Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19251


This item is only available as the following downloads:


Full Text

TT

AMO LU --- NUMERO U
'V : ,

*^a&.% .% As-CAi. as. Lru.t**'* r;EWAo-sE paca porte
f'or tro., feexoa adiantadtx ... ........ 60000 ,
Por seis ditos idem................. 12(5000
Por um aro-ao dca.................... 24j)O0O
Cada uuuiero avulso, do mesrnr diz............ #100
1 1 ABRIL i
PARA REVIRO E IORV 3A PROVIMC'1%
Por seis mezes adiantedos. .
Por nove ditos idem. .- .
Por um auno dem.......
Cad:\ numero avulso. J305OC
9000C
27)5000
31JL'
'

Propriebafce fce Manoel Xtgwriroa be -faria 4 \\o$


.


i
TELEGRAMAS
RIO DE JANEIRO, 31 de Mirco, s
12 horas e 50 minutos da tarde. (Recebi-
do s 2 horas e 15 minutos, pelo cabo
sub narino).
GmbnrcoD para ivinnmhin.. ni
paquete nacional o Sr. Mlgnel Fer-
nande* Huiros.
SSP.7I53 n ktm\\ 24743
(Especial para o Diario)
PARS, 30 de Marca.
A commiswuo de orrumenlo redo-
li a ;< minio.-, de franco o u
caris-.Hit do m;>ri-stiin > projectado
pelo Kovern.
BRUXELLA3, 30 de. Marco.
A situaran eral melborou.
MONTEVIPE'O, 30 de Mareo, noite.
E" provorel qne o jroverno mu
tuavu. que lem de lutnr contra a
insarreiro, dirija ao Iranseirow urna nota diplomtica,
cm que accue a Repblica Argen-
tina de favorecer a Inxurrelciio. pro-
tentando contra o procedlmento do
governo dee paiz.
MONTEVIDEO, 31 de Marco.
E* difllcil de formar Idea da sita
cito das tropas, pois que as notician
que clii'sam fio ultra li.l orlas.
\s re aro f diplom aii< as entre o
l nisiiay e a Repblica Arsentioa
adiara-we multo deMtcndida* ac-
tualmente.
Agencia Havas, iilia.1 oji Pernamjittco,
31 4a Mir^o de 188G.
INSTBDGC10 POPDLAR
economa poltica
(Extrnhidu)
DA BIBLIOTUECA DO POYO K DAh ESCOLAS
iC-oti/muaco)
CAPITULO II
Prodarro da riqueza
A principa! vantagem do capital a do permi'.-
tirquj. se realise^obra do modo menos laborioso
c mais commaio. Se um individuo p-eeisar de
iraUsp iii-ir"agu desde um poca at 4|propria casa,
e apf cas possuir um capital muito iusignifi ante,
b teri pira aquello fim nm balde e ama corda, e
de cada vez transportar s um balde chelo de
aua. Mas, ae adquirir niaior capital, comprar
urna rold ma, que filar por cima dj poco, para
ic .r o b d le co n esforco rociar e comprar um
barril e um cirrinho de mo, n3 quaes poder fa
zer o transp irte muio mais rpidamente e com
menos disp ndto de torca. Se lne crescer o capi-
tal, 'iuii [>>de adquirir ana car.-e um cavallo,
q US Ihc tornar) mais cmanla a eonduccao: e
CJtn maid -apitaf ainda, poler construir um en
Cinamentn traque i a. ua crra desde opoco at
n casa. Fu tudo cu-ta de grande trabalbo ;
ir. .5 um i vea c oplet i i-to, a agua c imwhar p>r
B isesmt e p iu;> ir-s -li i o ti" op i o o traoilho da
con lucc i.
Capital fi-i e circulante.Distinguen! oseeono-
luai formas de capital : o fixo e acarra-
lante.
.j> r =i 1 tu consiste "as fabricas, machinas,
i-:-,-". -, "i iv eaminh d ferro, dok is, earrua-
gens e OUtroS object os de louga duraca i, qu au
lili uo o tra' albo. Nao se comprehendem n'cll.'
t lasas proprieJados immoveis ; as igrejas, os mo-
ii'i:nitntos. os qu idros, as plantas de regalo, duram
muitoteinp>, mas na a coastitueu capital, parque
niio conco;rem para a pro.'uc^ao de novas rique-
zas. Podem ser utis, causar prazer e fazer par-
te da riqueza; mas i.ao sao capital, no sentido cm
que esta palavra ae toma em economa politic -.
O capital circulante consiste nos alim'ntos, ves-
ti iiio, c imbaativel e em'todas as oatras oisas que
sito nec-sarias paramintei os obreiros empega-
dos n'um trabaili i qualquer. Chama-se circulan-
te, por ser de curta daracao. O p i, urna vez co-
mido, precisa de ser eubst tuido por outro ; quand >
o tato se estraga, necess irio arranjar um novo.
O capital circulante n'um paiz mufla cfim interval-
los curtas de temp-> ; o fixo "sensi.clinent-; o
mesmo Podem algumaa fabricas arder ou desmo-
ronar 8', estragar-se algunas machinas e sercm
g'ibititu das por outras ; estas altera cues sao rela-
tivamente pequeas, emquanto que uo decurso de
um anno ou dous tein-se renovado completamente
todo o c?pital circulante.
Nao sempre fcil distinguir o capital fix>do
circulante,porque certas especies de capital nao
so inteiramnte fix.is,' nem interamente circu-
laste*.
Creac) do capiUl.- O capital o ructodo tra-
balho e dos agentes naturaes, que se nao consu-
mi e que se reservou para auxiliar e produegao
de novas riquezas. ;S pie crear-se, produzindo
se riqueaa e niio a eonsumindo immediatamente,
qn'T dizer, poapando-se. O selvagetn, a q Km a
n 'ceasidade da alisentaco obriga a trabalbar pe-
nosamente todos os dias, nao possue capital ; mas,
se elle n'um dia arranjar alimentos para dous, no
'segundo fica-lhe o tempo livre para fabricar arcos
esetta, que empregue naeaca ("os ammaes ; eolio
ca capital n'esses utensilios. Stmpre que nos tra
b.lbam is assim para nm fim futuro, consumimos,
miB tamoem colloCaoiDS capital. Se possuirmos
urna provisao de alimentos e os tormos comendo,
m s, se em quant > os comerm s nos empregarmos
em construir urna ebarrua, que nos ba de servir
d pois para lavrar o campo,transformamos ocapi-
tal circulante em capital fizo: Podamos ter con-
sumido aquelles alimentos na ociosidade, e n'essc
c iso elles nao teriam sido um capital; mas coasu-
n'udo-os trabalbamoB para o futuro, e collocamos
Cipital.
(Contina).
Cieveroo da ProTlacla
EXPEDIENTE DO DIA 15 DE MARCO DE 1886.
Actos :
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Mirandolina Borges Pestaua, profes-
sora contrata la de cnsino primario em Sena Ver-
de, e tendo em vista a intorinacao n. 77, de 2 do
correte, do inspector geral da InstrucQao Publica,
resolve prorogar por umim-z a lieene eom orda-
uado em eujo go30 se acha a referida profeesora.
U presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o 3o escripturario do Tbesouro Pro-
vincial, bucbrcl Antonio Adolpho Coclho de Ar-
ruia, e tendo em vista a infoimaco n. 437, pres-
tada pelo iuspector do mesmo Tneaouro, em l.1 de
Janeiro ultimo, resolve conceder ao peticionario 3
mezes de licenca com ordenado, na forma da lei,
para tratar de sua sade onde Ihe convier.
J presidente da provincia, attendendo no
que repreaentou e propoz o inspector do Thcsouro
Provincial, no seu oficio de 11 do correte, sob
n. 518, verificado o facto de exereer Antonio de
Moraes Campello, a profisso mercantil na cidade
de Garanbuus, que o impede de servir o cargo de
collector das rendas provinciaes no respectivo mu
nic pi, resolve exoneral-o desse cargo, e nomear
para substituil o o respectivo eserivao Manoel Ta-
vare3 de liveira-Barros. C'uinmunicou-se ao
Thesouro I'ioviuciaJ.
Oficios '
Ao presidente da provincia do Maranho.
Peco a V. Exc. se digne de providenciar no senti-
do de ser transportado provincia do Piauhy, o
cuixao que for couduzido pe vapor Manilos, con-
tendo artigos de faldamento destinados ao alferes
da cempanhia de infantana d'aquclla provincia,
Joao Pedro de S'ouza, por conta do qual dever
correr a respectiva despeza.
Ao conselhciro presidente do Tribunal da
Rela^ao do Recite. Su'imetto consideraco de
V. Ex'--., os inclusos documentos relativos ao sen-
tenciado Firmino Lopes de Oliveira, anu de que
sirva se de informar se o Tnbuual da Relacao deu
provimento ao recurso de habeas corpas ioterposto
pelo mesmo sentenciado.
A) Dr. chefe de polica. Declaro a V. S.,
em soluco dos seus oficios de 17 de Dezembro do
auno passado e de 1 do correte, sob ns. 390 r
1,024, que vista das informacoes ns. 39 e 520,
prestadas pelo engenheiro ebeie da li- p.-.rti. -> das
Obras Publicas e pelo inspector do Thesouro Pro -
vineial, em 1 e em 11 do corrente, cjnvm que te
alugne outra casa, com as necessarias accommo
daces, Da villa de Floresta, afim de srvir de ca-
deia e quartel, visto acbar-se completamente ar-
ruinada a que se presta aquello mister e nai estar
a provincia em circunstancias de fazer reparos em
pie li is particulares. Communieou se ao Thesou-
ro Provincial.
- Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Autoriso V. S-, de accordo com a iuformuc^io da
contadoria annexi ao seu oficio n. 157, de 11 do
corrente, manda pagar aos operarios do Arsenal
de Mannha, que se applicarain as obras urgentes
requisitadas pelo cominandante do cruzador Almi-
rante Barroso, a quaniia de 55J67, conforme as
fjlhas juntas por duplicata. Jominunico'j-se ao
iuspector do Arsenal de Marinha.
\o mesmo.Mande V. S-, nos termos da sua
ioformaco o. 140, de 5 do corrente, pagar a in-
clusa conta por duplic ita na importancia de 1900
proveniente de transporte de preso militar na es-
trada de ferro do liecife ao S. Francisco. Com
munieou-se ao superintendente da estrada de fer-
ro d Recite ao S. Franciscc
Ai inspector do Thesouro Provincial. Oo-
vlvo a Vmc a inclusa peti^o que veio aunexa
aoseu oficio n. 498, de 27 de Fevereiro, afim de
que declare ao respectivo signatario padre Fran-
cisco Verissimo Band.-ira, vig re da freguezia de
S. Jos do Rio Formoso, que nao pode ter lugar a
entrega do beneficio da lotera extrahida em favor
da matriz d'aquea freguezia, pelos fundam ntvs
constantes do citado oficio.
Ao director do Arsenal de Guerra.Mande
Vmc. c-nduzir do quartel do 2o batalh) de in-
fnnt-iria para bordo do vapor Giqui. que segu
boje para o presidio de Fernando de Norouhi, dous
ca'xdes eontendo fardanento, destinado s pracas
d i mes no b italhio all destacadas.
Ao engenheiro das obras militares.Recom-
mendo a Vmc. que d andamento aos conce/t >s
das baias da cavallarija da companhia de caval-
laria, visto existir na Tbesouraria de Fazenda o
crelito de 30'J, concedido pela ordein do Thesou-
ro Nacional n. 39, de 12 de Fevereiro fiudo.
Ao engenheiro ehefe da Reparticao das Obras
Publicas.A' vista da informaco n. 41 prestada
por Vine., era 10 do corrente, mande julgar sem
effeito a resciso do contracto com Atfouso de Al-
buquerque fa/asble, para a obra de reparos da
ponte de Porto de Pedra, sobre o rio Seiiuhem,
ser.do-lhe marcado o prazo de 4 mezes para a con-
elosao desse servico sobre o qua! deveria Vme.
ter declarado em sua iotormaeao de 21 de Feve-
reiro ultime, sob n. 29, que foi o contractante 00,-1-
gado a suspendel o por motivo de forca maor.
Portaras :
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife Oaruar sirva-se man far transportar, no
dia 17 do corrtnte, em carro de l'-claose por coo-
ta da proviocia, desta capital cidade da Victo-
ria, o 2 cadete 2o sargento Antonio Ferrera
Lobo.
O Sr. agente da Companhia Biasilera faca
transportar provincia do Maranho, por conta
no Ministerio da Guerra, no vapor Uanos, espe
rado do sul, um caixote mediado 68 decmetros
eubi-"s, poniendo artigos de fardamento destina-
dos ao alferes da companhia (le ufantaria do
Piauby, Joio Pedro de Souz i. Communicou-se
ao director do Arsenal de Guerra.
O Sr agente da Comp inhia Brasileira faga
transportar acorte, por conta do Ministerio da
Marinha, no vapor Cear, o imperial raarinhero
de 2 olasse, Manoel Rodrigues da Silva, perteu-
ceote ao estacimeuto da corveta Guanabara, vis-
to ler sito julgado incapaz do servico da armada,
onfornie declara o inspect >r do Arsenal de Mari-
nha, m oficio n. 127 de 13 do corrente.
O Sr. agente da Companhia Brasileira faca
transportar corte, p^r onta do Ministerio da
Mnrinha no vap*r Cear, o machinista de 2 claa-
8e, Jos Manoel Teixeira, pertencente guarnico
da corveta Guanabara, conforme solicita o ins-
pector do Arsenal de Marinha em oficio n. 128,
d'? 13- do corrente. Cvmmanicou se ao inspector
do Arsenal de Marinha.
O Sr. 'gente da Companhia Brasileira man
de transportar corte, por conta do Ministerio da
Guerra, no vapor Cear, procedente do norte, o 2o
cadete Io sargento Antonio Olyunpio da Fonseca
Coutinho, que foi transferido para um dos corpos
estacionados na provincia do Rio Grande do Sul.
J O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
fa^a transportar, ao presidio de Fernando de N -
ronha, por conta do Ministerio da Gu-rra, no va-
por Giqui, o oficial e pracas constantes da rala-
Cao junta por copia.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
faea transportar ao presidio de Fernn Jo de Ni-
ronha, por conta do Ministerio da Guerra, no va-
por Giqui, 2 caixes medindo cada um 91 palmos
cbicos, cootendo artigos de fardamento para as
pracas do 2 batalho de infantaria all destaca-
das. Communieou se ao commaodante das ai -
m s
0 Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar passagem proa ate o presidia de Fer-
naodo le Noronha, por conta das gratuitas a que
o goveino (em direito, i Rita Lima do Nascimen-
to, mulher do sentenciado Joo Avelino Ferreira.
OominuuiCJU-83 O director 1 >-'i li i ie Fer-
pando.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar passagem a r at a liahia, na primei-
ra opportunidad?, a Riphael Arehanjo, por cinta
d.s gratuitas a que o governo tein direito.
O Si. gerente da Companhia Pernambucana
mande conceder passageng do ida e volta do porto
desta cidade ao de Caraossim, r, a Francisco
Pothier Rodrigues Lima e su i mulh.r, e proa,
a urna criada, por conta das gratuitas a que o
governo tein direito.
KXl'llDIKXTK DO (ECRETARIO
Oficio :
A i Sr. agente di Companhia Brasileira.O
Exm. Sr. conselheiro presidente la pro7ucia
manda aecusar o reoebimento do oficio em que V.
Exc. participa qu:! o vapor Cear, chegado hoje
s 6 h ras da manh dos portos do norte, segui-
r para os do sul hoje mesmo s da tarde.
DESPACHOS DA PKESIDKNCIA DO DIA 80 DE
MARCO DE 188.)
Anna Rufina do Oliveira Alvos.Eucaminhe-so.
Horacio Barbato Accioli. Informe o Sr. Dr.
juiz de direito da comarca de Caruar.
Jason Rigley Re.iueira ao Thesouro Provin-
cial para relaciooar o que lhe fr devido pelos co-
fres provinciaes.
Jos Fernnls Ribeire da Costa. Como re-
quer.
Marcal Corris.Nao ha qu> deferir, visto que
j foi enviado ao Poder Moderador o recurso de
graca instruido com a certido e "papis a que se
refere o supplicante, como informou a p esidencia
da provincia do M iranho em oficio do 25 de Fe-
vereiro prximo findo.
Mara A. Soarcs Cavalcante Romettido ao Sr.
iosp^etor do Thesouro Provincial para att nder a-
peticionaria.
Pedro Jos de Modo. Ao -r. Dr.juiz de direi-
to do 5 distriet > criminal, para providenciar, a
vista do que dispde o art. 140 do decreto n. 9,420,
de 28 de Abril de 188"), que s permitte aos es-
crecentes juramentados, su stituirem os respecti-
vos escrives q'iando o impedimento nao exceda
de 8 das.
Capito Firinino Theotooio da Cmara Santia
go Concedo metade do prazo autorisado pela lei
n. 1860, de 11 de Agosto de 1885, a contar do dia
cm que expirou o de 4 aunos e meio, em virtude
do contrdto de 29 de Agosto de 1881.
Secretaria da presidencia de Pornarnbu
co, em 31 do Marco de 1886.
O ajudmte do portairo,
Antonio F. da SUveira Carvcdho.
lie:.ai'll'i-an da Polica
Seccad 2'.N. 324. -Secretaria da Po
licia de Pcrnambuco, 31deMircode 1886.
Illm e E :m. Sr. Participo a V. Exc.
que forano honteirj recolbidos na Cas a de
DetencSo os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado do Io distric-
to da Boa Vista, Roraao Antonio da Motta,
Adelina Mari da Conceisao e Rita Maria
da Conoeicao, por disturbios.
A' ordem do do Arraial, Jos Ribiiro
de Jess, por embriaguez e disturbios.
O suhdelegado do districto datTorre re
metteu a esta roparticSo 5 faccas de ponta,
3 caivetes, 2 compasaos e t pstala, que
app.-ehendeu em mlo do diversos desor-
deiros.
Pelo subdel gado da freguezia de S.
Frei Pedro Goagalves, foi remettido ao
Dr. juiz de direito criminal o inquerito po-
licial a que procedeu contra Sebastiao Go-
mes dos Santos, como incurso as penas
do art. 192 do Cod. Crina.
Pelo mesmo subdelegado foi tambem re-
mettido aojuizj competente o inquerito
a que procedeu, em virtude de ordem des-
ta chefatura, sobre o defl namento de
urna menor de nomo Antonilla Francisca'
Barbosa.
Em data de hontera reassumioo ci la lito
Francisco Borgos L ;al o exercicio da sub-
delegada do districto da Torre.
Hontem, por volta de 3 horas da ma-
ulla, penetraram os ladr3:s em umi taver-
na que existe na ra de Motocolomb n.
67, freguezia de Afogidos, onde mora-n o
subdito hespanhol Jos Tuerglo, a quem
pert^nce a tare-roa, e una mulher de
nome Maii do Livramento.
Para te rom ingresso na casa, arromba-
ram os ladrees, eom urna pa, a porta que
deita para o quintal, e urna vez dentro da
casa accenderam o gaz apossarara-so da
chave de um bali de couro pertencente a
Tuerglo o que estava no mesmo quartu
em que elle dorma c subtrahiram cerca
de um cont de ris em dinheiro.
Em sogui la retirara u-se, conduzindo
ta nbem um outro bahu pertencente a Ma
ria do Livramento e no qual contiuha a
quantia de tres contos de ris, alguma rju-
pa e joias.
Quando Tuvrglo despertou, j se aeha-
vain os ladn"es no quintal, e fcil foi se
evadire.n anjes qu; chegassem all alguna
visinbos attrahidos pelos gritos de soc-
CO1T0.
Oo ladros deixarara cahir ao quintal
urna sedul de cineoenta mil ris, seis moe-
das de prata, tres pares de sapatos do t -
pete e urna bengala de volta.
E'provavel que elles tenhara embarca-
do em uina jangada qne se verifieou ter
de8apparecido de junto da ponte de Afo-
gados e que eostumava & ser guardada
pelo dono.
Fur ni encontradas marcas de ps desde
o lugar em que foi pratieado o crime at
beira da raar, onle se suppSe terem
embarcado-
O subdelegado do districto, do accordo
com o do Perca, procedeu a diversas dili-
gencias e continu'a a envidar to los os es-
torcos para descobrimento dos delinquen-
tes e apprehensao do roub >.
Deus guarde a V. Exc IIIua. eExm.
Sr. conselheiro Jos Fernandes da Costa
Pereira Jnior, muito digno presidente da
p vieta. O ehefe de poli da, Arttonio
Domingos Pinto.
*S@g@s5s-
Thesouro ProTlndal
DESPACHOS DO DIA 31 DE MARCO
Porfiria JAina Bautista da Sil ve ti. Certifi-
que-se.
M ra Anatalia Soarcs Cavalcante, Hermiua
da Silva Bastos, Joao da Costa Pereira cThomaz
de Aquino Camello.Infor ue o Sr. contador.
Ollijio d) D'. procurador dos feitos. -Informa a
secci do conlenuioso.
J. Martius Pisa iro.Ao CnwinlaJ paa at-
tonder.
Contas d rej^dordoGy.nnasio.Esainiiuon se
Antonio Jos4 Coimbra Gnim iraei e offio:o do
Dr. procurador dos fditos.Informe o Sr. D ad-
ministrador do Consolado.
Man'el do Nascimentp.Entregue se pela pirta.
Joao Baptista Becerra de Mello. Ao Sr. Dr.
procurador dos feitos p-ra attonl'T, nao haven i i
inconveniente.
Francisco Jos le Anlrade di ".Pague-s".
Manoel Tavaros de Oliveira Bsenos. Cum-
pra se, registre-je e faja i.-se os asseutamt-ntos.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 31 DE MARgO
Maia & Rosendo, Paiva Valent &C, Joaquim
Lourenco dos Reif, Fer.eira e Pereira, Carneiro
& C.Informo a 2a seccao.
Joaquim Louronv-o dos Re;s Ferreira.Certifi-
que-se o que constar.
Joaquim da Silva Carneiro. -Informe a Ia sec
cao.
Vianna Castro fe C. Deferido, de accordo
com a informaco do Sr. ch-fj da Ia seceo.
Fernandes & Irmo.Satisfacam a exigencia
da 2a seccao.
Amorim Irmaosfi C. -Sm, de accordo com a
iuformaco.
Paiva Valente & C. Indeferido, cm vista da
nferm^So.
Domingnr-s Soares & C. -A 1" secgo para fa-
zer as devidas notas, considerando os peti dna-
nos como successoies do Joao Vieira de Maga-
IhaeB & Iruio solidanamentu resp lasaveia por
quaesquer impostos atrazados.
Jos JeronTin Babel lo. Informo a 1* scelo.
Jos de Macedo.Informe a 2" s'Cjao.
Florentina Ursulina de -ouz.i e Costa Lima &
C. -A Ia seceo para proceler do accordo com a
lei.
Maia Sobrinho ft CA 1* scelo para os devi-
dos fint"
DIARIO DE PERRSIBDCQ
Retrospeeio polUico do aano
de I *
HESPAXHA E POUTl'GAL
i Co nt inuatjio)
O ministerio portuguez nao comegou bein o
anno. Em Janeiro mnifeatou-se em crisc, que
foi re.sohida com a exoncracq que pediram os
Srs. Anlonio Augusto de Agotar, ministro das
obras publicas, e Lopo Yaz de Sainpaio e Mello,
ministro da justica. A saluda do pruneiro leve
causa mais ou menos cotilleada : a do segundo
licou enrolla no inysleno dos bastidores da go-
vernanca. Nos. pelo^menos, nao Ihc descubrimos
razo suficiente, ncm eremos que soja esle um
ponto histrico de imprescindivel elueidaco.
O Sr. Aguiar assmira a autora de diversos
projectos de le que apresentou na cmara dos
deputados, entre os quaos tigurava o do Kelho-
rjmenlo do porto de Lisboa, obra talvez imito
til e com certeza muilo desejada pelo commer-
cio da capital do reino, mas cuja realisaco cus-
taria ao thesouro publico nada menos de quin ze
mil contos, segundo clculos exactos. Succedeu,
porm, que com a apreseatacSo do projeclo coin-
cidisse una baixa sensivel dos fundos porltigue-
iea na praga de Londres. Nao se tinha visto, tia-
via niuilos.'annos, urna depreciagao semelhante de
taes fundos. O mundo (inanceiro comniovcu-.se
naturalmente com o plicnomeno, e osjornaes
comecaram a explical-o, cada um consoanie Deus
e Leroy-Beaulieu ouKaulTinannos ajudava eos
Intercsses parltdarios o requeriam.
Os progrcssislas diziam mais ou menos :
Depois que saliimos do poder o paiz marcha
para a ruina a passos agigantados. Encanto
administramos a fazenda nacional, o dficit, esse
mal mcuravel dos nossosornamentos, foi redu-
zido na medula do possivel. A nossa probidosa
gerencia preparou os elementos de ama regeae-
racSo f'niorrceira que definitiva e brantemente
leamos afcancado, se no melhor da fcsla niio ti-
vessemos de entregar o Ieme da nao do estado e
os fructos de tantas e to famosas conquistas no
campo da economa social aosnossosperversos
adversarios. E o que lizeram estes dos benefi-
cios que a nossa prndente administrae'io Ibes
legou ? Antes de ludo a inepcia ou a maldade ou
ambas as cousas juntas iinpelliram-os a suppri-
mir.o imposto sobre a renda. Foi esse o pruneiro
tremendo golpe descarregado pela actual situa-
(fio uo crdito do reino. Os inglezes que se des-
vanecen! de possuir o meme tax, virant na sup-
presso urna critica atrevida aoseu svstema lisca)
e um motivo para lamentar os seus capia.'s eai-
pregados em ttulos; da divida portugueza. Depois
dessa primeira culpa, nao se conta o numero de
punhaladas fundas e mortaes que o governo re'
gencrabr tem atirado ao triste corpo das linan-
gas uacionaes. No tempo do ministerio Sampaio,
a reforma da fiscalisaco, a dacaixa econmica.
a decantada converso em que o Ihesouro perdeu
2.,*>00 contos de ris, as enormes soturnas applica-
das a corromperos eleitores. eis^que bastn
para abalar pelos alicerces e deitar rpidamente
por Ierra o solido edificio econmico que iamos
construindo com tanto esforco e abenegaco.
Depois veio o Sr. Fontcs Pereira de Mello an-
nunciando perlidamente a era do equilibrio or-
namentarlo. 0 annuncio promet ia sena dimi-
nuico de despezas pela moderaco e prudencia
no emprehendimento dos melhorameotos mate"
riaes. O defieit, o tremendo Minotauro, ia deci-
didamente morrer. O programma do Sr. Anto-
nio Matia dizia que seria este o Tlieso encarre-
gado de matar o monstro. Houvc quem acredi-
tasae na siuceridade da promessa, apesar dos pre-
cedentes, attento^o tom convicio em que era feilo
o prego seductor. 0 enlevo durou pouco. Os
caminlios de ferro para a Beira Baisa, para o
Alentejo, para o Algarvc, para Vizeu, para Mi-
randolla, para Coimbra, para Cintra e TorreivVc*
dras, para a Figueira, para Leiria e para %la
manca, bem como as obras do porto de Leixoes,
eram abrir os olhos dos mais crdulos acei .
da idoneidade administrativa dos regeneradores...
No meio desse gastar sem freio. quando j era
contienda a burla do programma iinanceiro no
minislerto, qando o Sr. Fontes, como ministro
da guerra, e o Sr. Pinhciro Gbagas, como inints-
tro da marinha. aterruvam os contribuiites com
a ameacu de reformas onerosissimas, 6 que o go-
verno cumulo de improvidencia! s lembrou
de conlrahir un emprestuno de 1 mil contos,
emprestimo que nao encontrouaccitago em Por-
tugal, nem as pracas de Pars e Londres. l)> le
ento os fundos portuguezescomecaram a licar
rfelo amor de Deus nos mercados estraugeiros.
Pois nem essa severa advertencia poz cobro s
temeridades governamentaes As obras publi-
cas continuaram com o anttgo fervor, os dispen-
dios se avolumaram, como se Portugal esttvesse
sob o sceptro do rei Mida-,
As consequencius de semelhante saturnal eco-
nmica eram de prever. 0 orcamenlo aecusa um
dficit de sete mil coutos, approximadamente, e
urna divida fluctuanteque |ironr'tlc ser de 9 mi'
contos, se nao for mais orscida ainda. E de-
pois de tudo isto que o ministro das obras pu-
blicas vem propr ao parlamento, alm da crca-
cxo de urna serie de escolas orticas de agricul-
tura com professores amplamente remunerados'
alera do eslabelecimento de una repargo de
caminhos de ferro com um exercito de funecio
narios de alto cotliurnoe carissimos, -o melho-
ru ment do porto de Lisboa, empresa arrojada
que ira consumirsomma fabulosa.
Ante to palpavel e ramosa incompetencia e
deshonestidadu administrativa, nao admira que os
fundos portuguezes baixcm to extraordinaria-
mente na praca de Londres e que todasas almas
sinceramente patriticas se preoecupem era ex-
tremo com o sombro futuro econmico e finan -
ceiro que a permanencia da actual situaco poli-
tica nos promette.
Assim l'allavam as folliasprogrcssislas. As re-
generadoras contrariavam, como de praxe. um
por unios artigo- desse libello, allegando que os
melhoramentos materiaes realisados pelo seu
partido, agora e u'outras epocbas, assignalavam
progresso evidente da riqueza nacional e um au-
gmento de nem-estar racontestavel em todas as
classes de que se eompoe a populaeodo paiz.
A balsa dos lundos explicava-se pelo capricho
dos jugadores das bolsas, que. como lodos os ju-
gadores, se decidern nimias vezes mais pelos pal-
pites, que por calculse dados positivos.
E ajis de inulto dizer e rotular ueste sentido.
fecnavam tumphantemente a pontestaeo com o
argumento umximo. como argumento Achules :
To certo que a naco esta contente com os
regeneradores e com a direegao pohtica e linan-
ceira dos regeneradores, quanlo exacto termos
(ido contantenjcnle formidavel maisria na cmara
dos deputados, isto, no congresso dos mais ge-
nuinus represenlantes da nago: quanlo .exacto
liavermos alcancado um bello Inumplio oas ulti-
mas eleiges geraes, niio Obstante a reforma da
lei do sulTragio e as largas concesses que lize-
mos aos adversarios.
Houve, porm, una gazeta governista que rpie
brou a harraouia desse consrto de vozes opti-
mistas, jiara confessarque eflectivamente a des-
conlianca S'bitamente augmentada' nos mercados
estrangeiros, relativamente aos fundos pnBlicos
portuguezes, tinha por causa principal a aprc-
senlaco, singularmente inopportuna, do projeclc
do ministro das obras publicas referente ao porto
de Lisboa. A dita gazeta cliegou mesmo a con.
Matar ao ministro proponente o merecimcnto da
letnbranca. porque antes dellea Uvera0 Sr. Lou-
renco de Carvalbo.
Esla liostilidaiie pessoal de urna folha que sus-
tenlava o gabinete, deu logo a entender que o
Sr. Antonio Auguslo de Aguiar ia ser alliviado
do peso de sua pasta, nao obstante o entliusias
mo que a Associaco Commercial de Lisboa ma-
nifestava pelo projeclo e pelo seu autor. L'ma
pequea dcsconsideragn qne esse cavalheiro
julgou ter recebido da coinmisso de fazenda da
cmara dos deputados, accenttinu mais a crise
ministerial, tomando cousa certa a retirada do
ministro das obras publicas. Mas se o Sr. Hiulze
Ribeiro, e o proprio presidente do conselho ti-
nhain tambem firmado o projeclo do Sr. Aguiar.
que razo se invocara, que estranho motivo se ia
allegar para convencer o |iajz e o rei de que o
gabinete devia sobreviver retirada do ultimo
desses estadistas ?
As razOes de tal anomala nao vierain a lume.
O certo porm. que o ministerio aguentou-se
gallardamente, apesar da sabida dos dous mi-
nistros, que entre osproprios collegas encontra-
ran) substitutos.
(Continua).
PEBHIHBilCO
Assfinibla Provincial
DIS'JRSO DO SR. DR. LOPES MACHADO
NA SESSAO DE 15 DE MARQO
O Sr. liopex Maoli.iloSr. presidente,
V. Exc. comprebrnde quanto desagradavel a po-
sicao daquelle que, na di f za de um direito adqui-
rido, ti m de o jusriflear prin eiro.
Esta obrigacao, Sr. presidente, parece tornar
dependente a hutoridade soberana da lei, da vou-
ta le e caprichos individunes, o desdo que se exilie
esclarecimientos e apreciacoes sobre facto legitimo,
nao muito que se david" da ioteira observancia
dos pree itos legacs.
Sr. pr.sjdeute, nao p-sso e nem devo suppr
ana a illustre commissao de poderes defconheca
as disposicocs de le, que garantem o meu direito.
Nao posso e nem devo suppr que ella iguabounte
descouheca, que o 2" escrutinio do dia 1 < deu-mo
inaio'ia de votos sobre o meu competidor. Ape-
zar dieso, a commissSo cuncluo de modo diverso:
roeonhece o facto e conoluc contra elle!
,-e a conclusao do parecer mostra o contrario do
que eu suppouho, nao qaer dizer, seohores, que
eu snbreponba a miaba individualidade s normas
da lei. Mas quando se trata do direitos adquiri-
dos, sq)a l por queuo fr, u prostergacao lessos di-
reit is importa ama grande violencia, contra a qual.
todo os bom cJdadaos se devem ergutir, pois onde
nao ba justica, cao possivel haver sociedade.
O Sr. Jos M.ria Muito bom.
O Sr. Lo, es MachadoSr. presidente, V. Exc.
sabe que o administrador desta provincia, por
qualquer motivo, poltico ou de ordem publica,
trans rio do dia 30 de Nov'embro pan 3 de De-
zembro a eleico dosmembros da asVmbla pro-
vincial.
Qual a razo que tevo S. Exc. para assim proce
der nao o diss* a sua portara pubcv.da no Dia-
rio de Peruambnco e reproducida depois nos utros
ornaes desta oda le.
Mas qualquer que ella fosse, fioou-se logo co-
nhecenao a inconveniencia do adiameuto, pir nao
li ivi r S. Exc. tomado e:n consideraco os interes-
ses mais immediatos da provincia, nein ainda le-
vado em conta os movimeotos successivos das ale
eftes disputadas pelo governo para fr..zer trium-
phar os candlda'os da sua escolha, comots que
tiveram lugar de Dezi'inbro a Fevereiro Tudo
quanto se havia previst i realisou-se.
S. Exc. nao ple abrir a assembla provincial
uodia marcado pela lei, refultando ainda daquel-
le acta preven/, recentes e despeitos pronuncia-
dos, que nao po l>m deixar de influir no animo
daquelles que teera de ser juizes agora dos seus
adversarios politico3
Depois disto, Sr. presideDte, o qua ma resta?
Nada, absolutamente n i la!
Pois bom, apezar de ter essa conviejo, impuz
a miin mesmo o de ver do nao deixar. correr r ve-
lia o meu diploma peran'e esta assemb'i, a qual
assim m^ obriga a dar as raaocs porque tui cieito,
ainla queme veja n'uma excepeo odio ja, a res-
peito de outros que nao foram compollidos a esae
sacrificio, e a mostrar que o dip'oma'que me foi en-
viad i nao parti de u:n acto de cousideracao pes-
soal, ma de obediencia ao preceito da lei.
Sr. presidente, no dia designado pelo presidente
da provincia para a eleico, segundo determia a
i, reunise o eleitoralo e rocahio a escolha do
1* escrutinio em dous Ilustres deputados que aqui
s acham com assento. Em consequencia disso,
procuron a junta, anda de accordo com a "le,
man ir urna segunda elemo para o dia 17 de Fe-
vereiro, e par:, esse fim tratou de mandar publi-
car os nomos daquelles que, obtendo maioria no
Io escrutinio, nham de eutr .r em 2 Os nomes
.I-ases cidadaoa foram: o meu e o do mu ilustre
e .nteni'ir, declarando a junta que seriain consi-
d' rado3 millos os votos que recahissem em ciia-
daoaestranhos a essa segunda eleico.
NSstu conformidad.' f-z afxar c litaes em tolas
as seecoca do 2 districto, bem como publicar pela
impieusa os nossos nemes e o dia eoi que devia
ter lugar a eleico. Assim, do da 19 d Feve-
reiro todo o cleitorado sabia em quem devia votar.
Ferio se o pleito, e feita a apuraco verificou-se
ter eu obtido 570 votos lquidos, em quanto o mea
adversario censeguisse apenas 537 o 3 em sepa-
rado.
Obtive couseguiuemente urna maioria de 33
votos lquidos, em virtude do3 quaes nao poda
deixar de ter considerado eleito, enviando-me a
junta por esse acto o diploma, que submetri 4 con-
gdemco desta casa, resultado da apuraco que
fez. Oir.ros cidados obtiveraui tambem aijuus
votos, Como : os Srs. Drs. Antunio Franci- i
rea de Araajo, presidente desta casa, Z-ferino
Ferreira Velloso, Jos Mariani.o Carneiro da iu-
nba e alguos outros mais. Estes votos nao po-
diam apr.-veitar a n-'nhutn dos que haviuin sido
eleit^B, nem aquella sobre quem recibiaui p'or se-
r- ni ullos em vista da lei.
Este, -r. pr 8d< nt", o facto e delle decorrem
as .-ogiiint s aflinnacoos : primeira, que no dis de-
signado para a eleico compareceram cerca de
1,150 eieit res, que votaram om quasi sua totali-
dade nos dous cidados iudicados pelos seus no-
mes.
Seg nda, que una pequea fraeco votou cm al-
guna cidados estranhos ao 2 escrutinio, pelo que
de\em ser considerado, uullosesses votos.
Tereeira, finalrtente, que sendo eu preferido so
meu competidor, estou legtimamente eleito e nao
posso ser privado de um direito, que me foi confe-
rido pelo el' itorado.
A coinmisso nao contesta .na a disto. A jauta
-pufadora, composta de bberaes e conservad.-ret,
enviou-me u diploma ; mas apezar de tudo o pare-
cer em suas eouclusoes oppoe se ao meu xe.-onhe-
cimento !
Por que principi >, -oeonbeeendo acammiasJEoao
sea parecer a verdade do facto, conclue contra a
verdad? desse mesmo faeto?
Senbores, no processo eleitoral, nao houve nul-
lidade, nem appareeeu a mais pequea recla-
9ao contra qualquer inobservancia, segundo v v
das actas das difi rentes seecoes do districto.
Ellat a referen a menor cousa respato. Os
el tires compareceram n i dia d -signado, ai
eleiioraes reuoiram-se i hora da lei e em edificio
determinado para a eleico. A chamada dos elei-
tores foi feita pela certido autbontica do alista-
nen'o; o candidato liberal nao estava, nem est4,
pr.nunc'ado em processo criminal: teui domicilio
na provincia ; nao '-xerce autoridade ou jurisdicc
qae o inc mpatibilis.'. Por que razo, pois, se me
ifcasa o mi u diploma ?
O Sr. Visconde de Tabatinga Porque a torca,
niaior quer. ^
(II i eutros apartes).
O Sr. L pes Machado Sr. presidente, nrilltia-
des nao se inventam, necossaro que a lei decla-
re quaes tilas sejam. pois de outra forma ningwm
s entendera no meio da anarchia social em falta
de decrctac?o.
O Sr. Visconde de Taba'inga E' qae esses hn-
iii ns tore m tudo quando querem.
O Sr. JacobinaA uaioria a primeira lei.
O Sr. C-ista RibeiroNi maioria pode Uaver al-
tica dominado do sontimentos de justica.
O Sr. Lopes MachadoAs nuUidades decreti'tas,
> i as que veubo de referir, fra dellr.s nenbiuca
mais existe.
Ora, desde que steggfl conheco evidente que dc-
v. m cessar todos os ttvoa ein contrario, pe: que
urna das principies coudicco s de ordem pj'ol;ci
a iuteira ob=ervau ia d preceito da lei, e seria
cousa extraordinaria, inaudita mesmo, que esta
aseiub 6a fosse a prim ira a violar a lei, quando
ella tem o direito de velar na guarda d'cssa mes
ina 'ei, oomprindo assim urna das mais elevadas
attribuices que 'he c.ifere o acto addieional.
Sr. presidente, quando u lisse ha pouco qu a
eomiuisso de verificacao de poderes, nao ooutes-
tava nada dist', ninguein suppcria que ella ore
tendesse invalidu.ro m u diploma procuran io reunir
a vetacode d >is individuos diflvreitcs, geralmoate
eonhecidos cm f ivor de um s para me collocarec:
minera.
O Sr. Liarenco de SA--E' estupeido/
O Sr. PitangaE'umaoriginalidade!
O Sr. Lourenc/ de Si -Sao muito corajoso?-.
O Sr. Costa Rflx.'iro Eu esp ro que o pareewr
uo soja approvado.
O Sr. Lopes Machado Isto cevtsmente nanu
se vi-!
E para que, Sr. presidente, nao se diga quee*
a vaneo urna preposico inacreditavel, vou lnr a*
pr jiria palavras da commisso : (lendo) pe a
e oii'.nisso que devem ser contadoB ao Dr. Jo*
Zefcrino Ferreira Velloso os\otos dados a Zeferi-
no Ftrreira Velloso, sendo 32 na freguezia de S.
Loorenco e 4 ua 2* seceo da freguezis da las
Vista.
O Sr Visconde deTabatinga -Em que se Mato
a commisso para dizer ist.- ?
O Sr. Lopes Machadonicamente na sua VSr
tade...





