Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19244


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Full Text
..;., -.-, '
ANNOLII? MMfilfl 68
Pil M CAPITAL E LUGARES 0\DE VlO SE PACSA POHTE

Por rea mese* adiuntados .
Por seis ditos dem.....
Por uno nao idem.....
Cada numero avulso, do menino da.
64000
12,0000-
23*000
0100
:-
DIARIO DE
-mi 22 MUCO i 188S
*.
m

PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados *-.
Por nove ditos idem ......
Por um tono idem .. ........
Cada numero avulso, de das anteriores ..........
130500
20(5000
270000
0100
NAMBUG
I
Proprutafcc bt JBaiwcl Xiflurira i>* J*ria SfyoB
Asaede Prlaee C
ate Pars. i adentra
excluslv**) de asnuneios c pu-
bUcar-dra na Franca e Infla-
TELEGRAMAS
SERVIQQ Di AGEHCIi HAVAS
Servico directo
PARS, 21 de Marco. .
Mr. Paul) de Cassagnac nterpellou o
governo n Cmara dos deputados a res
peito do g-n*7>l B>ulang*r, e pedio que
teja nomeado n onsdbo de inquerito.
Sobre o pililo do governo a Cmara
votou ana orle.u do da pura e simples
par 349 veto contra 93.
PORTO, 21 de Margo.
O theatro Baquet d'esta cidade foi iotei-
ramente destruido por um inceniij na noite
paseada.
O fogo maoift atou se durante o espect-
culo.
Ha infeliznento a 1 mentar urna centena
de mortos e numerosos feriios.
den-Ibes permiseio pira se estabelicerem proviso- Urna desta copia ae conservar no archivo da
riamente emPortu il e exercitarera auaa industrias I c- ptame do porto, no cartorio do escrivio do juis
pagaodo-Ihe um tributo por cabera, e compromet I muaicipal ou da dirtito, ou no cou-uUdo da lega-
tendo-sa, paisado. dona aonos, a ae traaaterirem -
para outro pais, porque nio desejava travar qu s-
toes d i pa moti cas e desgradaveia coro os reis v-
BERLIM, 21 de Margo.
Vai mollior S. M. o Imperador Frede-
riccUI.
CANNES, 21 de Margo.
S. M. o I r.perador D. Pedro II e sua
comitiva partir.lo brevemente para Fioren-
ca. onde demorar as-bSo cerca de trez me-
Servido pela via Norte America
PAR *, 20 de Marco.
Os republicanos da Cmara das DepuU-
doa mandaram publicar um manifest no
Mal deaapprovam complitamerot o proce-
dimecto do general BouUnger.
BERLIM, 20 de Margo.
No correr de um discurso que pronun-
cio* no R-*cb*tag, o principe de Biamarck
agradeeeu aa potenciaa da Europa a syra-
patbia que demonstrara m na occasiSo do
Callecimeato do I-aperador Guilberme.
ainboa.
Estudadas aa ideas que vigorav.m na epocha,
ceDsider ida a posicio de Portugal, pequea naci,
e recoabeeida a foro* e grandeza de H >.panha
poique ja H jspanha era, e um e governo reania
sob sua direccio, toda a peoioaula, tendo-se fundi-
do Navarra e Catalunba, l'gado p r contractos o
pais Wasconaoe auceumbdoo ultimo resquicio de
rabes e mouro que ae aninhara em- Granada e
Malaga ; moatrava iJ. Joio II grande energa em
admittir em seo reino e cene d.T certas liberdades
aoa judeus eziladoa de Heapanba ; e de feito, nSo
tardaran os res catbolic a em ociar correspon
dencia aseda aecuaando o rei de Portugal de es-
torvar-lhes os planos de apurar a f e a raca dos
hem ns, como era proveitoso para o ehn'tianimo.
(Continua.)
PARTE OFFIGIAL
Actos do Poder i:\erntlvo
DECRETO N. 9,886 DE 7 DE MARfO DE
Agencia, Havas, filial
21 de Margo de 1888
em Penambaco,

BSTBOiQkO MjAj
lAaOHALISAQa} LIMA
LIIIEBitUSA
DE
SS
,
POnTUsU. E BIAZIL
PELO
Cottsdheiro Joao Manoel Pereira da Silva
ui
i u/iaaacoJ
Deaeavolvea-se no povo nos furor fantico con-
tra aaaatce cj:p on aero o menor fundamento
qaalqaer ioi-aigo deouociava como christio novo,
coaverso, narr-.no O g>verno e o clero qus g
Baavioi aa partilha da bens, que te confiscavam
aoa eaadeataados, aproveitavam e ocitavam coa
costo esta 1 as->'* re eegueia dos eapiritos At-
tribaiam-se aoa jadeas que tenia vam de envena-
de foo'es aa dep'iaitoa de agua e do eome-
para extiog liiem a.rae d >a chntios, roo -
bar eracaa para a enixBeareui, e eapalearem
a peste, e tu i < o valgo rule e igaorante acredita-
Nio contente c m o aaato orBcio para se liberta
dos cbriatl >s sovos, Peroando e Isabel estn -
p- reui.6ci aoa roesm n jadeos qae se
...vam c=:e iaiva e fielmente adhereutea i
relig) e creacta, ao ieloito da ae apropna-
de a-as c -" e riqoesa qu; tram imjienaoi.
PabliearMD ean 1493 oaa decreto ordenando qu-
tados os jadeas uj cjuv-tJii a ao cstbulioiamo,
aaalssr qae t e sua ida le oa sexo, resid< ntes
m lapanh as retirasacm do reino em o pra-
M 4a tres asea, podendo antis vender seos bens
c aerar coasaig > a importancia do qae possuiam
r..ij, nii em ouro, prata on ob
sb pena de serem cond-mnadoa a
aa o r-a de reg'ew .rem a H ;spanha,
' iaapoaaiV i oa>crever angustias e soffri-
4o aaaUv MtaraoT povj israelita, qae para
a gloria e t.blidale hvia conservado
atrares de tea" scalos, e de tantos povoa iniml
g0t| e empmrp.'v i exilio, seo colti, auaa tradices,
cas eoeruaf ---" Taima! e s ^u esracer intacto
Qae ressedoae nao bmlonarem de novo a pa-
tria, ae patria '!> era j* Caatella, viato que nao
reatf.r religiii I A raaior parte da
otsappararam pela impoaaibili
da venda, peta reaiisacao do producto em
lettras de eastbto e mil outras circumstsncias dif-
feass da aa nonato.
Uaa aa traaateiirasa para Iulia, AHemanba ou
rraajea; oatroa par^ ?<*, Argel e alarrocos, pedin
V asyta a misericordia. Cak-nla-se o numero des-
esa crea de daaenUa mil. Muitos
para Prtacal, eooundo se Ulves
qae ae precipitaran] aoa pea de D.
II aaaswaalii saa piaade.
OS beaignanasaU D. Joan II e M>OS
1888
Ri-x'stro el II
(Ce olas Ao)
TITULO II
D18 DIVEBBAS K3P1CIES DE BISISTBO
CapituU I
Do registro dos naacimentoa
Art. 53. Todo o naacimento que occorrer no im-
perio, a bordo de navios de guerra on mercantes
em viagem, ou nos acampamentos da exercito em
campanba, deveri aer dado a registro dootro de
trea das.
O registro far-se-ha dos que nascerem :
No imperio, pelobacrivio de paa do 1 ou nico
districto da paroebia em que tiver lugar o parto,
on pelo emrirpgado da colonia para isao designado
pelo preaiJia.e da provincia,;
A bordo doa navios de guerra e mercantes em
viagem oa forma du art. 63 Jo presente regula-
meato :
Nos s i.mpamentos do exercito, de acord com
o disposto no art 67.
Art. 64. O praao de que trata o artigo antece-
dente ampliar-Bc-na :
A 8 dias, para os que reaidirem de 1 a 8 leguas
de distancia do districto de paa.
A 20, para oa que resiJirem de 10 a 20 leguas.
A 60v para oa qu residirem a maior distancia.
Paragrapbo auico. tj, porin, a menor distancia
das mencionadas neate artigo houver inspector de
quarteirao, a declaraco dever-lbe ha aer previa
mente feita noa termos do art. 49, o que certifica-
ra, e em vista da certidia far-se ba o registro.
Art. 55. Quando o inspector de qusrteirS", ou o
official d i registro tiver motivo para duvidar da
declararlo, poder ir casa do recem-aascido ve-
rificar a toa existeucia, ou exigir a atteata^io do
medico oa parteira que tiver assistid j ao parto, ou
teatemanbs jurado de dnas pessoas, que nio aejam
oa paia, e tenham viato o mesmo recem-nascido.
Art. 56. No caso de ter a criaoca nascido mor-
ta, e nj de ter morrido na oecnsiii do parto ou
dentro dos 30 das, bastara lser urna declaracio
assignada pelo pai on rail da crianca fallecida, ou
por quem auaa vetes fiser, e por duas teatemuohaa
preaen cines.
Art.' 57. O naacimento aeri communicado pelo
pai ,* em sos falta ou impedimento, pela mii; no
impedimento de ambos, pelo prente oais pmximo,
aendo maior e achando-ae presente ; na ana hita e
impedimento, pelo facultativo on parteira que te-
nia assistido o parto, e por p-as a idnea da casa
em que occorrer, ae aobrevier lora da residencia
da mii.
Art. 58. O aasento do naacimento deveri eonter:
1< O da, mes, ana e lu^ar lo naacimento, e a
hora certa ou approximada, sendo possivel deter
mnala ;
2* O sexo do recem-nascido ;
3* O tacto de ser geaieo, quando aeaim teoha
acontecido;
4* A declaracio de ser iegitim, Ilegitimo on
rxpoato;
5* O nomj e sobreoomea qu; forem ou bouverem
de ter poatos i crianca;
6 A declaracio de que naseeu morta, ou mor-
rea no acto ou logo depois do parU ;
7* A ordem di filiacio de outroa irmioa do mes-
mo nome, que exiatam ou tenbam existido ;
8* Os nome*, sobrenomea e appellidoa dos pais ;
a natnralidade, condico e profissio deates; a pa
loebia on lugar onde caaaram e o domicilio oa re-
sidencia actual
9 Oa nomes, sobrenomes e appellidoa de aeua
svoa paternoa e matemos;
10. Oa nones, sobrenomes, appellidoa, domicilio
ou residencia actual do padriobo, da madrioba e
de duas t> steoiunh >s. pelo menos, assim como a
profissio destes, e a da |uelle, ae o recem aascido
ji fr ba plisa do (Vilelo n. 2).
Art. 59. Podem aer omittidos, se d'abi resultar
escndalo, o nome do pai on da mii ou os de am-
bos, e qoaeaquer daa declaracoet do artigo antece-
dente, que fiserem conbecida a filiacio, observan-
do-se a este reapeito as reservas estabelecidas
para os assei.t de bsptisrao em constitaicio ec-
clesiaatica o. 7J.
Art, 60. Tratando-se de exposto f-.r-se-ha o re-
gistro de sccordo com aa deelaracdea qae a Santa
Casa da Misericordia, nos lugares onde existirem
estabeleciaientOB para esse fim, commnaicarem ao
official competente, noa praaoa mencionados no art.
54 e sob aa penas do art, 50.
Se, porm, o exposto fr de casa particular, de-
clarar-ae-ha o dia, mrz e anno, o lugar em qae foi
exposto, a hora emque foi encontrado, e a saa ida-
de appareate. Neate caso o envoltorio, roupaa e
quaeaquer ontros objectos e aignaea qae troaxer a
crianca e qae possam a todo tempo tasel s reco-
nh-cer, serio oum-rados, alistados e fechados em
urna caixa lacrada e sellada om o aegoiote rotulo
perttncente ao exposto tal, asiento de fl. ..do
livro- ., e remettidos imme iiatameute, com ama
guia em duplieata, ao juta de orphioa, para serem
recluidos ao c. fre de orpbios; recebida a dupli-
eata esm o competente coobecimento do deposito
que aeri archivada, far-se-ha i margem do asiento
aa notas pelo modo indicado no art. 41.
Art. 61. Sendo Ilegitimo, nio se declarari o
nome do pai sem que este expreeaamente o auto-
ras e eouipareca, por s: on por procurad >r espe-
cial, para aaaigoar, oa nio Babead j, oa nio poden-
do, mandar aasignar a sea rogo o respectivo s
sent, com duas teatemnnbas.
Art. 61. Sendo gomeo, declarar-se-ha no assen-
to se naaeeu en primeiro on segn lo lagar.
Os gem oa qoe tiverem o prim> iro nome igual
deverio aer insc iptoa com dous ou maia nomes,
de modo que se pjsssm distinguir um do outro; e
a reapeito de cada na ae lavrari aasento especial.
Art. 63. Os assentos de nastimento no mar, a
bordo de navios brasil -iros, serio lavradoa (I >go
qae o faetsta realiae) do modo estabelecid > no
art. 117 do ftogiilamento Cooaular de 24 de Maio
de 1872, e nelles se observarlo todas as disposi-
co a do presente regulameato, que Ibes forem rs
latirs e puderem ser observadas.
Art. 64. No prlmeiro porto a qae chegar o na-
vio, e dentro das primeiraa 24 horas, o comman-
da ote dep-aitari dnas eopiaa authen ticas do auto
do naacimento na capitana do porto, e, onde a
nio bouve.-, as asaos do jais municipal do logar
on jais de direito em comarca eapecicl, ai lar em
porto do Imperio, a ao cooaulado oa legacao bra-
sileira, si for em porto estrsngsiro.
oio braslleirs ; a ontra aeri remettida com sega
ranci e pe.b meios regulares ao ministerio do
imperio qae a encamiabara, para ser laucada no
livro respectivo, ao empregade do regiatro civil
do lugar da residencia do pai do recem-naecido,
oa da mil se aquel le fr in.ogaito.
Art. 65. Se o sssento de que tratain as arta.
63 e 64, nao mencionar os n mes dos pais do na -
cido a bordo, nem o lugtr de aua residencia, por
se dar o caso previsto no art. 53, acopia remettida
ao miniateri do imperio ser por este enviada i.o
escrivo do juis de pas do 1" oa do nico distri-
cto da nica psro;hia da capital da provincia a
que pertencer a embarcacio oa da em que eativer
situada a ,S ou o palacio do g iveruo na falta
daqiella, a abi ss effectuari o registro.
Desta meema forma se praticari com os asseo
tos feitoa a bordo, de filbos de estrangeiros que
nio tiverem residencia no imperio.
Art. 66. Alm das duas copias, de que trata o
art. 55, e a requer ment do pai ou da mi do
nascido a bordo, ou de pesaos intereesads, poier
extrahir-se urna terceira copia do aasento para aer
entiegue ao referente.
Easa opia conferida e rubricada pelo capitio
do porto, pele juis municipal oa de direito, pelo
Cbefe da legaca ou pelo conaul, a quem forem
entregues aa duas outras, poderi ser registrada
pelo empregado do governo do regiatro civil, ao
qnal for apret-Uda para tal-fim.
Art 67. Q* assentos de naacimento de braailei-
roa em campanha, dentro on fra do imperio, se-
rio lancadoi, na forma deste re.nlamento, pelo
secretario do commando do exercito, em livro es-
pecial, qae pira esse fi n deveri existir na aecre-
taria, aberto, numerado, rubricado e encerrado
pelo ajudante general.
0 registro far-se-ba i vista das declsracdes re
mettidaa peloa commandantes dos batalho s, guar-
dadaa aa diapoaicSeB, qae f rem spplicsveis, doa
arts. 50 e 54.
Se os naacidos em campanbaa forem filbos de
paisanos, como criadas, negociantes, f .mecedores
do exercito, vivandeirss e mais pessoas que, nio
sendo militares, acempanham o exercito, oa de
militares que nio pertenoam ou nio estejam ad
didos oo aggregados a algum batalbio ou corpo
arregimentado, os aaaentos de naacimento ae iario
em livro diverso, que deveri existir para eaae fim
na secretaria do commando do exercito.
Art. 68. Dos assentos qae se forem laucando
nos livros de que trata o artigo antecedente, se
extrahirio copias antbentieaa, conftridaa e -ubri
cadas pelo ajndante geceral, as qnaea serio na
primeira oppattaoidade remettidaa ao ministerio
do impeiio, para a respeito dellas observar o mes-
mo que esti diaposto nos arts. 64 e 35.
Quando nesses aaaenOs se nie declararem ob
nomes e a residencia, oa ao menos a residencia
dos pais, o regiatro ser feito pelo eacrivio do juiso
de pas do 1* districto da fregarais do Saniiasimo
Sacramento do municipio da corte.
Capitulo I
Do registro da cassmeotus
Art. 69. Dentro do tres dias da celebraoio de
nm casamento no territorio do imperio, oa esposos
por si, on por seas procuradores especiaos, sao
obrigados, qoer sejam nacionaea, qoer eatraogei
roa, a tasar lavrsr o aaseat respectivo oo earto
rio do eaerivSo de pas do 1* oa nico districto da
psrochia de saa residencia, i vista de certida >,
oa declaracio do celebrante, seja qual tr a saa
commonbio leligiosa, revogada nesta parteadla-
poaicio do art. 19 do decreto n. 3,069 de 17 de
Abril de 1863.
Art 70 O sssento de casamento deveri conter
neceasanameote :
1 O dia, mea e anno em qae for lavrado ;
2. O da, mes e ano, e tambem a hora ao me-
nos approximadamenre, em que o casamento se
celebrou;
3.* Iodicacio da igreja, capell oa outro lugar
em que se celebrou ; e da approvaco de lceuca,
ae o casamento for de catbolicos, e tvtr se effec-
tuado fra da igreja-matris ;
4 Os nomes, sobrenomes, appellidos, filiacio,
idade, estado, natnralidade, profissio e residencia
dos espaos ;
5 o O nome do parocho que asaiatio o casamen-
to oa do eeclesiaatico que o substituio ; e neate
caso, inlicacio da lienta do respectivo parocho ;
e ae os conjuget forem catholicoa, o nome da pea
sos competente peran'e s qusl celebron-se o casa-
mento ;
6. Declaracio de dispensa de parentesco on
outro impedimento cannico, assim como de todas
ou de algamaa daa deouuciacdea cannicas ;
7.* Declaracio do comentimento dos superiores
legitimoa, que a podem dar ;
8 Declaracio do numero, n.asas e idade dos
filbos havidoa antes do casamento e qae fiearem
por elle legitimados ;
9* [)eclaracio do rgimen matrimonial : ae o
casamento foi fnito segundo o costume do imperio,
ou se bouve escripturas antennpciaes ; e oeste
uas a saa data, o lagar em que foram lavradas,
o tabeliiio que as lavrou, e a substancia dellas
quaoto ao regimea dos bena ;
10. Se algum ou amboa oa coojuges se caaaram
por procuracio, os nomes, idade e domicilio oa
resiieucia actual do procurador ou dos procura
dores
11. Os nomes, idade, profisaio e domicilio oa re-
sidencia actual de duas das testemonhas que ss-
siatiram ao casamento, e que devem aasignar a
aaaento pessoalmente on por bastante procarador.
(Modelo n. 3)
Art. 71. Na declaracio da filiacio dos conju-
res, de que trata o n. 4 do artigo antecedente,
dever-se ba diasr se os conjuges sao filbos legti-
mos on natura-s ; e neste caso, se mencionara'
os nomes doa paia com as restricedea dos arts 60 e
61, ou se sio filbos de pais incgnitos, on final-
mente expostos ;
Ns decUracao do estado dos conjuges, de que
trsta o altado o. 4 do artigo antecedente, se algum
ou ambos es conjabea forem viuvos, devrrio men-
cionar s os nom' s daa pessoas com qoe f >ram
casados, e o tempo e lugar em que eetaa fallece-
rn!.
Na br-> tbese da mecoridade de om on de am-
b -s os c ujuges, o asseato fari mencS > do cansen-
tianeuto dos pais, tutnres ou caradores, e da nata-
reaa do locumeuto qae o prava; bem asaim do al-
vari de li cenca do jais de orpbibs, nos caaos em
qae preciso. O consentimeato por i senpt > dos
pais, tutores on caradores nao nt-cessario, estan-
do elit presents e assignaodo o aaaento.
Art. 72 Oa aaaentos de eaaamentoa de acatbo
lieos serio fet s nos termos doa arta 70 71, ex-
cluidas to s nente as declsracee qoe se referem
propria e exclusivamente as ceremonias e forma-
lidadea da iereja cath.lica.
Art. 73 Se o casamento de pessoas que rei
dem, on qu vierem residir no imperto, tiver sido
contrahidu em paia eatrangeiro, o facto do CM*"
ment seri notieado peloa conjuges, deatro de 30
dias de saa ahogada so imperio, ao empregado do
registro do districto de pas de saa residencia,
apresentando aartidio antbentica do acto celebra-
do segundo a legislacio do paia em qoe se eflec
tuou o casamento, oa na oonformidade *este regu-
Umento e das leis do imperio, se o acto do casa-
mento tiver sido lavrado no consulado brasileiro,
e sem embargo da commuoicacio qae a este in-
cumbe pelo art. 6.*
Se o casamento ji estiver registrado por virtu-
de da dispoHcio do art. 8*, o empregado do regis-
tro se limitari a faser nota da apr sentacio do
documento em fronte do respectivo asseato ; se
anda nio estiver registrado, tari o regiatro e a
nota.
I CapituU III
Do registro de bitos
Art. 74 Benhuoo enterramento so fari sem cer-
tidij do eaorivio de pas do districto, em qu ae
tiver dalj o fallecimeoto. Easa certidio seri ex-
pedida sem despacho, (art. 39), dopoia de lavrado
o respectivo' aasento da bito em vista do atteata
do de medico ou cirurg, ae o houver oo lugar
do fallecimeoto, e, se o nio houver, de duas pes
aoas qualifiosdas, qaa tenham presenciado oa ve-
rificado O bito.
Paragrapbo nico. Se o bito for de criaoca
nascida dapois da installacio do registro civil, o
eacri vio ni i dar s certida i pedida sem verificar
se o fallecido foi ou-niojaiaripte oo registro dos
nascimentoa; e no caao ac o nao ter ado, fari pre-
viamente esta inscripciiinos termos do art. 54
Art. 7.ri. Na impoasibi.id .de e aer encontrado
o official do regist-j deatro de 24 horas depois do
fallecimeoto. ou de ter sido causa da mjrte mi-
leatia contagiosa, a juiso do medio, o enterramento
po ier-se ha faser com autoriaacJo do inspector do
quarteirao, sbriudo se o aasento no dia immediato'
e mencionado-se n'ol.c a dita autorisacio.
O mesmo abservar-ae ha fra das pivjaeoes em
Ingarea qoe distem maia do nata legua do cartorio
do eaorivio de pas do respectivo districto, abrin-
do-se o asseato nos prasos do art 54, conforme a
distaucia.
Art. 76. Sio obriga(!os a faser a communica-
cio do bito :
1." O chele de faro lia a respeito de sua raulher,
fi.h .s, hospedes, aggregados e criados ;
2. A vinva, a r.speitc de seo marido e de cada
nma daa outras pessoas indicadas no numero ante
cedeotu ;
3* O fiih. a respeito do pai ou da mii ; o irmaa
a respeito da Irmio e das mais peasoaa da casa,
ii'.dieadaa em o n. 1 ; o parete mais prximo,
sen io maior e acbando se presente ;
4*0 almioiatr dor, director oug'r nte de qual-
quer estabelecim 'ut, a respeito daa pessoas que
all fallecerem, qur o e>tabetecimento pertcnca ao
Estado, qur perteoca u alguma asaociacio ou
corporacio, civil oo religloea, qur sej* paran este
particular;
5.* Na falta daa peasouB compreh-ialiJas uos n-
meros antucede tes, aqaella que tiver assistido
aos u'times momentos d,. fi iado, o parocb; oa sa-
cerdote que Ihe tiver ministrado os soccorro* espi-
rituaes, ou o vitiuho que do fallecimento houver
ooticia;
6. A auroridade policial, a respeito das peaaoas
encontradas aVirtas.
Art 77. O'asseoco do bito deveri conter :
1.a O da e, se 16.- pr.aaivo'. a hora, mes e anno
do fallecimeoto ;
2.' O lugar deste, com inlicacao da paroabi* e
districto a qoe pertencer o morto;
3." O nomeaobrenome, appellido, aexo, idade,
estado, profissio, uaturalidale e domicilio ou resi-
dencia ;
4 Se era Asado, o nomo do eoijuge sobrevi-
vente ; as era viuvo, o ao oe do coojug < prede
Cunto:
5 A declaracio le que era filfa) legitimo ou na-
tural, oo de pais incgnitos, eu exposto ;
6. Os nomes, sobrenoaffs, appellidos, profissio,
naturalidade e residencia doa pas ;
7 o 8e falleaeu com'ea sem testamento ;
8." Se deisoo filhos~1egitimo8 ou oaturaea reco-
nbecidos, quootoa a o- seas numes e ida le ;
9 Se a tn r'.a 1 natural viol-nta, e a causa
eonheeida;
10. O lugar em que se vai sepultar, ou foi se
pultado (arts. 75 e 76) e, sendo em jasigo fra de
cemit-rio publico, a licenc i da autoridade compe-
tente. (Moldo n. 4 )
Art. 78. Sendo o finado peaaoa deaconhecida, o
ass nto deveri tambem eonter ddclaracftj da esta-
tura, c., sigoaes appaientes, idade presumida,
vestuario e qaalquer outra indicacio que possa
auxiliar de futuro o seu reconheeimeuto ; e no caao
de ter sido encontrado mono, ae meacionari esta
circumatancia e o lugar em que foi encontrado.
Art 79. O aasento de ver a ser assignado pela
pessoa que fiser a communicacio, ou por alguem a
sen rogo, se nio souber ou nio poder assigaar.
Na bypotbeae do art 75, faltando atteatado de
facultativo ou de duas pessoas qualificadas, as-
sgoario, com a peaaoa qae fiser a communicacio,
duas teatemuuhaa que tenbam asistido so falleci-
icento, on ao enterro, e poasam attestar. por conbe
cimento proprio ou por iutormaco -a que tenham
colhido, a identiiade do cadver.
Art. 80. Os asseotos Je bitos de pessoas falle-
cidas a bardo de navios brasileros em viagem de
mar serio organisados de cooforroidale cora o dis-
poa'o neate capitulo, bem como noa arta. 64 e 65
acerca doa naacimentoa occorridos a bjrdo, em
todo que possa ser applicavel.
Art. 81. Os assentos de obitoa de braaileiros em
campanba serio feitos em coformidaie do die-
poet-i ueste captolj e aos arta. 67 e 6', nos que
Ihe fr applicavel.
Art 82. Os bitos que ae derem em batalhas e
combates, e que por isa nio possam aer consigna-
dos no registro do commando oa chote, sera in-
scriptos no registro civil, conforma as ordens do
dia.do exercito, que devero aer remettidaa ao mi-
nisterio do iuip -no e acompanbadas da relacio doi
mortos, contendo seos uomes, idade, natnralidade,
estado e designaoio dos corpos a que pertenciam,
para i vista d'ellas se faserem os ssseotamentoB
na contormidade do que a respeito de naacimentos
esti diaposto no art. 68.
Art 83. O aaseotamento de bito occorrido em
pnbuo, tar-se-ha segando aa declaracoea da res-
petiva adminiatra^io, observadas as disposicoaa
dos arts. 60 e 54, e d qoe fr relativo a pessoa
encontrada accidental ou violentamente morta, e
cojo domicilio seja conbecido, remetiera, o eacri -
vio de paz ex-offioio urna copia authentica ao ea
crivio eacarregado do regiatro na paroebia do do-
micilio do finado, incumbalo ii autoridades po-
liciaes faser idntica communicacio, logo que en-
trera no conhecimento do tacto oceurrente.
Se o domicilio for desconhecido, mas houver co-
nbecimento da provincia a que pertencia o finad?,
rem-uter-ae-ha essa copia ai escrivi) do 1 ou do
nico districto da freguesia do municipio da ca -
pita1 da provincia em que estiver situada a S ou
c palacio do governo, ou ao do 1 districto da fre-
guesia do Santissimo Sacramento do manicipio da
corte, se o finado a eate pertencia.
Se tambem ae ignorar a pro.vincia, a copia men-
cin ida seri rem.'ttila ao eacrivio do 1* districto
da dita freguesia do Saotasimo Sacramento.
Art 84. Os escrivies do crime, que assistirem
i exeeocio de sentenca de pena capital, sio obr
gados a enviar, no prasa da 24 horas, ao official
do regiatro da paroebia em que se ex -cutou a pa-
na, todos os eaclarecimeutos indiapensaveis, doae-
cordo com o art. 77, p lo que deve constar do au-
to de qualificacio doa interrogatorios e de outras
quaeaquer picas do processo
Palacio do Rio de Janeiro em 7 de Marc de
1888Bardo de Coteqipe.
Constituiaio ecclesiaatica n. 73 a quo s; refere o
axt. 60 do regulameato do registro civil
E quando o biptiaado nii fr ha vi i de legiti-
mo matrimonio, tambem se declarar no mesmo
aaaento do livro o nome de aeus paes, se fr coasa
notoria e sabida e nio houver eacandalo (1) ; po-
rm, havendoeacanlalo em ao declarar o nome lo
pa-, s se declarari o nom < da mi<*, se tambem
nio houver escndalo nem perigo de o haver.
Modelo n. 2 '
Aaaento de nascimento
N...... Aos .... dias do mes de .... do
anno de------neste.....districto de paz da pa-
rschia de .... municipio de .... provincia de ...
comparecen no meo cartorio F....., e em presen-
ta das testemunbaa abaixo nomeadas e asBignadas
declarou que (seguir-se-hio as declararles in-
dicadas noa arta. 59 a 3, conforme as circumatan
cias especiaos relativas crianza aprsenla la, ou
nio apresentada, conforme o caso, e s peaaoas que
ten de aer contempladaa as meamas declara-
coca) >. Do que para constar lavrei este termo em
que commigo assignam o declarante e as testemu-
ohas (nome, profissio e morada de cada ama).
Ei P...., eacrivio da pas, o escrevi.
P....
F...
F....
( ) eacrivio)
(0 dec'arante)
(As testemuuhas)
N. B.No caso previsto no final da 3 part; do
art. 72, assignario tambem 03 pais, tutores e ca-
radores, depois de haver o eacrivio mencionado a
preaenca dellea em seguida .os ames, etc., daa
testemonhas.
Modelo n. 4
Asseato de bito
N......Aos.... das do mes da.... do
anno de... neate.. districto da paz da parochia
de... municipio de...e provincia de.... com-
parecen em meu cartorio P.... (alguma das pes-
$02 referida no art. 77. indicando se a qualida-
de emque aprsenla), e exhibiudo atteatado de (o
n me do medico ou eirurgid ; ou os das duas pes-
sua de que trola o final do art. 75) dedarou :
Qu* {seguirse hao as deelaraedes qe, na canfor-
midade dos arts 78 e 79, forem cabidas a respeito
do fallecido).E para constar lavrei este termo,
que assigno com o declarante (ou com F......a
rogo do declarante, por nio pode; eu nio saber
este aasignar). Eu F.... eacrivio de paz, o es-
crevi.
?.... (O escrivio.)
F.... (O declarante.)
N. B.No caso da 2" parte do art. 80, em vez
de e exhibindo attestado de... declarou dir-
ae-ba : e perante as duas testemunbaa abaixo
nomeadas e assigoadas declarou (mencione-se
a autorisacio de que trata o art. 76) ; e depois
de assigno com o declarante (ou coa F.... a
rogo, etc.) dir-se-ba: e as testemunhaa F....
e P.... que assistiram ao fallecimento (ou ao en-
terro) e attestam por conbecimento proprio (on
por informacea) que o fallecido esa o mesmo F...
mencionado nesae aaaento ; finalmente, as di-
tas 'teatemunhas aaaiguario em seguida ao decla-
rante
MODELOK 5
Termo de eneerramento
(Art. 22)
Aos.....das do mes de......do anno de...
neste......districto de paz da paroebia de.....
municipio de......provincia de......em cum-
primento do que diapo; o art. 22 do regulamento
expedido com o decreto n......de......de.. ,
de......fa$i o encerramanto da escripturacio
correspondente neste livro ao anno fiad > de 18...
com a declaracio de que, durante o referido perio-
do, foram abertoa... (a cifra por extenso) assen-
tos de... (a natureta do assento^, acudo..... (a
cifra) nos termos g -raes do titulo 2,... (a cifra
nos do art 8* e......(a cifra) com aa rectifiea-
coes de que tratare os arta. 16 e 17 do alludido
regulamento. para constar lavrei este termo
que vai assignado por F.... juiz de direito da
i comarca O'aa municipal ou suosufs). Eu P...
escrivio de paz, o escrevi.
P.....(rubrica do juia.)
N. BPoderlo tambem assig.iar o termo, caso
estejam presentes : o padrinho da crianc*, ae esta
ji for bapt:sada, e a p-iasoa de quo trata o final do
-art. 58.
No caao d > paragrapbo nico do art. 55, em
ves de comparecen no meu eartorio F...., e esa
presinei daa tea'emuoOas etc.) dir-se-ba com-
parecen a, mu cartorio F... e sendo me apre-
sentada a certidio, paseada pelo inspector do....
quarteiri, della exfrahi as declaracoea qoe abai-
xo transcrevo (seguir-se-ha* as declarco:s) .
Neste caso, se os pais eativerem presentes, po-
derio tambem aasignar o termo.
Se tiver havido a prorogacio dos prasos de que
trata o art. 55, far-se-ha meocl desta circams-
tancia.
No caso do art 57 se diri : comparecen F...
e perante as duas testemundas F.... e F.... de*
clarou (eguir-se hao aa declaraco a) .
Modelo n. 3
Aaaento de casamento
N".... A >a.... das do mes de... do anno
de.... neste.... districto de paz da parochia de...
municipio de.... provincia de......compireceram em
meu cartorio P.. e F.... (ou P.... e F. como pro-
curadores especiaes de F.... e F....) e perante s
teetemunhas abaixo nomeadas e assiguadaa, exhi-
bindo certidio (ou declaracio) passada em (a da-
ta) por F.... declararam : Que (aeguir-se-hio as
declaracoea de que trat.m os arts. 71 a 73, con-
forme aa eircumataoca8 relativas is pessoas que
se comprehenderem no aasento).E para constar
lavrei este termo, emque commigo e os declarantes
assigaam as teatemuohaB do casamento (aome,
idado.profissiae d micilio oa residencia actaal de
cada urna). Eu F.., escrivio de paz, o rscrevi.
P..
P..
(O escrivio.)
(Os declarantes)
F.
F.
(As testemunbaa.)
(1) Polo art. 61 do regulamento, no caso de qoe
se trata, anda que o pae seja notoriamente conne-
cido, nio se declarari sen nome sem qae elle ex-
presasmente o sntorise e compreos por ai oa por
procurador para assigaar ou mandar aasignar a
hotpit I, pnsio ou qualquer outro eatabelecimento seu rogo com duas testemunbaa.
joverno da provincia
OBSPACHOS DA PBESIDESlOIi DO DIA 20 DE
aUBQO DE 18 5
As costureiras do Anenal de GuerraDirijam-
se a Thesoararia de Fazend que est habilitada I
a eff ;etuar o pagamento pedido.
Bacharel Antonio Coelho da Silva Marques
Ao Sr. inspeetor da Tuesouraria a Fazenda para
safios convenientes,
Bras Corris da ilva Informe o Sr. Dr.juit
da direito do 2* districto criminal.
Cimpanbia SintaTheresaInfjrme com urgen-
cia o Sr. iusaector do Tbeaouro Provincial.
Francisco Qeraido da SilvaJ-fendo co cffi-
cio desta data ao coronel commaudante das armas
interino.
Genesio L'banio de Albuquerque Monteiro
Informe o Sr. inspector goral da Instrucoio Pu-
Mica.
Hermina Leopoldina Pessoa de OliveiraDefe-
rido per portara de boje a Companhia Pernam-
bucaua.
Bacharel Joaquim Mauricio Wanderley-Sim.
Jos Paulo BotelhoInforme o Sr. inspector da
Theaouria de Fazenda.
Tenente Joaquim Jorge de Mello FilhoForne-
$-se.
Bacharel Manoel Henrique Cardim -Nio exis-
tem as vagas a que alinde o auppl cante.
Manoel Anselmo Correia de FiguiredoRemet-
tido ao Sr. inspector do Toesouro Provincial para
attender ao^ieticionario de sccordo com as ordene
expedidas.
Coronel Jos do Nascmnto.Informe o Sr.
inspector la Tbeaouraria de Fazenda,
Manoel Francisco dos Santos.Nesta data
autorisada a.Theaouraria de Fazenda a efectuar
o pagamento reclamado pelo supplicante.
Mana Liberata da Silva Fontee.Remettido ao
Sr.bspector do Toesouro Provincial para atten-
der de accordo cjm as ordens expedidas.
Rodrigo Carvalho 4 C,Dirijam se a Tbeaou-
raria de r'azenda que esti autorisada a effectuar
o pagamento solicitado.
Sebastiio Alves de SoozaD se certidio da
informacio presUda pela Cmara em 14 do cor-
rente,
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buoo,21 deMar$o de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
'k

