Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19242


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Full Text
E!0 66

Pili <% CAPITAL E LCCAREI O-UDE WJL SE PACA PORTE
6J000
Por rei meses adiantados .
Por seis ditos idem .
Por um anoo dem.....
Cada numero arabo, do mesmo da.

12,1000
83*000
#100
A--FEIBA 20 DE HABQO DE
PAHA DEXTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis meses adiantados .
Por nove ditos dem ....
Por um anoo dem ....
Cada numero arabo, de das anter
13*500
20*000
27*000
*100
DIARIO DE
NAMDUGO
Proprieira.* bt Manoel Jx^nmia fce J*xw Sxltyos
TELEGRAMMAS
i



i
SERVJCO PJWlliULIW DO DIIRIO
RIO DE JANEIRO, 10 da Marco, s 4
horas da tarde (pela fiaba- terrestre).
Foi Domeado 2. delegado da corte, Car-
los Bonsquet.
Consta, com visos de probabilidade, es-
tarem nomeados presidentes de provincia :
Pernambuco, deaembargador Jos Joa-
Quim de Oiivoira Acdrade ;
Para, Or. Migu.l Jas de Almeida Per-
nambuco.
Consta tmbem estar nomeado the-
soareiro do Correio de Psroambaco, Manoel
Martins Pires.
Consta igualmente que esto'feitas
diversas nomescSas para a estrada do ferro
de Pernambuco.
SERITICO 01 AGENCIA HAVAS
Servico directo
VIENNA, 17 de Marco,
O ministro da defesa do pas den a
sua demissao, sendo o Sr. Bauer nomeado
para substituil-o.
PARS, 17 de Marco.
O senado adoptou a urgencia para Jis-
cussao do ore, a ment.
PARS, 18 de Marco.
O comit franso-brazileiro para a Expo-
lelo de Pars do 1889 receben urna carta
de S. M. o Impji'ddor D. Podro II, pro.
metiendo com segranos o consenso ofi-
cioso do Brazil A Expsito. O comit
rai mandar um delegado especia] para o
Brasil.
PARS, 18 de Marco.
Mr. Clemenceau resolven-se a comba-
ter a candidatura do general Bjnlangar
que deve ser apressntada aas ehicSea para
a cmara dos diputados.
LISBOA, 19 de Marco. (Recebido as 6
horas da tarde).
Segu boje para Pernambuco no paquete
mglez Trent e Sr. Dr. Joaquim Nabnoo.
BERLIM, 19 de Marco.
Acaba de s?r nomeado feld-marechal o
general Binmenibal.
Acredita-se qae substituir como chefe
d'estado-maior do exercito, o feid marechal
general de Moliste, q i aoha-se bastante
doeute.
Seroico pela via NorU-America
(Noticias extrahidas dos jornaes de Bue-
nos-Aycj)
PARS, 17 do Marco.
% O general Boulanger d como pretexto de
suss viagens a Paris, terem sido efectuadas
com o nico fim de visitar sua esposa que
achava-se enferma, e assevera que o gene
ral Lagerot, ministro da guerra, conbecia
perfeitamente essts rasos.
BERLIM, 16 de Marco.
O Imperador Guilherme foi inhumado
em Charlottenborg. O delegado da rep-
blica francesa, general Billot, depositou so-
bre o tmulo do Imperador ama magnifica
ceros de rosas, violetas e camelias.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
19 de Marco de 1888.
israclis
le o tempo dot romano* ; o povo
qae menas cruelmente os trata? havia ido o ara-
be, nao o moaro on sarraceno, sen auxiliar da
Afnca aas o araba, es origen asitica, qae for o
mais tolerante e cavalneiroso dos conquistadora*.
Aos jadeas recorra a plebe, a nobreaa, o* raa,
eeopre qae tinQam preciis de dinbeiro, posto
qae o odio de raca e de religiio Ibes incitava dea-
preso pelos israelitas, como asiasiints de Jerai
Chriato.
Esa Castalia, no Aragio, na Navarra, om Porto-
Bl mokas vesas gosaram de importancia alguna
trena pelas saas fortuoaa, pelos auxilio* e ser-
vico* poderosos qae preatavam aos re* e 4 naci
sem qae todava contegui**em *ti -a e considera-
cao. Em Portugal, too vario* soberano*, e *no-
meadameate dorante o governos dos ltimos reis
da casa de Borgonna, e primeiros de Avia, admi-
nistravam a* fiaaoca* da corda, e peroebiain o* di-
reito* pecuniario* qae aos povos eompria pagar
eorda. |
Esta lituacAo, poroj,Ihes socarre t a va maior in-
diapoeicao do publico, porque selavam as cobran-
cas, e nao perdoavam a* divida*. Cada ves qae o
destino lhes oprava favoravetmente para obte
rem urna poaico maia aceitavel, mai* ineorrism
na animadversio do* populare* e do elero eatbo
lieo, qae noo cestava de cismar e agitar as mas-
sai vulgares contra os filaos miseraveis de Jeru-
salem.
As igrejas, na qoalidade de obras dos horneas,
tio sempre intolerante*, e trio raro perseguidoras.
Exigem rente* decididci e orthudoxoa, e comba-
te j> todo o qae a rasio pode oppor-lbe* da da vi-
das. Como todas, a catlica, apesar de mais pora
na ana origem a nos dogma* do aen divino crea-
dor, nio faltn a esta regra invariavel de intole-
rancia o fanatismo, aempre qoe Ihe sobraram msios
de oitentar sua toro*, e extinguir pela violencia,
pelo foge, pelo sesgue, pelos cada falsos, as don-
trinas qae considerava hereticaa.
Ao piincipiar o seenlo XIII nenbnma parte da
Europa era mais peifeitamente cultivada, mais es-
meradamente industrila, mais agradavelmente
civilieada e (lastrada, qae a orla de trra qoe do*
pyreneoa segu para o condado denominado parti-
calarmente de Proencs. Abrangia muitas cidades.
povoaces ricas e aportantes e animara -se de um
espirito cevalheiroso a alante qae celebrissvam
seas trovadores em varaos maviosos de ama lngna
loce e suave, qne fra primeira litteraria da
Europa, o proencal, o que asede a derrota dos al-
bigenaea s mina completa do pas, com a autono-
ma e independencia da patria perdida*, dessppa-
receu igualmente coa a nacionaiinadada.
(ConxMaao.)
Informa o Sr. eommaudante superior da guarda
nacional da ocaarca do Recite.
Bacharel Vicente Saraiva de Carvalho Neiva
Encaminbe-se, devendo ser pago o porte na re-
pariicio dos eorreios.
Secretara da Presidencia da Pernam-
buco, 19 de Marco de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
LIIIEBAIUBA
DB
P0BTI.U. E IIAZIL
PELO
CoaseOieiro loao Maaoel Pereira da Silva
ni
IConttnmacio)
as Hesaaahaa babitavaa naaeroaas fsailiss
PARTE OFFIAL
Ministerio da* Fazenda
Por decretos de 7 do eorreata foiam nomea lo* :
Thesooro nacionalDirector gara 1 da reparti-
dlo da estilstica, o bacharel Francisco Jos da
Rocha ; segando* e*eriptarari*e o* terceiroa An-
tonio Uoocalves Gumes da Silva e Tbemistoelea
acarea de Albuqoerqoe Leio, e o amanuense da
secretaria da faxeada Joio Caetaao de Oliveira
Agaiar.
Aifandeg* do lio de JaneiroCoofereate, o in-
spector da attandag* o Para, Joio Lope* Caroei-
ro da Pon toara ; 1* eaerietarario, o 2 Dr. Can-
dido Borgea Moojeiro ; segundos eacr ipturarior, os
terceiros : Joio Francisco de Jess, Miguel Per-
nandes de Barros, Jorge Xavier Castrioto e o 3*
do thesooro Manoel Lu Cordeiro.
Al tan daga do Par aInspector, o administrador
da recebedoria da Babia Antonio Pereira Basto*.
Tbeaenrana de S. PauloThesoareiro, o Dr.
Joaquim Eduardo Leito Braadio.
Tbeaooraria de PeroambaeoTbesoareira, fran-
co Cavalcante de Albuquerque ; 1* escrptarario,
o ex-aegund j eteriptarario da altandega Joa Go-
mos da Silva ; 'i eecriptorario da altandega, o 3
Joio Antonio da Silva Pereira,
Aifandeg* da Babia Chefe de aeccao, o coofe-
rente Aotooio Laia de Barros Paim ; conferente,
o 1* escriptursrio Antonio Vicente da Co***,
Por decreto* da mesma data, foi concedida ao
bacharel Jjae Antonio de Araojo Pilgneiraa a de-
missio qae pedio, do lagar de carador geral das
berancas jacentes e bens do* ausentes, e nomeado
para o mesmo lagar o bacharel Lu* Pereira Per-
reira Faro.
Por titalos da mesaa data, foraa noaeados:
Thcsouro nacionalAmanuense da secretaria de
estado, o praticante do thesooro Francisco Teixei-
ra de Lyra e Oureira ; t-rceiros escriptararios os
praticante* : Antonio Cantanhedo de Moraea, Al-
fredo Palcberio da Silva, Francisco do* Santo*
Marques ; praticanles o da recebedoria Joio Ca-
aimbra de Araojo, Aonibal de Paria, Hamnel Jos
Pereira das Neves, Affonao Henriqnea de Oliveira
Paria e Arlindo de Asevedo Medella.
Alfandega do Kio de JaneiroTerceiroa escrip
tararios :
O praticante da mesma Joio Francisca da Costa
Jonior, o praticante do thesooro Fidela Velleao da
Fooaeca Lesas, o ex-*egando couf-rente Etterio
Joa Pire* Ferrio, o praticante Arthor de Salle*
Torres Homem, cfficial de deacarga Caetaoo Luis
Machado Jnior.
Recebedoria do Bio de Janeiro3* escrptara-
rio o praticante Benedict Hrpolito de O iveira
Jamar. Praticante* : Artbur Da* da Coala, Lua
de Paula e -il?a, Joaquim Antonio Parinha e Joa
Alve* Carnriro.
Impreos* NacionalPraticante, Antonio Bento
Bibeiro G.ulio.
Alfandega do Recite3- eteriptarario o prati-
cante TboB*s de Leaoa Dnarte ; pratieaate Ar-
thor M rer Oas.
Tnesoarsria de Minas Oeraes Praticante, An
tonio Augusto de Sjuta Brito.
'^sjr
nlalstcrlo da Guerra
Fot designado o 3' cirur^iio du cjrpo de saude,
Dr. Joio da Grama Gaatro, para servir na guarn
Ci da corte.
F i nomeado o eapitio tenente Daarte Huet da
Bacellar Pinto Quede* para ejercer ioterinaaentc
o lugar de inatruct.r da escola pratica de artllba
ra etorped js em aobstituico do 1 ten-ote J. de
Caoba Ribeiro SpioJola, cuja noaeacio ficou sem
efieito.
Coi ceden se demissio ao chefe de seceio da
secretaria de estado dos negocios d. gaerta, cow-
mendaOor Maaoel Joaqaim do Mascimento Silva,
e ao alferes do l* regioseato de csvallaria Pedro
Pmt< Peixoto Velho, este du lagar de j nt* de
orden* e queil- do de ofBeial de gbiu. te do ai-
ni*t> rio da guerra.
Foram transferidos : para o 1' batalhio de a-
fautaria, o alteres do 11* da mesma arma R)d.l
pao C valcaote da 8ilva Peaaoa ; para a compa-
nhia de ii fumaria d > Rio Grande do Norte o 2*
c-idete Joio Beaerra da Trindade ; pra e 2 ba-
talhio de infantera o toldado do 1 da mesma
Valentim Bibeiro da Silva.
Repartleio da Folela
2.1 siccao.N. 214. -Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 19 d* Margo de
1888Ulm. e zm. Sr.-Participo a V.
Ezc, que rara reoolbidos Casa de De
tencto os segointes individuos :
No da IT:
A' ordem do Dr. delegado do 2- distrieto da ca- ]
pital, Affonao do Monte Oliveira, por disturbios e
oso de armas defesa.
A', ordem do subdelegado da fregnesia doBeci-
fe, Joio Maaoel B'beiro do Nssciaento e Manoal
Luis de Franca, por disturbios.
A' ordem do da fregoesia de Santo Antonio,
Isidro Antonio do Espirito Santo, Jos Nogneira
da Silva, Jos Eleuterio de Oliveira, Joaqaim
Francisco da Costa, Manoel Antonio Vicente, Vi-
cente, escravo de Francisca Guilherme Guimwie*,
Nicolao Faustino Waaderley e Francisco Nune*
daa Cbagas, por Jisturbioa.
A' ordem do do 2- distrieto de S. Jos, Maiia
Francisca de Oliveira, Idalioa Machado Rcvoredo
e Mara Machado Reveredo, por disturbios
A'ordem do do 1- distrito da B>a. Viata, Maria-
na Cecilia de Albuquerque. por disturbios.
No da 18:
A' ainha ordem, Maaoel Alvcs Beaerra, rindo
do termo de Jaboatio, por crime da tarto de ca-
va 11 os.
A' ordem do Dr. delegado do 2* distrieto da ea
pital, Jos Pacheco do Couto e Srmpbrooio J*a-
quim da Ccnceicao, por crime de fermento, e Vi -
cente Jos da Annanciscio, por disturbios.
A' ordem do subdelegado da fregoesia do Reci-
te, Manoel Felippe do* Santos, por disturbios e
offensas a moral publica.
A' ordem do do i distrieto de S Joa, Manee I
Alejandre cereira da Canba, por disturbios.
A' ordem do do 1- distrieto da Boa- Vista, Qe-
roneio Manoel da Croa, por disturbios e oflensa* a
moral publica.
Pelo comtaandaate geral da guarda cvica,
tive seiencia do* seguiotea aetoa:
N* dia 16 do correte, foraa reeolhidoa ao hos-
pital Pedro II don* individuo* coa a* peroas ea-
magadaa, sendo um delles, pelo trem da va farrea
de S. Francisco, e outro em censequencia de ama
queda qae dera na ponte de JabOatao, U qual se
precipitara na occasiio em qne o trea da via farrea
de Caroai.por ella passava.
Pelas 5 horas da tarde a'aquelle dia, na fabrica
Caiiaa perteoeente a Manoel Gancalva* d'Aseve-
da < C.j sita i rna do Fort*, do 1 distrieto da
fregoesia de S. Joa, o individo de noae Joa de
Vasconcellos, ferio com duaa faaadaa a Joa Ru-
fino, logrando evadir-se logo apos a perpetracto
do crime.
O subdelegado respectivo toinou conbecime it j
do faeto, fe*proceder a competente vistoria palo
Oau_3* Jei|aaai> ia ttoasn, ja a alar o a isasasj o
feri ment*.
No dia 17 tambero deste mes, pela* 9 hora*
da noite, Mara Romana de Naaaieto, moradora
na travesea da Piedade do 2' distrieto da fregoe-
sia da Boa-Vista, tentn saieidar-ee, ingeriodo
sa pouco de arsnico, o que sendo presenciado
por pessoas de casa, fiseram estas chamar o Dr.
Ignacio Alcibiadei Ve 11 -so, qae pre**aro*o se
aprsente* e consegnio salvar a suicida.
O subdelegado respectivo tomou eonbecimento
do tacto, interrogou a otfandida qae deelaroa haver
tentado confa sua existencia por desgosto de
familia.
Participon-me o altere* Antonio Cadena Ban-
deira de Mello, ter no dia 6 deste me* ter assnmi
do o cargo de delegado do termo de Florate.
O delegado do termo do Brerjo, no dia 6
tamoem do correte, acompanbado do promotor
publico, do eacrivao e do reapectivo' carcereiro,
fea a visita na cadeia publica, onde eneontroa 25
presos, sendo 24 seotenciado* e om indiciado.
Nenbnma reelamscio fiseram.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Sousa Leao,
muita digno vLe presidente da provincia.
O chefe de polioia, Francisco Domin-
guc$ Ribeiro Vianna.
10
Julia Candida do Reg Barreto e Alvarenga,
professoru pabla* Justifico.
Jos Xivier da Cuohs Alvaraoga, profesa ir pa-
blico.Justifisj.
_ 12 _
Joio Jos Pereira, prot sior publico.Justifico-
Fausta Felicia d> Canba Bisel, profe**ora pu-
blicaJustifico.
- 18
Mari* Herojhsados Pasaos Lima, profea*ors pu-
blica___Juttico.
gnea BarboJha Uoha Cavalcante, professoru
publica- Justifiea.
^\ 1* -'
Francisco de Pania Lina de Carvalho, profeaaor
pnbljco.Encaeiinheac.
. O porteiro,

J. Augusto de Mello
da sua famosa contiiuigo.
tres dias, e tarum magestosissimas.
Thesouro Provlnrla!
OE8PACH08 DO DU 19 DB HABCO DE
1888
Maria Resa Pereira.Fa$am-se aa no-
tas de portara de lioenes.
Luisa Maria Carneiro d'Annunciaco^
Benvenato Pinbeiro de Menda, Mara Los
Waaderley da Silva Coata, Miguel Foo
toura e oollectO'es de Villi-Bella, Olind-,
Floresta, Barreiros e Bom Cunselho. H-
ja viata o Sr. Or. procurador fiscal.
Jos Candido de Moraea e Antonio Pau-
lino da Coata Figueira.Entregue-se
quantia em deposito.
Delmiro S-rgio de Ferias, Joio Jos
ttibeiro de Moraes e Joa Elias de Almei-
da.- Informe o Sr. contador.
Recebedoria Provincial
DESPACHOS DO DU 19 DE MABCO DB 1888
Joanna Emiliana Soares da Bocha, Tito Fran-
ci-co de Mello.Informe a 1.* aeccao.
Figutiredo (a IrmioA' 1.a seecio para fa-
serem-se os de vidas notas de a ce r do ocm a* infor
maco *.
Joaqaia Luis Tezeira & CVolte a 1 secci
para dtaigaar oatro lancador qae o eamprimeoto
o deapacbo do Tbe*i oro *ob n. 12.132.
Maria Baphraaia d* Aaevedo Mello.Informe
a 1.* seceio.
Cerera* da proTioc'a
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 17 DE
MARCO DE 18o8
Bacharel Alberto do Qoes TallesDeferido coa
oficio dest* daa a Tbesouraria de Fasenda.
Cap tio- tente Aogoato Cecar da Silva9ta.
Joio Fernande* Soare*Sia, mediante recibe.
Manoel d Figueirfla Paria fc Fiiho*Deferido
com o oficio desta data ao Thesouro Provincial.
Niceea da Silva Guarni Informe o 8r. director
geral das Obras Poblica*.
Airares Porfirio P*ixoto da Vascoaecllo* Gaatro.
Inspec|oria eral da I natrsiccao
NMtoa
DESPACHOS DO DU 7 DE MARCO DE 1888
Jovenmno i s Simoee, profeaaor publico.
Compra se e regiatre-*e.
Mora do Aaparo de Mello Bangel.Como re-
quer.
Manoel Candido Fernandos Pires, profeaaor pn
buen.Encaminbe-se.
Mana Leopoldina Chavea Peixoto, proftsaora
publica.Justifico.
8
Ernesto da Silva Miranda, professor pablieo.
Justifico.
Maria Pressiliana Vilellados Santos, professora
publica. I uatifico.
9
Joa Vidieiano de Mello, p.-ofeaor publico.
Compra-ae e registre-se.
Anna Senbornha Monteiro Pesaos, professora
publica,'Justifico.
Florsmo Baptist* de Oliveira, professor pablieo
Justifico.
Jle Ferreira Vilella de Araojo, professor pu-
blico. Jaatifico.
ulARlO DE PERM3BEC0
RECIFE, 0 DE MAR^O DE 1888
Retroapeeto politleo
RE?CBUCAS AMERICAN*AS
{pontinuacao)
Os Estados Voidos celebraram o centenario
Aa fcstas duraran
Realisa-
rarja-sc o/HciulajpBnte em Philadelphia, que com
toda a justis ivindicou essa honra para si.
Foi ella a prinjeira cidade e, durante alguns
aonos, a sede (focongresso da Uniao. All que
bomens emiiietttes pelo seu ingente palriotismo
consagraram na sabedoria de um supremo acto
legislativo os resultados da loaga e penosa guer-
ra da independida, guerra que Turgot ja pre-
via em 1750. qtwogoverno inglezno procurou
evitar, embora a representacOes de Franklin e
as memora veis "advertencias de Chata m e de
"Burke, e cujo final bom xito os americanos do
norte devein, em parte, ao tradicional herosmo,
ao espirito cavaJleiresco da Frange, representa-
da nessa grande^ucta pela liberdade de um novo
na valenta dos Lafayette, dos Rochambeau, dos
Segur e dos Lanteth. Foi em Philadelphia que
os representantes dos treze primeiros estados da
confederaf-ao fundaram delinitivamente, em 17
deSetembro de 1787, as mstituices a cuja som-
bra os trinta e.oito estados actuaes ho to larga
e extraordinariamente prosperado.
As festas consistiram sobretudo em engenho-
sas e brilhantetjillegorias. as quaes deviam ter
fallado eloqueafauente imagiuaco dos que as
viram nos rpidos e maravilbosos progressos
da potente nacionahdade.
Um secuto para a rida das naces o que
um auno para a durago da existencia indivi-
dual. Ora, por mais intima e vigorosa que fosse
a conanca dos fundadores da repblica norte-
americana na obra que emprehenderam, nao po-
deriam de certo ter ante-visto que essa repblica,
no relativamente estreito espado de cem annos,
podesse tornar-se pela vastido dos seus domi
nios, pelo numero de habitantes, pelo desenvol
Yimento industrial emercantil, pela riqueza pu-
blica, finalmente, urna das primeiras potencias
do mundo.
O segredo desse enorme poder material nao
est so n"um conjunclo de condigoes naturaes no
mais alto grao favoraveis ao desen- olvimento da
actividade de urna populaco largamente empre-
hendedora, est tambem na onginalidade de
urna constituicQo inspirada na mesma ordem de
sentimenlos individualistas que caracterisam a
maioria dos cidadaos da vasta confederaco.
O trabalbo legislativo dos coovencionaes de
Philadelphia nao se suboniinou a nenhuma das
formas governativas antigs ou modernas.
A acgo dos estados, pelo que respeita sua
admimstraco interna, to independente e livre
como a dos individuos que os compoem. Os in-
teresses. comrauns da Uniao sao representados
porum presidente eleito de quatro em quatro
annos, por um congresso composto de duas c-
maras e por um supremo tribunal de justica, que
representam. por sua vez, o conjunclo dos tres
grandes poderes polticos. O judiciano tem
singular extenso e gosa de urna independencia
sem cxemplo. E' o encarregado de velar pelo
exacto cumprimento da constituico, e para isso
exerce urna critica efficaz, nao s em relago s
leis particulares dos estados, como s que saem
do proprio congresso federal. Pode impedir a
execuco de unas ou outras, quando julgar que
envolvem urna violacao das disposicoes consti-
tucionaes.
Nao to lato como o judiciario o poder le-
gislativo da repblica, porque o executivo, re-
presentado no (Residente, tem o direito de velo
sobre as resoluges de ambas as cmaras.
Nenham dos antecessores do Sr. -Grover Cle-
veland hesitou em usar desse direito, sempre
que o julfou uecessario. O actual presidente
tem-se mostrado a esse respeito muito menos
tmido que qualquer dos anteriores inquilinos
da asa Branca. Anda recentcmente suspendeu
a lei que estabelecia pensdes annuaes-para quan-
tos tivessem servido, por prazo nao inferior a
tres mezes, na grande lucia civil de 1860 a
1864.
Com efieito, a lista dos pensionistas do estado,
mesmo sem esse acerescirao, j se eleva a pro-
porc6es escandalosas na Umo norte-americana.
Basta dizer que anda flguram nella nada menos
de 12 mil suppostas viuvas de soldados morios,
ha mais de 70 annos, na guerra contra a Gr-
Bretanha t
A reviso desBa lista urgentemente pedida
por urna grande parte de populaco dos Estados
Unidos, que tambem pede a altos brados seria
e completa reforma administrativa.
O Sr. Cleveland tem procurado corresponder
a esta aspirac^to da opiniao moralisada do sea
paizt procedendo com o maior rigor, e livre de
toda a nflueucia partidaria, na escolha dosfunc-
cionarios nacionaes, como provou anda urna
vez com a nomeaco dos individuos que consli-
tuem a nter State Commerce commssion. Os
applausos e affeices que essa conducta Ihe tem
grangeado, tornam possivel a reeleico do ac-
tual presidente
Os candidatos do partido republicano as pr-
ximas eleices presidenciacs sero os Srs. Sher-
man e Blaine. Pelo menos nao eram outros indi-
cados, por emquanto. Cri5-se geralmente, po-
rem, que a victoria das urnas ser anda urna
vez dos demcratas. Concorre para auctorisar
essa supposico o resultado das eleices particu -
lares de Nova York, onde os candidatos repu-
blicanos, apresentados pelo Sr. Blaine, foram
derrotados pelos seus adversarios.
Antes da resoluco do problema eleitoral tj-
nbam os poderes federaos que oceuparem-se de
modo serio, nao s da questo monetaria, que,
nao flcou resolvda com o ter sido retirado da
eirculaco o trade dollar, mas tambem com a da
ilimiiiuicao das rendas publicas, exigida pelo
grande exa-sso destas sobre a somma dos gastos
nacionaes. Nada mais fcil, primeira vista, ao
que remediar esse mal a que poderiamos cha-
mar feliz, e de que nenhuma das outras naces
hodiernas pode desventuradamente queuar-se.
Nos Estados Unidos, porem, esse assumpto tem-
se tornado espinhosissimo. O principal dos red-
ditos pblicos provem all dos direitos alfande-
ganos, cuja taxa elevada consecuencia do sys-
tema proteccionista, systema popularismo no
paiz, c de que este nao tem querido fcilmente
desprender-se.
Parte da receita dos ltimos exercicios ap-
plicou-se redueco da divida consolidada e ao
augmento da marinha de guerra. Anda assim,
o saldo liquide daquelia sobre a despeza era de
140 milhes de dollars.
Essa plethora de recursos financeiros nao
isenta de inconvenientes. Todos sabem a que
desvos da mais elementar economa pode a
abundancia de cabedaes impedir os individuos
e os estados.
Est certo desta verdadeo Sr. Cleveland, como
de novo patcnteou no dicurso proferido em De-
zembro na abertura da sessQ ordinaria do con-
gresso. O presidente aconselhou a reduego de
ilTerentcs taxas de importaco c o desappare-
cimenlo total de outras.
K pareca estar mais ou menos disposta para
essa innovago a maioria dos representantes na-
cionaes. Os iivres cambistas tinham conseguido
chegar a accordo com os seus adversarios sobre
a diminuicao dos direitos rclrtivos ao tabaco e
ao alcool applicavel a lins industriaes,
Um dos mais fortes inimtgos do systema pro-
teccionista nos Estados-Unidos o Sr. Uenry
George, chefe de urna fraeco do labor portgda
que sustenta a necessidade da nacionalisago do
solo e abolicao de todos os monopolios. A outra
fraeco do mesmo partido defende as theorias
collectivistas. Talvez devido a essa divergen-
cia de opinies, e s violencias da aoarchla, a
propagadda socialista nao fez nos doze mezes de-
corridos grandes progressos na repblica norte
americana. Ao contrario), em Chicago, como em
Nova York o socialismo* i derrotado em pleitos
eleitoraes, teudo o que peor perecido no ca-
dafalso os que na primeira dessas cidades figu-
raram em 1886 as scenas de sangue que all se
represen taram.
Apezar da marcha venturosa dos negocios da
grande confederaco, o Mxico nao tem o mni-
mo desejo de ser por ella absorvido. Anda no
anoo lindo, a proposito do tractado de limites
entre as duas repblicas, a nprensa mexicana
impugnou vivamente as asserces de algumas
folhas norte-americanas, segundo as quaes a po-
derosa Uaio, por virtude das grandes industrias
que mantem as fronteiras, nao encontrar difli-
culdades graves em incluir pacificamente a sua
visinha no gremio dos estados que o governo de
Washington representa. A patria de Jurez pa-
rece decidida a viver dos proprios recursos, a
seguir inteiramete autnoma na senda do bri
Ilianie futuro promettido aos estados latinos da
rnerica.
O presidente Daz, no discurso que leu en)
Abril perante o congresso nacional depois de
declarar que eram boas as relaces in temado-
naes do Mxico, e que motivo algum havia ac-
tualmente de desgosto entre este e o governo dos
Estados Unido, disseque ascondices finan-
ceiras do paiz iam melhorando consideravel-
mrate, gracas ao zelo e bonestidade dos funecio-
narios encarregados da cobr-anga dos inpostos.
Manifestou intima conanca nos resultados
econmicos da nova tarifa das alfandegas, que
muito mais liberal do que a anterior, pelo aug-
mento do numero de artigos isentos de direitos
de importaejio. i'isse ainda que o crdito pu-
blico se firmava em bases solidas, urna vez que
com os recursos ordinarios "do thesouro baviam
sido pagas diversas obrigcoes e juros da divida
nacional eestrangeira.
Talvez por acharem-se aatisfeitas com os ac-
tuaes primeiros funeciorifrios da repblica, as
cmaras mexicanas votaram por grande maioria
a reforma constitucional que aurtonsa a reelei
cao do presidente, bem como a dos governado-
res dos ea^ailos.
TamlieuWoi volado um projecto de lei proro-
gando por oito mezes o prazo concedido aos es-
trangeiros que teahani filhos nascidos no Mxi-
co, ou alh possuam bens immoveis, para decla-
rem se esto resolvidos a conservar a naciona-
lidade priml iva. Os que dentro do novo pruo
nao fiseram tal declaracSo perante o respectivo
cnsul ou ministro residente, sero considera-
dos cidadaos mexicanos, na conformida le da
legislacao preexistenter

\
(Continua.)
\otIcIas do Re da Prata e sul
de Imperio
O paqnete francs Portugal, hoatem entrado de
ni, troaze a* argninte* noticias :
a*aclOeo
Datas at 19 de Fevereiro:
Nada de importante referem as folhas.
Rio ala Prata
Datas de Buenos Ayrea at 8 e de Montevideo
at 9, e telegrapbicas at 13 de Marco :
No Rosario de Santa F (Repblica Argentina)
reinava agitaoo entre os estrsngeiros, motivada
por pubiicscoes hostil feitas no diario La poca.
Os italiano* renoiram-se e foram agradecer aos
diarios qoe combatiam a propaganda d La Mpoca
tendo se conservado moderada a manir taco.
No dia 7 apresentoa o general Mximo Santas
ao senado oriental nms extensa peticSo no intuito
de obter a revogacao da lei qae o bnio do terri-
torio da patria.
N'aquella mesma data foi nomeado ministro ple-
nipotenciario no Brasil o Sr. Blas Vidal.
Na esmara dos depatados da repblica Orien-
tal, o ministro do governo prononcioa exteaso dis-
curso aceres da descentralisacao de rendas das
municipalidades de^artamenUes, reepoodendo A
interpellac^o do Dr. Carlos Maria Ramrez.
Depois de larga discnssSo, a cmara deu-se por
satiafaita corr as explicaces do ministro, pas-
ando ordem do dia. O Dr. Rmnires reclamon
contra a parte do discurso do ministro em que e
qoalificou de demagogo na imprens*, disendo que
os ministros de estado nao tinham o direito de
cfftfr/der aos depatados qoaado compareciam as
cmaras legislativas. Os espectadores prorom-
peram entio em grandes manitesta(5es de sja-
pathia ao Dr. Remires, vociferando contra o mi-
nistro. Para restablecer a ordem foram evacoa-
d*s as galeras pela forca poblica.
Foram publicados na corte estes telegraoa
mas:
Montevideo, 10 de Mareo.
O presidente da Repblica Oriental dirigi ama
meoaagem ao parlamento pedindo um crdito para
a expoaico de 1889.
Buenoa-Ayrea, 10 de Marco.
Durante a semana :
O preco medio de 12 foi de 3 pesos e ib centa-
vos, por 10 kilogrammss;
O preco medio dos coaros foi de 3 pesos e 9t>
ceatavos por 10 kilogrammas ;
C preco medio do trigo foi de 3 pesos n 90 cen-
tavos por 100 kilogrammas;
O preco medio do milbo foi de 3 pesos e 45 cen-
tavos por 100 kilogrammas.
Buenos Ajres, 11 du Marco (retardado).
O coronel Oarmendia, chefe da commisso ar-
gentina de limites, e o Bario de Capanema, chefe
da brasileira, chegaram a Curitiba.
La Prensa inanguroa 0 seu novo edificio;
h uve grandes festas e maoiteetacpes a este dia-
rio.
12 de Marco.
O cholera contina estacionario no Chile e em
Salta..
O premio do ouro 52 1/3 %
Telegrammai aqui reoebidos disem que ama
epidemia de febre amarella declarou-se na regia
de Guayaquil (Equador). Os estragos ainda nao
ao caiwideraveis; receia-se todava que a epide-
mia *e deaenvolva e se propague.
Bebentou urna insurreicao em Cochabamba (So-
livia) a favor di general Camacho, mas jolga-ae
que o governo ter bastante forca para suffocal-a
Informacdea de origem chilena anounciam qoe
no colfl-cto que houve entre as torcas chilenas e
as argentinas na frooteira morreram 11 argenti-
nos e tres chilenos ; as verses ao to con tradi-
turias que difficil saber a verdade.
Falla-se na demisso do intendente desta ci-
dade.
Montevideo, 12 de Marco.
O Sr. Mariano Porto provou que o Sr. Villar
maltratara im braaileiro.
12 de Marco.
O Dr. Moreno quia embarcar no Portugal mas,
visto o seu delicado estado de aaie, o ministro
daa relacoea exteriores oppos-se a semelhantedeli-
Derac&o.
E' provavel que embarque no Daca GaU'.ere on
no ii I be, e sendo acumpanhado at o Rio de Ja-
neiro pelo ci.rurgio mor da eaquadra argentina^
Dr. Masn, o qu*l rrgressar a Buenas-Ayres.
Igualmente por motivo da entermidade do Dr.
Moreno toi adiada a manifeetaco na qual o cotn-
mercio de Buenos-Ayres dever eotregi>r-lhe urna
o ua de brilhantes pelo ser vico qoe preston aquelle
ministro no ajaste da qnesto sanitaria.
Buaooa-Ayres, 13 de Mareo.
O premio de ouro de 53 i/2 /,
A epidemia do cholera d-elarou-se em toda a
regio de Salta: os estrago* aao consideravei?, c
petar da ensaa da* medidas sanitaria* ompre-
g .das, dnvida-se que a epidemia se localise.
Encalhoo perto da boca do Riachuelo o paquete
francs Bearn, mas sem avana grave ; eapera-se
que se safe fcilmente.
Os indios atacaram a colonia Lastoscas.
Montevid 13 de Marco.
(*i>ntD* a quarenteni para as embarcacoes
procedentes do Rio de Janeiro.
Paratas*.
Na corte pnblicoa 6 Jornal do Conmercio estes
telegrammas:
Palmas, 7 de Marco.
Desminta de nma ves todos esses boatos de dii-
cordia c .inflictos entre as commissdes brasileira
e argentina. Reinou sempre a maior harmona
entre ellas: as turmas as prac*s viveram sem-
pre como amigos. Essa* notici-is mentirosas par-
te m de esp< coladores
Coritiba, 8 da Mareo retardado)
Cbegaram ParihaB o Bario de Capanema e
diversos membros da commisso brasileira. Sao
aperados alguns ufficiaes da commisso argen-
tina.
Causn geral satisf-cao a escolha do conaelbei-
ro Joio Alfredo para orgamsar novo ministerio.
Minan Gense*
Publ eou o Jornal do Comrnercio da corte este
telegr .roma :
Ouro Peto 11 de Marco.
A njticia da orgaoisacio do n vo gabinete, pre-
si lido pelo b-n oieriio estadista conaulheiro Joae
Alfreao, foi reeebida aqui com applauao.
Ha conanca geral uo novo ministerio.
H&o Paulo
Datas at 13 de Uarg :
sjoSj a e jigraphe Borrioel li se oo Diario it
Sorocaba :
Auiehontem, cerc da* 10 horas, mala oo
ineno-, da inaub, na chcara da viuva do finado
Sr. Manoel M .otero de Carvalho, na occasiio em
cjue dtveraoa pretjs se dirigam para a roca, pa-
raram ao cnmmho, ji quaai a ohi-gar no lugar do
eraba hj ; fiaeram um pequeo fogj para acende-
rero saua cachimbos, e mala adia'nre urna preta, m-
pruvisando um leito de um monte de capia seoco,
M deitoauma cnanciuha de annu e meio de ida- .
di-, envolta em um chale ; retu ando-se logj depoia ,
todoa para o arvioj, deixaram o logo quaei ai-Sj
i.ncio e a criaooa uo aeu leito improvisada \ at>^
que parece, soprando fjrtemeot- o vento, ateou de-
novo o montiuhj de dnsas que ficou, e lastrando
as i8*mmaa, alcanearam ellas a misera enanca,
qae ficuo hornvelment queimada. Aa oreloaa e
us deoinhos da pobresinha deafasiana -se em cinsasv
ao tocar-se-ihes.
c Ae voltarem os trabalhadores para a casa, eo-
contraram a enanca em eploravei estado, maa
anda com vida. A mii, vendo aqaillo, correa e
tomou a crianoa em sena bracos para soccorrel-a,
e diriga-se para a easa quando aquella expiroa-
Ibe nos bracos, a

