Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19255


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Full Text


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AiiK) Lili .....NQMEBQ 18

** <*, U *,!<**'"- V.*jt: .V* Ni PAC PORTE
M o h .... '
'fcl,. ;_ .
A unto, ni 'lia
60000
120000
24,5000
100
-MU 6 DE ABLIL llfl
PARA DKITHU K PORA IA PHOVlMtlA
Por seis nezes aduUuios.
Por nove ditos idem. ...
Por um anno dcm.......
Cada numero avulso, de dia3 anteriores.
o^uuO
27000
.-IJ1
proprirtafc t>t Jttaiwd fxgpcivoa t>e J*ria Ss -fiiljos
ELEGMMMAS
SBVIJfl FAHmS 23 DIA3.3
VI-' rORIA [Espirito Santo) 4 da Abril
s 12 bcraa o 0 minutos da tarde. (Re-
c 1j i : .-i c 40 minutos, pela linha
terrestiv).
Aqui l;oso!5 lioj>, ao llardo do pa-
quete PASA', o coithi metro Costa Pe-
reira.
A i'opulftf da ciclado o recebo
otliu^iaxIisnmenlr, aeclamanilu-o.
Com ..nerrio. co!logoi arti*!n o
ulrai claMMCM solaos Nicrnmue
repri'^'uar.
Foraia lidas i?:uniera nianifcs-
lacSi''-. i'i:(r.-.as quaos uuia do par-
tido conservador, outrado commcr-
rio e !>iuda ouiva da lavoura.
<|is:t^i loilut o* mnnicipio* da pro-
viuda envlarara telegraniinafc le
congratuBaco.
Ao desembarcar e em (uilu o tra-
jelo ate c palacio, o conxeiciro
Costa 'ereira foi robeco de flore
por atentau trujando de braueo
A ridade est ornamentada c e'm-
bmidcirada.
Em loda n populaco reina a maior
alese-n. ir estilo delirio.
Todo o da do Eu>jc ser de festaS'.
O (-oiiscliciro Cuola Fereira parti-
r ntnanlta para a corle.
RIO DE JANEIRO, 5 de Abril, s
11 horas e 25 minutos da raanfil. (Recebi-
do aa recio di*, pelo eabo submarino).
Fornc nnmrndo* juizes qiuiiiri-
pacN e de orpuaoM :
Do ternas da Caclioeiro. no Part,
o barbare i heraldo de N^nxa l*ac*
de AiiiSiadi';
Do termo de Tnerezinn. no I'auliy,
o lacli;rei l't auritro de Sonzn Har-
tin.s ;
Do termo de Clinve*. no Para, o
naclian 1 Jos (duioi de Souxa Por-
tngal. irando s.ein eTelto tu ante-
rior sioraearilo para otermo de Ego.
no iranion*.
_ Foi nomeailo werretario da prc-
Midencin da provincia do Par.'o Dr.
Democrio envolcante dMIbnqucr-
fiie. sendo exonerado o actual.
dona interesees, he amula outofator quo influo
poderosamente na fixavao dn preeo do inert ido.
E1 :i comp tencia cutre o compradores ou < ntra
os vengedmev- a e .nc in i i cutre uns e cutre
ontras no aereada. A eonc arnela a propor-
co entre u nnmero dos compradores e n dos ven-
res. Assi-n, quando para rada comprador
bjuver quiltro vendedores, sera maior acoucorrea-
cia d'esfes do que qnao l boa ver b dous ; c in-
vereamente, quaado para c i la vendedor houver
seis compradores, ser maior a coueorrencia destes,
do que quando bonver s (res ooqoatro. Emanan -
t'i a procura c a < fferta sao un simples proeciso
de troca, a ooncnrr ocia um processj duplo,
porque sa dccomp4 cm dous f icios : primeiro, a
lucta pila mercadera entreoa competidores, o de-
pois a troca dos avodaetoa. Asiim, quindo um
individuo pretendo vender um objeto e outrj o
pretende comprar, a troca regulada pila procu-
ra c OnWta; mu, quaudodous ou mais indivi'liuos
desej..m vender idntico objecto e um s o de
Comprar, os don ou mais vendcJores teem, pr Bel-
lo que tuda, de disputar entre si quera ha de c n
Mgnr a vend, e d pois acco.
N.irUBEZl M.VTERML DA MOEDA.---CojlO j vi'mg
a mieda ununaeroadoria de uso universal, iufer-
mediuria indispeusavel cm quasi todas as tranaae-
cocs nos paizes civil isados e t-rmo de comparado
que esprime o valor relativo das diversas riquezas.
Quasi todag as commoJidides podem servir de
moeda, e cm ditl raatea epoenaa o vinho. o az. te,
os ovos, o arroz, as pel'es, o t.ibaco, teem sido i ai-
pregados como intermediarios mis compras e ven-
das. Na costa da frica, entre amitos givos gen-
tos, as coutas e os pequeos buzios So a moeda
corrate ; o inesmo auccede n'alguns pontos da
Oce&ni-i c'm as ficas. O consenso geral dos po-
vos cultos assentou. todava, em que os metaes
eram psr muitas razes as mercadorAs mais cou-
veuientoa para scivirem de moeda, c que entre
elles o ouro e a pr,ita levivam vantagem a toi'os
03 outros.
>endo grande o valor destes mtaC3, um peque-
o jii-zo d-j qualquer dVlles corrfspjndea valor de
pes c inaideraveia das ouras m rcadorias; d'aqni
resulta aera muito portateis aa moedas de ourc e
de prata. Sao emboa iudeatructiveia ; qnor dizer,
nem apodrecem, neia a gastara, nem se deterio-
rara, como a maior parto das entras substancias :
e podem por isso conservarse indefinidamente
seo soffrerem quebra no seu v.-ilor. Alm d'isso,
pr.-seufa'n sempre amesmanaturezac qua idad- s:
o ouro p:iro sempre ouro e, quando est ligado
a outro metal) pode oempre pela analyse chimica
sabor-se cm que propor^ao entra pa liga. O mes-
rao suecade prata. Arabos eitcs metaes sao di-
visive cm fragmentos que de novo reunidos re-
c m-.trine o volume primitivo com idntico valor
Teem anda a vantagem da sua bella apparencia,
de se prestarcm fcilmente ao fabrico da moeda, e
da estabilidade do seu valor, que nao sojeito a
variacoes rapidaa.
Quasi todos os metaes commuus, o cobre, 0 fer-
ro, o eatanho, o chumbo, etc., teem sids emprega-
dos para fabricar moeda cm ditfereutca ep?chaB,
:;lem de d ffeientcs ligas, como o laiao, o bronze,
e outras. Sempre se rcconbeceu, comtudo, que o
ouro, a prata o o cobre, erara preferiveis a todos
os outros. O cobre, pelo seu pequeo valor, torna
a moeda poucoporttil ; nao se empreg hoja se
u.> aJfcn e la de piuco valoi.
(CcnJina).
Por portara de -7 d'aqnelte t\<-z foi notneada c engenh iro Vrthur de Lima
Campos pura aju laute do chele do o -rvico.
D.a obras g'lie .- actualmente em eiinatru ua provincia a de maior vuho
a ponte denominada Buarur.c de acedo.
A m collo"a3io d OBta ponte pou;o dist:-.a'c da quo na n.esin i dirercao liga
o barro de Santo Antonio ao do Recite, e o avahado dispendio que ten castado, r pr
sentando o que est feito e quo nSo x-'eh i terca i rte das bra pMJertadaa i 3 i
menos do que os tres quartos do orcamento total, impressionam deatavoravelmente 08
quo para ella attendem con serio interean pelo bem publico.
Para formar Begaro juizo e com elle informar devidami ntc o Groveroo Impe-
rial exigi e aguardo inforraacSja minueiosas do proissional a quem acombe presente
mente a direccjlo do servijo.
Tem a ponto j construidos pegSes, distantee 22 metros de eixo a eixo una
dos outros, aleo uo cnoniro do l do do occidcifto; est prometo o alicerce do J. e
em eonstrucao a cnsceeadiira do 7.
Faltam-lho a 'iefrostractura e superstructura, lastro, calc?mento e outras
obras completamentares.
BEPARTICO DAS OBRAS PUBLICAS PBOVINCIAES
Contina a dirigir a r-particao das obras publicas provinciaea o engenbeiro
Francisco Apoli^orio Leal,
Em ll de D;z?mbro npprovei o alvitre, tomado por esle digno chufe de
repartijao, de dividir o segundo diatricto cm duas sec;5es, comprehendendo a priraeira,
alera da estrada do sul e scus raraaes, as obras exisien'.es na fieguezia do ^luribeca o
nes municipios do Cabo, Ipoju -a, Escada, SerinnSem e Rio Formoso, e a segunda as
do municipios de Graroelleira, FJmares,
Agua
Preta, B irreiroa e Bonito : ficano
ARTE TfiClAL
mW ^ AMIBA 2A7A5
(Especial para o Diario)
MOUTEVIDE'O, 3 de Abril, tarde.
Correo boato de lerem deseaatbar-
cado as torcas revolucionaria* per-
1o da Colunia.
E' diSli-il de formar Juizo da *i-
tuac. P* as iicllcia* continunm
a *er coiitindletorias; teme-*e. po-
rm ajare a in'.cirreico tome grande
miien-foo.
BRXELLAS, 3 da Abril, twde.
O grverno e*il renolviflo prohi-
bir um socia:ita para o qnai
ento convocado* t' belga* e (m- deve te* mear em Brn-
xetla* 1 t de tSunlio provimo.
bISB)A, 3 de Abril, tarde.
Vo di* G do rorrcnie lert lugar o
encerrasnento da *e**o ordinaria
da* c:>rle*.
A abertura da nova *e*o devora
ler lusas 9 de Kaio prximo (t)
LONDRES, 3 de Abril, tardo.
Xa* regata* Inglesa* Toi Caanbrld.
ge qacm Irinaaiplion,
TROSIIDORF, 3 de Abril.
Todo* o* principe* da casa d
Bourbon n*l*>iram a* exequias da
Conde** de C Jinmaon!.
Agencia Hars, filial em Perrambueo,
de Abril ^c 1
INSTRCCiO POPULAR
. O i: 11 \ t> o A PROVIVCIl
FALLA que o presidente da prov3ue5:i. o coaselhelrta *tose Fer
i.ikidt s da Costa Pcreira funicr, dirigi Assembla
Loisluliva de PeraaRihnco, no dia de sua iestallacao a
de Harcode isa.
( Continuado)
CONSERVA*:AO E MELIIOKAMENTO DO PORTO DO RECIFE E
OBRAS GLRAL'S
Coube me a honrado expedir os actos ministTiacs que reorganisarara o ser-
vico do melhoramento do porto do Recife, como tambera me coubera a de incumbir os
?atudos para esse fim neeessarios ao engeneiro Sir John Ilawkahaw, de nomeada
europea.
Despendendo-se muito embora alm do quo se havia previsto, aquello ser-
vijo tena indubit ivelmente aprovekado, pelo monos em parte, tornando o porto de mais
fcil accesso e commoda ancoragem.
Da suecinta exposiglo, que se segu, veris quaes os servicos de que est en-
carregada a rospectiva raparticSo e os trabalhos por ella executados no decennio de
.87o a 1835.
Conforme determinam ao instruccioes a que se refere o aviso de 31 de
Agosto de 187i expedido pelo Ministerio da Agricultura, Comraercio e Obras Publicas
acba se esta reparticio incumbida dos seguintes servigos :
1. Dragagem dos ancoradouros ;
2.a Construcyo de caes e rampas;
3. E&tudos graphicos ;
4- Fisealisajilo dos caes e ancoradouros ;
5. Reparos das obras u'arto.
A Ia comprchende a excavaeao do porto, todo o servijo rSritirao e conser-
vado do materj*il fluctuanto consistente ero daagas, vaporet e outras embareacoos ;
sendo para isto neeessario- a manutencilo de duas offi.inas, urna de machinas e outra
do carpinti-iros e calafates.
A 2.a coroprehende a reconstruccoao doa caes, que, por defeito de construc-
c"o, acontecam desabar em virtude das excavayoes fcitas prximas.
A 3.a retere-sc ao levantara! nto de plantas, observacoes de mares, sonda-
gens, direryo das cerrentezas, observacoes meteorolgicas, nive'amentos o perfis lon-
gitudinaes e transversaes.
A 4." tem por fira evitar urna das causas da obstruccao do porto, impedindo
que sejam laucados nos res o lixo da cidade e lastros de navios.
A 5. finalmente comprehende a conservayao do todas as obras d'arte a saber
caes, rampas, dique do Nogueira, muralha dos arrecifes e defensa do isthmo de
Olinda.
Quanto a 1.a parte, a excavaeao tem silo feita regularmente desde 1875 em
diversos ancoradouros e canaes, e mesrao tem-se creado novos ancoradouros.
Coro este trabrdho forauj cxtrabilas 1.918.398 toneladas mtricas de vasa,
conseguindo-se que navios cujo tirante d'agua nao inf^-mr a 15 pp, possam actual-
mente atracar em lugares, onde, outr'ora nem barcayas de pequea lotacSo podiam
fazel-o.
Accrcsce quo em lugares aondo existiam grandes ccr0a3, podem hoje atracar
e:nbar?acuC3 com tirante de 20 a 22 ps d'agua.
O canal da burra, que nao adraittia navios cora tirante superior a 18 pes, d
hoje entrada aos grandes paquetes transatlnticos da Companhia Royal Mail.
O ancoradouro do Mosqu'iro foi grandemente alargado, por maneira quo
navios de 22 ps d'agua, podem n'elle manobrar fcilmente..
Cora estes trabalhos tem-se conseguido a direccilo das correntezas melhor do
quo quando o servico incumbia ao Arsenal de Marinha.
Devido a crea cao das offi.inas tem sido convenientemente reparadas as em-
b.ircaeoes pertencentes a ropartiyio.
Ainda devido a esss officinas pulo a meama rapartiyo, sem augmento de
crdito, conseguir a construrcio de urna pequea dr.->ga que presentemente a que me-
lhoros servicos presta. L
Quanto a 2.a parte,'.alera dos reparos 'o diversas rampas e caes antigos foi
construido entre a praca de If^dro' I e as docas do Visconde do Livraraento um grande
caes com 570 metros de ex'n-fio.
Foi tambem con;'tcui no isthmo de Olinda, assim como foi reconstruida a muralha dos arrecifes nos lugares
em que des.vbara pela arrebenta5o de ventos e mates em Agosto de 1874.
Foi igualmente concluido o restantj da muralha do dique do Nogueira com
85 metros de extrnsao.
Quanto a 3.* parte, fizerara-se estudos sobre observar,ij^s de mires, sondogem
dos ancoradouros, dos canaes e de todo o porto em geral, levantamiento de plantas o
perfis longitudinaes e transversaes, principalmente des div rsos bancos e coras ; dc-
terminagao exacta das respectivas posig3c3 quanto ao Banco Inglez banco boia e
Face-bola.
Quanto a 4.a parte, foi croado um servio especial para evitar o lancamento
do lixo da cidade o lastro dos navios no rio o ancoradouros.
Quanto a 5.a parte, tem sido devidamente conservados os caes e.rampas que
directamente interossara ao porio, bera como defensa do isthmo de Olinda o mu; ha
do dique do Nogueira.
QI7APBO UICMOKSTRATIVO DAS AREIAS EXTUAIIIDAS DESDE 1875 A 1885
economa poltica
(Kxlrhidc)
DA BIBLIOTOECA DO POV li DAS ESCOLAS
(Ccninuof-io)
CAPITULO III
Troca e cirr^ioro dft rrWeasa
CoxoaasBueu ^Alem dontngonso daqucllea
Anno i
1875 .
1870 .
1817 .
1878 .
1879 .
18-0 .
l9l .
182
1883
1884 .
1885 ,
Toneladas
16i).513
148,755
2G9.650
277.002
221.370
208.958
176.319
154 832
111.104
94.G9!>
85.205
aquellas seb a exclusiva direecSo do engenheiro do diatricto e estas sob a do respetivo
conductor, que residir em Palmares.
Em 11 do Novembro approvei o orcamento na importancia de 2:310;>000 dos
soparos precisos para a ponte de Porto de Podras em Serinhaem.
Em 2'J de Janeiro o de 1:595;?000 para a reconstrucclo da bomba de Ca-
tende, na estrada da Victoria.
Em 30 o de OITSOO para a reoonstruecao do urna bomba em Queimadas.
na sobredita estrada.
Em 4 de Fevereiro o de 2:019;)j00 para cxecuc/io d s reparos urgentes da
ponte sobre o rio Una era Palmares. \
Mandei por cssa3 obras cm arrematacSo, as referidas datas.
Nao tendo apparecido licitantes para os reparos daa- pontos do aterro, ra
Bella e Ayougns, na cidade dj Rio Formoso, ordenei em 1") de Dezembro que fosse
revisto o respectivo orcamento, conformo propoz o engenheiro chefe.
Em igual data autorisei o juiz de direito do Garanhuns a mardar executar
os reparos precisos na cadeia da sed^ da comarca, nao cxee'icndo de 200^000.
Em 29 approvei o orgameato su])plementar do 170.-J000 para os reparos do
odificio destinado a escola publica na cidade de Rio Formoso mandei exeeutal-o nos
termos do art. 54 do regulamento de 24 de Fevereiro de W7 1.
Em 5 de Janeiro approvei o arcaroento, na importancia de 502>7C0, para
execuciio dos reparos precisos na cadoia de Ffbres c mandei executd-os administrati
vamentc sob a tscalisacao lo respectivo juiz de direito.
Foram recebadas defensivamente as srguintcs obras:
Em 4 de Dezembro a reparacito da punte sobre o ro Duas Unas na estrada
da Victoria, o do Jaboatao na estrada da Escada.
Em 9 a da ponte de Caxang.
Em 19 de Janeiro a da ponto sobro o rio Jaboatao, no engenho Novo de
Muribeea.
Em 1 do Fevereiro a da cadeia de Olinda.
Em 5 de Dezembro foi lavrado o termo de recebimento provisorio da obra
de reconstruccao da ponte do Uroab.
Attcndendo ao que requereu o agricultor Alanoel Xavier Carneiro de Albu
querque, Autorisei o engenheiro chefe da reparticiio das Obras Publicas a conlractar
com elle a reconstruccao do empelramento da estrada da Eseada (rainirL-ayao da da
Victoria) e reparos geraes da mesraa estrada razito de 43>00 por metro corrente at
o limite de 9:000,5000.
No estado aetual das financas, tenho recoramendado a mais severa economa
em referencia a este ramo de servico, limitando me a simples reparos de estradas e
acudes e as obras cuja indispensabilidade se mostr inconteatovel.
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE AO S. FRANCISCO
O aervico d'esta linha ferrra feito regularmente, sob a fisculisaao do enge-
nheiro Manocl Martina Fiusa Jnior.
Das nformacoes que me foram prestadas v se|.quc a recita da empreza no
anno prximamente findo importou em
E a despeza em
Em 18S4 a reccita attiogio
E a deapeza.....
Transitaram no anno de 1886 :
977:1164134
712.522*713
1.090:2244312
677:156^833
PaBsanciros
18.744
21.306 1/2
133.588
Em carros de 1.* classe ....
2.a ....
3.a ....
Movimento do raercadadorias :
Da capital para o interior ....
Do interior para a capital '.
Intermediarlo.......
Animaos.........
Mercaduras despachadas da capital
para diversas estacoes da prdon-
gamenio. .......
De diversas estac6*es do prolongamento
para a capital......
Era seguida oforeco-vos o quadro da receita e dospeza d'est* via frrea desde
a sua inauguraoao.
Receita
18:105 163k.il.
60:652.277 i
5:159.;83 i
3.928
2:454.476
5:778.680
Anno
7858.
1859.
1860.
18"'.l.
2862.
1863.
1864.
1865.
1866.
1867.
1868.
1869. -
1870.
1811.
1*72.
1873.
1874.
1875.
1876.
1877.
1878.
1879.
1880.
1881.
1882.
1883.
1884.
1885.
118:6304*30
150:051137 7
169:540^489
323:8504865
386:3lr.40o9
360:878(1592
509:!>00410ST
556:2070670
649:5260932
640:57 0931
670:9 ":)i:ir>
851:0154800
869:68641160
735:1034410
931:068|700
882:612* 130
826:9354130
738:252,50 1
696:244(5600
95':04:v'
1.019:2154880
902:761f5552
1.117:48*401)4
1.205:21-4783
1.078:lll50iO
1.121:1194859
1.090:2 M-5312
977:1160134
Despeza
114:.") !'.'> 104
37:0024994
170:2640960
252:4620040
344:4890804
363>8750Ol2
4O*:f>610715
35-.:OJ40934
304:1344^50
414:6820657
433:375^601
26:0774185
506:1^04012
471:0484847
449:6810026
478:87946't
413:9730895
408:0104071
367:89^220
449:IV90873
5O1:19O01.)9
iO:7334850
551:468i&75
790:4354533
787:77-40590
6.;6:l(;-5 i 5
677:1560833
712:522613
(Contina)
iidencia. Coinmuuicsu se ao Dr. chofe
po'icia.
Ao ins|:uctor (la Th.'aourarii de Fas nda.
.10 V. S. pira na fius cpnven'entea, no*,
vi tu da la informaba> a. 102 de 12 do car-
rente, autorisei o dinctor do A.aenal d.' Querr
a recebar o calando que falta para o cuni(>let> do
I .....oiiji.nto a que su obrigaraia os ni'guciutes
Hr .ir i & 11 mos,
ili.trosim, tendo elles dop.jsitado no reforido
m!. d ntro do praso do contracto, o calvado
I qne H lra.ta, nao inc rr.ram rn-dBJti p -l-i do-
lo recebimento de rdenteIrayrcsi'ii' dc-
ciao.
Ao director do Arsenal de Guerra.Declaro
a Vmc., para os fins cimveni nds o ein resp I
ao leu offiei i n. 187, de !) de Fev-sreiro find que
te:.d> os m'^ocionfes Braga & i, marcado o e-nl-
calo fenecido a eaae raenal, com annuenciado
brigadero Antonio Tiburcio Fui reir de Sonsa,
:> eotnmandante das armas deata provincia,
conforme a informando do inspector da Tbea mra-
ria d Faz inda, de l do corrente, aob u. I6, pa-
dem ser ico-bolos oa parea que faltam para com-
pleto da qnantidade quuse obngaram a fornecer :
deven lo, porm, dura avante preacindir-ae d:i re-
ferida mana.
Ao engenheiro chefe da RepartieSo -
Obras Poblieas.Approvo o orcamento na impor-
tancia de 'o'' ,, remettdo por Vio cum olicio
di lo do corr un-, sob n. ., liara execucaodos rc-
paios de dous pnitilhoes do aturro d porto do
(iaHinha. c antoriao-0 a mandar pdl-oa em prava,
nos'te moa d>s instrucwes de oO de Agosto de
185.ftu.( tteu-ae copia ao inspector do Thc-
souro Piovincial.
Ao nv sino.Approvo o oicaromto na impor-
tancia de 450 j, an so ao officio do Vmc de 18
do con- ote, aob a. 54, para xceucao de reparos
Da po it.- aobre o rio Ipnjuca, no engeuho Limoei-
ro, e autoriso-o a mandar po!-o- em praci. nos
termos d.-.s inatrueces d.i 'M d Azoato de 1875.
Remeiteu-so copia ao inapector do Thesouro
Provincial.
Ao inspector geral da natroccSo pnblica.
Em a Iditamento so mea findo. dael ro a Vine, que aa faltas da usercicio
escolar, dadas prio professor Telcspkoro Lopes de
Siquei a, d< vt-oi ser abonaaa-, nos termos de sua
informacao n. 09, de 22 do referido m*z, e nao
justiciadas, segundo declarou-se por equivoco.
Portaras:
O Sr. gerente da Companhia Pernambucan i
mande dar passairein, por couta di provincia, a
b.rdo do vapor 6'. Francisco, at as Alago is, aes
criminosos Jou da Silva Barros, Pedro de Al-
cntara Muniz S ibrinbo, Jos Man.-iuho do Nasci-
ment, Mn.ia Benvinda Leal ie Jarros e Del-
phino Peieira da Silva, que vio >cr julgadoa nos
termos de Lepo d:i.i, Taeaia', F.oreata e Inga-
teira, e bem aaaim escolta de 10 pracas do corpo
de poiicia, que 03 acompanha, comoaandada pelo
capito Sajiuel de 8i M ntemgro, que ever ter
paaaagem ;i r.Communieou-3e ao Dr. chufe de
polica.
O Sr. gerente da Companhia P.rnambucana
mande dar paaaagem, a r, at Pinedo, no vapor
que setrne amanh! paiacs pit s do sul, a Fran-
cisco Vicente da Ciinha Valporto, por c 'Uta as
gratuitas a que o goveruo tem direito.
O Sr. gerente d:i Companhia Pernambumna
mande dar paaragem a r. at Nata', na primeira
oppijrtunidade, ao bacharel Liudolpho Aires, f or
confa das gratuitas a que o governo tem direito.
EXPKDICSTE DO SECRETARIO
Officos :
Ao Io secretario da Assembla Provincia).
De irdem do Exin. Sr. eouselhciro presidente de.
provincia, transmiti a V. S., para os tin3 conve-
nientes, o b lauco da receita e d.'ipeza do ex r-
cieio de 18-l a lot>5 e orcamento para o de 1880 a
1887 da Cmara Municipal de Xizaretb.
Ao m -sai'.De orden de 8. Eic. Sr. cense-
Ihero presidente da provincia, transmiti a V. S.,
para os fins convenientes, a balancoa e or^amen-
toa enviados pelas cmaras mnnicipaea de Seri-
nhaem e Bu ;ue cm destino eaaa AaaemWa.
Aa napector di Tbeaonnria de Par. n!a.
O Exm. Sr. conselhero iresid nte da provincia
manda rem-tter a Y. S. tres ordcn3 do Thesouro
Noei nal, de us 58 a 00, de S e 9 do corrente mez.
DESPACHOS
DA PBBMDEHCIA UO
ABUIL DE 1880
DIA 3 DE
-OSSS
Tott.1......1.918.25
Couba a directo do sorviyo primitivamente ao engenheiro Antonio Vicente
do Nastimento Feitosa t qne a 7 de Dezembro prximo findo foi nerado.
Subistttuio o, por portara da mesma data, o engenheiro Altredo L.isbi)a, que
exereia o cargo de 1. engenheiro do prolongamento da Estrada de Ferro do Recife a
,anUIndo este funecionario Corte por motivo de gerviSo publieo ecube a direc-
s.1o daa obras ao Engenheiro Vicente Antonio do Espirito Santo Jnior, desde o da 0
do Janeiro at 8 de Fevereiro.
sxrr.Dir.aTS do da 23 db maeco dk 1886
Actos: A ^ ,
O presidente1 da provincia, attendeudo ao
qne requereu Lourco tiotioaivea Alcixo, profesa
aor da cadeira de entino primario de Rio Formoso,
tendo em vista a mformacao n S2 de 6 do cor
rente, do inspector da instrucca. pub'ua o o pa-
recer da juera medica provincial, resolve conce-
der ao peticionario dous meses de licerea com or
denade para tratar do sua sairto ondo lho con
vier. ,
O presidente .da provincia resol ve remov r
o promotor publieo da comarca do Iguarasc, ba-
charel Francisco Xavier Paca Barreto, para a de
Pao d'Alho, e o deata comarca bacharel Arthur
Garca Paranboa Monteuegro, pata a de Igua
ross. Conmuuicou-se ao juiz de direito, The-
aoxraria de Fazenda e aoa removidos.
O presidente da provincia, attendendo ac
]ue requeren o commandante da guarda cvica,
oo Baptista Cibrat, e de accordo com a Dfor-
maodo do Dr. en fe de polica resolve conceder-
lhe tiinta dina de litvnea com vencimentos, na
fuma da Ki, para tratar de aua ai.ude, devendo o
peticionario entra no goso da referida licenca, no
praso de qiiase das.
OfBc'os :
Ao comraandaute do corpo de polica.
Manda V. S. retorcer c*>m tres pracaa o destaca-
mento da freguezw da Varzea, retirando duas
da Boa-Viagem e un. daa que eatio s ordena
Alfredo Teixeira Bdcellar.Sim, sa'isfeito os
dn-itos fiscacs e porcedidaa as deligeociaa do
estylo.
Adolpho Fernandes de S Antones.- Informe o
Sr. inspector da Tbeaonnria de Paseada.
Ame ia Mura da Concedi Romos.Inde-
ferido.
A'o-.ixo aasignado de propietarios de S"rra
Branca. Informe o Sr. inspector ; ral da lns-
truecao Publica.
Capito biaclutoeb. NSo tend > o Bopplicante
spresentado a carta a que se rafere, indeferido.
Companhia Pernambocana. lu' rme o :r. ins-
pector doThes'iiro Provincial
Emiua Olympia Tcllca Beaerra.Aguarde a
vaga para requerer.
Francisco Ferreira Ca raleante Lins. -Iudifj-
rido.
Francisca Maria Rodrigues.Informe o Sr.
inspector da Thesourajia de Faz nda.
Mauoel Figueira doNasciaicnto. Remettido
junta medica provincial, a qtem o supplcante
se apresentar pura ser inspeccimado
Vicente ntonio do Espirito junto Jnior.
Iuformeo Sr. inspector da Tlies orarla de Fa-
xeiida.
Secretaria da presidencia de Pernambu-
co, em 3 de Abril de 1880.
O orteiro,
J. L. Vi)1 jas.
------------------SS@-.S*S-----------------
Blci'arilf/o ta p!i!a
Seccaa 2".N. 343. Secretaria da Po-
licia de Pernambuco, 3 de ^.bril de 1886.
Illm c E-iii. Sr. -Participo a V. Exc*
que nos dous ltimos ilias foram reo lli-
dos ti". Casa de Deteccao os seguintes
individuos :
A' minha ordera, Joaquin J -f do Na*-
cimento, como desertor do eset !o; e
Carolina Amelia Ferreira, alienad*, at
que possa ser transportada para o asylo da
Tamarineira.
A' ordem do sub lelegsdo de Santo An-
tonio, Antonio Tiburtino de Mello, por eli-
mo do furto.
A' ordera do do 2' distrioto de S. Jo=,
Jacintio Jo^ do* Santo*, Fr u\ isea Maria
da Conceicao o Maria da Hora, por dis-
tuibios.
A' ordem do do Io diatricto da 3ia-
Vi^ta, Jes Benedicto, por uso d? armas
d f>z:.s. '
A' ordem do do 2 diatricto da Boa-VU-
ta, Manocl Ignacio dos Santos, Joanna E-
genia da ConceicSo a M tria Antonia da
Conceicao, por embriago* e di,turbios.
A' ordem do do 2o diatricto da Graca,
Joao J.s do Sant'Anna, por embriaguez
e offensas mcral publi a.
A's 2 hora3 da manha de hoje, des-
I IU6IWEl I