1 /
Termo de laootscao 6 contracto celebrado em
as de aeiembrii de 18SS. para o aaaelo a llaa-
p<- da eldade o ateeife om Carlea I.ala
Cinbroiior, de quem eessioaarlo o com-
aaendailor tnlonl- uasea NellO.
Aia 18 diaa do rres de Dezembro de 1665, comparaceu no pala
cin da Presidencia o eommendador Antonio G ornes Netto, para in-
novar c..m o Exm. 8r. eonselbeiro preaideote da provincia o con-
tracto celebrado em 25 de Setembro de 1868 para o asseio e limpesa
da cidade do Secile, com Cario Luis Cambronne, de quem ces-
siooario o referido commeodador, e com o mesmo Exm. Sr. conac-
Iheiro, accordou naa seguiutea eatipulacOJS :
Art 1*0 cessionario obriga-ae por si por eup socias, ou sous
succesaores a eataoelecer um eystema completo de limpesa e eaeoa-
mento daa materias eserementicias e aguaa servidas das casaa da
eidade do R cifo, hoje exiatentea, ou que para o futuro forem edica-
das dentro dos limites da planta annexa sob u. 1, assignada pelo
pieti 1 nte da provincia.
Art. 2.' O syatema de limpesa de que trata o artigo precedente
so compori de um apparelh* de latrina a eipbio, conforme o deaenho
annexo eob n. 2 com supprimento de agua aalg.da, e destinado
igualmente ao escoam-nto das aguaa servidas e de nma canaluaeao
de ferro, ou de gres vidrado interiormente, por onde todas as ma-
terial deverio Ber condusidas ao mar e laucadas no ponto indicado
na plaota n. 1, ou em ootro que a experiencia mostrar ser mais con-
veniente e for mareado de aeccordo com o ceaaionario.
Art. 8.o O cessionario se obriga a apreaantar antea da installa-
cio dos trabalbos um plano completo das obrae do systema acompa-
Dbado doa respectivos deseohos e deacripcea.
Art 4 o Os deaeubos edeaenpcSea de que fas mencio o artigo
precedente, alm de outras coadi,,* s deverio s.tisf.ser s segurntes .
I. A parte da cidade-comprehendida no permetro da plaota
inclu. si dividir em tres districto a saber:
l. districto, comprehenderi o bairro do Recite.
2 districto, oa bairros de Santo Antonio e 8. Irse.
8 districto, o bairro da B6a-Vita.
2 o (Sada districto tera, indepeodentemente do outro encana-
mentoa, machinas e acoessorios para o escoameoto das materiaB ex-
cremecticiaB e agua servidss das eaaas. _...: __
i 8 A materia, de cada um dos di.tnctos.erio levadas a um
ponto do bsirro de 8 Jos, por um tobo de ^r*J
egnirio toda, reunida, a'linha trreada na plantai anne com Unta
aiul, at a ilba do Nogueira, par. d'ab. wrem laucada. ~ S*
4 Designaoio dos condaetores dss ras, os qaae. wrio de
gre.9v,dr.aoV ou f Jrro, e nio tarto mengvde se., polegadw de da-
metro e declives inferiores4 eguinsina8ai.
l:2i i0
1:300
1:400
l:.TOU
1:600
Para ob tubo de 6 p..llegadas
Para o tubo de 9 pollegsda
Para os tobos de 12 pollegadas'
Para os tubos de 15 pollrgadaa .
Para o tubos de 18 poisVgadaa .
8 5 Designacio doa canos de oommunieacio entro os predios e
o conductores, e do de latrina, aendo aqueiea de gres vidrado cem
dimetro nunca inferior a quatro pollegiOa, e este de ferro gal va-
uisado. com tres pollegadas pels menos.
8 t. Daa condicSe do BUppnmento d agua por meio de ma-
chinas de vapor, qoe pod^rio ser as mesmaa dcstinadaa 4 elevacio
da materiaa em cada um doa distrietoa.
8 7 Descripcio dos meios de lavagem, desobstrucoio e ventila-
cao dos conductores, que deverio ser os mais aperfeiooadoa, e que
melbo.Pa reentrados tenbam presentad >.
8 8 Deacripcio e dimenaSea d >a apparelhoa e caixaa das di-
versaa classes de lat inas, cojos aiphS 8 nio terio menos de duas
pollegadas de dimetro; idem doa apparelh .a bydrauhoos e suppri-
mento d'agna. oaa latrinaa por m-io de apparelhoa automaticoe.
Art. 5.' O cessionario ae obriga a adoptar naa pian, a propostoa,
durante a construccio das obraa e tempo de aeu s^vilea^,*"*-
Iboramentoa leitoa em outra qualquer parte, onde ae tenba empre-
gado igual systema e que. ex^rieactam,.trar.eremnce8r,as
S,a be. do eeVv.C. de limpesa, e par. a byg.ene publica, asa o
d'.hi resolte maior onas, quer pra o governo, qoer para os parti-
culares, salvo os casos previstos no art 35.
Art. 6. O goverao teri o direito de inspeccionar a couBtrncca
da obra., e o servieo da empresa
Art. 7. O cessionario se obriga a comecar a obraa no praxo
de 18 meses e a conclail-a. dentro de 4 anno, contad s da aaaigna-
tura do preaente contracto, sob pena de pagar, por qualquer -
tea, 4:000. de multa, e depoi. desta satisteit. se Ihe marcar novo
praao para o comeco e conduaio das memas obras
Art. 8 8e depois de fizado e vencido o segundo pra.o do ar-
tigo presedente, nio tiverem .ido eomeeado. cu eoncln.doa o. tr.ba-
Ihca da empreaa, aera o contracto rescindido, perdendo o ceaaionario
todo o m .teri.l que tiver empregado, assim como os trabalhos ji fei-
tos salvo, nesta bypotbeae, b-.m como na do artigo antecedente,
oseo de torca maior ou circumatancias extraordinarias, reconhecida
pelo governo. ___
Art. 9 o O apparelho* de latrina com os competente reserva-
torios para agua deverio ser coUocadoa em todaa as casas terreas,
sobrados e pavimentos terraos deste o* lagares mai apropriados, a
de maneira qae cada habitacio de aun familia tenha pelo menos uav
apparelbo.

-*
T
i


n
MM9
Diario ** rnamb
a 22 de Marco de 1888
Art. 10.a Toda a* conaertoa a cenarns ais sopar Ih os etini-
l-saci, Hi m atoraos, c) cuernos, serio fitor I casta do cessio-
aario, saleo o esa de deteriora^ vprosjooUnee de mUfaitorias oo
negligencia, em que os raparos correro por cunta da qa -m os hoa-
Vcr pratk-ada.
Art. 1 !. O easto dos apparelhos de latras, comprebendendo-
* listen a baca, caix, cmalisacao, reaervatario para agua e todo
ais servico, sor o- sesmo ji estabeleoido de aeoordo com o governo
ira a execacio do caatracta celebrado em 25 de Setembro de 1858,
sier:pelo* de tereeir classe 50* ; seguoda olasse, sendo a to-
ta de saibor quadade, a caixs de madeira inveroisada e talo mais
asa metaares coodiedss, 85*- r_ _.
O* preco* das de primeara **aarr, jas sera* aroaaresHos d
jerio eoavenri-nada*entaeo*a>xadr a-o cssasouassai A \
aaod'agia dos pro**** ser*,asgaavloe- asneas aatfpulaat.s eu
rerae e a ceiaionaria, rassa* de- 750 rer*> o paa>.
Art- 12.* O rnirrm mandara collocar, aotea coneioaao
as obras s s tasa aapsasss, nos lugares indicados pela Cimasa*
Haairr- quatro latrina* oussaatonos p abitaos es oeda nasa da
iWaeaiai do:, evstade. Ao caoaa de latnuar a oartataOiios- arri-
sa aeste artigo seria da paofra o cal, dec ote* e anropriada*, e oa
i reparos e conserveelo, bota como das respectivo* apparoas,
Ij por onta da muaicipalidade.
j- 13 o c stiou rio se abriga a faser remover, s.m maior
snitaco qoe a fii ia no artigo 16*, de cada casa onde j fuoc-
aress os seos apparelhos, e tm car s aprooriados, o lixo e resi-
gde cosinha qne as meninas houver, inclusive os animaes domes-
Xa aellas morrerera, taes como aves, gatos e pequeos caes ;
ter ebrigado a remover o estrume das estribaras, neta am-
atas* grandes, e>oo carnei: as, cabras, cat/allos, nois > t.: I' .d- r,
tastana, fasel-o asediante ajuste com os- iuteresaados. O governo
laarrar de a'ccorda com o cesaioaario, os dias e o modo de se fazer
aerrico de que trata este artigo.
Art. 14* As alteracss causadas, qur nos apparelhos, aur nos
isasi. pela reedificarlo >.u concert dos predio), devet j ser repara-
da* por cocta dos proprietarios.
Art. 15 O oesnouino dever evitar qne as anas obras pr ju-
__i a i canalisaco es exitent s publicas cu particulares^ deveodo
' a r tase' 4 sua costa t da a deslesela quo nellas tizor, tom
i asi obras pablcas, ficaado entea ii lo que as obras, que de
i foietn eaecutadas, serio guardada* as mostna* segras para
m do cesaioaario.
Art. 16. Por tolo o serviea, a que fies o cessionario obrizo
pelo preseate contracta, receb r, salvo a excepeo do art. 17, de
cada familia, que smpregor od s apparelbo de lutria* 274OU0 uu-
naaes, pago* por qoarteis vencidas, por nm au pos anno, ooaforme
o ajaste que fisor ; da* que entalegaren) don* apparelhos 52*00 J;
das q*e empregarem tre* 60.S000, pagiz sempre do masara modoo
Por cada apparelbo excedente do uum.ro rizado neate artigo recebe-
r o cessionario mais 6*000.
Art. 17. No predio* omprehemdo dentro do permetro da
plsata apreantada p-r Carlos Luis Cunbr-ine, pata, axacoca* do
contracto celebrada em 25 de Setembro de 1858, que pagarem actual-
asente 131500, de decima urbana, uu menjs, o cessioaarto ae obriza
> asaadar cullocar grrnitmente apparclhr>3 de latrina de larceira
daaae, ecm o* seos aecesserios, e a faser todo o aervijo, ioolusive o
da raatoclo do lixo, a qns est obrigado por este coatracto.
Art. 18. Cda um dos predios mencionados no artigo preceden-
e detxai i de geaar das vanUgms do servico de liinpesa e eseo-
annto dar agoas serrida* e remoli do lixo, alli coocedidas, logo
rntj a ana decala for superior a 13*00.
Art 19- L'go qne os predios que deixsrem de go*r das vaa-
Ugrns do art 17, attinjam o nuu>ero de qustrocentoa, o e=-ssi nano
ae obriga a diminar da annuidade mircada para o saevico dos appa-
icibo* retnboidoa 1*000 por cada um.
Sa o numero da* ditos predios for superior a qaatroei nt s, a di -
sinuieia da anauidade se fai prop-trcionilmoate a esta numero.
Art. 20. Ss cinco annos d-'pis da conclosio do trabaibo se
verificar qu deatro do p rimetro tracado na planta inclusa nao po-
des ser colloodo* dea rail appareibos retribuidos, ter o cessionario
o direito de exigir qoe a auoui J. Je catabelecida no art. 16, srja ele-
rada na razio da differeaoa e p -t moda que a retribuivio seja igual
a dea mil apparelbo*.
Art. 21. O governo nao ae respoosabilisa pira com o cesaio-
aario pelo pagamento do servico per este feito ; devendo cjrrer o
dito pegamento por eonta dos particulares com os quaes o cessioaa-
rto dever entenderse, excepto nos easos em que se tratar das re-
partices pnnlicaa'
Art. 22. O apparelhos de latrina que j trveirm sido estaba-
;eeidos at o presente nesta cidade. de cont^rutidade cem o contracto
celebrado em 25 de Setembro de 1853, serio substituidos casta de
ressicnano por :utr ,s da mesas dasse e do systc.ii i aqu proposto,
sem qae desta mudaaea resulte ouiro onus o seu proprietario, alm
o* despesa do encanamento d'agua e da annuidade do servido fixada
avio art. 16
Art. 23. Deera ser franqueada ao cesaioaario c aos seos pre-
joatc* a e*trida, eom bviao previo de vintee quatro horas, nos
edificio* publio* ou particahtrss, em easne, roas, pateos, quintaes
es qae f r necessario execu'ar trabalbos para a realisaco do evs-
leaa adiptad ', oo concertos e reparos de obras, procurando o mesmo
eessicaaria combinar eom os respectiroa proprietarios ou locatarios
dos predios, a h.ra mais coovcuiente, aempre que ato for pos-
ai vet
Art. i.'4. Os moradores dos predio* deverao communiewr, sem

^gqi.ir, A cmprpua quaionar desaxraujo qoe se der nos apparelhos e
canos pertenceotes as suts eaaas, sendo responsaveis pelo valor do
cj.oc.rto quaaoo se rcconheaar que taes desarranjos^provm de mal-
feitorias ou negligencia delles.
Art. 25. Se o cessionario nao cumprir as obrigacoes contrahi-
das no presente contracto, incorrers em urna multa de um a quatro
cantos d tis, que lhe seta imposta pelo presidente da provincia.
Pelas iofraccoes dos regulameoto* e faltas c^mmettidas no cxercieio
nelles espaaificado, fioar o cessionario sujeito A malta da dec a cin-
cuenta mil reis. stas maltas, como as demais estabeleeidas ueste
contracto, serao cobradas executivamente e em favor dos cotret pro-
vineiaes.
Art. 2*. 0 c.'ssseanrio prestar, coaro garanta ao contracto,
fianc* de vinto mus de rea n* ocaasiao da asaignatura do
narsTiT1 .
Art. S. O ceasBassaio podar liaustaiir o presente contracto
a mnatcornaanhi i, ama qsi .Iquer namvidBO idneo, ficando, todava,
reaaataaaval p >la avmwxaavaco ajeitb a todas as obrigacoes que
lhe sao imposta a, sata gomtrao ana quisa* uccestar a responsabili-
dudar da (mpajos*. ou dniniivuiuaem qpeato.
Art. 28. O msavrno orntiga-a a-couoaaar ao cessionario e seu*
sacaos ou inirr' o mmHkgu*SBlnafv db anata sns, acontar
da ooncluaSo das obras neeessarias so servic; proporto. Pica, entre-
tanto1 reservado ao cessionario o direito de solicitar da Asserobla
legislativa desta provincia a prorogacio daquelle praso, attontos os
melborsmentos do novo systoma de limpeaa.
Art. 29. Dentro do praso do privilegio a ningaem ser mais
permittido empregar outro sys:ema de latrinas, que nao seja o indi-
cado mi presente eoBtracto safva o que ja *e aebarem aasentadoa
antes da assigattUB* do mesmo contracto, ama ve* que preeucbam
a* ccudio's nygienioas e nos termos do art. 22.
Art. 30. O eessknirio gosar da isaocao dos imposto* previa-
ciaea e mauioipaea a favor de tudo qae perteoeer -empresa e igual'
mente da svnu&j j- concedida d a dtreitos geracs, sujeitando se do*
reguiaiBeot qu o g .verno estabelcccr para prc-veair abuso*.
Art. 31. O goverao conceder gratuitamente, ou pvr toro os
terrenas que pudor coue. der na canforini Jade da l<-t, e que forem
preciaos para o-eslabelecuneuto dos armazons, officiua e mais de-
pdndenoii* da empsesa ; sendo previamente ouvido acerca da esco-
IC.i .1. lugar.
Art. 32 O goverao dar oa regulamcntos conveniente*- para
a plena itxecuoo de*te contraato, a ae obriga, do cooformtdaue oom
a lei u. 552, de 20 de Atilde 1863, na pirte amo for apptiewrel ao
meona 4 -nti at'tu, a toro .r cj.-tivo o catprego dos apparelbo* aqu
adoptada* em tol. a os p.edius comprebendidos no.'pTiitmetro da plan-
ta, lucluea, e logo qe o systema propotto pasan funueioaar regular-
meuiasm qualquer dos Uiatrictoa o teabaaa sila receidas as auos
obra*.
Art. 33. Piada o privilegio t .da o material da xmproxa e i
seu custeio, bem assim animaes, carcooas, canoas, edifromi, rmaseos
e olfisiaas. construidas uos logare* deaiguadoa pelo g.ivetno para
es*e nua, cun ludo qns heuver em depjeito,dever fioar perteacendo
A pravincia, acm o^ieasuisaco algama, sendo o essionario, ou seus
snocessones obrigadoe a entregar tudo em estado de podar prestar
aarvico regular.
Art. 34. Se a provincia, depo de expirada o. privilegio, rajaol-
ver c ntumar o servic/j por contracto, ser o oossiuuaro, ou *ens
sacersaores. preferidos pelo m amo preco.
Art. 35. So novos apparelbo* forem inventados mais sppro-
p.-iadoe- paca- o aerrico de que trata o presenta contracto, ou tiver
o gaveras d* mmn duiaute a ojuacrucoao da* oboaa-e lampa isu
privlaegio, modifiesoes cousideraveis no actual syeteois, devero
cessionario adoptalajs sondo ujuatada cuia o mesmo g.verno a u-
demuisaeao que ior da direito, peto auguieitto de dVspesa resuUau-
te das aiterac .-s feitae.
Art. 36. Fiea rcaervado ao e?*siooario o direito da eatender a
oaaalisaoo esorvico do aya tema alm dos limites marcados na
planta anticxa, meduuite ccudico.'s, qae sjrao poateriormeate ajas-
tada*.
Art. 37. A imp.cz. em ignaldade de soodiiots ter a prefe-
rencia no contiacto com a Cauvua- Municipal pira o servico de ce-
rnee.. do lixo e iunpeza das runa
Art. 38. Ogoveruj ae obriza, a sulioUr da Assembla Legis-
lativa PruVineial a neceasariai aotorisac > para subrogar-** na abrt-
gjcio do pigameuto estipulado no presente contracto, mediante a*
condiepea que forem acconiadus por eaaa ocoasii'.
Art. 39. Todas as qaeatdes saaeitadas entre o governo e o
ceistoaar7, oa entro ci. e o* pirticalari,.serj d.-ciiiil** por ar-
bitra nomeadoa um por ciid* ama da* pantos ; sendo o d>sempata-
dor nomeado por amba*> a parles, ou 4 sorte em caso de nv- r-
genc i.
E trnio o cessionario paga o sello de cem mil res, corrospso-
dente quantia de cem contos de ris, em que estimou o augmunto
do Taior da empresa, cm ccasaqueucia das moditioayoes felfas pelo
presente contracto, e-ina consta da verba iaugada n*guw, qu- so
lhe passoa e fica archivada na secretaria do governo, o tando apre-
s.ntado como fi.dor o Bario do Livramaato, qne daclarou obrigar
se pela Banca estipulada no art. 26 do poesente cootracto, se laorua
este termo, em que aatn^nnram o. Em, Sr. presidente da provia-
eis, o cessionario, o fiado Bario do iairramento, e as testemnafcaa
presentasFraucisc de fattla Salles, secretario do governo o fes-
escrever.JoSo busto* da. Cuna Paranagu, Antonio Gomes
Nctto, Bario do Livraraeuto, Maximiano Praaeisco Uaarte, Dr.
Man.-el de Pigueiia Faria.
scpar(it; da Polica
2. aomjio.N. 2L9. -Secretaria de Po-
de Peraaraboco, em 21 da M*rcor i o
28S8.Ulns. Ex-n. r. -Ptarwcipo V.
xr qae f T&m honteai r.i;:aluidos 4 Casa
da Detemjio os seguiutes individuos :
A' minha ordem, Quintino Beaarra de llalla,
arrsc pelo eommanlante da guarda daquelia casa,
por asaltas dirig l semiut. la.
A' ordem da Dajan de dirciti di 3* districto
limiait. Palix Gomes Ferreira, p^r crime do es-
tdcaato.
A'arded di sablel.'g>d> do ti si fe. Mainel
Jaanaia Ferr-ira, por uso de armis d.-fesas.
Siu di* 5 o :jrrea!o o del'gado do termo de
Florea, aiju,i ...liad j da Dr. promitor, do escrivi*
e do carcei' ir i, tez a visita da eadeia d'alli, onde
Trou 33 >res s, -ndo 23 sentenciados, 7 pro-
wi-i* e 3 .niicwdo* em liviraa* crim-s, os
ikuiii> reclam :;I tivca u a faser.
PeUs 11 tora* da mam.i di da 11 do corra-
le, copronlo V-rmalbo da t rui d-- I i juca.
Jai* Baptiain dos Aajas, c.ob'ci io p,r Jlo da-
mambaei. disptrcu um tiro de espulgarla em Por-1
inc de La > Barres, resultaudo a morto deste.
U d :le-.d rrepcetrvo tomeu eoahocimento do
met] e pracd.ii av eampeteote nqaenta p.ilieai,
m*f i4 tere o capeteale destn'.
AtVi-.'S oo ai*rjQ termo e ira b ira dcaacude do
mamenDi S. I'ero, E'ue*ij En bi di Najcnem-
tobnac>i>2v ecm J a Jj. d) SaoTameaU, re-
mms fiear esta graaean ice fe id .
erimimme fai preso em fl .erante e cintra elle
proc-ata-t- no* termos da lei.
Fe, '-- egade de mmmm de Alagoa di alantei-
r aa p-ov.ueia da ." irabyna, f i remettido ao de
Al.' k>*iso, o--sfa proviacia, o individuo de
ame A nomo F.aaeica maa\ em cuj I pod" lora
eae-Xra.lu u-% cavalij fon .do oo 1* ditrieto do.
BsmiKi, oodi; est seod r .-eaaado, tendo sido re
mcUid'o para a cadeis d: F equetca, uia ao tur
9 smitmiiiali d ests i.
:c da 17 da crrante assum'o o i rcicio do
cargo de sabj. legad> do 1* 4ss*rM o d i termo de
l**c u Alb o alteres Flix J. s d'Olivcira sfifa,
aa em*a*4wta l" snmleste reap-c'ivo.
Ha C s d- U't- ueio ralo existo lia.latsmeate
vo algum. sendo p r ronseguiot.:
fcfc^ i iafoiac'-ics i aue deram aojoraw Provincia,
a que servio de tortea para a n.n.-ia debaixo da
aij .p!io a Capiao de Satta,
Himiimi. sjmw awle de 10 bar** da aoite, foi
awisa'So p I i ..fu al do da o Sr. eapito Maiioal
jasi im Pr-ira Guin.i.r.ii i, qu. de bara parta da
aixrt* da T"e*ouraria de Fsenda justamente
asa ronipartimrnlj* vix.nnos ao lugar que oceupa
a enalta t-wp-rtiva.
A ii craspatcb-nao immedaatameate acampa: ha-
da 4b Dr. dolisiiVi de 1* daUrieto e da comm >a-
emate garal da Uaard*.Cvica, deoiis de i.hv.cr jo
ODasoaudante da guarda o Sr. alferes Aff inso do
Bego Barra as aeorosanaa infarmaoe*, fis cha
asr o tku ur iro o p teiro daroparncio avado
ase i a loa u e a p na qae c inuiuuie. com o sa-
ma a csattad ii ia, onda ea arific ja qae se der a
nyulls deaamento, qae, entretanto ncoa ampa-
xade p I* ferro.
Foram Vasviadc* todo* o* papnt*, liros a mesas
de traaaiko qae paderuum ser daterio' ados pela
amara awsjsH-lw auasvel d. sabamento alm do
ferro darsate a ao:te.
Badasmais lasiunail i atteno, reiiramo-nos ta-
is* riinsis da asma aoite, deixando o edificio eotre-
ame a msasa dsaria.
O dciegada de Grvala, por oficio de 10 Jo cor-
mmse, eemmaoicoa-ma aa aagointe* tactos :
H asa 13 ab a> a suasdi Jos Antonio aa Sil-
Abrio se si.bre o facto o eompetonte inqne-
rit j.
Finalmente no da 14- deste rnesr c uaa la> no ibk-
do lugar Cascavel, Maood Justino c Aumio
Jos, armados de taca e caaote esbucdiaram bnr-
i aramanle. oa su-eamrcitetr*;* de am Ol tuasia-
d.>quulie lugar, do comes Eugenia a Caetaoa de
tal, evi.diud.-.; em seguida.
Abrio-se o competente .oqaerito si.bru o facto
Pela Ur. delegado do 1" districto da cupital, foi
saflSsttida ao lr; juis do diaoita do 3 diatneto
crmiuat, o nquenco policial pn c-did ex ti-i
pelo crime de estelionato entra Polis Gumes Per
rer e ueodegario de 800* Barbos^ o. prim.-iro
como aaitore o seguodo'eomo cmplice.
U nt- m, pur valla de 2 borns da tarde e na rua-
do Vitebn-ae de lobauma da tretsnesia- de S*.o
Antonio, o individuo d uoma Matbias Aaionn, de
cor pieta, foi accoiaaiaiti lo de am ataapie e cou
dusido pora a '.1.:a-v.-ia, Imperial neila ful-
lee u.
A convite do subdelegado respectivo compare-
eeu o Ur. Auguato da Costa Gomes, que exami-
nando o cadver, dccUr u ter sido Causa da inorte;
a lupiura de um* aneurisma di aorta.
Deua guarde ai V. tiw. Hlia. e xi .'
Sr Dr. IgQ.-io Joaquim da SaWaM Le^o,
muirt aiguj vie-e-prtoMiente - chale de polLia, Francisco Dttmin-
gue* Ribeira Vlanna.
---------------------a****---------------------
Thesoaro 4"roTiaeial
DESPACHOS DO DA 21 DE MARI,O DE
Auto 11 i ii das Chagaa Roiriguaa Muulm-
do. Em vijta .laa lut'ur oar5 quo allude o sapplicsntv^ ex^lusivam-ente
seu, pala quo oo pJe ser reparado por
esta repartidlo. l
Cyri lo Pitta de Carvalho. Inforane-
1* aecgao.
a Pla.- ira, a* smgsr Cascavel, taatou matar a
JJaa rVsasism do Uisifis ; aendb preso em fls-
pmsta deJieto.
So da 27 do sesma mea e ao lagar Alto do
Xas a, asannt Mal sel Bernardo armado da faca
ece te, tarto a nm atn de aome Bufino Simio

