sil ne i > gr a 1 eapectacul).
Perdul n ineio d poVO n ir.-i o vic presi late
da r..;i ib- ea o o.onel Boseb, chele de pilieia.
Eis 3 que ac nteceu:
(Jos rxiii'.aits l.-ii e m> ia h iras da maiba
notou-s-' que d- va bav.-r og* no .ni-ri w '11 dap -
eit', p'rqee vi i se Habir i|iianti la I ioin n.i a d-
fum que pa-sava p .r jan.llas e portas Aeoli-am
i.nmediatainent os guardas da 1J e 1!- c.oos B
abrirn as portas. Vio-ae cntai qnaiito o incendio
era r rivi 1.
Apenas ab rtas as |>ortas, c ar augmeutou ra-
pidain uto o fogo, que n'um in'.n ni i -p.lh o--e
por todo o ii posrso, e p meOa minutos depuis oavi
- -.mi ni.;.i qu p i-ee-ii enorm tr.vao.
Eram as edetaa, que d atradas pelo f g>, dei-
xavam Bahir as m -rradoi ias.
Por intellcidade aavia ana gtaade deposita d.-
ale .ol. licores utr.is materias iufl imin-iveis.
Qi iiiJ o o f g i pegue daqiielb- la lo, .-uvi '-se de-
tou .cues fortissisa is: eran os barra d-- eantritor-qne
s.- quebravam, dan lo mais um alimeal < ai ehaun-
Bsaa.
Um fumo preto, espess, -ier-, invada, as ras
visinha-- e tornava difcil a respiracao,
Cheg u, eosao dasso, tolo u e rpo de bimb-ir.s,
tendo frente u seu eoinntadaofe Calaza. Esta-
vam ja na luirar o 1" bit.lhai de marinhercs e
todos i>8 l> aaeoa da p.iiei i.
As 10 o fog continua va s.-mpre e a falta da-
gas au:. roeu-ava s pi-n o, porque a v oto iinpellia
as labaredas para as easas visinhas, ameacando
BU ioi i'-as.
E' intil censurar a autordade municipal por
um d ,-shikz'lo, que todos osdias acontece : a talti
ie agua toroou mais graves os da.mos.
Ignora-se completamente a c-us* do incendio.
O commaiidante Cal.-za er que o edificio aria
lentamente desde honteiu e que o fogo nao tinha
podido espalhar-se por falta de r estando fecha-
das lod'-s as ji-nellas e p>rtas. S deste modo se
pode explicar como o fogo pode devorar e n meia
hora todas as mercaduras e reduzir a cinzas o
edifieto.
Ignora-se tambera amia quaes sejam as casas
eommerciaesque perd-ram os seus artigos, esc to-
dos estavam seguros.
C-rto porm, que metade do commercis de
Bu-nos Ayres foi victima do incendio.
Sabe-se no certo que se perdeu toda a carga do
vapor Ccmou, que representava a somma de 2lK),0-iO
pesos fortes.
Furar victimas as casas Torsquinat, Alfredo
Day, Williams l'aats, Irma s Pett rs. Bwer Morb
e o jornal Sud- America, que perdeu 150 rolos de
papel.
A' 1 h >ra da tarde dizia-se que o incendio nao
fora casual: falla-se em mo enano sa.
Parec- que foi deixada accesa urna vela que deu
origen ae fogo.
Nao se poderam salvar os livros pertencent'S
adininistracao, onde so achava a coutabilidade do
deposito.
O edificio incendiado valia meio railhao pe-
sos fortes, que, ajuntados ao valor das mercado
rias dep .sitadas, da urna s ur.ina d-- 3 miihOes.
A per. la pois, iminensa.
O edificio contina a q.n-imar lentamente H.u-
ve muitos ferid.s, eseecialment'- nos corajosos b un
beiros que cumpriram inaravilhosaraent-; o seu Je-
v r.
cas polticas dos seus amig>s ; nao regular,
nao correcto, e antes digno de justa censura o
proeudi.n-uto dos nebros deputados, demorando,
sera um motivo couhecido, o parecer referente ao
13- districto.
(Trocam-se apartes).
Oesculp m os honrados collegas se por Ventura
os ineoininodo cora as ligeiras observaco -s que te-
uho feito, acreditem, porm, que, oceupando a
tribuna, nao tive ein vista ceusuril os, mas lera
brar a Ss Excs. o uuuiprim -uto de um dever, qual
(ApajikdiK ':1 uiiiiori*).
O +*( juhis-n Parate^ (N"i> dtivolvcu o
seii diiBrso)
tro por causa de um decreto ene tras a sua ria+. O Htir PrasVile' IPUttnjfOSiap la ordem)
a ce tndo o ministerio. Se bouvease um aouc' !S r. presidenta, ieulio.sobr<)raAmesa->aBra requer-
emquanto se discuta um projeeto sem inportanuia,
impedia se a discusso de outras materias de inte
resso pnblieo.
Nos somos testeraunbas de que o projeeto de fi-
xacilo de'forca p.iicial discutio-so seguidamente,
por 2 meses quasi, e quando fomos toreados a en-
cerrar o art. 1 -, j4 estava quasi a terminar ases-
sao, j tiuham havido raesmo muitis prorogacoes.
Era 1 discusso, totos os nobres deputados,
eom eicepcilj de um oa outro, oceupav im se d.t
materia, esgotando as vezes jue cada um tinha
direito de fallar.
o da r ri diputados aquellas q tu esco-
hi I r-io e*ait-rail i do 1.1- distriso j deviam Em 2'discusso foi o projeeto mpusn.vlj p-jr
ter t aaaj nestay-Assensbla. toda Mpinoria e at o meu notn-e unfrgo, o ment i teiidciit*4fts quaatcs da eleie-aVdo 13- dis-
tricto,
Agnardava a leitura delle para vir tribuna nao
t agradecer ao meu nonr collega a presteza eom
que aecudio em d. ftza d- commisso, como as pa-
lavras de bou lade e generosidade eom que .-e
bou ve para contraigo.
Nao esperava qie o meu nobre amigo e collega
viesse tribuna ; eu perguntava commiss > o
porque nao ha-i i da io o parecer acer-.-a da mcama
eleicao; eu nao o havia ftito ant.-s por me haver
asseverad um dos r.embros da eoinmiss de que
hoje apr sent ir.a o parecer acerca da materia ;
mas in la ,n i o de S. Exe. se o havia i-ito, S. Exc
me disse que quera consultar -io seu collega se
est iva ou nao disposto a assignar o mesmo pa-
recer.
Ma-<, como a questi!o se ventila, e se ventila do
terorno ein que me parece poder ser i.ucidada de
loomptosem que possa servir de ustorvo a respista
dada pela presi.ienci i da provincia) de qUC nao ti
aliara si lo ainda remettidas as actas dos cobeg os
de Belnioiite e de Taearal, eu me cncarrego d
pcrgiiotar ao lobre rdatordac ramissilo se S. Bxe
encoatiou resoluta i da mesa apuradora alguma
obaaivaeSo acere, desvaa duas actas?
Tolas as vez-s que a junta apura I ra se reuue
para apresentar parecr ac-rca de urna *-! iya
as actas que se diz futarem taz in uic cumple
atento da mesina eleico, se po in inflnr uella,
' |i "l'-ra, iu.- parece que a junta apur.io a
deve e iviar a qualqu-r d s eaadHlatoa o titulo d
d. put-olo ; ao contrario disto a pinta apurad ra
uvi >u ttulos reeonhecendo deputados de um li--
ti-ieto, iu uvi luos que receberaui vo'os do mesmo
districto, s.-ra que rivesi.-ra appareci lo las ai r,is
de districtoa da 1 cali.i-.de oaieV boave ou deixou
de haver ele cao e < .ou-quciicia que se bouve
el.-ic.il ssopotrx i..fliir BU resultado fina!, pirque
a junta apura lora nao co .liria os leplo uas.
l V partes).
Ifas ao contraria disto a junto aparad va a
viou diploma a cao li iatua que f ram votados ni
iistrioi i, a c incluese que mi na i li uve el- i
V i -, cun ile fa.-t na I li lUVe, OBI B el-ii/a i lia vid i
nao pol. inrliir nem dtrieta, aeut ndireetaeMute
i. r-sultio Contra os c n n lat is .lipl mi lo..
Poriant .1 de que u-iii da seer (aria ua pre-
sidencia, nem da secretaria U'esta As,.inbl. tora
pela juna reclamada a r.inessa il'e.tas acta-, a
llttsde c que ellas nao existir n naqnelles dis
trier s. nao bou ce aletean ; isto est no d miara
publico e a' no j nial official.
Crei'j port nito, qu desde que a junta apurado
ra ti asta da diversas eleieSea cujas ictaa -stao era
i.ider da ilustre comuiis-a ., ella nao se poile soc-
correr a esta theoria de que faltam duas actas de
tilas localidades, ou d>- nao tur c usciincia ue que
o li tu ..n n.i i allelo, era vista d'isto nao se pode
aprovcitar porque dos diplomas ceiistam as elai-
eVs havirias era que possa infliir n i resultado.
Se deutr das eleQoes bavidas exist- ra recla-
inac-s que possara mfiuT no resultado el-itoral,
propria comiriss io curaoi e traz-r k>80 aa conhe-
c.meato da Asseabla, porque esta que a coin-
petent-- para ventilar a questo; mas nao pode
protellar gb pretexto da falta de duas actas que
a junta apurad .ra na i exigi, dolido a couiraUsuo
deve concluir que n > bouve chcalo n'esaas loca-
lidades, ou se houve, ella nao pode influir no re-
sultad i final.
Porfanro, ditas estas palavras, eu espero que a
nobre commisso apresentar o seu parecer acor
ca da ulcici do 13' districto.
E lida e sem debate approvada a acta da ses-
so antecedente.
Contina a discusso addiada da acta do da 19.
Joo Atves toou realejo at depois de 4 horas da
tarde, e ist i p >r las vez ^s.
O Sr. Joo Al ves Ni toquei nem rabea.
O Sr. Joo de Oliveifa lioal io mais fcil.
O Sr. Jos Mana O nobredeputauWallou at
depois das 4 horas e quasi tolos os de puta los da
minora n'aq.ielle tempo. creio que eom excepclo
de uin nico, o Sr. coronel Constantino, usarara da
palavia cun o fim de protelar. Por tan tu uo tem
os nobres deputados o direito de exigir de us o
contrario.
Fiilou ainda 3. Exc. no facto de se terem que-
brado algumas cartearas, como se isto fosee ura
aovo.
O nobre deputado sabe que isto se tem aado
aqui : aquellas bancadas foram quasi tolas que-
bradas uo aono passado, B agora mesmo app lio
para o Sr. c >rjnel Constantino, nosso muito d guo
collega, que deve lembrar-se disto perfeilaraeiite.
Se fosse uin facto novo, bem. M ,s, uio ; fa-
ctos identic is ou p.-ior-s firara presenciados p>r
esta Assembla, no bieunio passalo. uotaud .-se
apenas a seguate diff.-reiica : que n'.io o Sr. Ba-
ro d Itapissuma tinha o cuidado de mandar cou-
c-rtar as -artoiras c este anuo V. Ese, insiste em
nao mandar fazeresse cjnce-t, para fiear patente,
- na in -morii: de todos, a sua violencia, o seu ar-
llltl io.
Paca se a vontade de V Exc.
Peusa V. Exc. que isto uos iiicmn.n) la ? Cora -
se engaa !
V, p i-tinto, o nobre deputado que nSo temfan-
o un uto algum as argiiico s que nos fez, e sent
me conven.-ido le qu- .Ss. Exc-. na. traa i mais
para aqot rases f*ct is a nem repetirn que fieamoa
ni ante sala, pirque nos dee.ar imo* que assi.n te
BffM proi-e telo e continuaremos a proceder, .- o ta-
lem is co n oateni icj i.
N aeasa opinio, no lia qua nato ha Bsalo, a
pro/incia ganha e ganas muito Desde que diae-
ido.s dar a ab irtamense isto para que o publico
que n a -uve e nos U- fique s-i-oto. os nobras de-
putados nao p i-I ni t& preteneo de aupper que
eom isto n >s ac .ni.uo i mi
i vIiik bem.)
O Hr. Usos m Hitvn ~
disearau)
O Sr. .1 .VI ird Peco i
espite icS i '
O Sr. i'r- idete V. Exe.
act i, I al I "i p la or lem.
i) .ir. ,1 ise \l u-i i i tan I ?
O Sr. Preatd nt V Es;, ji falln ] ias guiee paroeer:
ze.s ; 1 ia o art. 13> do regi ne.ito. V. Ex:, n.i i
p ie m na 11 lar. o- no mesuio a t.t il i de exploar.
O Sr. Jos Mari-a Eat bem ; qu ro q ie se
..-1 este prec.-i.
inga m maia ped.uio a palavra encerrada a
liaonaa i.
i Ar. 6." Come^ado o trabal'uo da canalisaco nao
po lera ser interrompido por motivo algum, salvo o
de forja maior a linittido em direito, amb pena da
multa coramuiada no art 5." e pelo mesmo modo
at a cnntiuuaco delle.
Art. 7." A eompanhia, ou contratante singular,
ser isentu do pagamento dos impostos provinciaes
pela imp irtacao dos instrumentos e materiaes ne-
oess.inos para os trab Ih is da empreza ; assim
como dos municipaes, pelas licencas para escava-
coes, edificacoea e outros actos indispenBaveis
para proseguimento dos trabalhos da canalisaco
sujeiti- a impostos.
Art. 8.0 Picara revogadaa as disposicoes em
contrario.
Paco da assembla legislativa provincia! de Per-
uambuco, 26 de Mareo de 1886.O deputado, Ra-
lis e Silva.
(N) devolveu o seu
palavra para urna
j i til ni so >ra a
N. 11. A assembla legislativa provincial de
Pernambuco resolve:
Art. 1." Pica o presidente da provincia autori-
sado a mandar orear e a despender a quantia or-
eada eom a construcr-ao de um acude ara depo
sito das aguas pluviaes, capaz de abastecer a po-
pulaeao d.; eidade de Grava: de aga i po(avel na
estaeo do vero. ^
Ar. 2. Para a construeco deste acule a cama
ra municipal da dita cidado indicar o lugar, le
mais conveniente fr, e ficar ma3 prximo a ella.
Art. 3." E' prohibido tomar baub.s, lavar ani
raaes e roupas, pescar cora rede e laucar inmun-
ices dentro do referido acude, sendo os contra-
ventores de3tt disposico puni los cora pena de
priso por tres das o multa de lOOOO po: cada
vea.
Art. 4 A' cmara rauuieipil respectiva iucuin
be a inspeecao a zelo para que se conserve sem-
pre pura e lunpa a agua do acude, de modo a io
ser prejudicial sale publica.
Art. 5 Picara revogadas as disposicoes em con
trario
Paco da asserab'a legislativa provincial de Per-
nambueo, 26 de Mareo de 1880 liatis a Silva
N 13. A assemb.a legislativa provincial de
Perna aboco resolv-:
Art. 1. Pica dividida a freguezia de Cabrob
era I .U3 districtos do paz, tendo o primeir a di -
nomiuac > d; districto da Matriz e o Ib.
art. 2.a 0 riacho Terra-Nova servir de divi-
I is dous districtos, sendo di parte do poeute
o prraeiro a da parte dos naaeente o secundo.
Bev jadas as disp .sienes en contrario.
Em 26 de Man/1 le 1886 .-.mes Prente.
N. 13. A assembla legislativa proviucial de
Pera UBDOe i res ilve :
Art. nico. Pica o presidente da provincia au
tonsato a mandar adraittir no Gyrauasio Pernam-
li i au., cOino pe sionista ia provincia, o menor
Antonio de Mari i Cirvalho, filil legitimo do ca
pitio Vponsrio T.ixeira de uarvaHlO.
ac da assembla legisl itiva provincial de Per-
nambuco, aos 26 de Maree de 1886.M-ta el Ro-
drigues Porto.Dr. F an.isc. da A. l a e Silva.
E lid), apoi..do e sera debate approvado o so-
tes, ao contrario, tem o triplo dos alumnos que
frequentatn a escola de Taquaretinga.
Taquarefinga nao tem nem condiQoes para sus-
tentar urna fera ; Vertentes tem urna feira seraa-
nalmente.
Vertentes tem um cemiterio, como tem Taqna-
retinga; Vertentes tem casa da cmara era boas
condicoe, como ter Taquaretinga, Vertentes tem
grande cotninercio e Taquaretinga nao tem.
Perguuto eu agora, depois desta pequea Byn-
tbese : que razdes teem os nobres diputados para
preferir Taquaretinga, que existindo ba um secu-
to, conserva-se naquelle mesmo estado de paraly-
saco, sem progresso, ao contrario eom regresso,
sem ter podido conservar urna feira, sem ter por
ai urna estrada para nercorrer ?
Portanto, a removo da tde la comarca de Ta-
quaretinga nao tem razo de ser; isto nao se d
seno por urna exigencia poltica a que eu sou
obrigado a ceder desde que o numero pode vencer;
e ento dire aos m^us nobres collegashodie mihi
eras Ubi.
O *4r. Joo llariii (pela ordeinj pede e-a
etsa c nice.I o que S'j i no niuii a vota cao sobre s
sua emenda.
Procedcnd-1-se a votaco nominal d ella o se-
grate resultado :
Vitara a for os S.s. : os Mara, LoureaC') de
S, Joo d- Oliveira, Joven.-io Mara e Prax-des
Pitanga (5) ; e contra os Srs. ; (i ncalves Fer-.
reir, B-.-o Barros, Ainar.l, Jo-ii de S, Julio de r! do 0' le Altmho). E' aoprovado e dispensado
A'commisso de foseada c orQament. par i
dar parecer sobre a petie, de diversos negocian
tes, qu.- pe lem re lueco d- inetavle da eollecta
teita para o ex-jrcici i de 1888 a 1881, pura a eo-
lir.ine i do referido imposto d.- cento e vinte ris
por litro de viuhe vinagre, retaihado -m qual-
qil.-r parte da provincia, pivisa que a respeito
seja ouvdo o inspector do thoaouro provincial.
S ila das ses-o s, em 24 d" Mareo de 1886.
Croncalves FerreiriComes Prente.
011DEM DO DU.
Entra era 'a dscuss) o projeeto n. 6 li-
no, (creandoo municipio e terina de Nossa Seuho-
PEiA-SBiW
Assembla Provincial
9.' SEssOera 26 DE MAKQO DE 1886
11F.81DEXC1A DO EXM. SR. DB. ANTONIO HiANCISCO
CORBEIA 1>E ABACIO
Ae uio di, teita a chamada a verificando-ai-
i-.- tu .m preteutes os Srs. logobert", Julio de B-ir
r s, Katis e silva, Coelbo de Mura. a. Joao Alves,
A i f ..ni Victo*, Rodn ues Porto, Amara', Juven
ao M.riz, >oares de \ra,iiun, Joiio de S, Heicu
I no Baiiileia. Barros Wamlerli-y, Antonio Cor-
rea, Domingues da Silva, Barr<-a Barreta Jnior,
Augusto Fiai.kiu, Femara Velms-i R<-g.> Bu-
r !,' Ba e Silva, G .m.s Prente, Gonedvea
F-areiri, Jo.~ Mara, Prxedes PitangaeLou
rene' de b, o Sr. presidents declara nberta a
-
(Jompareccm depois os Srs. Drurainonl Pilho.
I. icra Josla, J ao de Olivira a Ferreira Ja-
cobina.
Falmu os Srs. Baro de Itepissuma, Vis-
conde de Tabatiug*, Luiz de Aielrada, Andr
l >:.-. Sophronio Portella, Costa Gomes e Costa
liib1 oro.
Hr. lionraliea l'orrelia (pela onicinj
dizrse qi e acha na antesala o Sr. coronel Cons-
'autin i l'.odiiguea Lies de Albuquerque, deputado
pelo 11 districto que viuha prestar juramento e
t"tiv:i- assento.
O Sr. Presidente nomeia para introduzil-o na
sala das sessocs ao referido Sr. deputado e aos
-rs. Hercuiauo Bandeira e Reg Barros.
Prestado S juramento eom as formalidades do
estyb, toma assento o Sr. coronel Constas tino
O Nr. Lourenro de (p- la ordem) Sr.
presidente, sio decorridos vinte e tantos diaa que
esta Assembla funeciona, e entretanto, a honrada
commisso de venficaco de poderes, ainda nio
se dignou apresentar o parecer referente ao 2 es-
crutinio do 13 districto.
Eu nao sei, Sr. presidente, que razo existir
possa que justifique semelhante demora, desde que
todas as nuthenticas j toram entregues aos hon-
rados eollegas.
Sabera os nobres deputados qut reconheci
ment de poderes urna materia por sua naturesa
urgente.
Faltam apenas qu.tro dias para terminar o 1-
raez de sesso, e nao justo que dous collegas
Ui.s-i.s, que foram to legtimamente eleitos como
qualquir um de nos, ontinem privad >s de tomar
parte Das deliberacoes desta- ssembla.
Se, porventnra, oa honrados membros da com-
misso de verificaco de poderes nao eato eatis-
feitos eom a cxclueo acintosa que fiseiam do il-
lustre deputado eleito pelo 2- districto, o Sr. Lo
pea Machado, e pretendem tambera excluir os
dous liberacs eleitos pelo 13- districto, que assim
procedan: ; maa, ao menoa cumpram o seu dever
apresenfuado o parecer.
(Apoiaios).
Se em hig.-.r de d us liberaes tivessem sido e'ei-
tos dons conservadores pelo -13* districto, ji o pa-
recer teria sido apresentado, o nobre d putado
ic-oder ds. maioria eom certeza ia teria requerido o
encerraniento da discusso e oa eleitos catarism
O Sr. -foM Mara Tinha hontem, Sr.
presidente, pedido a palavra, e o meu intuito era
responder ao nobre deputado pelo 10" diBtricto.
Fallo-hei hoje era duaa palavras, porque nao devo
mais tomar t- rapo casa eom discusses sobre
actas.
Est ai disposto a assim proceder, porq e nos te-
mos mitras cousas importante a traetar, e boje
principalmente porque o meu estado de saude uo
me permitte por muito terapo oceupar a tribuna.
Preciso, entretanto, dizer que o n ibre deputa-
do ecupou su de inuita cousa, mas nao tocou no
objecto principal.
To l"S sab-mos a motivo porque se deu o tumul-
to nesta casa : foi por ter V. Exc. negado aos de-
putados da minora a palavra pela ordem. .
Non eonhecera s que uina lei da casa o encer-
ramiento ; qualquer deputado po le requerel-o, e
eff -divamente um Sr. deputado da maioria usou
desse direito.
Neos a ucc sio tudo se tari a passado sem tu-
multo a sem protestos mesmo, se V. Exc, arbitra-
riamente, nao bouv--sse negado a paiavra pela or-
dem aos iiobr.-s deputados da mino ia, que a pe-
diam cora in-iste .ca. Dahi foi que se onginou
tolo : bouve tumulto, grande desordera, provoca-
da s exclusivamente pelo acto arbitrario do V.
Exc.
O nobre 2 secretario n quiz oceupar-se dessa
eircurastancia, quando devana tazel-o d-isde que
propunhi se peraute a casa justificar o acto de V .
Bxe. Se por ventura a minora nao houvesse
c- in in-isteiii-a pedido a palavra pela ordem, ou
ento se V. Exc. a houvesse k ncedido, ou a po-
desse neg.p. o acto por V Exc. praticado era le-
gal ; V. Exc. estava justificado.
Des le porem qu, o n sso regiment claro nfis-
te ponto, des le que a raiuoria usava de ura direi-
to Conferido pela ei, t ida respousabilidade do tu-
mo t > e da desordein recahe sobre V. Exc.
Nao pidiendo acompanhar o nobre deputado lias
.-ua dwagaco-s, rae limitare! a dizer a Exc.
que n > tem a raiuiraa raza de ser a acensa!/o
que no.- fez, qu nido ailirraou que nos procurarais
de proposito protellar as discussoes e impedir que
se i .ca sesso.
Primeiramen'e, preciso tornar bem claro, que
tlieoria de V. Exc, Sr. presi ente, que a miuo-
ria nao tem o dever de eracorrer para as sessoes
O anuo passado a minora co-iservad .ra era su-
perior nossa, e entretanto a entrava oeste re
cinto quando nos tinhamos numero. Isto u-n
fai-to : os nobres deputados uo me contestar".
Quando uo tiuham s numero para formar casa
s nobres deputados ficavam na a te sala, cora a
di t renca nica de que nos assim procedemos
mas nao fascines mysteno disto ; .-s uobrt s depu-
tados porm, procuravain occullar-ae e nao que-
rii.ui que se soub'-ste que estavam na ante ,.,la
Nos, portanto, seguimos os esiylos do Ss. Exc. :
nao temos o dever de faser sesso.
Se, porventura, nos fos emot aqui tratados c >m
certa dt-fierencia, como succedia cora a miimri,
passada, se os no-sos direitoa fossem aqu acata
dos, S" nao fos-em constantemente suplantad- s
pelo numero, a ra--sa poderla esperar de nos que
concurr sseinos paia abrir se a tesso. Mas vir
somciitc para f z.-r acto de presenta ; conc nrt
para ver postergados os nossoa direito.-, para ver
offendida a lei. calcado a ps o r- gunento, cora-
prehende V. Exc, Sr. presidente, uo nos pus-
aivel: nao podemos suj itar-uoe a esse papel.
0 nobre diputado ter.uinou e seu discurso fa-
zend i ura appello s n.iaaac. crencas polticas, pe-
dindo-nos que discutissimos o nosso progrmuia,
apresen'ando nossa bandeira.
O nobre deputado nao tem ainda razo, p~is S.
Exc. deve saber que as aaaemblcaa provinciaes
nao se discutera tbeorias uem programmaa.
E' est i urna inatitmco em que nao se devera
mesmo fazer poli.ica-
Mas quando fosse, como o nobre deputado quer,
nos nao tinhamos orbigaco de satis*azer o seu
desejo, porque no anno passado a minora conser-
vadora deixon de sustentar a sua b-ndeira e o seu
programma, se que tem urna e outra cousa.
Na biennio passado os nobres deputados proce-
diam de modo muito peior. Este anno j tem s.do
aqui approvados projectos sera debate, sem a mi
nima palavra da minora.
O mesmo, porm, nao succedia quando nos con-
stituamos maioria. Ento os nobr s deputados,
que oceupavam a bancadarrpposta, largamente dis-
cutiem todos oa projectos, por mais insignificantes
que elles fossem e isto dava-se todos os dias.
O numero de veses que tinha cada d- putado- de
fallSr, era esgotado. Era urna protela^ao -larga,
Barros. Hercu'ano Bandeira, liogoberto, Doinin-
gues d* Silva, Bats e Slva, Barros W-nderley,
Barr is Barreto Juni ir, Co Ih i de Maraes, li-gu-i
ra Costa, Rodrigues Porto, Rosa e Silva, Antmio
Vctor, Augusto Praiikim. Joo Alves, Gimes Pa-
rete e S lares de Vm .rira (20) ; abstendo-se de
votar os Srs. Druinnoni Filho, Ferreira Vellcso
e ''oiistautino de Albuquer jue.
0 Sr. 1 secretario procedeu leitura do se-
grate
EXPBDIENT1-:
Um ofli lio do secretario do governo, comraun
caulo que o xm. Sr. canselheiro presidente da
provincia fiel suiente de hav.-r sido reconhecido
deputado pelo 2- di't>-icto o ir. Dr. Jos Zeferino
Ferreira Velloso.Inteirada.
Outro do mesmo, transrnittinJo o balanc i la re-
ceita e despeza do exercieio de 1884 a 1885 e o
orcamento para o de 1886 e 1887 da 'a uara Mu-
l intersticio, iiiiiimiBWIIIIn do Sr. Rosa e Silva.
Entra em Ia discusso u pr j, ct > n. 2 deste an-
uo, transteriudo da villa deVert-ntes para a de
Taqu..retiuga, a sede di. comarca do mesmo nome.
Vera mesa a c liJo o seguinte requerimento.
i' Requeiro 0 adiaracnto da discusso p>r 24 ho-
ras. P. Pitanga.
Posto a votos o requerimento, approvado.
Ooutiua a discusso do projeeto.
O Sr. Praieile Pit -nga-Sr. presiden-
te, p ue j mu demora- u na tribuna em relaco a
questo, porque sei que a sent-nea est lavrada e
apenas eu quero confirmar o meu protesto; farei
urna lig-ira ayntheae da questo, quer as razoes
apresentadas pelo collega, quer no Cacto em si.
S. Exc., detendendo a conveniencia da transfe-
rencia da ade da comarca, trouxe como prraeiro
motivo a collocaco de Taquaretinga no centro da
freguezia ou termo, no entretanto, foi S. Exc.
tomando parte as deliberacoes dest i casa.
Peco a honrada commisso de verificaco de
poderes trae na ae deixe arrestar pelas exigen- indefinida,.nao pelo projajoto em, su maa, porque, tos.
nicipal de Nazareth.A' commisso de oruainento ujesmo quera se oceupou de det nder esta nenhuma
e nveuiencia, d-s le que declarou qu : a enllocar
ic i .-a a meia hora de distancia. Eu ereio que a
casa compr-hende b-ra q ie noplc haver motivo
para transferir asede, urna vez que fica a meia
horade dist-iacii Esta vautagein, ptanto, nao
ple ser tomada em coiisijeracao como motivo
piausivel p'.ra sua removo.
A segunda foi a salubridade da bealidade.
Quan'.o a collocaco do centro eu direi que uraa
freguezia qu- r m quasi 25 leguas de extenso, e
que tem duas localidades que distam urna da outra
meia hora de distancia, a raud.toe i de um pira
outro lugar nao pode aproveitar isto a urna 1 cali
dade, visto que t -ra 25 leguas do extenso e pouco
modifica ; nao pode tomar-se como causa de prefe-
rencia p ira collocaco, um terreno que fica a meia
legua de distancia. Isto nao ple ser um motivo
poderoso.
0 Sr. Joo Alves E' um motivo poderoso.
0 Sr. Prxedes Pitanga Mas isto nao pode
aproveitar.
Em seguulo lugar, a salubridade; S. Exc. nao
se encarregou de provar que na villa d Vertentes
tivessem havido epid -raas que nao apparecessetn
em Taquaretinga para d'este argumento, co.n da-
dos estaiistieo3, traz-r a concluso da convenien-
cia pela salubridade d'aquel a Incalida ie. Eu dira
que quaato salubridade, Vertentes est enlloca-
da na trada da misma muitanha, uas racsinas
coodi ;.;s hygi-nieas e thermoraetricas de maneira
a nao fazer influencia no estalo de salubridi.de ;
portanto, esta uo a razo, S. Exe. nao provou
cora dadis estatistieos que em Vertentes 3e dssem
epidemias, que l nao ap.>areces=cm. Portanto, es
ta r zo rtio ple aproveitar.
S. Exc. deu como rasan a fertildade do terreno.
Esto argumento me nitestave mente Contra ai,
porqu> se nos escilhenn is esses terrenos destina
don agricultura e aeriftcaV) para d'ellea fazermos
edifie^tf', deixando aquellas qu recouh-cemos
BO no esteris para cusa applieaco, fazeinos urna
inverso do estado natural. Portiuto, esta raza,
n aproverta a -.Exc, ao contrario disto, us
levera is respetar qu i os Miren is mais tert is a
prestaveis oriaeio, s.-j ira r servados para o fim i
que se destinam, e tanto assim qu-- as Cmaras fi-
zinn' questo de onservaco ou diyiso de territo-
rios .ara edfi-aco, criaco e cultura. Portanto,
S. Exc. alud i Coin esta pr iposico, nao demonstren
a e inveniencia da reraoco. S Exc. falln em agua
abundante e de bou quajidade. Eu s m o primeiro
a -conhecer que a agua de Taquaretiuga supe-
rior ; nao sei se mais abuudant-, porquanti, n!
me consta que at esta data alguma ras tiveiBum
-c,-a-lo as fontes vertentes d'aquella lo-.-a lade.
A fonte de V- rte-ites e6t excesstvameute estraga-
da pelo pouco cui lado da Cmara; un? sendo agua
da bas da mootanha, aquella que d--corre da sua
collina, nec-ssari-iinente se se u elhorar o ,'sta.ft
de couservac d'aquellas cacimbas, a ligua ha de
melborar. Anda quando p ir essa circamstaacia
se nao podesse conseguir, esse motivo solado nao
faria cun qne se fiz -a e a transfere.icia de urna
sede de uina comarca pira nutro ponto, quando a
meia hora de distancia, nos trminos acquisico
d'agu i, tanto mais qu auto sabemos que a maioria
que habita o serto, um povo habituado pelo ve
rao a beber agua salobra, salitrosa, e portanto,
nao eatranbam e nem fazera qu sto aquelles que
por fa ta de recursos nao p dem ale un/ar agua
d'aquellas moutanbas. Estas foram as razoes prio-
cipa.s. Agora formarei um termo de comparar 1
Taquaretinga est na chapada de urna moutauhi,
cuja planicie est intuiramente edificada, nao pode
a edificaco s -guir seno para as quebradas da
montanh i; Vertentes est n'uma planicie, cujo ter
reuo se presta em grande ext-nso para a centi-
nuaco da edificaco. Esta razo, esta vautagein
predomina em favor do que tem terreno e contra o
que se nao presta maia a contin-i tco ou augraeu -
to da edificaco.
Taquaretinga esta est inteiramente Bolada
vi vendo apenas dos seus pequeos recursos, por-
que nao passa por all seno quem all vai de pro-
posito ; Vertentes est collocada em um lugar por
onde passam todos os viajantes do centro da nos-
sa provincia e do Cear, Parahyba e Rio-Grande
do Norte. Portanto est em melhores condifoes.
' Taquaretinga tem urna escola que frequenta la
Sala terca parte dos alumnos, cuno ae pode veri-
car doa mappas da instruucio publica; Verten-
rau .ieipal.
futro do mesmo, dem, os balancos e remenos
das l .'amaras Miimcp es de Seriiihtera e Buique.
A' coraraisso de orcamento municipal.
Outro do m-erao, 'dem, o balando da reeeita e
desp-za do ex-rcicio de 1881 a 1885 e o oreara>n-
to para o de 18i6 a 1887 da Cmara Municipal
delnvat.A'cjimnisao de orcimi-nto muni-
cipal.
Outro da mesa regedora da irmandade do Se-
nbur B m Jess dos Passos de Olinia, convidan
do a Asseinbli para s 4 horas da tarde ae im-
panhar a pr cisso do seu oadroeiro, que sahir da
igrej cithed'al. I-teirala.
Uuia petico le Fraucise i Antoni) de Menezes,
porteiro q> C miterio de Santo Amaro, r^qu -rendo
a sua aposentadoria cora todos os vcnciraentos.
A' cinninissao de p.-ticoes.
Outra de Vic- nte Ferreira Pessoa Vida Nova,
escrivo interiuo do erima de Pao d'Alho reque-
ren.lo o pagamento de 1274980 que lbe deve a
L'am ra Municipal d'alli, de eustas de proeessos.
A' corainisso de orcamento municipal
Outra de Marcolino Jos Maria de Hollanda
Cavnlcaute, arrematante d imposto de 120 ris
nor carga de leguraes e fructae da eidade d*
Vieloria, requerendo ura abate da 4a parte do va
or da ai reraataeo. A' commisso de orcamen-
to municipal.
Um oiB io ila irntaddadd Senhor Bira Jess
dos Pisa 'S do Corpo Santo, i-unvi 1 ,n lo a Assem-
bla a.'icnmp tuhar as procisso -a de 8 e 9 de Abril.
[dteirada.
Outro da Cmara Municipal da villa da Pedra,
reineitenlo o balando da reeeita e despeza do ex-r-
eieio corrate e remenlo da futuro.A' commis-
so de un/ miento mun>Cpal.
Sao lidos. poiados ejulgados cbjecto de deli-
beraco c vo a impriin r os seguiut s projectos :
N. 8. A assembla lcgulativa provincial de
Pernambuco resolve :
4rt. 1." Fica creada a comarca de Gainel-
leira.
Art 2 o Os limites da nova comarca sei-J os
me-inos do termo de igu^l n ni -.
Revogam-se nt- disposii,es em contrario.
Sala das sessoes, 26 de Marco de 1886. Coelho
de Moraes.
N. 9. A a.-seiiil.li-a Legislativa provin al de
l'eriiainbuco resolve :
Art. nico. O assucar pruduzdo pelas fabricas
eentfaes. de que trata a lei o. 1.860 de 11 de Agos-
to de 1885, nao g, zara de ii m/ao de imposto al
8"'n-
Ficam revogadaa as disposicoes era contrario.
Sala das sessoes, 27 d- Marco de 1886Bar-
rea Barreto Jnior Reg Barros.
N. 10. A assembla legislativa provincial de
Pernambuco resolve:
u-t l." Fica n pr silente da provincia autori-
sado a incorporar uraa cimpa hia, coraposta de
capitalistas, nu commerciaotes coin a qual contra-
tar o foriiecimento de agua potavel popubico
da eidade da Victoria, trazida do riacho Natuba
por canos de ferro ou de barro, art indo do pou'o
que tr m-is coiiviiiente.
Ar. 2 A eompanhia ou contratante singular,
estabelecr chafanzes nos nontos da eidade, que
toein in li.-.ados p U respectiva Caraar. municipal,
e Untos quantos forera p r ella exigidos, nao ex-
cedendo de 3 i chafirizes.
Art. .'I' A eompanhia, ou contratante tingular,
gozar, para ainortisaco do su capital, do rend -
ment do fornecim> nto d'agua pelo tempo de 35
annos, a contar da data ia mcorporaco, ou do
contrato tiiigular, nao podeudo vender por mais
de 10 ris um balde d'agua de tamauho regu-
lar.
Ar 4.* O tempo do contrato s- r prologado por
mais um anno por cada cbatariz, que fr enllocado
exigencia da cmara municipal, alm doa 30 de-
terminado* no art. 2.*
Art. 5. Se 90 diaa depois de incorporada a
eompanhia, ou de firmado o contrato singular, uo
der aquella, nem este, comee aos trabalhos da ea-
nalisa^o. pagar nma multa de um cont de ris
por cada mes que d^correr at o comeco delles.
nico. NSo se entender por comeco de traba
Iho o facto simples ds encommenda de instrumen-
tos e outros n atermes nec.-ssarus para a empresa,
nem o de j terem- recebide e acharem-se promp-
O Sr. liiinraln"! Ferreira(Nao devol-
veu seu liscursu).
Vem mesa, li io, apoiado e entra conjuncta-
mente era diseusso o segrate requerimento :
Requeiro que sejam ouvidas sobro a materia
do projeeto as nspeeti vas autoridades judiciaes o
a cmara municipal.Dr. Pitanga.
Ninguem mais pe lindo a palavra, encerrada a
discusso, e p >sto a votos o reqmrimento, rejei
tado, sendo approvado o projeeto.
O Sr, Jao .Uve* (pela ordem) pede e a
casa conc-'de disp-nsa do intersticio para este pro-
jeeto.
Entra em discusso o projeeto n. 5 deste anno
(sujeicu ila Santa Casa de Misericordia de Gioyan-
na do Recite i.
Vem mesa, lido, apoiado e entra coujuncta-
menre era discusso o seguinte requerimento :
Requeiro que S'ja ouvida a junta da ;Santa
Casa de Misericordia do Reeife, s-m prejuizo da
1* e 2* discussoes.Julio de Barros.
O Sr. Julio le Itarrox-Sr presidente,
nao sera grande acauh unen! ., que pela primeir
vez, diante do um au lit ri jura mira to uovo,
venh> oceup ir a att me. 11 desta ll'ustre Asssmbla ;
mas o farei smente muito animado pa impor-
tancia de assumpto o benevolencia dos que me
ouv.ir,.
E assim que eu, acostumalo a pregar aos po-
bres a palavra de Deus, fallarei tu nbera da cari-
dade Dorante uraa corpiraco tan illustrada,
O projeeto era discusso, mandando sujeitar a
Santa Mis*rioordia de Q yaiina do Re-
cfe, de becessidade urgente u imperiosa.
[mpedil- i, seria o mesmo que deter a pedra
abada da inontanba.
A Sania (Ja-a de Misericordia de Goyanna adia-
se inteirameuto eaphaeelada, existe apenas urna
munida le cora o seu proveilor, o qual administra
o p itrmooi i e recebe a subvenco annnal votada
p r est i Assembla.
Xao tem urna s enfermara que trate d>s doen-
tcs, pois que tamo Su all n.l > ha um So doeote.
A can.la.I n. tea. boje abrigo n'aqueiu iustt-
tui/o pa e humanitaria, q ,e tantos bcucficios tem
pr.-stado a religio e a patria.
E' p .r eata razio que eu deputado a esta As-
aembla para tratar doa interesase do 4o districto
dii ij i-vos a palavra em prol de uraa causa va-
liosa e n si e era suas conseqaeneias.
Creio qce a iiu lortan'o eidade de Goyanna,
s.-ra ir propusa aos vdos da liberdade, -; assim,
toda decid la para o que n.br santo, justo a
patri tico, applandir a idea dj i. eu projeeto inspi-
rado uos seui.i.neutos de ri-cnnhecida til ida de.
Entretanto, Sr. preaiaente, sem querer fazer
censurara peeaoa algara I, devo dizer qn. a Casa
Miseriaordi i de G ^aaaa aeh i-s radustda a um
estada dep'oravel. J-V nao qOero referir-me a
parte material, mas sim a UWtituico que poda
servir de arrimo, onde a pobrezi eneontraase um
teeto amigo, 03 orphos polessem ter quera lhes
"uehugissein as lagiiraas da desventura.
Eu, pois, Sr. presidente, appellau lo para os sen-
tuneutos generosos desta Assembla e confiando
mesmo q. Ues foi que apresentei o meu projeeto e
as razoes que o fundamentara, reservando-me para
era 2.a discusso exhibir as provas que reputo eon-
venieates para a aua approvaco.
O Sr. Juo de Oliveira-Comeen, Sr.
presidente, tecitaudo a casa pela maneira porque
se exprimi o nobre deputado, de modo at a aba-
lar-rae, logo a primeira vez que fallou ; comeco
tambera, -ir presidente, extranhando que os pro-
jectos que entendem coji o augmento de despeza,
estejara tidos partindo da maioria. V. Exc. deve
saber que a minora nao mandou ainda mesa
um s projeeto, cogitando de aemelhaute cousa.
Eutretauto S. Ese., o Sr. presidente da provincia,
quaud aqui esteve, leu o relatorio, comecou de-
monstr.ndo a necessidade dse reduzir o m.is
poasivel a despeza da provincia, e Vv. Excs. bem
sabem que uecessario restriugir-se essas dea-
pezas
Eutretauto, eom dor que vejo que da parte da
maioria apiesentam-se projectos, cuja realisace
onra os cofres provinciaes e entre os dis-rietoa
que melhor aquinh lados vo sendo, eu noto o 6.*.
Agora appareee o 4.. A.sira os nobres deputados
fazem c un que os deputados das outras localida-
des fiquem mal viatos, porque timbera nao apre-
seutam projectos para se c-xecutar este ou aquello
melboraraeuto.
Eu ac;.o muitj lo-ivavcl a idea do nobre dip-
talo, querenio dotar a Santa Casa da Misericor-
dia de (icy.inna eom aquelles recuraos necessa-
nos aua vida e detenvolviraeuto. Mas lamente
que S. Exc. sujeite aquella instituici anta
Casa desta eidade. Eu sou dos que eutendem que
convm quanto antes crannos no uterior da pro-
vincia focos de vida indep-n lentes, qu facun esa
que as localidades do iutenor possara se emancipar
da tutella da capital.
O Sr. Julio de BarrosMas isso nao prejudica.
0 Sr. Jo.io de OliveiraM ,s de deplorxr que,
tratndose de uraa instituco do iuterior, V. Exe.
c-mece sujeitando a a uina outra instituco da
capita', deseuvolven lo ass'in o tacto centralisa-
dor e absorvente do n isso meio administrativo.
O Sr. Julio de BarrosTi ve isaii para proce-
der assim.
O r. Joo de Oliv. iraDevo, pois, declarar
ao nobre deputado que rae oppanhi < aeu pro-
jeeto.
A-ho que elle consigua urna idi inui i
vel; mas do m ido porque est redig.do. importa
um angra uto de despeza c consagra ao mesme
teinp.i urai ili, contra a qual tenfa i comban lo e
cnubater-i serapre : a eacravisac- do iut-nor
c..pital. Eu quiz ra que a Sa ita Casa de Mi-
sercerdia de 'oyaun i lam/ tasa a i > de ourros re-
cursos, e V. Ec, que do 4 districto, raelhor da
que eu p lena apoutar alguna. Por ex-mplo : o
canal de (} .yanu po I ri i off-reeer urna foute de
recita para a Santa Casa, qce a perraittisse man-
ter-se, sem i-cessidado de auxilio pecuuiario dos
cof-es provinciaes.
Deeejaria que V. Exe em vez de sujeitara San-
ta Casi de Misericordia de Goyanna desta ca-
pital, creasse para ella ura readimento especial,
lancasse mo emfim de qualquer recurso.
O Sr. Dru nmon I Flho Mas V. Exc. tem o di-
reit i demandar emendas.
O Sr. Joo de OliveiraIsso que fique aos cui-
dados dos nobres deputados, que representam a
maioria nesta casa ; a raiui cabe smente apuntar
os m-ioa. O que digo que em vez de sujeitar-
rays a Santa Casa de Misericsrdia de Goyanna i
desta capital, creemos de preferencia renda para
que elle possa viver.
A Sanr i Casa de Misericordia do Reeife tea
muito que fszer, tem muito em que oecupar-se, e
eu na i sei nvsmo se ella querer enearregar ae
desse aervico.
O Sr. Julio de BarrosAffian90 ao nobre depu-
tado que ella aceita.
O Sr. Joo de OliveiraNj quero, Sr. presi-
dente, oppor me ao projeeto em si, acho mesme,
c imi disse, muito louvavel a idea ; mas acho la-
raentavel que S. Exc. em vez de crear para sea
districto elementos de acti -idade propria e auto-
noma, ao contrario ve o ha sujeital-o capital.
Dapais, Sr. presidente, o projeeto do nobre de-
putado augmenta despesa e nao 8er eom o mea
voto, de certo, que ac augmentar um s real na
lei oreamentaria.
O Sr. Julio de BarroaEu prescindo da sub-
veni/a i.
O Sr. Joo de Oliveira *Bem ; isto j serve.
Desejo- tanto quanto o nobre deputado e
deaenv.ilvimento daquella instituco e estimara
mesmo que ella tivesse um patrimonio proprio.
Para isso j apontei urna fonte de renda. Pois e
canal de Goyanna, urna empresa que parece te
rendosa pela proteccao que a cerca, nao pode con-
cirrer cora qualquer couaa pira que prospere a
Santa Casa de Misericordia? De certo-qaa .-
sim,
J v o nobre deputadi que nao mi opponhe
ao seu projeeto, somante pelo desejo de fazer o?-




