Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19253


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Full Text
mtM wm
ANJfO LII ~- NME80 18
PARA A CajPUFAfj 13 LlftABF* OiUE ,\AO SE PAC PORTii
Per tres m ... ........ 60000
or sois ditos itium....., ........., 120000
Por iMQ-anuo ido.............. 240000
Cada''numero avulso, do mesmo da. 100
N
3 BE ABRIL


PARA DETRO JE 1 OH A DA PHOUXCli
Por seis mean adiauvados......... ..... i'&oQj
Por nove ditos idem................. ?^w!
Por un anno dem................. 270OUU
Cada numero avulso, de diaa anteriores........... 01^
Proprie&afcf >e Manoel S\%vtixiu to Jf?iria 4 -filljos



A

TELEGRAMMAS
::::;:: mwm i: me
RIO DE JANEIRO, 2 de Abril, 4a
10 horas e 55 minutos da manh. (Recei-
do aa meto da, pelo cabo submarino).
O mlnlMtro da Faicnda ai contra-
ir ii ib -in.ii,"s!i.nii interno de....
r,it:o ii;;i>,ttiiii, i:. l,*. aojnru de
. ao anuo, atini de consolidar a
divida nurtuante.
A inMcriprao para ewwe emprcMli-
iuii estar alterla no Banco do Brail
at O do corrale mee ife tltrii.
MBTE OFFICUL
ses::;: a akicia savas
(Especial para o Diario)
LISBOA. 1. de Abril.
O Senado adoplou a le referente
A dotara. do Duque de Braganca.
MONTEVIDE'O, 2 de Abril.
O general Mximo Tajes Coi n ornea
do lugar-tcncntc general.
CoHiii'iii i-sc a noticia relativa a
victoria da Iropno do governo o-
bre os inwurgldOM.
w insurgido* foram completa-
mente balidos, leudo mu numero
eoimideravel de mortoM e feridon.
VIENNA, 1. de Abril, tarde.
\s nalkiin* a Hltuaeo est cada
vez mus deMendida.
Receia-Me urna intervenco arma-
da da Kussia.
RIO DE JANEIRO, 2 de Abril, s 3
horas da tarde.
Ci O V I % R X O DA P O V1 \ C I *
FALLA que o presidente da provincia, o conselhelru Jos Fer
nandes da Costa aereir Jnior, dirigi Assembla
Legislativa de ieru iiilmeo no dia de sua lnstallaco a
6 de Mareo de IS*.
(Continamelo)
consulado provincial
Contina ni administrado do Consulado Provincial, merecendo o meu apre^,
o bacharel Francisco Amynthas de Carvalho Moura.
No exercicio de 1884 1885 arrecadou esta reparticao a quaniia de
1.962:4390492 assim descrimiuada :
Direitos de exportacao .... 633:042?>952
ImposicSea internas..... 897:3290185
Jiem addi.-ional decima. 266:796(91482
dem addicioQl de 5 % .... 73:1600167
ContiibuieSo do calcamento 6:0760262
Multas por infraccocs..... 26:0330844
1.9024390 492
Eliminada d'esse total a quantia de 339:9560942 que representa o producto
das imposicoes addieionaes dcima e de 5 /0, ambos de applicacao especial, fica
reduzida a reeeita ordinaria do Consulado no referido exercicio a 1.562:4820543.
Comparada cota a do exercico anterior, que produzira 1.900:0790851,
nota-se differenca para menos no valor de 337;59703Oe.
O seguinte quadro demonstra a arrecadacSo do Consulado no decennio de
1875 -1876 a 18811835, sob a classificacio geral dos impstos propriaraente ditos.
O empreftlima nacional de 3 mil
.mos de i's r.>i mais do que co-
berto.
Agencia Ha as, filial em Pemambuco,
2 de Abril de 1836.
IHSTRBCCiO POPULAR
ECONOMA POLTICA
(3 trahido)
O.V BIBMOTIIECA DO POVO E DAS ESCOLAS
tCoultauafg)
CAPITULO II
Producco da riqueza
'. nim i mpreea decaminho de forro necessaro
un espita) ea rie, p >r euua da longa duracao
d "ate C kpit! < >m h firma fiza, eollocado em ter-
carrs, machinaa, ertacoea etc.
E' vnl.-ir o d ter-sa qu* a trubulbo ura capi-
tal. Til eiprvssSo errnea. Um" tribalhador
pode producir n nea troe-a por alimentos e
o.itros obj '.-- Il que car- 51 para satisfazer as
.,. ,, : : !. : mas em regr, tem que esperar
que a riqueza q n produ estej completa e seja
Tendida. Para sso precisa de mais alguma coisa,
alera do traba!ho : precisa de alimentos para esse
intervallo, de material* e de U Tramontas. Sao
estas ditlcreutes coisas que formam o capital exi-
g lo, e nao o trabalho. Tambem muitas vezes ee
diz da torra, da intelligencia. etc., que sao outros
tantos eapiraea. Ha igual ero em taes expres-
soes. Qner-ae diaer eom isso que inuitos pessoas
Vivem do que obtin da trra ou da intelligencia,
como outras vivem do ju-o dos capitaes que_ pos
suem ; mas nem a trra nem a lataUgeaeii sao ca
pitaes :a primeira $ um instrumento de produccio
c a segunda um iastrnmento de trabilho.
CAPITULO III
Troca e cirenlaeao da riqueza
Tboca. Valor J vimos no capitulo I o que
troca, e do que entilo dissemos se deduz fcilmen-
te que ella um dos mais importantes mcios de
que dispomos, pira augmentar a riqueza. Quan-
dotemsido satisf ita a nccecessidadc que s ntiitos
de urna eommodidade, nao queremos mais dos
meios que emprrgamos para essa satisfaeco, co-
metamos logo a querer eatisfazer outra eommodi-
dade. D'ahi resulta que a troca produz sompre
ganho e utilidade. Alguns cbjeotam que nao ba
esse ganbo, porque o valor da coisa dada deve ser
igual ao da recebida ; outros dizem que, se urna
das partes lucra, ha de a outra ficar prejudicada.
Segundo esta falsa idea, o mistr de commercio
sena cada um tratar de engaar sen visinbo. E'
verdade que a coisa dada tem um valor correspon-
dente ao oa recebida, mas nao a iguala em utilida-
de para quem a da, e o augmento da utilidade
o verdadeiro e nico fim de toda a producco e de
todo o commercio.
Dissemos tambem o que se entende por vlor em
economa poltica ; mas, como esta pala vi a na lin-
Suagem geral tem differentes accepces, importa
eixarmos bem accentuada a differenca que ka
entre estas duae ezpressocs : valor de uso e valor
de treca. Diz se que o sal tem valor para terope-
r :t a comida e para prese; var da putrefaccao as
carnes ; que a agua tea valor para apagar o fogo,
etc. Este valor nao o que j definimos ; nada tem
eoma troca, nerc com a utilidade e rardade relati-
vas. Seja qual for 0 prego do sal, elle ter sempre
o mesmo valor para oa fina que referimos ; a agua
quando a colbemca Iivremente n'uma fonte, nao
tem preco, e nao deixa poi isso de apagar o togo.
O valor do sal e da agua, assim considerados, sio
valores, de nso ; oa valorea, como oa definimos no
capitulo I,, sao os valore de troca. .
(Contina).
xccccaccaxcc-jx 4-wtr-oecc-JCsoi III 1 1 1 1 1 EXERCICIO FINANCEIRO
occetrocxa-i-i-'-i a> fc e ;cio 1
i; -1 c. n t C. O Oi 1 c 1 !
ClCl-'JO'f.>il 4.0C01-JCCNHCO! rctC4*tctMOl'r>i-'0CCC O, iy. y. j,. y. :>. >. .j.. :>. :y. ClcttKXXtOSS1 I>i 1 C QC W tf < OO 1 1 1
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a 0 p^') b i c c *> c? WXCO-li^ClGiUO _' JO O O C cf tf O* O os ce 02 ic ? 0 0; 0 "*- > pf xatoaOit--i- 1 OS C' -JSXS'OC OS CC \i vt -\S' 1^ ^f ^* Qr ^r- >' >' C u; c a. *- n. i w c. c -'JX(i>sx-JWC5 C c c: cr. te o- c
IC I ce ! S 1 i
COLLECTORIAS
Conta actualmente a provincia 47 collectorias inclusive as de Gravat e Mu-
ribeca, ainda nao installadas.
No exercicio de 18841885 a arreeadacSo total d'essas estacoes fiscaes ira-
portou em 274:0770042.
A despeza com o respectivo pessoal attingio a 54:2050468. Foi portanto a
renda liquida do taes estacScs n'aquelle perbdo 219;8720174, que comparada com a do
anterior exercicio apresenta diFerenca para meno3 de 46:8950018.
O quadro que em seguida vos apreseoto demonstra o n:o vi ment das opera-
coes das colleztrrias no quiuqu.mnio de 18801881 a 1884 -1885.
EXERCICIOS
1880-1881
1881-1882
1882-1883
1883 -1884
18841885
RECE1TA
316:7950233
312:0410746
378:0480216
30:972#660
274:0770642
DESPEZA
RENDA LIQUIDA
62:7780514
02:1325184
55:6560201
63:5010940
54:2055468.
254:01G0719
249:9090562
222:3920015
257:4700720
219:8720174
Resolvendo urna consulta do Thesouro Provincial decid nao ser permittido aos
collectores exercer a profissao mercantil, visto serem empregados de fazenda, gozando
do todas as vantagens d'esta categora, inclusive a apcsentayo.
Scientc do que diversos collectores e outros responsaveia da Fazenda pro
vincial estavUo affiancados com simples termos de hypotheca nilo especiahsada, invo-
cando-se o disposto na lei n. 994 de 13 de Junho de 1871, determinei que sera perda
de tempo se fizesse a especialisacSo exigida pelo art. 3. 10." da lei n. 1.237 de 24
de Setembro de 1864, expedindo para esse fim os seguintes officios ao inspector do
Thesouro Provincial.
3.a seccao.Palaiio da Presidencia de Pernambco, em 23 de Janeiro de
* 1886.Ao seu offrio de 19 de Dezembro prximo findo, "a que acompanhou a ex-
posicSo feita pelo procurador fiscal da Fazenda provinci d relativamente ao processo
das fianjas a que estilo obrigados os responsaveis para com a mesma Fazenda, cabe-
me responder declarando que taes flaneas, quando versara sobre immoveis, nao dia-
t pensam a especialisajao exigida pelo a-t. 3. | 10. da lei n. 1.237 de 24 de Se-
tembro de 1864 para que prevaleja contra terceiros a hypotheca legal da Fazenda
publica, geral, provincial e municipal.
A lei provincial n. 994 de 13 de Junho de 1871 nao pode ser entendida
no sentido de se dispensar aquella cssencial formalizado sem a qual deixaria do ha-
ver o direito de prelacSo e portanto a garanta da flanea, que a mesma lei, longa
de nullificar, procurou manter ora sua plenitude.
E ainda quando a pratica ti vase adoptado interpretaclo' mais consentanea
eom a effectividade das flaneas a bem da Fazenda provincial, julgando referir se a
citada disposico hypotheca convencional para o fim de trnala applicav'*] aos casos
de rcsp-;nsabilidade para com a mesma Fazenda. s d vera e d ve prevalecer
actualmente o preceito do art. 3 o | 5." c 10." da citada lei g'r .1 n. 1.237 de 24
de Setembro de 1864. vis'.o o art. 260 do rcgularocuto de 3 de JuUi> <1<' l879, 'X
pedido pela presidencia, em virtudo de autorisaco expressa na lei provincial n.
1.354 de 6 de Marjo d> mesmo anno.
Cumpre, portanto, qu V:uc. providencio com urgencia e mxima activi-
vidade para que se <-fF ete o jirocesso de espccialisacSo hypothccaria em referencia
aos responsaveis que postcri.Tiu'-ntc ao aito regulmento nio satisfizeram essa obri-
gacSo, enviando me <;ra perda de tempo a relacSo dos qu se acharem em taes con-
dicSes, e inforra n^o-me acerca do prazo que razoavelra. uto Ihea devan ser mar
cados para se :nostr.rem devidameate habilitados nos termos da referida lei n.
1.237 de 1864. i
3.a seccao Pila io da Presidencia de Pemarabuoo em 13 de Fevereiro
de 1886. -Di.'cliro Vme., pira os devidos tns, e em resposta a o seu offiio di' 30
de Janeiro prximo passado, sob n. 458, que a especialisa^ao da hypothCi legal dos
responsaveis para com a Faz-nda proviu-ial deve ser exigida tambem em referencia
aos que contrahir.im a obrigacSo no dominio do regu'amcnto de 30 de Junho
de 1874.
f Por esta occasiao recommendo Ih que d o mais prompto an lamento
regularisajao das fianzas, nos tormos da resolucao de 23 d; Janeiro ultimo e do que
ora se exprime.
(Contina)
---------------3
EXPBDrBNTE DO DIA 18 DE MABCO DK 1886
Actos :
O presidente da proviueia, em exeeucSu da
lei n. 2395, de 10 de -etembro de 187i, reaolve
nomear Salviano Siinoes da Costa Machado e A-
pela Rocebi'doria de reudas internis geraes por
haver o mesmo brigadeiro deixalo de dar ma-
tricula, :o praso legal, o in ;euuo Jos, filio de ana
escrava Mana. O que coinmunico a V*. t. para
os fins convenientes.
Ao inspector do Thesouro Prjvincial.De-
co activo da guarda
Bonito e Bezerros, que se acham vagas.Com-
municou sk ao commaudante superior.
O presidente da provincia, de eonformidade
com a propost* do l)r. chife de polica em offl'.io
n. 255, de 11 do correte oses, resol ve nomear u
tenente Joaquim Servato Vieira da Par, p .ra o
cargo de subdelegado do Io distrcto do termo de
Pao d'Alho, em substituidlo de Porfirio Tavares
da Silva Coutinho, que pedio exoneracSo do sobre-
dito cargo. Coramuncou se ao commandante do
c >rpo Je polica.
O presidente da provincia, attondendj ao que
requereu Dina da Silva Coutinho, piofessora da
cadeira de ensiuo primario do sexo femnino de
Caric, e tendo em vista o parecer da junta me-
dica provincial, resolve coccoder peticionaria, a
contar ile 16 de Janeiro ultimo, quatro mezes de
cenla, com ordenado, para tratar de sua saude,
onde lhe convicr.
Officios :
Ao presidente da provinci i do Rio de Janei
ro.Srvase V. Exc. receber os meus agradec
mentos p- los dous ezeuiplar-.-s da carta corogra-
phica dessa provincia, que me remetteu com o
officio de 6 do correute mcz.
Ao commandaDte do corpo de polica.Min-
de V. S. destacar seis pravas no distrcto de -Jal-
m res, do termo de Garanhuns, fazendo reeolher a
esta capital as tres que all se aclum estacionadas.
Ao nspntor da Thesouraria de Faztnda.
Devolvendo a V. S., conforme solicita em ofiicio
n. 138, de 4 do corrente, a represeutacao da con
tadora, declaro lhe que, neeta data, submc'to o
assurapto de que trata o citado oftiiio, ao conhe-
cimento do Exui. Sr. ministro da guerra, de quem
deve-se aguardar decisao.
Ao mesmo.O Ministerio da Agricultura,
Commercio e Obras Publicas, em soluci" du.- 1.
dessa Thesouraria, relativa a importancia do ere
dito que deve dispor para pagamento das obras
dos empreiter.s doprolongaminto da estrada de
ferio desta provincia, declara, em telegramma de
16 do correute, que, conforme a ordem do Thesou-
ro, n. 24, de2i de Janeiro ultimo, o total do cr-
dito distribuido de 3.510:0004000 para'o pre-
sente exercicio, destinado aquellas obras. O que
eommunco a V. S. para os devidos fins.
Ao mesmo.Remetto a V. S., para os de-
vidos fins, as duas inclusas notas do saz consu-
mido no Arsenal de Guerra, durante o mez de Fe-
vereiro findo, na quantidade de 6.600 ps cbicos
e bem assim a iuformaco, junta por copia, da oj
genheiro encarregado das obras militares, de bon-
tem datado, sob n. 17, relativa ao mesmo consumo
Ao mesmo.C >mmuuco a V. S., para os
fins convenientes, que o bacharel Jo.c Francisco
Rheiro Pcssoa, no da 4 do corrente mez, assumio
o exercicio do cargo de juiz municipal e de orphaos
do termo de Fbres, para o qual foi noineado por
decreto de 23 de Janeiro ultimo, dexando naquel-
la data o d". promotor da comarca da mesma de-
nominacao.
Ao mcsm%Communico a V. S., para os
fins convenientes, que o pr jmotor da comarca de
Villa Bella, bacharel Antonio Candido Correa de
1870 e 21 de Junho de 1882 a diapoaicSo do art 2o
da lei n. 1837, d- 6 da Abril de 1886, mencionada
na portara de 12 de Setembro do anno findi eom
ezpressa declaracao de que, quanto a subvencSo
kilomtrica a que se refere a mesm partira, o
goverao provincial aguard i ulteriores informa-
coca.
Ao inspector geral da InstruecSo Publica.
Concedo a autorisacao solicitada pir Vme. para
justificar as filias de exercicio escalar do prof
Gaspar do Nascimeuto Regueira Costa, deque tr ita
em seu officio, a qu" responda, i. 85, de 11 di cor(
rente mez. ^ ^
Ao engenhero chefe da reparticao das Obra:;
Publicas.Approvo o con'ract.a provisorio, an-
nexo porj copia ao officia de Vme., do 16 do cor-
rente sob n. 50, celebrad j p >r Xicas Ja 8ilva
Gusmao, para ene irrogarse da obra di reparos
da ponte de Motocolomb, mediante o abate d :
13 "/o do orcamento de l:<50jt(W0.Remettea-ae
copia ao Thcouro Provincial.
= Ao juiz de direito da comarca d" llej-r; os
Declaro a Vme., em solucaio an i-sus officios de
12, 15 e 24 de dezembro ultimo, que, nao baven-
d.qu'm aceite a nom.'aca de offici al dejas ios.
pode ser nomeado um soldado policial no i termos
do avi-1 do Ministerio da Justica de 28 Je Janeiro
de 1857.
Portaras :
A' Cmara Municipal do Itecilj'.Para re-
solver sob-e o assumpto das informacoes na. leo.
recommendo 4 Cmara Municipal do R':ife, que
me trausmitta copia das pro,>03tas qu-3 foram
apreseutadas para o servipo da colloeacio de pl -
cas de numeracao de casas e dstico) das ras da
cidade.
A'mesma. -Com a copia inclusa da nfor-
maca n 961, prestada em 13 do crrante, pelo
Dr. chefe de polica, respondo ao offi.-io n. 10, qoa
a Cmara Municipal do Recfe dirigime a 10 do
masmo mez, pedindo providencias alin de giran-
tirem os direto3 dts contratantes de abastecimen
to de carnes verdes na povoacao de Caxaogi.
A mesma.Coinmunico Cmara Municipal
do Reoifo quo foi hoje submettido a Cjnjderai;io
da Assembla Legislativa Provincial o assump o
de seus officios ns. 4 e 6 de 26 de jaueirs e 10 de
fevereira lia lo-, relativos ao pagamento de venei-
mentos devidos aos guardas muucipaes aposenta-
do*, Josda Annunciacao Cirvallio e Mano 1 Cry-
803timo de Albuquerque.
A Cmara Mu licipal de Agu Preta De-
volv Catira Municioii de Agua Preta o
bataneo annexo ao seu officio de 27 do fevereiro fio
do, afim de ser organisado de aeirdo com o mo-
delo a que se refere o art. 99 da lei u. 1221 de 21
de junho de 1875, dcclaro-lhe para 03 fius. conve-
nientes, que chegaram d ecretana desta presiden-
cia os documentos de que trata o seu predito
offi o.
Chamo a atteneao da mesma Comara para a dis-
posico do art. 92 da citada le n. 1121.
O superintendeote da estrada de ferro de
Caruar, sirva se de mandar transportar i 19 d>
corrente, por conta da provincia, em carro de Ia
classe desta capital cidade da Victoria, o offical
Araujo, a 6 do corrente, entrn no goso da licenca ( Ja 1uhi y.^ Perreir% de Lma e um
de tres mesea, com ordenado integral, concedida fi|ha de nome Mar ^ ^ mnof d, diid bem
or esta urcsidencia. para tratar de sua saude. _______..__ '_____
por esta presidencia, par
Ao uiesmo.Commuuico a V. S., para os fins
convenientes, que o juiz "lunicipal do termo de
Cimbrea, bacharel Francisco Caraccml; de Frailas,
no dia 2 do corrente mcz reassumio o exercicio
de seu cargo, deixando o de juiz de direito interino
da respectiva comarca.
Ao mesmo. Communico a V. S para os
fins convenientes, que o juiz municipal do termo
de Barreiros. bacharel Joaquim Cordeiro Alviin da
Silva, em 8 do corrente mez entrou no gos de 60
das de licenca, com ordenado, para tratar de sua
saude.
Ao mesmo. Communico a V. S. para s fin'
convenientes, que o 2o juiz substituto da comarca
d'esta capital, bacharel Francisco Odilou Tavares
Lima, interrompeu no dia 16 do corrente m z por
motivo de molestia o exercicio de seu cargo, pas
sando-o ao respectivo Io s-pplente.
io mesmo.Para os ti s convenientes com-
munico a V. S. que, tendo sido exonerado, a pe-
did o, no dia 12 do corrente o Revd. Joa Antonio
Rodrigues, do cargo de vigariu da tr guezia de
Nossa Senhora da Conceico de Itamarac, foi na
mesma data nomeado para substituil-o o Revd.
Francisco Urbano da Silv, que rieou dispensado
da egencia da pnrochia do S. Goncalo de Una,
segundo partieipou-me o Exm. bispo diocesano em
officio de 15 do ref.-ndo mez.
Ao mesmo.Verifican lo-se das informacoes
annezaa ao officio de V. S, de 18 de Dezembro ul
timo, sob n 715 que o escravo Daniel pertencente.
a Agostinha Mara dos Anjos e Paulo Jos Ooa-
calvee, l;bertado por onta da Ia quota de fuud
de rmaneipacAo no municipio da Escada. uo tem
all averbaco de sahida e que cousta achir-se
residindo no engenho Batalena d'aquelle muni-
cipio, e que quanto escrava Maria, libertada pela
mesma qu>'ta nenhum lancam esclarecer sobre o seu destino e de seu aeutior
Paulo Jca Goncalves, n'esta data determino ao
juiz municipal com cteute que proceda s mais mi
nuciosas iudagavoet para conhecer se ondo se
acham os ditos oscravos, afim de Ihes serem entre-
gues as cartas de liberdade. e devidam nt; irdem-
uisadosos pregos das alfoiriae pela futura qu>a
de accordo com a informacao da Contadona an
nexa a su citad officio; "endo em vista que na
carta concedida a Daniel nuora como dono Fran-
cisco Antonio Goncalves e na de Mari, Jos An- m-z, tazendo-sea respeito do citado officio as de-
tonio de Mello.Commnnicou-se ao juiz muuicipal vidas participacocs.
da Escada. expkdibntb do du 19 ds icAago dk 1886
Ao mesmo.-Def ri ido o roqueiimento do Actos:
capito Antonio Gracindo de Gusmao Lobo, en- O presidente da provincia de conf.rmidade
carTegado de negocios de sea pai, o brigadeiro com a propata do Dr. che'e de policia, em officio
Francisco Joaquim Pereira Lobo, durante a c m- n. 287, de hontem datado,resolve crear um *> dis-
missao deste do presidio de Fernando de Noronha, tricto da subdelegaba em S. Lourenco da Matta
relevo a multa de 100*000 a qne V. S. se refere comprehendenoo os engenhos Penedo de Ba xo,
no officio de 10 do corrente, sob n. 160, imposta Santa Luaia, inclusive o aitio denominado More-
ci.mo a res ectiva bagagem
O Sr. gerente^da Companhia Pern imbacana,
mande dar passagem, a r, at o porto de S. Sal-
vad ;r, no vapor que segu pira o sul a 24 do
corrente, a Albc to Guimapae?, por conta das gra-
tuitas a que o governo tem direito.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Officios : ,
Ao commandante das armaa.S. Exc. o Sr.
oonselheiro presidente da provinci i manda de-
clarar a V. Exc. ter au'orisado o Arsenal de
Guerra a satisfaz-r o pedido qus veio annexo ao
seu offi do n. 146, de nontem datado.
" Ao mesmo. S. Exc. o S;\ consclheiro presi-
dente da provincia, oeste data proviienciou de
eonformidade com a requis ci di V. Exc. coutida
nos officios datados de hontem e boje, sob ns. 145
e 148.
Ao Io secretario da Assembla Provincial.
OExm. Sr. eonselheiro presi lente da provincia,
mana transmittir a V. -., afim de que se digne
de submetter cousideracao dessa Assembl i, os
officios ns. 4 e G de 26 de Janeiro c 10 de feyereir
findo, juntos por Copia da Cmara Municipal do
Recfe, solicitando autorisavSo pa-a effeetuar o pa-
gamento dos vencimentos devidos aos guardas
hposentados Mauoel Rodrigues Orysostom e Jos
da Annuuciacao Cardoso, pelas verbas destinadas
a outros guarda.1 tainb -m aposentados e que falle
ceram.
Ao Dr. inspector da sade publica De or-
(ie n do Exm. Sr. eonselheiro presidente da pro-
vincia, reui-tto a V. S., para os devidos fins, vintc
exemplares impressos do regulamento do aervico
sauit .ri i do maero, a que sa refere c dicreto n.
9,534, de 3 de Fevereiro do corrente anno.
Ao inspector do Th souro Provincial.O
Exm. Sr. eonselheiro presidente da provincia-mu
da commuoicar a V. S., para os fias convenientes
que, o bacharel Jote Fraucisco RiOeiro Peisoa
participon, por ufficiide4dj corrente, haver na
mesma datadeixado o exercicio do cargo de aju-
dan'e do procurador dos feit s da fazenda provin-
cial do municipio de Flores por t-r sido nomeado
juiz municipal e de orphios do respectivo termo.
Ao juiz municipal de Flores.S. Exc. o Sr.
eonselheiro presidente da provincia communica a
V. H. que teve o conveniente destino a certidao de
exercicio, annexa ao seu officio de 4 do corrente
no, Moca nbique, Tembe e Camaragibe e as pro-
piedades diomin idas Bonaclu, Tabatinga, Pao
F'crro c Macacos, limitando-se ao sal com a fre-
gu zia da Luz ao naacstlts cem as fregiiezias da
Varzea, P050 da Pauella e ao njrtc com :de Igua-
rass.
Ourosim, resolve no 1 ear para excrcerem os
cargos de suble'id) 1 a 2- supple itea da nova
sobdelegacla ua ordem de sua colloc.iclo os.cida-
ditos Francisco de Paul 1 Corroa do Araujo, An-
tonio da Silveira Lins e Joo Pedro de Sonsa.
- O presidente Ja provincia, de eonformidade
com a proposta do Di. chefe le pieui em officio
n. 283, d li nt m datado, resolve nomear para js
cargos de 1, 2- e 3' supplentos do subdelegada
d j 1 distrcto do S. Jos os cidadaos -Antonio Ar-
th Mornira Je Mendonea, Pedro Jos Correia e
J i Antonio da Silva Ptreira na ordem era quf
v ccllocados, sendo qu-: o lugar de l- aupplcutc
se acha vago, e fican lo exonerados os cidadaosque
excrcem os dous ltimos cargos.
O presidente da provincia, de eonformidade
com h propMta do I) chefe de polica, em ofiicio
11. 281, de 17 lo corrente, resolve uomoar para oa
cargos de 2' c3- suppleutes do subdelegado do
1 .l.trie.t do t mu do Buiquc os ci iados Joao
Freir do Rogo Barros e Joaquim Pinto de Amo-
riin Ramos, na ordem em que estilo enllocados, fi-
cando exonerados os cicladlos que eitrceni os re-
feridos cargos.
O presidente da provincia, tendo em vista os
termos de exaim annexos por copia, a o officio do
iaapector do Arsenal de Mariuha, de hontem da-
talo, sob n. 137, dos quaes coastam harer Irineu
Manoel Dia3 e Jos Pereira da Silva prestado exa-
aie eonformidade com o artigo 3 do decreto n.
1,321, do 5 le Fevereiro de 1854 e obilo appro-
vacvo unnime dos examinadores para servir o 1-
de 3- eo 2- del- machuista de bar :aa :. vapor,
ordena que aos examinados se oxp'ca as compe-
tentes cartas de ha'ailitacao, na forma proscripta
poli artigo 6 das instruccoes que bi.xaram eom
o decreto n. 2,00') de 2 de Junho de 1360. Com-
mnnieoo-se ao inspector do Arsenal de Mariuha.
') presidente da provincia resolv: nomear o
Dr. Jo B indeira de Mello p- ra servir de exami-
nad >r no coicurso, para provimento da. cadeira da
lingna inglcza d-> gymnasiu pernam'iucina, em
substituicao do Dr. Cicero Odn Peregrino da Sil-
va, que pedio dispensaCommunicou se ao ins-
pector geral da instruccSo publica.
Officios :
Ao 3r. inspector da sale publicaDecla-
ro a V. 3. que fica approvada a deliberaco cons-
tante de seu officio de 16 d corrente. relativo
remessa de desinfectantes, reqnisitados pelo direc-
tor da colonia Isabel para aquelle estaliclecimcnto.
Ao inspect ir da thesouraria de fazenda.
Para os fins convenientes comonunico i V. S. qne,
aehan lo-se tnnj ido o jala de direito da comarca
de Jaboa'ai, assumio o exercicio da ci.rgo, no dia
12 do corrente, o b? charol Henrique Capitulino
Pereira de Mello, na qualidade de substituto.
Ao mesmo.Cimmunico a V. S para os fin
convenientes, que o promato- publico da eemarca
do Cab>, bacharel Carlos Frederico da Costa Pe-
reira, participa! h uitcm. qu: por motivo de moles-
tia interrompen o ezerecio de seu cargo.
Ao mesmi.Trauamitto a V. S., para os flus
convenu ntes as iacluss n >tas do ga: consumido
no m de Fevereiro findo, coin a illumiuacao nos
quarteis dos batalhes 21 e 14" de infautaria, com-
panhia do cavallaria e enfermara militar, na quan-
tidade de 20,500 ps cabico3, e bem assim a iaf ;r-
macao junta por copia, do engenhero encarregalo
das obras militares, de boje datada, sob n. 19, re-
lativa ao mesmo consumo.
Ao inspector do thesouro provir :*1. Para
os fins convenientes c;mmunco a Vme. que o pa-
gamento do aluguel Je ura apparelhi tcloph uieo
que mandei collocar hoje na secretaria da presi-
dencia, deveri correr por coala do crdito consig-
nado pelo art. 1" :>" da le n. 1860.
A euca;regdo da empreza tel'phonic 1.
Mande Vine, collocar na "secretaria desta presi-
dencia um apparelhoteiephonco, devendo apreseu-
tar mensalmente a respectiva conta afim de ser
paga.
Ao Sr. Bernardno de Miranda e Albuquer-
que, 3 juiz de paz de.S. Lourenco da Matta.
Respondo ao officio de 5 do corrente, declarando a
Vine, que a substtucao temporaria des juizes de
paz se eff-'ctua na escala descendente :.t oquarto
votado, 3eguindo-se a este o prmeiro e os deinais
na mesma escala.
Ass:m. emqnanto for juramentado o quarto juiz
de paz, para o que exped ordem cmara muni-
cipal do Recife, cabe a substituicao temporaria ao
prmeiro juiz, seguin^o-se-lhe os demuis, se csti-
ver impedido.
Port iras :
T:ndo em vsti o officio que o c dadao Ber-
nardno de Miranda e Albuquerque, 3o juiz de paz
la parochia de S. Loureoco da Matta dirigio-me
em 5 do corrente mez, recommendo cmara mu-
nicipal do Recife, providencie com urgencia, afim
de ser juramentad 1 o edado eleito 4o juiz do paz
da referida parochia, ou o respectivo immediato
em votes, se elle apresentar motivos dn excusa dos
termos da lei.
Sciente do que a cmara municipal de Ver-
tentca rcpri-sentou-mc em officio de 13 de Feverei-
ro findo, declaro-lhe que sem embargo de prosc-
guir-se nos termos ulteriores do iuquerito a que
procodeu a autoridade policial contra o teuentc-
coronel L'andelini Manoel de Azevido e outros.
pelas tactos que estes pratio-cram, restabelecendj
com aparato de geute armada, 3iguno consta do
mencionado officio, nma estraaade servidao publi-
a,mandada interceptar pela referida cunara, deve
sta recorrer aos meios jadiciaes, se entender que
j de conveniencia e utilidade puboa a intercep-
cao da mes na estada e raanifestar-se e opposieao
a este acto.Remetteu-sc cpi 1 ao juiz de direito
e ao Dr. chefe do palicia.
\\' Cmara Muuicipal da villa da Pedra do
Buique. Respondo ao officio de 30 de Janeiro ul-
timo, declarando d Cmara Municipal da villa da
.'edrado Buique, que f submettido deliberadlo
d'Assembla Legislativa Provincial o projeeto de
o:camento annexo ao seu predto offici).
Compre, (wrra, aue a mesma Cmara organise
desvie ja, afim de enviar mesma As sembl 1 ou-
tro projeeto relativos ao exercicio futj.ro de 1886
a 1887.
Chimo a a*-,encao da Cmara quan > a confec-
eao d'caee documento para as dispos oes pJrma-
neates da lei n. 1,221, de 21 de Junho le 175.
.V Cmara Municipal de Gloria le Goit
Respondo ao officio de 11 do corrente mes, recom-
nendando Cmara M inicipal de Glora de Goi-
t, que expela as d vidas ordena aos j lizes de p\z
e mais providencias do estylo. afim dn que no dia
8 de Maia prximo vindouro, se proced n'esae mu-
nicipio, a eleicao do um vereador, em substitui^o
do ciladao Elouterio Vieira Correia Lima, que
perdeu o lugar pela aceitacao de cargo publico re-
tribuido. Cemmanicou 32 ao juiz de direito (
Portaras :
O Sr. g rente da Conspanha Peinambucana
mande conceder p is;agen3 proa, at o Cear, a
Antonio Felicissimo do Re,go, sua in ilher Fran-
cisca Mara Pereira de Audrade e um filho menor,
por conta das gratuitas qno O govtrno tem di-
reito, no primeiro vapor /jue seguir piira o norte.
O Sr. gerente da Companhia Peinambucana
mmje conceder passaeens a r, at 'atal, a Ma-
noel MilitSo de Barros'Ca/aleante e Cathariua de
Barros Cavalcante, pr conta das gratuitas a que
o governo tem direito, n> vapor que sigue para o
norte, 5 de Abril pToxim >
O Sr. gerente da Coinpanhia Pe nambucana
faja transportir A provincia da Parahyb, por
conta do Ministerio da Guerra, no vapor Jaguar-
be, os soldados da companhi 1 de inf intnra d'a-