Fai mmao ea fligrante e sobre o facto abrio-se
aamaasrata roqaerito.
8* asa 9 de s-wiestu e oa lagar C iscv. 1, Sa-
rnim* B musa das ama tacada em Joa Faurtt-
a*) etraira. qa* aaiu immuUisUiaente. Abri-
as s. ara a faem a -amiasat saqaertto, e diligea-
ia-ae caatarar a cnmamias qae coasemiw **-
Atada ao da 9 e aa soasa* lomar Caseaeat,
JJaml "ri sesma da Silva, armado d* as
fea Bsaafiaa Mam m eaemcab
astraciaao
feri
. ii ii*i Han a-saaaaj at
nado STadir-**, loga aais a p*r-
1888
Virgilio Lopes l& C, offi:<> do Dr. pro-
curador dos feitas e Igoacia Joapba de
Jess ^Iafornie o Sr. Dr. ndiainistcador
da'R-ecebftJoria Provincial.
Albino da Silva Lsal.Satisfaga a exi-
gen -ia.
Pret de Corpo do PolL'ia.Ezamine-ae.
Mano'l Joaquim da Coma Carvalln,
Joact'ii'n Emyglio do Alb.-q'ierqu -, (j. ..-
taliano dos Santos Vital e Joio Barbosa
de Caro.lbo Druauaond. -H-ja. vista o
Sr. Dr. pro'.'isrador fiscal.
Padre Antonio Domingos dw Vascotreel-
I08 Aragao, Atfjaso Montiiro Pessoa e
Manoel Lobo de Miranda Hanriques =aRe
giatri-so e 95801-83 as notaa.
Pr^tdi Corpo d Polica, Francisco Ta
vares rfo Silva Coveloanti, Minoel Ferrei-
ra e Nit-as (hr Silva Gasmao. -Pagut-sa.
Director geral das Obras Pmmmmf e
uonfraria do Ampara de Olicda-, lufArriae
o Sr. contador.
Izi I r.i de Prt-itas Gamboa, Fran.'isoj
Lauia e J0A0 da Suva Uveira. C-rt'ti
que-se.
Reeetredorla Prvvlaielal
DESPACHOS DO DA 20 DE MARCEO DE
1888
. Jot> Francisco da Costa. --Informo a Ia
seceo.
Manoel Thomaz de Aquino. Deferido
da ..ucordo com as informa^o-s.
S vista das informales.
Christovio Jos de Abreu Guimares
Jnior. A' 1' seocAo para os devidos
fins
Burtholomen A C. Succaasores. Certi-
fique-se o que constar.
Figueirelo A Irmao.Csrtifiqae-se.
21
Manoel JoSo Gomes de Miranda.A'
Ia seocjta para os devidos fins.
Wiliiam HallicUy & CDirjase ao
Tliesouro Provincial.
Fonseca IrmSo A C, Guerra A Fer-
nandas.Informe a 1* ssccSo.
Joio Francisco de Moura. Indefarido
em vista das infermajoes.
Curt tal misoPor acto da presidencia da
provincia, da do c irrente, fii u meada urna
e .muii-sa ) cimposta dos 8rs. Drs. Adolpbo Tacio
da Costa Cirne, padre Luis Francisco de Aranjo
0 bncharel Bodolpbo de Albuquerque Araujo, para
esaininir e dar parocer sobre o compendio de
grammatica latina organisado pelo bicbarel Joa-
quira Peareira da Silva Goimaia'es, profesaor do
liy.i ..i o Pernambucano.
Varro- asa do sslsiefro sto Bonita.
Por het 1 da mesma dala, e observadas as clau-
sulas 23 o 31 da portara de 2 de Jalbo de 1882
f ocam approvadaa provisoriumente as seguintes
tarifas para a ferro va do Uibeirao ao Bonito :
Por pasasageire de Ia classe e por kilo-
ooietro 70 ris
Por dito de 2 classe e por kilmetro 35 ris
Por tonalada e por ki'.ometro de trga-
gfcus e encomm jadas pelos trens de
(inssageiros 700 ris
Por tonelada e p >r kilmetro de mer-
caduras de luso 600 res
Por tonelada e p >r kii imetro e marca-
dorias de 2a uocessidadu e quando
importadas 400 ris
Por tonelada e por kilmetro de mer-
cado! ras de Ia n eeaiidade o quando
produsidas 1.0 pas 200 ris
Par tonelada e por kilmetro de ferra-
gena para eugenbus, etc., e mate-
riae-a para constroeces em pequeas
xpedteoes 150 ris
Por tonelada e por kilom tro de ferrn-
geas em aramia] ezpedicojs 90 ris
Por tonelada e por kilmetro de e.-uru-
ni <, scmetites para a lavoura, ma-
teria prima e combustiveis, destina-
dos kt fabricas estabeleeidas uas vi-
siabanca da estrada de ferro 45 res
Por n:tinl de montana por kilo-
metro 80 ris
Por caoeca da gade vmwhs s por kiu-
iSNtro 40 ris
Pr caboca da gad nio, ete. a por
kilmetro 20 ris
CoUectorto ; rovtnetat Por portara
da nresuiei.cia da provincia, Je 19 do corrate, sob
propOdta do inspector dfi Tbesouro Provincial, f"i
eiouerado, pedido, do cargo de collectur provm
eial do muaimpio de Palmares, Pranco Cavalcante
de Albuquerque, s ido nomeado para ezereer
dito cargo o cidada Peregrino Affoiiso Perreira.
Sfi-oclaaao de Passos em Olinda |
II j uoite, com todo o esplandor do oostume, ser
trasladada a imagiun do Senbor Uom Jess dos
i"a-aos da igr-ja do Cuino para a Carbedral,
d'uuae cegressar amanb As 4 borau da tarde em
solemne proeossao.
O uiaexario de boje ser: ao sabir pateo do
Carino, toa do Curmo, ladeira da Se, reoolbendo-se
Catbedcal. O de amsuhS ser : Hua do Bispo
.utinb), Oito do Ampar Puteo do Amparo,
tusa do Ur. Correia de Aranj >, do Commeroio, de
8. Pedro Martyr, de 27. de Janeiro, do Bario de
Tacarnos, Pateo de 8. Pedro, Poleo do Carmo, a
recolber-se,
Pregar o recolher da procisso ao Rvdm. viga-
rio de Maranguape Dr. Asis.
Tiieatns Hmatm. laaatelOs distiaetos
artistas D. Isolna ionclar e boares de Uedeiros
dio um bonito espectculo no ibeatro Santa Isa-
bel, A 24 do correte, sabsado, paca se despedirem
do publico desta cidade.
Coastar o espectculo : da tragedia d* Goncal
ve* de llagalbaesU poeta e a iuqstiigao; da
acea cmicaoa maig barro qae camello, pelo
actor Lyra ; e da comediaOh I qaesogra I
Alm do atractivo do proprio espectculo, per-
ieitainunte organisado, ti-m o publico daos incen-
Sivos para concorret ao thealro na noite de 84 :
ser a fasta de despedida dos Ilustres artistas, e
commemsrativa da libertaoo do Cear.
Vate e osneo llbara*s;6eaiCommoni
cssam-ao* o seguinte :
O Sr. eapito Joo Antonio Pesaos wur,
proprietario do eogenbo Marojo, da comarca de
Csnaaretb, tendo mandado cel. brar orna missa ao
gloriosa Patriarcba 3. Jos, padroeiro da espolia
do referido eugenho, no da 19 do correte, em so-
leasnuacao ao mesmo Patriarcba, de qae tervo
n so devoto, e em prova de sincero amor que dedica
s ideas liberaes, concadeu d'aquella data ea
dmote liberdade a todos os seas escravo* em nu-
mero de 25, (j tendo anteriormente libertado 9 sem
onus algum) com a condico de Ibe preitarem 100
da* de servico.
Semelbante acto preva incontastavelmente os
ee-utim utos reugiosos e.bumaniurios do Sr. apitao
Joo Antonio Pessoa (iuerra, e digno de louvo-
re*.
3irnos rateiramouta da opinio do- nossa infor-
mante, coja commaicaco lagimramsa. com satia-
faco.
Caaa ata Oeienca* -Estando tenatnadb
os concertos do rato do sul d'este-astabelecimen
te, o Eiin. Sr. vice-preadaas da proviacia-,
autonsoa ao Sr. Dt. director geral das Obras
Publico* a foruCcr ao respectivo administra-
dor, os materiaes precisos para calaco o pintara
do dito raio, empregundo-se n'essa gerv^ci og pro
prios deten toa.
D'isto resultar urna boa eoooomia paraos cofres
proviuciae.
Aratenai fe VarlnbaEn ord m do da
de 19 do correte mes, o Sr. capito-tenente Au-
gusto Cesar da Silva, inspector do Araenal de
Mariuba dssta provincia, tm observancia s or-
dene da Secretaria de Estado, determinou ao Sr.
eapito-teent Rodrigo Nunea da Costa, director
das constroctoes oavaes, que sob sua direcoo, fos-
sem teitoa pelo peasoal artstico do Arsenal, os
concertis de qae proe-ica o cruzador JUeduta do
servido da Altandega. '
Ha muiros annos o norso Arsenal nao ao
mesmo lempo encarr.'g;.do de tantas obras e na.-
se tem desenvolvido n'elle tanta actlvidade, porque
alm dos concertos d'aquelle crczadi r, tem de se
construir um brigus para lustruccao pratica do
peasoal da nosca marinha de guerra e 20 escaleres
pnra a uraimi;; estose cootrorndo 3 escaleres,
acbnm-se es concert urna barca de condueco
d'asuu e 1 alvareoga, c ha, constanteoentc, con-
certos de navios, lancbas, escaleres e predios do
esta beleci ment.
No da 15 do correte tes experiencia no La-
mario o patacho Ouararapa, d-stir>ado a exerci-
cios do4 nprendises moriuheiro*, e que foi cons-
truido no Arsenal desia provincial e laucado ao
mar, sob direceo do capitSo-teneote Nunes da.
Costa.
Poram constiuidos neste Arsenal e acham-se
prompios para seguir para a capitana do porto do
Mar'ilmo, v Irandega e roola de apreudizes ma-
riiibt-iros do Cear, 1 baletra di) feis remos, 1 es-
caler de oito e 1 balieira de dkssf, 3 lindos esca
lares dcaenbades pelo actual director das cons-
truocoes navaes.
Ser batida brevemente a primeira e'avilba do
brigue que tem de ser construido, e j ests sendo
preparados, na serrera vapor, os p.s para os
t.lo-s dh quiiha.
as offiemas de machinas e de rerreiros, que,
per se achar em c.mmisaao ua corto a respectivo
director; eaio a cari> do mes tro. das oQiciuus de
m.eh-im-, 9r. JoSo B.-.dto Marfios da Fonseca,
tambiu tem bando ultimarneute' 0"ietauto atltvi-
dudc.
Trata-se da m;ntrirm da muebina motora e da
caldeira ora deesa. olBcinae ; -a ta se f 2 11 i o
di versaa cbrxs ue bronse, cobre-e tetro para ai-
vius o escalrres, assim como as bombas njaey, vi-
gas, taros e oatras obras para o brigue iin va
de const raceSo.
8eiid.i diminuto o numero ih op rarioa dis offi
cin-dF, provsnrel qu' o nmndem aagmetiiar para
as obras p.derenrser f-itas com pronrptidao.
II ?nrn, pe, aos que com o amor ai trubalh; e
respeito s leis, eouuailUUi para o deisnro viinent
de am estam-lecimento do Estado, 00 Je tuntas,
d.ieins de fiilhos deata provincia, animados por
tio nebrea exeuip as, adqairem com o producto do
trabtlbo os meos Becollilxsaesrco de cedoRts Poi pva-
rogado at 30 de Juubo vindouro o prasu pata
subsritiiico das notas de rtljOOJ da 7"e8tampa.
Perro-ta do Hrje-inio ao llonilo -
IIoj-, no uie-io da, devem reuuir-ae em ss3enrbla
geral oa e.ccinUtas- da rerro-via de Kibeiro ao
Bonito, para reaolversm sobre o proae_-uia.ei.to
das espectivas obras e novas encommendas de
material. A reuuio ser no eae-riptono da em-
presa.
itunro dter Crpdlto Restl Amanh. ao
meio da, em omt dassalus db palacete da Asso
ciacao Cimmercial BeneScente, devem reonir-sc
m isseinoi geral os acciouistas do Banco de
Crdito Besl de Peroaubucs, para tomarem co-
iili-.cimento do rvlatoro d-.s o. eracoes do anuo
bancarij flodo, e elegvrem a nova mesa da assem-
bla geral, b-m como os novos membros da admi-
nisiT-vo do banco.
Oirs ii- ublicaaII je, ao meio da. na re
pirtico das obras p-oblica; provuciaes, sao rece-
idas propostna pata a exeeacao dos reparas da
poute sobre o rii) Loojuca, na eidaae da Escada,
ore 'dos em 4:782Jf275.
Citncurajt Aeoa se omconcurso, coma pri-
sa iic 30 jlao, uium cadera de pi- beoda ioteira da
Carbedral de O.iada, c otomw se v da edital da
Mitra, publicado aa respectiva sscco,
Arlthmetica e *3ero use irlaCom a pra-
so de 4 mesca, contsdoa do 21 do corrente, i-o.h 1
se cm eonourso a cadeira di Aritbmetica e Geo-
metra do curso -.i preparatorios anaexa Es-
caldado de Direito, segundo o edital publicado aa
respectiva sec(o.
o Eqasdor Publicou-s. on. 2 deste pe
riodico poltico e noticioso.
HyajierlosiE' o titulo de urna polki que,
para piano, compox o Sr. Misad Oomingocs, e
foi edictada pela casa Prale ae O, cnle se en-
centra.
E' bonita.
Faraldadc de Htrelio do Recite
Eis o resaltado dos a.tos do hontem :
1 anno
Francisco Jos Sabeilo Filbo, approrado plena-
mente.
Flaviano H.norato Ribeiro, dem.
Joo Tbom Aranpe da Silva, dem.
Jos Cavalcante Ribeiro da Silva, dem.
Arlbur de Moraes Sarment, approvauo simples-
mcate.
Misael das Cbagas Craveiro, dem.
As au.aa Oa Faculdade abrir se-bo no da
24 do correuti", sabbado, sendo, porm,. inteirompi-
das pelas ferias da Pascb.ia e da RessurreiciXo.
Arsenal de variaba Embarcoa hu.
tem 00 vapor Filie de Pernamouco, com destiuo ao
sul do imperio,, o Sr. Leopoldo Banoeira do Gou-
veia, 1* Cnente da armada nacional.
8. aoba-se no go=o de urna tizonea e breve
estar de regresso a esta provincia.
Dcsojam-S-lbe folla viagem.
aaaaaalaata A'a i 1 oras da manb do dia
11 do oorrenle e no povoado Verm.lho, do U'rmo
de Ipojuca, por Joo do Rapbael, diaparou am tiro- da espin-
garda em Porpbyrio de Lisa Barros, daado-lhe a
morte.
O respectivo delegado tomou coubeciutaato do
facta e prooHika ao competente tuquerito, a que
j dera o devida destino.
Kermento srraveEatandb ha dias a
brincar beira do uciide do i-ngeobo S. Pedro, do
termo de Ipojaca, Ernesto Eusebia do Nasciin-uto
e Joao Jos ao Sacrumento, ficou este graveim ule
ferido.
O seo amigo de brioqoedo M preso, procedendo
nos termos da lei contra elle a aotoridade policial
respectiva.
Nao lia nesbuanO Sr. Dr. ebefe de po-
lica communicou bootum ao Exm. Sr. Dr, vice-
presidente da provincia, ser falsa ama inform; $o
qae deram ao Jornal di Recife, de haver esoravos
rechinidos Casa de Deleoco. Nao existe alli
nenlium.
Ueaabamealo Ante hont m, s 9 horas
da noite, desabea psrte da coberta da Toeeoora-
ria de Paseada, justamente nos compartimentos
visinhos ao lagar oceopadopela respectiva guarda.
Avisado o Sr. Dr. ebefe de polica alli compare-
ceu immediaUmente, acompanbado pelo Dr. dele-
gado do 1 districto e do commandante geral da
guarda cvica, e depois de ooter do commandante
da guarda do es"aben cimento, Sr. aiferemjlffoaso
do Reg Barros, as neeessarias iiiformacoW.. man-
dou cbauj >r o thesoureiro e o porteiro respectivos.
Aberta sinente a porta qae cominunica com sa-
lta da joutadoria, verifiooa se qae a parte desaba
da ficara amparada pelo forro.
Foram convonientemoiite desviados todos os pa
peis, livros e mesas de trabalho qae poderiam sor
deteriorados pela chuva.
Termiaou-se este trabaibo meta noite.
Crimea eos JrawaiADesta cidade ata-
ba dr cuinmunicar ao Sr. Dr, obele de polica o
respectivo delegado os seguintes fastos:
. 4 p*sJo Jjm; Auluuio ou Ol.
vaP o lugar Ca*cavei, tontn matar a
Joa l; .orneo do Bomfim.
No da 27 do mesmo ms, no lujar Alta do Rio
o menor Manoel Bernarda, armado do faca e cace-
te, ferio a outro denoms ufiao SimSss Banieira.
O autares deates cnaaes foram presos eai fli-
grante.
Em 9 do correte, 00 Cascavel, Saturnino 15.:-
serra assassinoa com ama facada a Jos Faustino
Forreira, e Jos Francisco da Silva, armado de
um compasso, fes vinte ferimeato* em Rasalin*
Mara da Concei(ao.
Ambos os autores lestes crisaes evadiram-se.
Fioalmeote, a 14 do corrate e aia ia em Coa-
csvel, Maaael Justino e Antonio Jba. armadas de
tacas e dos comparantes asceta* esbordtaram bao
oaramente os sabampreitairos de um dos.tunn.113
dalli, Eogenio e Cae toa db tal, depois do qee pu-
setam-se ao fresco.
Sobre tedas estes faam* abrrram se oscompe
teutea inqueritos.
tremi do* IProfeaoorea Primarlo*
Hoje, ao meio dia, faneciona na respectiva
sede o Gremio dos Professores Primarios.
Foram entregue Os tres canos de fer-
ro galvanisados que haviam sido depositados, por
oa proto gaobador. na subielegacia do Reeife, e
de que ha dias demos noticia, psntonciam aoSr.
Fabio de Squeira Cavalcante, a quem j foram
entregues.
O Sr. Fbio, que j nao centava mais rehaver
sua mercadura, naou satisfeito ao saber que ella
nao bavia se deaencaminhado e deixou em uios
db Sr teueote Santos Neves a quantia de 500 ris
para ser dada ao preta qae ae eocarregara do
frete.
Club Carnavalesco Critico da Ep >
ebavom este titulo acaba de s:c fuoaada nea-
ta cidade ums sociedade campista de- mogos eo
pregados do commercio, os quues preteadom abr-
Ibuutar o carnaval d* 1^89. t
A sua directora (i.-ou composta dos s.-guiutes
Srs. :
PresidenteVlauo.-l Soarts de Albergara.
Vice-preei Jeuteuauoel M. Torres da Cita
Io secretario.Jos Copertiao Cauto de Az -
vedo.
.2" searetario.Eugenio Vax de O.iveira.
Thesoureiro. -Julia Augusto Lecadas.
Io orador.J 5o Maciel Caldas.
2* orador.Merapbim Jos dos Santos.
Procurador.Beruardino Oliveira Campos.
Fiscal.Francisco Pereira Latnego.
Commisso da tyndicancia.Manoel Antonio
Perreira Leite, Hanrel T. do Aintral e Silva, A -
gusto Mximo Lacadas.
Commissao de estatotos. Felnfo Elizeu Corris
Mfe Barros, Serapiim Jos das Santos, Joo I'. Ra-
bcllo Braga.
Villa de s. Bent-En 19 doste m z es-
creveu-nos e nosao ciirrespaadeote aaaguia'e :
Depois da ultima que esuruvi, alguus fictia
dignos de nota, tem se dudo ueste infeliz termo; e
apezar de *mt osadoa, mmsst a. neiatal-os.
O facto hoirorosj dado ota Mitinha, do q lal
forim victima* a te.uenU Pedro Lias de .Sooza
F..11US e outrosi' e onde o aanguo d- rramado dea
pasto.nos caes, fic.u at agora sem represao, pr
quo- aa vw.im td nao Oiooiuihaia o ae 1 .i^'.Omii d'.
r corsea para denunciar Manoel J.^Ao Pereira, ao-
t'.r c principal motor-d'iiquelli Sdena lo stogu-.
Procedidoaoa corpos da lelictu pala Dr. jai* mu-
nicipal da termo, dormem o samno do eaqnoci-
mento!
a No entauto, Pin Poroandcs do Assumpc;,
houi-ip laborioso e morador ao lugar Capoeicti,
pero simples tanto de, ao furtar-so um c-,va!| do
me^mo, diaer, qa aquellos que su regosijavam
com o doaapparocimenr.o do animal, mais tari
choraran! acha-se bojj/ sob a. preveo de umi
pronuncia qaalificda n 1 art. :.':)9 do cdigo p 'nal,
in. ji-.utu a quantia de U)-i duda, por Leooci'.
Perreira da Suva, para se mscaorar o procesao
dentro de 24 horas, e dep;is soa;ueitrarem-se oa
8IU3 posea b ios para s g-urauva. da futura in-
di'moiaaoaaque tem de ser pedida para satisfazlo
do damno causado !
a Fui,a formaca > (ia culpa mais colero qaa cor-
rea 00 foro des ti vil I?, onde a formaco da culpa
excede sempre de. sais meros,
Francisco da Sous* Das, da Canhotinho, tem
em sea poder, como escr&visado, am rspasinho de
n: me Luiz, filho de Antonia, de idade cl>-1.( annos.
A!i{ui-qi, amante da liberdade, requeren carador
e depositario para- o mesmo, o que foi concedido
pelo Da jais de orphos, Gcando por tanto o m -a
ni, Lus manutenido emsua liberdade e cumpi-indo
ao pretenso senbor intentar a respectiva accaode
escravklao. soasa Da*, porm, sem qne ex
bibisaa matricula de Lua, sea que laostraass ti-
tulo de compra; por rao de ama petico, aa qual
diaiaque. Luis esa su esemvo, por tel'-o compra-
do ao tenente J .--o Por-ira de Almeida, fallecido
ha-mais de 20'smaas, levantoa o deposito em qae
se chava Luir, e coadusio o para casa, sem ao
asnos ser ouoido o curador e depositario do mes-
mo E diga-se que aescravido nao tem mais ra-
zia de ser Neste mf.-liz termo a escravido com
saos borrarosos cortejos perdurar sempre I
Ha poueos dias urna aaecavsada do eapito
B laoiso G-iilberme-do Azvttdt apresentou se pe-
rante o Dr. jais do onpbos com urna manopla do
ferro no p. Houve muitos disturbios e asauadas
e sx-rio cou cto entre o pavo e a polica, mas a
escravisada voltou para a casa do senhor com a
mnnnpia do ferro no p ; a E nygdio dos Santos
Barbosa, morador na Jurub; bi coaserva aiada ao
captiveiro o infeliz Joa, alforriudo por um genro
do meomo, e estando a liberdade decretada por
eentenca do juis competente ; o diz o mesmo Bar
bosa- que, emqamto nao tor demittido o actual
promotor publico, nioguem ter poder de tirar o
mesmo Joo da escravido !
Tivemos chavas abaodanfissimas em todo o
mes de Janeiro, a aos dous primeiros dias de Fe-
vereiro.
" Piantoa-so, e as patageas desenvolveram-se ;
mas o sol intensa qae appar.e a de 3 de Feverei
ro at esta data, los desspparecer plaataeos e
pastas !
Deus nos livre qae se realizo e aotigo precon-
ceito do aertanejoo amo bissexto oa sea compa-
nboiro sempre sao seceos.
No logar Neves, deste termo, dea-se am fac
tu digno da mais severa punicoo sssassinsto de
urna ereancioba de anno e meio da idade Apezar
de deoorridos mais do qoareota das, a p> icia e a
justioa anda nao piieramdesc brir o autor de to
brbaro attentado, eoeontrando-se a creaoeinba
morta em cima de urna cama com urna graade ta-
cada no baixo vealre .'
Os pas da infeliz foram para seos labores
agrcolas e entregaran) a peqaeoa a urna viziaha,
e quando esta voltoa do rio, onde fra bascar um
pote d'agua, encontrn a raaocentinha banhada
em seu proprio sanguo .'
H* mystero neste crime, e qnaato a mu
humilde p:usar, houve briga entre marido o mu-
Iher, que, desviada dos aeveres coojugAes, esteve
ausente do mundo mais de anno, e para escapar
ao golp' que lhe btirava o marilo seloso, ampa-
rou-se da propria filba, costando vida deata.
Nao temos aia la polica judiciaria bem orga-
nasada. Se assim foeBe, a autoridado policial de
voria ter-se dirigido ao lugar do facto e fazr to-
dtiS as possiveia indagar;de8, e uo limitar-se .-l-
mente a fazer ratorrogatorios e corpos de delicio,
cora a no caso de que se trata.
Os horneas sensatos deste termo, aquellos que
nenhuma mauoha o macula contara em sea psssa-
do, appli-udiran multa a nomeafai la aappien-
ts do juizo municipal do quatriconio que dve
comec^r ainaub, e bem dizem a acertada escotha
dos etdados nomeados pelo Exm. Sr. Dr. Ignacio
Joaquim de Siusa Leo, actual vico-presidente
deata provincia.
A redaeca do Jornal do Rtnft, nao sei se
por conta prspra ou albea, em dous artigos es-
tampados em as edicSes de 15 e 17 do corrate
mes, tem iajustameute malainado os honrados ci-
dudaos uomeados suppleotes do juiso municipal
de-te termo, esquecendo-se da accusacolo e retrac-
ta c/n que fizera a am dos sappleates do termo
de Agua Preu I
o Mal informada foi a Ilustre redaeco do
Jornal, o causa pasmo que am Jornal serio, ac-
ense eidados hauestos e digaos de elogios, sem
articular um nico facto qua og desabone I
necessario que a Ilustre redaeco reeonbe-
ct nos etdados Jos Leoaardo da Costa e Fran-
cisco Manso da Silva urna houradez a toda prova,
conducta ilhoada, criterio sem mcala, e incapaci-
dude de transigirem com ajastica, e nao como
horneas perversos e espases de se assentarem em
banets de reos cuma esteilionatanos ; om recebe-
reno 500 de am pobre volho incauto para trocar
e tirar a importaueia de ama petioo e nao resti
tur o ire-o ; em sacrificaren) dous honrados fa-
zendeiros e fazer estes pagar, sem comer nem be-
ber quatorze cantos de ris de am lado e seis de
outro ; (.ae furtam cameiros e gados de qusea.
quer pesie ; que sendo curadores de orphos e
ascravisados, ad voguem contra os mesmo*, sppa-
receuda diobeiro; que fascm do deboche o melhor
passatempo de suss dearegradaa vidas, atfroatao-
do a sociedade e tornando-se udignaa de appare-
eerem em publico ; que mandam incendiar lavras
para se apossarem de trras que coafinam com as
suas, e finalmente, que no desespero de veaderem
08 pleitos escidem e inceudoiam autos 1
< Tomoo posse e se acha em ezercicio de dele-
gada de polica e oommandanta do destacamento
o alferes Ignacio Vespasiano Augusto Perreira, o
qual reuoindo capaeidade e energa, promatte fa-
zer maito boa polica neste termo, oade hamuitos
desordeiroa.
Na mesmo da da posse, fez seguir para a
capital a apresentar-se ao respectivo commandan-
te, am soldado do sea destacamento, o qual por-
tou-se mal quanda voltava de urna diligencia, ao-
cocametteado um pobre tninseuate com a espin-
garda, a qual fieoa despedazada; e a nao ser em-
aaawsJo o gape na cangalha da cavullo cm qae
viuda montado o pobre diabo tena sida victima !
Neste infeliz termo, toda vez que aiutondada
policial compre com seus deveres e enrgica,
levantam se caiamaiosas accasacoea contra a mes-
ma. E' assim qae a redaeca da Jornal, on
alguum por ella se atira contra o suoidegado sup-
pleute em ezercicio Jos Vicente da aVlva, o qual,
uo ezercicio de sea cargo se tem havido com umita
prudencia, selo e energa pelo servico publico, o
cajo uaico crime ter prohibido n'esis vilia o usa
de armas prohibidas e,oi sambas, fojo de d-sordens
e perdi, i o dos filaos familias d'esta Ierra, .oade
uao su encoatra oceupaco honesta, porque, 0 ra-
paz aqai, logo que botou urna gravata no p- a : -;j
aa c.lcou um par de botiaas, euteuie que detescr
uu negociantj ou empregado publici 1
E' certo que o3.solJadas quo foram cm dili-
gencia, aiiin de-pr.-nderem no Mu'oambo a Praa-
eisco Tertuliao de Barros Pinto, a qun.1 so acha
pronunciado em crime de homicidio, aa rcgregsa-
rem para eata.villa, proaaoveram desordena em ca-
raioho, em auacii ia d* sabii.egaJo Joa Vicente
Visete da Silva, ao quaea adiantaram-se e che-
* do digna ccmmaudaute do destacamento M inael
garam -villa muito satas da patiuiba, mas uega-
t- que fosse eapaideirado o fazeudeiro Jos de
Almsida Callado, aa qaal lou.-reL um I.cao.
Em Bug do ooez ultimo houve lueta entre jLi-
noel Uyjniaio Conra c um fi.no de Jos Autoeg
oie Ol'eir, resultando o ferimento grava do
priuK'trs.
Fiado a presente com um facta pliyaiologico
bem acentuado.
Era nm pirto daplo, que se dea no Lgeiro,
deste torm, a parturiente dea a luz uia filbo todo
hirsuto, o. com barbas braocas e crescidas ; eno
baptismo f >i lhe dad o o none de Ea porque todo
o sea corpo eoberto do dos, como o primogni-
to iic Jacob, e nos en*.na a [Biblia. VigoiOfo,
promcttfl vida louga.'maa o seu com.oan'ueiro nao
pie sobrsviver.
At outru vez.
O major TemplarFo presoem Londres
o. iDi.jor de enaenbeiros T oaplar, por ter divulga-
do a certas fabricante*, s-grod.s militaros, que
Ih haviam sido confiad s por causa di sua posi-
cao.ollioial de directo.- do aervico de aerostaco
muii.'ir. (", i'istaqa: o dito maj.-r revelou por di-
ishaifo o sagrado da constraeojlo de uai apparelbo
aventado pelo te i-'cte .Viacdonsld paraenubv ba-
los.
AuliroisA TbomosAin'io.-oii: Tbomaz,
o: insidia" untestro rrancez, director do coaaervato-
rio Je Panz, est em R.ina, ando tem sidaal'-'o
das miis tig/iifieativus provas de admiracSo. E'
a prion ira ves que volt* Roma desde 1832,^!
ae vaimais ie m-io scalo poct em qae cstudou
a:ii, como grande premio da honra da conser-
vatorio que hoje dirige.
Asaiatio ultimam.'iote no theatro Argentina a
urna represcutacao d) seu A nieto, e foi muito
victiriad j pela publica e pelos arrians.
Em um dos salo s>do Csf de Runa dea-se-lhe
um banquete', a que assistiram es uiaia notaveis
artistas, o chefe Ja muaicipalidade, o presidente
da Academia da Santa Cecilia, M.irqu z de Villa-
marina, etc., tiocanio-ae bri.i eardiaea.
Coosas do lirfSir J rge Co wyii 1 ja-
vea e elesante turfista ingloz, foi por Lord Our-
bam aecusado, em um violouto fo.het), de ter vio-
lado o regiment Oas corridas. Keuuio -s; o Joekey-
Ciub cm aseembla ex'rtordinana aob a presiden-
cia de Lord Hastings e deliosron por uuaumida-
de que Sir J.jCbetwynd devia Uvar-se de to in-
famante aecuaacao, ntontaudo urna domanda con-
tra Lord Durliam, perante os tribue-ae-s ordiuarioa.
Mostrou o principe grande relactancia o Sr. Chet-
wyad em cumprir a senteuca dos seus parea, mas
por Sin aorlo e oai procesear o seu aceusador.
Este por saa parte tem demanda i Sr. Davis, editor do am p'nodico iutituliio Bu!
(morcego), caja publioacao ceosou.
? >v< salvavidasNos primeiroa dias de
I-'overeiro verificou-se cm Barceloaa, eom brilbaa-
t* xito, a experiencia ie um aovo salva vidas,
invencao do piloto M^riatany. E' uuna balaa em
i'-inii de e.-.ixio, que era am uma oscotilha mon-
tantes de ferro para fonnar.urn pirapeito uu ante-
para, e oo pao cim sai vela f.-rraia, uai par de
vens, dous jagos de remos e leine, canas de con-
servas e um barril de aui potarel.
Qualqu:r vapor-paquete de grandes dmeocds
pode tmzcr a sea bord.i qaareuta cu otis destes
curiosos apparelhas, com cajseidade para 1,200
passagriroa.
Di Corveta Asjo-iVuaZ foi laujado ao mar por
seis hoinens, que em piucos miantos c Y. >: -rain a
antepara, o pao eom a vella desfral lada e o leme,
canvertendo a balaa em na barca iusu'.m.rgivel,
o as coudicoea precisas para aavegar c psUe-r go-
veruai-se.
Falsificador le Haiie.sa-\ juatica
da normandia, pas da manteiga, nao donne. Con-
demnou agora: uio taverneiro de Caen e um ex-
portador de Lisieux a tres mesee de prisao e 3,000
traucos de mul.a por falsificaca de muuteiga, a
um vendedor do Ses a Jous mezes de pnsao pelo
mesmo motivo. Esses tres traficantes vendiam
mautiga, uo-np. 20 a 30/,, o unnuciavam descaradameate: aa-
teiga di Norma-alia, garantida pura e sem uois-
tuna.
B. BongblO insigne publicista R. Bonghi
est mal com os eatadantes de Rama. Foi elle
um dos promotores do monumento a Jordao Bru-
no. M.a foi de parecer que o monumento uafos-
se erguido "na prsca chamada Campo das Flo-
res, onde foi qnemado o audas pbiioaopho. Dabi
certas aecuaasoes que o representaram como am
c.tta-veuto. Booghi, que profesaor de historia
moderna, apreso-utou-se aa universidads para abrir
o cura-a. Os estudaates deram. i.es.bios, e o pro-
fessor leve qaa se retirar. Como a mesma scena
recomecasse na licao segaiote, o reitor manija fe-
char a uaiveraidade, qae tarnou a abrir aa portas
ao cabo de poueos di aa. Mas Bonghi anda nao
pie abrir o cursa; tem sempie contra si alguns
eetadaotes qae, no intuito de renderom bomena-
geio liberdade de pensamento, nao deixam o
professor pensar como bem lhe parece.
rlenle HepaoaolTeada os poderes
pblicos reconheerdo como institaico o grande
oriente nacional de Hespanha, resolveu que no dia
18 de Marco corrate se celebre, em am dos thea-
tros do Madrid, uma aaaembla, para a qual serao
convidados os representantes de todas as lejas de
H -spanba, Alli Be dar conta do accorda a qoe
chegaram algamas fraccoes daquellas em que se
acha va dividida a maconaria.
O annancio desta assembla despertoa a maior
curiosidade, era admira, sendo o pntneiro acto
publico qoe semelhante a=oci .eao realisa em Ilea-
panb e desconhecendo a maior parte da gente o
eus ritos o ceremonias.
LetesKaecluai-sc-iao:
Hoje;
Pelo agente Pino, 1 hora da tai-Je, nos Afli-
ctos, de terrenos.
Pelo agente Slveira, s 10 1|2 horas, na ra
Baro da Victoria o. 24, do estabelecimento ah
sito.
Amanb:
Pelo agente Pinto, is 11 hars, rua.Marquez de
Olinda n. 52, de movis para collegio.
Pelo agente Burlamaqui, s 11 1|2 horas, na roa
da Ventora (Capunga) n. 15, de uma barcaca.
Pelo agente Slveira, s 1) 12 horas, roa do
Livramento u. 37, de movis, mais objectoa e pre-
dios.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas., oa
ra estreita do Rosarlo n. 36, de movis, loaoas,
vidros, roupa, etc.
Mlaasa fnebres-Sero celebradas :
H. je:
A s 8 horas, aa matriz de Santo Antonio, por
alma do Dr. Antonio Wenceslao de Omena.
Amanb:
A's 8 horas, na Ordera 3.a do Carmo, por alma'"
de D. Anna Clara Pereira da Silva.
paeaagelro* Chegados de Fernando de
N .ronh no vspar nacional Giqui :
Francisco EsperidiSo Rodrigoes Vas, Dr. Ch.
Bertrand, Manoel de Miranda, Cleodon Chave*,
I
M
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1
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/ *
W9,


Oiariu de F
\j r 11 m ni u*
o- ^nntn-feira 22 Marfo^de 1888
3

^sus tcobo e 1 fi-
Soare, Luis Antonio Qo-
Epipbsnio Aniceto, Jo
^Ufnfi* linfa*. 8
_6 8 Srass, 11 I ataSIJSls e 1 mnlheres
Sabidos pan o tul no Tkpor frsncei Ville de
n. 10. Especialidadesmolestias de so
ahora e cnanja. Telepheue n. 32rj>
Dr. Jos Hara da Roana Curvalho, Aatoaio c-
s de Arevedo Janior, J M. .de A-anjo a ana ie-
atora, E. Soases Fsrreira' Ysbsbo, Ignacio dos
Santo* da Cuaba Salasar, L op ,1.1o Bandeira de
Goereia, Dr. A'eibiade* Cav lante de Aluqucr-
enn, Lnis Barbos* da Androde, Alfonso Maga-
laie* da Aadrada, Alfredo do Almeils Sampaio,
T. Lmar, Romanan, K-ver, Luis* Martina e 2
nrer torta su o Brava e matwt-
c*o ata* pnrtsm le FeMBaB>c>-Re-
cife, 90 de Marco de 1888.
Boletim msteorologico
Hora*
S a*.
t
12
8 t.
6
84-6
26*1
27- 4
9
S56
Barmetro a
0*
759-64
760='32
7602->
768-71
759-07
Tcnsao
do vapor
i
19,81
20,16
22/0
2i,69
21,941
86
78
80
77
88
Temperatura mxima"28*,50
Dita -n!nim..23#,2S.
Krathiraoao eo 24 hcraa ao aol: 3, O ; 4 soco
ara : 3,0.
Chava21." 4.
Drec.;So do vento: SSE de roeia noite at 1
hora e 55 minotoi da maaM; E at 2 hiraa e 15
atinatoi ; ENE at 2 borato 58 minutos ; SSW
at 3 hora* e 20 minutos ; variavel de E a SE ule
3 hora e 54 minutos ; SE e ESE alternados at 6
Sorna e 85 minuto ; SE at 8 boraa e 45 minutas;
SE at 9 baraa e 16 minetos ; SE at 9 boraa e
S( ataniiaii; E a ESE alternado* at 10 bora* e
8 sainara; SE at 1 hora e 15 minutos da tarde ;
SE 8.>E k!ternarios at 1 bora e 50 minutos ; SE
at 5 hora* e 17 minuto*; bEe ESE altrnalos
at 9 b tks e 55 sumares ; variavel de S a SE at
10 boras e 35 minuto* ; SE e ESE alternado* at
meta eo le.
Vetordade asedia do vate: 2,14 pot segando.
Nebulosidad* meca: 0,84.
B-.-lerim do parte
I*
PJ
O, o
i
i