i



i



i




.

k.
Diario de VernMiliQ^iSexta--t'oJra 9 de Abril de IM6
posicio, ou pir ayote in a, mai sim pelos motivo}
que acapei deexpor c que para atim sao e ordem
superior. Estou e esturei wmpr disposto a vo
tar coutratodoi os projectos iiue leudara a aug-
mentar a deap aa publica 4a provincia.
E' o qu tenho a dizr.
Vena i luc.a, lido e puado o seguinte reque
rimento :
i\|u a adiamanto d 1 discusslo por 10
das Jos Miria.
N n_'ii.iii podni lo palavra, encerrada a dis
cusaao, di-ixau I > d ir'- eder-S' a votarlo por
eat irptn preaaot s wm o-. Srs. Auirust > Fran-
klTi. \to es de Ara riin, ) il (x Penetra, Ama
ral, K '( merlo, J. de Si. It B rro, I Alves,
Bodr \gu 8 Port 1, H It ,.1.1. ir 1, (i Pavone. I,
aing 1 a I 1 tlva, (-' 1 db 1 de *i irata, Iiitia e BH-
va, Jn iii 'i' Buros ) 1-1' dira.
E.iViom 1 lilac l-s;iu ti <; a addiado o pro.-.l
B. 56 d 168a (autoriaando a adraUas 1 de 2 111
or s fibo od-i e.cliir 1 Demetrio Jos Teixeira,
no (iyomasio f eru tiubucano).
O Sr prndente levaata sesso, designando^
a aagawte ord m do di 1 : coutinuaco da ant"-
cedt-ute maia la nacussiio dj projecto n. 110 de
1884, e 2a dos do na. 2 e 6 deste anno.
cbjgou a calente ta n. 23 deate diccionario, revis-
A commissao ueredaccao, a quera foi pre
seut o projecto a. 6 do 1886 eotn ama
emenda, do parecer fique o mtsiuo redi-
gitlo 'lo seguint.: modo :
A Assembla Legislativa Provincial de
Pernainbu :o resol ve :
Art. nico. Fic.i creado o municipio e
termo le Nossa Simhora do O do Altinho,
o qual se compor da freguezia daquelle
nomo o uo 2. districto de paz de Bobo
douro.
nico. O referido termo ter somente
un tabelliSo e um partidor, que preencher.
as funejoes le contador.
Ficarn revogad is as disposicoes ero con-
trario.
Sala das commisios 7 de Abril de 1886.
^Bat rjs Brrelo Jnior. Amara!.
KViSTA DIARIA
Asoembla Provincial Nao houve
h:nt,m aeaa&O por terein comparecido apenas le
Srs. deputadoa.
A reunan foi presidida p-lo Eim. Sr. Dr. Jos
Manoel do Barro Wanderley.
O Sr- 1" secretario proceden leitura do seguir-
te expediente
Uiu oflit-io de secretario do governo, trausmit-
tiuio um oflieio do del. irado de polica de Buique.
representando sobre o m> estado da cadeia e a
necesid..de de a-r comprado um predio que ut
preste liqvlle fiui. A' cominipsao de orcameuto
provincial -
Dina petieSo 'le Anmiuciad-i de Mello M in'ene-
gro, profesaora da cadeira de Itapissuma, re-
quer ud> que acja-lbe contado o tempo ra que es-
teve auspeu-a dj exercicio da referida cadeira, e
boa Mttao que lbc a j-i paga a quantia currespon-
dent1 a eaae tempo.-A' eomnriaaSo le ordentdo?.
Oatra de Frai euc i Besem de Vaaconcelloe Fi-
lho. proprietario d --itio Sorra Grande da freerue-
zia u (: nata, requen ndo que paaae dito aitio
ooa oe terreoot aperteneer afragnesia e termo
dr 1! z -rros.A" commissio de divisao eivd e ec-
Outra de Ant.o Borg-'s Alves, tab llio da Glo-
ria de Goi., requeran lo que seja mantida a lei
n 1,675A' coinmissao de legialacao.
Outra de Vicente Berth- lini, offerecendo por
venda i provincia aun predio na cidade da Ksc.i-
da, para a cadeia e quartel. A' commissio de
penques.
Outra de J' s'iina Baptiafa da Silveira, profes-
aora pablica jubilada, reqnerendo que ac Ihe man-
de computar Da jubi'a'. a rratificacac a que tena
t > p"lo profeaaor Jos Nicolj Raposo Botelbo, do
I'ort i.
mana Santa Na matriz da, Bia Viata
c;lebrara-se no correte anno oa actos da Semana
Santa, para o que eato de accordo o respectivo
vigarioe a irmandade do SS. Sacramento.
Sendo jrrsndes as despeaaa q i taea acto1 acar-
r .'tam, o Revd vigario pede e aceita p auxilio ios
fi-iw, que podero remetter-lhe directamente oa
sena obulos.
rara as )>r icissoes de Eaterro e Rissurreic >
e itSo incumbidos de recebe* as esportulas de au-
x lio a membroa da ir.iandade Sr3. Manuel Do-
niinguea da Silva, Affonao Lucio de A buqierqu
Mello, Valeriano da Costa Seis e Jos Francisco
d Fru ir lo.
Visita paaloralDe Gaiuelleira remettem-
n is p ira publicar o seguinte, cm data de 6 do
corrate:
Hoje, no trein da manha, embareou para a
fiiguezia de palmares, 3. Exc. Revm. o Sr. Bispo
Diocesano.
" Deinorin-se nesta, o virtuoso prelado, 7 diaa,
durante os quaes coin evanglica paciencia admi
n strou o chnsma a maia de tres mil pessoaa, nao
u oslrando fadiga um so instante.
Autorisou o casamento de grande numero de
a nasiadoa, asaiatindo o acto o dirigindo conaelhoa
e palavraa de consolaco a todos. Na tribuna aa-
g-ada, cercad) de um immenao auditorio, alean-
c u uov a loaros para ajuntar aoa demais, que
i al i o elevam na itnmensa estima de seus juria-
dei mados.
" No doming 4, com aa soimnidades pro8crip-
tas, fez o eiame a matriz. Nada ficou que nao
fosae inspeccionado por S. Exc. Revma. A dea-
rn-ito di a poneos recursos da frfeg ezja, encontrn
tudo em boa ordem e com a decencia precisa; pe-
lo que, aera reservas, louvou ao Rvdm. parodio, a
quera aniracu para que com o auxilio de seus fre-
gitezes concluase as obras da igreja. Tambem
examinou o archivo da freguezia, que foi encon-
trado em da e na melhor regularidade e ordem.
Sendo tal regularidade ordem couaa de mor al-
cnuce para S. Eic, attentaa as relacoes a que ae
p:-endem os assentos parochiaea, S. Exc. acceutua
d miente maaifestou a aua satisfacao.
Ainda para mnis gloria de S. Exc. Revma.,
tem elle de annunciar a liberdade de tres eacra-
v< a moc .s e robustos, concedidas em homenagem
?u i pessoa.
Os libertados pprtenciam aoa Sr8. : Dr. Sa-
muel Pontua!, capitito Manoel Antonio dos Santos
Ferreira e vigario Guarita ; sendo que o deste ul-
timo, era nico.
Ao anuinciar aemelhante acto, cercou-o S.
Exc. de expressoes taes, que a todos commoveu,
c.ino era natU'al.
Na hora da partida, precedido de um cortejo
innnens > 'e pov<-, no qual se destacou o paroeho,
as autoridades judiciarias e polievs da comarca,
m litas senhoras e outros earalheiros da melhor
sociedade, dirigi se S Exc para o Gabin-lc de
Litt ratnra instituido nesta villa, afirn de pagar a
visita que receben.
Ao chocar aa edificio, fj S. Exc. recebido
com todos as d^monstracoes de apreso, levantan
do-se nessa occasiao diversos vivas, que foram
geralm nte corrrspindidos.
Chegado a estaclo, abencoou a massa enorme
que alti ia receber as suas despedidas. Foi um
momento de grande tristeza !
lrande numero de cavalh iros foram em com-
panhia de K, Exc at Palmares.
Wanumiimo-Informam-nos que o Rvdm.
vi{;ari la Eseads, em boitenageo visita do
Exin. Sr B:spo D. Jos, sua parochia, libertou
03 quatro escra.oa que possuia.
Qu- ira a Divina Providencia, que destes e ou-
tres tructos, seja fecuuda a visita de S. Exc.
Revma. a otraa par-ichias.
Tlti'acro ale VarioJadeaNa quarta-
feira, 7 do corrate, cantou-se ueste theatri is
plendida e ioolvidavel opera d > maestro Verdi a
Tro vala.
Correu di modo satisfactorio o desempenho da
bella partitura.
T dos oa artistas interpretaran! ccnaciencioaa
mente r8 respectivos papis.'
Entretanto c forcoso confeEsar que dUtingui-
M lio, offerecendo em seguida a S. Exe. Rvina.uuj'
direitoA" c non Bso de legiilacio.
Outra de P rea d- S e VaseoDceos, ex-pro- rani-e >s Mrs. Dominici, bartono, e Baseheti, te
feso ira publiea hit rin i de Ualbadinha, requema- i no,r estreante.
do O pagamento db sena vencimentos acontar de!. P">e.ro cantou bem, com mu.to sentimento,
11 i J i,- Jucho .le 1879.- A' commisso de or- ''nt-irp-etindo o seu papel com talento dramtico,
denados segnd revelou-se um artista intelligeute e
Outr.V de Joto Jos le Miranda Bocha Pitia '^heced r da seena.
e sua mull r (i >\ va Perreira de Qneiroa Pitta, Sua v?2- P'0 1'}e stnM distingu! por volumo-
profesaorea euntr ictndos da Bena Branca de Ou- S!1' ,oulto harminiosa, bastante extensa e dctil.
neniy, r qu rendo ser pagos peta tabella n. 1 do
regulam uto d 7 ie Ab.il de 1879, e bem aasim
do que o Thci .uro Provincial deixou de p^gai -Ibes
nos meses anteriores.A' comraissac de orcamen
to provi cial.
Adiando se sobre a mesa (i a imprimir um pt
recer da commisaSo de redaecao sobre a do pro-
ject n. I ileste anno.
O Sr. presidenta Borneen para acompauharam a
nrocissao do Senh r B,m J> aus dos Pasaos, ans
Srs. k.tis e Silva, Angosto Frankbn e Juo de
Barros.
Em seguida f i ii-^- 'Ivilaa reuuio.
BliiiiNieriu lia Juniira Di secretan .
da Presidencia nos tui rein ttiao para publicar u
seguinte:
. 2.a seccSo Rio de Janeiro. -MnUterio dos', c,v'^>toin;ir lhe .arma.
(-'anta com umita expressio e gosto, traduzindo
com a necessaria natural idade o diffieil papil, de
que se enearreg .u. OtAlfredo, amante de V.oleta,
teve um interprete correcto, no distincto artista.
O publico, que assisti > o espectculo, applaudio
freqiientemeute sos doua mencionados cantores
Lamentamos que a concurrencia de diletantes
slli n5o correspoada ao merecimento di compa
nliia e a mo'licidade dos presos.
Kalava brabo Ante-hontem, s 9 12 ho-
ras da noite e na ra Bella, achava-se o indivi-
du de n une Antinio Rjgerio de Souza Jnior,
armado de mni faca de pouta, a insultar os tran-
sentes am-acn lo ferir a todos, quanlo foi cla-
tido pelo inspector de quarteirao, Sr. Olympio
Oaorio Maeicl Monteiro, que man ni um guarda