/
Diario de FornainbncoSabbado 3 dt Abril i 886

Jncl a provincia Casimiro Jo= Joaqutin Juu
u tiniano de Souza, que d'alli vieram escoltando
aro d.-sertor. Co nmuuicou-se ao coramandantc
das armas.
O Br. OBMStSSa da Companhiu Pern-imbucaua
foca transportar, i. provincia do Rio Grande do
Norte, p i ODttia Ministerio di Guerra, no va-
por Jaguaribe. nm caixote asediad) 35 decmetros
cbicos, ciiendo artigos de fardamento destina-
dos ai tenento-ajudante de ordena da Preaidcucia
'aquella provincia. Comuiunicou-se a director
d" A. sena! de tiuerra.
exesdienremo SEafauTARtai-
Offi /ios :
Ao commandauti! da* aranas. S: Kxc. i Sr.
mneelheiro pr-eideorc da provincia manda deca
7.1' a V. Kxc. tarsjlic'vtado.do .Miui-teri > da fautor
r o necesario* crdito para pee >rrrr dep z i
ecm a Mcquiaic dos artigos ooastanfea-d i peuidu
qoe C'iinpiuhon.oaju uffioi > n. it^, Je 25 de Nrve-
reiro fiudo.
A o Io s cretario da Assembla Provincial -
De ordein do Exna Sr. conselheiro presidente da
provincia, transmiti a V. S., pera os fins conve-
nientes, o bataneo da receita e di speza do exerui
rio de 8St a 18B& e o ornamento para o d<- 1886
a 1887. da? Cmaras Municip.ies de UlinJa e Ga-
jell ira
Ao m sin).De ordem do Exm Sr. rnaae-
pr.-s-ieiite d provincia, trausmit'> V. 8 .
atiin de ser tubmetti lo toliborsaae d"es-a As-
M ii i jauto pjr copia, com e qual a Ca-
m.ia Municipal da villa da. P. dra do I) liqus or-
oa o pruject i iie oryaincntu de reeeita e I s-
. junto tm original.
CUbo-me prevenir a V. S., que aquello ore. ain -n
to k reter-nte ao ex rcicio vigente e ojo futuro,
manta a referida Cmara ti instadla i h a
i t mpo o mi poca posterior a cin que devino
ce onados e vtnetiidos a esas Assembla
oa /cape etivss oroamuu! s.
Nesta data se r -eosassim loa a dita Samara que
xcmct i litro pr i]oct j r -f r.-ut-- IO futuro el I
em de 1866 a 1887.
A'j Dr. ebefe de po'icia. O Exm. Sr. coi
teibeiro presidcnti' da provincia m d cmnmoni-
rar a V. S., que acaba de expedir ord m as o:n-
Mnduute do corpo d- paliis, sobre o Hssumpt o ie
es offiftie n 290, de boje datad .
EXI-EDlENTE DO DA 2 HE 114003 DE 1886
1
O presidente da r.rOVnci'.rceolv*, de Cin-
foraidade com o decreto n. 2,881, de 1 de Fev -
reiu de 1862,abrir, sobona r< ; ni ibidade, um
eseautu da importancia da 6:08 |0O, a verba-
ijn ia do cu;to do ministerio d> Imperio, exerc-
165 a 1886,afini de oceorrer no pagamento
ujudas-de costo a qae teetn direito os depa-
- Ass-uibla Geral Legislativa, ultimam-nte
e-'eilos pr esta pr-vincia. R-metteu i-e copia a
Thcsoararia de Fnsenda.
O presidente da provincia, de eonformidade
f.nm a proposta dj Dr chefe de po'icia, eui omero
a. 393, da liontem datado, resol ve a-mear Jos
Alves Tenorio, par o cargo -de snbdelegado lo
liatrictodo '>i; da Panel la, fieand-j esmerado
do aohredrto cargo, cerno pede, Joio Cesara O presidente da provincia de coafonni lado
r p.opostrt do Dr. ch f de polieia, >-m i Kci i
a. 2, de honteaa dal do, res 1-. c nomear Joaqoim
da Soasa ores, para o lugar do Io sopplente do
Meiegwdo do 3o districto do Popo da Paneila,
pa.sando i: occnpar o lugar de 2o o actual 1" sup-
pient", Joao M.-chado lirandao.
O presidente da provincia, resolve ccnoiile-
irar sem effeito a pirtaria de jO de Dezi-mbro do
auno lindo, que n u e m Honuiio Lop^s de Siquei-
ra Braga, para o lugar de adianto do promotor
publico de Villa Bella, visto nai ter elle solicitado
o respectivo titulo. -Corainunicou-se aojis de di-
direito.
Oficios :
-- Ao presidente da provincia do Cear.R>go
a V. Ex que so digne de providenciar no Sentido
it ser tr.nsuiittida secretoria desta Presiden-
-ia a cer'idSo do proci-sso da i Fr mcis2a Maria
da C'nc icio, que interpjz recurso de gr.ica da
pena de priso pe. putua, que lhe foi imposta no
aWfil le Novembro de 18G5, pelo jury do termo
e Sab >eiro.
A cprdao deve ser acomptnhada da informa-
dlo do juiz da eaneatnaco, ou de quem succe-
deo a este uo carg i, deveud > c nstar da nsSSSBa
inrermac') se a criminosa tere co-i)3, e no caso
ilrmativo. se forana elles proeCSaados, presos, con-
demn idos, a que penas, e se cumpriram seutenca,
informe preceitua o aviso circular do Ministerio
i i Justiea, de 18 de Abril do anno prximo pas-
tado.
-- Ao insp"ctor do Arsenal de Harinba.Oou
lji qu.* V. lixc. providencie no sentido de serom
i-onduiidos, no dia 22 do eorrente, por urna lancha
deese Arsenal, quatorze c.ixoes contend) farda
ment, do Arsenal de Guerra para burdo do vapor
Jaguar ibe.
A> mean.!) claro a V. Exe., para os fins
otes e em resposta aos seos offiaios na.
e 124, de 4 e 11 do eorren'e, que autorhto o
mspeetor da Thesonraria de Fazenda a mandar
lssilllllll :.bonar ao poiteiro desee Arsenal a
,;.i mensa) de .VJ, par., o fim ludiendo nes
Ioj offiaios ; sendo.is coutas prestadas m"n
tahsenta na dita Thesouraria.
Ai eommandante das armas.Da endc o
juyae do anspeeads io 2* batalhio den'
fantaria, Amaio Francisco tVrnandeS, aoturiso V.
Exe. vista de sua nfirma^io n. 154, de honin
a, i conceder lhe batea do servico dVexer-
. liante substituto, se e te tiVer osreqoisi-
os exigidos por I i.
o inspector da thesouraria de fazenda.
Uaade V. S.. nos termos da sua informaeAo n. 186,
] b>j d il.'!;:, abonar ao eapitao do batalbi i
de intantaria, addido ao 2" da meema anna, Fran-
. so Miguel e S usa, 3 meses de sido pela
lia ;) ni i;ao ai! p
Ao mesmo. Autoriso V. 8., n s termos d .s
3 da c i.r, I ra ann< xas aos seas offi-
,- i7-{ e 188 d 5 a 2 lo e irrentej a mandar
io ii., ih i: i a i> rt< u arsenal da man -
:. q.m.-ui mem il WOO, aSmde oceorrer
espesa? miud-u com scqnieteS i d bj
qite t i- :n bIIi p-ecii *>, s ; i ntat presta Jas
.... tb urania.
Poctarias
O Sr, ;e te da c mpanbia bazii ira fa^a
.", ibi i, poi e ata da
, no 1 va| lonar-
pita iroito, 'I'.;

commandantc i ti
OS da e. mpaiiiva nerntasbeeana
mande transportar provincia 'lo lio Grande en
por eonia d i mmist r! i .. gu m i.o va-
faguaribe, os soldad ? da c mpanbia de
v '->-'i! > Pinb -ir.>
a Tli 'ii.nz Jos de Lvna, qae d'nlli i. -
ram escltando um desertorC ni nuuic U-se a-
eomn
O 8r. gerenta >a eampanhia psinaailimaii i
r i | r vi ciad I'.u '..hyh-t por con-
la guerra, no vapor Jigiiaribe.
i -lindo todos 7,tr>0 decim*tros
rub'- i 'igos de faldamentos deatSBa-
.. e rap&abia de intantanadaqnella provincia;
B-80 ao direc'-r do arsenal de
I ra.
O ^r gerente da coapanbia p:rnambncana
, ie d ir passagem a pidl ..ti^t pnrto de Sal-
; que segu para o --ul 24 do aor-
Autouio Paula Barros, por conta das gra-
i qti o gov >n i ten ireito.-
CapitSo Blaclirstiicb. Inforoie com ur-
gencia o Sr. inspector Ha saudo do porto.
(I.iniiia Baptsta de Azevedo Maia.
Sim, sritisfeitos os direitos fis. aes e furos
en iivida.
Bichare! Franciseo Xavier Paes Barro
to. Inform o Sr. inspector da Thesouraria
de Fazenda.
Flix Francisco da Canil*. De le i
iija uva-data ili juigamento.
Dar Joaquim da Albuqocrqne Qarros
QuiuarsV's.. Intbrmn o Sr. inspector d
Thcsontarin de Ftacnd.
B .chuvl- Joo L in iclino Domellaa Ca-
min Janior. Juatitico as taitas. lis*
pois lo notado na. s rio competente da
secretaria do governo, remet'a se estn re
querimento ao Sr. inspector da Toeouraria
de Fazenda para os fins conveniopte).
HaDoel Franciseo do Bogo Mello. In
formo o Sr. ins ictor do Thesouro Pro
viucial.
Minoel Maria- S-isas Borges. Informa
o Sr juia do direito da comarca de Pal
mires.
Pnente Manoel Garnciro Machado Fr i
T* t Forneca-se.
Mari i Antonia da Costa Con-c io 2
m zes.
Padre Zeferino Fernira Velloso. Re-
ineitulo ao Sr. inspector do Ttmsouro Pro
v n ial para man! r atfftdor m forma da
le i.
S r'toria da previdencia do PcrnaniDU-
00, eni de Abril d* 188K
O nju lante do porteiro,
Antonio F. ilu i/v irn Curvalho.
termo de Agua Preta, afi a de ter
para o asylo da Tmartneira, c
S guari, como
tccirliv"i< l;i l<;ii-i..
>-c(;ao 2a. N. -V-V2. Seeretaria da Po
_-i i de Pcnriinbuco, 2 de Abril do 1886
llli c E-:in. Sr. -Participo a V. Exe-
|i :'i\.ui houte.in-r -nilii los i^. Cas t de
i) -i; io os sguinfei iuli'. iduos :
A' rainha ordcn, Pelro 'ihi-pi, im
ni'ltilo como alienado, pIo delegado i*o
destino
Mno< 1
Igaa-io da Silva S guari, como rt>i
do exeroito.
A1 orium do Bablelegado dj Racif,
Fausta .\Iaria da Oonceieao, por distur
bios.
A' ordena do de Santo Antonio, /tana
S lares da .silv.i, alinala, minlia dispo
cSo, at qu'. pissa sor transferida para
o esyio da Tamariu-ira, de onde conati
!er-n ovadido.
A' orJi'm do do dwtrioto de S. Jos,
Joao (i.i Casta, pr disturbio?, c Cae tao
Ft-rreir Bastos, diapoaiean do Dr. de-
legado :'o Io distrieto da capital.
EXPBDnurra do sacaaraaio
A 1" secretacio da aaaemWea.O Exm. Sr.
onselheiro pre-ideute da provincia manda decla-
rar a V. ii que dcixa de satisfazer a requisiijao
-onstante de i.eu olficij n li) de hoiitem datado,
uao ti rem ainda chegad<> a esta secretaria ns
setas das ekicoes pr'cedida3 em 2"escrtitini-jiios
rollegi'is de Belmonte e Taesrat.
Ao i_i rentfc da compsiihia Santa Trer za.
B\ Kxc. o Sr. conselheiro presidente da proviucia
manda aecusar o reeebiiaento do oflicio de boj ,
oompaiihaaM de un ex rr piar im; resso do relato
-io d ssa compsuhia, pir V. S. aprsenla lo as-
-embla-geral dos accionistas.
1/tSPACnOS DA PRESIDENCIA DO DIA 1." DE.
ABRIL DE 1886
Abaixo assignado de avalUdores do jui-
zo do commercio. Ao Sr. Dr. juiz de di-
reito especial do commercio para inforu.'.r.
Antonio da Costa e S. Como requer.
Antonio do Carmo Almeida. Junte
contas do debito, a quo se refere
Alferes Bellarmino Augusto da Athay
de. Deferido com cfBcio ao brigadeiro
i a andante das armas.
Na noite de 27 do mez lindo e no lug.ir
denomnalo Gamelleira, pertencente ao Io
distrieto de Pao d'Alho, um individuo d-
nomo Jos do Nasi-iioento, conhoeido por
Jos do Moucc, ferio raortHlmente, com
urna tacada, -a Joao B'rnardu Eugenio de
Souza, que veio a morrer dousdias depois.
Contra o delinquoiit'1, qsn est preeoj
pro"edeu-se nos ulteriores termos da l^i.
Pelo delegado do distrieto de Canhoti
ubo, foi remettido aojuizo competente, o
inquurito policial a quo proc idea, por cra
me de furto do cavallos, contra os in livi
duos do nomes Aotonio Gomes da Silva c
Jos Gcmes da Silva.
I^oiumunicou in i o delegado do termo
de Limoeiro, que no dia 28 do mol lido,
ao dar se a endiente do rio C.pibiribe, ten^
do o individuo de nonie Joao .Vio- nte Bar-
bosa (leste, hado una pitola sobre-a cabo-
9a d'agua, diverlimen.o adoptad > no cen-
tro d. provin ia, por oecaaiSo do prinipio
das enchentes, aconteceu forir levemente,
com um bago de chumbo grosso, a Joao
Leandro, que com nutras pesso.i* ae acha-
va alli.
Fez se o corpo de dafictv), sendo aesea
oecaasle extrabido o cbombo do offendi iu,
ea tal respjit proceden se nos termos da
lei.
Por so adiar pronun- ia io no r.rt. 205 do
C "i. Crim., foi capturado no dia 23 lo
mea ultimo no termo d i Ti iumpho, o reo
Aodrclino Fran -isco Vi-ira.
No lugar d -nominado Espirit i-Santo,
do termo do Trmmphn, f.ji pres 1 no dia
15 do mez findo o individuo do nomo Mi
iiu-1 Xizirio, por naves l'io inortalmen-
to a Maria Jos do Espritu-Santo, nulher
de Antonio Pereira d < Iforai s, de auem
ir 1 o otfensor fiHiado e e 3 uja c imps-
nliia mor-iva In tres anaos.
O iuovcI do crim. foi rouba da victima
a oiianti.1 de noventa rail r i*.
Abri s: inqu rlt> contM o delinqoente:
Nidia 17 ii mea le Fevereiro foi
cncontraa no dlti :t> de Jitob do ter-
reo de TacacaUi', o cadver de Fran-is-o
Jos ua Graca,
11 oa.
Do rorpo do dolite {eilo no cad .
verfi ou se ter Md > o infeliz ;.;sa sinad 1 ..
. 1 1 Isa.
Ha veh -mentes indicios de t r-'m si in
autores do crime um individuo confaecido
p^r Pudro Ponto (rosso o ruis dous com
panbeirpa.
A tal respeito proceden s- uost^riuec do
i'iquerito pol'cial
l'elo ehgado do termo de Tioibiubi
foi remettiia a esta reparticao u na faca de
ponta, timada nlli a un iesordero pir
oecasift da feira
Faecaa hoj-, s 10 h ras 'a aos
nha, na enfermara da Casi de Dtennio,
victima de beribori, n sentenciado Mtrti-
ui.ino da Daus More ir .1.
Deas gusrde a V. Exo. lil.n. e Exru.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
muito (igno vice-presidentc da provincia.
O chufe de poli ia, .i/riiutio Dwmmgot
Pinto.
st refonraia a dsojsio exigente do pagamento
do imposto decretado no 18 do. art. 2 da lei n.
1,860. A hypothese de que se trata nSo cabe na
c jmprehensao (inquelle decretado, que referindo-
86 A conras de outras provincias e que noata fo-
rein reembarcados, nSo cogitou para obrigar ao
imposto aquelle que d outra se despachan por
navio previamente coi.hecido para destino diverso
desta e sao eff.-ctiiiaanite baldeados sobre agua
do navio que os condm do porto de procedencia
para aquella do destino sem dar-so o d sembai-
qiiii-i m Ierra, noui .i.'uurda exped! os a titulo de transito.' A osp.-cie dos re.
eorreaSBS obeaaao perfeitamente a esta applica-
50 do reten loimposto legal, visto que provam os
lecoi'ianicj terem os conroi sido despaoiados em
I' --do p.i Lisboa, por esta provincia, no vapor
/-leiflkjuj*. :i!i n de aurem baldeados para a barca
perteggssra Lopes Dumrtt, -cargs nes-.e porto
par*, aaiaelle ootro.
Cont'do vigario de Itambi. Examiuam'-se.
Antonio Luiz de Miranda.Prove o que sllegn
Priits e to'has do e.rpo de oolicia e guarda c-
vica.Ex uninem-se.
Perp tu 1 Vieira de MenezesFayam-se as no-
tas, depiis de registrado.
Clirispim At (.'.Infsrme o Sr. Dr. administra-
dor, do t.'ouauUido.
Antonio da Silva FYrreira Jnior. Iufo-tnc a
c -nuiiissao r, spectiva.
Hilario Jos Rodrigues de Ly/a e Ferreira Crnz
S t'. As C maulado para atteadon
(iuinara -s Fonseca.4 C, Jobn Boxwl!. Asta
na Mara da Conceieio Intapia*, Gomes de .Mat-
tos'S Irma), pnlre Jos Ignacio do Albuquerqu-,
Joao Sacerdote F. rreira da Silva, Maria Joaqui-
na des S intos Abr-u e Silva, Joaquina dn Az-ve-
dj Bamnaa Joaquim Jos d'Arola. Informe o
Sr. ontador.
Victorino Domingaea Alves .Mua, sontas do
tacaoareiro das Obrns l'ublicas, ssados Fr.-n,
eo dofiege Barros Barreta e Bacfts de Oslar,
Hija Vistas Sr. Dr. pr-curador fiscal-
rrsi Jss le Stnta lulia BiVltao,Sati,fi;i a
exigencia di eontadoria.
Fres eeii-is d 1 nuari 1 civic 1 e do c rpo de
paticis. r.iguemse.
Juao Vi-tir Alves MaMi o 4 (,'. Dase provi-
ineut.. p i-a iu tenlia baixa o term-i d- respon-
sabiii la le do 'pie ge tra'a, visto qae pro va-se ni.
so tr le einbir.-.id'i no pirto do destino I
que se i- 'ere a pie! e terin ., com o respectiv re :; -
iuiipie !a e.ari l:i, d.i (J ais-ili i i.
Jiii i IS rnarjiui de Mor.ies e Aifredo B|
de 8 i 'CtJrt'fique-se.
pe Angust.i de Azeved .Kestitu i-s.-.
V ileu'iin li'iri u m Praseres D ferido,
sendo nvip n- ilil isadi. s casa n. 19 ruada
ll'i-i pela debito de n.n.-i desde o escreieio de
HSI-8Jpn .eliar se nis condiecSes da le n.
1,541
i'. !-e i;. |ii. m Antonio de S Defer.do, t ima ido-se afianc. rjfiereeid4er rerm
1)/. Fe ippj de F/guiirda Paria. Passe-ss por
t .ra de i ii 11
C mrnoudador Antonio Jos Uo iribes de o
za. Adriano da Bocas Pereira, H'nriqus ('iva!
e uto & C, Cl ni tnfi) Gtonoalvas N" tt i, Aouuocia-
da Camilla A'ves i i fetilva e Maris Jaeinths 1'.-
ebeco Deferid >. Besado irresponsavel pela de-
bito anterior o aovo aquilino que eatabel-eer s-
:;n pivim >nl i t rreo d predio n 79 ra do Im-
perad r. e as casas n 12 a ra do Eacanamcn
ti, n. 17 rui da Casa Forte, n. 143 mu do
M irqtrez da II -rval, n. l a praca da Santa Cruz
e n. 35 ko largo da ratta de S. Loaresco, cuja
dtfsoeenpaeao se i ir -va.
EBHAHBUCO
Assembla Provincial
G SESS EM 19 DE MARgO
PRESIDENCIA DO EXM. 8B. DR. ANTONIO KB.INCI8C0
CORaKIA DE ARAUJO.
(Conclutao)
O Sr Jom Maria (Nao devolveu o sen
dieurso).
O Sr. Jo&a lo OltvolraSr. presidente,
c nfinno a opiuiao de q'ie se passim n-sta casa
sonsas tristes, que trazem a nos da minera libe
ral o desanimo s a descrenca ao mesmo tempo.
O, lando ha dias, subi a tribuna pda primeir i
vez, os tactos accuinulados ja eram bastauten para
trazer ao meu espirito le liberal, a triste idea de
que a minora estova em frente de urna maioria
dlspista, negar-nos o que pelo rejrimcn'o no3 era
devido, a supprimir-noH tildo a fazer do nos re-
presentantes mudos, representantes de districto3
eondemnado8.
Ainda inais, Sr. presidente, no momento em que
vi nobre eoormisso de vfritcafo de poderes
apresrntar o seu pirccer em rea cao eleicao do
di3tricto. c^niprehenii que elle nao era eserip
t com iinparcialidade, confeccionado. ..
O Sr. Vise onde ie Tab tinga Com oihos de
justiei.
O Sr. Jniio d: Oliveira... com olhos dejas-
tica. .
(O Sr. presidente defxa a cadeira da presiden-
cia).
Eu na i sei peraote qu ni deva fallar ; vejo a
cadira d presidencia al.audonada.
O Sr. Presidente Chamo a attencao do nobre
deputado para a leitura do art. 184.
O Sr. Joo de Oliveira (L). Nao tem nada
com a questao.
Eu nSo est-iu divagando.
O Sr. presidentePara que o nobre deputado pe-
dio a palavra ?
Sr. Joao de OliveiraPara propor um meiode
encaminhar a discussao.
O Sr. PresidenteFaca isto.
O Sr. Joao de Oliveira Si temos necessidade
"Sr. puedente, de procurar um camiuho seguro no
meiode tantas emendas, provocadas pelo pare-
cer.
Pens que nos, minora e maioria, devenios escla-
recer-nos acerca destas votoces, porque a casa
anda hoje nao sabe o que se vai votar.
O sr. Presidentelato nao estri era diseussio.
O 8rv JoSo de Oliveira V. fic. nao me inter-
rumpatt.eu estou sendo envido com toda attenca i
pclos-ooHegas de V. Exe, eteio que V. Exe., o su-
premo magistrado da casa/deve ucompanhar aos
seus collegas.
O Sr. PresidenteA'tcncoio!
O Sr. Joao de O iveir.-. V. Exe, ehamando-me
a disnosiejio do regiment, faz suscitar uu a nova
qnestlo); eu quero apenas mostrar quo nos termos
do rimento, en nao "Ston fra da ord-m: (It).
O art. 184 dia que quando o deputado que esti-
ver tallando divagar da questao. .
O Sr. PresidenteO nobre deputado t pd Is
fallar tobrs a votagSts
O >r. J.iao de Olvei-.i 'mi na estou disettin
Jo o par-eeer, estou cueaminbaudo a diacU3so/^-s
8r. I'i Bidente en lamento...
i) Sr l'n-sidentePeco ao nobre djajtidi que
se einja A materia pira que pedio a pa'avra pela
ordeui.
O Sr. Juao de OliveiraSim, senh c ; mas tam-
bem p"rgunto a V. Exe quantos mi autos me tem
ll lo ronbi-ios p--!os apartes da Laucada oppos'a?
0 Sr. PresidenteIjombro ao nobre deputado
(file pedio p-.ii.ivr.. pela 0T I I D
O r. Joao de OliveiraAs intempcSea de V.
Exe, do Sr. 1 secretario e dos nibr-'s deputados
da bancada oppostM leem o inconveni.-ute' de af
fastar me do a isumpto) peco qne nao me mferrom
pam.
(O Sr. presidente fas alir-imas obscrvii;oci que
nao davimos por causa do sussorro que reinava no
recinto.!
V. Exe. trouxe 0**8 1 s i do regiment.-..
O Sr. I'r sidentu Observo qne nao est em dis-
eo-sT i o si 184.
O -r J o de OliveiraEa estou nsoslrandoqa
V. EStC. que CStS lucrr n I i ua dispOlicj) d-ste
artigo, pois quo nao me leix c ntinnan
O Sr, I i i- -; -!*(!,- ao Uiiir-l deplltad q'ie
entre ni ordom.
O Sr. Julo de OliveiraComo p mar-uie a orden, se sta continuam mts iaterrom-
peu l -me'?! E'meihirqne V. Exe. faca por urna
'. v b t das :;3 pbsnrvafdes pie entender.
O Sr. Presid nttir-Hei de cbamar o nobre depn-
:i;I or ni to 'a a ves .::e divagar.
(Apartes, sussorro n > recinto e ruin >r as gale-
ra a )
O Sr. PresidenteAttenca.! A'fenco !
O Sr. Jue de OliveiraO u.-gineiito permitte
ii ni urna votaco tai impostaste com" aquella
que vai ser tujeta ca=a, os deputados cogitem
dos diversos modos tendentes a esclarecer a vota-
(Apartes).
Nem creio qae baja diseimo to importante,
discUfcSao em que es interesses da maioria c da
in noria eneontram so to de frente.
(Trocam-se rnuitos ap.-utes; sussurro prolon-
gado.)
(A cadeira da presidencia oceupa Ja pelo Sr
presi 'cate I
O Sr. Presi lenteDesaulpe o nobre ilcpatad -;
m is iniio posno consentir que falle sobrj materia
vencida.
O Sr. Joai de Oliveir iObdientc s oidens de
V. Exe., vou entrar no assumpto di materia, da
qual fui indentemente deiviado pelos asustes da-
mesa.
(Aparte.-).
Teoi-se dito qae nao estol diseutindo, entretan-
to a casa \ qae metade do tempo em- que tenho
oceupado a tribuna tem sido cecupado pelos apartes
de V. Exe. c dos nobres deputados da bancada
op posta.
O Sr. PresidenteDo que se trata agora da
man- ira de vetar.
O Sr. Joao de Oliv-'ra Eu estou dzendo que o
acto por V. Exe. praticado apenas um esbulho
dodiieito de um deputado.
(O Sr. presidente faz algumas observactias que
nao podemos ouvir.)
Sao modo3 de ver: o parecer esta votado na opi-
uiao de V. Exe.
Nao estou discutindo parecer; o que acho que
com cate systema de atropellar-se ludo...
O Sr. PresidenteNao p >sso consentir que o
nobre deputado continu neste terreno.
O S. Joiio do OliveiraV. Exe. uao pode dizer
que nao eonsente.. .
O Sr. PresidenteNao consinto, nao c-onsnto.
O Sr. Joao de OliveiraEu como deputado
que nao consulto que V. Ex:, esteje me inte.rrom-
penlo constantemente. Vou resu nir o que tenho
dito, de modo que V. Exe. nao me chame mais
or-lem, apesir de nao estar eu em desorden!, so-
betudo quando se acha aqui fortemente represen-
tado o partido da ordem.
O Sr. G mcilves FerreiraO nobre deputado
(Pausa).
L'iii Sr. Deoutad i--Falle peante a Assembla.
(O Sr. 1 rice-presidente oecupa a cadeira da ', |e f.,zer cousidenifoes sobre o modo de se ef-
c m id i ior Francisco
Comineado das Armas
QARTKL GENERAL DO COMMAKDJ DAS A8
MAS DE l'KKN'AMBL'CO, 1" DE ABRIL loa
1886.
Ordem do dia n. 8 i
F9OC0D8tiirgnarn5o, que o ministerio
da guerra, em telegramma de iiontem da-
tado, egundo commanictu a presidencia
da provincia era oflkio da mesma data,
coneedeu um mez do licenca ao Sr. alfe-
res do 14 tiat ilha de infantaria 13 llar -ni
no Augusto de Auhyde, para ir provin-
cia da Parahyba, correado por sua coata
as despes.-.s de transporte.
(Assignado). O brigadeiro, Agosl n/to Marques
de S, commandante das armas.Conforme.O
fenente Joaquim Jorge de Mello Pilho, ajudante
de ordena interino e encarregado do detalbe.
Thesoaiff o Pro vi acial
DESPACHOS DO DIA 1 DE ABRIL
Amotino Irmos S C.D se proviraento para
f etu ir a votaei .
I) Sr. Joao de OiiveirSfMas quem ?qui o
presidente ? V. Exe. apenas o futuro presidente.
O St. PresidenteNao posso consentir que o
nobre deputado continu per esta furma.
O Sr. J ii de Oliveira -N-'sas coidico-s ae-
nhorea desde o momento em que o nobre leader di
bancada conservadora se arvora em residente da
esss,nSo sei mais a quem me deva dirigir. V. Exe.
vi i qae me calei quando a cadeira estava vasia,
se, porcm, h i dous presidente, nesta casa, a quai
del les me oevo eu dirigir ?
O Sr. PresidenteSeatirei muito, mu creio qu-
em ultima analy30 veriue-hei forcado a retirara
palavra ao nobre deputado.
O Sr. Joo de OliveiraNao creio que V. Exe.
faca isto.
O Sr. PresidenteMas fac; tenho nergia para
fazel-o.
O Sr. Lourenco de S Nos sabemos que V. Exe.
tem coragem immensa para todo e mais alguma
cousa. Pois faca-o quaudo eu estiver na tribuna.
Ritirn me embota a palavra, nao sahirei da tribu-
na : V. Kxc. suspenda a se.-sao.
O Sr. PresidenteSe transgredir alguma ves
o regiment...
O Sr. Lrurent; > de SV. Exe. quem est
fra da ordem, p r que e-tinterrnnpendo o eridor.
O Sr. loS Is 01 veirsVou resumir o que te-
uh i a dizer.
V. Exe. podera iuforraar-me, por iut-rmedio do
Sr. I" sere'ario, ge as ementas aprescutadas ao
parecer j foram lilas ?
O Sr. Itoaa o Silva (V seere ario;Creio que
V. Exe. presta attenc \ aos debates da Assembli
. p i o que envo o que se passou aqui.
O Sr. Joao de OliveiraFaco umap-rguuta tai
simples ao nobre 1" secretario ; S. Exe. niio m-
responde e faz me urna seniora. Sr. presidente.
a V El -. q ie me informe por intermedio do
Sr. Io secretario, se for i'n Masas diversas em n-
I n. i ao 2" .distriet >.
o Sr. Rosa e Silva (1 seeretartoSe foram
descut'l is, eom-i nao I i m lid i
O Sr. Joao de Oliveira Ha di veris hypothe-
0 qae ss vai votar? '' eandidato, Sr. \ >pes
Uach il i aparecen nesta eaaa cora um diploma
|U" lhe foi unnimemente conferido pela juma
ipuradora, da qual f iziam parte a'guns conserva-
d wes. Sr. J >a '/. -ferino Ferreira Velloso nao
trouxe d.pluma algum e a commisso offereceu-
lae um.
Ha ua bancada liberal diversas "pini -s.
Pensamos eu; primeiro Ingir, Sr. presidente...
(Apartes).
Creio que estou na ord un, m -stranlo as diver-
sas hypotheses que ccorrem sobre o asaumpt.i.
O Sr. C el lio de Moraes d aparte.
O Sr. JjSo de Oliveira -Lamento, Sr. presiden-
te, que o mea digno compinheiro de distrieto que
tai bem porton-se commigo por oeasiao do plei;o
clcitoral, a Ia vez qu.' nesta casa pronuncia urna
palavra a tenha dirigido cintra o humilde orador
(Apartes) <
Sr. presi lente, V. Exe. poraiitta-me que, sem
qae cu seja chamado a erdem, responda ao aparte
do meu nobre corapanhiiro de distrieto.
O 8r. PresidenteEu nao ouvi o aparte.
O Sr. Joao de OliveiraEu devo, entretanto,
responder a esse aparte em que V. Exe. conaentio
Ea creio que o nobre deputado pelo 8 distrieto...
O Sr. Coelho de MoraesEu dlsse que nao ti
ivstema, urna medida de encaminhar a votacao, I nha fallado ainda por me tuteado que aqai de-
propr que se divida o objeeto rm queato em par- ve-ae aproveitar o tempo e nao gastal-o inutil-
tes, tudo sto estar na ordem, tudo isto estar mente com prejuiz > dos interesses da provincia,
dentro do regiment. ( Rumor as galeras.)
presidencia).
O Sr. Joao de O iveira Felicito-o, Sr. presi-
dente, por v6l-o pela prineira t'i oceupir esta
cadeira.
O distincti presi lente da Assembla, se as ve-
ea tem para oes olhos benvolos, de quando em
quando lauca sobre e.-t.-l hincada o rigorismo d->s
dsposcoes r ginieotaes, orincipa'mente quando
vemos ao lado.l'1- s'- Exe., o nobre Sr. Io secreta-
rio, lid i no re<;i:n. nt i e que d sempre s suas
disposicSes un.a iiiterpretaco severa, e quando
ns cadeira presidencial nos iutunde serios reeeies.
' i 8r R isa e Silva (Io secretario)Nao tem ra-
s'i o noble deputado pura dizer isto.
O Sr. .) o de Oliveira V. Exe. interpreta
sempre regimesrto pela maneira mais restricta.
o Sr. Rosa Silva (Io secretario)Nao ha tal.
O 'r. Jo;1o de OliveiraMas, Sr. presidente, ao
mesmo t mpo que, sinto que o nobre presidente se
tonos r tirado desta cadeira, felicito a V. Exe.,
um d is deputados da maioria em cujo esprto cul-
t> e imparcial ma>s confianca temos.
Vej 8r. presi lente, com drsgastc, que os no-
- la baneads opposta comeeam a re-
tirar-se. Parece, que todas as v-zes que desta
tribua levanta se u.n d-p dado, os nobres c lle-
gas da banc-da c mservad ea Bteni-ss ncommo-
B, ofifendid s o aclinm qne n"m no meu
beraes tem mais o direito de filiar. II i excep-
aias, e V. Ese. u n* 'lella-i.
O Si-. Prtsidente Peco ao nobre deputa 1' que
declare a sua qu atas de urdem
O Sr. Joao de Oliveir-.i'edi a palavra, jiiri,
de accor-Io com o nosso regiment, lembrar um i
ny'dida, que melhcr eac-ar,i:nhe a votae&D V.
Exe. vd na tongos -las que ss discute esta ques-
tao ; da uossa bancada-, '-.putidos provectos, tem
ss oecapad i di iraest ao pasas que da baucala
cppos'a, apena dous Srs. deMtados : oo%
lator da commisso a o .'"r depjtado pelo 8o a-
irct >, que apenas fallen minutos.
O Sr. Presidenta Observo ao nobre deputado
pie osa est ea diacusso sto.
O 8E"Joao de Oliveira Eu Ismsati que V.
Exe. j comee a imitar o proc Ineoto d i :
presidente effectvo desta cas i
O Sr. Presidente E' que i u na i iods i dex ir
! proceder nssjm.
O Sr. Joao de Oliveira Siato que V. Exe., mi -
utas depois de subir cadeira, me t:nha obser-
vad duas vezi.-s, que eitcu fra da ordem ; np
i Hp para a casa.
Eu declaro a V. Exe. que estudei os principios
di r-thiriea e tenho sido i x iminader d mate-
ria. .
O Sr. Rosa c SilvaEst dando provas de que
prof -Esional.
O Sr. Jo2o de OliveiraConbcco s regras do
discurso e vejo que upossivel fatlai do mod)
porque V. Ere. emendo o qu? orar.
O Sr. Presi leute Pela ordem, eu uao po380
coas ntir que faca digresso
O Sr.' Joao de OliveiraEu preatarei toda obe-
diencia a V. Exe. mas descu'pe que lho obierve
de novo que nao se pode fascr am discurso como
V. Exe. i-x'ge. Na opiniao de V. Exe, o deputa-
do leranta-se e em duas palavras, diz : em quero
i.-t", quero aqullo.
O Sr. Presidente Noto ao Sr. deputado que
est fra da ordm.
O 8r. Joao de Oliveira NSo estou fra da or
dem ; V. Exe. ha-de concordar que propr um
O S-. Joi de OliveiraSr. presidente, surgem
aqui duas novas questoes. A Ia que eu de novo,
comoj&Jo z ha dias, peco a V. Exe. que chame
os esjiectadores das galeras orden;. lato in-
supportavel, nao podemos consentir que viles iu
tervenham as diseusio.-s. Entretanto quintil
oradores surgem djs galeras, manitest i^oes em
favor dos desta bancada, V. Exe. apressa-se em
chimar logo ordem oa interruptores.
Em seguudo lugar perguoto : qual o direito do
aecusado ?
O Sr. presidente-Defender-se.
O Sr. Joo de OliveiraV. Exe. permita, pois,
que eu responda ao nobre deputado pelo 8o dis-
trieto.
NSo exacto quo a min ri. liberal tenh l pro-
telado os nossos trabalhos. A minorra liberal
comparece unnime Asiembla todos os dias.
V. Exe. pelo o-gao do digno presidente da casa
levantoa s the-tria.de que minora nao compe-
te fazer casa. Vv. Excs. susteutaram, ha dias, a
theoria, alias exacta, de que a maioria goveroa.
Nos, eeuhores, n:o queremos goveruar ; quere-
mos por um cravo na r,oda do carro triumphal do
poder ; ozer aos nobre i deputidos o que pena-i a
metade da provinea ; oa nobres deputados, quan-
do muito. po lem representar a outra metade.
E' c-rto que V. Exe. um dos membros da
maioria que nao m rece > p ua de faz r fraudes;
o mbre deputado pelo 0 distrieto, apexar da sua
idade, 6 o quo da o exemplo a todos, inclusive a i
mbre presidente que chega sempre s 11 1/2.
(O Sr. presidente faz urna ohservaco).
A aecusaco que o nobre deputado pelo 8" dis-
i^to mi fes deva ser eabil.nente respondida
En fT'di a V. Exe., ao cjmecar- que nao consen-
tase qaXme dess-rn apartes prolongados, afim de
i- desvKuo do sasnmpto.
O Sr. Presi lemaMas eu nao posso fzer isso.
O S. Joo le 0:v>Sai V. Exe tem bastante
prestigio pira oa seus amigos, e pxlia bem impe-
ds '|ue aqueile aparte longo e offeiisivo sabsso
dos labios do nobre deputado.
Sr. presidente, nos da bancada liberal pode-nos
ser trabadlos da casj. Eu .-ou um dis que se acham
mais c do nesta easa.
O Sr. presidenteNao est em discuaso isto.
') Sr. Joo de Oliveira-N3 ; estavs, verdade,
e n diseusso, e V. Exe. eoaseatis que umd-pu'a
:, lo provocase*o debate sobre este pinto/
O Sr. PresidenteSi poda impeail-o.
O Sr. Joao de O.iveiraSe nSo poda oterroui
per a qu-m nao tinhi a palavra, como quer agora
aner a 'u im esta legtimamente I lilao i i ?
O Sr Presidente En ni> pidia prever u que ia
ter 0 nobre depilado quando deu o apart .
O Sr. Jo.o de O'i.cira Quan lo V. Exe. d-i
xou a cadeira, e que --u vi ehegar-se a ella o n i-
brs dspatado pelo 7- distrieto, eomecei dando me
para < ns, por ver quo o nobre deputade talvez
nao tivesse tanta pnxi psrtelirn, fosse mais
generoso para coronse
O Sr. Presidente O nobre deputado tenha .
bondade de resum r as sois observacss ; lea o
art 184; V. Exe. est divagando, e ea nao posso
conseo'ir que eontinoe.
<) Sr. Joao de Oliveira V. Esc. pele-me que
eu lea '' art. 181, vou 1er : ()
Ni momento era que entrn V. Exe. tractava
eu de mostrar que devemoa votar as emendas des-
erfaninadameoU para asaim nao barer confasao
n i votsoao.
O Sr. PreeiJ nteA votaci do parecer por
pirtes.
O Sr. Jos de OliveiraSr. presidente, ha di-
versas hypotheses : em prim-'iro lugar a valida
cao do diploma do Sr. \. Machado, em segundo
lugar o parecer da coinmissao recouheceudo o Dr.
Velloso.
Deven te contar 03 votos em separado do Dr.
V'--iso; como resol V ir agrande questao de S.
Lourenco da Uattt ? H 1 um 1 meada m 111 lano
proceder-se nova eieicao.'
Tudo st?, Sr. preaid n^*, exige esclarecimentcs,
nao se pode votar de afigodilbo.
O Sr. Presi lentoIsto j est discutido
O Sr. Joo de Oliveira N> est discutido.
O Sr. Presidente V. Exe. nao pode filiar so-
bre o vencido ; peco-lhe que attenda para o reg -
ment.
O Sr. Joo de Oliveir.:El attendo. Sr. presi-
dente -, mas pee. a V. Ekc. que peca aos s--us
amigos que nao me interrompam.
Sr. presidente, os votos tomidoa em separa-^
do. .
O Sr. presidente Se V. Exe. nao se senta, sub-
metterei o parecer diseasso.
O Sr. Joo de Oliveira -.Mas isao um acto de
violencia, urna falta de urbail ido para coin o
deputado que est na tribuna.
O Sr. Presidmtc9s aeuhores que approvam o
parec3r queiram levantar se.
Poi npprovado.
O Sr. J :ao de Oliveira (continuando na tribu-
na)V. Exe. nao pode submetter o parecer vo-
taco, quando se acha na tribuna um deputado
orando.
O Sr. PresidentaO parecer j est approvado,
e eu pe$o ao nobre deputad 1 que se sent.
(ReelamaeO's da bancada liberal, protestos ve-
hmentes, grande tumulto no recinto.
O Sr. Presidente (com forca e tangendo a cam-
pi) Atteuc'! Atteneo Ordem Ordem!
O nobre deputado nao pJe continuar na tribu
na, nos t<-nnos di art. 181 do regiment, e por isso
retiri-lh a pala.-ra.
(Contiuua o susaurro)
V'a proceder-se vofaeS nominal sobre o pa-
recer.
Vozes da bancada libara! N piol Nao
pode !
O Sr. Presidente Arteacjki! Attenfc .' Cha
mo os nobres deputados ordem I
<) Sr. Jos Mari 1 Ea requer votucao nominal.
(Augmenta o sussurro).
O Sr. presidente P. co ao nobre deputado, o
Sr. Io secretario q ie proceda a chamada, aliin de
se votar nominalmente o parecer, como acab 1 de
requerer o nobre deputado pelo 2 distrieto.
Vozes da bansa 11 Ii lera!V. Eje. nao pode !
N' 1 poje mandar proceder a votacae.
O Sr. Io Secretario procede a ch imada debaixo
de um grande tumulto, sussurro c vozeria, inini
I 'stando-se a favor di parecer os Srs. : Ooncalves
Ferreira, Rege Borros, Amural, Joo de S. Julio
de Barros, Soares de Ainorim, Herculano Bandii-
ra, ii goberto. Douiin Silva, li-.irr.js W .
derley, Barrea Barr to Junir, Coelho de M
Begaeira Costo, Rosa e Silva, Sopbronio Poitclla,
Augusto FraukHu, Joo Alves, Ratis eSilva e Go-
mos Prente (19) ; ni 1 S'- manifestando nem pi
asm contra os Srs. Costa Rib iro, Jos Mara, Ba-
ro Je It,ipis3uma, Visconde de Tabatinga, Andr
Dias, Lourenco de. S, Joo de Oliveira c Fer-
reira Jacibinu, (8).
O br. Pr ii lente declara approvad.i a 2a parte
do parecer e prejadiead-ts is emendas de ns 1
Coonaaa \ n votacao das emendas ap-prova-
da a d n 4 e reg-itada a de n. 5.
O Sr. Presidente proclama d.-putado pelo "2" dis
tricto o Sr. Dr. Jos Z f-rio Ferreira Velloso ; a
teudodado : hora levau'a s s-'.-i, designinde 1
seguinte ordem do dia : cintnuafao di snteso-
dente.
potavel na cid ide da Victoria.A' comnssaode
constilufo c pcleres.
Outra de Francisco Jos de Araujo Mello, re-
querendo ser nomeado para o lugar de pirtciro
ou qualquer outro que vagar nesta Asse nbla.
A' commisso de polieia.
Outra da mesa regedora da rinand.vl 1 do Se-
nhor Bom Je-as do Corp) Saot), requerendo a
consignacao de urna lotera pira a compra de al-
faias.A' commissJo d petcoes.
Bal seguida o :*r. Presidente dissolvs a reu-
no.
REUN'IAO EM 13 DE MAItgO DE 1836.
KESIOENCIA DO EXM. SR. DIl. ASTOSIO P8ACISC0
COBKEIA DE ARAUJO
Ao meo dia, feita a chamad 1 e verificando se
pela liata extrahida do livro da pirta liavcrem
compareciao oa Sr.s Ritis e Silva, Julio i Bar-
ros, Antonio Correia, Joo d? S, Domingues
di -iva, Lourenc/O de S, Sophrono Portella,
Andr Dias, Barros Birreto Jaaior, Reg Barros,
Soarcs de Ara-irm, Joo Alves, Prxedes P-
tanga, Jos Maria, Visconde de Tabatinga, Drum-
mond Fillio, Barros Waud-rley, Regueire. Costa,
Joo de Oliveira e Gomes Prente ; nao liavendo
entretanto numero na sala das sessoes ; o Sr. pre-
sidente, depois de urna espera He 15 minutos,
aehando-sc presentes apenas os Srs. Driinmoud
Filho, Reg Barros, Joio de S, Julio de Barros,
Si.res de Amorim, Costa Gomes, Domingos da
Silva, Ratis e Silva, Barros Wanderley, Barros
Barrel 1 Jnior, Coelho'de Moraes, Regneira Costa,
Antonio ('urria, Soohrniiio Portella, Augusto
Frauklin, Joio Alves e Gomes Prente cleclarou
que nao hava sesso.
u gr. !" Secretario proeedeu' leitors do se-
guate
EXPEDIENTE
l';n iilieii do secretar < do governo, transmttln-
I copi is de ofHcos da Cmara Mcnicip il d R;-
cif< solicitando suterisaco para effectuar o paga-
mento d yeiieim-ntos devidOS cnaidtf, tam-
bein aposentnOcs, pelas veilns detii Uros
guardas, ta'mbem aposentsdos e que fallecern].
.V-cainmis-.- > de oryaai 11'1 miiiieipd.
Outro do mesan, transmittiado o b-rlanc di :>
celta e despesa do xereicio de 1881 lxs"oor-
-1 para o de I~K'i a 18S7 das Can ans Mu-
.ii.ip.e- le Oiinda a Qaaselieira A' c moiisso
de ornamento municipil.
I' 111 perica o de Uauoel Barbosa Cavalcante,
arrematan'e municipio de Nazai-eth. requerendo comp.'nsaco
d ( sua divida A' c immissao de or ment mu-
nicipal .
Outra de Mauoel Siares de Albuquerque, pro-
fessor coiuract 111 da cadeira de instrucc&i pri-
mara do povoado Olho 'Agua dos l'redos, re-
queren io sua nomeaco de effectvo.A' ec>mmis-
ta 1 de nstr 1 el 1 publica.
<>itia de Anna X-ivier Bttencourt, requ rendo
aat rise a presidencia da provibcia a n
meal-i profesa ra efl tiva d t qualquer cadeira de
: 'tnieeio publica.
' Sr. Presideaie em seguida dssolve a reuno.
7 SF.SSAO E\ -'3 DE MARCO
PRESIDENCIA
DO EXM. SU. DR. ANTONIO
CMIHEIA DE ABAUJO
PRalNCISCO
REUN'IAO EM -20 !)E MARQ ) DE 188G
PRESIDENCIA DO EXM 31!. 03. ANT 'XI I rSASCISCO
OOBXBIA DH AlUliJ"
Ao meo dia, fet i a ch ira id i e verfi ia -s i
p na lista extrahida do livio da port i Ii iverc.n
e nspareetdo s Srs. Ratis-e Silv t ido Amo-
rim, Amaral, Antonio Correia, Casta Ribero,
Graaeeivea Perreira, Juj Am Barros, Coelho de
Moraes, Lourenco de S, H r.-ulaui Bandeira,
Joo de Si. K'gdie:'-, Ooningu's da Suva, Au
gusto Fraiklin, Birros Birrete Jauior, Joo do
Reg, Audr Dias, Jos Maria, Risa-e Silva, Jo >
de Oliveira, Juvenco Mariz c Prxedes Pitanga,
22; nao havepdo, entretanto, numero legal na sala
das sessi"s ; o Sr. presi lente, depois de urna es-
pera de 15 minutos e adiando-se presentes" ape-
nas os Srs. Goncalves Ferreira, Reg B-taros,
Soarcs de Amoriip, H-ivulano Bindeira, Rigo-
b'rto, Domingus da Silva, R^tia e Silva, Barros
Barreto Jaaior, Coelhi de Moraes, Antonio Cor
rea, Rosa e Silva, Sopbronio Portella; Autoaio
Vctor, Augusto Frauklin, Joao A'ves, Gom-a P-
rente, o S-. Presidente declara nao haver
ssssao.
O Sr. Io secretario proced a leitura do se-
gaiote
EXPEDIENTE
Uui ofHio da Cmara Municipal do Mu ubeca,
remettondo o orjafnento da receita e despez para
o exercicio de 1886 -1887 e pedinde que, depois
de approvadas as suas coutas, lhe sejam devolvi-
dos os respectivos recibos,A' commisso de or-
Camentc municipal.
Urna petico de Manoel Mathias de Azevedo
Vllarouco, requerendo ssr comeado carteiro desta
Aaaembla.A' comm'sso de polica.
Outra de Candido Thiago da Costa, requerendo
um qruvileg* por 50 anno* para caualsar agua
Ao meio dia, feita a chamada e verificando-se
estarem presentes os Srs. Druumrmd Filh-i, Costa
Ribeiro, G mcsvlvea Ferreira. Reg Barros Jos
M.'-ia, Amaral, Joo de S, Baro de Itapissuma,
Julio de Barros, Visconde de Tabal inga, Soares
\e Amorim, Rojobert i, Costa Gomes, Domingues
da Silva, Andr Di, Ratis c Silva, Barros
Wtnderl y, Barros Birreto Jnior, Lourenco de
S i, ('.nelh de Moraes Joo de Oliveira, Regueira
Oosta, Antonio Correia, R idrigues Porto. Juvenco
Miz, R sa e Silva, Sipbouio Portella, Antonio
Vctor, Augusto Frauklin, Prxedes Pitanga, Joo
A'ves e Gomes Prente, o Sr. presidente dedara
aberta a sesso.
Comparece d'pois o Sr. Ferreira Jacobina.
Paitara os Srs. Hercal no Bandeira e Luiz de
Andrada.
O r. Juo Mnria Nao sei, S-. preisiden-
te, o que ra.'is deva admrai : se a oi-agem com
que V. Exe. posterga diariamente 03 nossos di-
reitos, 03 direitos da minoru ; se a e-r. g iu com
qae V. Ex. infringe constantemente o regiment
desta casay se a facilidade que tem u Sr. 2o se-
cretario cm emprestar urna certa cor todas as
violencias por V. Exe. commettidas. De facto,
nece-:a irlo, Sr. presidente, ser didado da mxima
coragem para redimirte e subu-ttter-se nossa
osasidcraejao urna acta comj esta, e o que mais,
exigir a mesa de seus correligionarios o tairifieio
de, ecquecenod a verdade, appruval-a .'
A acta, Sr. presidente, como todas-^ anterio-
res sobre as qaaes nos temos feto obsehfacoes.....
OSr. Barros Barreto Jnior Por systema.
O Sr. Jos Mara .. nao encerr a verd-ide :
e assim que nem siquer allude s secnas que
aqui se passarain c de que foi principal protogo-
anta V. Exe-
NOS vimos o molo porque corren a -esso de II)
d / eorrent-. Foi um ficto notori'j, que V. Exe.
suspenden a sesso por 15 minuto', e. entretanto,
a acta ni mancion esto incidente, de sorte que
pela sua leitura parece que pas30u:se a sesso
tranquilla e calma.
O Sr. Barros Bureti Jnior V. Exe. tenha
a bond r a acta.
O Sr. Jus Maris (depois de !er a acta) Effe-
ctivilmente, Sr. presidente, eu acabo de ver que a
acta contem essa crcumstancia ; mas uecessa-
rio notar que eu pr-stei a mxima att meo iei-
tura feita pe', i Br -'' cre rio, e posso affirmar,
nem eu, nem iienhum dos membros da minora ou-
vi o S. Ezs. ler este tpico.
Nao foi, Sr. presidente, engao 'i i nina pessoa,
i: is le todos nos que cominela ns > facto, a.liau-
! i fra de propisito haver S Esc. esq eeido-se de
urna c'rcumatanci i to imputante. (Apoiados da
. noria).
O Sr BuTis Barreti Jnior Bem v o nobre
deputado que nao houve i queeimento algum de
minha parte.
<> Sr.Jos Mara En todo o caso, i-
>, a acta oSo iliz a v> rdad-. X !. sma
tes tema nba de que na oscasiio em que i Sr. de-
putad > p -. 1 ;n
diseassao do parecer re'-reate eleieSo do 2o i'.s-
tricto, quas I >i -s os m mb.os desta bancad -, p-
iiram buo i p ilavra peL rd ra....
OSr. Lourenco de S E*exacto.
O Sr. Jos Maria -. .seo lo que de todos c pri-
m io fora o meu distincl amig, o Sr. Baro de
I i ii. .-urna, seg o nobre deputado
pel 1' distrieto, oSr. dtta Riheiro, o Sr. Lou-
renfo ile S o finalmente eu, que a so'iellava com
ineia, clarandn .. em voz bem clare, bis-
t mi i.lto, com tiJs as lorcis dos mesa pofmocs,
qae o meu fim era eueamnhar a vot eo.
Entretanto da Reta nao consta so, c nao cons-
ta porque, n.ipjdendo V. Exe, em vista do regi-
ment, negar a palavra pe'* ir i m i qaalquer de-
puta lo, e au .piereul que fieas^e registds nos
annie-' essa viilee.-ia i seonnnin .1. fez com que
fjsse illa eliminada di acta.
M :- p leu o e a latim, cuno perdeu o Sr. 2-
secret irio ii seu tempo, porquanto o ficto hade
permanecer nos asneas ede futuro V. Cx?. r';p:n-
der ; i irbitrari* la le,
Sr .o qae que- dizer esta assem-
.10. i
NSo se-ia prel cabar con sto, a que
par-ture esta msttaico pala forma porque se
aeh i ?
Sao seria muito mais hiuroso para nos rscar
de aoasas le? i sta instituiyo. que se ..cha coio-
plet .mente desprestigiada ?
Nao sera pref-rivel acabar de urna vez com isto
a c intinuar sempre em augmento esse d'spretigio,
d;viJ) semento a raanira por que procedemos
n ibres d putaios que repres-mt im a maioria ?
Pois ". regiment diz que a acta deve ser o his -
torco fiel daquillo que se passa na sessao ; os de-
putados da minora pe lean com insis'encia a p il i-
vi-a pela ordem V. Exe. a nega, c depois manda
que a acta cal essa circumstaocia ?
Mas nao i ito s,'Sr. presidente, desde que V.
Exe. nao nis coneedeu u palavra. pela ordem, nos
a p 'dimos c un insistencia, levantando se por esta
jecasio um alarido to grande qne foi _iaipos8-
vel ouvir qualquer cousa, que foi impossivel sub-
metter-se a votacas o requerim-nto do Sr. depu-
tado pelo 1- distriito, assim como realisar-3e essa
votaco, do mesmo modo qns f i impossivel votar-
se o meu requerimento de adiamento por 48 horas
da diacusso do parecer.
O Sr PresidentePeco lieeuca.ao nobre depu-
putado pan iaterrompel-o por dous minutos.
Sou informado de que se acha na ante-sala o Sr.
7. -ferino Velloso que deaeja prestar juramento.
Findo case acto V. Exe. poder con iauar as
suas observadnos.
O Br. Jos MaraV. Exe., Sr, presidente, sabe