p.
B.
p.
B.
Di-
20 ie Mare
21 do Vareo
950 da macha
419 .la tardo
1032 >
I 4 -40 da manhS
Altura
1,96
1.-0S
1,-9)
1,15
Occullata
Dr Ferrara, com pratioa no prioeipees
hoapitaee e canjeas de Pars Londres,
di consultas todo* os di*s das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20.
O Mr. larros sSulsuarae*
Pode ser procurado em sea escriptoro a ra
1. de Mareta. 4, 1." andar.
O Dr. Met tem o seu escriptorio de
advocases, na ra Ductae ds Casias,
n 50, 1. andar.
Dr. Seabra, advogado. Roe, do Impe-
rador n. 30. Da 10 boras do da s 3
da tarde.
Drosrnrn
Francisco Manad da Silva & O., deposi
tarios de todas as especialidades phartaa-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
cos e medicamentos homeopticos, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
Drirartm
Faria Sobrinho & C, droguista por
atacado, roa do Marques de Olinda n. 41 ,
Herrara a vapor
Serrara a vapor e officinas de carapina
de Francisco dos Santos Macado, caes do
Capibaribe n. 23. Neste grande eetabele
cimento, o primeiro da provincia neste ge-
hero, compra-se o vende-se madeirt s
de todas as qualidadcs, serra-se nudeiraa
de conta alheia, assim como se preparam
obras de carapina por machinas e per pre
eos em competencia Pernaoibaoo.
Cinc? Chagas
DE
Deus Xosso Senhor
Jesns Cliristo
pLBLiiMMs 4 kbibo
O eng"nbei:-o chele Alfredo Lisboa.
Insra*cn>n Foram platica-
das nc hospital Pedro II, no da 21 de Mareo, a* se-
gtrmtas :
Pe- Ir 'Malerpias :
Postb'it'sn'"'. bistur in^iciHla por phiaoais.
Pe! Dr. Ferastidee Brr s :
Pfs'hi'omi neH proceso de Riord, reclama-
da por rmini~sre.
JBaviafTitai TVdlro MO mfvrsnenti deete
hospital ti din 90 de Wnrc'-. foi o seguate :
'-ardtk.......... ....
^all'BUi..............>.>.S Ir1
rVltecrram............... 4
4vrBteni................. 556
nil ^ui visitadas ve resp^ctiv^w eitrertaarras p-"1-
te: n
V"r-5r., 4s "S,
Cyvnr'rn. *f ? 1^1.
Barros ^*Jrtn>*s,*s ^r*-
Bfcmtis -te i
*vK^ra*, tf4.
tVsna^sSasssTflnSb ^BVftsV, V
Fraaclsco Xavier Ferreira di
reira da cempanhi.t de e
gnros Aiaara. da Bathla.
Teuho acompsuhado a discussio trivad na
irepreosa da capital da Babia entre a direcc&o dt
cc-npanbia dt secaros AUianca e os negociantes
Pimonta & C, & proposito da eocffb por estes mo-
vida contra aqad'a para bavrrem a indemnisa-
cio do seguro de mercadoria*, qo-1 p^r miro f >ram
remetridas uos mesa3"B negociantes, em consig-
nacio.
Nuda teria a diaor acerca d rtferid* qu-stSo
(na decisao da qual sou tambem mtcr^ssadol,
a!m do que ba sido llegad* nos auto* pelo illus-
trdo advognd) Dr. MourJo Filhi, se nao tivesse.
visto por algumaa publicaeSes, qe o* prritoi que
proc deram a vistori, requer da pela companhia
.4'iaiic7. nns meredorias, no sei se para favo-
roeerem esta compaobia, ou e para Ostentareoa
jma coragem denodadn dj que t elles sSo cipa-
*(, fiter*m injustica 4 lisura com qu; costumo
proceder em tedus os m us negocie*, afBrojando
do a'Tt-nis daqn^llas m-Tcadorias achavam-se
rt prociadas pels tui antiguid-.d?, isto a* ar-
s de chip de sil, as qunes evtavam eo-
terrajnda* no pe.-, contacto c'agoa do mir (d-
toir. ce peritos), mas por serera muito antigus.
E' de coi io par notar que se pissa, pela l!m
plps iMpeeet o."ilar, aixer o bol f Un h fer-
ragen e-conradh e arm^cS^s de en .pjl dei
soi. qn mjl'iHda^ -eN agn-\ salgada, p>
V?m d>. ra nnriguidade e nito di contacto d*gna
1, m i : qns.nio e?=a 8>ftfnecto neui mcFmi poe
si'.- scintinVhmciite, : rque t.da ^ ferritgom
rr.. "-. *Mn1t)**% "
o, IfS*MJr\ i i ?a Vfstdria : co
|r>e^1rWI1hrur\c V 1 ttV ,(w> lie oniVw
ieWv*h 'f\VltAmlKll*ft'
Di vo uns tatisfucao & soeiedade, e antes de
continuar a eserever o qaa ne dStado, vou dal-a,
para depjis eantimtar se me o aermittirem ; pois
obodeeo a qaem tudo pode, Ilustre Sr. D. Jos da
Silva Barras.
Fui preso por fraudulento e assim 3 veae* julga-
do ; a frkaeira ves pelo Sr. Dr. jais da direito es.
peeiai do commercio, Thomaz Gqrcez Paranhos
Montenegro ; a segunda, pelo Tribunal da Bela-
co, que tambem asm defesa aeceitou o julgado do
jui* que a ao admittio ; e foram juises n'esse feito
os Srs. desembargadores Quintino Jos de Miran-
da, presideutePires Ferreira, relator Qntirot
Barros e Altes Ribeiro, adjuntos; e a teroeira,
pelo jais de direito do primeiro districto criminal,
Dr. Joaqun da Cosa Ribeiro, e todava nao son
fraudulento, poseo dar juramento em miaba alma,
Exm Sr. D. Jos da Suva Barros.
O terceiro julgado, foi uno p uco extranh*, visto
qu* as pravas forao* rebustas para m* absolver do
crime e o jui* n'ellas nao ticou em aeu julgado, e
comtudo deaenvolvendo-o am todo* os consideran-
dos coma banoarota fraudulenta,'e o tesminou di-
senda: e ale nAVBHDO ciaocasrANCiAS aoojuvas-
tes E HEM ATTBMUAIITeS, COSOEHNO O B0 SO HEDI
do artigo, > que orr?spiudia u culposa, ou qua-
tro annos e meio coa* trabalhos pblicos e sem ga-
lea tendoa bancurota fraudulenta suas p na de-
terminadas, nao poda o juis exhorbitar modifican
do Exm. Sr. D. Jos.
AppeHei desae julgado para a BelacSo e foi de-
signado relator o desembargador Domingos Jos
Aloes Ribeiro, e cscrivo do feto Carvalho ; a
r-.o^s juutei irrefutavei documentos e fis dedoc-
\o s inequvocas para o fim de ser despronunciado
e aullo tofo o proessso, e o deaembargador relator
leu as raroea e os documentos rm 2 meses, mais
ou menm, mis entendeu de faser o seguiote :' o
ESCBIVJrO DEiLOO.CE DOS AUTOS AS B1ZOKB DE DEPESA
E OS DOCUMaSTOS, AECHIVO BM CABTOiIO, B 08 ACTOS
PBOSIOAJf, PASA, TBEBM JULGABENTO, B DESTB MBC
dkspacho istime o APPti.LA.MB, o Como Aada
mais me restasse, vali-ma da* circulares m mus-
cripta* dirigidas aos Srs. desembargadores. exce-
ptuando os Exms. Srs. Delfino Cavbante e Hermo
genes, que ch cariui por ultimo ou prestes ao final
julgamento, mas os que fortn para o Rio recebe-
ram e at p istaes, Exm. Senhor.
Foi o juigamenio convertido em diligenciase
ESTAS PILA BELACO ORDENADAS DE FORBA A POr.ESI-
ai por lonco, e ha provas tiesta minha asaercio
estao em p..d--r ao Ilustre secretario da Junta
Oommercial Dr. Jn/o Soares Guimar&e, de quetn
con'iei para nao me'serea tiradas da cadeia, pelo
pessoai de certa, ora., m que abusuv* continuas
te, correodo-me tudo aa s litara onde semprn
estiva, at quo tive de seguir para o Hospicio de
Alonados ; sendo que os exames de sanidad so
fizeraa com premeditaetto, havendo o maior rigor
a arepositj para me faaer perder a paeiencia, em
' de Desembro de 1886 presidid > pelo mes ai a jai*
Costa Rb.-in, rendo par m-dic 13 os Dra. Coutinho
e Pontual, por escriva Mira na Franco, que o
do jury e exeeaco.-s crimes, estando presente
o Dr. 1- promotor pub ico d j>i?tca Freitas Hen
ruines, a qaem denuncia entJ fact^s eacan lalo-
sou afim de ne promover a justica ; da segunda
ves, foi em 30 do mesm > mes com o mesmo pes-
einl, ti-ndo mais o illu.ir. doutor em medicina
Malaquios Antonio Gonca'ves que foi leil nis in-
terrogtCOOS t DCClta&COKS QCR PE DrSECTAMBNTB,
Exm SciinoT. _. _
Proegairi.m < s auto* com o csaan junto, e fo-
ram jnlgadoa cm "20 do Abril de 1887 no e:
di nre dis tr-balboa da R Victo r* 30 di referido
mea, e nm* coas* diff rente d) que e*i4 no
Acc v.H)... des*'- que m.' nos tVeo para me per
p inM 'o .-ara tui fim, I : ili, e Nm aa
t\m ttinMn Vhtfia jnlgado* poiid i-use pOr trau-
\ ( 1r F\' S W. *BSSBmJ
n
n^o* Tl^ Iwrt' qu 1 r ; n ."
. -. t \ <
O Inul d*> arete e a ntratsa
de ferro de Carnar
O Jornal dt Recife, a faina de deaeba-
far seas odios contra o Dr. Aristides G1-
vBo, director da estrada de ferro de Carua-
r, molestando-o eom in jaras, que alo se
canga de repetir qaotidisnasaente, mudan-
do apenas de forma e de mandatarios,
acaba de fazsr acqaisicao ese um novo testa
de ferro, que, vendo-Be sem emprego ho-
nesto, quer tentar fortuna em outro gene-
ro de vida mus adaptado a sua ndole.
Nada temos com o procedimento desse
bera, que, segundo nos informara, perdeu4- s *
- nocSo de responsabitidade em ante
Cha de Carpina
Cada quai di Tsti reparte com outtem aqnillo
que a naturesa houvo de liberaliaar-lbe.
O nobre redactor do Rebate o Wat. Sr. Porta-
nato Pioheiro, habituado com seas productos co-
uhecidos pelo publico, no sea eonceiuado jornsl t
pode manchar minha reputaco ; seria mesmo
impossivel elle praticar cotros actos que Ihe sao
desnataralisados.
NJo stranbo, nem me defenda para nao descer
aa ridiculo. ^ #
Jos Beterra de Albuquerque
at
annos (!) de bonsser vico, qae prestou, lo-
cando tumis, creando cabras e assigaando
fesenbos, n'cssa ecunmissao, onde nunca
enxergou aqaillo qsra s via to dia em que
foi demittido.
Nada temos que ver com essa procedi-
asearts, que ha de rseommendar ,0 novo
athleta da imprensa aos chefes futuros,
qne este possa ter ; e aohamos at natural
e justo que o Sr- Dr. Aristides axan p.y
6880 modo, af.lU, qui cnnmf-:t-.D, deix n
do, por eiceev ira b. uhomi, di demitlir
em tempo, a b m alo rr.ici publico, auxi-
liares culpado* i-ouo"*os Ifl erroa e rok-
xaySo os mais criminosus.
O qae nSo podemos, por o, dexar de
estrenhar, e lastimamos, em nome do de-
coro da imprensa e do respeito devido aos
asentes do servido publico, que o Jornal
do Revi fe acolha Uto generosamente e cha-
me a si quanto aventi/reiro despetado, ou
calumniador se lhe aprsente lisorfg-'. n-.'o-
Ibe es odios e pedndo-lbe o auxilio e at a
responsabilidad*, para quanta injuria, quan
ta blasphemia, queiram eserever contra a
pessoa de um alto funocionario publico,
que tal vez
Venenos anlnerasen
de medicina empregam se todos oa
v nen.8 activos e todos eiles eucurtam irremiesi-
velmente a vida.
A salsp%rrilha de Bristol, realmente urna das
poucas preparacoes medicioats, que as podem
considerar como um remedio puramente vegetal.
N4o contem um t grao que seja da mercurio, ar-
snico, estricbuiui, bromos, i do, nem nenbuma
outra substancia venenosa que seja. E de ma'a
um antidoto contra os meaons e cura as eofer.-ni-
dades produsidas por elles meamos.
O melhor que estes sabem fazer matar urna
euformidade substituindo-a por outra ; porrm a
salsaparnlba de Bristol, obra de accordo o, sn a
atureza e na) contra ella, destrafndo psra sem-
re ctm o teu efli-ito neutralisador, aa causas das
olestias ulcerosas, canearosas eruptiveis, regu-
.indo o figado e o estoaag 1, dando for$a e vigor
ao rentre, limpando o systema de todos os ele-
mento morbosos, restabelecaodo o vigor corpreo
e a elasticidado mental, e robustecendo coxla org2 1
debilitado.
Tanto as crianzas como as senoras as mais de-
licadas podem tomar sem susto algum. E' a Auco-
ra da Vida dos freos.
Vende-ae em todas as principies lojas de drogas
do mundo.
KlefrJo das pessoas qne tecm de
concorrer para a testa de glo
cidade de
riese Ves, da
Olinda. en t9.
Juis por eleicSo
O Exm. Sr. negociante Antinio Roirignes Ta
varr. ^^
Juiaa por ele'clo
A Exms. esposado Ilm. Sr. Joaquim !'. Nicas
Vunit. fc.^.ma -
Jaiaes por devocSo
Oa Exiis. Srs :
Tenente e >r.'nel A'ilinari) Fbrentiiidr Alba-
qn> rque MaraiuSo.
Dr. Jjaaui n Corris le \ranji.
Dr. Ad-Jpho T*co d^ L'j ta Cune.
Congo Xntoaio "abr-i. do Aabuji P'reir.
C ne*'" v'gHiio .lite Vil Quiterrca.
CapitS> J i.q'HTi da FvUseca Oalvo.
Sitvano V
i San 'A ina.
'nVsjmsm
i! 1*.
V^A
M-.ritim ', tal qual se extrae da arvere, pondo as
aim o remedio a* alcance de todo o mundo.
Era costme an'igamente s->. mandar as *>: tracas do peito i margena fmbaiaamadas pelos
piubi-.r. s m ritimos, a sci-ncia moderna c ntir-
mou este costumo om o meio mais seguro de
cura ; porcm como todo mon'i 1 nao pode viajar o
problema teria ficado sem tolaeio se o Sr. Lagae -
outra culpa nao tenha senilo a se, de Bordeax, nao tivesse encontrado ao Xarope
de haver tolerado, sem infligir-Ibes os me- .pa8a W* 'r',, aea non,e 8"iva de p,nho
re idos castigos, a esses oitadoe, que hon-
tem lambiam lhe as plantas, e boje Udram
4 sombra das raivas partidarias d'esse Jor
nal.
Uffereeendo gratuitamente as suas co-
lumnas a esses individuos, dando lhes at
gorgetas, para acorocoal os n'esse xinga-
mento desbragado e i amoral com que en
tretem diariamente o publi :o desta c. pit I,
o Jornal Recife falta sua missSo, avilta
a imprensa, desse ao nivel do celebre Cor
sario, n d aos seus leitores urna triste
idea de sua entida lo como orgSo de inte-
rease cobres se elevados qu> deven ser.
___^ Justus.

^lsBS^sssV\bK,^t
Caixeiro almnado
Urna cues importadora nesta cidade, precisa de
om rmpregado maior de 20 annos, com ptima le-
tra e bablitaco 9 em contabilidad', eom pratiea
de commercie ou aptdo para iaso, bem coebecido,
trabalbador incanv vel o econmico, desenvolvido
no trabalbo da peana e outro qualquer servifj de
srmn-m, embarque e desembirque, etc. etc.
Os candidatca devem aprcs'-ntnr nunca menos
do qaatri ames de pessoas idneas, pretenndo-se
commerciants, que estjam no caso de abonar a
sua conducta.
Quera estiver nestas c:ndites ple betar carta
no C rreio com as iuiciaisJ. E., capital do Re-
cifedicendo sua residencia, estado, naturalidade,
se est emprpgado, declarando a natureza do em-
prego, e fiualun.'nte qual tem sido sua occapacSo
at agora. ^ ^
Colegio ParthenoH
3 :Rna do Hospicio--3
O director dete estabelecim -nto de instrueerio
primaria e secundarla declara ao publico em geral
que as aulas de seu coegio estao funecijoando.
Ou'ro aim, recebe a'namjs internos, simi-inter-
nos e externos.
O direclor
Ovidio Alves Manaya.
r\rHltlH!\
0 rnclli ir depurar ti io para a cura ra-
dical lo* rhruma'ism le au i'qu t OatureSa, das
stofrtra da peHt. das syphilis. di aHhmi, da le
son
AttenQo
Brev e ir em praca pubiea, o arreada
ment do engenbo Qamelleirs em Santo
AntSo; por um triennio, ou mais se assim
determinar o Iilm. Sr. Dr. juis de orphBOfl.
O rendeiro presente o Sr. Jos Francis-
co Pedrose de Carvalho, o qual est por
403$ annuaes ; todos os conseaiores, tanto
os que receberam a renda vencida em
Mbiu do anno paseado, como os que diada
nSo receberam, desejam nove rendeiro.
Os pr:tendentes qu ignoraren as pos-
3essos do engenho, basta reflctir no va-
lor, pos o anno paseado foi avallado por
30:000,$.
Recife, 15 de Marco de 1838.
Como procurador de urna conaenheca,
Francisco-Alves de Moran Pires-
Dr. Silva F rreira
Medico e par'eiro, com pratiea em vanos has
pitaes da Europa as especialidades de molestiae
de senhoras e da pelle, d consultas na rus da
Cadeia n. 55 1.a andar, de 1 s 3 horas da tarde
e reside na ra do Conde da i.'os-Viati n. 24 I.
TelejAiiie n. 412
Fredertea ftaves Jnnor
HOMOSOPATH4.
)3=Rua do Barclo dtt Vidoria-
PRIMEIRO ANDAR
--39
Dr. Coc lio .cite
Participa a sena chent s e amigos que
tem seu consultorio na ra Duque de a-
xiaa n. 57 Io andar, onde ser otscontrado
de 12 s 3 da tarde todos os das e
reside provis >riameBta na ra do Hospital
Portugus n. 14.
Leonor Porto
Una lo Imperador a.
Io andar
S,
rreat ^n res bi.r
m g ral d'in m ilefiss
| ,

1'lCll
aas'
''^'9^sbbbbK^>V Ivafc i ol,
k 5 ItaBsV V\l > 'lu
I .
la
I
->v*\
Contii a a executar os mais diffieeis
figurinos recebidos de Londres, Pari,
Lisboa e Sio de Jnneiro.
Prima cm peificSo de costuras, em
< \ brevidade, modieidade em presos e fino
I j gosto. ___^ _
Collegio EnnlacM
3 -ttoa Vclba 36
O director deste collegio, pede a pr-'ec-
(3o dos p a e tu'T-s das crianzas que
qu ira r. aprov.itr.r un rapi-io aiantamen-
de seus fi!h s < u tutelados, a em par
titular ten fr.bnt. '--m tidoa os seus
r)rnp..f.riotas p roa i butanos.
Alumnos internos303000 roensaas.
Mtiio-pensionistas 15^000 idena.
P,r ea la um prrp iraturio4^000 deTB.
Primeiras letrn3 2^000 dem .
Masica e piano 4$00C den
Pagamento adiantado.
. O director,
irtsdti Azemtdo.
3 A Rii.t Vrlft.i M
ffr. r^B* I^^FrevT
s^MHHHII^
11 itTflJ ",
Ooaetl'fiu,
csMSjItoo 4 m
. 45, msVsj Siai anentn d
in n 3 ksraa n tarde,
maads esa e/aalejenr desean lu-
lyism. *a m. 381.
___*>bb, ansidioe, BMsea
para s n* dos Pites a.
i -e asnanr s-r pr arada para o
ts. asan sjrsfissloi D consulta de
11 lasrxi n sb^shes 2 ds, Urde na ras
da B*i*a> dn VicsnrM n. 32, 1 andar.
Dr. CWfSjssVsi isas, tasa o aea eaeripto
mira* bmsm 4n Q.xiae n. 74, das 12
a 2 !)*> da tarde, d-sta hora esa diaa
la aa ana lasmeaeia A roa
aesassrM
gmsieia si ado
issssr na dwtiae-
sUysnsssit* de Carv,
-srsataatt s ssai vaswr, e sjsw-Uvnts trata
ta qae anea tea a am borda, a na asirs
salteada a arte asi san* ana dasva todos.
Os ssismis asis assigaad*s tasesn votos par.
ene b re*se*v e sapai*, ssb a digna e iatoi!
(ta d Ua OlessesMe L a, tanna na-
tra au*i *m sais* do Sr Carvulho, qne
a s*r 4> ana sita asis, ranas tods ss re^ai-
sit s ds asa
tirso do sasnr rirasesas, no porto ds Recife,
17 ns Mareo da I8H8.
Assaro Usawr Brasil. *
Joaquim 8 dngU'-s Ferrsiaa.
Viosnte de'Huus* Pignstrs. SJ>
JavsMl Ananas* S* .ta<>e*.
a. X.vier da Cb> ssoatenegro.
P dro Csnnto ds Suusa.
Orrmano Aatoni Maeaado. .
Mana do Canso Munad".
ZnJSkira Agripin* 'la Alnaquerqu*.
Mana A^npia d* Albsqstrqu*.
Mignel Junquim sl-x-aado.
Zljsa Amalis Mcnn*.
Bu tnetmdn 3. lies.
Pedr. Masa.
---s *'**"00lS!M''-
j. q-_, p_,_ J Antonio Albarsans.
ds Banta K,nu l Prwictoei Teixslrs atasnadn.
sV^PrnT W m ^l"^*88Br Jsb^bssbP ^b% ^asPisi
WsMf^VsrVsr W*s*aT a*a""""a
awstot, sasaaaW*as5asjsaitaana *.. ,, >
a satas**!!**. *#aav tunea aatossjes *,y
saasnaass a tas*, a aa s*t
sms aas sf>a.-n-ss s^si*a(a a aa >>vn
ri.wwwii.Wwss, Hnsaa*> ssasanis toa
aoe sxi) da avsvssa uatita>d a jandt-
s.js* asa sa issaii anata ss asa en
safanr da sima since aass, ntab ->*a*asw
mms ama 4 staratofe saal ratra a tanda da as
Sorda* (ssMSasaa sa .das* .sanos) s a idnns
slVu tarsV, ao espirito sVata ls, a asatsr pra-
sitan ass asea*** nasa pratsecis asalto ssais
ssasss, qssr diser a rsstitsioso eontrn loto pre-
jxiso qse p>l-ss ser sttribsid j 4 idads deltas, e 4
leal protareao qae nos vamos oeeup.r.
Mais tarde saqiaa, mtsttliess te para astaiat*
Irsfne nss sea* ts* mesare una samtaita usl
eaK/aante S tmteUu des .stnnsarss. nneosr das */
jsremeas im^rtantes sobre ssrtat posla*.
O peuomento tun-lameutal da insutaieao srs
p-.li>, proteger os pudres mwnor- ds vmte e eiaco
sano*, que outr'ora hn%ss* a disftsica absoluta
d* stns bssu, rtrsvuuUj, por m-io ds rsstituivio,
M 4, eon-equ ucis* qae podessem resultar psra
mies de eua aews ou de su.s omisede* (Tosa. 7-
pg. 149).
Mo te swttss, sdvogado rete*, scritier squillo
que n .ras na<> podas aprender no teus licito*
uaueto pelo sltu ertio.
Piolhp de cobra.
Despedida
Pau'ioo de Uliveirn Mais, sssjnindo boje para a
Europa no paqua'e francs ortasot, despade-se
d toiua os seus fregueses e su igo*, e ofereceo
sen* prestimos e a qoslqusr psrts onde *e sebsr.
tleix* como gerentes de sus ca* commeroial
an Srs. Jos Rodriga-a da Silva, Frauotsoo Go-
me* e Dr. Augusto Carlos v*ag de Oliveirs.
Recife, 19 de Marco de 1888.
^QLmMAdn.
Sta astaa **] ni^i
InaS SnajSamBfla aBanan^n
la. Jaas --* W ln*i
- .U"m! X^BSdaa nmsnsa
mlaMlv*JBS>
lint VhjiTim sVfi isn
fiasato || a^ijs3F)sam
Nsjraa_l Os*uA->*V
OyaasV. avan, _
s ssV"nss anBaMsnaaa #aava aa a^
Aassass SBSSataa s^sasta*
As Kwaa liaa.
S nasos* do lOm S. SaMfdM Jsa^wi*ds SUa! Asna
Ksaasa ns lus. Sr. Manaat lanavasa NsaaaSi
Baaras
nanosa ns liba Sr. taasnta Pedro Rsfnard.
Espsss da Han. Sn Jaas Atawsda Caann.
han a do Man. Sr. Jas* Jaaamsa d SnswAnns
lata.
Bp as do 1 Im Sr. espitan Antonio Pires as G*r-
fasna,
O. N/mpns ds Q a usaras P ii)t*
Ksposn da Mis. Sr. Amonio Joaqsis ds Silva.
Coman m*s da /sisa
Jais
C.ipiio Maooel Joaquim Botelao,
Secretario
Antonio Marques da Silva M-mgainae.j
Tbesourairo
Altere Mioervioo de Miranda Bocha Pita.
Z-ladore
Joaquim Quintino Qanoalv.is.
Joaquim Jos LeiUo.
Antonio Komio do Sacramento.
Foiioiano Caoaide de Aguisr.
Manoel RiOsiro.
---------- *
A rae a al ale atarlaMa
Embarco h ot m no goso de usan nssnes, no
Vle de Pernambuoo, com, destino so sal do impe-
rio, o Sr. Leopoldo Bandeirs de Gouveis, distincto
1* lente ds armada nacional e imperial.
A' sua residencia foram ss despedir os opera
rio* e empregado* do Arssnai, que semprs tas*
enoontrsdo ss Si S. USB smigs franco s dedissdo.
Crete do sen brsvs regreso 4 esta provincia,
es*james S S vento* bonauaosoa e magnifica
visgem.
Muttot eme i isssjjli.
-WJJft^Mr
ta,lana sTrnaa
^^"""a* *a^a""^',sSBr*"a a^ mBmmmBmmB*^Bmmm) ^bbb> aBaBmBBmmmmBB; ^^B> aammusj
laan^MsssWiaamasssa^anta mai sjmtass
Utraaasw aa sdrta sa
"
.
tolftaans snsta sstsa ds U
por nana as sana santo sa *aw snsa^ssaV) bJj* sadn
asa o situ insiimilaiiiBl n sasaul anra san
fanaina no caso V aautta sa pata si arsasw as san
ga ao nraso jibuts,
Pata nruasaaSun a Sa*asass*.- ssa s Sr. Tnss-
dnre CsriiWnnsss orainintonta isjminlnata ck.
Usa satos sa rVmsabsi sa ssss Jtons Ositos-
rsVw agento vutiaats da Oanpantoa, as >isssg-m
par ssta aasitol, aas pids ser sacas toada na s
Hptaris .'sata-lis sssnsr.
s>
Ao puHlis o e especial-
mente ae cuniiuereio
Os ab*ixo ssaignadoa, prcprietrio da -
Fabrica Veneza pmvinem ao reapeitavel
publica e com espeoiaiidads ao eoiAo oom-
meroul que Ase vedo <& C, negwciantss
establecidos A ra Duque de Caxias nesta
cidade, esto vendando m.TtaJbas para
cigarros, tanda a firma social dea abaiao
ssaignadoa [S^otoa dt C.)
S' como diversos individuos tenham em-
pregado ditaa mortalhas em cigarros de pea-
sissima quilidade, oa abaizo assiguados, qae
tero de taa-T eaTectivoa oa sen direitoa etn
juiZ), previnem seas fregueses nKo <-a-
hiam nesta eylada, poducto de ama desleal
con nutre ncia.
Recife 20 de msrc/i de 1888.
Santos & C.
HtaLttlssMrh
toJsamssaaossnstario s ssasssaas. saaaa
Jada tosa ssa <
da sasassdta a partoado aar
auna do isa s da n ite. Dedica,* eos ssfscssM-
dnaV sjksssss. naanslsas ds issauras, >4rs,
na, a|a)mjM'saaassi ssti iitimia da i
TGasBHiaMj. 37-4.

Gduartlv Gadaiil.
Retratista
AaaMaas san tostv*s> da Vlclo-
ria 1 asar a.
-ss da sassneio de todos ss
trnsalnos eunsatass! i ss* arto, ss-
ecaao Woei.ss asa dsssshs a p*nts-
Agsias alraliaia.s aa lar raes le
feria eaa s*ateveslm mu
Hcspaaiha
aaPKOiau >ades pasa
Mokstiss do estomago, tae* sumo : dispepsia,
gnatrs gis, cntharro chrooiej do estomago, ulce-
ras simple*.
Molestias do* inte,-tin tasa como : enfarta-
sssnto da flgsJo, istenc, calculo* b'liares, diar-
rSs cbrooiea, etc., etc.
Molestias dss vi urinsriss, toes eotno : das- i
teses ricas, esthirro vesical, diabwte saccarina,
albuminuria e g-tta.
Na anemias, ehlor-si, psoriasis, prunigo e
dore* artrtica* e nutras muitaa mokstias.
A* aguas ataalin-s de M'odaris nascem de ro-
chas grauit'Cas ns temperatura de 11* eentigra-
d a. Jo caras, >ocolores de ebeiro parec lo uro
pouc. ao de ove cados, Babor alcalino, produ-
lintio uja ligeiro sb r pixoto na occaiiSo de tr>
atar-se. Bitas sao lassificadaa ao numero das
alen linas e bi-erb inaudas de sda.
ooieo depositario em femimbuco o I
oio Affooso Simo -s estaoelecids a ma '
de OoaDaa n. 1.


s
io de Pernambuco---Ctuinta-feira 22 de Marfo de 18S8
tal

()
4 besa coa* mu m, na otate o
selaetia termal, oo-
de tsica, consump-
aeite, te
*inur que o Peito
e>eeeoberU do Sr. Soaree,
todas M timan, porque
aiio impeesivel corar esta
anegada ao ultimo pari
segurar qaa todo*
do Paitoral da Cam-
o segundo periodo, logo
teda a oerUaa, grande all
saa cara completa, por meio
la prolongado a parala-
da CaaaWa alo limita a aaa
a doaaeaa do peito : cara
deflaxaa, bronchites o toa-
da* vex.es, quauio des-
ala a eaaaa daa affaccSaa pulmo-
reaaadio acba-aa venda
tes e depositario* geraea,
M.oool da Sdra 4 C ,
Marqaaa de Ood* o. 23, e
traeos, 13|000 aMia duxia e
fOOOa asase
aaSn.
iisa 4
flr. OsTiuln Ldita
EDIO
las MiiipSarlB i raa Duque a Caxia*
Aa* 13 a i bata* a UrdV, dota bar*
residencia i roa ua Sota
OUtaEH ll MBSS3
Pita
tarara 3J. csqalaa
lama Femesa
.sas.es. lastra,portognes, francs,
, ajaasTapaia, msica, piano, deae-
' -
A directora,
***!* Ccrmeiro.
Collcgio Meira
A OLA DI LLIXiO
Asea-se fuoceo'iando rosrte collegio a aala de
allesnlo, cajo profesaor o Sr. Sdney.
Ka da faiperatrii n. 63, 2' andar.
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Balthazar da Silveira
a
Eipaeiali dade*febrea, molestias das
erisnya, do* orgio* respiratorio* e das
ahora .
Presta-ae a qualquer chimado para
Cura da capital.
a viaja
Todos os chuad* levis er dirig -
dos pbarmacia do Dr Sabino, i roa da
Bario da Victoria a. 43, onde id indicar
na residencia.
1

Emulso de Lan man
& Kemp
A Emlalo de oleo c e ligado de baca-
Iho cora oa hiA~- h i.- al, soda e
potaasa, preparadu pela acreditada casa
de Lanroati A Ketnp de Nova York,
melhor, < atis perfeita, e a mais etfi;az a
agradavel que at agora se tein eflorecido
ao publico.
E' om regeuerador pudoroso das conati
tuicSes debis a um reoedio certo para
t>das as affeccSes do peito, da garganta e
doa pulmo-8.
sese so a Emulslo de Lanman 4
Kemp n$e confundindo-a com as outras.
Vndese em todas as drogaras e pbar
mscias.
- Santo Amaro das Salinas
O tbeseareiro sctosl da irmandade de 8snto
Amaro das Salinas, teado fechado seas coatas da
presente anao compromiftsal fiado, para dar posee
s nova mesa regadora, declara que nada deve a
mesma irmandade 4 pessoa sigan, das fes tai
feitai na mesma igreja, nem outro qualquer ob-
jecto feiti oa comprado para a masm.
Becife, 20 de Marco de 1888.
C. D. B.
De ordem do 8r. director, convido sos senhores
socios para comparecern] na seda social pela* 6
1|3 horas da tarde do da 28 do crrante, afim de
tratar-ae de negocio* argentes Ter lagar a
sersio eom o numero que comparecer.
Secretaria do C. D. Benfico .te, SI de Marco
de 1888.O secretario,
L. Agre.
S. R J.
EDITAES

I
Silveira
ADYOGADO
-mu da la. >erador
LADO DO CAES
Casa Feliz

pkaca da independencia ns. 37 39 e
"de autojoo a santos porto
a iooioosAspo
i 4* eatnecio 4a 11 lotera extraad
13 V J iiiaw a avte de 1:000* a. 1891,
I a. 3183.
venda o* *eas felises bilbetef
i'da A extrajeeao, a beneficio da San*
lia s|e ae extrahirt breve
ir. Sisees larlwsa
4 Dr. SssDae Barbosa, Eepe
parto*, molestias de aenhors*
c e criasfas.
rWmsssMsiiii raa do Marinea de 01 d
da n. &4- cisstt** da 1 a 3 horas da
Eapnbeiro. Ra do Santo
Eliaa n 8.
.. 213.
Iiglez e fnieei
sramai ** m pU
saa a aa.....a. 37, aatar.
r.GlHEBf.in
Oom Jos Pereira da Silva Birria, por
oieriS de Dn e d Santa S Apostli-
ca, bispo de Olinda, do Conseibo de Sua
Mtgeatade o Imperador:
Aoa Bevme Coneg de mia-prebenda d C-
thedral de Olinda, **ie e jua no Senbor.
Como presentemente estej vaga ama cadeira
de prebenda i t-ira da a isa Santa Igreja Cathe-
dral, p r morte natural do sea ultimo postuiior
eonego Jos Dvonism G-m- do Keg-, pomos
i esncarso pelo presente edital a referida ca-
deira.
O* Bevm*. Coo'-gos de meia prebenda da oossa
Catbedral de Olinda, que qoiserem ae op^r
esa* ctdeira d' prebenda lat-i-a apr^aentem-se
denlrj do piazi de tunta dias, a contar deata
data, c*a o* evo* nqoerimeot* instru ios da*
habilitacoe* exigidas pela legisiaceo, que rege a
materia e mais dicumentis em sen f vor.
frito o concorso proporeuiof a Sos ilagestade o
Imperador tres dos mais b'neaieritos e dignos
eoaferme os sagrado* can nes, Cjuc Trid. e un-
tra* di!p:*ice*.
Dado e passado, no Palaci} Episcopal da Sol
dade, ao* trexe de Uarc> de (888
Ea, padre Valeriano de Al e ua Coneia, escri-
vii da Cmara Ecclesiastica que o cscrevi.
f Jos, Bnpo Diocesano.
DfcLLARACOES
f slrada de Trro de Ribeiro ao
Bonito
Pur delib-racio da dinctoria, sSo chamados os
Srs. scciooistas desta empre;:, para na praso de
60 dia* a contar do dia 3 de Pevereiro prximo,
realisarem 10* entrad de 10 */. d coas se
eSea, no* Mm do art. 9- 2- do* estatutos.
Becife, 31 de Janeiro de 1888.
Jos Bellarmino Pereira de Mello,
director if creta rio.
a* atrc te 16&S
95*000 cada
91*500.
90 *,v. 23 1,J por 1*,
0 r*. 126 0/0 ae aramio,
Va Ivn U :^aaa
11
3 l
| rcaia.ctr,
KaUae
u ssaassaaa,
P. V* J J*e Pinta.
21 im mabc> 1888
FitACA tO RECIPE
SBB geral. apaaeram h je tabella* a
srai, aiau vaoUde de
taza.
Pataca
A*Sb*raaa
as
tro**.
1) ) RIO DE JA.SEIBO
23 1/2 A
retiraras* todos elle*
a 23 1/2 d
Colonia Isabel. .
graneo 3. superior
3." boa .
a 3. recular
avado porgado
bruto .
2*500
2*300
2*0>0
1*700
1*503
2*700
2*700
2*400
2*200
1*800
1*600
1*160 a 1*260
*800 a 1*000
Catar* de algodtto
aat 21 Da marco d* 1888
O de 1 *orte do aerrao foi anda boje vendido a
6*603 por lkylo.
Katrdita de aiiucar e algadma
MSI B* MASCO
AS8UCAB
Entrada* Dia* Saceos
ttarcaca*...... 1 4 20 54 280
Vapores....... 1 20 4.000
Via-ferrea de Csraarn I i 21 7.844
Animaos..... 1 21 5.376
Via-ferrea de 8. Francisco 1 i 17 63 655
Via-ferrea de Limoeiro 1 i 19 16 1S0
ooledade Berrean va laveatntfe
Serio bimestral em 15 de Abril
Convites para eate sarao, na secretaria d.-sta
ociedade ; ingresaos em mi do thesoareiro.
Secretan d ociedade Recreativa Javentude,
20 de Marco de 1888.
0 1- secretario,
^____________Mauoel Joaquim BaptUia.
Facildadeje Direito
De ordem do Exm. Sr. cooselbelro director ute-
rino e de coufoimidade ooui o viso n. 587, de 18
de Pevereiro do correte auno, faco publico que
eati em concorso, com o praso'de o na tro mese*, a
contar da data deite, cadeira de geometra e
aritbmetica do corso de preparatorios ano* xo a
esta Faculdade, vaga pela jabilacio que obtev o
respectivoprofessor bacharel Joio Vicente da Silva
Costa, pelo que os que se qoiserem ioscrever para
o meaino, devero se apresentar, desde ji, com do-
cao ntos qae provem :
1' Saa qaalidade de cidadio brasileiro ;
2.* Maioridade legal ;
3 o Moralidade attestada pelos nspectivos paro-
cbo* e folha corrida aos lugares onde houverem
residido nos ltimos cinco annos ;
4* Capacidade profiasieoal, a qual prova-3e ex
bib ndo o candidato algorn dos segointes docu-
mentos :
Titulo de capacidade na materia em concurso,
conferido pelo conseibo director da instruccio pri-
maria e fecundara do municipio da tVte, titol de protestar tambem na*mr.teria em concurso, cu
cedido pelo g virno imperia', diploma de bachaiel
ou de dootor as Pacnldades do Imperio ou Aca-
demia* est angiiras, ou de bacharel em lettras-
As pessoas no'avea r seu t..! uto ou reconbe-
cidamente habilitadas poderlo ser dispeosadas da
prova de capacidade pelo governo e as qae nio
poderem provar oa obtiv. r tu disp'nsa paasario
por nm exeas* antes de a>r scripcAo, tado de conf irmidade com o esptalo 4
do regatamento de 5 de Maio de 1856.
E para constar msndju o meamo Etm. Sr. con .
aelhe ro director interino a'f&xtr este edital, qae
aera publicado nesta pruviucia, na cite e as pro-
vincias mais prximas.
Secretaria da Fa uldadc de Direito do Recif ,
21 de Marco di 1883
O secretario.
Jote Honorio B. de Menezea.
De ordem do Exm. Sr. conselb iro director
interino, fac publico que as aulas da Faculdade
ae hbriro no dia 24 do c< rrente, interrompendo
esse servico darant-t as ferias da Paai-bja.
Secreta'ia da Fa'-oldade de Direito do Becife.
21 de Marco de 1888.
O secretario,
Joi Hurte rio Beterra de Afentet.
Banco de Crdito .leal
de Pernambuco
Em cuorprimento doa 9 e 12 do art. 83 do*
estatuto* e das di*p sienes da lei o. 3150 de 4 de
Novembro de 1882, c nv. canos os senhores ac-
cionistas a renorem se em aaaemblea geral ordi-
naria, no dia 23 do correte mea, ao meio dia, em
ama das salas da Associaco C mmeicial Bdnefi
cenie, i.fiui di: Ibes ser presente o relatorie daa
opeiatd,;s do anuo bancario fiado em 31 de De-
f mhro de 1887, acompanhado do parecer da com-
miasii fiscal e proceder-se i eleioio do presi-
dente, vice-presidenie, l.v e ,2. secretarios da
assembla geral e bein aasiui dos novo* mem-
bros da admiuistraco para o bieooio de 1888
1890.
Becife, 9 de Marco de 1888.
Os administradores,
Macoel Joio de Amsrini.
Antonio Feroaodet Bibeiro.
Lua Daprst
Companhia de edifi-
ca^o
Ao* Srs. accionista*, possuidore* evo* sbaiso, eommaniao que findon bontem o
segaado praso de qa* 4rata o art. 8' do* estatu-
to* a qae soaafa a serrar boje a termina uo dia
tt do Mareo viadoaro o altirao praso para o reco-
lbimeoto da nova prestacio mediante o juro de
20/.-
633 1216 a 1256 1446 a 1455 1586 a 1595 1706 a
1716 1991 a 1995 1856 a 1860 1236 a 1245.
Becife, 24 de Fevereiro da 1888.
R. Metan,
___________________________ Gerente.
Reeebedoria Provin-
cial
O ad .mitrador da Bjcebedori* Provincial fas
publico a quem ioteressar posa, que por ordem
do Illm. Sr. Dr. inspeetjr do Tesooro, fica pro-
rogado at o fim do correte mes, o praso conce-
dido para o pagamento, livre de multa, das ai
ouidades e mai* servoos da companhia Drainage,
relativa* ao* mese* de Julho 4 Doaembro de 1887,
ou 3o semestre addicionsdo aoexercicio de 188 i a
1887.
Kecebedoria Provincial de Pernambuco, 14 de
Marco de 1888.
__________Francisco Amynthas de C. Honrs.
Reeebedoria provin-
cial
Os abaixo aasignados, cobradores dista reee-
bedoria, previnem aos senhores contribuinte* que
termina no fim do correte mes o recebimento
com a malta de 6 0|0 a decima utbana e eontri-
buicio da companhia Drainage, e de 10 0,0 todos
os outroa imposto*, e desta data em diante passa-
iSo a pagar a malta de 9 0)0 a dcima e contri-
buicio da companhia Drainage e a de 20 0,0 todos
os outros imposto*. Becife, 15 de Marco de 1888.
Frederi o C. da Silva Ooimaraes.
Joio Bernardo do Bego Valenca.
ie papel ; rtica lar.
la ^iiDaa expeetas a**n 1-Taa tsta* :
-. .
Parte-
WeVe desata
2SV8iSli8
4US
. . 409
504 507
221 2:9
2*160
yo d:w datta
23 3/8 23 1/8
i 40
a, w It
604 507
227 229