A'f/ocioa da Justifa, 2'J de Marfo de 188ff.Illm.
e Exm. Sr.1,'o.n ref nuca ao1 lucio n." de 9 de
Janeiro ultimo, a que iicompuihou a p ticilo do
bacharel Feliciano io Reg 15 n s Araujo, pediu
do provide cias no sentid > de ser registrada urna
escriptura de hypotb-e, de partes da proprieda-
de Gi'ahy eili Etageabe Dovradj, comenunico a
V. Exe. que a inenci iaa petigS > teve o seguinte
despacho; Nao Ih qne deferir por parte do po-
der exeuntivu a vista das disposiones dos arta. t>5
e sesuiut'-a do reguUaiento anuexo ao decreto u
3,453, ae 23 de Abril de 1865, quo dio compete i-
ca a )s juiz-s de direl^! par* resolver as djvidas
occurri'i'ea sobre o regiatr e da dontrina do avi-
so n. 882 de 14 de Setembm de 1868, fundado em
resoluco de on-ulta que n-conheceu depender de
pro va de divisibilidade o registro de urna hypo-
theca feiti. cm parte da proprielade possuida em
cominiun
D- us guardo a V. Exc. Joaqun Delphino
Ribeiro da Luz. Sr. presidente da provincia te
Pernambu JO.
ProriaoaRealisou-se hontem, noitinha,
a trasladaba i da iinageui do Seuhor Bom Jess
dos Pasaos, em charola, da igreja do Corpo Santo
para a do Carmo.
O prestitj foi numiroao e nelle tomaram parte
muita pessoas gradas-
As ras do transito estiveram apinhadas do
psvo.
H je regresa ao Corpo Santo a referida ima
gem, en solemn procissao, que sabir do Carmo
as 5 horas .la tarde.
Ao meolher no Corpo Santo, haver sermao.
RetratoNa galcria do Sr. Ducasble, ra
do Bara > da Victoria, acha-se exposto um retrato
i. oleo, em 3/4 do tamanh i natural, do conselheiro
Diogu Velho Cavalcante de Albuquerque.
E' trbalo j d. um n isso patricio, que o execu
ton em Paris, onde se acha, por mandado do re-
ferido conselheiro, que o off reeeu k Imperial So-
ciedade dos Artistas Mechanicos e Liberaes, da
qual socio b inemerito.
Es.-ia sociedade brevemente inaugurar o retra-
to no sea sil.lo de honra.
Rebate -O Sr. Fortunata Coelho Pinheiro,
redactor dj Rebate, nos communic m que ser inau-
gurada no preximo domingo, 11 do -orrente, a ty-
pographia que acaba de montar para o seu pe o-
dico, 'pie |nssn a ser diario, no predio :i. 18 da
ra das Laraugeiras.
Ao ae.to inaugural serio admittidas as p'ssoas
que fe apre-entrem dece-iteuicue vestidas.
Comnankla le ccliQcaee Ant -
houtein foi inslillada esta coinoanhiu, que t- seu CW/O, ene up r nido o seu valor no respecti
vo capital, urna important alarla existente no po-
vado da Torre, S, OOd si fabricados toda espe-
cie de artefactos de birr como tijolos, te'hs, ca-
nos, o natos, ele, etc.
A' reuniio e | 65 aceicnistas, repre-
jentmi-1,345aecSea, de capital j realisado na
i raza i de 10 pjr ecnto.
Pro c leud .-se eleicao dos varios funeciona
rios da empresa, foi este o resultado :
Assembla geral
PreideatePrsacwcQ Ferreira Borges.
SecretarioLuiz Dupi
rireeaVio
Gustavo da Silva Antuoes.
JoJo Pi to da 8ilva.
Vicente F. de Albuquerque Nascimento.
CommiM&o fiteal
Joao Jos Ridrigues M Dr. Manoel Martina Fi iza Jnior.
Francisco Augusto Pacheco.
Mrcionario de edsseanao e enaloo
Para a Livraria Frauceza, roa 1- de Marco,
Nao estove POr iaw o vaienta"), e, a vanean lo
para o sida lo rasg u lhe a farda ferindo leve-
m"nte na -nao esquerda ao referido inspector.
Foi preso poucj Vpois pelo reap-'etivo subJelc
. que alli comparec' u, e remedido para a Ca-
ja de Detencao, onde parece ter de ficar mais
aignm tempo, em rizao da se descobrir que cri-
minoso em l'o d'Alho.
Clnii I.literario Fre CanecaCom o
titulo acuna, divers u) mocos, estudantes do Uym-
nasio Peenambucano. fundar un um Club Littera-
rio, cuja directora ficou assim organizada :
PresidenteFrancisco Machado Dias.
Vee-pre8idente Jos Weneetlao Regueira.
{" secretario Carlos Moreira Reis.
2o secretario Joo Carvalho -oares Brandto.
OralorS Attieo Leite.
Vice oradorJoaquim da Silva Rocha.
ThesonreiroAntonio Francisco Regueira.
Bibliot beca rioJoao Cavalcante Pina.
Oinbeiro 0 paquet-3 Cear leveu para :
F.rahyba l:50O000
l'ar 101.20J*000
tJoMton contan Fallecen ante-huntem,
na Cata de Detencao, victima de tsica pulmonar,
o sentenciado Amaro Rodrigues Sonto.
Onzt' rara* lie ponaTantas foram as
que apprehendeu e remetteu secretaria da poli-
ca osubdel gado do districto da Varzea.
FallecimentoNa villa de Iguarass fal-
1- c-u no dia 6 do cor-ente, de urna congestao ce-
rebral, o hmrado e laborioso agricultor Joao Viei
ra do Albuquerque. Era hornea de avancada
id-ide, e duraute todo o curso de sua vida nao
consta que h iuve3se elle pratieado um s acto in
digno dos coracSea puros o bem intencionados.
Pouco f iv ireeido dos bens da fortuna, tornava-ae
to 1 ivia notavel ,-ela sua generosidade estenden-
do sempre mo caridosa a todos aquellos que lhe
peiiam auxilio.
N) ligar Tabatinga, poxiini lado di racsina vil-
la, tmha um p qu no betel, na direccSo do qual
soubs adquirir sympathias e aff^ieos.
Operaeften de catar&taN Informam-
noi que o Sr. Dr. Ferreira da Silva, no dia 28 de
Marco lindo, operou quatro do-ntea de cataratas,
r'ttbe ee-ndo-se elles completamente d utro do
sito dias Servir un de auxiliares os Srs. Drs.
Bruno Maia e Taeques.
Foi um bonito.resuhado.
EaniolaUrna pessoa, que quer oceultar o
sen nome, remetteu nos 40* para dividir com pes-
sosis aobrea.
Agradecendo o encargo, cumprimos assim o
mandato :
A' vinva D. Liura, na roa do Mangue
n. 18 5000
A' viuva D. Miquina, ra do No-
gueira n. 12 .r>>00
A' viuva D. Maria Autr.n, ra do
Marqu Z do HiTVal n. 137 )000
A' viuva D. Joannn Prea, ra da Praia
n. 76 5*000
A' viuva D. Herminia Sette, ruado
Viaconde de Albuquerque 6#00
A' familia do becco do Bernardo 5#000
A' viuva D. Francisca Cyaneiros, tra-
veaaa de 8. Joa 5000
A' viuva D. Francisca Carodro, roa
do Bartbolomeu 5#000
I*, vrniro de Pre ilra Em data de
aiiie-houteui escrev- ram-nos desta localidade no-
tuianljo seguinte :
Hontem ao meio dia no trem que sobe para
Palmares, veio S. Ex.\ Rvma. o Sr. bispo diosesa-
no que foi saudado na estafa? com f guetea e nma
coinmissao dj Instituto de S- Francisco de Asis,
recitando o discurso o alumno Jos Antonio de
lindo bmnuet de Aires nalurae-. S Exc. agra-
dejuoiom palavra* Je amor .aoa alumuos e cleu-
Ihes a bencao para'si, seus pas e preceptor.
O artinta Milone Ainauha, por occasiao
dq espectculo acuunciaJo n > theatro das /nrie-
dades, da N jva Hamb"rgo, alguua apreciadores d)
artista Milone,-como deinonstravao da aprtco esa-
tisfaio pelo seu restanel cunento e volta ao pal-
co, pretendem ofterec r lhe um mimo, fazeuio-lh'
tambera urna matiifetaeao le sympathia
O iut-I ig ote artista toma prte na comedia
com que fecha o espectculo inttu a laO Ettu
dante en arnaval.
S. lenlo Escrevem-nos em 2 do eorr-nte :
Acbando-se aiuedts desta villa o ineansavel
e intellig uite missivitta, e nao qu'rendo que oa
factos dignoa de pat>licil4de fiquem desip.-rcobi-
dea, paaso a expor algias, reaumi lamcaie
Com maia not.tvel tem app ireeido do dia 27
do pasando para c;l copinas chavas, que bem re-
cuperara a falta pnasa la ; v ae diariamente ani-
mo o vida noa fazei luiros, qm j duvidavam de
salvar os seus gados, deviuo tremenda eecca.
Jul^am agora estar concluida tilo penosa quadra,
conseguindo cuno melhoramento actual equilibrar
oa recursos para forueciraento vida de suas fa-
milias.
Lutaram altea com bastante sacrificio no tra-
balho de retiradas dos gados para lugar melhor,
havendo asaim msmo prejuizjs ; porin, Deus que
sempre em tempo ajuda a humanidade, quando
extingualo-se as esperances manlou o preciso
para tranquillidade de todos.
n O commercio gema devido a resumida salu-
da de raercadoria8, havendo calculadamente a minjii;ao em transaccoes de 5 ; felizmeute
ciemos que voltura o seu primitivo estado conti
mando o invern como se espera.
Quanto a casa de mercado, contractada pela
Illma. Ca:.-.ara Municipal com o Sr. Joao Jos
Ferreira, este fez seguir o contracto com urna pe-
ticao ao Exm. Sr. presidente da p.ovincia. Sup-
pomos que nao teve remita lo, por ter S. Exc. sub-
^nettido c-,80 aprovacao da Assembla Provin-
cial, para quem appellamoa po lindo a approvacao
do referido contracto, que sem duvida alguma
tiara grandes vantagens, muitoespecitmente pelo
invern, evitando a perda de mercodorias quando
expostas venda.
Cumpre anda ponderar qn oa Sre. camaris-
tas foram bastaute escrupulosos na organisacao do
contracto, balanceando o reodimento municipal,
para ver se, supprimdi a cobranc de mercado-
rias que devem aer reeolhidts ao mercado, o exce-
dente faria face 3 demaia despozaa, e apreciada a
deduccao feita ficaram scientes de que era cousa
alguma affecfara as outras neceasdades qne im-
preterivelmente seriio feitas, com ordenados o etc.
a A casa de mere id>, pela planta conhecida e
submettida a Cmara, sira elegante e de oitiina
construcQao. Pasando nessi villa um engenheiro
qne velo verificar o concert preciso no acnda o
coutriictante convidou-o para ver o luga" destina-
do a dimensoes do mesrao, o elle concluio omit-
tindo favoravelmente sua opiniao, o contractant
lucrar alguma cousa mas nao excessiva, visto
empregar capital nao pequeo eom o trabalho dos
artistas, gradeainento de ferro e maia raateriaes,
que poatos aqu seruo carssimos, devido longi-
tude.
" O povo vive em completa harmona, nao se
dando ca o algum digno de menco, e as autori-
dades do lugar proced^m nao raerecerera cen-
sura. Continua o alferes Pauliao Ayres cenaocom-
mandante de destacamento, que reaente-se da
falta de alguma* pncas, por terem segndo nao
mmos de tres e no terem vindo outras em substi-
tuicao.
Julgaroos que nao tardar a emigracao deal-
guns doentes para este lugar, afim de, respirando
o vantajoso clima, conseguirem restabelecer-se ;
inconteatavelmeute deveraos crer ser este lugar
um doa melbores para o tratamento de algumas
molestias.
i O sera-morto Club Litterario talvez volte ao
que era, pois temos esperanzas do o ver reorgani
sado com a coadjuvacao do Sr. Dr. juiz municipal
c antros dedicados litteratura.
Ouvimos ult'mamanta 1101a p-quena duvida
em ralafS 1 ao lugar em que devora ser feito o
acude decretado pela Assembla e oreado em seis
c intos de reis. Alguem lembrou que o lugar maia
proprio devia ser aqueta do acude provincial. Nao
podemos bein avahar de. idea.
Proclama* de casamente Na ma-
triz das Gracas nos das 2> e 38 de Marjo e 4 de
Abril, foram hdos os segirtutes :
De Manoel Pacheco com Anna da Conceicao
Pereira.
De Ladislao Ferreira Gomes com Valeriana Ro-
drigues do Livrameuto.
De Joiio Gjuc ilves da Fonscca com Isabel Car-
piutero Peres.
IEtF.'cruar-ac-b&o :
Hoje :
Pelo agente Alfredo Guinaraes, ka 11 horas, no
urmazem do Aun -s. de gneros de estiva.
- Amanb :
PeZc ogen'e Pestaa, s 11 hiras, na ra do Vi-
girio 11. 12, de predio.
Pelo agente Gusmao, s 11 horas, no a rraazem da
ra do .J un Jess n. 49, de movis diversos.
Segunda-feira :
Ve'o agente -into, s 11 horas, na travessa do
Pombal n. 1, de predios.
Minmiio fnebre*. SerSo celebradas:
Hoje :
A's 8 ho-as, na matriz da Boa-Vista, por alma
de D. Matbilde Libania Monteiro P 1/2 horas, na matriz da Boa-Vista, por alma do
Baro de Paripia ; s 8 horas, na matriz de S.
Jos, por alma de D. Calixta Francisca de Quei-
roz ; s 8 horas, no Carmo, por alma do coronel
Antonio Vctor da Silva Vieira ; s 7 ljl horas,
no Espirito Santo, or alma de Jos Cavalcante
de Albuquerque.
Aui tuba :
A's 8 horas, no Carmo, por alma de D. Maria
do Carmo Rodrigues de Si jueira Lins.
Segunda-feira :
A's 8 horas, na matriz da Boa-Vista, por alma
de. D. Maria Alexantrina Torres ; s 8 ho-as, na
ordem terceira de S. Fnncisco, por alma do te-
nente Francisco Ribello da Silva.
OperacOew clrurgica*) Foram pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 8 do correte,
as -ipguinfes :
Pelo Dr. Malaquias :
Duas posthotomias reclamadas por phimosa e
cancros, sendo ama a thermo cauterio e outra pelo
processo de Ricord.
Pelo Dr. Pontual:
Amputacao do pnis pelo processo de Guyon,
por epitelioma do penis.
Casa de iseteneo Movimento dos pre-
sos uo di 7 de A'-ril :
Existiam pr-sos 283, entrn 1 sahiram 7, exts
tem 277.
A saber:
Nacionaes 255, mulheres 4, estrangeiros 6, es-
ravos senti'iiciades 3, dem proceasadoa 3, ditos de
corr ccao 6.Total 277.
Arracoadoa 253, sendo: bons 237, doentes i 6
total 253.
Movimenfo da enfermara :
Tiveram baixa :
Lucas Antonio Evangelista, Marcelino da Costa
Amara! Rosa e Antonio J< aquim dos Santos.
Teve alta :
Gregorio Loureneo de Freitas.
Falleceu :
Amaro Rodrigues de Souto.
Lotera da provincia Sabha-i .
i(.)O>>, p'l) n t-iiveimite ni di 1 11 de Abril,s 2 horas di tur
de.
Os bilhutes acham-se venda na Casa da For-
tuna, rui Priineiro da Marco n. 23.
botera de Mcele de OOiuooftooo
A 3' parte da 12* lot >ria, eujo premio gran le
4 de 00:iM)i)4IX>), pelo novo plano, aera xf.rihida
imjr*t-rivelin'nte ao dia 13 Je' Abril s 11 biraa
da manha.
Bilbet-s a vo la na Casa Feliz da or iva da In
deponen na. 37 e 39.
Nalailonri Publico. Foram abatidas
u 1 Mata 1 uuro 11 Cabanif. 8 rezes p ira o consu -
m<) d i dia 1 do corrate mea
Hercado Hunlcloal de .
m>vimuuto deate Mercado no dia
rente foi o seguinte:
Gatraram :
3 boia pesan do 4.685 kilos.
619 kilos de pci'.e a 20 reta
22 t.aboleiroi' a 801) ris
53 cargas de taaba a 200 ris
11 ditas de tructas diversas a 300
ris
14 siiiuos a 300 ria
Foram ocenpadoa:
21 columnas a 600 ria
41 talbos de carne verde a H
6 ditos de di toa a 24
30 compartimentos de familia a
5 26 compartimentos de o. midas a
500 ris
75 1/1 ditos de legumes a 400 ris
17 compartimentos de suino a 7u0
ris 11MI
11 ditos de tressuras a 600 ria 64600
Jo*--H
8 do cor-
12438
444 'i'
10^6*"
3*300
24800
1246' 10
4440""
124000
154000
134000
324200
Deve ter ado arrecaiada neste da
a quantia de
Debi'osdos dias 25 de Marco a 8 di
corrento, recebidos
dem at 8 do correte
Foi arrecadado liquido no da 6 do
corrente
Precos do dia:
Carne verde a 280 e K) iis o kilo,
Suiuos a 560 e 800 ris idem.
Carneiro a 600 e 1*000 ris idem.
Farinha de 32i) a 600 ris a cuia
Milho de 32 i a 440 ria idem.
Feijo de 800 a t280 ris idem.
1804780
18800
1824580
12J3nO
1704220
IIIDICACOES TEIS
Hedlcoa
Consultorio :ueiliro rirurii' ilo ttr
Pedro de .4ttahyde Lobo Mnacoao
ra datlorin n. 39.
O doutor Hftmeozo d consultas todos os
lias uteia, das 7 s 10 horas da manh
Este consultorio otferioc a, -.oiuiuo li I
ie de poder cada lente ser ouvido e ex
ninado, sem ser presenciado por Da meio dia s 3 horas da tarde ser
Dr. Moscozo encontrado no torroo pe .
;a do Commercio, onde funeciona a in
pecyEo de sade do porto. Para qual quer
i'estes dous pontos poderlo ser dirigiilo-
oa chamados por carta as indicadas boma
Dr. Migud Themudo mulou su cnsul
torio medico e residencia pira a ra Nova
n. 7, 1. andar, onde da consultas das 12
horts s 3 da tarde e rice ie chamados a
bualquer hora. Especialidad es partos fe-
bres, syphilis e molestias do pulmao e co
racao.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de 1
s 4 horas da tarie, ra do Birlo da
Victoria n. 45, 2 o andar, residencia ra
lo Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
dvoaado
O bacharel Benjamn Bnndeira, ra do
Imperador n. 73, 1." ao lar.
fenrique MUet. Ra do Imperaoor n.
22, 1. andar. Encarrega-se de questS 's
as comarcas prximas a3 linhas frreas.
Dr. Oliveira Escorel, 2. promotor qu
blico, tera sen es"riptorio de advogaci da
ra Primeiro de Marco n. 2.
Jos Bandeira de Mello advogado
ra do Imperador n 37.
rosarla
Francisco Manoel. d/i Silva & C, lep
itarios de todas as especialidades phar n
C. i ticas, tintas, drogas, productos chimico
medicamentos homoeopaticos, ra do Mar
uez de Olinda n 23.
Faria, obrinho & C, drogustas poi
attacado. Ra Mrquez d Olind n. 41.
Serrara a Vapor
Serrara a vapor e ojficina de carapino
le Francisco dos Santos Macedo, caes V
Capibariie n. 2S. N'aste gr-inl-i estvbd-
cimento, o priineiro di pto'iocia o'st! g-
ero, comprase a vende-se maieir.n de
todas as qualidadcs, serra-se madeiras de
conta all'i i, assim como sepreparaua obras
de carapira por machina e por precos sem
competencia.
aas^
paito, sem os oeoeticioa que e>in mnito anho as
c uap us -in. Q i* esso pir'o duae ve-a dolo
ruso, nao se evidencia s, mais ja semanif-s'-
bem depressa
A primeira d-ssas duas dores est no proprio
tacto do modo do reagafe, o do erapreatimo qu '
tem de noa curiar o sacrificio de moitos mil M3
de conto8 unnualmente ; por isto que tan'O me
tenho aafereado eui deinmatrar que oeste enepaa-
hen luii uto deven a les en Ir aunuaiui -n r u
m mus p issivel, ce aeipil m f z r do mu tus mil c <, m m i i 'o oab
:ui fs ires ilu >.p i mo'la (ou in >e. i a pape!) que
retir m aa su it i, e firand a tol > o titul i ere
d i torio, com > ; ITp thecarias, 'ii u ca
raler de billi tes ao puta lor, para quo nao 008
san correr de mSo un mio, como dinh-iro. A ou-
tra dor a que ie 11 por oeeasi i do propriu par-
to e ella tanta m.is iateasa e cruel, quanto ndo
8e repart" u--I (;u pr >porciona!meiite poi totoa oa
orira is do cor.i > aocial.
Bata 'iiir Bl i na preprio bein que se procura p >r
meio deste emprehendira rnto, a subida do val ir da
moeda e a alca d i cambio, qu vem surpieudor a
iniutua que, tendo na veapera co npra to mereador is
por um preco, no da seguat", pela alca do eam i
m eousequeucia do reagate, vem a soffrer grau les
pp-juiz>3, por causa da denumioaedo da ra leda, denominacao de no-'so padrio monetario, sem ob-
l'eeto que lhe corresp inda, o real.
Ni -gera tein dalo attenco a este ponto, nin
gu m q ie me conste tem se oceup ido delle ; no
eutauto que elle 11.11 oC,eetO de grandissima im-
portancia, d'oude resu tara grandes prejuzoa de
una e lucros de outru- como no jogo.
Deste poutu )io s j tia'ei em um dos artigos
deata serie. c>mo maia vezea me tenho oceup do e
especialm-nte por un capitulo que lhe cousagrei
110 livro que a anno pasaado pubiiquei,o Cathe-
cisui > Social e Poltico Braaileiro ; mas aqui 10 se
poueo, e, em gsral, c un pou ra attenco ; prr ato
t.uilioeneuiitra lu .dainas pessoas que, nao obstan-
te u que tenho mostrad.) por esees escriptos, mo
achara inconveniente nenhum n nosso systuna
mouetarro com o Si u padrao de renl. Oecup" no-
nos, poi disto mais detidameLte, 8 vamoi ver o
quanto pemicioao esse nosao padrao monetario.
Vamos a ver, po8, o q ie o real em compara-
Vao com o pa Ira > do systema nonetari i de alguna
outros p ivos, e os doloroaafl resultad >a que delle
prevm, e muito mais, verdadeia calamidade pu-
blica e insuperavel quando o re gate do papel moe-
da elevar o cambio a 27, ae oSo se tomarem a
tempo medidas serias e adeqmdas. E' por taso
que tenho dito que as nossas questoca econmi-
cas e fnanceiras, como em muita cousa muirs ve-
z-'s acontece, toda a medida laolada desastrosa,
p'rnicioaa. Estudemos, p is, com cuidado o a;-
aumpto.
Levemos o caso ao extremo pin nelhor se sen-
tiran as consequencias.
Suppmh se que se retir in da circula.ao cem
mil cuiitoa ele lis, 00 -eji p-.re no papel mueda
8 parte na tol i einissai do Banco d 1 lrazil e uas
letras liy,.oth> carias, Jetxando c lias de correr c uno
dinheir ou jeja to lo em papel ra > da, pagando o
p ivo peis mil cuntos d ris animalmente para os
accionistas destea hincos seren mais ricos.
Kfir ni a asaim cem mil COBtoa de ris da cir-
cnlavo, o cambio soie, a falta il diubeiro aug-
menta-lhe o valor, i-io !om n meo dinh-ir > se
eo npra muita couaa, o iuro, a ibia atcrima, com-
pra-ae por. pouco diuheiro de papel, pjr 9$ pouco
mais ou menos.
Vamos agora v-r quai o resoltado de todos os
enntrat 'S fnitos no tempo do eambi 1 baixo p -lo pa-
drao di real ou mil ris, ciuiudo h ntvetem de ter
a sua sob'caoou cumprim-uto, assim is que se oo
eutre os, particular;-, .-orno nos contratos do go-
verno, inclusivo o pagintento de tilos os veuci-
iiieutos dos fu.-icci'in trios pblicos, Como veremos
no seguinte artigo.
Abril 9-1886.
Affonso de Albqnergne Mello.
%o
lvm. Or. Sose f.-iuio de
Motiza
Embar #a hoie p.tr.t a corte do imperio
0 Exm. Sr. Dr Joa Soriano de Souzj,
que ha pouco Victoriano >s p da eleicSo hon-
rosa disputada no 3o distri to da P.irahy-
Despedida e rerlame
Uoa M que me tnudei, 1
I) ix iodo os visiuhos rneus,
V-nlio agjra de minh'alma,
aviar-ibes temo adeus.
n iff reco ana seus servidos,
iS'1 casa qu" agora bnhitp,
aja ru i, a rujo ninoro,
Abaix<> verlo Lescripto.
A is meii l're^uezcs
M'iiid forte api rtq de Jl ,
Lhea pego que nao squ<*cam;
Un-iue seinpr- a proteccKo.
Na casa que agort oceupo,
Sempro pro-npto cu esttrci,
A eumprir as snas ordens,
O qua maito al nejarei.
A todo publi o Ilustre,
O artista Zacaras
Se fia lembrar, pois tenho g nho
Soaa boas syinp-ithias.
Em Coronel Suassutia
Antiga ru 1 de Hurtas,
No uumero oitenta e seis
Gasa que tem duas portas.
Subindo urna escalinha,
Ira> bater no sobrado
On le por certo acharao,
Baixo pree:>, lino ngrado.
Ahi sempre prasenteiro,
A.'lurilo todos o- di is,
A servir os seus fregueses.
Seu criado o
Zacaras.
86 CoroDel Sunssuna 86
(Antiga d-i Hortasj
O Dr. Democrito Cavalcante, dvendo
seguir boje para a provincia do Para, onde
pretende demorar-se alguus mez-s, nao
pode por falta d". tempo, despedir se dos
seus amigos; por iss> pedeJies desculpa;
e, aproveitanlc o ensejo, offerece lhes os
seus servidos.
Pira tratw dos seus negocios, ficarn au-
to isados, alm de sua familia, na cidade
de Olinda, os Srs. J s Tbales de Mello,
Horacio Pires fa!vilo, ra do Impera-
dor n. 4', e Flix Cavbante do Alba-
querqu na secretaria da Snti Casa.
iicife, 7 abril de 5886.
LvceuTrlaflelBMGO
Continuara a tunecionar as aulas deste lyceu
ra do Hospicio n 30. _
Trectortr "*------------
' -~ "" Mana O. de Mello.
O bcharel Jos Vicente Meira de Vasconcellos,
le volta de su 1 vingem a>i Para, declara a os seus
amigos e constituoites que do lia 20 io corrente
mez em diant', quando pretende tomar coata do
sea escriptori', continuar no exercieio de sua
profiasao de advogado, p idend) aer procurado na
10
de Abril, se extra iir a lotera n. 47, em bene-
ficio da igreja le Maricnta.
No consistorio da igreja de Noasa Senhora da
Conceicito doa Militares, se acharao expo.itas as
nrnas e aa espher arrumadas em ordem uame-
rica aprec.incao do publico.
I.olera da rorleA 1* parte da 196 lo
t 'Ha daeCOr'e, cuj > premio grande de 100:'XK),
ser extrahida brevemente.
Os bilbetes achain-ae k venda na Casa Feliz,
prava da Independencia ns. 37 e 39
Tambem se achara, k vendana Casa da Fortuna
ra Primeiro de Marco n. 23.
botera 363, do novo plano, do premio de 100:00*0000
ser extrahida no dia .. do corrate.
Os bilbetes chun-se venda aa Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambera acham-se venda na praca da Indc
cia ns. 37 e 3i>.
Lotera Extraordinaria to Yul-
rangaO 4o e ul uno sortcio das 4* e 5" seiies
desta importante lotera, cujo maior premio de
15(1:000*000, ser extahida a 12 de Juuho proxi
uo.
'. cbam-ae exposto a venda oa reatoa d s blbe-
tea na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marci-
n. 23.
Lotera do Ceorft de SOOiOOOfOO-
A' 2a serte da 2' lotera, cujo maior premio de
PDBLICACOES A PEDIDO
Os emprestimot do governo
VIII
Pelas noticiaa que pela imprensa da corte noa
chegaram depois dos t legrammas sobre este as-
suinpfo, nao era bem claro que 0 Sr. Bebsaro ti
vesse por fim com estes emprestimos resgatar pa-
pel moeda.
Com effeito, com) logo percebi e j o dase, o
emprestimo de Londres s poderia s"r para sati--
fazer os nosaos compromissos na Europa ; j tiuha
eu notado que o governo eatava devendo a tres le
nossos bancos alguna mil contos de ris. Vimos
depois por aquellas noticias da imprensa da corte
que eaaa divida doa bancLS de 7l):000 coutos de
ris e que o dinheir) a respeito.do qual o governo
entabula negoc'acoes com 03 bancos, seus credo-
res, para consolidar eaaa divida 10 juro de 5 ,'o
Com effeito este o pasan porque ae n. cessi-
dades do paiz ha tanto bradara, e que eu teubo
feito echnar no quanto cabe em raiuhas forcas.
Depois desta ope'-aeau po le o --. Bebsario ejn
verter toda a divida interna ao juro le 5 "/n (e
mais n>i diante, elle ou ouiro, externa) fasendo
o inovimento om o diuhero aun que ten 1 de
c unprar saques para a Europa se nao tora aquel-
le einpicitiinu le cujo des im os meemos jornaes
se mostrara inscieotea. O publico na or'e, pum,
se miairava muitn animado e eperancoso uo ge-
nio financeiro do Sr. Belis rio. Tudo isto, porm,
vai paaaaudo, agora se reeeia que o n -g icio de em
plvora. >e Deus, poim, nos livra deste calis,
Beata byootbvte pensemos na applicaco do em-
prestimo u > t ido pruveitiso misler do -eagate do
papel moeda, em cuja saborosa idea entr.-tidus,
ecpe.-ancosos a quasi aatisfeitos, nos balanc. 1 vamos.
Nesta hypottieae, poia, se a Providencia passar
de na aquella cabx, deve o Sr. Belisario Ibaaf al-
guma cousa pr v tosa ; e, c un 1 n is diffi.ei* e
complicadas circumstaucias de nossas finanzas, fa-
zer alguma couaa < uao "udo, |>- ior do que nal,
de esperar que o Sr B- li.i.an iae oecop no s
qui sliio ra metaria, dep.iia que co ocluir o trabaib
da conversad da uivida publica interna.
Se o reagate do papel moeda, deste runo tan im-
portante de nossas calamidades financairas, um
passo de 11 cessaria urgencia, em vea de um bem,
Beria esta, im dida de um cffe to ainda mais perni-
cioso, se nao ihe seguase immediat .mente, seno
vieese coiy netamente, a cetorina de uossj padreo
inoiietaii 1, e por coinseguinte de todo o iiossj sya
tema monetario.
Se cmpreheudermoa aquella tilo importante me
dida fiii-iuceira e e.c-uiomicH, do reagate do p*p-l
in e la, j o dase mais de una vez, que carece-
mos de entrar en um ayateuia de reformas combi-
nadas e harmnicas, para que produzam tructas
salutares a priuuira, e nao s as crueis dores desse
ba, o da qu il Sahio v-u :edor ; victoria es- praca de Pedro II (outi"ora pateo do Collegio) n.
pl-ndida aJcaojada no prjsente pleito elei
torai, simplcsment' imposta pdo oaereci-
ment, pela oultirada eru i gao de que dis-
b><5e, inftuncia poltica legitimada ha Ion
gos annos, e que por si mestno impunha
tilo syupatliii-a candidatura. Hoje sogueo
Exm. Dr. Suriano pira a corte, afim de
des mpenhar tilo honros mandato para
si, e para quelles que o elegeram, e do
qual antevemos urna nova pilase de pros-
peridades e de grand zis no s -io da pro-
pria cmara temporaria, liffundiodo aeente-
Ih.is de r ios de su 1 cultiv 1 la illustracSo
e vasta eru licao scientifica, nao sement
Parahyb e ao 3* distri to, mas tambera
provincia de Pernambueo, que muito lhe
m rocador, qu- honra se eom o orgu-
Iho em possuil-o em seu seio, mais am la
ao proprio paiz inteiro, que o considera,
como um dos vultos mais eminentes,
urna ver ladeira gloria nacional, o venla-
deiro Santelmo da oropria cmara, e da1
presente situacao. S-mpre tivemos por hi-
tla o sacrosanto prinupio do suura cui
que tribuende e por isso a nussa !in
guag-m c ser sempre a mesma; isto
; a da verdade O Exm. Dr. Suriano de
Soasa urna venladeira gloria nacional.
Feliz viagera, louros sobro louros, fl ires
sobre flores, ser sempre sua passagein
p-lo seio de nome, essa estrella de primeira gran
ieza ter sempre o mesrao scintillar, sen
nome immortalisado as paginas da nossa
historia patria para liccao da inocida le ho-
dierna. Sao esses os mais sinceros votos do
defensor <; apreciador do mrito.
Recife, 8 de Abril ae 86.
O conservador parahyhano.
Alcedo Marrocos
us que leram o folbeto do ir. Tito
lardoso
Como Ibnitou se o Sr. Tito Cardoso a fazer-me
urna nica argui?o, e esta mesma na qualidade de
empegado da estrida de ferro de S. Pranci.-co, o
que nunca fui, limito me tambem, por ora, pu-
blcacao d 1 do- umeuto abaixo, reservando n mais
para a barra doa tribunaes a que pretendo arras-
tal-o, chamando-o resp nsabilidade.
Di inte de seinelhaute prova, o publico que
aquilate o peso de una tal acciuacSo.
Illm. Sr. superintendente da estrada de ferro
d-i Ke lita ao !*. Francisco. Francisco Alcedo da
Silva Marrccos precisa a bem de seu direito, que
V. S. lhe certifiqU' S" o au. pilcante foi em algu-
ma p'ea empregado desta estrada. Assim, poia,
pede a V. S. deferimeuto. E. I?. M.
R cife, 21 de Marco de 183G. Francisco Alcedo
da Silva Harrocos.
Attesto que o supplcante nunca foi empregado
di-ata estra la de ferro. Cab^, 31 de Marco de
1886 We// Hoo ', superintendente.
U.vife, 7 de Abril de 188B.
Francisco Alcedo 4a Silva Marrocos.
Ao publico
L^ndo no Diario de hontem urna publicado as-
ida por A. Caphedorio, em que son atado ao
p .ste da difamado, pee*) ao respeitavel publico
que aguarde a defeza que, com documentos, devo
pr duzir por esses oouc.-a dias.
Palmares, 8 de Abril de 1836.
i'anoslde Castro Torres.
6, primeiro audar, das 10 horas da manha s 4 da
' I .fe, 6 do Abril de 1886.
O vinho de extracto de ligado le ba-
calh.ieo, de 'h vrier, cotrposto le tal
modo que urna colher de vinho correspon-
de exactarainte a urna colher d oleo de
ligado de bacalho.
As doses do vinho no dev^m exceder
s do oleo ; ellas variara segundo a idade
e a eonstituiao do inliviJu), ent.e una (T)
e quatro (?) colheres por da.
E' de grande importancia nao exceder
"sta dose, un medic-.mento nai prenshc
'8 seus fim logo depois de ter passido a
bocea; ch-gaodo no estomago deve ser di-
gerido p.ra tornarse til; ora as doses
exi-essivas nSo se digerem, -lias acirretam
pelo contrario perturbaeo-*s gstricas de na-
tureza diversa, eomO o proPessor D vergie
tio til nente asignalou. Eis porque cha-
mamos a attenco dos doent-s sobre um
ponto muito digno de considerado :. Nao
ha exagerucao falsa no rotulo do vinho de
extracto de ligado de b icdlio, de Chevrier,
nao ple haver exageragao imprudente na
sua adininistrac.fio. a
(Revue Medcale.)
I V
Dr. GoBlbo Leite
Mrdlro. parioiro r operador
Consultorio ra Du^ae de C-ixius n. 59,
1 andar
Residencia ra do Payaand n. 15 (Paaaa-
gem).
D consultas das 11 horas da manha s 2 da
tarie.
Attende para es chamados ds aua profissao a
qualquer hora.
Dr. Mello Gomes
MEDICO PAKTEIRO E OPERADOR
'Ra do Burilo da Victoria (antiga
I ra Nova) n. 37, Io anclar
} Dedicase com especialidade ao curativo ( )
(de febrea, molestias de peito e das senhorna,
syphilis e est re i lamento da urethra
Consultas dau 10 a 12. Chamados per
(escripto qualquer hora do diaou d -. noite.
Tclephone n. 259.
Conultorio medico-eirurglca
O Dr. Esteva" Cavalcante de Albuquerque con-
tinua a dar consultas medico cirurgieas, na ra
do Bom Jess n. 20, Io andar, de meio dia ia 4
horas da tarde. Paras? demais eonsulta e visi-
'a em sua residencia provisoria, ra da Aurora
n. 53, Io andar.
Ns. tclephomcos : do consultorio 95 e residencia
126.
Especiaidades Partos, molestias de creacaa,
d'utero e seus nnnesoa.
Bf. Cerpira Leite
UMIIC-O
Tem o sen escr^)ti)'-io a ra do Marque* de
llinda n. 53 das 12 as 2 horas da tarde, e desta
hora em dmute em sua residencia ra da Saa-
a Cruz n. 10. Especialidades, molctiass de se-
nlioraa e enancas
OCULISTA
Dr; larrolo Mampato, medico ocalis-
es-ch. fe de clinica do Dr. de Wecker, d consul-
tas de 1 s 4 horas da tarde, na ra do BarSe
da Victoria n. 40, segundo andar, excepto nos da-
mingo* c dia> aanctificados. Residenciara de
Riachuelo n. 17, canto da ra dos Pires.
Dr. Ferreira Velloso^
d consultas das 10 s 1112 da manha, em
quanto funecionar a assembla provit cial, rom
de Marquiz de Diinda n. 47, Ia andar.
N. 4. Todos os ue (m tomado U Emlala
de Scott, reconh?cem a sua superioridade
sobre os outros remedios empregados at
hoje para a cura da tsica pulmonar, escr-
fulas, rachitis, anemia e debilidade em ge-
ral. As suas virtudes sanativas e reoonsti-
tuintes sao tuatavilhosas.
J aWHMI l
flm \