' 1
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I llifilVH i


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Diario de Yriiamiai-nSubbadn 3 de Abril de K6
3



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que njio se iut<'i rompe u:n deputado qu ndo este
se acha na tribuna ; _V. Exc. eomprehende .que
ieto -una mni violencia quo V. Exe. quer praticar
sen:!) uina falta le retuerto para comigo e eu nao
a admrtto.
V. Exe. o tam o direito de Miar com o rea-
poito a uui doputado da minora ; f ilte se quiz.-r
aos seus ainiges ; nlo polo mandar sentar ara di-
ptalo qu oeeupt a trinara pira dir ingr
Sr. deputado que militas eeeasio'a ter para pres-
tar o seu joramouto.
Na i sera a demora p)r 5 minutos di entrada i i
Br. Vlloso que hi de pr jndicar os trabalhos des-
te cas i.
O Sr. Pr sid-nteEu ped licu i a > nobre de-
putado por daa minut o nquanto preatava jo-
ram-'Hto o Sr. Ft rreira Vi lioso.
Celo qu- nisao n3) ha o iniuimo desre peito ou
falla de considerado
O Sr. Jos Maria O Br. Parrara Vel oso q <
tem vindo nqui sempre, nao pd, esperar mais 5
inimit. '
O -r. Presidente a dentera de dou3 ou tres
minutos pidia piejuJicara V. Exc.f
O Sr. J s Maria be oSo preindioa a mim, iu-
torromper o m"U discursi, prejudici a elle esperar
alguns minutos? Q 10 triunfe pi po-'er aivir M
Sr. Ferreira Velloso desta insignificante demora '!
O Sr. Presidente Eu euuipri apenas com o
mea dever.
O Sr. Jos Maria -V. Exe. propcaitalmente pro-
cura perturbar 03 trabalhos d* Assembla.
O Sr. PresidenteNao hl tal.
O Sr. Jos MariaM.is eu di-claro que noexer-
cicio do mu direito, tend conseguido de V. Esc.
a palavra, e tando na tribuna, proseguirei at ter-
minar o in;u discurso e o fare con toda a cal na,
sein alterar-rae, provando assim que na i teiros o
intuito de perturbar as discusao-a desta cis, co-
mo soccede a \'. Exc., e aos seus amigos.
O Sr. Reg Barros d.\ um apatte.
O Sr. Jos Mara para o Sr. PresidenteV. Exc
tt'uha picienciu ; demore um p meo sui SOffscgui-
dao; espere -mquauta termino, peMjae e ta tribu-
ni, M nao J.-xj.
Dixiaea, Sr. presilente, que nao cr..in -ora nte
estas as faltas de ana se rasante a acta.
alada inexacto qu tivease V. Exe. declarado
ana eontinnara em diacasssVi o parecer; e se fiase
isto verdade, ae V. Ex.-, ti vase deitedj em d!e-
enaalo o parecer, V. Ex.-, feria naeeatariam nte
nos concedido a patarra, po:qnc nos, inluterrom-
pidame de, tontioum 3 a solicita! a. Aind-i tan-
bem inexacto que tiveaie sido \ot ido o segundo
reqi eriinmi 1 de oncerriinenfo de discussaj; as-
sira e me el > ': tambem ver lude que se tivesse
roc-didi v taeao di parecer, e muito meo.s que
'. Exc. tivesse considerad) como pre.udica iis as
emendas du na 1 v .'!. sen i 1 approvada a de a i t
rejeitada a .i- a. 5. N'i-i-, Sr. presidente, qm
consiste pri icipal oente o eseandal >, que s 1 a
um ponto tal, qna uro qua'ificativo merecera.
A m ndu a. I na 1 ter o parecer
ao presidente da provioca para que este rem tte
se a > promot 1- p.iblio afim -'o inves'gar sobre o
modo p-rqo tera ido feito o al3tara"-nte na pa
roeii-as d '.' ..-1 e da Vanea,
s- :.-, pr elido a rotarlo regularmente
por c (rt 1 [ae ea ten 1 da lo e meo rot) em tev m
a'essa emea .1 ese mo o dei f >i porque ai 1 li wra
votac4o, fui porque tado corren irregular o anar-
cbieameate. Eu quc : 1 e proceda um
exaine minucioso sobre os alistara otosd'aqaellas
Eregaezias, porque que iqu I it-n* ves por todas
se tire a limp > que e u ea ;r id faleiiade, .1 i
mv incS 1 que f so i-xfilieE '. le
ve.n ter c n I .... affir-
muivade c uipoi- te o in e heroico ele-
toralo do P ico da Pan ll i e 1. Varte, le ap>-
ery boa e ficticios. E 1 laria, p-ntanto, o mea to
to em favor la em n la ; m -, o que nao eompre
heai) ciin-) os nobres depotaioa Iti bancada op-
posta, qu diz 'ai r .r vot lo i> >r .' sa oenda, eoo-
cor 1 111 111 talsid .de da m .-1 un alrraar que f i
rej'itada 1 omenJa a ">. 1-. era complemento da
pr uncir.
N : me 11 i o ">. ea m in lava 'i se estn
em as pr ttes la emendt n. i a
to.taj as fiv."i .; lo Io listri tos eleiforaes.
Ou os bres dputad >s io c mvenci I 1 le q 1
efe eleit'rad) nao f> teiti 9 guao d termina a
le. o tmr .'i qu 1 1 usrica nS 1 to ne e -
n!; eimenl Hades c mmetti I pe ua fie ic*ea d'esa 1 -
gil' lias, 11 id o rase
de que 1 alirtamento I ido legitiman] o-
te, i-'.' 11 i 1 s i 1
Eu pe jnnl ao aseu Hlu tre collega, '.. Bairos
\\ rl y i care t t n r S| Bit le qn> na
fai; 1 o 01a 1- elevado < r c 111 ist 1
fnz i- offina a is deranis membros di banca 1
con.-irv. I.ti, se S Exc. n gou ew imen
te o s< 11 voto 1 luiiha 1 01 al la '.' nao. c 'in e 'rt ;-..
nai. O -r. Kai i e Silva, ujoesp ril recto e ji
t eeir) 1 u r nli-r -.
negar seu voto para queaj 1 uliea lac
se pr'uuii'-i.-.- eom relaeaiao elfitorado .
freg eai is ''- demaia ^:. deput id 1, qu
carain sna lignidade cima i espirita partida-
rio, poderiam t r rotad-i contra essa emenda?
nao, 8r. presid-'nte. Se o pire t :\'.o i votado,
se a emenda n. 4 nao 'i upprovM la, e m eertraa
ao o afirmo, o affirmo porque eoiifio na di]jn
dos bomena qne oecnpaui iquellt tiancada. ola
foi r' geit ida a minh 1 eme;i la, 8 tanta sonvieco
tenli ', qu vou maular mn 1 ontra n'este sentid
espero qu olla sja ap -1 i.
Sr. presidente, a piova inc mensaa de qae a -
favor 19 Srs. depnt .dos e recuaando-se a tomar 2 Qir-3 sej.'i.ii approva'ias as'iemaij clci-
5833 < re:onli -idos deputa^ios os'Srs. Ba-
rio da Caiar o Sobnio Sjares da Mello.
Sala -das uommisto' e:n .')0 da wnryo
de 1886.
Oomes Parento.
Luiz d'.> Andradi.
ii.va Econmica c lonte de Soc-
corro de l'ernamlttico
Balaiicete em :i 1 de Mareo le
1SS6
CAIX.V ECON'OMICA
Activo
Thesouraria de Fazeudaemit de
depsitos
Thesouraria de Fazeudaconta de
juros
Monte de soccorroconta de pas-
sagens
Juros
Csaxa
parte na luesma votaca 1 os nbaixo assignados.
Os nbaixo assignados nao recusaram a tomar
parte na votarlo, i.ein declaraba) alguin* foi feita
p:.r elles neste sentido.
Votaoa) nao lum'e e eoiiseguintemente nio po
dia ter haviio recuso da parto des mrsmos abaixo
assignados.
N:io fu, pois, appDvado o pirec k ,\) do 2' distrieto, uein a emenda n, t e re-
c uihecido dequlaio o Sr. Jo.c Z-t-riao Ferreira
Velloso, como retare a acta.
Os abaixo assiguadoa nao reduzem o ores nt.'
protesto euiraias& acta,porque teracerten de
que nao leriam ellas iippnval U n vista do seu-
ti neo' i p irti 1 u-i.i, que tem >: enl : 1) a msioria
desta Assembl 1.
Kxpoado as liist"a oecurraaoiai da iesaa 1 do
ho iicir. e ;.s inexnjtio.s da acta, qnerem apenas
registrar O arbitrio e :i violencia exereidos pelo
Si. presidente 11 V. semble 1 oontra os direitos ga
arados la minora, qu 1 representa um dos part
Jos coostitucionaes do p na, afim de que pelas
me-onas oecurroucias e pir quaesquer fictos que
no futuro poassm ter lugar, r.conheca o paiz a
qum nbe 1 responabUidade.
Jos .Mana.
Joan de Olveira.
L un-lun; i de a.
Or. Pitanga.
J a venci Mariz.
A. J._da C. Ribeito.
Andr de Arauj >.
Viscondo de Tabatiuga.
Bario de Itapissumu.
]'. Jacobina.
Mando mesa fste protesto ; confio em que elle
ser aceito pela Asscuib'a, mas se nao o fr res-
ta-u- s a cousolactio de que fisa registrado nos Al-
ans, punjan ha-de ser publicado ni uieu discurso,
e pur elle, no futuro, bem se aquilatar do mnd'
porque Mveruiva esta maioiia ; mas taoile n se
ha-.le Iuzit Justina a nos, que, com todas as ener-
gas, protestamos bem alto contra a corispurcaco
les uo-s 10 direi'os pratieadoa por V. Exc., Sr.
presidente, aeontpanbedo d. maioriadeata Asacm
bla, que justica Ibe seja feita, muii vez assim
pr aede t rturaodo a soa oonscieaeia, nssa revoj
t;.d i, e contra o impulso do sea co aeao.
(Apoiadosda bancida liberal B aparten)
Agora, Sr. presidente, V. Exe. p !' dar ingres-
so oeste re :iuto ao Sr. Dr. Jote Z f rnj Fem-ira
Veil o ; corto, porm, d qu.' ello nao entrar aqui
/ la porta larga por ou le DJ ^utros penetrimos.
(Apjilus la bancada liberal e apartes.)
Acli ni lo w na ante sala o o Sr. Dr. Jos Z f
B0 Fin ira Velloso, deputado pele 2.' di-tr;cto.
i iiitroduzi lo na ?aU das s s;> pi I s Srs. 8o-
pbronio Portella e Regaoira Costa,; preanehidas
as formalidades d esiyl pr rtajuram ato o tora 1
ito.
O Sr. Preaieleute I 1 -.V lo re i-
meato nao pode abe-oiuta tem nfringil-o,
itar um protesto contri o |uo j foi vot do
I el Assembla.
i> %r. forn Maria (p 1 rde.o) Nao tem
1 leumi V. E.\ j aenl in lo eom o arti-
regimento que rem le 1er, porquanto V
ij! 1 :(;;. 10
SsttaitMsf55l
70:354*042
350 58(10
43J.T00
904..:":'":!
Pasasen
Depsitos em coiitas correntes
MONTE DE SOCCORRO
Potreo
Emprestimos sobre peiihores
Valores depositados
Movis
Caderuetas
Tbaaonra Provincial
Despczas geraes
Alugucl da tasa
i.ibtos cun Icilo s
Retorno de juros
Lucros e pardea
Caixa
901:419^1113
Ut:742.*37i
141: -).-::77
6j021*327
407.4H1
3:264*000
3:31.)71'J
357*000
54520
20448O
7i4f
1:&784296
i 1 ppre
1 .1 !
.1- 1 > testara >s c >a
.111 i -
lepu-
otante de mu
I '. ;n forn esse
nhuma d'-libi'racao se tom U 11 >t 1 causa, que
depois qae V. Exc enoerro 1 a seasJo, e rm
rig 11 Ilustre Sr. 2o 1 tr tri i, aio como
ta 11. mas n 1 carcter I
foiha diaria, la capital, e .
as notas do lueaediria ter sido ieaolvi l>, afim
di qu [)':-s- iuteirar o publico, porque esaaa
notas na > se neg 1 n sen i 1 o n-isso re/un n o di
poblici I id-, e S. Exe. respendeo ni at r. m c r
to aze lume, que u-i 'inha obriga?ao de dar 1 seas
notas e que s :is 1 no dia seguate.
O Sr. li'go Bal-roPrecisa va deltas para con-
feccionar as actas
O Sr. Jo9 MariaEujnlo ped ao mor dipu-
tado as suas ootaa, mas. e 'inprehende-so, qire m'as
faeultisie pira eoplar e nao seria a d?m ra de
dous ou tres minutu qu prejudic.iria aos seus
grand- s trabalhos. O uobre deputado negou, -r.
presidente, rssas notas a mi n, representante de
urna folha desta capita'. e folrja de glande circula
5J0. (Apartes).
N's, Sr. presid' nte, membros da i* m 'ria, nao
p-id''m^3 assistir impassiveis a tudo istn sem pro-
t star ; porque n>ste caso o noase silcn'io seria
traiuzido como annuemia a enea actos prrpj
ten.h, de absurdoi, de i lenralidades e de violen
cias. V. Exc, portante h-. de permit'.ir que n,
cojos direitos team sido constante e diariamente
ostergados por V. Exc prot'atemos contra esta
acta; e assim ai tensado pelos meus collegas
desta bancada, v u mandar un sa o segante
protesto, que espeto ser aceito p'T esta casa.
(L-
Os abaixo assignados, em vifta das tristes
oceurrencia-", qne -iveraw lugar na ultima sessao
e narradas com ainiior inexaetido na act.i. veem
protestar 1 olloetivamente e de nm m-do solemne,
contra a prepotencia etercid* polo Sr. presidente
na direccao I >a trabalhos da Assembla Provin
cial e iaexactiddes constantes da mesma acta.
Quanlo o deputado -r. Uouca'v.'s Ferreira re-
qnereu o oncerraaHMi da discuaoo do parecer
sobre a eleicao do 2 1 scrutiuio do 2" district. a
Assembla tescemuuhi de que pelos protestos
levantados p"l) ficto de haver o Sr. presidente
negado a palavra pela or m ti i versos dos ab ii-
xi assigoado3, que a pedir un, e pida intervenc j
das g lieriiis, que motivar.1:11 x -uspensao da ses-
sao, era absjiutBinen'e issposeral tomarse qual
quer deliber n,ao, pelo que r inexacto, como cons-
ta di "acta, que o r tivasM sido regeitado, sendo vtrificada a vo
ta^ao :
Que honvesso sido regeitado o requerimuit i
do -r. Jos Maria em qu- pedia o adiamento
da diecussSo por 48 horas, verifieando-se a vo-
ta cao :
Eque finalmente tivesse continuaaoa discusso
e o Sr. Oeiealves Ferreira houvesse requerido
novara 'nte ,> vuc-rramento deila.
Taes affirmatrva constituem gr-ives in'-xacti
does, Sem. entretanto, po 1 neo justificar a con-
ducta do Sr. presidente da Assembla, que foi tes-
teiniobidi pelo puolij) e u tjc.1 nento 'ceoeu
rada pelos abaixos as=igna 1 s.
O proced nenio arbitrario o violento-do Sr. pre-
siden! forn iu se -inda roais reprchensivid quando
OCCipandoa tribuna o nosso coltega tfr. Joo'd'
Olivera. poz votacao o parece .
|S Levantan 1 1 e te procediraento es mais enr-
gicos' protestos dos athuxo assrgoades.tormudi^e
nmultuarir. e anarcb'cas a seaoao, nenhuma deli-
beracio foi tomada enera poderiu sel'o.
EMneacto, pois, que se tivrase 'proceJido
Ira as im ta 'i 5 a di acta.
liaza) do sor terii a lo i^;.' de V. Es:., so a
act 1 j tv n ido appi la e na vrase
protestar contra o procemento di Assembla ;
mas tal coa nao sueco le ; nos apenas pr 'testa-
mos, e o tacemos perqu entendemos que a acta
a 1 e nfiel.
V. Exe. n.ie I ai ;-\::'. portento.
O *r. Ire*deiie .Manto.rio amesma 1
eisa porque o protesto potados ,
dase, contra o qae f ii venc te aesta Asssui-
ola.
Vem ii u: = 1, li-Ja, apoiada c enlra conjnncta-
1 m disetissao a aegointe ementa :
Ea ve* de- sendo rageitada a emenda 'i
diga-a :atemben) a emenda n. 5, que foi aj
vana -Jos Mar
fCoHliau 1
188(5 PARECER N. 22,
A coratuittAo i coDstituicSo e podares,
, -X iiniii lio lis aath ntioaa das -1 i-
im. .- proce li+aa ni 13 distrieto, em.21
n- 13
ni'ini >, nos collegioi
es-
poldiaa, 9 i
gn iro, Vil!, li ll:i, Flor st i, Petroliaa, Grra
nito, Kx O.iri -ury. Boa Vista e (Jal
i ou o seguate :
1 Qne em L-opoldin orgauienu se a
:. -1 na vspero da eleicao, ^"ll lo o 2' jmz
. psia substitu lo p i i 4o, p ir no ter com-
rii-'-ei o por motivo 'i" ni 'lestia.
Tiatindosodo 2' es;ritino em que
i rvo a mesa da pri -ira eleicao, uRo toi
llar ssa organJ3ar;5o na v.-spora da
i ;.a.-.
Ivsi irregularidad o, qu! aggravaja
pela i.-reu n.st mi i i de ter oomparBci; s
i dia 10 i i' na -1 p
drino Cari .so de 3r md i, Bobst tu lo na
i.-si, por nio ter co npareci Jo ao noto dn
sna irregular organisaeao no dia 9, levara
i oommiasSo i opinar pela nullidad'3 densa
eleiclo, se nao estive-s- provado quo nella
- rviram os mesmos metanos da prim ira
el-i^So.
2." Qu;- .-ontra a eleicao de Salgueiro
foi apreseata-io pelo caadidato EVancisco
Ser fim de S >uaa Frrea urna eertidao
d.-i qual coosta terem dez .seis el itores
alistados narevi3) ultima vetado indo vid a-
ii Bote, e que fea parte da mesa I lalino
Jos 13 zerra, que nao eleitor.
Nos termos do-.rl. 15 11 da lei n.
3,029, s pode faznr porte da mesa eleito
ral pi-in eleitor ; e, ten lo sido um dos
mesarios substituido por queiu nao elei
tor, :nfringio-se aqu-lla disposicilo legal ;
alm disao organiscu se a lista da chama-
di p-"la revisto do atino passado, dando U-
so lugar a quevotssem os cidadaos que
forain alistados nessa revis.lo, contra o dis-
pisto no ar, 236 do reguluimnto de 13 de
Aarosto de 1881 e aviso de 12 ue Novem
bro do anno piss-id".
3 Q:i5 a eleito de Villa-Bella f.i feita
per.-.nte mesa organis ida s 8 horas da mi-
nl.a do dia d i ribioao, s-ndo presidida por
um supplente de juiz de paz e fazendo
parte d.dli mesarios divrsos drs da 1*
eleicao.
4o Qu a eleicao F i raala se resente do
mesmo vicio, sen lo presi lida pelo 4o juiz
de paz, quando a Ia foi presidida pelo 2,
tefldo, nao obscanlc, esse 2juizd!paz
eotnparecilo e votado na dio 10, i i da
segunda -leicao. O mesarios tambem fo-
ram diff rentes.
Nio sindo valida, ro-no dispSo o 12
ilo art. 15 da citada lei, quulquer eleicao
feita peranto mesa qu1? nao for organisada
pela forma alli estabelecida, evidente
que ns trtedes de Villa B"lla, Salgueiro e
Floresta estao nulUs.
As authentica do Belmonto e Tacr.ri-
tu n3o forano presentes commissSo nem
a ellas se refere a junta apuradera; e, ten-
lo esta Assembla as requisitido ao presi
lente da provincia, a respectiva secretaria
informen que nao podia satisfaaer a requi
cao p.'ir sao teMu anda alli clregado taca
authenti -as, n.lo constando prfaoto, offi i el
mente ae houvc ou nito eiei^o naquelles
collegtos.
Nos temais colegios a eleicao corrju re-
gularmente.
ta como as eleijflao nuil as nao eoncor-
rer,.m raaior numero de eleitores do quo
as julgadas validas, nem da annullayao
de votoa resolta a exetusfto le qualqu( r
des candidatos que obtivefam diploma, a
rommialo de parecer :
1 Qu? sejam annutladas -as eleieSes do,
Pastivo
Capital
Cautela de penh 'res
Juros
Caixa econmicaconta de passa-
gens
Tbesouraria de Fazcndace ata de
emprestimo
Cadenetas archivadas
Sal.lis de penliores vendidos em
leilao
S. E. & O.
267:984*172
15:760*017
141:0805377
2:972*853
70:3543042
33:9b7758
43*000
3:786*095
267:981*172
O guarda-livios interino,
Felino L). Ferreira Cuellto.
maro, parti para trra um escaller tripolalo
pelecontra-inestre do navio, Charles Power, e pWua
n iiriulieiros E. Maloucy,' E. -Scaulin e Alfac-
dhy.iiis, sendo este ultimo inhbil remador.
Quando o -eseailer approximou-=e di barreta,
Van lo o c.iitra-incstro (toe Alfredhyoua remava
mi, largoa o leme e dirigie-s" para a proa do
bare \ oado'se acbava aquello :narinbeir>. Nessa
"ccasio virou-se o eseailer, e foi lu mar A.fre-
dy'uas. -que ar;arrou-sc no remo, o 4 q-cm es
ccaipaubeiros ( rocuraxam salvar.
Cun os ei-forfos feitos virn uovamente o eseai-
ler, e desiipp ir- era Alireai.yoj, que lrg u o re-
in a one ^e tinh i p -;.;.i.d i, sendo im *-w i ba-
vel-o.
Os companheiros fizeram s poseiVe pea
mas estas foraui iutiuctif ras.
Era soccorro do eseailer uaulraga^ f .
1" posto fiscal da alfandega.
O eseailer do lugar Uis/er veio depois era din i -
..a > trra, que aleancou acu mais no vi dado, alm
desapparecnento do alludido marinheiro e de
ter ficado na refrega o contra-mestre com a pern
direita offendida.
Exponico dan Tres Amerlcam. A
eominisso nomenda pela presidencia da provincia
i ar i ageuciar produetjs para a Exposicio das
Tr 8 Americae, desempenhou-se da i.ieumbeneia
pelo modo constante do seguinte ..ilii-i e da nota
subsequente :
fecife, 27 de Marco de J896.1 Im. e Exm Br.
N.aneadis per V. Exc, rm 9 de Pevereiro deste
i>nno, para agenciar productos, que figurassem na
sessao brasoirn la Exp iliunei conta doss- encargo, rcmettondn a V*. Exe.,
para que teoha o competente destine, 1 caixo cou-
tendo 16 frase .s com assucar c 2 pequeos fard o
com algoda.. de v ras qaaiidadaa. Eseas amos-
tras alo acumpauhadHS de inJieaeSua e esto rea
cii nadas as inclusa nota.
O mismo caixia vai com enderezo ao Sr. Al-
alo Eu-tin, agenta consular do Brasil na cidade
de New Orleans, seguudo pir V. Exe. fui recom-
mendado em oftsio daquella data.
A insutlienca do tempe, alm dj outias cir-
eumstanciaa, nao permittio que o noss i concurso
fosee mais valioso. Esta provincia, que in mili
tos outros cnameos tem dado urna idea mua ou
menos approzimada de suas riquezas naturaes e
de sua inlustria (como, mo ba muito tempo, na
Exposicio de Autuerpia) ter de contentar = desta
vez com us mencionadas amostras dos seus dous g-
neros principaes da cxposii;ao. Deus guarde a V.
Exe.II in ii l'isi. .Sr. conselh. iro Jos Fcrnan-
des da Cesta Pereira Jnior. Kecife, 27 de Mar-
co do 1886. (Assignados)Jos da Silva Loyo
Juuior, Francisco do Rtgo Barros de Lacerda, A.
G Miranda Leal, i
Assucar.O assucar sempre foi o naais impr-
tante producto industrial desta provincia, c o que
mais avulta em sua exportai;ao, tanto para outras
provincias, como pata fra do Imperio.
O assucar exportado de Pcrnambueo, do 1.
de Agosto de 1884 a 31 de Julho de 1885, attin-
gii. a { 917.193 kil., sendo : '
Assnc r braaco Assucur mascavado
i'a outras
piovinems 27 0OS.C3O kil.
Paizes a f
trang'-ires 6.6S5 4*5
Airamdoaa Ue Pi-rnaailMicoDamos era aegni la o niappa demonstrativo domniliaacatii
ia Alfamii'ira de Pcrnambueo, durante o ra z de Mai\ > de las i,-comparado cuu ujgui nasa da
anno de 1885.
OK-NjUINACAO
Importacaij
': .:; -itos de consumo .
Ad IcisnaM de 80 ". .
Aogmanto tle 10/j.
liento de 5 %.
Irmaaenagwn.....
Oapataxia......
Imposto de 40 "l sobre fumo.
Despachos martimos
Imposto da phatoes....
Dito de deaa .....
Exporlaciio
Direitos de 9%.
dem de 7%. .
dem de 5/0.
votasio uoaainal do parecer, manifeitando-sc a 1 Salgueiro, Villa bella e Floresta ;
tanembia Provinlal l'unccioiiou
boniem po > a presi leucia do Exm. 6r. Dr. Jos
Manoel de Barres Wniderley, teudo compartid i
31 Sis. depntadoa
Lida a acta da sessSo de 3 do m^si ultiaa, n
approvada, d.pois de oraremos Sis. Loareneo de
i e larros Brrelo Jnior, Beodo rejeitada urna
a daquelle.
O Sr. 1 secretario precedi leitnra tu segua
te espediente:
' Jio otcio do secretario do govonio. romettrods
n qn.l iro da divida p.issiva para i i xcrciei.. de
1886 a 1887, do inspector >lo thesuuro proviucial.
A' coaamiasao de groam. nte rovinciaL
Uioa petijao de Manoel Clemenlino Corroa de
Mello, arrematante da lUnmiaaeSa publica de
[guarasaa, r. (..lerendo 9 prorogae&J i': seu c n-
trato par anuos, pagando-ae-Ibe o ansteio de ea
la l.mpcao x 2O i;s iudi-mnis n I a provincia
da qoatttia .ie 1:10J*, valor dos I lamp oes e
ando mais eaco a i costa.A co um ssao
de creanvntn provine .i.
Outra du M-.nu'-l ;,"! menta as Sev K \ i ren-
do is-nsio do pagamento de 95*572 em que lora
in ievidaiii.uie coUectado. -A' c .mm ss > le orea
ment provincial.
Ootia de Isabel Francisca Mcnteiro de Quinta!
Barros, prufessora da 1" cadeira do ocx-i feuiioi i
de .S.u.t i Amaro daa Sal isa, epi rendo um an
n i de licenca c m todo n uid -nad para tratai do
su s.ule A' C mmissao de oetivo I.
Outra le Joan Baptiata di Ricln Baixa Los,
Io f i'-el e. i e es vi iva do erime le Qameil ira, re-
nd para que teja aunes; do ai seu Cartel a
no jury qne s acl.i vagoA' commisaio dejas-
tica |- vil a criminal.
Ontra do mesmo, reqncrendo eonsigtiaca de
ni ita para pagamento do que lhe Jevc a euimr.i
muni-ipal de Gainelleira A' commiesao d 'rr;.-
mento municipal.
utra de Gencsio L banio 'e alboqucr) ie Slon-
tei o, proressor particular du Pan Branco, rrqne-
n-ndo para aerem juntos urna sua peticio diri-
gida a esta assi-mOli os dncnine tos qu apre-
i ota. -A' coinmiss de uistruc;ao publica.
F- rain approvadus: um parecer da c. in ni=sa.i
de oreami uto munici al, pedindo intormaedea BO-
bre o requerido por Manoel (.unes dos liantee,
eme) da de imtrneeaV) publica, idem sobre j re-
querido por Paulma Candida di Silva, Suba
Quilberaiini de Mello, Celeetim Pereira Gaedea
Atcof jrado, Mano. 1 (toares de Albuqiii-rque e Ge-
oesi i Libauio de Albuquerque Monteiro, e um da
mesma iudef-rindo a peticao de Anna Xavier Bit-
tcncourt.
Adiou-se, por ter pedido a palavra o Sr. Joan
A!ve?, uia parecer da instruc^ao publica, indi-le-
rindo*nu abaixo assignados de moradores na villa
de ~;. Jet do Egypto, sobre urna gratificncao a
prcfesvir da escola nocturna.
Approvou se tambera um requerimento da com-
ni.-s:io de Ornamento inunicipal, pedindo qne se
requiaite com orgenuia da cmara municip-d do
Kecife o balane i da receita e despeza do exercieio
pussado, acompanbado dos documentos respecti-
vos e do quadro das dividas.
Foi a imprimir sob n. 22, um prnjecto creando
um distrieto de paz n povoado do Espirito Santo,
comarca de Iugazeira.
Foi lid > um parecer sob n 21, da eominissio de
eonstituicSo e poderes, reconbeeeudo depurado^
pelo 13 dibtricte aos Srs. Baro de Caiar e ina-
jor S dinio Soares de Mello. Foi a imprimir no
iornal da casi, a requerim>-nto do ."-r. Gomes P-
rente, orando pela ordem du is vezes o Sr. Jote
Maria.
Adiou ae pela h ra a diacus-ao da acta da r.-u-
nio do dia Io, tendo orado o Sr. Joo de Oiiveira.
Passou se ordem do dia.
Votou-se e toi approvado nominalmente, a pe-
dido do 8r. Jos Maria, p.ir 18 votos contra 9, o
requerimento do Sr. loito Alvea, de encerramento
da 2i> discusso do project. n 2 d'-ste an .o, ('rans
feriado da villa de Vert--iite8 para a de Taquare
tinga a de do termo e enmana do mesmo neme)
sen.lo em seguida o referido projecto approvado e
rejeit ido o requ rimento do Si. Ferreira Jacobina.
Entiaudo era 3* discusso o projecto n. 6 dVste
anuo (creacSo do rnunicipio B termo de N.-ssa Se-
nbora do O' do Allinho) fui app ovada urna eraen
iii d.'8 Srs. Bisa e Sifva e Rofrigues Porto, oran-
do pela oinem o Sr. Prxedes Pitanga.
Em 2* discusso approvou-se o projecto n. 76
de 188) aiprovando cm alternen- 8 artigas de
p ..-tura da cmara mOnicipal de Vertentes.
["ainbem nm 2 li.-c iss foi approvado o pro-
jecto n. 18) de 1884. approvaudo umi preposta
da cmara municipal 3o Brejo da Madre de Deu?.
Em 1' disivssao, sendo dUp ns-.do do inter.-tici .
ii requerimento do Sr. Barros Barrito Jnior, foi
approvado o projecto n. 9 deste anno, (declarando
nao gozar de isenco de impo ti al^um o assucar
pr iduzido pelas fabricas centraes de ipi*1 trati a
lei n. 1,860) havendo orado os Srs. Cuelho dj VI -
r-it-8. Barros Baireto Jnni-rduas vezes e Fenvira
Ja i' bi .a.
Encerrou-se, depois de orar o Sr. Bats e Silva,
)ue raaudou mesa um requi-riimnto para se no
mear urna commtaeo de cinco membros, nfira de
apresentar proji-ctos sobre montepo, vitalicieda-
de, demisaibilidade, licenfas o xposentadorias dos
empregadi.s pblicos provinciaes e mnnicipaes, o
projecto n. 5 de 1885 (ereando um atadas-po) em
1 discusso, nao se vetando por falta de nu-
mero.
Adioa-se a 1* diacassio do projecto n. 1 deete
anuo.
A ordem do dia : coutinuncao da antecedente
ciis: Ia discusso do projecto n. 10; 2' do de
n. 5 e da emenda em 3* ao de n. 6, todos deste
anno.
Accidente no marHonteai, c; rea de 5
3.9 '-.187 ki
92.316.881
96.255.068
S3.692.125
A maior parte dessa exportadlo feita para
'* Eataaioa-Unid-.s da Americi, viat) cono no
asestado rx-rimlo de l. de Agosto de I84 a
31 de Juih*ile 18> f .rasi remettidos paraos por-
toa de N w Yotk o PnilaaeOpha bi.517.126 kil.
de aesuc ir rnascavado, sendo para o pr metro...
47.248.476 kil.
A cri.se. que feralmente se tem manifestado
a industria aesucareira, devida priocipnlmente ao
uginentj da prodaeefto, tera estimulado alguns
dos ussns ajricu'tores a substituir os maqumis-
mos dos s es eng-nbos por outros mais perteitoa ;
com os qn os auferem, da mesma auahtidade de
caima raai >r qu ntida le do assucar. g verno
tera auxiliado o estabel. cimento de ongenhoa cen-
traos, d-' qne ji fnecit-nam alguna aesta provin-
cia.
o Agricultores, a quera faltara s recura i ne-
cess-iriog par-i a obteiQa de maqumismos -., rfei
ciados, podem anata dos eogo ih., c.-ntraca de-
dica-se cxelusvamcute a eoltura, ampliando-a
e io horai.-lo-n n medida de suas f nc .s j >or on
tr ie lio fkbrico do aasnear feiti usa grandea
fabrlcaa c.m mais peifeici e aproveite.-nento.
0 racfo de a r a grande K publica America-
na o maior import.dor dn aosso as-.ucir. mijuanto
consanrimos em a''a es ala alguna de seus produc-
tb*,po1efomantar real I) lecimeutode rautuascon-
cceno s, em vantagem de ambos os parres.
A/ijjdj -A expo teoao i. algodo :i> mesmo
a* ao de mp-, a qu dos teraoa lferido, foi de
10.294 568 kd d s .pises 681.875 kil. para oRi)
de Janeo .. 105.165 k.l. para a Babia, e o mais
pira signos paicsa nsfraugeiro-J.
Devenios notar qu a exportar) uriinaria-
inente maior que esta A diflainniao qn- v.mbem
suecel. u c en relaea i a i assuc-r, foi devi la a cir
cumst incisa avente es.
Du todo o algodo cultivado no Brasil o de
Pernainbuco o mais estimado. As amostras agora
remettidas confirmara anda um i v /, essa b.'n no-
meada
Interior
Sello por verbas.....
I),t i u.liiesivo.....
Imposto de transm. de propneiade
M.lta
Extraordinaria
Deposito
201:46
'..'.i577
2:64
6:03>**3'J'
2:749*161
5:120000
1:522100
5:04654'9
1*818
&0:3749l
40 0
1:890#000
tOOO
Depositi d diversas o ig' ns.
Coutribuicao de caridi.de
8865762
7:260*014
3:01 Ij.io
I90:6H 1785
1:433
7: T
1(788*9 0
119
4:420
1:059*6001
7:045*01f>
7l6l
82:816W812
.V.i;> -1"
1j320*ij0(]
I58*76tt
21:1056995
10:838*0801
2:167*616
: i'i >t48:
96o 521
7OOJ000
462500
787 3075
1:520*875
3:3O50 -I
Somma.
I
5
I
570*000
i
96*637
5.-769S139
* i
*
i
l:940*
*
116*866
i
1:998*6**
54346
32:44d*S7'
i5*c.t!:-
i
lOdf.
*
29069C
731:297*593
724:3M
43:844*n69
86:960*871
BECAPITULACAO
DEN MIMAIJAO DAS BE.NDAS
Lnporta^o.....
Despachos martimos .
Exportacao.....
Inerior......
Extraordinaria ....
Depsitos......