. , 234
2*160
-0V d*ata
23 3/8 231/8
406 409
. . 409
504 507
17 22
2S4
227
2M
2*168 t
Somma.
AI.GODO
Entrada*
Sarcaea* .....
Vapore* .....
Via-terrea de C*rua: .
Aniaaaes.....
Via ferie de 8. Francisco
Via-ferrea de Limoeiro .
151.285
Dia*
1 4 20
20
i: l
4 21
4
17
19
Somma.
Saccas
2.905
1.810
631
8.6J<
2.874
6.415
23.242
Vapor despachado
Vp. fr. Vilie de Pernambncoa, par* :
Bio de Janeiro : 900 seccas com algodio e 10
cairas c m mangas (fruct>).
Santos : 7.266 saceos com Besucar, 14 pipa* e
80 barri* de com gaardeute, 69 pipas com al-
eool e 20 saceos ceas cocos (fructa).
Carreg. diversos.
\avla dempachada
Brig. sil -F. H. Lailinga, para :
Liverpool : 6100 aaecoi coa aisnesr masca*
vado.
Carreg. Amorim Iimi.>s A C.
(*aula da Alfaad.^a
BMsaaa d 19 a 24 db masco o 18b8
(Vide o Dorio de 18de Mareo
Aaviaa a carga
Barca portagne*i Lope Duarte, par* Lisboa e
Pedo.
Barca ingles i Stor of China, paia o Bltico.
Barca noraegneaae Columba, para Estados-Uo i
o*
Pataca nacional Etpadarte, para Porto-Alegra,
trigae alteasio J. O. Fichte, para Santos. .
Ligar portugus Hertilia, para Lisboa.
Pata oh* partaaetea Doui Irm&cn, para Lisboa a
Parto,
tacho alinalo Pedro, para Bio Grande
*.Sal.
Pataca alleaaAo Antn, Rio Grande do Sal.
Patacho lieamio Ade/keid, Pelota
Barca uoiu 'ga Fortuna, carvia.
Bngue ingles Ellen Grtavet, carvio.
Brigue italiano Inmaculada, varita genero*.
Escuna allemi Uarie, sal.
L&*ar ingle* A damanlint, bacalhao. .
Lugar ameiicano Edtoard A. Sancha, farinha de
triga.
Lugar ingles Botina, bacalhao.
Lugar ingles NtUy, bacalhao.
Lugar ingle* Comande, bacalbaa
Patacho uacional Htval. xarque.
Patacho aoraegoeote Fer-A, varios gneros.
Patacho .tueco A/mina, xarque.
Patacho ingles Sparlcling, bacalhao.
Importaco
Brigue italiano Immaculata Concezione,
entrado de Genova em 20 do orrento e
consignado a Hen-iqu: Burle & C, mani-
festou :
Alaseme 5 fardos a Francisco Maaoel
da Silva & C, 1U ordem.
Az- ita de olive.ira 40 caizas ordem.
Albos 2640 retteas ord-m.
A'piste 65 saceos ordem.
Couriubos 15 saejos ordem.
Drogas 11 volumes ord-m.
Erva-doce 10 Saceos ordem.
Erixnfre 5 bsrrias e 50 caixas a Fran-
C3-0 Maaoel i-i S.l^a G
ra Sobrinho d C, 50 a
Carneiro Vianna.
Flores mediuioaes 3 fardos ordem.
Qomma arbica 1 caixa ordem.
Madeira 10 Ubaas ordem.
Marra ore 167 caixas e"957 tboas
de ro.
Massas aliraaotijiis 1750 caixas or-
dem.
Papel 6 caixas a Prente Vianna & C ,
1 e 13 fardos & ordem, 15 ditos a Anto-
nio Duarte Carciro Vianna, 4 a Francis-
co Mauoel da Silva 4 C.
Pedra pome 5 barri-as ordem.
Pianos 4 caixSjs a H Vogel-y.
Rozarios 1 caixa a Antonio Duarta Car
neiro Vianna.
Wer.nouth 25 caixas a VieVa & Silva,
252 ordem.
, Companhia de edificado
Aos Srs. accionistas possaidom das acco a de
-unieres baiio communico que terminon hontcir
oprazopsra o recolhimento da 10a prestacio t
que em virtude do art. 8* dos estatutos fi?a-lbes
mateado nove praso .He 30 das contados de b je
a 9 de Abril viodoaro para effectaarem o reco
lhim"nto da slluaida prestacio mediante o jare
de 5 <>|..
6 7 a 6 32, 1701 a 1705, 1446 a 1455, 1746 a
1755. 1786 a 1795, 1861 a 1865, 1936 a 1910, 951
a 970, 1556 a 1565, 1796 a 1805, 1816 a 1825,
1756 1765, 597 a 602, 644 a 647, 1176 a 1185,
1356 a 1363, 1246 a 1255, 1906 a 1910, 618 a 621,
648, 1996 a 1998, 1186 a 1195, 1706 a 1715,1881
a 1855,1856 a 1860, 1991 a 1995, 557 a 581.
Bei-iie, 9 de Marc > de 1888
B. M -rieses,
Gerente.
1
tOSI-tt! PKIintnBliM
M
%.ivesaco Coste!ra por Vapor
O conaelbo de direccio, convida ao8 Srs. accin !s
taa a renmrem se em nes^mbla g^ral no dia 3 de
Abril prox mo, ao meio da, na ti- da cumpa
nhia, para Ibes ser apri-sentndo o lelatorioe ba-
lanco do tiouo social ltimamente fiudo, bein c mi
renovaren! o cons>-lho de direccio e a coinmieslo
de exame de cootar.
Beci fe, 18 de Maico de 1888.
Os directores,
Msnoel Joio de Amorim.
Por preenracio de Saund>-rs Brothers A C., em
liquiJucaoJuliuB von Soh-ton.
__^______________Ar-hur H. Dallas.
Associafo i-Oiiimercial Agrcola
de Pernatnbuco
Assembla geral
De ordem do Sr presidente desta assocEcio,
sao convidados seus associad- a pira a reuna > que
deve ter lugar oo dia 31 do corrent--, na sede da
meama, is 10 boras da mauha, afim de ce pro'
der a t-leicio da nova direcioria e da commistio
de ex me de contas, e ser feita a leitura do rela-
torio da actual directora conforme preceita o
art. 29 dos nossos estatuto*.
Associacio Couim-rcial Agrcola de Pernsmbu-
Cj, aos 17 de Mareo de 1888.
O 1" secrefario,
Antonio Arthor M. de Meodonca.
Veneravel Ordem Terceira de S- Francis-
co de Olinda
'De ordem do irmio ministro, convido i to-
do* o* nossos cbarissimbs irmio* a compareceris
paramentados com es seos hbitos no coosiston-
da nossa igreja nos dia* 23, 25 e 30 do correte,
a* 3 hora* da tarde, para acompanbarmo* encor-
porados as prociso's do Senbor Bom Jess dos
Passos da Gracs, Seohor Bom J>sas dos Marlynos
e Senbor Morto.
Secretaria da Urdem Terceira de 8. Franciseo,
em Olinda, 14 de Maree de 1888.O secretario,
Manoel Jos de Castro Vilella.
Veneravel Irmandade
do Senkor Bom Je-
ss do Bo i-Fira.
De ordem lo irmio i rovclo.- cuuvido aos nossos
irmios a compsrecerem em nossa igrejt, nos dias
23, 25 e 30 docorrenV, pelas 2 1(2 oras da tarde,
afim de encorporadus acompanturnios a procis-
sdea dos Passos da Oraea, dos Mariyriose do Se
nbor Mi.rto. Pelo qual tivemos convite.
Consistorio da veneravel irmandade do Senbor
Bom Jess do Bom Fim em Olinda, 19 de Marco
de 1888.
, O escriVie,
Joaquim Quintino Goncalues.
Thesouraria de Fa-
zenda
.Do ordem ao Um- Sr. ir.spec'or. fac> publico
qae, conforme i cjmmunicado por telegruuima
do inspector da Caixa de Amo-tisaca, foi pr.ro-
gado at o da 30 de Junho viod >uro o preso da
sabstitaicio das notas de 10/1000 da stima es-
tampa.
Toesauraria de Paseada de Pernambuco, 20 de
Marco de 1888.
J. H. Oliveira Amaral.
GlDb Garios Gomes
Sarao em 24 de Marcj
Aviso aos senbores socios, afim de procurarem
oa sie d i club os seus ingresaos^ a eontar do dia
19 do co'rante, das 7 s 8 1|2 boras da noite, em
mi do 8r thesoureiro-
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 16 de
Mareo de 1888.O 1 secretario,
Pomp > C Casaoava
iMCfl INTE1A10M
DO
BRASIL
Capital
-o,O0:Of
dem reallsado l'i,000:000
A caixa filial lose rianco tn.i -.: r.u-i ra d.
Ci'U.merLic n. 40, sacca, i vi ata uu u piaso, Con-
tra os seguiutes correspondente* uo uRtrangeir-:
{Banco Inlerosclonal doBra-
sil Kloile assnetru.
I.'.imIiii > fll <.
( Ijondon A Ci.iiuij-
( Banking oni|iai" litSBltel
PAKIS Bmejae >ic l'arlsj A dea i'njs
Usa
rlamburgo.......
8eriim...........
'ireme.nte........f
Praokfurt a/ Main /
Antuerpia.......)
liorna...........|
oenova.........i
'>;i.l!. .1.........\
>iii:'l-i e mais 340,
cnladcs Oe ita I
lia............/
ladnd.........".
Barcelooa.......i
Jada........... j
Malaga........I
Farragonr.......
Valenci e outras'
dade Hes
Soba l iihae
uarias .....
Lisboa........\
Corto e mais ci- f
dadea de Por /
tugal e ilhas... )
Buenoe-Ayrea... .)
Montevideo......
Sova York......
Oeutsctie Bauk.
Booque d'Anvere.
Banc Genrale e
agenca*.
Estrada de Ferro de Ribeiro
ao Bonito
Attembla geral extraordinaria
Por deliberscio da directora sao coovidados o*
Srs. accionistas para se reuairem no eseriptorio
desta empresa ao meio dia de 22 do correte, afim
de se resolver sobre o proseguimento da* obra* da
estrada e de novas encomineuda de material qae
se tetn de facer. ,
Becife, 18 de Marco de 1888.
Jos Bellarmino Pereira de Mello,
Director secretario
C. C. E.
Club Cnmmi'rclal Eulerpe
Sarao em 31 do correte
Oj senhores socios quo aluda nao deram nota
para seus convites, qneiram fazel-o at o dia 30
do correte, na sede socbI. Os socios qae nio
estiverem quites com os^ cofres seises- nao pode-
ro ter ingresso.
Secretan d Clob Commercial Euterpe, 20 de
Marco de'1888.01* secretario,
Frfiderico Vieira.
THEATRO
Banco
spaiid
ciaa.
Hypi tecario de
e lu. s ag,-o
Banco de Purfu^ai
suaa ageucias.
Bi
, 25 litas a Fa-
Antonio Duarte
or
Para o interior
2 Mo lugar portugus Hercilia, can e Para Pelotas, J. J. Amorim e Silva 100 saceos
com 7,500 kilo* de assucar branco.
No patacho allemio D. Pedro, carrega-
ram :
Para Porto-Alegre, P. Carneiro & C. 400 barri-
ca* eom 34,410 kilo* ae assucar branco e 100
dita* com 10,520 dito* de dito masravado.
No vapor francs Vitte de Pernambuco. car-
regarasa :
Para Santo*, P. Alves & C. 66 accos com
3,960 kilo* de assucar maacavado ; F. S. M. So-
brinho 100 saceos eom 6,000 kilos de assucar
masca vado.
Para Bio de Janeiro, H. Burle 4 C. 200 saccas
om 11,663 kilos de algodio.
No vapor nacimal Pirapama, carregon ;
Para CamoHim, A- A. Gomes 1 barril com 80
litro* de alcool.
Na barcaca D. Coiutancia, carregaram :
Para Micei, Fernandas &c Irmio 1 barrica
c>in 60 kilos de assucar branco, 2 ditas com 180
ditos de dito refiaado e 15 ga-r*'o?s com 2i0
litros de genebra.
Beadlsneutoa publieoa
aas oa mahc
Alfandeya
Cnglish Bank ol tbe
ver Pite, Limited.
G. Amsnk C.
Compra saque* sobre qualquer praea do impe
rio e do eatrangero.
R cebe dinheiio em eonta crrante de mov
ment com jurosra raxio de 2% ao auno e por le
ras a praso a jaros convenciooados.
O gerente, William M. Webters.
f oram oceupados:
26 columnas a -o ru 154600
1 Ewriptorio 3u0
19 compaitimento* de tannba a
500 ri*. 94500
23 dito* de comida a 500 ris 114500
84 dito* de leguinea a 4UU ris 33*600
17 dito* de saino* a 7i 0 ris 114900
10 dito* de ireisuras a 600 ris 64000
10 talhos a 24 204000
1 dito* a 14 14000
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a 14 544001
Sabtodo2-.dcSiuMdc.888
Recita lie dsuett tt artistas
ISOLIN\ MONC1AII
com o p: ocioso coocurso do popular actor
|
Eapertacalo em sVoteJu ao Jublloeo
anolversarlo da llberiaco
DA
PROVINCIA DO CEAM'
Primeira ves oesta epocba ser representada a
eilebre tragedia em 5 actos do ootavel escriptor e
diplomata brasileiio Gnnralvea de Maga-
lt!;iea, de saudosissima mem >ra :
O POETA
NSCAO
O difficil papel de proto^ooista ser desempe-
nbado pelo artista SOABES OS MEDEIBOS e o
de M^rianna, actriz, p. U primeira ingenua brasi-
I-.OI INA MOSCLAB.
Em anguila o actor Lyaa r''eitar a nova sie-
na cmica :
Sen lis-Ira m ello
Dir fim 4 representaeso a mngnifica comedia
em 1 acto paesida na provincia do Bio de Ja-
neiro :
Oh! quesogra!
Em que toman parte os artistas S jares de Me-
deiros, Lyra, Mximo, Borir-s e .s Sras. DD. Ma-
lia Amancta e Isolina Mondar.
O resto dos bilbetes aubar-se-bt venda no es-
criptorio do tlieatro, daraute o dia do espect-
culo.
Os artista* qoe sn despedem, acooselhados a
organisar um programina, digno do seaadeas
a esta previneia, resol vi tam recorrer a uan produc-
cao monumental, procurando deste molo corres-
ponder, ao benvolo conbecmento e estima, que
lm s-mp.e merecido deste publico e dos boas
amifc'os, aquem sinceramente se confessam gratos.

leves a dci
I Barca aaraegaeaae Bemor, carvio.
Batea ..laseaaa TordaakfoU. carvio.
MUftri, carvio.
Lugre ingles Corisande, entrado de
Terra Nova na mesma data e consignado
a J. Pater & C-, menif-satou :
Baoalbo 2415 barri ;as e 900 mcios ditas
4 ordem.
S-i prtala
sBcnm. 20 na marco db 1888
"nra o eaaertor
No vapor in .les Rubeut, carregou :
Pera Liverpool, C. P. de Lemos 80,0 0 kilos de
caroco. de algodio.
Na birca ingles i St r of China, carrega-
ram :
Para Bltico, Borstelmann A C. 1,000 saecas
com 75,954 kilos de algodio.
Na btrea noruegueose Columba, csrrega-
Benda geral
Do dia 1 a 20
dem c 21
Uenda provincial
Oo dia 1 a 20
[den de 21
593:795*803
33:1294841
96.984*091
4 970*562
626:9254614
101:9541653
Somma total
seccao da' Alfaudega,
728:8802U7
21 de Margo
O thesoareiro Florencio Dominguti.
O chefe da seccJoCicero B. de Mello.
Becebedorln (eral
o dia 1 a 20 57:7504332
dem de 21 3;02U*851
Deve ter aido arrecadada oeste
dia a qaantia de 1934740
Hendimeoto des dias 1 a 19 do cor-
rate 3:9314020
Foi arrecadado liquii at ooje 4:1244760
Preeos do dia :
Carne verde de 400 a 480 ris o kilo
Carneiro de 720 a 800 ris ide>m.
Sumos de 560 a 640 ris idam
rarinba de 200 a 28J ris a coi.
Milho de 240 a 230 ris dem
rVjdo de 640 a 14200 dem.
Halad, uro publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 64
rete* para o consumo do dia do hoj .
Sendo: 49 rexes pectenceote.a OliveiraCas'r.
& C, el5 a diverso*
J. G. Fichte....... Pe. eir Caroeiro & C.
Lopes Duarte...... Amorim Irmio* & C.
Lavinia
Maud S'jammell ....
Mentor...........
Mitford..........
Marie............
Nevada ..........
Nelly.............
Olivia A. Carringoo
Rosio............
Sequel............
Solid..............
Speedwell.........
Star ot China......
Seodecanden......
Sparkling Glanc...
TnomasC.Seed------
Blackbarn Needhan & C.
A' ordem.
Johnston Pater & C.
Heury Forster & C.
A' ordem.
A' ordem.
Blackbarn Needhan & C.
Hermann Lundgrin & C.
Blackbarn Needhan & C.
A' ordem.
L vi amento & C.
W. W. Bobilliard.
A' ordem.
Hermann Lundgrin Se C.
A' ordem.
Embareacdes surtas no
em tt de IIarco
WAGIONAES
.torta

60:7714183
Berebedorla provincial
Oo dia 1 a 20 21:337*453
d-m de 21 2374983
21:575436
dia 1 ai20
dem d 21
irrife Drainage
42:0164925
289*356
42:3064281
Para Estados Uaido, BorstslmannA C. 11,600
sacoo* eom 870,000 kilos de assuear maicavaeo.
Mercado Municipal de H. fose
O atovimento deste Mercado no da 20 de Mar-
co foi a segninte:
Katraraaa :
34 bou pesando 4,349 kilos, sendo de Olivei-
ra Castra A C. 28 dito* del, 1 de2" e 6 de
part salaras.
232 kilos de pefxe a 20 ris 44640
78 carga* de farinha a 200 ris 154000
18 dita* e frucas diversas a
800 r. 34900
11 tasoleiros a 200 ris 2#*00
12 Salaos a 200 ru 24400
8 Mtelos com lgame* a 200
reta 14600
NAVIOS
Espadarte.........
Giqui............
Ipojuca...........
Jagaaribe........
Lasitaoo..........
Pirapama.........
Rival ............
COMSIQNaTAKIOS
Amorim Irmios & C.
Companhia Pernambueana.
Companhia Pernambueana.
Compauhia Pernambueana.
Maia & Bexende.
Companhia Pernambueana.
Amorim Irmios A C.
A' ordem.
Tordeuekyold...... Wilson Sons & C.
Victoria.......... Amorim Irmios A C.
Willie............ Hermann Lundgrin & C.
O signal indica ter a embarcavio sabido.
Vapores entrar
HEZ DE MARCO
Norte........ Pernambuco....... 24
Europa...... Neva v............ 24
Sal.......... Maranh&o......... 26
Europa....... Vitte de Baha...... 28
Sul.......... Elbe............. 29
Eur.pa...... IVeaf............. 31

m
l
/
-
-~





E8TBANGE1BAS
AVOS CONSIGNATARIOS
Adelbeid.......... Hermann Lundgrin & O
Antn............ Pereira Carn"iro & C.
Adamantino....... Blackbarn Needhan.
Almina
Bertha............
Bolgen...........
onanza..........
Beatrice Havener ..
Colamba..........
Charles Coz .......
Carpasian.........
Crieket...........
Corisande.........
D. Pedro..........
Doub Irmios.......
Emanuel..........
Edward. A. Snchez
Ellen Greavas.....
Frt* ......T......
* F. H. Laiing....
Ferm.............
Fortuna...........
Grid.............
Glengarry.........
Gyallarborn.......
Hsrn-ODa.........
Hersilia...........
Helena............
Helen Isabel.......
Honor............
Immacalata.......
PiTcira Carneiro A C
Hermann Lundgrin & C.
Hermann Lundgrin & C.
Johnston Pater 4 C
A' ordem.
Wilson Sons & C.
N. J. Lidstono & C.
Johnston Pater s C.
A' crdem.
Johnston Pater & C.
Pereira Carneiro A C
Silva Guimaries & C,
Hermana Lundgrin A C.
Machado Lopes 4c C.
Wilson Sons A C.
Hermann Lundgrin A C.
Hermai n Lundgrin 4 C.
Baltar Oliveira A C.
Via-ferrea de Caxang.
Hermann Lundgrin A C'
A' ordem.
Hermano Loodgrin A C.
Hermano Lundgrin AC.
Amorim Irmios db C.
Via-ferrea de Lmoeiro.
Blackbarn Needhan AC.
A'ordem.
H. Burle A C.
Vapores t sabir
MIZ DE MARCO
Buinos Ay.es Nevo............. 21 s 2 b.
Cammossim Pirapama......... 24 s 5 b.
Sul......... Pernambuco....... 25 as 5 h.
Norte....... Maranh&o......... 27 s 5 h.
Santos e esc ViUe de Bahia..... 29 s 4 h.
Southamptoo. Elbe.............. 29sl2h.
Bueuos Ayre- 2Vea<............. 31 s 2 h.
\avios a entrar
Aarorita......... Ris de Janeiro.
Anua Carp-tr...... Hamburgo.
Bro.............. Bio Grande do Sul.
Cbrtian criver .. Bio de Janeiro.
Costa Lo'-o........ Rio Grande do Sul.
G. C. Stanfold..... New-York.
Hennk Verg land.. Rio Grande do Sal.
Hermnd .......... Bio Grande do Sul.
Helena........... Hamburgo.
Lseteh............ C-:rdiff.
Martha Percival ... Cardiff.
Hoviiueuto do porto
Navios entrados no dia 21
Fernando de Noronba e Rocas3 1/2 das, vapor
nacional Giqui, de 323 toneladas, eomman-
dante Alfredo Monteiro, equipagem 30, em ss-
tro; a Companhia Pernambueana.
Port Natal32 dias, lugar noruegueose GyaUar-
horo, de 236 toneladas, espitio J. L'onhar-
dsen, equipagem 8, om lastro;. a H. Lundgreu
A C.
Sahidos no mesmo dia
Liverpool Brigue allemio *F. H LoHing, capi-
pitio D. Heifas; carga assacar.
Mossor Hiate nacional Aur<:r2<,,a mostr Ma-
nee! Duarte da Silva; carga varios gen' ros.
Barbado*Patacho ioglez Olivia A- Carringoo,
capitao D. Luog s em lastro.
Observadlo
Procedeute de Santos, ehegou ao Lamarao o va-
por ingles Bida,* o qual teve commuuicaeio oom
o pratico, e seguio depoig de recebar srdens, para
Mace.
t

-




V
1



H Di
ario de Pernambucotyuinta-teira 22 de Mar#o de 1888
PRADO PERMMJCANO
JE^iP^gPflniniR dsi nona corrida
1 i
QUE SE EFECTUARA' NO
Domingo, 25 de Marc,o de
A's .1 horas da nanh en ponto
1888
Xalarallda
C*r da vedinenla
Proprleiarlo
a proviocU qae aiada nio tenham (abo. Premios: 120* o l", 304 a) 2.* e.o 3. livra a entrad
Pena achoco..
. 4 d- .
&ua>.
56 ails.
54
o .
68
M .
54 .
56 .
56
56
56
56 .
!* .
56 .
54 .
6 .
6 .
54
Branco e greoat..........
Eucaru.do...............
Branco e encarnado.......
Atul...................
Braoco e asol............
Eacaroado, braaco e axul ..
Eoearnado e branco.......
Encarnado e atol.........,
Atol....................
Qrcoat e braoco..........
Marrn e crem...........,
Eoearnado e o uro..........
Encamado e preto........
Preto e encarnado........
Braoco...................
Branco rosa.............
Asol ...................
Joaquia Bescrra.
A. Bastos.
Joaquim Cavalcaote.
d. R.
A. J.
A. 8. C. A.
Jos Nunca.
A. B. T.
J. A. W.
J. F.
A. T. P. G.
lote J. R. Barroi.
P. Branda?.
A. Morni'i.
Adriano Langain.
Amonio Lius.
Julo Moreira da Costa.
XOOOO ao Temedor. Montadas pelos madores Drs H. Scbatel e Alvaro
IAzal e encarnado
Violeta e ooro ...
i Vicente 8. Monesca.
I AWe.ro Ferraa.
da pronacia que aiaia nao tinhain g
e o S* li*ra a entrada
u^o ii-sta d.uncia. Pernos : **) o 1, 50* ao 2.
I
4
I 6
5
4
4


I
I
-P*fea
Foreiro. .
tesa*...
feas ...
lisie.. .

S*io.....
Oaiu ...
Oisuoaa
fernambaeo.
56 ka.
i
56
56 a
54
/I
56
>;
5* >
.&4ISS.......
!- 10-JO setr>a Aoiataaa at mei,- Mana
Pardo...................
Encamado e braoco........
Encarnado a oaro..........
tfraacj e preto.............
ncam do................
rVelo, encarnado e ouro.....
Encarnado e branco.......
Asel.......v_...........
rtraoo e sol............
' m.i f brsoeo..........
Iiidoro Guucalves Rocha
I. P. C.
Viaooal Jj' Marlioi.
J. 8. C h.
I. Das.
i. R.
Julio Cavalcante.
'.A W.
F. C- Pisoa.
Torres Galeno.
Premios : 250* ao i-, 10 >* ao 2- e o 3 livr a entrada
matea..
3&] tacar .t
4
4
......I 5
aaaf.lPreti.........[Paran.......
I atiabo......IR'i de Jaa- iro.
. r.ri.lhj......Rio Grande do Sal|5i
56 kil. iMirr 'O e ereae..........
54 |Aau', branco e encarnado.
ICa
SecarLte e ouro.*..
. F. G
.|F. 8 C C.
. Coudelaris Alliaoc*.
Caiafr*S00 metro*Potro* e p trincas
e o 3 livr a entrada
da prcTiocia. Premios : 150* ao 1% 30* ao 2*
yJ?Scr*.-
S(Sa4ti t*.
I* a ...
m fin
2
2
..a. 2
S
3
P.-ep...
Bu ...
a*t1.a>
r* rnamboco
48 k 48 <
48
50
50 .
Ea'-aroado e hraoco ..
Acal braoco ..."...
Encarnado e ouro
Amareilo e braneo ..
Brinco e asol........
I. F. O. C.
F. C.
vi. M.
A- Mirtina.
A-folpbj S ves "* 1603 aaetroa.AoioMies da provincia. Premios : 250* ao Ia, 60* ao 2' e o 3* livra a entrada
:.|C..ta*j..
lata.**. ..
iBaij......
Itoxi ...
Prsnbue>.
54 k.ls.
58
54
54 i
'i- nfct e ouro.......
Verde e amareilo.. ..
tt'auc j rosa........
Marrn e reme......
A. O. C. A.
J. A. do Mello.
A. L
F.G.
,*) MooUdo por amador.
OBSERVARES
Pdf>se aos Srs. proprielaros Jos auimaes iascriplos no priraeiro pareo o especial favor de tel-os no ensi-
s 16 horas da maiih no dia da corrida.
Os Wfcclcs aeham-se venda nos logares do coslumc, at a vespera da corrida, e no dia da corrida cm mo
dos boods e oo Prado
Os Srs. propncUrios dos cavallos inscriptos podem procurar os seos carloes de ingresso e de seas criados e
ao Prado, al as 6 horas da larde do dia 24.
So seo receidos os orfaits at o dia 23 as 6 horas da larde.
Kece, Si de Marco de 1888.
j O GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior,
osa lisericer-ia fc
lerifc
a 1 la j*ata aSmasiiirativa
ar 4 arme ata teirt JO do car-"
H aW raa d IaaawraAoc, ser
aasrea ate 4 0*000 ansiara pelo
edefitn* a-aUl aaawesitaO.
AaaVaawa Oa> Ve Miserk^dia do
M W M^c-aV 18W.
O
SEGURO S
liTiMs ctim m
Cowaiiiia mm Imperial
Seguros contra Fogo
ESTs 1803
Edificio* e mercaderas
7'aixat baxxas
Prompto pagamento de prejuizot
CAPITAL
18,00l>:000U0f
4 Insiai laik
ImUd
raporr aabre as ci-
bsars eta Prtgal, sendo
a*M Oapelsua 75. No
raa das Iogi^sr*.
IXDEMMSADORA
|*faqikia it fcgtttoj
martimos e terrestres
MHaOiliilTs rm 18*
CAPITAL 1,000:0001
smateos pagos
ie i-Hit! i
MIMMtMO
TICiiifti
44 -* Oaaareia -44
Bre & Icraiti
le llfcrau
A32ITTES
lwsH swle 4 C.
cata 4o
I WXWELL
flajf mM t SCgWt8
f Uelidir r i%Hi
Migvcl Jos Alvcs
l MARTTlJlO B TKSBKSTa8
laawM
N. bRA DO COMMERCIO -N. 5
SEGUROS
COKIU FOGO
Tin Lirajoo & brini & Globo
INSURA1TCE COMPAXTY
Blackborn. \eedham k Ra do Commercio n. 3
Compaitl|ia ^>t Sfguro
CONTRA ?Q50
NORTHERN
de l^andres e Abertleea
Posicao fmanceira (Dezembro de 1885)
Capital subscripto 3.000,000
Puados accumuUdos
Recelta annnal:
Do premios contra fogo
Do premios sobre vHas
Da juros
O AGBKTE,
John H. BoxweU.
3.134,348
577,330
191,000
132,000
llnueii Males k Brasil 1- S. 8. C.
O vapor Advanee
E' esperado dos porto* de sul
at o dia 8 de Abril depois
da demora necessaris aegnir
para
naraaltao, Para, Barbados, %
Thomaz e \ewlork
Para carga, paasageno.e iccinmendaa adinbeirt
a frote, tracta-ae com os
AQENTE8
0 paquete Finance
Cspera-se de Ne* rur -News,
ate o dia 3 de Abril o qoal
seguir uepois da demora ne-
aaiik para
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas tracta
as com os
AGENTES
neary Frsi.er k L
8 RA DO COMMERCIO -N 8.
1 anda
M
-

II
COS r A IA rKatXAltSIJCAXA
DE
.Tegaela Costelraoor Vapor
PORTOS DO NORTE
.* jrahyba, Natal, Macdu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Aearahu e Camouim
O vapor Pirapama
C'.mm ndsnte Carvalho
8eue no dia 24 de
Mareo, s 5 horai
da tarde. Boeebf
gaatfn dia 23
o dinbeiros afrete at
as 3 horas da taide do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Camdn Ctmpamhia Pernamkumna
n. 13
Cosa11 cbla Brasilelra deMave-
gaeo Tapar
PORTOS DO.NORTE
0 vapor Maranhao
Commnndante JoXo Mara Pessoa
' esperado dos portes do sul at
o dia 28 de Marco, e seguir
depois da demora indispensavel,
para os porto* do norte at Ma-
nios.
As cneomirisodsa bSo recebidaa oa agencia Bt
1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens eaeonunendao e val^r. i
tracta-aa na agencia
r*ORTOS DO SUL
O vapor Pernambuco
Commananieo capitolefragata Pedio
Hyppoltto Duarte
E' esperado dos porto do nor-
te at o da 24 de Marco e de-
pois da demora indispensavel,
seguir para os crrtns do sul.
tteceue inuitxin oarga para Santos, iants Ca-
tbarioa. Pelotas, Porto Alegra e Rio ftrande dj
Sal, frete mdico.
As rnncorcffl> ma* t jerao recibidas na agencia
at 1 hora 4 Urde do da da sahna.
Para erga, passagens, encommendas e valo-
ras, trata-re na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
listo? e Porto
Segas com brevidade para os portos cima o
patacho portugus Dovt Irm&at ; para o resto
da .carga trata-as com oa consignatarios 8ilva
Guimaris C. roa do Commercio n. 5, pri-
aeiro andar.
ROYAL 14IL STE4M PACKET
COIPAIW
0 paquete Neva
E' esperado da Europa no dia 24
do correte e seguir depois da
demora necease ria para
Baha, talo de Janeiro Monte
video e Buenos Ajret
0 paquete Elbe
esperado do
snlatoodia 29 do
correte e seguir
depois da demora
nocessaria para
Lisboa, Ygo e Sonthamplon
0 paquete Trent
Esperare da Europa at o
dia 31 de Marco e seguindo
depois da demora de costume
para
Macci, Babia, Rio do Janeiro, Santos,
Montevideo e Raeuos Ayres
Reducc&o de pauagen*
Ida Id* t volta
A Southampton 1 classe- 28 42
A' Lisboa 1* classe 20 30
Camarotes reservados para os pasaigeiros de
Pernambnco.
Para passagens, fretes,-etc., tracta-se e o
AGENTES -
Aniorim Irmos &C.
-i. 3- RA DO BOM JESS N. 3
Agente Burlamaqni
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II
De urna barcacaSenbora da Grsca, que pega
800 saccoi e de um terreoo rus oa Ventora n.
.'5 (Cspunga), com 6 metros e 35 centmetros de
frente e 56 metros e 70 centmetros de fando, mu-
rado de ao lado e no fundo.
Os Srs. prfatendftnti s desde j podero examinar
a dita barcaca, qae se acha ancorada no caes do
Ramcs, e o terreno.
Sexta-feir 23 do cor rente
A' rna do Imperador n. 22
A'i 11 horas
Agente Silveira
Lilao cm continuadlo
De movis e mais tibjectos
SEXTA-FEIRA 23 D CORRENTE
A's 10 e rais horas
IVo armazem da rna do l ivra
ment n. i J
O agente 8ilveiri, autorisado por duas familias
qoe se retiraram para lora da provincia, levar a
IrilSo oma mobilia da fmarelld, urna dita de jaca-
randa, ama cama de Jacaranda, urna secretaria,
cadeiras de Ja ac, laocns, vidros, candieiros, jar-
ros e oma meta elstica.
Compra-so nm eslix para mista e alguna
casticaes de madeia, e bem assim- algumas al-
faias de igreja ; na capclla dj Chora-meninos.
Prado Pcrnamiacaiio-
Receban a fabrica Vendme charutos a imita-
oo de Hivans, denomnalos Jockey Club ; con-
vida aes amadar^s da boa fomsca a certificar-se, '
4 ra Barao da Victoria n. 3
o terreno com freote 4 avenida da Or. Malaquias,
pjnte de U^hi. cora cerca di 90 i palmos de '
compriinento e 240 de fundo, com graade numero
de arvores fructferas e murado em tres partes :
a tratar com Luis de Moraes (ornes Ferreira.

