Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19254


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Full Text

AMO Lili NOMBRO 11

ISSH
i'Mft.a A tll'IT.IL E ItiAn' O^li: XA *E P.ICA PORTE
Por tros mezas adianradot ...
I or seis ditos icerc.....
Pot um auuo dem.......
Cada numero avulao, do mcuno da.
65000
1'2,5000
2-^000
5100
I '

i DB ABSIL
PARA DK.\TRO E t'OR.1 A PROVINCIA
Por seis mezes a:'.iant..doe.
Por nove ditos idea.......
Por um auno dem.....
Cada numero avulso, de dias anteriores.
135500
200000
27(JOOC
51JC
Proprichato >* JHanoel J\%vcix&a fce ./arria 4 -fiUjos
TELEGRAMAS
/-
i

a
- -
rv
9 n
sss7i:: mmvm so biauio
RIO DE JANEIRO, 3 de Abril, s
11 horas e 30 minutos da raanha. (Recebi-
do s 12 horas e 30 minutos da tarde,
pelo cabo submarino).
berta iiiiiiif.ii no Banco do Brasil
a Inarripro para o empreNtimo In-
terno ;!" SO mil ronlo* de ri. aa
condirroe* pon becado. Iionte m men-
ino i'i wubrrlpla quanlia superior
pedida.
Pelo que. fui honiem a larde en-
cerrada a inorripro.
hit.:: m h&mu ams
(Especial para o Diario)
BERLN, 2 de Abril.
A Cmara don Deputado da Pru-
sia volou iOO niilbOeM de marco
para o lim le favorecer o* nubtflloN
pruwniano qne dewejarem rewldir
a Polonia.
Agencia Harta, filial e.n Pernambuco,
3 dr Abril c'e 1*86________________________
INSTRUCCQ POPULAR
economa poltica
(Eitrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO K DAS ESCOLAS
(Continuacao)
CAPITULO III
Troca e circulaco da riqueza
O valor das cousaa roede-se geralmentepelo pre-
50, que a quan'.iade de moeda que na troca se
d pelo objeto. A pr.-porcio e -t entro a quanti
dade de nweda c a quantidade de mercadorias que
com ella obtvm-js, como por exemplo, quando da-
mos acia vntens p>r seis cadernoi de papel, caao
tm quJ cada caderno vale um vintem. A
moeda tambera urna commodidade, que tem a
sua ulidie e o leu valor, com as outras. A
represeotacao dos valorea em moeda permitte-nos
coranararnv's rpidamente o valor de urna coisa
com o de outra qualquer. Gustando um kilogram-
ma debitaba 40 reia, um de pao 80 r.is, e um
de carne 820 res, diremos que um kilugramma de
carne vale tanto como oito de batatas e quatro de
pao. .
Offerta e procura') valor das cousas muda
cora o tempo a as circunstancias. As principaea
Ida que regulan o val-r chamam-se : as le9 da
offerta e da procura A offerta representa aquan-
tidade de urna inercadoria que se pretende dar era
troca de cada valor ; a pr xmra representa a quan
tidade d<. objeta que o comprador quer tomar em
troca diase valor.
As lois de offerta e de procara sao as seguintes :
lo una t-levaco de peeo tende a crear maior
ollera > menor procura ; 2', um* baixa de preco
tende a cre:.r raen uFerta, e maior procura ; 3,
um augmento d ;- tt-rta.ou urna diminuicao de pro
cura, ten le a basar o preco; i* .urna diminuicao
de BOrta, ou um augmento de procura, tendea
eleval >. obvias as eonsequencias d'estas leis
na fixa-i d>a pntoi doe objeeto*.
^ B ..i), tta sao o indicador da reluca
,.,..' ridorca eos vendedores. Quando
.. n -,., i.. qU ,- v -i ter urna m reador i a e outro
pret, :-;i. -. trcea regulada peb p_>di-
J i c t"'.
D i precidis mereal-rias ser tal, que a
quanti lti pe-Ji 'a, on a procura, n'aquella occa-
B i, ee p -1*1 a e n r. I a cao eoeo a quantidade offe-
reeida, a i 1 8 ** pessoas, que pro
curam njercadoriae p-r um corto proco, nao as en-
eantram, por c.-se proco teem que.crfrecer um
maia elevado, p.ra l-varem maia peesoas a ven-
del-as Qoanto neis elevado o proco maior
a concorrencia de merc^doria, c se houver quera
no merca 11 offereoa preeo mais alto, logo esse fac
to ch""a ac 011:1 ciin-iilo de todos os vendedores
Mostrai-im marcado u na poreio de ovo?, e logo conhese r u
n'aqu"ll'.' dia a i.fferta maior do que de eos ni me.
e superior procura. Comees a ter receio d ni
poder vender a sua mercadura, e de nao arranjar
assim o dinheiro que Ihe preciso para comprar os
objectos de que carece, para sua casa. Por sso
comeci a pedir um poucu menoa no preco dos ovos ;
os outraa vendedores iraitam Ih- o cxemplo, para
nao serem por elle preteridos ; o proco, em r.;ul
tado deata cooorencia, ainda soffre maior depres-
sao, at que por fim j nenhum comprador quer
comprar scno pelo menor proco. Fica este sendo
o prcci do mercado, n'aqaeUu circu-nstan-.-ias, em
resultado da r. lacio entre a oflerta e a procura
Se os compradores silo muitos c os ovos levados
venda sao poneos, d-su nactamente o caso in-
verso. Os v-ndedores roconhecem que nao encon-
trario difliculda de cm vender todos os ovos ; os
compradores receiam que todos se vendam aniel
que elles possam efictuar as suas compras ; e
d'ahi resulta subir o preco. E' aasira que o preco
das mercaderias se x* pela accio das duas ten-
dencias, u dos vendedores a obterem o m uor
preco, e a dos tompradros a comprar o mais ba-
rato pos,ivel. O preco definitivo do mercado, em
resultado do concurso d'eatas duas tendencias, ba
de ser tal, que a procura por 'sse preco ser igual
& offerta pelo mcsoio preco.
(Contina).
?ARTE FF1C1AL .
.invern Ja Provincia
EIPEDIENTF DO DA 22 DE MARCO DB 1886.
Actos : ,
O presidente da provincia, em exfcencao da
le n. 2,395, de 10 de Setembrode 1873, rtsolve
om-ar para iireencbmento das vagas existentes
no 2o corpo de cavallaria eno8 batalhoes 12 e 13"
do servico activo da guarda nacional da eomarja
da Victoria, os seguintes officiaes :
2 esquadrao do 2 corpo de cavallaria
3.a companhia
CapitioManoel Maria de Hollanda Caval-
cante.
12" batalhao
1.* companhia
TcncntcRomualdo Corroa de Mello.
7.a compunbia
Alf reaJoao Oarolino de Goes Cavalcante.
13 batalhao
6.* c inpanhia
AlferesMaximiano Delgado de Araujo Nuics.
Communiccu-se ao commandante superior.
O presidente da provincia, attendendo ao
q le requereu o cscrevente de 2* el ase do Arsenal
d: Guerra, Ca v sta a informacao do director do mesmo Arsenal,
d 18 do corrate, 30b n. 201, e o atteatado medico
exhibido pelo supplicante, resolve, de aceordo com
o art. 308 do regulamento n. 5,118, de 1!) de Ou-
tibro de 1H7J e aviso do Ministerio da Guerra,
de 28 de Janeiro de 1875, coneeder-Ihe licenca
por tres mozos, para tratar de sua saud<', fora da
capital.
O presidente da provincia, ntlondendo ao
que representou o director in'erino da Kaculdade
da Direito do Recife, em officio de 20 do crtente
n.cz, quanto inconveniencia de ser actualmente
distrahido do servico da mopma Faculdade qual-
qaer dos respectivos lentes, rosolve dispensar o
L r. Joaquim Corroa de Araujo, da presidencia
di commissao examinadora do concurso para pro-
v monto datfadeira de lingua ingleza do Gymna-
sio PernarnbucRno, e nomcar, para subatituil-o, o
Ir. Ayres de Albuquerque Gama.Fizeram-se
ai devidas communicacoes.
O presidente da provincia, tienden Jo ao
que requereu Grata Candida de Alcntara Couto,
p-otossora da cadeira de ensino primario de Maca-
p i, e tendo era vista a informacao n 81, de 6 do
airrente, de inspector geral *da inslruccao publica,
rosolve conceder a peticionaria dous mezes de li-
ci nca, com ordenado, para tratar de sua saude,
onde Ihe conviei.
O presidente da provincia resolve nomcar o
Dr. Antonio Jjaquim de Barros Sobrinho, para
servir de examinador no concurso para provimento
di cadeira de lingua ioglcz i do Gymuasio Pernam-
b icano, em substituicao do Dr. Ayres de Albu-
querque Gama, que ar st t da'a foi nomeado para
servir de presidente da commissao examinadora
do referido con -urso.Fizer3in-so as levidas com-
municacoes.
O presidente da provincia, tendo em vista o
cjposto nos otlieios do brigadeiro commandante
das armas e engenheiro encarregado das obras
militares, de 18 e 20 do correte, r.s. 150 e2, re-
solve abrir, sob sua responsabilidade, nos termos
di S 8" do art. 5" do decreto n 2,881, do 1 de
Fovereixo de 1862, um crdito da importancia de
5603628, a verbaobras militare', do Ministerio
da Guerra, oxercicio de 1885 a 1886, atim de oc-
correr a despeza com os reparos argentes da tor-
ta eza do Brnm, constantes do orcameutocrgani-
saio a 20 deste mes, pelo referido engenheiro.
Rcmctteu-se copia Tbesouraria de Fazenda.
O oresidente da provincia resolve nomear o
bacharcl Cicero Tercio Torres Tarares, para o
cargo de promotor da comarca de Aguas-Bella*,
por nao ter o hachare! Joaquim Pedro Cavalcante
de Albuqueique solicitado o respectivo titulo.
Gmmuoicou-se aojuiz de direito e Tbesouraria
de Fazenda.
O presidente da provincia resolve nomear a
2 sargento do corpo de polica, Jos Felippe Go-
mes Junijr, para o posto de alferesfda 2* compa-
nhia do sobredito corpo.Communicou se ao com-
mandante do corpo de polica e ao Tbesouro Pro
VKlLal.
O presidente da provincia, attendendo ao
qu; requereu o tabelliao do termo de Floresta
Tito dos Passos de Almeida Rosa, icos!ve conce-
de--Ihe trea mezes de licenca, para tratar de sua
salde, devendo o peticionario entrar no gozo da
referida licenca no prasi de quarenta e cinco
dias.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requ;reu o promotor da comarca de Taqua-
re'.inga b icharel Vicente de Moraes Mello Jnior,
reolve prorogar por trinta dias com ordenado in-
tegral, a licenca ltimamente concedida ao peticio
nario para tratar de sua sanie.
Offi ios :
Ao comman iinte das armas.Protendendo
a Imperial Socielade dos Artistas Mchameos e
Liberaos, as. entar do dia 25 do corrente, anniver-
sario do juramento di < 'onstituicao, a primeira
pi Ira do edificio destina lo s officinas do Lyceu
de Artea e Officns, siwa-sc V. Exc. proridea-
ciar, para qne no referido da as 12 1/2 da manha
se ache postada na trente do respectivo edificio
una guarda de honra com msica afim de soleiu-
niiar aquelle acto.
Ao mesmo.A' vista do exposto no officio desse
ccmniando, de 12 do eorrente, sob n. 134, autori-
sei a Thcsouraria de Fazenda contractar, com
al jumas da* phirmacias deata capital, o forneci-
no-loto d .s medicamentos constantea da relacao
qi.e acompaohou o citado olficio. O que declaro a
V Exc. para seu conhecimento e fins conve-
nientes.
Ao inspector da Tbesouraria do Fazenda.
Mande V. S. relacionar, nos termos da circu-
lar n. 36, de 30 de Jane > de 1871, a que allude
a informacao dossa Thesouraria, de 19 do corren-
te. n. 183 a importancia de 15/420, proveniente
d(-s vencimentos de que tracta o inclusa pret, em
duplicis, devid-8 ao soldado da compauhia de ca
v.liara Manoel do Bom Fim, que esteve pronui-
ei ido no foro oi-miim.Communicou-se ao com-
a andante das armas.
Ao m sin.Autoriso'a V. 8. vista da
sta informacao n. 185, de 19 do corrente. a con-
tracta? com alguma das pharmacias tiesta capital,
o fornecimento dos medicaraeatos constantes da
rdacao^unta, para satisfazer o receituario desti-
nado aos doeutes em tratameuto na enfermara
militar. D-.'Ste meu acto d>u conhecimento ao
Ministerio da Guerra.
Ao inspector do Theaouro Provincial.A'
vista do que solicito* o Dr. ehete de polica em
ollieio de 18 do corrente, n. 28o, recoramendo a
Vine, que mande pagar no Dr. Affnso Arthur
Cisueiro de Albuquerque a quantia 163/320, pro-
veniente da desposa io que trata s inclusas con-
lis, feita ron o tratamento do sentenciado Juliao
Teixeira dos Santos, que esteve gravemente d -ente
n i cadeia do termo de Ga.anhuns Cominuoicou
8 i ao Dr. chefe de policia.
Ao engenheiro dos obras militares De ab-
ordo c-m o orcamento que acoinpanhou o offieio de
V 8., do 20, autoriso-) a mandar tazer os reprrjs
u gentes de que prociaa a casa da Fortaleza do
lirum.
Ncata data habilitada a Tbesouraria do Fa-
zenda com o ere iito de 5601628 para occorrer a
respectiva despeza.Communicou ae ao comman-
d inte das armas.
Portaras :
A' Cmara Municipal de Boa-Vista.De
c aro Cmara Municipal de Boa-Vista que ficam
approvadas as arrematacoes dos impostos can-
eantes dos termos annexoa, por copia, ao seu offi-
cio de 13 de Janeiro ultimo a que respondo.
O Sr. agente da Companhia Brasileira faca
transportar corte, por conta do Ministerio da
Marlnha, o soldado Monoel Cruz da Silva perten-
cente guarnicao da corveta Guanabara, que
nesta data teve alta da enfermara, onde se acbava
por doente, conforu.e declara o inspector do A l :-
nal de Mariuha em officio n. 139, de boje.Com-
aiunicou-se ao inspector do Arsenal de Mariuha.
RXPEDIENTE DO SECRETARIO
Oflicios :
Ao 1." secretario da Assembla Provincial.
O Exm. Sr. conselheiro presidente da provincia
manda declarar a V. 8., em resposta ao seu officio
n. 11, de 20 do corrente, que tica sciente de ter
esse Assembla reconhecido deputado pelo 2.
diitrictu o Dr. Jos Zefrrino Ferreira Ve!lc so.
A' (Jamara Municipal de Gamelleira.bol-
cito de V. S. se sirva do. devolver com a possivel
brevidude a representacao dos vereadores que Ihe
foi reme tida em 23 do Feverero lindo, atim de
que eu possa submettcl-a a deliberaco do Exm.
Sr. conselheiro presidente da provincia com a sua
informacao de 6 do corrente mez.
Aj inspector do Thosouru Provincial.Ac-
cuso o reeebimento #os 50 exemplares impressos
do balancetc da receita e despeza da provincia
realisados no 1." semestre do actual cxcrcicio, a
que se refere o officio de V. S, de 17 do corrente,
n. 577.
Ao Dr. Joao S ldanha da Gama, director da
Bibliotheca Naciodal do Rio de Janeiro.De or-
"flem do Exm. Sr. conselheiro presidente da provin-
cia, transmiti a V. S. as informacoes juntas, em
original, prestadas pela Cmara Municipal da
Gloria de Goit sob o assumpto do questionario
annexo ao seu officio de 12 de Novembro do auno
prximo fiudo.
-------------------s?r- DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 2 DE
ABRIL DE 1886
^Fancisco Jos de Moraes e Silva.
Sim, na forma da lei.
Irmandade do Senhor Bom Jesua dos
Passos. Remettido ao Sr. brigadeiro
commandante das armas para attender.
JoSo Ferreira da Motta e outro. Infor-
me o o Sr. Dr. chefe de policia.
Major Justino Kodrigues da Silveira.
Forner;a-se.
Jos de Mendonja Maurity. Aguarde
vaga.
Manoel (Sementino Correira de Mello.
- R-mottido ao Sr. commandante do cor
po de polica para providenciar de aceordo
com o final da ioformago, que nesta data
se Ihe eDvia por copia, prestada polo The-
aouro Provincial era 23 de Mar$o ultim o
sob n. 538.
Manoel Alves dos Siotos. Indeferido.
Nicaeio Ferreira de Vasconcellos.la-
forme o Sr. Dr. jais de direito das exe-
oucoes cri'tiinaes da comarca do Recife.
Secretaria da presidencia de Pernambu-
co, em 3 do Abril do 1886.
O ajuiante do porteiro,
Antonio F. da Silv ira Carmino.
Tlcpartico da Polica
SecsXo 2a.N. 337. Seeretaria da Po
licia de Pernambuco, 3 de Abril de 1886.
- Illra e Etm. Sr.Participo a V. Exc-
que foran hontein recolhidos na Cas i de
Detenjao os seguintes individuos :
A' miulia ordem, Valentim Pacheco dos
Santos, por crime de f-jriraent03.
A' ordem do sublelegido do Recife,
Amelia Fernandos Cavalcante, por dis-
turbios.
A' ordem do do Io districto de S. Jos,
JoSo Pereira de Araujo e Manoel Mathins
do Nasoimento, por disturbios.
A' ordem do do 2o districto da Boa-Vis-
ta, Severina, es:rava de Manoel Thqm z,
por embriaguez.
Hontem, s 8 lj2 horas da noite e na
porta da tavorui u. 17 do becco do Cama-
rilo, o individuo de nome Lu-dgoro Lucio
da Annunciajilo assasdnou, com duas es-
tocadas, ao de nome Vi.:tor Alves do as
cimento.
Deu motivo ao crime ciumes de urna
mulher de noinj Clan lina, moradora no
eortiyo denominad i b icco do Gallo, onde
tambjra era morador o delinquente, que
evadio-se.
Fez a vistoria no cadave-r o Dr. Jos
de Miranda Curio.
A tal respeito pro^odeu-se no3 termos do
inquerito policial.
Communicou-me o delegado do termo
de Limoeiro, que no dia Io do corrente re-
metiera ao juizo competente 03 inqueritos
policiaes a que procedeu contra os indivi
dos do nomes M noel Francisco da Costa
e Joao Antonio, conheeido por oko Ro-
chinho, o primeiro, que est preso, por
haver na noita de 27 do mea fiado desfe-
chado um tiro de pistola em Americo Ves-
pucio de Azevodo, que ficou ferido grave
mente, e o segundo por haver na noite de
20 para 21 do mesmo mez raptado urna
menor de nome Anna, a quera deflorou, fi-
lha de Martinho Jos Ferreira.
Deus guarde a V. Exc. IHm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
muito digno vice-presidente da provincia.
O chefe de poli a, Antonio Domingos
Pinto.
--------------se3ss-------------
Commando das Armas
QIARTEI. GENERAL DO COMMANDO DAS AR
MAS DE PERNAMBL'CO, 3 DE ABRIL DE
1886.
Ordem do dia n. 84
Devendo proced"r-so no corren^ moa os
exames prat'cos d s armas do infintaria
cavallaria, do confor.nii..do cu:ii o dispos
to nos arta. 28, 29 e 30 do regulamento
que baixou com o decreto n\ 772 do 31
de Margo de 1851 e programma publicado
na ordem do dia, da Reparticao do Ajudan
te-Geneial n. 1728 do 5 de Janeiro de
1883 ; nomeado osSrs.'offi daes abaixo men-
cionados para a3 commissB's examinado
ras da referidas armas : arma de infanta
ria, tenente-coronel Manoel Azevodo do
Nasoiraento roajores Roberto Ferreira e Luiz
Antonio Ferraz; arma de cavallaria, ranjores
Rob' ro F-rreira, Jos Joaquim Coelbo e
Joao Jj8tioiano da Rocha. As commia-
s5o8 funecionarao sob a presidencia do
Sr. coronel Jos Thomaz Goncalvea, a
quera os Sis. cororaandantes de corpos de-
verao remetter rela55o3 nominaos dos Srs.
ofiiciaes, cadetes e inferiores, que julgan-
do se habiltalos se propozerem a exa-
mes.
(Jlsaignado). O brigadeiro, Agosttnho larqutt
de S, commandante das armas.Conforme.O
tenente Joaquim Jorge de Mello Filho, ajudante
de ordena interino e encarregado do detalbe.
'ilcitoiirs l'r*v-ia>cial
DB9PACIIOS DO DIA 3 DE ABRIL
Antonio de Carino Ferreira, Aatouio Au^asto
do Leinoa 4 C, Jo5o Goncalvea de Souz i Boi.a
Jos Monteire Torres de Caetnv, L'iiz Duprat,
Augusto Kraso Sucoessires, Jeto Moyr, Viuva
Hcrmino Feareira da Silva, Martins Viejas & U.,
Carvalho Jnior & Loite, Juaquim Ansolino de
Hollanda Cvale inte de AlaHiqu'o-qu Antouio
Guilhermina dae.Siutorf. Moreir & Sragi, Anto-
nio de AlBuquerqie Paca BurrHo, Jodo Ploran-
tino Cavalcante de Albuquerque Jos Gomes de
|.01ivoiia Piedade, JcS i Gjiuea de M nraea Araujo,
Bernardino Gnw-'s d-- CarvaiUo, Alfredo Alves da
Silva Freir, I) -mingos Alvea Mathus, Corre a
fc C-, Sebastia de Barros Birrotto, |Franc8co
Ribeiro Pinto Gaimiraes, Aut >ui > Ignacio ti i
Reg Mediaros Jnior, J.i.iqusm .lws Rodrigues da
Costa, Bento d Freirs Guiimra t4 C, Sebastia >
Jos Bezt-rra Cvleaute, Maocl Crur. & C, Car-
valho Souza & C Manoel Lins Caes Barreto, Jos
Manoel Correia de Barros, Franeisoo Jos Jayme
Galvao, Jesniao Barroso do Meo, Thoodoro Cbris-
tiansen, Dr Laurino de Moraes Pinhe"ro, Jo-< de
Macede e Abrant.s Si C.Entregue-se pela porta.
Jos Joaquim de Mello Jnior, Guilhormina Jo-
vina Pinheiro, Manoel Coroiuo Villa Nova e offi-
cio do Dr. iaspector g>ral da Iastmefo Publica. -
Informe o Sr. eontadur.
Pontos da Bibliotheca da EscolalNonnal o Se-
cretaria da Presidencia.Ao Sr. pagador para os
devidos fias.
Dr. Francisco de Paula Rodrifuee de Almeida.
Certiffqus-se.
Contas do corpo de policia.Examinen ae.
J. J. Alves de Albuquerque, padre 7. ferino For
reir Vidioso, Manoel Francisco do Reg Mello,
officio do director da Escola Normal e Mtnoel de
Freitas Barbosa Cordeiro.IoJorme o Sr. conta-
dor.
Joao Lopes de ^iqueira Campos.Crtifique se.
Santa o'asa Ordem Terceira de S. Francisca
do RecifeEntregue se pela porta.
Barao de Matosiuhos. Inf o Sr. Dr. admi-
nistrador do Consulado.
Alexandriiia Moreira Barros e Baltar Irmios
& C.Hija viata o Sr. Dr. procurador fiscal.
RECTIFICA^AO
N'^s desnachoa de hontem, as peticojs de Fe-
lippe Augusto de Azevedo e Aannnciada Camilla
Alves da Silva, foram indeferidas e nao como sa
hio publicado.
3
Amorim IrmSos & C, c Joao Victor Alves Ma-
theus & CAo Sr. Dr. administrador do Consu-
lado para cusiprr o despacho da junta.
Valentim Rodrigues dos Prazeres, commendador
Ant mi Jos Rodrigues de S mea, Henrique Ca
va'cante & C Maria Jaejntha Pacheeo, Adriano
da Rocha Perciw, C'eaieste Goncalves Nettoe pa
dre Joaquim Antonio de Siqneira lorres.A' sec-
1,-ao do contencioso para cumprir o despacho da
junta.
Annunciada Camilla Alves da Silva, Felippe
Augusto de Azevedo e Antonio Joaquim Case?o.
Eotregue-ie pela pirta
RaymmdoPereira da Silva Informe o Sr.
collectoi de Aguas Bellas.
Francisca Jos de Andrale & C, companhia de
trilhos urbanos do Recife a Casanga, Manoel Fer-
uaades Velloso e Dr. Prxedes Gomes de Bonn
Pitanga.Informe o Sr. contador.
Jovino de Tarvalho Varejao e Costa Lima & C.
Informe o Sr. Dr. administrador do Consulado.
Manoel Antonio de Albuquerque .ilachado.
Registre se o f^am-sc os assentameut03.
Padre Francisco Verissimo Bandeira, Jos de
Deus Monteiro e Joao Francia dos Santos Fi-
lho.Informe Sr. contador.
--------------oc--------------
< oaal ul Provincial
DESPACHOS DO DIA 2 DE ABRIL
Joaquim Nunes Ribeiro, Dr. procurador
dos feitos e Jos dos Santo Aguiar. In-
forme a ia secgSo.
Manoel dos Santos Vilaajs, companhia
de seguros maritimos e terrestre, Mathias
Gomes Fernandes & C, Luiz Gongalves
da Silva e Pinto e E. C. Beltriio & Irmis.
-Sim.
Francelino Barbosa de Oliveira. -A' 1*
secQSo para proceder na for .na da lei.
Joaqui u Fran isco de Souz.-v Reia
Certifique se o que constar.
Paiva Val-nte & C, o mesmo. Infor-
me a 2' secSo.
Caoba Irmaos & C. Deferido, de ao
corlo cora as inforinac3.:s.
Joao Joaquim da Costa Lite. Em vis
ta do que ma foi representado pelo Sr.
chefe da Ia seccjlo, tica sem cffeito o meu
lespacho de 10 de Janeiro relativo ao
abate do 30 |0 requerido por Joilo Joa-
quim da Costa L^ite.
Rufina Maria da Coneeic3o. -A' I" sec
cao para attender.
Georgcs Augusto Francia. -A' Ia s^c
i;So pira os devidos fins.
blicaa o COO a do Sr. Manoel da Assiimpcao para
a jttstlca. O advrsanos polticos do autor do
D. Jyme disseran nessa occasio que S. Exc.
era mais. disliiiclo como poda eescnptor do que
como coaselheiro da corroa.
Einqoanto durou a erise do procipto do auno,
oa adversarios do gabirtete, porque a viram de-
morada, coinecarain em grande parte a opinar
que ora precisamente o cas de fbrmar-se um mi-
nisterio de eodciliagao, desde que -escreviam
algomas bUias progressistas, oo tendo a
inaioria da cmara ainda se COmpromeUido em
ni'iiluinia votaco de cooflanca poltica para com
o gabinete, pode tem aVao/reapoiar ostro que pro-
siga do cmpoulio de liquidar a questo das re-
l'oniias poUlicas.
A coneiliaco, paz entre os bomeas, effec-
bvameote una aspiracSo evanglica c um pro-
sciiie que o co nos reserva para o reinado da
graca. 0 que seria a cidade, o pau onde a guerra
incessante das ambajfies, onde a luta ardente do8
egosmos nao ali.'iassc a diguidade humana, dis-
sc-o II. Heiiic n'um fonnoso sonho contado eui
versos magnilicos.
Ponderemos, cointudo, que a maioria da cma-
ra nlia sido cleita sob os auspicios do gabinete,
e que era comp >sta de regenera loros do mais
tino quilate, como toes recotthecidos em lula a
extensao do reino e ilbas adjacentes. Alm dis-
90, se a desbarmonia existente entre os domea
do governo c os progressistas nao era simples in-
spiraban de iuteresses pessoaes mal satisfeitos.
porm zelo reciproco pela felicrlade nacional
como conciliarem-se e formar m um su iodo par-
cialidades to distanciadas pelo modo de cuten -
der essa felicidade Como poderiam chegar a
aceordo duradouro e socialmeote til individuos
que, a scrcm acreditados de parte a parte nos
si iis artigos de fundo, professavam opiniGes op-
^ostas e linliam seniinicnios diSerentes sobre
pontos esseuciaes de admiuistraco. em liiniin :is
c economa, por exemplo
(i- republicanos, cujo numero val crescendo em
Portugal, os republicanos nam-se da pretenco
do progressismo, expressa oas palavras que aca-
bamos do citar, e cbamavam anda una vez aat-
tenco do pala para a sinceridade dos partidos
consttuciooese para a conviccSio cas calorosas
discussOes que os ditos partidos sustentan! na
tribuna e na imprensa entre vehemencias c affron-
tas mutuas.
Por sua parte, o Sr. Fontes limitou-se nessa
occasio a dizer aos progressistas o que depois
ainda liles repeli limitas rezea : Nao tciiliam
tanta pressa em subir. Da opportunidade da
ininlii retirada sou eu 6 proprio juiz! Esta
franqueza do cholo regenerador molestava ao ul-
timo ponto os que morriam por subsotuit-o no
poder. Vam u'ella urna irreverencia escanda-
losa para com os bous principios coiistitucionacs,
um ataque directo e condomnavel s pralicas
parlamentares e s prerogalivas da coma. E ou-
to as follias progressistas queixavBm so amar-
gamente da longanimidade do ro para com o
presidente do conselho. Parecia-lhea at que S.
M. era rraco ou coudescendente de mais |iara op-
pr-se vontade da mesma potencia partidaria,
com quem o Sr. Brdalo Pinheiro, um simples
artista le grande talento, gracejava a miudo e
um lauto livremente.
DIARIO DE PERSAHBCn
Reirospectu poltico do auno
de 18*3
HESPANHA PORTUGAL
i Cont inuacao)
Pela sahida dos Srs. Aguiar e Lopo Vi, licou
a pasta das obras publicas a cargo do presidente
do conselho, que ] esta va sobrecarregado com a
da guerra : a da juslira foi entregue aos cuida-
dos do Sr. Barjona de freitM.
As cmaras c-iavam abcrlas. c essaaccumula-
eo de servicos mimsteriae derla ter inconve-
nientes. Ao menos um foi notado, a saber : que
a reducco do pesiofl do gabinete nao pcrmtlio
que este so lizesse representar suflicintemente,
e a lempo c horas as sesses da cmara dos de-
putados. emquanto na dos pares se discuta o
projecto de resposta ao discurso da corda.
Acaso nao encontrara o Sr. Fontes Pereira de
Mello entre os membros da maioria parlamenUir
idneos substitutos para os ministros demissio-
narios i Em Portugal, como na Hespanba, como
em outros pases de nosso inteiro conhecimento,
nunca raltaram auxiliares a qualquer presidente
de conselho. Ha alli una reserva de estadistas
de]com potencia iliimitada e promptos ao primei-
ro chamado do que Ibes queira aproveitar os Bie-
nios em beneficio da patria. Mas cssu mesma
abundancia tornava dilicil a escolha, desde que
o Sr. conselboiro Antonio Maria receiava magoar
susceptilidades de amigos.
O ministerio licou, pois, por muitos mezes in-
completo. Completou-se em Movembro com a
entrada do Sr. Tliomaz Ribeiro para as obras pu-
Os republicanos annotavam essas quetxas,
confrontavam-n'as com outras de igual especie,
ainda que mais antigs c de origeiu opposta, e
perguntavatn ao paiz se nao viaem ludo .iquillo
urna prova eloquenlissima em l'avoi- da legitimi-
dade da ruidosa propaganda anii monarcbca.
Todava, al onde podeni chegar os nossos co-
nhecimentos. e rallando com a,mais completa
Imnareialidade e desinteresse, nao vemos que
bouvesse a mnima inconstitucionaiidade, a me-
nor transgressab das normas parlamenUres no
fado demanter-seum gabinete que tiuha por si
0 apoio constante 8 inikledivol da grande maio-
ria do parlamento nacional.
Desse parlamento rc-cebeu successivamente o
ministerio, entre outras provas de dedicieo :
um vol de conlianca. em seguida viva e impor-
tante discusso sobre a conferencia de Berln e o
tratado do Zaire;a approvacao, por8:(volos
contra 23. do projecto de resposta ao discurso
da coma, tainbcm larga eeloquentomenle discu-
tido;a approvacao das reformas constitucio-
nal':-, de'cuja discusso na cmara dos deputados
a opposicflo progressista so absteve complela-
mente ;a approvacao da le de meioa e de mais
algumas propostas Duendarias do Sr. Iliutzc Bi-
l iro :a approvacao obiU de mdemnUaden-
lativo aos actos ilidatoriacs que o ministerio pra-
ticara, e CttjOS debatos a maioria da cmara mais
discricionariamoite (BjvUum : a approvacao do
projecto do Sr. Barjona de Freitas sobre a refor-
do municipio da capital do reino :nalinenle, a
approvaeao da proposta de lei referente aos mc-
liioraiiientos do porto de Lisboa, para so memo-
rarmos as delibcracC-es de maior alcance,
0 que ha de mais singular 6 que a ultima des-
sas propostas, que poucos-mezes antes fora a
ciuisa. pelo menos apparenle, da retirada do Sr.
A. A. de Ajuiar, apresenton-se afina) ao parla-
mento sob a Urina e responsabilidade do presi-
dente do conselho e do ministro da fazenda!
A --sso legislativa ordinaria se a i de Janeiro o oncerrou-se a 11 de Ju I lio,
depois de algumas prorogacOes. Os primeiros
tres ou qualro mezes dossa sesso foran consa-
grados lis grandes expanses da eloqucncia. O
parlamento portugus tem verdadeiros oradores ;
epois, nao sao inteiraracnte perdidas, debaizo
do ponto do vista artstico, as lutas magnas da
tribuna que alli se pnseaciam frequetemeate
Mas como as disrusse3 sobre assuinpros piw-
- m ilemoraraui, e o governo quera as SUS
propostas approvadas. foi um aosto ver o fen-et
opus final, como a ultima hora se atropellaram
os debates e como as votaces correram preci-
pitadas Ao lavar dos cestos di.om que an-
da vindinia cscrevia um clirouista que a
mesmo tempo um dos eacnptores portugueses
de melbbr nota. Pois ao lavar dos estos, mes-
mo no proprio dia em que, s fi horas da tarde,
se liavia do lor o decreto de eurunmenlo das
cortes, passou, sem discuss&o, on projecto da
le autorisandoo governo areformai os servicos
tecbncos do ministerio das obras publicas, com
a clausula de nao sor excedida a de ipeaa que sa
fe* actualmente. Ora toda a gente sabeoqua
valemestas clausula- de urna elastii idade admi-
ravel, quando secnega i pratica
A cmara dos paros mostrou-se i|uasi ale ni
lim da sessao parlamentar um tanto impertinen-
n 0 ministerio. Mas desde i\ e aos oin-
purroes passou a chamada lei dot bebs, rega-
lodos aEfoctos paternaes dos actuaes pares do
reino, a dita cmara tornou-se de ama soheitu-
de oponas crivel.
l-'ni tal o gando nessa espbera superior do
narlamentarsmo, que um senador progressista,
esquecido da senha do Sr. Braancamp, animou-
se a propr certas alternases legislacSo vigente,
afim de bcilitar a escolha dos membros do pa-
ralo. 0 governo aceitOU inmediatamente, e
comamfoaa as mos, a proposta que foiapresen-
laila polo Sr. Ilonrnpio de Maccdo. Fel-o prova-
velmenle no intuito malicioso de expdr aos cilios
do paiz a incoherencia com qne p partido con-
tranc. tendosolemnemente protestado que nao
collaborara por modo aigum na refirma consti-
tucional, se resolver, em Bm, e tao espontnea-
mente, a prestar essa valiosa colloborago.
Fdra por tctica e chicana partidaria que os
progressistas linham deizado correr revelia os
ns debates da cmara temporaria so >re as refor-
mas polticas. Presentiram que o Sr. Fontes se
Incommodava com a abstenco, e rettlisaram-n'a,
al corto ponto, como vimos. O sicrificio nao
ora grande, porque o partido da Granja noctae-
gou a mostrar que tivesse ideas muilo mais pro-
fundas e radicaes do que a- do gabinete regene-
rador, relativamente revisan de cirios artigos
da Carta. Alm disso, quaesquer qje tivessem
sido as dssertacOes dos seus notaveis tiradores
sobre direito publico e constitucionai, o minis-
terio seria necessariamento vencedo desde que
tiuha por s a torca da arithmctica. o numero
potencia muda, mas de um symbolismo terrivel-
mente convencedor em toda- as assemblas mo-
dernas.
Entretanto, propalava-se que o proprio re st
i-upara com a reserva dos progressistas.
Se estes nao eraui desdo logo chamad is ao poder
accrescentava-seprovinha isso de que. alm
domais,< s. H. dirigi o binculo paraos ar
raaos do progressismo e via-o n'um estado la-
mentavel de confusao c indisciplina^
(Continua).
PEBiUMPCO
Assembla Provincial
6a SESSO EM 23 DE MARQO
PHF.lDESCIA DO EXM. S. DIl. ANTOSIO F11.VSCI3CO
t HH1 M ARACJO.
(Conclusas)
O *r. ViNCOHdf fe TaballngaSr.
presidentf, ttS posao deixar de vir pela minha vez
reclamir contra um engao da acta.
A acta falla n> neu nom?, dizenc'o qne eu me
reeiisei a votar sobre o parecer.
Tal mo acont-ceOj.Sr. presid-'nte, primeiro por
que cu nao coturno a recuaar-me, venha d'onde
vier e em segundo lug^r pirque n:.o ouvi o Sr,
Io secretario perguotnr-me se aprovava cu des-
appruvava o parecer. Tal era a bilnurdia e o tu-
multo que reinava n'esta eaaa, que o meu nobre
eollega Cn etvador o Sr. Dr. Regueira Cost-, que
eaUva a ni"u lado, disse me: o qut; que se vota?
En respocli-lhe nao sei; bjm, da S. Exc, ea
vou saber nu me=.
Uu. voz da bancada conservadoraV. Exc.
n ir 'ie m i uvio?
O Sr. Viaconde de TabatingaO bwulho era
tanto que nada se poda ouvir. (Apartes). E' a
primeira vez, hi tantj t-tnpo que_ tenho aaseato
n'esta casa, que vejo votar-se debaixo de um baru-
Iho d'aquelles.
O Sr. Rosa e Suva d um apirtj.
O Sr. Viaconde de TabatingaV. Exc. teste-
munhi, Sr. president-, de que ea me conservei
silencioso durante todo c turauito, nao tomei paite
ni que dito; e, como pisso ser ncie.ialo de ter-rae
recusado a vo':ar, declaro que niio p'rcebi o que
se podae mesmj neo o meu nomo foi chimado.
Perianto, pirque e-ta acta mo ve:n dizer a ver-
dade no lodo? Eu fallo por inim e nlo respondo
ptl.is outros.
Eu m > me recuse, nem jioa recuiar-me vo-
taco do p ir cer.
O Sr. Jos MariaNem nenhum de nj.
O Sr. Vise ii le d TabatingaMas poss affir-
mir aos nobres deputados que nao ou.-i cbamar-ge
o meu nome pela lista e ainla mesme quando isso
succedesse, nao podia responder, porque o barulho
era tanto qu-> eu estava tremendo, sem saber por
onde hivi de mefTer-me. (Riso).^ Como pois,
que se aecusa un homein que niio commetteu a
minima falta? Assim, Sr. prndente, eu peco ao
mbre deputido que risque o meu n une como tur-
bulento, obedeeendo ;i verdade e tendo-me como
o > diente ao regiment desta casa. )
Tenho concluido.
VezesMuit) ben; muit> bem.
O Sr. Barro Barreto Jnior (2o se-
cretario) L;, niio nao sei onde, que no mostrador
do relogii de um das co'legi a e 0-vfird bavia 63-
criptas aslsfgiiuites paluvras : percm'. et impilan-
tur.
Me pirres que gemelhaite iuscrip9o assentana
perfeitamente n'.iquelle (mostrando o relogio da
casa) porqnant.ofiet i icoutestav-d juc n'aquella
bancada o q'ie se procura p'rder tempo.
Sim, o que se proe.ur, perder tempo, sem se
lembrarem tic que a provincia nos tomar cntas
do tfinpo aqui gasto.
Um Sr. Deputa loE Vv. Exea, porqae nao fa-
z?in sessaa? i
O Sr. Barros Barreto Jnior (2 secretario)
Vejo conatantem"!.' ud nobres deputados usarem
l;i palivra, n> para si oceuparem do iuterease
publico, mas am de qu-is'iunculaa que em nada
interessam A provincia.
Sr. presidente, as arguicoes feitas relo nobre de-
nutado, o Sr. Jos Mana, ao de tal ordem que a5
ae expli "ain pdo desejo frentico de faier_op;0-<-
co; e aBsim, muito de proposito, liinitarei as mi-
uh* conaiderac^es. Seroi o mais resumido pos.'i
vel, porque absolutamente nao quero cooporar coa


