Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19243


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Full Text

Lir? iiioj,
'



c fc n;<\
Por ife aseses adiantados .
Por aeis ditos dem.....
Por do anao idem.....
Cada namero valso, do mesmo dia.

0\DR JT.l *E PACA PORTE
6KXX)
12.J000
230000
0100
i ""'' "V
V
QCABM-fiiUafc 21 DE HABQQ DE
K POR* DA
Por seis meses adiantados ....
Por nova ditos idem......
Por am anno idem.....-.
Cada namero a vulso, de das anteriores
13,5500
200000
270000
0100
DIARIO DE


Proprittafte >e iHanoel Jiaurira be iarta 4 lijos
Amede Primee c C
te Pars. sCo nessox agentes
exclusivos de annuneios e pu-
MieaeSes na Franca e Infla-
se
TELEGRAMAS
SERVIGO PM1ICULUOflOW
NATAL, 20 de
10 minutos da tarde.
ar^o,
s 2 horas e
'
Foram declarados livrea de escravidio
osjmunieipioa de Papary e. Tova-Cruz, e a
Villa de Aagicoi.
SEMICO OS AGENCIA HAVAS
Servico directo
PARS, 19 Je Mar^o.
Dorante ama discusslo na Cmara dos
Depotados o Sr. Tirar, presidente do con-
seibo, declarou que o goveroo estava resol-
sido a tomar novas e enrgicas medidas
contra o general Boulanger no caso que
provocasse manifestarlo popular que possa
perturbar > tranquillidade publica.
LONDBE8, 20 de Marco.
S. M. a Rainhu Victoria deve partir ama-
no! quarta-feia para Florenca.
BERLIM, 20 de Marco.
Foi lido hon'e n no Lindstag urna meo-
Bagem de S. M. o Imperador.
Nesta meusagem Frederico III afirma
a sos sontade de governar segundo a Cons-
tituidlo do Imperio
Tambem foi lido hontera no Reicsstag
ama mensa gem imperial.
S. M. o Imperador disse em resumo n'es-
U mensagem aoe sapre procararia guar-
dar a honra do Imperio.
Declarou wais S. M. que e rrprescrip-
tisel a reuno da Aisacia-Lire-a com a
Allemanha.
tervi^o pela va Norte-Amrica
CON3TANTTNOPLA, 19 da Marco.
Consta que o embaixador da Russia
nesta curte pedio no sultao para estabelecer
o bloqueio da Bulgaria do intuito de obri-
gar o princip Fernando a abdicar.
DBLIM, 19 do Marco.
Tese logar, hootem, em Limerick, ora
encontr entre os nacionalistas e a poli-
cas. A ordem monstica instituida por 8. Domin-
gos foi a incumbida de formar oa tribunas*, e do
proprio autor, canonisado pela igreja oomo santo
do kalendario, nio-ponpoa perseguicoes, mostran-
do se severo e inezoravel juii, exctalo pelo fana-
tismo religioso.
Denominou-se eite tribunal de syndcancia e
punilo das beresiis a Santa Inquiaolo, e o pon -
tifiee romano Ib* coneedeu estatutos com privile-
gios e attribnicoes particulares. 'Jo psis dos al-
bigenes estendeu sen poder a algumas localidades
da Italia e da Allemanha. e ao reino do Aragio,
onde um famoso jois, Pedro Arbues, que a igreja
venera, commetteu tio horrorosas barbaridades,
que foi victima do puntal dos vingadores daquel-
les que elle coodemuara SO cadafalso e fogueira.
8. femando de Castella adoptou em parte para
seus estados a inquisicio, afim de qna se nio le-
vantasse seismaireligioso entre os seos povos. Fer-
nando de Aragie tanto inston coro a ana ceftsorte,
Isabel de Castella, que conseguio faiel-o fundar
am Castella. Nao sppareceado heregea propna-
mente, isto christlos que nao acceitaasem intei-
mmeiit' a ortbodoiia de Roma, empregou-se a
arma contra os snspeltos de descendentes de j odeus
que se proclamavam catholicos mas que saspeita-
vam guardar inclumes suas tradicoca e caito.
Qae messe abundante encontrn o tribunal e sen
execrando primeiro chefe, o celebre Tbomas Tor-
qnemada, ncssas desgranados, embora j de ha
amitos tempos reconhecidos bons hespsnhoes e ca-
tholicos, alguns oonsorciados as msis ncbree e
importantes familias, mas ius tostemuuhes falsas e
coojectnrss duvidosas suppuoham descenderem do
povo israelita ? Aeeitaram se todas denuncias,
secretos se ternaram o* procesaos, as victimas ar-
rastsdas sem defesa s masmorrss, conde ranadas
sera piedade, ignorando ellas mesmss quem eram
os sena accu ador* s e quaes as sust culpas !
8mente no anno de 1-178 cerca de quatro mil
pessoas foram queimadas as fjgueiras da inqui-
sicio em Castella, emais de triota mil jasism car
regados de ferros e >offrendo tortura* da pol e de
atroz-s tormentos pera do dia em que dcviam morrer.
IQontima.)
PARTE 0FFIi;i\L
ca.
Houve feridos de una ti outra parte.
PARS, 19 de MarSo.
Ainda est caliiaJo
i,Io de nev ; muiUs
truidas.
qui grande
ras acham-se
por-
obs-
Ageacia Ha vas, filial
20 de Marco d 1888.
em Pernambuco,
MuTgDoyaO fjBLM
UIIEBATBa
DE
PORTUlL E UK.4ZIL
PELO
Cousdueiro Jo5o Manoel Perora da Silva
ni
(C onttnuaci'o)
Cosa seita all declarara que nao obedeca em
todo i Caris romana, e se denomioava dos albi-
sxisrn O papa luaoceocio III nSo pode suppor-
tar. Chamoo s unas cruzad os reis e senborrs
feudars das visiua-uc-s, piomou- ud-.-lues. prti-
Iha do solo e augiuent s de propriedades, fsllandn-
Ibei eobica ; ans p vis e servos 'iffianooo perdi
des peccados, ss!v->cao oa ourra vida, fortunas que
pcdesflm adquirir nes saques, a fim de os animar
aentrarem na santa crutada eostra o* bereges sl-
bigenaes : no mu.'.' de que aiogusm faltasse ao
sppeilo da ign1) a mea no c>m exeommonh5'*s e
Citicos severos qoantos nao empanhassem ss
umat em favor da puresa da f cathohea.
Foram derrotados e eiterminados os hereges
alHgeoaes, tlales o* seus campjs, ronbidos os
sesabems,arrassdassoss babiUcoe e povoscoe* ;
e a fogueira e o cadafalso decimarsm as familias
qne arada restavam da* guerras santas.
Ni contento rom a victoria, raandou ainda o
papa legados que oas localidades ayndicas/em dos
sentimeutos religiosos das poToacoes que restavam,
orgaisou tribonaes ecclesiasticos, que eondemnas-
eos imaaediata e sunuaarisntsnto, obrigassem as
antoridades temporaes a exeeutor-lhes u senten-
Aclo-. do Poder i:\ecutlso
DECRETO N. 9,886 DE 7 DE HABCO DE
1888
Registro civil
TITULO I
DI8POS 9 Capitule I
l) i registro em grral
Art. 1.* O registro civil comprebende nos seus
sssentos as declarsco 's especificadas neste legu-
lamento, para certificar a existencia de tres tac-
tos : o naaci ment, o casamento e a mor te.
Art. 2.* encarroado dos aisentos, notas e
averbacea do registro civil, em cada parochis, o
cscrivio do jais de pas do 1 ou nico districto,
sob a immediata .'.recelo e iospeccio do jais res-
pectivo, a quem cabe decidir administrativamente
qnaesquer duvidaa que occorrerem, emquanto os
livros do registro ss conservaren) no seu juiso.
As notas, a verba c -s e certiddea fi carao a car-
go do secretario d> cmara municipal resptetiva,
depois que, fiados os livros, forem remettidos para
o archivo daqneda corporscio.
A't. S.o Os asseotos do registro eivil serio exa-
rados em livros para essa fim especialmente desti-
nados, sendo um para o registro dja nascimeutos,
outro para o dos estamentos e cutro para o dos
bitos.
Art 4.* Para a insultadlo do registro civil for-
necer o goveroo os piimeiros livros, que servirlo
de modelo aos que deverio substitnil-oa depois de
fiados, contorno termos de ab-.T'ura e encerra-
mento, a todas as folhas numeradas e rubricadas
no municipio neutro, pelo ebefe da 3* directora do
ministerio do imperio, e as provincias pelo secre-
tario do goveroo.
Art. 5. Findos estos livros, serio substituidos
por outros, coja acqnisicio e ailo ficarij a cargo
dos funcciOjarios encarregados do registro civil,
incumbindo aos juises de direito das comarcas
lavrar asiles os termos de abertura e eocerrameo-
to, numerar e rubricar as respectivas folhas.
as comarcasespeciaes em que h.uver mais de
am juis de direito, esss incumbencia cabera ao da
1* vara civel.
as comarcas de mais do um termo, bavendo
hffluencia de trabalho, poderlo os juises de direi
lo commetter este encargo aos juises muaicipaes
oa substitutos.
Art 6.' Os empregados do registro civil alo
devem inserir nos sssentos, que lavrsrem, oa as
respectivas notas e avrbac *, senio aquillo qae
os interessados declararen!, do accordo com aa
disposi(5rs deste regulameatu.
Art 7. as colonias estabelecidas em lugar.-s
onde nio eatejam sinds ere idos os empregados de
que trata o a>:. 2a, e que ficarem muito diatantes
deiles, serio iuuumbidoa dos livros do r gistro ci-
vil, sob s immediata direccao e iospeccio dos di-
rictores das oiesmas cilomas, os emprsgados qu-
oa presidentes das provincias designarein.
Os presideotes das proviaciss designarlo as co
looiaa a qae dever apphear-se a disposiclo
deste srtigo, aommuocando-o ao ministerio do
imperio.
Art. 8.' Os' factos concernentes ao registro civil
qae se derem a bordo dos nsvios ds guerra e mer-
cantes em visgem, no exercito em campaoha, e em
territorio eatraogeiro, serlo communicados em
Cumpo opporinno aos respectivos ministerios, afim
de que pelo do imperio se ordene o Isncameoto,
cota oa averbacij nos livros competentes dos dis-
trictos a que penencerem os individuos a quem se
referirem, oa sass familias.
Capitulo II
Da escriptaracio dos livros do registro civil.
Art. 9 Os livros para a eauripturacio do re-
gistro civil serlo preparados da forma seguate:
8 1 Terio 200 folhas com 40 centmetros de
aMasa o 27 de largara.
J 2 Na parte eaqnerda de cada urna das pagi-
na, e drixando i osargem um eapaco em branco
de 35 millimctros, serio faltos os asseotos p la or-
dem chrooologica em que for>m solicitados, de
clarando-se o dia, mes e anno do laucamento, e
nio bavendo entre elles senia o intervallo de urna
linha, que ser! ooberta por um trac) h.risootal.
(Uoielon. 1).
3.a Na parte direita, e salva a margem da pa
gina de 35 milmetros, ficar am espaco em branco
de 7 centmetros, separado dos sssentos por ayi
traoo vertical, pira abi so fsaerem, em frente d
cada assento, as notss e averbaodes que Ibe forem
relativas.
Art 10. A escripturacio dos sssentos se fara
seguidamente, sem abreviaturns nem algarismos
e no fim de cada assento e antes da subscripoio e
das sssignaturas, se resal vario as emendas, entre
liabas on quaesqner oatras circamstaneiss que
possam ocessionsr duvidss.
Art 11. As partes oa os seas procaradores at-
signsrio estes assento i com os seas nomos por la-
tairo, e aaam tambem as testemonbas, nos casos
em que si > necessarias.
Sa cocotudo algosas destas pessoas nio puder
eserever por qaalqner circamstaucit, far-se-ha de-
claracio disto no assento, aasigoando a rsgo outra
pessos.
Art 12. Antes da assignatara des asseotos, no-
tas oa averbacoes, serio estes lides s partes, on
procuradores deltas, e is testemonbas; do qae as
far maocio, como se pratca as eserptarss pa-
Mlsss
Art 18. As testetnonhas para ftosj
registro civil dsverio ser, sempre que lr possi-
ve?, varSes, livres e maiores de 21 annos. Em
nenhum caso se admittirlo como testemnnhas os
menores de 14 snnos.
Art. 11. Tendo bavido algam erro oa omissio
do acto do Isncsmento do assento, de modo que
seja necessario faser slguma emenda oa addicio,
etta.se reservar para o fim do assento, proce-
dendo-ie como no caso do art. 10.
Art 15. Depois de concluido e sssignado o as-
sento, se em acto successivo e presentes ainda as
partes e testemunhas se reconbecer a necetsidade
de alguma rectificaclo, fsr-se ba ella por declara-
dlo escripta em seguida ao mesmo asseotos, e
como este subscripta o assignada pelas mesmss
pessoas.
Art. 16. Fra dos cssos previstos nos artigos
precedentes, nenbuma rectificaclo se poder iaser
sanio vista e por virtude de decisio do poder
judicial, em devidos termos, s qual ficar archi
vadsrT
Art. 17. A. rectificaclo, de que trata o artigo
antecedente, resultante de decisio judicial, se far
por meio de um novo assento, escripto em aeguida
ao ultimo qae houver no livro respectivo; em
frente d'aquelle e do asaseoto primitivo se lau-
carlo notas remissivas, core a necessara clares,
de modo qoe tornam conbecida a relacio entre os
dous asientos.
Art. 18. Serio consideradas nio existentes e
sem efieitos jurdicos qnaesquer emendas e altera-
c5es pssteriores, ou nio resslvadas nos tormos
deste regulamento; e os empregados do registro,
qne as tiyerem feto, fiesri snjeitos responsa-
bilidad- criminal, e civil, qae no caso couber.
Art. 19. A' mesma responsabilidsde ficario su
jeitos os individuos quo, nio sendo empregados do
registro, prsticarem essas alteraeoes e emendas.
Art. 20. Depois de escriptos e assignados oa
sssentos, os empregados do registro s os poderlo
annotar oa averbar nos casos c pels forma neste
regulamento determinados.
Art. 21. Oe eaeriviea do registro civil nio po
deiio lavrar asseotos referentes a si, oa ais seus
parentes afijas at o 3 grao, fasendo nesses
cssos as suas veces os legtimos substitutos ou
tapplentes.
Art 22. No ultimo dia do anno encerrar-ee-bu
a escripturacio a elle correspondente, lavrando
para esse fim o eocarregado am termo, que de-
clarar em cada livro o numero de asseotos sber-
tos, e devendo esse termo ser rubricado pelo juis
de direito ds comarca, oa pelo municipal ou subs-
tituto na forma do art 5. (Modelo n. 5).
A cada am dos livros de registro civil fiados
juntar o respectivo escrivio um ndice alpbabetico
dos asseotos oelles lancados, organisado pelos no-
mes dss pessoas a cujo nascioteato, casamento oc
bito se referirem.
Art 23. Esgotadoe os prasos estabeleciios neste
regulamento, oeobu-joa declaraclo para registro
ser atteodids sem ordem do jais de pas, que ro-
po r a quem nella ti ver incorrido a multa que no
caso couber.
ss colonias serio es juises muaicipaes dos ter-
mos s qae pertencerem, os competentes para ex-
pedir a ordem e impdr a multa.
Capitulo III
Da annotaclo e averbscio dos asseotos
Art. 24. Para ter lugar a annotaclo de qual
3uer assento do registro civil pelo escrivio do jais
e pa competente nos livros correntes e pelo se-
cretario da cmara municipal nos livros nados,
necessario mandado do uis muuicipal do toroso
respectivo os do jola de direito, as comsreas es-
peciaes, designando o sssento qna deve ser anno-
tado e a nota qne se deve faser, salvo o disposto
no art 41.
Art 25 O jais municipal on de direito as co-
marcas especaes, competente para admittir as
partes a justificaren) parante elle com citac&o e
audiencia dos interessados e do promotor pub'ico
oa seu adjunto, a oeceaaidade de supprir on res-
taurar o registre, quando olo o hajs, da rectifica-
co do mesmo, os parte em que contiver algom
erro, engao ou inexactidio, oa em que se tiver
dado omissio de tacto ou circunstancia easencial.
Provados os factos allegados, o juis julgari a
justificsclo por sentones, ordenando nesta qae ce
passe mandado de rectificaclo do registro, com
especificada declaraclo das factos qne fasem o ob-
jecto da rectificar;! >, oa de abertura de aovos as-
seotos, conforme o csso.
Art. 26. Da sentenca, que julgar ou nio, pro
cadente a jastificacio, poderlo as partes inters -
sadas e o promotor publico sppellar no prsao de 10
das, cootado da intimaolo da sentenca.
Art. 27. Estas appellaces serio interpostas
para o jais de direito, quando a sentenca fdr dejis
municipal, ou para a relacio, quando fdr de jais d -
direito nss eomareai especiaos, e serlo recebidas
ni effeito devolutivo.
Art. 28. Para ter lugar a averbaoio Je algum
asseuto, nceseario q >e as partes aprsenteos ao
eospregado do registro, sentenca, maulado, certi-
dio ou documento legal o authentico, donde conste
a mudanca do estado civil dss pessoa, a que o as-
sento disser raspeito."
Art. 29. Apresentaioa os mandados de que trata
o ait. 21, o empregado do registro lanzar,em cou-
formiiade do que nelles se determinar, e ussignar
as notss competentes na columna em brando, em
frdoto dja ssentos rectificaadoa, com declaraclo
dos msodados e datas destea.
Art. 30. Apreseatadas as sentencas, certidoea
on documentos, de que trata n srt. 28, ainda que
se rrfiram a pessoas, a respeito dss quses os ss
sentos se acbem em livros findos e recolhidos ao ar-
chivo muuicipal, o escrivio registrar essas pecas
do livro corieate, e far em frente desse registro,
e do assento primittivo (se este se acbar no mesm
livro), as notas remissivas de qae trata o art. 17.
Art. 31. Se o assento, a que a sentenca, certi-
dio ou documento se referir, estiver em livro findo,
ao archivo municipal, o escrivio, depois de con-
cluido o novo registro no livro correte passar
certidi) dess.- registro, afim de ser feita pelo se
cretario da Cmara Maoicipil a avf rbacio compe-
tente, msi cima ficoa dito.
Art. 32. Os registros das sentencas, eertides
on documentos donde constar a raSRlaoca do estado
civil das pessoas, cajos oaseimentos va caaameatos
j estiverem registrados, f .r se-bio por extracto do
que nelles houver de substancial, sempre que essas
peejas forem i!. exreosaa que as costas do lai ci-
mento tierfto ad verbum excedam a 5/000.
Art. 33. Oa esenvies dos juises de pss e de-
mais empregados do registro civil, quaoto aos as
sentos, notos e averbacS-s dos livros correntes, e
os secretarios da* amaras muaicipaes, quanto s
notas e sverbaooes dos livros finios, guardarle
sob sus responsabihdade, convenientemeuto em-
massados e rotlalos com os nmeros de ordem
correspondente aos assentos, oa documentos que
Ibes forem relativos.
Art. 34. No caso previsto no art. 31, o lanoa-
mentoou regiatro da certidio nio se pod-r demo-
rar por mais de 48 horss, depois de apresentada
ptla parto, ou remnttida ex offieio pelo jais de pas
oa pe o presidente da respectiva municipalidade,
sob as penas do srt. 46.
Art. 85. Os documentos e procuracSee, que fo-
rem apresen;adoa para se lavrsrem os assentos a
que st- referen os arto. 11 e 19, serio rubricados
pelo apresentante, e emmassados e rotulados do
ssodo proscripto no art. 38 ; acompanbarlo os li-
vres nodos para o archivo da oauara municipal,
onde se conservsrlo.
Art. 36. O ostra vio destea papis sojeita i res*
SODsabilidade civil e criminal os seas guardas os
epositarios.
Art. 37. Se s parda resaltar de incendios, ala-
gamento on outro caso fortuito, a reforma dos li-
vros do registro se far euata do oofre da reapec-
tiva monicipalidade. Se resaltar, porem, de negli-
i cuata dos mesaos e na falta euata da manici-
palidade.
Art. 33. Os escrivies encarregados do registro
e secretarios das cmaras muaicipaes poderlo dar
s partes, sem dependencia de pe ti co e de despa-
cho, certidio dut asseotos, -iotas e averbacao do
registro ; e deverlo, sob pena de responsabilidade,
traoscrever as certdS-s, qae passarem, dos as
seotcs, ss notase averbacoes qao Ihes forem rela-
tivas, ainda qna niosejam pedidas.
Art. 89. Estas certitas farlo f em juiso s
meute para provar os factos coastantes do registro,
de couforrida4a ." o di*posto nos captulos, 1,
2 e 8e do titulo S9 deste regulamento.
vArt. 40. Para que es assiu'os de oaseimentos,
casamm'ot oa bitos de brasileirof em paisestran-
geiro sejam considerados autbenticos e produsam
os efteitos juridiaes dos asseotos do registro civil
do uoperio.' neeessario que tenham sido ieitos se-
gando as leis do pas em que foram passa i s,
ou que tenham sido pasaados nos consulados bra
zileiros nos tersaos do presente regulamento, do
regulamento *SBjft*ir expedido com o decreto n.
4,968 de 24 Majo de 1872, e mais legislacio respec-
tiva.
. Art. 41. Logo depois de concluido qualqaer
assento de casamento ou bito, oa forma por que
adianto so preceit;, o crucial do registro notar
o facto, mencionando os n >mes e datas nos regs-
tros anteriores referentes ao estado civil dos con-
juges ou da pessos fallecida. certidio dos as-
sentos dever comprebeoder todas as notas qoe lbe
digam resoeito.
Capitulo IV
Dos emolumente", penalidades e recursos
Art. 42. Os offijiaas do registro e secretarios
das cmaras mioiciptes cobrarlo os seguales
cmolumMitos: '
Si. Pelos registros, OOris.
j 2.* P. la anUotaclo oa averbaoio de qualquer
assento, na forma dos aits. 29 e 30, VOJ i>s.
S.o Pelas *eefti5.-s. 400 r's por laada ds 33
iialias, conteni cada linha 30 letras, pelo menos.
| 4." Pelas boceas, 2O0aris por ano, contadas
os sanos do segando em diante, depjis da data do
asseuto.
E j nenhum cas.-, porm, se cjbmr a titulo de
busca, mais de 54 ; a m le cobrar mais de 5J0
ris, se a par'e indicar o mis e o anno do assento.
Art. 43. A despeta do registro das sentencas,
certdes e documentos, fsito verbo ad verbum, a-r
calculada de conformidad; com o disposto no 3*
dojartig) antecedente.
Art. 41. Nio te Cobrar e n^.omento algum
pelos registros, annotao se uverbimentos, rslati-
v.s a pessoas notoriamente pobres.
E' ourKcieute para provar j ,bres. notoria quan-
do impugna Ja, a declaraclo dos respectivos pin-
chos, juises ds pit ou subdelegados dr polica.
Ait 45. Se os empreg*d>s do registro civil re
cusarem faser ou dtmorarem quadquer registro,
averbameuto, anuotar;! >, ou uertidi', as par es
prejadicadas poderi') queixar-se ao juis de pas ou
so municipal, ou, as camarcas especiaes, ao jais
de direito, conforme a recasa vi demora foi do es-
crivio de pas oo do saeroiario da camaia.
O juis, ouvindo o empregado, dicidir com a
maior brevidade.
Art. 46. Seoo ajusta a recusa ou iujastifica-
vel a demora, ojoisqua tornar conhec ment do
facto podar impfir ao empregado do registro a
multa de 20^ a 50/, e ordenara, sob peas de pri-
sio ocrreeioual d* > a 20 dias, que no pr nimpro
icgavel d- *j seja feitoo registro, aonota(io,
\ Art 47. Os pfow ^pubiicos e s. as adjuntos,
sob peni d- reepoas .^mdade, inspeccionar!, ao
menos urna ves por anno, os livros do registro civil,
denunciando os esorivies encarregados do mesmo,
ju secretarios das cmaras muaicipaes, quo no des-
emp nho das obrigac3e<, que lh-'s alo commetti-
dss por est regulamento, forem negligentes ou
prcViricau -na.
Do resaltado dessa inipecel) darlo logo parta
so presidente da provincia.
Art. 48. Oa juises ds direito, oas condices qne
sbrirtm, examinarlo tambem cases livros, e pro
verlo a respeito deiles como fdr conveniente.
Art. 49. Das deciaoea dos juises de pas e dos
aiunieipaes ou de direito, em materia de registro
civil, abar s partes interessadas o recurso de
appellacio nos termos dos arts.^26 e 27.
Art. 50. Toda pessoa, oacional ou estrangeira,
que, Mudo obrigacla de dar registro algum
oaocimento, casamento ou obiro, alo fiser as de-
ca ruco a competentes dentro dos prasos marcados
oeste regalameoto, incorrei na multa de 54 a
204, elevada ao duplo noeaso de r.-incideacia.
Art 51. Si> competentes para a impstelo da
multa de que trata o artigo antecedente :nos
da trie tos, os juiaes de pal, as colonias, os res-
ptetivos directores, com recorio em ambos os easo*
para o juis de direito da comarca, nos navics de
guerrs, os comman tantea, com recurso para o
chefe do quartel-general da armid*, nos navios
mercantes em viagem, o capitio ou mestre, coto
re 'ura i para o censal do primeiro porto estrangei-
ro em que entrar o navio, ou para o juis de direito
da conarca, onde registrar-se o termo de bordo.
Art. 52. Incorrem nss penas do erime de fal-
sidade os que jpraticarem os actos especificados
nos arts. 18 e 19.
Os que eommettorem o crime previsto no art. 36,
ficam snjeitos s penas do art. 265 do cdigo
criminal.
(Continua)
u'.t rm, r-fereute a despea a faser-se com o en-
ten-amento de praei- do 14 batalbio de infan-
tera.
Igual ao iuapdctor da Tocsouraria de Fa
senda.
Ao mesmoRe nett i a V Ex:, as inclusas
guias de expedicio de medicamentos destinados
pbarmaeia militar deata provincia.
R.'Commcndo a V. Exc. qae opportuaameote
transmita a quitacio dos artigos que forem reci-
bidos afim de ter o conveniente destino.
Ao desembargador procurador da corda,
soberana e faaenda nacional.Transmits a V.
Exc. os iocla03 oapeis, em original, para que se
digne de emittir aeu parecer acerca do qoe repre-
seutou o juis manicipal e de orpbios dos termos
de Qranito e Ex, bcbarel Augusto Fredenco de
Siqueira Cavalcaute com refereucia a coademaf-
{Jo do escravo Patricio, em officio de 7 de Novem-
Oro ultimo, c sobre a iuf irmaclo que relativamente
ao mesmo assumpto prestos o juis de direito da
comarca de Ouricury, bcbarel Joaquim Alcebia-
des Tavareo de HilianJa em officio de 17 de Ja-
neiro deste anno.
Ao iospector da Tbesoararia ds Fasenda.
Remetto a V. 8., para seu conbecimento e devidos
fias, copia do aviso expedido pelo Ministerio da
Querr sobre previdencias dadas no sentido de ser
distribuido essa Tbesoararia o crdito de
15:7734966, afim de occorrer ao pagameoto recla-
mado petos negociantes Ridrigo Carvalbo &C-, so-
bre os quaes essa iuspectoria prestou a informaclo
de 21 de Janeiro proxmo passado n. 52Remet-
teu-se copia do aviso do director do Arsenal de
Querr.
Ao mesmo.Eui resposta ao seu officio da
22 de Feverero ultimo, o. 116, declaro a V. 8.
quo vista do tele.gr imma junto p>r copia, expe-
dido a 2 do corrente pelo Ministerio da Fasenda,
maotenho a decisio deata presidencia de 30 de
Agosto do anno passado, no sentido de nio ser re-
colhido o imposto de li %> referente a lotera de
1.400:0004000 em beneficio da Colonia Orphaoo-
logica Isabel antea da respectiva extraccio.
Ao mesmo.R.-metto a V. 8. para os devi-
dos fios, copia do aviso do Ministerio da Querr,
de 6 de Fevereiro ultimo relativo a cencessio dos
crditos de que trata a lulormaeio desaa Tbesoa-
raria de 29 Je Oesembro do anuo pass id >, m, 816.
Ao mesmo.Para os fina couvei.ientes trans-
miti a V. H. a inclusa copia do officio de juis mu-
nicipal e de orpbios d termo de Vi lia-Bella, ba
charel Francisco Jos de Meira -oorioho, datado
de 3 do corrente mes, n> qaal declara qa se
acbando ptooanciado c jtjo ircurso no art. 161) do
cdigo crimiaal, fra abiolvido pelo Supremo Tri
buoal da Rolaolo do distrieto.
Ao mesmo. Remetto a V. 8. para os da-
vi ios fias copia do aviso do Ministerio da Mari-
aba de 17 de Fevereiro ultimo, n. 261, relativo a
cooceeaio de crdito verba Arsenaes do
exercicio de 1886 -1887.
Ao mesmo. Rem -tto a V. S. para os de
vidos fios, copia do aviso do Mioistero da Mari-
aba de 9 da Fevereiro ultimo, n. 219 relativo a
coocesaia de cr-dito verba Forja Naval do
ex-rcicio de 18861687
__ \o gerente da Oompanhia Pernambocana Ja
Navagaclo. A vista do que expoe oo officio de
3 do corrate permuto que a primeira viagem deste
mes aos portea do norte, tenha lugar no dia 13,
aa 5 horas da tarde, por ter o vapor S. Francisco,
que devera effectual-a, seguido naqnella dato para
oa partos do sol, em coosequencia de exigencias
do coumercio. *
Ao ju's municipal e de orpbios do termo da
Bscada. Declarando o Etm. Sr. ministro da
agricultura, commercio e bbrai publicas, em aviio
de 25 de Fsvereiro ultimo, sob n. 9, qoe, para
resolver sobre o pagamento de 1:0004001 solici-
tado pelos herdeiros de Antio Joaqoim dos San-
tos como indemusaclo do eaeravo Manoel, liber-
tado ntsae termo por coota dj fondo de emanci-
paclo. devem elles exhibir certidio do accordlo do
Tribunal da Relacio do districto, e provar que
paaaou em julgado, assim o oommuoico a Vjjo.
para oa fias convenientes.
Ao inspector geral da Inatruccio Publica.
Concedo a aatorisacio solicitada por Vmc. para
justificar as faltas de exdrcicio eacjlar da profes-
aora Marcotiua Furtado da Silva Cabral, de que
trata em seu officio n. 51 de hootem datado.
__ Ao inspector Jo Arsenal de Marioha.Para
que possa si-r resolvida a reclamacao dos opera-
rios que trabalbaram naa obras da casa de resi-
dencia dos pharoleiros das Boceas e de que trac
tam os inclusos papis, que serio devolvidos, baja
Vmc. de transmittir, em cumprimeoto do aviso do
Mioisterio da Marinha de 22 de Fevereiro fiado,
as oformaedes a que se refere a contadoria da
marinha nosoffioija o. 110 e 150 le 3 17 do mes
Coserao
da prosloeFa
6 DE HABCO
OIV
ik ad1tahest0 ao bxredirstb do
de 1888
Or&cio :
Ao Sr. Aurelio Florencio da Silva Limsira,
vareador em exercieio do cargo de presidente da
Cmara de CaruaiEm resposta ao officio em
que Vmc. participa qne apesar de tres convocacoes
anda nio foi posaivel reunir a Cmara, por falta
propositalde alguas vereadoree, afir de proceder-
te a apareci da eleicio de vareadores pra o
actual quatrieanio, recommeudo-lbe qae sem perd*t
d tempo, convoque de novo a Cmara e si anda
urna ves repetir-ae o facto. convoque os vereado-
ree do quatri.-nnio anterior nos termos da n tima
parte do art. 231 do regulamento expedido com o
dec. o. 8213 de 13 du Agosto de 1881; e vista
do art. 234 1 do citado regalameoto me traos
mitta ama lista doa vereadores remisjos.
EXPEDIENTE DO DU 7 01 HAEfO DE 1888.
Actos:
O viee presidente da provincia resol ve proro-
gar, por dous meses,-a liceoca concedida, aem ven-
eimeutos, em 4 do Janeiro ultimo, ao procurador
fiscal interino da Tbesoararia de FaEsnda, bcba-
rel Olyupio M.rques da Silva, para tratar de sos
saude onde Ibe consier.
O vic presidente da provincia, em execuolo
da lei n. 2396, de 10 de Setembro de 1873, resolve
aomear J j!o Carisostouo Leiiio Rangel p ira o
posto de capitio da 8a companbia do 67 bata'hio
do sernoo activo da guarda oacional das comar-
cas da Oiiada e I francisco Coklss Teixaira de Araujo que deixon
de solicitar a patete no praso legaLOommuni-
eou se ao comiuiniaute superior interino das co-
ssaraas.
) O vicepresidente da provincia resolve nj-
mear Amelia de Abren e Lima Qondim para exer-
ecr durante o impedimento da tff octiva o cargo de
professora de ensino primario do presidio de Fer-
aaodo de Norooba.-Communicoa se ao inspector
SBral da inatruccio publica e ao director do pre-
id'O. i
Oficios:
Ao brigadairo comssaudante das armas
------------ Remetto a Y. Exc, para os devidos_fios, JP>*
toa dolgsnoia oa ealpa do* empregados, a reforma asfir*aviso do Ministerio da Querr de 27 de revereiro
prximo passa
__ A o director geral da Obras Publicas. Re-
metta-me Vmc. conforme o fial de sena oficios
de hoje, sob n. 44, copia do contracto feilo com
Livrameato 4 C. p.ra o eagoto de aguas pluviaoe.
Portaras :
__ Declaro a Cmara Municipal de Cabrob, em
resposta ao seu oficio de 23 de Fever-iro fiado, que
os impostos cobraveis no corrente exercicio eatio
especificados oo srt. 2- da lei n. 1897 do anno
passado, os quaes poderlo sr cobrados adminis-
trativamente, si a Cmara julgar maia conveniea
te, vista da autonsacao eoneeflda pelo art. 52
da le n. 1,791 de 27 de Junho de 1883.
O Sr. gerente da Companhia Peroambacaoa
de Navegaoio mande transportar ao presidio de
Fernando de Noronha por conta dos oegociantfB
Jos Joaquim Alvos & C. os gneros constantes
da inclusa relacio assignada pelo secretario do
governo dista provincia.
Mutatit mutandii com relacio a Reis & Sao
tos. .
O Sr. gerente da Companhia Peruambucana
de Navegaoio mande conceder passagem de r at
ao Cear por coota das gratuitas a que o governo
tem direi'o a Antooio Gervasio Saraiva.
__ O Sr. gereote da Compaohia Peroambacaoa
de Navegacio mande dar pasaagem de r at Ca-
mosaim, na primeira opportanidade, a Bento Bor-
ges da Fonseca, por conta das gratuitos a que o
governo tem direito.
__ O Sr. superiotgadente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco mande conceder paasagem
de ida e volta em carro de 1 clasae por conta da
provincia da estacio de Cinco Pontos da I'.ha
ao director geral de Obras Publicas engenherro
Francisco Apoligorio Leal.
EXPEDIENTE DO SECBBTABIO
Oficios:
Ao secretario da Assembla Legislativa Pro
vinoial. -De ordem de S. Exc. o Sr. vice preB-
deate da provincia tranemitto a V. 8. paraos fins
convenientes, o balan? da receita e despea do
exercicio de 1886 a 1887 e o orcameoto para o de
1889 da Cmara Municipal de Ipojuca.
Aos eontractantes da publicacio do expe
diente do governo.De ordem de S. Exc. o Sr.
voe-presideote da provincia, remetto a Vs. Ss. a
relacio que vae annexa ao aviso circular do Mi-
oisterio da Agricultura, Commercio e Obras Pu
blicas de 24 de Fevereiro ultimo, sob n. 5, doa
privilegios industriaos concedidos dorante o aoao
passado, afim de ser publicado no Diario de Per
oambuco na firma do art. 85, do dea n 8,820
de 30 de Desembro de 1832.
Ao inspector da Theeoarsrie de Pasead.
OExm. 8r. viee-presidente da provincia, manda
remetiera V. 8. seis ordens do Theaouro Nacio-
nal de na. 82 a 87 e bem assim ama outra do Mi-
nisterio da Querr de 27 de Fevereiro ultimo.
Ao coroael Fortunato Frauciseo dos Santos,
commandante superior da guarda nacional da co-
marca de Cabrobi.8. Exc o8r. vioe-presidente
da provincia, manda acoasar o recebimento do of-
IIdo de 37 de Fevereiro, em qao V. 8. participa
baver oa mes na data assumido o commsndo su-
perior da guirda nacional deesa comarca.
Ao cosamanJante do corpo de polica.De
ordem de S. E*e o Sr. vice-presidente da pro-
vincia, commuoico a V. 8. que no sea officio de
6 do corrate, n. 74, referente ao abeno de ajada
de costo para os officiaes d.-sse corpo Tbeodoro
Tbomas Cavalcante Pessoa s Manoel Francisco
Mondes Dinis que teem de regressar aos destaca-
mentos de S. Loureoco da Matta e Rio-Formoso
foi hoje proferido o despacho seguate :
Remcttido ao Sr. inspector de Thesouro Pro-
vincial para mandar efrectuar o abooo solicitado,
de accordo cou as disposicoes em vigor .
Ao gerente da Companhia Pernambucaoa de
Navegco a Vspsr.De ordem de S. Exc. o Sr.
vice presidente da provincia, acenso o recebimen-
to do officio de 5 do correte, oo qual V. S. par-
ticipa que o vapor Qiqui seguir para o pre-
sidie de F. mando de Noronha no dia 10 ao meio
dia. Fizeram se as devidas communicacoes.
Edital.Por esta secretaria, se faz publico,
de ordem de 8. Exc. o Sr. vice-presidente da pro-
vincia, para conhecimento de quem interessar, que
segando i onsts de aviso do Ministerio da Agricul-
tura, Commercio e Obrss Publicas, de 23 de Fe-
vereiro ultimo, sob n. 1, foi indeferido 0 requer
meato, em qae Osear Destibeaax recorreu do des-
pacho da presidencia de 8 de Novembro do anno
passado sobre saa reclamacao conceroeate ao ator-
ro da cambia existente nos terrenos que lhe foram
desappropriados pela estrada de ierro do Recife a
Caruar. Communicou se ao director engenbeiro
em chefe do prolongamcnto.
EXPEDIENTE DO DIA 8 DE HAB*)0 DE 1888
Officios :
Ao desembargador procurarador da corda,
soberana e faaenda nacional. Em additamento
ao meu officio de 3 de Maio ultimo, transmiti a V.
Exc. as.inclusas copias, afim de proceder conforme
fdr de direito, com relacio ao procedimento de jais
de direito da comajea de Limoeiro bcbarel An-
tonio Ferreira de Soasa Pitonga, expedindo man-
dado Ilegal de manuteocio a favor do escrivio
Herminio Delpbino do Nascimento Lima, que por
portara de 6 ds corrente mes foi suspenso de -
80as funeces publicas.
Ao iosp:Ctor da Tbesoararia de Fasenda.
Attendendo ao que requereu o bcbarel Vicente
de Moracs Mello Jnior, nomeado juis maoicipal e
de orphios do termo de Iguape em S. Paulo, e
tendo em vista o aviso expedido em 25 de Feve-
reiro ultimo pelo Miulsterio da Juatica, autoriso
V. S. a mandar abonar-)he, sob respousabilidade
desta Presidencia, a quantia de 3004000 como
ajuda de cueto marcada pelo referido aviso ; de-
vendo essa quantia ser levada ao crdito que tem
de conoeder o Toescaro Nacional
Ao inspector do Thesouro Provincial.Fica
aeeta dato approvado, de accordo com saa iofor-
macin. 106, de 5 do corren:e mez, o contracto
de leselo da casa pertencente a Jos Ferreira
do Reg para servir de quart'l do destacamento
de Apipacos, pelo alaguel de 204000 mensaes.-
Commanicou-se ao Dr. chefe de polica.
Portaras :
Em resposta ao officio de 20 de Janeiro ul-
timo, autonso a Cmara Manicipal de Qaipapi,
conforme pedio, a comprar pe quantia de 8004
um predio pertenceate ao capitio Jos* Loureoco
da Silva Zura, para servir de pac j municipal, to-
cando porm o vendedor obrgado a restituiclo
de qualqaer quantia recolhida, si nio fdr o coutra-
cto apprcvado pela Assembla L gislativa Pro
vincial.
O pagamento da primeira prestacio pode ser
feito conforme solicita a Camama, com a quantia
que existir consignada pelo art. 1- 50 da lei o.
1897 de 1887, dependendo o das demaia de con-
cessio do respectivo crdito pela referida Assem-
bla.
O Sr. gerente da companbia dos trilhos ur-
banos do Recife a Olioda e Beberibe faca trans-
Sjrlar por conta do Ministerio da Marinha,
linda, em carro de 2a elasse, o operario de 3a
claase do Arsenal de Marioha Benigno Jos de
Figueiredo e o aprenda Jovioo dos Santos Be-
serra. que vio proceder aos coucert s de que ne-
cesita urna porta do pbarol existente n'aqailla
cidade.
EXPeDlBNTE DO 9ECBETABI0
Oficios :
Ao secretario da Assembla Legislativa Pro-
vincial.De ordem do Exm. Sr. vicepresidente
da provincia transmiti a V. S. para os fios con-
venientes, o balaoco da receita e despesa do ex-
ercicio de 1886 a 1887 da Cmara Municipal de
Cabrob.
EXPEDIENTE DO DIA 9 i E MARCO DE 1888
Portaras :
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
manda dar paasagem at Natal, por conta do Mi-
nisterio da Fazeoaa, oo primeiro vapor que seguir
para o norte, ao iospector oomesdo para a Afan-
dega da alludida capital, Luiz Emygiio Pingeiro
da Cmara e ana familia co istante da relacio,
junta por copia.Commaoicoa-se ao inspector da
Toesourara de Fazenda.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar passagem de r at as Roce*a a Anto-
nio Pereira de Queiros e sua mulher Maria Apo-
linaria da Paixio Qaeires, psr conta da. gratuitas
a que o governo tem direito.
O Sr. gereute da Companhia Pernambucana
mande dar paasagem de proa at Macei a Feli-
sardo Antonio Das por conta das gratuitas a qae
o goveroo tem direito.
O Sr. gerenta da Companhia Psrnambucana
mande dar passagem de r at o pxesidio de Fer-
nando de Norooba ao secretario do mesmo presi
dio capitio Manoel Aeeioly de Moura Qondim por
coota das gratuitas a que o goveroo tem direito,
assim como a sua mulher e urna fiiha, e proa a
urna criada.
O 8r. gerente da Companbia Pernambucana
taca transportar por conta do Ministerio da Quer-
r ao preaidio de Fernando de Noronha para onde
deatacam o offioial, praoas e suas familias con-
stantes da relacao junta por copia, bem assim
os presos mencionados na dita relacio os quaes
vio all aguardar decises dos p-ocessos a que
responderam.Officion-se ao inspector da The-
souraria de Fasenda para ajuaiar coutas ao refe-
rido oficial e commouicou-se ao bngadeiro com-
mandante das armas.
__ Sr. gereote da Companbia Pernambucana
mande dar passagem de proa at e presidio de
Fernando de Noronha a Maria Qonoalves do Es-
pirito Santo, mulher do seotouoiado Jos Fran-
cisco de Lima, por coala das gratuitas a que o
governo tem direito.
dem a Maria Francisca Ferreira dos Santos,
uitaer do sentenciado Mauoel Ju venci de Oh-
-