656:083*246
6:642*100
55(406*168
1:978 KWn
883*76i
10:304*317
621:898*661
5:479*60
69:858*991
1:533*39 i
787*i lie
1:825*876
1:162*500
*
144*610
96*687
5:1784111
Total
731:297*593 724:383*595
41:366*821
i
34:452*621

S
'
34:453
Exporlarii>
prximo lin 11 .i j
pe i Alfan lega. -
AssnearExteri w
Interior
2 secijao da Alfandega de Pernarabuco, Io de Abril de 1886.O
Fonseca.O escripturario, Udilon Codito da S.lvu.
Inwtitul o ArctieitloKico e teora
lihii o f'ernambticaiiu Aute-liontem, 1
hora da tarde, reunise o Institu), em sessao or-
dinaria, para a posse dos funeciouarios eleitoa em
15 de Fevereiro ultimo, sob a prc-ido i -;a do Exm.
Sr. coas. Iheiro Quintiuo de Miranda, cora assisten-
cia dos Srs. onsciheiro Piu'.o Jnior, Drs. Luna
Freir, Cicero Peregrino, Baptiata U-gueira, 1"
secretario, Lipes Machado, Jos Bygiuo, comra-'n-
dador Miranda Leal, monsenhor Arcovorde Caval-
sante, padre Julio Mana, Augusto Costa, A -gusto
Cesar, majores Luiz Cintra e Codeceira, 2a secre-
tario.
A acta da sesmo antecedente foi lida e appro-
vada.
O Sr. Dr. Io secretario mencionou o seguinte
expediente:
Um otficio da Dr. Vicente Ferrar de B. W
Araujo, agradecendo e aceitando o seu diploma de
socio correspondente di Instituto.
Um dito do Io secretario da Imperial :ocie la le
dos Artistas M-chauicos e Liocraes, convidando o
Instituto se fazer repre iditar na festa que pro-
ra ivia para 25 e Mar^o ultun >, por ocaaia de
chele, Diniwj >s J"
de Pernainniira
te Mare i I irain ex i
keguintea i;e-. ros :
3:928.747 ki .
4.299.055
I.nc ir a p dra fandament il do '-diticio destinado
aoffiuinaa do Lic 1 do Artes e Oficios a s-u cargo
Um dito da venerare! Inundad* do Senh >r B ra
Jess d representar na sui anne procisaio que ter lugar
no dia 8 lo orreute.
OfF rtas:
Quatro volumes, collec?ao de pareceres da mesa
do Senado, as sessoes legislativas le 1861 e 1-.65.
1866 1868; 1 dito, catalogo da Expoaico da lu-
dustna Nacional; 1 dito, Belatorio aprosentado
ao Exm. Sr. ministro da fazenda, | ela commisaSo
de inquento industrial ; l dito. A Ylonarchi 1 ou a
politica do rei, por Joaquim Saldauba Mirinho ;
1 dito, Tile Brazili ,n Liuguage, aud its aggluti-
nationa, by Amaro Cavaicante; 1 dito. Estudos
crticos e li'terarios, por Q. Bocayun; 1 dito, 0
Prolongaraento da cifrada de ferro de Batunt ao
O desenv.dviinento, que vai tfiri >a n-ssa via-j Cariry e os acudes da provincia do Cear, pelos
Total 8.222.802
=====
AlgodaoExter; r 1.131.348 k !
Interior 385.786 1
Total 1.520.134 .
=====
Agurdente -Exr rior 34.781 : tri
Interior 411.794 -
Total 146.575
= -= s =
Ale.O'jlInterior 51.910 :
CaurosExterior
Espicli 1 los Seceos 1-J7 k 1. 112.179 .
Total 112.1)06
== = ^
MelEx'erinr 2.880 litros
Interior 132.540
Total 135.12!
s==-------
BorrachaExteri r 5.951 k ;
ilafExteri ir 192
Carocos de algoao Exterior 560.000 kl
= ;= = =.--
Cera de carnauba Exte-
rior 83.575 ki!
Iuterior 23.377 .
ea -frrea, trar uecesaariamente o incremento a engenheiros Amarillo de Vasconcelos e H. Fo-
easa cultura.
O f irdinho aberto coutm :
Assembla
r-a.
CocosInterior
Cobre velhoExreri >r
Colla -Interior
l. surte esc dhida de (oyanna.
< Sertao.
1 Fernando de Noronha.
Matta.
Mediana
O fardiuhj- faenado contera as m -s.-nas qua'i-
dades, menos .. me liana. R-cife, 27 do Vfar? > do
1886. -(Assignados)Jote da Silva Loyo Jnior,
Francisco do B. B. de Lacerda, A. G. M. Leal.
ratllecinaento Falleeeu hontera D. Mi
thilde Libtnia Monteiro Perett.i, viuva do desim-
barg.dor Anselmo Francisco Peretti.
Contava a hund 60 anuos de idade. Era umi
senhora do graodea virtudes, caridosi em cxtrcini
e re8)-itavel p>r muites ttulos.
O enierramento ter lugar hoje pelas 8 h tras
lo di ;, s ihin lo o fretro da casa que foi de sua
residencia.
N'oaaoa pezaoics seu diguo filho.
WlirllacaoOs alumnos da Faculdade de
Direit 1 d Kecife, formados nm filas nume isas, e
preceoidos de duas bandas de inusie 1, forain hon-
tem compriin.-ntar e felicitar ao ^r. Dr. Jos Hy-
gino Duarte Pereira, lente da mesma Faculdade.
pelo seu regresan da Europa e pelo deserapenho
que deu honrada couimisao quo alli o levou.
prestito sahio da prac. Pedio II s 10 horas
e 1/2 da manila, e scuo pelas ru.-.s do Impera-
dor, 1 de Marco, Cabug, Bar > da Victoria,
Imperatriz, Conceicil) c Pires, at a de Riachuelo,
onde, em casa do Sr. Dr. Birreto Sampaio, se
achava o Sr. Dr. Jos Hygino.
Alli fallarain os Sr. Salles Barbos AJvidea da
Costa, Liiirnido Cusmao,-Samuel Maitins, no Lor V>, Pilar Filho, Hcnriqnc Martina e osta
Filho. O Sr. D>\ JcsHygino agrad.ceu a ma-
nifestaba >, e offereceu aoa seus discpulos um copo
d'aeiia-
Depois de muitos brindes e viva=, regress iu a
paasaeiata at o lugar d'onde partir, c onde se
diesolveu cm paz.
J.thirlar6iO Sr. capito Maximino da
Silva Gusmo. em re.speito pelo dia de h .tem.
1 in que a igreja comm nira os Martyrios do Se-
nhor, concedeu liberdde sem onus e sem re3tr"
glare; 1 'o, (foHietn) 0 Senado e .. reforma coas-
1 titucionoi, ligefaras e mal irac -. p ir um i-x-aepn-
tado a
ferid-i do
G-r.,1; 1
p .1- um
lito, Discura ) uro -
Courinhos
Ext rior
Interior
Sen to, em 17 !e Mao de 1873, pelj
presidente do cns.-ili, de avVria Vi c ule J>
Ri > Branco; 1 dito, Diaoora 1 or man iado, m Ca
m-in dos O'pUtados, e:n aessai de -':) I- Abril
de 1682 1 Ij D-. A olphoB de Moaez s; 1 dito,
Pojilica am rieran, Beapasta ao Exm. Sr. J. Las
tarria, enviado xtraoriinario e ministra plenipo-
tenciario d 1 Rpiibdeado Chile; 1 dito, R-.-Iatorio
que ao ex dii-'ct r da Cnmpinhia do Mueury, dlr
gio o Dr. E. B'iiel.cto ttooi.
Pelo eogeuheir.), cliefe das Obras Publicas: 2
czeinplarca do Relatorio, que em 15 de Janfcir 1 di
1886, apresenteu ai) Exm. Sr. conselbeiro presi-
dente da pr vineia.
Pela Sociedad'- fie (Jeographia de Lisboa: 2
nmeros de seu bolotiic.
Pe'fts respectivas redaccoes, diversos joruaei
desta do outras provincias.
Findo o expediente o Exm Sr. presidente en-
viden an Exm. Sr. Censolheiro Dr. Joo Jo; Pinto
Jnior, presideute eleito e mais funccionarios pre-
sentes, qu 1 fnain igxalUenta eleito*, a tsmar-n
p sse de.seua cargoa, paasando cada un a oceup.r
a repectiva Cadeira.
O Sr. major Coieeeira pede autoria^ao para
man lar cpi.r a ni.k'ii a p lotographia do finad)
co laelheiro B.rao de Villa Bella, ue eaudosa me-
cioria para o Instituto, afim de que seja expoato
na galeri do I.is-fittito.Foi aut--ri;ada a despeza
necessirria.
Vera a mesa a seguinte proposta assiguida por
grande maioria de socios :
Propom'-a qu^ o Instituto em horacna jem aes
relevantes servicia prestados pelo Exm. ~r. 00113--
Iheiro d.'seinourgador Quintido Jos de Miranda
durante o t'inpo que dirigi os aeus destinos na
i| na! el i de de seu mui digno presidente, se lhe cou-
lira o titnl de socio b.m"inPriio. Sala das ses-
so' s do instituto, 1 de Abril de 1886
Esta proposta unnimemente approvada, agra-
decendo o mencionado conselbeiro esta proVa d:
oiisid'. r.ica que lhe aebade dar o Iustiiuto.
Foram tambera approvadoa s>;ios cff ctivos 03
I Drs Manoel F' mandes de S Antunes e Albino
Total
DocesInterior
Farinha de man
diocaI iierior
FeijdoInterior
Qruixa -Interior
M ideira E < terior
MedicamentosExterior
Interior
106.962
51.200
210 kil.
2-0 kil
63.358
30
63.388
1.010 ki!.
38.429 saceos
10 saceos
500 k.l.
99 pranche*
16 vo uii.ee
380
4o an
dous escravos, de Oomes Jos, de ftoncalves Metra'de Vasconeellos, e correspon-
I nte .Ira. AI ves Mendes da Silva.
X ida rania havendo a tratarse foi levantada a
sessao.
Paquete Trent Acerca deste paquete,
que deve aqu tocar 8 do corrente, vertemos do
TVmea de 5 de Marea prximo findo :
0 vapor 7Ve< di Compauhia da Mala Real,
rente, da Moda Ituteada, trazendo folhaa de que tem de sabir de Southutnpton, no dia 24 do
toes
i'J nanea, o Jacob, de 52 aun ia de idad-.
Reira tramos o acto com prazer.
O Incentivo Publicou se o n. 4, d)
no, deste peridico.
A Moda HluMrada Para a respectiva
.igeiieia, na Livraria Fluminense, ra do Bario
da Victoria n 9, chej; >u o n. 173, do Io do cor-
742,5 reis
3*<6
2.888 saceos
51 1/2 kd.
50.000 kil.
1.333--kil.
2.000
130 ki!.
25.0o0
175.600 litros
1.423 meio-:
10 fardos
_ 10.000
281 dllZIaS
1.733:8184530
635:9224932
67:682*3;6
12:7064450
holdes e figurines colloridos.
Ciub ijiii'rnrio Ayren tViama-Reu-
ne-se bote, s 4 hora da tarde, na r.spectiva s-
de, o C.nb Luterano Ayres Gama, para di-eutir
e pproTar os uovos estatatoa.
fi-rlmi-nio Casual- Ao principiar no dia
28 do n.i-z ultimo a euehent" da Capibaribe em
Limueiro, Joiio Vicente Barbisa destechou um ti
1 -o na co6efiJ d'agui, divertimento proprio do cen-
tro nessa uocasides ; mas uae dos hagos do chom-
bo, que era grosso, toi''ferir levemente a Joai
Leandro,'que com outraa-pessoaa alli eativam.
' Pesase corpo de delteto, sendo extrahido o
chumbo do f.irido.
Ferluaento mortal No lugar denomi-
nado raim li'ira, do 1 diatricto do termo de Pao
d'Alho, Jos do Naacimento, conhecido por Jos
lo Moic--, em a noite de 27 do mez findo, ferio
m rtahnents com um facada a Joo Bernardo Eu-
genio'de Souza, que dous das depcis expirou.
floras da tarde, do lugar inglez Ulster, ebegado I 0 delinquente toi preso e contra elle est a pro-
fia pouecs diaa de TerTa-Hova, e fundeadj- 00 La-' ceder a aotondade respectiva,"nos termos da lei.
corr-nte, cora ua mala: par 1 o Brasil o Rio da
Prats, fez h nit. 111 a sua vi igwn de experimenta-
Vo, depois de ter softYi lo um concert radical, in
'. -.lleinu v-is e iultas r- f roa- m der-
ns, apropriadas as commod(Jadea dos Srs. pas-
sageiros.
Entr- es'as se nota a introduccao da luz elee
trica, c en mni luz sepuada para cada camarote,
sendo o syst'raa 'mpre;ndo o doEdison-Sw-i 11,
afranjado pidos Srs. Siemens Ir.naoa com um
Dynarao de fore 1 suifi-icnte para 140 luzes.
O convez do vapor est tambem todo illumi
nado por grupea de luzes elctricas e o mesma
systen.a tein ae appl cado as casas da machina e
das e.ildciras.
Na viagem de experinv n'acao (Tiial Ti'p)
o Trent almingou urna marcha de 15 milhas ma-
rtimas por hora.
CaptaraNo dia 23 do mez ultimo, foi cap-
turado no termo doTriumph), o reo Andrelino
Francisco Vieir, pronunciado no art. t05 do C-
digo Criminal.
Total
Mil/10 Interior
O/iro velho Exterior
Oaaoa Exterior
Faina de seda Interior
Pastaros srecos Exterior
Prata velha -Exterior
Pontos -Exterior
Salinferior
SolaIuterior
Trapo* Exterior
UnhasExterior
Vasrouras Interior
Calculndose essa exportaba) pelos valores
medios dos ditferentes artigos no mes fiodo, tem-se
0 sguintc:
Assucar, 3172 per J5 kilg.
Algodao, 6275 por 15 kil.
Agurdente, A 623000 por pipa
Alcool, 117*500 p^r pipa
1 ouros espichados, 74f "
por kilo
Coitros seceos, 650 reis por kil.
Mel. .' 01 por pipa
Borracha, i SOO por 15 kil.
Caf, 6250 p.r 15 ki!.
Carocos de algodao, 100 reis
por kil.
Cera de carnauba, 6^000 por
15 kil.
Cocos, 60 reis um
Cobre velho, ijiJte-eis o kil.
Bolla, 153000 p" 15 kil.
Courinhos, 1 OtX) um
Doces, IJ06U o kil.
Farinha de mandioca, 4JI100
por sacco
Feijdo, 14500 por sacco
Graixa, A 5*200 por 15 kil.
Maduras, 30 J00 o prancbao
Medicamentos
Milho, 60 reia o kil.
Ouro velh>. 23000 a oitava
Ossos. 10 1 reis por 15 kil
Faina de seda, i 4 por kil.
Pastaros seceos, i 500 reis
Prala velha. 200 r. a oitava
Pontas, 30 reis urna
Sal, a 650Tes por 100 Utos
Sola, 4*650 o meio
Trapo*
Unhas, 20 reis urna
Vassouras, i 60 reja urna
106*047
71 :916145o
14:6702'
3:173 o 1S:
88fttK)
56:00030GX
24:78-)i0l)0
3:0723000
144i00i.i
2803000
63:3883000
1:0103000
157:7583900
1453000
1733300
2:9703000
12:6723000
12:996301
28:1373000
3333400
1:3333000
1:1.003000
7:2513000
7503000
1:1413406
6:6163950
503000
200300D
2023320
Total
2.936:1133721
Aanaaisrinato No distrieto de Jatoba, ter-
mo de Tacaral, foi, no da 17 do mei: protimo
findo, encontrado o cadver de Pranciscc. Jos da
Granja, conhecido por Franceo Qama,-verjfiean-
do-ae do corpo de adicto, a que se proc3deu, ha-
ver o infeliz sido assassinado a lacadas.
Existem vehementes indicios de terca sido au-
1 HfilVH r



torea duate crime Pedr' Ponto grosso e maii dous
eompanheiros.
Pura aJuNlnr conUlNo da 15 do mez
findo foi proso no lugitr Eopirito Santo, do ter.no
do Triumpbo, Manota Nazario, que ha va ferido
rnortalmente a Maria Jos do Espirito Santo, mu
lher de Antonio Pereira de Moraes, de quem era
filbado e em cuja companhia inorava ha tres an-
uos, sendo o movel do crime roubar da victima
904000.
Abrio-se-lhe o inquerito.
Horlalidade No Ccmiterio Publico de
Santo Amaro foram sepulta os em Marco :
De 1886 252 corpos ""
De 1885 290 .
De 1884 313
De 1883 293
De 1882 315
A media diaria dos cntcrramentos no prximo
findo mez de Marco foi de 8.13 corpos.
Os dias de maior numero de euterramentos fo-
ram : 12, 21 e 20 em que houve dote ; 18, 22 e 30
em que houve oaze; e 1, 2, 5, 11 e ','7 em que
houve dez.
Os das de inenor numero de euterramentos fo-
ram 17 em que. houve quatro ; e 3, 10, 13 e 29
em que houve cinco.
Leliles.Eff.c'uar-se-ho:
Hoje :
Pete agente Modesto Baptista, a 11 horas, na
ra do Bom Jess n. 19, de fazendas, miudezas,
sapatos e chapees.
PeZo agente Gusnic, as 11 horas, na ra do Com-
mercio r. 2, de movis, piano e dividas.
Pete agente Pestaa, a 11 horas, na ra do Vi-
g-irio d. 12, de hredios.
Teroa-feira :
Pelo agente Siloeira, s 11 horas, na ra do
Bom Jess n. 19, de um sitio no Arraial, predios
e terrenos.
Feto agente Modesto Baptista, s 11 horas, na
Estrada do Arraial n. 27, da armacao e mais per-
tencas da taverna ah existente.
Missas fnebre*. -Serio celebradas :
Hoje :
A's 7 horas, na ordem terceira do Carmo, por
alma de D. Thereza de Jess Moraes e Silva ; s
8 horas, no convento do Carmo, por alma de Ma
noel Francisco Pontea.
Segunda-feira :
A'es 8 horas, na igreja da Conceico dos Mili-
tares, por alma do Visconde de Souza Carvalho ;
as 7 huras, na matriz do Corpo Santo, por alma
de Jos Goncalves Estella.
Terca-feira :
A's 7 1/2 horas, no Paraizo, por alma do coro-
nel Francisco Lins Paes Barreto j s 8 ora*, na
matriz da Boa-Vista, por alma de Felippe Coelho
Leite.
Lotera da corleA 1 parte da 1% lo-
tera da^ corre, cujo premio grande de 100:000/,
ser extrahida brevemente.
Os bilhetes acham-se venda na Casa Feliz,
praca da Iudependencia us. 37 c 39.
Tambem se achara vendana Casa da Fortuna
ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera 363, do novo plano, do premio de 100:00/0000,
ser extrahida no dia .. do corrate.
Os bilhetes acbm-se veuda ua Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acham-se venda na praca da lude
cia ns. 37 e 39.
Lotera Extraordinaria do *>!
rangaO Io e ultimo sorteio das 4a e- series
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extahida a 9 de Abril.
Acham-se exposto a venda os restos das bilhe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marci.
n. 23.
Lotera d Cea r de SOOiOOO&OOO-
A' Ia serie da 2* lotera, cujo maior premie de
200:000*000, pelo novo plauo, se extrahir imprc-
terivelmente hoje 3 de Abril, s 2 horas da tar
de.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera de Macelo de 900tOOO#004>
A 2' parte da 12a lotera, cujo premio grande
de 200:000*000, pelo novo plano, ser extrahida
mpreterivelmente no dia 6 de Abril s 11 horas
da mauha.
Bilhetes venda na Casa Feliz da pra^a da In
depeneia ns. 37 e- 39.
Matadoaro Publico. Foram abatidas
no Matadouro da Cabanga 8 ) rezes para o consu -
mo do dia 1 do corrente mea.
Mercado Municipal de S. Jox -i
movimento deste Mercado no dia 2 do cor-
rente, foi o seguate:
Entraran)
Lotera da provincia Terca-fair 6
de Abr il, se extrahir a loteria n. 46, em bene-
ficio di. matriz de Nazareth.
No consistorio da igreja de Nossa Seohora da
Comei ;ao dos Militares, se acharo expostas as
urcas i as espbcrhs arrumadas em ordem uamer-
ric, apreciarn do publico.
Cemlterlo publicoObituario do dia 1
de Abril: -
Rachel Sabina dos Santos, 36 anuos, solteira,
Grifa tubrculos pulmonares.
Manoel, Pernambuco, 1 hora, Recife: inviabili-
dade.
,1 oai.ua Maiia da ConceicSo, Pernambuco, 28
anuos, casada, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Mara liosa dos Prazerea, Pernambuco, 29 an-
uo*, viuva, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
J o, Pernambuco, 5 annos, Santo Antonio ;
marasmo.
R. ecuinas-'id >, Pern.,inbuc Belin.
Luiza, Pernambuco, 23 anuo, soltoiro, Boa-
Viwta ; tacita.
Amaro, Pernambuco, 7 anuos, S.Jos; Maco-
pl.illas
Adelaide Ferreira da Silva, Rio Grande do
Norte, 18 anuos, viuva, B .-Vista ; brouchite.
Mana de Jess S. de Azevedo, Pernambuco, 7
aunoa, Boa-Vista ; febro amarella.
Flix H. Ferreira da Silv, 30 anuos, vuvo,
Boa-Vista ; bronchite.
Ulysses, Pernambuco, 3 mezes, Santo Aut.no;
catarrho suffocante.
Josepha Mara da ConceicS", Pernambuco, 72
anuos, viuva, Bo-Ysta ; ca :h xia.
CHRONICA JODICIARIA
Tribunal da Hela$o
SESSO ORDINARIA EM 3 DE ABRIL
DE 1886
PRKsIDEN'CIA DO EXM. SR. CoN3ELUEIkO
QUISTISO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho ^-
As 'i >. as do costume, presentes os Srs. desem-
17 1/2 boia posando 1.895 kilos
2.191 kilos de pcixe a 20 ris
18 tobolcirop a 200 ris
44 cargas de farinha a SOOrfis
26 dibis de fruetas diversa: a 300
ris
7 suinos a 290 ris
Foram oceupados:
20 1,2 columnas a 600 ris
44 talhos de carne verde a 1*000
5 ditos de ditos a 2*
3'J compartimentos de faiinha a 500
ris
21 compartimentos de comidas a
500 ris
71 1/2 ditos de legurae3 a 400 ris
17 compartimentos de saino a 7o0
ris
11 ditos de treasaraa a 600 ris
Devc ter sido arrecaiada neste dia
a quautia de
Precos do dia:
Carne verde a 400 is o kil.-.
Suinos a 560 700 ris idem.
Carnero a 600 e 800 ris idem.
Farinha de 320 a 600 ris a cuia
Mi'.ho de 240 a 360 ris idem.
Feijo de 700 a 1*280 ris idem.
Debi.*os dos dias 25 de Marco a 2 do
corrente, recebidos
43820
3.: 600
3/d0'
7800
l4i)0
12*300
44*0()i i
10*000
15*000
10*500
28*000
11*9<.0
6*600
204*320
dem at 2 do corrente
6j90>
211*220
24J720
do
Foi arrecadado lquido no da 2
corrente
Foi lanendo ao mar grande porcao de peixe
armiado.
136*480
COMERCIO
bargad)! s em numero legal, foi aberta a sessao,
Ic-pos de Ida e approvada a acta da antecedente.
L'istiibuidcs e passados os fetos, deram-se o
seguint s
J O LGA MEXT O 8
Habeas corpus
Paciente .
Casemiro de Mello Costa.Iudif -rio-se a pati-
jo, unnimemente.
Luiz Joaquim de Freitas.-Indeferido.
Aggravo de peticilo
Do co nmcrcio do RecifeAggravaute Joaquim
de Souza Neves, aggravad.. Jos Antouio dos San-
tos. Relator o Sr. conselb-iro Queiroz Barros.
A e eooaelbeira Freitas HenriquesNc0oa-ae pro-
viun ntc ac aggravo, uiiaiii.ncineute.
App- l!ae"i 4 61 iu.es
Do I'.iuellas Apj>ellautes Verssiuio Beneio
de Sobral e outro, aupellada a justica. Relator
O Sr. d'sembargador Toscano Barreto. Man
deu-'C h novojuij, unauimcmeute.
!) If iii :ian.t Appellante o juizo, appellada a
just'ca, reo coudeumado Francisco Marinho du
Souza. Ri-Iator o Sr. deaembargador Toscano
Barre'o.-Maudou se a novo jury, unnimemente.
De I'esqueira Auprllant Joa Vieira do Fsi-
va, appellada a j .-'u;;i. Relator o Sr. desem-
bargador Toscano Barreto.Confir.: ou-ie a scu-
tenfa, uoauimeineate.
De G yanua Appcl'ante Joaquim do A'bu-
que Mello, appcilada a Justina. Relator o Sr. des-
einbi.rgador .Olivcira Maciel. Coufirmuu-se a
aentt iica, unauimemente.
De 1 taba i iiia Appellante Jos B-nto da Silva
Nunea, app.-llada a justica. R lator o Sr desera
bargador Pires Ferreira.-Maudiu-se a novo ju
ry, unnimemente.
De Campin Gran ie Appeilantes Mau.el Cau-
dido Chaves e outro, appellada a justica. Relator
o Sr. degembsrgador Mo.jtc;.o de Andrade.
Mandou-je a novo jury, unnimemente
Do RecifeAppell.inte o juizo, appeliaJo Luu
Francisco de Carra ho. Relator o Sr. conse heiro
Queiroz Barros. Maniou-so a novo jury, una
nuaomente.
De B-ni Jarlim Appellante Manoel A:i*oiiio
do Biuifin, appellada a ustiva. Relator o Sr.
desciab..rgaJr Pires Goncalves. Aini:!'oi se
todo o piuccsso, unnimemente.
Embargos iufrugentca
De Poilr 3 de Fogo Embargantes hachareis
Joaquim I'iancsco Vieira Je Mell i e outro, ra-
bargados Manoel Vieira Bernardes e outro. Re
lator o Si. eousclbeiro Queiroz Barros. I'cviso-
res os Srs dcst'inbnrgoJuresBuarque Lima e Toa
cano Baneto.Nao se t :nju conhec-imeuto doa
embarg' a, unanmcioent.'.
Appera^c8 civeis
Do Recife Appellante Arthur Lopes de Oli
velra, appellado Joaquim Jos Al ca Gumsrcs.
Relator o cr. eonse'.heiro Freitas Henrquea. Re-
visores os Srs. conselheios Araujo Jorge e Quei-
roz Barros.Confirmou-se a sentencia por outros
fundamentos, uuanimemcute.
Do GoyaunaAppelUute o juizo, appellada
Luiza, escrava de Jos Gomes da Silva. Re lator
o Sr. iles-'mbargadoi Pires Goucalv s, Reviso-
rea os .-ra desembargadores Al ves R.beiro e con-
stlheiro Freitas Henriques. Coufirmou-se a sen-
tcnca, unaDmcmcute.
Do 'aboAppellante Theotonio da Silva Viei-
r*. appellado Manoel t'e reir Uartholo. Relator
o Sr. desombargador Alvos Ribeiro. Revisores
os Srs. consilheiros Freitas Henriques e Queiroz
Barros.Foiam despn-zados os embargos, contra
o voto do Sr. conselb-iro Queiroz Barros.
De Campia GrandeAppellante Quirino Jos
Guimaracs, appellado Manoel, eseravo. Relator
o Sr. cons dheiro Queiroz Barros. Revisores os
Srs. dse bargadores Buarque Lima e Toscano
Barreo --Cuuverteu se o julgamento em diligen-
cia.
De JahoatSo Appellante Joaquim Pertira Bor-
ges, appellado Manoel M^rt'ns Louren^o. Relator
o Sr. d.'sembargador Buarque Lima. Revisores os
Srs. diseuibargadorea.Toscano Barreto e Olivera
Maciel. -Foram des, rezados os emb rgos, unni-
memente.
Do Recife -- Appeilantes Carvalho Jnior &
Lete, appellado Antonio de Souza Braz. Relator
o Sr. deseuibargador Toscano Barreto. Reviso-
res os Srs. descinbargadores Pires Ferreira e Mon-
teiro de Andr.tde. Foram desprezados os em-
bargos, unnimemente.
Do Recife--Appeilantes herdeiroa de Bowraan,
appellada a fazcuda nacional. Relator o Sr. des-
embargador Monteiro de Andrade. Revisores os
Srs. desembargudores Pires Goncalves e Alves
Ribeiro.-Foi confirmada a sentenea, unnime-
mente.
De Palmares--App-llante Jos "Jfelicauo de
:"ouza Guido, appellado Gustavo NaaJ;euo Fr-
tado de Men lonca. Relator o Sr. desembargador
Buarque Li na. Revisores os Srs. desembarga
dores Toscano Barreto e Oliveira Maciel.C. n-
firmou-se a sentenca, unnimemente.
Appellacoes com nerciaes
Dj RecifeAppellante o curador fiscal da mas
sa fallida de Moura Se, C, appellado Victorino
Do i ingus Alves Mua. Relator o Sr. conselhei-
ro Preitas Henriques. Revisores os Srs. conse
lhciros Araujo Jorge o Queiroz Barros. Cuntir
inou-se a sentenca, unanimente.
Dj PeueJoAppellante Jorge Tasso, appellado
Joaquim Jos dos Santos Palury. Relator o Sr.
desembargador Buarque Lima. Revisores os Srs.
deaembargioiea Toso mo Barreto e Oliveira Ma
ciel. -Deu se provimento appellaeao, contra o
voto do Sr. desembarga lor Toseauo Barreto.
PA8SAGENS
O Sr. counelhero Araujo Jorge, oorao proenra-
or da cora e promotor da justica, deu parecer
nos seguintes feitos :
Appellaeao ommercial
Do RecifeAppellante Dr. Amaro Carneiro
Bczerra Cavalcaute, appillados 8 herdeiroa do
commeudador Francisco Accioli de Gouveia Lins.
Appellacoes enmes
De Palmaras-- App.'liaute o juizo, appellado
Fran isco Victorino de Olivera.
De Timbiba--Appellante o juiso, appellado
A. touio da Coata Gadelha.
De Palmaiei--Appellante o juiao, appelli-do
Manoel Vicente Ferr.-ira Filho.
Do Po3tbaL-Appellante o juizo, appellado Mar-
cioniilo B. de' Brito.
Do IngaseiraAppellante o juizo, appellado
Prxedes Jos Romeu.
De Bom Cousclho Appeilantes Luiz Nellea
Mangabeira e outro, appellada a justica.
Do SeeihAppellante o juizo, appellado An-
touio Alve de Olivera Braga.
De NazarethAppellante Bernardina de Arru-
da Senna, appellada a justica.
De Porto de Peiras--Appellante Jos Marinho
;a Costa Wamlerl.y, appellada .1 instiga.
Do .Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
icseinbargidor Oliveira Maciel :
Appellacoes crimes
De Palmares -- Appe laute o juizo, iippullndo
M inoel Rufino le Carvalh"1.
Do Pilarvpj ellaut a o juizo e Jos eseravo,
appella la a just9a.
Appellaeao civel
De Alagisppellanto a orpha Mari, por
mo curador, appellado Mauoel Francisco Pacheco
Do Sr. deacmbirgador Alves Ribeiro ao Sr.
e iiselheir Queiroz Barros :
Appellaeao crime
Do RecifeAppellanto Joaquim Ferreira Li-
ma, *ppellada"a justica.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. conae'hciro procurador da co
loa e promotor da jasica
Appellaeao crime
Da Imperatrts--appellante o juito, appellado
Candido Thoiuaz da Silvae Antonio do Lima de
Mara.
Com vista a partes :
Appellaeao counnercial
Do Recifo -Apellantes Ernesto & Leopoldo,
appeli :do o curador da massa fallida de Flix
Gomes Coiuibra.
DISTRIBUICOES
Appullaces crimes
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Do Pian --Appullaute Joao Manoel M ria,
appellada a justica.
Vo Sr. desembargador Toscano Baireto :
D.- PalmaresAppelhinte o juizo, appellado
Antonio Goncalves oe -iqueira Granja.
Ao Sr. deseiub trgador Olivoira Maciel :
Dj Pombalppellante o juizo, appellado Jo-
Anjo da Guarda.
Ao Sr. d- 8embargador Pires Ferreira :
Da Palineira doa ludiosAppellante o ju to,
*pp''irado Man .el Ferreira da Silva Coutiulio.
Eneerrou so a sisso a 1 hora e 3/4 da tarde.
Oleo paro mcili i.uii de Osado de
bacalbaoi de i.ui>muu *: Jirmp
N. 33
Xas molestias que condjzeno. fysica na> ha
tempo a perder se com experime-:tavoes inuteis.
Ellas sao rpidas e as mais das vezes fataes.
A tusse que hoje se despreza, pode couverter -
se u'uraa semana depois em urna pneumona, bron-
cbitea ou tysica. 8 existe um remedio para os ca-
sos agudos da mulestia pulmonar, quer ella s. ja
chronica ou recente. Tabe assim o proclama
toda a faculdud medicao oleo txtrahido do li-
gado do bacalho. Poim uiister que o doeute
esteja perfeitamente ssguro e certo que posaue o
remedio verdadeiro. Se o raesrao for o oleo poro
medicinal de figado da bacalho, de Laura m &
Kemp, o doeute uesse caso ter a melhor prepara-
cao posivcl do pulm.uico o mais seguro c efficaz
que se couhoce.
Lanman & Kemp, empregam agent- s peritos
que reaidem as pescariaa, 03 quaea os oolhem pi-
ra este fim, os ligad.'3 saos do peixe mais fino que
se colhe nos baucos d-t Terra Nova ; dellesse e-
trahe o oleo emquauto anda estao perfeitamente
frescos, e depois de concluida a opt-.raco, to.na-se
tao transparente como mbar ou crystal. E' o me-
lhor especifico moderno 110 seu estado mais ilihaz
e nao tem igual nos casos de toase, resfriainent a,
aathma, anginas, ii.flammacad doa pulmcs e bron-
chios, debilidade, emmigrecin-euto e todas as mais
erfermidades que terminan em tysica ou affeceo
tuberculosa confirmada do bofe.
Agentes em Pernambuco, Henry Forater & C,
ra do Commereio n. 9.
-------ssse------------
Xarope de Mala-mata __
O Mul mala (leeyth? idatimon) com o
qual se prepara este xarope um vegetal da llora
l'rasilcira.
E' ura agente therapeutc.o poderoaissimo con-
tra as molestias do peito e da asthma.
Os numerosos aHectado3 que del le tm feito uso
conseguiram um resultado muito satisfactorio, aca-
bando por se rec'nhe rer que at hoje a melhor
preparacao para a cura da antlima. bron-
elille axlhmnlli'a. e antitfa e opprcs
en, dispensado o emprego do aisenio, fothas
de estramonio e plantas narcticas que acabam
quasi sempre pelo abuso que dellos se faz e u.ea-
mo pelo uso prolongado por pro lnzir eft'oitos d- s-
astrof os sobre a sade c em g ral eutorpeciim oto
do cerebro.
Vndese na Botica Franceza de Rouqunyrol Fie-
res, successores de A. Caors
ti. SIRa da Cruz-N. 2
RECIFE
Coilegio de Santa Lucia
Para o sexo femiuiao
Este clU'gio funeciuna sob a direecilo
d-s Sras. D. Anua da Reg Almeida e .
Laa Neporauceno Du. rte, 110 2" an lar
do sobrado sito ra D'.iqu's do Caxifis u.
.'l. Alm ilas primeiras lotr.is, e to io "
trabalho de igulha, enstna si tambem fran
ecz, (e.scrcver e fallar), iaglez, portuguez,
geographin, riihmi-iioi, desenho, rniuica,
piano, c H>rcs artificiis do to;i s as espe
ces etc.
Avisa-so ao publico, esperando tojo o
acclliiintno e proteccSO| certo de quojein-
pregarav todo o esmero no alitintament) de
suas iihinin.is; fu 11 -.ciona todos os dias
uteis exceptnos domingos e dias santifica-
dos.
Iie^i b.m-se aluunas internas o mi)
pendonistas o externas por precoa razoa-
v Ra Duque de Caxiaa n. 59, (antiga do
Queimado.)
------------------ese w- K>-------------------
Bots** coraaierclal de Pernam-
buco
Secife, 2 de Abril de 13S6
As tres horas da tara?
Votanet ulfioiau
Apolices da divida publica, de ti 0/0, do valor de
l:000f l.-ODOJOOO cada urna.
Apolices provinciaes de 7 0/0, do valor de 1:000,
ao par.
-va hora da i.olsa.
Ve-idei ain-ae :
6 apolices da divida publioa,
14 apolices provinciaes. /i
P. i.-Pinto,
Presidente.
bandido C. G. Alcofjrado
Secretario.
IfilSDIMEiNTOS 'L'IiLICOi
Mea e Abril de 18b-
iuohoDe 1
'dem & 2
US'TUI'Ui'OBl*----D-? I
id-m ie 2
1; Nai'uo.> ovisc;*j. Uf 1
I lee de 2
'-"u 2
19:732*05'J
26.017.816
45.749.875
2:077i>?35
1:929,265
4 0J6900
2-685/725
3:640700
/
6:32642f.
1:8864396
640.2 5
1:876-645
DESPACHOS DE IMPORTACO
Lugar ingles, Wlster, entrado de Terra
Nova no dia 1 de Abril e r-onsignado o
Saumlcrs Brothers & C, manifestou :
Bacalho 3,600 barricas e 2,520 meas
ditas ros consignatarios.
Hiate nacional de Mossor no dia i de Abril, e consigna-
do a Bartholomeu Lourenco, manifestou :
Sal 1,500 alqu'eires ao consignatario.
Barca ingleza Bessie, entrada de Pensa-
cola, no dia 2 de Abril, e consignada a
Henry Farster rS C, manifestou :
Mad;ira de pinho 398,045 ps "ordem.
DBSPACHOS >E EXPORTADO
Em 1 de Abril de 1886
Para o exterior
No vapor ingles; Orador, carregon :
Para Liverpool, JJ. Cahn & C. 170 saccac com
14,744 kilos de algodao.
No patacho inelez Mosse Rose, cnrregou :
Para New-York, H. Forster & C. 1,184 saceos
com 88,800 kilos de assncar mascavado.
Na barca nacional Nova Sj/mpathia, car-
regju :
Para Hamburpo, B. Oliveira & C. 400 couros
salgados com 4,80 kilos
No bripue portugus Soberano, carregou :
Para Lisb m. P. Carneiro & C. 554 couros sal-
gados com 6.648 kil>s.
So ff.ir norneguensn K. A Ifscn, carregou :
Para Bull. C. P. de Leraos 20,000 kilos df ea-
rocos de IgodS'.
Para o Interior
= NojjfrcTtrj-itllmaio Goedhart, carregon :
tposeatados, jabilddos e rclor
mulos provinciaes
Nao se tendo realiaado n. dia 28 do passado n
reunio dos individuos comprehendidos as cli-.sses
cima, foi transferida para 4 do corrente, s 11
h-ras da Ujauh3, ra do Impera ior n. 71, 1
1: ti;
Errata
No 8-neto publicado na cita va pagina do
Diario de hontem, 2 de Abril, deram-se
alguns erros, que eonvem emendar. Assim :
No terceiro verso da 1.* strophe, ond.-;
l-8e Talvez que teu cantar.... etc. (leve
lr se : Talvez que uieu cantar.... etc.
No terceiro verso da 2.a strophe, onde
le se: E o vejo qu dos labios...... etc.
deve lr-se E o rizo que dos labios.... etc.
O autor.
Dr. Cerpira Lele
mimo
Tem o seo escriptorio a ra do Marques de
Olinda u. 53 das 12 lis 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia ra da Sao
a Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e enancas.
Dr. Ferreira Velloso
d consultas das 10 s 11 1/2 da manija, em
quanto unecionar a assembla provincial, ra
do Marqutz de Olinda n. 47, Io andar.
tonullrio Bicdico-eirurgic
O Dr. Es! v.l CaValcante de Albuquurque eon-
inua a dar ecnaultSs ui.ihco-ciiurgiei.s. ua r:n
do Bom Jess ti. 20, 1 lindar, de ineio .Jia Li '
iioras da tarde. Paras deiDais eonsulta c vis.
taa em soa residencia provisoria, ra da Aaror
11. .03, 1" :l'.:-.. .
Ns. telephouicos : do consultorio !l c resideuci"
126.
EspeeiaidadesPutos, ir.o'cjiai de er:-.i,-is
d'utero e seue amu-sof.
Colico de ^lossa Se-
ndora da Petiha
EsteMllegio est fuuccuuaudio ra da Auro-
ra n. 19, 2o e 3 andares.
-----------------i-W^BOS-a----------------
OCULISTA
ir nrrelo tampai. medico ocuhs-
ex ch fe du cliaica do Dr. de Wecker, d consu 1
tas de 1 s 4 horas da tarde, na ra do Bara
da Victoria u. 45, segundo andar, excupto nos da
mnaos e dias sanctificad.is. Residenciara de
Iti ichue.lo n. 17, cantu da ra dos Pires.
Oculista
Dr. Ferreira la Sdva, con-
sulta das 0 ao ineio 'lia. Resi-
dencia c consultorio, n. 20 ra
Larga do R isario.
Dr. Mello Gomes
MEDICO fARTEIBO E OPBBADOB
'Ra do li.irio da Victoria (antiga v
ra Nova) n. 37, 1 andar I
I Dedica-se com especialidade ao curativo!
de f bn -, mi lestias de p.-ito e das senboras,
e estreilamento la n thra.
insultas da_ 10 12. Chamidos por-
(de t br< 1
syphilis 1
Cnsul
(escrpto .'; qaalquei hora dodiaou do, noite j
Tclephone u. Jj'.>. [
LDi
O Dr. Thoipaz Unc.a Paranhoa Monte-
iu>gro, commeniador da Ltiperiai Orde o
da Rosa, uiz de direito da vara esp -
cid i'.o commeicio desta cilade do Ko-
c te, capital da provincia de Pernam-
buco, por Sua Magosta le Imperial 1
C'onstitu iofal o Sr. D. Pudro II a quem
De'"s guari, etc.
Paco s ibi r n que o pre :' 1 Sil 1 irem ou
delle nofi-ia li erem, que se aeh designado o
dia 3 de abril pr limo futuro, s II hor^s do din,
ua aula i.nJiencias, para ter lugar a renniau
los ered ie di m ssa fullidi du Antmio Fran-
Cise 1 Corgii .'.': w le tratarse > contracto de
unan e neme ia i.. visto r -; ; o ni. filllido condeanado 110
gi' 1 ii.lio dj art. '!">'> -i <> I. cun, o ti-r 'i'- ro
seguir-8e na parte commercial '! 1 iVl.neia, c r-
tos ns credures de queso seriadmini.lo por pro-
-uraJ >r aqn |iie .-... rocur-cao espe-
cial pun n -.: -. qu 1! nao j> 11< i ser c
llovedor do I lli !o e qu sera buvidi o credor que
na-i eninp irceer como adherentfl ;^ re.oluC/ ea que
tomara luai 1 -a jue eo npazeoerem.
E para que 1 h .; 1 o ao cuuheciincutu de tudos
man.le passat i-sU" q ie ser affixado no lu^ar
do costume c publicado pela impri usa de que se
juntura certiJo ..os^utia.
Dado e passadu ne!a cidade lo Recife de Per-
ncu.buco, ais 3 las do mes de Dceinbiodo auno
de N isse 3enhor de 3
En, Jvt Fri.i kn de Alcuca Lina, o subs-
crevi.
T/tu.T.nz Gareei Paranfrjs Montenegro
O bacharel Franc'sco Crrela
I-jsn;i K^Strinlio
partei ipa aos Srs. estudantes que mu ion
o cuiso de Aruhmetict, Algebra e G*o
oietri, para ruado Visecnde de Albuquor-
que antiga da Matriz n. 7.
Para o Rio Grande do Sul, S. G. Brito 70 bar-
ricas com 7,580 kilos de assucar branco.
No hiatc nacional Correio de Natal, carre-
gon :
Para o Natal, JJ. A. Senna & C. 10 volnmes
com 692 kilos de assucar refinado e 2 suecos com
150 ditos de dito hraaco ; P. Rocha 4 C. 200
ditos com farinha de mandioca.
Na bar ac Feliz Deslino, carregou :
Para S. Miguel, P. Carneiro & C. 5,000 litros
de sal.
No biate nacional Adelina, carregon :
Para Maco, A. M. Correa 2 pipas com PO
lit.os de agurdente e 10 barra com 500 ditos
de mel.
= Na b ireaca Rainha dos A njoi, carregou :
Para Villa de Touros, Carneiro da Cunta & C-
150 saceos com farinha de mandioca.
Para o Natal^ P. Alves & C. 4 saceos com 300
kilos de assucar branco, 2 barricas com 120 ditos
de dito refinado e 20 ditas com 1,108 ditds de dito
mascavado ; Fernandos limaos & C. 20 saceos com
1,108 ditas de milho.
VAPOR Niger S ESPERADOS da Europa hoje
Sergipe da Baha amanhS
Pernambuco do norte amnnh
Cear do sul a 6
Bessel de Liverpool a 6
Ville de Rio de Ja-
netro da Europa a 6
Ville de Baha do sul a 6
Jf'c de Trieste a 9
Trent da Europa a 10
Manos do nerte a 12
Kbt do sul a 14
Advance de New-Port-News a 16
Balda do sul a 16
Espirito Santo do norte a 23
Iax Flota da Europa a 24
Equaleur . do sul a 25
Para do sul a 26
Neva do sul a 29
Escoli particular
De insfrueco primaria para o
sexo ttiasciil no
34UUA DA MATRIZ DA BOA-VISTA34
O abaixo assignado participa uo Ilustrado pu-
blico desta capital, que abri sua es .'ola particular
do instrucc^o primaria para o a- xo masculino, 4
ra da .Matriz da Boa-Vista D.84, onde esmerada-
mente se dedica ao ens:no de scus alumnos.
O grao da escola consta : ler, esvrever, e contar,
desenho linear, historio, patria e notoes de fran-
cez.
Garante um rpido adiantaincnto em s.-usalum-
nos, pelo seu systema de ensiuo, o qual urna pa-
ciencia Ilimitada, um amor inviolsvel e urna es-
merada dedicac in ao ensiuo, fazendo com que es
seus discpulos abracem e aincn de coraeo as h-t-
tras, aos livros e ao estudo, goiando-of no caici-
nho da inteligencia, da huir c da digoidade,
afim de que venham a ser o futuro sustentculo
da patria, da religiao e da lei, um verdadeiro
cidadao brazileiro.
Efpeii, pois, merecer a confianza c a protecyio
do distincto povo pernambncano, e em particular
tem l robusta em todos es paes e tutores de me-
ninos que queirara uproveitar im rpido udi.Hita-
mente de seus fiihos v tutelad.8.
Comquauto ousada 9. ja esta tentativa, tudavia
espera que os seus iucausav- is esforgos, e os seus
puros desejos, sejam coroados com a feliz appro-
vacio do todos os fiihos do Imperio da Santa Cruz.
Mensalidade 2OJO pagos adiantados, no acto
da matricula.
Horario das 9 horas da mauba s 2 da tarde.
Recebe meninos internos e meio-pensionistas
por mensalida les razo a veis e lecciona por casas
particulsi es a ambos os sexos.
Iulto Koares de Azevedo
34 Ra da Matriz da Boa-Vista 34
C, Heckmann
Usinas de cobre, iat,1o o bronze ee d
Golitzer Ufer n. 9. Berlim S. O.
Espeealidade:
Constrie o de machi-
mas e apparelhos
parafaroucas de assucar, destillac5e8 e re
finayoes cera todos os aperfecoamentos
modernos.
INSTALLAQAO DE
Enjillios de assncar completos
Estabelecimonto filial na Havana sob a
mesma firma de C. Hec-kmann.
C. e San Ignacio ?. 17.
Laicos representantes
Haupt Gebru'der
EIO DE JANEIRO
Para informa55es diaijamse ai
Pohlihan &C
Si I Commeroio 1.10
O Dr. T:i) niz G rvz Prannos Montoni
gro, t-oinmi n lal r da Imperial Ordem
da Ro a, jniz le direito especial do com
mercio .'esta ci lade do Recifd de Per
nambum, p :r S. M. o Imperador,
quera Deus guarde, etc.
raga saber aos que o presente cdital viretn ou
del le Dutlcia tverem, que por porte do adminis-
trad..r da massa fallida de Joaquim Ferreira Cam-
pos & C. me foi dirigida a p.-tic/io do tbeor sc-
guiute :
I!lm. e Exin. Sr. Dr. juiz especial do commer-
eio. O advogado Henrique Augusto de Albuqucr-
que Milet, administrador da inussa fallida de Joa
quim Ferreira Campos fe C, ten lo annun^iado e
convidado pela imprinsa aos credores da dta
mus-a, para no praoo de oito dias aprc3entarcm os
scuts ttulos ai o de serem c^assicados, apenas
recebeu urna conta de Jesuiuo Alves Fernandes,
na importancia de 4:9987lo, outra de Otto Bihers
successores na iu.p ..t.-meia de 2:3S4 outra de Sul-
zcr & Koeculin no valor del"200, ou rada tfm-
;)! zade illuminaeilo a g.az, na importancia de .'in.
quatro letras de Antonio Joaquim Viuh*3 iiaia,
no valor de !:000000, tres puolica;-forinas de
Ultras, na importancia de 2:800030, pertencen-
tcs Da;id da Silva Mal, duas publicas-formas
.le lettras no val ir de 5:000000, pertencentes a
Jos Ferreira Campos, sendo que outros credores
teem seus ttulos juntos aos autos da fa'lencia.
A vista do esposto, o supplicante organisou as
relaoSes junta?, conforme os livros e as submette
a V. Exc. para a eIassificac,ao dos crditos da
massa, a cojos termos reqier que se proceda. Os
ttulos recebidos^ao juntes.
Assim pede derennieuto E. It M. Recife. 31
de M.rco de l8j.O administrador advogado.
Henrique Milite
Estava devidamente sellada. Nada mais se
coutinha em dita peticao aqu fielmente copiada,
ua qual poteri o despacho do theor seguinte .'
Autoada. Publique-se por editaes marcando o
praso de cinco das a quem se julgar prejudicado
,iara fazer as suas recIauiai,-oes. Recife, 31 de
Marco de ISbt..Montenegro.
Reluci dos credores admitidos na classifica-
?ao :
Credor preilegialo, Mineivno Avelino Fiusa
Lima, 3:000000. Credores chir.igrapharos, Luiz
Antonio Siqueira, 11:211*400, Cramcr Frey & C,
3:76580, Machado & Perei.-a, 3:0545G'J0, Ant -
nio Dnarte Carneiro Vianna, Ki500. Br nvns &
C, 465*200, D. P. Vild & C, G.027J250 II. Bur-
le & C, 157300, Francisco Azevedo e C...........
1:9225300, Vhz & L-al, 164*080, Adamison Ho-
wie & C, l7(t>80, Goncalves Irraos & C-,......
926/030, Olyuto Jardim & C, 224810, Guima
raes Cardoso & C, 378/80) Rodrigues Lima &
C, 8741580, Mendes Jnior & C, 1675500, Otto
Bohres Sucessor, 23S00 0, Eug-'nio Goncalves
Cifeao, 1.256/i'60, Gomes de Mattos Irmaos,
46")/400, Narciso Maia & C, 91/200,Jos Au-
gusto dos Sautes & C, 435/800, Jesuiuo Alves
Fernandes & O, 4:998/710, Sulzer & Koechlin,
512/200. Companhia Indemnisadoia, 79/000, em-
preza de illumnac/to a gaz, 36/000, Mincrvino
Avelino Fiusa Lima, 2:5('0/000, Antonio Joa-
quim Vinhas Maia, 1:000/000, Jos Rrreira
Ciimpos, 6:000/"00,'Joao A. Goncalves Pires,.....
10/410, Virginio Cornelo C. Le5o, 15/520, Da-
vid da Silva Maia, 2:800/000, Francisco Anto-
nio Ber, 20/000.
Nadada mais se continha em dita relscao de
credores legalmente sellada, rubricada e aqu
transcripta para conhecimento dos interesssdos.
Epir forca do meu despach i proferido na peticao
do Dr. a ministrador da rcftula massa, o res-
pectivo esirivo f. z p.ossar o presente edital com
o prazo de cinco dias contados da data da publi-
caban deste, dentro dos quaes devens os redo-
re? que se julgarem prejudicados a apresentar as
suas reclacoes afim de serem attt nudos na fer-
ina da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandou passar o presente que ser publicado pela
imprensa e aluzado nos lugares do costume, do
que se juntar certido ao autos.
Dado e passado neota cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 8 dias do mez de Marco do anuo de
Nosto S-nhor, de 1886.
Eu, Jos Franklin de Alencar Lima, o subscrevi.
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
.Juizo dos Feitos da Fazenda
Nacional
ESGRIVAO REG BARROS
Perante o Sr. Dr. jaiz substituto dos Feitos da
Fazenda, Francisco Alves da Silva, no dia 9 do
vindoi.ro mez de Abril pelas onze horas da ma-
nhi, depois da audiencia, se vender cm praca pu-
' blica os bens seguintes :
Urna armacao de amarelle, envernisada.
Um pequeo ftero envidrando,do citabele-
cimento da casa n. 7 da ra de Santa Rita Nova,
que se acha em poder de Francisco M ireelino
Monteiro, d'.no do do mesmo estabelecimei 'o, ara-
liada p-.r 300/000.
A casa terrea u. 111 sita ra de S. Jorge
(Recife,) perteucente aos herdeiros de Joaquina
Rodrigues de Almeida, avaliada por 1:009/000.
Urna carmea de duas rodas, com a numerario
de 222, r. um boi bastante gordo de cdl ci.stanha
pertencente a Manoel Pacheco da Asscnipcjlo,
cujo i bens se acham em seu poder no Cimiuho
Novo, lugar de sua residencia, avaliado tillo por
150-5000.
O dominio til do terreno da marinha n 67 C,
sito ra da Cniao e de Sete de Seteno!:ro per-
tencente a Alexaud na Mara do Espirit.i-Santo
Seve Leal, avaliado por 200/000, s"ndo t .ejos os
bens cima mencionados penhorades e v udidos
para pagamento da Fazenda Nacional e c stas.
Recife, 29 de Mareo de 1886.
Francisco Aloes da Silra.
Edil al n. 10
O Illm. Sr. Dr. inspe tof 'este Thesouro, ion
vista do resultado do traballio da'commisslo en-
carregada 1103 termos do art. li Ja I i u. 1860 de
liquidar os debites piovenieutes do imposto de cal-
mamente e passeios .iesta cidade, manda convidar
aos Srs. proprietarios dos predios constantes da re-
laco infni, para dentro do praso de 30 dias vircm
a este Thesonro recoMier a importancia dos pc-
tela que de aecordo om o disp >sto no art. 47
8 li le 11. 754, foram exocutados pelo ompreitei-
ro do referido Mcamento ; sendo que esgolado
aquello pa;: .- ivS 1 eontrahidas as c nt is ira se
efectuar a cobranca judicialmente.
S cretaria (11 Thfsuro Provincia! de Pernam-
buco, em 31 de Mar^o de 1886.
O secretario,
Affonso de Albuquerqiie Mello.
regueziu de Santo Ant o
Raa de Marcilio Das (Dinita)
N. 39. JnSo de Souaa Pereira, (diffe-
r uca) fo 111
M. 41. Henrique Be.nardfs de Oli-
veira. ( :.;i' iic;) fundo
X. .'.7. Gertrudes de Barros, (liffe-
rengt) fondo
X. 51 J ; Francisco Prafa
N. 63. Hospital da Misericordia do
Rio le June r 1
N. 111. Manoel if. L
L\rameuto
Igreja do Li
N. 1 J_* de i'. Ferreira Jnior,
fundo e oitao
.n 3. Capella li .'. .. resdoaGua-
-. ,r .. is. lando
V'isooiiJe de lubauma (Rangel
X. o-2. Manoel Mariado Nascimento
D.iquo de Caxiaa (Crasos)
V. 28. Justino Peireira de Parias
X. 29. Ordem .'i' da Ciumi
Ne 31. FraucUco Man Coata
X. l. Ordem oa de S. Francisco,
1 tli
N'. 17. Jjoo Manoel da Cunha
Araujo, oito
Cabilg
N. 18. Herdtiros de Moreira & Du-
arte, oitiio
Florentina
3/280
14/160
:suoo
I 10920
00*920
[I 3/780
811*680
143/040
53/344
34/080
100/320
fl i/960
52/560
100/5800
125/280
301/440
7l04O
1135280
1 14 0
47/040
2M..O40
:;: 2J
33/400
N. 5. Thom RoJrignes da Cuuha,
oitiio
N. 32. Ordene 3> de S. Francisco,
(diffeienca) Oitao
N. 34. lien (dirterenca)
X. 1. Hachado, Lopes & C.
X. '.). Dr. Nicolao Rodrigues da
Cunlia Lima
X 11. Manoel Martina Viegas
Boda
N. 62. Dr. Minoel Gomes Vegas,
frente e oitao
Ilha do Carvailio (Bell-.)
X. 6. Ordem 3 de S. Francisco
N. 7. Tito Avelino de Barro.
N. 8. Custodio Mancel Cardoso Vi-
eira, frente
X. 11. Mana Fruucuca de Almeida
(/nmea
Xs. 42 18. Manoel Ferreira da S.
Ramos
N. 37. Herdeiros de Jos Joaquim
Dias Feruande3, oitao
N. 35. Joao Christiani, oitao
N. 45. O mesmo, oitao
Santo Amaro
N. 2. Pedro de Alcntara dos Grt,-
maraea Pe i \ oto, oitao
N. 6. Merandohna dos Guimaraes
Peixoto, oitao
N. 8. Francisco Alves da Veiga.
oitao
Sol
N. 7. Elias Baptista da Silva, citao
N. 5. J ao Christiani e outros, frente
N. 5. O mesmo, oitao
S. Francisco
N. 26. Ordem 3' de S. Francisco,
citao 19?.o0G0
N. 45. Herdeiros de Henrique
Gibson, ota
N. 47. O3 mesmoo, oitao
N. 49. Os mesmos, oitao
N. 51. Os meamos, oitao
N. 70. Maria Joaquina Vianna, oi-
tao
N. 28. Ordem 3. de S. Francisco,
oitao
1 de Marco (Crespo)
N. 20. Herdeiros de Francisco du
Paula Correia dcAraujo, oitao 445/440
Duque de Caxiaa ((ueimado)
N. 52. Capella dos Praz.-res dos
Guararapes 303/360
N. 39. Antonio Jos de Magalhaes _
Bastos 651040
N. 31. Francisco Maia Cortes 170/80
Travessa da ra Bella
N. 4. Tiburcio Valeriano Baptista 77-5760
N. 6. O mesmo, oitao 364/800
N. 8. Joao de Souza Lins, oitao 194100
Travessa do Ouvidor
N. 1. Francisca Thomazia da Con-
ceieao Cunha 33/'>00
Imperador
N. 2. Joao da Cuuha Magalhaes, ci-
tao 1763610
N. 12. Baiilo de Aracagy e outros,
oitao 400/020
N. 12. Os mesmos, fundo 340/560
Caes 22 de Novembrc
N. 4. Jos Joaquim da Silva Maia 1123800
N. 18. Francisca Thombzia da Con-
ceicao uuha 943800
N. 10. A mesma 723000
N. 12. Rita Maria Firmiaa-de Al-
meida 73/200
N. 16. Herdeiroa de Domingos An-
tonio Gomes Gruimares 143/(40
N. 24. Francisca Thomazia da Cu-
nha 132/000
N. 38. Hermenegilda Candida da
Fonseca Soares 31/920
M. 40. A mesmo 50/400
N. 42. Izabel Maria da Fonseca
Soarea 230400
N. 14. Joaquim Lopes de A'meida 141/600
N. 20. Albino da Silva Leal 703320
N. 34. Joaquim Joa da Costa Pi-
nheiro 66/0)0
N. 30. Joaquim da Si.va Castro 76/0*00
Largo do Paraizo
N. 1. Irmandade de Nossa Senho-
ra da Soledade 31/680
N. 2. Bernardo Jo> da Costa Va-
lente, oitao 133/920
N. 14. Umbelina Leonor Pinto de
Miranda, oitao loi>3080
N. 3. Manoel Goncalves de Boatos 27/360
N. 18. Manoel Rodrigues de Men- 1
i?i '15/120
N. 20. Herdeiroa de Jos da Fon-
seca Filho 33/60)
N. 22. Antonio Correia de Vascon-
celos 33/60)
Travessa do Arsenal
N. 3. Dr. liento Jos da Costa 75/600
Caes do Ramos
N 2. Visconde de Cama-agibe e
barao de Muribeca 470/880
( Contina )
i

-
/
3033360 ir/680 1 1
39/840 -
19/680 1
287/040
242/200 2403000 2613000 i
243/940
4113200 -
4223440
3153600 4035680 3105800

31,5200 31/200 31/300 181/.20
299/080
l^iiOO,)
'