Diario de PernambiicoTYrfa-feira 6 di Abril 1886

a bou a parte- posterior fia coOerta da casa
n. 27, sita ra do Fr nciauo Jacintho,
na fregu-zia de Santo Antonio, n3U offen
dendo p'ssoa alguma das que ruoraui*na
citada ca*a.
Deus guarde, a V. Exc. Il'm. e Exia.
Sr. Dr. Ignacio Joaqunn de Souza Le.To,
rrjuito diguo vice-preuidente da provincia.
O chefe de p- ;li na, Intonio Domingos
Pinto.__________________
Thesonro Proviuclal
DESI'ACIlS 1)0 IA 5 DE ABRIL
Nathali- Maria B-necta da Silva. In
forme a co ninissao respectiva.
Manoel J s Patricio. Ao Consulado
p .ra Joao Baptista Cakiral. Curapra se a por
taria de licnca.
Ponto d Instituto Vaceini'-o. Ao Sr.
idi r para os devidos fins.
N l'i Antonio Duar'.e e Dr. Franowoo
de Piula Rodrigues de Alruei la. C rti
pa se.
Ai lp!i) T irginio Accioli. Sdl) a pe
tic2o.
fjjio da Silva Vilh.oova, Perminio Fra i
eis o de Paula M squita, Companhia P r-
nanibu-. ana i; Dr. Antonio Al do Faria
Noves. Iuforine ?r. o contador.
No Pinheiro acolheu S. Exc. com cavalheiris i o Na segunda-fera 29 do crrante inaugurou-
n i e Ibaueza es amigos, e, com presteza, acceden se, como estara annuncia lo a conferencia dos pro-
Pag.
iiq
rr-rr:
Z PER*fl
uro
R .IFE, 6 DE ABRIL D 1886
TVoticins do \orlc d : Imperio
O p .c ii i nacional fvmambuoo, atrado do d i-
te auti! ]ortadr s seguate* noti-
cia.- :
Amazuiino
Ditas at -i.'! He Marco:
A toe Timando das armas o Sr. tea
coroai 1 i ii ru rd i Yasques.
A carne verde am Maaai s. esta1 sendo rendidla
a 1 (OO kili grsmma.
I) Commero do Amazonas r>pr.-duzmos esia
leca i:
A bordo d vapor Princesa hube', am ana ni
time vagem a esta cidade, don-so uta tacto la-
mentavel d qi snalidade i i pi I conista.
O Sr. Ji'n M. S ares, raixeiro viajante des
Srs Te i'ir -. Ruis, do r -., 8 eavalli- no que
i p. r anas qnalidades e fita educa- rentosa) o,
ao convits, regresbaudo com elle*, apa curta de-
mura.
A's horas da noite desembarcou S. Exc,
saudado :om delirio, sendo acompanhado at aeu
pa acete ao pe to de oito mil pessoas.
E' ndeaeriptivel o enthusiasmo, que reinou
durante o trajecto do trapiche da empresa de Ma-
nij ao palacete de S. Exc.
Vivj enthuaiaslicos ; bradna gigaritcacos, ac-
clamacoes triuiuphaea ; f'goa. florea atiradaa das
janellas, lili JBatl II i Bill Iluminadas, por senhoras,
em ciijo8 semillantes transuarecia a aatisfactln, o
eitthu.bi-.ajio, e que ci rrespondiain as acciaraacoes
.la populacao com aceas de li nyos; tudo ato
prava exube ante de que o fest j ido tein salarlo
incurir no animo do novo inteiro d wta provincia,
o aeu civismo, a sua abnegacao, o aeu mrito, a
aua pujanza.
Nanea vimos couaa igual Como que todos
apa fia leriain concorer para o completo t mm-
plm d' 8. Exc. anda qiV fus o o ai uin puuhado
de rosas atura lo em sua paseagem!
Era liarme a multido q te j o esperara no
seu palac te.
R eebei D-a'o a c mmii So de fest j is, <
mu i utra de aenboraa diatnc a la niara c: -
i i!i-. ijn deef'ilhou as irait udtiriferts no
hre s Exr., no ni' i.i das viv-ia acclamacoea e ora
,'J8.
A nn iciou a eheaada de S. Exc. umi giran
d la de BO duaiaa de toga.
N s .'a de Imnra, recebeu S. Exc. as home-
aageai des amigos e ademadores, fallando por
s-a oecaaiS'l (3 Srs. rs. : 1) mu;as Olynipi .
J Agocliaiio dos Res, Ignacio Moura, Jos
i em Canto ontr *.
C tntii a-i..ni (-s f .-i.-j s -': ;' 10 h r.is, em
que urna giran r u a, n-orb ndo toda;! u s. Exe os atmg s. ate
h ra lia i< da da msdrug ida.
Alii t-'a a exp a ele i ti I 3os f'-tejos de ant
hontam, -n brttnenagura ao senada- da imperio,
Sn|ii ira Meadas. *
>e alguma eoosa sigaificam !i,.s, d
. grande a d |ue todos uOd 'he d< iiciin.s.
Pni mandad i contr el ir i tm uso
b v Meiio & C, en.prezarios da oavegsc2o de M i
ijo, a nav ._ f doall Xh ru, vis'oj ter ca-
de Francisco Jauuai
Au; rim S C 1 quem arto asi nari Lua de
M rata li i- nc nrt, e ter sioo votada verba no
ment vigente para a na1 egaco que se i m
i! g ntrac -r, a portanto autorisada a aua exe-
esmao.
A' 1 hora da tarde de 21 alagon-se em fren-
te di arsenal de Mariana, ama c.:. denimioa-
daS. Bandido.
i_i- i i ni na nteama e a6 ..
c mearam i id bater-se na t I
que os arrobatavajerm suprema
feasorea publica, honrada com a aasiatencia do
Ezm. Sr. preaidente'da provincia, o qual em un
eloquentissimo e magistral discurso cxhortnu os
profesaores a sustentar a cauaa do ensiuo publico :
o Sr. director da inarruccAo publica tambem pro-
ferio o aeu diacurao de abertura.
Teve lugar a apreseutacao de reapott^a de
alguna Srs. profeeaor.-a, ticandj addiadas as deinais
para a s< aaSo aeguinte.
Koi designado para servir como chefe de po-
lica interino, o r. Joa da Conha Teixeira.
cao, poz sea examinar nm n-vola r, mas to ni- v ..rnci .
(iia, qne e ra e rai ferir ao eserivio d'a- q, ,11!l.il., s M e foguiataa da- laueh is a vapor
que le vi por, > N'eiy.
" rjprtjectil i ff-ini n-ili t dooqaeixo, oa Ja-
ira, e tjeni se ncravad", le moda
que tora u-so precisoextiahi
\ ipi r el.>r. -ai [tac tiara. r>.:
oz-se leves curativos, llontein, i nrm, o Dr. Apri-
gio Martina d M-ne-e-. auxiliado por outros col-
ce lea a < p< re3 .
Inapira eui ados-
Ver ficou se a iisrallaco da cmara n.mnri-
pal da Labre, no dia 7, s- ndo < loito presid nte Provincial.
Sr cor aiei An! nio Rodrigues l'i ri ira Labre '
Tce presidente e commeudador JvZo Gabriel de
Carvalbo e Mello.
Lem- s n) Comtmrcio do Amazona* de 28.
o Carras que recebemos do ri > l'ii; dao-nos
etieiaa lis mgeiraa respeio ao fabrico da gemina
elastie?, que este atino promette ser mportautis-
sirro.
O estad i sanitario dr rio nao tem sido mo, e
a continuar ae&im, pouco i eremos lamentar.
A installacau da Villa da Labr.a e da sua ora-
icipilidade corren em festas e alegra.
ca=a para r.ella funceionar ti mporam.mente a c-
mara, o Sr. vejador padre Fiaiiciaco Leitc Bar-
bosa, onde realisaram-se todas as festas. quer cffi-
ciacs, quer puramente de regnsijo da pcpulaco.
D. hubt l J y. t' referido araem I, t imndo
medutamente um esealer, foram em ce rro d -
iafi i>ea naufr goa, coue guiado salval oa
do distancia o qmmd falt >va-lh a j a:,
para lotar.
Murautit
Datas at 29 de Marc :
A- notioiaa eoastanl da carta do nosso corres-
pondenl publicada n rubricaU'aenor.
Praaegoia em seiis r.iballios a Ass?inbli
Piaulij
Dataa al 13 de Marco :
As foiba desta provincia nada referrm de iu-
teresae para os n Moa leitorea
C<-ar
Datas are 31 de Marc :
Lemos na i'ontlituifo d 30 :
Xa madrugada de ante-li mti m calii) sobre >
Templo do (J> relo de Jess, urna frisca electri
ca, produziudo algum estrago no a8aoallio c p ire>
| dea do referid templo.
0 raio penetrou pla porta do pequeo repar-
tfaneilto oude ae ach un c dlocadoa es sinos e d-sci-u
i abnudo sulcos as abras de raadeira e tijolo at
' a base da grande torre.
Reduzo pedajes a crrante que suspenda
| uui laaapeae na parta principal do templo, fazeu-
O Sr. c pon< I Labre, a quem a quem aquella
parte do rio I'uis de\e reai s e luesquecidosst rv-
cc. f"i o alvo de todas as feliciMco-s, acudo que
por mais de urna vez, Ihe fizeram justija tantos
tjuntns cidados alli se domiciliam.
Do- nos eoata de urna expedic-lo em muitos
das pile rio cima, cemposta de diversos nego-
ciantes que se avietaram com indios at ento des
aochecidos para os habitantes do Pm s
Os indica alam heapanh'd.vivcm em commcm*
c nao bJo ferozes. Os arn jad .s expedicionarios
permntaram comeiles brindes, recebendo em tro-
rtefactos que ellos usurn, eomo fl chH8, tangas,
t> a loa do peanas, urna infiuidade de enjertos cu-
riosos que f rmam nina colleeceo apreciada e nu-
mer
c. Rea ton um dos esoedicunarios, l be parecer
n rae !. m nos traball m dispendio de i 9e cousiUeravelniente a ponto de romper dita pa
tempo, a viagem do rio Puia para Dnlivia tede.
do que pi lo rio Madi ira. Enchi-ndo entiio o ICSOiratOrio, as aguas lan-
aonitotaoembaracosaeperigoea caram-ae com furia noleitodoribeiro, nundan-
-p ,i.-m arn-ci-iar os iai i mi- do-lbe eompletameate as margena,
controa e das i ifecco^s palustr -.
.. Caleul i se que pela auaenc
do zigzags pelas part s "siuliaa, mas sein offen-
der.
Prcce que eete annn uin anno de raios.
Consta nos que no interior da provincia, o povo
est tumalo de pnico diante d<- tamanha quan-
tidade de faiscas elctricas.
D. pais do caloi que soffremos. e vista do
elevado grao da temperatura nao de esperar en-
tra cousa. *
Limos no Ccarente de 30 :
< Em consequ' n- ia da grande ebiiva que cahio
nesta capital na madrugada de domingo, soAYeu
gravea estragos o reservaterio d'aguns do i
Paj em sias pandes do lado do oeste.
A inchurrada, encoiitranlo-se em sua passa
gem com aquelle obstculo, abno caminlio pett
bate da paie le, produznde um furo, que alargou-
eaeho iras
se tentxrem alguna sacrificios, o rio 1 nr com
nai ni ig ns p dar rnarse o emporio
o i r* i,, i ia o qne m da difteaJtuao
pelo
Loui ha:
As 4 nona da mauhS de hontein, qm.udo dea-
ab u fortissina ti i bre esta eiJsde, urna
fasca eli ctrii o hk i
da chcara do -r. major Bajmando Anromo Fer-
nandeV, ;'i margem do [garap di II i
Coi n oh'ima desgraca lemoaa
lam: t-- a fa i i do ti c-m i
asta da cusa ferio
peo raio
F r ni apenas iautilisadaa nma parede, duus
j ?ir.. t'. rea.
ParA
i
N i dia '> bi ni mnidaead
jy,- mbla
p'rovi.
A wmpoflta:
. i i i > i Meo
: :r.
11 "9.
. ae.
jas.
.; r Pinheiro t Auzi- r Beotea.
i) da -.">
lita b, foi m>rado e m d l' rentw
fe :..- figun ;.
da cmara mu Beim, ni n an-
! ;a c ni o
pea-alio pi' .nei .1 'ia do i!a.~ i tedias.
A Squeira Mendea
(>,i i .' a foativat tanto na ca-
p-ta rior.
Bm Beln as festas duraram odias, lrgo que,
de > i.h:'i:o, slli ehegara o Coneg i Siquei
ra Ven '
11 I).. Emilia Dias polo motivo da 'scolha sena-
torial lb qu p sania.
A Co-
. Poram ante-hontem bifeiatra os reate.oa com
capital pretende so-
lemnisar a cscolha do Exm. Sr. conego Manoel
qaeira M ;:ador do hnp -
rio.
Bem poucaa vzes tem sido theatro a cidade
de Belem, de man! i nthuaiasticas e rui-
dosas como foi a de ante bontenn cru h< menagem
ao preclarissimo chefe do partido conservador des-
ta provincia.
Desde pela matiha qae comecou a populagao
a manifestar a sna impaciencia por arclamar o
eidad.io, cnjolivlsm i < abnef/acao tem Ihe nttra-
hido aa syinpatliins 0 g-raea.
A's 5 b> ras da m .nba 6 ao meio da basts
girndolas de fogns subiram aos res, e erthusias-
ticoa vivas foram lerasrtasVw, < m frente a noasa ty
pogruphia, ao Exm. Sr. conego Manoel Jas de
iiqueira Mendea, senador d> imperio, ao eleitora-
do paraense, e ao par ido conservador.
As 2 horas da tarde, largou da ponte da em-
presa de Maraj o ele ante vnpor Xingu', galbar-
damentc embandeiado, e repleto -de amigos que
foram ao Pinheiro buaear B. Exc, afim de vir re-
eber as homenag<>ns da popula^So, qne essa hora,
ja nio cabia no vasto trapiche, que regorgitava,
apezar de copiosa chuva
Urna exceUentc banda c!e msica, a r do na-
vio, e outra no trapiche executavam magnificas pe-
cas de seu eseolhido repertorio.
Em frente nosaa typograpbfa subiam ao sr,
de espae.0 em espaco, innmeros fogos do ar. e duas
bandas executavam em outros tantoa crelos ele-
gantes e vistosos.
Ao romper do di i. a [lima. Cmara Munici-
pal fea a ra lili I aichitce.ro, que lia-
tn logo da reparar 03 dit >S ral I .quella
obra, trabalho que i i r "a a sen t.- n <.
Lemos n i meama folha d 3! :
" De varias localidades do ecufr) da pspvincu
ebegam-noa noticias de ahondan! in7erno, tendo
oitus rios ji transbordado.
Desde Hus de Janeiro tm eabido chuvas em
da oua na prvincii, tendo soccedido,
:, v judic ra ti planta cees ojao se iam tazendo.
Depois o equinozo de M irea o invern tem
rindo com mais mea, pareeendo a r mu eoj
r. i a \ indooroe, que, em geral, em aanos aa
- ehuvaa.
.. N nlti oh iveu e pi nameata dca-
ta capital at Baturite; senda i abuterain-
-''3.
Muitaa casa de familia foram rnvaddns pe
!a3 aguas qo
to.
Pall cera ni Aracaty o R-vd. p Ir i Pran
.1 Lima.
it>o i. nuil- lo Maris)
Datas at :'. le Uwil
Proseguid em seos trabalboa a Pro-
. illt'ial
Nada mais que raereca m neJ
Piir lijlia
Datas at 8 i'1 .liiil :
I' i maicalo o para a elcicao de
um deputado provincial p 'o ~" distrioto.
Deacnearriiboa, na h eir, um trem de
carga c icjare i leridea eme =.
L i M atrer, so i litulo /w :
el I ; noticias qua tein chegado do
alto tertao, e que, com i de eostume, foram pr c
ilidas pelas castas da rio Parahyh.i.
Est, poia, francamente d clarado o invern,
cuj falta j ia produziudo aerial prejuizoB e de-
sastres.
*otlclas do Mil do Imperio
Pelo vapor Sergipe recebemos as seguales noti-
cias: *
Sergipe
Dalas at 28 de Mare):
Funcci iiava a Assembla Provincial.
Lemos na Gazeta do Aracaj, de 21 :
A' 1 hora da madrugada da Lontein ia atean-
d -se um nc ndio Ae v si s pioporoB s ra do
Cn spo, ondcJia grande numero de casas de pa-
Iha. *
Como a patrulha dsse signal com a cornia,
acudi urna niassa enorme de povo ; e esta, auxi
liada pela diiecrao contraria do vento, poude ex-
tinguir as oh .minas.
Apenas licou reduzido a cinzas um baubeiro
d-3 teco e paredes de p .iha.
Mamfeataram-ae grandes teupcatadea neatca
ltimos dias em algumas localidades aeptentnona s
da provincia.
Consta-noa que na villa daCapella a violencia
e furia dos vmfos foi tal, na occaaio da tormenta,
que deatelbou casas, e quubrautou paredes c mu-
ros ; asaim como na villa de Divina Pastora a
queda do urna fasca elctrica produzio a morte de
duas pessaa.
Espera-se para o anno urna safra de aseucar
colosaal, caso nao hajam mudancas abruptas ua
estarn.
Aiaaaw
Datas at B de Abril:
Assumio a administrado da provincia, no dia 20
de Marco, o Dr. Gemiuiano Brasil d'Uhyeira
Ges.
Lemos to Orbe de 31 de Marco :
Xotiel.-i.a da Europa
O paquete fraacez Niqer, entra 10 ante-houtem
da Europa, adiantou dataa at 23 de Marco, dez
das mais recentes do que as trazidas pelo inglez
Britania.
Alin das noticias de Portugal coustantes da
carta do nosao c rrespondentc de Lisboa, publica-
da na rubrica interior, eis as demais trazidas pelo
referido paquete :
He-spanba
F.-creve 2 i oa Mar^o sobre a Hespinha o al-
i eorresp indent :
> PqbliOOU-se O d i-ret> dissolveudo aa cr'-s.
A el ..i- le deputado* di-ve aar rotea no dia 4
de Ab il e no di 11 o eaerutini i; a l'i a e i
dos s na ares e no dia 10 de .VI a i < a bes o prepa-
raton i ein M .dri I.
Dissolvidas aj asmara* li'Sianholis enCroa o
rain i Vi-inlio em pleno perodo eleito-al a todos os
partidos s' agitam alli u.i lata, eaforean I
qual par obter a maior represent^cio possivel no
. ii >.
U ministerio Hagaata, qnando subi ao poder,
saam cir.. qu i m rae xia inteira a liberd le alei-
i al ; aaa 'nc;:< j\ a ouvir sa qaeixames a
utra os n incji s d > govern-i pai i impdf
aa candidaturas uffieiaea. O* joraaes da opp i-
cao ie ios n o' i 11 t leneias e, n 3er verdad* > que disem, aa jriximis
es n n .1 i i1' -lira i das que costilaiain 3 m-
pre Mr fe d i [ u h h
V- i-I ole ,. ac.n. que o actual ministerio
lera ]' farr gtaades ca'reo; para levu
gran le maiarta so l'arlam uto. Dos partidos ad-
j, o mais Imp ufante quo o conservad i
pr 'fia i.,ii aii dividido em dois jrrup is, um q i
e olio-vi i i ao S -. Cnovas del Uastilh i e
l'in i -.!! como clu-f' o Sr. lomero Roble 11,
; parece haver um picto eleUoral entre
g noral Lopes Doininguca, a tul
daeequ rda dynaatica,mas aindi que
pacto s.j; bem pelo individuos dos respeti-
' ios, saV i'ii' n es pp I principios
Jos:- p T. .i :..:!'in.i:.is .il no cier p->88 i
t d allianca ser fructfera e produzr grandes v n
im. Igualmente divididos Be tem
Ij os r publcanos ; tem se hit i graades
sf.rf> i ..()!,ciliav'a i dos dinerantes
grnp i tivi .i i -. o tudo t- ir
ido, e i fed ralst is de no i i i ae ib i a -
e mili im i ru lerados, s. 4U" a pr si le o Sr.
Divi ii os v.l 1 nrna, o |o-*Hies nSo d-\j dar
. o no
Par m ni 1.
< O teueate de n ivi 1 D. Senriqne U iprili s. que
ite das Pelippinaa s Bar
1 cumprisi u 1 da il os dois m le sus-
1 que. Ihe f i imposta por cao a da cota que
.....roveu aa segaudu chefe do departa
Pelippin ia, Bul 1.
" Diz-se que pedir para Bar riscal) dos qua-
dro3 na armada pura depois explicar o seu prece
dmenta em Yap.
1 or s ia votos contra tres foi adjudicado pelo
II10 di guerra do miniarerii di raaruilia,
Basa Thompson, a eonstrueco do cruzador 1
guerra de primara clusse, que importar em 7 rui-
Itoes d pc.-ras.
O aavio cruzador, que f-i Oaecmmandado *
casa Thomson, cbamar-aa ha licin Regente.
O ministro do ultramar, Gaicazo, uo fazendo
caso da bareaacracla, ere>u deze3"is governadore
civis de primeira e s< gund-i clasaii lias Felippiuas,
diap;ndo que os alcaides maiores assutnain aa fue
90-s jndjciacs c governativas apeuas teuham aa
prime.r s.
Partirmm para sevilha o rei D. Francisco de
sala e l>oirb"ii e os duques de Montpensier ; os
ltimos virio depois a Lisboa, afim de assistirem
ao casamento de sua neta cora o principe real de
Portugal.
A infanta D. Eulalia c seu esposo o infante
D. Antonio de Orleans arrendaran! um dos me-
lhores palacios da Castellana.
Eis o quo dizem as foihas cstrangeras quan-
to origem dos cinflictos do Valle do Andorra, to
falladas nestes ltimos das. Em 12 de Outubr >,
um h .bit tut( de Canilla foi assassinado por um
andorriano, o qual foi por iaso conde ona-lo a 14
sanos de trabadlos forc/idos.
F i aqui que comc^aram as difficutdadea.
O viguier o bapo queria quo o prisi n ira
emnprise 11 peni na prisi de Urgl, protenoaO
contraria aos precedentes e ao diteito publico
local.
O viguier francs raeasoa fiirmalmente, raqui-
stou borneas de ese ''u. e e m luzai .- le proprre o
cnideiiiu-id 1 al pirt-ella de Salden, fronteira
Ir ineeaa.
- V v >lta foi recebida a tiro pelos partidart 1
d 1 mitra, a coread em An lorra V.dh 1. Imme-
diaiameatu bittle francs, o and irriano Picard,
a 100 h n in das airochiis e aarcboa s
libertar o Sr. Vigo. Pelos Valles las >0ll ecli 18 das
deae a _; is o fa.-ilarin.
o O co abate durou diu.s horas, mal eaua u
nina vistima ; nina pobre vedia que estav 1 ni sua
h rt 1 0 oui" foi matal-a nina bala perd L.
.. O cenaetha de mini*troa pp 11 lido pela rainha
ote, occiqi >n ae da qneetao de Andorra a de-
cidi enc.nvgir o inarquez de Villa Anrouia
d'umi missSe 11 1 in II1 repabhca, O marques re
e ir u or. 111 para partir immediatamente.
I'nc o en samara, victima de ama demora-
da em A en er nidade, o autigu denotado e publi-
. D. An' uo .! Val, primo 'le EmilioCaste!
lar : ral que reios t telegr 1
I h s uo temp da republiei To
a 1 1 otado peofiindam nte .1 in rte Je Val, to
I 1 ;m 1.0 illt lllll'-at"
C nfurme u itici da i! 1 chegou i
r o, a b rdo.lo paquel t, oi. Uo-
minaos, o x-governador das Car linas, Cap
pi Dimitida afLn de explicxi i
II spanha todo a oeeorrtdoom Jan com oa all mi .-.
lut'iit. 11 suiciuar :e sm Cdiz o br |
. ; U Moatero de Eapinjsa, fieando era 1
do -rr vi-snn o
Em Cartagen e varios outros pouto* abri-
r m em favor li vi toal,
a mente fuaia e >nt c;m otes 11 1 Caatellode 8. Jnli i iqual
dcixou ronlher e tie-, li Im- 00 111 t ..
. pn tipil 1 lamento de Perras para S. He-
b.isti i o Vapor Ferrolano, com o fi.n da impedir
uin d sembarque de armas que par ce oe intenta
por esta costa.
l).2->e qua 0 supremo consclho de guerra in-
formou f ivoravblmcnte o 11 ulto do duque le S -
vilhi, que em breV' fi-ar em iiberdade. fieando
ead" do servi<;o in litar.
bstarvorada 1 b n ein heopaabola em tolo
o archipelago das Carolinas.
Cheg^ram lina ni- uto a um accordo para a col-
ligavio 'I-i'- al todas as fvaeoOea do pirtido r-
pubicanoheapapn I, exceptuadla que tein por
r. Caatelar,
Piogriuem coui rapidez os trabilhos pa'a a
exposnao univ. raal qne to ha de realisar em Bar
cwona no outoo .le. 1837. U edificio t r.i ceuj
mu metros de SOperficie.
Diz a corresponde- cia de Espaa, que i
e.-p lha lo 1 m Madrid b tos de ha\er si
da a orden publica era duas cidades importantes;
aucresceuta, porm, quo sao falsos t es boatos.
Ao Resumen couota que o ^overno mandara
tomar preciu;oe8 militares em Saragor; e Barce-
lOBa.
Urna grande temp'Stade fez alguns rstr igos no
porto de Cartagena.
II >ritein, no banquete sociali ta do dia 19, os
oradores glorificaram a Communa de Pars, *. de-
clar ram guerra abjecta burguezia. Um opera-
rio disse :
Nos vemos o numero e a forca ; dentro de tres
annns seremj- v< ncedores .
No banquete dos auarchistas foram identicoa os
discursos.
" Nao occorreu neuhum incidente.
governador civil de Alicante participan te-
legraphicamente ao governo que 09 socialistas do
Almoradia sahida do seu banqueta em commeine
rae i > da Communa de Parie, derain na ra vivas
repblica, e que tendo por isso a guarda civil
prendido alguna, os restantes refugiaram se )
Casino, onde quebraran a moblia. A gi arla ci-
vil dos arredores foi reforear a de Almoradi.
Os republicanos das diversas gradacoes, com
eeepciio do grupo do Sr Caatelar, aecordar.nn em
fazer a colligacao cleitoral, e para aa eventualida-
des futuras dceidirain que a coustituico d-mocra
tica de 1869, sem os artigas relativos raonarchia.
s*r posta em vigor at as cortes conarituiitea re
solverem so prevalecer a repblica federal ou a
unitaria. Estas deeiso s sao nbjeeto de um raa
uitestu que se publicu no dia 20.
Parti para Lisboa a 2J o ministro do Bra-
sil en Madrid.
Em Hcspanlia contiiiu.iin infelizmente os tremo-
res de trra.
Eie Granada seuto-se ha das um que durou
setc segundos.
Iliuve pnico g-ral. Os espectadores do thea-
tro fugiram todos para a ra espavoridos.
Receja sa que teuha oceorrido desgranas eui
Arenadel Rey, onde os habitantes viven uo meo
das ruinas.
P. S.Os jornaes repunlicanos de Madrid,
do dia 80, publiearam o accordo assignado pelos
Srs. Pi y Margall, Salmerou marques de Monto-
mor e coronel Portnondo, nn qa-tdade ile repre
asatantea das fraeaBea re ublcauas colligadas.
O acord ver! sobre 03 seguintes pontos :
1 Establecer o suffragio uuiversal e pro-
cla.n >r a repblica ;
2." Einpr gir tolos os m.os pira o triam-
ph 1 da repnblia, v.'sto nao serum respeitad
Uiredos do homOO) o a soberana nacional ;
J -Ae itar a consttuicio de 18b"i e a le
municipal 1870, coma forma republicana;
1Constituir um g iverno provisorio com a
participacao de tolos os republicanos que contri-
Imam |iara o trlumpho da repblica;
" > onvocu- i-.'n-r.a constitointes eom elei-
iijiletaoieute livres ;
-Ac'itar 1 oonstituioSo votadi pe'as
tes c 1 latitaintea ; ,
1 u'ala traeca, do partid 1 republicano, de-
note da pr clamaco da repblica, podar defen-
der aa retormai que julgar atis ;
8.O obj teta oriiicipil da eolligaoilo e
tabal oimento da republie.i, nloeomo obra de pir-
oas como obra nacin.il
Os centros zurr listas e federaos cal
is apr mi irS 1 d m can
didatos por Madri 1.
A poca e o Corno deel iram que turna un
rn 1 daittiria a prop istn de ca i r o raE
Aran e aldeia de Licia \ Pr me api n-
saifr) da roberania totil sobre 1 de An-
dni.. .pm emetbanta eeaaSo seria noaaimemen-
te rejeitidi p :lo: he-. 111!.
I rama
Xi Cmara dos D-pata ios foi apresentado o or-
Bamento para 1887. O Barao de S ia 1 yran
pirn hiti'i',1- i.ir o go .ra.) cae:- la remodu
o im 1 ilieados noorcameato. Odia
li a ii ser mareado olteriorm-'nta, mas
ao entretanto o ministro da fa/. 1 la I r n que
o 01c nento nio comporta oenhum impo
' rend 1 qo o gnvern 1 rej ta todo u >
\ proposito i. .*/"'- le D. c.iz'ville e da
intervencSo das autoridad -i o da forca publien
p ra manterein a nrdein entre 03 min iros, h
na Ca o ir id s ) puta loa Pr a es 1 am 1 ni -rpel-
' an giverno, tena pe isla o
Sr. Camliuat. A dscussaosgeneralisou-ae e ter
non-se bastate confusa. Os deputados Dtransj
gente* discoraaram sobre o th mi vulgar da ex-
ploracSo dos op rari 13 pelo capital, austeot
qou o goveroo devia sxprepriar ai minas
ral-as p>r sua co it 1, condemnaram o appareei-
iiieuto daiorca publica ua loealidade laspr
A maioria nao andn muito seasatiuueots no de-
bate. Por um lad-i procurou sustentar o pn.ee l-
mente da governo, justificar ainterveacao daa aa-
toridadei para manter a ordem, e oppr-.e < exi-
gencias socialist is da extrema eaqn ir lu ; mas pir
outro nao se atreven a arcar de frente com aquello
rupo parlamentar, nm mauteve um-i attitude
b m definida em frente dos exageres dos intransi-
gentes. Paia isso deve ter concorrido aeempoai-
cab pouco homognea do ministerio, no qual 1
representados todos os grupoa republicanos da C-
mara.
O governo fez, pela voz de differentes ministros,
declaracoes categricas e positivas ; mas sao nao
bastou a principio para estabe'eccr a ordem no
debate e eoncalo ua maioria. Foran? votadas dif
ferentas moces, nenhuma das quacs foi approva-
da, apesar de duas d'ellas baverem sido aceitas
pelo governo. S na seguinte scsso a pres^nca e
a palavra do Sr. de Freycinet, presidente do con-
seibo, couseguiram reunir os votos da maioria em
favor de urna mcilo, previamente combinada entre
os differentes grupos da esqoerda Essa mocao de-
clarava que a Cmara confia em que o governo in
troduzii na legislacao de minas os melhoramen-
tos nocessarios e tem a convccao de que elle ha d"
saber napirar-M ua necessi la le de salvaguardar
os direit as do estado e oa intereaaea dos t rabal ha-
dores.
O Sr. Ral Daval criticn esta mocao eomo
' raga o por amaacar as direitos de proprieda-
de. O Sr. de Freycinet replicou que evidente
que a legislacao miu-iri precisa de ser reforma la,
qua as necessidades da iudiistrii sao h )je diffe-
real s d 1 que eram 1 m 1810. E mister fortalecer
03 direit s d Estado seu todava b-sar a preprie-
dade. A reforma ser ba.-e ida 110 direto e n 1 jua-
tiea. O Sr. Rml Duval dissa que tomara nota das
explieayVs do Sr. de Freycinet. A ordem do dia
foi dapoja approvada por 37^ votos contra 100.
Os grevisus de DecaseviHe reaolveram conti-
nuar a Breve.
Oa me lie s de Marsilli 1 prote: taratn nov iment
contri n seeularisaco do* hosp-taes. O Sr. A'l l
re d 1 lin t pr ei-z um ere lit) dfl 200:0 i0 fran-
e i* par a fundiaCSo do Iimtituto l'asteitr.
Poi dc'.irida a urgencia.
D2 o Tei.tpt que a emisaao annanciada no or-
eameal de ser ,44 miinoes em 3/ perneta', o
ni da I.OiiO mdlio-' -rnente, como se adir 11 iva.
0 Temps explica que a emisso propusta no or-
gamento aerviri para reemb duar os 1 Smilhoes de
obrigacoVs acuito prssoeparae naoUdar arte
da diviia fluctaanta at a quanta de 382 mi-
li B
A emisso ser finta pr 'Vave'm. nte 00 decurso
do mea de Abril prximo. O direito sobre ale 10I
s ra elevado de 15G francos ::2!5, e este augmen-
to rendara 76 ai bo -.
O Sr. de Freycinet eoearregoa o >. Papmmol,
1 ltalo pelo lude, de urna missaa sm Andorra,
a pr ]i 'S' 1 di-1 o 'Vos incide tej occorri I ;s na pe-
qnena n pub
Bateram se em aello o pisaeps de Broglie e o
Sr. de Tredun, fie.iuJo 0 piimeiro ferido lio lado
O ministro da guerra do gabinete frmeez spre-
parlami ni 1 um piaj ctj de le di itina 11
reprimir a eapionagim militar.
Pele art |'i ; ''M|e ionarioque entregue
ou c iinniuiiique doeiimeiil 3 1 defesado
territ o 1 ou seguranja extor r d 1 Estad 1, sera
punido com a pena de priso de 2 a 3 anuos, e
oin 1 mult 1 de 1,050 a l,OU0 francos
O :. 1 reapeita s p"ssjss eatraabaa aim-
nistracSo : aa que procuraren) de qualquer modo
planos c iacuinentos militares e que o divulga-
iciii, pilera) ser eoiideranadas pena de la
s de priso, assiin como a multa de 500 a 3,00 )
frau s.
Pe art. 3o, qualificado como delicto o acto
de consultar simplesinente ooruiuentos que dev.m
ser conservados secrel i* : 1 pena coricspoudeute
a de 2 raezes a 2 ana. s de pristo.
Os empregad >s encarregad >3 da guarda Jos pa
nos e documeutos relativos aos assampto* do exer
ei'o s2o convidado-i p lo ift. i rc.lobrar de vi-
gilancia. Os que forem convencidos de negligeti
cia seii puni 1 I c 10 pris3 1 de 3 mezes a 1 ana 1,
e con a multa de 100 mil frneos.
Seguirlo o art. 3", qualquer individuo que, sob
um di ataree e um (lao nome, ou dissimulaudo a
sua quali'iade, p'ofusfto ou nacionaldd -e in-
tr duzr n'ilin forte, i.'uina eaverim, n"um qualquer
>t ibelecimnto militar, ser condemnalo priso
d 1 a 5 annos e a mulla do 1,0'K) a 5,000 francos.
Pelos ltimos artigo*, prohibido com penas se-
veras o ejecutar, sem l'ormal autorisxco, levcnta-
m utos de terrea s ein rolta das praeaa fortes,
n'uma zona de uin myriainetro de raa; as pessoas
que prest'rem o aeu concurso aos espides, alojan-
d 1 1 s, bramen o-lhcs ndieacoes, etc., sero con-
sideradas como suas cumplees ; mas o individuo,
cujas revulages ti ver. in esclarecido a juttQa e
facilitado a piisode um espio^ser imraediata
mente solt, seja qual fr o grao da sui cumplici-
dade.
No conselho municipal de Paris foi apresentada
nina proposta, que pede a abolicao dos ttulos mo-
biliarios i-m Franca um prouesso contra os preten-
dentes e a confiscar') dos ~eus b ns.
A' 18 de mareo, anniversario da communa houve
em Pars varios banquetea ; mas correram em so-
ceg e sem incidente desagradavel.
A cmara dos diputados approvou o pro-
jecto de emprestimo de 250 milboes de francos
para a muoicipalidade de Paris, com um artigo ad-
dicional especificando que as obras indicadas no
proj ict) ser) feitas com inateriaes exclusivamen-
te francs s.
A cunara nomearia no dia.22 a commisso do
orcameato.
Blgica
Est annanciada para o dia 13 de junhn prxi-
mo urna imp -rtaut-i nailifestaft sociaista em
Bruxellas.
O bourg-inostre de Bruxellas dirigi urna ciieu-
lar aos bourg mestres das orineipaes 1 icabdades
da provincia para Ih-s pergamear em qaatrto asa
liavam o numero dos representantes das suas res-
pectivas cidades.
Kstao-se tomando rigoroaa8 pravidencias poli-
ciaes para prevenir deaordens que, a daretn-se,
anda ser d' .qui a tres inez 3.
Os auarchistas andaram pelas ras de Lige no
da 18 com bindeir is vermeihas e em tumulto, que-
brarando as vidracus das lojas ; acudi,' porm,
a guarda civil e restabeleceu a ordem.
Aa desordena em Lig 1 continuaran) noite,
que foi s quando a ordem publica poude ficarres-
sbeleei la.
Grandes magot's de socialistas, juntos com %
rale da populaca\ sapi-aram e devastaran! os ca-
fs, quebraram as vdra^as de muius casas part-
ciliares, e percorreram a ru-s, besraad 1 : Abal-
as 03 capit distas e oa b irgaesra
Na roa de Leopoldo I fiear-un devastadas todas
as I-jas.
0* estragos causados por estes disturbios ava-
hara se em montas eentrnas de mil franc>s.
Os ge idirmes, a guarda cvica e a polieia tiva
rain de earregaf vari s ressa sobre os a q
dos, [U6 0* a re Icjavam.
si 1 muito* os f-1 11< 1 um o d outro
e ha una nn indiv; lu ia pr
11 lado independ ni 1 do Congo conseguirn)
o capital preciso para f:zer o seu camiiiho d I'
rior.
O rei da Betgiea um de primeiroa cap
subscriptores
1 e imiiili 1 d- ferro .le grs
0* Irmbalh i* vo e ente
llalla
O conde de RobiUnt, ministra dos neg
trang lara aa eamara, qne 1 misso d
ral Possolini Abvssinia toi .
O rei Humberto igraciou 1 8r Pa I mr coa
a le Mauricio a 8. Lazar 1.
A lint r ii da missSo l'ozz 4'ni, que taut) b
est ii.arl ) na II da e que pS I 1 -.u 0 j
r racia d 1 r iver 10, a seguinte
Pora combina l, peliwSrs. Mancinl eDpretis, 08P*rl
declaran que o g ivern 1 ex nninarii essa proposta
com a atteueS 1 que hit ce.
S"i|ipoese que foi eom o n'm de obter essa ele-
vaca 1 de direitos que o chanceller se a rvio do
mei 1 indireeto da apresen.aeo do projeoto, que
ja ealealsva lha nao serte approvad >.
En t"l< caso est iuteimmente pna*a da parte
.1 id 1 'lo moa I; e esse faet 1 tnal-
logn tambe n completamente a propaganda que
e-tiva fazendo em Franca, ein favor do projeeta
do Sr. Algia ve, imra all se estabelecer igutl mo-
nopoUa.
A morte da iii na Allemiiihi fl a igualmente
abortar em Franca
I)a-1 que o unecaram as negociaces para a paz
r ligiosa arre a Pruaala e a Vaticano, o principe
de IJi-inauk procu.ou sempre tratar dr-ctament
com a curia romn 1, p issaudo por cima de centra
ultramontano de landlarg
O chanceller accai=a .pu-dle grupo parlamentar
de querer protn ar o conflicto, para d'elle tirar
vanagens politieao. N'e*t>-momento 1 rica
paree ir produsindo os seua tractos, o pipa est
- > a facilitar 1 reatabelecimente das ates
1 II m 1 e Berlun, um dos pr lados
il Pi tissis, 1. Dr. K >pp, d- Poda ae "itou > irgo
'' r imo
na ca :||, ior e
or.
.i.a. a dseose! nento dos caitos, o
ch ie do* ultramontanos o Si. Winthurst,julgon
dever apr iv atar o eas ij 1 para varrer a -u\ tes-
til.; n o 'i rifi-
iolil 1 qu 'to religio ia e q te se f tici-
i. curre o estado e a igreja
a
': :nda
qu 1 o .- est
lio'Ia, linate disp sta, pr mp-
t. a p-sar ao ea'ad 11 de
1 mu d bate tivo com o ministro
oa. culi 18 b ibr a seccio do culi c 'ico
chefe.
1' ;"i 0.1 ; B > itado pe'a oppa-
. |ue 1 reichafag .1 imperio tem 1 -iu-
de
drW"l igio
U en 7 discuti ama pr posta
lo Sr. W 'i 1 mi no,
de
i-ito
nr-
odo se a olla o 8r. Riocol ti. II 1
cial em qu o Sr. Sobilanl suostltnio o Sr. ."dan
cini na pastado -. strangeiros, Sr. B -
billaoi impoz-se ao Sr. Biccottf e aexp lie.o par-
t 1 para ftica.
r 1 iv a era o Sr. Riccotti |ue tioha t-.iz'
i rei da Aby na, i| .
se ap >.ital ana, nt -riiou-s
. evitar ene mtiar se Puz-
oliei e :u( 11 da
parte da II
Foi em vista dessa attitude asretrahi ment do
qu
retirar ai..
Italia.
O < fleito pro luzicio na'opiaiao na ) pide ser mais
depl iravel e o minteten) aeaa se o itr 1 vez a
oa lo.
Samn '*i-
Era espirado no dia 22 da Mar^a no Vateano
BDonsenhor Agitar li, que foi enviad) pelo Papa s
lulias para cstu lar a melborsolueio do I tgio en-
tre o areebispo de G 1 e os Vigano* apistolcos
as ludias.
.'.I 113-nhor Agliardi collg'o os documentos n- -
cessarios e euciona submettel-os apreciar) do
governo portegiiez.
Iiiglaterra
Na cmara dos c unmuns dep as de larga d's-
cusso, o Sr. Lanson, retiron a sna mocao. que
OOavidava o governo a mandar proceder a obras
publ'casp'ira daroeeupacao ao3 iufelizs operarios
faltos de trabadlo.
0 Dnily TcUgraph, diz saber que o Sr. Ql 1-
dstone e os seus ollegas do gabinete chegarnm a
convicQao de que podem propor um projecto de
auteaomiada Irlanda, aceitavel, tanto pelo p;vo
inglez, como pelos deputa ios irlandeses.
Nesee proioeto eotabelece-se a instituico de ua
parlamento irlands, com a sede em Dublu.
O corpo policial dos constables ser conservado
sob a dependencia do giveruo imperial, mas se.~
creada una nova polica local, suputa s autori-
dades irlandesas.
Os direitos aduaneiros e as outras contribuces
indirectas permauecerao uniformes em todo o Rei-
uo Unido ; mas provavel que a percpp9ao dos
i upostos fique ao cuidado dss autoridades da Ir-
landa.
Sob esta3 restrl cees e algomas outras relativas
lei sobre a aequisiyao das trras cultivadas, que
brsvement; dove ser apresentada s cmaras, o
parlamento irlands ter iateira iibcrJsdo para
gerir os n goc)3 purameuts locaes.
Por emqoaato aubstete o lireitodi Irlanda en-
viar eamara dea communs 03 seus representantes
que toinar.10 parte na discusso o votacS > de
tolos os asaumptos que interessem a totalidade
do imperio.
Ch gou a correr que 03 S.-s. Chamberlain e
Trevelyau tinlnm dado as su 13 lemis-oes de pre-
'late lo gover o local e de secretario pira a
n c a- qne ici 1 de nao estarem Je accor-
111 o 8r. 'I idstoae ierca da su polili 1
mas esta noticia toi desmentida,
p >rem, que uiuitos eataO ein divergencia com 0 Sr.
Olad^-I me acerca d 1 Irlind 1.
(i r OMstone etende am emprestimo de
120 inilhc* est"rluos para desiuteressar 03 sean 1-
rios de terr ta na Iran la.
L-su n'mni carta de Londres r>s trechos se-
guales acerca da sita) . lil o Sr. GlaiLtoue :
O conseiko le nriatstrsa que devia r anir-se a
l de Margo ficou adiado.
Parece qu o Sr. hamberlain, procura sabir do
*\pcrto, tratando di queMa 1 agraria e paaJo de
p.rte a questSo la independencia legislativa da
Irlanda.
Diz se qne favoravel soluco do prob
agrario, m >s que uao approvari essi Boluuao obti-
. 1 Qiffen
augra nt i d e ipital da divida publica
S a- i i l-r, o Sr. Chaini) liiu letirar-M
hi. fl p ir ,-( i ei i -sta r-ti-
no iu. oinaio l.iri 1 coito o Sr. Gllsdstone ; |
Jaliu Bri-
L-lii J pb Cowea. t.s'e ultimo deputad p r
N w.astle, propristario de minas oarbonferas e
do jornal Nemcasilt Daily C/tri,nicle : alm disso,
um lib ral .11 a- /.' i1.
l'n outro dissidente setis 81 Heo age; mas
, membro do governo, como cb
do uque de Laneastre. N. 1 namb membro do
gabinete, nio dew r e inheeot am la 1
do Sr. iadst me. Diz 1 que seguir 03
Srs. Chainb rlam e Trevelyaa.
Por outra parte, diz se qne todos es outros mi-
niaros estas dispoatos a upoiar o seu che'e.
il .11 1 da empra ter um carcter facultativo c
nao compr-h u 01 '\ fiuauccirameute fallando, uin
projecto de exprorriacao c^:. ; terrenos da
da.
Es^e plano, tal qual se apresenti h'ie. o e-
gointe; Os proprlstaios qne desejarem escapar
ais perigis que ihes poderiam idvtr d'um parla-
mento irlands, pediram a expropriac 1; es outros
eaperaram os aoontoeimaaioa.
Os representaut :s rlandezes em Westmiuster
serlo 30.
Sao estes os boatos que circulara no publico.
Podemos pois c nch.ir do tudo isto que a crse
actual est apenas no interior do gabiaete a que
a Sr Grladstooa provavelmenle reein-ftiiir o m -
nisteiio homogenei afim de apresentar o sen plano
irlandez ao parlamento c esperar o seu veredic-
tum.
Essa apreseutacao po era realieaf-se utes de
15 dias, se iinm distan) me forem dadas as de-
mtaosa que sepreveem.
Allcaanlia
Est definil ivam nte euterrndo o projecto que o
principe de Bisina ck apreseutara ao reichstag
t llemo para o estabelecimeuto do monopolio do
aleool.
A ommiaslo de 21 membros, qual havia sido
enviado, rejeitoi'-u por forte maioria.
A rejeeao do projecto nao impedir, porm, o
chanceller de chegar ao sea verdadeiro fim, que
obter para o thesouro imp rial n -vos recursos,
pie o estado das finanzas allems tornara indis-
pen.-aveis ,
A comraisso a qne nos referinros offereceu-lhe
n'esse sentido urna compensaban; pergunlando ao
governo se ella poderia ir alem do seu mandato,
propondo urna elevaco compensadora, nos direi-
tos do aleool. O Sr. Schalz, ministro da fazenda,
que na ausencia do Sr. Bismarck assistia sebso
da commisso sem se pronunciar de modo formal,
Depois de longo leWo, a imputa f i sujefta
ao ei |ne d ve ei iminer
! '. ;> -r 88-1 qne se
tr I 1 i-rituiria
uma a ira da i i imsntar,
I .ti la p 11 conatil aic
" istio
B evill I ) S9
. livel
ni |0 a e pr sti 10 de u.n 1 as-
ivo nn do .npc-
n -.
II c.'i a III r. e le u itrado na
lata para
1 1 ilitica e -' lial como
e la cor 001 cS >, na
ntrou um l-ci ns-
trnnioiri i ,h us m jos contra as resiai nciai
laara. Ka tiestao d> sabaidio aos
deputad.h, na d [o no* c Uai-
1 h n Je ferro. Bismarck rem-se mostrado empe-
nhado em abetar o reiek/ttag iam sujeitar os seus
membr's a humiih caes pessoa
Agora, a proposito da propxsta do Sr. Wnl-
thorst, julga-se na Ulemanha ser muito ossivel
1 ehanceller se empcnlie extrc.namentc contra
lia e prov ique um 0 nfliet 1 declarado com maio-
do rehttag. -Muito* suppcm com ffeito, que,
s do malogro do pr je tj di monopolio ds
aleool, elle est uncios > por um pretexto, com que
. ds-olve urna assembla, cuja maioria Ihe
evidenl atente h vil, apesar das u.f eonesaaoea
ao Vaticano.
Diz um j irnal allemao qne o impei-ador Guilh-T-
me as reante anda das consequencias dolorosas
la queda que dan por occasilo da ultima festa da
curte.
A'ui disso nos uiti 03 tempo* tein elle 3 'ffiido
de urna docnca de bexiga que por Veaea o tem in-
ommodado bastante. Comquaato estes padeci-
racntos e o estado g ral que d'eMes resulta, nao
apresentem p ir si carcter perigoso, rao deixam,
attenta a ayancada idade do impcradoi, de inspi-
rar re:eios pela sua vida.
O principe de Bismarck apresentou ao conselho
federal allemao um projecto de convenio para se
constituir urna umo internacional, que ter por
fim proteger a propnedade Iliteraria e artfstiea.
O project 1 tem vinre e am arrigos. Um artigo
addici mal que os tratados actualmente
exifentes entre 03 estados nao poderse eoffrer
m lili icS pelo novo convenio.
O proj cto esripula tambe a creacSo de uma
la com o nome de
Repartic.io d mn.Vj nt rnacional de proteccao
s obras artsticas c litterarias.i Esta rep.rti-
el) fi-.ii coll i la sobre a autondade e vigdaa-
ca da administraeio suprior 'ia confederaeio
inisaa.
As uas attribuicdes sero regaladas por um
accordo entre 1 estados que adhenrem a unisjo.
O enverno suisso se- e 1 de formular
um regalamcnto para a n internaeonaL
A lingua oilicial'da uniao ser a francesa
nn tremor le trra em Wieabaden.
Diz um despacho de Londres para 1 Frunce
]ue. se desc brio a'sqnella cidade n iira-
c.lo. caja fim er 1 > rinoipe !! s larefc
c fazer ir pelos ares o parlamento all
Na cunara dos esputados da Prussi ., a discu-
fr o rcaueiito dos a -- n.nistro
da instrueco publica ala occa-
so de appli ar i 1 Allcmauba o syftema anti-
rabico do Sr. Pastear, accrescenton que esta
ia ;is mporf nte cm Franca us na
Prasaia, on raiva ffieasmente pelo
i) igatoro Jo aoaim nos c -s.
Consl i ae real Le S01V, que a Alie oauba en-
es-
A commissS) encarreg.da de examina pro-
iecto de lei relatK tapr jao da dnr ,; 1
D em p.-ime
tun nio sdas emendas do 3r Windthjrs 1 pu-
radodoeentr 1 orno tambem o projecto de go-
V.rn I
S ii 19 d M :-. o 'sso-
lucS d hnita renniSes 1 em
ldreasplatz au ajuntamento quecnstoa.
For.om presos sete individuos.
Austria llimeria
O tribunal Ci. rou
orine u II lena Vpsi'anti, viuva do
(ir ci 1 na corte
da Austria llungria, nltimarnenti tallecido em Pa-
s Foi o proprio proenrador da princesa quem
Jeei.ir u talleacia. 0 paasivo da casa eleva-so
a 1,000,000 II in-; mas inda nssim o activo
i. I)"s;.e Im milito temp. que
era eoiihciid) o lastimoso estado financrirn do
principe, que Invii si lo victima de agiotas e usu-
rarios
Oriente
Parece 11 desf rtaa todas a> difrisuldades que
ilii nao ente haviam assombrado o oriente da Eu-
ropa, e estarem em termrnacao oaeifie i os conflie-
ta que trabara ch gado a assamir propor^oes tas
.13 listad iras
J lga-se perfeitaraente cstabelecido o 1 c ords
entre as poten ia* e a Tjrquia e a reapeito do ac-
cordo turce-bul^aro.
Palla'-se na prxima reunio de uma confereu-
ei 1 destn ida a rectificar o novo estado de coisas.
Fica assiro n solv la a questao da Romclia, tendo
a Porta da 10 testeamnha de grande espirito da
coneiliacio, :io modo pe'o qual attendeu as objec-
coes apresentada* pe'a Russia.
p. lo que resp ita ao conflicto entre a Servia a
a Bulgaria, est finalmente tratada a paz definiti-
va, tendo os dous catados beliigerantes precedido
ja aos desrmame iteS.
Desmente-se a noticia, de que o prncipe Ale-
xindre da Bulgaria havia posto novos embarazos
soluco definitiva da questao da Remeda, reti-
rando a annueneia clausula do aecordi, pala
qual apenas se lbe garante por cinco annos o go-
verno d'aquella provincia.
Segundo as ultimas informaces, o principe nao
retira nada d'aquillo em que concordou, e est
animado dos melhores desejos de quo tudo se con-
clua cm boa paz 8 com pronptidao.
Agn a Ruaaia que se torna exigente con
respeit a uma das clausulas. Deve esperar-sa
que aquelle principe, aconselhado pelas nutras po-
tencias, aceite a modificarlo imposta pelo inperio
do norte eqae o novo erabaraco fique asaim re-
mediado.