H-
C^


1
"i' -
-**
J.-.HJ -
2
Diario te PernaiiihiwoDoiiiiismi 4 At Abril 1886
o nobre deputaifo na roubo de tmipo a esta As-
tem i
Um Sr. Deputado E' o que V. Exc. tem stm-
jire frito.
O Sr. Burros Barrete Juni -r (2o secretario)
Sr. president, no I ira I i angustioso M que se
acba a provincia, de Peruauouco, quando todos
teem os olhos fitos era us, quando so pede c uno
urna i-smola que tcuicui s alguma delibcraci", que
possa ti azor algnm lenitivo is miserias, um criine
de esa patriotismo perd-rmus o lempo comas
ter. is questiuncuins.
Sr. presi iiiit.v ir)pwe. s q*e o nsorc *pu
tdi>, o S.-. Jos Siam-i, fc-z a irada* qte aVste
motnent o-cupi a ufen cafo i. cisr, uio teem a
nim-or iin|i nanea*.
.i n i are */ar-id que da acta a o ama-
tan hsver sido suspensa a scssaVa par algn* mi
utes.
Pr. prc*idene, nem muro que n*s" tenb
prestado a min na attencio leitura da aeta para
avanrai seuliante pwpcsico A casa c-uvio a
a acta que acabei de lr e i>ode Vim aquilatar o
valor de seir.elhaiite eensu a.
Digee mal o nobre deputado queaacU nao era
meta, porqpe nao CJititiha as tristes occuiren-
cias que t dos no* pee* nciimos na sesso pas
suda.
OotB .li'.i.i. Br. presidente, por til inodu fiqnei
env ir Tillad > claqnil* a pintando para aa banca-
da*. i r t: mudo .-e.iti que es iapal -
d. d. ma ria se JTTHaMi osquecido de que pira
o t i-!--n p li' C >. baria tambein alguma cusa que
se ,'. M ar, alguma eousa jue se chaina o pun
d i i p htio..
0 Sr. J nor politien?
0 -r. Buris Barret. Jmii r (2o secretario)...
por tal Id do fiquei c i"i i^t d > com as seenas qu i
mu se Serum, pon nos ai ida ulii vemos as Diir_-a
das i '--, qn<" euteii.li nao decir narrar na
acta eironmstsntiadantenae seine'hante tacto.
O Sr J- MaraMas quem falte aU em puu-
. .' A qu 'ra falta e.-sc punten r1
O .Sr. PresidentePeco n nobre llepUUds que
dajjra o orada* e nt amar.
(' Sr. Jo MaraV". Ext. deve de preferencia
chamara 'i i m bo nofaea diputado, porque elle
Cita 'i.a di
O Sr. Brrea Bar** i Jsmi 2* *acreBrfo)
Mas i, Br. i'rsid nte, porque "azao o u br-a de-
puado tanto se incoininoda quiuido fallo em falta
da pundonor p litico; nos, t dos os das ouvimos
as accnascS a violentas que daqeelhi li tacada pir-
Jn.
O Si .1 j M ri.iAeOBaacSas em termos e
awitO e tn t, poraoo n> estamos feridus eui
n S3"> d.Teito.
O Sr. Harros BatT to Juni;' (2" secretario)
Ainda. hoje, i.qui so diSfi que us, cowojui;e,
jalramos e votamos, uito; segundo es dictames de
nona coii!,ci''nci:i, uao segitudu a justiea a a lei,
mas teUQcand" cima de tud i, cima da moralida-
d da Justina e da caoseianeia, is tnoagciaboi m-
-es partidarios.
Mus, Sr. pr> .idente, a es as accuaaees eu lio
resp^n icn'i, porque felizuieute uao u.ll lem na es-
pirito pnblieo, pus todo o mundo rec'rjhi^ce que
ellas nao pssam de ch.ipxs, e chipas uiuito sedi-
0 S Lourcn;o de S Hodve votnc.1 > poi
aceno.
O Sr Barros Birreto Jnior (2o secretario)E
digo qic nao houve votarlo por escrutinio secre-
to, cono requereu o nobre deputado pelo 2o dis-
triein i Sr. Jos Vlaria, porque o.escrutinio secre
to i- s l d por oicosia i de 11 iole li eommissio.
Ora, Sr. presidente, vejo que a hora est fiada
e i o oj forc do a fiaviuar.
Sr. prendante, o nobre deputado o Sr. Jos Ma-
ria euli nd' u que nao tinlia sido votada a emeo-
d D. 4. e ci tiiihti Bn votada, porgue, a ter si -
do votadaai -Rienda n. 4, devia ter aido vot-ida a
eavaida a. >
O nolir-d'-fiutuio falla contra o veneidav E
aataaeti.. arria a aeta, se aflirmaase semelbant
eousa psJaVtada a ca* sabe que f i "ejeitada a
emenda n. 5 0
Ai-cunam me, Sr. presidente, de ter faltado a
rerdade qaando aflirmei teram na nubres deputa-
dos d'at ueila bancada se recusada a votar.
Sr. picsideute, declarei na acta e i'-clarei mili-
to propssitalmeute, pnrquanto esta a verdade,
QM os n'ibres deputados da bancada libe.al ti-
nliam-st recus.i Jo a votar.
Vo/.es E' lucxicto.
O Sr. B irros Barreto Jnior (2o secretario)
.\|inello rara o .-3t-:n'infi > da Casa.
Piuewd e a votacao nomina), o me.u n-ibre
migo O ari i o Sr. I)r. Risa e Silva fez
a-eliume a dos Srs. deputid), em voz bastuii l
arta.
O Sr. ,. s -I.aia Nao apoJado ; iiiuxa-to.
O Sr. Barros Barreto Jnior (2o recr.-t.rio)
Todos os Srs. deputy.d' di b .i- a a e ly-eiva lera
respondeaio. '/
O Sr. J-s Mara Mi neto
O Sr Rosa e SilvaE' ecaetissimo.'.^.
O Sr. Loarenyo 4 it 'AauBlll II o utrark)
Hssevcrar u.na tomactian.
ii s.-. llarr.' Bsete Jnior (2ceereparia, paia
o Sr Lurenco de Si)J aeabouf
t> Sr. Lourrni.i i.- S.i Ainda nao; admiro a
corag'tn i o nabas deputa-lo.
..ir.-.-t Jnnior (2 e.-retario)
Ainda na
O Sr. L iir,- i SI kia U ail I ; ia o no-
br-- deputado ijiier arli.-ii'. r um ioexaetidio?
OS. B.ir; >.- Itsrreto Jnnior (S*aaeretaHo)
Pee i Sr. que cha ne a arden aquel
le Sr. depi ti lo
O Sr. L ii -;-(>. i! Oiaessa! E-t
nxeu l ip i cas !
O Sr B.-.rros Bine; .Inoi : rJ'' s.icrctario)
N.io. Estou pe :n lo que se resp ate o regimenta
Vej in-- t rea lo a r -ouiir o inais possiv*. as c-u-
ndar icSea, que t<*ira da faz-T sobro m nett.
A Hora eate a liirl .r.
Oiitrade Antonio Faust) Jos Ridrigujs, re mente, pret rir um dircito, finalmente queier
querendo ser nimead) para o lugar do porteirj a todo transe anarcliisar os seus traballios! (Apoia-
' dos).
A':cresce, Sr. presidente, que, alm da letra ex-
presa* di art. 136 d> reguonto, existem innme-
ros procedeutes nos aunaos desta easa. precedentes
h podem ser agora mesmo atteatados pelo nobrj
deputado o Sr. l. secretario, que, quaado cm op-
poaicao, na sesso prxima passada, mou e abusou
dessii recursi regimental at hoje nao contestad),
ajaumindo a tribuna, pela ordeui, sempre que tn-
tiva-se de votar qualquer m itarin important-.
(Troeam-ae diversos apirt-'i).
O Sr. Liarenc-i do S-No 2. voliiaw dos >
Mes d; 1835, pag. 7, v-s> que o Sr deputado
Luna Freir requereu o euierratneuto da diseus
alo do paajscto n. 22. Paite o requeriraento, e an-
tes de ser votado, fallaram p la ordeni os seguin
tei depralos: Olympio Marqu-.-s, J4o Aires o
Esterio de Oliveira, qire con --rato rcrpierendo vo-
tacao noasina'.
O orador (l).
A pag. 42 eucontra se o seguinte requeri-
ment i do Sr. Viscoidc de Tab itinga : Hequeiro o
laaUrraate do art. 1 do projecto n. 21.
Pallaram antXo pela ordent: o Sr. Pereira de
Ljra, fazcudj sentir que havia votado pelo nc-T
r.un-ufo do projeti n. 22, mis que desalando to-
mar pirt.: na iliscusiao do projeeto n. '21 (orf*
de>fa assemb'a. A' commissao de pilicia.
Um abalxo assignado de agricultores e prjprie-
tanos de trra Verde, do districto d i Garapitos,
d i Brej > da Ma Ir de Oeus, reclamando contra a
destruieai que Ihes f izem os gados que all se
rcfigeram.-A'commissao de exame de postu-
ras.
E'li 1>, apii ido e approvado o seguinto pire
cor :
A coiauiso de -tice, a qaem loi prsbite a
de Josa Gomes FVrreiiu Mata, air<-uaataiite do pe-
dagio dajd^^pra. do Ijriqai, solicitando o abat-
. ter\aa parte db preco porauaato foi
referido pedaaa em a recisao to con
idete de qualquer malta, requer.
i i!eer, qaa sija oavido o TiWsiu;-
(que ent) nao era nem ar-
po s ira o uobre Barao de
cas.
(> 8r Jos MaraV. Exc. qu est habita
do a nsnr das chaj-, K urna perfeita machina
.Mar!'
O Sr. liarios Bwrieto Junier (2 secre'ano)
Contiauarei.
-r. presdante, a aeta nao re ta B maito de pro
psito, as tristes aaraas que aqni ae deram ..
Um Sr. DeputadoPois nao pjdia deixar de o
fax-r
O Sr. Barrea Baireto Juni r (2* secretario)...
porquanto, Sr. presideute, como homem poltico,
coll leo cima das pais6>s partidarias o pundonor
poli:
O Sr. JacobinaTauto quaiito nos.
O Sr. BaMUa* Jnior (2o secretario) Quereriain,
poi ventura, os nobres deputados, que da acta
eonstasse terem sido aquellas bancadas quebra-
das violentamente atiradus no recinto, que os no-
bres deputados cin urna vozeria i norme, procorn-
vam propoaitaJmeiitc uterroinper a votacau? Que-
reriam por ventara oa nobres deputadoa que a ac-
ta nleeaejie que elles uao tiuham respeitado nem ao
regiment, n-'tr. dignidade da represent*va-> pra-
viaeialV que disses.-e terem elles faltado aquella
dslicadoza, que todos BU tcm is direito de exigir
da parte de nossos collagas? Terem elle se es-
qu cido de que aio representantes da provincia?!
.(Apaltvs).
Felizmente, Sr. presidente, os actos dos nobres
deputados; tem a reprovac/i) dos seus pro irios cor-
religion inos; o nobre Visconde de Tabatinga. as
eunsidoracOcs que acaba de fazer, por ta) modo se
envi r.'ouliou daquelles actos, tanto nao qui'z tomar
a paternidade delles, que lavrou o seu protesto; e
diss-: eu i>ao intervim naqueliaa sceuas.
Honra a S. Exc. esse procedi!- nt .
Sr. p.esi lente, o nubre d-putado que mo prece-
dea n; tribuna, o Sr. Jos Mara, na sm tele de
fr.z r oppasicao, nao teve i^ciupulos era dirigir-se
p r nudo incanvenieate a b. Exc. o .-r. presideute
da casa
O Sr. J '- MniaE' Liaxaeto.
O Sr. Barros Brrelo Jnior (2o secretario)
Algui i O Sr. presidente das aaiores violencias;
tas Hit ;do eatava raqueddo daquells
saa que fi-liziLente consta dos
maio da Beasa de 26 le Maio d.i 1081, em que
_-uinte : (leudo!
O n lje deputado L)r. Jos .Maiia, faz algu-
m .' -s 6 conclu- pe linio o encerra
to
.
bancada conservadora -Peejo a pate-
la I ni .'
Peco a p lavra.
Pego a palavra.
O Sr. presid: nte. .
bitrai io. ni m rioli oto,
Itapissuma).
Contina leudo:
O Sr. PresidenteAtteacfo !
Voz s da bancada eonaervadoraPeca a pa-
I-.v :n I Peoo a p il.ivra Pela or-
den !
O lente ltenla i
E cono nao ira arbitrario, nem violeuto, nao
deu i i avia pe i ,u- lera.
Contina a Ir :
Bn fvoa proteste* damino-
i el un : 01 amor lias -
. E' rea be ta.
Vos lora Oidini !
Od
- i art. 2".
,' ie la ba erval ara Pe%< pa
' ; Sr. Presidente Kr.i encerrada a discus-
ato
(Tola a naneada conservadora, protesta, re-
c-lam i p -!a ordem i.
<) r. Presideai E^t approvado o art. 2",
t i m diseussio o art 'i-
- Tola a bancada eoi.scvadora Pee a pa-
la', la !
O Br. Presidente E-t eneetfada -a disens-
sa..
(Vivas reelamaeSes doa S.s. conservadores.
Ordem Ordem Ordem '.).
O Sr. Presidente Esta approvado o art. '
Pr it-Stos d s conserv idor-.i. Sussurr Sus-
isao, etc., etc.
-i. presidente, e note bem V. Exc. que ueste
tentp* nao havia o dirtito (que hoje lei da casa)
errar a diseussao ; o regiment nao dis-
punhi Dada a eaae resp- ito ; man o presidente de
entilo que, repito para qu,: P le b m claro, o pr< si
de entao, que nao era vi .1 uto, nem arbitrio
cera pete contrario muite resp tadur do regiin-n-
to, se que liouvess- lei p .ra eiii'i r.-ar a discuss'i,
.: i r'os veh mentes d'uquelia ban-
cada, apezai de por vezes interrumpida a aessiio,
juljrou .otados os arte. Io, 2o, 3o, 4", 5 e uio sei
mais quantos, tero que houvesse discussao, tudo
un aaoMaaa vial .OaO do regiment.
Sr. piesidente, passarei u cutro ponto : disse o
nobre deputado, nao hve vo'acao nominal! Pe-
lo BUtcr de Deus inuita coralera !
t> Sr. L urenco de S Coragem tem V. Exc.
em dizer que houve vo'acao nominal.
11 8r. B irros Barreto Jnior (2o secretario)E'
precito, Sr. presidente, estarse muitc ceg pela
pazio partidaria, para se ajsseverar que nao hon-
re vot.ici'i nominal, quando toda a maioria votou,
cen discrepencia, de um s voto.
E' preciso muita coragem para se ne^ar a exis-
tencia de um facto que o publico testemunhou .'
Nao houve votacao nominal E os nobres de-
putados Coufessam que o Sr. R-gueira Costa veio
a eta mesa responder :Sim.
O Sr. Jote Mara -E' inexacto; foi ntcsa sa-
ber o que havia.
O Sr. Bnrros Barreto Juni jr (2o secretario)O
que ni houve foi escrutinio secreto-
Sr pies .i.nte, repjte-a?, nao b>ure v.taeo
nominal t i i BUr t uit i tiiii OS Sis. f
d bal i otaram.
O Sr. L un 0% i d S.iN'.ii a;;oi-do ; o Sr. Ko-
gueira 6octa nao v >tou.
O Sr. Birr 3 Barrito Juni .r ilo)
Sr. preiil ule, iu.it d'scutir um fuet i qne a*t
na Cciiscier.cia inbliea, f.et o p: x:ieii lo por to-
dos os Sr.-. ilep it i loe.
V inued pretendes c uwuiter aim liaban* danu-
tado* e uiuit.o (irin-ip ilm uto ao ubre deputado
pelo 7 districto, enjo ardor partidario c tal que
fal-o mttar par cima da verdade.
E' initil, iniiit. i iou'.il discutir um facte q le est
na conscieiiciii piblu-., um tacto <|0e foi presen-
ciado por t-dos os Srs. deputados, taeto que 03
nobres d p1 ta ios da bine ida liberal s podem UB'
gar, c-gos |*la paixao pitiea.
(Apartes di bm ala liberal).
O nobre deput do o Sr. Begneira Csta Sppro
ximou-aeda mesa e d.-clnrou que votara pelo pa-
recer da couiuns=ai.
(Trocara se uiuitos apartes. Su3iU-ro. O Sr.
presidente reclama atienen >.)
Sr. presidente, pissau !o a outro ponto potera
muito bem deixar acm resp >st i a arguic.lo que o
nobre coll-gr. o Sr. Jja M nia m fez, de nao lile
.querer eu lar as notas por miin tomadas pira a
eonfeecao da acta c das qua'is d.ase o nubre depu-
tado precisar como redactor de um jirnal, si esse
faefo, todo particular, BaVl tives: sido trazido
para tsU- re.-i.ot->
Kccusi-i-me, verdade, como me recusa c recu -
sarei a ser informante da frovincia, ji e'la cm
bora, como s; propala, a telha de uunr circulacio.
O Sr. Jos Vlaria Rita uai precisa das infjr-
mni,o--3 do Sr. Ignacio de Barros, mas V. Exc. como
2 secretario di As^emWi brigada a dal-as.
(Ha oiilros apartes.)
O Sr. Barros Barreto Jnior Sou obrigado a
dal-as? Sou obrigado. a dal-as tia tJisnte
esta casa e ito pelo r.-^hneuto.
O-Sr. Jos Mara Nao, senhor, ni> pide ne-
gal-as :'i impiensa.
O Sr Barr u B .rreto *U ni r V Esc nao eaa
paed- m-- mostrar um s artigo do rento que
a isso me obrigue ; parante respoulerci, nao del,
nao d iu, ne.n as darci.
O Sr. Jote Mura Neahuma repi-tcS>pub'.ica
poia negtr qualj,u*r iafcmaga) p>: lula pela im-
prensa.
O Sr. Barros Barreta Jnior Julgo un, Sr.
preside!.!--, d 3pe.it te de j i-titi i :r o ii-u pnce
diiuento ; en:n tanto retel -rei O fact'J, como o facto
se den para que nao se pissa cora elle cspscu ar.
Sr. presid- ufe, tinh i se levantado a Meato ; o
l)r. Almcida Cunli >, gDB director d i secretaria
desta Assemblea, nppr xin:ra--e a mnn e havia-
m pedida aa notas que eu bavta tomado a de
: ,nar a acta, as n.ta, que aa tunara a l*pi* e
I i aqu esta, imostraude-as) ; ea >< respond :
d ixe i atar qu eu Ese i a acta.
O Sr. Dr. Jos Mara, quando lojieatava com
o nhay > < ib : i t*er* iva com t n -sso col-
lega o Sr Beg-i Barros, ap-an sa u aa de mim
me : Voce pode dai-in- :.s no! is que tomou.
Aao, .1 Mario, Iba r. s,io;idi .u. n.io possodal-as
porqa.- ji es! si de v.gi a e preeiaj dettai pm
coiiteceionar .. aeta.
Ora, Sr. presi I lite, pi -r r d 11 a Bm f e-t i p*T-
ticular a i o p o t un p iit ca que di-qitiz dar o
iiubea dejiutaoio rcaUaento ana usa inexpli
eavt 1.
O Sr. J.i-c "'.r:a M s V*. E rccisni as
natas.
U :r. Barr.ia Barr tj Jnnior BaMaui as, rc-
cus i. en-;-. -h.--Ii-i .- catea ein mcu direito.
O Sr. Jote Mari. Tainham a Provmtiia d2o
precisa das nota* prestadas rerV. Exc; ellas ate
tomadas por irm das seu* n-dai-'or-s, qupante N
fim tem ei.-tr a 111 1 cinto
t) m- prestieate- Attutncao Observo aa so-
bre orad -i .]; a hora ;,f i finia.
O Sr. B.in i Barreto Jnior Nada mus tubo
a dize
A disc-is-.U fiea adiada p 'la aera,
Vcm mes'. li to, ep wda e approyada o sc-
gfiiate raque I
Reipnoro ir-rogacao da hora d expedeute
por mais lOmHMta*. Lian;a!ves Firreir.i.
O Si-, l aoivet rlj proeed guate
ensMaara
Um offi io io secretario digiv-rno, iransmt-
timlo eptn d- ontro fO n o eipal de l'e Ir do Bo iisouo pnj-cto de
orcaineiito da 1 oeira e despea* do exOMeio vi-
g-'ute, ten le Se-ihe ofliciado para re netter outro
orean.en! > r f-r.nte ao futuro, \" caminis-'.a 1 te
o em nto m 1 ;p d.
Ontro do i*esin\ declarando qne o Eam. Sr. cau-
s- -Ibeir-i pr I Bate-da p vo.ei 1 doixa de aatsafa-
zer a requric. I a* rtmoaaa dar actas da* cVicOes
doaooltegiea Betinosrt Tasuat. pn- anda
nao terem chorado.- A' camini-s'i 1 'e eonstitui-
cao *jpjd"rao
Outra da Iinperi-a fj ek lad dos Artiata* M-
chameos c Liaeracs de Peruambuco, cauvidandi
e>ta aaseuabl para assistir n> dia 25 do corren-'
t-, a t horada tardV, sdemnilide da colloca
ao da prm.ira p-dra fuqdamenta1 do edificio des-
tinado as efteinas J Lrreeu de A.t- s u Otlicios.
Inteinnla.
Urna prtittB i- Antonio i'resciliiu 1 T euri.l
Lessa, 1 1 : e lo ser 110meado para o Ingirde
po.t iro de3' a.-a-mbla A' ecromiaso de pili-
cifl.
utia de Antonio Teixeira Pimentel, ex-pr.t-'s
sor publico aVerma das cadeiras da jLupa e Una
Arsenal de Guerra, requ rendo ser incluido
no qnadro dos professores etT-cliros. A' commis -
silo de in6tnic,5i publica
Outra do VValindo Barreto de Mell 1 Reg, re
querendo djti nutorisacaj para fer addido ao Con
sulsdo Provincial, at qr.e baja vaga.A' com-
lasco de peticoVs.
Outra d. Mano-I Nazia-seno Florencio de Vas--
c.juc lio*, aric; 1.1 me dos impostas municipaes da
fregnesa de Ctruaru', requereudo o abatimento de
400' 00*0 Talor da su a arrema'acio.A'com-
missao de orcatoent? municipal.
Outra de Hufino Jos Fernindes de Figueireio,
ex-guarda da illuminaoaa a gaz, requerendo ser
apasentads no ugar de a nato-use da 3 'retara
dogoverno, ooletambem j tora empregado.-A'
commiasao de ]>etices.
mente i
larri m>i
tractej
pira 1
Pro vi
Sala das sesses, em 20 de afar^i de 1SM.
Barr s Barreto Junisa-.Dr A. da Cos'a Ooni-'s.
Padre Julio do Barros.
S > liJos. apoiadas e julgados objecto de dcli-
bi-raeaa, v;I> 4 imprimir os seguintes projectos :
N. i>.A Assembla Legislativa Provincial de
I'i in -nibuco reaolve
Ar'. I- Fie 1 a Sa ifa Cas-i de Mhsricor lia de
G -yanua, sui.-ira desta eidade do R-!cif, quer
eui'i 1 i-.t 1 sua ada>aaiatac4o int.u-na, qiier ao seu
patrnnoir >.
A t. 2- S "a > nella admitidos os docutei po-
brea it o numera corrsponden: s suas aoeom-
.">?.
Ait. 8" Ti-r ddwi no miii rias le MarioVad i e
um capelIX -
Ara i- Srj-i subvencionad-i p da piovine a cao
a q lantia l 2;i>K)J aaon i-1.
\ rt. .') aWogaai se. as dispasi .6 s era t
rio.
iniln Provincial, >U Je Mare i i
18S'>.Padre Jul de Barros.
N li. \ \ lillllllCn Legislativa Provincial de
Pi 1 nambuco resolve :
Artigo ouict. Fiea creado o inunK-ipi 1 I rinv
de Noeaa abera lo O' de Altinho, eampiiiti da
fregnesa daqnelte nosne e do 2' districto pal
da Bebednoro :
j 1 O timo ds Alti.-'oo qniidi natellado,
lliao, sue excrecr-a uumulativamcn-
funeee* da esenmao do jury.
.' li .ver timb" um partida* qn-'pt
I* a- f nuco-s de cuitadlo.. Re-
v igaai- as lsp isicea om centrarte,
!' mbia Provincial, Une
bi 1 I vi. -I).- Fiatmcisco A. Itei > a Silva
Vi un le Rodrigues Porto.
i *r. Huta rin Sr. pcOai I-m'
-r'a nenl i dup'-Tavel. aasuai.adar
ma o aetu.l estado fimtneeiio da proviuci., quiu
lo 1.....barque asno derpesa vai muiti ilem
da recita, quando um desequilibrio dmastrodo
n is ap uta un d^fi-it borrorooo, soum nos d33e o
Sr. presi lint- da previneinem s-u leUtorio.
P i n o ; a**iin Sr. presi 1 -nte, compre
nji debellarcem tedoeemoabi taogrande iml,
bisando r- o pul bro fiaanceiro ; cum
or.'-;ios s-lv-.r a prniii-iadi p -rg 1 em queso
acbi, triudoa das bardas da aliy-ini 11-011 Ja-el
que a aguarda.
Para cj.iaeeussao mm desidertum, n-cessa-
1 i 1 que i-r-icdain-'S coc o maiar escrpulo, ci.n e
maior cuidado, co:n n orcteoo das d-sp^taas, ni> autorisunia taain
aquellas que forera muio urgentes o do absoluta
o* I uiJ inut-.s outras superfl aj que
t'-ra .
O Sr. Presidente Eu observa ao uobre de.au
tada que s faltara dous minutos para terminar a
hora do ezpediente.
ranto provincial) leixivi de preitar o seu apio
ao ieiuri:n-iite do Sr. Tabating.; em seguida o
uobro deputado o Sr. Rosa e Silva, que coucluio as
suas observa-.-oes, pedrada q i-o encerr ment da
disetissao fosse iioiniualm'nte v-t ido.
A pag. 185 (lo). V se que a Sr. Jos Mara
requereu que f cae c n^ultada a c isa ufiai de que
;. terraaae a dateaeca da reoaeyW di m. icto
n. 22
Oraram pela ordem es Sis tis\ a Silva, M 1 .1
de Vasconcello, Ferieira Jacobina e finalmente 0
Sr Escevo de Oliveira, que cdieluio raquer
votacAo nominal.
Vosos ds bancada eoaevrvadaraNnguem ron-
itfto.
O Sr. Loureoeo i-S. S- Ss. Et n a'.
tem que Beata casa nunca foi negada a palavra
pela ortein a-a depatedo qus a .-oeitr..-, quaado
pidiu-r materia tulia de s-r vot .da, re- nli-
eem t u-ir un nt 1 qu o Sr. presi lente, tegall lo-me
hontera :. oi-copar a tribons quando o
requ iri naute 1 en lerramenl i tina i de ser vot ido,
proced -a irrVgall a ote. i ,.:! i nuj verja
attent .11 [ gim uto.
L" a :>.. i) tp ite-ii 11 un ap rt i.
O Sr. Liiircne i de SI'en-a uta > V. Ese. que
p'dailo eu a palavra pela rdeas devia entacip-t-
damente pr iwoiiir ao Sr. pr si.i -nte o aaaompt i ea
i cm vista, oc up mi i a tribuna V
O i meir iltustr.i collegs, nao repita miis o seu
apirt-; V. Ex.-. ,-. '-m di urna pr.-va evidente de
q :' desconh -. u r,-gim ate o a praxe estabel.-
cida.
'cihi-, i ,-;.-; iln- provincial, couferindo ira
urt in'issi.niii idente desta
A's mbla, julgoa u ituralin ote que a muoria d h
si-u ni-mbr is proouraaso c.l'ocir nacadeirapie-
^i l.-n .-i 1 o di-putado que nuis se diattegviase pete
laojeracao, que primasae pelo bom seus, ta:
i u-tra;.o, que srf tornasse principalmente salien
te p-'la sui irapHrciilii.il-. inai, teubWHS, fo: 0
praprio legisind ir provincial que, a Imittinda a liy
potbese contraria, isto que a maioria desta casa,
levad i pela p lixao p itu-a oo arrastada muitas
v v. M pelas conveni-neias p-.rtidarias, podesao ele
g o p uva dirigir "3 n sais traballras. na i o depata-
iio m i:; sena if -, mai- eriteri tso e iraptivai, poroi
aqueile que polo seu eeniu iraaeivel, impetuoso e
vli-n-ire fo33 apoutado como um Verdad oo
energmeno; entao o legislador provincial enteu-
O Br. Ratis a SilvaSerio brsvos as miu'iaer'deu e en tendea sabiameute estabelec r um correc-
c aisiderac -s
M.s, Sr. presidente, se hi despesas adiareis, se
bi dcspezai m u n urgoaiee, e que p ir isso podem
esperar melhore* t-mpos, lia outr.s que silo ina
Ji ivei<, qne no po-ieui admittir a incvir demira,
lia ootra* que dcv.na ter realisadas de prompto,
taes sao, Sr. prss'iant*, aqueltes qu- entendem
c en a vida a cun a viao&o publica; cora a vi la,
coma aquella* une se doren fazer para dar agua
pipu'aei de lugar, s utorameute baldos desse
recurs i; com a viacio publica, como aquellas que
se liz-iu can a coiutracc-Vi de strsdns e pouteg
par (aCtaf a e .uimuuieaci i publica, de que de
pende tambe n a vj*.
0 Sr. Preiidente Obaexva ao nobre deputado
qua a bora est fiuda.
O Sr. Jas MaraEu maulo um requermento
de prorogacio para 8. Etc. ter tempo de coooluir
o seu discursi.
O Sr. Rsts a SilvaAlgamas lotaHIades di 6-
disti ict > esta > tiestas ceudce.4, u seudo eu um de
seus lepr.-seaitaaites, p>sto que muito obscuro (nao
ap nados), todava uio psssa nem devo que lar me
perantc tio justas reclamacoei. E' assim que a
eida i- da B*e uta precisa (te urna p*quena ponte
e as eidid'-s da \ric*ori* e Oravat teem necessi-
dade d'agua.
O Sr. PresiJeatv. -Pejo lieenoa pira interrom-
p-r um piuco o discurso do nobre deputado, esi
qnanto se l um roquaritnento.
E' lido, anotado o sera- debite approvado o ss-
guiut-' leajuerimento:
tivo para o* liesvarios e videncias di um tal pre-
sidente, firmando em o uoaso regiment, art. 128, a
seguinte duposieao :
> Todas as ques'oes de. ordem, que occorrerem
durante a seseao de cada dia, serio decididas pelo
presidente. Se qualqu-tr deputado na se c nter-
in ir con a decisao, palera, ni sessao seguinte re-
querer qo-r n cisa par delib-racio su i, a easfirma
ou estabelec-i a regra a seguir se.
Ped, pas, a pilavra, Sr. presidente, pira usar
do recursi que me autora* o artigo que venha de
citar.
Bate' me cante mindo com a destelo di Sr. pre-
sidente, negando-ine a prlavra pela ordem, quando
alias ano o poa fazer, venha recarrer da sna de
liberaolo para a casa afim de que esta estabelerja
a regra a seguirse.
Sei que a illustrc maioria, solidaria com o Sr.
pie .dente, saoccionar provavclineute o escndalo
uralca-11, i-m todo caso, porm, um dever nosaa
forcar raais um i viileucia e illegalidade.
1 > i r i que fique assignalado nos annaes legisla-
tivos que nao s o Sr. preseule, mas tambera os
ilustr-s deputados da materia, todas representan-
tes da partido da ordem, assuuiiruro tiesta casa a
dictadura !
Vozes (Muito bem, muito bem, muito bem).
Vem mesa e lido o seguate requeriuieaitu :
Nao nn cjuf Jioian lo c-un a deiibera^ao do
Sr. presidente desta Assembla, na ultimo da de
sessao, tegaod a iverao* Sis. deputados a pala-
vra pela ordem, quando havia sid propasto o eu-
0 Sr. Jos5 MatiaE' urna disposicaa orf-imeu-
taria, o que quer dizer annun, e por isso mes no
est sujeita a desapparecer.
Desde que a uobre maioria eliminar e**B dispo-
sicao do orcamento, bem ve o nobre deputado, ella
dexar de vigora.
Basta mesmo que esteja ah um presidente m '.nos
escrupuloso para a medida nao surtir' o effeito de-
eejado.
Diz o nobre deputado que urna vez incluida cssa
dsposicao no ornamento vigorar para sempre;
mas se assra. nao entender o presidente, quem lhe
ir s mos ?
Portante, nao se me pode contestar que este
projeeto til, e desde que na 1" diseussio cogita-
mos apenas da utilidad.' do projeeto, cu cuto me
convencido de qiir a maioria dar o seu voto, a
despeito de tur sido elle firmado s e exclusiva-
mente pelos lib-.-raea. Desde que ello nao encerra
uina questao poltica, nao ba razio para ter regei
tado, pelo que ou cont ser approvaio.
O Sr. lilil., e Silva Sr. presidente, cu
cnten la que o projeeto que, se acha em discussao
eaotem materia importante. Aulcs do nobre de
putado pedir a palsvra eu estava ao proposito de
e uvidar a alguusdas signatarios d'elle p ira que
alguma eousa d-ss.-ejem em sua justificacao N 11
obstante approvando, a sua doutrina em g sr al.
tenho eimfudo duvidas e restri-.o :s tazer quan-
do elle tiver da eutnr era 2 draeiiMaO Por isso,
eonsiderandi cu a projeeto de materia ntereasan
te, nai quizera vel-a inorrer na Ia liscussao, tanto
mais quanto elle pode ser muito aprovetavel, sen
do emendado f izcndj-se-lhe madificac s que me-
lh nem, nlo s aa einices do empregado publico
c una m -smo no que iuteressaaos diuheros d* pro-
vincia. Pode a causa fie,ir r*g lia la de modo que
u-m o empr-'g.ido publica tcoba prejuizo nema
provincia.
Porlanto, eu aguardo-me para na 2" discussao
oflsreeer aiennus emendas, declarando entre:..
que na 1 da i i ote a favor d'elle.
O Sr. tloiurs Pi>rule (Nao devolveu o
seu .discurso).
O Hr. Joo de OliveiraSr. presiden
. m!c o memento cm que vi marcad > ns oc lem
lo li i este projeeto, folguei de ver que elle trata-
va de cohibir tira abusj, ou por outra uui dos m IO-
!)iS)3 visto Cima providencia sobre as liceo-
cisque se eoaaeedem ao empregadas proviaeiaee.
E a SS'J o Sr. Dr. Meira de Vas* i tea 1)3 apo-
sentoe n'esta cosa um projeeto tambera a este rea-
: bSUVS grande diseussvo e recordo-ino di-
que o Sr. Di\ Uein Je Vjsconcellos3ustaut.i!i per-
f -it .ai inte a sua apete.
Sr. preai lente, represes! te de um dtetrcl i qn -
nao ti ajados p ;b'eos, onde ove ae dia-
riamente queisas contra o graude tunec loalisuu
que ee nota na capital, eu n-Xo posso deixu le ap-
ir medida orna Cata, qu vai oppr um i ditfi-
c ildada a taes abusas.
Oceupamonas aqu dar inte muito te;np i exclu-
sivaiaente em discutir lieenca* a empreg-dos,*
isso oom grave prjuizi d is ates HWes li provin-
o'a, (Apartes).
Bu soj de opiniaV) qu: o arojecta anda off--recc
valvul i a ab UKM
O luiiccionalisino pubci d'es'a provacia de
tal ordem nuia-ros), que ao ler o balancete d i
despeza do ultim ezercicio convenci-me de qu os
districto* do interina traballum quasi que exdtsi-
v.im-'u* p ,ra sastintar ene funecionalismo.
E' preciso reagiamos contra iste. E' preciso que
nos, liberasM e conservadores, nos reunamos para
impedir que as rends provmea.-s se despendam
em beneficio quasi exclaivi d'acta capital.
Qualque daods qne viaja p das localidades do
interior, cidades e villas^das municipios, n.io en-
pensionista di provincia.A' commissao do pe-
ticocs.
Encerrou-s-, sem debate, a dscu3saa da parecer
n. 22 deste anuo da commissao de coosttucSo e
poderes, nao 82 votante por falta de numero.
O Sr. Gomes Prente justficuu um requermen-
to, que foi aparovado, sem di'bate, reuisitando da
Cmara Mmicipal do Recife infarm icfies sobre a
questao de indemuisaeao piopiata par Penna c C.
O S.'. Gaucilves Ferreira justificou o seguinte
projucte, sob n. 25, precedido de parecer da com-
misaao de fazenda e urcameute, o qual foi a im-
primir, autorisando o presidente da provincia a
eontrshir u.n emprestima, einittindo ao par apoli-
ces de juros de 7 "(d ao anno, at 500:0tt, para
liquidir o exercicio vigente, s-udo os juros pagos
pete producto do m-smo e.nprestima.
O Sr. Lourenco de S, pela ordem, requereu,
visto haver numero, a votacao aaiada do parecer
n. 22. Approvado o referid* parecer, foram pro-
clamados deputados pelo 13 districto es Srs. Ba-
rio de Jaiar e majar Solonio Soares de Mello
Appr ivoti-se, sera debate, a acta da sessao an-
tece tente.
Foi tambera approvado, depos de ora-ero os
Srs. Jos M ira e B nos Barreto Jnior, a aetada
reun a i do dia 1.
O Sr. Prxedes Pilanga, i ela ordem, ped i que.
foasem intiodoaidos na aalaatea sesso.'s t-a dous
deputados. que hiviam sido proclanidcs, e se
acnavain na antesila.
O Sr. president- n un I u nos Br*. Praxides Pi-
tanga, Lureiici de S a Ferreira Jacobina para
dar-Ibes ingresso, o que feito, emboa prestaran] o
juramenta do estyl) tora indo assento.
Areqnerimenlo do Sr. Gaucilves Ferreira i'.i
priri'aii por l minutos a hora da expediente
afi n de pr Ier lei tura da tfte estiva sabr
i acia i
Poram approva-ios i guate* paceceres da
corn-ni ) latruccio pobiioa : om, iadef rln-
daapeticiod Mara Daroellas Pessaa Uatauho
e qu itro ii-lindi ufirmicoes sobre o requerido
per Ant mi i M ixims de Barros Leite. Jos Mar-
celino da Casi e fh e*a de Jess Barre* Lima,
' u-n abaia radorea na p;vou-
cao de Ples, d) terma de Qiipap':.
Alivi-c, por ter i'ii I> a pilavra o Sr. Praxe
lea Pitonga, um pareeeer da mesan commissao.
io iefeiin lo a petieao de Frauc seo de Paula Bar-
ros .
P rntoe i w i-1 I > dia.
Approvou f|HT :n..... lio Sr. Bats# Sil>
va sobre i projeeto n. 5, deste aun-, nomeando r,
Sr. pres'dente a seguinte commisaaVa : Ferreira
Jacobina, Augusto Franklin, Drummmd Fiiha,
Ite'is e Silva e D la Silva.
Eic-rrou-se. a 1' ii.ussao do projeeto n. 3
deste anuo, (permuta de cadeiras), na- s-- votaudo
p ir f ilta de numero, tondo-se apaiadj um requer-
meato da Sr. Jos Mari i d a li imento ;;.r 8 li ta,
emq ian'0 onve-se a respeitoo inspector da I istru-
eyao Publica.
Finalmente, fion .. lian a 2* iiseusJ] do pro-
jeeto n. deste auno
A ordein do dia : ciuMuu icio la nriteeedente
e mais o s-'guiute : l discussia dos proj-ct.-s n3.
16, 17, 18 e 21, e 2* do d- n. ;>, todos deste anao.
FerlHor-nlo uxvriaiiteit*>heat de 8 horas da noute, na tovent-s sita no predio n.
17 fo b-ceo do Carnario, paroebia da Boa Vista,
Lud-ero Licio da An mciacl i ama faesda en
Vctor Alvos do Naseimento, ni p esqu-rd* etao
penetranl que oft-u eu o cu-acao e o pulinii e3-
querdo, prodoanda tai grave terim.-ut-.i que pou-
CJ3 moinoutos depaia, a vietim dessa bruteliJade
i'.il ICOU.
contra e lifi.ios, ra -Ihorameutos, que deootem h i- i ''' \S "'' e V"etor. ";u'" temP'. "f** cr. m"'
ver equidade na distrbu.cio dos diuheros publi i estooo e,n cas-, de Cl udma Mana da Couceico,
Reqoiro prorogacio da har do expediente | cerramcuto da dieusso do parecer relativo elei
r mais l minutos.Jos Mura. cao em 2." escrutinio, do 2 districto, requeremos
O Sr. Ruis Silva (eoutinuaud*) Eu agr- de aecordo c^m a dsposicao do art. 138 do r-'gi-
dej-i muito a alteucia que t^ve para commigo o meato, se consulte a casa afim Je que esta, por
u i o-,- deputado p-lo 2* districto. delib -raca i sua, confirme a decirlo dada, ou esta-
Disia eu, Sr. pisidente, que a ei lado 4a Escadi | balees a regra a segujr-se. S. R Loureneo de
preeiea Brgualiueeuitii de nina poato, assim c un i s. Jote .'/ r'.t.
as cdidos da Vietvaia a Grvala teem iiecessi- j Ten io d i:lo a hori, tica o requ-rmente adiada.
liad* de agu autnvei Tracto agora, Sr. presi-i o Sr. Loureuro le S declara qua o
den'.', de ;:tt -eler a primeira d'esas lo?alidades, Sr. presidente nao temrazac, resolvendo a questao
enviando mesa un projeeto que deve ser lido, por este modo. Diz o orador que o appello s
esperando qne esta Assembla o apoie, prometiendo pode ter lug .r na sessio seguinte, a nao ser assim
na 1* discussao fallar mais detdam.-nte sobre a perue a opportunidade.
sin ii.-c ssid.'.d e utililade. O Sr. prt sitente declara que tendodadoa hora,
T nba couciuido. fina o requeriraeuto sobre a musa e subtncttel-o-ha
E' ldi, apnalo julgado ubjeOte de delibera- na sessao s-'guiute cmsi teracio da cusa
co e vai a imprimir o segrate projeeto : A discussao da appello fiea, na forin* do regi-
N. 7. -A Assembla Legislativa Pioviucial de ment, adiada para a sessao s-guinte.
Pi rnainbuco resolve:
*.t. I. Fici o presidente da provincia auto-
risado a d -pender at a qoaata de 2:Q00> com
a lactura de una ponte da madeira sobre o pro-
fun lo valle, pelo qul corre a vertente deno ainada
Calafate, que se atravessa ao sahir da cidade da
Escad* I lado do poente pela estrada que couduz
ao engenho Mameluco.
Art. 2." O arrematante desta obra dever come
c d a 'rio' i lias depois de lavrado e assignado o
contrete na n-p-.rtie competente e concluil-a
lanero -i- pras le seia meaea contados de dito
eentreete.
Art. 3" S.- n fim J) pia?o cima csti'nido mi.
estiver a obra concluida, suffrer o arrematar -
um abatm-ute ou desontu de 10 "' no proco da
ar.-em -taco.
Art. 4. Ficara rev g idas as dispojices era con-
tearte.
Pai, la A iii'i .-a Legislativa Provincial de
P.-mambu ., 19 le Uaroo de 1886.O depu'aio,
Ratis e Silva.
O Sr. I.narrnru le SUSr. presidente,
venho tribuna exereer um direit i qu o r gi
m -nte me taculiu, qual o de recorrer da decisao de
V. Exc. nara a Assembla, afim d- que esta, par
deliberar;!' sua, a confirm i u e=tabcleca regra :
seguir-se.
V. Exc. ha 1 I 'nb.ar se e a casa nao devo ter
isqie-ilo que ni ultimo da de aesiao, quando o
o br leader di maioria pe lia o ein-irraiu -oto da
diCUSiio do par r r I itivo cleicao do 2o dis-
.. o Imniljo orador, na mearan o isiio, taro-
bem a solictou. lntretauto, V. Exc. techou de
todo o* oQvidpv, nao pennittindo aquilla que o re-
gcn-nto n is cone
V. Ete, Sr. presio'ente ten o dever de coulie-
cir as disposicoe regimenta-s ; nio p le. pois,
ignoor x san i d I ar:. M'i, con-: iii 11 BO* se-
guintes trra 13 : (L)
Q uni ee bouver e eflsetar alguma discus-
sao, qualquer deputa ID p I r pedir a palavra pela
nrdem, para lembrar um melhor metbodo de prin -
cipac a discussao, o mesmo ser permittdo no fim
d-i dscusslo, quando se 'io iver de votar, pira me-
dior se estabelecer o ponto da votaette. >
ns-giiiutera -ate, Sr pn sideute, o artiga que
aitab) de cit-r estabcleci-u dual hypothescs em que
mvi pode ser negada a palavra pela otdem a qual-
quei- deputado.
Primeira', quando se tiver de encarainhar a dis
cusia de urna materia, subinettida i nossa deli
b/raciV.
S--guada, quuudn se tiver de proceder a votacao
da materia encerrada, no intuito de me'nor se es-
t.belocc: o ponto da votacao.
Assim, Sr. presidente, pedudo a p-.lavra pala
ordem, quaado o requermento de encerramento foi
propisto, nio solcita va um favor, ex-rea, porm,
um direito que o regim-nto entendeu dever con-
ferir cada um de nos. (Apoiados da minora).
Nao conceder, pais, a palavra pela ordem ao
deputado que solicita, quando urna materia qual-
quer vai ser posta em votacao, violar o regi-
OUliKM DO DA
Entra em 1* diseussio e sem debate approva
do o projeeto n. 76 de 1885 (approvando com al
teracao artigos da Cama:a Muuicipal de Ver.en
tes).
Eutra em Ia discussao o proj'cto n. 52 de 1883
(approvando posturas da Di mar Muuicipal da
Recife, prohibindo que se facam atierros dos ala-
gados por meio de lixo).
Ninguera pedindo a palavra, p isto a votos o
projocto e approvado.
Eura cm l* discussao o projeeto n. 58 de 1881
(providenciando sobre as liceucasque so c-oncedem
a eoiprcg iJo.s provincaes).
O Sr. !:* Hara Sr. presidente, coma
sabe V. Exc, na Ia diseussio dos projectos, co-
gita se apem.8 de sua utililade. Eu entendo que
era de todo o ponto desnecessaria a minha pre-
senca na tribuna, pirquanto piaxa nesta casa
approvar- 30 tem debate todos os projectos m 1*
diseussio, por isso que intuitivo que neuhum
projeeto seria aqui apoiado sem que houvesse nelle
utilidad. E' par occasio da 2* e 3' discuss -s
que se discute materia om si, occasiao em que se
po te mandar emendas, de sorte que passain os
progressos modificados ou alterados.
Eu pens, portento, que este projeeto que trn-
I i de urna questao sera, pr jecto que foi nesta casa
.ipres-nt ido por m,n e outr .s o'Jcgas da legisla-
tura pis-idi, naViaer ce cenes* regeitado, n-
tesele ferir-se sobre elle o debate oeste casa Mas
c-un i da agu i fria te a me jo o gato escaldada e ma-
ci o mI o nao mett p em esparrall i, segundo
allirraa o Sr. majar Antonia Affouso Leal, autori-
i ida iniiit i competente em adagios, eu me arre eei
d que tivesge si lo propositalra>nte paste na or-
dem do dia este pi ojete para ser decapitado. Ve
nba p lis charo ir a attenco dos nobres deputados
e em pouess palavras mostrare! que nio pode dei-
x .r de ser approvado, ao menos em 1. discussao,
pirque elle>a:e:ri ineirdtf da mais alta coava-
nienoia publica e provada utilidade. Sr. presidente,
este proj oto regula o modo de conceder lccnc is
aos funeciouarios pblicos prov.ncacs.
Nos sab.-inos que o empregado muitas vez's re-
quer e obt-ra liceuca para gotal-a cora 'o I ,s as
vantageos, sem que uecesiidade ds forca raaior
a isso o obrigue, gravando assim os cafres provin-
caes, p oqunto um outro chamado para subsli-
tuil-o, perccbeodi vencimentos por nt-iri, ao
passo que aqueile que licenciado percebe polo
mesma mido, de sorte que a provincia, qu- o
pato on pa'a choca, paga duas vezes o trabalho de
um s funecionar o.
O Sr. (Jomes PrenteNio apoiado.
O Sr. Jos MaraNio tendo eu e os meus di-1
gnos collegas conseguido a sua passagem, consi-
gnamos no orcamento provin al dsposicao mais
ou menos idntica a cssa materia. Mas o nobre
deputado deve saber que a lei orcamentaria an-
nua e que s vigora apenas durante o anno.
O Sr. Gomes PrenteMaa isso nao urna dis-
posici opermanente ?
Reiiuamo-nos "olo* us qus aqui r> presentarais
os districtas do interior contra ista, oorquanto a
renda da provincia quasi que exclusivamente
oriunda dos im,->stos eebrtd a agricultura.
Cresta* conlicoes eu en'enl) que, adaptanio-se
este projeeto, hovera uo s a vantagem de ti ar
inos com mais teinpo p.ira u issos trbateos, desde
2ne deixamos de Jiaeotir projeeto^ que s ieem par
ra beneficiar a certos indviiuoi, cara i o .tare
inoj os abusos que agora se dao.
(Hi diversos apartes).
Estiiici rauito quando vi esta materia dada pi-
ra a discussao e estou certa que os nobres diputa-
dos nio negario os seus votos a projectos como
este, que forera de reconhecida utilidade.
Nio sao s os nobres deputa 1 )s que teem inte -
resse pela provincia, nos nao somos opposionistas
sistemticas estamos promptos collabarar cora
os n ibres deputados em tuda quanto fr em b:m
publico, e sent-me declaran lo que voto pe pro-
jeeto, certo de que rl!e nio prejudcar4 aos fune-
ciouarios que i clmente preeisam de licenca e sim
evitar que a cust dos dinheiros proviuciacs se
peguera favores pitie.3 ou pirticulares.
Ninguem o ns pedini; a pilavra, encerrada a
discussao e poste votes o prijecto. approva 1).
Eutra em diseussio o seguin:e parecer!
A commissao de or leados i-xaminaudo a pa-
lie,! > dos guardas da Casa de Deteaaii, era que
p-'detn que se eqniparein os seus veneimentos aos
do3 outros guardas que percebem 900, ao oasso
que 03 supplicantes smente percebem 7205. bi-
seando o aeu pedido ni igu-ldade de trabalho e
responsabilidade que sobreellei pesa; consideran
do, que na Casa de Deteucio ha duis classes de
guardas a urna das quaes teem accesso aquelles
que d'elli se tornarem dignos pela sua assiduilade
ao trabalho, comprtame .to e tempa de servido e
que a diff-reuc de veneimentos, Irage de ser uini
inju3tca, p-do coutrarii uina justa remuneradlo
aquelles qus reunem essas qualilades: cans le-
randa mais que dada a liypothese da proceieucia
de que allegara 03 suplicantes, o estala pauco li-
songeiro das fin incas di provincia vcm ao einbar
gi d-- seu pedida, de parecer que seja indeferida
drt 1 petieao.
S il 1 das coramissoej, em 13 le Marco de 1886
Barren Wiuderley.Visconde de Tabatinga.
Hereulano llandeira.
O Sr. Viaconde ale Tabalingn Sr.
presidente, coma membra da Cammissio de orde-
no los, da qual V. Exc. muita digno relator, devo
diz r alguma causa pa a s"larecn > ligaos Sr?.
dep liados, que tivemos era vista o estadi fioan-
ceiro da pr-.vinca que lastimoso, coma toios sa-
bem que aesaalios* o estad 1 fiaaeeiro. Eu nio
s i porque nio examino o c.fre: ma* cinfitn o qu-'
iiz-m p ir ah.
Sr. presi I- at, I m vori ii pedir
augm-mio de ordenado eom e anno passado, e eu
na qualidale d 111 mor desea c nnmissao do ana
p asado, vou sempre 11 lerei-in 1 1, attond 11 lo ao
mo estado finan'-iro .1 1 provincia. Este anno da
mesraa forma, continan lo mi o estado finaueci-
ro da provincia, 1 c in-'n s-a n", 1 ju'gm acertado
augmentir o ord nado de asas empregados, tu nt >
mais qua -to ell s quando foram empiegados para
aquella repartir;Ti bim sabiam quanto i in ginli ir.
lias, 11111-. ee* Kofa res do lugar v-em logo testa
urna de leite. Mas ella istiudo sem leite, nio p te
atindelos; Sei iss) pira depois, pira melhores
terapos.
E' o q e tanto dize. aos meus dipnoa collegas
e a Assimbla resolva cam) julgar mais aserta l
Niagaem mais pedindo a palavra, fiea encerrada
a discus-a 1, o puto : votos o parece-, appro-
vado.
O Sr. Presidente leva ita a boho designan i
a seguinte oidem Jo dia : discussao do par car da
commissao de lea ni 1 sancciona 1.3 n 81 de 1 !83,
e 1 Jos projeet >- na 180 de 1831 e i si 1 anno.
atviSTA PIARIi
*<> ni li! -a Priivinrinl Kunccionou
h:ntera, sob a presidencia do Exin >r. Dr. .1 me
Mauoel de Barros \V m i rli-y, tend ) compare
ciio 2S1 Srs. deputados.
Sao estando sobre a ra-.= 1, deixou de eer lida a
acta da sessio antece I inte.
O Sr. Io secretario pr eedeu leitura do scguii
te exp diente 1
U.u officio do secretario do governr, transmt-
anla o b lanco da r-.-ceita e despeza da exercicio
de 1881 a l-,85 c o orcamento para o de 188>> a
1887 das Cmaras Municipaes de Limoeira e Ala-
go 1 de B.iixa e declaianda qu 1 i se expedio ordem
de Lim iciro afim de retnetter os documentos que
deviam acimpanhar o reterido bitango. A' com-
missio de orcament) municipal.
Urna p-tica-a d: Bellarmino dos Santos Bu'ci 1
Filho, e3crvio privativo do jory e exscucoes da
Victeri 1, requerendo que so eleve a 800 a grati-
ficaco que perceb: de custas.A' commissao de
orcamento municipal.
Outra de Francisco Cesar de Simas, professor
contractado da cadeira de Santa Crus, requerendo
ser nameado effeetivo para qualquer cadeira do Ia
entrais.A'commissio de instruccio publica.
Outra de Flavio (Joncalves Lima, requerendo a
admissio do menor Jaiquim no Gvmnasio cama
sita b.-ccr di Gallo, di referida paroebia, ah tive-
ratn ura 1 disputa forte e se ameac 11-am reciproca-
ra-nte, |xirqu- Pasa Dulcinea, t-n-io sido amane
do priraein, O abandonara pelos cariuhos do se-
gn fo, que por sao ncorrera no desagralo d"aquel-
le.
Terminada a disputa, sahiram ambos, seguindo
Luigero no encale 1 de Vctor, sen que este o
oeaeebeas* ; e entran 1 1 i-lle na alladida taverna
para comprar fa-.inh 1, LudgerO .h t irab m pene-
trou e traijoeirameote, p--lis costas. Vu-lhe a fo-
cada, qu proiuzi 1 lhe a mirte.
O perversa assassina tratou loga de evadir-se,
diz-nio-se qutimbm foi ferid 1, sendo qu se
ignora s-- pela sua victima antes de expirar e qu lu-
do 8entio-e apunhalad >, u se por a'gum dos
circunstantes que lh-.i tenha jogalo alguma pe-
dra.
O malvado naniute d> crime, e hiras depois
deste, f i visto em Santo Amaro das Salinas, na
Encruzllhaia Je Belem e em Agua Fria de Bebr-
ribe.
A pilica deligeicia captural-o.
O carpo de Vctor foi d-positado na matriz da
Boa-Vista, afim de ser vist-riado.
Tliealrn Sanio nlonlo -O espectcu-
lo q-ie devia ter lugar h je ne3te thealro, em be-
neficio dos artistas D. Mathilde e Pedro Xuues.
foi transferida para outro dia que ser annuncia-
do, era cinsequeneia da chiva que cahio hontem,
nai ter permittdo a pissagem dos bilbetes.
Obras l* Jiiiiic Veriic -Na agencia ge-
ral deobr s p ir assignaturas, doi Sp. Saares
Quintas C. ao largo de Sildanha M rinho.
(aiitgi da matriz de Santo Antonio 11. 4) jase
estio t 011 .ni i asalgoataras pira a publicaciade
teda* as obras do celebre C3criptur frineez, Julio
Verce, que t.Io beai aceitas tem sida em tidos os
paiz<'SCvil3ado8.
Ni> menos de ci 1 tente serio os "olumes, cus-
tando cada um a medica aommade ElOO ra., e sen-
do mensalinciite publicad 1 um.
JAi versees pirtuguezis da Grande eicao popu-
lar das Viagens )Aaraoilhosas de 3uhj Vtrne aos
Mundos conliecidis e desconhcmlos, sendo camo
si as mc3inai da grande edico d-r laxo, llustra-
da, as quaes fo'am incumbidas a cavalheiro* cora-
p utissimos, cuja prnfissa > especial oaiasebjut-
m minar*'* e mi O a-'sumpto tractado em cu la urna
das ref-rdas obras eem cuja lista figuran) nomc*
coma os do Dr Francisca Corr i* Barata, ilenri-
que de Macedo, Mariano de Carvalho, Prnheiro
Chaga tame garantera o valor desta nova eOCio, fita pe-
la casa de I) ,v 1 Corazzi de Lisooa, pir todo* os
toa ; a di mais lisongeiro aeoih n mo.
ProrlNMio Da igreja de S. Goii9'il i s;he
hoje 4 tarde rin salemue preoiseSo a imi.-- 1 do
Senhor Bjm J sus das Pobres \;ll tos, n qual
p'reorrer :is s guinles ruis da paroebia da Boa-
Vista : Santa Cruz. S. Borja, Vise 111 le de Goyan-
na, Vi ic inde de A b iquerao 1! 9 iic i, Conde da
Boa-Viet, -'ete de Betembro, Imperatriz, praea
d'E 1, Visconde de Pelotas, Rosario, Pires
lar,
Paqiiel- Hi-rnamuco Bate paquete
nacional, tent sabido"hont-in da i' te 4
lloras da tarde, deve ch-gir hoje a-j Recife em
vi igem para o sul.
"r'i3<-u!.-lal* lo llrello Ei o resultado
los act '3 de ante bont m 1
4" anno
liayioun l-i Ab-xanlrc Vinba.s, plenameiit".
Antonio Riy.nuodo Sarmpntii flclfort, idetn.'
Ral Alvares de O'.stio, iiem.
[asas di? Carvalho santos, dem.
i 1 O'Conn 1 Lopes de Camargo e Dauntre,
1 1 ni.
vrl nde Baptiete Lon-, dem,
R-iul Ccelh 1 da Silva, dem.
Jnli 1 d M 'Uo filfa 1, dem.
aenba Lins, dem.
Francisco de Assis Lins Caldas, smplesmente.
Joaquim Xavier d. maraes Aodrade, idem.
Pruncisco Fariis Ca tr dem,
Roiiiil5(- Do Club Jurdico Tibias Barreto, s 10 horas
do da, no 2o anlar do predio u. 43 da rita do Bom
Je us.
Do 11 spitai Portuguez de Beneficencia, s 11
horas do da, para examc de contas e relatorio, e
eleicte do alguns membros da directora.
Do Club Car'os Gomes, 1 1 2 hora da tarde,
na respectiva sede.
Das aposentados, juhiludcB e reformados, con-
form-i o annuncio publicado na respectiva sec-
cio.
Vi alta pastoralEscrevem-os de Ga-
melleira era 2 do corren'e :
Chegou a esta villa, no trem da noite de 30
do passado, S. Exc. Rvma. o Sr. D. Jos.
A o desembarcar foram ao seu encontr o
Rvm. vigario e mais sacerdotes que o vieram 63-
p-rar ; a prnfessora publica, acorapanhada de um
crescido numero de meninas; as autoridades e
muitas senhoras, esperando-o no largo fronteiro
est,.cao, para mais de duas mil pessoas, tendo ca-
da qual urna lanterna de cor, o que era de des-
lumbrante efieito.
Depois de fe i tos os primeiros cumprioaentos,
ao som de urna banda de msica e da explosio de
urna quantidade enorme de foguetes e bombas
reaes, usou da palsva S. Exc. Rvma. e commo-