I mam i







Diario de PernambucoSabbado 3 de Abril de 1886
Edital n. I I
O administrador do Conealndo Provincial faz
Sublico quem intercaear p asi, que no esnaco de
3 d i:. Ij. contados di> Io do abril prximo fu-
turo, sei etec:uada p-ir esta repurticio a cobran-
ca, livre Je multa, do 3? e i' trimestre Jo imposto
ie 3 0/0 do ejercicio comnte de 1885-r-0.
Consulado Provincial de Pernambuco, 30 4*
Jfcr$o de 1896.
P. A. de Ca va'.bo Moura.
Alliasfi
Messo ingina
Convido ana socios dcsta beiwiiceiite usticinco
a cemparecerem a st*Sau mgna de posse e entrada
di navos adeptos, que tt-r lugar sabbado, 3 Jo
carente, s 8 horas da aoiter, na sede social, ra
di' Imperador n. 14.
Outroaim, sao c- nviddos tedoa os socios activos
lie asat-ciacoea que Irnbalharu p ira o m.:smo fin,
bi m como os avuUos que npresentarem ceu3 docu
m 'utos leg-ea.
Secretaria, 1 de Abril de 1886.
Moltke,
Secretario.
Arsenal de guerra
De ordem do Illm. Sr. major director, disfriuc-
se costuras nos clias 2 e 3 Jo corren:e mez t oos-
tureiras de us. 1 118.
Pre ine-se que soffrer a inulta de 5 0/0 toda o
qualquer cibtureira que exceder do prazo de 15
dias ci ni auas costuras, salvo te apreseular docu-
mentes que uatifjquein casa falta.
Previnc-sr- mi is que s se eutr?gar costuras
a proprias o stureira*, ou^ pessoas de sus oon-
fiancu. i l i ;.utorii.acao devida.
SeecSo J" costana do arsenal de guerra de Per-
aanibuc, 1 Je Airil de 1886.
Flix Antonio do Alcani.ua,
Alferes adjunto.
Obras Pilcas
Capitana do Porto
'lemlo a experiencia demonstrado a ineouve-
r.ii iioia de serum rebocados navios o out.ib om-
bareagdVs, levando o cabo do n b.ique Comprimeo-
to ir.aio Je 60 met.os, fiam estabelecla* coiao
rearas as aeguintes dispos coea relativamente a
est! servico. i
1' Ncnhum rebocador poder* d> ntro do porto
resaber navio ou embarcarlo a rebrque, consrr-
vai do o c>.bo com cumprun uto maior de 60 me-
tros.
21 Quando, pi-lo estado do parto, o pratico re-
, Moheo r que 0 navio n bocar deva seguir o eos-
:ad i do'/ebocador at r.r-se s.To de qaalqper
per g.i, fura essa intmagao no mostr do r. boca
J'ir :fim de ser attendid '.
3' Os navios que. entran ir. (1 vero ao pass.ir
pele phan 1 do Pico cneurtar oa reboques k fica-
rom com 60 metros, ou tomar- m ao costado o re-
boq'ie, w sao i-ir exigido pelo pratico que pelo-
tear o navio.
4' Os contrav ntjrcs dcstaa disp-sicoca ficam
tnjeitos multa Je que trata o are. 114 o re u-
lamento de 10 de nv.io d [846, bien das penas
*! Ibe -< liberan La forma da Ici, pelos prejuizos
(^e..-idos por falta Je observancia dcstas iitposi
5* O pratico-mr e os deinas prat ees do servi-
co di-ste porto deverao dar conlieciraento esta
capitana de qualquer infracefto praticada era rc-
lagfb) 10 que fica estab-lecido, poden Jo mesmo
deixar m de prestar os sens servicoa aos navios,
quando suas exigencias dc>.\cin de st-r atlcndidas
na forma estabelecida.
Capitana do Potto de Pernambuco, 31 de Mar-
Qi d 86.*^0 ehefe de divisito, capito do porto,
Jos Manocl Picanee da Silva.
Contraria do Senhor iJom Jess da Vi asa-
era a igiija Ja Santa 'ruz.=De ordem ca mesa
r-ge lora, convido a toJcs os nossos irmilos para
c>mpareceri ui ein nossa igreja paramentados com
sena hubitos, nos dias sexta-feira 2 do mez de
abril e domingo -i, pelas 3 hoias da tarda, paral
aeompanharm -a as procissoes do Senhor doa Mar-
tyrios, de sua igreja, e a do Peubor Bom Jess
nfe Afflictcs da igreja df S. Goncalo, para as
Estrada de Ferro do Recile a qaaes,ivtffl03COirFT,L^dFi,,Kiredo.
Csnar
De (r 1' m do Illm. Sr. Dr. engeaheiro chcft; da
raparticSo ta publioaa, f.ic> ]>ubheo qu,
em virtade da autorisaco doExm. Sr. conae'bciro
presiden". Ja provi cia, no di 8 do mez de bi-L
proxim ) vimluuro, ao meio da, recebe-se ncata
secretaria propostas para a txecacao dos repiros
Je dous p-mtiihois do aterro d> Porto de (alli-
nlias e os da poute sobro o rio lpojuca, no enge -
nho Limo iro.
Oa orcameutua e aiaia coui(;oes do contrato se
aeham n*'sta secretaria para sercm examiuados
pelos senlinres pretend-ntes.
Secretaria da repurticao das ubras publicas de
Pcrnam'mco, em 26 de Marco de 1886.
O secretario,
J. J. de Siqueira Varejao.
Ai a sen Casa de Misericordia de
Recite
Sa secretaria da Santa Osa da Misericordia di
Kecife. urrendara-sc por espayo Je um i tres an-
uos, as casas abaixo declaradas :
Ba da MoeJa n. 4.r>, 240*000
dem -dem n. 48 240*000
Ra do Bom Jess n. 13, 1 andar 3' 0J000
lem n. 2!1, loja 216*000
dem idean u. 2), 1 andar 240*i Ot
Ra dos Burgos n. 27 216*000
Ra da Madre de Dem n. 10-A 180*000
Caes da Alfandcca arinazcui n. 1 1:600*000
Ra do M ir piez de 01 inda n. 53, 2
andar 507*000
Ra da Guia n 25 200*005
Beeco do Abreu n. ioja 48j000
Ra hIh Vicoudo de Itaparica n. 24,
pavimento terreo, 1* e 2o andar, por 1:6003000
Ra daa Paleadla o. 83 200*000
Secretaria da Santa Casa Je .Misericordia do
Recife, 6 de evercivo de 1886.
O eacrivao,
Pedro ICodriguea de Soiaa
United States t Brasil lailSAC.
O vapor Advanee
Espira-s de Ncw-Port-
Newa.at o dia 16 de Abril,
o qual seguir depois da de-
mora necessaria para a
Frolongauento da Estrada de Fer-
ro do Hecife ao S. Francisco c
Companliia de Edificado
Os fundadores da Couipanhia do Edifi
cajSo, convi'lara os respectivos Srs. accio-
nistas para so reunircu, na quarta feira,
7 do prximo futuro mez, 1 hora da tar-
de, ra ra di Imperador n. 38, Io andar,
alim de se proceder, i!e accordo com os
arta. 23 e 28 do Reg. n. 8,821 de 30 de
Dczembro de 18.82, iastallac3o da mes
ma coicpanhia, e elcicilo dos administrado
res, conselho fiscal, bem como a de pr^si
dente e secretario da assembla geraL
Recifcj 31 de Maryo do 2.S86-
Antunes & C.
Coipaifii'i di) Sotos lelite,
De orj- ni Jo Idm. Sr. director foo publico que
at'o dia 3 Je. Abril prximo vindourn, .ao rucio
dia, receben-Be e.s'proposias em carras fechadas,
no eacriptorio da 5.-' div sao na ciJaJe de Palma-
res, para d f rnecimente de tn-zonto edorment s de
madeira da )ei, cem 3 metros de compiira.nto so-
bre 0, '30 >k tace para pintes. No snpracitado
escripturio serio prestadas as neces6arias infor-
ma (oes.
Recife, 27 de marea de 1881.
O almoxsrife,
Jos Francisco do Reg Cavalcante.
Veneravcl Irmandade daCilurlo-
sa Kcnhora WanCAnua da Igre
ja da ttanfa Cruz.
Oe ordena do irmao jniz convido a todos os nos-
sos ii m-ioj a comparccere.n ein nssso consistorio,
uo domingo 4 de Abril s 2 h uase incia da tarde, ;co 'lc -6 J gerente,
afin de ac >mpaubarem a prociso do Senhor Bom
Jess dc-s Pobres Aflictos para que tivemos con
lite.
Consistorio, em 29 de Marco Je 1886'.
O eecrct rio,
Maa< el Jos de Sant'Anua Araujo.
Secretaria da irmaudade do S^^nlior Bom
Jess das Dores, 1 de Abril de 8G
De ordem da coinmissio. convido a todos os nos-
SC8 c irissimos roaos compareeerem em bosso
cnsistorio no domingo 4 do corrente, pelas 2 bo-
nia d i tarde, :.fim de cacqrpTa ios, acompanhar-
aoa nossa procis-ao do Senhor Uem Jess dos
Pobris Alllietos.-O aeeiotario,
A B. Pessoa.
Compaiihia Pcrnainbu-
cana
A Companhia Pernambuda la de Xavegacao
Cos- ra por Vapor, paga os juros das suas obriga-
coos garantidas, do aemestre findo boje. Pede-se
a a presen taco dos coupous. Uecite, 31 de Alar-
Clementc Lima.
AGESTE
Miguel Jos Atoes
X. 7 -RIJA DO BOM JESS -N. 7
Kesiirow ninrilimoM e leircslrcs
Ne-te.s ultimos a nica companbia nesta praca
que concede aua Srs. seguradla isempvao de paga-
mento de premio rm cada stimo anno, o que
equivale ao descont de cerca de 15 por cento em
favor dos segurados.
MaiTIMOS
13
Silo convidados todos os cidadaos, que se iuscre-
veram como socios fundadores d'esta s'ciedade, a
compareeerem na ra do Imperador n. 77, 1.' an-
dar, de meio dia s 2 horas da tarde, em todos oa
dias utei?, e nas quintas-feiras, tambem, daa 7 a
9 da noite, para preencherem as formalidades exi-
gidas pelos nossos estatutos.
Dr. Barros Solrinho,
1." secretaria.
S. R. J.
Sarao bimcnsil em 25 de abril
Participo a todos os arnhores socios que o sa-
rao piincip ara as 7 boras da noite.
Os ingressos eucoutram-se im poder do Sr. the-
scurein-, e os convites no do S'r. presidente. Pe-
de-ae toda a simplicidade nas toilettes eprevinc-
-e que nao sao admisaiveis agsregadoa.
Uecife, 31 de Marco do 1886
Luiz Guedes de Amoriir,
2- secretario.
Thcsouro Provincial
ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, taco pu-
que no dia 3 do c irrcnte, paga se a classe
entrancia de professoraa, relativamente ao
e novembro prximo findo.
adoria do Thesouro Provincial de Pernam-
de Abril de 86.
O eacrivao da despesa,
Silvin A. Rodriguca
fjhh Varios (oms
iScssao do cinselho)
Por ord'-m do 5r. presidente haver sess'o do
conselho Joaiiugo 1 do corrente, i 1/2 hora da
tarde.
Recife. 2 de Abril de 1886.
Aieusto Main,
2 secretario.
~ titib Concordia
Preiskegelen SqpnabcnJ 3 April 1386, Abends
7 1.2 Uhr.
Dai Directoritun.
Hospital Portigucz de
Beneficencia
t' ctniocaro la aaaembla geral
Ds irdem do Illm. Sr. vice-provedor, convido oa
senhorea socios a rcunirem-sc cm assembla geral
domingo 4 de abril, U 11 horaa da manba, afim
de proceder-ae a leitura do relatorio e parecer da
cninmissao de exame de con ca da aiministracao
de 18v6, c a elc'cao de alguns membros da nova
junta.
Shicita-se a todos os seubores socios que com-
parec, m a esta aeaso, visto que ae rcaolveu pro-
ceder aoa trabalboa com o numero que coxpare
eeaae, indepeudente da disposicaj doa estatutos, e
aitendi ndo a que de iuJeclinavel necessidade
nao d< morar por mais tempo a potse da nova ad-
minia'racao.
Sccctaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia eui Pernambuco, 29 de Marco de 86.
M.i:i.el Martms Capito,
2o secretario.
THEATRO
DE
VARIEDADES
NA
Coupaha Kahiana de navega-
vao a Vapor
M.'c.i, Villa Nova, Penedo, Arac&j,
Estancia e Baha
0 vapor Sergipe
Can mandante Pedro Vigila
E' esperado doa wxfiar ci-
ma at o dia 4 de Abril,
e regressar ,-ara os mea-
mos, depois da demora do eos
turne.
Para i arga, pas3ageus, c-ncouuncudas e dinheii-o
a frete iracta-sc na agencia
7tiua do Vigario 7
Uooiingos UfM
Baha e Rio de fanelro
Barga, passagens, encumeaendas e dinheire.
a (reta, tracta-se com 08
AGENTES
Henry Forster & C.
N. 8. RADOC'OMktttClO N8
/ andor
Cocpauhla Bra ileira de ,%'aic
ft:*.eo a Vapor
PRTOS DO SUL
O vapor Pernambuco
Command'inte o captfao de fragata Pedio
ilijppalito Duarte
E' esperado doa portos do
porte at o dia 4 Je Abri
e depois da demora in
dispensavel, seguir para
oa portea do sul.
Recebe tambem carga pa-
ra Santos, Pelotas e Rio Grande de Sul, trefe m-
dico.
Para carga, passagens, eneoininendas e valores
Irata-se na agencia
N- 46 lili A DO COMAIEKOIQ N. 46.
toiir-A.viiiA rn.iiHuttn
DE
\averaco Costeira por Vapor
PORTOS DO SUL
Macci, Penedo, Aracaj, e Babia
O vapor Jacuhype
Segu no dia 3 ae
Abrli, s 5 lloras da
tarde.
Recebe carga at o
'dia 2.
Encommendaa, passagena e dinheiro a frete at
s3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caca da Companhia Perrambucana
_____________________ii. 12_____________________
lOYAL 1AIL STEA1 PACKET
WBM
0 paquete Trent
L.EILO
De um cavallc alasae, sellado e enfreiado, anda-
dor de baixo a meio e esquipador
IIOJE, 3 DO CORRESTE
A'8 11 horas
Por eceasiao do leilo de movis no hotel
Universo, a ra do Coramereio nfc2
Por inleii ene iii do agente
GUSMO
AGENTE PE8TAN<
Ijeiliio
De 2 casas terreas, en terreno proprio, estrada
de Caxang, junto a ectaco do Zumb, ns. 70
e72.
SAMBA 0, 3 DE ABRIL
A's 11 horas
No armazcm :l ra do Vigario Tenorio u. 12, li-
vrua e iesembar,icadi.3 de qualquer cnus.
1* UBUaJLO
Terfa-Ieira 6 do do corrente
X'S 11 HOHAS
A" ua do liom J?sus n. 19
O agente Silvoira, p,ir raaudado c com assis-
teucia do Exm. Sr- Dr. juiz de orphaos o auaeu-
tes, levar a leilao o si.io do Arraial ra de
Paulo e Silva, do finado Joaquim Martina Gomea,
a requerimento da inventariante D. Honorata Ma
ra do Sacramento.
Vinlio de S. Mtouel
LEILAO
lerca-feira 6 de Abril
Na estrada do Arraial n. 27
A'm 11 hora
Oagente Modesto Bapista autorizado pelo Sr.
Marianno Francisco dos Santo-1 far leilao para
pagamentos dos credores do mesma, da armcao,
utensilios e mercadoriaa existentes na taverna n.
27 estrada do Arraial, assim como do telheiro e
mais utensilios da padan'a, sita na mesme casa, o
dividas na importancia de 8:3144-
LEILAO I)I'. IBDIO"EU TERRENO PRO
PRIO
T rea feira 6 do corrente
A's 11 horas
A' ra do Bom Jeaut d. 19
O agente Silvoira, por mandado e com assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz de orphaos e a requer-
menta do inventariante Antonio Lourenco uo Es-
pirito-Santo levar a leilao a casa terrea sita a
travessa do Principe n. 4, do finado Joio Cardoso
Barreto, cem as seguiuti s dimensoee :
Porta e janella Je frente, 2 salas, 2 quartos, co-
8iiha fra, medindo de comprimento 15 metros e
40 centmetros, e de frente 4 metros e 40 cent-
metros, quintal murado, cacimba com boa agua
potave1, todo arborisads e banheiro de pedra e
ca'.
Os Srs. pretendentes desde j podem examinar.
Nova rcmessa, venden Amaral Primo k i^.rei
Larga do Rosario, e Borgf3 na ra do Ainoauu.
_____E^ PURO E BARATO
Casas baratas para
a I ligar
Ra di S. Francisco n. 96.
1 andar ra da S. Jor^-e n. 74.
le 2" andar c loja 6 roa de S Jorge n. 3.
Io andar ra da Guia u. 55.
Andar terreo roa do Pbrol n. 32 A.
A tratar na ra da Aasaupcao n. 5i.
Pede-ae aos eenborea relojoeiroa qu>; rctaatajn,
caso seja-lbcs apreaenta am reUgio de _r*ta
remont'iir, iraeiliiuismo buisi i, d.i firma Q^tmsr
and Kc-wstub, tindo grvalo na tarapa em mo-
negranuna aalettraa A A I'. poi uma
jarreteira com as pilavr... Fortia ae Pidos e en-
cimadas por nra capacete. Informacoea con Ar-
thur J. de Aodrade Pisto, hotel O Antonio lli-C,
Camiubo Novo.
Ama de lete
Precisa-se Je urna
ma Nova n. '.O, l;ja.
ama de leite
i Iraaor na
Ama
Precita-se de urna para eoeinhsr : & trata* na
travessa da F mandes Vieira (Boceo do Padre
Inglez) n. 8.
PIUJLaf\
Ferruginosas "^
/JURUBEBA>
AVISOS DIVERSOS
Naieus
(OHl't^llll,
DE
.tavega^o Costfeira por Vapor
PORTOS DO NORTE
Macu, Mossor, Ara-
e Cear
Natal,
caty
A..
Proci>iMao alo feenlior nom Jess do*
Pobre* AflltctoN em H. Cioncalo
. No domingo, 4 de Abril, pelas 3 horas da tarde,
a commidsao administrativa da irma Jale expo
i vista Jos fiis em solemne procisaao as sacro-
santas magens da Senhor Bom Jess doa Pobres
Afflictcs e s'iaamabiliasima nrSi, a quil percorre-
: aa ruaa que forem designadas pelo Revin. paro-
eho la fregueria. Xa madrugada ieste dia, pelas
4 1/2 horaa da manh rcaar se ha urna miaaa em
'enco de to3o3 aquelle3 que eontribuiram para
o acto.
Consistorio da irmandade do Senhor Bjm Jess
da Dores em commiaoao, 1 Je Abril de 8>.
Agostinho J. B. i'eason,
Secrcti rio.
Secretaria da comraiseao administrativa da
irmandade do Senhor Bom Jess das
Dores, 1 de Abril de 1886.
De ordem da commissao, convido a todos es
nossos cariasimoa irmos compareeerem em nos-
ao consistorio no domingo 4 do corrente, pelas 2
horaa da tarle, afim de encorp radoa, acompa
nhaimos a procissao do Suihor B. m Jess dos
Pobres AfHictoa.
A. J. B. Pcscoa,
Sc.l iric.
Cb de Regatas PeH
na t l)i.-caiHr
3* reg.ta
Por deliberacSo da oltima aseinbla ~eral, ata
designado o di i 2\ le Maio prozimo vindouro, para
ter lugar a tertelra regata deste club, en aolem-
niaagao so aeu 1* anniveraaro.
Secretaria do Club de Regr.tas Pernambucano,
em 2 de Abril de 86.
Osear C. Mon'.cir",
1- eccretirio.
\
Companhia lyrico-comico-
ilni iiilica
IK1GIUA PELO AKTI8TA
LU1ZMILONE
EMPRE ZA
BOLDRim E L. MILONE
AMANH
. 3 ic Atoll
Sepelido i pedido geral
Terceira e ultima tea nenta poca
a tap1 ndida op^ra cmica em 3 actos, mtisica do
nuc8' o Offcmba^h:
A BELL V HELENA
Em que a Sra. Marin deacmpeiihara o impor
tanto papel de PAUIOE.
PerNonag-ciiN
Helcaa, rainiia de Spaita...... Sra. Ppringer.
Paride, filho do ni Priamo..... Marin.
O"001:, filho do rei A-amenon.. Durand.
EacliJe, dama de compinbia de
Helena.................... Fiorevauzo.
Lina........................ > Oi ympia.
P'irteaop ..................'. R. Becei.
Agaa entn, Rei ib a Beis....... Sr. Dominici.
Mer.e >, rei de parta....... Tirelli.
Calca ite, grande augure de Jove Repoaai.
Achil'es, rei de Tiotida...... Comoletti.
Ajac, 1" rei de Salatninfl...... Micbilu:zi.
Aj .ee, 2 rei dos Lorien .8. ... Frirz.
Filovcco, criado de Calcante... Uionni.
Eucli ide, ferreiro............. Mch\luzzi.
Guirlae, escravos, p'i 'o e p.igens.
A '.ccao paaaa-Se un Sparla no I" 2* actos e
n) 3' em Nuplia dur.inte a rstaco r|. s banhos.
A pega est mntada e ensaiJa a ca
pricho.
O rmtaario ir repletamente novo o no
rgot da jj'i-. a. ,
Piejos do costume.
*% 'irlruilsin seriir* lisio do (lirci
ti ao MeaM "< meairo.
to se transir, o e.pc< ta:ulo anda que
cbova.
Alian. Depois Jo espectculo utrera trem
para Apipuc s e bonds das bubas de Fernandea
Vielri e Atogados. Oa b-nds no largo de palacio.
O bond de Magdalena t havi-r quando o es-
tecticulo acabar depois do horario do ultimo qu^
jasf na ma Nova, a 11 hiir.-is c 42 miuut a.
Nc trem at Apipncoa nao hi bdhetea de 2a
daa: 3, e nao teem valor aa aenea da companbia.
Prinriplar s Hit taora*
vapor Pirapama
Segu no dia 5 de
Abril, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 3.
Encommendas passagena e dinheiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Periambw/ina
____________________n. 12____________________
CHARGEIRS IIUMS
Companhia Franceza de Xa vega-
cao a Vapor
Linlia quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
steamer Ville de Bahia
Espera-ae dos Dortos do
aul at o dia 6 do corrente
aeguindo depois da ndia-
penaavel demera para o Da-
rre.
Recebo encommendaa e pas3ageiros para os
quaes tcm excellentes accommodaces.
E' esperado da Europa no dia
8 ou 9 do correute,seguindo
depoia da demora neceaaa-
ria para
Macei, Bahia, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo e Buenos-Agres
0 paquete Elbe
E esperado
do aul no dia 14 de
marco, seguin lo
depoia da demora
necessaria para
s. Vicente, Lisboa, vigoe Son
ihampton
: 'ara passagens, fretes, etc., tracta-se com c a
CONSIGNATARIOS
Adamson lio wie & C.
J:
E' esperado da Europa at
o dia 6 de Abril, Be-
guindo depois da inJispen-
savel demora para a Ba
liia. Rio le Janeiro
e Suifits.
Roga-8e aoa Srs. importadores de carga p 'los
rapores desta linha,quciram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng .;'.
quer reclamaba concernente a volumes, qae poi
ventura tenham seguido paraos portos do aul,afin
de ae poderem dar a tenlpo aa providencias neeo
ssriaa.
Expirado o referido praao a companhia no ac
responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendaa e paasageirs? par.
>s quaes tem excellentes accomodaceies.
Augusto F. de Oiivcira i (,
AGEXTKH
42 RA DOOOJIMEROIO-42
i ohi'aviiii: dem hessage:
re niitiiims
LINILA MENSAL
0 paquete Niger
Coniniaudaute Banle
Espera-se da Eu-
ropa no dia 3 de
Abril, seguin
do depois da de-
mora do costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, lllo de Janeiro e Monte-
(evido
L,mbra-so I os enhores pussageiros de todas
as clnsaes que li-i lagarjli reservados para esta
agencia, que podem totoaV e:n qualquer tempo.
Previne ae aoa genhorea recebedores de merea-
doriaa que s ae attender as recb.macoca por fal-
'.aa n'is roiume* BBC foreoj reo nlcidas na ocea-
sin da JeacaigM.
Para carga, passagens, cncomrr.-. nlaa e dmheirc
i frete: tracta-se com o a!< nte
Royal Mail Sloain Paekel
Compiiny
Reducgo de passagens
Bilhetes especiaos se-
ro emittidos desde 14
de marf o at o fim de
julho offerecendo faci
lidades aos senhores
viajantes para visitar
a exposi(o colonial
em Londres, de 1886.
Ida e volta de Per-
nambuco a Southamp-
oii, primeira classe,
com o prazo de 6 me-
zes libras sterlinas 36,
150.
Pede-se ao3 abaixo assignados o favor de
virem ou mandar ru:; do Mrquez de Olinda n.
51, a negocio quo n3o ignoran
Pedro Siqueira, d'Alfandega.
Arthur Dantas.
Luiz Carvalho.
Jos Guimaraea, caixeiro de Loyo & Filho.
Prederico Vieira.
Augusto Goncalves da Silva.
Manocl Antonio Carneiro de Araujo.
Aluga-se o 1 andar da casa n. 19 ra da
Penha, o Io da de n. 66 mesna ua, o 1 da de
n 35 travessa de S. Jos, o terreo de n. 26 ra
Duquo de Caxias. e a caaa n 26 ra de Nunes
Machado, no Earinheiro, com b)ns commodoa ; a
tratar na ra do Hospicio n. 3s.
Precisa-ae de urna cos ule ira para caaa de
familia : a tratar na ra do Baro da Victoria
n. 39, loja.__________________
Aluga-se a casa com sitio, do Dr. Castello
Branco, prxima ao povoado do Beberibe ; tam-
bem aluga-se urna boa casa terrea novamente re-
construida, sita ra de Matbias Ferreira. cm
O.inda : trata-se ra Duqae de Caxiaa n. 23.
= Est para alugar uira Toulinha para ser-
vico domestico de casa de familia : na ra da Im
peratriz n. 8, 1' andar.
Precisa se de urna ama para caaa de pouca
familia : na ra Vidal de Negreiros n. 133.
Quem precisar de urna proftssora para pri-
mcira8 lettras, principios de fraucez e italiano,
msica, piano c ti r- s. para casas particulares on
nos arrabalties, dirija-sc ao Caminbo Novo n. 128.
Na mesma casa se precisa de urna mulher de ida-
de de bons costumes, que faca companhia a urna
familia e preste alguna ae.-vico8.
Preciaa-ae de un menino ou de urna prcta
para vender taboleiro : a tratar na ra aa a. n^
numero 39.
BAhTHLMEO & Ca
t -:. Ptrr.3nf.C0.
Curao a Anemia, Flores brancas,
Palta de Menstrupco,
Debilite* des 1 Pobreza de sangue
gjr a G.ssig-natura,
/'Ja? iTvo Ctrr
tftt *%<-Gtt
*:*;
<"
Auga-se o sobrado com aota ;: ra do Co-
ronel Suaaauna n. 139, tem commodoa para grande
familia, coiado e pintado ha pouco tempo ; a tra-
tar na ra da Imperatriz n. 56.
:*.' leilo definitivo
Daa dividas hypoihecarias no valor do 4:600,5000,
pertnncentea masaa fallida de Joaquim Fer-
reira Campos & C, aenJn Jevedor de 1:600000
\rulpniiuo Jos d Helio e sua mulher, cujo
bem bypothecado urna casa de pedra e cal,
sita n povoado Barra de Jangada; e de
3:t OOjOdO Manoel do Naseimento Carlos, sendo
oa bens bypothecados 5 casas de taipa no'p-
voado de Calende.
Wabbado. 3 do corrente
A's 11 horaa
Ao Hotel do Universo, ra do Commercio n. 2
O agmte Guamo, aiit.risaJo por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito do commercio e joqi
ausisJencia do mesmo, e a requei imento do Dr. ad-
ministrador levar peio 3." e definitivo leilSo daa
divid s .cima mencionadas, pertencentes a referi-
da masaa' fallida.
LEILAO
De ffizonditp, miad -1^. siipalos e chapeos
1 ABBADO. J l.i: AB11IL
A'8 11 1 iraa
O^agcnt' Modesto l. ptista, por crdem c man-
dado e em petenos do lilin. Sr. Dr. juiz do com-
mercio, far leilao cas fazendas, miudezas, sapa-
tcs, tamancos, chapof p-ira hoinens e S'iihoras ;
constando, do mandado que ae acha cm joder do
in amo agente, que toram arrestados na comarca
da Victoria, a ri querimeuto Av Francisco Ramos
da Silva e Agostinho Sautos & C, e pertencentes
ao acervo Je Flix Amada.
No aruiiiz- m ra do ll.in Jcsua n. 19
4uguse
RA DO COMMERCIO
Lisbua e Porto
A barca prtugfKBB Iaolinn recebe carga a fro-
ta ; tratase com Silva Guimaraea & C." ra do
Commercio n. 5.
K1BII.A0
de 1 piano forte, do fabricante Gavcn, com capa a
cadeira, 1 mobilia de amarello, a Luiz XV, eom
tampo de pedra, 1 e,-pelho, mcia comraod.i, 1 guar-
da-Vestidos, 1 cama franceza Coa colcnao, 1 mesa
elstica com 3 taboas, 1 quartinheir, 6 cadeiraa,
naiquezas, aparadores, veniz:anas, inarquczei'.a,
1 grande fiteiro, j irro3, loucas, vidroa e muitos
outroB objectos e.e uso domestico de urna casa de
familia.
Mabnado. 3 do corrente
A's 11 hora*
X) Hotel Universo ra do Cotmnerci > n. 2
O agente Guaina', far leilo doa movis cima
mencionados, por conta de urna familia que ret
rou-ae pari fjra da proviucia, oa qu es foram
transprtados pira o refer Jo hotel,
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fijado de bacalho
COM
Hypophosphitos de cal e soda
Approvada pela Tunta de Ily
giene e autorisada pelo
governo
E' o melher remedio at hnje deacoberto para a
tsica, bronchites, eacrophulas, rachites, anemia,
deblidade em geral, defluxos, toase chroniea e
affecfoca do pi-it. e da garganta.
E' inuito superior ao oleo simples de figado de
bacalho, porque, alm de ter cb oro e sabor agra-
davcis, possue todas aa virtudes mediciuaes e nu-
tritivas do o!o, alm das propriedades tnicas e
recoustituint' a doa hypophosphitos. A' venda nas
drogaras e boticas.
Por atacado fti cana dont Sr.
Swanwlrk V (iordon.
39RA DO GENERAL CMARA39
Deposito em Pernambuco
Francisco Manoe da Silva H.
N. 22-RUA DA CRUZ-N. 22
Engenhos para assucar
NOTE BEM
A canna de assucar j cortada e preparada para
moer bem sabido que contem por termo medio
00 por cento de scu pezo em suco.
As moen'i is ordinariamente usadas aqui, nao
exprimem maiado que 50 60 por cento por cou-
soguinte so ver a grande perda que os cultivado-
res incorrem .-mente por esta causa.
Os celebres engenbeiros Srs. George Buchauar
& C. de Londres, recommendando as auas moen-
das, garanten que produziro, com boa canna com-
rmi.11 de 70 80 por cento d seu poso.
O material das auas machinas o melhor, C de
excellente iu toda a pe feico.
D.tiiv s o cust.i .i'uma m en ia que tem provado
muito b; ra, s endoe inveniente, econmica e de f-
cil cjllocncao
Mjenda com machina a vapor u'uma s base de
ferro, tudo completo
Tamanho..... A O G
Forca de cavalio. .11 25 50
Peso de canna uni-
da, por hora qta. 90 200 400
Produzindo por dia
dj 10 liaras.-As-
sucr, qts. 65 110
reco.-Poatoabordo. 850
N. B.* A for^a de cavullos actual o dobro do
q ae indica uio ..
ara eutros tamarthis, citno pava moendas e
machinismo completos para engenhos centraes, in-
cluindo trilhos portateis de aystema aperfeicoado
dirijam-se u Browaa 61 V.
N. 6;RUA DO COMMERCIO
Felippe Coelbo Leiie
D. Clela Elvira de Mattos Leite, Dr. Coalho
Leite, Jos Claudino Leite (ausente!, Mara Au-
;usta Leite, Francisco Jos de Oliveira Roy e sua
amilia, Jorge Jungmann (ausente) e sua familia
rogam a sens paren'e3 e amigos o caridoo obse-
quio de aeaiatircm a niissa que mandam celebrur
no dia 6 do corrente, s 8 horas da manh, na
matriz da Bia-Vista, pjr alma de seu desditoao
filho, irmao a cunhado.
Blaniiei Frnncittco Ponte #
O Dr. Barros G'arneira e sua familia mandam
tesar orna missa por alma de seu pranteado pa-
drinho, Manocl Francisco Pontes, no convento do
Carnto do Recife, s 8 horaa da manh do dia 3
do corrente. 2o anniv-r.-ariode aeu fallee ment.
Jouv. (lonralvea Ewtella
Manoel Goncalves Estella convi a a seus ami-
I gos para aasiatirem as missas qus por alma de sen
; presado pai, fallecido cm Portugal, manda resar
na matriz do Corp-) Santo, pelas 7 horas da ma-
nh de seg'iuda-feira 5 do. corrente, 1 aniver-
sario de aeu falleeiineto ; desde j agradece s
pessoas que se ditiiarem as^iftir.
VlNconde de Soasa Carvalno
_ O 'enente-cjronel Manoel de Azevedo do as-
cimento, primo c amigo do Viseoade de Souza Car
yalhc, manda celebrar missas pela ana alma na
igreja da Conceico dos Militares, no da 5 do
eorrente, s 8 horaayla ir.aiih, Io anniversario de
seu passamento, e conva aos seus parentea, ami-
gos c companher<<9, para aasistirem a e5se acto,
antecipando ns seus agradec'inputia
150 210 290 A 400
1,700 3,260
r
as
PASTILHAS
De A^GELiM & MENTRU2
Agencia
Quera precisar de lijas mas del eite e tamb
para cosiuhar ou engominar, bem como duas para
meninos, cope iros, criados, etc., tanto portuguez >s
como brai ileiros, dirija-sc fu de S. Pedro n. 1,
que achara com quem tratar, .-^|
Qg
as
as
as

se
O Remedio mais efficaz e
Jefuro que se tem descoberto tte
hoje /ere txpe'lir as ion trigas.
ROQIAYML HEIES1
ss
53
I
iiytsnra__1

-

V




6
y!.,--
Diaria c Peraarabuc::?.-- Sabbado 3 de Abril de 1886
Aloga-se barah
m
O V audar da traversa do Campillo u I.
0 armaxem da ra do Bem Jess n. 4i
4. casa da ra do Viscoode de Goyanna n. 79.
? r.asa terrea do Jaecco do Tambi n. 21.
A casa da travesaa do Palacio do Bispo a. 18.
1 tratar no Largo do Corpo Santo n. 13, 1* an-
Aluga-sc
a mm terrea da raa de S. Jorge n. 40, cora 4
qaartoe, 2 salas, cosinha, quintal com cacimba, to-
da pintada e catada, por .prego einmodn, a tratar
na ras do Amorim n. 6i>.
Aluga-sc
iJ 3- nd>>r lo estirado .'i rna do Bruin n. 62 :
o Iratar uo luesiu \ padaria.
(asa em (|uipapa
Vcude-sn utna boa casa c^m muitos fundse
quintal mondo, tendo tres portas de fente, coui
prattleiras e Lalc-e, e lio aiffkr niguas u nai-
tica ie padnria tambara uui terreno do lugar Je"
Iliimdu Aiol.s daquellc termo : para informa"
coca e tratr, cin Quipap.i com o .Sr. HsfiOria H
de 'ouza Oliveira, e n, Retife eoin os proprieta-
rioe Martina Capitao 4 C ra estreita dj Ko ta-
o n. 1.
wico
/ J S
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de HollowaT i um remedio infallivel pata o" males de pernos e do peito { tambem pt ra
j as tridas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermi-
dades de peito nao se reconhece cgual
Para os mates de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas s molestias da pelle nfto teem semelhante e para os njembroa
contrahidos e juncturas recias, obra como por encanto.
Esas medicinas sio preparadas smentc no Estabelecimento do Professor Hollowav,
78, WEW 0XT0KD STREET (antes 633, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse eiu todas as pharmac> s do universo.
tkT Os comprado* slo convidados respeitosamente a exaanar os rtulos de cada caixa a Pose, M nao teem a
direccao, 533, Oxford Street, sao falsificaQoea
Por ^0^000
Abiga-sc o 3 andar da casa raa de S. Jorge,
autora no Pillar n. 12, cuns bastantes commodos;
tratar aa ra do Cresp.i n. 17, ioja .
Oosinheira
Pr fsa-Ei' do urna boa cosinheira e que seja
asawad a tratar na rtn de Paysandu u 19
Paseage 1 da Magdalena.
Ouei lera?
uro c prtUa :.'compra ee i prata e
pedras preciosas, por uiaior preco une. 1 m outra
aualquer parte sol- andar n. 22 a roa larga do
Rosario, antiga dos Quarteis, das 10 horas a 2 da
tarde, dias uteis.
Atten^o
O puto vinho verde c o saberoso cha preto pon-
ta branca, especialidades sem competencia neste
aereado, recibidos pelo ultimo vapor, cncontra se
renda em caaa de Paula Jos Alves & C.
dO-Rfla da Baro da Vctora-60
Cosinheira
Precisa se de umu bt-a cosinheira : a tratar na
rua^gqiic te Gaxia n. 90.
Pre.nvag2o de Productos Vegetaes
PARA
ISTMIO DAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
JVIARTI NS^TbASTOS
Pernantb wi
Cosinheiro
Precisa-Be dfl um coainlie.iro : na roa da Aurora
jumero 77
1
)

Leonor Porto 1
Ra do Imperador n. t5 (
Primeiro andar ) '
Contina a execular os tnais diuceis )
fignrinos recebid.is de Londres, Pars, 1 i
Lisboa e Rm de Jare-iro.
P-imaein pcifico di- cottava, rm bre- j J
vidad, tn cirLide em prceos e fino
gost-i.

