Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19252


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Full Text
r
AMO LU NUMERO 15
FACA A CAPITAL K LlA>1 O'iDE MO SE PACA PORTE
''ce i res mczes amantados
t'or seis ditos idem......
t'or un anno 'deai. ......
la uuuiero avulso, do meaico da.
60000
12^000
240000
0100
-MEA 2 BE ABJI CE
PARA DENTRO E PORA DA PROVIA'CTA
Par seis mezes adiantados. .
Por nove ditos idem. .
Por um anno dem.......
Cada numero avulso, de- das anteriores.
130500
200000
270000
01 JO
DIARIO
Proprtefcabe fce tanoel S\(jpeiT&& bt J*ria & -ftlljos

TELEGRAMAS

i
SSB7I53 FAMICLAS 20 SUBID
RIO DE JANEIRO, 1." do Abril, s
11 horas e 10 minutos da manh. (Recebi-
do s 12 horas e 15 minutos da tnrde,
pelo cabo submarino).
Palleceu e destubargader da He-
inco da corle. Jone Sorberlo do*
Santo*
Tamlx'iii ralleceu o Dr. Severlno
tlbeiro Corneiro Monleiro. depa -
lado neral pelo Rio raode do ni.
ssav;: ba lvm savas
(Especial para o Diario)
MONTEVIDEO, 31 de Mar{o, tarde.
Corre o boato de lerem o* insur-
gido obiido importante acceio
obre a* tropa da autoridade.
'Tem-e dado alguma* defecce*
no elo da tropa da autoridade.
Divero soldado paaram para
os inNurgido com arma e baga-
sen.
Por enmnanto etft an nula.la a
liberdade da luiprena.
RIO DE JANEIRO, 1. de Abril, de
roanha.
O governo deve contrahir breve-
mente uui empresllno nacional de
incenla mil conloa de ri.
O emprtlmo ser e m i t t i d o
61/9. ao Juro de 5/o contar tTo
i de Janeiro de 18*.
MONTEVIDE'O, 1. de Abril.
Conflrinaiuwe a noticia do oc-
ceo obtido pelo] insurgido o -
bre;a tropa da autoridade.
O numero de morto* e ferido da
tropas) do governo conlderavel.
BRUXELLAS, 1. de Abril.
A asin decresceem grave propor-
coe.
?ARTE 0FF1C1AL
BERLN, 1." de Abril.
GOVERNO DA PROVINCIA
FALLA que o presidente da provincia, eonselhelro los Per
nandes da Costa Pereira Jnior, dirigi Assembla
Legislativa de Pernambnco, no da de sna Installaeo a
O de Marco de **.
(Continuado)
OB^AMENTO PARA O EXEBCICIO DE 188G A 1887
Recata
Foi oryada era 3.029:8520500 a receita correspondente ao futuro exercicio
de 188G a 1837, inclusive 132:3000350 que deve resultar do imposto de 5 % de
spplicacSo especial aos estabelecimentos a cargo da Santa Casa de Misericordia.
A receita propriamente ordinaria, reduzida a 2.897:6520150 pela deducciio
da mencionada quota, dever provir descriminadamenta das seguintes verbas:
....... 590:2310320
........ 206:1690770
....... 230:7715190
....... 984:379^140
....... 387:5310500
....... 99:4820950
....... 32:4920350
....... 45:53-0100
....... 5950820
....... 160:5550150
....... 973190
....... 33:2090410
....... 124:9170960
....... 7000000
Direitos de exportacao
Imposto de cousumo......
dem de transferencia de propriedade .
dem de industrias e profissSes. .
Outros impostos lacados ....
dem nao laucados......
Receita eventual.......
Auxilio do cofre geral.....
Bens do evento .......
Divida activa.......,
Juros..........
Multas.........
Contribuicoes........
Ronda e venda dos proprios provinciaes
2.897:52(5k"0
Do confronto da receita, n'estea termos oreada, com a que o foi no valor de
2.732:5940940 para o exercicio corrente, verificase a differenca de 165:0570210 para
mais quanto a este exercicio.
Detpeza
A despeza para o mesmo exercicio foi oreada em 3.463:uo40773 inclusivo
o producto provavel do imposto de applicacao especial, que deve attingir a quantia de
132:3000350.
Tendo de passar esse producto directa e integralmente para os cofres da
Santa Casa de Misericordia ficar reduzido o propriamente ordinario a 8.331:2540423.
Bazease este calculo as seguintes verbas da lei do ornamento vigente:
Assembla Provincial
Secretaria da Presidencia ...
Instrucgao Publica.....
Auxilio industrial,.....
Obras publicas......
Seguranca publica......
Illuminr-ciio publica ....,
Soccfrros de beneficencia .
Arrecadacao e fiscalsac3o das rendas.
Pessoal inactivo......
Divida passiva.......
Publi 'aeSes e impressSes
Eventuaes .......
Culto publico........
S. i'i-le publica......
99:8940600
80:2560129
901:5690') 42
29:2000000
167:803$OSO
686:1680944
198:9464899
118:8590600
343:0050955
132:4610115
531:0560861
19:8850480
7:8090920
10:000^000
8:3000000
O Beichstas adoplou a renovacao
da lei contra o ocialita.
MONTEVIDE'O, 1. de Abril.
4 XA<,0 (jornal ofllrialt di que
certo numero de revolucionarios fo-
rana aprisionados pa forcas do go-
verno.
A noticia n-latlva a urna derrota
das tropas overnamentaes pelo
m<-n > pr*."' atura.
9aesfarfO do general Mximo Ta-
je rom ua tropas tendem a en-
volver o in-*urslc:os. iso'ando-os de
todas as commiinicacoe com a lo-
calidades que eslo fora do movi-
mento Susurre' clonal.
Agencia Havss, filial e.r. Pomambuco,.
1. de Abril de 1S86.
Tnsm
ECON03IIA POLTICA
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
(Qcntmuaco)
CAPITULO II
Produrco da riqueza
Collocaciio do capitalHa duas cousas ron-
sideiar na collocacao do capital : a quantidade
d'elle, e o tempo durante o qual est collocado
Um dadi capital oceupar um numero maiorou
menor de h'mens, segundo estiver collocado poi
periodos mais curtos ou inais l< ngos. O Javradoi
qua cultiva trigo, s tem a esperar um anno, para
obter o resultado do sen tr&balho. Se as suas
desperas pessof.es importarem cm 150000 em
cada aune, um capital-circulante deste valor suf-
ficiente para que possa oceupar-se n'aquella eultu
n ; tres hoincns, empregados nella eiigirao trea
vezes aquee capital, ou 4304000 c assim por
diante.
Na cultura das viuhas necessario esperarse
uns poneos de acnos, para que se possa obter vinbo.
suppondo que seja de cinco annos a demora ni
producc&o o tra bailador ter aecessidade de cinco
vezes l0000, qo 750*000 antea da primeira fin
dima ; tres preciBaro de tres vezes esta quantia,
ou de 2:250*000,. e, assim por diante, guardada u
mesma proporcao.
Mofltra este ejemplo que o capital necessario a
urna industria qualqner proporcional ao numero
de homens empregados, e ao tempo durante o'qual
permanece preso ou collocado. Nao 1ia, pois, pro-
porcao fiza entre o numero de trabajadores e o
capital que exigem ; depende essa relaco do tem
po no flm do qual.to capital fica livre. O selvageni
vive apenas cora o capital de algumas horas qu'j
emprega em colber fructos e em cacar animaes
para comer ; o cultivador de trigo com o capital
de um anno ; o vinhateiro com o de cinco aanos,
por excmplo.
^ (Contina).
3.331:2540423
A compareci da despeza oreada para o futuro exercicio ora a que o f>
para o corrento mostra reduccSo a favor da primeira na importancia de 6:3700778.
Esta reduesao pode ser muito mais consideravel nao ficando aquein de
200:000(5000, se providenciardes quanto conveniente localisajao das escolas, do que
j vos fjllei, suppriraindo-ae as que se mostraren! inuteis, vista d'essa criterios
localisa^o.
Se nao se praticar a indicada reducy&o haver no orsaraento de que so trata
em vez de 283:6020773 dficit nao inferior a 483:6020273.
Em todo caso para o equilibrio da receita co"3 a despeza faz-se mister que
providenciis, creando novos recursos orQamentaes e ao mesmo tempo reduzindo a
despeza, quanto seja possivel S';m desorganisa53o dos servicos a cargo da admi-
nistrajao.
DIVIDA DA PBOVlNCU
Activa
A arreeadacjlo da divida activa no exercicio de 1884 a 1885 produzio
269:3; 60701, resultando dos seguintes ttulos :
Impostes geraes............ 153:24-0150
Cnlcaraento................ 6:1210263
Addicional decima.............. 68:1970395
Multa annexa as imposijoes............ 32.751199
Addicional aos impostos............. 7:6620422
Juros.................. 1:4150973
269:3960701
A que foi liquidada no dito exercicio e encorporada ao respectivo quadro
importou em 1.197:4420160.
Esta totalidade tem a seguinte procedencia :
Imposiyoes ............
Calamento................
Addicional deciira..............
Multa annexa aos impostos............,
Addicional acs impostos.............
278:7055041
7:7810145
87O:62:>0871
26:3420351
13:9370752
1.197:4420160
A que tem de ser cobrada no corrente exercicio Je 1885 a 1886, como parte
!OO5O0811, representando as seguintes
da receita decretada ascende quantia de 2.563
procedencias :
Impusieses geraes .
Calcaroento.....
Addichnal dcima.
Multa annexa s irapositoes.
Addicional aos impostos.
Juros.......
1.494:32P0363
56:5880364
870:6250871
75:623*633
49:2680496
16:617*034
A que iiquidou-se at o anno finaneciro do 1884 a
2.436:7390546, descriminando-se pela seguinte forma :
Imposig5es geraes.........
Calcamento................
Addicional decima..............
Multa annexa s impos'sSos............
Addicional aos impostos............
Juros.................
VALOR DAS AP0LICES
OQfrMX)
153:400300.
5001,000 1:0001,000
344:0003000
Parcial
143:HX>010
153:400400
344:0 0*000
5,832:000000|5,832:00000
j73:900*00(>|
IMPOItTAXl-IA
DA
emiss'b
Total
6,473:3003000
373.-90 5000
A desji'ZH realisada com os juros de taes euiprestiraos at o exercicio de
1884 a 1885 ascende 2.281:2100503.
THESOURO PROVINCIAL
Esta rcparticSo dirigida de longa.data e cora reconheci las habilitac/Jes pelo
bacharel Antonio Witruvii Pinto Band' ira e Accioli de Vaseoncellos.
Limitada foi a alteraySo que se Jeu no anno prximo fiado e no corrente em
referencia ao respectivo peaeoal.
Por portara de 10 de Xovembro do anne prximo passado nomeei o bacbaxel
Miguol Jos de Almeida Pernambuco para o cargo de procurador dos feitos da fasenda
provincial, queja havia ex^rcilo satisfactoriamente em outra epooha.
A 19 do mesmo rcez foi promovido aajud:.nte do escriviio da receita Augusto
AdriSo Paulino da Silva, por vaga que aeixou o empr.gado da mesma categora An
tonio Mdburges Saraiva CralvUo, sendo substituido pelo carteiro que callaborava na
aecretrria d'essa rcpaitijJo, Epaminon!a3 Pinto Bandeira e Accioli de Vasconcelos,
visto achar-se equiparado pelo art. 1. 72 da lei n. 1860 em cat'goria c venciraentos
aos terceiros offlciacs.
[Continua)
expediente do da 16 db ARCO dk 1886 3 do corrente. O que Ihc declaro para os devi
Actos : dos fina.
O presidente da provincia, attendeodo ao que j Ao engenhein befe da Rcpartico das Obras
requereu Manoel Jos da Cmara, professor con- ; Publicas.Km resposta ao seu officio n. 4'.' de 13
traetado da eadeira da Varzea Redonda, e tendo do corr rite <-.m execuco doav3o do Ministerio da
em vista a informagao n. S6 do inspector gcral da Agricultura, Comm'-rcio e Obras Publicas de 17
Instrucc4o Publica de 11 do corrente, resol ve con- j de Janeiro ultimo declaro-lh* que as suas iuforma-
eeder ao peticionario, nos termos do art. 1 % 5 i ifiea nao se devem limitar Empresa. Locomotora
das instruccoes d 2! do Janeiro de 1884, 3 me- | o sim estendtr-se a todas as estradas de ferro pro-
zes de licenca pira tratar de sua side onde lhe' jectadas nest: provincia.
convier. Ao memo.Apniovando as arrmmtacefl f'i-
O presidente da provincia resolve, de accor- ] tas u'essa reparticao p>r Aureliano do Re?o de
do com o art. 62 do regulameuto de 16 de Outu- Hillanda Civalcane, Joaquim Lour-nco de Bnr-
bro de 1885, nomear o Dr. Jo.quioi Correia de j roa e Antonio Hermino de Sena para i xecncSo das
Araujo para servir de presidente da c>mii>issao i obras de repiros das bombas de Catende e Qaei-
examinadora do concurso para o proviraento da midas na estrada da Victoria e da ponto sobre o
cadrira de lingua ingiera do Gymnasio Pernam- rio Una em Palmaria, a primeira com o abate de
2.5G3:050311
1885, attingio u
1.368:8290266
54:92h0931
869:9220595
82:0320531
42:9930166
18:0330007
2.436:7390546
Pamva
A divida passiva chegou, no ultimo de Dezernbro do ann-i prximo findo,
avultada quantia de 6.908:9700711, inclusive 764:0000000 deVadiantamentps e em-
prestimos realisados com ttulos de dividas provincial do conformidade cora as au-
tor8ac;3o8 expressas as leis ns. 1,115, 1,141 e 1,179 de 1873, 1874 e 1875.
A divida da provincia acha-se classicada em consolidada e rluetuante.
A primeira que representada por titulos em circulacao do juro de 5 /o
eleva-so a 6.847:2000000.
A ptrte fluctuante e que provena de despezas decretadas e exocutadas #mas
\ no exercicio correspondente, importa em 61:7700711..
EMPBESTIM0S
Acham-se em circulacjlo, por virtude dos emprestimos que as leis 1.115 art.
37, 1.141 art. 49, 1.786 art. 23, 1.180 art. 37 e 1.860 art. 9. autorisaram os titulos
constantes do seguinte quadro :
bucano, em substituicao do Dr. Joao Barbalho
Ucha Cavalcante, inspector geral da Instruccao
Publica, que allegou suspeico, segundo consta de
seu ofticio n. 89 de hontem datado.
O presidente da provincia, tendo em vista o
officio u. 89 de hontem datado do inspector geral
da Instruyo Publica, resolve nomear os Dis. Ci-
cero Odn Peregrino da Silva, Ayres de Albu-
querque Gana e Adolpho Tacto da Costa Cirne,
para servlrea de examinadores no concurso para
provimento da cadera de lingua ingleza do Gym-
nasio Pernambucano. Fiseram-se as dev.das
eominnncae,o<.8.
Offieios :
Ao commandante das armas.Tendo-se da-
do o tacto de serem desligados dos cornos e re-
mettidos para a corte, sem a ompetente requisi-
c3o previa, officiacs e pravas do exercito, que ub-
tiveram licenca para se matrieu'artin as Escolas
Militares, contra o que foi determinado na circu-
lar do Ministerio da Guerra di; 24 de Julho tic
1881, publicada na ordem do dia da Repartidlo do
Ajudante General n. 1,863 de 6 de Agodo do mes-
mo anno, e iSo eonvindo que esse facto se repro-
duza, o referido ministerio em aviso circular de 4
do correte, recommenda a <>bsevancia do dispos-
to na dita circular ; o que communico a V. lixe.
para eeu conheeimento e devidos iffeitos.
Ao mesmo.Declaro a V. Bxc, para os fias
convenientes, e em resposta ao eeu officio n. 127
de 11 do corrente, que d suas ordens para que
seja mandado paia outra qualquer dependencia de
quartel, onde naja mais sesuranfa, a arrecadacao
do 14 batalhao de iufantaria, ati'n de evitar no-
vos furtos de pecas de fardamento, conforme par-
ticipou-mc no citado oflcio. at que o governo ap-
prove o orcamuto que est sendo organisado de
todos os melhoraraento8 de que precisa o mesmo
quartel
Ao commandante do corpo Je policia. Ao
Dr. chefe de policia mande V. S. apresentar ama-
nha, embora se chamem a servico ordenancas, urna
esejlta de duas pracas e um cabo le esquadra
pura coaduzir at o termo de Taquaretinga, onde
vai ser sbin-'ttido a julgamento, o crimmcso Jos
da Costa Barros. Communhou se ao Dr.chefe de
policia.
Ao mesmo.Mande V. S. reforca com cin-
co pracas o destacamento de Ing.izeira.Commu-
nicou-se ao promotor publico de Iugazeira e ao
Dr. ebefe de policia.
Ao inspector da Thosoura ia de Fazenda.
O director do Arsenal de Guerra, cm officio de
hontein datac'o, sob n. '249, participou-ine haver
para o lugar de ajudante de porteiro d'aquella re-
partic-5", vago pelo fallecimento de Justino Car-
neiro de Almeida, nomeado a Joaquim de Souza
Vianna Ferreira, que entrou era exercicio na mes-
ma data, dt-poia de ter prestado nrssa thesourari,
a competente fianea, na forma du lei; o que de-
claro a V. S. para os fina convenientes.
Ao mesmo.Para es fina convenientes com-
munico a V. S. que, 2 do corrente, fj exonera
do, a pedido, o Revd. Joo Manques de Souza, da j
regencia da freguezia de Soasa Seuhora do Rosa-
rio de Goyanna, e nuincado na mesma data para |
snbstituil o o Revd An ero Estanislao Ourique de
Vasconcellos, segundo participou-mc o Exin. Bis-
po Diocesano ein iffieio de 11 do mesmo eses.
Ao mesmo.Communi o a V. S., para os fina
convenien-os,que a 5 do corrente foi proragado pir
d*ia mezes o pr.zo dr quatr, marcado a> juiz de
direito Lufas Ignacio de Mello Brrelo para assu-
mir o exercicio das respectiva* funeces na co-
marca de Paimares para onde foi removido por
decreto de 17 de Outubro ultimo.
__ A) mesmo.Communico a V. S. para os Sus
conven eutes, que a 11 do corrente mes o bacharel
Aquilino Giine- Furto assumio o exercicio do car
go de promotor publico da comarcada Escada.
__ A.o ir.e-mo Er additamento ;.o mcu officio
do 10 do erre itii, declaro a V. S., par os filis
convenientes, que s'gunlo consta do avizo do Mi-
nisterio da Justica de 6 deste mez, foi solicitado
d da Fazenda a expedioo de ordem afim de ser
essa thesouraria habilitada com a quantia de-----
210&000, aibitrads como ajuda de custo do bacha-
rel Paulo Caetauo de Albuquerquc, noueadojuiz
municipal e de orphlos do termo do Buique.
__ Ao mesmo Kemetto a V. S. para os fius
convenientes, onza livros, requiaitidos pjr essa
thesouraria em telegramma dirigido ao Ministerio
da Agricultura, Commereio e Obras Publicas, sen-
do seis para a nova matricula de escravoa e cinco
20 % no orcamento de 1.59 00, a 2.a coai o de
5% no orcamento de 919S600 e a ultima coio o
abate de 2 % no de .':01(J600, n'esta d .ta
riso o inspector do Thesouro Provincial a mand ir
lavrar os coutractos definitivos.
Ao mesmo.Approvo o o.cameuto rcmettilo
por Vmc. com officio n. 12 d*" 19 de Janeiro ultimo,
na importancia de 2:7004000. para a obra da re-
paros das pontea do Atierro, Iio.^ IJdla e Acojugue
em Rio Formoso. e autonso-o a jutudal-** por em
pra;a nos tirmoa das inatracfdei de 30 de Agosto
de 1875.Remetteu se copia ao Th;s uro Provin-
oial.
Ao inspector geral da instroccXo publici.
Ao aeu otfieio de 5 de Fevereiro ultimo respanJo
que, onviudo quanto possivel obrigar por ineio
da nrcessaria frequincia acs alumaos das aulas
primarias ao serio estudo das materias attinentes
a cada um doa gr>3 de e-isino n'essas aulas, e
evitar o abuso de exames seguidos com que sem
real instruccao e couhecimeoto de taes materias e
s pelo favor de mais do que benevolentes condes-
cendencias, se apresentem oa ditos alumnos com
improvisadas e falsas babilitaeoea, deve serrnanti-
da com todo o rigor o pre'eito do art. 33 das in-
trueco :a de 19 de Abril de 1879, nao se admit-
tindo no m-'amo anno exame de 1." e 2.0 guo.
N'estes termoa convm que Vine, resolv a re-
clamacao feita pela professora da eadeira da Casa
Fort a que se refere o sobredito sau officio de 5
do mez prximo fiudo.
Ai 1." p-omotor publico d.i cap'td De
accordo com a requisio do inspector da Thesou-
raria de Fazenda em offi;io de 11, sob n. 159, cum-
pre que Vmc. comprela no dia 30 do corrente
reparticao da R. c rbedoria para nlli proceder-sc a
matricula de escravos, de comformidade como ait.
15 do decreto n. 4835, de 1 de Dezernbro de '871,
a que se refere o art. 13 2o do decreto n. 9517 de |
14 de Novi-mbro do anuo passado. cujo termo de
encerramento tambem ser por Vmc. assignadoa
30 de Marco do anno vindouro.
fortarias :
A cmara municipal do Rio Formoso.De
claro cmara municipal do Rio Formoso, em res-
posta ao aeu < fficio de 24 de Fevereiro ultimo que
nesta data appruvo o orcamento na importancia de
2:70n4 organiaadona reparticao daa Obras Publi-
cas para execucio dos reparos das pontea do Aterro,
Ra Bella e Acougue, e auctoriaei o eng-nheiro
chefe da referida reparticSo a mandar pol-oa em
praca.
Quant) aoa reparos do edifico que serve escala
publica, orcadea em 4664546 forara emprestados
por Affonao de Albuquerque Maranhao, e devem
estar em andamento.
EXPEDIEXTE DO SECRETARIO
Oflicios;
Ao Inspector-Geral da Instruccao Publica.
O Exin. Sr. conselbeiro presidente da provincia
manda declarar a V. S. qne a licenca concedida
p ir portara de 9 do corrente ao professor Jo.-
Theoduro Cordeiro de Ban-os deva decorrer de 16
de Janeiro ultimo.
Mutatit Mutandis, ao Thesouro Provincial
A director do Arsenal de GerraS. Eje
o Sr. conselheiro presidente da provinca manda
uceussr recebido o officio n. 249 de hout-m datad >
em que V. S. participa haver nomeado Joaquim de
Souza Vianna Ferreira para o logar de ajudante
do porteiro desse arsenal, vago pelo fallecimeuto de
Justino Carneiro de Almeida.
Ao agente da coinptnhia de paquetes.De
ordem de S. Exe. o Sr. censelh-iro presidente di
provincia, kccusa o recebimeuto do efficio. era.que
V. Exc. communica que o vapor Mandos chegado
dos portos do sul hoje as "i h ras da maulla segui-
r para os do norte amauha as 5 da tarde..
EXPEDIENTE DO DIA 17 DE KASOO Dtt 1886
Actos :
O presiden-* da provincia tendo em lista o
que exp >z o engenheiro chefe da rep.rticao das
obias publicas em offi.io de 12 do correnfB sob n.
47 e considerando que o arrematante dos reparos
da bomba do Peres na estrada da Victoria, Vicen-
te Nugueira Ramos, nao deu comeco obra, nao
obstan!! tnr esgotadoo praso de 4 mezea que obte-
ve em prorogaco do que fui estipulado no respec-
tivo contracto, resolve que seja rescindido o mes-
mo centrado, inpondo ae-lhe a multa-do que trata
os artigos 56 e 57 do regiment de 24 de Fevereiro
de 1874, c determina que seja dita -br*levada d
muoa pracaCommunic u-se no Thezouro Pro-
1 /.,
n5o pagas
para arrolamento dos sexagenarios
lo mesmoEm satucSo ao officio de V. S. vineial e as Obras Publica.'.
41 sib n. 159, nesta data providencio no senti- O presidente da provi
de
..inca, attendendo ao
do de'comparecer a 3l) do correnta na respectiva que expoz o inspector do tbesouro em officio n.
recebedoria o 1. promotor desta capital para na 488, de 23 de Fvereiro hndo. resolve considerar
forma da lei proceder se ahi a v"tr,icula de es- sem fteito a portara de 16 de Agosto de 1884,
cravog ,; em virtude da qual foi nomeado Luiz Aurelio de
o inspector do Tbesouro Provincial.-Man- Godoy e Vasconet-ll-.a para exe.-cer o cargo de
de Vine, entrega-, mediante flanes idnea, nos ter- njudante do procurador doa fcitoa da fazenda pro
moa da roa informarlo n. 516, de 9 do corrente, vincial no distncto da cllcctona de Atogoa de
ao padre Joaquim Antonio de Si^ueira Torres vi- Baixe, por nSo ter tirado em tempo o respectivo
resoectiva matris. como com o diaposto __
Ao engenheiro das obras militares.A Vmc. Julho de 1871 e por virtude da aulorisacao ex-
compete authenticar as inclusas folhai de paga- irjsaa no are. 14 da lei de 30 de outubro de I8S2,
ment que aeompanbaram ao seu officio n. 12, de afim de que possa gosar de todos os direitos, hon-
ras e prerogativas que pela constituieSo compa-
tein aoa cidadaos braaileiroa nuturalisadoa.
O presidente da provincia, de conformidaie
com a proposta do Dr. chefe de policia em officio
n. 274, de hontem datado, resolve nomear Frederi-
co Augusto de Siqueira Santos para o cargo de 2*
supplente do subdelegado do Io districto do t;r-
mo delp'jiic., ficando exonerado do sobredito
cargo, segundo pedio Manoel da Costa Martina.
O pr.3dente~da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefo de polica em officio
n. 273, de hontem datado, resolvo nomear o capi-
tao Samuel de Sa Montenegro para o cargo de
subdelegado do districto de Jat.-b, do termo de
Tacarat, ficando exonerado Antonio Rodrigues
Firmo.
O presidente da provincia re:olve conceder
a Jos Emygdio Ferreira Lima a exoneracao que
pedio do cargo de 3o supplente do subdelegado do
2a districto da freguezia de S. Jo. Communi-
coU'Se ao Dr. chefe de policia.
O presidente d% provincia re.olve exonerar
J'.'o Ribeiro Montarroy >, Jos Paulo Maciel 1e
Carvalho, Joao Peres Fe reir e Jos Terencio de
Barros ArSujo dos poatoa de tenentea da 1*, 2a e
3* compauhia e alferea da 2J companbia do corpo
de policia. Communicou-ae ao commandante do
cor ;o de policia.
O presidente da provincia, attendendo 'ao
que rrquereu o promotor publico da comarca de
Tacarat, Bacharel Manoel Henrique Wanderley,
resolve conceder-lhe trc3 mezea de hcec?a, com
ordenado, para tractar de sua saule, devendo o
peticionario entrar no g so da cenla no prazo de
quarenta diaa.
Officioa :
Ao commandante daa armas.Transinittiu-
do a V. Exc. copia do officio n. 260, de hoje data-
do, que me dirigi o commandante do corpo de
policia, :-ecommendo-lhe aa providencias que o ca-
so exige, sobre o fac'o de ter o cadte 2o sargen-
to do 1 b-tulla) de infanUrit, Fiancisco de
Assis do R go Barros, entrado hontem tarde,
em estado de-completa erabria^nez, no quartel
d'aquelle corpo e com os offiaes que foram sub-
mett:dos a conselho de investiga^ao, dirigiudo in-
sultos ao referido commandante.
Ao mesmo. Dcferindo o requerimento lo
Boldad > da companhia de cavallaria, Autonio Bri-
to de Gomes, autoriso V. Exc., a vista, da sua in-
forma^ao n. 141 de hontem datada, a conceder-lhe
baixa do servico do exercito, mediante substituto,
se este tiver os requisitos exigidos por lei.
Ao mesmo O Ministerio da Guerra, em te-
li gramra i de hontem, declara ter concedido por
portarla da m?sma data, [ao tenente Francisco
Evaristo de Souzi, iioencs por dous m"zes com
ineio suido. O que communico a V. Exe. para os
devidos fins.
Mutatis mutandis, no inspector da Thesoura-
ria de Fazenda.
Aoiu^pctor da Thesouraria de Fazenda.
A" vista da intormacio dessa Thesouraria, de
do corrente, sob n. 145, autoriso V. S. a mandar
pagar ao negociante Joao Rodrigues de Moura,
por conta de maior quantia de qu; eredor, pro-
veniente de fomecinvnto P'r elle effectuido ao
! de Guerra, de artigos para fardamento,
a imprtasela de 1:84741515, saldo existente na
verba F.irc/amfiio, do Ministerio da Guerra, exer-
cicio corante.
Ao presidente do Banco Industrial Mercan-
til do Rio de Jaueiro. De conformidade com o
que soliei'a o inspector do Tbesouro Provincial em
officio n. 5:3, de 6 do corre ite, peco a V. -*. se
digne de declarar a numeradlo das apolices que
perte.nce.n agora a cada um dos possuidores con-
stantes da relacao que aeompanhou o seu officio de
18 de Janeiro ultimo.
- Ao inspector do Thoaouro Provincial.
Constando do documento existente na secretaria
desta presidencia, exhibido por Antonio Pefro da
Silva, ser este pai do fallecido soldado do Corpo de
Polica, Joaquim Ramos da Silva, autoriso Vmc.
a vista di sua nformacao u. 512, de 6 do corrente,
a muudar pagar-1 bu o que se ficou a dever ao re-
ferido Joaquim Ramos do respectivo aoldo.
Ao mesmo. Mande Vmc. pir"r a Jos
Joaquim do Azevedo a quantia de 3004000, de
que trata a conta junta, proveniente de 100 cen-
turo.'s fenecidos Guarda Civica, sobre os quaes'
iufurmou esse Thesouro em officio n. 411, de 29
de D.'zetnbro do anno passado. Commu licou se
ao Dr. ebefe de policia.
__ Ao mesmo. Mande Vme. innovar por igual
praso o contracto celebrado cora Manoel Figueira
de Faria & Filhos para a publicacio do expedien-
te e mais actos das repartieres publicas, mediante
as clausulas em vigor do3 contractos anteriores e
as que constam do officio desta presidencia de 27
de Abril de 1882 ; levando se, porm, a 3) o nu-
mero de excnplares do Diario de Pernambuco qne
os contractantcs 8e obrigirama tornecer, e dsven-
do entregar o boletim menaalm?ote.
__ Ao mesmo. Providencie Vmc. em ordem
a que seja pago pe'a co lectora de Goranhuns a
Vicente Jos Dantas a quantia de 25-24180, im-
portancia doa repiroa necesaaiioa cadeia daquot-
la villa, que 3e acliam concluidoa, conforme requisi-
tou o respectivo juiz de direito e no a de 2004 a
que se refere o inicio desta presideucii de 15 de
Dezernbro ultimo. Communicou se io juiz de
direito.
Ao director do Arsenal de Guerra. R'.--
metto a Vmc., pira os fins convenientes, os inclu-
sos frmos de xarae e consumo dos artigos a car-
go do 2 batalhao de infautaria.
__Ao mesmo. Declaro a Vmc. prra seu co-
nhecimeotoa cm resposta aoseu officio n. 212, de
24 de r'evereiro fiado, que nao pode ser concedida
a autorisaC/o solicitada p ira ser contratado o con
certo do sincte de que trata o citado offio, por
nao haver crdito paraocorrer a respectiva des-
peza, segundo informa a Thesouraria le Fazenda
em officio n. 174, de .5 do corrente.
Ao inspector ; eral da In3trucco Publica.
Pretendendo nomeaco para a eadeira de Baixa
Grande oa alumno3-mestre3 da Escola Normal Joao
Jos Pererav Arthur Ootaviano da Silva Ramos e
Alfredi Jos do Carvalho, con em qne Vme. in-
fiirme qua! o mai habilitado e portanto naa eondi-
co.'s de merecer a preferencia.
__ Ao engenheir\das Obras Geraes.Sirva-sa
Vine, de orear a despeza a fazer-ae com os reparos
de que precisan: s muros e as dependencias ao
Arsenal de M irinha, e bem assim a eaiadura ex-
terna do edificio, fiizendo entrega do ornamento do
inspector do referido Arsenal, conforme solicita
em officio n. 133, de\ontem datadoCommuni-
cou-se ao inspector do Arsenal de Mariuha.
Portaras :
A'Cmara Municipal do Reeife.Acnsenlo
o recebimenti do? offi.ios ns. 68 e 2, do 18 de No-
vembro do anno paatdo e 26 de Janeiro ultimo,
declaro amara Municipal do Reeife, que tendo
sido irregular, viata do que determiiiam oa asts.
96 da lei n. 1221 da 21 de Junbo de 1875, 57 da
de o, 1717 de 18S2, e 53 da de n. 17.11 di 1883, o
aeu proeedimento, excedeodo aa verban destinadas
limpeza publica mitadoum, eventuaag e conier-
tos sera previa autorisacao desta presidencia, nao
pode ser concedida autorisae3o solicitada, afim
de levar o exceo das referidas verba a 4 do art.
o, tit. 2. >j A>:da lei n. 1834 de 28 de Julho de
1884 ; cumprindo que a mesma Camaia, deppis de
relacionada a respciiv.i dividaysoliciti da Assem-
bla Legislativa Provincial O neeesairio crdito
para aquellas deapezas.
A' Cmara Municipal de Agua- reta. Re-
presentand > o erfgenheiru fiscal dos ergenhoa cen-
traes do Io distiieto, A vista do qoe expoz o gemen-
te geral da Central Saga* Factoris ot Bratil
Ccmpany Limited, que armara Municipal da vil-
la de Agua-Preta exige pagamento da importancia,
pela afericSo dos reapectivoa pesos e baiancas, de-
'



Diario de PcrnainbucoScxta-fcir 2 de Abril 1886



claro Cunara, que u dita coaapauhia est iseuta
de impostes muaicipses, asa terinas da tai n. 1,588,
a\e2lde Junho de 1881.
O Se nuperutenJeate da estrada da trro do
3ec;fj ao Liumeiro, 1:1 mo dar pissageui de ida 8
volt), por caiitak.da provincia, entre m cslacSes do
Brum en da Pao d'Alho, ao engeaiheiro Jos Jo-i-
aoiin de Afelio fiaba, que vai aiii examinar a res-
pectiva cadeia.
KXl'EDlENrH DO SECBb'TABIO
Offieio3 :
Ao inspestar W Arscaalid vJsbiuWl. Sa-
erdera do Exinattr. loaasimeiwiarosaauie en. pro-
vibc i, decl.iiooi. V. Kxa- se di MioUteaao da at'asiih.vo nejasaari eavdita
?ara pagamenabdo maMntm cntal ccasara layara x.
corveta .UininmU Ummtu, nonteren* a- ejata qu
aeoinpauhou i:u licin. Uiti, d;JB4u emente.
Ai comuaanduite tan anuii.s.S-. Exc. o Srw
eonselheiro pi -ceineiitaida pravtuciaBaaeiidajeecla-
iar a V. Esc qucxi&opJc aarteito o coa -erea-de-
Sae precisa o sinete perteucentc ao 14u bata lila
e infautaria, de que trata o podido que vena an-
aexo ao
or nao liaver crdito para oceorrer a respectiva
despeza, Mamado otean a Thesouraria de Pa-
seada, eui inicio 11. 174, de 15 do corrento.
Ao mesiiu. >. Exc. o Sr. cousclhc ro presi
dente -.la provincia, inania declarar a V. Eie. t-r
aatorisaJo o director Jo Arsenal de Guerra su
Cmf.izer o ped tu que voio uiiueso ao bou oieo
a. 143. de bjutem d itado.
Ao Io secretaria da Assembla Privin -i il.
'.. ordem do Ex.a Sa> eousel'.i-. aro presidente I 1
MBjtViaeia transmita 1 V. S., pira o fias onve-
nientcs, o babuino as recita c Ie-pza do exerci-
ek> de 1884 a 1885 a ote.amento pira o de 1886 a
1887 da .diara Municipal de llozorros.
Ao coimn andante do corpa da piticia.Sua
Esc. o Sr. casala liri presidente da previa i 1
muda esmannicar a V. S. qu-; fioa acias ti o as
runpto do scu offieio u. 261 d'est; dita.
Ao mesato.Oa erdera do S Esc. o Sr. eon-
selheiro presidenta da provincia transmiti a V. S
pira scu eonbeeimeato o en eoUicSa -> ateta a.
260, de hontein (latid*, copia do que foi 1 ligido
bajo ao brigadeiro cjnman lauto das armas.
Ao eagenbeiro riscal da estrada do fTro do
K'ici! ao Lnnoein. -De. ordena, de S. Ese. o Sr.
eooselheiro presidente da prjvincii, csasmunico a
V. S. qut ti/eraui o e inveniente daetiao 04 doCU-
ateutJS, que acorapaiharam o su ulK.i> de lado
laarriltr sob n. 754, boje recebld >.
A> eageabeiro fiscal dos cag-nlias centraos
do Io districto. S. Exc. o S.. coaeelteiro presi-
dente da provincia, manda eommumaer qae n'eata
ciati provideneon-ae dt acorloco.no offiAt do
T. S-, de houtiin datad, sab D. 81.
Ao gerente di Coojpiuh'a P.rnaiiibjcina
BVExc o Sr. eoo-eili.iro presidente da proviucia,
maa a accuau o reeebuaeato dui oficios de 15 do
aorrente, nos quaas V. S. declara qne os vapores
Jaguaribe e 6'. Vranci co, se^uirio o primeir. p .ra
ee portes do aorte ;.i Uamosaim. i 5 boraa da
ardo de 22, e o Bagando para os do sol at a Ba-
ha, mesma hora do di* '21
Ao agenta da CoapautrU Buhiaaa.3. Exc.
o Sr. eonselheiro presidente d 1 proaiaeia accaaa o
MuJbiinonto do offieio ca que V. S. eomoiaaiea
qao o vapor Mrquez de Ciixias, caegada hje du
Babia e escala, regressai i ao da 21 do eorrente,
M 2 horas da turde.
fera, ambos nonidorea alli, os quaes tra-
t.ivam de concillarse peraato o tiiesrao ui
zo sobre uina pequea questao do destru
gSo de lavouras, pjitencentes ao capito
Antunio Jos, qne, como autor, chamar* a
Jos Franciolano a juizo.
Nlo tundo lugar a conciiiatjao, os liti-
gantes, sein a ininitna :.tle.n;;lo auJieucia
o no jftiz qoe a presidia, tiaararaiu eutre
i p.aaatr aatuilanani, o -o capitffo Auto
ato Jhm laiujou iii-i de una cal-ira o to-
ra can eUk esp.EacJo aaVaajciolano, ana
Uso so-nao tivesse o>posto o scivuj Je
ttiin 1 Eustaquio Goms, epte tomando a
t!Adea% conseguio aclmalo por iibuu-.u
ltl8.
A > juiz de paz cuinpria, sem dnvi.ia,
providenciar, icsde logo, em ordem a
Tea" 0IKJT0 nT"7l", de 15rdeFevereiro find., ni. se reproduzir tal scena ; tnas nao o fes,
e issj deu lagar aos litigsntes so nveeti-
farein novaiueuto eom palavras injuriosas,
o o capitulo Jua ;ureu;car com BOU MUiai
r.. ata Franci.:hino, qut por BU a vez deu
uina bofetada c;n s u nggress ir.
Nvssa oeaaaiSo toroju Bd a 1 ita renhi.ta
entre ambos, uli-ganlo lapitao Antonio
Jos a empunhar urna faca de que se clra-
va AiMi.i.lo O-Liuyar-si; aootea Fr iuei- hii)
que s u5j foi leriio p^ia nterven{S) das
pt.ssoas entij pcoecntos J do delegado do
polica que,, ten o noti'ia do quo oocorrii.
alli aayiMeora o tomaro a aran do traptto
Antonio Joc.
Foram uub) presos om fligraote polu
delegado, e depen r^Mtoa em libeHade, 1
capitao AntouioJom ]);r ler pres.ilo Hin-
ca provisoria, e Fraaciolan > por se t-r veri
ljalo oat ru raso do BTt. 1- 3* di lu
ii. -VKi.i de 20 da 3 terebro de 1871.
A tal respoito abr-sa inqaarito.
Pelo sub. gili fio Ld8trcto di ii)i-
Vist.', foi remettido aojuiso > npetetrte o
ru|oerH> policial a \v. proisodou contra
ltay;uun o Alve3 |)apttt p lis eriroi'8 '.
de >rte e r sistensia.
A- dio de receber aio offio a delfr-t-
da do t:rara de Ihqaareting-t, om quo ue
co'uinuaica que na tir! :: 25 o n z
tialo desabrra sobre aquella v.ll 1 un
d-
ar ir i ere 1
pro juiz i.
,-
Ii >ras i i
fortes
11 cj.-< ira o lia
M8fttOH08 DA PBBaiDBNCU DO 1)1 A De31
UAMQO DI lSij
Autini l'oiei a d : U.irv. li).Iiit'.-rine o Sr.
aaaeetac i'a Taeaovraria de Paseada.
tciit-io Libanio de Albuqucrq :c Mouteiro. -
BssH me liante reeioo.
M.jjr Luiz Augusto Ceibo Cintra.CertiB-
qoe-se.
Uaria Joaquiu-.i doi Santos Abren e Silva.Im-
xnne o Sr. ..spector do Thcaouro Provincial.
Beekanel Uaaoel J Nascimeuto Puntes.Ai
-. i>r. juiz de direit) de orpbacs da comarca do
Recite para ioform-ir.
Vicente Pi ir. ira do Naaeimente.InliiBiaa o Sr.
nsp< clor ua Thesouraria de 'azeuda
Secretaria da presidencia de Pernambu-
zo, cm 1 de Abril de 1886.
O ajuiantedo porteiro,
Antonio F. da silo ira Carvulho.
~-------------HaSaMfisaa-------------
flf'jutrticao da Polica
"Seeciio 2a. N. 588. Secretaria da Po-
icia de Pcrnambuco, 1 de Abril de 1886.
- Illm c ::in. Sr. -Participo a V. Exe.
que forum hontein rccolliiJos un Casa de
Deten90 os seguintes individuos:
A* ordem do Dr. delegado do 2o distrie-
:o da capital, Vctor, esclavo de Flavio
erreira CatSo, roqn rimento de snu se
bor.
A' ordem do subdelegado de; Santo An-
tonio, Fraocisco Juvcncio de Carvalho, Mi-
guel da Costa Vicira Lima, Casiano Luiz
da KHva, Francisco Antonio do Nascimcn-
lo, Man iel JoSo, Pwntareio Francisco da
Costo, M.ino-1 FranciiCJ Das, Manocl Pe-
Ksire. Juo Bibeiro da il/a c Joo Paulo
Paranra da Silva Jnior, por >listur'oios.
A' ordena do do Io districto de S. Jos,
-i-a:- isc 1 Noguotra da Suva e Jo Vicente
do Nascimento, por disturbios; Antonio
Francisco de Ar..ujo, por erioM de fu to.
\ irdem do do Io districto da Boa-Vis-
ta, Manoel Ignacio <'a Silva, por distur-
bios ; e Victiilico Jos Antonio, por uso ue
armas defezas.
A' ordem do do 2" districto i'a Graya,
Aiiouio FiOr, Atouio (i Mii'iiiuo, Antonio
Barbosa e Joao Ten-ira da Silva, como va-
gabundos, min ia dispo-ricao
gran la sguacer \ ic
u^ra hora e causara aluos
penca importancia.
No da seguate, purera, i
tarde, foi a vi!i sarpren lid : oorn
trovoa.as e ventanas, ;i
i) horas da notse.
Apopulaoao ficon atorroris.\dia, e grn
dea fojim os estragos e Oalos pelas tn
voadas.
Os acodes fbraa* aaeentrvlos a sangrar,
e alguus dell'0 ar o aba I >-, as o reas iu^
roe idos foraui lompsetaiaento nrrancaiar,
aa iavouras deatrui'iaa pelas pe.lrus que
rolava-n d..s inout..aha c uuiitea aniutacs
o r lieos.
No ha (x:mplo de t&rannho temporal
naqui-lla vilia.
Dous inf- ze=,r :a ojcauiilo de witueui
da (eir do Vertentsa para o lugar deno-
minado Bstreito, on le inraravam, forara ar
rastados pela correaieaa de riacho S. Jj<,
e abi encont-arau a asesto.
IJm dilles foi o nlividuo
noel Luiz, c o ontro fo uina
me Luiza, perteo :ente a
Vdho.
E' de supp^r que o-.strJ3
tenba'i' dado, e logo quo reecba comura-
nicaeSo darei coniedmeato ddles a V.
Exc. ,
Deus gujrrde a V. Sxr. Illai. e F.xm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Siuza,LeSo,
amito digno vicepresidente da prorineia.
O chefe do poli :ia, ntonio Dowtiao
Piafa.
do no na ata
eserava de no
Jjilo Fe r ira
aeci-ientw ae
Ni madruga ia de hontein, penelra-
os la iro3s, por meio de uiombaiuen
:o, ein a oasa de residencia do pr .fossor
lote Luiz de Franca Torres, no lugar de-
fnalo lnca:ianv:nto, Q subtrnliiram il-
reraas pecasde roupa, vidrt s, tallie'res, co
1 T--s o algun3 gaeras bliuienti j--.
Em seguirla forara casa ;oniigua,onde
,. aula o referido professor, c se retira
,-.:in, cor.duzindo ainda urna baca gnmde
it cstanho.
O subdelegado do districto proeedeu as
.igencias legues o trata do descobrir os
ieJiuqu'.-ntcs.
Tambora na madrugada do ante boa
:m p^netraram os ladrSes em urna 1 >.tri
basia que exist; na ra do Arraial, p-r-
:encente a aooel Gongalves Rodrigues, e
.oabaram dous cavallos.
A sal respeito proceden se de accorio
jit a le.
No dia 23 do mez lindo, foi preso
li igrante, no termo do3onito. por esi-
ice de furto, o individuo de nomo Anto-
nio Francisco de Lima, conhecido por B
Jo.
Coaira o denquente procedtu se nos
er nos d> inquerito policial.
Na ncite de 18 para 19 do referido
vs, oram tambera presos no termo de
r*al ares, por crimo de furto de cavallos,
os-individuos de noracs Jos Francisco de
Lyra, Francisco Amancio de Araujo, Can-
do jloreira do Mello, Joaquim Carlos do
Nascimento e Tertuliano do Mello Vascon-
_ til os, o primeiro dos quacs foi reanstti lo
jara a comarca de Caruar, onde caramet
ten o crime.
Contra os nesiuos procedeu-so nos ter-
aios da le.
Partleipou-me o delegado do termo
do Bonito, om offieio de 26 do mea findo,
qne no dia 24, s 11- bocas da inanhii, foi
a cesa ua oamara municipal theatro de
aira secna desagradavel, na occasiSo em
qoe o uiz de paz do districto presidia urna
audiencia em que eram partes intcreaaaoWa
u capitlo Antonio Jos PeTeira, senber do
Dgenho Mrice, e Jos Franciolano d'Oli-
Cominaado das Arui:is
QARTEL GESEKAL DO COMMAXDO DAS Mi
MAS DE l'EUN'AMBL'CO, l" DE AUltIL DE
1886.
Ordem do dia n. 82
Ilivendo o Sr. Ur eftasa de pdicia, cm offieio
n. 1178 de 31 do asacado, traflaauttindoviae por
copia o do subdelegado da rVaguralH ao Afo jados,
de 9 co mesmo mez, 1 :n Me camn>unica nqiiell.-i
BUl ridade qut a forca do basulhao de iufan*
tari, comumndada pele 2- cadete 2" sargento Jos
Teixeira de Parias, que no dia 2j do referiio m.-z
saUvf a sua dtaposieao para maassr a ordena pu-
blica por uccasio das festij'is liavidos na referida
fri'gurzia, lortou-.-e de inod^ rruprelieasivel de
vido energa e pru lijicia coiu ojee o rnesino aa
di te soube ha ver f-e, mcreoaahlo, p ir issn, 03 i-li-
gios da BMSBM subJelegauMi : -me grato, i.u
diste fatto eoiiheeimento a guarnivao.
(Assignala). O brigid-ir.i, alosat nAo Manjas
de S, ciirnnandante dn irm-te.Conforme.O
relente Joaqun Jorge de Mello F.lho, aJBISBnsa
la "ritua iuterini e aaeaiscssasVl do detalhe.
C'oiisaltiilo STovlaciai
DESPACHOS DO DtA 1 DE ASSIL
J.x Vi-IIj3> Soarej & Costa Horoira, Cardo-o it Irma is Fonseca Irma o
& *\, Jos dos Auios Furia &-C, idiiardo Card.iso
& C, J.i^ Antonio Itodngues Sortrioho e Costa
Si-va & CSin.
Baltar Irmaos (Si CInforme a '2a secaSo.
Ja! ra- Irinaas a>t -Sim, de aecorde uom a in
Sorin cito.
DoaiiiigoB Ferreira da Silva & ('., Ferreii 1 Ui-
drigues C, Gjine & l'ereira, .Machado Lopes
& C, Vta'hens Aostin & C, Jos Maeedo, Seixas
& Irma, D. K Wild 4 C, Ramos S C. C ata A
Mi deiaos, Uarvalho 4 C Franciseo Gnodes do
Arnnjii, Perreirn Carralho c C-, Joaquim Duarte
imoes e* C. Esnafy Iiodrigucs & C, Guhnarses
(Tardosi iSc C, fiutrenio 4 V'ieira, Jos Aujusto
ios Santos A C, H Muescli 4 C, Jes lino Al ves
Femantes, Teixeir.i Coimbra iS C, Uliuto Jardim
A C.Iadererido.
Engeoio Gonealves Cascao, A. Vieira A C, P-
rente Vianna 4 C. a VVilliain H illiday 4 C. lu
def. ndo.
Gomes d Hattos 4 lrmao e Percira Carneiro
4 C IntMine a seccao.
Franreo rtibeiro Pinto GuimaraeSv Deferido
afe accordo saas -is informaces.
Machado 4 Pereira.A "2a seecao.
Antouio Vctor, Augusto Frauklin, Prxedes Pi-
tanga e JoSo Alvea.
Comparec m depois ob Srs. Drummond Filho,
Costa llibeiro, Baro de Itapisauma, Visconde de
Tabal inga, Costa Gomes, Andr Dios, Loureuco
de Sti, F.-neira Jacobina e Gomes Prente.
Faltain os Srs. Luiz de Andrada e Rudrigues
Porto.
E' lida e posta em discussSo a acta do dia 17.
O r- J>*i Mnrlai (pela ordem)Sr'. pre-
lente, nao aie turne V. Exc. por importuno. A
miassa tea* a. Ueuar de fiacalisar 03 actus da
inneaia; veta uan, tliaaria coraecta c nein V.
Kx'. mi cunsatar.
t-laguadu.o nosso nagimento, cu er, !o que [w-
dcioi dizersmosso defnnto regimenta seta
o resumo fiel do qae ae paaeou 1* asiiu 1 que
eilaao asferss V. Exc. sabe qae a aasao do
dia 17 iiij oemecoa, corno reza acta, ao rais
ia, inaa sin.aas. dessete sainutnaaVirptiiB da-mcio
dia.
O Sr. Barroa Barretj Jnior ("2o secretario)A
acia diz : ao meio dia feita a chamada...
O Sr. Jos Mara-V. Exc. tculiaabonl.de
de ler a acta .
O Sr. Barros Barreto Jnior").
O ir. Jos Maiia Parece, Sr. presidente, pelo
ajan diz a acta, ao jue meio dia em pontn, barrado
uin.ci-o, abrii-se a seasBO, nao; saeta dovia diser
que, no-im-in dia, feita a chuma ta o nao baveade
numero, o Sr. presidente espern Uezeaiste m:u
tO.
Bu ohassai attenela da esa;, para a lar guLi-
ridadenoaa que V. Exc. prosodia, abrindo a sea-
sao itczs'i -te miuiitos depuis, quaudo o rt-giiin-n' 1
determina que se t abra a sessao ai u-.cio dia em
ponto
A acta, p rtunt', nao est fiel o en vm mandar
mesa ii na 1 meada e esp.ro que e ja aparo Vasa.
Se por ventura, oj meus collegas te lecusarem
ainda de.-tr. vez a a,iprjvar cssa emenda n ik's-
peito ie eouter ella a verdade, que Li pjr V.
Exc. r.-eonhecida, eu ficarel tranquillo coma mi-
aba cjnscieucii1, desde que d-'S annaes C aista que
a :icti foi appeova-ia, aao encerraade a verdade.
Vuti inaniar a emenda.
Voin a m :i lida. appmvada e entra con-
uiietam'-.ite em diseaesi 1 11 seguirte emenda :
< En vez le : a o mein lia feita a .hamada e
'' rin I '-.-', 1 t ; lja-au : so meio uia feita a
cbamad 1 e vefifieani e nao liaver namero, <> ."ir.
pn 1 leute raparse as dasesete akiantoa depoa
Usan lie a, qunalo verificando se retintn pta
!c-, ele I i Mari-i.
O r, Bairroe Barretei ajnuior (2 e-
irio)Sr. pr.'?i 1-nte, ;i qaratao levai.-tada
o lo n ibre depuse lo ajas me preoedea na tfibeai,
.lo l;i> gmsvla imptvtancia, que euine julgiuiu
unuito dispensad do responder-Iba, se ru-ote meu
acto nao ur. eesse, a trae parce tse nm-. taita de
atleiifil I re minora. 1
Sr. presiJ ate. reeonbcee s cna, reeeaheee 1
pi iviui! a 1 re n, que a politioa da Ilustre oppc-
ml .. 1 aqai exclntivainento a pro-
t -;i..r m ui =rcli 1 rega'ar dos iraiallus lios-'a Aa-
bCm b l.
O S-. Psas^doa 'itan guido 11 ex'saplo d 1 presidenta da rasa .
O Sr. Iliriji .i-r.-lo Jnior Ora, a illu-.tr
iiii:i 111, p seaulj arede. Ora, a pretexte de iicet> de r-
'k-.n, a:citi qaasriwpeuJas,-seas aaportanebt I-
gumn o qu 16 tem per fia traaer a desod m ara
este recinto.
O Sr. Jos Hara Q;al desorden...
O Sr. Barroa Bu reto JniorNi 1 fallo agora
na a qaratao imprtante.
O Sr. Liuiviic-i de S V. Exe dea Oais im-
portauois .. rete taeto que a todos aa, pirque cu
pergantando !; V. Ex. ecit.va a emende, V.
k. reapoaden-me cena sattotem do cnihusias-
uin. .
O str. Barrea Brrelo Junioi- C mpn h me o
nobie depatado, quo me- inteireaapoeomea asea
apaites, qne teado u leader da iniaoria...
VozesAqu ui 1 ha leader.
O Sr. Barroa Burn-to JniorF'oisdeixemoa a
ai do leader.
Dista SU qae eat na Oonseii neia de todos s
membroa d t asscmoli, na conselciieiu de toda a
provincia |ua a alustre miona s tem por fian
leviintan lo estas questo.-.-i, prntclUr 03 trabalhos.
O Sr. Loareaee de S Nos eneremos qne a ac-
ta encerr :i v- rdiJe.
O Sr. B;rros Barreta Jnior Sr. president-,
i.ceitaria de boa ventada a eatenea quuonobre de-
patada acaba de spHSaattal se po- acaso eu tivei-
se dito na aera que ora sj discute, que se tinba
feito aehaaaada lora da hora legal; mas, a aula
eawaesa (Ifl:)
Una Vi.z da bancada liberalloso nao foi cin
testado.
O Sr. Borros Barreto Jnior (2" secretarlo',
e isto nao foi contesta Jo tollitiir quettio.
il 1 uui uparte da bancada liberal.)
Oo:nprali-nde O nobre d "ilutado que depoia do
feita a chamada que se vai verificar se ha 1111
mero oa nao; e isso nao elctricamente, nao:
praeede-se 1 unan)em...
[Vroeaaa-ae dintaos partee )
IteoBaie, Sr. presid. ate, eaea t-to que tanto cen-
tanaun a V. Exc. de par uistantes demorar a aber
tura da sesso, pj!o coutrano um acto que devia
ser muito e amito applaudido, raesmo pela nobre
minora, porque senhores, incontcstavrlmi nto um
i-cto de grand; delioadaaa da parte de V. Exc. ei-
asfltr 6 01 10 minutos jieios nobres deputados li-
bcraea, que esto na antc-,ala tdo o epodos e ao
1. aaao t> mp.> tao aaeiosea pn- entrasen 1 ara > re-
cinto ain de h iver numero.
U.-.ia v.-z da ii.cada liberalII1 2o deputadoo
da m.ioria; o que fazomr
Piirqae nao e-.nnpar ceas ?
Eiiujiis juo somos miuori 1 quede^eaios se
censura I.13 V i
ootros apartes.)
O Sr. Viscoude de TabatingaCompetia ao 2o
secretario interino.
O Sr. Barros Barreto Jnior (2 secretario)
Sem duvida; o nobre Sr. 2o secretario interino fez
as suas notas e m'as offereceu; eu, porm, julguei
nao precisar dellap, porquanto a minha ausencia
tinha sido momentnea.
Por infielicidade minha, porm. Sr. presidente,
esqueceu me o ame do S. Visconde de Taba-
tinga.
O Sr. Visconde de Tabatinga J eatou aeoatu-
mado a ser esquecido.
O Sr. Barros Barreto Jnior (2* secretario)
Por mini nunca v*. Ese. wpiecido, ao eantra-
rio.
1) Sr. Vizconde de TabataasjaU qoe nao dase-
jj qne tenha a gum teir eaiamig).
O ir. Barros Bacas:o Justar (2o seeretasa)
Niaaca poderei ter teir eom- o nsre Sr. Vis-
eoada. At aprecio suato- V. Ene.
O Sr. Visconde de Tbatmga- Muito obri-
gado.
O Sr. Barros Barreto Jnior (2" secretario)
Digo-lhii inais: at considero o um dos dignos
chefes dessa bancada, c cousta-me at que ha por
abi um certo ciume.
O Sr. Jos MaraAceitunos p.-iieitamcnte o
Sr. Visconde de Tabitioga par enere, coma o Sr.
BarSo de Itapissuma, como o Sr. Dr. Pitanga,
como o Sr. Dr. Jacobina.
O Sr. Barroa Barreto Jnior (2 secretario)
M..8 isso quesillo milito intima. '
O .-r. Jos HaraQ.ialquer desses polo ser
aos3 > chefe.
O Sr. Barres Barr.to Junin- (2* secretario)Is
aa colisa de familia em que eu nao quero eutrar :
amana aatesaa >qie si tobas ik-putaila, o Sr. Dr.
Jaea Mara, tatito ee teuhn iuexanmailiido.
O Sr. Jim MariaV. Eic penan qua cstou ia-
commodadn, i-ngaiia-se.
O Sr. Barros Barreto Jnior (2 secretario)
Nao quero entrar uessa questa ; e desde o ino-
ment 11 :n que a nobre debutado d-se por aatiar
feito eu sent ine.
O Sr. Visconde de Tub.i'.ngaO que no quero
e p'issur desapereebido no^ta cnsa.
') Sr. Barros Barreto Juuicr (2- peccetnrio)V.
Exe. descanse; mi pasasdrsapeceebjdo.
Ninguem maia penado palasta encerrada a
disoossaV, seo lo anprevada i acta erejettadaa
emenda.
E' l:d-i, spoinda n sem debate qppaoaada a acta
la reuuia 1 do d a 1S
O Sr. i" secretario pr.tcJe leitura do se-
aaiate
KM-KDtKxrr;
Ubi ailicii do secretario de governo, transiait-
tinrto o babsac' Ja r^ccita e despea do exercicio
i 1884 a las, < o orcamento para o de tf a
B87 da cmara muneipal de Becerros. V' com-
inissio de 1 reamente municipal.
Um nbaix-i aa&ignados de mercioirosdcati capi-
tr. p datd 1 a n duecaa da meade de e llecta feita
para o Hxercicio de 18.S3 n lh'81, para a c bri ac
apasto de 12o i s por litro de vinho e viun-
gre.a."commiaeSo de a-camento provincial.
Um.-. puticSo de Bernardo Frnaciaco Santiago,
praa d> oor o le polica, nqnerendo ana refor-
ma.A' commisao de peticoee.
Jtra de Gervasio Libinio de Albuquerque
'diini!'i. professor particular em i > Branco, re-
querend 1 te< nomeado iifcctivo para qualquer ca-
deira de 1* entraiicia, que vagar.A' commissio
de ustiucgo pn lica.
Unir de .Ma-.oel Gomes dos Santo?, aria -
in-taute dos impostes da cargas e medidus da
cmara municipal de N zarcth, reqcerendo que se
mande suspender o procedimeoto da cobranca ju-
dicial, jue Ihe movida pelo que deve referi-
ia cmara A' c miniaso de orcameate mi nici-
pa'
utra da viuva Constantiaa Plato Ferreira da
Silvii, proprit-taria da casa sita ra de S. M-
guel, o qup servo de r>eideicia ao cobrador do
ur.po to de p- dagio da barreira do Giqui, reque-
rendo quo e autorice a tbesouraria a coinjr p'^r 3:0003.A' cotrmissXa de orcameuto provin-
cial.
Oatrn do Angelo Jos Themoteo, reqaireado ser
n meado para urna das vigas da Eeeretaria desta
asiemba.A' commlsaSo de polic'.a.
Sao liior, apoiadoa e jjlgados onj-ctos dt1 deli
beraeao, e vio a imprimir os seguintes projee-
tos:
N. 3. Aassembla legislativa provincial de Per-
anmanee resolve:
Art nico. Fica o presidente da provincia au-
torissdo a conceder s professoras publicas de iu-
strucfao primaria, D. Camilla do Carolo Torres,
professora da cidade do Divino Espiriti Santo de
Pao d'Aiho, D. Generosa do R-go Mcdniros Caval-
cante de Albuquerque, prefesora de Imoeribeira
em Afogado. e Francisca .Mara da Aununciacao,
; 1 l'esrora da 2* cadeira da freguezia de Afoga-
d. s, a permuta de suas cadeiras sem prejuizo dos
mea vcoeimeatoa e cathegorias.
Ficiim -cvogadns as dispotico s em contrario.
Paco da assembla, 18 de-Marco de ItHiJ. Dr.
Joao de S Cavalcante.Barros Barreto Jnior.
Ilercula-.io lian 1-ira.Amaral.Sjures de Ami-
rm.
N. 4. A Hiiembhk Lagiamstra Provincial de
Pcrnambiic.i, resolve :
Ai tigo nico. Fica transferida da povoado da
Q lixab, en Fiaresta, para o de Caruahibi, ein
Flores, a cadeira de istrnccao primaria do sexo
masculino, scia p:ejnizo d > respectivo professor.
Em l) de Marea de 1886.Joao Alvcs.
O Sr. Praxealea l'ilaiiKa (pela orde:n)
Sr. president-, coiistaudo-uie que as actas do 13"
dtricto, foram rcinetlidas commissao e que se
aebs oeste 1 i la lo um dos candidatos eleitas, eu
deswjava que o relator da cuminisaao du poderes
depois de approvado o requerimento do nobre de-
putido pelo 1* districto, sem que precedease de-
bate, em vista de urna resoh.cao desta Assembla,
de 20 de junho de 1884. Eu nao poda sujeitar a
debate o requerim nto de encerrameuto proposto
pelo nobre deputado, porque o art. 4 dessa resj-
lucao diz as:ira :a ser sem debate posto a vo-
tos.
Portante nSo fiz mais do que obedecer a urna
dieposicao desta Assembla.
O Sr. L juivnco de SMas V. Exc. nao poda
negar a palavra pela ordem.
O Sr. PresidenteOs nobres deputados uao p-
dem censurar me, porque eu mo fiz mais do que
obedecer le.
Ha um requi rimento de adiamanto, que tem
de ser submsido a votago. Se fer approvado,
est adiada a discussa c ae for regeitado, con-
tinuar. Neaea occasio qualquer deputado lem-
brar o alvirre que entender convenienae.
Fique, porm, eonsiguado que eu nao vou de
encontr resoluco desta Assembla, de 20 de
juuho de 1884.
O sr Jos MariaPeca a palavra pela or-
dem !
O Sr. PresidenteO nobro deputado pelo 12*
dirtrictevat eom a palavra.
O Sr. Laurenoo de SV. Exe. cuaipra o regi-
hento, de a palavra ao deputado que a solicita ;
is:o nao Assembla, urna amirchia.
Outros Srs. D putados da bancada liberalE'
urra verganlia.
0 Sr. PresidenteEu na fa?o mais do que cutn-
prir a Iei.
O Sr. Loureuco de SV. Exc. nao pode dei-
xar de dar a palavra pela ordem. (Sussurro). V.
Exc. |i ia o requerimento, porque parece ignorul-o:
Uo e tcSeSJ arbitrario.
O Sr. lo^ii c- Silva.0 nobie deputado "es eom
a palavra .-obro o parecer.
Vczes da bancada liberalNao pode fallar mais
porque j f.ll m duas vezes.
O Sr. Loureoco do S P. 5) a palavra pela
ordem !
O Sr. Jo': Jtaria-PeCO a palavra pela or-
dem !
O Sr. Liurenco de S-Peeo a palavra pela
ordem !
Muitos Sr. Deputa os da bancada liberalOr-
lem: oiden, !.. (grande eus^urro no xeciuto, o
Sr. preai ente rec'ama iitenco !
O Sr. Liuvenco de S (na tribuna)-Sr. pres!-
deate, en quero a pa avra pela ordem !
VozesOrdem, ordem !
0 Sr. Jos Mua V. Exc. nao pode conti-
-nuar nesta cadeira parque procede eom parciali-
dad!'.
. Sr. PresidenteEu peco ao nobr-! deputadn
qua se tente pura poder explicar o meu proco
dimento.
(Ha muirs apartes o sussurn ).
O-Sr. Jos Mara.Singuen pedio a palavra
.:! discutir o parecer, eu pedi a palavra pura
re |uerer \ t ...io uomiutl e V. Exc. na m'a pjdia
aegar.
1 1 partes. Cmtinua a sussurro).
Pergnnto a Y. Exe. se pojia negar-me a pa-
lavra para requerer votacSo nominal
1 > Sr. Pn Btdeuv Atteneao !
(Continua o iissurro).
U Sr. i, ;ur -ae> de SiPeco a palavra pela or-
dem f
) Sr. Presidente UtencSo !
O Sr. L airenco de Slito urna violencia e
um escndalo : La de ficar eonsiguado nos annaes
esta violencia.
O Sr. Prea denteAtsencSo 1 Attenco Or-
de.-fi. I' tn a pal vra o nobre deputado o Sr. Gan-
eIvi-S Ferreira.
Vozea d-i ln:_cajt liberalIsto urra violencia,
11:11 arbitrio, o Sr. deputado Gjnyalves Ferreira
nao pide fallar.
(Grande tumulto reina no reo nto, achan lo-se
ua tribuna u Sr. ntaanalves Ferreira)
O fir. Cioitcal V4'< Fori-eir Sr. presi-
dente, ua > p Kleo 1 > e j usar Ja palavra em coas -
quencia da grande des irtteta, desisto da palavra
e icqueiro o eneerranteao da diseussao.
O Sr. Presidente (grande tumuite)Atleuca 1 !
Ordem .' Os Srs. que vntam pelo eneerrameuta d
diacusfo queiram levhntar-ae.
> Levanta-n-se 03 Srs. deputados da bancada con-
si rvadora.
O Sr. 'residen'..'Esta encerrada a diseussao
(Crescendo o sussurro e o tumulto o Sr. presiden-
te suspende a sessao).
(15 mtnatos depois o Sr. presidente reabre a
sesso).
O Sr. I*rcidente -Meus senhoreseuquan
do aceitei est 1 ca leira di<-3" que o fazia bastante
contrariad-, e pe a meus Ilustres eollegas que
me auxilassem a bem cuinprir os ardaos, deveres
d'e-te cargo.
Vozes d.a bincida liberalCompra'a Iei que
ser auxilado por nj. .
O -r. Pr-sidente.Pjesami naa ter violado a
le ; 1:0 contrar o, procarei cumprir o que me de
termina urna rea .ue 1 leata Assembla.
Nao tiveparte insta resoluco e ncm sei se con-
Bultado sobre ella dar Ihe-hia o meu voto.
Vozes da bancada liberalA questo nao essa.
A resoluca> nao importa negar :i pilavra pela or-
dein a qualquer deputade qae a peca.
O Sr. PresidentaPor essa resolucilo, urna vez
requerida o encerrameuto verbal de> qualquer dis-
eussao, esse requerimento posto a votos, sem de
bale, qner ncli orrlem, qu-r tora de la. (Aparte).
Comprehende peifeitamente a Assembla que
seria de aeuhum valor esta resjlu^o, se, a pretexto
de ordem, en pudesse dar ji palavra a qualquer Sr.
deputado. 1 Apartes) Desde que a Assembla re-
s Jveu 1 ra sua saOedoria que ama vez requerido o
cDcerramento fosse elle iminediamente submettid.
PEBHAINCD
Assembla Provincial
6> SESSO EM l'J DE MAlirO
rBSaiDliSCIA DO BXM. 8a. DB. AirrOKIO PRASC18C0(
COKKEIA DE AllAUJO
Ao neio da, feita a chamada e verificando ae
pela lata ixtrahida do livro da porta lnveri.m
e 'inpai-e.-ido os Srs. Ralis e Silva, Julio de Bar
ros, Amaral, Soarcs '.o Ainorim, Antonia Cornia,
Hogo Barro Hereul no Baudeira, Joao de Sa'
Barros Barrete Jnior, Barroa Wauderlcy, Do-
mingues da Slvs, Augusto Frauklin, Gonealves
Ferreira, Bogoberta, Regueira Coata, Siphronio
Portella, Joao Alvcs, Joao do Olivcira, Praxcdca
Pitanga, Jote Mara, Juvencio Maria e Coelho
Moraes, '2 ', : ao havenda eat e a .0 numero legal
na sala das aesses, o Sr. preaideut", depais de
esperar cinco minutos, decLra aberta a sesso,
presentes os Srs. Goucalvea Ferreira, Reg Bar-
res, Jcs Maria, Amaral, Joao d'i Si, Julio do
Barres, Soases de Amorim, Herculano Bandeira,
Iogoborto, Domingues da .- i.va, Ratis e Silva,
Barros Witcderiejv Barroa Barreto Jnior, Coelho
de Moiaca, Joio de Oliveira, Regueira Coata, An-
tonio Corris, Juvencio Msris, Sophrooio Portella,
(U.
O Sr. PresidenteAtteucao Atteuco!
O Sr. Barros Brrelo Jnior (2" secreiario)
Dizia eu, Sr. presidente, que deviam, pelo contra-
rio, os nobres dopatadaa da b-ncada liberal ap>
pi.uidir o acto de profunda cortesa praticHU\a por
V. Exc. esperando 3, 4, 6, af) ou 15 minutos peloa
Sobres deputados para abrir ento a sessao.
O go mais, os njures deputados reconhecem
que V. Lxc. proeedeu muito bem.
Eiles reconhecem que preferivel perder al-
guus minutos a perder um dia de sesso.
( freeam so muitoa apartes)
Coucluinda. porquanto nao quero tomar mais
t.inpo, ais quero ajudar a minoras neste afn da
protc-lar os uesass trabulhos, seato ate esavi-sacida
de que a emenda inte ser npprovada, porquanto'1
no t'-m raaao -le si r.
O r. son caria-Sr. presidente, V. Exc.
a a casa sao tcsteinuuhas de que o meu Ilustre
amigo o nobre 2 secretaria, fadou bastante, raas
nein urna palavra disse eom rclaco materia em
diseussao.
tu ua censurei V. Exe Pr presidente, pelo
facto de ter ab' to a sessao de ois do meio dia ;
disto j me tinha oocupado na sessao de ante han-
tem ; o que eu quena era que a acta dissesse a
verdade, que a acta dissesse que ao meio dia se
tendo feito a chamada e nio havendo numero, es-
perou-so at 17 minutes depois, quuudo o Sr. pre-
sidente declarara abena"a sesso.
A acta porn duao meio iia feita a chamada
e alerta a sess etc.
Ora. para sanar 1 ssa inverdade, eu quizera que
l'jsse aceita iniiib em mil 1 a.lm de rleai- a acta
concebida uestes termasao meio din feita a cha
mada e nao havendo numero o Sr. pre.-ideute es-
perou 17 minutos, afim de qu; compareces se nu-
nero legal do rs. ,deputados- para abrir a sei-
so.
Era isto que eu oueria, porque quem ler a acta
como ella est suppoe que inmediatamente depois
da chamada veriheou-se haver numero.
E' para V. Exc. mesaao quo appello. (Apar-
tes)
Nda quero, parm, fazer questo disto, disse-o
desde a primeira vea que faaei ; o que quero
que fique ao menos consignada a verdade e regis-
trado nos Annaes que V. Exe. abri a sesso 17
minutas dep lis do meio da e nao ao roeio dia como
conste da acta.
Com isto co satisfeita.
O Sr. Viacontlc de Talmtinga fas II-
ijeiras considerai^es.
O Sr. Bavrro Barreto Jnior (2* se-
cretario;Da re 1 apenas urna rpida ciplieaco aoJ
nobre deputado, que to maguado se inostra por
suppor-se esajat-cido.
Sr. presidente, sabe V. Bxc. que eu, eomo 2'
secretario, sou quem lavra a acta ; mas na ausen-
cia, bem que momentnea, do digno Sr. lo secre-
tario, eu ceeupo o seu lugar interinamente. Na
occasiio, pjis, deste pequeo incidente, eu esteva
ser viudo como 1 secretario.....
O Sr. Visconde de TabatingaNio cal pe i a V.
Exc.
O Sr. Barros Barreto Jnior (2 secretario)... e
eseapou me ter o Sr. Viaeoudo de Tabatinga
orado.
me dissesse se o seu companheiro havia cmduzido A votajo, eu nao polia d-.-ixar de polo a votos.
ComeigO os papei-, para a sua residencia, em Pal- (Apartes)
mares, oa se lluvia transmittida enes mesmos pa-
pis para dar parecer acerca da resultada da elei-
cao.
S. Exc. de ve comprehender, i.ssim eomo a casa
tamb-in, que papis de cominisses pertencem pro-
miscuamente a todos os mimbras dcllas, e qual-
quer dclles iiicammodado, dive transmittil-os aos
seus collegas, afim de que nao resulte prejuizo
queNes que, com igual dir< ito, deviam estar aqui.
O Sr. Rosa e SilvaPeco a palavra !
O Sr. Pitanga Constando-ine que o Dr. An-
drada se retirara para Agua Treta, nao me pa-
rece razoavel que di ixasse de li-ansmittir o rela-
tor da commissao os papis, para que elle collec-
cionando esses trabalh-s aprsente esse parecer.
Corno nao sei se S. Exc. se oceupar desta ma
teria =0 seja sabedor Je que se aeha nesta cidade
om dos no3sos collegas, a Sr. Solonio, eu desejava
que o relator da cummise 1 me esvlarecesee acer-
ca da materia, afim de que pussa fazer alguma
causa a bata de meu companheiro, pelo andamento
do direito qua Ihe assiste.
O Sr. sso*a e Silva(Nao devolveu seu
d3eura>).
Vem mesa, lido, ap dado e rejeitado o se-
guiute requerimento :
R< queiro prorogacao da hora par 30 minutos,
afim de aer discutido o requerimento de intorma-
c'Y's. qne ha lis su aclia sobre a mesa.Jos
Maris.
Passa ae &
"IOKM 00 DIA
Contina a diseussao da 2* parte do parecer n.
4, deste anua, relativamente a cleico do 2 dis-
tricto.
O Sr. (oncnlte* Ferreira (pela ordem)
r. presidente, o debate sobre o parecer quo V.
Exe. acaba de por e:n discane tein sido lougo e
ampio. No ultimo dia Je sesso paderiamoa ter
a npregado o recurso eom que 03 nossos adversa-
rios arinaram o regimeuto desta casa. Nao o fi-
aemos, porm, porque sabamos que o Ilustro can-
dil! to pelo 2 districto] havia mostrado detejos de
tallar ainda urna vez sobre a materia: S. Exc.
foi ouvido catn toda attenco durante todo o tempo
em qne prouunciau o seu longo discurso.
Eu, portante, Sr. presidente, aeixando de ai ro-
vekar-me da palavra, que ja havia pedido com
antecedencia, para fallar sobre o parecer, levan-
tei-mu apenas para, na forma da Iei, propor o en-
cerranacnto da diseussao.
(lieclamaco s da bancad" liberal 1.
O Sr. PreaideateAttenco.
Votes Peco a palavra pela ordem.
O Sr. PresidenteNao est nada' em diseussao.
O Sr. Lourwico de S.V. Exc. nao pode negar
a palavra pela ordem a qua'quer depatado.
O Sr. PresidenteAttengdo, meus senhores !
O requerimento verbal, apresentado pele nobre
depurado pelo 1" districto, nio soffre diseussao.
VoseaPe^o a palavra pela ordem.
O Sr. PresidenteOa Srs. quo xpprovam o re-
querimento de encerramento queiram levantar-ae.
(Levauta-se a bancada conservadora). Est ap-
provado. (Vivos protestos da bancada liberal).
Os nobres deputados consintam qae 1 eu me ex-
plique.
O Sr. Preaideate- Senhoree, eu nao po-
da deixar de encerrar a diseussao sobre o parecer
Mais de urna vez p=di aos Srs. deputados que
sesentassemp.iia poder raelh' r eucamiohar os
trabalhos ; uo fui, porein attendido. (Apartes)
Se os nobres deputaias desejavam requerer vota-
cao nominal ti.esscm-u'a feito que eu submetteria
case requerimento v>:aco da eas*.
Vozes da hncala liberalMas mi) se pode re-
querer votaeSo nominal, seno p'dindo a palavia
pela ordem.
O Sr. PresidenteMas aseim nao acontecen :
apezar dos pedidos instantes que fiz aos eollegas
fui desattendido e forcado pelo regimeuta a sub
metter a encerramento os dous requermentos
apresmta los pelo nubre leputada pelo 1' districto.
N'cstas eondicoes, tendo sido encerrada a diseus-
sao sabr o parecer da elcifo do 2o districto...
Vozes da bancada liberal Nao est encerrada.
Vozes da laucada conservadora Est.
O t-r. presidente... tenho de submetter o pare-
cer approvaco da casa.
O Sr. Lour^nfo de SPeco a palavra rela or-
dem.
O Sr. PresidenteE" para reqaerer voruco no-
mi al?
O Sr. Lourenco de SNao tenho que Aclarar
previ .mente o fim com jue peco a palavra.
O Sr. PresidenteEnfao V. Exe. noquer cum-
prir o reg mente.
Oa Srs. Lourenco de Se.Jos Maria.-V. Exc.
foi quem praticou urna violencia n.'gaudo-nos a
palavra pela oidtm. V. Exc. quem quer cullo-
car cima do regiment a sua vontade desptica.
O Sr. PresidenteVv. Excs. permittam; uao
querem attenlcr ao dispjst ua art. 135 do regi-
ment. Si quisessem atteadet a essa disposicio,
veriara que s se pode filiar pela erdem quaudo
se enceta alguma diseussao on para regular a vo-
taco de qualquer materia em oiscusso.
Voz-is da bancada liberalEra o caso do regi-
ment.
O Sr. Jos Maria -Eu tinha pedido a palavra
para rciuerer votaeao namiml.
O Sr. Lourenco de SE eu para que a vota-
c.o fosse par partes.
Ha outros apartes.
O Sr. PresidenteQuaudo os nobres deputados
estavam na tribuna aos deus e tres eu pergun-
tei-lhes muitaa vezes se desejavam discutir ou eu-
enminhai- a votaco.
Apartes da baueaia liberal;.
Tendo sido pois encerrada a dhcueso do pare-
cer da commissao de verficaco de pcdeies rela-
tivo eleioao do 2o datricte, vou aubmetter
votacao o meamo parecer.
O Sr. Lourenco de SPeto a palavra pela or-
dem.
O Sr. PresidenteE' para enearamhar a vots-
c 1
C-Sr. Lourenco de SiPeco a palavra pela or-
dem.
O Sr. PresidenteTem a palavra.
O Sr. 1.samar* le HhSr. preaiden.e,
nos tempes que correal nao sei maia o que nos
reata ver e admirar nesta casa !
Os nobrea deputados da bancada oppoata nao
Batisferio oom as violencias e arbitrariedades pra
tieadus autos e durante a eleioo geral e provin-
cial, ltimamente prooedioWausta provmrns, afim
de que vingassem as candidaturas officiaea, conti-
nuam nesta assembla a realisar o plae sinistro
que eoneeberam, calcando aos ps os nossas direi-
tos, sophismando as nossas prerogativa, e at
acabam de negar-nos a palavra pela ordem, quau-
do o regiment determina que ella aao poier aer
negada a ncnbum deputado.
(Trocam-sa muitas apartes.)
O Ilustre presidente acaba de confessar que
nao nos concedeu a palavra pela ordem, p irque
nao declaramos o fim para que a salicitavrmos.
Pergunto, porm, a S. Exc. onde encon ron ds-
posico no regiment, para fundamentar seme-
Ihaate theoria? S. Exe. nao responde, n?m pode
responder, parque tem conaeiencia de que negan-
do a palavra pelaordam, ao humilde orador, qu do tratava-se de votar o encerramento, co nmetteu
urna violencia, praticou um attentado e r.isgou as
paginas da nosso regiment, que a Iei que re-
gula su de ve regular oa trabalhos dest. Assem-
bla !
(Trocam-se muitos apartesApoiado e oao
apoiadoa.)
Eu, eomo deputado opposicionista, fique V. Exc.
certo, fique o igualmente sabendo 03 nebro depu-
tidos da mai Ha, que no exercicio do meu direito
nao temo, era me eucommodam aa ame i cas de
quem quer que seja I
(Apaiados e :ip-.rte8.)
Fique certo o Ilustre .residents desta Assem-
bla c a h.nrada maioria deque, nos, minora li-
beral, estaremos aqui, agora e sempre disiaostos a
por em jugo todos os meios no intuito d( tornar
effeetivo os nossos direitos.
(Muitcs apoiados da minoria lbrral. Apartes
da bancada conservadora.Sussurro.)
O :-r. PresidenteAttenco Attenofto Or-
dem !
O Sr. L- religo de SAo ntrennos na se-
cunda par d s nessos trabalhos, quania o nobre
deputado r. Goucal v ;s Ferreira pe lio a palavra
pela orde.n e requereu o encerramento da diseussao
da parecer da honrada commissao de verficaco de
poderes, referente eleigao provincial do 2o dis-
tricto, eu e mais a'guns eollegas desta bancada
t.unbcm solicitamos a palavra ; mas V. Ex: nio a
conceden a neabam de 1103 o tm aquella nobre
deputado.
T. ntauda c insistindo V. Exc., defpeito das
nr.ssas vehementes reclamaco!-", submetter a vota-
cho o reqnerimeuta verbal o Ilustre d 'utado
pelo l.o districto, sem ao menos consentir juo nos
minora osasaemoe de um direito que o rcimento
nos concede, qual o de requerermos vatacio 110-
nominal, reiuou neste reciuto e as galcriaj com-
pl< ta e inteia anarebia, de sortc que, pos asse-
verar e ningnem me peder contestar, a balbur-
dia era de tal ordem e a v. zeria e-o to gre.nde
Saeala, que ninguem de bi t ser capaz ileaffir-
tnar que en semelhante emergencia esta Assem-
bla podeasa deliberar.
(Apoiados da minora)
O Sr. Visconde de Tabatinga di om aptrte.
O Sr. I. urchea i!e S; Asshn, Sr. president",
eu nio fci so fu apppavsdo ou regoitado o reqnr-
menta do n. bie depntadd pelo L distrelo ; nao
0 sei, nem V. Exe. pode i ;ualmeu*e sabel-i', e nao
a pido, perqu rtinava, como .lisse, completa anar-
cliia Di ste recinto.
O Sr. Jos Mari E nenhu.n depufaja o sabe.
-O -r. Loureece db SIAccresce, Sr. presiden
t-, que na ante-sala alguus senhores deputi.dos da
naioria declararam que nao tinham VOtadc o pri-
meiro requerimento de 1 nccrrameiit" ; contegniw-
temante, ncm V. Ec. pode saberse foi iffietira-
inente approvada a m dida prnp-sta, nara to
p-uco os illustes deputados da maioria tiveiam co-
iiheciin-nto ou seieuci.i d o'njecto que se preten-
o'ia votar.
O Sr. JacobinaE' o caso de rectificar'!.
(lia ontros apart 9.)
() Sr. Lourenco de S-Sr. presidente, quando o
nobre leader propuuha u primeiro encerramiruto da
diacusso, antes de S. Exe. deixar a tribuna, eu
pedi a oalavra pela ordem, entretanto, nao me
pendo esta concedida e proee lenio-se ou tentan-
do proceder se a votacao do encerramento. e's que
novamenlc c 110 meio da agitaeo geral. V. Exc.
aancedeo ao mesme leader a palavra para reque-
rer p-Ia segunda vez a rolha. Ao passo qui a pa-
1 ivr.i p-la ordem foi dada ao Ilustre rppre e.itante
do l." districto, para requerer o cncerrameato da
diseussao, e em seguid nava neute dada pja re-
querer segunda rolha, em eonseqseneis de existir
um requerimento da adamente, me camo V. Exc.
sabe, regeitado este, a diaenssSo da materia prin-
jipal contina, i nos liberaes a palavra pe a or-
dem n ti ama s vez ues foi concedida !
(Apoiadoa)
Asaba, Sr presidente, na teado sida prr-en-
chidas as formalrlades legaea, a votacao hsvida c
uuII1. c s.-nd i milla, nao pide preduzir 1 licito al-
gum.
Sr. preciJente, apro^eito o ensejo para agitar
urna questo de ordem.
O art. 4." do decreto desta Assembla sabr o
encerramento .concebida nos seguintes termos :
O r>-querim*nto verbal para o encerramento
votos, e sendo approvado, o presidente lela-
rara encerrada a discussa.
Realmente, Sr. presidente, a primeira vista,
sem attendermos diversas oulras dispasicoea re-
giineutaes, parce: que o decreto citado uao ad-
miti que um deputado peca a palavra para oceu-
par-se da pro posta de encerramento; repite, a
primo ra vista assim parece; mas, chorno a it:en-
ei d ) Sr. r silente da casa para o art. 7.!.
Para se dar a urgencia necessario que o de-
patada a requeira par escripto sob a f>nnula
o tenha nsgoeio urgentee eom declar.-icao delta:
se f'r apoiado por tres deputado9, ser logo vo-
tado 8-m discussSo e send-.i approvado, entrar
isaaniiliiiliiiaj aan era diseussao e negocio para
< que foi coucedida.
Veja V. Ere, Sr. presidente, qiie o artigo que
venho de ler redigido da mesma forma t:ue o
decrete referente ao encerramento, isto o legis-
lador provincial, quer tratando do encerramento,
quer referudo se a urgenc:i, determinan que
t o requermentos sejam votados sem dis usso.
Mas, pergunto ao illu-tre presidente : quando
for submettido a consideraco o deliberaban 1 a
casa um requerimento de urgencia, V. Exc. jul-
ga-se com o direito de negar a palavra aa depu-
tado que :i ajlicit-.r, ern vista do artiga .-1 r lo?
(Pausa.)
Senhores, o art 133 do regiment expresso,
claro e terminante para a bypotaese. (L)
Nos p.rcceres, requermentos, questo.-s oeor-
dem, urgencia, ou adame to nenhnm doputa-
do ser permettido l'abar mais de urna vez, ncm
mesmo a titulo de explicar. O autor do requeri-
menta, porm, poder fallar urna segunda vez e
bem aecim o relator da eammissao.
Logo, Sr. presulente, e*da deputado pode fallar
urna vez sobre a urgencia, logo cada un de nos
tem o direito e fallar tambem ama vez sobre qual-
quer prop-sta de encerramento.
OSr Rosa e Silva (Ia secretario)Nao hi ,tal
V. Exe. interpreta o regiment ao seu modo.
O Sr. L luteaco de SEu sau o primeiro a. res-
peitar o talento do Ilustre r. 1" secretario; mas,
p r mais taleutiso e Ilustrado que seja o noble de-
putado, jamis S. Exc. conseguir fazer *do blanco
preto e vice versa.
O Sr. Rosa e SilvaO nobre deputado labora
em equivoco; quer a explieacao ?
O Sr. L'iurenfu de S V. Ex;, poder succeder -
m na tribuna e eno interpretar como entender
1 dispo8-eao do art. 133 do regimeuto.
O Sr, liosa e Silva d um longo aparte
O Sr. Ljureaao de SNao, senhor; o rogi-
mento nao diz que. sobre o objecte da urgencia
qne 6 facultado a qualquer deputado fallar, poia
que isto j est regulado pelos arta. 113 e 114 do
regiment, o que diz, porm e de um modo clsro e
evidente, o artigo por mina citado, que sobre a
urgencia qualquer deputado tem o direito de fallar
urna vez.
Feita estas lignina eonsideracoes, V. Exc, Sr.
presidente, resolver a questo como entender,
certo de que cootiuuorei a pensar que requerimeu-
tos de urgencia e de encerramento, em vista do
art. 133, urna vez propostas sao discutidos antea de
votadas.
Devo, parm, observar quaaquesta que atiabo
de agitar Uao se nfere a palavra pela ordem, pois
que esta em caso nenhu n poder ser negada.
(Apoiados.)
Desejo saber, Sr. presidente, se o primeiro re-
querim nto apresentada pelo nobre peputado pelo
primeiro districto foi ou nao approvado.
(Pausa)
Ninguem o sabe, niagaem m'o affirma Exisem
diversos deputados da maioria -pie declaram ter
votado contra semelhante requerimento; esta ban-
cada, sem descrepancia de um s depitado, uo
prestou nem poda prestar o ses apoto a ama uie-
dida proposta smeote para expellir desta eaaa asa
nosso collega, legtimamente uleite.
(Apoiados da minora)
O Sr. Rosa e Silva (1 secretario)foi appro-
vado; afrmo-o ao nobre deputado.
rt
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Diario de PernantineScxta-frira 2 de Abril de I88&
a
r
\
O Sr. Lourenjo do SPor quintos votos?
O Sr. Basa e Silva {1 seeactario) Por muitos
votos.
O Sr. Loureoto de SaNao 6 poasivel ; muitos
deputados da m ioria, comoacabei Je dizar, vota-
r un cdutra.
(Tr ocam-ae -cuitos apartes )
OSr Lourenoo de S -E o parecer da commis-
tiio tambem jifoi votado?
O Sr. Prndente Va ser votado; 4 o deca-
rei.
qieai iuformacoea a-o/ie se refere aftVo as que
constan) de una -tepeis a>ae uuoada mesa.
Peita a necesear.-a luitura ptla45r. secretario e
v.irifijndo.-ee aue. nao ha forma regular na ne
tensan tlefir. Ba-ges, visto que as divergs par-
giiaias-esariptas, algumas anuidas de cominenU-
ric, nao tUobam i;idieaca<>, ia na* eram dirig
dua a gerente nem directora, o Sr. presidente
nao aceei toa ai, sendo inmediatamente entregues
o tea autor.
O Se. A. B. Dulks, obtendo a pelavrac notaudo
O Sr- Lourenv* de SMas est ein discusso? que o Sr. Borges parece hoje m-iis infirmado dos
O Sr. PresidtfotiJ est encerrada a discus-
so,
F Sr. L -urouco de S h J est encerrad*?
V. Exc. n> sabe que, regeitadoo requer nento de
adiament >, a discusso prosegu ?
(Trocsuo. se diversos apartes.)
Vejo, Sr. presdeute, que pe.der tempi. qu;
inti'iram nte intil fallar em regiment, pedir n ob-
servancia di le, citar emfim os precedentes desta espora ao mesmo Sr. Borges srj* concedida a pa
Asscmbli Hoje s existe entro us urna lei : lavra.
a vuntade apaixada de V.-Exe. O Sr. Theodoro Christianson manifesta-se eou-
Fique, porra V. Etc. certo, Sr. presidente, que tra a inverso da ordem dos trabalhos, susf mtau-
cjntinnand'i a preceder irregular nente como tem do a opinio de que, por occasio de discutir-sc o
procedido, transgrenindo diariamente a lei; dando parecer di commissilo de exime de ontas, nao se
nigonioa d Companhia de que no tcinpo ca que
< lereera.uoi da lugares da directora, declara que,
nao obstante a acertada resolucao de S. E-c. o
Si. prouidunte, a directora, da qu-faz parte, est
p: ompta paca dar tan tu quantas utornaacoes
p :-a exigir o Si-. B*rgea ; sendo ac-mpmhido
nessa deca rac.Vo peloaontros diree-n-es, Srs. Ma-
uoi'l Joo do Ainorim e W. W. liobilliard, e que
pa> approvado aquillo que a Assembla nao votou;
negan lo a palavra pela crdom aos deputados da
minora entra dijposic-lo expressa d > art. 136 do
regiment; abrndo as nossas sesaoes, quasi tem
pre depeis de meio da e em outra occasio s 10
horas, de aesordo com os seus amigos no intuit > ou
com o fira pouco generoso de surprender a minora,
como effeccivam>3nte aconteceu, cortando assim a
discussto de urna questab importantisaim, qula a
de reconheeimento de poderes; fique, porm, V.
Exc. ceno de qu?, emquanto assim proceder c a-
prichosamente, ns os liberaes nao acutreinos as
deliberacoes do V. Exc
( \pplausos na? galeras.)
O Sr. PresidenteA t tonclo..! As galeras nio
se pndein manifestar.
O Sr. Lourencu de S -V. Exe., Sr. presidenta,
que t'-mnesta casa umi nriicria tai forte e pu -
jante, nao precian praticar tantas violencias e ar-
bitrariedades: n's eorpos colleetivos e rautas v--
zes j tem sido d to ueste recinto pelos nobres do
putado9, a maioria quem governa.
Conclu ndo es imnhas observaco-s requeiro vo-
tact) nominal para o parecer referente eleicSo
do segundo distria*, j que nSa me f i concedido
fazer igual requenmont) piri o neerram uto da
discusso.
Terminando, Sr. presidente, reata-UC ainJa di-
rigir a V. Exc. nm pedido: representante cuno
V. Exe. do partido da ordem, na > q'icira anarchi
sar os n )ss s tr ib ;1I:o; siji o prim'iro a respei-
tar e a enmprir a le, a en sere tamb >m o primei
r' a applaudir (,s actM da V. Exc.
(afeita beai* iimifo bem.)
O Sr. CoMn Rlhelro (pela ord-m) dizque
nao h i ningii'm o_ue commefta nma inju-tiea e em
breve nato seja pual >.
Hoje ao entrar na caa abaervad que a minora
tao rcduzida e quaudo tito paucua aias de geaaBn
teo havido era pe is nobres cjllegas membros da
mesa, prime ros e s"gunioJ secretario) censura la
de mod) delicado 3 rtamente, :naj em termos bas-
tante vehementes.
A minara aecusada de protcladora dos trabi-
ihos. de 6 nutrir os ri sj is de os perturbar!
Pcis bem n lardn multe ipie se daaaaai see-
uas, que prde licenc 1 paia dizer se nao 'erism da -
do, s1 pir ventura o Sr. preaideMe na li .uvesse
inft-ingii ) d-, mod lia fl aedido de manetaa a parecer t>r a prop^aito de
desconsiderar a 1:1 ne ia O orado apsaar de echar
toda a raz.lo nos sen -. cilleras, eunserv use at
silencies 1 durante amaiar parte da incidente, ra-
1 in lo eaforcd naar astuler-se tranqnillo, a cegado
porque acra litava que o Sr presidentx ou algnm
aaembro d maioria eebiaae em si c viaaa que S.
Exe. tinli 1 pe menos comm'tti 11 urna inadverten-
cia, que na lie ri 1 mal r-ctilic-.r; mis na 1 te ve
essa sati>t'a ca ; vi > que S. Exe. nanea mai vol-
tara atrs e qaia at turnar delibcracSo quand > a
casa est.va em grande agitaeto I
Berenada cata e agra que tidos rst cal
acredito que 1 Sr presidente atl i;de- aoppoeicSo.
S. Exe. ]i .1 e .'.1 submettif n nq -n.ii nto a
nova v ti .a 1 1 r foi irrcgularmeme; S. Kxe. iotriugio o regiment
aeg indi a p ihivri !>cl i ardjoi em caso em qu ra
obrigidoi. d.l a. Ntliivia o direiti de pelir
qm> o requer 1 tofosse \;r;i nomina mente ?
c a 1 m I a 1 bi i- a pala-
vr 1 p 'i 1 er I
Espero 1 ia q*i S. Ex?, hijii ibntatter de
n'vo es i"i|i' -r-ai ir ) a \ I j -.isso ni ha ne-
ebuin iu :::ve aie-He. Siii mu OMfonne a lio 1
r -: na la iua do que rectifi : .r o trro
ou nma 111 idvert r.ci.i.
Por eonaeqnenr 1 a sna rec! nn-.cao c neste sen-
tid : p-de que 11 v itc do "'vi n req *erin*enta d-.-
ncerramonto, qii" a vola a 1 ej : n m i il.
Pare.-- u 1 t -- ei > trabalboa aerto regnla-
ri;a los.
O Sr. presidenteTe ia s>t -Ir' 1 em atte-wier
ao nbre deputtdo se por ventar 1 j oieeatfeetae
verifici la .1 -rotseio.
O -r. Liorenco d-' Si -He V. Ex -. snp^nd u
sessao
O Sr Presidente Com refacen no pedid do
nobre dei itado eu n p Fax -. porm,
nobre deputado requer votacAo nominal sobre o pa-
recer eu concedo.
O 8r. Csta SbeimNi ^ ibfa o cju-ri
ment. Em todo cato V. Exe. recorva como mtcn-
der.
(Continn ij
dove tratar de outros assumptos.
Teai, finalmente, o Sr. B irgcs recusado o pa-
lavra qu: fora-lbo concedda a pedido da direc-
tora, approvado sen debate, o refer lo pa-
roeer.
Passando se apneeder a cleicao de presidente
cse-L-rctario da ass-mbl 1 geral, toram eleitos :
presidente, o Sr. D Jos Bernardo Garri Ale >fo
rado por 107 vatos ; secretario, o Dr. Jos Nicolao
Tolentin j de Carvalho pjr 82, obtendo mais para
o priraciro desees cargos ; Jos Nicolao Tolentino
de Carvalho 1 voto ; e para o segund) os Srs. An-
t mi 1 Joac- de Amorim 25 e Gustavo Adolpho
Schinidih 1.
I'i-oiedendj-seem seguida a cleicao da directoria
foi o seguinte o resultado da apur ico : Srs. Ma-
nuel Joo de Aiaorim 82 votos, W. \V. Roljdlard
68, Saunders Brothers & C. 58, Arthur B. Dallas
49, Wilaon Sous & C Limite 1 25, H Forstor & C
35, Antonio Joaj de Amaran 5 e urna cdula em
l'e'o -r. presi lente foi declarada clelta a di-
rectora, dos tres Srs acciooist is mais retados.
Pin ihn-nte. orrenio o escrutinio para a elei-
cao da eonimissj de exame de cantas, foram elei-
tos 03 Srs. : Ja 1 Jas Kediigues Me 1 les por 97
votas, Tuinas Combur por 87, e Joj Boxwell por
71, obtendo ain ;a os Sr.i. G. A. Sehmidth 41 vo-
tos, Augusto I, dv 11 27 a seud.i encon'r'.da nma
C "dula 1 rn brauc '.
O -r. Thon-3 (Jomber propo c sem debite,
approvado que se consigne na acta na voto d-i
;i,-i- ideeimento ao Exm. Sr. Dr. Jos Beraardi G.
Alcuf rado p >r hav'er dirigidj os traba!h sembla geral.
Nao h ivendo nada mais a tratar, oSr. presiden-
te enc-rra a sessao s 3 12 h as da tard 1 E,
par constar, lavr u sea prsenle acta. Eu, J>-
Kiejlo To'entiiio de Oirva'ln, secretario, a ea-
crevi.
Jos Nicolao Tolentino de Carvalho.
m\m diarii
ACTA DA SESSAO DA ASSEMBLA OKBAI. DOS
SRS, ACCIONISTAS DA C0MI'A\H1\ PER
KJjfBITCAHA I>K NAVEGA^AOCOSTKIUVI'DIi
VAPOR, AOS 18 DE MAR(,0 DE 18*(.
'residencia do Exm. Sr. Dr J> e Bermtrdo Qui-
nao AlcoJorado
Ao meio din, a-.-h .nd -se present s os Sr?. accio
nistas : Augusto Ltuilrj, Antonio Eemurdo Ri-
drigues, Arthur Li. Dal ,, Ulaudij Dubeux F. F.
B-irges, Gustavo Sch ni ith, Dr. Jos fiero-r i i
G.:lvo Aleiiforalo, Dr Jos Nicoli Tolentino do
Carvalho, J. How, J. Holmes, J. II. I> xw-,
Manoel Ji.o de Aiooriui, M. Calinout, llrothirs
& C., Saunders Brothers & C, Tiiuudoro : liris-
tiansen, Tbonas Comber, \V. W. Kibillmrd e
Wilsou, Bons 6c C. Limited, representando o ca-
pital de 541:30040)0 ver fie ido o numero legal,
o Sr. presidente declara ab-rta a gesta.
L da, appro7ad 1, sem debate, a acta da ante-
cedente
O Sr. Clpmeite Lima, gerente, apreseiit i sen
relat rio, cuja leilura dispensada por deliberac 1
em Assembla c a requerim-nto do Sr. Leonardo
Rodrigues, visto haver sido aiatribuido por todos
os Srs. accionista, observand > o Sr. F. F. Borges
qne o m"sma relatorio nao fora publicado.pela iui
prensa, como de praxe,
Obtendo a palavra, o Sr. Clemente Lima diss
quo a le que regala as sociedades auunyaias na
obriga a publicaco s- nao do b ilanco e parecer da
commisso de exim de eontaa ; que a disposicao
legal foi cumprida e que, no deseuipenho de seu
cargo nao se con luz p las normas do Sr. accionis-
ta queaetba de fizer essa observac"., do mesmo
modo que, em identidade de eaeaoutaneiaa, nao se
condu'.irii ell-pelas suas. -
Submettido i -e.--ai o parecer da commisso
de examo d conta3, cuja leitura foi, igualmente,
dispensada, por atibar te annexo xo relatorio dis-
tribuido, e pub'icado pela imprensa diaria, nos ter-
mos da lei o Sr. F. F. Borges ibrem a palavra e
disqfieniopretende oceuiar-se con- o relaridj
paree t, pois que delie niotinha canbeeiaMnto np*
nao o barrar lido, oa6 de outru.' a.-sumptos, visto
que entende-oe qu- se di ve diz -r simplesraente
sim ou naoem relac*o ao dito parecer."
O Sr. presidente declara que, para discutir o
parecer tem o nobre accionista a palavra. O Sr.
Borges insiste em affinnar que nada t co:n o parecer em discusso, que seu fim outro.
O Sr. Tul ntino de Carvalh 1 manitesta/S pela
regu'.ariUade d.?s trahalhos acardo da assembli
geral, tornando saliente qu ning.i m enteede
nem pode pretender qne o p. recer da cotnrii.
de examede co itag seja approvado, sem debite,
quand) os.esutaioa da Coinnunhia exigem que so-
br-j elle abra-se discusso. O que se eutende, ra-
zoavc'mjnte, que deid-i que se acha em discus-
so esse parecer, de ootra materia nao se deve
tract.tr. sob pena de uatabcli-rer-se a confuso e a
desordem.
A bo.-ite n ses.-o por t rcm comparec lo apenas 12
Srs. deputados.
A n-uiiio foi presid la pelo Exm. Sr. Dr. A11-
t un 1 Fi-iiieio Oorreia d.' Araujo.
O Sr. Io secretario proceden leitura do ao-
gnintd expediente :
Uui ofiieio do Sr. deput id 1 Antonio Gon
Feria ira communieaudo nao pider c >mpareeer
sessao por motivo da molestia. Intuir la.
Oatroda Camera Manicipil da Afjgados de In
i 17. -ir -, red uando contra o contr iCto dr carnea
v r les. -A' c imnsai > de u gecioa de eam iras
Urna pcticio de Ja Marcelino da Cus'a, pro-
r pnblico de Itap'ssmna, requer n i > :* gt 1-
ili i(_o t a qne tem direit > por cont ir .nu- d >
innoa de magisterio.A' commisso de inatruec
publica.
Oatn de Francisco de Paula Barro?, autor do
compendio de Physiea pira Ir.iiur.-i, ad ptnli
' em ronit s escotas publicas do imperio, requeren
de qne ae aatoi be acn ra de 1,0)0 ezempnirea
i r.ize.i de 1*590 cada um, para serena distribu-
dos pelas escolas publicas d- provincia, e off-ro-
eni! 1, eaao esta Ih'os eocapre, gratuitamente 011-
- r a I.''" 1 exemplare -A' ims ssa 1 de ina'rnc-
i;o publica
Chitra de Tiiereza de Jesns Birroa Luna, pro
a eontraetada da caJeira mixti. do povoado
le anta Clara de falque, req .-r.-n 1 > ser e uis
li ril' etrfiea para qnalqner eadeirn de 1* en-
trae a. A'e.onmiss 1 d 1 in triccio publica.
En segua foi disslviJa n remio.
Tlaeaars Sa.no Aaioio -O proprietaric
lo 1 a 1 S int Antonio, n > intnito de ser agrs-
l-.v I ao pnblieo d-sta eidade, c iba de faz l-o
tintar, -*poia de tel o feto pasaar por t Ig.ima
aodifieaci) s e m"lhoram-nt-is. entre os qua-s o
aginen o de luz s, himb commudospara os es-
. e-e.
Esa melhoram'*ntjs e embelezimen'os j i te n
F ii til 1 r para alii gxaodes massaa de ei
! res, p ir OCCasO d 1 exh'oie de ilr-111 ia 80-
nodiaa, que, no geral, reein sido bem mo itad I a
reg larovirte d scmpenhailos
Brevemente aera levada scena, com tod > o
pxisrido aparato, A vida e os milaqre* de S. llene-
dicto, mgica interesante, ji eonlieeida do publi-
1 recifenie, mas agora rifan lila e melharadi, o
jn 1 msica do ma-stro Marcelino Cieto.
S -ri dad -i 1" espectculo em beneficio d > ac-
t o- Augast" Peres, que se faz fente d 1 empre-
en Innento, e que b-m merec ser auxiliad 1 pir
tod s que anda teem urna restos de amor .arte
dramtica. ^^
'liieaii-u da* Variedades Dcu-uus
ante-h -ntein a empresa Buldrini & Milona um va-
ria I espectculo, do qu.il fez parte o 3* acto ja
dfica opera do nmortal Verdi-Va bailo in
ntaschera.
0 Sr. Daniniei, que cncarr;'gou-se do papel de
Renato, cantou bem, de modo a provocar muitos
appl 111303.
Foi um dos seus moice-itos feliies.
A .-ra. C'ortesi na > toi s-inenos no deeempenho
de sua pute; c intu com i-zpressio e C4rrec(i.
rt oiches'ra, que tirigida por um artista alias
nt< !l rente, te.ve alguna descuidos.
Entretanto da euppr qne esta falta ni) se
repet r.i, barrndj mais attenco.
Mete e conrillanim-A parte policial,
que em outro lagar inserimos, refere circurr.stan-
ci-id miente nina setaa tumultuosa havda no dia
21 do corrate, s 11 horas da manb, na casa
da can ira municipal Jo Bonito, por occasio da
audiencia do juisdi* piz.
1 mi-so conciliar o capito Antonio.Jos Pereira,
sonbor do cngenh-i Murie, com Jos Franciolano
da Olivera, s--bre urna peque a que.sto de d s-
tru'C'O ilC lavi.-uras pert- neentes ao primeir,
quaudo comi-caram um bate barba, indo depois
ml))3 vas de fact. Fran liolani levou eum
urna cadeira no costado o o capito levon nma bo
fetada, puchando depois p r urna faca para ferir
aqu-lle, arma que I lie foi timad 1 pelo delega 1 .
que sabundo do que eatava acontecendo, all ap-
pireceu opportunamente e prendeu os dow em
fl itrante.
Foram riepois postos em liberdada par hfveem
prestado flanea
Mtlore-NE' uma wals-i de E. Waldteufel.
pan piauo, impressa na casa de msicas do Sr.
A. J. de Aaevaafn, toa da Baria da Victoria 11.
13, onde tata venda.
O* InrapimNa madrugada de 13 de Mar-
co estes industriosos entrara m, por meio de arrom-
banicnto, na casa de residencia do professor Jos
Luiz de Franca Torres, n> lugar encanam -uto, e
subtrahiram diversas pecus de ronpa e outros ob-
jec'08.
-- Tambem na mesma rradrugada, os taes for-
Car un uma estribara da mi do Airaia1. e dalii
roub iram dous cavallos, pertenecntes ao Sr. Ma-
nee I G mea ves Rodrigues.
Mnvimenlo de dinheiro No mez pro-
xirro find a pr.ii.-i d lioeife, sob a responsabili
dade das diversas companhias de vapores que a
seivem:
Reeebeu 276:291*290
E.-qiedio 610:434*491
A expedicao foi para :
Ing latorra
MoHiievido
Dr. jaiz de 4 distncto criminal, o inquerito pro-
cedido contra o.dea irdeiro Riy.nnndo Al ves Bap-
tista, palo crirae de tentativa dt morte e resisten-
cia, na occasiiern que Iba-foi dada ordara de-.prir
sao pela patrulha rondante.
kt-iti lie Ou'iibro Distribuio-se hontem o
n. 5 des/e periodic., rgo da Assoeiayo dos-
Funccionarios Provinciaas de Pernambuco.
EleicOca beracn e elelefti con
era adorna C un este titulo acaba de che-
gar da corte para o respectivo agente da Propa-
fui'Ui Liberal, >r. Fraueiseo Soares Quintas, a
rgo de Saldanha Marinlu n 4, antigo da matriz
d-j- Santo Antonio, o tere -ir 1 opsculo dos que est
publi-aud o Sr. Dr. Jiiiuim Nabuco.
Agradecemos ao ageaan a oftVt* que n)s fez da
um exemplar.
Bxruraao peos dominio* ila i: 1
lomoloala Com este titulo acaba o Sr. Dr.
Joo Alfiedj de Freitas de publicar mais um cu-
rioso livro cm qie faz extenaos estu los c observa-
Trubalh 1 fe;t > c in a maior attenco, de eetylo
ameao e ciar, s- m duvida attrabir e prender a
hteneio de quem quer que o lei .
O livro do Si. Dr Freitas nao de-m?r ce dos
outros, bistanto curiosas tambem, que j tem pu
blicado.
Pelietando-o pela su 1 nova produeco, agra-
decemos lhe a eferta que nos fez de um exem-
plar.
Norl(>dade PlillomallcaCom o titulo
cima os alumnos du Instituto Philomatico, fuuda-
ram uma sociedade litteraria, cuja directora ficou
assim organisada :
PresidenteDr. Olinto Vctor *
Io vice pre9denfe -Alberto Castcllo Branco.
2o vice-presidmte Jos Nicolao Tolentino de
Carvalho Jnior.
1 secretarioSeiino Barboza do Valle.
2* secretarioMan-el Arauj .
AuxiliarJoio da Itn-ha.
Oradora.itonio Gimeiro.
Vice-orador Francisco Athayde Martins R-
beiro.
Thes-iureinQenrqnn Swensoa.
Procurado-Alberto C irvalho.
Hollnenlo do por(:> do Reelfe.
Foi o seguinte o movimento do porto do Recife no
mez de Marco prximo finio.
Entraram do Ex O'
17 V'pares, lotando 2J- toneladas.
38 Navios de vela, lotandc 14:3o 1
Entraram dos partos do Imperio
i9 Vapores, lotando 22:398 toneladas.
26 Navios de vela, lit.indo 4:378
Dando para total das entradas
36 Vapores, loteado 52:368 toneladas.
61 Navios de vela, I >tando 18:714
Sahiram para o Exterior
13 Vapores.
il Navio* de vela.
Sahiram pira os porlos do Imperio
24 Vapirea.
3*4 Navi is de vela.
Dando pira total das sahi as
37 Vaporea, s -nd 1 1 de guerra.
82 Navios de v.la.
"*ao me nlmnilonem E' o titulo'de uma
W ilsa para piano, composico do Sr. Jos Coelhi
da Silva Arauj 1 e qne se enerntra vend as
rus Bario da Victoria 3), Cabug 18 e Duque
de Caxias 65.
l*roeMN&o Da igfcj 1 do Bom Jess dos
Martjrios sai hoje em slenme prncisao, que p'r-
. or era diversas ras das perocb:as de Santo An-
t- nio e S. Jos, a imagem daque'la invocaeao.
Aulas da Farullaile de nirella
'' imaeam h a a tunec m >r as aulaa da Facnld*-
de de Direito, menos as d p-idos n's nena do 4 aun, continuandoab-artaa
p.ir alguns dias as matrculas do 4" e 5* auno.
Imperial el.Mlo.dr- 1I01 Arlinlao
"Jeftiaiiii-o-i < liiherae A's6 0 1/2 li -
r-.s da tard de lioje, reuneui se em assembag-
r.al os in unbros desta asaociaono.
Norieda.le .tllimiea Am-inha, s 8 ho-
ras da manb, funecioua esta sociedad ; de b n-fi
cenca ,em genio magna de posse c recepcio de
19, na ra d 1 Imperador 11. 14
Comjiofuli o il iliysi<.- para leitura
X iinu > proxim 1 li lo, u Sr. Francises de Paula
Barr, residente na corte, obsequiou-noa com nm
exemplar do seu |ivrinl*oCompendia de phys'a
pan leitur:-~i'\ adopt ido pira as escotas da cort-
il de diversna provincial, n nos ex'ermm s um
uiio liaongeiro ao nacamo livrinbo. que nos pare
cea ere 1 >r d 1 apiree. 1 d > cenaelho Iliterario da in-
alraefto publica, cm rVrnambuco, cojj examc o
anbmetten sen autor, entilo cm viagem p! 1 nono
Diesentin deaae mido de ver o ditoconseih lit-
teriri >, qne approvou un parecer contrario p.c
mesm 1 livrinli -, parecer qu 'i e'abirad 1 pelo 8r.
Dr. Ayres Grana, aando dep>8 publicado na 8*
pagina dele Diario, k pedido de um doi dignos
membros do referido conselho.
E=se parecer, em muros pontos molestoso pira
notar do livrinlv, n'outris muitos careca de
justes* na critica t i'1 s doutrinas e thsorias ex
pendidas n'um 'ivro. que na 1 s a reaenteva a co-
her fros i scientifico, e ap"na3 era d latinad 1
leitura. da infancia, dan-io-lhe ligeiras noc-s da
materia <11 que se oecupavii.
Em def.'/ta d> autor e da ana obra acudo nm
fe 1 amig, qu! asseverou que o Sr. Paula Bu ros
Kpportun iintiite respuideiia critica finta no ci-
tad 1 p iriXer.
A oppirtunidade ehegon.
O Sr. Paula Barras remetteu-nos ii corte a ana
respista, enj 1 puMic icio. pr amor gualda le,
eiicetnmis hqe.no mflsmolocal a 8" pagina deate
Diarioem que f j publcid) o par. e-r questio-
nud 1, e para a qnai chamamos a attenco dos le-
ture.-.
Tamijem ros remetteu o Sr. Paula Barros 25
ejemplares do seu livr.i, qu ', conformemente aos
seus desejos, distribuiremos enn as pessoas que os
reclamaren* e estiverem no cas do ipnc;ar a ques-
to debatida.
Depais das chuvas de Janeiro, e, quand) ca-1 A abil-adado tu 10I -est construid omladii-,
ra vanas de rotimotea do centro passavam, e d'aq-ii Ib js a ennenf 1 ------
mesmo iam em bneea de Limoeiro, sem mais es | tranrnaria.
perancas de chuvas ; tardiuha de ante hon'eir.,
26, desabou mista comarca nm grande ag inceiro,
que, aeompanhado de torte trovoada e relmpa-
gos, duron 45 minutos* deixanio pocos c barrei
ros cheios e os acudas a m -i i.
O eontentamenta foi geral, e. o p-vo anda na
expapsio da alegra foi sorprehendid > borrt m, 27,
c^a nm novj aguaseiro e mniti mais firt', tro-
vdee e aalaBifiagoa qne d-nrou sem eessat de 5 bo
ras da turde s 9 da noite. abrangeadi a irsmi
territorio, senil 1 mais da dia anterior corren lo
rios, riaeli03 e sangrando to los os ne-i I -. 1
aive o noiw quo tendo mus d 11 an 1 j> tf-j :;is-
tencia, s agora p le faz>.
O acude velu nio deu tstnp) a san -
\i a^uai em me i a hora.transbordarum, U\
creas que ancontraram no trajecto e derruban-.lo
3 que lhe ficaram prximas, tornando se um ver-
i 1 ieiro lago as auas immediacoeg.
O riacho Tapada, que deita no Capba-ibe, en-
flieu, extravasando e c rreu, come ha muito nao
fazia, devendo tambem este fazel o, pon as aguas
foram para et >
Nunca a comarca do T.iquaretinga r suas ad-
jac-ncias vio semelhante espectac-il, que i se
ia tornando assustador pelas proporcoes que tj-
mira, pois ainda nao houve ex-mplo aqu do um
temporal como o da t irde d 27 di correute ; as
chuvas continuarain mais brandas durante a noite
e ainda continuam.
E' do lastimar o que devena occorrer, entre-
tanto por ahi, pois agora mesmo foram encontra-
dos inortes na m irge a do riacho quo d'esta villa
corre pira o Topad 1, a preta Luzii cscrava di
um dos agricultores de Taquaretinga, o indivi-
duo de nmi; Manoel L'j'z de tal, tambem de Ta-
qu relinga, 03 quaes tente Vndi f-ira desta
villa, fora n apanhad03 pela corr-nteza das agU is
na oecaalia cm que tentavam transp.- o riacho,
de volta para anas casas.
Accresce que procuram 2 ou 3 p-esoas qu>,
tend vindo tambem feira, anda nao ha que
dell.is d noticia, suppindo-se ter a sortu d'aqu d
les infeiizes. A mortandade tambem de animaea
sa fez sentir.
Ijnora-se qualquer outro desastre alm des
tes e p3rca geral da maior pirte das cercas dos
recado?, o que de lamentar ; entretanto se oc-
correr promettenroe communiear ni primeira oc-
casio, pj-s querendo aproveit ir o corris que nao
tarda e que hoje seguc, para dar-vos estas noti-
cias, nao nos psssirel pela hora, 7 da manha, co-
Iher outras informacoss.
Agora sim, deveremos ter abundan na, pois o
invern auppom >s est pegado.
Au revoir.
Corrida don outrla-g-er* do Club de
Regatan Pernambucano Pelem nos
esta publicacao :
io tendo podido ter lugar no da 25 do cor
rnnte a corrida n. 6 qje estava annunciada no
pregraanna eotre os outriggers Relmpago ven-
cedor do outrigger Amotinas o Capibiribe vence-
1 ir do ontriggo Temerario, p;rt<*ncen*e este ao
Club Internacional, fii ajnstadj pira o dia 30 di
Mareeefeclinar-ao o desafio ent-M Rrlimpayo*
Capibaribe. 1
" A oorrida eflf itaoa-sea5 1/2 h'Tas da tarde
de 80 de M ryo partind j do Hispir! Portnguea
a* a casa de Detenci.
A diataaca a percorrer foi di 3 mil me'ros.
O ontr-gs- r R-'amp'/; v-rneu o Caj*
p;r 35 m'troi de diatanc .
Amadore3
apresentundo una resistencia cx-
As obras dar ara in cinco anuos e gistaram-se
Amsdores
RELMPAGO
G. Wiuduor
I). Davies
T. 0**ert*a
O Sr. Til imae Comber, ent -ndendo que todo o
acci mista tem o direito d" pedir interinado s acer-
ca doa negocios da Companhia, deseja saber, rau Ki, de*Janeiro
que occasio pode-se na:ir dotan dir *%i[6ai
O Sr. preaidenta domara qo em -.aaesnblea ge- p,,',^ fU0
ral peda qualqnei-aceioioista, peloamajis. regule- pa,.ajba
res, pedir os esolarecimcti-s qne julgar cusa-e- ajt (nln(
nient-e, e observa.audaqu->, si o Sr. Borges qacr j ^
discutir o parecer concedo-ihe a palavra. Pai e Amazonaa
Ohenlc- ; o Efc Borg.s da que -.temateaer as iiMI-#rna yolfceial Pela sublelegaeia
pedido.ue.inf jtoiscues, que-na4a. quer OMcutir, o | j0 1.. di[ricto da Boa Vista foi remettido ao Sr.
indo do Norte
3:814fi(K)
4:580*165
4 -.1:4 UrftMK)
35:50 5000
51UJ326
13:0000000
13l:tl5#.0.|J
16:6004000
6:0004000
Verlenlea. Em 28 do mez finio oscreveu-
oos o noss'i correspondente o seguinte :
Bis me, depois de dous mezes, dmdo-lhes no-
ticias d'esta loealidale.
1 Na asuana que fiodou leve lugar a Ia sess
do jury d'esre termo, sendo submett dos a julga
manto seis procesaos de reos presos, c sao os se-
gnintes :
n A 22Jos da Costa Barros, pronunciado no
art 263 do Cid. Criin senil 1 seu defensor o pro-
fessor Ignacio Procopio da Cunha ; f i absolv I.
A2Francisco Pereira da Silva, conhecido
por Chico Velho, pronunciad no art. 193 combi-
nado com o att. 34 do Cod. Crim., sendo eu de-
fensor Joan Barbosa de Sonsa ; foi absolvido e ap-
pcllado pela pr DOtnria.
A 24 Jos Manoel Bezerra, conhecido por
Zuza da Margarida, pronunciado no art. 257 do
Cod. Criin., tendo s-n defensor b mesmo Joo Bar-
bosa ; tei coudemnad no medio do referido ar-
tigo.
i A 25 Jr Francisco dos Santos, pronuncia-
do no art. 193 di Cod. Crim., sendo seu defensor
o tencnte-cerouel Jovino Dino; foi absolvido una-
nimemeite, sendo appellado pelo presidente do
tribunal.
A 26 Pedro de Franca L-dte, pronunciado
no art. 257 cominado com o art 34 do Cod.Crim.,
sendo seu detensor o Dr. Luiz Carlos de Maja
Ihies Breves; foi sbsolvido unnimemente.
A 27, finalmente, entrando em julgamente o
reo Amaro, escravo do Policiano Coelho da Silva,
pronunciado no art. 203 11 Cod, Crim., 8 ndo seu
detensor referido Joao Bnrbaa, deixou de ser
julgado, nao pelo n-imcro de recnaaQoca-dos ju-
rnl-8 p 1 parte da promut oria c da def-fzn, e m
p lo impedimento de ontros, dando lu^ar a qeo a
urna foase egotada, sem se ter podido formar p
conselho do s'-ntenca ; sendo, em seguida dissclvi-
da a sessio, na forma da le.
o A uess'o do jury foi presidida pelo juiz de di -
reito da comarca, exeept.- no dia 23, que o f: pelo
Dr. Minad T-bias do Reg Albuqner jue, juiz
municipal, por achar-s* aquelle imp dido
Tendo 'ado parte de doente o promotor interi
no, occap ai a cadeira respectiva o lenead1 ooronot
Dien, excepto no julgamente de Jos Francisco
dot Santos, por j acharse contratado para a de -
feza, servindo ueste da o Dr Breves.
E' de sontir que o uosso piomotor efFeetiv,
Dr. Vicente M. Mello Filbo, c mtinae doente, pois
?ue faltando justica daoomarcaum bomauxiliar
ttlta-o tambem ao Dr. juiz iniimcip I, a qner a 1-
xiliava na distribuie de medicanieutis u jssoae
de te-la a classe (at das comarcas visinb-is, que
o procuram, saiente por espirito du humanidad,
sim que nada por isso receban), haveudo dias, cuno
j hauve, de fornecerein medicamentos a 27 p,-s-
soas, prestando aiub s nm grande servir;) aos bar
bit. ntes da looalidade, que levantem s mos aes
cus, satiafeitos com ogoverno que os fez vir para
esta cininrea.
Contina egtc torrao mansa e pacificamente,
nio se regietranda nestes ultimas temp-is, factos
dignos de mentio nosannaea do crime.
CAjPIBA&IBE
/. H-irding
M'i inho de So'a
N. Fy
Augusto Olivara S. Jone
Pa'r Patrio
J. 11 Vermut G. S FeUows
Jui de parti la II ni. ~*r. J. Hdin-s.
Juiz de ra-a o Iiiin. Sr. T. H liins.
Juiz de chegida o Ill.n. S-. \V Haghes. .
Rentib'ica de-tcoaberlila'.' n "ffl ual
russo publicou interessantespormenoros acercado
un-, p'qu ni repblica desconhecidae tescoberta
por ella n*a Vf.'i. n .
Trata ae da re..;nb!i-.-i dos pomnki, situad t as
innnt-tnhia de Sidope, na R 111 ha ik o 3l
Esta repblica comp-i-se d; 18 p 11 ten n po-
voacoes, habitadas pelos blgaros, pertenceatea
r ligia mahometana.
Secundo 0 tratado deBerlii.o menc'onadi ter-
ritorio d -vi 1 f-.zer pirt^ da Bo celia, mas 03 va-
lirosos bibitaotes daqu II' pais defenderam-M
om tald-'nod) contr is soldados de Aleki-pach,
qne este se vi lobrigado a deixil-oa em pat.
Ento os toreos rrilaram de os siibm'fer, mas
tamben tiveram qu-i s' retirar sem eo.i-oguir o
sen dtideratum.
A pequea repblica p'rmanecu, p)ij, in i-pen-
dente a g iv-'i-n a-so 111 conf.rmidade ias suas pre-
prias lea. Tem um representante, Philipp e todos qna itos les j un penetrar 110 su territorio
ha- de -Dt -r nm ptssiporte firmado pelo dito I me
cionirio
O offieial russo diz qna, cota nm daquellos docu-
mentos, que visitou a republi a 1 qu estilo,
tendo sid > rteebido p'l> preaid nte con extraor-
dinaria amabilidide e u 111 li i-pralida 1 v er 11-
d' iramciite O'iental.
O banhu Seolilo pode ser aa ae^laMt-*. e vicioO bauli > momo v.g u-a e
solicita a tensibilidade da pe chama vid 1 or-
a-ana aamnolentos, pe que toma-ee ftntc ro-
a plnoaidade.
E' por isto que pode conduzir-no3 faciluiin*' :'
aperadissiini fronteira que separa o pruz r
e innocente do vicio e da moll-za culposa.
No loanh) iepi 1 na 1 se acha eertaineute a ener-
gia, nem se desperta a actividad; mas aa nna-
gone qua nos cc;orrem mais fcilmente ao pensa-
m mto nao sopram do O-'cidentc, onde brnxoli e
trabalha a colmuia industriosa da Inglsterr 1; mas
nos vain do dissolut Oriente. No banli r-1 ipido
se pansa 'tais fcilmente no harem que na ofiiciaa.
111 polygamia do que na gloria.
inguem, pois, v seus olhos o pessim 1 habita !
ds bauhos t-pidos, e se sabem o la'nn, d-llies a | noviineut deate M -.-, 1!
lr esta pa8sae;em de Piinio II. em que elle des ren(e. tei o seguinte:
creve cun pittoreso estylo as orgias dos rma
n'dUs 5,763 contos.
Kxi-rrllo alleino Parece qae o-governo
alln. trata de trans irmir o regiment denomi-
nado d ^s ciminli >s d ferro om urna brigada esm-
p >ata de quatro batelhu -s. Esta me li la moti
vada pe'a neeessidad- .le OiapAn d 1 um* irc 1 b 1--
tante nuner osa p ira ttender repirac) e con
saHR-aSa li vi >* feareaa destinadas a coaduzir o
exercit .:nuni;o'3 evivres.
tina a ile! la ata > ;le> lello Em uma
oas d Voltaire, c.mta Mr. Geafirey
o pc uiite caso :
Unidas rninhis I iloras de T-o?.!. mdame
A I lia Jarri, 11 se rnteiesaa pe is tat i '.i re 1-
ieleUTg uei 1 d is auim i-s,'-screve m: que
nisul'di I'Vniei as mnlberes que l.-tbimn 111
campo lev m, qumdi criara, seus fi'.hrs n'um'cesto
d-i p iu u priif.ndi! id.-, procaram nm sitio ond
c illoc il-os s nlir.i. A' h t.i d ) jant ir acoden
a dar Ihea o p *i*o.
Una d'sas i:iu!!ieiv3 dei.v.va o filho sob a
ganda 0V3 urna fonaesa cadells, qus andava
r 1 I o os a 'in c 1 -h irros.
A p ibre creanc chorava de quaudo en quan-
d 1, mortifi .da ta'vcz p la fome, o que sem du
vida I i observa lo e'a sadella. Guiad* lata
pe|o sen iosthfcto, CiTt> da colloeoa-se de um
m nio canv-niente sobre o cesto pira oflsrecer os
s-'us ubr.'s crianca, que pira lig> tratou de sa
ciar o npptit'. A >perica> r-'p-tio-se urna iufi-
nldade de vezes.
Noton a m.ii que des 1; que trabalhiva no eamp \
sea filo 1 ni 1 mam iva tanto c.n d'aotes ; mas,
Boto ) 1 risse g rd > e de saude, nio fez cas-'".
At que u:n di 1, fag n 11 da china, se dirigi de
1' pira o sitio ond a crian; 1 estiva: vio
rir.i) a cid-lia s >bra o eesto, ahmeii'au de a crian-
pa, e comprch-iideu a causa, da abstin-mcia que
aot ira
A e 1 le] i. ae ver a dona, na se reechcu e poz-
se cuiteinp1 ala ceme que riiendo lie:
Beai ves : traba tem c litadiabo, e eu satis
fafo-rhe 03 d-s jos.
A mu eontinuon confiando 10 nobre anim il a
guarda do filu ', sem faz r cas 1 do qu se dizia na
aldeia quand o ge soube do acontecido.
R :ceiavam alguns que, com o andar do tempo,
o poquenito chegasse.. a ladrar !
O rapaz tem agora qnatro annos e gosa de uma
s.-iu I' a toda a prova.
M.-i lame Jarri termina dizendo que, ao pen-
sar nessas mulheres que doixam morrer de fome
seas fllhos, torcoso pergantar se devenios conce-
dr mais corajo a alguns animaes, do que a cer-
tas mes crois e desnaturadas.
Iieilftea.Effjctuar-se-hao :
Hoje :
Pe'o agente Pinto, s 11 horas, na ra do
Mrquez de Olioda n. 4, de movis, louc.is, vi-
dros, etc.
Peio agente Pestaa, s 11 horas, roa do Vi-
gario n. 12, de predios.
Am mh :
Peto agente Modesto Baplista, s 11 horas, na
ra do B.un Jess n. 19, de fazendas, miudezas,
sap itos t chapees.
Pelo agente Gnsmao, s 11 horas, na ra do Com-
mercio 1.2, di movis, piano e dividas.
Pele agen'e Pestaa, s 11 horas, na ra do Vi-
girio i>. 12, d hredios.
Mi Hoje :
A's 8 horas da manhl, na matriz do Corpa
Saito (Io anuive sano), por alma do Biro de
Alquerubim ; s 8 horas da miuba, no convento
do Carmo, por alma de Luiz Clementino Carneiro
de I_j ra.
Amanhi :
A'3 7 bora<>, na ordem tercera do Carmo, por
alma de D Tneraza de Jess Moris e Silva.
Terca-feira :
A's 7 1/2 horas, no Paraizo, por alma do coro-
nel Francisca L1113 Pas Barrete.
(olera da provincia Terca-feira 6
de Abril, se extra lira a lotera n. 46, em bene-
tici i da m itriz de Nazareth.
No consistorio da igrej-i do Nossa Seniora da
Conce;?ao ds Militaras, se achara expostas as
urnas e as esphens arruinidas em ordem uuner-
rica, apreciaeo do publico.
Lotera da corleA Ia parte da 196 lo-
tera da. corre, cujo premio grande de 100:000,
ser extrahida brevemeute.
Os bilhetes acham-se venda na Casa Feliz,
praca da Independencia 113. 37 e 39
Tambem se achara vendana Casa da Fortuna
ra Primeiro de Marco n. 23.
EiOlerla do .Rio A 2* parte da lotera n.
363, do novo plauo, do premio de 100:00*0000,
ser extrahida no dia .. do corrate.
Os bilhe'es achim-se venda ua Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acham-se i vendana praca da Inde-
3a ns. 37 e 3b.
Lotera Roxiraordinarta ao Ypl-
ranga O 4o e ul-.imo sorteio das 4a e 5 series
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:00()000, ser extahida a 9 de Abril.
Acham-se exposto a venda os restos d:s bilhe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n. 23.
Lotera do Cearfi de SOOiOOOSOOO-
V Ia s -ri-' 11 > I .rer ::. cuj m :i >r premio de
.00:OHi't 1. p'lo 11 ivo plano, se extrahir impre-
'--rivelai >nte aaaanbSS de Abril,s 2 horas da tar-
de.
Os bil -t's ach 1 ri-se v :i la na Casa di For-
tuna, ro Primeiro da Mareo n. 23.
(ratera lis- Haeel* de 90*:J>l>Sooo
A '2 pirte da 12a Id ria, cujo premio grande
de ttXWiOoO, i 1 novo plm, ser extrahida
mpr'trivelm -nte no di 1 Ol Abril s 11 hiras
da miii'i.
Mbetas 1 -.- m la ni Casa Feliz di pnca di In-
dependia ns. 37 e 39.
alailnar.i l*-itt>lioi>. Foram abatidas
no Mata loara d 1 Cabanga 8 rezes para o consu-
mo do di;a 1 d corre nte mez
iTi-iilii tlunlrliial de H.
NDICACES ITEIS
Medico*
CeatHllarii) iiielina critraica> do-.Kr
Pedro de Aisa'iyile Lnbo MomeftMO-
ra d jilarlii ti. a.
O 'hmt-ir imozo .J oonsnltas Bodoar.o
liiis uteis, dus 7 s 10 ir-rai di matbS,
Este aotaatario offtrffca a (XaVaWuWn
ie re poder oada oeota ser ouvido cua
in:-'!.) tea* -! sroaornti:tate >9r oatra
i)-' raei da Ai 3 doras di tHrt st?*r4
..'r. 00 to.-reo 'pra-
;.- do Coi-j-n r :>, onde 'Uiiuiona a uu-
l'ara qualqaT
lietea .!rus pcHtoa pndeto iwr ifirijidoa
is chaktados por oar-^tnaa ndioadaa faoraa.
Di: Miguel Ti'.sn'vli m:i i.,-i s u. cnsul-
torio mu li;: o t. r.-si ienria p iri a ra Nova
o. 7, 1. miar, rnd ii.i consaltas das 13
iions & 3 da tard e recebe ciamdos a
bualquer lior.i. Esp^-ciadadespartos, fo-
breg, syphilis e molestias lo pulmao e co-
raba >.
Dr. B'irre/o Sampnio A consultas de 1
fti 4 Inris da tar Ir, ra do Br5o da
Vietorii n. 45, 2 an lar, residencia r.a
! Itiaiiuelo n. 17, canto da ra do
.td volcado
O bachird Benjamim Bandeira, ra do
I np radiir n. 73, 1. aro lar.
llrnriqin MUet. Rui do. Imperaoor n.
22, I.* ari'i.-ir. En;arr g-i se de questS^
as comaroaa prximas as linhas terreas.
O': Oliceirn Escorel, 'i. promotor qu-
bl. -r. t -in <-n cs-r|)turio de advogacia da
ra Prinir 1 do Margo n. 2.
JjB ,'idiluir de Mello advogado -
ni 1 do 1 aperador n 37.
isro^as-ia
Franci-.cy .i/.-.- dn Soa & C, dejn
stanos de todas .13 especialidades pirara*
ceutioas, tintas, droga1*, productos chiiniec
e medicamentos homoeoDaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Faria, Sobrh'kt & C, drogustas Ni
attacado. Ra Mrquez d9 Ound n. -ti.
Serrarla Serrara a vapor e ojjicina de carapirtK
de Francisco d- Santos Maiedo, caes de
CapibariDe n. 2i. N'este granl.* cstibde
cimento, o primeiro da pro-ia:ii n'est,3 g?
ero, compras* 6 vendse madeiras de
todas as qualid -. i :s, serra-so madeira? de
conta alheia, assitii como seprepiram obra
de carapira por machiua o por pregos sos
competencia.
PBLICGO
PEDIDO
Sra. redactores do Diario de Pernambuco. -Baa
seu Diario de hontem, na parte telegraphica vena
a noticia de ter si lo eu nomuado presidente da
junta de bygiene publica de Pernambuco; esco-
1 ha qne jamis aolioitei, por ju'g;il--i superior ia
ininh'ia forjas; e < nbo'a recoubeca que ella aai-
to me h nre, antevej c unludo impossibilidade em
aceital-a.
O meu descui I > para est ramo da medicina
preventiva rae co I ica j em uma posifio diflicili-
m-.i, que com toda certeza vira b-*m cedo mudar a
espectativa dos q 1 un mim tanto confiaram.
Miuhas ideas a rtp ito de varias qneatoea de
hygi me preventiva e*:i> em desaecordo completa
com as que nutre o tloEtrado inapi*eter da sale
do porto desta cidaie ; e a bygiene da cidaie aio
pode estar separa a da hyi;i- ne do porto : e Disto
j vai serio confl e n, qn d sej 1 evitar, e no qua!
com toda piobnb la i serei a victima.
O secretario n-uncado para dita junta o Sr,
Frederico Cvale uit-, que nao conlie^", mas qoe
supponho habilit el;- iin-> para altos encarg-s
menos para este, se nao medico. Nao vai neste
mea juizo offen-a i.If-iinia ao Sr Frederico. neat
reparo aos que o nomearam, t dos estao nos s-iaa
direitos; mas de raza. iju 1 c secretario para
uma instunicao tcienfifi.a teja um irmiio, eno
um extranbo.
Todas estas pequeas complicacoes cm nonaj
instituicoes, no seu cmico sito graves embara^oa.
embura vencvei 1
Todava irei nfl-etr; estodani o peso das at-
tribni^oes a que me obriga um tal encargo ; on-
virei a opinio (1 c illegaa amigos e dos nomea-
dos para a junta <1 bygiene ; e qualqu>ir que seja
o meu ultimtum, penhor ido como estou, por ta
subida escolha. agradecerei em lempo opport-
no ao qu"1, por vontade propria e ixpontauea, me
indigiteu para preen -lier um tal cargo : a ao Rtat.
Sr. ministro do imperio a bindade com que toi.ijK
ffectiva tal indieaoSo.
Recife, 30 i M-rco ie 18SG
Dr. Cosme de S Pereirw.
* ItccordH^ao
dOMC -O
lia 1 do cor-
nos :
Cautivsimas ex his bilneis caqui videmus exini
misqui ifferri, eco. ecc
A efft.ninno no horneo) peccado, para o qna!
nao ha absolvico, nem inesmu pelo paoa em Ro-
ma; puin tamb.'in na mulh-r peccido mor-
tal.
Aa mulheres que procuram voluptuosamente a
lnguida miiresso agradavel da pell*, tomam os
aeus btnhos momos quasi sempre quentes, deade
que a experiencia lhea tem ensinaao que o calor
augmenta 11 senjibilidaile cutnea.
Comtndo este habito sybaritlco pestim-o, e
muitos males c*.o apparalho da geraj-ft) e do esto
mago, c rauitaa froutides nervosas e estados con-
vnlsivos da mais bella metade do genero humano
se devem ao abuso dos chamadlos b inh is tepido?.
masque quasi sempre s&o quentes. E este daWiro
augmenta-ie todas s vezes quo ainullier deli-
cada, nervotn e tambem chlori tica.
Aa mulheres ricas de almotadasaliposae e mili-
to robustas poem dos bauhos quentes tirar algu-
na vantagem; mas deatas mnihere- se vai per-
dendo a raca, atteuto aos pessimos habito! sociaes
das nossas elassss elevadas e a p.obrez;: d is clas-
ses inferiores, pelas qu es a hygieee podo parecer
a-- vezes um sarcasmo.
Alm de tudo'o mal moral que podem fazer 01
banboa tepidos fr-queutementi repetidos e muit 1
prolongad os. ellea teem tambem pessimo etT-ito de
enflaquecer a pelle e dah tornal-a mais sensivel
aos saltos da temperatura e a todas alteracoes at-
mosph-iri'Sis. EHes teem, sob este ponto d-n vista,
urna aeeilo preci-ament oppostn dos banbos
friog .Est a nos encorac.m contra as couatpv
ooes, contra 03 gelos e os soes; aquelles nos debi-
litan, nos tornam muito -cmetlnntes s sensitivas
e ana eternos convaleseentes.
O tonel de eraey-No principio do anno
p.-iasadii nza c incluido o tonel, que atravessaodo
por debaixo do caudaloso rio Mcrcey, poe em com
m-iniea^o a eidade de Liverpool, com a de Biske-
nb ad
P r ter terminado a construccao do caminh) de
ierro que p issa pelo tnel, os habitantes daoj' Has
du is povoacoes edebraram o acoutecimento" com
grand s featae a que assialio o principe, de G i es
Na 1 and 1 uma obra tao gigaut-s a cJm > os tu-
nis de M at Cenia, de S* 5 >tnard) a d-1 Arlberg,
0 tu el Oe Meraey, pe) atrevmento da sua con-
oiiuc^o e pelos B'us detajhen, faz h nra aos en-
genheiroa ioglezes.
T- m 1,200 de comprimentc, 26 ps de largura e
21 de altunt.
O caaiiabo de ferro de dupla va.
Nos exlremoa ha duaa grandes estacoes subter-
nncas a quaes descero oa-vi-jantes por appare-
1 boa hydraulioos.
Entr;
32 1 i ;.: pesando 4.214 kilos
513 kilos da peiri* a Sil res 10i260
'23 t iboloiro? a 20U ris 46'JO j
59 cergaa de farinha a 200 ris 1040t'
21 ttaa I' irui.'a i diversas a 3')0
ris 6/500
12 suin-s a2n ris Wto
Foram oeeupados :
201/2 eolwnnaaa 600 reas 12i3>0
44 talboa de carne verde a H0(K- 441
9 ditos .le ditosa 25 !$*
31 comoirtimentos de faiiuba a 500
ris 15S000
23 compartimentos de comidaa a
500 res llf'00
72 ditos 17 compartimentos de suiuo a 7 ris U9^0
11 ditos de tremaras a 600 ris 66'01
Deve ter nido arree: i 1 la nesto dia
aqnautiadc 182 OiM
Preoaa do da:
Calme veada a 410 n 400 ii* o kii-.
Suiu ir .1 5i ).- 8 I 1 r.i; i lem.
Cattteiro a nOB 9 11 ris idea
Farinha d 82 | R 'i I r3 a eir 1
Milbo da 26 I a '!'! I r i idom.
Feijiio de li 1 a l280ris ide-n.
Oebi os dos dias 25 a 31 de Mure
N'este momento eu bem digo, a hora
i", n |ue teus labios seductores vi;
Porm seria mui ditfi.-il agora
Dizr-t-; tudo quanto ento senii.
Beati o corpo feriar de fri,
Fiquei exhausto n'um fatal tnrpor,
Depi.is a febre se atear no peito ;
X1 -1 i se luto o que se chama amor
Beati no todo commocSo estranha.
Meus baeoa olhos 8" fitar ?m ti,
O coraciio a palpitar com ancia
Dentro do p-ito cm pulsacoee sent.
llhei, olbns'e com sublime espanto,
Fitei, litaste com mator ard r,
Sorri, serriste eom divino encanto,
Amei, amaste, se isto amor.
Mry>de 1886.
T. Ramos.
recebidos 5S70"> 19f>-5f80
dem at 1 doeorrenta PJ6I60
Foi arrecadado liquido no coi-rente da 31 do Obituario I7030O
0 -tili-rie pnblit* didi 31
uFeuti :
L'obin), branc, Pernambuco, 5 mete i, Boa
Viita ; enterite.
Joaquim Flix Bidriguc, loranco, Pernambace,
3d annoa, BoltCirlo, 15 a-Vista 5 febre 'amarella.
Faustino de Si-uz 1, preto, Parabybi, 30 annos,
to't-iri, Boa-Viaftl ; bronchite.
Antonia Mara dos JSantos, pr da, Pernambneo,
18 aiine.s, solie.ira. 1! 11 Vista ; be-iberi.
Felippe Coclb 1 Leite, brando, Pernambu
aun; a, solt iro, Boa-Vista ^ exceae pemieioe-.
Areelim, parla, Peruambieo, 8 raezet, Boa-
Vista ; deuticao.
Urna recemnascid, Pern!,mbuco, Boa-Vista ;
nnscen marta.
Mara Rita das Merced, preta, Fe-rnambue-), (ig.
nora-so aidedee o estado). Boa-Vista ; remettila
pelo cb-fe de p licia.
Uma lagrlava sentida
SOBRE O TD1I0JI.O DO 11X51. SR. LUIZ rl.KME >iTI5 0 OAB-
XEIRO DE LYBA, NO STIMO DIA DO SBC PISS.IHETO,
OFFERECIDA AO SB ISCONSOLAVEL FILHO O ILLM. IX.
DR. MAX' ia. CLEUENTINO DR BARBOS CAUNBIBO, A
M1NII l PABTICUHR AMIGA A BSMA. SRA. D. OniLHCB-
Mtaa ha conceico barros catseiro, esposa aa
PISADO.
Ghegou-tc a h ira i S"*-| debalde'esforcot!
(Tbalde os votos e ors^es dos teus!
Debalde a luta entre a sciencia e a morte
I Tudo se humilba qu-indo ordena Daus !
lie _-ou-t: a hora! Dis raudanas lidaa
To vas no Empyrio procurar repouso,
Soi rindo aos beijos dos chorosos filhos,
Sorrindo ao pranfo da maguada esposa !
Chegon-te a hora! D> sagrado bronxe
i Mvc-M um som, que nos ech i n'almal
Martyr da vida de tormentas tantos
A >s p- do E'erno vas colher n palma!
Eu, que abia-te as virtudes raras,
Teu santo aff-eto... _teu paterno amor.
Venh i na lousa, que te guarda os restos,
V.rter um pranto de saudade e dr!
Typo sublime da decencia c honra,
Tu me votaete lisonge.ira estima:
D'lxa que, triste, uma cancao module,
Que de minh'e.lma a gratdao exprima!
Vai, oh! senbor, na mansao nes justos,
Junto dos anjos, procurar rppooso,
Sorrindo ao pranto dos tristonbos filhos .'
S irriudo aos.ose'ios da magoada esposa
Recife, 2 deJabril de 1886.
^piuna Donilha da Silva VotUto,






*W


-
_

_ ..._ __. ...-._
i

4
Diario de PcrnambucSexta-fcira 2 de Abril de 13:16

Aliinho
( C ntinuciifio)
Viva o progresso !
Vamos andando, e com O favor de novas luzes
descobrir-se-hb novas e phenomenaes transfor-
macoes coma acontece na tetra de beocios. Viudo
de l um retirante (que j deaeein muitoa cm bus
ea de refrigerio) rae contou a historia verosmil
que passo a referir tal qua! me foi narrada : O
beocio hoinem de criterio, pod-eseacreditar. Dase
assim : Foi-sa da oasa beoeia villa A. de Ai-
meida Barros afim do servir de caixeiro, nao sei
em qual casa do Recife, (crcio q ie na do Aimeida
t C.,) e poder mostr sr-se um dia mais civilisado
entre os baocioe sousconten aueos ; mas lemorou-
se alli pouco tempr..
Nao poda sofFrer a cantiga das raoricocas que
incommodam mais de noite que de dia, principal
mente o matute beoco que nao est costumado
com eses especie de rtosquitos.
Tinba elle aprendido desda mcnmi a j igar as
cartas e a tirar dinociro com destreza das gavetas
e das algibeiras quando precisava. Seu pai o sa
bia : e nem por late se lembrava sempre de levar
as chaves comsigo quando se apariava do pequeo
cofre :que-se ha de tazer ? !quem tem filhos
deve sustntalos em tudo ; alm disto ah est o
mestre mundo para oensiuar dizia o distincto es-
poso de D. Tet, a qual tambis, pop demais amo-
roa* ie seus meninos.
L na Beocia o pai do n aso caixeiro o que sao
certos progressistas de c, os quaes facilitam a
seusfilbos, afim de em nada serem contrariados,
tudo que precisam para trajar, fumar, divertir e
passeiar hora que Ihea apraz, embora tenham a
queixa em se mais tarde dos seus exceas >s :
mister de vi ver segundo a moda e com ella.se con
formam. Nao te importava pois que Antoniuhj
lhe tirass algum dinlieiro : q ie o tem para elle c
seus irinos.
Viva o progresso !
O novel caixeiro comecou a praticar, e compor-
ten-se na casa do patrilo de maneira a nao fazer
verzonba seno a scu padriuho e a propria fa-
milia.
Ora n'um bello dia julgando-se elle j civilisado
praciau >, e sentindo-se vex.ido com o mal di paiz
(de saudades) ou por medo da febre amanilla, o
joven beocio resolveu deixar a praca e a tasa do
padrinh > seu patro, e voltar para a Beocia aonde
chegou sem ser esperad > e foi bem acolhido por
eua pais que o estrc:Qecem.
Viva o progreaso !
Depois nao tendo aqu em que se oceupar dito
joven entendeu que assim como j tinba estudado
pela arte de furtar do p dre Ant nio Vieira, de
via tambera eatudar para lubishomem e para cs-
mico-dramatico.
Foi dito e feito : apenas deu se a esae trabilho
logo por ahi correu esta voz :tal noite foi visto
detraz da ra sobre a estrada de Bebedouro um
bicho iesconhecido que faz medo a quein por alli
passa.
Oh!disse algoern, ser o velho Marcelliuo de
novo metamorpboseado para tcntarjcoino d'antes
as filhaa do Real ?! deixal-o andar que em breve
saber se lia que animal esae.
Nao tarduu muito tempo que, tendo sido cncon
tiado no indicado lugar por um cabra destemido
este em wz dedugir espantado esperou a p firme
e de facao em puuh.i lanc u-se a elle, agarrou o
tranformado e reconheceu perfeitamente a quali-
dade do tal bicho; era oaobredito caixeiro filho pre
dilecto de D. Tet, princesa da Beocia, e do seu
digno marido natural da mesma trra, e como nos
progressista, e duas vezes prente do nobre di-
plmate, que foi, padre Tito.
Viva o progresso !
E que pretenda elle com a sua artificial trana-
formaco ?fazc-r-se cada vez mais celebre ar-
tista, affuatar testemunhas para abusar da en-
geitada das pobres Iieaes, sem pensar que as trea
velhas irma que crearam e estimam sua moca
donzella poderiam fural-a de espeto dentro do seu
mocambo c denunciaba a seus pais como fizeram
arespeito ao agente do correio, fi:bo unioo do
nosso Io juz de paz que nao confia mais sua ven-
da do ni 'sino Julio por andar de noite embuc ido
as meamas diligencias.
Um delles jquiz casar-se mas foi regeitado por
ser muito habilidoso : que o de ceno, quem de
gente se faz bicho e representa em the^tro.
Viva o progresso !
(Continua).
exige una applioacSo que vigore e nao relaxe. Ep-
te ivqi isitn acha-s admiravelmente reunido uo
Tnico Oriental, eujos ingredientes sao por con di -
5lo e uatureaa fortaleceutes e vigorantes, e como
todos e! lea sao escrupulosamente escolbidos do r i
uo vegetal, nao pjdem como essas preparares
con postas de min-raes. fazer damno algum con-
strucca) do cabello, nem to pouco sade, ncm
envenenara cutis. Jimias dellas ha que pretendm
posinir certas propriedades obscureccnles, a sai
pri-judi-iacs sade, e mui frequeutemeute ore
aullado do seu uso torna-se bastante perigoso c
at fatal.
Nenhuma preparaco do dia, d ou outorga tan-
to tirilho, elistieidade, ou riqueza de vista aoa ca-
bellos como o Tnico Oriental.
Agestes em Peruambuco, Henry Forster & O.
ra do Commercio n. 9.
Eseoh particular
De instrueco primaria para o
sexo mascul no
31RA DA MATRIZ DA BOA-VISTA31
O abiix assignado participa ao illustrado pu-
blico di sta c ipital, que abri aua cacla particular
de instiuccao primaria para n s xo inasculiuo,
ra da VI atriz da Boa-Vista n. 34, onde esmerada-
mente se dedica ao cnsino de seus alumnos.
O grao da escola consta : 1er, eaerever, e contar,
dcsi.'uh linear, historia patria e nocoes do fran-
cez.
G .ra.te um rpido adiantameutj era sms alum-
nos, pelo scu systema de ensiuo, o qual urna p.i-
cieucia Ilimitada, um amor invioluvel e urna es-
merada dedicaeo ao ensiuo, fazcudo com que os
seus discpulos abrceme amem de comejio as ret-
ine, aos livros e ao estudo, guiando-os no cami-
nho da intelligencia, da honra c da diguidade,
afim de que veuhaui a ser o futuro sustentculo
da patria, da religio e da lei, um verdadeiro
cdado brazileiro.
Eepea, pois, merecer a confianza e a protecoao
do dstncte povo pernambucano, e em pirticuiar
tem f rubusta em todos os pues e tutores de me-
ninos qje queirara aproveitar cin rpido adiantu-
mei.to ce seus filhos c tutelados.
Com.uanto ousada a j i esta tentativa, todava
esp.ira que oa seus iucausav is esforcos, e os seus
puros desejoa, sejam coreados com a feliz appro-
vaco do todos os filhos do Imperte da Santa Cruz.
Meusalidade 20J0 pagos adiantados, no acto
da matricula.
Hurao das 9 horas da maulla as 2 da tarde.
Recebe meninos internos e m"io-pensionistas
por mensalida es razia veis e leceiona por casas
particulares a ambos os sexos.
Julio Moars de Azevedo
31 Ra da Matriz da Boa-Vista 31
C, Hci'kniann
Usinas de cobre, iatao e bronze ee d
Qolitzer Ufer n. 9. Berlira S. O.
Espce alidade:
Construcfo de inaclii-
nas e apparelhos
parafabncas de assucar, destillacjSes e re-
tinares com todos os aperfefoamcntos
modernos.
INSTALLAQA DIJ
Engenhos de assocar completos
Estabdcintnto filial na Havana sob l
alosma firma de C. Ilock nann.
C. e San I/nacio n. 17.
llnicos representantes
Haupt Gebru'der
EO DE JANEIRO
Para infnnacjoes dijij.irase ai
Pohiman &C
LIO
Oculista
Dr. Ferreira da Silva, con-
sultas das 9 ao tneio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
Bi
Illms. Srs. redactores do
nocalo
Lendo a conceituada folha de V. S. encontre
um artigo que trata de mim reUtivamente a urna
molestia da qual me acho quasi rentabelccido, gra-
tas ao intelligente e caritativo r. Domingos de
Souza Barros.
Sra. redactores, peimittam me dizer-lhea que no
artigo do Vv. Ss. houve um equivoco em dizerem
Vv. Ss. que cu lutava ha tres anuos com a uie.de-
cina; tres annos nao, mas sim oitu ; assim como
que eram cbagaa concerosas em vez de dxrthro,
echisemo, ulceroso e syphilitico. Assim pois, peco
Ibes o favor de dar publicidade a estas linhaa que
dizerr. smente a verdade.
Agora, senhores, duas palavras ao publico desta
cidade e de toda provincia : eu considrrei me um
hemem desgracado, visto como sofiria da molestia
que cima digo, e pelo que disseram-ma algumaa
pesioas e d'entre estas facultativos; mas boje me
considero um homem feliz e considerei-mc desde
logo que entrei em tratamento com o Sr. Domingos
de Souza Barros, bomcm de grande experiencia e
de estudo.
Com urna s garrafa do remedio deste senhor
seccaram-me taes dartbros, aliviaram-mc crueis
dores que soffiia, conciliei o somno que ultima-
mente nao podia conciliar, emfim me acbo quasi
bom com a pequea quantidad: de remedio que
conteve urna e meia garrafa e no pequeo espaco
de di.is; portanto, Sis. habitantes desta cidade e
de toda a provincia, mu martyr de urna molestia
tao horrivel como a de pelle, cuta origem a si-
philis, aconselha quelles que un tao cruel mal
soffrerem dirijam-se ra do Imperador n. 75
2 andar, que l encontrarlo o salvador d'aquelles
quejse achara desenguado9 pe!u medicina, poia com-
migo assim se deu.
Recife, 24 "de Mar?o de 1886.
Joaquim Jos de Sant'Anna,residente tem-
porariameute na ra de Santa Cecilia n. 19.
(Do Binculo).
LicOr depurativo vegetal iodado
no
Medi'o Quintella
Este notabilsimo depuran'e que vem preced
do de tao grande fama iufalliv 1 na cura de todas
as djenvas syphilitxas, escrofulosas, rheumatieaa
o de pelle, Cimo tumores, ulceras, dores rheumati-
eaa osteocop.is c nevralgicas, blennorrhagias agu
das c c irnicas, cancros syphiliticos, infl imma
ceij visceraes, d'olhos, ouvidos, garganta, intes
tinos, etc., em. todas as molestias de pelle, simples
ou diathericos, assim como ua alopecia ou qa.da
do rabello, e as doencas determinadas per satu
r,ic i<' mercurial. Dao-se gratis folhctos onde se
ene .-ntr.im numerosas experiencias feitas com este
especifi -o n h bospitaes pblicos e muitoa attesta-
dos de medicos e documentos partcula:es. Faz se
des :unt j para even 1 r.
Deposito em casa de Faria Sobrinh & C.
Ra do .Mrquez de Oiiuda n. 41.
i)r. Mello Gomes
MEDICO PARTEIRO E OPERADOR
Ra do B irEo da Victoria (antiga /
ra Nova) n. 37, Io andar /
D.dica-sc com especialidade ao curativo/
de fobres, mi lestias de peito e das senhoras,'
syphilis e estretamento da urethra.
Consultas da-10 a 12. Chiuwidos per J
escripto qualquer hora dodiaou di noite.
EDITAES
Dr.
MtDIi'O
Ti-m o seu escriptorio a ra do Mrquez de
Olinda u. 53 das 12 is 2 horas da tarde, e desta
hor i em diante em sua residencia h ra da Sun
a Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e crianzas.
Dr. Ferreira Velloso
d c u-iil!,- das 10 s 11 1.2 da manba, em
quanto fu-accionar a asscmbla provincial, xua
do Mrquez de Oula u. 47, 1 andar.
------------------=<*gSe5-------------------
Conuitorio medico-cirargico
O Dr. Estcvao Cavalcante de Albuquerque con-
tinua a dar consultas medico cirurgicas, na ra
do ,'lin Jess n. 20, 1 andar, de meio dia s i
liona da tarde. Paras? demais consulta e visi
tas em sua residencia provisoria, ra da Aurora
n. E>3, 1" andar.
Ks. telephonicos : do consultorio 95 e residencia
126.
Especiaidades Partos, molestias de creacas,
d'utcro e seus aunexos.
asaa?
O senso commum
>. 330
nos adverte e ensina, que, quando o crneo pro-
duz smente cabellus ralos e imperfeitos, requer e
O ha liirel Francisco Crrela
Utna Mebrlnho
partecipa aos Srs. estudantcs que mudou
o curso de Arithmetica, Algebra e Geo-
metra, para ruado Visconda de Albuquer-
que antiga da Matriz n. 7.
Sexta fera, 2, cfF.ctua o meamo agente o
leilo de movis, louca e vidros, no armazem do
sobrado da ra do Maquez de Olinda n. 4.
--------------ss^asae--------------
Collcgio de Xossa $c-
nhora da Penha
Estewllegio est funecionando ra da Auro-
ra o. 19, 2o e 3" andares.
Editaln. 10
O Illin. Sr. Dr. inspe tnr deste Thesouro, cm
vista do resultado do traballio da coumissS i en-
ciirregada nos tennis do art. (i da lei n. 1860 de
liquidar oa dbitos provenientes do imposto dccal-
camento e passeios desta cidade, ni inda convidar
aos Sra. proprietarios dos predios constantes da re-
lacSo infra,paia dentro do prazo de 30 das virem
a ea!e Tnesouro rocolher a importancia dos p.ic-
scio que deaecordo c..m o disp.stu no art. 47
8 da le n. 754, foram executados pelo empreitei-
ro di reteiido jalcamento ; sendo que esgotado
aquelli: prazo seri< contiahidas as cuntas p-ira se
ifTectuara cobranr;i judicialmente.
Secretaria do Thesouro Provincial de Perna n-
buco, em 31 de Marco de 1886.
O secretario,
Affoiuo de Alb'iquerque Mello.
frejuettJ de Sanio Antonio
Una de Marcilio Dia3 (Dircita)
S. 'd. Joio de Souz i Percira, (difFe-
reuca) fi'.iJj
X. 41. lleurique Beinardcs do Ol-
veira, ( tfercuc) fundo
N. 37. Gertrudes de Barros, (Jiffe-
reuc ) fundo
N. 51 Joe Francisco Prata
N. 63. II ispital da Misericordia do
Rio Je Jane ro
N. 141. M iiii.. I M. L^pcs
Li\rameuto
Igreja do Livrainento
N. 1. Jas d.: P. Ferreira Jnior,
fundo e entilo
58^280
44|160
38440>
614'JJO
60920
103*780
8115G80
443^040
534314
34080
100320
964060
524560
1004800
1254280
3614440
COMMERCIO
Bois* commerclal de Pcrnam-
buco
2eeife, 1 de Abril de 18S6
As tres horas da tara
Cotacee o'Jvaei
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 10 d/v. ao par.
Cambio sobre o Rio Grande do Sul, 60 d/v. com
1 1/4 0/0 de desconto'
A plices provinciaes de 70/0, Qo valor de 1:0004,
ao par.
Ka hora da I ols.
Ve-ideam-se :
-* apolices provinciaes de 7 0/0.
P. i. Pinto,.
Presidente.
Candido C. G. Alcof.iad-..
Secretario.
'..ENDJMENTOS PUBLICO;
Mes de Abril de 186
A.LAlfi:.MADo 1
Ri'.KnnioaiAD'.' 1
ssCLi.0' aov:stoitt -ue 1
ttMOT D1UFAOIIDf 1
\
19:7344239
2:0774635
2-354;810
1:3464M3
OCULISTA
II r. Brrelo Smpalo, medico oculis-
ex-chefe de clnica do Dr. de Wecker, d cnsul
tas de 1 s i horas da tarde, na ra do Har
da Victoria n. 45, segundo andar, excepto nos da
mingos e dias sanctificados. Residenciara di
Riachuelo n. 17, canto da ra dos Pires.
Bacalho 2,770 barricas e 415 mcias~ ditus aos
ejnsigu .tarios.
DESPAGMOslE EXPORTACAO
Era 31 de Marco de 1886
rara o exterior
No patacho inglez Moste Rose, earregou :
Para New-York, H. Forster &. C. 3,0 0 saceos
com 225,000 kilos de assucar masca vado.
Na barca portuguesa Noemia, earregou :
Para o Porto, M. Lima & C. 320 courss sal-
gados om 3,480 kilos. t
Para o interior
N. 3. Capella dys Prazeresdos Gua-
rarapes, fundo^
Visconde de Inhauma (Rangel)
N. 88. Manoel Maria do Nascimcnto
Duque de Caxias (Cruzes)
S. 28. Justino Peireir* de Parias
N. 29. Ordem 3* do Carmo
Xe 31. Francisco Maia Costa
N. 1. Ordem 3a de ij. Francisco,
oitao
N. 17. Jo.*.> Manoel da Cunha
Araujo, o tao
Cabug
N. 18. Herdc-iros de Morcira & Du-
arte, oitao
Florentina
N. 5. Thom Rodrigues da Cunha,
oitSo 714040
N. 82. Ordem 3 de S. Francisco,
(diflerencu) oitao 1134280
N. 34. dem (differenca) 13444 0
N. 1. Machado, Lopes & C. 474040
N. 9. Dr. Nicolu Rodrigues da
Cunha Lima 23..040
N. 11. Manoel Martina Vegas 35452 '
Reda
N. 62. Dr. Manoel Gomes Vegas,
frente a oitao 3384400
11 ha do Carvalho (lielUl
N. 6. Ordem 3 deS. Francisco 3034360
N. 7. Tito Avelino de Barro. 194680
N. 8. Custodio Mancel Cardoso Vi-
eira, frente 394810
N. II. Maria Francisca de Aimeida
Gomes 194680
Ns. 42 48. Manoel Ferreira da S.
Ramos 2874040
N. 37. Herdeiros de Jos Joaquim
Dias Fernandes, oitio 2424200
N. 35. Joao Christiani, oitao 2404000
1N. 45. O mesmo, oitao 2644000
Santo Amaro
I. 2. Pedro de Alcntara dos G i-
maraes Pciioto, oito 2434940
N. 6_. Merandohna dos GuimarSes
Peimto, oitao 4414200
N. 8. Francisco Al ves da Veiga.
oitao 4224440
Sol
N. 7. Elias Baptista da Silva, oito 3454600
N. 5. J ao Christiani e outros, frente 4034680
N. 5. O mesmo, oitao 3164800
S. Francisco
N. 26. Ordem 3" de S. Francisco,
eitao 1924000
N. 45. Herdeiros de Henrique
Gibson, oito 31420'
N. 47. Oa mesmo3, oito 314200
N. 49. Os meamos, cilio 314200
N. 51. Os mesmoa, oitao 1814720
N. 70. Maria Joaquina Viauna, oi-
to 299.4080
N. 28. Ordem 3." de S. Francisco,
oitao 192400Q
1." de Marco (Crespo)
N. 20. Hrdero8 de Francisco do
Paula Correia dcAraujo, oito 4454410
Duque de Casias (Queimado)
N. 52. Capclla dos Prazeres dos
Guararapes 3034360
R. 39. Ai'tuno Jos de Magalhies
Bastos 654040
N. 31. Francisco Maia Cortes 1704880
Travesea da ra Bella
X. 1. Tiburcio Valeriano Baptista 774760
N 6. O mesmo, oitao 3614800
N. 8 Joao de Souza Lins, oito 1944100
Travessa do Onvidor
N. 1. Francisca Thomazia da Con-
ceiyo Cunha 334600
Imperador
N. 2. J jo da Cunha Mugalhacs, c-
t to 1764640
N. 12. Baro de Aracagy c outro?,
cito 4004920
S- 12. Os mesmes, fundo 340456J
Caes 22 de N>vembrc
N. 4. Jos Joaquim da Silva Maia 11218 I
N. 18. Francisca Thjmi.zia da Cou-
c icjo L'uoba 944800
N. 10. A mesma 724000
N. 12. Rita Mara Firmiaa de Al-
t metda 734200
N. 16. Herdeiros de Do ciiigos An-
tonio Gomes 3uirnares 1434040
N. 24. Francisca Thomazia daCu-
Tuha 1324100
N. 38. H'rmcr.egilda Candida da
Fonaeea Soares 314920
M 40. A raesmi 504* 0
N. 42. Isabel Mara da Fonseca
Soares 230410.1
X. 14. Joaquim L-'p.-s de A'meida 1414600
X. 20. Albino da Silva Leal 7t'4J20
X. 31. Joaq'lim Jos da CosU Pi-
nheiro 664000
X. 30. Joaquim d.i Si va Castro 7J0S0
LHrg do Paraso
X. 1. Irartndada ue Nossa Sendo-
ra da Soledad.: 314680
X. 2. Bernardo JoC da Costa Va-
len'e, nito 1334920
X. 11. U.nb. lina Leonor Pinto de
Miranda, ot" 1664 80
X. 3. Manoel Goncalves de Bastos 27>li
N. 18. Manoel Rodrigues ele M.n-
dunca 154120
X. 20. H'rdeir.s de Jos da F..n-
seca Filtra 334600
X. 22. Ant.uio Correia de Va-con-
ccllos 334600
Travessa d> Arsenal
X. 3. Dr. Bento Jos daCosU 754600
Caca Jo Runos
X. 2. Visconde de Canaagl: e
baro de Munbeca 470*880
Ota Publicas
Do ordem do Illm. 8r. Dr. engenheiro chefe da
repartico das obras publicas, fac publico que,
em virtude da autorisaco do Exm. Sr. conselheiro
presidente da prov cia, no da 8 do mez de abril
prxima vindouro, ao meio di, recebe-se nesta
secretaria propostas para a execuco dos reparos
de dous pontilhoes do aterro do Porto de Galli-
nhas e oa da ponte sobre o rio Ipojuea, no enge-
nho Limoeiro.
Os orejamentos e mais con lices do contrato se
acham neata secretaria para serem examinados
pelos senhores pretendentes.
Secretaria da repartico das obras publicas de
Pernambuco, em 26 de Marco de 1886.
O secretario,
J. J. de Siqucra Varejo.
Alliani'a
Prolongauenlo da Estrada de Fer-
ro do Recife ao S. Francisco c
Esrada de Ferro do Recife $
Caruar
De ordem do Llm. Sr. director fac> publico que
at o dia 3 de Abril prosima vi idouro, ao ir.eio
dia, n ceb.'m-s as proposuia em cartas fechadas,
no escriptorio da 5 div sao na ci lade de Palma-
res, para o f irnccimento de trezento sdorment s de
madeira d.' lei, com 3 metros de comprim-nto so-
bre 0,in30 de face para pontea Xo supracitado
escriptorio scio prestadas as necessanas infor-
ma?oe3.
Recife, 27 de marc do 188 .
O almoxarife,
Jos Francisco do Reg Cavalcante.
Venera ve J Irtuandade daCmio
sa Kenhora Mau'Au-aa di igre
ja da %.isit,: Cruz.
De ordem do irmo juiz convido a todos os n 3-
sis iimaoa a compirecere.o cm uoceo cuiisiatorio,
no domingo 4 d.i Abril s 2 h ra.e m -ii da tai le,
afim de scompanbarera a proeisd) do Senh r Bom
Jess dds Pobres Aflcto* para que tivemos con
vite.
Cousistoro, cm 29 de .Mareo de 1886.
O secret rio,
Man el Jote de ?aiit'Aniia Arauj >.
C( ontini )
O Dr. Bros (florentino Heanques Souza,
juiz aubatituto i! i vara especial .lo com-
mercio desta ci lat doRocife, capital da
pr.iviocis ie Pernanbu o, por Sua Mi
gestnde Lnperial o Constitucional o Sr.
D. Pe-ilro II, a quera Deus guarJe, ttc.
Fmco saber ros que o presente edita! virem cu
dellc noticia tiverc-n que tm ha de aricaiatar cin
Ir.st i publica (leste juizo dep >ia da respectiva au-
diencia la dia 8 de Abril do corrente anno, cjiu
as fonr.a idad.-s c p-egoes do est vio urna parto do
s lir do de um aul.r sito ni-, do Hospici > n. 71,
frcguczi da Bia- Vista, rom 8 jancl'as de frente
s u.ir. porta larga no paviuii'Uto t. rreo, n andar
com uove portas de trente e varand.i de ferro e a
porta do centro larga, cojo predi) foi outr'ora oe-
eupsdo pela academia e avahado por 15:(KX)000,
sendo a parte que (oca ao executado avaliada por
1(XI000, c vai a pracr. para pagamento da exc-
eu<;ao que more Fianciseo Flix Gonealves contra
o dito executado Henrique Honorato de Miran la,
e uo havendo li.iic; olor i)u cubra o prec;) da ava
liacj a arrematavao sei feita pelo preco da ad-
judieuco com o abatimento da lei.
E para que chegue ao conheciment.i de to los ioi
pussado o presente, afim de st publicado pe.a im-
prensa e alixado no lugar do costume.
Dado c passado nesta cidade do Recife de Pcr-
numb ico, aoa 17 de Murc de 1886.
Eu, Jos Franklin de Alencar Lima, escrivo,
subscrevi.
Braz Floreutino Uenriques de Souza.
- mi Mm\ aiiiti
Sai convida los to loa is cidudor, que se iuscre-
veram como socios fund loro.- d'esta sjciedal.', a
coinparecerem na rti: d i I npera lor n. 7i>, 1 an-
dar, .1- meio dia .- 'i ras d i tu 1-, em todos os
das uteis, ii s i| linUs-f-iras, tamben, das 7 *
:t d-i iimtc, para ;>' enciereai as formalidades eli-
gidas pelos uossis ee tai utos.
Dr. Barro* SubrtnJio,
i." s'iii'lan '.
Paealdade 3e S*>li'eto
De unlnii do Knii Sr. Coustlh.-iri director iu
ferino, fco pubiiej quena forma di art 190 do
regulainvoto e .-n.l -in.-ntar dos estatutos desta
facuid.i-, aclia-se co'ioeada a la lo dn porta da
secretaria i* niKSin i faculJa ie urna .-a x i pr >pria
para os intereasadoa laii'.-arein nella oa seos rc-
lueriment is, os quaes scr-i despachado! segundo
a antiguida le de s-'ms datas, depois entregues
pelo respsitrvo porteiro a s us donos as quartas
c aaldiiiosd' isada s-mana, s 2 Inras da tarde.
Secretaria da Fa.-uldado de irrto do Recife,
31 de Mareo de 1880.
Fe"' seer tario,
O ofBei.1 M. A. dos l'.issos c Silva.
DESPACHOS DE IMPORTAgO *
Lugre ingl-z Kalmia, entrado de Terra-X. \a
no dia 1 de Abril e constado a Saand. ra Bro-
thers & .C, manifestoo :
X. patacho nacional Itivil, earregou :
Para Pelotas, L. J. S. Guimares 50 pipas com
24.1 (K> litros de agurdente.
=. Xo patacho allemo Goedha; l, earregou :
Para o Rio Grande do Sul, V. da reir 300
barricas com 34,425 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Para, earregou :
Para o Rio de Janeiro, H. Burle &. C. 200 sao
cas om 14,813 kilos de algodo; 8. Guimares &
C. 60 saceos com milho.
No brigne ingl s ^Mde, earregou :
Para o'far, B. Oliveira s> C. 2 pipas com S60
litros de alcool. 10 pipas e 100 barda com 14,400
litros de agurdente ; P. unto & C. 10 pipts
com 4,800 litros de agurdente.
No hiato nacknal Correio de Natal, earre-
gou :
Para Muri, F. Rocha 4 C. 122 saceos com fu
rinba de mandioca.
Para o Natal, D. da Silva Torres 4 C. 2i sac-
eos com farinha de mandioca c 7 bsrricas com
420 kilos de assucar refinado.
i" Na bircaca Rainhadoi Anjoi, earregou :
.] Para Maco, Carneiro da Cuaba & C. 100
saceos com farinha de mandioca.
Para Maeahyba, M. Amoiim 200 saceos com
farinha de mandioca e 50 ditos com milho.
= Xa b: rcaca Gracinda, earregou :
Pura Mamanguape, P. Carneiro 4 C. 4 0 saceos
cem faricha de mandioca."
Xa bircac Nazinha, earregou :
Para Mamanguape, P. Caiuciro & C. 200 saceos
com farinha de manduca.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 1
Terra Nova40 dias, lugar ingles Ralmia, de
172 toneladas, capito Geo Bussuc, equipagem
10, carga bacalho ; a Saunders Brsther3 &i C.
Mossor9 dias, palhatwte nacional S. Bartho-
lomeu, de 150 toneladas, capito Jos Antonio
de Moura, equipagem 5, carga sal; a Bartholo-
mru Lonrtnco.
Terra Nova 42 dias, lugar ingles UUter, de 289
toneladas, capito Jatns C. Shekel, equpiagem
10, carga bicalhio; a Saunders Brothers 4 C.
Navios sahidos no mesmo dia
BarbudosBarca inglesa Elena Isabel, capito
^ John F. Oison & C.
Narvs (Russia) Barca norueguense FoWiefestm,
capito A. Ronsiand, carga algodo.
BabiaLugar ingles Kelmia, capi to Geo Brusell
carga varios genero!.
Santos por escalaBarca i:aliana Nueva Cathrine,
capito M. Reper', carga assucar.
VAPORES ESPERADOS
Niger
Sergip;
Pernambuco
Cear
Bessel
Ville de Rio Ve Ja-
neiro
Juca
Trent
Mandos
Elle
Advance
Baha
Espirito Santo
La rala *
Equateur
Para
Neva
da Europa
da Bahia
do norte
do sul
de Liverpool
amanh
a 4
a 4
a 6
a 6
O Dr. Jos Brandao di Rocn, juiz d
orphos do termo de Gaiiielleira da co
mana da Escaria e provincia de Per-
nambuco, por S. M. o Iraperaior, que
Deus guarde., eet.
Faco saber aos que o presente edital virem e
delle uoticia tiverein, que depois de correrem 20
pregues e 3 praess, ser arrematado por quem
mais der o arreo bnenlo tri.unal dos cngeuhos Ca-
xias, Linda Flor, Flor do Limo e Flor do D a
com motorea d'agua, boas trras e ponto da esta
tacao do Rib ir, avallados este pr 2:5 0{ an-
nual. e cada um dos demais por 2:(X)J.
Vo a praca a requ-ii r.ento da tutora das or
pbs, filhos do finado major Joao Manoel Pontual
com as clausulas segniutes : Ia pagamento an-
nual, eftectuado em 20 de abril de cada anuo ;
2* garanta de pessoa idnea, Com hypolheca legai
na forma da lei, no caso de ser ali .i><;. lo embens;
3' nao poder o rendeiro utilisar se dos mattos s nao
para o que for para o servico do mesmo engenho ;
4 nao serem os orphos obrigftdos a repetico de
bemfei'orias ; 5' fi almente a todss as mais que
sao peculiares aos arrendamentos.
E para que chegue ao eouhecimento de todos
maedei pasear o presente que sr affixado nos lu
gares mais pblicos da costume nesta villa e pu-
blicado pela imprensa.
Dado e passado nesta villa de Gamclleira da
comarca da Escada, aos 19 de mareo de 1886.
Eu Jo ao Baptista da Rocha Baixa Lins, escri-
vo de orphos, escrevi.
Joao Brandao la Rocha.
Miiiifl8 Ml]
De or lem d i Exm. Sr. consellieir. director inte-
rino, fac/* publ C'> (|ue at o dia 10 Je aoril pr-
ximo vindouro, 1 bo'.a da tarie, na secretaria
lesta faealdadc, rocebem-se propistaa par a
inpiess i d;s pregram nai de ensiuo das cadeiras
da facultado, adobados em sesso da cougrega-
vo de hontem.
Os pretendentes po lem para quaesquer iufor-
inscocs re'ativas ai numero typj c formato dos
toln- toa, dirigir-so esta secretaria todo.; os
dia, das !) s horas da tarde.
Ue-retarla da Fasaldade de Direitn d> Rxife,
31 de Marco de 1886"elo secrctarie,
O oficial, M. A. doi Pasaos e Silva.
sno
S9M Recreativa imk
Sarao bimens il em 25 de abril
Participo a todos os senhor.-s ocios que o sa-
rao priucip ara aa 7 lio.na da noitr.
Os ingresaos encjtitram se era poder do Sr. the-
soureir e 03 convites no do 'r. presidente. Pe-
de se toda a siinplieidade as toilettes e previne-
so que nao sao admiasiveis agsregadjs.
teeiCs, 31 de Marco d 1886
Luiz Gucdes de Amonio,
2~ tecretario.
Kdilal n. II
O admiuistrador do Consulado Provincial faz
publico a quem interessar p-saa, que no espaco de
30 dias uteis, contados do 1 de abril prximo fu
turo> ser effectuada por esta repartico a cobran-
ca, livre de multa, do 3 e 4' trimestre do imposto
de 3 0/0 do ejercicio corrente de 1885-66.
Consulado Provincial de Pernambuco, 30 de
M< reo de 1886.
F. A. de Carvalho Moura.
da Europa a 6
de Trieste a 9
da Europa a 10
do norte a 12
do sul a 14
de New-Port-News a 16
do sul a 16
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do sul a 25
do sal a 36
do sul a 29
DECLARACOES
Arsenal de guerra
De ordem do Illm. Sr. major director, distribue-
se costuras nos dias 2 e 3 do corren % mez s cos-
tureras de na. 1 118.
Pre\ ine-se que sofFrer a multa de 0/0 toda e
qualqner costureira que exceder do praxo de 15
dias com suas costuras, salvo se apresentar docu-
mentos que justifiquem essa falta.
Previne-se mais que s se entr?gar costuras
is proprias costureiras, ou i pessoas de sua con-
tonea, com autorii.aco devida
Scelo de costuras do arsenal de guerra de Per-
uambuco, 1 de Aarii de 1886.
Flix Antonio de Alcntara,
Alferes adjunto.
Thesouro Provincial
De ord m do Illm. Sr. Dr. inspector, taco pu-
blico que no da 2 do orreut., ptga-ae a classe
de 3" entranca de professorca, relativamente ao
m-'Z de novembro proxim) fiudo.
Pagadoria do Theaouro Provincial de Pernam-
ouco, 1 de Abril de 86.
O escrivo da dospesa,
Silvio> A. Rodrigues
Paculdade de Direito
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director in-
terino se repete 0 e lita! infra :
De ordem do Exm. Sr. cons-lheiro director
interno taco publico q ie no dia 27 do corrente
cjmccar a matrieuli para j nulas prfparat 'ias
e poder en-;ctuar-se at o da 8 de Fevereiro, n-
dependente de des ;aclu do meamo Exm. Sr. con-
selheiro director interino : Desta ultima data em
diante at o 1" de Abril o aluxno que quizer
matricular-se dever justificar parante a direc-
tora os motivos que o retardaram n'aquelle acto.
Xeuhum alumno poder matriculir-se nis aulas
de rhetorca e ptilosophia, sem que exhiba docu
ment que prove ter aprendido latim o francez,
ni'm na de geographu e historia senr que mostr
saber o francez. _
as aulas de linguas a matricula ser permittida
at o fim de julho, e todas aa aulas sero abertaa
no dia 3 de Fevereiro preximo vindouro, de con-1
formidade com o art. 16 do regulamento das aulas
preparatorias, sendo o respectivo horario o se-
gunte:
Portng ez de 2 s 3 horas, na Ia sala.
Latim de 1 s 3 lo as, na 2 sala.
Francs de 2 s 3 horas, na 3a sala.
Ingles de 3 s 4 botar, na 2 sala.
Geographia e Historia do 1 s 2 horas, na Ia
sala.
Rhetorica e Potica das 3 s 4 horas, na 1' aala.
Arithmetca e Geometra de 1 a 2 horas, na 3a
sal:.
Philosophia de 1 a 2 horas, na 4" sala.
Facldade de Direito do Recife, 20 de Janeiro,
del8i6.
( Usignado)O secretario, Jos' Hjnorio Be-
ar a de Menezes.
Secretaria da Facldade d: Direito do Recife,
lo de Abril de 1886.
Pelo secretario, o official,
-Vanoe.' Antonio dos Pa-isos e Silva.
SessSo magna
Convido aos socios desta beneticente asoaiaco
a'comparecerem a sesso magna de posse e entrada
de novos adeptos, que ter lugar sabba 'o, 3 do
corrate, s 8 horas" da noite, na sede social, ra
do Imperador n. 14.
Outrosim, sao envidados todos os socios activos
das aasociacoca que trabalham p ra o mes no fim,
bem como os avulsos que apresentarem sem docu-
mentos legaes.
Secretaria, 1 de Abril de 1886.
Moltke,
Secretario.
Capitana do Porto
Tendo a experiencia demonstrado a ii conve-
niencia de serem rebocados navios e ou'ius em-
barcacoee, levando o cabo do reboque eom*. rmen-
te maio de 60 met;os, ficara estabelecidas como
regras as seguintes disposicoes relativam ntc a
este servico.
1* Nenhum re.bocador poder dentro da porto
receber navio ou embarcaco a rebeque, lonser
vando o cbo com comprim nto maior de 60 me-
tros.
2' Quando, pulo estado do porto, o pn, ico re>
eouhecer que o navio rebocar deva segu: o cos-
tado do rebocador at pr-se Safo ele qualquer
perigo, far essa intimacao ao mestre do reboca
dor, afim de ser attendid >.
3* Os navios qu.' entraren, devero ai pnss.>r
pelo pbar. I do Pico ncurtar es reboques fica-
nm com 60 metros, ou tornar:, m ao costad) ore-
boque, ei iaso for exigido p' lo platico que pelo-
tear o navio.
4a Os contraventores des'.as duposteSet ficam
sujeitcs multa de que trata o art. 114 co regu-
lamento de l'.i de mai i dj 1"-16, alem daa penas
que lhe couberem ta forma da lei, pelos prejuizos
eaoeados par bita e obeervancia destas :ispjsi-
coes.
5* O pratiej-mr e oa demais prat eos d.. servi-
eo d -ste p.irt i iieve ao dar conl.eelmento esta
capitana d qualqui-r nfracco praticada em re-
loco io que fiea estabdecido, podendo mesmo
drixarem de prestar oa sua servicoa ais navios,
quando suas exigencias dctxem de ser atte adidas
na forma estabeleeda.
Capitana do Pinto de Pernambuco, 31 di Mar-
co de 860 chefe de divisan, eapito di pirto,
J.is Manoel Pican? da Suva.
Consistorio da irmandado dan Imas, creca
na matriz de S. Jos do Recife, 30 de Mi.reo de
1K86 De ordem da mesa reged.ra, con vid i a to-
doa i.s n< ss >s irmaofl para c.'inpa-ecercn i. ^ con-
sistorio desta mandade. pelas 2 horas d:. tarde
de 2 de abril vindouro, afi-n de encorporad js ir-
mos c mpiinhar a procissi do Senhcr Bom Je-
-Us (Oi Martyros.O escrivo,
Francisco V. Alves da F. nseca.
Ciuifraria do Senhor Bom J.-aua da Vinat-
era da igr ja da Santa L'mt.=Do ordem c:. raeaa
regedora, emvido a todcs os nosaos innoa para
ciimparicr Biem nossa igr.j-. paramentadas com
cena luljiro?, uis dias sexta-feira 2 dj mez de
abril e domingo 4, pelas 3 horas da tarde para
aeimpiinliaiin's ns procissoes do Senhor dos Mar-
lyri .i sua i_:i-ja. c a do '"euhor Bom Jess
los Affl'ctes di igreja dj S. Goncilo, pur.i as
quaes tivemos convites.O escriv),
Joi Francisco de Fjguciredo.
Companhia Pernambu-
cana
A Companhia Pernainbuda m de Xav 'gaco
Cosli ira por Vapor, paga oa juna daa suas obriga-
Coos garantidas, do semestre fiudo boje. Pede-se
a upreseotacao doa coopous. Recite, 31 de Mar-
co -ie 86.O gerente,
Clemente Luna.
Hospital Portdguez de
Beneficencia
2a convocar!) da asMcnililAn eral
De ordem do lilm. Sr. vicc-proveior, eonvids os
senhores socios a reunirem-se em assembli. goral
domingo 4 de abril, s 11 h ras da manba afim
de proceder-s a leitura do relatorio e parecer da
enmmisso de cxaine de coiras da aimini traco
de 18*6, e a elc:c;o de alguna membroa da nova
junta.
Sollcita-ae a todos os seuhores socios que eom-
purream a esra eessao, visto que se reaolvtu pro-
ceder aos trabalhos com o numero que co npare-
cesae, iudependente da dispasicj dos esta!uto?, e
attendi ndo a que de indecliaav.l necesidade
ni. demorar por mais tempo a po.se da nova ad-
miiiis'.raco. ,
Secrctara'do Hospi'al Portuguez de Beneficen-
cia em Peruambuco, 29 de Marco de 86.
Alaacel Martina Capito,
2o secretario.
THEATRO
DE
VARIEDADES
Acha se em praca por venda per ante o Dr. juiz
de orphos, escrivo Olavo, tres quartas partes da
casa e sitio n. 8 a estrada de Jjo de Birros
teudo a casa 5 qnartes, 2 salas, e cqanht fra
0 sitio 2 cacimbas da melhor agua potavel e 1145
palmos de frente para a mesma estrada, onde ha
terreno para larga edificaco i at para retalhar,
com diversos arvoredos de fruto, como manjue-
ras, cajueiros, abicates, fructa pao, pitangueiras,
jaqneras, goiabeiras, pnheiras, larangeiras, ara-
Cazeiros, ingazeiros, cajazeiros, lim'jeiros, roman-
zeiras, oiticorozeiro, araticuzeiros, grande bana-
neiras e baixa para plantaco de capim ou de
cannas ; sendo que ao pente, onde ha tambem
terreno para edifieacio e sabida para ra de
Nones Machado, ba direito a meiacj do muro e
do oito divisorios.
Companhia lyrico-comico
dra nal ie i
DIRIGIDA PELO ARTISTA
LU1ZMILONE
EJIPREZA
A.. BOLDRINI E L. JIILONE
AMANHA
SaaQO, 3 Alfil
llf|ielifSo S pedido gera!
Terceira e ultima veis nesta auca
a esplendida opra cmica em 3 actos, mus ca do
mtestro Offcmbaeh:
A BELLi HELENA
Em que a Sra. Mabion desempenhar o i mpor
tante papel de PARIDE.
Personagens
Helena, raiua de Sparta...... Sra. Spriuger.
Paride, filho do rei Priamo..... Marin.
Ooste, filho do rei Agamenn.. o Duran!.
Euclide, dama de companhia de
Helena.................... Fioravtnzo.
Lena........................ 01 ymp a.
Partenope................... R. Becei.
Agamenn, Rei dos Res....... Sr. Dominci.
Menelo, rei de Sparta........
Calcante, grande augure de Jove >
Achules, rei de Tiotida.......
Ajace, Io rei de Salamine......
Ajce, 2 rei dos Lorenos.....
Filomeno, criado de Calcante...
Eucltide, ferreiro.............
Guardas, escravos, po^o e pagens.
A accao passa-se em Sparta no Io e 2" autos e
no 3' em Nuplia durante a establo dos ba ihos.
A pega est montada e ensaiada h ca-
pricho.
O vestuario completamente novo e no
rigor da poca.
Tirelli.
Reposa i.
Cmale tti.
Michelitzzi.
Prits.
Gionni.
Micheluzzi.
Prej08 do costume.
Am enirailas genes nao dao direi-
to ao asnseato no theatro.
N3o se transfer o especia;ulo anda que
chova.
.viso. Depois do espectculo haver :rem
para Appucos e bonds das linhas de Ferna ides
Vieira e Afogados. Oa bonds no largo de pal icio.
O bond de Magdalena s haver quando < i ca-
pee ticulo acabar depois do horario do ultimo qua
passa na ra Nova, s 11 horas e 42 minutos.
No trem at Apipucos nao ha bilhetes d 2
classe, e nao teem valor as series da companl da.
Principiar s 1/* bocas.
flmn