Diario de PeruanibucoSexta -fcira 9 de Abril de 1'6

Desp
O bacharel Mauoil Joaquim de Aodrade Luna,
retirando se para o sul uo paquete inglez Trent, a
mJu podando pela presteza d> sua viagetn, desje-
cidade e da de Goyantia, o faz pelo nresdut's ofFe
recendo lhes os seus servias na provincia de Mi-
sas Geraes.
Eecife, 8 de Abril de 1886.
Caras assombrosas de fysica
n. a*.-
As disseccoes fe i tas recenteniente nos hospitacs
de Paria, provam que os tubrculos dos pulmes
poJein ser cicatrisados de um modo permanente,
coran lo -si' a tysica. Os casos referidos toram do
pessoas que annos antes haviam padecido de en-
(lollegio de Santa Lucia
Para o
EsIh collagio
sexo fe minina
fuaccioaa aob a direccSo
di s Sras. D. Auna do Rgo Almeid e D.
Liria Nepomuceao Du.rte, no 2o andar por^.ta Cmara, alm das carrpe^s precisas para
di r .. -. i n conduccao de lixe. nao sendo o numero destits u-
c sobrado sito ra D'jque de (Jaxias n. f ,. *a
;qua
5>. Aloin das pnmeiras letras, e todo o
ti ibalho icz, (esciwer e fallar), Qglez, portuguez,
geographia, arithinetija, des-nlio, muica,
piano, e flores artificiaos de toda as espe
ci'S etc.
Avisa-so ao publico, esperando todo o
peri metro da cidade, de vendo eqpservar cm cada
latrina um guaida para abril a, fcbhal a conaer-
val-a sqrnprc liujpa.
2- O contraefaute obrlgado acoosirvar nes3e
servic-j ii pessol necessajio, aSo podondo ter ino-
noa de 40 pessoas, para que fique o tr-ibalho do
varremento concluido dentro,das horas indicadas
fermidadea doa pulmoes e que ao depois morreram a<" dhiiueiito o protecclo, certo de quo em-
por outras causa?. Os boletins officiaes dizem, qu- | pr -garao todo o esmero no adiantamento de
toram curados de ulceracao dos pubsoes mediante 3Uls alumnas ; funceiona todos os dias
O USO constante do oleo puro do ligado de baca
lho Porin toda a difficuldade consiste eji poder
ae alcancar este especifico. Torna-se, pois, da
maior importancia quo o doente sniba que o oleo
puro medicinal de flgado de bacalho de Lanman
Keiup, se acha iseuto de impurezas, conforme o
indica seu nome. Compde se elle do principio sa-
lutfero e vital, que se encontra nos figadoa saos
do bacalho que acaba'de ser escado. Na sua
oomposica i nao entra a uiais leve partcula de ma-
teria eatrauba. E claro e puro e acha-s : iseuto de
raneo, que geralmente caract risa aquelle que in-
merecidamente se appellida oleo de figado de ba-
calho.
f0 nome da casa que o prepara urna garanta
mais que sufficiente da sua excellencia, e tanto o
commercio como o publico podem confiar nelle com
toda a seguranca, e por isso somonte se acha
venda as principaes lejas de drogsa.
" Agentes em Peruambuco, Henry Forster & C
ra do Commcrcio n. 9.
Xarope de Matamata
O Hul rauta (lecyth'e idatimon) com o
qual se prepara este zarope um vegetal da flora
breailcira.
E' um agente therapeutico poderosissimo con-
tra as molestias do peito e da aathma.
Os numerosos affectados que delle tm feito uso
conseguirain um rosnllado muito satisfactorio, aca-
bando por se reconhe er que at hoj a melhor
preparadlo para a cura da aslliinn. lirn
-chite atn malica, e anllgn < oppren
ses, dispensado o emprego do arsenio, folhas
de estramonio e plantas narcticas que acabam
quasi sempre pelo abuso que dellca se faz e ir es
mo pelo uao prolongado por produzir effeitos des-
astrosos sabr a sade e em geral entorpecimeuto
do cerebro.
Vndese na Botica Franceza de Ruwhuiji-oI Fie
re, successores de A. Caors
N. tt-Roa da CrueN. *
RECIFE
Escoh particular
De iostrueco primaria para o
sexo masciil no
34RA DA MATRIZ DA BOA-VISTA31
O abaixo assignado participa ao Ilustrado pu-
blico desta capital, que abri sua escola particular
de instruccao primaria para o srxo masculio",
ra da atriz da Boa-Vista n. 34, onde esmera la-
mente se dedica ao ensino de seus alumnos.
O grao da escola consta : 1er, eserever, e contar,
Jeseuh j linear, historia patria e nocoes de frau-
cez.
Garante um rpido adiantamento om s uaalum-
nqsvpelp. se systraa e-ensia, o qual urna pa-
ciencia Ilimitada, um amor inviolavel urna Co-
merada dedicacao ao ensino, fazendo com que os
aeus discpulos abraccm e amem de corajao as Kt-
tras, aoa livros e ao estudo, guiando-os no cami-
nbo da intelligencia, da honra e da dignidade,
afim de que venham a ser o futuro sustentculo
da patria, da religio e da lei, um verdadeiro
cidadao brazileiro.
i Etpea, pois, merecer a connanea e a potrela
do distincto povo pernambucano, e em particular
tem f robusta em todos os paes e tutores de me-
ninos que queiram aproveitar tm rpido adiunta-
meuto de sfus filhos e tutelados.
Comquanto ouaada seja esta tentativa, todava
espera que os seus incansavt is esforcos, e os scua
puros desejos, sejam coroados com a feliz appro
vago do todos os filhos do Imperie da Santa Cruz.
Mensalidade 2()'KJ pagos adiantados, no acto
da matricula.
Horario das 9 horas da maulla :'.s 2 da tarde.
Recebe meninos internos e mei,-pensionistas
por mensalida Jes razoaveis e lecciona por casas
particulares a ambos os sexos.
luTo Moars de .\zevedo
34 Ra da Matriz da Boa-Vista 34
II
O' bacharel Francisco Crrela
Lima Nrbrinho
partecipa aos Srs. estudantes que mudou
o curso de Arithmetica, Algebra e Goo-
metria, para ruado Visconde de Albuquor
]ue antiga da Matriz n. 7.
Oculista
Dr. Ferreira da Sdva, con-
sultan das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
ut'is exeptonjs domingos e dias santifica-
dos.
Ro.'eberu-se alumnas internas e me i)
pe eionistas o externas por preyos razoa-
w .
Ra Duque de Caxias a. 59, (antiga do
Queimado.)
EDITAES
O Dr. Thomaz Garccz Par'anhos Moct a
ro, commendador da Imperial Ordein
da Rosa, juiz le direito espacial do cora
mercio desta cidade do Recife de Per-
naitibu o, por S. M. o ImperaJor, a
quom Deus guarde, etc.
Faz saber aos que o presente caital v'ncru ou
delle noticia tiverem, que se lia de arrematar por
venia a quera mais der, em praca publica dste
juizo, depois da respectiva audiencia do dia 13 de
Maio do correute aun j, o seguint.
Urna cisa terrea de tijolo c cal edificada em
solo proprio, sita i ra aaConquista n. 14, fre
guezia do Boa Vista, com porta e janella de fren-
te, medindo ^uatro metros e setenta centim tros
de largura, deze metros e tiinta ceatimetroa de
comprimento, duas salas, dous quaitos, urna pe-
que a sala para eugommado, (.osinha fora, quintal
curado e cacimba mceira, tudo em bom estado,
avaliada em 2:0'0i0(K).
I n.i casa terrea de tijolo e cal, edifica a em
solo proprio, sita d ra do Progres o n. 23, na
mesma freguezia, com duas janellas, entrada por
um pique 10 portao de taboa, medindo quntro me-
tros c otenta centimetr >s de largura e trezn me-
tros e oitenta centimetros de comprimento, duas
salas, dous quartos, cosinha fora, qu ital marado,
com tres arvo^edos de fruct. terri'no ao lado direito, cancendo de um p.'.jueno
rep.ro, avaliada por 1:8005000.
Vio a praca por execueao q, movc D. Ale-
jandrina Guilheriniu.'i dos S.-.utus Dias, represen-
tada pelo s-'U curador Maiioel Fra.icisco dos San
toa e S Iva, contra os h'rdeiros Cysino Rodrigue
da .Silva C'amp a i e nao ha ven lo laucad'- que
cubra o preQ) do ava'iaeao, a arrematagao ser
feia pelo preco da adjadicacSo, com o abatimento
(ia lei.
E para que chegue ao conhecini;ntj de todos,
man-.li i pasear o pr se.nte editai que ser publica-
do pela imprensa e atusado nos lugares do costu
me
Dado e pa sado nesta cidade dj Recife tapial
da provincia de Peruamouco, aos 0 de Abiil de
Subacrevo e assigno O escrivao interino, Sa-
lustio La.nenha Lins e Souza.
Thomaz Garcez ParaiJios Montenegro.
O Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, juiz de
direito do civel n'csta cidade do Rcie e
seu termo capital da provincia de Per-
nambu'.o, por Sua Magestado Irop?rial e
Constitucional o Sr. D. Pedro II, a quera
D.us guardo, etc.
Fae i aab -r aos que o presente editai virein ou
delle noticia tiverem, que nos terinas do art. 1 "
dt> Dec. n 1695 de 15 de Set mbro de 1869, cien-
tro do p.::zi de 30 dias contados da pubcacao do
piesente, receber este juizo propostas em cartijj
fechadas, para arrema ajao por venda do> cscr i-
Vi 8 segiiinti s :
La luvina, com idade de 50 annos,
p neo mais ou raen p, avaliada p :r 200000
G -- al le, com idade de 15 anuos, ava-
llado por 4505 A0
Emili com dade 20 annos, avalia-
da por 400J0OO
Porfira, com idade de i7 xnnop,
doente de ar, com paralysia uas
pernar, avaliada oor 200000
Penhoradcs por execucao que movem Thomaz
de Carvalhc & C, successores de Vianna Cbris
ti" ni & C, confia Frnncisco Antonio deOliveira,
e te acbam depositados em poder do txei irado
E paia que chegu^ co conheeimcnlo de todos,
mi.ndi i pasaar o presente quesera publicado p .'la
impensa e aixado no lugar do costme.
Dado e paseado nesta cidade do Recite aos 8
de Abril de 1886. Eu Pedn Tertuliano da u-
nhi, ecrivo, subscrevi.
Joaquim da Costa Ribeiro.
A Cmara Munipal do R-cife, faz saber a
qurm mteressar possa que no dia 14 di corrente,
ser arrematado em hasta publica o servig i da
linioeza municipal p' r espico de 1 anno sib as
bases '-' ccndi(oea abaixo mencionadas :
1 O contractante Conservar varridas o limpae
as ras, travessas, beccos, largos, pateos, caea, la
trinase mictorios das quatrofreguezias da ciddu,
e nmiver todo o liso das referidas freguezms,
proveniente ou nJo de varrimento, para os pontos
Iochc's determinados por esta Cmara, dentro do
COMERCIO
o* commerclal de Pernam
buco
Recite, 8 de Abril de 188
Ab tres horas da tarat
CotaeSn o finio e
Apolices provinciaes de 7 0/0, do valor de 1:0005,
ao par.
Cambio sobre a Baha, 30 d/v. com 5/8 0 0 de
descont.
Cambio sosre Santos, 60 d, v. com 1 0/0 de des-
cont, hontera.
Cambio sobre u i- 90 d/v. 19 1/2 d. por
15000, do oanc}, hontem.
Dito obre dito, 60 d/r. 19 11/16 d. por 1/000,
particular.
Na hora da '.ola..
Vejdeam-se :
13 apolices provinciaes.
F. J. Pinto,
Fiesideufe
CaDdido C. Ki. Alcof.rac'c
Secretario.
aENDiMENTOS PUBLICO:
Mei de Abril da ISno
*.'.A80BADi 1 7
-!03 d 8
or*De 1 7
le 8
-.1 !.A!V E0V'^CIiL !.'e 1 7
d 8
Ravm db*tb*ohDe 1 7
dem d 8
119 414 167
17^768.730
137:1805897
13:1151978
2:126434
15:242412
85.-f0538
3:3!>5*7o0
39:015,988
4:188'829
1:866 743
5.^55. 572
DESPACHOS DE EXPORTADO
Em 7 de Abril de 1886
rara o exterior
No vap >r inglcz Orator, carrejara r :
Para Liverpool, H. Forstjr 4 C. 312 taceos
com 25,650 kilos de assucar masca vado ; J H.
Boxwel! 78 sacas com 6,159 ditos de aigolaj.
N. barca portuguesa Isolina, carregaram :
I'ara o Porte, Leal & Irmao50 saccas com
8,716 kilos de algodo ; B. D. Camp-s 1 caix
com 45 kilos de doce.
Na barca portugutza Noemia, carregou :
Para o Porto, S G. Brito 80 coures salgados
e-m 960 kilos.
No lugar norueguense Correo, carregou :
Para Hu I, C P. de L >mos 100,000 kilos de
caroeos de algo 1 o.
No brigue sueco Bore, carregou :
Para Hull, C. P. de Lemos 20,0j0 kilos de ca-
roeos de aigedo.
Para o interior
No vapor franco- Ville de Rio de Janeiro,
carregaram :
Para Santos, Araorim Irinios & C. 450 saceos
com 27,0 O kilo, de asucar branco e 350 dt^s coin
21,000 dit.sedito mascavi.do.
Paia o Rio de Janeiro, Baltar Innaos & C. 300
saceos com 18.0' 0 kilos ie assucar branco e 650
ditos com 39.00') ditos de dito mascavado ; H.
Borle G 1,150 saccas com 36,603 kilos de al-
godao.
= No vapor nacional Ser/jipe., carregou :
Para Baha, M. C. Lo jes Vi nina 20 cascos com
3,' 0 litros de mel.
No vapor inglez Glanwern, carregaram :
Cara o Para, Amorim Innaos & C. 20 p-pas
com 9,600 litros de agurdente.
= No vapor naei nal Cear, carregaram:
Para Mauos, Maia k Rezende 25 barns e 1
pipa com 2,880 litros de agurdente ; Baltar Ir-
m.los & C. 50 barris com 4,0O ditos de dito e 75
Volouiei com 3,611 kilos de assucar branco
Para oPara, J. A. da Costa Medeiros 17 bar-
ricas c'tai 1,353 kilos de assucar mascavado e IOS
ditas co 4,725 ditos de dito branco ; J. J. da
asta Sampao 1 barrica com 250 kilos de cera
animal e 2 ditas com 630 ditos de cera de car-
nauba ; F. M. da Silva & '". 17 ,.ax s 0\^0 e
ricino ; Bartholomeu 4 C. Succeisores 28 volsmes
medicamentos.
Para o Par, Amorim Irmacs 4 C. 25 barris
eora 2,400 litros de agurdente.
Para Mauos, Amorim Irmaos C. 40 Larris
com 3,810 litros de agurdente e 20 saceos com
1,-'00 kos de assucar branco ; Maa 4 RezenJe
10 barricas com 800 ditoa de dito ; Lopes & Bra-
ga 7 ditas :om 400 ditos de dito refinado.
ferior a 8.
3- O contractai'td obrigado a fazer o ser vico
as horas que f< -eiu designadas, pelos fiscaes das
4 fnguezias, s devenlo em gcalcer feito o var-
remento a uoite, ponendo sel-u de dia nos dias
chuvosos, sendo o contractante obrigado a dir sa-
hida s aguas pluviaes.
4* O c-ntractante receber noreste servido an-
imalmente a qufltia de 34:8695120, que ser pa
ga un 52 presb-eoes igunes, isto por semaua.
5- O contraet inte neoncrA na multa de 10j,
seuipre que for encontrada sera indicias de ter s
do Innpa qua> aqm r ra, travjssa, beeco, largos,
pateos p caes.
6. A multa S"r imposta pelo comm.-sario de
limpeza publico, com recurs para a Cmara nao
p dendo da decisao desta, recorrer o contractante
para qualqu>r autoridade administrativa ou ju-
diciari.i
7. O contractante que houvcr incorrido em
cinco multas consecutivas, sem provimento do re-
cu so interposto pirante a Cmara, perder o con-
tracto do servico de limpeza publica, que passar
a sel feito pela Cmara, sem lireito ser ndem-
us do de qua'qu r iuterease ou perda que provier
do mesmi contracto.
8. S serio idmttidos a licitar as pessoas que
houvercm depositado em p der do procurador da
Cmara a quanntia de quinhentos mil res em di
nheiro a qual perderao se aceitando o lance, nao
viercui assignar o contracto dentro do praso de oito
diis c n'ados d>' approva?2o do mesmo, pclopre^i
dente ila provincia, devendo a habilitacao ser at o
dia 13.'
9.0 O contractante entrar com a quantia de
4:O0'.'50C0, em dinheiro, apolices ou flanea idnea
para pagamento da execuco do contracto, ao as-
ignar o reppcctivo termo, cuja quantia perder
se abandonar o coutracto ou interromper o servi-
do em qua'quir das liegu zas.
10. Ttrmiiiado, ou interrumpido o praso do
contracto, nSo ter o contractante direito a ser in-
deuinsado de qua:quer valor ou material que tiver
empregado uo s tracto, pertencer ao contractaute.
11. Ser preferido aquelle que se propozrr a
exe -utar u sei vico por menos.
Phi,-o da Cmara Municipal do Recife, 7 de
Abril de 1886
Dr. Antonio de Siquera Carnero da Cunta,
presidente, Dr. Francisco de Assis Pereira Ro-
cha, secretario.
Editai n. 15
O administrador do Consulado Previncial faz
publico a qui m interessar possa que, rm vista da
portara sob n. 593 expedida pelo lllin. Sr. Dr.
inspecter do Thisouro em 31 de Marco ultimo, fica
pror gado por mais 15 dias o prazo concedido par i
pagamento, livre de multa, do imposto de repart-
ci relativo ao 1" semestre do exercico corrente
de 1885-86.
Cnsul.ao Provincial de Pt-rnambuco, 3 de Abril
de 1866.
fnteisco Amynlas de Car eolito Mouro.
EdTlal n. 91
(3.a praca)
De ord.-m do Illm. Si. Dr. inspector se faz pu-
blio, que s 11 horas do dia 12 do cor ente mtz.
8erao vendidas em pr iy,a, no trapiche Conceicao,
as mercadoriafl abaixo declaradas :
Armazem n. 7
Maiea FI&C, 8 caixas ns. 0 32, 34 38,
viudas de Ilamb.irgo no navio a'demo Hero, en-
tr i i em 9 de Mareo ultimo, abandonadas aos
dire'os por Alfreio B. Tugman, contend ooras
mpre?sis de urna s cor, pesando lquido legal
3,iM) k logrammas.
Marea FJiC l taixa n. 33 idem Jem, eont'u
do obras inpressai de urna t cor, pesando liqui-
do legal 438 kilo^r.iminas.
12 eaixas os. 1 12, i leui idem, coutcndo|>a-
pel ordinario par embrulh i, pesando liquido le
gal 2.565 kilograai.oas.
3' seccilo Ua Alfaudega de Pernambuco, 8 de
Abril de 1886.
O chefe,
Cicero B. de Mello.
DECLAMCES"
Chb de Regatas Per
iianibucano
Sao c nvidados os Srs. patroes das embate coc
que quizercm tomar parte na prxima regata a 2
de Maio vindouro, vircm inacrever suas tripula-
ee.- e eaibarca^oes, na s I deste club, das 7 s
9 horas da noitJ at o da 20 do corrente mez.
Recife, 6 c abril de 86.
Os directores,
Ernesto Leal.
Jos Guimare i.
Arthur de Mello (interino).
Declarado
Para conhecimeuto dos respectivos contribuin
t- s, publica se de novo a collecta da elasse n. 1
com alt' rates f itas de conformidade com a de-
cisao da junta especial desse Tbesouro que deu
prod otnto a diversos recursos interpestes.
1 Sccfn do Consulado Provincial, 3 de Abiil
de 1886.
O chefe,
Jos X, R. Barros Compeli.
No hiate nacional Ires, carregaram :
Para Mosaor Mello & Pereira 2 barricas com
90 kilo3 de aiaucar refinaio.
Para Villa de Touros, J. P. de Oliveira 100
saceos com fariulia de mandioca
Na barcada Eliza, carregou :
Para Maco, M. Amorim 1,050 saceos com fa-
i-iiiha He man i'jca.
Na barcaca Aurora, carrregaram :
Para Aracaty, Maia & Rezende 400 sacos com
fariuli t de mandioca.
Na barcada Lindo Paquete, carregou :
l'arn l'arahyba, J. Raptiata 200 taceos com fu-
riuha Je uauuioca.
MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 8
Santos e efcala9 dian, vapor francez Ville de
Bnhia, de 1008 toneladas, comraandante S.
Deens, equipagem 36, carga varios gneros ;
a A. F. de Oliveira.
Maco6 dlao, hiate nacional Deus le Gua-ie, de
60 toneladas, capitao Pedro Jos da Silva,
equipagem 4, carga sal ; a Bartnolomeu Lou
rene).
Liverpool49 dias, patacho inglez Corrie Dingie'
de 183 Mulalas, capitao John King, equipa-
g. m 9, carga carvao de pedra: a Johuatou Pater
6c C.
Navios sahido8 no mesmo dia
Havre e escala--Vapor francez Ville de Baha,
eo mandante S. Del.ens, carga varios ge
eros.
Santos c escala -Vapor francez Vt'ZIe de Rio de
Janeiro, commandairte Fawesnell, carga varios
gneros.
MaeciVapoi inglez Orator, conrmandante John
D. .Jlatt, cargA varios gneros,
llambiirgoBarca nacional Noea Sympathia, ca-
pitao Guilherme Luiz de Souza Lo'ue, carga
varios gneros
Vew-Yrk Patacho inglez Mase Rose, capitao
Bernetli, carga assucar.
HullLg-ir norueguense Knut Al/ton, capitSo
Q. Sahes3em, carga assucar.
VAPOItJSSSPERADOS
Jac
Trent
Mandos
EZfa
Advance
Bahia
Paranagu
Espirito Santo
Tm rala
Equateif
Para
Nevo
de Trieste hoje
da Europa hoje
do norte a 12
do sul a 14
de New-PortNews a 16
do sul a 16
de Hamburgo a 16
do norte a 23
da Europa a 24
do sul a 25
do sul a 26
do sul a 29
Imposto le Imlusirlae proQsgao
Tabella que se refere o 85 do art. da
lei a. 1868, taxa de reparticSo
10:0005, elasse n. 1, casas depom
trjissgoes de congnacSes e de cora
raiss3es e cjusignacoes.
Recife
Ra do Bom Jess n. 48. Abrantes
s C, 1* 'iivisao
Largo do Corpo Santo c. 15. Fran-
cisco de Albuquerque M. Caval-
cante, dem
Santo Antonio -
Marcilio Dias n. ti. Joaquim da S.
Salgueiral, idem
Pedro Affonso n. 40. Jos Daniel P.
de Azevedo, idem
S. Jos
Coronel Suaaauna n. 22. Joaelino
doa Santos Silva, idem
Vidal de Negreiron. 2. Jeo Mcrei-
ra Lima, idem
Mrquez do Uerva. n. 96. Joao Joa-
quim Alves de Albuqt.' rque, idem
Imperial n. 13. Joaquim D. Cma-
ra, idem
Dita u. 44. Tercio Torcs Tavares,
idem
Santo Antonio
M.reilio Das n. 66. Modesto Coclho
do Reg, dem
Recife
Visconde de Itapirica n. 14. Juvino
Bandeira, dem
Santo Antonio
Livrainento u. 38. Lopes & Araujo,
idem
Pedro Affonso n 62. Moreira 5s Ir-
me, idem
Li lameato n. 16. Arantes 4 C,
idem
Pedro Affonso n. 18. Beruardino da
Silva Ramos, idem
Largo de Pedro II u. 77. Joao Bar-
bosa Lima, ideui
Penha n. 8. Justo Tcixeira c C,
idem
Duque Caxias n. 47. Joao Francisco
T. Marques, idem
S. Jos
Coronel Sunssiina n. 202. Antonio do
('ai i ni Ferreira, idem
Boa-Vista
Aurora n. 17. Antonio de Albuquer-
que. P. Barrete, idem
Recita
Largo do Corpo Sant.- u. 13. Btr-
naidino GrOtnej de Oliveira. idem
Santo nlonio
Imperador ti. 40. Vitello Ferreira 4
('.. idem
[di r..ment u. 12. Alvea de Brttu Si
C., idem
Marcilio Dias u. 16. Antonio Gui-
llu'roiiuu dos Sant i-, idem
Caes Viute Dora dw Novembio n. 52.
J".'.quila Aii.-eliiu C. de M. Ca-
va'eante de llbuquerqu i lein
Livrum uto n. 3. Moreira i Braga,
idem
Pedro Affonso n. 22. lo Gomes de
Oliveira PioJade. ideo
Bo' Vista
Sote de Setembro n. 6. Joao Floren-
tino Cavalcante de Albuquerque,
idem
Recife
Vig-.rio Tenorio n. 5. B iro da So'.e-
dade, idem
Santo Antonio-
Livramento n. 3. Joao da Cunha
Vasc.ncel'os, divisa,)
Lugo do Kosario n. 24. Jos Alvcs
Quintal, ilem
Imperador n. 81. Seba. tio Manocl
do Bego Barros, idem
S. Ja
Vidal de Negreiroa n. 50 F.rninJes
s Pruno, idem
Recife
Mrquez de Oliuda n. 3. Manocl
('ruz 4 C., idem
Dita n. 14. J;b JxaOjU'O _Moieira,
idem
Bo;n Jess ii. 38. Joaquim Jo Hj-
driguea da Cost idem
Vlgario T< norio n. 19 Antonio I. do
Reg Medirnos, idem
Visconde d'.' Itaparica n. 4. Bezerra
4 Ir na >, : li ni
Viga'io Tenorio n. 19. Pedro Ozni
de Or picira, idem
Viaconde de Itaparieaa. 51. B-.nto
de Freitas Gmni iraes, idem
Bom Jesua n. 7. Migu I Jos Alves.
3" diviaao
Marq'io.z de Olio a n. 38. H rman
Stolzemb. k 4 C idea
Bom Jess o. 54. Jeo Jos da Silva,
idem
Com panilla Peruamb Francisco G. de Azevedo, ideal
Bom Jess n. 9. Francisco Antonio
de Brito s Filbo, ideo
Madre de Deus n. 36. AbueiJa Ma-
chado 4 C id m
Travesaa da Madre de D us n. 8. D.
Ferreira da Silva Maia ,fc C, idem
Ra do li-ii i de Triumpho n. 56
Euzebio da Cunh i Beltao, idem
Dita n. 1 a 3. Fous'.ca Irmo s C,
idem
Amorim u. 45. Francisco GucJes de
Araujo, idem
Mrquez de Oliuda n. 25. Gomes de
Maltos 4 Irmao, idem
Dita n. 13. J. Fat Madre de Deus n. 5. Jot de Ma
cedo, idem
Mariz o Barros u. 11. Rodrigues de
Farias .t C, idem
Bom Jess n. 56, R'ip'ia' 1 4 Subri-
nbo, idtin
Marque: de Olinda u. 22. Souza
Moutinho 4 (_'., dem
Largo do Corpo Santo n. 17. Theo-
doro Justo, idem
Ruado Visconde de Itapariea n.32,
Luiz de O. Lima Jnior, idun
Recife
Domingos Jos Martins, n. 40. Sa-
muel Jshnston A C, idem
Bom Jess, n. 50. Joao Martins do
Rio, idem
Bom Jess, n. 50. Joaquim Barr-
so de Mello, idem
Bom Jess n. 50. Her.negildo Joa-
quim de Oliveira Baduin, idem
Bom Jess, n. 50. Mame! Jos Af
fon so. idem
Marqii' z de Olinda, n. 27. Guiuia-
rSes Perman 4 C, idem
Santo Antonio
Pedro Affonso, n. 68. Jos Paulo Bj-
telho, idem
Imperador, n. 58. Antonio Juvencio
de Siqueira, idem
Estreita do Rosario, n. 8, Isidoro
Ribeiro de Carvalbo, idem
S. Jos
Imperial, n. 19. Joaquim Domingos
da Costa, idem
R -rifo
Commercio, n. 15. SebastiSo de Bar-
ros Barreto, idem
Vigario Tenorio, n. 7. Domingos Al
ves Matheu--, idem
Bario do Triumpho, n. 96, Fran-
cisco Ribeiro Pinto Gnimaraes,
idem
Santo Antonio
Imperador, n. 46. Corrcia 4 C,
idem
Recife
Amorim, n. 52. Costa e Medeiros, 4a
' revisao
Visconde de Itapariea, n. 32.-Jos
da Silva Alves, idem
Dita, n. 1. Hostiniano de C. Moraes
idem
Mrquez de Olinda, n. 36. Trajano
da Costa Mello, idem
Bom Jess, n. 28. Francisco G. Ro-
drigues Esteves, idem
Commercio, n. 28 Francisco Jos
Jayme Galvo, idem
Bom Jess, n. 11. Manoel do Nasci-
cimciito Vieira da Cunha, dem
Vitcconde de Itaparipa, n. 30. Vin-
va Antenio Raptista Nagueira,
idem
Bom Jess, n. 11. Capitalino C. de
25J348
25*348
25S348
25f348
25348
253347
25J348
96|348
25J5348
255348
25^348
255348
255348
S6J348
25534S
254318
25^318
255348
2553 is
255 318
264348
95*848
261348
2o:1*
25*348
25*348
.. .1
25.' 4.'! i
253IS
385022
33*022
385022
385022
38J022
385022
380:2
385022
88*022
38502 i
3850.-2
505696
60*696
50.696
505696
505696
505696
50 66
50*696
5 5696
60*696
505096
505695
60*696
60*696
505626
60*696
505496
50*696
505696
50*696
505596
50*696
50*696
50*696
50*696
601690
50*696
50*6%
50*696
50*696
50*696
3osm6, idem 715*044
Dita, n 33. Ladislao Gomes do
Reg, idem 764044
Largo do Corpo Santo, o. 5. Joao
Vctor Alves Matbcus Jt C idem 76*014
Commercio, n. 10. N. J. Lidutia 4
C, dem 765011
Largo do Corpo Sauto. u. 5. Ne ger Cabrn s O, idem 76*44
nom Jess u. 48. Souza Nogueira 5s
O, idem 76*044
Mrquez de Olinda, n. 18. Alfredo
Alves da Silva Freir, idem 76*004
Dita n. 20. J. A. Thou, idem 126*748
Vigario Tenorio. Johnston Pater &
C, idem 126*748
Dita n 1. Baltar Oliveira 4 G-, idem 126*748
Couimcrcio u. 6. Pereira Carneiro
as C, idem 126*748
Vigario Tenorio n. 3. B.'istclman &
C, idem 126*748
Santo Anronio
Imperador n. 79. Bario de Nazareth,
idem 1265718
Recife
Bom Jeeus n. 12. ThendjD Cbris-
tiansen, idem 1265748
Lugo d Corpo Santo n. 7. Julio &
Irmao, idem 126*748
Bom Jess n. 30. Ferreira Casca &
Fiiho, idem 1265748
Largo do Corpo Santo n. 15. Tava-
ras de Mello G. s C, idem 1265748
Bom Jess n. 3. Amorim Irmaos &
C, ideui 1265718
Largo do Corpo San o n. 11. Sanu-
ders Brothirs s C, idem 1265718
Commercio n. 8. Henry Forster s
O, idem 1267)8
Santo Antonio
Imperad ir n. 57. Machado s Perei-
ra, idem 196* i 18
Primciro de Marco n 17. Laurindo
de M raes Pinh iro, Uem 186*748
Recre
Commercio n. 26. J. II. B xocll,
id.m 186*748
Caes da Oouipanhi i n. 1/18, Joe da
Silva L.y. 4 Filh ., den. 196*748
Madre do Deus n. Hi. Cunha Irmao
t C,id m 126*748
Bom Jess u. i;. Manael Ferreira
Bartbolo, idem 126*748
Cummer.-io n. 11 Bariw do PetroH-
im, idem 126*748
Bom Jeeus n. 7. Maucl Joaquim 'Ja
Roch., idem 126*748
Mrquez du Olinda a. 66 Leal 4
Irma i Jem 12 ii l"1
Dita n. 20. I.i '. Ancuio de Siqu-i-
ra, iiem
Commercio n. 40. Augusto F d'Oli-
veira, ida n
I,' zi < 1 iJorpo Sonto n. Alo. t'
V':; de Ca i'alh i, idem
S into Antonio
Ra do Imperador u. T. 'i Lapoil
U C. I ;ll
Recife
Bom Jesusa. 33 J iOoQ es deM -
raes Arauj i,
Diin n. 59. He n fi (J, i
Dita ii 1. M,.,..! Xi cr L'arn n
de Aibu |U rqa -, dem 101*392
Dita n. I i. Tiburciu Golucj ; Aa-
drade Lima, idem 101*292
Dita n.45 T.inj..u-a| 4 Filaos, idem 1-. 1*392
\u: riiB ii. 37. PeAaudea da C ta
4 I.'., i.lem 101*39
Bom J.-sas n 18 R Drosina & C., 10U392
Mxi-qnez da O nia n. 35. Sulzcr .'
K ..elil.in, i l.in 101 |
Cummereio n. 2. II. M. Webster,
idem 101*392
Dita II. 5. Silva Otti ir.'e & C. 1U1 i. '-'
Larg i do C roo Santo u. 19 Orestee,
rrae.i.i'.s S C, idem 101 o i.i-'
Companhia Peni inibu ana n. 6. Luiz
GoBCilvcs di Silva Piulo 4 C,
i'ieui 101 *302
Travesaa da Madre ie D-ts ns. 9 a
11. Domingos Cruz v C., i lu U 1*393
Boin Jess n. 61. II SiuCflch&C,
idem 1015392
Travesa da Madre de Deus ns. 4 e
t. Souza, Bastos, Araoiim Ji C,
idem 1014392
Bo n Jess n. 11. Baltar Irmao s C,
idun 1015392
Cummereio ns. 4 e 6. II. Lu-lrren Is
C, id m 1015392
Dita u. 10. P. biman i. C, i Jem 101 4892
Santo Auton'0
Largo do Caruiu n 1. Souza Pinbei-
ro >\s C, i iein 101*392
Imperador u. 28. C mpos ^ C, idem 1015392
Recife
CVinin rcio u. 5. Biamssr 4 C, 6*
divifio 126*748
Mrquez de Olinda u. 7. Ilenriquc
Buril s C, idem. 196*748
Commercio .i. 14. Wilson 4 C, dtm 12>)iT|--
Dit;i n. 20 \V. VV. R.oiliard, idem 1265748
Ditt u.40. Maia Rezeale & C, 1265748
Dita n. 18. Jlathucs Austriu 4 C,
idem 196*748
Dita ii. 20. Connoly is C, iiem 1265718
Associafo Commeroial Agrcola
de Pernambuco
Assembla geral
2a convocaban
S7o novamentc convidados os senho-es associa-
dos comp;irecerpm na sede desta as uciacao, a
12 h)ras do dia 15 do corrente, afim ce se proce-
der a cleicao da nova directora c da commissao
de cxaine de contas, c ser lio o relaturio da ac-
tual directora c o parecer na commisso de con
lis Em virtud? do art. 27 dos estatutos a pre-
sante reumo funeciouar com qualqaer numero
de ass ciados que cemparec- r.
Secretaria da Assoeiacao Commercii.l Agrcola
do Pernambuco, 7 de Abril de 86.
S*de Barros Barreto,
Secretario
Irmaadade
De M. tira. Hfii don II imeiiv erecta
na iarej De ordem do irma juiz convido a todos os nos-
sos irmaos para cnmp-.rceersm no consistorio da
nossa rmandade no da 9, s 3 horas da tarde,
afim de acempanbarmos a trasladacio do Seuhor
Bom Jess do;. Pasaos da igrej t do Caimo para a
matriz do Corpo Janto, para oque fonos convi-
dados.
Recito, 7 de Abril de 1S36.
Alfredo Francisco de Souza,
Escrivao.
flub Carlos Gomes
Sardo mcii-al
De ordem do conselh) administrativa deste club
C'.minunieo aos senhoi-i s socios que o sanio deste
oiez dever ter lugar na noite do dia B'. Os in-
greaa I se aeliaui no poder do Sr thesoiireiiT, que
tnsg ira n i sede de club todas as noutes, daa
7 s !l horas.
Recife, 6 de Abril de 86.
Joaquim AWes di Foiiscca,
1 secretario.
coi-li-:oio
OE
\ossa Senhont das Victorias
RIJA DO HOSPICIO N. 10
Directoras:
M,i c. Blam-he d'Herpent Crgo.
Baroacza V. d'Herpent.
I"...- collfgio tein ptimas accjmmodacocs para
aluinnae inten as c um corpo docente de reconhe-
},daeapacidade. _.....__
l'enrravpl irmandaile la Corioia
Senljitra nii'tii^a (3a igreja ila
Santa Cruz !) or lem do irm yin coovd ) a todos os nos-
p03 irmloa a eomparecerem em nosso consistorio
no mingo 11 do con ate, s 2 horas e meia da
r r i-, afim de ae mp mbareu a solemne prodsaSo
i "ienhor B>>m Jrsus dos Passos ao encontr com
iSinii-sinu Virgem, qn tem de sabir desta
ieiein, e para o"que tiv m a convite.
12370
7G I
7') i 'i;
101*292
itorio cm 8 Je Abril de. 1886.
O screturio,
Manocl Jos de Sant'Anna Araujo.
lofloBsie
Club Inyralnz
Em e.i iiprim.'iit) da disposto no att. 21 Jo nos-
so ivgiilinnento convido a todos ?s Srs. socios a
te reunir'm cm asscinbla geral s 11 horas da
ui--nli.1 de domingo 4 ie abril, ua sdc do Club,
rua da I.nperatriz n. 42, 1" audar.
O secretario,
Antonio Maciel de Siqueira.
i i commercio
505696
505696
76*044
76*044
76*044
76*044
76*044
76*044
76*044
76*044
As compinhas de segures d'esta praca avisam
que, em cosequencia do pcqueuo numero de se-
guros para o Para, e do grande valor dos risos
d'essa resp.nsabilidade, que as ezpc a graves
prejuizos, teem resolvido, a contar do dia 15 do
corrente em diante, elevar as taxas dos premios da
sua tabella.
2 o/u contra todos os riscos as eondicoes *de
suas apolices, para caigas em navios v.llii,
lev indo prat'co da costa com carta, e mais 1/4 0,'q
se nao lavaren pi tico.
1 / dem, idem fra vap r.'3.
Recife, 8 de Abril de 1886
Pela Companhia Innemnisador :
Os ("irectores,
Joaquim Alves da Fonscea.
Antcuo da Cunha Ferreira Baltar.
Pela Corapr nhia Phenix Pernarabacaua,
Oa administradores,
Luiz Dupr.t.
Manoel Gomes de Mattos.
Pela Companhia Amphitrite :
Os directores,
A. VI. de Amorim.
M. I. da Silva Gum Almas de S. Jos
De ordem da mesa regedor, convido a todos os
n ssoa irmaos comparecerem no consistoiio desta
irmanladc pelas 2 1/2 horas da tarde de h je, 9
do eorr. nle mez, afim de en nrporados, irinos
ac mpanhar a proeissa i do S'enhor Bom Jess dos
Passos, que tem de sabir do convento de N. 8. do
Carmo desta cidade.
Contistorio da irmandade das Almas, erecta na
matriz de S. Jos do Recife, 7 de abril de 1886.
O escrivao,
Francisco V Alves da Fonpeea.
Veneravel confraria do weulmr
lio ni Jess da Via sacra da
I groja da Santa Cnu
De ordein da mesa regedora, convido a todos os
tiossos irmaos comparecerem em nossa greja,
paramentados com seus hbitos, nos dias sexta-
feira 9 do corrente, pelas 3 horas da tarde, afim
de encorporados, acompanharmos a procisso do
Senhor Bom Jess dos Passos, que tem de sahir
do convento do Carmo para sua sede ua matriz do
Corpo Santo, para a qual ti vemos convite ; e no
domingo 11 do corrente, pelas 2 1/2 h ras da tar-
de, para acompanharmos a no isa procisso do
Senhor bom Jess dos Pasaos ao encontr de sua
santissima Virjrem da Soledade, que tom de sa-
hir de nossa igreja e fazer o seu trajecto da con
fraria.
Consistorio do Senhor Bom Jess da Viasacra
da igreja da Santa Cruz, 7 de Abril de 86.
O escrivao,
Jos Francisco de Figueiredo.
De rrdein da mesa regedora crvido a todos os
ntssos charis8mo< irmaos para sexta- fcira, 9 do
corrente, s 3 horr.s da tarde, reuniremse em
nossa igreja, afim de encorporado3 irmos acompa-
nliar a solemne procisso do Senhor Bom Jess
dos Passos, qae ter le ser trasladado do conven-
to de Nossa Scnhora do Carino para a sua sede,
matriz do Corpo Santo, para cujo acto tivemos
convite da respe.'tiva irmandade.
Consi.-t ri) da irmandade do Divino Espirito
Sant) do Rcife, 6 de Abril de 1886.
O escrivao,
Julio Ferreira da Costa Porto.
Veneravel irmamlade do Senhor
Bnm JeMUK das Porlii. da igreja
da Mailre de Deu Ji
De ordem da mesa regedora desta irmandade.
s) convidados tolos 03 nossos irmaos a compare-
cerem sexta -feira 9 do corrente, pelas 3 luras da
tarde, na ig-eja da Madre de Deus para encor
p-.r idos, acompuiharmos a procisso dos Pasaoa
de Nosoo Senhor Jess Christo, para o que tive-
mos convite.
Secrct.iia da veneravel irmandade do Senhor
Bom Jess das Portas, 6 de Abril de 86.
O secretario,
Luiz Barbosa Ribeiro.
TUEATR0
DE
VARIEDADES
NA
A.
Companhia Ivrico-coDiico-
dramtica
DIRIGIDA PELO ARTISTA
L1Z MILONE
EMPREZA
BOLDRIiVI E L. MILONE
AMANH
SABBADO, 10 de Abr
Grand* festa artstica
H,^
Reapparlrao do actor
tcalo nmM
Primeira parte
A' pedido geral repete-se a engranada comedia
em 1 acto, escripta pelo actor LUIZ MILONE:
4 ultima Doite de carnaval
em que tomam parte a Sra. Durand e o Sr. Re-
possi.
Ke&uada parte
Miserere o gran do por soprano e barylooo na
opera do maestre G. V'erdi :
0 TROVADOR
em que tomam parte a Sra. Cortesi e os Srs. Bos
cheti, Comoletti e o corpo dos cors;
Terreir parte
A magnifica cancho do Jardineiro, na opereta
desempenhada pela distincta actriz Sra. Marin.
Ultima parte
Acabar o espectculo a magnifica comedia com
msica, do repertorio do actor LUIZ MILONE :
0$ estudantes em carnaval
Pregos do costume.
Am entradas (reraeardo direito ao
asnalo na platea.
NSo se transfer3 o espectculo ainda que
chova, salvo torga maior.
Aviso. Depois do espectculo haver trom
para Apipucos e bonds das linhas de Fernandes
Vieira e Aogados. Os bonds no largo de palacio.
O bond de Magdalena s haver quando o es-
pecticulo acabar depois do horario do ultimo qae
passana rua Nova, s 11 poras e 42 minutos.
No trem at Apipucoi nao ha bilhetcs de 2*
elasse, e nao teem valor Vs series da companhia.
Principiar^ s tS I/S boru.