Diario de Pernambuco(Juiata-fcira 1 de Abril 1886
>%
Sr. Costo Kibn*NSoetoie:q*re}t appro- zes nais distinctos deste pais, pela sua ntelligeu-
cin e illuBtracio, cingindo-se lei diaae : Os votos
dsdoa ao Sr. vigario Zeferioo nao podem ser con-
talas s; uao este, embira ni) I he aprovehcn, e
Torto o p-.rec'T.
Sr. Lopes MachadoE cousa mais admiravel
ajada, Sr. presidente, que leudo, a cawmissaode
almili que a junta apuradora havia comprehen
moa bem o cu papel e te limitado as.immararith-
jsoticameotees votis, veuha dar depois 4 em vez
t Sera separad ao meu competidor.
Coa Sr. Deputado da um aparte.
Sr. Lipes Machado A conraiisacammetteu
3Bb erro de arithiuetioa qu nulo declarau que o
fio. Jos Z .-feris obteve ns fregnazia da uo
"Ti*a 4 votos era lugesisie 3 a separado.
ua. S.\ Dcputaeo-taj. oamssisaio dea 4 !
Sr. Lop Machad -Ouei Asseino* i aa
-^ovras do parase.' 1
r Penan a ciaroisaia que devem ser contados
fieguezU 'la Boa-Vista qiabn votoi-d Dr..
Jos Zafcriao Faareiru Velloso.-
O Sr. GoraesiPaveuXe d um aparta.
Sr. L.p 's .Xfcdi*lo->io sei o que a euin-
msssio teve em intencio; est >u apenas leudo o
ae ella es ere ven e b ach i publicid .
OSr. Gorn. PareuteNao lea alada tudoe ah
5SC o BC'I Mg ni i.
Sr. L.op-3 Machado Perdi; vou 1er uava-
^sats e V. Exc. Ver que teuho razio. (Le, :
Peus* a enra-nisiio q e dvoo ser emtalos
a.-. (>r. Jos Zeteriuo Ferreira Valioso o 3 votos
j^ur-idos eut separado. sendo 1 n 6eevao_da>oli-
: 2 na 8-ceaj lo fssOari fregjoasjda li
Wsa. D3se depois : Pcnsa a c imtoisaao qae
Anuo, ser contados ao Dr. Jo*': Zeferini r\i reir
TasV'i" 1 votos na freguezia J. B -Vista l
Es ah, ou a c mmiaaio eontu -1 v rtoa eut v
ja 3n separado, qae a u ita havia soiumado, < u
cada'!, iem sepralo na Soledad- e Rosario da
fr*p* zia da Boa-Vista, e mais 4 na freguezia da
Bca Vista.'
Sr G.>m*s Pa-vtitn di un aptrte.
O ;r. L pea Malulo -A cjinuiisaio, Sr. p-esi
lento, kSiM q". a.i iota upara tora ilo retMtteu
Wminina tomadas era sep-.ralo ao pal r verifica
br. E s aqu as suas palavras:
Na i amarando a acta o m itivoque. dstewsm i
sse-procediineuto (em separado) mo sen lo alm
saafe) rem-ttida- ce ul.i a i Jtu A>sembla coin
aB-msDectiva> acias. >
Ji', v y. Exc. q1 li ae onisso na observan-
cia 2a le, ; ooiiasao qao p le ser cos ierada
sbls. pir a' m'inl coui o direito do cidadao,
vjiaaito do cididao garantido pela constitu-
'3 poltica do Imperio.
i falta que hoave fo p >r eoiisoqueuc-i i substan-
sal. e p'oatll c n i :i i p idia a commissao apurar
ra offeimi di meu direfla, para o Dr. Jos Ze-
ka-Kio Ferreia Vellisu. 3 votos illiquidos, eoutido
acdulas que u chagaram i* suas inos. neia
Au. eouh.uia o inolivj poique f.iram tmalas em
jiriadf'.
Se-ellas nao existem, eviJente.neute nao podiara
er apura 1 .s. Maa a n-j'ite c mmiseao fez o con
anno, mofan aqatll* que nao asiste.
Sr. Gjms Par ate d um parta
t> Sr Loj.-s Machido i'erdao, nao acrese ntei
. de mat uo paareeer; vou lor as suas pala-
Dktpois d- dizer a eocBSBMsfa q'ie ao Dr. Jos
tf'liuo se dev.' contar os voios de seu innii Ze
y--jy>, ,end) 32 'a fr. guezia de. S. LoureucO
cao'ro da freguis, da Bi-Vi^a, eontin! deat-
uto: (Le)
- Peusa aisfla a e nmnisaio que devem ser con
ao Dr. J.is Zeferioo Ferreia Velloso os
je- votoa aparados cm s.'parado, sendo i na sec-
gV. Ja So!e l.-i le par ser a cdula em papel pau-
tst.. e 1 na le i d > Rosario, nao declarando a
asbi. o aaotivo que determina esse procediweuto,
?.-. en lo nlui disto remettidas as cdulas esta
Bseabla, c un as respectivas actas.
So estas as pa'^vras textuaes da nobre coa-
slnao.
easa-se d uitos apartes).
S^s, Sr. pr lai lint fu d sejava saber a razao
asv eve a Ilustre cnaimtssao para apurar <-"^ulas
aontar v.,tos que nao sabia a quera perf.^iam
ar. ivor d ir. Dr. Jos Z .ferino Ferreira Vel-
OSr. Luiz de Andrada da um aparte.
Sr. Lipes .MachadoQuizera saber cimo,
siotealo a Uuattfe commissao visto essas cdula
ana sabeodo os nones queellas conti iham, poda
sao: ai .s em favor do meu adv- rsario ?
um aparte d Sr. Luiz de Andrada).
A ilustre commiasSo lena urna i esposta inuito
MQii etona a esta pergunta que acabo de fazer,
scsnltando as actas da eleicilo ; toas ella declara
g> :3 c-datas nao lhe foram rcoaettidas, nem
arueioiados as actas os motivos porque foram
cadas em separado.
Sr. Luiz de Andrada d um aparte.
Lopes Machado Atienda V. Exc. para o
uto, e despreae qualquer cousa que por
wttura posea p .: r- h pr.-teneao de rainh;.
[( : eu, Sr. i ente, que a commissao' n)
irar aqinllas 3 clulas em separado em
, do meu contti lor, quandi ellas BsVchega-
n mos, nem tiuha mi tros dados por
fe cuhcesse a vndade do tacto, que allega 8
itacave perempt' riemmrte, sem embarazo nem ts-
aaiwvlos.
relia nao sabia se havia akeraeao de nmn Mi
305*-'; i '-> ; se das actas nio consta o nativo por
Si ti inm tomadas em separado: qual o meio
air dncobrio pira affirmxr que aquelles votos
ggik.UciiKiUe p it n'.'ia-n ao Sr. Dr. Jos /. 1 -
f .' dizer onde esta a cuna determinante
Jb.,- ; rocedimoitr. : pois einqin.ot* nao f>r cn-
(MoVla, esta Aatcmbla ni p le.- uec.dir-se
e justica.
A eominias), rec mbecnd > n uneaooe na i SStis-
j,.. celaran I I I a- elVs c irftrem eudeiile
matt ao inau c i I leveria ter .lescoberto
t-.* > i-un, qaandi e ab^rju o pareeat qui se
aW''.
'>>;. L'jia de AnJralaA conclusa e outra
Lipeo-fa ha 1 jMas, Sr. psaslaat-', aa
iliiinniTii "H -' f-z, ponaaw eai v*Ude
Bpodia fazel-o, :Uro, q* uollicoo-a qaeat&o
. i pO em que se aehava anteado parecer,
* nada reoolveu.
i lote, u % o- I i art. 147 do regula
smmoiI 13 de agosto assim niz :
,> a aticnao d;s lubrea deputado* paso
i la le :
i tepartfa o voto dado a ci-
, ...... ,h ir na c d ila altura I i por
BioeotJ na sappresaio de aoaVeaoase oa
tffjmVid
,.'ir.i aqu |in iiiJiviJai cuj obten anc
:,...iij foi diera io p>r an;;.i. .r i t>i
M i.
D*pui t>E' o c*j.
. L ipe 'I i flfcNo .
-.
uc ma preatem t.it a b nevo enrfia
'eme fCO emprahi-nler pos Oobroi
. idos.
'II que tt l 3 do art.
.j diopSe q i -' I4 io regula-
ca sepriilo os voto*
.-.liie.i ii.es uj aj/pelli'I.i
augmentados oo soppri
cidadaos i 'j
rem tro-1 1 i
BsoeaSO veit' uto n'j se trat-i d- um individuo.
.SBUiie dous, d.'pn lisio e estado difV rentes, geral-
i.lireidoa, e cujos sobr.'.n uies ou appeili
. i.; foram al-rad,s, su,-o: am -loo ou mo lili
IOS.
artes). ./
FbU, senhore.". Hiab>i na tcoi o app'.'liido de
Ibrvstr/i Welloto f
appellido esta ale JO lio, supprmiido ou
SfiqnKOtsno na eleicao nitimamenje procedida ?
esta. Conseguintrnente a hypothcsu ou-
_, esses votos dados ao Sr. vicario ZeferaH) i -
laosscr tmalos ''in separad i, seguudi a V ti i
*, ^'i.
.\i 4'' d> estada artigo ir, o rezulamento :
SYUy se apurar > celul.i que coutivea nomt ria-
mk>, alterado iv supprimido.
I>'..quise v,au: ahi nao trata icuui s, maa
^a posiibilidaddfde do"s individuos, visto como o
ic*ae riscado, alterado ou auppnmido, po le pro-
soa-r o de oniru in iividuo, d'ahi as contera,oes
odesordena que o ieeLaia i-n- qui prevenir, nao
amsentinlo qn"1 -asas tiuvjda* l'-ssfm decididas
erf.i justica 'dos partidos. Easys votos nao se
i-varain Pergmito eu : n aaaa UarWitl' o n un i
yoorio est rtS"aid.", lterado ou supprimid'?
Se ao houve alteracSo ou sup eaaao l uoale
* i .pellido do Sr. vigariu da Graya, m^s fn no1
o seu irmo, essea votos na> pillara ser a pora
n fvor deati', era de peas ja alguina. p>r se-
nfro o nome e oa votos uuiioj.
' kUte o caso da lei, este ion i&o i^o.
:%* freguezia d >. fcourenc na i w apuiou m-.
ti^b ris alos, ooutuu-80 para o Si. vig.irio Z;l'en
sa-ii que o elitorado lhe deu. Cumprro-se a iei.
Sr. Jos Maria V. Exc. vai perleramente
O Sr. Lopes MachadoAgora, Sr. presi lente, a
MMoridade do magistrado : A junta aparadora,
ir. qual fez parte como s*u presidente ura dos jul-
a i ada menos seu irmSo.
Ni' aproveitam a seu irmo, pirque houve al-
teraQiio de mine, alm de ser pessoi distiaeta e
reconhecida, e a junta nao pode entrar na inten -
c, i do eliitor, par ser aso um fa'Uo iinpjssivel e
tei' elle votado em individuo curto e determinad)
N.U aproveitam ao Sr. vigario, por n.o tsr elle
entraia am 2o cs:cutin e serem por isso oa otos
allos por foraa do l do art. 183 da regsaVasosn-
a de :3 da Agosto.
. O meo cint8nior,:p-i., dc.'.-riiificar conrmsva-
to- do seu n na-.
O Sr. Liiz d Aa 1. i i A coacluso , O S-. L p s Maubodd J vajo que w\> tira
co isUiWi-i ao os'o du V. Exc.
) S -. L luraoco da V. Exc. vai parfeita-!
m- ota baua.
J Sr. Lopes Michado Eu deslio cillocir i
questao no terreno da le.
Ni> aeciti discuasao fra d'ahi, nen diversocs,
para q i nao haj i trocas de pol&Vr is, nem des -
gostos.
r. p.esidente, o proc;der da junta foi corree
to. ..
O S Luz de AiuicadaA: all peusa a com-
missJ .
O Si*. 'Lipes Mchalo .. bascado ni lei I it
oo pr o >rio facto inte:ieion*l. Porquant^. sea in-
ceu^o s pode ser eoni-cida por actas exteriores
ah esto as clulas de S. Lourvnc, revelando qu-
a inte.ic.io do eteitor eri'votar em Zeferino h mo
na Jo:i, uo.Sr. vi^ar o d (iraca e nao em seo ir-
mo
') Se. Luiz de Aiidrahl A j i.it i nao quiz apre
ciar as o; a jta iimitou se ao que podia e devia
liE-er.
O Se. Lopes Macliad-iAgora vejamo qual (A
o proa-der da commissao Je poderes.
A e.nnmisso', desvian'!o-^e da le, dosprasando
os actis i-xteriores, ixpressai da vontade na ma-
nifestacil'vdo pemamento, atira se n'um mare ma-
ga* de cnijceturas, eada qual menos accitavol,
para n lo dejidir cousa alguna, nem pelos priuui-
pis. i em pela raza .
Psr.i que se posa a con ice r melhur o qno digo,
paaso o aoalysar o parac-r.
Diz a commissao no seu primeiro consilcraudo :
(L)
Piuisa a comimswii que aevam ser contados
o )r. Jos Z-jteriii) Porri'ira Velloso os votos da-
iftls a. Dr. Zsferini Ferreira Velloso, etc.
1. oorque na 2* eleicAo s podem ser votados
os cidnalaos que na Ia tiverem obtido inaior name-
ro de votos depois dos eleito*, e por isso seudo o
Dr. Jos Zef.-rnio um dos candidatos que foi man-
dad) a 2* siaisUliiMs, evitii-iUemtiUe aqoeHas votos
soinmalos ao Dr. ZAfina Ferrei-ri VeliOsO lhe
perteneci.
fvlf':ameat> deste coiuiderandum, n) ver-
daderj.
O S*. Luiz de AndradaE' falso?
OS.-. Lipi's Machado Palso. A coininissao
decan pOilsotOt ao )r. Jos Z ferino os votos
laidos, i eu niiao, 1*'r j"' 1,l,u "'* u,n a'M e-.idi-
datos que eutr-irin em 2o escrutinio e este nao. e
quem 'lo entra em 2" es;rutinn) nao pode ser vo-
tado. A lei nao diz isso, nao polia consagrar o
ahiiur. o de mandar cou'ai- BO eanli tuto os v I -
de quem u i jle ser votado. As pilavras da lei
sito outras, que a .'oimniasii trnucou na sua parte
compi mentar.
Diz o art. ISO do regulamento ; (L)
Na 2> eleicSi, para a qual s-ervirao nas aa-
semblt-as eleiiorae* as m>'smas mesas da I*, so po-
derlo, ter rutados os dona cidadaos que u :sia ti-
verem obtido inaior numero de votos, a se h)uvcr
empat I na votacao, terao preferencia os qou forna
milis vellios e u idad E' safficiente para skagOt
o deputado a maioria dos votos que forOM apura-
do;, julgao In-se millos os votos que recahirem em
'iiitr cidaioff.
Como se \, uia do* effe.tos --gaespira ser vo
tado em 2 escrutinio ter o ci iado maior nume-
ro de votos em 1", e, orno cjnse^ucncia que d'ahi
deeorre, ser cleito deputado o candidato que i e -
unir uutiorii re.ativa. Os cxcloidoa do 2* eaeru -
tinio nunca sao eleitos, uinda quando consigam
remir grand-; numero de votos, porque dates so
millos em razio da ex.-lusao lega*.
Votados por cinsaguiute po loa ser todos os ci-
dadaos, validamente s os qae, ob'.enio maior n i-
mero de votos nn 1" escrutinio, coucorrem ao 2
A eommiasio nao quer isto, quer que o Sr. Dr.
Jcs Z-ferino, por ter entrado na 2* eieiejto, s
elle posta ser ixitado, concluindo por este princi
piu que os voto dados a seu irmo oidetUement
Ih i pertencem !
Eis porqiit' nao verdadeiro i fundamento do
co its ideraadum.
A lei nao poda dizer qee ionhum cidadao ueste
pi-.iz, aiuda dados os casos das excopcoes, esti-j i
iuhibi io de ser volado. O que ella mi quer que
M i un validos Sfl votos da los a indmduos que nao
ci.lraiein na 2= eleifo, e por consequencia que f-
quein prejudicados oa caudidat-js legaes, quti-
vereai obtido mai.iria relativa eutie si. lato, fci-
rffl, <\ difierente, nao qner dizer que o eleitnr nao
possa votar em quem quizei.
O Sr. Loiz de Ani. uli -Be accirJj.
O Sr. Lopes Machado ... deste que tern iu-
d-pendencia, est perfeitaraeute garantido at
esmo pelo segredo do voto.
O Sr. Luiz de Aoira la A loHtdo; de accor-
do.
O Sr. Lopes Macead.i-Porta .'> se aq.i.lle foi
O intuito do legislador, o Sr. vig.iiio /. I ria nao
i lava inhibido d ser votado o sta segando eloi-
ojLo, esses vot-s, porro, nao lhe \ odem proveta
por uullos, e anda menos ao su irxao por ser
outro individuo determinado e cinheeido.
Oni, desde qu" s" eomprehende iss i, as paeivr-.s
d lei que fcratii mppriinel.s n parecer, rein
li.e toda a nutoridade e o toMom pcrieitamcute fa'
80.
O Sr. l^nio le Au IradaO qoa dizamos dos n i
meo q i mi'i esta ixo iiiaa ios ?
O Sr Lipes MachidoSe ni, eaMOSBl inclu-.
d *, alo millos oa votos
O Sr Li z de Ai 11 -E" 11 JUsae de V.
i'. i.
O br. L p:s Machado A quem OBOeatrO Cm 2o
Van imo. os vi'.i- ni) aproveitam.
A lei cUra c um los s.'us .ff tos garantu
a validad-.- dos votos em favor daquelles qu:.
do co aiderados p lo ''leitorad no 1* esOVOtinie,
ttr> ra d- eo'u-irre ao 2o.
( Tiocain-se aportes.)
A lustn: clin : .: -'.;>. Sr. presidente, fu aiuda
una i.ifelis u segdodo coiisilcriulum que passo
i le, p rmittin lo me V". Ex"., que apeaoi com li-
g-ro, ri-piri-. e. o dex M criterii di .issi'in
bla. (i-) :
2* l'orquc nao <:'cWe qui', r< c.iliiuii a vo-
t o,., i iioa elcitore.-c inaei vadjrcs da freguezia do
S. LaiiciK'o no'Dr. ZeferBO Ferreir i vi lioso, se
possa attribuir tal votncao a ontro que ufo ao
cai-b l.l-i dease partido, Dr. Jus Zefcr n l' r-
tuico Valleau
Se ettas palavras nao estivessem asiiguailas
p la 'oinmisso, nao se acreditari i qu-- tossem
suas, til a desagradavel impressfw que predu-
z:in no eapirit) de quem aa l mimo sem prcvoB-
cao!
a ver lai-, Sr. prcs'deute nao era de esperar
que lomees tan Ilustrados fij-rem deteohrirn'nini
suppoaivao ratuila a explicacao de um factu iaa-
ceita^el, pus o que na*, r.rwel qoc por f o
caud lato conservador, i va por isfo obter a Vota
el" de t idos os eleit r. a conservadores.
O -r. Luiz de Audi ada d um aparte.
O Sr. Lopes M... lia '.Ora dga-me V. Exc, o
que tignifica eleitor conservador em fa.ee da lei ?
Respjnda-m" se o pode, r'uzcr.
(Ha diversos apartes.)
.T. presidente, a lei nao coubeee ecmelbunte cu-
li dade. Folia do elitorado, qe- dizer da col I c-
t vid ide de todos os cidadoa activos que intiT-
vem iudirectanente no g verno do paiz A pre-
sumpcSo legal que este elitorado, livre na sua
esco>aa, vota em quem quer. E nao no vil v i e
Jae eleitoresonservadores deem us sea votusla
ioenuea e viee-vtrsa.
Coin quantos votos u- eleitores liberaes nao es-
t ir a nobre remmisid) de polereg' representa: !o
aqu o seu papel ?
Com qua>i votoi conservadofe il estarei eu
timbsm ao imoresse de coacorrer pata o be-u des-
(i provincia ?
Su a uosoa publica de futilidados e odios arras-
ti quaai seinpio o tleilorasta a votar em candida-
ta pirtidarios, daqm ni i se ; gue que o cooside
iiudn Ci paia UmIh firmar em pi iucpo absoluto urna
Sapp ji,..o <;.,..u.ta.
E ior isso estraiiba que a Uustic e iminissio
fln'3:.se ao ponto de suppor que eleitores coaicr-
oadj.es vol sempreem candidatos 'conservado-
ees, i nunca sai libiraes oo conservadores nao
iiaud datoa, e dsthi a conclusao de que os votos de
Zeferiao devem pertenec- forcosamettte a Jos !
Isto nio proprio de homens illustradss e gra-
ves como eo os nobres deputados.
O Sr. Luiz de Andrada d um aparte.
O Sr. Lipes MachadoMaa jpouierci que nao
ha em face da lei eleitores libeiaes e conserva-
doras ; sendo aiuda certo que nao se pode da bypo-
liuse do considerando inferir que os votos do Ze-
ferino devem pertencer a Jos.
O Sr. Viscoude de Tabatinga E' at um es
oaudalo.
O Sr. Lopos Mchalo-E para demonstrar-vos
isto nio foi preoiao dizer omita causa,
iTrocaaa se muitouap .rts|.
O U. somisair.'indiii o o .o- m uo oxrrivogasjijH
i o 2*.
A (MunoisniS filia .co.vnfinVmcMtte em dou*
Z t rrnu. e nata > u.ca(ir eOk favor da OS d iliel
iiGsasSBOe Z-f. .'. o > -eoubiaWo par oigw-* e nio
a BWtla o tuiri i de autor...
Do*0ro na Id Itasal
Sr. prvs. SsiiSOl cnuf Vi Eix v, aallustUr <' i n
ni aift nada adianto i e un o qoe acaba de ;onai-
duvor vitara ou dmlor, isso p oieo importa, quando
o que a le dctermiin l; q io nao se apure cdula
onde h ij i nom riscado, alterado ou supprimido.
O nora proprio de meu competidor foi supon
mido, e D titulo de vigario, com que se pretende
distinguir o irmio'd'amielle.'Vate meins quo o ion
00 as de baptismo polo qoal inais eorfheeldo n-'S
cidade, onde ha mu tos tigarios, qua s por st-
trulo se confndelo.
Esta que a verladc. Nis oadalol astova o
nim; de Z;ferino, o seu nome de bapt'smo, o seu
n une proprio; e corno se pdc dizer que os votos
d.is eleitores, nao o distiogatodi eol o titulo de
vicario, ilevem aprovcitar aJosM
O Sr. Luiz da \ndrada d um aparte.
O Sr. L)p.'3 -d.cli.JjE' o que est eseriptj,
a ivirtiudo que nao houve em S. Linreoco da Maltt
um s cl'itor, um amigo do /gario ou da seu ir-
mo, qu protestaste contra o equiv.co do uoim',
mostraiio com isto que a atenea) era votar n'elle
e mto no meu contendor.
Eis como so exprime o 3o consideran lo do pac
cr: (l)
o 3o Porque, se existe outro Zeferino Ferreira
Velloso, couhecido por vigario e nio se lu d o
titulo Je doutor.
Apenas acen'sceohvrai. que a cominissio, udmit-
tiudo d-JOl Zrf-rinos'Vellos is, Bineritit para dis-
tinguir iim com o titulo de vigario, DadtvestSSSgui
ai ida por eatc lado, porque o vigario tambera
dos ter.
te sao p saoos diatiuctas, ou velos do vigario
u i piiiem ser contados para seu irmo, por serem
votos nullos, e o que nullo nao tem cn'eito legah
Or, sea emnmissao suitenta th-or'a iiiverxa, o
quer que os votos recaiam no irmo, pirque mi-
tivi nao almitte que possmn tainbem recabir no
pii de ambos, ue tambera Zeferino?
U;n couhecido por vigari>, com desejaa eomJ
inisso, e outro nao. Temos, uortanto, doua Ze
ferinos eontra u n Jos...
U.n S.-. De ni! 111M s a cjmuvssij preisrlo d
ti :|io.
O Sr. Lipa Ma.-'.iid Be esta r.'.zo, c i-
1 ir-uic-bei, urqi' contra a firca naohi direiro.
Sr. preaidente. iipisal di meu mido de v#r <
piltea, nutro ulguisuai bis relatos crai p saoa
distinctas do I lo conserva lor. Hi poucos das,
"o i versando com um SoMgo partie il-ir, e-unig'
p.lti-o doi nob.-c3 depitalos, pergaut ou-ra i iile
S'e'ujtinht silo tegoladoi Rspin>li-lhe:
iiie elle nio poda servir-se de termo que melbor
exprimisse a prepotencia pirtidaria dos boos Cir-
reKgionarioe. Desolado pelo uiaterialism > d)
mas nio venei lo pela r..z i e pea ju-tie i.
Q icria erar, porm, que alguus deilea i rocurus
sem pautsr o BOU pi'ee inn lo por principios mais-
eleva los.
O Sr. PitongaV contando muito com isso.
O Sr. Lipes Machad)Sr. presidente, anda
iicsmo qinudo oa prece lentes apresentados pela
o -dir c-iri'iiiss i estivessem uas c indic s do caso
que nos prcoceapa, meoino assira iKsses precedentes,
icudo era sentid) contrario lei, em utda pj-
ieriam aprovstar commissao.
O Sr. Luiz de AndradaDe m > lo que V. Exc.
u'.o aceita o trabalho da commiss > em hypjthese
signan V
O Sr. Lopes Machad iEstou diaeutado o paro*
r. que tem de ur jiil.-ado por esta Assdmbii.
No trato Je l.yojthesea ; os lactos no terreno
dos fic'os
Qi.-iiid) digo. Sr presid ate, que so os prese i i
toa nrovassem algamaeunso em relacio ao assumpto
de qae nos occuparais, elles nio tera oppirtuni-
dade, porque esto era dosaccordo com urna lei pos--
terior.' Nos nio podemos autnrisar factos not"-
ce lentes cara di7pjsn; s cousequentes. Assim, de
ternunando a lei que nio 6 lanem OS'votos qite
ii'cahiraan em cid a lio.-, cujos nomes estiverem ni.
cdulas riscados ou supprimidos, o iefi em con-
rurio, occorrid) em poca anterior, nio justifica o
oeeorrido no domiufi. da lei pvsteri Ir.
Esta de IStl, e os precedentes iuv cados p-lrt'
commissao, embora publi a i n Atunes daquel-
e annu, sao de poca anteri >r.
Se a commissao tem poderes pura eonheenr da-
validado d is diploai-isi-ts membriS desta Basa, pb
sea p iderea nao vio alen das norm is escriptas,
nem da homolcgacio p-rinitcfa em casos seme-
Ihanles. J SMSSHWi o quo dispon a le, mostn-i
agora qu i oa tees precedenres nao aproveitam,
porqu-, iiuo ton o pr,.- ,i as normas escriptas. tara
DeO ni i ten a s.'inelh inca lo caso.
Eis como se ixprime a commissao: (Le)
o Ass m que a p-igina 55 do 1" vol. dos An-
ones de 1SS1, a 2a eomsaissSCo de. poderos da c-
mara dos deputa'dof'oMadiM cunar um voto apu-
rado ejn sepiritlv ao conselh-iro Carlos Leeoco
de Ca", alho, porque a cdala uontinba apenas
L-oncio de Carvalho, -e 11 votoa ao Dr. Luiz
J laquim Duque Estradt Teixeir i, (>or vir umace
d ;la escripia em papel i.marelU, era outra vinli,
o nomoJoaquim Luiz Dnq i'. Estradi Teixeira
e :ias outras Dr. Duque Estrada TeixeirO.
A' pagino 4'U dos massaoi .-lunacs, !-se nu-
tro padecer da Ia e mmissao, m ndand.i contar ao
I>r. BHI rmiuo Corr< a de Oliveira um voto ap-
rado t.m separado ptir cini'ar o augmento deAn-
A' pagina W.) aiu la se l entra parecer da un3-
i.i.i B mus-- i .!. nrlo cOnlar ao Dr. Augusto
i ympio Comea de. C-stro 8; votos, que obtevu
eui uraa paroehi com o mine de Olyinpio Augus-
to Goiuci de Castro.
Do que uca'i.t de referir a c n: inisnlo. fW-se
efinheeeadti, que oa votos ttamtu en separado
nr i e leui da suppri's) c troca d^s nomos e aug-
uu n o d > sobi'enoine.
Se a le de !; Janeiro di 1831 ve.orasae nos-
se tvinpo v. ni a puUieafsV: do respectivo regul. -
eleitores de S. Lourenco, nio proteetou contra is-
so, nom .perante a mesa cleitoral, nem perante a
jauta apuradora...
O Sr. Goncalves FerreiraO padre Zeferiuo
concorreu eleicio ?
O Sr. Loprs MachadoV. Exo. ioterrompeme
com o seu aparte. Eu nao posso afirmar a V.
Ezc. que um ou outro concorresse eleicio; mas o
que posso assegurar que o Dr. Jos Zoferino
Ferreira Velloso iiia nao reclamou pela impreosa,
nem peralte a coo,missilo depiderca contra o equi-
voco do nome. Convino era todequaoto cstava fei-
to, e a co.ninissio nio1 pode roconheeer depotado
a quesn nio se julga eoiodo-eito dessvVo.
C-8r. Goncalves Ferreirw-O numodelle Ai in
elui ir na chapa do partido.
O Sr. Lipes Macha!o-4J4V*duvido, moas im-
prnns, que publico* o stsopa, occul.ou o sea
n ae. O que ella pttblicuu1 fot o nome do Sr. vi-
gwiO'Zeieniio, in us coahecido em poltica, princi
plmente por que depois de ser' liberal, passon a
ser conservador de '.O d i Ag >sto ; tern-ju-se par-
tid-ro intransigente,"e a tal pinto de vir aqu
iuijiij.- sui vout.de no rae uheciraento de seu r-
mio.
O 8r. Jos Maiia Elle sempre foi liberal ; nao
s tem votado cm raim, como tambera no Dr. Jos, tielo, que cu quisora nio- se realisasse.
in uto de Asusto daquello auno, o voto em separa
do a1, i fa j.ii ute do Dr. Bcllarmino Corroa de
Oliveira, por augmento de gppellido, os dos outns
n in dev'iun s t apurados, par omissio ou troca des
ii 'lie S.
Mas .,.! a l'i nao existia, c a cora nissao de po-
dvres upuruu oa voto, foi seguramente porque
naquclias eleicoe nao e.iuc-rierara outros indivi-
duos de uaines s.-mt-.lian tes, svicni geralraent.-
aquelles conhecidos petos proprioj e nao preju ii-
car. ni us vot .s apuradas a eleicio de terceiro.
Eu: iiculium dus.ca casos. p..rm, nos acharaos
actualmente. Oa individuos sao diff rentes, co
i.li. cides, lei outra. e o reconhecimento indr-
bito de ura p. ejudica a tciceiro.
Quem nao ja be qut- o cousclheiro Carlos Leon-
cio de CnrVsiloo o mesmo esesesheiM Leonci i de
CnrvaSbO) uioistN e deputado oo sitaacao libe-
ral?
Quera poda aorar que o Dr. Luiz Joaquim
i'aque Estrada Teixeira era o mesmo Duque Es-
tradaTeixeira, o poltico conservador de mais po-
pularidade da corle, onde nai havia outro de igual
n une, nem que tivesse te-nelhant' mente concirri-
ii-i coin elle, eleicio V
Q Win |.<)e nn dnvd i ii i Dr. Augusto Olym-
p' i. aiuda mesmo ilwi io Augusto, mas em todo
i a o Gomes de Castro 8 ja o distincto mara-
uhense, to estimado pela el.-vacio do seu carcter.
com i'.-speit'iio pelo seu grauue talento e recur-
sos oratorios na tribuna parlamentar deste paiz ?
Como arredar de todos elles um peqaeiio nume-
ro >'e votos, qae alias nio os jirejudieava, sem em-
panar de certo mudo o brilho dos seus nomes ?
Dcsconhecel-es por um trocad.lho qu indo eram
aiuda mais leiribrudos p lo reconhecimento dos
eu se. vicos o pul s d tes d seu espirito, nao se-
ria smentc uraa injustica e8cuada,mas anda urna
aeeao meaquuha. Mas o que succeda actuai-
menf o ?
O individuo, em avor de quem se quer contar
totos, qne lu'j nio pertencem, nao conseguio ser
eleito. A maioria, por ser smente inaona, dese-
}t fazer aquillo que o elitorado nao qirs facer.'
Onde iremos cora esse mu I de verificar poderes ?
O Sr. Dr. Jos Zeferino nafe conhecido na po-
ltica, nio conhecido na tribuna, nio coahecido
Oa imprensa, nunca eerc.-u cargos pblicos, uun-
ca foi depurado, nunca escreveu sobre cousa algu-
ma, vive na Graca, da sua medicina c smentc
;iarn si. O spii neme nio estava as cdulas dos
Marianno.
O Sr. PiUnga-Pcio menas sempre viveu com-
uosco.
O Sn Goncalvs Ferreira d umupute.
OS'. Lopes Machado D'catas c insideracofs
resulta iiue os precedentes apontidos pela com
raissis sao de outra natureza, e nio podem s-rvir
de apno ao parecer, quando mcamo nio hoovesse
le, que regula a materia.
Seohores, ou poda aecrescentar "m relami ao
pretendido equivoco, que o Sr. padre Z fe/riii i
vijano de urna fregaezia do 2." diatricto, Borne u
estimado c relacionado. Qae o outro medico no
2." districto, nio cOir1isc:do politicamente, crt >,
poim relacionado ate onde chega a sua clinici
Ora, desde que esses dais individuos, all res! I li-
tes, nao cstiv> nos ncsm is condi^ois, sendo que o
n i ne do Sr. vigario foi publcalo can candidato
do partido c nservalor, e por isso cab.laud) e
p-JUindo votoa pesis de ra amisode c reacoes
politices, como se v de um earta (Talle, que a | o
tenha, mais natural e mais nceilavel que o elei-
tuial) c.Uj rv'alor do S. Looreuei, q'ieruudo dar
nina prova d. apreci lo seu earreligionario, ti-
vesse votado n'elle, com) vot u, e nao no outro,
q c rtio vo'ihecia, nem mesmj pir urna abjuraea i
p ilitiea.
Seihores, o fttpiri*d humano infliraraa-se mcli n
victoria de ura nome, d) quo easaios de r l :'-
tidas incert'j.
Foi esta prova qua o elcitaralc conservador de
S. Loureir < quiz d.rr ao s.u candidat i.
O Sr. Pitiug i Como dorara ao Ilustre pr.si-
deinte.
O Sr. Goncalves Ferreira d" ura aparte.
O Sr. L p's MchaloV. Exo. faz-.n; n na per*
I* \'. -i, cuja renf Uta eusontra em nutra p.-r^unta :
Pode dfeer me, rra UomM trac .loa a quera apra-
v--ir i o ciiguio ?
O Sr. Ganc'ilvi'S FerreiraO qoe prava isto?
O Sr Lopes Micha loProva qu', si engao
nao se apura, o facto nio ex ate, e o Sr. Dr. Jos
Z ferino nao est eleit).
O Sr. Joi) de Olivein--0 rgao lo nartido
preveuib, fez urna rectlficajao, dase qufi o hornera
i era aquclle.
O Sr. Goncalves Ferreira d um aparte.
O Sr. Lipes MachadoS i eu uo tiv.-sso es->
cmpulo d' revelar a converso qu; teve o Sr. pie-
re dO fosembla coramig) e "Utros oaquelle.'
sal o, i u respondera me'.hor a V. Exc. ; nos recalo
iuc irrer n i Seu lesagra I i.
O Sr. Drummoud Fi h-Ach) que deve di-
Z'l'.
O Sr. Lipes MachadoV. Ese. ocho que devo
d >.er ?
O Sr. Drummoud Fi'ho d um-aparte.
'I Sr. L ip-s Machado Pais atienen V. Exc.
N'o sel se com a declaracio que vou fazer, an-
da que manifestarla eem reserva, ficarei aindamis
eompromettido aos olhos do :r. Dt. Antonio Fr.m-
eiae i Corii de '.raujo.
Diise-nis ella : estive na vspero da sua olei-
COO cm S. Lourenco Ja Malta, onde fui fiscalisarc
at eevto pinto dirigir a eleicio geral. Conclu la
esta, tese aM uietta ; migoa que ni) poda demo-
rar-ai', ll-'c imene idei a todos o uoiae da candi-
dato do partido conservad ir eleicio provincial,
p da eu nio sabia bem se era Jos Zeferino Fer-
reira Velloso ou so Zererino Ferreira Velloao,
como-se tiuha publicado no- Diario de Pernambuco
no Jornal do liecife, acrese-ufando : vejaro as
circulares delf.e nao se enganeu).
(Trocara-se apartes).
hinto que o Sr. Dr. Cort, de Arajo nio esteja
presente far-. assegurar o que acaba de dizer.
(Apaei ,
Ji se v, pois, que, depois di*so; nao subsiste a
su:pei? de eq*nii oco com que a commissao preten-
de justificar o parecer, c authorisal-o com prece-
dentes que nada valein. Candiel .to, de nome des
conhecido do chufe e dos eleitores, a quera se re-
.ouiincudam que io so engaen, nao certamen-
te o dcpntaio q".c sabio das urnas com outro n.m ;
sem protestos, nem r. clamaces.
O Sr Luiz de AndradaTira concluse3 raaiio
forcadan.
O Sr. Lopes Machado J sei que nio lhe agra-
d: ni. Atacam-lhe os nrvea co.nr, a for;a revul-
siva do caustico, que faz do enfermo um esttbana-
lo. (r3')
Mus o qne me parean que o nobre deputado
nao onlicc- os principios do parecer, apesar de
meinbro da com.i.-issio
O Sr. Luiz de Andrada, d um aparte.
O Sr. Lopes Machado- E' bara dizeristo e
appeilar'para o juizo dos que conhecem a h sto-
ria. Eu estava caavencido, Sr. presidente de que
as min'ias coueiusies nio eram torcidas, mas
filias legitimas da naiyae -to parecer, que quer
que o vigario Ci-da os srus votos ao Dr. que nao
coohecido ncui ao ine>os de n 'rae, do ctete do
partido o do elitorado de S. Lourenco! Que sem
ter conheciiaento por acto algum, publico ou par-
ticular; resolve que os votos de Zeferinopertencem
ao deseonhecido Jos !
Mas, Sr. presidente a nobre coramissio de po
deies prometteu ese c-impr.ira- tteu no |iareeor a
npresentar, alem dos precedentes relativos ao re
couhecimento f depqtado a Assembla Geral)
outros precedent. ? relativas Assenbla Provin-
cial, |oft) o tez.
OSri-Ey.il de An irada -Por que ael m qne
eram de e ai.-'.
O Sr. Lopes Machado Entio nio priraettesse ;
nao rae facilitaste mais este casejo para demoo-
strar, que era todas ss anas partes, o parecer
iiisustentavel.
O Sr. Loiz de AudradaN' npiniode V. Exc.
O Sr. Lapes Machade^Nao na m'nhaopiniio#
U14 se inundo a lei o nutoridade dos fact-s. Vou
satistuzc esta lacaim.
Em 1880 o deputado L>pes Machado, que era
in sta casa o relator da commissao da verificacao
de podere.--, apurai 9 votos que o Sr. Dr. Antonio
Clodoaldo de Sonsa obtevo em Fetroliaa com o
nome de Antonio Clodoaldo de Siqueira. Houve
slterc&o uo terceiro nome da appeili o, os dous
primeiros estavam axuctos.
Procure saber se havia coacor, ido i eli-icio
outro Antonio Clodoaldo ; nio se descubri, mu-
guen reclamou o p Tt.nito cu nio tive escrpulo
em contar ao Sr Dr. Antonio Clodoaldo de Sauza
casca pouc is votos e o parecer foi aqui approvaio.
Para nio ir tai longe, a 1880, tocare em epo
cha mais pioxima. Eu entilo i uiofazia parte
duBta casa, e por isso descul e o nobre deputado
se o tacto nao eativer em conii^ies d ser ap.o-
lentado ; d'elle sei por infarinieoes. O Sr. Dr.
Lu7 Antonia de Andrada, ura dos signatarios do
parecer era discussao o que tanto rae honra com
03 seus apartes, teve em seu favor a delibera^io
da ouiraissao de p dores de entio, mandando
contar una votos que obteve com o nome de Anto-
nio Luiz de Andrada, dcliberacSo que foi appro-
vada pela Assembla.
E s a pti a precedentes da Assembla Provincial
que nao nuil > piulados por deraais, mas com
certeza porque elles, e outras que dcixo de refe-
rir provara centra o parecer da ccramissao, eontra
a injustica que me faz um dos seus raembros.
caquecido hoje do que hontem obteve das seos ad-
versarios. (Apaiadcs)
Sr. presidente, eu conheco que os veutos na
me soprao favor-.veis, apezar de procurar abrigo
.na magestade da lei, e nos principios da maral e
DISCURSO DO K. DEPUTADO LIZ DE AN-
DRADA, PROFERIDO NO DA 15 DE MAR(-,0
DE 1886.
O r. Lua de AndradaSr. presidente,
coma humilde mem'aro da commissao ie verifica-
cia de poderes, (oao apsiados,) teaho o dever de
vir aastentar o parecer que assignei.
O nobre candidato, que acaba de sentar se, oa
defeza do sea direito irrogou X coramissio ms in -
tencocs, irrogan c junoisaio provencio, irrogo
commissao falta de justica.
O ."r V8eonde de TabatingaParece q :e elle
t-ve razio.
O Sr. Luis da AndradaV. Exc. sabe que para
responder-se a tasa aecusaedes era raister ir muito
longe e isto p le dor lugar a u na discussio in-
conveniente, que qu-ra evitar.
Mas, Sr. presidente, eu eaperava que o nobre
candidato, pio 2." districto, tivesse mais sobran-
ccria c pracurasie discutir com mais hocebrilade,
deixando l fora o que nos nio devenios trazer
pura aqu.
O Sr. Lopes MachadoNio me faca injustica.
O ir. Luiz de AudrudaNao digo seo para
molestar a /. Exc, procuro apenas narrar am
M.s, Sr. presidente, eu costura i pautar oe meas
actis pelo que justa, huuesto e legal; cu sem-
pre c'Stun) eatrar era todis us actos da miaba
vid i cora siaceii lud;. E'deleito meu, ou tal vez
a"j i uran. virtule de eentimeotos.
Levada por esses principios, eu nunca proced
.le o Uro modo, e eis o motivo de sempre me olie-
car na posicio d: discutir cao siuceridade e en-
trar de bi t era tado c qualquer acta da miaba
da.
l'.utanto, Sr. presidrute, coma ra robre da cora
inis-i Vi'; ficadjra de poderes, eu ua podia ter
outra intciica i, nio padia rae.-in; tor outro raovul
a ni) ser iquelle que deeorre la Justina o da im-
parcialidauc.
Poderia ter cralo, parque 11 loa nos estamoj su-
j. ir is ao ern. .
Um Sr. Dopjt&loErrare kiimjunm est.
O Sr. Liiz a Audradc... m .s erciarae V.
Exc. aa sinceridad-; da miabas paiavras, crea
V. Exc qii' fo'ira somente a siucridade e boa t,
que presidiraoi ao ineu acto.
O Sr. L p a M adiada Nao paz isso e u du-
vi'la.
O Sr. Luiz de AudralaSr. presidente, o nottre
.. .a i lafn pelo 2. districto fez a defeza ao sua I
ii;i', Os argumentos que truuxe para con-I
a i.ir o parecer, uo meu ira jo entender nao
.,. I r .1:1 surtir o desejab tll'eito, e cu sinto
:.rofiiudamente nio podor rae couveacer cora as ra-
C' lozidas por S. Exc. -
A o ..iiaiissia verificadora de poderes, verifieiu-
ramento da discuasao, nio ae votando tor falta de
numero.
Fez obaervacei, pela oidem, o ?r. Lonreoco de
S.
Adiou-se a 1 discussia do projecto n. 9 date
anno.
A edem do da : eontiuuacio da antece-
dente.
OITlcial de gubinetu Por acto de31 de
Marfca fiado, foi nomeado official de gabinete da
presidencia da provincia o Sr. Dr. Jas Navaesde
Souza Carvalho.
Embarque- S. Exc. o Sr. coasclheiro Jas
Fernandes da rosta Perelra Jnior, digni presi-
i nte desta provincia, enbaroou liratem para o
sul, ao bardo do paquete nacional Para.
Gian ie numera du amigos politios e privadas
de S.Exe. i-unirain-se era o palacio presideucial
s 4 horas da tarde, e o acompanharam, era gran-
de squito de carr is, at o Arsenal de Mariuha,
onde S. Exc. devia tomar o eseoler para ir para o
paquete.
N i Arsena' estavam postadas uraa guarda de
brara di 2o batalhio de lufantaii i, a compinhia
dos m-uores do Arseaal de Guerra cora a respe-
ctiva banda de msica, e mais as bandas de m-
sica do corpa de plida e do 14 bata h > de in-
fintaria.
Uecebido com as hauras e regdiaa d) seu alto
carg), S. Exc. d-s-eancau ura peueo uo pavilhlo
da Arse .al, e, fc-itas aa despedidas aos amigas,
eiub iion-ae no eaealer em demanda di paquete,
sen I i n ;ste trajelo anda acorapauhada par di-
vera )s amigos que lhe foram dizer oadens bordo,
ae,'Undo n'outros escaleres.
A fortaleza da Uruin leu a salva do eatylo'.
Foi um embirquc parap)83, especialai rute pe'a
esolhida, luzdi c numerosa oneurrciicia de pes-
soii3 gradis ; e S. Exc. o Sr. Casta Peicira
muit) deve ter Iisougcadj essaprova de apreC) da
elevada sociedude pera imbucanft.
\e;'(irl(ii de Caciiiotinif V. i '. a '
rodaeoSo da Provincia, apreciando hontem com a
1 ii' la paixo poltica, a bVrada adm'aistraQao
do Ex ii. Sr. c;nselhcir) Joa Fcruauics di Costa
Pereira Jnior, foi saber .mamante injusta a res-
peto de todos os t'en do seu libello.
Nio levant iremos ess'as ,.ccua-,ices, que o espi-
:i!, publico j est afeito a ver fannolar pelas op-
poaiccs de taJos 08 matizes centra que: i cera
r spaasabilidade do poder ; mas uia podemos nos
furtar ao dever, que nos impa i a recta oa ;a, de
toroar bam publica o m lo c imo a paixai i ilitica
lesvaira ao p.nti ilc ere ir fant tinas.
Xo artigo editorial a que alladiuioa v.oj ?ir
ex'mp!), ncartados estes trechos tectricos
A'poucos kd'metros de-Canhotinha ioi uraa
faaia picid.M.'abarijsae iaJepealente pa isida
^V
lo p as actas que Ih; forau. reraettidas. que o no- i l,as a.rmas P meta) Sr. Costa Pereira. R)-
bre can lidata havi i obtido 570 vat03 e o seu cora-
p.lidor53l, bas.ala as fuularaeut .3 do mesmo
parecer, entendeu que devlara sor contados an Dr.
JoaZrf-riu) Ferreira Ve. I asa os Votas que era
uma ou raa seccSes foram da-lis-a Ziferiao Val-
sa Baria do Espirit) Santo, viuva honesta e com
tiilna hanens e mocis, fai atacada fra de h n ..-.
110 s"u sitio Gr.ti Nova palos sallados da sable-
lgalo.
Resisti a que vin'assera o asylo sagrado da
soa casa, segundo a phr.no da constituicio. Foi
nnti baatra para uma Iota deaigdal eulrc mu-
los'. E a eniiihia.-o fes ssoscao alluaao a fictos
ideticos; a coramissio ip-.nta o que 1133 diz os.
annaes da Cmara dos Se 1I1 iros Deputad m mn ln !rea 'lue aefendiam o seu direito, e uto forte
circamsUficiaa ideot ca. Eu uo posso aduMi^r | d-*tieainento,qeo dova nespeUar, se enera fos-
q 1 o n ibrc candi lato ent udess: que a commis-
s 1, tmente inspirada cm sentimantos partidun -
no procurasse proceder com jnstiea, com toda
a isenci do animo.
S. Bxc. uio padia acre litar semelbiute cousa.
Mas iiielizmeute o nobre candidato eaiti persua
dido que a coramissio foi viol irada e obngaia a
elali nar o parecer do :n 1 la pirque elle se acha.
OSr. Lopes Maeli-td^Si nao disse tanti.
O Sr. L liz ie Andrada V. Exc. ciiteuic que a
vo uinidsio, parque cata careada de amigos, uio teve
a homKridada fcreiso pira elaborar um oracei
conforme entendease, e asoim julga que o parecer
til ha da pressao desaes a-xdg.is.
V. Exc. na defeza do seu direito poda emprestar
ludo a commissao, meuos erar restar-lhe semelnonte
procelimeuto.
O Sr. Lopes Machado-O que e verdade c que
V. Exc. at agu-a aindd oto piule fui lameutar o
parecer.
O Sr. Luiz de AndradaEuj i explique! o pro
cedimento i c uiraiasio.
Verificando ella baver o nobre caudiato obtido
57 votos e o seu competidor p meo menos, entendeu
que devia mandar cootac ao Dr. Jos Zji'erino
Ferreira Velloso os votos dados a Zeferiuo Fer-
reira Vellosa. Isso pode ser ura erro da coramis-
sio, mas quem delibera aqui nio V. Exc, nem
to pou-u es-a bancada; mas 8m a maioria da
casi. Esta decidir de que lado est a justica.
As3ra, Sr. presidente, cora mimbra da eommia-
sio verificadora de poderes, julga ter dado os mo-
tivos justificativos do parecer que se diseute, mes-
mo pirque eut rudo que o arrasoado do nobre can-
didato ni) o deatrui).
Errata
No discui'3) do Sr. Dr. Jaobina, da seasi) de
17 de Marco, publicado era 31, ua 4*. columna,
41' linha, em lugar de :
O -r.Jguacia .le BarrosSupp^uha o nabre de-
put 1 lo, etc etc.
Diga-se :
O Sr. Barros B.irreto Jnior;Soppouha o nobre
deputado que cucautrando-sc ni um eleitor bcu
amigo, V. Exc. lhe perguntasa-, e.n quem votoa ? e
elle lhe respoudesse no Dr. Vell io. Acredi-
tara o nobre deputado ter elle votado oo Rvdin.
Sr. vigario ou 110 Dr. Jos Zeferiuo Velloso ?
.....aiEViSTA DIARil "
.*iej;il.a Provlucial Fuuccionou
hontem, sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Anto-
nio Francisco CorreU do Araujo, tendo compire
cido 30 Srs. deputados.
Foi lida e approvada, sera cbate, a acta da
seasi] antecedente.
O Sr. Io secretario procedeu leitura do seguin
te i-xpedieate :
Ura ab.iix.) hs-_'u id is de miradores n 1 povoa
cao de Pilocs de Quipap, pe Jin lo a creacio de
uma cadeira para sexo masculino 011 mixta all.
t commissi-a de instruccio pulilica.
Outro de eleitores e raorudores na districto de
Barra de Jangada da comarca do Bonito, p.-diudo j a ^ropriedade pe
quem governa ; 111 is declarado com necento resi-
liiio e euergico,-quer dizer, a irmiiria faz 9 que
emende.
I i.'pois dito o que posso esperar ? Nada mais
do que submetter me a docisio dusta Assembla,
e retirar me desta easa, se V. Exc. conceder-me
I cenca para fazel-o j
Vozes Muito bem Muito bem !
(O orador eamprimeotado.)
para pertencer uquel.e districto ao termo de Qui
pap.A* commiasi) do estatistica e divisao civil
e ecclesiastica.
Uma peticio da Irm nidade de N. S. da Luz da
igreja da Carino, requerendo a approvaco do seu
cotnpromisso.A' coaunissAo de negocios ecele-
saiic03.
Outra de Camilla do Carma Torres, professora
publica de Pao d'Alho, requerendo 8 mezes de Ii-
cenca com todos os veudraeutos para tractor de
sua saude, a contar do 1 de Novjmbro ultimo.
A' corauissao de peticoes.
Approvou-se, sem debate, um parecer da cora-
missio de pasturas, pediudo infarmaces jjobre t
propasta da Cunara Municipal de (ijyanna rela-
tivamente ao eeraiteiio de Garaauiuna.
Foram a uppriuiir 03 seguintes projectos, s-ndo
o tres primeiros piecedidoa de parecer >ia raesma
eommiasio cima.
N. 18.Appra.'au lo artigas de pasturas da C-
mara Municipal do Nossa Senhora do-0' de ipo-
juca.
N. 19. dem o cdigo de posturas da C mi ira
Municipal da Podra.
N. 20.dem, com alteracio, ura projecto ie
posturas da Cmara Mauidpal da Florea.
N. 21.Kvogaida a lei 11. l,41.i. reuuiud.i se
ao 1 o 3 districto de paz do R.o Farinoso.
N. 22.Creaudo na Podra, comarca da Kia For-
mos->, 'ima caderra mixta.
N. 23 Coucedeudo urna lotera de 120 con tos
para cautinuacao das obras d 1 ceraiterio publica
de ltaprssuma e outra para us ibraa da capilla d
S. G.incalo da raes.ua povoacio
O Sr. Prxedes Pitaaga, pela orJem, peiio u-
formacoes acerca da demara na apresentaeio do
parecer relativo ao 13 districto.
O Sr. Jos iMara enviad meaa no requer-
ment, pedinio infarmaces acerca da estado anor-
mal da comarca de Tacarat. Foi regeitado, de-
pois de orar o anotar, daos vesjoSj e o Sr. Goncal-
ves Ferreira, qae ped) e obtevo prpregajia da
gora por 30 minutos.
Pasaou se orden do da.
Approvou-se um requerimento do Sr. Ferreira
Jacobina para serem ouvidos o Dr jais di capel
las de Goyaim 1 e a Santa Casa de Misericordia da
se a raaralidade do governe." D'aqui resdtou a
Mi de llosa Maria, a de um sen filho otferi-
mnitcs graves deumafilha soltura de 1G vinos.
mane de um soldado, o ferimento ma-ul ce oOtTO
e es ferimentos graves de mais dous.
Triumpliou a soldadesca, que deslnmbraa
com a vicroria, litaron fogo casa de Ro$a Ma-
ra, na rasa du eiigenho, rus partidos 'amia
depon de um saqu yeral tan iinheira; roupa
ammaesl
" E o Sr. Costa Pereira limiiou se apon :s a ter
noticia de quo o subdelegado il polica, o man-
iante dessas 3ceuas de morticinio, p ocedia a in-
querito !
Nada mais fez-se, te que o iuiiuerito se fez.
Oa documentos, que vio em seguida, provam
' entretanto :
I." que o iirqerito foi feito, e remetll8o em 26
de Fevereiro ao Dr. jais municipal do teimo.
2 que o conflicto de lii d- Janeiro, e n Grata
N .-a, fu provcalo pela raulher de Dome Rosa
Mara, que, com os seus auxiliare, receben a ti-
. farca publica,
que Rosa Maria e sua filha Felipjia eatio
de perfdta saude, tendo apenas a priraeira um
pequeo incammodo no dedo palegar da mi di-
rcita.
4. que ella e seus filhos Felippa, Manoel e
Victoriano, e mais o individu) de nome Joo Cy-
priano estio residindo no lugar Poc), fa2;euda io
Birio de Buique.
b." que o filho Manoe!, da indicada Besa Ma-
ria, queja soffria em sua saude, teve agfrravo em
seas padecimentos em cduseq^ieuciia do f rriraento
que recebeu no conflicto, mas* que que anda de p.
6.0 que uio foi violentada a casa de Rasa Ma-
ra nem derrabadas amachado as portas d'essa
casa.
7. que dessa casa apaas 'se queimou o tecto,
que era de palha.
8." que do algodio all existente, calculado em
iOarrebas antes do conflicto, foram rce.lhidas
depois da mesmo couflicto, 8 arrobas, bem .'ora > SO
cuias de milho.
' Assim claro orna a luz meridiaua : qje Risa
Maria nio morreu, nem nenhura de seus filhos;
que nio recebeu ferimento algum sua filha; que
nio foram incendiados a casa do ngeuh nem os
pirtidos de cann ; o que nao haove o tul saque,
que se tigurou no libeilo.
No couflicto receberara form rato: ; I lado do
grupa de Rosa Maria apenas cata um pequeo in-
c anraodo, como diz a testemunha pro 1 -i .1. i'u-
dedo da mi direita, e seu filho Mane 1. cuj in-
cunraodo foi t&o grave que a test imu lia. ogo
depois de 31 de Janeiro, o vio de p. Do la d 1
' re publica: tros procos'gravmoste loriaos, e
uraa morra.
Ante este resultado, crivel que 1 poucos
kilmetros de Canhotiuho/osse u.ni familia paci-
fica, laboriosa e independen te passoda p las ar-
mas da polica seudo Rn Maria > Espirito
Santo, viuva honest 1 in fibos hora 111 c mo-
503, atacada fora de Ii ras pelos sida ros do sub-
delegado ?
Nio ha duvida de i os saldados, n uisic)
do interessado, que .-; va acida v.'o 1 id 1 era
i .india .ie R)3i \I ",-