9


no
veira
__Idern a Maria Lus do Espirito-Santo, mu-
lher do sentenciado Angelo Alves de Jess.
dem s Joaquina Maria d*, Conceicia, me
do senteueiado AvelinQoncalves de Olivtira.
Commnnicoa-se ao director do presidio de Fernan-
do de Noronha.
EXPEDIENTE DO SBCRBTAS10
Oficios: .,
Ao agente da Cimpanhia Brasileira de Na-
vegaoio.Do ordem do Exm Sr. vice presidente
da provincia, acenso o recebimento do offioio em
que V. S. partieipa que o vapor Para chegou dos
purtos do sal, boje, s 6 horas da manhi, e segis^
para oa do norte, at Manos, amanhi, As 5 boraja
da tarde. -Commuaicoa-ee ao director da Directo '
rio do Commercio da Secretaria de Estado dos Ne-
gocios da Agricultura, Commercio e Obras Pa-
Olios s.
Ao gerente da Componbia Pernambucana. -
De ordem da Exm. Sr. vice-presidente da P*"0*"'
cia, ooiamanico a V. 8. qafrPf despacho de aoje,



tabaco---QuarJi-leira 21 de Mar










i



1N
Meare GomtiM tsbosp rlr lo pr esid *a
faraando de Naroaha genero* aemtmm do
reUcio inclatsCocr.manicou-s" ao director do
prendi de Feraando de Noronb.
Ao nesno.O Exm. Sr. vicepresidente da
provincia manda declarar a Vate, que concedeu
licenca a Albina Remandes 4V C, aficn de embar-
caren para a ilba Rata, com deano ao rente
da *mprtaa braaileiraPoosphato de Calos ge-
neroa eonatantea da retaceo janta.Communicou
ae ao direetar do preaidio.
Ao inspector da Arsenal ib Manas a. Ha
arden do Exm. Sr. visa-pissid rnte da msaviuna,
acenso recehito o (Jacio da 7 da ce traerte, aa
a. 60, em que V. pawtinnshhavar, era data da
6, reaaaamido o reopoctivo eeercicio o ajedaote
deaae araenal, 1 llanto Leopoldo Bandeara de
Gooveia.Commoniasa-se ao aeptetor da The-
aoarana de Fstenda.
Aa gerente da Caixa Fiscal uo Eoglis* Bao*
o Rio de Janeiro.De orden do Exm. 8r. vice-
preaidente da provincia, aecoao o recebimento do
asocio, de 7 do corrate, com o qaal V*. 8. enviara
o balaaeete dai operacoes e ffectuadas por eaaa
caixa filial, dorante o mea de Fevereiro ultimo.
__ Ao director do preaidio de Fernanda de No
roana.De orden do Exm. 8r. vioe-preaidente da
provincia, conmonico a T. 8. que segoe para esse
preaidio o capitio lianoel Accioly de Moara Gin-
dia, afim de reaaaomir o exercicio de secretario,
vate ter resignado boje o reato da Jicenca, em
cojo goao ae ochava.
ISffFA WIRtl
ito lembrar que o oltimo gabinate
iram na
deita ot-

OaaPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 19 DB
Mitayo DB 1S6H
Antonio daa Chagas Rodrigues Hacha-
do, Francisco Correia de Mattos, Jos A*;-
vedo da Andrade, Haria Jauuaria ia Con-
ceicao Gruimarae, Rodrigea Lima
Rtmettfrlos ao Sr. inspe-rter do Tbesooro
Provin ial para attender de accordo com as
ordena expedidas.
Andr de Albuquerqua Mello.Informe
o Sr. inspector do Tbesouro Provincial.
Bacharel Joao G-ome3 Barbosa da Al-
sseids, Manoel Paulo de Albuquerqua.
Deferido com offioso desta data Thesou
raria de Fazenda.
Mesa regadora do Senhor Bom-Jesus das
Chagas.Reraettido a Sr. coronel oom-
mandsnte das armas interino para atten-
der.
NickS da Silva Qusmao.Sira.
Dr. Pedro da Ounha Sauto-Maior.Re-
mettido ao Sr. inspector do Tbesoo.ro Pro
Tncial para tomar em constdaracSo.
Tnomaa de Aquino Alencastro.Ao Sr.
eommaadante do corno de policia para con-
ceder batea do eervnco.
Cspitio Joaquim Ramos da Silva Mo-
reiraSim, a contar do termo do pr^ao
marcado pelo despacho de 24 de Uutubro
ultimo, nao sendo mais admissiveU, quaes-
quer outras' allegares, terminada a pro
rogarle boje concedida.
Secretaria da Presidencia de Peraam-
buco, 20 de Marco do 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartiere da Polica
2.*s*ccao.N. 216. -Secrattria de Po
licia de Pernambuco, esa 20 de Marco de
1888.Iilm. e Exm. Sr.-Participo a V.
Exc que tuam bontem recoihidoa Cata
de Detencao os seguintes individuos :
A' minha ordera, Mi noel Joaquim Ta-
vares e Eduardo Horteacio da Ruaa,
aguardando comrounicayao offioia.
A' ordem do Dr. delegado do 1* da
tmle-da capital, Mauoal Antonio do Naa-
cisaento, Joaquim Sabino de Barro a < teiro, Joaquim Octavio cha Silva e Prancie-
co Tertuliano Beaerra, es dous primeiros
por crime da Curto, a estes por disturbios.
A' ordem do subdelegado do Recita,
Liberato Augusto de Lima, por uso do ar-
mas del ': 3i a.
A' arde-a do da Santo Antonio, M .reto
?la Mara do Espirito Santo, Mari a Joa
Juina Francisca da Conceicio e Paulina
lari.i da Silva, por embriagues e diatur
bios.
A' oroero do do Io diatrcta da S. Jos,
Mari* fcVisuiina da Coocarcio, per eff-
as moral publica; e Jos Leandro de
Miranda, por embriaguez e disturbios.
Pelas 5 horas da tarde de 17 de correa-
te, foi o iaiividoo de nona* Ikfamnso Qon
calves, taveraa do Folieio de tal no lar-
go do Marcado Publico do S. Jos e na
occaai > >--ii quej nalla entreva, recaben
d'ius ferirnentos de nn iutro individuo,
cuj i oras se ignora.
ContLituio o offenddo para a Pharma-
cia I op rial, aLi me iicado, e depois
remettido pira o hospital Pedro II, tendo
o subi.'ltga.'o respectivo tomado conbe.i-
mtato do facto.
O sttbieleg4 termo de Pao d'Alho, re nett-u ao juizo
co np-'ten*. < o inquerito policial a que pro
ceduu acerca do assaasinato pnticado na
D'ssoa de Bollar-niuo Nanea Guales.
Du9 guarde a V. Exc.Mra. a Ex9.
Sr. Dr. Ignacio Joaqnim de Souza Leao,
miii!. iigoo vicepresidente da proviucia.
O chR Je pulida, Fraiiciuo Domin-
giu Ribeiro Vmna.
------------- -erssee-------------------
(laarlrl o bal alr4e>tfr lafanterla da catar
da aaeioaal d trrgamtm de da
ranada >, de linda. 19 de Narro
de 198.
Or.Utn da dio n-. 3. \
Tend a irotaaditde do 8eabr Bota Jetua doa
Pastos da G. -tea da Graca de Olinda, e a venera-
Vi 1 oroViu ;i de s. Fr-ioeisoa,envidado a prinei-
ra para *. inpinhar a prociasSo lo meim i rio
Jeana, e a guada a do Senuor Merlo, SBai con-
vido at >doa oeS'i offieiaeapara eoDparceerem ao
qrxartei o ente commando iaterino m diaa 22 as 5
h-waa da tarde, 21. Aa.3 1(2 boraa, e 90 a 4 korsa,
tedo do correr f? mes, deveedo os 8ra. omViaei qae
aaaeatirem ac eonvitea ompareeor aniforniaaaW
ae accordo ca os actos de qae ae trata,
Predrico C. da Suva Quietare.
L'apitio cemmandante ioBWino,
-------------- d>
f hesoure ProTiaelaJ
DESPACHOS DO DA 20 DB HABCO DE
1888
Cmara Municipal do IVcife, Nicas da Silva
Gusmi", estrada de ferro do Limoeiro, Francisco
Aminiu Alves da Graca, Jeroavmo Jos Ferrei-
ra, G. La porte & C, e Ferreira Caaco & C
Informe o Sr. cantador.
Oficio do Dr. procarador dos feitos, Guerra Fernandes, Manoel Jos Gamos e Cyrillo Pita de
Cirvalho. Informe o Sr. Dr. administrador da
Beosbedoria Provincial.
Vigario Joaquim da Caoba CaraleanteEntre-
gua-se pela porta.
Manoel Mara do Araojo e JpSo Jos Ribeiro de
Maraes.Certifique se.
J-voavmo Jos Ferreira.Informe a oommissSo
Vyud adora.
Contas da Colonia Isabela do corpo de polieia
Baja viste o Sr. Dr. procurador fiscal.
Frtociaco Gomes das Santos, Fausta Felicia da
Cunba Rosal, Maria Nasaretb d Jesua e Domingos
Nanea Ferreira. Registre-se e facam-se as
ama.