'










J\


Diario de PernamhHroTerpa-feira 6 de Abril de HHQ


O governn ottomano jA re.n'beu coraranncuao
ofliciai de que os gnveruos servio e blgaro t a-
vicini procedido aoi desannun nV'8.
O estado interior da Servia que nao ain la
l lenemente satisfactorio, p >s que alli contini h
agitafao dos partidos e os patriotas exalt io, i.iu
da se nao accotainodarara a idea de ficar sem (s-
f.irr.i da ioyao que os bnltrir s Ibes apolle r i:n
No pr iximo regressn do r--i Nish, vai biiver ti
goei CoVs entre M rcprosentnu'e dos liff-ri'i t
part 1 is ii rcsp'-ito da situar; io interior. C i
obt'r um aeccrdo euire os lib ra'S e os progus-
siatas.
Na > recia est tambem os a- i noi ja i> i i-
fiead '3. Os joma"- d- Athenai n-a o i^ir le
um>i lingo igem muito mais malera I*. En e i
selh i de ministros toi res I vid que M 'i' i
ge a alopylo de qua'quer provid- ncia, que
ser inti-rp'-atada cmi> mu proveeaoap entra
Turquia, e foi revocado um decreto que ch ,
filciras as duas ultimas classes da reserva.
Os amantas que parece qu.-r> rem Mitrar >m
seena e d-que tasar a Turqua. Poi n -r i ] >
sen anpareeiuieuto ao longo da liaba frrea que
se est cunstruiado entre Uibrub e Varnuj
Quandn rebentou a guerra entre a ervia e a Bol.
gana, os aruautas o rig.aram-se para rom a P i .
a permanecer n utros durante as hostilida 'es.
Agora, qm a paz est feita, paree" quer rem d:
monstrar praticamente que recuperaran! itit- i a
Kberdade ile aeco.
Tamb 'm a c donia armenia de Vienna diri o
urna re cito ao Conde Halmohy, solicitando a in
tervnca' da Austria em favor dos seus patriotas
oppriinos pela Turquia, e roela mando das gran-
des potencias a exeeucSo, por parte desta, Gl do tratado de B-'Ie n.
O p1 incipe Alexandre deelarou ult mmente qt e
nunca acci*.-u a nonu-acdio do gov -mador da R ui-
melia, smente por cien anuos, e qu- o Sr. Tru
nof "o npreheud.'u nal M sea* mstrneeoes
Affirma o jornal Parh, que a Itiiosin aoncentta
lenfainente forcas c in-dileraveis na Bessnrabi i,
afim d exereer pvessio sobr"e o principe Alejan-
dre, cuja a'tittid aniiiiada em Inglaterra.
Assevera um despacho de Alhenas, qu- o g"-
verno In ilenieo p s^ue recursos suffivieotes paia
manter as suas tropas durante inmtos iii.'s, e
que mi se pensa na desmnbilisaco do rxercito,
nein na demisso d- sabia te.
Segundo correspondencias reeebidas de C-ni-
tantnopla, diz o Soir, falla-se nos circuios diplo-
mticos de necociaco s aecr-.tas entre a Inglatei
ra e a Turquia, sobre as bases que damos. C'im te-
das as p servas.
A Inglaterra rv-icuaria o Egypto. Em enm-
pens.aci" a Turqua cedera Inglaterra un a
lha no Mediferrane i, a ilha de P-dhe oa a ce
Crita, ou smente urna pirte da ilha de Creta.
Lm vista do que e d'outras vai tagens pecnnii -
rias, a Inglater a se eeeqvooMtterta a sustentar
e a proteger a Turqua, e a conservar a Grecia
em 8'ceg.
Ci-se que Sr Wh'te prolongou a sua derr.oi a
em ^.mttaiitinopla, fim de continuar cono estica
negociacoes. Conta-se. que tein tido frequ"ntcs
entrevistas.
EXTERIOR
Correspondencia do Diario de
Pern;iuibuco
PORTUGAL Lisboa, i rio Mere >
de 1886
Ha pouc s dias foi sprasentado pelo goveruo us
caramas i segu te pr innata de le:
Seuhores :P I i motiva faustissnno lo pr >l
mi consorcio de Su A'.ezi reai, o sereuissiu.o
Sr. D. Carlos Femanilo, principe rea1, toma-He
mnifertaif t* inaiiiciente a do'acio filada para
Sua 41 tesa real pela carta de le dfl li'.l le F-'Ve-
reiro de JS64, confonn M pratiera pe i le de i'.l
Abril de 1815, a respei'o do Sr. I). Pedro de Al-
cautara, de saudo.-a m-m ria, ento prinoipe rel.
0 herdeiro da cjia pirtugneza, tend de mentir
casa sepanda e estad i pr> pri i do seu nasem-nto
e alte, ilgoidade, nao pod.-ria otC'Trcr IOS rjia i
di s indiapenaaveia cura a i tacSo d" 0:(X) >)).
estbelecida por aquella leL Pelo dmiom m itiv >.
tem a casa real q le realiaar d*tpesaa Inapreter -
vci-, iu. seria, iii un, o>jH el, injustificado f aer
recahir sobre a dotaete de sua mageatad* el-rei
Eui todaa os temp s e em talos os piizes se e'i-
tenJi'ii serr.pr-, que .ases encargo* extra .rdin
rios inherentes .-ob rama, deven correr por c li-
ta da nacao, e no mu lamente aasin foi migad e
decidido pelas fortes geraes, por occasio do- ..-
samentjs do Sr. U. Pedro V.. de el-ri, Sr. I).
Luiz 1. Tenh'i, peis. a honra de apreseutar roB-
sa delib raaSo, a segarnte pr^pi.-ta d>- le:
Art. 1. A d taeao de Sua Alt za real, o ser-
ni&simo Sr. Carl'is Pi-rnaoilo. prioeip.' ie I.
fixaJa na quaniia de 40:0(1(1(50 f paga pelo th -
SOUro.
" Art. 2 o Ser entrgue a Sua Magesta le 0 -
re o Sr. D. Luiz I, a quantia de 100:0 ()0"0
para as deipeza? eNtracrdinarias do faustissiico
consorcio de aua \lt'Zi real.
o Ministerio dos u-goeios da f.zen la, gabinete
do ministro, era 15 de Marco de 18S6.Marianito
Cyril o de Cirvalho.
A prop is'h foi upprovada p la commissao de
fazenda, cora o voto dos Sis Pinfa iro CbagSS,
HareaJ ''acheco, P hpp-de Carvalao, Car rs L>
be d'Avila, O. C rrea Barata, ato de Maga-
lhaes, Francisco Matt.so. Prsneo Oastello Br
Artliur Hintze, M in e d'Assu npvo, Luciano C r
deiro, Pereira Carniho, gaanrdo Jos Coetho e
Augusto Poppe.
JA partto para Pars n Sr. conselheiro le ci-
tado Antonio de Serpa Puneut I, afin de aaaign r,
com prucuraji de Sua Altezi real, a eaeriptara
esponsalicia, can a prine. za d'Orleans.
Os preparativos d p..lacio de Beln estao meitj
adiantado'. Tanto o principe cuno seus august
pais querem que saia da iaiOstria nact nal tanto
a o usmcinicu como toda a mohi ia. E ta r-Fo-
lucilo p itrijtiea da familia real tem produzi lo
bora eil'u to, o que nao obsta a que as foln s r- p i
blicanas pubdqnem diatribes qu<>tdianas contra
as despezas que se fazem e torxtn ji votadas p- la
cotnmissao de fazenda da caara dos diputados
para d tacto do principe herdeiro e para as f. s-
tas do casamento.
Nota caracterstica. Nos traballir-s do piel le
Beln andam trabilhando centenas de oper .rios,
que naturalnente solicitaran a sua adinissa
naqu-tilas obras. P is nos intervtllos de ropoei i
o que all circula e M l 6 o Secuto, que o orglo
rep blicano nais pertinnz c violento. 0 Sr. Co -
siglieri Pc-droso, deputa lo republicano e un djs
mais eruditos e tal-ntosos profiasores do curso su-
perior de lettras (iustituido pe o Sr. D. Pe lr> V,
de siudosa m mina, e dtalo logo pelo finado
soberano com generosos d nativos que deluzio la
parte que Ihe competa na lista civil) est con ti -
nnament-3 em scena, pedind dilluvios de esclaie
cimentos e manifestando a in voutade do grupo
que representa contra quaesquer dis.iendios oxl-
gidos pelo espienlor da monarcbi>; pois ultnra-
mente, n'vna sen de informaco.'s que pedia ao
goveruo, do alto di tr.bunn, quera H. Exc. saber
quantj se tinha gaatu can a ceia no Entronca-
ment, ba poneoa dias, por oecaoio do refrene
do principe real! Tambera |Wf imvt*U se o coi-
trato nupcial ha de vir e quando, ao parlameno,
ao que o ministro da f izen la Ihe res o mdeu, Beer-
tadament-. que se ness; contrato h iuver algniaa
clausula qu: i!-e'n la de saucedo legi-lativa, al
djcuminto ser npportuaanente apresentado s
rtes.
Parece que. se o Sr Antonio de Serpa regres-
sar de Paris anda est mea, o contrato uupe al
ser i-.preseatado s lrteg antes de serera estas
adiidas. Vas se nao voltar ion Marco, cutio as
cortes sero adiadas no da 2 de Abril para se
reabrire n em Hato, qaando se enfcetau o casa
ment do Sr. D. Carlos, que ser en neiado de
Maio. O casamento em Lisboa. Os camin os
de ferro portugueze?, hespan '3 e franeezes, an-
auneiaran M Da ]>ri g 'S rcduzidoi para as fes-
tas do casamente.
Diz seque a Sr Antonio de S-rpa lora offere-
cido por Sua Mag.-st.ade el rei o titulo de marqui z;
mas que este estajis' > p sdfe a el-rei que o dispen-
sisse de aceitar aqu ra mare.
No IHoro do Govemo forain publicados o ie-
gaintes despachos :
llordono uir de Su i Magest-'de a rainha, o
Sr. Duqu le Loul, par do reino, e que era j
estribeiro-mor da casa real.
Cainareiro mor de Sua Magestade a rainha, D.
Gabriella Isabel Josephina Corma de Souaa Cot-
tiuho, dama camarista de Sua M.gestade a ri.i
nha.
Damas camaristas de Jna Magestade a rainha,
a Conlessa de Murca e de Sabugosa, Coodeasa le
Rio Maio, D Malte.
__Um telegrama do da 20, de Guimaraes, c i-
rigdo s Novidadee, rezava o segninte:
Foi amito bem aceito nesta cidade e conse-
Iho a noticia dada p los j imaes, de que o g iveru i
tencin letorm t o e.elig J mui tr..tiv i, toman-
d i por base o pr j-cto de reforma d'- 1881, de ai-
euti.a do Sr. ons-llleiro L iciauo de O.otro, pr i-
jecto em que se est&beti ce o principio de aut o i
jila i B
Esta olucao d id i ao co.iflieto desta e.idale
com a d Braga 3gr*d i g t ion iM
l)' ill lissd -11 -
, ; n iqu-ar o g
i que p 1 la un
me al
A i ; 0 ai o m
I i "r-
ii-s i uva iai i 5 tea B' d'eui
ora na ba no ivo ,/ uai i que Ib di b raune a
Aui ii ba j i lo re
."II-, < el
o i-. a o. o i I c i i i i -,i ii i
da n i,ii, .- o c .-. I samara
. a ir I ipn.ar om go n q le repre-
.lent.i a- o oo- Jti uu. parte ii p.i ;
or pi iu> i, o iu to l > o pas abrigado a ser
11;; e qne s^; a cmara foi eleita
ou nones a p li _; cerno demiaaiooari'M e aeus
tes administrati. --, nolbcteaio ella un
nifsfalo por nenhuuia votabas falca de con
ti ..,-. e teudo esse governo largado o poler aos
^ 1'ersarios, pura e simplcsmente porque Ihe p-
pr- uv-- ir desean-; 'r, iW r leuioerar-se, tambeui na i
ha motivo para qu-- e-sa cmara on a sua in noria
est. j ag ra por accinte a entorp-cer a wareha da
goveraael i iu* novos miuittros, isto eraq i.nto
.le* pelos seus actos nao levantaren M cian da o nnio. Sej i como for. coutinua a reinar a
doee paz na s .ora igreja.
Per ora o gove-n t mse limitado a madar o
pe-s-al adminati tivo, eeatooeea direito ta
aso maufeetaclo de intoleraaeia, pirque tida.
os s t iac8 s se ro lean de gen e sua.
As leu iadpeoaavaif ao miaiaterio pira latia-
f izer aa n c Mida lea e institu ti laa^e 11 g rtr ro i
el, eatao rotadaa, oa oppesic i nao Ihes tem ponto obstculo), o qu
pro a bo\n s>'iiso pr tico.
i'k rece que un d >s ass in.otos queogivern.
ml preparando para suometler representado
naei aial o que diz respeito quesl i dos VI
nhos.
Atfirraa a tambea que as oceupi da revisan
das paii'as e da lab mei de um projaeto d um
novo CO ligo co.n u r !j ll, pr p tr IB 1 d tara i--in al
gamaa ir >vi lencias ie sabido alcance sobre a
laatraecao paMiea.
Pare e as ua vingar a i ia d des aembrar di
ministerio das obras pubii.as i agri.-ultura, coio
ra^ re > in iustria, c eom as ilireeeS a r s,i I te,
aunexadas da instru-yi pabiiea, q i i -s' i n i
minieteri do reino, faxer-ee um novo inimst ri-,
o d.intime toa, fob .ju.lqu r d iiomiiiaco maio
Verncula 00 c i n 88S I Ue'sm a, qu q n: tem n i
viainh H spanh.
No gibiuete di rninisTo da jn-tica. o Sr.
ons-.lieiro JJ irao, reunir, u-se, ha p i o diaa,
diversos ju~sc insultos, para laren sobre
um prqj cto de lei t na- nt a al irgir as fiancaa.
Depoie de larga dieenaaSo fiearam anates i
pintos capitaea par es i loor: ') projret
ileic ser brcvuawBte apr-s atado i eamara.
O Sr. cus i.'niro Navarro, aaietro loa obras
ublicas, f i ant--;i mtej vi-iiar a parte do
noiuenlal dificio dos Jeronyin i-, n Beln, I
vn in t iliar-se .. iiium-u in o i-
S Bao. dea s ord i. o e i pie todo
se prep r- d f>rna que u ib u i i u ti ser inaiiguialo por ecasiao ti i Citsamraia de S
A. o prinaipe D Cario-.
S k. o Sr. otante >. Logaste .unJ est em
AJeobaea e d'alli voltara a Aveiro w eates Ji .-
para aasiitir abencaia no I 'i.,
deira ffreci la e bordada p las d .mas de Aveiro
para i regiment de eavallaria n. 10. aeguarui-
(,-a i n >que i cid de.
V io no Diario do Govrno, o deeruto ao-
me u i,, o Sr. Augusto -los ua ''unhn, k-ote da
seol i polyt ehiiica l L'.-b.a, pn-sidnte da em
mis-ao inspectora das escoiaa nooaaee da eidade
d-- Li*b a.
Para vogaea da meama eommiaj4i fbr n i
mes dos p o te i de detu nao o Sr Abiho
le llll-ear lili iS l-ll'! di'- |l o lie ej
I Lisboa VOgal d i C miui si in uiicipa
de lastrase Pr aciaeu da Cj-ti P-.ix, na dico
v ig-.i da com ii s-5 i municipal de DTgien e Ln-a
esposa do Sr. c usellieiro G mes Lages, alto fuuc-1 cilmeute receb-ro drz por cent dos seus ufelizes
co:i .rio do th souro, o par do reno o SJgra dos | capitaes.
Peipp- Li !-r.-tor o pnf-ss.r do Ly-e i
Cent i l Lisb 11
lermoa do t creto da 80 de lea mnr. di
1885. membro nato d U commiaeii iaspaei ira
i ni etor do i strnecaoprim ria desta cir-ums-
crpcjU)
delegado lo g >v< roo u preaideaite da asco
Iha oireeta do g ro eos v gaea -i eacolbi-
1 os le listas trip'i- < pres 'Otadas, em vita le -le
el dcX >. p I is -o- p '8 resp icttvos.
Estas tuneei,..- i ex-re las gratuit-nnei-',
X i Diario do Goveruo vem publicada una
por-ana do ministerio d taz.nla, pela qual fioa
res-!v:li i jil-stiu los ..litigo,, g,iar lis e ruma
dores da nacalisaCoV externa das alta niegas.
nii' qwaeram alial i se wb ase ndieoes
creto, d- 17 scteuioro do auno paseado,
Piea traosmitrido o aiistanwmao a todos que
preten lerem, anda mesm iqu--lles que se virara
O' q i- quize-
ilo r-tend) de-
jas, que
do d '
c mp-'lli'ios -i peiir a exilie,
r-n altst u-se s ib a-i C m I
cret > in-luida a da Servir
carSodo diretii de se*sm r fo
tagens por <
. Os la antiga 6sea i- n i
i it ir -e a ,ss is B0I diCO-s. al
cargo doi oit aoaos de serv
sequ.ndo o dt-'jarem, com
forli
ir it i anooc, gi-
dos com as van
lo Hi.ferniHS.
ao qaiaerem su-
r se hj sen -i en-
piden to d spe iir-
it i qne n d--el rem
can iros mvaea da antoeipaeaA misuJ guaarao
na reforma aa v nt.gens d i decreto de 17 de se-
tcnbro de 1885 e ser.i i refirmados segundo a an-
tign Irgislaco.
Tanto mis >:omo nutro fiearain sujeitos i arga-
nisaco e disciplina miotaie- establecidas pelj
deerrt-i que ere u a guav la riscal.
E' co ic dido o pas, de H-is aos ditos guar-
das e reinador s paca requererem o alista nento
nos terin s da meiieien^da portaiia, d<-rendo os
que o pretCLderein ser inspeccionados por urna
junta d saude.
Era esta a uuie i so'ncA> razoavel para o e. nfli-
ui que i minuteno trausacw se pon' ra com
os direttoe adquiridos p los guardas e remadores
da antiga Gseaiiaaaao externa.
Assim, fic-im, sera rejuizo da organisacio da
guarda fiseal, garantidas as vantagens pela nova
reforma esta lel-cldas pna os que de novo entra-
ren para o s-rvn,'o. e para os antigos que as pre-
tenderen com es eni-argos correspondentes e res-
peitados os di eitos d'aqu-Hes que se haviam alis-
tado sob condicot-s .Iiff rentes.
O Sr. Mariano d,' Carvalbo, ministro da fazenda,
praticou assim um acto de justica e justificou pie
mente as c usa as q le fizera, como deputado da
opposicao ao procedimeut i do seu antecessor, o Sr.
llmiz Ribeiro, no caso stigeto.
Poi agraciado con o titulo de Visconde da
E vuraoSr. J'st Perdiga i de Carvalho, de
Evora.
O Sr. 11, ,-iriiuii de Maced >, ministro dama-
naba, teve li poneos dias urna cmf-rencia com o
Revd. padre Duparquet, Ilustre missiouario afn
cano, que si fizera acompanhar por outro distincto
inisiionario francez, o Sr. Gastan,qu- t*m tambera
prestado importantes servicos civilisacao afri-
cana, e p-lo Sr. Dr. Pemando Pedroso, um dos
atis esclarecidos S devot.nl03 africanistas, e gran-
de propagandista da mises ultramarinas. A-
sistio eonereueii o Si. conselheiro Brito Capel-
lo, govetnadur getal de Angol .
O Sr. Dupirq-et diuaoSr. ministro da mar-
uha iutoruiaco-o imputantes sobre o servico das
B na frica Occidental.
As commissoVs de fazenda c de marinha da
cmara dos d- putados leuuiram-s-i ha dias para
tratar-m di pr-jecto de urna recompensa nac onal
aos benemritos exploradores C.p lloe lveus.
Picou resolvido que so propozssu approvacao
da cmara o seguiute :
Que seja dada a cada em dos exploradores urna
pensiio vitalicia de 600*000 (fortes) por anno.
Cumpre advertir que j goz van de pensiio
igual conferid pelo* poderes pblicos, em recom-
pensa dos seus primeiros trabalhos de exp.oracio
africana.
Que se lhes de por g irantido o posto de ac
oesso que tiveram fieando snprannm-rarios na res
pectiv c'.ass, en cu|iq"adro entraro quando
lhes prrtencer por sua antiguidaoe ; qn.i se
dispensados dos direitosdo mer- pelHS distincc,oes
honorifici8que Ibes foren conferidas, nacionaesou
estrangeiras ; que fiquem com a propriedade litte-
raria da obra em que descreveren a viagen de
expioracilo e que vai ser publicada a expensas do
astado, o qual rekerva para si 1,000 exemplares.
Falleceu de ubi pneumona, dentre em pon-
eos dias, a Sra. D. Alexandrina Chaves Lages,
Srs. c uiselliciro Lip> Vaz de Sampaio e Mello e
ello.
A Llleei-ia era senhora inulto respcitavel e fora
nui i firuiosi
Seu pai era o antgo ra irgaio da ilha de S. Mi
Fi-iuioseo AtTiiiao de 'Jhaves e Mel o, que
x ir i a ii temp i a'a iu districto o cargo de
lo:* Civi*. A fallecida sen hora tambera era
I de 8. tfigq il,
T .n'i ni stie. amate ultlm un me m S. Mar
l.nh i do Porto, O Sr Alomo Autero da Silveira
t la B '('.(( das futnili'i8 titulares de
/.' pie ain-l ato esteva neute pu-
la.
i fiho do antgo ministro de estafo Agosti
ufa A ian i.
0 fallecido era natural do Porto ; toi ofiicial do
trangeiroi ; e decoaoa-
iii tas pnblicac importantes. Era incau.-a-
inuito i d lito,
N". quintad vi 11 Alegre, no districto de
i tamben ba pmos dias o Sr.
> larte Perreira Ptat-i Basto, autigo a 'm nistrador
di fabrica le pireellam e vidria all establecida.
Era respcitavel pelo seu carcter e inuito bem-
qll-to.
Ao Sr Antoaio Luiz Machad i Guimaraes fi-
lh" doprimeiro Bario de Joanue, j-V fallecido, foi
SODCadldu era segunda vida este titulo.
Ao S^. D. aetano d Braganca, neto do ul-
timo duque de Lafo s, vai ser renovado aquelle ti
tul i Ilustre.
0 pal do Sr. D Caetanoera o Sr. D. Pedro de
Portnga irmi i de conde de ''ivioso.
Sua ini -ra filha do duque de Lafoes.
O r. O. Caetano j to noli assento na cmara
ios pares p ,r direito h-reditari i.
Bate tituU, o de Lato s, con honras deprente,
f creada porel-rei O. Joao V em .718.
E' mais mod.-ruo que o de C .daval, creado em
1648.
Os duqu s de Lafoes erara tambera marquezes
de Arronches e condes de Miranda e seuhores de
ti ersa casas e ni irg idos.
E n bens patrimoiiiaes ainda tem esta casa 10
con tos de renda inoeda fort-) e urna das melho-
res quintas deste reino, a da lorie Bella, na es-
trada das Caldas da K liana.
Os ouqui s de Lato is perderam muito das suas
antigs rendas, porquo urna grande parte- da sua
casa c msiatia in b ns da c iroa e ordens.
v casa deCadaval lem buje de ren la 300 contos
| i) e u.6 s Uerdeir i.
Todo que p ssuia era t-m bens p.itrimoniaes que
anda c nserva.
N da da proc-slo dos Passos da Graca,
que se tFectuou com a eo-tiunada s lemnidade es-
tn I i o temp. expeniido, deu-se no Chiado um
conflicto serio antro o Sr conde do Paco do La-
ni ir e o Sr. conselheiro Julio Marqu s de Vilhena,
mililitro d estal honorario, par do reino o direc
tor g ral do ministerio lo reino.
Estes do s coVolh iros -stavam para se bater
m duello, tat motivos de que a imprensa nao d
parte a-i ^uli C i
A p-licia igiava cuididosaraente para que o
du-llj se nao realisasse.
Indo a passar o Sr. Vilhena por diante de una
por! onde se chava a dito conde, re ; beu deste
Un i tre n'ii 1: b-ngaUda na cabi'c, filiando bas-
t nte f.-ri 'i e pa tnido-se-lhe a badine conque
se quiz defender
Houve pugiiat l.
tls songos e e nhecido8de um e de outro nter-
vn rara e paree.- que entre elles tambara se troca-
ram ("Ceos.
A multla i que estacionava no Chiado para es-
p r r h levuio pi n-i~sao era enormissima
A p iliei i I v ai preso pira o go.eruo civil o ti-
tular mencionad", que so afliaue u mediante a
qnanti de lfljOOo, devendo comparecer em juizo
qu ni i f r it do.
A |insSo do Sr. Julio de Vilhena nao se pode
et ctiiar por ser par do reino.
A p ilieia ai prebeu leu-lhe um rValver carre-
gilo I- seis -iros, que oi p.raojuizo.
A mit iridade m.nidou examinar os ferimentos
lea e eav ilheiro p ira lev. ot r o auto do corpo de
delicio.
Poi i- ,n leal 11 a -ua casa n'uma car'uagem pelo
Sr Vngilio Teixeira, seu i migo particular.
No di-i 14 deste mea, anaieewario natalicio
le 8a Magestade* Imperial do Brasil a Sra. D.
Thr. z.ed >ua Mag-stade o rei d Italia houve
ja oa de gala BO p co ta Ajuda.
\!..-i-tir:ioi alm do ministerio, O corpo dipli-
inatieo -isa t-- i'goitar' s do corte.
ii--gou a celebre Aieliua P itti a Lisboa.
E-tiea-s ,m .lia o d-pois em#S. Carlos.
Os p e\; '3 ai ex.ger dissnnos, capricho esse
queja Mi tem valid pate-das red ndas -m Hes-
,i nha. Val-ncii II.re lona assim dem mstraram
rf'uao sen desgo-t p la exploracao pesadissima
a que cubra tteu os dileltanti daqu-llas duas cid i-
des.
E' de crer qoe L'-'ioi faca como Madrid, que
-e r-signou com tus pree ,s a pa.a p-der dizer
que m < vals um goxto do que quatro vintens!
A Devris foi ao Porto e l tem sido objecto de
rucies estroudos is
N" i th ai i de O Mara II a 19 dpste mez foi a
fes'a artixtiea le Joi > Ros a, com x premiare do
Duque de I7z"i,por Heurique Lipes de Vi nd nica,
labmtoao eacriptor, sobabo do f,ilecido uotabi-
lissnno filbetiuista acadmico daquelle appel-
li lo
Nao me foi oosaivel assisfir aquella reprcaenta-
c o, mis segn lo vejo por t idos os jornaes, a peca
que toda -m s .berb >s alexandriuos, e V que al-
guna j iruaes da i excerptox, agradou immeuso.
Os a-tori'8 e actrizes qne neiU tomaran parte
sob eex ederara a su reputacao art stict : 0 sce-
mrionivo t do e puta-i p-r Manini era um-n-
canti de. verdale e perspectiva ; o guarda roupa
todo apropralo i-p ica (O Joao II) e ri^uissirao
eiiifira, nm triiioipho compl to.
Poi hontem que principiou na cmara dos
deputados a diseuss) do parecer sobre, a dota(So
do principe real e das despezas do casatnenti.
Li ha das que cempinhia do thestro de
D. Mana II vai ao Rio de Janeii-o. I
Aute houttin deii se em S. Carlos a Mathildede
Chabru do ve'ho tvossini
Ha doze iinuiis que se nao cantava ''ra Lisboa. I
Ouvia eot.-lo c un a ce ebre Ortolani Tiberini.
Deste vez fez am fiasco monumental.
E' esperado cui Lvsb a o Sr. conselheiro Ma-
tates de Carvalho, ministre de Portugal em Ita-
Aggravarim-se os padeciraentos do Sr. Marqnez
,ie Thomar. 9'
Ha dias fallava-se a que ira substituir o Sr.
Tuvar i" L ra s, ua 1 -gacao do Rio da Janeiro o
Sr. Vicente Piuhiiro (Piudellt) que foi goverua-
.dor de Timor.
Ag** a versa" nutra.
InTligia-se o Sr. conselheiro Andrade Corvo que
e o n-.ss i ac'.ual ministro em Paris.
E' para deplorar, o ver ae, p r todos os cantos
e rodas soci.ies, viuva, operarirs e pequeos la-
v adores, lamentarem a parda de suas apurada <
e^uiomias e reduzidos extrema pobresa, devido
especialmente aos recouh-cdos caprichos do Sr.
uonde de Itacolumy, em competir cora 03 fidargas
da Europa en to elevada steutaca, que nuca
poda Corresponder as suas circuuistaneias !
cba-se entre nos, restitu lo ao --Co de s 11
familia, o Sr Dr .Ignacio Jos Aives de S uza J-
nior, cnsul geral do Bnzil na Guyauna Pr lina-
za. o Si. Or. Ignacio Sms um moyo estiaia-
vel, rauito digno, e qu ha servido com dedie icd i
causa do Brasil.
As sesso s da asseinbla provincial teem
sido tumultuosas, attrahindo robte ell-is a atteu-
cao do povo, s uipre vido de. eseandal-)8.
Assua-las boiriveis, COtioqutos das galeras com
os deputado', ui'ultos trem-u I is, tu 11 (em liavid >
na pi-esent- se-so da aasembla iroviociaLe re-
ci i se qu da teta d i palavras se pasaar a > pu-
gilato dentro dj proprio resjuto. Os nimos astao
extra .rdiuariamente cuitados e apaixouados.
Alheio aos iiiteres3es partidarios, assisto de pa-
lauque a estt di-sin irouam--utr das iustituicSes de
mocraticas por culpa dos prop os politicos, aos
quaes, cabe a suprema direccao dos uegoiios p-
blicos.
E' meu dever apontar as causas do estado anor-
mal, em que se acha a nossa assembla provin-
cial.
A minora liberal ficou irritada con a annula
co do diploma de um de seus correligionarios,
e eito pelo districto da provincia, a a irrites, i i
subi de ponto con a tetelo para presidente da
ass'mblca, do mjor Araujo Costa, que acaba de
obter urna ordein de habeos corpus do Tribunal da
delaco, mas a quera a opposicao li ral attiiiiue
a resp msabilidade de Cliraes imaginarios. Ac-
rese, -ute-se anda que entre os m-mhros da
raaioria o Dr. Viveiros de Castro 6 quem sustenta
gallardamente o peso da opposicao, as sen au-
xiliares valeutes, po3 a naioria quati 'ola consta
de alguus cidad os do interior da provincia sen o
traquejo parlam-'ufa-.
Os habites das galeras applaudem a opposicao,
porque desejain regalar-se c m o espectculo das
rixas e tumultos.
A estes motivos de agitaba > veio unir-sa um
novo crime perpetrado na vil.a do Mirador. Uns
soldados do destacamento d<-ram, m-.tar, no te-
u uto Boiufim, pertencente prcialidade liberal.
0 delegado de pofacia, que um oflicial do exer-
cito, assistio a surra; d'ah nasceu urna grande
agitaco na villa. O juiz de direito e promotor
publi o reclaraaram a retirada do destacamento,
que se tornou losubordiaado, o pediram a presen-
ca do chele de polica como garanta da orden u-
blica.
O partido liberal toraou este negocio em grosso
e at/i agitando a opiniao, que anda irritada con
as desordens do alto s-rtS i, j do Grajah, j do
Mirador.
0 conseiheiro Bandeira de Mello quer tomar
medidas enrgicas e efficizes, mas falta Ibeochefe
1 polica, pois o nomea io pelo goveruo ua pie
anda entrar em exeiciciu e o interino ainda nao
Voltou do Grajah.
A opposicao liberal quer attribuir com man-
testa injustica a responsabilida le destas desor-
dena ao Ilustrado Dr. Gomes de Castro e aocm-
selhei-.o Bandeira, arabos incapazes de tolerar cri-
minosos, sejatu elles correligionari is. Nao posso
aventurar luiso seguro sobre estas tristea oceur-
reueias, por n certa polos documentos j estam-
pados, emanados do juiz de direito e promotor, que
o criuic foi cominettid i pela forca publica e (jue
maiores Crimea sao para receiar.
O presidente da provincia j substituio o com-
mandante do destacamento e talvez isto sirva
para restituir os ainos sereuidade. Deus o
permita!
No dia 25 Ai corrente mez falleceu D. Ray-
raunda de Abr uiehex Moura, espssa do Sr. Anto
uio da Silva Moura, distincta e e.tunada senhora,
que era directora do anligj collegio ae meninas de
Nossa Senhora da Gloria, coll-gio que to bons
servidos pF'-stou mocidade inar.inli ns -, e do qual
toram algumas muitai aannoras das que hoje sao
mi c .,:nil i man larain para o in -jin> collegia
suas lidias, e i tu i prova de apreso e gratido s
antigs ('receptoras que to desveladas serapre
foratn por suas discipulas.
Sua mone tem silo geralmente lamentada.
A respeito do roubo, ha dias havido no Con-
sulado Portugus, o respectivo cnsul putilicou
em tolos os j rnaes d-sta Capital o segninte :
Illm. Sr. redactor.Preciso que touos saibam
a historia qua vou contar Ihe.
Urna vez, em Outubro do anno passado, ao
abrir a burra de ferro onde-costumo guardar algum
dnheiro, valores e documentos, concerneutes
gerencia do Consulado a -ncu cargo, deparei com
urna carnada de cinzas e fragmentos de pipd
crestados, entre os quaes se rec luheciain vestigios
de meia lii'.ia de cdulas, se tan:o. Como nin-
que trag< pres correare do relogk, que nunca
largo -en.io de imite etnquaiit', durm >, attribui log i
o estrago a accidente causado p .r ponta de cigarro
ou eharuto acceso, que i-u tivesse lescuidosa o.-nte
deixado dentro da burra. Satis!-ito cora esta -?x-
pUeao&o, ta te i le verificar o prejuiz, qus faeil
ment recinheci ser de tresentos mil reis, ou p meo
mais nU menos, em cdulas, e de uns poueos con-
tos em 1 ttras acceits pelo honrado coroinr-
ciante Jos Lopes Ferr ra. Quanto ao dnheiro
resolv repol muira custa; quauto s lettras,
nao tvea ineuor duvrla de que o aceitante as pa-
gana s-m necesaidae de titulo obngatorio, como
d.- facfo.
PARAIIYBA-2 de Abril de 1886
Felizmente parecera desfeitos os receios
da secca. N s'.'s ltimos seis dina tem
chovilo com abua lancia, e o rio Par.iuyb
tomou agua, desjeulo com fortissi na en
ch nte. t', pois, manifest qus grand-a
ehuvas caliinm no serillo. A popular-a
est onin ula e o cont-ntam mto gpnl
A liivs tariaram, porm vie.ram atirial
.om torga. J graa le o prejuiz.i oaasa
do, por u diminu! a proporujlo do mal.
A onda los emigrantes trata eogr s do da modo assusta ior Em inuit-.a loca-
lidades a geuto poltra ilimentava-se da co-
midas agrestes e noeivas sau le. Con
t-a.vum-.3n muitos casos do n.iorte por fume.
Os emigrantes reaoiam-se ms iajnfedia-
^3e3 da capital, o aa eatradas comcjivama
ser iuf''staJaa por iiialf>-itor<>8.
Com a noticia daa choras os sertarr-jo
apressaran-sfl a voltar aos seus lares.
Dentro de 24 huras desappareceram nu-
merosos operarios que tinha n sido adrnit-
tidos, quasi por caridade, as obras do en-
gaito central.
E' justa a satisfaclo pela fundada espe-
tanga de que a provincia livrou-se do urna
tcrrivel calamidade.
Foi aceita com agrado a noticia das
duas recentes nomeico'-s de v~c?-presi len-
tes, reciliin-lo a de li" no com nenia ior
Thomaz d-i Aquino Mimldlo e a de -Io no
Dr. Samuel Tertuliano Henriques. Ambos
silo raembros respe-itaveis do partido con-
servador; o primeiro. de long data ten
prestad > assigoala los aerviy/is quer na po
litica, qmr na administraco, qu-r no ma
gisterio ; o segundo, sendj fillio de uin ii
dada, cujo noma caro o partid, tera
sido um dos melhores auxiliares da actual
administragilo, i havendo por duas vezes
o -cupado interinamente e por largos inter-
vallos o lugar do cb fe da polica.
Rappareceu o Publicador, orglo li-
beral, e l,go no segundo num-roestabeleceu
iliscus8lo cora o Liberal Parahyhino, sen-
do do lamentar que esta pareca dever de-
generar em urna questao pessoal. Nm
guem lucra com essas dissenco -s entra os
inr.mbros do um raesmo partido. Quauto
mais unido elle se mostra, mais ganba a
causa publica.
Acha-se entre nos o Dr. Joilo Mar-
tins da Silva Coutinbo, qu veio s pro
vincias do norte ein coraioissAO do Mmis-
t-rio da Agricultura, e espacial ment nesta
provincia est incumbido de estud ir o pro-
lingamento -t o Cabedello da estrada di-
ferro Conde d'Eu.
Nio polia o giverno enviar pessoa mais
competente. E' de tal ordein o melhora
ment que resultar para a provin ia da-
queile prolongara -a:o que n > lo crer pos-
Sa ser por muito lempo -lemorado.
J i com grande diffieuldade que os Da-
os podem chegar at a proximi la la da
capital.
O rio acha-so em gran le parte obstrui-
do e diffi.-ilmente faa-sa a navegagao por
um p'qii no canal, com dependencia sem-
pre da mar.
A estrada de ferro, pondo em directa
corarauuui -ajilo a capitil com o porto o
Cabedello, que formado por uin espl olido
o vasto an loradouro, onde podem funiear
navios do maior calado, permittir que se
est ibeleca com m um cacao directa com os
portos estran^eiros, su p pri mi trio os vexa-
-us e d'-sp-zas do transporte em escaleras
e lanchas sem rebocadores.
0 Dr. Coutinho o o presidente da pro-
vincia projectam examinar pessoalment-i o
fessota publica da 2 cadera de ACFogados, rC-
I lerendo um anco da li leoea com todos os Venci-
racntos para tratar de sua sau lo onde lne con-
viei-.\' c nnni- a i de p COe8.
Um abiixi asgna ios de moradores do Mundo
Sr.r i, de Buique. pediodo a creaco de urna cade-
ra a l.A' coinraissSo de iostruegSo publica.
Approvaran se sem debate idus pa-eceres da
om n'ssi d.- oreanjento manieipal pdindo iafor-
m ic/ies sobi'-- o requer lo sarjlo Franeisc da
Silva Senhir e M ir lelino -J i- .Mara de ilollauda
Cavalca te.
A lioti-se, p W t-r pedid i B pilivra a Sr. JoSo
Mees, um parecer d i 11 missSo indeferin-
do a peticlo de Are- i I Borgea
Poi ira ir uiir -,) n. 2-i. mu proj-ct altern-
doos iiini-i :>i _-1 /, ,-i le S. Joii do Egypto.
O Sr. J*se Marta ji-ii'cm um r-querimeuto
pe lindo iiifor n i;o i toore lautos criminosos oc-
cirri los ein C uilntinlio, fi-anl > i discussao adia-
da pela hna, e s"o I > r i lita lo tin pedido do rnes-
m Te pr irogic p ir 30 aioatos.
Passou se orleio do da.
V -lou-see foi rojetado recpieriraento io Sr.Iose
laria, de iidiament I p W 8 lias da 1* discussao do
projeeti ii lio ( iii'.risaud) a coneeisSo
le permnt .rem as cadeiras (le in-itruc^ao primaria
a tres prof--ss ree).
Continuand ia atscussao da referido project-iea-
cerrou-se, n) se votando por falta de numero,
t-ndo orado os rs. Jos Hara c Dru-umml Pi-
Iho, e sen lo ap liados : um requer in m*o do pri-
raeiro pedindo o adiaraeuto p-r 3 dias e outro do
seguido, que fosse ouvido o director da nstruccito
publica sem prejuizi da l* a 2" discussoes.
Aliou-se a 2a etaeasajtu du projeoto n. 'J, d-ste
anno.
A ovdem di dia i
1* discussao d s pr>jeetos ns. 22 e 23 deste
inno 3- d. de n -1 de 1S~<5, vot*cao do d a. 120
de 1885 era 1 (UseUSsao e cootioaaoao da antece-
leiite .
l'iM-iililit It- de UireltoEis o resultado
dos aer ... havidoa na Faculdade de Direito, no dia
3 do correte :
4 anno
Luiz Ayrcs d'Alir.eiii :-retas, plenammte.
'Juilherrae de Heireiles Vianna, dem.
loiqi m (otn;alves Chaves Filio, id.-m.
Joan Marciano Oliveira da Silva, dem.
Alfr-do de Ii irros Malureira, dem.
Antonio Mondes de Oliveira Castro Sobrmho,
dem.
Fr nc8C L> te Bas is Jnior, ide n
Augus'o T-iquai i de -.adrede liotelho, dem.
R ul Ripoj i Barradas, simplesuieute.
Arfhur di- .VI -II-.- Msttos, dem.
Caetano Perreira Guimaraes de :" Pcrcira,
dem.
4 serie
Direito civil
Manuel Claudino de Me lo e Silva, simolesmente.
l'rcsi li-iin- de Minia Keraen Ao
bordo do paquete Pernambua vai de via m pira
o sul Etm. Sr. Dr. Francisco d-- Paria Linos,
desembargad da Re ica> de Fortaleza, ul'i -
mente Borneado pr i tote da p orienta de ICiaaa-
Gcracs
S. Exc, dnrants a estada do paquete no porto
desta eidade, estuve hospedado m casa d r.
Dr Editar lo de Barros, onde foi visitado por di-
vers, samig-ia.
Commendiidor Miltim Cu ii bu Da
Parnhybi veio, ante-hontem, n referido p.iqu te,
o Sr. coininen lador Sdvno E. Carneiro da Cuaba,
afim de tratar d negocios leas nesta cidade
Est h spedado uj Hotel D Alton o, no Cami-
no i Novo.
Cuinpriraentatnos o nosso illastr amigo.
Para o tai So vap ir fra icez Vill.e de lli
de Janeiro esperado da Europa h-je u auianiiS,
emeai an p ira a corte os Exais. Srs Drs. Taiqui-
nio Braulio de euas Amiradh'. e Jos S iriaao
de Souza, est-- deputadi ger-.l oelo 3* districto da
Parabylia e aquelle pelo 1. do Rio Grande do
N'ort. .
A' ambo,, que contamos no numero d3 nossos
amigos, deoej-iinis feliz viag m e muitos louros
par mentares.
Thesourii PntvinrialII je no Th sou-
ro Frovnii.il paga-se aos pr fecsiresde 2. en-
trancia os 8' us v. uciaieutos de iovembro do auno
passfedo.
tuilienriaH premdeaciaeN-A Ex:.o
Sr- vice-pri-sidi-ute da provinea, L)r. Ignacio Joa-
qum de S.uza L-ao, d audiencia i- terc*s e
qjint is-feira>, 1 horas da tarde.
Era Iranmlio O paquete Vi<7?r levou anta
hontem para o.mil 368 passageiroc, sredo 17 to-
ras-ios coi Peruaub :CO.
Dliibeiro O paquete Niger levi-upara :
Rio de Janeiro 801:7* U009
O oaoucte P'rnambuco trouxc do norte para :
trucado j estudado, *ti INTERIOR
i orre-inondeuci do Uiarlo de
Pernambuco
MARANHO s. luiz, 28 de Marco de
1886
Antes de tud", ro?o a sua attencSo para diffe-
ri lites err 8 de composicao que se d-T-mna rainlia
ultima raisiiva de 9. publicada no seu mui cj'
ceituado Diario d-- 14 do correte mez, spud > o
mais SL-nsivel o da importancia do debito, na Eu-
ropa, da fatiida casa dos Srs. Jos Perreira d i
Silva Junior & C, que de oito coutos e nao de
oitenta contos, como toi publie-ido.
Em re'-aeato a csia importa ata quest i d > da,
at o presente, nada ha resilvido, visto que 0a fal-
lios j se comprouiettcram em apreseutar p ir
estes dias a reclamada escripturaco, afim de che
garem a utnajeordo.
E' certo, porm, que este aceordo nilo s dar,
porque o Sr. Con te de Ilaeolumy, unic i so io a
pitalisM, c ntra a opiniao jud cosa do seu distm-
cro advogado, Dr. Abilii Freir Fra neo, pr- leu-
de apreseutar, no respectivo bal.nco, a casa d
N i residencia no valor d ceu tontos de rit.
quaud i ci rto que esta cnst.u-lhe cerca de trmta,
as-im como o seu material fluetnante que se com-
pe de antigos vaprese alvsrengas de ferro, qne
actualmente carecem de c mcerto-, p los seus pri
mitivos cusios no estrangeiro, d- ix indo de apre
i iiui simas alfaias e oias p r acha-
rem se hypothecadas aos ftrs. d.agdeo
de Liverpool, o que sobremaneira tem desgoatado
os seus credores, ainda mais porque os advogado
destes nSo consideram legal semelhanU; hypo-
theca.
Em vista do que se tem descoberto e ainda con-
tato descobrir, opiniio geral que ainda mesmo
nao sendo forcada a liquidacAo, os credores diffi- co.Baymundo Capella.
Cnnt-i o caso a alguna amigos, felicitando-me
por nao ter tido perda maior. como palera, te o
incendio tose em occasio de raare'-cAei.i.
J u> peu.-ava mais nisto, qun lo, na ma-
nh de sexta-feira paasada, ao abrir a burr eu
centro um lastro de cnzas e papis quemados e
e u cima, bein no meio, collocado, com por iro na,
um inontinh i de dez cdulas na importancia de
1940O0, perf itamcnte conservadas e fresca!
o Disse !"': Estou roub ido.
o E na presenca do meu ch i iccller e de outras
pessoas que forain chegando, cora-camos a discutir
o assmnpti), do que resultou para lodos a cinvic-
eftn pr .tunda di l' r sid o f g i p ist i d pr-p isit i
pira encubrir o furto da pmedio de clulas qu-
.fadavam e cujos vestigio foi nnp issivel descobrir
entre a< einzas e fragmentos de papel qi.eiiaido e
chamuscado. Ora. como a burra nao apresentasse
sion ii algim de forc imeu'o, eutendemes que ella
tora aoert com a pr pria chave ou cora outra
igual, n que isso nio po ri ser praticado sena-'
por familiar da casa. Chamei, pois, o meu criado
Francisco, escravo do Sr. aatonio Cardoso Pe
reir, e ao interrogal-o vi e vimos todos que ficou
trmulo, c-mluso, transtornado da figura e bal
bardando irouxas negativas. Sao qu rendo e,
porin espantar a caca, antes de recotbidoe e b.-ui
contrastados todos os eem-ntos de conviccdl->, nr-
denei-lne que se retirasse para seu servico no an-
dar superior da casa. No entretanto, elle p aaaoda
nos perigos da sua situaco, aprov.-itou um ino-
mento f-ivoravei paraescapuiir-se... e al h Je.
' Chegando dep na o Sr. delegado de pdicia
que, a m-u r >g.', vinba indagar do occorri lo t to
mar as provinencias urgentes, consegu, pelo de-
tido exarae e discu-.so de vanos indicies, presurap-
c5e8 e argumentos, coufirmal-o as muhas sus-
peitas'e eoujecturas, em que tambera cinoordaram
as pessoas presentes, cuno ns Srs. Claudino Go.
oic do Casal, J s Loie* Ferrara, Bcrnai-din
Lopes de Castr, Cardoso Pe.ena, etc.
Qaonto ao prejuiz i resultante do furto e in
b iilin 8 sntir.f i^ao de nnnunciar aos ir.en~
ainijr.is e a tudos os interi saados pelo or- dir i do
Juiiila I o l'oi tu_-iiea, que n io --xcel- a 800
ein cdulas desippareeid is, e de 1:00<) 1X) era
lettras hypitliecurias, de que apena- restam uns
ji-ej coa unnlmadtc. mas p-rfeita ueuts reconhe-
civeis. Espero; pur isso, ene 0 v- l -r d".-stas me
reintegrado pela directora do respectivo
Banco, como de justiea.
o Os outros valores, ttulos e d icum-ntos per
teaeentea a e-pdi >s e d -psitos -seanar^in a d s-
tinica pir so aeharem ou nos bancos, ou era
cofre sp-.irad'i.
Nada mais posso por ora accecentar; mas
creio ter aito bi-tante par-i eoiisi lar os animes
compadecido-, socegar s liugiiis inequietas e
arret. cer as imaginnooee saosadieias.
Por inim, ac ito resignado a reaponssbilidade
que me toca, serviudo-rae de i-scariuenta para ser
do tutum mais cauteloso.
A V. 8., Sr. redactor, e a todos os aeus e
gas na imprensa, confenso-me gradeado pela ho-
nesta disenpeo de qoe deram prova. uo repro-
duzido ms ballas, que por ahi correm sobre ale
desagradavel acouteeiiaeuto. S. C.22 de Mar-
iliti ni-.i) s que piiei sofTror e os melhora
meatos -io que, susceptiva.
Tem sido riojorcsainente desenvolvi-
da a cobraoa da divida activa da provin
ca, qu-- se a-hava em grand.. atrazo. Se-
gundo as inl'oriuagoes do Tbesoun Provin-
cial, ainda nao tinham sido enviados para o
juizo os conlie amentos de divilas de ira-
postos relativos ao anno de 1874 e seguin
tes. 'Jo sorte que durante esse largo p"
nodo descurou-sH urna importante fout de
receita. Ue Novembro ultimo at agora a
oobraiifa tun dado bnu result do, e atti
v.ida cmno vai sen lo de suppor que, com
as qu inti.is recolhid is, sejam auxiliados os
geandes eaoargofl que pes-im sobro os co-
fres.
Por omqnanto coatinua n em bom estado
as rela^5es do Tnesouro com os empregidos
publi .-os. Os vencimentos tem sido pagos
com regulanda le, gragas s severas provi
(leticias que se tem tomada p ira regula-
I trisareiu-se os pagamentos. Ha em cofre
quantia suffi iente para fazer face s des-
p zas moia urgentes nest-s mezes em que
eacasM a arre-ala9o.
Est e ii el ibora^o um regulamento
confitado aos promotores pblicos a Ase-
is ,co das i-olle torias e .. cobranca da di
vida a.:tivt as comarcas do interior. Esta
medida dev: proluzir salut ir influencia
sobre o de. Acaba de ser publicado o regula-
nento rom qu-s o Exm. Sr. Dr. Bandeira
co npletou o seu i.ystraa de medidas r-la
tivas ao ensino publi o. epois .. lia- er da-
do org-niis-iyao adequada ao Ly-eu P.raliy-
b ino eao Extrnalo Normal para o sexo fe
minino, instrutos m foren por S. Exc.
ere-d >s em substituidlo de urna disfirme
Escola or nal, qu-; eneontrou fazendo as
vezes d Lyceu e de Instituto N rmal, en-
t n leu S Exi. dover cousi-rvar o untigo
r gulami-nto nn parte n-t r-nte ao ensioo
piiiui.rio, com algumas modr&eacSea rea
ti vas : 1 ao r-n-ino mixto ; 2o cap .cida-
le dis acribaras para r-g-r escol is du se-
xo masculino; 3o in pe c > do ensino ;
4o irgiiiiso^-So do co-isclbo do ensino
proviuci d ; 5o i^tituico das conferen-
cias p 'lagogii as.
atvlSTA DIARL
%s ..iii oa Pr-ii'iiirlsi ; uncei nou
liouteni, son ocia ilo xin "*r. Or. Auto-
M i Fran.-isco L neis d Ara ojo, temi corap re
01 Id i Srs. depill ni t.
Poi 1' la e apprivada sera debate a acta da sea
SD ante -denli-.
(i (Jr, Loure n^> de ci, pela or-lcui, tea observa-
bre os trabarnos publicadjs no or.ial la
cas i.
O Sr Io secretaria pr cednu 1-itura do seguin
te eiip d ente :
Un Ib ao do s-eret ario do uovemo, devolveudo
nl.iiiialo ,it-i.c.i-> le Jos Augusto d. .Mello.
A' iu ni lea reoaisic i.
Um i pelic i d-ui'-si rr^elora da iimaiidade
d-i Aira .s. da matriz lo Corpo S .nto. requ- r--ndo
isenco' > 1 i pagaueiit (la ili'inn de raio merta.
A' e i.nin-^iii I m i;,ni oto provincial
Outra d Altr d Bett lugman, r.querendo um
piiv iii-gio par.i estabel-cei- n.ata provincia uina
fabriea de ce.o-nto. A' e anmissao de peticSes
Outra de Francisca Maria da Annunciacio, pro-
QSE3
O vaoor Sergipc trouie do sul para :
Diversos 2:367480
O vapor Pirapama levou para:
N.tal 2:0' 05030
Cear 2:5704118
Reclama cuidado*Pdem-ncs a publi-
c ic.-j das seguintes buhas, que m -recem atten-
ei :
lame a att-ncao da Cmara Municipal para
um furmigueiri existente embaizo do predio da
roa da Uuiio n. 55, e que tem tomado taes pro-
p-TCO'-s que, nao r- ameaca a segnranca do mesmo
pr-dio, como tamb -m j se tera propagado at os
llccrces d i Gymuasio, que proprio nacional, e
durante a Lime invade e destr.a: todos os jardioi
das casas prximas.
Si o i ropr etario do predio contaminado nao
tera amor ao que s-u, nao tem c-.mtudo o di-
reito, pelo seu descuido, de preji.dicar a proprie-
dade alhea.
i. E' o caso pois de fazer a Camaia executar
suas p aturas s mandar p.-r si d-stiuir o tal far-
inigneii-o, fazendo-se Indcmuiaar por quem de di-
reito. *
EmbarqueNo paquete nacional Cear,
esperajo hoja d sul, deva embarcar o Exm Sr.
conselheiro Joa > Antonio de Araujo Preitas Hen-
riquet cora desti io ii provincia do Para, cuja
a-lminiatracio vai aasnmir era virtude da no-
iii.-avi que teve ltimamente do governo im-
perial.
H. Exc. vai aeompauhado c'.e sua Exma. fa-
milia.
Agradecemos a fin za de sna visita e deseja-
mos-lhes prospera viagem-
-pululo (eralCom destine a corte do
imp-rio segal i h mt.-in bo do do paquee bra-
silero Pernambuco, o Rvdra. paire Joao Usase!
de Carvalh). d- pulado eb-ito pelo 2 districto da
provincia do Rio Grande do Norte.
Airrad-'C- mos a visita com i|ue nos honrouS.
Exc. c fazem<>s votos para que felizes ventos o
condusam ao termo de sua viagem.
Deaabamcnta-Hontem. p^r volt* de 2 ho-
ras da madrugada, desabou a arte pstenos da
coberta do predio terreo n. 27 da ra de Francisca
Jacintho, na treguezia de Santo Antonio. Pelii-
in--iite nao ofiendeu a ucnhum ios moradores da
casa.
darapioAntonio Tiburtinn de Mello contra-
tou-se como criado, para conduzir comida, na luja
dos Srs. i.'olKc At C. sita a rut. do Visconde de
Inh.ina, e de par com os pratot. U-vava ptra f^ra
do estabvleciineuto pecas de azcndfts oude roupa.
No dia 3 do correute, sendo d -seberto o ficto,
foi o larapio preso como furto BtstnSoB, e, levado
mi nrnlad", c mfcss ,11 que erf useiro e vis-iro
OS pratio de .c crime.
F i recolhido A detenco e est sendo summa-
riado.
F.-rim.-iilo graveHntem, as 11 e meia
botas da-uiiiiilia, no caes Viut* >' DoUS de Novem-
b Fljrencio Herminio du Carino, travando-sc de
ra'.oes mu Manoel da Costa, forim as vias de fac-
tos resultando hcar ferido com uina facadano ven-
tre o uiiino.
O eiiuvan foi considerado I-ve jaizo do Dr.
Bruno, que examinju o na pharmacia
Central 3t> da ra do Imperacor.
0 subdelegado tomou couheciilento do facto nao
po leudo pr- uder o delinquente por se ter evadido.
L.m Tribune dea peupleeE' o titulo
de um revista) oujo numero sspecimen, com a
dar., iie J muro findo, nos foi remettido de Paria,
un I fez sin appariaao, pi-omettoadi ser mensa!,
dizeudo-se politiea, scientifica. social o litteraria,
,- temi p ir divisafiare pense-.
Nutre rlc, diz t artigo de apresrntacSo. se
rdmra posi-r les pimiss-'s, er faisaat ressortir
ie iipports qui rattaehent ees premiases i laeoa-
clusl'll.
Qnant la conclusin, c'est au publie qu il
appaiti-utde la tirer.
E' uuia revista pura e eminentemente dedicada
i propaganda socialista, como dil-o intrnseca-
mente o s- u pngramma, e ex rinsecamente o con-
firmara os artig-a do numero-espcimen.
Essea rtig s, polos aeus titules, vertidos para
portugus, assim se inscrevem:


Diario de PenuunbucoTcrya-feira 6 de Abril de 1'6
-Eli
Al pumas palavras acerca da propriedade,
se Keclus.
A revolucHo na medicina.Casains. _
A pbysionomia e expreaso doa Batimentos.
M-.viniente e icial : Allemanba, Blgica, Hol-
landa, Brasil, Chin:, Chili, Hes. auh. Franca,
Grtcia, Inglaterra, Italia, Luxembiirgo, Mxico,
Persia, Repblica Argentina, Servia 8 Suiza.
Hela torioRecebemos uin exemplar do re-
latciii, que o Rvdm. director da Colonia Isabel
Fr. Francisco de S. Felippe, offereceu ao Sr .con
seiheuo J s Fcruanies da Costa r'ereira, em 14
de Janeiro do crrente anuo.
Agradecemos.
CbegadaAo bordo do paquete CearJ, espe-
rado hoje do su), ch-ga o Sr. Miguel Fernandes
Barros, escripturario da Alfanaega da corte, com-
missionado para cisne nos livros da fi-rro-via de
Paulo Aouso, para inde seguir brevemente.
Cumi>rimentamol-o.
EmbarqueNo piquete Pernambuco se.ruio
hontem pnri o sul o Sr. Dr. Jos Ignacio Fernan-
des Barro, dign" juiz de dircito da comarca de
Maroiui, cm Serg-pe.
Desejamos-lhe prospera viagfm.
Imprema de PariaRecebemos as se
guintes foto u :
N. 112 do Le Brsil, de 15 de Marco, com
este snmoiario :
Emigiation.Osear de Araujo. Tlgrammes.
Ec'i08 de paitout. Notes sur Paris.Charles
Mninard. Clironiquc arti-tique.Firmin Javel.
Le trsil c* l"s aman de M. Lamas.-A. F. Le
Carnaval Nv.cAd Deeprcs, Positivisme et
monisme.Osear de Araujo. L'art en Portugul
Onveira Lima. Cornear d'Amriqu: : Brsil :
(Rio de Janeiro, Par. Sa>n-Paulo, Mna3-Geraes,
Snta-Cathariua et Rio Grande do Sul.I Biblio-
graphic. Revue comraereialeD. Noel. Revue
financire..1. Gap. Mouvemcnt maritime. Mai-
sens recommandes. Annonces, etc.
N. 89 da feme Sud Americaine, de 15 de
Marco, com o seguintc summurio :
Lh question italo-colombienne et la pn'itique
-italii-nuc dan3 1'Amerique du Sud, par L. Guiiaine.
La grande fe fe des Latine de Amrique l'oc-
casion de l'anniversaire du general Jos de San-
M>irtin.Discours de MM. Torres-Caicedo.Rpu
bliq'ii- Argenline.Torre et immigratloD.Le d
veloppemenr de 1'agriculturc et de l'industrie, la
Ri-pblique Argentine.C'onlrence de M. Riffard.
Le territoire conLest entre la Fnnca et le Br-
sil.Voyage de Mappi Macapa, par II. Cou-
dreau.Courrier d'Amriqu-.Revue conomi-
qne.R'.vue financireArts, scicnecs et faite
divers.Annonces.
GaranliimwEscrcve o nosso corresponden-
te em 31 de Marco fin lo :
nicamente para transmitir lhe as mais
agradaveis noticias con relacao s repetidas chu-
vas que tem cabido cuccessivamente sobre os nos-
eos serto^s que vamos hoje, na falta quasi que
absoluta de assumpto, escrever esta carta
o Do alto sertao as noticias sao as mais agra-
daveis pissiveis sobre o invern.
o Aqu desde que principiaram as chuva* (26
do cerrente), que os aaeaoa agricultores entre
gam-se faina das plantaco'S. lendo-3e cm todos
os semblantes o prazer ntimo de que se acham
todos possuidas, com o respparecimente das chu-
vas, que tao desanimadoramente se fizeram espe-
rar.
o Emfim hoje, tudo prazer o esperanca para
os pebres sertanejos, que com os olhos fitos no
ceu, j present'am os horrores de nma sufra sec-
ca igual A de 1877, por_'m, de consequencias mais
desecadoras.
No dia 24 do torrente chegou a esta cidade
o Sr. I)r. Bernardiuo Maranhio, entrando logo n%
exercicic do cargo de juiz municipal do termo,
para o qual fora ltimamente nomeado.
E' esperado aqu amanha o Sr. Dr. Lydio
Marianno de Albnquerque, promotor publico da
comarca, acompanhado da sua Exnia. familia.
Proseguem coin toda aetividade os trabalbos
da estacao desta cidade. O grande armazem
brevemente dever receber as madeiras para a
coberta.
o Trabalba-se actualmente na locacao para a
canalisacao d'a ?ua"qoe tem de servir nao s para o
consum da estacad, como tambem para o da ci-
.dade.
o Acba-se no ejercicio do cargo de promotor
publico interino da comarca, o Sr. Bellarmino da
Costa Dourado.
< O nosso esta Jo sonitario ptimo.
Caruar Escrevem-nos em 28 de Marco
/indo :
Felizmente o estado desesp?radcr em que se
achavam os habitantes desti comarca e das ou-
tras circumvizinhas, desappareccu com a chuva
que abundantemente cabio aqui nos dias 2'3 e 27
e hoje, c com as que cahiram, secundo noticias
recebidas, as comarcas do Brcjo, l'esqueirs, Be
zerros e Panellas.
o Antes do dia 26 o calor que fazia era suffo-
cante e insupportavel, a populacao que reside fra
da cidade estava passando por uai verdadeira
tortura 4 falta d'agua, qu : buscavam na distancia
de 3 a 4 leguas." J nao tendo animaes para car-
regarem-na, a traziam na eabeea. Agricultores
e criadores j nao tinham um cvale capaz de
montar: a mortaniade de gado, apezar do pouco
que cria esta comarca, era excessiva; eraum ver-
dadeiro estado de calamidades.^
fV A populaca mais favorecida da fortuna, que
reside na cidade, estava comprando a.'iia razao
de 800 ris e 1 S000 a carga, porque a agua do
acude era impitavel; e a pcpulaco pobre obri-
gada a beber semelhante agua, podendo dahi ori-
ginar-se alguina febre com carcter epidmico.
Felizmente todo esse estado desappareccu, para
reappsrecer a esperanca e a satisfacao ; e asBim
foi que hontem, quando comeeou a chuva, militas
girandda de f-'gu tes subiram ao ar, no t ,
apezar d tsirppstuosa, urna das bindas de msi-
ca sahi i c percorreu as ras desta cidade.
Te.nos esperincas de boin invern, pelas n t-
ticias transenotib nos jorn-.ea desta provincia, de
que no Cear, Rio-Grande da Norte e 1'i.raliyba
o inrer 10 tem sido ubuid-nfe.
A primeira sesso do jury deste anna foi nir-
cad. pir^ amanha; consta-me que In oito pro
cestos para serem jal galos ; quando ella findar-se
dar-hej-hei uaticia da rebultado dos julgamen-
toe.
o A (rdem publica na ti-rn iJo alterada, e nao
me contta que nos diversos povod>sdes'a comar-
ca teuhi succedido algum caso digno de men-
ea'1-
o Estimos auieacados de ficar sem acude ; "
barragem ou baldo eoii arru?oa 1 e?<-.pan lo-se
grande quantidade rt'agua, rp?ultando deftp facto
a dimiuuiyo das aguas, desdo o uiez de Agosto "
Setenbra Taquar.i. tributario do [p)nea, deixa le correr.
Alm dissa o acude est mullo aterrado de lama
e arcia e grande qoantidade de pastas e p'autus
aquaticas que damnifieam as ajuas.
Est; acude, um dos mclbore: da provincie,
custou i esta mais ci< 20 eintos de ris, e hoje Ci-
ta ame i^ado de desappai c^er ; entretanto com 1
ou > con tos de ris se repara a parede, liuipa-se o
acude e faz-se outra parede um pouco mais abai-
xo daattual, uesc prestara a um grande deposi-
to d'agua para o vers.
Na dos que residen Mtte cidade e que conheem
bem desta necessidade. Veremos se ellos se lem-
bram di.quelles que o eiegeram.
A cadeia desta cidade est arruinad, e com
pouca djsp.'za fazem-se os reparos precisos.
o Apezar de j ter havido, como nos consta, re
clamacoe8 offi"iaes das autoridades administrati-
vas o ju liciarias, nao h'.uve providencia alguma.
Quando houver urna evaso de presos as provi-
dencias nao se farao esperar. ppcllemos pan.
este accntccimen'o, se quizermos]tcr cadeia segu-
ra para deter malfcitores e criminosos.
U|>ital Porlucurz-O movimento dnS
enfermaras deste hospita. du ante a semana findo
foi o seiruinte :
Existiam em tratamento...... 18
E atrou.....................
J.'.iquim I "ic dos Suutcs com Mara Magdalena
de Jesu.
Ladislao Fcrreira Gomes com Valeriana Rj-
drigaes dd'I^ivramento.
Entra'la de nifttit'ar c alsola o [i l Otar e trra para o mercado do Itccifc
no mez de Mareo : Alyodo
De 1886 11.976 saccis.
. 18>:> 14.147 k
1K8 9.200
. 18 13.673
. 1882 Aseucar 23.589
De 1886 110.514 saceos.
1885 173.723
. 1884 170.127 .
1*83 185.491
Sahiram curados...
Faeccu...........
19
3
1
' 4
Ficam em tratamento....... 15
Entrou de semina na almiuistraeao do hos-
pital o Si- mordomi Manoel Cardoso Jnior.
\s de Mendicidade O movimento
d'este c- tabeleciinento de caridade no mez da
Marco foi o seguintc :
Homens
66
Existiam
Entraran
Sahiram
Kxistem
as enrermarias:
Existiam
Eutrarain
Tiverain alta
Fallecern
Existcm :
as enfornarias
Nos dormitorios
12
78
13
65
19
10
29
5
24
4
20
45
65
Miilbores
115
11
12C
16
110
35
10
35
7
28
26
84
110
C0HMERC10
BOS-
Cainbio
commercial de Pernam-
buco
Secife, 5 de Abril de 1836
As tres horas da tarac
Cota'jBet ulfiae
Loo-irc* 90 d/v. 19 1,4 d. por
Total 175.
Escolas de instrueco primaria m Asylo
Foram frequentadas por 16 alumnos, inclusive
., na dos C3gos.
Prorlamaii de canamento -No dia 4
do corrente f rain lidos os seguintes na matriz da
Boa-Vista :
Paschoa' Iasscli com Joanni Digna Gomes da
Siiva.
Jo>. Carneiro da Fonaeca com Izidia Mara da
Coaeeicio.
Benjamim Rodrigues dos S nt'.s com Lydia
Mara da Cjiiceieao.
Simplicio Jos Carneiro de Mello com Anna Al-
bertina Saiopaio.
Jos de S Cavalcante de Albuqucrque com
Anna Goncalves Wanderley.
Joao Goncalves da Luz om Prescilla Mara de
Sant'Anna.
Francisco Grego com Anna Maria Bononia.
J^s Mansel da Hora com Maria Luisa Cabral.
Foram lidos na matriz de Santo os seguintes
no dia 4 do corrente :
Alberto Connor coai Emma Bradley.
Angelo Carolino de Oliveira oom Mara Adelai-
de de Carvalho.
Jos Maroel da Hora com Mara Luiza Cabral.
Joo Casimiro da Siiva Gomes com Maria Joan-
na Cesar das Neves.
Francisco Lino de Souza Cuto com Lupicina
Cantalice da Cinceico.
Joaquim Ferreira da Costa com Francisca Ca-
rolina de Fi,ueiredo.
Paschoal Iasseli com Joanna Digna Gomes da
Silva.
Francisco Jos Gomes de Souza com Alice
Harria.
Nicomedes de Carvalho Pinto com Delphina Eu-
frasia dos Santos.
por 1*000, do
sobre
ljOGO, do nanea.
Dito sobre dito, avista, 19 d.
banco.
'. J. Pinto,
Presidente
v'andido C G. Alcufjrado
Sccretano.
hLiNDIMENTOS PBLlCOt
Mes co Abril de 1886
Ajph..kg;.Du 1 3
'"ieni < 5,
RacHKBDoaiAD > 1 3
l(, m de 5
54:763/33:
16 327.533
71:090.872
5:586lh0
2:4280i0
CoPULAD(' ROV,
I err de 5
Kacivn ra^niAoa-
!pem de 5
ic/^---' 1 3
De 1 3
8.014*170
14-415*179
10--406 449
34:821/628
2:699 '258
477 164
3:176^422
DESPACHOS DE IMPORTAgO
Vapor francez Niger, entrado dos portos
da Europa, no da 4 de Abril, e consig-
nado a Auguste Labille, roanifestou :
Azulejos 1 caixa a Q. Laport & C.
Ameixas 14 caixas ordeai, 17 a J.
Fernandes de Almeida, 11 a Dominaos
Ferreira da Silva & C, 5 a Roza Queiroz.
Amostras 1 volume ordem.
Arma93es para chapeos de sol 1 caixio
a T. X. Fcrreira.
Agua mineral 1 caixa ao Rvd. Fre Fi-
delis.
Cognac 117 caixas a Sulzer Kauffnan
& C, 15 a Domingos Fcrreira da Silva
& C, 5 a Jos Joaquim Alves & C, 5
Ramos & C.
Carto's f caixa a J. J. de Barros.
Canos de ferro para machina 1 caixa a
Touquaux Freres.
Clichs 1 caixa a eoipreza do Jornal do
Recife, i ao Diario de Pernambuco.
Couros i caixa a Otto Boher.s Successor.
Conservas 10 caixas a Rumos & C, 4 a
Carvalho & C.
Espartilh'.'S I caixa'a Prente Vianna
&C.
Joias 1 cnixa a J. Krause & C, 2 a E.
Goetschel.
Licores 25 caixas a Ramos & C, 10
ordem, 3 a Sulzer Kauffnan & C.
Livros 2 caixas a J. N. de Souza, 1 a
J. W. de Medeiros.
Lunetas 1 caixa a Emilio Goetschel.
Miudezas 1 caixa9 a Salazar & C.
Massas alimenticias 10 caixa a Carvalho
Perfumarias 1 caixa ordem.
Papel 2 caixas a G. Laport & C, la
Gomes Maia & C, 3 a So Filho, 1 a Rodrigues de Faria & C. Dito
para embrulho 135 fardos do consignatario,
60 a Souza Basto, Amorim & C.
R l caixa a sociedade dos Artistas Mecni-
cos e Liberaos.
Relojio 1 caixa a J. rtrause & C.
Sanguisugas 1 -caixa a Guimajaes & C.
Tecidos diversos 1 volurao a irm3 Ber-
nard, 1 a Otto Bohers Successor, 1 Cae-
tano Ramos 1 a Monhard, Huber, & C.
Vinho 10 barris ordem, 4 a Sulz.-r
Kauffman & C, 1 a Ramos & C.,40 caixas
aos me8mos, 32 ordem, 200 a Sulzer
Kauffman & C, 15 a Carvalho & C.
. 1 239.529 .
L,ell6e. EfJ.ctuar-su bao :
_ tloje :
Pelo agente Sllveira, s 11 horas, na ra do
Bom Jess n. 19, de um sitio no Arraial, predios
e tericnoK.
Pelo agen'1 Uoduto ftuplisla, s 11 horas, na
Estral* d Arraial n. 27, da arinaco e mais per-
tiucas Ja taverna ah adtente.
Am inli :
Pelo agente Gtismao, s 11 horas, na ra do Com
mercio n. 2, do Hotel Universo 0 urna vacca de
leite com cria.
Pelo iqrnte Alfredo G"i-aaraei, s 11 horas, na
ra do lum Jeaoa n.46, de um terreno n_ estrada
de Liiz lo U :;o.
Quinta-feira :
Pelo agente furlamaqui, s 11 horas, na ra do
Imperador n. 21. de movis, loucas, vidros etc.
IWo agente Unto, s 11 horas, no largo do Cor-
po Sjnto j. 9, de movis, vaccas c garrotes.
MiNNaM rundir:*. -S.-rao celebradas:
Hoje :
A'-) 7 1/2 hfira3, no I'araizo, por alma do coro-
nel Francisco Lius Pai'S arreto ; s 8 horas, na
matriz da B^a-Vista, por alma de Felippe Coelho
Leite.
Amanha :
A's 7 1/2 horas, no Livramento, por alma de
raonsenhor Jo; Joaquim Camello do Andrade ;
s 8 h'as, na matriz da Boa-Vista, p-r alma de
Flix Hermogenei Fcrreira da Silva.
Sexti-feira :
A'a 8 horas, na matriz da Boa-Vista, por alma
de D. Mathilde LibaniaMontciro Peretti.
PnNneeiroNSabidos para os portos do
norte no vapor nacional Pirapamn :
Dr. Arihor Cava'caiite c sua senhora, Joaquim
Igoaeio e 2 fillios, Joio Silva, Maria da Gl na da
Concei?So, J. Morant e sua S' nhora, Joaquim G.
R. Filho, Cori'dano de Amorim Luna, Autonio J.
Barbosa Juijior, Dr. Lindolpho Ernesto Alves,
M. J. Fernandes Ferr ira, Sabino Jos Alves.
(ova a' nelenrr Movimento dos pre-
sos no dia 4 de Abril :
Existiam presos 291, entraram 4, sahiram 10,
exist.-m 298.
A saber:
Nacicnae3 ?60, mulheres 8, eetrangi'iros 6, es-
eravos sentenciadas e proeessados 6, ditos de eor-
reeco 8.Total 288.
Arracoados 255, sendo : bons 212, doentes 13
To'al 255.
liOfora da provlnria Terca-feira 6
do Abril, se extraliir a lotera n. 46, em bene-
ficio da mitriz de Nazareth.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceico dos Militares, se acharao expostas as
urnas c as espheras arrumad as em ordem njmer-
rica, apreciacao do publico.
I/olera da corleA 1 parte da 196 lo-
tera daecorfe, cujo premio grande de 100:000,
ser extmliida brevemente.
Os bilhetes acham-se venda na Casa Feliz
praca da Independencia ns. 37 c 39.
Tambem se acham vendana Casa da Fortuna
ra Primeiro de Marco n. 23.
EiOferla do RioA 2* parte da lotera n.
363, do novo plano, do premio de 100:00*0000,
ser exfrahida no dia do corrente.
Os bilhetes acham-se venda aa Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem ac'iam-se venda na praca da Inde-
aa ns. 37 e 3!>.
Kjoteria extraordinaria do 1'pl-
rr.nsaO 4o e ultimo sorteio das 4a e 5 sciies
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000/000, ser extahida a 9 de Abril.
Acham-se exposto a venda os restos des bilhe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n. 23. v
Lotera do (cara de SOOsOOOSOOO
A' 2a serie da 2' loteria, cujo maior premio de
200:000000, peta novo plano, ee extrahir impre-
terivelmentc no dia 10 de Abril,s 2 horas da tar
de.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
Loteria de Macelo de 200.000*000
A 2' parte da 12" lotera, cujo premio grande
de 200:000/000, pelo novo plano, ser extrahida
impretcrivelment no dia 6 de Abril s 11 horas
da manb.
Bilhetes venda na Casa Foliz da praca da In-
depenen na. 37 e 39.
Hnlailniiro Publico. Foram abatidas
no Matadouro da Cabaera 8) rezes para o consu-
mo do dia 1 do corrente mea.
Mercado Municipal de H. lo O
movimento deste Mercado nos dias 4 e 5 do cor-
rente, foi o seguintc:
Entraram :
701/2 bois pesando 9.439 kilos.
1.161 kilos de pune a 20 ris
43 tabolcirop a 200 ris'
83 cargas de farinba a 200 ris
41 ditas de fructas diversas 300
ris
34 suinos a 200 rea
Furain oceupados:
42 columnas a 600 ris
88 talhos de carne verde al/
15 ditos de ditos a 2/
59 compartiuieut'jB de faiiuha a 500
ris
46 compartimentos de cernidas a
500 .s
1501/2 ditos do legumes a 40o ris
33 compariimuit .3 tic saino a 7uO
ris
22 ditos de trussuras a 600 ris
Oeve ter sido arrecalada neste dia
aquantia de
Precos Uo dia:
Carne verde a 400 a 56 > 1 is o kiio.
Suiujs a 560 f 800 ris i'lem.
Oaraeiro a 700 e 1$ (X) ri daa.
Fariulia de 32') a 6) > ris a cui*
Milho de 320 a 400 r8
Feijao de 700 a 1/280 ri ule..,.
Debitados dias 25 do Marco a 5 do
corrente, recebidos
23j,20
BiMO
16/60!:'
12/300
6/800
252O0
30/000
28X0 0
60/200
1342U0