/
ram all a uma dilig-.iCa ; mas falso, me
que aggredisae a em fora de horas : Um :.-
se a acercar-se da basa, le ou le partiram vi
cas secundadas p,_ tiros de b ica.n irtir lispara-
mt i-
de
o- no > mat-os
c .; ra os
raesma cidade sobre o projecto 11. -5 deste anno.
da just^a, j foi declarado "aqu, que' a maioria lf Continuoa 2a discussij do projecto u. 2 deste
anno (tr.rusferencia da villa de Vertcnto* para a
de Taquaretinga da ode do termo e cainarca do
mesmo nome), rendo sido regeitado o requerimento
de adiamcnto da discussio por 48 horas e orado
08 Srs. Jos Maria, Ferreira Jacobina, que mandou
um requerimento a mesa parase rem ouvidas as au
t)ridodes judici iriasda comarca e a Cmara Muni-
cipal, sem prejuizo da 2 discussio, e, fiolraente
o Sr. Joio Alves que concluio requerendo o encor-
d; par mdividos
ditos soldados.
A aggressio, pois, parti, c sempre, da gente
de Raaa Mari.. 1 para proVal o e mostrar o vigor
dessa sggres?:T\ h istsj o t.-.cto de cr morr do uma
pracae terem sid fondas tres ontros, qu indo do
lido opp ..-: :.; :. i-ir.i.ii foridao iigci 1 .mente
Ui.-a Maria e sen filho Manoel.
Tudo isto eonou la iuqaorito, e corroborado
pelos alluJidos documentos, qu vio em seguida ;
0 isso diz tuno cm relami aa cupilulo de acensa-
ra que obre o connoto se fesfao Exm. Sr. eou-
selheiro Coata Pereira, que alias nao podiij prever
neni "> >-into evfta esse en iflicta, e qne provi-
dencial! a respeito corao no caso eabia.
E P-1'" sji i'ilg ie o publ ca do valar das demuis
it'ns do libeilo aecusatario formulado o ntra a
1 hu ii.tiacio que findou.
Eis oa documentos :
' Secretaria da polica de Pernambuco, em 17
de Marco de 1886.N.-283-Seccao 1* Iil.n. e
Exm. Sr.Passo as ni a as de V. Exc. o ofticio
j it 1 p r copia que, em data de 11 do cor-vate
dirig i-me a delegado de polica de Canhitiuh^
om i-esputa ao quo lbe drigi em data de o leste
mrz, pediaia copia do inqu-rito a que iroeeleo
sobre 03 aconteeimeatoa h-ivdos n) sitio Grata
HiVd, era casa de Raso Maria doEjpir to San-
to, afira de qae V Exe. techa cauhecimsuto do
que a tal respeiti informa aquello delegado.
Deu guarde a V Exc. Tllm. e Exm. Sr.
onielh.'iro Jcs Fernandas oV* Coat Pereiri J-
nior, presidenti aa provincia.O chefe"de,palci"
Antonio Domingos Pinto.
Delgacid de policiu de Canhotinho, 11 de
Marco de 1886. film. Sr. Acenso o ivcob:--
mento da ouci de V. S., sob n. 1,033, de 6 do
corrate mes, do qual, intetrado da partlcipacia
qu; fiz de haver rcuftsttidOHto juizo criminil o iu-
querito policial a que proced sobre os seouteei-
meatos havidos no sitio Grota Nava, ( n caa
de Roza Maria, pide-ma V-S- P*1"* .ue Iba re-
iBctia capia do dito inqlterito.
Deis 1 d cumprir a detcrmiuoeo de V. S.,
pirque desde o dia 26 de Fevereiro, carao psrtici-
p'.i, que remetti dita inquorito ao Dr. jui. muni
cioal do termo, no poder de quem se acha o allu-
dido nquerto.
AqueHe iuiz porem poderi mandar extrahir
copia para satisfazer a requiaicao de V. S : entre-
tanto nrlus) remetto a V. S. em original um auto
dis perguntas oue proced Antonio Cartano de
Silva, ora juramtot que estando para casar-as





whiidiQ
*
ILfifill


Diario #e f?eruaiin5w-.*l|ui!itii-eini de Abril de 1*6
3
V
eom un fiUre.da>Ros>i Masi o fi Venia depois do | r*m de fugir, logo que Tuerglo pos-se gritar por
da :li .lo J-i>eiro, (ito Ihj divertas visitas .no i soeoorro.
!-'