Cunsi.rcto-N* capelia do Gymnasio, ante
bonttm, s 7 1|2 borss da nDite, receberam-aeeoioo
esposos o Sr. Dr. Jos Mar llino da Rosa e Silva,
filbo do Sr. commendador ,Ubino Jos da Silva, e
a Exma. Sra. D. Ermeliadi de Amorim Morena,
neta do finado aommendacor Joao Jos de Ama-
rim, fundador,da illnstre familia Amorim.
Ao seto, qua foi celebrado pelo Rvdm. Sr. com-
nssnanlor padre Moreira da Gama,
aneases canvadaaa da nasibor sociei
dada.
Oapois *eile fasatn oa aoivoe pa:
resaaaacia da Exm. Mr. Dr. Praaeatn d Asis ama
e asma, na Peanaspesn da Magdalena, sendo aaanr-
paobados par todaa os convidados em grande- sa-
ma o de eneras.
A bell irenda-dj Erna Sr. Dr. Rosa esamra
eslava prsfaaaaaaa denaania e illumiaaja aasar-
oe e iaternaowote, tacna>- all a banda de ntmea
do corpo de policir.
A't 10 horas da noite foi je. vida urna esplendi-
da ceia, i cuja sobremesa f jiam erguidos caloro-
sos brindes aos noivot, seis progenitores e res-
pectivas familias, reinande em todo o festim a
maior cordialidade.
Os dignis paes do noivo, o Sr. commendador
Albino Jos da Silva e sua virtuosa ooasorte, em
Bignal de regosijo pU auspiciosa allianya entre
as duas illastres familias, declaroa livres, sem
onus neo eoadieea, oe seus cinco ltimos esera-
visados, prescindindo tambem djs servidos de doas
ingenuos.
Assim e^mpleten se a brilbanta f-ata cem nn
rasgo de philaotropia digno de imitaco, e que
sobreleva os statimcntos de seus autores.
Aos noivos e as saas illni tres e reapeitavets fa-
milias enviamos noeaas f rlioiaces.
Rerreallta dddedladEsta sootedade
elegeu sen vie--- presidente One Francisco Das, e
bibliotfaecario Ernesto Rost.
Proel* esa OsinilnAmaubi realim
se em Olinda a trtslada(ai< oa imagem do- Seabor
Boon Jetas des Pasaos da ii-rcja do Carmo para a
ntJ
Ka trxta-feira seguiote, 23 do corrente, regres-
aari para o Carma a mesma. imagen em solemn
procistao. *.
Famldade de IMreleo do Beclfe
Eis o reaottado des a-tos de bontem :
3' anno
Jos Marianno (Jamen o Lula, approvado plena-
mente.
Felippe Carm-iro1 Ro 3ri6u> i Campello, idan.
Jo&o Alfredo Ramos da Si veira, dem.
Atono Moateiro do Naecimeato Filbo, appro-
vado Hopl'-snente.
L'rcieio Nao- s da Silva Li,mxo, dem.
O eatodante do 2 anio approvado plena-
mente no da 19 do eorrent.-, foi jeronymo Emi-
liaao de Miranda Castro Jnior, e nao Jeionymo
Emiliano de Miranda Castelh Braucu, como sabio
publrcado bontem.
stefeasO Rvn. 8r. vigarioZiferiao Fenstra
Velluae, vigario da fregosla de Nossa tfeuhor
da Gre;a, obseguiou-oos boutn om un exen-
piar da sua aeteaa, eecript. pelo Sr. Dr. J. J. Sea-
bra 4 quena que dera o dr. Dr. Jos Vtente ua
Silva Costa.
Agndevesaoa.
Lsaleras nlatsrtedi>istrioaio-se houtem
o o. 2t7 deate pertoaico livre e b-imoriBUc).
SMssesMdeAe de esnamrtsauebe-
un nentan- um foibet>> com una aoatentacao de
embargos, sendo embargante Canillo Goavea de
Audtade, berdeiro testaiaenteiro a embargada An-
tonio-Joaqun) Viabas Maia, tuttsevatarse iaveo-
taFiante. advogado ua qystj o Sr. Dn Anto-
nio de Leltia-e Soasa Puntes.
Agradcenos.
Kiete&o mdnsetaal-Reeubctnjs bontem
de Uoa este leregrmBm* :
Una, 20 de M-re>.
Na eleicio niunipal obtiveram votes :
Toaeale-coronet Cesar (ij) 60
Prudencio Pineofel (L) 27>
Ignranos, entr. tanto, onde teve lugar eaea ele4-
eo.
Lioerlscct-Acaba s Sr. Joaqun Camello
de Aodrade Lian, por- seu procuraaar o Sr. Joa-
quim de AlbsquerquJ1 Andrad.- Lima, de librtar
mediante preataeao de servieos por dsus aanss, sem
prejuizo ds liberdade, se ait entre nos a escravido, a a setrs estiravisados Jos
e Valeutim, qoo so (!v .m actu.i'uotiP na, De-
tenco, presta por taren fuata do lader de sea se-
abor, raurarhjT en Ciuiii isla Grande, aa< virioha
proviucia da Parabyaa.
l'ta de atn>-a)rewaaLena ae /or-
na*' '.a carta de C'jybi, que ba poseo diaa ponli-
omos, cham-sV nlguinit mf rmipisj intareaaaii-
tes cere da uva servagen da Apa, qie, senanio
a aosso correepeadeate, f>i njalii levada para a
Eaiopa por ua frauo-a qa-r ui-u por p.jue'.'aa
p-'/rageus, txaOe a merui 1 uva pateatoado ptimas
qualidades pr* a produccSj do viahi. O Miois-
nno 1 i Agricultura ja nicebcu cepae da referida
uva, qu convenieotesaeate dis;n"aidas, mastra-
ro opportuoHmate as proprie Jnaes Jo fitseo.
A reptito da ova ldigeDa de VI i-.t.-Hr.-aso,
ctvtiiag Comi Pualittano a r. *'. Siruraaa,
lljricuitorHjaiib leuvi 1 Da capital do S Pol s fa-
seudo acompaubar esta aua exposicao plr atoa fu-
los < umoaeav da referida uv* :
Segunde a Plora BrazUteiuis, de nnrtsus, fas-
cculo 04, pag. 202, sBppomoa aer esta eapeoie'a
l'icf i idayoidf, Baker, forma typiea, visto como,
entro aa 35 <-epeeies all enumeradas como pert-a
aentea i flora do BrasH, aqaeli.a a aoicat' caja
diagnose pode ter ap.iltcaia a phtnta em qnsato
nao bvendo outra que tenbe folh-i cordiforme, le
vementc pubetoente, e eom o sinus batal dtltmdifor-
me. Aletn disto, d Martas a descrtpo&o segua-
te doi ramos: fregverdemente tormentosos e cem
gavinh'is, l-.nhotos, glabros, eylindrioos e obtuso an
nnjanjs ,-j quanto aos fructos:carnosos, presos,
quasi globosos, lisos, grosos de 3 a f linhas t com
sement solitaria.
a Dissenoa que sao condecidas 35 especies como
pertenoi ntea nuasa flira, as entro todas nenhu-
ma bu que melhor esteja as coadujoes de ser cul-
tivada aqai, porque deve ser asaa das especies
mais fortes na luta pela exist -ncia, e das nais ta-
cis para desenvolverse, vist} qae na obra citada
tnzontramo* o tegointe : Cresce por toda a Ame
vioa tropical, desde o Mxico e as ilhas Antilhas at
Montevideo e lugar denominado Entre Hvot.
Eio conseqoeacia nio clavidunos encontrar
ai.ida esta planta ^a slgums ds nossas exearaoea
peta provincia.
Ora, nota planta que pus eappurlu dirleren-
cas climatricas como estasqae na Baoador
exposta ao olor medio aanual t 26 eeutigr., e
cui M ntevi j 1 a 34,5 latitU'le tul, uio estiaaaa.
a temperatura adsade 15, a qsai martas veaaa
rtesce bastante sbaixo de 0*deve dar fandadaa
esper.ncss de prosperidad* i> aseso slrma.
O que, porm, anda ni sabinos oon corte-
sa, a p.ca da aua matoraoAo, d que tanto de-
pea le, rx ia a isto drvada s quslidade do oteso
vinbo qae nio tea carpe, res 4, nsV> trn deosrda-
de nen approximada 4 doa vtubes ea'.raageiros.
No Brasil, mormeaOe na no asi provine a, nao
se pode admitiir qae ate seja por causa do terre-
no em qae se tailiva a parreira, asm ^oe bajasfal-
ta de numero suficieote de etlorieas, porio, deve
aer attribuHfe 4 anseaeia te loa sonur directa qae
no temp 1 das couvas em qun a ave an*dur-'ce>,
maito interceptada pelaa uurana. Ningaem h jo
ignara quo a la 4 dea nnis enrgicos agentes
chimices para desenvolver o assacar e s glyces
qao tauta importancia ten pira o fabrica de bom
vifibo.
Se, pon, anataratjio de* te Vitis seyoidt* ea-
bir em poca otis anta, pads am ter toda a esp-
ranos de obter bom resaltado, tanto doa enx -rros
como talves da propria ova.
> E' bom lembrar qoe a mi.ior paita das molti-
plas especies norte americaotia deseeaden de neia
daxia de espeeiee indigeuan. 'Se elles aleancam
tanto, pjrqnnhao havemos mis de tnmScm ebegar
a bom resaltado?
O nico meio, porm, de decidir esta questao,
est aa propna experieocia e como varios distinc-
tos cavajheirsa deata eapital j se muoiram de es-
taeas para este fia, nao ba divida qae em psteos
sanos obteremos solufo definitiva. *
Villa deUuarasu'--Etcreveram-nos em
30 do corrente:
Comeeo por diser-lhe qae foi recebida con
maitissimo prsser a noticia da que o eonselheiro
Joo Alfredo Corris de Olivara ffira encarrega-
do de organisar um gabinete em substitaico ao
do Bar&o de Cotegipe.
" Niohouve, certo, mndme poltica ; mas o
fseto de ser ebaoado para dirigir a nio do Esta-
do om illnstre prrnambucano, nio poda deixar de
encher de entbasiasmo o cor 100 d'aqaelles qoe
estremeoem pela trra que servio-lhes de berco.
Accresce que o norte beia pouea importancis
ia merecendo dos ltimos govemantes, nio vindo
' par pernambucan- aatiquisaima, tan
tdata ds 12 de Maio de 1865 e govetnou
om nuo, dout metes e vinte e om das.
O eonselheiro Joio Atfredo nio um harneo
O3V0, sobram Iba tados os requititot nstessaaa
para qae mereoa o titulo de perfeito estadista.
< A vida publica de S. Exc. pode servir da
srmplo, porque ella representa a trplice nllianoa
do Oiio, do justo e do honesto.
Se os liberaes procuran, em liagusgsm bsixs
e ridicula, ntgar-lbe o merecimento qae tem, em
pallideeer-lhe o brilho, tomento porque, no di
irr de Stael, o grande erro dos exaltados em poli-
a jj, ac attribniren a.seus adversarios todo genero
de bailesa.* da tastos.
a A canaeianeia, poi a, dis-lhet coota nuito
anverta da son affixinaui e estoa bem conveneidD
smque nnstan nluataro delles (a parte sensata) pre-
ihria easmmr te. san PlatSo, a encontrar a oar-
dnfk com antros piniosopkos.
A liaatnes sartas ttane oorido, por naitaa vs>
tea, juiso llsongoiro ao dlstincto cholo do partido
conservador de Pernsmbnco.
a Nio preciso enxergar longe para prever qoe
o gabinete de 11) de Marco, presidido por 8. Etc.
ha de figurar em lettras de ouro na historia pa-
tria, seoo como o mais proveitoso, ao menos co
noanrdit qae imltmee imUag-iss se abe offara-
cer causa publica.
a A ebilicj inmediata da escravidio, peasa-
inento coosigaado no programla do mesno gab
nete, por ai s vais mas epapee, d direito 4 im-
mortal idjtde.
Funecionoa a 12 do corrente mes a prime ir
sessio do jury desta auno, servindo os respectivos
funeciun ino Drs. H.aballo Florentino Correia de
Mello e Francisco X .vier Paes Barrato, jais de
direito e promotor pnblioo.
a No primeiro da bouva falta de numero legal
de jnises de facto e, tendo bavido adiamanto para
o da 14, somente a 15 entrou em julgamen'o o
reo Manoel Peruira da .Silva, cvnhecido por Ma-
noel Coboclo, proouoeiado no art. .193 do cdigo
criminal. Foi defendido palo pratussor Miranda.
Aecioli e condemaado a ^ais perpetuas.
a II-juve appellauao ex-oficio por parte do juis
substituto, que por ia.ejuaouio do effectivo, pre-
sidio a aeasao.
a No dia 16 foram julgados dona precessos. No
primeiro era reo Manuel Eiequiel da Encarnacao,
pronunciado no art. 205 da cdigo-criminal. Ea-
carregou-se da deftsa o Dr. Goutjaives da liosas.
Abaolvido. ^
a No segando figuren como rea Joio Ferreira
de AnJrade, pronunciada ne art. 193 do cdigo
criminal combinado cen o art. 34. Foi abtolvido,
servalo do defensor o advogado J>.io Fraaoiaoo
do Amaral.
a Finalmente a 17 foram julgados Saturnino
Antcni-i Reinaldo o Joio Jos Ignacio ds Barres,
prenunciados no art 125, primeira parte do eedi
go criminal. Dcfendert-oa a Dr. Goncalves da
Rocha e foram absoividos. 0 Dr. juis de direito
appelloa.
Dea-sc ltimamente uin brbaro e horroroso
assassnato as proximidades de Pasmado.
ai A natarexa doa ferimantos tornou bem pata-
te o grao ds perversidad de seas aatoras.
o faoto-comefou a ser discutida pela iinpren-
ta,.s>-m provento algam pira a causa da justisa
publica porque nao honve las.
a J assumio o exereicie de sea cargo a profee-
sora publica, rtcentemente removida de Paneilas
para esta villa, D. Ignes Barbalho Ucba Caval-
canta.
a Temos tido algunas eJmvas. O anno proaiet-
te ser abundante.
At logo.
Csrnarn'Bcreveram-nosem data de 14 do
crrante, o seguate :
a O estafeta ebegado houtem do Mee-fe a esta
cidade trouxe-nos a agradavei noticia de Ir sido
chamado para organisar o novo ministerio o emi
nente estadista, e distiacto peraambueano eonse-
lheiro Joio Alfredo Correia dolMtverra.
a Ao etpalbar-se s noticis, grande numero de
omaervadores e admirad n*es do illostre estadista,
Gteram subir se sr muitoa fugete, reunindo-ee
en easa r*o deputado provincial Maooel Rodrigues
Borto.
a Em todot*notavs-se grande contentamente, de-
clarando nes-'a occasiio o espitas CaadioO' Au-
gusto de Lagos-, que, en signal de regetije parti
felis ac ntecimenio, libertav sem cscdic^lo iguma
ose escra vo de nomo Jas, de 30 enoos de i lade.
t Desta ves os c iru-iruenses esli convencidos
de qae o lxm. Sr Or. Rosa e SiIvh, daputsds gn
m* par este Astricto, conseguir, qao en breve
seja anda realfdade, a chegadt. a esta eidade : rj*
estrsds do. ferro, a
Mttdo fcil e aecuro poj-a Ir aer
de repente pennlnt^nist- evas^m-nas
a segaiate :
a Sos, do primeiro deop so oltimo hocejo
que fecha oa trabalbot e os .atados do dia, somos
engaoados, defraudado], trabidos com o alimato
quo aos deve nu-rir, com a bebida qus nos deve
saciar a cele ao alegrar; e ha algum infeliz quo
em todo dia pin diier que ni? levoc ax>s labios
se nio a-mentira.
O chocolate que nos leva ao Isfto a creada
ooutm pouco cacao e mui:o amido.
Accendemos o cig >rro pela manbi' e c fumo
seibo e variado toi renovado com ama piedosa,
mas pouco s tintura.
Fazem is um modesto almoc;o de c>f com le -
te; mss o caf ni, caf e o lerte nio leire. Em
vez do perfumado grao africano servem-not-o com
agu4. "lites vos, se tambem no asaucar nao se
an u:i alguma insidia !
Dspoia das fadigas de um dia inteiro de tra-
balbo teudes direito de jsatar ; as em cada pra-
oo o pro ductor, o veadedor e o revendedor vos pre-
paran um eagaoo.
a A tapioca da vosea sopa a&i exactamente
amido de mandioca, mas fcula de bit ata. Acar-
ee, que deve ter 'de um aaimal sem soxo femrai-
a; ot aromas com ot quaes a vosss cothrheira
tttm temperado o vosso estufado sao fals.s ; e vi-
*gre con qoe preparis a vossa salada acido
sulfrico diluido, o aseite, do aseite de sssitona
nio tem sena i a nom?, porque de semeotes de
algodio ; assim como a manteiga eom quo foi pre-
parada a vossa fritada nio outra eousa qoe o
oleonargarina.
a O viaho que bebis, baptisais primeiro eom o
o vosso leite, toi depois tinto com s fuchiins.
a Nio ta1 lames do copinbo ds iicir, com qoe tal
ves costomais acompanbar o ultimo caf do jan
tar ; porque o menos qae vos pede acontecer qoe
seja preparado com o alcool venenoso, que nio
aleool da vide, maa das batatas !
FdlntAstaestea doa alimento e daa
bebidaA primeira mentira toi dita no Parai
so terrestre e a primeira falsificacilo dos alimentos
3 das bebidas se fes igsairnente aa primeira fa-
'briaa fndala palo turnan para- enriquecer cui-
ta dos outr ... i
Depois a arte de eaganar se aperfeicoou e eres-
ecu tan a civilisacau augmentada, tendo por ge-
nitores dous movis econmicos de primeira ur-
den ; isto a se le de emiquac-r em qoem vende
o a voataae de dispend r pouco em qu --m compra.
Qoaado esta te e esta vunti.de sa achan juntas
uio raso que escape algum beijo e delle uasca
aquella feto lhinbo, que a fraude.
O flsi&cad 't pia ter os seguales fias :
1* Dar aspecto mais agradavei au alimento ou
bebida e augmontar assim o numero dos seos
dientas.
3* Talbsr 4 comida oa 4 bebida um sabor ou
un chairo deaagradavel.
3* Augmentar o volums ou o peso.
4 Substituir 4 nercadoria urna outra substan-
cia da neama natureas, as de menor valor ou
urna outra materia que teoha o aspecto da verda-
deica e que aeja orna outra coma iateiranente
difirante.
5a Reunir em ama t ves todas estas rsses de
fraude.
Pi.ra foraar-se orna idea d.s damnos produsi-
dos pelss falslficacdes bssta o calclo teito por
Ilasvsl de qoe, so uo anno de 1855, ellas fiseram
p-rder 4 I iglaterra cerca de 175,000, francos.
KtcanuletfaJulgsn-se ltimamente no
tribunal de Manohester un intarsssante oaso de
escaov-'teacio.
A herona, por nosae Margarida Anua Prince
vulgarmente cooneeida osla herdeira de Bolton,
era accosada de ter obtido a talas te qusatias im-
portantes.
Compotera pars seo uso e rstoeira para papal-
vos s seguate historia: eslava para herdar orna
fortuna de pelo meaos dous nilhues, e spresenta-
va varias cartas para comprovaoio ds qoe disia :
assin obteve de varias pessoas sonmss qoe sitia-
gian om total de 1,600 libras.
Andou primeiro pelo Dcrbyshire e Yorkshirs
dsndo algum do dinbeiro obtido em Yorkshire ia
victimas do erbysbire, para nio levantar suspei-
tal, pagando depois parta do dinhsiro extorqaido
-em Yorkhire son a que poatatinrriiaiii*'ii ssjgss:
apanhar em Bolton.
O mais engrapado do esas, que ests gentil
Margarida tem marido e filhos com os quaes vivs,
e que lbe ignorovsm s balda.
Ia mudar de facto casa d'uma amiga de Bol-
too e depois entreva em ctmpanha.
O juis M. Juttice Csve testorounhou a sua ad-
miraoio por ver que ainda no presente aeculo se
encoetrem creaturas qus ataim se deixem lograr
tio absurdamente.
A gatuna foi condemoada a om anno de pri-
sio.
oasseeDebaixo do titule de Romauca
italo-anericanoa narram os jnmam de Roma o
seguate meto:
Hit tempos am joveu, orinada do lago de
Como a parteoceote a ama distienta familia ha
omito estabelecida em Buenos-Antas, regresa ou 4
patria an viagem de pasasen.
aAhi aanorou-se da una prima, oasonanm ella
e partirn as doas para a. mmissdp Sol, donda
voltaram em patseio ao cabo de alguna annot com
um filhioho e numerosos criados.
r Ao regretssr 4 Italia, o joven esposo nsmoroo-
se da anonada e fhgio com ella.
Soubd-Be que tinham ido para Buenos-Ayres,
anda viva um irmio da esposa trahida e da moca
raptada, qoe jurou vingar a boira da familia.
a Na Iota que travaram morrea o seductor e o
dito irmio fieos gravemente ferida.
a E l eat em, Buen os- At ras nota ioMiz: aban-
donada ; e aqu fica ama esposa trahida peto ma
rido e pela irmi, oon o marido morto pelo proprio
irmio o esa o irroio mor sondo, a
Caso tttrsshoTi m sido maito oonmen-
tado na alta seiedade inglesa o seguate facto :
So dia 4 de Fevereiro lord H w-.r.i de Waldeo,
queja oceupou imprtante logar na diplomacia, e
tem fortuna superior a 1.500.-00. 000 de readi-
ments spparecea.ran un* das jaaeilss do sai pa-
lacete, om E.iou Placo e chamou a polica.
Tinha o nobre lord a>cara enaaguentad*, o la-
bia soporicr rachao, os olbos p.sadas, o nariz ma-
chucado e con ia-lne o sangue a j >rros pela orelha
diretta.
Acndio umpolital sstniem o lord de Waldeo
cout u que fora moido a saceos por um individuo
que et-.va aa roadcfreaie do palacete.
Era es-: individ'io o major Kildare Barrowss,
cunbado da lady de Waloen.
DsitoUiSepresdur o major som a irenor resis-
tencia e, lev ido 4 presenta de um magistrado, ex-
poa-lhe os motivo da sua brutalida.de.
Esta gravemente eoi rnii lady de Waldea eo
tea medico que a considera em psrigo inminsato
de norte, reeonmsndrju que huovesae o maior so
ceg no qaarto.
Ora, nio tmente nio respeitava lord de Wat-
den osta recanmeodaeio, mas at quera torca
o netrar no quarto da mulbcr e all cummettes
toda a sol te de despropsitos.
O mujor, perdciroo a paLcaeia, atiroa-se ao no-
br lord, por ver qua estova complot anatas, be-
bado, o que alias seo costme.
lia da ser carioso o pruc. as o.
H'llionnrio eonapotllorUm milliona-
rio, apparentalo com a familia doJ Rothschiide, o
Sr. Alberto Fraacbetti, compos urna opero, inHto
da Asrael,* fel-a representsr sua eusta no 'hea
tro do Iteggio-Bmilia com lux extraordinario.
A orcheatrs era numsrojissi.na, oa se -narius fo-
ram pintados por Fontana, os vcjf.u-.inos deteobi-
dos por Edel, o papis prineipaes cantados pelo
terror MHerswiasItt e P"la Novelli.
A' primeira represeutieio assistirao ai prin-
eipaes critreos da I'alia e a'guna d" piit eslran-
geiros a quom o maestro millionario dea genero-
sa hospital rdade.
A opera foi acolbida com eothosiasm >.
Proclstensva de estamento-Foram ti-
los na matris de Alogadoa, uo dia 18 de Cjtrcnta,
os seguiates uroclamas de casamento :
Jos Baptis;a Ferreira cam Maris Escolstica
do Espirito-Sauto.
Joio Jos Ferreira com Josepha Maria Tara-
res.
Jos Mandes CarneJco da Silva com Maria Lo-
poldiua do Nascimeota.
Jos Francisco de Souza com Generosa Maria da
Conceicio.
Leodoro Jos de Lyra com Eleoteria Maria da
Conceicio.
Rapbael Rodolpho con Proaoloa Promira Pe-
reir.
Directora ti a okrsaoe conserva
cao doa aortas de Pernambuco !te-
ife. 19 de arcp de 1888.
Baiettm rneteoxolagieo
i-o
doros *r*
fP\
r a
6 n. 264
9 293
12 29'-2
3 t. 27'8
6 265
Baxemetro
a*
Toneas
do vaperj
7j034 2t,13
76l15 21,43
760ar62 21,95
75954 2L85
759"6U| 22.31
~ J1"^----- '
t'eauperttcura inuanat30*,00
Dita mnima:6,00.
Evaporscioem 2i horasao so! ; 5,'M ;
m
l
9
ta
82
71
72
78
84
isa
bra : atora.
Chuva15,"i0.
Di rece o do vento: SE com i aterra pcSes de
meis noite a' b borat e 55 a/inuros da manhi ;
SE e ESG alternados at 11 horas e 20 minutos :
E at 4 horas e 5 minutos da tarde ; variavel de
E a S8E at 8 horas e 15 minutos ; SE at 10 ho-
ras e 30 miuutos ; SSS at neia norte.
V. locidadc media do veo ton 3^08 por legando.
T?ebuloaidade media: 0,73.
Boletim do porto
3-3s Dia 19 de Mar;o a a a a 20 de Marco Horas Altura
P. M. M. P. M. L M. 849 da manhi 313 da tarde 926 a a 3-28 da manhi 2,"00 0,-96 1,-96 1,07
O engenaeieo ebefeAlfredo Lisboa.
-elieeafctiectuar-sc-bio
Hoje:
Pelo agente Gusmio, i 11 horas, na roa Mar-
ques de Olinda n. 29, de panos, cofres, loabas, etc.
Amanbi:
Pelo agente Pinto, 4 1 hora da tar le, nos. Affli-
ctos, de terrenos.
Pelo agente Silveira. as 10 1|2 horas, na rus
Bario da Victoria n. 24, do estabelecimeoto ahi
sito.
Sexta feira:
Pelo agente Pioto, as 11 horas, 4 ra Marques de
O inda o. 52, de movis para collegio.
Pelo agente Burlamaqoi, s 11 1(2 horas, na ra
da Ventora (Caponga) n. 19, de orna barcaca.
Pelo agente Silveira, s 101(2 boraa, 4 roa do
Livramento n. 37, do njoveis, mais objectos e pre-
dios.
Clava rtsajjebreaSerio celebradas :
Amanbi:
A's 8 horas, sa matriz de Santo Antonio, por
alma do Dr. Antonio Wenceslao da Omeoa.
Sexta-feira :
A's 3 horas, na Ordem 3 da Carmo, por alma
de D. Anna Clara Pereira da Silva.
rassageirstSabidos pira o norte no va-
por nacional Espirito Santo :
Heliedoro Alneida Brito, Custodio Figoeiredo,
Luis Mirones da Silveira, Fraaeisoo Goncalves
Toscano, Eduardo R. Machado, Felismioo Mattos,
Jote Neves, Joio Fernandes da Silva, Osear Dit-
mer, Dr. Alexandre ColiaretMoreira Netto, Joaeph
Letran, Antsnie P. Carneiro da Silva e aaa senno
ra, Dr. Augusto O. Viveiros de Castro, Dr. Arthur
Quadros C llares Moreira, Joio Lina Rodrigues,
Paulino ds Alneida Brito, De. Celso de Souza, sua
senhora, 2 filhos e 1 triada. Francisco Jnior, H.
G. Loureiro, Antonio Mssss, Antonio C ds Lyra
Filbo, Jovios Barreta, Alipio Minarvioo da Silva,
Psdr. Pontos, Frsacisco Pereira, Maooel Ferreira,
Manoel de Uliveira Bap'.ista, Manoel da Costo Vi-
lells, Maaoel Domiagoss de Castro, Jos Domin-
gues, Anaatocio, Raymundo, Alfredo Cavalcaate
de Almeida, Miguel Jos Rodrigues Braga, Jesui-
no Luttosa, Antonio Mara, Maaosl Lucio da Ma-
ris, Guilherme Leopoldo dos Santos, Antonio Per-
reir da Ro-ha, David Cavalsante de Albuqaer-
que, Raymundo Jos de Lima, Honorata, J. Jas
loares, Jos Antonio de Almeida, Sndalo Tupi-
nambo, Leviao Fraaeiseo da Seuna.
Saatdoa pars a Europa no vapor ingles Ma-
rinar ;
Bra. Parst, 4 filhos a 1 criada.
rl>s no ln>i-jiital Pedro II, no dia 20 de Marco, us
gu .. :
Pala Dr Malaquias :
Castracio do testculo etquerdp com ligadura
do cerdio em quatro, pelo catgut, reclamada por
hematocele com alteracio do testculo.
Pelo Dr. Aroobis :
Posthotomi pelo proceno de Ricord, indicada
por pbimoiii.
Pelo Dr. Maduro :
No hospital do convento de 8. Bento, em Olin-'
da, posthotomia pelo processo de Ricord, indicada
por phimotis.
Hoapltal Pedro IIO movimeato deste
hospital oo dia 19 da Marco, foi o leguinte:
Entraran;............... 24
Sahiran................. 24
Fallecern................ 1
Existen................... 565
Foram visitadas aa raapeotiras enfermatiaa pe-
los Dra. :
Moecoso, s 8.
Barros Sobrinho, s 9 1(4.
Berardo, a.,10 1|2.
Malaqnias, As 7 1|2.
Puntual, s 8 1|4.
Estevio Cavalcaote, as 9 l\2.
SimSet Barbota, s 9. _
O pharmaceotico entrou s 8 1/4 e sabio s 3
da tarde.
O ajodante entrou as 7 1(2 horas da manhi e
tahio s 4 1 [2 da tarde.
Iietertet da provincia-A 3 parta da 11*
lotera pelo novo plano, cajo premio grande r d .
100:000*000, em beneficio da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, se eztrahir no dia 4 do
Abr', ao neio dia, na igreja do Nossa Senhora
da Cooceioio doa Militares.
L.oerla ,
pelo aovo plano, cojo prem'o grande 60r000
ser extrabida no da 26 de Marca).
CenKerlo pntblleoObituario do da 19
de Mhrco :
Jusepha Maria da Corfceicis, P-.-rnambuco, 20
anoos, solteira, Boa-Vista : diarrba.
Alfredo Francisco Barbeta, Pernaxbnco, 14
anuos, solter, S. Jo- ; bypoemis interropical.
Mara, Pernambuco, 6 mozos, Boa-Vista ; bron-
chite.
Am.ro, Pernamboco, 4 anuos, S. Jos; fetore
perniciosa.
Zulmira, Pernamboco,, 2 aunos, Recife -, eotero-
colite.
Veotnra, Pernambuco, 3 dias, S. Jos ; t-
tano.
Alfredo, Pernambuco, 10 meses, S. Jos; dan-
tico-.
Antonio, Pernambjco, 10 metes, Da-Vista ;
Hthrepsia.
Maris, Pernambuco, 4 dias, Boa-Vista; tetauo
dos recem-natctduF.
Anua, Peroambuco, 4 anuos, Boa-Vista ; bron-
ceo pneumona.
Alfredo, Pernambuco, 7 dias, Recife ; ttano dos
receor- aascuros.
Emilia, Pernambeo, 3 anuos, S. Jos; saram-
plo. -
CHRONICA JUD1CIAR1
Tribuaal da rtelavo
8ESSAOORDINARIA EM 21 DE MARO )
DE 1888
PWBjTDB!tCIA BO KXM. SB. COMSELUEtKl
QIINTIVO DS MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's boras do costuine, presentes os Srs. desem-
bargadovea em usno .-o Itsjas, fui abarta a sees.l- .
depois de sida e aparovada a seta da antecedente.
Distribuidos e pasaadu* os feitos deram-se os
seguiutes
JULO-AMENTOS
Ualtena earpue
Paciente .
Miguel Lino da Oiveira. Mauiou-se ouvir o
r. ohefe da puicia.
Recursos eleitoraes
Do Campia Grande Rocorseate e promotor
publico, recocriuVi Jos .Vtsximiao de 01>veira Li-
na Ralator o Sr. aVaembargador Delfiao Caval-
Cinite.Negou-ts provitiLinto, unanuneuteaie.
De OiiadaRecorreote Francisco Luis da Sil-
va, raio.-md o juiso. Relatar o Sr. desembarga -
dor Pires Ferreir*.Doa-se provimeoto, outra o
vota do St. dessanbargadur .Tarares de Vasaon-
cellos.
Da Soasa. Recorraato Dr. Antonio Marques
aa. Silva Maris, recorrido Aatoaio Soveriaao da
Costa. Rebatos o 8c. dasanbargador Pines Gon-
calves Em diligencia.
Recurso crime
De Pao d'dklho'RecorreoU o juise, recorrido
Joio Baptiata de Soasa Manteua. Relatar o Sr.
desembaigador Buarqua Lima.Ntgou-se provi-
nento, unnimemente.
Aggravo de peticao
Do RscifeAggravaata Joio Ferreira da Cos-
ta, aggravado Adolpaut Fisno de Oiveira. Rela-
to; o Se. canselbeiro Quciros Barros. Adjuntos
es Srs. deseoibargadores Dalfino Cavalcaate n
Pires G*aoalv8- Ndgou-se provimeoto, anaai-
memeats.
Appellaces crimes
Do Limoeiro Appetlaute o juizo, appellados
Manoel Francisco Borges e antros. Relator o Sr.
onselheixo Queiros Barres.Mandou.se a novo
jury, uuaaimomente.
Do RecitoAppellaate o juizo, appellado Joa-
quim Aotooio Gomas. Relator o Sr. desembar-
gador Buarqne Lina Coolirmoa-is a senteoca,
unnimemente.
Da EscadaAppellante o juizo, appellado Pe-
dre Flix Antonio. Relator o Sr. desembarga-
dor Buarque Lima.Maodou-se a novo jury, un-
nimemente.
De Palmares Appellante Francisco Jo. do
Natcimeoto, appellada a justica. Relator o Sr.
desembargador Buarque Lima.Coufirmou-se a
senteoca, unnimemente.
Da CururipeAppellaato Jos Alves dos San
tos, appellada a justica. Relator o Sr. ctoseihei-
ro Queiros Barros Nio se tornou coabecimento,
contra o vota do Sr. .desembargada Ta vares de
Vas concellos.
Do RecifeAppellante o promotor publico, ap-
pellados Joio Machado Revoredo e outros. Ra
stor o Sr. conselbeiro Qaairoz Barros.Em dili-
gencia
Appeliacoes civeis
De MaoeiAppallaatos a Baronesa do Giqui
e outros, appellado o cominendador Miguel Soerea
Palmeira. Relator o Sr. desembargador Pire
Ferreira. Rovisores os Srs. desembargadores
Moateiro de Andrade e Tavares de Vascooeellos.
Foram deapreaadas ee embargos, unnime monte.
Da ParabyoaAppellante o juizo, appellado
Man. i Valeriano de H Leiio.. Relator e Sr.
cooselhairo Queiroz Barros. Revisores os Srs.
dasembargadores Buarque Lima e Toseano Bar,
reto,Confirmeu se s seutenoa, unnimemente.
Appeliacoes commcrciaea
Do RecifeAppellante Jos Fraaeiseo de Bar-
ros Reg, appellados Tt-mpsral & Filhos. Relator
o Sr. desein bargad r Ueifino Cavalcante. Revi-
sores oa Srs. deaembargadores Pires Ferreira e
Mootoiro de Aodcade.Foram desprezadot os em-
bargos, unnimemente.
Do RecifeApp.liantes D. Maria do Carmo e
Silva o oatros, appellado o commendador Maaoel
Jos Macha lo. Relator o Sr. c mselbeiro Queiroz
Barros. Revisores os Srs. dasenbargadores Buar-
que Lima e Toscano Barreta. R. forra ju se a sen-
teoca appellada, unnimemente.
PASSAGKNft
Do Sr. eonselheiro Queiros Barros so Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appeliacoes crimes
De Paulo AffjnaoAppailaato o promotor pu-
blico, appallado Manoel Vioira E. Batalha.
Da ParabybaAppellante o juizo, appellado
Francisco Ferrax de Sant'Anaa.
Do Sr. desembargador Dolfi.no Cavalcante ao
Sr. desembargador Oiveira Maciel :
Appellseoea crimes
Do TriumpasAppellsnto o juiso, appellado
Manuel Julio Ferreira.
Da EscadaApptllanta Maaoel do Nascimento,
appellada a justica.
Do Limoeiro Appellante! o promotor publico
e Antean Luis Pereira, appellada a juttica.
Do Sr. desembargador Mootoiro de Andrade ao
Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Appeliacoes crimes
Do RecinAppellaate o juiso, appellado Ma-
noel Jos de Faria.
Da CondeAppellante o juiso, appellado Ma-
ooel Casar de Souza.
O ttr. desembargador Pires Goncalves, como pro-
curador da cotn a promotor da juttica, deu pa-
recer nos seguintes feitos:
s crimes
PombslA.ipcsjaote Fraaeiseo Lea.jdro dos
i, apr^NaaV-Jlstics.
CondeAppellante o ju'.zo, appellado Ja-
cintho Francisco de Sonsa.
De Atalai Appellante Jos Francisco Roa,
appellada a justica.
Da LrusrassAppellante o juizo, appellado
Joio Hercnlaoo Rodrigues de Andrade.
Do CondeAppellante o juiso, appellados Jote
Lucas e ootro.
Appeliacoes civeis
Do CondeAppellante Aotoaio Quirino de Sou-
za, appellado Manoel Congo.
De MaceiAppellante a esorava Francisca,
P^sau curador, appellado Jcio Jos de Miranda.
Da Sr. desembargador Tavares de Vasconcellos
ao Sr. eonselheiro Queiroz Barros :
Appeliacoes crimes
De Nazareth Appellante o juizo, appellado
Joio Man sal Ignacio
Di NasarethAppellante Luis Pereira Bsrba-
ta, appellada a justica.
Do CaboAppellaute Bento Nones Pessoa, ap-
pellada a justica.
De GaranhuusAppellante Jos Baha de Mel-
lo, appellada a justica.
Appellacio civel
Do Recife Appellaate Dr. Alvaro Augusto
Carneiro Leio, appellado Jos Pereira di Amares,
DioTBIHItjOES
Aggravo de peti^io
Ao Sr. dosembargador Oiveira Maciel ;
Do commercio do RecifeAggravantes Tomaz
Bses e outros, aggravados Reis & Sant js.
Appeliacoes civeis
Ao Sr. desembargador Moateiro de Andrade :
Do ReciteAppellante a Compauhia Baluana,
appellada a fazenda nacional.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Da ImperatrizAppeilantQ o juizo, appellado
Joaqun Jos de Sant'Anna, senhor de Matbeus.
Ao Sr. desembargador Tavares de Vascooeellos :
De Pao d'AlhoAppellintes e appelmaog Aa-
dr de Albuquerqua Mallo e Jos do Oliseira Cas-
tro.
Appellacaojacommcrcial
Ao Sr. desembargadorttres Goacalves :
D) R'cifeAppellante D. Maria Joaquiua das
Dores, appellado Francisco Cecilio Fernandea da
Silva Guimaraes. aa,
Euccirou se a sessio s 2 boras di tarde.
an? -.
.rretOTfig
acoOT^^
Jue. 3 Coinmercial da cidade do
Recife
ACTA DA SESSAO EM lo DE MARCO
DE 1888
rBESIDEXC A 00 ILLM. SB. C0M11EBD.U1OB AMTOSIO S0
MF.I DE MIEAMIA LEAL
Secretario, Dr. Julio Guimaraes
A's 10 boras da uiuibl deelarou-se aberta a
sesso, estando prsenles 03 Srs. deput-,do3 Oiinto
Bastos, commendador Lopes Mchalo, Beltrao Ju-
ni >r e fiermiuo de Figu uredo.
Lida, foi approvada i acta Ja sessio auterior
e ftts-se a leitura do eeguinte
EXPEDIENTE
Umcsempiarda defoza de Fraucisco Raymundo
de Carvalho, commandaot-3 do vapor Pirapima, e
da sentenfa do jmz do direito do 1" districto cri-
raiiial desta eiriad>, efi'--.-.-i-i-J.i Moritissima Junta
Coannercial pelo Dr. Jos Nicolao Toleutiao de
Carva'ho.P>ra o archivo.
Offcios :
De 10 do corrente, da Junta doa Corj
desta praca, remettendo o bolet:m das cota
ticiaes de 5 a 10 do presente inez. Para o ar-
chivo.
O n. 4 do Jornal dos Economistas.-Sej* archi-
vado.
Diarios Ojficiaes ds na. 61 a 69.Sejam ar-
chivados. .
Foram distribuidos rubrica os sogsrints li-
vros :
Diarios de Nuoss Foaseca C. e Arftonio Gon-
calveB doa Santos Se C, copiador de William Halli-
day Si C.
OESPACBOS
Peticoes :
De Augusto Cezar Stepplc, para qae se registre
o coabecimento do imposto de sea oliicio d agente
de leil De Francisco joaquim Ribeiro de Britto, dem,
dem.Deferids.
D% Manoel Bento Borges Cmara, para que se
ds baila ne registro das o^me-eos doa seus cai-
xeiroe Balbioo Jos Robalinbo e Antonio Alves
Correia Ccmo requer
De Tiburcio Alves de Carvalho e J
meida Guimaries, para que se registre
de sociela ie en cotnmaadita que celebraiam sob
a firma* Tiburcio Atoes de Carvalho & C com o
capital de 94.9o'9tl00, tendo o fundo em eonimtu-
Oita de O:OOU0..'0 para o commercio em greisso
de gneros de .stiva, farinha ue trigo, gaz, de
conta propria ou de c.mmUaao na cidade da Ma-
cei.Archive se.
De Jos Aoiaro da Costa e Silva, da cilado da
Escada, para que se registre a proourscSo que Ihc
passara soa malber D. Francisca Chaves da Costa
e Silva outorgando poderes geraes e especiaos para
dirigir os negocios conmereiaes da outorgante.
Aprsente certido em que prove que o supplicante
oio c. mrcerciaute fallido.
Di Jos Franco Ferreira e M iSoe: Mirrias Ma-
rinheiro Janior, para que sa archive o contracto de
aociedade. em no oe ollectivo uu' celebraran sob
a firm Franco Ferreira & C, com O capital de
10:2254463, par* o commercio do r-ui.ro- do es-
tiva nests praca ao largo do Paraso n. 16.jeja
archivado.
De Witliam Ilallidajr, 4 C, para que s-j-i archi-
vada a prcrogavio do contracto do sociedado em
commandita que sob dita rin i celebraram o sol*
dao William Halliday e os comman ltanos Izi-
doro Bastos de Oiveira e Jos Joaquim Moreira,
com a capital de 60:000*000, sendo o fundo em
commandita de 4u:000$OO0, para a contiuuucao do
conmereio de ferrsgens e outros artigos nacionaes
e estrangeiros, n'esta praca, raa Mrquez de
Olinda n. 14.Archive-so na forma da ici.Nao
tornou parte n vojyico o Sr. deputado Oiinto
Bastos.
De J. Magalhies C, para que sa archive o
contracto ds soeiedade em commaadita que sob
dita firma celebraram o commanditario Z .'ferino
L iiireuco vlariios e o solidario Jos LuU da Fon-
seca Magalhies com o.capital de 8:077J52.Q, nodo
o fundo em commsndita de 4:077JI520 pravafnlm-
mercio de gneros seceos e m ilhados, nesta ei-
dade, i praca do Conda d'Ej n. 18.Seja archi-
vado.
Nada mais havendo a despachar, o I-iin. Sr.
presidente escerrou a aeasao s ll horas da
manhi.
. A. de Al-
o o n tracto
I

.

1
IND1CAC0ES uTEIS
r
Medicoa
O Dr. Lobo Moacaao, de volt: de ana
viagem ao Rio de Janeiro, conntia na
oxercicio de ana pro&ssao. Consltuas daa
10 s 12 horas da uiaalva. Especialdades
speratj.Ses, parto e molestias de senhora e
neninos. Roa da Gloria n. 39.
Dr. Brrelo Sampaio d consultas de
maio-dia a 3 horas no 1. andar da casa
a raa la Barao da Victoria, n. 51. Resi-
dencia roa Seto de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, gd
andar, de 12 s 2 da tarde residencia no
Monteiro.
O Dr. Catiro Jema medico e operador,
consultas das 11 s 3 da tarde, ra do
Bom-Jesus n. 23, 1. andar. Residencia
Travessa dos Remedios Pasaagera, portSo
n. 7.
O Dr. Alvares GuimarSe* chegado da
corte, dedicase medicina em geral, e
com especialidade s molestias do ooraeila,
palmSes, figedo, estmago e intestinos, e
tambem s convulatfes* e outras molestias
daa enancas. Reside praca Conde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e tem consultorio roa
do Bom-Jesus, n. 45, onde diariamente d
consultos do meio-dia s 3 boras da tarde,
aceitando chamado em qualquer deesas lu-
gares. Telephone n. 381.
O Dr. Matheut Vaz, medico, mndon
i
j

* i^p
*.(-..


crnambcoQuarta- feira 21 Marca de 1888
^_____.____
exsjrcicic
I !
I
,
y
para arK Oob Pht0Tn:
._ te poder ser procurado para o
Kcio da sua profieaao. D consulta de
U horas da roanba a 2 da tarde oa ra
do Barita da Victoria n. 32, 1* andar.
Dr. Cerqueira Leite, tem o bu eacripto
rio ra Duque do Qaxiaa n. 74, daa 12
s 2.auras da tarde, e dest hora em dian-
te sua residencia ra da Saiita rue
n. 10. Especialidadesmolestias de se-
ntaras e enancas. Telephone d. 326.
Oreullata
Dr Ferreira, cora pratioa nos prncipaes
hospiaes e clnicas de Pars e Londres,
di consultas todos os das das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20.
Barro Goaaaart&ea
Pode ser procurado em sen escriptorio a ra
1. de Marco n. 4, 1. andar.
O Dr. Milet tem o seu escriptorio de
advocaba, na ra Duque de Casias,
n. 50, 1. andar.
Dr. Seabra, advogado. Ra do Impe-
rador n. 30. Das 10 borra do dia s 3
da tarde.
Drogara
Francisco Monoel da Silva rjfc C, deposi
tarios de todas s especialidades pharma-
cauti'.'j-s, tintas, drogas, productos chimi-
cos e medicamentos homeopticos, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
D rosarla
Faria Sobrinho & C, droguista por
atacad), ra do Mrquez de Olio Ja n. 41.
ferrarla a vapor
Serrara a vapor Mofficinas de carapina
de Francisco dos Santos Macado, caes do
Capiburiba n. 23. Ne-sto grande eatabeie-
ciment). o prineiro da previaea neate ge-
nero, comprase e vendo-so madeirts
de todas es quadades, serra-se ruadejrae
de conta alheia, ast>i obras de carapina per mchicas e por pre
508 em competencia -Pernambuco.
j
de Otobro do 1887 (cinjo mesas e das) sem ser
pro.-essado, contra a expiessa dieposroSo de art.
148 4o cdigo do protesto criminal.
O recrtente, lmente |de V. H. Imperial a
rf p ao tea recarao e mandanco-o per iamiudmtHineo
te em iberdade, m BMMi eomo nm exemplo de
moral ida fe para este frt
Justica.
Reaf.Jede 1888.--0 carador do ro, ba-
cbarel Luiz de Drummon.

.




I
PiiBUiiMMS A PEDIDO
Memorial
Senh r !Para V M. Imperial, recorrea JuliSo
Jacob da Arrud*. preso u* Cna da Detenco, da
decito do Dr. juis do direito rtj 4* districto cri-
uiinaj, que julgoo improcedente a exc^peo de in
compet -ocia apr< tentada pelo recrtente, na for-
micio da cu'pa, a denuncia que por crime de fe-
rmentes graves f.rmolou a fl>. 2 o Dr. 2' pronto
tor publ.co, c ntra o mesuto reejrrente.
Nao pre'nde o recrreme cansar a paciencia
de V. M. I operaM com a exposicilo do facto que
daa ri^tm ai processo, porque deile ver V. M.
Iiiperini eircuuostnneadamcnt", e por isso pasa
desde j a addusir as prncipaes contideracoes em
que fund' u o sen recurso, e que So as segintes :
1.a Q le tratando-seno corpo de delicto de um
i-rimtir.j, que principio foi eocaiderado grave,
em vista da dieposicao da are. 205 do Codito Cri-
minal, e oito iaa toanas, per um ezame de (ani-
dada eomo o de i. eito a requer ment do
recorrente veiifijou-ee qa- esse ferimeolo n&o pro-
nusio no pcieae grave iuc inmodo de sale e
ucm o inhabilitan dos servidos por mais de trinta
dias, faltav* ao Orgao da Justica Publica compe-
tencia para denunciar o ie:orrente.
2.* Que essa competencia poueria appar.'ier se
o reccrrtnte tivesse sido preso em flagrante de
Helo, ou se o (ffsndido tcs-e pessoa meravtl, nos
termos do art. 73 do Cod. do Proc. Criui., mar,
que oeubuica dessas daas byswtks se realitoa,
em 1' lugar p rque o recorrenta reeolheu-se vo-
luntariamente ao Hospital Pedro II para tratar
se d-s tenmentos qae Ibe leer, na lata, o i.ffen
dido (per sna vez aggressor do recorren te), e en
to a'alli fra transferido para a Casa de Deten-
i cao por rdem do Dr. eb .': Je polica ; eta 2* lu-
gar porque nio poda eoosid rar-se miseraoel no
rigor da palavra e confirme 3 p.-nsam uto do Le-
gislad, r, o individe, que como o efiendido, eon-
Stitae uav.gdo pura prjmover os seus direitos,
reqaerendo diligencias como a de fls. 50, etc., e
que, pin taiiti em tace do ezame de sanidad-;
caba ao '-ti uc i lo promover nos termos do po
ees'.
3.* $rj<> n3o pedia o crime imputado ao reenr-
rtMa'Sr elr.s-'ticado DO art. 205 do Cdigo Cri-
minal, porque aenio a denuncia d> fl'. 2 datad-
de 2* de Catabro de 1887, isto 16 aiaa depois
do exaie de si.n>dade de fls. 32, qae coosiderou
aqacllc Irrimfiito dr nutaresa leve, nao buvia nos
*"'"! jp'*" prova m que s firmste a Promotj\ia
Pakzpnia atiin ir. ceder.
4.a Que o ezrme de sanidade de fls 56 proce-
dido i. n;;;i p;u, de u>' da algnm u fluir para a ciis-
sincrtio c!r d;lrct/nao porque a denuncia fui
fcrmuiHoa lineo din antea ucile tar lugar, senao
tambem porque ts putitou qud nelle fuucc> uiroin
nsfda sdiantaram Se primeiro ezame de sanidade
de fls. 32: alm de qiie, er.m contradictories cum
asresp. etas que daram qoer sos qaesitos propos
tos p-lo oS adido, ^uar um pronostoa pelo recor-
'rite, desde que ao pude'io afirmar era negar
ee o ferimento prerJazu i;r..7e iucommido de sau-
de, ouse iubib.iit.u-o p r mais de trinta dias dos
servicus ao pas o que nO orim-iro ezame de sani-
dade a.fli 39 os ptritus affirmaram que o eriinento
nao prodosio grave ineomrnodo de stude, nem in-
habitoa pv.r mais ae trinta das, por nao ter-se
verifi 'aao nenbum doa ayjiptomas que caracteri-
zara como gravestaes fenmentos.
.fc- 5.* QoeoDr. Promit>r Publico por oecisiio de
a ger ouvido sobre a ezcepcode incompetencia, nao
' firmoo o seu parecer em disp;ico algama de le,
para pedir qu' fesae ella regeit'.da, ao contrsrio,
mestrou anda des a vez o recarso da sua vas-
ta intellig ceia, p rqua firmoa-se no modo de
entender do Dr. jaiz ds direito do 4- districto
criminal, opiniio essa que a'm de ni) constituir
[:'. nao pode destruir os artigos do Cdigo
do Processo Cnmiminal e do Regolatnento
a. 120 de 31 de Janeiro de 1842, que deram
ao snpposto oliensor o direito de requerer o
ezame de sanidade para owditkar mu tas veces
es ffeitos e rigores to corpo de delicto, qaaodo
este tivrr sido contra o reo, bem como esclarecer
a Justica Pnbiica, no caso da Ibe ter sido elle fa-
TOraveJ.
6.a Que em cubo justamente idntico ao do re-
COrrente, isto no processo instaurado eontra o
Dr. Pir Farias, no orpo de delicto, foi o ferioaento consi-
derado gravepor prodocir grave incommodo de
ssade, mas, tendo posteriermente por nm ezam
de sanidade em que funeciunaram cinco dos prin
cipa.ee redices d-ata capital, se verificado que
nio beave o grave incommodo de saode, p Dr.
Promotor Publico deu o sen parecer nos sotos, re-
querendo o archivo, considerando o ezame de sa-
nidade como ama pee jandiea sutEcente para
deatrQir e corpo de delicto, aopasso que repel ui-o
qaando trate va se dos direitos de detesa do reeor
rente, para elaasifiear inderidamente o crime no
art. 205 do Cdigo Criminal.
2 Senboi toram estas as conaideracocs e jurdi-
cas raies em que ee fundou o recurrente ao f- a
recarso, cafo conbecimento esta affeeto a alta il-
lostracao de V. M. Imperial, e como preciso fir
mar se ama jurisprudencia sobre o ponto em ques-
tio, para qae a serte des ris nao fique sujeita
asa capriobos e m vontede de certos juizes, a
qnem compete a iostauraofto dos proeessos, pois
que alguna, como e do 1*, S*, 3* e 6* districtos cri
minaes, eotendern e assim teem j jolgadoque o
reame e tamiade, anda metmo tratand $t i
grave vntammado de*de,destre o corpo de de-
licto, e oatro, eomo o sabr Jais de direito do 4
districto eiimioaI (ooiniao sselssia e cntern oseta
ttiaterte), pansa e tem decidido de modo diverso;
por isso, o reeorreute iaterps rasarse, qaeeoneta
dos ataos, agaardando a fcnta decalo de V. M
Imperial.
O reosrrente, anda cAama soda a attencio de
V. .IssperM para a ezcepcio de iaceeapfasia
tspraswossste palo reaorrease, tas qa* laaaasaente
diacatio a qoeatio de direiio e de medieiaa legal,
e as-sera sfBe e sari feita a saais sadeteetitel jua
tica, nm vea qae ajo tsssdo sedo ftmafivtnmk de-
fiet e-^em per iadu a teridailu eoespilan
te para a funnacao da oalaa, aajaaai o art. 18
2 da lei n. 2033 de 20 de tseceasbro de 1871, se
acha, entretanto, recolaido i adete desde o dia 1*
Epstolas moraveis
Caro ord Ventana
Se non vero em todo caso bem lem-
brado o que me affirmaram a teu res-
peito.
Dizem, que te achas na presidencia de
um club, e como quem nunca comen man-
teiga, quando come indigesta e* se lamba
za, assim tambem tu, oom a tua presiden-
cia, teas feito cousas do arco da velha,
cousas que nao aBsentam, nem condizem
com a tua fdalguia, com a tua apregoada
riqueaa, nem oom o teu eatalto e appa-
rene orgulho.
Parece mentira, ma sffirmaram-me de
visu que costumas exigir 2-5000 de eadaoa
v, lheiro ou senhora, que concorre aos bailes
tabbatinos para pagamentos de passagens
de trem. Semelhante proaedimento nfto
teria o presidente da mais baiza sovacada
para com os seus convidados.
Primeiramente notavel, que tal exi-
gencia seja feita em plno fim de baile,
quando os convidados dos suburbios, na
esperanza de terem trem para a vel'a,
s8o sorprehendidos assim msneira de
quem diz : a bolsa ou a vida, l na Ca-
labria.
Ebbcs con vid idos anta a collisao de, au
darem 2($000, ou nao terem trem para a
volta, resignara s.<, esvasiam as algibeiras,
e corridos de vergonha, n3o tugem nem
mugem.
Ainda ltimamente umassnhora que voio
ao baile com suas fi'ha'i e que mora em
urna das estachas da 1* sac(3o, nao p le
conter-se ante tal exigencia, e protestou que
nao pagara SfflOO por cabega, porque ain-
da mesmo que pagasse o duplo da passa-
gem commum, esta seria do 400 para
cada pessoa de sua familia e que quem
mora va na ponte de Ucba, e em Appi-
pu' os, que devia pagar o que se lbe
ezigia.
Isto na sabida de am baile em um club
de que s presidente, na rerdade inde-
coroso.
Ea segundo lugar ainda notave.1 que,
outros directores que nSo 82o fidalgos
nem ricos, como tu e teu irmlo, dssem
de graca trem aos convidados, ao passo que
sendo agora director um dos membros da
embandeirada familia, taes exigencias se
tagam de sorpresa e por emboscada.
Quero dar te um conseibo : nao falles
antts de pensar e muito, e at se t-
verea teojpo consulta a directora toda, e
entSo peders obrar vontale, e mes no
asim i ao te fias no teu cooselho de esta-
ao, porque, como sabes (e talrez nem isto
s Aba cada um Jnio cada qual.
Sa o que te deizo dito verdade, o que
nao creio, es's fazando urna figura muito
relissima (a parase tua.)
E como teu amigo, que sou, quero pre-
venir-t! dcsta e de ontras cousas, que di
z.m de ti e de toa club, afim de te preca
veres e dSo injuriares os socios e amigos.
Por hoja basta, at brave.
Teu primo e collega de venfosidade
Vica-versa.
Regata, 20 de Margo.
Estradas de ferro de
Pernaaibuco
P-.p-(lOu A a ,- 15ro. Rd -i-
10 |. E e -1-5 % e e)=30 -[- p= celebro
avallo da Piaufav que passa pioguella de
oito centmetros de largura=aDgenheiro,
isto qualquer couaa que passa tarifas,
vulgo Biblias Jalsas.
Affonso Man Parisio Rocha.
Dr. Simes Barbosa
CBinH do Dr. StmSes Barbosa, Espe
oiahdades : partos, molestias de senhoras
e de criancas.
Consultorio ra do Mrquez de Olin-
da n. 64- consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
Residencia fispinheiro. Ra de Santo
Elias n. 8.
T-dflohsne n. 213.
Nasci, criei me e tenbo residido nesta corrarca
at boje, nio tendo pratieado durante miaba vida,
posso dizel-o, nem am i facto qae me desabone,
e assim, nao me pos,ivel tolerar qae am infame,
acobertado com o manto do anonymo, me atire a
tace da eociedade como connivente em crime de
introduzr anoeda falsa na circulaco; e por isso,
tendo da arrestara barra dos tribaoaes o mea ca-
lumniador, peco ao publico, e especialmente ao
Ezm. Sr. presidente desta provincia, qae suspen-
dan! o jaiio desfavoravel qae tenbam feito a meo
respeito, pelas pablicacoas do Jornal do Recife de
1 e 11 do corrente mea, sob a epigraphe Bom Jar-
dim.
Ao mea detractor, se nao nm reprobo, se tem
um ceitil de dignidade, provoco, para firmar com
sua asignatura as alludidas publicacoas, relativa-
mente a minba humilde pessoa, afim de dar-me 8
sat8fac3o de contundil o antes de dar a queiza
que tenbo direito.
Bom Jardim, 17 de Marc de 1868.
Antonio Francisco do Reg.
Inglez e francez
Cnraiosj tberlcosj os prallcon
Ra da Aurora, n. 37, 2* andar.
JURJJBEBi
Atteng
Breve ir em praca pubica, o arrends-
mento do engenbo Gamelleira em Santo
Antao; por um triennio, ou mais se assim
determinar o Iilm. Sr. Dr. juiz de crphos.
O rendeiro presente o Sr. Jos Francis-
co Pedrsse de Carvalbo, o qual est por
403)5 snnuaes ; todos os consenhores, tanto
O prorador dos feitos da faaenda
provincial, tendo recebido do Tbesovro
Provincial as relaces abaizo transcriptas
dos de^edores do imposto da decima di.
ezereicio de 1884 a 1885 da freguezia da
BSa-Vista que deixaram de pegar no tempr
competente, declara aos meamos devedores
qae thes fica marcado o prazo de 30 dias,
contar da publioac!o do presente editai, para
recolherem a importancia de seus dbitos
>'
os que receberam a renda vencida em, Recebedoria Provincial com guia da seccSo
Theodomlra Vleira de Fra^a
.leo Vieira de Fraga, malher e filhos, agrade-
cera do intimo d'alma, a todos os parantes e ami-
gos, que dispensaram o caridoso obsequio de acom-
panhareaa, sua ultima morada, sua querida fi-
Ibinha, e desde ji cenfessam-se eternamente agra-
decidos.
Engenbo Santa Bita, 12 de Marco de 1838,
Iguarass.
Despedida
Paulino de Oliveim Maia, segaisroVo boje para a
Europa no paquete francs r'ortagal, despede-se
de to ios os seas fregueses e so igos, e efferece os
seas prestimos en qualquer parte onde se acbar.
Oeiza como gerentes de sua casa commercial
aos Srs. J. a Rjdriguea da Silva, Francisco Go-
mes e Dr. Augusto Carlos Vas de Oliveira.
Recife, 19 de Marco de 1888, i
Ao publico e especial-
mente ac conimercio
Os abaizo assignados, proprietirios da
Fabrica Veneza prernem ao respeitavel
publico e com especialidade ao corpo com-
mercial que Azevedo & C, negociantes
estabelecidos ra Duque de Cazias nesta
cidade, estSo vendendo m rtalhas para
cigarros, tendo a firma social dos abaizo
assignados [Santos & C.)
E' como diversos individuos tenbam era-
pregado ditas mortalbas era cigarros de pes-
sisBma qualidade, os abaix? assignados, que
tem de az^r effectivos oa seu direitos em
juizj, previnera seus freguezes nSo <*-
hiam nesta cylada, poducto de urna desleal
concurrencia.
Recifo 20 de mar^n de 1888.
_ O melhor depurativo conbecido para a cara ra-
dical dos rheumatism-js, de qualquer nataresa, das
molettia* ta vee, das typhilis, da aithma, da leu
chorreat (flures brancas) e em geral das molestias
occasionadas pela impureza do tiangue.
E' composto de productos vegetaes brasileiros,
nSo cont arsnico nem mercurio, ie fcil assi-
milacao, de accao tnica e estimulante e nenhum
mal pode cansar o sea aso.
Recommendado pelo* Drs. Pedro de Atbayde Lo-
bo Moscos?, JoSoda Silva Ramos, Prazedeg Gomes
de Sisara Piranga, Ma-.-oal Doarte da Faria, Ilde-
fonso Tbeedoro Martina, Tria,,1o Henriqnra da
Costa e adopta io nes Hospitaa de Marinha pelo
conselbetio cirurgiSo-mcr da armada.
Em prava de sua eficacia temoa publicado in-
nuaseros atteatados de curas das'molestias referidas
e hoja accresceotamos os seguintes :
Do Dr. Alfredo A&raso Ferreira, sobre a cara
de ama euehorra cbn nica.
De Jjs Caetano de Medeiros, idem.
De Francisco Barcellos (morador em Olinda) que
curou-se de um gonorrha
De Manoel /os Uiapo da Silva (morador erp
Barreiroe), sobre a eara da D. Bertboiiaa Ferreira
Franco, que soffria de v^rtigens, dor noestemngj,
fraquezanas pernas, oppreBao nocoracio e insom-
nia.
I D.i Mariano Luis de Moara, idem.
i De Antoaio de Siuza ibeiro (morador na Pa-
rabrba) aobre incbacao naa pernas e no ventra.
o Dr. Maz.miao Lopes Machado, que curou-
se da asthma d qae soffria ha 30 annos.
Vende-se
Maio do anno passado, como os que ainda
nSo receberam, desejam novo rendeiro.
Os pretndenos que ignorarem as pos-
sessoes do engenbo, basta refluctir no va-
' %r, pois o anno passado foi avaliado por
30:0O0,J.
Recife, 15 de Margo de 1838.
Como procurador de ama consenbora,
Francisco Alves de Maraes Pires-
Dr. li\ F'rreira
do Contencioso, certos de qae fiado o re-
ferido prazo se proceder cobranga judi-
cialmente.
Prccuradoria dos Feitos da Fazenda Pro-
vincial, 10 de Fevereiro de 1888.
O procurador dos Feitos,
Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Relacao dos devedores do imposto da decima ur.
bina dj ejercicio de 1884 a 1885, que deizaram
de papar nj tempo competente, da fregueaia da"
Boa-Vieta.
Travessa do Jasmiin n. 1. Caetano
Therdoro Antonio Villaca
S .le da de n. 62. Candida Severiana da
Conceicao


Medico e par'eiro, com pratiea em vanos bos
pitaes da Earopajnas esnec|alidades de molestias Bario de*8. Borja n. 62. Candido Jos
da Silva Guimaraes
de senborns e da p^tle, d corsnltas na raa da
Cadeia n. 55 1.a andar, de 1 s 3 Doras da tarde
e reside na roa do Conde da Boa-Vista n. 24 I.
!
EM GBOSSO E A EETALHO
Em PernambucoA' rna l" de Marco n. 9. Lf-
vraria Francesa, a entender-se com
Firmlno Casi Sido de Flgnelredo
TelepiOdie n. 412
Frederko Chaves Jonior
HOMCEOPATHA.
j39=Rua do Bardo da Victoria=39
\ PRIMEIRO ANDAR
Participa a seus clientes e amigos que
tem seu consultorio na ra Duque de Ca
ziaa n. 57 Io andar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os dias e
reside {.rovisoriamente na ra do Hospital
Portuguez n. 14.
91
6.
Candido Moreira
Car d 330
Martina de
4. Carlota
37. Carlota
n. 5.
{}
{}
I
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Bailazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias das
eriancas, dos orglos respiratorios e das
senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
'ora da capital.
AVISO
Todos ns chamadss deven ser dingi <
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra da
Barao da Victoria n. 43, onde so indicar
sua reskieicia.
Leoiuir Porto
Raa do Imperador a.
Io andar
*a
m
Caoiillo Goovea de Andrad
UEBOEIRO DO FINADO JOS FRANCISCO DE
.AXDRAUE JUNIOS AO TK8TAMENTRIBO B
INVENTABIANTE ANTONIO JOAQlM VI-
NQAS MAIA.
Est so distribaindo em folbetos a suetentacao
d-s embargos, oppostos ascontas do testaxenteiro
e iaveotariante o Sr. Vichas Maia, onda com refe-
rencia a elle se :
Um" satisfaoo completa o pablico em cer-
tos casos dever indeclinavel. *
* Se o embargado (Vlaa) homem de bem ; se
tem pr -cedida de bt f im tudo, entSs tem sido
iludido, e victima dessa bi f : preciso des-
pertar desse leth'ir^o e attender ao que se tem
dito e feiCo em sen nome.
All t se disse a verdade constante do inven-
tario e das contas.
E' corto qae S. S. nio me entregoa os 15 con-
ts e tantos em dinheiro que me coabe ; tambem
certo que meu senpre chorado tio Andrade foi
sen amigo e protector, e muito me amava.
S. S. est rico, nao quero nem peso sua rique-
aa ; pef o, sim, squillo que mea to e pai adoptivo
lbe dexoa para me entregar.
Era orpho naquelle tempo, S. S. tioba dever
por sua honra de protegerme, quanto mais de
guardar minba heranca para entaajar-me depois
de minba emancipacao.
Recife, 29 de Marco de 1888.
Cantillo Gouveia de Andrade.
Santos 8c C.
Estrada de Caruaru
Eagenharla braslleira
M>orct, celebre pbysiuo do tempo de
Ananias, o propheta, em conversa com
este pelo telephone, disse que a modestia
em ezcesso prejudicial humanidade,
parque muitos talentos que podiam produ-
zir clculos algbricos de grande otilidade
para a sciencia foam no esquecimento e
desapparecem; e ah temos a prova no
inteUigentissimo, luttradissimo quadrado
eogenbeiro, que prometiendo dessecar o
cadver da eatrada de ferro de Caruar,
appareoeu boje citando gemetras at en-
tilo descoobecidos, eomo aejam: Mac lay, Bacon, Conde de Essez, Rainha Eli-
zabsth e outros autores oelebres, que sempre
estiversm em convivencia no campestr-,
com o nosBO celebre engenb iro, oonhaci
do as Ilustradas plag a dos sertSes por
engnnheiro psssador de Biblias falsas.
Com asis vagar, como diz o geogrmpho
A/fonso, iremos mostrando ao publie > a aci-
eucia infusa na Tiya-vena do major Leal
do dosso engenhoso engenheiro.
Figuera.
M. 393
Saliaparrilta de Urlotol
Os venenos daa entrauh-.s da trra e emprega
dos cerno r medios, matam annualmente milbres
de pesBoas. A proorU plvora e as balas nao sio
oem na metade tSo moriferas.
A salsaparrilha de Bristol est inteiramente
i? uta dciiii mil 'go-.-a dj goaeo humano, cha-
madas < espcciScjt mineraes Seus inceesantea
triumphos atravs do espteo de 35 annos, ssbre as
escrfulas, cancros, erysipellas e das glndulas ;
s se devem ao reino vogetal.
E' o anieo remedio preparado pelos homans, qae
desarraiga do sjatema o virus das eofermidades
malignas, e ao mesmo tempt restaura e foi tfica a
constitaicjto physics. Aos debis d torca, aos
ociaos vida, para oa qae s ffrem um balsamo
suavisador e saut, (inri o abitiiot d'animo um
elixir vivificante, para as pss3oas do bello.sexo um
auxiliar perpetuo em todos os seus incomoiodos
especiaes, e para todos a remedio mais efficas e
icoffensivo outorgado pala sciencia, para o ailvio
e preservaco doa aofiVimeu'os humanos, Encon-
trar-se ha venda em todos os stabeleoimeatos
prncipaes de drogas do mundo.
Casa Feliz
PRA
E
O alcatrio, qae tornoa-se popular por meio de
annuocios to pomposos quanto insensatos, nio
pie hoj entrar em concurrencia eom o Mor-
rhuol, tratndose de curar as toises, catarrhos,
broachites e oatras molestias do peito.
E assim deve ser, por que o Morrhuol tem ama
base suieatifica tria e toi extrahido da ara pro-
ducto conbecido do mundo inteiro pelos seas eff-i
tes benficos, qae vem a ter"o oleo de ligado de
bacalbo.
Por nm processo, qae foi commanesdo Aca-
demia de Sciencias de Pars, o Sr. Chapoteaat iso-
loa do oleo todos os principias activos (Morrhuol) e
eocerr u-os em pequeas capsulas, ai-om estas
capsulas nio existe inaie a repugnancia, qae caa-
hts o oleo, desappareceram as diarrhas, os v-
mitos e as nauseas. Ellas caram a toase,- os sao-
f s noctarnos, reaUbelecem o appetite e restitaem
aos doentes a sade perdida.
Gollei ie Nossi Mm k
DA INDEPENDENCIA NS. 37 39
E ANTONIO A SANTOS PORTO
A*a IOOiOOOSoOO
Venden (a 2> extraccioda 11a loteria extrahida
hontem, 13 de Janeiro, a sorte de 1:000 n. 1891,
a sorte 5004000 a. 3123.
Tem 'exposto venda os seas felises bilbetes
garantidos da 3.a extraeco, a -beneficio da Sana
Casa da Misericordia qae 80 ettrabir breve
meare. '
Dr. Gemieira Lsita
heuio
Tem o sea escriptorio roa Duque de Caxias
n. 74, das 12 s 2 borae da tarde, e desta hora
em diante em saa resideucia ra da Santa
Cruz n. 1.
Especialidadesrnoestias de ssenhorai, <> cria-
cas. Telophone o. 326
Ceilegio Heira
Caixeiro abonado
Urna easa importadora nesta cidade, praeiea de
am empregado maior de 30 annos, oom ptima 'le-
tra e babilitacoes sos eonubilidade, eom prctiea
de commercie oa eptidlo para isso, bem coulsseietu,
trabalhador ineaagsvel e economice, dstenvorvM i
no trabalao da peona e oatro qualquer aervseo de
armasen), embarque e deserejarqne, etc. etc.
Os candidatos devem aprec-ntar nanea snenos
de quatra nomes de pessoas idneas, pretenndo-s-
cossmsreiantes, qae estejaso no caso de abonar
sna conducta.
Quem estiver nestas coadicSee pede botar carta
no Correio oem as iniciaseJ. E., capital do Sn
eifedtseado ana residencia, estado, naturalidad*,
se est esnpresrado, declarando a nataresa do esa-
prego, e finalmente qual tem (ido sos occvpsfao
at agora.
Roa da Aurora a. 39, e3*jalna
da raa Farinosa
Instrucco,primeiras lettras,portugus, trances,
ingles, allemo, ge igraphia, msica, piano, dese-
nlio, bordados et.\
A directora,
Augutta Carneiro.
- nnan ^
Aiiis alcalinas aalneraes de
adarlz em Pontevedra na
Hesp^nha
i-SPBCiaLl!>ADKS PABA ,
BMlrstras do estomago, taes eomo : dispepsia,
gaatra gia, catharro chrooico do estomago, ulce
ras simples.
Muleetias dos ioteetiaaa, taes como : enfurta-
nt-nto do figaJo, ictericia, clculos biliares, diar-
rbea chrouica, etc., etc.
Molestias das vas urinarias, taes como : dias
teses aricas, catharro vesical, diabetes aacearina,
albuminuria e gotta.
Naa anemias, chlorcsis, psoriasis, prunigos e
dores artrticas e otras umitas molestias.
As aguas alcalinas de alindar nascem de ro-
chas graiiifoas na leutpemtura da lf* osa'igra
d> e, ao claras, incolores de eneiro parsoltn am
pouco aos de ovos cosidos, sabor alcalino, produ
siadoux ligeiro sabir picante na oecswiio dato
ar-se. Ellas sao elasaificadas no naosern dar
alcalinas e bi-carb matadas de soda
E a meo depositario em Pemambaco Sr. Anto
i# Affoaso :Simona esUbelecido i ra Viseondi-
de Q.ijanna n. 1.
AULA DE ALLEMO
Acha-se faaccionando neste collegio a aula de
allemo, cajo professor o Si. Sidoej.
Ra da Imperatris n. 63, 2* andar.
A Nova tork
New York Life Ioanrance Compaoy.
Companbia Mutua de Seguros de Vida e Mon >
te-pio dos Estados-Unidos da America.
Fundada em 184513 annos de proeperidade !
nica Citnpanbia de Seguros de Vida estran-
geira aatorisaJa a funecionar no Imperio do Bra-
sil.
j Capital cerca de cento e ttenla e eineo mil cantos
aeris
Renda annual cerca de quarenta mil cantos de
ris
Deposito na corte no Thesooro Nacional.
Dusentot cantos de ris.
Maia de du entos mil cantos de ris pagos a vi-
vas e orphos e proprietario de apolices desde saa
fuudaeo
Cerca de seiscentcs cantos de ris pagos no Bra-
sil a herdeiros de segurados em cerca de 5 annos.
Mediante urna pequea somma annnalmente (o
proasih na idade de 35 annos costa cerca de 404
por anno porcada cont de ris segurado) pode cada
um constituir inmediatamente nm capital para sua
familia no caso de morte oa para si proprio se che
ga ao prazo eacolhido.
Para prospecto e informacoes com o Sr. Theo-
4oro Christiansen correspondente representante da
Com anhia em Pernambuco ou com Julio Quima-
raes agente viagante da Companhia, de passagem
por esta capital, qae pode ser encontrado no es-
criptorio d'aquelle senhor.
Contina a execatar os mais difficeia
figurinos receidos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perf-icSo de costaras, em
brevidade, modieidade em preces e fino
gesto.
Collegio Emulaco
3-na Velha -3O
O director deste collegio, pede a pretec
ao dos pais e tutores das enancas que
qut'iram aproveitar um rpido aiiantamen-
de seus filhos oa tutelados, e em par-
ticular tem f robusta em todos os seus
compatriotas pernarobu.^anos.
Alumnos internos305000 mensaes.
Meio-pensionistas 15#000 idem.
Por oada um.preparatorio 4tJ0O0 idem.
Primeiras letras 25000 idem.
Msica e piano4$00G idem.
Pagamento adiantado.
O director,
Julio Soares de Azevedo.
:s Raa Velha 36
Dr. Paes Barreto
PROMOTOR PUBLICO E
Advogado
Collegio Iastituto
Acadmico
PENSA.0 DE NUMERO LIMITADO
Este collegio acha-se actualmente estabelecido
na misma ra do Vhccnde d Goynna n. 56.
O director,
Jos Ferreira da Crus Vieira.
rr-r
de
da
( Eduardo Gadaalt
Retratista
Ateller,
ra
da Vlclo-
u. !. 1 andar
[tumbe-se da execooSo de todos os
transios coneernents 4 sua arte, as-
til >omo leoaieaa san deaeahos pinta-
ra.
A bem da huinanldade ()
E' fcil reoonbeoer, as propriedades cu-
rativas do Peitoral de Cambar des-
ooberta do Sr. .S. Soares, de Pelotas, con-
tra os catarrhos, brooehit-s, heruopiysias e
outros estados mrbidos da membrana pul-
monar, e a sua poderosa eficacia nos va-
rios perios periodos de tysiaak
Sob a influencia d'este podfosissimo re-
medio v se cessar os escarros de sangue
e as expectorarles sanguinolentas ; dissi-
pam se as toases mais rebeldes e tambem
desaapparecem as oppressSes, dores do
paito s alteracSes da voa ; pouco a pouco
desenvlve-ae appetite, reapparecem as
forcea perdidas e, n'uma palavra os doen-
tes experimentan ama mudanca muito no-
tavdl e, por assim diaer, tornam vida I
Oa nicos agentes depositarios geraes
Francisco M. da Silva d O.
Silveira
ADVOGADO
rna do Imperador-
LADO DO CAES
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico oca
lista, ex-chefe de clnica do Dr. de
Weckcr, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no l. andar da casa
n. 51 roa do BarSo da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia ra Se te de Setembro n.
84. Entrada pela rna da Saudade n. 25.
Dr. Helio Gomes
Medico parteiro
HLwa ilo Bnig-2i
J
I
Onde tem seu consultorio e residencia, receben-
do chamados e podendo ser procurado a qualquer
hora do dia e da noitn." Dedicase com especiali-
dade a partos, molestias de ttnhorat, febres, sypki-
fis, afeaooespulmonares e estreitumento da uretra.
TELEPHONE 374.
EDITAES
tt^s
Dora Jos Pereira dar Silva Barros, por
Xen de Deus e da Santa S Apostli-
ca, bispo de Olinda, do Conselho de Sua
M-igestade o Imperador:
Aos'Revms Conegos de mpa-prebenda da Ca-
thedral de Olinda, sade e p-.z no Senhor.
Como presentemente esteja vaga urna cadeira
de prebenda inteira da noasa Santa Igreja Cathe-
dsal, p.r morte natural do sea ultmo possailor
conejo Jos Dyanisio Gjm's do Seg, pomos
concurso pelo presente editai a referida ca-
deira,
Os"Revms. Conegos de meia prebenda da nossa
Catbedral de Olinda, que qaizerem se oppr
essa esdeira de prebenda inteira apresentem-se
dentro do prase de trinU das, contar desta
data, oem os seas reqaerimeat'>s inetraiaoe naa
habilitacoes exigidas pela legisiacao, que rege a
materia e mais documentos em sea f:vor. E
feito o concurso proporemos a Saa Hagestade o
Imperador tres dos mais benemritos e dignos
confirme os sagrados caones, Crac Trid. e oa-
tras disp sicoea.
Dado e passado, no Palacio Episcopal da Sole-
dade, aos trese de Marco de 4888.
En, padre Valeriano de Alleiuia Correia, escri-
vio da Cmara Eeclesiastioa, que o escrevi.
f Josa, Bispo Diocesano.
DtliLARACOES
Gild Concorflia
Sarao daacante
Sabbado, 34 do crrante.
Convites parmittidos.
A Direetoris,
Ponte Velha n.
daCsta
Becco da Esperanza n. 2 A.
Martina & C.
Lnperatriz n. 51. Carlos
lm-iida
Becco de Santo Amiro n.
Joaquina de Carvalho
Visconde de Oovanna n.
Vieira Ribeiro
Becco da Camboa dos Prateres
Carolina Hara da ConceifSo
Dita n. 7. A m.'sma
CapitSo Aatonio de Lima n. 8. Cecilia
Isabel de Souaa Vitira
Hospicio n. 37. Clara Carolina da Fon-
seca
Ditan. 31. Clara Clementina da Fon-
seca
Travesa de Jo2a Fernandes Vieira
n, 7. Clementino de Faria Tavares
(e ontresj
S. Borja n. 18. 0 mesmo
Coude da Boa-Vista n. 112. O mesmo
(e tulro- i
Conceicao n. 29. O mesmo (e ontrosl
Aurora r. 69. Conde da Boa-Vista
Umio n. 69. Clotilde Ignes da Silva
Britto
Coronel Lamenha n. 50. Constsnca
Carneiro da Cuuh (parte)
Dita n. 48. A mesma (meia)
Estrada de Luiz do l g > n. 6. Coas-
tanca eterina de Oliveira
Largo da Igreja n. 7. A mesma (parte)
Ponte Velha n. 99. Convento do Car-
mo do Keeife
Visconde de Albnquerque n. 126. O
meemo
Alegra n. 30. O mesmo
Largo de Santo Amaro n 6 A. Damio
Lopes Beserra Guimaraes
Travessa de Joo de Barros n. 10. De-
uiderio Basilio das Chagas
Imperatris n. 82. Domingos Eernar-
dino da Cui.hu
Ponte Velha n 25. O mesmo
Alegra n. 48. O mesmo
Progresso n. 2 Domingos Ignacio
Fraga
Oita n. 2 A. O mesmo
Largo da Igreja n. 1. Domingos
Silva Campos
Dito n. 3. O mesmo
Dito n. 5. O mesmo
Aurora n. 33. Eduardo Corcino d'As-
snmpcao
Ponte Velha n. 74. Eduvirges Mara
Coelbo
Coronel Lamenha n. 50. Emiliana Jose-
pbina da Cuaba (parte)
Travessa de J nio de Barros n 8. Epi-
pbanio da Silva Magilhu.es
BarSode 6. Boijan. 37. Ernestina dos
Santos Almeida (parte)
Sihida para J.i&o de Barros u. 7 Es-
colaal'.ca Mana Barbosa
Travesa do Quiabo n. 13. EstevSo Ca-
valcante de Albuquerqae
Aurora n. 33. Eugenio Antonio da
Silva
Estrada de Luis do Reg n. 4. Eulalia
Ouilhennioa de Oliveira
Ltrgo da Igreja n. 7 A mesma
Travessado Principe n. 1. Felicia Ma-
ra da Conceicao
Dita n. 5 A. A mesma
Soied.de n. 1. Feliciana Amejia R.
Portugal da Silveira
Joo de Barros n. 13. Ferreira Olivei-
ra & I .!."".;
Fomba n. 1. D sembrgador Firmino
Autoaio de Souza
Dita n. 3. O mesmo
Dita n. 5. U .,.e. in i
Dita o. 7. O n.e mo
II >spicio o. 85. O mesmo
Poute Velha n. 127 Florencio Jos de
S usa Santos (meia)
Luiz do Reg n. 40 E. Francelina Ma-
na dos Santos
S jci g i n. 40. Francelina Sabina do
Monte
) : n. 42. A mesma
Dita n. 16. Francisca Adelaida de Le-
mos (terca)
Dita n. 16 Francisca Adelaide Gomes
(parte)
Becco da Attracon. 1. Francisca Ma-
ra da Conceieo Silva
Largo da Igrej* n. 7. Francisco An-
tonio de Oliveira (parte)
C .ju'-iro n. 1. Francisco Antonio da
Silva Ros e ontro
Dita n. 3. O mesmo
Estrada Velha de Santo Amaro n. 6.
Franeisco A Ferreira
Dito n. 8. O mesmo
Pombal n. 2 A. Francisco Avila de
M'-'udoiiQ'i
Estrada Velha de Santo Amaro n, 12
A. O mesmo
Dita n 12 B. O me.-un
Dita n. 12 C. O mesmo
Dita n. 12 E. O mrsmo
Dita n. 12 F. O mesmo
Dita n. 12 O. O mesmo
Dita n. 12 I. O mesmo
Dita n. 12 J. O mesmo
Dita n. 14. 0 m"smo
Dita n. 16. O mesmo
Dita n 18 J mesmo
Dita n. 20. O mesmo
Dita n. 2 O mesmo
Dita o. 24. O mesmo
Beeco das Nymphas n. 1. Faancisco
Basilio de Aranda
Nymphas a. 10. O mesmo
Dita u. 12. O mesmo
Beeco das Nymphas n. 3. O mesmo
Dito n. 5. O mesmo
Dito n 10 mesmo
Sete de cWembro n. 12. Franeisco Car-
los da Silva Fragoso
Visconde de Albuquerque n. 2. O mes-
mo (i/3)
Pran do Onde d'Eu n. 1. O mesmo
Gerr.sio Pires n. 6. O mesmo (1/2)
Hospicio n. 6. Francisco de Carvalho
Andrade BrandSo
Pombal n. 28. O mesmo
Visconde de Albuquerque n. 111. Fran-
cisco Ferreira de "Mello e oatro
Coronel Limeoha n. 1. Francisco Fer-
reira da Silva
Dita n. 3. O mesmo
Santa Crus n. 1. O mesmo
Dita a. 3. O mesmo
L?So Coroado n. 14- O mesmo
Visconde de Ooyanaa n. ?. O mesmo
Conde da Boa-Vista n. 105. O mesmo
Dita n. 107. O mesmo
Conceicao n. 86.. O mesmo
Alegra n. 2. O mesmo
Travessa do Veras n. 9. O mesmo
Travessa da Mangueira n. 11. O mes-
Aurora n. 149. Francisco Forjas de
L cerda (parte)
Largo dos Cosaos n. 23. Francisco
84*042
27J193
11536
40*480
7*416
45*322
15*460
28*129
7*il6
7*416
9*270
43*262
83*742
22*249
30*301
18*510*
22*249
103*0 J5
51*502
8599
17*148
9888
1*121
37*081
21*903
14*059
12*360
9*888
46*352
8*H52
10*969
37*081
37*081
14*832
12*495
14*832

;


7*116
1*127
9*888
8*652
41*202
51*502
244t
18*540 '
228249
128*550
123*606;
(
io*3oa
30*901
16*995
16*995
6*592
*692
17*304
5*241
61*803
80*t01'
9*888
41*202
7*416
3*637
3*637
3*637
3*637
3*637
3*687
3*631
ST
3*637
3*637
3*637
3*637
3*637
3*637
7*416
14*852
244721
7*416
7*416
7*416
28*129
30*901
9*888
74C6
2*404
80*901
30*901
5**62
6*180
15*450
15*450
9*260
10*969
17*304
18*540
17*1
W*249
18*36
M
10*300
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i
!

Diario de PernambucuHnarta--feira 21 de Mar?o de 1888
QoStetrVe* da Coiu
Viaooade da Albuquerque
o. 97. O
DiU 81. Francisco Jacintho de Sam
199. Francisco J-ie Cyrillo
n. 14.
J1"
D'U
Leal
Travesea doJoio de Barro
- Francisco Jos Guerra
DiU n. 16 O metmo
Dito n. 16 A. O memo
XriTOM do Priacipe n. 7 D. Frsncis
eo Jos Vianoa
Dito o. 9. O nenio
Traveasa de Gervasio Pires n. 11.
Francisco Marcelino do Amaral
Dito 17. Oew* ,
Dita o 19 O amno
Dito n. 81- nw
Dito n 27. O meimo
Coronel Lamenha n. 25. Fraociace
Miartiaa Baoaso
D'.to a. 27. O "asesino
Dito 29- O mesmo
Dita n. 31. O mesas
(Continua.)
itfseo
19*1360
214903
28*129
9*888
7*416
7*416
14*832
17*301
18*540
18*540
338*680
17*304
18*540
14*832
14*832
14*882
14*832

Venerare! Ordem Terceira de S. Francis-
co de Olinda
De ordem do irmo ministro, convido 4 lo
dos os domos cbarissimos reios a comparecerem
paramentados com os sens hbitos no consiston
da nossa igrtja nos dias 23, 25 e 30 do crtente,
s 3 hars da tarde, para aeompanhannoa encor
pora dos as procitso-s do Senhor Bom Jesns dos
Pasaos da Graca, Senhor Bom Je-sus dos Martyno
e Senhor M >rto.
S creuria da Ordem Terceira de 8. Francisco,
esa Otinda, 14 de Mareo de 1888. O secretario,
Manoel Jos de Castro Vilella.
Veneravel Inndale
do Senhor Bom Je-
ss do Bon-Fim.
De ordem lo irmao provedor convido sos nossa
irsaaoa a comparecerem em nossa igrfja, nos dias
23, 25 e 30 do torrente, pelas 2 1|2 oras da tarde,
afioj de encorporados acompanharmoa 4s procis-
soes dos Pasos da Graca, do Martyrios e do Se
nhor Murto. Pelo qaal tivemos convite.
Consistorio da veneravel irmandade do Senhor
Boa Jeans do Bom Fim em Olinda, 19 de Marco
de 1888.
O eserivio,
Joaquim Quintino Goncalvei.
Thesouraria deFa-
zenda
De ordem ao Illm. 8r. inspector, fac publico
qoe, conforme foi commooicado por telegramma
d nspectoi da Caixa de Amo-tiaaco, foi proro-
gado at > da 30 de Jnnho vind >uro o praso da
snbstituicSo das notos de 10*000 da stima es-
tampa. rt i
Tresjur.ria de Fasenda de Pernamboco, 20 de
Marco de 1888.
J. H. Oliveira Amaral._____
Club Garios Goms
Bario em 24 de Mareo
Aviso aos seubores socios, afim de procuraren]
na sede d< clab oa sens ingrseos, a contar do dia
19 do crrante, das 7 s 8 1|2 horas da noite, em
mo do Sr. tbesonreinf.
Secretoria do Club Carlos Gomes, em 16 de
Mareo de 1888.O 1 secretorio,
Pompes C Caaaaeva
Santa casa da Misericordia do
Recifc
Perante a I lima junta administrativa deste
Santa Casa ir praea na terca- feira 20 do cor-
rente, o predio o 24 da roa d j Imperador, ser-
vmdo de base a qnantia de 400*000 annoaes pelo
andar terreo, e de 600* pelo 1 andar e s to. -
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 24 de Marco de 18S8.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souss.
Alheneul Msica Pernambucano,
16 de lar^o de 1888
De ordem do conselho, convido aos senhores so-
cios para no dia 21 do correte, s 7 horas da
noite, comparecerem na t le desta sociedade, afim
de se eleger o novo cont.ho.
O 1 secretorio,
Santino Pinto.
Estrada t> Ferro de illhclr
ao Bonito
Assembla geral extraordinaria
Por delibersco da directora si i co ividados os
Srs acciunista* para se reuaircm no pacriptorio
desto empresa ao mei> dia de 22 do crreme, afim
de se resolver sobre o proeeguimento das obras da
estrada e de novas incommenda de material qne
se tem de faser.
Bec-f 13 de Marco de 1688
Jos Bellarmino Pereira de Mello,
.Mir secretorio
C. C. E.
Cls
r. commerciasl Eolerpe
Sarao em 31 do correte
O^ senhores socios qua ainda nao d.
para sens convites, qneiram
n>ta
faiel-o at o dia 30
do crtente, na sdes.cial. Os socio qne nio
cofres s cues nao pode
estiverem quites com os
o ter ingrtsso. __ ,
Secretaria do Club Commercial Euterpe, 20 de
icretario,
Frcderico Vieira.
rio ter ingrtsso.
_ecretana d <
Marco de 1888.01- secretario
Arsenal de Guerra
r ix, ordem do Illm. Sr. major director, previne-
ae as costnreiras deste arsenal que possnem guia
de ns 1 100, qoe nos dias 20, 21 e 22 do cor-
rente mes, serlo distribuidas costuras, devend-i
as Droprias costoieirss vir receber as menc na
das' costuras
& ceo das costuras do Arsenal de liuerra ae
Pernambueo, 20 de Marco de 1888.
Flix Antonio de Alcntara
Alete adjunto._______
Associago Commercial Agrcola
de Pernamboco
Assembla geral
D ordem do Sr presidente desto .associacao,
sao convidados sens associados para a renniio que
deve ter lugar no dia 31 do corrente, na sede a*
mesms 4a 10 horas da manhi, afim de te pro;
der a eleicio da nova direetoria e da commisao
de exame de contas, e ser feita a leitora do rea
torio da actual directora, conforme preceilna o
art 29 dos oossos estatutos.
Atsociaeio Commercial Agrcola de Pernambu
es. aoa 17 de Merejo de 1888.
O 1- secretario,
Antonio Arthnr M. de Mendonca.
Banco de Crdito Real
de Pernamboco
Em con p- ment doe 9 e 12 do art 83 dos
estatuto e das di sices da lei o. 3150 de 4 do
Novembru de 1882, Buafiflaem os senhores ac-
cionistas a reunireo se em assembla geral ordi-
naria, no dia 23 do corrente mes, ao meio dia, em
urna das sal xa da Assaciscio C mmeicial Benefi
cente, afim de Ibes ser presente o relatorie das
opeaco^s do anno bancari. fin I i em 31 de De-
semhro de 1887, acompanbado do parecer da com-
missij fiscal e proceder se i eleicio do presi-
dente, vicepresidente, l- e 2 seeretnrios da
assembla geral e bem kbsoi dos novo mem
bros da administrado para o bimoio de 1889
1890.
Becife, 9 sk Marco He 1888.
O administradores,
M u.oel Joi > de Am rim.
Antonio Fernandes Bibeiro.
Luis uprat.
Companhia de edifl-
ca(
Aos Srs. aecionistHe, pouidores cas hcc5.-s de
aameros bboiso, communico qu fiadou bootem o
tegVttdo preso de qne trnta o aft, 8' dos estatu-
tos e su eoasefa'a correr boje e termina no dia
23 de Mareo vindosjro o uitimo praso para o reco-
Ihimento da nova presracio nediante o juro de
20*/.-
633 1216 a 1255 1446 a 1455 158o* a 1595 1706 a
1715 1991 a 1995 1856 a 1860 1236.a 1245.
Recife, 24 de Fevereiro ae 1888.
R. Menetei,
i) trente.
r.OMMEnr.ifi
Holsa com urrciitl
VOTAB8 OFFIC1AKS DA JONTA DOS COB-
BBCTOBE8
Reet/e. 20 de Mamo de 18S3
Letras hypothecarias de 3." serie, eem juros, a
91*400 cada orna.
Cambio sobre S. Paulo, 30 d/v. com a/8 0/q de
descjnto, non te m.
Cambio soore Santos, 60 d/v. com 11|4 0|0 de des-
costo.
Na hora da bolsa
Venderam-se :
389 letras hypotbecarias sem jures.
ti re.iid. re,
Augusto Pinto de Lemos.
O aecretario,
Pedro Jos Pinto.
Hovimento bancari*
aaenra, 20 dk kabqi na 1888
PRAGA DO BECIFE
Os bancos abriram hoje a 23 1/2 d. sobre La-
dres, s coja taxa fiseram transacco.s.
Ao fechar do dia retiraran elles as tabela,
sem affixarem ontra.
Papel particular foi passado a 23 5/8 d.
PRAGA IX) RIO DE JANEIRO
A taxa com que os bancos abriram foi a de 23
3/4 d, a qnal foi retirada 1 hora da tarde.
Cataciao efe aaaucar
EM 20 DE MAEOO OB 1888
A Aitocia<;&o Commercial Agrcola, registr.u os
areoos abaixo, pagos ao agricultor, por 15 kilos :
Colonia Isabel..... 2*700
Branoo 3.* superior 2*500 a 2*700
. 3.' boa ... 2*300 a 2*400
. 3. regalar 2*000 a 2*200
icmmos .
*?i tetante .
argado .
brut; .
1*700 a (4800
14500 a 1*600
1*160 a l*60
5800 a 1*000
Nota. N-j ha cotacio para os Besucares brao-
cos baixos e hmido;.
C'otucAo de algodiso
* cu 20 db suaco na 1888
Forsm negoc ados alguna lotes do de i* sorte
do sertio a 6*600 p>t 15 kjlos.
Bal.adui de asiucar e algadAo
Mil DB MASCO
ASSCAR
Entradas
Barcaeas......
Vaporea.......
Fia-ferrea de Caroar
Fia-ferrea de S. Francisco
Via-ferrea de Limotiro .
Dias
i 19
17
20
A2
16
417
Soams.
Saceos
51 463
4.000
7.338
5.196
59.371
15.768
143.126
EMPREZA DO (AZ
Pede-se aos Senho-
res consummidores que
queirain azer qualquer
comunicaeo ou recla-
maeo, seja esta feita no
escriplorio desta empre-
za na do mperador n
29, oude tarabem se re-
cebera qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrad jr.es
externos sao os Senhores
Hermillo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Oli
veira, e pando or pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
ns Car.valho.
Todos os recibos
desta emprezadeverao
ser passado em taloes
carimbados e firmados
pelo gerente sem o que
nao tero valor algu.ii.
George- Windsor,
Gerente
Obras publicas
De ordem do Illm. Sr. eogenbeir.> director das
obras publicas de conformidade com a aotorisa-
cio de 8. ExC; o Sr. vice-presidente da provincia,
du 2 do corrento, fae? publico qu: n> dia 22 deaU
mes, aomfio da, nes!a repartico, recebe-se pro
pastas em caria fechadas, competentemente sel-
ladas, para execuco dos cepa ros da poete sobre
rio Ip.iuca, na cidade da Escada, oreados em
4 7824275.
O orcam>nto e mais condicoes do CJnfrat) se
Hcbam na secrttaria desta repHrtiji^, para serena
examinados pelos pre'cndentes
Secretaria d. reparticio das obras publicas, em
) Je Maro. del*588
O engenheiro secretan >
Luis Antonio avalcante de A'buiuerqne.
BANCO INTERNACIONAL
DO
BRASIL
Capital
30,000:0004
Deutsche Bank.
Banque d'Anvers.
> Banca Genrale
agencias.
Banco Hipotecario de
Espaa e sn*s agen-
cias.
Banco de Portugal
snas agencias.
English Bauk oi tbe Hi
ver Pate, Limited.
Q. Amsiak & C.
praca do impe-

comp4\w;
PKH1*Hl(4M
DE
JaTega?o Coisteira por Vapnr
O conselho de direcci, convida as Sr. aecionis
tas a reunirem se em assrmbla geral no dia 3 de
Abril prnx'mo, ao meio da, na sede da campa
nbia, pira Ihes ser spretentado o ielstorioe ba-
laoco do auno social ltimamente udo, bem c.m>
renovaren! o constlbi de direecao e a coinmissio
de exame de contar.
Recife, 18 de Marco de 1888.
O directores,
Manoel Joio de Amorim.
Pur procuracio de Saundrrs Brothers & C-, em
HquidacaoJolina von Sobston.
, Arthnr B. Dallas.
IAOOAO
Entradas Dias
darcacas...... 1 19
Vapores...... 1 17
Via-terrea de Oarua: 1 20
Animaea...... 1 20
Via-feriea de S. Francisco 1 16
Via-ferrea de Limoeiro 1 17
Somma.
Saccas
2.425
1.810
620
8.588
2.596
5.762
21.801
Vapor despachado
Vap. ing. Marinei i, pnr-< :
Liverpool: 4-5U0 saceos com assucar mascava-
do, 553 saceos c<-m algodio. 12 757 saceos com
crocos de algodio, 2 fardos de borracha de mao-
gabeira, 600 saceos com ementes de mantorna e
17 fardos de raites medicinses.
Carreg. diversos. ...
Paula da Alfandega
smmab na 19 a 24 db marco ov 1888
(Vide o D'.arir, i.' 18 u \l reo
\avios carga
Barca portuguesa Lopes Duarte, para Lisboa e
Porto.
Barca inglexi Star of Chinar pai a o Bltico.
Barca norneguenae Colamba, para Estados-Uni-
dos.
Patacho nacional Expadarte, pira Porto Alegre.
Rrigue allemio J. O. JSkehte, para Santos.
Brigue allom&o F. H. Lalling. para Canal. O
Lgsr portugnes Hersilia, para Lisboa.
Patacho psrtugues Ooiu Irm&os, pita Lisboa e
Porto.
Patacho allemii U. Pedro, para Rio Orande
do Hu.
Patacho allemi] Antn, Rio Grande do SuL
Patacho allemio Adelheid, Pelotas
\avos A deaoarga
Barca norueguense Honor, catvo.
Barca noruegurnse Tordeutkyold carvio.
Barca inglesa Siilfori, cirv&o. .
Barca noruega Fortuna, carvie.
Brigue ingles Elltn Grtavet, cirvio.
Brigue italiano Immaeuhda, varios gneros.
Escuna allemi Marie, saL
Lugar ingles Adamantme, bacalbo.
Lugar ameiicano Edward A. Sanche*, farinha de
toga.
Lugar ingles Rotina, bacalbo.
Lugar ingles Nelly, bicalbio.
Lugar ingles Corande, bacalbo.
Patacho nacional Rtval. xarque.
Patacho norneguense Fer>*, varios gneros.
Patacho aneco Almina raraue.
Patacho ingles Sparkling, bacalbo.
Importaco
Patacho ingl'Z Sparkng Glanc, en-
trado de Terra Nova, em 18 do corrente
e consignado ordem ; manifestou :
Bacalbo 2,446 barrica e 500 meias
ditas ordem
Baroa noruegumie i Fortuna, entrada
Ricecdoria Provin-
cial
O ad mijtrador da Rcebedoria Provincial taa
publioaquem inferessar possa, que por crdem
lo Illm. 8r. Dr. iusp-ct.r d < Tnei>3uro, fica pro-
rogsd) at o fim do corre ite met,^o praso conce
dido para o pagamento, vre de inulta, das an
iiuid-.di'S e mais servicie da companhia Drainafre,
relativas a is mes 'j d- Julho 4 Djsembro de 1887,
on 3 acms're addici>uado a i exrrjricio de 188 > i
1887. r .
Ueceb doria Provincial de P.mmbuco, 14 de
Marc<> de 1888
Francisco Amynthas de Monra.
Kecebedoria provin-
cial
dem realUado 11,000:000*
A caixa filial d'oate Banco fanceiona roa do
Commercio n. 40, saces, vista oa a praso, con-
tra os segumtes correspondentes no estrangeirs:
neo nterssaclonal do Bra-
LONDON sil alude Janeiro.
Lendon office.
London dt Counij
( lanklf Compata; Llmitet
PARS Brnque ae Purladr dea Paya
Bss
Qambnrgo.......
Berlim..........
Bremente........
Frankfurt s/ Main
Antuerpia.......
Boma...........
Senova. ....------
apoles.........
sUo e mais 340
cidades de Ita
Ha...........
Madrid..........
Barcelona.......
Cadia...........
Malaga........
Tarragon?......
Valenci e outras
cidade a Hes-
panba ilhas
Cantaras .....
Lisboa.........i
Porto e mais ci-ff
dadea de Por-
cugal eilbaa...;
Buenos-Ayres.. .)
Montevideo......
Sova York......
Compra saques obre qualquer
'io e do eatranger'i.
Recebe dinheiio em conta corrente de mov
ment com jumara rasio de 2% ao anno e por le
ras a praso a juros convencionadoa.
O gerente, William M Webter.
C01PAII DE EDIFIGAQXO
Tem sempre a ven-
da:
Tijolos grossos commnns
Ladrlhos diversos
Ditos qnadrado grande
Ditos formato inglez
Te llias codudods
lijlos tnbobres de diver-
sos formatos
Telhas francezas
Cristas para cumien
Ganos, corvas e coluvel-
Ios ::e diversas dimen
bles
Para vendas c en-
comendas exclusiva-
mente no cscriptorio da
companhia no largo de
Pedro II, n. 77, 1. an-
dar, das 9 boras da
manila s 4 da tarde*
Telephone 358
SEGIISOS
martimos contra fogo
Companhia Phenlx Per
namhiicana
RUADO COMMERaO N. 26, ANDAR
ISDENXISADORA
martimos e terrestres
Estabeleeida f m 1SS&
CAPITAL 1,000:000$
8INI8TBOS PAOOg
At llde UXCmH*0 de AIB4
Maritimos..... I.IIO:Oi)8000
Trreslres..... 316:000^000
44Ra doCoaomercio44
Companhia de edificarlo
Aoa Srs. accionistas possuidores das acodes de
comeros sbaixo commonico qne terminon hontent
ojprasopara o recolhimento da 10* presta ci e
qne em virtnde do art 8 dos estatutos fiea-lbes
maieado novo praso <*e 30 dias contados de boje
a 9 de Abril vindonro para effectuarem o reco-
lhimento da allodida prestacio mediante O joro
de 5 <>[.
627 a 632, 1701 a 1705,1446 a 1455, 1746 a
1755. 1786 a 1795, 1861 a 1865, 1936 a 1940, 951
a 970. 1556 a 1565, 1796 a 1805, 1816 a 1825,
1756 a 1765, 597 a 602, 614,a 647, 1176 a 1185,
1356 a 1363, 1246 a 1255, 1906 a 1910, 618 a 621,
648, 1996 a 1998, 1186 a 1195, 1706 a 1715,1881
a 1855,1856 a 1860, 1991 a 1995, 557 a 581.
Recite, 9 de Marc > de 1888.
R. Me rieses,
Gerente.
Nerte Brist &
L*iVt> A X vO***A_
2:OOO.ooo de libras sterliasa
A&SNTES
Adaiibon llowe & C.
em casa do
SR. JOHN H BOXWELL
26 Ruado Commercio 26
Seguros contra Fogo
ESTs 1803
ificios e mercaduras
7'aixas baixat
pagamento de prejuizos
CAPITAL
1*3,000:00 OjaOtftO
aoaroz
N. 5-KUA DO COMMERCI-N. 5
'slrada de ferro de Ribeiro ao
Bonito
Pur delibfraco da directora, sao chamados os
Srs. accionistas desta empresa, para no praso de
60 dias acontar do dia 3 de Fevereiro prximo,
realisarem a 10* entrada de 10 /. de snaa ac-
eces, nostermtt do art. 9- 2- dos estatutos,
keife, 31 de Janeiro de 1888
Jos B*Uarujiuj Pereira de Mello,
director secretario.
Os abaixo asaioadjs, cobradores dista rece-
bedoria, prev.urin aos senhores contribointis qne
termina no fim do corrente mes o recebimeato
com a multa de 6 U,U a d> cima orbina e cootri-
buica > da coicpaobia Drainage, e de 10 0,0 todos
os outros iinpjst s, e desta data em diente passa-
I&J a pagar a multa de 9 0,0 a decima e coutri-
huicao du companhia Drainage e a de 20 0,0 iodos
os ontros impostes. Recite, 15 de Marero de 1888.
Frederi o C. da Silva Goimaries.
Jota Bernardo do Seg Vaienca.
de Ci.rdiff, em 19 do corrente e coasigna-
do ordem ; n.anifistou :
Carv3o de pedra 639 toneladas a estra-
da ferro de O^xang.
London k Brasilia.. Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos oa vapores sobre as cai-
ras do mesmo banco em Portugal, sendo
em Lisbda, roa dos O pe listas n. 75. No
Porto, roa dos Ingleses.
Do dia 1 a 10
Ideas de 20
549:7051142
44:090*661
593:795*803
rienda provincial :
Do dia 1 a 19
dem de 20
89:150i476
7.833J615
Lugre ingl z Nelly, entrado .de Terra
Nova, em igual dala e consignado a Blatk-
burn Noedhan & U.j raanifeBtOU : 96.984*0!
Baclbo 2.678 barricas e 946 meias
ditas aos consignatarios. i s^gnoj,
I de 1888.
_, O thesonreiroFlorencio Downguei.
IvpartuoAo Q ^^ da 8e2c4o_cIOero B de Mello.
19 DB 4RC > DB I8H8
Somma total
seccio da Alfandega,
690:779*894
20 de Maros
aMOiVB, IM DB 4RCJ
Para o extertor
No vap >r iug ez Merchant, carregon :
Para Liverpool, G. Siuden 17 fardo com 900
kilos de ruis '6 medicina>-s.
Ko vapor iugles Marina-, carregou :
Para Liverpool, L. Lima 200 saccas com 18,089
kilos de algodio.
= No vap'r frsnces Portugal, carregou :
i'-.ia IV.i:/, i. L do Barros 1,400 p-.asaros
seceos.
No lugar ingles Merritt, ciirregaram :
Para Nrw York. J. 8. Loyo 4 Fila-- 2,638 saceos
com 197,475 kiljs de assucar mascavdo.
No patacho ingles Wtllie, carregaram :
Para Ntw-Yo k, F. Cascao & Filhj 1,500
suecos com 11;,500 kilo de ssacir mascavado ;
M. J. da Rocha 5W seeM com 37,5'J0 k los de
assucar mascavado.
Na barca portuguesa Lope Duarte, carre-
gon :
Para o Porto, H. Oliveira 5 barricas coai 420
kilos de aasuca' branco, 1 ctixa com 3i kilos de
doce e 1 barrica com 50 kilos de cal.
Para o interior
= No patacho nacianal Eipadxr'.e, carrega-
ram :
I ara Porto Alegra, Aaorim Irmaos & C. 320
barricas eom 84,635 kilos de ases icir branco e
80 ditos com 9,061 ditos de dito mascavado.
No vapjr francas Ville de Pernambueo, car-
regarum :
Para Santo, F. S. Macedo Sjbrii.ho 200 saceos
com l-'.OO) kilos de asquear braaco e 2,800 ditos
com 168,000 ditos de dito mascavadj ; Burle & C
60 sacos cm 3,600 kilos du assuear branco o 540
ditos com 3a,400 ditos de dito mascavado ; F.
Vieira 330 aacco com 19,800 kilos d assucar
branco e 770 ditos com 46,200 ditos de dito mas-
cavado; S. Qnimurae & C. 100 sacos com 6,000
kilos de assucar branco e 100 ditos com 6,1.00
ditos de dit mascavado ; P. Pinto Se C. 50 bar-
r com 4,8C0 litros de agurdente.
Para S. Paulo, M. M. de Oliveira 2,0(0 coco
fructa
Para Ri i de Janeiro, H. Burle 4 G 700 saccas
eom 5 !,710 kilos de algodio.
No hiato nacional Correio dt Natal, carre-
garam :
Para Parahvbs, E. C. B. Itro & IrmSo 10 bar-
ricas eom 558 kilo* de assucar refinado; M. Amo
rim 16 casos cot 138 litros de agurdente.
Readstneata* publicas
M O SUBOO
Alfandega
eatda geral #
Becebeorlst eral
o da 1 a 19 55:543*608
dem de 20 U:206*724
57:750*332
Iteeebedoria provincial
Do dia 1 a 19 2:763i920
[dom da 20 573*533
21:337*453
Beelfe Drainage
>)e dia 1 a 19 41:225*673
Idex. os 20 791*5:52
42:016^925
Mercado Maolelpal de
O movimento deste Mercado no dia
co foi o seguinte :
Entraram :
26 bois pesando 3,927 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro 4 U. 1" ditos de 1 e 9 de par-
t colares.
249 kilos de peixe a 20 ruis
101 cargas de farinba a 200 ris
22 ditas e froctas diversas a
300 rs.
10 taboleircs a 200 ris
9 Sumos a 200 ris
8 Matutos com legumes a 200
rita
Foram occnpados :
26 columnas a 600 ris
1 Escriptorio
19 compartimentos de farinha a
500 ris.
27 ditos de comida a 500 ris
95 ditos de legumes a 400 ris
17 ditos de sainos a 700 ris
10 ditos de tressuras a 600 ris
10 tainos a 34
9 ditos a 1*
A Oliveira Castro & C.:
54 tainos a 1*
H. alOS
19 de Mar-
4*980
204200
6*600
24000
1*800
14600
15*600
8U0
94500
134900
38*000
11*900
64000
20*000
24000
544000
Deve ter sido arrecadada oeste
dia a qnantia de
Ueodimento dea dias la 18 do cor-
renta
Foi arrec dad" liquido at aoje
Procos do dia :
Carne verde de 400 a 480 ris u kiU.
2074980
8:7234040
3:9314020
Rs.
Companhia de Seguros
WtMuUU t %\%U\
AGENTE
Mgnvl Jos Alvcs
!i S Hll !< Ruin Je II- > '
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nes'es ltimos seguios a onic > companhia n'stH
pr-icaque cenced acs Srs. segurad', s isi'mpcao de
pagamento de piemio em cada stimo anno, o que
eqoivale ao deacontu anoual d" cerca de 15 por
ento em fivor d^s segurados.
Companljia te apuros
CONTRA ?35G
NOETHEEN
de Londres e Aberdeen
Posifo odnctira fDozembro de 1885)
Capital subscripto
Fundos accuinul^dos
Hecelia anonal:
De premios contra fogo
D^ premios sobre vi^a8
De juros
3.000,000
3.134,348
577,330
191,000
132,000
O AGENTE,
John H. Boxwell.
I0SISA FOQO
Liipjool k Limn k
INSURANCE COMPANY
Blackburo, \eedhani & 0,
Ra do Commercio n. 3
Cameiro de 720 a 800 ris dem.
Sumos de 560 a 640 ris dem.
Farinha de 200 a 280 'is a cuia.
Milho de 240 a 280 ris idm
Feijao de 640 a 14200 dem.
Halado aro publico
Foram abatidas no Ustadouro da Cabanga 64
reses para o consume do dia do boj \
Sendo: 49 reses pertencentes a Oliveira Cas'r >
& C, e 15 a diver -s
lumbar caroca sartas no |orto
em SO de Marco
' NACIN A ES
HAVIOS COHSIOHATAalOS
Espadarle......... Amorim Irmos 4 C.
Ip'/juca........... C'mpaohia Pernambueana.
Jagnaribe........ C>mpaohia Peroambncana.
Lositano.......... Maia 4 Resende.
Pirapama ...,..... Companhia Pernambueana.
Rival ............ Amjrim Irisis 4 C.
ESTBANGE1RAS
NAVIOS C0SSIOSTABIOS
Adelbeid.......... Hermann Lundgrin 4 C
Antn............ Pereira Cameiro & C.
Adamantina....... Blackburn Needhan.
Almina........... Pereira Carneiio 4 C
Bcrtba............ Hermann Lnndgrin & C.
Bolgen.......... Hermann Lundgrin 4 G.
Jonansa.......... J jbnston Pater & C.
Beatrice Havener .. A' orJem.
Columba.......... Wilsan Sons Charles Cox....... N. J. Lidstone & C.
Carpasisn........f Johnston Pater & C.
Cricket........... A' ordem.
Cdrisaode .. ...... Johnston Pater & C.
D. Pedro.......... Pereira Carnf iro 4 C.
Djus Irmos....... Silva Guinares & C
Emanuel.......... Hermann Lundgrin 4 C.
Ewurd. A. Sauehcz Machado Lopes & C.
Ellen Qreaves..... Wilaon Sons 4 C.
Emma Marr..... N. J. Liiistone 4 C-
Frit%............. Hormann Lundgrin 4 C
F. H. Lilling...... Hermann Lundgrin ( C
Fenn............. Baltar Oliveira 4 C.
Fortuna........... Via-ferrea de Caxanga
Grid............. Hermjuu Lundgrin 4 1'
Glengarry......... A'ordem.
Hsrrronia......... Hermann Lundgrin 4 C.
Hersilia........... Amorim Irmos < C.
Helena............ Via-ferrea de Limoeiro.
Helen Isabel....... Blackburn Needhan 4 C.
Honor............ A'ordem.
Immaculata....... H. Burle 4 C.
J. G. Fichte....... Pd eir Carneiro 4 C.
Lopes Duarte...... Am.rim Irmos 4 C.
Lavinia........... Blackburn Needhan 4 C. '
Maud S'-ammell .... A' ordem.
Merritt......... J. H. Boxwell.
Mentor........... Juhoston Pater 4 C.
Mitford........... Heory Forster 4 C.
Marie............ A' ordtiu.
Nevada........... A' ordem.
Nelly............. Blackburn Needhan & U
Olivia A. Carringon. Hermann Lundgrin 4 C.
Rosina............ Blackburn Needhan & C.
Sequel............ A' ord;-m.
8olid.............. Liviamentos C
Speedwell......... W. W. Bobilliard.
3RITIM0S
lln.ied Slales & Brasil MS.S- C.
O vapor A.dvance
E' esperado dos portos de sul
at o dia 3 de Abril depois
da demora necessari seguir
para
na rao itao, Para. Barbados, S.
Thomaz e Mew-Tsit
Para carga, paasagens,e icinnendas 9dinbe0
frete, tracta-se com oa
AGENTES
0 paquete Finalice
tapera-s de Se* ron-News,
at o dia 3 le Abril o qual
seguir jep'io d demora ne-
asaria pni
Babia, Rio de Janeiro e Santos
r-ara carga, passagens,
C'^UJ os
AGENTES
e encommendas traca-
Hearv nrsler k C.
8 R/> DO COMMERCION 8.
1 anda
agencia at
encoiomendaa e valares
(josuyr.. r-.'a Brailelra deXave-
gaco Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Maranhao
Commandante JoSo Mara Pessoa
E' esperado dos portos do sul at
o dia 26 de Marco, e seguir
depois da demora ndispensavel,
para os portof do norte at Ma-
saos.
As eucommsndas sao recebidas na
1 h>ra da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens
tracta-se na agencia
fORTOS DO SUL
O vapor Pernambueo
Commandante o capao de fragata Pedio
Hyppoltto Duarte
E' asperado dos portos do nor-
te ateo* da 24 de Marco e de-
pois da demora ndispensavel,
seguir para os pro-tos do sul.
Keeene lainoem Carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegre e Bio Grande dj
Si 1 frete mdico.
As enneommendas s sero recebidas na agencia
at 1 hora da tarde do da da sahna.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res, trata-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
Star ot China...... A' ordem.
Sendeaanden...... Hnrmann Lundgrin 4 C.
Sparkling Glanc... A' ordem.
Thomas C. Seed----- A' ordem.
Tordeuekyold...... Wilson Sans 4 C.
Victoria.......... Amorim Irmos 4 C.
V. de Pernambueo A-iguale Labille 4 C.
Willie............ Hermann Lundgrin 4 C.
O aignal indica ter a embarcaeo sabide.
Vapores entrar
HEZ DE IIBCO
Norte......... Pernambueo .,..... 24
Europa ....... Neva............. 24
Sul.......... Maranhao......... 2o
Europa....... VilledeBahia...... 28
Sul.......... Elbe.............. 29
Eur p'i...... Trent............. 31
Vaporea sabir
HEZ DB MARCO
Buenos Ay.es Neva............. 24 s 2 b.
Cammossim Pirapama......... 24 s 5 b.
Sul......... Pernambueo....... 25 s 5 b.
Norte....... Maranhao......... 27 s 5 h.
Santoseesc Ville de Bahia..... 29 s 4 h.
8outhamptoa. Elbe.............. 29si2b.
BueuosAyres 2Ve*............. 31 s 2 h.
(I
4.
&
v,:. -.'

' 4 -
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1



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]


i. \
%

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.


* 1.
navios
Aurorita.........
Auna Carpjr......
Bro..............
Cbristan Scriver ..
Costa Lo' o........
G. C. Stanford.....
Hennk Verg-land..
Hcrmnd...........
Helena...........
Leetch............
Martba Percival ...
or..............
Perseverant........
Union............ Ciriff.
entrar
Hi de Janeiro.
Hsmburgo.
Rio Grande do Sul.
Bio de Janeiro.
Rio Grande do Sul.
New-York.
Rio Grande do Sul,
1-ii. Grande do Sul.
Hamburgo.
C'.rdiff.
Cardiff.
Rio de Janeiro.
Liverpool.


Hovimento do porto
Navios entrados no dia 20
Genova 60 dias, brigoe italiano Immaculata
Consesione, de 233 toneladas, capitao IW-
maurixi, eqaipagem 9, carga varios gneros; a
Heory Burle &C. rww .
Terra-Na-32d.as, lugar ingles ^rif^f.
de 187 toneladas, capito J. M. Gaven, equi-
nagem 10, carga bacalbio a Johnsten Pater
4 C
Navios sonidos no mesmo dia
Santos eescais Vapor francs Ville de Pernam-
bueo, commandante L. Sebire, carga varios
New YorkLugar ingles Merritt, capitioW.
Shomtor, carga aaaucar. ,
ParahybaBirca inglesa Emma Marr capito
M. Breuster, em lastro.
>3>

iPr-SS
Mafa
as


!
>-
i
.


DB
fcavegafio Costelraoor Vapar
PORTOS DO NORTt
t-arakt/ba, Natal, Macdu, Mossor, Ara
city, Ceartf, earaAtt e Camonim
O vapor Pirapama
C mm ndante Carvalho
Segu no di 24 de
Marco, as 5 dora.
da Urde. Recer*
ga at o dia 23
t&eommcndu passagena e dinheiro a frete at
aa 3 hora da tai de do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Cam da C&xpankia Petnambnen*vi
n. n
Diario de Pernambueotyuarta--teira 21 de Mar^o de 1888
SsVn contiuuacio lavar igualmente a leio os
tps de ol, M-.la. Hlpaca, e*c rfc ni -
feotes uk moma |vj, uJo ao eorrrr do m.rtiilu.
ROYIL 14IL STEAM PAC KET
C01PANV
O paquete Me va
E' esperado da Europa ao dia 84
do correte e seguir depois da
demora neceas ria para
ta, Rio de Janeiro Monte
video e Biicnos-.tyree
0 paquete Elbe
esperado do
slate odia 29 do
crrente e seguir
iopois da demort.
uocessaria pan
Lisboa, Vigo e Soulhamploii
0 paquete Trent
De bancos de jsrdim, bancadas para collegio,
cartciras, csndieiros a gas, lyras, arandelas, lam
pada de metal, 1 estante, 1 fi'eir, qosrlrs, espe
Ibos, malas de viagrm, mu tos outros movis e ta-
petes fines de sala.
Eni continua^o
Urna mobilia de Jacaranda, jarros e vasos para
>n s, espetaos e qnadros.
Uo> suarda vestid), 2 toilets, 1 lavatorio, 2
camas de Erable, 1 cama de ferro con lastro de
rame, 8 espelhos grandes, dourados, mesas, ca-
deins, eandieiros gas caib.'uieo e kerosene, co-
pi clices, compituras, e muitos ootros artigoi
esistmtts no armaren da roa do Marques de
Olioda o. 52.
SEXTAFEIRA 23 DOCORRENTE
Agente Pinto
Assucar
O melbor assucar da Usina Pinto e Colonia
Isabel ; seba-se venda na re6oac5o Salgaeiral
roa Direita o. 22 Teiepbone445.
lira
Esperare da Europa at o
dia 31 dt Mar? > e seguiedo
depois da di mora do eos tumi
para
Macci, Babia, Rio de J stiro, S.ntos,
Montevideo e Rustios Ayr*s
Reducida de passagens
Ida Ida e voliu
A --. ntli..u.pton la ci&ssc t 28 42
A' Wn i* elssso 20 30
Camarotes reservados para os paemgeiros de
Fernn-buce.
'ara pussugens, frete, etc., tracta-sc o
AGENTES
Ainoriui Irmos il\
N. 3- RITA DO BOM JESS N. 3
i
i"S
Agente Burlamaqui
Leudo
De urna barcacaSenbora da Grsca, qoe pega
800 saceos e de um terreno ras da Ventura n.
15 (Capnnga), com 6 metros e 35 centmetros de
frente e 35 metros e 70 centmetros de fondo, mo-
rado de um ludo e do fondo.
Os Srg. pretendftotrs desde j poderoexaminar
dita barcaca, que se acha ancorada no caes do
Ramcs, e o terreno.
Sextafeira 23do corrente /
A's 11 horas
Agente Silveira
Uilo cin con ti n liarlo
O basar do Kecife 4 ra Marques de Olinda n.
11, receben benitos espclbos ovaes, donrados, para
salas e quartos, r vende p>r precia ser/, eompe-
tenoia.
Sement de carapato
Compra se s mente de carrapato na roa do
Ujspicio n. 79.
Criado fiel
Precisase para om sitio nos Affl ctos : na roa
Nova a. 13.
lf
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I!
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Directamente
para Kero-
pa do Rio
da Pista.
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K
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o
>
er

a *
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Seto
'11*
B S:>
" a.*
o a, w
Ife
De movis e mais objnpfos
SEXTA-PEIBA 23 DO CBRENTE
A's 10 e rneia horas
\o irmazem da roa do Ivra
nenio n. *3
O agente Silver >, antorisado por doas familias
que se retiraram para f.-a da i r. vii.cia, levar a
leilo urna m.bilia di amarello, ama dita de jsca-
raud, urna cama de Jacaranda, n i secretaria,
cadeiras de juico, laceas, vidros, eandieiros, jar-
ros e urna mesa elstica.
Agente Silveira
Bou eat]>rego de capital
3. leilao de
Relojoaria
_ A antiga e bem rereditada ofiicina de relejoeiro
sita 4 ra Io de Marco n. 4, acaba de ser trans-
ferida para a
roa Larga do Rosario n. 4i
O seo proprietario tendo om completo e multo
bom sortimento de aviammtcs tendentes sna
arte e com orna looga pratica da mesm, off rece-
se ao pub ico em geral para eucarregar se de to-
dos os concert s de n logios, caixas de mas ka,
ete.
Espera contionar a merecer a cenfiaoca de seos
fregueses, e assegura-lhes qm> ser s mpre soli-
cito no cumprm< nto de suas ordena.
t-Sa Larga do Rosariih-42
OusUto Wollichard.

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aa co
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lisbor e Porto
Segae com brevidade pra os portes cima o
patacba poriagoes Dous Irmios ; para o resto
da carga trata-se com os consignatarios Silva
Goimarata i C. ra do Comniercio d. 5, pri-
meiro andar.
LEiLE
Qu:ntk feira 22, deve ter logar o leilo de
terrenos propnes nos Afileles em fr.nte da esta-
cado do nv'smo nomc. Os concurren!' s que forem ao
trem de meio dia teiio passsgem gratis.
Sexta feira, 23, deve ter lugar o leilao de
movis, cristals, esp. Ibos, bancadas para colle-
gio, bancos para jardim, tapetes de sala e mui-
tos outros meveis e candieires a gas, existtutes
ni armaxem da ra do Marques de Oliada n. 52.
Leiio
De 1 cofre ingles de Milners com 2 portas, 7
dito americano, 1 piano de Blondel, movis avul-
soa de jaearand e amarello, guarda-loucs, goar-
da-vestidos, mesas elsticas, appsradores, aute,
cadeiras, conloe, mobili > de Jacaranda, latas de
1|2 libra com man'eiga inglesa, ditas com mautei
ga nacional, cognac, rbom, vermoutb, cerveja, lou
cas para almoco e jintr, copos, clices, eompotei-
raa. cv.ndieir. s para gas, jarros e muitos entres
objeetos.
^Qiiarta feira, 9 I do corrale
A's 11 horas
No armazem rui Mrquez de Olioda
o. 19
POR 1NTERVENC0 DO AGENTE
Gusiuo
Leilao
SEXTA-FEIRA 23 DO CORBENTE
A-i meto dia
No srmaiem ra do Ltvrameoto n. 37
O agente Siv. ira, por mud-Jo e assistencia
do Exm. 8r. Dr. jui* d direito de orphos e au-
sentes, levar a leilio as casa? absixo declaradas,
pertencentes ao espolio de Victorino de Almeida
Kabello, a r-querimento do Sr. Jos de Almeida
Rib lio, inventaran'" referida espolio :
Urna cf.su terrea roa J RestanracSo o. 6
com porta e janella, occupa^i por urna refiuaco.
Urna dita na roa de S J rge u. 87, o m porta
e jmila, sotSo e graode quintal.
Ucna meia-agna roa das Florean. 16 com
orna porta.
Urna dita ra do Cinsclbeiro Perettl n. 62
(antiga da Roda), esquina da Pmca di Ccpim,
rendo a sala da fr- n'e oceupada por urna ofiicina
de latoeiro e cineo qaaitos independentes.
Qiatro ditas de taboa sb u.-. 43, 45, 47 e 49,
ra Vinte Qua'ro de Maio, esquina da rna da
Detenta).
Um terreno no Peres, com casa de taire, peito
da estaca).
Em eoatlnnacao
Ser vendida a casa da liba Jo Retiron. 10 A,
com com modo* para familia, teodo agua eucu>-
da, etc, etc.
Ao commercio
Os abaixo aasignados participan] ao re^peftavel
corpo commenial desta praca, e a quem mais pos-
'nteressir, que d'esde 29 de Pevereiro prximo
passado, se acha dissilvida a sociedade que ti
nb'im no encb>mento de espirttos e fabrica de vi-
nbos naeionaes roa da Moeda n. 19, que gyroo
nesta prc% sob a rasSo social de Hereira Pinto
& C, por cujo acto de dissoloc2> fieou a cargo do
ex-socio Pereira todo o activo e passivo da extincta
sociedade, e o ex-socio Jos Bodrigues Pinto, pa-
go e Sktisfeito de seas haveres, que receben em
ciinueiro vista, acto continuo assignatora do
respectivo dislracto, continuando os negocios na
mesma rasao sob a nica responsabilidad)) do ex-
socii Pereira.
Recite, 15 de Marco de 1888.
Antonio Pereira Gomes.
___________ Jos Rodrigues Pinto.
Peitoral de Cambar
PREQOb
as agencias : rasco 2500, lt2 duzia 131 e
dnsia 24*000.
as sub agencias ; frasco 21800, Ii2 dusia
151000 e duzia 81000.
Agentes e depositarios geraes era toda a pro-
vincia Francisco M. da Silva & C, roa do
Marques de Olinda n. 23
Ao commercio eao
publico
Figoeire'o 6t Irmi modaram seu estabeleci-
mento de fas indas roa da Imperatria n. 56,
para a mesma ra n. 76
nos ose curan!
Sem dieta e sem modifi-
cares de costuracs
Labora* eio central, ru do Viaconde
Rio Brsaco o. 14
Esquina a ra do RegenteRio dt
Janeiro
Especficos preparados pelo phar-
maceulico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de bygiene da
Corte, Repblicas do Prata e Academia de
Industria de Paris.
Elixir Je Imblrlbina
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
tor e promove as ejeccoes dirSceis.
Vlako de aninti ferruslnoso e
qulDSiilu
Para os chloro-anemicos, debella a hypoemi
intertropical, reeonstitoe os bydropicos e beribe
rico*.
Xarope de flor de arnelra e mu
w as
Moito rcommendado na bronebite, na hemopa
tyse e as toases agudas oo ebronicas.
Ole* de (estadas rerrasrlaoao e raa
esta de laranjaa amiriii.
E o primeiro reparador da fraqueta do orga-
nismo, na fysica.
Plalas ame Berladira, preparada
cons pererlna. quina rjsliorandj
Cura radicalmente as febres intermitientes, *
mittentes e perniciosas.
Wlako de Jurubeba almplea e lana
aeaa ferraglnoao. preparado*
em %isaiiu de caj
EfBcaces as inflamar;oes do figado e baco agua
das ouehronicas.
viubu tnico de eapllarla e quina
Applicado as coovalescencas das parturientes
tierco ante-febril.
Francisco Moni la Un & C
RA r O MRQUEZ DE OLINDA
-f a m

Anua Clara Perelrada Sllrelra
Jiao Pereira da Silveira, sna mulher e filaos,
t ndj de mandar reaar na od m terceira do Car
mi orna missa por alma de sua coubada, prima e
tia, Auna C ara t-ereira da S iveira, convidara sos
seus paretttea eamigjs para asaistirem a esse acto
der I gio, qo ter logar na sexta-feira 23 do
correi.t -, s 8 horas da manb, stimo dia de sen
fallecimento ; pelo qne desde j antecif.am os sei^s
aeradecimentos.
an.,a Ca.a Pereira da Hilvelra
Argemiro Pereira da Silveira, Rosa Mara do
Bom Parto, Joio Pereir. da Silveira, J.ao Balbi-
no Ramos da Silveira, gueda Bernardina da
Silva torp- s, Domingas Tertuliano da Silva Bor
ges, Afra Bernardina da Silva Borges e Mara da
Purificacao da Silva Borges, marido, tia e sogrs,
primos, cunbad s e sobrinbos, agradecem a todos
os seos parentes e amigosj com esp;cialidade ao
Prior e mais irmSos da Veneravel rdem Terceira
do Carm \ que se dignaram condusir ao Cemiterio
Poblico os restos mortaes de Auna Clara Pereira
da Silveira, ao mesmo tempo os oonvidam para
assistirem a missa que ter lugar na referida
Ordem Terceira, sextafeira 28 do corrente, pelas 8
boras da manb, setim dia de seo falleci-
mento.
,^XBfBJ|SSSSSEnSBSSJSBjaSSSSSSEaa^^
NO VID V DES
LANS mesolaaa8 do seda, a 600 rs o cova lo.
GAZES arrendada imitacilo de seda, a 600 e 700 rs., o covado*
BICOS Jo c6r e, tnatiiados, a 20500 e 2jr000, a pe<*.
LUVAS de seda do cores, arrendadas, a 30000, o par.
ESPARTILHOS americanos, a 60000, 70000 e 80000, un.
LEQUES transparentes, desenhos novos, a 20500, uro.
MElAScou: pi.t-u de cores para senl.on, a 803 rs., o par.
SETIM Maeo de. coren, a 900 e.10000, o covado.
CAMBRAIAS :e piotas de cores, bordadas, a 60000, a peca.
VELBOTINA3 de cSres, a 800, 900 e 10000, o covado
ESGUIaO pardo paa vestido, a 360 e 400 rs., n covado.
PERCALES rniuuinhs, p.dro-s novos, a 240 rs c r-ovado.
COLCHAS de tdree, iroitagao do crochet, a 70'XX), urna.
SETINETA ; -poutja a niatisada, a 240 rs., o covado
CORTINADOS bardados, a 60000 a 70500, o p.r.
FICHUS, arralados, mitav^o d-. seda, a 20000 e 20500, um.
LANS de Q^aidro, iiuitacto, a 1(X) rs. o covado.
MERINO e coro, a 800 e 10JOO, a covado.
MERINO' preto, a 800, 10000, 10200, 10300, 10300 e 2000, o oovado.
GUARDANAPOS de fr;.nja, a 20200 e 20800, a duzia ; de linbo.
COMPLETO eortirnento de bordados e extractos.
SARGELIM d: tedas ss cor.-s, a 24'' rS. o covado; qualidade melbor.
BRAMANTE de lioho de qu.t o larguras, a 10800, o metro.
BRAMANTE de algodo de quatro larguras, a 800 e 10000, o metro.
ATOALHADO birdados, a 10200, 1040) o 10600, o metro
PANNO da C.st. do listra e de qnaJro, a 10000 e 10200, o covado.
LENCOES de bramante, a 10800, 20000 e 20500.
TOALHAS f Ipudas para rosto, a 30500 40500 e 50500, a duaia.
CAMISAS inglezas de flanella, a 50000, um.
LENCOS brancos para cnanga, 10200, a duzia.
SEROULAS de bramante, 1S0OOO, 1801 00 e 220(00, a duzia.
FUSTAO branco, bordados, a 400, 440, e 600 rs., o covado
GUARDA-PU de briro pardo para bomens o senhorRS,
Fazendas com peqaeno deleito
COLETES de casernira pret e de orea, a 30500 e 40000, um.
COLARINHO de linbo, a 30000, a duzia.
BRI.V1 de cor-a para roupa de enanca a 320 rs. o covado.
NANSUK muito t ias de urna s c$r a 240 rs. o covado.
ESPARTILHOS 'eourca de 100000 por 4000, um.
BOLCAS para viagem, a 60000, 70000, 80000, urna.
BOLEAS d p-lha que se vende por todo preyo.
PARA BANHOS DO MAR
COSTUAIE^ para homons, s nlioras e meninos
NA RA

I.
DE MARCO
i^ aV ^ CAi
DE
M. 20
AMAR AL & C


fliAllilliuliiililliiiiiiiiiiffiiiiwiiiiiiiitiiiilliillliiiiiiiiiliiiiiliiiiiiliiiilluiiiiiiiii
ANEJrllA AS VKRDADEIRAS CHLOROSE
PILULAS DE VALLET
AVISOS DIVERSOS
Alngn-se casas a a#o-..u no becco dos (Vot
bue, junte- de Ooncallo : a tratar na rva d-
imperatria o. 5i>.
Alnea-ae o sobrado n. 46 ra da Roda,
com bous con modos e muito freso ; a tratar na
roa do Cabug n. 16, loja.
Alugase o segundo andar do sobrado n. 73
a roa do Bangel, com ituito bons corrmodos
muito fresen, tendo a vantag^m de estar prximo
ao mercado poblico ; a tratar na roa do Cabug.
loja n. 16
= Precisa-se de om proteasora ja idosa, qn-
saiba a lingoa portuguesa e bem aisim a francesa
em seas rudimentos, para leccionar em om enge-
nbo da freguesia deJaboatao, distante 2 1)2 le-
goas da esUcac ; a tratar na ra do Imperador
n. 81, das 11 a 4 horas.
AMA Precisa-re de nma, para cosinbar,
para casa de pequea familia ; a tratar na rna
Duque de Caxias n. 54, loi.
Otnpra-ee urna sella paia cavallo, ja com
slgom oso, d*-se preferencia sendo inglesa ; na
roa Nova n. 13, 1 ja.
Preeisa-se de aa criado para casa de lam
lia ; na ra 24 de Maiu n. 13, 1* andar.
Prtxiaa se tomar a premio 4004 ou 5O0#0u
sobre bypotbeca era om sitio de muito maior va-
lor : quem qoiaer faser este negocio deixe carta
f cbada nesta tvpograpbn, com as miciaes J.
A. 8. t.
Ptecisa-se de urna ama de idade
de pequea familia, para cosinhsr.
para casa
Precisa-se de orna coatureira que entenda
de cortar, para tr ibalhar uns dias em casa de
familia ; a tratar na roa Vidal de N.-greiros no
mero 147.
Alaga-se a casa tortea com grande quintal.
3 quartos, e est limpa, na na das Cinco Puntas
n. 129 : a tratar na ra do Pilar n. S6.
n Tendo-se extiaviado as acedes os. 1967 e
1968 da estrada de ferro de Olinda e Bebaribe. n
abaixo assignuda roga a qnem &% tver ene mira-
do o favor de as levar roa do .'aboga n. 16, que
ser gr tficado. Recite, 20 de Mar,>o do 1888
Mara da Pcnha Cabrxl.
liveira Silva & C participam aos seas fre-
gueses que mudaram seu estabelecimento de mo
Ihadts da ra da Pria n. 1 para a do Impera-
dor n. 81.
Recife, 20 de Marco de 1888.
De terrenos proprios fia estrada dos Affl:
t.s i ni frente a estacSo do mesmo nome
ndar na ra Barao de Itamarac, at-
travessando-'hes a raa de Santo Elias.
(Em lotes a vontade dos compradores)
Quinta feira 22 do corrente
A' 1 bora da tarde
O agente Peito levar a leilo diSerentes terre-
nos proprios para edificacdea nos Aflictos em lotes
a vontade dos compradores.
Os concurrente s ao ki i) que tomarem trem de
meio da pelos Aflictos tero passagens gratis.
Agente Silveira
Leilo
Qu'nta-feira 22do corrente
A'sl01|2 horas
Boa do Barto da Victoria n. 24
De tuna importante amuelo de vinbalic- en vi
racada, completamente nova, com baleo, los
tre, vitrinas, espelhos e mais sccessorios proprios
para om es'abeleeiment- -
de
ox\
Us abaixo assigoados scientificam ao corpo
commercia) desta prca e aa poblico em gem,
qoe te.ido expirado o praco da sociedade quegy
rava neeta praca sob a raso social de Migalhes
4 Santos, estabelecidoa com srmssem de molba-
dos rna dos Pires o. 49, dissolferam amigavel-
meDte desae o dia 27 do mes ultimo, a mesma so
ciedade ; retirando se o socio MagalhSee pago r
satiiftito do seu cnpital e lucros, cando o esta
belecimento e todo o activo a cargo do socio San
tos, qoe declara nao existir passivo algom da ex-
tincta sociedade.
Francisco Pinto de Magalhes.
Justino Ferreira dos Santos.

NAO SAO PRATEADAS
O nome TALLET impreaso em preto sobre oada pilla.
A maior parte dos mdicos concordo con a Academia de medecina em que,
ellas mererem a preferencia que se lhes d sobre os outros ferruginosos.
Existem numero! .i imitaces das
PILILAS DE VALLET
Exigir em cada exlremidade do fras-
co um tilla impresso em qcatro crbs.
2003000
Vende-se orna grande casa na Torre, roa
Real, a qoai tem 24 palmos de frente e 35 de fon-
do e com orna cerca de 70 palm s de frente sobre
180 de fondo. Fies perto dos bonds e da linba
frrea. Para correr a chave est na eaaa conti-
gua, e quem a preteoder pode deixar carta fecha
ida nesta typogrsphia, com as iniciae* C. M de
clarando onde deve ser pr curado.
Cntelas do Monte
Soccorro
Comprssn-se e pagase bem ; praca do Conde
d'Eu n. 18.
WOLFF& C.
H. 4-BA DO CABGA' -. i
Veste ntulto conheeido estabelecimen-
to eocortr.r o respeltavel publico m*
variad completo sortimento de JOIAS
recefiidas sempre directamente dos sellio-
res imbricantes da Europa, e que primam
pelo apurado goato do mando elegante.
Ricos der ecos completas, lindas pulsel-
s*a, alflnetes, voltas de ouro eravejadas com
br i Ib antes, en perolas, a n neis, cacoleta*.
botdes e outros naultos rticos proprlo
dea te generes.
ESPEIALIADE
Esa relegio de ouro, prata e nlel&elados,
para hont'-ns, senhoras e meninos dos mais
acreditado* fabricante* da Europa e Ame-
rica.
Cara todos os rticos desta casa araran*
te-st; a boa qualidade, aasini como a modici-
dad nos precos qae silo sena competencia.
Vrsta easa tamben! concerta-se qua!-
quer nbra de oaro ou pra*> e tamben relo
fies de qualquer qualidade que seja.
4-Rua do Cabog-4
nisia
PEVE-Sl
A ASSIGNATOaA
19, me iacob, Paris,
Venda na maior parte das pharmaciaa
JimiiiiiiMmMii.nmiimiMiin.iiiiMmiiiiii-ilmiiiii.iHiiMiiiiiHiiiiiiiii......i,inlt,lyin,t^yi,3

a
AtLiNPATEKSOIN
N.44--RD a do BrnniL--N. 44
B1W AESfAfAO DOS BONDS
lera para vender, por prei_ o eiodicos, as segu a ferragens:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacos de diversos tamanbos.
Rodas de espora, dem, dera.
Ditas aufralnrsa, dem, ideza.
Bancos de ferro com serra otrooir.
Grradeamento para ardiiu
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fiindidn. ^- Ir-.4- < *
l'-jj-tRs--i *"r..- '; -. %
V ,por < vi- *, ^ "--
MoenU>8 de I" $ ..,./:. k -'
Roda; 'i'agu.. iya .'- 'j?k~ "/
Encarn.-gani--- m > *r .-..
trabalbo com p;rf '. t-i j..
.


|:.
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\t


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..:r.: i-,-. 's.utaaj ail>
"
Molestias das Cranlas
XAROPE DE RASAO IODADO
de GR/MAULT e Ca, Pharmacsuticos
pprortdo pti% Juma d'HygieM do Rlo-ds-Jtnetv.
+m>% vw-a s s-i -ll -
Este Xarope que, rea ana reoonhe^da effiBcia, figura na Pbarmacopa francesa
(Edif&o 4 884J, goza da melhor rputac&t enre os mdicos rl toaui ce faites.
Substitae o oleo da figado de baca" fio pela iutcllipente combinarjao intima do iodo com.
o sueco de plantas antiscorbutic/, cmo o agriao, o rabfio e a cocblearia, bem
eoniecldas na medicacao dos adultos e das creoi>c? pelo iodo t o enxofre qae ellae
conten. Esta xarope convm as creantas paludas, 'racas, sm appette, predifc-
postas a certas molestias, como a ozagra, as croatas de leite, o engorgitamento
das glndulas do pescoco, que des.pparfcem debaixo da sua aeso.
Essensialmente depurativo e inofTeiBivo, nao causticocomooioi!urctodepftaaio
a o iodureto de farro, mas como est"s t emprfgado para fortificar os temperamentos
debis e para combatsr a tsica, as tpsses o tarrhaea, o infarte das glndulas,
OS mos humores, as molestias da palie e todas aa que sao ievidas a um vicio
do sangue. -------------
Deposito em *ARIS, 8, Ru wvienue. w* fnapti tu,: na. <5
r^^CsV***^^^*^'** U^8t>CWi' 2- s -O S> O-Cr-aW
.
"Ufl
V E R A S (Se C J
SElCAMErlTOS FUNDAS E TINTiS"Pl
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5 ^Rua do Diipe _deGaxias,5 7
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Especial kk teste eslabeleeimeoto
Elxr Bliiimto fl8 Janaoa
Elixir dentifrici
Contra a caria e amollecimento e dores de dente.
Y.nho, xaropes e pillas de juru?-eba
Grande sortimento de perolas, pastilhas, granobs a pilui-is dos melhoros fabri-
osntesueuropeu8 e americanos.
Graode colIecgSo de alcoloides os mais modernos e raros.
Aguas mineraea de todas as quulidades.
Para photographla e homaeopathla
\lcooi rectificado e desinfectalu, cbiun jmente paro.
A PhsrKuiia Anirri-sn tem ama seccao horDOBopatliica onde se encontrar
alm dos medicroentos preparados cora toda aceto e segando os formularios bahene-
manicos mais acredita ios, oarteirss, vidros avulsos ce todos os tamcnboe, glbulos
inertes e medim-inentosos, tinturas d> plantas indig oas eeiottCM
Receba m-'camentos ttfclimente de r>doa hq fabricas da Europa e^tmorioa
Mtvfinalado por pncos coaioioUos e a qualquer bor do dia e d noite.


6
pnw w
*
No domingo altivo perdee-se ama polseira de
dio, da ra do Visconde de Goyanna a da Santa
Cnat, por ooeaiilo da proeuaio da tanta Crn;
pede-se a quem aoboa a querendo restitoil a, o
lavar de lvala A roa do General Seira n. 20, qae
ara recompensado.
Cautelas do Monte de
Soccotro
Compra-se cautelas de qaalquer Joia ou brilban-
tas, paga ae bem ; na preca da Iudependeacia n.
82, leja de relcjoeiro. __________
Oliveira Campos e C.
un do Crepo n. *l
Beeeberam pelo ultimo vapor sortimeoto com-
plete de capas de caaemira, merino, gorgurac e
seda, para seohora, o que ha de maia nuvo, a pre-
go rnoavel; reeeberam mais seda preta e gorgu-
tio, e vender por pre90 baratissimo.
Professor"
Urna Mnbora com habilitacoes neeessarias, pro-
poe-ae a entinar a bordados e todo trabalho de
agnlba, em coliegioa e casal particulares, tanto na
capital como nos arrabaldes perto das liabas fr-
reas c bonds. Na meama rasa existe ama senta-
ra que propoe-ae a ensinar em algnm engenbo
primeiraa lettraa e bordados : a tratar na raa da
Detenclo n. 15.
Gaolela do lole Soccorros
Comprase e paga-se bem : na pracado Conde
d-Ea n. 18
Fabrico de assucar
cnlnlauMO do abrlcanto Doea
Dietvarl fc C. de Hla.Ov
oastruccao da mais moderna e aperfaiooade e
de grande daraoSo.
Mocada com presaio bydraalica de Stewart que
di a melhor expressio conhecida at boje.
Cakleiras com econnmisador, especialidade des-
tes fabricantes.
Fornalhas para qaeimar o bagsoo verde em di-
reitora da moenda.
Os apparelbos de Vacuo e Triplo sao d sy a te-
ma moderno como ambem as tarbinas ou cen-
trifugo.
Orcamentos e mais informacoes em casa de
Browns & C.
Roa do Commeroio n. )>, 1* andar
Comprase
Qoem ti ver para vender urna casa terrea as
freguesiaa de Santo Antonio ou Boa-Vista, com 3
a 4 quartos, 2 salas, coainh equintal, at 3:0004 ;
deiie carta com as iniciaes A. A M., e as iodica-
ooes neeessarias i ra Nova n. 15, loja.
AUenco
Cha preto
O Carlos Sinden receben nova remessa e vende
por menos da que entro qualquer ; na loja de al
raate raa Bario da Victoria n. 48.
Cosinheira
Precise-se de ama que coeinhe bem, para casa
de pequea familia, que durma em casa ; na rna
do Conde da Boa Vista n. 24-F.
PRECISASE
de nina ama para co-
sinhar. e outra para
o mais servifo de
ama casa, e que dar-
mam ua mesma: a
tratar na roa Impe-
rial n. 240.
Maduro
SEM RIVAL
O sorprendente vinbo Maduro,
pero, sem mis-
acaba de chegar
Pharmacia
Precisa-ae de nm pratico
do Rosario n. 34.
a tratar i raa larga
Cosinheira
Precisa se de ama boa cusioheira
urna familia c.-s Afflictos ; tratase
numero 13.
para casa de
na raa Nova
N. 17.480
Na raa Larga do Rosario n. 25 precisa-M falla
o Sr. Francisco Ortelano, de Limoeiro.
Sementes de carrapaio
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
aa drogara de Francisco M. da Silva fc C, i roa
a Marques da Ohada a. 28.___________________
Attengo
Gabriela Mara da Conceicio, dona oVt nm ter-
reno sito no $acea*mento aa roa da Pelha, com
50 palmes de frente e 180 de fundo, vende ease
terreno a qoem qoiaer comprar peta qusntia de
8504000; qnem o qaiaer comprar dirija-se casa
do Sr. Goncnlo Das Ccelho, morador oo Becco
das Almas ou Travessa de Joio de Barros. O
referido terreno tem ama meia-agaa de taipa co-
berta de telha._______________________________
Caixeiro
recisa ae de na caixeiro com bastante pratiea
de taverna, ou de um socio que entre com algum
capital ; a tratar na ra do Moguette a. X
Aviso
O Sr. Eduardo Miguelda Costa nio em prega do
da fabrica de genebra no caes Capibaribe n 42;
nio fieo responsavel por qualqu. r transaceso feita
em mea nome.
C. A. van der Linden._____
Boa morada
Aloga-se o sobrado n. 57 i rna do Santa Rita,
com grandes commodcB, agna e gas, caiado e pin-
tado de novo: a tratar na raa Marques de Olin-
da n. 16, anaaaem.
AtlenQ
Cofres pro va de logo
O Carlos Sinden, 4 raa Bario da Victoria n.
48, loja de alfaiate, receben de consiguaco e
tunde sem competencia.
Ao eommercio
O abaixo aasignado tendo se desligado da firma
social de Fareirs Pinto & C, commuoica ao eom
aacroo e tm particnlar aes aens amigos qne se
acfaa osa os meam ramos de negocio, i rna da
Lapa a 6, aob a firma s> cial de Pinto Ferreira
C, e a prove t a eccaaiio para declarar qne
tesa augmentado o sea nome com o sobrenome
Ferreira.
Jos Rodrigues Pinto Ferreira.
raiii b anco ii iieiiffli
Cbagn a primeira Nssnsoe do precioso ferelh
de caroso de algodalo, o saaaa batato de todos o
liaisafss para animaes de rae avallar, vaoana
asan, etc. O arao de aigito depon ne an>
traaide a casan e todo o oso, o mala rssoati
sacate ae ae pode dar aos amanee para as farsa
lecer eeufordar com admiran! rapidez.
Nos Botados-Unidos da Amertea do Norte e aa
Inglaterra ala emnregado (com o maia ieln re-
tura algum'., proprio para mesa
aova umeaaa.
Sem querernos depreciar asqualidades puras Jof
viahos diariamente annnnciados, podemos garantii
aos nossoa fregueses e ao publico ero geral, que o
vinbo Malero de nossa especialidtde o nico
capas de urna boa nutricio, conservando todos os
requisitos da bygiene, como nm dos principaes
fazer ama digeetio "fcil, alimentando os glbulos
sanguneos, principaes motores da mude da huma-
nidad e.
Em OBRAS DE VIME niognem compete com-
nosco : temos
Berros Comiera CosUirelras
Faqoetroa
Papeleiros e balaios para roupa suja, assim
como cea tu 9 para compras, de tndos os tamanhi
Em TAMANGOS DO PORTO
tambem ningucm compete : Para homrns sio so
berbos mas para senboras sao sorprendentes.
SEMESTE8 NOVAS
de hertaucas e ires, temos ecn.pre em todos
os vapores, a escolba mais rigorosa que desejar ae
posaa
ftaa Estrella do Rosarlo u f*.
Junto I groja
rejas Mendes f 4).
Arrobe
DE
Salsa, cirolp. nim iom nr ti-
riil de MIjio & G. Sbc-
tpprotado pela Jamtsi zertl de hj
leste pahllra da eVrle
E' o melbor depurativo e cora todas as docncas
svpbiliticas da pede, rbeumatismo, bobas, utci-rss,
e em geral as que provm da irnoreta da wague.
Deposito m sita pharm^cia e drogaria ra
larga do Roaaio u. 34, >'ernnu>buco.
sio
)de
de piBleiuaoia
asar amaseM
o
Semana santa
vestidos pretos e mais outros objectos de
_ idade, ebegados h* p m *m casa de MadroM- Kcblet, roa do Im-
a. 44, 1 aadar.
Escada
Fraactsea Chaves da Costa e Silva participa a
sem iater*sar posea que, de aocorao om anto-
raMeii concedida p r sea marido e registrada
aa Jaata Ccansereial, abeto saa MtaswleeisMBto
ale iaaead i s eeata etdade, raa do Commeroio a.
12, -sob a a firma Ch.vs* a C onde Itoi stabe-
o Sr. J* Amro da Coata e Silva, c m
l aad* tem que ver a abaixo asslgoada.
a, 13 de Marco Je 1888.
_________Kr*ocisca Chavos da Costa a Silva.
Pao teoteio
MesW m Bisart aviaam ao reapeftsrret publico
aateraae aaxtaa taaa Mea este aa-
BtW ; i raa larca do Ontario n. 40.
N. 93:^90
CmtfuUirm j tfoaia tem ama carta
da Moli Bmt; roga-ao o Cavar ala
M ESTADO PEBFEITO DE SAUDfi
o maior beneficio da existencia
Para obtt-r sh 'loro ine-iimaTel tmpragaes o SAL
PVRETICO de LAMPLOUGH qoe acommelUs o Mal
as auas raizes, melhorando a Dtqentiio, dewm-
barafado o ntotnago. o Figmdo, oa itin* t
os MnteHtnot* ile qualquer obstrorco, 0 a0 nie>mo
lempo renoTaadoosaogae, sappriiDioJoos humores inscla-
bres e febns, refrescaado-o e oirffeoando-o.
E* ESTE O ORANDO PRESERVADOR E O
GRANDE REMEDIO contra a mor parte das Molestia!
uectuotas e Dalifnas do* climas tropiraes etfica
contra as Febres amaradas e oatras febres, be siga, sarampo,
sede, eniaqneea, eojo, vmitos, bilis, dureza de rentre,
indipastao, aiadomei, cholera-morbo, crupoes e molestia
da pellc, alterarlo do sangoe, etc.
O D' Wr. 8TEVEN8 ralata: Apt a adopcSo d'ttse
Sal, ai febre mortfera! dat Antilha$ j nio 4o
man horrorotas.
O D'J. W. DOWBINQ relata: Tenho empregado
esse Sal no trnlameruo de il eatot de febre amarela,
e folgo testejnunhar que nao Uve um so mdu xito.
SALVOU-ME A VD3A EM UMA TERRA
LONGINQUA, esoreve C. ritzfrerald, tsquirc,
ontr'ora na Albania.
THOMAS C. COOPER, Esqaire, Engenheiro DO
Rio-de-Janeiro, esenie :
Tentao estado durante 16 auno* no Rio-de-
Janeiro ,e tenho tornado duat ou Ir vezeepor nemana.
c algumasveta todot o diaso Sal PJretlel le Uailsija,
ministrando-o tambem aos meus fllhoe, e nunca tenho
precitado de medico para a febre amarela durante
aquellelempo.TenhtempreQado muitos operaHotem
rneut ettaleiros aquii uid'tmretUei morrrtttitntro
de urna temana da febre rnnurtUa. Nenhtm uouau
laqueUet que tomarlo SU rviRNt H 1MK0HH
morrrso, sem lequer to/frro da fibra amarilla,
$emo levemente.
O afir. TONO MBNn :
Durante 15 minos romes esse Sal reyulrmenteodas
ManUt, e durante todo eme tempo nunaoumei
tnut'n medicamento em to poveo contultei tmdico.
Mmim t o tal ao* meus llho*, e nanea precHei 'de
Wtandar vir o medico para elle, depois denascerem.
Licenciado pela tnspectoria de Hyglcne
do Imperio do Bratll.
Qaaaaasaraiiisssiiii 5tsssTsai.oiu.iAAC3a>
Secctis e ..hados
Pra? do c<>ndc dllnn.lS
^m
Je* tfagirlKEea & C.
Este estsbelecimeoto, tendo passtdo por ama
refurms no sentido de bem servir stns tregoea^t,
acha-se providb d: gen' ros nucianaes e estraDgei-
ros, todo de prmeira crdem e pir precos raaua-
veis
yiii puro la piota u Masteiro
1
Cbegcu ette suceulento vinbo, o melbor que se
pode desejar eapaa de oatistaaer o mais exigente
paladar e depois fss-se acquisicS j de urna garrafa
pelo diminato preco de &00 tis.
Aoi para engomnar
Precisa-se de ama que beni deaempe-
nhe eate mj8ter, tendo cadernota, do 3.*
andar n. 42 da roa Duque de Casias por
cima da typographia do Diario.
Aia

Praeiaa aa da ama arx a para oostnbar, para pe-
qnaoafamilia; aa iaa Direita n. 64,S' aadar.
OPEITORALdeCEREJA
Do Dr. Ayer.
Aa enfermldartes mais do. orosaa e fntaes da gar.
ganta e doa pulm5ea, ordinariamente deeenTolvem-
se, tendo por principio bases pequeas, cojos
reeultadoa nio sao dlfflc^ia de enrar se prompta-
inente se tratAo com o remedio conTeniente. Porem
o progreasQ pode ser engaoso e> a demora fatal.
Os KeaMadcm e as Toases dio reciprocamente o
resultado de Lsu-ingiti*, Ailhma, Bronchltln,
Atn-ccfio Pulmonar e a Tsica.
Todas as familias que tem crlancas devem ter
O Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
em cas para o usar em caso di nccessldade. A
perda de um sd da, pode em multos casos accarre-
tar serias consequencias. Por tanto nio se deve
perder tempo precioso, experimentando remedios
de eficacia duvidosa, emquanto qne a enfermi-
dade se apodera do systenia e ae arnURa profunda-
ren te, e entao que se iiecessita tomar nesse instante,
o remedio mais certo e activo em sen effelto, e este
remedio sem durWa algn o Peitoral db
Cereja do Dr. Ayer.
preparado pelo
DR. J. C. AYER E CA.,
Lowell, Mass., E. XJ. A.
V venda as principaes pharmaciaa e drogarar^
Alnga-se barato
Raa do Visconde de Itaparica n. 43 2". andar.
Kua Visconde de Itaparica n. 43, armacem.
Boa do Bom Jess o. 47, 2. andar.
rrata-se na ra do Commercio n. 5, 1* andar
es 'riptorio de Silva Qaimaraes ft C.
Alttga-se
as seguintes casas : a da raa do Lima n. 30,
grsnde casa com agua, gai e apparelbo ; a da ra
da PandioSo n, 10 ; a tratar na lytographia de
J. E. Pu cell, & roa Marquex de Oliada n. 8.
Aluga-se
O 1- andar de n. 27 raa Vidal de Negreirna.
O 2- n. 66 e o 1> de n 18 ra de Harcilio Diaa.
O terreo n. 27 e 0 3- de n 3 rna da Penha.il
O terreo, 1* e 2- de n. 34 roa [eatreita do
Rosario.
A casa n- 1 travessa da Hora.
dem 28 4 roa de Nones Machado, no Eapinbeiro,
om bons commodos.
A tratar na roa do Hospicio, numero 33.
Aluga se
Oa vende-te a casa, sita em Ora* dea Almas
(Parnamerin) n. 10, confronte a casa do fallecido
Dr. Leal. Acha-se limpa e tem commedos para
grande familia ; a tratar na raa do Appollo n. 30,
1 andar.
Aluga-se
ou vende-ae a casa no Caldsireiro n. 9, que tica
em frente a casa do Dr. Alcoforado, tendo bastan-
tea commodos para grande familia, nm grande
sitio bastante arborisado, ama grande coebeira
para vaccis e ama grande baiza de capim ;
tratar na rna do Apollo n 30, 1* andar, ou 4 roa
Barao da Victoria n. 59, 2- andar.
Aluga-se
o 3- andar da ra estreita do Rosario n. 32, cem
bastantes commodos e muito fresco ; a frutar na
ra da Imperatria n. 16, 1* andr.
Alug'sA-se
a casa sita 4 roa Visconde de Goyanna n. 189,
com grandes commodos para tamilia ; a tratar na
taverna junto.
Alnga-se
a casa n. 22 4 ra do apitSo CLima ; a tratar aa
ra Marque de Olinda n. 8. lithograpbia.
lQga-SB
a grande chcara 4 ra Visconde de Goyanna n.
153, onde esteve o Instituto Acadmico do Fer-
reira, com grande casa de vivenda, contendo vas-
tos saldes e qoartos, dependencias para hospedes e
criados, coehsiras, estribaras, bom pomar, agua
do Beberibe, gas, cacimba com bomban emotoi,
baiza de capim, banho no no e ficilidaie de trans-
portes pelo mesmo. O referido predio presta-se
para qaalquer estabelecimento particular oa pu-
blico ; a tratar com Luis de Monea Gomes Fer-
reira.
Aluga-se barato
o 1* e 3- andares do sobrado a. 84 4 roa do Brom
e 1* o 2* andares do sobrado ao esea do Apollo
o. 75 ; trata-ae aa raa larga do Rosario n. 34,
pbarmacih.
Ama
Preeisa-ae de ama ama para cosnhar: na roa.
de Pedro Aff.nso n. 70.
Ama
Na ra d Santa Tberesa o. 20, preeisa-se de
nasa ama qne compre e ajade o servieo interno ds
cata, obrigando-se a nao pernoitar fra.
Ama
Precisa se de urna ama para lavar e engommar
raneado mais alguna servioos, menea comprar e
cosnhar, qne durma em casa ; aa raa Duque de
Caziaa a. 14, sobrado, ae dir.
Ama
Preeisa-ae ama para cosnhar no pateo do
Livrameoto n. 22, 2o aodar.
Ama
Na roa de 8anta Rita o. 83, anda ae precisa
de daas amas, sendo nma para coaiaha e outra
para carregar meniooa.
Tnico
Oriental.
Engommadcira
Precisa se de urna engoma adeira que lave e en-
gorme, para pequea ramilla; no pateo do Carino
n. 18, 2- andar.
Para cosinhar
Precisa-ae de urna ama para cosinhar,
sendo boa ; no 3. andar do predio n. 42
da raa Duque de Caxias, por cima do
Diario de Pernambuco.
llf
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3-o B
= 3 S
1 s
a, oa ce
2
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* i,
sr
S-3
IB
O
S3
osa
t=a
Soccorro a velha
A moradora do becco do Bernardo n. 51, ainda
se tas lembrar 4a almas earidosas, que nio se es-
qnecam da proteceo que aempre Ibe dispensa-
ran). *______,________
Liia, icsflsri e tpgra-
kua do Imperador numero 33
Livros de jurisprudeneia, direito, litteratura,
aciencia e religiio, livros para iBstruccSo primaria
e secundaria, livros em branco para escriptara-
qSo commercial. tinta para copiar e para eacrever,
de diversas cores, artigos para escriptorio e diver-
sos uMectos de gasto e pbantasia, papis pintados
para forro de salas, quartca, restaurante, etc.
Encaderna-se com prestes e seguranza, marca-
se com nitidea cartoes d visita e imprime-Be com
perfeioSo qaalquer trabalbo typographico.
Pr^oo nodieea
'Ba do Imperador n. a_______
OfeoFora
0 melbor para o cabello
OleoFloia
Arrcnda-sc
na secretaria da santa casa o sobrado n. 24 4 rna
do Imperador :
1- andar e sotao 600OOO
Lija 4004000
&' MAIS BARATO
Na Loja das Lslras A21.es
A' roa Duque de Casia sa. I
wm i\\ .
Vende fa sendas fioaa por todo preco e d des
cont a qaem comprar de 204 para cima. Ai
Ezmas. familias nio devem comprar esa cutrt
loja sem prtmeiro veroa'aaadar busoar asamos
tras que se d&o sem penhor
Fazendas e nevkiadc
Tecldoa de linbo bordados com listraa os
quadros, faaenda muito larga e de lindas crts >
800 rs.
Seilaa de Macu, preto e de todas as core
liso ou de listas a 800, 900 e 1#0U0.
Velludo preto de seda bordado ou com liau
de setim a 4V)C0.
Mirln infestado preto e de todas as edret
700, 800 e 14000.
Fia^nine de coree com listas cor de eren
a 500 ra.
Bagatfto pardo infestado para vestidos a 36(
e 400 ra.
Linn bordado, urna t cor 4 240 rs.
Velludsimo preto e de todas as cores con
contas a 14800.
Renda bespanhola com bicco, preta ou branca
pe seda.
Cassaa Nansnc padrdea miudinhos a 280 rs.
Crocbet branco e de cor, desenhoa lindo
para cortinados a 14000.
drlnaldaa com ricos v.s de Blond a 84,
104 e 124000.
Lda de quadros, padrSes novos a 320, 360 i
400 ra.
aflamo dos Alpes faaenda de listas assetinadt
a 300 ra.
Sllatelas lavradas de lindas cores a 240 rs.
FuatAo branco a 320, 360. 400 e 500 ra. qoa-
lidade superior.
, Fazendas diversas
Bramante de 4 larguras a 700 e 14000 so
perior qoalidade.
Madapulo americano Listas azuet com i
e meio palmea de largura a 64500 com 20 raras
garantidas.
Alcodo americano muito largo e snperioi
para lenco.s a 545C0 a pen,mala estreito a 3450C
e44000.
thllns e cretones escures, claros e miudi-
nhos a 200 e 240 rs.
Cassas indianas de cores a 160, 200 e 24(
ris.
Islnhoa lisos e de qaadrinhes a 100, 120, 16(
e200rs.
Brini pardo para roupa de meniooa a 300
320 ra.
Casinetas escaras mitacas de casemiraa t
500 ra.
Baca azul encorpada para ronpa de banho t
700 e 800 ra.
Las 'de qaadrinhos, paires novos, a 300, 3.0
360 e 400 rs.
Crepea de lindas cores a 500 rs.
Lencos brancos e de cores a 360, 14200'ei
14500 adusia.
Toalbaa felpudas e alcoxoadaa a 34500 54
64000 aduzia.
Helas de corea, brancas e croas para senho
ras, homens e moninos deade 24800 at 64OO0
melhor qoalidade.
Eoebovaes para baptiaadoa completos
10 1^4000.
Cortinado* bordados para cama oa janellt
a 64 e 74000.
Panno da Costa, de quadros oa listas a 14201
o covado.
Aiealbado lavrado, lindes desenhoa a 1420.
e14500.
tiuardanapoa a 24000 a dasia.
Grande MtciCJI
Leie
. Florida vende
Chapeos, chapalinaa e gorros para Senhcras e
meninaa a 54000 que em outra qaalquer parte
vendtm a 9400 e a 154000.
Grande aortimento de cromos a 200 ra. a placa.
Bicos branecs e de cores de 2, 3 e 4 dedos de
largura, a 24000, 24500, 34003, 34500 e 44000, s
peca.
dem cor de o. eme, a 34000.
Porta-cmbrulhos americanos.
Invisiveis doarados e pra toados.
Lindos leqnes transparentes de 24000, 34000,
44000, 54000 e 64000. .
Lindas lavas de seda de todas as corea da 24000,
24500, e 34000, o par.
Lavas de pellica a 24500 o par.
Encbovaes para baptisados, de 84000, 104009 e
124000 at 164000.
Capellas e voa para uoivas.
8u8pensorics americanes, a 24500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 ris, 140C0 e 24000
ama.
Lindoa broches, a 24000 e 34000, um.
Linha de machina n. 50, a 800 ris, a dusia.
Bicos de fil branco, a 24500 e 34000 a peca.
Lindoa bicos de corea, gosto moderno, a 34000
e 44OOO, a peca.
Lindos bicos de cores com 3 e 4 dedos de lar-
gara, 44OOO, a peca.
dem de linbo de corea, a 240C0, 24500 e 34000
a peca.
Micos grip para correr babados, a 14000 e
14500, a peca.
Lavas de seda para meuioas, a 24000, diversas
corea.
dem para aenhora, a 24000 e 24500, o par.
dem com palrxaa de missanga e de seda, a
24500, 34000 o 34500, o par.
Galoea e bicos de vidrilhos, gosto muderno.
Lindaa rusas de vidrilho preto para enfeitar es>
sacos e capas.
Contas lapidadas para enfeitar vestidos, grana*
da, bronseaCas, prateadaa e donradas.
Mascaras de massa, seda e cem.
Collarinhos e peitos de seda para senhoras, tra-
xendo ama gravatinha tambem de seda.
Fivellas de molla, umerreanas, para calca e col-
lte.
Sem competencia
Pannos de crocbet para cad- ira, a 800 ris.
dem dem pi-ra so4 a 14000.
dem idem para cadeira de braco, a 14000.
Cortinados brancoa de crochet, com 4 jardas de
com primete, a 164000 e 154000.
Pannoa de crochet, cor de creme, o que raro no
mercado, a 254000, o par.
Timoainbos para criancas, de ustSo e cambraia,
bordados, a 34000.
Lindaa bonecaa francesas, a 34000.
Bordados de cambraia e f sotan branco, peca a
6C0 ra., 800 ra, 14000, 14300 e 14500.
Para a quarism
Frsnjaa com frco de seda e viirilbos, o metro
a 14600.
Galoes e palmea c m vidrilhos, 3 dedos de lar-
gura] o metro 240^0. ,
Colarinhos e punhos de Seluloid.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 103
Barbosa fe Santos
Especialidades
Lavas da seda on pelica a 24000 e 24500.
Bieaa brancoa c.r de creme, e matizados
24000, 245C0 34000 a peca com 11 metros.
Conlaw lapidadas paraenfeite de vestidas prt
I tas e de todas aa cores a 500 e 800 ra.
Bordadoa, babadoa e entremeio de fuefo
, transparentes a 300 rs. a pega com 3 metros.
KwparliinoN cooraca e americanos a 3456<
44. 54 e 64i 00.
tirande quantidade de chitas em retalboa qai
vende se por qualquer preco.
agencia b retratos americanos
Plnladoa a oleo, com rica moldara e cordoet
por 254000; estSo expoatos alguna retratos para
o publico e as Exmas. famiiias verem o quanb
sao lindos e baratos e fcil a qaalquer peaaoa tai
um em ana sala de visita.
Para encommendar bastante manda
nm pequeo retrato em carto de visita, nio im-
porta que seja antigo, diaendo a cor; ios olhos e d<
cabello chega nm liado retrato dse ado.
Agencia de artigoa americanos e carimbos de
borracha.
Na Loja das Listras Azur 3
Jos Augnsto Dias
Empreza geral de Mu-
danza
Alugam-ee carros de ssolae, proprioa para traos-
p rte de moveie, mumores, espelhoa e mais orna
mentos de casas de familia, botis e estabaleci-
mentas pblicos, para soda e quulquer parte da
cidade e seus suburbios e arrabaldes, por preco
commodo ; a tratar oa roa do Padre Nobrrga
ontr'ora do Alecrim, n. 24.
VENDAS
Laamaflor
Vende-sc
Ama
Precisa se de ama ama paia cosinhar, para daas
peaaoa ; no Campo daa Princesas n. 3.
Ama
Precisa- se de ama
soiria ; a tratar
a para casa de onca fa
na raa d Pifie, n. 13.
Ama
Precisa-se ae
par tres pessoas
Barros n- 11.
us cosinas-e
a tratar n :
Ana
Vende-se um laminador em bom estado o algu-
na f Tramen ta para o un ves ; na roa do Impera-
dor n. 14, mercearia. .
ende-se
um estabelecimento de molbadoa bem localisado e
afregaesado, ao bairro da Boa-Vista, com agua e
gaa eaeaoados, cammodoe para familia e alngnel
rasoavel ; o ra t>vo da venda se dir ao compra-
dor : a tratar na raa di Roda o. 45.
Ao eommercio
Veade-se um estabelecimento de fateodas, aria-
desas, etc., na.Passsgem da Magdalena, raa de
Bemfica n. 31, proprio para principiante por de-
pender de pouco capital, cojo estbil, cimruto ae
acba bem afregaesado, o o motivo da venda se
dir ao comprador ; a tratar no meaiao, com Ser-
rafcaayrfra.___________________________________
Novo aviso
Precisa-se da ossa ama para o servios iliaasi
tico de daas pesso>s ; a tratar na raa da Prais
no ero 12.
AMA
Precisase de nma ama qne compre e cosinhe
para casa de pouca familia, e qoe durma em
na ra Marques de Olinda n 48, 2- andar.
Precian se de urna ama em Agna 1- ra ; a tra-
tar na raa de Pedro jAffcnso [n. 58, aaUga ds
Praia.
_ U anlsaaaa
Manas 'de leda de cures para enancas, vendem
a 500 rs-, sao baoUas ei-patre*sa lavar.
Bicas apalam a Comnadas ligas saetalicaa pasa snaasns a
sVHO, e para arianoas a flO rs.
Nova ooMeooto em rturas pasa prossntsa, mo-
delas btsresaaaHes e oariosvs.
Vaaedade em bid03 de ores.
Pexkm a prsfsrsaoia Pedro Antones ft C, ra
Dagas de Palias n/fel _________ j
4nia0e tita j
faDdc-e un *rw$kt *m-
re, twos, ff loja da raa Btjne k Laxias n.
i$: tratar na PradnJia n.38.
Vtu4e.se a taverna
8 1 tratar m Batan.
raveraa
sita a roa das Fieras a.
o estabelecimento de molbadoa ao largo do Mer-
cado n. 25, boa localidade e bem afreguesado, e
livre de qualquer-debite ; a tratar no mesmo.
Sao lindos para nm presente!
Os leques diapbanos em gaze de seda claros e
esinros com bicos de seda e em linbo ; pree > de
64000 a 254000. Beeeberam novo sortimeuto Pe
dro Antones & C, 63 roa Duque de Caxias.
I ti MI IO
Em liquidicao, palmas pretas de vidrilhos so-
bre fi. Bicos pretos ponto olooy, largura de
10 a 20 centmetros. Ditos com vidrilhos e lisos,
delS.
Grandevarldade em meias de seda bran-
ca, prela e de cores. Ditas da edeossia de cores
diversas, de algodSo croas e ranos para senho-
ras e criancas, precos resumidos em qualquer
qoaotidade.
Pila a pieot, novas colleccea. Bordados ta-
pados e transparentes, preco de 600 rs. a 104000.
Elegantes e cmmodos eapartilh s brancos, creme
e gris, preco de 44000 a 154000. Fios de l e
aeda, frocos, sedas talagarcae, desenhis coloridos,
lis m"sciadRs e lisas em qualquer qnantidade.
Invisiveis immens' s para 200, 300 e 500 ra.
BlJ.>ulerla, bonitos broches de pbantasia,
preco 14 com loscrjpcoes e lisos.
Para as ionocniea enancas, interessaates bo-
necaa o bebs e mnitoa carangas, variadas for-
mas.
tos arrvaaiis sneia e pafseiras eifectricus
para Divralgias e cores ie cabe,a. Tambemos
bem acreditados otlares elctricos de Boyer
para facilitar a dent ci.
Pistan e elegautes lavas de seda em todas as
cores e pr> tas para a'Bmoraa e enancas.
(oaiunir em ponto de malba para meninos
e meninas, diversas cores e goetoe, preco de 84 a
I54OOO. E tastos outros artigo qne deixamos
escolba e prefereaeiit das mavea bitoras, e tam-
bem pedimos a valioaitaima c-adjuvaco para
aempre enooa'ran-m o que ha de melhor aa casa
de confianca de Pedro Autones C.
63 Baa Duque de Caxias-63
Boyal Blend marca YIADO
Este f-xc-ellente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de canna,
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melhores arma
zens de molbadoa.
Pede Uoyal Bleild marca Tlado,
cojo nome e emblema sSo registrados para
todo Brasil.
BROWNS C, agentes.
de sti
Vende-se ou parmuta so por predio nesta cidads
om bota litio coa b.ia 2asa, mnitas fruoteiras,
excelleote banho do rio, ooa agua de cacimba,
extenaao de terreno para baixa de capim, todo
murad ona frente, com portao e gradeamento, com
caminbo de ierro e eatecao junto ao dito sitio, no
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio i J0S0
8elleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Fonse-
ca ; qnem pretender dirija-se praca da Inde-
pendencia n- 40, daa 11 horas s 4 da tarde.
Viilis da (jarrafeira
'Finos
CaroveKos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Paseas.
PABA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. agarrafa.
Na mercearia de Manoel Corris & C.
Praca dn Conde d'Ra n. 15
Arroz nacional
Vende-ae na ra Direita n. 26. < 160 r. o kilo.
Cabriolet e vicaria
Vende se nm cabriolet e ama victoria em pe)
feito eatado; quem pretender dirija-se eocheira
n. 27 roa do Imperador.
Livranento & C.
vandem cimento port'and, marca Bobina, de !
nalidade ; no caes do Apollo n. 45.
Engenbo Tolerancia
Freguezla da Escada
Vende-se o eogenbo supra, com grande qaanti-
dade de mattas e terrenos de primoira qoalidade
para safrf jar 3 a 4 mil pies. Este engenho est
arrendado por 3:0004 annaaes ; quem pretender
dirija-se ra da Santa Crua n. 10.
Artigos baratissiMs
Franja prota de seda com vidrilho a 500 rs..
600 e I42OO o metro ; gsides pretos a 500 rs., 600,
14 e 1,' 2' 0 o metro ; vidrilhos pretos a 600 rs. o
nr.yo ; contas fuscas para eufeitc de vestido preta
a 000 ve. c maco ; t!t,'iras pira manina a 500
rs. o- par ; ditas para sent t a ifi o par ; amos-
tn.6 a cont- uto, na ioja Violeta, a ra Duque de
CfcXias n. 65.
Hit. fiwni(.
>

EXPOSIDON ^. UN1wm,1878
Mdaille d 0 r^^Croix a Chevalier
LES PLUS HAUTES RECOMPENSES
OLEO de QUINA
E. COUDRAY
tsKciAtaem NEWMja mi fsumosd n oowielld
sU-sartasaflamos eiie producto,
coBtMeraso ,pdts cutebridada; madicas,
pelos seos princi ios de quina,
como o insji paderoso regenerador que ss.conbece.
ARW803 Recommendaoos
perfumara de lacteina
liwiia atlas CeMriMat atlas.
OTtS COJICsWTsUOftS par o*sco.
AG0A M?1MA dm asua da sasde.
tlJTES UTieOsIcHAM-SE A FBRIM
pars 13. ra i'hgtttt. 13 pars
Depsitos a ledas as inifuniarias, PaatmacUs
aObtlIerelrws da America.
.......................
Taverna
VeasVse U-rsia ai*a n aaa Dominan Jos
Martina n. 102 (Becon Largo), ilvre e desentnaoa-
aada de qualquer onui.
i
f
'
V






e PeriiamfceHrta~
anjo de 1888
7
i imito EiriiL
FORMULA
> i
*
J
AXGEL1N0 JOS DOS SANTOS ANDRADE
A p pro va da pela Inspectora Geral
da Hygiene Publica do Ri de Janeiro em
20deJulhode 1887
Este depurativo de grande eficacia as molestias syphilicas e impu-
reza do sangue. Para maior garanta da eficacia desle medicamenio, publicou-
se grande numero de altestados da algos Sr. mdicos residentes nesta
provincia e de muilos caralheiros que teem feito uso dcste depurativo, em nu-
mero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaran) da lerrivel beribe-
ri com este poderoso depurativo.
O uso desle Elixir muio recommendado no tratameoto geral naa mo-
lestias das sentarase a pro va est no bom resallado que tem obtido aquellas
das ExmM. Senhoras que delle tem usado.
Os adultos tomaro quatro colheres das de sopa pela manha e qualro
noite. As creancas de i a 5 annos tomaro urna colher p^la manha o outra
i noite, e os de 5 a i i annos tomaro duas colheres pela manha e duas noite.
Deverao tomar banhos, fri ou morno pela raanha e noite. Resguardo regular.
Encontra-sc venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da i ilva
& t., roa do Mrquez de Olinda n. 23 e phaimacia Oriental ra Estreita do
Rosario n. 3.
LMGT. CREMt ORIZA CRIZfl VELOUTE
aos Consummidores
perfumara oriza
PARS m, Rw Sant-Honof, W7 PARS
GS '-ROOCTQS DA FZRFMARIA OiZA L.LEGRAN
! -
fcmii aeu ieen> -e favor publico :
1' 1 ni ulilali Inilttmtl
i mvidifc do tei itrliM.

AS SE IMT* OS PRODUCTOS M MERFUslAMIA OBJZA
w jH o aria de delicadeu e perfaicAo.
Ck A apparencui 4Xenor detttu mutscees sendo idetica aot Vereca
V. tlcirom Productos Orto, O consummidores dtverao se
Jim. precaver omita este cowtmercto tlicito e considerar como
Cf* coHtrartccdo quaiquer praducto de qualidaia inrerwr JfS
** veniko por casas sonco honrado. jyT^
SAVOM ORiZA-VELQU'E
rs
MEDICAMENTOS
MALTINA
Extracto de trigo cevada e aveia germinadas
Preparada pela Maltiae Manufacturing C* Limited 21 e 25 Hast htrdet Bloomsbury
Londres E. C.
'. pprovadas pela Jaula le hygiene da Corte
A MAL INA equivale a 30 vete o sea proprio poso em diestase e de 3
6 vezes ero poder diaetesioo a. qtudque.r ouiro preparado deeie genero.
A MALTINA tero mer.eido 6 incdalha de ora aro diversa exposigoe e
tem urna aceitacSo enorme na Europa e naa Estados Uoidos tanto que foi preciso en-
corporar ama companhia coro grandes capitaes para' satisfacer o oonsaneo sempre
crescente.
Chamarse a attenc.8o dos iatinctos medaos desta cidade para oe importantes
preparados da MALTINE Manufactuing Coropany. Todos os productos medioamen-
toaos Bao mais fcilmente sssimilados em combinaeSo com a Maltina, ainda roaia sao
ovados a torrate circulatoria promptameoe sao absorridos produaindo effeitos
i m mediatos.
Lista dos preparados
MALTINA pura.
MALTINA popsioa e pancreatioa.
MALTINA pboupbato de ferro quinina e strychninc.
Oleo de figado de baedbo com leite peptonisado.
Oleo da ligado de b calho com leite peptonisado combinado com bypophoephi
to de soda.
Extracto de carne peptonisado.
Alimento soluvel destinado a obviar a necessidade de digerir leite de vacca.
O leita contido aoate preparado est digerido previamente pela pancretine,
Vende-se na plumada Central
o8 Rita PERNAMBACO
t0
a*,*lA*ls DORES Oe D^aa.^
m Elixir, P e Pasta dantifrioiofl Tm^
DOS *
RR. PP. BENEDICTINOS
d.Abbadia de SOTJLAC (Gironde)
DOM MAGUELONNE. Prior
2 MBDATiHAB BE OTJRO
Broutlii 1880 Lradres 181
As uiaim chesattam recompensas*
INVENTAJX5 | AO| O Pa' Pl*Qr _
xo nso I 9 / O PiemBOURSAUD
O uso ii-iiotidiano du mUxIt
SnntltMcio do WL Me-
nedlctinoa, com dose de algu-
mas gottas. rom agua, p.ovem
c cura a carie dos dentes, em-
branftueccos.fortalecendoe tor-l
uando as geugivas perfelta-l
mente sadlas. \
Prestamos uro verdadelro
serTico.asslgnalando aos nossos
leitoresesteantigo e utiUssimo
Beparado, o melhor cura-
neo nico prcaervativm contra as
Affitccc Uotitnria: >
CuilU iundad em 1807 ______
Agente O CC I 11 M 3' ME H0OBEBJS, 3
Geral: 9s%l9lUin BOHDEAUX
Acha-se em todatas bou fierfumirlas, Phtrmacitt
t Dretfaria

*
IHSTlUfiIMil
COGNAC BRAZILEIRO
DE
. M. VERAS & C.
PERNAMBC0
Esta excediente bebida preparada com todas as regras da sciencia, de sabor
a aroma igaaes aos do cognac estrangeiro. O Cognac Bmzileiro tem feito
grande suecesso pelas provincia do norte e sal.
Prepos da fabrica
i PEQUEAS GRANDES
(Ima garrafa...... ]000 1,5500
Umadaaia...... 9,{1000 12^000
O Cognac Brazileiro encontra-se na fabrica, em todos os botis, restaurante,
bilbares e vendas desta cidade, e em Beberibe no hotel do JoSo e venda do Jacintho.
):o:(^-
Alcool 40 puriscado e desinfectado, para perfumara e bomceopsthia.
DA
JUKUBEBA
PREPARADOS E ESTLDAD0S
se
O
3c
POR
Bartliolomeo k C. Successores
PREPARADOS SIMPLES
=
v.
5C
Xarope de #wruleba, nho de iambeba, piluraa de
lurubeba. extracto de Jurufoeba-, tintura de durutieba:
PREPARADOS COMPOSTOS
Vinho de Jui'Ubcba, com iodureto de potissio, vinbo fer-
ruginoso de Jnrnbeb. xarope firrugiooso de dlambeba, pilul*s
ferragnocas de lurubeba.
v vvv v uso xrai\N
s
I
V
Oleo de lurubeba. pomada do lurubeba, emplasto de
3 lurubeba.
:o:
nico* preparados de lurubeba approvados pe. Academia de Medicina,
^-atoriakdoa pU Junta Geral de Hygiene Public, da corte e recomooeodados pelo
laadi.'oa contra as mdt*tia$ da estomago, jarda de appette, digestites difficdi, dyspep-
diarrh'i chronica, na hidropesa, as molestias de or'igens syphiticas, etc., oto.
:o:
25 annos de aceitacao
ATTESTAM A EFFICACIA D'ESSES PREPARADOS
:o:
CUIDADO COM AS FLSIFICAQOE3
Uliiir a *siilsmatura-BAfllIOLOMEU& C. SUCCESSORES
DEPOSITO GEfttL
Km sua pbarm ca e drogara 1
RA LARGA DO ROSARIO X. 34
38Ra de Iperailor38
eala gr. nde pbarmacia avia-se receiUs e pedidos com promptidaa,
aolicUude e nu>dici>iada.

As prescrp^des em lingaas estraigeiras sao elnente
rSpVrbadas
O pbarmaceotk-o pem^rabucano JOS FRANCISCO BETTENCOURT
convida es clieieo desta cirlade qae oiram hoeral-o com sua confian?
para craelaoer ta*>a!lie proflssioBRl e ao pubbco. Garante sa a mais atten-
eiosa e SMS) 'ieiwios* xeva^lo.
Esta casa recebo seua pnxhsctos cfcimieos e drogas directamente
das melhoroe casae da Eiimpa, especial jente enoommendadas para sea
receituario

;
AS PEROLAS
SE
uinina do Dr Cler tan
Approbaro da Acadtnit de Medicina de Pariz
Contera dez centigrammas .dois graos) de Quinina pura
l Jispensavel exigir a Firma :
) 1 FAIHOA >!
Casa L. FflEUE, 19, ra Jacob, PAB1Z pi
Ra d Cabug n. 5 4
t
Os proprietarioa deste estab^lecimento, tendo-o teito passtr por urna grande
traaaformacao, e nSo tendo poupado esforcos ero despeaa| pan, o tornar ura. do*
mais elegantes e bem sortidos d'esta capital, part3pasa,a s^ Eznias. freguesas, aos
seos amigos e ao poblico em geral, que acabara de receber pelos ltimos vapores um
caespleto e bem colbido sortimento de oas de ouro, prata, brilhantes e relogius do
que W de mais apurado gosto, DQvidade e baratis, tendo sido scolhido pessoalmeni
pelo soen Angosto Reis, as prrocipaes fabricas da Enropa, por isto ulgam-sa habili-
tados a fatisfaser o gesto mais caprichoso e exigente e por precos sem competencia.
Confiados, pois, na bondsde de seus amigos e fregnezes e na protecgSo que lh-a
" tas* dispensado, tomaro mais ama ves a liberdada de convidal os s faser ama visita
ae sea eatobeleciment para se certcarem da verdade.
Preparado pelo pharmaeeufio JOS FRANCISCO BETTENCOURT,
le urna eficacia verdaderamente maravilbosa as molestias dos orgaos
respiratorios.
Brenchites, ashraa losse, convalsa, etc.
~;o:
CHA PRETO de pri eir qualiilade.
DE MAMADEIRAS u-n grande sortimento.
SABONETES INGLEZES de ptima qualidade a pregos sem corope-
tenoia.
Tinta preta para escreverinalteravel, fabricada com muito cuidado
por ama frmala inglesa, especial para escrpturagao mercantil e repartieres
publicas, secca de presea, perfectamente preta, nao corroe as pennas, nao
deposita e da opi.
LINIMENTO GENEAU
Para os G a-vallo s
> Emprsg-do com j maior xito as oavalbaricaa
Belgioa, o.Ral dos
uppres*ao do E DA QUEDA! O PELLO
. S e.i te precioso Xop.eo o nico que
suosti le o cantico e cura radicalmente
I em poucoa dia> as manajaelras, novas
>e antigs, as Torcednras, Contusoes, ->rr *'
i Tumores e InchacSos daa pemaa,
' Eparavo, Sobre-C&onas. traquea o En-
> fritamente das pernos dos potros, etc., sem
f occaaionar nenhuraa chaga. nem queda do pello
\ mesmo uuranto o trataiueato.
i Paria: PaaraacU
roes de SS. MM. o T-iperaJor do Brasil, o Re da '
Baixos e o Rci da &bXonla.
mc
FAiCA
Ct^JEJfii.TT,
35 (Amos de (Ezito
SB3.VL RIV^X.
Os rcsultai os extraordinarias que tem '
obtido as diversas Afi'ecefiea do i
'Pelto, os O-itarrhoa, Bronchltl,
KolesMar la Cardante Ophtal-1
ma, etc., co dio tozar coucuneocia.
A cura faz-se com a mi em 3 minutos, sem'
uor e sem corCar, nem raspar o pello.
Ras St-Honor. 275, e en U las as Pbaraiciu.
TINTURARA
2--Rua de Mathias de 4lbuquerque--2S
k tga ra das Fiares)
BE
CLEMENS KUGLER
SUCCE8SOR DE
Otto Sclineider
Tinge e limpa com a maior pcrfeicSo toda a quf lHado 'de estofo e favendas
em Pe9* ou em obras, chapeos de felo-o ou de palba, tira o mdfo das fssendas; todo
o trabalho feito por meio de macbinitmo aperfeieoado, at boje uonbeoido.
Tinta preta nss tercas e sextastfeiras e decOr e Invagem todos os das.
PEROLAS de PEPSINA PURA DYALISADA
de CHAPTEATJT, Pharrnaceutico.
Fot o Sr GHAPcntAUT o primeiro chimico que conseguio preparar e fornecer ao
mdico e aos doentes, em perolas redondas, urna pepsina pura, nao contendo, nem
amido,nem assucar deleite, nem gelatina. E' Cinco vezes mais activa que a pepsina que
figura na ultima edicao da Pharmacopea francesa e digere 100 vez^s seu pezo de carne.
Sua acc-So da maior eftlcacia; duas prolas tomadas depois da comida bastan
para favorecer e activar a digestao, fafm desappai-ecer no fim de um quartede
bora as enxaquecas, as dores de caneca, os boceles e a somnolencia, que
sao a oonsequenc.'a de urna m digestao.
PARS, 8, Ru Vivienne, e em todas si Drogaras e r na Miadas.
MM III k
Ra 1' de Narco o. 6.
Part ipam ao rbepeitavel publico que, tendo augmentado sea
eutabe-ietiii (uto de JOIAS eom mais ama seccao, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidam as
Exmas. amilLs e seas numerosos freguezes para visitar seu estabele-
cimento, onde em ontrarao um rqoissimo sortimento de joias de ou* e
prata, perolas. brilhantes e outraa podras preciosas, e relogios de aro,
prata e nikel. *
Os artigos quo receben directamente por todos os vapor sao
ezeeutados pelos mais aK>v,adoa especialistas e fabricantes da Europa e
Estadoe-Uoides.
A par das joias de subido valor acharSo ama grande variedade
ie objectos de ouro, prata o .electro pate, proprios para presentes de
esamentos, baptisados e anniversarios.
Nem em rela^ao ao preco, e nem qualidade, os objectos cima
mencionados, encontrarlo concurrencia n'ssta praca.

E PARA ACABAR!!
Tecidos de pbantasia para vestido, a 200 e 240 rs., o covado.
SetineUs, idem, o que ba de mais novo, a 240 a 280 rs., o dito.
Renda da China, branca e de cores, a 240 e 280 rs., o dito.
Las modernas, a 320 e 360 rs o dito.
Naoaoefrde cores firmes, a 10 e 200 rs., o dito.
Merinos de cores, duas largaras, a 500 rs>, o dito.
dem preto, a 800, 10000 e 10200, o dito.
Setins Mato, preto o de cores, a 800 e l(JO0O, o dito.
Casacos pretos para seobora, ricamente enfeitados, a 250000 e 350000.
Mantilhas brasileiras, a 50500, ama.
i chs pretos e de cores, a 44000, 5000 e 6J000; sao grandes.
Tapates avelludados' lindiaaimos, a 120000 e 160000, um.
Para as fiamas, nolvas :
Grinaldas e veos de seda, a 90000 120000.
Colchas de crochets, ricas, a 90000
GaarnicSes de dito para sof e cadeiras, a 80000.
Loques e espartilhos baratissimos.
Setins finos, a 10000 e 10200. *
Damascos e popelina branca, a 900 elH00, o covado.
Guardanapos de linho, a 20000, 30000 e 50000, a duzia
Atoalhados bordados, a 10200, o metro.
Pegas de esgaiao para casaquiabos, a 40000.
Madapoln americano, a 6000, 24 jardas,
dem pelle de ovo, a 60500, 24 ditas.
AlgodSe superior, a 30000, 40000 e 50000.
Completo sortimento de casemiras.
Cheviots preto e azul, a 30000, o covado.
C- seroiras de efires para costantes, a 20500 e 30000.
Camisas inglezas para bomem, a 360000, a duzia.
erculas bordadas, a 120000, i dita.
Lencos e lindas caixinbas, a 10800 e 30000, a dita.
Meias inglezas para homem, a 20500, 30000 e O0OOO.
E maitos artigos que se vendem cono grandes abatimientos.
As vendas em grosso teem o descont da praca.
* o a A B
Pereira & Magalhes
SUCCESSORES DE
Carine da Ma & G.
30-pna Duque de Caxlas &B

*
> -

ELIXIR DESOBSTBENTB
?Eupeptico de Gervo
Preparado pelo pharrnaceutico
JOS' 'FRANCISCO BITTENC0URT
O Gerv&o tem ama ae^p desobstruente extraordinaria para os incommodc
V.figado, bajo e estomago, oonforme o desereve Dr. Mello Moraes. .....
Um grande numero de pessous que tem usauo delle considera-o infallivel.
Levados por estas informac6s e por muitas experiencias presenciada por
ios meemos apresentamos aos clnicos e ao publioo em geral, um Elixir desta plaat
ie nm sabor delicioso e de um effeito verdadeiramente benfico para os pobres deapep-
tiooe, spleneticos e aqnelles que soffrem do figado.
^lOs proprietarios da PhaTmacja Ceutral
HEPDSITD NA PHAHMAGIA GEIT7HAL
N. 38 Ras do Imperador -N. 38
FERNAMBUro


i
I I !
ta-ieira 21 de Marco de 1888
=B-
UTTERlT

LORA
Ha Tntalos de amor.
THOMAZ BIBEIBO.
Ver-te a toda a hora, subjugar me ao
tea casto e sereno olhar que se alonga por
otro os cilius, como um raio de luar por
entre a& ogivas de tlgum caatello encan-
tado ; sentir meo coragio pulsar pelo tea,
cono almas irmis qa 83 entender, que se
yerem, que se completan) ; sem comtudo
poder tazer d'este aonbo urna reslidade;
ooobeces, caso, martyrio maior T
Tu s para mim o pomo de felicidade na
torra, o ideal de iaeua sonhos de poetisa;
e no entretanto eu tenho-te sob a minba
Tata, ta animas o mea vi ver cora am s
de teas olhores, e ea jamis seri taa 1
Porque T
Piedade I indaga tudo ; presornta a ori-
gen e naturesa das cousas ; e nanea, por
piedade nunca indagues este porque!
IaarnisJTrl. t .Ivez mais cheia de horror
qoa oe circulo* do inferno do Dante 1
II
Cobo vrga a canda do indio resvalando
flor das gura; assim voga meu pensa-
mento pelo asul do co, pelo mando das
pbantaaias e dos sonhos.
Sonhos deslumbrantes arebitectados em
noitea mal dormidas, quando o espirito
abandona o corpo e vai a voar... a voar
peso eapacp afora, pelas planuras sem fim,
onde se revtlvera os astros j eroquanto a
loa ae ealsnguesce, espelbanlo-se na su-
perficie do mar...
Mar de desejo, ocano de ventara se-
ria a nossa vid, nos dous unidos, libando
para eempre o mel do prszer na taca cora-
lina do amor.
Amor caato e suave como o canUr dos
paaaarinboa ; terno como um olhar de mai,
sonto como a prece de cranlas.
Creanoas seriamos nos, a borboletear
pelo prado, coibendo rosas e lyrios, aspi-
ando Ibes os perfumes, emquanto relva-
riam o cblo por onde passsssemos, as fo-
lhaa verdes, verdes como a esperance.
Esperances faadas, castello* desmoro
nados ao abpro da sorte que nSo consente
na nossa f-licidade.
A nossa f- li idade, o nosso poema de
1...
V
>
rrago como an canto de
Alem, pelos p.lrasres. .
E eu, filha, no aoonc neg momo
Do nosso doce lar,
Tendo tea ltbio, como um rubro adorno,
Bises a desbrochar. v
E oo teu seio, n'este santo affago,
Faria o leito meu...
No teu olhar quieto como um lago
E paro como o co,
Boundo a vi a... e um p querrucho louro
Louro como a esp .'ranea,
T a brincar oom seos cabellos d'ouro,
Elle coni tua tranca .
E' esta a vida que eu idealiso,
O' fldr dos so anos meus ;
Yiver fruindo, a luz i'aia tea sorriso,
A ventara dos cos 1
Ideaiisa, meu posta, canta e canta sem
pre...
Mas nao 1 olba as cousas pelo seu ver
dadeiro prisma.
Isto que t desejss um mytho, uma
creacao louca de tua mente enfebrecida.
Entre oi ha, erecta, inaoceasivel, uma
barreira enorme I
Transpol a, eis o impossivel.
Ea tambem como tu idealisei, mas a nu-
dez da realidi.de se me aolujhou framente
e nada espero, nada alroejo, em aada creio.
Mentira 1 Eu creio em ti, no teu im-
menso affecto I
VI
Ha Tantaloa de amor I
Laura da Fonceca
A Terra de Gallo Zola e o lio
me ni de Alnlzlo de Azevedo
I
EVOLUClO DE FORMA DO ROMANCE
(Continuado)
pai das formas do roosaqe coa-
do o-& Ariosto. Foi elle quero,
prendendp oom o povo a mentir, coniti-
taio a verdadeira rethori.a da tcele.
II
Iheoria da ficelle e funeyh do mysterio no
* romanee
A fiedle nio se nto a re-duegio de ama
tendencia de ordem pbysialogica. Illudir,
apparentar para ebegar a determinados
effeitos, eis o pontos de partida ; e os estu-
dos sobro o instincto em geral nos auto-
riaam a crer que nSo foi s ao artista, ao
homem, que coube em p.rtilba o uso das
artimanhas conheoidas em oritica por aquella
deaignacSo ; os chimados irracionaes tam-
bem utilisam se da fiedle.
Qaem se vive familiarisado oom Bufn
ou com o inimitavel Lafontaine, sabe, por
ezemplo, de que fingimentos nio capas a
raposa para conseguir pilbar a presa; e os
contoa populares abi eatSo cheioa de raor-
tes simuladas e de outras pantomimas em-
pregadas pelo ardil d'aquelle animal no in-
tuito de burlar as astucias'dos mais astu-
ciosos.
O homem, transportando para a arte
essas argucias instinctivas, no theatro, col-
locou se atraz dos bastidores; fez-se* elle
preprio uma marionette, e no livro empre-
gou todas as seduccees para que o publico
aoeitasse a veracidade drs seas embustes.
Os gregos veram nos seas poemas ho-
mricos e na tragedia o que elles chama
vam machinas ; maia essas machinas erara
simples como todo qaanto sabio da musica
helnica, e diff que rorreapendiam regularmente a factos
maito cridos e rauito enraizados na imagi-
nagio popular. era o cinto de Venus,
nem a corrente de ouro de Jupter consti-
taiam recursos para engaar ; eram verda-
des aceitas, apeoas embellezadas pelo ge-
nio potico de Meleigeno. .A fiedle, por
tanto, pelo menos no que tem de mais ca-
racterstico nos tempos modernos, nio nos
foi entinada pelos mostree clsssicos.
O Ariosto, que a tornou palpavel, com-
prebenaivel, que a eogendrou como substi-
tutivo d'aqaellaB machinas, tomou-a da
imaginagio dos rabes, vindo ella a ser,
p r este feilio, uma transformagio da ma
gueia ; tola a su tenieoia era dar Ibe
vida e proloogal a ; o povo tambe-a em.
baia-se as feitgarias, nos bruohedos;
pea bem, o goio de sutor do Orlando
furioso uni e syttematisoa tado isto, rea-
Usando am posma, sem igual, em que as
enargueia, em perteita cootinnidade, di
laWvam-s so infinito, traosformavam-se em
tedos os sentidos, e como um kaleidoaco-
pi, oa como o pensamento em toda a li
beriaie cerebral, produziam os mais sor-
prebendentes effeitos, acoommodando-se a
todas ss exigencias de uma sima irre-
quieta.
A fiedle entrava, pois, nos arsenaes da
litteratura com um elemeoto am tanto
charlatanesco; pois que ella nio era maia
do que uma sobrevivencia da imgia en-
campana pelos poetas, e posta ao servico
de aspiraba de orgem diversissima
Coartado os grandes talentos deram a esse
instrumento emprego tio agradavel, que
ainda boje se nos deparara ardentes ado
radores seas, em todas as classes do saber
humano, e clientella sufficeote para man-
telos e enriquec oa.
Em todo o adulto ha uma creaoca, que
nio difcil fazsr surgir : e embora todos
nos apregoemo8 a verdade, aoreditamos
em tado, qnando somos mogos, e damos
para mentir, logo que a vida nos escapa.
De ordinario -5o os velbos que falsifica m
a historia, mergulhando a vista retrospec
tivamente no sea passado buscando, ageitar
os fctoB negativamente aoa caprichos, As
que
NSo difficil comtudo, destacar dessa .
nebulosa o que depois se condensou na fie- gia branca, do ealio ou brinco litterario.
* -A I \M'l iMaa nivea* nttn nna
cao moderna. primeiro pnenomeno (
ha a notar o do pparecimento daa i
mas alteraras divergentes. Nio s em i Os leitores idosos, que saburearam as
biologa ouem lingistica que ellas podem antigs novellas de Arlinoourt e de outros
ser observadas. Os oubecidos cyclos da mesma escola, estarlo Iembrados de
m
T, am dio, me segredaate o tea desejo
intimo n'ans versos sahidoa d'alms,
onde extravasaste toda a riqu. za de teu
sentimento, toda a pureza de teu pensar ;
m'os ste.
Desde este dia guardo-os de encontr ao
seio ^ sao os meas Evaogelhos.
Sio ama pagina de toa alma, am canto
onde talvea a arte tenha dado lagar ao sen-
tinento; qnerc-os por isto : sent se palpi-
tar algo roa cousa n'elles.
qao raro era o romance que n&o principiasse
por esta phrase : Quizeraiw.s ter a vara
his-
troysno, virgiliaoo, etc., acharara logo o
aeu pendant as historias escripias pelos .
monges, naa corretea doa paeudoa-eru- de cndelo de uma fada eto. ; rara a
ditos, e nos poemas em latim, que ainda j loria cajas mutagoes de scena, viagens de
boiej'azem o desespero dos bibliophilos. persooagens, nSo se fizessem com o auxi-
Estas formas divergentes veram depois 1 lio e sob a nvocacio de um geuio qual-
de fundirse por um proeesso de critica es- quer.
IV
E t cantaste
Usa jardinzito la do campo ao meio,
Todo florido e cheio
D'ans reolhados cor daa ametbystas,
Oa cores azulinas ;
Uns biscos de crystsl cbeioe de listas
ureas e parparioas,
Formando grupos de gentis Cupidos,
Nsmorados, garridos. -.
Usa chalet alvo como a gotta crula
De glo das monUiabss ;
Um viver manso, um desliar de perolas
Sem odios e n<*m sanbaa...
pontanea do povo, qua o maior tngutrer
do mando ; a) fusio, junta ao grao de
iostruccSo aitingido por algumas cales,
nos seculos auleriormeute Iludidos, pro
dusio daaa novas foru>bs divergentes, de-
pois de atravessar am parilo de ti-(So,
que com razio se chamara das vises e
dos sonhos, e que teve na Divina Come-
dia e na Danca Macabra os seus mais
completos org&os de traducg&o. Taes pro-
E' certo qas nada d'iato tiaha valor
crtico ; mas, quer oestes romancistas mal
acabados, quer no Ariosto, o que mais se
accentua litterariamente a sua completa
despreocaupaelo das anidados de Aristte-
les. Com effeito a ficelle nunca tena exis
ti Jo sob o rgimen da eaoola. S com a
liberdade mediav. 1 e pela indisciplina po-
pular, reinante todo esse periodo em que
se produziram a Chatis m de Roland,
ductos se acbam perfutamente uaracteri-1 Raman de Rou, os ^modt'ze, e todo o Ro-
FOLHETIH
TH8IAMEITU OKIELHO
POB
XAVIR DE MONTEPIN
PRiSBiHt rtirn:
.?AL.DaS SALGTJEIHQS
(Continuacs do n.
xxn
66,
saios uo Decamerone de Boccacio e no
Orlandn Furioso de Ariosto ; e nao preci-
sa graude esforgo para que se entrevea no
livro do primeiro > nobilisacSo do espirito
que dictoa ao povo o Romance do Raposo,
a aatyre, e no segando a exageradlo da
phantasia confusa, nevrotica, polyethnioa,
que nspirou o Romn de la Rose, o Ro
man de Rrut, todas as candas de g-sta, e
tolos os soobos de procedencia arabesca.
Dessa poca para a auocessio das
turmas de ficc&o mais ntida ; e embora
se encontrem hiatos, uma vez por outra,
emp8stellaxentos historeos, como o que
se dea na idade chssica ce Racine e Boi
leaa, a filit-io r lo se ioterrompe ; e tado
me leva a'lar como asentado qae o ver-
minc ro, se podo oomprehender o appare
cimento das formas .-luteranas de qae me
oceupo. O povo 'que nao cogitava na Sta-
girita aoeitava tudo
9 sendo enorme a
que assaltavam o
, andando a imagi-
Eatas palavrss, pronunciadas em tom
maito meigo, eram ao mesmo tempo firmes j
e nio admittiam replica.
O criado de qnarto nio t've outro reme- peijra8 gecC8g
dio icnao inclinar-te.
Manda preparar a csrrngem para as
doaa horas, prosegu o o Sr. de Thonnerienx
e bas de aoompanbar-me..
Foraoi dad s as ordens, e, i hora mar-
coda, o conde e Jeronymo partiam para a
piadosa peregrinado so ceiriterio de Mont
pernease.
Era alli que se achava o mausoleo de
familia, onde repoaaavam Sazsna de Roa
vary Thoanerieux p bu filha Martba.
Construido margena de ama das gran
dea aleas trensversaes do cetniterio, o rao-
numento fnebre era nctavel pelo sea es
As sus paredes de grsnnito plido e de
marmore preto ropportavam urna copula,
coroada por ama cruz de ferro fundido.
Em cada ngulo de tmulo ergua se
nmm estatua de marmore branco.
Tres deesas estatuas representa va m as
tros virtudes theologaes : a F, a Esperan-
ce o a Caridade.
A qnarta figarava o aojo libertador,
Quatro genufl-xorios cbavam se aos pea
do sitar, que desapp re ia quasi sob um
monte de Ao fundo, sobre um pa a de marmore
preto, li*ma* em l-tra te* ouro os comes
da mai e da filba, ojoe o eooJe Felippe vi
nha chorar.
O anciSo, r-pet.ndo-se da carruagem, ca-
minhava lentarorote, encostado ao braco de
Jeronymo, e nao foi ssro fBealdadn que
chegoa ao monument*, em cujo frontespi-
cie, por baixs de uma corda condal, desta-
cava-se esta ins ripcSo :
FAMILIA DE THONXERIEl'X
y
Jeronymo abri a porta de bronze e
afastou-se para deixar passar seu amo.
Ao entrar naquella morada da morte,
Felippe, supplantado pela emocSo, cabio
bruscamente < e joelbos, nao aobre um dos
genuflexorios, porm sobre o ladrilbo.
Atrs dtlle ajoelbou-s o velho criado,
om as facen banh XXIII
O Sr. de Thjnnerieux, esse tnha as pal-
de
ongestao de mentiras
espirito naquella poca, ndenlo a
nacSo cheia de contoa contradictorios, de
narraos :s imposaiveia, sopradas de todos
os pontos da Europa, agitadas por todas as
racas, parece natural que se adoptasse as
formas de narrar mais amplaa e mais sus-
ceptiveis de comportar essa congerie ab
cadrabsnte de faiaidades, qae corr ira,
oom a rapidez eleotrij, da Suaodinavia a
Matapan, do Finlsterra ao Volga.
Foi o que fez o gr2o mestre Ariosto.
O povo gost&v* inmensamente da enar
decepeaes, e decadencia mental,
ama coisa borrivel.
A cootar do Ariosto e do Boocacio, o
romance ou a fiegio tem oscillado Bempre
entre a satyra e a poesa. O fteto mui
to explicavel; o homem di ordinario oa
peasiaiista oa optimista; raramente man-
tearse em am equilibrio justo. E' assim
qae vemos, fiada aquella poca, uma seria
oonsideravel de composic.o'es epioas, oava-
lboiresoaB, em quo a phantasia se perde
nOs paramos de um infinito rosicler, e logo
depois o pantagrudismo de Bautro.oe um
legitimo saccessor. E se na Frauga, mais
tarda, a litteratura oonsegue aoceatuar-Bo
pelo sentimentalismo das pastoraes tara
bem nao tarda em dar lagar reaegao do
romanes cmico, produzindo Voltaire, Lv
sage, Scarron e o proprio Diderot. W
Na Hespanba esse ry'thmo n5o foi me
nos apreciavel, e aos Palmeirins e outros
saccederam os romances picarescos, que
alias Baret, sem desoonhaoer que foram
vasados em prosa d am phenomeno particular exclusivo da
maginago hospanbola. Hartado de Men-
dosa e Espinel precedem de perto a Iner-
vantes ; novo retorno s novellas ; reinci-
dencia no movimento, que desviando so
para o lado da Franj, provocou os livros
de Lesage.
S a Ioglaterra, entretanto, no meio
testas osoillac333 do geoio humano, cedeo-
do tslvez a gravidade do genio particular
de uma raga, s ella, que a par de mil
idealistas, teve Swift e Sterne, o pendant,
se possiveL assim exprimirmo-nos, do
boccaoiano itlico, do picaresco hespanhol,
e do pantagrulico francs, mas com que
differanaas 1 s ella soube destaoar am
genero intermedio na fi;gV>, ao qaal, se-
gundo me parece, prende-se, mais do que
a qokiqaer oatro, o movimento do roman-
ce contemporneo, pelo sentimento do real,
e pelo equilibrio sobrio das formas.
NSo preciso repitir com mais enso-
mioe\s nomes da Da Fo e 4* Fielding,
senSo tambem 0 de Smolet e de Richard-
son. Sob o ponto do vista em que me col-
loquei, estes autoras, alm de tudo, repre-
sentan) um principio de eooqai.ta daa ver
daderas firm-s, exigidaa pelo romancista,
qua se propuzesse a representar a vida
pe lado intenso e serio Realismo de ca-
rcter, realismo de facto, realismo de sen
tinentos : cada uma cousa destas foi se
incorporan lo graoualmente ao peculio do
romance'; de sorte. ae, quanda *srjae o
tufo do romantismo, e- o grande Vralter
Scott, n3o s para a Inglaterra, mas para
todo o mando que lia e esorevis, throne-
jou como nico mestre e dictador, pode-se,
sm medo de errar, dizer que as formas
do romance tinham envolvido qaanto bas-
tante para offereoer aos autores todos os
recursos de qua a im*g1nag3o careca em
sociedades tao complexas.
O autor de loanho, poim, fez, pela
forca das circumstancias, am retorno so-
bre os pasaos dos seus antecessores. Sem
embargo do grande, enorme servigo que
prestou s lettras, sperfeigoando a machina
da novella, introduzindo mesmo elementos
desconbecidos, W. Scott. oausqa-nos um
mal oonsideravel, foi um dpa seas elemen
tos de trampho, mas esgoton-se rpida
mente, passando a Daos menos escrupu-
losas e aos imitadores sem talento.
A obra capital do romano sta escooez,
oonBtituio em systematisar o mysterio. Es-
pirito potico, genio contemplativo, sabido'
das baladas de Burger, dos cantos de Os-
sian, impregnado de poesa popular das
montaobas do sea piz, ouvndo a cada
pasao o pibroch dos Highlanders, seria
talvez impossivel obter de sua penna nu-
tra cousa qae nao fosse a vida mergulba
da ness vapor de poesa. E para onfir-
mal-o, basta ler as seguintes palavras saas,
escriptas na mtroduegao de seas romances
da ediegao de Edimburgo :
c Se me pedirem a razSo porque persis
t na carreira de romancista tanto tempo
nao terei outro remedio se o3o recorrer
exploagSo que me foi saggerida por um
critico tSo benvolo quanto enganhoso : a
orgaoisagSo iotellectual do romancista deve
caraeterisar-se, erapr-gando um termo era
neologico, pelo desenvolvimiento da Bossa
do myaterio. No Waverltz o mesmo autor
enceta o capitulo 65 por este modo :
a listas circumstancias bastar&o para ex-
plicar alguna acontecimentos desta narra-
gil >, dos qaaes julgamoa a proposito nSo
dar a chave, a fim de ex itar a curioaida
de do leitor, segundo o costme dos con-
tadores. >
Para o romancista escocez, portento, s
bavia a respetar no leitor um elsmeoto,
que era a curiosidad^ ; o que nSo quer di
zer
que
Os sena olho, por terern chorado
mais, nSo tinham maia lagrimas para ver-
ter.
Oravp.
Via-sclhe o peito agitarse sobre o es-
forgo dos solugos qfco n5o podiam escspsr-
se-lhe da garganta.
Ficou assim por muito tempo prosterna-
do, com a cabega baix .
Poaco a pooco a agitagSo de seu p--ito
foi se acalmando
A sua imn obilidade tornoa-se afinsl tSo
completa, que Jeronymo ficoa rsastado.
Sr. conde, disse elle vivamente, oom
a voz sobresaltada, in.-linando-se sobre seu
amo.
'Felippe de Thonnerieux erguea a cabe-
gj, voltando se para o criado, cujo secreto
pensamento coroprehendera, murmuroa :
NSo, mea bom Jeronymo, 0S0 est
anda acabado, roaa o fim approxima-se .
Nao vo^sarei maia vivo aqui. .. A primeira
ves qae qai entrar agora ser no meu cai-
xao.. .. ieunir-me-hei entilo aquellas que
ido para o co, onde, libertados ao (prallteJo... A separacSo tem sido longa.
po bomano, as almas possuerr a immorta-1 ,ut0 looga Agora ha de str curta.
lidade.
Fecbavs o mausoleo ama porta de bren
Na interior va se um pequeo altar or
nado de um crucifixo de prata e de csati
coso do mesmo metal, guarnecidos com os j qaem y. Exc. desespera
osspetentes cirios. 'conde... saiamos dsqui.
Louvado s-ja Deus I...
Mea bom amo, estes pensamentos ma-
tara n'o.
Poia tanto melbor !
Penae em mim, que o estimo tanto,
! Venhs, Sr.
E o velho criado de qaarto puxou o amo
qae nSo tinha mais torgas para resistir.
De volta ao palacio da ra Vaogirard,
o conde encerrou-se na sala mortuaria, que
j conhecemos, e ah, com o rosto voltado
pera os retratos das saas queridas mortas,
tornou a descer ao fondo do seu abyarao
de d8r.
Foi ainda Jeronymo quem veio arran
cal-o aos pensamentos sioistros a que se
entregava
Approximava-se a hora do jaatar.
Felippe definbara muito desde o momen
to em que, na manhS desse mesmo dia,
pretenda aohar-ae menssfraco.
Mal podia suster-se.
Dir-se-hia que a peregrinarlo ao cemite-
rio de MontpxrnKBsa acabava de destruir a
pouca vitalidade qu* Ibe restava.
Jeronymo, dase elle ao criado de
Fqaarto, qae viaba buscal o para a sala de
jantar, estou aniquilado, mea amigo...
E' o que eu rewfcv | murmorou o
velho servidor. Felizmente um pouco de
alimento fortificar o Sr. cande.
Preciso, nSo de alimento, mas de re-
pouso... Nao comerei boje...
Oh nio diga semelhaote cousa I E
sso que lhe far mal 1 O Sr. conde ha de
tomar aempre ama cousinha de nada....
um oro na aopa.. algumas gottas de vi
nho do Porto... E' om tnico...
Impossivel, meu amigo. .
Mas por que T
NSo paseara da garganta cousa 3!-
guma, ainto o perfeitamente. O que me
aecesssrio o sorono.... ero vez* de ir
para a mesa, irei deitar-me... Se tivesse
de fi.ar de p ou mesmo sentado, desfalle-
cera. ..
Ao menos o Sr. conde tomar a sua
pogSo...
Sm.
A voz do conde de Thonnerieux tornara-
se rou:a e entrecortada.
Um tremor semelhsnte so da iebre ioter-
mitteote agita va lhe todos os membros.
A sus cabega escaldava e a sua pelle
esteva gelada.
Jeronymo condasioo, carregou o quasi
at ao aeu quarto, despio-o, como teria
feito a uma crianga e eatendeu-o no leito.
Mi a cabega pousava lhe no travessei-
ro, ama singular sgitagSo apoderoa-se
delle.
As suss papillas, agitadas por an incom-
prthensivel movimento de rotsco, toroa-
vam se de quando em qnando fixas e pa-
reciam nio poder despregar-se de am pon-
to do qaarto, seropre o mesmo.
As mos moviam-se-lhe no vacuo ; o leu
pelo sea extraordinario talento,
elle nao fosse levado a construir paysa-
gens, a levantar caracteres, que honrarao
a litteratura em todos os tempos. Eesa
chave explica tudo qaanto depois se deu,
e ainda boje constitue a rhetorica de todos
os Montepna e Ricbebourgs, que traba-
lbam desesperadamente para os rodaps
dos jornaes de maior ircul-gito.
Toda a arte de W. Scott consista no
desdobrameoto pomposo dos dous elemen-
tos, alias j conbecidos dos classicos : a
dea Tpgilo e o dialogo ou melhor a mise
en scene dos antigos poemas, e o travamen
to da a.:gao, tal qual, na poca em que
vivea aqaelle autor, se- costumava por nos
tbeatros.
Este proeesso, exagrado, junto ao mys-
terio proposital, de que fallei, consegaie
elevar o interesso de seus livros a am pon-
to, que nun -a attiogio escriptor algum
posterior .
ElU quebrara a monotona da narrativa
seguida de Da Foe, simples e chronologi-
ca, abrir espago a vinte mil sorpresas, e
proporcionara, para provocar de mais em
mais o agagamento da curiosidade, recur-
sos tao variado?, embabimentos tao subl-
mente armadas imaginago, mudando de
scenas, concentrando a atteoglo do leitor
nos caracteres mais opportaaos; emfim, o
escocez consegaio preparar artificios tao
collossaes, que a Europa toda, dnranta 20
annos, nSo teve ouvidos se nSo para as
historias engnhosas desse Merlin o fei
eeiro dos co/ js tempos. ,
entlo
movimento. I-uto e uniforme, pareca ter
por fim erguer as cobertss at ao peito.
Jeronymo pos so a tremer.
Ser a agona ? pensoa elle com ter-
ror. Ser a morte ?
NSo, nao era a morte, cora quanto esti
vesse ella muito prxima, mas ama crise
de sobreexcitagSo nervoss, provocada pe-
las emogSes d dia.
Poaco a pouco essa crise foi diminaindo
de intensidude ; o cont acalmou-se e Je-
ronymo conseguio dar Ibe ama oolber da
pogo recsitada pelo medico.
Felippe de Tronoeri"UX p*recG
acordar de un roo somno.
Passou uma das mos pela testa molhada
de suor e mormarou :
Que t str nho sonho Acabo de ter J ..
Um sonbo ? O Sr. conde teve um so-
nho ? perguutou o velho servidor.
Sim .. ou antes, foi um pssadelo
borrivel...
Um pesadelo.. repsto Jeronymo.
Via corpos ha nanos... cadveres
estendidos ao lado uns dos outros, como so-
bre as mesas da Morgue. ..
Felippe interrompeu se.
JL A visita ao cemit^ro, a visita aos t-
mulos predispuzeram provavelmeote o Sr.
conde a essas ideas sinistras... disse vi-
vamente o criado de quarto.
O Sr. de Thonnerieux meneen a cu
beca.
Espers, prosegao elle, esses corpos
humanos, esses cadveres, julgo velos ain-
da... eram seis, e cada um dellee trazia
ao pescoco ou no pulso a medalha de ouro
qoe mandei ennhar por occasio do nasci-
uieirto de roinha filha .. Um homem de
p, com ama faca na mo, perto desees
corpos preparava se para apoderar-se ds
medalhas. .. As saas mSos estavam tintas
d-i sangue... lsrgas manchas sanguinolen-
tas cobriam-lbe o tost e desfiguravsm n'o
completamente.. Ah que sonho borri-
vel... !
Horroroso 1 apoiou Jeronymo. Por
felicidade, nSo passava de um sonho, e o
Sr., Conde conhene o proverbio : tTodo o
sonto mentiroso l>
Sim, repeli Felippe de Thonne
rieuR, todo o sonho i mentiroso I. Fe
tznente.
B a sua cabega, erguida um momento,
cabio novamente no travesseiro.
0 velho criado de qaarto julgou qae era
opportuno deixar repoasar sea amo, muito
calmo entao, e afastr-u-se.
Voltou s nove horas pouco maia oa me-
III
Degenerescencia da fiedle t queda do ro-
mantismo
Na ultima analyse, o romancista, tal
qual oomprehendera W. Scott, devia trazer
am palco s costas ; mas um palco sui ge-
neris, o qual ao mesmo tempo qae tinha a
propriedade de satisfazer todo o genero de
curiosidades, devia .poder prelongar se e
abrir o soenario em todas as direcgSea,
ainda as mais inesperadas, fazendo mesmo
voltas retrospectivas ao pastado e mean-
dros iropossiveis. A opera e a mgica thea-
tral deram depois' am simile longinquo da
torga de qaa se serviam os novellistas scot-
tianos.
Cumpre, todava, lembrar desde logo
am facto em honra do auctor de Ivanhoi.
Os eeus romances, ainda mesmo depois de
postos os respectivos enredos em ordem
chronologica, e desmontadas as machinas
de effeitos- ficariam' de p conservando o
nteresse, nio a porque, a poesa jorrava
1 a flux as p gin .s de tj iaimitaveie li-
vros, como tambem pjrque, observador,
si et in quantum, o sosos:* conssguiu fixar
ua tela matas pbisiogaomias, qae perdu-
rarlo no mando dV te ao lado do cava-
lhero da triste figura, do Mantredo, do
Fausto, e de tantos outros perfis, serios ou
grotescos, qae o povo tem adoptado, como
parantes da raga humana pelos lagos da
imaginagSo.
Infelizmente, porm, os suc essores de
W. Sjott, nem sempre poderam conser-
var essa armadura carrasoanta e lmpida.
Dois narradores existir am ueste seclo,
depois delle, qae dotados de am genio es-
pecial, talvez cultivando uma enfermiiade
pbysicamente doploravel, conaeguiram dar
a novella um interesan novo e de espanto-
sa verosimilidade no phantastico.
Refiro-me a Hoffmann e a Edgar Poe, os
quaes ambos basiarara as suas ti i.0 3S na
indecifrabilidade dos ceracteres. Um deu
corpo e tornou evidente o pesadelo ; o on-
tro, com o lgica de am mnthematico, e de
um naturalista preocupado cora a realida-
de que nao se vi, tentou, em mais de um
acce880 de nevrose, convencer os seus lei-
tores de que o extraordinario que o
real, e que nos todos vivemos mergulhados
n'um sonho perfeitamente susceptivel de
decompo8go. Tanto o allemSo, como 0
americano, constituem casos sporadicos no
movimento Iliterario, e nio tiv^ram imita-
dores, qae pelo menos mir.'gam este no-
me.
As formas de romance que verdadera-
mente tentavm o espirito dos artistas
erara as qu>, tendo-3e tornado um instru-
mento dctil, ofT-recara menos resistencia
aquelles que se arrog .vara a funegio de
ninar essa grande crianga chamada povo.
Muitos individuos escreveram, com mais
oa menos successo, de W. Scott a Ale-
xandre Damas, osuillando entre as formas
antigaa e as modernas. Mas s no autor
dos Ires Mosqueteiros se encontra verda-
deira alteragio as formas do romance.
O grande Dumas tinha com effeito o fole-
go, a envergadura e o pulso indispensaveis
constru gao das machinas apparatosas :
vi vende em um poca, que exiga coisas
muit) extensas, gaulez de raga, estomago
de ferro, com ama ponta de pintagruelis-
mo, elle met'.ej mios era obra, e tratoa de
passar todos os assamptos, qae em regra
W. Scott collocava na idade media, para
o sculo de Luz XIV oa para a actuali-
dade.
Nesse proeesso de transcripglo, nio tar-
dn a faltar-lbe o elemento capital, o ele-
roent) iotiroo do romance ;o romanticis-
mo. O contacto da vida contempornea
fazia esvia^arem-sa aa brumas da Escocia,
e o sentimento da vida diurna, espancando
as adamas, crien'ava se u'ama raanbi ful-
gida e transparente.
nos.
O conde estova com os olbos techados.
Uma respiracio ruidosa, porm regular,
escapava-lhe do peito.
Est dormindo, pensoa Jeronymo ;
tado permitto sappor que a noite ser boa,
e amanbi o nosso caro amo voltar ao es-
tado em que se achava bontem.
A's des boraa todos dorroiara no pala-
cio, excepto Felippe de Thonnerieux.
A essa hora foi accommettido de nova
crise.
Ergueu se no leito e estendeu violenta-
mente os bragos para a frente, como para
ropellir os fantasmas que os seus olbares
ballucinados viam em torno de si.
Os labios agitavam-se-lh^.
Quera com certeza fallar, gritar, pedir
soocorro, mas nio sahia-lhe da garganta o
menor aom.
As mios cahiram-lbe no leito, e, movi-
da de novo por om impulso nervoso e ma-
ebinal, puzeram-se a levantar, a levantar
cada vez mais os lenguas e a coberta.
De repente os olbos, muito abortos at
entio, amortecern ae, um tremor convul-
sivo agitou os membros do anciio, a cabe-
ga cabio-lhe para irs, os labios trmulos
soltaran) sons confusos, acompanhados de
um longo suspiro, e depois o corpo immo-
bilisou se.
O conde Felippe de Thonnerieux, ulti-
mo representante de uma grande raga,
aoabava de entregar a.Deus a sua bella al-
ma I. .
No palacio, como j diasemos, tudo dor-
ma.
Uma lamparina acesa sobre a mesa de
cabeceira illuminava froaxamente o cada-
ver do velho fidalgo.
8 Eram perto de nove boras da mAhi
quando Jeronymo veio bater suavemente
porta do quarto do amo.
NSo recebendo resposta, bateu novamen-
te, e, persistindo o silencio, sbito terror
apoderou se delle ; entrn.
A lamparina oontiuuava a arder, mas
nio langava mais senio varillantes claroes
00 qaarto escurecdo pelas espessas corti-
nas abaixadas.
Jeronymo approximou-ae do leito.
Um dos brujos do cdBde repoosava so-
bre aa oobertas.
O criado (ocou nesse brago e vio qae es-
tava rijo.
Pegeu ds mi e seotio a gelada."
Inri nou se vivamente sobre seu amo
e chegoa a face aos seas labios descora-
dos.
Nii sentio o mais ligeiro sopro.
Apslpoa a testa e as faoos; apreseota-
(Connnuar-se ha
vam, como a mi, a glacial rigidez do mar-
more.
Era impossivel a duvida.
Felippe de Thonnerieux estava morto 1
O velbo servidor soltou am grito de des-
espero, e, cahindo de jolbos junto ao leito,
orou entre solugos pela alma daquelle bom
amo a quem adorava.
No fim de algum tempo, cuja duragic
elle proprio nio podia cahular, levantou-
se, lembrando-se que tinha deveres a cam-
prir, na qaalidade de hornera de coefianga.
Fecbou todas as portas, excepgio da
do qaarto mortuario, e reuni os criados
para transmittir Ibes a noticia do triste
aoontecimento.
O conde era profundamente estimado por
todos que o cercavam, e, comquanto a sua
morte fosse esperada a cada momento, a
consteroagio foi sincera.
Todos os criados vestiam libr preto, nio
tenio deixado nunca o luto desde a morte
da condesas e de sua filha.
Jeronymo cooduzio os so quarto fnebre,
onde ajoelharam-ae, vertendo lagrimas, cujo
aoico motor era a amizade.
Aquello boa gente supplicava a Deus
com profunda f e pranteava o sea amo,
como teriara pranteado seu pai, repudiando
assim a infame divisa : -Nem Deus nem
senhor l
Dados aquelles primeros momentos s
tocantes maaifestagSSs de um legitimo pe-
sar, Jeronymo mandou chamar o medico
da casa, que nio se fez esperar, e verifi-
cou bito, que previa desde muito tempo.
Constituio se entio o quarto em capella
ardente ; preparoa-se o leito, junto ao qual
vieram religiosamente reciar ,as oragSes
dos morios, e jeronymo foi fazer as deca*
rages legaes.
Foi pro mrar em seguida o tabello do
conde, qoe era tambem deste.
O tabello chamava-se Prollet, morava
na ra Oond e recebou immediatamente
o criado de quarto, portador da triste no-
va.
Vera pedir-me, sem duvida, um con-
selho, meu caro Jeronymo ? perguntoa elle,
depois de manifestar doloroso espanto.
Sim, senhor...
Pois bem, falle.
Cowqaaoto o Sr. oond mea queri-
do amo, nunca asss pranteado, tenha cor-
tamente registrado o seu testamento no aeu
cartorio, aoba que devo ir pedir ao juiz de
paa d a freguezia para collooar os sellos T
(Continuar se h*\
Typ. do Diario roa Daquo de Caos n. 48

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