I




1
CBPQ


A

Diario de Permiiiibii 3

V-
vido, cun aquella docura de apostlo da f, que
tanto o earaetorisa, agradeoeu as pro vas de apre-
co do qu* era alvo, ergun lo- afina! diversos vi
vas, que fori.m cnthusiasticuniente correspondi-
dos. A mus para aleara, divisava-se era todos os
sembiauUs.
Dahi secuto S. Exc. a p para a matriz, acn-
pauhado desse cortejo euorine, acbando se embui-
deiradas e cheiaa de arcadas de folhu, ai mus
por oude tiuha de pa;sar .S. Exc. Rvma.
* Chufado matriz, que est situada era um
bell p nito tupogiaphieo, e que, neasa iccaaio,
estava brilhanteiaenteoruaia e Iluminada, interna
e externamente, toi a ajano i realo recebido com
as honras qae II; idas.
A abada a Ola pin, ivtirou-se S. Exc. para a
Casa do Rvui vigario, lugar destinado a cUa re-
idenea, e que estava regul irmuute preparada
para reeebe-o. O povo at un i o icoinpauhju na
inelhor ordena, a teco a uroeaM Jila de, bj.n
do-lbe o aiint'l, eacarar de perto o vulto imputen
le di preclurssiino varan, da distiocto orador, do
ta agua que nlagou todo o poveado do Topada,
so i fio ah eoll cao.
Na serra de Taquaretinga tamb-m cao foram
m< ores us premiaos, pois a agua foi tanta que
mi tos agricultores ficaram eona soas plautai;ocs
ati tramonte vnrridas, havenio iu zares onde os
tci renos de plantar ficarau reduzidos agrandes
pelrcgulhos.
> O tufo que all foi uuia forte do que o d'aqui
ea ski c anio, passo i por urna casa, onde derru
bando criaucas a cabras BJM ah estavain, levou
as telhas polos aros, ati ando as a grande distan-
e .
i S cundo noticias certas einv milito anda o
Capib-iibe uas cabeceiras, p.iis as chu s abran-
.i toda a enmrc, a que liin tunos a missi
vi. ticaiid i aos c.irrespon 1 futes de outras locali-
da los, i torca de IHananiililllll liso o que por hl
oc-eorieu.
i llouve, Pin diversas pa-tes, clin vi de pedras,
cu m granitos forinaram pequenas e.mala-.
Os prejuizos tamben n s eaimses, especial'
vencanlo pastar, quem i-m b >a hora approuvo ni nt uj gado* rascan), ovelhum c cibrum, f.i
-i I \ .1 1 VA1. I.li\i. rtl A4.a. Sih -1--A____ 11' _______________ 1 A 1 1
a Divina I'rovideuci., cubar os destinos da dio-
e.se de Oiiuda.
Ouviin.'S do S. Exc. quauto lhe tiuha sido
agradavel a recepca feta pelos scus amados fi-
llioa da freguesia de Gritnelleir.i. Dcus qaeira
que seja d pro;uoa resultados para a f, como 6
de esperar, a honrosa visita de S. Exc. Rvina. n
es-a freguezia.
a S. Ex?, abrir o chrisuii todas as tardes, at
o dia G ; pregar o oonfessani com os dignos sa-
cerdotes que o acoinpiui'.ia o. alm daque les que
tem comparecido para receb> r as suas ordeno.
Na visita ein que nada S. Exc, acoiapanbain
no os livins. cciegos Ar ago e Malino, incausa
veis auxiliares de .">. Ex Rvma., e por muit si
tulos dignos sacerdotes.
tluli I.ilH'rnrio VictorenmeDuran-
te o mes ile Marco hu lo f.vqoentaram este Club
181 p 3S'
Sahiram pir.i .eitura doi s icios l>) vo'umes e
entrar.un -1G.
l'vlo Sr. Antonio l'.nt Cirneiro foram nffercci-
das i3 seguate! bMs:
Beeorda^-ei da [talia, Io vol. ene.
As|> lias S. Pinto) 1 vul. broc.
Pelo Sr. i. i.ri Un > de Abr. n :
A jc enci i. 1 bi
O assa- I Nie ,i u A. M iranlio, 1
vol. broc.
A Cabreira de Ignarass, 1 vol. broc.
Discursos do Ur. Manorl Partella, 1 vol. bioc.
Acsticas poesas) 1 vol broc.
Discurs >! I > l)r I" v v ; ni:, ] vol. broc.
Rotatorio l> Ur. Joo Barbolho U. 1 \ br
I'elu alferes M moel Q'iiutino dos -'ntos .-
Aui i Syupathla (munica para piaao).
Pe S-. lauael i' rqunl i .:e A. Saldanha:
Premiasias (pocsiaj 1 vol. br
Pelo s co Jo iquim G-. de A. S. Jnior, nui ma-
pa da Brasil.
Pilas respectivas redacoS t:
Diario ,le Periiamb'ico, Jornal do Recife, O Fu-
turo, / ral isla, O Rebate, O The-
leph'jiie, Gnzcta de Computa, faeotlka. Imprenta,
O 1'riijr i ''. O VCU arense. O Monitor ut
Wuetro, O Arauto de Mina, O Vianente Cerni
/. Liberal Parahybamo.
I'o li'.llh EUcrevcm-nce em do cor-
rente :
.Sis. r daCtores it i 'rnambaco.
Convoacid U boodado eooi que c .-lnmam Vv.
8a. dispon .i. das localidades do
sentr .1 i tawb a levia hilar
des'i lado, |u pireee dormir osonuiod-j
iu i: re .i .. i .,*. I -
goas li'distancia lOS'Ojao-
ti I ,;i imenti a pita la i a : va, annuni-i
o prog
i. a na dai ne?-> aiai espinhtsa
tarcfi. pr I i | w I ir 'I n Ira balboa jadi-
ci ii i i- 11 : i te anua
\b rt i Tribunal 11 Jar/, oo dia 22 do mes
fiado, a b ncia dol'lm. Sr. Dr. jais de
diri it i.i. i. v..i I'. A l lo Pa-
i proaaotora publica
o Dr. \r G recs Par ibos Montenegro, dci-
xou d lia, por nao ter coi.m-
p ir 'ci l>n si-. juises de racl i ;
no ;l la aamcre suf
: i at o Jia 3 i
i'. ::ia, pronnn-
i fOT de c _' .: i -niii-t; fl al> ol-
:'. lutou romes, pronunciado no
ai!, j ..' : i n c anad i 1^ aanoa do prisao, e
:,; i ;.l
pro-
ra ti immenios, pois tem-89 encontrado i-ranlc
quiotidade dilles m>rios.
i Feliz nente, nao 'te lamentou inais perdu de
vida, visto como as duas p-sso.is que faltaram,
f H un encontrada j Sobre arSWe*, onde apanha-
ra n todo o temporal, seulo assim salvos do eini-
nc ite perigo que correratn as suas vid pelo que
na -rano.
Eis o quadro que Ueixou-aos as chuvas de 27
do crente !
i Escrevo lhe, d bailo de graude chuvada e ao
ril iibir de trovoes (4 da tai d I que esiaj muito
pe.-to desta localidade.
Todos, porm, eatao na paz dj Senhor. oceu-
p.i loa, uns ciu refazer os cercados destruidos <
ou ros uas suas plantayoe?, pois as chuvas tem
co iliuuado ao som da orchestra dos sapos, pro-
mittend i no3 um bom averno.
t l'elo inJios, uiio nis faltar gal boi lio ce
do e os campos te ucs :n udzam a;egres e verdes,
co no h i muilo nao se cuita nestas paragus, es-
tando todis os seus babitinlHS apczir d >s prejui-
zoi bavldos, cont-nt-s oin este aooateeuaento
que lhe* troiix a animacao. 4uo Iu mito tinham
perdido com a falta de chuvas.
i Au icvoir
9 operarioa allrmes I'arece que se
p iroximam dis sem-lhunt-s iqnees em que se
en hiain [odas as paginas da historia com as n-
tasoes gi nnanka-,
\ passo que a inariuha alleuii busca por todo
o globo colonias on le firme a soa bandeira, e o
ex.'rcil) diplomacia alterna deuam sen-ir sin
ibilitenca e sen pider entre as uin.-os di Em ipa,
i nervio allessio iuuud i eom seus productos
mcreadoa, avanoa sordina ootrva in va-
sai nimia DaM tcrnvcl, u dos operarios germa-
nos.
Podo a invaso edominio de um pevo por outro
revestir diversas formas.
Jmas vezes a invaso Jo capital, que vai
un piiz tributario do estrangeiri, pagando em
foima do infertiBscs, dividiudo os, utilidades i.i
dujtria'-s. lato cliega a ser um p rigo para su.
independencia. Ilom ejemplo s> a Turqua e
''
\ i ivasSo de productos estrangeiroe que suffo
ea a industria nacional quaado se piaticu natural
e I gilmentedebaizo do ystema dalivre troca.
orea n nhuina desias i: vasoes deixa sentir
ti lepressa sen cff.it s como a emigracao dos
Uillu-res veo,la iu Casa Faliz da prac,a da lo
depeneia ns. 37 e 39.
Hit la lloaro *uh>lici>. Foram abatidas
n i Vlatadouro d* Cabana 8 i rezes para o coneu -
n do dia 1 do corrate mez
Herraiio Hanlr.iual cta H.
mnimento destu Morcado no dia
rente, foi o seguate i
Bntrazam i
* sais p-dando 3>29 kilos
G63 USOS lepei'.p \ itt
lt is
72 eartraa de Eatnaha a lh) re*
I i dil .
ris
18 sumos a v, < i :
Foram M
20 1/2 eoluninu-
44 talii de ama i li a 1'.)iKi.
7 .-os a
i) eomnartintentoa de farioba i 500
4 compartimentos de Samidas a
500 es
70 l/d ditos de legurnee a 400 ris
i7 compartimontos do tuiuo a 700
ris U'J'O
II ditos do rressaras a f300 ris SfBOO
Jo*--0
5 do oor-
134260
14<40->
3*000
sm
12: tii

I I.