I
Fot, aonde te ajiha a masina Ruin, seas filaos e
Joan Cypri.1110, autores do barulba e desordeo* de
(reta Nova, v-ae de aua doelaraoao qoe Hoza
soba -se viva com seus filhos pul v-.-risaado asa
as-^dieoes da>,Pnoocia que j. lea como ha'cn-
do a ineaia aUeeido.
Anda endito ato de p^ri?UTit5 abundou o
referido Ant >sio Caqlaiio eo d clti'-xQiMa que mii-
to favorecen] h ocia da piiL-ia. o >jio V. S. di-
gnar-e-ha (preciar, e lOaolar puoli: ir se as-im
jalgar conveniente em soa alta s.bedoria.
- Deus (ruar10 a V. S. II m .Sr. Dr. Ante mo
Domingos Pinto, inui digno chef: de polica da
provinciaFrancisco Ignacio de Paiva, delegtdo
di' p'>]iciu im Caiihotnho.
Secretaria do poliea do Pernambuco, 17 de
Mirv'O do 1831). U -nitor ne.Polo secretario, Fr v-
nico G. da Silva Barroso.
Auto de peguntas feas, com jaramente, a Antonio
Caetano di Silva
Aos 8 das do mez lo il.ire > de l*H<> tiesta
povoa^lo de ;.'auli ituili >, terini de S. Beot>, na
eas-\ ile residencio do delegado de pdicia deste
distrieto alteres Francisco Ignacio de Paivu, onde
fui viudo i .'S'rii-) da subdelegada abano as-
sihuado, presente Antonio Castao da. Silva, palo
delegado lhe foram fetas as seguintes reiguotas :
Qual sen no-n', idade, estado, filiacio, natu-
ralidad i [T;lisaao, ,n iridia, a se sabe ha* e eacre-
ver ?
Respond-u cham ir-se Antonio' Caetano da
Silv.-i. com "i.'l annos de idade, soiteiro, filho de
Mano I Caetano, natural deste termo, agricultor,
morador no sitio Para/uso deste distrieto, uX> sa-
be 1er nem escrever.
Perguntado o que sabe a respeito do facto ha-
vido no sitio Gruta Nova, em casa de Raza
Mura do Espirito Santo por occasiao de all se
preceder nma diligencia.
Respondn que estando Iioza Maria do Esjii-
rito Sanio mandar matar gado do tene.ite Lau-
rentinj Ferreira Pimentel, para o que, propositul-
mente, derrubava Ibc cercas no cercado ; o mesmo
ten Mito Pimeatel, procurando a polica, esta all
f oi ter, e por essa oceaiiao foram espingardeados
os toldados, resultando a marte de um delles
Disse mus q>i. Rosa Mara lhe hivia dito que
quetr eetava na occasiao do conflicto n da do
mingo, 31 de Janeiro. proxi.no fiado, foram ella
Roza Mara, s^ns das fithos Victorian e Minojl,
Joao Cyprian-i, JoSo Raymudd> e Mariano d^ tal.
o Perguntado se elle respndeme sabe onde es
tito as pessoas que as*istiram aesse conflicto ?
Responda que sabe assiatircn no Poco, fa-
rgnda do Barao de Bnique, Riza Mara, sua filil
Felippa, seus dous filtios Manoel e Victoriano, o
Joo Uypriano, nao salenlo, porem, onde se aeham
Joao Riynmodoe Mariano.
Disse miis que Roza Maria acha-se apenas
soffrendo de um pequeo incommodo sobre o dedo pul-
legar da modirea, que na ia inas soffre, e que
Eeu iiiho M m n 1, hav ini i eebido um ferimento
na lucta 'm que asteve, e /' ftffrendo incommodos
physivos em sua saude remltou por isso aggraoa-
rem-se os seus malea ; mas qce anda de te, como
elle respon'lenlc testenmnha ocular, visto que, es -
tando para caaar-M com urna das filbas de li>zi
Maria, de nome Feppa, alli foi ter e prettneisfj
O que acaba de expea lar.
Perguntado se sabu terem til > vio'.Mit alas e
abatid iS a machado as pirtis la cisi de fi>z&
Mara por oecaao da-diligencia, e q ie quant-
dadj de algOO ooJeria t-r ra dita casa ?
Resp)n I i q i'- leu i > de ir, oin > fteetivani;.-
le foi, qu 11 sitl i apcovait ir, p ir m utdado ilo te-
neute E loar 1 i, o rnho e d^lai alli exist-.-nte.
p "rtenc-'nte a 'ii fnt ira soirri Riza Maa,
end i Matante d i aafr o i no i oita nrr bu do al
godao e ai ten! a uaia* Jai milho, cuj a foram entre-
gues aoin'ni lante Eduardo; e nao vio nem
lhe cinston q>u: fetsem as portas d'aquella casa
abatidas a machado, e que sonvnte fora incendiado
l:c' > da mema OBM que era eoherla de palha, na
occiaiai di c.i fleto que a di M d'n, nao saben-
do nem mesmo lhe doclarandj ena futura sogra,
eom qnem ha sanpre estad i a e iversudo, quil a
quantilad I .!.; i lio i|iie n'aqaila casi podi-t
ir, % (jila re.spiiidente avada mais ou men>s en
umi- ton nr->bisp r tsr vist>antes e d-p>is do
bar lli
-:'..- ..:.: ni iis !;*< i iba fji porgan -
tai., i \i-f. pjrlinli seu ipg n oto que Bendo-
llu; 11! -\ :li. i oo i ii-ie eascil rogo assipui o
tenante J >1 > Anspirio (,'iaves i-om o delegado e
as tcatanumhai Antoni > farsfuoi i Jo?.!- Maraas, onomigo Padm A^ripino d" Alean
tara escrivao que Mefevi, D-i l. Francisco
Ignacio de Paioa. Jo&o Auspirio Chaves. Anto
w'o Marques da. Ijirn-i.Ciciliano Jo* Marques.
i Secretaria, da polica de IVrnimbueo, 17 d-
Marco de SSNo. Cunfnraae. P--11 seeretaii i.
Prafisco Gemido ia Silva Barroso.
r h'hjilude f IHri*iCii E-n s3sa> da
congregacte .lo Io d Marea ultimo foi distribuid >
e regulado pidi mido sagoiote o sorricn d is aulas
naiores d'es'a Faeuldadc, caja abortara ter. lu-
gar antanbS, 2 do eorrente.
1 anuo
1." ca leia Dr..Meim. de 1 > i b. iraa da f r le,
2. dita-Couselbeiri Pin'o Jnni r, d 12 1
hora, na 1* sal.
2* ano
1 eadeiraDr. Seabra, daa 1 iU 12 h ir as.
2.' dita -Dr. Belfut, das 10 a II .- l
sa'v.
3* anuo
1." eadeiraDr Tirquini i, di? i s 12 h
L" lita -Dr. JoSo Viora, d is 10 s 11 h
na 2' sala.
4 anuo
!.* cideira Dr. Correia, dae 10 s II li
2.' ditar Joao Vieira, das 11 ii 12 !i raa,
na 4* sala.
5 auno
l. cdeiraDr. Tobas, das 12 1 hora.
2. ditaDr. U-tfort, das 11 s 2 boraa
3. ditaDr. Barros Guimaraes. d s 10 s 1
horas, na 3" sal*.
Eis o resoltado dos actos de h mt-m.
Jir.'t'o natural
Deocleci > Duarte da Silva, simples aent;.
Horacio Diuiz da Costa Maia, pen nn"nt.-.
1' anuo
Franeisco L'oc idio de Andrade Pe3soa, simples-
mente.
4'1 anno
:- i
Aureiiano Pin'o O meaivee, pen imeat
Jos Gomes Villar, dem.
Emilio Ferreir.i de Abreu e Costa, dem.
Jos Buarque de Mac-edo, ni-in.
Joao Jos de Siqu> ira Mendos, simplesmeDle.
ti-ii.liim-itli>H |>iil>llri>H Arrecadar i.u
ii seguintes ostaces em Morca :
A'tndega :
725:2(31597
7-24:3834595
l,114:S*>2ri2
847:084*674
1.070:181*734
De 1886
De 185
De 1884
De 1883
De 1882
Recebedoria Geral
De 1886
De 1885
Da 1884
De 1883
De 1882
Coruulado Provincial
De 1886
De 1885
De 1884
De 1S3
De 1882
120:783 158
98:84Hll I
9SB904944
I01:0l53i4
104:4'J878 '
132:5661<)1
109:127*276
128:CI2#924
73:262*250
252:580*673
Kallerintenlol-'alleceu no dia 30 do p a-
s ido. na seu cn^onho Sibir, o coronel Francisco
Lini Pies BarretOj na ida le de 76 a,nm.
O ti 11 I*, .Ti i Indi Vlarquz do liecife, Bgri
ci: a ..i i: nj.ts'f i" i en^euli", 1> termo
a lp..
Cirtcter franco e jovial, goava ia ruaior syin-
pncll i as peM'jaK que cultii*avain a sua amisade.
Era c iridos i rin extremo e jamis a indigencia
bal n-lhe a pi irla seo que o a-u ob lio fisse em
H abitad i.
A' sua ineoncolnovl con-orte e .cus dirnos fi-
lh so genios a orasen tamos ia nasaa? owdoJeneiaa.
Ituubi:Cerca d'3 h in.s da madrugada de
M ici lio lo, os I idioes, arrumbando a p>rta
trasoir do pred o n 67 di rua do Mutocolomlj.
eoi If gados, onde rusidinn a hespanh i] Jos Ta.r-
Eluo e nina sua c impanheira de iene Mana do
ivrainent), p Wl ra -.. n i.ii ri f e apo-
deran:! )-se da oh -ve de um bah, qne estava no
quart'i em [-; mi un arjne ; --. abnram o msrno
I i;d ubar.nn-oor^a dernat ermtarivrie,
qne eviirain, c -. tuiio lo inais outn b lu. p'Tten
c-ire a Mara do Livi-amento. no qn i xistiam
ti dinhjiro, divaraas joias a r eipa.
U imfl f-i pratieado ojm maita- cauteli-,
os raubados ao> proaentiraai <>s ladies; mais t de. porw, aceoiylaado Tuerglo, e deparando oom
a p irta do quin ni aberta, para all as dirigi, e
anda poade ver tres individuos, que nao reeonbe-
ceu por causa da escarido da noute, e que trata
Os laripir>9, quo ao qne parece eram o 3 citado
individuos, deixaram cahir no quintal lia casa umi
sedula le 50 e 6'moeiai d-'pnata, nobindonaram
alli 3 pares de sapatos de tapeto c urna bengala de
volta.
.\c edita-so querobairararo nnma jangada,"que
so verrfreou ter desapparedo de junto lia ponte de
Atogados, verificantio-se mais a existencia de vea-
tibios de ps des 'alojos desdo o lugar di crimeat
a marg ha do rio.
\ polica local tomDU conheciment do faito, t
est proeedeudo na fonm da le, jateado realisa-
do algumaa deligencia intrjjetrreraa
!l iialii niulemle Pi'm-ii>3 para
dizer que a n i.i'.ii, s LOttiras de dia, os m>cis
academia >s la Pacal lad.' di Direitb se devem
reunir no e iifi :i i di ic id una, pira irem encorpo-
ra los cemprim-ntir o Sr. Dr. Jos Hy^ino Duar-
te Pereira, recentcmente chegad i da Europa.
DlnhclroO piquete Espirito Santo levau
para :
Parahyba 13 0"0*000
Natal 6ir>* Manaos 500*0 0
Cooperativa Volver al.Eis a versao
do discars i proferido pelo Sr. Reguier por oceasiao
da ni uiurucan da exposicJe da S >c edade"Coopi
ra'iva Universal :
Sr. i rendente: Agradeco sinceramente
V. Exc. as palavras attenciosas e animadoras ue
teve a bondad de dirigir-me.
ii Reordal-as hei s-mpre cora urgulho, o essa
re'.:ordacao me auxiliar a vencer as obstculos e
difficuldades que nai deixaro de apreseatir-se na
execucao do meu projecto.
J unan Ito'ive exposicio qu>, no dia lo su*
abertura, dsss resu ta los completos e eatisfacto-
rios.
A nossa, por um oncurso de circumstancias
imprevistas, deixa anda a desejar; e por isso mes-
mo, seuhores, nao vos c invidei para a ab Ttura de
umi rxpisicao, que 60 p ider ficar como'uta de
aqui algum temp, mas sim para assistirdes ao
nascimento de urna nova e grande idea, que, urna
vez bem contienda e apreciada como merece, ha
de certamtnte obter o auxilio e o concurso de to-
das as iutelligencias.
Esso concurso de certo nao me faltar, porque
s va esto p iz para fazer o bem, para estrei
tir os lar; .s do amisade que j unein a Franca ao
Brasil, e p'-rfeitaraute secundado par meus repre-
sentantes e amig-s, os Srs. G. Saporte C, dar
taciodalii aos coinmerciantes, auxiliar os agricul-
tores, e fagot d- ambos amigos 0 cooperdores as-
sicia I os.
>> Te-.iho interesse em declarar em publico que
a nossa sociedade nunca se oceupar de negocios
de retalho, que 80 tratera do negocios em grosso,
e que s-!u nico fim ser forneoer aos commercan-
eintes, cxclusivamcute, todos os ff.eos de trata-
rem de S''us negocios fcil o honradamente.
o Taei ato, Sr. presidente, as grandes linhas do
meu prjeeto.
Nao nutro llusoea. Sei que sna execucao me
causar mutos de3gostos, trabalbos e vexames.
Hei de ter sobretuio detractores; tenho mes
mo o deipnzer de verificar qu? entra estes lti-
mos j fi'ui .iu algumas pessoas qne deviira S'-r,
pe coutr irio, o meus mais euthusiastis partid i-
rio9. o meus oelhoies defensores.
Diixi-.'s, pirin, obrar'orno entenderern ; na-
11 in d"siairair nem me fir deter no eaminho
One levo.
Tenb i pjr gura o exemplo de hom vis illustres
9 oaoentes, e entre estes especialmente o Je um
que a Prano'i enra cjm orgulho entre o m d-
Ih ia mais c lebres, e a quem o universo inteiro re
ven lici como um de seus filhos, o quai no mi dis-
curso de recepeo na Academia Francza, pr.if t o
estas ndmira vi :s palavras :
Nao lo dentis conseguir tal fim por meio de
tilo largos esforcis. Tudo dirficil de faner aos-
te muulo, com especiaUda-ie o til. N> ha em-
i pr eh"ii liini'it > naseente, por mais bmeo que
si ja, e quici mosmi pelo bem que pr.ssa prolu-
zir, que ni te-ih i por ni migo 08 igiiorant-.-s e
i 08 m ildizeates.
Os prim-iris. pirque eonheeem mal ou deseo-
ii iih'.-em absolutamente o rosaltd> que o busca
ale ni; ir, 8 lor que u est i de posse da se^re
i do I .s in-ios o da forca empregada. A' roses
cumpri! esclarecer; e, umi vez abertoi os seus
oli.os, tornwB-Be 'Mes adeptos f uventes e auxi-
liares precioaos.
* Quonto aos outros, os scepticos, os o lientos c
i at os insultad ires, cumpre nao nos oceuparm ia
" com el'es. D;z o proverbio rabe : os car li-
i i'.ram, a caravana passi... Eu paasd. "
, l'ois bem, Sr. presidente, pouco me importa o
qu; p 'dem ou podero dize os eceptiei e, os odien
ios, os insultadores. O que de"jo que todos os
lirasileiros -sti-jain de meu lado, que prosgala no
i b loclo auxilio, que me honrem com a sua
arniiale, da quai procurarei s-mpre tornar-me
o; .-, entilo, dentro de pouco tesspo, imitando
v graiiie franr.ez quem alludi, poderei dizer tam-
ben). -. Eu passei.
O Hi'brt'cO Sr. Fortanito Piuheiro, re-
m-r do Rrbale, pedem-n.s pira declarar que
i ni toase i'ie.ieia di^ eoncertusque tem de tizer im
tj p igrapbia que acaba de alugar, s oo lira a aua
fo'h i ser publicada no dri 12 do correut .
Csmpanhia CernaaiBiirana Esta
.oaijiaahia i est pagmdo os juros*das suas
obrigaeoet garantaos), do semestre hontem finio.
A Vcni'cdornCom este titulo acaba a
Sr. J li dirii do Lem loja de miu lezaa, pe fumaras e quin juilharias,
n i rua i i luiprratriz u, 82.
Em outro lugar publicamos O annuncio.
Inqjiiorilo O respectivo subdelegado do
Recite semettea ante-heitem ao Dr. jai* de di-
reito do 1 distrieto criminal o inquerito proce-
ilido relaliv.ameute ao ciime de di fl iramento pra-
i lo contra a menor de noine Autonilli Fran-
ji'i lar basa.
1'ii'liM Ru Bn -Cim este titulo recebe
ni w nal ex--.nplar de m'is.co, composic;Ij do ?>r.
Muleh. RiMe'-
Ai.-adecenios.
I.yrr-u d trie e OIBeloN = Aeha-se
aberta a matriouia pira o ejtu lo de historia uni
versil neste eslabelecimanto. A aula fuuccion
u .s segna I is, qoartss e saobados, comee indo os
- o- trab i lio no dia 3.
pampanilla Santa Vherr-ia Foi n
s guinte o r.-tultado di eleics a que boje se pro-
ved- it paran adaunistracao da compmbiu no fu-
turo .jui.iqu-uiuio :
PresJente di assoiabli geralCi.ninead.nior
I Jos Ferreira Biliar. .
Set-rctarioda assembli geralMauo>l Jos da
Jouba Porta
Din-toreo- Engi'ulieiro Antonio Pereir* Si-
moe.', Sibistiio Lopes Guimai-'s e Antonio Jos
Coimora Guimaraes.
Commiss) fiscal--Major Laarentiao Jos de
Miranda. Jos Lui de Araiijo e Jos Nogueira de
Bni C!>nlto Eserevo o nosao correa-
p iii r n'e em 11 dj oiietite :
Depois de urna ausencia de 30 das que lo-
mos obrigados a fizer das colnmuas desse popular
e couctuado Diirio, por encomm >dos em nossa
sanie, vamos hoje reassumir o nosso humilde
posto de mtssivisia desta locali iade, continuando
a noticiar os faCtos dignos da attenySo publica,
principiando pelos que succederan durante o
longo periodo do ni<8S0 involuntario itnpedi-
u.ento.
A grande copia de factos de que prec sainos
oceupar-nos, reunida a algumas rectifica^oes que
:i 'cessita a missiva de 3 do passado, as qoaes j
deixamos do incluir em nossa ultima cart, por
.iffluencia de materia, constituirn! um voluraoae
folar, eom que agora rnemoseanamos os amigos do
Diario, seno reconhecessetnos que a prolixidade
hoje eondemnada a um eterno limbo pela roaiora
dos l-itores, que com razao o consideram o 5 pec-
tado que brada ao co.
Por este motivo, limtimo n >' abada hojj s
ultimas oceurrencias, h mu lo o demaispara a pri-
meira opportanidade.
< No domingo, 14 do passado, teve lugar, no
obllegio desta villa, a solemne posse da nova su
peroca, a freir Isabel, irma da sempre chorada
D. Nat ira Gomes Brasileira, neto precedido do
miaa cantada, na qual offi rurun 03 Rvds. eaptf-
cbinhos Pr. Clemeute c Fr. Caetano, e o lvd
vigar) Ch'tgas, com assistencia da nossa melhor
sociedade
Foi este o intuito da visgam aqui do Fr. Cie-
tano, e nao o de fazer algumas obras no cllegro,
como por muitas foi entendido 0r ttos noti
ciado.
- Xo dia 1'k foi preso e sarrias aaeio/Lnia,
ivj do iaMO Dumingos ltjssi, por t-r alte-
re ido eom o irmii deste, rnotboal Ujss
ii Domingos, despintado cora o procediraento
daipolicia, altorrou immediatamente o escravo.
Se a moda pegasse, lembrarismos uo governo
o irbitrio de decretal-a, com e que ficaria em
breve ritincta a esraviian, asm oaus paraos co-
fres publico, e os escruvos saboreando as delicias'
da lib'rdade.
No dia ->0, aqui ch'gou, vio li deesa ci lade, o
negociante r.ajor Finntu.) de Olivein Mello, eim
0 fito d- fixr sua residnci entre nos, abrindo
logo nmn im Torrante e- bem sortida casa com-
mercial.
-O-jia 21 tanrb^m uaidoi l d >s rois-paei-
fiess. O ae isa, niiu x^oavnunado eom a perver-
sidade, geraram d;us factos, dignos de especial
m nf
sitio Oanrja, o-c-iador Antonio Go isag',
preten den 1) inan'.acar uta i* quizaba', valen .-e
do gu irda-inatq di es;iinjirda, que era d- B#pO*
leta, para attraSr a i' u u ga'ho da mspectivs.
arvire. 8 impuso dj galho, movend ng'.tho,
fez etplostr a arma, einpregando-se 4 bago* de
chumbo na cocha do aacador, do que felismeute
cun-rgaio eurar-se.
Nomesmo dia, e no sitio P> Pern, a oeto
gem ia rsula foi atrozmente espane ida por seu
proprio n to Flix Jos da Lima, de parceria cois
Maaoel da tal.
A causa desse brbaro crime s<5 o e so paje
ser aftnbui 11 perversidade dos autores.
> delegado de polica procedeu corpo de de-
1 r o na offendida, continuando nos deraais termos
da le.
Anda nos nltimos das deste mes, no lugar
Trapi, Joaqnim de tal, criminoso, .s 'tt'ieu nm
tira que lhe dtspar.'U ora tal Larangeira. du qual
fieou mrt}ilmente ferido.
Corre ser esta a origem d crime : Jonquim,
tendo furtado 3 cavallos perteneentes a Laran -
geira, este pode descubrir a pis'a dos seus ani-
maes, sahtndo logoa procralos. Chegandona casa
de Joaquim, este nao se oppoi reposico; exi-
giudo, porm, 60* pelo seu trabalho.
Larangeira, fingi annuir, e convidou-o para
ir em sua casa receber a dita importancia ; mas,
quundo l chegou, j 0 travfso Larangeira tinha
substituido as cdulas por zagalotes, e... uiui-
dou-lhes.
Consta q le o ferido est e.n tratamento as
proximidaea desta villa.
No dia 1 do eorrente, o Sr. Joo B iptista Lu-
sitano toiuou posse da regencia interina ds, ea-
deira de liaiua Grande, para a qual foi nomeado
em 25 de fevereiro.
No dia 2, tallecen, tiesta villa, Vicncia Maria
da Conceico, grvida ha 7 m -zea. Ao irazer o
segundo ternn, naseen a creanca, durando ainda
H botas.
Por mais um pouco, feriamos a registrar um
asjombroso phenom-no, nico na especie,o nas-
cimento de um filho da morte !
No dia 5, falleceu D. Honorata, "conforte do
tenente Antonio Pinto de Olivera. Era urna se-
oh >ra respeitavel e lab iriosisiraa.
Nidia 10, Manoel Vieira, Antonio Mulato e
Aironio Aveiiut, liirigiram se casa de Valeriano
le IJiito, morador no lugar Giquery, e depois de
o t-r- m apresillad.i na ponta da faca, espanearam
li irrivelinente a sua mulbcr Mara Rosa da Con-
eeicko, que a nlo ter sido soccorrda por pessoas
que chegaram na occasiao, tetia perecido s maos
dos sicarios.
A pibre victima foi transportada em urna
re le pira esta villa, onde o delegado do termo
procedeu o respectivo corpo de lelicto c mais de-
iigeneias contra os reos.
No dia 15, tendo cessado a correntesa das
aguas do riacho Liva-pj, utilisidas pela popula-
cao pobre, o fiscal da villa, attendeudo ao clamor
publiw, sabio em cirreeao, acompanhado de al
gumas pracis do destacamento pilictal. para
examinar a causa de ij prejudicial aconteei-
mento.
de todos os cerebros dos individuos que formam a
reunan
Aactividade mental das m tasas esta' limitada
colera, unitacao, eaos actos intuitivas, Uto ,
s eaergtas inferiores da ontendimento.
Dada urna massa de gente, impressionavrl. basta
para que marchara e obrem de occordo que teulia n
nma opiaiaoem um sent do.
A paixao, o aturdimenti, o eapiriti 1: Jnvtico,
se enearregam do restante.
E at possival qu as pes.oas assim reunidas
nroceifiin em opposeila-.oin su idii ; ,-enti-
mentoa hriividnaes!
^and upa do individuos i'um i multidao co-
mean a sobreexcitar se, ou que cala i i.roxiuioj a
elle oe contagiara, e s eng u Ir i a aa OR) geral
e o tumelto.
Quaido um ne p a olbar nm bjfe'o dado, to-
dos o olhaa em saber porque.
le ;ual-juer poe ae a correr, tolos orrem sem
asar porque.
Apenas da qualquordos reunidos o priraeiro et-
emplo de vio (nieia! cein bracos, mil bracos, ae le-
vkoIiw para imital-o.
k ara tudo iato algums cousa que parece o pea-
iw* s a votitade coRactirii, e so a maniieta-
c5o das mais batas energas mentaes, que nao po-
dem considerar-se como urna verdadeira faculdade
intelleetual.
A. isto se chama o espirito das massa, a alma
das raultidoes.
A multidao que obedece a estas intiuencias to-
ma rpidamente os caracteres d'um corpo organi-
sado.
Esta reunio de partieulas humanas heterog-
neas se encontra tilo b 'm constituida e ligada am
muito pouco tempo por seus proprioa actos, que
forma urna misaa coherente.
Entilo se produrem as cmsequ'ncias miii im-
previstas.
A mota le ou mnos dos qne tormavam a multi-
dao l fui por curiosidade, mas logo comee ira a ten
tir palpitar seus coraaoes agitados pelos meamos
aentimentos qne anim.im aos outros.
Marcham beu lado, se enthusiasraam com elles
e alli vao sem saber para onde, guiados s por um
instincto de imitacao.
Se um orador improvisado Ihes falla, anda; que
s ch'-guem elles palavras entrecortadas e sem
sentido, o advinham e figuram-no sua mineia e
se entliusiasmain sem saber do que.
Se a repressao da autoriJade d rccasii a luc
ta, entram nella instinctivamente tomando cvmo
oll'ensas proprias os golpes que vem dar seus com
panheiros.
E assim cada momento que passa, cada feito fe-
liz ou dwgrai;do em que tomam parte, augmenta
a solidariedade e p irunto a coheso em o con-
junctoda multidao e vivifici mais sua aceito, fasen
dr-a instrumento dos meamos deaejos, apetites e
paixoes.
Correrla Ue insllonLamoa no Jornal do
'ommercio da corte, de 15 de Marco:
Ao ministerio da agricultura remetteu o do
impprio, por aviso de 8 do eorrente, copia de um
officio pelo qual a presidencia de Matto-Gr isso
communieou terein se dado naquella provincia no-
vas correras de se'vicolas.
NSo ha muiros dina, oceupmo-nos desteobjec-
to e temol-o teto varias vezes. As incursoes dos
seivagens repetem-se cm Matto-Grosso desde
muitiis anuos, o com tal frequeneia qu pa-a alira-
mi povoar;flea desappareceu completamente x
iranquillidade e a seguranoa publica. Os selva-
g na t o levado a sua ousadn at i-cmunIteren
deprodHc'Jes e homicidios as cercanas da cap'-
sa, s baldadoa ten sido os esforcos empregados
i ara aubjugar osla forca a ferooidade de algumis
tuissa. pareoepdo que sa perseguicoea, ao envez de
Exisfiam pr ooi 284, ontranua 4 8biram3,
existem 285.
A saber:
Naciooaea SSO, aulfaerec 4. estomeeiros 8, es-
.rivs aentenciadoa e proeeseados 6, ditos de.cor-
rcecio 7.Total 285.
Arr.icoalos 253, sendo: bons 245, docntes 14
Total 259
Nao h nive alteracSo na enfarmaria
Operaros; rlrart'tcaForam pratica
das no hospital Pedro II, no alia 31 de Marco,
as seguintes :
Pela Dr. Malaquias :
Poethotomia pela thcmn ctutero por pbyraosis
e canoros
lly iroottie pela pun> c"k e iijec(iao nidada.
Anertuin de nbueso da for(a iliaca.
Pelo Dr. Berardo :
Dins populas artifici es reckraadas por man-
chas da cornea.
ILoterla da privl :ein Quinti-feir 1
doiAbrl, se extra iir a lotera n. 46, em b -ne-
fiaio da igreja de N. S. do Livramento.
No consistorio di igreja d* Nbasa Senh .ra '
0 >n -eico dos .Militares, ne acharo expostas ae
urms e as espheris arrumadas em orden aamer-
ca, apreciaco do publico.
liOterla da corteA 1> parte da 196 lo-
tera da corte, cujo premi) grande de 100:000*,
ser extrahida brevemente.
Os bilhetes acham-se venda ua Casa Polis,
praca da Independencia ns. 37 e 39.
Tambera se achara veadana Casa da Fortuna
'ua Primeiro de Marco u. 23.
Lotera do BloA 2* part> la loteri. n.
363, do noy plano, do premio d 100:00*0000,
ser extrahida m dia do corrate.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna & rua Primeiro de Marco.
Tambem acham-se A venda na m-ac/i da Inde-
ca ns. 37 e 3'o.
Lotera Extraordinaria do Ypl-
ransaO 4 c ultimo sirteio das 4 e 5* seriea
desta.importante lotera, cujo .naior premio de
150:090*000, ser extahida'a 9 de Abril.
Acham-se exposto a venda os restos d -s bilhe-
tes na Casa da Fortuna rua Primeiro de Marr;o
n. 23.
Lotera do Cearfi de 0O:tM>n$Ot>0-
A' Ia serio da 2* lotera, cuj i in lior premio de
200:000*000, pelo novo plano, se extrahiri impro-
terivelmente no da 3 de Abril, as 2 horas da tar
de.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna, rua Primeiro de Marco n. 23.
Lotera de Haccl de OtO(M*ooo
A 2" parte da 12 lot-ri i, cujo premio grande
de 200:000*000, pelo novo plano, ser extrahida
irapret?rvelmnte no dia 6 Je Abril s 11 horas
d raanb.
Bilhetes roa la n i Casi Folia da praca da I i-
depeueia ns. 37 e 39.
Matndon.ro l*uhllco. Foram abatidas
no Matadouro di Cabauga 8' rezos para o consu-
mo do dia 1 do correte mes
Herrado Mudielpal de H. Jos -0
raovimento deste Mercado no da 31 do car-
rente, foi o eeguinte:
Entraram :
23 b.is pesando 4.36S kilos
742 kilos de pei'.e a 20 res
CHRuNCA JDDJCIAWL
Juali Coiiimercial da cidaile *l
aJJe
ACTA DA SESSAO DE 2t DE MAsoJ
DS1SM
pke8ipk.vi.-ia oo . piiilKS. DE MIRANDA LE 1L
Secretario, Dr. Julio Gu'-uiaras
A's 10 horas da manha declaioa-se aberta
sessio, estando presentes os Srs. ilepiitaduo-1*!!
19
27
15
to ilciiw .\ 2K) ris
Verficou afinal que a causa das cansa era urna aiugwstal-oe o incutir-lhes pavor, t.n pelo cn-
sofFrivel tapigem, que um tal Sr. L-iiz Selleiro
tinha feit een o louvavcl fim de tratar de uns
couros. Intimado para d ir lb-rdade s aguas,
nao i-steve pelos autos, levando a sua contumacia
a p icto d descompor o fiscal.
Este zeloso empregauo, cuja mileracao
aqui proverbial, veudo-se deaautoriaado par nm
contraventor, grituu s pracit, e eis o nosso Lus
truno irritada os selvicolas, p.-ovocando-os a re
prusalias contra a g> nte civilisada.
Ha pouco tesgpo, foram (aneados destacan 'ti-
tos ao e*eleo dos indios, Iguns dos quaes paga-
ras oim a vida a teineridade da resistencia e ou-
tra firaao f.ito* prisioneiras. Talvez suprema
ecossidade, aa f.titi absoluta de entras meio.;,
hya dotarminado scmelhante providencia, mu la-
o cainiulio u ca 1 ia, onilc teve de demorar, su. < raonoavel. Depois desta facililla as aggres oes
do selvicolas ira-se repetido a iutcrvallos cur-
tos.
S-o- snperflao dizer que tal estado de cousas
exige proridenciaa promptas, que outras nao po-
ileai a*r, quinto a nos, senao a defeza das povoa-
yO-'a pula preeenca ie fjrc, e s organsava) 41
catechese activa que busque ahrandar a ndole dos
sslv.n^ena, aa/rciuiando-os em aldeamentoa, onde
a accoo benefisa do catee bista persuada as tribus
1 que da parte da gente civilisada nao ha para
ellas sentisieuto de lustili la le. A obra dos al-
deiauaentoe lenta por sua natureza, seus resulta-
dos sao mesmo piuco palpa veis, mas a sua i.ofl leti-
cia saudavel no anima dos seivagens est prova
da exp imsiitwlmeote as regioes onde a cate-
chese emprega aquello meio.
i Os indios aldeiados, gozando de algum con-
forta qis a vida erradta lhcs nao proporciona,
posto que nSo transformem improvisadamente a sua
i i adule, affc'sjoun se pouco a pouco gente civili-
Em nossa caria de 19 de Fevereiro, sombra- | gada e contribaem polo exemplo para fazer aere-
mos :i impresciudivel conclusuo de nuasa igreja | ditar s tribus mais atrazadas que u autoridade
tn .triz, coraerjada 30 anuos, e que espera um nilo Ihae tsove guerra. O facto oue, ao redor
pequeo auxilio do governo para tornar-se uin dos idos nosson aldeismeotos regulares, repousam ha-
iinportautes monumentos da provincia. | bitaatee jamis inquietados por correras de gru-
Outras necessidad's, nao menos dignas de p n seivagens, e esta experiencia to prolonga-
attenco. nao quizemos cnto lembrur. por jalgar- da, efue as povoac-as ame icadaa reclamam todas
at evaporar a bilis de que se achava pissuids.
Faleeeu h mtein ni aerra da P.atao t nenie
Joaquim Fidelis de Barros .lunior, filho do uosao
amigo Joaqnim F leiis de Barros.
A titalidad: poBa sobro eate pobre pai de
familia.
.: um mez para e perdetl loas fih:!-, de
easamenfos juat03, e agora este tillio, em quem ti-
nha entiles esperancen, por eua leeoahevida iu
,'elligeil .ia.
Amanda d.-ve reuiiir-e a Ia sesso do jury
d-.st ? anuo, na qual v) responder diversos crt-
lllinos 18.
Prasa aos ceus que o resultado desta sesaJo
nao s ja o mesmo das sessoes pasaalas, e qne os
Srs. jurados se cimpenetrem do grande papel que
vio representar ante a le e a sociedade.
Vam '3 agora fazer um appellj ;i Ilustre A-
senibla Provincial, cm prol do aiguns inclhora
mf-ntos inateriaes desta localidude.
mos dem .si 111 cedo.
Agora, porm, que eisa Ilustre e patrietica
corporaco ja encetou os seus trabalbos legislati-
a tunduca-He. aldeamentoa.
A, verba destinada entchese foi de. .
10U:000* por mutos annos, e, segundo os rclato-
voa. justo que informemos do decadente estado I ros minieteria-a, m*l chegava constraiigMamCRte
desta 1 calidade. extenuada por succesivaa aeccas,'
e entregue muiloa annos aos aeus raingua los ne-
cur8o8, a solicitar dos aeu3 dignos membros, espe-
cialmente dos que to brilhauteinente foram saf-
fragad-'S as urnas do IIo districta, as necassarias
medidas, para satsfazer as nossus mais urgentes
necessid ides, que sao : um acude que nos ministre
agua em abundancia, pois a que nos fornece o Lh-
va-pa, em sua passag-m pelo povoid), insuffi-
eOUlte e auti-hygieniea no periodo do verio, para
cujo acude possue a villa um lugar upropriado e
quasi feito, podendo-se concluir cora a iusignifi-
eaut ileso za de 500* a 1:000*000 ; a coucluaao
da igreja matriz, um encanamento que (raga ao
povoado a agua das naacencas do Lava-ps, que
l.'in rain a 2 kilmetros da villa, como j aqui ti-
vem ia, a esforcos do fallecido Fre^ Caetano, de
saudosa mem ira, por meio de camos de barro ;
e urna eqn.'ria pjnte que ligu o bairro da ma-
triz nodo Bom-Couselho, poi. uinaque existe, a'm
de sua peasima constrnc-cao, nao ulfer.ee a mn -
ma segurunca.
a Qualquer un destea melhoramentns nao pode
eer olvidado sem grave prejuzo da pjpulaco, e por
isso muito c inflamos que o nosso appillo ca dar
no :i ii.in j dos digui.8 legisladores, que assim cor-
n-s., o lera i confianca n'. lies depositada por
...ju.i es que, com sacrificios da proprta vida, tin
defendido sempre a causa do governo actual.
Vamos anda mal de .invern.
As trovoadas, cahindo com gran les ioterval-
los, pouco tem apruveitado agricultura e criaco
e a julgurmos p la constante emigraco d ,s gerta-
uej.s para as mateas e pelas lesa limador is noti-
cias que nos chi gam do Ceara e da Purahyba,
de crer que a seeca, cjm todos os seu8 deploravea
effeitoa, inda nos torture por este anno.
Felizmente os gneros alimenticios ainda
acodem com abundancia ao nosso mere ido sema-
nal, e conservam um prec,o razoavel, o que s
attribuido a falta de dmhciro.
Deus se quera amerciar de nos. >
byniologia das tur lianAs rcvoltaa
de Londres deram motivo ao diario medico The
Gaucet para tazer um eatudo sobre o espirito dab
multidors e o modo de formar-se e desenvolver-se
v .ntade collectiva de urna reunio umultuo-
pra as neeesaidades raprescndiveis do servo; ..
Pasa ai agora a 80:000*. O mesmo. dizer que o
governo fioou impoeatbiltado de, por meios regu-
lares, provsr as necessidades com as quaes nao se
h.ja contado e a outras previstas, indicadas e or-
Ciaa.
Papnluo* enerara do Para Esca-
eistiau re*ateaiente organsada mostra as seguin-
B3 aUaraolss na papnla^o escrava da provincia
di Para, desde 30 de Setarabro de 1873, data do
encerramento da matricula especial, at 30 de Ju-
nli'i do aisno prximo passado :
Populafo escrava matriculada
at wacerramento da matri-
cula especial 31,266
Entrados sos diversos munici-
cargns de l'arinlia n 200ris
ditas ac Iructas diversas a. 3lX'
r.
7 s lia is a 2-VI ris
Hor un oceupados:
20 1 2 eolumoas a 600 iis
44 talhoa de carne verde a 1*00=1
7 ditos de ditos a 25
3 compartimentos de faiinha a ffit
ris
23 eo npsrtim'utos Je com i is a
HDris
7: 1 2 ditos de legumes a 100 ris
l7 i.'oinp.rffiuieli'iis de .-:,.:i a *':
res
11 ditos do fress.ir is a BOO ris
Dcve ter sido arrecalada ueste dia
a .planta de
Prevos do dia :
Carne verde a 560 e 240 in o kii
Saiux a 660 p SJ) ris de n.
i'.-nieiro a 60) e 1*000 ris idein
Fariuha de 32 i a 6- 3 a coi >
Milho de 24) a 860 ris idein.
Fejiodj 70).a 1*280 rb den.
Debi'os dos das 25 a 30 do eorrente
recebido8
dem dos dios 25 a 31 do correte
da 31 do
145040
3 890
5*40?
4*500
1*490
12*300
4**0**1
14<>0"
15000
11*^00
29*400
11*9C0
6*600
174640
tu Bast s. eom ntndador Lopes Machado^o/t
trTo Junio,- supplejif-, Ues;uin.- de Figaa
Lida, foi approvada a acta da-pi i^sdrnte
e fez-se a leitiira do seguinte
I IXrKOlKlfJE
Offici :
D 18 do eorrente, d gerente da Com
Pemarabucuna de navegaeio cunte ira por
offerecendo um exemplar do Kelat sentir Assembl-i (ieral dos-acc u.iistaa .facaos
cuinpanha, Aeeus ;-3e a=-e.-'p'; o archive-o*.
De 18 do correte, tL. Junta dos Corretona
desta praca, remetiendo o boietiio das gotaqissi
cfficiaes de 15 a 20 do presente mu.Para oaat
chivo.
Distribuira-ii-se iuIjtci os seguinte livross
Di irio, de Julio C Irmao. dito de Caetaai CjV
riaoB da Cesta Moreira, dito de Mi.ia c iefe.
DESPACHOS
Pe ti cues:
De Itibeiro Sobrinho & C. para que se re*tr
a norseaylo de seu eaixero Jos Ferreira da Oso-
ta. -Seja registrada.
De Joa Bi.rr-.iUo Pues de Mello, para que a re>-
gistre a esciptura ante-nnp-ial e de dote qi;ca-
'e orar i com >. Malina A'Bella Avila eom >.*eta-
teneia de su mi Jos Ig .acio Avila.ltegisowsns
e publique-se.
De Mello .v Pereira para .pie se a registradas
iiomc.icide tea caixeiro Tiurtinc Alves da Saos
R-gi.-tre te
De Maia Sobrinho & C. pera qu se d baixasjc
registro da nomeaco de seu ex caiteiro Luis dz.
Costa Pereira Dantas e e regittrc a di Aisret
Jus 'are a.Na forma requerida. _
O Br. secretario subm<*treu a ciuasideracjU aa
Illma. junta a petteo de 13 de Marea ie as
Piuto Brocheton & C. soiicitavam areliiv ...-.;iUs
do contracto de sociedade de dita irma e, soee-
tauJo o mesmo Dr. secretario urna luvida ec'wbs.
legalidaiie do selo proporeional e cmip -tente a&se-
bago na Recebedoria, foram retirados o Io mai
tos outros exemplares que nao foram por oraagES-
sentados a secretaria Sciente,
E por nao haver mais o que trotar foi lerwta-
da a 6ea.-o pelo Illm. Sr cmiiumidadur pras
dente, s 10 3/4 Bor&S.
INDICACOES TEIS
6J040
195*080
rj960
162*t7 iO
de carne
Foi ar recadad o liquido no
eorrente
Foi boje lancado ao mar S5 kilos
arruiuaia, perteae atoa a Olveira Castro uS C.
No mesmo da foi tambem laucado ao mar
150 kilos de peixe e grande psrco de Ir -su-
ras.
27
ioa
idos
dos diversos munici-
pios
Maier aaaisro de entrados
IVpa'aoi qno permaneceu
5,502
4.593
Dimnuio
aas :
bitos
Alt-rrias
Total
909
32,475
esta populacao pelas seguintes cau-
3,962
7,945
11,907
A vontade daa maasaa pode considerar se, dase
elle, como a rt-snltatite detodaa uaaceaieaereaecdcs
reciprocas e daa Votrades ndividuaes que estn
em contacto.
E' cousa complecaraente distncta da qoe se i di i-
raa a opinio publica.
t>.raudo certo numero de pessoas, que t--m sobre
um ponto p .utico ou economi 'o una iuiu.o espe-
cial dftrrmiin.d i. M rouaem no mesmo I- gar, tra-
zera reonio fi.rc.ts conatruotivas espeeiaee e af-
tiitidades que as Hpproxiiosm.
Suas inteiicoe peasuaes est i promptas a fun-
dir-se n'uma d-eisao cmnmum.
Ha c rtaincute urna ospaM de alSnidade na
onnstiUiico inentul d'irnia tnaaaa aualquc; e ;m
noi lade.' inte a eosapoeui ii;io est i pieiK.p. Ia
um i aoc-a-i i-oUeiitiva-, salvo ae sao reun 1 .s pelo
ici.s.i. mi,) r tidcco a formar u ,a masan homo-
gnea
I11 f .n-. s mu dilf u-etit. a que eiilram t in jjg;
no modo do p at .r-se a tnultido.
Logo, a palavru rsutcirJao implica por si mesma
elementos heturogen'os, e excioe a idea de urna
'orgatinacf.o e a preexistencia du um fim commum.
Nao poasivel que baja prop iamente nma von-
tade collectiva formada pelas /acuidades mentase
Popslacio existeote a 38 de Ju-
nho 20,278
As alforrias ibram concedidas:
A ttulo oseroso 4457
A titulo gr-taita 3,488
A descendencia desta populacao -agota re-
presentada, segundo a mesma estatiatica, por
10,685 ingenuos, assim classificados :
Do sexo moaculino 5,364
Do aexo feminiuo 5,321
Alin destea ingenuos, existentes rmpd.T dos
s'mhores de escravos, tm ido entregues 545 s
mais que se tm alforri ido ; senda que apenas a
espeito de quatro optaram os patronos pela iif-
demuisa^opecuniaria que Ibes foi assegurada pela
lei de 28 de Setembro de 1871.
l.eilde.Effec!uar-se hao :
Hoje :
Velo agente Modesto iioptie'a. s 11 h .ras, na
roa do Rangel u. 5S, de predios, movis, kou'CDs,
et .
Pefc agen'e Pestaa, a 11 boraa, na rua da Sent-
ala Velba, da fabrica de cigarros da esquina do
neceo da Lama.
Am uih :
Veo agente Pinto, s 11 horas, na rua do
Mrquez de Oliuda n. 4, de movis, loucaa, vi-
ros, etc.
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, rus do Vi-
gai io n. 12, de predios.
Habbado :
iPe/o agente Modesto Baptista, s 11 horas, na
rua do Bcn Jess n. 19 de faseudas, raiudezas;
sapa tos t chapees.
Pefo agente Gusmdo, s 11 horas, na rua do Com
arelo l. 2, de movis, piano e dividas.
ISliMwa* fnebre.Sero celebradas :
Hoje :
As 7 lio.'as, o matriz de Pao d'Alho, por al-
ma de D. Anna Maria de Jpsna ; s 8 horaa, no
Carino, pjr alma de Lniade nentino Cirneiro de
Lyrr.
Cana de DetenroMovimento dos pre-
sos no dia 30 de Marco :
Cemiterio publieoObituario do dia
do conrenti :
Leocadio Francisco de Pauli, pardo, Pernambu-
eo, 46 annos, soiteiro ; pulmona.
Luiz Ciementino C-rneiro de Lyra, branio, Per-
uambuco, 5 i aunes, casado, diabetis.
Joao, branco, Pernambuc, 6 meses, enterite.
Leovigildo, branco, P. rnambueo, 7 mezes, con
vulsoes.
Urna crauca fallecida ao nascer. Boa-Vista.
Coustancia Ciroliaa Vell is parda, Pernambu-
00, 73 annos, soiteiro, cachexia
Mana Jos da Eucranaco, parda, Pernambu
co, 27 auno?, viuva, congostao cerebral.
Antonia Mara da Conceico, parda, Pernam-
btteo, 51 annos, viuva, earcraona uterina.
Liureaca Maria do Monte, paria, Pernambuco,
85 >ui i is. casada, leso cardiaca.
Jos Matheus Gomes, pardo, Rio Grande do
Norte, 18 annos, soiteiro, febre.
28
Jos Ferreira da Hora, pardo, Pernambuco, 46
annos, viuvo. Boa Vista ; leso cardiaca.
Laitriu lo Js: Rodrigues, pardo, Pernambuc o
30 annos, casad-, Bia-Vista ; tubrculos pulmo
nares.
Maria Vieencii da Conceico, pruta, Pt-rnam-
buco, 38 aunos, solteira. Santo Antauio ; epilep-
sia.
Thereza Jeras de Moraes e Silva, branca, Per-
nambuco, 72 annos, viuva, S. Jos ; brorrehitcs.
Rita Seuna de Jess, branca, Pernambuco, 28
annos, casada, ;:. Jos; pleursia pulmonar.
Mara Amelia, parda, Pernambuco, 15 mezes,
B a Vista ; pneumona.
Francisca de Queroz Coutinho, branca, Per-
nambuco, 36 ainos, casada, Afiogados ; lencocy-
teraia.
. Ia'dro (ingeuuo), rardo, Pernambuco, 3 mezes,
Boa-Vista ; convnlsoes.
Ba bara Maria da Conceico, parda, Pernam
bueo, 4) annos, S. Jo^,.remettida pelo snidele-
gado.
29 -,
Maria Petronilla de C. Caldas, branca, Parahy-
ba, 52 annos, viuva, Vanes : febre typhica.
Umbelina, parda, Pernanbuco, 19 annos, sol-
teira, Boa Vista ; tLica pulmonar.
. Lucinda Mara de Saut'Anna, parda, Pernam
buco, 30 anuos, casada, Boa-Vista ; anemia.
Joaquiua Izidia do Sacramento, parda, Pernam
buco, 30 annos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos
pulmonares.
Julio Ai.iancio Martms. branco, Pernambuco, 26
aunos, soiteiro, Affogados ; tube culos pulmona-
res.
30 -
Jos, br ;nco, Fernambuco, 8 mezes, Boa-Vista ;
ulero colite.
Man el, branco, Perruinbuco. 4 mezes, Recife ;
convuUo s
Benigna, parda, Pernim^uco, 11 annos, Recife ;
hepatitv.
Manoel Francisco Mendes, pardo, Pcrniimbuco,
65 au.i.i.-. viuv i; i! a Vista ; anemia,
Manoil, bramo, Pernainbui't, minutos. 15 ei-Vis-
ta ; inviabilidade.
Manoel do Carino Lima, pardo, Ro Grande do
Nort-, 11 annos, soiteiro, Boa-Vista ; tubrculos
pulmonares.
Luiz, pico. Peni imbuco, 33 annos, svltciro,
San' i A '. .-ii i beribrf.
Mauoel do Nascirr.euto, preto, Pernambuo.W
annos, vuvo, Boa-Vista ; ulceras.
Mara, prcta, Pernaiiibuco, Boa-Vutu-j na-
zarea. _j.
Narciso Vidal, braneo, Hespani unos,
solt'iro, Boa-Vista ; edema do figado. :
Rita Mara da Conceico, 60 annos, viuva, S.
Jos; hydropesia.
WedicoN
Con a! Inri o DieJIr 'irnrijiro il SH"
l'i'ilrnile tiinlivie l,ih> Moseocai
rnn 0 doutor M'bcozo 'l consutas t6 :L;s utiis, daa 7 s l!' horas da n
Euiiu la
le rio poricr nada (tente 8r ouvido n sa-
ininado, Bem st prosenciudo por ^Arm
De meio din s "> horas da tarde sec* o
Dr. Mosuozo encontrado no torrea ttm-
m do Commorr.io, onde tuncoiom. uaK
peccao de oatde do oorio. Par .junv-tw
i'catea aous ucntos podero =jr dirg-dat.
ia uhaina/nis por carta as indicadas fesraa.
Dr. Miguel Themudo ruu Ion seu coWssf-
torio medica e residencia pai a rua S*
a. 7, 1. andar, tn!- d consultas dss 12
hor48 s 3 da tarde e rece ie cliaicaio a
bunlquer hora. Especialidades--partos, ta-
bres, 8yphil3 e molestiasdo piilmo e oe-
racao.
Dr. Barrtlo Zmpalo l consultas d 3
s 4 horas da tar le, rua do IJ.r.- da
Victoria n. 4>, 2 9 andar, residencia roa
'n Riachuelo n. 17, canto da rua do fina
Advocado
O bochar Beujamim Bandiiira, ra* Br
Imperador n. 73, 1. ao ar.
Henrique Milet. Ru i do I nperadar t-
22, 1. andar. Encarr-ega-se de qnestSsa
as comarcas prximas as linhis frreas.
Dr. Oiiceira Escord, 2. promotor pu-
blico, tem seu eseriptorio de alvogacit oc
rua Primi-iro de Margo n. 2.
Jos Bandeira de Mello advogaio -
rua do I nperador n 37.
Oroiiris
Frincisca Manoel da 6tv otarios de tod^s as ospoeialidades phsraaa
eeuticaa, tintas, drogas, productos chiaee
e medicamentos homoaopaticos, rua do a'
'^uez d-3 Olinda n 23.
Faria, tiobrinko & C, drogusta* aac
attaeaflo. Rua Mrquez de Oiind e-45.
Herrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carota
de Francisco dos Santos Majedo, caei de
Capibari^e n. 28. N'este, grande ostabrfe
cimento, o primeiro da provincia a'oste je
ero, coinpra-se e vendo-se madeiras de
todas as qaalidades, serra-se madeira a
onta alh'.'ia, assim como se preparara obra
de carapira por machina e por preco ."st
competencia.
PUBLiCACOES A PEDIDO
Hoje ninguem mais falla na Europa e-
nao das maravilhosas descobertas do Se.
Pasteur sobre a raiva, suas variedades c
seu tratamento. Desde a iuvenciio da vao-
cina por Jenner, nenhuma descoberta to
importante se tinha feito na sciencia tuedi-
ca, nem servigo tao notavel se tinha pres-
tado humanidade.
.Mas, si o nomo de Pasteur excita a 4-
mirajao e o respeito do mundo inteiro, ale
devemos recusar a nossa gratidao a outMK
sabios que consagraram a sua vida, cor
de molestias infelizmente mais commucs
quasi tao crueis quanto a raiva ; s hjs-
teria por exemplo e a epilepsia, esta raws
dos ervos que tambem faz sobrevir a es-
puma bocea I
Estas molestias, outr'ora, reputadas itv
curaveis se tn. im boje em dia com xito,
pelo emprego da solucilo anti-nervosa, pre-
parada pelo Dr. Laroyenne, solufao cajo
virtudes estao provadas e cuja eficacia nSo
precisa ler proclamada.
A nossa int-rieao, nao pois fazer aqaj
um reclame desta especialidade pharaiL-
ceutica, qniznmcs somente lembrar aos qe
soffrem o nome do Dr. Laroyenne,
oile bem merece da humanidade.