Agente Silveira
Boiu empreo de capital
3. lcilo de
^ende-se
a eani Santa Tbereta, propria para conducir
tijolos ou lenha p >r ser grande ; podendo ser exa-
minada no p3rto da ra Nova, e a' tratar na roa
da ViracSo n. 29.
AttenQo
CUARGEIJRS IHMN
t ompanhia Francesa de Navega-
cao a Vapor
Linha quincenal entre o B>vre, Lis
boa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
0 vapor Tille de Baha
Comraandante R >ux
Espera-se da Europa no dia
28 de Marco e segurado de-
pois da demora necessati
para
B.liia, Rio de Janeiro e Santos
Roga-so aos Srs. importadores de carga pelos
vapores dcsta linha, qaeiram apresentar te dentro
de 6 das a cootar do da descarga das alvarengas
qualqner recamacio ooncerneute a volum es, que
porventura tenham seguido para os portos do sal
afim de se psderem dar tempo as providencias,
necRssarias.
Expirado o referid* praso *a companhia nao se
responaab;li&a por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e dlnhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE.
Augnslt1 Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
l M% i S
8EXTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
Ao meio dia
No armazem ra do Livramento n. 37
O agente 8ilveira, por mandado e assiatencia
do Exm. 8r. Dr. juis -t direito de crpbaos e au-
sentes, levar a le 12 > as casas abaixo declaradas,
pertencentes ao espolio de Victorino de Almeida
Rabello, a r querimeoto do Sr. Jos de Almeida
Rabillo, ioventariante do referido espolio :
Urna casa terrea 4 ra da Reatauracao n. 6
com porta e janella, ocenpada por unu refinacSo.
Urna dita na roa de S J)rge n. 87, esm porta
e janella, sctSo e grande quintal.
Urna meia-agua 4 ra das Flores o. 16 com
urna porta.
Urna dita 4 raa do Cooselheiro Peretti n. 62
(antiga da Boda), cequin da Prsca do Capim,
tendo a sala da frente oceupada por urna officina
de latoeiro e cinco quaitos independentes.
Quatro ditas de t-.boa sub m. 43, 45, 47 e 49,
4 roa Vinte Quatro de Maio, esquina da roa da
eleoco.
Um terreno n i P.'res, cam casa de taifa, peito
da esta ci.
Em continnaco
Ser vendida a casa da Iiha do Retiro n. 10 A,
com commodos para familia, ten Jo agaa encana-
da, etc, etc.
Agente silveira
Leilo
Qu'nta-feira 22do corrente
A's 101 [2 horas
Ra do BarSo da Victoria n. 24
De ama importante arm- ci de vinbatic: en vi
dracada, e-irpl-tamente n >vh, com balcSo, lad
tre, vitnu.B. eape'h^s e mi accessorics proprios
para tm re abelesimeutu aa Iuxj.
Em cou-nuacao Ivir4 itrnalment* a leSo os
chapeos de sol, saoelUr. .-pacas, etc, tto, exis-
tentes n ii sena Kj ., ra .. su coirpr do mirtelb.
'LVende-se a taverna sita em nt > Amaro, perto
da ponte da Tacarana, a qoal fas bom negjcio e
propria para nm priucipunte ; o motivo da venda
se dir4 ao comprador : para informscSes na mis-
ma, cu 4 raa o Gu taraps n 10.
Engenho Junco
Vende-ae o tng->nho cima, sito no termo de
Maragy, com parte de trras em Pernambuco,
moente a vapor, cem proporcoes para safrejar
dooratres mil paes de assacar, em ptimos ter-
renos de varzea, e um quarto de 1 goa distante
do p?rto de embargue qoe 8. Jjs : quemo
pretender dirija-se aos consenbores, no menso
engenbo oa em S. Jos da Corda Grande.
Por .(540(10
Alaga-se ol- ndir do sobrado n 45 4 rus.
estrelta do Rosario, com muitoa bons commodos O
est iu-po : a tratar na ra Duque de Caxias n.
85, loj...________________________"______________
Reetifica^ao
Declara.se, para evitar cDgancs, que no procla-
ma, de casamento, publicado nos jeroaes desta
provincia,'! -se o nome da nabente Maris Humilla,
quando de ve er se-eaegundo consto dos proclamas,
Maria He.milla de Albuquerqee Lib.rty.
Leilao
LEiLES
Qu;ota fira 22, deve ter lagar o leilao de
terrenos proprics no* AfHctos cm frente da esta-
cas do mesmo nome. Os concurrentes que forem no
trem de meio da teri.i paasagem gratis.
Sexta-feir, 23, deve ter lagar o leilao de
movis, ciistars, esp-lbos, bancadas para colle-
gio, bancos para jardim, tapetes de sala e mui-
tos outros movis e candieiros gas, existentes
no armazem da ruado Marques de Oliada n. 52.
Sexta feir. 23 de Marco
A'sll horas
Na rus Eatreita do Rosario n. 36
De 2 pianos, 1 gu-rda-looca, 1 fiteiro grande
e 3 pequeos, 2 lustres de vidro, 2 marqoczSes, 2
marquesas, 1 meta redonda, i carteira, 1 lavato-
rio grande com pedra, 1 aparador grande, jarros,
quadros, moldaras douradas, 2 espingardas, co!U-
rinhos e miadesas, 2 cade iras de braco, 2 ditas de
b&lanoo, de janeo, copos, 2 tapetes de coco
grandes e 1 balco.
Agente Hop Baptisla
De terrenos proprios na estrada dos AfHic
tos em frente a estagau do mesmo nome
lindar na rna BarSo de Itamarac, at-
travesssndo-lbeB a roa de Santo Elias.
(Em lotes s vontade dos compradores)
Quint tetra 22 do corrente
A' 1 bora da tarde
O agente Peito levar a leilo difierentes terre-
os proprios para edificacdeg nos Afflictos em lotes
a vontade dos compradores
Os concurrentes ao le ai qae tomarem trem de
meio dia pe'cs Aflictos terSj-passagens gratis.
A' ra do Rangel o. 1, 2- andar, acha-ae abor-
to um curso primarii para meniaos de ambos os
cexos, das 3 s 6 horas da tarde, mediante retri-
buicao razoavel ; e tamben das 7 s 9 da noite,
para senhoras, qne por qualquer circamstancia
nio possam fre^u^ntar salas diuruas : quem pre-
tender qutira dirigir se 4 cisa adima.
Multa allencao
Na roa Sete de Seten.bm, anlig> 'cerco dos
Ferreiroe n. 6, fas se plists e recorta-se baba-
d s
lils Iffl li
O basar do Recife i rus Marques de Olinda n.
11, recebeu benitos eaorlhos ova>>i>, dourados, para
Bulas e qaartos, e v tencia.
Sement de carrapato
Copra s'- s mente d: czti- pato ; na rna do
Sospicio n. 79.
Criado fiel
nos Affl'cfos : na ra
PfCeisa-sa paia i.m sitio
Novs n. 13
Relojoaria
Em continubalo
De 1 b Jane grande decimal cen pegos, balaceas
pequeas pura pesar cartas, movis, pianos, qna-
dros, esrelh s, jarros, guarda comidas, mesas
grandes, commodas, tpparadores, cofre ingles
prova de f po, resmas de pspel para embruiho,
garrafoes com ctvadiuha, si ecos com rolhoes,
diversas qualidadee de bebidas, loucas. vidros e
outros artiK'->s.
Sexta-feira, IS do corrente
A's 11 horas
No armazem ra Mrquez de Olinda
n. 19
POR INTERVENCO DO AGENTE
Gusiuao
AMA Prteisa-ee de urna, para coiinhar,
(-para casa de pequeDa-f imi' a tatar i.a ros
Deque de C*xis n. 54. 'oia.
Conipru-se um i tc'la ]i algum uso, i-se preferencia a^ndo Dgieaa ; o<
ra Nova u. 13, I j*.
Precisa-se de on criado psra casa de fami
lia ; nu ra 24 de Mai.i n. 13, aidar
Leilao
Dd bancos de jardim, bancadas para collegio,
carteiras, candieiros a gas, Ivras, arandelas, lam
pada de metal, 1 estante, 1 fiteiro, qaadros, espe
Ibos, malas de viagem, muitoa outros moveis'e ta-
petes finos de stla.
Em continuado
Urna mobilia de Jacaranda, jarros e vasos para
florea,espelhos e quadros.
Uo guarda vestid), 2 toets, 1 lavatorio, 2
camas de Er>.ble, 1 cama de ferro com lastro de
rame, 2 espelhos grandes, dourados, mesas, ca-
deiras, candieiros 4 gas carbiuieo e kerosene, eo-
pts, caliese, coropoteiras, e' muitos outros artigos
esistentcs no arma*em da roa do Marques de
Oliada o. 52.
SEXTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
Agente Pinto
AVISOS DIVERSOS
Araga-se casas a 8C0 no becen dos Cot
nos, junto de S. Gonoallo : a tratar na rva d>
(mperatris n. 56.
t Aluga-se o sobrado n. 46 4 rna da Roda,
com bons commodos e muito fresco ; a tratar na
rus do Cabng n. 16, loja.
Aluga-se o s-guudo *niar ao subiado n. 73
4 roa do Rangel, com ni. b-na roarnodos e
muito fresco, tendo a vantag-m de e.t.r prximo
ao mercado publico ; a trior na raa do Cabug,
loja n. 16.
= Precisa-se de um pruteasura ja idosa, qu-
saiba a Itngua portogoesa e bem assim a francesa
em ceas rudimentos, pura leccionar em um enge-
nbo da freguezia deJabpatao, distonte 2 1|2 le-
goas da rt-tc5i' ; a trHtr u i'ua iiu Imperador
n 81, daS 11 f\: i li MUS
_ A antiga e bem rcreditada officina de relejoeiro
sica 4 ra Io do Marfo n. 4, aexba de ser trans-
ferida para a
roa Larga de Rosario n. 42
O sen proprietario tendo nm completo e muito
bom sartimento de aviam. ntrs tendentes 4 sus
arte e cosa urna longa pratica da mesme, offereoe-
se ao publico em geral para encarregar se de to-
dos os concert.s de nlogios, caixas de msica,
etc. ^
Espera continuar a merecer a csn6anca de seus
fregueses, e assegora-lhes que ser s mpre soli-
cito no cumprmroto de suas ordena.
42Sn larga do Rosario42
Gustavo Wolliehsrd.
Piecisa-se do urna ama i!d
de peqnena fam'lii;, pssa coamb
Idad
h para c.>sa
Precisa-se de urna c.stureira que tn'enda
de cortar, para tnbaiur -m iii>a em casa de
familia ; a tratar oa ra Vidal de Ncgreiroa nu-
mero 147. /
Aluga-se a casa tonea cora grande quintal,
3 quartos, e est limpa, na rna ds Cinco Pootas
n. 129 : a tratar na roa do Pilar n. 56
n ^Tendo-se extraviado es acedes ns. 1967 e
1968 da estrada de ferro de O.inda e Beberibe. a
abaixo assigaada roga a quem as tiver encontra-
do o favor de as levar 4 ra do C'abug4 n. 16, que
ser4 gr tincado. Recife, 20 de Marco do 1888
Maria da Pcnba Cabrxl.
Oliveira Silva AC. participara aos seas fre-
gueses qae madaram sea estabelecimento de mo-
Ibndos da ra da Pria n. 1 para a do Impera-
dor n. 81.
Reeife, 20 de Marco de 1883._____________^
Veode-se urna carroca quaei nova para es-
vali ; no sitio da Capel la no Chora-meninm
O eap'tJo Manoel Flix de Soasa e o pro-
fesaor publico da povoacAo de Poota de Pedia,
!U' rendo dar demonstraco de pesar pelo infausto
allecimento do dedicado e p^estimoso amigo e c r
religionari poltico t' nente-cjronsl Joao Paulino,
mandaram celebrar urna misas por alma delle. na
capella da mesma p-voaco, no da 9 do cor-
reato.
Precisa-se de usas ama para tres psssoas )
na ra Imperial o. 128.
I
I
Sem dieta e sem modfl-
cacoes d? costnmes
Laboratorio central, ra do Visconda
Rio Branco-n. 14 ,
Esquina a ra do RegenteRio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar-
ffiaceolici) Eugenio Marques
de Hollanda
Approvado8 pelas jutitis de bygiene da
Corte, Repblicas do Prata o Academia do
Ioduatria dfi Paris.
Elidir de imlirihinn
Resthbelec rs *fp. ptic-e, facilita as diges-
t^s e promeve as iJHt'c&'P dirfic-i.'
Vlnho te anaaaz ferrussiiiosio e
quinado
Para ca chloro-anemicos. debela a l'vpoemia
intertropical, ivcouBtituu a bydr- pu-os e bciibdl
ricoB. '
Xarope de Oor te amisat e na
laiuba
Mui'o rcommend-ido n b'"i.-i:-^. ni) hrmopa-
Oltro a*'-tt-i(3i*-w f-': 5tS| e rasa
eas de laiuiijac, ;,.iiaV(aa .
E' o priioeiro rpar.di-r :. trsqncca do orga-
nismo, na yiiea.
Pilulaa anie-perlodirn*. ureparadaa
com pererln,qulni> rjaborandr
Cisca Udea!n-ei)t e t b.-.s intermitientes, re-
mitteates e perniciosas.
a.lnbo de Jarabeb simples e taas-
asa rerniKinoao. preparado*
cus ilabo de caj
Efficaxes as inflamacoes do ligado e baeo agua
das ouchroocas.
Vlnho tnico de captlarla e Qaina
Applicado as coQvalesctneas das parturieutea'
tierco ante-febril.
H
RA r O MRQUEZ DE OLINDA
5 JIU
3rl<
Utl t


,

Nuri* ttt NarMinliii^-^ PitaiR urttH
Mt hImri de
es Ooysana i da 8aata
ds Basta Croa;
restitoil a, o
da Geaeral Sea. a a. 20, qe

Crtelas do Monte de
Soceorro
Caaaars-ss liln da qeatsner joia se brilasn-
taa, paga a* toa ; aa arana da Iadepeadeacia n.
Olheira llampos e C.
al* Crea* SI
i nlti-as vapor sortiaente ota
i caseain, aeric, gorguric c
a jas ka de aiia nevo, i pro
aaia teda preta e gorgu
peses torstiasiao.
fnfessor
fiaiteb 4o lorie Soeeorm
Compra *e a paga-te bem : na pracado Conde
d-Ea n. 18__________________________
Fabrico de assucar
sjaefclnlsaaa doa abricanios Daaca
llevan dt C. da 8lwiJ
saslm tli da mais moderna e aperfeieosda e
de graada troeacso.
Mocada oom preaio hydraulica de Stewart que
di a melhor espeeatao eooeeei> ate B0Je-
Caldeiraa com econnmisador, tepacialidade des-
tea fabricantes.
latnalbaa para qoeimar o bagaco verde em di-
reitara da aweod.
O appsrsleos de Vacuo a Triplo mo de syste-
ma moderno como aobem as turbinas ou cen-
trifugo.
ffiQawmtrt e msis informacSes esa esta de
Browns & C.
Ra do Comraercio a. 5, 1* andar
aseesssriaa, pro-
e todo trabalho de
a eaaas particulares, tanto na
aaa ssrrsssMe* parto daa liabas fer
Ka [unan ata exitte urna aenho-
a eaaiaar eai algam engenbo
sjrdado* : a tratar na ra da
la.________________________
Oompra-se
rar para nadar aoaa cata terrea aaa
te Santo Aatooio oa BtViiU, com 4
3 atlas, costaba e quintal, at 3:000/ ;
u hvciaes A. A- M e as udica-
4 raa Nora a. 15, loja.
l/h pr to
O Garla* 8 jadea reeeWa nova rentaasa e ronde
sr aatata da aaa ostro qaalqurr ; aa loja de al
aet raa saris da Victoria n. 48.
dmnheira
arsa qae costase bem, para cata
aaa darme em eaaa ; na roa
a Boa-Vista a. 24 F.
Pharmacia
PRECISV-SE
de orna ama para co-
sinbar. e outra para
o mais serripo de
urna casa, e que dur-
maoi na niesnia: a
tratar na roa Impe-
rial n. 240.
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientiflcas
iS Phyeioloicas,
para o
Toucador-
Cosinheira
a? de ama b<-a cotiobeirs para cata de
familia sus Aflicto* ; trata su na roa Noto
IX
N. 17.480
raa Larga do Rosario n. 85 precisa-ae falla.
Sr. Fraaeieeo Ortelaoo, de Lioso*iro.
Seneites de carrapato
graadra e pequeas quantidades;
M. d
da Francisco
de Oliada n. 23.
da Silva C, i rna
04000;.
doSr. Ooat
daa Abasa
aatandotar
Attengo
flttaiala alaria da Conceicio, dona de aa ter-
rean atta aa Kacanatcntj na roa da Paiba, com
10 Basas* de Crate e 130 de fa.ido, vende ette
a faca qoizer comprar pela quantia de
__ asea o quite comprar dirija-ae & casa
Sr. Goocalo Da* C eiho, morador no Becco
A aaa oa Travsass da Jtao de Barro*. O
4) terreas tetn aa aeia-agua de taipa co-
da tama.
Caixciro
Precss -i
sn
de sai eaixstro com bastant pratica
a de aa tocio que entre com algum
as raa do Nogueir* n. 1.
Aviso
08c.
Migseida Costa aso empregtdo
se aaaafaa no caes Ctpibaribit n 42;
re por qoalqstr transaccio teita
C A. van der Liodea.
Boa morada
llaga si s obrado a. 57 i roa de Santa Rita,
aaa giaast* eoaaodoa, agua e g*, caiado e pio-
lada de are: a tratar na ra Marques de Olin-
Atlengo
Cofres prova de foso
rita Snadra, i na Bario da Victoria n.
O Carla* Siadra,
48, loja de altaiate.
H otoa
receben de contignacio e
h connereio
O abaixo aatignado teodo te desligado da firma
de Fe.-eira Pinto A C, commonica ao cem
a
a oe mesmx ramos de negocio, i roa da
Lapa a 6, K>b a firma s cisl de Pialo Ferreira
1C., aprsveito a eecasiio para declarar que
tea atigaentado o aea nome com o sobrenome
Ferreira.
Jote Rodrigues Pinto Ferreira.
Foilla la sWtico fi aintlo
Csra; ia a primeira remetta do precios fareUi
de careen de algodio, o man barato de todos ot
aliaal para animaea de rata cavallar. vaccan-
jan, etc. O earooo de algodio depuit de ei-
i eaaea e todo o oleo, o mait rico a
i qae ae pode dar acs aninrie* para O* forta
e eagordar coa admiravel rapidez.
Hat Estadoa-Unioa da America do Norte aa
2[taterre elle embregado (coa o mait felis re-
tado) de preferencia ao milbo e oatroa farello*
aa sio aar>o aaia caro e nao sio de tanta ana-
tar aa steeire roaFraja atocha
Escada
i Chaves da Coe'a e Silva participa a
ir posea que, de accordo com auto-
lo cao-dtd-. p r aea marido o regi-trsda
aa Jaste O maaercial, aorio eatabaleciateato
da saaandaa aoato cidada, roa d. Cumaaereio n.
1J, sob a a firaa Chave* C' onda fui esUbe-
o Sr. Jua Amaro da Cuata e Silva, etm
, nada trm qos vtr a abaixo asignada.
,.13 da Marco de 1888.
Francisca Chavea da Coatee Silva.*
Pao Lenteto
Mella A Bise* a visa m ao respeitavel publico
a leda* aa torca* e sexta* Mita* teero eate as-
nao ; i raa larga do Roaario n. 40.
N. fcfcSOtJ
te
liaacel CaSsiateito j Soasa _
padaria de Mallo 4 Baet; roga-te o tarar de pro-
Ana iara t^mmt
Preciafc-sa da ama que baav daasispe-
aae asta saystor, taodo cadometi, aa 3.
andar n. 42 da roa Das; r por
cima da typographu da Lha
Maduro
SEM RIVAL
O aorprendenta viabo Maduro, paro, tem ais
tura algume, propro para meta, acaba de ebegar
aova umeisa.
Sea quererme* depreciar aiqoalidades poras dor
vinho* diariameute annanciados, podemos garantii
aoa noaaoa fregueses e ao publico em geral. qae c
viobo Maduro de notes etpecialidade o nico
caps* do urna boa nutricio, conservando todo* os
requisito* da bygiene, como nm do* prncipaes.
fazer ama digettio fcil, alimentando os glbulos
aanaaineoa, principaet motores da sandeda hama-
oidade.
Eai OBRAS DE VIME ningoem compete com-
oosco : temos
Berros Condecaa Coatnrelraa
l'aqaelro
Papeleirot e balaio* para roupa saja, astim
como cestas para compras, de todos os taina ti h#
Em TAMAN0OS DO PORTO
tambem ningurm compete : Para basaras sio so
berbos mas para set.horag sio sorprendentes.
EMENTES NOVAS
de hortalicas e florea, temo* sempre em todos
os vapores, a escolha mais rigorosa que desejar se
posas
*ua Eslreita do Rosarlo n. 9,
Junto Igreja
Po$as Heniles g C.
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Devolv, cora o brilho e frescura da iaventude, ao
cabello risalho ou branco urna rica cor natu-
ra], caatanho ou, preto, como se drseja. reK*au
uso, ao casco claro ou rOxo poda dar-so, urna otr
escara, c grossora ao caballo too, emoaetc. que
fraquentemeate cura a calrics, poiaia neis iHtJB,
Impede a queda do cabello, estimules** o dtil e
enfermo a crescer rigorosamente. Kaarlsi onro-
greaso e cura a tinfca e caspa, casaasn qnasi sotas as
oencaa peculiares do perlcraoeo. Como Coametl-
co paia afori.ii-aro oafeello das nhJ o
Vigor nao tein rival; nio contem aiclto ou Unta al-
gnma. toma o cabello auare, briluante a stdoso na
apparoncia, e comnmnica-Uie um parf ame delicado,
agradivel e permanente.
PliEl'AB-VDO PELO
DR. J. C. AYER CA.,
I.owell, Mass^ E. U. A.
A' venda as prncipaes puarmacias e drogaras
Alujase barato
Ra do Viseoad* ds Raparica n. 43 2*. andar.
Roa Visconde de Itapnrica n. 43, armzem
Raa d4 Bom Jesaa d. 47, 2. andar.
rrata-ae na ra do Couimarcio n. 5, 1' andar
eaor;ptorio de Silva Oaimsrie* C.