dem at 5 do correnta
Foi arrecadado liquido
corrente
no da 2 do
75700
193/440
6$ 160
361 360
dj dii 2
Cemitcrio publicoObituario
de Abril:
Candida, Cear, parda, 32 anuos, viuva, Boa-
Vista ; tubrculos.
Alice, Pernambuco, branca, 19 rosea, Santo
Antonio ; nviiinge-oiieepuae.
Carleta Maria da Couceic'i, Pernambucc parda,
30 anuos, solteira, Bo -.-Vista; diarrbi.
Aatonia Maria da Cmceieao, Pcraambuco,
par la, 35 annos, solteira, Boa-Vista ; febre per-
niciosa.
Joaquim Js Monteiro, Peiuambuco. pardo, 50
aun s, viuvo, Boa-Vist;. ; anemia.
Joaquiui Antonij Sobral, Pi-rnambueo, n:\rd,
25 annos, solteiro, Boa-Yuta febre ainarclla.
Martiniano de De s Moreira, Pernambuco, par-
do, 26 anuo., casa'lo, Santo Antonio; beribori.
Mara, Sautj Vntouio ; espasmo.
- 4
Calixto Francisco da Queiroz, Perna nbsco,
braaeo, 55 anuos, viuvo, S. Jos; in-trite ulcerosa.
Maria Magdalena da Coaccic^o Cnnlia, Per
uambuco, 46 annos, casada, S. Joa ; kisto do
ovario.
Ignacio Jos de Santa R si, Serzipe, pardo, 4S
annos, casado, !*. Jos ; dilata;! 1 da aorla.
Flix Francisco de Souza, io re Janeiro, par
do, 65 annos, solteiro, Boa-Viataa; heoiop^tjrse.
Jote Feliciano da Rocha, Pernainbue \ pardo,
57 anuos, casado, B. mires.
Jj.q'iim Pcreiri de Albaquerque, Pemambnco,
preto, S annos, solteiro, IJ^a-Vista ; tuborenios
pulmonares.
Pedro, Pernambiio, pardo, 3 auuos, S. Jos ;
e;.'tero-colitc.
Manocl dos Reis Gome?, Pcntafabaco, btanco,
36 annos, casado, Bja-Vista ; hemorrh igi.i c -i e
bral.
Joao, Pe-nambu:o, pardo,*7 dias, Boa Vista ;
ttano.
INDICACOES UTE1S
HedicoM
Consultorio ruedico-cirursico do llr
l*i'iii< tllai -.!' I,il><> lloficoz
ra da tUloria n. ;;-:.
O doutor Moscozj d consultas toios os
fias utea, das 7 s 10 horas da manhi,
Este consultorio ofarece a COOipiodida
le de poder cada dounte ser ouvido e ex
ninado, sem ser presenciado por outr
De meio dia s 3 horas da tarde ser c
Dr. Moscozo encontrado no torrcao pra
ja do Cornmorcio, onde funccioni-. a in
peccSo do sade do porto. Para uualquei
'estes dous pantos poderlo s".r dirigidos.
03 chamados por carta as indicadas horas
Dr. Miguel Themwlo muJou seu cnsul
torio medico e resitencia para a ra Nova
q. 7, 1. andar, ende d consiitus iljs 12
horas s 3 da tarde e rece'ie chamados a
faualquer hora. Especialidadesportos fe-
bros, syphilis e molestias do puluwo e co-
ragao.
Dr. Barreta Sampaio d consultas de 1
s 4 horas da tarde, ra do Bariio da
Victoria n. 45, 2. andar, residencia ra
lo Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
Advocado
O bacharel Benjamim Bandeira, rua do
Imperador n. 73, 1. rd lar.
Henrique Milet. Rua do Imperaoor n.
22, 1. andar. Encarrega-se de questfcs
as comarcas prximas as linhas frreas.
Dr. Oliveira Escorel. 2. promotor qu-
hlico, ten aM es-'riptorio de advogacia da
rua Primeiro de Marco u. 2.
Jos Bandeira de Mello ad yogado
rua do Imperador n 37.
Uroaarla
Francisco M.an<>d di dva <& C, dep
itarios c uticos, tintas, drogas, productos chimii
e .nedicamuntos homonoD-iticoe, ru do I
'l'ittz de Onda n 23.
Faria, Sabrinka & C, inayat poi
attaqado. Ku Mn-iji [ a. -11
Herrarla a Vapor
Serrara a vapor e ufficina de cirupinD
lo Francisco dos Santos lia todo, caes de
Capbari >n n. 28. N ea) gr tq I aat itjale
cimento, o primeiro 1-; -ro '; a'oato g*
ero, eompra-se e rend-se ou leras de
todas as qualidadcs, serra-se madeiras de
canta alheia, aaaiaicomo .epr'param obras
de arapra por m.-iuaa o por pr.-cos sem
competencia.
PBLICAgQES A mw
DECLARARES
Uaiao Fafleral Abalici nisia
8lo e inVidados todoa os eidaduos, que ;e i.'iscre-
11 como Suticb fundadores d'eata sx-i- la le, a
toinfilricerem na rua do Impera-'or 11 77, I an-
dar, de meio dia s heras da tarJ.-, em t toa os
ateta, e n qoiotas-felraa, tu 7 '.s
arte, para preeneherem aa torva exi-
gidas icios nos? 's estatotos.
Dr. Sarros Sobrinho,
i. '
A^radecimeiito
Profaadaaeata pon librado pelo excel-
lente traUmeoto dispensado miuha sen-
hora pelo Dr. B.irrot Sampaio, cumpre me
d:ir um publico tasterounhe de minha gra-
tidSopara com esa distincto oceuliata, por
ter combatlo mig8tralmante dorante s^fc
raezes, cot urna assid ni lado admramele
com o ma s vivo interesse o ddcarJo, 01
effeitos ssust. lores d ii'na rito rheuma-
tica rebelde, qnefinal deaa.ppareeeo cjui-
phtameute, fazendo voliar a > espirito de
roinlia consort1. j b istante dcBgost isa, ao
socego o a alegra.
Deacnlpe-me, entretanto, o D.-. Sampaio,
5 ciimprido o nica d;vr, ot'alo a sua
modestia.
Reoife,5de Abril 'i 1886.
Mmocl Cavcanti A aaodosa lamban^ de nosso chora lo pai J a-
quin Guciiea de Araujo Pereira, no 1" anniver-
sario de aaa m rte.
Hoje, 6 de Abril d.'

Vi 'iite.
1 lia.
Jotino.
Lugre mglez Suzan, entrado de Terra Nova, no
d a 4 do corrente c consignado a Saunders Bro-
thers & C, man lestou:
Bacalhau 3,102 barricas e 465 mcias ditas aos
consignatarios.
Brigue allemao Phenix, entrado de Branswick
no din 4 do corrente e consignado a Henry Forster
& C, mi.nifestot;:
Madeira de pinho 2680 pecas com 398,045 ps,
a ordem.
Logre nomeguense Chance, entrado d Pelotas,
e consignado a Maia & Kezende, msnifestou :
Xai-qoe 225,600 kilos a ordem.
Hiate nacional Jequg, entrado de Macan, no
dia 4 do crrante, e consignado a Manoel Joaquim
Pessoa, manifeston:
Sal 25,000 litros aos consignatarios.
Vapor nacional Sergipe, entrado da Babia e es-
calas no dia 4 de Abril, e consignado a Domingos
Alves Matheus, manifestou :
Barris vasios 133 a ordem,
Farinha de trigo 35 barricas a ordem.
Pelles com cabellos 20 amarrados ao consigna-
tario.
Piassaba 350 betas a ordem,
Sola 60 rolos e 337 meios a ord^m.
Tamancos 3 fardos a Almeida Machado & C.
Vapor nacional Pernambuco, entrado dos portos
do norte, na dia 4 de Abril, e consignado a Ber-
nariino Pontual, manifestou;
Barris vasios 161 a Marques Lima & C, 100 a
Pereira Pinto & C.
CamarSo 10 encapados a ordem.
Fumo 12 encapadas a F. M. Chaves.
Farinha de mandioca 100 saceos a Jos Feij de
Albuquerqne.
Gomma de mandioca 16 encapados a ordem.
Pipas vasias 57_a Marqu- s Lima <5 C." >
Tapioca 20 pan'eiros a Joaquim Jas da Fon-
seca.
DESPACHOS DE EXPRTAgAO
Em 3 de Abril de 1886
rara o exterior
No vapjr inglez Orator, carregara^ :
Para Liverpool, J H. Boiwell 300 saccas com
22,227 kilos de algodao ; R. Lima & C 300 dirs
com 26,883 ditos de dito ; Borstelmann & C. 2
fardos com 198 ditos de dito.
No patacho inglez Mosse Rose, tarregaram :
Para New-York, H. Forster & C. 2C saceos
com 1,50(1 kilos de assucar masca vado.
Para Villa da Penha, B. Oliveira & C. 200
sacecs com farinha de mandioca.
A T3?!imm4io
O nbaixo HM:rr..! 1 vem p irticipar que di I 1
I do acrrenttf dx a de ser omprag 1 ti
e>j;nn'c c I ;j Srs. Tih irei 1 le Oliveim 'i (".
Approveita a opportnnidido pira ogr 1 !>'cer aos
- Bn bnn tratamento e c:.'fi:uQ.i que
lh ii diapc 18 r un
Recife. I le 1886.
Franeiaeo Antonio Fcrreira de Al^aq-ierque
O corpo mediuo d.i Pars acollieu beno
solamente o vinho de extracto do figado
do baealho; aaaa administra<3o fcil col
locou o entre as rn.los de todas as roes;
a sui accao prompta e pi lerosa toroon-o
precia pira oa anemitioa e para 03 indivi-
Inoa enji sangue se acha vi-iado pelo tu
boroulose, oaeropbola e rachitismo; a sua
los<)gem perfoita aasegoron Ibo um logar
dos mais bonrosoa ni rlaase do3 agentes
tlirapeuticos, cuja eflicacia in liscutivcl sa-
tisfaz ao rnesmo tempo esporiencia o ao
raciocinio.
(Tribune Medcale).
Oleo pnro meticiua! de fizado de
I>ae-.'.i:i:>. de i.anman A Kemp.
garantido por sua nv.rca cammercial conserva-si
nalteravi-1 e inimi'avel,Mino um artigo d'- pri-
meira ordein, da inaijr purezi e efBcacia possi-
veis. Como priva autheatica de suss virtuces me-
dieinaea, aseneBaanntoa os seguintes nomes dos
afamados medico?, os qnaes nos remetteram certi-
tieados e attestados voluntarios de cur. s de dia-
"ntes molestias desesperadas :
Dr. Benito J. Hiera, Igo de Cuba ; Dr. Jos
Pran:o fiuz. Hav.aia ; Dr. Pablo V-rduay Auto.
U!mo, Matanza, Cuba; Dr. Miguel de Ziyas, Pto.
Ppl., Cuba; Dr. Rifael Tremols, Triudade.
Esta lista pjder-sehia encher de alto abaixo
com os nomes dos ir.edicos cujos testemunhos se
ac'i-iin archivados em nosso poder.
Todos os principies droguistas teera vsnda
esta adibirave! pre araco.
Agentes em Pernambuco, Henry For3ter & C
rua do Commercio n. 9.
D. rd m Ju Iilm. Sr. Dr. engeahera ".f. da
ivparfi;o d s ra blic f qae,
em virtudc d.i autorisacil) do im. leiro
presidente da provi ca, u>.lia 8 io mea de abril
prxima vi^duuru, ao meio da, rscob<9-ae uesta
seeretari-i propoataa para a execucao a 1 -uros
d doufl pintrrhffea do aterro do Porto -e i> lli-
onai e os da ponte sobre o rio Ip j ic 00 e.ige-
nho Luno'.iri.
Os OKjan :U con ii<,'5cs do contrato S8
acham n-la seirrra ia para serrn Cxaminadoa
pelos aenhnres pretend ufes.
Secretaria da reparticao das obra* iblicstf de
Pern&mbnoo, ei I ireo de 1 >.
O sccrct
J. .1. de Siqneira Vaxejao.
ANDADE-
o 1
Kenlior Bom Jesui do* PaNxa't da
mafrla do Corpo Nanio
Peb presente onvido trd.is os nrasos caros ir-
maos para comparecer a no oonve ito de N. t. do
: sexta-ieim 9d> crrante, p -s ia.
fim de 'ncurporados, aeompanharmoa en
solemne procisaio a aaeroaanta i; 1 gem do nosso
Divino Pi Ir e 1 ira bo e matris do Cor-
po Santo.
Consiatorio da irmandadc, aos 3 de abril Je 86.
O pacriva ,
Ir ncisco Antoni 1 C. ''ir loso.
Thcsftsraria de Fazeaa
Dd orden de lilao. 8r. inspector, f 1 iblico
q-'" n da 8 do crrenle, p ia3 11 h iras u ma-
nhS, peraute a la fnnta, recebeoa-ao pro-
potaa para o furnecimento da alguna srtigjs aSo
contratados que se fazem precisos ao an steci-
meutodi pi 1 Fernando de Noronha,
A re cil 1 il ia acha-se nesta secreta-
ria e ser franqueada ia pie poni-ntes.
Tbesonr la da Pernambuco, 3 de
Abril de U
O seeretaric,
P. da Cmara.
Pre skegelen Bonnabend 3 Api l 1888, Abends
7 1/2 Ulir.
Das Dircctcr'wm.
Thcsouro Provincial
Deord m do Dlm. Sr. inspector desta repart-
j lo, 11; 1 pubiioo que no dia C do corrAnt* piga-
ae a elaaae i!o profeasoras de 2-1 entraocia, relati-
v intente ao \n-z de nowmbro prximo ndo.
Uutrosini, declara se, que o meaiiio 8r, iuspec-
tor m vn a 3cientifij,ir qne aquelles, cuja clusse se
eh una para redor vencimentos eqa nSo eom-
pareijam, fieaa prj.i cica Jos c s poderlo recebor
em oulra chamada.
ragadoria do Thesonro Proviacial de Pernam-
buco, cm 5 de Abril de 80.
O eserivao da despesa,
rJilviao A. Rodiiiraes.
Associafo dos Funccionarios
Provittciaes d^ Pernambuco
Sessao do CDn3el!io deliberativo
Nao se liiveiiio rcnnido o conselho deliberativo
110 dia 1 do corrente, por falta de numero, e ten-
do-se de tratar de negocios que reclaman promp-
ta soluc'o, afin de serem aubmettido3 atsembla
geral do uia 15, determinou o Sr. presidente, que
asescao do uiesmo cnnselhi que devia t r lugar
quinta feira pi-oxims, se realise na qiarta-feira
7 do corrente, s 5 1/2 horas da tar Je, c que
aeienttaeo a todo3 o; senhores eonselbe.roa, pc-
dindo o seu comparecimento A referida sessio.
Secretaria da Associaco, 5 de abril de 86.
Alfredo dos Aojos,
1 secretario.
Olinda
Para o Interior
No vap^r nacional Pernambuco, carrega-
2 Para o Rio de Janeiro, P. Carneiro & C.
sacas com 13,310 kilos de Igodo.
No vapor france Fi'Se de Rio de Sandro
carregsram :
Para Santos, Maia & Rezende 1,250 saceos com
75,000 kilos ie assucar branco e 750 ditos com
45,000 ditos de dito mascav&do.
No brigue inglez Maide, carregaram :
Para o far, V. da Silveira 300 barricas com
17,090 kilos de assucar branco e 100 dras com
7,795 ditos de dito maseavado ; J. S. Loyo &
Filho 600 ditas com 48,142 ditos de dito branco.
No oaacho nacional Piltense, carregaram :
Para o Para, Maia & Seaende 2,950 casca
com 100,800 litros de agurdente e 3o pipas com
14.4C0 ditos de alcoel.
Na bar ara Feliz Destino, carregaram :
Para S Miguel, Fernandes & Irmao 2 barricas
com 200 kilos de assucar refinado.
Na barcaca Gratidaa, carregaram :
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 4
Bordeaos e escalas15 dias, vapor francez Xiger,
de 2,023 toneladas, commaodantc Baule, equi-
pugem 128, carga varios gneros ; a Auguite
Labille & C.
Manaos e escalasII dias e meio, vapor nacional
Pernambuco, de 1.999 toneladas, commandaute
Pedro Hyppolito Duarte, equipagem 54, carga
varios geneos ; a Bernardino Pontual.
Bxhia o escalas 8 dias, vapor nacional Sergipe,
de 500 toneladas, command'iuto Pedro Vigna,
equipagem 27, carg* varios gneros ; a Doinia
gos Alves Matheus.
Terra-Nova- 41 dias, igar inglez Susan. de 186
toneladas, capitao Mickael Ryan, equipagem 8.
carga baealho ; a Saunders Brothers A C.
Brunswick 64 dias, brigue allemao Themis, de
299 toneladas, capito W. S. Traudoff, equipa
ge n 8, carga madeira de pinho: a Henry Fors-
ter A C.
Santos19 dias, lugar nacional Javenal, ie 204
toneladas, cipitio Jos Dias Netto, equipagem
9, em lastro; a Antonio de Oliveira Maia.
Pelotas20 dias, lugar norueguense Chance, de
235 toneladas, capitao P. G. Pedersen, equipa-
gem 8, carga xarque ; a Maia Rezende & C.
Rio de Janeiro17 dias, barca ingleza Cupid, de
650 toneladas, capito Stuwart Gould, equipa-
gem 10, era lastro; a Johnston Pater & C.
Maco10 dias, hiate nacional Geriquity, de 45
toneladas, capitao Joaquim H. da Silva, f qui-
pagem 5, carga sal; a Manoel Joaquim Pessoa.
Navios sahidos no mesmo dia
Buenos-Ayres e escalasVapor francez Xiger,
commandaute Baule, carga varios gneros.
Rio Grande do SnlPatacho hollandez Goedhart,
capitao H A. Odemburg, carga asBuca'.
Porto-AlegrePatacho nacional Alvaro, capito
Demingos G. de Freitas, carga|assucar.
VAPORES ESPERADOS
Cear
Bessel
Ville de Rio de Ja-
neiro
Ville de Bahia
Juca
Trent
Mandos
Elbe
Advanoe
Bahia
Paranagu
Espirito Santo
La Plata
Equatcur
Para
Neva
do sul
de Liverpool
da Europa
do sul
de Trieste
da Europa
do norte
do sul
boje
hoje
boje
boje
a 9
a 9
a 12
a 14
de New-Port-News a 16
do sul
de Hamburgo
do norte
da Europa
do sul
do sal
do sul
16
16
23
24
a 25
a 26
a 29
C'Iovis Bevllaqiia
con'ina a ensinar direito natural e romano, roa
da Matriz u.36.
Cobranza de impostis
No Diario de Pernambuco de 31 de Marco, vem
publicado um edital assiguado pelo secretario do
Thesouro Provincial, que de ordem do Sr. inspec-
tor chama os berdeirns de Moreira & Duarte,
para dentro de trinta dias pagar a quantia de.. .
3614i0 de cales ment do oito de sua casa da
rua do Cabug n. 18.
A resposta que tecm a dar os herdeiros, a qne
se refere este chamado, a publicn^o do seguintc
documento :
_ CopiaN. 25.Consulado Provincial....
35 800.Fica earregado ao tnesoureiro Deme-
trio de Gusmo Coelho em o respectivo ilivro de
receita a II. a quantia de 3528U<>, que pagou
Mo-eira & Duarte, pelo cucamente do oito de
seu predio sito rua do Cabuir n. 18, correspon-
dente ao anuo financeiro de 18a 18.
Secco do Consulado Provincial de Pernambu-
co, 27 de Abril de 1881. O fiel do thesoureiro,
T, Lima.O escripturario, Matta.
Esmolas quaresmaes.
Ainda faz so recomrnendar aos seus ea-
ridoso8 bemfeitores a septuagenaria do
be;co do Bernardo n. 51. Soecorram-na,
pois, por amor do Todo Poderoso.
Factos e nao palavras
Ao que se desejam tratar sem comprometter a
saude com preparados mineralgicos.
Nesta typograpbia e na rua Direita n. 43, 1.
andar vende-se tinturas homeopathicas para ino-
fensiva cura das seguintes molestias : asthmatico,
anda mesmo bronchitico; eiysipela, enxaquecas;
intermitentes (sem o empreo do fatal quinino);
tosse convulsa, falta de menstruaeo ; cmaras de
sangue : esterlcos ou inetrite ; dores de dentes ou
nevralgias, metrorragia ; vermfugos, denticao e
convulaOcs das criSucas ; tudo raauipalado de her-
vas do paiz.
Assim como tratam-se escrofulosos em qualqucr
grao e gommatosos.
Dr. Ceir Me
HKIDIIO
Tem o seu escriptorio a rua do Mrquez de
Olinda n. 53 das 12 s 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em ana residencia rna da San-
a Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e criancas.
--------eeee^-------
Cartorio do-eserivao Dr. Caldas
No dia 8 le abril vindourc vai praca psrante
o juiso wbstituto da comarca de Oliada, por exe-
cucao da Fazenda Nacional contra a irmaudade
de N S. do Guadalupe, urna casa terrea ladeira
da Misericordia n. 3 da mesma cidade, com 18
palmos do largura e 54 de f indo, 2 salas, 2 quar-
tos, cosioha interna, com urna porta e urna j-mella
de frente, nvaliada per 200$. Olinda, 18 de Mar-
co de 1886.
Olinda
Cartorio do eserivao Dr. Cadas
Ns ^ia8 de Ab.il vindouro vai praca peran-
te o juiu subitituto da comarca de Olinda, por
execucao da Fazenda Nacional, contra o patrimo-
nio de S. das Mercez. nma casa terrea roa
ao Aljube, sob n. 4, com duas portas de frente,
com 1 sala, 1 quarto, corredor, cosinha interna,
quintal em aberto, medindo 24 palmos de largura
e 50 de comprimento, avallado em 2U05.
Oliada, 18 de Marco de 8-i.____________________
Companliia de Eiiiicai'ao
Os fundadores da Companbia de Edifi-
cado, convidara os respectivos Srs. accio-
nistas para se reunircm, na qunrta-feira,
7 do prximo futuro mez, 1 hora da tar-
de, na rua do Imperador n. 38, Io andar,
afira de se proceder, de accordo com os
arts. 27 e 28 do Reg. n. 8,821 de 30 de
Dezembro de 1882, installagao da mes-
ma companhia, e eleicao dos administrado-
res, conselho fiscal, bem como a de presi-
dente e secretario da assembla geral.
Recua 31 de Margo de 3886-
Antunes & C.
^THATRO
OCULISTA
Dr. arroto Sampaio, medico oculis-
ex-chefe de clinica do Dr. de Wecker, d Consul-
tas da 1 s 4 horas da tarde, na rua do Uarao
Espectaenlo dramtico
SOB A DIEECijAO DO ACTOR AUGUSTO
PERES
Domingo, II de Abril
Extraordinario successo qaaresraal!
Vida e milagres de S. Benelicto
OU
0ISAJIATE] DA SICILIA
Peca sacra em 4 actos e 8 qnadros
Rspresentaclo correcta
Guarda roupa de luxo
Mise en sceno brilhante
Machinismo perfeito
Msicas lindissimas
Coros acertados.
Annuncio detalhado nos programmas.
Eneommendas por especial favor em casa do
- Sr. Teneote Paula Mafra, rua do Impera-
da Victoria n. 45, segundo andar, excepto nos do- dor n. 41 e rua da Florentina Fabrica Saturno
mingos e dias sanctificados. Residenciarua de I ._
Biachnelo n. 17, cante da roa dos Pires. *'*
I
\


'
1






Diario de PernambucoTere -'feira 6 de Abril de 1886


*
I
i
THEVTRO
YAPtlEMMS
NA
tiompanliia de Seguros
S
ComjWflMa lyrieo-eomico-
drafiatiea
[KHMDA Pi ... AfiflSTA
AJIZMILOXE
E M P11 E Z A
A. BOLDR1NI E L. 3IILONE
AMHA
Qa-rla-feira, 7 de Abril
GRWDE OYIDADE!
r:s(hi:\
no Io t.:nou BBOLOTO
Eduardo Bosclielti
R.; Be-ha pela primeira vea nesta apo-
ca a magnifica opera <.ui 4 actos, do maestro
Verdi :
A TIUVUTA
Prronogrn
Violeta.................... Sra. Springcr.
Plora......... ............. Grbtuti.
AUredo...................... Sr. Boaeseti.
Gemmt ................... > DoatiaieL
Gasto_..................... Tirelli.
O BarSo.................... Poz2:.
0 M wqan.................. Kcpossi.
O D nitor................... Pasii
Anilina.................... Sr*. Duran I.
Un eriado d Violla......... Sr. Michclluzzi.
Coros de ambos 03 scx"g.
A empresa eom motivo de agradar este respe-
avel publteo, cintritnu o dwtneto tenor Sr.
EDOAlf.JO B08CHETTI. trae tem [cantado em
inuitos theatros do Italia e estr ingeiros, como cou-
tratou a canl ira Si a. Christaui, que cstr-i na
TRAMA fA
Presos do costme.
A M'ral'.i Kcram tino tllrcito ao
MBM&Mta na platn.
Nio so transiera o espectculo ainia quo
chova, salvo furca msior.
A\tso. Depois do espectculo haver bonds
das liabas de Fcmandes Vieira c Afogados. Os
b)nds no largo de palacio.
O bond de Magdalena s haver quando o es-
pectieulo acabar depois do horario do ultimo que
passa na ra Nova, s 11 liras e 42 minutos.
No trein at Api pucos na> ha bilhetes de. 2-i
classe, o nao teem valor as series da c impanhia.
Principiara a s l brax.
Santa Casa de Misericordia di
ISccife
Na secretaria da Santa Casa de Misericordia de
Recife arroudam-se por eapaca de uin. tres an-
nos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n. 45, 240*000
dem -dera n. 49 240*000
Ra do Bom Jess n. 13, 1- andar 3 0*000
dem n. 2!'. loja 21G*0M
dem idem n. 8!9f 1 andar 240< O
Ra dos Burgos n. 27 216*000
Ra da Madre de Dcns n. 10-A 180*000
Caes da Alfandeea armazem n. 1 1:600*000
Ra do Mirquez de OlinJa u. 53, 2o
andar 507*000
Ra da Guia n. 25 200*005
Becco do Abreu n. 2, loja 48J0O0
Ra do Visconde de Itaparica n. 24,
pavimento torreo, 1 e 2o andar, por 1:600*000
Ra das Calcadas n. 32 200*000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 6 de fevereiro de 1886.
O eserivo,
Pedro Kodri/ues de Souza
Corrcio geral
ENpedico de malas lerreslre
Esta administracSo faz publico, que tendo sido
installada a agencia do correio na povoaco de
Riacho Doce, outr'ora de Coropots, comarca do
Brejo, do da 5 deste mez cometa a expedir malas
para dita agencia nos das 1, 5, 9, 13, 17, 21, 25
e 29.
Reparticao dos c6rreios de Pernambuco, 3 de
Abril de 86.
O administrador,
Affonso do Reg Barros.
Hospital Portuguez de
Beneficencia
9' convocaro da aawemhla geral
De ordem do lllin.Sr. vice-provedo convido os
scnbores socios a reuninm-sc cm asscmbla geral
domingo 4 de abril, s 11 h:ras da manh, afim
de proceder-se a leitura do relatorio e parecer da
commisso de exame de concas da a irninistraco
de 18"56, e a eleeao de alguna membros da nova
junta.
Sollicita-se 3 todos os senhores socios que eoin-
parecam a es'a sessao, visto que se resolveu pro-
ceder aos trabalhos com o numero que coupare-
cesse, independente da disposicS dos estatutos, e
attendendo a que de indeclioavil nocessid&de
nao demorar por mais tempo a pose da nova ad-
rarais traco.
Secretaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia em Pernambuco, 29 de Marco de 86.
M a noel Martirjs CapitSo,
2o secretario.
MARTIMOS e terrestres
EsfahelcJda em i 155
APITAL 1,000:000^
S1NISTROS PAGOS
l SI de dezemuro de 8N-3
Haritifflos..... 1,110:000^000
erreslres,. 3l(i:OOOSOO0
414 11 ua do Consmcrelo
SEGHOS
HARITIMOSCONTRAFOGO
Coiupauhia Pucax Per-
uaiubucana
Ra to Cornmercio n. 8
C< (Mpanhia "S Imperial
ciso o Sr. Antonio Mar-
Sos Garvalho.
Todos os recibos dessa
empreza develo ser pas
sados emtoies calimba-
dos e firmados peio abai-
xo assignado sem o que
nao tero vater algum.
George Wiads-jr,
AOtugianhia Uahiaoa de navega-
co a Vapor
Macer, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Balua
O vapor Sergipe
CcmnumdatUe Pedro Vif/ni
Segu impreterive|
para os portoe
aciinanodia 8 do cor
rente, s 4 horas da
tarde. Recebe carga
'at ao meio dia do diu
Para -arga, passagens, encommendas c diuheiro
* fretc 'racta-so na agencia
7tiiw. do F<7't.-f\, ?
ooiinifis Alves jlaiheus
SEGl'RON contra FOCO
BST: 1803
Edificios e mercadoria*
Taxas baixci
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
'/entes
BROWNS&C.
> N. Ra do Comme.rcio N. 5

Hie Liverpool & London & Olob
INSURANCE C0MN1
&a
COXTIM FOCO
Bortb Brish Mcrcantile
CAPITAL
t:000.000 de libra stcrlinas
A GEN TES
Adomson Howie & C.
London and Itrasiliaa Kan
iJuiited
Ra do Commercb n. 32
Sacca por todos os vapores sobro as ca
xas do mesmo anco em Portugal, sendo
sm Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N-
Porto, ra dos Ingle zea.
Monte de Soccorro de
Pernambuco
S. R. J.
Mi BecreatiFa Jratis
Sarao bimensil em 25 de abril
Participo a todos os senhon s socios que o sa-
rao principiar as 7 horas da noite.
Os ingreasos cncontram-se era poder do Sr. the-
soureir e 03 convites nodo >. presidente. Pe-
de-se toda a siraplicidade ns toilettes e previne-
ae que nao sao admissiveis ageregados.
Recife, 31.de Marco d 1886
Luiz Guedes de Amorim,
2* teeretario.
Clib de Regatas Per-
naubncano
8* regata
Por deberacao da ultima asemb1a geral, est
designado o dia 2,de Maio pnximo vindouro, para
ter lugar a tcrcelra regata deste club, em solem-
nisaca o seu \* anniversario.
Secretaria do Club de Regatas Pernambucano,
em 2 de Abril de 86.
Osear C. Mon'eiro,
! sceretirio.
AGESTE
Mipel Jos Alvos
N. 7-RA DO BOM JESS-N. 7
Seguro* martimo* e erreMre
Ne-tes ltimos a nica companhia nesta praca
que concede aos Srs. seguracl s isempcio de paga-
mento de premio em cada stimo anuo, o que
equivale ao descont de cerca de 15 por cento em
favor dos segurados.
Os possuidores das ca tcllas d 3 penho-
res do3 nmeros abaizo, sao convidados, a
resgata -as at o dia 15 c c Abril vindouro.
10,07 10,116 10,118 10,136 10,137
10,6G7 10,784 10,786 10,807 10,811
10,817 10,828 10,828 10,b30 10,831
10,83 10,834 10,835 10,836 10,837
10.83' 10,841 10,342 10,843 10,844
10,846 10,853 10,854 10,855 10,857
10,865 10,867 10.869 10,885 10,887
10,889 10,891 10,901 10,905 10,910
10,91-1 10,921 10,922 10,930 10,932
10,935 10.940 10,842 10,943 10,!'46
10,95C 10,962 10,970 10,974 10,987
10,997 11,003 11,006 11,015 11,016
11,017 11,022 11,023 11,032 11,044
11,000 11,061 11,062 11,064 11,068
11,092 11,107 11,108 11,117 11,118
11,128 11,129 11,138 11,139 11,146
11,158 11,164 11,168 11,177 11,187
11,192 11,193 11,194 11,198 11,209
11,210 11,211 11,212 11,216 11,226
11,242 11,243 11,247 11,250 11,256
11,257 11,200 11,261 11,263 11,273
11,275 11,280 11,283 11,294 11,299
11,303 11,309 11,321 11,326 11,327
11,33D 11,332 11,334 11,345 11,346
11,352 11,353 11,356 11,372 11,377
11,379 11,380 11,383 11,334 11,386
11,388 11,392 11,401 11,406 11,409
11,412 11,413 11,418 11,419 11,429
11,436 11,437 11,438 11,443 11,450
11,452 11,453 11,454 11,458 11,465
11,451 11,472 11,475 11,485 11,489
11,492 11,497 11,507 ll,r>09 11,511
11,512 11,513 11,521 11,523 11,524
11,534 11,538 11,544 11,548 11,549
11,551 11,552 11,553 11,554 11,555
11,557 11,562 11,563 11,566 11.572
11,573 11,579 11,583 11,587 11,589
11,590 11,593 11,600 11,602
Recifo, 23 de Marco de 1886.
0 gerente interino,
i Felino D. Ferrsira Coelho.
EMPREZA D GAZ
Pede-se aos Senho
res consummidora que
queirain fazer qualquer
comunicacao ou recla-
mado, seja esta eita no
escriptorio desta empre-
za ra do Imperador n
29, onde .tambem se re-
ceberp qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
Hermillo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Ol-
venle quando orpre-
s MUTUOS
CMGEIRS REl'NIS
Companhf a Franeeza de Xarega
5o a Vapor
' Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Babia, Rio da Janeiro e
S.intos
steamer VilledeBahia
Espera-se dos cortos do
sul at o dia 6 do correte
segnindo depois da ndis-
v I desoora r;'a o lla-
re.
Recebe encommendas e p93ageiros para os
quaes tem exee! lentes aecommodacoVs.
Sm Tillo i Bio flo Janeiro
E' esperado da Europa at
o dia 6 de Abril, se-
guiudo depois da iniispen-
savel demora para a Ba-
bia, llio '.le Janeiro
e feanio.
Roga-se aos Si-b. importadores de carga p?lo
vapores dcsta linha,oueiram apresentar dentro de 6
das a contar do da descarga das alvareng.
quer reclamar;;; concerneute a volumes, quj por
ventura tenham seguido para os porros do sul.atiu.
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
sarias.
Expirado o referido praso a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
licccbc carga, encommendas e passageiro; part
ts quaes tem exccUentes accomodaees.
Augusto F. de Oivcira & (
42 -RIJA DO COMMERCIO -42
LEILO
De urna vacc* di- liiti' com cria
' lar. a feira 7 do corrento
Al U h i .s
Per oecibiaj d) leilo d inuveis e cavallu no
II tel lo Universo, ra di Comm-rcio n. 2.
Por intervncao do agentii Gufrr.ao.
L.EIL.O
Quarta-feirn 8 o correute
Aa 11 horas
RA DO IMPEftADOR N. 91 2 ANDAR
O agente Burlamaaue, aut'irisado por urna fa-
mili;. que retiros-s p ;r.i fora da provincia, leva-
r a lei ;1o urna mobilia ./le jacaiaud com tampo
de ptdra, un piano, cama para easal, toilete,
guarda-vestido, guarda-louca, tapelboe, cade-iras,
raan alwtwt, lou^'a parajantar e alinscj, jarros,
e cu'ros artigoa que e I
acto do lei|So e tndo ses vendido ao correr do
martello.
rpy,
Yrnk States & Brasil Mail S. &t
O vapor Advanee
1
BOYAL MAIL STEAM PACKET
COMPASY
0 paquete Trent
E' esperado da Europa no dia
8 on 9docorrente,seguindo
depois da demora necessa-
ria para
Mucei, Buhiu, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo e Buenos-Ayres
0 paquete Elbe
E esperado
do sul no dia 14 de
marco, seguiulo
depois da demora
necessaria para
*. Vicente, Lisboa, Vigo e Son
thampton
Para passagens, fretes, etc., tracta-se com c 3
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
Espera-se de New-Port
News.at o dia 16 de Abril,
o qual seguir depois da de-
mora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
P.-ira carga, passagens, eneonru-iidas e dinbeirc
a frete, tracta-se eom os
AGENTES
Henry Forslcr C.
N. 8. RA DO COMMtKGlO N 8
/ andar
Pacili^Scam F^avgatioa Company
STKAJTS OF MAQELLAN LINE
Paquete Patagonia
E' esperado da Euro-
pa ate o dia 11 do cor
rente, e seguir para o
sul depois da demora
'do costume.
Para carga, passagens e encommendas e diuhei-
ro a frete tracta-se com os
AGENTES
Wiison Sons A fe. Limited
N. 14 -RA DO COMMERCIO-N. 14
Para Aracaty
Segu por estes das a b ireac i Aurora de Ma-
cao, por ter parte e seu carregamento prompto :
para o resto, a frete mdico, trata-so com o mes-
tre a bordo, caes do Ley.
Ultimo leilto
do terreno na estrada de Luiz do Retro, com fren-
te de cerca e diversas ps de c qneiroa, baaanei
ras e eajueiros, medindo de trente 12 met m I')
cntiiuetrus, e de fundo at os uudos das casa da
ra d'Aurora.
Quarti-fcira 7 d Abril
A's 11 horas
O agente Alfredo (taimantes, n'querimento de
Manoel Pereira Lemoa, inveatariante dos bous
deixados por seu fallecido pai, por mandado e as-
sistencia do Exm. Sr. Dr. juiz de orpbacs, levar
a U ido o terreno cima menrioni/d, em sua agen-
cia ra do B..m Ji-sus n. ib.
.' que
v..y. cre.rer o
CABELLO
aludi iii U COMO ! i : I ||
a i t A o a CASPA.
BadUvaaiants ir-.ncio s
e B cmbraiignscimsnU
doCABKTJ.0 e emtodosos ca-
i?3 o toraa i;:va--iaveEient6
liante, Fonaose t
:Ilt3
i 'tentaamm

.loe:-;
I
. -r.uu-i').
~.r^
DampschifTahrls-Gesellschaft
O vapor Paranag*u
Esperase de HA.MBURGO,
via LISBOA, at o dia 16 do
corrente, seguindo depois da
d< mora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas, tracta-
se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RUADO VIGARO N. 3
i* andar
C'OMPANBIA PKR.f AMBITA A
DE
tfavegacao Costelra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaj, Estancia o Babia
0 vapor Jacuhype
Segu no dia 3 de
Abrli, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
'dia 6.
Encommendas, passagens e dinheiro a frete at
s3 horas da tarde do dia u partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Perrambucana
n. 12
m 11
Companhia Brasileira de IVave
gaeo a Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Manos
Commandante 1- ente Ouilherme Wad'-
dington
E' esperado dos portos do
norte at o dia 12 de Abr
e depois da demora in-
dispensa-el, seguir para
os portos do sul.
Recebe tambem carga pa-
ra Santos, Pelotas e Rio Grande de Su!, frete m-
dico.
Para carga, passagens, encommendas e valore
trata-se na agenci-i
N- 46 RA DO COMMERCIO N. 46.
PORTOS DO NORTE
0 vapor Cear
Commandante o 1.' tenente Gujlherme Pa-
checo
E' esperado dos portos do sul
at o dia 6 do corrente, e
seguir depoiB da demora in-
dispensavel, para os portos
norto at Manos.
do
Para carga, passagens, encommendas
tracta-sena agencia
46 Roa do Commercio46
valores
Boyal Mail Steam Packet
Coiiipaiiy
Reducgo de passagens
Bilhetes especiaos sc-
ro emittidos desde 14
de marf o at o fin de
julho oTcreccndo fac
lidades aos senhores
viajantes para visitar
a exposi(o colonial
em Londres, de 1886.
Ida e volta de Per-
nambuco a Soutliamp-
on, primeira classe,
com o prazo de 6 me-
zcs libras sterlinas 36,
150.
LEILAO
de miuduzss, fazrndas, relngios de parede, qua-
dros oleo e pedras marmore.
Quinta-feira 8 de Abril
No armizem do Largo do Cjrp Santo u 9
Km coiiiinuitco
vendr o m amo agente duas vaceas e garrote
touriuof, urna carroca e arreios para cavailo e
doze pedras pollidas.
L.eilu
Quinta-feira 8 do cerrente
A's 11 horas
Una tstr O agei,te Molesto Baptista, autorisado p^Ios
8rs. A. Perreira & C., far lcilo de urna armacao
envidrajada, contendo 7 armarios a moderna,
propria para qualquer negocio, um baleao, tres fi-
teires, dous moatradores, urna grade nova de
ferro, um trip, um lampcao de porta, diversas
mercadorias, quinquilharias, harmnicos e outros
muitos objeutos, que cstiro vista dos concur-
rentes.
Agua Florida;
de Barry.
DUPLA.
1' Prcyaraia ee^unio a forrnifc
w origin;.; osada i W sano e 1623.
Tem duas vezer-, ma.s Fragrancia
que (jualquer outra.
fura duas vezes mais temr9.
E'muita mais rica de perfume '
mai3 suave.
E'multo mais Fina e Delicada.
Tem dobrata forca Refrescativo "
Tnica no Banhc.
Fortalece ao Dcb'lo ao C?ncado.
Cura as Dores de calseca e os dea-'
rr.Eos.
E'muitissimo Superior a todas a"
outras Aguas Floridas Actua\j
menta a venda. ______ ^
Descoberta Importantissima.'
Puro Oleo de Fiplo k Bacalte.
COM
IODURETO DE FERRO,?
DE -V
Barclay & Companhi^,'
AVISOS DIVERSOS
Pedc-se ao3 abaixo assignados o favor de
virem ou mandar ra do Mrquez de Olinda n.
51, a negocio que nao iirnoran.
Pedro Siqu^ira, d'Alfandega.
Arthur Dantas.
Luiz Carvalho.
Jos Guimaraes, caixeiro do Loyo 5c Filho.
Frederico Vieira.
Augusto Goucalves da Silva.
Luiz Caldoso Braga.
Cnrai ..-rr.nn'-ao* pcorc:-, ca***
de l*li;
o- Qaadris e dos<
lamm
:.;*: BOCOrpo '
:' o i -. K' serta
m< ata urna crau.'^ i: ic Puro Oleo d i
J'i'ailo le Etu'iir ecut Eotiuroto I*
frrode Sfiarclay fe Ca ew York, j
Xaropf de Vida^
Lisboa e Porto
A barca portuguesa Isolinn recebe carga a fro-
to ; tratase com Silva Guimaraes & C. ra do
Commercio n. 5.
LEILOES
Qainta-teira 8, deve ter lugar o leilo de miu-
dezas, fazendas, quadros, relogios de parede e pe-
dras para mesas; em contiouaco de duas vac
cas tonrinas, um garrota e urna carroca com ar-
reos para um cavailo.
4 L.E1L..O
Terca-eira 6 do do corrente
S.'s 11 HORAS
A' ra do Bom Jess n. 19
O agente Silveira, por mandado c com assis-
tencia do Exm. Sr1 Dr. juiz de orpbaos o ausen-
tes, levar a leilao o si.io do Arrail ra de
Paulo e Silva, do finado Joaquim Martina Gomes,
a requerimento da inventariante D. Honorata Ma-
ra do Sacramento.
LEILO
Terca-feira 6 de Abril
Na estrada do Arraial n. 2"
* A'M 11 Horas
O agente Modesto Bapiata autorisado pelo Sr.
Marianno Francisco dos SantoJ far leilo para
pagamentos dos credores do mesmo, da aran* cao,
utensilios e mercaduras existentes na taverna n.
27 estrada do Arraial, .ssim como do telheiro e
mais utensilios da padar a, sita na mesme casa, a
dividas na importancia de 2:314f.
LEILAO DE PKE*dT~M~T1REN_ PRO
PRIO
T. rea- te ira G do corrento
.r,v 11 horas
A' roa do Bom . 19
O agente Silveira, por mandado e com assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz de orphos e a requeri-
mento do inventariante Antonio Lourenco do Es-
pirito-Santo levar a leilo a casa terrea sita
travessa do Principe n. 4, do finado Joo Cardoso
Barreto, com as seguintes dimensoes :
Porta c janella de frente, 2 salas, 2quartos, co-
sinha fra. medindo de comprimento 15 metros e
40 centmetros, e de frente 4 metros c 40 cent-
metros, quintal murado, cacimba com boa agua
potavel, todo arboriaado e banheiro de pedra e
cal.
Os Srs. pretendentcs csd. j pDdem examinar
Aiuga-se o 1" andar da casa n. 19 ra da j
Penha, o Io da de n. 60 mesma ra, ol' da de '
n 35 travessa de S. Jos, o terreo de n. 26 ra '
Duque de Caxias, e a casa n. 26 ra de Nunes i
Machado, no Esj inheiro, com bons commodos ; a
tratar na ra do Hospicio n. 32.
r'recisa-se de urna cosinheira para casa de |
familia : a tratar na ra do Baro da Victoria j
n. 39, loja.
Aluga-se a ca6a com sitio, do Dr. Castello '
Branco, prxima ao povoado do Beberibe ; tam- '
bem aluga-se nma boa casa terrea novamente re- )
construida, sita ra de Mathias Ferreira, em I
Olinda : trata-se ra Daqae de Caxias n. 23.
= Est para alugar urna erioulinha para ser-
vieo domestico de casa de familia : na ru* da Im ,
peratriz n. S, 1 andar.
Quera precisar de urna professora para pri-1
meiras lettras, principios de francs e italiano,'
msica, piano c flores, para casas particulares ou |
nos arrabaldes, dirija-se ao Caminho Novo n. 128.
Na mesma casa se precisa de urna mulher de ida-
de de bons costumes, que faja companhia a urna
familia e preste alguus servicos.
Aluga-se
DEPURATIVO E
Este novo e adnurav
PURGANTE.
l puricador^de.
Bngue actna sobre ^s'intestinos
o ligado- os rins"o a pee.X
E'ci.ra infallivelcontraa Dpblidadc
Nervosa, as Dores de Cabe'.-a a Dys-,
pepsia as Sezoes, e contra as doen-f
cas de origem Miasmtica ou occa-.
sionadas por desordens do figade-'
ou pobreza e impureza do sangue.f
o sobrado com sota ra do Co
roncl Suassuna n. 139, tem commodos para grande
familia, criado e pintado ha pouco tempo ;
tar na ra da Imperatriz n. 56.
a tra-
Monteiro
Mnlllilde l.iiania
Peretli
Manoel da Tridade Peretti, sua mulher D. Ma-
rianna de Medeiros liego Peretti e sna3 irmues
D. Mana J. de J. Peretti e D. Mara das Dores
Peretti, muito reconhecido3 todas as pessoas qne
se dignaram acompanbar ao cemiterio o corpo de
sua presada mi, vcem ainda pedir o caridoso
i obsequio do comparecimento 3 mismas qne, pela
baptisaios, assira como para meamos at 9 annos, gaa Jm|li sero%osada3 na matriz dd Boa-ViVta,
no dia 9 do corrente, sexta-feira, s S horas da
Precisa-se de urna cosinheira para casa de
pequea familia ; a tratar no titio doDr. Valen-
ca, na estaco da Jaqueira (linha de Apipucos).
Prcpara-se com todo gosto e perfeicao ves-
tidos para seohoras, enchovaes para casamentos e ,
10 para me
por preco commodo : na ra Augusta n. 190.
Urna senhora propoe-se a ensinar portuguez, manh e de novo agradecer.
noeoes de francez, msica, piano e trabalbos de ^VHBI
agulba, cm cogenhj prximo a esta capital : a
tratar na ra do Baro da Victoria nj 46, segundo !
andar.
Precsase de nma ama
tina n. 32.
na ra da Florn-
Aluga-se
urna boa casa em Sant'Anna de dentro, com 2
salas, 4 quar'os, cosinha fra e mais 2 quartos,
quintal murado e portao para um grande terreno,
urna casa ra de Santa Thereza n. 30, com ar-
macao de taverna ; a tratar com Jorge Tas o, uo
su sitio estrala de S. Jos do Manguinbo.
Preveufo
Constando-me que qualquT dia destes sahir
urna publicaco sob o titulo Humorismo, referente
uiinu i pessoa, previno ao publico que se aguar-
de para quando dr explicaoes respeito, o que
ser breve.
Btulo Pereira.
Alug--se
urna preta escrava, cosinha, lava e engomma per -
f-itamente : na ra 24 de Maio n. 24. Nao sahe
ra.
Taverna
C >mpra- se nma taverna em boa Iocalidade, que
retalhe bem : a tratar na ra da Moda n. 29, ta-
verua. -
Atlenco
Q'iem tiver predios grandes, em boas ras, nes-
ta cidade, e queira permutar, recebendo metade
em dinheiro e outra em predios p quenos, edifica
los tambem nesta cidade, dirija-se ra do Vi-
gario Tenorio n. 12, armazem, que achara com
quem tratar.
Ultimo leilo deflnUIvo
No Hotel do Universo, ra do Commercio n. 2
Quarta-teira 7 do corrente
A's 11 horas
Constando :
De 1 mobilia de Jacaranda com tampo de pedra,
1 piano do fabricante Gaveau, 2 guardu-vestidos,
1 guard*-l' tas de amarillo, maiquezas, 1 mobilia de inogono,
2 pianos de Jacaranda, mezas grandes de ami-
rello, earteiras, secretarias, diversas qualidades
do bebidas, candieiros, registro o encan*mento de
gaz, loucas, vidros, caldeiroes novos e muitos ou-
tros artigos.
En coniinuacuo
De 1 cavailo alazao sellado e enfreiado, andador
de bano a meio e esquipador.
Em negulda
Aluga-se o importante predio com grandes
commodos.
Por intervencao do
AGENTE GUSMAO
Humorismo
Paulo Pereira.
Xem vem c nem manda.....
Amanh.
A quem interessar
O nbaixj assignado, pelo presento declara que
dissolveu a soeiedade que tinha com o Sr. Gene
roso Alves, ni esaVleciinctO do molidos silo
no largo da Casa Forte n. 1 retlrando-se o mes-
rao pago de seu capital a lucros, ticardo a seu
cargo a cobranza das dividas da extincta socie-
dad. Kecife, 5 de Abril de 86.
Antonio Arco > ei-de de Mello.
Casi na..Vanea
Vecde-se a taverna da ra do Sol n. 17, na
Vanea, com pequeo capital, tendo casa ao p
pira t 'milia, tundo esta casa a vantagem de fiear
frontera estaco da ferro vi i, que deve ficar
prompta at 3 de Outubro deste anno. O nego-
cio vantxjoso, e es pretendentes podem dirigir-
se ao local da taverna, na Vanea.
se
urna armacao e um balco de amarello, propria
para qualquer negocio, asaim como nm temo de
pesos de lato, de dous kilos al dez grammap,
pro jrio para botica : a tratar na praca de Pedro
Un. 4,fojaj
UFILIZ
4os4:0O0S000
BILBETEH (i.ttti\TlO*
Praija da independen-
cia ns. 37e 39
O abaixo assignado ;endeu entre os sena
felizes bilhetes garantidos da 46a lotera
aorta de 100 em 4 quartos n. 2665,
alm de outras muitas de 32!, 16(} e 8)J.
Convida os possuidores a virem recebe:
iom descont algum.
Acham-se a venda os fezes bilhetes
garantidos da 47a parte da lotera a beneficio
da matriz de Nazareth, que se extr&hir
no dia 6 de Abril.
Precos
Bilhete inteiro 45000
Meio 25000
Quarto 15000
fm porfi de toojooo para
cima
Bilhete inteiro 35500
Meio 15750
Quarto 5875
Autonio Augusto dos Sant Pi-rto.
n
OS 4:0000
16-Hua do Cabag-16
O abaixo assignado vendeu ns sous
venturosos bilhetes garantidos os premios
seguintes: 1 intiiro com asorte de 1005
no n. 2928 alem de outros mais de 325,
165 e 85 da lotera n 46.
Convida-se aos possuidores a vir roceWr
sem descont algum.
Acham-3e venda 08 venturosos bilhe-
tes garantidos da lotera n. 47a em beneficie
da matriz de Nazareth que se extrahir na
terca feira 6 do corrente.
Precos
Intero 45000
Meio 25 Quarto 150U0
Sendo qnantldadc superior
a ivotooo
> Inteiro 35500
Meio 15750
Quarto 57 H5
Joaquim Pires da Silva.



6
O"
Diariu PernaiiiHiintTcrfa-feira 6 de Abril de 1S86
-*-*
Aluga-se barato
O 1.* andar da traveana do Campello u t.
O armazem da ra do Ruin Jt'sua n. 47
4 casa da ra ao Viscoude de Goymina n. 79.
A casa terrea do boceo do Tambi n. 21.
A tratar no Largo dn Oorpo Santo n. 19, 1* an-
da?
Aluga-se
wa tema da ra de 8. Jorge n 40, com 4
K artos, 2 snlan, C'isinha, quintal com cacimba, to-
pinada caiada, por preco commodo, a tratar
na ra do Amorio. u, 6G.________________________________
Aluga-se
o.*- e 3- andar do sobrado ra do Bruui a. SI i
a tratar no uiesin >, padana.
Ama
Precisa-se de uuia perfeit. engommadeira : na
do Riachuello n. 67, portao de ierro.
Ama
Precisa-se de urna ama que eaiba cosinbar e
CMiprar na ra do Vis conde de Guyauna u. 139.
Ama
Precisa-se de urna cesinheira e outra engom
laaaVra: na ra do liarlo do Triumpho n. 08.
AMAS
Na ra de E'ay.-uml n. 20, precisa-se de urna
boa cosinheira e de urna engommadeira, paga-se
bem agradando.
Ama
Pjecisa-se de urna ama para (ratar do servieo
de casa de familia ; a tratar na ra do Bario da
Tictcna n. 7, 2- andar. _____________________________
Ama
Precisa-se de urna para cosinhsr; tratar na
tcavesaa dz Finlands Vieira (Becco do Padre
laglcz) n. 8.
lina para coziuiar
Na ra do Bem-fica
sitio que fiea em fren-
te da entrada dos Re-
medios, se precisa de
unir, aiulher forra ou
e sera va para ama de
cozinha.
NTICO
/

%
GOTTAS REGENERADORAS
do Doutor SAMUEL. THOMPSON
'Tratamento efllcaz contra todas as affec^Oca provenientes do enfra-
queclineuio ios orgaos e do system.i nervoso, ou das' al torales do
gauKUe Praqcjia do Kln. i.Herllidadc. Palpltac, Em. -
qneolxnent* (eral, lonju ConaiBoon h, i.i e recoimiiei)(ii',o ron.o o xn lor regenerador do orsadsiuo.
O rRASCO I a FRANCOS ,uixt vm*^iQ^l yj
Todo frasco qut nao trou.cir a Varea Ur l-'a'irxcu regtStraOa ea ttistnutura^/;rjf; Uni-o Fibritante
deve er rigorosamente recusado.
7^
tinte
Producto
VARIS, Pnarmac-la Gil, roa Roche, houart, 38
Deposito em Pernambuco : FRAr lvi. da SILVA & C.
Prenaraco de Productos Vegetaes
2XTIN5(fDAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
JW ARTI nITcTbASTOS
Pemamhncc
KELOJOARIA
ALLEM
Pn.ca do Conse-
l.ieiro Salda-
[bo Marinbo
n. 4.
An'iga da Ma-
triz de Santo
Antonio nume
ro 4.
Tcntle cu aberlouma officina de relo-
joaiia com o titulo cima rcc< mmendo-
mc ao respeilavel publico para fazer
qualquer liaballio, al o mais difficil na
roinha arle, como j prove como em-
pngado da relojoana regulador da
marinlia onde liabalhei os ultimo?
dous anuos, pnmettoprecos modicus e
promptido. ,
Callos Fer
Xarope ie Casca de Laranja amarga
ao IODURETO de POTASSIO
A1PR0VAD0 PULA JUNTA DE HYOIENB DO BUAZIL
" t ------------------
Este agente poderoso administrad em
soluco com agua, tem por inconveniente
o irritar a mucosa do estomago e deter-
minar accossos gastralgicos.
Em vislai'isto, os mdicos cima men-
cionados e "colherao por excipiente r"estc
faino o remedio, o Xarope do casca
de laranja amarga de Laroze, o pjul,
por sua ai cao tnica sobre os orgus do
apparelbo digestivo, facilita a absorpeo
do iodurcto de potassio, previne qual-
quer irritaofio e permute a"c se continu
o traf.'iiueio seni temor de nenhum
accidente at completo restubelecimeuto.
Todo o mundo conbece ai propieda-
des do Iodurelo de potassio. s mais
distincin mdicos da Faculdade de inedi-
cinn de Parte, c .principalmente os srs
Dres Hicoito, BlanOHB, T;
Nblaton, Piorrv, Kogbr, obtinerio os
melhor-s resultailoa no tratamento daa
affeccoe.d ecrophulosas 1 mphati-
cas. cancrosas, tuberculosas, nos da
carie dos ossos, dos tumores brin-
cos, da pap. ira ou bocio, das mo-
lestias ebronicas da pclK, 0a agrura
do eangue, dos accidentes secunda-
rio terciarios da syphilis, etc.
Oueni tem?
Ouro e prata : (compra se ouro, prata e
pedras preciosas, por maior preco que em outi n
qna.quer parte ; no 1 and-ir n. 22 ra larga do
Rosario, amiga dos Quarteis, das 10 horas s 2 da
tarde, dias uieis.
ttengo
O puro vinho verde c o saberofo cha preto pon
ta branca, cs'jecialidades sem competencia ueste
mercado, reo bidos pelo ultim- vapor, encmtra se
venda em casa di' Paulo Jos Al ves t C
60-Rua do Haro da Vicloria-60
Vinho de S. Miguel
CIIEGOl
Nova remeesa, vi~ndem Amarnl Primo & C, ra
Larga do Rosario, e Borges na ra d<> Amorim.
E' PURO E BARATO
i}
I
H
3
Leonor Porto j!
Rna lo Imperador n.
Pnmeiro andar
C-ntina a ezecutar os mais difficeis
figiirinos reeebidos do Londres, Paris
Lisboa e Ro de Janviro.
Prima em perfeico de costura, em bre
vidade, modicidade em precos e fino
gost.i.
IB
hurlas maduras
Ven^e-se diariaminte especiaee laranjas para
mesa, u.aupabas, rapotaa, e outras umitas: no
largo de S Prdr-i i:. 4.
Ensino primario e secundario
Urna pissoH habilitada! propondo se a enainar
prini'iriis Ivtrrae. portt guez, frno. z, arithmetiea
e outras rnatpr8, abri urna aula : na de S.
Jorg- n 35, unde p 4f" "
Este remedio precioso tem gozado da .icceita
{5o publica durante cncoenta c seto annos, com-
cando-sc a sua manufactura c venda en 1827.
Sua popularidade c venda nunca foro t;lo exten-
sas como ao presente; e isto, por :.i ir.esmo,
erece melhor prova da sua efficacia maravil-
IDM.
N'.io lie^itamos a dizer que nao tem dcixado
en, caso alc^im de extirpar os vermes, quer em
eancas quer em adultos, que se achario ane-
los desies inimigos da vida hfjnana.
Nao deixamos de receber con-nnte:ncnte
attestaces de mdicos em favor da sua
admiravel. A cansado soooesso obtic
., tem apparecido variar-, fii lfira<.
sor:c que deve o comprador te1- muito c
examinando o nome inteiro, qoi
7eiHifnec Se B.A. FAHNE3TBCK.
Ebtc i portante tstabele.ment de relojoaiia.
fundado em 189, est funecicnando agir ra
larga du Rosario 11. 9.
O seu pr^irietMiio, esearr gado do regulamen-
to dos r elogies do ursina! di- niarinha, da c uhia dos tr.lhos urbanos du Reeife Olinda e Be-
berilie, dad Rec;fi' 'aiing, da estrada de
ferre d>- Carua da companliia Ierro-carril de
Pirr.anibuei-, da assn-iaeai cunmer-ial btn'ficen-
te e da estrada ir i.-rro di> Limot iio, creado de
iritelligi'Tites e h be s auxiliares, cuncerta e la-
bric. qualquer peca jara relogios de algibeira,
Je pirid<% de tunes de igreja, cbmnnnietros ma-
ritimus (dj-ndoa marehaj, eaizaa de msica, ap
parn.lhos electriros teleepbicot.
O m<-8mo aeaba de receber variado sortimento
de relogios aini-ncaiirs qm vende de 7J a 20
para parede, mesa desp- rtadi rea de nikel.
Cootiua a excrc< r a sua pr- fissilo com selo e
internase de que si.iuprc deu provas no respei-
tavel publieo e a a seus eollegis, e vende iorne-
cimento de qual-|ii' r qr.alidade.
Em frente de 8eu estabeliciinento se acha col
locaco mu rekigi'., eujos inoitradores tambem pu-
lieran ser vistos pil.,a passageiros da ferro-carril,
tend.,snnpre aHOKA MEDIA DESTA CIDADE.
leteimi ailas pelas siias caservacoes astronmi-
cas. Ra larga do ITiniaiin u. 9.
Antonio da Coala Araufo
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Exigir as Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN & C'S
de PARS, que se cncontrao em casa dos Droguistas et Phannuceuticos.
SILK.
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(Ketroz ir* .... 11 I
E'mfaUivel
Largos.Pedron 4
Tildo e eui..' pelo meno pos
vcl
Ne-'i- e tai., i-ciini'iifn s.-mpie ba i venda oes-
peiai mor demxraenja, en lindas garran.ihas,
pr"l,; v.lc, compotas de n.angaba e
ai;
Tai.ibiu. seneootra um asapiete sirtimento de
taiolasdi lA* sfaheantM para toda diversi
B ter-in r,n-ntu8 en la u t a.
E c i U'u grande sortimento de
pasmiu .-trangi'ir >5, entre elles ca-
nariua a ..idos aqui nu Brasil, rolas d-
todas as .. nt cruzadas, propr.as paiu
'>veiros uejardins.
Julgando ser de grande ulilidade des egoci.uites da
.-vmerica do Sul, terem fio* de seda e Tetros prepara-
c os em iaaIoh.il mais leve do que scj.in: Cirreleia de
I o. estamos promptos a brneccr para ^ > p'trtat jo
ros de seda, rctroz de seda e seda de bordir, de
1 idas as qualidades, preparadas em lancederras de
l apcl ou de pennas como cima representadu.
Temos todos es tamaitos de fio preto e mais de
Cinhcntos cores.
Dinja-se u Brainrd ft Armstrong Co."
6=1 Market Street, 460 Droadwav,
r'iilaudphi, U. S. A. New-York, V. S. A.
Pin.i'li em conserva
Vend com piuienta em
conserva, preparada n Earopa, e qce f:;z um
1 puco de ICO
1 Bada mn, i^r.) p r luver graude
porc'n : n.. largo de >. IViIm u. 1
fim negocio
Vende se mn:: parn jni.' ip a '1. em Jab mr ci niroote a f>-ira,
bem -. trrg z da, e i para fainili-, jja-
ranlc-:e at eh ives a tfll r aa n.ejOia.
Criados
Precisa-M de um criadj epeiro e de uma en-
gomniaai-ira ; un un Du [c de Cajrjaa a. 86.
OpliiOAs engciiliO
No ilia 19 do corre'it'." rao praga p r triennal
arread amento os engeo^ns : Flor do Lima, Cazias,
Linda Flor e Fi;r ti" D DM o edital do
iuiz de ornhos de Oamelheira, trras muito boas,
ptimos motores, grandes e sendo mdico, tedo
eoncor.-e para que nao peream a occasiao aquelfes
que querem dquirir um bam engenho.
............> .............wiitiiiwwwmp
SABONETEoeALCATRAO
*** a TOU.ETTB. 08 BARBOS B CUIDADOS DA AS CRIANCA8
Este BABONETE. r-Uaueiro antis*->tica, 6 o mal efflcaz para a cura de todas as
________________^___ T1-H.SSTIAS OH PEl.LF
M1JiMiilJ:l;lil?IWiliiH;MJi,'H
acat mmh tnanca cutn o ..it >, ( ,nv.\is .-i-.eku\h a ae iroicyet-os contra
o SARAMPO, a VARILA e a FE53RE E&CAHLATINA
f.-tes HAHtt\E TKS so rpconimendadoa pelo corpo medico inteiro porgue prevlncm as
lOLESTIA EPID2.M-CAS 6 CONTAGIOSAS c se aaptaa a qualquer clima.
M.WtCA DU PABB1GA NOS ENVDLUKHOS B NOS PZs
IDexxjsito cja-ral : ^V.V.WRIGHT C O, Southwark, LONDRES
______El1* Pernam.fcni-o ; "Pran"M. r\&. -t-r.-vr
\-b*\tU\h\it**frityma\t\ ti* m 'O
r'"
**mm\tmnt\l* "l... i^UX-t.'
CADET
CURA
em TRES DAS
IM2,Bordai ux; KeJaMa de Brome;
BIo.s: Mtdfii .. Prjtt; P.oche-
lort : :. ,- M ,-:/id -y- prfta,
..rtnd'rr.o c/o-lS83.AiiiEte.Jam:
m- ittH <"a Prat- aourt a. 1885,
Exposicdude : rabaJho:>lJ/Ti.j; ,3
FP
5
W.tA fiLLi.1
Alixne. afo Mea
um pt 11 si > azo'ias e pbiLplia'ados.
a rauara
',!' a:,'a 'le loil naalin i iclunas.
bxperhnentaiia omn
Ho-p'ldi.-, ,\-_>. _
Casi.- 1 ^ ,. .s.i.
1.0a, : beides,
as AtToe<;i ,., .
s ppprl 1 o L a ,iu.
lucivo n |c *
BUBa lUTlAa 41 U
I'/irt-.-, r<%emage(fnnt*\
taP* ......ti c>.
Vjri"'- mi -
.
pars
Depsitos as principaes Pharmacias.
Em Pernambuco .-
FRANco m. da SI UVA
C.
VNHO de GATELLN
de OLYCERIMA o QUINA
0 ma< palero) i rlpt0
Doteaioole Dores dest^m^go. Luagor. Auemla
Diabati:, Coosumpcfic. i sfores,
Convaluscoma, Rezultados dos partos, i
Onesas rinho axa f r.. V'NHO FtR GINOSJ D: ;
"J!Li 1 BCia do-auna pobre

a esnniago e nao oecasion.i nri-io ile i
\PARIS. 23. r. StlHt Vn-.cnt -fi ,/. Em IVi-ii
TroncaM.O,iillvaeCJ,biuuprnc>kt I
NICO VINO euiNAOO OUE OB
/rBO 'i
Be9contiarpo5iIO
eprai-cerej
r ll Ayer dq
Che rforsl)

Asthma Bronchite.
.:: cuTosst Convulsiva
9 '"Pulmonar.
- -' ;i;.iRCiA.u5.Kiiitiitr.