124000
2d4i00
l>.ve ter sido un. calada ueste din
a quantia de
. 'raoos do dia:
Cacas ret-de a 400 e 48 > isas o k lo
Suiuos a 560 70) ris i Je n.
Carnciro a 603 e 14 00 ris ideal.
familia de 32 ) R 60 ) n'is a cuia
MittwdeHQ a 32) ris ideas.
r'.ijode 720 a 1*280 ris ideas.
Oebi'os dos dia 25 de MarQo a 3 d>
eorrente, recebidos
1814160
dem at 3 do eorrente
K.d arrecadad) liquido
coireutu
no da 2 do
16")S0
1984440
1-JJWO
1364380
CHRONICA JDICIARIA
Oue.-ii.i e Joaquim Soar^s Cor
bu: .-i ido -'' I i ii Vid is.
Jo- He ii-.qi.ij M>r :i', ;i nauelado no art.
201 : i
J Ignacio i <) i ir ., pronnnci ido ao rl
201 : t i 11 una !. nasioee doaaMmo ar-
tigo.
f le H ion UdI
pr nancia lo n i \ i I n n
appt II' i i .o ni ilica.
n Advegaraoa as <-,.u-1 : do primeiro, o acad-
mico Joo i errein D mi :_ M i Carne iu-* --
saisot. neite Jos Prao taBari
Nada por OrS ha S) no ncS Best
eidade, seao que -lii devanea em piz, s<.b as
vistas d.pilicii, sjoAiaseedo (aatHji, tem cum-
pr'dob m os seus deveresdu revoir.
Villa dp CnrrasiSenEscrevcm-nos em 3
do cur.ente :
< Damos eoroeoOJl presente carta, renden o mil
Tacas i Deas p-lo maito que a nos simph-a mor-
taes, aca'o i de oatorgar.
Ti seo m u is dias -J8, 28, 30 e 31 do nn-z que
ud ni ehuv is t .renciu's, e presumimos qiv, se-
gundo o estado m que se conserva a at:n isphers
quasi seiiiprc can. gads de nuvens cor de chumbo
e escuras, que ellas lontnuarao vir de mod i sa-
tisfactorio, j>ois rstav i.nos doscrentes pela f .lta ao
si lufa de chavos ni s'as parage s.
Com as ultimas qu tivessos os campos e pra-
dos tem reverdecido coniideravelinente ejos ani-
inaes vao montrando ijue roer Vi .da bem !
Deus queira que iaversn se torne regular,
pois terciaos que augurar um futuro brilhante
eom o resultado das refllaS < novas plaiiti>cocs.
l'ermite o ;uiz uiuuicip.l supplente co ter lugar h-je, 00 p.Co da municipalidad!1, a
inquerivao de testemunlias contra os Srs. sapitSea
Joo ile Barros Correia, Jos Prxedes Ljeite de
Ver>.8, tenen^c Dativo Antonio do Souza llanos e
0 alferes Pompe" Leite de Veras, como iicursos n >
art. 125 17 do ait. lOdocod. proc crim. p-la
fuga que deram, cm Kovembro do anno pruxim
passado, ao to preso Evaristo dos Santos Leal,
criminoso na Villa de Oun uiy.
Agora perguntamos nos : e o delegado de en
ta". que couc-nrreu directamente com os demais
para a fugado crimin iso Evaristo, devia ou ntd
tambem ser procesando r
A esta hora, 4 da tarde, tica esta fljresceutc
Iseadade metgnlbnda n'um prfidas mar de rosas,
tal a seguranca esaadenJ que i ctualmente go-
samos pe use o nliamos na auctoridades
loe.; s, a qii"in m S ia ti o bdS c nfi.u o governo
da pro\ i!:cin os destinos da porailaco de C'orren-
tes.
Esiand i a partir o eorree sentimos nao ser
ma:s prolix s.
Vertenlcsi Escrev.-m nos i-m 31 d. Margo
fiodo :
Eir. a lltamaato ao qo Ib* cenmuniquei a 28.
vou notici.ii-lhe mais detidainente os estragos
ca isados p'.'as chuvas e trovoada que cahirt m na
taid de 'i nesta comarca.
Me neuos de des asad --.entre elles, quatrn
bem importantes fn-am arrombadus, ficando intei
ramate inutilisados
Todos "s riachos coneain co o nun':a, nf-
tando-se o S. Je s, n qual foi tanta a agua que
desviou ec do Icito em parte, bilurcando-se em
outros, t'.rn indo iatransilo .s completamente os
CaminHjs pelas grandes babocas e fojos feitos,
derriibaudo cercase robados, iazendo desaperne
ccr tud.i que enenutrav* na tua correnteaa, des-
loeandc enorines pedras, arrancando rvores e
culares, tazsmto-ss vir pjr ouirss parleos c
alargan i > o leito na nCitos pontos, dando assim
um aapcct > tao diverso s uas ribeiras que o local
boje aeba-se coinpli-taincut i tiansformado.
<)j moradores d'aquellas adjacencias esto
aiuda atcrrorwad >s e dizem tes sido uica mauga
d'agua que se despejara n'aquella direccS-). S
assim !
Eese riacho toi oque fea as victimas de qno
j lhe dei noticias.
O asada, novo de Verteates uo arroorbou, eo-
m> h.ivi i r ciio. o a maior parte de povo traba
Iba, o. alada hje, para opr,fundar o geu sangra
douro, o que vio lavando eff it >.
O riacho Topada subi a urna altu a espan
tosa, censando tambem inuuiacrxs prejuizos, e-na
occasiao de dcsembor no Capibaribe, la coro tan
mismos traballiadorcs cstrang.ir s,que fnZ' m pe
de joiu os ios do paiz.
concurrencia, que se vai lamentando cm
Frane/i n agrandes centros industriaes do n
su c ati em Paris m sin se s inte sg ra muito na
Inglaterra, principilmmte em Londres. AUi o
ti. saib est prximo miseria, e all vao es
"i s-arioe allemaes tirar t> p l a m iaglews.
Os tumultcs de Lmires u a ag; i alista
t..'i ni attratudo a atteacao publica para o estado
da Inglaterra, 'Jai importante peridico ingles
fez r,m estado sobre a .-.ituuco dos trabsifa i lores
ii-: b linos inais miser.iveis de te d \ ni Ir a, e
tes notar que todos os operarios qaando si; nter-
i los s bre a canas de sua ndisp isiejh, resp m -
ilem que devMa concurrencia dos cstrsngeiroa,
quiai to tal rieantcs, pirque seu trabalno meihor o mais
h itO,
A invas i tomn proporco.-s formidaveis nesl
ultimoj dez anuos. Bairr s inteir s do ste d<-
i. ndes
se prolongar a'ni i piralgam te-npo oon-
ci reacia e c ntinuii- a emioTafils i i
de i'io em breve surgir urna queal&o allem se
m> 111 -i 111 qae d tauto que peas r em refere neis
rraeio chin za nos Estoios-Uaidos.
J.i-ilo)-*.Eff c aar-se bao :
Teroa-feira :
lo agente Silveira, s 11 horas, ua ra do
:! n .l.-'ti ii. 19, de um sitio no Arraial, predios
( f 0 1 en B.
l'elo agente Moetto 'dapt'm'a, a 11 h ir as, na
Es rali di Arraial n. 27, da araMfao e usaia per-
as i ; r-n'i rna ah oxist-nte.
Im. i* fuiiel)re*. -Aera i celebradas :
.\ o::,nh ;
k' 3 h 'ras, na igreja da Concei o i I is Mi-
taies, por alma di vise .i'' d i Soasa Carvalba ;
is 7 b r .-, na milriz do Corp) tjant', p >r alma
dedo (J ncalves Estella.
Terca-feira:
\'s 7 I/i horas, BO l'araizo, por lua do coro
ae I I.ins Pac arroto ; s 8 horas, na
m tris da H a-Vista, por alma de Pvlippe doelho
Leite.
Qnarta-feira :
A's 7 1,2 horas, no Livramento, por alma de
monseuhor Jos Jcaquim Camello de Andrade.
operai'lM clrmrnlcsmForam pratica
d;'S ni hospital I'edro II, no dia 3 do correte,
as srguintea :
Pelo Dr. Malaquias :
Cheiloplasta pelo uiethodo francs, precesso
de Bedillot, rcclamida por epit' liorna do lubio in-
fe:-ior.
!Mo Dr. Pontual : ^
Duas posthelomias, sendo urna a thermo eaute-
rii eoutrapel) proucsao de Ricord, per phymosis
e eancroa.
Ex irpacao do tomor fibral canceroso da mi.
Pelo Dr. Simtts Barbosa:
Extirpacao de kisto da mama.
(Sa ile. lleleiirii.iMovimento dos pre-
o dia 2 do Abril :
Exstiam pr-sos 298, entiaram 5 sahir ara 11
i'llatul 292.
A sabei:
Nueionars 5*69, raulheres 3, estrangeiros 6, es-
eravos sentenciados e processados 6, ditcs decor-
tcevao 8.Total 292.
Arravados 256, sendo : bous 243, drentes i 3
Total 256
M' vimento da cofermaria :
Tiveram baixa :
saanotl Eaigdio dos Santos.
Tivefam alta :
Jos lr,naco Pcreira Lima.
Marliniano de Deus Moreira, por ter fallecico as
lu horaa do dia na r-iifcrmaria desta casa.
l.<(4-ria da provnola Tcrca-fciru 6
d" Abril, se extrauir a loteria n. 46, ein ii
li :io da matris de Nazareth.
Hq consistorio da igreja de Noasa Sculiora '
Cmceicao dos Militares, se achario exponas as
umasc a espheras arrumadas em ordein -u-nei-
ri :, apreciacio do publico.
botera da -reA Ia parte da 196 lo-
teria duocor-p, cujo pn-inio grande de 100:0004,
sirextrahida brevemente.
<>s biihetes achain-se venda na Casa Feiis
praca da Independencia na. 37 o 30
Tambem ae acham vendana (asa da Fortuna
iua Primeiro de Marco n. 23.
I.olera ilo Isio A 2- puf- da lotera n-
3i'3, do novo plauo, do premio de 100:0c40000,
st r extrahida no dia .. do correte.
Os biihetes acbam-se venda aa Casa da For
ti. na ra Primeiro de Marco.
Tambem achara-se venda na praca da lude
ca ns. 37 e 3b.
Latera extraordinaria do t s>i
nniiii O 4o e ul'imo sorteia daa 4" e 5" siaie-
; iin|>ortante loteria, cuj" aiaior premio e d-
K i000, ser extahida a 9 de Abnl. -
chain-se exposto a venda os restos d s bilhe-
t a na Casa da Fortuna ra Primeiro de Maxcr
n 23.
botera do Cear de SOOiOOOSOOO-
A' 2" serie da 2* lotera, cujo maior premio de
2f0:0004000, pelo novo plauo, se estrbica imprc-
t< -iveiacnte no dia de Abril, s 2 boras da tar
de.
Os biihetes acham-se venda na Casa da F^r-
tuo'i, ra Primeiro de Mareo n. 28.
Lotera de Macelo de fOiOOOaOOO
-A 2' parte da 12" loteria, cujo premio grande
de 200:0004000, pelo novo plano, ser extrahida
inipretervelmente no dia 6 de Abril a 11 boras
di. raanha.
Tuuta Consuereial da eidade de
Itcrifc
ACTA DA 8ES80 BU 1 DE ABRIL
DE 1836
I'itKSlDKNv'IA Dc> II.I.M. SR. I.'OMMENO.VDOB ANTONIO
acaras ra miranda leal
Secretario, Dr. Julio Guimar3.es
A's 10 horas da mauha declarou-se aborta a
sesean, estando presentes os Srs. deputados Obu-
to Basts. l5e:tro Jnior e snppleute Hermino
de Fieaeired >, 1*11 md > sera p irtie p icl: o Sr d-
putalocom neulad'.r Lopes Machado.
Lid, foi appcova la a acta da pri ee ate a
e fez-se a leitura do seguate
a 111 ees a i a
Officio :
De 27 do mez prximo pas.a o, da Junta Sos
Corretng desta praca, rem^tusudo o bdetnn das
eotaces i.lEuia-'s d-- 22 a 27. Para o arehiv.
Diiro' ofllsmes de na. 6'J a 8- S jan archi-
vados.
Distribuir o-se mbiio i oj seguintes livros :
Diarios de Francise \' toio ds 15 id & Fi-
Iho, d Pereira Perreira St C, de Manoel P-rsr
dn Silva .% C, o i M ircelin i Iss Mara da Ai
mi i '*.
DISPAC'II os
P tii-oes:
De M noel Carpinteiro Peres, solicitando ore-
gia'ro da escriptur-t ance-nnpdal e doto qne
r i Btba I), l-.b I Mendes Carpiuteiro
Pe;es eom J )io Qoncalves da Ponseca. Bag i
e pub iqr.e-S".
De Joeph Eraos Sally VVolff Ad.lpho K R :-
se, pira que s-ja archivada a prorogacAo de con-
trato de sociedade em nome o i 1 -ctivo das fitinas
Jote Krauae C. K -a i W i', las qu-.os se
desligara Miguel W Iff, seado esta do leiliada a
ra do Cabalga n. 4 e aquella 11. 1 de HarC)
ii.6, c o capital d- 31<5 i para a oonti
nu ci do c MBtnereio li- j a ,s a retalh a u dous
pied'tos st.ibcli eimentot e qua.'queroutio ramo de
ni g icio | le possam auferir lucros. Archive-86
na forma da le.
De Au'otiio Franeis -o Arcias & C, pire que
s archive e distrete de soeie I ide de dita firma,
da qual erasa socios o mesmo Arcias o Jos C ei-
linli) da d tt i Ferrei.-i, ficando eate de p'se do
activo e di eacab lecimento siti a rua do Cabug
n. 12. abrigado pelo sssivo da extincta socit-
Uade.Si ja archivado.
De Heltra> & t'osta, pira que se rogiattvm duas
letras que represenl im -ie lites maritun sobre -.
bircac Odila Silva. -"ejatn registradas.
E por nao haver mas o que tratar foi levanta-
da a aesso pelo Ilion, rjr.commeadador'presi-
dente, s 10 1/2 h U..8.
N. 1. E' u:aravlhoea a rapidez com qno
os tsicos, os anmico j, os *a -tofn osos, <*e dn-
bei o oe que padecem do p*ito e da gar-
ganta restab'-leceiii-so dopois de t?rem to-
mado a Emulsao "de tcott.
^aogne dM piilB>es
N. 3*H
As qiislidadi-s art-ptieaa e salutferas do oleo de
ga-to de bcaih i, o t"rn.m p rf itamento in-
aprseiavel nos cas.* de bainosrhagia ri ia p ihaoea,
Mao ha na mal ra nwdi"a cusa ;u>i a qiie o
ut-st aubsti-.uir ; pjrqas as passo que e Canea a
hemorrhagia e ciir.i a riipt'.-iu aos vas n ..
neos, fortifica ao mesm i Wup i os org i r
racao e a systema em geraL Comtudo, iu
da da legitimidad;- e pureza do remedio e por
razio os mdicos mais emiaautea recommendam o
uleo paro medicinal do fijado de bacalhao, e
.aainan 4 Kemp, como um artigo garautido, qu-
leva a marca commercial de urna casa respeitavcl
e digna de toda a confianca.
Os benficos cffeitoa d'este remedie sobre os
doentes de fysica e as peasoae que padecem de
affeceocs eacrouliisas e do figado, c> nplicados cm
outros malea, sao tidos nitro os resultad is mais
extraordinarios diste trataineuto ino.U-rno. Ach
se v. nda em todas as principaes boticas e 1 jas
de drogas.
lovi* Bevllaqiia
c ii-ina a cnsitmr direito itural e romano, rua
da Matrii n. 36.
Esiiiolas quaresmaes
Anda taz so recomineoiar ais seus -a
ri losos bomfeitorca a sept-iagenarij do
be-codo B-ruardo n. 51. S')ccorr.im-n;i,
pois, por amor do Tolo Pudoroso
Facise nao pakn ras
Aon que se desejam tratar sem comprometler a
saude com preparados mineralgicos.
Nesta typograpbia e na rua Direita n. 43, 1.
andar vende-se tinturas homeopathicas para ao-
fensiva cura das seguintes molestias : asthmatico,
ainda mesmo bronchitieo; erysipeia, enxaquecas ;
intermitentes (sem o eraprego do fatal quii no):
toase convulsa, falta de menstruacao ; cmaras de
sangue : estericos ou metritc ; dores de dental ou
nevralgias, metrorragia ; vermfugos, denticao e
convulsoes das criaucas ; tudo inanip iludo de ber-
vaa do paiz.
Assim como tratara se escrofulosos era qnalquer
grao e gommatosos.
Ao publico
Os abaixo nasignad.is, te-i i i segistvad e depo-
sitado as suas marcos industriaes e rtulos das
suas prep rafees na unta commerciai do Rio de,
Janeiro de sonf rm'dade coi., as prescripeSes das
leis do imperio do Brasil, d claram e pirricipim
aos nti-rcssaio', qu- c ia nicos propretari >,
' ni dir-it i i'zelosvo de asir ;.s marc-s io
triaos e rtulos relacbnados cora manuf.ctura,
fabrica, o e Vi ola das s guin es prepara os ;
Al'" d Fl rila de M'irri.v e L? o -
ToiiC l.-ieafal.
IMforl de An
: b V ratifog i: de K mp.
lie ti-'l I :
Km i i figido da bacalhao c en hy
o i.ih'S, hit. .-, da !;iirui:n & Iv-:np.
p u: ilha do lir atol.
' i htp'o de ac Vi
saga pto de sveleira mgica e BriBtol,
" iiu-, p rtsntc, ix.ir .- to .s es (alsifieadj
es ou imitadores das d.tas mareas industriaes ej
intuios, p curaiido que s^j un eastig idos com t d i
ridade da lei.
Tambem aeauselamos o publico eontra toles
aqu lies que itm:am substituir as nossas prep a
raeoes aeima un ocionadas c-martigoa Rusificados
que levara rotol : u marcas industriaos que iini-
tam au nossas.
L'.inmn & Kemp
CoDttltorio oiedicif-eiriirgico
O Ur. Esteva Cavaleante de Albnquerque eoo-
itiua a dar consnli, uidic i cii oroieas, na Mi
i 11 mi Jesus o. !i. I' anear, de .-: -i i dia
ora* da tarde. Parass demaiaiimilta i v i
taeem ana residencia proVieorJau '':l da aVnrort
a. .'i, 1 o andar.
Xt. telephonacoa
l.'C
Eapeciaidadea Partos, inotastias le cr-'a.,
d'u'ero e aras a ni

O Dr. laufflst Grarcei Prannos Mmitme-
gr>, eeannrenla lor cU I-np-rl al "rd"ni
da liosa, diz Iddnciti eape\:i::l oeom-
m-rei) d'-sla i hile do'U<-eif-, capital
de p. n-. .-b i :o, por Sus IfngeMa^a o
Lup i'.d':'. a qucia D-us gUHfde, ate.
Faco s.ber a q e o presente edit I vlrrai
di-Mi- nntieia lieer- m, que por parte de S aves do
a a a! Se Ir .-.-i f i dirig ia a ;p-ticao do
ate :
i :. e liwu *< Dr.jaia lii i docr*mmer-
ci"S wn i i iem inter-
i| Ibes liove Manoel
! 1*000 ved- Se. C. tOO^OdO,
K.ai i Oltveim rttdingaei HOJ IH).
;, i Nu.. i. i :.;'m-
M-:f- i o antis daa
'C'lras j .. -.
(; "-i ni uindi 03 sopp'ieant nsarramaej a
le livro, a sa-
ber : Albnsnerqne > C. 982*440, Alves it C.
828#00, Anrelinio (i invalces de Oliveira......
02*110. Braga .-i Irma, 167*970 Domingos M.t-
noe Rodiiguos Praca J'"i 400, Greorge Mattos
138*100, Joao M-irtins Coelbo 911*21'). Joai Ri-
earde da Silva 404*050, J s Licite & C ......
496*400, Jio Elisio dos Santos Peittda 573*?*),
.1 aqnim 'iu rr ito & Irma > 2:549*440, A'i.:usto
(ioiie.-ilv s ea l{ cha 5:717-5,00,) Jos AiiWaio
i nvalves da nVohs 1:061 2*).
P.rrtant >, requerem a V. Exc. que se digne
i. andar te-n ir por termo o ecmpetDtS protesto
r'i intima I i ios .-u iplicIos Fraueisco iose
de Oliviir Bodrigues G de Mattos, s.mdo
igualmente a todos es ontros^ mas p r inei i de
coitos, por i sao que esto ausentes, em legar m-
i o to n nao sabido, o que ser pelos sunplicantes
do consiiltoru: '?Te" fcsftlcrrtDr j nidia chora que por V. Exc. fama
cadoV-^ejie termos. Pedo a V. Exc Hefc-
. '
IHD1CAC0ES uTEIS
Medicon
1 anmi llori > i.i-.lir oiriirsi-i (Iu llr
Pt-ilio t llali> (?> I.!t>< Moarozo
rua 0 doutor Sote ia iqs litas : i loa os
:ias uteia, das 7 as 10 horas da manir.
Este consultorio >:For!i;e a i omuatid
' cinsido, sem ser pr--" ': i;.lo por outr
De meio dia s 3 horas da tarde ser
Dr. Mo8cozo cni-ontmdii no trrelo pra
oa do Cotainereio, onde t'tinccioQK a ina
peeyao de sadc do polio. Para qualqu'?
lestes Jous pontos podi-ro ser dir-gido^
os chamados por carta as indicadas horaa
Dr. Miguel Themudo mudou sm cnsul
torio raeiieo e resi Icn-is pira a rua Nov
q. 7, 1. andar, onde d consultas das 12
hori s 3 da tarde e rce'e chamados a
bualquer hora. Especialidades partos fe-
bres, syphilis e molestias do puliniio e co
rayao.
Dr. Brrelo 'amjxtio d consultas de 1
s 4 horas da tarde, rua do Barao da
Victoria n. 45, 2 o andar, residencia rua
!o Riachuelo n. 11, canto da rua do Pires.
Advocado
0 hachare! Benjamim Bandeira, rua do
Iinp'-rador n. 73, 1. no lar.
lenrique MUet. Rua do Itnperaoor n.
22, \. andar. Encam-ga-se- de questS.s
as comarcas prximas as lionas terrena.
Dr. Oliveira Escorel. 2." promotor qu
bco, tem sen eseriptorio de advogaeia da
rua Primeiro de Marco n. 2.
Jos Bandeira de Mello advogado
ru 1 do imperador n 37.
lr;>sirla
Francisco SS/mo dn Si/va d? C, l-p-
otarios do tod..s ia ipociad 1 I t9 p!i irm
n :utitas, tintus, droga, productos chimin
-. luedienmeutos iionstC")) atiioa, rua lo Mer
l'iez de Oiinu.i n 23.
Favia, hrinho & C, drogustas poi
lo, Boa Marqu-z de uad u. 41
Licor depurativo vegetal iodado
i)0
Medio rlste notanilissiino deparan'e que v-m precedi
'io de ti* grande faina infalliv I na cura de todas
as docncaa aypbiliticae, aeerofalosas. rbenmatieas
e de pe|le, c >in tumores, ulceras, dores rhi uraati-
eas, osteocopas e nerralgieae, Wmnorrbagias ar^u
das e ehronicsa, caeros svnbilitices, iuilirnrna
c3ea viaeeraes, d'ulhis, onvid.s, garganta, otea
inoa, c, a todas as molrstia (- 1 ||... ; ples
on diatbsnioas, una como na on qa-da
a* wawi. bim ti s-naa determinadas o r aatu
aaadn aatai Ho-* S^atia f lli -r .s onde e
m nomeross experiencias feit is e an este
espec |o n 11 boepltaes pblicos e muifos alicata-
dos de mdicos e docamantoa nrtieaUwea Faz-se
descont para revenda r.
-. en ca-a de Para Sobrinhi & C.
Kua do Marqii'z d. Olinda 11 II.
<|;j- enferanidiiile esta qne
no acoimuettc?
(.'orno o ladiio que nos ataca noite.
e'la acoinuiett'ms as oceultas 0 aii-
gi la d est 1 doenya te n drea de p to, de
la i 18 e aJguinas vase, de costas. Nao
querem tallar, e s nte.n necewidade da dor-
mir. Percebe-s na bocea um sabor dcs-
agradavel principalmente p"la m-inhl. Os
ientes cobrom-sa de una sepecie de mate-
ria iaoosa ; e o app-tit- doeappareaji. ()
paciente seote oino que un graida peso
no est imaa*o, e
ie vazio n 1
estomago ha
s voz-i,
.a >(ido orlo. X 1
umita te tquoza ;
PUBLICACES A PEDIDO
%poseotado, jiibilado e refor
uiados pro laelaes
Nao se tendo renlaado o din 28 do pussado a
reunio dos individuos ccuprelieudidos uas chisses
cima, ioi tiMi.-ferida para 4 do correte, as 11
h-at da rr,nha, rua do Impt-ra lor d. 71, Io
U O;
D. Cerpuira ti
nnuicio
Tem o acu aseriporio a raa de Merques de
Olinda n. 53 daa 12 s 2 horas da tarde, e desta
hora em dunte em sua residencia rua da San
a Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
uboras e hnoeas.
b K a do
e o nutr-
5S0 nao produz patufacJfo algu na. Os
olhos empaxtaai-se e as mitos e os >i es
fria o, e tor ia n-s visooaoa. Algn tem-
po depois principia asa toss% s ect no
comeen, e, em seguida com ama < xpee-
toracilo svcrdiiido. O doento queixa-ae
do um cansado interminavel, e quando
procura dormir um pou -o, nenhuin allivio
sent. Logo depois, o enfermo tornarse
nervoso e irraseivel, e o seu espirito n? i
n so aSo tristes presagios. Eate sent
vertigens. urna especio de tontuna na ca-
roca quando se levanta sbitamente, lli
prisXo de ventre; a pollo tornase seceft e
quento alternativamente; o sangue acha-se
eapesso e inerte ; a cor do braneo dos olbos
amarelienta ; e a urina quasi nenhuma
e muito corada, deixando um deposi'o no
vasso. O aflgido m. itis vezes obrigado
a vomitar os alimentos que toma, e ostea
vmitos deixam lhe na bocea um gosto
urnas vez'3 amargo c outras vez^s adoei-
cado. Este estado de cousas fr-quer.te
anar* juid-4 de ioalpitac3i's do coraylo.
r^nfranunue asesta do doente, e elle pare-
08 ver nodoas diaote dos olhos, s-ntinlo
mu grande cancheo e debilidado, Estes
syinptomus apparecem cada um por sua
vez. Dizem que o terco da noasa popula-
cao soffre d'aquella enfermidada s ib algu
ina daa suas formas. Iadubitavelment-, os
mdicos sempre se engaaran sobra a na
turoza di cita ia molestia. Alguns trataram-
n'a como afec^So do figado ; o outros como
djenji doa ria ; mas nenhum trataniento
eonseguio ural-a, porqua o. remedio l:via
sersusceptivcl de obrar hrmoni?amcntj so-
bre cada um d'aquelles orgilos, e tambem
sobre o estomago. Nos casos de Dyspopsia
(sendo i-ste o verdadeiro nome da enfermi-
dade) todos os citados orgaos desordenara
se ao mesmo tempo, e precisam de urna
medicina que possa obrar sobro to los elles
simultneamente. O Xaropo Curativo de
Scigclv produz uu effeito mgico cm esta
classe de padecimentos dando um allivio
quasi inmediato. O Medicamento vende-se
por todos os Pharmaccuticoa e Boticarios
do mundo inteiro, e palos Propietarios, A.
J. White (Limited), 17, Farringdon Road,
Londres, E. C, Inglaterra.
Depoaitarios O* Provincia do Rn de Ja
ociro:' no Rio de Janeiro, Dominguea Viei-
ra & C, Joao Luiz Alvez, Geo Sanville
C, Q Francisco Leandro t Fonseca e A.
ves, e era S. Siman de Manhuass, Hora- io
de Reutus.
Colegio de Mossa c-
nhora da Penda
Estejollegio est fuucciouaiidj ruada Auro-
ran. !9, 2o e 3o andares.
OCULISTA
lr. Barreto Sanapala, medico -ulis-
ss ch.te de chuica do Dr. de Wecker, d
tus de 1 s 4 horas da tarde, na rua lo I?;-I
la Vatoria n. 45, secundo andar, ere ipto nos da
mingo* e dias sanctifcados. Residenciarua di
Kiacbnclo n. 17, canto da rna doa Pires.
Dr. Perreira Velloso
d consultas daa 10 a 11 1 i da inanha, en
quanto fuucconar a assembla provincial, rua
do Marqutz de Olinda n. 47, 1 andar.
\arope de Mal-mat
O Hai-mnl (leeyths datimeo) com o
qual se prepara este xarope um vegetal da flora
brusilera.
E' uro agento therapeutico poderoaisiimo con-
tra as molestias do peito e da asthma.
O numerosos affcctado3 que delle tm feito nao
conseguirain um resultado muito satisfactorio, ala-
bando por ae reconhc :er que c at boje a milhor
preparacao para a cura da awtlima. broa-
chile aslli mili. i. o i mi^n e opprea
"oca, dispensado o emprecro do arsenio, folhas
de eatraraonio e plantas narcticas que acabara
quisi sempre pelo abuso qae delles se faz e u.es-
rao pelo uso prolonr/ado por produsir efFcitoa d -s-
astroeos sobro .1 su le e em geral eutorpt-cimento
do cerebro.
Vende-se na o'ica Francem de R'juqnayrol Fie-
res, successores de A. Caors
y. I! -aa da rua2f.
RECIPE
Collegio de Simia Lucia
Para o sexo femlalno
Eate collegio fuacciona aob a direejao
daa Sras. D. Anna do Rogo Alraeida e D.
Luzia Nepomuceno Du rt?, uo 2o andar
do sobrado aito rua D ;que de Caxiaa n.
59. Alea das prmeiras letras, e to lo o
trabalho de agullia, ensini se tambera frau-
cez, (eserover e filiar), inglcz, portuguez,
geographia, arithoaetisa, desenlio, msica,
piano, e fl iros artifioiaes do tota as espe-
cies etc.
Avisa-se ao publico, esperando todo o
ao lilimente e proteeeao, corto de que era-
pregarao todo o esmero no a liantamento de
suas alutunas; fttaooiona todos o dias
uteis exceptnos domingis e dias santifica-
dos.
R;j-bjm-se alunnis internas e meio
piniionistaa e externas por preyos razoa-
v-is.
Rua Duque de Caxias n. 5'J, (antiga do
Queimado.)
rmenlo. E. K.
Kec fe. 26 de Marea de l*8d Sotiza Rl
Es'i.vn sellad 1 na forma da lei
E mais sena, continfi otn .dita DetcSOj na
qual vi.- c o 1! s cha regainte :
f.'oino pe piando o escriao dio. Kc-
ciie, 27 de Maro de 1886. Montenegr
Em vista dWste desp ich 1 f8 -a s peticS > u- tri-
buida aoi-scrivdo Ero ato Silva, qae lnvroa s 'or-
ino de protesto, que do theor lego :.'
Aos '27 de Marco de 1886, no meu cart rio, pc-
rante mim com;1:.- r v o? gnpplcantes p-r STt
advogado, o Dr. Antonio este foi di 10 qu 1 luza a termo de pretesnta
constante de au ticSo retr qne offerecia como
part deste, en le lidoasaigna. Ku,
Ernest) Macha lo IV ir rVr>-ira da Silva. An-
touia de Soasa l'mioAu* mi Barboea Coeaef-
ro.Francisco M noel de Almeida.
E' o que se continha em lito protesto, arsraei
do qual via-se q id n lo o= jaatifica' -s pr : izi-
do as suas tettie^suh Bcrivo l'z BcHares
autos que subin.1:1 (- nclaaS 1 c 11 lies de: a se-
grate sentenca :
Hei por justificida a aasencia los sanplteanos
em lugar neerto, e mani qae sejam iut;.:aJos
por editaes no prazo le 80 das do protestn-de
folhas para iut' do fa-
los de lo'has. Cuntas ex e asa I f' Sftde
Marco de 1886. ThoinasG 1 es P..i nh '! m
tenerlo.
Em rirtade 1 \ li e 1 ; ec-
tivoescrivao 1 /. .- cdital, nlo
qual e seu the ir, chamo, r i itiratides os
justificados o tirmo d- protest 1 aojni Iraiiseiiata,
p'den lo allegar o que for a bem la tena ii--1 -*.
dentro do prati' mi 1 da miiHcn-
cao deste.
E para que ch"ge ao eon tados
mandei passar ^ o-
do pela imprenta o affixadj nos loga cos-
tme.
Recif-, 30 de Marc Ee 1886
Subscrevo 1 assign Em II H e
Pereira da Silva.
Thomaz Garccz Paranhot Montenegr.
O Dr. Braz Flore
juiz substitit 1
O bacharel Francisco Crrela
E.iin;i ^"brlnho
parteeipa aos Srs. estu Untes qu-i mudou
o curao de Anthra :tic, Algibra e G"0-
metria, para ruado Viaeonde de Albuqucr-
qu- antiga di ^^itriz n. 7
Esciili |i;ir|i('||!;ii'
De ios 31RUA DA MATRIZ DA BOA-VISTA84 !
O abaixi asaignado participa ao Ilstralo pu-
blico desta C ipital, que abri sin es .-ola particular |
de instrnecao primaria para o S'-xo mascnliiio,
rua da atriz da B- vista n. 34, onde esmerada-
mente fe dedica ao casino de seus alumnos.
O grao da csi ola consta : ler, entrever, e contar,
desenhj linear, historia patria e nofoes de fran-
co z.
O.raute um rpido a liantamento im s U9 alum-
nos, pelo Sen sjstema de ensin >, o qual umi pa-
eieacia Ilimitada, um amor iuvi I; vel e urna es-
merada dadieaatu ao 1 asn, foseado com que 13
seus discpulos abrac-in e ainem de eoraeSo aa lit-
tras, aos livros e ao etud >, guiatido-os no cami-
nho di intelligencia, da hoara e da dignidade,
afim de que veuham a ser o futuro sustentacub
da patria, da religiao e da lei, um verdadeiro
cidad.io brazeiro.
BrjfSta, pois, merecer a confianca e a prot'Cyao
do distinct} povo peniainbuiaoo, e em pirticuiar
tem l robusta em todos os paos e tutores de me-
ninos que queiram aprovaitar un rpido adianta-
mento de seus filhos e tutel id s.
Comquanto ousada s-ja esta tentativa, todava
espi-ra que os sena iucansav is esforgos, e os seus
puros desejos, sejam cjroados cma feliz appro-
raco do todos os filhos do Imperte da Santa Ouz.
Mensalidado m2fX)M) pagos adiantados, no acto
da matricula.
Horario das 9 horas da manh s 2 da tardt.
Recebo meninos internos o m-i i-pensionistas
por mensalida lea razoaveis e lecciona por casas
particulares a ambos os sexos.
ful'o Moars de Azeredo
."il Rua di Matriz da Boa-Vista 34
con-
Resi-
Dr. Ferreira ia Sdva,
saitafi das 9 ao meio dia.
dencia e consultorio, n. 20 ru
Larga do K sario.
Dr. Mello (jomes
MEDICO PARTEIRO E OPERADOR
'Rua do Biraoda Victoria (antiga l
ru 1 Nuca) n. 37, Io andar
Didica-sc com especialidide ao curativo)
de febres, imlestias de paito e-das senhoras. j
I syphilis e cstreitamento da urethra.
i Consaltas da. 10 a 12. Chamados p, t(
'eacripto qualquer hora dodiaou di noite
Tclephone n. 250.
.tii Heunqiios Sjuaa,
ia vara especial do casa
mcrcio desta ci 'ade doevife, cpitalda
provincia te Pernambn-o, por Sua Ma-
gostado Imp .-i 1! e Consttocioaal o Sr.
U. Pedro 11, a riit'iu Deus guarde, -te.
Paco saber e is que o presente Itt I reat aa
delle noticia uve-e.o. que se h. da arrnmaaireai
hasti publica deste jnizodepns da respectiva au-
diencia le dia 8 de Aoril do correare auno, tnm
as forma idad'-s e pregues loestylo aman rteae
sjbr do de um 11 Ur Sito a rua d 1 Hospicio a. 71,
tregucziidaB.il Vista, r om 8 jan-das de frente
e nma posta larga 110 pavimento terreo, o andar
com uove portas de trente e varand 1 de ferr e a
porta do centi 1 larga, cujo predio foi outr'ora uc-
e.ui.ado p da acadeini 1 avallado por 1 :' 'Ol'i'XX),
send 1 a parte 411 toea ao exeentado itvaliada por
lOOOOO, e vai n praes y r.i parame to da oxe-
cucao que move Francisco Flix Goncalv s ca nlra
o dito i-xecutad > Henriqoe Honor,,to de Miranda,
e niio havende lancador qae cubra o preco da .1 1-
liacto a arrenn.tai.au .- i feits pe o preco da ad-
ju licacao com abatimento da lei.
E para que ehegn ao conhecimento de I 'o
passado o presente, aiu de st publici-do pe a im-
prensn o nfrix 11 no lugar do costme.
Dado e passado n.-sta eidade do Recite de Per-
namb co. aos 17 de Mar^ode 18815.
En. J :' Frauklin de Alencar Lima, escrivao,
soDscrevi,
Brax Florentino Henriques d Sota
O Dr. Ad, lino Antonio da Luna Frene, official da
imperial ordena da Ros3, c minendador da Real
Oidcm Militar Portngneaa di N'-^sso Senhor
Josas Christ 1 e juiz de direito privativo de or-
pliaos ni sfa comarca do R' eife; por 8. M. impe-
rial e eonititucional o > iih.>r D. Pedro II, a
quem Deus guarde, etc.
f'ago saber aos que o presente edito! virem, ou
dell tiverem noticia, que, na audi<-ncia de 13 de
Abnl do eorrente anno, na respectiva sal 1, irio a
pregito para aerem arrematad ts por venda, 4
quem mais der, servindo de base o prf c-1 da ava-
liaeao, c vao a praca a requeriuicnto de Antonio
Aunes Jacome Pires as tres quartas f artes do si-
tio e casa edifirala cm terreno propri) s;b n 8, i
earroda de Joao de Barros freguezia de Noasa Se-
nh'ra da GraQa, tendo a casa unco cuartos, duas
sal is, cosiuha fra e cacimba d'agua potavel, e o
sitio, diversos arvoredos e mil c>-nto e quarcota e
cinco palmos de frente para a mesma estrada de
Joao de iatroe, inclusive o direito adquirido por
escriptora privada de 1 de Julho de 1376, mcia-
cao do muro b oito da casa contigua do la lo da
poente, A rua de Nunes Machado, pe.-tcne.-ntes
Autonio Jos de Souza, e outr'o.-a de Mnin-cl da
C'Sta Mangencao, cujo valor de ties contse
seiscentos mil lis. Cujas tres quartas partea vio
a praca p>r ordem deste juizo para p igarneuto de
dividas v castas de invt ntario.
E paca coatur, lavrou-se o prsenle, que ser
publicad-, pela imprensa e aluzado ni lugar do
sosame.
Dado pastado nesta eidade do Recife, 1 ;.
de Mareo da 1886 E.i, Olavo Antonio Fe rre27
rscriv', o fiz esjrever e subscrevo.
AdeJino Anttnio de Luna Freir.
O Di: Tnom'iz Gircez Paranhos Monten
aro, commendador da imperial ordem da
Rosa, juiz deilireito especial do commer-
oio desta eidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernanbuco, por
t. M. o Imperador a quem Deus guar-
de, etc.
Fhq sabe aos qu? presente edital vir-m oa
delle etjeia tiverem que se acha designado o dia
ote de Abril do anno futuro, ao neio da, na
sala d>>s audiencias, para ter lugar a r credor. 8 da massa fallid de Rabello vi Sobrioho
afim d.e tratar se da verificacio dos crditos, de-
librarse sobre a proposta de concordata (ae for
aprcsi ntada) ou formar-se-eontracto ce uuiao, no-
meando se .-idministradores na formada lei; fi-
ando ceitos os credores de que s sei- admittid
como procurador, aquelle que exhibir procuracia
es|>eciul para o acto, nao podendo seo esta confe-
rida a d ved, r di fallido ; e ainda de que, preva-
lecer a resoluco da maioria, que di ver repre-
gitit ir di us tercos do valor dos credins, sujeitos
Aii iff'itos da concordata, para assim ser va-
lida.
E para que ebegue ao conhecimeno de todas
mandei passar o presento edit 1 qne isr publica-
do pila jmprensa e affizado no lugar do costura?,
do que se juntar certido os autos.
Dado e passado nesta eidade do Recite de Per
nambac-o, aos 18 dias do mrz de Dezembrod
1785. Eu Jos Franklin de Alencar Lima
aubscrevi.
Thomat Garca Paranhos Montenegro.
i
1
WM3