-

I


Diario de PernambucoSexta-feira 2 de Abril de 1886
'
imperial socledade
DOS
Artistas Mchameos c
Libcraes \
De ordera do irino director, e de conreride
com os uosaos estatutos, convido aos irmaos pira
comparecereui na socielade uo da 2 de Abril as
6 e rceia Lorue da tarde afim <1<- t r lugar a sea-
sao da s=serabla geral, visto na) ter se effecl-
do no dia determina,I .
Recife, 30 de Ji.rco de 1SS5
O 2' secretaria,
Paterniano Barrozo
di-
San a Casa de Misericordia
Reeifc
Na secretaria da Santa Casa de Misericordia da
Recife axreada*n-se por espaeo de um A tres au-
nos, aB casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n. 45,
dem rdem n. 49
Ra do B>m Jess n. 13, 1- andar
dem i.. 20, Lija
dem id;:-i a. J9, 1" andar
Ra dc3 Buigo3 n. 27
Ra d-. Madre de Deua n. 10-A
Caes da Alfao leca armazein n. 1
Ra dj .Mrquez de Cunda n. 53, 2*
andar
Ra da Gula n. 25
Boceo do Abren n. 2, loja
Ra do Visconde de Itaparica n. 24,
240*000
240JIXX)
3 04000
216*00'
240,5'(H
2i6a*
18,1*000
1:000*800
SEGUIOS
MARTIMOS CONTIIAFOGO
Conipanhia Phcnh Per-
nambucana
Ra do Corntncrcio n. 38
.ondon and B rasillas ESa nk
Limited
Rua do Commercio n. 32
Sacca por todos oa vapores sobre as ca
cas do mesrno anco em Portugal, sendo
pra Lisboa, raa dos Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Inylezer.
I
United States Brasil MailSL S. C.
O vapor Advance
507*000
N. 7
AGENTE
Miguel Jos Alvcs
RUA DO BOM JESS-N.
KeKurox mariliinoM e lerrcNfren
Ke.-tes ltimos a uoica companhia nesta praca
200*005 i 4U0 concede aos Srs. segurad' s isempcSo de paga-
~4SI000 i "ien'u de premio em cada stimo anuo, o que
' -quivale ao descont de cerca do 15 por ceuto em
Espcra-se de New-Port
News.at o dia 16 de Abril,
o qual seguir depois da de-
mora necessaria para a
pavimento tumo, e 2 andar, por 1:900*006 iavor desasegurados.
Ra ds Ca'eaks n. 32 200*000
Secretaria da Santa Can de Misericordia ;I
Recite, 6 de feverero de 188G.
O cscrivao,
Pedro kudrigucs de Sonsa
Monte (le Soecorro de
Pernambuco
Os pissuHores das eftutellafl de pr-nbe-
*res dos nmeros abaixo, sao convilados, a
resgatid as at o dia 15 de Abril vimiouro.
10,070 10,116 10,118 10,136 10,17
10,786
10,823
10,835
10,342
10,854
10.869
10,901
10,922
10,8-12
IO.70
11,006
11,023
11,062
11,IOS
VENEKAVEL IRMAXDADE
de N. S. do Tcrfo
De ord> ni d.i mes i regidora, convido aos caris-
biuios irui.v'8 desta venerare! iimandad.: compa-
ivcerem em nesso consistorio, pelas 3 ho.as la
tarde do dia 2 do crtente, pira encorperados,
acoinpauhariuos a preeisslo do Senlior Bom Jess
d< s Martyrios -O secretario,
Alexandre des Sents Sjiva.
10,607
10,817
10,833
10,839
10,846
10,865
10,889
'0,914
10,939
0,956
10,997
11,017
11,060
11,092
11,128
11,158
11,192
11,210
11,242
11,257
11,275
11,303
11,333
11,352
11,379
11,388
11,412
11,436
11,452
11,451
11,492
11,512
11,534
11,551
11,557
11,573
10,784
10,828
10,834
10,841
10,863
10,867
10 891
10,921
1O.H40
10,962
11,003
11,022
l,061
11,107
11,129
11,164
11,193
11,211
11 243
11,260
11,280
11,309
11,332
11,353
11,380
11,392
11,413
11,437
11,453
11,472
11,497
11.513
11,538
11,552
11,562
11,579
11,138
11,168
11,194
11,212
11,217
11,261
11,283
11,321
11,334
11,356
11,383
11,401
11,418
11,438
11,454
11,475
11,507
11,521
11,544
11,553
11,563
11,583
11,590 11,593 11,600 11,601
Reeifc, 23 da Marco de 1886.
O gerente interino,
Felino D. Ferrsira Celho.
Companhia de Edifcalo
10,80
10,830
10,836
10,813
10,855
10,885
10,905
10,930
10,943
10,974
11,015
11,032
11,064
11,117
11,139
117177
11,198
11,216
11,250
11,263
11,294
11,326
11,345
11,372
11,384
11,403
11,419
1,413
11,458
11,485
11/109
11,523
11,548
11,551
11,566
11,587
10,811
10,831
10,837
10,844
10,857
10,887
1C.910
10,932
10,946
10,987
11,016
11,044
11,068
11,118
11,146
11,187
11,209
11,226
11 236
11,273
11,290
11,327
11,346 j
11,377
11,386
11,400
11,429
11,450
11,465
11,489
11,511
11,524
11,549
11,555
11.572
11,589
m
COMr-A.VIEf.k PltiH.'ilttait.i.JIA
DE
%'avegaco Costeira por Vapor
PORTOS DO SUL
Macelo, Pcnedo, Araeaj, e Babia
O vapor Jacuhype
Segu no dia 3 ae
Abrli, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
dia 2.
Eneoaimendas, passagens e diiiheiro a frete at
s3 horas da tardo do da da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Perr.amb>cana
n. 12
Campanilla Uahiana de navega
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Babia
0 vapor Sergip:
Ccmmandante Pedro Vigni
E: esperado dos
ma at o dia 4
oi-top aci
de Abril,
e regressara para os mes-
mos, depois da demora do eos -
turne.
Par i ( arga, passagens, encommendas e dnheiio
h fre-: riacta-sc na agencia
7Ra do Vigario 7
Domingos Alvcs Matheas
tniMXIIIt l'KFtXlHaitl.M
DE
vavegaeo Costeira por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Moasor, Ara-
caly e Cear
O vapor Pirapama
Baha e Hlo de Janeiro
Pira carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
N. 8. RUADOCOMMhliClO N.8
! andar
Companhia Bra< i le Ira de Xave
gaco a Vapor
PORTOS DO SUL
vapor Pernambuco
Commandunte o capitao de fragata Pedio
Hyppolito Duarte
E' esperado dos portos do
norte at o dia 4 de Abr
e depois da demora in
dispensavel, seguir para
s; os portos do su!.
Recebe tambem carga pa-
ra Santos, Pelotas e Rio Graudc de Sul, frete m-
dico.
Para eurga, passagen, encommendas e valoras
lrata-8c na agencia
N- 46 RIJA DO COMMERCIO N. 46.
Lisboa c Porto
A barca portuguesa Isolinn recebe carga a Cre-
ta ; tratase cjm Silva Guimares & C. ra do
Commereij u. 5
Royal lail Seam Packel
Gompany
Reducgo de passagens
Etilhetes especia es sc-
ro eniittidos desde 14
de inar^o at o fin de
julho ofterecendo fac
lidades aos senhores
viajantes para visitar
a exposiffto colonial
em Londres, de 1886.
Ida c volta de Per-
nambuco a Soiithamp-
on, primeira classe,
com o prazo de 6 me-
zes libras sterlinas 36,
150.
Agente Pestaa
Leilao
Aluga-se o 1' andar da casa n. 19 ra da
Penha, o 1 da de n. 66 mesara ru, o 1 da de
n 35 travesea de S. Jos,.o terreo de n. 26 ra
Duque de Caxias, e a caaa n 26 ra de Kunee
Machado, no Es, inheiro, com b ns commodos ; a
tratar na ra do llospiei n. 31.
Di casas terreas, sbralos e sitios
Sexta feira. de Abril
A's 11 -horas em ponto
No armazem sito ra do Vig n-io Tenorio
a, 12
Um sobrado de 1 andar com grandes accommo-
dacoes, sito a travessa da B mba n. 8, rendendo
457OO0.
Urna casa terrea com grande sotao, sito ra do
Vital de Negreiros n. 45, renden lo 360*000.
Urna casa terrea cim 2 sotjos, sita no pateo de
S. Pedro n. 4, rendendo 270000
Um sobrade de 1 andar com graudes acc: mmo-
duches, sito ra do Calabouce a. 4, rendendo
7565000.
Uma grande casn terrea com 5 jancllas e 1 por-
ta, 2 salas, 4 quartos, cosinha, quintal e cacimba, '
sita 4 ra do Mrquez de Herva n. 139 rendendo ; muta
360000. | casa._________________________________
Um grande e b::n a.borisado sitio com grandes ( Quein prcc8ar de uma proftssora para pn-
accommodacoes em terreno propr.o, sito estrada moira3 iettra6 principios de frutees e tbano,
de Joao de Barros n. 19, rendendo 1:0004000 de musCa, piano o fl,res, para casas particulares ou
alueuel e foros. .nos arrabaldes, dirija-se ao Caminho Novo n. 128
L.n gra:de sitio com importante casa, com jar- Na ,e3mii ca8a 8e precisa de uina mulher de ida-
dim, diversos quartos, salas, cosiuba, banh-iro, I e d,. bous costumes, que faca companhia a uina
gallinheiro, cocheira, p rtao de ferro e muro com | famia e preste alguns se-vi^os.
Precisa se de um menmi ou de uma prtta
para vender taboleiro : a tratar na ran ( :
numero 39
Precisase de uma cosinheira para casa de
familia : a tratar na ra do Baro da Victoria
n. 39, loja.__________________________
Alugi-se a casa com sitio, di Dr. CasteU
Branco, prxima ao povoado do Beberibe ; tam-
bem aluga-se uma boa casa terrea novamente re-
construida, sita ra de Mathias Ferreira, em
O inda : trata-se ra uqac de Caxias n. 23.
= Est para alugar u.i a rioulinha para ser-
vico domestico de casa de f milia : na ra da Im
peratriz n. 8, 1 andar.
Precisa se de umu. arna pira casa de pouca
familia : na ra Vidal de Negreiros n. 133.
Vende-se a casa com sota ra do aocego.
esquina da ra do Principe n. 3 i ; tambem se per
por ou!r..s menores : a ti atar na m:sma
gradeamente em terreno p oprio a limitar no ria
cho Lava-tripa em Beberibe estrada do Prono da
Cal n. 7.
Um sitio na musma estrada de Joao de Barios
n. 6, com 03 commodue seguintes: 2 salas, 4 quar-
tos, 1 g&biuete ao lado, cosinha, cacimba com boa
agua e tirreuo proprio.
Estas casas serlo veudas iivr s e desembara-
ce das de qualqti.'i onue: pira mais infjriiiac'.e-.
cora o agente Pestaa.
AGE"TE PESTAA
De 2 casas terreas, em terreno proprio, estrada
de Caxang, junto a ectacio do Zumbi. ns. 70
e 72.
SAHI1A- O, 3 DE AUIUI.
A's 11 horas \
No armazem ra do Vigario Tenorio u. 12, li-
vres e desembaraQ id. s de qualquer cnus.
3." leilo dcflnltlvo
Das dividas hypothecarias no valor do 4:6000;'X),
pertnncentes masaa fallida de Joaquin Fer-
reira Campos & C, sendo devedor de 1:600000
Vulpini ino Jos ri Mello e sua mulher, cujo
bera hypothecado uma casa de pedra e cal,;
sita n > povoado Barra de Jangada; e do,
3: 00000 Vanoel do Nasciraeijto Carlos, sendi
os bens hypothecados 5 casas de taipa no p >-
voado de Catende.
SabliMilo, 3 do correte
A's 11 horas
No Hotel do Universo, ra do Commercio n. 2
O agente Gusmao, autorisado por mandado do
Exm. tir. Dr. juiz de direito do commercio e eom
assistencia do uiesmo, e a requerimento do Dr. ad-
ministrador levar pelo 3. e definitivo leilo das
divid s cima mencionadas, pertcncentes a referi-
da massa fallida.
Ao commercio
O abaixo aasignado declara que vendeu aostirs
Joao Gouveia & C, o deposito de cigarros ato a
ra Estreita do Ri sarb a. 16, livr< e desenrK4-
ado de qualquer onus : quem se julgur predi-
cado com esta venda gmente rec!aarafAo no
praso de 8 dia9 sob pena de nnlhd: de.
Rccife, 30 de rr.ui e de 1P86.
Ameiieo Cezar.
Guardap
Vendem se r. eass de Rodrigui-s & C, |Mua
do Barao da Victoria.
Casas baratas para
alugar
Ra di S. Francisco n. 56.
1 andar rua d-. S. Jorge n. 74.
1" e 2" andar c loju rua de S Jorge n. 23.
1" andar rua da Guia n. 55.
Andar terreo rua do Pharol n. M2-A.
A tratar na rua da Assumpca > n. 5S.
.4poseutado, jubilado.*, e
malos pro-ine.es
Na i se tendo realisado n* dia 2H do p-.stt^u a
reuniao dt.s individuos c :aipreheudicos as dieses
acim^, fi>i transferida para 4 do corrente, s H
b- da mar.lia, roa do Iir.pnaior n. 71,.1"
osi nli r ira
Precisa se de uma boa cosinheira
rua Duque de Caxias n. 90.
a tratar na
En^ommader^
Ao
Os aba.xo as=
commercio
Precisa so
Goyanna n.
de uma,
207.
na rua d
isconde de
Ama
Precisa-te de uu.a cceinheira e outra eng' n
madeira; na rua do Barao do Triumpho n. 8.
Ao
17
numero
Chegou pora a rua de II iras n. 17, os deseja-
os cepi s de 3200 a duzia e 280 rs. cada um,
gost s escolhi, assim como o especial vinagre
hranco de Libua, garantido, loce fino de goiaia,
passas fins e chocolate novo, e o fiuo cognac
Muller freres, etc., etc.
Cosinheira
Prceisa-se de urna perita cosinheira e um cosi-
nheiro : na rua da Aurora n. 109.
LEILO
De faz'.'ndas, miudezas, sapatos e chapeos
CABB.AD0, 3 DE ABRIL
A's 11 horas
O ageut-' Modesto Baptista, por ordem e man-
dado e era presenca do Illm. Sr. Dr. juiz do com-
mercio, far leilao oaa fazendas, miudezas, sapa-
tos, tamancos, chapeo: pira hoineus e senhoras ;
constando do mandado que se acba em poder do
ni sino ageute, que toram arrestados na comarca
da Victoria, a r. qut rmente de Francisco Ramos
da Silva e gostinlu Santos & C, e perteucentes
ao acervo de Flix Amado.
No arm-iz ni rua do Bom Jess n. 19
_ De conducta affiancada, que nao tiver meios de
vida, querendo fazer companhia a 4 enancas, ter
tasa, comida, alguma roupa, etc. A casa tem
criados para cosinhar e outros misteres, a rua da
Roda n. 54.
lados, i'stabelecidos com aapa-
z m de xarque rua de Pedro Affonso, scientifi-
cam ao commercio em geral, que naia devetn
nesta p-aca e era fura dalla : quen te julgar hii
cre.lor, queira apres- utar suss Ciintai no pr- de
traadlas.. O motivo que nos leva afaaer esta
deelara^uo pe!a imprensa tao somtnfo para sci-
entifiear aos senhores importad 'res deste genero
em grosso, que se nos mandara;s vir xarque de
outias pracas por nossa conta t nao a casta
delles, como and::ni propalando A carapuea vat<*'
a quem toca. Recite. 31 de MarC) de 86.
Lsureooo Bastjs & Maia.

i
Coronel Francisco Lio* Pne
Bnrreto
Mara Rita Wanderley Baneto, scus HhM o
genro mandam cclibrar algumas miseas por alma
de seu mui presado marido, pai e sogro, na igreja
do Panizo, s 7 1/2 h:ras da minhit do dia 6 do
Corrate, stimo de seu passanento ; e para tese
acto ie rcligiao e earidade, cinvidam aos seas
prente < e amigos do finado.
AMAS
Na rua de Paysaud n. 20, precisa-se de uma
ba cosinheira e de uma engommadeira, paga-se
bem agradando.
Ama
Piecisa-se de uma ama para tratar do servico
de casa de funilia ; a tratar na rua do Barao da
Victcria n. 7, 2 andar.
LFILOES
Os fundadores da Compinhia de Edifi-
cacilo, conviila-n os respectivos Srs. accio-
nistas para se reunircro, na quarta feira, j j
7 do prximo futuro mez, 1 hora da tar-
d", r.a rua do Imperador d. 38, Io andar,
afi.n de se proceder, de aocorlo cera os
arts. 27 e 2H do Reg. n. 8,821 de 30 de
Dezembro de i 882, installafilo da mes-
uia companhia, e elci^ilo dos administrado-
res, conselho fiscal, bera como a de pru-
dente e secretario da assembla geral.
Recife, 31 de Marso de 1886
Antunes & (7.
CONTRA FOGO
The Liverpool & London k Gloli
?^SURRA!\CE COMPAQ
CONTRA FOGO
Nortb British k Mercantile
CAPITAL
31:000.000 de libras sterlinas
AGENTES
AdomsonHowie& C.
Companhia
mperial
SEGUROS contra fOCO
EST: 1803
Edificios e mercadoria*
Taxas bailas
Prompto pagamento de prejaizo
CAPITAL
Rs. 16,000:0005000
Agentes
BROWNS&C
5 N. Rua do Commercio N. 5
Segu no dia 5 de
Abril, s 5 horas
da tarde. Recebe
_carga at o dia 3.
Eneoramen las passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas d i tai de di dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
LEIL.lO
De duas vaccas tourinas e uma carioca
HOJE
A' rua do Mrquez de Olinda, outr'ora da
Cadeia n. 4
AGENTE PINTO
Ao mei j dia
Por occasio do leilao de movis e mais objectoa
de casa do familia
Engommadeira
LEILAO
de 1 piano forte, do fabricante Gaven, com cap e Precisa-se de uma eng.mmadeira que engomme
cadeira, 1 mobilia de amarello, a Luiz XV, com !bcra e ens^aboe, para casa de pequen^ familia:
tampo de pedra, 1 espelho, meia commoda, I guar- na P^aca do Conde d Lu n. 30, 3- andar.
da-vestidos, 1 cama franceza com colchao, 1 mesa
elstica com 3 taboas, 1 quartinheira, 0 cadeiras,
maiquczas, aparadores, venezianas, marquezo.s,
grande fiteiro, jarros, loucas, vidros e muitos
Comedoria
outros objectoa de uso domestico de uma casa de
familia.
Mnuiimlo. a lo correute
A's 11 horas
No Hotel Universo rua do Commercio n. 2
O agente Gusmao, far leilao dos movis cima
mencionados, por conta de uma familia que reti-
rou-se para fora da provincia, osquiesforam
transportados para o referido hotel.
Ilenrique Lim, preparado como bom cosinhei-
ro, fornico comedoria para tora por menos preci
do qui eai outra qualquer parte, em sua casa par
ticular rua do Fogo n. 35, Io andar.
Ta verta
Leilo
De 1 piano forte, 1 mobilia de Jacaranda, q"a-
dros oleo, jarros para flores, candieiros gaz e
AVISOS DIVERSOS
CHARiElRS RELMS
Companhia Franceza de navega-
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
STEA.MER Ville de Baha
Espcra-se dos Dirt'-s do
sul at o dia 6 do corrente
seguindo depois da ndis-
pensavel dem ra para o II u
tve.
Recebe encommendas e passageiros para os
quaes tem exce! lentes accommo Staer VlB i i de Mi
E' esperado da Europa at
o dia C de Abril, ec-
guindo depois da indispen-
savcl demora para a lia
bia. Rio de Janeiro
e Maulo*.
Rogare aos Srs. imp-irtadorea de carga p 'loa
vapores dcsta linha,quciram apresentar dentro de 6
das a contar do da descarga das aivareng .'.
quer reclamaciio concernente a volumes, qi poi
v-ntura tcuham seguido para os portos do sul.afim
de se poderem dar a tempoae providencias neces-
saria.
Expirado o referido praso a companhia nao se
responsabilisa por extravio".
Recebe carga, encommendas e passagcirn? par,
s quacs tem extelle.ntes accomoilneoes.
Pede-se aos abaiio assignados o favor de
virem ou mandar rua do Mrquez de Olinda n.
51, a negocio que nao ignoran.
lancas para cortinados, 1 mesa elstica, 1 guarda Pedro Siqueira, d'Alfandega.
louca, 2 apparadores, cadeiras de garnicSo e me- | Arthur Dantas.
zas, camas francezas, ditas de ferro, commodas, 1 Luiz Carvalho.
toilet com espelhos e muitos outros movis de casa Jos Guimaraee, caixeire de Loyo & Filho.
de familia. Frederico Vieira.
No
Uma bagatella e um relogie.
Sexta-feira, de Abril
Agente Pinto
sobrado da rua do Mrquez de Olinda n.
Augusto Goncalves da Silva.
Manoel Antonio Carneiro de Araujo.
4. los,
" Na rua do Viseonde de Goyanua n. 85,
irecisa de uma mulher para assar e vender bo-
os, e faz-se comida? para fra.
Vcnde-se a taverna sita rua de Lomas Va
lentinas (antiga rua de Aguas-Verdes) n. 17, com
muitos commodjs, e o motivo da venda por
doenca.
DTflar~~
Vende-se um bilhar etn perfeito estado : a tri
tar no armazem de movis rua do Ixperador
numero 49.
Para qualquer fabrica
Aluga-se um dos melhores edificios, tendo gran
des accommoiacoes at para familia e emprega-
dos, muito bom porto de embar ^ue, sito a rua
Imperial ns. 330-A e 330-D : a tratar na mesma j
rua n. ''.\ i.
ua Primeiro de Marfo n. %)
O abaixo assignado tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 2511 com a sorte de 4:0O0jpO00,
4'quartosn. 2049 coma sirte de 1:000000,
alm de outras sortea de 325, 165 e 85, d
lotera (46.*), quo se acabou de extrahir,
convida ao3 pos3uidores a virem receber
na couformidade do costurne aem descont
alguro.
Aeham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 3.a parte das loteras
a beneficio da matriz de Nazaroh, (47.a),
que se exinhir terca-feira, 6 do corrate,
PREP
Inteiro 450O
Meio 25000
Quarta 15000
8m quantldade maior de lotu
Inteiri 35500
Meio 15750
Quarfo 5875
Manoel MartnS Fiit',u.
Aluga-se
o 2- e 3- andar do sobrado rua do Brum n
a tratar no mesmo, padaria.
62:
OEROCQUE
OEROCQUE
DEROCQUE
15, RirdePoitoB, 13
PA Rl S
OLEO
FIGADO de BACAlIi
Natural
Ferruginoso e Creosotado
Su r.' .- :*i ? Pluros/iis
DO
Augusto F. de Oiiveira
RUA DO COMMERfIO -42
42
Gompanhia k Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
E8tabel<3c!da em 155
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 1884
Martimos..... UIO:000$000
Terrestres,. 310:000^000
44 -Una do ('ommereio -
COHiPAXHIK !>: M15X>?A.'K-
EM1W MAItBTKN
LINHA MENSAL
0 paquete Niger
Coaniuandaute liuJc
Espcra-se da Eu-
ropa nc dia> o de
Abril, seguin
do depois da de-
inora do costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Babia. Ilio de Janeiro e Monte
tevido
Lfmbra-g- ios senhores passagoiros d-J todas
as classes qu-' ha logares reservados para esta
agencia, que p dem tunar en qualquer teinpo.
Previne se .ana senh>res recebedores de meren-
donas que 8 se attender as reclnmacoes por fal-
tas nos volumes que forem rcconhseidus na occa-
si;lo da descarga.
Para carga, passagens, encoramendas e danheire
afrete: tracta-se com o agente
angoste
9 RUA DO COMMERCIO 9

EXTRACC40 ^0 D14 3 DE ABRIL
NSF RIVEL
O portador que possuir dous vigsimos desta importante
lotera est habilitado a tirar 2o:ol2#ooo.
Os bilhetes acham-se a venda na Casa da Fortuna rua
Primeiro de Marco n. 23, e mais cazas do costume.
COMEA. 3 OE ABRIL BE 1686,8EM FALTA.

i
OD








-'
6


Diario e PernambucoSeita-feira 2 de Abril de 1886
Casa em fyuipapa
Vndese ama hos casa cora muitot fundos e
quintal murado, tend fres portas de frente, com
prateleiras e balco, e no interior alguna uteaai-
lia* de padaria tambero um terreno do logar de-
nominado Areae daijuelle termo : para informa-
coas e tratar, em Quipapi com o Sr. Honorio H.
d Soua Olivrira, en> Recife com os proprieta-
rias Martina Capito di C ra estreita do Roa-
rio n. 1.
Pr 20^000
AIngrf-se '3 andar da casa ru de S. Jorge,
untiga no gillar n. 72, con bastantes commodos;
tratar na ra do Crispo d. 17, lojp .
Muito barato
Aluga se o grando ;,rmazem n. 84 ra do
Brum, com fundos al o caes, j oceupado cotn
negocios de ascucar, perto ^c urna estacSo da
va-frrea, por preco muito barato : a tratar na
ra larga Uo Rosario n. 24.
Oos'^eira
Priecisa-sc de urna iwa cosmheira r que eeja
asacada i a tratar, na rui 1 Payaami n. 19.
Passagem da Magdalena.
Qiie tem?
Oor e prata : gcu'npra se caro, prata e
pedras preciosas, por maior preco que em outra
cinalquer parte ; no 1 and-ir n. 22 a ra larga do
Rosario, aniga dos Quarteis, das 10 horas s 2 da
tarde, dias uteis.
AtlenQo
NIOO
af -* *
%
PreoaracSo de Productos Vegetaes
-XTINflO m CASPAS
e outras Molestias Capillares.
JVIARTI NS~A~BASTOS
I*ernatnbne
Alup'SC barato
O 1.* andar:da travessa do Campillo 1.
0 armazem da ra do Bera Jess n. 4i
v cata da ra ao Visconde de Goyanna n. 'i9
A un terrea do becco do Tambi n. 21.
A casa da travessa do Palacio do Hispa n. 18.
1 tratar no Largo do Corpo Santo n. j), Io an
da-
O puto vinho verde a o saburofo oU prefo pon-
ta branca, especialidades sem eoaopQtejseia nes'e
mercado, ree. bidos pelo ultimr vapor, rncontru se
a venda em casa d.i Paula Jos Alvea C.
60Rua do Bario da Viclorla-60
Nao s engaito! mais!...
Recebemos neste ultimo vapor voadores para
meninos aprenderem a andar, assim como, diver-
sea obras de Vime.
Oadeiras
Cestas de diversos tamanhes para compras.
Balaba para papel.
Assafates
Condecas.
Roupeirot.
Sementes de hortalizas e flores, amores perfei-
fos e diversas qualidados.
Vffio tambem o especial baoalho de Xori'pga,!
pasando cada um G libras: iin (.isa de Pocas
Mendos & C.
Raut estrcitfl do Rosario n, '>. junto a iqreja
T' barato ji-3:600|~:
Quiltro predios neatn e dade do Recif.', quo ro-
dean r- ndi r nncun luiente CCO., sendo tres na ra
d ; Palm* e um na ra do N. ^ 11 5;-: i ; trata-eo na
raa da Imperstrii n. 8fl, toja.
Aluga-se
a casa terrea da ra de S. Jorge n 40, com 4
quartos, 2 salas, cesinha, quintal com cacimba, to-
da pintada e caiada, por preco commodo, a tratar
na ra d > Amoiim n. 66. P.f3B*
Cosinheiro
Precisa-se de um cosinheiro : na ra da Aurora
minero 77. _
Leonor Porto fj

IRua do Imperador n. 45
Primeiro andar
Ccntina a execntar os mais difficcis
figurinos recebidos de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicao de costura, em bre-
vidade, modicidade em presos e fino
posto.
Preei
isa-se
4 Avises de cigarrrir s f.r. fumo desliado e pi-
cado, na ruti do i !.
O 51. 17
Acaba de cli'gsr par.', i m de II irtas n. 17,
uaia quali Ia4l I-;> vinho p.:: tkular pan
msH ; os dilcetantes da ..-. eaeontrarfts
nao o particular con gueira engarr-
fate), tendoboas9uaii1i.il t r \:'i:>, pira bi m
servir os apreciadores, e v.i le se carne do serto
especial.
Asquear refinado
Os ifi.adores seientifie w sos consumidores
drse gener que em fce -i. alt 1 preco da rama,
ser nervada a seguate tabella 09 mi vin-
dairo :
3' s 11 T n por it> to.
_' ;orto i I dem
3 sorte i*4W ni
Beeife 20 d,- Marca de i
Cosinhvi-a
Coiapra-se c paga-
se mais do qe em on-
traqiinlquer parte ben
como
MOEDAi
de qualqner qualidade.
^arna-lo Imperador
n. 32, loja d jotas.
Julio Fuerslemborg.
4
Aluguel barato
Alaga-i : I ja roa da i'. 3 n. 17, com ex
cali'iite; c nuBodos ; a tratar d lariro do irerca-
do n. 12.
Prceisi-se de un Cria
A,irora n. 109.
tratar na roa da
14)000
Aluga-se a cusa 11. :: travesea do Pr'itas,
en S. Jos com 2 salas, 2 quarto?, ci sinha, quin
tal srarao e ene mba ; a chave .eJw-ie no n. 4,
e trata se na ru-* da Guia n > 1 fe.
Arapongns e papa^aios
Compram-se que canten rr uit.. e f.illem bem ;
na loja de Roma :, ru; das I'jres, onde se ven-
den passaros de difierentes qualidades, muito em
oonta.
Precisa se de anta ane nbar bem, fa- r .
zando a5 c mpras e 1 .ie.s de casa I->J 'C UUll ZS J)Cr UliMH :ns
4 tratar na roa dj Arsgio n. 14 e qu'gqiiilharlas
DE
Jos Hara de Leaios Duarle
H'* id \ irsw auMiti/
Oproprietario desle bp>' ioi>ti.lo cstabe
le..icQto convida toa Kuaaipijgj o fre
gi.eJte* o ora parli ir a; Exrn". fanii-
i .ti;! 1!;- ((rt't aivni-s'- do bom gos-
f.j com quo :> b < !e collc-'.ciouar urna
inoidade axtigos, qu; a.ti.-f r'
com c rt zi; a qu'.r. dignar-sc darlhea
preferencia, e para prova do que deixa
dito, menciona entre ou'ms, os seguintc-s
ebjectoe que f,r un e> olhi les rom o fito
de E.-itisfazerf ir. ao rcus apnraig gosto.
Completo sortin ent) do pr-rfuinarins e
artiga? de toilnto, dos mclborea fabrican
tes.
Bordados eentrenmoi de fustlo, trana-
pare: tes e eambraia Victoria
Di os de 1 nicle- fr:in etc., etc.,
Focos ci eour< e de velludo para crean
cas
L'qU'S de seda, tetiaeta e papel ct.'..
etc
Roljas de velludo c depalha.
Espartilhos e suspensorios os mais finos.
Graci'e scrlimento de pliss e talagarja.
M.u.s paraseohoras, horneas e menino,
Eatojoj pira ero liot.
Cintos para Perdieras (ultima moda).
Barcias eobertas para vestidos.
Sortmento de l rae solada de todas as
i cores.
Estofo para barba.
B' ngdas para hornera e meninos.
S: pr.'inhos e toueas para baptisados.'
L''rijos c luvas de seda de todas as
sores.
Grav. t-s para senhoras e para homens.
(jr..udc scrtiiaento de carteiras fara d-
' nheiro o pir.. fumo.
PiLnJb- s e c:>arinho3 de todos os moldes
a quididades para senhora e para homens.
B'-nceoa fieos de todos os tamanhos.
Escovas p,r.\ roupa, chapeo, cabello,
unli- s c dentes,
Canotilho de diversas qualidades.
Sortimento de grarapo para chapeo.
Epellios de diversas qualidades e ta-
1J itoes de todos os timanhos e qua'i
dadts.
F tis ile tMaa as cores e qualidades.
Qu..'!r< s (!u vdludo' uara intrato.
Grande exnosi^o
De jrinquedos os mais fines, lincas do to-
das ns cores cu, nov, II y^tn cjrrilois
e outTiis muitos artigos d>>1uodn qnrj se- j
ri: erfadonho mencionar.
.uix ilenoniiiio Cnrpoiro de
Ijjrm
Guiihermina da Concefefto Barros Carneiro, c
Dr. Manoel Clemi'iitioo de Barros (.'arDciro. Ma-
ra do Carm de Barros Carneiro, Jo? Francisco
Carneiro, Tertu'iano de Mell. Carneiro, Lucia
Mara Carneiro da Annonc!ac1o, FrafCHM Maria
Coelhj, Francisco de Paula F. rreira da Awinn-
oiacSo e seos parentes gradecem a todos aqmll s
amigos e s diversas eorporacSes uc se digoaram
acompanhar at o ceroiterio imbco o cadver d<; j
8pu presado espose, p'ii, ino c eanbado, Laul
Clementir.o Carneiro de Lyra ; e ie novo lhcs
pedem mn nutro obfl qnio de i.es'stiren as missas
de stimo da, que serao cele radas na sxta feir.i
' de abril, s 8 horas da man'.'', no convento do
Carm 1 do Recite.


ranlo dMIqnoruMqi
1" anniveraariq
genrea e filhos ir.andam cp
missas ua malri do C no da 8 do cor-
r ni s 8 li ras d* maah, 1 snoirersario do
msmo Bario. Iv-Ii aos s'us
p.irer.tes c s pesa mis de eua e.mizad:; asfistirrm
a ene Bgto. c
O. l'b'rrza Cp VoainN Slurao*
eMIvn
Francisco de Mora-s Dias, sem irraaos, cunbi-
dos e sobriuhos agradi'cra di iiitimo d'a'Baa aos
sens parentes e amigos qu? .>o d'g'wam acompa-
nhar es restos ir.ortaes ie su i presada mi. sogra
e av ; e de rovo os ernvidam assistirem as
missas do stimo din, qne terio lugar na ordem
terceira do Carmo, sabb ido 3 de abril, as 8 hera.
pelo gnu desde j se confessam agradecidos.

P
I
J-1m da Ivpfraii-82
^f3| PFRW^Pflt'C'O
Y&&
la>^\
j^t^^j*****


*"" %<&A
Hl
a.o*itma en todas m psiaouutea Pai .. .. i u ,'..
f''
............<
SABONETEdeALCATRO
FAKA A TOILT1TE, 08 BANBOS E CUIDADO DAR As CRIANC.A
Esta SABONETB, rrrdtidriro anUaeptic; 6 o maz efflcax para a cura de todas as
_____ RIQCE9TIA9 DA PELLE
SAPO GARBONIS DETERGENS
..00 vosxu Crianzas com o SAPO V.IHUOMS DETEKUEXB afm de protegel-os contra 'A
o SARANPO, e. VARILA e a. FE3RE ESCARLATINA
listes SABOXETE& sao rocommcndailos pelo Corpo incaico lnteiro porque prevlnem as
MOLESTIAS EPIDZBJCAS e CONTAGIOSAS e te aOapto a qualq'uer (Urna
MARGA DE PADKICA SOS ENVOMJEBOS B NOS PaES
|j Deposito sral: W. V. WRIGHT & C, Southwark LONDRES
Ero. F-er-M ambuco 3?i-a.n.'" 3VC. da SItVA Sk: C"
.^^mA.*^-^*.*.-.*,.-.?,^^. i-it#------1 nasn
*!:* tocas osos "*
Purgante as Imm.
Hlo>>.JC*(l
J
V

i*
Vf
Aman Vieteria ^-^
I la rernamb'tco : -m.*r*J^
Jm.4silvana ^'vv;-*^
Estj itisDicji.RSBi.jro de um custo agradavel. adoptado com irraaoe xito ha r.
mais e 20 annos pelos meuioros lloJleos de Parlz, cura os hejluxos. Crine, Tosa, ^_/j**
Ovia Jt Garaanta. Cularrc oulmoTuu: Irritnidt ie unto, daa Yin urinario* O da bexiga. ^<*'"iiii- ri
-ona
^ia:
____D'BSiPiWiLLiJSK
Laureado pela Academia de Medicina eiO
_. Caa/*/ro da Leglio d* Honra -i-tT>TO^
O Pliosphalo de cal a substancia mineral mais abundante de organismo e toda vea que sua
quantici.ido normal cllmlnuo resulta urna auVccao orgnica grarc.
Mais d' cinco mil curas, a mor parte Justificada pelos Profcssores c Mdicos da Faculdades
rorao oblidas ltimamente e flzerto com que o Jarope I Mr IteinvHlie.r fosso c:asslflcado
como o especifico mala seguro contra a Vlaioa. imlmoia7, Broaeblte rhraaicB, AaenaiA,
Rachlisaao. BabUldadu do Oig^minao, 0 Xarope. do !>' Iteinrillier adiuiuislrado
diariamente as criaucas facilita a dentlrSo e o cresciuuto: as mies e amas de leite torna o
lelto mellior; impede a carie e quodj d-i dentes tao frequentea depois da premie*.
Dvpvaito: Pharmoqia ?XBBBQVa, 8, Plao d la tfagMelne, BABZX.
Em Pernambuco: I'StAX' M. an Hit. VA *> f,t nu principan Pharmaclai Drofirlu.
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U Chlvraae. Anraia, tatoe m BTolastiaa o lygttna arroao, luir .
Bii rabeldsa, Mo!aliai chronlcas dos FulmSse, te., ekg.
As maior** UlaatrafOflB madicai Ifim &ttstado o poder curativo deste medfcuneato tMtou-u'u
o primeiro e o mil eniryico dos reconrt uintei.
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I e de Dom xito tem deaion-1: ado a efflcacia ineotc5-vc5 deste vrtTHO, qur como auiti-
\prrlodico para cortar as Pebrese 1 -vitar o seu reappar cimento, qur como fortificante as
"eonvalti*-.?!:? 3, Beblit '.a Je do 3a:i;;ue, Jiilta de Memtni ipio, Xnappetencla, Dl^es-
too d!13a 'ls, Bniermiludss nervosas, Bebllldade causada pcia edade o- por excessos.
i Este liado, que contm mal! principiot actiVoi do que os f. ipi?s.dot limitare, rendiie aor
|ouc mus oieride.Nii i< tfare object.T contra o preco m riata da rtconhecida eticada do medleamiato.
Pharmacia Z3-. ^E33-XJII*i", 378, ra Satnt-Honor, PARS
Depositarios cm Penumi%ce FRAN M. da SILVA e C
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CAVALHEIRO DA OD'.i OE L"0POLDO DA BLGICA,
v."."'*-KEIkO DA LEG1X0 DE HONRA OE FRAWC,
COIIBEnOAui," ORDEN Di CHRISTO DE PORTUGAL.
Becoahceldo palas primeiras autoridades medirs coma
toOBtestavelmcHte o uwis puro, o de goste mais agradavel,
C o : de lodos
Contra a TISIC e as MOLESTIAS de PEITO,
a DEBIUDADE GEKA.L, o EMMAGP.FC1MENT0 d%s CRIARC4S, I
a RACHITIS e todos as AFFECIO-'S ESCRaFDLOSAS.
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sello e a asiijuatura do E' DE JONGH e a assignatura da I
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54, 56, Ra Rlchor, 54, 56
CREAgO PARIZ NOVA
SEM -W" ^1-VA.I^
W

SUAVIDADE
concentraQao
CREME OSvHEDIAi
SA BONETE, EXTRACTO R
AOUA UO TOUCADOR '
P3 OE ARROZ
COSMTICO, BRIX.HANT1NA.
OT.EO, POMMADA, VINAGRE
Pertumaria OSMHEDIa assegurs
pLIEKTES j^lEIS
Bventadt tlirna 1 Qr sim Igual
em /Vrmup^RAN^I. 4 SILVA A C"
EXPOSIpO DE PABIS 1878
fullA DK OM'DItRO
LCura
de
pelo P do
Dr Glry
*ae m todos os PAartHocio*,
I mam i
?1
i
Fazendas Tilias e modas
2 A Ra do Cabug 2 B
J. BASTOS & C
Para este est:ibelec'nc-nto acaba , goa do modas destacando se os quo aqui indicamos :
Vestidos moto preparados, de ca-.-hemira, ri :amento enfila los ao rigor da
, moda.
Fantasa rica, bordado a missinga.
Fil e miisanga, alto desenlio em IX o seda e la, bardados a vtroz, etc.
Cortes de vestida, li florottes unie, corabinacSo di fasenda lisa e borlada
: quo modernissina.
Cortes de vestido era t >il; d'alaace cot bordado a agoiha, cores lindas o de
gosto apurado.
Lindiisiiuos cortes do vestido de et-.nione, com berdado a seda, novidade pal-
( pitante.
Etamincs, suratos, f.illcs, sedas, setins, cachemiras de todas as cures, creti-
nos, setinetia e toile d'alsace, sortimento grande.
Lequcs transparentes especialidades c os primeiros cheg idos aqui. R'!eora-
'. mendaraos a-) b'dlo sexo.
Di'os de seftitn, opul*att*rtiifnt'.>.
Ditos de maJraprrola. brancos o de cores.
Para as Eximas, noivas :
Sutini branco Dackaa.
Surato c g rgtirSo.
Guipour branco da !;<, fil e reu las pira ctifeite.
Capellas d Veos da Wla>, ampU *is>.
Meias de ^cA. o *a birladas.
Colchas de damasco de s la e do crochet.
Cortinados de crochet e eambraia.
L'-njos de eambraia de Linho, liso e bordados.
Sudas, setins e merinos pretos do tolas as qualidados.
Para todos os ortigos quo referimos, os presos sao sem competencia.
(Teleptene o. 3S91
\\ Ra de Jlalhias de AShiiqiiorqifi* 2o
(43TlfiA Rl.4 DAS FLORES)
Tinge limpa com a mai.r perfeicSo toda a quillda le de estafo, o faz^nda- em
poyas ou em obras, chapeos de feltro cu de palho, tira o mofo das faz-ondas; todo o
trabal o feito por meio de macbinismo aperfeicoado, at hoje? conhecido.
Tintura prata nis torgas o s'Xtas-f'in.s.
Tinta de -'ores e lavagera todos os dias.
Os propietarios do BOto conbsoido estab-olecimento denominado
MUSEU DE. J01AS
sito a ra do Cabug n. K, coma)uaia*an ao respcita^el PUBLICO qne rec^beram mn.
grande sortimento He joias -las mais modernas e dos mais apurados gostos, como tam-
bera -elogios do todas as quali lados. Avisam tambem que continuara a roceber por
todos os vaporas vindos da Europa, obj-ctos novos e vendera por muito menos que en
outra qualquer parte.
MIGUL WOLFP A C.
N. 4RA DO
Oompra-se ouro e prata velha.
CABUG----N.


"





-


ALBEKTO HENSCHEL & C.
S2..RL\ !)0 B4R40 U VICT0RI4-52
O bom acreditado cstabelodmento pliotographico nll^-ii'Xo, acaba de augmen-
tar as suas galoras m gosto das mais sumptuosas casas d'cste gmeto, como de Pars,
Londres e Berlin, ond^ o respeitav jmblioo encontrar os inais aperfeiyoados trabslboa
pelo systema mais moderno e mais apreciado.
Para drtr mais impulso sn> casa e assim melhor satisfacer as mas difficeis
exigoncics acab de contractar o eximio pintor o Sr. Ferdinand Pieicck, chegado r-
tentemente da Corto, do Imperio, onde adquiri grande nome, alm do bom crdito qao
j gozcu em 1877 quando aqai este/e n.i mesm.t casa.
Roga-se s Exmas. familias e mais pessoas o obsequia d^ honrar com
nuas
visitas a este grandioso estabelccimento, onde existe nma n gittJioa exposiyo de ;uaa
produceSos ariisticas e onde encontr rito Ihaneza no trato, perf'icSo nos trabamos e
modicidade nos precos.
C. JBarza,
Geiente. x







"
.;
\

Diario de PcrnambucoScxta-fcira 2 de Abril de 886
7


\ma para co/iiihar
Na ra do Bem-fica
iitio que fica era fren-
te da entrada dos Re-
medios, se precisa de
urna inullier forra ou
e sera va para ana de
cozinha.

Precisa se c urna ma para o servioo interno
de una una de ponca familia : a tratar na rna
Velha n. 75.
Vende-se
com, a 500 rs. i covado. pechincha : na loj,
do Pereira da Silva.
Merino prefoN a 1*2
Vende-se mi-rins pretos de duas l-rj2r^r ,,ar*
vestidos o roupas para meninos a 14200 e I 8fy
, o covado, o suuenor sctim pret* puna -rnfisiterfc
. 1^500. a-siin como chitas pretas, tanto lisas com
, de Iavoures brancos, do 240 a 30.rs. ; na novt.
loja de Fereira da Silva ra da* Imperatriz nu
mero 32.
AlffodMOBinlio franri- para ienre
* OOOr*., I* c l*OO
Um acreditado estabelecimento de molhadoe, Na loja da ra da Imporatri n. 32, vende-s-
componeos fundos, proprio para prineipianle. a superiores aigodaozinhos fraucezes com 8, 9 e K
palmos de'largura, proprios para loncea de od
b panno pelo burato preco de 900 rs. e 14000 .
metro, e ditu trancado pa a toalhas a 14280, at
sim como superior bramante do quatro largura!
para Iracocs, a 14500 o metro, barato ; na lo
" I
m
>-*
a loja de louca da ra da Imperatriz n. 13 ; aquel
le que quitercm cempiar, airijam-se mesma,
que acharao com quem tratar.
Vende-se
tr atar na ira de S. Fraacisco n 26.
Camisas nacionaes
A 500. 3 OOO 34500
32= Lnja & rna da Imperatriz = 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
de sortinvnto de camisas brancas, tanto de aber-
turas e pjnbos de linho cerno de algodSo, pelos
baratos precos de 24500, 34 e 44, sendo (azrnda
do Pereira da Silva.
loiipa pan meninos
A I*. ISSOO e *
Na nova loja da ra da Imperatriz n.
32,
Ama
Na praca do Conde d'Eu n. 7, 2- an '; r, se pre-
cisa de urna lioa coeinbeira, ara ci h de peque-
a amilia
Ama
muito melhor do qit" as que veera do estrangeiro e vende um variado sortimento do vestiarios pro
muito mais hem futas, por serein cortadas por Pros para meninos, sendo do palitosinbo e calci
um \yna artista, especialmente camiseiro, tambem "'"4 curta, feitos de brim pardj, a 44000, ditoi
se manda fa.er por eneomm.udas, a ventada dos de moleequim i 4500 o ditos de gorgorito prjtc
fregueses : na nova loja da ra da Imperatriz n. 1, itando casemira, a 63, sao muito baratos ; m
de Ferreira da Silva.
Ao 32
'oja do Pereira d i Silva.
I
Preeisa-se de urna :.ma para casa de piuca a-
tova loja de fazendas
j-.
milia : a tratur na ra
antiga ra da Pra .
de Pedro AfFonso n. 68
Ama
Piecisa-se de un perfeit i engommadeira : na
do Riacncelloii. 57, porto de ferro.
Ama
Rna da Imperatriz
DE
FERREIRA DA SILVA1
Neste novo estabelecimento encontrar o res- !
' deitavcl publico um variado sortimento de faaen-
j,aa de tod. a as qualidndes, que se vendem por
I recos baratissimos, assim como um bom s.irti-
: ment de renpas para bouiens, e tambem 6e man-
! da fazer per encommendas, p r ter uin bom mes-
I tro allaiate e completo sortimento de pannos finos.
casemiras e brins, etc
r. P
r.
O 48 da ra Duque de Caxias est vendeudo
fazendus r or menos 26 '/ de seu valor.
Ver para acreditar
Setins macaos de 14400 por 800 ris o covado.
A Predilecta liquida por todo prefo, por
ter de acabar at o fim dente mez, os objectoe dos
sene lindos mostradares. Entre incites artigos
nao deiza de mencionar os obaixo, que tudp vende
por quasi nada
Galoea pretos, largas, para vtstidos e casaooa,
metro per 300 ris.
Bicos e rendas lardos, para dito:, dit.scomvi-
drilhos, metros por 14000.
Eecovas elctricas para liuipar cabeca, de 44 ca-
da urna, por 14500.
Quadros com aro de nikel para retratos, um 200
ris.
Massinhos com 30 grampos polidos, um 40 ris.
Duzias de lapis de Faber de 1/200, por 700 ris.
Pares de suspensorios para meninos, um 800 ris.
Supcrioras scovas para ronpa, urna por l.
Pentes de marfim para caspa, um 300 ris.
Ditos da Irlanda p ra di-sembaracar, um 600 ris.
Ditos de tartruga pura coques, um 400 ris.
Botijas com tinta Bluo Blackurna 360 ris.
Trancas de palba para chapeos, nma prca com 10
metros por 3001 is.
Caixas imitando tartaruga, urna 8 JO ris.
A^ulhas de oseo para chrochet, urna 60 ris.
Ricos espaitilhos americanos, um 44500.
Taboadss de multiplicaban, de coree, de 34, isto
jogo, por 14'M'O.
Bolsa o. .s melhores, de ve ludo, de 104 cada urna
por 50 0.
Collares Royer, contra convulsocs, vcrdadi'iros
anodino, um por 2400 '.
Rices est< ja com duaa thc s uns finas 2000.
I'ecas de tranca grega, padroe muito modernos,
urna 50 ris.
Taverna
Na ra do Mrquez do Hrval n. 141 se dir
quem veade ama taverna bem localisada e bem
afregoezada, propri para um homem selteiro por
con ter um bom sotao. O motivo da venda se dir
ao comprador.
Cabriole!
Ve ide-sc per baratissimo preco e un muito bom
estado um cabri.U-t de dous assentos, quatro ro-
das e arrcios para nm cavallo ; a tratar na co-
eheir do Candido, ra daR;da.
WHISKY
RYAL BLEND Jiaroa V'iADO
Este ezcellente Whisky Escosses preerivt
ao cognac ou agurdente de canua, para fortifica
0 corpo..
Vendc-se a rrtalbo noa >>. ihores aimazens
nulhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADOcujon'-
me e emblema sao registrados para todo o Brazt
BROWXS te C, agentes
Pinho
enga
Vende-se em casa oe .Matneus Austin ijj G, a
ra do Cuininercio n. 18, 1- andar, da mellior
oualidade a diversas dimensoes.
racao o
Em vista dos grandes pro^ressos da idea de que
se gloriam as uaeoej eivilisadac, o oanmerc
devo aeompanhar esse pro^resso, visto que elle
o mais poderoso elemento do engrandecimento das
HacSes ; em /ista di que annnncir.m
MARTINS CAP1TAO 4 C.
1 Ra e ntreita do Rosario 1
Grande s irtimento de generos alimenticics, es -
Precisa- se de urna ama qne saiba cosiuhar e
comprar na rna do Visconde de Geyanna n. 139.
. recisa-ic de urna ama boa cosinheira : a tra-
na ra do Bardo da Victoria n. 61, ~J> andar
99-
3*
Ama
Precisa te de urna ama pan todos os servicos
de casa do familia : a tratar na ra do Barita da
Victoria n. 7, S andar.
Ao eommereio
Quem precisar de um caixeiro com bastante pru-
tica demolhados, ee conduela fiaucavel, dirja-
se ao caes P2 do Noveoibro n. 79, hute', que acha-
ra cun que-m tmlar.
= Vende-se um terreno na cidade do Bom Jar-
dn-, com 30 palmos de frente, 500 de fundo e
urna pequea tasa de taipa que perteucia ao fal-
lecido Jorge Jos Alves da Fouscaa ; vende se
para pagament do debito do mesmo ; o terreno
na ra da Lama : a tratar na ra do Pombal nu-
mero 2.
Vaccina ingleza
Ba da Imperatriz
Ijoja de Pereira da Siiva
Neste estabelecimento vende-se as n n i -.s abai
zo mencionadas, que silo baratissiuias.
Palitots pretos de gorgoro diagonaes e
acolcboados, sendo fazendas muito en-
corpadas, forrados
Ditos docatemira prcta, de cordSo muito,
b> ji feitos e tarrudos
Ditos de dita, fazenila muito melbor
Ditos de flauelia azul, sendo ingl ver-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgoro preto, qcolchoado,
sendo fazvnda muito enc>rpada
! Ditos de ens-emi.a de cores, sendo muito
bem feitas
; Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
umito bem feitas
Ditas de brim ele Angola, de muleskim e
de brim pardo a 24, 2*500 c
'Vruulas de greguellaS para homens,
sendo muito bem feitas a 14300 e
Colletinhb de grrguella muito bem feitos
As9m como um bom sortimento de lencos d<
linho e de algodao, meias ornas c collarinhss, etc
Isto na loja aa Nua da Imperatriz n. 3
II sf a dos largos
a 300 rn. o covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vendem st
riscadinbos (ir^prios nara roupas de meninos
vestidos, pelo barato pn eo de 200 rs. o covado
enio quasi largura de chita franceza, e ssi.'
como chitas brancas miudiuhas, a 200 rs. o ov.
do,c ditas rs curas a 240 rs., pechincha : i.
Pe?as de ga'ao br.inco, urna 80 ii.'.
-.; Borlas grandes para pos de arroz, uina .00 ris.
Merinos Dretos de 1, 142O, 4400, i 610 T .'i ,,. r_ e im ,.
i oao or j ^ > ^ i *< Lindos fichus i; retriz, um 400 res.
14800 e 25 o cavado. i -,, ,. c j .__,
a rjvi ciio ^ i Voltas de coral nno, c:m croch de nlauue, miiii
-etineta :,reta a 500 8 600 res o covado* __^_ .,, .- i >
., .lU, por 400 e ,-.
'Pulseiros com tres ordens de eor.l, urna porl3.'colha do8 lU"". os annunciantes teem sempre
Urna eaixa com superior papel amizade 400 ris. ai&'01 cuidado, para bem servir os seus numerosos
Baleias para vestioss, polidas e muito fortes, a f'egneees. Lembramoa, pois, o proverbio :
dtizja por 360 is. j Qu"-'a' ndo ezpcrimcnta, ndo sabe.
(irosas de iK'loes de madreperula fina pnra casa- i "'.n",dm v>'"' P018 : ...
eos, urna por 14500. I Quijos, fkmengo e de. Minia.
I Macos de mignardisse para crochet 200 is. i Fiambres inglezes.
. 4t00
lOOOd
124X'
124X
54501
64Sfi
8OO<
34001
imn
14U>i
Fustoes brancos e de eo es a 400 e 500 rs. o
covado.
Sedas de littras de cores de 24 por 14 o co-
vado.
Mermo1 de bolinhas a '00 rs o covado.
Mdriposoa fi iss de ;ores a 240 rs. o covado.
Renda a berta da China a 240 ris o covado.
r i i j nm i- Carnteis com 00 tardas, mina snuencr.
Linbos escossezes de todss as cores a 240 ris o numer0) J ^ g ^
*Chltaa finas a 200, 240, 80, 820, 360 e 400/^ ;J Para horneas, ipeiiorw, umadn.iaj
Leques de lindas cores, graiieres, um 400 ris.
Ditos chinezes, um p r 100 ris.
Frascos OOffl verdadeira agua de colonia 500 is.
. Vasos e poicelaua, corea uuatisadas, com bauha,
por 14000.
Agua dentrifica do Dr. Pierre, um frasco, pechin-
cha por 14000.
do qual- Chocolate francez Menicr.
M..ntcli tas de seda <'e 164 por 74.
Fichus a 'B, 44 e 64-
Bn.mante d-' 'res larguras a 900 li.* a vara.
Dito de quatro largura." a 14200 a vara.
Atoalhado de linho bordado a 24 a vara.
Cullannbos c punir s para scuhora, modernos, a
24000.
Cnegatla pelo ultimo tapor
Vende se na rna da Cruz 11. L2, botica in.ucez3 loja ao Pereira da Silva.
de Rouquayrol frerej Succresoris de A. Caors. FnstCei. etlnela e laxlnlms a 60"
_ ---------------------j------------------- r. o covado
\ IIIIHk YIM'llO Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-s
**"' "vi II*' um grande sortimento de fustoes brancos a 60t
Vinho verde, macio, puro, de superior qualidale, rs. o covado, lazinhas lavradas de furta-corea
em harria de quinto; vendem Cunha Irmos & C, fczenda bonita para vestidos a 500 re. o covado
ra da Madre Deui n. 34. e setinetae lisas muito torgas, tendo de todas ai
,, j 1- 1 orn tan crn. ... i Um : icote de los de arroz verdadeiro 300 ris.
Brim pardo liso de 300, 490 e xKJ rs. o corado .- h. ., ,.
.,, ., K ,. e ,!.,.; Lma caiza com tres sabonetes por 500 ris.
; Urna cuzia de sabao Hudson or 600 ris.
.4Prafa da teiepmett-~!f
Signal
Ditas, hlccchoad-s de 04 por 12 a duzia.
(obertns iorrtdas a2800 urna.
Lencos de bramante 1800.
Camisas para senhora a 250C urna.
Casaccs de liia bordados, modernos, 1?4-
Dama.eo de a'goddo de cores, largura de quatro
palmos a 500 rs. o covado.
Camisas bordadas e de linho a 3040(0 a duzia.
Madapolo casca de ovo e pelle de ovo a 64500.
Enxovaes para baptizado, novidade, 9$.
Timos para merino, boidados, 4$.
Chapeos de sol de seda para senbora, de 164
por 84000.
Meias para bemem e senhora, de 34, 44, 54 e
64000.
Redes hamburguezas, lOj.
Colchas a 14800, 54, 64 e 74.
Verbutinas de todas as cores a 14 o covado.
Cortes de casineta a 14 e lfeOO.
Ditos de casemira r. 3, 4, 5, 6 e 74.
Lencos ab!i:nhadus com barra a 14200.
Camisas do iceii a 800, 14. 1*500 c 24
Casemira de cores de duae larguras a 24-
Cortes de casemira para vestido de senhora, de
404 por 204- baratsimo.
Zefiros lisos a 120 rs. o covado.
Ciimbraia preta para frrea 15200 a peca.
m
Engcnho Recanto
Vende se ou arrendase o engeubo Recanto, t-
luado no termo de Serinhaem, moente cerrente
d agua, com boas trras, etc.; a tratar com Ma-
noe Ferreira li.,rih ln, \ ra do Bom Jess n. 6.
Dito do Maranhao.
Fructes seces, como :
Pnssas, nmeudoas, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doce de todas as qualidades.
Boiaehinha ingl- a.
Semrates novas de hortalizas.
Especialidade em
Vinhos finos do Porto, Madeira e Shery.
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Vermoutb, etc.
I Licores de tod*s as qualidades.
i Champagne.
Cervej-. de diversas martas.
Bem assim :
; Araruta fina em pacotcs.
Cha verde e preto.
I Dito perola.
; Espccialissimo matte do Paran, em p.
Aind-. a>. s :
Ovas de peiso.
, Sardinhas de. Lisboa em Saimoura.
Vendem Martins Capitdj & ''., ra estreita de
Rosario u. 1.
AS AGRICULTORES
Fbftnicida capanema (verdadeiro) para extinc-
co completa da f. rmiga saura. Vendem Martins
Capito & C, ra ttreita d Rosario n 1.
Vende se
urna pequea averna, prjpria oara principiante,
por ser de capital 4' 0.4, sita em Santo Amaro de
Jaboato, ra do Imperador n 21 : trata se n
mesma, o motivo da venda se dir ao compra-
dor.
Fazendas brancas
SO' AO NUMERO
4o coa da Imperatriz = 4o
Lora dos barateiro
Atheiro te C, ra da Impyratriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estts fazendas
abaixo mencionadas, sem competenc a de precos,
A SABER:
AlgodaoPefs de Blgodozmfco ci m 90 *
jardas, petee baratos precos de 30800,
45, 44500, 449C0, 5J, 54500 e 6J500
MadapoloPe?as de madapolo em 24
jardas a 44500, 54, 4 ate 1' 124000
Camisas de mcia com listras, pe. _. arato
preCo e H1* 800
Ditas bra ;is t cruas, de 14 au, -^uty 14*00
Cregne I la franceza, fazenda muito t neor-
pada, propria para lencoea, toalbas^e
c-rouias, vara 400 rs. e 500
Ceroulas da mesma, muito bem f iitas,
a 14200 e 14500
Colletiuho c'a mesma 800
Bramante francez de algodao, muit > en-
corpada, com 10 palmes de lar jura,
metro 14280
Dito de linho ingles, de 4 largaras, me-
tro a 24500 e 2$80
Atoaihado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largura, inetro 1|800
Cretones c chitas, claras e escuras, pa-
droes delicados, de 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mais delicaio no
mercado, rs. 20
Toilas estas fazendas baratissima, na conhecida
loja de Alheiro 4 C, esquiar lo becco
dos ^erreiros .
Algod.lv- enfestado pa-
ra cufies
A aoo r- ; IjOOOo metro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
algodao p;.ra l-.nfoes de: um s panno, com 9 pal-
mos de arpera. 900 :s., e dito co;n 10 palmos a
ljOOO o ir.eir., Msim com dito trancado para
toalhas eie m B8, a m 9 palmos 1 e largura a 42O0
o metro. Isto na 1. ja ce Alheiro ct C.; esquina
do becco des Fcrreiros- *.f
MLRINSPRETOii
A 14209, 14400, 146(0, lSOO e 4 o covaio
Alheiro A- O. ra da Imperatriz n. 40, vec
d. m muito bons merinos pretos pe; o prefo a tima
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co d*s Ferreiros.
Slsjsartilhosi
Na loja da rna da Impciatriz 1 10 vcude-ie
mnitu bons espart'.lbos para senhora?, pelo preco
de 54OOO, aasim o ico um sortimento de roupas
de casimiras, briu?, etc, isto ua ;oji da esquina
do becco dos Ferniros.
CASEiIRAS INCiLEZA
A 24800 e 34 o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de cacemiras ingle-
sas, de duas Lrguras, com o.' padrocs mais deli-
cados para costume, e vendem pele, barato preco
de 24800 e o covado ; assim con: o se oncarre -
fam de mandar fazer costumes do casen-.: a -
0", sendo de paletot sacco, e 354 de fraqu..
grande pech ncha : na loja dos bar..' ciros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 is. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vender urna grande
porco de brim pardo una, por estar com princi-
pio de toque de m:>f.>, pelo barato preco de 320
rs. o covado, grande rechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Fcrreiros.
Bordado a IOO rs. a peca
A ra da Imperatriz n.40, vend;-se pecas de
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em carto com 50 pecas, sorti-
das, por 5J, aproveitcm a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Fcrreiros.
Fiistes de setlneta 500 rs o
covado
Alheiro 4 C. ra da Impcratri ven-
dem um bonito sortincnto de fuates brancos pele
baratinho preoc de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisas, tendo de todas as cgies a 500 rs. o
ovado ; na loja da esquina do bc< eo dos Fer-
reros.
.
DOS PREMIOS
S DA rV
N B. O premio prescrever
ura anno depois da cxtrac<;ao.
46
h



PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 370 EM BENEFICIO DA IGREJA DO LIVRAMENTO DESTA CIDADE, EXTRAHIDA EM 1 DE ABRIL DE 1886.

NS. PREMS.
1
9
12
19
7
28
37
39
43
51
60
69
71
72
73
80
94
102
3
18
24
27
28
38
46
46
64
66
70
73
81
82
92
96
97
99
201
3
7
8
15
16
20
21
23
28
29
32
44
-48
46
81
4
m
46
86
8*
4,5
NS. PREMS. \'S. PREMS. NS. PREMS
L
2M
l
63
64
68
72
82
84
86
93
L-00
Vi
17
19
28
29
31
41
45
46
49
52
54
55
69
73
76
79
82
86
92
93
98
99
402
6
11
12
16
25
32
31
47
49
55
59
66
75
m
3*6
46
46
86
46
I 6
46
lM>d
489
93
13
14
15
16
17
22
25
26
27
32
34
36
38
53
01
62
63
71
73
75
86
99
604
7
10
19
20
24
25
7
32
36
38
40
41
45
4#
'di
56
58
70
73
75
79
89
94
99
700
46
84
46
701
5
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10
15
25
31
32
34
42
48
59
65
74
75
m
84
85
89
96
aq
4
5
6
9
13
16
18
25
26
30
35
47
49
55
59
63
64
72
74
76
79
80
87
' 96
97
98
914
20
4 921
_ 27
39
44
50
- 51
_ 59
86 44 62 76 79
81
- 82
85
95
97
J.J 1001 5
- 9
- 13
14
17
oi6 19 25
166 29
NS. PREMS
46
NS. PREMS.
32
40
41
42
56
57
61
78
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88
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94
1104
6
8
14
16
20
22
24
29
30
34
37
44
53
*6
**6
86
46
1156
62
64
65
69
89
96
1200
3
5
20
21
22
27
40
41
42
56
70
74
76
78
84
85
86
87
89
91
96
97
1300
2
4
10
11
13
17
18
20
21
28
36
38
40
46
49
50
61
69
70
4ff
6
46
86
16
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
3*6
4
80
44
1373
83
84
86
88
89
95
1424
25
27
30
34
37
42
44
46
49
57
58
76
77
82
92
1500
15
16
17
19
24
25
27
33
40
44
54
61
70
72
75
77
81
85
87
89
85
1612
14
17
21
24
46
l 6
46
1627
28
29
30
31
33
36
37
43
45
51
55
62
63
66
79
82
87
91
94
99
1700
9
15
16
19
23
32
36
47
56
57
58
59
61
68
71
86
88
89
91
93
98
1800
1
2
6
10
11
16
86
46
46 1824
26
J 29
J 30
42
47
I 50
51
_ 52
_! 54
._ 57
63
69
73
-i 7*
76
84
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-: 38
lSOl
19
20
22
6
36
37
38
39
43
45
48
49
54
56
57
64
77
78
82
90
97
99
2006
1-
1
17
19
24
27
A 29
4 33
NS. PREMS. !NS. PREMS
46 2047
86
46
*6
46
46
16
46
49
50
51
57
59
60
64
75
76
80
85
88
90
91
92
93
2104
5
9
16
23
26
29
32
39.
40
43
52
57
CO
G5
67
70
77
80
85
86
89
92
94
98
2204
7
8
10
24
43
53
56
46
2258
GO
64
65
73
78
c0
91
95
96
99
- 2300
3
15
23
CO
33
36
38
48
57
59
65
66
70
72
84
91
92
95
2400
2
6
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21
24
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50
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61
66
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76
6
44
46
*6
46
NS. PREMS
NS. PREMS.
NS. PREMS. NS. PREMS.
2481
84
88
89
91
2511
15
24
36
38
56
62
68
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10
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37
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46
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63
64
05
70
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79
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83
93
2721
22
26
29
30
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60
65
66
74
75
79
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90
97
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46
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46
1006
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2
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55
64
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1
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57
58
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63
77
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44
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46
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50
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64
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87
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14 -
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40
40
S0
40



f
I"


8

Diario de Pernambuco-Sexta -feira 2 de Abril de 1SS6
iroop publica
OSTA AO PARECER D\DO PELO BUL
SR. DR. AyRES DE ALBQUERQE GAMA
SOBRE O COMPENDIO DE PHYSICA PARA
LEITDRA, POR FRANCISCO DE PAL'LA
BARREOS
Multo ilhio.i-e Sr. Redactor.Agrade jo
coa* to i a cxpansibilidado do coragao a
gentil
za,
este rao declarara por antecipacdlo que o
t compendio, vista da aceitado geral
que lera tido, seria adoptado ; fazeodo-
mo apenas S. Exo. ponderales razoaves
sobre a compra, por falta de meios; ms
cujas difficuldades o nobre e Ilustrado pre-
sidente da provincia Sr. cons-lqeiro Cha-
ves mostrou-se disposto a aplaiar, conci-
liando os interesaes da instruego publica
cora as necessdades dos cofres provin-
eiaes, por alguraa demora do minha parte
no reccbimento do valor dos livros a com-
prar. o que fioou assentado cora estes
honrados cavalheiros ao partir eu para o
norte. Esta a verdade e ah a dexo su-
j'.ita ao respeitavel tostoraunho de ambos.
Sciente, ao que parece, do occorrido, e
coma parte interessada, talvez por ciume,
era que se dsse o contrario do que ticava
aaaantado, o ilustre Sr. Dr. Ayres Gama,
quer>n lo trancarme as portas a taes pre-
t'-ngoes, p-rdoe me dizel-o, vostio-se de
lobo e tragoa-rae, a mira, cordeiro inno-
cente, e victima indef za do sexto peeeado
mortal. E entilo formulou o seu libello ac
cus .torio tao apaixonadamente que, sem
um instinto de calma, disirigabe imparcia-
lidade de juiz, proeurou golpear-mo ce-
ga, e por isso raetrao ferio so todas as ve-
zes que esgrimi contra o raeu pobre tra-
illo as armas da ma critica, e o fez divor-
tofla imprema brasileira que o tera recoso j ciando se serapre da lealdado as citagSes,
meneado ; pretencleu descom dorar a nove 0, o que de grande reparo n'uro profes
Consilhos de InstruccSo PubhVa que o j 30r tilo exigente, atacando cora desassoru
tte adoptado, e dos quaes fazem parte bro e f equ acia as leis da lgica o da
doutor.:s e meatrea na materia, e at cele- grammati* a portuguesa.
...a> benevolencia, que V. S.
tove para coratuigo, coacedeado-me e?paco
as columna* <:o sflU conceituadissiino Da
rio de Pernambucu, para defender-rao da
accnsagio upaivonada a improcedente cora
que o ilhiotre Sr. Dr. Ayres de Albuquer-
que Gama ataooa com esbrazearaento o
coragem de sangue hespaahol o noeu po-
bre livro de leitura.
Agradego, Sr. Redctor, o seu generoso
obsequio tanto raais quacto, contra todo o
principio de bora direito, fui aecusadj}, e
oaaeragado por quens tura juiz e parte ao
mesara teuopo, pm-quanto o Sr. Dr. Ayres
Gama tu, Sanio Deus, (!) um tratado de
Physic". le s2 paginas, e, por isso, toman-
de a uvrn por Juno, atirou u:n cartel de
desafio a u.i.n, ao meu pjbre tivro sli-
1i*a, escripto soore alguns phenomenos
physicos, o, o que m lis, atirou a luva a
b.-igados como o Ilustrado o notavel Sr.
JoSo Martin* Teixera, lente cathedra'ico
de Physica da Ac.demia de Medicina, da
corte, o quc.1, como relator da i* seejJo
de instrucgilo publica da provincia do Rio
do Janeiro, approvou sem restregao as
doutrnas do livro, mas approvou as por
que, ao passo que existe eu sui cabeca il-
luminada todo o thesouro que encerra a
bcllissiraa s.iencia de Pliysiea, tem o bora
sonso n eessario para destacar um tratado
identifico de um simples livro de leitura ;
para nao confundir os termos precisos o
rigorosos, mas necessarios, de administra-
Mas, como ficou dito, s tive noticia
desso resultado por eortaa do a'nigos, pon-
tuadas cora admiragilo. Da pubhcidade da
critica litterai ia no Diario de Pernambuco,
nao tiv a menor noti-ia em micha via
gem. Foi s do volta do Amazonas, do-
pois que cheguri a Pernambuco e proeurei
S Ese. o Sr. director da instruego pu-
bliea, atim do quo rae mandasse certificar
qual o m >tvo da ndo adopeto do meu li-
vro, quo sube, (antes de t-r a honra de en-
coutrar S. Exc. em palacio) de todo o oc-
corrido, ten lo eu j ti lo conhecimento da
clstica Critica Litteraria do Ilustre pro
cao matberaat a com a amesidade i!e Un.- fessor da Escola Normal, Sr. Dr. Ayres
guagera calentada pira um li ro de meni Gaua, critica essa publicada sem a menor
mo um hvro dahitura, qu-, longe da tra- ueeessldade, somonte do sentido de se fin-
lar do gato qiie falla, contelhos, em vez de eusinar que a rato losiraelitaa da imprenaa e do professorado
a colera de Deus, e f>go de SMuEInojconaciencioso, que lera olhado com sympa-
atmtu penadas ou etpiritot de crvmcas pa-1 thia para o meu despreten ioso livrinho.
yus, r ri-cte, por m:.is que o nao queira o Mas como neste planeta ha sempre u;m
Sr. Dr. Ayres Gama, o progresso da vida; funda, urna pedra de David para cada Go-
raodema. ath. c almas generosas, candidas e deli-
Que o Compendio de Ptytic i > ira f^ei~, cadas que so apressam a tornar postilo
tura, do qu-> se trata, um livro til, at-1 para eonbnter coa 1. aldade pelos que tra-
testi-oa rapidez cora que era 4 anuos se balh.vu era bn da causa social, era quxl
tem esg >tado tro ediles, com vinte e cinco
mi ixemplares (') aendo, raais que o ff"?-
qujr los Suus ramos de desenvclvimento,
o meu caro e Ilustrado amigo Dr. Jos Li
verno, os seas elhores consumraidores os'l.er-ito Ribeiro, n'ura generoso improviso,
pais de fairili.i que lea seus filhos em col- a que deu publieidade n Diario de Per-
legios particulares, ondea cducacXo e a edu nambuco, suffojoua aecusacSo apaixonada
ca9lo se roeiam los ma'.ores euidados e ose improcedente, na phrase incisiva e es-
livroa nilo se adopta.n non se reprotKMipor \ rangalora ia Ilustrada redaejao do ra"s
e/npenho, mas entram, rauitas vezes, aem
ocien-ia do proprio autor, ua3 pilos es n-
Jrijos onde se encaracolara os raexericos,
a a invija traja roupas a Cairo, mas pela
porta larga e chcia do luz do mereciraento.
Es ripias estas priraeiras liabas cora-j
prelulios de defez de meu dever, es
timado Sr. Redactor, dizer i V. 8. e ao
publico porque nao eerri log-i impronsa a
rabater, por contra-golpe, a Critica Litte-
raria (? \) do Ilustro professor Sr. Dr.
Ayres Gama:
Foi somante por eartas de amigos, rece
bidas no Para, cheias de pontos de admi
relo, que tive noticia de que o meu Com-
pjidio de 'hysica para Leitura, sob pro
posta do Sr. Dr. Ayres Gama, a quem
Deus guarde, nilo havia si !o adoptado para
as escolas primarias de Pernambuco 1
A noticia sorprendeu-me, ".aato mais
quanto tendo eu requerido ad'*p;;ao e com-
pra le exemplares para seretn distribui-
dos s escolas, e entendido-rae c9in o il-
lustrado e Ahito digno director da ins
truegSo pubea Sr. Dr. Barbalho Ueha,
I _i^
OLHETIM
ANGELA
POR
147.88 n m:w
mo Diario, e o fez cora tal :.certo de ar-
gumentajilo e bora snso Btterario que e
critico -a critica, agarrado era flagrante
por nao ter eomprehendido, de boa f, o
livro que oretendeu reduzir a menos tero,
fioou, perlce-me S. S. a conheeida ima-
giin, silencioso corao un frade de pedra.
Ao raeu bora amigo Dr. Liberato Ri
b"iro, que bera sabe ser a defesa, na phra-
se de P.iula iiapiista, um dogma da re-
ligiSo do direito, agradece rauito a espon-
tauei Ja le do moviraento que lhe partiu do
coracSo para prot'ger-me contra a rustiei-
Jade de um ataque que nito tem urna cau-
sa seria, e se a terri, a prova real que a
cspemlacao arraa-se at contra a instruc-
cSo publica, monopolisando-lho os meios de
liberdade, ni eoncurrenea de livros por
professores que sSo igualmente autores e
juizes interesados na partilha do- privi-
legios.
Ist) posto, sabendo eu que ura amigo
j me havia ventajosamente defendido, nilo
rae dei pr^ssa em levantar a luva atirada
pelo Ilustrado Sr. Dr. Ayres Gami, tanto
( C. o n t i uuae v o do a. 7i)
VI
S minha filba poder dar-rae a chave
des te terrivel enigma, e se houve crimn
eommettido contra ella, fornecer justija
meios de a ving.r.
A bella berraoaria, com a cabera pen-
li ia sobre o pcto e :ora 03 dedos crispa-
dos em cima do Ungo, que ra-gavara con-
tinuou :
Elle mnrrcu! E quaido me per-
guntaram so o conbecia, eu respond, nao
Proced na plenitule do meu direito ? An
dei mal ? Deveria ter pronunciado a'juelL
nomo que ote qui-iraava^os labios? Era
talvez o raeu devor... Era preciso a todo
o prego esclarecer a justiga, quanio do
fosse senao pira auxilial-a em encontrar
aquello que tentn matar railha filha de-
pois de o ter raorto I
Meu Deus I que angustias, que tor-
turas, balbuciou Angela, voltraJo ao seu
desespero maternal. Minha fillia soifre e
haraa-me. eu nao ostou l perto do seu
leito de dur para a tratar... p ri lhe dar
alvio. para a curar !
>< Est apems ferida, dizera os telj-
grammas Nao ser urna raent ra para me
tranquillisar ? Quantas horas me separara
anda co momento era que a devo apertar
em meus bragoa. E se, ao ch<*gar, a en
i-ontrasse raorta I
A infeliz mili passou ambas as raaos pelo
rosto, como urna louca, e depois, conti-
nuou:
J{ Oh! n3o! Deus no hade quererse
raelhante ecusa. Deus justo e bora, teode
piedade de mira, deixa rae minha alna.
E desatou a chorar.
O fiacre tomado no boulevard Mazas
tinhn caminhado depressa.
Parou.
Angela, chamada realidade, deitou a
cabeca pela portinhola do carro.
Aehava-se na ra das 1. a:n s, em frente
a sua casa.
Des jou e entrou na sua loja de hervana-
ria, que oceupava o rez do chSo da casa.
Ven io-a entrar paluda com as feijoes
decompostas e as palpebras enrubeei tas pe-
las lacrimas, a sua velha criada Catharina,
que tomava conta na loja, fez urna excla
macSo ie sorpreza e recuoa dous passos.
S... Eotao ven s exclamou ella
em seguida.
S, respondeu Angda, cora voz des-
esperada.
Oh senhora, entilo o qua aconte-
cen ?
Urna depgraga.
lima desgr.oca menina Emraa I
B' verdide.
E*o que que foi, raeu Deus ? O que
quo foi ? Nao tenho nom pinga de san-
gue as veias.
A bella h.rvanara deixou-so cahir n'u-
;na esleir e por entre uraa torrente de
Ingrimas contou o que sabia da catastro
phe.
A pobre Catharina chorava ardentes la
grimas cora sua amn.
E a senhora nao parti, disse ella,
quando acabou a tristo nr.rragao. Entbi
ain la nao est en Saint Juen du Sault ?
Angela, resistindo contra a dr, repli-
cou :
Partir immediatamente era impo3si-
v.l. Trera que paro era Saint Julif n du
Sault s ha ao moto dia e cincoenta minu-
tos. Vira aqu para te prevenir da minha
partida e recorarondar-te que toraC3 todo o
cuidado aqui durante a minha ausencia.
Nilo ssi quanto tempo ra demerarci l.
Isso depende do estado da minha pobre ti
lia. Vou l cima muir rae do roupa c
de dinheiro o parto j/. .. A carruagem 03
pera-rae l- em baixo para rae reconduzir
ao camiaho de foro.
- Mas a minha senhora ainda nilo co
raeu nada hoje.
Corao que eu po330 ter appetito !
Como que eu poderia comer ?
Nilo se deve entregar tristeza. A
senhora tera preeiso nao somento do co
rogara, mas, Robrctudu, do forgas, sera iso
vai cal.ir doente e nilo poder ser til
nossa tjuerida menina .. E', pois, ueces-
sario tdimeatar-se : vou j arranjar-lhe al-
guraa cousinha quente. .. E' negocio de
dous laiautos... Nao a demoro nada....
Coma o que puder.
.raigas do que para
receio, que ao raeu
raais quanto trazia era mo ura ligeiro tra-
balho de impressejos de minha viagem ao
Amazonas, as quaes prefer r irapriraindo
no papel, ainda perfumadas do bauni
lha e coloridas d'aquelles ses de brazas,
a atirar-me era lucta pouco generosa por
parto ds quera era ao menos teve para
tratar-me a paella cortezia, sera calculo, que
todo o hornera bem educado se lisongeia de
dispensar a quem quer que seja.
Esbog.do, pois, corao jase achara aq-jel-
les tragos (!o rainhas reeordgSsa do via
gem, terao a palavra para defeader-ine,
mais para r a
evitar o mal, que n3o
livrinho poesa trazer a critiez ardil >sa o
apiixonada pelo Ilustre Sr. Dr. Ayres
Gama.
Est explicada pois a demora desta res-
posta, quo, corao t es de paos de trumpho,
vae cortar a bisca que S. S. teotou pas-
s .r, vendo as cartaa dos seus dous corapa-
panheiros deseegito.
Corao disse a priacipio, esjrevi ura livro
de leitura acerca de alguns phenomenos do
physica, e o Sr. professi r Ayres Gama
aaalysou-o severamente, rudemente, consi-
derando o como ura Canpendio de Physica,
teado, porra, serapre o rigoroso cuidado,
p .ra produzir gode vistas, do nunca es.rever as costel
las do seu mastodonte parecer :
Physica para Leitura, que o
titulo do livro, e n'elle est claramente in-
dica lo o fira a que se destina ; porque S.
S. bem sabia que si asura o tizjsse, os
saltos acrobticos do sua menta idade se-
riara sempre desiquilibrados.
A' S. S. no couviuha dizer no publico
que estava analysaudo u:n livro de leitura
para meninos ; mas un Tratado lie
rar a p lie de caraeiro do meu compendio,
para fazer suppor aos incautos quo havia
raorto ura lobo I !
Repito : uo care;ia escrover raais urna
s linha de defeza ; mas ainda assira, para
provar a paixao e aimprozedencia daaecu-
sagao, .nesrao a proposito do que S. S.
chama inexattiddes e faltas de doutrina,
vou passar pela fisira da argumentado e
p^lo laminador do raciocinio o ouro puro
da ana critica.
Respondeudo sem raza), c subtileza
de S. S., subtileza comproraettedora dos
seus crditos do douto* de Tratados de
Physica direi :
O peso absoluto da ura corpo a re-
sultante ou so orna las acgSos de gravida-
do sobre tedas as molculas do corpo. *
Assira que, Pina Vidal tratando particu-
larmente do centro de qrauidade, Pina Vi-
d\\ lente cathedrtico de physica da Esc la
Polytechnica de Lisboa, no seu Compendio
Bm doava gran to partea dm sua Critica Litte<;irii (? I); Em erro de\ t O ponto de applicacao do p'so de um
doutrina, e confusilo na distribuicilo das' corpo denominado centro de yraoidade :
a3- propriaraente o centro de 'orgas paraje
Pr.'seiudo do eonailerar o ar arrogante
da phraso do piroeer, para comegir a
analyso dos quadros iujieis era Damero de
las devidas grovida.le ; portaoto, goa
das propriedades deste ponto. D'aqui, diz
elle, vera esta outra definigao : Centro
Ura cor-
ou p-lo
Physica, e recordar vaidosara-ratc
ciedado em que vive, que, te
pendi Premiado, dessa materia, cuja 2
edigao do 1876 (I) j tem quasi as hon-
ras de um fossil.
E como era preciso nao deixar entrar o
livro no cofre das gragas das adopgoes, cm
Pernambuco, S. S. vendos olhos de sua
conscieacia cora ura lengo de crivo, e co-
raegou a analysar, cora lgica de febre. de
42 groj centgrados, o raeu livro de leitura
como ura tratado de physica para ser com-
prehendi lo por raeoinos !
Bastava um til proeedimento para dis
OSze. Pelo raeio empregado poderia S. de grav'.dade de um corpo o ponto sobre o
S. tT elevado o algarisrao a raais da cera. qual elle est em equilibrio em todas as po-
Antes do indicar o Sr. Dr. Ayres Ga- j sienes.
raa o supposto erro, faz w.m tirada sobro i O Ilustra lo Sr. Dr. Saturnino Soares
o merecimeato das 1 seieacias physicas 1 de Mir-lies diz no s ra Compendia.de Phy-
ua seguiato phrase um pouco iararrecta, j s'cct approvado polo Conselho Director da
Ungida para oandemnagio do Compendio Instru g.lo Pubea da Corte, a s IL :
de Physica de S. S. do qu A fazera uso
obrigado os seus iduraoos-raestrcs :
A vista do movimento universal das pen'saraento, era ura gran le numero derpe-
scieneias physicis o no raeio das modifica- quenas partes chamadas partculas, mole-
g3os mais ou meaos profundas, por.n '^ culos ou tomos ou seguado o processo ou
sempre pr..gressivas que ellas vilo aarii L ponto de vista segualo o qual a divislo
mente soffreudo, os tratados elementaras, operada.
mes rao os mais bem a abados, sao sera- I Ora, ca la u na destas partculas pe-
pre incompletos ; porque, por mais exac sada ; o cbama-81 peso de u v corpo, o cora-
tos quo sejam os quadros, que ellos apro-1 plexo das aeeoes que a gravidado (xerce
sentara dos conhecimento3 actuaos, praco3 j sobre cada una desti panculas. Os obs-
nwzea bastara para qua se tornera esses j t-.eu!o3, que impedem a queda de ura cor
quadro3 insufficientes c at inflis. > ) po, lhe op jijara uraa resistenc 1 equvalen-
Ora, si poneos mezes bastara para que to a seu pe o, de sorta qie este pao e es-
taos compendios memo os mi'-s bem acaba ta resistencia polera-s> medir ura pelo ou
dos, se tornera ora quadros insufficientes e | tro. Mas para destruir o peso do ura cor-
mente a so- ,(,; m(>~mo infieis, a que, psrgunto raduzio p0 basta evidentemente nppljcar a resis-
B ura Oom- y. s. 0 s?Uj qU0 ja CC).lta ceato e vnt9 m(m tcn,.a que 0 mstQa era u,n pa
zes T 1
que o sustera era ura panto nico,
syraetreamente collocado em relagilo a to-
t con due S. 3. o seu bonito floreado do das as suas parteulas ; esto ponto eha-
seguinte modo : mado o entro de gravida'le, que se define
t O quo se dir portante .le ura livro' 0 ponto de appi,ic.\(;.\o do peso: As
que, aspirando aos foros de compendia de verdeaos de todos os pontos de ura rae3-
physica, apre3eata-so eivado do3 seguiates i mo carpo sao evidentemente parallelas ; o
erres 7 centro de gravilade se chama pois tara-
........................be;n o centro das Jorc/is parallelas.
Eivado de erros, sim, senlnr; o tilo ei- E agora, Sr. Dr. Ayres Gama, errei
vado que S. S. foi duvor.inlo lhe as pa-^i- escrevendo. salvo o modo, a raesma cousa
as, febril e j impiciente por nlo encon- cm u,n l>vro P'*" meninos 1
pensar-me do proferir uraa s palavra era J* *"> um s'} at W Pa8 i I, A *? T* 7 ^ '' ^^ U
., .*. r/ rt____r : d-pois do ura exarao acre doce de 840 li-,to ern t0(l carP sempre um ponto
nhas, fez se da Ar;hiraede3 quaodo cor- eni Ia* s0 '"canora todas as aegoes da gra
reu p:las ras de Siraeusa, como A lilo no I vidade sobro cada molcula : o ponto de
Paraizo, e grtou : Eureka I Eureki I appliciccto do peso, nilo precisava que ac
resjentisi* as pilavras do
minha defesa. Mas o Sr. Dr. Gama foi
raais longe: contou es folhas do livroe
disse quantas tiuha, diminuindo 10, p ira
evitar a verdade, mas nilo comegou, corao
devia, a sua tarda de deseecar, p da pri-
meira pagina, porque si o fizesse iriaTen-
Menos feliz, porra, do que o sabio crescentasso as pilavras do corpo pora
grego, S. S. ha de ter miito pouc gloria que :l mtelligencia raais vulgar entendesse
centrar na introdcelo do Uvro o pena-1m 8eBacha*> ?"'* P Va te **\ Va, 'V^IL! ^ *' E^'
ment genuino do autor, que so exprime de i *? co u P^'onea de ermitZo a leitura portante, correcto o quo escrev., quer cora
de 30 paginas anteriores
trou uraa uui.-a e<'o contrario, muita cousa
oado
erro,
nao encou
s,
modo tilo claro que, parece, previa a des-
lealiade de ura tal ataque.
Disse elle :
Vivendo no seio da natur-za, a crea
... 1 a j 1 apealado o. b. anonas
tura tera absoluta necessidade de conbecel- r~ ., r
, .-i sonreguidao com quo estava por ach.r
a ; e si os s?U3 mystnnos, si a subtileza das I ,.7 ? 1
... x 1 j Miie-nfictidoes de doutrina, contando cora a
scieneas nataraes so se desvendara no si-1 ... ., ,
.1 ,1 .-Li- despret.mgao, o pouco cuidado cora quo o
lencio eloquento das bibliotheeas e nos ara- ; 7 > .
autor tena escripto um livro de leitura
relagilo doutrina, quer quinto fo. raa
empegada ; reseando se ainda o ponto
ao
nova depois dos analysa lo por S S. da infidelidade na ci-
compendios de 1876, corao porque no erro \ tacSo, por quanto, cu conclui cora a forga
d a entender a 1 de duas aflrmativas o nao corao fez S. S.
phitheatr os das academias, a pureza de sua
plysionoraia, o contorno flexivel de sua for-
ma o encanto de sua voz, nao deve ser
n-gado aos sentidas d crianga que fre
quenta a escola, do mesmo modo que sua
mai n?to lho negou o leito no seio amoroso,
porque seria negar-lhe a propria vida.
E' assira que, ora vejo esto a, b, c de
sciencia adoptado por toda a parto ou era
caraiuho de o ser, preeodondo os mais hon-
rosos pareceres de pessoas competentes, e
por 3so mesmo ri :as de generosidade, pois
nilo tm exigido do autor raais do que um
livro de leitura para meninos.
Eis o que alli est escripto ; e analysar o
Sr. Dr. Gama o contrario c com o risco
de por era duvida o seu carcter de ho-
inera de bem, como cu supponho que e
a sua capacidade litteraria.
para meninos; e, ainda, porque o seu pri-
raeiro achado foi uraa iafelicidade que de-
nota a pouoa nitidez com quo 3. S. rao3-
tra coraprehender as aegoes da gravi lado centro de gravidode.
na sua transcripgilo.
E3 o quo est realmente escripto no
raeu livro pagina 31 :
Centro degravidade. Era todo corpo ha
sempre ura ponto era quo se rounem todas
as aegoes da gravidade sobre cada molcu-
la : o ponto do appcagao do peso, o
e 08 suas leis, do oado so dirivam o peso
absoluto e o centro de gravilade dos cor-
pos.
Diz S. S. apostando os erros do man
livro de leitura :
1. -Tra'anlo-se do centro de gravi-
dade, lesa na pagina 31 : o ponto em que
se reunem todas as aegoes da gravidade so-
bre cada molcula e ponto de applicacao
do peso ou centro de gravidade. Mas, nilo
sendo o peso urna forga, nio pode ter pon-
to de applicagilo. Ella apaas o ctFeito
de todas as forgos p irallela3, quo sobre
cada raoleeula Bxer.'O
a gravidade ;
justamente ao ponto, para o qual conver-
! gem essas aogSes da forja de attracgo
Mas o que verdade que S. S. o fez, | para o centro da trra, que so d o noice
o con a eircurastan.ia aggravante de ti- j do centro de gravidade.
O centro de grvilade, porexemplo, de
urna barra de forro perfeitamenta recta e
homognea, est no meio da barra ; era
urna espheraacha so collocado no centro
e em- um pao de assuear est erabaixo da
base. No homem corao nos aniraacs, o
centro de gravidade varia seguado variara
tambem as suas posigoes. >
E' o que est escripto no livro.
E agora que os Mes tres declaram S. S.
quera errou eraendaodo o que estava
certo, passo ao seguaio erro era busca
de outra eiva, por que a pritneira, que era
'' solida para S. S. eu a liquefiz, e so Mes-
tres a evaporaran dirainuindo-lhe a pres-
sao do sophisraa.
VARIEDADES
1 moda
A moda a moda 1 A deusa da vaiJade
Que ad ja esplendida pelo mundo alm I
Transpondo o espago, atravessa .do os mares
Eil-a entre nos a se entreter tambera I
Sublime recepgilo Tera cortezia.
Era cada coragao ergue ura altar!
V.lhos e mogos, horneas e meninos
A lodo3 el a sabe arrebatar.
O fidalgo tem co.h-s, tera saphiras
Rub3 opalis, per'las e brilhautos ,
Mas quem de Cresso nilo gozou a dita
Cubigoso deseja ouro e diamantes.
Mas como ? Da fortuna a deusa falsa
Dellu fugiado corao de ura leproso ;
Faz que o misero Job da rao la escravo,
A propria honra sacrifique ao gozo.
Ponharaos isto aparte. E'ara-da, a moda
\ crear.ga qu>. arrasta um mardeannos ;
I5em altiva, gentil c radiante
Engaosa a anganar cora mil engaos.
Seu porte de rainha; tora brocados
L-qui*, veo, chapeliaa seductora;
Fl .rzinlia, lago e pencinez dengnzo,
E finalmente : a luva encantadoura I
A luva! Demoremos ura bocado
Nesta tilha da moda... a raais velhinha
Na i'a ie m lia patrimonio augusto
Dos fiialgos, do3 res e (a rainba I
Diz Homero : Laesfres trabalhr:! do
Tiulia a luva na mao contiauamfmtc ;
Nunca a deixou o grande Quinto Cursio
Quando pintava o luxo do Oriente !
Esther! Esther-na luva resgurdala
Da casta ralo a alvura de setbi ;
E a pobre Ruth, que segava espigas
Quera nao a vio raais d'uraa voz assim ?
De Marco Aurelio -nobom tempo em Roma
Era o mais nobre uso faraili ir ;
Na He3panha e na Italia se orgulhavacn
Os raooarchas e os golos de calgar.
Emritn, at os raonges benedictinos
Do -ia, pslle, ou raalha entSo a usarara ;
E s do oitavo seculo, ao secuto onzo
Pelas manoplas ellas se engeitaram.
Voltou o uso !... Uin dia enamorado
N'ura combate de tigres D. Rodrigo,
Pji a luva apanhar de sua amada
Entra no circo, nao tera<-u o p'rigo !
Caso espantoso In'rivel felicidade
Salvo sabio, e aspira gloriticrdo,
A' D. Beatriz, cutre mil palma i
Entregou o objecto idolatrado.
P01 tanto, ame i'os todos n3 a moda
Muito embora olla seja um pouco -I ;
Pois loucura abaudonar de todo
As vaidades da esbelta corteza /
Amaro Pessoa.
----------------*^----------------
[Continuar se-ha)
A bella herv.inaria tinha de novo tapado
o rosto cora as naos.
As lagrimas recoraegav.ira a correr.
Era tilo feliz 1. .. balbuciou ella cora
profunia dr, tilo feliz era pensar que ia
abragar minha filha... A minha querida
filha, e talvez que a v encontrar raorta,
quando l chegue.
A eraogao abafou-lhe a voz e solug >s
aflictivos escaparara-se-lhe da garganta of
tegante.
Oh rainha senhora, minha senhora,
exckmeu Catharina, cuja commooSo era
igual ^da ama, pego-lhe, supplico-lh ,
ataste do pensamento taes ideas. Nao se
afflija assim I A senhora nunca fez mal a
ninguem e Deus bastante bora para nilo
a ferir to cruelmente e sem rasau !... A
menina Emma Rosa est ferida, verdade,
9 j bastante : mas, na sua idade, uraa
ferida muitas vezes cousa iusigniricante.
NSo ha de ser nada, fique certa. Tenha,
portanto, coragem e nao desespero antes
de saber cora os seus proprios olhos.
Tens razao, u/rana Catharina, bera o
sei o bem o sinto, replicou a bella hcrvans>
ra, limpando os olhos, vermelhos da cho
rar; mas nao se domina o coragao, cora a
maginagito. Deves comprehender as rai-
nhas angustias e o meu terror. Minha ti
lha tudo quanto amo no mundo... Tu lo
quanto me prende vida Se a morto ra'a
r mbasse, eu nilo lhe sobre vi veria... ira
cora ella.
Pois bem, miaba senhora, disse a cria-
da, pelo amor mesmo da nossa menina, so-
cegu e domine as suas mngoas... Pego-
lhc em seu nome.
Angela apertou a rao da boa mulher,
cujas palavras eram o resultado de uraa
ufl'cigSo sincera e profunda. .. Demais, ella
Lera o sabia, e desde longo tempo tinha
a certeza que em tudo podia contar com
ella.
En seguida, vencendo a magua que a
esmagava e quasi lhe nao dcixava a tacul-
dade de pensar, subi ao quarto, e em-
quanto Catharina lhe arranjava alraoco,
fez rapi lameute os seus preparativos de
viagem, tendo na mente que o comraisja
rio especial lhe havia pedido que voltasse o
mais cedo que fosse possivel.
Outros motivos ainda a levavara a apres-
sar-se.
Era priraeiro lugar, aaberia se havia che-
gado algara d -apacho telegraphico de Saint
Juliea du Sault trazendo noticias de Emraa
Rosa.
to, cuja ideatidade se procurava deseobrir, tendo nicamente cuidado de nSo as por
e que pela espontaneidade de um priraeiro: era evideneia e de nunca se comproraetter.
movimento, ella havia afrraado nao conhe-1 Fazia p rte da magistratura, parque a
cer. sua familia era, como se chamava n'outro
"Os seus preparativos de viagem n2o de- tempo, urna familia de becas.
viam lovar-lhe rauito teropo.
Era 1875 tinha perdido o pai, que era
Colloeou, araontoada era ura sacco de 1 procurador geral era Marselha.
viag"tn, a roupa branca de quo poderia
ter necessidale durante a sua ausencia de
alguns (lias.
Poz na bulsa urna nota de mil e quinhen-
tos francas e urnas vinte pegas de ouro.
E foi tudo.
Acabava de arr njar tudo, quando Ca-
tharina abri a porta do quarto para lhe
dizer que o alraogo estava na mesa.
Angela dosceu, o apezar da repugnan-
cia para comer, cedeu s solicitagoes de
sua dedicada cria la e ooz-so mesa.
O coramissario espacial 6!e polica do ca-
rainho de ferro, ad 11 lo cstagito de P L M
tinha tomado ura carro, corao disseraos,
para se dirigir prefeitura da polica e
d'ahi ao tribunal, esperando pr-se era re-
lacoos cora o procurador da repblica.
A'quella hora matin-.d porra, o magis-
trado ainda nao estava no seu gabinete.
O comraissario espern e dentro era pou-
co vierara dizer-lhe que acabava do chegar
um dos substitutos.
Foi procura! o inmediatamente.
O substituto, BirSo de Ro.lyl, de cerca
do quarenta annos, perten.ia a urna ex-
eellento familia : era hornera da alta so-
ciodade at pouta das unhas o alera ds-
so, magistrado rauito inteligente. S de
penda da sua voritado ser procurador da
repblica e talvez meamo procurador gera
de provincia.
Prefera, po.--n, o lugar do simples sub-
stituto era Pariz.
De figura cUgante o de rosto agrada.-
vel, pois que ura tanto severo, vestia se
cora toda a correegilo, o que aug nentava
ainda a sua natural distinegao.
Muito reservado, fro priraeiro vista,
era, ontretanto, de fcil accesso e recebia
cora fina cortezia todos que o procuravam.
Pouco f ilUdor, pareca de vez era quan-
do, absorto era pensamientos n-rvosos, o
entilo a fronte enrugava-se-lho o a exprs
silo da bocoa tornava sc-lhe amarga.
O Sr. de Rodyl tinha tido (pelo raeno3
afirmavara o boato*) uraa juventude sin-
gularmente tempestuosa, sob o ponto de
vi ta de arenturas amorosas.
Algumas pessoas mesmo, accrescenta-
yam que, apezar dos seus quarenta annos
Depois conbeceria os priraeiros resulta- e das ja gravidade profissional nAo renun- pe, que mettou n'um eaveloppo, tocou a
dos do nquerito aberto a respeito do mor-ciava por modo nenhum s boas fortunas,'campainha
Assaltado por propostas de casamento,
recusou sera exarao os raais brilhantes par-
tidos e os amigos que sobre tal respeito o
censuravam, rpspondia invariavelraente :
Sinto que nasci para o celibato.
A ver lado era que ello quera ficar sol-
teiro, afira de ficar livre.
Frequentava muito os saioes offie.iaes,
onde as mulher.-s lho tistejnunhavara be-
nevolencia particular, o qne era todo o ca
se, n5o o tornava vaidoso, pelo menos, na
npp reaeia.
Ainda bera o barilo de Roiyl nilo tinha
entrado no gabinete, quando o vieram avi-
sar da presenga do coramissario de poii-
cia, cora o qual j, por vezes, tinba esta-
do era relagoes e que reeebeu sera o fazer
esperar. ,
Que motivo o traz aqui tilo cedo a
Paria, caro amigo ? perguntou-lhe elle. Es
pero que se ni 1 trate do negocio grave.
Muito grave, pelo contrario, Sr. sub
stituto.
Um crme?
Sim, son'nor, un assassinato.
Coraraettdo na est iglo ou na linha ?
Na liulia e esta noite.
Era qu< lugar?
Igni ra se. Foi encontrado ura ho
mera assassina lo era ara corapartiiaento do
trem expressi, chegado de Marselha, s
sete e vinte c cinco m utos. E anda
nilo tudo. .
Entilo o que ha raais ?
Ura accidento (ailo S"i anda se de va
dizer ura accidento ou|umerime) acontecilo
esta noite. Urna moga cabio d< um wagn
e foi levantada da linha entre Siiut-Julienj
du S-ul< e Villencuvc-sur Yonne... Ha du-
vidas sobro so est i queda tara ou nSo relagilo
com o priraeiro assassinato.
N godo complicado, mur.r.urou o sub
stituto, e depois acciesoeatoa :
A prefeitura j est avisada ?
Quando ch-guei a Pariz, passei pela
prefeitura c deixei uraa nota ao Sr. prc-
feito.
J fallou ao chefe da seguranga ?
Nao, senhor, ainda n2o chegou.
Vou mandal-o prevenir.
O substituto tragou algnmas linhas no pa
Soneto
Me, oh musa minta, depor esta saudade
No s< o deCerinagentil e palpitante;
Talvez, que teu cantar pobre e delirante
X'ulina lhe despert afiectos de bond&de.
Lembrai-lhe men amor com toda castidade
Dizei- be que adoro a pureza do semblante,
E o vejo que dos labios lhe escapa petulante
Embaas tos nao deem a ditosa libe-rdade.
Podis mesmo dizer lhe que vivo cerno louco
Em busca de um clhar, que diga umaesperanen,
Precito de um amor-que ja nao dura psuco.
Musa nao vos esqnrcaia : no meio d'esqaivancu
OrlertHi-lhe esta saudade e colhei como troco
Uns beijos crepitantesPoema del
1 mbrancas...
P050, Janeiro de 1886.
Bianorde Oliveira.
denou-lhe que levasso mmedi;.taraente
aquella carta ao chefe de spguranga e ao
seu domicilio particular, so nao estivesse na
prefeitura.
Iremos ter cora elle ao seu p-abineto,
onde nos deve esperar... dis3e elle ao cors-
missario, ene. rregarei o Sr. Gevrey da
formagilo da culpa ; mas elle nao ehega ao
tribunal antes das onze horas. Encontral-o-
heinos era casa.
O magistrado agarrou urna ampia pasta
com papis, sahio cora o coramiss..rio) man-
den buscar ura carro e indicou a morada
da ra do Sena, onde habitava o Sr. Gra-
vrey.
Este ultimo, quasi da raesma idade que
o Baro de Rodyl, era seu amigo intimo.
Tinhara teito juntos es seus estudos no
eollegio e o seu curso de direito no quar-
tier-latin.
Nunca se havendo separado, contina-
vara a estar juntos no tribunal de justica
ltn como substituto, outro corao juiz for-
mador da culpa.
Chegidos ra do Sena, o Sr. de Ro-
dyl deixou o comraissario no carro e subi
casa de seu amigo, que, apertando lhe a
railo, disse :
Que bora vento o traz aqui ? E' o
cantarada ou o magistrado que rae vem pro-
curar ?
E' o magistrado. ..
Gostava raais quo fosso o camara-
da.. Mas, era todo o caso, seja bem vin-
do. Rogo ao Sr. substituto que tenha a hon-
da le de fallar.
Apparece um nsgoco grave... que
parece ter complicag5es mysterosas... Ve-
nho-o encarregar deste negocio.
A's suas ordens.
Levo-o....
Para onde ?
Primeiro prefeitura, onde iremos
buscar o chefe de seguranga, e dopois es-
tagao do caminho de ferro de Lyon.
Trata-se de um assassinato ?
Trata-se.
O Sr. Gevrey enfiou o sobretudo, poz
o chapeo na capbega, munio-se de ama pas-
ta igual do substituto e dissa :
Eis-me prompto... Ne tenho o mea
escrivSo ; mas passaremos sem elle.
Os dous magistrados descerara, reunirn
se ao comraissario especial e o fiacre to-
mn o caminho da prefeitura.
O chefe da seguranga, j prevenido, es-
perava os no gabinete.
(Continuar- se-ha.)



para chamar nm servente e or-' Typ. do Diario, raa Duque da Caxiaa n. 42.

J


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