l%!cebcimfs ueste attimo vapor voaJores para
uitaiava aprcndercn n andar, Main oomn, di ver
M obras de Vine.
CaaVairaa
Cestas de diversos tamanh s para compras.
Balai para pap i
CtndeQas.
R.upeiros.
Seuients de httatiaaa e ti n :, amores perfei-
os e diversas qtiaildadea.
V'-i'j tambeaa o i apeeial bacalho de KonaBga,
pesrfii'j.i osda nm <> libras: em casa de Pecas
Mrud.s &C.
Rna rtreita do Rotario u, 9, unto a iqreja
E' barato por 3:600 f
Quittro predios nesta e d de do Pecif qu- po-
detanndir anwialni i, s-.udo tres na ra
d: Pahna e um na roa do N gu : trata ae na
ra a:\ bepentria n. 3'>, leja.
Precisa-se
de I. eig \ra fumo desfii.do e pi-
cado, na ua do b n 13
Arogncl barato
Aluga-se a loja A roa da Roda n. 17, cem ex
celleotee .-. tat n lureo do mcicu-
daa. 13.
Est< remedio precioso lem gozado da aceeila
jo pi blica durante cincoenta e sete anuo com-
eand-se a tua manufactura e rncia era i8t.
ma p Sas ctmo ao presente; e isto, por si ineeinu.
lfcrete a nielhor prova rta sua elcacia maravil-
basa.
X. ein ca^o algum da exiirpar os vermes, quer em
tieam, is qaer em aduhos, que se acharao afflic-
tos de les inimigos da vida humana.
\ i i'.eisamos de receber con?antement^
attestacoes de mdicos em favor da sua efficacis
admir..vel. A causa do successo oblido i>or est-.-
remcd.o, tem app?recido varias falsificac'e*, da
son [u'deve o comprador ler milito CB
I illSllllll o nome iniciro, que de.
I> E A. IA1DRSTBCS'.
KKL J0AH1A
Praea d> C
lheiro Salda-
n h o M r.i.'i i
n.4
\niga da Ma-
triz de Santo
Antonio nnrne
ro 4.
14^000
Aluga-se
^aflsw!B*_.
Tendo ea abertoojf oficina i]p. clo-
jjoaria com o titulo ;tcinia. rccommonJo
. n. .i na travessa do Fivitas, i mo ao resf*ka?el pilllC0 MA faZOf
cm S. Jote con, U ::J-.\i. > quarto.-. eosinha, quin- .. ', .' .. .,
tal u mba: a ebav cha-c non. 4,1 qualquer liabalhu, al u mais uitlicii na
miiilit arte, como j pr*vi como em-
o ta iflojo.ii.iregulador da
aond nuoaldi -os ullimos
i ara quaaun fabricav****
i *, .. marinli;
Aluga-sc uo dos mclhorcs edificios, tendo gran ,
dss :.c pnwj (Sed .f pan bmtlia cmprpga I OOUS anilOS, pionicll-i iltrOS modlCoS C
dos, maito bom porto de tjnbarme, sito a raa nrnmuliil'-n
Ju,perial tu. 880-A 880-D : u tratar na mrama ^ l r, ,.
ra n 28b', Linios l'W.vst.
Ao numero i 7
Chegou pora a rna de Hurlas n. 17, os desej i-
doe cap. s de .'l2oo a duzia c 280 rs. cada um,
goat^s i eaeotha, assim comj o especial vinagre
trauco de Liibua, garantido, loee fiuo degoiaba,
Sssas fin. s e chocolate novo, c o fino cognac
Bller freres, -te etc.
De conducta iiffi.uicada, que nao tiver meios de
vida, qHcriIj fazer companhia a 4 crianzas, ter
tasa, ci uii'ia, xl^uina r- upa, etc. A casi ttm
criados pura coeiohar u outros misteres, a ra da
Roda n. 54.
iioiiiin Precisa se d-' un a ladeira que engcmme
bem e enaaboe, para casa de peqneaa familia :
na praca do Conde d'tu n. 30. '} andar.
^omedoria
Hcnr'.quc Lima, preparado c ;ino bom cosinhei-
ro, fornece comedoria para fra por menos preco
do qa- em outra quilquer part.', iin sua casi p,r
ti calar raa do Kogo n. 35. Io andar.
Vendein s.' un casa
do Bara da Vitl ra
(iUirihi|io
de KoJrigucs & C, ra
Coronel l'riinri.id l.ins Prtr
"Mil
Mara Rita 'tVaiiderity Baneto, seus filhos e
fenro ma'niUn, raima
daseO-taui prraade nurtidQ, pai sogro, na igreja
do Partiz, ;is 7 l/ b rus da mnuhil do dia G do
conento, pasea ncotd^ eparaesse
acto iu r. i _].; e eyitadc, coBvidam aus seus
paryntc i ;i ;.. do finnd .
O. Tiii-rva c
  • oiis Hornea
    e llia
    Francisco dt Mora?s Dias, seas irmios, cunhi-
    os agraden ni do intimo d'alma ao*
    e amigos qu c dignuram acompa-
    : ttiee de 6ua presada mi i. sogra
    ovo os etnvidam sssisti as
    in. iiueterao lugar na orden.
    , rmo, tabbudo 3 e acril, as 8 bcras,
    ue desde sf conf-ssam igridecidos.
    Este 1 portante ratah<: le .-imrnfo de relojoaiia,
    fundado em IMi'.i, e-r fuaeciout^do agir- ra
    larga do t{o;::iio n. 9.
    O sen proprictano, encarr^gado do regnlamen-
    to dos r .-logies do arsenal de marinba, da compa
    ?hia dos tr.ihos urbanos do Recife Olinda e Be-
    beribe, da du U.cife Caxang, da estrada de
    ferro de Carua da companhia ferro-carril de
    Pernamlmco, da associaco commercial beneficen-
    te b da estrada de ferro do Limoeiro, cercado de
    intelligc lies e habis auxiliares, concerta e fa-
    brica qu ilqucr peca para relogios de algibeira,
    Je pared.-, de torres de igreja, chronometros ma-
    ritimes (dando a marcha), caixas de msica, ap
    parelhos elctricos telefrraphicoe.
    O mvsiEp acaba de receber variado sortimento
    de relogios araeneanos que vende de 7& a 20
    para paiedi", mesa e despertadores de nikel.
    Contina a exercer a sua profissito com selo e
    interesse de que sempre dea provas ao respei-
    tuvel publico e aos seus collegas, e vende forne-
    eimento ie qualquer qualidade.
    Em frente de seu estabelecimento se acha col-
    locado um relogio, cojos mostradores tambem po-
    derao ser vistos pelos passageiros da ferro-carril,
    tendosempre aHORA MEDIA DESTA CIDADE,
    determii:ida8 pelas anas observares astronomi-
    aas. Ra larga do Rosario n. 9.
    Antonio da Costa Araufo
    P1LULAS
    JURU>EBA\%
    bartholoutEOc |&
    Phtrm. Ptmambuco E'
    ICuio as Sesdea, c todas as Vaferes !k
    umuilweiitei.
    5 AnNOS BE SUCCESSO.1
    r a, svssicjnai'tvuravy
    ff VINHO E GRAGEAS door VIVIEN
    EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BACALHO
    Premiado -.ni ni PELA ACADEMIA NACIONAL
    Ordenados nos hospitaes de Franca. Amerioa, Inglaterra, Ruseia, eto.
    Administrar sob forma mui fcil e agradavel todos os elementos curativos do oleo
    evit.nnlo assim o cheiro e sabor nauseosos d'este ; alem d'isso esia preciosa preparacao
    I iu una superiorida le incontestavel sobre o oleo porque pode ser usada durante oa
    gian les calores em quanto o uso daquelle impossivel, tal o eminente servico prestado
    pe. o Doutor VIV1LN; a experiencia tem confirmado o bom xito d'este producto.
    Exigir a firma do inventor H. VI-VIEN em duas cftres ao redor do flargalo de cada
    lala eom o Sello de uniao dos Fabricantes ;o, boidevard Strasbourg, em PARS.
    ^ISl^alBlSlSlSlSlSlSlSlSlSlSl!
    CabeBe
    "(Ayer '* lea Tiw 1
    *ro^e
    wamA
    vrrmMi < V a**
    -i
    */' caaw.0,
    rOBNAO*
    MACI0. FLEXIVEL E LUSTROSO
    Pnaan,jo ,.ijDrjCWWOA.Iw-

    S>/*
    m
    w>S
    , r>;<&
    o

    ?\
    PH0SPHAT0 de CAL GELATINOSO
    de E. LEUOY, Pharmaceotico de 1" Classe. 2, roa Daanoo, PARS
    OBTlBOiEXE pn t feaNTOMniiU t a Dutlfit sai Crtaifaj, entri Kachitlsma i boImUi im saat
    i Recommendanios este Xarope aos Mdicos e aos Doentes. de nm sabor agradavel, de asslml-
    < laeao fcil e ndl veze; superior a todos os xaropesde laclopiosphato invcniailos pelaespccu-
    . laco. Toilos sao cdos ao yosso que o rhosphato de Cal eelatiaoso nao o
    '.' &.-.r. I'rolw^r Bocchut, Mi^ltoo no Hop.nl du Cnaafu. Aramia, COHtmnpfto, Bronchas chron.ca,Tsica, Fraquaza orgnica, Convafescencas d.feis. g
    '^ l)ep 2
    y
    r^r^i>V^a<*#^r>r>r^r^rV>rV>^^V^rVV*aaVa>rV<|
    VINHO MAHEANI
    DE COCA DO PER
    O VXJtHo MARiaai que fol experimentado nos li
    osp
    iWvVi
    i prescrlpto diariamente com exito para combale a Anemia, Chiorose,
    Sifrestees ms, Molestias das vlaa respiratorias o ZnfraqHccl-
    mento do orgao vocal.
    # Medico rccomaiemdam-no d Pettonsfi-aca* i? rtrlira-lnf^rhauatag pela molestia,
    ao Veiho e Cri>"
    E' o Reparador das Perturbacos digestivas
    O POHTiriCANTE por ECELLENCIA
    o vinho mariani AK aaeoaiaa km oaaa ai
    XI, Ph~ rarim, 41, hmleiart aaamaa:i; JTew-Tork, 1, last, II, Street.
    Km Pemaiiibaco : -Vraacisc* BC. da Sil,VA A C*.
    *Mer%M%a%r* Fazendas finas e modas
    A Ra do Cabug 2 B
    J. BASTOS &C.
    Para cate estabeleciiueoo acaba de chear uui primoroso sortimento de arti-
    goa do modas destacando se os que aqui indicamos :
    Vestidos meio preparados, d cachemira, ricamente enfeilaos ao rigor da
    ioda.
    Fantasa rica, bordado a mi&saaga.
    Fil o missang.i, alto desenho am 1S e sed i e 1.1, bordados a r troz, e:c.
    Cortes do vestido, 1:1 fljr.'ttes unic eombina^ito do falseada lisa e bordad^ e
    que modernissiiria.
    Corles de vestido em b>ila d'alaace co.-n bordado a agalba, cores liadas o de
    gosto apurado.
    Lindissiiuos cortes de vestido de etanione, com bardado a soda, aovidaie pal-
    pitante.
    Etaminea, suratos, f.lle*, sedas, setioa, cachemiras de ludas aa cores, croto-
    nes, setnetas e toile d'alaace, sortimento" grande.
    Lcqu-.s tranaparente* speoialidaeles c os pri r.eiros chegados aqui. Uecora-
    m^ndamos ao bt lio sea*.
    Di*os de setita, ofalesias Ditos 'ie maireasarela, braacos a da cores.
    "^rS0LilSA GSI
    AO CHLORrYDRO-PHOSPHATO DE CAL
    E
    Exigir o ulh
    Frantu.
    v unk.<_inn YUKU-KI-1UC>KI-miU ut UAL
    O mala poderoso doa recoastituiates adopti do por lodo.-, os Medicoa da arepa na
    tatjueis gerai, Anemia. CHiorott, Tinca, Caehexia, Btcrafliiu, RacMismo, ztoencat
    s estos, Orescwieno di/'/lc lias enancas. Pasito. vspe,'sta-t.
    Ihm r.nrci -.- cu na .._ -___u^ _.___:_.___.,. ___,__
    Fraque**
    dos i
    tu,_COIRR:-", ttP.n,nasa Clurcbe-Kii.j- BaamilM ui iriieiiaes FhjnaaB.
    de Copahiba, Cubaba
    HatanMa Farro, Blsmulho
    tlcatrio, Yerabanthina, i'
    NJECCSO
    ?. ttyglanica a Presentadora.
    sem MHSBr
    accidente a/juni.
    As GFV-'SEA fOFtTIN, foro aa primoiriis quo olitiveram a appr"vacilod.1^^c<^ de mtdtctna (1830) e que .'.i!>'ptaram-ae nos Hospitaes. Curam ae molestias socretaa.
    maie rebeldes sem fatigar os estmagos mais delicado...
    .'. Wnetr&O F .."''N i medica;
    DarMitasau S'r: Kaat&taas) RtUr* M. da 3ILVA 6: c, s r.aa prtaalpaM tomrmtam.
    Para as
    Setiiu brauco Dtclaesee.
    Sarato e g rgurao.
    Guipour branco de seda, ril a ron las para cuteite.
    Capellas de cera e de peitioa.
    Veos de blond, ampios u finos.
    Meias Colchas de damasco de seda e de crochet.
    Cortinados de crochet e -ambraia.
    Lencos de cambraia de Linbo, lisos s borJi
    Sedas, setiaa e marinos pret->s dn tolas as qoalidades.
    Para todos os artigos quo referimos, r>s pregas sao sem competencia.
    (Telephne n. 3o9)
    i
    l
    Cuidado com ..$ "a!sifir:-'5e
    /"--'.
    AGUA de MELISSA1
    dos Carmel tai
    BOVER
    Onioo Sucoe.HSor dos Carmelitas |
    Ra de l'Abbaye, 14, PARS
    PARS, 14,
    Contri i Apoplsxia, o Cholera, 3 En6o do mar, M Flatos, II Cclicaa. Indi-
    , gaatftao.aFebre umarella, ti. Ler i craapaofa no qual vaienv^lvid*) cadiridro.
    !) vo-se Ptiifir o l.lreiro bi a^co c prcto.......ridixis.
    i f.>v o tamanfy c tu -j .-
    Depoi Pliai Ameri aa,
    afTsra^t^IOHLJ
    \i Ra de Malliias de lMijiierque l,
    (AMIGA ISA DAS FLORES)
    Tinge liiup-, com a maior perfeicSo tocia a quadade Je estofo, e fazenoa- em
    pccis ou em obras, chapeos do feltro ou de pliia, tira o mofo da3 fazendas; tado o
    trabal o rito por meio de machinismo aperfeicoado, at boje eonhecido.
    Tintura preta as tercas c seztas-feiras. "*.
    Ti-.ta de coras e lacngem todos os dias.
    XAROPE

    i
    de Cascas de Laranjas e de Quassia amarga
    ao PROTO-IODURETO de FERRO
    Preparado por J.-P. LAROZE, Pharmaceutioo
    PAE.ZS a, stue des Llous St-Paul V/iKZS
    *PPROVADO PELA JUNTA DE UYOIENE DO BRAZIL.
    O Prolo-Iodareto de Ferro,
    bem preparado, bem conservado, prin-
    cipal mente uo estado liquido, de
    todas as prepararles ferruginosas, a
    queproduxosracllioresreiitados.Sob
    a tofluencia do principios amargo e
    tnicos, da casca de laranja a da
    quassia amarga, o ferro assiinilado
    tacilmente e produz effeito prompto
    egcral rastftuiado ao sangue, a fore;
    ? carnes, a dureza; aos diflenotes
    tecidos, a activi jade e energa neces-
    sarias s suas funecoes diversas.
    Porisso. o Xarope Ferraginoao
    de J. P. Laroie, considi-raao peles
    mdicos da Faculdade de Paris, cotio
    o especifico mais acertado para as
    Doencas de langor, Chiorose. Ane-
    mia, Chlori-Anemia, Fiuxos bran-
    cos com dixostoes demoradas. Mo-
    lestias escorbuticaa e escrofulosas,
    Rachitismo, te
    Os propnetnrioa do rouito eonhecido estabelecimento denominado
    MSEUDE JIAS
    sito a ra do Cabug n. 4, commuuicam ao respeita-el PUBLICO que reeeberara urc
    grande sortimento de joias las mais modernas o des mais apurados gostos, comj tam-
    bem elogios de todas as qualiJades. Avisa;n tambem que contiuuam a receber por
    todos os vapons vindos da Europa, objeetos novos e vendem por muito menos c;iie em
    outra qualquer nnrte.
    MIGUli WOLFF & C.
    rr. 4 ra do cabugn. 4
    Oompra-se ouro e prata velha.
    ate masmo deposito aoha-se i renda os seguinUs Productor de /.-P. LAROZE :
    XAROPE LAROZE >&>%> TNICO, ANTI-NERVOSO
    Contrj ,i9 OastrlU, Oastralgias, Dyspopela, Dores o Ca!moras da Estomago.
    XAROPE DEPURATIVO""^^^"lODURETO DE POTASSIC
    Contra as AifeccSes escrofulosas, cancerosas, Tumores braucos, Acidez de Sangue,
    Accidentes syphUitioos secundarios e terciarlos.
    XAROPE SEDATIVO*I^Vor* BROflURETO DE POTASSIO
    ^mn\k Aiim
    , aniiwibUbUNlllu amarga.com UnUflUn L I U UC TU I MOOIU
    Costra Epilepsia. Bystarloo, Daas da 8. Ouy, Insomnia das Criancas durante a DanUca"
    Vo*rsiTo mm ro.s am i
    p*r3iro mm rmmm aa bo.*s amt*iiAm so mi

    ::- aaaWaaaaaaal

    Acabaro-se as Cas
    ( oiiununtva os ('bellas e .; anart
    a Cor natitriii
    v. ni *i' es? i, s?;n L
    '.'io. i3E Kt ra
    E. DA.Mi:: t. ; J. 7.10NE5 TTI,
    Per. ',7.1,'isT ; ,Tl ':
    t j..j ji .
    l'llllllliliil'llll JIlli
    Phosphai
    ^ APERITIVO KBB rAU F. 1 C :
    Os facultativos o reccitam muito as
    i nrniher^.; pej.-idPjs, r
    ' '";> porqae o u-.'-i
    i mai e i for^
    5 'Anis, aa, na Daaoot, 2a, p/ibib
    alvisaiii^ i^affi
    0 FtL.I.<0!. Ol FsLUUi.
    INSTANTNEA pan. ti.tfea. i ROSADA pa- d.r caiUo.
    S uib Ti"-a. sem prepara, t. j Vincos
    em laragem. una C6r primitiva
    jfosi(eral ib Paria: riLUOL, 47, ra Tir.-ne, FlUJ
    la Pirnaua..c: fhan m. da silva c*.
    ALBEETO HEKSGHEL &
    52-RU4 DO BAR40 1)4 VICT0R.4--52
    Obem acreditado estabelecimento plio rgraphico allemSo, acaba d 9 ai
    tar as suas galeras no gosto das mais sumptuos ., casan d'este geneio, como de
    Londres e Berln, onde orespeitavcl publico en ntrar os ruara ape rfeicoados tra
    pelo systmna mais moderno e mais apreciado.
    Para dar inaia impulso sua casa e ssim melhor satisfazer as mas d
    exigencias, acabarle cootractar o eximio pintor o Sr. erdinand Piereck, ehega
    1 entemente da C6rte do Imperio, onde adquiri grande nome, alm do bom credi
    j gozou em 1877 quando aqai esto/e du mesma casa.
    Rogase s Exmas. familias e mais pessoas o obsequio de honrar con
    visitas a este grandioso estabelecimento, o. le existe urna u.i.gnirioa exposicSo de
    prodceles artsticas e onde cncootr; rao Ihaneza no trato, perfeicSo nos traba
    modicidade nos preco.
    C. Barza,
    Geien'.e.
    G
    gmen-
    Pari.,
    balboa
    fficeis
    1o ra-
    o que
    suas
    anas
    hoa e














    QtMD
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    Diario de PcrnambucoSalibado 3 de Abril de 886
    \ni!i para cozinhar
    Na ra do Bem-fica
    sitio que ica em fren-
    te da entrada dos Re-
    medios, se precisa de
    ame -imlher forra 011
    de
    se
    a loja de louca da ra da Imperatriz n. 13 ; aquel
    le que quizerrm cempiar, airijaro-ae mesm,
    que ucharao eom quem tratar.
    escrava para
    cozinha.
    ama
    Ama
    Na praca do Coa le d'Eu n. 7, 2- an :i r, se pre
    ciea de nina boa oainheirt, | ara nn de peque.
    na :iini!i:i
    Ana
    PiPc8-se de 'ma petfcli* enscninvideira
    do Khichuollo n. 57, porto de ferro.
    Ama
    Vende-se
    Uro aereditado catabelecimcnto de molhados,
    com pencos fundos proprio para principiante, a
    tratar na ra de S. Francisco u 26.
    Precisa-se de urna ama que saina coalnhar
    comprar na ra do Viseoadede Goyanna
    e
    139.
    Ama
    Prccisa-se le una ctsraheira e outra engoai
    madeia; na ra do Bnro do Triumpho n. (>8.
    Ka roa de Payeand n. 20, precisa-se de una
    boa cosinheira e de urna cngommadeir, paga-se
    bem agradando.
    Ama
    l'jecisa-se di' nina ama para tratar do fcervico
    de casa do familia : tratar na ra do Barao da
    Vietcriii ii. 7, andar.
    En
    Precisa Be de nata,
    Goyanua n 307.
    ^onimadciri
    mi ru* d' isconde de
    Camisas naeionaes
    A ?S*O0. AOOO e 34500
    32= Loja a ra da Iinperatria = 32
    Vende-se ueste novo estabeleeimento um gran-
    de sortim''nto de caminas brancas, tanto de aber-
    turas e pjnhos de linho como de algodo, pelos
    baratos presos de 24500, 3 e 44. sendo tazenda
    omito meihor do qu" as que vcem do eetrangeiro e
    muite mais hem feitas, por serem cortada* por
    um bem artista, especialmente camiaeiro, tamben)
    se manda tnzrt pir encommendas, a vjntade dc>3
    'reguezes : na nova loja da ru* da Imperatris n
    i de Ferrcira da Silva.
    Ao 32
    Nova loja de fazendas
    :8 Itu* da Imperatriz =
    DE
    FERREIRA DA SILVA
    Note novo rstabelccimento encontrar o m
    ueitavel publie > um variado sortimento de fases-
    I as de loJ ,s as qualidades, que se vendem p -
    reces baratisaimos, assim cmno um bom sirti
    monto de re upas para homens, e tambera se man
    da fazer por eneoimncndas, p r ter um bom nee-
    tro alfaiate e c inplcto sortiinento de pannos finos
    caaeiniras e brins, ere
    Taverna
    Na ra do Mrquez do Herval u. 141 se dir
    quem veade urna taverna bem localisada c bem
    afriguezada, propria para um homem solteir > por
    contt-r um bom aoto. O motivo da venda se dir
    ao comprador.
    Cabriolo!
    u
    39
    3?
    Ao coinmereio
    Qnem procicar d>* nm c i ir m bast inte pra-
    ticii de m ilaadi .-. de conduela affianeavel, dirija-
    pe ao cee '2 de Novembrp n. 7:'. botel, que aeha
    t cjih qoeni tratar.
    nm
    = Vinde-se um terreno na cldaA d liom Jar
    dim, com 30 palmos do frente, 5(X) de fund e
    urna peqii na ei ta de taipa que pertencia ao fal-
    lecido Jorge Jop Alvos da Fonseaa ; vende ee
    para pagamento do debito do mesmo ; o terreno
    na ra r>a Lama : a tratar na ra do Pombal nu-
    mero 2.
    Vende-e*.' casa eom sota ra do Socego.
    esquina da ra d > Principe n. 32 ; tambem fe per-
    muta por outr-tj menores : a tratar na mesma
    casa
    -. arcilla io&lcza
    o
    besada pelo ultime vapor
    Vende se na ra da Cruz n. 22, botica trancis
    de Rouquayrol frerej SaeeMsena de A. Caors.
    En^enio Reeanto
    Vende se ou arrenda-se o engenho Recanto, ei-
    toado no termo de Serinhacm, moente corrente
    d agua, com boas trras, etc. f. tratar com Ma-
    noel Ferrcira Barth'lo, ra do Bom Jess n. 6.
    Bilhar
    Vende-se um bilhar cm perfeito estado : a tra-
    tar no armazem de movis ra do Iicperador
    numero 49.
    A VENCEDORi
    Loja de miiidezas. perfumarlas
    e qulnqullharlas
    DE
    Jos Hara de Lemos Diiarte
    8 ni t i\ inpi:itiTiuz *
    O proprictario deste berr- oontado estabe
    leciroento convida aos seus amigo- c fre-
    guezes o cm particular as Exm". fami-
    lias, .'ifira de eertificarem-se do bom gos-
    to com que acaba de colleccionar ama
    infioidade de artigos, que satisfarao
    rom c-rteza, a quem dignar-se dar Um a
    preferencia, e para prova do que drixa
    dito, menciona entre outros, os 6fguintes
    objectos que furam escolhiJos eom o fito
    de satisfazerem ao mais apralo gosto.
    Completo sortiment de perfumaras e
    artigos ele toQetej dos melhores fabrican-
    tes.
    Bordados eontremeioi de fustiio, trans-
    parentes e cambraia Victoria
    BicoB de i roche" fran-f-zes, de seda etc.,
    etc., etc.,
    Fcoa de aoaro c de velludo para crean-
    cas.
    Lnqu'.-s de seda, setineta c papel etc.,
    etc.
    Ruljas de velludo e r'cpalha.
    r^spartilho? e suspensorios 08 mais tinos.
    Grande sorlimento de plisad c talngara.
    Sleaa para sentaras, homens c ucninos.
    Estajos m ra ora het.
    Cintos para secihora3 (ultima moda).
    Baleias cobertas para vestidos.
    Sirtimento de l mosclada de todas as
    cores.
    Estojo para barba.
    Bcngdas para hornero e meninos.
    Sapa'inhos e toucas para baptisadoe.
    Lencos e luvas de seda de todas as
    corea.
    3ra* tea para apaboraa o para homens.
    Orandc Portimeato de carteiras para di-
    nheiro e para fumo.
    Punhus c c.jllarnho* de todos os moldes
    e qualidades pan senhora e para liomens.
    Benceos fiaos de todos os tamanhos.
    Escovas para roupa, chap", cabello,
    unbas e (lentes,
    Canotilho de diversas qualidades.
    Sortimento de grampo para chapeo.
    Espelhos de diversas quali-ladee e ta-
    manhos-
    BotSes de todos os tamanbo e quaJi
    dades.
    Fitas de todas as core e qualidades.
    Quadrcs de velludo para retrato.
    Grande exposi^o
    De brinquedos oe mais finos, linha-4 to-
    das as cores em novellos e era crritcis
    e outros muitos artigos de moda que se-
    ria e fadonho mencionar.
    c
    82-Rua da Imperatriz82
    IMHVtnilKO
    tojo
    12CKM
    12
    50t>
    6f.;-
    8(Xt
    3(X
    1*6C'
    lOO'.
    Hun la Iintierniriz
    Iaijo dt. Pereiru da Uva
    Ncste est^beecimiiito vende-se as wmpaa abi
    X') irunei'nadas, que sao baratisimag.
    PalHota i retos d.' gorgarao diagoiihej c
    acolchados, sendo fazeodas muitu en-
    corpd!<9, e brndofl
    Ditos dpcaremim preta, eeetdaV) muito,
    bem fi-itos e forradas
    Ditos da dita, faz-ii i.'. iiiuit-j uielhor
    Ditos de flanelia azul, s ud.> inglesa ver-
    dadeira, ir forrados
    Culpas de gorgorito preto, eolebaado,
    send) fiiZ'.-U'la inuitj euc^rpada
    Ditoa de eufemi.H de cores, sendo nniit i
    bem feitas
    D tas de flam lia ingiera verdadeira, e
    muito bem ti tas
    D^as de brim de Angola, de muleskim e
    de brim pardo a 2, 2^500 e
    droulas de gr<-{;nellas para !.omens,
    sendo mwto bem feitas a l*.- e
    Celli tinlwo de greguella muito bem feitos
    Assim como um bou) ortiuicuto de lencos d<
    linho e de algodio, meias cruas c collarinhos. ce
    Isto ni loja oa -na da Imperatriz n. Si
    Riscados largos
    a 2O m. o covado
    Xa loja da ra da Impe--..triz n. 32, vendem t>
    ris2adinhos prprios para roupas de meninos i
    vestidos, pelo barato pr. c de 200 rs. o covado
    en.lo quasi artura de ehita francesa, e ssi '
    como chitas bransas mindinhas, a 200 rs. o ov.
    do,<; ditas s curas a 240 rs., pecbincha : a,
    'oj*. io Pvruira da Silva.
    Fiinum'k. MetinefaM e ii/iniias a SO
    rs. o covado
    Na loja da ru da Imperatriz u. 32, vende-i
    um grande sortimento de fustoes brancos a 6Ci
    re. o covado, laziobas lavradas de furta-core
    franda bonita para vestidos a 500 r*. o covado
    e setiuetas lisas muito largas, tendo de todas ai
    con s, a 500 rs. covado. pechincba : na lo/a
    do Pereira da Silva.
    Merino pretoo a I S
    Vende-se merinos pretjs de duas lirguras par,
    vestidos c roapaa para meninos a 1^200 e 160'
    o covado, e superior setira preto para enfeites
    1500, a-sim como chitas pretas, tanto lisas com
    de lavoures brancos, de 240 a* 320 rs. ; na novi.
    laja do fereira da Silva ra da Imperatriz no
    mero 32.
    tiuoiao/iniio francei para lenre
    a 91HI r*.. t c ISSOO
    Na loja da raa da Imperatriz n. 32, vende-B'
    superiores algodozinhos fraue-zes com 8, 9 e K
    palcios de largura, proprios para len9es de un
    e panno pelo burato pre^o de W0 rs e 1000 i
    metro, e dito franjado pa a toalbas a 1280, at
    sim como superior bramante de quatro largurai
    para lrncocs, a 1 500 o metro, barato ; ni loi>
    df Pereira da Silva.
    Roupa para meninos
    l. IA500 e a*
    Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, b-
    vende um variado sortimento de vestuarios pro
    prios para meninos, sendo de palitosinbo e calo
    aba curta, feitos de brim pard>, a 40GO, ditw
    de moli-siiiiir. a 4500 e ditos de gorgorito protc
    E (ando easemira, a 6/, sao muito baratos ; m
    oja do Pereira d i Silva.
    !



    Caxias est vendendo
    de ceu valor.
    O -tH da ra Duque di
    fazendas por menos 25 '/
    Ver para acreditar
    Setins macaos de 1 400 por 800 rie o covado.
    Merinos .retos ,-. l, 14200,. 1*400, U6C0
    1*800 e 24 o covado.
    -etineta ,,reta a 500 8 600 ris O covadr-
    Dirs de cor 400 rs. o covado.
    Fustoes braneog e de eo es a 400 c 500 r
    covado.
    Sedas i l listras de eores do 24 por 14 o ci
    Vido.
    Merm de bolmhas a P00 rs o eovado.
    Mai pisas fi.i&g de corea a 240 rg. o covado.
    Renda abetta da China a 240 ris o covado.
    Linhos efi'osseze3 de todas as cores a 240 r
    Covudo.
    Chitas finas a 200, 240, 80, 320, 360 e 400
    ra. d eovado.
    M-utel'tag de seda de 164 por 74.
    Fiehus a 2J, 44 e 64.
    Bramante de ;res largaras a 900 ris a vara.
    Dit) de quatro largura? a 14200 a vara.
    Atoalbado de linho bordado a 24 a vara.
    Collarinhos e puntara para geohora, modernos, a
    24000.
    Brim pardo liso de 300, 4A0 e 500 rs. o covado
    T.i ilhas veteadas a 44 e 6J a duzia.
    Ditas, alcochoadua de 204 por 124 a duzia.
    O.bertas forradas a24800 urna.
    Lencos de bramante 14800.
    Camisas para senbora a 2450C urna.
    tees df I da bordados, modernos, 1?4.
    Diirai.co de algodao de on g, largura de quatro
    palmos a 500 rs. o covado.
    Camisas bordadas e de linho a 304000 a duzia.
    Madapolao casca de ovo e pelle de ovo a 64500.
    Eaxeraei para baptisado, novidade, 9J.
    Tinioeg para menino, boidados, 4$.
    Chapoi de sol de sede para senhora, de 164
    por 84000.
    Meias para homem e senhora, de 34, 44, 54 e
    64000.
    Redes bamburguezas. l()f.
    Colchas a 14800, 54, 64 e 74.
    Verbutinas d^ todas as cores a 14 o covado.
    Cortes de casineta a 14 e lJfcOO.
    Ditos de easemira a 3, 4. 5, 6 e 74-
    Lenco* aba'.ntaados eom barra a 14200.
    Camisas do u.ei i a 800, 14, 1&O0 e 24
    Casemira de cores de duas larguras a 24.
    Crtcg de easemira para vestido de senhora, de
    404 por 204- baratisiimo.
    Zefiros lisos- a 120 rs. o covado.
    Cambraia preta para forroa 1S200 a pe9a.
    Ve ule se por har&tissimo preco e em muito b-m
    estado um cabriolet de dous assentos, quatro ro
    das e arrcios para um cavallo ; a tratar naco-
    cheira do Cundido, ra da U ida.
    WHISKY
    O Y AL BLEND aiarca > iADO
    Este excellente Whisky Escossez preteriv.-
    ao cognac ou agurdente de eanna, pira fortifica
    o corpo.
    Vende-se a retallio non iu Ibceec : nraiens
    n^lhados.
    Pede ROYAL BLEND uiiirc VIADO cujo n
    me c. emblema sao registrados para todo o Brat;
    iKOWNS \- C. agestes
    Pinlio
    c riga
    Vende-so cm casa ae Matneus Anatiu C,
    ra do Commercio n. 18, 1 andar, da melbor
    qualidade e diversas dimeuEoes.
    0 0
    Uuiuuyuu i
    Em vista dos grandes procreaste da idea de que
    se gloriara as Daces eivilisadas, o commercio
    ave acompanliar esse pre^reaso, \i> que elle
    o msis poderoso clement i do engrandeeimento das
    nacoea ; en: .-ist do que annartcinm
    MART1NS (;.\PITAO & C.
    1 Run mtreita do Rosario 1
    Gtrande srtimento de geoeroa ali'lentieios, e>-
    colha dos ^oa"P, os ainuuciantes teem sempr-
    maior cuidado, pura bem servir os bcuf numerosos
    freguefea. Lembramoa, poia, o proverb i :
    Quem nao experimenta, nao sai e
    Venhjm vi-r, p .is :
    Queijos, flamengo i de Mliua.
    Piamhres inglezes.
    Cli K'othte frnucez Menir.
    Dito do Maranhio.
    Fructo8 aeccoa, como :
    PasSas, nini'iidiaH, figos, etc.
    Ditas naeionaes.
    Doce de todas as qualidades.
    Bolaeliinha inglesa.
    Semiafea novas de hortalizas.
    Especialidade cm
    Vnhoa finos do Porto, Madeira e Shery.
    Ditos da Figueira e de pasto.
    Cognac di> diversos autores.
    Vinhos tonicoa, como :
    Absintho.
    Vermoutb, etc.
    Licores de todas as qualidades.
    Champagne.
    Cervej-' de diversas marran
    B>m asim :
    Araruta fina em pacotes.
    Cha verde e preto.
    Dito perila.
    Especialissimo matte do Paran, em p<5.
    Aind : m\-u :
    Ovas de peixe.
    Sardinhas de Lisboa em Samioura
    Vendem Martina CapttXo & i'., ra cstreita d I
    Rosario n. 1.
    AOS ARKULTOKES |
    For.nieMa rapamtna (verdadeiro) para exfine-
    cao completa da formiga aaura. Vendem Martn
    Cap'.tao & C, na estrella du Rosario n I.
    Fazendas brancas
    SO' AO NUMERO
    4o -sia ia luperariz =
    Loja dos baral-eiros
    Albeiro &t C, ra lia Imperatriz n. 40,
    1
    dem um bonito sortimento de f> das estas fazendas
    abaizo mencionadas, sem competencia de precoa,
    A SABER:
    AlgodoPecae de algodaoziuho eom 20
    ardas, pe!oa baratos Rena de 34800,
    4|, 445'X), 44910, 5J, 64500 e 6j50
    Madiipjlo Pecas de saMapio cm 24
    jardas a 44500, 54. 64 at 124000
    Camisas de mcia com bsfraa, pelo barato
    prejo de 800
    Di:as bnincig e eruas, de 14 at 14800
    Creguella francesa, fazenda iriuito encor-
    paHa, propria para lene. es, toamas e
    cioulas, vara 400 ra. e 500
    Cerulaa da ner.mu, muito bem feitas,
    a 14200 e 14600
    Colletinhos ra mesma 800
    Bramant" francs de algodo. muito en-
    corpada com 10 palmes de largura,
    metro 14280
    Dito de linlip inglez, de 4 larguras; me-
    tro a 24500 a 2J80C
    Atoaihado adamascado para toalbas de
    nesa, com 9 palmos de largura, metro 1J8O0
    ( r. topea e chitas, claras e escuns, pa-
    ; dres delicados, d 240 rs. at 400
    Baptista, o que ha de mais delicado no
    mercado, rs. 200
    Ti; tas estas faaenda baratsaia-us, na e nhecida
    leja de Alheiro & C esqain do beeco
    dos .-'eirua
    Algods entestado pa-
    ra j'en^ocs
    A Oo ra. e IIOOO o uiei ro
    Vende-se na 1 ja dos barai a-V ata
    algodo p-tri l-'neoea de um s pana ei m '.< pal-
    mos de arguraa 900 r.-. i dil cora 10 palmos a
    1J000 o r-e'i Bsatm eona* dti trancado
    toalxias de :n sa, eom tpa'n- ra a 14200
    ii metr lato na lida de Alheiro C aqoina
    do bi erreiros.
    MERINOS PRETOS
    A 14200, 14400, 14600, 14800 e 24 o covado
    Albeiro C, ra da Imperatri:; n. 40, veo
    dem muito bons meiins pretoa pelo pre(0 aAaiw
    dito. E' pecldncha : na loja da eaqiuna do ee-
    co doa Ferreiroa.
    Kspat'tilhos
    Na loja da ra da Imperatriz a. 40 ^ejr i
    muito bous espartilhos para aenhorsj, pelo pseco
    d 54000, tasim como um sortimento fe roanas
    de casimiras, brins, etc., isto na loja da mirtina
    do beeco dos Ferreiros.
    CASEMIRAS INQLEZAS
    A 24800 e 34 o covad >
    Alheiro & C, ra da Imperatris n. 40. iii
    dem um elegante sortimento de canemiras laftf
    zas, de duae I..guras, com os psdrdia mais deli-
    cados para coEtume, e vendem pelo barato peses
    de 24800 e 3J o covado ; assim como ae encoaat-
    gam de mandar fazer costumes ce casemiA a
    30<, sendo de paletot sacco, e 354 de fraoue,
    grande pech ncha : na loja doa barateiros caoa
    Viata
    BRIM PARDO LONA
    A 320 rs. o covado
    Oa barateiros da Boa-Vista vendem niiin ipaiili
    porcao de brim jardo lona, poreatar com prrnei-
    pio de toqite de mofo, pelo barato pr. co de WO
    rs o covado, grande rechincha : na loja da CS-
    ouina do beeco dos Ferreiroa.
    Bordado* a lOO ra. a pera
    A ra da Imperutris n. 40, vend'.-se pe^aai de
    borda Jo, dous metros cada prca, pe > barato pre-
    co de 100 rs., ou em carto com 50 pecas, sorti-
    das, por5J, aprov-item a pecbincha ; na luja da
    esquina do beeco do3 Ferreiroa.
    Fustoes de setineta a 500 ra o
    covado
    Alheiro &*'. run da Imperatri ven-
    dem um bouito sortimento de fustles brancos pele
    baratinho preco de 400 e 500 rs. o eovado, aasim
    Betrnetas* lisas, tendo de tedas as corea a 600 re a
    eovado ; na leja da esquina do beeco dos '-' i
    reros.
    -.-.-:-

    .

    DAS

    CORRE \0 DA 0 DE ABRIL
    !
    O portador que possuir um vigsimo desta importan
    te lotera est habilitado a tirar 10:006j)000
    Os bilhetes acham-se a' venda na Casa Feliz,
    independencia ns. 37 e 39.
    Corre no dia6 de Abril de 1886, sem alta.
    praea (
    a
    TE

    DO
    EXTRACTO
    Dli a DE ABRIL
    Taverna
    Vende-se a taverna sita rna de Lomas Va
    lentims {antiga ra de Aguas-Verdes) n 17, com
    muito commodia, e o motivo da venda por
    doenc.
    INTRANSF RIVEL
    O po rtador que possuir dous vigsimos desta importante
    loleria est habilitado a tirar 2o:o 1 #ooo.
    Os bilhetes acham-se venda na Casa da Fortuna ra
    Primeiro de Marco n. 23, e mais cazas do costume.
    COME A 3 OE ABMI BE 1886, SEM EALTA.
    j ILEEIVEL \


    8

    Diado de Pcrnitnibuco- -Sabbad > 3 Abril de 1886

    HCCAO PUBLICA
    RMT08TA A PARECER DADO PELO ILLM-
    8K. Dtt. AyRE DEALBUQUER(L'E GAMA
    SOBltE O COMPENDIO DE PHYSICA PARA
    LEITURA, POK FRANCISCO DE PAULA
    BARROS
    ( C'onti,uac/io )
    j tiver pira esgrimir a arma dentada do
    sophisraa.
    O meu livro Je siples leitura; e o
    meuiao quo ler o qao est escripto pa-
    gina indicada por 3. S. d urna licite certa
    quanto forma e quanto a essncia ; no
    priineiro caso, a lingutgem nao oftende
    graiumfttica ; no segundo, est exporiraen-
    ululante privad) que, sujcitas a difieren
    de Albuquorque Gama me dsse licenca, e
    eu soubesse quo nao ofFendera a sua rec -
    nbecida modestia (chipi n. 3) eu dizia quo
    S. S. ura A4u I t
    Quando me propuz a eserever ura livro
    de leitura pira as escolas primarias, ten lo
    tomado para motivo desse livro Iguns
    phenomeuos naturaes, dos que se produ
    zora ao redor de nos a cada iastanto, sera
    tes graos de tempe atwa, (propisico que alteraeao da naturez* intima da mat-ria.
    Ve,

    - Segundo erro no entender de S. S.:
    a 2o Do -upHndo-se ora certas proprie-
    dades dos solidos, c depois de afirmar quo
    a turqu sa e urna p dra azid-escuro, diz o
    aujer na pagina 3i : qm oigan metues re-
    duln s a Jios mui delgados por meio da
    -Jiefr/i n laminas e:ttremanente finas por
    nw laminador, aeerescontanto logo era
    peguida. que o ouro do todos os metaes o
    amia njeavel. Terminando assim o po-
    riodo, podse coraprebender que os dous
    pheaoiuouos doscriptos purtencem ma-
    leabilidade, pois uo nao fallou era ducti-
    lidale, a qual pertence o primeiro, e cou-
    sa muidistaot*; tuto que os metis tnais
    uoalleaveis uem 8euip alo os mais du;-
    tets.
    Esta subtilesa Nada mais sublil que a
    primeira, posto ouvo'.va dua-< eivas ; a pri-
    meara e=t em ter oa dito q'.ie a turquesa
    v urna pedra azul etcuro ; e a segunda, por
    aifiVmai que : alguns >,t:taes reduzam-se a
    fios )mi delgados, por meio da fieira, ea
    Bkwiinat extrmn/mente finas, por meio do
    laminador, dando a Atondar que os dous
    pkemomenos pertenetm maUeahtmdade.
    Qaant > primeiw p v w d' tfmndo erro
    respondo: que nilo sou grado era podras
    ticas, e que, portante, nao julgo da ter-
    queza e sua cor pela que figuro ter no de-
    do, porquanto, nao tendo nenhuraa, a ve-
    jo incolor como o ar em pequeas cama-
    das.
    Alguna autores dao como cor di turque-
    sa o aztd doro, sratros, o azul escuro, e al-
    guna disoifl implesroento ser ella urna pe-
    dra azid, d'ondc pode-se concluir que
    variavel o azul da sua e6r ; e eu affir.no
    ao Sr. r. Ayres Gama que, na ausencia
    da luz, ella perfeitameute da er do car-
    vio, pola ruesma formula do annexim de
    que noite todos os gatos sao pardo*. Ora,
    -'. v.riavel, a primeara paite do meu
    grande f segundo erro n;um livro de leitu-^ mtbma
    ra oonsiste em ter eu tomado um aquelles
    aualiticrttiYos I
    E' cju^to rigor, nao eeahor doutor,
    n um poqo de sciencia matar um pobre au-
    tor ?
    I unto a seguodi p irta d > segando erro
    vejamos a que se reduz :
    TraUndo de diversas proprie la les dos
    corpoa solidos. disse.. fis. 31, aob o titulo
    - K/asticidade :
    A ti.r^a elstica d algaos eorpos so-
    lidos, d8nyolvi.i pela rlexao, tem militas
    c important's applioac53S em toda a espe-
    cia de molas, na fabricacSo das arinas, dos
    instrumentos de msica, de cirurgia, et.
    (Cortos metaes, como o ouro, a prata, o
    '-rro, o cobre, etc., sujeit.3 a differentes
    naos de temperatura, reduzem-se a fios
    mui d minas extreraaraect i finas, por meio dola-
    aador. De todos os metaos o ouro o
    mais maleavel
    Diz ag.-.ra a palavra aocust-lora do Sr.:
    Dr. promotor do parecer.
    Terminando assim o periodo, pode se
    S. 8. omittiu ua sua infiel trunscripcao)
    certos metaes presentara os indicados phe
    nomenos de reduzirera-se a fios mui delga
    dos e a laminas extremamente finas.
    Contesta isto rt. S.?
    plien-i o 'i >s que sad do absoluta necessi-
    (1. lo que a crfinea, o betem do araanht;
    tetilla A 11 js uoia nojao mais ou menos
    lleta, .". i p issou pe i ...ente es-
    crever uin tratado scientifico pira s-r e i-
    E pergunto ainda : e o ouro no 6 de to-ften lido pir menio >s ; ne u eu t'uli for-
    dos os metaes o mais malle;.vel? par.i aso, e, quado assim fosa s ii
    - E', respondem todos os compendios um absurdo urna tal ooncepoao 1
    que tratara d'esta propriedade particular dos O racu fira foi, caten-Jendo quo a escola
    mi-taes. I deva refl ctir o progresso de s-u tenpi.
    esBr.iver um livro que fosse preparando o
    urano para entrar na coinrnunhao lumi-
    Pois s por quo eu nao baptisei o pli >-
    nomeno la fien-a, de dctil, dou aentenler
    que ura ooutro pertencem maleabilidades nosa das sci-n ias physicis e naturucs co u
    Nao, senhor, neui maleabilidade, nem j in quoeirat-j r.dativo sua id ide e a sua
    tenacidad*, qu insistencia rotina pela' appli acao ; des nvolvendo por modo fva-
    tra.-cSo. tico a letra inteliectual do hornera do fu-
    T:n lo eu in licadi o metaes : ouro, pra- turo, senao dando lho o primeiro annel da
    cadeia maravilhosa dos pheno.nnnos quo
    tra armado o hornera moderno de um
    ta, forro, cobre, ete/T, e saben lo que os
    metaos raais raaleaveis era sempro sao os .
    que tra raais ductilidade, referi-me a elles, poder tilo assombroso, que nao admira
    particularmente quanto ao segundo pheco-.tenhi sahid > de sua intelligencia o oa-
    raeno, dizando do modo g'ral : vallo de ferro o de fogo 'na3 rpido o mais
    * De tolos os metaes o ouro o v.ais forte, c tambera ma3 domare!, do que o
    maleavel.* cavallo da n itureza.
    E' urna nocSo verdad ira, quo o menino Escrovi um livro pira qu*. o menino
    pode aprende:- sem a ductdidade do sophis lendo o; pudesso raa;s .ir le, j familiarisa-
    ma passado pela fieira da lgica, que nao lo eom um -'.erto tora da linguagem dos
    d s (acaldados inteUectuaes da criai corap^nlios do physica, raelhor compr^hen-
    a o poder dienten 1er d^ modo difF-rento dlos ; mas qu; si a sua instruecSo se
    portanto, o publico Ilustrado do .vagan do ralo quandi fulmina algum~ ob
    jecto terrestre (!!!)
    Sinti Barbara o S. Jeror.y no, que se
    os r.iio? ful J2ina35cm al a da ataiosphcra,
    (quo faz parte da torra) seriam mesrao a
    pura colera de Deui I
    Quando o raio fulmina algum objecto
    terrestre tera aquello cheiro, e quando ful-
    mina .i^iiiaa cousad) co ou do inferno,
    que chairo t -ra ?
    do qua'tho dita a su i liga .
    E^t, pois, encerrada neste pomo a de-
    hoiivesse de limitar da escola primaria,
    tivosse elle de levar para a su.' tenia de
    fesa, por ter rica lo a suhtilesa do illustro traLalbo ideas gentes dos phonomenos na-
    aecusador reduzida a menos zeri.
    3o Sui'posto erro, diz S. S.:
    3o Expondo em um estirado artigo a
    composiylo do ar atmospherico, declara o
    mesmo autor, na pagina 53 : qna o guz car
    bonico um composto de oxigeno e carvao. o
    E comee* S. S. a provar a inexactiiao
    reprehender que os dous pi.enomenos des-
    critos pertencera maleabilidade, pois que
    nao fallou em dueUU'Uide, qual pertence
    u pri neiro e cousa mui distincta; tanto
    que os meteos raaleaveis nem sempre sao os
    mais ducteis.
    Foi S. S. m-iun foam se encarregou
    -le indicar a injustiga da acuasasao, o t<
    da subtileta, nestas palavras :
    i Terminando asain o artigo, pdese
    comprJt tder qm os dous pbenomenos d
    criptos oertcncera maleabilidade.
    Sim, senhor, pode entender sun quem
    LHE
    ANGELA
    POR
    SA78B:: ^j;isri2
    ( f. o n 11 ido l 71) .
    YL
    Em ponen palabras o substituto pOi-o
    ao csrrento d; tuto e a:crciceotou :
    Como v, o negocio apresenta-se mui
    to obscuro. Traga comsigo dous hoinens
    scolhidos, entre os mais intelligentes da
    uompanbia.
    Vou prevenir Caseneuvc, donomin*-
    do Vagaium', e Roberto Flogny, conheci-
    do pela aleanba d Pkospkoro. Trabalhara,
    era geral, juntos e um completa o outro.
    . O.ide estSo eil.-s ?
    Ha dous pasaos riaqui, .. no deposi-
    to da prefeitur-, paf on;j os destaquei,
    atira d: examinarem a 0.19a encontrada es-
    ta manh as estacSiS e reconhe-er os re-
    incidentcs e os libertes era contravengilo do
    regulanento. .
    Entilo ande clepressa o venlia ter
    eomnoseo estaco do\ caminbo do ferro
    le Lyon.
    Ah (llegaremos ao raesmo torneo que
    o'eenhor.
    Vil
    O chefe da scgurarica deu una ordera.
    Ao cabo da tres ou quatrj minutos Va-
    galurae o Phosphoio eitraram no gabi-
    nete.
    Vagalumc era um hornera de quarenta a
    quarenta e dous annos, mas j de cabello
    grisalho.
    Usava cabello cortado rente, como os de
    resjruta, a quara o cabelleirjiro do regimea-
    to acabasse do tosquiar.
    A cara redonda e um tanto vermelha,
    cuidadosamente barbeada, apresentava urna
    ezpressSj de bonhomia banal. Um eterno
    sorriso estava-lhe sempre nos labios.
    S os olhos, de verde desmaiado e de [
    turaes que, o rodeism ; e cora >, raais ou
    menos, de 100 meninos que so matrieulam
    as es ralas primarias, 10 ap?nas chegara
    a encaminhar-so pava essa ordera de cstu-
    dos, sngue-se que 90 desses que pertence-
    rara classe laboriosa das industrias, se
    tivessem li lo o meu liuro, nilo iriara como
    lo enun alo pelo autor. 1 os operarios de hontem, entrar as cegs na
    Sim, senhor, dou a mao palmatoria; Juta pela vida .
    nito digo as raaos, porque sou dou a es-. Portando, eserevi um simples opsculo,
    querda o.m quanto vou explicndome com.no qual evt >i sempre, amenisanlo o quan-
    a direita, a qual tambera, logo rmala de to possivel, o emprego de termos scientiti-
    palnatoiia badetirare desfrra da canhota. eos, tendo raais cuidado em attender s
    A' parteo acdame cora que chama S. leis da graumatica do qu" rigorosamente
    artigo a u as lindas syu s da scioncia, por que estas s podara ser
    t'ieti.ias sobre a quasi infinita historia do respeitadas e entendidas no silencio co-
    ar, flai lo gasoso por meio do q'ial se ex quentt das bibliotkcas e nos amphilhea-
    cc.o. o maravillio ph m imono da vi la; o ar, (ros das academias, como disse eu na
    di qual nao podemos prescendir um ins- introduccao do meu vro de Pki/sici para
    tante, sob pena il;, faltad; hematose, nos Leitura.
    envolvernos nos myaterios da rnoTte, berco Assim que, cmpregialo, como Mdame
    de novas vidas na transforraa^ao di mato- i per^r> a flj. 51 de sua Physica e Cosmo-
    tena; graphia ao alcance dos meninos, a phras:
    A' parte a censura por ter eu escripto car30 0m vez de carbono, tormo este an
    cinco pajinas em ura livro destinado a li- tes QMdo pi)r mim, mas niio explicado, o
    r^s de historia, quando todo elle poda gz figuradamente, por simplificacao de-lin-
    ter sido escripto sobre esse extraordinario
    e intereesantMsimo corp), que ora hora de
    intens calor nos afFog na indolente agita-
    cao de un lequa, ou, fazeudo se tempesta-
    do, nos sepulta na3 ruinas quo pode fuser ie
    nossas casas, devoran io,tanti em trra como
    no mar, milhares d: vi las na garganta
    elctrica dos cy dones;
    guag'iiii ; pois da braza do carvao se des-
    prcnle o gaz que, en combinaco com o
    oxygeno da atmosphe'ra frraa o gaz car-
    bonico ; expressilo aquella que, par o ca-
    so, se approxiina tanto mais da verdade
    s dentifica, quanto so sabe que o carbono
    encontrado em plena lioerdade na naturo-
    za, no estado de diamante, carvao de pe-
    DeSxando, eralira. era toda liberdade o'dra, graphito, etc. E tanto esta explica
    seu dcsagalo, achando demasiado cinco c2oforzosamente dove ser aceita quinto
    no periodo anterior ao da phrase da accu
    s icfio, raesraa pagina 53, linhas 9 e 10,
    pagina para to curiosa materia, sendo
    urna ded as intercalada cora urna interos-
    sante gravura sobre o pienomeno da res-
    pirago, e produecJo do gaz carbonieo
    pola combusta o do sangue ; cinco paginas
    sobre tita interes-anta materia, a a historia
    do ar b que tara levado a physieos nota-
    taveis como A. Lvy a escrever livros ex-
    clu-ivamente sobro tal assumpto ; e illus
    tres autores, como Zircher, o tm feito
    sobre os ph nomenos que se dao no seio
    tratando eu do gaz carbnico, e bera assim
    da ac;a i das plantas ao respiral-o de uia,
    digo : u que ellas t n a propriedado de
    decompol-o (o gaz carbnico) para absorver
    o carbono quo elle contera e restituir at-
    mosphera o seu oxygeno ; si, pois, sra
    eu inesmo que indico a sua deooraposicao
    em carbono e oxygeno nao se mo pode ae-
    eoesr, de boa fe, da que eu nilo conhec;
    da atmesphera, ou ainda sobre cada um a combinajilo destes dous elementos para
    delles, p sso a tratar do erro do carvao, a formaeilo do gaz carbnico, pois est por
    pdavra esta que S. S. escreveu en letra mim claramente escripto ; mas S. S. fin-
    raaiscol-. para indicar a altura e a largura,gio nilo ver a ver lade e dea ura bote n'u-
    do desBursste. ma figura de rhotori;a, tingindo de carvao
    En verdade, si o Illra. Sr. Dr. Ayrcs.; a sua perspicacia.
    Poma m buco que os taes erros de que se
    armou S. S. para garrotear um traballio
    geralmpnte aceito cora sympathias, at por
    aquelles que po liara ser mestres do physi-
    ca do Sr. Dr. Ayres Gama, pois o sim
    compendio ignorado no Brasil, exeepcilo
    dos aeus alumnos mestres d a me lid 1
    exacta da sua forca nessa materu: os taes
    erros, digo, nilo pissam d : f ttuli lades, e
    palavras sophis n idas no escuro da intclli
    g-nia e da in yantad i graciosa de S. S.
    T-n.lo, pois. imposto sileacio a acausa
    ^8 1 d i t-rceira eioa, passo a tratar do 4o
    pretendido' ei ro.
    Diz S. S. :
    <( -i;' N 1 raes ni piglaa 53, no perio-
    do seguinte ao da detinigilo quo acaba de
    ser analysada diz o citado compendio: na
    atmosphera txistem ainda diversos gazes e
    entre elle um cujo principio oxud inte
    muito mais enrgico quo ory/eneo, e a que
    M d o nmede OZ.vsTA o "que- um erro
    porqao o ozona na la ra tis !o qu i o pr>-
    prio oxygeneo que reeebeu da tdajtrioila-
    1- ama actividad chimioa. quo antes n2o
    possuia.
    Nota se p-'la simples leitura dossa eioa
    que o balo do raciocinio do S. S. rea1 ir,
    per leu muito gaz e marchen.
    Ea disse. e onfir.no na presenga de to-
    dos os autores do boa nota sobra physi ia :
    que na atmosphera existe um giz cujo prin-
    cipio oxydante muit > mais enrgico que o
    oxygeno e a que se d o nome de ozona
    Querendo contestar est 1 proposicHo e
    at aeh r quo o autor, na pagina inme-
    diata, tornou-se contraditorio comsigo mes-
    mo, assim se exprimo S. S., depois de.
    um periodo de enxerto :
    1 Sendo essa proprist lade do oxygeneo
    toda accidental, ou antes, cosa 1 e depen-
    dente dts descargas ele 'tricas, nao se po li
    dizer que no ar existe sempro ozona como
    afuma o autir no trecho cima transcrip-
    to. Curapre notar aqu a contradiego do
    mancionido compendio que, na pagina im-
    mediata, o proario que desmente a si
    mesmo quando diz quo o ozona o oxy-
    geneo electrisado 1
    Sr. Dr. Ayres Gama, quando eu disse
    que na atmosphera ha ura gaz cujo prin-
    cipio oxylante muito mais enrgico que
    o oxygeneo, nilo quiz affi'.m ir e mra af-
    firmei seuilo quo esse giz o proprio oxy-
    geneo. mis em estado electrizado; o estado
    quo lhe nula o nome de oxygeno para o
    do ozona, assim como a agua soli linendo-
    se muda o seu nome pira o de gelo ; p lis
    ha contradieeXo em dizer que o gelo a
    raes.ua agua, mas em estado solido ?
    S ura raciocinio quo fue dono n'uraa ca-
    b ca opa a, qu1 se nao d-sixa atravesase
    pdo raio luminoso da i le 1, pode decidir-se
    pila afionativa.
    Mas a contradiegao ou mentira, na phra-
    se polda de S.S. origina s; na sua igno-
    rancia, provala por S, S., mesmo quando
    affir.aa no periodo a.raa que : sendo essa
    propriedado do oxygeno toda accidental
    ou antes cisualtf !) e dpendente das d s-
    cargaa elctricas, NAO SE PODE dizer que
    no ar existe sempre ozona, orno affirna
    o autor. i>
    Isto um pe laeinho de ouro, porera
    raais, muito mais mallcavel quo ello; mas
    antes do passal-o pola fieira da analyse,
    vou citar o periodo anterior em que S. S.
    falla aos peixinhos assim :
    O nome de ozona foi applicado pela
    pri ncira vez por Schocnbn ao proprio
    oxygeueo que rccolheu no polo positivo de
    urna pilpa elctrica com electrodos de pla-
    tina ou ouro, e caracterioado por um
    cheiro do enxofre e phosphoro igual ao
    quo deixa sempro a passngem do raio,
    quando fulinin* algum objecto terrestre.
    A este trecho responlo respeitosaraento
    a S. S. cscrevendo por baixo:
    Vide Bibliotheca do Povo (200 ris) Chi-
    mica Inorgnica, pag 22e23, salvo a va
    rante de S. S. quando diz que o ozona
    < carac'.erisado por um cheiro deenxrfre e
    pliosphoro igual ao que deixi sempre a pas
    ^.Uog bellos olhos negros impeecaveis ;
    nao cruzara nos meus impuneraeate...
    sinto nesse momento doidamente *
    no paito uns sentiraeotos indomaveis.
    Captivo de seus dotes adoraveis
    Lylia, -suspiro eu -se eternamente
    rae tora dado marte !... e de repinte
    pensando nos martyrios insondaveis.
    extraordinario brilho, desdiziam desto con- Abrio-se a porta do wv.go, do lado era
    juncto burgu-'z e bonach^o. A alcunha que se aehava o carpo.
    proviuhr.-lhe das pupilas luzentes. Vagalume c Phosphoro, alcancando
    A estatura, muito aeima da mediana, nao contra-vis, abriram a outra porta e sabiram
    media menos de ura metro e oitenta cen- para o interior dowagao, era que se nstal
    -tiraetroo. Possuia urna forja herclea. Ilaram cada um no seu canto, como viajan
    O Phosphoro fazia um vivo contraste
    com o s ;u collega, ao qual elle ebegava
    apenas pela altura do hombro.
    Era 1 n homerazinho magro, do idade
    indefinida, pareeendo inuito msis velho,
    comqua'ito nao tivesse tamben mais de
    quareuti. annoi. Os cabellos brancos co-
    roavam lio o rosto, em forma de lamina de
    faca. Esguio, deslavado, pareeendo nao
    ler sopro do. vida, portava-se beai comtudo
    e mostrava-se eiu todas as occasiSes esper-
    to, vivo e infatigavel.
    Casenenve izia muita vezes :
    - Ette diaba de Flogny capaz de
    passar pelo buraco do urna techadora !. ...
    Algunas vezes, rindo e faS0D.de pr.ica
    da sua lore o hrcules da prefeitura as-
    sentava o seu frauzino collega na palma
    da mS6 i levava-o assim com o braQo es-
    tmiido, exclamando com un riso estrepi-
    toso :
    Era capaz de ir assim desta raaneira
    desic a M .gdaleaa at Bastilha.
    QuanCo Caseneuve qu<*ra acenler o
    cigarro no quo fumava Fiogny, nanea d -\-
    xar do sg irrar o bomensinho pelo c t -
    vello:, e de o levantar at altura do seu
    rosto. 12' dahi que lhe provinha a alca-
    nba de l'iiosphorj.
    Estes eontrastes entre a natureza do* dous
    agentes, paiecendo que dcvia afastir ura
    do out:o, tomiava-os, pelo contrario, iosepa-
    raveis.
    O diere de seguraoja f los subir cora elle
    para a carraagem que mandara buscar, e
    que os con luzio rpidamente estacao do
    eamiuho de trro de Lyon, onde o substituto
    o juiz i'..rajador da culpa e o commissario
    especial Je polica dos caminhos de ferro
    a<:abavuia de chegar e se enretiahara com
    o inspector-chefe da est.icilo, o medico de
    servigo e o commissario Je vigilancia, aos
    qua 'S s 1 tiuham juntado os ongenheiros
    fiscaes, oevenidos por telegrammas, como
    o exig ra os regulamentoi.
    Saibores, disse o chcfo da estajao,
    vou os ccnduzir ao -vagSo onde se s.dia o
    ca laver.
    E dirig j-se par'a o desvio, onde, como
    disaeraos, tinbam tilo o cuidado de fazer
    collocar v wagSo.
    Os doi.s guardas da p?z nao delxivo
    approxiir M ninguam.
    tes que vo partir.
    O chefe de segurauja trepou com oles
    pelo estribo e assentou-se perto do cada-
    ver.
    Ainda nao fizeram outra verificacao
    senao a da morte ? perguntou o commissa-
    rio especial.
    Nenhuma mais.
    Nao apalparam o morto ?
    NSo, senhor.
    Vamo3 entilo tratar de ver se adia-
    mos na roupa algum indicie que nos ponba
    sobre os traeos da sua identidude.
    O substituto interveio.
    Julgo, disse elle,'que antes de mudar
    a posico do corpo, devenos procurar des-
    cobrir a maneira por que foi feria > este in-
    feliz.
    Vagamente deixou o canto em que se
    tinha estabelecido.
    O Sr. substitute-permitte-me que pro-
    cure a ferida ? perguntou elle.
    Procure.
    O agente de seguranca, cujas pupillas
    verdes briihavam na penumbra do com-
    partimento, adiantou-se.
    Levantou o chale manta escossez o des-
    enrolou com todo o cuidado o cobrejilo
    de viagem que envolva o corpo, o en-
    guanto fazia este trabalho disse:
    Rogo ao Sr. substituto e ao Sr. juiz
    tormador da culpa a bondade de reparar
    na msneira por que estas mantas estilo
    collocadaa. O passageiro nao podia por si
    proprio dispol-as assim. Foram sem duvi-
    da arranjadas pelo assassino, depois do eri-
    al e, para oceultar o corpo pelo maior tera
    po nossivel.
    E' evidente, redarguio o juiz forma
    dor da culpa, que tomava apontamentos.
    Vagalume tinha acabado de desenrolar o
    cobrejao que elle lancou todo eosanguenta
    do para a plata-frma.
    Nos o examinaremos logo, murmurou
    elle.
    Descoberto o cadver por esta forma,
    p lo ver se a roupa, completamente im-
    pregnada di sangue.
    O policial fez urna exclamacao venio o
    cabo da navalha emergindo do peito ultra-
    pasa ido.
    Diabo I temos qua fazor com um as-
    sassino que ura catita, um espertalb&o (
    Mas Jil no mesmo fdheto ie S. 8. couti'iuasse a ler encontrara urna
    propnaicXo qu u a uro para o s:u des
    mentido <\ puras le S. S.) esta pado
    naquelle podaciaho de ouri em que o Sr.
    Dr. prole-so.- de physica escr veu : que
    no se pode dizer que existe sempre oz >na
    na atmosphciM, por ser essa propriedade
    do oxyg'no (? !) casual e dependente das
    descarg is "l-etri-as ; porquanto, digo eu,
    ahi su l a fl;. 23, linha 4* tratando-so do
    ozona: Existe na atmosphera e augmen-
    11 quanti lade qum_!o a carg elctrica
    do ar a uera angraent
    S ta so o roceio de S. S. ao formular a
    eontestacSo, pw esta sua phrase frouxa e
    - escripia n'an portuguez pouco inveja-
    vel: nao se pode dizer que 110 ar nSd
    existe sempre oz ma na atmosphera ;
    mas n'u.n periodo de raius, o quarto pee;
    cado mortal assoeiou so ao sexto, e amb >-
    vencendo o receio vierara rua desgres
    nh idos e vesges ouvir dizer a tolos os aa
    .ores de tratados d physica que ha sem
    pre electricidade na atmosphera o, portan-
    to, sempre ozona.
    Otando Graot, quo o compendio adop
    tado i... Eswla Polytechnita, outr'ora Cen
    tral, onde esta le phyja o tiv-? por ra"s-
    tre, pan miubi honra, o eminente prot'-s
    sor, Sr. oonselbeiro Pitanga diz aquello
    grande autor:
    o BLBCTRICrr HABrrBLLB DBL'AT]C08-
    puitE. Aa noven des dien appireils qui
    vement d trederits, on a constat que ce
    n'est pis seulement pend in les temps d'ora-
    ge que l'am sphre postde de l'letricit,
    mais qa'elle contient TOU.10URS de l'lectri
    cit libre, tanto! xisitiva, tantdt ngative.
    E so eu chamar arada ora meu auxilio
    Linglebert, autor de um muito acreditado
    compendio de physica, adoptado era Pars e
    entro nos, elte vira diser-ma ou iizer a
    S. S. c l'rimeira Secqao do Conselho
    de Peruambuco, que:
    L'ofr atmospheriqne flsesme lorsqu'il
    est pxrfaitement pn>- et sans nwiqes, est TOLT-
    JRS plus on moins cbarg d'electricitt.
    As escargas elctricas que S S. faz
    snppor que s so dao vista de relmpa-
    gos is r lio?, noce) tempestuoso, apenas
    podem augmentar a quanti lado da electri-
    dado que existe constantemente na atraoa-
    phera, em cu cereo, inesmo sem nurens,
    en estalo de electricidade positiva, porque
    negatica a que se escapa do solo ; sendo
    que as nuvens Bati sempro electrisadas,
    urnas positivamente e negativamente outras.
    Urna descahida, pois, destas, por parte
    do Physico-R dator, quo notavel, tanto
    mais quanto essa descahida integrante
    do parecer que priva a rooeidade escolar
    da Pcrnambuco de ura livro bera recebido
    por toda a parte, c denuncia que se at o
    Mestre erra, o menino, para quera o li-
    vrinho escripto, nao devo e nao pode ter
    subtilesas, era ir slra da sua ligao, s5b
    pena de sujeit .r-se a bolos.
    Eis o valor do 4" supposto erro : urna
    acusacelo que so transformou em folha de
    louro para o aecusado.
    (Contina)
    que a vida me Jegou. puanto padeco !
    deixo rolar no abysrao esta ventura,
    este sonho do amor que eu nao esqueco.
    E tu, anjo do amor, alma pura ? !
    esquecer-to nilo posso 1 eu bera conh i'oo,
    porem aiaar te eu sei quo urna loueura i
    J. DKRTB FlLHO.
    aasa
    i ancas
    Que ancos, sebora, qui ancas irameusas
    Silo essas qu'a mola vos manda traze. !
    Pareucm montanhas, erguidas, suspensas...
    Paree:m espheras girando a tremer !
    Djpoia... mis enteite.s de cores diversas...
    Uns lae > enormes pendentes, calando...
    Md tt is pequeas pregadas, dispersas,
    Trazeis n'esssas ancas gentis rebolindo !
    K alera disso tudo... Qu'inv rato famoso !
    Que gril descoberta I... quo cousa to prima!
    Por baixo. .. um volurae... redondo, garboso
    E a... ferradura d'um burro por ci na !
    mente ou por esquecimente ? Era todo o
    caso, a mao nilo lhe trema, o o golpe foi
    vigorosamente dado I Vejara, senhores.
    Vejara,
    Os magistrados verifica raen o facto.
    VARIEDADES
    Lydia
    A ANTONIO PERE1RA DE AZEVEDO
    Nilo vejas... se a vires
    (eu sei porque digo)
    tu morres de a:n"r. >
    Mui breve veremos as taes creaturas,
    As bellas faeeiras, as moe-.s de truz,
    Trazando as ancas, as noutes escuras,
    Um foco bril'iante d'electriea luz 1
    Que grandes progressos entao nos teremos
    as artes... em tudo... e at nos saldes!
    De novo columna* d'annuncio3 veremos,
    Postadas esquiaa chamando attencoss !
    A^sim, por exemplo, qualqu- r bo'icario
    Q.i s suas tisanas lhe falte sabida,
    Que faz, compulsando 3enil formulario.
    Ungentos que curara... 'spiohla cahda,
    Bera poie, querendo, fazer-se notorio....
    Faz -r um annuncio pomposo, excitante...
    Depois ir pregal-o n'algura promontorio
    Das ancas luzilas d'alguraa elegante!
    Cralos, caxeros, vadio.. pedante
    Qu' a falta d'emprego na ra vagueia
    Ter sempre, sempre... leitura constante,
    as ancas nedonhas d'alguraa sereia !
    E at a polica.... Que boa leinbranca 1
    Nos pode d -r conta dos fetos do da
    Mandando que a parte se grude na panga
    Bojuda das ancas d'alguraa tilia.
    E eu, que rabisco mus versos truncados,
    Que fsjo sonetos, poemas sem fira...
    lambem velos hei, mcus versos, grudados
    as ancos fulgeutes d'algum cherubim.
    Gentis figurinos das modas raais francas....
    Estrellas brilhantes do co dos saloes...
    Mandai ao poeta dos versos s ancas
    Um mimo d'empadas... e alguns camaroes !
    Recife, 26 de Marco de 1886.
    Est ahi o medien de seruco ? per-
    guntou o substituto.
    il-o aqui, respondeu o inspector,
    apresentando o medico da compaihia, que
    nos viraos verificar a morte.
    O Sr. Rodyl corapriraentou o c conti-
    nuou :
    - Quoira examinar a raaneira por que
    foi dado o golpe e retirar a faca da ferida.
    O medieo subi ao compartimento e fez
    o que lhe pediara que fizesse.
    E' ura golpo direito, disse elle em
    seguida, o assassino ferio, cortamente, quan-
    do a sua vctima dorma. .. Escollicu o lu-
    gar e apoiou-se com tolas as torcas na a-
    vallia, e cora terrivel sangue fri.
    D'onde devenios lgicamente concluir
    que o assassino esta va, b avia muito terapo,
    no compartimento, observou o juiz forraa-
    dor da culpa, e que esperava, para ferr,
    quo o desgrajado tiveaso adormecido.
    - E' evidente, repliceu o medico.
    - A' que hora supp3> quo o crime fos-
    ao coraraettido ?
    - Pela autopsia o poderemos saber, sem
    duvila.
    A raorte ter sido instantnea ?
    Fulminante !. A navalha atraves-
    sou-Ihe o corado. A victima n5o podo dar
    um grite! Pssou sera transic.no do soinno
    morte.
    O medira segurava na arma que aeaba-
    va de arrancar da profunda ferida do
    morto
    Sr. doutor, dava-rae licenca quo eu
    cxamna8se essa navalha t perguntou Va-
    galumo.
    Aqui est.
    O agente agarrou no instru nonto assas-
    sino, voltou-o por todos os lados e excla-
    mou :
    Urna navalha nova, comprada sem
    duvida expressamente para coraraetter o
    assassiaato. Ou eu' rae engao, ou istopo
    der-nos-ha conduzir a qualquer cousa. Ve-
    remos isto depois.
    E passou a navalha ensmguentada ao
    obele do seguranca, que estn leu a mSo
    para lhe agarrar.
    Nada rape le agora, que pogsamos ic
    vstar a roupa do cadver, disso o substi-
    tuto.
    Vagalume curvou se logo sob o corpo e
    com maravilhosa habilidade profesional cx-
    plorou os bobos do sobretudo e em segui-
    A' medida que avancava as suas pes-
    quizas, ia-se-lbe pintando urna inmensa de-
    cepc2o no rosto.
    Quando acabou, nao se pode imaginar
    cousa mais digna de d do qu9 a physiono-
    mia delle.
    - Nada Nao te.m nada, disse elle. Ab-
    solutamente nada Nem carteira, nem pa-
    pis,
    nem chaves.
    Doixou a arma na ferida Foi voluntaria- da os do paleto, os das caigas.
    Parece-me que lhe esquecera as algi-
    beiras do collete, disse o juiz formador da
    culpa.
    - Tera razao. ..
    E o agmte procedeu a nova busca par-
    cial.
    Ah !. ara pouco de dinheiro... disse
    elle, tirando alguns hacen e tocos miudos
    de urna das algibeiras, o'tenta e sete fran-
    cos e dez contimos. Nada mais.
    O chefe da seguranc. recebea esta soui-
    ma das milos do Caseneuve e perguntou :
    Mas o blhete do carainho ae f-rro,
    que nos podia indicar onde este passageiro
    entrou para o trera l
    Nao avlio mais nada, sonhor. .* E se
    me permitte quo exprima humildemente a
    iniDn 1 opiniao, direi que isso nao me ad
    mira... O roubo devia ter sido a causa do
    crirae, e o ladraa tulo fz dcsappareeer...
    Sou capaz de apostar a cabeca que ellean
    dava cora vista no passageiro havia muito
    tempo.
    O substituto perguntou : v
    O empngado que conduzia o trera
    est ahi ?
    Aqui est, disse o inspector, fazendo
    signal a Migloire para se approxiraar.
    O substituto, dirigiodo se a elle, pr.ose-
    guo :
    Sabe onc.3 entrra este passageiro ?
    Nao, senhor
    O senhor affirraou, entretanto, ao
    commissario especial que "m Laroche ha
    va dous horaens no compartimento.. *.
    Era Loroche> perfeitamente... Sim,
    senhor. Um delles (nao posso dizer qu ii)
    estava cm p quando abri a porta para fa-
    zer sub'r a moja conduzida por uraa senho-
    ra e p do chefe da estacao.
    Essa menina, que encontraran no lei-
    te da estrada, prto de Saint Julin du
    Sault t
    Sim, Sr. substituto.
    E em Pariz, chegada, quando se
    apresntou para fazer descer a moca, o
    compartimento nao cncerrava seno o oa
    daver'!
    S;j Sr. substituto.
    Pudera exdamou Vagalume, est
    claro.
    Levino de Carvaluo
    - Entao o que que lhe parece claro ?
    disse o magistrado.
    O S substituto permita que lhe ex-
    prima o meu pensamiento ?
    i. e certo E, se for necessario, exi-
    jo o.
    Pois bera, na minha opiniao (e era
    capaz de apostar a cabeca em como rae nao
    engao) aquello viajante j estava morto
    em Laroche. .. O assassino tinha tencao
    de descer nesta estajo, afim de se safar e
    de fazer perder lhe a pista.. Quando elle
    mesmo a abrir porta e sabir, tizerara su-
    bir algucm e, ap?zar do vivo desejo que
    tinha de so escapar o raais breve possivel,
    teve que ficar, afim de quo se n2o perce-
    besse iramediatamente o crimo que tinba
    coramettido... O trom tornou a partir, para
    nao parar s-railo em Pariz. De repente, a
    moga repara que tem u n cadver diante
    de si. Accommettida de terror, gritou, cha-
    inou por soccorro, e o assassino, para sa
    ver livre della, atirou a rauto naturalmen-
    te para o leifci da estrada... Estou certo
    de tudo isto, como se l tivesse estado.
    Parece me sto, com cffeito muito l-
    gico e muito verosmil, disse o juiz forma-
    dor da culpa.
    M'.a nesse caso, observou o chefe da
    seguranca, a moca vio o assassino e pode-
    r dar os seus signaes.
    Sera duvida.... Admittindo que o
    seu estado lhe permita responder e que
    ella sobreviva a to terrivel queda, rcpli-
    cou o substituto. Segn io parece, est pe-
    rigosaiiicnte ferida.
    O ultimo telegramma tranquillisa-
    dor
    Vai-se telegraphar para Saint Judien
    du Sault, afim de se obter pormenores e
    oxplicagoes... disse o Sr. de Rodyl.A
    mai da menina estava aqui esta manbS,
    nle verdade ?
    Estava, Sr. substituto, e esperando
    a filha, respondeu o commissario especial
    de polieia. E desejava a tal respeito com-
    rannicar-lhe urna observacao que fi e que
    pode ter sua importancia...
    Que observacao, senhor ?
    Esaa senhora assistia eomnoseo
    abertura do compartimentoonde se commet-
    teu o crime.
    E entao?
    Vendo o rosto do morto, deu um gri-
    o de espanto.
    {Continuar-se-ha.)
    Typ do Diario, ros Duque dt Cazias n. 42.
    '
    DPD
    1
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    l
    r


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