y

Aluga-sc
a* segaiatcs casas : a da rna do Lima n. 30,
gr> nde casa cem agua, gaz e apparelho ; a da roa
da Fandieio n. 10 ; a tratar na lytographia de
J. E. Pa.eell, i raa Marque de Olinda o. 8.
Eiigommadeira
Precisa se de urna engomecadeira qae lave e en-
gomase, para pequea familia; no pateo do Carmo
n. 18, 2- andar._______________________________
Para cosinhar
Precisase de ama ama para coainhar,
sendo boa ; no 3." andar de predio n. 42
da ra Duque de (Jazias, por cima do
Diario de Pernambueo.
luga-se
O 1 andar de n. 27 roa Vidal de Segrretros.
O 2- n. 64 e o l' de n. 18 raa de Marcilio Diae.
0 terreo a. 27 e 8* de n 3 i roa da Peoha.wj
O terreo, 1' e 2- de n. 34 A raa ,estreita do
Rosario.
A caa n- 1 travessa da Hora,
dem 28 i roa de Nanea Machado, no Espinheiro,
ota bons commodos.
A tratar na rna do Hospicio, numero 33.
Aluga se
Oa vende-ee a casa, sita em Croa das Almas
(Parnamerin) n. 10, confronte a casa do fallecido
Dr. Leal. Acha-se limpa e tem commodos par*
grande familia ; a tratar na roa do Appollo n. 30,
1" andar.
Secos e nilirados
?a do Conde d'Ea n. 19
de
Jos Magalhaea & C
Ette estabelecimento, tendo passado per ama
reforma no sentido de bem servir seas tregete*,
acha-se prvido da geni ros nacionaes e estrangei-
roa, tndo de primeira ordem e por precot raaoa-
veit
vb'1 DPro fla qninta flo Mosteiro
Ae PiirHirl
Cbegcu ette soccalento vinbo, o melbcrqae se
pode desejar capas Je laiistaser o mait exigente
paladar e depois at-se acauticao de ama garrafa
pelo dimioaxo preco de 50B iis.
Cautelas do Monte
Soeeorro
0*sjprsm.e e paga se bem ; i prca do Conde
d'Ean. 1S. _________________________________
Ae eommerci
O* abaixo aatignado* partierpam ao rerpeitavel
corpo commercial detta praos, e a quem mait pos-
ta interetsar, qne a'.sde 29 de Fevereiro prximo
passado, *e aeaa diteotaids a aociedade que ti -
nham no ench nbo* nacin, a i raa da Mosda n. 19, que gyrou
nesta pr.ica sob a rsaio sociel de fereira Pinto
& C., por cojo acto de dissclacii ficoa a cargo do
ex-socio Pereira todo o activo e psssivo da extinets
aociedade, so exvaueie Jat nVdcisjse* Pinto, pa-
go e aatisrtko de seat bar. rea, que receben em
dinbeiro i vista, acto continuo i atsignatara do
respectivo diatraeto, continuando o* negocios na
mesma rasio *b a nica responsabilidado do ex-
socii Pereira.
Recie, 15 de Marco de 1888.
Antonio Pereira Gomes.
Jos Rodrigues Pinto.
Peitoral de Cambar
Aluga-se
oa vendse a caa nc Caldaireiro n. 9, qne tica
em frente a casa di Dr. Alcoforado, tenate bastan-
tes commodos para grande familia, nm grande
sitio bastante arbrisada, hm grande coeneira
para vsccas e ama grande baixa de capim ; a
tratar na raa do Apollo n 30,1- andar, oa raa
Bario da Victoria n. 69, 2- andar.
Alusa-se
o 3- andar da roa estreita do Rosario n. 32, com
bastantes commodos e muito frasco ; a tratar na
ra da Impera tris o. 16, l9 andir.
Alug-sA-se
a casa sita ra Visconla de Goyanna n. 189,
com grandes commodos para tam'lia ; a tratar na
taverna junto.
Aluga-se barato
o 1* e 3- andares do sobrado n. 84 roa do Brum
e 1' e 2' andar* do sobrade ao eses do Apollo
n. 75 ; trata-se na roa larga, ds Rosario n. 34,
pharmacih. __________^^
laga-s
(*)
PRECOS
rasco 24500, 1(2 duiia 134
as agencias
duaia 4*000.
Na* atrb agencia* : frasco 24800, 1(2 doaia
154000 e duaia 84000.
Agentes e depositarios geraes era toda a pro-
vincia Francisco M. da Silva & O, i roa do
Marques de Olinda n. 23
Ao commercio cao .
Mico
Figuoire'.o t rmio mudaran sen estabeleci-
mento de faaondas i roa da Imperatris a. 64,
para a mean m n 76
t
Aaaa Clara rereirada atlvetra
Jidc Ptreirs d Silveia, sos maiber e filbos,
tendo de mandar ressr oa ord< m terceira do Car
ao ama missa por a lia, Ansa Cara r en ira da H iveita, convidara os
seos parentM e amigos para asaistirem a esse acto
de religiio, qae teri lagar Da sexta-feira 28 do
torrente, as 8 hora* da m.nhi, timo dia dr leu
failecimento ; pelo que desde j antecipam os sect
MerMdrpimenf'S.
o segando andar do sobrado raa da Penhan.
23, eaa> se tea e com bastantes commodos para
erande familia, tem agua e gas encanados : a
tratar na raa do Imperador n. 67.
Ama
Precisase de ama ama para lavar e engom-
mar, para dasa pessoas ; a tratar na ina da Im
peratri* n. 67.
Ama
Precisa-Be ds osos aaa para lavar e coainhar :
a tratar na raa da Madre de Dees n. 5, segando
andar.
Precisa-se de aoxa ama para cosinhar; na rna
de Pedro Aff >n*o n. 70.
Ama
Na na de Santa Thereta n. 20, precisarse de
ama ama qae compre e ajade o tervico interno da
casa, obrigando-se a nio pernoltar fra.
Ama
Precisa se de ama ama para lavar e engommar
tazendo mais alguna servicos, menos comprar e
cosinhar, que dnrma em casa ; na rna Duque de
Caxias n. 14, sobrado, e dir.
Ama
Precisa se de urna ama paia cosinhar, para daas
pessoas ; no Campo das Princea* n. 3.
Ama
Precisa- se de ama ama para cata de pouca fa-
milia ; a tratar na roa da Pilos- n. 13.
Ama
Precisase de ama aaa qae eotinhe e engomme,
para tres peasoas ; s tratar o> raa de Maris e
Barros n- 11.
Pfcisa-s* de oaa aaa para o servico domes-
tico de duMs pessois ; a tratar na roa da Praia
Damero 12.
aa. tia a reieira so amena
Argenuro Per ira da Snveirs, K.t M riada
Bom Parto, ao Ramo* da Silveira, Aguedii Bernardina da
Silva Borgis, Dominges T r ulii.no da Silva Bor
ges, Afra Bernardina da bilva B rges e Mana da
Purificacio da Silva Borges, marido, ta e togra,
priais, cuobade* e sobrinbis, agrad. cus a todos
os *eus parate* e amigos, com Prior o asi* iiais* ds Venerav.l UrdemTerceira
do Carmo, qae *e digorain coniosir a Cemiteno
Publico o* rtsto* m< rta< s de Auua Clara Pirana
da Silveira, as mesa trapo ~o-i uvidam para
aaaistirem s missa qae tora logar na referida
Ordem Terceira, sexta ira 23 do corrente, peas e
h ras da maabi, s mento.
Ala
Precisa-se de ama so a pra cosinhar, para pe-
quea familia ; na tua Direita n. 64,2' andar.
AMA
Preciaa-*e de urna tos qae compre e essipbe
para es aa de posas tawha, e ano dnrma *s> asa ;
na roa Marques de Olinda n 48, 'i' ailar
/%Jal/%
Precias te de aaa ama w Agua ra ; a tra-
tar na raa ds Pedro Aff nso n. 68, snligs da
Praia.
Asscar
O melbor estacar da Usina Pinto e Colonia
Isabel ; acba-te 4 venda na rafisseao Stlgueiral
4 roa Direita n. 22 Telepfaone445.
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O) s
Soceorro a velha
A moradora do becco do Bernardo a. 51, anda
se fax lembrar s almas caridosas, qne nio se es-
qneoam da proteccio qae sempre loe diapensa-
ram. ,
Uni, Iiiitai e imogra-
mimm
% Loja das Lslras Ames
A' roa Duque de Caxias a. O
TM 211
Vende fatendas finas por todo preco e d des
cont a quem comprar ds 204 para cima. At
Exmas. familia* nio devem comprar em oot
loja sem primeiro ver ou mandar buscar asamos
tras que ae dio. sea penbor
Fazendas de novidade
Tcldoa de linho bordados com listra* ot
qaedroa, fazenda aaito largas de lindaa core* s
ao r*.
alisa ds Maesa, preto e ds todas as sera
liso cu de listas a 800, 900 e 14000.
sellado preto de seda bordado oa com listo
de setim a 44000.
astri infestado preto e de todas a* core*
700, 800 e 14000.
Elaaatae de corea com listas cor de eren
a 500 ra. '
Engata pardo infestado paravestidos a 36<
e 400 rs.
Iilaoa bordado, ama s cor 249 rs.
Velludinfio preto e de todas as cores con
contas a 14800.
eada hespanhola com bicco, preta oa branes
pe seda.
Cassaa Naneac padrSes miudinhos a 280 rs.
Crecbet branco e de cor, desenbos lindot
para cortinados a 14000.
sBrlsialdas com ricos veos de Blond a 84,
104 eliOOO.
Iifia de quadros, padroea novos a 320, 360
400 r*.
Ulano dos Alpes faaenda de listas assetinad
a300rs.
Setloetas lavradaa de lindas ccres a 240 rs.
Fusiao branco a 320, 360, 400 e 500 rs. qna-
lidade superior.
Fazendas diversas
Bramante de 4 largaras a 700 e 14000 *o
perior qualidade.
Hadapoliio americano Lista azues com 4
e meio palmo* de largura a 64500 com 20 r.irai
garantidas.
AlKodao americano muito larga e superioi
para lenc=s a 545C0 a peja, mais estreito a 3450C
e44000.
Cbltas e cretones escaros, claros e miudi-
nhos a 200 e 240 rs.
Cassas indianas de cores a 160, 200 e 24<
ris.
I-Inhos lisos e de qnadrinbos a 100, 120, 16<
e200r*.
Ilrlm pardo para roupa de meninos a 300
320 rs.
Caalnetas escaras imitacia de casemiras
500 rs.
Saeta azul encorpada para roupa de banbo t
700 e 800 rs.
Iia de qnadrinbos, padrss novos, a 300, 3-0
360 e 400 rs.
Creps de lindas cores a 500 rs.
Lencos brancos e de cores a 360, 14200'el
14500 a dnsia.
Toalbaa felpudas e alcoxoadas a 34500 54 '
64000 a duzia.
Melaa de cores, brancas e cruus para senbo-
ras, bomens e meninos desde 24800 at 6400C
melhor qaalidade.
Enrnovs.es para baplisados completos s
10 e124000.
Cortinados bordados para cama oa janellt
a 64 e 74000.
Panno da Costa, de quadros oa listas a 14201
o cavado.
Atoalaado lavrado, lindes desenhos a 14201
e14500.
frtfdc atteco
Leidt)
Florida vende
Cp*b*s*, cbsscJisas a goteas psrsSenhoras e
meninas a 54000 ttmo em outra qualquct parte
veudem a 94000 e a 154000.
Orande sprtimento de cromos a 200 rs. a placa.
Biccs brancos e de cores de 2, 3 e 4 dedos de
largara, a 24000, 24500, 34000, 34500 e 44000, a
paos.
dem cor de ceme, a 341)00.
Porta-cmbrulbos americanos.
Invisiveis doorados prateados.
Lindos leques transparentes de 24000, 34000,
44000, 54000 e 64000.
I lindan Hutas de seda ds todas as sores da 2*1000,
24500, e 34000, o par.
Lavas de pellica a 24500 o par.
Encbovae* para baptisados, de 84000,104008 e
124000 at 164000.
Capellas e veos para naivas.
Suspensorios amerieaacs, a 24500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 ris, 140G0 e 24000
Lindos broches, a 24000 e 3*000, tus.
Linha de machina n. 50, a 800 ris, a dntia.
Bicos de fil branco, a 24500 e'3*000 a peca.
Lindos oicos de cores, gesto moderno, a 34000
e 4*000, a peca.
Lindoe bicos de cores com 3 e 4 dedos de lar-
gara, 44000, a peca.
dem de linbo de .ores, a24000, 24500 e34000
correr babados, a 14000 e
Roa do Imperador numero 19
Livros de jurisprudencia, direito, litteratura,
sciencia e religiio, livros para iastruccio primaria
e secundaria, livros em branco para escriptnra-
cio commercial, tita para copiar o para escrever,
de diversas cores, artigos para escriptorio e diver-
sos objectos de gesto e pbantasia, papis pintados
para forro de salas, quartoa, restaurante, etc.
Encaderna-se com preste* e segoraaca, marca-
se coa nitidez cartees de visita e imprime-se com
perfeicio qnalqner trabalbo'tvpographico.
Precos mdicos
Hu da Imperador a. 3 3
a peca.
Bicos grip para
14500, a peca.
Lavas de seda para meninas, a 24000, diversas
cores.
dem para seohora, a 24000 e 24500, o par.
dem erm palmas de missaega e de seda, a
24500, 34000 e 34500, o par.
Galota e bicos de vidrilhos, gosto moderno.
Luda rosas de vidrilbo preto para enfeitar ca*
sacos e capes.
Contss lapidadas para enfeitar vestidos, grana*
da, bronzeadas, prateadaa e doaradas.
Mascaras de m>.ssa, seda e cera.
Collarinbos e peitos de seda para senhoras, tra-
zendo urna gravatinha tambem de seda.
Fivellaa de molla, americanas, para calca e col-
Uto,
Seni competencia
Pannos de crochet para ead> ira, a 800 rSt
dem dem p>ra sof a 14000.
dem dem para cadeira de braco, a 14000.
Cortinados brana-s de crochet, com 4 jardas de
comprimeoto, a 164000 e 154000.
Pannos de crochet, cor de creme, o qae raro no
mercado, a 254000, o par.
Timiosinhos para criancas, de fustio e cambraia,
bordados, a 3410(1.
Lindas nonecas francesas, a 34000.
Bordados de cambraia e f stao branso, peca a
600 rs., 800 rs., 14000, 14300 e 14500.
. Para a qoaream
Frsnjas com frco de seda e viJrilhos, o metro
a 14600.
Galoes e palmas c ra vidrilhos, 3 dedos de lar-
garal o metro 24000.
Colarinbos e punhos de Seluloide.
RA DUQUE DE CJAXAS N. 103
Barbosa *fc Mantos
a 24000 a doaia
Especialidades
Oleo Florea
0 melhor pata % cabello
Oleo Floia
Arrcnda-sc
na secretaria da santa casa o sobrado n. 24 rna
do Imperador:
1- andar e sotio 6004*90
Loja 4004000
Empreza geral de JIu-
dan?a
Alngam-se carros de molas, proprios para trans-
p rte de movis, marmores, espelbos e mais orna
meatos do casas ds fuatltav botis e estabeleci-
mento* pblicos, para toda e qu.lquei parte da
cidade e seas sabarbtoe e srrabaldea, por preco
oommodo ; a tratar ns raa do Padre Nobrega
outr'oru do Aleerim, n. 24.
VENDAS
Vende-se
nm estabelecimento de atolbados bem localisado e
afregaetade, no bairro da Bea-Vista, com agua e
gas encanados, commodos para f-miiia e alugoel
rasosvel ; o nwtivo ds venda se dir aa compra-
dor : a tratar na' raa da Roda n. 45.
Noto aviso
Em llquldarao
Mantas ds lededsiirra pasa eriunca, veedem
a 500 rs.., sio bonitas e pnde-se lavar.
B lCas de palha a 600 rs.
Commodas ligas ujet-licas para senhoras a
14200, o para criaseis a 508 rs.
Nos colleceio em artigo* para presentes, mo-
delo* iatoressantes e curiosos.
Varseaie ea bieos de cores.
Pedem s preferencia Pedro Antsses A C-, ros
Dusrue <* Caxias a. 63.
Armado e cofre
Vender una armado e co-
fre, novos, prova de logo, da
loja da rna Duque de Caxias n.
85: a tratar na Pracnha n. 33.
Taverna
Vesde-ss s taverna sita 4 ra das Flores n.
3 ; a tratar mi met-m.
Alimento'Criangas
Para remediar a fraquesa das rrianeas, desenvolver
as titas forjas e preservul-os las doncas da idade
tenra, os prncipaes Mdicos do Pars, membros
da Academia de Medicina le Pars, receitao com -
ptimo xito o verdsdeiro
KscshoattwArsJiasaitolBiisvssUar.araTl*.
Este agradavel al mento.compstoconasubs tandas
vegetacsnutitivasefortalccedoras di vise-sena eco-
noma tuda, e, pelas suaa propiedades arraleytlcae,
aJnoaacornposloao^ole*tedassBUioi^oT)eania-
msnsaov e acorda as torca* languisss do estomago.
^ ra/hlaavsn*. k|MtosurMratnsso tuaarMrt.
Lavas ds seda oa pelica s 24000 e 24500.
Bleoa brancoa ctr de creme, e matizados
24000, 24500 i 34000 a peca com 11 metros.
Coalas lapidadas paraenfeite de vestidos pre
tas e de todas as cores a 500 e 800 rs.
Bordados, babados e entremeio de fustio
transparentes a 300 rs. a pega com 3 metras.
Eaaartllboa cor.ra$a e americanos a 345G<
44,54 e 64'00.
Grande qoantidade de chitas em retalhoa qa<
vende se por qualquer preco.
Pintados a oleo, com rica moldara e corde
por 254000; esto expostos alguna retratos par
o publico e as Exmas. famiiias verem o quaut-
sio liados.* baratos* fcil a qualquer pestaa tei
nm em sna sUa de visita.
Para eaeommendar bastante mandat
nm pequeo retrato em eartio de visita, nao im
porta que seja antigo, distado a cor;dos olhoa e d>
cabello chega un lux** retrato dse ado.
Agencia da artigos aaarieanos e carimbos de
borracha..
Na Loja daa Liatras Azaes
Jos Augusto Dias
Vende-se
o estabelecimento de rnolbados ao largo do Mer
cado n. 25, boa localidade e bea afregnesado, "
livre de qualquer debite ; a tratar no raosmo.
Sao lindo para nnr presente!
Os leques disphanos em gaze de seda claros e
esi urr a com bies de seda e em linho ; preco de
64000 a 254000. Receberam novo sortimecto Pe
dro Aatanes & C. 63 ras Duque de Caxias.
SUMMAkI*
Em liquiditeio, palmas precas de vidrilhos so-
bre fi. Bies* prstos ponto colony, largura de
10 a 20 centmetros. Ditos com vidnlhos o lisos,
dali.
traadla larssade em msiss de teda bran-
ca, preta e da coras. Ditas da e.cossia de cores
diversas, de algodio croas e branda para aeako-
ras e enancas, presos rtsucaid, em qualquer
qoantidade.
Filas a picot,novas eoHeccoes. B.-rdados ta-
pados o transparentes, preside 600 rs. a 104000.
Elegantes e commodos espartilhos brancos,^creme
e gri, preco da 44000 a 154000. Fio* de li e
aeda, frecen, sedas talegaresej desenhos coluridoa,
lis mi-sciadsa e lias* em qualquer qoantidade.
Iuvisiveis immessoe pas, 200, 300- e 500 r*.
nij.'Ulerln, bonito* broches ds pbaatasia.
prec 14 en msrripcovs e lisos.
Para as tnnoc ntes criancas, interessantes bo-
ecas e bebs e mnitos caiangas, variaose for-
mas.
Aoa nervosos, aneis e palseiras elctricas
para ncvralgias e cores de cabe .-a. Tambemos
bem aeretaOos collares elctrico* de Rover
para facilitar a dent ci.
PM e elegantes lavas de seda em todas as
cor.es e prrlas para si nh< ras e enancas.
Csaiaaet em poni de malba para meninos
e m. nii.ae, diversas cores e gostos, preco de 84 a
154000. E taatoa ontros artigo* qne deixamos
escolba e preferencia das amavea 1> i toras, e tam-
bem pedimos a valiosissima c adjuvaco para
tempre encontrarem o que ha de melhor na casa
de confianca de Pedro Antones & C.
63Ra Duque de Caxias-63
kn Espw :

SANETES MEBCAMEiOSOS
M ORIMAULT E O*
SAI0IKTE 8ULF0R0S8 contra a. bor-
ouihms, at asnesot e as auiersa* rap-
rdes quo m tanifesti) na poli.
SABONETE SULFuRp-ALCALIHfl cha-
inaiio ubonet* de Hftmeriek, contra a
sarna, a tinha, malhas escamosas a
pUyrimte so eosro cabelludo.
8AB0NETE de ALCATRO m NORUEGA
mpregado nos mesaos oasoe que o pre-
cedente.
SABNETE DE AC.W FHENICO Pro-
servatiTO e antiepidumico.
SABONETEocA.LCATR.OeoM B6T5AX
contra as affcrcoct eataaeas, chronicas ou
ligeira, croatas de Isite, dartraa, ec:
Depotito em PARS, 8, na Vivie/
DAY a MARTIN
Forntovtom d* Sus Mijtitl a atoas ( do Exercito t ds HaHnhs britsnnics.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
aiXAwpsTUWCTCySA
OLEO par ABEBI0S
EtudDOouissoes(irio psftiasatatita can
stl Uoas M frst.
DKPOSITO GERAL SM LONDSCS :
97, Righ Holborn, 97
la hrsamlnico : F111IO* A D U 0>,
200^000
Vende-te ama granja casa na Torre, i raa
Real, a quai tem 24 polmos do frente e 35 de fon*
do e com urna cerca de 70 palmos de frente sobst
180 de fondo. Fica perto do* bonds e
terrea. Para correr a chave esti na e*a seati-
gua, e quem a pretender pede ha-
da nesta. typographH, com ae
clarando onde deve ser pr

m
Royal Blend mar VIADO
Este excellente Whisky Escocez pre-
fervel ao cognac oa gurdente de canna,
oara tortincar o corpo-
Vende-se a retalho nos melbores arma-
zens de molhadoa.
Pede lloyal Bioad marca liado,
cujo nome e emblema sao registrados para
todo Brasil.
BRQWN A C, agentes.
Venda k sitio
Vende-se ou permuta se por predio nesta cidads
um bea sitio 00 bja aaa, auitns n-netelraa,
excellente banbo do rio, boa agua de cacimba,
exteusio de terreno para baixa de capim, todo
morad oas frente, ct.m purtio e gradeameoto, oom
camiaho de ferro e eatacao junto ao dito sitio, nc
Porto da Madcira, conhecido pelo sitio ds Joio
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aquiuo Fonse-
ca ; quem pretender dirija-se praca da Inde-
pendencia n- 40, das 11 horas s 4 da tarde.
Visillos da ttapr&feira
Finos
Carcf vellos.
Madeirs.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Passas.
PARA MESA
Genuino de Lavradio a 500 ra. a garrafa.
Na marceara de Manoel Corris Se C.
Prara do Conde fl'*5n n 1.1
Arrz naeional
Vende-so na raa Direita o. 2fi, a 160 tb, o kilo.
~" Cabriolet e Tietoria
Vende nm cabriole* e urna victoria em per
feito estad; quem prstoader dirija-se eocheira
n. 27 i rna do Imperador.
Livranientit & C.
vendaa cimento port'aod, marea Raba*, de 1-
aalidade ; no cave do Apollo o. 45.
Engenbo Tolerancia
Fregueza Ja Escada
Vende-se o rngeoho sapra, com grande qoanti-
dade de mattas e terrenos de primeira qaalidade
para safrtjar 3 a 4 mil pi"s. Esta engenbo esta
arrendado por 3.-000*1 annnaes; quem pretender
dirija-se i roa da Santa Cruz n. 10.
irligos baralissioics
Franja prtto de seda com vidrilbo a 5C0 rs.,
600 e 1*200 o metro ; gatees pretcs a 500 rs., 600,
14 e 1 ; 2<. 0 o metro ; vidrilbns prefos a 600 rs. o
maco ; contas fuscas para eufeite de vestido ateto
a 6*0 re. o m-co ; pulaeira* p>ra m>nica a 50**
rs. o par ; dita paco senbora a 14 o par ; amoB-
tnsn aaaf .itr, na loja Violeta, i ros Deque de
C.xaa n. 65.
1
Taverna
Vende se a taverna si'a i ra Domingos Jos
Martina n. 102 'Becco Largo ), ivre o deaembara-
cada de qualquer onas.

4 v-
-

.



S! _
9iari* 4o PerwuiilwcHtala-(firA 22 de Marfe de 888
_____-LLilJMll______ -i' i ....." _
tm*
7
RUNO i
FORMULA
MALTINA
3BB
B
#
ANGEL1S0 JOS DOS SANTOS AXDRADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hygiene Publica do Rio de Janeiro em
20deJulhode 1887
Esle deparalivo de grande efficacia as molestias syphililicas e impu-
reza do sanguc. Para maior garanta da eficacia deste medicamento, publicon-
se grande numero de allesUdos de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de amitos car*lheires que teem feito uso deste depurativo, em nu-
mero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaram da terrivel beribe-
ri com este poderos* depurativo.
0 uso deste Elixir muito recommendado no tralamenta geral as mo-
lestias das senhorase a prova est no bom resultado que tem obtido aquellas
das Eim". Senhoras qiie deile tem usado.
XWXOOOa 3O0B TTSJLDa
Os adultos tomaro quatro coJheres das de sopa pela manha e qualro
noite. As creancas de i a 5 anuos tomaro urna colher pela manh o oulra
i norte, e os de 5 a 11 annos tomarao duas cofheres pela manha e duas noite.
Dererao lomar banhos, fri ou momo pela manha e noite. Resguardo regular.
Enconlra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da Hlva
& C, ra do Mrquez de linda n. 23 e phaimacia Oriental ra Estreita do
Rosara n. .
Exmelo t trigo, cavada e avria germinadas
Preparad pela Matine Manufuctunog C Limitad 24 25 Hrt rtreet Blcetasbury
Londre E. C
'* pprovadas pela tu ata de hygleae da t'arte
A MAL UNA equivale a 3U vezes o eeu preprio poso em diestase e de 3 a
6 vezes em poder diastosico a qualqaer tu tro preparado dest, gatero.
A MALTINA tom rer -cido G nedalliaa da own em divt rasa exposicSee e
tem urna aceitacJo enorme a Europa e oes Estados Unidos tanto qv foi preciso en-
cofporar urna companhia com graodca capitaes para a^tisfazer consasse sompre
creaceote.
Chassa-se u atiencSo doa distioctoa atediaos desta eidade para oa importante*
preparadoa da MALTINE Mana/aoturing Oonvpany. Todos os pretaotos rnedioemen
tosos sao ruis fcilmente aaainiladoa em combinacio coa Maltias, inda mata sie
evado a torrante circulatoria e promptameate sao absorbidos pcedusindo effeitoe
inmediatos.
Lista dos preparados
T^T '^^flSr^uikWS&&ftL
r
XAROP& de QUINA e FERRO
de GRIALT & C. Fhinnaouticcs am Paria, 8, Rea Vivianas
Admittido na acra fh&rmacopa ofcial Approrado pela Junta central Bjgfene 4o Braxil
Tazacm 85 anuos que o Ferro, elemento principal ao sanpue, a Quina Real,tnico
superior do syetema nervoso e oPnosptart< reoonstiluiUe *s seos, foram oombi-
atoa ntimamente peta Sr Gmmabvt em am zarapede edr lmpida e sabor agradavel.
* auoa quaoOvdes cotana e reparadoras do excellentes resultados n anemia,
cmaros, bsuaorrhea. irregularidades de inenstruaco, caixiibras da
estomago coa^e-r-vas easas enfermidades lymphatismo e todas aa molesUas
provenionCSa de empobrecrmeto do san^rue. Excitando o appete, estimulando
C rgantsmo e lecoMtUuinde os ossos e o sangue, o XAROPE do QUINA a
FERRO de GRIJftAULT dt O, eotntoloe com rapidez as creancas debeia e as
raparigas paludas e abatidas. Este xarope corta os ligeiros accessos febril, humidad
da* mot e Morsa nocturno; efficaznas tmrrnta* rebelde, facilKa as oonvaietcenca*
difftoei* e tuttmta a pewiJaa idota^
O VINHO de
QUINA FERRO da GRIMAULT k O, fM poasae as
proprledadaa de XAROPE, preparado com am viobe la Malaca, (ios
e generoso e 4 preforive] para mb pessaae que nao toleran xaropea.
Lposko ta Pans, t, Su TManaa, nat priadnaes Paermaciaa Dnpulas.
MALTINA pura.
MALTINA pepsina e paaereatHM
i ALTINA phospbato de ierro quinina e stryobsijaa.
Oleo de figado de bacalbae com leita peptanieado.
Oleo de figado de b-albao eom leite peptooieeda eambiaadooa hypapiospbij
to de soda.
Extracto de carne, peptoniaada.
AliiDcato aetavel destinado a abviar neeesaidade de digerir leitfe de vaooe
O kite contido noete preparada eat digerido previamente pela pancre .tina
Vende-se na pharniaeia Central
i>8 Roa do Imperador 58
PERNAMBACO
MEDICAMENTOS
Si JURUBEBA
PREPARADOS E ESTIDADOS
POR
BailholoDieu k Smm%m
V\k!L I3SO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES

1-5
99
ea

^ Xarope de JnrtilMb.l, vinbo de >iirubeba, piluias de
fis durobeba, extracto de lurnbefta, tintura ae Inrubeba:
PREPARADOS COMPOSTOS
Vinho de llirafceba, com iodureto de patMsio, viuho fer-
ruginoso de lurnbeb, xarope ttmmnfmm de dlambeba, plalas
ferrogineses de fervbcba.
V\H\ I3SO EXTERNO
ir
'. ty:
D ce
->
i- '
ce
es
Si

Oleo d ilurabeba, pomada de Inrubeba, emplasto de
larnbeba.
:o:
nicos preptirades de fwrafefba pprovados pe Academia de Medicina,
aolcrisados pela Jnna &?ral de HygK-ae Public, da tGrte e recommeodados p-lot
medios contra aa molestia do ettomagv, perda de appette, digestZe difficeis, dyspep-
sias, rhi'.umatismo agudo ou ch'-onieo, a todas '..as moleitias do figadv,'] do baqot na
Vhrrha chronim, na kydropeiia, as molestias de origen syphiliticas, etc., oUs.
-:
25 anuos dejaceitago
ATTESTAM A EFFICACU D'ESSES PREPARADOS
:o:
CUIDADO COM AS FALSIFICACES
lSllvir a *Hslgn&inru-BARTHOLOMEU& C. SUCCESSORES
DEPOSITO GERAL
Em na pitaran ca e drogara a
RA LAKGA DO ROSARIO N. 34
^SJ
*l
.lausisiaHlCIIIlAI
COGNAC BRAZILEIRO
A.
DE
M. VERAS &
PERNAMBCO
C.
~sta ezccelleate bebida preparada com todas as regras da scienoia, de sabor
e aroma iguaes aos do cognac estrangeiro. O togaac Brazileiro ten feito
grande-suecesso pelas provincia do norte e sul.
Prefos da fabrica
PEQUEAS GRANDES
Orna garrafa...... 10000 1/1500
Omaduria 9ftW00 124000
O Cognac Brazileiro encontra-se na fabrica, em todos os botis, restauraots,
buhares e vendas desta cidade, e em B Alcool 40 puriscado e desinfectado, para perfumara a homoeopathia.
SAUD PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Plulaa purlflcao o Sangue, corrlgem todas as desordems de Estomago 6
dos Intestinos.
f ortalecem a saude das constitu90es delicadas, e sao d'um valor incr' fel para todas as enfermidades
peculiares ao sexo feminho em todas as edades. Pata es meninos assim como tambem para as
pessoas de dade avancada a sua eficacia e incontestaveL
Essas medicinas sSo preparadas smente no Esubelecimenlo do Professor TTlII HII>Wt
#78, 1TEW OXFORD STEEET (antes 683, Oxfod Street), L0KDEES,
V, vendemse em todas as pharmacias do universo.
' Os compv.'vdores s&o convidados refpeitosamentc a exann.:ar os rtulos de cada caixa e Pote se nao 1
dtresao, 333, Oxford Street, sio ialsificacoes.

SI
38-llna do Imperador58
Nesta grtnde pharmacia aviase rexseita a pedido com proaaptido,
talicitaAe e raodicidade.
As prescribes em iingn-s eslrangeiras sao fielmente
despachadas
O pharmaceotico pernambucane JOS FRANCISCO BETTENCOURT jfl
convida es clinieas desta cidade quo queiram honral-o coro sua confianza *
para qualquer trabalbo profssioaal e o publico. Qarante ae a maia atten-
ciosa e conscienciosa cx'auySo.
Esta casa recebe seus productos cbimicos e droga directamente
das melhares casas da Europa, especialmente enoommendadas par sea
wceituarie.
1
K
i
m
i
Gotta, Rheumatismo, Dores '
Solugo do Doutor Clin
Latinado da FaeuUad d Uadietna da Par. Premio Bontyon.
I
A Verdadeira Solugao CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se para curar:
As Affeccoes Rheumatismaea agudas e chronica, o Rheumatismo gottoso,
as Dores articulare e inutculare, e todas as vezes que necessarlo calmar os
soffrlmentos occasionad'/S por estas molestias.
A Verdadeira BolucAo CLIN o meihor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
(-:3 Urna axplkacio detajhada acompanha cada fratco.
Exigir a Verdadeira SolucAo de CLIN Cie, de PARS, que ae enoontra em -'
cata do% Droguittat e Pharmaeeuticoa.
Bmummia palo plMu-wayaatk JOS FRANCISCO BETTENOOtTRT, ^
'de urna efficscia v.-riadeiram'.nte uiaravilbosa as molestias dos orgias Q
respiratorios.
Brwieiites, asAmaiosse, cocuisa, ele.
- :o: -
CHA PRETO do pri eir qualidade.
DE MAMADEIRAS un granae swtimento.
SABONETES INQLEZES de ptima qualidade a precos aem corope-^
tencia.
Tinta preta para escreverinalteravel, fabricada com muito cnidndo ^
por ama formula ir%leza, &pecial para esuiipturayao mercantil e repartieres
publicas, sceo de pressa, perfeiteiaento preta, nao corroe as pennas, n5o
deposita e d opi.
^
Em casa de todos os Periumistas e Cabelleireiros
da Franca e do Extrangeirc
W^3h ^m^
^f ^^m^^^ Por i
PREPARADO COM BISMUTHO
C3H. 3E*A."V, Perfumista
Ra. de la. Faiac, 9, JPJtuRIS^
Ra do abug n. o 4
|3PDe3B.0NrjusrBXJca
Os proprietsrios deste esUb^leciraento, teodo-a feito passsr por urna grande
trSDsformaeJlo, e alo tendo poapao esforcos nem despeas para o tornar am do*
mais elegantes e bena sortidok d'esta capital, participaos e i# seas amigos e ao publico em geral, que acabam de reoeber peioa ltimos vapores um
completo e bea escefbde aortinseoto dn jci de onro, pru, brilhant* e relogios do
qne ha de roair apnraio gesto, novidaie e b-rateza, t-nto ido esoolhido pessoalmeni
pelo looio Angosto Res, na principae fabricas da Europa, por ito jalgam-ae babili-
tados fatislsaer o g >ste mais caprichoso e exigente e por procos sera competencia.
Confiados, pois, na bon >*d-< de a us amigos e freguesas e na proteceko que Ibes
tean dispensada, tomam mais urna vez a libertada de convide! o a faier ama visita
o seu eetebeleciroento para as certiBcarem da versada.
TINTURARA
2S--Roi de fathias de Alhuquerque?-25
a liga ruadas Flores)
DE
CLEMENS KUGLER
SCCESSOR DE
Otto Sclineider
Tinge e limpa com a maior pe rfeicSo toda a qualidade de estofo e faaendat
un peca ou em obras, chapeo de fieltro ou de palb, tira o mofa das fazendas; todo
o trabalbo feito por m^io eo machinisrno aperfeicoodo, at boje conbejido.
Tinta preta as terya e sextas-furas e de e6c c iavagem todos os dias.
MXDALKA X5 OtTaO xxo 2X/rv* 1887
CALLOS nos PES
HubIIIabh Pnllnk uatoa as> rittiem rfn ns atf
5 CORICIDE RUJSO %
C3
CORICIDE RUSSC 8
DuMIons, CaJ/ot ewtr os dedos dos esa, etc.
CURA INFALLIVEL,
e sem ilor no ospago do 4 a 6 das pelo
CORICIDE RUSSO
sppotfice nnloo r.onfulla-so o Prospecto)
Deposito teral : MUHAli tUTlU. M. Faitasa KulMrtn, tWL
i Ptnkmeuce IBAN- U. dal.vA*'-
JIBE k i
Ra V de Marco d. 6.
Part ipaa ao vespeitavel pabKco qu^, tendo agmentado seu
estabelecimento de JOIAS com mais urna seceso, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, eonvidem at
ExmaB. familias e seus numerosos fregueses para visitar aeu estabele
cimento, onde enrontrarko um rfquissrme sortimento de oas de oiv* O
prata, peroi^B. brlbantes e oatras pedras preciosas, e relogios de uro,
prute e tiikel.
Os artigos qn* receb'ero direftameote por todos os vapor s8o
exeeatadoe pelos mais afamadns espcckBtsra e fabricantes da Europa e
atados-Unidos.
A par das joias de subido valor sebarao urna grande vaiiedade
je ebjectos de ouro> prata e el- r'ro plato, proprios para presentes
RBRwenfos, baptizados e cBniverBaries.
Neta ea> relaco ae preco, e aero qaedbde, os objectos cima
mencionados, eaeoatrare eoncurreacia n'eata praca.
KANANGAdoJAPAO
RIGAUD y C, Perfumistas
PARS 9, Roe Vlvienne, 8, PAR
^ais>r- iiii
^4 (i^Ufl de (Knng, a locjto a mais refrige-
raate, a que mais vigor d pelle, e que mais branquea
cutis, perfumandj-a delicatamente.
rExtrtO de (Knng, saaviestee aratemttoe,
J^ t^mwir perfume para o len^Ot
aff ____ 100 de (Knngil, tbesooro do cabellos qo abril-
banta, faz crescei e impede de cair.
gabinete di (Knngi, o mais agradavel o ssacio.
conserva cutis sua nacarada transparencia.
$S di (Knang, brenqueao a tez dandolhe elegante
cor mite e a preservao de aardas.
Depsito na principie* Perfuma**
E PARA ACABAR!!
Tecidos de pbantasia para vestido, a 200 24U rs., o covado.
Setinetas, idem, o que ba de mais novo, a 24$ a 280 rs., o dito.
Renda da China, branca e de c8res, a 240 e 280 rs., o dito.
Las modernas, a 320 e 360 rs r o to.
Nansoes de crt>8 firmes, a 10 e 200 rs., o dito.
Merinas de cores, duas larguras, a 500 rs., o dito.
dem preto, a 800, 10000 e 10200, o dito.
Setins Maco, preto e de cores, a 800 e 10000, o dito.
Casacos prctos para Benhora, ricamente enfeitados, a 250000 e 360000.
Mantilhas brasileiras, a 50500, urna.
i 'jbi\p pretos e de cores, a 4000, 50000 e 60000; s2o grandes.
Tapetes avelludados' lindissimos, h 120OUO e 160000, um.
Para as Exnas. noivas :
Qrinaldas e veos de seda, a 90000 e 120000.
Colchas de crochets, ricas, a 90000
GaamigSes de dito para sof e cadeiras, a 80000.
Leques e espartilbos baratiasimos.
Setins finos, a 10000 e 10200.
Damascos e popelina branca, a 900 e 10400, o covado.
Guardanapos de linho, a 20000, 30000 e 50000, a duzia
Atoalhados bordado, a 102UO, o metro.
Pecss de esguio para eassquinhos, a 40000.
Madapolao americano, a*600>, 24 jardas,
dem pelle de ovo, a 60500, 24 d/a.
Algosas superior, a 30000, 40000 e 50000.
Completo sortimento de casdini^as.
Cheviots preto e azul, 'a 30000, o covado.
C. sercira de teres pura nosturoes, a 20500 e 30000.
Camisas iuglezas para homem, a 360001), a duzia.
errul'.a bordadas, a 120000, < dita. _
Lencos e lindas cr.ixinha, a 10 Meias ioglea8 psra hornero, a 20500, 30000 e 50000.
E muitos artigos que ee vendem coro gran les abatimentcs.
A vendas em grosso teenj o descont d1 praca.
o \ I> E
Pereira & My^alhes
SUCCESSORES DE
toro fia .Cilla & C.
5ra Duque de l'axlas 59
INJECQA0 DE GffMMLT Preparad* oon m folhM de abtlee
Apprtwai* peU Junta fHygJeae io Mo-it-Juutn.
lata ln}eocO preparada eom as folhas do Matioo do Per* para a etm
da biennorrbagia, adquiri em pouco tempe urna repulac*o universal por
ser a nica innocente, contando apena vestigios de saos adstringento, que
se eaoratrlo em outras em grande quantidade. Esa poaooe dias ella aflata
com oa orrimitos mais dolorosos e mais rebeldes.
.