Novo brliarel
K-'cnbou o grao do bacharel em scieuc
jurdicas e sociaes, o cousjienoso e ioteffi-
gente mo(o Sulustianj Vieira de ArauJQ Li-
ma, lho do artista, capitiio Francisco Vi-
eira de Ar.uijo.
' 'O n /el h-v-har"1! deixa na Academia vi-
vi record acEo de seu profundo talento, e
de =ua conducta illibana o de su modea-
tia.
Parabem ao honrado artista pai do i-
lustre bacharel.
Muob comprovinciano*.
IM3


4
Diario de PernambucoQuinta-fcira 1 de Abril de
121*6
\
^^^^a^y^^^
SAI&AISSI
Ao amigo Manoel Caval
ante de Arroda Cmara, pelal
aua formatura.
P. A. C
PalmareB,-28-3-1886.
x^v
-/^n
V^
A. naturcza o melhor chiiul o
*. 3*9
a seus apparatos para nutrir o cabello, sao sor-
prendentemente completos ; porm, suas fonccoes
acham-se iuterrompidt's por com motivos.
Na socie^ade civilisada poucas veses s* tem
(llena Iiberdade, as modas veem cstorrar a rcgu-
aridade de suas operaces.
As cabecas dos seaboras, por cxemplo, se co-
brem algumas vezes com eatofos quentes, outras
yeies eil as sem protecjb alguma. Frequente-
mente se enchem e lub.icam com composicoes que
damnam ou destrrm a vitalidade do cabello.
Um touico vegetal paro e suave que assimilar
om os fluidos animaes que do cor e vigor s fi-
bras, o quanto se torna necessario e se precisa.
O Tnico Oriental para o cabello preenche com-
pletamente estas necesidades e preservar, forta-
lecer c dar brilbo e espessura aos cabello?, qlian-
do todas as mais preparares nao produzem o ef-
feito desejado.
,' Agentes em Pernambuco, Ilenry Porster & C,
rw do Commercio n. 9.
Escoh particular
De instriicco primarla para o
sexo ntascul no
34RA DA MATRIZ DA BOA-VIST A34
O abaixo assignado participa ao Ilustrado pu-
blico desta capital, que abri sua es .-ola particular
de instruccSo primaria para o s.'xo masculillo,
ra da Matriz da Boa-Vista n. 34, onde esmerada-
Miente se dedica ao cns no de seus alumnos.
O grao da escola consta : 1er, esrever, e contar,
desenlu linear, historia patria e nocoes *c fran-
eez.
Garante um rpido adiantamento era s 'us alum-
nos, pelo seu systenia de ensiuo, o qual urna pa-
ciencia Ilimitada, um amor invioltvel e ama es-
merada dedicaco ao ensino, fazendo com que os
seus discpulos abraccm e amem de coracao as let-
tras, aos livros e ao eatudn, guiando-os no eami-
nno da intelligencia, da honra e da dignidade,
afina de que veubam a ser o futuro sustentculo
da patria, da religio e da lei, um verdadeiro
cidado brazileiro.
Efpein. pois, merecer a confisnea e a proteccao
do distinct} povo pernambucano, e em particular
tem t robusta em todos os paes e tutores de me-
amos que queiram aproveitar um rpido adianta-
mento de seus filhos e tutelados.
Comquanto nusada seja esta tentativa, todava
espera que os seus incansaveis esforcos, e os seus
puros desejos, sejara coroados com a feliz appro-
vacuo do todos os filhos do Imperie da Santa Cruz.
Mensalidade 2*000 pagos adiantados, no acto
da matricula.
Horario das 9 horas da manlia s 2 da tarde.
Recebe meninos internos e meio-pensionistas
yor mensalida les razoaveis e leeciona por casas
particulares a ambos os sexos.
Iulfo Moars de Azevedo
34 Ra da Matriz da Boa-Vista 34
Collegio de Nossa Se-
nhora da Penha
Este:ollegio est funeconando ra da Auro-
ra n. 19, 2 e 3o andares.
OCULISTA
Or. Brrelo amputo, medico oculis-
ex chele de clnica do Dr. de Wecker, d consu 1
tas da 1 s 4 horas da tarde, na ra do Bar i
da Victoria n. 45, segundo andar, excepto nos da
mingos e dias sanctificados. Residenciara -
Riachuelo n. 17, canto da ra dos Pires.
Oculista
Dr. Ferreira ia Silva,
nUafi das 9 ao tueio clia.
con-
Resi-
Licor depurativo vegetal iodado
DO
Medito i[\ntei la
-Este notabilsimo depurante que vm preced
do de to grande tama infallivel na cura de tidas
af doencas syphiticas, escrofulosas, rheumaticas
e de pelle, come tumores, ulceras, dores rheumati-
cas, osteocopas e nevralgicas, blennorrhagias agu
das e chrooicas, cancros sypbilitices, iuflamma
jes visceraes, d'olhos, ouvidos, garganta, intes-
.Unos, etc., em todas as molestia- de pelle, simples
OU diathericos, assim como na alopecia ou qa da
do cabello, e as doencas determinadas per satu-
racao mercurial. Do-se gratis folhetos onde se
eaccntram numerosas experiencias feitas com este
especifico nos hospitaes pblicos e mu tos altesta-
dos de mdicos e documentos particulares. Paz se
descont para revender.
Deposito em casa de Faria Sobrinos & C.
Ra do Marques de 01 inda n. 41.
Dr. Corpus IA
MEDICO
Tem o seu escriptorio a ra do Mrquez de
Jlinda n. 53 das 12 s 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia ra da San
s Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
Xihoras e enancas.
Dr. Ferreira Velloso
d consultas das 10 s 11 1/2 da manh, em
quanto fuaccionar a assembla provincial, ra
do Marqutz de Olinda n. 47, andar.
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
C, ileckniaDO
Usinas de cobre, latan e bronze ee i
Golitzcr Ufar n. 9. Berlina S. O.
Espeealidade:
Coiistrucfiio de machi-
nis e apparelhos
para latineas de asnear, de.stillac.8es e re
finacfea cora todos os aperfeijoanientos
modernos.
INSTALLAQAO DE;
Engentaos le assucar completos
Estabelocirc-Jnto filial na Havana sob .
mesroa firma de C. Hetknann.
C. e San Ijrnacio ti. 17.
Inicos representantes
Haupt (Jebru'der
EIO TE JANEIRO
Para informaeoes dij.imsa ai
Pohiniaii &C
la So GomineraiQ 110
Dr. Mello Gomes
MEDICO PAUTEIBOEOPEKADOR
! Ra do Barao da Victoria (antiga j
ra Nova) n. 37, Io andar
Dedica-se com especialidade ao curativ
de febres, irn lestias de peito e das senhoras.
,syphilis e estreilameiito da urethra.
Consultas da. 10 12. Chamados p..i
escripto qualquer hora do dia ou di noite
ED1TAES
Conullorio medico-eirorglco
O Dr. Estevo Cavalcante de Albuquerque con-
tinua a dar consulta medico cirurgicas, na ra
do Bom Jess n. 20,1 andar, de meio dia s 4
horas da tarde. Paras? demais eonsulta e visi-
tas em sua residencia provisoria, ra da Auror
n. 53, 1* andar.
Ns. telephonicos : do cnsultore 95 e residenc.
126.
Espeoiaidades Partos, molestias de creacas,
d'utero e seus annexos.
Sois* coinuiercial de Pernam
buco
Secife, 31 de Marco de 1886
As tres horas da tarot
CotacSe* o finiaes
Accoes da companhia dos trilbos urbanos do Re-
cife Olinda e Beberbe do valor de
200* 220/ urna.
Letras bypothecarias do banco do crdito real de
Pernambuco do valer de 100* 93j000
cada urna, entregues em abril.
Na hora da bata,
Veddei am-se :
10 accoes da companhia des tr^ios urbanos do
Secife Olinda e Beberbe.
400 letras hypothecariaB do banco de rdito
real de Pernambuco.
Offereceram cemprar:
135 letras hypobecarias do banco de crdito
real de Pernambuco 920.
P. J. Pinto,
Presidente
andido C. G. Alcuf rsdo,
hecn-tano.
lENDi.MlLMOS PUBLlLOfi
Mea de Maici de 18tft5
1 430
Ediial n. 10
O Illra. Sr. Dr. oapa-tor deste Thesouro, em
vista do resultado do trubalho da commissao en-
curregada nos term* do art. 6 da le n. 1360 de
liquidar os dbitos provenientes do imposto deca-
lamento e passehs desti cidade, manda convidar
aos Sr*. proprietarios dos predios constantes da ro-
la., "io infra, para den'ro do prazo de 30dias virem
a esto Thesooro recolhar a importancia dos pae-
scio que do accordo cm o dispisto no art. 47
8 da le n. 754, foram ejecutados pelo empreitei-
ro do rtenlo .alcamrnto ; sendo que esgotado
aquelle prazo sera. contrahidas as cintas para se
tffectuar a cobranca judicialmente.
Secretariado Tnes mro Provincial de Perna n
buco, em 31 de Marco de 1886.
O secretario,
Affonso de \lbuqaerque Mello.
freguetio de >anto Antonio
Una de Marcilio Das (Dircita)
N. 39. Joo de Souza Pereira, (diffe-
renca) frinilo 53*280
N. 41. Henrique Beinardfs de Oli-
veira, (differenct) fundo 44*160
N. 37. Gertruies de Birros, (liffe-
renc.) fundo 395400
N. 51 Jos Francisco Prata 61*920
S. 63. Hospital da Misericordia do
Rio de Jane ro 60*920
N. 141. Manee! M. L^pes 103*780
Liirameuto
Igreja do Livramento 811*680
N. 1. Jos d P. Ferreira Jnior,
fuudo e oito 443*040
N. 3. Capella dos PrazeresdosGua-
rarapes, tundo 53*314
Viseonde de Iuhauma (Rangel) '
N. 32. Manoel Maria do .Sascimento 34*080
Duque de Cazias (Cruzes)
N\ 28. Justino Pcireira de Farias 100*320
N. 29. Ord:m 3' do Carino 965960
Ne3l. Francisco ilaia Costa 52*560
N. 1. Ordem 3> de S. Francisco,
oitlo 100800
N. 17. J '. i Mauoel da Cunha
Ardujo, oitao 125*280
Cabug
N. 18. Herdeiros de Moreira & Du-
arte, oitSo 361*440
Florentina
N\ 5. Thom Rodrigues da Cunha,
oitlo 71*040
5. 32. Orden; 3 de S. Franciseo,
(differenca) oitao 113*280
N. 34. Ideai (diffcrenca) 134*4' 0
N. 1. Machado, Lopes & C. 47*040
N. 9. Dr. Nicolu Rodrigues da
Cu.iha Lima 23*040
N. 11. Manoel Martins Viegas 35*52">
Roda
N. 62. Dr. Manoel Gomes Viegiis,
trente -; oitao 338*400
llha do Carvalho (Bella)
S. 6. Ordem 3> de S. Francisco 303*360
N. 7. Tito Avclino de Barro. 19*680
N. 8. Custodio Mun-el Tardoso Vi-
eira, frente 39*840
N. 11. Maria Francisca de Almeida
Gomes 19680
Xs. 42 i 48. Manoel Ferreira da.S>
Raines 287*040
X 37. Herdeiros de Jos Joaquim
Dias Fcrnaudes, oitSo 242*200
N. 35. Joo Christiani, oitao 240*000
N. 45. Omesmo, aitao 264*000
Santo Amaro
S. 2. Pedro de Alcntara dos G-
maraes Peixoto, oito 243*940
N. 6. Merandolina das Guimarles
Peixnto, oitao 441*200
N. 8. Fraucisco Alves da Veig
oito 422*440
Sol
\. 7. E'ias Baptista da Silva, oito 345*601'
X. 5. J ao Christiani e outros, frente 403S680
N. 5. O mesmo, oito 316800
S. FraueisCo
X. 26. Ordem 3- de S. Francisco,
X. 45. Herdeiros de Henrique
Gibson, oitao 31*20'
X. 47. Os OHsuioj, oito 31*00
X. 4!t. Os mesmos, oito 31*20C
X. 51. Os mesmos, oito 18U.20
X. 70. Maria Joaquina Vianna, oi-
tio 99*0S0
X. 28. Ordem 3.'de S. Fraucisco,
oitao li2*000
1 de Margo (Crespo)
X. 20. H.-rdeiros de Francisco de
Paula Correia deAraujo, oito 445*440
Duque de C.tiias (Qninado)
N 52. Capella dos Prazeres dos
Guararapea 303*360
X. 39. Art mi Jos do Majalhes
Bastos 65*040
N. 31. Francisco Maia Cortes 17'*380
Travessa da ra Bella
N. 4. Tibuicio Valeriano Baptista 77*760
N ti. O mesmo, oito 364*8(0
N. 8 Joo de Souza Lins, oito 194*400
Travessa do Onvidor
N. 1. Francisca Tbomazia da Con-
ceicao Cunha 33*600
Imperador
X. 2. Joo da Cuuha Magalbes, ci-
to 176*610
N. 12. BarD de Aracagy e outrjs,
oito 400*920
X. 12. Os mesmos, fuodo 340*560
Caes 22 de Nivembrc
X. 4. Jos Joaquim da Silva Maia 112*800
X. 18. Francisca ThouKzia da Cou-
ceico uuha 94*800
N. 10. Amcsma 72*000
N. 12. Rita Mi.ria Firmiaa de Al-
meida 73*200
N. 16. Herdeiros de Do tingos An-
tonio Gomes Gluimares 143*040
X. 24. Fraucisca Thomazia da Cu-
nha 132*000
X. 38. H-rmcnegilda CaudiJa da
Funseca Soares 31*920
II 40. A mesnn 50*400
X. 42. Izabel Maria da Fonseca
Soares 230*100
X. 14. Joaquim Lipes de A'meida 141*600
X. 20. Albino da Suva Leal 7i'*320
X. 34. Joaquim Jos da Costa Pi-
nheiro 66*000
X. 30. Joaquim da Siiva Castro 76*080
Largo do Pariiizo
X. 1. Irmanfade de Xossa Senlio-
radaSoledade 31*680
X. 2. Bernardo Jos da Costa Va-
lente, oito 133*920
X. 14. Uaibelina Leonor Pinto de
Mrauda, oito 166*080
X. 3. Manoel Goncalvcs de Bastos 27*36)
X. 18. Manoel Rodrigues de Men-
d.nca 15*120
X. 20. H-nieiris de Jos da Fon
seca Filho 33*600
N. 22. Autouio Correia de Valon-
ee los 33*600
Travessa do Arsenal
X. 3. Dr. Beato Jos da Costa 75*600
Caes do Ramos
X. 2. Viseonde de Camaagibe e
baro de Muribeca 470*880
C( ontina )
O Dr. Tliomaz Garcez Paranhos Monteae-
jro, commeodador da Imperial Ordem
da Ko=a, juiz de dircito especial do com
mreio desta cidade do Rcuife, capital
da prjvineia de Pernambuco, por Sua
Magestade I nperial o ^ Constitucional o
Sr. D. Pedro II, a quera Deus guarde,
etc.
Faz saber 03 que o presonte edital virem ou
delle noticia tive.-em, que por parto do* negocian-
tes desta praca, b'ilvcira & C-, me toi dirigida a
petiza: do theor seguiute :
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz do commercio. -Sil-
veira & C, estabelecidos nesta praca, sendo ere-
dores de Pedro Pacheco & C, da qaautiauc
2:000* ; do Joo Alves Uendes da Silva, da qoaii-
tia de 199*850 ; de Manoel Lins Carueiro a.: Al-
buquerque, da quantia de 3965550 ; de Grac -
ciiiano Machado Pedrosa, da quautiu de 26'.'* ;
de Manoel Archanji da Silva Aiituuej, da quan-
tia d 5S'.'*50; de Targino Gjuyalves de Anu
da, da q jan tia de 1:782*540; de Pedro Pacheco
de Couto, da quantia de 502*930, cujas letras es-
o a veacer-se em 22 de abril prezimo; sendo
tanibem credores de Joo Olavo de Souza, da
quantia de 559*300, vencida em 8 de outubro de
1881; de Pedro.Eneas Raposo da C.mara.da quan-
tia d.- 2:000*, vencida em 24 de fevereiro de 1882;
e de Graciano Machido Pedroza, da quantia da
258460, vencida em 30 ded- zimbro de 1882, es-
tando ditas letras a presoeverem : veo requerer
a V. Exc. se digne de mandar tomar por termo o
protesto de interrupcao de prescripcao, que os
supplieantes pela presente fazem, intimados os
su jplicados.de dito protesto por ed.taes, visto aeh.i-
rem se em lugar ineerto o nao sabido, admittindo
V Exc. para iseo a jurtifieaco ndeessaria no dia
e hora que s>: digurr marcar.
Os supplieantes requerem tambom que d^pois
do protesto julgado, Ibes sejam eutr. gu.sos ttulos
originaes ficando copia nos respectivos autos.
Pedem a V. Exc. deferimento. E. R. M.
Ti i. ha collada urna estampilba de 200 rs., iuu-
tilisada p lo n do seguiute :
Rccife, 24 de marco de 1886.Svcira & C.
E maisee nao continha em dita petico aqu
mu bem e fielmente copiada, na qual proten o
despacho do thcr e Copra eeguinte :
D pacho. D atribuida. Como pedem, desg
nnndo o i-scrivao o dia.
R( cife, 24 de marco de 1886 Montenegro.
Em vjrtude deste ineu despacho o respectivo
destribuidrr, sendo-lhe a mesmo petico em forma
apres.'utada a di-tribu.i por tocar aocscriv<
deste meu juizo, que Iavrou o termo dfe protesto
da forma e theor seguiute :
Termo de protesto
Aos 24 de marco de 1886, nesta cidade do Re-
cite, cm meu curt rio, veio Antonio Rodrigues
Gomes e Silva, represeutante da Arma Silveira
& C e diese perante mlm e as testemunliaa ab lix >
assignadas que reduzia a termo de protesto o con-
tendo feito cm sua petico Tetro que fica raaeodo
p&rte d.i presente para ser intimado aos supjili-
c'dos-
E dj como assm o diss: e prctestou, lavro este
t roo, i m que n&signa com as teseniuuhas.
Eu, Jo= Franklin de Aleucar Lima, escrivo o
tscrevi.Antonio Rodrigues Gomes e Silva.
Jos Antonio Pinheiro Lyra.Manoel Lopes de
Cnrvalh Chaves.
Nada mais se eontinha em dito termo de pro-
testo aqu mu bem fielmente, transcripto.
E tendo os applicantes justificado com teste-
munhas o allegad' em san petico,o respectivo
eecnvo me fez as autos conclusos deptis de sel-
lados e preparados e uelles profeii a sentcnc; dj
theor seguiute :
Sentenea.Vstis. )u\^ > provada a auseaeia
em lugar ineerto dj9 juslifieudos e mando que se.
jara elles intimados p ir editaes co n p.-as ) de 3o
dias do protceto de fl 13 para uterrnpc da
prescrircao dos ttuloi d.- fl*. 3 12. Costal ei
causa.
Recite, 29 de mar? d-. 1386. Tliomaz Garcez
Prannos Moatenegro.
. Em virtude desta ininhi sentenea aqu trans-
cripta o respectivo eocrivo fez passar o presea'e
edital, pelo qual e seu theor cham>. cito e bei p >r
intimados os justificado! Pedro Pacheco & C,
Joo Alvos Meudes da Silva, Mm mi Lins Cor-
ueiro de Albuquerque, Graciano Machado Pe-
droza, Mauoel Aichaajo da Silva Aotuuc-", T.ir-
gino Gour;aIv'ss de Arrud, 'i.dro Pacheco de
Co t >, Joio Olavo de Souza, Ptdro linea 14 ipjzo
da Cmara, para quo no praso de 30 iiis eraipa-
rer;iin a.ite este juiz > afim de all.girein o que or
de Justina.
E para que ch^true ao c.uiheeineut > tojj,
ser o presente alxad) no lu^ar do costuiau e
ontro de igual tbsor publicado p la iin ireosa, de
que se juntar certi.lo a,s autos.
Dado e p assado nesta cilade do R-'cife d : Per
nambuco, as 30 di;is de narco de 1886.
Eu, Jos Franklin de Alencar Lima, eaervo o
escrevi.
Thomas Garcez Paran/ios Montenegro
Em virtude da sentones, aqu c ipiada, o respec-
tivo escrivo fez passar o presente edital, pelo
qual e seu theor, chamo, cito e hei por intimados os
justificados o termo de protesto aqu transcripto,
podeudo allegar o que fr a bem de seus direitos,
dentro do prazo de 30 das, contados da publica-
fo deste.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mande! passar o presente edital, que ser publica-
do pela imprensa e atfiado nos lugares do cos-
tume.
Recite, 30 de Marco de 1886.
Subscrevo e assigiu, Ernesto Machado Freir
Pereira da Silva.
ThorHaz Garcez Paran/tos Montenegro.
Edital ii. 9
O lllm. Sr, Dr. inspector deste tsesouro, om
vista do resultado do trabalho da commisso cr.-
c rregada 1103 termos do art. 6 da lei n. 1860, de
liquidar os dbitos provenientes do iuuistj de
calc,am"iit) e passuios desta cidade, ma da con-
vidar aos senhores proprietarios dos predios cons-
tantes da rel.ic.Ij infra para, dentro do prazo de
30 das, virem a este thesouro recolher a im'pir-
t jaeia das passeios -que de aecorda com o dUpotto
no art. 4738 da le! 11. 754, foram ezeonuidas pelo
1111 M-eiteiro do referido ea\auiento, seado que es
gutadi aque.le p azo scro extrahidas as coiitas
pa'a se 1 ffeetuar a c .branca judicialmente.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
co, cm 24 de Margo de 1336. O secretario,
Affouso de Albuquerque Mello,
Freg.iezia do Recife
Thom de Souza (Lin.ueta)
X 8. r iem Terceira de S. Francisco
X. 12. MatheMs Gomes Feruaudes
X. 11. Jos Joige Pinto
N. 25. Ordum Terceir de S. Francisco
v _'.). Jo Antuni.) Ferreira
X. 39. i'ustodio Jos A v-s Guimmes
M. 41. Autouio Joaquim LuciodaCoota
n .i; sus (Cruz)
X. 5 1 .>o Jos I.- Aai'iim
X. 7. Joanna Joaquiua Madia.l Pires
Feneira
X. 9. Herdeiros lie Fl^reacio Xavier
Carne 1 ro Vjiluti ir o
X. 1.1. Anr mi din ir Lih .1
N. 15. Hxrdeiros re J>aquiua M lia
Pereira Viaaua
X. 17 Redro de A cautara dos Guima-
riei l'eix iti
X. 19. J !<'. Joaquim da Cunba
X. 21. A r..-iii.i rleiiriqU' s RoJrig r< s
X. 21. Joio Uidri^ie 1. in'i
N. 23. Valeriano Minio da Costa iteis
X. 'i. Aagustu Caora
X. 31. liaphiral Fem. n 1 branles
N; '. Herdeiros de Joaquim Uibeiro
l'Oati a e 011 tro
X. 35. Herviros de Franciseo Autouio
Dura 1
Lirgo do Corpj-S.ato
Ir11 ....
N. 10. Maria Jouqu na de O.iv; ira
Cam;tOZ
X. 8. Jos Pereira
RUa M rquez de Oli ida
X. 66. Maii-i Ri.a da Croa Xeves,
uil >
(.'.-.s i'Apoi!
N. i 1 Ferreira llaih 11
N. .'i-' .loaqaiin Lua Vi ira
N. 9. Cariota Joaqun* du Carvalho,
oiA <
X. li. ilerd iros do ViaeuuJe de L>u-
ies, ni tilo
N. 71. Fi rrcira .M iih-as
X- 7'. O mesmo, oito
X. 73. Vuiv.i Laser-'. 1 lilao
Rila u'.vpo.)
M. 10. t.'ail-ta Joaquiua de Carfalhi,
o to
N. 12. ilird'iroo do Viscundede '
ro, em terreno proprio, medindo 6 met os e 8
centimetros de frente e 10 metre s e 20 cent metros
de fundo, 2 quartos, 2 salas, sendo a da frente
oceupada por urna taverua, cozinha fora, 1 porta
e 1 janella ao lado do scente, onde existe um te-
lheiro com 4 metros e 80 centmetros, e ao lade
do puente 1 telheiro grande que serve de cocheira,
medindo 13 metros e 40 centmetros de compri-
mento, t endo a casa grande quintal murado, ca-
cimba, t anque para banho, e algumas arvores de
iructo e 1 terreno em seguimento com 250 bracas,
que proprio, avahado tudo por 850*000.
Urna armacao existente na taverna, avaliada
por 50*. Duas meias pipas vasias p.ir 6*. Urna
balanca de 15 kilo', pesos c medidas | or 25*.
Tres caixas com kerosene por 16*. Doze casa-
das de vinagre por 7*200. Duas garrafas de vi-
nho do Porto por 1*400. Noventa meias garra-
fas com cerveias de diversas marcas por 21*600.
Cincoeata garrafas com agurdente por 8*. Dez
frascos cora genebra poi 4*. Onze duzias de
Chicara 1 e pires por 10*480. Dez duzias de t-
gellas surtida, tonca ingleza, por 9*600. Quatre
bules por 2*. Dous molhoa de sebolas por 800 rs.
Oito lamparinas" para kerosene por 48'). Quatro
vassouri.s de palha por 120. Um candiejro yara
kerosene por 2*. Onze uriipemas sirtidaspor
1*100. ito cabjs para enxa las por 320. Cinco
depsitos co'm mostrador' 3 p.r 1*600. Um relo-
gio oval, siragado, por 4*. Cento e oito pecas de-
li>ut;a de barro por 4*320. Um garrafo vasio pjr
320. Trilo e deas garrafas vasias par 640. Um
funil de madeira por 500 rs. Cinco pe^as de cor-
das finas por 100 r Um deposito para cal moi-
! di> p^r 16'. Tres d- postes de Flandres por 360.
! D. z macis de pli->sphoros por 1*120. Dous pe-
2 'iKJ I quenos depsitos de madeira para igunrdente por
9:~i*36'.i \ 2*. Duas euxalas inglezaa por 1*. Quinze ki-
155*440 loe de bacalho bom por 4*500. Um kilo de fumo
lo Rio por 500 rs. Tres kl 'S de fumo i!efado
p i a- exeroeao que move Manee! .Martina Cumpos
lor Peres e Man'el V&sqnes. E na ha vendo
lancidor oui1 cubra o ir i; i da avaliacS), a arre
inaUcSo ser feta pelo preco da adjudeucao om
o abatime.ito da lei.
E para que cliegue ao conbeeimeiito de todos
iriuilou passar o presente que ser publicado pela
iuiprensa a sffisadj nos lugares do eostume.
DaJo e pHSSado nejta eidade du Recale de Per-
oainbuo, aos 3 dias d. raez de Marca do anuo de
XosoS ulir, de 1886.
liu, J &' Fr..ikli>i de Alcnear Lima,osnbecrevi.
Thomaz Garcez l'arau/os Montenegro.
137*2 K)
9M120
141*120
22K*560
76/800
7'J 60.1
!M);7)
69*600
7 | i
61*32.)
87* I l
71*420
7.>i21)
55*20 '
i()*56
7**J60
75*84 i
oJ^ "I
221.'76: i
I17J1*I
y "i i i
i'.'.j.-' o
.: J00
l--ft)*60 i
437*380
17 VI
146*8 i
_, ,
427*20
jU-
O Dr. Adi'lino Antonio de Luna Frure, ..rlicial da
imperial ordem di Sosa, c mmendador da l. al
Ordi'i Militar PurtiigUi-za di X-pso Senhur
Jess Christi c jun de direitu privativo de or-
phos nesta eomarca do R-cife, p* S. M. impe-
rial e loni'ilueioiial o S-nbor D. PidroII, a
quein Deus guarde, etc.
Fa(jo saber aos que 0 presente editil viiem, mi
dell.: tiverein noticia, qu ', na audi-'iieta de 13 le
Abrd do corrente i-.nno, na respectivj sal i, iro h
prego para serem arrematadla por venda, i
quein mais ib r, servindo de base o prnc-i da ava
liaco, e vo a praca a reqm i iirento le Allt il.io
Annes Jacome Tires as tres quartaf partes dVi si-
tio e casa edifica la rm terreno pr'pno s.b n 8, A
estrada do Joo de Unrroa fregueza de X.issa Se
nh.ra da GraCM, ten lo a Casa CIllCo quartos, tinas
sal is, COsiuha lora e cacimba d'atrua polavel, e o
sitio, diversas arvoredos e mil cinto e quarenta e
cinco palm's de fr.-nte |iaia a mesuM estrada da
Juo de larro, inclusive > direito adquirido por
tscriptura privada de 1 de Juiho d 18*i6, A meia-
^o du muro e oitSo di cana c oitigua do la (o d
poentc, A ma de Xunes Maehal.i, pert.-nc-n'es A
Antonio Jos de Souza, c outr'o.-a de Vlauuel da
Costa Mangeneo, cojo valor de tres cutos e
seiscentos mil i!s. Cujas tres quirtas pirtea vo
a praca por urdem deste juizo para pagamento de
dividas e costas de inv< ntario.
E para constar, Invnm-se o presente, que .-e: A
i s
X. 51.
X. 64.
X. lo.
XI. 03
X. 65.
X. 67.
publicado pela imprens* e a Hilado ni lugar d-
coetume.
Dado e paseado nesta cidade do Rccife. nos 27
de Marco do 1886. En, Olavo Antonio Ferreira,
escriv", o fiz sjrever c subscrevo.
A delino Antonio de Luna Freir.
0
tt-C'f* >KMNA*I
Hem de 31
i I) 1 30
59: (63 373
3:770 822
62 839 695
4 Lf ABOBO*D
'c-'iu o 31
Raoaoa. oaDo 1
; : no Je 31
30
6 78.395*59 j
46.837. 988
725 233*587
107:579*628
13:203,: 530
------
Cumulad-- mmnuwtx lilj 1 30
Idee do 31
120. 784*158
126-562*713
6:003/478
132:566*191
DESPACHOS DE IMPOR'A^.V! *
Hiate nacional Camelia, fnfra I-i
tu, no dia .SO do rorrente ".is:,; '< 0
M.no'.l Ju; rjuim Pesada, mani'-.stou:
Sal 36,080 litros aj consignatario.
Barca nacional Mara Amelia, entrada
do Rio Grande do Sul, no dia 30 corrente
e consignada a Jos da Silva Loyo & Filho,
manifest.:
Xarque 211,245 kilos er'lem.
_____ e
Eb-PACliOS DE EXPUHTAgAO
Em 3t de Marco de 1886
rara o exterior
No vapr americano Finance, carregetl :
Para Xew York, Paiva Valen & C. 4 xas
com 350 kilos de borracha; H Stolzenbach & C.
8 barricas com 570 ditos de dito ; Baltar Irmos
& C 150 ditas com 15,624 kilos de assucar branco
e 70 pipis com 33,600 litros de agurdente.
N. barca portugueza Isolina, carregon :
Para o ?ifto, F. de Moraes 7 caixas com 42
litros de agurdente, 2 pipas ora 920 ditos ce
:itj i 5 barricas com 223 kilos de asacar branco
rara o Interior
No patacho nacional Rival, carregou :
Para Porto-Alfegre, F. A. de Azevedo 225 sac
eos cora 16,875 kilos de assucar branco, 200 bar-
icas couf* 15,320 ditos de dito e 25 saceos com
,875 ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Para, carregou :
Para o Rio de Janeiro, J. Meyer 50 saeeos com
3.750 kiles de assucar mascavado. .
No patacho inglez Alice, carregon :
Para Santos, P. Carueiro & C. 200 saceos com
12,000 kilos ce assucar branca e3<0 ditos coa
18,000 ditos ce dito..paseavado.
No brigue ngll 'iaide, canegou :
Para o ir, P. Carneiro # C. 2>5 liarricas
com 11.021 kilos de asMeat branco, 5 piuas a 60
barra c>m 7.2iKl litros oe agurdente ; A. Babia
20 pipas com H,600 litros de agurdente.
X> vapor americano a nce, carretn :
Para o Par, Burl s C. 270 barricas com
l'i ..iS kd'is de assucar branca.
! ai-a Maranho, Burle a C. 30 barricas con
3,871 k >s de assnear mascavado.
No liiati- >.--i.! eus le Salee, carreguu :
Pura Ce. r, .M.;. :.'ezende 20 saceos cjiu
1,500 kiios de aaaUJ. u.aueo.
Na bircaca Siempreviva, carregou :
Para Porto-Calvo, J. Gnimarjes 3'J couriuhos
de cabra e 3 meios de sola.
MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 30
Buenos-Ayres 30 dias, barca ingieza Carbou,
de 697 toneladas, capito W. Blackstoek, rqui-
pagem 12, em lastro ; W. W. Robellixrd
& C.
Navios sahidos no mesmo dia
Rio de JaneiroVapor nacional Para, comman
dante Carlos Gomes; carga varios generoe.
Guai-Lugar russo /rAo, capito C. Ekland ;
em lastro.
SantsPatacho ingles Alice, capito John Co-
wi'll : c^rga assucar.
VAPOKES ESPERADOS
Dr. Tlimnaz Q-.rct-i Paranlioa M-ritni' -
gro, co.ii.iien.lalor da I-np-rial "rdi-m
da Rosa, juiz ele direito especial do com-
mercio desta i Hade doUcif*, cipit..!
de Pernau b'i jo, por Sua Magestatu o
Imperador, a tjlieiij D'-us guardo, etc.
Fhco tiber aos i| e o p^c ente edital virria e
r m. "|Hc p>r parte de S-iares du
f i lUrigi la a pet'elo do
in -
Niger da Europa a 3
Sergipe da Bahia a 4
Pernambuco do norte a 4
Cear do sul a 6
Bessel de Liverpool a 6
Vitte de Rio de Ja-
neiro da Europa a 6
Jtic de Trieste a 9
Trent da Europa a 10
Mandos do norte a 12
Elbe do sul a 14
Advance de New-Port-News a 16
Baha do sul a 16
Espirito Santo do norte a 23
La rala da Europa a 24
Equateur do sul a 26
Para do sul a 26
Neoa do sul a 29
ber
lelle noticia t
Ainaial i Iruel
theor srguinte :
Iin. e Emii Sr. Di. juiz d- dirwito du cinm
ciSoares jo Amano A IrmAo qe rem iut
io:npi-r p-escripe-> di que Mies i'eve Man
Ferr. iri Alberto 120*000, Az-vel i C. KiiiOK).
Franeise i Jen* <1 Oliveir.. l .Iribes HOiHOO,
Vrtnrnen Vmm Leifi1 2:tle*99 e Liberato
Mettclieh |!i;'.H)0, d-bi'i's estes c lu'antt-s d*
.'et'ras junta*.
QuPnii. anda os snpp'ieaiites iot-rren -i -r a
preeeripv?|n itas s"guiil,ea eontas d*^ vrf, a ha-
ber : Alb'i-i-er(ii:c v ('. 082*440, Alees te C.
32J*600, AureHioo Groticftve* de tl v ti......
202*110. Braga & Irma.. 167*970 Domingos M li-
nee) Riidiignes Pmca 468*40 138*100, .loa.. Martina Ooelhe 911*240. Joii 1L
cardo da Silea 1015050, Jos Licite & C ......
4%4('(), Ji-ao Elisio aoiSantofl l'eitada 573 a .Si,
Jnaqiiini Gu-rreiro & Irm> 2:49*440, Ailguilo
Qoaealvea da Ra-ha 6:717*220, Jote Antonio
Gonvalves da Rocha 1:061*230.
Portant", reijiierem a V. Exc. que se digas
mandar tomar p ir termo o e. inpeti-nte protesto
que era intimad) aos sueplicados Francisco Jo=
de Oliveira R"drigues e Goorge de Mu!tos, sendo
igaJmoiite a iodos os outros, mas p. r nr.eio de
elitos. por eso que esto auseutes, cm lugar in-
eerto e nao sabido, o que ser pelos soppl.teant) s
joatificado na dia ehora que por V. Bxe.ireui
marcadas. Xestes termos. Pede a V. Exc. det-
rimento. E. R. M.
Recite. 26 de Marco de 1886Souza Pinto.
Batava s. liada na forma da lei
E mais se nao eontinha cm dita p.-tico, na
qual via-'e u despacho .-e.-iiinte :
Como pedem, designando o escrivo da. Re-
cife, 27 de Marco de 1886. Montenegro.
Em vista deste despich i fcira a petico distri-
buida ao escrivo Ern> ato Silva, que iavrou o ter-
mo de protesto, que do theor seiru nte :
Aos 27 de Marco de 1886, no meu cart rio, po-
rante mim compareoeram os supplieantes por seu
advogade, o Dr. Antonio de Souza Pinto, e por
este fji dito que reduzia a termo de protesto o
eonstaute de sua petico retro, que offer< i i como
parta deste, em que depois de lido assigua. Eu,
Ernesto Machado Freir Pereira da Silva. An-
tonio de Souza PiuloAntonio Barbosa Cordei-
ro.Francisco Mi.noel de Almeida.
E' o que se eontinha em dito protesto, depois
do qual via-se que tendo os justificados produzi-
do as suas testemunhas, o escrivo fes sellar os
autos que subiram concluso e uelles dei a se-
guirte sentenea:
Hei por justificada a ausencia dos supplicados
em lugar ineerto, e mando que sejam intimados
por editaes no prazo de 30 dias do protesto de
folhas para interrupcao da prescripcao dos ttu-
los de tolhas. Custas ex causa. Recife, 30 de
Marco de 1886. Thomaz Garces Prannos Mon
tenegro.
Mana;! Joaquim Ramos e Silva
Ra di ltet.i'.irac. i (Guia)
X. 2 Jlo J .c Rodrigues L .11 r
X. 6. 11 rl.;ros de Jao Autuio (la
Sdva
Man "-1 Joaquim Rasaos e Silva
liecco do Gjuealvis (oito)
U sa Goncalves de Jess, oitao
Caes do Ap lio
R.Sa G)ll?alv.'S He J^DOS
M inoel Luis G me, .Ivs
O mesmo
Caes di Bruin
X. '.'!. "ova e berdiiroa de .Juo Fer-
reira Pereira Vianna, uito
Xs. III a 95. O mi-sm", frente
Madre de Deus
Igr-j*
X. 5. Dr. Ludg ro Goncalvesda Silva
X. 35. Francisco Machado Pedresa
Torres
N. 18. Ordem 3" de S. Francisco (dif-
fcrenca)
X. 20. Joaquim Baptista Nogueira (dif-
iere, Va)
Brtun
X. 101. Viuva e berdeiros de Jwto
F' mandes Carente Vianna, oito
Praca do Commercio
X. 2 P.-dro Pereira de Arauj-i Bil'r'o
X. 2. iiicsuio, fuu lo e litio
X. 4. Joaona Baptista de Az vedo Ti-
n eo, tundo
N. 6 Maria Miqnilin de i-ampuin,
i iem
X. 8. Anunncieda Caniilla A i ees da
Sil>a, id-in
X. 1(1. A o.- -ira i :ein
X. 12. Luit 1'i.eeli, ideai
X. 14. Eduardo I*. Wi son Jauior,
ni. m
X 16. Mainel e Jos, filhos do Dr.
Alnli- J.s Tava-esda silva. dem
X. 18 AniHiuciada C.inill Alves da
Silva, i Iem
X. 20 |j:i z J.is da i.' N'a Aniirim,
'.li ni
X. _'-'. Francisco Fencir- B.Itar, dem
X. '.'I. Alusteir.i de >. Biiil", id-m
a-I X 26. O o esmr, dem
X. 28. Eiluardn AlexHndre Burl '. idem
Dimingas Ji Martina ('csala V
X. loi Viuva L-i-serr Ito
D. Mana Ces..i v uzala Xova
X. 2 Ka uta Cruz d >s Cau-iein a -1 > Re-
cite, oito .
A fuideg*
Irm aiiJade de SauA-i:.. da Ha-
de D us
A mesma
Fc.ite lo Matto
Marcellino J ^ G-mcilves -la
Font:
X. 8 Eaiz Goncalvesda Silva
X. 10. Viuva de Manoel Gmcilv s da
Sdva
Ccu.merciu (Tiapiei.e)
X. 32. Loudon Brazilian B nik. fundo
N 34. Luiz Alfredo de Aloris e ou-
tro, idem
N/86. Viuva c herdeiros de Paulo Pe-
a Ira Simoes, dem
N.^40. Herdeiros de J. FraneUeo Ma-
mvde d'AImeidn, idem
N. 42. Viseonde de L aires, idem
X.]44. Gaspar Antonio Vieira Guima-
tin, Idem
X. 46 HerJ>irosde Antonio Frrteis-
co Brinco, idem
X. 48. Vmeri o de S e .uii'i arque,
idem
Travessa d>: Alvares Cabra I
X. 3. iLsteiro de S. Beut>, fundo
Madre de Deus
X. 1. Ludg.ro Gmcalv s da Silva
.^. 28 Galdino dos Smtos Maria de
\ Oliveira
X. 7. Antonio da Silva Pontes Oui-
mares
X. 32. Jo. d^s Santos Xunes de Oli-
ve ra
533*200
189*410
2G*400
24 OO! I
324*000
251*400
177*600
I3t>*960
167*520
657*800
200*160
752*640
80*720
35*280
9*6'O
9*600
1:455*36'i
383*04i i
&l*36t)
i'i.I521'I
til41tl
93*1 ('
81*600
65*280
55*200
:...-32ikj
55*200
198*240
22.'taKl
531 i >i
265*9 ii
r.i2.iu
-Um)
341*380
77*380
Jliizo dos Mos da Fazcnda ^a-
eioQhl
EaCrlvo >ti*S:> urroi
Pirante o Sr. Dr. juiz substrato dos feitos da
fazenda, Franci- o Alv 8 di Silva, ni dia 2 de
abril vindonro, pelas II horas da manM, depois
!a an-li.'iii ia, se ven lero rm praca publica os
- guuteS :
Urna ca a terrea o. 10 A, sita A rui le S. Mi-
guel (frciu'zia dos Afoir-ado I, avaliada por 4'K>*,
perteiieenre A Mar o'i c*e Maura e Silva.
Una olaria s la na lu.ar do Bimgi (Remidi1,
fregui ;:ia ilo Afbgados, avaliada pelo sen mAo C3-
tiuli em 100*. a-iteiia nte Artlir de SA LeitSo.
IJrn armazem de n. 12. sito no caes de Capiba-
riix-, freguezia da 15 a Via'a. ava'iado p.-.r.....
1.0 0-, p'itence. te a> liar] de Limoeiro.
S iiiln tod .r os bens cima penhorad iS mra pa-
gameiit-i de iui ottee e feVos quedeem A Pasea-
da Xaeiinal. Rccife. 22 de Marco de 86.______
Kdllal u. 14
O aciiuiistrador do Consulado Provincial faz
publico a quein interessar p>$sa, que no esD90 de
30 dias ufis, contad}* do Io de abril prximo fu-
turo, eer effectuada p ir esta repartiejao a cobran-
za, livro de multa, do 3 e 4 trimestre .lo imposto
de 3 0/0 do i xercicio corr nte de 1885-f 6.
Consulado Provincial de Peruatnbuco, 30 de
M> r^a do 18.?6.
F. A. de Carvalho Monra.
Bmi.fi ACOES
I
uuii nuu
Sao convidados todos os cidados, que se nscre-
veram como socios fuudadornt d'esta socieJade, a
eompareeerem na ra di Imperador n. 76, 1 an-
dar, de meio dia s 2 horas da tarde, em todos es
dias litis, e nas quintas-feiras, tambem, das 7 s
9 da noite, para preenc'.ierem as formalidades exi-
gidas pelos nossis estatutos.
Dr. Barros SobrtAo,
1." secretan''.
De irjin do Il'm. Sr. Dr < njre.iheir.i elu fu da
repartico ds obras publicas, faci publico qn-,
em virtude ila autoiisaco do Exm. Sr. couae boira
presidente da previ eia, ni dia 8 do mez de ubril
proxim. vind-iun, ao meio cii-, recebe-te ueeta
secretaria propoatas para a cleeucSo dos repiros
d- dous p iiiti lioes rio aterro di Porto de (j !li-
i.his e os da pinte sobre u rio lo juca, no e-ige
nh i Limo- ir i.
O urr/ami'ot s e nutra coni\-3es do contrato se
aeliam n pelos senhores pretend ntes.
Secretaria da n'i-irtic.io das obras pubiic.'s de
Pernambuco, e;r. 26 W Marco de 18S6.
O secretario,
.1 J. de Siqncira Vari-jio.
X. 2.
dre
X. 1
N. 6.
G i*40
58*540
48*000
38^:60
39*660
10 1680
45120
62*880
53*740
58|T40
47*041'
46*080
31*2C0
48*320
82* SO)
25*440
22.560
19*68
O Dr. Thomaz Qarooi Prannos Montjn^
gro, commendndnr da Imperial OrJem
da Rosa, juiz d direito especial do com
mercio desta cidade do Recife de Per-
nambuco, por S. M. o Imperador, a
quem Deus guarde, etc.
Faz saber aos que o presente edital vireea ou
delle noticia tiverem, que se ha de arrematar em
hasta publica deste juizo, depois da respectiva au-
diencia do dia 1 de Abril do corrente anuo, com
as formalidades e pregues do eatylo, oa bens se-
guintes :
Urna casa terrea de taipa, coberta de telhas,
sita no Barbalho, fregueza da Varsea, sem nume-
Prolongiimcnlo da Estrada de Fer-
ro do Recife ao S. Francisco e
Es-rada de Ferrod> ilecfe a
mm(\
I).- oidiin do Idm. Sr. dirue'Or facji pub'ico que
al o dia 3 de Abril prximo viudouro, do iceio
dia, reeebeai-8e as pronos.as em cartas feehadas,
uo escriptorio da 5 a dv sao na ci lade de Palma-
res, para o forneemento de trexeoto sdorment & de
madeira de lei. com 3 metros de comprim-nto so-
bre 0,"'30 de tace para pirres. No snpracilado
escriptorio sero prestadas as necessarias infor-
nticoes.
Recife, 27 de m.rc> de 1886.
O almoxarife,
Jos Francisco do Reg Cavalcante.
----------- i
%'eneravel Iriuautlatlc da Cili>rio-
sa Senhora aafAnaa ja da Manta du/,
De ordem do irmo juiz convido a todo? os nes-
ii iimos a eompareeerem cm noeso consiste io,
no dumingo 4 de Abril As 2 timase miia da tarde,
afin de. acompanharem a procis-o do Senhor Bom
Jess das Pobres Aflictos para que tivemos li n
vite.
Consistorio, em 29 de Marco de 1886.
seeret rio,
Man el Jos de ?aut'Auiiu Araujo.
Faculdade de Direito
De ordem do Exm. Sr. cinseiheiro director in-
terino, f o > publico que no dia 2 de abril prximo
vindouro (sexta feira) estarlo abertas todas as
aulas desta Faculdade, cam excepeo das das len-
tes que eslo servindo nos >ames do 4" ann", e
que continuara as matriculas de 4 e 5 auno ac
dia seguate daqu lie em que erminarcm os refe-
ridos < iaii.es. Uutrosim, que contiiiuaro a fuuc-
cionar com reijolaridade as aulas preparatorias
aune-xas a esta Faculdade.
Secretaria da Faculdade le Direito do Recife,
31 de Marco de 1886.
Pelo secretario,
O ofHeial M. A. dos Paf sos e Silva.
Thesouro Provincial
Nesta eslacao pagase boj* os prcfessoies e
protessoras de 1, 2* e 3 eutrancia, que ainda
nao reveb>>rani o mes de noveiabro do anno pr-
ximo passado, e tambem aos empregados proviu-
ciaes de qualquer estaco que apparecer, relativa*
mente ao mea de dezeauro. Aos que nao eompa-
reeerem, adverte-se qne ficaro prejudicados at
novo aviso.