&4%
TJ^THAJllA
SUCCESSOK
2o Un de Malhias de Albuquerquc
"5
M
(ARTIGA RIA DAS FLORES)
Tinge <> limpa com a maior perfeico toda a qualidade de estofo, o fazenda em
pe^as ou em obras, chapeos do feltro ou de palha, tira o mofo dasfazendas; todo o
trabal! o reito por meio de machinismo aperfe5oado, at hoje conlienido.
Tintura preta as teryas e sextas-feiras.
Ti.ta de &
^unm Aiim
ALBEKTO HENSCHEL & C.
:>-llA !)0 B4RA0 04 VICT0KLV--32
bem acreditado cstabelecimcnto phovgraphico -allemo, acaba da augoien-
tar as su;.s galeras no gesto das mais sumptuos a casas d'cste geneio, como de Pars,
Londres e Berln, onde o rcspeitavel publico en ntrar os inas aptrfeiyoadcs trabalhos
pelo systHina mais moderno e mais apreciado.
Para dar maifl impulso sua casa c ssnn melhor satisfazer os mas difficeis
exigencias, acaba de contractar o eximio pintor o Sr. Ferdinand Piercck, chegado re-
centeruente da Cdrte do Imperio, onde adquiri gran'le nome, alm do bom credit) que
j giizou em 1877 quando aqui esteu na mesma casa.
Roga-se s Exnias. familias e mais pessoas o obsequio d honrar com suas
visitas a este grandioso estabelueimento, onde existe urna magnifica exposicao de suas
produ -co s artsticas e on le encontn>rao llianeza no trato, perfeijao nos trabalhos 8
modicidade nos precos.
C. Barza,
Geiente.
FUNDICAO BEBA
LLAiN PATERSON t C
N. 44--Rn i do Brum--N. 44
JUNTO A E? A^AO DOS BONDS
Tem para vender, por pre mdicos, as seguint'S 'orragens:
Tachas fundidas, batidas e caldcadas.
OrrmtcSes de diversos tamanhos.
Rodaa de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idc;n.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindo- modelos
Portaste fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavadlos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas do panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarrega.m-8e de con icrtos, a -ss>-,ntamento de mao'iiuismo o exeetuam qualqn
tifibaliio coui pen-ficao e prestesa
Cosinheira
Precisa se de uma cosinhi-lr:i que- truba'ho c m
asseio : a tratar n:i ira^* do Carpo Santu n. G,
primeiro and .r.
^osinhe-ira
Prcci
ua Duque de C'axins n. 90
uma boa cosinheira : a tratar na
Cosinheiro
na ra da Aurora
D. Amerina Hara Rosa de Souza, chegando da
Bahia faz scient < Ai Exmas senhoras, que juIm-
se habilitada a fazer vcs'idos dos mais modernos
figurinos, com gosto e perf cao, e iu icidade no
precos : na ra da Imperatriz n. 43, aonde pode
ser procurada a, qualquer hora dj dia.
Precisa-se de um cosinheiro
:urnero 77.
Feitor
nia
OBMB
.leiU-i
fiM'>
nrccisa se de um da ilha de S. Migufl que
saiba lavrar tena c.m ar.ido ao systema do l ;
: para o bem, dindo e casa para morar cr.m com-
' modidade para familia se a ti ver. A tratar no
Largo de S. Jos n. 28.
VINHO de EXTRACTO 0E FIGADO de BACALHAO
A OS 4:0001000
slSSIES 3smoos
iia Primeiro de Mar$o n. U
O abaixo assignado tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 2511 com a sorte de.4:0008000,
4 quartos n. 2649 com a S3rte de 1 :<)0 '$000^
l do outras sortes de 32, 16$ e 8(J, da'
ia {-'J."), que so acabou de xtrahir,
ida aus possuidores a virein receber
a i i-onformidade do costume sem descont
'gura.
Achuin-se venda os afortu ados bi-
n vmur, S &''iratido'' d* 3-a Parte du- loteras
u vijNxiu aetxtracto de Figado de Bacalhao, preparado peloSnr. GHEVRIER,Phanna<-eutico de 1" classe |a Denchco da- matriz de Nazaretu, (47.a),
1 que se exrahir terSa-feira, 6 do frrente.
PIEJOS
Inteiro 40000
Meio 25000
Quarto 1,5000
Sm qiiaulidade maior de f oo*
I'iteiro 3/J500
Meio W&'
Quarto 087
Manoel Martina Fin:a.
Vende-so
em todas as principies Pbarmaola
e Drogara.
Deposito geral .
PARIZ
Faubourg Montmanre, 21
couiu li
emPanz, po^sne ao meso* tempe os principios activos do Oleo de Pigado de Bacallxao e as propriedadee therapeuticas dos
ados ak'o<,licos. E para as oujo estomago oao pode supportar as susbstancias graxas. O seu effeifc
do Olio de afigaoa de Bac&liao, soljerano contra as Escrfulas, Rachiusmo Anemia, Ghiorosf
Bronchite e todas as Molestias do Peito
VINHOpeEXTRAGTQ de FIGADO de BACALHAO CR E0S0TAD0
Deposito gcral :
PARIZ
21, Faubourg Montmarlre, 21
"Vende-se
o todas as principias Pharmacia
e Drogara.
A CREOSOTE de FAIA suspende o trabalho destruidor da Tsica pulmonar, porque diminu a expectoraco
ti, faz cessar a febre, suppriine os suores. Os seus effeitos combinados com os do Oleo de Figado di Bacallao,
de Figado de Bacalhao Creosotado, de CHEVRIER, o remedio
fazem do VINHO de Extracto
Atiendo
excellencia contra a TSICA declarada ou imminente.
por
As aeeoes entre amigo?, relativamente a
piano de Herz, qne tinham de correr com a segun-
da loteria da provincia do mez de abril, por falta
de recebimento das respectivas importancias, dei-
xam de correr cem aquella e correro iupreteri-
vcimente com a ultima do mesmo mei.
V

,




'



1


w
'".'
*p*-
Mario de FernambumTer^a-feira 6 de Abril do IHHQ
Eii-oiuma na ra dr isconde de
Precisa-se de urna
Goysnna n. 207.
genhos para assuear
NOTE BEM
A caima de sssucar j cortada e preparada para
moer bem sabido que contem por termo medio
90 por cento de s--u pezo em suco.
As .noendas ordinariamente usadas aqui, nao
primem mais do que 50 60 por cesto por con-
seguate se ver a grande perda que os cultivado-
res ineorrem s< mente p.ir esta causa.
Os telbres tngenheiros Srs. George Buchanar
& C. de Londres, recommendando as suas moen-
das, garantem que pr duzirao, com boa canna eom-
mun de 10 80 por cento do seu peso.
O material dad alias m ii'hin is o melhor, e de
excell-nte qunlidade, a obra de mao acubada com
toda a perfelcSo.
Dam1 s o custo d'uma m^enJa qua tem provado
muit> b in iendoeOBVMianta, ecjuomica e de f-
cil c, II excito
Moenda com machina a vapor u'utna o' base de
ferro, tudo completo
Tamanho ... A D G
ForV;i de cavalb. .11 25 60
Peso de caima ooi-
da, por hora qts. 90 200 400
Produzin l.-> por da
da 10 huras.-As-
suear. qts. C 110 150 210 290 4 400
' reco-Posto abordo. 850 1,700 3.260
N B. A fi-ien de eavalfoa acta! o dobro do
q Se indica eeima.
. ara t mros tauar.bos, como para moendaa e
machmiino completos pura engenh'S centraos, in-
cluindo tri'hos prtatela e ystema api rfcieoado
dirijam-ae a Broivnv At C.
N. 5KA DO COMMER IO
Cosnheira
Pr>"cisa-ee de ama boa cosinbeira e qae seja
sisead, a Ir i'ar na ra de Payeand n 19
Passage a da Magdalena.
VENDAS
Vende-se a casa c im sota a ra do tsocego.
e quina da ra do Principe n. 32 ; tamben) se per
muta por outras menores : a tratar na mesma
cusa.
Para qua Iqucr fabrica
AluL'n-se uir dos memores edificios, tendo gran
dos acc-anmo 1 f8 t pan familia e cm.irega
dos, milito botn porto de rnibar ^ne, sito ra
Imprr>l ns. 3M)-A ( 880-D : a tratar na mesma
ra u i.'!!. ____________________
Casas baratas para
alagar
Ra d S. Francisco a. >.
lo andar a ra d i 8, Jorge n. 74.
1 e 2 andar c lija a ra de S Jorge n. 23.
1 andar .a ra da Guia n. 55.
Andar terna roa do Pharol n. 32- \.
A tratar na ra da Assinnpciij n. 58.
m ii i
De coodneta fl que nao tiver rocos de
vida, qtu reiui i apaahia a I ter
asa, C mida, ultnina r<>upa, etc. A casa ti m
criados para cosinhar e outros misteres. a ra da
Roda u. 54.
Vendern se m san
do Baril da Victi ria.
dii nl;|i
il. Ro riciies & C, roa
I
s eagatinna mas;
Recebemos neste ultimo vapor voadores para
Kenincs aprenderem a andar, assim como, diver-
ges obras da Vime.
Cadeiras
Cestas de diversos tamanhos para compras.
Balai is para i.ip.-l.
Aaanfttea
Condecas.
Roupeiros.
gementes de horralicas e flores, amores perfei-
tos e diversas quaiidades.
Vio tatnbem o especial bachlhao de Noruega,
pesando cada un libras: em casa de Pocas
Mcnd. s & C.
Rna estreita do Rosario n, 9, junto a iqreja
Coronel Frnucl*oo F.in* Paa
Brrelo
Mara Rita Wanderley Barieto, sena filhos e
genro nwndam celebrar algumas missas por alma
de sf u mu presado marido, pa c sogro, na igreja
do Parnizo, s 7 1/2 horas da m-.iiliu do dia 6 do
Correte, stimo de sea passa nento ; e para eose
acto le rrligito e earidade, c mvidam a<.s s>us
prente a .':" do finad.).
V
Folippc Coelbo Leio
D. Clelia Elvira de Hattafl Le te, Dr. Coelho
Lcite, Jos i I rodjne Leite (ausente Mara Au-
gusta L'it--, Fr nciso Jo deOliveira K y e sua
ramili*. .) 1% Jangmann (aaaente) i roa familia
rogam a us pa'en es e amigo* o cariloio obse-
quio de *<:-.-:.-'!>' m i missa que ir.andain celebrar
o dia li d i C 'i'ei te, s 8 hor.-.s da uianh, na
matriz d I! -Vi-ni. por afana de seu desditogo
filho, m ci nhado.
Flix HcrmosciicM Ferreira da
Uva
Ettevo Hermngenes Perrera da Silva, Aun
ngelina r'erri ra da Silva, Retalia Genuina Per-
ita da K Iva, \l..:iu Emilia lerreir.i da Silva
atel Ca dida Kerreira da Silva e Amelia Bcm-
nda K'irira ila Silva agn-decein todns us
eus p."' ntej non se ilignaram acocapa-
hai [teten jempre l-mbrade
| :', e.ix II nn i enes Ferreira da Silva, e de
novo os convidam para assistirim a n.i.-s d i s-
timo dia qoe ter ugar na matriz da Boa-Vata,
pelas 8 or da m m do da 7 do corrente, pelo
que r,i reamente gratos.
lsT
SCOTT
i i. OLLO l-URO DE
Fijado de bacalbo
Hy|ioj>liosplii!os de cal e soda
Approvadi pela lunfa de Hy
giene e autorizada pelo
Xoverno
E' o melher rem dio at buje descobe-to para a
llsii bronrliile*. mciopnila. ra-
-iiii. iiemi. cbiliiiadc en (eral,
deflaxoai. uise rlironica e nir< <<><--
do peii da garganta.
E' muito naperiur ao oleo simples de figado de
bacalba-i, ponjue, alm de ter chpiro e sab r agra-
davcis. popsue todas as virtudes medicinara e nu-
tritivas no ole >, alm das propriedades tnicas e
reconstituiiit's dos hypophosphitos. A' venda as
drogaras e bitu-as
Deposito em Pernambuco
Francisi o llanoel da Silva & L
23-RUA MRQUEZ DE ULINDA 23
A Predilecta liquida per todo preco, por
ter de acabar at o fim dente rarz. os objectoe dos
seas lindos mistradares. Entre amitos artigo
nao deixa de mencionar os abaixo, que tudo vende
por quasi nada '
Gnloes pretos, largos, para vestidos e cnsaoos,
metro p r 300 ris.
Bicos e rendas lar liilbos, metros por 100D.
Eecovas elctricas para lnnpar cabeca, de 4 ca-
da urna, por 1500-
Quadros crin aro de nikei p- ra retratos, um 200
lis.
Massinhos com 30 grampos polido, um 40 ris.
Duzias de lapis de Fabcr de 1200, por 700 ris.
Pares de suspensorios para menini 3, um 800 ris.
Sujierioras i scovas para roupa, urna por 14.
Pentes de marfim para caspa, um 300 ris.
Ditos da Irlanda p ra desembaracar, um (00 ris.
Ditos de tartrn_,M para eoqaeai um 40"' ris.
U tijas con tinta Blue Blackurna 3G0ris.
Trancas de palha para chapeos, urna prca com 10
in-tro- por 300 ris.
Cai\Hs imitamlo tartaruga, urna 8'JO ris.
Agiilhas de osao para chrochet, umi. G0 ris.
Ricos espaitilhn.H an eriams, um 44500.
Talladas de maltiplicafao, de cores, du 34, isto
joco, por l''ti0.
BoiiiaS, as melhores, de veludo, de 104 cada urna
p.r 540iO.
Ciliares Royer, contra convulsoes, verdadeiros
anodinoe, um por 24100".
hic'8 eatojoa com duan tlnanuras finas 24000.
Pecas de tranca grega, pailroes muito mi demos,
nina 50 ris.
le galio Bramo, urna 80ri>.
Borlas grandes para pos de arroz, urna 00 ris.
Lindos fichs e a tr z, um 4(K) ris.
Volt:is de cora! fino, c m croch de plaqu, urna
prr4lH) I
Puls iras com tres ordena de cor.-1, urna por 14.
Obi caa com euperior papel amiaade 4u0 ris.
Baleiaa par veatiota, polidas c muito nrt
dnzia por 360
Grofas de bcics de madrepereJa fina pnra casa-
eos, urna p r 1 I
Mac ib de mignardisse para crochet 200 r's.
Carriteis com 200 jardas, linha superior, de qual
qm r numero, um 80 ris.
Mi ias ernas para homLns, Euperiores, urna duzia
por 34000.
Leqnea de lindas cores, grandes, um 400 ris.
Ditos chiuezes, um p. r 100 ris.
Frascos com verdadeira agua de colonia 500 ris.
Tasos Be ; orc lana, cores uiatisadas, com bauhu,
por 14000.
Agua dentrifioa do Dr. Phrre, um frasco, pechin-
cha! p.r 14000.
Um pacote de s de arroz verdadeiro 300 ris.
Una eaixa com tres sabonetes por 500 ris.
Urna nuzia de salmo Huds n Dor 600 ris.
AlKOdoztntio fruiiie para l-n <<--
a r... lar i4too
Na luja da ra da Impi-ratris n ti, vende-
superiores aluodaozinho franc-zi-a com 8, 9 e 1'
palmus do largura, propriog para lencea d- un
t6 panno pelo b^ato pieco de 'HKI rs e 14000 i
metro, e dito trancado pa a toalbas, a I 4280, at
8m como superior bramante d>- quatro largura-
para lenc.oe-8, a 14500 o metro, barato ; na lo.i.
do Pereira da Silva.
Roupa par meninos
A i. iriio oA
Na nova loja da ra da Imperarriz n. 32, e
vende um variado sortimenfo de real larins pri
pri.is para meninos, sendo de palitosinho e calo
nha curta, fcitos de brim pard >, a 44('(>0, di ro
de molesiiuim a 44500 e ditos de gorgorito preti
emitando casemira, a 64, sao muito baratos ; n>
loja do Pereira d* Silva.
Engeaho Recanto
Vende se ou arreuda-se o engenho R-'canto, si-
tuado no termo de Serinhli m, moente crreme
d agua, com boas trras, etc. f. tratar c m Ma-
noel Ffrreira Bi.rtholo, A ra do Bom Jess n. 6.
Colchas a 14800, bi. 64 74.
Veriutinas fi todas as cores a 14 o covado.
Cortes de casineta a 14 e IjoliO
Ditos de casemira a 3, 1, 5, 6 a 74.
Leos aba-iihadns oom barra a 14200.
Can.isas de u ei. a 800, 14. 1450 e 24
Casemira de cores de dua lai guras a 24.
Cirtei de eapemira para vestido de senhora, de
404 por 204 bar iti-simo.
Zofiroa lisos a 120 rs. o covado
Cambraia p-eta pua f rn.a 1200 a pe^a.
n
(rantie e bem montada oflicina k alfaiate
DE
Ve ole se por hari-.tissimo pn eo e em muito bom
estado um cabrn.li t de dous assentos, quatro ro
das e arrcios para um cavallo ; a tratar na co-
cbeira do Candido, ra da R da.
Tavcrna
Vende-se a taverna sua itia de Lomas Va
lentinss 'antiga ra de Agoas-Vefdea) n 17, com
muitos commod >e, c o motivo da venda por
deenea.
14Frafa da Independencia.6
Signal
Vende-se
a loja de louca da ra da Impera'riz n. 13 ; aquel
les que quizerem camptar, airijam-se mesma,
que acharSo com quem tratar.
Vende-se
Um acreditado estabelecimento de molhadoe,
com poucos fundos, proprio para principiante, a
tratar na ra de S. Francisco n 26.
Camisas nacionaes
A C&500. S&OOO e 34500
32= L ja na da lmperatriz = 32
Vende se ueste novo estabeiecimento um gran-
de sorliip-nto de camas brancas, tanto de aber
turas e p nihos de linho como de alirodiio, pelos
tiaiaf >s procos de 2451X1, 34 f 44, sendo tazenda
muiti melhor do qu" as que veeir. do estrangeiro e
muito mais bem f. itas, por aerera cortada por
um b m artista, esp-cialm-nte camiseiro, tatnbem
PB Banda faser p r ene nmi.r.d s. a nfade dos
fregU'-zes : na nova loja da ra da lmperatriz n.
3 de Ferreira da Silva.
Ao 32
.Vva loja de fazndas
:%' itna da lmperatriz = *
DE
FERREIRA DA SILVA
Reate aovo -stabel- cimento encontrar o ros-
deitavel pubiic i um variad sortiinento de fazen-
pas de toi. s as qualidad recos baratissunos, assim euaw um bom sirti
meato di r. upas pan h nu. ns, e tambem se man
da tazer por encommendae, p r ter um bom met-
j-e alfaiite e completo sortiinento de pannos fim t
castiniras e brins, etc
3*
3
;4C0t
IOOOi
1240m
124001
5450"
tfita
84001
340U
1460'
14Ut/
lina da Imuerairlz
Loja de Pfriira ra SUva
Mate e.-i bcre.-im- uto vende-se as ronp&a aba
xo no non nulas, que sao baratissiaias.
Palitots pretos de gorgorito diagonaes e
acolchoados, sendo fuzendas muito en-
eorpadaa, forrados
Ditos de casemira preta, de cordao muito,
bem fi'itos *' foirailos
Ditos de dita, fazenda muito me'hor
Ditos de flanella azul, sendo ingleza ver-
dad-ira, e forrados
s iie gorgorito preto, acolchoado,
sendo faz nda muito ene rpa ta
Dito* de casemia de cores, sendo muito
bem fitai
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem teitas
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brisa pardo a 2, 2500 e
Cieroulaa de gr-puellas para homens,
sendo muito bem felfas a 14200 e
Collituih.iB de gregnella muito bem feitos
Assim &imo nm bom sortiniOBto de lencos di
linho e de algodao, mi -'as cruas c collarinhss, etc
Isto na loja aa ~ua da lmperatriz n. ''
Riscjidos laicos
a tOO ra. o covado
Na loja da na da Impc tria n. 32, vendem e>
riscadinhos pr-prros para roupas de meninos
vestidos, pelo barato pnco de 200 rs.'o covad-
eaJa qOMi largura 'te -hita traiiceza,'e isi:-
como chitas brancas miudinhas, a 200 rs. o 07-,
d>i,e ditas re curas a 240 rs., pechincha : n,
'oj jn Pereira da Silva.
Pnmes. Retnela* e Idalntiaa a SO
ro. o covado
Na loja da ra da luipi-iafria u. 32, vende-
um grande aurtiinento de fustoes brancos a 50
rs. o covado, lazinhas lavradas de furta-coret
fV-xenda bonita para vestidos a 500 r. o covado
e setiuetas lisas muito largas, tendo de todas at
con, a 500 rs. > covado. pecbincha : na loj-
do Pereira da Silva.
Merina*) pretoai a 141*
Vende-se merinos pnt >s de duas lrgurtts par*
vestidos c roupas para meninos a 14200 e 1460>
o covado, e sunenor setim preto para enfeites
14500. asim como chitv.s pretas, tanto lisas com
de lavoures brancos, de 240 at 320 ra.; na nov
loja le Pereira da Silva ra da lmperatriz no
mero 32.
Vaccina man
Chegada pelo ultima vapor
Vende se na ra da Cruz n. 22. botica tr-nceza
de Rouquayrol frerea Succeesores de A. Caors.
WHISKY
ROY AL BLEND marca ViADO
Este excellente Whisky Escossez preferiv
ao cognac ou ugnardente de canna, para rbrtfioi
i corpo.
Veiid-'-se a retalho nos h. Ihf-res armazene
nolbadoa.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cujo n
me e emblema sao registrados para todo o Braz-
B8QWN8 v (,'., ag.ntep
Bilitr
Vende-se um bilhar cin perfeito estad) : a tra-
tar no armazim de movis ra do Iioperador
numero 49.
_ 4 VENCEDORA
Loja de niiudezas. perfumarlas
c |ii*nqiiilharias
DE
Jos Mara de Lemos Diiarlc
SS RIA BAiH5i:ilATl/ .1
O proptietario tiesto bei" montado estaba
leciawnto convida aos sctis amigO e fre-
gttezes e em particular aa Extn'*. fami-
lias, afim ile certficarem-ae do bom gos-
to ca*n que acaba de collereionsr urna
infitiidade. de artigos, que, sr.tisfanio
com certeza, a quem dignar-so dar lhe a
preferencia, e para prova do que deixa
dito, menciona entre outros, es seguintes
objeetoa que foram escolla Jos com o tito
de satisfazerem ao mais apurado gosto.
Completo sortiinento do perfumaras e
artigos de toilete, dos melhores fabrican-
tes.
Bordados eentreraeio* de fustao, trans-
parentes e cambraia Victoria
Bieos de crochet franeezes, de seda etc.,
etc., etc.,
Focos de couro e de velludo para crean-
cas.
Loques de seda, setineta e papel etc.,
etc.
Boljas de velludo e de palha.
Espartilhos e suspensorios os mais finos.
Grande sortiinento de pliss e talagarja.
Meias parasenhoras, homens e meninos.
Estojos para crochet.
Cintos para senhoras (ultima moda)-
Baleias cobertas para vestidos.
Sortiinento de la mesclada de todas as
cores.
Estojo para barba.
Bengalas para homem e meninos.
Sapa'inhos e toueas para bapsados.
Longos e luvas de seda da todas as
cores.
Qravatas pera senhoras o para homens.
Grande sortiinento de tarteiras para di-
nheiro c para fumo.
Punhi.s e collarinhos de todos os moldes
e quididades par senhora e para homens.
Be ecos finos de todos os tamanhos.
Escovns para roupa, chapeo, cabello,
Dubas e dentesj
Cnnotilho de diversas quaiidades.
Srtim nto de grampo para chapeo.
Espelhos de diversas quaiidades e ta-
manhos.
Botoes de todos os tamanhos e quali
dadas.
Fitas de todas ns cores e quaiidades.
J^uadrcs de velludo para retrato.
Grande exposi^o
De brinquedns os mais finos, liabas de to-
das as cores em dovi'Hom e em oarrits
e outros muitos artigas de moda que se-
ria ei fadonho mencionar.
CiPai.
Taverna
PEDROZA & C.
N. 41Ra do Baro da VictoriaN. 41
Neste bem conhecido estabeiecimento, so encontrar um lindo variado sor-
tiinento de pannos, casemira:-, brins, camisas, punhos, collarinhos, meias, gravatas,
tudo importado das melhcres fabricas de Paris, Londres e AUcinanha; e para bem
servirem aos seas amigos e fregu zs, os proprietarios deste grande estaleleciraeno
jm na direeeao dos trabalhos da officina habis artistas, e que no curto espago de 24
horas, pn-param um tente roupa de qualquer fazenda.
Ra do Har o da Victoria n. 41
(PRIMOS SEM COMPETENCIA)
P
82-Rua da ln>peratriz82
I'IKWIIKKO



O 48 da rna Duque de Caxias esta vendendo
fazeut) is ror meiii.s 25 '/o ^e Eeu valor.
Ver para acreditar
Setins macaos rie 154IX) por K(H) rir o covado.
Merinos Dretos do 1*. 14200, 1*400, 1*600
1*800 e 2* o covado.
,-etineta preta a 500 e 600 ris o covado-
Ditas de corrs a 4U0 rs. o covado.
Fustoes brancos e de eo es a 400 e 500 rs. o
aovado.
Sedas de Metras de corea de 3* por 1* o co-
vado.
Merino de hollabas a 'O-'1 rs o covado.
- Mai posas fi ias du sores a 24'' rs. o covado.
Renda aberta da China a 240 ris o covado.
Linhos escossezes de todss as cores a 240 ris o
covado.
Chitas finas a 200, 240, 280, 320, 360 e 400
rs. d covado.
M ntel tas de seda e 16* por 7*.
Fichus a 2|, 4* e 6*.
Bruante de tres larguras a 900 ris a vara.
Dit i do quatro larguras a 1*200 a var.
Atoal'iiiilo de linho bordado a 2* a vara.
('"Ilariuhos e piinb s para senhora, modernos, a
2*000.
Rrim pardo liso de 300, 4A0 e 500 rs. o covado
T-ialhas velpudas a 4 e 6J a duzia.
Dita! alcoehoadKs de 20* por 124 a duzia.
Cobertas torradas a 2*800 urna.
Lencos de bramante 1*800.
Camisas para senhora a 2*50C urna.
Casacos de 1.1m bordados, mudemos, 1?*.
Damb eo de algodao de cores, largura de quatro
palmos a 500 rs. o covado.
Camisas bordadas e de linho a 30*000 a duzia.
Madapoln cases de ovo e pelle de ovo a 6*500.
Enxivaes para baptisado, uovidade, 9J.
Timo-'s para menino, beldados, 4.
Chapeos de sol de seda para senhora, do 16*
por 8*000.
Meias para homem e senhora, de 3*, 4*, 5* e
6*000.
Redes hamburguesas, lOf,
Na ra doMarquz do iierval n. 141 se dir
quem vende urna taverna bem localisada e b-m
atreguezada, propria paiaum homem solteiro por
e nter um honi euto. O mo.ivo da venda se dir
ao comprador.
Pinito eri^a
Vende-s em casa ae latn U: Austin A C, a
ra do Commereio n. 18, 1- andar, da melhor
iiualidade e diveriai dimeiifoe.
CoDrederaCuO oNoite
Em vista dos grandea progressoa da idea de que
rloriam as nacSes civilisadas, o eommereM
deve acompanliar esse pmgresso, visto que elle
o mais p den so el' ment do eiitrandecimento das
naeea ; em .'it-i do que anaunoiam
MABT1N8 CM'ITAO & C.
1 Rna ;t.eita doBoaarie 1
Gran.le i irtimento de Rcneri i :imentieo, cb-
co^ha dos anaea, oa aaaaaciaates teem sempre
maior cuidado, pata bem servir oa seus numerosos
fregu-es. Lenibrainoa, p d", O pr-iverbi
Quem aio experimenta, uSoaate.
Venh m v r. p ia :
Qu ijoa, flamentro e de Mi
Fiambres in -iczes.
Clneolate frucea Uenier.
Dito ilo Maranho.
Fructos seceos, como :
Passas, ameudoas, figos, etc.
Ditas nac maes.
D .v de todas as quaiidades.
Holai-liinha inglesa.
.tes nova a de hortalizas.
Especialidade em
Vinhos finos do Porto, Madeira e Shery.
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac d-.- diversos autores.
Vinho3 tnicos, como :
Absintho.
Vermiurh, etc.
Licores de tnd.^s as quaiidades.
Champagne.
Cervej l de diversas mareas.
Bem a.- iui :
Araruta fi aa em pacotes.
Cha verde e preto.
Dito perula.
Especialissimo irr.tte do Paran, em p.
Aiinl mas:
Ovas de peize.
.Sanliiilias de Lisboa em Kalmoura.
Vendem Martina Capitn & : ., ra estreita d->
Rosario n. 1.
AOS AGRICULTORES
For.nicida eapanema (verdadeiro) para extinc-
Cao completa da formiga saura. Vendem Martint
Capito & C, ra estreita do Rosario n 1.
Fazendas brancas
SO' AO NUMERO
IO na da lmperatriz = lo
Loja dos barataros
Alheiro S C, ra da lmperatriz n. 40, ven-
dem um bonito s .rtimento de todas estss fazendas
abaixo mencionadas, sem competencia de precios,
A SABER:
AlgodaoPecas de algodozinho eom 20
jardas, peV.s baratos preeos de 3*800,
4, 4*5 '0, 4*9( 0, 5J, 5*500 e 6J50
MadapolnPeca* de madapilio com 24
jardas a 4*500, 5*. 6* at 12*00(.
Camisas de meia eom listras, pelo barato
preco de 800
Ditas brtnc is e croas, de 1 at 1*800
Creguella franeeza, fazenda muito encor-
paia, propria para leny.es, toalbas e
croulas, vara 4o0 rs. e 500
Cerou'as da mivma, muito bem fetas,
:ir."Kle l*50(.i
CoUetiuhos '"a mesma 800
Bramante francas de algodao, muito en-
corpada com 10 palmos de largura,
mitro 1*280
Dito de linho iaglea, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e 28C
Atoaiha lo adamascado para toaihas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro 1J600
Cretones ehitas, claras c escuras, pt-
droes delteadoe, d 240 rs. at 400
Baptista, >o que ba de mais delicaio no
increado, ra. 200
Todas estas fazendas baratissi i-as, na cr-nhecida
loja ilo Alheiro & C tsquin do becco
dos Yrreiros
\lgodii enfestado pa-
ra icn^ies
tildo ra. e lloooo metro
Vende-se na loja dos barateifos da oa-Vtsta
algodao p r* 1- neoes do um s panno, com 9 pal-
le arcraraa 900 is^ e dito com 10 palmos a
ljOOO o i. etr assim e,m- dito trancado para
toaihas de m sa, eom Opalinos ee largura a *i0--
met- Lto oa l.ja de Alheiro & C, esquina
do becco dos Ferreiros
MRRINS PRETOS
A 1*200, 1*400. 1*6( 0, 1- 800 e 2* o covado
All- iro ,V C, na da lmperatriz n. 40, vep
d- ni mnito b ms lennos pretos pelo preco acin-.
dito. E' pecbincha : na loja da esquina do bec-
co dos Ferreiros.
Espartilhos
Na loja da ra da Impciatriz n. 40 vende-se
muito bons espxrtdhos para senhora, pelo preco
de 6*OO0, Hssim c- mo um sortiinento de roupas
de casimiras, brins, etc, isto na loja da esquina
do beeco dos Ferreiros.
CASEiiIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 8* o covado
Alheiro & G, ra da Iuipi ratriz n. 40, ven
dem uin elegante sortiinento de casemiras ingle-
zas, de duas Lrguras, com o adroes mais deli-
cados para costume, vendem pelo barato preco
de 2*800 e 30 o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar fuer costumes de casemira a
30^, sendo de pah)tt seco, e 35* de fraque,
grande pech ncha : na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
por;o de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato pr co de 320
rs o covado, grande reehineha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordarioa a IOO ra. a peca
A ra da lmperatriz n. 40, vende-se pecas de
borda Jo, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em carto eom 50 pecas, aorti-
das, por 5|, aprove>tem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
Futoes de setineta a AOO rs o
covado
Alheiro ft C. ra da Imporatri ven-
dem um bonito sortiinento de fustSes brancos pele
btratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setiuetas lisas, tendo de todas as cores a 500 rs. o
ovado ; na loja da esquina do becco dos Fer-
reiros.
CORPO ACADMICO
.0 PBGP1MI0 OA
mii.im. fim
Convida a Ilustrada corpo-
racao acadmica a ver no seu
estabeiecimento o novo sorti-
inento de
0BMSDE1II1IEIT0 .
estrangeiras e nacionaes, in-
clusive os compendios, para
todos os anuos lectivos,
obras sero vendidas
urna grande e admiravel re-
ducido de
PRECOSSMEXEMPLOJ
9
CLSTAPOLCO!
LIVRARIA FRANCEZA
9-lli PBIM6B0 OS MABCO9
"
cujas
com
Os proprietarios do muito conhecido estibelecimento denominado
MUSE HE JOI \s
sito a ra do Cubug n. 4, cmiimuriic/.m ao respeita1 el PUBLICO que reoeberam um
grande sortimtnto de joias las mais modernas e des mais apurad' s gustos, como ta-
bera relogics do todas as qnali 'ales. Avisam tambem que continoam a receber por
todos os vapor s vin los da Europa obj-M-tos novo3 e vendem por muito menos que tic
outra qualquer parte,
MIGIi WOLFP & C.
N. 4 RA DO
Oompra-se ouro e prata velhai
CABUGA-----N.
G15ANDES NOVIDADES
Fazendas finas e mudas
Ra do Cabiira
2 A
2 B
J. BASTOS & C.
Par a : bekcimeato acaba le obelar um primoroso sortiinento de ama-
gos do modas destacando se os que aqui indicamos :
Vestidos ine'o preparados, de cachemira, ricamente enfeitadoa ao rigor a
moda.
Fantasa rica, bordado a niissanga.
Fil e missanga, alto desenho em la o seda e !&, bordados a retroz, etc.
Cortes de vestido, la fljrettes uni, loiubiaajiio de fazenda lisa e bordada e
que uiodernissiira.
Cortes de vestido em toili) d'alsace com bordado a s%ulha, cores lindas a *e
gosto apurado.
Lindissimos cort-s de vestido de ettnione, n b rdado a seda, novidade pal-
pitante.
Etamines, suratns, f .illes, sedaa, setins, cachemiras de todas as cores, a4o-
nes, setinetas e toilo d'alsace, sortimenio gran e.
Laques transparentes especialidades e os primeiros chegados aqui. Reaae-
mendamos ao bello sexo.
Di'os de 8ct-n, opulentosortimentu.
Ditos de madreperola, brancos e de cores.
Para as Exmss. noivas :
Setim branco Duchi-sst*.
Surato e gorgurSo.
Guipour branco de s Ja, fil e rendas para eufeite.
Capellas de cera de peUloa.
Veos de blond, ampios e tinos.
Meias de sed e saias bordadas.
Colchas de damasco de seda e de crochet.
Cortinados de crochet e cambraia.
Lencos de cambraia de Linho, lisos e bordados. ,
Sedas, setins e merinos pretos de todas as quaiidades.
Para todos os artigos que referimos, os preeos sao sem competencia.
(Telephone n. olfl)