;-



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Diai de ftniaiBlincoTerfa-lein
Marco de 1888
ar
_ Foi autoriade a cmnpaiihia Cadm* da Ferro
de 8. Paulo a prolongar a so linba na rrVgue*ia
de Brus at a hospedara de ffcmigraatea, ficando
para aerea attendid* posteriotme .te as ouiras
modifican" 's proooste* pela mesma compnhia.
No dia 20 foi apprehendida, na tbesourari*
de fajeada, plo respectivo theeoureiro, ama Bota
falsa de 200*X)0, presentada para verificacio.
Na villa de Saata Barbara, a 23 dj paesa-
do, cabio aobie a povoacio um forte temporal qae
derriban diversas taipas iaaendo muitos ontros es-
tragos.
m reoniao dos socios da empresa de ele
etricidade, r. solveus* a oraagio de usas ocie-
dade anonyma, sob a denomiaacio Cusspsnbie
Las Elctrica de S. Paulo para sueeeder actual
empresa, que ficou sutorisada a subscrever !..
1:000* em iiccoe, tirados do dinbeiro a matetiae-j
do sea activo.
Foi eleita a directora 'provisoria, qae com-
poeta dos 8ra. Dr. Alonso da Fonseca, Cirios Tai
zeira da Carvalbo e Abilio Marques.
Por meio da atrichimna, lancada em nm as
sncareiro, foram enveuenados o Dr. Jos Ramos da
Silva e nm sen amarada. Acudidos a tempo, ,fi-
caram salvos.
__ as obras da estradas de ferro do lanaoal
fallecen, debaixo de nma grande maesa de trra,
o italiano Donato Gentil.
Cbegaram a M 30 trabilbadores italianos e
mai* quatro familias para a faaend* de Ma-
noel Rodrigues de Soaae, atarada ao Dr. Joio
Saphia.
Rio ale Janeiro
Datas al 14 de Maree :
Mandon-se abonar ao mestre da officina de
machinas do Araenal de Marinha de P^rnambueo
Joao Bento ijatMo da Fnnca, qae serve laten
nm' de direett r, a gratificacao annual de-----
3:6t0* eosquanto exercer este cargo*.
Ltmoa no Jornal do Commereio de 13, too o
titao Sxpuntao tul americana de geographia :
< Hontttn ao meio dia reuni se a coc*miiio
oegeaisadora desta exposicio, sob a presidencia do
Viaoond* de Paranago.
a As diversa commut>s nomeadas para a D-
teaeio dos documeoto* exisieoteo pos archivo de
noseaa repartiooe* commnaicarain o qua tem feto
neaae sentido, e pelo presidente foi reeouimeodada
a maior urgencia na ObKIssBH dalles para aerem
devidamente separados em grupos e cataiogadoa,
alea de comecarem a chegar as remraaaa que se
eaperam das provincias.
O presidente den noticia da adbeaao qae tr*m
ido d-; di versos cavalheiros que espontneamente
se tesa ofleraoido para auxiliar a Sociedade de
Qeographia do Bio de Janeiro nesse torneio
cientfico, em que o Brasil tem de figurar s
de todos oa pases da America Meridional.
Para que se torne bem divulgado o convite
Sociedade d Geegrspbla fas a todos os ca
par
que
vaibeiroe, que quis. rera apparecer oeste concurso
internacional loi reeolvido faaer-se um appeilo
imurense do imperio, para que uas columnas de
seos jornaes daem puWicidade ao programma da
sanaaxjaaa.
Foram ainda tomadas diversas reaclacoe*
tendeates marcha dos trabelbo?, e 4 1 hora sus
penden-se a reaoiio. *
__Na meauij jornal, lemos sob o titulo Crime ou
txperteta :
m Deu ae na note ou madrugada de hontem
este cidada na facto que parece envolver certo
BTSterio.
Joio Gouealves Ferreira Barroea, portugue,
de 48 anoos de idade, vivia amaaiado com orna
preta de nome Lusia Francisca, na estalagem da
roa do Conde i'Bu n. 79.
. Ante-bootem, as 6 horas da Urde, sabio < m
coapanhia de sea cunhado Manoel Jos Carlos e
de seu filho Antonio Goncalve* Ferreira Barro
c. Deram urnas voltas pela eidade e dirigi-
rn) se em seguida i ladeira de Paula Mattos, re-
aidenea de Crlos. Este alli ficoa.
Barroca e seu fiibo sabiram e ectiveram de
novo na eidade e cerca de 10 horas da noite na
roa dos Invlidos, esquina da do Viseonde do Bio
Braaeo, separaran-se, indo o lbj para casa de
sea patrio o tomando o pai um bond da linha de
Val Isabel.
< Barroea na* apparecea mais durante a noite,
nem hontem durante o dia.
Hontem, a 5 horas da madrugada, pouco
atis oa meos, a prac do eorpo militar de poli-
ca Francisco Paulo Vieira, pae rondav a rna do
Conde d'Eu, vio no corredor da referida estalagem
au embrulhn, mal amarrado com urna corda.
a Dea -Ihe uib poatap e vio que elle eoatinha
roana manchada de aangue. Tomn eolio a reso
lucio de lvalo 10 ati.cio policial, entregan
do-o ao seo eommaoiaota o altere* Octoviauo.
. Aserto o-emorttlao, veri6eou-*e que continh*
o seguate : urna camisa cortada naa costas a n
valba e manchada de seogue de um lado, urna ce-
roaia mauchada de saogne ; paletot, collete, maias,
bouaaa, lado cortado a oavalba ; calcas me ha-
das da aaugue e um chapeo de felt.ro preta, e na
rna, perla de urna aargeta, nma navalha emi-
aberta e limpa.
Poaco depoi comparecen na estacas a preta
Lnsia Fraociaca, amasia de Barroca, a qual deca
rou qu: este deaappareeera e reconheceu as roa-
pe* como sendo as que Barroca tnba vestido
qoando sabira de casa ante-hontem noite.
Tambem comp>receram na estacare recoahe-
ctraoi aa ruupas oe Barroca, seu cunhado Carlos
e sea fi ho.
O faato foi in-mediatamente levado ao conbe-
eimento do Sr. Lobo Jnior, subdelegado da fes*
guesio de Santo Aotonio, que, sabeado de*U my-
teriuaa acea, abri logo inqnerito e foi incanaavel
dnraate todo o dia na procura do cadver e em
descubrir o crime_.
Barroca las, aa qufl coasta, proteg lo ultima -
mate pela aorte e tuina al^un dinbeiro. Quan-
do aaia-h^otem sabio ievou comeigo cerca de...
auU#000 em-dinheiro, joi*. alguos documentos de
letr.s c titulo* que tiuba euviido p*ra P rtugal
ha ponco tempo.
a Devia partir hoj- para Lisboa, a bordo do pa-
quete tmaces Portugal, com san cunhado Carlos.
Era casado e sua mulber vive em Purtngal.
A antoridade policir.1 mandn gtr immedia-
tameote Luia Francisca, a'amante'OB Barroca, e
pro--guiuilo as suas diligeicias mandsu recolher
tambem priaao Mircelliua Mara do Rosario e
Antonio Cypriano Fernandes.
A primeira amante de Ma.ioel J-s Carlos,
cunhado de Baroc%, e eslava ltimamente sanga-
<}, aoan este, por ter aeuxido seu cuuhado na via-
gem para a Europa, vendse ella assim abando-
nada. -
O segundo, Cypriano, um vendedjr ambu-
lante de efe. Coaiumava tjd,s aa mauhis pj3-
t -r-s<' na porta da estalagem, onde vendiacal
ao* moradorea.
Hontem la nio aoparecen, causando este taete
saspeiUs autoridade. que o prenden e conserva
naommuaicve., bem como a* duasmulheres pre-
sas.
O cunhad > de Barroca, Manoel Jos Car
loa dingio se nontem casa de urna somnmbula,
a qual lhe diese que Ferreira havia ido as-
lamo..do e enterrado em um taraco.
A* circuBalancias que ceream o facto pare-
eiam drnonciar que, se houve crime, elle foi per-
asUadu dentro o* casa.
O cuobadoe o filho de Barroca affirmam que,
a nao ser a peqaana rix qua uvera com Mrcel-
M*a pelo* motiva ja declarados, hj Ibes consta-
vh que ella tivesse questojs ou rivalidades com
outr ai, nem tio piuco* inimigo*.
. Foram interrogados pela autoridade policial
tsd s oa moraduraa da estalagem, os quae* ficaram
sorprendidos qoando souberam do facto e nada po-
deram diser qae adiante no inquarito policial.
a O dono da estalagam a um seu empregado de-
clararam qne estiveram -ogando a bi*ca at tarde,
i espera de Barroea, admirndose de nao vel o
appareccr.
a Por ord bafa de Barroc no qual havia tro* libra* sterli-
aas e pequeos objacto.
a A autoridade policial com agente* e o altere*
Oetaviano osan praca* passaram todo O da em
pesquisas, para adeacobarta do desaparecido
a Se de um lado'o facto encerra circomstaacia*
qae donotam a existencia da um crima, perpetrado
oa condicoe* origioae* e exquuitas, de antro lado
largan circamstaneias qae peresem indicar qae
Barraca nao foi anaasiaado e foi, p!o conUario,
a aadar autor da ama desaa* faroaa de gatuno,
digna da ser registrada.
'. Coota Manoel Jos Carie, euohado de Bar-
raca, o sagarate:
< Em 6 de Seteotore da ano* prximo fiado
Barroca spresentoo-se em sos casa duendo qae
tnba sido contemplado pela sorte, ganhando na
lotera a qaanda de 21:40Uf.
< No dia seguinte, encoatraado-se elle, podio
lhe que Tendasseo sea e*tehl***meato e a* psajaa
uas easinbas qae poseis da praaa da D. Aateaia,
em Paula Mattos, e que o acampaanatse i Boro-
Nao satisfe* ao pedido de Barroca poique nao
poda ainda dtixar o seu negocio.
Em Outubro deu a Barroca a quantia.......
de 53200 o proveniente de ordenados de um fi-
lho que estava empregado na sua cata commer
tal,
i Desta data em diante Barroca foi morar per-
ta de sea estabeleeimento commercial e ah mos-
trou sempre diobeiro, pagando bebidas assaai-
go* e apparentaado realmente urna geiierosidado
da quein acabava de tirar a sorte grande.
Em conversa com elle a com ontros amigos
disaa Barroca urna ve* qne a boa" estrella o acom-
pauhsva, pois que, alm da sorte 21:400*, coube-
Ibe pouco tempo depon urna de 2:4001.
Estava, pois, convencido que *eo eunbado to-
aba realmente tirado a orte grande e aereditava
em todo o ulle disia.
Varias vefs, disendo-lhe o cunhado que ti-
nho.0 diuheiro ns banc. e convertid* em t rulos,
nao hemtou em empretar-lba quantia, no valor de
4> 00*
ContiDuou elle ueste vida de gastador ; mal
vestido, verdtde, rna* sempie com macos de di-
nheiro no bolso, motrndo-o8 aos qno duvidavam
da sua fortuna.
Querendo asnal seguir o conseiho de Barroca
tratoi ltimamente de vender tudo o que tinha e
marcoa para boje a pattida com elle para a Earo
pa no paqu'te ir. ncea Portugal. Barroca, con-
f .rme Ibe promettera, foi comprar a sua paasagem
o entregoo lh'a, prepsrando-se entJo ambo* para a
viagetn que^deviam empreheuder.
Paaataram ante-hontem jautos e depediram-
se A noite, no meio da maior alegra, depoi de te-
real conversado obre a viagem qua iam faier e
sabr os prente* que iam ver em Portugal
Ficou, poi, maito admirado e entnsteaido
quando hontem, pela manhi. soube do facto.
Nao duvidou a principio que Barroca tivesse
sido awassioado e comecou a auxilar a autoridade
em suas pe.-quizas.
Examiaaudo, porm, com cuidado as roapas,
notou que nio combioavam absolutamente o* ta-
Ibos de navalha com as manchas de sangue na ca-
uiiai; com effeito esta apresentava um grande
mancha e pingo* de sangue na frente e o* cortes
de navalha f iram dados n'uma das mangas e aaa
costas ; o c. Hete, que estava em pedaoos, *****
eram o cortea de navalha qae recebeu, nao tinha
a menor manila de *angue ; a cale* apena* apre-
eutava alguna salp'cos, perto do cs; a ceroula
tinha alguna* manos em luzares diferentes.
Venficou-se fcilmente que ss meiss e as bo
tinas foram rasgadas depoi* de de*ealeai.
O sangue tem ama er escura, que nao pare-
ce ser do de ente humano.
Batea minud. noi^s observada* com cuidado
coinecaram a impresional-o e dirigindo-sa a nma
loja de ferragens da rna Oirett, entre a* roas do
Rosario e Oavidor, eojo pcoprie'srio, disia Bar-
roca, o aoompanhra quando foi recebar o grano*
premio da Mara, *oube pelo domo do estabeleei-
mento qae tal sssercio era absolutamente falsa.
Aagmentnram entio as su su'peit.as
apoie de dar algosas* volt** com s aut iri-
dade policial, dirig -*e hontem aoite 10* e-
tecio, e examinando bem a cor do sangue, lem-
broa-se de ama historia, que urna ve* cont u a
Barroca, d um fa*eadriro qne, para dar nasa li-
cao a sea fil ho. mandara matar ama gallinbae
borrrifar a* rcopa* com o saugue do animai, afim
de parecer que tiuba commettido um assassi-
nato.
a Se ette sangue nio humano, exolamou elle,
e*t explicada a couia. a
a O mea cunhado Bsrrec, se assim *ervio-e
do estratagema da sorte grande para obter de
mira diuheiro e lembcou-se da histeria que lhe
contei para simular o asaassinato e fngir.
O* mdicos da polica vio hoje faer o ezame
do sangue as ruupa* de Barroea.
i A aut. ndade policial prosegue na inqusrita
afin de verificar *e trata realmente de um cri-
mo oa de mais ama esprtese de gatuno.
la
Data* at 16 da Marco.
As felha* desta paovincia nado referem digno
de meneas.
e a noite, no theatro, 4 repreieataoAo do drama
__ifile. de Seiglire,de Julea rlandesu, no qual
desempenhua Coquelinain pap-l importante. Es-
te festejado artista prepara-se para levar bem
orgaoisada coiopinhia aos Estados Unidos, ao
Rio de Janeiro e os repblica* do Prata. Tar
assim o publica flumineuse occasio do admirar
em Coquelim um artista de alto merecimiento e de
notar-lha, em numerosas acensa, semelhanca per-
feitissima com o nosso popular e talentoso Correia
Vaeque.
17 de FevereiroN* qualidade de preaidente
honorario presidio Sua Magestade urna sessSo da
Bociedade Scientifica e Litteraria de Clones, na
qual o poeta Lingeard leu a traduccao de nm do*
sonetos coapoetes a bordo do Gironde por S. M. o
Imperador.
18 da FevereircAeompanhado pelos Viscon-
dea de Nieu a Motta Maia, assistio hoje o Impi-
radar, eii Niaa, a am cooceiti musical na caes
d..s Conde* da Cnombrun, e ao qual ao fes ouvir
.Villa. Calva, o celabre uoutora, em aria* italianas,
francesa* e hespannolas, captando g^raes applan
sos, bem como o poeta Nadaud qae recitoa ama
bella poesa dedicada a Sua Magestade.
8. M. o Imperador continua a passar bem,
nao aendo aoffrido de nenhum accidente na aaa
convaleecenca. O seu aspecto excelleote ; dr-
ese com teda a tranqaillidade ; sKmenta-se regu-
larmente ; e patntela a cada momento, onda q uer
que *e auno, a prumptidao e lucides da* suas po-
deraiaa faculdades meatae*.
unidos ao mesrao pensamento, que atu u u-i tea
manifestado mais claramente, por ter enuaJo em
aua provincia no terreno de aegao.
Pdese desde j ofBrmar, qae o programma do
ministerio actual a idea victoriosa da adiantada
provincia de 8. Paulo : a abolloSo immediata, com
prestacSo de aervicoa por praso corto e salario.
Como queatio de detalhe, pode-se tambem desde
J entender qae o goveroo nio se presta oo aervi-
oo do cacada de eacravo* fgido*.
A policio que ltimamente aaaaaio na Aaiem-
bla Provincial piulista o Sr. Aotonio Prado, A
vista das representacoea dirigidas pos algamas c-
maro* municipaes, no sentido d pedir reviao
constitucional, tem tido a nosso ver ama interpre
tacto falsa, por ampia do mais. O qae o illustre
senador defendeu, foi nicamente o direito de re-
presentadlo, por parte das cmaro*, sem contra
bir, per este facto, compromisto em reluci A doc-
trina qua suas representacte* contonbam.
O mais qae se pode inferir do proeedimento do'
8r. Antonio Prado, qae o govemo nio continuar
a mandar suspender e proceasar oa vereadorea que
tpra-Atr*-. > ijue ja i doi
p
O av.iu panal do programma do gabinete, quo
se po io inferir da entrada do Sr. Antonio Prado,
a immigracao em larga escala.
S. Eic. j vio praticamente em 8. Palo, qaono
tiuham razio de er as sua) hegitaco;*, quando
oceupon uo ministerio paseado a paata da agri-
cultura.
O impulso cata dado, a experiencia faite,
tempo de colher oa frustos.
Dos outroa ministroa novoa, todo. ni hoaiens
da imprensa temas praser e orgalho em ver qae
finalmente aa fas justica oo alto mrito da Ferrei-
ra Vianca.
O Sr. Rodrigo Silva passou de outro para arte
ministerio, onde naturalmente *e vai aubar muito
mais vontade.
Paalisto, o Sr. Rodrigo Silva sentio, de certo,
que a poltica o fiseaso andar menos que a aua pro
viuciu ; e tanto se lhe fasia juatica, qae toda a im-
preusa, qae nio beba eearea pelo ministerio C'o"e-
gipe,,uaava com 8. Exc. de consideracSo especial.
O'Sra. Tbomas Coclho e Costa Pereira joeca
t-r,iui lugar uj couaelhj* da corda, deixaido
tradiccoee houroaaa; deva-se esperar de Ss. Exea,
bons aervicoa.
Propositalmbnto, dezamos para o fim onomc do
Sr. senador Viera da Silva,
Se merece applhuso o Sr. Joio Alfredo pelo sea
programma, por se ter unido ao Sr. Anio Prado,
por ter reparado a auliga injuatica c in que se
manteve arredado do poder Ferreira Vianna, me-
rece oa tambem e muitos por ter chamado a posto
activo o senador maranhause, hoa.ein de espirito
superior e extraordinaria illustraco, de qujm
tanto esperara oa que team a ventara de o coabe-
cer. '
Com estes horneo* e este programma, nio de
rosa* o eamiabo qae Tai trilhur o iniu-s tu.
O* interesaes contrariados, os eapiritoa empar-
radoa, vio fazer-lha ama guerra cruel e sera tre-
guas ; rna* a alma da naci est.cora el les, estiro
com elles a* e6peraucae de centena** de aibarea de
borneo*, que pa^aui ha seeuloa o erro de nosaospaig,
eat com elle* a polftica larga, caaada c fecunda,
que a nica que pode convir o este graade paiz,
em que s os homena teem sido pequenoa.
INTERIOR
EXTERIOR
dfi
pe, pagando-Ibe elle a possagem.
Viagem imperial
(Jornal do Comnurci da. corte)
Caaos*, 8 de FevereiroJ t ve oeeaeiio de
referir me ao jardim botnico da villa Tnuret por
oecasiio da primeira visita de 8. M. o Imperador
este importante estabeleciin nto. Vistou o de
novo Sua Maea-ade, periorrendo todas as depen-
dencias examioaodo mioociosamente o carioso ar-
chivo de ipecimeiu bit.nieos que all e aaham
admirsvelmente conservado* e cl**sificado*. Du-
rou djt mai* da tre* boaa* a ai*ita da 8aa M*
geitad, que, como de eostume. se fes acompanhar
pelo* Viseonde* de Nioac e M >tte Maia.
O magnifico jardim dirigido pelo sabio Carlos
Naudin, de losam data, dedicada a S. M. o Impe-
rador e veraadeir* amigo do BraaiL Ha moot
annoa e*crev*a o eminente profos*or urna intares-
saut expo >iclto acerca da faudacao de hartos bo-
taaicos no BrasiL Ha pouco dirigi ao Visooade
de Motta. Mjv* a carta qae, por intermedio do
Jornal, sujeitoa eto oo*so illustre compatriota
coas r i coa corporaci) medica do imperio, tendo
por object i a* preennicada* virtadee therapcuti-
c*l da Simiba Cedrn, o arbusto da America
Cntrala cojo fructos altribuem alguns expenmen-
tadore* a qaalidade de autidoto coota* o veoeoo
da* cobras.
9 ae FevereiroSua Mageitadea, com toda a
comitiva, e acompanbadoa tambem pela Viacou
deasa de Motta Maia, D. Amelia de Nioac e D.
Helena de Castro, partiram parr aa, 11 da
maobi, afim de assiatir batalha das flores. Lo-
go ao ch gar vitou o Imperador a expoaicio de
bellas artes, e, reco hendo-ae ao palacete de aua
irmi a priaeeta D. Januaria, parti dalli com S
M a Impe.-atri* para a eipiendida fete.
De tnbana especial, que fbe fdra destinada,
a-s stiram 8uaa Mageitades ao desfilar de mai* de
3t0 carro* primor mente adornad!, reeebeodo
lindisaim ramiibete* do mai* aparado goto.
Para commemorar a presenca de Suas Magosta*
de*, offereeeu-lhe* a direetoria do* festejo* ama
riquitiima bandeira earnavolesco.
A's 6 da tarde estavam Sute Magcstades
voita a Can s.
10 de FevereiroReceben 8. M. o Imperador o
eminecte Iliterato Stephen Liegesrd, com qaem
eonversea por mai* de duaa hora*.
Depoi* de seu costumado passeic a p, asaistio
8na Magestade a um sarao musical na villa
Crombea, no qual fes as honra* da festa o poete
Nadaud, que, apesar dos seus 70 annoa, toca e
canta agr^daveimente.
11 de FevereiroEscorsio de Suas Magestade*
a Gaubaudy e ao b.ulevard de la Croisette.
12 de FevereiroSua* Mige*tade, a comitiva
D. Amelia de Nioac, a Viscondeose da Motta
Maia a D. Helena de Castro as*i*tiram em Niso
a batalha do* coufeito*, oceupondo aa janellas da
casa de residencia do viee-oonsul do Brasil que
e achavam elegantemente adornadas com aa
bandeira* e core do imperio. A preaenv* de
euas Magestade* foi tntbuaiaaticamente nadada
pelo povo.
S. M. a Iraperatri* aeompanhado pela Viscoo-
dessa e Viscoade de Carapebs, vistou a princesa
Alexandriaa, gri-duquea de S.xe Cebargo e
Gotha, tendo estado tambem com Imperador ao
palaaete da princesa D. Januaria.
13 de FevereiroAeompanhado pelas Viseonde
de Nioac e Motta Maia, visito* o Imperado.- bm is
ama vas, em Niaa, a galeria de quadroa de Gau
bard, demorando-se no exame da rara colleceio
de gravara* hiatoricas que enriquecen* aquello
museo. .
Visitn Sua Magestale a prioeesa Alaxaodrina
de 8axe Obargo e Gotha, ebegaodo a Cannes a*
6 bot-u da larda.
14 da Fevereiro -Visitaras* Saa* Magaiteda,
com a sua eomftiva, o* Con le* da Casarte.
A' noite a**tio Sao Magestade, no hotel, a um
eoncerto de Tyroleoee qne toearam oitbara e xilo-
pbooa.
15 de Fevereiro8. M. a Imperatris, com o*
Vizconde* de Carapebo, foi de eorro a Gan-
baady, perci^rreado as inais pfttoreeeas paragen
do gracioso moatealo que o* iagleats danoatinam :
C-.mnho da Felicidad.
O Imperador, com o* Viaoondea de Nmoc e Mot
ta Maia, visitn o pri"ipe de GaHea qae, haveo-
do hontem uhagedo a Geaoee A 1 da tarde, logo a.
i l{- foi oo Beu-8ejoar compnmeotar Sua* Ms-
gestitdes. Examinou depoi* o Imperador a ala-
ria de aaoarallaa de J, Basaoas paroarraarin teda.
a* aslaa do ea(b*lccimedto desta hbil pintor.
16 da P vereiro.8. M. o Imperador, com o sea
camarUt* e o *ea medico, *ai*tia aa villa Goldco
mide d*. 2 o* 4 1|2, o am aesmtrto mosioal aa
aaridade a tesar de* pobre* da eidade de Caune*;
PERNAffiBUCO
C>oasa politieas
(Do Qazeta de Noticias)
Ha am nico ponto de contacte entre a crise mi-
nisterial que sn dea eata semana, e tedas as outras
do ruado do Sr. D. Pedro II : re&liasa-ea quando
ninguc-tn a espera va. Em compeusooi), deu-se em
circumataucia* qua o Iuiperador sempre evitoa
cuidadosamente, et> d i momento de um confli-
cto, quando a queda do ministerio poda parecer
ama coaceaeao a reclamtcoee aprsscntada* por
meio* menoa regulare*. O ayateaia do Imperador,
n'eate* casos, consista em condemnar ua occaaiio
do corfl.cto o governo qne o nao soubra oa nio o
poaro dominar, e execatado algam tempo depoi*,
ao primeiro prextexto, de pretereacia insignifican-
te, para que na cris a se podease ver a predomi -
asocia da sua vontade *ob--ran i, superior a um
tempo oo goveroo e aoa qaeixosos.
A dirergeacia, |porm, nio complsta, porque
am estado attento do modo por qua ac produno a
crise, mostra que cata auhava-aa |>reparadal e qae
j h algum tempo ni> uavia barraouia completa
entre a coi di e o 40 ver no.
Durante algam tempo peasou-se que o mluisie-
rio Cetegipe tiab.i recebid* do-miaamha eaferot
ama tspecia d* miudato imperativo, com o qoal
estava de accordo a Augusta Priuu. si Regente.
Mais de am acto da hrieira do ttrrouo, e nota -
velmeate a eroolha do Sr. oonselheito Pereira da
Silva, indicovam divergencia de vistas, e pareca o
confirmar a idea da qae o ministerio conservar se-
hia qaani mime. D ah a (arpreaa uerai, qaaud >
se tuube da solucio do coi.nVio, originado palaa
violencia* habituae* da polica, a* quae* d'esta
vas recabirsm sobre um official da armada.
A posaeao diffioil em qun se aefeoa o.minialeria
Cetegipe, foi o resaltada da pslitica habitual de
qaaB todos o* governo* que temos tido : hesita-
cAo em castigar a oficial de polica, hesHtaeao em
fezer respeitar a farda, duaa vetes 1 tf .-adi p*x
elle, na pesada de capitio-teneote Liaiie Libo e aa
do ten ate-coronel Beaurepaire BoMa. Bato *5-
pro r auimoo o qae fisro da fog'> sob a* cimas
da ubafada, mas nio extincta, quesoio militar, a
uui organisacio da polica, e oa eleuieutos de desor
dam que j ciiatem em nao peqaeno numero no
seio da p ipulacao da capital, fiseram o reata.
A demissio do alferes Baptista seria suficiente,
se tivesse sido lavrada no mesmo dia em que se
deu o coaflieto; a tentativa de o inaoeeatar por
meio da puaJicacss oficiosas, e a demora em pu
nil-o, fiseram peaaar que o mal viaba de maia
looge, e qua de maia loage con viaba extirpa!-*.
As vista* da* queixoaos roltaveavae principal-
mente para o Sr. desembargado* G..uo Basto*.
Posae elle sympathico popalacio, nio tivesse o
haoit de defender quand mime o pesaimo pesseai
de qne se aervia, a ninguem pensara em tanta.
.Mas justamente o que o tornara manos querido da
poputacAo, a ostentacAu que fasia de seus senti-
muntoa escraviataa, que ae traduaiam at par pra-
tica* abaolutameute eoudemuadaa, era na de* seu*
ttulos a benemerencia. O Sr. Qoolao Bastos era
o oi'avo ministro, e per elle qnenrarara lancea
principalmente o Sr. conaelbeiro Beluario o atu
ta poltico coatervador do Rio de Janeiro..
Nio houve*** entre a cor 1 e o ministerio, pro-
funde deeacforde anterior, e ama a outro tenam
procurado pela mana* adiar a cria*. Vio-ae, po-
rm, que nem aquella nem eale procararam conci-
uar-se e ^aaton qne o governo qaiseaae conservar
o ebefe de polica, ou illad.r a dificulaatk, ao
iando-0 presidente do Relacao ,da Corte, para
qae a Augusta Princesa Regente achasae o meio
de cortas uhimo fio que a hgava ao ministerio
qae sea pal lhe deixra JA arrauhado.
L' evidente que nem a queatio das ruis, nem a
attitude da claasc militar, nem a demUsio do chafe
da polica, foram aa can** afficieaiea aaica* da
crise ; deram apeuaa o tiro da honra no miauste-
rio, j quasi execatado.
Os nosso* borneas de goverao estavam habitua-
dos ao Sr. D Pedro II, que o* educara ; mai* aa-
tato, menos expansivo, deixendo menos ver o sea
jago que Sus Augusta Filho, o Imperador deixava
a algn* de seus ministros addce illosio de quetam-
br ui elles as vetes governavam, e que aa sea* idea*,
ot seas programma*, exerciam qualquer influencia
sobre o espritu do grande domiuador.
A augusta princesa, porm. logo que se acatio
albeia poltica que o ministerio a quera faser
seguir, sentio a impaciencia das posicoes falsas, e
nio c insegu o coater-se.
B para pfovar anda, que nio foi a queatio da*
roa* a causa principal da ci se, o successor do
Sr. Bario de Cotegipe, que eata va peado pela in-
fluencia eicravista do Sr. Paulino, foi o Sr. Joio
Alfredo.
O seuador pernambncouo era ha muito, no par-
tido conservador, o Mesaiaa da abolicao. Natu-
ralmente reservado, e contando com os raocore*
esera vistas que perol stiram desde a le de emanci-
pacio do veutre, o Sr. Joio Alfredo ebegou a le-
var o desanimo ao espirite daa que nalle canfia-
vam. Houve mesmo um momento, era que pare-
cea qae 8. Exc. recaava, qaaudo deu arrha*, no
.Senada, do apoio qae prestava ao pontifico da
grey coaaervador*.
O auno paitado, porm, S. Exc. accentuoa a po-
sicio que lhe indicavam os ceua gloriosos prece-
dente* nene qaestio, e o procedimeoto do Sr. An
tenia Prado den a easa poaicio do chefe n.rtista
ama solides qae at entio nio podera conseguir.
Encerrada a sessao, o* acontecimento* precipi-
tar*m-ae em 8. Paulo, greeae iniciativa outada
e tenas da 8c Prado. Voltaram-ae entio para
estes don* horneo* toda* a* atteuoea ; a proprio
Sr. Paulino de Soasa teve de est'idar o problema
da *b*tituieio do trafiatho na provinoia do Rio
de Janeiro; a aa foi sorpresa o quedo du gabine-
te Cotegfpe, a aacenaio do gabinete Joio Alfredo-
Prado nio sorprendeu ningu-m.
8A0 raro* eetee oaaoa, era ooe*a historia poltica,
em que ae pode inferir o programma de nm minia
bro, do no-ce dos ministros que o^impoem.
No ministerio paseado, nome significativo foi o
do Sr. conaeiheiro Beliaario, gnraiataate apantana
para ministro (la foseada, por tar-se ravelado ca-
pas de exercer essa* alte* fuuccoes, ae parlamen-
to e na imprensa. Se o seu plano uio foi rea I i a
do, por exigir natnra.mente lentidio a pradeacia,
foi pala meuos coahecide e applaudid, e a parte
executada' baateu para faser ao ex ministro ama
reputacii uvejav! e merecida, y O commereio e
a* capitalista lera em tai cuota o* seivioos pre-
stado* per 8. &xe., e confiara tanto em aaa criterio
a habilitaooee, que o vio piopr para o alto sargo
de presidente do Bauuo do Brasil, em que certa-
mente terA man urna oecasiio de dar larga* ao
eo elevado talento.
O Mr. Baria da Cotegipe era o eaefe pres iria-
sd, em cuja* .mos o proprio Sr. Joio Alfredo de-
puiera o bastii do oommaado justamente para ea-
ta quetio do elemento rvil, qae 0 Sr. bario da-
se qua o partido conservador poda, quena e de-
va resolver
Humem extraordinaria oente hbil e astuto, 00
abaceado toda* a* maoba* da poltica que aampre
ae tem feito em noasa trra, permittido aappdr
que 8. Exc. gustara da cordar a obra poltica da
aua loage vida, ligando o sea ame A abulicao do
eacravatura; no emtaato, o aeu miaiaterio foi de
resistencia d antro**!, jottamente como o seno
am mianterio raalioo.
No gabinete actual, aa posicoet *io mais defini-
dos. O* Sr. Jlo Alfredo o Antonio Prado eetio
Parecer da cominlsso fiscul
Sr*. accioniatsa da empresaEstrada de f >rro de Ribeirio ao
Bonito.A commiuio fiscal, cm comp m nto lei que rege as so-
ciedades anony nao, vem apre*eotar-vo* o aeu parecer.
A commisaio examinou a escripia da compeuhia, e os docomen-
toa que a iostruem, e, folga diser- vas que achoa todo oa melb r or-
dem e asseio.
O capital da companhia, que era no anno proxim pissado do
235:000*^000, subscripto por 125 accionistas, est reduxido a.....
l-i.>:90il*ltl0, por haverem diversos accionistas deixado d i-ffeotmr
aoas respectivas entraias n >s tempos determinados, cahado por isso
em eommisso auas acepea, era numero da 7K), das quaea foram uova
mente emictidae 99, era viriu 1- do qae dispde o-art. 19 dos nossos
estatutos, restando anda per emittir 691 aeves.
Da 1659 acedes, que formim o capital da omoanoa, tem aido
realizadas eotradaa oaampirtaac a da lll:iXW3 1)0, faltaado a rea-
lisar 21:900*1000.
O importa das entradas realizad-13 da accoos qae cabiram em
c .m-nisao e fas parte da receita, monta a aomma de 20:140/000.
A recua da emprezs, couataute de aaa escripts, i.......
2:859*860, sendo: da* eccea era ooram aso 20:140*1000; eaaf&o
feita pelo Sr. Bario de Serinhiem, diuheiro que pagou ao fiel da
theaoureiro i:O0JJMOO ; juna do dinh.'iro depisitado no Biuco.....
61*350, defooaco u diffireaoas de cambio 1:369 '20.
A deep'sa t.1 Je 9:347A590, dandi um saldo, que foi levado a
conti de lucros e perdos de 13:512X270.
A empresa despeedeu em :
Coaatraccio do estrada
Material fixo
Dito Rodante
Obras d'arto
Materiaea
Combuaivel
Deapezaa diveraas
Adiantementoa para eacournendaa
Ditos a emprciteiroa
Caixa

60:5033970
38:68534*0
18:162170
7:3373840
3:7658<)0
923*000
9:3473590
4:1883150
624*090
4:3643943
154:3143630
A commiasio fiacul, soite dixer que, aatima ver retardado o
des nvolviracuto desee mclboraraento de lauta utilidade publica,
como da resulta Jo para os eanitaea n'elle empregidia, devido talvez
a iadiftarenca que o publico Iba tem gido, como tamb m tibiez;
da alguns acciooialai, qae prefenram abaaionar as aa is eotralaa
realizadaa, a contuuar a auxiliar a empreza.
Ao* recaahpcidos afforu 3 do Ex o. Sr. Bario de Serinhiem,
devem oa Srs. accionistas, o oio eatarem paradas, senio abind'.na-
d ib, as obras empreheudida-, ecumpie a a.-iscmb'a, geral J03 Sr3.
accionistas providenciar de f-rn a pod-r a directora dar ainor e
maia accelerado deaenvolvimento as obras da noasa emir- z 1.
Terminando, p_-de a coraraisi!Je q'ie sejan aporovid s aa san-
tas.
Recife, 8 da Fevereiro de 1888.
Sebastido Lopes Guimaraes.
Joaqun Olintho tiastos.
Jos Goncalve Pinto.
Joan Manoel de Barros e Silva.
Acia m aeaao ratoarlo da *em
blsi er.l du* liria, acelonialan da
Fabrica de Finri e Tecldoa de
Peroombac* em 13 de Mareo de
ss.
Presidencia d> Sr. Manoel Judo de Amorim.
Acbanio-ae prcaautea do sali do edificio da
A^sociacio Coounereial Benfficeote, 6s 12 horas
do dia 12 ae-Mareo de 1888, -a 8r. : D. Aaa*
Marques da Amorim, Antooi > U arique Rodri-
gas?, 1). Mariaaoa Veatura dos Sa;ito Res, lien-
rique Ventara dos Santos Rea <-' Manuel Veatura
do* Santo* R-., todo* representado* polo Sr. Ma-
aoel Joio de Amorim, soaio do* Sr*. An.o.-iui Ir
roaos & C pelas proeuracoe que e.itn-gou para
cerera archivadas, Antonio Joio de Am .1 111. ao-
tooio Machado Gorae* da Silva, H rmam Uuud- (
greco, Joba Alfred Thont, commenuadore Joio
Fernaodea Lopes eLui* Jos du Silva Ominar-Ies,
Dr. Joa Eustaquio Ferreira Jacobina, M. Joio
av Amariui o Manuel Fernaodea da Coata, Manoel
Jos da Silva Quima raes, Tbomas Combe r e Ma-
noel Joio Gomes de Amorim pelo *eo procurador
Autooio J o de Amorim, raprsseotando os refe-
rido* accionistas duzeulaa o nove uccoas ou du
acoto* e nove eootos de ri*
O Sr. presidente a--clareu ochar se conatituida
a aasembla gor.l para o fim da approvacio das
coota* do anuo fiado em 31 de Desem'oro do anno
prximo pawado, eleico da mesa d aaembla
geral, directora e commiasio fiscal.
Pela tlti dos primeiroi e segaodos secretarioe,
o Sr. presidente propo* os Srs Dr. Jos Eustaquio
Ferreira Jacobina e Tiranas Combar, qae foi ap-
provada e ocouparam aeas lagares pela ordem io-
dioada
O Sr. 1- ceretario Jacobiaa, *endo convidado
pelo Sr.pre*Hteote p 11*0-4 a 1er o relatorio da di-
rectosiae parecer ja commiasio fiscal e poatoe
em diaaastio pedio a palaara o 8c oommeudador
Joio Fernn les Lopes e procurou aaber da direc-
tora aa a promeaaa da garanta do contracto da
aova fabrica j aa acbava realizada.
Re* pon aeu ihe o Sr. eommeadador Mauoel Jo
* da Silva Guimaiie*, leodo o carta do Banco
loternacional do Brasil, datada de hoja, na qual
participa catar realiaada a garanta do contracto
e paga a prinieira preitacio.
Nio bavendo quera mais pedase apalivra, pos-
to* a votos o relatorio e oarece; da commiuio fi-
ci, coate*, balaueo* e acto* da directora foram
approvadoa uuaniwemente, nio tomando parto na
votacio a directora, como da le.
O Sr. presidente couvidou oa Sr*. accionistas a
taserem suas listas para oa faoocionario* da eom-
panbia, aa qoaes recolbida* e apurada* deram o
seguinte resultado :
Pramela da auembia geral
24 votos
5
15 .
44
44
44
42
32
5
4
8
2
1
44
40
24
20
4
}
Piesideate :
O Sr. Manoel Joio de Amorim
O Sr. eommeadador Luis Jos da Silva
Gaimarie*
Boi branco
Vice-presidente :
Exm. Sr. Baiio de Petrolina
lo secretario :
O Sr. Dr. J. Eustaquio Ferreira Jacobina 43
Bm branco *
2 secretario:
O Sr. eommeadador Joio Jos Rodri-
gue* Mande*
Para directore* oa Srs. :
Joio Jos de Amorim
Commendador Manoel J. S. Guimarie
Toomas Comber
Jos Mara de Andrade
Antonio Fernandos Ribairo
Luis Jos da Silva Gaimariei
W. W. R.billiard
Jos Adolph de Oliveira Lima
Para commisaio fiscal os Srs :
Anto lio Fernaodea Ribeiro
Isidoro Basto de Oliveira
Henr'que Xavier A. Paiva
Aotonio Quede Valente
H J. Grifoth
D 'ciaron o Sr. presidente aaharem-e eleitos
Presidente da aasembla gerol o Sr. Manoe'
Joio de Amorim.
Vice-presideute o Exm. Sr. Bario de Petrolioa.
1 secretario o Sr: Dr. Jos Euataqui i Ferreira
Jacobina.
2* aecretario S. commendador Joio Jo* Ro-
ariguea Mendea.
Directora, o* Sr*. Joio Jo de Amorim, eom
meadador Manoel J- da Silba Gaimarie* e
Tb ornas Comber.
Comraaaaio fiscal, oa 81. Antonio Fernandea
Ribeiro, Isidoro BaatO' de Oliveira e Heoriqoe
Xavier de Araujo Saraiva.
O Sr. preaidente declarou qa* nio bavenda na
mero de accionista* representante* de 2(3 do ca-
pital, deixava de submetter a approvacio da aa-
aemola o projeeto de estatutos de que fdra a di-
reetoria incumbida d* f**er, o qual achava-se so-
bre a mesa, pala qae Icav* reservado para
outra assembla geral. "
Pedio a palavra o 8r. Antonio Joao de Amo-
rim e requeren que fosse, impresa o projeeto de es -
ututo* e depoi* de diatriouido pelo* socios se con-
vocasse eolio a aaaembla geral, o qae posto
voto foi approvedo.
Nada mai* haveodo o tratar, e aendo ama e
meia hora da tarde, o Sr. presidente levantou
Ku, Jos Eaataqaio Ferreira Jacobina, arviodo
da primeiro ecrotorio mondei lovrar o preaeute
acta aue vai por mim a*aigoada, peio Sr- presi-
iente'e mai aecionutes.Jote Eustaquio Fer-
reira Jacobioa.Maooel Joio de Amorim, preai-
deot*.Por procuraodo de Anua M. Amorim, An-
tonio H- Rodrigue, H. V. Saatoa Re*, Manoel
V. Santo Rei, Mariano* V. Santos Res-Amo-
rim Irados & CAntonio Joao de AmorimPor
proouraoio Maooel Joio Gome* de AmorimAn-
tooio Joio de AmorimManoel Joa da Silva Gui-
mariaa-Tbomas Comberuuis Joa da ailva
Oaimariaa oao Fernande* LopesJ. A. Thim
Hermano LuodgrioMaooel Foruandoi da Cos-
ta Aatonio Maobado G. Silva.
KbviSTA DIARIA
De PelrapollaTciegrapharam de Pe tro-
po.ia. ao dia 11.3
A Jornal do Commerc o:
Prtcop.'lis, 11 de Marco.
Ao approximar-seo trera subiram ao ar militas ociacso,
gyraudolas.
c Na estaclo era grande o cancura) de pavo,
inuitaa senboraa atiraram fl irea sobre o conaelbeiro
Jcio Alfredo, levantaado-re vivas ao meara)
teuhor e ao cont!beiro Prado.
Urna banda de musicatocou daraote a recep-
V'io.
Em um carro da casa imperial, que o espera-
va.jentrou o Sr. conselheiro Joao Alfredo, e de algu-
maa casas das ruaa em que passou foram lhe ati-
1 a las muitaa ti .res.
> Depois de ti r o Sr. Bario de Cotegipe confe-
renciado c. in Sua Ai.ei 1 a Regente, conterenciou
o Sr. conaelbeiro Joao cifrado. J
A' Guteta de Notician
Petrop lia, 11.
1 Aqu ebegoa o Sr. c nselbcro Joio Alfredo.
a Na gire eatava numeroso concurso de pevo,
qae rtceb u S. Bae. uo meio da maita* acrlama-
coee.
Eatava tambec pastada urna banda de msica,
qae tooou chegada do tfem; aubiram ao ar
graade num r..de f;gae|e*-
Foram atiradee muitaa jrc obre o Sr. coo-
eelheiro Joao Alfredo.
' No m. amo trera-veram o* Sr*. senador Pro-
do, depotado Coste Pereira e Bario de Cotegipe.
O Sr. couae heiro Joio Alfredo seguio para o
paco em carro da casa imperial. *
Ao Cavia.
Petropoli*, 11. (A'* 9 hora* a 45 minutos da
mnlil
Teve urna eaplsadida recepcao o conselheiro
J.io Alfredo em aua chegada a eata eidade.
Grande concurso de pe**oas, aoompanhadas
de msica e soltando toquetea, esparava-o na eata-
A' chegada do trem nma ioteresaante menina
foi ao encontr de S. Exc. a uaodo-lhe multas
i orea, a
Facilidad de DlreltoE 3 o resaltado
doa acloa de hontem :
/" anno
Miguel Vicente Cilmon Vanos, armplcamente.
Jcviuo Frederico da Figaeiredo Santiago, idem.
Ati raso Joa de Olireir Sobrioba, idem.
Joao Baptiata EpaminonJaa d'Aaaarapcao Naves,
idem.
Svmphrooio da Moura Soasa, idem.
Cicero Seabra, idem.
2* anno
Jcrouymo Emiliano de Miraoda Caatello Braaeo,
pleaameate.
Joio Martn* da Andrade Jnior, simplestnente.
Feliamioo Noberto da Coate, idem.
Pedro Secuodino de Soasa Landim, dem.
3o anno
Alipio Minervino da Silva, plenamente.
Luis Correia de Queiros Barros Filho, idem.
Joio Augusto da Fonseca, idem.
Jerooymo de Xeres, idem.
Paulo Silvcir, aimpleamente.
Feliamiuo Octaviano de Mattos, idem.
Piada PernaanlracamaCom aasisten-
cia de oameroaa eociedade, realisou-se no domingo
ultimo, no Prado Pernambucano, a 8* corrida de
ca vallo*.
Foi este o resoltado :
1 pareodividido em duaa turma.
1* turmaCorreram 7 cavalloa. Ganharam oa
premio* : 1* Quizaba, 2 Jaboatao, 3 Flageolet.
Tempo da corrida 70 segundos. Ra'eio da poule
32*500.
2* turma7 cavalloa. Ganharam oa premios :
1 Tangible, 2 Furio 3 Preguiboso.
Tempo da corrida 65 segundos. Rateio da pou-
le 10JJ00O.
2* pareo Desafio.Gauhoa Laid, dando o ra-
ttio da poule 6A500.
3* pareoGanharam os premios: Io Baccarat, 2
Satn, 3o Fgaro.
Tempo da corrida 75 segundo*. Rateio da pou-
le 10*900.
4o pareoGanharam o* premios : 1* Pery II, 2o
Ventana.
Nio correram o outro* don* animas* inscripto
Tempo da corrida 82 segundos. Rateio da pou-
le 6*100
5 p .reoGanharam as premios : If Talismn,
2 Zumby, 3 Sibir.
Nio ex rreram o* ontros dou* inscriptos.
Tempo da corrida 135 segundo. Rateio da
poule 6*U:0.
'J

o* premio
egundoa.
1- Tupy, 2
Rateio da
6* pareoGanharam
Pery, 3 FurAo.
Tempo da corrida 82
pouie 8*500.
Semana SantaComo de csatume na igre-
ja de Nosia Senhora do Penha commemorar-ae-
hio oa enblimea royaterio* da Paixio do Redemp-
tor com os acto* da Semana Santa.
No domingo, 25 do corrente, is 8 horas da ma-
nhi, h ivera beocAo e distribuicio de ramos *, em
seguida prociasio para o adro do templo, a cojaa
portaa fechadas cantar-se o Gloria laus ; depois a
missa solemne com canto do Passio.
Na quarte-feirs, As 5 1|2 horas da tarde, oficio
de Trevos.
Na quinta-feira, missa solemne i* 11 hora* do
dia, distribuindo-ae a agrada Euoharistia em
ciimm'inhio geral ao* fiis adiede preparado* ',
terminada a milla desfilar a prociuio ao Santo
Sepulcbro, onde fieari exposto o Santisaimo Sa-
cramento at o dio eeguiuti ; haverA adoracio
perpetua durante todo o tempo qae abi e conser-
var. A' tarde ufBcio de Trevas.
Na sexta-feira, miisa dos Presaotificado is
8 hora* ; adoracio da Croa ; e, depoi* da miaaa,
prociaaio ao interior da igreja com o Cbriato mor-
to ; por fim o aarmio da Paixio. A' tarde, Via
Sacra, a, anotado o offioio de Trova, tari lugar o
ermio da lagrimas e cntico* piedoaoa i Virgem
da Soledad*.
Cao aaboado, tambem A* 8 bota* do dia, bencio
da fugo e do cirio; canto de fiaaifaf du Pro
pbeciaa, amias* solerano de alleluit cantad-a a
grande orcheetra.
Club Uarcellino Cielo R-.uae se boje
este c ub, em aaaembla geral, pra oleger a aua
nova directora.
Comit Itinerario AcadmicaAraa-
nh:I, as 4 e li2 boraa da tarde, fu:n:cie.ia i-ata aa-
rua do Bario da Victoria, livraria Fiu-
mioeose
rerimento lereaNo da 16do correu-
te, s 5 boraa da tardo e aa Fabrica Cinas, par-
tencente aoa Srs Miu el Oo.ivalves do Asevcdu
j ,J. ru. do Furto do priraeiro districto d. fre-
gaes'a de S. Jos, Jos ttufinofoi foriio Cjm duaa
facadas por um individuo da non". Josa de V;n-
concell. a, que so evadi loga ap o crime.
A respectiva aut -ridado pol.cial toraou ,"..')?
cira.-rato do facto, como ib; eurapria, declarando o
Sr. Dr. J J.deSouzi, que proaad^ra vist;ria,
serem leve* oa ferimeucos
Tcniativi ile NuScidioN'j sa'obado ul-
timo, as 9t horas da oolte, Maris Tboraazia de Na-
zareth, moradora na tra,essa da Pieladeda se-
gundo diatricto da f.eg^eaiads Boa-Vista, tentn
eaicidar-se ingeriudo um p nei dj arsnico. Pre-
sentido isto por diversas peasoaa, cbaraaram rr-
mediat.imecte ao Sr. Dr. I,-nuci Icebiades Vel-
loao, que aeu indo presauroso, salvou a infeliz.
Tomou conhecimento do oceorrido u respectiva
autoridade policial, qual declarou Maria Tbo-
mazia que tentara fiudur oa seus di .a de vida por
desgostoa de familia.
atocledade Recreativa luveatade
Esta aoeiedade procedeu no domingo IS a o cor-
rete A eleicio para vice presidente e biblioteca-
rio, aabindo eleitoa para o primeiro lugar o Sr.
Jos Fraaciaco Das e para u segundo o Sr. Er-
nesto Rosa*.
Uovitia Acadmica R-cebemoa hon-
tem o 1* numero desia revista bi mensal, qae en-
tra no sea 2 anno de existencia.
O director deila o Sr. Lopes Gmcalves, sen-
do seus redactores oa Srs. Paulino de Brito, An-
drade Pinto, Narbal Pamplona, Esmeraldioo Bu-
deira e Caldaa Brito.
RaaAea de appeUacao Recabemos e
agradecemoa um txemplar daa razoea de appoila-
ci de Aatoaio Oaetaao da Silva Kally, ex in8-
pector da Tbeaouraria ds Fazenda ue Pernambu-
co, oftvrecidaa ao Tribaoul da Relacio nestfl cnez.
Si) ecriatas pelo !Jr. Dr. Jos Austregaaillo Ro-
drigues Lima.
Hela IlberlaeOeaO S.-. maj ir Jos Frn-
cUco ue Bar.-oa Reg), proprietano do engeaho
Quizanga, de S. Loureofo da Matta, em 12 do
corrente eacreven aura dos aeua filhoa a segu nt-j
carta, que obsequiosamente nos foi m .strada :
> Como prova da graade satiafscao que tenbo
por ter aido encarregado pela augusta regente de
orr".niaar ministerio o meu antigo e presado ami-
go couaelhsiro Joio Alfredo, altornei us 6 ecra--
v-sad a qae me reatam, com a condifio do presta-
rem aervicoa domeaticos at o dia cm que o tele-
grgpho au.iuuciar qae 8. M. o Imperador parti
para o Brasil.
< Jugo qua todo brasileiro deve dar ao aeu so-
berano a grande satisfazlo do aeu ir sua patria
livra da eocravidao. >
E' um acto esta que registramos com sa'iafacao.
O Sr. W. LomayEmbarca hoje para o sal
o Sr. F. Lamay, representante da Sociedade
Ano >yma dos Antigos Estabeleeimtntos Cail.
O Sr. Limay pretende regreasar em Junho
para proaeguir no aea empenho de levar con-
clusio diversos engenboa centraes, mediante coa-
tractos acb baaea maia conveuentea do qae as at
agora seguidas.
RelatorioRecebemos da corte am exem-
plar do Relatorio que, sobre a* estrada* de ferro
do norte, apreaentou o Sr. eugenbeiro Joio Ma-
noel da Silva Coutinbo, ao Exm. Sr. conselheiro
Aatonio da Silva Prado, Ministro da Agricultura.
E' am trabalho muitejateresaaote, uio s pelos
dados qae caatem, maa Tambem por diversas eon-
aideracoea emittidaa p-lo illustre engeuheiro.
Tribunal do Jary de OlladaNo- dia
6 do correte foi mstallada a primeira aeaso do
jury, no presente anno, sendo preaidida pelo jais
de direito o eommeadador Dr. Joa Aatonio Cor- '
reia da Silva, officiaodo como promotor publico (1
Dr. Manoel Maria Ta varea da Silva e como es
crivio o capitio Joao Thcodomiro da Coate Mon-
teiro.
Preparado* oa procesaos qae deviam ser aa
mettido* ao tribunal, entraram eliea am jalgame|iti
pela seguinte torma :
Dia 6Benigna Maria da Conceicio, pronun-
ciada no art, 257 do Cdigo Criminal. Foi aeu
advogado o Dr. Bernardina de Senna Dia, B ndo
a r condemnada a 2 mese* e 10 diaa de pris&o
simple e multa de cinco por ceoto, grao mnimo
do citado artigo
Dia 7Jos Valeriano do Reg Barros e Anto-
nio Pedro Alexandriao, pronunciados no art. 269
do Cod. Crim., tendo por advogado, o primeiro o
Dr. Antonio Estevuo de Oliveira e o segando o
Dr. Senna Dia*. Em vista doa qaesitoa foram os
reos abaalvidoa.
D>a 8-Americo Amancio doa Nascimento, pro-
nunciado no art. 205 do Cod. Crim., tendo o rao
por advogado o Dr. Senna Dias. Foi unnime-
mente aba olvido por perempeio de accSo.
Dia 9Fraociaco Ferreira Borges, prouanciado
no art. 205 do Cod. Crim. Foi seu advogado o
Dr. Senna Das, sendo o reo abaolvido por perem-
peio de acedo, nnaaimemeute.
No mesmo dia entrou a t Francisca atara do
Espirito Santo, tendo por advogado o referido Dr.
Senna Dia*. Foi condemnada a 5 annoa e 1 me-
ses de priado e mu "a correspondente a meta Je de
tempo, grao medio co indicado artigo.
Dia 10Flix Abilio Pereira, reo appellado,
pronunciado no art. 205 do Cod. Crim., endo sea
advogado o Dr. Sehna Dia e foi ab*olvido por
u nan i mi dade. ..1... ,
Presidio ess* jufgamento o Dr. juiz nbetitutc
Marcolioo Dornella* Cmara Jnior por estar im-
pedido o Dr. jois de direito.
Dia 12Sebaafiio Ferreira da Silva, pronuncia-
do no art. 205 do Cod. Crim. Teve por advoga-
do o acadmico do 5* anno Abilio Pereira de Sonsa
Limo e foi abolvido.
No mesmo dia entrou a to Severiano Vieira
d'Hortas, pronunciado no art. 269 do Cod. Crim.

'


...-
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1
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ff~ -V*-_'-ttf?'-:''.:^-



Mario de PcrnanibiiroTcrfa-feita 20 Marfo
3
om o art. 84 do dito Cod. A defcz
foi producida pilo proprio reo, que obteve absol-
vilo.
Da 13 Viccato Ferreira Brtto, pronunciad}
no art. 69 do Coi. Oim. Advoou a cansa o
tunete Man 'el Jote de Cuatro Villela, sendo >
leo absolvido.
Dia 11 > Mu-
noel iloi Sanios ', ojos,
proun icados a.-, art. l
no r fer.do urtiiro i ar*. 35 d<
Cod. Crim. TiT.ram por adv- gado rt Dr. Senns
Das e f jrara >>n iemnadie o d>- n-mi Hennqae a
14 ii iioh de pru i > (imples C oa demais a 9 annoi
tambem de piiiAj simples, grao medio do citado
artigo. -
Da 15JoilwNegreiros da Silva, pronunciado
no art. 205 do Cod. Crin., Beodo advogado o ti -
tiente Castro Vil da ; toi absolvido por pereropeo
de aeco.
Dia 16Manoel Antonio Tavar-?, pronunciad >
no art. 193 combinado como o art. 34 do Cod.
Crim, sendo acivogado o academizo do 5- anoo
Abilio Pereir-i.
Foi absolvdo a? pillando o Dr. promotor publi
lo para o Supremo Tribunal da Relacio.
N< misino da entrou o reo rMIarmini Uenri-
que da 8ilva, pronanei.do no 8rt. 249 do Cod.
tlnrn. tendo por advocado o Dr. Ral CVdho da
Silva. Foi c :odemnado a 7 annos de prUo lim-
pias e malta correspondente ujetndc do t.mpo-
^ervu o oonselhi des.ntiuc dj primeiro julga.
ment.
Dia 17Hermino Tbom de Oliveirs, pronun-
ciado na art. 193 do Cod. Oim., servindo com..
advegado o Dr. Ral da Silva. Fui o reo aba I
vido, apoellands o Dr. jnis .de direito para o Su-
premo Tribunal da Relacio, nos termas d^s arts
79 1- da lei de 3 de Desembro de 1841 e 149
i- do Rc-gulsmence n. 120 da 31 de Janeiro de
1842.
Nao havendo mais procseos para serem iubmr-t-
tid ccccrrou a sesblo. que fui, por eerto, a maior que
tem bavido na o. marca de Oiioda, visto como eu-
traram em juigam^nto 14 processos, comprehen
do 17 roa, e de a tea foram absolvidos II e con-
demnados 6, havendo duas appellacSes.
sYirectaria tan otra* oe ronserva-
cao loa por loa de PernansaaroRe-
cife, 18 de Marco ci it&8.
BoJeHrc raeteor"lopico
i-.
Ucraa - a 82
3M
pn
H
6 m. 2G-0
9 5i0
l- 29"-1
3 t. 28-o|
S V7'9
:iro\s
o
7W21
761-50
761-35
760-30
7Gl"<*
Temperatura mxima29*,50
Dita mnima24,25.
Kvapf.racc f.^i 24 horas an sol: 7,"6 ; i som
bra : 2<4.
Cbuvnnal ;.
DireccSo do rento: ESE variavel entre SE e E
de me ia noite at 6 horas e 50 minutos da u-
ubi ; E. E.-.E o SE variaveis t 12 horas ; SE e
ESE hI'ci nados at 4 horas e 8 minutos ia tarde ;
SE at 6 h ras e 28 minutos ; SE com ietirrap-
i,es de KiE at meia nojte.
Vi '.oc^iaui d di* do venta: 3,02 por segundo.
Jrbnosidaii lcd'a: 0,71.
B -'eHro do porto
3 :;
I
P.
B.
P.
B.
M.
M.

18 le Marcj
19 de Marco
BstM
754 da manha
2 4 la tarde
817
2-25 da manha
Altar
217
0-84
2.-03
,<-92
enfjenhei.o cheleA J/redo Lisboa.
Lelliisj-tcctuai-:tao.
H .je:
Pelo agente P gtana, s 11 horas, na ra da
Dte..cao n 35, di tav< rna b> sita.
Pelo agente Si'veira, s 10lj2 horas, 4 ra do
Livruaro > a. i? 'ie m >vcig, reaaas e vi-tros.
Pelo agesta ''ni'>, e 11 h'ra, a ra do Marques
o Ol'u a o. 52; do kay.i. movis e malas para
viag'-m.
Pilo ag-nte lioil-.ur.qui, s 11 horas, na rna do
Impera Jor a. 22, 4e predio
Pe. ge.,ie Biit.i, 4s '0 1/2 horas, 4 rni d-
Th.m ae So.: n. 4, du anuncio o geacros ah
izijteutes.
Auianh :
Peij hgeu'.t Gaso-ao, s 11 horas, na raa Mar-
cuex de O i i>- n. 29, de pian s, cofres, loucus, etc.
Q j'.,t-f.-'r x :
Pelo gente Piu'o, i 1 hora da tarle, nss Affli-
i' ?, de torri a )i
- taaa- fu jbreaSerio relebradas :
H je :
A'a 7 1,2 b 'jas. na matriz da Bt-Vista, por
alma de M.-.re--i; no Aoiuoio Pereira de Carvalbo;
a* 7 horas, in S. i nemo, por alma de D. Emiaa
Rodri^ura '"i; Aluneida.
Qatahfteu :
A'a 8 h.,r>.B, ea matriz 4o Santo Antonio, por
t.!ma du Dr. Ant oio Wenceslao de Omena.
laaas;ei'OaCbegado da Europa no vapsr
francs Villr de I *rncmbteo :
A f f liar. ele.
S*.bidos p-ro sul no vapor allemo Buetws-
Jyre :
T. Albino eV. Cbrieal.
Chegadua do sul no vapor trances Portugal:
Dr. Jo Maano C->rneiro da Conba, J<- Ma-
na Carneiro d Cnnha, Ri>> Lagos, irm de cari-
dade Bloodcl e Oliveira, \1> ziuian'. Fortunato do
Espirito Sauto, J..b L. da Silva, Luis Barbosa de
Auarade. Ouatv.vo Muiers, Ciocinato de Meudonc,a
Vasci.n'ilos, Mariana e 1 c-itdo.
>ihid.'8 pn-a a Europa no mesmo vaoor:
Jcio Martins Kaymundo, Ant nio G. Pereira,
Joo A. Lip-a, Alberto Martina Ferreira, Maroe
J. m o 'errrira, Joio N^gueira da Suva, An-
tonio J. S>ares e 1 flba, Mine Sidonia pnirer.
Nabor de Aboo Cbagas, irma de caridade The-
reza, Fedi-rie Woclibof, Francisco A Ivs Lomen
co, Aatoolo Pioto de Magalhies, Jos J. da .Silva.
MaCi Jus Monteiro < sua seohora, J. J. Rodri-
gues da Caoba, J. Franco F-r.eim, Paulino de
Oliveira Maia, sua aenhora el fi ha, Rvd. Phili
bert Fermos, Fraacisco de Brito Lyra, Dr. M. de
Aseve den, Reiabuft-r, Arnold Lanl, Anrelio de Araujo
Suva e sua seohora, Alfredo Velloso de Aievedo,
Fernando Cuelho de Araujo, Jos Adolpbo de Ol
veira Lima, Bento de Sonsa Maasa, Jos Martina
Rsymundo, Grisi Mich le, Cario Ferrare e 1 filbo,
Antonio Lop*-s de Aranjo, PaganoMiebel, Tabas-
chi Pasquali, Tabacchi Giacomo^abacchi R-.dol-
pbo, Celiasta Francesco, Giovani Chiasmulera,
Gicvani Baptista Olivire, Bartholocoeu Baadino,
Francia Kandino e Roeco Pagnoo.
Proclama* de caaataesitoaNi ma
tris de Santo Antonio foram lidos oa eeguiutes,
no dia 10 de Marco :
Primeira denunciaeSo :
Marianao Antonio Bittencourt cora D. Leoeadia
Julia de Castro.
Manuel Moreirs de Leaos com D.Mara de Je-
as Rasaos.
Segunda deonucincao :
Joto Ferreira com D. Christina Maria da Con-
eeiolo-.
Terceira denunciaefto :
Dr. Jos Maroelin da Rosa e Silva com D.
Ermetiada de Amorim.
Jos M.ximiano do Carmo cota Costna Berreirm
de Lia.
Joaquisa Amos Ferreira com Oartrades Amelia
da Silva.
Antonio Fraocirco Areia com D. Maria Hor-
milla.
pical Pedro IIO maiVJulu des te
hospital a dia 17 da Mareo, foiosagnmu
O pharmacentiuo entrn s 8 1/4 e sanio s 4
da tarde.
O ajudaote entrn s 7 1(2 horas da manhi e
sahio is 5 da farde.
Lotera da provincia A 3a parte da 11*
lotera pelo novo plano, cojo premio grande da
I00:000/0l0, em beneficio da Santa Casa de Mi-
sericordia do Reeife, se extrabir no dia 4 de
Abri: ao meio dia, na igreja de Nossa Sebhora
da Conceiclo dos Militares.
Lotera do ParA A 4 parte da 17.
pelo n. vo plano, orno premio grande 60:O0
ser extrahida no da 26 de Marco.
Lotera da Crao-ParAEis es premios
da 3 serie da 17" lotera do Grio-Par, extrahida
em 19 de Mareo:
2615 6O:C00#000
6956 6:0'-w#eoO
5101 3:000*000
1991 1:200*000
5245 _1:200*000
Approximac5es
2614 GOOfOOO
2616 600*000
69f5 300*000
6957 300*tKX)
5100 180*000
5102 180*000
Esto premiados com 600*000 os seguintes n-
meros :
1249 1348 3186 3977
Esto premiados com 3fi0*000 os seguintes n-
meros :
2427 4931 6506 6897 7860
Esto premiados cem 120*000 os seguintes n-
meros :
2611 2612 2613 2614 2616 2617
2618 2619 2620
EstSo premiados com 60*000 os seguintes uu-1
meros :
6951 6952 6953 6951 6955 6957
6958 6959 6960
Esto premiados com 30*000 os seguintes n-
meros :
5102 5103 MOi 5105 5106 5107-
5108 6109 5110
Todos os nmeros terminados em 15 esto pre-
miados erm 60f000.
l'oios os nmeros terminados em 56 esto pre-
miados com 60*000.
Todos os nmeros terminados em 01 esto pre-
miados com 300 ni.
Todus os nmeros terminados em 5 esto pre-
miados c.m 30*000, excepto os terminados em 15.
Todos os nmeros terminado! em 6 esto pre-
miados com 30*000, excepto os terminados em 56.
A seguintn lotera corre no dia 26 do Marca com
o mesmo plano de de 60:000*000.
Cesnlterlo publicoObituario do dia 17
de Marco :
Urna, crianca, PernaTobuco, Boa-Vista, fraquesa
congenita.
Clara, Pernambuco, 2 snnos, Baa- Vista ; aa-
ram o.
Victorina Maria da C-meeics/j, Pernambuco, 25
annos, eolteira, Boa Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Jacintho, Pernamboco, 8 meses, Santo Antonio ;
gastro enterite.
Manoel, Pernambuco, 1 hora, Graca ; inviabi-
lidade.
Qiiteris, Pernambuco, 1 hora, Graca, inviabi-
lidade.
Qaiteria Lacrinda Dias, Pernambuco, 18 an-
nos, eolteira, S. Jos ; tebre typbica.
Adolpbo, Pernambuco, 5 aanos, Recite; Sa-
ra mp o.
Jop, Pernambuco, 6 meses, S. Jos ; convnl-
iast
Anna Clara Pereira da Silva, Pernambuco, 50
annos, cosaria, Santo Antonio ; berib -re.
Francisco de Paula Brito Rosas, Pernambuco,
81 aour.s, oltdro, S. Jos; entero eolite.
Camilla, Pernambuco', 2(1 m- ses, Santo Atito-
tcnio ; pii' inuoiii i dupla.
Mina, Pernambuco, 1 mes. Boa-Vista; acceso
pernicioso.
18 -
O'ivia, Pernambuco, tres e m'io annos, Santo-
Antonio ; bronebite.
Arcefuo, Pernambuco, 6 inosis, 8. Jos ; ente-
rite.
Adelina, P,:r.iambuco, 18 meses, Boa-Vista ;
gastro eutfcritc.
Paulina Maria do Sacramenta, Pernambuco, 100
Dr. Seabru, advogado. Ra do Impe-
rador o. 30. Das 10 Loras do dia s 3
da tarde.
Drogara
Francisco Monoel da Silva C, deposi-
tarios de todas pb especialidad es pburma-
oeutioas, tintas, drogas, productos chirai-
cos e medicamentos homeopticos, roa do
Marques dn Onda n. 23.
trocarla
Faria Sobrinho A C, droguista por
atacado, ra do Merque*; de Ouda n. 41.
errarla a vapor
Serrara a vapor e offieina de carapina
de Francisco dos Santos Macedo, oaes do
Gapibsribe n. 23. Neste grande estabele-
cimento. o primeiro da provincia neste ge-
nero, compra-so e vendo-se madeins
de todas as qualidades, serra-se madejras
de conta alheia, asbim Gomo se preparam
obras de carapina por machinas e por pro
qos em competenciaPernambuco.
Fataliilade!
Pl BHa<;0FS A PEDIDO
Illm. iim. Hr ministro do Ira
perio
Vrnho denunciar de Hjmeterio Vidal de Ne-
grearos, que rcqoercnjfid Jguia em 1873 ou 75 en-
cachando-re como filbo de Matbias Vidal de Ne-
irroiros e de mea av o fidalgo com grandezn,
Salvador Curado VidI, legitimado em 13 dd No-
vembro do adno de 1713, por Sua Magestade Real
de Portogal o Sr. D. Joio V. Salvador Curado
Vidal, pai de Alvaro Carado Vidal, o qual filbo
legitimo reconhecido Da mesa da eonscieneia no
altai de Nossa Senh ra da Coneeicio da Relacao
Bcc!4iastica da Babia em 1741. Alvaro Curado
Vidul 6 psi de Antonio Curado Vida!, Antonio
Curado Vidal pai de Francisco Curado Vidal,
Frnc;sco Carado Vidal pai do Francisco An-
tonio Raphacl Curado, Francisco Antonio Ra-
phiel Curado pai de Maria Francisca dos An-
jos Curado.
Extincta em mim como consta do cartorio de ca-
p 'lias da escrivo S.queira Ctvalcaate, posto que
Aodr Vidal de Negreiro nao d-ixiu descencencia
nem ha desaendcncia como consta do testamento
no mismo auto. Mathias Vidal de Negreiros foi
um menino engeitado, e assim espero em V. Exe.
a devida justi$a a sjc.-essora do Vioculo de S.
Sebastio.
Reeife, 15 de Marco de 1888.
Maria Francisca do* Anjoi Curado.
annos, eo'teira, B Vista ; paralysia.
Mura, Pernambuco, 5 meses, Santo-Antonio :
espasmo.
Jsepba, Pcrnnmbnco, 13 annos, solt ra, Boa
Vm** ; anemia.
Mina Psoli daConc-ico, Potnamiuc, 60 an-
nos. viava, Boa-Vista; tumores easerroaa.
Ctiimira, C-sar, 30 annos, solteira, Bri-Vibta ;
'esa- c-rdiaca.
' Gab iel de Arrudn Oliveira, Pernambuco, casa-
d ', 8. Jos; congestao heptica,
Amena Kernandes de Alouqucrquo, Pernambu-
co, 40 anuos, s.ilteira, Boa-vista; leso car-
diaca.
Mria da ConcicSc, Pernembuco, 80 annes,
viava, Boa-Vista ; ca, hexia senil.
Virginia, Pernambuco, 14 m-.z.'s, Perniinbueo,
B..n-Vita; tubercu os.
P oplio Macedo d >s Santos, Pernamboco, 23
anuos, seiteiro, Boa-Vista ; elephanti ises d.-s gre-
gos.
Maria, Pernamboco. anoo, Graca ; convul-
6oee.
Zulmira, Pernambuco, 2 annos, 8. Jos; entero
col i te.
Eterna gratido
Aolllm. Sr. Or. Aliare* (ialmaraes
Do intimo d'alma e-possuido do maior reconbe-
cimento, venho publicamente agradecer os supre-
mos esforcos e Ooodade tem limites, qaa tio hbil
e digtincto medico empregoa dursate o longo e com-
plcalo tratamento de urna pneumona dupla, com
evinptomas perniciosos, de que foi atacado um
meo cuatudo o amigo, para o .toa! foi cm tio b sa
hora chamado, afim de cural-o do gravissimo mal,
que lbe fex pengar a vida por uo poacaa se-
manas.
A existencia diflicmenti; salva desse meu cha-
ro avahaos e intimo amigo, e a melhora evidente-
mente manifesta n-.s ataques de gotta, de que sof-
ria orna senbora noaSa ug^r. .r-ida, quasi diaria-
mente, e que foi anda por elle tratada, impem-
me irresistivelmente o sagrado dever de, ao publi-
ce levar maia estej padrees de gloria, alcau^adoe
por to eximio facultativo, que, repito, em to fe-
lis hora tportou esta cidada, onde o aaseato e
felicidade no curativo de diversas molestias ja eSo
notorias
Roaudo-!he a duvida venia por -ver deoi'sr-
c oScndido sua recoahecida molestia, o abaixo
fifin-ido, extremamente p-horado, contesta se ni-
miamente grato 4 es-e uruaaleuto da distincta
claeee medica, para cuja u'il existencia nio cessa
de elevar aos eos as mais fervorosas pnces.
Reeife, 19 de Marco de 1888.
Pedro A. de C rqueira Araujo Cavalcaute.
Aos que me junto, aniquilo I
Onde penetro, perturbo !
Entrei na Cmara Municipal ; dcamora-
lisei-a I
Entrei r>a Provincia (jornal) ; mat.i a 1
Entrei na mojonara ; dividia-a 1
Eatrei no culto ; profaaei o
Entrei no templo ; assassinei!
Entrei ne aboli'ioninio ; fia da idea pi-
Ibegem 1
Juntei-me ao comtneicio ; aspbiziei-o 1
Jnntei-me a democracia ; esbandalheii
Juntei-me aoa le8os ; escandaliseio-os-a I
Liguei-me ao Epaminondas ; cabio 1
Ligaei me a Nabuuo ; eua .uguentei-o !
Tive iHJsra no Correio ; suicidou se I
rive'um ontro alli ; foi suspenso I
Tive caiza no pro'ongamento fugio !
Tive cuixa na Tuesoararia ; condem-
nei-o I
Tive caixs na lotera ; processei-o '
Fui socio dos Amaraes : prend os I
_ Tive finalmente caiza na Cmara Muni
cipal; soffreu-uma oangestSo no dia em
pue se descobrio a melgueira.
aa sesees detaOaoas
As pessoas armadas com a salsaparrilb de
Bristol, e que residem nos districtos em que rei
nim as febres intermitientes e setoes, podem real-
inente combar dessa enfermidade aniquilladora.
Um fraseo deste poderoso tnico vegetal afugenta
os calefrins, 'perseverando se ns sea aso, as for-
cas se restahelecem completamente, e o systema
se fortalece contra a miasma geradora da mo-
lestia. Ella tem sido umversalmente experimen-
tada pelo espaeo de 35 annos as localidades in-
festadas pelall sezd>-s e febres intermittentus.
Porm os benignos effeitos deste grande especifi-
co conservador da vida, nio se limitam a ama
clatse de enfermidade, a sua aeco medicinal
tio extensa, como a das proprias molestias. As
escroohalas de typo mais borrivel, o cancro des-
truidor, as contraecoes ras juntar, tendoes e mus-
calos, o enforpeeimento e congestio do ligado, o
estado mrbido do estomago e do ventre, a astbma,
a tosse convulsa, as ernpedes, o rhenmatismo, a
debilidade geral, sio sabjogadas com ama rapides
e spguranca tal, que assombra os mdicos os mais
experimentados, gracas as suas qualidades sua-
visadoras, curativas e fortificantes. Vendese cm
todas os principaes lojas de drogas em toda a par
te do mundo. .
Dr. Silva F rreira
Medico e par'eh-o, com prafica em varios hos-
pitaes da Europa as especialidades de molestias
de seahorus e da plle, da consultas na rna da
Cadeia n. 53 i.* andar, de 1 s 3 horas da tarde
e reside na ra do Conde da :'oa-Vista n. 24 I.
Teleptio e n. 412
| Frederico Chafes Jnior |
HOMCEOPATHA. )
3Q=Rua do BarSo da Victoria=39)(
PRIMEIEIO ANDAR ji
Dr. Coellio Leite
Participa a seus clientes e amigoa que
tem seu consultorio na ra Duque de Ca
xias n. 57 1 andar, onde ser encontrade
do 12 s 3 da tarde todos os dias c
reside provisoriamente na ra do Hospital
Portugupz n. 14.
MaV

iContir Porto
Una do Imperador n.
Io andar
4&
Contina a pxecutar os mais difiieeis
fi^urinoa recebidos de Londres, Pari=,
Li.-b e Sio de Janeiro.
Prima em petf. icio de costuras, em
brevidade, modioidade em preoos e fino
gosto.
^ -
O mal deve ser combatido logo no sea prin-
cipio.
Disemr.s isto porque tiiste \Cv muitas senho-
ras nio cuidarem do cabello, pensando qae devem
fazel-o quando elle comecar a cahir.
Nao se deve esprar, o mais prudente e mais
rasoavel tratar o cabello com preparaedes como
o Oleo de Kananga do Japo, da casa Bigaud &
C, que o conserva, torna o brilbante e o perfuma
com um cheiro agradavel e seductor.
Collegio Emulado
16 ua Vclha-3S
* O director deste collegio, pede a pretec
c3o dos pais e tutores das crianzas que
quiiram aproveitar um rpido aliantamen-
de sui filh s ti ul r too t' robusta em todos os seus
compatriotas pernambuianos.
Alumnos internos305000 raensacs.
Meio-ponsiouiBtas 15-j jJ dem.
Por cala um preparatorio45'X)0 idem.
Pri'meiras lertras 2(5000 idem.
Msica e piano4$00C idem.
Pagamento adiantado.
O director,
Julio Soares de Azevedo.
36 Rna Velha 36
lGUAttiSSlT
Aviso
* Oengenho Resgate
do termo d # Bonito
acha-se seqaestrado a
requerimento do cura*
dor de Bernardino Cor
rea de Rezende Reg,
porque est a elle hy-
pothecad p lo ma-
jos* Bellamiino Antonio
Sobres da Fonseea;
tendo sido dirigida ao
juiz compet site urna
peti^o de protesto
contra qualquer alie-
na pao do referido en-
genho.
Palmares, 14
Morco de I 8%
r
de
I
)
M
A-gradecimento
Agradeijj do intimo d'alma a todos os amigos
que se d^naram tlsjisiir ai missas do stimo
dia.de minha muito cho-ada m3i D, Francisca
Soares das N. ves, fallecida em Portugal.
Reeife, 19 de Marco de 1888.
Jis Soares N?ves.
Despedida
Pau'ino de Oliveira Maia, segii'ndo boje para a
Europa no paqun^e francez orugal, despede-se
de todos os seas freguens e ao igos, e offereceos
seus prestimos ea qualquer parte onde se achar.
Deixa como gerentes de sua casa commercial
aos Srs. Jos Rodriga -s da Silva, Francisco Go-
mes e Dr. Augusto Carlos Vas da Oliveira.
Reeife, 19 de Marco de 1888,
INDICARES TEIS
KaKfa*B*a*Sl 'a
OssstHTaUll .-?
aTtatitoeSfAOO # a '>
BXIMSfal
aa visitadas asreasSeCKM
iosDrat
Miisoas, a8.
Cjsaairo, s tOlift.
Barras oWiamo, is *. .
laaaaaaa, sa ija.
POriSaal, is 9 1(2.
Estarlo Cavaleaote, t> 11.
Meadas Barbosa, s IcS.
19
1
669
P-
Medlros
O Dr. Lobo Moscoso, do volt de sua
riagem ao Rio de Janeiro, oonntia ns
xercicin do sua profissio. Consltuas das
Ul s 12 lioras da manbS, specialdudes
aperayoes, parto e molestias de son horas
neninos. Ra Ha Gloria n. 39.
Dr, Barrete Sampaio d consultas de
oaeiu-dia s 3 horas no 1. anclar da cas.
* ra Biro da Vi atona, n. 51. Res--
dencia rna Sete de Sefembro n. 34, en-
trada p?la ra da Saudade n. 25.
Dr. Joa<{Um Loureiro medico 6 parteiro
Consultorio na ra de Cabug n. 14, 1*
ndar, du 12 s 2 da tarde residencia no
Monteiro.
O Dr. Qattro Jess medico e operador,
consultas da6 11 s 3 da tarde, rus do
Boro-Jesus n. 23, 1.* andar. Residencia
Traveasa dos Remedios Passagem, portio
o. 7.
O Dr. Alvares Ouimares chegado da
cort-, dedica se medicina em geral, e
com especialidade s molestias do coracio,
palmees, fgado, estomago e intestinos, e
tambem s convulses e outras molestias
das enancas. Reside praca Conde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e tem cousultorio rus
do Bom Jefaue, n. 45, onde diariamente d
consultar do meio-dia s 3 horas da tardn,
aceitando chamado em qualquer desses lu-
gares. Telepb-ne n. 38J.
O Dr. Matheus Va*, medico, mudou a
su residencia para a ra dos Pires n.
83 A, ande poder ser procurado para o
exereicio da sua profisslo. D consulta da
11 horas da manhi s 2 da tarde na raa
do Bario da Victoria n. 32, 1 andar.
Dr. Cerqmsira Leite, tem o ea escripto
ro a raa Duque de Caxias n. T4, das 12
as 2 hars da tarde, e desta bora em dian-
te em ana residenoia ra da Santa Croa
n. 10. Eaaaeiatidadesraalastias de se-
nhoras e oriaayas. Telepboo* n. 826.
Despedida
Dr. Simocs Barbosa
Clnica ro Dr. SircBes Barbosa, Espe-
cialidades : partos, molestias de stnhor-s
e de criancas.
Consultorio ra do Mrquez de Olin-
da n. 64- consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
Residencia Cspinheiro. Ra de Santo
Elias n. 8.
T!*ohone n. 213.
O abaixo assiguado, retirando se temporaria-
uuate para a Europa, afim de tratar de sua saadn,
despede-se pelo presente de todos os seas assi-
g'iBOtrs e amigos, cfferecendj- Ibes ca seus servi-
cios, onde qu r que se ach-.
Deixa na gerencia da emprecu o .Sr. Joo Gon-
calves de Barros e corno seos procurad, rea lo
dolpho Ptssoa, Mauoel da Cunba Res e Dr.
Ferrer.
Reeife, 16 do MarCo de 1888.
Anronio do Carmo Almeida.
flssa '*.,*; -,- u
Ao publrco e especial-
mente ac eommercio
Os abaixo assignados, proprietariod da -
Fabrica Veneza previnera ao respeitavel
publico e com especialidade ao corpo com-
mercial que Azevedo & C., negociantes
estabelecidos ra Duque de Cxias nesta
cidade, estao vendeudo in Ttalhas para
cigarros, tendo a firma social dos abaixo
asignados [Santos & C.)
S' como diversos individuos tenharo era-
prgalo ditas mortalhas em cigarros de pes-
sissima qualidad>*, os abaixo assignados, que
tm de faz r effrctivos o seu direitos em
juiZ), pr.cvinem seus fri-gu-zes nao ca-
hum n-sta cyla la, poduuto de una desleal
coo'urr-ncia.
Recifo 20 de m-rc/i d- 1888.
/Santos St C.
nglez e francez
Caraos (berleoa oa pratlcos
Roa du Aurora, n. 37, 2* .irlar.
CJuBEB
O melbor depurativo conbecido para a cura ra-
dical dos rhtU.nalisnfji, de qualquer n uureaa, molestias chorrea) \ft ires br^noas) e em geral das molestias
occaaionadas pela impureza do tiangue.
'composto de prodactus vi-g-taes brAsileiros,
nao coutem arsnico n- ra mercurio, le fcil assi-
milayio, de accSo tnica e estimulante e Denhom
mal pode causar o seu aso.
Recommondado pelos Drs. Pedrj de Athayde Lo-
bo Moscos), Joo da SilvaRa>nos, i'r :'J iGimes
de Soasa Pitang, Mi ,03 Duarte de Faria, Ilde-
fonso Tbeodoro Martins, TriaiSo Henriques da
Costa e adopta 'o nos Hosprtas de Marinha pelo
conselhciio cirurgiSo-mcr da armada.
Em prova de sua eficacia temos publicado in-
nmeros atistanos de curas das molestias referidas
e h'ijii accrepcentamos os segafntes :
Do Dr. Alfredo Affmso Ferreira, sobre a cura
de ama leucrorra ehr nica.
De Jjs Caetano de M.-deiros, idem.
De t rancisco Barcellos (morador em Olinda) qae
curoa-se de ais gonorrha
De Manoel Jos Hispo da Silva (morador ees
Barrer a), sobre a cara da D. Bertholioa Ferreira
Frauco, que Sjffria de vertig- m, dor noestemxgi,
fraqueta as per as, oppressao no cora cao e insom-
oia.
Da Mariano Luis de Miara, idem.
De Antonio Je Sjuz Ribeiro (morador na Pa-
rabyb ) sjbre incbacSo as p-rnas e no veo're.
Do Dr Max miao Lop- s Machado, que curou-
se da asthma de que soffria ha 3U annos.
Vende-ae
EM GBOS80 E A RETALHO
Em PernambucoA' ra 1- de Marco n. 9. Li-
vraria Fr^acesa, a entendei -se com
/irnxi'iu Can i-Jo de t/lguelredo
Dr. Paes ilarreto
PROMOTOR PUBLICO
E
Advogado
Collegio Instituto
Acadmico
PENSO DE NUMERO LIMITADO
Este collegio acba-se actualmente establecido
na inania roa do Vizconde di Goy- O director,
Jos Ferreira da Crut Vieira.
Eduardo Gadault
Retratista
Ateller, raa Baro da Victo-
ria u. 91. Io anuar

Iocambe-ee da exeeaclo de todos os
trabaIhoe concernent-a sua art', as-
sim cerno lecci.na em desenbos e pinta-
Palmares
Declarao
Tendo o subdelegado a damelo de Pregaica
dito, em na eotnmauicaeao ao Dr. ehete de poli-
ei, qoi-v lodiviio qa fr morro pe>u tr>m d
ferr va do R cife 4 8 Franeisc-, am trras do
engenh.i Cay^ba, era traba ha lor do mesmo en-
genos ; d-ei.ro qi- tal mdividu i nanea toi tra-
balhador dn referido eogeob ; e oem era oelle co-
ubecid-. e SO tr Visto a* S*rJw do set da fatel,
qaaodo pMoa embriagad*.
C-ta Jmmr.
Elgenho Coyab, 18 i* Marou u 188.
Aociiimcrcio
nata
Dr Ferreira, oom pratica nos principa
hoepitaes e cliniess de Pars e Londres,
d consultas toaos os dias das 9 oras av J* ssigo-do e.t.b-,ec*. ta). de
... ^ -...^.. fasaaSM a rna O. Iajpermtris n. 434, san Irma
mel *' o?!? !n red4e*a "" #goevIo*G,a asista a-sj4c tovevestar
Larga do RoaVTO B.20. pusaa qae nesta data foi dissolvida aautratvtsson
Sr. atas-roa aialsaaraea <*a asaos wlh tMt-aa, va Pode Mr procurado em sea esoriptorio roa" "?.<* '^*< _*f***
4. Je staaaan. 4,'.
O tr. MI* tasa o
advoeaoia, oa rae
n. 50, 1. andar.
Dmtp 4*
afnavl loor* a
BS*D
e
^aadsMa
*ae atoca as IgW.
Lea Abranches de Fgoairedo.
*-
I
MEDICO HOMEOPATHA
!
Ur. Balthazar da Silveira \,
Especial dadesfebres, molestias, das [ '
eriancas, dos orgaos respiratorios e das '
aenhoras.
Presta-se a qualrjner chamado para ] i
'ora da capital.
AVISO

1 Todos ne chamadas deven; ser dirig *
) dos pnarm&cia do Dr. Sabino, raa da
| i Bario da Victoria n. 43, onde ie indicar
J I sua residencia.
Gasa Feliz
PBAQA DA INOBPENDENCIA NS. 37 89
DE ANTONIO A MANTOS PORTO
Aoa 14M>iOOO*000
Venden da 2. extraecAo da 11 luteria extrahida
h"mem, 18 d^ Janeiro, a s rte de 1:000# n 1891,
a sorte atXIaOOO o. 3123.
Tem exposto venda os seas felises bbetes
8>raatidos da 8 eztravoo, a beneficio da Sana
C-sa de Misericordia gas se extrahirS breve
mente
E
Dr. Carpir Lsite
BMO
Tesa o sen escriptorio 4 roa Duque de Casias
o. 74, das 12 ia 2 horas da tarde, e desta born
em diante em sua resistencia i roa da Hasta
tus n. 1.
Especialidadesmoestias de sseahoras e eria-
aasTetophooe i. 9K
CoHffitt lira
AVfca DC ai.bIHO
A<-oa-se taaaetoiiMiate aesMadUgio a aala de
alu-mao, cajo proteasir 4 n -"*i- sHdaay.
Boa da Imparatris n. 81, % aadar.
Dr. Helio Gomes
Bedieo pirleiro operador
24-Rna L'^rga fto R isario- 2 i
Onde tem sea consultorio e resitencia, receben-
do chamadas e podendo ser procurado qualquer
bora do dia e da u >t". Dedicase sxas -especiali-
dade s partos, molestias de senhoras. febres, syphi
is, affeccoe*pulmonares e estreit intento da uretra.
TELEPHONE 374.
Silveira
ADVOGADO
I'*rii.i do lin leradojrG9
i I LABO DO CAES
Attentjo
Breve ir em pmoa pubica, o arrenda-
mento do engenho Gamclleira em Santo
Antao; por um trieonio, ou mais se assim
determinar o Llm. Sr. Dr. juiz de orpbaos.
O rendeiro presente o Sr. Jos Francis-
co Pedrose de Carvalbo, o qual est por
403(5 annuaes ; todos os consenbores, tanto
os que reueberam a renda vencida em
M-i- do anno passado, como os que ainda
nSo receberaro, desejai novo romJeiro.
Os pr -tendentes qu* ignorarero as pos-
seesS-'S do engenho, basta r-fl-tir no va-
lor, pois o anno passado foi avaliado por
30:0000.
R-cife, 15 de Marco de 1838/
Como procurador de urna consenhora,
Francisco Aloes de Maraes Pires.
Dr. Barreto oampaio, medico 'cu-
iiita, ex-ebefe do eKoica do D.-. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tardo, no 1. andar da casa
n. 51 roa do Baro da Viotoria, /
cepto nos domingos e dias 8>mtihcadjs.
Hetiiduacia ra Sete de Setembro i..
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
A \mii tork
New Yoik Lif- Iosuranc-' Company.
Companb^a Mutua de Seguros de Vida e Mon-
te-po aos Estad-s Uuid.is da America.
Fundaa em i84543 annos de prosperidade J
Uuica C innanhii de Segaros de Vida estran-
geira autorisa la a fuaccicnar no Imperio do Bra-
sil.
Capital terca de cento e setenta e cinco milcontot
de ris
Renda annual eerca de qyarenta mil contos de
ris.
Deposite na corte no Thesonro Nacional.
Duzenlos contas de ris.
Mais de du entosmil contos de ris pag.is a vi-
vas e orphss e proprietHrio di apoliers desde saa
fandacao.
Cerca de ewcentof contos de ris pagos no Bra-
sil a bcrd' ir,-i de eegarad s <-m cerca de 5 aanos.
Mediante urna pequea s-mma annualmcnte (o
premio na idade de 35 ana a costa cerca de 40jf
por anno por cada cont de ris segurad ) j.ie cada
um ConstUHir inmediatamente um capital para sua
familia no caso de murte oa para s; propriu ae che-,
ga ao prazo es lh- -i.
Pai a prospectos e infirmac33 com o Sr. Theo-
doro Christiansen correspondente representnre da
Com anbia res ag ute viagante da Companbia, de pisjag^m
por esta capital, que pie ser eDCoutrado no es-
ciptorio d'aqudle senhor.
EDITAR
Asnas alcalina* mine raes de
Mondarla" em Pontevedra na
Htspanha
K8PEOTALIDADE8 PARA
Mol stias do estomago, taes eomo : dispepsia
gaatra gia, eatharro ebrooico do estomago, aloe
ras simples.
Molestias dos intestinos, taes como: enfarta-
mento do figaJo, ictericia, clenlos biliares, diar-
rba chruuica, efe., ote.
M lestias das vas orinara, taes como : dias
teses urieas, eatharro vesioal, diabetes sacoarina,
ihomiouria e gotta.
as anemias, chismis, psoriasis, prunigos e
dores artrticas e atrs ssniUs molestias.
As agohs alcalinas de Mondaria aasoaa de ro-
chas griiuit'cas na teesparatora de 11 eeaugra
d> s, sao charas, lasosoras de cheiro pareeilo oa
pooc-i aos de oros cosidos, sabor alcalino, proda
smdo am hgeiro sabor piaaata aa ooeaao de ta-
ar-sa. Ewas ale olassifieadas ao aamero aac
aleallaase ai SsrbooataSas de soda.
nico depositario em Paransabseo o 8r. Aato
oio Affooso rmads esSabetastdo ma Visooade
de Qoyanna a. 1.
O Dr. J .'[-iiiii da Cod'i Kib- ir. ju'7. de dirsito
do civel d. 8ta cidade do Reeife, cepital da pro-
vincia de Peruarrbicc, por S. M. o Imperador,
etc.
Faco sber ans que o presente edital virem que
desos des preg se pn.c:s respectivas seio er-
rematados ca .udi ncia de 21 de Abril vindoura,
os bens seguintes pei.h rudos na erecu^ao que
ni !': Francisco J.^ode Barros Juiior contra Ri-
cardo Carneiro de Vasconeelio-s coastantes da
respectiva avalista) existente em poder e c-.rti-
no do escrivo qu.' este eacreve, a saber : urna
casa ra de S Francisco de Paula n 32 A, da
fregueiia da Vanea e dependencias, eom urca
porta e janella d frt-nte e-urna j.nella no oit&o,
inediu i.i de largura 5 metrus e 80 centmetros e
de fundo 11 metros e 10 centmetros, com sn!a de
fente, 3 quartos, 1 pequea sala que s- rve de
curredor e.vai t-i- a Cuznba interna, com uan
pirta de sahida p .ra o quintal, t-ndo em iill A33
rt-fendos qaartoj uina pjrta que deita jj?ara o
quintal, solo propriu, de taipa e e. b- rta'Se te-ha,
avahada por 00 urna dita sjb n li- na m> sma
ra de S Fraucisco de Paula, c -m -:u -s j nellas
de freutp, entrada pt lo oito, 1:0 qual es'jie ama
janella, mediado de largara 4 metros ej 35 eenti-
inetr s e de fundo 11 metros e 10 centmetros,
Cosa sala de frente, 2 quartoa, 1 pequea sala que
serve de c .m-doc e vai ter a coznba interna, eom
ama porta para o quintal, avaliada por 160#. E
ansim s-ro dit s bens arremitados a quem mais
der e maior lance off recer no dia cima indicado.
E para que c-be^u_ uoticia a todos mando ao
porieiro do joiso que afiixe o pr< sent no lugar do
costme e se publique pe'a impreosa.
O ,.i 1 nesta cidadi do R-e;f,- a a 10 de VIarco de
18b8. Eu, Antonio de Burgos Pcnce de Len, eB-
crivo o escrevi
Joaqun) da C .sta ibeiro.
Dom J '- Pereira d.. Silva Barros, por
ruer< dr. Deus e da Santa S Apostoli-*
ca, hispo de Olind:i, do Conselho de Sua
M-g-8tade o Imperador:
Ais Revms Coueg s de miaprebenda da Ca-
theJral de Olinda, eale e p.z no -eohor.
Como.presentem nte esteja vaga urna cadeira
de pr- beoda iuteira da nossa Santa Igrrja Qathe-
dral, per morte natural do suu aluno pjssaitor
conejo Jos Dyoaisio G m s do Rege, pernos
concurso pelo presente edital a referida ca-
deira.
Os Revms. Cooegos de meia prebenda da nossa
Catfaedral de Olinda, que quixerem se oppr a
essa ci-deira de prebenda mt ia apresentem-se
deotn do praso de tnnta diae, & contar desta
data, cam os seus requ-Timent a instru jos das
hbiitncoes exigidas pela legis'aco, que rege a
materia e mais dccumentis em 8ftt fivor. E
fnto o concurso procuremos a Saa Mageata le o
Imperador tres dos mais beoementos digaos
con ti 1 me os sagrados can.nes, Conc Trid. e ca-
iras disp sices.
Dado e paseado, no Palacio Episcopal da Sole-
dade, aos trese de Marco de 1888.
Ea, padre Valeriano de Alie ui Correia, eacri-
v> da Cmara Ecelesustica, que o escrevi.
-j- Jos Bispo Diocesano.
secrn-Seerrlarla aa rresldea-
esa te Peraambaea, esa ae alar
eaae *
Por esta secretaria se fas publico, de coc irmi-
dade oom o art. 16? do rer aooexa ao- decreto n.
9420 de 28 de Abril de 1865 e edital abaixo tran-
scripto, pondo em concurso, com o nraso ae 30
dias, o otficio de partidor e distribuidor do termo
de Nasareth.
Emiliano E. de Mello Tanborm.
O Dr. Manoel Cabral de Mello, jais municipal e
de orpbaos do termo de Nasareth, provincia de
Pernamboco, par Saa Magostarle O Imperador,
a ansas Deas guarde etc.
Fas saber aos aue o presente edital virem oa
d'elle noticia tiverem e a quem interssar posea,
aue, de eoiformidade oom o art 1 do decreto nu-
mero 3332. de 14 de Jauto de 188?, Bes marcado o
rasa de S dias, a contar de hoje, para o oosaurso
do rovimetrto dos sslaiss de partidor e distri-
buidor desta comarca, vago pela dasistaaoia rae
isa o respectivo serveotaario Carlos ssocaomeg
Coelho da 8ilva, qae aosf iaodwna asssat
dos ofleios compre apreseotar asas s^saMassa
dentro do prsso acisa indicado, ooarsrae dups
./k





SH
I



Diario de PernaiiihiinTer^a-fcira 20 de Marco de 1888
*
> art Ia do decreto acia* ciUdo, combinado coer
> art. 1* do decreto a. 9344, de 16 de Deseaba
, i. 1884
Fas autda saber aoa preteadeotet, que teai re
urMciaMatos aerea, ser instraidos eo* exame do
faria na. conforme diepos o decreto n. 2876-du
15 de Oatubro de 1881.
S para ase cbegue ao ooaheeiaiento de todoi,
aaadei psasar o ureeeate, qas seri affixado aii
porta easa da Cimera Maoicipal desta coaisrea,
e d'elle m extrahiri a eempeteote copia para ser
reaettida opportuoamente ao Illm e Esa. Sr. Dr.
r*.presidente da proTinci para o fim iodicadc
noart 157 do decreto o. 9410, de 38 de Abril de
1886, coa deelaraeac do da e hora da affitacio
paWieatio do presente edit.l, o que seri eertifi
cade peto porteiro dos auditorios cerno determine
o art. 153 do referido decreto n. 9420, de 38 de
Abril de 1885
Dado e paseado eos 13 de Marco de 1888 Eu
Aboso de Hollenda de Albaqoerque Marannii
eseriveo oescrevi. -Manoel Cabral de Mella
Certifico qae pelo porteiro dos auditorios me fo
lalissai s eertidio teguiote :
Certifico qae baje, is 10 borss do die, effixei na
porta da easa da Cmara Manicipal desta cidade,
iia edita! cbamendo coocurreutet soi oficios de
partidor e distribuidor daste juio.
^iaaaretb, 18 de Mareo de 1888. -O oficial e
porteiro dos auditorios, Manoel Francisca da
Sota.
Era o qae se ooatioh em dita curtidlo a qae
me reporto e doa fe. Nsiareth, 13 de Marco de
1888.
Nada maii se eontinha em ditos satos o qas I
an reparto e.doStf. Est conforme. Eu, Affonto
de Holleod* de Albaqoerque, escrivso de orpbloi
o asbecrevi.
noMMpr.in
Balsa eomurrelul
OOTAgBS OmClAKS DA JUNTA DOS COK -
BBCTORK8
Rett. 19 oe Marco de 18S8
AeeSes do banco do Brasil, do valor de 2004000
a 2 tOf cada ama.
Aeces da companhia de Segaros Indemnissiroa,
do vaior reaiuado de 2004 a 3054 cada ama.
Letras
DtLARACOES
Nu Coicoriia
Sirio discante
Sabbado, 94 do eorrente.
Convites permittidos.
_________A Directora.____________
() M Romes
Serio em 34 de Marco
Aviso sos eeubore socios, sfim de procuraren!
na sede d i ciab os seas ingresos, s conUr do die
19 do corrate, des 7 4s 8 lr3 bjraa da noite, em
mi do br tbesoareiro.
Secretaria de Clob Cirios Qjtnes, em 16 de
Mareo de 1888.O 1 secretario,
Pomp.) C Catanevs
til
_ Aos Srs. accionistas tero a bonra de convidar a
direccio para rennirem se em atsembla geral or-
dinaria qae faocciooari ne segnods-feira 19 de
Marco eorrente i 1 hora da Urde ne salto da A -
sociaeSo Commercial Beneficente.
E' objecto da eonvocaoso :
Deliberar sobro as contas do anno social do-
rante 1887 e eleg r os tres futuros membros ds
commissao fiscal.
Pernsmboco, 5 de Merco de 1888-
qs directores,
Aa ton i o Marques de Amorim.
Maniel Jos ''a Silva Quimaraet,
Joaquim Olinto Bastos.
Vap. amer Alv-ince, pira:
Sauto : 400 sacos com assucar braoco e 850
ditos com dito atasca vado.
Carreg. diversos.
Vap. nae. Epir;tj-Saut. pira :
Cear : 16 caixis coto 136 kyl t de rap :
Mai aubi > : 5:) bi ni case 30/2 ditas com assucar
braoco, 10 barricas cid saaucar mascavado e 1
pipa com aguardante.
Para : 1.570 turneas, 1 080/4 ditas, 30 eaccoi
e 20 engra dados eom assucar braoco, 50 barrb de
bypotoeearias com joros, "a 954000 cada 6 eom agaardeote e 10 caixas cjm calcado necio-
nsl.
Manios : 60 saceos, 410/2 barricas e 360/1 com
assucar branca, 3 pipas e 195 barris de 5* com
agaardeote, 5 tardos de xarque e 1 ciixi cim cal-
cado nacional,
(err g. diversos.
Cambio sobre Santos, 30 d/v. com 5|8 Qfi de des-
cont, sabbado.
Dito sobre dito, 60 d/v. eom 11(4 00 de descoato,
sebbed*.
Jossoso sobre Londres, 90 d|v. 23 3(4 d. por 14,
do banco.
Jaaibio sobre o f orto, 90 d|V. 122 0/0 de premio,
particular.
Na hora da bolsa.
Venderam-se :
900 acedes do banco do Brasil.
30 leixas hypotbecanas.
F.-a da bolsa
So 3 proposta :
15 aceces da co-npanhia Inemnisadora.
o uroaid-uie,
Angosto Pinto de Lomos.
U secretario,
Pedro Jos Piuto.
Mevituento bancsrla
sciro, 19 oa masco db 1888
PBAQA DO KECIFE
Todos oe bancos saccaram aioda hoja a 23 3/4.
O papel particular este ve escasso a 23 'i/8 d.
O mercado fechen frouxo.
PRAGA DO RIO DE JANEIRO
Os bancos abriram a 33 7/8 d.; 4 i hora
tarde, porm, retirarsm para 23 3/4.
Ha Ulta de papel particular
As tabellas expostas aqu toram estas :
Do Losos Bis
da
.<*) d/v vista
Landres....... 23 3/4 *3 1/4
Pars........ 400 404
Italia........ . 404
flambargo:...... 497 50
Portugal...... 224 2v6
24130
Do IsrrsatBACioaux.:
- 90 dio vinu
licadres........ 33 3/4 3 1/4
Parts........ 400 404
Italia........ l"|
9amburgo...... 497 50
Lisboa e Porto..... 234 226
Principars cidadee de Porta-
gal. . 231
New-York...... 34130
Do Eaousa Basa :
90 djv vta
cuadres ....... 23 3/4 3 1/4
Parts. ....... 400 404
Italia........ 404
Saatbargo...... 497 503
Liabas a Porto..... m 226
Pi jaripees etdades de Portu-
gl........ . 231
iba dos Acores .... 234
Iha da Madeira .... 231
So-York...... 24130
C*ta?as 4e assucar
asi 19 db xasoo db 1888
A Assodac&o Commercial Agrcola, registrera os
preoos abaixo, pagos ao agricultor, por 15 kilos :
Usina Pinto
Bolonia Isabel. .
rorbina pulverisado.
Branco 3.a superior .
3.a boa .
< 3.* regalar .
Vattoos ....
Mascavado porgado .
bruto .
Retaste ....
24700
24800
24300 a 24^00
J400 a 24700
34400 a 34500
24100 a 24300
14700 a 1*801)
14560 a ltVWO
14240 a 14 30t
900 s 14100
Navla despacha do
ing Merriu, psrs :
Y ik : 10 8.0 .uccos com assucar
Lag
NrW
vado.
Carreg. Loy > & Fi ho.
(otaras des Igodas
bm 19 db atasco db 1888,
Forso effec ".nadas vmda* do de 1 sorte do
sertSu a 64500 pot 15 lejos.
Entradas le aiiurar e algsdao
HEZ DB MASCO
ASSUCAR
Entradas
Sarcscsa ....%.
Vapores.......
Via-ferr a de Carutr
Animaes .
Via-ferrea de S. Francisco .
Via-ferrea de Limoeiro .
Dias -
1 4 16
& 16
17
4
i

17
14
14
/
Somma.
ALGODO
Entradas Dias
Barcenas...... 1 16
Vapores ...... 1 4 16
Via-terrea de Garuar 1 4 17
Animan...... 1 4 17
Via-ienea de 8. Francisco 1 4 14
Via-ferrea de Limoeiro 1 14
Somma. .
Sac (
45 708
4.0uu
6.968
4.856
50 343
13 187
125.062
Saccaa
2.275
1.102
575
8.568
2 212
4.311
19.0iD
Fretaments
Foi fechado hootem o da barca noruegucuac
Colarnos, para cerregsr aqni com destino aos
Estados Uaydos, sssucsr a 10/.
Vapares despachadas
Vsp. all. Buenos-Ayres, para :
Rio de Jsneiro : 660 saccas com elgodio.
Santos : 1.836 saceos eom sstncar branco, 3.2C0
ditos eom dito mascavado e 12 pipas com agur-
dente.
Haaboro : 762 coaros salgados.
Carreg. diversos.
Vap. ase. Camillo, para :
Rio de Janeiro : 1000 secos coa sssacar bran-
ca, 200 sseess coa algodi e 9 saceos c m cocos
Bastes : 969 saetee coa assucar brsneo e 800
dates eos dita aaesavade.
Mo-Altn*: 676 saeoot, 850 barricas e 115/i
esa estacar braoco, 360 saceos e 100 barricas eom
dita asees vado.
Rio-Grande.- 2 260 saceos coa sssucsr brease
e 165 atesrSMB lito mascavado.
Cerne/, di verse.
Pauta da .4ITaacl<*jea
SaHAIi DB 19 A 24 DB MASCO 9B 18t)8
(Vide o Diario de 18 te Marco
\avioa carga
Barca portugus i Lope* Daarte, para Lis ooa e
Porto.
Barca ingles Star of China, pata o Bltico.
Barca noruegaense Columba, para Esta ios-Uni-
dos.
Brigue allemao J G. Ftchte, para S tutos.
Bri^ue alloinio F. R. Ixilling. p*ra Cinal.
Lugar portugus Heriilia, para L'sboa.
Patacho pjrtuguea Dout Irrnaoi, para Lisboa e
Porto.
Patacho all do Sul.
Patacho allemo Anl/n, Ri i Gnu le do Sul.
Patacho allemo Adelkeid, Pelotas.
\vos t% descarga
Barca ingles, Carpaiian, btcalhio.
Barca noruegueo' Honor, carvSo.
Barca noruegu uae Turdeuskyold carvio.
Barca tDgiesa Mtlfori, carvio.
Barca nornega Fortuna curvas
Brigue ingles Ellen Greavet, carvio.
Escuna alo m Marte sal.
Lsar ingles Adamanline, bacalbio
Lugar ameii':aDo Edicjrd A. Sancha, farinha de
triga.
Lkrar ingles Rttini, bacalbio.
Lugar ingles Ntily, b Patacho uncin ii Hkoal, xirqu '.
P .lacho nacional E'padarte, vmios generis.
Patacho ooruegueuae Ferv, varias gneros.
Pitachs jiic :o A'miu'i rar^ue.
Patacho inel. s Spatkling, bscelhio.
Itnportaico
Vapor k II, mi Bueuoe- Ayrea entrado do
H iuiburgo e escalas em 16 aa correte e coosi
gnado a Borstelmann e C, msnifealou :
AlcaUo 20 1,2 barricas a A. B. Fugman.
Amostras 28 volumes dtvers-.s.
Agns aiaeral 20 cestos a Francisco Manoel da
Silva e C.
Bataneas 3 csixts a Theodoro Ckristiansen.
B.eaihao 2 caixas 4 ordem.
Cerveja 10 caixas a Amorim Irmios e C 118 i
erd. m 120 a R. de Druaina e C-, 40 a Costa e
Medeiros. 30 a Joaquim Felippe e Aguiar, 30 s
J. Qoecelves Coimbra, 15 a Aseveio Braga e C,
25 a Domiogos Ferreira da Silva e C, 20 barris i
ordem.
Calcado 1 eaiiJ) 4 ordem.
Chapeos 2 canas a Augusto Fernaodes, 4 a
Bapbael Das eC, l a Adolpbo e F.-rrio, 1 a Si
marcos e C-, 1 a B. da Silva Carvalho e C.
Caodieiros 3 caixas a Maooel M Botelho.
'-hixis v. iis i caix i a P. Vlauna e C
Drogas 3 volumrs a Francisco MiilojI da Sil-
va e C, 5 a Farut Sobrtnbo.
Encerados 1 csixio a Rephael D s eC.
Frascos sesios l>20 grades 4 ord.m.
Fio 1 fardo e 4 caixas a Ferreira Guimaries
eC.
Ferragens 6 volme* a R. ds Dr usina e C, 4 a
Conrad Wachetman, 9 a A. Duarte Caroeiro
Viauna, 8 a Oliv ira Basto e C, 4 a F. Laaria i
C, 3 a Manoel Joaquim Bibetro e C, 4 a Fran
cisco M.ooel da Silva eC, 13 4 ordem, 3 a S-
muel P. J.bnston eC, 1 a V.' Preale eC,10a
Man e Slva, 3 a Notio C Fooscca e C 4 a Miranda A>vrs e C, 13 a P
rente Viaom e C, 4 a Ea^caiJ Simieo e G., 2 a
Ferreira Guimaraee e C
Genebra 25 vi isas i rrd m.
L*h 1 em r. AV^-en*..
Louca 25 gr.dus e 1 fcttea a.Costa e iloJti
ros, 228 grades a Joa de M acedo.
Liuha 2 ca'xas ii G mes de Mattot Irmiot.
Loua 1 fa do a A. Silva e C, 2a W. Hall -
day.
Luvas 1 caixa a Goimarits Cerdoso e C
Lpulo 1 lardo i Jeaa-' Meysis.
Mercadorias divereas 3 volumes a Silva Fer-
oaodese C, 1 a Mtooel Joiquim R.b'irj e C 1
Petrocelli e Irma 6 s Fraocisco Manoel da Silva
e ''.. 32 4 ordem, 1 a Ne:to Campos e C, 4 a Nu-
nes Fosees e C, 2 a Olivei a Basto e C, 6 s G.
Ca'doso e C, 1 a Antonio Jos Motta Quimaries,
la Salaaar e C,2a Jaeintbo P. Pontee, la
Mata e Silva, 6 a G m<-s de Mattos Irmios, 8 a
Ant ci Daarte Caroeiro Vanos, 1 a Leite Bas-
to c ('., 2 a Coorxd Wacbsman.
Movis 20 raiio a Silva Feroandes e C.
Machtuismos e ferrsgens 87 volumes e D'Cas a
V. Neeseo.
Machinas de costura 16 Volumes s G. A. Soa-
res Leu, 21 a Aotooio Pinte da S Iva e C, 15 a
Manoel Collac e C, 6 a Ferreira Guiasrirs e C,
16 a Nones Foaseca e C, 81 i crdem, 16 s Bcr-
net e C, 15 a Albino Silva e C, 1 s Goimiries
C >rdoso e C, 6 a Ppula Irmios e C, 1 s Anto-
nio p. de Sobra Soares, SI a Gomes de Mslt s
Irfiios, 16 s A. D. Lima, 50 a Prente Viauua
e C.
Oto 4 barris s Fraocise Manoel ds Silvs e
C.
P,.pcio4 fardse A. Frrnandes.
Pimenta preta 10 saceos i Costa e iHedeiroe, 10
e Joaqom Daarte Hiuees i C, 20 4 ordem.
Pareaos 34 csixis a Ppenla Irmio e C.
Papel 3 osixas s Aogosto Feroandes e C, 1 a
J -aquim Bernardo dos R"is e C-, 1 a A. P. de 8.
Soi res, 9 s Ase vedo iC-, 1 i ordem.
Phospboros 60 caixvr 4 urdem.
Piano 1 caixio i orden. I
Pregos 14 caixas 4 ord^a.
Kotim 8 fardos a Parate Vieana s C.
Tintas 2 caixss 4 ordem.
Tecidos diversos 2 voloaei a R. de Drusina e
C, 18 s Berset C 1 a Guerra e Feroandes, 3 s
A. Vieirs e C, 39 4 ordea, 8 a Josquim Goocel-
ves e C, 1 a Rodrigoes Lima e C, 1 a F. Lauria
s C, 1 s D. P. WUde s C, 3 a L Mais C, 6 a
Arsenal de Guerra
De ordem do Illa. Sr. major director, prevlne-
se as costareiras deste arteasl que possuem guias
de us. 1 4 100, que nos diss 20, 31 e 22 do cor-
rente mes, serio distribuidas costaras, deyendo
ss proprias costareiras vir recebar as menciona
das costuras
Seceso das costaras do Arsenal de Guerra de
PernambuDo, 30 de Marco de 1888.
Flix Antalo de Alcntara
Alteres adjunto.
Santa casa da Misericordia do
Recita
Perante a Illas, junta administrativa desta
Santa Casa ir 4 praca na teree-feira 2<) do eor-
rente, o predio o. 24 da roa do Imperador, ser-
viudo de osas s quantia de 4' 04000 anoeaes pelo
aadar terreo, e de 6004 pelo 1 nadar e sotio.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 24 de Marco de 1888. '
O eserivio
Pedro Rodrigues de 8ouxa.
Aiheneul Misica Pernambucano,
16 de Marfo de 1888
Dj ordem do conselho, convido sos seohorss so-
cios para no dia 21 do corrate, 4s 7 horas da
Quite, comparecerem ns sede desta sociedsde, sfim
de : e'eger o novo conselbo.
O 1' secretario,
Sentino Pinto.
mmmmmsmmBmmm
Goncalvet Irmii e C, 4 a 0,iato Jardia eC 3 a
Joaquim Agoetinbo e C, 5 a Mechado e Perelra,
2 a Agostinn) Ssntos e C, 9 a Francisco de As-
vedo. Vellos 100 caixas s Paiva Val. ote s C, 25
a Guadea -n Araojo e Ftlbo. Vidsoa 1 barrica a
F. M. da Silva eC, 5 a F. Stbtbo C, 1 a
Ferreira Guimaries e C.
Z uc 1 caixa s F. J. dos P. Gaimaries.
Vapor americano Advanee, entrado de New-York
s escalas em 17 do correte e cooaigoado a H
Forster e C ; manifestoa :
Agua fl jrida 3 caixis a Gaimaries Cirdoso e C
Amostras 7 volantes s diversas
Banha 12 caixss a Gaedes de Araujo e Filho,
100 barris s Joaquim Daarte Simo js e ',., 50 a
Domiogos uros e C, 15 aos consignatarios.
Breu 20 barricas s Ferreira Guimaries e C.
Bacalbio 200 tinas a Brevas e C.
Bocees para caodieiros 1 caixa a Ferreira Gui-
maries e C
Fariuha de trigo 125 b irricas a Paiva Valente
e C, 250 aos consignatarios, 1.500 a Lopes e C,
100 a Sonsa Basto, Amorim e C, 50 saceos 4 or
asm.
Perrsgeos 1 caixa a J" U. Bsxwdll, 1 a Ferreira
Gaimari'S > C.
Fogoe da Caioa 20 amorrados a Costa Lima e C ,
50 a i'aiva Valente e C 40 a Joaquim Daarte Si-
uiors e C, 60 a Fcrnandes Iruiio:, 25 e Aagusto
Figueiredo o C, 25 a Quedes de Araujo e Filbo.
Garrafas 2 caixas a A. M. Veras e C.
K r sene 500 caix .s 4 ordem.
Machinas para d<-seeroc,tr algodio 1 caixa a Fer-
reira Gu maraes e C
Mereadorias diversas 8 volumes a Guimaries
Cardoeo e C, 1 a Salas it C
Mxchinismoe 2 v luwt-s a Poblmina e C.
Maz -na ">> cama a F rnandi s da Costa e C.
M.aquiteiro 1 caixa aos eoHSignatarios.
Objectos para dentista 1 caixa ao Dr. S. R.
Wmg.
Pa .le ferro 9 ten i a Keis < Santos.
Peonas 3 caixas ao Loudou Bi as lian Uaock.
Relngios 10 vo.u oca 4 ordem, 4 a U del e Da-
vid, 4 aOn consign taos.
Toumnbo 6J b.rris a Jonquim Duarte Siuves
e C, 2iJ a Djuimgos Cruz e C, 30 a Foruandeeda
CovtH e C.
Tiuta 8 volumes A bino Silva e C. 138 a Vi-
aoua Castro e C, 100 a S r4ea r C
i'ecidus diversos 5 volumes a Rodrigues Lima
* C. 10 a Luis Autooio Sequeira.
Veioeip -d. s 1 caix a Ferreira Giimaries e C.,
1 a Guiuiariea Cerdoso e C.
Vaoor naciooal Espirito Santo, entrado dos por-
tos do Sul em 17 e eonsignido ao visconde de ita-
qm do Norte ; mtuif at C ii'g* do Ri i de J ineiro
Oilcil) e ejoroe 2 c.ixoes a Jos A Beltrio e
irmio, 1 a Cesar Lopes e C. *='
Chpeos t caixio s Aiolpho e Korrio.
Cafe 200 sacos a Sousa Basto, inortm e C.,50
a F ruandea e Irmio, 20 a Antonio Joa Soares a
C, 60 a Victorino la Silva e C 62 a Lipes Maga-
Ihiei e C, 100 a Feroandes da C >sta a C, 100 a
Joaquim F. de CarvalDt e C 316 a Domingos Cruz
e C 230 s Mauoel Fumo 30 volumes a I ao Vctor Alve Matheus,
2 a J. P. Pont s, 18 Santos e C 1 a Jos Auto -
nu t'ereifi, 17 a Antouio G. Scora, 4 a Paiva
Valeutc C
L uh i 1 c .na a Alfredo L ipes e C.
Merendonas diversas 23 volumes a Almeida Ma-
cb id e C, 8 4 ordem, 31 4 Presideucia.
Meias 2 caixis a Gome> de Mattos Irmios, 1 s
Guilberuui Porto s C 1 a A Bapbael e C.
Perfumara 1 caixa a Jo- A Santos
Panno de algodio 23 farJos a Rodrigue Lima
e C, 25 a Silveira e C, 20 a Machado e Pereirs,
15 a A. de Britto e C, 25 a Ferreira e Irmio.
Koupi 1 aixa a Couto S ntoe e C
Vinagre 5 barris 4 ordem.
V'iub 20 barus 4 ordem.
Xnrque 414 4 ordem, 10J a Ba'r Oliveira e C,
50 a F. Q.mes Leal, 30 a Joio Pereirs e C 125 s
Jos Piedade, 224 a Viuva Conba, Georo o C, 80
a J. A. da C Lastcii, 50 s Marques Santos, 100
a Jos A dos Sautos, 50 a Saltar David.
Carga da Bahis
Charutos 8 caixtes oriem, 1 a Joaquim B. dos
Res, 1 a Almeida M.chalo, 3 a R de Drusioa e
C, 2 a Joaqiim L. Barros.
Chapeos 1 caixio a A. Oliveira e C, 1 a A. Lo-
pes e C., 2 a A P Caroeiro da Silva.
Fumo 180 volumes 4 ordem.
Fu de algodio 30 saceos a Ferreira Guimaries
& C, 30 s J&o F. Leite.
Mercadjrias diversas 6 volumes 4 ordem.
P-nno de algodio 46 fardos a Olinto Jardim
& O, 30 ordem.
Vb.it nacijni.1 Jaguaribei, entrado dos por-
toa i n-itc eui 17 d. corrento'e consignado a
Compmhta Pcrnatnbucana, m-.n:lot .'i -
Mercadorias diversas 1 volume a W. flood, 1 a
F J. P. Gaimaries, 2 a J.> B. de Castro e
Silva.
Pelles de cabra 1 fardo a H. Liadgren & C.
Sola 200 mcios a J. B. de C. e Silva. ,
Vp r nacional Pirapimaa, entrado dos portes
do norte, nhia Ptroambucana, roaoif ttiu :
Algodio em rama 276 saceos a Machado & Pe-
reira, 432 4 ordem.
Barris vasios 18 4 ordem.
B. rracba 3 volumes a Abe Steio & C.
Chapeos 9 fard Cera de carnauba 6 saceos a A. Oliveira Oc C,
81 4 ordem, 85 a Gomee de Mattos Irmios.
Cominos 4 tardos s H. Nuesch k C, 1 a Wil-
son Sons ir. C, 1 a Pareoto Viaom.
Cobros salgsd.8 seceos 46 a Brost Imam & C,
99 a Wils: n Sons or C.
Esteira 29 r l.s a Joio Ramvs 4 C, 20 a Costa
Lima ce C
Gomma 8 saceos a Rodrigues Lima dr. C. 10 s
Lu Qoncalves da Silva & Pioto, 8 a E. ds Cu-
nta B Itrij & Irmio.
-Mercad ras diversas 1 cuixa k Gomes de Mat-
tos Irocs.
Ovas de pcixe 1 caixa 4 ordem.
Pelles 4 fardos s Sonta Nogueirs de C-, 66 a
Abe Steio 4 C.
Penuss ds emms 2 ea:xas a A. Oi'veira A C ,
18 a oidem.
Sola 10 rolos a Lu* A. Seqaeire, 20 a Gomes
de M tt.s Irmios, % 0 meios aos mesmos.
Vaeseures de palba 2 volumes a Costa Lima
4 C, 1 a J. J. de Miranda.
Velias 9 caixss s Affossa de Oliveira a C.
Bares ncruegnense Mitford, entrada de New-
CaStlc, em 17 do c rrente e consignada 4 ordem,
soauiiestou:
Cervio de podra 641 tonelada 4 ordem.
Barca oorsesaoue Tordeiukyold, entrado de
New-Port, ea igual data e consignada a W i len
Soos e C, mnisfestoa :
8. R J.
cleSsSe Kecrestiva Javestade
Asseabls gersl extraordinaria em
18 de Mareo
De ordem do 8r. presidenta, convido todos os
socios para se rennirem em nossa sede social no
dia cima indicada, pelas 4 lil horas da Urde,
afim de proeeder-ee a eleieio para os csrgos de
vice-presidente e bibliothecsrio.
SecreUna da sociedsde Recreativa Juventude
15 de Marco de 1888.
0 1- secretario,
_________________Manoel Joaquim Baptisu.
Conipanliia Pheoix Per*
nambucana
Nos termos do % 1* do srt. 25 dos estatutos, sio
convidados os smbore* accionistas psrs aassem-
bla gersl ordinaria, que deveri ter logar na tor-
ee-fera 20 do corrate, ao meiu dia, no eseripto-
rio de companhia. A convocacio tem por fim :
Delib-rsr sobre o inventario e contas ds admi-
nistracao, e dar execacio 4 Ia parto do 2 do
art. 30 dos mesmos estatutos. A sssemblea geral
delibersri com o numero de socios que con-pa-
recer. Pernsmbuco, 13 de Marco de 1888.
Os sdmioisirsdores
Luis Duprat.
Manoel Gom s de Mattos.
Manoel da Silva Maia.
"""VfipesasapsBBSSBsaaasBaaasaBSBa
Ca vio de pedra 855 toneladas aos consigna-
torios.
Escuna sllemi Mmrie, eotrado de Cabo Verde,
na meama data e consignada 4 ordem, manites-
tes'i
Sal a gianel 87 moios 4 ordem.
Vapor francs Vle de Pernambuco, entrado do
Havre e Lie boa em 18 do crrente e consignado a
Augusto Labille, manifestou :
Carga do Havre
Amostras 5 vslames a diversos.
Agus de flores de Isranjeira 10 volames a
Francisca Manoel da Silva e C
Agua mineral 10 Caixas eos mesmos.
Botoes .1 caixa a Francisca Launa e C, 1 a
Nuoes Fons-ca e C
Batatas 100 meias caixas ao consignatario, 100
a Sulser Kauffmann e C, 150 a Silva Gaimaries
e C.
Conservas 2 caixas a C Pluym e C.
Cognac 10 caixas a Jos Joaquim Alves e C.
Couros 3 caixjs a Sulz-i K luffmaoo e C. Di
tos e calcado 3 uaixdes a Nuues Fonseca e C. 4 a
Ferreira Barbosa e C.
Cerveja 50 caixas ao consignatario.
Calcado 4 Ciii ..rdeuj, 1 a Albino Cruz
e C, 1 a Tbomax di Carvalbo e C
Cartae para jogar 1 caixa a G imes de Mattos
Irmios.
Colla e tinta 2 caixas a Joio Waliredo de Me
deiroe
Chapeos e papel 2 caixo M a Raphael Dias e C.
Drogas 10 volumes a rtouquayrol Freres, 18 a
Francisco Manoel da Silva e C, 1 a H. de Sjuza
Peieira e C, 1 a Farla Sobnnb i e C.
Ferragem 10 caima s Albino Silva e C, 1 a
Oliveira Basto e C, 1 a Maooel Joaquim B beiro
e C, 1 a Prente Vanos a C, 9 a Matan la
e Soasa.
Formas para calcado e ca'; ido 7 eaixojs 4 or-
dem.
Lua 1 fardo a Caetsoo C. da C. Moreira.
Looca 1 caixa a Joaquim Daarte Simos e C.
Livros e outros artigos 2 Caixojs a C. Pluym
C.
Maoteiga 20 barris e 20 meios ditos ao consig
oatan ., 40 a 60 a Paiva Valeute e C, 65 e 115 A
ordem, 15 20 a Joaqmm P.rreira de Crvalh >
e C, 20 e 20 a Ferreira Rodrigues e C, 20 e 3) a
S uta Busto Amorim e C 20 e 40 a Joaquim Duarte
Steos e C, 10 0 a R. de DrsaM eC, 24
caixas a Amorim Irmios e C., 9 a Paiva Valente
e C, 50 a Pereira Caroeiro e C 10 a Sonta Basto
Amorim e C.
VI vea vidros, e espelhos 3 aaixS'S a Aotooio
Duarte Caroeiro Viauua.
Mercadorias diversas 12 volumes a Gomes de
Vlattos Irmios, 4 a Nunes Fonseca e C-, 1 a W
Hi liday e C, 5 4 ordem, 2 a L. de Moraes Pi
nU-irc, 4 a Francisco de Az^vedo o C, 1 a J.
Ki -uae e C, 1 a Maooel J^aqaim Ribeiro c C, 2
a Agosituho Santos eC 3 a A'tt.oio Duarte Car
oeiro Viaooa, 3 a Amorim Irmios e C 3 a M. la
e Silva, 3 a Cesar L>pei e t.'., 3 a Frederico e C,
5 a R. de Drusioa e C 2 .. Guimaries Irmios e
C-, 2 a Gaimaries Cardoso e C, 9 a P. Liara e
C, 10 a Prente Viauoa e C, 1 a J. J. G. Novaes,
3 a Luis Antonio Siqueira, 1 s Manoel da Cunba
L bo, 1 a tageoio Goacalves Casc&o, 2 a G. La-
porte e C 2 a Ferreira Gaimaries e C. 3 a Ma
ooel Coliacj e C, 9 a Courad Wacbsmanu, 4 a
Guimaries e Perman, 1 a Monhird Haber e C.
Modas 1 caixa a Francisco Qurgel e Irma).
Ocre 20 barricas a Faria Sobrinho e C-
- PorcelLoa 6 barricis a R. de Druaina e C, Di-
ta e Iones 2 volumes a Feroandes e Irmio
Perfumaras 2 caixas a F. Lauria e C, 2 a Nu-
nes Fonseca e C.
Pregos 1 barrica a Ferreira Gaimaries e C.
Papel 5 caixas a W. Halliday e C, 1 a Prente
Viaona e C.
Que i jos 15 caixas s Med-iros e Soares, 10 a
Pai va Valente e C 25 s Joaquim Felippe e Aguiar,
32 ordem, 11 a Domingos Ferreira da Silva e
C, 22 a Joaqim Ferreira de Carvalho e C.
Rolhas 1 saco a Francisco Manoel da Silva e
C, 4 a Paulino de Oliveira Maia.
Roupa branca 1 caixa a Mendoncn Primo e C,
3 a Francisco de Asevedo e C, 1 mala ao Dr F.
A de Sooss e Silva.
Tecidos diversos 2 volumes a Ceamer Frey e C,
4 a Ferreira'e C 7 a D. P. Wild eO,l l Narci-
so Maia e C', 1 a Olinto Jardim e C 5 4 ordem,
3 a Luis Aotooio Siqueira, 2 a Bernet eC.,1 a C.
Wacbsman, 1 a Alves do Brito e C., 4 a A. Maia
e C, 3a Rodrigues L 1 C
Tintas 4 caixas a Ferreira .Irma-., 1 a Manoel
Alves Barbvsa Successor, 12 barricas a Ferreira
Quimaries e C.
Vidros 1 volme a Manoel Joaquim Peieira, 1
a Deodato Torres e C, 2 a B. Du*rte Campos
eC.
Velas 5 caixas 4 critm.
Vestidas 1 caixa a Amorim Irmiot e C.
Carga de Lisboa
A'btt 50 ceoastrs a Paiva Valente e C.
A liseme 15 stecos a Francisco Ribeiro Pioto
Quimaries e C
Agua mineral 1 csixa a Ferreira Rodrigues e C
Azeite de oliveira 100 caixas a Domiogos Cruz
e C, 4 a D. G. Ribeirp, 10 a Doaingos Ferreira
da Silva e C.
Amendosa 1 cotia a Amorim Irmios e C
Bsgas 4 bsiricas a Pinto e C, 1 Costa e Me
deiro.
Cevada 5 barricas s Domingos Ferreira da
Silva e C.
Cbolas 20 csixas a Gonc^lves Rota e Fernan-
des, 25 a Joaquim Duarte Simee e C, 75 a Silvs
Quimaries e C., 30 s Gnimsries e Vlente.
Carne em conservas 1 caixa a J-s Joaquim
Alves eC.
Conservas 21 caixss 4 orden.
Cestonhss 1 csixa a Aerantes e C
Cominbos 3 taceos a Joaquim Felippe e
Aguiar.
Confeitos 1 csixa a Jos Joaquim Alves e C.
Drogas 2 caixas a Pareute Viauna e C.
Hervadoce 5 saceos a Francisco R. Pinto Gui-
maries e C, 5 a Domingos Ferreira da Silva e C,
2 a Joaquim Duarte Simse e C.
Folhas de louro 3 volumes s Joaquim Felippe e
Aguiar.
Msssa de tomate 2 caixas a Jos Joaquim Alves
e O, 6 a Frsnciseo Ribeiro Pinto Qu'maraes.
Mallas 1 caixa a D. Gomes Machado.
Palitos 2 caixoes a B. Lopes Pereira.
Passss 23 volumes e 1 caixa a Domingos Fer-
reira da Silva e C. 2 a Silva Gaimaries e C, 7
fardos a Carvalho e C.
Sardinhas 32j2 barricas a Francisco R. Pinto
Gaiararaese C
Trigo 4 saeoot a Manoel S. do Figueiredo.
Toseialto 15|2 barris a F. Ribeiro Pinto Gui-
aarfeseC.
Vinbo 90 pipas a Domiogos Ctai e C, 23 e 40
barra s Antonio Maris da Silva, 6 e 8 a Victo-
ria* Sirva e C, 3 e 40 a Joaquim Felippe e Aguiar,
10 60 a AJaeide MachadoeC, 15 barris afras-
cisco Ribeiro Pinto Quimaries e C, 50 a Antonio
A. de Leaos, 800 a eoniignatario, 2 Antonio
Associagie Commercial Agrcola
de PernaBbuCo
Assembla geral
De orden do Sr presidente desta associacio,
sio convidados seus sttociados para a reunii, que
deve ter lagar no dia 31 do corrento, na sede da
mesma, as 10 borss da manhi, afim de te proc
der a eleieio da nova directora e da commissio
de exame de contas, e ser feita a leitora do rela-
torio' da actaal directora, conforme preceita o
art. 39 dos notaos estatutos.
Associacio Commercial Agrcola de Pernambu-
co, ao* 17 de Mareo de 1888.
O 1- secretario,
Antonio Arthur M. de Mondones.
Estrada dr Ferro de Klbelrio
ao Bonito
Atsembla geral extraordinaria
Por deliberscio da directora sio couvidadao os
Srs accionistas para te reuoirem oo <>serptorio
desta empresa ao meio dia de 22 do correte, afim
de se resolver sobre o prosegnimento das obras da
estrada e de novas encommeodar dt material que
se tem de farer.
Recif-i, 18 de Marco de 1888.
Jos Bellarmino Pereira de Mello,
Director secretario
J. R. da Suva, 10 a Gonc.lvcs Rosa e Fernn
des, 30 a Soasa Basto Amorim e C., 3 a Aagutto
Figueiredo e C 3 a D. Gomes Ribeiro, 30 a J.
C. Loureiro, 3 a J. Martios Viegae, 3 a Abraotee
e C, 60 caixas a Joqaaim ds Silva Caroeiro, 1
a Quiutino de Miranda.
Vapor francs Portugal, entrado de Buen s Ay
res e escala, em 19 do eorrente e consignado a
Augusto Labille, manifestou :
Amostras 1 vulumea Jjaquim Lopes de Barros.
Farello 500 seceos ao mesmo.
Fractas 30,2 caixas ao mesmo.
X-irque 1037 fardos a Amorim Irmios e C, 500
a Baltar Oliveira e C, 571 a Jote da Silva L yo
s Filbo.
Espartabas
eacnTB. 17 db Kssoo oS 1888
fara o exienor
Nj brigue allemio H. Lolling, carregn-
ram :
Para Canal, Amjrim Irmios St C. G00 saceos
com 45,000 kiles de aaaocar mascavado.
No vapor ia ;les Rubeus, carregou :
Pera Liverpool, J. L. Burle 27.84U kilos de pi
brasil.
No gar iogles Merrilt, carregaram :
Psrs N.-w Yirk. Julio & Irmio 4^7 saceos com
31,275 kil de assucar mascavado.
*= No vap.rfrauces Portugal, carregou :
Para Parts, J. B. da Silva 3 kilos de ouro ve
Ibo.
Na barca portuguesa Lipes Duarte, carre-
garam :
Para o Porto, 8. Brito Amorim & C. 724 couros
salgados Com 8,638 kilos.
No brigue portugus Dous rmaos, c*rre-
gou :
Para Lisboa, J. Abraates 1 oitrrica com 114
kilos de assucar braoco e 1 dita com 74 kilos de
caf.
Para o interior
No vapor nacional Cantillo, carregaram:
Para o Rio GrauJe do Sul, J. S. L>yo & Fiha
370 saceos com 7,750 kilos d i assucar braoco.
Para Rio d* Janeiro, J. S Loyo & Filho 4,0 0
saceos Com 240000 kilos de assucar otaecavado ;
P. Caroeiro & C. 20) sacias com 13,319 kilos de
algodii.
No vapor fraucx Vitle de Pernambuco, car-
regaram :
Para Saotos, Anorim Irmija 4t C- ,700 saccas
com 42,00 J kilos de assucar braoco e 500 ditis
com 30,000 ditos de dito masoavado.
No vapor allemio B. Ayres, carregaram :
Para Rio de Jaaeiro, H. Burle & C 660 saecas
com 4H.427 tilos de algodio.
Para Santos, Amorim Irmios & C 60 cascos
com 17,.'80 litios de alcool, 825 saceos com 49,500
kilos de assucar braoco o 1,500 ditjs com 90,000
ditos de dito mascavado.
No vapor americano Advance, carregaram :
Para Santo., P. Alves 4b,C 150 i.accot com
9 0X) kilos de sasucar branco e 100 dit.s com
6,000 ditos de dito mascavado.
Para Rio de Janeir >, Costa & Fernandos 10
caixas com mangas, fructa.
No vapor nauional Espirito Santo, carrega-
ram :
'Para Maoos, M, Cooha 200 barricas com
13,338 kilos de assucar branco ; P. Alves & C
20 barricas com 800 kilos de assucar efiuado ; P.
Pinto & C. 60 barris com 5,760 litros de aguar
dente ; F. A de Asevedo 10 barricas com 805
kilo* de de assucar brauco ; J. M. Das 20 bancas
com 1,230 kilos ia assucar braoco ; Amorim Ir-
mios aV C. 50 barris eom 4,800 litros d agur-
dente ; J. Borges 80 volames com 6,203 kilos de
assucar branco.
Pata Para, J. Borges 300 bairicas com 21,569
kilos de sssacar branco ; B. C- Beltrio & Irmio
21 0 barricas com 8,401 kilos de assucar braoco ;
Amorim Irmios & C. 50 oarris com 4,800 litros
de agurdente ; Viuva de Manoel F. Marques &
Filho 200 barricas com 13,043 kilos de assucar
braoco ; P. Aivee & C. 120 volumes com 7,538
kilos de assucar brauco e 70 ditos com 3,600 di-
tos de dito refinado ; J da Costa 40 dalias de
vassoaras de carnauba.
Para Cear, F. A. de Asevedo 35 saceos com
1,875 kilos de assucar branco ; J. M. Dias 16 cai-
xas com 186 1|2 kilos de rap.
Para Marankio, Maia & Rezende 1 pipa com
480 litros de agurdente.
Na barcaoa D. Sinh, carregaram :
Para Natal, E. C. B.Itrio A Irmios 10 sacos
com 600 kilos de assuear branco.
na Na barcaca Correio Parahybano, carrega-
ram :
Para Parebyba, E. C. Beltrio & I.-mios 10 bar-
ricas com 591 kilos de assucar retinad..
Banco de Crdito Real
de Pernambuco
Em currprimento dos j 9 e 12 do art 83 dos
ettatutot e das ditposiedet ds lei n. 3160 de 4 de
Novembro de 1882, convocamos os senhores ac-
cionistas a rennirem-se em atsembla geral ordi-
naria, no dia 28 do corrento mes, ae meio dia, em
urna das salsa da Associscao Commercial Benefi-
ceote, afim de Ibes ser preseote o rotatoria das
operaedes do anno bsneario fiado em 31 de De-
semhro de 1887, acompanhado do, parecer da eom-
missii fiscal e proeeder-se 4 eleieio do presi-
dente, vice-presideate, 1.* e 2. secretorios da
assembla gem e bem sssim dos novos mem-
bros da adminiatrscio para o biennio de 1888
1890. t
Recife, 9 de Marco de 1888.
Os administradores,
Manoel Joio de Amorim.
Antonio Fernaodes Ribeiro.
Lais Daprat
I

o, xv. \j.
Sucledade Recrealltn Commercial
Seientifico sos senbores socios que acha-se
transferida a sede social para a ra de Marcilie
Dias n. 32, sntiga Direito. O enaino e recreio
principiar a hora do entume.
Secretoria da soeiedsde Recreativa Commer-
cial, em 16 de Mareo de 1888.
O 2- secretario.
M. J. Ribeiro Jnior.
Entraram :
67 bois pesando 10,8)0 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro & C. 46 ditos de 1*, 8 de 2* e 18
de particulares
581 kilo* de pene a 20 rit
82 bargas de feriaba a 200 ris
28 ditas e fruc^as diversas a
300 rs.
23 taboleims a 200 ris
42 Sainos s 200 ris
29 Matutes com legumes s 200
ris
Fnram occapados :
52 columnas a 600 rit
2 Etcriptorio
38 compartimentos de farinha a
500 ris.
42 ditos de eomida a 500 ris
197 ditos de legumes a 4i>0 ris
36 ditos de sainos a 7 0 ris
20 ditos de tressurae a 600 ris
20 tainos a 24
4 ditos a 14
A Oliveira Castro & C:
108 talhos a 14
ieve ter sido arrecadada uest otas a quaotia de
tveiidimento dos dias la 10 d cor-
rente
Foi arrecadado liquido at noje
t'reco8 do dia :
Uarue verde de 280 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 560 a 640 rom idain-
rarioa de 20J a 28 J <-is a cuia.
Milho de 240 a 28 I ris idem
' eiiao de 640 a 14280 dem.
Matad*' aro publico
Foram antidas oc, Jdataaouro da Cabanga 80
retes para n consum do da do boje.
>eudo : 59 reres pertencentefl a Oliveira Castro
fc C, e 13 a diversos.
Vapores entrar
UBZ DB MARCO
Norte......... Pernambuco....... 24
Europa...... .Veua............. 24
Sul........... Maranho......... 26
Europa....... Ville de tiahia ..... 28
Sul.......... Elbe.............. 29
Europa. ..... Trent............. 31
114620 164400
84400 44600 84400
54300 314200 600
194000 214000 784800 254200 124000 404000 44000 1 1 i 1
1084000
3954020 '
3:3284020
3:7234040
'
Vapor f sabir
Santos e esc.
Bueoot Ay es
Cammossim .
Sal.........
Norte.......
Sentse esc .
Southamptoa.
Buenos Ayres
HEZ DE MARCO
Vi lis de Pernambuco.
Nevo.............
Pirafama .-........
Pernambuco.......
Maranho.........
Ville de Bahia.....
Elbe..............
Trent.............
hojeas o h.
21 s 2 b.
24 as 5 b.
25 la 5 h.
27 s 5 h.
29 s 4 b.
29 s12 b.
31 s 2 b.
Anrorita
Anas Carpir......
Bro..............
Cbrictian Scriver ..
Costa Lobo........
(i. C. Stenfbrd.....
Hennk VergeUnd..
Uermad...........
Helena...........
Navios entrar
Ki. de Janeiro.
Hiin burgo.
Rio (irande do Sul.
Rio de Janeiro.
Rio Grande do Sul.
New-York.
Rio Grande do Sal.
Rio Grande do Sal.
Hamburgo.
fioTlmeato do porto
Navios entrados no dia 18
Baenos-Ayres29 dias, barca iogleza
Nevada t, de 674 toneladas, capitao
A. Donaldaon, eqaipagem 14, em las-
tro ; ordem.
Havre e escala 20 das, vapor framez
c Ville de Pernambuc} de 1595 to-
neladas, commaodante Len Sebire,
equipagem 40, carga varios gneros ; a
Aligaste Labelle.
Teara Nova 36 dias, escuna iogleza
nil.ll. tro
avasae
Pelo vep. smer. Advance, par:
Rio de Janeiro 6.0004000
Pelo vsp. nac. Espirito-Santo, para :
Para 2:0004000
Bendlmente pblicos
tas D X4BCO
Atfandeya
Renda reral
Oo dia 1 a 17
dem e 19
508:2284713
41:4764429
Renda provincial
Oo dia 1 a 17
dem de 19
81:9594047
7:19U429
549:7051142
89:1501476
Somma total
seccio da Alfaadega,
638:855J618
19 de Marco
Segunda
de 1888.
O tbesoareiroFlorencio Domingues.
O obele da seccaoCicero B. de Mello.
Berefeedorls (eral
Do dia 1 a 17 51:8624198
dem de 19 3:6814410
55:5134608
aseeeaadorls provincias
Do dia 1 a 17 13:369*661
Idea de 19 7.3944269
stoelfe Drslnaae
O* dia 1 a 17 39:3324146
Idea de 19 4:8934628
20:7634990
41:2254673
ereaslo alelpal de
O aoriaento deste Mercado nos dias 17 o 18 de
Marco foi e seguiste:
< Sparkling Glanc de 158 tonela-
das, capi(3o E. J. Richards, equipagem
7, carga Bacalho ; ordem.
Navios sahidos no mesmo dia
Porto Alegre e escalaVapor nacional
Cimillo commandante Frank Con-
ditt, carga varios gneros.
Buenos Ayres Palhabote ioglez Apbro-
dite > capitao J. Coives, em lastro.
Navios entrados no dia 19
Buenos Ayres e escala 10 dias, vapor
francs < Portugal de 3572 tonela-
das, commandante Grou, eqaipagem
145, carga vsrioB gneros ; a Augusto
Labille. j
Bahia 9 dias, Patacho sueco Almina ,
capitSo J. Tborc, equipagem 6, carga
xarque; a Pereira Carneiro & C.
Macah 9 diaB, barca inglesa Cricket ,
de 320 toneladas, capilfto James Cran-
cb, equipagem 9, em lastro; ordem.
Terra Nova30 dias, lugar ingles c Nel-
ly i, de 183 toneladas, oapitSo Hen-
rv Olsen, equipagem 8, carga bacalho;
a Blackburn Nepdhan & C.
Cardiff38 lias, barca noruegaense For-
tnaa s, de 440 toneladas, capitao H. J.
Larsen, equipsgara 11, oarga oarvSo
de pedra ; estrada de ferro de Cazan-
g*.
Sahidos no mesmo dia
Bordeaos e escala Vapor francs c Por*
togal commandante Groa, carga va-
rios gneros.
Santos e escalaVapor alIemSo < Baenos-
Ayres i, commandante E. Sowe, carga
varios gneros.
Manaos e escala Vapor nacional Es-
pirita Santo commandante Carlos A
Gomes, oarga varios gneros.
Rio Grande do Norte Hiato nacional
Correio do Natal >, mettre Joto Gao-
dea de Monra, carga varios gnerof.
BarbadosLagar ingles t Colewdig ,
capitao J. Tregaskiss, era lastro.
LiverpoolVapor ingles Marinar, com-
mandante J. Blaok, carga varios gene*
roe. BBBBB



Diario de Pernambuco---Tcrfa-leira 20 de Marfo de 1888
V


-- LL
___O procurador dos feits de faaend.
provincial, tendo receido do Tbesouro
Proyinoial as relaces abaixo transcriptas
do de-edoree do imposto da dcima do
exeroioio de 1884 a 1885 da fregueiia da
Boa-Vista que deixaram de pagar no tempo
competente, declara aos mesoios devedoros
que Ibes fioa mircauo o prsso de 30 das, a
contar da pubficacao do presente edital, par*
recolberem a importancia de aeui debito a
Recebedoria Provincial com guia da seccSo
do Contencioso, certos de que findo o re-
ferido praso se proceder cobranca judi-
cialmente.
Procuradoria dos Feitos da Faaend* Pro-
vincial, 10 de Fevereiro de 1888
O procurador dos Feitos,
Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Relami dos devedorrs do imposto da dcima ar
baoa di eiercicio de 1884 a 1885, qoe deixaram
de pagar no tempo competente, da fregnesia da
Boa-V.sta.
Roa do Leio Coroedo n. 10. AJolpb i
Octavia! Lal Ferreira 9*733
Viseonde de Goyanna o. 155. Alnan
dre dos Santos Barros 40*48(1
Dita a. 137. O metmo 20*601
Largo da Igr< ja n. 7. Alvaro Affuoto ,
de Olivcira (pane) "*2ll
Punte Ve I ha n. 1C8. Amaro de Barros
Corre ia e oatros 41 < 20-'
Atalba n. 3. Amaro de Barroi Cor-
Cmnpantjia te J&eguros
CONTRA FOOO
NORTHERN
de Loadres o Iberdeen
Posico financeira (Dezembro de 1885)
Capital subscripto 3.000,000
Fundos accumulados 3.131,343
Recelta anual:
De premios contra fogo 577,330
Do premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
Q AGENTE,
John H. Boxwell.
rea 41*202
Dita o.' 5. O meamo 43*26 i
Tambin. II. O meamo 24*721
Traveaaa dis Barreiras o. 21. O oics-
bo e oatros 24*721
Coronel La meaba a. 4. Aman) Jca-
qaim da K'ooseea Aibaqoerque 4*721
Dita n. 6. O meamo 21*93!)
' Dita n. 10. O meamo 21*903
Fundicao n. 9. Amalia Carolina de
tiampaio Miranda 9*888
Dita n. 11. A meama 9*888
Dita n. 13. Amesma 17*304
DiUn. 17. Ammt 17*304
Dte n. 15. A meama 18*540
Dita o. 19. A meaaea 17|304
LuiadoBegj o. 7. Amelio Pcrreira
Saraiva 27*193
Capitio Aorta e Lima n. 50. Andr
Corcino d'AssampcSo 35*845
Viseonde de Alboquerqae n. 8. Ang-
lica Francisca B.stos 19*776
Gervasio Pires n 97. Atina Carolina
Lopes de O'.iveira 14*059
Dita u. 99 A mesir.a 12*360
Dita n 101. A meama 12*360
Riacbnello n.18. Amesms 41*:02
Viseonde de Qoyanna n. 81. Anna
Clara de Lemoa 21*903
Socego n. 4o. A mesma 14*852
Dita a. 55. A mesma 9*388
5-iledade u. 52. Annqnelada C. Al ves
da S.vi 61*803
Dita n. 10. Antonio Maiia do Corpo
de Dos Nasci ment 18J540
Conde da Boa Vstaos. 40 a 44. An-
tonio A'berto de Soasa Agotar 61*803
Santa Crn n. 52. Antonio Aivrs Moo-
teiro (1/2) 23|239
Viseonde de G yanna o. 56. Antonio
de Ar.vj Perrtira J.cobma 123*6- 6
Oinceic-i 87. Antonio de Asevedo
Villaroaco 30J901
Largo des Coelbci n. 25. Antonio Car
neirc da Caoba 18*540
D ia ti 27. O mesmo 29*665
Dita n. 29. O mesmo 14*832
Coelbts n. 22. O mesmo 30*901
Visoinde de Goyanna n. 14. Antonio
Diogo d. Silv. 24*721
DiU n. 16. O mesmo 21*903
Dita o. 24. O mesmo 18*510
Joe de Barios n 7. Antonic Feliciano
Rodiigoes Sctte 22*249
Ponte Velba n. 75. Antonio Peireira
da Roeba l*al 92*7U4
Viseonde de Albuqaerqac o. 21. An-
tonio Fraoceo das Cnagas 21*939
Estrada Lais du R;go o. 2. Antonio
PraneUco de Ouveira 7*416
Largo da Igrrja n. 7. O mesmo (e
parte) 1*121
Capitio Abren e Lima n. 2. Antonio
Gomes Pereira 12*360
Auroran 113. O mesmo 24*721
DiU n. 115. O meamo 41*402
Dita n. 121 Antonio Joaqaim Carneiro
de Albuqu-rque 30*901
Saudade n. 80. O meamo 61*803
Auroran. 119. O meamo 57*502
DiU n. 123. O mesmo 30*901
Santa Crns n. 56 Dr. Antonio Joa-
quimdeMirnea Silva 46*660
Viseonde de P-Iotas a. 9. O meamo 18*540
Coaeeicao n. 10. O mosmo 37*081
Kiachu-, II; n. 2 C. Antonio Jos de
S 7*416
Viseonde de Alboquerqae n. 36. Anto-
nio Jos Coorado 51*730
Capitio Antonio de Lima a. 46. Anto-
nio Jos Prsnciseo dos Santos 12*360
Viseonde de Guyana* n 147. Antonio
Jos Maia & C. (parte) 58*1 j7
Soledade n. 36. Antonio Jos Moreirs 18*540
Viseonde de Albuqu-rque o. 136. An-
tonio de Meneses Vieira da Cu*
nba (1)4) 6f 180
Ponte Velba n. 56. Antonio Moreira
Reis 14*832
DiU a 58. O mesmo 14*832
& Borja n. 9. Antonio Pereira Neves 8*652
Traveaaa das Barreiras n. 9. Antonio
Pinto Curio 19*776
Hoapicio ns. 36 e 38. Areelioa Xavier
Carneiro Rodrigues Campello 41*202
Sete de S tembro n 13. A mesma 41*202
Diu a. 15. A mesma 41*202
Becco de Santo Amaro n. 13. Ayres
de Albuqueique Grama 12*360
Traveasa do Veras n. 2. Adolpbo
Francisca Livra 19*776
BarSo de S. Borj, n. 16. O mesmo 82*404
Atalbo a. 27. O mesmo 12.360
P.aca do Coide d'Eu n. 26. Antonio
Ktrreira da Bocha Leal 82*404
Sete de Setembro n 19 A- Antonio
Joaqaim de Vasconcelos 24*721
Hospicio o 50 A. O mesmo 34*609
DiU n. 65 Bario de Bemfica 98*884
Conde da Boa Vista n. 29. 'Bario de
Campo Alegre 183*905
Praca do Coode d'Eu n. 32. Bario da
Eaeada 257*100
Princesa Iiabel n. 1. Bario de Goyao-
na 112*893
Imperatria o. 9. Bario de Nasareth 206*010
Diu n. 26. O mesmo 115*26 I
D tan. 49. O mesmo 252*362
Capibaribe n. 10. O mesmo 30*901
DiU n. 36 C. O mesmo 103*005
Ponte Velba n. 83. O mesmo 20*601
Dita n. 87. O mesmo 89*614
S. Goncalo n. 30. O mesmo 28*129
Antonio de Lima n. 34 A. O mesmo 27*194
Ditas. 34 B O mesmo 27*193
Dita n. 34 C. O meamo 27*193
DiU n. 34 C. O mesmo 24*721
DiU n. 36 O mesmo 30*901
DiU n. 88. O mesmo 27*193
DiU n. 38 A. O mesmo 30*901
Dits a. 38 B. O mesmo 30*9(11
Dita n. 8 C. O mesmo 27*193
Ponte Velba n. 98. Bario de Cimbres 34*300
Rosario n. 10. Bellarmino Angosto da
Silva 22*043
General Seara n. 3 A. Bemvinda da
Conha Sonto Maior 61*805
Bario de S. Borja n. 24. Bernardina
Tbeotooia Mooteiro 20*240
Santa Croa n. 72. Bernariino France-
lino de Car valso 61*803
Joio de Borres n. 21. Berthoiiao Cor-
ris de Amorim e outro 36*061
DiU n. 1. Brites de Alboquerqae Ga-
ma Lns -9*445
Prae* da Santa Croa n. 6. Clara Ar-
gemira da CosU Ribeiro 15*450
Rosario n. 60. A Mesas 9*270
SEGUROS
ARITUMS CINTRA FOCO
CoMpartia rfceadx Per
asstbseasia
RUADO COMMERaO N. M, 1* ANDAR
SEGUROS
COHIBA FCGO
Tito Liraw & LillOl & Gfli
INSUHANCS COMFAItfY
Blackburn, Needham 4 C,
________Ra do Commercio n. 8________
London k Brasilian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Saoca por todos os vaporea sobre as cai-
ras do iDesroo banco em Portugal, sendo
em LisbS>, ra dos Cepellistas n. 75. No
Porto, ra dos Ingleses.
LVDEMTSAORF
martimos e terrestres
EMtabelecIda rm 1 885
CAPITAL 1,000:0001
8INISTROS PAGOS
At 1 de Mrzrmhr* Je 11H4
Martimos..... U.0:08000
^Tpreslres..... Si6:000$006
44 Ra do Commercio 44
Norte Briil Nercail
L*AwJCr X As cVcalls
1:000.000 de libras sterlinsa
AGEHTES'
Adamson llowe & 0.
em cafa do
SR. JOHN H BOXWELL
26- Ruado Commercio 26
Recebedoria Provin-
cial
O ad ilustrador da Rjcebedoria Provincial tas
publico a quem ioteresssr posea, que por orden
do Illm 8r. Dr. inspector do Tnesooro, fica pro-
rogado at o fim do corrente mes, o praso conce-
dido para o pagamento, livre de mulu, das so
nuidadrs e mais servieos da cvmpanhia Drainaire,
relativas aos meses de Julho i Dosembro de 1887,
oo 8* semestre sddicioosdo aoexerctcio de 188i a
1887.
Becerx*Joria Provincial de Pernambaoo, 14 de
Marco de 1888.
Franoisee Amrntbas ds C. lloara.
Recebedoria provin
cial
Os sbaizo assignados, cobradores desU rece-
bedoria, prevmem aos aenbores contribuiates que
termina no 6m do corrente mes o reeebimento
com s mulu de 6 0(0 a dcima urbana e eontri-
buici i da eompanhia Drainage, e de 10 0,0 todos
os outros impostes, e dests data em diante paisa
rio a pagar a multa de 9 0|0 a dcima e contri-
buicio da eompanhia Drainage e a de 20 0,1 todcs
os outros impostos. Kecife, 15 de Marco de 1888.
Fredori o C. da Silva Goimaraes.
Joio Bernardo do Bego Vaienea.
BANGO lNTEENiCIUNiL
2.S.
DO
Capital
BRASIL "
20,000:0004
Gnwlliapiiiorisl
DE
Segaros coatra Fogo
EST: 1503
Edificios e mercadoria
Tai xa baxxas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
Un. t,00>:000SOO#
dem reallaado 19,000:0004
A caiza filial d'eate Banco funeciona i ra do
CotLmereio n. 40, aacca, visU ou a praso, con-
tra es seguintes correspondentes no estrangeira:
j Banco Inlernaclonal do Rr>
LONDON/ ail Mluale Janeiro. v
(London osslee.
m ( London dr. Couniy
_ ( s.Btlss tompaioy Llnaltet
PABI8 Brsisisie de Paria dk dea Pny a
Baa
Bam burgo.......
Berlim..........-
Bremente........I
Frankfurt s/ Main j
Antuerpia.......]
Boma...........'
geno va.
aples.........^ a nanc. ueoerale
Milio e mais 840/
cidades de IU-1
lia........
Madsid.......
bWcelona ...
Cadia........
Malaga. ....
Tarragonr. ..
Valenci e.outrasi
dade Hes
paoba '. iihas 1
Canarias
Lisboa.........j
Porto e mais ci-l
dades de Por-i
tuga I eilbas... ]
Buenos-Arres... .i
Montevideo......
Sova York......
Deutscnu Bank.
Benque d'Anvers
Bae i Genrale
agencias.
Banco Hrpctecario de
Eapsns e sus agen-
Banco de Portugal .
suas agencias.
Ri
S]
9 g
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l l -8
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Directamente
psra Enro-
na do Rio
da Prau.
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2.
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gffB
ais
n
fi
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B
n
H
a CB
5 =
T
ifs?
15 em Af.'padoa, a requerimento do ia ventar innte
meeiro dos beos qoe ficaram por fallecimento de
Jo-qoim Teizeira Bastos.
Desda j os Srs pretendentes poderio examinar
a referida casa.
Boa do Imperador n. 22
A't 11 horas
Leilao
7\ De 1 cofre ingles de Muera com 2 porUs, 7
dito americano, 1 piano de Bloudel, movis avul-
sos de Jacaranda e amarf.lo, gnards-loues, goar-
da-vestidos, mesas elsticas, appsradoree. sotas,
esdeirss, code.os. mobili i de Jacaranda, latas de
1(2 libra com man'eiga ingles, ditas com mantei
ga nacional, cognac, rbuin, vermoutb, cerveja, lou-
Cas para almo^o e juntar, copos, clices, eompotei-
ras, candietr.s para gas, jarros e muitos antros
objectos.
Qnarta felra, ti do trrenle
A's 11 horas
No armazem rm Mrquez de Olinda
u.. 19
POB INTERVBNQAO DO AGENTE
Gusiuo
Leilao
Reloj oaria
Englisb Bank of tbe
ver Fate, Limited.
G. Amsiok & C.
Compra saques tobre qualquer praca do impe-
rio e do estranger.
Recebe dinbeiio em conU corrente de movi-
mento.com jumara razio de 2% ao anno e por le
ras a praso a joros conveocionados.
O gerente, Wilriam M. Webters.
oWs d)
N. o-RA DO COMMERCIO -N. 5
Compmhia A Seguros
AGENTE
Miinirl Jos Vives
IV 9 Kua do Rom Jou< ->. 7
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos seguros a onict eompanhia nesU
pra^a que conced aos Srs. segurado! isempcio de
pagameoto de premio em cada stimo anno, o qne
equivale ao descont sonual de cerca de 15 por
cento em favor dos segurados.
fompanhia de edificado
Aos Srs. accionistas possnidorrs das acc&r de
umeros abaiio con,a,nico qoe torminou honten:
oprssopsra o recolbimento ds 10* presta ci
que rm virtude do art. 8* dos estatutos fi-a Ibes
mateado novo praso <*e 30 dias contados de b je
a 9 d* Abril vindonro para effectusrem o reeo
lhimoto da alloaid prestsfio mediante o jnre
de 5 i.
t 7 .632, 1701 a 1705, 1446 a 1455, 1746 a
1755. 1786 a 1795, 1861 a 1865, 1936 a 1940, 951
a 970, 1556 a 1565. 17% a 1805, 1816 a 1825,
1756 a 1765 597 602. 644 a 647, 1176 a 1185,
1356 a 1365, 1246 a 1255, 1906 a 1910, 618 a 621,
648. 1996 a 1998. 1186 a 1195, 1706 a 1715, 1881
a 1855, 1836 a 1860, 1991 a 1995, 557 a 581.
Recite, 9 de Marc> de 1888
R. Meneses,
Gerente.
Companhia de edif-
calo
Aos Srs accionistas, possuidores as sccei de
aomeros abaiao, commnoieo qne findou hootem o
aegnaJo praso de qne trate o art. 8' dos estatu-
tos e qne samen a correr boje e termina no dia
28 de Marco vindonro o ultimo praso pars o reco-
lbimento da nova prestafSo mediante o juro de
20/.-
633 1246 a 1255 1446 a 1455 1586 a 1595 1706 a
1715 1991 a 1995 1856 a 1860 1236 a 1245.
Recite, 24 de Fevereiro de 1888.
R. Meneses,
Gerente.
(0rW!i FaMrTA!;;NA
DE
VaTegaco Costclra por Vaptt
O eonselbo de direccio, convida aos Srs. accionis-
tas a reonirem se em nssembla geral no dia 3 de
Abril proz'mo, ao meio da, na sede da cempa
nbia, para Ibes ser apr>sentado o lelatorioe ba-
laoco do anno social ultimameote findo, bem c mi
renovaren) o conseibo de direccio e a cotnmissio
de exsme de contas.
Recife, 18 de Marco de 1888.
Os directores,
Manoi-I Joio de Amorim.
Por procuracio de Saund-rs Brothers & C., em
liquidscioJulius von Sobiton.
Artbnr B. Dallas.
Abras publicas
Ds ordem do Illm. Sr. engenheiro director dss
obras pobliess e de conformidade com a autorisa-
cio de 8. Ese. o 8r. vice-presidente da provincia,
do 3 do corrente, Caeo pablico que no dia 22 deste
mes, ao meio dia, oeste repartilo, recebe-se pro-
postss em cartas fechadas, competentemente asi-
ladas, para execucio dos reparos da poete sobre
o rio Ipojuca, na cidade da Escada,* oreados em
4782475.
O orcsmJDto e mais condicoes do contrata se
scham na secretaria deste reparticao, para aerea
examinados palos pretendentes.
Secretaria da reparticao das obras publicas, em
6 de Marco de 1888.
0 tmgeabeiro secretario
Luis Antonio Garateante de Albuquerqne.
MARTIMOS
lisbo? e Porto
Se^ae com brevidade para os portes cima o
patach i portugus Dous Irmaos ; para o resto
ds csrga trata-se com os consignatarios Silva
GuimsrS'a i U i rna do Commercio n. 6, pri-
meiro andar.
Uoiied States & Brasil 1. S. I C,
0 paquete Finance
Espera-s de New ron -News,
at o dia 3 de Abril o qual
seguir lepois da demora ne
"saariu paia
Baha. Klo de Panelro e Saatos
Para earga, passagens, e encommendas tracu-
* com os
AGENTES
Hcarv Fn-ser k C.
- RA DO COMMERCIO
1 'aitdat
A 8
N 8.
COMP4> H14 PKR> A H HI C X.4
DE
^avegaeio Costelraoor vapor
PORTOS DO NORTE
^araJu/ba, Natal, Macu, Mossonj, Ara-
caty, Cear, Aearahu e Camossim
O vapor Pirapama
C mm ndante Carvalho
Segu no dia 24 de
Marco, 8 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 3
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
4s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Cempankia Par*iamhufinn
______________n. 12 _________
R0Y4L N4IL SmM PAIKET
GOIPANY
0 paquete Neva
' esperado da Europa no dia 24
do corrente e seguir depois da
demora necesss ra para
Bakla, Hlo de Janeiro Monte
?Ideo e Buenos Aj-res
0 paquete Elbe
esperado do
sulate odia 29 do
corrente e seguir
depois da demora
ooeesaaria pars
Lisboa, Ygo e Southampton
0 paquete Trent
Espera-se da Europa at o
dia 31 de Marco e seguindo
depois da demora de costme
para
Macci, Babia, Re da Janeiro, Santos,
* Montevideo e Renos Ayres
ReducgSo ds passagens
Ida Id* t voita
A Soutbsmptou 1* elasse 28 42
A' Lisboa Ia claase 90 30
Camarotes reservados para os pasasgeiros de
Pemambnco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se eran os
Amorim Irmaos &C.
N. 3- RA DO BOM JESS N. 3
Compaitlaia Braillelra de Nave-
gaeSo Vapor
PORTOS-DO, NORTE
0 vapor Maranhao
Commandante JoSo Mara Pessoa
E' esperado dos portes do sul at
o dia 26 de Marco, e seguir
depois da demora indispensavel,
para os porto* do norte at Ma-
nos.
As eucommaodss sio recebidas na agencia at
1 hora da tarde do dia da sahida.
Para carga, passagens encommendas e valares
tracta-se na agencia
f ORTOS DO SUL
O vapor Pernambuco
Commandante o capitdo de fragata Pedio
Hyppoltto Duarte
E' asperado dos portes do nor-
te at o" da 24 de Marco e de-
pois da demora indispensavel,
seguir para os p"rtt do sul.
Reccne uunoem carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotes, Porto Alegre e Rio Grande d>
Sul, frete modic .
As er c-immr ndas e serio recebidas na agencia
at 1 hura da Urde do da da sabida.
Para carga, passgens, encommendas e valores
traU-se na agencia
PRA.QA DO CORPO SANTO N. 9

LELULH
QjMita feira 22, deve ter lugar o leilao de
terrenos proprios nos Aflictos em frente da est-
cao do m amo n me. Os concurrentes qne forem no
treno de meio dia torio passagem gratis.
Leilao
Ds urmaca > e generos do|estabelecimeoto de nio-
Ihados, pertencente ao espolio de Josquim Goocal-
Cascio i roa de Tbom de Sousa n. 4.
Agente Britto
O agente cima, a mandado do Illm. Exin. Sr.
Dr. jais de direite de orpbios e auaeates, levar
* leilao a referid* armacio e generos.
Terca-feira 20 do corren'e
A's 10 1/2 horas em ponto
por serem muitos os lotes.
Agente Silveira
Leilao
De movis, lougas e vidros
Terca-felra. o do corrente
A's 10 1/2 horas
No artnaztm do piteo do Livramento n. 37
O agente Silveira, devidamente autorisado por
duas familias qoe te retirsm para fra da provin-
cia, levari a leilao urna mobilia de Jacaranda com
tsmp de pedrs, ama dita de amarelio, 12 cadeiras
de pao carga torneadas, 1 mss elstica de tres
taboas, 1 estante pars livros, 1 mess, 2 aparado-
res, 1 secretaria, 1 cama de Jacaranda, 1 toilette
de Jacaranda, louess, vidros e mais movis do uso
domestico e 1 importante candieiro de crvstsl.
Todo ser vendido ao correr do msrtelio.
sente Pestaa
Leilao
Da bem afreguesada taverna e geneoa completa-
mente novos, sits roa da Detencio n. 35.
Tercfl feira 20 do corrente
A's 19 horas em ponto
Livre e-deseabaracada de qualquer onus.
O agente Pestaa far Idilio por Cunta e risco
de,quem pert-icer dos generos, e armacio da bem
afregoeaada taverna ra da Detencio n. 35, em
um ou mais lotes, a vontade dos Srs. compradores.
Garante se as chaves do mesmo estabelecimento,
o qual veode-se por iucommodo de saude de seo
propriet-irio.
<1 2 gigos com loufa
CONSTANDO DE
tigelas, pratos, chicaras e pires, ourines,
raabteiguc-iras, bacias, aseucareiros e
can i i< ir s a gsz
TER,"A-PE1BA 19 DO CORRENTE
A's 11 lloras
Agente Pinto
Ra Mrquez de Olinda n. 52
Por occasiio de om outro leilao de movis
Leilao
de ama mobilia de Jacaranda, caodieiros a gas,
caibonicoe kerosene, quadros, j-rros, eapelhis
grandes, camas de Erable, dita de ferro com
lastro de rame, aparadores, candieiros, mesas,
copos, louca e vidros.
TEHg A-FEIRA 19 DO CORRENTE
A's 11 horas
Agente Pinto
Ra Mrquez de Olinda n. 52
Por occasiio de um cutro leilao de gi jos com
loaos e bacalhio em csixas.
Bss eontlnuaeo
Ma'as para viagem e bailadas pra collegio.
Agente Burlamaqui
Leilao
De ama casa terrea sita ao Largo da Psa
a. 15, em Afogado
lerya-feira 20 do corrente
O agente cima por mandado e assistencis do
Esa. 8r. Dr. jais ds direite.da psovedoria, leva-
r a leilio a casa terrea sita ao Largo da Pas n.
De terrenos proprios na estrada dos Afflio
tos em frente a esta^Su do mesmo nome
lindar na ra B travessandc-lhes a ra de Santo Elias.
(Em lotes s vontade dos compradores)
Quinta tetra 22 do corrente
A* 1 hora da t rde
O agente Peito levar a leilio difierentes terre-
nos proprios para edifk-aco sos AmV'to em lotes
a vontade dos compradores
Os concurrentes ao Uiiij qoe tomarem trem ue
meio da pe'cs Afflicc terio passagens gratis.
AVISOS DIVERSOS
Alugi-ot caaas a 3MA/i no neceo dos Cx
nos, jante de S. Goocallc : a tratar aa rfa a.
mperatris n. 56.
Alnga-ee o sobrado n. 46 ra da Roda,
com bona comino ios e muito freso ; 8 tratar na
ro do Cabugi n. 16, loja.
Alaga-se o segundo andar do sobrado n. 73
i ra do Ranel, com muita bons commodos e
muito fresen, tendo a vantagem de estar prximo
ao mercado publico : a tratar na ra do Cabug,
loja n. 16.
= Precisase de cm protessora j idean, que
saina a hngua portugoesa e bem assim a francesa
em seas rudimentos, p -.r.i leccionar em um enge-
nbo da freguexia de Jboatio, diatante 2 1)2 le-
goas da stncl:; a tratar na rus do Imperador
n. 81, das 11 a 4 b .ras.____________________
AilA Preciaa-se de urna, para coamnar,
psra casa de peqoena familia ; a tratar na roa
Deque de Casos n 54, loja.
C>iupra-se urna ecila paia cavallo, j4 eum
algom oso, d-se preferen.-ia sendo inglesa ; na
ra Nova o. 13, I ja.
Precita-se de uin menino par- caixeiro de
molbadjs, e serve cjm pratica ; a tratar na roa
da Umio n. 54.
= Aluga-Be a c-.sa n. 18 da tu de Gervasio
Pires, com cemoiodcs para grande fami ia, tendo
sgua e gas ; as chaves na mesma ra n, 20.
Compra-Si- urca mobilin de junco em boin
estado ; a tratar no peo do Terco n. 18, segun-
de andar.
Urna moca su'.teir, de bons costumes, se
offerece para Ircesoaar pnmeirss lettras nesta ci-
dade ou fra, por prtfo mdico ; quem precisar
dirija-se ra Coronel Saassona o. 202, ntiga
Augusta.
Precisa-fe de on criado para casa de fami
lia ; na ra 24 'e Halo n. 13, 1* andar.
Piiciaa ae de duas amas, sendo ,.rn para
cosinbar e oatra p> mais alguna s rt-{ e ; aa ra da M..tr:z da B.a
VisU o. 9.
A antiga o bem rcreditada officina de relejoeiro
sita ra Io du Marco n. 4, acaba de ser trans-
ferida para a
roa Larga de Rosarle n. 42
O sea proprieturio tendo um completo e muito
bem scrtimehto de avian)entes tendentes i soa
arte e com ama tonga pratica da mesms, offereee-
se ao publico em geral para eucarregar se de to-
dcs os conccrtis a o n logice, caixas de msica,
etc.
Espera continuar a merecer a c nfianga deseas
fregueses, e assegura-ihes qoe ser si mpre soli-
cito no cumprjavnto de saas ordens.
42En Larga Ha Rosario42
. Gostavo Wolliehard.
'^ .....------. i ni asansssBsJasa
Ao commercio
Os abaixo ssignadoa participam ao rcepeitavel
corpo commcrcial desta praca, e a onem mais pos-
ss fnJcrsMar, que d'.sde 29 de Pevereiro prozimo
paBsado, r.' acha dicsilvida a sociedad.; qoe tt-
nbam no (ncb<'mento de espirites e fabrica de vi-
nbos nacl..nifs rita da Moeda n. 19, que gyron
ucsta pr 5a gb a razio social da Pereira Pinto
V C, p r cajo seto de dissolacii ficoa a cargo do
CT Samo Pereira todo o setivo e passivo da extincta
sociedade, eo ex-s:cio Jos Rodrigues Pinto, pa-
go e Sf-tisfeito de seus>- ha veres, quo receben em
dinheiro vista, acto continuo assignatnra do
respectivo distracto, continuando, os negocios na
mesma raxao sob a nica responsibilidado do ex-
scc> Pereirs.
Recite, 15 de Marc de 1888.
Antonio Pereira Gomes.
Jos Rodrigues Pinto.
Escada
Francisca Chaves da Costa e Silva participa a
quem intereesar possa que, de accordo com aoto-
risacii concedida p r seu marido e registrada
na Junta Ccmojercial, abri sea estabelecimento
de fazendas nesta cidade, rna do Commercio n.
12, sob a a firma Chavea A (',. onde tai estsbe-
leeido o Sr. Jos Am.ro da C st:i e Silva, cam
cuja firma nada tem que ver a abaixo asaignada.
Escada, 13 de Marco de 1888.
Francisca Chaves da Costa e Silva.
Pao tenteto
Millo & Bise* aviiiam ao respeitavel publico
que t .jas as turu/e e cextas feirss teem este sa-
borjso pi ; roa larga do Rosario n. 40.
Ama para eugonimar
Precisii-se de urna que bem desempe-
nhe este reyster, tendo caderneta, no 3.a
andar n. 42 cima da typogruphia do Diario.
Seccjs e m^lhados
Praea do <>nde d'Ea n. 1S
de
Jos MsgalhSes & C.
Eate estabelecimento. tendo pisando per ama
reforma no sentido de bem servir sena fregueses,
acba-se prvido d geo^ros naebnaea e estrangei-
i ros. tudo de primeira crdem e por presos rasos-
veis
un" dito da gaiota i Mm
rti
Cbegcu ei te
pdc desej *
succulento vinho, o mether que se
capaz Je tbiietuzer o mais exigente
Precisa se tomara premio 4004 ou 500*000 paladar e depois faz-se atuuieicao de urna garrafa
sobre bypotheca ero nm sitip d.- muitc maior va- i*5'0 diminuto preco de 500 fie.
lor : quem qu z. r faz- r este negocio deixe earta
fechada nesta typ graph-.. com as miciaea -J.
A. 8.
I
Piecisa-se de ama ama de i dad
de pequea familia, p-ra cosinbar.
para cas
Cautelas do Monte
Soccorro
Compramse e paga se b m ; praca do Conde
d'Eu n. 18.
to
Aloga-se s csa tcnea com grande qnintai,
3 qoartos, e et' iiirpa, ob ra das Cmco P.otas
n. 129 : a tratar na ra d i Pilar n. 66
Os abaix > sseignadoa scientificaui ao corp >'
commercial desta prc:i e a > publico em gera'.
qne tendo expirad) o praso da eouiedade qocgy-
rava nesta praca s ib a razio social de M .galbaes
A Santos, eatabel 'C d;s com armazem de ir o na-
dos i ras dos Pire) n. 49, dissoUeram amigavel-
mente desde o dia 27 (*o mes ultimo, a mesma j;-
eied.de; retirando < o aocio Magalhaes pago e I (oenta 8e ^e dar aog auimiieB parB 08 forte.
satisfeito dusea enp tal e lacros, fiando cesta- ; .t.-r e eurord^r com admiravel rapides.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
!r,!lterr8 tile empregdo (com o mais felis re-
sultado) de preferencia ao milho e oatros farellos
que s- mui'o mais caro e nao sio de tanta sos-
aucia.
a tratar no Kecife cmFragas Bocha
Cheg. u a primeira remeeaa do precioso farello
ie carolo de algodio, o maia barato de todos os
alimentos pare animis de raca cavallar, vacenm
auino, etc. O caroco de algodio depois de ex-
trabida a casca e todo o oleo, o mais rico au-
tos, qo" declara ni) existir passivo algum da ex-
tincta sociedade.
Fr^BCisco Pinto de Maga'hies.
Justino Ferreira dos Santos.
Sement de earrapato
Compra se s mente de csrrapato ; ca r-.. da
Hospicio n. 79.
Semana santa
Criado fiel
nos Affl'ct j. : aa
Preciss-se para om sitio
Nova n. ia
liic '8 vestidos pretos e mais cairos objectos de
' alta novidade, chegados ha piuco de Pars, encon-
": :;am se. i m'casa de Madi*me Kcblet, ruado Isa-
perid.ir n. 44, 1 i-.ndar.
<*?(
A M VERAS & 1
MEDICAMENTOS FUNDAS E TINTA
v TOCAo AS QUA1IDADES
^PrlARMACE UTICOSi
poauciji ewMico-PHABMACimrw i
I EtrECIAUDADH M(
S
5 7, Ra do upe de Caxis,5 2'
Especialidade deste estabelecimento
E'iir e lint de JnauHa
Elixir denlifricio
Contra a carie e- am; ieciment a dSrs de dente.
V.nho, xaropes e pillas de jaro? eba
Gr..nHe sortimeoto de peroles, pssthas, granulos e pilulae dos n>clhores fabri-
Oaiiics^europeua c americanos.
"Graide cllecrfto de alcoroides 03 nais modernos e raros.
Aguas nireraes de todas ae qualidades.
Para photfograpkia e honnropathla
\loool rectificado desinfectado, chimiaamente puro.
A Pharmacia Ameritan i tem urea secT hon-dsppthic.\ onde se encontrar
alm dos medicamentos preparadas oro todo aceio e seoundo os foroiuUrios hafasne-
manicos mais acreditados, CArteiras, vidros avulsos da todos os tamenbos, globnJos
inertes e medicamentosos, tinturas de plantas indgenas e exticas.
Receba medicamentos directamente de Mas as fabricas da Europa e merica
Mo r
CORACAO
MOLESTIAS oo
Aifiragai Tiicai-Carliacii LE BBH. teladas ia dne4 4a6 nr dii nriai I
EMrERMIDADEaSeWBACiO,PALPITAC0ESa.sHYMOPISIASalnnatiaraeate
fHIN, rnMotico^Bico,Psh8,50et5,F"slontsarlre, e 41, nwLsfayens.
Depositarios em Penumbuco : FRAN- M. da SILVA e

I





&

i IHhiH




HiM*-~Terc*--feira 21
No domingo ultimo prrdeu-se una pulseira de
caro., da rna do Viscnde de Goyann i da Santa
Crus, por oocasiSo da proetaao da Santa Crui;
pede se a qnem acbou a e querendo restitnil a, o
favor de lvala 4 rna do General 8eai a o. 20, que
er recompensado.
Cautelas do Monte de
Soecorro
Compra-se cntelas de qualquer joia ou braban-
tes, paga se bem ; na praca da Independencia n.
22, loja d relcjoeiro.
Oliveira Campos e C.
Hu. do Creapo n. *l
Receberam peb ultimo vapor sortimento com-
plete de capas de eaaemir, merino, g.irgurSc e
seda, para senhora, o que ha de mais o^vo, r. pre-
co raaoavel; receberam mHis seda preta e gorgu-
rio, e vendem por preco baratissimo.
Proessor
Urna senhora com habilitacSes necesssrias, pro-
poe-se a ensinar a bordados e todo trabalbo de
agalba, en col'egios e casas particulares, tanto na
capital como nos arrabaldes perto das linbas fer
reas c bonds. Na mesma casa existe ama senho-
ra que propoVse a ensinar em algnm engenho
rrimeirss lettras e bordados : a tratar na ra da
DetencSo n. 15.
t'orapra-se
Qnem ti ver para vender urna casa terrea as
fregoeaias de Santo Antonio ou Boa VistaJ com 3
a 4quartos, 2 salas, cosinha e quintal, at 3:000 ;
deize carta com as rciaes A. A. M e as iudiea-
(des nfcesearias & ra Nova n. 15, loja.
Atienen
Cha pr^to
O Carlos Stnden receben nova remesas e vende
por menos de que ontro qualquer ; na loja de al
faiate 4 ra liaran da Victoria n. 48.
Cosinheira
Precisa-se de urna que cosinhe bem, para casa
de pequea familia, que dorma em casa ; na ra
do Conde da Boa Vista n. 24- P.
Pharmacia
Precisa se de um pratico
do Rosario n. 34.
a tratar 4 ra larga
Cosinheira
Precisa so de urna br-a
urna familia ucs Afflictcs
numero 13.
cwsinheira
; trata-se
para casa de
na ra N.vs
N. 17.480
Na ra Larga do Rosario n. 25 precisa-se falla.
c;m o Sr. Francisco Ortelano, de Limot iro.
Semenles de earrapato
Compra se em grsades e pequeas quantidades;
na drogara de Fraacisc > M. da Silva 4 C, 4 ra
o Marques de Olindn n. 23.
Atten^o
Gabriela Hara da Conceico, dona de um ter-
reno sito no En?anamento na ra da Palba, com
50 palinss de frente e 120 de fundo, vende eese
terieno a quem quizer comprar pela quantia de
2504000 ; quem o qoicer comprar dirija-se A casa
do Sr. Guncalo D as C:eiho, morador no Becco
das Almas ou Travessa de Jcio de Barros. O
referido terreno tem urna mna-agua de taipa co-
berta de telha.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro coro bastante pratica
de taverna, ou deum socio que entie com algum
capital ; a tratar na ra do Nogueirs n. 1.*
Aviso
O Sr. Eduardo Mignelda CoaU n3 > empregado
da fabrica de pe neb a no eaes Capibaribe n 42;
cao fico respunsavel por qualqu em meu nome.
C. A. van der Lioden.
Boa morada
Aloga-se o sobrado n. 57 4 ra de Santa Rita,
com grandes ci mmodr s, agua e fu, caisdo e pin-
tado de novo: a tratar na ra Marques de Olio-
da n. 16, armasem.
Ao publico
f O abaixo assignado, tendo de retirarse para
Europa no vapor Portugal, d clara que deira romo
aeus procuradores aos Ilims. Srs. Joao Josquim
Gom> s F rreir, A toni i Francisco a Silva Maia,
e Jos Jas Neves Pe trota, na or em em qoe se
acbam c, II icad a outrosim, apreven a occasiio,
para despedir se de t-'das as p< senas que o bon
ram c m sua anv'zade, e off-rece Ibes os sens li
fritados prestimos em qualquer parte em que se
acbe no reino de Portugal, aonde pretende teippo
rariamerjte residir. Recite, ltS de Marco de 1888.
Vam el Junquim Oomea rVrreira.
Aviso
m rnn. dn (Jo 4 i n. 54, precisa-se frlnr aos
Srs. Antonio Jolin de 8*"nna C etho Irma o fc C.
....... is^^
Atlengo
Cofres prova de fop
O Carlos 8iiwVn, & ra BarSo da Victoria n.
48, leja de alf>:iate, rec beu de consignacSo e
vende seto comperencia.
fiaolela do lole Soecorros
na pracado Conde
Compra se e paga-se bem
d-Eu n. 18
Fabrico de assucar
Marhialxnio do* aferreanto* Banca
Siewart t C. de lassow
onstruc( i da mais moderna e sperfeicoada e
de grande doracSo.
Mocada com presro hydraulic de Stewart que
d a melbor exprsalo ontaecida at boje.
Caldeiras com eeonnmisador, especialidade des-
tea fabricantes.
Fornalhas para queimar o bagseo verde em di-
reitura da moenda.
Os apparelbos de Vacuo e Triplo sao de siste-
ma moderno como ambem as turbinas ou cen-
trifugo.
Ornamentos e msis informacSes em casa de
Browns & C.
Ra do Commercio n. 5, andar
lirafes
Para evitar fals6cnc5es com referencia ao ce-
nhecico i'EITORAL DE CAMBABA, deve exi-
gir-se este preparado com a firma do auatorAr-
vares de S. Soares em rotulo circulando aro
Iha do frasco e a trarea da fabrica nos mvol torios,
irulada pelo nonfe dos agentes e depositarios
geraes em Pernarcbuco Francisco Manoel da
Silva ce C 4 ra do Maraues de Olinda n. 32.
.PRECISi-SB
de urna ama para co-
sinhar. e ontra para
o mais servido de
e que dur-
mesma: a
ra Impe-
-*!
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
E' ora altcratlTo to etHcaz qne extirpa completa-
merit* do systcm:i a ICscrofu'a Hereditaria, e as
alTrcefiea qu tem amnilade eorj as enfermidailes
contagiosas, e as oooasioiiiwiiui pelojuerenrio. Ao
mesmo temi>o vitallsa e eniiqueoe o sangae com-
munieando urna acefto saudaTel an organismo a
rejureuesoendo o syetama inte'>. lista grande
Medecina Regeneradora,
composta com a Terdadelra Ralsaparrha de
Honduras, dos Iodos outros Ingredientes de gmnde iKircncia e virtudes
curativas, cuidadosa e BeleutifloameBta preparados.
A formula geralmenle eonheciila da prossao
mdica, e os niclliores mdicos receito a Salsa-
rAUUlLMA !>0 I)K AYER COIIIO UD1
Remedio Absoluto
para as enferjnidades occa&ionadas pelo estado
vicioso do angue.
Rst concentrado ao trao mais alto practicavel,
muito mais que qualquer outra preparacao da sua
elaase, que pretende proporcionar iguaes ffultos, e
por tanto a mndecina mais barata, assim como a
uielhor para panucar o pangue.
'REPARADO PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
I.owell, Mass., E. U. A.
A' renda as principaes p'carmacias e drogaras.
urna casa,
mam na
tratar
ral n.
na
240.
Mad
uro
SEM RIVAL
O sorprendente vinho Maduro, puro, sem mis-
tora alguma, pr. prio para mesa, acaba de ebegar
O'va i messa.
Sem querermos depreciar ssqualidades puras Jos
vinhos diariamente annunciados, podemos garantii
sos nossos fregneses e ao publico em gersl, que o
vii.bo Maiuro de nossa especialidade o nmeo
capas de urna boa nutricio, conservando todos os
requisitos da liyi_:rnc. como um dos principaes
fazer urna digesta fcil, alimentando os glbulos
sanguneos, principas motores da saudeda huma-
nidade.
Em OBRAS DE VIME ninguem compete com-
nosco : temos
Merco Co:nl>ria toslurrlraa
Pstqaelro*
Papeleiros e balaioa para ronpa soja, assim
como cestas para compras, Je todos os tamanbss
Em TAMANGOS DO PORTO
tambera ninguem cou.p e : Para burj ns eSo so
berbos mas para an horas sao sorprendentes.
SEMESTE8 NOVAS
de hortalizas e flores, tenas sempre em todos
s vapores, a escolbt mais rigorosa que desejar se
posea
loa Estrella do Rosarlo n 9,
jauto Igrcja
l'ofas Heniles J, L
Arrobe
DE
s, tur. nlm i
nal de Mloio & G. Snc-
Aluga- Ra do Visconde de Itaparica n. 43 2. andar.
Kua Visoonde de Ifapnrica n. 43, armaxem.
Rus de Botn Jesna n. 47, 2. andar.
i'rata-se na ra do Commercio n. 5, 1* andar
es;riptorio de Silva GuimarSes & C.
Alnga-se
as seguintes casas : a da ra do Lima n. 30,
gr> nde casa com agua, gaz e apparelbo ; a da ra
da Fundifao n 10; a tratar na lytographia de
J. E. Pu cell, ra Mrquez de Olinda o. 8.
Aluga-se
o 1' andar de n. 27 4 ra Vidal de Segreirns ; o
2' de n. 66 e o 1' de n 18 ra de Marcilio Dias ;
o terreo de n. 27 e o 3- de n 8 4 roa da Penba;
o Ia de n. 27 4 ra de Lomas Valentinas ; o 1* e
2- de r. 16 4 ra de Hortas ; o terreo, 1- e 2-
de n. 34 4 roa estreita do Rosario ; as casas de
ns. 35 4 ra da Viracho ; 1 4 travessa da Hora ;
26 e 28 4 ra de Nones Machado, no Esoinheiro,
com bona commodos ; a tratar na ra do Hospicio,
numero 33.
Aluga
se
Ou vende-se a casa, sita em Crus das Almas
(Parnamerin) n. 10, confronte a casa do fallecido
Dr. Leal. Acba-se limpa e tem commodos para
grande familia ; a tratar na ra do Appqjlo n. 30,
10 andar.
Aluga-se
ou vende-se a casa nc Caldaireiro n. 9, qoe tica
em f'ente a casa dj Dr. Al.-uf rado, lendo bastan-
tes commodos para grande familia, um grande
sitio bastante arborisado, urna grande cocheira
para vaccas e urna grande baixa de capim ; a
tratar na ra do Apollo n 30, 1- andar, ou 4 ra
Baro da Victoria n. 59, 2' andar.
Alusia-se
o 3' andar da ra estreita do RoEario n. 32, c m
bastanti'S commodos e muito fresco ; a tratar na
ra da Imperatris n. 16, 1* and t.
Aluga-se
Engommadeira
Precisa se de urna engoma.adeira que lave e en-
gorme, para pequea familia; ne pateo do Carmo
n. 18, 2- andar.
Para cosinhar
Precisa se
sendo boa ;
da ra Duque
Diario de Pernambueo
de urna ama para cosinhar,
no 3. andar do predio n. 42
de Casias, por cima do
I.
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S- o
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co
S3
O

o. n>
a 3
Soecorro a velha
A moradora do becco do Bernardo n. 51, anda
se tas iembrar as almas caridosas, qoe nSo se s-
quecam da prot* ceo que sempre Ihe despensa-
ram.
KMtit
a caes n. 22 4 ra do apiro CLima ;
ra Marques de Olinda n 8. lithogn
a tratar na
pbia.
MOLESTIAS do PEIT0
00 D? CHURCHILL
O D" Chnmhlll, autor da descoberta das
proprii'.ladea curativa'; doa Hypophoa-
phitos no tratamonto da tiaica pulmonar,
tem a honra de participar aos seua olleiraa
medico, que oe unios Hypophosphito
reconliecidos e reommendadoa por elle
aSo os que prepara o Sr. 8wass. pbar-
maceuiico. 12. ra Caatiglione, Pariz.
Os Xaropes de Hypophoaphtos de
8oda, Cal e Frro vendem-Ke em frascos
quarir.tdo tendo o noine do D' Churchill
no vidro. sua asignatura no envoltorio e
na tira de papel encarnado que cobre a rolha.
Cada frasco venan iro leva alein disto a
marca de fabrica da Pnaroiacia Swann
Vtndem-$e em toda as Pharfn cas.
ippiotsdu pelajunia coral de nj
hienr i>ubiic a dat erie
E' o melbor depurativa e cora todas as deencas
sypbiliticas da pelle, rbcumatismo, bobas, ulo* ras.
e em geral as que provro da m u-1 da sangae.
Deposito m sua pharmacia e drogara 4 ra
larga du liosa io u. 34, ''emambuco.
2i000|*00
Pela quantia cima compra-se um* cisa (terre-
no preprio), as s>-guintes ras : Principe, 8uce-
go, Pires e CnceicA-j : na ra do Nogueira n. 46
se dir4 quem compra.
Ao iIoI ao ciin
Os abaiu assigosdos drclaram que e >mpraram
a S Jo Pereira Alm>'i ia a tavern-. sita 4 rna
da ConceicSo n. 1, na Torre, livre e desembara-
c*da d>' t .do eqoaiquer oous. l;ecif-, 15 de Mar-
co de 1S88.
L al A Araojo
Alaga-se
Bi*a do Imperador numero 93
Livros de jurisprudencia, oireito, litteratura,
acif nci-.i e religiao, livros para iustrucco primaria
e secundaria, livros em branco para escriptara-
?io commercial. tinta para copiar e para escrever,
de diversas cores, artigos para rscriptorio e diver-
sos objectos de gsto e phantasia, papis pintados
para forro de salas, quarted, restaurants, etc.
Encaderna-se com pp.'Stesa e seguranca, marca-
se com nitidez cartSes de visita e imprime-se com
perfeico qnalquer trabalho typograpbico.
PreobS mdicos '
o Imperador o. 93
T MAIS BARATO
Na Loja das Lslras Azues
A' roa Duque de Catxlaa a. o
Tota 211
Vende fazendas finas per todo preco e d des
cont a qut-m comprar de 20 para cima. Ai
Exmas. familias nao devem comprar em outr
loja sem primeiro ver ou mandar buscar asamos
tras que se dio sem penbor
Fazendas de nevidade
Tecldoa de linbo bordados com listras ou
Suadros, fazenda mullo larga e de lidas cores
1)0 rs.
eilm de Macan, preto e de todas as edret
liso ou de listas a 800, 900 e 1*00.
Velludo preto de seda bordado ouccmlst
de setim a 4/OCO.
Mirlad infestado preto e de todas as core
700, 800 e U0OO.
Blsalne de coree com listas cor do eren
a 500 rs.
EaguiAo pardo infestado paravesfidosa3
e 400 rs.
liinon bordado, urna -.. ccr 4 240 rs.
Velludloho preto e de todas as cores con
contas a 1 800.
Deuda hespsnbola eom bicco, preta ou branc
pa seda.
Ctssaa Nanzuc paroes miudinbos a 280 rs.
Crocbet branco e de cor, desenbos lindoi
para cortinados a 1JU00.
tirlnaldaa com ricos veos de Blood a Si
10< e 124000.
Lta de quadros, padroea novos a 320, 360
ftOO rs.
Mimo des Alpes fssenda de listas aesetinad.
a 300 rs.
Setlnef as lavradss de Imdaaicores a 240 rs.
FuNio bratco a 320, 360, 400 e 500 rs. qna-
lidade superior.
Fazendas diversas
Bramante de 4 largursa a 700 e 1*000 so
perior qualidade.
Madapoluo americana Lelas atues com i
e meio palmos de largura a rfuO com 20 varai
garantidas.
A laodfio ara; icano muito Urge e superioi
para leoccs a 5f 5Q a peca, mais estreito a 3130(
e 44000.
Caltas e cretones C6cur08, claros a wiudi-
nhosa 200 e 240 rs.
Cassas indianas de cores a 160, 200 e 24<
ris.
Llnho* lisos e de quadrinhos a 100, 120, 161
e2O0rs._
Brlm pardo para rcupa de meninos a 300 i
320 rs.
Casinetas escuras imitacad de casemiras
500 rs.
Hacia azul eucorpada para ronpa de banho t
700 e 800 j-e.
Ca de quadrinhos, padres novos, a 300, 30
360 e 400 rs.
Crep* de lindas cores a 500 rs.
Lencos brancos e de cores a 360, l200^ei
1 5c0 a duzia.
Toalna* felpudas e alcoxuadas a 3*500 5* <
6*000 a dusi.
Ht-lan de cores, brancas e eruns para senho-
ras, homens e meninos detde 2*800 ata 6*00ti
melbor qualidade.
Enr-liovnes para baptisados completos
10 c 12*0U0.
Cortinados bordados para cama ou janellt
a 6* e 7*000.
Panno da Costa, de quadros ou listas a 1*2(X
c cjvado.
tioalhado lavrado, lindes d'senhos a lf20'
e1*500.
(iuardanapos a 2*000 a duzia.
Especialidades
Caixeiro
Preciea-se de nm meaino de 12 4 13 annos de
idade e coin nl^urr pratica de m ilhados, e que
n fiador de su-, conducta ; a tratar na ra do
Livramento n. XI.
f
de
Marcelllao ntonlo Perelra
Caivaih
D. Marianna da C'ii.cicao 1-ereira, Manoel
J uquim Pereira de Carvalbo, D. Isabel de 8 uaa
Leio e seus filbos (aus. nt^s), asi, irm, viuva e
filbos do finado Marcellino Antonio Pvreira de Car-
valbo, convidam ao* preme e seua amigos para
aaaistirem as mis as que lio Je ser celebrada, na
matria da Boa-Vista, no da 20 do^corrrnte o es,
as 7 11 buraa da maobS, setim j de seu fallec -
ment, p.r eujo acto de uaridade e religiao serio
it*rn*n>' nf* n r nhpi'iH->
a grande chcara 4 ra Viscoode de Gcyanna n.
153, onde esteve o Instituto Academice do Fer-
reira, com grande casa de vivenda, coofendo vas-
tos saldes e quartos, dependencias para hospedes e
criados, cochjiras, estribaras, t> m pomar, agua
do Bcberibe, gaz, cacimba c m bombas emotoi,
buiza de capim, banbo no noe facilidaie de trans-
porter pelo mesmo. O referid i predio presta-se
para qualquer estabelecimento particular ou pu-
blico ; a tratar com Luis de Moracs Gomes Fer-
reirs.
Aluga-se barato *
o l- e 3- andares do sobrado n. 84 4 ra do Brum
e 1' e 2' andares do sobrado ao caes do Apollo
ii. 75 ; trata-se na ra larga .do Rosario n. 34,
pbarmacia.
OJeo Florea
0 melbor para o cabello
Oleo Fio, a
Arrenda-sc
Ama
Precisa-se de urna ama para
de Pedro Aff >nso n. 7.
cosinhar; na ra
Ara
a
Na ra de 8anta Thereaa n. 20, precisa-se de
urna ama que compre e njude o a^rvico interno da
casa, obrigando-se a nio p rnoltar fra.
na secretaria da santa casa
do Imperador :
1" andar a soto
I. ija
o sobrado n. 24 4 ra
600*000
400*000
Enipreza genil de Mu-
danza
Luvasj de seda ou pelica a 3*000 e 2*500.
Blcoa brancos dr de.crema, e matizados
2*000, 2*5f0 t 3*000 a peca com 11 metros.
Cunta* lapidadas para enfeife de vestidos pre
tas e de todas as corea a 500 e 800 rs.
Bordado*, babados e entrem transparentes a 300 rs. a peca com 3 metros.
Esiariiiho coiraca e americanos a 3*%'
4*. 5* e 6*> 00.
trande qunntidade de chitas em retalbos qu>
vende se por qualquer preco.
seoncia ds retratos americanos
Pintado* a oleo, com rica moldura e cordde
por 25*000; isto ezpoatos alguns retratos par
o publico e as Exmss. familias verem o quaot
sao lindos o baratos e fafll a qualquer pesaos tei
um em i-ua si Para encommendar bastante manda
um pequeo retrato em carto de visita, nSo un
porta que seja antigo, dizendo a eortd'os ohos e d
cabello (hega nm lindo retrato dse ado.
Air n.'ia de artigos americanos e carimbos di
borracha
Na Loja das Lia tras zoes
Jos Augusto Dias
Grande allencao
Leiifo
Florida rende
Chapeos, chapelinas e gorros para Senhoras e
meninas a 5*000 que em outra qualquer parte
vendem a 9*000 e a 15*000. r
Grande sortimento de cromos a 200 rs. a placa.
Bicos brancos e de edres de 2, 3 e 4 dedos de
Isrgura, a 2*000, 2*600, 3*00 J, 3*500 e 4*000, a
peca.
dem cor de cierne, a 3*000.
Porta-embrnlhos americanos.
Iovisiveis dcarados e prateados.
Lindos leques transparentes de 2*000, 3*000,
4*000, 5*000 e 6*000.
Lindas lovas de seda de todas as cores de 2*000,
2*560. e 3*000, o par.
Luvas de pellica a 2*500 o par.
Eochovaes para baptisados, de 8*000, 10*008 e
12*000 at 16*000.
Capel las e veos para noivas.
Suspensorios americams, a 2*500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 ris, 1*0C0 e 2*000
urna.
Lindos broches, a 2*000 e 3*000, um.
Linha de machina n. 50, a 800 ris, a duzia.
Bicos de fil branco, a 2*500 e 3000 a peca.
Lindos bicoa de cores, gesto moderno, a 3*000
e 4*000, a peca.
Lindos bicos de cores com 3 e 4 dedos de lar-
gura, 4*000, a peca.
~ dem de linho de cores, a 2*0C0, 2*500 e3*000
a peca.
Bicos grip para correr babados, a 1*000 e
1*500, a peca.
Luvas de seda para meninas, a 2*000, diversas
cores. .
dem para senhora, a 2*000 e 2*500, o par.
dem cem palmas de miesaega e de seda, a
2*500, 3*000 e 3*500, o par.
Galoes e bicos de vidrilhos, gesto m.>dcrno.
Lindas resas de vidrilbo preto para enfeitar cu-
sacos e capas.
Contas lapidadas para enfeitar vestidos, grana-
da, bronzeadas, prateadas e douradas.
Mascaras de massa, seda e cera.
Collarinhos e peitos de seda para senheras, tra-
zando orna gravatinba tambem de seda.
Fivellas de molla, :.mericanus, para caifa e coi-
!te.
Nem competencia
Pannos de crochet para cad ira, a 800 ris.
dem dem p-ra soi4 a 1*000.
dem dem para cadeira de braco, a 1*000.
Cortinados brancos de crochet, Com 4 jarda3 de
comprimento, a 16*000 e 15*0C0.
Pannos de crochet, cor de creme, o que raro no
mercado, a 25*100, o par.
TimSosinhns para crianzas, de f ustao e cambraia,
bordados, a 3*(00.
Lindas benecas francesas, a 3*000.
Bordados de cambraia e fistao branca, peca a
600 rs., 800 rs, 1*000, 1*300 e 1*500.
Para a quarsm
Franjas com fico de seda e vidrilhos, o metra
a 1*600.
Galoes e palor a c m vidrilhos, 3 dedos de lar-
guraj o metro 2* Colarinhi s e punbos de Scluloid\
RA DUQUE DE L.AXIA3 N. 103
Barbosa & ttautos
Boyal Blend urna VA!);)
Este excellente Wbiaky Escocez pre-
ferivtl ao cognac ou agurdente de canna,
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zens de molbadoa.
Pede Koyal Blend ai-i'ca vlado,
eujo nome e emblema s2o registrados para
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Veoda k sillo


Alugarr-se carros d-molaa, proprir.s para trans-
p rte de uuveis, maimor^p. esieih.a e maisoma
mi-ntos do c.s n.i'ntos pblicos, parft toda e qulquei parte da
cidade e seua suburbios e arrabaldes, por pn t-o
ccir.m-,do ; a tratar na ra do Padre Nbbr.ga
outr'ora do A'rcrim. n. 4.
Ama
Precisa se de urna ama para lavar e eogommar
tasando mais alguna airvico, menos comprare
cosinhar, que durma em eaaa ; na ra Duque de
Canas n. 14, sobrado, se oir.
Ama
Precisa-se de urna para cusinhar no pateo do
Livramento n. 3B, 2o andar.
Ama
Ao commercio
. O atis asaifraado t"no se desligado da firma
social # 'Pereira Pato C, acanaaniM m em
meraW t ir. particular aes seut amigos que se
achddta ssess.* rasaos d>>tagishj, *t*a i
Lap* a 6. sob a firma S'sial ds Paito FerraiM
C tajrovel* iMSMf fafft M*rwr qm
tem aara* "fado ata bobm ata Wareaesss
FerdJlta,
Jas sdisjais Pasta

D. Bita Rm l<> a. drisnes de
timrida
Jos Candido de Muraos, tua mulber e aeus fi-
lbos convidara aos seas parentes e amigos para
assistirem ss mistas que t"em de. ser celebradas
oa igreja de S. Oonoalo, no dia 20 Co corrente, ia
i b .ras da m nhi, anniversarlo do falltcimen-
to de sna sempre lembrada can' ada, nana e tia,
O Rita Emilia Rodrigues de A'meida, e desde j
se eoefessam eternamente agradecidos por esse
acto de relivilo e caridade.
Ns ra de Santa Rita n. 83. anda se precisa
de duas amas, sendo urna para costaba outra
para carregar meninos
Ama
.Precisa se de urna ama pma cosinhar, para duas
pessoas ; no Campo daa frineaaa n 3.
Cigarros Mineiroa
E-tfs cig rr is sao f.bricsid. s com o nr-lhor
Goyaes e Ro-novo : vende so na fabrica d s Srs. |
Msum I Curvalbo & C, ra da Santa Crua a
mero 1 A.
Vcndc-se
o estab-'lecimento de mclbados ao largo do Uer-
c-do n. 25, boa localidade e bem afreguesado, e
livre de qualquer debito ; a tratar ni mea mo.
Fabrica ele
PRODUCTOS EN0L0GIC0S
le ULYSSE ROY, em Poitiers (Franca)
/ milePOUST, Sucr- & Genro
N. 93.-S00
M i.oel Carpinteiro y Souza tem urna carta na
padaria de Mello & Biset; roga-se o favor de pro-
cura! .
YENDAS
linios*
Vende-se um laminad r em bom estado e algu-
ma ferrami'nta para ounvea ; na ra do Impera-
dor n. 14, mercearia.
Vende-se
Ama
Precia
milia ; a
i- se de urna ama para casa de pouca fa-
tratar na ra da Palco- n. 18.
Ama
Precisa se de urna ama que cosinhe e engomte,
par tres pessoas ; a tratar na ras de Maris e
Aai
Precisa-se ds urna ama pava o servir o domes-
tico de duas pesso.s ; a tratar a* ra da Praia
numero 12,
O hachare! Luciano Aires de Brfto aVIisario
Arres de Brito, eoaridaa aos aras >awgt a col-
lafas sara aaaistirem a **m aisaa qae aauHam
rarar d* quinu fera 12 do ourraata, as 8 loras
Ib'Wa, na tostrts da Santo Antomo, ^ot aios> de
*m ataaaauato safe aaltefa 'Antonio
Wenceslao de Omena, fallecido cta MaceK; e
ili Jl se esntefam saianaCieate grato* por
aWo lie reiir'i e Cr-n.r)^
AMA
Precisase de urna ama
que compre e cosinbe
para eaaa de ponca familia, e que darma esa casa:
na ras aasuta de Oliadaa 48, 9- anda
PAJWM/%
rreeiaa se de uaa ama em Airua ria a tra-
tar a ra ds Pedro (Affoaao a. M, aatlga da
Praia
Um estabelecimento dr rumbados bem loealisado e
afregueade, no bairro da Boa-Vista, com agua e
(ras encanados, comando* para f-milia e aluguel
raioavel ; o m tvo da vmda se iiri ao compra-
dor : a tratar na roa d Ruda n. 46.
4o commercio
Vende-se um estabelecimento de fasendas, miu-
deins, etc., na Paasagem da Magdalena, roa de
Bemfica n. 81, prot-rio para principiante por de-
pender de pouco capital, cojo estabelecimento se
acba bem ai egaeaado, e o motivo da venda se
dir ao comprador ; a tratar no meamo, coa Sor-
ra & Santo*.
Novo aviso
Eaa liquidara*
Mantas de seda de *** para or iaaas, Taaaam
a 500 rs.., sio bonitas < poda-ce lavar.
Boleas ae palba a 600 rs. f
CecBBoaaa ligas ntsVIreas para scnbora* a
1/200, e para erwooaa a 680 re.
-Nova asMeeoio em artigo* para presentes, mo-
delos inters.ntca e curioso*.
Varwdade em <*> da cores.
Pansa* a preferencia Padre Aatunes C,
Duque de Gazta* n. 63.
raa
I averna
VeasV a* atacwaa aka I raa Ootarafas Joi
Martfo* a IOS TBeeeofargd), fine e deeembara-
eadad* mahasrani*.
i. Verfume enantioo dos Vinhos ou sobra)
de Meoc..............os 100 frascos i 200>
? R-ncio uEasenciaeCognac,os 100 frascos 500 fx.
3. Perfumes para todos os Xilcoresoa 100 frascos 300 fr,
1 asenciadeBbumoD i-------
nrposiTAmos a Pernambiico r
&RA3X" M. DA SILVA 2s Oa
Sao Indos para nm presente!
Os leqm s diaphanos em gaze de seda claros e
es uros << m bicos de seda e em linbo ; preco de
6J0O a 25^000. Receberam novo sortimento Pe
dn Antuoes A (',. 63 rna Duque de Cazias.
8UHM1 IO
Em liqnid'co, palma* pretas de vidrilhos so-
bre fi 6. Bicos pretos ponto c lony, largura de
10 :0 ceutimetros. Ditos com vidrilhos e liis,
de la
Clrande varldade em meiss de seda bran-
ca, pista e decires. Ditas da escossia de cores
diversas, de algodio cruas e brancas para aenbo
raa < enancas, precos resumidos em qualquer
quanfidadf.
PMa*> picot, nova* colieccoe. Bordados ta-
Obdos e transparentes, preco de *O0 rs. a 10^000.
Eleg-n'e* e commodos espartilh-'a branco*. creme
e Bris, pr. co de 44000 a 15*000 Fio* de la e
s^da, trocos, sedas tafag.rcH*, deseohoa coloridos,
lis m-e'nias e lisas em qaaiqm-r quantidade.
I. vUiveia immens s'para 200. 800 e 600 r*.
SilJ- aierla, bonitos brochea de phantasia.
pr>c 14 com inser pedes e lisos.
Para as lenoe- nte* enancas, interesaaate* bo-
oee* e bebe* e muito* caiurga, variadas ttr-
mas.
*ss aerse**, aoei* e pnlseira* elctrica*
p-ra in via'gias e odre* de cabe a. T-mbem oe
bem acrediraaus colare* elctricos de Royvr
para tacili'ar a dent cl<>
rin e elevante* luvas de seda em todas as
eoTe e pr- ? pra s nh ras e enancas
"'tsaa** e *) ii *,, i.raa e*l>* e gralo*, pire > de Sf
1MO0O. fi tmmx %,t* .rtigo* que Miaao* 4
*c pia a v*boe "as eoeoairar.m o qae ha de *<-fh r na ata
Oe confianea de P.dto Mutone* ft C.
ORaa Daaae 4- IWx.as-W
*
3
Vende-se ou poriau'a se o r predio nesta cidads
am bon sitio eaa bja :a.;a, muitas fructeiras,
excellente banho di rio, boa agua da cacimba,
e-xtenoao de terreno para balra de Cipim, todo
murad eaa frente, com portan e sradenmento, com
cominbo de ferro e estscao junto ao dito sitio, no
Porto da Madeira, coohecido pelo sitio d JoSo
Sclleir", junto ao Dr Ernesto de Aquino Fonse-
ca ; quem pretender dirija-se praoa da Inde-
pendencia n 40, des 11 horas s 4 da tard?.
Vinhos da liar^feira
[Fiaos
Cares vellos.
Madf-ira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Passas.
PARA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a garrafa.
Na mercearia de-Mannel Corroa & C.
Praea do Conita d'Sn n m
iT(4z nacional
Vende-se na ra Direita n. 26, a 160 rs. o kilo.
Cabriolet e victoria
Vend' se um eabriolet e urna victoria em per.
feito estado ; quem pretender dirjase cocheira
n. 27 ra do Iirp r-.d. r
Flautboeme
Vende-se umB em perfeito estado e per preco
cemm .do ; na ra ds Tr nebeiras n. 80.
Livramento & C.
vendem cimento port'and, marca Robins, de 1-
nalidado ; no caes dn Ano'ln n. 45.
I

Engpnho lYerancia
Fregnezla Ja Escada
Vende-se o engenho cupra, cem grende quanti-
dade de maltas e terrenos de primoira qoalidade
para safr-jar 3 a 4 mil rles. Este engenbo est
arrendad p r 3;000j annuaes; quem pretender
dirija-ee ra da 8anta Cruz n. "
10.
Licenciados pela Inspectora de Hyglene
do Iiiiperio do Brasil.
CURA RPIDA I CERTA
PELO
ARSENIATO1
DB
OURO DVNAMISADO
do Doutor ADDIS0N
da Chlorone, Anemia, todas as XTolr*-
tui do Syitrmn rrimo, mcmo as
mais rebeldes, molestiamcHronicmm tos
rulmOe*, etc., ote.
As malores Iliustraces medicas u?m attes-
tado o poder curativo ileste medicamento e
ducl.iram n'o : o primeiro o mala enr-
gico do* reconstltnlntes.
0 Prisco: 6 francos (em Franja)
Todo fraseo ave nio trou ^ M*
sr a Marca de Fabrica x-*ff> ''aS*
ngittrada ea atslgnatura <^^^"^ Mat*.
deve ser rigorosamente recusado.
PARS, aKMtt WdopaOlIne. 7, n Bafeaar.
DtVDsMss em Pernambioo :
IWELJk.JST M. da SILVA*C
lakaiaWultnuisl
irtigos bar itissimos
. i
nm $wm
Prarj- 4cia da Seda edrn VMrftio 6f 0 r.,
00 e UlMoSadimt g i* e^r*oa%*JOa rs., 600^
Hfl- o rasero ; vidri h* ^awtra a 600 rs. e
n- c | nauta 4W pwia n:feO de etalde ptete
a 6O0 rs. n aweo { pola-iras pera menina a 500
r. o par** "ditas par frnhnra i(| rispar ; tunos
Ansa e n ate, *v'Ma f>i ana, 1 ra Doque da
'eJftif'i- '-,n


IHurift de fwfHnbBci---Tcrfi--elra 20 de Marco de 1888
ELHI MiTO
FORMULA
I
MGEL1N0 JOS DOS SANTOS MDRADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hjgiene Publica do Rio de Janeiro em
20deJulhode 1887
Este depurativo de grande eficacia as molestias syphili'icas e impu-
reza do sangue. Para maior garanta da eficacia deste medicamento, puLlicou-
se grande numero do atlestados de algons Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de muilos cavalheiros que teem feilo uso deste depurativo, em nu-
mero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaram da lerrivel beribe-
ri con este poderoso depurativo.
O uso deste Elixir maiio recommendado no tralamcnto geral as mo-
lestias das senhorase a prova est no bom resultado que tem obtido aquellas
das Exm". Senhoras que delle tem asado.
XUXODOO XDlOe XJS-AJ.
Os adultos tomarao quatro colliercs das de sopa pela manli e qnalro
noite. As creancas de i a 5 anuos tomaro urna colber pela manha e outra
noite, e os de 5 a 1 i annos lomarao duas colheres pela manha e duas noite.
Deverao tomar banhos, fri ou momo pela manha e noite. Resguardo regular.
Enconlra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da > ilva
& C, ra do Mrquez de Ulinda n. 23 e phaimacia Oriental ra Estreita do
Rosario n. 3.
MALTINA
Extracto de triga, cevada c aveia germinadas
Preparada peL Mftioa Jlanufactunng C Limited 24 e 25 l.rt Street Bloomsbury
Londres E. C.
pprovadas pela junta de higiene da Corte
A MALTINA equivale a 30 vez<*s o seu proprio peso era diastase e de 3 a
6 vezes em podt-r diastosieo a quIqurr outro prp.ra'lo deste genero.
A MALTINA tora iu. r cido 6 oedalhas dn ouro em diversas exposicfos e
tem urna aceitaban enorme na, Europa e nos Estudos Uuidos tanto que foi preciso in-
corporar urna cotnpanbia cou granaos capitaes para sitisfazer o consumo sempre
croscente. *
Chamc-se-u attengJto dos ilistnctos medi;os desta eidade para ob importantes
preparados da MALTINE Manufacturing Company. Todoa os productos medicamen-
tosos aflo mais fcilmente assimiladoa em combinadlo com a Mal ti na, anda mais sao
ovados a torrente circulatoria e praraptamenta sio. absorvidos produzind efiFeitos
immediatos. *
Lista dos preparados
MARCA DE FABRICA
\ Y! CU D'MWKS HK CUUQM LACTOMHTf K CHMIX
.;iTlEPHHOQnmTITHErj>UBSWtirMil>IIGtSIIEBCS
VINHO
DO
DrGabanes
KINA-CABANES
O ?abn O 9' Cakun, submettldo i
ainTova o da Academia de Medicina de
Paria, rol ncouheciUo como um tonteo
energ-icoI por enocrrar os principios constl-
li.tivus do Sangue e da C'arnc\ que da ao
aguo /orea, vigor e energa.
HOT. Para evitar aa contrafaccoea, s as dera
aceeitar as garrafaa qui trstam r.cruttadaa no ridro
as pajar: a : Vinbo do I> Cubanos, Parlo,
ofira o rtulos, tira cape/ que earolnm
Crgala ea mana dafibriit,
axignatura do
baes e o sello
da Umo OOT Fab
M, tiraa pape/ que earolnm o
m de fabriia, si* jQ
petiu, professores da Faculdade de Medicina
de Paria, o roceitam todos os das com O
sneihor xito s mulheres enfroguecidos por
execstos de toda especie, trabalho, prazeres,
meastruaeae, tdade critica e amamentacSo
prolongada. TT extremamente efflcaz contra
o Falito, lias digestdes, bgspepsias, tastritis.
Ton tur ase VerCgen*.
D resultados niaraviliiusos nos casos de AnetnL Chlorose, Pattperiamo do sangue, Btteri-
lidade das mulAeres, Flores brancas, I'erdas seitiiuaes. Impotencia prematura, Bmmagrecintento
geral, "Fisin pulmonar, rebrea tercas, Intermttontes, Palustres, Endmicas e
Epidmicas.
O Vinbo do O' Cabanes. pela energa 4c sna accr>o cordial, desenvaine as torcas, activa a
Cirtularao do sangue c e inulto recoimncndavel para'as convalescencas.
Fazcessaros SMBttoa to frecuentes durante a gravidez, augmenta a secrecao do lelie nos
nutrizes e d extraordinario vigor as crianelnhag do mana; ar.iens a influencia dos scus prin-
cipios tnicos, solierano no= casos de triitetet, Afcovo da medullu, Hysteria, Epilepsia,
Rachitxsmo e em peral, em todos os casos em que 0 preciso re :orrer a um tnico pode: oso, que
d vigor e restaure as /ornas dos do'ntes.
Como aperitivo substiuie com glande vantagem os Utiiiidos perniciosos cono asinthot
Termoutb, etc. IT um preservativo apreciado pelus viajantes e mariubelros, como anU-epide-
mico e antidoto da fele amarella. Vomito o outras molestias trpica*.
Deposito geral: TROUETTE-PERET, 264. boilerard TolUire. PARS
Depsitos era Pernamouco : FBAS<* U. da SILVA C* e as prlnclpaee pharmaciaa^
"
'

>
NOVID\DES
LANS mescladas de s-da, a*600 rs. o covaHo.
GAZES arrendada imita(ao r!anda, a 600 e 700 tb., o covado*
BICOS de c8rs, matiaado, a 2J500 e 2/J000, a peya.
LUVAS de seda de edres, arrendadas, a 3|J000, o par.
ESPARTILHOS americanos, a 6,5000, 7,5000 e 8^000, um.
LEQUES transparentes, desenhos novos, a 2 MElAScots pintas de cores para seaLora, a 800 rs., o par.
SKTIM Maco de cores, a 900 e 1,5000, o cavado.
CAMBRAIAS de pintas de edres, bordada*, a 6,5000, a pQa.
VELBOTINAS de cOres, a^OO, 900 e 1,5000, o covado.
ESGUIaO pardo paaa vestido, a 360 e 400 rs., o covado.
PERCALES miudinbos, padrSes novos, a 240 rs., o covado.
COLCHAS de cores, imitac&o de crochet, a 7,5000, ama.
SETINETA j-poneja e ntatisada, a 240 rs., o covaao.
CORTINADOS bordados, a 6*000 e 7*500, o par.
1 FICHCS, arrendados, imitacS* de seda, a 200O e 2*500, ao.
L^NS de qasdro, imitaclo, a 100 re. o covado.
MERINO de efires, a 800 e 1*000, o covado.
MERINO' preto, a 800, 1*000, 1*200, 1*300, 1*500 e 2000, o corado.
OUARDANAPOS de franja, a 2*200 e 2*800, a duzia ; e de linho.
COMPLETO sortiraento de bordados e extractos.
SARGELLY d i tedas as efires, a 24p r8. o covado ; qualidade melhor.
BRAMANTE de linho de quat'O larguras, a 1*800, o metro.
BRAMANTE de algodSo de qoatro larguras, a 800 e 1*000, o metro.
ATOALHADO bjHados, a 1*200, 1*40J e 1*600, o metro.
PANNO da Costa de listra e de qoadro, a 1*000 e 1*200, o covado.
LENCOES de bramante, a 1*800, 2*000 e 2*500.
TOALHAS felpadas para rosto, a 3*500 4*500 e 5*500, a duiia.
CAMISAS inglesas de Sandia, a 5*000, ama.
LENCOS brancos para crianca, a 1*200, a duzia.
SKROULAS de bramante, 15*000, 18*1 00 e 22*000, a duzia.
FUSTAO branco, bordados, a 400, 440, e 600 rs., o covado
GUARDA-PU de brim pardo para bomena e senhoras,
Fazendas rom pequeo defeilo
COLETES de easemira preta e de .orea, a 3*500 e 4*000, um.
COLARINHO de linb a 3*000, a duzia.
BRIM de efires para roupa de crianca a 320 rs. o covado.
NANSUK muito tinas de urna s fir, a 240 rs. o covado.
ESPARTILHOS couraca de 10*000 por 4*000, um.
BOLCAS para viagem, a 6*000, 7*000, 8*000, ama.
BOLAS da palha que se vende por todo preco.
PARA BANHOS DO MAR
COSTUMES par homens, snhoras e meninos.
NA RA 1. DE MAR(W N. 20
L JEeSm ^ C>o
DE
AMARAL & C
MM9aet*dopl* iMsptetorto erml da Hjge ao Imperto o Bitufe
Dre do Emtmago, Dyspepsia.
MtutmiMmm
do M.SOO ir. ^^^ OUWO
sa. LAROCHE Ph.pmaoanUeri--^^ PAWS, VIBNKE, NICE, te.
O Quina-Laroche nao i um qualqutr preparado, portm multado ie trabajbas*fm
ajmt.wm 09 m miar matis alias recompensas do Eilado. O mumu fefmginmtm
MALTINA pura.
MALTINA pepsina e pancreatina.
MALTINA phoapbato de ferro quinina e stryohnine.
Oleo de figado de baualho com leite peptonisado.
Oleu de figado de b..clha com Ieite peptonisado combinado oom hypophosphi
to de soda.
Extracto de carne peptonisado.
Alimento aoluvel destinado a obviar a necessidade de digerir leite de vacoa
O leite contido neate preparado est digerido previamente pela pancreatina,
Vende-se na plianuacia Central
38 Roa do Imperador 38
PERNAMBACO
VinJio o Zarope de Dusart
AO LACTO-PHOSPHTQ OE CAL
Approvados pela Junta d Hygiene do Ri*-<3JaMWi.
O Lucio-Phosphuto k coi, que entra lj- coripo3ici4o de VINHO e do XAHOPE
de DUSART, o meejcamento QHia poitrosc que se conhece hoje pt.ra reBU**rar
as (breas de certos doentee.
Consolida e endir?il3 os ospos daj crearn,as Kac/Mtico* torna activos e vigorosos
os Ado^scenta molida e lymph^ticos e os ine -e achao fatigados em conseqnencia
de rpido orestimento. FaciliU a cicntriacao das cavernas do pulmBa nos TiMeo*.
Sendo administrado s "ilberes ducanie a gruoidez ellas aUavcsso todo o periodo
da gestacfto sem a meno> adi^a, sata aauseig,'e5i voniifos, e dfto luz a; creancas
fortes e vigorosas. _
O Lacto-Piosphato di eal atf mtv.iatnulo s ama* e 6s tnaes qv.e cn5o os flliios,
torna o leite mais rico, mais nuicdivo, e preserva as creancas da diarrha de outras
molestias, que se declaran du:inte o desciment. A danticao opera- e sem fatigar a
creanca, sem que apparecS> convulsOec:
O VINHO e o XABOPE de Laclo-Pltothato de eal de OU3ART despertac o
appetits e levantad as torcas dos convalescente e -leven ser e npre.Rados n tidos
* caaos em qne o corpo buttano 6e achar fatig-f'. ou e^haurid o faf .
Deposito am pavip. es, ra yivlennaj
ih
<*&

i9&
M CEIftil
38Ra do Imperador
Nesta gr nde pharmacia avia se receitas e pedidos com promptidlo,
toticitude e modici lade.
As prescrp^es era imguss eslraagciras sao fielmente
drsprhadas
O pharmaceutico pernambucano JOS FRANCISCO BETTENCOURT
convida os clnicos desta eidade que queiram honral-o com sua confianca
para qaalquer trabalbo profiatonal o ao publico. Garante so a mais atten-
ciosa e oonscieneiosa execucSo.
Esta cosa recebe seus productos chimisos e drogas directamente
das melhoros casas da Europa, especialmente enoommendadas para sea
$
reeeituario
ESPEOALDADE
Balso (i Toli
'

.~
avaisvmii
Preparado pelo pharmaceutico JOS FRANCISCO BETTENCOURT,
de urna eficacia verdadeiramente maravilhosa as molestias dos orgSes
respiratorios.
Bronchtes, asthaia losse, convalsa, etc.
:o: -
CHA PRETO d pri eir quahdade.
DE MAMADEIRAS u-n granae sertimento.
SABONETES INGLEZES de ptima qualidade a precos sem compe-^
ten ia.
Tinta preta para escreverinalteravel, fabricada oom rouito cuidado
por um* formula ingleza, especial para escripturacao mercantil e repartiefies
publicas, secca de pressa, perfeitamente preta, nao corroe as peonas, n3o
ripposita e d opia.
5^ **%
V emi-it W
Daptros, Chavos
Virus, Ulceras
PELO
DEPURATIVO CHABLE.
L Jm \jttts as fhirnteiat *a OarNTH
Onde te encentra gratis
MkUatMi.
36
**e Vw\et^e
CHABr, P
^,000 Dep^
GoHorwntm, Flores trancas,
Perdis seihihaes,
Esgotamento, are., etc.
TBLO
CURATO DE FERRO CHABLE
Em todos aa boas
Pharmacias a?
>\
a.
o adres6
Ra do Cabug d. S 4
Os proprieurios deste estab 'iecuneiito, teodo-o teito passar por urna grande
transformaco, e nao tendo poupado esforcos nem despeaaB para o tornar um dos
mais .1 gantes e bera sortidos dista capital, participara s soas Kxmas. freguezas, aos
seus amigos e ao publico em geral, que aeabam de receber pelos ltimos vapores um
completo a bem escolhido sortimento de joias de ouro, prata, brilhantea e relogioa do
qu ha de maia apurado gosto, novidade e baratesa, t->ndo sido escolhido pessoalmenv
pelo socio Angosto Reis, as procipaes fabricas da Europa, por isto julgam se habili-
tados a fatisfaaer o gusto mais caprichoso exigente e por pregos sem competencia.
Confiados, pois, na bondad da suaa amigos e fregueaes e na proteccJU) que Ibes
tes dispensado, tomam mais ama vpz^s liberdade de convdalos a fazer ama visita
ao sen estabelecimento para ae certificaren da verdade.
?Hin
ADMWI9TRAg:
PARIZ, Bottlsvard Montmartre, PARIZ
PA8TILHA8 DIGESTIVAS fabricadas em
Vlohy com os Saes extrahidos das Fontes. Sao
de costo agradavel e a sua accao certa con-
tra k tia e as JHeestSes difllctu.
JAES BE VICHY PARA lAlliQI. Um rolo para um banbo, para as pessoas que nao poden Ir a Vichy.
Para vitar as imuactet exigir em toaos os productos a
AX*A.<
, OOXWXP. XXB VICHY
Bsi Pernamouco, a* Pistaste saina icsSi n em iiw auuca KOECHUN,
Jf. rm t Ofmi; Auo. t-ASlll.UK.
KslSTRIA NACIONAL
COGNAC BRAZILEIRO
A.
DE
M. VERAS & C.
PERNAMBUCO
Esta exccellente bebida preparada com todas as regras da scien-ia, de sabor
s aroma igaaes aos do oognac estrangeiro. O Cognac Brazllclro tem feito
grande suecesso pelas provincia do norte e sal.
( Prefos da fabrica
\ PEQUEAS GRANDES
ma gsrrafaJ..... ] ,500o 1^500
Orna duzia 1..... 9,5000 12,5000
O Cognae-Br*'lp'fo encontra-se na fabrica, em todos os botis, restaurants,
buhares e vendas desta eidade, e em Beberibe no hotel do Jo5o e venda do Jacintbo.
Alcool 40 puriscado e desinfectado, para perfumara e hotBteopathia.
SNDALO de m
Approrado peto Junta d'Hygiene do Rio-de-Janeiro
Snpprime a Copahiba, as Cubras e as Injec?5ea.
Cura nm 48 horas todo e qualquer corrimento. F da maior
eficacia as affecedes da bexiga, torna as urinas claras por msis
turvas que sejo. Deposito em Paria, 8, ru Vivienne.
DE
WOLFF&C,
, N. 4BA DO CABGA'--. i
'este muito -onh^cido estabeleclmen-
K encoptiiir o respeitavel publico o tniis
varlasl* e eoscplet sortimento de JOIAS
recebidst0 sempre disreetamente dos sBelho-
rea fabricantes da Knropn. e ano priman
pelo apurado goato do mundo elefante.
Rlcoo drreces completos, lindas pulsel-
ras, alflnetes, voltan de ouro eravejadaa com
brilhontes, ou perolas, anneis, cacoletas,
botues e outros muitos artigo proprio
deste generes.
ESPE ALIDADE
Esa relogio de uro. prata e nickelados,
para hom.-ns, senheras e menino* dos mais
acreditados fabricantes da Europa e Ame-
rica, t
Para todos os artigas deta caaa garan-
tc-st a boa qualidade, anslm eomo a niodci-
dade noa precoa tae afta sena competencia.
W'cata eaaa tambem coacerta-ae ajual-
quer obra de ouro ou prata e tambem reo-
slos d qualquer qualidade que seja.
4-Rua do CabugM



grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de Franca. Premio de Therapeutiea
O eniprego em medicina de Perro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Verdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia,Plidas Coree, Corrimento,Debilidade,Esgotamento, Convalescencia,
Fraqueza das crianca, Depauperamento e Alteraco do tangue em consequencia de
fatigas vigillias e exoessos de toda a natureza. Tomar 4 & 6 grageas dor dia.
Nem Constipacao nem Diarrha, Assimila^ao completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as enancas.
iDl Urna explicado detalhada acomoanha cada frasco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Gia, da PARS, que te
eneontra em, eaaa dos Droguistas e Pharmaceuticot. ^

:
E PARA ACABAR!!
Tecidos de phantasia para vestido, a 200 e 24U rs., o covado.
Setinetas, idem, o que ha de mais novo, a 240 a 280 rs., o dito.
Renda da Chios, branca e de cores, a 240 e 280 rs., o dito.
Las modernas, a 320 e 360 rs o dito.
Nansoes de corra firmes, a 10 e 200 rs., o dito.
Merinos de cores, duas larguras, a 500 rs., o dito.
dem preto, a 800, 1*000 e 10200, o dito. .
Setins Maco, preto e de corea, a 800 e 1($000, o dito.
Casacos preto para senhora, ricamente enfeitados, a 2p000 e 350000.
Mantilhas brasileiras, a 50500, urna.
i '-.hs pretos e de cores, a 400Q, 50000. e 60000 ; sSo grandes.
Tapetes avellndados' lindissimos, a. 120000 e 160000, um.
Para as imas. noivas :
Grinaldas e veos de seda,'a 90000 e 120000.
Colchas de crochets, rijas, a 90000
GuarnicSes de dita para sof e cudeiras, a 80000.
Leques e espartilhos baratissimos.
Sens finos, a 10000 e 10200.
Damascs e popelina branca, a 900 el04OO, o eovao.
Quardanapos de linho, a 20000, 30000 e 50000, a duzia
Atoalbados bordados, a 10200, o metro.
Pecas de eaguiao para casaquinhos, a 40000. t
Madapolo americano, a 60%), 24 jardas,
dem pello de ovo, a 60500, 24 di'as.
Algod&s superior, a 30000, 40000 e 50000.
Completo sortimento de casemiras.
Cheviots preto e aaul, a 30000, o covado.
Casemiras de corea para oostumes, a 20500 e 30000.
Camisas inglezas para homem, a 360000, a duzia.
ero alas bordadas, a 120000, dita.
Lencos e lindas oaixinhas, a 10800 e 30000, a dita.
Meias inglesas para homem, a 20500, 30000 e 50000.
E muitos artigos qae se vendem com grandes batimentos. ^
As vendas em grosso teem o descont da praca.
I.O1 1> E
Pereira & Magalhes
SCCESSORES DE
CarflBiFe di Guta & G. >
59roa Baque de Callas 49
1
t







-


8
.


UTTIAT
Mam de remamt>nr^Tcr(a-feira 20 de Marfo de 1888
am iiii. un-----.........i ------------------------.----------------- ------ -
onge, na vida real, te'nJo de ti
cert*za de que s muito remotamente po
di ta vir a aaaemelbtr ae lbe.
Esta oonoepgio f.l, u Unto infantil
da utteratura de oagineglo, tinha mui-
tos defeitos, certo, mal n2o tinha pelo
menos o grave defeito de corromper, pela
eterna descrelo dos instinctos mais per
versos para, a propagagio dos sentimentos
asis asquerosos, o senso roorl dos leito
res menos esclarecidos mais inge-nuos.

Non avotu changa tout cela
Hoje os personagena de romance ou de
drama j nos nSo inspiram o innocente
q^%l7cr7endo"e7"jun" qoe sel desojode lhes imitar as virtudes nema
heroiciJade chron.ca A utteratura demo-
Cartas featlalaas
(Do Pait)
Promett no outro da tallar aqu do li-
tro de Aluizio Ase vedoO Homem.
Quai (|ue me arrepeodo da promeasa,
to melindroso, ptra urna peona de mulher,
e assuropto de que aquello livro trata.
Tal oomtudo, a pujsnga do talento
juvenil que elle revela, que muito embora
me desagrade o tbema deste estado, ni o
poseo deizar de ser profundamente sensi-
vel sua magistral e poderosa execaglo.
-Aluizio Azevedo alguem, e nos tem-
o que que
K\ summamente difficil.
.A democracia, esU velha inimiga ainh,
que eu tanto amei, j, aas horas inexpe-
ritates da roocidade, nio s influe directa
mente na polticacajo, nivel tom feito
baixar d um molo asustador, e que ella
transformou, da grave sciencia de gover-
nar os bomens, na brava concurrencia dos
mais baxoe ulereases, no conflicto rels
das cubicas mais mes quitinas como influe
tambera na arte, na litteratura, na propria
ciencia, que pareca pela sua essencia
fra da eua ospiraglo deprimente.
Coroprehende-se, sera a tonga diserta
gao qui nos levara para muito distante
do nos80 assumpto, que a leitura que agr
da as sociedades irrequietas, creo*smen-
te sobrexcitadas dete tempo, nio pode
parecer-ae, sequer, cora aquella arte deli-
cada e fina, toda em nuances graciosas e
em boleios fl :x veis e ondulantes, que agra-
dou, por exemplo, sociedade Iliteraria e
pclida da Franca dos seculos XVII e
XVIII ou da Italia do aeculo XVI.
O publico,' que hoje devora vidamente
oa livros novo;, os jornaes, as revistas, os
tratados especiaet, um publi > pl--b;u,
afamado, que vive a vapor, que precisa
de instru r-se no iutervallo de dous' neg-
cios e de commover na meia hora que te-
das as noitos destina para esse fim senti-
mental, antes de adormecer.
Nio ha os longos ocios aristocrticos,
que se destrabem amoravelmeute n con
vivencia agradavtl de bous livros e de
bons espirites, nio ba as finas grasas da
conversa, o amor das bellas lettras consi-
derado como um dever de fidalguia e de
alta eduoacio ; os circuios mais ou menos
largos ; os salees mais ou meaos primoro-
sos, caja prin.pal oocupaci consista em
spplaudir um madrigal, em ouvir com
agrado urna anedocta lindamente contada
em decorar ura trecho diiactico, em adoptar
e patrocinar con exclusio dos outros um
certo e determinado escriptor.
A arto de escrever tomou se um oficio
como outro qualquer; um uiister mais ele-
vado talves que outros misteres, mas ten
dendo a encurralar os bomens que o exer-
cem dentro de uma especialidad* igual as
- outras.
A litterataia peri.-u o seu tom frivolo,
adquiri a independencii que raramante
tinha, deixou de ser apenas um entretani
ment da lite requintada, que delta fasia
o seo privilegio mais querido e o seu gozo
mais disputado : mas -alcancaudo virtudes
que nio tinh, de-pind se dos pecad.s
originan que a contamin vam, foi logo
eivada por uutros defeitos igualmente gra-
ves, qoe o tempo e as transformaos das
sociedades !he trouxeram.
Dantes, os bomens qua escreviam s e
faaiam para nos narrar f itos heroicos,
acoles bellas, coromettimentos arrojadoa ;
para por de p, diante do olhar encanta-
do do seu selecto auditorio, nobres figuras
de uma altivrs romanesca, de am desinte
resse stoico, de um valor sublimado, de
uma formosura al n da humana.
As pessoas e i.nagin agio escolhiam eu-
tio dentro aquelles hroes tio syropathi-
cos, capaz talvcz de bellos crimes drama-
tiesa, mais inteiramente inaptos para qual
quer aegio rels o beroe que
oratisou-se como tudo o mais. Da syntheti-
ca que era fez se snalytica ate rainuden-
cia fastidiosa e seocante.
Assim como a sciencia estuda o mi-
crobio bicho, o romance estuda o microbio-
bomem.
Sumiram-se para sempre nos bastidores
da arte moderna os grandes personsgens
e as grandes paixoeb.
Tudo que pequeo, tudo que mes
quinbo e rels, incaracterstico ou feio, hu-
milde segunda a natureza e humilde se-
gundo a sociedede -eis o que attrahe prin
cipaluente o escalpelo impaciente desss
pbysiologsta de nova especie, que o escri-
ptor moderno.
Que importa que o cadver sejs racbi-
tico e feio, ao carabui de hospital, que o
estende sobre a banca do gabinete anat-
mico e lhe desfibra os msculos, lhe dila-
cera as visceras e lhe sonda 8B entranbas
anda palpitantes ?
O romancista de boje o carabui da
utteratura.
E assim como no hospital s vam mor-
rer os mais pobres, os mais desgrasados,
os mais miseravelmente viciosos, assim
tambera na Utteratura actual s seestudam
e aualyaam os casos de maior miseria mo-
ral, de mais fonda e irremediavrl pobreza
orgnica, de mais repugnante e doloroso as-
pecto I
Casos patholo jicos casos patolgicos !
E se ao menos dissessem que os deleita-
va o eatudo das excepg8s e das ammalias
humanas Mas nio !
__O homem medio assim, o que elles
dizem. E portanto o que nos enmpre
estudar o bomem medio.
Em primeiro luzar, o que eu neg
que a media da humanidade seja um repo-
nto explica T Foi ella que aesoobriu a lei
que rege oa astros no espaco infinito, e a
lei que presidiu a priroeira manifestarlo
da vida, no fundo dos inoom mensura eis
mares ; o que infinitamente grande e o
qoe infinitamente pequeo, ciase-lhe a
ella o segredo ioefavel da sua essencia, e
nio ha no tempo um minuto, nern ha no
espago distancia que ella nio tenba enohi-
do com esforgos da sua intelligencia e po-
voado com os sonbos da sua sublime fan-
tasa .
E' essa humanidade verdadeira e eter-
na, meritoria at nos seus erros, sublime
at aos seus defeitos, tocante at as suss
paixoss, digna de misericordia e de admi-
radlo at nos seus crimes, que eu quera
ver amada, escudada, celebrada pelos mo
demos romancistas de talento to profun-
do e to vibrante como de Aluizio Aze-
vedo.
Elle preieriu, porm, tratar com o seu
poder de estylo sorprendente e raro um
caso especial de pathologia fe minina.
. Na minba carta seguinte, que ser pro-
xima, veremos, pois como consegua.
Lisboa, Janeiro 1888.
Mara Amalia Vaz de Carvalho.
conheoe e A Terra le Eaillo Zola e
A cruz
Eu nio posso aoeroar-me do Oriente,
esse templo das revelagSes e dos royste-
rios, sera sentir-rae atnito e confuso. O
echo de seus cnticos, o olor suave do sa-
crificio em que ardem as essencias de to-
dos os seres ; a vista de seus deoses co-
bertos de podras arrancadas s entrsnhas
da trra e das perolss nascidas entre as
algas dos mares, offuscam minba vista e
embargara meu pensamento. Perm eu,
entre os templos gigantescos do Oriente,
entre seus apinhadoa altares, entre sms
mil dolos de ouro, de prata, de bronze,
em seus umbrosos bosques, onde creso no
celeste lego o Lolbo, e se arrasta entre flo-
res a symbolica serpente de cor variegada :
entre suas gerag&es de sacerdotes arrouba-
dos na meditaglo e no xtasi, nio busco
esse Deus immenso, multiforme, que vive
produziedo e devorando e rumiando seres,
quo se deleita em respirar o vapor do san-
gue exhalado pela ara do sacrificio que to-
ma todas as formas desde a de tigre at a
de hornero, que se veste com todas as co-
res desde o opaco tinto das negras nuvens at
o desvanecido azul do claro co, que con-
ritoro das maU xas e repugnantes p*a- orne todas as substancias, desde a ardente
xoes I Pelo contrario. Os simples bIo qua-lava que ferve as entranbas dos volcoes.
sisenpre melhores que os complicados. Nio ** a petrificada nev que coroa o cimo
saeat le Alalzl* de Azevedo
I
SVOLDylo DE FORMA DO ROMANCE
Em um dos seus amitos momentos de
Sulezsmo iooompsravel, disse o velho
umasque o genio no bomem era como
a tromba no elephante. E' certo que o
elephante sempre foi um animal, como ou-
tro qualquer; mais i&to nio obstou que as
for mida veis legiSes romanas dobandassem
espavoridas, quando Pyrrbo penetrou na
Italia com a eua guarda avanzada de pa-
chydermes, mais terriveis pslo estranho do
aspecto, do que pelas, navalhas postas as
trombas e as pas dos cornacas.
A nexperiencia da humanidade produz
constantemente destes equvocos ; as vezea
benficos, porm muitas outras uheias de
retrocessos bestiaes. Mas tudo isto na-
tural. Quando, por exemplo, na zoologa
surge o espcimen de um typo que escapa
s classifcacSes oonheoidss, at o proprio
sabio hesita, tomado de coofuslo e estro
munbado. sta estopefaxlo, todava, nio
so nio o effeto da tr ansie co rpida, da
difierenca sbita, e do desconbecimento
das frmss intermedias.
Sendo a estructura no fundo idntica,
preciso que venba a reflecelo; indispea-
savel que a geate se tamiliarise com aquella
novidade, para que possa acreditar na rea-
lidade do tacto apstol nossa admiracio.
Mhendal dizia que a diff-renca gera o odio.
E'-nos sempre hostil aquillo que nio com*
prebendemos oa que nio podemos sentir ;
e o espirito s consegue pacifioar-se, quan-
do nos provam que o monstro nio um
monstro, sio uma variante de especie, me-
nos conbeoida, verdade, mas nem por
isso .menos pertencente ao grupo que nos
femiliar.
mais
Ibes
tra arrojos de nobreza nem apotos de
heroioidade, mas tarabea nio Id o as am-
bicies que pervertero, nem as paixSes vio-
lentas que desnorteiam.
Depois, dado mesmo que a maioria dos
bomens constitua ou este r b.mho de tersa
em que nio destaca uma nica rea bja,
ou essa mullidlo de ananymos incaracte-
ristica, montonamente avergada ao peso
de umas leis que outro* fieeraoa, obedecen-
do passivsmente a preoeitoe, que mal com-
prehendem, nio esse o rebanho vil e
mo, nio ess turba multa sem relevo e
em aocentu*clo propria, que noi pode in-
teressar a cs.
Nos sabsmOs que a bumaniiade arran-
cou da sua conscieacia a virtuie; da sua
fantasa alera vel e inquieta a poesa e a
arte ; do sen coraylo ardente e doce o
amor; da su. curiosa, paciente e tenaz e
heroica investigscjto a sciencia.
Sab-mos que ella estoln o exploran o
enorme globo para onde a at'raram naa e
desarmada ; Sabemos qua a transformou e
civilison; sabemos que sujeitou -ua vir-
tude a natureza hostil e brava ; sabemos
que a existencia della um permanente
milagro que dura ha milhares de seculos.
Desde o tomo imperceptvel at ao pla-
neta enorme ; desde o zonphyto humilimo
at s, cret3 s mais complicadas e mais
FOIHETIM
TESTAMENTO VEEHBLHQ
POR
XAVIKR DE MONTEPIN
PRIIEIIIIPAK1E
L 7ADA DDS SALGUSIRQS
(ContinucAo do n. 65)
XXI
Ah elle abandonou o vehi:uio e subi a
p a roa Bonaparte, que nesse sitio mar-
geada por altos muros, por cima dos quaes
emergen os cirros de velbns arvores.
Esses muros fechan, esquerds, o jar-
di do grande seminario/de S. Sulpicio ;
i, dreia, o ardim do p/lacio do conde d-
Thanr-rieux.
Paaeal Saunier segua pelo passeio da
eaquerda, olhando aempre direita.
Em frente de uma porta eetreita e bai-
xa, verdadeira porta de aervoo, eneravad>
no muro do jardim do palacio e pintada de
verde-< acuro, parou.
Nada foi mudado... murmurou elle ;
alo taparam a porta de que tenbo a chave.
Beata saber se o conde ainda vivo..
Continuou o seu eamnho, subiodo para o
lado do Luxemburg), atravessou a ra Jo to para guardar a mobilia de
Yangirard, tomoa e passeio que enfrenta-
va com o palacio do conde de Thonnerieux,
percorreu um espaco de cincoeota ou ses
seots paasos, e depois, voltando atrs, r
tomriu o caqjiabofp'-T '^rrido.
Quando chegiva prximo ao esenptoro
doe mnibus, situado na esqui a das ras
Vangir.rd e Bonaparte, vioabnr se u n aoa
baMntes do portlo do palacio. O velho
criado de quarto que c/inhecemos, sabio
acotsp.nbando um fornecedor, com o qu ocsiverBou durante siguas instantes no li
E', pois, certo que o conde ainda est vi-
vo. E' o que eu quera s-ber....
Tendo apalpado o tjrreno, como vimos,
Pascal continuou osa caminho, voltou
praga de S. Sulpici", tomou um carro e
fez-se conduzir ao Hotel do Parlamento,
onde Jaoques o scolbea com esta pergunts :
__ Entilo .. que tal a mina de ouro T
Sempre no mesmo lug.r, e as diffi-
culdades da explor-cao nao me parecem
absolutamente invenciveis. Tratarei em
breve da aventura.
Eram horas de jantar.
Cbamaiam M-rtha e Angela, e a refei-
5I0 da tarde effeotuoa-se no pequeo sallo
em que haviam almocado.
Martba voltou em seguida para o seu
quarto, depoia de ter insistido com Angela
para que voltasse no dia s>guinte.
Os dous cmplices viam com grande
alegra a sympatbia que Angela inspirava
a Martba Qrandchamp
Essa sympathia, que Angela saberla fir-
mar cada vez xais era uma garanta para
o seu dominio sobre a orpbi.
Eram nove horas da caite.
Vais acompanhar roe ra de Pue-
bla. .. disso P.sc;.l sm fiel amiga; pro
ciso passar revista aos abj ctos que l se
acbam depositados.. .
Posso acompanbal-os ? perguntou Jac-
ques.
Por que nio ?
Entlo vamos 1
A ra de Puebl, que contorna as But-
tea Chaumoot do laio de Belleville, o onja
extremidade, q i desemboca na avenida
de Vincennes, tomou o nome de rus dos
Pyreneus, pouco habitada, mas as oons-
ruefSes que oxiatem slo bellas e dignas
de bairros meno* excntricos.
A casa em que Angela alagara um qu-r-
seu pseudo
primo^chavs se exactamente em frente ao
parque das Bultos.
Eram dez horas quando a carruagem que
levava os mssos'tres personagens parou
porta dessa casa.
Aogela puxou o cordio da oampsinha.
A porta abri se, deixando ver o vest-
bulo e a escada ilfuroinados a gas.
No seu cubculo a porte ira oocupava se
n'u-n trabalbo de costura.
Ergueu a cabect e SolatMSj :
- 0 I.. Sra. Martin I... Que aoa-
rnisr.
A abertura do portlo, alo completamen-
te fechado, permittis ver so fundo do pt
tea mocos de cavallarica 1 vando unja car
magem.
E' Jeroaymo, mur/nurou Pasoal, e a
carruagem servio boje ou vai servir logo...
'30 traa aqui a esto hora 7
Nio um aeaso, responden Angela.
Venho p3r na posse do sea qasrto o meu
primo, ebegado esta noite a Paria...
Ah I cxdamou a porteira examinan-
do Pascal, o senhof que chega da Ame-
rica. ..
* '
das montanhas ; nio busco de nenhuma
manera esse Deus, cujo respirar ebeio de
vida me envenena como se fora o hlito da
morte ; busoo a Cruz, esse affrontoso sup-
plico, do qual pende um moribundo, cojo
ultimo suspiro mi refrigera e reno va meu
sangue como se fosee o balito da vida, a
Cruz, foote iaesgotavel de rsperanca, sol
sempre fizo no horizonte de nossa existen-
cia : que todus hemos visto ao abrir os
olbos loi da vida cabeceira de nosso ber-
90, a par do doce sorriso de noasss mies :
que todos io vacamos as grandes tribua
(3.a e dores, pois a medida que cresee nos-
so espirito e vemos essa Cruz divina esten-
der-s**, crescer, Iluminar todas as frontes;
a medida qua eatudamos os seoulos e ve-
mos todos os naufragios, esclareoendo aos
philosopbos, inspirando aos poetas, exer-
oendo santa maternidade em nosso espiri-
to ; a medida que cresee nossa razio e ve-
mos cresoer tambem essa Cruz divina a
nossos olbos, se afirma incontestavelmente
no animo da crenga, nem obui>brada nem
eclipssda no meu, de que essa Cruz a
arvore da vida eterna, que com suas flo-
res perfuma de virtude nosso ser, e com
seus frutos alimenta nosso pensamento, ar-
icar nossas taculdades, a grandiosa liberda-
de de nosso espirito.
Emiluo Castelar.
A apparicjto de E. Zila no mundo litte-
rario, pie-se bffirmar que trouxe impres-
slo bem similbsnte aquella. Estavam to-
dos imbuidissimos de V. Hugo, de Lame-
nais, de Quinet, de Dumas e de outros;
pouco houveraroos percebido as formas in-
termedias de BiUac, Cbampfleury, Sthen-
dal, Flsnbert; quando, portanto, a belfa
destes typos se bypertrophiou na larga
tromba do auctor do Assomoir, todo o so
ceg Iliterario desapparecea, e o susto ma-
nifestou-se pelas formas mais exageradas,
que j poderam inventar a preguica e a
mediocridade.
A natureza nio d saltos. Esse apbo-
rismo teot sido to repetido ltimamente,
que parece ter feto jus a entrar u'aquelle
diccionario de lugares communs que o poe-
ta da Bovary andava a escrever, quando
morrea. O romance nio escapa a essa
lei.
O naturslismo em Utteratura, e o aolis-
mo, como expresslo mais viva e exagerada
deBsa tendencia, nio sugerio no seculo
XIX se nio como e ultimo termo de uma
progressao j ba muito tempo encapaulada
as formas litterarias, que esto no domi-
uio da historia.
Em primeiro lugar o romance, ou o epi
sodio pittoresoo da vida, tem por base a
ficcio, tendencia existe ates no homem,
desie a poca em que as suas faculdades
attingiram certo desenvolvimento psychico.
Esta tendencia nio outra cousa aenlo a
neoessidade que o individuo sent de esca-
par-se para fra da natureza,faoto que
nos tempos primitivos se traduzia nos roy-
tbos, devido ora a uma eof^rmidade da lin-
guagnm, como pretenda Max Mller. ora
a uma expli ;acao infantil de factos natu-
raes e inacessiveis, segundo o criterio dos
mytbologos modernos, Gaidoz, L ng, Ma-
nhaardt, etc. ComprehenJe-se que o ho
mem dos ltimos tempos, deluido pela ex
p riment gao, nio poda permanecer no do-
minio d'essas puerilidades; entrando no
conhecimento, caneado de diffundir-se para
6 lado do macrocosmo, abandonasae as
cosmogonas e penetrasse no mundo dos in-
11 ';
finitamonto pequeos. Essa mudanca de
eixo, porm, n3o altern a natureza huma-
na nem modificou a linha da progresslo
mental; e, se desappareoeram por uma
parte, as vaoeas de (Jaco, taes quaes ool-as
pinta Bretl, per outra, o homem oontinuou
a arrojtr-se para fra da sua natureza por
via das alluoinacSes do microscopio, crean-
do uma mythologia opposla i dos poemas
antigos, um assombramento correspondente
ao dos viajantes dos cyulos mediterrneos
e aos causados pelos oataclysmas e come-
tas, o maravilhoao patbologioo, eaeo, o
hypnotismo, a baoteorologia e todas as ou
tras exageracSss do espirito anslytico.
Fundamentalmente, portanto, o elemen-
to capital do romance permanece e per-
manecer, pelo meaos emquaoto o homem,
pela forja traosformista nio ohegar a con
tituir-sa em especie nova, e nio adquirir
outros sentidos, alen mesmo dos tres addi-
cionados pelos neo- aomtistss aos cinco cls-
ticos.
O estudo sobre a ficcio na antiguidade
greco-romana, j est feito.
Dunlop, Stael, Chassaog estabeleceraro
at certo ponto urna tal ou qual genealo-
ga entre os romances gregoa e os moder-
aos, passando atravez da dado media
pelas forman bastante conbecidas aos fa-
bUaux e romances de cavallaria; mas
po'ie-se perfeitamente provar que Beraadia
de Saint Pierre teria composto a sua pas-
toral Paulo e Virginia, mesmo quando nio
houvesse surgido dos archivos dos coaven
tos o Daphins e Chlo de Longos. E' fora
de duviua que, as mesmas coadigSes ce
rebrses e sociaes, independente do tradi-
cionalismo, o bomem sempre produz as
mesmss obra d'arta. A Grecia teve tam-
bem o seu romaatsmo, que Qervious ex-
plica a seu modo ; Trezza (Critica Moder-
na) encontra at no Mecate e na Meda de
Euripedes la embriogenia de Shakspeare e
Goethe, que depois explodio no seclo
XIX.
Para comprebendermos, entretanto, a
marcha do romance actual, nio precisa ir
to longo, nem cavar to fondo.
Grabas aos estuioa dos eruditos, fcil
limo boje apanhar as linhas capitaes dessa
marcha atravez dos ltimos s-calos, nio
tanto no fundo como as formas ; porque
emquanto quelle o romance confuode-se
com o movimento iategral do espirito oc-
cidental.
A curiosidade do crtico, pois, deve visar
principalmente os procesaos inconscientes
do povo e o consciente dos mestres na arte
de narrar. Eis tudo.
Ora, as formas que boje encontramos
to aperfeicoadas em Flaubert, em Di-
ckens, em Faria, em Z>Ia, em Turgue-
neff, am Bret H*rt, em Dostoievtky, em
Tolstoi, em Marin Cravrford, em G. Eliot,
em E. de Queiroz, em Bourget, ero A.
Azevedo, uio appareceram arbitrariamen
te, nem foram aventadas pelos artistas
que lhes deraoi direito decilade ; nebulo
aas em pria ipio, como exprs;-! > vsga das
aspirajjs das ragas, essas formas foram-
ootrarata na norreut da
ag3es em ruina tinham a
exparienoia, mas os barbaros possuiam a
forga ; o a foros que utiliaa a experien-
cia.
O que se dea na poltica, deu-se na es-
thetioa. A materia protoplasmica injeotoa
vida as renatcenja; a Italia pbosphori-
sou o seu proprio cerebro, meio apagado 0
accendeu-o de re pe a te, e os outros pavos
que sargism, que se iam compondo com
as vagas reminiscencias da sua mesma
natureza, comegaram a vestir-^e com aquel-
les restos, mas, entenda-se, guardando to-
das as tendencias autonmicas fundamen-
taos da estructura anatmica de quem en-
tra na torrente humana com um formida-
vel contingente biolgico.
(Continitarse-haj
VARIEDADES
E' verdade, minba querida senhora,
e nio tenbo, garanto-Ibe, a menor vontade
de para l voltar .. replicn o mancebo a
rir.
Quer que lbe d lus, Sra. Martin T
perguntou a porteira.
Nio precisa... ultima mente levei pa-
ra l um pacote de velas... ha tudo quan-
to neoessario.
O senhor sea primo dorme boj -
aqu T...
Foi Pascal quem responden :
Nio... nio, senhora... venbo bas-
car alguna papis de que preciso... pre-
tendo, alera disso, nio utisar-me deste
oommodo senlo como ponto de poasada...
Vou morar no campo, perto de Pariz....
Subamos. .. disse Angela. Seria
grande amabilidade da sua parte, mioba
senhora, nio apagar as luzes emquanto nio
salarios... Nio nos demoraremos muito
l .em cima e nio queremos descer s es
coras.
Pois nio. .
Aogela sabio a eseads, acompanbada de
Jacquea e Pascal.
O commodo era situado no quinto an
dar.
Abara a porta do qu.-ito e acosas duas
velas, o ox-secretario do conde de Thon-
nerieux lancoa um rpido golpe de vista
em torno de si.
Uma espessa caada de p cobria os
moveia, mas todos os objectos aehavani-se
na maia perfeita ordero.
A roobiha smplissims, corapunha se de
ama cama, um rmurrio, ama m0snha de
Cabeceira, um lavatorio, uma escrivaninba
e quatro cadeiras.
Alora disto, viam-se sobre a chamit.
uma p-quena pndula e dous lampeo 'S.
N'uiu canto estavam amootoadaa oaixas
e malaa cuidadosamente fechadas.
Pascal pareceu fio r muito satisfeito com
o sea enuw, e felicitou Angela, radiar te,
pelo cuidado conssgrado dupla operacao
ds mu-iaoga e da arrumaglo.
Vais procurar o que veste buscar T
perguntou Jaoques a Pascal.
Nio... respondeu este. A cousa es
t cora certeza em ama destas malas, mas
nio sei em qual, 9 o trabalbo de procurar
seria muito demorado.
Nio se tocen em cousa alguroa de
pois ds toa partida, disse Angela.
Oode esto ss obsves ?
Netta gaveta. ..
Pascal abri a gaveta da escrivaninba e
tirn um molhq de ohavea.
Estas oaixas a malas esto eheias T
perguntou Jacoues Lagarde.
Esto, siro, doutor...
E de que ?
Do uma iufiaade de oousas ob
jectoa de toda especie. Uma dellas, por
exemplo, contera um apparelbo completo de
gravador c de lythographo ; boris, madei-
ra para gravar, podras para desecho e,
alm disso, frascos de drogas, cidos, reac-
tivos, etc.
Comprehendo... disse Jacquea Li
garde, sorrindo ; nossa mala que deve
estar um certo diploma de doutor america-
no. ..
Exactamente
E 08 utensilios destinados explora-
gao da mina de ouro. %
-~ Perfeitamente. Amaobl ou depois,
quando encontrar o agrada vel retino cam-
pestre que Angela e Martba emhellezarlo
com a sua graciosa preseng-i, oceupar me-
hei dsao. .
Angele empalldeceu. _
Toma sentido I... disse ella viva-
mente. Sabes quanto ts euatoa aquella
historia de algumas aasignaturat'.. Se ain-
da tiver de aconte, er te 'rovezes como
aquelle, quero morrer primeiro...
Sooaga, minba querida amiga, repli
coa Pascal, nio sou desses doados a quem
nio aproveitam as lgSas do pass ido. ...
Procurar fortuna fabricando letras ou no-
tas falsas um projecto infantil que nio se
alojar nunca mais na roinha cabega ex-
perimentada .. Temos em ra^nte projectos
roMs trios, podes crer... Nio emprrgarei
de hoje em diante o buril e a penna senlo
ero trabalhos sem perigo o cujos resultados
s-ria brilnantes... Podes, pois, dormir
tranquilla.. Nio Bombarlo mais do teu
Pascal.
Ainda bem disse Angela com um
suspiro de allivio.
~ Agora deixa-me examinar este quar
to. A porta fecha bem ?
Manifi oullooar-lhd uma fechadura
de segranos.
ExoeSenle preoaaolo ; e o quarto
prejeeddo de ums pequea ante-samara,
que, por ronis exigua que seja, sempre im-
pedir que um ouvido, eolio 'a lo porta,
ouga o que s diz aqu... Tratemos da vsi-
nhanga... As paredes sio grossas, ou se-
rlo simo es divisSes ?
All uma parede grosss, disso n-
gel i apontando para o lado da cbamiu ;
direita uma divslo, mas o compart
ment que ella separa do teu quarto aerve
de commodo eventual ao proprietario da
nasa, a Elle mora na provincia e nio dor-
me em Paria senio tres ou quatro veaes
poraaao--.
Est todo entlo s mil marvilbas.
E a janella ?...
se condetnsando, a pouco e pouco, durante
um largo periodo, em que as litteraturas
nio tinham orglos cultos; e s quando a
reoascenga das letras antigs pdde habili-
tar poetas e litteratos a cscreverem com
apuro e com a experiencia anteriormente,
foi que conseguirn] expleader as obras do
scalo XIV e XV.
Pode se dizer que a idade media consti-
tuio-se uma espsoia de bioterie. As civi
lisocSes espbaceladas foram arrojando para
o occidente os seus residuos ; e n'um mo
ment dado, as sobrevivencias, que al fa-
ziam acto de presenga, procedentes do
Oriente, da Grecia, dos romanos e, nos
ltimos tempos, tambem dos rabes, en
traram em fermentacio. Estes elementos,
dispersos por terem perdido os seas centros
naturaes de subordiuaclo, tiveram forgosa
mente de passar por un processo de assi
railagio, de traceforroagao, s^m o qae nio
Delta sobre terrenos vasios e sobre
o parque das Battes-Cbamont.. E', alm
disso, guarnecida de persianas. ..
Bravo poderei trabalhar aqui com
toda a tranquillidade, o o bairro conven-
ate. .. Agora, meus filbos, nio fagamos
gastar o gaz do proprietario at muito tar
de.... respeito aos proprietarios.... Em
breve nos o seremos tambem... Levante
mos acampamento I...
Os nossos tres oersonagens shiram do
commodo, cuja porta Pascal echou, guar
dando a ohave 00 bolso, e depois to-na-
ram novamente o carro que os bavia ein-
duzido.
Nos os acompanharemos.
Decorrerrm cerca de dez das depois que
vimos o conde de Thonnerieux escrever o
seu testamento-
Persista a negra tristeza do ancio.
A obagA aberta no s>-u coraglo era mui-
to profunda para que sarasa algara dia
san grava aempie, e os meamos lutuosos
creps envolvaos continuadamente a sua al-
ma.
Se s vezea um paludo sorriso voltijava
lbe nos labios, porque quera occuitar
aos que o ceroavam a firme certeza qae
possuia de sua morte prxima.
Depoia da sua visita condesa de Cha-
ti-lux, visita a que fizduios assistir os nossos
leitores, o conde rarissiraas vezes sabio de
casa.
Fabio de Chatelux e Paulo Fromental
foram visiul o duas vezes, mas desgraga
damente a presenga dos dous rapases, a
quem, entretanto, elle consagrava enorme
affeigio, ero vez de acalmar as suas dores,
tisera, ao aontraiio, avival as, tornara-as
mais pungentes.
Os dous mogos tinhara a idade que teria
sua tilha, se fosse viva.
Vendo os, pensava incestante mente celta.
Disia corosigo que, se Deus o tivesse
permittido, a sua tilha adorada seria, oomo
elles, forte e valorosa; acbndo-a, porm,
talves, perfeita de mais para a trra, Deua
chamara-a a si 1
E o ancio nio poda reter as lagrimas.
Algum tempo antes elle dorma ainda al
gumaa horas por noite.
O somno, porm, bavia desaparecido
completamente.
A insomnia, esse sapplioio orudelissimo,
termina va a obra de devastadlo, daquelle
corpo j to alquebrado.
Quanto alimentsgio, o conde mal co-
ma o indiapensavel para vi ver.
As faces, j to encovadas, definbavam
cada ves mais.
Os olbos tornavam se embaeiados e amor-
O Penado r.
(Conclutao)
Luiz s costamava trabalhar quando *
nba necessi lade de dinbeiro.
Nio restava mais ao ebrio que arrestar
miseravelmente sua existencia bestia) e
odiosa.
Uma manhl o patrio da bella Joanna
pedio a Luiz seus servigos para o dia.
Luiz se negoa : todava tinha algum di-
nbeiro para beber.
Pela tarde co se cobrio de nuvens;
o vento tomou uma violencia de turado e
o mar se poz terrivel.
A populaglo estava reunida nos caes
que eram violentamente ac>uta ios pelas
ondas.
As mulberes interrogavam com seos
oculos de aloanoe o horizonte sombro; bus-
cando ao looge, atravez das ondas espu-
mantes da raiva, a barca do marido, do
pa, ou do irmlo. Outras de joelbos em
silencio, oravam com fervor, as mos jun-
tas com ar de angustia, os olbos desvair
dos, as mos trmulas.
Luiz ss bavia apoiado na borda do caes;
o porigo que corriam seus irmlos, tinha dia-
sipado sua embriaguez.
Uns meniuos brincavam tranquillamente
a sea lado. Luiz voltou a cabega. Eram
os filbos de Susana.
Luiz cerrou um momento os olbos. O
pai desses pobresinhos andava no mar.
A' noite, algumas barcas visram de en-
contr aos escolhos, nos caes, barcas va-
zias cajos tripulantes se afogavam no abys-
mo; e com ruidos sinistros se destrogavsm
sobre alguma rocha.
Una d'ellas ae fez em pedagos aos pis
de Luiz.
Era a chalupa de Jorge, marido de Su-
sana.
Luis permanecen um momento aterrado
ante aquella espantosa desgraga.
Pap I pap I disse de repente um
dos meninos que dava a mo a seu irmlo
maior.
Luiz tomou o menino ero seus bragos.
Vinde meas filbos, disse aos outros
dona.
Os meninos o seguiaro espantados.
A hecatombe conticuava.
E no meio de ruido horrivel d'aquelle
destrogo de barcos, solugoa e gritos de an-
gustias se misturaram toda a noite aos ru-
gidos aterradores do mar qoe continuara
sua obra espantosa.
Luiz tinha adoptado os orphlos.
O ebrio foi sobrio, o pregaigoso traba-
lhador.
Era preciso educar aos rapazrs, dizia.
Luiz volveu a ser econmico, comprou
mais tarde uma bar ja e se sacrifi.-ou intei-
ramente aos filbos de Susana.
Va uma lembranga da mli n'aquelles
que tambem o amavam profundamente.
(Le Fgaro.)
tecidos, e os seas olbares varillantes pare-
ciam indicar um completo desequilibrio mo-
ral.
Frequentecente o Sr. de Thonnerieux
tinha distraegoes que faziam Jeronymo re-
cetar que baqueasse aquella intelligencia vi-
ril e que seu amo chegasse ao estado de
decadencia absoluta que approxima a ex-
trema velhice primeira infancia.
O medico, um amigo da casa, prolonga-
ra a vida do conde administrando-Ibes po-
derossimos cordiaes.
Approximava-se, porm, o momento em
qae o desgosto seria o mais forte e vibra-
ra o ultimo e decisivo golpe.
Na maohl do dia em qae levamos os
nossos leitores oom Pascal Sauaier e Jao-
ques Lagarde casa de Angela Martin, ten-
do o conde de Thonnerieux, como de cos-
tme, tocado a campainba para chamar s-
seu criado de quarto, este, depois de ves-
til o, eoaduzio o at ao seu gabinete, obri-
gando-o quasi a ampararse ao seu brago.
O conde abri algumas cartas que lbe
erns dirigidas por pedintes ou pelas direc-
toras das assoeiicojs de beneficencia de
que fazia parto.
A' bora do al rogo Jeronymo foi bus-
cal-o para conduzil o casa de jantar.
O Sr. de Thonnerieux tomou urna chi-
cara de caldo, comen um pouco de galu-
cha 6 regou essa frgil refeigio cora meio
meio copo de vnho Bordeaux.
Preterido sabir boje... disse elle quan-
do terminoa o seu alroogo.
O criado de quarto parecen muito sor-
prendido.
Sabir hoje 1 repetio elle ; nio ser,
rauta fadiga para o Sr. conde ?
Nio... Sioto-me beje menos fraco
do que de costume, e julgo que um pouco
de ar me far grande bem .. De mais,
neoessario que eu saia. Esqueces te, Je-
ronymo, que boje am anoiversario dolo-
roso e sagrad, o da morte da Sra. de
Thonnerieaux ? I
On nio, nio me esquego, nio me
esquego de causa alguma. mea boro amo...
respondeu commovido o velho serv lor...
Esta manhl, logo que raiou a aurora, fui
rezar sobre o tmulo da senhora.. de mi-
nba querida ama, nunca asss pranteada. .'-
O conde estendeu a mo a Jeronymo co-
mo a um amigo.
Nao duvidava nem da tua memoria
nem de teu coraglo, dissa-lhe elle, mas
quilla que doste, eu vou faser tambera.
E o meu dever, a minba vontade, e, se
houvesse uma oonsolaglopossivelpara mira,
seria easa... (Continuar $e ha)
Typ. da,Diario roa Duque de Ceosa. 42 -
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Full Text
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