'


,

OWTIMDO
QK



i
l
I
Diario de PcrnambuooSexta--feira 9 de Abril de 1886
Ir
De crd'in do irmao juiz a:u\ ido aos uoasos cha-
risaimos irruios a compareeerem na igreja matiz
do Corpo Santo, s 3 Loras da 'arde do din 9 do
crreme, afiuj de encr.rporados acompanha.-u-o.- a
procisaao do Senbor Bom Jess dos Pasaos que
aahe do convnto do Carino em regesao referi-
da toiatriz, para o que fomos convidado pela res-
pectiva irmandade.
Secrelaria da irmandade das Almas da Recite,
6 de Abril da 188o.
O escrivao,
Jos. Alvrs Cavalcante.
Vcncravel o ni era 3-1 do Mr&-
phieo padre Fraucisco no
Kecife
De orden d ebarissimo irmao mir.tro convi-
do a todos os nossos chari ssaos irmaos em geral
a coinparecerem, pelas 3 horas da tarde do di.i
sexta-feira, 9docorrene mez, em nossa igreja.
para revestidos com seua hbitos innos todos
acompanhar a pPOCiaao do Senhur Bom Jcsua
dos Pasaos, que tem de sabir da reja de Nos,.
Seuhora do Carino pan1, a do Corpo Santo no Re.
cite, e pwa saje ti;n HfeOMS convite da respectiva
irmandade.
Seerttaria da Wneravel urd m 3* do Se.aphico
Padre S. Framaseo, 6 de Abril de 1886.
Joaquitn Jos da Costa \ alent,
Secretario.
(JOMPANHIA
MPERIAL
SEGUROS contra FOCO
EST: 1803 -
Edificio* e me.rcadoria*
Taxas baixas
Promplo pagamento de prejuizob
CAPITAL
fa. 16,000:00000o
Agentes
BROVVNS & C.
N. -Ra do CommcrcioN. 5
Massu fallida de Antonio Fran-
cisco Corga
Os Srs. cicdoris da referida massa iallida sao,
por este ineio, chamad' a para, no praso de 3 dias,
apiesentarem os ttulos e documentos justificativos
de seus reaprethroj crditos no armazem n. 1H.
ra da Madre de Deus, nfim Je procederem os
abaizos asaigntdua verificacao legal dos mes-
mos, conf imf Ihis foi ordenado pelo Exin. Sr. Dr.
juiz especial do commcrcio.
Kecifc, 0 jv Abril de 1886
Friga Rocha &. C.
Fonse:a Irmao & C.
Jcs Faustino Porto.
decretara da vcncravel Ordem
Tereelra do ramio do Rccife.
de toril de IS*.
De ordem da inosa -redora, Cunvido a todos os
i s charissimos irmaos a e enparecerero em
noto eonaiatono, paramentados, no dia 9 do cor.
rente, pelas 3 horas da tarde, afim de encorporados
acompanharmes o regresas da veneranda imagem
do Scnhor 1> in Jess dos Passus de convento do
Ca:mo para sua tde, matriz do Corp > Santo, para
o que fowoa previamente convidados pela iru.au
dade do meamo Benbor.
O secretario,
Adolpho Coellto Pinheiro.
Hh Mu AMUsta
Sao eoDvi lados todos os eidadaos, que se iuscre
.i m ros fundadores d'esra s-ciedae, a
COttpMrecerca na ra do Impera im- n. 77, 1." .-in-
dar, de meu dia s 2 h, ras da tarde, em todos os
dias uteis, e as quiutas-fcias, tambem, das 7 s
9 da uoite, pura preenejerem as formalidades exi-
gidas pelos uossys estatu, s.
Dr. Iiarros Sobrinlio,
1." secietario.
SEUUROS
MARTIMOS CONTRAFOGO
Companhia Plicnx Per-
nambucana
Ra do Comrnercio n.
8
< o\ I IIA bo(;o
\orlli lrilish k Mcrcanlc
CAPITAL
t.OOO.OOO de libras sinu^
AGENTES
doinson Howie & C.
i.ondoB and lirasiliaa Bank
Limited
Ra do Comrnercio n. 32
Saeta por todos os valores sobre as ca
xas do raesmo aneo em Portugal, sendo
id Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Inglezeu.
CorapanhJa BraIlelra de *iac
gsco a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Commandante 1- tenente Guilherme Wad-
dington
E' esperado dos portos do
norte at o dia 12 de Abr
( depois da demora in
dispensavel, seguir para
os portos do sul.
Recebe tambem carga pa-
ra Santos, Pelotas e Rio Grande di Sul, frete mo
dice.
Para carga, passa^eas, cncomm.;ndas a valoree
trata-e na agencia
N- 46 RA 1)0 COtYIMERCIO N. 46.
COHP.l\Ill 1 l'KHV tH0HA\ 4
DE
i\Tavegaco costeira por vapor
Fernando de Noronlia
0 vapor Giqui
"T-.____ "jk Segu no dia 12 do
corrente, pelas -12 b)-
ras da manha.
Recebe carga at o
lia 10, e passagens at
ae 11 horas da manha
aVal '
do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
cana n. 12
ii
IRMANDADE
Senor liona tfemuN iios Pa*>KO lilil 1/ dt Corpo Sanio
PcIj presente convido tedos os nessos caros ir-
maos para cmparecereiu no conveito de N. S. du
Carme, arxta-fea 9 do crrente, pelas 3 horas la
tarde, afim de ncorpori-.dos, acompanh-:rmos irc
solemne procissao a sacrosanta imagem do nosso
Divino Padr.-eiro, pura sua sede matriz do Cor-
po Santo.
Cousistorij da irmandade, aos 3 de abril de 86.
O escrivo,
Francisco Antonio C. Cardoso.
Club Carlos Gomes
Resolu^ao do tonselho
Faco atiente aos seohores socios deste club que
cin sessiio 5e f> do correnre o eonselho administra
ivo resolveu que, para que os senhores socios te-
nham direito as lieencas que tm sid) costme
concederem-te, sentndoos do pagamento de
mens;.li''aJe, neceasam :
lo QUt; o eocio solicitante estoja quite para com
o club.
2 Que o mximo do tempo da licenca de tres
mezes.
3* Que nao ter lenovada senao por tn itivos
justificado-' A juizo do eonselho.
Recife, 6 de Abril de 8G.
Joaquim Al ves da Fonacca,
1" secretario.
Gompanliia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
i:.salic34<-!cla em 1455
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
Al 31 de dezembro de !88-l
ariliiiios..... Ml(}:00()8(}00
errestres,.. 31C:000000
41 -Ra do C'ommereio
HaBa ,asavde Misericordia dr
Rccifc
Ni. acodara da Santa Chs de Misericordia di
Recosa arrendam-se por espaco de um tres an-
nos, as casas abaizo declaradas :
Ra da Moeda n. 45, 240OOC
dem -dem n. 49 240*000
Ra do Bom Jess n. 13, 1 andar 3 0*000
dem n. 29, loja 21G00:)
dem idem n. 29, 1 indar 240*' 0(
Ra dos Uurgos u. 27 216*000
Ra da Madre de Deua n. 10-A 1 ),.' '
Caca da Alfaudcra armazem n. 1 1:600*000
Ra do M-irqucz de Olinda n. 53, 2*
andar 507*000
Ra da Guia n. 25 2000'I5
linceo do Abreu n. 2, oja tQfOOO
Ra do Visconde de Itupariea n. 24,
pavimento terreo, 1* e 2o andar, por 1:600*000
Ra das Calcadas u. 32 200*000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, C de feverciro de 1886.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza
^THEATRO
flamOurg-SueflamBrilanisciB
DanipfschinTahrts-GeseUscfaart
O vapor Paranagu
Alugi-sa a cas.a.. com sitio, do Dr. Caatello
Branco, prxima ao povoado 'do Bebribe ; tam-
bem aluga-se ma boa casa terrea novamente re-
cOD8truiqa%'sita ^-rtja de Mathias Ferreira, em
Olinda : trata se ra Duqae de Caziaa n. 23
Quero precisa); de urna professora para pri-
meiras lettras, principios de francez e i tal ano,
msica, piano o flores, para casas particulares oo
nos arrabaldes, dirjase ao Carainho Novo n. 128.
Na mesma casa se precisa de urna mulher re ida-
de de bons costumes, que faca companhia a urna
familia e preste sigues se.-vicos.
A.uga-se o sobrado com sota ra do Co-
ronel Suassuna n. 139, tem commodos para grande
familia, ci.iado e pintado ha pouco tempj ; a tra
tar na ra da Imperatriz n. 56.
Aluga-se o 1 andar da casa n. 19 ra da
Peuha, o 1" da de u. 66 mesma ra, o 1 da de
n 35 travessa de S Jos, o terreo de n. 26 ra
Duqu-^ de Caxias, e a casa n 26 ra de Nunes
Machado, no Es, inheiro, com bms commodos ; a
tratar na ra do Hospicio n. 3.
Precisase de urna cosiuluira para cusa de
familia : a tratar na ra do Baro da Victoria
u. 3!', loja.
Pede-se ao3 abaixo assigoados o favor de
virem tu mandar rus do Mrquez de Olinda n. a
51, a ntgocio quo nao ignoran.
Pedro Siqueira, d'Alfandega.
Arthur Dantas.
Luiz Carvalho.
Jos Guimaraes, caixeiro de Loyo & Filho.
Frederico Vieira.
Augusto Gongalves da Silva.
ce
G<5
Chapeos e ehapeliiias

se
ce
5
5
36 4 40FKACA. DA INDEiENDE^CIA.....36 A 40
c>2
&
Esperase de UAMBURGO,
via LISBOA, at o dia 16 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Sanios
Para carga, passajjens, e cncommendas, tracta
se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RUADO VIUARfuN. 3
i* andar '
ga-sc o segundo andar e eoto i ra cs-
treita do Rosario n. 38 ; a casa terrea e sota no
patea do Terco n. 82 ; ra da Gloria n. 108 ; San-
ta Cecilia n. 19 : trata-se na ra de S. Jorge n.
ol (Fru de l-ortas) at as 11 horas da manha, ou
depois das 4 da tarde.
Alu.'a se a 8*000 urnas raeiiu aguas com
ropartimentos, na travessa das Barreiras, becco
do Aquino : a tratar na ra do Cotovello n. 25
Prepara-se coro todo gosto e perfeicSo ves-
tidos para senhora, enchovaes para essamentos e
baptisa'ios, assim como para meninos at 9 aunes,
por prec.) enmmodo : na ra Augusta n. 190.
Convite
Pede-se aoa Srs. Maniel Lopes de Carvalho Ra-
mos e Jos Joaquim de Miranda virem na tra
vessa do Queimadj n. 5, pata negocie \hotel).
5^2

B. S. CARVALHO & C.
Proprietarios desto bem conhecido eatabelecirneuto parecipt.'U
as Exraas. familias e ao publico eiu geral, que mensalmente reccbjia
das principaes casas cm Pars c Maacliester o que de raelhor e de
apurado gosto ha em cbapelicas e chapos para senhoras e meninas
e das primraa fabricas de H^mburgo o que ha de nielhor em cha-
i
pos para horneas e enancas, e moitoa oulrcs artigos coacernentes
chapelaria.
Flore 8 artificiaes para rname uto de salas.
m

5
Perdeu-se
da ra da Aurora em seguida a ra da Impera
itriz at a ra do Aragao, urna toalhi toda de la-
TJyrinth i, nova em folha : aoga-se a quem tiver
achado fazer o eepfcial favor de vir t-ntregal a
ra de Paulino Cmara n 4, que ser bem grati-
ficado.
I'acili Sieaoi lavigaon Companj
STRAITS OF MAGELLAN LTNE
Paquete Patagonia
' esperado da Euro-
pa ate o dia 11 do cor
rente, e seguir para o
sul depois da demora
'do costume.
Para carga, passagens e encommendas e diuhei-
ro a frete tracta-se com os
AGENTES
\lllsou Kons A C, iJiiiiled
N. 14 RA DO COMMERCIO N. 14
Sitio
Lisboa e Porto
A barca portuguesa Isolinn recebe carga a fro-
ta ; trata-se com Silva Guimaraes & C. i ra do
Comrnercio n. 5
Hospital Portuguez de
Beneficencia
Aesemblt geral
De ordem do Sr. vice-provedor, convido os ae -
iihon s socios a reunirem-se em assembla geral
nodoming> 11 do comit, s 10 horas da ma
nha na tele social, afim de p.oeeder-se a lcitura
do relatorto da administrado de 1885 e parecer
da C">mmis3ao le exime de coatas e dar posse
adminiatracao.
A reuniao ter luar com o numero de senhores
socios que comparecerem.
Secretaria do Hospital Portuguez de Beneficcn
cia em Pernambuco. 'i de abril de 8(5.
O 2- secretario,
Manoel Martina
S. Jos d'gonia
De ordem do irmao provedor convido a todos
os nosaos irmSos desta vcncravel irmandade a
comparecerem em nossu consistorio, uo convento
do Carme, nos dias sexta-feira 9 e no doming 11
do corrente, pelas 3 horas da tarde da cajo um
dos dous dias, afim de paramentados e encorpo
rajos acompai har-mos as solemnes procissoes
dos passos e encontr, qoe se tem de realisar nos
preditos dias.
Consistorio da vencravel irmandande de S. Jos
d'Agenia erecta no convento do Canro do Recile,
j de Abril de 1386.
Palmeira de Freitas,
Secretario
Devo^odcN.S. das
Merccz
De ordem do no3so irmao presidente, convido a
todos os nossos inniios comparecerem em nos jo
consistorio sexta-feira 9 do corrente, a 3 horas
da tarde, afim de encorporados, acompanharmo'i a
prrciaaao do Senhor dos Passos, da igrcji de N.
S. do Carmo para a dj Corp. Sant..
Secretaria da devocao de X. S. dss Mcreez,
erecta na igreja de S. Jos da Riba mar, 8 de
Abril de 86. -O secretario,
Antonio Soarts Pinto.
Espectculo dramtico
SOU A DIRECCAO DO ACTOR AUGUSTO
PERES
Domingo, 11 de Abril
Extraordinario successo quaresmal !
Vifla e milagros lie S. Benedicto
ou
o :2u*ie:: da Sicilia
Peca sacra em 4 octos e 8 quadr js
Rcpre-sentacao correcta
G uarda roupa d<; luso
Mise en scene brillianto
Machiciamo perfeito
Msicas Dtlissiujas
Coros acerta los.
Annuncto detalhado nos prngrammas.
Encrmmendas por especial favor era casado
St. Tenente Paula Mafra, ra do Impera-
do r n. 41 e ra da Florentina Fabrica Saturno
\s 8 lunas,
MARTIMOS
Inited Slales & Brasil Hail S. S. C.
O vapor A-dvance
le lista
AGESTE
Miguel Jos Alvcs
N. 7 RA DO BOM JESS -X. 7
Seguro* martimos e terrentre
Ne=tes ltimos a nica companhia nesla praca
que concede aoa Sra. segurad' s isempeo de paga-
mento de premio cm cada stimo anao, o que
equivale ao descont de cerca de 15 por ceuto em
favor dos segurados.
SBlfBOl
CONTRA FOG
The Liverpool & LondonHIoli
INSIRR4NCE COMPAiNY
Saiflrs Brota & C.
Espera-se de New-Port-
Newa.at o dia 1(> de Abril,
o qual aeguir depois da de-
mora necessaria para a
Baha e Hio de Janeiro
P. ira carga, passagens, eucoinoieii las e dinheirc
a frete, tracta-se com os
AGESTES
Henrj Forster & C.
N. 8. RUADOCOMAitUiClO N.3
t' andar
" BOYAL MAIL STEA PCKFT
tmm
O paquete Trent
E' esperado daEuropa no dia
ou 9docorrente,seguindo
Para Aracaty
Segu por estes dias a barca^i Aurora de Ma-
cao, por ter parte ue scu earregamento prompto :
para o resto, a frete mdico, trata a-; com o mes-
tre a bordo, caes do Luya.
To Me "oSlPias
E espera io do sul nesteE dias o patacho na
cional Maia 2', t desde j engaja carga a frete
para os portos aci a : a tratar na ra do Mr-
quez de Olinda n. 6
AI ii:m'I multo barato
Com casa para familia (na Varzra) c tem 4
salas, 4 quartos e coslnha, muitas fructeiras dan-
do f.-acto, junto excellente ba bo do Capibaribe, c
perto do trem : a tratar na rta de Santa Thereza
n. 38, e na Varrea com o Sr. Estevao Jos Si-
moes, confronte o dito sitio.
At$it$i0
Aluga se o sobradinbo da ra de Fogo n. 45, e o
de u. 26' ra do Bsrao de S. Borja, com com-
modos para numerosa familia : tratar na mes-
ma ra n. 28.
Boa acquisi^o
Aluga-se a mclhor casa de negocio ra Impe-
rial n. 94 antiga Thomaz Coimbra), c>m commo-
dos bastantes e urna boa armacao para qualquer
negocio : trata se na mesma ra n. 147, padaria.
FAZENDAS PRBTAS
PECHINCHAS
GORGURES -do seda pura a 25O0O, 22U e 2$500 o corado !
GRANADINAS de seda a 400 ris o dito!
SETI.M MACA'O a 1>300, l-$600 e 2,0000 ornis largo que tem viudo !
MERINO'S-a 15000. 1^200, 1-HOO! e de todas as erca para l->0O0 pu
acabar.
VELLUDILHOS -a 800, 900 o 10000 lisos e bordados.
CREPsuperior a 15000 o covado I
SETINETA fran.-eza a 560 ris o dito!
MANTILHAS e fichusgrandes a 40500 c 5,-jOJO!
Casemiras, pannos, cheviots, merinos, diago
naes, etc., encommendas para lucio
EM 24 HORAS
\ \ ACREDITADA C A S A DE
i "vimi d cnii
5JRa Duque de Caxias59
Grande e bem montada ofiicina de alfaiate
DE
LEiLOES
Leilo
De duas caixas com 90 latas de arenques,
57 caixas com massas para sopa e mui-
tos outr >s gneros de estiva
AMANH, 9 DO COBKENTE
A's 11 horas
Por tnlervenco do agente
Alfredo Guimaraes
NO ARMAZEM DO SR. ANNES CON-
FRONTE A' ALFANDEGA
Agente Pestaa
Leilo
*:ihl>atlo IO
A'S 11
No armazem da r ia
do corrale
HORAS
do Vignrio Tenorio
n. 12
De urna boa casa terrea sita ao Corredor do
Bispo n. 18; em terreno proprio, com 2 salas, 2
qnartos, boa camba, quarto para apparelho,
quintal c cacimba com boa agua de beber, ren-
dendu "i-j mensaes.
Um pequeo sitio eom urna pequea casa, em
terreno proprio, eom 2 salas, 1 gabiuete, 3 quar-
!os, grande cosinha, 3 quartos lora para criados,
banheiro, cacimba com excellentc agua ae beber o
diversas arvores fructferas, na estrada de Joae
de Barros n. t, limitando o fundo cm a ra de S.
Joaquim, no Eepinheiro, cuja casa pertence ao
Sr. Pavilo, os quacs sero vendido* livres e des
embarazados e a quem mais dr.
depois da
ria para
demora necessa-
:?.
Mactiv, Balan, Rio de Janeiro, Santn,
Montevideo e Buenos-Ayrcs
O paquete Elbe
esperado
do sal no dia 14 de
marco, seguiu lo
l.pois ddemora
necessaria para
Vicente, Elsboa, Vigoe 8bn-
thamptou
fura paasagena, freles, etc., tracta-se com.es
CONSIGNATARIOS
MamsjprHowie&C.
LE LA >
De mobilia, camas, guardas vestidos, guardas
loucas, pianos, commodos, bercis, apparadores,
lavatorios, mesas, cabide-, quartinheira.-, carteiras,
cofr s, machinas de costuras, 1 prlo, malas para
viag'm, serpentinas, candelabros, quadros, jarros,
psp"lhos, livros de direilos e litteraturas, chapeos
de s< I, caldcires, extractos e outros artigos.
Subbado 10 do corrente
As 1; horas
Ha armazem da ra do Bom n. 1!
}' r nterin mo do ag-mte GroamS, ____
LEILO
Da casa Ierres n. 1 na 1 travesea do Pombal,
ficgueziu da Bi>a-Vista, com um torno no fundo
para fabricr pito de milho, csinha tora, calimba
nropria, quintal e um telheiro qu,'serve de estri-
bara, in<.diudo 5 m tros e 10 centmetro! de lar-
gura, 22 metros e 20 centmetros de tundo.
Urna dita sem numcr.i, nns fon !os da casa n.
1. denciniuadaFabricasita na 1" travesaa do
Pombal, com 0 metros e 20 centmetros de lar-
gura, 5 metros o 10 centmetros de fundo.
Segunda feira 12 A*s 11 h iras
Na casa da travessa do Pombal n. 1
O agente Pinto levar a leililo por autorisacao
do cnerregndo do Consulado de Portugal, em
presenta do seu delegado, as duas casas cima d -
tas de tjollo e cal, cobertas de telhas, pertenen -
tes ao espolio do subdito portuguez Joaquim de
Oiivtira Maia.
'N.
llobilias de junco
Vende se mobilias de junco de encost com pa-
Iha e sem palha, mais barato do que em ontra
qualqu- r parte, assim como mesa elstica de 3 e 4
taboas, guarda-vestido e guarda-louca, o outras
pecas avulsas : na ra cstreita do Rosario n 23.
Alienlo
Prepara ee com todo gosto e perfei^Jo vestidos
para senbo as, enehwaes para casamentse bap-tment0 de ca8emra brns cara8a3 punhos, collarinhos, meias, gravata*
Usados, assim como para meninos ate 9 annos, por r, .. '. p_;0 t.j aii i ,
tado importado das melhores fabricas de faris, Liondres e Allemanha ; o para bem
servireni aos seus amigos e freguezes, os proprietarios desto grande estahelecimento
! jra na direcsao dos trabalhos da officina habis artistas, e que no curto espaco de 24
horas, preparara um terde roupa de qualquer fazenda.
Ra do Bar a o da Victoria n 41
(PREgOS SEM COMPETENCIA)
PEDROZA & t
41Ra {$o Baro da VictoriaN. 41
Neste bem conhecido estabelecimento, se encontrar um lindo variado sor-
presos eommodo : na ra Augusta n. 190.
Ao n. 17
AVISOS DIVERSOS
i Precisa se de urna cjsiuheiru para caai de
peqnns familia ; a tratar do (io doDr. Valen-
^a, na esta(io da Jaqueira Ruha de Appueor*.
Compra se livros do Io anno de diriito : no
pateo do Tereo n. 18, taverna.
Precisa se de um caixeirB com pratica de
molhadoa e d c nhecimento de sua conducta : na
ra de S. JpSo n. 12.
Sempre novi.iailes
Veade-ae na ra de Hortaa n. 17, manteiga
ingleza superior, em latas de urna libra, a 1(000
a lata.
PorSOpOO
Aluga-se a casa n. 41 da ra de 24 de Maio
com agua e murto commodos, est limpa : a tra-
tor na ra Duque de Caxias n. 85.
Casa no campo
.-; A' urna familia honesta que por qualquer cir-
cumstancia precise morar fra se sfferece urna ex-
cellentc casa em Caxaog, para morar por tres
mezra sem pagar aluguel, s para botar aentido.
ViSlO que a r essa a quem pertence vai a Enropa ; :
quem quizer informe se na ra do Crespo n. 25'
loja de joisa.
Aluga-s? a casa n. 24 da ra de S. Joo, com
bons commodos, bom quintal, cacimba : a tratar
ra ra Duque de Caxias n. 85.
w i
Joaquim SilvcrioC. B.
Cavalcante
Maria Catharina de A. Cavalcante, Mara T. C.
B. Cavalcante, Maria E. C. Borges, Joo Agosti
nho C. B. Cavalcante, Francisco X. de L Borges
e Jos Mananno C. B. Cavalcante,tendo demandar
celebrar missas psr alma de seu hlho, irmao e en-
tibad, Joaquim Silverio C. B. OaVolcante, no 7o
dia de seu passamento, rogam a todos os pareutes
e amigos se dignem (fe assstir este acto, que te-
r lugar na igreja matriz da Boa-Viita, s 8 horas
du manha d 10 di' corrente, pelo que Ihes se rao
eternamente agradf-id' s. ___________________
Sebawti&o da Rocba Cavalrnnle
U'anderle)'
Francisco da Rocha A^cioly Waoderlcy e Fran-
cisco Jos Jayn: Oalvo agrodecem todas as
petsoas quo se dignaram assistir a> enterro de
seu presado irmo e amigo, Sehastio da Rocha
Cava.eante Wanderley ; e de novo convidam a
toos os teus amigos para ouvirem a miesa de s-
timo dia por alma do m^smo, na segunda-foira
12 do eorreote, s 8 horas da manha, na matriz
do Corpo Santo ; pelo que antecipam seus agra-
deiimcntss. ____
lofso Francisco Ferreira Iunior
^.Miria Amalia de Loureiro Ferreira manda ce-
lebrar missas a 12 da corrente, primeiro aniver-
sario dofallecimento de seu marido Joo Franoi co
Ferreira Jnior, e roga aos seus paren tea e ami-
gos que ee dinem de assistir eese act, que ter
lugar na matriz de Santo Anutonio s 7 horas da
manha.
CORPO ACADMICO
0 PBOPRIETARIG OA
MII.1II1. FIIKEZI
Convida a Ilustrada corpo-
ra^o acadmica a ver no seu
estabelecimento o novo sorti-
mento de
OBRAS DE DIREITO .
estrangeiras e nacionaes, in-
clusive os compendios, para
lodos os anuos lectivos, cujas
obras sero vendidas com
urna grande e admiravel re-
duefo de
FRECOS SEM EXEMPLO!
9
CSTA POUCO!
LIVRARIA FRANCEZA
i-ui pura di mmiM


6
Diario e Periiauhiir*Sexta-feira 9 tic Abril de 1886

Aluga-se baraio
O 1.* andar da traveasa do Campillo u l.
4 cata da ra ao Viscoude de Goyanoa n. 79
A tasa terrea da becco do Tambi n. 21.
A tratar uo lyargo do Corpo Sauto n. IB. 1* an
Aluga-sc
a asa terrea da ra de S. Jorge n. 40, eom 4
rirtoe, 2 San, cusuiha, quintal eom cacimba, to-
pintada e eaiada, por preco cummodo, a tratar
ua ra do Ainorim n. 66.
Alujase
boa casa cid Sam'Anna de dentro, eom 2
salas, 4 quar os, cosinha fra e muid 2 quartos,
jaiatal murado c portao pura um grande terreno,
urna casa ra do Santa Therexa n. 30, eom ar-
naa^a di' l..viiii:i ; a rrutar eom Jorge Ta8 o, no
sea sitio estraiu de S. Jos do Manguiuho.
NTICO
/
?*\l\
Alujase
%
, preta escrava, coainba, lava e i iigouima per
tartamente : ua ra 24 de Maio u. 24. Nao sahe
Ma.
Aluga-se
o % e 3- andar do sobrado ra do Brum n. 62 :
a tratar no mesmo, padaria.
Ama
Precisa-se de urna ptrfeit i eagcmmadeira : na
Uo Riachuello u. 57, portao de ferro.
Ama
Precisa-se de urna ama que saiba cosiuhar e
iprar na ra do Visconde de Goyanna n. 139.
AMAS
Na ra de Paysand u. 20, precisa-se de urna
baa eosinheira e de urna engommadeira, paga-se
boai agradando.
Prenaragao de Productos Vegetaes
.:{tin{oTas caspas
e outras Molestias Capillares.
JMARTIN8 & BASTOS
Pvrmimhiwt. >
DOOllt
los fcOOOSOOO
Ama
Pjeeisa-se 4.' umi ama para trajtar da aervico
da eaaa de fimilia ; a tratar na ra do Bario da
Ytctcria u. 7, 2- andar. *
Ama
Precisase de urna para Malabar; tratar na
travesa de Pcruandes Vicira (Becco do Padre
Iofiezi n. 8.'
Vina para coziohar
Na ra do Bem-fica
sitio que fi'aeui fren-
te da enfraila dos Re-
medios, se precisa de
unii nulher forra ou
escrava nara ansa de
cozinha.
Ba do lia rao da victoria n. O
e casas do costume
O ataixo assignado acaba de vender
eai B6U.-J fezes bilhetes quatro quartos de
n. 31)9 com a sorte do 4:000)5, quatro ditos
de n. 2217 com a sorte de 100$ e di'ersos
premios de 32 O mesmo abaixo assignado oonvida o.~
posauidores vircm receber na conformi-
da-de do costume, sem descont algum.
Acbaoi-se a venda ob felizes bilhetet
garantidos da 2.* parte das loteras s
torteveia da ign-ja Jp ricota, (48a), qu<
se estrabir ODado, 10 do corrente.
Precos
[nteiro 40000
Meio 20000
uarto 10000
Esa [>orco de OO^OOO par
cima
Inteiro 3(5500
.Meio U750
Quarto 0875
Joo Joagw'r a Costa Leite.
para
Ama
Na ra di Aur ra n. 149,
que lave c cosinhe.
preciaa-se de urna
os 4:0001000
1:01108000
M
Preciiasse de urna aro para cuidar de urna
ca : na ra de Mrquez do Un val n. 28.
Ama
Preciss-S": de urna ana d.' b 'a conducta, para
cata d'1 ponca familia : na ra doCorde da Bia
Tita (Caminlio -N n 130 A.

Precisa se de urna a tratar no patea do Cojlegio
i, I. 1- andar. /
Duero lera
Ouru t* prala : [compra se onro, prata e
pedras preCMBU, por maior prc?o que m outia
qua.quer parte ; no 1 and Sosano. antiga dos Quarteis, das 10 horas a 2 da
Urde, dias uteis.
De conducta affiancada, que nao tiver meios de
vida, qutreiidu fazer compaiihia a 4 enancas, ter
tasa, comida, *l#uma r upa, etc. A caaa tim
criados para -tuiehar .outros misteres. a ra da
Roda n. 54.
I|
Leonor Porto
Ra do Imperador n. 45

Primeiru .indar
}
C ulin i -a ejecutar os mais difficeis
figurmos recebidoa de'Londres, Paria
Lisboa e Re de JUm-iro.
Primu vidade, modicidade coi precos e fino
gosto.
1

18-Kua do Cabug-16
Acham-se venda os venturosos bilhe
tes gar ntidos da lotera n. 4>a em beneficio
da igreji de Mari;ota que se eztrahir na
terjt. fe ra 10 do corrente.
Precos
Integro 4,5000
Mei-i 2^000
Quarto 1^000
Hendo quaatidade superior
a Imf:o
Inteiro 3<5500
Meio 15T50
Quarto $l*b
Jonquim Pira da Silva.
Mili
A0S 4:001^^00
la Primetro ii Narpo n. i>
O abi.ixo assignado teiu .exposto ven-
da os seus afortunados biibetes garantidos
da 2.a part das lot'ras a ben-ficio da
igreja de )faricota, (48.a;, que s extrahir
sabbaoo, 10 do corrente.
-J.nteiro 4^000
Meio 2^000
'Quarto 150OO
Km qmantidade maior de loo*
J nteiro 35500
Meio 15750
<}uHrto 5875
Manod Maf'ins Fiuza.
Mcdiro
O S' l)r. Mello Gomes tcm-cartas para Ihe */r
entregue p'BSoaln,ente ; na ra do Mrquez rfo
''linda 11. 50.
UTiz
iU$4:000S000
Este reTuedio precioso tem gozado da acceifa-
{fto publica durante cincoenta e setc annos. cora-
ecando-se a sua, manufactura e venda em 1827.
Sua popuiarij.idc c venda nunca for.lo tioexien-
sas como ao presente e isto, por si mesmo.
offerece a melhor prora fcosa.
NSo !iesiiamos a dirn q.:e nio 4em djrlrao
em caso ul^nm de extirpar os vermes, quer em
9rean9as quer em adultos, que se achraffiic-
!s*lestei inin~o.i da vida humana. 4.
Nao dxamoa de receber consUntement
attesta^ocs de mdicos em favor da sua em^cia
admiravcl. A causa do successo obtido por este
remedio,.Icm apparecido varia falsificacoes, de
Orre q:ie deve o comprador ler muito cu Jado.
..ido o nonie inieiro, que devia ser
Vermifcc de B. A. FAHSEST9CC.
Ensino prisnitrio e secundar io
Omapeaaoa habilifida prapoad* a n ansinar
ptmeiras lettras, portrgaei, (raners, arithmetica
e antras materias, abri unvi aula ta de S.
Jorge 11 3. nde pode sor i-ocnrada.
Triados
Prpe8a-se de Din criado copeiro e de-urna
gotnii^ueira ^ na r 1a Dague i)e C'ixiu n. 8.
Precia .- de unid, na ro r isconde de*
ayanna n. 207. ,
Pra^a daJnilependen
cia ns. 37e 39
A'ham-se a venda os fezes biili. t- s
garant, os da 48 parte da lotera a b' ,
da igreja de Maricota, que so extr r
no dia 10 de Abril.
, lreeo
Bilbete inteiro 4500
Meio 2500('
Quarto- 15O00
u poreo de 1 o5eoo par
cima
Bdete nteiro 35500 *
Meio 15750
Quarto 5875
Autora/i Augusto di Sant-- Pi rtu
iTi
L
515151515151515151515151515
VINHO E GRAGEAS o VIVIEN
EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BACALHO
Premiado com mt-dalhas d Ouro e Prata
PELA ACADEMIA NACIONAL
Ordenados nos bospitaes de Franca, America, Inglaterra, Russla, to.
A Inimi.-ira:' sob forma mtii fcil e agradavel todos os elementos curativos do oleo
evitan 10 assim o cheiro e sabor nauseosos d'estc ; alem d'isso esta preciosa preparac&o
ten nina sup'ihoriua le incontestavel sobre o oleo porque pode ser usada durante oa
g'aii lea calores em nanlo o uso daquelle impossive!, tal o eminente servic,o prestado
pe u Doutor VIVIEN; a experiencia tem confirma lo o bom asito d'este producto.
P
rr* ga rala com o Sello de unuo dos Fabricantes o, boulevard Strasbourg, em PARS.
^151^nHl5l5l5l5l5l5l5lSlEilSl
J BELLEZA ETERNA i PELLE obtiia pilo uo 4a
jPERFUARIA-OmZ
de L. LEGRAND. Fornecedor da Corte da Rusta,
s -------------11i
0&t tr^mssr
ORIZA-LACT
CREnZ<*ORIZ A ] UraoqueutnfrMuipalla
^gK ORIZA-VElOUTE
i, r/W\T ^Htigl Sabti, pe* mctlu do
0'0. VEIL.
0 mal (Ufe pura 1 palle.
4^irSTHON0R^K
t CHtm': Ktei*
bruiqueit a Pk~LL*
.-LBl
aUPiUBCUt*rU.COS
OA VOClOAMt
m. tmo m mi $ nafifid Idlde
Uatwa o rettn* tlsce.
tu urts i du rwu.
ESS-ORIZA
Perfumes e tsuot o*
ramilhi'uat Ion nsni.
AdopUdoi p!a iu4a.
ORIZA-VELOUTE
. ROdeFL'AHROt
"' _7, k\ & tdhertnte i ptlli,
4o ptitega.
ORlZA-OIL>a Olao para oa OabaUoa
DBOOlTFtAR DAS FAt.3IFICAg6B9 RUMEROBA8.
Dopo^-ito principal 207. ma Baint-Honor,, Parir.
Cuidido com aa Faisificac-
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L'nioo SucosBSor dos Carmelitas |
Rila de l'Abbaye, 14, F^.ieiS
PARS, 14,
I Contra a Apoplexia, o Cholera, o Eu'o do mar, o- Flatos, u Cr.licas, Indi- ^^~\ SJ
| geatias, Febre amarella, etc. Ler o respecto no qualnienrouido cad. tidro. ^(f /f)
XX ve-sc exigir o U'ltclro bra'.co c preto. em lo los oa vldroa,
aja qual Or Deposiius eui todas n.. Pharma
seja qual fOr o tamanno, c >ni I ai em a atsignatun:
Ani aricas.
Gotta, Rheumatismo, Dores
Soluqo do Doutor Clin
Laureado da Faculdade de Medicina de Pars. Premio Montyon.
A Verdadeira Solusao CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se pata curar:
As AffecQes Rheumatismaes agudas e chronicas, o Rheumatismo gottoso.
as Dores articulares e musculares, e todas as vezes que necessario calmar os
soffrimentos occasionados por estas molestias.
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a Gotta e as Dores.
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de um andar e ioja, cora frente di- azu eji>, tem
bons com'nodos, agua encanada, e muito fresca ;
a tr tar i a roa do Crespo n. 18, lnja.
J _~" P FAHo
O novo proBotor de Pao d'AIbo, r. Francisco
Xavier Pues Barreto, pila texta vp rogado a
vir ra do Majrque de.Olind n. 50, dar cam-
pnmento ip que no.'ignora.
^APe
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CREME OSMHEDIA
SABQNBTB, EXTRACTO
AGUA DO T0UVAD0R
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COSMTICO, BRU.HANT1 NA
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A Perlumaria OSMHEDIa asegura aos ^
fl-IENTBS fibis
urentadi ititm e (ir sem igual
Itario. em P.nrnmbuto FR AN M. da SILVA A C"
{fia COI 70LU)
O Savo~ e contra as
lrritt Tosse
convulsa C iislipafes,
Cutn /vj e [ti
PAHIS, ra Trr -^ rielas.
Adwlimtneto 1 PiIZ $, loultnrd Hontmtrtr.
SRAKDK GRtL.A(reec*tlvtspaat:ca. ioen-
ca>dasvia<'li^^Atifas,i*tiwru. Itenisar2j4'di baco
obiirKcovs vik-c''s,coLorec.'es -aloul.isas i* bile.
B 3PIT/X. AuVc'.-iaidis Ti.lS't.;-.-stivasni'*,-,mrai
dos i
1-traiga* il.fpepsia.
CLEST'.NS Aa3nr.adorioa,.i'oiii:airei.is.
eaiier.4esdaiOBriaa g >ta,dibf tv.lv.buiuict "u.
HAOvERlVE.- \ la l*Mfa.r(i>
conci*;rt*iSvi*-o n o a. abobe ...1. ji.
ISBrfiaiOeftiar^BGIRRI
i
o
5i
de laminero de FERsO $ de Quima 1
ISINTA UfNOS a.ffcaciai aoatestaTi' '.r*u?Fulaa,iuef^ai'
'oiot oa flmtnioi .rrci*. 1/0^1 j atn'.fio 4otat*,rhf.
Palas anas prnpnHade roica* ompararln*,
O 70DXTKKTO o> 111KB -f b t\VXJtrf'*\
a o m^dic i^m' V ^uub mi rvo ca ta aa
tor33 4$) u'stoirtao finiarof* toa*
Ptra m Hpocuu
C-irjaVO Cmpibr^'im.-.nto' io Zaneu*
aflecfjs! ese-ofuoaa, eU
*.;&<* s al : 3, j) u G-.'a!le-S-''jt-fif"Bia!i, P1ICT
I ***lt*to : SHAN- K. a 3U.VA -

Ca Pa,ffao/co( t -:- a5 Fooio U Vuaj.
aliona come I iaaa a*.
TMUSMCN. V fe x.fti.rLLU '.1, raa da C*uxai
St'tiUl ': HOlOSlSh.. 1 ; da Cnu.
icaH
Acabarao-se as Cas
< niiimiiiHca sos Cohollos e a Bttrlin
1 Cor natura;
Ca 3 11,1 11 oas A' cacfjes s:o Lavag m r
35 ANMOS CE XITO
E. SALLES fa; J. MONEGIIETTI. auceessor
rer'aai-sa-CufrjIct, 73, ua Turbigo, PABIZ
Vefdm-M em 1 di as principan Perfuma'/?* a 0roarias
r. P-a-''M a SILVA C
Cabello
Ayer
CP.SAtHO SUA
vrau^DEtcawrusAEs
rtEPaiACAf
PAPA 0 CABILLO,
TORNANDO-0
KACI0. REXIVEl E LUSTROSO.
rf
K
0 rj.y$
r<
t

&~
O proprietarioa do muito
R
estabelecmento (ienruinado
MUSEUDE J0I\S
sito a ra do Cabug n. 4, comniunicnm ao respeita-el PUBLICO que receberan um
grande sortimenlo de joias las mais modernas e dos mais apurados gostos, come tam-
bem relogioa de todas as qualidades. Aviaait tambem que <-otitinuam a recobet por
todos os vapores vindoe Ja Europa, objectos novos e vender por muito menos que em
outra qualquer parte.
MIGUl. WOLFF & C.
N. 4 RA DO
Oompra-se ouro e prata velha.
CABUGA----N.
GRANDES
Fazendas
NOVIDADES
finas e modas
2 A
Rua do Cabug 2 B
J. BASTOS & C.
um prini iroso sortiinento 'iil' talos
ao ngjr ^da
Para este estabelecimento acaba gos do modas destacando so os que aqui indicamos :
Vestidos meio preparados, de cachemira, ricamente
moda.
Fantasa rica, borda o a missanga.
Fil e inissanga, alto desenho em lile seda e II, bordados a retroz, etc.
Cortes de vestido, li florettes unie, corabinaySo de fazenda Iiaa e bor ada
que modernissima.
Cortes de vestido em toile d'aUacc com bordado a agulh.i, cores lia ...: o de
gosto apurado.
Lindissitnos cortes de vestido de etanionc, com bordado a seda, novi.!...!e pal-
pitante.
Etaroines, suratos, fjlles, sedas, setins, cachemraa de tod;s as cor-, crett-
nes, setinetas e toile d'alsace, sortiineato grande.
Leques transparentes especialidades e os priraeiros chegados aqu. Recom-
mendamos ao bello sexo.
Di'.os de setim, opulentosortiraento.
Ditos de ma'lreperola, breos e de cores.
Para as Exmas. noivas :
Setim branco Duchesse.
Surato e gorgurao.
Guipour branco de seda, i e reas para enfeite.
Capellas de cera e de pellica.
Veos de blond, ampios e finos.
Meias de seda e saias bordadas.
Colchas de dam.-sco de seda e de crochet.
Cortinados de crochet e -arabraia.
Lengos de cambraia de Liuho, lisos e bordados.
Sedas, setins c mirins pretos de tolas as qualidades.
Para todos os art'gos que referimos, os precos sao sem competencia.
(Telephone n. ,i;!>)

privilegiado da Cusa Real de Espauha 5
e de S. U. a Rainha de Italia.
Ozea Pd.
Ozea Sachet.
Ozea Essencia.
Oxea Agua de toilette.
Ozea Viit|r Ai k>tkt.
Ozea Agua para os dentes.
Ozea Pasta para os dentes.
Ozea Oleo.
Ozea Sab.
Ozea Pomada.
Ozea Fixativo.
Ozea Cosmtico.
Ozea Brilhantina.
Ozea Cold Cream.
i
Estas exquisitas prepnracoes sao muito apre-
ciadas na mais distineta sociedade pela deli-
cadeza do seu perfume.
W M R I E G E R'
TRAMMRENTDRYSTALSOAP
(Sabiio transparente cristalino)
reconheeido como o mais pereito de todos os sabaos de toilette polas 8uas
propiedades BJjrienicas, polo scu aroma e pela sua larga duruc-io.
r Ita Boa prlnripaco PerTumarias, Farmacia, ctra.
TINTURARA
SfJCCESSOR
25 Rua ile Walhias k A.biiqiierque 2S
(i.\Tlf,A Rli DAS FLORES)
Tinge limpa cora a maior perfeicao toda a qualidade de estofo, c fazendr.i'ea
pecas ou em obras, chapeos de f.ltro ou de pnlba, tira o mofo dasinzendas: tedo o
trabal' o e teito por meio de macbinismo aperf^icoado, at hojo conhecido.
'
Tintura preta us terjas e sextas-firas.
Ti-ta de ores e lavagem todos os dias.
/
Qil3
Ju.
i.


diario de Peroambiiro~~Se&ta^feira-9 d Abril ih> INN6
i
I
Violto de S. Miguel
CHEGOl
C Nova remessa, vendem Aniaral Primo & C., -ua
Larga do Rosario, e Borgcs na roa do Amoriic.
E' PURO E BARATO
Cosinheira
Precisa Be de urna cisinhelra que trabalhe com
asseio : a tratar na prac* do Corpo Santo n. 6,
priuieir > and ir.
Viaffens ao centro
o
De Oliuda parte todos os sabbados, s 4 horas
da tarde, par* Itamb por Iguarass e Guyanna,
urna diligencia ; passagem a tratar na ra 1 le
Mareo u. 1, no Kecife. V agens avulsas em qual
quer da, o para quilquer parte a trata oo mesiuo
lugar-________________________________
Casas harutas para
alugar
Ra de S. Francisco n ;6.
1 andar ra d- S. Jorge n. 74.
Io e 2o andar e lija roa le S Jorge n. 23.
i" Badal a ra da Guia n. 55.
Andar rorreo na do Phorol n. 32-A.
A tratar na ra da Assumpco u. 58.
Qaem tivcr predio* grandes, em boas ras, nea
ta cidade, e qui'ira pe matar, recebendo notado
em dinheiro e nutra esn predios p quenos, edifica
dos tambem n sta cidade, irj*-se ra do Vi-
gario Tenorio D. 12, MW, que achara com
quem tratar.
Monlei-
quem tratar.
Massa fallida de JunquiiJ
m da Cruz
Diogo Augusto dos Res, a.-remataute das di-
vidas pert ni-entcs :i > sta masa, pede a Seus de-
ved' res i f..vor Je viren) sal lar seus dbitos at'^
fim do coi rente mes, evitando OOSm que ge).i
feriado i pr n-eder 001 i e branca judicialmente.
Outrosiin. Meta data t.-m deliberad i que seu se
cioCait-ino de Alineid-i Camp >3 va ao nterin:-
tratar di st- negocio cora alguna dos devedurt-s
da rete dfcOM
Recife, 8de Abril de 1886
1 >i go Augusto dos R' is
Tencatc Fraueisro tabello da
la
Francisca Fcrreira Ribello d-k Silva e sua fa-
milia, (.sente ni Amas* Das e Para) e o pretal
sor publico JuS" Jos Rodrigu-s, viuva. so^ra, cu-
ahados padrinho do tal eeido tenente Francisco
Babel 1 'la Silva, obegado do Para no dia 5 e talle
cido ao dia 6 do correle, em Iota com a mais
cruciantc o indizvel dr, p to inesperado e in
fausto aucesso, ua> encstralo ezpressoes com
que agr idecer a todas aquellas peasoas que se dig-
aarain .c mpanliar a deposito no cemiterio publi-
co o cadver do fallecido e assistir o si u subse-
cuente enterro. Na i sabem, sobn tudo, como ma-
aifestar o seu reconhecimento ao im. Sr. pre
sidentc Ja pr viueia, Dr. Hcnrique de Athaydc
Lobo Hoscoso, empreados da secretaria da pre si
dencia, officiaes e prucas do guarda de honra, An-
tonio Augusto dos Santos Porto e veneravel Or
dem 3' de S. Frauuisc: pela promptidaV> o boa
vontade com que a tudo se prestaram. Convidam
da novo a todos os seus parontes e amigos para,
aa seguoda-feira. (12 do ce/rente) s 8 horas.da
manh, 7" da do traspassn, assistirem s missas
ejne por alma do fallecido mandam rezar na Or-
dem 3' de S. Francisco, por cujo acto de candade
desdej anticipara os seus agradi ciment.i s.
Olindina Candi la V,ir de Mello, Wenceslao
de Carvalho Paes de Andrade e Mara Candida
Paes de Andrade, viuva, genro e filha do tenen-
te-corouel Antonio Vctor da Silva Vieira, man-
dam celebrar urna m89a no da 9 do correte, as
t horas do dia, no convento do Carmo. Convida
aos parentes e amigos do finado assistirem a
este acto de caridade, e desde j se confessam
grato-_____________^^_______________^^_
Maria do Carmo Rodrigues de
Slqueira
Hermino Rodrigues de Siqueira, tendo de man-
dar celebrar missas p> la alma de aua sempre lem-
biada toposa Mario de Canm Rodrigues de Si -
Jueira, no 30- da de seu ralleciuieut a, raga a to-
os os pare: t-s e amigos que se dignein de assis-
tir a es-e acto que ter lugar na igreja de N. S.
do Carino, s 8 horas de sabbado 10 do corrente,
contestando-se desde j eternamente grato por
mais essa prova de religo f raridad.
Mara llcinnirina Torrea
Innocencio Antuue., de Furias Turres, seus fi-
Ihos, agradecem do intimo d'ali..a todos os bmi
08 e mais peasoas que se dignaran) acompanbar
ultima morada os restos mortaes d sua mui
presada consorte, mai e madrasta, Maria Alejan-
drina Torres, e aproveitam a opportunidade para
ODvidal os a assistirem a missa que mandam ce-
lebrar na matriz da Boa-Vista, s 8 boros da ma
ana de seguna-feira 12 do correnee, stimo do
seu passamento, pelo que Ibes serio eternamente
agradecidos. ________^^
Calima Fraudara de aneiros
Augusto Pinto de Qneirot, Pedro Pinto de
Queiroz, Joao Pinto de Qaeiroz, Laura e Ernes-
tina de Queiroz, filhos e filhas, penhoiadissimos,
mito agradecem s. pvssoas que se dignaran)
acompaniar ao cemiterio publico os restos mor-
taes de sua pretadissima mii ; e de novo as con-
vidam para assistirem algumas missas no stimo
dia de seu fallecimento, que por sua al Jia se tem
de celobrar na matriz de S. Jos no dia sexta-fei-
ra 9 do corrente, pelas 8 hor s da manha.________
&

Ao commercio
O abaix.i assignado declara que vendeu ao Sr,
Antonio Jos de Carv .loo Jnior seu eatabeleci-
mento de molbadoB, sito ao becco do Caiapello u. 4
livre e desembarazado de qualquer onus ; quem se
jnlgar seu credor, aprsente auas coutas, no praso
de 3 dios.
Recife, 7 de Abril de 1886.
Migad Carvalho Nev*
AttenQo
O puro vinho verde e c-saberoto cha preto pon-
a branca, esoecialidades sem competencia ueste
mercado, reo bidos pelo ultimr vapor, encontr se
4 venda em casa de Pauli Jos Alvos & C.
60Rua do Baro da Yictoria-60
Casa
Aluga-se o andir superior da casa ns. 90 e 92
ra da Palma, tan b me carenados para tamilia :
tratar aa ra Duque de Caxias n. 47.
Chi uelo turco
Lo.ju de colcaifoN eatrangelroa
DE
Thomaz de Carvalho & C.
Este gran te estabele meato acaba de receber
irlos duna ltimos vapores do Europa Orator e
Ville de Pernambuco um importante cortimento do
que ha le magnifico em calcados para fenhoras,
liomens e ra> n'nos, nao s pelo modernismo e ele-
gancia das forma?, cerno pela excedencia do ma
lerial, perfeivoe no'idez do trabalho.
C-nscii-s He que sabirilo plenamente satisfvitos
jiedimos s Exioas familias, aos ilustres O resuci-
ta veis c rp.is acadmico e coimnercial, e a dintii-c-
ta classe ans ica, a bun -a de urna visita ao nosao
estabebcime>to As venias sao feitai apresos
es mais azoHVeis.
lina do Baro da Vieioria n lo
Feitor
Precios-oe de um da illm de S. Miguel que
siiba lavrar trra c< m arado ao syattma de l ;
paca se b-m, dando s>- casa para morar com coui-
modidade para familia se a tiver. A tratar no
Largo le S. Josu. '2H.
Oosiheir^
Pr 'cisa-Be de urna boa cosinheira e que seja
aisead a tratar aa ra de Payaandu n. IS
.< :i da Magdalena.
Casa na Capunga
Alaga se umi com grandes aecomodayoes, ten
do jardim e sitio, a tratar na ra da.< Pernambu-
cauas n. 42
Engenhos par. nssucar
NOTE BEM
A calina de assucar j cortada e preparada para
moer 6 bem sabido que conten por termo med o
90 por cento de si-u pez,) em suco.
As .noendas ordinariamente usadas aqu, nao
exprimern mais do que 50 60 por cento por coa-
seguiute se ver a grande perda que os cultivado-
res incorrem 8 mente por esta causa.
Os celebres engenheiros Srs. George Buchanar
S C. de Londres, recommendando as suas moen-
das, garantem que preduzirao, com boa canna com-
mun de 70 80 por cento ddseu peso.
O material das suas machinas o melhor, e de
exeelli ute "luolidade, a obra de mo acabada com
toda a perfeicaj).
Damos o custo d'uma moenda que tem provado
muito bm, scudoconveniente, econmica e de f-
cil colines cSo
Moenda com machina a vapor u'uma s baie de
ferro, tudo completo
Tamanho.... A D G
Forca de cavallo. 11 25 50
Peso de canna moi-
da, por hora qts. 90 200 400
Produzindo por dia
da 10 horas.-A-
ucar, qts. 65 110 150 210 290 400
reco-Postoabordo. 850 1,700 3,260
N. B. A forca de cavallo* actual o dobro do
q se indica cima.
ara outros tamanbos, como para moendas e
machinismo completos para engenhos centraes, in-
cluindo trhos portareis de Bystema aperfei$oado
dir jam-se a Brown e C.
N. 5RA DO COMMERCIO______
"Mii notiita iiiL ^
Recebemos neste ultimo vapor voadores para
meninos aprenderem a andar, assim como, diver
i. o obras de Viuie.
J^leiras
Cestas de diversos tamanbos para com pras
" Balai.'s para papel.
Assufates
Cuadaaao
Roupeiros.
r'ementes de hortalizas e flores, amores perfei-
,DB e diversas quaiidades.
\'-io tambem o ei-pecial bacalho de Nomega,
5es nido cada um 6 libras: em casa de Po^as
lend.s 4 C.
Rna estreita do Rosario n, 9, junto a iqreja
VENDAS
Hatbilde Llbnnla Honlcli
Perettl
Manoel da Triadade Peretti, sua mulher D. Ma-
rianna de Medeiros Reg Peretti e suas irmaes
D. Mario J. de J. Peretti e D. Morio dos Dores
Paretti, muito reconhecidos todos as peasoaaque
oe dignaran) azompanbar ao cemiterio o corpo de
ana presada mai, vcem ainda pedir o caridoso
obsequio do comparecimento s mistas qne, pe'a
loa alma, sarao resadaa na matrix da Boa-Vista,
ao dia 9 do corrente, sexta-feira, as 8 horas da
aba e de nnvo agradecem.
Vende se um importante sitio de coquei'oa
com (.a casa de vi-enda, armazem para "oposito
de cocos e estribria, no lugar da praia do Janu,
da comarca de Olinda : a tratar na ra do Sol
numero 21.__________________
Vende-se urna cabra de excelle te quhlida-
de, que cria meiiini ro peito, e quando ouve a
(nanea chorar corre a balancar o berepe m a ea-
beca, esperando que venliam tirar a crianga para
botar-lhe no peito, d dua- garrafas de exc< lente
leite, est ptestes a parir. Vende-se tambem um
tarneiro grande pr .pno para trabalhar p r ser
muito mauso e carrega muito peso, ou para sella
de crianca, por estar aff te a isao, est muito
gurdo ; a tratar na Magdalena sitio n. 8.
Vende se vina arm*c2o envernizada e en -
vidra^ada, pmpria para qua quer negocio ; a tra-
tar roa do Livramento n. 35
---------------------------------------------^-----------
WHISKY
ROYAL BLEND aiarca VlADO
Este exceilente Whisky Escosses preteriv
ao cognac on agurdente de canna, para fortific--
o corpo.
Vende-se a retalho nos h. iheres armaren
tiolhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADOcajn
me e emblema s5'> registrados para todo o Brasi
BROWVS t C., atientes
Cabriolet
Vende se um ero perfeito estado e por preco
rommodo; tratar na ra Duque de Caxias n. 47
Bullir
Vende-se um buhar em perfeito estado : a tra
tsx no armazem de movis ra do Iinperador
numero 49. __________________^^^^
Fruclas maduras
Vende se diariamente especiaes laranjas para
mesa, mangabas, ap- tas, e outras muites : no
largo de S. Pedro n. 4._______________
Piin ,-la em conserva
Vende-se bonitos frasquinbos com pimenta era
conservo, preparada na Eotopa, e qne fas um
mlho muito saboroso, peio barato preco de 160
re. cada um, ato para acabar, por ha ver grande
porcs.il : no largo de S. Pedro n. 4.___________ _
4 \ev:i:iika
sLoJa de ml-dezas perfumarlas
e quiaqnilharlas
DE
Jos Hara de Lentos Duarte
8 Hi\nuiii'i:Aiiii/ *
O proprietario deste beir ruontado estabe-
lei imoiito convida aos seus amigo.- e fre-
guezes n ero particular as Exra". farui-
lias, afim de certificaren)-se do bom gos-
to com que acaba de collocciooar urna
infinidade de artigos, que satisfarSo
com certeza, a quem dignar-se Jar lhe a
1 preferencia, e para prova do que deixa
dito, menciona entre outros, os seguintes
objectoa que furam escolliidos com o fito
de satisfazerem ao mais apurado gosto.
Completo aortimerito" do perfuraarias e
artigos de toilcte, dos melhores fabrican
tes.
Bordados e ntremelos de fustao, trans-
parantfl e cambraia Victoria
Bicos do crochet francezes, de seda etc.,
etc., etc.,
Focos ne couro e de velludo para cran-
las.
Lequcs de seda, setineta e papel etc.,
etc
Boleas de velludo e depalha.
Espartillios e suspensorios os mais finos.
Grande soriimento de pliss e talagarca.
MeM pura sr-nhoras, homens e meninos.
Estojo para crochet.
Cintos para senhoras (ultima moda).
Boleias cobertas para vestidos.
Sortimento do l mesclada do todas as
cores.
Kstjo para barba.
Beoglas para homem e m-nino?.
Sapa.inhos e toucas para baptisados.
Len90s e lavas de seda de todas as
Gravitas para sonhoras e para homens.
Grande sortimento de carteiras para di-
nhriro e pura fumo.
Punhcs e c.illarinhos de todos os moldes
e qualidadcs para senhora e para homens.
Benecos finos de todos os tamauhos.
Escovas pira roupa, chapeo, cabello,
anhaa c dentes,
Canotilho de diversas qualidades.
Sortimento de grampo para chapeo.
Espelbos de diversas qualilades e la-,
manhos.
BotSes de todos os tamaitos e quali
dadas.
Fitas de todas as cores e qualidades.
Quadrcs de velludo para retrato.
Grande exposiejio
De brinquedos os mais finos, liohas de to-
das as cores em novellos e em carriteis
e outros muitos artigos de moda que se-
ria er.fadonho mencionar.
c
82-Rua da Imperatriz
in\%nKi'CO
Vende-se
urna arm >ao e um balco de amarello, pmpria
para qualquer neeocio, assim eomo um t*rno de
pesos de lato, de dous kilos al dez gramma-,
ro )rio para botica : a tratar na praca de Pedro
1 n. 4, Toja.
Pinho
LIQIDAQSO DE CHAPEOS PARA EnSenho Recanto
.
eriga
Vende-s" em casa ae Matnens ustin & C.,
ra do Commercio n. 18, 1 andar, da melhor
qualidade e diversas dimensoej.
Casa na Varzea
Vende-se a taverna da ra do Sol n. 17, na
Varzea, com pequeo capital, tendo casa ao p
p ra t milia, tendo esta casa a vantagem de fiear
fronteira cstacao da ferro via, que deve fijar
prompta at 3 de Outubro deste anno. O neg-
e vant*joBo, e ib preteudentes podera drrigir- '
e ao local da taverna, na Varzea.
Fazendas brancas
80' AO NUMERO
ti* ra da Imperatriz = 4o
Loja dos barateiros
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estas fazendas
abaizo mencionadas, tem cimpetencia de precos,
A SABER:
AlgodoPe?as de algodozinho com 20
jardas, pe'os barato precos de 3J800,
4, 45'K), 4*9t 0, b, UbW) e 6|50
MadapoloPeca de madapoln oom 24
jardas a 4*500, b$. 6* at 12*000
Camisas de noca com listras, pelo barato
preco de 800
Dirs branc s e cruas, de 1* at 1*800
Creguella franceza, fazenda maito encor-
pa,'ia, propria para lenc/jes, toalhas e
croulas, vara 400 ra. e 500
Ceroalas da mesma, muito bem fetas,
a 1*200 c 1*600
Colletiubos ra mesma 800
Bramante francs de algodo, muito en-
corpada, com 10 palm-s de largura,
metro 1*280
Dito de linho inglez. de 4 largaras, me-
tro a 2*500 e 8|8(X
Atoaihado a damascado para loalhoa de
mesa, com 9 palmos de largura, metro 1J800
Cretones 0 chitas, clarRS e escuras, pi-
droes delicados, d 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mai delicado no
mercado, rs. 200
Todas estas fazendas baratissimas, na conhecida
loja de Alheiro & C, eequin do becco
dos Vrreiros
Vende se pelos eguliites pre
fos de 5#' at ooo.
rna do Crespo n. 19-Madama
Mequelina.
Vende se ou arrendase o engento Recanto^ si-
tnado no termo de Seriahii'm, moen .e corrente
dagas, com boas trras, etc. n trttar com Ma-
noel Ferreira Barth-lo, ra do Bem Jess n. 6.
i.

Pechincha
Franco Ferreira & C, vendem a ve-dadeira
manteiga ranceza em latas de qua quer tamanho
por 9l 0 rii> cada libra.
PATEO DO PARAIZO N. 16
Esquina da ra de S. Francisco
Yapo es para Engenhos
Vende-se um vapor de forca de 4 caval
los, com moendas apropriadas, assim como
um outro menor que faz trabalhar urna
serra circular e uro pulverisador de assu-
car.
Tem pouco uso, e acha-se tudo em per
feito estado.
Para informajoes Mrquez de Olinda,
38, luja. _________
Vende-se
urna bem localieada casa deynolhadoe, propria
para um principiante por ter poucos fundos : a
tratar na ra nova de Santa Rita n. 5.
lgida* entestado pa-
ra cnfwes
,t 90o rt. e llOOO o metro
Vende-se na loja dos barateiros da iSoa-Vista
algodSo p i 1-ncoes de um s panno, com 9 pal-
moa de larguras 900 rs., e dito com 10 palmos a .
lS(KX) o octr assim cota dito trancado para
toalhas (! m sa, com 9 palmos 'le largura a lzO
o metro, lfto na I-ja de Alheiro -Vi C, esquina
do becco dos Ferreiros.
MKRINSPRETOS
A 1*209, 1*400, l*ttO, 1 800 e 2* o covado
Alh' iro A C, ra da Imperatriz n. 40, ven
d' m muito bous merics pretos pelo preco cima
dito. E'pechincha : na loja da esqi.ina do bec-
co dos Ferreirqs.
Espartilhos
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vende-se
muito bons espart'lhos para senhora, pelo preco
de 5*000, assim emo um sortimento de roupas
de casimiras, brius, etc isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 c 3/ o covado
Alheiro 4 C, ra da Imperatriz n. 40, ven j
dem um elegante sortimento de easemiras ingle-
zas, de duas larguras, com o- padroes mais deli- !
cados para costme, e vendem pelo barato preco
de 2*800 e 3J o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar fazer costumes de casemira a
90*, sendo de paletot sacco, e 35* de traque, !
grande pech ncha : na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Ob barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porcito de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato pr co de 320
rs o covado, grande rechincha : na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordados) a lOOr*. a peca
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
borda io, dous metros cada peca, pelo barato pre-
oo de 100 rs., ou em carto com 50 pecas, sorti-
das, por 5j, aproveitem a pechincha ; na loja da :
esquina do becco dos Frreircs.
Fustes de setineta a rs o
covado
Alheiro & C. ra da Impcratri ven-
dea um bouito sortiu ento de fustks brancos pelo
baratinho i.reco de 400 e 500 rs. o covado, assim !
setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 rs. o (
ovado ; na loja da esquina do becco dos Fer-
reiros.
O 4S da ra Duque de Caxias est vendendo
fazendas por menos 25 */o de seu valor.
Ver para acreditar
Sctns macioa de 1*400 por 800 rie o covado.
Merinos jretos de 1*, 1*200, 1*400, 1*6C0
1*800 e 2* o covado.
.-etmeta pr<>ta a 500 o 600 ris o covade.
Ditas de cores a 4t)0 rs. o covado.
Fustocs braocos e de co es a 400 e 500 rj. o
covado.
Sedas de lstras de cores de 2* por 1* o co-
vado.
Merino de bollabas a 90" rs o covado.
Mariposas fi ias de corea a 240 rs. o covado.
Renda aberta da China a 240 ris o covado.
Linhus escossezes de todas aa cores a 240 ris o
COVado.
Chitas finas a 200, 240, 280, 3?0, 360 e 400
rs. 3 covado.
M.aiteletas de seda !e 16* por 7*.
Fichus a 2|, 4* e 6*.
Bramante de tres larguras a 900 ris a vara.
Dito de quatro largura? a 1*200 a vara.
Atoalbado de linho bordado 2* a vara.
Collannhiis e punhi s para senhora, modernos, a
3*000.
Brim pardo liao de 300, 400 e 500 rs. o covado
Toalhafl velpudas a 4 'S a duzia.
Ditas. alcochoad..s de 'OS por V2^ a duzia.
Cobertas forradas a2*800 um i.
I.enOos de bramante 1*800.
Camisas para senhora a 250C urna.
Casaccs de laia bordados, modernos, 1?*.
Daui!. co 'e algodio de cores, largura de quatro
palmos a 500 rs. o covado.
Camisas bordadas e de linho a 30*0(0 a duzia.
Madapoiio oasea de of i o pella de ovo a 6*500.
Enzova s para baptisalo, novidade, 9J.
Tmoes paro menino, boi dados, 4.
nbapoo de sol de seda para senliura, de 16*
por 8*000.
Meas para homem c senhora, de 3*, 4*, 5* e
6*000.
Redes hamburguesas, lOf.
Colchas a 1*800, 5*. 6* e 7*.
Verbutinas d todas aa cores a 1* o covado.
Cortes de casineta 1*, e IgnOO.
Di'os de casemira a 3 I, 5, 6 e 7*.
Lencos abamhados com barra a 1*200.
Camisas dr- u ci a 800, 1 i. 1 *50O e 2*
Casemira de cores de duan lai guras a 2*.
Cortes iic caf-einira para vestido de senhora, de
40* (Mir 20*. bojratissimo.
ZeBros lisos a 120 rs. o covado.
Cambraia preta para ferro a lJ200a peca.
(MfBtefaFTote
Em vista dos grandes progressos da idea de que
se gloriam as nacoea civilisadas, o commercio
deve acompanhiir OOM projresso, visto que elle
o mais p-)der<<8o elemento do engrandecimento das
uacoes ; em /ista do que annnnciam
MART NS CAP1TAO 4 C.
1 Ra estreita do Rosario 1
Grande s truniento de gneros alimenticios, es -
colha dos quaes, os annunciantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os seus numerosos
fregueces. Lembramos, pois, o proverbio :
Quem nao experimenta, nao sabe.
Venb-.m v>-r, piis :
Queijos, flamengo e de Minas.
Fiambres ingleses.
Chocolate francs Menier.
Dito do M.-irauhao.
Fructos seceos, como :
Passas, amendoas, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doce de tudas as qualidades.
Bolachinha inglesa.
Semeates novas de hortalicas.
Especialidade em
Vinhos finos do Porto,- Madeira e Shery.
Ditos da Figueira e d pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Vermoutb, etc.
Licores de todas as qualidades.
Champagne.
Cervej de diversas marcas.
B.-m assim :
Araruta fina em pacotes.
Cb verde e preto.
Dito perda.
Especialissimo m&tte de Paran, em p.
Aiml mas :
Ovas de peixe.
SardinhaB de Lisboa em Salmoura.
Vendem Martina Capitn & I'., ra estreita d)
Rosario n. 1.
AOS AGRICULTORES
For.nicida capanema (verdadeir) para extinc-
Cao completa da foranga saura. Vendem Martint
Capitn & C, ra estreita do Rosario n 1.
Cabriolet
Veide-8e por baratissimo prejo e em muito oom
estado um cabriolet de dous-aTSsentts, quatro so-
das e rreios para um cavallo ; a tratar na co-
ebeira do Candido, ra da R ida.
Camisas nncronats
a es.-.oo. aaoooe a 5500
32= Loja ra da Imperatr z = 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
de sortiavoto de camisas brancas, Unto de aber-
turas e pjnhos de linho como de algodo, pelos
baratos precos de 2*500, 3* e 4*, sendo tazenda
muito melhor lo qu<- as que veem do estrangeiro e
muito mais bem feitas, por serem c-irtadak por
um bom artista, esp-cialm-nte camisero, tambem
se manda fazer pjr encomm.iidas, a v ntade dos
freguezes : na nova loja da ra da Imperatris n.
3 de Ferreira da Silva.
Ao32
Mr loja de fazendas
>2 Ra da Imperatriz = 3'.
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
eitavel publico um variado sortimento de tazen-
as de tod..s as qualidades, que se vendem por
recos baratissimos, assim eomo un bom sorti-
mento de r upas para homens, e tare bem se man-
da tazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre altaiate e completo sortimento de pannos finos,
easemiras a brins, etc
39Ra fin ImperairU 3
Isjja de Pereira da oilve
Nef,tc estabele omento vende-se as roupas abai
x". mencionadas, que sao baratissimas.
Palitot-i pretos de gorgorio diagonas C
acolcboados, sendo fazendas muito en-
corpadas, o forrados 7*000
Ditoj ie casemira preta, de cordo muito,
bem reitoe o torrados 10*000
Ditos de dita, fazenda muito melhor 12*000
Ditos de flanella azul, sendo ingleza ver-
dadeira, e forrados 12*0TX'
Calcas de gorgorao preto, acolchoado,
sendo fazenda muito enorpada 5<50C
Ditos de unorjniitn de cores, sendo muito
bem feitas 6*50C
Ditas de flmella inglesa verdadeira, e
muito bem feitas 8*001
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e 3*00t
Oeroula* de gr-guellas para homens,
sendo muito bem fetas a 1*200 e 1*60C
Colli tinhoB de greguella muito bem fe tos 1*000
Assim como um bom sortimento de lencos o>
linho e de algodao, meas cruas c collarinhoe, etc
Isto na loja aa "ua da Imperatriz n. 3>
Itsendos largos
a ZOO r. o covado
Na loja da ra da Imperatris n. 32, vendem se
riscadinhos pr-prios para roupas de meninos f
vestidos, pelo barato pn co de 200 n. o covade.
endo quasi largura de chita franceza, e ssiir
como chi'as brancas miudinhas, a 200 rs. o
do,e ditas i a caras a 240 rs., pechincha
Iqj do Pereira da Silva.
Funtde. netinetaN e Izinha* a SO
rs. o covado
Na loja da ra da Imperatriz u 32, vende-s
um grande sortimento de fustSes brancos a 501)
rs. o covado, lazinhas lavradas de furta-cores,
fczenda bonita para vestidos a 500 rs. o covade.
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas ai
cores, a 500 rs. i covado. pechincha : na lojs
do Pereira da Silva.
utnos pretona la*
Vende-se merinos pretos de duas larguras para
vestidos o roupas para meninos a 1*200 e 1*60(
o covado, e snnenor setim preto para enfetes t
1*500. a>sim como chitas pretas, tanto lisas cosar
de lavoures brancos, de 240 at 320 rs.; na nova
laja de pereira da Silva ra da Imperatriz nu-
mero 32.
AlgodaoBinho franco* para lenreo
a OOO rs.. I i*?
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-i
superiores olgodozinhos francezes com 8, 9 e 1C
palmos de largura, proprios para lenoee de ube
s panno pelo barato preco de 900 rs e 1*000 (
metro, e dito trancado pa' a toalhas a 1*280, as
sim como superior bramante de quatro largurai
para lencoes, a 1*500 o metro, barato ; na loit
du Pereira da Silva.
Roupa para meninos
A i*. iSr.oo e
Na nova loja da ra da Imperatriz ri. 32, s*
vende um variado sortimento de_vestiarios pro
prios para meninos, sendo de palitosnho c calci-
nha curta, feitos de brim pardo, a 4/000, ditot
de moleequim 4*500 e ditos de gorgorao preto.
emitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; n
oja do Pereira d i Silva.
LOTE
DO
Taverna
Veade-se a taverna sita i rna de Lomas Va
lentitias /antiga ras de Aguas-Verdea) a 17, coso
muitos commodoe, e o motivo da venda por
doenca.
GEARA
EXTRACTO M DIA 10 DE ABRIL
RIVEL
O portador que possuir dous vigsimos desta importante
loleria est habilitacfo a tirar 2o:ol2^)ooo.
Os billietes acham-se a venda na Casa da Fortuna ra
Primeiro de Marco n. 23, e mais cazas do costume.
/COBRE A10 DE ABML DE 1886, SEM FALTA.