8
mmm
Diario de Periinm>ro-Terfa--feira 6 de Abril de 1880
r-*".-:* ?-


msm publica
POSTA AO l'AU'V'WK I'MIDI"'!') I
SB DB -AyiOS DB ALBUQUEWJOB G\wV
gOUliE OCOMPSDI) DE PHYSICA PABA
Ota :uv, reit n:\xcisco de paula
BARBOS

! Contiuitaqao )
Diz a Sr. Dr. Ayrea Gama:
,)< A t li i vil > '!" BOOS masieaes,
qae s- lu aa p-g- "r do waiio, de
qu" t falsa, p w
qu" tifio s8 i ie te o una na acax
gis-.); ''' "
B para do-inotrar a pwp liclo toaja
rMQani we o.'# da
n,, i aseim *c x "; si>a inftUihli lado de
gtatftjce i. I1. v->-.. mas taquilla de 82
pg: ''- t;
not :
O d m ':-i 'o n "i i x UUSl-
pa s ou
HJ&*u i- pj qua
OMStitU iJ" '"
aTitar .-. = n laten a >ea e ac iib no
da oh tascoi lan-
as coiuo o ri'i aba i-' ti-jv.'i >, as mertel-
Jadas,. -4-., el .
Feliz i ouvi lo | i bJ i i' a rece-
bar aeu3 i os wlaveia.
Dapois disto s h ama puras q 11 n
pareos rwpond r ... p da letra a sagaci-
dad c do S. S. phraao para a qtul peco
deaculpi-por diatl-a :
Morrea o vis !
I a affinaou a S. S. qaa o ouvi-
do, esa caudicoes regalare, nao podo, in
dependente at do aoaaa vontade, ouvir o
39 i- .. 'a ama martillada ?
Para qac S. S. nutrir era sua ntell
genoia um a iphiama Uto oh ao, s neate
para chamar de > a defocle que
g,- ra sosa musieaes, sons
ooaittiQoa, qnt. oo'lo pod..apreciar7 I
Nlo foi de boa f que S. S. confandio,
calcul-'!;vn.'nt-, e laaoou nanita oonta,
aate definilo de soas -> oora a de-
fioslo g ral de wn, que anteriormente
hftvu sil.) dada por mina, porquaoto S. 8.
leu p -' ite 4 p ginaa antea
da 86 qo ata, esta defioicao geral:
i Hom- 0$om 6 araaaeaaaglo part
oviar excitada no orgao do ouvido, e t ai
por e-Mu o movimento vibratorio dos cor
pu* 6 >n n'.'S.
O ;, b n.l) aproveiU aoa
Bordos, onda nSa a estSo contid i
aeaeUaa senaacS sineommodaa da que falla
S. S., como aa outraa, agradareis aa va-
vidrt" u i-
Mas S. 8., pw n.o asar da boa !c,
;.,,;.. ta d i Y-; ;'l!l antlM daqull i,
esp cid rnU para sons marica, isto
os que podem, diffdrenta do ruido,
apreciados por sua aosicSa na escala d
nm.i ;h ; e dahi sappoa faaer espirito, doi ,
tan lo essencia te sahadoria !
M ti i ito uao serio, e reclama um pro-
testo vigoroso em nome da boa f .'.os que
cultivara as letras, c da honeadada do
professorado publico, que honra a sua ca-
deira do uestre.
E rusta a crer que, por ruis unoa vtji-
detidade groasaira, alo fosse o racu livro
admittido as esco ai publicas da l'ernara-
bucOj offandendo S S. por isso maia do
qua ao meu direito, olamienio, pelo abuso
de conuanca, a illnatragao da sooiodade
Psrnambucana.
Lascado este protesto passo a trtar do
n 9. Continoaodo a tratar do som, do
anal b coahece a altara a o timbre, mas
rabeca Toduzem o mesmo numero de vi-
braces :>n igual tttnpo c todos os sons tim
a mevma altura, St aiz jue os ias'rument >s
> ,r. accordu. >
ili aoste trecho 'leu i: una oatraii-
\ilo palpavel nos termos, U o -no le dou-
trina.
Tt>dos nos j sabemos que n^ti nona
eiva, io uo n >s nutr.' b*ia 'le hav> r
urna con'radicr i pilp'toel, o i c usa pare
d.ia, e i m cn-o < 11, m >s I
Ifitores onliecea o valor las nutrs
ewa orno a '- <: i "' bixcu n!lo
pegan. Do raot, este p iho te o ro
qm comton assim : i C intinu iodo a tra-
tar I i -ii do qu .1 "/ eoabiet a altura e o
tim' l .,
, i 'k a lgica
E nit i tir i de S Si ama virgul, um til,
para pruval-o.
t, para <\a- julgoem do qu.i digo, os
hoT>Ti9 d-; leiri da Pern os col-
1 gas da ae< oio ie -S. .S erpa Uj:-t'
da astrucgae Public i eossus almnuos
da Ei'-ola Nurmxfj transrevo :qui o quu
diz S. S- sobr- o aasa apto, de (ue ora tra-
to, e .mii seguida s p l.vns do meu livro
de leitur/i, s miu lo nao acoiop^nhal as da
gr vun que' est q. livro, e-melhor nstda*
ooni i o so ), parta io de um ponto,
cb aja :.o- B08SOS ouvi loa.
l).z .s. t. no .-eu
o U sji propagn-sc ao ar p r ama
rie d .,nd s It . .Li.i.is toas o ar ,.t uj-sp .ai i) aSo
idoiod vehculo do som, todos oa eorpos
S. S., alera a |Q i3a n ta pr <1 m nte. pu tem tr Bsmittil-Q,

permitta ma da 1
cu..vi .a. .. ijuu : ignrate tudoaqnillo
U ij". s hSo trata, 'g-, ":;. 8. ignora as
ams qua alteran <>' "sid.iJ: ao sueno
son O': 'j'is J'itH'i. //:>i% qu tirf-i no eeu c>>n
pendi, >Uae n i i tone-
tradae, i.omo d rigorosodererqnt o a
jiii n'um tratado para afumaos
tres ; uno compendio acs.. ird m qae
se toma imprea indii I ni) 6 qu .a-: theo-
riaa s-jira cnmpl tafl ejmo qu uomig>j a rasas Ane cout So *n anto,
8. S, tratando [acstica, nao tea appli-
cacSo d-s duas l-i. da refiecSo i, -t
s so nonjara .cii. l* i;u*. on
de ,-. >L :' ao ngulo d". inci-
deacia; qnante 2' parte, qua o v do re-
JUetidoest no plano da incidencia; por
qaanto, fallanJo da refleaJte do s -m, nao
n livro i itr meuaa, mis para liomcas.
u.i.i tratou Jellas quo so impres^iiadivcis
para aro ph-noinrao do eclsj."
Diz i minha hytict para L-.itura, pa-
ginas 84 o 85 : '
i I'ropatjtiQilodo som Do raes no mo lo
qo -, ao tir -r-t. i llie un paira, agua
sj abala, foraaan lo o'ronlos coneentriei'S,
kssim o lom produzido p >r un norpo, aba
Imlo o ar, qu; o sen conductor, .
ga se ou ond is circulares, longihtlines
di rnativameniM eon-tensadas e dilatadas,
l>v2sloa slcSa p!:ys3q:io.-D'a-
prs les -oasi lrations qui pr h leat, l'etil-
le de la pbyqua eouiprood ciaq gran
livisions: Io les >>rojir>,' des
corpa solides, liquides ou gaseux ; 2.,
l'acoustique, coraprenant Tetuda dos vibra-
ti ios dos oorps laatiquas <^t .;elle du son ;
.. la chal-eur; 4 '. I ; 5., I; m i
gnetieme rJ '{danto aquella COnU^So eS8 a-i,i!,
para a defiejcJo rigorosa que deV ir a
si-n a, asstra o i.nsiin o mesmo Ganot...
i Btrfin, la rettriclion qu- la pliyiiquo pe
tr- i t i qu i des p id i i. q i .'
puiat de cbtngesnont dans h c mposition
i ; i ar i iutr i
ioS) \ackimic, ay$f le aoaa, up'
le phaoiuaaa qa nous ohrent 1 *st oorps
terrastrus, mais seuloniont quand la aubs*
tanoe de-eesOorps est nolibi par la i-
paratioo do loara lmeats, ou par l'add-
tion d'l ents nouvaux.
A- i i. n":o considerar, iesmo para aa
i modificaeZes p (elimin
no segnio periodo por 8. 8.) na deflnicSo
I Phvsiua aquella f ttri ao ; nte
neeesearia, que nem un s autor idac
lia que d3o inclu, 6-rro tSo grave qae
chmalas ondulacpe; el! .s va> tornando-1 implo a entr
so mais fot-as proporcSo quo'sa*fas1 m|ra Provincial e tirallie, por esta c o:ur .s
desbatadas apontadas epir apontar, a eia-
petencia para ser o Rd.tr lo paree
minha Phyricapara Leitura, sub-tituindo-a
pela susp :
E que fallei na sua definiera da Pby-
do seu p^nt > de part la.
tQuaodoo i;/.npii,o c ceba as vibracoes
idos sonoros, transmuto ao oerebro
as suas sensacSea.a
Sito, pela sua lgica (e al pela njinha]
3. S. ign..T.i u.u s'ii amara ,; a.oloa ao illuatrado publico de Pernara
nos pliysicos, suas causas, effoitoa o rela-^buco, como signal de respeito, o para
ros, por quanto, n'aquellas 8 p^in-s ;;-llior possa u'gir do que digo, n'u i
Joutrinarias, ha vasios tSo piofund >s, fal-|urja amostra integral da primaira dafinicao
tis to graves e sileriio tSo eloqucnte B0-|do sst! ComoendioM.s'rc, como tambim
Ibre quejtSes uleroentarUsiraas, que paraca da do ma miro d-i leitura para
v !S. n. ta que eu na tratei de iutnii- incrivel conao tal autor tem cor (jera para
dad, tom (o qua afirmo oao ser i voii provar] e cz date un erro imagina-
rio, que nem mesmo poli chamar-sa do
!ivo. sen a pan conciencia de que,
8obr<; o mesmo asaumpto de acstica, com-
". '..qui que o v-rb) Boa justo) um
grava '-rro da Pbysiea no sm Compendio
Normal qoando diz a &*. 36 qaa O som
propaga se no ar por um i & ir i n l u
alternativamente condentadas e dilatadas.
Isto dito assim Bequioho ama charada
aem coneeito.
Qu-; ondas sao estos ?
C) no se propagan] ?
Como so chamam ?
Em que sentido se propagara?
Sao ondas do mar ?
at inventar defeitoa n'um Ui-ro de leitura,
elle que no a Bequsr. como autor de om
tratado soientinco faz teHnegao a
entro a Phy^ica o a Chiinia, scienoias |
pedindo dosculpa deste movimento de cora-
gem, qin apaas ai rai'ici energa de quera
so defendo de uin.igraule iojuatica :
Diz 8. 3. :
A i' lysica a sciencia qaa tem por
qoe.spezar. doseremintairameate distaetaa, I bjecto o estudo das propriedades garaes
as vez s se confunde..n por tal modo QUeJdoa eorpos, e das modificac3as paasagaira
nao se sabe onde acaba o dominio da uma!qU0 ccs goffram, sob a influencia dos
e comeca o do outra. Nio ha all ura ex-; grandes agentes nata raes. Esses sgent te
empto, um s, ao menos, quo est ib leca1 s.-l0 : a attracgjo, o calor, a electricidade, o
a difiereooa entre as duas seiencias, por magnetismo, o M>m e a luz.
que S. 3., segundo sua regra, nao-coBheccj \ puyaica oceupa sa uuiearaente das
ou nao o Baba dar. propriedades exteriores e apreaiavois [o
Alein disto, a sua defiuicao de Phyaiaa, nolepticas) dos carpos sem penetrar, como
(j v que, b8o aadei catando, fai logo k% {z chimic, no interior a sua conatitai-
primeiras hnhaa] amatando so do quo ens- ^l) molecular.
nara todos os compendios notaveis; sobre \)\z minha Platica para Leitura.:
esta materia, incorrecta, sonto errada, phjslc; legando oa intigoa phi-
le
Esto sim um erro positivo, porque tees perniitta me diaol o, por quanto Q fimde Josophos, quaodo o enten tinenta nao
palavra e luz ua t'rout;, diante dos alum-
nos da Kscol i Normal de Pernambaco:
A' prB."ira p'rgonti, que s"o ondas so-
nora* ; V.', que se propagam em ondas
circulan* ; 3", que sa chamara ondula-
cZes. porque sa ropagara alternativamente
condensaas a dilatadas; i 4i, que se pro-
pagam em sentido longitudinal] c A 5a,
finalmente, podara responder quo nao sao
ondas do mar, ondas liquidas, nao s poi-
que j sa disse serem on las sonoras, como
oorque te l era sua Physica para Leitura
que i(7-< ondas prvduzidu pJ.ak viiraeoes
dos eorpos sonoros.
Tito sim, que fult grave', erro ira-
perdoav 1 n'um livro modelo, quo ae des
na a entinar, mea uo elemeutarmcnto, ama
sciencia positiva, invariavel, porque asaen-
condigao essencial, que csaapou sua sub
dieta scb'ntijica, qae servo para diseri-
rainar a Physica da Chimic >.
paa;, e
fazendo-Bo de centro desee ciramo lumino-
sa, limitoa so a estudar os p'ienomenos dos
eorpos 8enalteracdo destes em sua aanposi-
alaa diz anda S. S., uo parsgrapho se-cao. E tinto bastou para qua, da a dia,
guinto, para melhor accentuar a inezacti- ae tenha alargado a baae onde assenta o
dio da suadefinicao e cahir em uraa con-1 grande gru;o do maravilh.as da sociodado
tradiccio flageante: modorna. _
Assim. cl.araa-sc jMi/sica a sciencia
A physica oceupa-sc i j qun U[ por fi:u 0 Mtud- do8 phon, lUCnos
quo apresntem o corpas quaado estos nS i
sonrea alterarlo a'; .i en sua composi-
cao.
i Si, por oxemplo, um copo da vi 1ro
I inilirt
os
nao a intensiiale, propriedade alias essen-
cial e dependente da amplituia da3 ibra ta sobre leis da.natureza.
pSes, accreaoente o mesmo compendio na
pagina 91, cha i aceonfa a produemo
01, chamo te ace
tmvUan i fa diferentes sons agradaras
ao ouvidt. Qoando o piano, a flauta
FOL
ang:e.la
POR
z}>m ss nun
i
11 i n a a 5 ao do n 7 7}
VIII
Estas poucas palavras, pronunciadas com
entoaclo qua si nggressiv, hseram subir
urna onda do>sangua s faces desraaiadas
da bella hervan iria.
Nada tem que me responder, senhor,
disie ella com dignidade. nada tanho que
perguntir ao BarSe da Rodyl, que n dhV
nlia mi estrella pija em face de coim no
fim de dezesetc aunas....- (* magistrado
p!e interrogar. Eaaqaieiton.
As teslemanbia deesa scena troaararn
involantariament; ora rpido olhar.
Todos cresentiam ura mysterio e sus-
peitavam a existencia de um drama sob
as palavras enigmticas Le Ang-da e do
barita.
O Sr. 4a Oevrey, juiz forraador da cul
ps; quiz vir em auxilio de seu amigo, cajo
embarazo naolhe poda paasnr desaperceb:-
do. Vi) nu' a [ire-i mea inesperada da bella
herva.iaiia o pnaha evidontemente n'un
supplicio, aoahrao lo le panosas recorda-
joXos.
Ccm urna s palavra modifi .'oa a eitua-
cW.
E' a m n que a srnhora tera
responder, porque es.ta qoestifo me
eeasWa.
i.t. rrogoe-me, senhor.
Foi commettido esta noite, na linha,
um crime e sua iha (p-slo menos tudo o le
va ?- cr r) t:ria silo victima tambera do
assassino do latelia pas-:ageiro, cuja cada-
ver liie cansn o ta uunlia tilo grande es-
panto
fai victima
sentar; sei tnicamente
qu- ella e^t ferida, tslvez pergosamente
&!%<<*, e que a: que aposaa ap que
est
Ignoro se a miaba filha
dcsta assassinr>,
Nao dizer-se absolutameato na la sobre
urna cousa, nao o mesmo q 10 disert,
mas de modo tilo incompleto, qae, para o
caao, tea orelev) d.' erro inqualificavel]
nicamente das
propriedades exteriores e apreoiaveia (pr-
ganolepticas) dos eorpos; sem penetrar,
como faz a chimica no interior de sua
constituicao mole.miar.
Ajora a Pbysiea nao trata mais das
,?- .. ___ . cabo e se quebra, cala um de seus ira-
>i9difco';oes pussaqtara* quo sottr.iin os "" 1 '
j t f m lamentos conserva rigorosamente a sua
corpas, mas sim, nicamente (bis suas pro- o" :..., ... ,
., comuosicao, isto c, a natureza intima do
pridade ^.tenorese apreciaoem ..u^oy ,
r ... 1 j vi Iro, cinbora o copo sa aeuc em pe Iac os,
Nao"e certo: o estudo das propriedades ,* '',,;,,,
. t resultantes da que la, nao to:, comtudo,
geraes dos eorpos c apenas wna partee. ___' .'____
~ 1 01 ,i i alterada era cousa alguraa.
ii'to o todo do fim a qua a lriiysica se ues- I
tina, o assim o diz Gauot no sen Curso de A agua qua, pelo efleito o resfria-
Physica experimental, tratando da divisao monto, passou ao estado de geb, nao sof-
da Physica: freu, paresa madanca, alteracSo. alguma
a
ao coracjte, scffro peiores angust .s que as
da marte.
Nao supponha que a-onteca um des-
ferbo fatal, coutinuou o juiz farmador da
cnlpi. Se o pengo existisse logo aol o te-
an tel-graphado... Tenha coofianca,mi-
aba srnhora. Abra o coracao esperanga.
Asna fiiha se restabelecer deutroempou
co e nos a inerrogareinos, porque della,
nicamente della, que nos esperamos a
luz.
D. Ua, nicamente della ? repetio ad
mirada a Srt. Angela. E como 9
Sua filha (o ebefe do trena o afirma)
achava-se no compartimento em quo fo
assiissinido o pa.ssag-iro ; prtanlo vio o
asassiu) que com certeza nao se quiz ma-
t-r, senlo para se de.sfazcr de ama tste-
xunha p rigosa. Partant> ella esclarecer
a justica, co no esperamos que a senhora
propri a lambem a esclarecer.
Eu ? cjiclaraou abolla herY.ana.ria.
Da que molo pederaea esolarecel-o.
Esperamos da senhora um depoimen-
t franco c leal.
Mas, fenhorca, o que tarai cu que
dizer ou que occnltar 1 Nada sei senilo que
a minha filha fai victima...
N.Io seria eapaz do fazer tude para a
vingar ?
Tudo, tu lo quanto fosse possivel nes
te mundo. Para a vingar dara a propria
vi la.
mesmo lim.
Kitou prompa.
O seu nom, minha senhora.
Angla.
Isso o nome de btptisruo. Deye ter
ou'.ro.
Si n, aanhor.
E qual ?
Ang-da li' rnier.
Pasada ou viuva ?
Angela laneou un olhar de despreso
para Fernando Bodj e r spond.eu era tom
feraz:
- Viiv.i, sera ter sido casada, senhor !
Viuva (a um hornera, do um covarJa que,
depois do me haver seduzido, deshonrado e
to-n.ado mili, nao teve caraeao do dar o
seu noraa a minha filha, que ella sabia per
fritamente ser a sua; porque o satea e aSo
o duvids va!
E o tlliar do Angela proeurava, sera
enontra", o olhar de Fernando do Rrlyl.
O maristrado curvava a cabeja o bai-
xava os olhos.
O Sr. do GraTrry centinuou :
Como sa chama sua filh* ?
-. Enma liosa i rnier. .. Usa o mea
as partes quo a compunham, tanto que,
si, pelo <-ffdto do calar, o geb derretase,
e a agua volta de novo ao seu estado, v
se que nao pardea um.a s do suas pr ;-
priedadea earaotoriatidhs, so ro.onhe-
ce se qua tera o raeirao paso, o mesmo
gasto o a raesm.a cor.
a Assim, a quada do copa c o seu das-
icamaato contra o solo, ben co n > a
a, sao phenomenos phtp
ricos.
Aa contrario da physica, a chimica
trata p irticalarmeata dos phena n-mos que
[;lcam a aatureza dos corpas. Par
iplo, 'umJo so qii-ina 11 o pe : _) de
madeira, a aoa substaneia, a sua natnreza,
motifiea-se pfntuadamente. A aaadeira,
qua formada de materia de tfferentea
na s, deeompSa-ae: um.a parto das seus
lome tos s^ desprende e so langa na at
mosphera era forma le fnmaca, emquanto
que outra fica em estado da einzi e de
earvila. A aatur'sa la raaieira foi, pela
bu '.'.': profandam nte alterada, dando
lugar, por chimico.
Agora porgante (quasi -em rece: 1 da
un teaastre) nao ao alamao da esaola pri-
maria, mis ai praprio a/io-in tlrt la
Escola Norm >1 :
A lioit a ambas r.s del* i:,"<
11 scieatificameate v-adadeiras, qual
; Iha pracem maia completai e
1 ivou com mus ela'-ezi ao seu ospiriti a
d qae s ja a Physici e do qua 1 j i
mic 1 !
Mis, que descuida profundo de minha
parte; c n rao lerabnr qaa me dofeadia,
C3tav'a comparando, desasado quo sou, o
S. S. com a nebulosa irredaetivel
das minhas licZ de leitura \
Vulto, poia, ao ponto do part la, o do3-
olpe-mo S. S. si Iba fui cusa involunta-
ria le alguma contraccSo nervosa, o pala
a qua Sa para ahar de novo o cami-
nho.
Cortezmente eu poa responder :i '-1
parta da nona atoa com una phrase enun
ciada de bam humor n som prejuizo do
rdapeto que devo a S. S. : Sou rao phg
rico-murieo, verdade, o S. S. eanta,
mas diaara u: :aa en-Vi; o assim parece,
porquaoto faz reduzir a msica, quo se
p lo definir um complexo de harmonios e
melodas afiaacJlo dos iastrameatos, poia
nao quer que a preda ;\> lo accordes v
alea dinro. M -s, em consideragila mes-
mo 8. S. e obedieaci 1 ao pabli o, di an-
ta da q'i'.n, na elevada tribuna da
impransa, fallo reapoitoao, vau entrar, ti-
mi lamenta e con re:eo de p tIt me, no
palacio encantado das clchelas c das/a-
1 onle o Ilustra profesaor mado o com
passo deraor ido das semStreoes trinando
sampre una eoo, e segu a velocidada
las semifusas eliminando trechos para en-
trar a placer na clnce do seu original es-
lylo.
E' 8. S. quera falla, era continuaeao
aquello pedacinha, pedriuha da brilhanta
de pmeira agua, em qua declaro 1 que
eu nao conheeia a intensidade do som, o
que, traanlo do accorde havia cabido era
cntradiccSo palpavel nos termas, etc.
F..!la 3. S. :
A oontraedieao consista era que, tendo
definido o accorde carao a prodcelo si-
multanea da difFreutes sons harraonioso3,
diz era seguila, qaa vibram em accorde
diversos instrumentos, quanio produzam o
mesmo numero da vibracoas em igual lem-
pa, c os sons resultantes taera a raetraa
altura ; logo 03303 sons sao o mesmos e
nSo differontes como exiga a definijSo o
formara urna unisonaneia o nlo acoorda.
O numero das vibracoos era tempo
igual quo constitaa a altura do son:
lago ura pleonasmo intil dizer qua os
nos assin, eu ponaameato, palavras e
obras: qu.; verdade o qua es r ,., jas
nSa verdade porque a ura pleonasmo
intil dizr que os instramentoa pralu-
1 zom o ra sino numero do vbr.M,os em
igual terap, e qua todos esses sons tm
a mesm-i altura.
Pobro Pleonasmo (!) quo deix '^t 1 do
ser ama figura le rhtoriea, s vezea ne-
eeaaaria para dar mais vigor i^c-. o co-
1 i phrase, p -ra te constituirs ura
nono erro d physica, c ta tornares causa
coucurr r.t; p .r.i >; o meo Uvr'nbo uo
a p irtaa !aa 'fl"
ac !
M.'-, anda assim, Plaoaasmo, p-ra to
.' :: .1' A,r..T faio, Fabi o o Sr.
Dr. Ayres G^.a.. iafitlnente tir-a-t en-
tro irgal^s, _)..) t.. ss ;-..i. afiad por
mais u.u moda, ama outra forma, turnar
comprehensiva! int if itl o
exemp! 1 de q 'a; por piant > afli
est escript 1
a Qu.ni to o pian a lauta o a r. beca
uz "'i o o 'r > da 'i-s,
sao igual '. to. todos 01 sons ': a
ai 1 altura, at: o nlo sea aa rg iaa
I S. S. O f-'Z.
E' urna qae qua o il-
lustie prof asor teve 1 .v.'l.la om '-' /.; temol, altor ;r 'r tn
sponlo na virgulas para o tiotoiro; raaa
como o b ii' _..:..'
trair ai" alterajS retitaindo as
notas ao seu verdadero i m pri aitiva, fa-
ea-lhe o signal di bequadro: a passo n
luir a primaira pa t lo arro, aqa^Ua
em que 8. S. diz qua eu nao oonhacia a
intensidade di 1 Obi so conheoo!
Sei at onda i vib jas
da injustic 00 S 3., e sai contal as pala
,.,/'./.'...'.' 1 Saoart: a Ia aeaclo do
Con elho Litterario.
(Continonr-sch-)
%
iJah:is frreas fraaeczas
As roceias d..s seis gran tes oompanhiaa
francezaa contiouara em diminaiclo. A
oiteva aemana veo acorescentr a iiffa-
renea qua havia entre o ren l oento d este
anno c o do anno anterior com maia ....
187:20 15000 ris, elevando cssa diminai-
cSo a 6:550:009 franc >a, ou 1.179:000^000.
So se iiitar que o corrospond,ntejpe-
riodo do arma anterior j representa/1 tima
forte diaiinuicao sobra 1S-J4-, teramoa pro-
vado que ni".) nada prosparo o caramba
seguido pelas inportantes rels farreas
i, porqua nao t ;in outra sr-nlo esse
. ni
cor. 3'
pro fa
- Seu pai nao a conheco... nun.a procu-1 que o seu de ver.
ou vela. .. vai a oonhecer. sera duvida, I O Sr. de Crer.ey interveio pela
isto que o dever da sua orefasao o forca- vez-
ron
visto que o dever da sua profissao o forca-;
r a por se era contacto oora la... Tai-
ves que entilo os remorsos lhc entrera na
dever da magistrado, senhor, nada mais do
segundo
Agora explico a mira proprio, disse
elle, a presenca de sua fha no compart
alna... porm j rauito tarda. ment em que so commstten o duplo cri-
l'-rnando de Rodyl, sera lf.antar a ca-1 rae... Quaira agora explicar-mo a causa
beca, porque tema encontrar es olho3 do da comraocao extraordinaria, o prodigiost
la, deu ura passo para a frente.
Contntese en responder s pergun
Ange
las que lhc alo fetoS, minha senhora, <3se
elle cora voz irapciijea. A justica nao tera
precisaa dos seus eommeatarioa !
A jastica, fep:tioa bella hervariara,
a Justina que o senhor representa u.to
ver iade ?
Acgea aa continuar, mas inerrompeu-
80 de repente, para accrescentar, dirigiudo
se 90 juiz farmador da cuipa :
- O Sr. baro da Rodyl ten razio. .
Nade de eommenterios !. Que desga
sabor de mim, senhor.
Em primero lugar, porqna seria do
circumstaneias sua filha, tima moga anda
tao nova se achava s no trena da noito ?
espanto que lhe causen esta manhS a vista
do passageiro aaaaaainado... Conhceia-o,
pois, nao verdade \
Angela estraraeeeu.
Dovia negar orno o havia feito duas ho-
ras antes. Pcdiam-lhe qua viesse era au-
xilio dos passos o'a justiga.
Tinha ella o dircito do recusar este ru
xilio ?
A esta pergunta qua fazia a s propria
mentalmente, a consciencia raspoadea lhe
por forma negativa.
A causa Ja minha cinoeaa e do meu
espanto era tao natural quanto legitimo,sa
obior, raurmurou ella.
O juiz farmador da culpa dirigi s pa-
ra a maca co'loaa la n'um angula da sala e
.na qual a b lia hervanaria, al entao nao
- Uaba filha esteva n um coheg.o era ^ f all lovintou 0 COD3rtor (U(.
roche, senaor. Era h:ue o da do seu occuitava 0 COi
La
anniversario. Todos 03 anuos la passar
dous ou tres das cora ella nessa opaca.
Esta nano razoes imperiosas impedirara-ine
de fazer csaa via-am. Eserevi CLtao A
Junte-se, pas, a nos, porque tomos o. Sra. Foutam, professora em Loroche, pa-
ra me enviar inraha filha, condtiziodo a
ella meama esta^o e inAalIaado-a no
coiiip-.rtiraento reMTirado s senhoraa. Ac-
cie-ceuei que uie adiara n.a estocle de
Pariz para a recebar ehegd8- Enma
toraou, segnio llia reaomraendi, o trera
das quatrj horas c oaeoena o oito minutos
era Laroche... E-p*rava a aqui o devu
couiprehender, senhor, a minha dGr e o
meu desespero !... Em lagat>do minha
filha, encostre] um telegramra, annuncian-
do qm a minha querida filha cstava fon
da, gravemente fcriJa-
Aogela nao p io continuar.
Oecultou a cara as raloa o d-satou a
solaeur.
O substituto, ccdsndo a ara impulso in-
voluntario, mas irresistivel, appraximou-se
d lia.
Socegn1, rr.inha sen'.ir.r.'', dase elle
Sua lilh.a vivera e nos a vingoreraos I!
O culpado ha de ser punida.
A bella hervanarja ergucu rpidamente
a cabera o mostrando o rosta inundado de
lgrimas.
Vingando araba filha, pnindo ocu-
pado, raprcoa ella com energa, fa o seu
corpa o descobrio lhe a cara.
- Veja.. dissa ella.
Os olhos do Angela baxarara sobro o
rosto iramovel e lvido do morto. Juntou
as ruilos e ura grito involuntario se lhe es-
cpou dos lab:
O Sr. do Qervay continan :
liera natural o bara legitima era a
causa do seu espanto o da sua commoclo
acaba de nos diier... Explique-no3 ago-
ra esta causa... C;Bhece o hornera as-
sassinado '?
Conliecia-o, balbuciou Angela, com
voz dbil enno ura sopro. .
Os magistrados o os poli es fizeram
um movimento de alegra.
Sabe seo nome ? coutrauou o juiz
forraador da colpa*
Si.
Chamase ?
A voz da b.dla hervanaria tornava se da-
da vez mais dbil, foi necessario quasi adi-
vmhar-lha a repposta.
Chama s', ou antea, charaava se Jay-
rac Bernicr, o era meu pii.
U.r.a nxclaco do terror soltou sa do
i todas as bocas.
Seu po repiti o 13. rilo de Ro
yl.
Angela nvoheu os labios, moa nao polo
articular nenliura som, iccharam-so-lha os
nllios. Per leu os sentidos c o chefa do 80-
instrumentas produzam o mesmo numero
de vibrajoos em igual tempo, e que todos
esses sons team a racama altura.
Tratou S. S. da dissonancia do meu
erro de mu ica para concluir mais oa rae
guranea tave de correr para ella, afim d
a suster.
Para derramar luz sutil dente sobro os
BContoeimentos, a'. aqui obsouro3, quo aca-
bamos de relatar o afim da quo 03 nossos
letoras possam interessar-se pelos persona-
gens da terrifel tragedia parisiense, de
que eomacamea a verdica narrajSo, in-
dispensav.vl remontar alguns das atrs e
voltar a factos anterioras ao royateriaso a3-
tassinito do passageiro, qua como acaba-
mos de saber se chamava Jayrae Bernier.
Era odia 2 de Djzembro, exactamente
dcadias antes do crmc commettido no trera
qae vinha da Blaraelha.
Jleia hora depois das oito da manhl soa-
va no relogio de Patigaollos.
Um eartero qua fazia a sua pnmeira
distribuicao de cartas e de jornaes, entrn
no cubiculo do porteiro da casa quo tinha o
numero 51 da ra das Damas.
Ma lemaiselle Cecilia Berniar ? per
tou ello.
Emquanto pronunciava este nome, trou
la bolsa de couro regulamottar, um ca
derao de forma oblmga o dr.le tirou urna
carta sellada cora cinco carimbos d% lacre
veraoelho.
"O que que quer menina Bernier ?
dissa a digna e boa mulhcr, mas curiosa
por temperamento.
Tenho urna carta para llie entregar
pree80 quo ella assigno.
Urna carta registrada. Obi De
ve ser dinheiro! Deaejaria tmbem receber
des-.a3 cartas regisindas. Pois bem a mo-
nina Cecilia Bernier no qaarto andar,
porta da trente.
Sao s todos estes degro3 para tre
par raurmurou o oarteiro. O ofiieio
duro. Emfim o meu offiao, nlo ver-
dade ?
E raetteu-se p-l.a casada cima, resraun
gando contra as pessoas qua recobem car-
tas registradas o que so atrevem a morar
era um quarto andar.
A porteira fVchou a porta do cubiculo
onde crepita va ura pequeo fogao quo o
fogo de carvao de pedra aquecia a grande
temperatura
LA l'ra fazia ura fro f irtssimo.
O thermoraetro do ongenheiro Chcvalier
na Ponto Nova na iadiesva menas do oito
graos.
O eartero subi cora bastante prestez
os noventa deg>a3 quo o separavara da
inorada..da menina Bernier.
Iiteu & porta qua lhe ficava em frento.
Uraa criada de ceraa de cincoonta annoe
veio abrir e fez esta perguuta :
O que que rasada, 8r. carleira ?
qua atravessam a Franca.
As fsiniHeoes blgicas
Diz o Economista Roumaieo que a so-
cedade das aguaa de Bucbarest tomoa a
adjudicarlo dos tubos para a condaccSo
das aguas n'aquella oidade, ao preca de
18,05 rmeos por 100 kilog, para os tubo3
directos; 25,60, para as pecas espaciaos e
27,130 as extraordinarias. O valor total
d'esta encaramenda eleva-se a mais de 3
railboos de francos.
l,'iaa ea!asropIie esa Calais
la poueos das, cerca das tres horas di
manhl, por ura tempo sombro, brumoso
e frigi lissim.o, houvc vista de Calais, a
abrumas milkas da costa, urna oatastrophe
terrival. Ura vapor ingles, at agora tles-
eonhecido, que navegava rpidamente para
Hartleplool (Inglaterra), aborJou o bar:o
de posea, n. 531, do p>rto da Calais, r'pu-
I. ihpor seis horaens e palo arrae3 Mulard,
partidlo o ao raeio e raettendo o a piquo
era alguns minutos.
A equipagem p reeeu inteirara nte, ex-
cepto ura gramte do 1G ann.is, qua foi
salvo por um outra barco da posea.
Esta catastrophe produzio grande irapres-
sao em Calais o na Courgaio, de onde as
vi-timas sao originaras.
~ Una carta registrada pira maderaoi-
sellc Oclia Bernier.
Entao do c qua eu a vou entre-
gar. .
Isso nio vai assim, minha v.lia. E'
neaesaria qua a destinataria assigna meu
caderno.
A menina ainla nao est levantada.
Ncste caso, ser para outra distribui-
da). N.Io tenho terapo pora estar aqui
espera qua a sua araa se levante.
__ Espere, Sr. eartero E-otre na sala
dejantar... Esa tao queutinha.e.
Vou Iho dar um copinho do eogiac vc-
Iho para combater o tria de fra aquecen-
do-o por dentro e irai prevenir a menina
que, n'ura instante, vestir o seu roupao.
A p^rsp'ativa do copinho de cognac ve-
Iho, parecen produzir urna imprcasao fa-
varavel no em pregado da alrainistracilo do
eorreto.
P, netreu n'uraa pequea casa de jantar,
de modesta appareneis, onde Brgida -as-
sim so chamava a criadaptmha ura gar-
raflo e ura clice, qua ella tratou log> de
eneher.
Beba "ato... disse ella, eeu j
volto.
Depois sgiiio por outra sala da quallfe-
ehou a porta atrs de si.
Esta sala era o quarto do dormir de Ce-
cilia Bernier.
Esta, deitada na kito ae cortinas, da
reps azul, cora a parte superior do carpo
um pcsj.'O levantada e a cubeija encostada
mo, eseutiva birulln do vozss, m.asno
distingua as palavras.
i Quera est shi ? pargantoO tila.
-- O carteiro, menina, responiru Brigi-
da ; fr.z urna carta regitroda... Deprat-
sa, depreaaa,. Vista un roaplo... que o
homea ejt con pressa.
J l vou.
A criada veo ter eo:n o eartero e disse*
lhc :
A menina j ah venT.
Com effeito, antes qua dec. rressem t o'us
segun(io=, Cecilia Bernier cntrou na aala
A moja nilo tinha mais quo dezenov an-
nos, porm como era muito triguea o ti-
n'.a esplendidos cabellos do cor prcta azu-
lada pareca um pouco raais velha.
Podan?, ou mesmo deviam, ach,l-a nui-
to bonita, npezsr da falta da regularidad
as ficoes ; raaj os lineamontos do rosto
- presenta v.im um qurr que c 'nquietantn e
a expresso ios seus grandes olhos az les-
era o erigmptiea como urna caphinge,
ora meiga, ora voluptuosa, era ainda dura,
para nao dizer cruel.
Typ do Diario, ra Duqm da Casias n. 42 ~
L
L^D





Full Text
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