rv


Diario de Pernambuco---Domingo 4 de Abril de 1C.6
i
O Dr. Thomaz Otare-:. araaho8 Montene-
gro, comraendador da Rosa, juiz de direito especial do com-
mercio dosta cidade do Recife, capital
da provincia de Pern uubuco, por Sua
Magestade Loperinl c Constiucional o
Sr. D. Pedro II, a quoin Deus guarde,
etc.
Faz saber aos que o presente edital virera ou
elle noticiative.cn, que por parte dos negocian-
tes desta prac.1, Silveira & C, ir toi dirigid i a
peticc do theor seguate :
Illm. e Exin. Sr. Dr. juiz do commercio. Sil-
veira & C, estabeleeidos npsta praca, sendo ere
dores de Pedro Pach.ro & C, da quantiade
2:000* ; de Joo Al ves Mendos da Silva, da quan-
tia de 199850 ; de Manoel Lina Carneiro de Al-
buquerque, da quant>a de 396550 ; de Graci-
eiliano Machado Pedroea, da quanti de 9GQ;
de Manoel Archanje di Silva Autun-'j, da quan-
tia de 589^850 ; de Targino Gtoncstvea de Anu-
da, da qjautia de 1:7824540 ; de Pedro Pacheco
de Couto, da quantia de 5024930, cujas letras es-
io a vencer-ee ein 22 de abril preximo; sendo
tambem credores de Joo Olavo de Souza, da
quantia de 5594300, vencida em 8 de outubro de
1881; de Pedro Eneas R-.p>zo da C .mar, da quan-
tia de 2:0004, vencida em 24 de fevereiro de 1882 ;
e de Graciano Machado Pedroza, da quantia de
258/4tM), vencida em 30 de d< z- mbro de 1882, es-
tando ditas letras a prescieverem : veai n querer
a V. Exc. se digne de mandar tomar por termo o
protesto de interrupcao de preacripcao, aue os
supplirantes pela presente fnzem, intimados os
su aplicados de dito protesto por editaes, visto aeha-
rem se em lugar inc-erto e nao sabido, amittiodo
V. Exc. para isso a justificarlo necessaria no dia
e hoia que se dignrr marcar.
Os supplicantcs requerem tambem que d-pois
do protesto julgado, Ibes sejam entregues os ttulos
originaes ficando copia nos respectivos autos.
Pe 'iiaY- Exc, detericier.to. E. R. II.
'inha collada urna estampilha de 200 rs., inu-
tilisada pelo modo seguinte :
Rccile, 24 de marco de 1886.Silveira & C.
E mais se nao couiinha em dita peticao aqu
mui bem e fielmente copiada, na qual proteri o
despacho do theor e torrea teguinte :
D. spacho.Distribuida. Como pedem, desig
nando o escrieo o dia.
Recife, 24 de marco de 1886 Montenegro.
Em virtude deste meu despacho o respectivo
destribuidor, sendo-lhe a mesmo peticao em forma
apresentada a distribuio por tocar ao eseriva
deste meu juizo, que lavrou o trrmn de protesti
da forma e thecr seguiute :
Termo de protesto
Aos 24 de marco de 1886, nesta cidade do Re-
cite, em meu cartorio, veio Autmio Rodrigues
Gomes e Silva, representante da firma Silveira
& C e disse perante mlm e as testemunbaa abaix.
assignadas que reduza a termo de protesto o con
teudo feito cm sua peticao retro que fica fazendu
parte do presente para ser intima'.o aos suppli-
cados-
E do como assim o disse c prctestou, lavro este
t.rmo, em que assigna com as testemunhas.
Eu, Jo; Franklin de Alencar Lima, eserivao o
escrevi.Antonio Rodrigues Gomes e Silva.
Jos Antonio Pinheiro Lyra.Miuoel Lepes de
Carvalh Chaves.
Nada mais se continha em dito termo de pro-
testo aqu mui bem fielmente transcripto.
E teudo os upplicantes justificado com teste-
munhas o allegad em sua peticao, o respectivo
eserivao me fez as autos conclusos depois de sel-
lados e preparados e nelles profer a sen tee do
theor seguinte :
Sentcnca.Vistos. Julgo prorada a ausencia
em lugar incerto dos juslificodos e mando que se-
jam elles intimados por editaes com praso de 30
das do proteeto le ti. 13 para interrupcSi da
prescriptao dos ttulos de i. 3 12. Cuetas ex-
eausa.
Recife, 29 de marco de 1886.Thomaz Garcez
Paraohos Montenegro.
Em virtude desta ranha sentenca aqui trans-
cripta o respectivo eserivao fez pasear o presen'e
edital, pelo qual e seu theor cham". cito e hei p r
intimados os justificados Pedro Pacheco & C .
Joo Alves Mendes da Silva, Manoel Lins Cor-
neiro de Albuquerque, Graciano Machado Pe-
droza, Manoel Archanjo da Silva Antune.', Tar-
gino Goncalvss de Arrud i, Pedro Pacheco de
Cont, Jlo Olavo de Souza, Pedro Eneas Rapozo
da Cmara, para que no praso de 30 das coinpa-
re$am aate cate juizo afim de allegaren o que for
de ustica.
E para que chegue ao conhecimeuto de todos,
ser o presente atfixado no lugar do costume e
ontro de igual theor publicado pela iinprensa, de
que se juntar certido aos autos.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per
nambuco, as 30 dias de marco de 1886.
Eu, Jos Franklin de Alencar Lima, eserivao o
escrevi.
Thomaz Garcez I'aranhos Montenegro.
Edital d. 88
(1.a praca)
De ordem do Illm. Si. Dr. inspector se faz pu
buco, que s 11 horas] do dia 6 do cor ente mez,
serao vendidas em pnca, no trapiche Conceico.
as mercadoras abaixo declaradas :
Armazem n. 7
Marca FI&C, 8 caixas ns. 30 32, 34 38,
viudas de Hamburgo no navio allemo Hero, en-
trado em 9 de Marco ultimo, abandonadas aos
direifos por Alfreio B. Tuginan, couteudo o oras
impressas de urna s cor, pesando lquido legal
3,680 kilograminas.
Marca i J4C 1 caixa n. 33 idem dem, conten
do obras mpnssas de urna s cor, pesando liqui-
do legal 438 kilogrammas.
12 caixas ns. 1 12, dem dem, coutendo pa-
pel ordinario para embrulh >, pesando liquido le-
gal 2,565 kilogrammas.
3' seccao da Alfandega de Pernambuco, 2 de
Abril de 1886.
ehefe,
Cicero B. de Mello.
i i
0 Di: Joaquim da Costa Ribeiro, juiz de
direito do eivel desta cidade do Recife da
provincia de Pernambuco, por Sua Ma-
gettade o Imperador, a quem Deus
guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virein, que
por paite de Antonio Luiz BaptisU, por si e como
curador da interdicta D. Fraucisc Bernardina da
Conce cao Carvalh", e tutor nato le aja filhii D.
Candila de Jess Baptista, sua mulh.'r Urba-
na Jo lephina da Silva Baptista, me fo d jryjgid i a
ov.Vj > I do theor seguinte : y
IliDi. e Exm. Sr. Dr. juiz do civel^-VA'iito.iiu
Luiz llsptsta, p r si p com i curador da interdicta
D. Preaeuei Bernardina da Conceico Carvalbo
e tuto- nato de sua Clha, D. Candida .de Je>us
Bapt.-ta, sua inuil. r D. Urbana Jasepwo da
Silva Baptista, nquer a V. Exc. qiiTsF di.'iie
mand>r citar a D Justina Maria do Eap'irift San-
to (com venial, seus filhos Joto i 'fi'.qiiim, D.
Scbasiiaia Cisi.a da Silva, D. Emilia J aqu o
da Sil .'a Braga, sen marido Pedro Ferreira de
Arauj'i Brasa, D Isab I Martins G>ms da Siva,
e seu Bando Francisco Joaquim Gtaoies da Silv i,
os nenorcii Mximo Mara das Dor s, Francisco
Mana dis Dores, Florencio, Urbano, Januario,
Jo3, i tutor destes Jos Francisco dn FigU'drelo,
para, na prim< ira do juizo, depois de accu-adi a
ultima citico, f-.llarem aos tennis de urna ace'i >
ordinaria, ufim de ser declarado millo e insubsis-
tente ii testamento abeito publico, lavrado na
notas do tabellio Apclnario Florentino de Albu-
querque Maranho e attribuido a D. Rraueiaea, a
qual, i ai face de dous exames feitos por profissi-j-
naes e o depim-nto das testemunhas que forim
inquiridas no juizo de orph p, hi iin's da itin
anuo seha-te pnv nl.i d" sua, t'.i luid i les monta -1,
pelo si u e tad ) valetudinario o por deiueueia so
iiil, e |Hir isso ttSoDodw t-star, na termos da Or
denac^o livro 4 o titulo 81 1..
. O dous fillios de D. Ju-tuia ehamam-se Joo
Nunes'da Silva e Joaquim aues diailva, os me
n res laiiuir'O e J-s sao impberes.
Achando se ausente D. Emilia Joaquina da
Silva ir.i i. Pedro Ferreira de Aranio Braga c o
menor Florencio, riquer que sejam citados edital-
mentc, com o praso de 30 dias, depois de justid-
cada a ausencia, amanh, s 11 horas do dia, ein
cartn o, dando se curadores lide mc.or e n-
terdict j, nut .rea, e aos menores reos. Para apr-
sente* libel o na audiencia ra que for proposta 'a
aeco, que funda-se nos documentos anuexos, pro
va tistemunhal e depoimentos do.: reos, sob pena
de coui'essos. sendo reveis, protestando, outroriin,
pelo eiame no livio do tabel'io A clinaiioe mais
provas que se fi.er meter : senJo as citac.5 s dos
reos pira todos os termos da ac^o at seatenga
final t sua eseened >, sob pena de reveiia. Dis-
mbuka.E. R. M. Ci.m 15 documint'.s. Re-
cife, 16 de Marco de 1886.Dr. Ferrer.
Est ivnm dua cs'ampilh is do valor de 200 ris
cada lua, Icgalineutc iuuliiisadas.
Nadt mais se coutiuha ein dita pct':<;o, na qual
profer o seguinte despacho :
Distribuida, c >in i requer. Para curador in
Htem da interdicta e do menor, autores, nomeio o
Dr. Silveira, e para curo 1 t in litcm dos reos mi-
nores o Dr. Costa Ribeiro. Recite, 17 dd narco
de 188(1.Ribeiro.
Dep' is deste meu des. acho f A aprescutada a
seguinte replica :
> lile, e Exm. Sr. Achando-sc na provincia da
Bahia o Dr. Silveira, o supphcants requer que
se nomcie pesoa qu- o substitua. Era eupra
Dr. Fe rer. .
Nada mais se continha cm dita replica, na qual
profer o seguirte despacho :
Nomeio o Dr. Vaz. Recife, 17 de Marco de
1886.Ribeiro.
Em \ o tiele do mou despacho, teudo sido just
tica a i ausencia dos supplicados, profer a seu-
tenja d i theor seguinte :
Procede a juutifieacao ; expe^a-se o edital de
ctacao c \lar$o de 1886.Joaquim da Costa Ribeiro.
<&Nada mais se-c mtiuha em dita sentenea, p.-r
torva da qual o iscrivao aba 11 assignado fez pas-
sar o presente edital, pilo qual cito e hei por cita-
dos D. Emilia Jo'quina da Silva Braga e seu ma-
rido Pedro Ferrara de Araujo Braga e o menor
Fiorencio para os termos -Je ac^io de que trata a
pi tco aqui tranecripta.
E par que ebegne ao conbccir.ento dos iute-
ressaiof, mandei pastar o presente edital, que
ser publicado pela mprensa e nffixadu b-m 'ugi-
res do cjtturne.
Dado e passado n'tta cidade do Recife, aes 22
das do mez de Marco de 1886.
Eu, Antonio de Burgos Punce de L on, ecri-
viio, o escrevi.
Joaquim da Coela Ribeiro.
COHMERCIO
Bols-". cuintuercial tic- lemiini-
l>uco
ece, 2 Je Abril de 18rt6
As tres boraa da tartu
<-'otace* oificiae
Neobuma.
P. J. Pinto,
Presidente.
vJaodido C. G. Alcof rado
Secretario.
O Dr. Jos Brandao da Rocha, juiz de
orplilos do t'ruio de Gramelleira da co
mana da Kscada e provincia do Per-
nam'ouco, por S. M. o Impera Jor, que
Deus guarde., ect.
Faco saber aos que o presente edital virera e
delle noticia tivercm, que depois de orreren. 20
pregues e 3 praca?, ser arrematado por quem
mais dci o urrend meutu tr-unal dus engeuhos Ca-
sias, Linda Flor, Flor do Limo e Flor do D a.
com mot ues d'agua, boas trras c ponto da esta
tuc.ao do Ribi'iro, avallados este por 2:5 0 an-
nual. e cada um dos demas por 2:00.
VTSo a praga a requerixenta da tutora das or
plir-. fil 108 do lia:.do major Joo Manoel Pontual
c. in as elausulas seguiutes : 1' pagamento an-
ona), ffectuado em 20 de abril de cada anno :
2' garanta de pessoa idnea, com hypolbeea legal
na f i in; da lei, no caco de ser anV.uc.ado embeus;
32 nao poder o rcnd<:ro utilisar se dos mattoa s"no
para o qae for para o servido do mesmo engenho ;
4 nao strein os orphaos obrigados a repeti^o de
b iiifei'oi ias ; 5' fi almente a todas as mais que
sao peculiares aos arrendaraentos-
E para que.chegue ao conhecimento de todos.
mandei paisar o presente que ser atfixado nos lu-
gares mais pblicos de costume nesta villa e pu-
blicado pela imprensa.
Dado e passado nesta villa de Gamelleira da
comarca da Escada, aos 19 de mareo de 1886.
Eu Jo o Baptista da Rocha Baixa Lias, escri
xao de orphaos, escrevi.
Joao Brandao ia Rocha.
q Dr. Tliomaz Garcez I'aranhos Montene-
gro, official da Imperial Ordem da Roeo,
juiz de direito especial do commercio desta
cidale do Recife, capital da provincia ds
Pernambuco, por Sux' Magestade Impe-
rial e Constitucional, o Sr. D. Pedro II,
a quem Deus guarde, etc.
F;iz saber aos quo o presente edital virera ou
dVllo noticia tiverern quo se ha de arrematar em
hasta publica d'este juizo depois da respectiva au-
diencia do dia 8 de Abril de corrente auno com as
f-nnalidiidea e pregoes do estylo, s bes* seguin-
tes :
Urna casa barrea o sotao, de tijollo e cal, n. 44,
roa dos Remedios em Afogados, com porta e ja-
nella de frente, du is s*las, dous quartos, cosi-
nh i externa, me lindo 4 metros e 10 centmetros
de frente, 12 metros e 0 I centmetros de fundo,
cora portas e terreno ao lado, parte murado, tendo
esas tres una-aguas de tijollo e cal, contiguas
a costaba, solo fureiro, avaliada era 60OJOO0, ten-
do dito terreno um vveiro de eixe funceionaudo,
ao lado ia uv-sma casa encontrar a linh i forrea
de Caiuar, avaliado por 200000.
Um b)i ama- lio e urna carroca com pipi para
nona, cucampados em m:'i i do Manuel Martins de
M-leiros, avallados, o bui en 60000 e a carroca
precisando de c ucerto, p.r 40J000
Barro
Urna casa terrea n. 80, d tijollo e cal, 1 porta e
2 janellai a frente, 2 salas, 2 quartos e cosinha
interna, medmdo f> metros e 70 centmetros de
frente, 7 metros e 70 centmetros de fundo, a cuja
casa pertcnce todo terreno do quintal com cerca
de 90 motros de fundo e cerca de 100 metros de
largura, solo foreiro, cora diversas arvores fruct-
feras, tndi avaliado por 300$000.
Um casa terrea de tijollo o cal, com cornija,
n 8J, 2 portas, sera repartimento, raedindo 5 me-
tros e 40 ecutira tt-os de frente, 10 metros d fundo,
cora urna estribara de taipa, pequeo quintal em
ubi to, golo foreiro, avaliada por 250j00(>.
Urna casa terr i de taina, o. 86 com '! portas,
2 salas e 1 quarto, raedindo 4 metros e 30 cent-
metros de frente, 7 metros e 70 centmetros de fun-
do, pequeo quintal em aberto, solo foreiro, cm
mi estado, nvaliada em 304000.
Uma c-.sa tenca de taipa, contigua a de n. 86,
sem numero, porta e janella, 1 sala e 1 quarto, co-
sinha interna, un ruinas, raedindo 5 metros 70
centmetros de frente, 7 metros e 90 ceotimetroe de
finio, pequeo quintal em aberto, solo forsen
avaliada por 205000.
U na casa tema da taipa, dividida, se nume-
ro. 3 portas, 1 sala, 1 gabinete e 1 quarto em mo
estado, medindo 3 inetjos o 30 centmetros de
frente o 6 metros do fundo, pequeo quintal cm
ab-rto, solo foreiro, avahada por 20J000.
Uma casa trrres de taip sem numero, com 3
p utas, 2 salas, 1 quarto c 1 gabinete, medindo 5
BtetFM e 90 cen'iinetros de fieiit, 8 metros e 30
centmetros c tundo, em rao estado, eoin pequeo
q-.untl c:n aberto, solo foreiro, avaliada pr
304000.
Uma casa terrea de taipa, sem numero, com 3
por-:,s. I sala, 1 quarto e cosinha, medindo 4 me-
tros e 6> centmetros de frente, 6 metros e 20 cen-
tmetros de fuudo, era inj estado, Com pequeo
quintal em liberto, solo fortiio, avaliada per
30*000.
Uma casa terrea de taipa. sem i uinero, com
porta e janella, 1 sal, 1 quarto e eosinba interna,
medindo 4 metros e 20 centmetros de frente, 5
mirtros e 40 ceutiinetros de fundo, era mo estado,
com ppqueno quintal era aberto, solo foreiro, ava-
liada por 30C00.
Lina casa tarrea de taipa, sem numero, com
porta c jmila, 2 salas, 1 quartoe cosinha externa
em b m estado, medindo 3 metros e 8 eentime-
Iros de frente, 7 mi tros e 40 centmetros de fundo,
c in pequeo quintal em aberto, solo foreiro, ava-
liada por 30000
Umt casa terrea de taipa, sem numero, com 2
por'as e 2 jan Has, dividida ao ineio, 1 salas, 4
quintos, cosinha interna, medindo 8 metros e 60
centmetros de frente, c 10 metros e 60 centme-
tros de fundo, em mo estado, eom quintal cm
aberto, solo foieiro, a valia la por 50*1000,
Um cavallo castanho pequeo e inleiro, depo-
sitado un mo de Joo da Moa Botelho, ava'a
do por 3i>000
Cujos b-'ns vi a prafa por execuco que move
Joo d'Asevcdo Pereira contra Manoel Jo. da
Costa Cabral, e nao havendo lancador que cubra
o preco di av.iliacao a arre natai;o ser leita
pelo prCQ) da adjudicarlo com o ubitiuiento da
le.
E para que chegue ao conhecimento' de todos
mand'-i pasan o presente eiital que seta publicado
pela imprensa e afiliarlo no lagar do costume, d"
que se juntar certido uos autos.
Dado e passado nesta cid ule Jo Recife de Per-
nambuco, nos 15 dias do mes de Margo do anno
de Nesso Senbof de 1886.
Eu, Jote Franklin d'Alencr Liow, o subs-
crevo.
Thomaz Garcez Paranhos Montmegro.
tes Da.id da Silva Mais, duai publicas-formas
de lettras no val ir de 5:000000, pertcncentes a
Jos Ferreira Campos, sendo que outros credores
tecn seus ttulos juntos aos autos da fallencia.
A vista do exposto, o supplicante orgmisou as
relagoes juntas, coi.forme os livrus e as subuiut.c
a V. Exc. para a classiti.-.ico dos crditos da
massa, a cujos termos req er que se proceda. Os
titulos recebidos vio juntos.
Assim pede defenmento E. R M. Recife. 31
de M.irco de 188'j.O administrador adv.gtido,
Hennque Milet.
Estava devidamriita sellada. Nada mais ce
continha em dita peficao aqui fielmente copiada,
na qual proteri o despacho do theor seguinte :
Autuadu. Publique se por editaes marca.ido o
praso do cinco das a quera fe julgar prejudica lo
para fazer aa su-is reclamaccs. Recife, 31 de
Marco de 1886.Montenegro.
Rclacao dos credores admi'.tidos na classifca-
co :
Credor preelegalo, Minerviuo Aveliuo Fiusa
Liras, 3:000*000. Credores chirographaros, Luiz
Antonio Siqueira, 11:21I1(K), Cramer Frey & V,
3:76580, Machado & Pereira, 3:054*690, Aut -
nio Duarte Carneiro Vianna, 16J500, Br-wns &
C., 1651200, D. P. Vild & C, 6.-O27J350 II Bur-
le & C 457*300, Francisco Azevedo 1:9224300, Vas & Leal, 164*660, Adamoii Hu-
we dt C, 1765680, Gongalves limaos & C ,......
926*030, Olynto Jardm & C, 224810, Guma
raes Cardse Ac C, 378*80' Rodrigues Lima *
C, 874*580, Mendes Jnior & C, 1675500, Oito
Bohres Sucetsor,' 23800 0, Eugenio Goncalvea
Cnco, 1.256^260, Gomes de Mattos Irmos,
165*400, Narciso Maia &. C, 91 l200,Jos Au-
gusto des Santos C, 435*800, Jesuin i Alces
l'eiuandes & C, 4:998*710, nlser & K-lechlin,
i>12200. Compauhia InJemnisadoia, 79*000, ein-
preza de iduininuco a gas, 36*000, Minirvino
Ave-lino Fiusa Lima, 2.!.<0*000, Atonio Ja
quim Viuhas Maia, 1:000*(XX), Jos Frreira
Campos, 6:000*' 00, Joo A. Gon^alves Pires......
10*410, Virginio Cornelia C. Leo, 154520, Da-
vid da Silva Maia, 2:800*000, Francisco Anto-
nio Beii, 20*000.
Xadada mais se continha em dita elico de
credores legt.lmeute sllala, rubricada e nqui
transcripta para conheciineuto dos intcresssdos.
E por forya do meu despuch proferido na peticao
do Dr. administrador da referida mas.-a, o res-
pectivo eserivao fez pasear o presente edital com
o prazo de cinco dias contados da data da publi-
eaco deste, dentro J is quaes devero os credo-
res que se julgarem pnjudxad.s a apreseutar a
suas reclacois afin dj screm att'ulido na fer-
ina da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandn passar o presente qu ser publicado pela
imprensa e tllixadj nos lagares lo costuin*, do
que se juntar eertidlo so aut 9.
Dado e passado neta cidade du Recite, de Per-
nambuco, aos 8 das di in-.z de Marco Jj anno de
Kos.-oS'-uhor, de 1886.
Eu, Jos Fraiik'in de Alencar Lima, o sobserevi.
Thomaz Garcez I'aranhos Monleneyro.
Joizo (los Folios da Fazenda
\acional
ESGRIVAO UKfiO UMtOS
I'erante o Sr. Dr.jt.it SU be ti tuto dos Feitos da
Fazenda, Francisco Alves da Silva, no dia '.) do
viudoi ro mez de Abril palas onze boraa da ma-
nila, depois da audiencia, se vender ein prae i pu-
blica os bens seguiutes :
Un i armaco de amarello, euvernis-da.
Um pequeo liti ro envidra^ado,do istubole
cimento da casa i\ 7 da la de Smta Rita N > i.
que se ach un poder de Franchoi Marcelino
Menteiro, d-no do do ui sino estabelecunento, ava-
liada p r 300*000.
A casa terrea ii. 111 sica ra de S. J rge
(Rccie,) per tuneen te aos b-rdeiroa de Joaqun
Rodrigues de Alincida. a valia la por 1:0J0O0O.
Umi prroca do duas r da?, e >m a nuineracao
de 222, uip boi bart.nte gordo du tr oastanh
pitencente a Manoel Pacheco da Assuinpco,
Cujos bens se achara cm seu .oler no Camuibe
N. ve, lugar de sua residencia, avaliado tu lo p II
150**00.
O di minio til do terreno di ni .rinha n. 67 C,
sito ra da Unido c de Sete d-i Potembru per-
teueente a A'exandi in i Mana du Espirito-Santo
Si ve Leul, avadudu p r 200*000, sendo t idos os
bens cima mencin uos penaorauts e vndidos
para pagamento da Va* n 11 Nacional u c'istas.
Recife, 29 de Maci de 1886.
Francisco Alves da Sil vi.
Club Varios Gomes
|8b8Sao do conselho)
Por ord' m do -r. prc-idente Hatera sisa o do
Cuuscllio Seguuda-liera 5 do correute,s 7 hora da
noite
Recife. 2 de Abril de 1886.
Aricusto Maia,
:- secretario.
S. K. J.
MiM Becreatira JiiMe
Sarao bimenail em 25 de abril
Participo a todos os senhor.-a socios que o sa-
rao princip ara Os ingreesos encontrara so < m poder do Sr. t lie
sonreir, e os convites uo do Br. presidente. Pe-
dese toda a simplicdade as toilettes cprevine-
se que nao slo admissiveis agErrgadjs.
Recife. 31 de Vlaryo do 1886
Luiz Guedea de Ainorm,
2- lecretario.
Clil) de Reatas Per
na "bucano
3* regata
Por deiiberacjlo da ultima aseemb'a geral, est
derigoado o dia .de Maio prximo vindouro, para
ter lagar a tendr regata deste club, cm solem-
uianca o seu 1 annveraario.
i iria do C uh de Regatas Pernambucano,
ein 2 de Abiil de 8 i.
Osear C. Mon'eiro,
1- seeretirio.
Hospital ^ortii^iicz de
Bencficeiicia
' coniocaro da UMiieinlila geral
Ds-ordi'in do Iilm. Sr. vice-piov i eonvid es
senhores tocios a rcuuirem- mbln goral
domingo 4 .le u !. .- 11 h ras da in.nli, aliui
de proceder-.-e a l.-itura I i relat ii i e pireier da
eommis?o ce esame de c m as da a Imniatraco
de I8"!6, e a eie-'cao de alguns inem'iros da nova
unta.
Sollicta-se a tjJoS os senh >ie i iS qse eont-
parecam a es a sesso, virio que se resolVCU p o-
eeder aos trabulhos com o numera queeonpaf
cc3se, n i.-p. u i.-nti- da tiipp .-.i'.-a dos esta)
alten!- nio a que de in i.-cli .-.v 1 noce
nV. di mor-.r ,i r maia ti mp i a pj se da n iva ad-
mmis-rac".
Secretaria do lio-; i'al Portuguez de ll-n
ia tn P rniimbuoo, 29 do Marco '' "''
,\l:i i el Vaiti:.- C ip to,
2* r cre n >.
SEliROS
\f ARITIMOS CONTRA FOGO
Companhla Phenix Per-
nainbucana
iiua do Commercio n. 8
(JOMPANHIA
JMPEKIAL
UK
.^i'lKl'ROM CONTRA 1 0. i
EST: 1803
Edificios e mercadoria*
Taxas bateas
Prompto pagamento de prejuizoa
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
13ROWNS&C.
N.-- Ra do Cvmmero N. 5
MIsTda C5.v;i
de fllserieordza S
SeriS'e
Siseriitir iia d
e -i a. tros ;.:i
.!.,r
DECLABACOES
UBSPACHOS
Lm 1 de Abril
E BXPTACAO
de 1886
Mes de Abril de 188
tut soaDe 1 2
'i id d 3
Rcou^b'.iubiij 1 2
Id ro Je 3
Cjbsulsoo 'boviscui.!-'e 1 2
Ilec d3j
45:753.30x
8.8. 7.015
54.610316
4:006900
1:579/260
rtaOirS DRUNAOK-
dem de 3
Da 1 2
5:586lt0
6:428/510
7:986/669
14-415/179
1:774.060
925^118
2.699; 258
ALTERACA0 DA PAUTA
Para a semana de 5 a 10 do mez de abril
de 1S86 I
Asnear masca vado, 122 rs. o kilo.
Carnauba, 360 rs. o kilo.
Couros seceos espichados, 605 rs. o kilo.
Couros seceos salgadus. 698 rs. o kilo.
AlfanaefT* ae Pernambuco, 3 de abril de 18.6
Os conferentes,
Itaymundo F. de O. Mello.
Salvador A. de A. Freitas.
rara o exterior
No vapir ingles Orator, carregon :
Para Liverpool, M. J. da Rocha 400 sacros com
30,000 kilos de asaucar raascavado.
No vapor franrez Niger, carregou :
Para lluenos Ayrcs, D. M. da Costa 15,000
cocos, frusta.
No ialacho inglez Mosse Rose, rarregaram :
Para Kev-York, H. Forster & C. 50C saceos
cora 37,50.) kilos de assucar mascavado.
Para o Interior
No | alacho nacional Rival, carregaram :
Para Pelotas, Araorira Irmos t C. 30 pipas
com 14,400 litros de agurdente ; L. J. S. Guima-
raes 100 jai-ricas cora 10,631 kilos de assucar
branco.
No vap r nacional Pernambuco, carrega-
ram :
Para o Itio de Janeiro, baltar Irmos & C. 80
pipas com J8 4C0 litros de aguar lente ; M. N. A.
de Almeida 10,000 cocos, fructa.
No briguc inglez ?iaide, carregaram :
Para o I ara, V. da Silveira 600 v-lumes com
30,070 kilos de assucar branco ; Carlos Alberto
350 banicas cora 15,932 ditos de dito ; J. M.
Dias 200 ditas cora 11,225 ditos de dit.
No vapor nacional Piropama, carregou :
Para Maco, P. Pi uoto V.de Castro 3 barricas
com 1O kiles de assucar branco.
No atache naeiou rdtense, carregaram :
Para o Para, Maia & tezende 50 pipas cora
24,000 litros de guariente.
No hati nacional Corrcio de Natal, carre-
gpram :
Para Maeahyba, Amoiim Irmos & C. 43 sac-
eos com farinha de mandioca..
= Na b: renca D Pautia, carregaram :
Para Parahyba, E C. Beltro & Irmo 10 bar-
ricas cora 112 kilos de assucar hrnnco.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 2
Pensarola (Amarica) 56 dias, barca in-
gleza o Bessie, de 562 toneladas, ca-
pitSo J;mes M. K>nzie, equipagem 10,
O Dr. Thooaaa Garosa Paranhos Montene
gro, commendador da Imperial Ordeai
da Rosa, juiz de direito especial do cosa
mcrcio desta cidade do Recife de Per
na i.lm :o, por S. M. o Imperador, a
quein Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital viren ou
delle noticia tivirem, que por parte do adminis-
trador da massa fallida de Joaquim Ferreira Cam-
pos & C. me toi dirigida a peticao do theor se-
guinte :
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz especial du comir.er
co. 0 advogado Henrque Augusto de Albuquer-
que Milet, administrador da massa fallida de Joa-
quim Ferreira Campos 4c C, ten lo annuncado e
convidado pela imprensa aos credores da dita
massa, para no praso de oito das apresentarem os
seues titulos afn de serem classificados, apenas
recebeu una conta de Jesuin > Alves Fernandes,
na importancia de 4:998/710, ontra de Otto lloliers
successores na importancia de 2:384/ outra de ul-
zer & Koech|u uo valor de 512/200, ou'ra da cm-
prezade illuminaeo a gaz, na importancia de 36/,
quatro letras de Antonio Joaquim Vrahas Maia,
no valor de 1:000/000, tr<^ publicad-formas de
lettras. na iuioortancia le 2:800/000, pertencen-
i
UlIlO Filflll itlOCiilStt
S.iw ci'nvidados todos os cidadios, que se ioscro-
\"erm como socios rndadorcf ifesta iiciedade, a
*i pneeerem na ra di 1 npera ior u. 77, 1." an-
ear, V meio dia s 2 h ras da tarle, era todos os
dias tcie, e as qiiiutas-feiras, tambera, das 7 s
9 da noit>, para pp-eneserem as f;rin-l' lades eli-
gidas pelos u*ss s estatutos.
Dr. Barros Sobriidio,
1. secretan .
\a secretai a 11 Santa i'
... idaoi se : r
ion is ;l:trai->s :
. i M.- da :. :'
Ideo] 'dem n l II
l..i lo '.'. un J -; n 13, 1 aud-.r
dea n. 21,
idem idein o. j'.'. '.
rfua dos Burgo* n. 2i
ii:ia d, Madre i Man !i 10-A
>*8 da Alfandcr i urtnazein n. 1
-ih du M trunes de OinJa n. :'. 2
sudar
Ra da Guia n. 25
I! ce i 'I: Abren n. --, o '
Sua do Visean I- de Ir.iparici n 24,
pavioH uto t n-"o. e _' andar, por
Boa das Ca'i.aliS n. 3
Secretaria % Santa Casa de Misericordia
Recite, 6 de levcrcirode 1886.
O eserivao.
i'^drii udrioiien V 50NM
240*0 i
.'4',; i'.
3 0/
{I6/00U
240* "i
216J
180/
1:6001
507/000
20
43;0 1:600/000
200/000
do
carga ma leira de pinho; a Henry Fors-
fer & C.
Parahyba 12 horas, vapor inglez o Ora-
tor, i de 849 toneladas, comraandante
J. D. Pate, equipagem 29, carga car-
vilo; a Johnstou Pater iS C.
Navios sonidos no mesmo dia
Rio-Grande do NorteHiato nacional Cor
reio do Natal, cepit&o Joao Quedes de
Moura; carg varios gneros.
Navios entrados no dia 3
Santa Catharina 29 dias, lugar norue-
guense India de 349 toneladas, capi-
;3o B. Jorgenser, equipagem 9, em las-
tro ; ordem.
Santos 29 dias, lugar norueguense Schil-
1er, i) de 435 toneladas, capitao O. P.
Lnrseo, equipagem 10, em lastro;
orderu.
Observando
Nao houve sahida.
VAPORES ESPERADOS
Atyer da Europa boje
Sergipe da Bahia hoje
Pernambuco do norte boje
Cear do sul a (i
Bessel de Liverpool a 6
VUle de Rio de Ja-
neiro da Europa a 6
Vitti de Bahia do sul a 6
Juca de Trieste a 9
Trent da Europa a 10
Mandos do norte a 12
EUt do sul a 14
Advance de New-Port-News a 16
Bahia d sul a 16
Espirito Santo do norte a 23
La riata da Europa a 24
Equateur do sul a 25
Para do sul a 26
Neva do sul a 29
Da repartciio d;.s obras publica?, fag publico que,
em virtude da autoiisacii du Exm. Sr. coase'hero
presidente da provincia, n > dia 8 do mez de abril
proxim-i vindouro, a a uni di', ieeebe-.;e nesta
secretaria propostas para a t xecucao uos iei>aro9
di- dous pontilhes do aterro di Porto de Galli-
nhas e os da ponte sobre o rio Ipojuca, uo enge
nho Limo-, rj.
Os orcameutos c mais con lices do contrato se
acham nesta secretaria para seren examinados
pelos senhores pretend-ntes.
Secretaria da repartilo das obras publici'.s de
Pernambuco, ein 26 de Marco de 1886.
O secretario,
J. J. de Siqueira Varejo.
IRMANDADE
n
Nenhor K.mi .Icmi iIon I*hn>.. du
man / ili> Coi'iio Santo
Pelo presente convido t d.is os nissos caros ir-
mos para coraparecereui no diiveito de N. S. do
Carrao, sexta-feira 9 do corrente, pelas 3 horas U
tarde, afim de incorporados, acoinpanharmos era
solemne procisso a sacrosanta iinagom do nnsso
Divino Padmeiro, pura sua sede matriz do Cor-
pa Santo.
Consistorio da irmandade, aos 3 de abiil de 86.
O escriv",
Ir. nc8co Antonio C. Cardoso.
Recite Drainage
A companhia faz publico, para conhecimento
dos interessados, que collocou no mez de Marco
prximo lindo, os appar/dhos abaixo declarados :
Fregu.ia do Recife
Ra da Madre de Deus a. 30, apparelho n.
8,010, 1 andar,
dem dem n. 32, apparelho n. 8,011. loja.
Ra .a Me la n. 9, apparelho n. 8,012, casa
terrea.
Ra de Maris e Barros n. 2, apparelho n. 8,013,
c:sa tirrea
Boa-Vista
Ra da Iinperatrz n. 8, apparelho n. 10,933,
soto.
Recife, 2 de Abril de 1886.
O gerente,
J. Dotesey Jimior.
Companhia de Edilicaco
Os fundadores da Coiipanhi.i de Edifi-
i ajilo, convidam os respectivos Srs. accio
nistas para se r unirnv, ni quarta-foira,
7 do prximo futuro mez, 1 ora da tr-
il", r.a ra do Imperador n. oS, Io andar,
at n do se proceder, r!c a cor lo ci m os
arta. 'I e 28 do Reg. n. 8,821 de 30 de
Dezembro de iS-S2, install.iyo da mes
ma companhia, e elciyao dos administrado-
res, conselho fiscal, bem como a de prsi-
lente e secretario da assembl.i ge ral.
Recife, 31 d- arrodo :886
Antunes Correio geral
tsju'ico ti<- mAln* IcrroMlrcM
K.-' a adir.inibtracaj faz publica que tendo sido
insta liada a agencia do correio na povoac) de
liacho Doce, outr'ura de Coioputs, comarca do
Brejo, do da 5 deste raez comees a expedir raaias
para dita agencia nos dias 1, 9, 13, 17, 21, 25
e 29.
Repartise dos ctrrcios de Pernambuco, 3 de
Abril de 86.
O administrador,
Ajfonso do Reg Barros.
tioiiipanliia de Scjjuros
MARTIMOS E TERRESTRES
llstabelccda cm t55
CAPITAL 1,000:0001
SDISTROS PAGOS
lie 31 de dezcinbro de 11884
Hariliflos..... 1,110:0009000
eiTCsIres,.. o 10:000^000
44lina do .'omiuercio

1
U'
CONTRA
he LiverjMWl & Londcn 4lob
ji
COMPANHIA DE SEGUROS
C'OXd'BSA FOtt
Sftrtb Brilish & Mercamile
CAPITAL
2: de libras scrnas
A G E -V '1 E S
Adonisonllowic& C.
ID uii
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO ROM JESS-N. 7
Keguro murilimoN e lerrenire
Ne-tes ltimos a nica companbia nesta praca
que concede sos Srs. segurad' s iseinpcao de paga-
meoto de premio un cada stimo auno, o que
equivale ao descont de carca de 15 por cento em
favor dus segurados.
TIIKATRO
DE
VARIEDADES
NA
A.
Cempanhia lyrico-coniico-
dramtica
DIRIGIDA PELO AHTISTA
LlZAHLOiNE
E M P R E Z A
BOLDRIiM E L. 3IILOJVE
>lonte de Soccorro de
Pernambuco
Os possuidefcs das cautellas de penho-
res dos nmeros abaixo, silo convidados, a
resgatal-aa at o dia 15 de Abril vindouro.
10,U7o 10,116 10,11- m,13G 10,137
10,G7 10,784 10,786
10,817 10,828 10,828
10,833 10,831 10,835
10,830 10,841 10,342
10,846 10,853 10,854
10,865 10,867 10,860
10,880 10,891 10,001
10,914 10,921. 10,022
10,939 10.040 10,842
10,956 10,962 10,970
10,997 11,003 11,006
11,017 11,022 11,023
11,062
11,108
11,060
11,002
11,128
11,158
11,192
11,061
11,107
11,129
11,164
11,193
11,138
Thesonraria de Fazenda
De orden do Illm. Sr. inspe :tor, faco publico
que no dia 8 do corrente, pelas 11 horas da ma-
nha, perante a sessSo da junta, recebem-se pro-
postas para o fornecimento de alguna artigos nao
contratados, que se fazem precisos ao abasteci-
meuto do presidio do Fernando de Noronha.
A relacao desses artigos acha-se nesta secreta-
ria e ser franqueada aos preeponenter.
Thesouraria do Fazenda do Pernambuco, 3 de
Abril de 1886.
O secretario,
Luiz Emygdio P. da Cmara.
Club Concordia
Preskegelen Sonnbend 3 Aprl 1886, Abends
7 1/2 Uhr. #
Das Directorium.
11,168
11,194
11,210 11,211 11,212
11,242 11243 11,247
11,257 11,260 11,261
11,275 11,280 11,283
11,303 11,309 11,321
11,339 11,333 11,334
11,352 11,353 11,356
11,379 11,380 11,383
11,388 11,392 11,401
11,412 11,413 11,418
11,436 11,437 11,438
11,452 11,453 11,454
11,451 11,472 11,475
11,492 11,497 11,507
11,512 11,513 11,521
11,534 11,538 11,544
11,551 11,552 11,553
11,557 11,562 11,563
11,573 11,579 11,583
ll,90 11,593 11,600 11,601
R3cfe, 23 de Marco do 1886.
O gerente interino,
Felino D. Ferruira Coeiho.
LondoD and Br&slllan Bank
Limited
Ra do Commercb n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
zas do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N-
Porto, ra dos Inglezeo.
10,807
10,830
10,836
10,843
10,855
10,885
10,90)
10,930
10,943
10,974
11,015
11,032
11,064
11,117
11,139
11,177
11,198
11,216
11,250
11,263
11,294
11,326
11,345
11,372
11,384
11,406
11,419
11,443
11,458
11,485
ll,f.09
11,523
11,548
11,554
11,566
11,587
10,811
10,831
10,837
10,844
10,857
10,887
10,910
10,932
10,946
10,987
11,016
11,044
14,068
11,118
11,146
11,187
11,209
11,226
11,256
11,273
11,299
11,327
11,346
11,377
11,386
11,409
11,429
11,450
11,465
11,489
11,511
11,524
11,549
11,555
11.572
11,589
OMM'GO,
I
\
ws.
de Abr
Lyrico Cmico Dramtico
Priinelra parte
Subir Siena a NOVI-.SI.MA e engracada co-
media em 1 actu
4 ultima noite de carnaval
em que tuinam parte a Sra. Durand e o Sr. Re-
posa i.
ttcgiinda parte
1.Uma romanza pela Sra. Kosalba Bacal
2. Yone (Petrella) grande aria pelo barytonj
Sr. Comolett.
3o Les petils Baisers. caucau francs i pela Sra.
Mamn.
Te re el ra parte
1."Vesperi Siciliani (Verdi) sria pelo baixo
Sr. Pozz.
2."Uma romanza p da Sra. Sdouia Sprnger
3.* A magnifica cancao do Jardiueiro, na ope-
reta
ACI
desempenbada pela distineta actriz Sra. ILtsioa.
Ultima parte
Acabar o espectculo com o 3o acto inteiro
da magnifica opera do maestro G. Verdi :
Um Baile de Mascara
em que tomam parte a distineta cantora Sra. Cor-
tes! e Sra. Becci e os Srs. Dominci, izzi e T-
relli.
Preces do costume.
An entradas gerae do direito ao
aameato no tbealro.
N5o se transiera o espectculo anda que
chova.
A simo. Depois do espectculo haveni bonds
das linbas de Fernandes Vseira e Afogados. Os
bonds no largo de palacio.
O bond de Magdalena s haver quando o es-
pecticulo acabar depois do horario do ultimo que
passana ra Nova, s 11 horas e 42 minutos.
No trem at Apipucos nao ha bilhetes de 2a
classe, e nao teem valor as series da compauhia.
Principiar isa s 1,'* hora'.
!
EMPREZ4 DO GAZ
Pede-se aos Senho
res coDsumraidores que
queiram fazer qualquer
comunicaco ou recla-
maco, seja esta feita no
i
umr

.