1IBO

t

'
.
/

r
i


Diario de PernamhucoHuinta-feira 1 de Abril de 1886
5
-
I
Imperial sociedade
DOS
Artistas Mechanict e
Liberaes
p De ordem do irmo director, e de coBnwwd.d
com os nossos estatutos, convido nos irmos paru
eomjan'cerem n-i soeielade no dia 2 de Abril ai
e ineia borai la tarde afim d>- ter \\>fmr *--
sa da asamblea geral, visto au ter se efkctua-
do no dia determinado.
Recife, 30 de Hurgo de 1885
O 2' secretario,
Patcrniano Barroao
240OO
240IXNI
0IK*
?l*00
31(K
1 liOii'
t: 6004001
0074000
20J40U
48f(XX>
Recife
Na si cre ;ria da Santa Casa de Misei Rtcife arrendanv-ee por espado de uu i tres an
nos, as casas abao declaradas :
Ra da Mocda n. 45,
dem -dem n. 4!'
Ra do Bom Joeua n. 13, I" andar
dem p. 29, lja
dem idem n. 29, 1" abdar
Ra dos Burgos n. 87
Ra da lia Ira da Deii3 u. 10-A
Caes da Alfaadera Knnazem n. 1
Ra dj Marque* de Cunda n. 53, 2
andar
Ra da Guia n. 25
Bt-cco do Abreu n. ioja
Ra do Viscan le Je Itaparica n. 4,
pava uto temo, e 2o andar, por 1:MO009
Rna das Ca cads* n. i Q80VO
Secretari;-. da Santa Casa de Misericordia do
Recite, o' de teverorode 1886.
O scrivio,
fedro Hodrimtes de Somm
Monte de Soccorro de
Fcmambuco
Os possuidores das cautettu de penho-
ra do nuiioroa abaxo, sao convi lados, a
resg.ital is :.t o dia 15 de Abrii vin.lauro.
10,07,1 10,116 10,113 10,130 10.M7
10,67 10,784 10,7sc 10,807 10,811
10,828 10,823 1>30 l0>831
10,834 10,835 10,830 10,837
10,841 10,342 10,84:5 10,844
10,-5:! 10,f5i 10,855 10,857
10,807 10,869 10,885 10,887
10 891 10,901 10,905 10,910
10,921 10,922 10,930 10,932
10.1)40 10,842 10,943 10,940
10,962 10,970 10,974 10,987
H.003 11,000 11,015 11,010
11,022 11,023 11,032 11,044
11,001 11,002 11,004 1,068
11,107 11,108 11,117 1I,118
11,12! 11,138 11,131) 11,141
11,164 11,108 11,177 11,1*7"'
11,193 11,194 11.198 11,209]
11,211 11,218 11,210 11,226
11243 1,247 11,250 11236
11,260 11.261 14263 11,273
11,280 11,283 11,294 11,299
11,309 11,321 11,320 11,327
11,33* 11,334 11,345 11,340
11,352 11,353 11,350 11,372 11,377
11,379 11,380 11,383 11,384 11,386
11,388 11,3.12 11,401 11,400 11,I0J
11,412 11,413 11,418 ll,41y 11,429
,430 41,437 11,438 11,413 11,450
11,452 11,453 11,454 11,458 11,465
11,451 11.472 11.475 11,485 11,489
11,4:12 11,497 11,507 11/ 09 11,511
11,512 11.513 11,521 11,523 11,524
11,534 11,538 11,544 11,548 11,549
11,551 11,552 11,553 11,554 11,555
11,557 11,502 11,505 11,5i0 11.572
11,573 11,579 11,583 11,587 11,589
11,590 11,593 11,600 11,601
Recito, 23 de Maroo do 1880.
O g' ftte interino,
Felino D. Ftrrsira Col!fio.
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
t'ompauhia Ptente Per-
naubuana
Ra do Commercio n. 38
i.ondoa aud IIras!fia : n vk
1lfT
Ra do Commercb n. 32
Sacca por todos os vapores" sobre as ca
zas do inesmo anco em Portugal, sendo
Sas arto, ra dos Inglczeo.
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS -N. 7
Kosurok martimo* e torreatre*
No tes ltimos a tunca compauliia nesta praca
ce concede aos Srs. segurad s isempcao de paga-
mento de premio < in cada stimo anno, o que
equivale M descont de cerca de 15 por ceiito em
favor dos segurados.
Acba se de orphaos, eserivao Olave, tres qunrtas partes da
caja e sitio n. 8 a estrada de J-Jo do Barros
teild i a casa 5 qrsrt'U, 2 salae, e rOiuht jora
o sitio 2 cacimbas da mulhir agua potave! e 114")
palm s de frente para a mesma estrada, onde lia
terrino pura arga ediBeaeto t para retalhar,
eom diversos arvoredos de frut". como mauguei-
ras, C:.jueiros, ibicates. fructa pao, pitangueiras,
jaqueirae, goi^beiras, pinhi iras, larange'.'as, ara-
i c* cciros, ingazeir.is, cjaziiros, limoeiros, roroan-
ti rap, oiticorozeiro, raticuzeiros, grande bana-
| ueiras c baixa para plau'acao de capim ou de
cumas ; si-ndo que at> p-"> n"", one ha tambem
terrenj para cditi.-iie.v) saluda_ para ra de
Nunes Machado, ba direito a raeiac.) do muro e
Ido oitilo divisorios.
10,817
10,833
10,839
10,84o
10,865
10,889
[0,914
10,939
0,956
10,997
11,017
11,060
11,092
11,128
11,158
11,192
11,210
11,242
11,257
11.275
11,303
11,339
Capitana do Porto
'l'endo a iperiencia di monkirado a inconve-
niencia de sen-m reb-ieidos navios e oTas em-
barcasoes, levaudo o cabo do rfboque coinprimeu-
to :naio do 00 meti?, i-ain rstabvleeidas como
rearas as legutntei dispos?0es relativamente a
este sPrvigo.
1* Ntiihum reb-jcador poder* d-nf.o do porto
receber navio ou einbarca^ao a r<'b:qup, eonsu
vando a c^bo com eimpnm uto maior de CO uv-
tros.
'.' Quaivln, pelo estado do pirto, o pn.tico re-
coi hec-r que u navio a. r> bocar deva M-gnir o cos-
tad. do rebooador at pftr-se si.fo de qualquer
perig'\ hrl etaa intimacio ao mestro do r boca
dar, afila Je tur attendiJ .
SJ i>s navioi i|Ui-i'ntrar'au devero m p*t**i
p i phxr I io I'icAo encunar es ri-bot|ai!a fica-
uiii com 'O ui. tros, ou t-^uiuri m ao costado o re-
' boque, : isso tt exigido p: le pratico que pelo-
toar o navio.
i' Os contra ventares dcstas dis|K)8i,-oc8 ficam
puji-itcs :i muka de que trata u art 114 ao re^u-
lameuto du li* de nsw dj ld4', nlcm das peuus
que Ihe cuubcrem i a lrma da le, pelos prejuizos
causados por fulla de observancia destas -iispo^i
(Sus.
"i 0 pratic i-mor e os dentis prat coa diecrvi-
Co d -st j irtu .Jcv.-rao dtr conheeiinfijto ;i esta
CHpitanii de qualqrr uf.-.i-^ij iiraticadn em re-
layao ni que fica i-stab:li'cido, podendo mi'sioo
dcjxaretn de prestar os sens BCrvi^na >s navio.9,
piaiid'i Mus exigencias de xein de ser atlcndidas
na lrma e?tabeleeida.
Capitana da Poito do Pcrnuinbiie'/, 31 de Mar-
<> de 8'j i0 cli>-ft' de diviaito, i-apitio do porto,
J : Mn -I l'icaov d.i Silva.
Hospital Portiiguez de
Beneficencia
9> convocaban la :uciiibla feral
De ordem do Illm. Sr. vico-provedor, convide os
senhores tocios reunirm-sc cm .ssembla goral
domiugo 4 de abril, a 11 Ir ras da mauhS, afim
de proceder-se a leitura do relatorio e parecee da
cnmmisso de eiame de con ras da aiministracao
de 18-ti, e a ele'cao de alguna uieuibros da nova
junta.
Sollicita-se a todos o seuborea socios que com-
parecain u es'a sessiio, visto que se reaolveu pro-
ceder aus trabalbos com o numero que co Dparc-
cesae, independente da ditpisiyaj dos estatutos, e
r.ttcndendo a que de indecliaavel necessidade
nL demorar por maia lempo a pose da nova ad-
iiiinisTnoSo.
Si'cu farla do Hospital Portugus de Benefictn-
cia e:n 1* rn:mbuco, 29 de Mar;o de f-G.
Man el Mattins Capito,
2o secretario.
VENEBAVEL IRMANDADE
de N. S. do Terfo
Do ordem da mesa regedora, convido aos earis-
simos irm.os desta veueravel irmaudude cotnpa-
reccrem un pt.eso cynaistoiio, pulas 3 ho.as ia
tarde do dia 2 do correnie, pira eocorporadoa,
acjinp.iiiharmoa a prociasao do Senhor Bom Jess
d;s Martyrids =--0 secretario,
Alexaudre dos Sintjs S-;lva.
Consistorio da irmandade das Almas, erecta
na matriz de S. Jos do Recife, 30 de .Mareo de
1P8G.De orJeui da mesa regedora, cenvido a to -
dos os uossos irmos para comparecerem no con-
sistorio desta irxandade. peas 2 horas da tarde
de 2 de abril vindouru, afi n dd eniorporados li-
nios acmpuiihar a proeusSo do Seubcr liom Je-
ss (oa Marlyrios.O esenvao,
Prancisco V. Alvcs da Fiiiscei.
Confiara do Senhor IJom Jess da Viasa-
cra da igrija da Santa i riiz.=De ordem aa meaa
rrgedofra, e.i,,vido a todos os nossoa irinaoa para
comparecer' m em noasa igreja paramentados com
seus hbitos, nos dias sexta-feira 2 do mez de
abril e domingo 4, pelas 3 horaa da tarde, pata
acompanharmos as procissoes do Senhor dos Mar-
tyrio?, de sua igreja, e a do S'euhor Bom Jess
dos Afflictcs di igreja d- S. CJoncilo, pira as
quaes tivemos convites.O escriva),
Jos Francisco de Figutiredo/
i om amiii: den nis'iKi:
RES H.1HITIHE8
IJNIIA MENSAL
0 paquete Niger
Comman'danie Baule
Espera-se da Eu-
ropa no dia 3 de
Abril, seguin-
do depois da de-
mora do eust uine
para Buenos-Ay-
res, tocando na
itahia. Rio de Janeiro e Monte-
(video
Lembra-S'i tos senhores passageiros de todas
aa classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que pudetB tomar em qualquer tempo.
Previne se aos senhores recebedores de merca-
dorias que s se attenderi aa reclamaeoos por fal-
tas nos voiumes que forein reconhecidas na occa-
siiXo da descarga.
Para carga, pussagens, eucoumendas dmheiro
afrete: tracta-3e com o agente
iguslc Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
Compnsihla Ka-a; ilelra de Sare-
^aco a Vapor
PORTOS O SUL
U vapor Pernambuco
Leilo
Da bem afreguezada fabrica de cigarros
denominada Cara Dura, sita ra da
Senzalla Vellia, esquina do becco da
Lama, garntese as chaves.
Quinta-feira 1" de Abril
A's 11 oras
O agente Pestaa fari leilao da armacaoemer-
cadoriaa existentes na fabrica cima mencionada,
cujo leilo daixou de effectuar-se na terca-feira
por causa do mo-tempo.
Lcililo
De 1 piano forte, 1 mobilia de Jacaranda, qua-
dros oleo, jarros para flores, caudieiros gaz e
laucas para cortinados, 1 mesa elstica, 1 guarda
louca, 2 apparadores, cadeiras de garnico e me-
zas, camas fraccezae, ditas de ferro, commodaa, 1
toilet com eapelhos e muitoa outros movis de casa
de familia.
Urna b8gatella e um relogio.
Sexta-felra, 'i de Abril
Agente Pinto
No sobrado da ra do Mrquez de Oliuda n. 4.
-*
Companhia Pernambu-
cana
A Compunhia Pernambuda ia Je Xavegacao
Cos' ira por Vapor, p coos garautidaa, do semestre fiudo hoja. Pedc-se
a apresentagao dos coupona. Kj.-ite, 31 de Mar-
co -ie 8G.O gerente,
Clemente Lima.
iianra
Gonipaiiliia de Eililicacao
O funt?ador< s da Co^npinhia de Edifi-
cacSo, OOnvtJaiD os respectivos Srs. accio
nistas para se reunircp, na quarta-feira,
7 do prximo futuro mea, 1 hora da tar-
de, ra ra do Imperador n. 38, 1* andar,
ati.u de so proced.T, arts. 27 e 28 do Reg. n. 8,821 de 30 de
Dczembro de 1382, iustallajilo da mw
ma companhia, e eleico dos administrado-
res, conselho fiscal, bem como a de presi
dente e secretario ila assemblca geral.
Recife, 31 de Margo de 1886
.l/'''/|e.v & Q.
CONTRA FOGO
The Livisr^iil k london i filob
INSliRR.\l\CE COHPANV
n.
ai
CONTRA POAO
Norlh British & Mercante
CAPITAL
CiOOO.OOO de libras stcrllaa
AGENTES
.domson Howic & C.
JMP ERIAL
(OMPANHIA
SlSVl'KOW CONTRA POfiO
EST: 180^
FiHfiios e meroadorieu
Taxat baiza
Prompto par/amento de prejnizot
CAPITAL
Rs. 16,000:000 SOOft
Agenta
BROVVNS&C
h N. litia do Commercio N. 5
tapa;
miia de Seguros
IMOS E TERRESTRES
lietelda em l?a>5
CAPITAL 1,000:000^
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezcnbro de 18^4
Maritimos..... IJIOtOOttSOOO
Terrestres,. 3l6:000p
44-Roa do <'omnicrcl -
Ne.s.-.: UD^tsa
Convido aos socios desta beneticeiito aasoc-ia^o
a cinparecrrcn a 8<'ss:1 m-giia ile posse c entrada
de no vos ad'-ptos, que lera lu;ar sa libado, 3 do
corrente. a 8 linas da :i te, na sle social, ra
do Im erador n. 11.
Outrosim, fiio c r.vid-idop ti d a oa soci a activot
das iissciatoea que irahalhaui para o ursmo fim,
bem como oa a vultos que aprea.ntarem teus docu
mentos leg .r t.
Secr. taris, 1 de Abril de 18SC.
Mollke,
Secretario.
Club de Regatas l'er-
nanibucano
De ordem du Exra. Sr Dr. jn-esidente, convido
os Sis. tocios a ^e reuniem no dia l9de abril,
s 7 horas da noit--, na sede d.-ste Club, em ns-
sembla geral, CJOIJ determina o art. 30 dos nos-
soa ettatotoi.
Secretaria d > f!'uh de It^^atas Pe.rnambucauo,
em20de maie. 1?8G.
Otcnr C- Sdonleiro.
\- .secretario,
tMatri)
DE
VARIEDADES
NA
A.
Companhia lyrico-onneo-
dntinalic.1
D1UIGIUA PELO ARTISTA
LU1ZMILONE
EMPREZA
BOLOIUNI E L. MILONE
de
i
i-fein,
6
\ de Abril
la es
Secunda < ultima rt'i^reKenfaritO
da grandiosa opera-lyrica do maestro eommenda-
dor 'i. Verdi :
PerKflnnsetio
i; '. ni .letti.
(i. I) ii iuici.
(i Pf.
Kksilia CourEai.
O'Tutpia.
Tir.lli.
Mithrluasi.
In ir ja e damas.
IC ii..i., ii l-aii li I"...........
Cari V. re '1- I"=pi 'lia ...
Silva, gian :e de ilerpauba. .
Elvira, iii aobrinh '..,.....
Ji'ai n -i...............'.*.....
D. l'-.i sen i- ro d i re.
lago.....................
t i f.
H: lll.d,.-, C*
EiMH-ba 1519.
A sceintaie..! lugar n 1" acto, i.iH ni ntaoli 13
de Aragn* e n'u fila .ij CasUl'o de Silva :
2* na inoiint sala ; 8" em Aqu'sgran i ; 4o cm Si
ragozst.
Preyos do cosame.
.% cirlriiliiN jrrac uo :;;> ilirel
lo tto nMt'> ( u tlieairo.
Nilo se trans r. o c.pita;ulo ainia que
i lio va.
lleno. D--oois do t-spectatfulo iiivii.'i trem
(.ara Apipue s e bonds das luitas de Fernandez
\'iei.-a e Atojados. Oa b >n Is no largo d palaci).
O bond de Magdabna bav r .quando 0 < i-
pectieulo acabar depois do Iterarlo do ultimo que
paaaina ra Nova, s II h ras c 42 miuut s.
No trem at Apipueoa na i ha lnlhttes de 2J
tlsate, e nao tecm valor as tries da companhia.
Principiar m II huraa.
laa
ti>HtM.\UIA PKIl'i tUUl I **
UE
A'aregaeo Costeira por Vapor
PORTOS DO SUL
ftlaeeio, Pcnedo, Aracuj, e Babi
O vapor Jacuhype
Segae no dia 3 de
Abrli, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
dia '->.
EncommeudaB, passagens e dinheiro a fete at
U3 horas da tarde do dia da part'da.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Perv.imhucaiui
n. 12
Companhia ilahiana de oavega-
cao a Vapor
Macei, Villa NoVa, Penedo, Araeaj,
Estancia e Baha
0 vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Vigna
E' esperado dos o<-.opaci
ma at o dia 4 de Abril,
e regressar i ara os mes-
mos, depois da demora do eos
turne.
Para i arga, passagens, encommendas e dinheiro
a freti! tracta-se na agencia
7tilia do Vigario 7
omlnsos Alvcs Malheus
COHIM^HI.i
l'i:ft>4Hrfit4\i
DB
Xavegacao Costeira por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macan, Mqssor, Ara-
Cear
Pirauama
caty e
vapor

Segu no dia 5 de
Abril, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 3.
Encouiaii-ulaa pasaageua B diuheiroa a (rete at
As3hora* da taidedodiada aahida.
ESCRIPTORIO
Caen da Companhia Pertamh'issiun
n. 12
Ciited Salcs Brasil Mail S. S. C.
O vapor Advance
vapor
Espera-se de New-Port
Niws.at o dia 16 de Abril,
o qual seguir depois da de-
mora necesitara para a
Baha e Rio de .Janeiro
Pira carga, passagens, eneunm-'n las e dinheire
a trefe"
tracta-se com os
AGEN'TES
M.
ilenry Forsler 4 C.
RUADO0).\.Mt-.!C0iO
/ andar
S 8
Commandante o capitao de fragata Ped o
Hyppolito Duarte
E' esperado dos partos do
norte at o dia 4 de Abri
e depois da demora in
diapensavel, seguir para
os portos do sol.
Recebe tambem earga pa-
ra Santos, Pelotas e Rio Grande d< Sul, frete m-
dico.
pHra curga, passagens, eueommendas e valores
IraVi-se na agencia
N- 46 RIJA DO COMMEUJIO N. 46.
Lisboa c Porto
A barca portuguesa Isolinn recebe carga a fre-
to ; trata se com Suva Uuimaracs & C. ra do
Commercio n. 5.
Rojal Mail Sleam Paeket
Coiiipaiiy
Jteducgo de passagens
Bilhetes especia es sc-
ro emittidos desde 14
de mar?o at o fin de
julho ofTereecndo fac
lidades aos senhores
viajantes para visitar
a exposi$o colonial
em Londres, de 1886.
Ida c volta de Per-
nambuco a Soutliamp-
on, primeira elasse,
com o prazo de 6 me-
zes libras sterlinas 36,
150.______________
Pacific Sleam \avigaTion
Compaoy |
Para facilitar aos
Srs. vi- Jantes que de-
sejarer. assistir ex-
posico colonial de
Londres no corrente
anno, esta agencia fa-
r a redueco seguin-
te, a principiar do 1.
de Marco a 31 de Ju-
lho prximo futuro:
1.a elasse, idae vol-
ta para Inglaterra, bi-
lhetes validos por seis
mezes. 36:15:0 libras
esterlina*.
AGENTES
Wlson Sons & Gonmany Limitefl.
M-Rua do CommercioH
Agente Pestaa
Leilo
D casas terreas, sobrados e sitios
Sexta feira, i de Abril
A's 11 horas No armazem sito ra do Vigario Tenorio
n. 12
Um sobrad j de 1 andar com grandes accommo-
dacoes, sito a travessa da li mba n. 8, rindendo
457i000.
Urna casa terrea com grande sotao, sito ra do
Vital de Negreiros n. 45, rendendo 360*000.
Urna casa terrea com 2 sotaos, sila no pateo de
S. Pedro n. 4. rendendo 27OO0O.
Cm obrado de andar can grandes accommo-
dacoes, sito A ra do Calabouce n. 4, rendendo
7664000.
Urna grande casa terrea com 5 janellas e 1 por-
ta, 2 salas, 4 quartos, cosinha, quintal e cacimba,
sita ra do Mrquez de Herval n. 139( rendendo
3GO000.
Um grande v. bem arborisado sitio com grandes
accommodaces em terreno proprio, sito estrada
de Joao de Barros n. 19, rendendo 1:000*000 de
singue! e foros.
Um gra.de sitio com importante casa, com jar-
dim, diversos quartos, salas, cosinba, banheiro,
gallinheiro, coebeira, portao de ferro e muro com
gradeamente em terreno p oprio a limitar no ria-
cho Lava-tripa em Bcberibe estrada do Frone da
Cal n. 7.
Um sitio ua mesma estrada de Joo de lan o-
n. 6, com os cemmodos segua tes: 2 salas, 4 quar-
tos, 1 gabinete ao lado, cosinba, cacimba com boa
agua e t< rreno proprio.
Estas casas sero vendidas livres e desembara-
ce das de qualquei oaus: pira mais informafes,
som o agente Pestaa.
AGENTE PESTAA
Leilao
De 2 casas terreas, em terreno proprio, estrada
de Cazaug, unto a estadio do Zumb, ns. 70
e72.
SAHH.V o, 3 de aiibil
A' 11 horas
No armazem raa do Vigario Tenorio u. 12, li-
vres e desembaracid^s de qualquer enus.
UilLAO
De fazendns, a,adera?, sapatos e chapos
.'ABBADO, 3 DE ABBII.
A's 11 horas
O agenta Modesto Banttsta, por ord-m e man-
dado e em presenca do Illm. Sr. Dr. juiz do com-
mercio, far leilao uas fazeudas, miudezas, sapa-
tos, tatnaocos, chapeo? pra homens e s'-nlioras ;
constando do mandad} que se acha em wder do
in. smo agente, que bram arrestados na comarca
da Victoria, a r querimento d8 Francisco Ramos
da Silva e \gostiuho Santos & C, e p?rteucentes
ao acervo de reliz Amado.
No armazem ra do B >m J.-sus n. 19
Ao commercio
Quem precisar de um eaixeiro ern hasta
tica de molhados, de conducta affiancavel,
se ao caes 92 de Noveabro n- 79, hotel, y
r com quem tr..tar.
^osinheira
Preeisa se de urna boa eosinheira :
ra Duque de Casias n. 9C.
Quera precisar
Da uns movis, constantes de 1 sof, 2 eadwas
de bataneo, 2 de braco, tj de gusmiclo t fion
soles, tudo de amarello, a Luis XV, a
muito bom estado, e um relogio grande de
dirija-se rna Larga do Rosario n. ,0,
que achara com qnem tratar.
Ama
Preeisa-se de nma ama para todos os mos
de casa de familia : a tratar na ra do BoafC da
Victoria n. 7, 2 andar.
En^ommadeua
Prcci.-a se de ara, aa ra do Visut^ty de
(oyanua 207.
Precisa-se
de tfieiaes de cigarreim* fra fumo dcsSito e pi-
cado, na ra do Bom Jess n. 43.
o commercio
Os abaixo assignades establecidos em arma-
zem de xarque, i ra de Pedro Affonso, scisa'.ifi-
cm ao commercio em geral que nada c'evcm pesta.
praca e nem fra d'ella ; quem se julgar seu we-
dor queira apresentar suas contas no praso A. 3
dtas.
O motivo que 03 Uva a fazer esta dcc'aaaeo
pela imprensa, tao smente paia s^ieatificr aos
Srs. importadores d'este genoro em gross", ^ue se
nos mandamos vir xarqoe de outras pi oas, por
n.ssa conta c nac a custa d'elles. cerno aBdt->ro-
palando. A carapu^a vai a quem t. ca.
Recife, 31 de Marco de 1886.
Loiirenco Bastos cfr Maia.
Bariio w aifnenktan
1 anniversario
s genros e filbos inandam celebrar abjpmas
missas na matriz do C'jrpo Sauto, no dia 2 d. cor-
rente, s 8 horas da maaha, Io anniversafie do
passimento do msmo Barao. Pedem aos esus
parentes e s pes3oas de sua amizade assistirem
1 esae a^to. pelo que ,e coufesssm agr leeid
les.
D. Therea Ce Jj-.us Hsraeii
o Mivn
Francisco de Mora-'s Dias, seus rra >8, cimba-
dos e sobrinhos agradecem do intimo dama aos
seus parentes p amigos qu; ;e dignaraia accii^a-
nhar os restos mortaes de sua presada mi. sgra
e av ; e de novo os c nvidam as* stirem as
missas do stimo dia, que tero lugar na ordem
terceira do Carino, sabbad} 3 de aor 1, ;. 1* que
desde j se confessam agradecidas.
de 1 piauj forte, do fabricante Gaven, com capa e
eadeira, 1 mobilia de amarelio, a Luiz XV, com
tampo de pedra, 1 espeibo, meia commoda, 1 guar-
da-vestidos, l cama frauceza com eolebo, 1 mesa
clstica com 3 taboas, 1 quartiuheira, G cadeiras,
marquezas, aparadores, venezuiaas, marquezoes,
1 grande fiteiro, j irro.-, loucaa, vidros e muitos
outros objectos oe uso domestico de urna casa de
familia.
Mabbado. 3 do corrente
A's 11 horas
No Hotel Universo 4 ra do Commercio n. 2
O agente Gusmo, far leilao dos movis cima
mencionados, por conta de urna familia que reti
ron-se par fora da provincia, osquiesforam
transportados pira o referido hotel.
~af.~lello definitivo
Das dividas hypotheearias no valor do 4:600OCK),
pertenceatcs masea fallida de Joaquim. Fer-
reira Campos &C, sendo devedor de i:G05000
Vulpinimo Jos bem bypothecado ama casa de pedra e cal,
sita n > povoado Barra de Jangada; e de
3:t00j0(-0 Vanoel do Nascimeuto Jarlos, sendo
os b*ns hypothecaos 5 casas de taipa no p}-
voado de Calende.
Sabbado, 3 do crrente
A's 11 horas
No Hotel do Universo, ra do Commercio n. 2
O agente Gusmo, autorizado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito do commercio e eom
assistencia du inesmo, c a requerimeno do Dr. ad-
ministrador levar pelo 3. e definitivo leilo das
di vid* 8 cima mencionadas, pertencentes a refer
da massa fallida.
AVISOS DIVERSOS
s 1
iljbli
pS
CSIARCEIJHS M\m
t';ai;>ih!a E'"raQcza du Mavegu
cao 3 Vapor
Linha quinzonal entre o Havre, L:
T:\, Pernambuco, Balia, Rio df .fapciro
Sun toa
Bteamar Ville tt llJsiro
E' winiln da Kur- pa at
lia i> de Abril, se-
guindo nVpoil da indispen-
sivi'l di'.-n ira par* a Ku
tiin. :i> de Janeiro
ct Nanio*.
u'g.i-se ai.-* Srs. iinp.>riattorcB dVcarga ^ Un
aporra deata liuha,qiiiiram apresentar dentro de 6
das contar duda aeecar^a .u areag
quer reclama^o concernente a vuiumes, q-.u: po
v 'iifi;:atenhamseguido para os pr,rt"f d > sul.afin
d. 3.- pudereaidaxa Uunpoo* providencias ai-cct
snriai
o.pirad*o-i-.i..rido pruse a compaabfe nuc sr
responsabilisa por extravos.
uecebe carga, encommendas e passageiro; pa-
is quaes tem cxcclleutes aecuiuodages.
Augusto F. de Olivcira &
.aCEKTKN
i' K7A DO COMMERCIO i'
AGENTE MODESTO BAI'TISTA
Leilo
fetilnta-fcira, 1 de Abril
A 11 horas
No Io

do
De
i*<
ndar do predio da ra
Rngel n. b>i
dios, -movis e 1 cabriole', americano
Predios
CV.sa terrea ru i de S. J^rge n. 5.
Dita dita rea da Cadeia Nova n 9.
D.z ini'i'aguas no becco das Uarreiras n. 4.
MuveisIo andar
Una :n ib.lia a Luiz XVI, 1 piano, 2 e.-pelhos,
^ 1 quadro, 7 pares de jarros, 2 guamigoes para
' toillet, 3 salieras, 1 porta-chapeo, 1 sof de pao
earga, 12 cadeiras de junco, 1 mobilia de Jacaran-
da, 1 cama para casal, 1 dita para meniu.s, l ber-
Co, 1 guar la-cojii la. 3 c > iiumIh?, 1 marqU'Zao,
1 mala, 4 banquinbos, livros, 1 oolcba, guarda
napoi e toalhas.
2 an.'ar
Urna mobilia de Jacaranda, 1 dita de pao carga,
1 inesa clstica, 1 guarda-lonca, 1 mesa de pinho_
3 mesas redondas, 2 cabides para alfaiat', 1 berco,
1 lustre, 2 pares de jarros, 4 ligarai de lou^a e ou-
tros objeetoi miudo.
Andar tenes
Um cabriu'.et unericann, com 4 rodas, 1 lanca e
4 rodas para earru.
O leib'a cima esta va anu un ciado para o dia 30
de me proxim > passado ; poim deixou de te et-
fecluar por muita chuva.
Pede-se eos abaixo assignados o favor de
virem ou u>audar roa do Mrquez de Olinda n
51, a ntgocio que nao ignora n.
Pedro Siqueira, d'Alfandega.
Arthur Dantas.
Luiz Carvalho.
Jos Guimaree, eaixeiro de L-iyo 6s Filbo.
Frederico Vieir i.
Augusto GonQalvis da Silva.
Mauoel Antonio Carneiro de Araujo.
Na ra do Vis^onde de Goyanna n. 85,
p eci.-a de urna mulher para assar e vender bo-
los, e faz-se comidai'pur;'. fra.
Aluga-se o 1 andar da casa n. 19 ra da
Penba, o Io da de u. GG mes.na ra, o 1" da de
n 35 travessa de S. Jus, o terreo de n. 26 rna
DuquT de Oaxiaap e a casa n 26 ra de Nunes
Machado, ni Es inbeiroj com b ns comraodos ; a
'ratr na ra du Hospicio n. .'_! :.
I'recisa-se de-u>%a cosinhaira para casa de
familia : a tratar na ra do Barao da Victoria
n. 39, Ioja.
Alugi-M a c isa coto sitio, d> Dr. Castell)
Branco, rroxiii.a ao povoad.i lu Beberibe ; tam-
bem aluga-se urna boa casa terrea novamente re-
eoiistriiida, sita ra de Mathias Ferreira. em
Oiuda : trata-s; ra Duqae de Caxias n. 23
= Vende-se um terreno na eidade do Uom J-r
dun, com 30 palmos de frente, 50-J de fundu e
urna pequea cusa le taipa -pie pertencia ao fal-
lecido Jurga Jos Alvos da Fonseaa ; vende se
i ara pagamento do debito do mesmo ;" o terreno
na ra c'a Lama : a tratar na ra do Pombal nu-
mero %.
= Est parajilugar un a erioulinha para ser-
vico domestico de casa de familia : na rna da Im
peratriz n. 8, 1' andar.
\viso
L
Por nao ter havido audiencia, deixou de ter In
gar no dia 21 .de Mar<> prosino fin o, nojuiso
da comarca de Olinda, a arremataeSo da'parte do
sitio doS.-'lgidinh', perfenoenta a D. A'e*andr.
a Maiia'i j :i icruii uto Bereira, cuja parte foi
avaliada em 835i94 o vai praca por t-xecuciio
que lhe move Antonio Joaquim Cselo, e que ter
lugar huje a 1 hora da tarde, depois da audiencia.
Loja de mindezas, perfu atavias
e qiilnquilharias
DE
Jos Mara de Lemos Duarte
89 Itl \ DAlHPEIt AHI i/, ?*
O proprietario deste bem montado estabe-
Ie-jimcnto convida aos seus amigo- e fra-
guezes e em particular as Exm,s. fami-
lias, aura de certicarem-se do bom goa-
to com que acaba de coleccionar urna
infinidade do a:tigos, que s^tisf-r3o
com certeza, a quem dignar-se iar-lhe a
preferencia, e para prava do que daixa
dito, menciona entre outros, os Begniates
objectos que forara escolla ios con o tki
de satisfazerem ao mais apurado gosto.
Completo sortiment) de perfumaras e
artigos de teilete, dos mtlhores fabrican-
tes.
Bordados e entremtios tie uti, traaa-
parentes e cambraia Victoria.
Bicos de crochet franeezs, de sjda etc.,
etc., etc.,
Focos de couro e de velludo para crean-
oas.
Leques le seda, setiaeta e papel etc.,
etc.
Boleas do velludo e depalha.
Espartilhos e suspensorios os mais unos.
Grande sortimento de pliss e talagarea.
Meias parasenhoras, horneas e menilDS.
Estojos para crochet.
Cintos para senhoras (ultima moca).
Baleias cobertas pura vestidos.
Sortimento de l mesclada de '.odas as
cores.
Estojo para barba.
BoDglas para homem e menino-.
Sapa.iahos e toucas para baptisados.
Len903 e Iuvas de seda de -odas as
cores.
Qrav.itus para senhoras o para homens.
Grande sortimento de carteiras para di-
nheiro o para fumo.
Punhos e CDllarinhos de toaos os moldes
e qual:Jades para senhor e para :iomens.
Benecos finos de todos os tatnanhos.
Escovas para roupa, cllap',, cabello,
unhas e dcates,
Canotilho de diver^ quaLdadcs
Sortimento de grampo para chapeo.
Espelhos de uiversas quali ladea e ta-
ra anhos.
Botoes de todos os tamanrrs e qual-
dades.
Fitas de todos as corea c qualidades.
Quadroa de velludo para retrato.
Grande exposi^o
De brinquedos os mais finos, lianas de to-
das as cores em novellos %tn) i rriteis
o outros muitos artigos d-^noit que se-
ria pi fiJonho nie:'.;i> r.
82-Rua da Imperatriz-82
PCRVtSIBl'CO-
Viagens ao cealro
Di Uunda part todos os sabbados, as 4 n ras
Ja tarde, para Itamb por Iguarass e yaima,
urna diligencia; passagens a tratar na ra 1 de
Margo n. 1, no Recife. Vageus avulsas eui qu.d.
quer dia, e para quslquer parte a trata lie mesmo
lugar.