*"-
8
Diario de Pernaiiiknc- Sexta-feira 9 de Abril de 1886
re
------


mnmu publica
KB0TO6TAAO PAHECSE DADO PELO U.'.M
SB. DB. AyBKS DE ALBUQUERQUE GAMA.
SOBRE O COJPRNDIO DE PHYSICA PABA
LEITOBA, POB FBASCISCO DE PAULA
13ABBOS
( Continuadlo )
Mas vejo que 9- S. tambera, pag.
38 do seu compendio eserev-m algumas pa-
lavraa sobra os herostatos, e p^go venia
nia para tranacrevel-as; o que bom deve
chegar para to 'os.
Falla o 8r. Dr. Ayres Grama:
. E' biseado na thooria dos -orpisfluc-
tuaaes nos fluidos' que se basca a eonstru-
oji- dos aerestato, pois que do principio de
ArcKiiides r.-salta qu-> o corpo amo paeo
for Henor que o do ar deslocado elevar-se-
b*wrerticalmenta na athmosphera. E' o
qua a oateco cora o ar aquocido, fu no.
gaa byJrcgeneo ota., etc cora quo s
Fioalmeati S. S. encerra
este primeiro fot por n.lo tar eu e-onpto,
capitulo de orabrulho, considerando como fluctuantes nos fluidos ?
como S. S
ootua i npassivel de s.' 1-r, urna breve no
gto bre o estofa cipheroidal, phenomeno
Dotavel, de que nao l S. S. a menor no-
ticia em seu livro para alumnos-mestres, e
o qual oxplica cono ura pjuco d'agu der-
ramada em urna chapa, ver uelh i p do fogo,
custa vaporisar-so, ao passo que o fz r-
pida nonte e co u alvongo lg> qua a cha
pa f-sfria.
Fiudou S. S. neste panto a primeira
pilase do seu ataque de raiva para eorae-
c*r oin coovuLiis mais fortes, outros pe
rilo, si)|)im a -iporittr de m f, como
viu proour d-iftos e incoherencias da
ii' *.
1) z, S. 8., coatii ian lo :
' > na -: a -o 'te sao e > a o extont i .-.r-
'i escripto na pagina 39 sobre a epigra-
pEa d" principio da Arch'inides, tlanca
hylostatica e notacSo, quanlo s tratou
le*t i ultima part na p igin i 44 na artigo
ifF;rente o sob o titulo da corpas flactuan-
tes.
*Foi anda de enontro a tolas as negras
HUS oom-zinhas de raetlio lo, e at seo a
a menor i lea de coouexao que no artigo
escripto desda a pagiua 27 at '.VI sobr; a
ze os aerstato, cuja desooberta attribui-
da aos inflaos Montgolfiers da Franca
devida com muito ms fundamento ao bra-
silero padre Bartholoraeu do Gusmao (*)
natnral da provin da do S. Paulo. aUraoao universal, gravidade e peso, en
E' pouco o que escreveu S. S. mas | xertou assnmpto intoramente s'ranbo co
t io, se nilo veja o liitor : |1)() lhiras preciosas> pOCOu artesianos, ni-
"veis, repuchos, ote, com que se oocupou
d:slsa pagina 33 at 46, para ni p.gina
tuantea nos fluidos que se basca oons
tracglo dos aerstato.*
E' bascado quo se batea, por eerto,
urna construegao falis, mas, corpas fluc-
tuantes nos fluido, um ochado !
Oh, Alian Kardec, responde-me ao
vida si a espirito de Pythagiras p
pelas margena do Capibaribc ?
Todos os physicos dizem que d; estofo
b'ttiems- fort* e impermiavel que s i /"z-m
o mtfOftmto, no emtanto S. S. o Sr. Dr.
Ayres de Albuquerque Gama diz, nag.
38 io sea.compendio pura alumnos mettres
da Escola Normal le Pernambuco. que os
aerotkit se fazeM de ar quentc, fumo
et. ,
E' caso de privUagio de invenco; c de
defcw a boca di no de qaeixa eahido, o
raaia empregado par S. j>. na costina
ar
47 continuar a materia era quitro outros
artigas intitulados : o Io jtesos especficos,
pag 47 ; o 2o densilade oupeso especifico
\dos s'dilo; o 3o dinsidide ou peso especi-
S \fico dos lquidos, ambos estes na pag. 5S ;
aaseia|e Q ^ ,,tei.tnimi.z0 0 peso i'spe ifico dos
solidos o dos lquidos p.ig. 4J. QaaFO r-
ticos diferentes para tratar do raesmo -s
sumpto sobn qu.itro epigraphe3 diversas,
mas p ^rfeitamento phonastic.is, ou antes ni
niante redundantes.b
Felizmente tolos os que nos tc.n apro-
eiadoj conhecem a hubiliddade do S. S.
em gymnastica ltteraria, o a elasticidad^
inventiva e cheia de sombrinbas o vistis
dissolveateida sua intelligenaia.
Diz o originalissimo e intrpido critico
que eu escrevi um extenso artigo pag -
P*ra fuer os baloes. ^ g^ ^ ^ ^ gob) r epgrahe ^
Si us aerstatos se V/en de arquate, _Prnc!pio _d Arclmedes batanea foj-
daewis defeitos do que se enenom drostatica -e natacao-e o trate! desta
De pal ha 'Mclhor fra de bolh ..,,._______,
sahS, Sr. Dr. Ayrea Gattaa.'
Para estas BalSes qu-) que se fazem de ar
aueat, nao ha duviia, a theoaia c eara
jmrmdoxal, nem mesmo vale a p?na cscre-
vec urna tira de almaco.
ultima parle, na pig. 44, em artigo d'ffe-
rente.
Illustrado e nobre Sr. Ridactor, r.igo a
V. S., por amor verdade, abra o livro,
que pda segn ta vez tenho a honra de ot-
ssa maravilha e ou fcreer lhe,~de:lare abaixo destas linhas si
doctrinario d-u da pagina 30 a 4i nilo trato do principio
trm bivalentes n'mji^-^ -^ ^ -^^ e dil sua desoobert,, a qua
ios; livro adoptado na \ ueu lugar enuuoiacao do r^-rido pnnu
pi, citado por mim, pag. 41, de que:
pavecer, {por iniiew:
lehura pira nicni
Corte e em nove p-ovinciasdo Imparto.
Quem tera coragem para tanto, como
Pery, o indio d3 Jos de Alencar. pega
on-^i unha.
Dado este aparte, sentme de.o.vo no
mtu banco da reo e prosigo na mioha de
fesa.
A Bib'i'tIf''jue des Merveillcs' achou
quo devia etnsagrar exclusivamente um vo-
nrac interessantissima historia dos aers-
tatos, destes navios do ar que oc;uparara
a vida inteira de Giffard e fizeram delle
um hornera elcbrc-; Flainmari m escreve nm
livro contando dose das suas viagen3 a-
reas ; por toda a parte os grandes ho.nens
deste seclo de assombrosas descobertas,
auxiliando-sa mutuamente, enchem-se de
brio para bater as difficu'dades, as r*sis
ten-as que llies oppSa a natareza dos ares;
mas, aun .mtinho da trra, em Pernara
buco, escrever trez pagiuas sobre tal as-
moplo, motivo pira atirar se a cara do
esriptor como urna raposa c cobril o do
vergonha!
Santa sabeioria das tres virtudes theo
logis da l" seccSo do Conselho Litterario
de l'crnambuco 1
') H.ajui urna nota sobre a proprieda-
dc de #d invengan.
FOLHETIM
ANGELA
M.
POR
1718B 83 IfDSTirtf
( f. o i t i n u a c < o do n 8
Mns de qu<:m a culpa ?
Man Deus! Ou nao neg as' circuns-
tancias attenuantes. Si perfeitameote que
os desgosto3 e as decepgies te levaram a
procurar o esaueciiionto e a espsrar.ga na
embringuez. Digo isto, e em todos os
tons, a todos aquellos que eu desejava que
se iatcressassem por ti... Repito-lhes isto
al icie lade.
E ciitao ?
Sabes tu o quo me respondem ?
Nao.
Textualmente estas pavras : devia
procurar o e-^uceimento e a esperanga no
trabalho, c nSo na bebida.
O mogo fea u;n gesto de colera.
Tu lo isso nao Bao senao pretextos !
disc elle. A v rdade que os nossos col-
lejas tora invrja de mim... Tememmc.
Pode muito bem ser que baja tam-
bem r.lguma eousa disso, meu caro Ange-
lo... N'outro terapo tu trabalhiste cora-
josamente. \ tua sciencia passa muito
alm da dellos, c poderia por em evidencia
a sua inferioridado. Tcroera-te. Entre-
t&nt) se renunciares ap abnthio e s car-
faf, cntou corto que s-napossivcl arranjar-
te um eraprego era qualquer casa de saude,
onde o teu mrito t poria logo no pri nsi
ro lagar.
Bebado e jogador I eis a nimba re-
putacSo, disse o mogo italiano com urna
gargalhada que fazi mpressao ouvir
verdade, gosto do a'osinthio e das cartas.,
gostodelles agora.. mas detesta vaos n'ou-
tro tempo I Gosto do jogo, porque me ren-
de alguns sidos, de que preciso para vi
ver !. .. Gosto da embriaguez, porque me
poo diante dos olhos e por algumas horas
o Todo carpo mergulhado em u:n fluido
perde urna parte de sm p so igual ao
peso lo volunc do fluido por elle deslp-
ado.
Fazenlo r.pplic corpos mergulhados era lquidos, repeti-
mos :
Tolo corpo merg.ilhado o.n um liquido
g perde urna parto do su peso goal ao
a peso do volurae do liquido por elle desto-
cado.
E, ainda, si logo em seguida nao trato da
balanza hydrostatica e da applicag.ao dos
corpos fluctuantes, em nrtigos sob os ttu-
los natacSo e bexiga natatoria dos peixes ''
(Tomo pois afianga o Sr. Dr. Ayres Gi-
ma, tratando o seu dever e a sua con-
scien ia, que nada escrevi sobre principios
de Archimedes e balanca hydrostatico 1 1
Para nao encher de titulo aquella epi-
graphe escrevi depois das phrases
principio de Archi. edes i balanca hy-
draulica a palavra nataco \ e ten
do tratido dos dous primeiro3 pontos,
quando quiz fallar, acerca deste ultimo,
para fazel-o mais amplamente, subordinei-o
ao titulo de corpos fluctuantes Quera sa-
be si o mais forte movimento de censura
fe risonha miragem, era lugar da som-
a realidade... Mas dem-rae os raeios de
rehabilitar. .. dm mo doentespara cu-
rar. .. abram crafira diante do mira as
portas de urna existencia til e honrosa c
ver3o se Angelo Proli continu'a a ser um
bebado e um ogaior !
X
Disse e repet tudo S30... npli :ou
o reccm chegado.
Proli continuou com amargura :
K nenhura daquelles a quera tu o di
zias pensou que, mostrando se sera pieda
de para comraigo, condemnandome mi
seria, levavam-me ao desespero, que a tu
do conduz, at mesmo ao crime. .. Ne-
nhura dtdles pensou niaso I.. Silo un3 co-
vardes egostas !... i'esprezo-os e detes-
tos I... Daria o meu sangue para me
vingar dellos.
Era possivel.
Como ?
Esmagando-os com a tua superiori
dade. .. Por rainha parte conhego te e co-
nhego te bom. Teus defeitos e mesmo
vicios, mas 3 um especialista do prim ir i
ordem. Falta-te s um estabeleiimento
para que aquelles que te repudiam e des-
d-inham de ti hoje fossesa os primaros a
curvar se diente de ti.
Angelo Proli encolheu os hombros.
Um estabelecimento repetio elle
Ests gracejando comraigo, meu bora Ao
nibal 1 Quando se nao tem com que jmtar,
nao se tem estabelecimeatos.
Um momento de silencio seguio estas ul-
timas p.ilavras.
O reccm-chegado, n quera acabamos de
ouvir chamar Annibal, ioterrompeu o si
loncio com esta phrase :
Tcnho urna proposta a fazer-te...
Alguraa proposta seria ?
Sim.
Falla... stou C3Cutando.
Conheces Grisky ?
O Polaco ?
Elle iesrao. Qual a tua opiniao
a s'U respeito?
E' ura oculista distracto. mas vui-
se fi.zendo veiho. e segu a trilha b-
nal... nao est em dia com o progresso.
Elle cs' convencidissimo disso e pro-
cura um associado ou um comprador.
B-3m o sei, mas a sua casa vale mili-
to dinheiro... Era necesario, para fazer
urna asEociaglo com elle, entrar de, promp-
to com urna forte quantia, representando a
matada do valor total do estabolecimeato.
M.*e subor tiaoi o titulo natacao qu-lle,
por quo tioha de tratar dos trsa eaaos qu>
se dio qu.nlo um corpo mergulh* era un
hqui lo, *u inda, :orao j ilisse, tratir,
depois de nataco da bexiga natatoria dos
peixes.
No emtanto, S. S. desussombradam-.nte.
liz que s tratei di parte sobre nataclo 1 1 !
Ni) si, Sr. redactor, como qualiique
tanta corigon do Sr. relator do p em avangar tal ; nffi il, qm lfrontosam -nt i dea la, as
signado p -r S. S. o dous collegas seas,
tr tbinlo aisim a boa fe da so^iedade por-
ii i nbu au o eolio .n I < era plano inclina
do de dscriiiito todo o corpo director da
iiitru'.gao publica; pois 23,000 oxempla-
res do meu livro, ospalhedos por tolo o
imperio, co.nprovara a flagrancia do deli-
cto littrario uouimettido por S. S. com
aquella arrojada affirmicao, que, como es-
padi de dous guies, ferio-me, rasgando
ao mesmo tempo o vi que dscobre as
linhas curvas do oaraotor de S. S-, perdoe
me dizel o. J que soracou ventos evo
colher tempestadas.
Parece incrivel, mas verdale; eu
mesmo tenho ricado em duvida ao respon
der i:ada ponto da a eusagilo de S. S.,
perguntando a mira m-'-smo si por descui
do nao teria eu in orriio na falta de qua
sou a cusido o abro o livro para cotejar
o que est escripto com as proposigois de
S. S. e... oh, moralidade! Oaio das
nuvena, Sr. re (actor, ao encontrar tudo,
tudo perfeitameote em contrario do quo
arrog intrnente affirmara S. 3., apoiado
.por dous collogas a quem engazopou ; sen
do depois fcil ao Conselho Litterario vo-
tar, de boa f pelo parecer, visto j ter a
res ponsabilidade ofHial <'e todos osmem
bros da secgao competente.
Agora mes no, Sr. redactor, estou eu
dianto das paginas 27 a 32 (citadas por S.
S. todas es riptas sob o titulo : Attra^ao
Universal Gravidade em os qu*e* fal-
samente S- S. diz que eu escrevendo so-
bre esia materia enxertei asstt.mptos intei
ramente cstranhos, tae3 como pedras
preciosa, poefl artesianos, niveis, repuxos,
etc
O que S. S. chama, mais de urna vez,
para tu "lo fonfun iir o pescar em aguas
brrenlas : artigas diferentes e epigraplies
diversas, sil) artigos escripias sobre o raes
mo assu-npto, con typo igual na epigriphe,
para distinguir b-mi, em ura ou outro caso,
os differentes ranos da materia de que se
trata ; nssira o fazera, para raais clareas,
cirao divisii do IicOaa, Perier e outros au-
tores J-citados.
Mas, voltindo ao ponto em que S. S.
diz ter eu enxertado tanta materia estra-
nha epigrapho sobre a qual escrevi, nilo
tenho outro 'nejo, Sr. redactor, de averbar
tio requiatada alsidade se nao nppelhn lo
ainda urna vos para a honra da V. S.
A ac^us*gao que se ra fez, sob o titulo
de Critica Ltteraria f)f publi ada era o
seu conceituadissino Diario ; os que a le
rara nao tera o meu compendio para con-
frontar a exactidao das palavras da minha
defeza, nem as falsidaies, provadas, do
pareeer ; por tanto, V. S, que, illumin lo
pelo siMiti.iion.jo do j istiga j dojlarou, na
a sua Revisto Diaria, dosaggrav indo as
sim tola a irapr nsa brasleira, que o jaizo
critico, acerca do livro de que se trata,
fra apni-ronado e imprecedente exprossofs
estas que, cireumscrevendo e realisando
um eloquente plano do defeza em duis pa
lavras, penhoraram-rae o coracao, V. S.,
digo, nao mo n'gara graga que lhe pego,
em norae da santa luz do jornalismo, de
escrever urna simples respista, abaixi des
tas linhas, sobre se estilo ou nao os cita-
dos artigos es'riptos cada um sob o seu
titulo proprio, a saber :
A' pag. 33Diversas p^opriedades dos
corprs solidos. Pedras preciosas
'"'A' pag. 36==Pdcos artesiano. Repu
xos e pocos instontaneos; e. ainda: tendo o
Rdactor, em continuagilo de suas inveria
des dito que, em artigo intitulado : fontes
de calor, tratei eu da diltamelo -, rogo
a V. S. igualmente declarar se pag. 94
ni rey** o assurapto .obr:: Fontes de
Calor Dilatacao ; e se no livro nio
f-stao trtalos esses pontos de perfeito ac-
cordo com a indicagao do titulo?
No emtznto, o Sr. Dr. Ayres Gama,
aem o menor respeito para com o publico,
sem importar se com os estremecmentos de
sua Qonsoiencia, nffirmon, em om docu-
mento officiat, com a iotensilo calculada de
projulicar sagrados direitos do terceiro,
qi; o autor di Physica para Litura havia
des isadamente a enxertado todo.i aquelles
artigos das paginas 33 a 36 as paginas
27 a 32 I!! I I
Julguem os homens de bem, os hora ns
do bom carcter, da jasttea de lobo do Sr.
Dr 4yros do Albuquerque Gana, secun
dado pelos seus douj ingenuos companhei-
ros. de se -gao !
O novo ( Regidamento orgnico da ad-
iivniitraca"o do ensino publico de Per-
nambuco, declara em seu art. Io quo a
suprema direcfjlo da instruccjlo publici
compete ao presidente di provincia ; de S.
Exo., pois o Sr. consdlieirj Costa Por dra,
honrado e justiceiro co no os qu s mais o
silo, solicito plena Justiga.
Faz ainda o iltustre Sr. Dr. Ayres Ga-
ma, com aquella se u ceremonia com que
affirma ora sua Critica Ltteraria que o
verde encarnado e o encarnado, amar ello,
ura ataque a verdade, dizendo que, s dou
como descripgio dis trombas, quatro es-
trophes do CamSes (nilo sei como nSo
achou intimamente falso e contendo erros
de i'uifrina o qualro dos riptivo feito polo
iraraortal poeta) mas s ahi tguram essas
liadas estancias, felizmente aprovoitadas
para urna utilissima ligilo de cleclamag.lo
potica, depois de urna aranera, 'm a
qual se desenlia o phonouieno das trombas,
e de haver eu dado, a fls. 109, a s"guinte
deseripgao :
Trombas. -As trombas silo forma-
das de turbilhCes do ventos o de vapores
o que foi prati a la com pleno conbecimon-
to de causa, e s-rena premoditagilo, ro-
deada de todas as circumstancias aggra-
vante3 do abuso de confianca.
Assira que, S. S. depo3 de se haver per-
dido n'ura bosque emraaranhado de invor-
dade3 e contradicgis enfraquecido pela
anemia da sua lgica, pisada de erros do
grammatita, focha o anti-penltimo periodo
desse seu trabdho^que desbotou a3 cores
tidas como fixas do seu carcter e da sua
sabedoria, do s'guinte molo, frumento e
distillan lo vneno de hypocrisia como urna
senteng de Torquemada :
Que o tal compendio c, como fica de
raontra lo, (? !) tilo defeituoso naess-n ia
como na torraa. >
Para chegar a poder escrever estas
quinze palavras, quanto nao sacriflcou S.
S. ? -Verdade, devor, justiga, lealdade can-
scieneia, criterio e moralidade, tudo, tudo
foi inmolado ao instincto do mal.
Mas S S. nao parou all, porque ainda
lhe faltava escrever este penltimo perio-
do :
Sciencia de sbservagao e puramente
esperia^eatal es ru (montos 'le pbysiea so
dovera ser transraittidos a infancia pelo en-
sino intuitivo, o. nunoa por raeio de com-
pendios que, alm do seoecupar das theo
rias menos elementares e cima das intel
ligoncias a que silo destinados, nilo appro-
xima as apparencias nem os phenoraenos,
atim de classifiesl-oa em urna ordem lgi-
ca que es encadeic estreitaiuente, e pjr-
tanto s^m probabilidade de aloangarem a
comprohonsilo ainda embrionaria da urna
crianga.
Este periodo confuso, todo incorrecto,
S. S. escreveu com referencia ao seu com-
pendio, o nilo ao meu, que ura livro com-
pletamente pratico, um livro de leitura,
como o titulo dia: Physica para Leitura
mas a respeito do qual S. S. teve sera-
pre o cuidado negro do culpa de occultal o,
para dar toda a elasticidade s proporgiies
dos erros e defoitos que inventou.
Felizmente neste penltimo trecho logo
condensados as carnadas inferiore3 da at-1 grypho charada que vai alm da physi-
mosphera ; ellas se apresentara tanto nos ca, porque vai meta-physica, nao se sabe
continentes como nos mares, e, quasi sem
pre, animadas de um movimento
Ora, este valor de, pelo menos, quatro
centos mil francas. Dividir-se-hiam os lu-
cros e ao abo de cinco annos elle retira*
va-se deixando o cisa ao socio. E' mag-
nifico. nicamente necessana a tal or-
te soraraa. Virias tu por acaso pola rai-
nha disposigilo ?. Seria bonito ..
Bem o sabes, toda a rainha fortuna
cifrase no meu ordenado de trezeutos fran-
cta por luez.
Mas oinfim qual a propo-ta queme
Tons f.-.zer?
Grisky conhece-te ?
Conheeo-me; cncontrei-me cora ell
duas ou tres vezes.
Apreda o teu mrito. .. Fallou a teu
respoito om os maiore3 elogios a um do
meus amigos, accrescentando que te julga
va capaz de chegar muito longo, se qui-
zesses mo linear ulguns dos teus hbitos.
E' lisonjeiro para miii; mas depois?
Dado queros chegar ?
Ao seguate. Vai procurar Grisky...
Dize-lhe francamente quo ests n'ura becco
sera sahida o nao sabeudo a que santo ou
a que iliabo te votar I... Accrcscenta que
m-reces a ra reputagio de bebedor e de
jogador, mas que sontos a energa neces-
saiii para ro nper de urna vez com o p?s-
sado, se alguera te estender a railo e te der
os raeios de te rehabilitrmelo trabalho..
Rocorda ao Polaco as maravilhosas opera-
gos que lizeste quando estavas na clinica
do Or. II. .. Euitim, conckie por esta for-
ma : tomo-rae para sua conpanhia. .. Fa-
ga do raiin 3cu nssoeiado o sa eu nilo tri-
plicar era dou3 annos os lucro3 da cosa,
mande mo eiubora. Se, pelo contrario, se
realisarem as rainhas prv.visoej, '.cdcr-aie-
ha o estab.-Iccimonto o cu era doz anuos
Ih'o pagarei... Que p3nsas tu da rainha
iila, Angelo ?
Acho-a ex< oliente, meu caro Anni-
bal ; e tanto que j me havia occoorido.
Entilo, vas fazer o que te aconselho ?
J o fiz.
J estiveste cota Grisky ?
J.
Fizeste l'ie as toas progostas ?
As que tu a'has de formular e qua-
s nos inesmos termos.
E qift respwndeu ella ?
Rospondcu : quero dinheiro... -
eprecio-o seu meritoj- que indiseutivel.
Estou convencido que augmentara muito
a importancia de rainha clientella ; mas,
por urnas razoes particulares que s me
re8peitam> preciso de dinheiro dtffirompto.
E' Coto.o fim de o ter que resolv vender a
minha casa e retirar-me... Ora, meu
giratorio
e rpido, capaz de, em trra, arrancar ar-
vores e dsstruir cisas, e nos mares, despe-
dacar navios. Muitas vezes tm-se visto
estos meteoros largar de si relmpagos e
raios, produzindo, na zona que porcorrera,
o ruido seraelbanto ao de ura carro que
roda 6obre um eatninho peregoso.
Os rodemoinhos que se observara as
estradas dio o,va idea ligeira le3sa
de vinfos deitruidores. Qu ndo, porem,
as trombjs se manifestara nos mares, as
aguas se agitam com violencia e se ele-
vara aos ares em forma do cono, ao mes-
mo tempo que a3 uuvens se abaixam, for-
mando cora as asmas revoltas urna colura-
na continua.
Os navegantes conseguera, s vozos,
evitar o perigo das trombras. desf.izou-
do as, pdo abah do ar, com tiros de arti-
Ihari 1.'
Est, portanto, prorada raais esta falsi-
la le do Sr. Relator do par.-cer
Nunca passou-me pela mente que a p*t
metra s-icqUo* do Conselho Litterario da in3-
truegao publia de Pernaiubuco fosse capaz
de, desceudo at a calumnia, organisar,
com todas as formali ladea offieiaes, um cor-
no de dejto tao completo do sou proca-
dimonto, premeditado e firme de praticar
o mal, para reprovagao de u n livro I
Sr. Dr. Ayres Gama, fazendo-se de
ponto comrnum de ondas lociacs conoeatr
cas, que se alargam, primeiro engazopou a
dignidade ou hoaf dos seus dous collogas,
o os tres da primeira seccZo, abusando da
confianga nelles posta, trahirara o Conse-
lho Littirario, que por sua vez asssira cora-
promettou o crdito da instruegao publi ;a
de Pernambuco.
OS- Dr. Ayres de Albuquerque Gama,
portanto, o agente principal de tola essa
maldade, qu? affecta a honra da provincia,
ao co.-to o que S. S. quer dizer acerca de
a compendios que, alm de se oceupar das
theoria8 menos elementares e acimb das
inteiligenoias a qu" silo destinados, nao
appro.vima as experiencias nem os phenome-
nos. etc.
E' caso de dar quo pensar, esta appro-
xiraagao dos phenoraenos nos compendios.
Nao sera eu que estadasse por um com-
pendio onde estivessern approxiraados dous
(orea phenoraenos elctricos : a trmba e ooraio.
Se aos compendios o volante critico at-
Iribue a falta de se oceupar das theorias
menos elementares; se sao cll's os agGntes
desse mal que roe a carne pegada ao osso
do corpo social, neste caso S. S. devia le-
var ao plural os verbos oceupar e appro-
timar e usar da forma impessoal no res-
trictivo de alcanareim
Como os ltimos arrancas, as ultimas
palpitacSes de urna candeia que ss vai
apagar, S. S. i'.'itou um periodometa-
pliysico.grainra;ticode tirac^ o folego do
leitor, deixando o em quarta-Tcira de tre-
vas. Eu, por exernplo, que li cora parti-
cular interesseo juizo Critico Ttterario de
S. S., nao comprehendi o alcance da
phrase acerca dessos compendio' que,
alera d : 6- oceupar das theorias menos ele-
raeiitares nao apnroxnna as experiencias
ueai os phenomenos.
(Contina)
Os pharoes fluctaaates
O projocto de estabelecimento, da Ame-
rica para a Europa, do uraa linha de pha-
re8 e estag3es tel-graphicas flu tuantos no
Atlntico foi recebido com geral galhofa
pelo3 martimos, a julgar p^las entrevistas
que com alguns teve um reprter do He-
rald.
Allegara uns quo os phr.r -s 'fluotuantes
nio poderilo resistir ao embale das ondas
no alto mar; outros dizem que em occa-
siao de nevoeiro nao so ver o pharol, nem
o sou numero de dia, nem cora o r lo que
causa urna tempesta le seria possivel OU-
fir-ae qualqu-r son feito p.'lo pharol para
se dar a conhecer.
Os capitos coneoHara em que, estan-
do mootompo, toebs os marini-ciros tra-
taara de conservar se o mais longo possi-
vel dos mesraos barros phirjs, c que o
Atlntico j apresenta bastantes porigos
antas de lhe accrescentarem os quo tra-
ria a iavengao de que falla nos.
Os torpedos
Xa enseada de IIyores, Franca, tem se
praticado actualmente experiencias cora
torpedos de diversos systcraas e cora resul-
tados os mais satisfactorios.
As experiencias fizeram-se contra a fra-
gata couragada Amiral Dupperr, o melhor
barco da marinha de guerra franceza e um
dos de mais valocidado quo se tem langado
agua nos tempes modernos.
Quindo o Amiral Duperr marchava a
todo o vapor, foram Inigado contra elle
successivamente doz torpedos com ngulos
de incidencia summamente desfavoraveis.
Dos doz, nove censeguirara o seu objecti-
vo, ficando os offieiaes quo o dirigiam ma-
iavilhalo3 cora a precisao dos tiros.
03 resultados excederam toda a espec-
tativa, demonstrando que c urgente tarai-
li.u-isar os offieiaes e os roariuheiros uo
manejo destas novas machinas de guerra.
Segundo opiniao unnime do quantos
prasnciaram as experiencias, o Amiral Du-
perr teria ficado destruido em pousos mo-
mentos se se cintinuasse o ataque.
se
amigo, como vs, Sua Magestade o Di 'hei-
ro tudo nesta vida I Sem elle nada
pcssivel Parrf-fazT fortuna necessario
dinheiro, e muito dinheiro. Isto parece
paradoxo, mas a verdade, absolutamente
a verdade. A drsoulpa do jogador est
aqui inteirinha. Quando me ponho a jo-
gar, digo sempre de mira para mim :
eu ganhasse.
. E tu perdes ?
Muitas vezes, convenho nisso. Pa-
ra ganhar era necessario dinheiro, muito
dinheiro.
Vamos l, Angdo, a existencia qne
tu levas intoleravel.
E' essa a rainha opiniao.
Tu nilo ples por mais terapo -star
dianto do ura futuro sem norte. Tu mes-
mo o dizias ainda agora: a miseria leva
ao desespero c o desespero conduz a tudo.
Ser neqessario que um dia te v reclamar
ao deposito da prefeitura ou reconhecer o
teu corpo na Morgue?
Angelo Proli fez ura gesto de indiffe
renga e bebeu o golle de absinthio que res-
tava no copo.
O seu interlocutor continuou com rniraa-
gilo :
Tu abandonase a ti proprio, quanlo,
pelo contrario, deverias reagir. .. Tu de:
claraste vencido de a itemao, quando
chegado o momento da grande luta. Sabes
qual a rainha dedi agio por ti. .. Tenho-
te a araizade de um irm.o... Italiano ara-
bos, tinto ura como outro nascidos omFIo-
renga, em duas casas isinhas, nunca nos
separamos, crescemos um ao lado do ou-
tro e estudamos juntos. E's mais bem
dotado do que eu, e o teu saber excedo
muito o meu e entretanto eu sou feliz e tu
nao o s I. .. Ao primeiro aspecto parece
isso injusto, roas tu s a nica causa desta
injuetigo. .. Corpo di Baco.. nao te dei-
xes enterrar assira por esta formal... Le-
vanta-te Muyete I Torna-te um hortera !
Dixa Pariz se for preciso.
Pela segenda vez Angelo Proli enco-
Iheu os hombros.
Deixar Pariz. ropetio elle. Do que
serve ? Para onde ,hei do ir?
Para a proVro a... Ples encon-
trar urna posigo quer cu Brdeos, qui-r
era Lyao, quer em Marsolha t om qual-
quer desta* cidades nao ta ter- precedido
a tua trate reputagao ds bebedor de absin
thio... E ahi sers conhecido nicamente
pelas bellas operagfSes de que tora fallado
todas ai folhaa medicas. L, tu po leras
recomegar urna existencia nova.
. Acreditas nisso realmente ?
YAUEMDES
O coijimerclo no L'riignay
A situagito comraercial do Uruguay nao
tem raelhorado nos ltimos tempos.
No terceiro trimestre de IS85, o mer-
cado de Montevideo csteve pouco activo.
A importago tem diminuido, e em geral
as negociagoes teem se resentido da falta do
animagao comraercial, que atacou aquello
paiz.
Juro-t'o.
Talvez que ten has razilo, raurmurou
Proli.
E tenho razao, cora certeza Re-
flecte, meu caro Angelo, e toma uraa boa
decis2o.
- Esqueces que existe ura obstculo in-
vencivel!... disse Proli com voz cheia de
amargura.
- Qual i ?
Entilo eu posso me apresentar em
qualquer p>rte com as botinas aialcanha-
das, com o chapeo araarrotado e rugo, com
a roupa no fio o com as costuras distinc
tas?... Punham-me logo na ra, sera raes-
mo me ouvir.
O obstculo nao inven dvel... Sa-
bes que sou econmico. Consegui por de
parte alguns sidos, ganhos com os meus
modestos ordenados ; se tomas urna valen-
te e boa re8olugio, terci a satisfagao de te
ofFerecer, a titulo de emprestimo, a soraraa
n-c?ssaria para tu renovares a tua roupa,
fazer a viagera e attingir o resultado dos
teus passos.
Ah tu espira homem de juizo. Tu
sabes arraojar a vida, emquanto que eu
nao fago senao dosarranjar a minha.
Annibal proseguio : -
Se a Franga te nilo agradaJP porque
nio vais tu quer para a Alleraanha ou para
a Russia ?
Ponsarei nisso.
Promettes ?
Palavra de Pi.roli.
E desde j ?
Desde j. Tu fizeste-me corar de
mim proprio. Apezar de tudo, sou um ho-
mem intelligente e s os brutos tem o di-
reito de viver como eu vivo I Vou mudar
de existencia Visto que Pariz me recusa
o pao quotidiano, irei bus al-o a oura par-
te.
E tu renunciars a isto ? perguntou
Annibal, pondo a mao sobre o copo, que
continha ainda algumas gottas da bebida
opaheada.
E' sem pena, Deus bem o sabe!
Isto atorda, mas o absinthio mo.
Dirs adeus ao jogo ?
Para sempre.
Annibal ngarrou na railo de Angelo e
depois de lh'a ter apertado, disse :
Eis o que sSo bonitas promessas...
Infelizmente tu j mo fizeste semelhantes
por differantes vezes.
Concordo... Mas deta vez a minha
resolugao inabalavel. .. Cumpril-as-hei.
Deus teouca! I Trata de saber tra le
1 riirrsii cwrandaloMO O conde
TriMtio Comraunicam de Goritz ao Fgaro em
data do 5 do corronte
O hotel das Tres u'oras foi hontera thea-
tr de um drama que teroiinar por um es-
condaloso proce3so ante os tribunaes.
O conde TristSo de Savorgnan, de urna
grando familia italiana, disparou dous
tiros de rowolver sobre sua malher, a con-
dessa Silvia de Bossoz, de Turim, e ou-
tros dous tiros sobre o Sr. Mattuissi, ba-
:harel em direito, igualraenti italiano e fi-
lho de um antigo consclheiro do Tribunal
de Varzea.
O casamento do conde Savorgnan, cele-
brado ha f nnos, nunca fra dos mais feli-
zes. ltimamente, o niridoconcebeu sus-
peitas, foi a uraa .maleta da condessa
Silvia c encontrou urna carta eoraproraet-
tedora para ella. Immodiatameate, intoatou
ura processo de separagSo abandonando a
sua mulher todo o dote e exigindo apenas
dous filhos que della hnuvera.
Isto passavaso era Turim. Os advoga-
dos haviam conduzido a causa hbilmente
chegando mesmo a reconcililiar os conju-
ges,"quando o conde Savorgnan teve noti-
cia de que sua mulher partir secretamen-
te para Goritz, onde o bacharel a espera-
va.
Seguiu para all o surprehendou os dous
n'um aposento do hotel das Tres Coroas.
Foi entilo que se passou a scena, que re-
ferimos.
A condessa foi grav amonto forida eos
mdicos nao se responsabilisam pela sua
vida. O bacharel foi ligeiramente ferido
nos rins por urna das balas.
O processo est sendo inaugurado pelo
tribunal de Goritz
ters mais probabilidades de bom rxilo e
de rehabilitagao e vem dizer-m'o.
O mogo accrescontou, tiran lo da cartei-
ra urna nota de nincoenta francos e entre-
gando-a ao amigo :
Toma. recebe.. Ests com gran-
de precisilo disto.. Mas nao esquegas que
a ultima vez que venho em teu auxilio
em Pariz... A raiuha araizade por ti jul-
gar se-hia culpada, se te sustivesse na ra
senda que at agora tens trilhado.
A vista da nota de cincoonta francos
fez brilhar rnn relmpago as pupillas
sombras do Ang< lo Proli.
Estendeu a railo trmula para receber a
nota e murmurou:
Obrigado, meu volho camarada, obri-
gado I Talvez que venha um dia em que
te possa restituir tudo isto, mas nunca rae
julgarei quite para coratigo.
Annibal levantou-se.
Deixo-te, disse elle, espero que em
breve receberei a tua visita e que viras di-
zer-me que tomaste uraa resolugao seria.
Fica desoansado, deixa... hei de se-
guir os teus conselhos, replicn Proli com
os olhos cravados na nota do banco, que
tinha na palma da mao esquerda, depois,
com a direita, apertou a do amigo, que
sahio da cervejaria c dirigise para o bou-
levard.
Afastaado se pensava :
Cumprir elle o que prometteu ? Nao
lhe porcebi no olhar urna resolugSo viril.
N.lo a energia que lhe falta para a luta,
peior, c a vontade. Rejeio muito que
este pobre rapaz nao passe de ura hornera
perdido sem recursos.
A conver3agao que acabamos de ouvir c
qui tinha tido iugav na grande sala da es-
talagera dos Adrets, fez conhecer pouco
raais ou monos aos nossos leitores os dous "
mogos quo puzemos em scena.
Bastar pequeo numero de linhas para
completar as indicagoes relativas a esses
porsonagens da nossa r Nascidos ambos era Florenga, de duas
familias amiga < e em duas casas visinhas
(jo sabamos} Angelo Proli o Annibal
Galvasoni quando chegarara idade de
dezescis annos haviam sido enviados para
Para para fazer alli, ou antes para com-
pletar all o? seus estados.
Ambos segumdo o curso da escola da
medicina sentiram-se attrahidos para a mes-
raa especialidade ruedicao estado e tra*
tamento das molestias de olhos.
(Concmonr-seA-a)
Tvp do Diario, ra Duque da Caxias n. 42.



f
'4

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