1



-




*
\
'\
)
Diario de PernambucoDo.uiu^o
4 de Abril de 1886

escriptorio dfsta empre-
za amadoluiper dor n
29, onde tamfoei se re-
ceber? qualquei' conta
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
Hennillo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoei
Antonio da Silva li
veira, e quatitd for pre-
ciso o Sr. Anlonio Har-
s Carvalho.
Todos os recibos dessa
emprcza devero serpas -
sados em taloes carimba-
dos e imiados pulo abai-
xo assignado jem o que
nao lefio valor algn*.
George Wtadsor,
'ompanhia Uahiaa.i de navega-
do a Vapor
Matei, Villa Nova, Penod .<, Ara caj,
Estancia e Babia
O vapor Sergipe
unaadanU Pedia Vigna
ae in>preterivc|
n i ote para os portn
cima no dia 8 do eor-
rente, s -1 horas da
tarde. Receba carga
at no meio da do da
Par-i varga,passagens, enoosuaeadaa o dHiboiro
a fret;; -acta-so na agencia
7jiua do Vigariu 7
dominios Atoas Ha.hsHs
AVISOS DIVERSOS
I nilcsd Slales k Brasil iail 8, S.C.
O vapor Advanee
i.i-3'.' de Ni w P rt
Ncws.at o dia !6 de Abril,
o qual srguir.4 depois da de-
mora oeeeaaaria para a
Baha e Hio de Janeiro
ira carga, passagens, eneoinQi'.'i'!:i8 e dh1x re
a (rete, traeia-ae com os
AGENTES
Henry Forsler & C.
N x. RADOOOMkfcKClO N8
/ anclar
- Pede-M >ioi uliaixo Hrai>;nd<>s favor >le
viren uu mandar roa do M.rquez de linda u.
~>1, a m gocio que ni ignora D
Pedro Sjqaeirs, d'Alfandega.
Arthur Dantas.
L'iiz Carvalbo.
Jos Guimarler, caixeiro d-: Lojro & Pilbo.
Frederico Vieir i.
Augusta Goucalves da Silva.
Manoel Antonio Carneiro de Araup.
Alucra-sc o 1' andar da casa n. 19 ra da
Penba, o 1 da de n. G raea.na, i na, o 1 da de
n 35 a travesa de S Jo, o terrro de n. 2G roa
Uuqu". de Caxias, e a e.sa n 26 ra do Nuncs
Mu -luido, n. Eacinheiro, com b Iratar na ra do Hospicio n. 3i.
Precisa su de ama oosinbtira para cusa de
foilit : a tratar na ra do lia rao da Victoria
U. 'J, loj l.
Alugv-se a casa com sitio, do Dr. Castelh
Braooo, nroxirna ao povoado do Beberibe ; tam-
ben! alnga-se nma boa casa terrea mvnmr-utc re-
construidH, sita ra d<> Mathias Kcr reir, em
O lida : trata-M ra Duqae de Caxias n. 23.
= 'ist para alugar u i a 'rioulinba para ser-
vico domestico de casa de i miiia : na ra da Im
peratria n. 8, 1 andar.
Precisa se de urna ama para casa de pouca
familia na ra Vidal de .M'greires n. 133.
QiH'in pre i.-.ir de Ilota proftSBora para pri-
inciras lrttras, principios de fran.-ez e italiano,
msica, piano a flores, para casas particulares nu
nos ambaldes, dirija se ao Cuminho Novo n. 128
Xa inesma cnsa se precisa de urna mulhcr r'e ida-
de de bons c.stumes, que faca companhia a uma
familia e presto nlguLs se.uc. s.
Precisa su de un tneuin ou de uma prcta
para vi ader lab >t. ira : a tratar ua rao o a, n
numero 39
Aiim^m
As ac^o-.'a entra amigos, relativamente a uin
piano de Herz, que tiuham de correr cum a segun-
da lotera da provincia do mez abril, por falta
de ri'eebiinento das respectivas importancias, dei-
xat de correr com aquella e correrao impreteri-
velmente com a ultima do ni'smo mes.
MARTIMOS
fcOH.*^lll t l'KHMH*tl(t\t
DE
!fcavegaco Tostelra por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Nata], Maca, Mossor, Ara-
caty e Cear
Pira pama
Segu ne dia 5 ;
Abril, s hor
da tarde. Recebe
carga at o dio 8.
*:l*--- -
Encomn'ii las passageiu e dinbeiros a frete ate
s.'ihira- da taiile dodiada sahida.
ESCRIPTORIO
Cae da Companhia PKr-iamb'iivn*
n. 12
Companhia llra< Ilelra de %mc
;;<*o a Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Pernambuco
Commadanie o capitao de fragata Ped o
Hyppolito Duarte
E' esperado dos portos do
norte at o dia 4 de Abr
e depois da demora in
dispensa ve], seguir para
os portr.s do bu!.
Recebe tambem carga pa-
ra i'antos, Pelot,-.s e Bio Graude de Sul, (rete mo-
dio.
Para carga, passagens, encoinmeiidas valore,
ira'a-aena agencia
N- 46 RA DOCOMMERCJIO N. 46.
A uga-sc o sobrado eom sota ra do Co-
ronel Saaaaana n. 139, V. m commodos para grande
fi>iii li i, c-iado e pintado bu puuco trmp.'i ; a era
tar na roa da Iuiperatriz n. 66.
Precisase de uma caaiuheira para casa de
peqnna familia ; a tratar no .itio do Dr. Valen-
ea, na estafilo da Jaquii.-a (linba de Apipueos).
Ensino primario c secundario
Urna pessoa habilitada, propondo se a entinar
primeiras li-ttras, portuguez, t'ranciz, arithuietica
e outras materias, abri uma aula a : ua de S.
Jorge n 35, onde pode ser iocurada. ,
Bom negocio
Vende se uma das melhores tavernas, propria
para principiante, cin Jaboatan, confronte a feira,
bem afregui'zada, e cemmodos ?ara famili-, ga-
rr.u'e re as chaves a tratar na mesina.
CALLOS
O MELHOR E MAISINFALLIVEL DE-
TRACTOR DOS, CALLOS E' A
Mavnardina
porque os extrahe ccmplctuminte.sem causar a
minina dor.
E' fac de applicar, nao impede de se andar
ca'cado o tem o seu (ffeito comprevado por attes-
tados insuspeitos e rm numerosas applica(Sei que
nunca falharam. Nao confundain, nem fc en-
gaan com ostro preparado. S verdadeiro o
que se prepara e vende ni Drogara e Imperial
Pliar.nacia Diniz.
DE DINIZ& LORENZO
37-Prafa do General Ozorio-S7
Deposito i n P. rn.iiiibuco, pliarioscia de
Herines de Souza Pereira & C,
Successoic
Haa to Harauez de Olinda n. 27
abaixo assignado, Dr. em medicina pela Fa-
-uldade do Rio do Janeir>, eavalbeiro da ordem
de i bristj por Portugal, medico adjunto do'Hos-
pital da Vencravel Ordem Tcrceira do Carmo, da
caixa de D. Pedro V, agraciado com a medalha
humanitaria por esta pin iistitiiica '. etc., Ptc.
1 Atiesta que o remidi denominado MAVNAR-
DINA, preparado polos Srs. Diniz & Lorenzo
na imperial drogara e pliarmacia Diniz, iufal-
livel para a eztnweio dos callos. Outrosiui
attesto que tendo em si empregado, eolheu os ine-
lhores resultadas a .ponto de peder calcar as bo-
tinas as milis justas
O que al testa verdade e jora aob a f de seu
grao.
Ro, 10 de Dezembro de 1885.- Dr. Francisco
de Puula Costa Jnior.
TELEGRAMMA
|ircebtlo pela (Tusa DA Ia SERIE DA 2.a LOTERA DO CEAR
________________EXTRAIHDA EM :) DE ABP.iL______________^
*l MIvHof
\i :nos
22784
31195
37210
i'HCUIOS
^oioobl
30:0001
20:0001
2480
32393
I'K.'MIOfS
ftoaT-
4:000$
.uu$ os sGBRintes
6370
23048
30341
32558
1.
38343
Linli;.
ooa, Pfti
CHAKEIRS BEIMS
Companhia Franreza de Xavrjr
f o a Vapor
quinzenal entre o Havre, Lis
ia:ribuco, Bahia, Rio de Japeiro
Santos
steajher Ville de Bahia
Espera-se dos narros do
sul at o dia 6 do corrente
' seguindo depois da ndis-
pensivel demora para o Ha-,
' tre.
Recebe encommendas e pas3ageros para os
qnaes tera cxcei lentes accominoda?5es.
iar Ville e Bio do Janeiro
E' esperado da Europa at
dia (i de Abril, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a Ba
Illa. Rio efe Janelrs
< Ifaniok.
Roga-se aoe Srs. importadores de carga plo
vpores desta linha,qnciram apresentar dentro de6
dias a contar do da descarga das alvareag -;
quer reclamadlo coacernente a volumes, ^u pt-
v -'ntuia tenhara seguido para os portos do sul,a6a.
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
sarias.
Erpirado o referido praso a companhia nio se
responsabiliza por extravos.
Kecebe carga, encommendas e passageiros pan>
s qnaes tem cxcellentes accomodaQoes.
Augusto F. de Oveira & (
AGEXTEN
42 RA DO OOMMERHIO 42
BOYAL MAIL STEAM PACKET
COMPAQ
O paquete Trent
E' esperado da Europa no da
8 ou 9 do corrente,segui;ido
depois da demora necessa-
ria para
Macelo, Baha, Rio de Janeiro, Santos,
Muttrv'nUo c- Buenos-Ayres
0 paquete Elbe
esperado
do sul no dia 14 de
mareo, seguin lo
liepois dt demora
necessaria para
*. Vicente. Lisboa, Vigo e Son
ihampton
Para passagens, fretes, etc., tracta-se com j
CONSIGNATARIOS
A (fainsoii Howie & C.
Pacifle Sieam Navigaion Company
STRAITS OF MAiELLAN LINE
Paquete Patagonia
E' esperado da Euro-
pa ate o dia lljdo cor-
-rente, e seguir para o
|.-ul depois da demora
__Ido costume.
Para carga, passagens e encommendas e dinhei-
ro a frete traeta-se com os
AGENTES
Wilon Sons L C, i.iiniled
N. 14 RA DOCOMMERCIO-N. 14
fnp.i\ni.
%A
PKn*itiiit
DE
Vavegaco Coste!ra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracuj, e Baha
O vapor Jacuhype
Segu no da ** de
Abril, as 5 horas da
-tarde.
Recebe, carga at o
_Pdu 6.
EncommendaB, passagens e dinheiro a irete at
4s3 horas da tard" 1" dia di pa>-t- U.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Parrambucaw
n. 12
noval jllail SIpiii Packet
Company
Reducido de passagens
Bilhctes especiaos sc-
ro emit idos desde 14
de marco at o im de
jullio offerecendo faci
lidades aos senhores
viajantes para visitar
a expsito colonial
em Londres, de 1886.
Ida c volta de Per-
nambuco a Southamp-
on, primeira classe,
com o prazo de 6 me-
zes libras ster I inas 36,
ISO.
Criados
Lisboa e Porto
A barca portuguisa Isolinn recebe carga a fre-
a ; tratase com Silva Guinares & C. ra do
Comroercio n. 5.
LE1L0GS
.El LO
Em eontinua^ilo
SEGLXJA-FEIBA, 3 DO COBBE.NTE
A' 11 horas
So armazem da ra do Bom Jess n. 19
De fazendas, miudrzas e. chapeos
Pelo agale Modesto fapthta
~~4 4" LElLTiO
Terca- feira 6 do do corrente
a's 11 IIOBAS
A mi do Bom Jess u. 19
O agente Sv^ira, p>r mandado e com assis-
te ne a Jo Exm. Si" Dr. juiz de orphaos u auaen-
t"s, evar a IciISo o si.ic do Arraal rua de
Paulo e Silva, do finado Joaqnim Martius Gomes,
a re u -i iinent j da inventariante D. Honorata Ma-
ra do Sacramento.
LEILiO
'lerca-feira H de Abril
Na estrada do Arraial n. 27
\'m 11 limas
O agente Modesto Bapista autoi3ad.) pelo Sr.
Marianuo Fiaiicisco dos Santo- far leilao para
pag.mciit'.s des credo res do mesme, da armi.eao,
utenslies^e mercaderas existentes na tavema n.
21 i. estrada do Arraial, assim corno do telheiro e
mais utensilios da padara, sita na mesnr. casa, a
divi las na iiiportaneia ife 2:314.
LAODJS PKEDI^EVl TERRENO PRO
PRIO
T rea t. ira do eorrento
A's 11 horas
A' rua to Jtoiii J<'sn d. 19
O agente Silveira, por mandado e com assisten-
eia lo Exm. Sr. Dr. juiz de, orphoos t a requer-
ment do inven'ai"iai te Antonio Lourene) ilo Es-
piri o-Santo levar a leilao a casa terrea tila
traiessa du Principe n. 4, ilo finado Joao Cardoso
Barreto, com as seguint i dimencoes :
Porra ej.un Ha de fente, 2 salas, 2 quartos, eo-
snlia fora, mediado de coinpriiiuntj 1") metros e
40 eentimelros, e de fn nte 4 metro! c 40 cent-
metro*, quintal murado, cacimba eom boa agua
pjtave', todo arbori=udj e banbeim da pedra e
< > Srs. pri'tendeutes des le j i podem examinar
Ultimo lello definitivo
No Hotel do Universo, rua do Commcrcio n 2
Q-iai ta- ti ii i 7 do corrente
A's 11 h
Cciistiiid) :
De 1 mi'oilii di j e naud com lampo de pedr,
1 pao do falirieame (Javeau, 2 guarda-vestido*,
1 guarda-louca, camas francesas de jacarai d i, di-
tas de amarillo, maiqieas, I in b lia de mogono,
2 i unios de jacarano. mez s gr.n'ej de ami-
rel o, oarteira?, secretarias, diversas qualJadcs
de bebidas, candieiros, registro e encaiiainento de
ga:., hucas, vi Iros, cddeiio-'s noves e muitus ou-
trosartigos.
En eontinuariiii
De 1 cavallo hluzao sel a lo q enfreiado, alijador
de baixo a ineb e esquipad. r.
Ena KCKUirfn
Aloga-se o impjrtnnto predio com grandes
coinmodos.
Por iatbrveaeao do
AGESTE GUSJJAO
Precsa-se de um crJado copeiro e de uma en-
gomo ai ira ; na r:ia Duque de Caxias d. 86.
ptimos engenhoN
2Vo dia 19 do cor-ente rao praca per trennal
arrendamento os cngen'jjs : Flor do Lima, Caxias,
Linda Flor e Pierdo Di, conforme o edtal do
juiz de orpbaos d Gamelhera, trras muito boas,
ptimos motones, grandes esendi mdico, tudo
CDncorre para que nao peream a occasiao aquelles
que queri m idq'iirir um bjm eogeuho.
Fruetas maduras
Vene se diariamente espeeiaes laranjas para
mesa, mangaba?, eapotas, e outras muitus : no
largo de S. Pedro n. 4.
Cosinhera
Preeifa se de uma cosinhera que trabalhe com
asseio : a tratar ua prac, t do Corpo Santo n. 6,
prmeiro andir.
Pimenta em conserva
Vende-se bonitos frasquinbos com pimenta em
eonserva, preparada na Europa, e qne faz um
mlho muito saboroso, pelo barato proco de 160
rs- cada nm, ato para acabar, por baver grande
porcao : no largo de S. Pedro n. 4.
E' nfallivel
Trieofero
de
a
'---y,
Largo de S. Pedro n 4
Tuda se vende pelo menos pos-
si vel
Neste estabeleciment sempre ba a venda o es-
pecial licor de maracoj, em lindas garrafinhas,
proprias para toilet, compotas de n.angaba e
manga.
Tambern seeneontra um campleto sortimento de
gaolas de todos os fabricantes para toda diversi
dade de passaros, at proprias para viagem, por
terem cinco compartimentos cada uia.
Eocontra-se anda um grande sortimento de
passaros nacionaes e estrangeiros, entre elles ca-
narios allemaes nascidos aqu no Brasil, rolas de
todas as qnalidades, at cruzadas, propr'as para
viveiros de jardins.
Cobranza de impostos
No Diario de Pernambuco de 31 de Marco, vem
publicado um edtal assignado pelo secretario do
Tbetouro Provincial, que de ordem do Sr. inspec-
tor chama, os herdeiros de Morcara. & Duarte,
para dentro de trinta dias pagar a quantia de...
3614410 de Cilcsmcnto do oitao de sua casada
rua do Cabug n. 18.
A resp&f ta qu>! teem a dar os herdeires, a qne
se refere este chamado, a publiccao do seguintc
documento :
CopiaS. 25. Consulado Provincial. ...
351/NX). Fica carregado ao tnesourciro Deme-
trio de Gusmto Coelho em o respectivo ilivro de
receita a ti. a quantia de 352800, que pagou
Mo'eira & Duarte, pelo cnlfamento do oto de
seu predio sito rua do Cabug n. Ib, correspon-
dente ao anuo fioanceiro de 16a 18.
Secca-i do Consulado Provincial de Pernambu-
co, 27 de Abril do 1881. O fiel do thesoureiro,
T. Lima.O escripturario, Malta.
Modista
D. A merina Mara Rosa de Souza, chegando da
Baha faz sciente s Exmas senhoras, que jul ja-
se habilitada a fazer vcs'idos dos mas modernos
figurinos, com gosto e peif.-icao, e i.-oiicidade nos
precos : na rua da Imperatrz n. 43, aonde pode
s-.-r procurada a qualquer hora do dia.
Feito
r
de
ue
Precisa-se de um da ilha de S. Miguel
saiba lavrar trra c-.m arado ao systema di
paga-se brm, dando se casa para moiar eom com-
modidade para familia se a tiver.
Largo de S. Jote n. 28.
A tratar no
IMMlHI
\us 4:000800(1
U
811
B
Una do Baro da Victoria n.40
e casas do costume
Achara-so vene a ob felizcB bil let t
^invnttdoa da 3. parte das loteras
!e tsti.oio t)a matriz que se extrahir ter<;i tVira. d do brrente.
Precos
huevo 4J0(X)
Meio 2d00
Quarto l'JUU
em poreo de loo^eoo par
cima
Inteiro 30500
Meio 1^750
Quarto 875
JoUo Joat,uim da Costa Leite.
nranto-M vne
awa i ais.! r o
CABEL1O
BinJn nirtHna i .Hcnorn
ni i tTOBe bem roi;' que
cura i'.i a T! HA o r. CASPA,
ogi ia ,
Jueda e o cmbianque'ciJientc
3 CABELLO o e:u todos os ca
so o tena invr.ritvelncntt
Mp.c9, B-i'hante, rorr.io;o (
Abundante
Km uro hn:nats 6 tii muli-r Tcua ijmr ix-nhuiL'
O'iL-" nrrpur ul'j paraocabclloen.
tou. mundo.
Agua Florida
de Barry.
DUPLA.
Preparada segundo a formula
orgiaal usada pelo inventor uc-
' anuo e 1829.
Tem duaa vezas mais Fragrancia
que {ualquer outra.
Oura duas vezes mais tempo.
e'muito triis rica de perfume
mais suave.
E'muito mais Fina o Delicada.
Tern dpbrada torca Refrescativa
Tcnica no Banho.
Fortalece ao Ceb.le o Caneado.
Cura as Dores do cabeca e os des-
matas. '
E'muitissimo Superior a todas a*
outras Aguas Floridas Actual-
mente a venda._______ '
i Descoberta Importantissima.
Puro Ob de Fijado de Bacalhaa
COM l
IODURETO DE FERRO,
Barclay & Comnanhiii.
Companhlii.
Cnra radicalmento e comsegnrancn o= pooroa cieoc'
da 1'hthisica. Escrfulas, Rheuniati^nio, as doenras
r.;i E-pin lia Dorsal, .Viminar^L's do Filudo, do Baco c Wo IttT.i, (.te, etc.,
e iMIitu'f aocur>o etifraiinecido e f lujado o BM pr-j
eiitivo vigore arredondad ?oa contornos. E" ceria- i
mente DaM .randu OBD&JtA C Puro Oleo X'fzndo de Buoallir a OO Boduroto aej
Ferro Xaropf. de Vida:
do Se er No. 1.
DEPURATIVO E PURGANTE.
Une novo e admiravcl purificador do
cacgpue acta sobre m intestinos
o lijado, es rins o a pelie.'
E'ci.ra nfallivel centra a DehiMdadc
r>ervosa, as Dores de Cabe; ;;. u Dyu-
Qepsia as Sezoes, e contra as doen--
cas de origen! Miasmtica ou occa-
sionadas por desordens do flgado
ou pobreza e impureza do sanguo.'
i mam i
135
1572
3830
12903
17570
-2:
-2:
20313
20411
20421
22343
22507
23301
25241
25200
J6313
29588
31480
32377
32010
33746
5
31194-1:
31196-1:
31209-500$
39211-500$
9M-
1--
Os nmeros de 22701 a 22800 excepto o da surte grande, fttfo
premiados com 200$.
Os nmeros de .11101 a 51200
estilo premiados com 1008.
Os nmeros de 37201 a 57300
estilo premiados com 008.
Os nmeros de 2401 a
estao premiados com 10:8
Todos os nmeros que termioareiu
excepto
excepto
2o00 exerplo
premio de 50:
premio de 2
o
premio de 10.1118
1^' : ios eoiu MOSO'M por
;:u Si eito premia* ora
u
ca 784 eslo
serem iguaes aos tres ltimos algarismos rio prmeiro prem
Todas as centenas itijos dois algarismos terminan m
100;5 inclusive o da sorte grande.
Todos os nmeros que terminaren, ei-4
com 208000.
lotera seguinle ser annunciada a extravio.
Bilhetesvemlaaa C:iza ila Fortuna, rua Pri.n-jirjdc Mur
turne.
Pern. Tpy. do Manoel Figaeira de F.uii ,*c Fillui. L-S33.
estilo premMos
11. 23, 'CiZH ixiOi

e3
0

s

O m
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s:
55
V ~
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ce
-
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bC*G
O
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^S =
ce Sfi
Z
^
EeihidMaroesdeHouanm.

2
o
2
-

-1
C

m
P
s
$9
-9
VRheumatiemo Cantro6,Boba6 impujens '
e todas as molentiatii qurU'nr&o ana orujem
na impureza dt> sange devidaa syphdi6
0 MIHA UMrkTPt

05
O
2
Xw w%esj>w to, coY^own*, a. nt*t>uV SXevetae< uputat/alioopuyaaiado **fv
A.otU&> ruio Xtuat-t. t/jriMff/itt Qr,.itt{ ann-
(-&&*->--------- ---------.
fk-------
aBOBATORIO^ETR*l D pROOUCTOS'fljlOICIHAE.
OA FtORABRA9LRA
uadoVisoonde doRio Braaoo
RIODK -J.V.MIHO-------
^^//v/'//?)
O
ss
-i
55 ^

ao
O
O
S'
5"
ss
2;
O
6Q.
ge
ALLAJN PAT
N. 4t4--Er i do Brum- $. 44
JUNTO A E? f A(AO DOS I.ONDS
Tem para vender, por pre^ mdicos, is segu
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
OrivacSes; de diversos tamanhos.
Roda3 de espora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varando* de ferro batido.
Dita de dito t'ut: lido, de lindoa ! n
Portasde fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradcijeato p.uv jardim.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de l a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregain-se de coniertos, o uss>;nta'u -nto ue maoniulamo u ez icui^nd qualqot;
traballio com pereficSo e presteza


f


\
6
Diaria 'c Pcrnambuc- Domingo 4 de Abril de 1886
m
da-
Alnga-se barato
O 1. andar da traveseado Campello o 1.
0 armacem da ra do Bem Jess a. 4V
1 cata da ra ao Viaconde de Goyauna a. 79
A nasa terrea do beeco do Tambi n. 21.
1 tratar no Largo do Corpo Santo n. 19, 1* au-
Aluga-sc
a aa Uarea da ra de S. Jorge n. 40, eom 4
qaaastoe,2 salas, coainha, quintal com cacimba, to-
da patada e caiada, por prt co commodo, a tratar
o fa do Amoriui n. 66.
Aluga-se
o 2* andur do sobrado roa do 8rum n. 62:
ajaa'ar no riMSSBsO, padaiia.
Cosinheiro
PrecUa-se de um cosiubtiro : na ra da Aurora
miM "
JS
Oiiern tem?
nure o praln : (compra se ouro, prt
jedra.8 preciosas, por m,,ior preco que < m outia
itia'.quer parte ; no 1 andar n. 22 a ra larga do
iosano. antiga dos Quarleis, das 10 horas s 2 da
arde, dias nteis.
Attenco
O puro vinho verde a o saberoto eba preto pon
ta tranca, especialidades sem competencia neste
mercado, reci bides pelo ultime vapor, cncontra se
venda em casa da Fau.'. Jos Alves & C
(SO-Roa dtr.,_______________________________________________
Vinho de S. Miguel
mm
Nvva remessa, veudem Amaral Prini. & 9-, ra
do Rosario, e Borges na ra do Autora).
E' PURO E BARATO
AOS 4:000*000
BJLSETES SAMIIDOS
*m Primeire de flarfo n. 23
O iibaixo asignado tendo vendido nos
seas afartttcadoe bhetaa garantidos 4
quartoe n. 2511 cora a sorte de 4:000K)00,
4 quart<>s n. "649 .orna awrtede 1:000|5'JUU,
aln de nttna aortas rf<- >2, !i;So8(5, cL
otaria (40.*), que f .bou aTOJa aos poasoidores a virena rec t*-
na oosionnidaii do eoaturae aaui eacont
vanaai.
A iham-se venda os afortoaadoa h-
ihaaeb gar ''<.' parte das 1<-te ras
a Ltoaencio da matriz de Naz r h, (47.a),
qua se r-Xirahir terca-feira, 6 do corrente."
rucos
Int 4|50GV
ICeio &0OOO
Quarto L#000
Km <(ua&(Idalc aSor de KM?*
ir 8*5
Meio 1A75-.
QMtto -5S75
NIOO
%
P*enaraQ8o de Productos Vegetaes
rr;TiN?io"DAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
JvlARTINS & BASTOS
1'erinnnlnf
fomedoria
Hcariqi'.' Lim.i, preparado c. mo bom cosinhei-
ro, fornie < unedoria para fra por menos prreo
do qu em outra qualquer part, fm sua casa par
ticular :\ a do Fogo n. 35, 1* andar.
RELOJOARLl
ALIEMA
m

rol*:
UTiusao :?.! isio
im

j.
a."
MN BfcUMS liftt r
a-ae a ftrxaca que peol r;. no pello ac lina o ayimitoroi.....oaa>, ntctut i\^
a eipoctoracao e tvorlsa as fuaccous uos orya rtsai IV
)MU < ai rmmm +r Kuril f, ru k^Laaorc, eiB Faru
r _. ^'*g*'ggL*g .*gggw** L'Jt4J>ZJ!i *"- 'at C. _^ J
grageas de Ferro Rabuteau
Liuraado do Instituto da frang. Premio "la Therapeutica
0 emprego ew medicina do Ferro Rabuteau bascado na ScienctL
AsVerdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recotnmencluds nos casos de
Chlorose, Anemia, P .'.
Fraqusza das criancas, Uepauyeramento i Alteraron do s
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 a C en"<"i rfr da
Kem Constipaco nem Diarrhea, Assitnilinao com
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as possoas que ni |.u
i'iigulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
it;t Urna axplictcio detalhada acompanh cida frasco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS, que s
encentra em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos.
Pracii d C
Ibeiro Baida,-
nho Vlarinho
n. 4.
An'iga da Ma-
triz de Santo
Aut'inio nume
ro 4.
Tendo cu aberlouma officiua de relo-
joaria cera o titulo cima, rtcommondo-
me ao rcspeilavel publico para azer
qualquor traballio, at o mais diflicil na
minlia irle, como j provei como om-
pregado da relojoamregulador da
marinhaonde trabalhei os ltimos
dous aunos, promello procos m odicus
promplidlo
' Mm Fuerst.
i*<2


jl
i

\um
i
M'i'Mi
&
rtai r ^r.!> le mi nto de relojoaiia,
meataaiinidn a ru : n-,
lai _r:i j Kosario n. '.'.
U H | 1 .:<'. .:c.i- 0idn 'i" regulaBQen
wari \i-, da c< mpa
nhiaiiis ': R rif :', Olinda fl H
bciibc. la > !; c I ,.:>L';i. da estrada de
ferro d< Cari:; :i. da c mpanbia Ierro-carril de
Fi rnai nmei -ial ln n fie n
te bik trada .' fu I. Limoeiro, careado de
ictelligc. i i).]- aren, innccrta c fa-
brica qu. uei i ara lolagiea de algibeir;,
de pnnd-. Nricn de reja, elironometros ma
riiuii b lando ^i ii ba cas >l. msica. ap
parL'i! : |l)C0f .
O atea no ac* .i d roasbar variado sortimmto
de rdaatH i m rWoni qpe vi u i-' de 7 a 205
par1 p i rt O. rea de nikel.
XAFSOPEd
6S*I|M|l#fl s
* Da -..' iHai&ssia
Laureado pela Academia de Medicina
a|ivaai
Cara/fie/ro da Legiio de Honra
oso
>-^ wiTiimini na Legmu ue nunrm rT'tl*^
US^iATOd.CAL Oi^^T
O Pbosplialo de oal 6 a substancia mineral irais abundante do arganlsmo e toda ve* que sua
quantldade normal dlmlnuc resolta umaaRbccoO or. anica grave.
Mal do cinco mil cura*, a mor parto fnstlBcada p los l'r..rossoro e Medce da. Faculdade
forao obdas ulliaiimcnlc c OaafSocOin-QUOO Surujtr t/ji />' Kritirltlii-r fOSSe c 'S-lIlcado
como o especifico mala seguro contra a Tsica pwlmimar. Broncblto i-hrontuit. anemia,
Konitlimo, Sebllldade do Organismo. 0 X I diariamente aaciiauuas facilita a deotlcAo e o crescim.iito nasmes e anas de lelte torna o
,10116 inelhor; lmpede a carie e queda dos dontcs Uo Irequentea depols da preuicz.
Dapaslto: Pharmaola VimEIQE, 8, Paos de la Magdalelne, PAJtXl
Em Fernambuco: WKAIF* M. Oa SILVA C*, e mi principis Pharmscia e Orotlriu.
I v^U'iiiW.lilalil.k^ifMmilllilalli^tT.I.^'
- 7 GRAIXS^ \* Approvados pela Junta Central de Hygiene da Corte.
a" / v. cw- \2 Airieutes, cstoniacliiciis, purgativos, depurativos, contra a
J Falta de appetlte, Prlsao de ventre, Eaia^ueca, Vertlgens,
******
Coneestdes, etc. Dose ordinaria : 1,i S graos.
: rJkiiiW'K-VVJIl-^ c'"" '"''noctli CORES, en
as aMr.\Uli>:>aT:T4'i'>l as-naiur .1. Rour.xere ai tima Mr.iraa.la
Em PAJUZ, Pharmacia LEBOT.
DBPOerros ev todas as pbwcipaks phabmaqas
s&A-
r
V
A KSKLSZA XTH82/A i* MU tHtit ,..-: u i:
PERFUHARIA-0H1ZA
de i.. {LEGRAD P.rorneedQr da -arte 02 R8a.
s-^f&m Sfc^. ORIZA-LftCT tgrimmml-.".^^^
"1 *" -_.'^, la iflCoea-i/ii/M ?-5-b"^^-:- -:-2''*;v
O^aiaWe.-OlUlA^Wr.naneUs.^Viiauai f ^li'l KValkr ,..V-r ."
*' ^" i r -un a
..nigfisuumrifscfc?
ti ** MCiC*M
- -; 4*y*mi$ inf*M ./arfs
?PTWt UllbB rettfl4tlS)%
4u saris du ruja?.
OS tfe SifOi RS
I ramalhntzsCa 9rca rieras.
Ad^pUdoi pela LWfa.

^
S I ntm tftei r\tm utiK t

*1
.... ;*UT?s"eSP^|'
v'- -
HII.HETFK *iet\miK)
^ra^a ca ImepeTHieT)
cia ns. 37e 39
O abaixo assigralo jendeu entro os aeo
feliz s !)ilL<:t(^h ganuitidos da 46a lotera
a aorta de 1000 n 4 furtos n. 2665, J '2il)i
atm de ontraa muitas de 'A2-H, 165 eSf.
Convida os poisuidorcs a viresa recepej
sem descont aljfeum.
oda ts felizes billnt-s
jaraotiJosda 47-' parte da lotrrii a xmeficio
da raariz de X.iiritli, que so extra,liir
no dia 6 de Abril.
Presos
Bilhae inteiro 4 Meio 2OO0
Quarto IJOKi
na por*5o Ac t*M5 pan
cima
Bilhete iotriro 3*500 .
Meio 1A750
Quarto 875
Auttmio Augusta Ao -Smir Pifio
aprLlCAcio irarill
cuitado ImmciiwU
* ^ '..irfaaoo:-1'.
l}j I -i'to.
A r=<*l i .: .
^___ ea 0b4ll4reirM -sfc -a#e^ *
ORIZA-VELOUTE
P de FLOn 'ARROZ
dktrentn pal1*.
'rsauaio a a
s ie*,-c.
OWSSA-OIVj Olao 3?ara. oaa Oabelloa
CISOCMTTAR DAS FALSrt"ICACE? HUMBK03A ".. ,

Deposito principaj S07. ra Kan^Hcnori. Pa:;
MEDALBA DE HONBA
0 3IfTcHETn!ER
iDttreaa de mu- < mpre deu provaa a*o rapei-
tuvel pu ) i r > i nile forn:-
BJaaeota la....... ddade.
Saitroiti i' n i !-,if!- ciiii'-iit.. so aclia col
locad i m '. / es tamben p '-
ii rio : da f.Tr .-carril.
ceud,.e- ir; i aiK'liV BOI V DEsTA CIDADE.
Jetermiii ia arvacoes astronen.i-
aas. Ku i I .rg.i do Koaario n 0.
Auto, ii .1 : (lostA Aruufa
OS especficos veterinarios
UOMEOPATHICOS^^
deL.iloctado ptte Alcjtrio,
i tidlsim.co, o ct/a muito
jtiwitt J5 proprltdtdos ao
0 OLEO de FIGADO
DE BACALAO FEBU&lHC'O
4 A i>n'ca onptricAo gu perm.tte
admip'ut'ar o rerro acm pro-
e..- r Prudo de Ventr, nan
iDcommodo.
UJ;
J
3 w
... .
DIPLOMA DE BONIir%
RBCK1TAHO POR TODAS A>-
Colfi'oriacles Kciiic;
OA rRAaCABDAtllHUfA
sVasH
R10LESTIAS DO PEITO,
r.FFECgES ESCROFULOSAS
CHLOROSIS,
ANEMIA, DEBILIDIOE,
TSICA PULMONAR,
*&fZ^"~'ii'0^lJ>&- BRONCHITESjRACHITISI.0
DEPOSITO pra.r.RIS ^^S^S&^S^ XT L"^ pnM
2i,mi i raar-intunn. ii %"m,T1. *** Vinho de Coca
DKFOSITOS EM T0D\S AS PRINCIPIS PHARMACIA9 UO BRAZIL.
CHLMV^
m mmmm
1:1
16-Kua do Cabug-16
baixo ssigniido vendeu n s seus
v.-iKurosos bil'-t-.-s garantidos os premios
seguirles: 1 int'irocom a sorte de 100A
non. 2928 .' era de outros mais de 32J, |
i 65 c 85 da lotera o 46.
Convida-ae ios poasuiJon s a vir receber
sem descont algara.
Achara-se vendi os veaiurosoa billu-
tes gar1 ntidos da loteria n.Q7a em benefici'
da matriz do Nazaretb que se extrahir na
ter^a ("ira 6 do ei rr nt .
Int-'io 4fS000
Meio 2^000
Quarto 10000
wendo quantidade superior
a im:ooo
Inteiro 30500
Meio 10750
Qu.ro 07>;i
Joit'jnim Pires da Silva.
= D HUMPHREY.
I'ara a cura de todas as docn9as de
CarJlos, tiado, Carneiras, Caes, Por-
ees, Ares.
Tem sido usado com feliz resultado pe -
Pawnili'irn-. Criadares de grado, Car-
res- "erri-, tU-., etc.
Certiftcado e naad pelo (jorernados
ENtanei' l'nldn<.
t^" nvia-se Folhetos e Cartoea irrntis.
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AS
J11TO
&MsMORRSiAGkA8
OON^IriRHEAd
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-Tesentea cu ungos sao airedos em "*
jfOGcei* ^lias em soreto, uom r g-
'nen c*m sanaa, sem cansar MSD
-stoleetar m ovgauC* Aig^atjrdp, pefas
I o injecego de
tstt&UD^MaQ9BBnaXBSajSB|
B
1* T HiiTiifflfciipu,7)i
ao dotor mmm
i t*M F.l B I** l'.'t;.- : a K
fgW
'%v3at>aGAoaa -.
-i-- >wii
- ::;..V3SEnc77-, s ...
Me PflOVST, Sus"- j &
Das enruitioo daa Vlahea au sobra/ __
daKedoo...............eaaOof*.! aoos
El Beso uT-3senolAdaCognoA -a I0 tm^coa SCO fi
oans lacere, js 100 frascoa aoofr
:.r-.noiii cu .:5T.."ia, os 140 frasco aa)Ofh
Den : RBas<
'" ......- as. -'- BTxrr^t. cr
Julgac.. > ser de grande utilidade doa negociantes da
'. n r:. i do Sul, terem fios de seda e rciroz nrepara-
ierial mais leve do que sejari: curelcis de
a promptos a fomeccr para ueporta^o
..cda, retroz de seda t sed* de btdar, de
l idas ai qualidades, pieparadas em lancedeiras de
p.ipel o j e pennas como cima representado.
1 I ksd a os tamaitos de o preto e mais de
ciuiohc: r a cores. m
-jasei "Brainard tt Annstrona; Co."
t Street, 469 Broadway,
P-uiac: 1, U. S. A. New-York, U. S. A.

tos
P
dto ao noslo
a bella alvura vapo-
rosa cjue fez a reputac&o
das Bellezas da Antiguidar'e'.
L. PANAFIEU C"
Pari, ru* Rochechcusrt, 70.
CeUKitS'ios ?m Perntmbuco i Franc~M. da SILVA ft C*.
>> ssasasa
tk
CREME de VOGEOT
Etopecialidade de Cassis
C JUSTN DEVILLEBICHOT
DO (Ciie-dllr) Fraao.
19 Jt*rtGifiaa as Expotlots de :
PiflIZ 1855. idlO, 1867 (Eiposicit Datriml)
D1J0H 1855 (Medalij de Honra), 1863
LONDRES, H1C8H 1868 BORDEAD* 1859. 186S
BODRS 1858 BESARyOH, TBOTES 1863
liriejf Pernarr.bw.o : Frjip'M. da SILVA C"


Leonor Porto
Ra do Imperador n.
prmeiro aud.ir
C-ntina a ezecutar os mais dilBce:
figurinos rt-eebidoa de Londres, Paria, | j
Lisboa e Rio de Janeiro. >
Prima em perfeicao de coatura, em bre- J )
vidade, raodicidade ero pre^oa e fino
goati-.
z
Bceis ( ]
X:
I
Flix llerumSTi-e l'rrrelra da
(lita.
BalerS l-Vrrejra iK Silva. Anm
Angelina J'tii i la U ira, >8 a Gt'iiiui;a Per-
Mira da Si Ira, Mara Ivmilia Kerreira da Silva.
Isabel Cacdida Fern Silva e Atnea Bem-
inda Firieira da Silva apridetnn todos ia
aeua pa'eu'e c u,. digaaraiD acompa-
nhar o.- r f a morlaca ile tea irmprp. Ii mbradu
pai, r'flljj II. rm i ni s Ferrtira d Silva, e de
novo oa coi i vid, in par .-.ssif-lir m aisa do s-
timo d:;i. q ffrl lug.tr ux usalriz Wa l'i.a-Vist,
pelas t liir da miinh do da 7 do correle, pelo
qu1 desde c loi.f't-?-m it:-rn-. mente gratos.
EXP0S1TI0N J NIV^ISTS
Miaille a'Or^tCroiXdCheTalier
LtS PLUt HAUTBS RECOMPENSES
AGUA DIVINA!
E.COUDRAY
DITA AGUA DE SAUDE
Preconisada para o toucador, como cooservinde
consUnti'inentc as cores da mocidade,
e preservaniio da peste e do cholera morbos.

Tnico
Oriental.

NOVIIIADES
\m e modas
2 A Ra do Cabug
J. BASTOS & C.
2
B
Pava is.'.. cstabelecioi nto acaba da che;ir
gos do modas destacando su os que nqui indicamos :
.; :. primoroso soriuento de arti-
moda.
Vestidos meio preparados, de cachemira, ricamente enfeila los ao rigor da
Fantasa rica, bordado a missanga.
FdO e iri3s..ngi, alto deaenbo ara 18 e seda c 11, bordados .". vtroz, etc.
Cortes de vestido, la.flrcttea unii?, coinbiuaea i de azeaida lisa e bordada e
que modernissima.
Corles do vestido em tole d'alaace com b-ird.io a agulha, corea lindas o de
gosto apurado.
Lindissimos cortes de vestido de et .nione, com b.rdado a suda, novidadn pal-
pitante.
Etamincs, suratos, '-.illcs, sedas, setins, cachemiras do todas as (uros, > reto-
es, sctinetis c toile d'alsace, sortimeuto grande.
Lequcs transparentes especialidades o os primeiros cheg^dos aqni. R'com-
mendamos ao bello ex.
Di'os de aetiai, sj>asisas>rtiaaaaite.
Ditos a madreperh>, braacos o de om s.
Para as Raataa. i :
Srtiai branca Dovimw.
Surato e ff-. Ls.
Guipoui' bca%o 4a at
,,- i.. *a I ****
Veos de. .;.. aaaaanaa a fassa.
"litiai de sMa e anias bordadas.
'Cokdias de dam. se i de -G ia a do crochet.
Cortinados de crochet e lambraia.
Lencos de cambraia de Lioho, lisos e bordados.
Sedas, Ltins e merinos pretos de to ias as quali I : -.
Para todos os artigoa qu referimos, o^ preyoa iSo sem corap te
(Tflephanc n. 3St)
rafparn enfeite.
ru
SL'C'KS
"2,' Ra de Hiilliiiis k UIiiiiiiiitjik1 il
(AffTIfiA RIA HAS FL(llliS)
O
l)
Tinge a limp.i com a liiir perfeicao toda a aaahdade estofo, e fazenca-
p. cas ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo dosfaseodaa; tido o
trabal o reito por mi o de machinismo aperfisiajoado, :, boje conheddo
Tintura preta n;is tere,a8 0i s xtaa-feiras.
Tiita do ort-s c lavagera todos os
proprietarios
4
nbecido
98tabeleciui6nto uouominauu
MSE DE J01\S
sito a ra do Cabug n. 4, conimunicam ao respeita- el PUBLICO que receberatn uso
grande sortiini n'o de joias ias mai modernas e des mais apurados gostos, como tam-
ben! relogios do toda* aa quididades. Avisain tambera que continuara a reccjber por
j todos os vapor' s viadi* ska Bbstojm objaeto* nov-os e vendem por rauito menos que em
outra qualquer pf.rte.
MIGUL WOLFF A C.
N. 4 RA DO
Corapra-se ouro e prata vellii.
CABUG----N.
^GIAAPHIA Alim
'4
i
Artigos Recommendados
PERFUMARA DE LACTEINA
atasajara Jada pelan CsJaMlidM sasatas.
COTAS CONCENTRADAS para I nro.
0LE0C0ME para a bollera dos i-abellos.
ESTES ARTIGOS ACHAM-SE RA FABRICA
pars 13. roe d'Engkien, 13 pars
psitos a teda* as Perfuran-ia-, Pharmacia
e CabsHereiros da America.
fjjiyjSeta
SUAVIDADE
Coincerj.traQao
CREME OSMHEDIA,
SABOSF.TB, EXTRACTO]
AOVA DO TOIADOR
sS DE ARROZ
COSMTICO, BRILHANT1NA
OLEO, POMMADA, VINAGRE
yA Perlumaria OSMHEDlAassegura aos
Plibntbs filis
trntuii ittru i Qr um igual
dtsrios em Anml* FRAN"M.da SI LVA A Cu
lALBEBTO.fEISSGHEL & G
52--RLA DO BAR40 D4 V1CT0RI4-52
O bem acreditado estabeletimento pho'igraphicoailemSo, acaba d9 augmen-
tar as anas galenas no gosto das mais sumptuos s cusas d'este geneio, como de Paria,
Londres e Berln, onde o respeitavd publico t h ntrarA os n ais aprrfeijoados trabalhoa
pelo systcma mtis moderno e mais apreciado.
Para dar mais impulso sua casa o aatm niclhor satisfazer as mas diiSceia
- xigoncs. acnbi de contractar o ixiirio pintor o Sr. Ferdinand Piereck, chegadj ro-
.entemente da Corto do Imperio, onde adquiri grande nome, aldn do bom creditc qna
j gozou era 1877 quanlo aqui estece ni mesma c..?a.
Roga-se s Exraas. familias e mais pessoas o obsequio d" honrar com suaa
visitaa a cale grandioso estahelecimento, onde existe urna msgllitica expoaicSo de suaa
produces s artsticas e onie encontr; rao Ihaneza no trato, perfe9"o nos trabalioso
modicidac'e nos prejos.
C. BarzOy
Getente.
.




-
/

'
I iiieivE i



,

Diario de PernambucoDomingo 4 de Abril de 1886
7
tij'roiuiiia'toir'1
na roa d<- i isconde de
r> Precisase de urna
Goyanna n. 207.
Engenhos para assacar
NOTE BEM
A canua da IMMH j cortada a preparada para
moer bem subido que conten por termo medio
90 por cento de seu peso en suco-
As .noeudas ordinariamente usadas aqui, nfto
aprimen) mais do que 5 a 60 or cento pea ai -
aeguute se vei- a grande perda^que os oudo-
res incorrem sement por esta causa.
Os cel.bres engenheiros Srs. Oeorge Ba^jtnwr
& C. de Londres, recommendando as saas moen-
das, garanten que produzirao, com boa cana* em-
mun de 70 80 por cento di> seu peso.
O material das suas machinas o in-lh r, ir,
excellente quolidade, a obra de mao acabada com
toda a pcrfeifa.
Damos o custo d'uma ni e i i* que tcm provado
muito b m, sondo coa veniente, ec.uomica e de f-
cil coll.cagSo
Moflida cum machina a vapor u'uma sssn t
ferro, tuda completo
Tamanho.... A D
Forga de eavallo. .11 Ib
Peso do caima rooi-
da, por hora qts. 90 800
Produzindo por da
dd 10 horas.-^ls-
sucor, qts. 65 110 160 210 Sat 406
' reco.-Postoabordo. 850 1,700 3,260
N. B. A loica de eavallo* actual o 4skaro o
aj s' indica a-zima.
. ara i ntroa tamao 's, como para moessefie s
machmisuio completos par engenlus cenara, ra-
cluindo trilhos portateis de systoma nperfeicoado
dirijam-sc a RroWM* & V.
S. &"BA DU COAUfERi 10
s
100
Para <]ua4|iicr fabrica
Aluga-se uin dos mi 1. ros edificios, tendo gran
dts ico iiiinoJicoes at para familia c etn|*roa
des, inuitu boin porto do mbar ior, site toa
Imperial ns. 880- s 380-D ; a tratar na resma
ra n. ^^^^
Casas baratas para
alujar
Ruad-; ft. Francisco u 6.
1" andar i ru* d S. Jorge n. 74.
i" andar % leja I roa la S. Jorge n. 23.
I lar ra da Guw a. 55.
Andar terreo roa do l'li rol 32-A.
A tratar na roa 4a Assna pele n 58.
Vina para roziuhar
Na ra do Bem-fica
sitio que iea em fren-
te da entrada dos Re-
medios, se precisa de
urna mull er forra
scrava para
ozinha.
aa.a
ou
de
Ama
Na prava do Conde d'Eu n. 7, 2- ar *r, se pre-
ese de urna boa cosinheira, ara es. d. peque-
u> amilia
Ama
Piepiaa.no de uuia perfeit. engommaderra
do Riachuello n. 57, parti de ferro.
All!)
Precisa se de um i ama que seiba cosinbar e
comprar na ra do Viacom!.- i. Q v.tnna u. 139.
Ama
Precisa-ic de uu:a cosinheira e outra engom
mtdeira; na ra do .Bario .lo Triuuipho n. C8.
Na ru i de Payasada u. 20, procisa-se de urna
be a cosinheira e do urna engommadeira, paga-se
bem agradando.
Vende-se
a lo,a de louca da ra da Impera'.riz n. 13 ; aquel
les que quizerem eeuipiar, airijam-se mesma,
que ncharu com quem tratar
Vende-se
Ura acreditado estabelecimento de n.olhados,
componeos fundos, proprio para principiante, a
tratar na ra de S. Francisco n 26.
Ama
:,jpcisa-se do una ama para tratar do servico
de casa de f nnilia ; a tratar na ra do BerfUi da
Victcr'a n. 7. 2- andar.
Ama de leite
mi d,.- leitc : a tratar na
'recise- S" de nina
ru;. N iva e, .'-O, luja.
Ao numero U
Cbegou pora ama de Hortae n. 17, os deseja-
dos ctji 8 de 35200 a dozia .280 rs. cada um,
gnsf .- .so ili BSSW com o especial vinagro
trauco de Lisboa, garantido, Joee fino degoiaua,
Siseas 6n c ehoejlate novo, e o fiet>
Inller freres, ote etc.
D adneta adiancadu, que nSa tiver melos di
vid, qu r ii,l > fuxer c luipanh a a 4 crianzas, lera
tasa, a mida, algnma r- upa, etc. A casa Um
criados para cosichar c outros misteres, a ra da
Reda n. 54.
Eigomnutdeira
JPrecisa se de uiru ong in'mideira que regotnine
bem e ensaboe, para casa de pequea familia :
aa praca du Corle d'En n 90, ^l- seis.
Vendcm se ro casa
do liarii da Victoria-
do Kojricues 4 C ra
liiinnlap
i.
i
SJNI
Recebemos neste ultimo vapor vcaderee peni
Benincs aprendorem a andar, asska coaaat iifer
Bf obras de Vi me.
Odau
Cestas de' diversos tamanhoe
Balai s para pap 1.
Assafates
Ccndccae.
Roupeiros.
eoientes de bnrtalicas p rl res, nniuwp
tos e diversas qualidade*.
V^io taubem o especial baesUio de fcro^a,
K'Sando cada um 6 libras: em cana de Pasea
ondrs 4 C.
Ruu estreitu do Rosario n, 9, junto a wreja
E' barato por 3:60O|
Qnatro predios neata o dade do Reci*- ajas* |-
dom r. nd. r anniialmente 6C0, sondo tres na ra
d. Pa'ma e um na ra do Nogneira ; fia trr ae
rna da lir.peratric n. 39, loja.
Aluguel barata
Mtiga-s a loja roa da Roda a. 17, eaaa ei
atea c mmodos ; a tratar na large e aaasva
do n. 12.
Cosinheira
Precisa se do una \ a o mi.hebra
na yu|iie de Caxi.is n. 9G
& tratar na
Ama
i'recisa-se de urna para eocinbsr; a tratar oh
travesea d r\ mandes Vieira (Bccco do Padre
Inglez) n. 8.
Cosinheira
^Pr v:sa-tc de urna boa cosinheira e que seja
aaaisat a tratar na rui do 'aysaud n 19
Psieago.i da Magdalena.
isnsuLS
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figfado de liacalho
COM
H>3ophos|)hitos de cal e soda
%|iprovaila pela Junta de ily
glene e auto risada pelo
Soveru
E o melbor remedio at hoje descobe'to para a
lialca broiK'lilira. escroplnilai, ra
< lii{<*. anemia, II efeilitfadc em gerKI.
dllaxoe. lomae rbronica e alTerres
do pese < da larcnnia.
E' milito superior ao oleo simples de ligado de
bscklbo, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
daveis, possue tedas as virtudes medicinis e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades toatcaa e
recoietittiint.8 dos hypqphosphitos. A' venda as
drogaras e boticas.
Por atacado ean cana don ir.
twanwirk *\ Tiordon.
Deposito em Fernambuon
Francisco Nanoei da Silva & C.
23-RA MRQUEZ DE 0LINDA 23
Vende-se a casa com sota i ra do Mocego.
esqu na da ra do Principe n. 3? ; t 'a bi ni ce per-
mut por outr..s menores : a tratar na mosma
aasa
Coronel Prancinco Litis Ppci
Brrelo
Hacia Rita Wanderloy lianeto, scus filbos e
fenro mandum celebrar algnn as niaaas por alma
u mili presado marido, pai c sogro, na igreja
do Paraso, s 7 \j h ras da mnnha do dia 6 do
Carrete, fetimo de sen passanento ; e paraesse
acto de r-ligia i eearidnde, convidam aos soue
prente i o amigos do fin
--i
Felippe Ceelho Lcite
D. Ofelia Elvira de Matt.s Leite, Dr. Coelbj
Leite, Jof Cbudine Leite (ausente Mara Au-
gusta Leite, Fiancisco Joi deOliveira Koy e sua
familia, Jorge Jungo..im (ausente) e sua familia
rogam a st-us paien es e amigos o caridoio obse-
qnk>de"aasistir m araiesa po rr.andam eafebrai
i dia i! d i corrate, :s 8 horas da manh, n .
matriz da B n.-Vita, p>r al.nH de scu desditoso
filbo, inr." e cimbado-
JoM Uonraives Ealella
Mnoel Ooncalvo Kstclla cjnvi a a seus ami-
gos para assistirem a-i missas qu? por a'ma de sen
presado p--ii, fallecido cm Ixrtugal, manda resar
na matriz du Uorp Santo, pelas 7 horas da raa-
nfc de segunds-feir 5 do orrente, 1 annivec
Bario de seu fallcciinento desde j agradase-as
i pe dignareos aeiistir.
Vlsrnnde de Noaxa l'ariaihs
O "enentec-ironel Manoel de Ate vedo do as-
cimento, primo e amigo do Viscofide do Scoza Car
yalbc, manda celebrar ais as p"!a sna alma na
igrija da ConceicS- dos Militares, no da 5 do
eorrent', 8 horas da manha, 1 anuiversario de
sen passamonto, e convida aos seus parentes, ami
goe e companbeirss, para, assistirem a ctse acto,
antecipaudo os seus agradec'roentos
A Predilecta liquida per todo prefo, por
ter de acabar at o fim deste mez, os objectoe dos
seus lindos m'-'Stradares. Entre muitos artigos
n3o deiza de mencionar os ubaixo, que tudo vende
p r t uasinada '
Oalo>s pretos, largos, para v> stidos e csanos,
mi tro pur 300 ris.
Bicoie rendas laro?, para ditos, dit,seomvi-
dr Ibes, metros por 1000.
Escoras elctricas para limpar eabeca, de 4 ca
da una, por 1500.
Quar.ros c m ;.ro de ivk-1 p ra retratos, um 200
rif.
Massinhos coro 30 grampi.s p. lid >s, um 40 ris.
Duziis de lapis de Faber de 1200, por 700 rie.
Perra de suspensorias para meninos, nm 800 ris.
Supe doras fseovas para n upa, urna por 1.
Pentos de n.aifin ai a caspa, um 3t>0 ris.
Ditos da Irlanda p ra d. sombaracar, um 600 ris.
Ditos de tartraga para eoqaes, um 40') ris.
Botijis eoao tinta -Blu' Blackurna 3'iOris.
Tran^s de palha pira chapeos, urna peca com 10
me-.roc por 300 ris.
Caixss mitandotartiiruza, urna 8J0 ris.
Agu as do oseo para ebrochet, urna 60 ris.
Ricoe espartilhos americanos, um 4i500.
Taboidas de multiplicacA'-, de cores, d' 3, isto
j ^go, por 1 fOOO.
Bolsao, as melh ires, de viudo, de 10 cada urna
n r 0 0.
Collares Royer, contra convulsoes, verdaderos
anodinos, um por 2()0 .
Hicos eefoj .8 com Asas ihesouras finas 2*000.
Peas do tranca grega, padroos muito m^dernos,
um i 50 ris.
Pecas de galao brnneo. urna 80 ris.
Borlo ; grandes pira pos de arroz, urna 00 ris.
Linde s fichas e retres, um 400 ris.
Volt i decora! fin", c m croch de plaqu, urna
pcr400iis.
Pulso ras com tres ordens de .cor..!, urna por 14.
Uma :aixi com superior papel amizaae 400 ris
lialoi: s para vestioss, polidas e muito fortes, a
duzia por 360 lis.
Grosas de botoes de madreperola fina pnra casa
eos, uma u.r 1J.500.
Mac ii de mignardisse para crochet 200 ris.
Carrileis com 200 jardas, linha snperior, de qnal-
qii' numero, um 80 ris.
Meine cruas para hem ns, r.nperiores, urna duzia
por 3*000.
Lecpits de lindas cores, grandes, um 400 ris.
Ditos chinezes, um p r 100 ris.
Frase jg com verdadeira agua de colonia 500 ris.
Vasos Se porcelana, cores matisada". com banha,
por lOOO.
Agua dentrifica do Dr. P:rre, um frasco, pechin-
cha! por 1*000.
Um pacote de j 6e de arroz verdadeiro 300 ris.
Urna canga com tres sabonetes por 500 ris.
Uma uzia de sabio Hudscn por 600 ris.
14Pra^a da Independencia16
Sirnal
I
Camisas nacionaes
* 9roo. sU>oo e *. r>oo
32= Loja k ra da Imperatriz = 32
Vendase nesle novo eBtebelecimento um gran-
de sorlin?nto de camisas brancas, tanto de aber-
turas e p inhos de linho como de algodo, pelos
baratos precos de 2*500, 3* s 4*, sendo lazenda
muito melhor do qie as que veem do estrangeiro e
muito mais bem f.itas, por serera c rtadns por
um bem artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda facer p .r enc.anmtndas, a v utade dos
freguezes : na uov loja da ru da Imperatriz r:
3 ', de Ferreira dM Silva.
Ao 32
Nova loja de fazendas
&9 Rna da Iusperafriz = *
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo eatabelecimento encontrar o ros-
deitavel publico mn variad sortiiuenti. de tazen-
pas de tod..s as qualidxdos. que se veudom pos
recos baratiasimos, ssim Boino inri bom 8 rti
ment de r. upas para h'imons, e tambem se man
da tazer p..r oncommendas, p r ter um bom mos-
tr allaHte e completo sorfimento de pannos finoe.
casemiras e brins, etc
S*
3
'-*CU
10*00t
12*00
\."
6*6&
8*001
3*0(X
1 *(*
1*AM
Ra da Imperairlt
Imju de Pereira da Silva
Neste cst be'.viinento venae-se ae r>>npt aba
xo mencionadas, que silo baratissiuia
Palitots pretos de gorgorito diagonaes e
acolcboado3, sendo fazendas muito en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira preta. de t-ordao muito,
bem eitos e torrados
Ditos de dita, Inserida muito mc'hor
Ditos de flanelU azul, 8:.ndo ingleza ver-
dadeira, e forrados
Calcas i!c gorgorito preto, scoichoado,
sendo fnzonda r.iui;.. ene rpa'a
Ditos de catcmia de corsa, sendo omito
bem feitas
Ditas de fl-inclla inglesa verdadeira, e
moito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 c
leroulas de gr-guelbis para homens,
sendo muito bem feitas a 1*200 c
Colletinbus de greguella muito bem foitos
Assim como um bom sortmsnto de lencos df
linho e de algodo, meias ernu c collarinhus, eti
Isto na loja aa *ua da Imperatriz n. 3'd
Kiscados largos
a OO rs. o covado
Na loja "da ra da Imperatriz n. 32, vendem si
riscadinhos prsprios para roupas de meninos <
vestidos, peto barato prco de 200 rs. o covado
endo quasi largara da chita francesa, e ssir
como chitas brancas miudinhas, a 200 rs. o ov*
do,e ditas (8 turas a 240 rs., pechincha :
loja do Pereira da Silva.
Fuaioca. nettaetaai e la/lnhat a 50
rs. o covado
Na loja da ra da Imperatriz u. 32, vende-i
um grande sortimento de fustes brancos a 5(K
rs. o covado, lazinbas lavradas de furta-core
f senda bonita para vestidos a 500 sa. o covade
e setiuctas lisas muito largas, tendo de todas ar
cores, a 500 rs. i covado. picbineha : na loj
do Pereira da Silva.
HerlnOn prelos a i S
Vende-se merinos pri t >s de duas larguras per
vestidos o roupas para meninos a 1*200 e 1*601
o covado, e superior sctim preto para enfeites s
1*500, a^sim como chitas pretas, tanto lisas corai
de lavoures brancos, de 240 a* 320 rs. ; na non
leja de Pereira da Silva ra da Imperatriz nu
mere 32.
4iK<> rrances para lenrn
a 9uOr i A e iloo
Na loja da ra da Imporatris n. 32, vende-s<
superienee algodozinhos franeezea com 8, 9 e II
palmos de largura, proprios para leufes de un
t panno pelo barato preco de 900 rs. e 1*000
metro, e'dito trancado pa-a toalhas a 1*280, at
sim como soperio,r branian-i- d" qnatro larjrnrar
para lencoea. h liO11 o n barxro ; nw Mu
de Pereira da Silva.
para meninos
.4 i*. ia.r>oo e e
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, s-
vende um variado sortimento de vestuarios pro
prios para meninos, sendo de palitosinbo e cale
nba curta, fcitos de brim pardo, a 4*000, d-..<
de molesquirc a 4*500 e ditos de gorgoro pru.
emitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; n>
loja do Pereira di Silva.
Engenho Recanto
Vende se ou arrend i se o engeuho R-canto, si-
tuado no termo de Seriabaom, moeute corrente
d agua, com baa trras, etc. f. tratar cum Ma-
noel Ferreira Barth lo, ra do Bnm Jess n. 6.
Yaeeina ingleza
t besada pelo ultime vapor
Vende se na ra da Cruz u. 22, botica irancezs
de R..uquayrol freres Succrssoros de A. Caors.
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este exeellente Whisky Escosses preierK--
ao cognac ou agurdente de caima, para fortn'--
o corpo.
Vende-se a retalho nos t. theres armasens
Bolhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cujo n
me e emblema sao registrados para todo o Brazi-
BROWNS & C. agentes
Bhar "
Vende-su um billiar cm perfeito estado : a tra-
tar no armazcm de movis i ra do Imperador
numero 49.
-!
A
O AH da ra Duque c Cas; est vendendo
fazendas por menos 25 c/o'''" ~eu Vi'lor.
Ver para acredilar
Setins macios de 1*400 por 800 rie o covado..
Merinos nretos de I*. 1*200, 1*400, 1*600
1*800 e 2* o ovalo.
Setmeta. preta a 500 c (,0 ris o covado-
Ditas de cores a 400 re. o covado.
Fustdcs brancos c de co es a 400 e 500 rj. o
covado.
Sedas d' lis tras do cores de 2* por i* o co-
vado.
Merm de bohnhas a 90J rs o covado.
Mariposas fi-ias de ;ores a 240 rs. o covado.
Renda aborta da China a 240 ris o covado.
Liuhas escossezes de todas as cores a 240 ris o
covado.
Chitas finas a 200, 240. 280, 320, 360 e 400
rs. o covado.
M.iiteKtasde seda e 1(* por 7*.
Fichus a 2f, 4* o 6*.
Bramante de tres larguras a 900 ia a vara.
Dito de quatro larguras a 1*200 a vara.
Atoaiii 1 i de linho bordado 2* a vara. I
Collannbos e punh s para senbora, modernos, a
2*000
Vinbos tnicos, como :
Absintio.
Vermouth, etc.
: Licores de todas as qualidades.
Champagne.
Cerveja de diversas marcas.
Bem assim :
I Araruta fina em paeotes.
Cha verde e preto.
Dito perola.
Espccialissimo m&tte do Paran, em j.
Anda mais :
Ovas de peixe.
Sardinhas de Lisboa em Saimoura,
Vendem Martina CapitSo & ("., ruu s>J|b|MI d ?
Rosario u. I.
AOS AGRICULTORES
Foruiicida cap i nema (verdadeiro) par jrisspe-
clo completa da fbrmiga saura. Veradesa sHh
apitlo 4 C. ra estreita do Rosario n.'l. -
i Fazendas brancas
SO' AO NUMERO
4o rna da Imperatriz i#
Loja dos barateiros
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40. aes-
' dem um bonito s.rt'mento de tedas ejt^s fluasaCas
ab.iizo mencionadas, sem competencia de preeos, -
A SABER:
i^oja de uiiudezaM perfuaiarlas
o a|iiinqiiilharlas
DE
Brim pardo lisa de 300, 4 Toalhas velpudas a 4* e 6J a duzia. jardas, pelos baratos presos de 3*600,
Ditat aleochoad.s de -,'0* [>or 121 a duzia. I 4*, 4*5>, 1*9(0, 5J, 5*500 e
Cuberas forradas a2f*S00 unid. MadapoloPecas de madapolao com 24
Lencas do bramante 1*800. jardas a 4*500, 5*, 6* at
Camisas para seafaora a 2*50C urna. Camisas de n i. ai listras, pelo baral
Capaces de inia bordados, modernos, 1 '*.
Dame.co de algodao de coros, largura de quatro
palmos a 500 rs. o covado.
Camisas bordadas e de linlu a 30*000 a duzia.
Madapoln casca do ovo e pol'e de ovo a 6*500. !
Enzevaos para biptisado, uovidade, 9|. ; Cnroulasda mesma, muito bem feUas,
Timos para menino, boidados, 4. j a 1*200 e
Chapeos de sol de redn para seniora, de 16* Colletinhos t a mesma
por 8*000. Bramante {ranees de algodao, muito en-
Meias para lo mem e Mnaora, do 3*, 4*. 55 e corpuda, eom 10 palmea de largura,
metro
Dito de linho ingles, de 4 larguras, me-
Jos Mara de Leinos Duarte
H9 Rl AD4IHPKRTR1Z *9
O proprieSjnrio di-ate beir- moqtado estabe
Uoimento eonvida aos scua araig'i- e fro-
guezes e cid panicular as Exir\ fami-
lias, ajim -e certificaren-se do bora gos-
to ccKti que acaba de colk-ccionar uma G*(K)0.
. n ., i i _.;___ ___ ..: c Redes lianm-riquezas, IOS
iinriidade de artigos, que sitisfarao
eom corteza, w (|uein dignar-so dar Ihe a
prelcrencia, e para prova du que deiza
Hito, incaiciona entre oulpra, os siguintes
nbjectos que foram escoll-los com o tito
Completo sortimento de prrfumarias e
.rtigos de tllete, dos uielborcs fibrioaii ,
t 8.
Bordados e ntremelos de fusto, trans- '
parentes e cambraia Victoria
Bi os de crochet francezes, de seda etc.,
Focos 'de eouro e de velludo para crean Ve.de se por baratissimo preco e em muito bom
r sl-.J um cabn let de dous afsentos, quatro ro
Sas- das o arreios para um eavallo ; a tratar na co-
Leques de seda, setineta s papel etj.. cheira do Candido, rae da Rida.
etc.
preco de
Ditas branc Creguella francez fasen-la ir.uito oncor-
paa, ptopria para lencoes, toallnu e
c-roulas, vara l"1' rs. e
60.
MMtOO
B00
1*800
s
500
i*o
B00
Colchas a 1*800, 5, ti* c 7*.
Veibu:ina8 d' todas as erres a 1* o covado.
Cortes de casineta a 1* o 1J600.
Ditos de casemira ;. 3, I, 5, G e 7*.
Laicos abatollados eom baria S 1*200.
Camisas de icei i a WlO, 1*. 1*500 e 2*
i 'asentir de cores de anas larguras a 2*.
Cortes e saee i C0 vestido de senbora, de
40* por 20*. bar.iu.
Zefiros lisos a 120 rs. o covado.
Cambraia preta para forrea 1200 a peca.
1*280
no
100
Cabriolel
Bu leas
Iludo
9.1II1
Taverua
Eapartilbos e suspensorios os mais finos.
Grande sorlimento de pliss o taiaearoa.
Meias parasenhoras, bomei c meninos.
Estojos pira crochet.
Cintos para sonhoras (ultima moda).
Baleias cobertas para vestidos.
Sortimento de l mcsclada de todas as
cores.
Estojo para barba.
Bengalas para homem.e uininof.
SapaliBhos e toucas para baptisados.
Lencos e luvas de seda de todas as
cores.
Gravitas para scnhor.is e para homens.
Grande sortimento de carteiras para di
nheiro e para fumo.
Punhos e collariuhos do. todos os molde
e qualidades para scnhor.i e para horcena. !
Beuecos fios de todos os tamaitos.
Vende-se a taverna sita ra de Lemas Va-
len'in 'mitiga 111a de Aguas.Verdes) n. 17, com
mitos comnsod js, co motivo da venda por
deenca.
Taverua
Xa ruc do Harqn z' do Herval n. 141 se dir
quem vende uma tavernn bem localisada e bem
afrecuezadn, propria para um homem solteiro por
c;nt. r um bom sotao. O motivo da venda se dir
ao ct mprador.
Pinlio eriga
Vende-s* em casa ae Mtame Austin C,
; ra do Commerci i 11. 18, 1- andar, da melhor
qualidade e diversas i:ir.en.-o< -
11
tro a 2*500
\ Atoaihado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largura, meire
Crctones e chitas, '-..ras e escuras, pa-
drees delicados, d 240 rs. at
: liaptista, o que ha de mais delicalo no
mercado, rs. 200
Todas estas fazendas baratissimas, na es^KSsida
loja de Alheiro % C, erqn:n do bccco
dos ferreiros
Algod entestado mi
ra Ien?oes
A Oo rs. e lOOO o metro
Vende-a. na loja dos barateiros dt. Boa-4fceta
algodao pira lencoes de um s panno, com pal-
mos de .'argnrau 900 is-, e dito com 10 pelases a
1JOO0 o r.cr assim com dito trancado jara
toalhas do msp, cum 9 palmos ic largura a 0E(X)
o metro. 1-to na leja de Alheiro 6c. C, 'JpBna
do beceo des Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400, 1*G00, 1*80Q e 2* o covado
Alheiro i C, ra da Imperatriz n. 40, ver
dem muito bons merinos pretos pelo pre^o Mama
dito. E' pechincha : na loja da esq*iae d nec-
eo dos Ferreiros.
Gspartllho
Na loja da ra da Impeatriz u. 40 tajsa-
muito bons espartilhos para senbora*, peleas*
pe
co
ta-
Escovas para roupa, chap
unhns e dentes,
Cautilho de diversas qualidades.
Sortimento de grampo para chapeo.
Espelhos de diversas qualidades e
manilos.
BotBes de todos os tamanhos e quali-
dades.
Fitas lie tidas as cores o qualidades.
Quadros de velludo para retrato.
Grande exposi^o
De brinquedos os mais finos, linhas de to-
das as cores am novellos e em carriteis
e outros muitos artigos de moda que se-
ria eiitadonho mencionar.
PEP SE CIPHTIfflCIA
82-Rna da liuperatriz-82
IMHWNIIKO
Em vista dos grandes proprossos da idea de que
cabello, j ge gloriam as nace3 civilisadas, o eommcrcic
deve acompanhar csbc proresso, visto que elle
o mais/poderoeo elemento do engrandecimento da6
naeocs ; em .'ista do que anniinciam
MART1NS CAPITAO & C.
1 Ra estieifa do Rosario 1
de 5*000, assim como um sortimento de
de casimiras, brins, etc isto na loja da
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & O, ri.a da Imperatriz n. 4A, ven-
dem um elegante sortimento de casemiras avie-
sas, do duas l-rguras, com o padroes mais leli-
cadus para costume, o voudem pelo beralfi nreco
de 2*800 c 3J .i covado ; assim comp m: enoare-
gam de mandar fazer costumee de oimm a
30*, sendo de paletot sacco, e 35* de 'racoia,
grande pech ncba : na loja dos barateiros da'Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 is o covad..
Grande sortimento de gneros alimenticios, es colba dos quaes, os annunciantes tecm sempre
maior cuidado. ;
fregueses.
Quem nio es.-orimeiiia, nao sai-e
Venham ar, pois :
Qiijos, flamengo e do Miius.
Fiambres ingleses.
Chocolate francs Ifenier.
Dito do Maranhao.
Fructos seceos, como :
Passas, amendoas, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doee de todas as qualidades.
Bolachinha inglesa.
Semeates novas de 1: irtalifas.
Especialidad" em
Vinhos fiuos do Porto, Madeira e Shery.
Ditos da Figue:ri e de psto.
Cognac de onversos autor's
porcao de brim pardo lona, por estar co_
lo. para bem servir os seus numerosos pl0 e toque de mofo, pelo barato prego
L- uibramos, p 'i--, o proverbio : re 0 covado, grande pechincha ; na lojn
' quina do becco dos Ferreiros.
Bordados a lOO m. a peen
A ra da Imperatriz n. 40, vende-ss pesjsa de
; borda .o, dous metros cada peca, (islo b anteare-
go de 100 rs., ou em cartio eom 50 pegas, neti-
das, por 5J, aproveitem a pechinchu ; aa Isa da
! esquina do becco dos Ferreiros.
i Fu-ios de etlneta a *0 aa o
covado
Alheiro A O. ra da Imperatri vtu-
dem um bouito sortimento de fustic6 brancos ptfle
baratinho prego de 400 e 500 rs. o covado, s6sim
I setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 se. o
covado ; na loja da esquina do becco ds Jfer-
' reiros.
DAS
CORRE \0 DIA ( DE ABRIL
O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006|>000
Os hilhetes acham-se a' venda na Casa Feliz,
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 6 de Abril de 1886, sem falta.
praca
da
\jam \


8
Diario de PcrnamlmcoDomingo 4 de Abril de 1886
nraccio publica
AAO PARECER DADO PET.O II.!.M
db. ayosa QE*QOS DAMA
SOBRE O COMPENDIO DE i'HVSICA PARA
UHTORA, POR FRANCISCO DE PAULA
BARROS
( Coiltin'uicilo )
5* Supposto erro :
5 i)..- revendo os effeito? da reapira-
(Zd regetal, o altor a'.tribue -lho na pagina
57 a propineao uaraeteristiea de por ucido carbnico do ar, afim de ab-
sortar o carbono que eVe conten, para trant-
foMkml o emfothat, tria* em flore, perfu'
m&tfrtustm. e restituir atmoephera o seu
omgmio.t
E diz S. S. ora seguida por sui eonta
Puroan ou :o glosou as palavras : f pela ac- sobre a elastiji lado dos metaes ; e qne
q&o da luz solar* para diz^r omerapha- sendo muito iuais portatus, sao actualraen
se : te muito e .npivga-ios para iu lio ir as va-
radas do tempo. r
A mi n qu > ra cab dizor que a criti
ca se estilhiya desusadamente por ai mosma
como um boneeo de louca ao cabir das
raaos de .menino estouvado !
O erro apunta io Eem para S. S. duas
: 1.* ter eu climiado qwdrante ai
barmetro qu! io liei o estado lo totopo ;
2* commetter o grave erro de physki de
nao conhecer os barmetros mtanteos o
aneroides da Bonsdon e Vi y, funda ios
sobre a elasticidade dos metaes !
Parece iaurivel quo seja esto um dos
onze erroi qu concort'erara ,pa-i :i nat
a 10)15*0 do weu compendio, de Physiea
para Leitura, as escolas publicas pri.na
rias do Pernambuco I
Gusta a a redUar-86 ; lo impon leravel
a puerili lade !
O principio absoluto! de que falla o
autor inexacto, quanto latidio qie
lbo dea.
('ie principio absoluto, senlior, si ou s
trateid. hypotheso relativamente rospi-
rifi) d is plantas durante o din!
hjs c qu icrtpto por raiiu nis ci-
tadas o tgtn is.... :
N> emtanto, apezirda grande produe
cao de gaz carbnico, devidog a diff ireno.-.
causas, observa se que a atraosphera con
serva dulle ura volume serapre tao regular,
que se
jo le chamar constante: 6 que,
c Presaradindo do erro phytologic'i ie
tronsAormarom se ~s filha s dos vegetaes
en ti .res, perb oes es fructos, pois que os
botiinicos ensinam .ser aso effeho de seiva
dependente ou do cambiee n ; oj.nncipio
absoluto da quo a respiracaa vegetal ten
coas coosequenci newessaria o constante
Aeejrmpor o acido arbonico do ar para
retar o carbono e restituir a atgKwpbera <
osygc-nco ja inexacto q'uoto latitude que
Ib*-deu o atltor. <>s vegataes tra duas
respiris taui diflfarentes; utt, chara ida
diurna, porqu tero lugar s ;b a influencia
dos raios t-olws, consiste em deeompor o
acido earb i li o aspirado p ira apoderar s;
do oarbono a devolver peta expiracSo o
xjjRenco ; outra, chamada no 'toro por
aue 32 cffectua oa esiuriiao, conaisto j ^
tiunente na operacXo invors i da pmeira,
iste em absorver o oxygenei do ar, que
aspirara, para rocorapor o a do carbnico
esgmentar pila expiraclo n dose desse
gas tao nocivo aoa aniraaes, quando en!r.
em proporcSo excessiva na coraposicao do
Matuente que respiramos..*
A'pane o qu.i S S. chama vrn pkl
tok$icO s tr.i!i=t'onnuo's iniieada* pelo
autor do corop3ndo de Phjsica para
Leitiira, commettendo aasini o Sr. Dr.
Gama a grave t'alt.. sen.o conl'usiio scien-
titila de attribuir exclusivamente i botauica
phemoracnos biolgico* resaittntot 't pha-
ges embryonarias, -S. den a esta eiva ura
cohwid j mais viro su i p xHo, alUrand
o quo est es.-ripio n i mea ompendlo, s
rano*e para augmentar o nutn to i i pliuv
tassicos erros.
Mu, is!o n>N s ura desreipeito no
paUioo para quera S. oicrevcu, como
,lev,- levantar protesto tanto dos seus col
lega* da seccao, que lo b$* t ataignarain
o'su pare er, c >mo de todos aquellas que,
presaudo a verda a le, nos tive u lido cora
atssn?2o.
Ura professor publico, na sua qualidade
integrante de i'orraador da justica, da sa-
bedoria e do carcter nacional, cao pode,
sob pena Je trahir os seas santos deveres,
'.Ilud* de modo lio gr*ve a boa f dos seus
ooa.ciUi.daoi, -ora o tina caieuKulo de pre-
julicar era outrem a nohresa do seu .ra
balko.
Eis o caso :
3 S. notou que eu s Invia fallado da
rcsfioico das plantas,*so a aceito da luz
sotar, o entao disse corasigo: basta sub
trahir das suas palaroa csjriptas no cora-
jnradio aquella condirao, a que est subor-
dinado o phenoineno do que trata, para
que eu possa dizor triumphante o bein
ai :
O principio abuehUo de que a respira-
cSSJ vegetal tera como consequenjia neces-
saria e constante decorapor o acido c irbo-
no e restituir a atmosphera o oxygeneo,
inexacto quanto latidao que Ihe deu o
autor.
Ora, quera ler no raeu compendio o que
se echa escripto no final da pagina 56 e
57, era principio, pagina esta citada por
3. S., ha de abysaar-se da coragem cora
o Sr. Dr profcssor da Escola Normal de
o
no j dissemos, as partes verdes das plan-
tas, pela celo da luz solar, tra a proprie
dade dt deeompor o gaz carbnico do ar e
absorver o earban que elle contm para
transforma!-o era novas folhas, estas folhas
era Mires, perfumes s.fruotos, o restituir
atmospliera os;u o^ygeno. E'assira que
o reino vegetal torna-se, por differentos
rao los, o prim"iro amigo da saude, o, p'or
tanto, ds ?ida do hornera.
"Lingo, pois, 'h; intil irrus, dedestruir-
raos as arvores, mutas vez^s sera a menor
neesssi ade, e, quasi sempre, sim a cons
ci ni lia do grande ssrvico hygionico que
das nos prestara, em sua qualidade de
infilveis 'tedeos da naturesa, deveraos
tratal-ai ai cora certo carinho de reconhe-
ciinontc.
Bis o que est escripto n'aquellas pngi-
ii m qu nonhura monino ou peaSOa alguraa
p'rieri-. o su temad era as ler, roairicyao
teita da 1' secc.~iu do Oonselho Litterario da
In-iruc/i') Publica de Pernambuco.
~S\\s, como se v, era preciso ao Sr. Dr.
Ayrcs ima maular o mu pensaraento
pira aug oentar o numero de erros ; pois
Pois quanto prira ira parte, nobre e
estiinavcl Sr. Redactor, cu nao riz mais
do quo .enoraimr essa ordem de barora-s
tros cora os meamos termos cora que o fa-
zera os autores ortugunz-s e trancezes ;
aquellas os chamara da barmetros de
da lgica : pois tratando, como o fiz, de
barmetro de mercurio, de capsula e de
siphao, corao S. S. mestno teve a ingenui-
dado de confessar, havia desasadamen'e ie
lavar de embrulhada osoutros, quo se fun
dara na elasticidade dos metaes 11
Tanto nao sa dava a menor carencia do
tal enxerto, quanto j antis eu havia. pi
gina 61, da lo a seguate definicito geral so-
bre talaisumpto, ilofi lioio ( in Hvel \) qu..-
toi glosada por S. S.
Ed-a:
a Barmetros.- Assim so chamara os
instrumentos qae servem para caleulira
p.esaao atmospheriea.
Fui depiis listo que tratc era ou'ro r
ligo, logo era seguida, do b irometros d i
mercurio, exclusivamente deiles, para dar n
gravura di de mostrador oa de quadranfe ;
o encausar ahi a explicacSo dos baro os-
tros metaUicos quo seria ua desaso, ni-
t- lizraenta nito eommetti, dando lugar p ir
isso a qun S. S. rae cltamasse di-s'ivtdo
ven lo, piren, voltar para si, rrfl'xiva-
mento, a impertinente lgica do sau desato.
M is so S. S. quer satisfazer a sua exigen
ci i, aiiantanto muiti alora 'lo que escre-
vcu era seu compendio para alumno* m i
sub rali ndo aquella proposicao, dada coraoN'toractro de .ppli.no tin lo ura longa agu-
mostrador ou de quadrante iniieando as-1 tres, acera da sensb lidado do barmetro
sim queaepodediaer do um ou nutro modo,
e estes o faz -ra sempre por estos termos:
baromitre cadran, isto um b&romtrd
siplion qui est surtout destin indiquer
le boau et lo raauvais toiups. ((Janot)
Ilustrado Sr. Dr. Siturnino Meirelles,
poi'.un no seu corap raJio do physiea, 11
40, chama pura e. simplesmante barmetro
de quadrakf, cora ex.dusao completa da
outra dcnorainacllo que eu dei, de birome-
tro de mostrador.
Eis i) eic.iiz aquella autor :
imfy fctrnmtGv ac tfuadrante. E' ura-^a-
FOLHETIi
ANGELA
POR
nmz 22 mtmt
{ Goo I.
VII

)
Espanti que me parece muito natu-
ral. Pretende concluir dahi que ella co
nlwSia o passagairo?
(Jora effeito, tlroi esta coaelusao.
Ioterrogju esta senhora a tal res-
pe*?
Sim, Sr. substituto.
E o quo r.-.-pindeu c.l! i !
Que to o asp cto du cadver co-
barto de sanguc :!u havia causado aquello
tei*or.
Nada ra:.s id:nissivel nen mais con-
forme cora o qud cu Ihe disse ai oda r.go-
ra.
Sira, senbur, raas e^t i resposta fra-rre
dsatk cora um ar singular o embarzalo
qua, em lugar do dissipar as miabas duvi
da*, as contirraava.
Essa senhora deva voltar aqu ?
Sira, Sr substituto, afim de toraar o
trem do mcio dia o cia.-oenta miuutos, que
dsve conduzil-a p?rto da filha era Saint
Ju4ien du Sault. Pedi Ihe que chegasse u n
poua antes da hora, pansan lo que o sc-
nber gostaria de a interrogar.
Tora razno------D.esej > v!-a.... E'
mufcer de idade 'i
Nao, Sr. substituto, c anda moca e
mutse bonita.
Sabe Ihe o nirae c a inrala ?
Perfeitamente. .. Mora na ra das
D*sas, em Batigaolles... Exerce a pro-
sajo de hervanana a cbama-sc a Sra. Ao
Ouvindo, assim de improviso, o uome de
Angela, o Sr. de Rodyl nao pie conter um
sosmesalto violento e o rosto tornou so-lhc
.un ppuoo pallido.
causa neoestsaria p ira prodcelo do pheno-
meno, = de dia, acoto da luz, fariaas
sim desapparecer a rolatividade da aprecia
cao c entao daria lugar nao s a S. S. dis-
cutir i inenatidao do principio absoluto,
figurad*} pelo autor (ti) como fingir que ac-
centuava be ra o erro, affirraando o qu i j
so sabia antes de inorrar o Navos : que.
os vegetaea ic.n duas respiraeoes diffaren
tos : u: ia diurna e outra nocturna.
E' o caso lase dizer : quera lho ancora
n a le o -rraao qua lho pigue.
O qua c certo, porcra, oque a crysta
lina vjila.ii', que querondo cu dar, no
meu eo o pendi de Phgsica para Leitura
tom n't- a razao pola qual o gaz carbnico
lo ar existe era menor quantidade da dia
do que nit-, n.o tratei do phenomeno da
respiracSo das plantas seno do molo re-
latir ), isto do eff-ito mais notavel, pro-
duzido pela accSoda luz do sol.
Mas o Sfr Dr. dama, perdoe-me diz-l o,
veio, u ipi lgica meio coxa, sob o paso
de sua iliuilra tirina, en lossada por cava-
lheirns.de boa f, dizer na imprensa, por
ttnto face do mundo qua saba ler, que eu
havii errado, tratando do phenomeno de
modo absoluto !
Eis em que consiste o 5 supposto, erro :
"m mais urna grave offensa ao pudor
das lettras ; em m.ais ura compromettimento
da boa l' dos seus companhairos de seceo.
t'' S ipposto erro apontado por S. S. re-
lator :
6"Depois de definir o que sejam ba
rometros e definir os de capsula e os de si-
phao, pois nao conbece ou nao falla em
entra especie, o barome ro, qu: indica o estado do tempo
chantado de qaadrante nu mostrador e
um barmetro de siphao.
E logo era segu la rebanta dos labios de
S. S. a faisea elctrica destruidora, nestes
termos, qua aqu transare 70, chcio de pas-
mo :
Al i.u do e nprego desasado do termo
qualranto poio qual traduzio, naturalmen
te da algas livio era trancez, a exprs
sa i cadroil proposta a barmetros ; o
autor eoraraetteu o grave erro de physiea
da nao coahseor os barmetros metalcos
e aneroides de K rardon e Vidy, fundados
lha que sa move sobre um quadrante pelo
meraurio do iostroraento.
Cadran, traduz-se era portuguez por
quadrante, que nao significa e corao S. S.
suppoi relogio de sol mas tarabom
mostrador de relogio ; a o btroraetro do
aneroide, tenho o praser de ihe faz r com
vista estas palavias ra idernas de F. Z ir
ch t :
Nins avons vii un semblablc brrjraotra,
sorti de l'atelier de 1'babUo cons;ructcur
Richard, et d'una sansibilit tello que la
variation de prission dua ;'v una elvatioo
d'una metro faisait marchar uno de 8 js
aiguill..'g.
Estando assira dcs.aggravada a vardaie.
nesto pooto, vou era busca de outrw eiva,
o setito<pposto erro.
V. -Quorcndo explicar o phoooracuo
da voz humana, disse o mesrao autor na
pagina 8-1 qua a nossa voz era produzida
pelo movimento do ar que, sahindo dos pul-
mes entia na laryngc em vibracSe* sono-
ras, dando assim lugar a form icao do cin-
to e da ondulactio sonora da palavra ; cx-
plicago incompleta e mais do que defi-
esta qua Joi glosada (I) corajosament sera
0 manor escrpulo, por S. S. quando a-
fielmente citou, porcouta da seacSo do
(onsellio Litterario, a minha explicado :
pois s assira S. S. ponera cnon'rar urna
nova eiva alterando Physiea para L",itura,
pirquanto alli se le pagina 84:
Voz humana. -A nossa voz c produ-
zida p. li movimrato do ar quo, sahindo
dos pulrarts, entra na laryngo em vibra-
3es sonoras, dt.ndo astim lugar, por ura
modo co inil-x >, formaoao dos mais b-1-
los dos ph'nomenos acsticos: o canto c a
ondul ico sonora d t p lavra. >
Adfora oompire-se o qne es rjvi com a
eitagao feita por S. S., que erse-ha a
Kgetreta cora quo foi supprinvdi a phrase:
POR UM MODO COMPLKXO a m*sra& q*|
vcoi presnoher o qua ba de deficiente alle-
ga lo per S. S., mas 10 iipois de o ter
eliminado artificiosamente t
Isto ni o honesto F, ravolta dizer
(ju ; ao mea Ivon de leitura i'rara trancadas
as port di por oase n\o inconveniencia -lo assum
pto, incorrecces da lingua, difhciddades de
diccSo, multiplicilade de erros orthogra-
phicos, falta de nitidez do trabalho mate
rialf qualidade do tupo e do papel, m s
por urna ou outra ineseaetido ficticia de
doutrina o proprio iivro, mas ioeaactidSe
de doutrina adulterada por citacoes fahas
e qrosseiros eophitma* !
A -eres a isto, pon; n, urna maravilba
1 de contra i i cno de S. S ; causa ou effeito
Peruambuco, tendo como rdator o Sr. Dr.
.Kjm** de Albuqucrqua Gama, e mamaros
os l*i Srs. Francisco Carlos da Silva
Fragoso o Ezequiel Franco de S !
Caba-rae aqui fazer ura appello honra
de S. Exc. o Sr. Dr. Joao Barbalho Uchoa
Cavaloanta para que, em nome da socie-
dade parnambucana o de todas as provin-
cias qua t n adoptado o raeu Iivro, faca
extinguir esta nodoa da historia da ins-
trueyao publica do P.-rnambuco.
Ainda me cali i n da panna pontos; da
sdmiraco, ao p?.ssar ao oitavo supposto
erro.
(Continvnr-seh )
BS
VARIEDADES
qua se trata nao seno um relogio cujas ciante, pois di a en'.ender qua o ar entra
variaeoes do t:mpo sao indicadas por urna por 8 s era vibraeos na laryng', quan-
agulha ou pouteiro. do elle 6 apenas o vehculo dos sons pro
E' boa! S. S. igaora as cousas e o duzidos palas vibradlas dos carpos clasti-
demuado sou cu 1 O seu a seu dono, Sr. i C03 quo jihi c-xistera.
Dr ... E era Seguida diz o Ilustra critico, n'u-
Mas a 2.a i./c do erro ainda melhor, ,) raa linguagera impropria (quo tive o bou
corao so diz era tora alegre, do trar o! S3QS0 0 n;-l0 adoptar, para ura Iivro de
_!._-_ i o o ____a_._ ._______. i____ie_j- ..
> era que me achei :
Iflctir no qu^ eu cnun-|
no da voz humana^
cliapo S. S. raandou rae para a berlinda
por ter commettido o grave erro de physiea
de nao conhecer os barmetros metdllicos e
leitura para meninos :
Realmente exista na lorynge ura orifi-
cio ou antes fonda mais ou raanos-estreita
aneirodes de Bourdon e VHy, fundados si- chamada glotta sobre a qual se acha urna
bre a elasticidade dos metaes. espacie de vlvula fibrosa chamada epi-
Tenho a honra do responder a S. S. com g|ta.
eiu'o pont is da aiiuiracao 1 !
Pois dada a liypothese do que eu n.lo
i Pois bara, a passagera constrangi 11 do
ar atravaz da glotta faz vibrar as fibras
da
A Sra. AnglaV repetio fclle com voz
alterada.
Sim, Sr. substituto.
E nao .iccrescentou
este ?
E o nico que nos lorneca o tela-
gramo.a enviado da Saint Julien du Sault.
Verei essa senhora, disse o uoagis
trado, cuja physionoraia ficou muito som-
bra.
Depois da alguas momentos de silencio
voltou-sa para o chele da seguranza:
Nlo ha indicios que o ponham nos
traeos da denudado da vctima? pergun-
tou ella.
Naii'iu o.. .
Eitao, fir conduzir o corpo Mor-
gue, u !e ser exposto, e pora espreita
dous agentes paisana encarragados de es-
cutar o que diaem os curiosos.
.Muito bem, r, substuto.
O phasphoro, qui se tinha at entao
conteutido era observar, tomou a pala-
vra.
Tanho a honra da padir ao Sr. sub
stttito para dizor duis palavras, disse
elf-.
Falle, replicou o Barao de Rodyl. Eu
o CBCUto.
- Nij me parece qua se tenhaui o-'cu-
palo de saber afe agora se o patsagairo ti-
nha ou nao bagagera.
O i.ii.ni.-.sario delegado o o coraraisso-
rio especial olharara para o ebefe da ista-
c5o. v
Cira i ffeito, Tissa elle.
Piosjihoro coutiuuou :
Se exista um volume qualqu r cn-
conrar-sa-h', sera duviii, me:o de recon-
s'.ituir a identidade lo passageiro.
Sabemos como qua poleraos con-
tar, disse o inspector chefa da est itiao.i.M i-
gloire, i ccresuentou elle, v sala' das b.t-
gagens o dos depsitos, inforjnmsc do
qua ha O clufe do trem tratou logo de bolo-
cor, emqaanto o inspector dava ordjo.p pa-
ra preparar urna ranea. 4
V'agaluraa a .-aba va do descer ido cora
partimento.
Pedio ao chela da seguranca que Ihe dei
xuss: v r de novo a navalha, arrncala do
peito do morto, e exarainou a cora profun-
da attarcio.
Do seu lado Piosphoro explora va o in-
terior do vagao. L-ivantava o tapete e as
almofadiis, precurava debaizo dos bancos,
mas as mas pesquizas parece que nao de
viam se;- coroadas de bom xito.
O Ba:-ao de Rodyl tinha mudado com-
couu :-:css .* taea barmetros, so por isso ta- ,
.. 7 i ._ o da cpiglota, cuja contractiliii d-a detcrm
na commeido um grave erro de physiea (\\ .._ _,j -, ,
A resposta qua a sciencia separou-se
la liogua de Al^xandre H u*culauo e Gar-
rett n'um choque, tao violento quo ainda
rao parece estar ouvindo o cstouro da bom-
ba do dynamito 1
Justica das bu neis At fizerara um
erro do que eu nao escrevil De modo que,
sendo o Iivro destinado leitura da infan-
cia, o menino commetteria um erro por
n;u ler o que niio eslava escripto ;
um erro pelo que ndo existia na sua Urdo
de leitura !
On 8 .badoria dos homens !
S isto d o moldo p^rfeito o justo o
caracterstico do molo apa Leonado e impro-
cedente comtque foi julgado o raen des
pretencioso trabalho.
na a tonalidale dos sons do canto o
voz humana.
Felizmente osta erro apontado mais
u i) triurapho para a causa que defenlo,
era nome da mociiado escolar de Pernam-
buco, p t que mais urna infidel idade lit-
teraria praticado por S. S., ntidelidale
cuja calvicie vou por mostra, pois basta
aceitar como verdadeira a propria explica
cao gongoristiea dada por S. S acerca da
produecao do phenoraano da voz humana,
para coroprehender-se de relance que
complicada a sua forraacao, ou antes que
de modo complexo que ella se produz;
e foi para evitar urna explicacao loaga e
confusa estudando as condiciies anatmicas
e physiologieas da voz. para nao proceder
como o fez S. S., de fuo lo incompleto e
Mas, Ilustre Sr. Redactor, eu conhaco, confuso, pois no seu ennunciado ha pro-
o tolas as pessoas ura poura lidas oesta I posicoes quo narecera ser explicadas para
materia conheoem e ane>rod s de que falla S. S. i e fallar a meninos era canai tracha arte-
Todos os autores, todos os compendios ria ou cm glottes e epiglottes, e contracti-
de Physiea tratara delles,.t um de 1876 li/lades determinando tonalidade de sons >,
premiado em Pernambuco (aqui qua est etc., como S. S. o fez, que empregusi,
o gato). mui calculadamente, urna phrase que subs-
Si, p"is, nao me oceupei delles foi para titue a dosoripcao de tolos os datalh-s
suiuetter raa coherencia, iioposifao! para a proiuc^o do phano.neno, phrase
pletamonte de pbysionomia, desde qua sou- i'jNcsta occasio voltava o cuete do trem,
bcra que a menina i'crida e racolbida em ao mi-snio tempo que chegavam dous lio-
Saint Julien du Sault era filha de urna rau mens trazendo urna maca,
iher que se chamara Angela. Entao ? parguntou inmediatamente
Protuudo suloo st lho cavara entre o so-1 o Sr. do Rodyl a Magloire.
br'olho. Liase lbe no olhar urna especie Sr. substituto, respondeu este ultimo,
de nquietafo. todas as bag gens trazidas pelo trem que
Esta visivel preoecupacao do magistrado, cu conduzi esta njita foram reclamadas. .
de-
inmediato do i>asrao
Comee, rad > a rell k
ciei sobre <> phenomeno
diz S. S
explicacao incompleta e mais do qua
dcfi.-.ient pois d a entender que o ar en-
tra por si s eu ribs.uy:* "". larqigc,
quando elle apenas o vehculo dos sons
produz'dis palis vibraoes dos "orpos els-
ticos que ahi existara.
Ora, depois qua regressei ao Rio da Ja
nciro, ten lo mo feto proprietirio do um
corap indio do Physiea do S. S., do qual
nuu a ouvi fallar, (e o nico, talvez, rao
dizem, vtndido aqui na corte, em casa do
editor 3r. Laemert) ahi encontrei, com a
mxima surpreza do meu espirito, estas
palavras de S, S., pagina 38 :
O ar, ple, assim co./;o qual quer ou-
tro corpQ, entrar por si mesrao em vi-
bracao c proluzii- s ins, como acontece
i na voz Ira nana e nos tubos sonoros dos
orgSoa ou de qualquer instrumento do
sopro. >
Conven nitar, Sr. Redactor, que se dia
o r.r, t assim como outro qnalouer corpo.
Pois ura corpo de vidro ou do met 1, ura
sino, dous pratos da msica poden por
si meimo entrar, sem p.Tcurs.no cu cho-
que, sera friccSo ou attrito em vibraco-s
sonoras ? !
E isto est escripto, co no outras cousas
i Ir-uticas, cm um compendio doutrinario
premiado Escripto por quera propoz, por
egoisino o inveja, a reprovayao de ura
Iivro de leitura, que se nlo rigorosamente
corro :to, porqu i por sua natureza nao
pie solo, tratndose de sciencia em h
ce de leitura para meninos; mas que ain-
da assira supporta galhardaraente os ata
ques do autor daquelle pharol, que desde
1876, com 82 paginas, faz um globo de
luz da cabe5a dos alumnos-meatres da Es-
cola Normal de Pernambuco
Para S. S. o ar pde entrar por si mesmo
em vibracSo.
Julgando as minha palavras S. S. diz
que o AR Nao pode entrar por si raesmo
em vibracao !
Justica dos homens 1
Pela concurrencia dcstas palavras foi o
compendio doutrinario do Sr. Dr. Ayres
Gama, compendio organisado para a alta
escola dos a'umn- s-mestres, premiado era
Pernambuco !
Pela concurrencia dastas inesmas pala
vras, ttflt tiro de leitura para meninos foi
Iieprovado pelo Sr. Dr. Ayres Gama, istt
, pela Ia se :cai do Conselho Litterario do
cuja cau"a nao podiam explicar, nito dei-
xava de causar um certo mil estar entra
aquelles que o cervavam.
O substituto, entretanto, uza o posiivel
para reagir contra o que sa Ihe passava
dentro n'alma.
E' fraqueza, dizia elle, ou, antes,
loucura Por que semelhante irapressao
produzida em mira pelo nomo do Angela.
Nem ura s volumo Foi lavado pira o
psito.
- Ainla mais ura meio do nveatigacSu
que nos escapa! raurraurou o magistra-
do.
Dopas accresacntou :
Ponha o cadver na maca. O Sr.
chefe da estacao tara a hondada de por
nossa dispoaie.no urna sala para o depositar,
Por que que este nome me transtoroou i at quo cheguc o carro que o vira buscar
de tal forma, depois de dezessta annos ?
Angela !... Quantas mulheres tcm esto
nome !
Lavantou a cabe9a, vio que todos os
olhos estavam fixos nelle e esforcou-se pa-
ra retomar ao mesmo tempo qua o seu san
gue fri a sua habitual physionoraia.
Seja qual for a verdadeira causa do
crirae, disse elle, o assassino u? o era o pri
meiro golpe que dava... Deu-nos a medi-
da da sua habilidade, nao deixanio atrs
de si um s indicio que o poJesse trahir o
que nos puzes.se as suaa pegadas.
O Sr. substituto mo desculp ir so
nao sou da sua opinio, aventurou Vagalu-
me. O assassino parece-me ter dado pro
vas de notavel falta de esperteza, aban io-
nando na ferida esta na val ha, quo o pira
em nossas raaos.
E como espera qua essa navalha o
conduza a esto ponto?
Veja, senhor, tem aqui na lamina un
nome.
Que nome ?
O do lugar onde se acha a estelaria
do onde ella sahioBast*.
Isso prova que urna navalha corsa
e nada mais. O indicio de pequea ira
para o conduzir Morgue...
Esa sala j existe, Sr. substituto,
respondeu o inspector. A applicacao que
agora se lho vai dar cm nuda mu ta o seu
destino habitual.
Trouxerara a maca para perto do va
gao.
Dous horaen3 tiraran), nao sera liini u
de, o cadver para fra do compartimento
e cstenderam-n'o sobra o colcnao qua so
achava na rauca.
Estaraos era completas trovas, meas
senhores "disse o Barita da Rodyl ao juiz
forraador da culpa, ao commissario de vi-
gilancia o ao commissario espacial. Nunca
at hoja si me apresentou urna aaastao cri-
minal por tal modo obscura. Est ahi um
hornera ferido d-. mirto. Quem csie lio
mam ? Era que estagao da linha cntrou ?
Quera era o outro passageiro disposto a
assassinal-o qua se achava no mesrao com-
partimento que elle ? Qual foi a causa do
orime ? a vinganca ou a cupidez ? Silo ou-
tras tantas questoas, outros tantos enigmas
que resolver. Quando o tiverraos decifra-
do, o assassino estar provavelraente fra
de nosso alcance.
Talvez que o problerama possa ser
resolvido muito d^pressa, observou o chefe
portancia.
Bastar, entretanto, para saber quem j de seguranci.
a coraprou, se o Sr. chefa de seguran$a so Como e por quem ?
digoar encarregar-me dessas pesquizas.
A contar de hoje, Caseneuva, come
C3 as suas indagajBes. Tenciona ir Cor
s ga T
Nao terei precisao, pelo menos, s-
gundo creio, do ir at l, Bastar-mc-ha ir
a Marselhi.
Na miuha opiniao foi en Marselha
quo a navallia oi vendida... E' do um
feitio que ser reconhecida logo primeira
vista pelo vendedor.
Pela moja quo so athaVA no compar-
timento cora o .assassino o ton o lio era
assassinado.
O substituto, cuj fronte sa tornou nova-
mente sombra, respondeu :
Suppjndo mesmo quo ella esti ja era
estado o fallar, nada prova que o seu de-
poi nento nos possa guiar.
Naturalmente vio o assassino, visto
qua fra da dnvida que ella propria foi
sua victima.
Int-.-rrogal-a-heuios, disse seccamente
o Sr. do R 'dyi. A priraeira cousa que ba
a fazer photographar o rosto do morto,
e craquanto esperase qua este infeliz seja
reoonhecido na Morgue, ou que nos remet-
tain alguna indicacao a este respeito per-
correr se ha toda a linha exhibindo a pho
tograpbia le est15.no era esta5.n0. E' na
tural qua baja alguara quo responda : co-
nhe50 esta cara.
O chefe da seguranca n.lraou se.
Podo lavar-so o corpo ? perguntou o
chefe de vigilancia.
Pode.
Os trabajadores da linha levantaran a
maoa e puzeram-se a carainho guiados pelo
chefe da eStsfo.
Atrs delles ais os magistrados, o medi-
co, os engonheiros fisca-s e os dous agen-
tes de noticia.
A sala, cujo destino conhecemos, era
bastado vasta.
Urna larga j.mella de vidros, dando pa-
ra o interior da ostacao, a, illurainava.
Tinha apeuas urna mosa e algifns ban-
cos.
Na mesa achava-sc tildo quant) era titj-
cessario paia escrever.
A maca earregada com o s:u sinistro
tardo, fji collonada em ura dos ngulos da
sala.
VIII
O Sr. juiz de formaeo da culpa vai
proceder a um primciio c rpida intorro-
gatoro. Paco, pois, a tolas as pessoas que
tenham de depr, se co acrvrin na plata.
forma do eu.b rqu-, nossa dispos5.ao.
O3 assis'.eates rsliraraat>se logo.
Nao licar.au na ssl ora qu: haviam n-
tralo senao o Sr. da Rodyl, o juiz forra:-
dor da culpa, o commissario delegado, o
commissario especial, o chefa da seguran-
5a, os dous agites c o cadver.
O juiz forraador di culpa tomou a pala-
vra.
Ioterrogarei primeiro o chefo de trera,
Magloire, dissa elh. Sr. Casentuve, quei-
ra chmalo.'
V.ig.lunu ia sabir para executar a or-
dem que ac.ibava de r.-.eber, quand) o ins-
pector ebefa da cstafao ontrou.
O quo hidc*nLV), Sr inspector ? per
guatou o Barao de RoJyl.
Sr. substituto, a ma da inosa acha
da na linha, acaba de chegar.
O magistrado, ouviado estas p davras,
8-'ntio do no;o urna emoyilo profunda, quo
nao podo ooeultar.
A Sra. Angela.. proseguio o chefe
da csta5ta.
Carta a i.s-dia
TO BR OR OR TO BV.
Como hei de principiar
esta carta a minh'araada ?
vejados, Lydia adorada,
saneo a penna pegar...
Assim chapa, isto nao,
so phrases convencionaes ;
Hns termos originaes
vSo direito ao coragao.
%
Neste vendaval de anee!os
que meu peito desvastou
a minh'alma se abalou,
e foi pousar era teus scios.
Nauta carta apaixnnada,
escripta a pulso febrento,
pergunto, cora que intento
prendes minh'alma engaada ?
Se a pobre pedio aehego
no teu seio immaculad 1,
d Me hospedage'e agrado,
para que goze socego.
Nao Lydia, nita sejas m !
nao se Ilude amor assira. .
se no tens pena de mira,
tua ternura onde est ?
Manda-rao um sim eloquentc
escripto quasi a tremer,
um sim quo queira dizer
a H^i de amar fe eternamente !
Porque tu sabes, querida,
nuncio ser adorado,
importa ser desgrasado
a felie por por toda a vida.
Nao sei mais o que dizer
qre apresse o teu veredictum ;
tonho ainda um pott escriptum
qne expressa o meu bem querer.
(Nao me conderanes s dores
de mallograda paix.no,
que nestas quest3e3 de amores
quem vence quem tera razao.
Abre o lvro de tu'alma
dedca-o a mira n'um prologo,
depois de o lerdes com calina,
bo demores, fecha-o logo.)
J. DUARTE Flt.H,).
^^"^"^
Todos os olhos se voltarara para o sub-
stituto, de quem nao tinham esquecido a
perturbaba) no momento cm quo pela pri-
meira vez o nome de Angela ferira-be os
ouvdos.
O Sr. de Rodyl leu nos olhnres de todos
o pensaraento geral.
Tomou o seu ar mais] fri, a attitude
mais magistral e respradeu em tom gla-
cial :
Mando entrar a Sra. Angela
O chefe da estaso sahio logo.
Estabelcceu-se um silencio soleinna na
sala, silencio qua durou at que se abri a
porta e appareceua bella hervanaria, ves-
tida de preto, muito pailida e com es la-
bios framentes.
Apczar da sua pallidez, apezar do cr-
culo azulado que a angustia Ihe trajava em
volta das palpebras, a ma de Emraa Rosa
loerecia verdaderamente a sua alcunha po-
pular, e urna exclaraajo admirativa, fiobre
raja natureza era mpossivel engansr-se,
pintou era todos os rostos.
O chefe da estayio j so havia retirado
e fechara a porta atrs de si.
O Barao do Rodyl tinha recuado um
passOf
A sua pallidez transformou-se em livi-
dez.
Ura arripio passava-lba pelas carnes.
A Sra. ngela approximava-se lentamen-
te, olhando una a umajtodas aquellas caras
dcsoouhccidas e cuj os olkos sa nao despre-
gavam deila.
Aiabira de rae prevenir, senhores,
disse ella, que raa ia achar em prsenos de
magistrados e que teria de responder ao
seu interrogatorio. Estou sua disposicao.
Emquanto assim fallava, levantou os olhos
para o substituto.
Foi entao ella quem cambaleou, d.nio
todos os signaes da mais violenta sor-
preza.
O senhor o se thor I aqui, balbu-
cieu ella com voz offegante. E' posnivel
que nao me engae ? Nao me Iludir 08
olhos no fim de dezasete annos ? Serei vic-
tima de ura 1 sem-lbanga ? E'effectivatiien-
11 o senhor o barita Fernando de Rodyl ?
Sou o substituto do procurador da
repblica, senhora, e venho aqui para ve-
rificar um crime, replicou com dureza o
bario j aenhor de si. Quando o magis-
tral bouvor deaempenhado o seu de ver,
Fernando de Rodyl responder Sra. An-
gela.
'{Continuar- se-ha.)
Typ do Diario, ra Duque ds Caxias n. 4.
'

t .


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