.
'
'

/

ammi
r r "*ario. a firmo alia dm
i iiisfirr


8


LITTERATbR
Diario de reroambuco--(luinta-feira 22 de Marfo
A Terra de Entilo Zola c He
nea de Alalzlo de Azeredo
EVOLCCXo DE F0RM4 DO ROMANCE
III
Degenerescencia da fiedle e queda do ro-
mantismo
(ContinuacSo)
J diaao, em outra parte, em que con-
sistiu ese e' romanticismo, procurado pelos
crticos, no meio da variedade de ton,
qud caracterisou o firx> do seculo passsdo e
o cornejo desto, como se fosse ama cois
concreta, palpa vJ e resistente. Seria su-
perfino repetile, tanto mais quanto poderei
resumid o nietas polavras : o sentimento
emphaticc de urna liberdade mal comprehen-
dtda, segado da diffusao nostlgica do es
pirito em todas as direcqbes imaginavei*.
Ora, esse sentimento que foi o encanto
das primeiras obras dos romnticos, e que
na novell tomara a orentajlo da bailada,
do lakismo, do archeologiamo; esae sent
ment Bubitamento suppriaiiu-se, e o ro-
mancista, que ficara oom as suas machinas
na mo, teve forjosamente de applical-a a
alguma extravagancia sensata
Esse tour de forc couba oo planturoao
Damas, qua emprebmdea logo explicar
toda a historia moderna da Franja em li-
vros colloBsaes. J se sabe : o mysterio
e a nev seottiana foram substituido* pela
trapaca, e ola bouve complicajlo, nao
bou ve disparate, que o romancista nao in-
ventasae para enlinhar o leitor e prolongar
o livro.
Era a morte da novell, luteranamente
fallando; e sern embargo do que no senti-
do de mantel a fizeram Vctor Hago, Al-
fredo de Vigny e outros, pdese affirmar
que o anctor dos Ires Mosqueteiros traba-
lbou dia a dia para enterrla por urna
vea.
O* romances histricos de Dumaa sao
oucos, abstrusos e de um charlatanismo,
que lbe teria merecido no Inferno de Dan-
te a pena que o florentino irapoz sos fal-
Btio adoros.
A escola que o acooopanhou pos, portan-
te, em descrdito um dos elementos rcais
vitaes desses livroB amavais que se deno-
minavam ncvellas, e dessa arte exargueia,
que, as mos conscienciosas do feiticeiro
cscocez, transformava-noB o cerebro em
ama verdadeira festa ideal, sa nlo caixa
do msica encantada, vaporosa, ou n um
microcosmo delicioso,, suggestivo e grad*--
velmenta obsdante.
A Bto Dumas substituir urna engrena-
gem complicada e causativa, em que as
linhaa de a< cao cruzavam-ae ao infinito,
sem lgica, produzindo igual effeito ao de
um Ubyrinto inextricavel; e em mais de
aro roa anee, pela faltada ii.terease natural
e real dos personagens, os enredos, ou an-
tes, as historias ersm duplas, trplices,
qaadrnplas, e mais, multiplicidade esta de
accoea, que "nem eram justificada pelas ne-
ceaaidadeb do plano, ntra muito menos pela
connexio doa caraoterea Puro capricho,
pura decadencia do genero. Dumaa, en
tretanto, tioha o genio do conteur, a graja
e a vene do gaulez. Mu constructor
ptimo prosador.
Quando elle divf rte-se em narrar episo
dio3 de viagem, aceas que elle vio, con-
dimentadas com pimenta de Voltaire,
um es:riptor oexcedivel, um mgico de
estylo crepitante Isto nlo obstou com-
tudo, que o francs produ sisee as Memo-
rias de um Medico e o Conde de Monte
Christo, dous mooatroa hordanos, que
apenas esperam um Cervantes secular,
que tenba animo de mandal-oa ao compe-
tente auto def.
As machinas complicadas, mais na ap-
parenca do que na realidad?, nsa quaea se
engolpbara o genio do autor do Conde de
Monte Christo, tornaram ae urna couaa to
habitual, para o Nitor qu?, por ultimo, da-
das as primeins liahsa de' um romance,
nada mais fcil havia do que prever tido
quanto devia, tt'.hi per diante, sahir da
pena do autor. O romancista, portanto,
ficava radusido a urna especia de contra-
regra, de cajo regiment o publioo compar-
ticipava.
O tedio determinou a reacjSo, e ata faz-
ge em direcjlo completamente oppoata.
Viato terse o aeoario do romance eonver
tido em bal i ramo de tbeatro, afogando e
multiplicando toda a -importancia dos per-
sonagens ; visto haverem-ae estes persona-
gana tranaformado em mariouetes ridicu-
los, sem vida, paseando a aojlo a ser ape-
nas urna serie de truc* preyiatoa -e de fa-
cilima compoaicXo, era indiapensavel aban -
donar este campo de visualidades, sem sig-
nificaos o, esta ebjactivismo de fantasa,
para oceuparem se os auctorea com a alma
do homem, e com os problemas, que ver
dadeiramente intereaaavam hunanidade.
Foi entlo qu9 eate genero tomou asna
infioidade de formas, quaai inacorop nba-
veis. Eugenio Sue applicou aa graodea
maobinaa poltica, ao socialismo, nos oe
le brea Jndeu Errante, My aterios de Porxz e
My$te*ios do Pono, ao meamo lempo que
Viotor Hugo inclinou-se na direcjlo, que o
havia de levar at a epopa social dos
Miseraveis. Haorique Qeiae, Topter, Trteo-
philo Qautier buscaram, errticamente na
delicadeza das formas e nos refinamentoe
sensuaes emocSaa novaa ; Radcllff, Marriat,
Booper e Mery tiraram doa eemiterioa, das
ruinas mal aaaombradaa, das latitudes e
longitudes terrestres, do ocano,
das fia
reatas americanas, doa povos deaconhecidoa
ou profundamente ptorescoa, novos ele-
mentos de iteresae ; ernquanto e8criptores,
m nos artistas e mais preguijoaoa lembra-
ram 8a de explorar a pathologia do crime,
copiando, mais ou menos sem criterio, pro-
cesaos curiosos, que excitaaaem a gulosei-
ma de um publico nunca farto. George
Sand, Balaac, Stendhal, porfim tanto quan
to Ibes permittia o tempo, e a s.iencis,
rompern) com todos estes intuitos, com
todos estes prouessoa, para inergulbar fun
do nos abysmoa da psycologia. que para
as almas de eleijlo eram, no momento,
urna verdadeira obsedtjlo.-
IV
Influencia do naturalismo sobre as formas
do romauce. Atrophia dos elementos su-
perfluos. O maravilhoso moderno. Ten-
dencias de E. Zola.
Balzao mante-se em um terreno neutro,
o que obrgou a critica a consideral-o ama
eapeaie de monatro, meio romntico, meio
realista. Todava, o que certo que
elle como um artista de raja que era, cora-
prehendeu desde logo quanto o sea talen
to perdera, ae a pretexto de romance, ae
mettesae na psy colonia pura de Stendhal,
ou as abstrae^? s physio-sociaes da auto-
ra de Mauprat. O poeta da Comedia Hu-
mana nao ae illa i o ; perfeitamente certo
de qua aem a representacHo, aem urna re-
gular mise enscene talo esta va dicto sobre
o romance.
Balsac in : -atestavelmente, mutatis mu
tandis, o W. Scott francez; elle soube dar
todo o v>-lor na conquistas do mestre,
concebendo a vida humana pelo aeu dupl>
aspecto subjectivo o objectivo, procurou
ageital a dentro daa formas, qua poude mo-
FOLHETII
TESTAMENTO TEBHELHQ
POR
XAVIBR de montepin
PRIME!A P IRTE
k FADA EDS 5ALGUSIRDS
(Continuaja^do. n. 67)
XXIII
Deve fazer iaao com tanto*roais ra-
zio quanto nao tenh > em meas registros
testamento algum do mea amigo. .. repli-
cn o tabellilo.
Jeronymo fez um gesto de sorpreza.
t Testamento algum I.. rrpetio elle.
E' verdade. %
Entretanto, elle fez um, nao ba a me-
nor duvida !... Nao era hornera de dea
presar os seua negocios e que morrease
iem h ver exprimido as bu*b ultimas von-
tadea.. sobretodo quanto a crian jaanas-
oidaano mesmo dia que a nossa joven ama,
a quero pranteamos anda boje, a menina
de Tbounerieux...
Julgo tarobem que o conde tez um
teatamerto, e voc poderia, segando todas
ae probabilidades, enoontral o em um doa
movis de aeu gabinete de trabalho ; maa
aconselbo lbe a qne deixe esas tarefa aoa
cuidadoa do juiz de paz O conde, mor-
reado sem berdeiros directos, o qua no-
torio; o fisco ter foda a attenjlo voltada
para a imccessao. ... E' preciso que nao
possam dirigir a voi a iojua'a cenaura de
haver abusado das facilidades qne lbe fa-
culta a cua aituacSo na casaf Asaim, poia,
corpo, indiapenaaveis para supportar con-
dignamente o trabalho titnico da compo-
sigSo artiatioa tai qual a tam adoptado, os
eseriptores modernos. Essa possanc* e
essa robustez de athleta, que alias a tantos
tem na morado e tantos prejudioado, ras-
gou a esse homem extraordinario horizon-
tes tao largos, que custa a oomprehender
como um limpias homem de lettras consa-
guiaae executal-o. A normidade do pla-
no de dassificacao zoolgico aooial oppoato
como introdaccao a sua Comedia foi pela
ana propria oomplexidade e exteirporanei-
dade, a cauaa de todoa os defeitos, de to-
dos os altos e baixos, que o mais fraco dos
crticos notar abrindo os livros do mestre.
O Balzoc dos Contos Drolticos o mesmo
Balzc que desoreve os fiords da Noruega
em Lucan Lambert, qne divaga pelo
phaatastico na Peau de Changrin e que ao
mesmo tempo firma o dogma de escola no
Pire Goriot, Eugenie Qrandet, Cousine,
Bette.
Sem as pret ncSes de Balzao, acaso dota-
do de urna envergadura menos resistente,
Flaubert, qua andou mostrando aua poten-
cia imaginativa em obras de genero diver-
so, como a lentagSo de Santo Antonia e a
SalambS, teve a felioidade inaudita de in-
trodusir no romance o verladeiro senti
monto da forma. N3o ha quem nBo oonbe-
ja a8 suas theorias aobre a arte. A aua
correspondencia particular, boje reunida
em volume, constitae a historia mais pro
vellosa que conheco, para quem queira sa-
ber o que um temperamento artstico, e
quaes os leis que preaidem f.rmacao de
urna obra de arte.-
Toda a vida litteraria do autor da Bova-
ry pode ae reduzir aeguinte formula :
adaptajio de um temperamento, pelo es
forjo consciente, pela paixao e pela raiva
artstica, ao facto. O faeto o facto ;
maa o facto aempre novo e nao ae esgo-
ta ; e a a'tenjSo impertrrita de um au-
tor pode dclle tirar mundos infinitos de
ezpreaaSo.
Poia bam, Flaubert gaatou a parte maia
importante de aua vida a iotenaifiear-ae no
facto hiat-irioo de Carthago e no facto pby-
aiologoo da infeliz adultera. O excrapio
foi 'tremendo, porque at eotao nenhum
eacriptor conaegaira provfcr o que elle con-
segro, isto -qje a attenjao e a alluoi-
cioajao artsticas podiara substituir as ma-
chinas e os artificios, retirando do roman-
ce todo o superfluo, dando obra d'arte
um carcter espantosamente simples, justa
mente quando as litteraiuras occidentaes
enfrentavam oa assumptoa mais complexos.
M s que o grande mestre desoobrira na
arte a lei do menor esforco, e despido de
em obras perfeitas,' e que mesmo, nesa
autor, foi perturbada por um excesso de
aciencia, pela maobriwdade de erudijSo,
teve na Iiglat^rra um pendant humorista e
sentimenta', que rexgio varias vezes sobre
a litteratura franorza com grande proveito
As maiorea qu a possaoja de imaginajao e a sade do
vida que urna obra tul nao' poda supportar
o superfluo, muito menos um corpo estro
nho (I) e arrojara naturalmente pan f-
ra de si todoa estes elemoot -s perturbado-
res, desde que n sisampto fosse manusea-
do por eacriptor de raja. Ora, a reviaao
3ue Flaubert operou as formas aooentaa
as por Balzac naa suas obras classicas,
oonsistiu exactamente na exulusSo do char-
latanismo,' qua de ordinario a lepra dos
espiritos abundantes de mais, que a
aatnreza nSo dotou do que sa pode cha-
mar o registro do talento.
Foi nesse momento histrico que se deu
a apparijfto da Zjla.
em o temperamento de Balzac, nem o
de Flaubert Natureza decidida e rectil-
nea, condottieri italiano como Taine ; e
poderia dizer transmigrado para a littera-
tura, e prompto para tolos os combates, o
historiader naturaliata da familia Rougon-
Macquart, tem todos oa pontos de contacto
com os mais afamados meridionaes ; e se
ha iadividualidad' litteraria com que possa
ser comparada, a de Vctor Hugo.
Para que nlo se v julga resta proposi-
jlo um disparate preciso n3o perder de
vista, uem as posas em que ambos o ar-
tistas viveram, nem a eduoajSo que tive-
raro, nem as emalajSss a que cederam.
Urna das theses que mais tem dado que
fallar entre aa sustentadas por ZoU, em
seus artigos de crtica, a famosa de que
o'realismo suppriiniu a imaginajao. Essa
preoecupajao define o homem todt).
A qaalidade mais deaenfreada que elle poa-
suia era phantaaia; e comprehandendo, que se
lhedease arrbae, suas aspirajSes eatarm to-
das por trra, tratou de organiaar ayateraa-
ticamente urna reaojSo contra a aua propria
ndole. Ira agine-so, portento, que o autor
do Assomoir simpjesmente um hante en-
faixado no maia rigoroso naturalismo, e
obrigado a procesaos ltteraroa, que nao
sao precisamente ea de sua mente. -
. Como V. Hugo, deisem dizal-o logo sem
rebujos, Z;la, por temperamento, seria o
homem daa enormidades. Essa forja con-
densada, comprim ia, expo lio em Cou
peau, em Buteau, quando na aabio pa
vlvula do padre Mouret, naa inextiagui-
ve8 pantheisajois do Paradon. Como V.
Hugo, o iooonteatado chafa do naturalismo,
pertence a essa casta da aves literarias,
de-voj largo e solitario, que se transfor-
mara em corvoa quando sao coagulas a dei-
xar oa pincaroa das montaobas, abando-
nando a grande presa pelo cibo esterco-
ral.
Nao sera diflial, confrontando a obra
dos dous mestres, mostrar tolas as affiai-
dades dos seus talentos, as relajQe o -
qualqaer apparato ecientifico, chegara ao ganioas dos perionagens, no modo fuod.
resultado mais importaots que, quanto a
mim, se tem produsido na historia littera-
ria moderna ; fallo da reduejao da funcjSo
artiatica a Um PHSNOMENO PEEFEITAHSMTE
CONSCIENTE- E' esta a obra capital de
Flaubert; e s, depois de estudal-a atten-
tamente, se pode ebegar a comprehender
toda a extensSo da revolujSo por elle ope-
rada, o prestigio que exerceu sobre a ge-
r.eao actual, a impeccablidade dos aeua
livros, e a siogularidade de saa doatrina.
Sob eate ponto do vista nSo ba duvida
que a obra do autor da Bovary foi mais
benfica que a de Balzac, de quem o sepa-
rava urna diversidade de temperamento
collossal.
Flaubert foi o Colombo da arte do seca
dificar, manteado um equi ibrio justo entre. XIX ; pelo menos foi o primeiro que de
o que queriam os antigoa e o que aspira- uas^modo concreto souba mostrar em que
vam oa modernos.
Esta allianja, que apez r de ser urna
tandencia rigorosa nao aa poude completar
ti vi
tas, fcil de prever quanto nao s-> lhe
tornaram antipathicas certas excrecencias,
que Balzac acoumula mesmo n-s seus me-
ihores livros. Dsde que o romance, como
um todo orgnico, fundava-se n'um schema,
e se desenvolva, no espirito do autor,
proporjo que ae iam applicaodo oa pro-
ceaaos de obaervajSo, por prolificsjSes ou
stradificago;s successvas, era fra de du-
mental de olhar a natureza, no circlopis
mo de um e de outro. E' vardade que
Zjla nao inventou nem o Han de Islandi,
nem o Quasimodo, nem o Gwiuplaine, nem
Ursus, nem 'lribouljt\ taabem verdade
que o mestre nunca andou a entender ae
com as divindades astraes, nem tentou
irradiar em Legenda, atravez dos esplen-
dores de aua raja, aonde oa paatorea do
Hindo Koubk oollecaram esees mythos,
que aiuia boje torturam a paciencia doa
orienta listas ; verdade tu Jo isto. maa
nao menos exacto que, embora estribado
na soiencia, guiado pelo determiaiamo, a
tendencia de Z>ia para o^maraoUhoso, e
que toda a aua orreira litteraria tem sido
subordinada nota natural do seu talento,
quando eacreveu a Tbereza Saqun. Quan
do elle empunbou a penna pa trajar
ja o aubjeotivismo artatico e a rea-, 0B80 lvro, tinba descobero o aeu camnho,
do real. Com uxa impulaSo des-
(1) A exactida) desse facto veria-ao de
compondo ae qualqu r obra d'arte, por se-
gregajao da partes, segundo o processo de
Wolf, Benbardy e K^rshoff. As superfac-
tajSes existentes na Iliada fi aram demons
tradas, apezar daa contestajS.s de Oit
Muller e Nitzirk," pa incompatibilidade
organiza das diversrs partes do poema com
a Querella a atroclia.
tioha achado um msij de expellir de si o
bugoismo, de satisfazer as suas aapirajSes
da condottieri, tioha rafia empolgado o
enorme phisiologco. E d'abi por diante
Claude Bernard foi o Virgilio dessa am
bicioaiaaimo romancista, que tem sido o
m.ia. origiaal dos reformadores, e urna daa
figuras mais interessantas da litteratura
moderna, pola feros'dade e pelo entrain
V
O mmance experimental.AcquisicZes de
formas.Do Assomoir Terra. A-Eoo-
lugdo transversal no carcter de Zola.
A satyra.
A roacjlo operada palo metbodo de
Flaubert aobre o chefe do naturalismo
actaal mais consideravel do que ae pan-
sa. Os artistas, que mais infiuem aobra
u, sao precisamente aquellas que, con
stituindo caracteres opposios ao nosso,
conaeguem impressionar-nos de modo mais
profundo. Ora Z>la nasceu oom um tem-
peramento violento ; e todas as suas dispo-
aij3ea naturaea o impelliam para as compo-
aijSea largas, ampias, de perspectivas lon-
ginquaa. Ao contrario d'iato, o au;tor da
Bovary limitava oa seui aBsumptos, e nun
ca aabio do pequeo grupo da familia.
Essa moldura ato podia supportar as
immeosas telas qua se esbi^ivain no es-
pirito do classificodor dos Roogon Mio-
quart.
A;cr*-8ce a isto que em torno delle ain
da existiam os Goncourt, a Daudet, _que o
ameajavam -os primeros com a saa cres-
cendo limpidez da estylo e exactidSo de
partes, e o segundo com um sentimento
do real capitoso, larvadj da um bystara-
mo adoravel, urna forma auintiliaate, m-
gica, porejanta de iris. Esas extraordina
ria preaao, do qua aa pode chamar o es-
polio de Flaub rt, obrigou o a formular o
aau pro jesso, e explodio na tbeoria celebre
lo romance experimental.
A critica de Zola, como theoria fraca,
hesitante, incompleta ; como manifestajao
de agnerrimanto de am artista, que sa de
feade desesperadamente de aggraaaSes vin-
das de um muado inteiro de despenados
decadentes, com tudo, am espectculo
grandioso e que no Mes hai-ies faz lembrar
um javali parseguido pala classica mati-
Iha, no momento em qua se volve para os
ioimigos e estrajalba os a dente. NSo 83-
ja, porm, o vigor do polemista motivo
pra quo nSo se diga toda a verdade.
Tomado o romance experimental com o
romance posteriori, nada ha que objectar
tbeoria da Z >!a ; nao resta duvida que
oeste seculo nao ae tolerar outro romance
que nao seja redigido as condijSea de um
compte renda do observado s previament
feiUa para aqa He fim artistico. Compre
bende-se at que as experiencias repisadas
pelo romancista possam ebegar a provoca-
j3ea da natureza daa quaea j vao dando
na Europa urna nova claaae de crimea o
crime scientifioo, isto o crime pratioado
framente para urna verificajao scientifica,
a viviaacjao no bomem e outras opera
jSea anlogas.
O romanciata poder, por es implo, con
seguir o casamento de um bomem sangu-
neo, taurino, mas viciado pela sypbilis,
com urna sen hora chlorotica, maa dota-
da deataa ou daquellaa particularidades de
carcter, que tornera problemtica a evo
lucilo de sua vida. Dado o facto, e ob
ti ios os resultados, o eacriptor, qua bou-
ver tido a felicidade de arraojar essa tra-
moia, teria o direito de declarar sobre a
capa do seu livroshi tem um romance
experimental. O principe de Biamaik, se
lhe dssa a telba para reduzir a listso mui
tas das collossaes intrigas que forjou ou
das combinajSes de cbimica social que
tem provocado, em todo o mando occiden
tal, tambem poderia arrogarse com toda
a propriedade, aquella tentadora classifica
cao. Do modo, porem, que pretende o
autor do Assomoir, ac.hr. a cousa tao diffi-
cil, to incomprebansivel qua ebego mas-
quanti. s abultadas, de que eu lhe prestava
coritas no fim do anno. Tenho em meo
ps 1 r, pelo menos triota rril francos.
Serlo mais do qne su naciente para ea
necessidades imm di.t s. E' provavel que
voc Beja nomeado guarda dos s-llos, e at
a sua abertura morar no palacio... V, por-
tanto, depresaa, ter eom o juiz de paz.
*- Vouj...
Espere... O roelbor eu-ir com vo
c.. Dou-me com o juiz de paz e pode-
rei evitar lbe delongaa.
O tabelliao e o criado de qaarto foram
juntos mame.
Havia Fiidieocia da justija de paz, e qne
nao impedio que o Sr. ProlleUse approxi
mssse do magistrado com Jeronymo, du-
rante urna suspe nsao da audiencia, lhe fal-
aase e lhe explicaase em poucas palavras a
sitaajo.
Prorederei pp5aij5o doa sellos as
sim que estiver livre... respondeu o juiz
de paz; depois a crescentou, diringindo se
a Jeronymo :
Com que cntao, acredita na existen
cia de am testamento ?
Acredito, sim, senbor, e esse testa-
mento deve estarlo gabinete de trabalho,
a menos que o Sr. conde nlo tenba depo-
sitado em casa de algum tabellilo...
Em ca* de outro tabelliao que nlo
seja ea, possivel 1 interrompeu o Sr.
Prollet.
Se o acto existe* bavemos de encon
gidas triodos oa amigos, a t^as as rela-
jees do finado conde, e diapoz-aa a seguir
as instrucjSes do juiz de paz.
Abri primeiro a secretaria, cajas gave-
tas explorou, excepjlo do compartimen-
to secreto, cuja existencia ignorava, e nSo
acbou couaa alguma.
Os outros movis que elle revistou, uns
atrs des.outros, Ihs reservavam a mesma
decepjSo.
S ficava para ver o movel italiano do
tempo da Renascenja.
Sabemos que o testamento estava *lli
dentro, mas foi em vio qua Jeronymo ex
erimentou na fechadura4s>ob as chaves
uspensas na argola queb/ada ; nenhuma
servia.
Muito admirado, o criado de quarto re
vistoa os bolsos da roupa que o amo trazia
na vespara.
A chave l nlo eatava.
Jeronymo eatava neste ponto das snas
pesquisas infructuosas, quando O foram pre-
venu da chegada do juiz de paz, do seu
esurivlo e de um aasesaor.
Foi ao enoDntro delles e levou-os primei
meiro ao quarto mortuario, transformado
tral-o, diaae o juiz de paz, e, em virtade
do srt. 916 do cdigo do nroceaso .civil, eu
o entregarei so preaidebta do tribunal de
primeira instancia .. Vou dar orden ao
meu escrivlo qne bo prepare para aoom
panbar-rae, logo que termine a audiencia.
O tabelliao e Jeronymo iam afastar se,
quando o juiz de paz, detendo o velbo
criado, qua elle sabia gozar de toda a con-
fianja do amo, coofianja amplamente me-
recida, dase lbe :
Ha de ser tarde quando eu ebegar ao
palacete do conde de Tbonnerieux... Tem
ss chaves de todoa oa moveia T ..
T'-nb, soiv senbor, de todoa... ee-
t&o reunidas n'uma argola quebrada.
_ 'oa bem, enjianto n&o ebego, v
sem penla de um momento, recl-me a f-[pr0carao onde est o testamento.. Se
posijio dos selles... Esto feitf 8 as declB-||.ach6ri 0 traDlbo fiear muito aimplifi-
raj'B It gaea T.
En Uto, sim, aenhor.' ~
Potisue odinheiro necessari^f&ra acu-
dir s oocaideravea deapesaB dos fo,eraea
do cende ?...
| Fossuo, sim, seober.. O meu csro
amo, qus me eocarrogava de pagar tudo -
os alaguis dos criados e as con tas dos for-
jijedores deixava miaba d.paci2o
cado...
Vou procurar.
E Jeronymo suhij com o tabelliao.
XXIV
De volta ao palacete, o velbo criado de
quarto deu algumaa ordena sos criados,
mandou levar typograpbia o original das
0 Cartas de participadlo qua dflviam ser dir-'
em capella rlente, onde sabemos que re-
ligiosas rezivam perto do cadver.
Achou? perguotou o juiz de paz.
Nlo, senhor.
Reviatou o gabinete de trabalho on-
de o teetamen o, segundo julgava, devia
eatar ?...
Reviatei todoa oa roov is, excepylo
do um nico, caja chave nlo faz parte daa
do mlho, e que procurei sem resultado na
roupa do meu caro amo.
Revistou o quarto em que estamos ?
Nlo, senbor.
- Fio me atrevera a fazel-o em pra
sen ja do.morto. %>
Varaos entlo proceder appcsijso
doa sellos... Quando forem quebrados, fa-
remoa peaquizaa mi&uciosaa.. Paseemos
para o gabinete do-oonde.
Jeronymo abri a porta que do quarto
de dormir ia ter a o gabinet* de trabalho.
Depois de ter lacjado urna vista d'olbos
rpida piir esse quarto, o juiz de paz per-
guotou : # 0
Qual o movel que nlo p le abrir
por falta de chave ?
Eate..
E o criado deaignou o movel italiano.
Onde que sea amo guardava habi-
tualmente os valorea?
E' exactamente aqui
Pois bem, aqui que deve estar o
testamento... Como,explica nlo achar-se
a chave esm as outras I
Nlo pi/8so explica!-o... Maa parece-
me imposaivel que se tenba perdido...
Caso t -nba succedido sao, mandare-
mos abrir por m serralbeiro, proaeguio e
magistrado ; este movel que vou sellar
em primeiro lugar.
E accreeceptou, dirigindo-ae ao escri-
vlo :
Nlo se esqueja de mencionar no au
to a ausencia desas chave. .. Quanto aos
papis espalhados na secretaria, guaede-os
no interior do movel, pra qaa aa aehem
debixo de sello.
O escrivlo obedecen, ernquanto que o
assessor fixavsf, com lacra vermelbo, as ti-
ras que a lei torna ou pelo menos considera
inviolaveis.
Urna vez terminada no gabinete de tra-
balho, a opsujlp contiouou nos outros com-
andos.
O palacio era vasto.
O trabalho foi longo.
Davara seta horas da neto quando foi
posto o ultimo sello.
O juiz de paz podio a Jeronymo qua
cbamasse todos os criadas do conde.
Ao cabo de um instante, acharam-ae to-
dos reunidos em presenja delle.
Venho, diaBe-lhes, reclamar de todos
o juramento exigido pela lei... Jurara que
nada foi subtrahi lo daqui pelos senborea, e
qu nlo tem conbncimento que alguma
couaa fosea subtrabida por outra qualquer
pesaoa T T2sta psrffni'a, noten bem, nlo
envolve a menor suapeita malvola... E'
a lei que me obnga a fazel-a. ... foapon-
dam... *
Oa criadoa preataram, um aps outro, o
juramento pedido, ce que foi feita men
jlo no auto, sendo este aaaigoado por to-
dos.
O juiz de paz tomou de novo a palavra
e dase ao criado de qaarto :
Jeronymo Villard, nomeio-o guarda
dos aellss... Aceita ?
Aceito, aira, senhor.
Sabe qua estas funcjSaa acarretam
para si seria reaponaabilidade ?...
.i e nem por iaao deixo de aci-
tar Parece ie prestar asaim um ultimo
ser vi jo ao meu querido amo...
As chaves doa moveia receberaost eptlo
os seus letreiros e foram entregues*ao ea
crivo da justija de paz...
Ernquanto se fazia a appoaijio dos sellos
no palacio de Tbonnerieux, ais o que se
paaaava na ra de Touroou. em casa da
ara. de Cbatelux. -^
Eram oeroa de dinoo horas da tarde quan
do o criado de quarto foi aonuaciar con-
desas a viaita de Raymundo Yrooitatal e
da sea VkH Paulo.
mo a crer que elle foi victima de urna re*
trcelo do raio otellectual. O que segu-
ramente o critico deaejava dizer era que
o romancista deve ser um experimentador.
Dahi, porem, para conseguir que oa typos
indicados na primeira pagina do livro
evoluam como evolue a materia bruta, au
j ita aos reactivos, vai um abysmo de
milhSes de leguas.
Tomarei para exemplo, diz o mestre,
a figura do bario Hulo, na Cousine Bette,
de Balzao. O faoto geral observado por
Balzac a devastajlo prodazida pelo tem-
peramento amoroso de um homem sobre o
lar, sobre a familia, sobre a sociedade.
Escolbido asaim o aaaumpto, parti dos
factos observados, e instituto sua expe-
riencia, submettendo Gulot a urna serie de
provaa, fazendo o paasar atravez de certos
meioa, para mostrar o modo pelo qual func-
ciona o m'cfraoismo daquella paixao. E'
poii evidente que nisao nlo ha aomente
observarjlo. mas tambem experimentajlc,
porquanto Balza.- nlo se conserva stricta-
menta na posi jlo de photogi'apho ; nter vera
directamente na collocajlo do peraonagem
em condijoes da que elle se oonserva ar-
bitro.
Ora, de tudo sao o qo aa deduz que,
ae Z )la nao -encootra boje quem lhe dis-
pute o seeptr^do romance, nlo meaos
certo que necesita de compor um pouco o
seu manto real no que diz respeito a philo-
sophia.
Stuart Mili, Sp^ncer, ;Bain, Wandt,
Fechner, Ribot, Richet, e todas as autori-
dades da psy enologa experimental, tir-se-
hiam da proposijlo, como da syllabada de
um menino em classo.
O qua evidenta que o bario Hulot
a figura abstrata de BsIzuj, nlo podia oas-
sar sena i atravez das reminiscencias ar-
maz'nada no cerebro daqaalle autor;
pois qua urna idea nlo pode evoluir sanio
no seu meio proprio, que o iotellecto,
formado pela heranja e modificado pela
reacjlo do ambiente. Z la, emfira, soffreu
Orna deploravel equivocajlo, e confundi o
processo lgico com o processo objectivo.
Su?cedeu-lbe o mesmo que a>,s discpulos
de Sobteicher quando no eotbuaiasmo da
doutrina, trataram de applicar o darwinis-
mo lingistica, esquecendo-se de que,
como o demonstraran! os JunggfansUiati-
ker na Allemanha, recentemenf*, os voca-
buloa nlo evoluem como puras abstracto :s,
mas como producto de seres vivos, orga-
nisados, e que seriamos induzidos em erro
ae acompanhaBsams* o desenvolvimento do
problema, apenas por um lado.
Ao que pare 'a a educaclo do grande
mestre, debis i de certo ponto de vista,
nlo foi completa ; porquanto nlo basta
acompanhar dx"Iusivamentn um livro de
8ciencia nico, como ella fez : seria tam-
bem. preciso, nlo s percorrer, no tempo,
as ideas em aua auccesaSo legitima desde
Baer, Hug de Mohl, Limarck, Nageli, o
leliamed e a Palingemia de Bonet, at
Darvin, Hoeckel, CUaTe.Bo?rnard, Pastear,
e todos os actuaes nbreiros dossa nova
torre de Babel, como tambem -no espajo
observar e confrontar as divergencias de
escolas, ou antes dos grapas, e integrar o
espirito; s et in quantum, 'VfVfl *
excesaoB de una, pelos de outros^sj
A orientajlo etcitivafld''fonanee de-
pende esaencialmente dease trabalho col-
lossal ; e se o autor do Assomoir, nlo es-
teve em condijSes de relisal-o completo,
tez quanto era possivel a um litterato,
reagindo contra ai meamo, e dando o bra-
do de Achules diante dos troyanos da lit-
teratura moderna.
(Contmuar-gfoi;
A Sra. de Cbatelux deu ordem para que
fizesse entrar os visitantes na sala, onde
nlo tardn a appareoer.
Raymundo Fromental era bomam dos
seua sessenta annos.
Sabemos jaque Paulo, nascido no nea-
mo dia em que Martba de Tbonnerieux, ti-
oha dezonove annos.
Alto, robusto, de hombros largos, Ray-
mundo offerecia o typo da forja pbysio,
embora os ofbelloa, muito densos e corri-
dos escovinha, tivessem en.anecido pre-
maturamente.
Aa feij'S tinbam admiravel regulari-
dade.
O carcter distinctivo da pbysionomia
era urna grande exprsalo de dojura e me-
lancola.
A testa pareca sob a influencia de al-
gum penaamento trate e importuno.
A inteligencia e a penetrajlo liam-se lhe
nos olhos-
Pauio tinba com o pai o que sefh*ma
ares de familia, maB nlo as meamaa fei-
jSaa, aem aobretudo a mesma apparencia
athletica.
Cabellos louros tiogiam-lhe o rosto fino
e diatincto.
Parecia-se com a mli, segundo diza a
condessa de Cbatelux.
Alto, delgado e bonito rapaz, em sum-
ma, embora um tanto fraco, p&recia singu-
larmente tmido.
Quando a condessa entrou na sala, onde
espera vam n'a havia alguoa segn los, pai
e filho, in;linaram se reapeitosamente.
A Sra. de Cbatelux estendeu-lhes cor-
dialmente a me.
Meu caro Raymundo, dase ella, a sua
viaita casame immenso prazer. Hi mui-
to que nlo me d o goato de o ver...
Adous, Paulo, aecreseentou dirigndo ae ao
filhj de R iymundo. A ti nlo tenho cen-
suras a dirigir, vejo-te muitas vezes, o que
me alegra, maa tea pai, esse, nlo appare-
ce ; veodo-se oaro.
A. queixa justa, miaba senbora...
responden Raymundo eem vos grave, ea
devia com effeito vir mais a miudo agrade-
cer lhe a bqndade com que trata Paulo,
devia e quiaera ; maa, por maior que teja
a aua beoevolencia to conheoida por mim,
reoeio ser importuno... Amarescente a isto
trabalhos ioceassntes de que estou sobre-
carregado, e ha de dea culpar...
Est desculpado, Raymundo... mas
ha de prometter-me vir mais a miado.
Fajo-Iba esta promeasa oom a maior
boa vontade...
Quero que a sua viaita de boje seja
longa... sentemo nos e conversemos.-
Fabio nlo eet em caaa, mioha se-
nbora ? perguntou Paulo.
Est, sim, meu filho... Deve estar
no seu g.bjnete...
Posso vl-e sem incommodal-o 7
De certo... Bem aabes qu i nunca o
incommodas... Tens alguma cousa parti-
cular a dizer lhe ?
Eu quera projor-lbe que foseemos
juntos fazer urna visita ao Sr. de Tbonne-
rieux ; quando vimoa o conde, ba dona
dias, eile fez nos prometter que tornasse-
ruos a ir vel-o boje hora do jantar.
E' urna promesas que preciso cum-
prir... Vai buscar Fabio e vio oasa do
conde .. Estou aneioaa por saber noticias
delle.
Meu pai, hei de aem duvida encoa-
tral-o ainda em caaa da Sra. condessa, dia-
ae Paulo a Riymundo. A caaa do Sr.
de Tbonnerieux t ce perto daqui... Fa-
bio e ea andamos ligeiro... Estaremos de
volta dentro om piuco tempo...
Sa a Sr. da Cbatelux der liceo ja,
esperar-i por ti... respondeu Raymundo.
Da certo qua dou liserja)... Vai,
meu querido Paulo..,
O mojo aabio da sala para ir ter oom o
amigo.
Eatao, Raymundo, diase a condessa.
sentando ae e indicando ao visitante urna
cadeira em frente della, estamos sos....
Pode fallarme com toda a franqueza ...
Est aatiafeito ?
\ respeito de mea filho ?"*
A respeito de tudo.
Nlo estou, nlo, senbora.
Paulo d-lhe acaso desgostoa ?
Desgoatos I... Baulo I... A.h nlo
ae trata do mea qaerido tlbo 1 A aua sa-
de delicada inspira-me a vezes reoeio, mas
os anuos lhe d.rlo a forja que lhe falta...
E' meigo, bom, arinhoao, oomo era a sua
pobre mli I... Alm diaso, muito traba-
Ihador... Grajaa a Deua, nlo tenba a me-
nor queixa delle 1
Eatava certa disto de antemlo, pois
eu que o vejo a miudo, pude estadal o e
apreciar-lbe o caraoter.... E' mro mojo
exemplar, urna natureza da primeira or-
dem.. O senbor deve ter orgulho delle.
E tenbo, com eff-ito, miaba senhora.
Quanto saa aaude delicada, alo
deve ter receios... Pub entraa idade
em que o adolescente torna-sa homem. ..
Est fransino apenaa'em coasequencia do
desenvolvimento que se opera nelle... C-
mo disia ha pauso, a forja ba de vir com
os annos 1.. Fabio to' fransino quanto
Paulo, e nlo me inquieto com ato...
(Continuar se ha\
Tvp. do Mario ra Stares a Uaxtos o. 48

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