i ra t


SSSSaSJu,'..^___

t>
Diario (!e Pernambucotyuiiita--iera I de Atril de 1886
Pastilhas Vermfugas
3HC3KBJC3NrGf*
As nicas infalveis e que nao
repignam as crianzas. Cliegou
iwa renessa e vende-se na
taso de
fama mm k c.
Muito barato
Aluga se o grande -rroaacn n. 84 ra do
Brurn, com fundos at o caes, j oecupado core
mg. icios de asaucar, perto r'e urna es taca o da
va-Ierren, por preco muito barato : a tratar na
ra larga do Kosario n. 34.
Cosinheira
Prieciaa-se de urna boa cosinheira e que seja
asacada t#Rt*r ni ra do Fnysaodu n. 19
Paeeagcm da Magdalena.
Ouem tem?
'! e prata : J-compra se ouro, prata e
aturas preciosas, por maior preco que em outra
jualquer parte ; no 1 andar n. 22 ra larga do
Rosario, antiga dos Quarteis, dis 10 hora s 2 d:i
tarde, das uteis.

PreonragSo de Productos Vegetaes
EXTIN{(fAS CASPAS
e o atrs Molestias Capillares.
JVIARTINS& BASTOS
JPernatnAtuto
Attenco
U puro vinho verde e o sabercEO cha prero pon
ta branca, csDecialidades sem competencia neste
mercado, recibidos pelo ultimr vapor, encentra ee
yenda em casa de Paul Jos Alves C-
M-Rua do Bario da Yictor.a-60
;.
-. f t-
Leonor Porto
Ra do Imperador n.
Primeiro andar
Csntina h execatar os mais ditBceis
figurinos r< cebidos de Londres, Paris,
Lisboa e Bjo 'l- Janeiro.
Prima em perfticao de costura, em bre-
vidad", modicidad* en precos e fino
fu
Attenco
Alma Umbelina Gomes da Costa declara ao pu
b ico em geral, que seu marido Joo Gones.da
Costa nada .deve, e se por acaso alguma divida
apparecer, ser tida corno divida graciosa, pelo
que p'cvinc a qualqucr pessoa, de nao f^zer tran-
sac-c&o cu qualquer negocio com o tal KBBSr, sob
pi na de perder, at que se decid certa questao
iu<- o uiesmo senhor .cima nao ignora.
Compra-se c paga-
se mais do que em ou-
tra qnrJquer parte bem
como
Pf nso Acadmica
C\m uin curso de dlreito natural e ro-
m no
Soh a iiiicici.
DO
Hachare! Assenso Has-
careabas


M-nsalidade GOJ000
Pagamento adiantado
Ra da Impeatriz n. 15, segundo andar
II
de qualquer qualidade.
iNiara ioImperador
ti. 32, loja de joias.
Julio Fiierstemberg.
B. cebemos neste ultimo vapor voadores para
mwnncs aprendercm a andar, assiui como, diver
ses obras de Vime.
Caeiras
Ci -'.-.. do diverer e tamanh.s para cua.pras.
lialai para pap I.
Assafates
Condenas.
Roupeiros.
Beowntea de b^rralicas c fiares, amores peifei-
(os e diversas quaiidades.
T^io t.iuibom o especial bacalho de Non>ega,
pesando onda un 6 libras: em casa de Pocas
MenJrs C.
Una Kntrtita do Rosario n, 9, junto a iqrej'
E'barato por 3:000|
Qnatro predios nesta eidnde'do Recife, que ro-
dela rnJ. r aunan Imonte GCO, sendo tres na ra
da Palma e um na ra do Nogucira ; trata-ee na
ra da Imperatriz n. 3?. Ir ja.
Ao n. 17
Acaba de cht-gar para a ra de Hortas n. 17,
uum qualiiiade especial de vipho paiticular par*
nws ; os dilectantes da boa pinga encontrarlo
nao t o particular como o bom Figueira engarr-
falo, tendo boas qualidudes a retalho, para b' m
servir os apreciadores, e vende-se carne do terto
especial.
Assucar refinado
Os r. tinadores scientificsm ao3 couaumidores
deete genere, que em face do alto preco da rama,
sar observada a seguinte tabella no rc dauro : \
1* sorte Ifi500 per 15 kilos.
2' sorte 46CK> dem
3" sorte 4000 idem
Baeife 30 de Marco de 188b'.
Os abaixo assignados, tendo adi piado e regis-
trado a marca industrial como do desmho : cima
ve corfrrmi.'.de com as prrgci ipces das leis em
Mgor de. publico lar^culsrmente aos
-eus uun freguezes, qjc d'ora em dinnte
odos es s qte i.hirocn de s la botica le-
varo .. r, iiarm rnmn garsntia da ma origem
e Iegit.a,.i p/i oedenci .
Ao eommercio
O abaixo assigoad-i e.iara que vend'ii xos Srs
Jo2o Gouv ra Estrcit i do Rrsari. lt. livre e desembara
cado de qualqucr onns : qnen njulgar prejucii-
cado com ata venda annaavite lec.airacJ > ac
praso de 8 das sob pena nnllidade.
Rccife. 30 de marco de 186.
Anfrico Cezar.
CosflltiM
Precisa-' de urna ;> :t cosinheira
nheirr. : na ra da As '9.
ou cos-
Cosinheira
PrecBa-sp de urna que ssiba cosinba b*m, fa-
zedo as compras a mis alguna servic -s de cisa ;
tratar na ra do Ar:>go n. 14.
Chaves perdidas
Perdeu-se no da de dorr.mgo ama argo-
la oentendo cinco chaves. Pedc-se a pes-
saa que as aehou, o favor de ntrogal-aa ao
Londcn A Braail-an Bank, 23, ra do Com-
mercio, que ser gratificado.
AI ligue I barato
Aluga-se a loja ra da Roda n. 17, com ex
callentes commodos ; a tratar no lareo do merca-
do 12.
Precisa-se de um criado-:
Aurora n. 109.
a tratar na ni i da
4l000
Alnsa-.i' .--. !. l :. --. '
em S. Jos i '-ii "_' iitlaa, u-.xv-i-
tal murauo < cu: uiba ; a -lu e
-a ita Fr.ua-,
! SHllia, Qllill
cha-le
. qm
n.
c trata se na ru (a Guia n o/,. Recite.
Arapongas epapa.^aio.s
Compram-se que cantcm muito e fallein bem ;
na loja do Romo, ra das 1 lores, onde se ven -
le' pas'iro d" d:fter^ntes qiiiliddc>, muito em


11 ^:'.,
I '
= 3
?3
CAPSULAS
IM ATHEY- C A YLUS
Preparada^pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
As Capsulas Mathey-Caylus com Envolmro itlgado de Gluten n5o fatigSo nunca
o estomago e sao recommendadas-pelos Profesaores das Faouldades de Medecina e
OS Mdicos dos Hospitaes de Paria, Londres e New-Ycrk, para a cura rpida dos :
Corrimeatoaantiges ou recanes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystito
da Gollo. o Caarrao e as Molestia da Bexlgas e dos orflio gtmto urinario*.
1M* Umt expliotQo dtttlhida acompuhi ttda Frttco.
Exigir o* Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & Cu, do PARS,
_^ que at achSo em cata do Droguistas e Pharmaeeutitot.
| Extracto Composto
r
m% :
^ y
oengas nervosas
OM 0
L
RADICALMENTE CURADAS COM 0
com
XAKOPE SEDATIVO
de Cascas de Larinjas amargas
BROIHUP3ETO de 5&OTASSIO
APPROVAD!) PKI.A JUNTA HE HYOIBNE DO BBAHL.
.as c todas
provenientes deSsaMm
13arVigo^aoC#o
Purificar
.-'"^
/
/.
y
&

0'
O Bromnreio de Potassio de
acarse, como todos os producto?
feit08 n'este estabelecimenio, de
urna pureza absoluta, coudieo indis-
pensavel para que se obtenlia efleilos
sedativos e anodynos sobre o sys-
tem nervoso.
Dissolvido no Zaropo Laroze de
Cascas de laranjas amargas, este liro-
murelo oaiversalmenle empregado
e exclusivamente receitado pelos mais
celebres mdicos de todas as facili-
dades para combater com certeza :
as afteccScs nervosas do coracSo,.
da vas digestivas e respiratorias,
as nevralgias, a epilepsia, o hyste-
rico, a danta de S. Guy, a insomnia
dar atiacon dorante a denticao, em
urna palavra, todas as aiccc3es
nervosas.

Ro mesmo deposito acha-se venda os seguintes rroductos de J.-P. LAROZE :
XAROPE LAROZEu^T^TOHICO. NTI-HERYOSO
Contra as Onstrit-n. BMtmloias, y-.pc;;.ia. Dores e Caimbraa de estomaao.
XAROPE DEPURATIVO'1 'SK^^IODURETO DE POTASSIO
Cootra as AffrVpdes escrofulosas, canc_: b. Tumores brancos. Acida* de sangue.
A.CL'.dentes syphilitico^ secundarios e terciarlos.
XAROPE FE8riaiN0S04"r^t:.PnTC IQDURETOfcFEBRO
Cootn a Anemia, Chloio-Anor.iia. C3ros pnllidas. Flores brancas, Bachltismo.
'
iposito m tedas i c;u gregarias da raziL
Pars, J.-P. LAROZE e Cia, Pharmac ticos.
i, RU OES LIONS-SAINT-PAUL. 2.
&VM rf*S#<#
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
At Pl/ulas purfflcao o Sangue, eorrem toda* as deaordema de Estomago a
i dos IntastMos.
Fortalecem a saude das constitucoes delicadas, e sao d'um valor ncrirel para todas as enfermidades
peculiares ao sexo femnino em todas as edades. Para es meninos assim como tambe para as
ptssoas de idade avancada e sua eflicacia e inconteetavel.
Esas medicinas Oo preparadas rnente no Estabelecimento do Profelsor Hollowat,
T8, NEW OXFORD STBEET (antes 533, Oxford Street), LOICPBEB,
E Tenderas* em todas aa pharmacias do universo.
' O comprador Ai conridndos raspeitoaamente a examinar oa rtulos de cada aia e Pote s* nao Mta a
direcsao, 533. Oxford Stt, sao falsiacacoes.
GORPO -CiDE
0 PSOPRIBTARIO OA
ufii.ni fu
Convida a illustradacorpo-
raco acadmica a ver no seu
estabelecimento o novo sorti-
mento de
(IllUS DE DIREITO .
estrangeiras e nacionaes, in-
clusive os compendios, para
todos os anuos lectivos,
obras sero vendidas
urna grande e admiravel re-
ducido de
'BECOSSEMEXEWPLO!
cujas
com
0P?RtSSi
la^ira-seaf:iaac*que ;hh;im uo peitoaitbnao ayinpton lujrvgsv
. 1 1 -.
.
rU.
_ jnrin
a expe-ctorata la-orisa aj ns*ogi)a ;os orxads raapliafoi
Cnelo em .rtMaa ena eau de J. EM>li:. fa, niat .*-!.;-.;> re. err. r*wi
XJXVX.A, ^c^DPDSDBJCDersrcxjk
CL8TAPOUCO!
LiV RA franceza
9-lA PBI1I1M MB(!0-9
Cura certa em 3 i
as sm ontre medicamento
&JMIS 7, Mioulaara Demaim V JPAHIH
jmJt mis rtf misil ipzjuusf
siaij saman]
toe nnS3:sr VjaaHMSO rucmniJOd
><
BtovKiA 'vavnrnocT 'osio
VMJj.nvmina 'ODiJ.ansoD
ZOUMV aa T.Od
soavonoi oa vnor
\OdOVSiSB '8MKOUVS
IVIQ3HNS0 3W383
0B6J}tl90tt03
avaiAvns
13tATS0
1892,Bordaanx: ff lallt ;. &
Bloifi : /VcJ,. t.i Ca i'mti; Rf
ct : Men$c te Mp
'ran G&ta re Pral. teuta j -
Eatpsifodi'frab.-lho : '
m a
iSsihhS
1VAIJI ~H-
VAOM ZIHVd 0V5V3H3
es '*s 'jeqoa r>a '99 '-bg
K3iHVBn3 oonohoo viurunjuid
Alimentafo Rica
em iriatipins azotad! e pisspt,-- '..;.
A rAanviiA. Mcz-iar 6 o mcliior aus;
da au do ic\U- na alimentario das crian'-:
KxpcnmoDlada com o niullio'r xito as Cree..- s,
Ilospltaes e Asylos, soberana para as Cria:! -.
SBmnaa Idosas. tracas e as que soffi-em* :i
'^."'-:/traIclsva,IISoIeatiarl<>antca-
I r ,-.-j.\3 ds Ventre rebeldes, e todas
:is ai&i rooa 'iue nao pennittem ao estomago
'..- aliineniai'An nocessaria para a uro-
lirocMO da fvrea e da saude.
EIIOIR A MilCA REGISTRAD* : i TIMElf
MtaitiwariaSHtLMXftm Aunlniij- (franca)
la Pernamuco : Praa" R. da Silva A. O.
GR4NDES NOVIIIADES
himhs fiiis e noibts
Ra do Cabuir
3
fe1
2 B
J
Para ste cfc<*daMaa*: \
do ranilas dretaesn^o m os qt*
Vestilos m>m propstrt-.u -
iie^ar um primoroso soriiraento de art-
ktu :
rigor
'>c ca.'heaiira, rcimento enfi-ila los
moda.
Flntll^ia nos, B*a*d*^< aiisssng.
Fil raiMi'Qgrt, -t* rfsaenh'i rjo \k a ie<|ft o l;l. ujrliiu
Cortes c vrfi'H, 12 fl->r^ttr>* iini'1, nmbili.iyli d- i.k;-.ii.i
i qu- modi missmis.
Curte de ve*a mi t i'aUaoe co.11 borttulo-'a agalhn, vorma lin-.ias e d
,g- '> npura i!.
L:n eos lawai .-- We ct'wiions, cota lj.ni.ulo .'. scii,
j pilante.
Et::; iiirs, suratos, f ;1, .iss, setins, Cclieinirus de tod.-s ns
da
l vtroz, etc.
isa >: b -rala a
idade pal-
ere*-
i

a 1 Jioarviarv
lUiz i rt>niei,2i: o : i.inv'ao si*"
GuMhcr^iim il* Conq^o Han* Caroeii
Dr. Aanorl Citmrntini de Barros Carneiro, Va-
ris do Carm > de Barroe. Carneifo, Jos Francisco
Carneiro, Tertuliano de MriU Ci:rneiro, Luca
Mara Carneiro dn Annvr '. F- ncisca Mari
Coelbo, Francisco df- P ,' f.Antni-
ciacSo e seos paren: -, ,. :.(ju> 11- s
amigse s diverg oes cjae se iliguarm
acompanhar ateo cemiteiio publci n cedavr de
seo presado esposo, Ra, irmio c cunhado, Luis
Clementino Carneiro da Lyra ; e de novo lies
pedi-rn um ontro obsequio de iissistirem as missas
de stimo din, que sero celel jadai na sexta-feira
2 de abril, s 8 horas da manb, no convento do
Carm" do Recite.
48a Prlsfciro
u
a
n
^0
-
Marro 0.
0 nljaij -i lena n^vttn ven
os seus ."orn; /-rantidos
2.a pai 1' I t :ias a, beneficio da
igreja do Li.ra.;r,ti ci'tsta cidade (46.*),
que'se extrehir "quinta feira, 1 Abril.
Tt*t&
Miio 2'y-
(u a ljJOOO
tm qmaatfda,*3 bu ai o r de f #
Intbiro 3,9500
Meio l,57O
Quart* (875
M 'anoelMartins Finta.
hyf:. I
"* -.- ->.. .
-'-, #
XA i;-,- \
'.' -.i r : ; r- : : <
' '- -..-
: :' !-.
.'
-.
'.' ....
!
'.' n )jaji-,-.i
:'':. rae ioat
Amttlstrtoif.PiRa. t, Soultnrd Hotnirt-,
obitriflfc^ei viaceraea,eoDore^rca (IcqIosu* t H.
HOPITAL. *tecc>BdaiTasriiseftivii'roa)m>
.loa ito ostaaiaco, dijestio dililt-il, :
lia,lr.il|>a* dijfpala.
OaXEBTZNS.Afecv5eadaarrna,ii*lca ira1
coDCi-e^fCsdasiranua-.cita.diibuW.._ .
ZliiUTERlVE.AII, -,-.:jMrma,d*".:(-j.- n.
CODCts^-oosJaoO. .
EI-TA-SE 8 riCME da FGATE na CA
u-s, si-tinet is o ron-.
w. i r:iiiie: u gran e.
: 14 '
jl ..AEILLE, 3, ru do Ciicr.r-!. 0
... -. -..CHLIM. %% .-na di U. 13,

8.4ai p
4
.. .

I : un-i
CONTRAL
Deluxoa, Clrlppe. BrorVihits. i
Sxrltaoaea do Paito, o XAROPE a pasta pat-
[ toral a If AF da DELANGRENXEH ate da mw
tatBoaoia oarta Tarlfleada por Mambroa da Asado?
''.i Medlctaa da "rasra.
"-a njir, Jfnr;A.vi =r^i CoMrm da-sa tas liei;
M -:.-..-:-,. r --jj3ft m Coqnelct i!, raa vlrMana), SI PAS.
i n ti >aaai an puAKaracun
DO MCTIDO
L qn s uiajiapartaatca
mendrncs an b-llo sexo.
Di'ns de sotira, opMltn'o-ortimento.
Dif'-s iie mn;irepi-r;>
.-peeialidades e os piineiros eheg.-utas aqu. Recom-
br neos e de
cor s.

Para as Esotra, ncitti* :
Si-tiiii br.-mco Dn'.-li-s*-.
Supato o Guipour brocj d .< la, iil e rcins para enfeite.
CapeJbia de lr e o |.:ilion.
Veos de bloud, ampios <: tinos.
Mcias i'e seda e suias borlados.
Colchas do dam sei desda < do crocln t.
Cortinados de croeliet e ai
L' nyos de esmorais ;i': Liulij. lisos <> bordsKos.
Sudas, autiiis e merinos protjs tli todas as qualidades.
Para todos os artigos que reeri nns, os pr-eos silo sen compren.-h.
(Teleplione n. 559)
i

. .
Alimen-tttjao racional
das MES, CRIAMCAS, AMAS A CONVALESCENTES
Per uso di 1'IUtHI'HA TiXA Faltares.
PARIZ, 6, Avanua Victoria, S. PARiz.
DepoaiUrios ea Ptrnambueo : FBAN" M, da SILVA C*.
nlco da uzi.-fOb,
o /-anal rfB .'jtra.
teselas de orostatc,
i incontinencia da Urina,
rala na arlna, ote.
SWAMIN, Pharmaceutico-Chimico,
' SHA c8Tiouor'E, \%, PARS
"^l rf^-^ans-a%a^i

EES
TDNT
OTTO SC
SVCfSS
2S Kiia e iHalhis de Auiperque 25
(ARTIGA RIJA DAS FLOEi SJ
Tige :> .upa com a T.-.ior pcrfeiyr.o t-ida rja '!oikf'o, e faaendas en
pe^as ouem obras, chapeos du feltro in de p..h:i, tirso mofo das fazmeta: todo o
trabal' o r'eito por meio de machinismo operfeicoado, st hojo eonhejdo.
Tintura prcta naa tergas e sextas-feiras.
Tinta de cores e lavagem todos os dias.



.



i
opio
11


K
i
' W"
Diario de PernambncoQuinta-feira 1 de Abril de 1886
"" luga-se barato
O l.*audsr',da travesa do Campillo n. 1.
O armaaotn da roa do Bom Jess n. 47.
A caa da ra do Visconde de Govanna a. 79
A casa terrea do becco do Tambii n. 21.
A cata da travessa do Palacio do Bispo o. 18.
\ rratar no Largo do Corpo Santo n. 19, na-
da
xUuga-se
a casa t< rrea da ra de S. Jorge n. 40, con 4
quartoe,"-' salas, cosinba, quintal com cacimba, to-
da pintada e caiada, por preco enmmodo, a tratar
na ra do Amorim n. 66.
.lua para counbar
Na na d^Bem-fica
sitio que fiea em fren-
te da entrada dos Re-
medios, se precisa de
unir, .nnlher forra 011
eserava para ;i na. v
cozinlia.
Casa em ((u i papa
Vende-se urna boa cafa e>rn muitos fundos e
quintal murado, teudo tres portas de f.ente, com
prateleiras e balco, e no interior alguns utensi-
lios de padaria-, tambera um terreno do lugar de-
nominado Arelas daqoeHetermo : para nforma-
coes e tratar, cm Quipapi com o Sr. Honorio H,
de Souza Oliveira, e n > Recife eom os propieta-
rios Martina Capit&o ft C, ra estreita do Rosa-
rio o. 1.
AH
Precisa se de urna imi para o strvic > interno
de tima casa de pnncK f .milia : trata* na ra
Velha 11. .
LwPJH
Precisa-se de urna amo pan osinlur om-
prar no mercado ; a tiatir m ra dj liachuello
Corredor do Bispo) n. 53.
Ama
Na praca do Coa le d'Eu u. 7, 2- ai* :.r, se pre-
cisa de urna boa cosinneira, (.ara mra de peque-
na amilia.
Ama
Hste remedio precioso tem gozado da occeit
Cao publica durante cinooenta c sete annos. com-
ecando-se a toa raanufactum e venda em 1827.
Sua popularidade e venda nunca for.'io tao exten-
sas como ao presente; e isto, por si weznut,
offerece a melhor prova da sua eflicacia mravil-
hosa.
Nfio hesitamos a dizer que nao tem deixado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
rcaacas quer em adultos, que se acharao affli
'os dcstes inimigos da vida humana.
Nao defxamos de receber constantements
attcstacoes de medicos em favor da sua etjinria
idmiravel. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsificaces, de
torta que deve o comprador ter muko cu'Jad,
:'.\aminando o nome inteiro, que devla ser
7ennifiKrc de R1. FAH9EST0CK1
VENDAS
Preeisa-se !e mi..i ama jara casa de pjuca a-
milia : a tratar na ra de Pedro Affonso n. 6S
antiga ra da Pra'a.
Ama
Precisa-se de urna ama de cosinha, para pouca
milia : na ra da Imperatriz n. 65, primeiro
andar.
AMAS
N i r 11 1 P.iysil ii. 20 pr.'cisa-se diurna
mileira, pigl-
Engcnho Recanto
Vende se ou arrend t-se o engenho Recanto, fi-
toadu no termo de SeriaMi m, inoeiite crtente
d'agaa, com boas torras, etc.; f. tratar com Ma-
noel Ferreira B.irtli 1 a ra do Kom Jess n. 6.
Vende--se
urna pequea averna, propria para principiante,
por ser de capital 4 (>, sita em Santo Amaro de
Jatuatfiu, ru i do Imperador n 21 : trata se u
mesma, t o motivo da venda se dir ao compra-
dor.
tna
Pieeisa-se da iiaif. perfeiti engemmadeira : na
Jo Riacbuello n. 57, portad de ferro.
Ama
Precisa-se do urna ama que saiba cosinhar e
Comprar na ra do Viseoritede Goyanna n. 139.
X- XBBs fWBi
. recis:wse de urna ama boa cosinheira : a tra-
tar na ra do Barao da Victoria n. 61, 2o andar
Ama
)
Precisa-; e do un.a ctsinbeira c outra engom
madeira; na ra do Barao do Triumpbo n. 68.
Cosinheiro
Precisa-se de um cusiuheiro : na ra da Aurora
auraero 77.
Vinlio verde
Vinho verde, macio, puro, de superior qualidiie,
em barris de quinto; vendem Cuuha Irinaos & C,
xua da Madre Deus n. 34.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro ; a tratai na refina-
co ra de S. Sebastio em Olinda.
Sem dieta esem modifi-
capoes de costun.es
o
1
8
es a
2 o
6
g 2
a
o o
;
"B S
O "3
15
E
O
9
K
09
g
5'
fe
a
s-a

Hotel hospedara
VeixK'-se um b'.m h 'c\ liusp!-d::rH, bem afre-
guezido. no c-iitr desta cidade, litigo e acredi-
tad., e i' I i s <,ini:i'id'is neess-ri's achando-
se m"iit:i'h rgnlaimeiit:'. O nluguel do predio
inodic.
0 motivo da vuada, er o seu dono de retirar-
se para Eujopa.
1 ara uiormaces podem dirigir-se ao Sr. Salva-
dor Carincci, na do Bom Jess n. 61, armazem
de miudez ..
Bom neg Vendu-:e una das mol llores ti-venias, propria
para principiante, na cidade de Jaboato, con-
fronte frita, b.m afreguezada e com bastantes
commodos para familia, garante-se as chaves : a
tratar na incaica.
Tavcrna
Xo largo da Acsi-mbla n. ]7, veade-se urna
Inverna bem afreguezada, tanto para a piaca co-
mo para o mato, e o motivo da venda ee dir ao
CO irador.
Vende-se
um estabelecimento de molhados em boa locali-
dade, muito bom c muito afreguezadj : a tratar
na ra da Santa Cruz n. 3.
Vaceina ingleza
Cbegada pelo nllime vapor
Ven le se na rM da (. ruz n. 32, botica tn-nc-eza
de Rouquayrol frerea Successorcs de A. Caors.
Vemle-se
a lo ii de lone da ra da In.pera riz u. 13 ; aquel
les qu<- quizerem Couipiar, airijam-tc mesma,
que '.ebarao com qtnin tratar
Vende-se
Um acreditado (stsbelccimento de molhados,
com poucos fundos, proj rio para principiante, a
tratar na ra de S. Francisca n 26.
Apolices
'&
Ha ra do iiangel n. 58 se dir quein tem apo.
lices geraes e prouinciaes para vender.
~0~ -

b
ha
L 3
bfeeii.es prs arados
maeeutico Eugenio
de Holianda
Approvados pelas juntas de hygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
Elixir de imbiribina
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
toes e promove as ejec^oes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e qunalo
Para os chloro-aemicos, debella a h* poemia
irtertropical, nconstitue os hydropicos e benbe-
rieoa.
Xarope de or de arueira e tnutamba
Muito recommtndado na bronchite, na hemop-
tyse e as tosses agudas ou chronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas de
'lararijas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga
nismo, na tysiea.
Plalas ante peridicas, preparadas com a
pererina, quina jaborandy
Cura radicalmente as febres intermittentesi re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubob simples e ta.nbem fer-
ruginust, preparados em vinho de caj
Efficazes as inflanunaorJes do figado e baco
-agudas ou chronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Appiieauo as eonTalesdenctis das parturientes
urtico antefebri!.
Depeoito : Francisco Manoel da Silva & C.
Por aO^OO
Aluga-sti o 2 andar da casa ra de 8. Jorge,
antiga no Pillar n. 72, coa bastantes eommodos;
tratar na roa do Crespo n. 17, lojtt.
De conducta amaneada, que nio tiver meio-s di
vida, qnerendo fazer companhia a 4 criancat;, te a
casa, comida, alguma roupa, etc. A casa t ri
criados para cosinhar e outros misteres, a roa t.a
Roda n. 54.
O < .. ma Duque di (.':ix:>s est vendendo
fazendas por men a 2b '/de sea valer.
Ver para acreditar
Serins toados di 144(K per WX) ri? ncovadj.
Merinos Dietos de l, 1*20:'. IH'M, 1600
1*800 e2 oc\.
t-'etineta ,r>-ta a Til): 6()0 ris o covade*
Ditas de cores a 4u'l r*. o covudo.
Fus toes br ancos e de co es* a 400 e 500 r i. o
covado.
Sejdas d listras de cores de por 1 o co-
vado.
Merino de uolmhas a SO1) rs o eovado.
Marip.is \* ;' :.3 de ei.res a 240 rs. n covado.
Renda aberta da China a 240 ris .. covado.
Linhos escossezes de todas as cores a 240 ris o
covado.
Chitas finas a 200, 240, 280, 320, 360 e 400
rs. o covado.
Manteletas de seda .le 16* por 7*.
Fichus a 2J, 4# e 6*.
Bramante de tres larguras a 900 ris a vara.
Dito de quatro larguras a 1*300 a vara.
Atoalbado de linho bordado a 2* a vara.
Collarinhos e punhes para senhorn, modernos, a
2*000.
Brioi pardo Km de 300, 400 e 500 rs. o covado
Toalhas velpudas a 4* 6J a duzia.
Ditat alcochoad.is de 20* por 124 a duzia.
("obertas orradas a2*800 urna.
Lencos de bramaBte 1*800.
Camisas para senhora a 2*50C urna.
Casacos de laia bordados, modernos, 1*?*.
Damiuco de algodSo de cores, largura de quatro
palmos a 600 rs. o covado.
Camisas bordadas e de linho a 30*000 a duzia.
Madapolao casca de ovo e pelle de ovo a 6*500.
Enxovaes para baptisado, novidade, 9J.
Timos para meoino, boidados, 4.
(Chapeos de sol de seda para seuborA, de 16*
por 8*000.
Meias para homem e set.hora, de 3*, 4*, 5* e
6*000.
Redes hamburguezas, lOf.
Colebas a 1*800, 5*, 6* e 7*.
Verbulinas de todas as cores a 1* o covado.
Cortes de casineta a 1* e lJoOO.
Ditos de casemira a 3, 4, 5, 6 e 7*.
Lencos abamhados enm barra a 1*200.
Camisas do Btcii a 800, 1*, l*50ie2*
Casemira de cores de duas larguras a 2*.
Cortes de casemira para vestido de senhora, de
40* por 20*. bartissimo.
Zafiros lisos a 120 rs. o c vado.
Cambraia preta para furria 1(200 a peca.
Taverna
Na roa do Mrquez do Hervat n. 141 se dir
quein vcide una tavcrna bem localisada -e bem
afreguezada, propria para um homem solteiro por
canter um botn sotao. O motivo da venda se dir
ao comprador.
Cabriole!
Ve ide se por haraiissimo.preco e em muito bom
estado um cabriolet de dous assentos, quatro ro-
das e arrcios para um cavallo ; a tratar na co-
cheira do Candido, ra da Rida.
WHISKY
f*OYAL BLEN'D marca ViADO
Este eiccli^iiie Wbibky Eseosse preferiv*
ao cognac ou gurdente de cauna, para fortifies
o corpo.
Vende-so a n ta'ho n;i ,. Ihtns uimazenp
nolhaduj.
Pede ROVAL BLEND marcr. VIADOcujo n
me e emblema so registrados para todo o Brari
BRWNS V (:., H^entes
Pinho e riga
Vende-se em casa oe Matncus Austin & C,
ra do Commercio n. 18, 1 andar, da melhor '
qualidado e diversas dimensods.
Coiteo o h'orte
Em vista dos grandes pro'resaos da idea do que
se gloriam s i:aei"e civilisadas, o commcrcic
deve ac.>mpanhar esse pro^resso, visto que elle
o mais pirler' so elemento do engraijdecimento daf
nacoes ; eui .i;Ii d > ijue annni^ciam
MARTN* CAP1TAO & C.
1 Uua cotieita do Rosario 1
Grtale s irtimento de gneros alimenticios, ee-
colha dos jioiep. os annunciantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os seus numerosos
fregueses. Lembramos, pois, o proverbio :
Qj.tn nao experimenta, nao sabe.
Venhim Ver, pois :
Qdtdjos, flumengo e d:: Mifi.a. -
Fiai'.ibws ingleses.
Chocolate franoez Jleuier.
Dito do Maraiiho.
Fructos seec *, cuino :
Passas, meudoas, tigos, ete.
Ditas iiaciouacs.
Doi'e de todas ne quididades.
Bolachiubu iugba.
Semeates novas de horalicas.
Especialidade em
Viuhos finos do Porto, Madeira e -fcery.
Ditos da Figueira e de past i.
Cognac de diversos autores.
Viuhos tnicos, como :
Absiutho.
Vermoutb, etc.
Licores de tod.s as qualidadcB.
C'h.uip igne.
Uervej i de diversas marcas.
Bem assim :
Araruta fina em pacotes.
Cli verde e pretj.
Dito perola. i
Especialissimo nu.tte do Paran!, eaa p.
Anda a;. :
Ovas de pexe.
Sardnhas de Lisboa em Saunuui a.
Vendem Martina Capitao & C, ra estrst.i de
Rosario n. 1.
AS AGRICULTORES
Forinicida capancma (verdad; r.i) paracxiiiic-
Cao completada muga saura. Vendem Martitu
Capito & (,'., ra estreita do Rosaiio n 1.
dem um bonito sortimento de todas estas fazendas
abaixo mencionadas, sem competencia de precos,
A SABER:
Algiidio l'eoas de algodawziaho com 20
jardas, pj'us baratos prevos de 3*800,
4f, 4*500, 4*9(0, 5$, 5*500 e 6J500
MadapoBoPecas de madapolao com 24
jardas* 4*500, 5*, 6* at 12*000
Camisas de meia com lastras, pelo barato
preco de 800
Ditas wanc >s e eruasj de 1* at 1*800
degella fnrncesa, fazenda muito encor-
pada, 'pi.-p.ia para lencoes, toalhas e
csroulas, vi.ra 400 rs. e 500
Ceroti'.i* ta mesma, muito bem fetas,
al*-':JOe 1*500
Colletiuhos c'a mesma 800
ramante francez de algodo, muito en-
corpada com 10 palm >s de largura,
ni tro 1*280
Dito de linho ingles, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e 280l
Atoaihado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 pjlmos do largura, metro 1J800
Crotones c chitas, claras e e.-eiu -... p>-
drSes delicados, d 240 rs. at 400
iiaptsta. o fine lia>e mais delicaJo do
.- ....... n. 200
1\>'las atas fazenda'.' balMiss i.-i-, na cruhecida
1 ef;> dua .-'i neiros
4%df< entestado pa-
Fazemlas branca
s
SO' AO NUUEiO
na da Iiis;-:a::-iz
Loja dos barataros
Alueiro & C, ra a Imperatriz n. 40, ven-
40
-SO
ra lentes
A VOo rs. e I^OOO o metra
Vende-se na loja dos barateiros da oa-Vista
algodSo p:ra Incoes de um s pauuo. com 9 pal-
mos de .ardura 9.O is., e dito com 10 palmos a
K000 o ii cfr.', assim cam- dit-* trancado para
toalhas d< misa, com 9 palmos oe largura a i*20
o metro. Isto na leja de Alheiro & C, esquina
d i becco dos Ferreiros.
MERINOS PRETO3
A 1*200,1*400,1*600, 1*800 e 2* o covado
Alheiro A- C, roa da Imperatriz n. 40, ven-
d'-m muito bons merinos pretos pelo preco cima
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co dos Ferreiros.
Esuartilhos
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vende-sa
muito bons espartilhos para senhora*, pelo preco
de 5*000, assim como um sortimento de rounas
de casimiras, brius, etc., isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um elegante sortimento de easemiras ingle-
sas, de duas l-rguras, com o- padroes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preci
de 2*800 e 3(| o covado ; assim como se encan e -
fam de anudar tazar eostumes de casemira i
09, sendo de paletot sacco, e 35* de fraque,
grande pecb ncha .* na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LOXA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porcao de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de $20
rs o covado. grande pechincha : na loja da es-
quina do bteco dos Ferreiros.
Bordado a lOO r*. a peca
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
borda lo, dous metros cada peca, pelo barato pre-
eo de 100 rs., ou em carto eom 50 pecas, sorti-
jas, por b. aproveitem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
Fustes de setineta a 00 rs o
covado
Alheiro & C. k ra da Imperatri ven-
dem um bonito sortimento de fustses brancos pelo
baratinho ureco de 400 e 500 rs. o ovado, assim
setinetas .isaj, tendo de todas as cores a 500 rs o
ovado ; na loja da esquina do becco dos Fer-
reiros.
/"

DAS



CORRE m DA 6 DE ABRIL
O portador que possuir um vigsimo desta importan
te lotera est habilitado a tirar 10:006f>000
Os bilhetes acliam-se a' venda na Casa Feliz, praea d
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 6 de Abril de 1886, sem falta.
****' .-?
- '
.
.V.'>-";. -
r. '
m. .
-
*-
-
/
.
DO

%
EXTRACTO NO DIA 3 DE ABRIL

hit" lai-ciEr Diun
ini i i.Aiiyr ni i ll
O portador que possuir dous vigsimos desta importante
loleria est habilitado a tirar 2o:ol2$>ooo.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da Fortuna ra
Primeiro de Marco n. 23, e mais cazas do costume. -
COMEA 3 !)E ABKEM1686, SEM FALTA.

rwi


8
Diario de Pernamboc- Quinta -feira l de Abril'de 1886
L!IIERAI\i

J

OS FiHOS
DO
POR
s. cnH
=
EPILOGO
( Contiiiuago do n. 73 )
15 do Juuho de 1607
Autes viesse urna vez no mez o sem
cowpauhia. pois addSr. baro suffi en-
te paca iiiin.
Querida Perrine !. .
Entae, disae Porrino mudando de
coraraa, c boje o dia do julgamento.
E' respmdou Mreos. Ha dous an-
nos sete mezes que este processo est
p"dnte, j teinpo que se faja jus-
tijo.
__ Mas, disso ainda Perrine, depois de:
uiu arto silencio, porque que o meu fi-
dalgo nao vaj assistir a audiencia, o ba-
rio a qu^m deve interessar tanto o bom
resaltado della ?
Tinha coragera para fazer todas as
viagew e <.s >erar, responde^ Marcos ; mas
na me proprio ir baje ouvir pronunciar
o palgA ment Ah Perrine, niio de d-
chsiro que se trata, de honra !
Soaram dous quartos no relogio.
Meio dia laeia hora exclarnou ella;
o j*atar para & urna Vou dar pressa
ao* preparativos i
E, mais ligeira do que um passaro, pre-
cipitsu 6e para fra do quarto.
Ao sabir, deitoa ura olhar. enterne-
cida pura o bario.
Marcos fi:ou s.
O jev-n entregou-se s suas lembran-
j*s do passado.
Tu lo ihe passou pela mete ; vio-se
craanja no castello de Bernac, depois j
hornera no deser.o.
D'ahi o seu encontr coin o indio. a
sua yiuia a Franja, i sua chegali a Pa-
rs, todos os pormenores desse drama de
que acabamos de desenrolar as paginas,
na oomo queramos, mas sim como po-
dalos.
Van Helmont raupi lo dos papis que
lhe entregara La Cbesnaye, pedir a r'vo-
g.".g&o do antecedente julgamcnto.
A ausencia do conde de Bernac, do
qual nao se ouvia fallar, os actos da los
por La Chesnaye, o depoimento antigo
fvto pelo infeliz Giraul o lembrado agora,
tudo devia presagiar u a immediato julgu-
me-nto; mas a justija, seguindo o U30 do
antigo pede ciando, estava longe de cor-
responder pressa de Marcos.
O bario apezar dos esforjos de La
Chuche e d- Hcrbaut, apezar das rogati-
vas de Van Hdinont, re.usou deixar a
modesta casa eseolbida por elle.
Posso perder 1 diaia elle ; e, bem que
r atinente eu seja o conde do Bercac, se
cssa verdade nao fr demonstrada, pas3are
para todos \>o: um simples aventureiro.
Ora, nao quere que se diga que o fi
lho de mcu pai ftz do par^o em Pars. Te-
n!io alguus lulzcs que me restam da quan-
tia dala generosamente por Van Helmont,
quando nos apartamos ca Sicilia.
Essa somroa basta me at ao dia em
que se .terminar essse julgamento.
D'aqui at l viverei simplesraente,
vendo pouca gente, nao indo a parte algu-
ma. G.'.nho o processo, tenho o nome de
meas pais, e com esse nome o grao qu i a
ella con v m.
Perdido o processo, voltarei para o de-
serto ealii ajimtarei a qmntia neeessaria pa-
ra pigar ao meu velho amigo.
F0LHETI1
ANGELA
POR
so n wmim
(Continua 5 p o do n. 7 "
Leio L'nyer 9 o ehef* da estacio su
biram apictaraeute os degras e entraram
Vendo o rosto suave de Emina Rosa de8-
einbaracado do sangje que o maclava,
porm lvido anda como o de urna morta,
co os olbos cerra los e um largo circulo
azulado em redor d..s palpebras, Leao cam-
baleon e fez um gesto do espanto.
Ha perigo, doutor.
"Nao posso responder iiem sim neir.
nlo. Tudo depende d) gra. ..
Salve-a, douter, salve-a I balbuciou o
mojo. Se alguem eleve morrer, sou eu !
Dispoe da minha vida, Deus, c deixa-a
virer...
Emqaanto escapava dos labios do mojo
semelhante prece, um diluvio de lagrimas,
de que nao tinha consjiencia, inundou-lhe
o rosto.
Renato entrou com papel, "tinta e pennas
e collcou tudo em cima da mesa.
O medico escreven logo a receita. #
Mande tudo taso pharmacia, disse
elle Sra. DBacrille, entregando-lhe a re-
ceita.
A dona da easa deseen pata dar as suas
ordens.
Agora, proaegpiio o medico, d:n-me
depressa urna baci c ligaduras.
A criada do quarto trouxe logo os objec-
tos pedidos.
Assim que o doctor enrolo u as ligadu
ras, disse, dirignd se aos homens :
Vou dar urna sangra E' necessa-
Marcos era iflizivel; e ninguem ousa
va i asistir. *'
Durante o tempo que lhe deixavam os
cuidados do scu processo, Marcos ia ca-
sa do Sr. de Aumont, que n'elte via o l-
ber Udor de sua qu-rida filha.
Cimbinara Marcos que, fossa qual fosso
o resultado do proceeso viessem os seus a-
ngos jantar ello.
So a sentenja fosso en seu favor, cele-
brar so liia a festa ; se, a> contraro, o jul
ment fossa contra, esse jantar seria o de
despedida.
Marcos estava resolvido a partir nessa
mes.na tarde.
E a breve ia soar urna hora e ningu :i
aindi apparecia.
A inquietajao de Mareos augneutava
de minuto para minuto.
Souu urna hora a longqua distancia.
Urna hora disse Mareos tornando-se
pallido ; elles nSo vcm. .. nao virao !...
Oh I esse prie8so est perdido, e nenhum
delles ousa trazer-me a fatal noticia !.. .
M u Deus 1 meu D us !... nao tereis pio-
d de mim I
Ouviram so passos apressades na es-
cada.
Dupallilo ue estava o rosto de Mareos
tornc>u-se rubro.
Foi para o centro do quarto, voltou-sc e
esperou...
A porta abriu-se...
No lindar appareeeram o cavalheiro do
La Ciuiehe e o marquez dellerbaut.
Ambos trajavam corte, ambos tinham
o chapu na mito, ambos caminhavam com
r esperto.
Marcos, incapaz de dar um passo, (3e
pronunciar urna palavra, fieou mudo e ra-
in o vcl.
J que, disse o cavalheiro inclinndo-
se graciosamente, o senhor marquez de
H :rbaui e eu fomos forjados a duvidar um
momento de urna palavra dita pelo Sr. ba-
rao do Grandair. no qual, finalmente, ro-
ce nh icemos as brilhantes e solidas quali
dades, vimos hoje pedir, inclinando-nos
respoitosaraente, ao Ilustre conde Marcos
Henrique de Bernac, o seu perdao, que
temo3 a certeza j podemos contar cora
c! e I
Mreos deu um grito e estendeu lhcs as
oCm.
o Meus fidalgos... meus Ilustres arai-,
gos... balbuciou elle.
As lagrimas interromperara n'o. La Gui-
che e d'Herbiut, conmovidos, nJo procu-
raram oceultar as que lhe pulavam nos o-
IhOfl.
O marquez voltou-se e disse lhe :
Entre.
Um velho entrou a seu turno.
At alli oceultara se com a sombra dos
tres amigos.
Marcos precipitou se para elle.
Meu segundo pai exclarnou.
Oh 1 lisse o ralbo elevando os olhos
para o cu, foi f-ta justija Cuaipri a mi-
nha tarefa 1 Henrique I Branca vos que
m.i oaeotaia do alto do3 cus, vos quo a-
benjoais vosso filio, bem veles, cumpri o
mcu juramento !
Marcos agarrou Van Helmont em seus
brajos e ep-Ttou-o ao peito.
As lagrimas corriam por todos os rostos.
Durante alguns instantes s se ouviam so-
lujos n'aquelle quarto, cujo doce murmu-
rio devia subir at aos psdo Creador, por-
que e33as lagrimas era a alegra qua as fa
za brotar, esses solujos, era o reconheei-
mento que os provocava.
Sobre o limiar da porta, a senhor a. Per-
rine, encostada, limpava a i palpebras com
o avental.
Ao jantar para a mesa, disso La
Guiche.
E' pena murmarou Van Helmont,
nao ter ao p do mim o anjo que tanto tem-
po f i a alegra dos meus annos Pobre
Al lab I
Marcos abaixou a cabeja.
Pobre crean ja disse elle. Foi a vic-
tima innocente dos crimes de seu pai No
meu pensameato minha irma, porque
meu pai, senhor Van Helmont, e foi acom-
panheira de captiveiro da menina de Au-
mont !
Aldah filha de Li Chesnayc repli
cou o velho sabii com as lagrimas nos -
lhos c tremuh. Esta humilhajSo segu a
d'.-sventurada at a sepultura Sobre a
quelles despojos preciso escrever aquelle
norne odiado de todos, ou deixar sem in3-
cnpjSo a :ruz quo colloquei no penhasco.
O viajante nao poda sequor tributar urna
orajao aquella que foi minha filha 1 Filha
de La Ohesnuy p ibra creatura !
Aposar da alegra que todos os eojavivas
sentiara, o jantar fi pouco animado. So"
o cavalheiro falla va cora ardor.
As palavras de Van Helmont estavam
ainla ^m todos os corajSis, ea triste d:;
apparijao d'Aldak d itava ura vu sobre
a felicidude quo embriagara todos.
O jantar concluio-so deprossa, Mreos
levantou-se. ^
Meu pai, raeu3 amigos, disse elle,
qu'rera acorapanhar-rae a casa co senhor
de Aumont, ao qual devo tributar os ojiaifl
profundos agradeeimentos pelo exeellente
a'olhimento que sompre se dignou fazer-
rio que dous dos senhores, levante n a mo-
ja pela parte superior do corpo e a segu-
rem como se ella estivesse sentada.
- Eu e Lelo nos encarregaraos disso...
respondeu R"nato.
O Sr. chefe da e6tajao ter a bou
dado de se encarregar da baca. E Deus
queira que o sangue corra pela ine.isSo que
vou f izer.
Leo trema.
Reeuperou, porm, ura pouco de ener-
ga, para ajuiar Renato a levantar o busto
de Emma Rosa e sustel a pelos hombros.
O doutor, depois de ter collocado urna
ligadura no brajo da moja, tirou do estojo
a lanceta, de que exporimentou cuidadosa-
mente a ponta, procurou a posijao exacta
da vea e fez a ineisSo.
O golpe ficou lvido.
Nao appareceu era pinga de sangue.
Todos se conservavam cm silencio, roi
dos no corajSo por pungente anciedade,
com os olhos fitos no brajo, cuj^ carne
apresentava a alvura baja do alabaslr..
O medico aba tava a cabeja e transa o
sobr'olho.
Doutor doutor 1 exclarnou Laiio.
nt?.o, ella va morrer 1 Est onto mor-
ta r
Nesso mesmo momento, e como se res-
pondesse pergunta do mojo, urna peque-
a gatta vermelha appireeeu no orificio da
incisao, depnis comejou a correr um filete
de eangue.
At que enfila, disse o medico, dan-
do un suspiro de allivio.
Depois accrescentou ora voz alta :
Nao, ella niio morrer Eis o jgue a
va salvar...
Todo3 os coraj5;s, um instante com-
primidos pefa angustia roeomojaram a ba-
ter.
O rosto sombro de L-o L'royer illumi-
nou-se por ura raio de alagria.
Ue instante para instaato o jacto de sin-
gue ongrossava.
De repente a ntoja fez um ligeiro raovi-
mento, quasi iraperceptivcl
Senti-a estremecer. .. exclarnou R:-
ato.
Segurem a bem... orlenou o dou-
tor.
Pela segunda vez a moja ferida agi-
ten se.
A faces, at ento desraaiadas, tomaram
urna fraca tinta cor de rosa.
As palpebras come jara m a estremecer
me 7...
Sim, disse Van Helmont, vamos a
casa d> pr tboste j Diana nos espera.
Marcos suspirou, ouvindo pronunciar o
nome da joven.
Da ra do Hoqueton ao Chatelt a dis-
tancia no era grande. Foi rpidamente
percorrid*
Durante r -:i ..., o cavalheiro con-
servou-se seiupre affistado de Van Hel-
mont com tal affectajito que feria Marcos ;
mas nao ousou perguntar a causa disso ao
seu aaigo.
O marquez d'H^rbaut caramba va a> p
de Van Helmont e testeraunhav ilhe as
mais delicadas attenjo-s.
O senhor de Aumont e Diana conheciam
j o feliz xito do julgamento.
O preboste, comraovido, apertou em seus
brajas B -rnac, e Diana p irecia de tal mo-
do trmula que nao encontrava urna paln-
vra de telbitajito para dirigir ao j ven.
Marcos soltou-sa vagarosamente dos bra-
jos do pr:b>ste, e recitando um pouco :
Meu excellente amigo, disse elle, t:-
nho a solicitar-lhe urna graja.
Falle, Mar jos, disse o senhor do Au-
mont.
O que tenho a dizer lhe nao poie ser
ouvido seno polo senhor.
O senhor de Aumont levou o jovon ao
scu gabinete.
Ambos su demoraram ura pouco de tem-
po ausentes ; mas, quaido entraram. a ti
gura do conde de Bernac brilhava de ale-
gra, e o senhor d'Aumont exprima umi
comraojao na qual a felicidide tinha a sua
maior parto
O preboste f,-z um signal ao joven. Es-
to approxim.'U-so de Diana, e, poni um
joelho cm trra, disse :
Diana amo-a 1
Diana corou.
Oh continen Marcos cora exprs-
sito de. infini a tornar.), ha dous annos que
a vejo quasi todos 03 dias, a sua iraagem
era ura s moraenta tem deixado os meus
pensamientos, e o meu corajilo tem fieado
constantemente ao p do seu. Nada tenho
dito, Diana, porque desse processo depen-
da a felicitado da minha vida. Se ou nao
tivesse para lhe offerecer mais do que ura
nome obscuro e ura vao titulo, partira sem
a ver... H>je, Deus permittiu que eu re-
toraasse o titulo e o nome de meus pas.
Sob o nome de conde de Berna ^ Diana,
una raiseravl tentn pe: del a ; es3e titulo
e esse nome f >ram manchados ao contacto
desse hornera, purique-os, Daaa, parti-
lhando-os, i que o futuro faja esquecer os
tormentos do passado I
Diana niio respondeu Olhou para seu pai;
depois, estondendo a Marcos urna das suas
pequeas mitos deu a outri a Van Hel-
mont, collocado ao p delles, e apertou essa
m*o.
D;S3C'ine, murmurou ella, oue era seu
p.;i!
Van Helmont meneou a cabeja com ap-
piovajo manifesta. Li Guiche o d'Her-
baut olharam se sorrindo.
O cavalheiro approximou de Diana.
Senhora condessa deBornac, disse elle
como se, cora diffiallele, se quizessem
despegar; depois levantaram-se deseobrin-
do o braneo nacarado do globo do olho e
o azul das pupillas.
Escapou-se ura longo suspiro dos labios
do Emma Rosa*
As palpebras bixarara de novo, e a ca-
beja pcndeu-lhe no3 hombros de Leo.
Est desmaiando, doutor. .. babu
ciou o moj cora voz off-gante. Est des-
raaianlo. .
O medico naa respondtra.
Fez parar o sangue, approximando os
bordos da inciso, collcou urna compressa,
passou urna ligadura e amarrou-a.
A Sra. Dharville entrou cora a pojo
que tinham ido buscar pharmacia.
Urna colher, pedio o doutor, agarran-
do no frasee.
A criada correu para a sala de jantar pa-
ra trazar o objecto em questSu,
O doutor continuou dirigindo-se ao3 mo-
jos :
Continen! a segura! a.
Em scgui.la, depois de ter derramado na
colher parte do contedo do frasco, entra
abri os labios do Erutna Rosa, inclnou
lhe ligeiramentc a cabeja para tras, e in-
tro luzio lhe por entre os dentes o reme
dio.
Agor.i, .accrescentou elle, dcscan-
sem adevagarinho nos trvess<:iro>.
VI
Le3o e Renato abaixaram 03 brajos cora
precaujo, e a cabeja de Emma R>8a foi
apoiar-se sob ura monto de travesseiros,
dispostos pela Sra. Dharville.
O doutor tomou o pulso moja.
Sentio bater-lho fracamente a arteria.
Saiaraos deste quarto, disse s pes-
soas que r :h ivara-se perto delle. A nossa
presenja, nesta oecas^o maij prejudicial
do qqe til. A doento precisa do silenoio
em torno della. Daqui a raeia hora vol-
tarei para vl-a. e nao me afistarei da-
qui antes d*esrar compl-taraento certa do
seu estado.
L-3o Leroyer deitu olhar desolador pa-
ra Emma fio a e seguio a Sra. Dharville,
que sabio com o filho, o doutor e n obse-
quioso chefe dacstajao.
Este pergfhtou ao medico :
Meu caro doutor, Buppoe quo haja
em tudo isto crime ?
O genero da ferida de nenhum modo
entregando lhe um offieio que rou de um 1
das algiboiras, s a vos portenee dar esta
ordem do rei ao raigo do vosso esposo I
E cora o gesto desi^nou Van Helmont.
Diana, admirada, olhou para o papel e,
levantando-se entregou-o ao sabio, t3o es-
tupefacto como ella.
Van Hdmont quebrou o sinete real, e,
tiranlo o sobreseripto dedobroa um per-
gaminho cora o sello do.estado.
Percorrcu-o com a vista, e, levando os
olhos para o cu, exclaraou :
Meu Deus, a vossa misericordia
infinita l
Depois, voltando-se para o pebo3'.e, Mar-
cos, e marquez, o cavalheiro c Diana, dis-
se com voz commavida :
Meus amigos, o rei aootor sa-me a
por sobre a sepul'ura d'aquellj de que en-
contramos o corpo despedaja lo no centro
dos fragmentos da penhaseo, o nomo que
rae. legar un meus pais.
"5 apresentou o pergaminho aberto; era
ura acto r.ssignalo por Hrarique IV, rei
do Fnnja e Navarra, p do quila pobre
Aldah era reconh'ci la como rilha do se-
nher Van H-lmont.
O infamo noue di Li Chesnayo nao
devia manchar o p.i3sada legado pel jo-
ven .
Van Hdmont caminhou para Lt Guidie
e apertou o cavalheiro contra o peito.
A nica consolajai que o meu cora-
jo pode experimentar, disso elle, ao se-
nhor que a devo I
Iremos todos a Etretat, Disse Diana
avanjando, e as nossas orajSes subiro
essa pobre alma quo o Senhor chaoiou a
si.
Dous mezes depois dos acontecimentos
que acabamos de narrar, M ireos de Gran-
dair reeonhecilo pelo parlamento, pelo rei
Hrarique e por tola a corto como o verda-
deiro e nico repre3enta:ite dos Berna",
entra va final uento na posse dos seus do
minios que lhe permittiam conservar com
tolo o lustre o nome de seus pais.
Diana de Aumont, restabelecda dos es-
tragos que o soffriraimto e as privajoesjlhe
baviam feito, estava raais formosa do que
nunea, e tendo esquecido o bandido que
suppuzera filalgo e a quem consagrara tao
sincera affnjSo, dava a mito de esposa a
Mreos Henrique de Bernac e com ella t>-
do o seu amor qu era sineeri e verialei-
ro.
A ceremonia nupcial realiso'j se no Cha-
telet, habitajao usu il do preboste de Paria
e a ella assistiram, os pais da noiva o Van
H-linont, que derramava lagrimas de feli
cidade vendo que emfm a jus'.ijabaria sido
faifa e que a Providencia attenlera s suas
supplieas prmttindo-lho ver usar o nome
que de direito lhe pertencia ao filho da mu-
lher que tanto amara e do conde de Ber-
nac de quem fra leal e sincero amigo.
Tolos os annas, no dia do anniv rsa
ro da tremenda explosilo que sepul-
tara para serapro a desventurada Ald.ih,
-e eneontravam em F arap Van Helmont,
Diana e Marcos.
Era este o nico lug.r em que Van
H-lmont se mostrava; absolutamente en-
tregu; sciencia de. que era fervoroso
adepto e de que fui ura dos mais brilhan-
tes ornamentos, o sabio desapparecera do
mundo e apesar das reteiradas instancias
de Marcos de Bernac e de Diana, apezar
dos pedi los insistentes do sr. d'Aumont,
o sabio, repetimos, retirra-se para a sua
casa na Sicilia e apenas o snniv rsaro da
mort.e e Aldah, qus estremecer como
filha qu rida, o obrigava a doixar os livros
e o laboratorio, para dirigir-se a Foatnp
em piedosa romaria.
Um dia era vez da modesta e tosca cruz
que indica va ao viajante que alli repousa-
va a desventurada, ergueu se um tmulo
singelo, mas eloquente. Hara nelle lugar
para duas sepulturas ; n'uraa repousava
Aldah, na outra havia espajo para Van
H-lmont que pedir ao seu filho adoptivo
que fizessse para alli transportar o seu ca-
dver, quando a morto o prostrasse.
E esta proinessa-quo o conde de Bernac
solemnemente fez foi religiosamente cum-
prida.
FIM
----------^aco.-----------
Echos Fluminense i
PINTIKA
(Do Paiz da coi t')
Nao se p te dizer que o gosto pda pin-
tura entre nos tenha tido o mesmo desen
volvimento que a paixaa prla msica.
S-> assira fosse, os cbromis e as oleogra-
phias t-ri.ira cabido em desuso o desappa-
recido do mercado como sobretu-lo de duas
vistas eos chap.3 a Carij.
O brasil' r. eweocialiaente dilettante.
A msica faz parto de se is hbitos co-
mo a politici, o andar d 1 bonls, a pales
tra da confutara e o adiamento das ques-
ti) -s as mais importantes.
O que nio toca canta.
O que niio toca e canta, anda assim can-
ta o toea de orclha.
As corap indias lyricas, por mais arre-
bentadas que sejam, e3treiara caic. enchen-
tes, p do menos as pr ueiras noites.
mostr ; quera, finalmente, pendura no
vo do sombra porta urna marin 1 com o
mar p ra cima e o co para baixc, como
fizeram iwra uraa desditosa goache do Pa
checo
Anda ha e haver por muito tempo
gente desta or lera.
Roma, diz o annexira, naa se tez em
um s dia.
A par, porm, desta gente figurara al-
guns apostlos do bo a gosto, que sao di-
gnos dos maioros louvores.
O Rio de Janeiro conta j no seu seio
galeras particulares, quo silo dignas de
nota.
Nestas columnas j tive occasi' de oc-
cupar-rae da baila collecjao II .ritof, onde
figurara esplendidos origioaes de Allenge,
Palizze, Teniers, e dous desenhos de Ary
Schccff -r, sera contar um precioso retrato
de familia, devido ao pincel do gra ide Ri-
chter, sobro cuja sepultura ainla fresca a
Alleraanha se debruja saudosa.
O distncto professor -de canto o Sr.
Francesco Briani possue quadros de gran-
de valer, ts.es como daus originaos le Ra-
0 theatro drasnatco, aquelle theatro, on phiel, e soberbas epias de Bassa 10, An-
de o Vasqa^s, o Guilhermo de Aguiar, o!dra de yart0 0 Dorainiquno, sobresahin-
Martins, o Arcas e tontos outros firmara) 0 entre aquellas a celebre Cora nunhto
o indica. .. Nao creio que se tenha dado
pancada cora um corpo contundente ; a
cabeja devo ter batido contra um objecto
duro, talvez um marco kilomtrico.
Mas a queda, repli-ou o chefe da es-
tajao ? Como explicar a queda ?
Nao a explico. .. Aquella queda foi
resultado de ura acr-ident; ou de ura cri-
me ? Como responder a semelhante proble-
ma ? Do que serve estar a formar conjec-
turas, provavelmente, errneas. A moja
s nos poder esclarecer quando tiver re-
cuperado os sentidos e quando lhe volte a
falla.
E ser para breve ?
Assim o espero, se tudo correr bem...
Mas, era todo o caso, nao baje... Niio lhe
permittiria fallar por muito tempo.
Devo prevenir o coramissario de po
licia ?
Sou dessa opinio. Redija o seu pro-
cesso verbal, eu juntar-lhe hei o meu, e
senhor remetiera ambos a quem de direito
for. .. Agora ha ura passo a dar, que jul-
go indispensavel. O Sr. L^ao Leroyer,
como conheco a moja, d'vo saber a mora-
da da mi... Seria conveniente, segundo
me parece, fazer scient a essa pobre se
nhara do estado de sua*filha c dar-lhe no
ticias della quasi tranquilizadoras. E'
ura dever nosso, segundo cr?i >.
L"o toraou a palavra
Ignoro a morada da Sra. Angela, em
Pariz, disse elle. Mas telegraphei a mi-
nha ta a Sra. Fontana, era Lirochc Che-
gar aqui pelo primeiro tren, estou certo ;
porque ella dedica a mais viva affeijo
menina Emma Rosa... Por ella podere-
raos saber onde mora a Sra. Angela.
Ser bastante tarde, replicou o chefe
da estajao. A ma tinha rinde, sem du-
vida, esperar a filha chegada do trera.
Nao a vendo, com certeza fi :aria inquie-
ta... Ter indagado... E tor-lho res-
pondido o que constava do meu despacho,
noticiando o accidntele talvez a esta ho-
ra ella julgue a filha mora.
Infeliz senhora, exclarnou a Sra.
Dharville. sE' horrvel.. E' de fioar lou
ca.
O raelhor, accrescentou o* chefe da
estnjo, pois, telegraphar immediata
11 ente Sra. Fontana, que nao p le ainda
ter sabido de Larocbe e do ihe pe lir que
nos envi por despacho telegrappico a mo-
tada da Sra Angela
Tem um milbao de vezes razSo, se-
gloriosa reputajSo, anda a c.hir aos pe-
da jos.
Os emprezarios, que sao mais sagazes
que todos os advogados da Parahyba jun-
tos, comejaram a ver quo o publico des-
erta va parte para o Alczar o parte para
o Provisorio, que azora hoje no reino da
de S. Jeronyrao, que iueontestavelmente
superior que possue a nossa A( ademia
do BelLs Artes.
Pachaco o nossa primeiro goachitta, ten
no seu salao cousas preciosas, sabretudo
no genero aquarellas e gravuras.
Entre os amadores nJo rae canso de ci-
gloria eiu corapanhia do Gymnasio, do seu Ur 0 Sf Souza Ferreira, que tantc impul
vizinho S. Luiz e do velho S- Januario.
O resultado desta observajao foi o ap
parociraenta da opereta.
O Vasques transfarmou se do da para
a noits ora tenor cora a rasaa faeil dade
com que entre nos se rauda tt ra sitsiajao
poltica.
O Guilherme foi elevado a barytono.
O Martins tornou-se tudo, at sopramo
sfogato nos casos extremos.
Quanto ao Aras conservou-se no seu
o tem dado a arte, estendendo a irao pro-
tectora aos nossos artistas" novis t de ta-
lento, que sem elle e outros morrena ni de
fora" no raeio da ndi&srenja publica. A
sua pequea galera ds\ ra de D. (Jarlota,
onde figuram obras de importantes pinto-
res nacionaes, ura verdadeiro aireo.
O Ilustrado Dr. F-rrcira de Araujo re-
vela mais elequentemente a uelicadeza de
eus sentimentos estheticos na escomida
collecjao de quadro3 e objeetns do arte,
panel de verdaleiro barytono satts 9arnn-\aa& possue, do que nos artigos ee que a
tie du gouvemement. 9Ua penna brilhantomento so esgrime era
A msica, pois, entre nos invada tudo. j favor 0 bello.
t a nossa idolatra por ella cadver O Sr. Cunha Vasco, talento brilhanta
mais augmenta. i escondido como urna violeta perfumada
Nao acontece o mesmo com a pintura., i0inbra das cifras comraerciaes, soffre tam-
A sublime arto, que glorifieou Rphael, bem da novrose coleccionadora du bon3
tera custado a radicarse nos nossos hab-. __-.j-_-
t-\. 1 1, 1 qUii'irui.
tos. Dir-se-lna ate que se d mal com o q gr pQto yieira, Barao de Q.uartin,
clniTa- ., ]Dr. Borgerth...
Homens intolligentes, llustrados, olham ( p-ra qu3 ctar raa3 noraes ?
pira ella cora a indiff-renja cora qua se, Entretanto, nao terminarei este sirtigui-
encara urna futilidade. in,r, gem ctar aDda um -0 do. ccmmen-
Outros que nao ton o sentimento osth* ; dador Albino de Olivera Guiraa.aes, que,
tico, mas que envergonham se desta lacu-1 ^ ^ gooerbo palecete ra de S. Cie-
a, corao a leitora envergonhar se hia de' mfjnt,^ p03sue a mais importante galera
nao ter cabdlos ou urna dentadura deci -1 t,.uiari de qUe tenho noticia.
'es de seus saloes figuram Pa-
duas primorosas paizagena
quarella ae u n qua- { ^ g^ port0) anima*.s do famoso' Annun-
uau ter cau;iios ou uma u'jiunuuia uovou- nirtiriilar de
te, apparentam oonheciraentos artsticos e j, pare-l
jactara-se de entsndelores, quando alias .. ^ Qudin
nao distinjiuera urna aquarella de ura qua-. Q{, p t
dro a oleo, ou uraa lithographia.
Prefiro, porm, estes ao3 iadifferante3 ;
polem ser educados, ao passo que os se
gundos sao como os cego3 o os surdo3 de
nasesnja -jraais veriio e ouviro.
Oatrjs ha que, sem estudos, sem o
ciacito, dous quadrinhos do velho lordalb
Pinbeire, aquarellas do Ccery, estudos de
Vinet, o paizagi.sta que tao bem soube
comprehender a nossa natureza, e muitas
outras preciosidades.
O commendor Olivera Gairaaraes ama
mais pequeo vislumbre de educajao artis- g geug quadros POtn verdadeira paixSo.
tica, olham para ura quadro e dizesn
Como isto bom I
On entao :
Nao gosto ; isto nao presta.
Se lhe perguntarem a razao per qi'e
apreciam ou por que nito gostara, elles nao
sabero dizer.
Os seus juizos, porm, sao sempre ver-
dadeiros.
Com os pedantes, que co nejara por nao
sentir o acabara sentindo, c os que sentem,
Elle pertence ao numera daquellus que
tem innato o sentimento do bello. .
Dentro de sua galera considera se a
creatura a raais feliz deste mundo.
Ma...
Ha sempre um mas que corta todas
as felicidades desta vida.
Mis o amador tem filhos que idolatra.
O mdico, o seu medico do confianja,
diz he um dia :
E' preciso partir para a Europa,
tem a arte da pintura do Brasil dado al- j quanto antes ; suas meninas estilo muito
guns passos ; de sorte que ella hoje j nao anmicas, esto clima nao lhe convra.
a mesma que foi outr'ora. O corajo de pai balanja entre o amor
Pdese dizer que entre nos os amado filial e o da arte,
res cornejatn j a apparecer. Vencen muito natnralment aquelle.
Ainda ha quem se extasi diante de O commendador Albino de Oiiveira
uraa vistosa oleographia ; quem orno as Guimares parte pira a Europa,
paredes de seus saloes forrados de papel E o caraartello do leiloeiro vai c.ahir so-
sarapintado com graruras baratas, rica- bre tudo aqaillo !
mente encaixilhadas ; quera niio distinga E' duro, muito duro!
urna pintura industrial de ura quadro de Feaj^A JuxiOR.
nhor, respendeu Leao ; volto cora o senhor
estajao, onde enviarei um telegra urna a
minha tia.
V, seuior, dsse o dootor ; emquan-
to a mim, fi.o velando por ella.
Renato quiz acampanhar o seu amigo e
o chefe da estajao.
Este achou na secretaria Onj despacho
telugraphico, que acaba va de chegar.
Esta despacho era da Sra. Fontana.
A profossora avsala que partira pelo
primeiro'trem, e prevendo a necessidade
de prevenir sera demora a mai, enviava-
lhe a morada da Sra. Angela.
Foi entilo que foi inmediatamente expe-
dido estajao P-L M. o segundo despacho
annunciando quo a moja se chamava Em-
ma Rosa, que estava apenas ferida e que a
ferida nao pareca trazer complicaj3es in-
quietadoras.
Afirmar isto, era ir muito longe; mas,
erafim, convinba antes de tudo socegar a
infeliz rai, a quem de certo tal despacho
seria communicado, assim corao o poaiam.
Sabemos quo assim foi com effrto e
sera a menor demora.
A bella hervanaria devoroa o telegram-
ma, mas nao se senta de todo tranquilli-
sada.
O quo ella precisava era abrajar a
filha o a fazer idea pelos seus proprios
olhos da maior ou menor gravidade da fe-
rida.
Vi mol-a recuar horrorisada e dar um
grito de espanto, qnandu vio o corpo en-
sanguentaio de Jarme no compartimento
era que se achava sua filha.
Oviraos tambera o coramissario especial
la polica dirig-rlhe esta pergunta :
Conheco aquelle homem ?
De repente, ento, ella havia mudado de
attitude, substituindo, sem transijo, por
urna aerenidade forjada, as manifestaj3es
do seu terror, o foi cora estranho sangue
fro que tinha replicado :
N. 1 o conheco.
Ao sabir da estajao, onde acbva de a
ferir tSo terrivel golpe, a Sra. Angela, com
pletamente transtornada, despedacada na
alma e no corpo, anda va com passo auto-
mtico de somnmbula durante o sorano
magntico.
Chegou estajao de carruagens io bou
lovard Masas e metteu-se n'ura fiacre.
- Onde vamos, minha seahora, pergun-
tou-lhc o cocheiro, chegando se para a por-
ta do carro.
Ra das Damas, em Batignolles.
Quo numero ?
Cento e dez.
Corrida ou hora ?
A' hora. Voltaremos aqui.
Basta.
O cocheiro subi p-ra a almofada, e a
bella hervanaria sentou-se n um dos ngu-
los do carro.
Ao recordarse do que acabava de se
passar, sacudio-a ura tremor convulsivo da
cabeja aos ps.
Elle I Elle I bn.lbuciou ella com voz
surda e cora terrivel expresso de desvai-
ramento. E' elle... E' com certeza elle
que eu vi... Ensanguentado, morto e j
enregelado 1... E a minha Emma... A
minha filha estava no mesmo comparti-
mento : nesse compartimento d'ondo cahio,
ou antes a arremessaram sobre o leito da
estrada; porque cora certeza cornmetteu-se
ura crime.
Depois de abysmar se durante instantes,
em rc-ll -xes que se lhe pintavam no ro3to
por una expresssto de ndizivel espanto,
Angela proseguio :
Que drama terrivel se ter, peis, re-
presentado ? Quem o ferio ? Quem trio mi-
nha filha ? Cumo hei de saber? Como pe-
netrar as densas trevas em qu sao en-
volvidos crimes desta natureza? Que ra-
zo teriara para o matar... A elle... E
depois raat ir a minha Emma. Quem teria
pago este dupl'o assassinato ? E por quem
toi elle comraettido ?
De repentz-Ja testa deJAngela franzo-se.
Atravessou-lhe o espirito sinistro pensa-
mento ; escaparam-lho dos labios estas pa
lav.as, sem que ella propria tivesse con-
scencia dellas :
Se fosse ella. A idea j me occor-
reu, quando vi aquelle cadver... MasnSo
possivel. Nao quero acreditar seme-
lhante cousa... Ella nao o teria mandado
assassinar, para oceultar a sua vergonha...
P.ra se vingar da mim, qu recusei auxi-
lial-a nos seus vergonhosos projectos, nao
teri 1 mandado assassinar minha fiaba. Alm
disso, ella ignorava que en chamava Rosa
para junto de mim, e depois o homem cujo
brajo ella poderia armar, o seu amante
ter-se-hia com certeza revoltado contra se-
melhantes ordens Decididamente es-
tava louca, quando assim penseil...
(Continuar-te-ha.)
Tjp. do Diario, ra Dnqua ds Casias n. 43.

*

1
'




'

W]


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EXEMGBAFY_5W4LY4 INGEST_TIME 2014-05-19T19:15:04Z PACKAGE AA00011611_19251
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES