Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19236


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Full Text
MMWMI
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1
I
AMO LIIT -- KMBBO i Mj-mU 13 DE MABgQ DB 1888
ARk A CAPITAL E LUGARES OVDK W\0 SE PAGA l'ORTE yW W$* PAHA DENTRO E FORA A PROVINCIA
Por vreB meses adiantadoa............... QjJOOO 3| Kr Por seis meses adiantadoa............. 134500
Por seis ditos idem ............... 120000 <|| Wfr Por nove ditos dem......., '.......... 20*000
Por nm anoo idera ............W-, 23(JMK)0 Por ua> anno idem.........jj?....... 27(1000
Cada ''numero avulso, do menino da......... ... 0100 -SHr*- Cda numero avulso, de disa anteriores ... ....... 100
DIARIO DE Fm.
<_. Proprifoabe be Jtlanoel -/juitiroa De Jitm -ftlrjoa
TELEGRAMMAS
SEBVtCO PARTICULAR DODIAflIQ
(1) RIO DE JANEIRO, 10 de Marco, s
11 horas da noite (rebebido s 6 1/2 boras
da manhft de 11, pela linha linha terrea-
Ir).
O novo gabinete fie u constituido pela
Begainte forma :
! at
Presidente do eanselho e mi-
nistro da fazenda, conBelbeiro Jlo
Alfredo Cori*. de Oliveir, senador pela
provincia de Pernambueo.
Ministro da agricultura, con
Belbeiro Rodrigo Augusto da Silva, depu-
tado geral pela provincia de S. Paulo.
Ministro de estrangelros, con
selheiro Antonio da Silva l'rado, senador
pela provincia de S. Paulo.
Ministro da guerra, conselbeiro
Thomaz Jos Coelbo de Almeida, senador
pela provincia do Rio de Janeiro.
Ministro do Imperio, conseli.ei/o
Josa Fernandes da Costa Pereira Jnior,
deputado geral pela provincia do Espirko-
Sarito.
Ministro da marlnha, eonselbei
ro Luiz Antonio Vi-ira da Silva, senador
pela provincia do MaranhSo.
Ministro da jatlca, Dr. Antonio
.Ferreira Viaona, deputado geral pela pro-
Tincia do Rio de Janeiro.
Talvea haja troca entre os dona minis-
tros da guerra e manan. Direi aa boa-
ver.
RIO DE JANEIRO, 11 de Margo,
4 horas da tarde (pela linha terestre).
O conselbeiro JoSe Alfredo Correa de
Cveira, ecompanhado do coDselheir Anto-
nio da Silva Prado, foi boje Petropolis,
levando os decretos de nomeacSo dos no
vos ministros para .erem assigaados por S.
A. a Prinaeaa I-nperial Regente do Impe-
rio.
Taes decratos firam de facto assigna-
dos.
Nao houva alteracSo na diatribuiofo das
pastas.
Amacha os novos ministros assu mirlo o
exercicio dos seos cargos.
Em Petropolis o povo reunido em gran-
de massa receben com ores a msica o
Ilustre ohefe do gabinete e o sen collega,
sendo ambos enibusiastioameote Banda-
dos.
O conselheiro \ntonio Prado, depoie de
empossado na pasta licenciado, fieando interina u me incumbido
dessa pasta o conselbeiro Rodrigo Silva,
ministro da agricultura.
RIO OE JANEIRO, 12 de Marco, s 4
horas e 30 minutos da Urde (pela linba ter-
restre).
O novo ministerio foi bem recebido pela
aprensa da torte.
Tel-.-.TammSiS de riiff-reates logares d-
zem que foi bem acolhida a organisacio
ministerial.
Aqu igualmente foi bem acolhida essa
organisac2o.
LONDRES, 11 de M-rco.
rw
O chanceller do Echiquier propoz a con-
versSo dos consolidados ingleses em renda
de 2 3[4 0)n durante quiose asnos e em
2 i[2[0 dnrante vinte annos.
BERLIM, 11 ae Marco.
Todos os priacipes do imperio allemSo
assistir&o as exequias do Imperador Gui-
Ihcrme.
A data das exequias solemnes ainda nao
esta fizada e o ser palo novo Imperador.
O testamento do fallecido Imperador s
ser aborto na presenta de Frederico III.
PARS, 11 de Margo, de manha.
A maior parte dos jornaes francezes oc-
cupando se da morte d > I operador da Alle-
msnha reconbocem as altas qualidades do
fallecido soberano e a sua grandeza como
allcmao ; incitara o governo germnico a
continuar a sua poltica que foi toda do
prudencia e de vigilancia durante estes l-
timos anuos.
Todos os jornaes europeus consideram
que o principe de Bismarck, continuando
no poder, a poltica allemS nao ser mulada.
ROMA, 11 de Margo, a noite. ;.
A entrevista de S. M. [-Rei Humberto
coa o imperador da AUemanba durou uns
dea minutos.
O colloquio entre os dous soberanos foi
afTectuoso e teve lugar por eseripto, visto
S. M. Frederico III ainda estar prohibido
tallar, por cansa da operacSo que soffreu
ltimamente.
BERLIM, 12 de Margo
O principe Amadeu, Duque d'Aosta, vi.
sitou o Imperador Frederioo na passagem
en Mil-.no.
A tnivassia para Munich ftrl bastante
bdd ; na ebegada em L.'ipzig o novo Im
perador eneontrou-se com o principe de
Bismar. k com qoem abragou-ae.
S. M. FrederioO llj chegou aqu e|foi
alvo de muitas ovar,"-s da p-pulago; coa-
t o uou a viagem para Charlottenbourg,
onde ebegon aem novidade.
O cadver do Imperador Quilherme
acha-se embalsamado e ser exposto a co-
megar de terga-feiro na Cathedral.
As tropaa j prestarais juramento ao
novo soberano.
Neiihum incidente a assignalar.
dada, e ai por fim urna Ipaca ambicio da ae apo-
derar da cor. de Castella o nio bouvesae arras-
tado a guerra iufeliies, em que sjc^umbio ven-
cido ?
Foi Affjaao V quem mais qae ninguem tomentou
o progresos do archivo pubhoo e da bbltotbaea
nacional; apenas ub que ae inventara a morn
aa em 5 guncia, e em Valeoca ae estabeleeera
ui>a oficina, eoadjavou a fundaco de outra em
Leiria, para ende attribio allemaea e italiaooa
fim de se empregarem dos aeua trabalhos.
(Continua.)
PARTE FFIHU
Soberao da provine.'
DESPACHO DA PRESIDES! U DO DA 10 DB
MARCO DB I808
Abaixo B88gOhdo de vereadores da C-
mara Muni-'ip-l de Seriobaem.Informe
a Cambra Munioipal de SerinbSem.
Antonio de Meneses Oyao*iro Bandeira
do Mello, Amalia Maria da Con.-.eigao Ra-
mos e M.noel Edmundo de Albuqerque
Santos.Apoatillc-se.
Isolina MoncUr. Inlpferido.
Lucas Evangelista de Vasnoncellos, Ma-
nod Dandinho da Silva.Deferido 001a
offi io de hoje ao brgadeiro coramandante
das armas.
Capitlo Manoel de Carvalbo Paes de
Andrade Gouvim. Sim, por tres mezes
provisoriamente.
Manoel Francisco da Costa. Informa a
Cmara Municipal do termo de S. Bxnto
Veneravel irmandade do Sr. Bom J-sus
dos Pasaos. R-mettido ao Sr. coronel
coramandante das armas interino para at-
tunder.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buoo, 12 de Margo de 1888
O porteiro,
F. Chacn.
Joao Ferr-ira Villela de Ar-iujo, Ter-zi
de Jess Barros Lima, Jos Tbeodoro Cor-
deira de Barros, Taoi-na Alexaodrin-
Monteiro Lopes e Em ato da Silva Mi
randa. Regstrese e fagam-se os assen
lamentos.
JoSo Botelho Neves. Entregue se pela
porta.
Dr. Luiz Rdrices Villares e Hirn*
linda da Cosca Carvalbo Monteiro. C-r-
fique-ge.
f^ot 'o oorpo de polica. Pagaba.
fratuliano Flffrntino Pereira Pita. A> nontcnuios <
pan, tumprir o despacho da junta.
Fnncisco de P>uU Luis de Carvalho
--Fxgam-sa as notas da. portara de 1-
ce.ng.
J'o Walfrido da Medeiros & Manoel
Joaquim Pereira. Informe o Sr. conti
dor.
P reir Caraeiro & C.Veoham por
intermedio da re-eb! loria, juntando o
onl-p irnentos duplicados, devi hiu -i.t.i sel
lai a.
Tliana Alexantrina Monieiro L>pes,
Antonio J-.i iilhii de J-aua Gong Ivs e
Filiupe Nory iiongxlvea Ferreira Costa.
Volite ao Sr. contador.
afARODElERilairuco
Agencia Havaa, filial
12 de Margo de 1888.
em Peraambnco,

nmmm
PORTUGAL i BiAZIL
PELO
Conselheiro JoSo Manoel Pereira da Silva
m
(Con tnuas Oj
A ilba de Harto S-ntu e lago depois a
.' SERVICQ 01 AGENCIA HAYAS
(Servigo directo)
SAN REMO, 11 de M^rgo.
S. M. o Imperador Frederico sabio para
Berlina esta man) 2.
S. M. o Rei Humberto visitn o novo
Imperador da AlUmanba antes de deixar a
Italia.
PARS, 11 da Margo.
O governo italiano f^a novas propoeUs
ao gobern francs para a concluslo de un.
tratado de commeroio entre aa dnaa n..-
g8eo.
(1) Este tel'gramiia a o immediato f >-
ram moreaaos e distribuidos em boleos.
Nota da RedaccIo
Madeira
bertaa levaotaraaa o anido de D. Heoriqar.
Qil R.u.im, nm dos aras pi otoi, afiatuu d'oi
p, neo trmpo o eab Hi j ,d r, e aa ilbas d s Acores
r C.bo Verda. A igouranea era tai na epocba
qn aa ilb- dn Avor^a ae <-oosideraram cotias d
L'b-y, qoe falla va em a-oaescript..a Marco Pola,
e d*-aigDra em aeoamappat Martim Bebaim como
a lo-ii frooteira i Kar pa.
Era 144 eutraran ada prlmeira vea em Liaboa
t-retuS que oa navegautea truuzeram das erra
atneana- que iam deacobriodo, n co alie veio u
i.oru oe Gn* d.- que ae havi*m apoderado. O
e-innb eat-Va Irac-do, e a m He d- O Joio I
olo t>-i sraorecer Drm a > infanta emprebeodedor,
iii-m a D Ouaru> que subir au tbiono como pri
aMajajH ito iJ.i vl.iire de Avia.
OuuiiiiO .raa aa Dav-hTav2"S, e j4 a Serra Leoa,
a c. ata de B nin, o o Couifo aua.vnrn a r-nr'uii
peeiar aa, pimeoia r ur ( bera Eurupa da. I idiaa por intermedio do Kg>p
to e yria.
O. Ooarte ap-Daa reinara cinco annos, d il*o
do, todava, a m> mora de usa t-bT- no lilu.tradu,
juaticeiro e vrluo.o. poeto qu f -ae iuf. ni no
>lto de Taua-er qae o. Atrica pretender unir a
Ceuta, i.|istda p>i eu pai.au r-i-.o d- P rlugal
T cou a c 16. a aeu 6lbo men-ir D- Affjin e
a reduca au iufau>- duqn de Coimb a, que aoa-
br dr de nvo'vuy u'O a tolas >a loicaa que po
di.m ser pr ficuaa ao e.tado. HroaeguM, uo .n-
iai>l", .io eua |. ae ib'lu u'os marnua >a duque
de Via o, e utmeu va com elle* o uioe e djiu>-
u'o de Pinnjral, ao an sm> alian ava as s.-ieU
cas o.atb maneas, as ge. graptina o eoamogra-
I hn-as
Ki ato qo- fallecer o duque ae Visea, nio cabi
ras em eq .. i-liuent.o au >a tjr < martima-.
I). Affoua- V, ai pss qoe t. mava aos m oro
Tnger Aulla, p m Via a e ntiuO .cao de d-s-
eobria>eates martimos, envan*, a ripeasaa do
real rano eSucd Q ie g ...i .o aeria u r inado d> Afl "So V, denn-
miuado AfrK-i.., ae nao h ove ti.u->duua repu
t-ci.' oib a m te de seo to e s. gm, o dOque de
l>.rabia, qoe regara o cstaOo durautai saa mo jn
Reparflco da Pelleta
2.* a-cgio. -N 201. Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 12 de Margo de
1858. Illm. e Exm. Sr.-Participo a V.
Exc, que f rara recolhidoB Casa de De
tengSo os seguintes individuos :
Nodia 10:
A' Diohs ordem, pjrrio Jos Vieira, vinde do
termo de Crtraobnos, como sentenciado.
A' ordem do subdelegada da treg09sia da Be
efe, A H roan e W. Haltou, i requerimento do
cnsul ingles.
No dia 11:
A' aai-ka ordem, Francisco Joaqoim da Silva,
vindo de Goyanna, ._.. niiminjso de morte
provincia do R o (irnude do nju. u. r0 pan
taietj, por diituroios.
A' ord.-m do subdelegado da freguesia do Ee-
cife, Bonifacio Jos de Sant'Aona, Vrente Fer-
reira Honorato, Jeronyu>o Leopoldo de Souaa, Ao-
aelmo de Barros e Silva, Jua Fernandas da C s
ta, Man jel Ferreira da Bvb, Joo Ferreira aa
Silva, Jo2o Fraociseo Hamos e Joto Francisco do
Naacimen'o, como vagabundos e tnrbaUntos.
A' ordem do do 1* do to da fregu.-zia de 3.
Josa, Heliodoro Niculao Tolentino e Jos Mala-
quias, por disturbios.
A' ordem do do 1 districto da Boa-Vista, Fran
l^siseo Antonio da Silva, por din turbios.
A' ordem do do 3* diatricto, Mara Francisca da
Conceico, por disturbios.
O delegado no termo de Buiqne, comm w icn -
me terem-se apreaentado no dia 3 des te mes, vo
lantaxiamente, afim de reaponder ao jury, os en
minoaos Jos Suares daSi'>a, Amaro Moreira de
Lrma, aUcia Victoria de Lima, pronunciados no
artigo 2o5 do t-oaigo criminal e Antonio Alezan
dre da Silva, pronaociaao no artigo 193 do ses-
ma cdigo.
Participou-me O Dr. juis municipal do teimo de
Leopoldina, que tora preso no termo de Jardim, da
provincia do Cear, requiaicio daquelle jun >, c
crimiuoac Joo Kibeiro de Araujo, pronunciado no
artigj 2U5 do cdigo criminal.
O delegado do termo do Tnumpho, partieipou-
me que nodia 18 do mes prozimo findo, o indivi-
duo de nome ngelj Ferreira Lint, ferio grave-
mente com tres tacadas a Jos Leandro de tal.
O criminoso foi preso em fl .grante e contra o
menino procedeu-se o competeute inquerito, quej
te va o conveniente destine.
O cidadSo Manoel Joaquim de Aquno e Mello,
participou-me, ter no dia 13 Jomes paseado, pres-
tado juramento e assumido o Vxercctio do caigo
de delegado do termo de Flores.
No da 3 do crreme, pelaa 7 bor&a da noiie e
na povoavo de B,ibe>ro, do 2* diatrcto policial
do termo de G. me i le. ira, foi preso por crime de es-
pancamtnto e injurias, o individuo de nome Ma-
noel Martina.
O subdelegado respectivo tomou coobecimmto
do facto a proceden a rrspeito nos termos da lei.
U. miBunuou me o cnminaodaote geral da gdar
da i'v ca qae no da 10, s i horas da tarde, fai-
leeeu repentinameare ua roa do Livramento, o in
oividno de uome Manoe. da tal, couhe.cido por M-
uelC.boco.
O aubdelegado resp-ctivo tomn conhecimen'u
do facto, maiid a depositar o cadver1 na matris
de danto \utooio, onde c .mpareceu o Dr. Coala
vi ornea, que pr..ce ado Causa a morte urna oongusi&o c.rebra'.
U intem, quau 10 paasava a moaica do i bata-
Ibao de lofan'aria. pela praQa .10 C ode d't&o, Li
bau.. J wiuario Gimes ferio cora urna cacetada a
Jo* Lucio d. Silva, e iio preso na oecaaio.
.uodelegaij r speenvo tomnu cunbeciaento
do faet>, ii'auduu transportar o ofFdudido para o
bjepitai P 11 11 ; ni le .e proc d< u a vntria t
mis diiigoneiaa da le.
A J tiauap ,r aquella msica a ponte da Boa
Vala, r..a. do qul reaultuu aer f. rido gravemente ecm
um uro u 1 baiso veut-ee evemeoie na cabera o
Je nouie IbouA Hane o qoe foi, preso > rem. Itido
para uapital Pedro II atim de ser viatoriado e
medicado.
Urus guarde a V. Exo. Illm. e Exm.
-'. L)r. Igna io J .aquim de Suusa Leo,
.nuil, llgu.i i e pieail-Dte da proelU'ia-
O cb- te ie pul ia, Francitco Domin
yua tilhtdro Vittniui
RECIPE, 13 DE MARCO DE 1888
O novo Ministerio
0 gabinete, que, cm 40 de Agosto de 188o, foi
organiiado pelo honrado baro de Cotegipe,
ronctaio sua existencia politica 10 de Margo
crtente. Pertencf hoje aos dominios da histo-
ria, onde ha de figurar, pelo que fez e p&Io que
valeo, como urna forca creada para resistir aos
pruridos de'assanhadas paixOes, que buscavam
acbar guarida na opinio nacional.
E releva ponderar que, se mais de urna vez
prancou actos, que Ihe vaierara severas criticas
na*nprensae na tribuna parlamentar, o gabi-
nete de 20 de Agos o nunca se deixou influenciar
seno pelo desejo de acertar, e esses actos fo-
rum antes llios de defeitos de inteligencia na
apreciagao dos factos, do que o resultado de dc-
liberagoes lirmes da vontade.
i om efeito, organisado quando todo o paiz
como que sentia-se comballido por tremores con-
vulsivos produzidos pelas elctricas commoges
" da {wgsto servil, o gabinete de 20 de Agosto
conftuio-se e pelos acontecimentos que era de
presumir se produzissem, recomfortar os espiri-
tes tmidos, alevaniar os nimos abaiidos, emlim
dar alguma traoquilidade ao paiz, sendo tpto
fado um. ministerio de resisteacia, urna for^a
que devia agir, seno em diametral oposigao
aquellas mauifestagOes, ao menos no sentido de
melliur emcaminba-las.
Infelizmente, na apreciagao d'essas manifesta-
ges, e levado sem duvida por estremecidos sel
los, uesviou-se tulvez ; e d'ahi os actos que, para
comer o's excessos, praticou de boa f, iudo alem
dos limites que lhe itnpunba a sua misso.
A historia, quando lhe chegar a vez de julgar
o gabinete de 20 de Agosto nao deixara sem
duvida de ter em considerago as desaliuhavadas
reflexoesque ah licamesbogadas, e saber pe-
zar na balauca do seu criterio os prOs e os con-
tras da vida uesse gabinete, que, seja dito1 a pu-
ridade, se cajlio em taes excessos, em compen-
sayo deo-lhe um pouco de repouso e doutou-o
com diversos melhoramentos.
energia, e alimenta toda3 as esperancas de pro-
gresso que emballarn a mente popular.
O prograrama desse gabioatc, pelo que sabemos
do alevantado espirito do seu digno chefe, ser
e nao poder deixar de ser do maior agrado da
opiniao publica, porque ha-de reunir todas as
mais nobres aspiragOes nacionaes, quer no ponto
de vista poltico e social, quemo ponto de vista
econmico e flnanceiro, e ainda no que diz res-
peito ao desenvolvimento material do paiz.
Esse programma ha-de ser necessariamente
progressista, porque como disse urna vez no se-
nado o hnralo senador pernambucano que
agora preside o gabinete nada ha mais conser-
vador ilo que o progresso e nao repugnara,
S. Exc. as reformas, que sao o desenvolvimento
pratico dos grandes principi s liberaes, consa-
grados na Constituigo.
Desenvolver, por tanto, esses principios, tor-
nar realidades as esperangas que ellos flzeram
gerar na opinio, reformar, o que quer dizer con
servar raelhoraridoo que est pedir reformas :
eis a misso do gabinete de 11 de Margo; e dessa
misso elle ha-de saber tirar-se com honra para
si e gloria para o paiz, duinio* este dfas ven-
turosos de paz c de trabalho no seio da liberda*
de bem entendida, que s pode florescer u'um
regimem de ordem assegurada.
J' sob taes auspicios, e sinceramente crentes
no alto espirito do Ilustre estadista pernambu-
cano, cuja reputago j transpoz os limites do
Imperio, que jubilosos saadamos o advento do
grande ministerio de ll de Margo de 185*8.
Noticias da Europa
Oa paquetea ingleses Tamar e Potos, que pas-
saram para o sel, troux ram da'aa que de Lisboa
aieancam 29de Fevereiro, adiantunlo seis das
as trandas pelo trances Equateur.
Alem das de Poitagal, constantes da carta do
oosso c rr- sp.udei.te de Lisboa, inserida na ru-
brica Exterior, ms as dentis noticias de que ioram
portaaorea os referidos paquetes :
Heapanba
Escreve em 29 de Fevereiro o noaao referidocor-
r. spoudente sobra a Hespanha :
Aa tempestades de nev continaam em Hespa-
nha.
Na rcgiio de Bilbao eat impedida a circnJa-
co de vehculos. Em Miranda ha 360 viajantes
de'idos pela nev.
De Valenca commonicam noticias de cnaidera-
veia estrsgoa nos campos e numerosas desastres
peiiones.
Oa ministros e altos funeconarios forana no
de
continua
Ihemiura rolnlaI
UBSI'ACHoa Di i DA 12 OB MAaU^U DE 1^88
Fr t o oip. oe p..li ia. Cx.uiin ae.
At{.iatiuha F.-rreir* o Am-ial e Silva.
H j vuta o Si. D. pro urador fia-
al.
JiAo Bap iata V-8 -on-elloa, TnOmaS J-
r Jua Uib.iro de Mr--a, L porte & l'., e
M noel Lua Wanierl j da Silva Costa.
luirme o Sir cunta.ior.
Amalia, .1- M I o Prea G-M.I, Padre
Joa Gil VS, Juviiilaiio Jos Siu.8es,
0 Ilustre estadista quem foi incumbida a or-
ganisagao do gabinete successor d'aquelle, o
honrado senador pernambucano, t-onselbeiro
Joao lfi'edo correa d'Ouveira, tirou-se com a
maior bizarra da situadlo didiciai em que se
achou collocado oessa eiiiergencia.
S. Exc, paraorgainsar o ministerio quetem,
provavelmeute, a dala de 1 de Margo de 1888 ,
t-sculiieu us. mais solidos e seguros elemeiius,
reuuio-os n'um bloco, e com elies lormou um
coliosso.
Ei-lo :
t residente do Conselho c Ministro da Fazenda,
conselbeiro Joao Alfredo Correa de Oiiveira, se-
uauur pela provincia de Periiamouco.
alinisti-o da agrleullu.a, cousellieiro Rodrigo
Augusto da ilva, ueputado geral pela provin-
cia de S faulo.
Ministro de strangeiro3. conselheiro Antonio
da ova Prado, senador pela provincia de S.
Paulo.
oistro da Guerra, conselheiro Tli )inaz Jos
. oeluo de luieida, senador pela provincia do
Rio de Janeiro.
Ministro do Imperio, conselheiro Jos Fernn
des da uMttW ereira Jnior, deputado'geral pela
provincia do Espirito- auto.
Ministro da aariuha, conselheiro Luiz Anto-
nio \ leira da Silva, seuaJjr pola proviucia do
Marauliao.
Mini-tro da Justiga, Dr. \ntonio Ferreira
Vianua, deputado geral pela provincia Jo Rio de
Janeiro.
rTodos os no.ncs que ah llguram sao de ho
rieus l'eilos e adestrados nos negocios pa*iicos.
t.iuco d'ellesja fora.n uinisiios io eslali, e de-
raiu as mais hieojuivocas pravas da siju capaci-
dade intelectual? do sea criterio e de *U Mus
iragau. os dous oulras, que |iela pn.ueira ves
'asein parte Jos couseliios da .o 0.i, u.o. o coa-
selli.uo Vieira da Silva, ak-m de |a.-.a.uoritar
antigo, ifl moiq do Couseliio de Esta lo, onde
lemiw.-to em ovi leucia os seos muiit js ; o outro
o Dr. Kerr ira' Viauna, tam.ie.u proveci par-
luineutar um grande talento e u ui ihaslra-
go rara geral.nenie aprecia la no |.ai* e coue-
cidafora d rile.
Vasado e.u molde de bronze por um modela-
dor exprri nenia k>, o gabiueie de 1 de arco
lernuor si tolos os votos do paiz, po/r*' oif>
rece osle as uaiores gara hu de esiaoilid-ule,
de par com as maiores seguraugas de uiascula
dia 26 ao pago real cumprimentar oa duques
Mon'peosi r.
O Sr. Sagasta nao poude ir, porque
doeote com febre.
Oa duquea forara no dia aeguinte ao Esqurial, e
dia se que partiriam a 29 para Lisboa. D'ahi
iriarn d DQS Dar a A"'laliiiia _
jornal heeptrnaoT/iu loena emile o parecer
de qoe, a dar se a eo> fl.gr^oe earuplsjja Heapa-.
oha deve uu'.r-se Franca a Kussia, Vpntra a
AUemanba e a Au-tria.
B tuueio da Corrupondencia de Espanba
Ni con a ade, ni cooira nadie
Parti de Vienaa d'Austria para Madrid a ar
cbiduqneaa Isabel, mar da rainha regente de Hea
panha, D. Maiia Cbrisiina.
Rabio de I no dia 24.
A commissao encarregada de dar parecer sobre
o pr pacto da lei dos alcooes est disposta a bar
monisar oa iotereaaea gentes e a attender a todas
as reclamacoaa raaoavea.
Em cous- quencia do adiaotameoto dos traba-
lhos para a expoaicio de Barcelona, poderA co-
meear ae a inatallaeao d-.s objectoa no prximo
mea de Marco.
Foram no dia 25 tarde assignadoa o novo tra-
tado de eommercio itaJo-beapaonol e um protocolo
que proroga por dous meaea o tratado actual, para
dar lempo dos dous parlamentos de ractificarem o
oovo tratado : eSJJe deixa livres de direitoa o arros
e o papel de eacrever, imprimir e forrar cusas ; e
6xa em 10 liras o direito sobre cada qoiotal de
atum aem aaeiie.
Cofirmam aa conespondenciaa de Madrid a
noticia rece.bida pelu tvlegrapho, de haver o go
verno hespanhoi levantado a restriega > que esta-
beleeera de s peroiitiir a entrada de gados pelas
.Ifandegas de 1 claise.
Esta r e-ricc fieou apenas aubaiatindo para a
imp rf-cSj m.ritima.
Pela indisuripcSo te um funecienario de pa
lacio, a opposico veio no c-onhecimeutj do texto
de dous tla;rammas importantes, eoviadua pelo
duque de Monipeuaier rainha regente de Hes-
pauha, em seguida i recep^o de urna Carta do
Nf, Sagaata.
Q.i. ixa-s- o doqu por ae ver exilado de Hea
paoaa. A rainha regente resj ni u que na sua
qualidade de soberana constitucional nao p di-
nterv-r em actos da reapooaaoilidade doa aeua
ministros.
N aabbado 25 di corrente levantoo se este in
ci.ienie na cmara dos deputadas
" O Sr. Romero Robledo ioterpeUoo o Sr. Sagas-
la nease sentido.
0 Sr 8aa;aaih recoobeceu como verdadeiro o
f.ctu mas com carcter inteirameote particular,
de ter tranamittido ao duque de Mjotpeuaier el-
gam-a observado a cou6-leuciaes
O seu proceaimeuto nio yruvera do receio de
qualqne intriga da corte, m qu- nein se quer ae
p. naa. M-.m> que actuaim ule nio esli uo pen
a.mei.t.. de mnguem faaer reviv r as aotiaraa ca-
maiilh.sde trate inem na.
li. biriauj por t. rra infructferamente aos pea di
.ogua'a .. nh .ra que, com lauta urudencia reate a
lestm is da Hespub O temp das camarilbas
ja val longe.
O rad ir Materna que s dirigir dir-ctam nte
ao duque de Moutp usier, subm- 'en I -,he alu
.i.s ujsservaoea com respeiti a aa vm la a Hea-
o nba. :
O D'. Sagasta moslrou-aa mu to espantadJ d.
ver que o Sr K iner* K-blei.. co ineei* iodo-
quelle pro-iten-tr o ; 'i-, -irad -r, p.r u parr-,
ue ii inesu.o a-.a aBOa co g- fa lar m tal. orno
ae Vi- ra ento a aa er ?
fu n.aslir. lis*- o .0"iiatr.>, qu- guarde! br
Sm aSaa-pto o araSS al> oluio aar t.u maa 4ue o du ,ue de M ...t. e, ai. r pd te e-nUir
iu leixr oe ae;iiir oacu-eh mi qie ihe t.rain d-.-
I ; .e o-c n-eUi nao -orir a eV iloeffi to,
guvemo j-cidir- o na- f -a r.
Prain^s
l),s no e K-ivd-a le.'a^i.vaa -ff i-uid.s no
n, o le fVver .ro er n lie uneci I ia a ge^uni-
-a r sua io- : A't a-A'p s rt u ieno Sr
Kl Ur n. p>r 16U V ilu ; 1 6 '*** II L. I-
e, u M r.H- e ii A 'O a^fMe aato ei Uo os
, .ilidai..s iHpii'ilicaU a; u taiue et L ore p .-
eeta a r ejr.i.a n lei^ao > euerl L..r- 'elle tfa..-
II lato nm \> ri.ata
I) ^e .erai (^.BlaHger. ap-.ar de u*o S- pr pOr
ii ii nlat... lev. ,r ule uviio ro be VolO- 'io I* un
K'i une.
0 s o .v- ee c5-s l '>! vas a que Se p O e
leu rj, (#io for.m i ,.h.a p loa eaii.lid-.iO
i,-.nOh+* pe' t.ii.'.'". um> p lo cjb
Niaguem sabe meamb onde se encontra a malo-
ra do ministerio Tirard, e at meamo o proprio
chefe do gabinete i ora onde encontral-a. Na-
vega por iaso confiado, nao ae sabe em que sorte,
e quando menos se espera, sendo elle meamo dos
primeiroa que aorprendido, surge ama maioria
que 8usteota o gabinete pode quasi dizer se, con-
tra ana propria vantade.
Pareca que a quesillo ornamental acerca dos
tundoa a-cretos para a seguranca geral, seria o
pomo da discordia entre o governo e a cmara
doa diputados.
Dema>B, o gab'oete para se c naervar i frente
doa negocios ti nba evitado seo-ipre pr .por a ques-
rilo de coofiaoca poltica, e bem paiece que asaim
proceda por nao se suppor capaz de captar a coa-
(iinc..
Por diversas vezes a extrema-psquerda t-m>gi-
tado eata quesiSo e pretendido evitar que ae avo-
lutne aquella verba, inclinando-se antes a qae
fjsse diminuida, benSo de tododo supprimida.
Agora o eng.jo pareca asado pare obter essa
conquista, Be conquista chega a aer.
Quando meaos, p .rro, se esperava, o Sr. Ti-
rard, tai pouco habituado agjra a estas reaola-
cet, apreseota a queato. de confianga, o que
parecia indicar a todoj que havia cheg^do a hora
final. Pois, contra toda a eapectativa, o governa
que nio se arriscara a representar a questio de
confianza, de Sulititar a otai,-! dos duodcimos
o que era 'at certo ponto urna questio de admi-
nistrado e de nSo perturbav&o de aervir; is,esse
uiesmo governo nao b'-sira em propor a que.to de
cocfianC/a oa verba doa fuudoa secretos, ponte
mais dial -L, ffseorripto mais auropriado para ser
ibrad um golpe situacito presidida pelo Sr.
Tirard.
Mas as cousas sao o que sao, e nSo o que se
pretende que a-jam. O gabio'te Tirard atraves-
sou asatiii a crine que o amesQa d: ba muita, oa
tera si lo apenas eata votaco um expediente para
nio xpr os sena successorea em urna qneatio
dista ord- m.
E' o que ae ba de ver dentro em pouco.
As allianeas estabel.cidas entie as diversas
potencias da Europa contribuem, sem duvida para
a ma >u!eocil* da paz.
A Italia, entrando nessa combioacio, nio hos-
tisa a Franca, porque nio pode querer hoatilisal-
a, ora do seu interesa.- fasel-o.
A Franga, todava, eat apreciando com des-
favor a p siga i tomada pela la ia. porque lhe
attribue in'engdes que esta nio po le ter.
A Franca nio dev* ser, neta inimiga da
Italia ; mas favorece antes o affastamento do que
a aproximscio, quando pret nde exercer sobre a
Italia urna certa tutella, ou quando a auppoe anb-
inisaa tntellada da AUemanba.
A paz assegurada pela aprovmacao daquellas
potencias, e a Fraoga, mais do que nenhuma ou-
tra nagio, gauha COm a p-z.
A Franca tem de armarse, certo, para todas
as eventualidades, mas por grandea que aejam
esses dispeod:os maiorea seram os de urna guerra,
sem contar com o) malea que p.deriam advir
hberdade e s ustituieo-s democrticas.
D mais, a p .siglo das tres patencias em frente
da Franca e da Kussia. sem que a Inglaterra ae
ten ha inclinado para nm dos grupos, posto que ae
empeoham na conservactlo da paa, orna das
mais tortea garantita na nna a r.- asta man.
'i '
Um a vis) affixado na bolsa no dia 24, disia
que o ministro da fazenda declarara infudada a
noticia publicada por um jornal da maubi a res-
p ito de um emprestimo chimado de liquidacSo.
v Segundo attirrna o Oaulois. o prineipe Liiz
Btrnaparte, fi'ho maia novo do principe Napoleio,
demrcTrOU}e de ifficial do exercito.
__ O geBeral B. ulanger dirigi nm telegramnw
ao miuiatro -.da guerra, declarando-se estraoho a
toda e qualpusV empresa eleitoral.
a Sao d. soladoras as noticias que vem cha-
gando sobre a devaat8gi e estragos produsidos
pe a nev.
Em Franca as participaoeT^e Avingnon, da
Mootpellier, de Ch-rmont, de OharrrSt^de Nimea
para Paria, accuaam formi ia veis accamuTSfdSLOa
ueve at i altura de um m tro.
As comraunicago-a interrumpida i trazem para-
lysacio do movtmento commercial e aa proprias
audiencias judieiaes suspensas por um novo caso
de torga maior; os jurados e as testemunhas
d-tidaa pela nev ao traosportarem-sea os tribn-
[
jmiO ......O.--ia- pe
-erv-der a e du. Sai ui emoal i a.
O <> P' al I. 1 a* Tr.r.l, ame-Ca-
I, I..I OS Ola na II. SIS'ell la. Val KiraVe-
udo, Coiuo paM ua debate uariaiueuUtyS.
Em contrario do qae affirmam diversos jornaes
eatrangeiroa, nio exacto que o governo francs
baja respondido nita verbal da Kussia, tenden-
te a resolver defLitivamente a qu atao da Bulga-
ria. O mesmo auccede relativamente aa outraa
pet- nciaa.
A Franca vai, porm, responder, e i de prever
que o tara do modo favoravel s vistas do gover-
no rus=a.
O Senado approvou o projecto de lei que eleva
os direitoa impostos aos productos italianos impor-
tados em Franc-, juntando ihe, poiin, urna emen-
da para ae estabeleci-r o direito de entrada sobra.
s casulos e aedas crina procedentes da Italia.
Por conaequinte, o projecto tei 8e voltar a Ca^
mar dos 0eputadO3. '
- A xplanacio do libello aecusat rio ao pro-
Ceaso do trafico de c .udecorago a feita uelo sub-
stituto Lo bard, oc-upou toda a audiencia do
da 21; c ncrai requerendo que a-ja applicado
ao reo Daniel Wilson o artigo do Codig penal'
qoe pune aa trafictncias fraudulentos os furtos
industriosos com peo 8 que variam de um a uineo
anoos de ansio e p din io penas menores pan OS
ottt Os roa, que repreaentar..m p.pe aei-ua-
dar>s. Na audiencia do dia oegumte coube a
palavra aos advogados da defesa. Esperava SS
que s.-ntenc. seria prnterida oito dias depoia
Os aovogad..s da de-'ea no procesa do trafica-
da cond -ooraco a aasteotaram que nio ha texto
algom de lei que iin.ionh qua qu r p ua aos m4i-
viduos que veudem a sua lufliwucia.
Termmaram n dia 23 oa dbales. O Dr. Len-
te, advogado de Wrs n, disse que nada priva
que o aeu cliente recebesse alguma ves dtnheiro
em troca da su* luflneo.-ja; de.-Ur u que este
.ro -esao injusto fdra intenta i contra eile ubi
r sao da po mea e da >pimo publica desvair- _
da ; quaudo al ludio A profuoda i_ua_ .a do Sr. Ja lio
(irevy, bouve uo auditorio applaue-is repelido.-, 0
Dr. L ut com a voz .ininrg.il p la comeno-
g ', teve de aiispeo 1er u seu diaeureo.
_. O : I- bre anarcbata franc z Sallo foi, ha
' lup a, coiidemoado a trab^lbos f read s p. I iri-
bunal do S -na e dep rtado para a Nova Cle-
d .ma.
N corpo de delic'o, qoe se- v'ra de base ao prs-
ceaso. evideiicira-ae, do m lo uiaia 'n -.1 .. que 0
Mguadoa disparara p r Varia V'. o seu revolver
, brea muilni'. reunida juut 0 aa de PalS,
Ag. ra, diaem os j irn-ea franc-aea _jue a conse-
lho d gU ira de Nuu.a O conleinu u 4 mosH
pirt.r aggredido, f rinlo-o grav. in-nte niftJ
uardas da gaie em que trabalbava. A sauteOCA
f 1 ele Ufad HHtB4ll.nt IB lite.
_ N O .oauado f -n -es em Da'Oa_K*i deu-S, ha
diaa novo iueidea|e O Uoude d- M .ote B lio,
moa X.dor la repuonca frau._ -la. ju it > d i *t-
ii dirigi I 'go UBI* represen-sga i S ilili o P
tL a qual proinetteu Jar tudas as satiafaCOna sjb
V'daS.
Nio p ale ter eons-quencis alguma o incidcata
d D ina.co. p 'i qu s passou do segmnte m lo :
mu aigeliuo, que ra perseguido pe oa aapt 6* ra-
tugn.u ae uo coiisulad fia irea. Os aautiaea
r.iBS) Hi noeiMaicndo fugitiv O coinu!
lou fechar a pO'tas e entregar oa lapt ao'
ii, que p>'di > logo d oculpa ao c. nsul.
Kegre-au Par.a iui.iro "os n goo
e.tr.og iroa. BeO,a u ae* meamo da o Ikonct
y.
ircto L



^mambiic4iTerc^-leira 13 de Mar? de 1888
--
apostlico, os eiarjatxadoi b*his, Hapa-
nha, Aus'ria-Hangria, Italia, 01 iniuistros d
Suisia, Mxicf, Chin, G.-.cia, etc.
A conservado que o Sr. Floureus teve coaii o
general Macabros, embaixsdor da Icalia, toi par-
ticularmente interoasante.
O mioicro frailee annuaciou ao representante
de Italia, C[ae, oaqa-ll-i meumi da, ou uo da so-
guiote, Iht enviara orna nota em que iriem for-
muladas a modiScageos definitivas que a Frasea
entead. d-vet fatereaiise ao tratado da com ner-
ci de 1881, que constitue a baie da nagnciagoe
ultiiD-m ; eutabolada eatre o gabmete de
Boma e Paria.
Inciden-menta veio a fallar-sa aa digre*ao o,"
o Br. Plumeas fi-Ta ltimamente nos Altos Al-
pes. O ministro da negocio estraogeiros apro-
\ wrtou o easejo para dissipar o engaa que se de-
ra com a inexacta reproduce de ama pxsaagem
do sea discurso de Briaocou.
O"8mb.xador de Italia respondeu em termos
moito crtese que a leitura do texto offi-ial desae
discurso o deixava a mais pequen* duvida sobre
as v rdadeiras intengoea do ministro dos negocios
estraogeir.
O Sr. F ourena aproveitou tambem a occasiao
para agradecer ao general Menabrea a maueira
amavel eouo fra reeebid) pir todas as autorida-
des italianas quauda passara a frontal de
Italia.
Heigica
Na sesea) da cimj dos representantes o prin-
cipe de Caraiann Ubica -y, ministro do negocies
eatrnagi-iros, desmeutio o bjati da havar un tra-
tado de alliaoga da B g::a ctn outra potcueia, e
dicUrm cathegonoameute que a Blgica perma-
nece fiel aa.i seus de veres de neutralidad.
"Viv erigir se, por iniciativa de um comit orga-
nishdo em Londres, nro mo aumento, o cumiteno
de B-uxellas, aos in/iexes mirtos em Water! .0.
PlN-so :.u tiubinn'j s secretas, que permit-
tiriam oooglob.r tamben este paqueoo utaJouu
trplice alnauca.
E naawin que alguma e parque, tent toda a impreas belga protestado
e reclamad) urna rectificac*.), urna dectaraclo far-
mal, o goveruo mauteve o inais rigoroso sil-jacio,
O o mais qu; si consogun arrancar ai ou outro
peraonageui poltica importante, sao ditos vago*,
que deixtm a pirta aberta a toda a sospeita. -
'Ao mes n> tempo, a Blgica Militar veio faacr
revelagdes que proiua.iau uj espirito publico o
mais depjiavol effeito.
Alfirma e damouatra este jornal quo, sa amanb
o re L i p -Ido i.ano m ibiisar o seu exercito,
ftj t-.'ria pioiopt* a terca pirte dos eqa punentos
/oeeoesi.ijs pira oita opersgi).
N' carreante, uj n sapatos !
A'.ui di seo, >s proprios effiC.ivos em bomans
n&> os poderiam facilmaote p.eenehar; as fortifi-
cacoes do euse, rupurads hij iadispsnsavcis
para salvar, em casj de ue^osiidaia, utat.-.ihJa-
de e talvea mesmo a inaepeodencia do pais, aiada
nao ioram com cadas.
bervioj de ambulancias tambem o uio leom os
belgas orgiinisado.
Se o seu exercito en;rassa agora em fogj, teria
. de deix*r ferid^s sonrojo caiopo dj batalba,
camo fes Waagtaa em W i^rloi.
i Suinaa.
Na Suisst, as vas de onuiuiieaci) alpestres
esm a llaliii esto iotorroinpid .s.
U'nH avalancha sorprended e taatou no da 16
do corrente, as immcdincocs de Berne, 7 opera-
rios oceupados em dcsubstror ama liaba.
Uuia fabrica de serrucao de madeira desappare-
ceu om^lctimente debaixo de outra avalancha.
Tem-so eiapregdo a dyaamite pra fazar sal-
tar os oloo accumulados sobre o edificio.
Adnuacia-se que tora coacluid)- um tratado en
tre a \ii.-m- uh.i, a Blgica u a U)lianda.
Este tatto parece ter certa reUea> com entro
qne, porem ;uinto, pouco eonhectdo.
Uis se que o eubanador allemio na Suissa for-
necera aa c j iselho federal, c>a>o o tiaba feto para
decidir a Bilgica, a oruva de qa>! o estado maur
trances tem atu ia Jo o p!. > da p .ssag-m de nm
exer :ito d Frauca p-'i t de Bote, eobre o territo-
rio 8U1SS0.
Em vista de ama tal cventualiJade, a Allema-
nba prcstavi-se a celebrar am tratado com a .Suia-
sa, como o f.-s com a Blgica e a HollanJa, para
defender a Leu'.raliJaJe helvtica.
U coiaolh) tedural respoudora qoe o governo
francs le aio era desconhecido; que a Suissa
estava prompta, no > aso da violacao de qaalquur
po-.it i do seu territorio, a toa ir a ulfaasiva, oocu
pando cola a liaha do Jara, desdi Baucourt ai
Faucilie uo ternorio da Frauc: e qa a atgam-
SbQT> .u permiliir etaa occupc3o; mas, que tm tjda a
cato, uio se ia senao d pois do ama violtoao
real, que a .i : .-si poJia aceitar o apoio da Alle-
manha, e n< em outra qualquer circumstaaoia.
Portaot), o cjnselbo federal, desoja.ido n ser-
vara SQa ib oldta liberiado ii accio, e coos^f-
var at aa UltAJ iQuii::ito, ineira u. utai Ja Je
hflv- tica, d-climva o otf ;reei.n:uto beaevoleate
da Aliem^nhi.
Itnlta
T -a pridusii > m ^ i: aini^fmpreaslo prnosa
e prora >da a pubcatlo da^rma brochara impras-
sa em aasd aob o titaTT Podcreinos nt contar
com a Italia 1 Alf*!,u;: ;c a um oifioial superior
do eatod i-mfiHf limio
l7r1que neja, alfirma ipiuio'S peosi jutas
obre o accordo com a Italia, descobre poatos de
Tist uovos oa pilitiea italiana, e certa qau iu-
tfodus) tenas preoccopacoes nos grandes oircu-
ios p lricos.
Sio nos illadamos, dis, sibie a amisade da
I'.alia pira toaiuosco
Op.vo taaiio nao pJe ver-nos.
A aolitioa ita'iua vai de accordo com a nos-
Ea, qur aiser c m a pohiiei protestante por um
srmploi motivo que i.ao Javem E' o r. eeio que expor-ueata a Icalia de que o res-
'tabilecioitn: j do p->der temporal sa realise no dia
eso qii'i a re;>nb!iea for saostituida, em Fraofa,
p.la ai ntrclia.
* E" <1: er:r iit'. durante hago periud ., h .jam
de OMns-. rvor-se de p6 as boas retacos futre a
Italia c a A't-iniul'a. Mas, dolii a Concluir qufc
apd.'remos CiOtar com alta.ia u'uoia guerra con-
tra a Franca, vai urna distaacia imoeasa >, di
xexos n.;sm), hnpiseivel aetraospr.
r i'.irc.e-noa qoe estas linbaa c mi man, de um
io sp-rior, a aituaco. Olardmeate cjaeebiiu
o auuiptoi.: claramente expiSto.
Qtiaato is nejociacei entre a Iu^iuterra e es
ala s, nc ftcirVa( tirar, eatcn tan, .s yersisi
dieri.r.ilea, a que ba de verdado. O q-io di in.'i
posi.i "o s cabe- que, declarada a goerta, a
kd-BnU a i p r ca prat:ca um e>nv Ma s :ii Italia ]4 ha cerca de um anuo ; uf; ,
-'propof a sootialiaaca-J do Mediterrneo, e, no
caso J- t .iis us poteucias b.'lngerautts oio ac-
oitan.iB, m.adari entao a saa esquaira^prot
g s uj par iuluaoa.
E aoat respeito Blgica ?
.-'riucipiaram ca calur-s m Massaonab. O es-
tado samtoi'iu das top>s ituiianaa uio tea) Va-
riado, uj .b ii graude inortali-talo no gado caVal-
iar
Os tallan s ocenparam Gh ada, que lora eva-
cuad pe s abcxiu?,
Os jiruues de rjaboya dio noci i do utn faci
-oc^orii-o en. .Vlooa'j-, que parece traduar o es
tmta de tensao dos aaioija irnrsdus, eatre o* dada
patzes renpeucamente, eeapoiiaJinance us sorras
v (cjutntm.
r'o, n'uos cafa da aUnJuJaJ* lucalidads. Un
itaJiaoo, veti-ranrio militar, esbofeteou nm jttiji!
fraace* do 137* de liabap nJo-se esa tuga, i
Capturado a 'pequen distanoia do eaf^ toi all
recoo ius 10 e oorigado a pedir dsesulpa ao 10
Wltado.
ocial l'raaces reetbea desdeab aassente a
latisfaco ; mas ootregou ocaso a justici,em
Uvano >o tiartordM impcitemeate ultrajad >.
M. de Fallieres, ministro da juetic* ea Fraa-
as, oi prev indo de nos interpxliaeao qoe deveri
Tatissr nn broveacote por parte da M. Horteoa,
deput-Jo da 3b iva, aerea das desatinos diaria-
laants pratietuiea, n~ lertitorio fraaeea d* froatei-
ra ilaiiiaa, pelo itaUsaaa qoa penetran em
caso do oficial frailee eebofeteado pelo ita-
prjoataio nata umples propoata do-Br. G-is-
Mia do gainate de Italia, aa governo fraa-
Bae asa por fin reaUsar a asudaoaa, do pue-
BajOaiiB*srtivoe militar las daas naafi.n nao
faaatewiis, a tos da pa> termo aa* eeaiiotas.
Maula m
anabaa no aa*i M .i, a* a.eaAaj-
de Marraaoa na saia Acaaai, anda a*ti<
ea anente 4a saliao Halay-Hajaaa, cae
% ni- pala*, eatotaa baruadoa, ahiaotka,
'-'' "gfl1 "* ff~"J- or'iiia i-
Itmotmente u eaoaixada. aa. sai da taran pan,
taiakro4acl da oaraeW Sasean e da todo o
Id oeafcagacao da Pivpagand Pide.



O osbaixaaor marreqnino lea o sea discarso
m araba, qna foi logo tradnsido em itaiiauo pelo
interprete padre Merojbitnd.
Hihiinned Torres, disse no seu discurso que
o soltao Muley-Uassao qns imitar os pavos da
'Saropa, da Asia e da America, e todosossobe-
i-anos, off:r e-ndo asna felicincio, porque Deus
ijoncedea ao Papa a gra;* de ver o sen jubilen, e
nambem porque oube qa o Papa quer a feliei-
ilade de tolos o povos ; resoiven aproveitar a
cecasiio para consolidar a araisaJe duradoura e
siae -ra que tem mantido ti o Paps. Em se-
guida o i-mb*ix*dor ea'.iegou ao Papa urna carta
autograph do saltao.
0 Papa responden tgradeceado ao bu'.UIo ai
sus homsoageae ; iembroa qa os pjatifioesro-
maa tiveram sempre b >as relaco -s com o sultio
do Marrocos, particularmente Gregorio Vil ; tal-
ln tambem dos franciscanos das facilidades de
qu gosam eos Marrocos.
Aos discursos seguio-sa a apreseatacao do
memores da emba xa 11,
Dpois Leal XIII fsi ver os presentes de Mu
ley-Hassan, o quaes agralecea muito. Tolo o
pesso I da embaixada foi convidado pelo Papa a
entrar no sen gabinete particular, on le se con-
versou familiarmente G Papa ordeoou acongre-
gacSo da Propagan! que so posase i. dispoti-
cSo da embaixada para que este veja a cidade. A
embaixada fot em aeguiJa visitar o cardeal Bam
polta.
Inglaterra
ggUma qnestao de gran Jes jompcacoes e de pro
vaveis bumilbacoea para o governo ingles acaba
de ser adiada pelas d-elnracdes do alludido go
verno aa cmara dos eommnns.
Keferimo-nos questo suscitada ultima hora
entre u Ioglate.ra e a repobliea de Veneauelia.
O ficto vagamente coali-.c.J) e imp rtaea-
clarecel-o.
A Venezaella coma U>Jo9 sabem, limitrophe
da Guya.ua ingiera, do Brasil e dos Estados di
Colomb.a. Na regiao a uniera de Caruari, no ter
ritorio d'aqu lia repblica, existem as importan-
tes ruinas do Cardeal, que, tiveram a honra de
.chamar a attencio cbicos do governoiHa Guya-
na inglesa. Da cubica resultou a iavasSo e in-
mediatamente coinuoucicacXo de p sse, em nome
de B. M. Britannica, ai governo da Vennsaella.
A pequr-na republ'ca esooliada affirmia os seus
direitos sobre o terreno oceupado, declaran! i ao
mesmo tempo que appeliaria para a guerra, em
derradeira instabea.
as insignificante esta resoingta, se laocar -
ji>s em canta as circamstancias que militam eoi
favor da pequea repblica, contra o sen podero-
so adversario. Em prim-ro lugar, a iutarvea(ao
dos Estados-Uuidis da America e palo menos pro
vavel, acrese-1 que as Guyinas francesa e h,l-
landesa termpntam vclh a odi->s contra os visi-
nh s inglesas-e esses ol 13 poderiam auxiliar,
mais ou menos directamente favorecidos pelos go-
vernos das metropoles, a acci) da repblica b I
liberante..
Na cmara dos communs, sir James Fergussou,
secretario dos estraugeiros, declara manos exacta
a noticia de ama inVaeSi ir leada p-lo governo
ingles. Nao todava, ue presumir que o giver
u 1 da Guyana inglesa ansumissa u gravissmi
re-pooiabilidade da semolbautn acto, sem iudioa
'." s saneriires. O mais provavel que a activi
dade da Venezaella fisesse refl-ctir o givern da
GrS Bretaabt sobre a incoovecieacia desta aven-
tura, qu-, en todo o caso, fica suspensa p;lo~qu
toca a sus execuflo.
Os deveres do commiadante em ebeta do exir
cito inglex, taes coaro um decreto acaba de esta
bei'Ccr, sao os s?gaintes :
O cmmandante em chafe encarregido da dis-
ciplini e da distribaicVo das t.-opn regulares a
auxiliares 00 Ramo Un Je ; da iostrucca> militar
dos olfiiiaes, dos rol Jados e das voluntarios ; dos
alistamcotos a das bailas do ser vico.
Oeve colhar todas as informa^as, que poder,
sobre os dad .3 estratgicos e topographia militar
da lagUterra u dos paisas estrangtiras ; eseober
as p-ssoas dignas de ser recommendadas a ana
magestade a rainba para obter nm posto ou ser
promovido, da u 11a di-tincan honorfica ou de
urna racompema militar qualquer.
O commandaate cm chafe deve ainl.i ter cuida-
do das provisOes de toda a mtureta : carae, po,
eerveja, cha, torragena, Isobs, illuiiiaaciJ ves-
tuario, armas, maucoas do guerra e exarcer un
rjjcalisacao rigorosa sobre todas as J.spezai Jo
exercito.
A guarda de todos 09 edifichs e propriedades
periencantes o miaisterio da guerra, lbe eon
Hala. .
E' e'.la que .divide as gaaraice* ordena
.para os inovi.near. is u iropas, e eatabe
idespezas dos diffa.-entes servicia do ministerio da
guarra ; dove emSm, sesipre qaa a occasii) na.
apresenta, auxiliar com seos p 1 resera o eons.-lhos
o secretario de esta Jo dos negoaioo da guerra.
- Sir Jamos Ft-r^usson, secretario poltico dos ne
g icins estraigairoa, respoadeul) au Sr. Henry
Labaachere, depuCado glaJst miau) da Northainp
ion, repet) qu; o gabinete nao tomou compromis-
so aigun, cln J.s j,i coubecidos, qu: implique o
eooprego das forcis militares mvaes .G w-
Brutauha ; aer-dita que as boas re ico:s da re-
pblica francesa omom uarc'iia britanuica bao
de continuar, pirque est perauadido de que a po-
ltica externa da Franca marchi para!:eiam3.ite
a da Gran Bretanha, declarju haver correspia-
dencia diplomtica tiooa la c j ? diversas poten-
ciis para a in*n ifcucao da pas ; tem a esperanza
de que o pango do rompimento da pis sej t agora
menor que o ana) passtdo. O 8r. (iladstoae coa
siguou que as ruspostis do sir Jaaoes Fcrgussao-
e as suas declar .<> '3 da h .je, conitii Je n urna ne-
Sativa a pergunta eobre se a ac;Io rntura da
r in-Bretauaa cst4 embaracada por Iguns coao-
promistoj.
A emenda do Sr. Sbaw-Letovre na cambra
do3 communs relativa as reodas das trras im Ir-
lauda, foi regeitada por 251 votos contra 186. Ue-
pois foi defin(ivameate approvada a resp^sta a
mensagem da rainha.
Na s :i ..-a dos lords, o m prnneiro ministro e s<.cr. t .rio dos negucios eilran-
geiros, respondendo o bario Stratbden c Camp
bel., disse qoe repu'ava umi njuatica o tornar os
blgaros r-spoaaiveis pelo m*> fanecioaamento
das toas instituyos polticas ; oS> er iiossivcl
U'D accordo da Europa com a unanimidada ixigi-
da pelo tratada de Bcrlim ; biv na quo applicar-
Iba o principio dn maioria por eonseguint-, urna
conferencia iplom.tica ruto darla r-.sultaJo '.1-
kulu o seria sl.um tanto perigoa ; oio acei.te
que baja per;gi inmediato ; e ra quo od maios
diplomticos ordinarios pjssau Mparal as d v t
g 11 -na ; participa da ep'uni do orincipe .1 Uu -
in.rck Je que seria verg uh.so para a Eiropa
qae urna qaestao t> poqmua c^mo esta blgara,
dose oocasio urna gkC.-ra. *
O conseibo do gib note celebndo a 2) occo-
p u-.e das commuuica%os da diversas potencias
aerea da situacao da Bulgaria e r-aolv u que a
Gi-aii Bretaaba, coutinuauto a seguir a sua poli-
lie-, sobre o tratado d Bro, nao tomar p r
em.iuant) nma poiicao prouuuciaJa.
Em L.nJrea e n'oatcos pontos ds Iaglitcrru
au|;meutoa a ne ve nestes ultnn ,e das.
o canal, d 400 navios de aiffarentts pases impedidos da sc-
gn,r vixgem.
Ea ccniequ-nna da tras ultimas votajoas
f..v ravtis d 18 gl.dsto nanos, u.a cleico;s parciaes,
os |Mrneliet.a ouiecrn restlvid^a iibawlonar a
politaxa obstruuaivsHsta, a&m da ir wionndo canu-
ubo opiata" cea 'avor dwa reformas raefamactaa
pelos iran lesea.
A eoioai* gr-ga esa Lottdraa ca'.obrou receo-
tooti.-nt) o e u u .m de t>>r i liyroa.
H ian Jo o autor da Cortari exhalo o ultim.
suspiro cas costas do. Etolia, o governo proviso-
rio qu! entilo b t.ia em N oplia, ordeuou um lu-.o
aataouai da vate e u da, e o ooracio do poe-
ta, eaaecrsdo en urna uru-. denrau, foi eollocadu
no altar-mr da igreja de M ioH)nghi
Esta preciosa reliquia desappareceu em 1826,
dutaaje a laataag que n seguid t-.aadu- da c-
dada
Em cmpeas calo, a ot que os gregos haviam
|Oat<.ado so ara o fretro do Byron foi piedaaasaen
te-eaassryada.
EsSaessAa fignrsva n'um logar da b nra, no*
faaureee aelebrado 28 ae Jaaero animo, a*
aapsto' de-Saeta Hopaia* da Moicow-ttaa, onde
sa ruaae eaogregaca bclleaiea de L adres.
A .res aolaiaaa ha saeeeat e qaiatro anass,
sfto boj ama especie de p em greoido, ao qoa
nao passivel da aaa daaomiuaeao exacta e
aprejprtada.
O paaegyrico de Byron foi pronunciado* lia
gaa^da P-raaies, a ao irraisaS h aiiibssih o-r
aaaaataata o- sai- da Gcrcaa d*p* no awdaatas
da- aasalaa do pa la U nansas gpiuabta da 11 .re
e laureis enxrely*a. feraia. da lyr*.
i. fatal ia da1 qa* a ..airo tHrafMa^iaaaa sobre
"*, parstga fiuwtM. aMannrta.
Byrnajirafagiada na eapatin gaag oaLondce,
e Dre-
ieleee as
para reeeber a esmoia de nma ceremonia fnebre,
volta a ser victima do rencores.que em vida o
obrigaram a destorr/r-ae.
A' primeiea vista considera-se difficil expliear a
mavimcn'.i) de reprovacSo que obrigon o poeta a
afastar-ia da sua patria. La ly Byron, ao cabo de
nm anao de matrimonio, abaadonou o domicilio
conjugal, e parece natnral qua a aristocracia mos-
trasse sympachian por nma ooulher, cuja reputa-
(;i esteva ao abrigo de qualquer ataque.
Por outro lado, a alta sociedade inglesa, alar-
mada pelos faetn* escndalos a tribuidos aos fi.
Iboa de Jorge III, precisava de infigirum casti-
go exemplsr, e escolhen Byron. para victima es-
8'iatorii. E a pena que lbe impec f.ii implucavel.
1 auMr do Chitd Harolc^ adulado pouco antes
nos aaioes de Leodn ?, foi expellido de todos os
centr.8 aristocrticos ; os jomaos intuttaram-n'o
o na ra a eaaalha apapava-o quando o via pas
sar de carnsagem.
Os prente de Byron saben que a i oda oo soao
a bota da rehabilita?*) e tem sabido contar a lelo
de alguna amigo imprudentes que deiejavam ce
lebrar com grande pompa o centenario do autor de
Manfredo e de D. Joo
. A incompatibilidade que provocara .a ruptura
entre Byron e sui mulher existia tamcem entre o
poeta e a sua ptria.
Apesar do empenh) dos amigas em desculpsr-
Ih 's os erros, a Inglaterra anda nao ib'os petv
doou.
Em urna palavra : Byron celebre em todo o
mundo, excepto na sua propri. pa'ris, e para ou-
vir pronunciar o seu noina preciso frequen' ir a
cape la groga de .Vloac w-lioad, onda acaba de
colebrar-se o centenar o de nm dos homens que
maiores glorias dea a Inglaterra.
aiit-mnntia
Anda sa fasem vivos commeatarios ao famoso
discurso do prncipe de Biamirck.
Pacifico, manso coma nm cordeiro, a Allrmanha
uio atacar nacao a'guma. E' o proorio chao-
celler que solamuemaote o hili m 1: o primeiro tiro
que resoar peia Europa, nlo poder ser impoaado
a nenhua. toldado uileinio.
O governo grmanioo consegu 1 que o Raiabs-
tag votaese um crdito suffioioute para ser p.s^i-
v 1 a inc.-rporacio do exercito de mal 7K>:0J)
h imen*. Mas na. se veja u'c-sta medida mais do
que urna simples precaacio para 0 easo de que
um od mais v.xinhos mal iuteaciooados s. le brassem de atacar a guorra no territorio allemo.
Nii tem raxo.
II tuve quem tivesse apprebensdas com o tacto
da publicaco do tratado de slliaoca austro-al
lemo.
Esta publicajo no nem um aviso, ncm urna
ameaca, c usa algama de naturea a poder nielin-
drar a Russ-a, com quem preciso uo brincar^
E' na realidade, um documento auooymo da ne-
abum v lor.
M-s jurando a03 sus denles que a All-manha
nao pegar em armis, sej c n*ra que naca for, 11
chanceller de ferro ameaca c 1 e trra, e promefte
ext.rminar os temerarios que ousarem levsntar-se
contra o Imperio doo ifoh -nzolleras.
O principe cbanceller ests no seu direito, e oin-
guem Ih'o contestar, de elogiar en termos de su
bido apreco, a lov.noibilidnde e alto valor do ex r
cito alie a o- Mas em que nos parece ex ib tar,
pirque se ati'.ati da verdadu doa factos, quando
alfirana que a Franca odoia a Italia e a logia
trra.-
Qieixando-te dos ataques de que alvo a poli-
tica ullema por parta da imprensa cstraageira, ata-
ques que pareceos oio ser muito do seu agrado.
di o principa de Uism rik textualinate:
'* eej-iiii que acabassem cun essaa nmcica
de qa-i ni 1 tirara resultado uenhum.
a E>a>a amea^s dirigidas no nasao governa >- 11
imprensa cstrangaira sao de uaia pataticu a 1 I-
a [.i- va.
Imegioam talves q ia o imperio allemio se
deia impresionar oora aaoacas taitas de tinta de
impreasa e por complicadas combinacdas de p.la-
vras ? Oaviam por do parta.'easas m-noDras ; tor-
nar-oaa hiam muito mais fcil a tarafa de ebegar-
moa a um ac ordo mutuo. I
Nada de maii legitimo,-real oiente, do que eite
desejo do priucpe de Bismarik.
E' natural qua os ataques da imprensa estran
geira o irritcm, e que muito destjasse vel-o ees-
sar.
E' fcil de compreheuder. Mas porque se nao
apressa enta > por um treio ao furor des priadicos
il-ma.'s qae diariamente icjiiiam os governos
rnsao e francs ? Lgicamente parece que er.
por ahi qoe devia comevar.
A' parte estas insiguie .n ? o Jemos deixar de applaudr jubilosos as taofiaia-
OB |. -^.o.-------- a-~\.- -----r,n:r, uesc^aTtO^L.
1 r.t-10 n'e qae as palavras do emiuente h.mem de
Estado, estejam em peifeito accordo cem o seu
pensar intimo. *
Os habitantes de Colonia cellectaram-se para
< ffereccr ao princido de Bismarck, como rec-rdacio
do discurso qae elle pofeno 110 Reicbstsg, a pro-
oos'to da discussao do empr- stimo militar, um rico
p'.itau da prata. N'esse plttewt vio gravadas ss
pilavras com que o cnanueller terminju o seu dis-
curso.
Sai os all-mlea, tememos a Dous ; ninguero
mais aos noette meJo.
O principe de lismar.k foi nomeado ha alguna
annos cidadSo da colcnia.
Fallecen o principa Luis Guilberme, de Badea.
Jie e condensar em breves linhas a serie de
communica(d 's telegrapbicas expedida de San
Remo, too.- a d enea do principe imperial da Al
lemanh'. Esp-mocas exaltadas pela dedicaco ;
abatimentcs auguoeoados pelos pesaimistas ; no
fuado auctedade gerai, diversamente motivada, e
esntrastanlo coma sip.rior resignaco do en-
ferme.
V.-ti-se tornando grave a situscao dos allemSes
residentes em Franca. A GateUi de Hesie declara
ter reeebido, os ltimos ni., dcs>.uas da cartas
de Pars, eseriptas por coopatriotas, pediado-lb-
que Ibes obtenba coili ea^ao na Allemanba, afino
de p.dereni Vultar patriascui p-rda de tempo.
O jornal parisiense La France cungratnla-M
pela prte qae tomou na crzala contra es alle-
uii-.s escouvacaJo;.
oa as affirmacoes conciliadoras do commualeaoo
runo.
A Gnela da Allemanh 1 do Norte fai observar
que a Turqua nao precisa do assentimento de po-
tenoia alguma para iotervir na Bulgaria ;
Russia insistir com a Sublime Porta para qua res-
tabeleca a situaoSo legal na Bulgaria, a recusa
da Sublime Porta ser urna denegar) de justict :
a AUemanha adstringe-se ao tratada de 1878, sem
curar das vialaces de 1885 e est prompta sem
nenhums reserva a apoiar o pedido da Ruasia, logo
que aeja formulado.
Chega-nos de 8. Polersburgo a noticia do falle-
cimento do general conde Nicolao Levaschoff.
Riquissimo, de fidaigas maneiras, de urna esme-
rada affabilidade, tio apreciado na alia sociedade
como querido no gremio do artistas, passava o
cande Lovaschoff graade parte do anno em rti-
ris.
Mais do que conaelbeiro, amigo nti n> do impe-
lador Alexaodre II, ocapara durants o sea rei-
nado oa mais elevados cargos : ajotante de cam-
po do csar, mais tarde ebefe de terceira secci,
poder quasi soberano, sem equivalente entre nos
de que guardava no seu porte a nebre altivez.
Foi primeiro, ainda antes do g n ral Oentre-
leu, qua descobrio a seita, ainda cutio em ger-
men, dos nihilistas.
A imprensa moscovita mostra-ae profundamente
indignada contra a baixa dos fuados russos em
Berlim e dis qua, se a intenca) d.k Allemanba ,
arruinar a Russia importa procider inmediata
mente.
Bulgaria
Effactivamcnte, o cbaucelier de Bismarck mos-
tra-aa disposto, ao men -s na appareucia, a secun-
dar as propastas ltimamente expedidas pe 1 Rus-
sia s potencias, com respeito questo holgara,
Nesse documento a chancellara de S. Petera-
burgo, depsis de frisar bem que preciso maner
a inviolabilidado do tratado de Berliuo e a pozar
o principe Fernando do tbroao da Bulgaria, sus-
tentou que o sultio, do quem, como subditos, de-
pended os blgaros, quem deve ootitcir-ibe-'
qae o seu pretenso principe nao p-na.i de um usur-
purdor; que Bulgaria deve a existencia longa-
nimidade da Russia ; qnu esta uio deseja coar
i-tar-lhe a lloai-ia 1 unte qu'.r vel-a vi ver urna
vida honrada e digna ; qua desiste por e.nqoau")
de recorrer forca ; m M que, no euitanto, o snl-
to tem o daver iaduclinvcl du expulsar o princi-
pa de Coburgo.
Coma c mmenla este manhoso arrazoado a Gi-
zeta da AUemanha do Norte t
Confirmando qae o governo do sultn deve por
inciativa propria proceder contra a illegdade
estabeheida na Bulgaria, sem necessidade de coa
oultar para isao as dentis potencias.
Q le Turqua tem obrigacio da acceder ao
postulado da Kussia
Qua tal ob.-igaQio se nio poderia tornar mais
sagrada, aiada qu indo as outras piteadas a po>
asaem. E que a Alitumauha est parfeitamente de
accordo cuj esta oirina de conducta, a -ra reser
vas de especie alga ai 1, em vis'a das repetid i vio
lacees, que tem soflrido o tratado de Barlim.
Este artigo, qua ni 1 p le deix-tr da ter sido io-
piralo por Bismarik, biatant significativo,
sobretudg porque termina lepclindo qoe a Russia
tem direito a exigir da Porta qai mtervanba na
Bulgaria, ind' pendent) meu'.e !, coiisenuiral idas
piteadas; que csja ifrter renca ', blm coser um
acto de justica, constituir uui p uh.rde p.z para
a Eurepa, e que a Allemanba ui> tem i 1/ i. ue-
nba-na em a acon-elhar
Com de >f.-.i\ estu li:iguag:m do orgio offi
etcao do chae illcr ixpressioncu muitu es espiritas
in Vienua, onde contiouam c.m ardor o prepi
iMtivos militnres.
O ministro da gnerra tornou abrigatorio o ensioc
da russo em todas as acolas militares.
l)j resto, e nquanto a lucta aa deixar circumscre-
ver no campo diplomtico, b-m vae. Parece que a
tioumania oio est moito louge de entrar pira a
trplice allianca. Conviuha Uie para acnulacii
fura da sua auihon. inia,o q ic o seu pensaioeu-
to dominaote. E tanto que, uio cousegu r alliar-
se, estamos coaveacidos de que, cu caso de guerra,
ella sabara conservar-se priinciro neutra!, aguar-
dar o resultado da pnmeira b.talha um pono
d-cciiva, e formar cutio ao lado do venced ,r.
Os jornaes logase; sio em geral bdstis as pro-
postas russas e progimsticam Ibea um revs ; sao
|j i que a A i-ti 1 i-llu'igri 1 lbesd meia adbeeSi)
iinieum-ute, p.)rque sabe i|nn a Gr-Bretanha e a
Italia ac bao de cpp> a u t.-. i; que a Turqua re-
cusar iot'.rvir na Bu'garupi) couaideraudo sio
cero o ap'iin qae a AUemanha ctenla pos'as da liosa i a. .
A rtJrni"1 -''"na noticias de Londres quo a
tiraii-lirel..nba reapondeo de-firma quapi negativa
commuaieaci) da Russia a respeito da qu- stio
bulgxra. A Aiiitria-Hu garia e a Italia deram
respoatas anlogas Cons lera-se pois mallograda
esta diligencia da Russia, nio obstante o apoio
qae lbe d o goveruo allemso. A Russia, todava,
est resolvida a permanecer tranquilla o a traba-
Ihat pela conservacio da pas.
*-*r-
'mij sainara 8a leal eito le-
uba c-m m ... Nao ba duvida'da que
o procesad de panir carteiras abrutada n rili-
oulo. Parece nm desforco.de creancis. Nao se
admitte em cesa aeubuii. Mas h/utem a opposi-
oio que esteva em bom terreno, porque n'uooa
sessio legislativa pm qua se tem disperdicado
lempo, a matara nis tinha autoridade para negar
aos adversarios o tempo que o propno regulameato
da cmara julga neaessaris para o estado dos pro-
ectos qae eutram.na Jiscasaio. A nosao ver
(continuava o m.-amo j rnal,) a so devia acabar
com a dispensa do regiment e as urg nciai, a
oio ser para casos excepaioaalisaiino.
Ganhava com isso o decoro do parlamento.
As maiorias nio t teem o direito, teem o de ver'
de ge imporem s opporico a. Mas para' Ihes
coarctaiem os abusos, e ni? para ellas propriaa
abusarem oo acto do pagatnento d s subsidios aos
Ilustres pas, da patria qae demoliram parte da
mobilia da cmara, seria descontado o impirte dos
traste nvariados qoe preciso substituir.
O publico o moamo em loda a parte,..
t ierem saber o qua fes o grande numero d.->
ociosos e ociosas qae andam pelas galeras, da
parlamento ou mesmo pelas do tnbdnaes pesaa
de escndalo; ?
Na seguoda-feira seguate aocudiram all em
tio grande forca, para coaqaiatar de asaalto es
lugarexiubos da oudo podesa-m gozar novo earra-
buiho, que o verdadeiro tumulto loi nos corredo-
res e entrada das galorias, fervendooencontro.
e a pisadella... Ach,ram-se logrados, porque
depra de tanta balburdia entrada, ti velara de
assistir a urna das sussdes mais pacatas e sopori
lera qua tem bavtdo nesta po':a par amtuUr.
O parecer da conainissio de faz 'u la t f ji vota! i
boutem.
Fe e naquella sessio do ant-s de hontem I r-
ga commemoraci i do mritos da antigo .> im I
por Micao, o contra-almiraate Joo E iuardo
Scarniehio qua acabiva de falle: r. Era um d i
mais briosos, distnietos e syiupathicos olliviaes da
armada portuguoza. A sua morte geralmcat>-
sentida. O contra almirante Scarnicbio era um
verdadeiro hiraem da b*m. Pertuaeenda a unii
faini i.i por toditos titulas, illaatre, cojos m-mnr.s
te m honrado a m .riuha c o exercito c m .s seu
t ilen'j.i e com a sua dedicaclo exompUr, c um dos
quaes tem o aoma sagrado uo martyrot'gio d li
bardada portugd^ta, em qae foi victima, ainda em
verdes aunes, do terror migueliata em 1829, Meado
supplicado na Praga Nova do Porto, o ci.utru-al -
er u 5 ." a pbrase, n um c-.ntrum ruiz, u um coneeit
mirante scaruicbo era liberal por mdole par, T ,:..._ ., .',
EXTERIOR
a nal ra -Hungra
Iiiformac'S de Ve una dio eomo certa qae a
Austria Hungra acceitai com amas certas reser-
vas as nov >s propostas russas cnncernenteB qoet-
to'algara, porqun'est convenc la de q v taes
..r instas h4o le mall"grar-ae duanta da opposigio
da G -aii-B c.tanha O da I'alia.
(Is jornaes russo suspeitam a A Icir.anha di
proceder ambiguamente na questSo da Bulgaria. '
nuia
Srj-.a Ru5h deicja exercer grande afluencia ra
reguo des Baikaue, o nio se quer resignar a as-
sistir ao que se passa na Bulgaria, quando nio
fazem as sua orden quu all hajain de ser execu-
ta as
Emprega par isso todos os osforco3 para que a
Bulgaria se diaponha a recebera sui influencia.
Diiige se s poteucias para que a coadjuvem no
inpenho de auedar do tbroao o pnacipe D. Per-
iiii i mas a custo co.tsrg.ia a acqui.sceacia das
ptteooias ; e deste modo 6 o brigada a procurar
nos meios diplomticos, novo* recursos pan levar
p r d cento a realiaagii doa seus drsejos.
Poie r'eciar ,e quo de a.'gam modo ex oala a
paciencia, Rsala recorra ao's nieios i.xttemos.
E po*s . to ia a so uodea- eseandnlisiria o mundo civi-
linad i. E o cx.r qoe U.i'os eof rg. tem seta^re
feota p-,r* ui> divrciar da civ lisigo europea,
'da>ia um doeumrntoincontcste de qun mal #e p.dr
contar cum v)1*, e e&a ascio queuirige, entre o
pavo civiIismJos da Europa.
A Rosa i a ba de, poia, sqiuvuj-se a entrar <>
caminho, e faseodo-o d urna pr^va admuavel da
pe*i Se a AHea.anha, graga aos fosfreos de Bis-
BUrca, nspoz a cousas para nma situagii inter-
nacional, que garautisse pas, e de que resultas-
te t-da a rcap-maao lidxde de guerra pira a Ras-
si** par a Fraagav bem eVinea' que a estae
dua* ultimas poieeoia, oonvbsa mostrar qua a
guerra nio seu obj. etivo, e que por isso aio
iuut-i todos o preparativos, como lufundado
tadee-oa rvueioe ana mostreo a potencias cn-
t-.ajea.
A qaastaa da Buajraria aoatdnaar a aor assiat,
com malares ou menores intermitencia, o mo'iio
para quaesqu-r recuioa de pertnrbacio da pas,
pasta qae a-Ja b*mh pr.v.ve que por agora, aio
p-aaaar a t-r um.pjamxto para ormuiar conjeuta
ras, e nada taai.
, Mudaro a cooss d'aqui a algam tempo ? N i
actual moumuto todava, a aecvsirjade, de maoter
a pal impSe-ce por lal modo, que magues se ar-
naew a prturbal-.i.
O Jornal dt 3. feteriburgo deamenle a noticia
Je ter do enviada a powuulsM ao nota rusia,
e pwe entrasesro aaratr ooueiiiadar do iimana
aaaaiina)aiajji|illaala
Oa joroaa atuutaeos aeaaitamcem oscanfi*
Correpnileueia do Ularlo de
PeroamfcfMC
PORTUGAL -Lisboa, 20 de Fevereiro de
1888
Como Ibes iisse na muiha da 23, loi j votada
na cmara dos pares a rc-spista meosagem aa
coio. A c uumissi > eocarregada de apres ir .r
ao soberano aquel le documento constitucional t i
recebida p r S. V. com a sua habitual affabilidade.
A sessio da cmara dos depotados do sabbad.
25 fica memoravel n s anoaes dos chiatnns parla-
meotarea, nio faz- nio taes demonstracas mais
digna de umat de tep.'s que de urna cma-
ra legislativa, subir, sean deacer e muito os fun
dos da minora serpacea que as ostentou por pim-
poDioe.
Nao cstive na cmara, nio presenciai o inciden-
te, mas ti ve ampllasissimas informagdes de como a
caso se passou, e logo me oecarreu a celebre epis
tola do sagro do Sr, Jos Luciano de Castro e da
mais celebre errata qua o Sr. Dr. Aiexaddrn de
reabra |; no da s~guinte ao que o typographis
do Campcdo das Provincias tinbam comp sto m
logar da palavra garridos que, segundo veio affii'-
mar o mesmo doutor, eslava escripia no seu uto-
grspbO.
Vamos ao fado: havendo o Sr drputado Alv-s
da Fonseca ap^esentado o pin car da coatniseio
de taseoda acerca da emenda oflerecidas ai pi .
jeto do imposto das hcrngas n lustrines, pedio
urgencia para a discu^sio desse parecar, isto,
requere que elle loase di-c.iti lo immadiatum ate,
sem ter sido impresso e distribuido pelos duputa-
dos.
Rsclamou em altas voses a npposiglo, allegando
quu nio conheoia, nem tinha esi.udado o quu a
commissio da fu- u Ih pronnnha, apas a manira,
em "votagio nominal, approvou o requenmento do
S-. Dr. Aives da Fooseca
Em vi ta disao. o Sr. Franca Castell) -3rar.ro,
pedio que ao menas aa desse urna hora para os de
pa no que ao ui au se aesse urna ora para os oes-------, r.------,-----"-----,r m---------
putad-is lan-in e examiuarem o pameer, e este pe^ P"vado de ganhar a na vida ^ffTflceu-s
lido foi sati.teito, interrompa .do se par coose- neJ em 80'4 "'*sa 8 lata a sessio. Eram quatro horas e tres quar- hagae, que freqo-nt i o anno jurid.a.
L'U
tos.
Reaberta a sesso, o rio das 6 horas, o Sr. de-
putado Pjjreira Carrilbo pi-dio a p-ilavra para um
r.quonm u'o, na inteugii de requerrr que a ses-
sio se prorogasse at infera discussao votagi.
do paree t. Mas na cmara tem pusado em jai
gad-i, tem ou mal, que, untes daOriem do dia, -
uio p rn. tudo tazer i equerimentos, e esta d m>
trina fo. corrjborada anda ba bata pon :as sesvdis
para er npplieala a opposigiti.
Porta oto, ui,eis.a deputa-ios da minora, en ton
deram que se ni > devia dar a palavra ao Sr. Car-
rilh >, e rode que a presidan a e a maiun i hesi-
tavam, est.agtram a sua raaio, porque a tinbam,
desatando a laxar urna b-rrana medontr* e a qu
orar as earteiras a morro seco i, iudo-e abano
c.m o muiros tres baacadas iatei4s !
otwitos do gritadores, oo m o daqueHe tama) -
to, brandiam com ares victorioso* os ps e travos-
a das cadeiras e vanos fragmentos das banca-
das demolidas, nraaagan-lo c ia a trra.
A destruir;!) do movis tai aaomp-aobala de
pbraces da ex-crema violeocia, aaieagaud i a mate-
ria.
Esta, felhtmente, nio se exalto tambem, alias
o ouostaeto (aria sds gvaviasm.
Foi preoiao iaterrom-jer navamente a sessio.
Pouco tempo depia reoomeearam o trabalhos, o o
presidente, qoa nm dos homens mais cordata e
bcdiqaiitos no parUatento, exprleo qae, deade
qua a oaatar tiaoa- reuolvi lo discut; otpsjreear
das lseaya, et* paraaar answ'aii a ntesk 4
da, a eutraao elle em d'scdsaai, era aermitude
faaer requenmento^; ma a oopoeigao fevanx.u
novo tu i.ulto, e a eocerruu-ae defartrva-
aJMB
A, sUsea a verdade, oorntueat? Dit% (1
altiva como tralbalbador inlatigavclf.6ie, por-
ventura, o Sr. Piobeiro Cbagac quali&car Iguem
do adversario, tornar a invectivar no par.amento
algum das grupos militantes da poltica hodierna,
esgrimir ni imprensa contra quem quer que
SCJa?...
Nao Iba esmagara o espirito, nao Iba embarga-
ra a. voz, nio Iba retrabiria a penna, casa peona
kdmiravel de fecuudidade, de promptido, scintil-
laute da .ironas, afida cono espada de d .us gu-
io s, tacando a fundo as opinidas adversas, ou
ciuzaadosa imparida nos meandros vi vsennos
d'uma polmica, deque, as mais das vezes os seas
conten 1 .res saiiam dotondos e avergados sob o
pcao dos seu] argumentos, ou mal fariJos dos gui-
pe arriscados de urna saraivada de epigranmas,
que t por si baslariam para amesqumbar a prosa-
pia balda doa qia mal apereebidos para taes du-
ellos se avenuravam a degladiar-se tul ella na
arena ..o jornalismo V
Nio. PinhairoChagaa, na miuba humilde opi-
oio, reatabeleciuT'qae s'ej.i inteiramente no seu
orgnuismo, profundamente abalxdo pela brutal
aggresso da que foi victima no da 7 de Feve-
roiro, restauradas qa-. fiqu -m, sen sombra de ha. i-
tagio, as su 8 faculdades mautaes, o que ser um
verdadciio riumpbo para a medicina e um dos
maiores milagrea da Providencia tambem, nao
mais poder nem dever ser do que um bomem
de lettras, como d'un'cs foi um ecr-ptor de as-
simbrosa fortiltdade, um histeriador, o qae ser
muit', um dramaturgo que berdou o precioso le-
gado du vsrug inimilvcl de Almeida Garrett, o
que ser talvec mais, um critico de enorme finura
saacJ,ude pbi:Oiopbica, um fjlhotinista sem
rival, um vulto notabniasimo na sua a ;c : i do
i.' rso I p?rior de lettras, o ue qniser tambem um
ebanista prim roso pira o j.'rnaiismo brasileiro
que tantas pagiuas blilhantea dvu s siuguiares
coudn;oiS do sen Ofllu espirito asaimifador, alta-
U'eutu comprehaiisivo e adoradur imp.-ccavel da
ftns, qu: ludo em trabalhos (!' ata oidein fai-
coj sobre o joclho, ult-ma bora, ouvuido oa svos
do paquete que'cbcga ao p rto c que dentro em
pjuaas h .ras, cu moamo dentro em algunos minu>
tos deve levar ha a nissivaque anda sa est
c adunia o, palpitante de aCtualid^V, curiosis-
sim de pieeiat: raptJift, reeh'ada de criterio
cobre os tactos, sobi'e os borneas, subre as couaas,
ludo a VO) de passares, mas om vii ta d'aguia,
que j}8 encara u'um reancv, do pouto mais alto,
para os luiujinar ou tn.'aiocer n'uma simples
drigi
tn-.lissun ; qua nu^uem Icmbrou, mas qoe ihe
* sugeno a pr paria teure dti urgencia uo preprio
mano ha real ~ca aaa ss alia- r r
n .ment da ir pira !. :rar a C>rta.
Piribeiro Obagas um p. ygrapho; um sabio
in.'smi u le o seria se Uveaan icmpo para o ser;
mas i: que a rudi^ao hVsse efcaa Iba acalairia
essa be na venturada ne erse que tem constituido
a b.ua poderos iudivi iu*;i.ude Iliteraria.
Knhciau Cbagas, resCituido vida ntelleetual
m toda m puj inte pl nituia >a sais recurso po-
der, d-poia tiesta inelieidade, que a mal volen-
eio por ora eacnyma, ihe preparo para aai-
quillal-o, p::lerd toroar i r tajo o qu3 ra, mi-
nos nn p.l+t'eo, pelo simpes m.t.v: de .ui todi
a g-uto deploren nos p-ioiviros liaj da c.-ise,
acuella cita-.t ophe i ..minante corou una perda
HdCttMla ; tija a g.;llte eul tol.i3 03 Campos da
poltica na accom i oo ii imuu igena que uj himem
.a ucm, oio. 6 > grauie e>cript r, jinais poder
eaqoeecr. E a po-iliaa, o jorn.smo, os d-;bite
pai-iam otara, Cjji elies aio ntre us, pir mil
aaosi que ii> v m pira a^ui discutir, mas que
lemas le aceitar como una fatalidad-*, sai a ne-
gaeaadetio qu; biuevoleucia mi;ua, e res-
peito pelas coavenieoci is A persau-olidade a
a:vo cootaaie das objurgirorias oa dos sa'eas-
moa, dos simo' -a loavore o>I 'las glorifiOa^Sss exa-
g-itaddS. Nn a idea qu: tu combate, o peusa-
anarto que se discuto, a opioio que ae exaiga. Sio
oo bombas qi as aggidam, aj os individes que
se oru:iii;ain, sao os grupos qm sa preteudem
bu'nilbit com o projeetis da facecia. E' sato o
amb;ca;o do tiosso uieio p ilitioo e joruilis'ic .
l'.iti m-o Caigas nao pd: voltar a ser o luta-
dor que era. -
E ser um bem para as bus icttnr.- patrias.
Qlautos escriptorcs de lei, quintos poetas da cu-
nho, quau' -s espirites amenissimos nao temos ahi
visto einpegonbaios pelo balito psafero da poli-
tica tal como ella continuar aser, entre u-:,
coa o nosso temp ramelo meiiJioyal, cera a avi-
dez do ch-'gar depressa aos poatoa mais culmi-
nantes que o regimeu representativo patatela a
quem quer qie seja, comanlo que p.la ;ti .acia
em priaeiro iugar e pelo mrito em segundo, saiba
abr, camiuhj d*nt He si?
Cu troca n'esses boas prosadores, romancistas
apreciados, versej.id;res emritos ou paro :eiamoB
como h je He diz, em troca d'essia. dramatureos
fastujadiisieoes e e:ylietaa insigues, a galera des
ossos himons p blicos apresanta-no.a algums va-
l-'tad'aarios que tem subido pr uih3 de mni vez
s rPgioi8 do poder, homens de combata sitn, mas
perd ios para a gloria Iliteraria do seu paiz.
Nao improviso : Moud-.s Lale abelloda S Iva
que j f.iileeeram, AodradeCotvo, Serpa Pmsnte',
Litina Coelho que anda se salv.u a tempo e mullios
uutros que n'este momento me naa occorrem sao
ut 3 tantos exerapli.res de hom ns de lauras de-
vorados polo minotauro da poltica.
O.iveira Mariins, Antonio Ennes Antonio Caa-
dido vio pelo mes no camiaho. lti de ser minis-
tros, nio tardar multo, quem Suba ?
Serio outras tantas p-rdas para h seieccia e
para a htteratura portugueza e 0 paiz nao ficar
mais venturoso c-m a aeeengao d'istca no vos lumi-
uarus'qua j comegam adespmtaruos hcrisoates da
goveruagiio nacional I
llastante me teuho eepraiado n'esta digresso.
leve in'o a indulgencia dos meus velhas amigos
e lertores.
Ja agara tratarei de resumir o mais que falta
para dixer.
No aomingo 26 proeedea-M eleigao de um
deputado em Lisbia para o circulo que lie.u vago
pala marte de Tbomas B >stos.
Pelo partido govemameutal propunha-sa o Sr.
M .i; nih i da Cruz Tenreiro que venceu u.sua can-
e.m ii i.itu: a por 1,057 vjos contra a do Sr. Teo-
pho Braga, republicano
O primeiro obtuve i 176 votos; o secundo.....
3.4-'3.
Applaudoa derrota daTba'philo Braga. Seria
um verdadeiro sabio, um investigador q le todo o
mundo icientifieo na Europa e aa America espei-
ta, devorad i tambem pelas fauces escancaradas da
poltica, o Je naturalmente ba viajde-ser um me-
diocre.
Miuistro, da crer qua nanea o chegava ser,
porqu; a repblica em Portugal ni> mo parece
qae entre tio cedo. E quando o I.jo Theopbilo
Braga, bavia de sar um ministro ;. > ni tem navido
maitoi. Ministro qualquer pide ser.
A imaortaucia ecientfica e luterana do Theo-
pbilo Braga, arissima !
, A Europa culta, as academias estrangeiras qua
poru.ua em se correspoader c.m tila e iba dao o
devido apreg qua o digam.
Foram-se os tuuos eompastellanoa. Em Coim
b a tiveram calorosos appiausos. O governo den
taado aos acadmicos por esse motivo I Maior
appiauso.
J te encerrou o congresso agrcola.
As pnm iras seesSes estiveram mu o consorri-
d'S. S. A. R oSr. D. Carlos digneu-se assistir
a algumas das sasses.
Houve discussSas acaloradas ; o ministro da fa-
euda du algumas explicagots depois de se ter
manifestado no a ngress) uuia grande tendencia
protecciouista sobre tvieaes e ontros gneros ali-
menticios de pnmeira nacessidade, qae a serem
convertida em di poaiges legues dariam em re-
sultado o encareciment.i do pao, por consiguite
a alta dos salarios, um abalo, urna vurdadeira
cnae .em todas as industrias, a comegar pela
agrcola, cujos represautautes queriam, pelos exag-
g ta los directos pratectores amparal-a !
O que se v, qua a questio da crise .agrcola
est anda por estudar ap zar de resmas e resmas
de papel que se tem esenpto a tal respeito. '
multo complexa. Oinquerito agrila a quu;o
governo mandou proceder deveria dar precisos
elementas estatisticos.
A populaca bocal dos provinciaes do norte e
obro talo ios centros rarseii mais tertanejos esa-
birrou com o boleiins que tinha ds encher e fea
brja>rrota com tuquerito deilando O fogo 4 papel-
la a, escapando milagrosamente os regedores de
psracMa de tercm chamuscados tambem aos adre
-das igreja cujos sinos entretanto toiavam a re-
bate I O povo est de m f; e ioquarito agrcola
ooiocidia com os impoatoadas licengas; aopposicao,
isto alanos assignaurioa da1 oppnsigo por trsz
da cortina sipravam as foguairas e pagavam o*
arruaceiros e o governo teve.de encoihar-se e tran-
sigir tanta na lei das lieaogas quu ae est mod-
fi-sando agora no pirlamanto, ca uo inqaerto
agrcola qua mandou saspend-r. E sem veri
doires eiementoe estatistieo que ama queatio delta
gravadada a ba de resolver I E em nome doa
I"
eonviegio e veraadeiraneute fantico pelas ;ra
digo s gloriosas da
tara.
Tendo residido por muitos annoa eoa Hada,
onde grangeou multas .-y-npi'.'r.as, o contra-almi
raqtoSaaraiobie, i.ijsjiioiiln ao reim, f.i o*pOi-
iaueameiite eleiCo p.r aquello circulo em t rsal as
legislaturas que --o sefguiram. Ni eataara ou:i:r-
vou sompre urna attitade oirrietissiuia un frottt--
do3 governos, nreressan 1o-s > coto dudieacio pete
seu cireulo, a que prest.u releva'itissim.a arvi-
gos. Nasira em 1SJ2 e sentara pr.g no 1833.
Br.i ciutra-almiraute desde ISlG Tiohi aa can
meadas da C mceigao e di; Cbit-s
1a r rre e Eapada, Avij, Cbriot", Carlos lll de
liespavba e Cjii Je Italia, a medalht de oro
da valar miliiar e as d'. prata Ja b os terv-goi <-
eooop.rtain:oto exon-piar. Era VJgal dieinuis-
ei eocarregada aa elaboragio dis cartas da
pieses-iica uitrainti'i-i is. Peina sros rciovaat s
servicos tivera un puto por'distiacoio em e tub.-
te. Jlorreu pobre, coa 53 -uiis d aerviea fi
nielo. Quinto tiuha, qna-ito iluea nao t com
proectore aoopiro de numeros-i fnnilia, mas aiu
da das de alt;u is de seus fal'ecidj camaradis,
que, nil.i a brag >s com a miaciii, tinbam cu-
contrajo u'-'lle,geucreso auxilioi-
O fuueral tai c neorri Isoiir.o.
E a quauto se nao prooeder a nova e'eigt >, re-
presnitir o circulo de aaaaa o 8r. -fui 'ml'i
Basto oirector da eaixa de dep.ijito', qoe fpi o au
tecessor do Sr. Saarnicbio nn p>rlaioento.
Fllese em C.ombra o 'r. Aatoaio dos Sioto)
P reir .lardim, ornamento do professorad-o da
U liversidade. A sua mirto foi ge almanta aenti-
aa, porque a um merecimento relavante juutava
a urna incimparavol boah.:ma.
Era to da Sr. conde de Valeagis.
?ei gridem ai me .horas d i Sr. Pinbeiro Cbagas,
O illustre escriptor e parlamentar anda nao r ce-
be visitas. Apaoas lii.; foi p-mi'tid i p-'i s seus
medios assisteutes estar algum lampo em cada
da n'outi qaarto em quanto ao areja aqu.!le em
que J.'ino Sio seus filhos que Ihe l-m algu -a
arti^is dos jiraaea, leudo, comtado o paidado de
Ihe. i-r M4)uai^) aon n.Dos posaam cxaltar-lhe o
animi.
A ctasse acadmica da Es:ola Polytechaiea e
outra escolas su icriores tencioaa fazer celebrar
am Te-Deum solemae em acg) da gragas p las
suas ui.-ilioras. i
Monseubor Sant;s Viegas, prior da freguezia
dos Martyreg, t .majoi celebrar igual festivitiade
ni sua igreja ludo a orchev.r* do S Carlos t;Cir
e cintaudo alguna dos artieas esuri.itur.idos no
me.amo reeal-theatro.
A>ttuos outros individuos te ra silo chamad 13 a
Idep).* no processo instaurado contra Msnoei Joa-
quim Piuts e 2us dous edmplices, bem cono tem
sillo interrogados cm juizo para avengaagoas al-
guna i raalistas
O Da, ba poaco, dizia que urna das ts^temoaaat
bavia recebid) urna carta auoayma amaagandoa
da qua Ihe succedaria o mesmo que ao Sr Piobei-
ro Cbagas, se t >33 repetir nn tribunal o depoi-
ment qua fez parante" o comuiisaano de p.licia
carea daqnelle attentado. Polo bem ser qaa a
carta anonyua seja um fiagimruto de algum cu-
rius9 que asaim pretenda divcrtir-se em caso de
tan'a gravdade ; pode porem ser o contrario ; a
verdade, porem, que esse documento, nio mere
ae especie alguma de con6ideragio por nio vir as-
si znado.
Ha ccriea jornaes que dio bem a entender que
se nao c iiv-nioemio amia cem o tal fanatismo do
aoarchiate-dscolo Pinto por Luiza M'cbel que elle
nuuca vio nem ouvio e cuja locubrcgas icaudia-
rias nem ao meaos pode nanea le: ua propria liu
gua em que foram eacnptas, porque a ign ra.
A' justiga cumpra esclarecer o caso. > delegado
la 6a vara Or. Arthur Miupew.a dos Santos ag
gravou do despacho de pronuncia dado palo juiz
da mesiiia vara em que nio rtconheoia no reo .Vla-
n .el Jeaquim Pinto luteugSes de uasassiaar o ag-
gr-'dido, e assim Iba dava Giog ( verdade qie
d,1 5 cantos fortes) quantia q 19 ni) poda ob'er.
Po.- ordarn- sapa.-ior o d alegad o da 6* vara pro-
nunciar n'aquatle proeesao. Orsy raalmonte, um
malvado qua a traicio arir 1 baogaUdas cabega
leumi p'cssoa, com o eaetio da chumbo de um
cassette, e qae depois de haver cahido no chao,
ainda Ihe cootinaou a bater, merecer, no despa-
cha de pronuucia qae o juis, apazar da* graud.-
fama de i.iteireza e ruutidioque o acompuia lbe
ni) reeinheg* o proposito h >ia ;ida, toi caso qua
assolnbrou a ipm wop blica.
As demo.astragS .3 do synpathia pelo Sr. Pinhei
ro Cbagas ni> p .dea) ter sida tnaior 3. O rev
redo biapo-cond de Ooimbra, ved > qoe o gran -
de eseriptor se acha agora e por muito tempo anda
eu-se a te;o
Pinhneo
na Uni-
versidad-', correado o biiloao pr 1 id 1 generosa-
mente con todas ai desp as da forina'ura at
fiual.
A S'uh ira infanta D. A atalo, pr!n cesa de He
heusollera telegrphoa ha das do Cann.-s em sea
n un: e node S 11. o Inoerad r do Brasil, 4 es-
posa do Sr. Piabeiro (Juagas luf.raaaarli-m do es-
tu lo de seu marido
Todos esperam (qnod volum'is Jacile oredimue)
quaoSr Piooeira J-iagas se reatabd ea coiaple-
tamsata, dops de urna loaara cinvillaaceiga, pas-
ala em parte, s-guodo o parecar dos medico,
tora de Lisod logo que se toi-uar ameno o tempo,
I unge de tudo que possa iaquietar-lbe o espirko e
rodead 1 senpre pe os desved s de sua extemosa
coos >rte, e d< sjus filhos e filhas que o adoram.
stuito oeui Volver depois aqne le bomem de
exeepeioHl talento aes seas traba'h s baOituaes?
1 Qaereuijs auppa-o porque muito o des jariamua
todo
Mae pod-r eatregar-se novamente o Sr. P-
nb'iro (.'hagas ae luctaa quotidiaoas'da impreosa
poltica ? .. Este bomem* para qu-m n'um mo -
.ment desastroso convorgira-s uaammes as rym-
patbia e a benevolente commiseraeio do paia 10
teiro Mm d'stiuceie de opinioee partidarias, poda-
r aoaao voltar ao seu posto andas de oppos'cio-
nista veaemeate, oa de lutador imubtnisso na tri-
buna par'amentar onde era aggreasivo e implaca-
vel nos debatea quando lh'o exgism a sua pro-
pria eon vi -goe e o i o ter esse do partido em qua
taalitava ? P6 le aeasa o Br. Piobeiro Cbagas, de-
pois de tilo pleno testamunbes de entbusiasmo
publica pela honestidade da sea caraeter iuoan
eusso. pala grandes nao volgar do ae talento,
palo ea dote pisieaes, eomo ebefe de famiHa
exemplariasitoa, pato te espirito ndependeote e


I

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^
iario de Pernambueo---Terpa-eira 13 Martpo 1888
bom pricipips qae o congrozso vinba exigir n
altos brados, qae la orrcgaeeem o direto da,
entr. da do cereae a fanohas importadas do
mercadia estrangeiroa.
- O Dr. Mariana. do CirvalhSo, vendo a c.-Ieuroa
que taaa arrogancias proteccionistas ia levantn-
dolo eapirito pablico, fsi all d.itar agn na f.r-
vura. Dereato, o cougresio oecopou-se com s-n-
aatei de todos os oulroa capitulo dos u complexo
progrmala
Sr. general.Nao preaiaamog apregoaro vosao
mereeimeoto, nem torn-.l-o por qualquer maneira
(lienta; o vomo mrito se impoe a quem quer
que aeja.
Lomvoseo, na carrucho brilh-tnte a faeil ae
deaveodava diante doanoisoa ralbo, e nos agaar-
davs na futuro melbor pura o exercito.
J como amigo, j cono chufe, a finalmente
coma pi de numeras fatoilia, V. Exc nos so'ibi
dispensar sempre muita cousiderajao -e faesa,
"&-------------- i-------------------------
O liiadtr dos eongrese;ttas, era o 8r. Dr. Pinto que uunea podaremos esquejar
Co'lbo, euj* vt semencia e iniciativa, de ba mait o
anuos afiaatado do parlamento e s ejercitada no
foro, a na gerencia da compdnhia das aguas de
Lisboa, ae desforrava alli, n'aquelle segundo par-
lamento, das prolongadas feria qoe teui tidj.
L se foram para osseus rustico! penates mullos
oradores de pbarmacia, bona bonicas, sinceros, at
ingmaidade, qoe is veses disparata vam, mas
Com bj.ia intrncois
O .Sr. conselheiro Elvino de Brito, director geral
da agricultura no respectivo ministerio, que es-
tere sempre na brecha proclamando aa boas don-
trinaa.
Alia de mu tos represen tantea das mais ignotas
localidades raraes, bavia no congresso verdadeiras
capacidades, que teem o seu lugar no parlamento,
nos cuclos decentes das escolas supefiores e na
impruisa. -.
KviSTA DIARIA
Trliiuaal do Jary do Recite Fun?-
cionou hontem este tribunal com a presenc* de 36
jurados:
A's 11 horas da maiiha, presentes o Dr. jais de
direito presidente do tribunal, Antonio Domiugos
Pinto, o Dr. 2o promotor pjblico .Mancel Clemeu-
tino di iv.-ira Escorel e o egerivao Florencio Ro-
drigues de Miranda Franco, priacipioj a s sso.
Fui submettido a julgamentoo reo rraacisco de
Sil Vianna, prooessado por desunca do L)r. -2 pro-
motor a pronunciado no artigo 205 do cdigo or;-
ruin il por barerno dia 2t> de Desemaro de I88,
em Santo Amaro das Salinas, ferido Fcliuto Vas
de L t .
O jury de sansne comes-ss dos sega inte 3 ju-
radas :
Manuel Clemeatino Ribeiro.
Manuel Torquato Pereira Lobo.
Gregorio Targino Accir, y.
Jos Joaquim de Miranda.
Dr. Lindolpho Olympio des Rcis Carapello.
Pedro Antones Perreira.
Manuel Z (orine dos S*nts.
Jonqui.ii Jos de M' ira Lima.
Fraucieoo Paulino Cabral. ,
Dr. Vngiuio Marques Carueiro La).
Mu .il Antonio Ribeiro,
I Carlos ile~Morae Qomus Ferreira.
D. {rida ao referido e.uselho o juramento da 1-i
c ioterrogado o reo, r.spooicu qne era natural J-.
Pari.Lyba, de 29 anuos de idade, solteiro, pedre
ro, qua tab a !< c escrever, que sibia o motiva
porque era aecusado, c.nhecia as testemunbas do
prece;? >, das quaes duas, Estevo L 'p-'S e Ser-
vlo, erainseus lamigo, sendo amigo do ifFeudido
Vas de Lima.
Dsse mais que cora relacSo ao erime, de nada
Sabia, porque n'aqueiie dia nao eslava ein s< u juiao
perfeito e t d ji reeoibido C.sa de Derencio.
Cunc'uido o interrogatorio, o patrono do reo, t)r.
Jerouyino Materno Percira d Corva! ho, ubt-nii a
palavra pela ordrm, apresentou n prelimin ir de
cao ter sido o reo preso em flagrante dtlc', si
qual nao fui aceita p lo Dr. juiz de direito, pelo
que agi'iavou elle, no auto'do processo, para oSi-
perior Tribunal da RelacsV.
Em seguida fes o esenvao a Iciura do process>
da forn.acio da culpa e ultiicas respostas do leo
Desenvulvendo a accusae'.i, o Di promotor pu-
blico pedio a condimoacSo do r no gro medio
do artigo 205 do cdigo criminal.
O patrono d > reo, dedozio a defesa demanstrao-
do largamente nio ter o ferixeato .raneado por
sea cou3tituiuf producido na pacienta grave n-'
commodo de e.. i-, (endo o Uiesrno perman- eio uj
II spital apenas 24 diae, conformo sa va da cer-
l.d'i quo apres nt.u.
Nao h nvii replica.
Terminados s debates, o Dr. Jais de direito, re
sumindo a na'eiin da aecusac' e defeaa, e VCU oj qneaitua propostog ai jury de S"nteuca.
Ki'.- b.ou o c .seibo sala cereta das c .ufe-
rencra9, vtltcu il ia hora depois com suas resp- s-
t&s ta:: iptas, rejouh ct'odj a auto i do ciime, a
gravidade d.s terimentox, e a circnmsiuncia alte-
noante da em. riagoea, sendo em vista aVsUs de
cito e c ndimauii o reo mis penas do gri> m-
nimo do artigo 2fc5 coiubinado com artig 49 do
codign cnm-na), a nm aoniertuui nv-i'ia 'te pri
zio e trulla c.'rrespondesta a HKts it t Ofl
Fui levanta la a sesnao is 2 b ras da t-rJe, sen-
do dia la pra boj s 1U boras.
' Can* le eieorio Tenio, ba ahatsis
dias, Eim. Sr. Dr. Ignacio Joaqaia vuitado b
Casa d. rt'ucao, nub.u qu havia gronde agglo-
mera^ild de prve 8 e que maicca alli se ach;iv. m
indt.\iiiintu, poia Eeudo jc.inoeujn-iJts d.viam
t- si _u. :o pira Fernando de Nurvnha a cumprir
sentenci
8. Exc. resolvea por ato remetter para o refe-
lido p-t.-io cpses det'iitoB, realizando assim
psra os cifres da provincia urna econ ma diaria
de 5lV240, i in de fazer ceesar a inconvenieotii
8ggU tii ray-J i.
HaciireMlacAo de stprecoA'a 11 boias
da mai.lu lie o-mingo 11 do correutr, leumram
se na pbcrogriphia Meona da C stu, ra do
Cre.-po os cffieiaes do 2' b i4* batalhdrs de in
fanteri, a compaubia d<- cav>llari, midios mi-
litares, Dr. eiigtnhi-iro das coras militares e ea-
peliS-a k) eorpa eedetisatse, t>ndo 4 su-, fente
o Eiui. Sr. coronel Jo.' Th >mas Goocaives, com-
mandante inte' ni iaa arma; e d'aoi em tre<
bonda t;albardsmente eu.btn Ir-irados, indo uo da
frpnte a banda te moou-a t*u 2o bita hSa d* intan
terin, .Amaro, rmdei'Cia do Exm. Sr. general Jos Ca-
rindo c." Q i. iroz.
Ah ?bt-gados, ende os aguardava a banda de
ICU6IC do l batalbo, fferuc-ram ao mesmo
Exm. rir. um rico e atagaaCa qa-dro, cuten 10 no
centro u s i] retrat.', cin-ulado com oa de todos
qoe lea otri i.-., i em numero 1 0')
Por .-esa c oio, o .Sr corooi I Frederico Buyi,
CtCO'b'do >rn.ljr d. asa i .'iili.i f.-ta, prouuu-
cicu um disenrso aaWlpgn, que ubseouocamente n s
remett ra S Ete. at. gen> ral Ciar ndo, bati lo per acia
inccniuiod s de m ',, teve de exoerimeiitar m
presen,-a de tao Buiemne ato, os effeit. de um.
na'ui I c. mu"JcSo; entretanto aceitando essa un
portan> otj rta de seus dedieadus camaradas, di-
rigi Mi s palvras cbtus rte ratidao e.reconhe-
ciment peOindu-lbes qu- contiuuassim a seguir u
camin o el. tonra e Oo oever, onde se firmam os
creoit ia des carpos desta guarn.&J.
S. Ece, depois de abmear a cada um de s'-usl
cam .n aa, ntf.receu-'bes, modestamente urna taca
de cha irp-KO'', o ce n.dcu se por ti rminaidaes.
festa nniiiur, uesse gen ro primeira u t pmvia
ca, rtenlo-se t d a os tBeiaes m mesm or-
drm ezi que forano, tovnndo dorante tuda leata as
das bstxtaa de muai *.
Eis o disenrs :
Exm. Sr general Jos Qarindo Meas oa
/narodasAme a maguiiuie do asaumpto o aa
expunlr d'uma fesia c. uo esta, em que sym-
bolisa 3 tributo .efcinix.de, aiot> qu^ eutraquec >
e desmtriCo da ex^eciativa a qoe d^via corre..-
ponder ; entretanto, ouia fo'oa pud^r laiasima ut>-
sti u -ue a fr..qu xa, de maneira corresponder a
ma. da'.jqi mf-i confia io, i j p.dido des
meus o.inaranar, qoe ora repres- oto.
|^ Mos eoiopaiiliHiroaEata reumio a prova
maia e'-tt ificitiva do preito e da bomena^cui, 14ae
todos as tribatamo* ao n s*o illuaire ebefe o
Exm. h<. general Ju- Clanudj de Q litrsSj
E ta testa, tamoein a mau.teat.c-io mais
eupuntnnea de oaaa lumorredoara lembranca ;
aiuJa, a exprtsaao maia genuina do uosso descou-
teutamento por ter s do arredado du noasa fren:,
por motivos de ama io.< rata molestia, o nosso pres-
-> timos ebefe o Exw. Sr. general Jos Clarmdo.
* A amen resoluta > que dt vemos tomar, dia-
faiaar odre* J'essa paubalada que nos veio Ir-
ak uintiui.i d'alma, e el Vormoa noasa* preces ao
Todo p deoso, p-ra que, reatitumdo s-de to
prec 01a, vulte o uosso bom migo a continuar a
guiar-una no amprirneut" do dever, com os seus
exempu. ae sabedor1 e juanea
agora, s<^ua fra a molestia de 8. Esc e
te ji o espectro da saudade nao pairaste sobre
nos euraco s, tad > eria festa, tuda na ale-
gra e todos 1 penmentariam om praaer ineffav. I,
N A licauea o nosso chefe o 8r. gaueral
Jos Clarmdo, safa ff.:, ecerutoa ibe, cooio p-qne-
ina letloianca dos ofS^a-s desta guarni(,io, asse
quadro com oa seus rtratos.
De longe, em qaalqa ir lagar qoe esteja V
Exc. com sua Exma. familia, polera cantar com-
aosco. cosso seus amigos fiis e dedicados.
Prado Puroambucsno-Segundo esta-
va aooonciaio, iffeetaou-se ante-hontem a 7' cor-
rida no Prado Pernambucano.
Foi extradenanamente conoorrida esta corrida,
pois nao menos de cinco mil pessoaa, catre aa
quaea umitas familias, alli estiveram, signal evi-
dente de que muito agrada ao publico esse diver-
timento.
O desafia que houve no 3o pareo entre os cava!-
los Beberibe e P.chi foi i.m dos qua .maia atirahio
a attencSo.. Ganbou o aei;undo o premio de 600J.
As poules deste pareo andaram por carca de.....
12:000/5, afora aa apostas particulares, que forano
numerosas.
Eis o resaltado da con ida :
1 pareeDr. Beltrao :
Odalisca l.
Preguicosa 2.
Tambem correa Macaca.
Tempo de corrida 87 segundos.
Ratero 7S0J, cada pouie.
2" pireoConsolacaa :
1* tarma de 1 a 7.
V.-ntania l.
FarSo 2.
L'Epiwer 3."
Tempo de corrida 62 segundos.
Kaieio 13^200, cada poule.
2.a turma de 8 a 14.
fiza-Florea 1.*
Cond r 2.
Tempo de corrida, 63 segundos.
Rateio 8^100, cada poule.
3* pirecDesafio, 2,5C0 metros :
Pacb l.
Bebenb*9* -
Tempo de corrida, 205 segundos.
Kuteio 6i3 0, cada ponle.
4* parco Dr. Souza Reis :
Faisca 1.*
Noruega 2.*
Correa tambem Itajub.
Tempo de corr 3a, 82 aegondoi.
Rateio 114100, cada ponle.
6e pareoUlympio Loup :
Goloso l.
L .id 2.
Rateio 184000. cada roule.
6 pareoPrado Pernambucano :
Galatba 1.
Satn 2.
Baucarut 3.
Tempo de corrida, 125 segundos.
Ratero 1443U). cada poule.
U 7o parto foi supprimido.
Vigsirloda paraeaia de Santo aa-
lalo -No saobado ultimo, s 5 horas d) tarde,
touju posao da vig .raria da paroebia de Santo
Antouio do lleeife,^) Rovm. Sr. padre Francisco
Joaquim da Silva, apreseat&do por carta imperial
de Fevereiro finio.
I Ao acto, qua estevo solemne, assistiram maitos
a nigos lo aovo vigario e grande numero de seus
paroebiauos.
epois, toi cantado um so'.enne Te-Deum de
accio dd grafas, mandado ce ebrar pela irmau la-
de do Sintiaaimo Sacramento, erecta na respectiva
igrr-j i parocbial.
Fu lo esse aero, os referidos ani'gos do novo
parecao o aeompanbaram at a caaa de sua resi-
dencia, on le a tolos S Ravm 1. obseqaioa era
um cope d'agua, duraate O qaai foram trocados
muitos brindes, s oda felicitado o digno vigario.
Vill de UaceaEate vapor da compa-
nbia Ch nao trouxe malas. S
Provavelmeu'.e tonda aahido da edrte no oies-
md dia em que d'alli parti o vapor nacional H-
mulo, trouxe esto aa malas porque largoa do aa
oora loor 1 maia ceda da qoe aqa-.le.
Tren f.'.cadasEn 18 do mea prximo fia-
do, no termo du Triumpb >, Ang-io Fcrreira L'ns
torio gravemente com ties facadas Jo. Lean-
dro de tal, sendo pie.o eui rl.of.nie.
acetadaante honi. m, i Urde, na pac>
Conde d'tu, por uceas a-o du paa.ar all a bau !.
de muaica ao 2' b .t .'bao ce infant-ria, Lioanio
u^nuaiii Goa.es ferio eim aa< acetada Jos
Lucio da Silva, sendo sreao em fl .grnte
Conflicto ftm:-ntoNa meoma tarde
de i.ui'-h nt.m, ao lian-a-i a ref rila bind.a de
asa urja a uoora da Boa Vista, travaram conflicto
divera s deaordeiros, resu runda ter ferido grave-
raeute ao b.iu veutre com am t'r>, alm da outro
I na uto na tbeca o de i.oce Tnom Barreta.
Eate fui rcm-ttido para o b spital Pedro II.
Os d maia enudiram-se.
Fciuieiitos leves Em trras d> eogenbo
Bom Jesua, da Boa- Viagem, antehoutem is 9 e
1[2 hora da n lite, f'raneaCo Caudido Amirautbo,
auompanbado de Miguel Tavar.-s de Lima, fot
casa de Manoel Joaquim de Soht'\nna ni intuito
de off ndel-o pbyaiuameute ; ni o encontrando,
parem, all, cu ndeu cm palavras i esposa d'elle ;
e, aahinl depois, e cm caminba encentrando-o,
itiioa-ie-lbe de facSo em puoh >, fazend.-lb > un
fenmento .10 br ;o direito. rtecuad .'ii-o o empa-
nh iro, M guel Tavaree, qna t a um ferimento d.
f..ca na mi direita de Saut'Aooa.
Oa bravi, drLOis dessa aggresao, proeuraram
evadir-oe. f'01 am, porm, presos
0 fondo f 1 visturiado pe.o Sr Dr. Lopes Fes-
soa, que deejaroa leves as suas c&ensas.
tjiberiacAt'M -A Provincia de antehoatcm,
eob o titulo Hmra ao ment, escrevea o e-
guii'te :
Segundo o documento abaixo transcripto, a
Sr. seaa'iur Luis Folippe de Soasa Lio acaba de
libertar todos os seas escraVoS, renuncian lo ao
uiesm 1 tein; a a sorvic a de ingenuos filbus das
eaeravaa que portuia.
Eiae meritorio aeta foi praticaio por S. Exc.
no da l Os b tirosoa precedentes do Ilustre eh f li-
beral turuavain ba multo nee saaria essa reauluci >,
aiis t mada ev condicdes menos argentes pe oa
Sr. Andrade Figueira,-eiaraiva, ete, etc., para
nao f iiiarmos d. nobilisaiioa aititude aaaamida
pelo ni> ineo'S illuatre befe conservador o Sr
e 'ii- h 10 A itooi 1 frado.
c Tanto chis finamente avisado aodoa o Sr.
snaartiir Lui Felippe, na digua resolucSo a que
adudiuina, quautu talves no momento em qie S.
El f'.za a eua louvavel dee ar cli peraute a
collectona do C.bo ja eativesi- complicada no pac >
icnperiul a trama des* eotiipirauo b nemerita,
que t ve por cons qu-mcia prolina a qu ia do ga
bnete escravagista do Sr. Bario de Ctegipe, e
euj 1 resulta lo ulti uo aera a ab.licii completa e
incoudieioiial da escrava'nra no Braail.
8. Exe. o Sr. senador Luis Kelippn, com o
delicado tacto pc.litie qu- toios Ihe coahecem, e
Ci.m a BKHietraaie f irc de previsao adiju'n la ua
longa pratic doa negocios pub'icos, na 1 p im
deixar de apere ber -ae de que tinba ebegado a
hora alm da qual toda a beaitacio uo caminbo da
11b rdade pedera reu laudar u'uma perda lamenta
vul e prestigio pasaasd e co'lectivo
Os nteos parab ns, p da, a S. Exc. o Sr.
tetadur Luis Peiippo e ao partida liberal de Per
uainbucn.
Eis a certidSo :
Certifica, de cnformidsde ocm o despanbo
auura, que a deelarac' fflita n' s'a c ill"etori pela
Eim. .'. senador Luis Fniippt, de' Soasa L io,
du tbeor seguate :
< Parante a oullectoria de renda* geraes do ma-
nicipio do Cab > veas o senador Luis Fel.ppe de
Sous* Lea aeclarar que nesfa data tem conce -
dido liberdade plena sea condices ou res'rie-
edes a tados ua seu escravos matriculados ua
mesma collectona. Oatmaim, de -lra que dis-
pensa os srvc s dos que foram arrulados e du*
11'gen o >s, finida suas eseravaa.
,Cb., 1* VI rc> de 1888-0 aeaador Luit
Felipi* d tjotaa Li-Ao
Certifioo maia que a verba feita por esta re
parilci> do tbeor seguiav :
1 Avers-doa em 4* de Mareo 'de 1888. O eul-
lect r iutenuo, eabra. O esenvao interino,
Osarte.
1 E para constar pastel a presente qoe aasigne.
Cutleeioria dj rebda gerae do manii ipao do Cabo,
em de Marcn de 1888 O eeerivio interino, Ma
noel Dnarie V eir
roeguudu s.i luformaram asneada a mais de
tnnta o auuwro das Ibertaces por s. Eco. eoa-
cedidae.
Criada larastlo -O seravisado Lula, que
estava alagado como criado esa caaa do Br. Ma-
noel do Soasa Botelho, i ra do Aragio n. 13,
bontem pela manhi, na oocasiS j em que lunpava
um qnarto, furtou a quantia de 4004''0O em eedu
las, e desappareoeo.
Q Sr. Botelbo oommanieou o facto i s estscao
da gaarda-etvioa, de onde sahio o 2 sargento Pe
dro de Azevedo em procura do gatuno.
Eneoutrou-o o sargentona largo das Cinco Pos-
tas, e, prendendo-o, levon-o i presenta do subde-
legado da Ba Vista, que, depois de iuterrogal o,
mandou rceolhel-1 i Detencio.
Em poder de Luis foram encentrados 3954000.
Elle ap-aas tinha dispendido 54000
VaculUaiie de DireitoEis o resultado
doa actos de hontem :
2> anuo
Leop.ilJo de Moraes Gomes Ferrcira, approvado
plenamente
Iilidia da Silva Corroa de Oliveira, dem.
Fabio Rio Jnior, dem,
Tres reprovadoa.
, 3* auna
Tbeotonio Carlos de Almeida, approvado plena-
mente.
Antonio Evaristo da Crui Gouveia, approvado
simplesmeote.
Joaquim Goncalvea Rubim, idem.
Joo Dyoaisio Fi'gaeiraa, idem.
Castao Correia Queiros Monteiro, idem.
Um reprovado.
40 anuo
Alberto Julio Pinto Pacca, approvado simples-
. mente.
Alvaro Jefierson Quedes Pereira, idem.
Domingos das Neves Teixeira Bastos, idem.
Eduardo Estanislao da Costa, idem.
Um reprovado.
Palmares-Escrcveram-nos em data de 10
do correte
Fazem hoje quarenta dias, que a ma impie-
dosa da morte cortea o fio da preciosa existencia
do mallogrado e nunca esquecido r, Manoel Eu-
frasio Correia, e quanto mais corre o tempo, mais
se aviva na eapirito dos seas amigos, a crucianie
saudade e ni'gra tristeza, que aggremiadas por
despparecimonto tao prematuro, enlataran) tan-
tas almas.
* Se do norte ao aul da imperio, lamentado foi
o triste acjntecimet.to, o Paran e Pernambuco
f rain Jas provincias, aa quo tiveram maior qui
nbSo na partilha do seotimento : aquella perdea o
ti hj dilectp, o bstalhador iocansavel do aeu pro
gresso, e amigo d. votado de suas mais nobrea as-
pirat;o.'8, que a cnctiia de orgulho pelos elevados
dotes e alto merecimeato tantas veses postos em
relevo : esta, o administrador de largas vistas,
conciliador e sympathico, que em meaos de trea
meses de guverno, ji tinha feita tantos amigos,
e aggremiado tantas adheaea que por veses o fa-
ziam acreditar estar na propria trra em que vio
a las, o qoe nao deve admirar seno aqnelles quo
ni 1 tiveram a fortuna de conh- el o.
< Alma aberta aos grandes seatimeotos, espiri-
io erriprebendedor, poltico convencido e rasosvel,
intelligencia prompta, palavra fcil e persuasiva,
memoria f lia, nao deixaodo nunca p>ra faser
aniaobi o que de va ser feto b j eacravo da pa-
lavra empenhads, trato ameno, enrgico sem af
feetacio, C'.r.j isa sem jactancia, capaz daa maio-
resdedicaeo a p-los amigos, inaceessivel a intri-
ga que nao se coadunara cam eapirito conciliador
como era o seu, sempre prasenteiro e alegre, o
Dr. E .fia 10 tinha recebido da naturesa o aegredo
le se faser amar, razio porque o seu desap are
cimento ccasioaou aeren orvalbadal de sentidas
lagrimas muitas barbas encanecidas.
' A sua coragem aiuda urna vez toi pista em
prova nos longos dias do soflrimento qu 1 o arre
batou, nunca desanimou, seu semblante inspirava
admiraco e tristosa, lia-se nello a forc 1 do ha
mem sap.Tior, vencido pela forca superior da Pro-
videocia; notava-se que elle succambia, mas
ulhaudo de frente sua infelicidade.
Sua melancola viril pareca um ultimo desa-
fio a sorte, que se ia prematuramente completar,
como se c -mpletou cora a m irte.
< Nesta cidade, por oade sc passoa ama vet de
viagem para a colonia Iaabal, t.i tal o modo por-
que se portou com os amigo* que o foram recebar,
que leixoa entre todos a mais profdada sympathia
o immorredoura saudade.
< No stima dia du seu pasasmsnto o Dr. Fiel
Grungairo, que ji era seu amiga particular, m n-
dou rosar urna missa pilo seu etarua rapouso ; e,
apezar de a-r um dia chuvasa, foi grande a con-
currencia das amgos, qoe todos a porfia queriam
prestar ao grande vulto, que ji pertencia a histo-
ria da patria, o tributo de suas pree.'S.
c No trigsimo dia, nao acolo poaaivel o com-
parecim.uto de mu'tos smig), d'aqui no funeral,
devida a estarem occapados nos tr.balbos do ju-
ry, m eyupaibKO e esperaucoso Dr. Maaoei da arencar
GuimaraVs, motto diguo promotor desta comarca,
rezar urna misas par sea eterno descunco, na qual
apezarde faltar avisa previa, c impatueeram inul-
tos ami-j, os quaes c.mo manifestaasem o le^ejo
de piasuir cada um, um retrato da finado, para
no.porvir moatrarem a seua descendentes i> effijie
de um homem que fes a viairem da vida immerso
na poltica, quo a todos estraga e a maior parte
corrompa, sem que iliusS'S ambicionas e aspira-
quer fet vo'.tar as costas as ana* opiuioes e dei-
zar de comprir a palavra dada, o Dr. Fiel Gran-
geiro Hceitou gostoao a incum0eu3ia de obter. co
ma obteve, do Dr.- Gnlooaries urna photographia
do fiaado, a qnal ji foi eutregue a un artista h-
bil pira a reprodusire fiearem asaim sa'isfeHoa
oa .es j s dos amigis e admiradores do lilsatsa
morto, e cada am com direito de amauhi m a-
tra'ido a ao fibo, aa neto, diter-lbe : Eis o retrato
de nm h mem qne cooqaistoo par seua aetos o di-
reito du servir de uiodeilo a aeus cincida l -s : de
um hora m que, a maneira dos eoiosaos abatidos
pelo pastores de Pers-pol-is, a> ae pdle medir
oem soas prnporcd 'a a-nilo em Ierra.
* Foi recetada agradavelra-nte aqui a noticia
da asceoco do cooa-lbeiro Joa Alfredo aos eon-
aelhoa da coid i. Tudo tem que esperar de S. Exc
a pr 1 vi ocia qai o vio oascer, e minio o partido de
que litastre ebefe. Conheee todas as necessid -
u. s, nio Ihe faltara lares nem tio p u o patrio-
namo e bom tuadadaa por taa'o sio as esperaofaa
que te ergnerio com seu advento.
te alratlKecebemaa o n. 182, de 25 de
Fevereiro tindo, deaae peridico, que se publica
em 'ans. Eis o seu summario :
Telgramm s Notre courrier de Rio (corres-
poniance particulkre). Ecbos de partout Nou-
vel c.ion m mtaire. Nouvelles des proviauea
Piata et Pacifique. La stoieace besilieaae. Im-
migration. Vloavujmeut iadastriel brailien. La
i- 1 -nie Caxiaa. Monvement iadastriel btsiiien.
Revue financete. M ravemeut man time.
Betue Nuil asaericalueTambem re-
o.-b-ji.o, da mema pruuedaucia, o n. 137 de 26 de
'ev.rr-iro ileata revista, consagrada aos iutereasea
platinas. Eis o seu summario:
Le rgime du papier-raoaaaie et les Banquea d?
ia Itpuaiique Ar<-u!ine, par Pedro S. Lama*
Et.ide tur le ays i ne dea Banquos natioaales des
Eut^-U oa, oaiagea rapports avee la 101 dea Ban-
quea uati.aaiea Argeatin.-s, pir Lmis Gaaiue.
K o" p Uiique et uoaomi 4 te de la Franco aa Rio
as la l'la'.a, par Georgea Orino .Aux viticul -
(eura dej Hijubl que Arg--utiue, par le crate ue
"ullenay U urrier d'AmriqneKevue aioo-
mique.dievue finaneir-,Bib'ioirrapbie, seien-
ce et taics divers. ouvement m intime.Au-
u nces.
Oleo -Inaperatriz E' stira denomina lo
um uovo Vurluuoe p-ra .bello, que acabara de re
b r ia Sra. Joio Kezerra & C., n-guciaote eata-
Di-l-cidj ra Duqua di (1-aXiaa n 77.
Eate oteo, fabricada expresamente para a te-
f 1 id 1 eawbdleoiraento, tem alm de ontraa a van-
lagein de ter a reaponaabiniale dos ditos seaha-
re quaato a puresa, pe feica >, fabrico e garanta
bygteuica. E' da fabrica dos acreditados Srs.
le.ab- y de Pana e t-m oa melh res e mais b.-ra
ecolbijoa perf jus-s. O aeu pr. ao igual aos le-
loais leos qoe g< roJuoeule se V.niem u'esta C-
dade
Veade-ae a 14030. o frasco anicaavata, n'a-
quelle estabeleeiraem, qoe denomiuado luja
speranc*. '
Agradecemos a am stra que sos enviaram oa
Srs. loio B*serra a C
Cralo RecrralUo FamiliarAma-
ubi, is ooaas da larde, t-ri iuij,r oest a >cie-
dada Urna reaoii 1 de a.sembla geral afim de
approvar os nevos estatutos e dar poase ais del-
tas, em sua seos* i ra du Irapwrador a. 19.
Funeci'iuar tus o nmtsro da ociisquseom
parei-er, visto ser a segn la ooovochCo.
arsoaoiaDe ama pessoa que ltimamente
fora accoosetuda de arampio, recebemos b ratera
24 '0 para dar de amela a ama viuva auno no-
oeoaitada.
saatsegasaos hontem diu esmola i vio va de Jo>6
de Miranda Dorio, D. L-oooi Leopoldina Dorio,
qne um 01 to fibos e resude no Beeoe de Dique
n. 12.
CUarrus-H ntem os 8n. Manoel Carvatho
C, tiveram ab.ndade deofferecer-nos alguna mi-
cos de cigarroa de fumo picado, por lies fabrica-
dos especialmente na ra de Sa-ata (Vos o. 1 A
Os cigarros sao feitos de bom tumo e devem ir
por elles os apreciadores da boa fura ca.
rectora aai* oaras ae conserva-
cio dos pono* de Peraambaro-Re-
cite, {1 de Marco de 1888.
Baletim meteornlogico
doras
6 ni.
9
12
8 t.
6
26*2
28-3
29'-7
28-6
V7--3
Barmetro
0
Tensio
do vapor
7fiO2G
761-44
758"'2
759*60
J5Jg95
19,84
20,39
19,62
19,40
18 27
i
78
71
63
67
68
Joa-J, Pernambaeo, 8. Jos; sarampio.
Jos Igoacio de Loyola, Pernambuco, 62 aonos
casado, Boa-Visto; carie da tibia. '
Mara, Pernambaco, 2 annot, B..-Vista; ver-
mes.
Arthur, Pernambuco, 3 1/2 dia, Rccife; con-
alfSaa,
Manoel, Pernambuco, 5 mezes, S. Jssj ttano.
Maiia Carolina do Rosario, Pernambuco, 31 an-
oos, soltera. BdoVista ; myelite.
11
afc
1 enipero(ura uintiia^ 3-.75.
Dita mnima26*,.
Evaporaoio em 24 horaj- ao sol: 6,n5 ; i aom
bra : 3m,4.
Chovanolis.
Direccio do vento: E, ESE e 8E alternados
at o^oras e 30 minutos da manhi ; SE com pe-
quenas nter upc5es de ESE at 9 horas e 20 mi-
nutos da Urde ; 8E at meia noite.
Vuiocidade mediado vento: 2">,50 por segando.
NebuJosidade media: 0,42.
Boletim do porto
S i
*s a
2
M.
M.
M.
M.
Dia
11 da Marca
s
s a
12 de Marco
Horas
1011 da manhS
423 da tarde
1033 > .
450 da manhS
Altura
0,-37
2.IB50
0"3fi
2,-43
Manoel, Pernambuco, 24 horas, S. Jos ; invia-
bililaie.
Lucia, Pernambuco, 3 mezes, Boa-Vista; es-
pasmo.
Frederico, Pernambuco. 15 meies, Boa-Vista:
dyarrba. '
Manoel Goedea de Parie, Pernambuco, 50 an-
uo, Santo Antonio; congestSo Cerebral.
Luciano Francisco, Peenambuco, 18 snnog, gel-
toiro, Bdi-Viata; anasarca.
Antonia Mara da Conceicslo, Pernambuco, 20
anoos, solteira, Boa-Vista; ttano.
8enhuriaha Custodia de Oliveira, Pernambuco,
50 airaos, casada, Boa Vista; tsica pulmonar.
Euclides Cardoso Rabello, Pernambueo, 7 an-
nos, Boa-Vista; ttano traumtico.
Joanna, Peruambaco, 10 aonos, S. Jos ; bron-
chite aguda.
Maris, Pernambueo, 7 mezee, S. Jos; febra
lgida.
Rita de Cassia Garateante Galvao, Pernam-
buco, 39 annos, casada, S. Jos; pencarJite.
INDICACOES OTIS
O eng-uhei.-o chefeA I/redo Lisboa.
a>*fsfTectaar-ie-bo :
Hoje:
Pelo agente Pestaa, ao molo dia, na roa da
B >da n. 46, do estabelecimento ahi site.
P'!?"Senta P,nto> 8 ll a>T*3, na ra Marques
de Oliada n. 52, de fazendas e gneros de es
uva. .
Pelo agente Brito, is 10 1/2 horas, i ra do
Uan.'el n. 48. de faz ja las. rara lesas, m.vcis, Ion-
roas, vidros etc., e de un pre lio.
Pelo agento Gusmao, a 11 hora, na ra Mr-
quez de-Olindan. 19, desovis, licorea, jarros,
etc.
Amanba:
Pelo agento Stepple, is 11 horas, na ra Booi
J03-js o. 4o, de movis.
Polo agente Pinta, is 11 horas, na raa do L'-
vr.ra.ito n. 21. demiveis, loucis e viJro3, etc.
Pele ..gente Brito, is 10 horas, em Beberibe, ao
lagar Caenga, da tavarna ahi sita.
Q linta-feira :
Pelo ageate Pinto, ao meio-dia, na ra Marques
de Odila n. 52, do engenho Ssgate, o de terre-
os e predios.
Pelo agente Silv-aira, is 11 horas, no pateo do
Par .izo 11. 26, de predios.
sflsaas fuaeiiresScrao celebradas :
Quiata-teira :
A'a 8 h iras, na Ordem Tercefra do Carmo, por
alma de Graeaindo Beluario do Vasconcelios ; ia
7 boras, no Eapirito-Santo, por alma de Francisco
R idrigo doa Sautua.
PassaseirasChegados da Europa no va
por inglea Tamar :
George Rob.-rt Bldala, Elu?n Ford, Miguel
Gonzlez, Manoel Jos Igaacio do Val, Marciana
Garca, Castor da Silva, Antonio Eunes Baganba,
Joo Antonio, Jos Dias e George Clrente Au
dera.n.
Sabidos para o snl no mesmo vapor :
Juvenal da Silva Pinto, Jlo Pedreira Franca,
Manoel Braga, Miguel Pipelo, Francisco Pereira
da Silva Juuior, Joa Alves Pitombo, Manoel Mo-
reira Jnior, Manoel de Olivrra Junque;ra, Hyp-
potito Velloso Pederneira e Marcioaillo Los.
. Cbegados da Europa no vapor inglea Po-
tos :
Manoel Ferreira, Manoel de Oliveira, Francisco
Coelho, Francisco Gomes, Manoel da Coata e Huso
Bobo.
Sabidos para e sul no mesmo vp>r :
Antonio M-nnol Oran f'erelr., Alberto Araujo
Ol vfcjra, Eduardo de Moraes Juaior, Aleebiades
Pecafthi, Nicolao Prente o Paulo Joa Rurigues
Jnior.
''b-gados do sul no vspor francs Ville de
Mace' :
Antonio Jos de Aievedo, Pierre Larre, Apoli-
nario Teixeira, Manoel Mariano de A meida, Bem-
venoto Seganin, Jos G ncalve Fundagen J-
nior, Dr. U. Piuhiiro Teixeira Cimbra, A- Pal-
ci, A t .nao G< ma, Ramiro A. Monieiro Fiiho e
Salva 1.ir Peres de Carvalh) Alb.iqurquo.
Sahidos para a Earapa no mosmo vapor ;
Jos Manoel de Si e 1 filha, C. Borgard,
Laura Charra e 2 filb-os, Cari Borxmann, Laclan
Leroy e A. Gaachet.
Chegades do sul no vapor brasileira Ca-
ntillo :
Aodisio de Vaaeoncellos, Jos Robn de Maeed o,
Olympio Vai da Costa, Virgilio Car oso de Oli-
veira, Jos de Oliveira Leite e Augelo T. de B.t-
oueoart.
OperaeSe* clrarglcas -Foram pratica-
as no hospital Pedro II, no dia 10 de Marco, aa ae -
guintes :
Pelo Dr. Pontual :
Tu-ba perneal pelo piocesso de Nelaton, indi-
cada por calculo vesical.
P lo Dr. Bdrardo:
Tarsorrhapha dupla com traniplantacSe dos
bordo ciliares em trichiasis.
Pelo Dr Amobio :
Po.tbotoraia ladicada por phimosis e cancros.
Foi praticada no dii 12 do crrante a se-
guinte:
Pcl-i Br Malaqniaa :
Laparotoma reclamada por ferida d'arma de
f go (revo.ver), penetrante do abdomen, rescelo
de 8 centmetros du intestino delgado p jr ter 5 1 .--
ridas.
Casa de UeleneoMovimeoto dos pr
aos da Casa de Deteneao du Recite no dia 11 de
Marco de 1888:
Existiam 446; entraram 16 j aaniram 127; exis-
em 335.
A saber;
Nacionaes 309 ; muih're4; nlraugeiroe 6 ;
)eravo de cuir-acolo 12 Tiul 335.
Arracoados 572.
B ioi 35i ; d'wures 30 T .tal 372.
Mitvimento da enfermara:
Tiver m alta :
fum Joaqnm do N-acimento.
Joa Franeijco do Santos.
Manoel D'-I6a< do Nascimento.
Fraueisco Caudido Bezerra.
Furam hont m visitados oa preses de te rsta-
bele ira-nto por 134 pessoas, aendo borneas 93 e
mulheres 101.
Oonpital Pedes IIO movimeoto deste
iu.oit.il su dia ln dr Mareo, foi o seguate :
Entraran .............. 18
Sabiram................. fr
Falieceram............... 1
Exutem................. 578
Foram visitada aa enfermaras pelo Dr. :
Moscoso, ia 8.
-Cyaueiro, is 9 li2
Barros Sobrmh is 7 lil
Berardo, is 9 1,4 -. .
\ialaquia, as 11 3.4.
Pootual,is9
stevio Cavica.te, ia 9 12.
Simdei Barbosa, ia 10
Cirurgiio dentista ama Pompilio, i 8 ho-
ra. ,
O pharmaceatieoeatroo is 8 1/4 e sahio i 2
da tarde.
O ajudaote entrn aa 7 1(2 h iras da maobi e
sabio ia 8 da tarde.
taoaerta da pravissesa A 3> parte da II*
lotera pelo ujVu plauu, culo premio grande da
100:000*001), em b-stimo da Hasta Casa de Mi-
sericordia do Recife, se -xtrabri no da .. da
crreme ai ujeio da, na i^iej* de Noasa Seobors
la Coaoeieto doa Mi itsrea.
Le* le ra aa "ari A 4* parte da 17,
pelo B"Vo plano, euj o premio grande 120rtH>0a>
ser* rrahida so d.a 19- ds larca.
CeaauerlO paalleaUbitnario do dia 10
de M .reo:
urea, Pernambooo, 8 OMsat, 8. Jos; enteritu
chromca.
asedeos
O Dr. Lobo Moscoso, de volta de sua
?iagem ao Rio de Janeiro, eonntia ne
izercioio de saa profisaao. Consltuas das
10 s 12 horas da manb.3. Especiaidades
'peri i,."es, parto e molestias de sanboras e
oeninos. Ra da Grloria n. 39.
"Dr. Barreto Sampaio d. consultas de
neio-dia s 3 horas no 1. andar da cas*
roa '> Baraoda Victoria, n. 51. Resi-
dencia roa Sote de Setcmbro n. 34, on-
crada pela na da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na roa do Cabug n. 14, 1
andar, de 12 s 2 da tarde residencia no
Monteiro.
O Dr. Castro Jess mlico e operador,
onauras dvs 11 s 3 da tarde, roa do
Botn-Jesus n. 23, 1." andar. Residencia
Tr.avessa dos Ramedios Passagem, porlao
o. 7.
O Dr. Aleares Quimares ehegado da
cO't-, dedi;a se mediiina em geral, e
com esperialidade s molestias do corajao,
pulrcSes, fgado, estoiuagj e intestinos, e
tambem s convnlaes e outras molestias
das enancas. Reside praja Cunde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e tem cousultorio ra
do Bom J sus, n. 45, onde diariamente d
cnsul as do meio-dia s 3 horas da tarde,
aceitando chamado em qualquer desses lu-
gares. Telephcne n. 381.
Orrnll*ta
Dr Ferreira, com pratica nos principaes
hospitaes e clnicas de Paris e Londres,
d consultas todos os di. s das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20.
O ttr. Barros Galtuar&es
Pode ser procurado em seu es riptorio a ra
1. de Maryo n. 4, 1. andar.
O Dr. Milet tem o seu escriptorio de
advocacia,, m roa Duque de CaziaS,
n 50, 1. andar.
Drogara
Francisco Monoel da Soa & C, depesi
tarios do todas as especialidades pi.irm --
cnuticas, tintas, drogas, productos cbimi-
-118 e i.o H .a'.neu'.os bomeoputicos, raa de
Mrquez de Olinda n. 23.
liio.aria
Faria Subrinho & C, drogoiata por
ataoado, raa do Vjsrquez de Olinda rr. 41.
serrara a vapor
Serrara a vapor e o/ficina de carapina
ie Francisco dos Santos M celo, cao do
Capibaribe n. 23. Neste grande estabele
alimento, o primeiro da provincia neste ge-
aero, comprase e vende-se madeirta
de todas as qualidades, serra-se madejras
de conta albeia, aabim como se preparara
obras de carapina por machinas e por pro-
cos em competencia Pernambuco.
conservador, tendo durante o tempu em que per-
tenceu ao gabinete Cotegipe, se imposto ao re-
peito e admiraco de amigo e adversario, pela
altivea de sea carcter e pela lucidez de sna in-
telligencia, s.nds qus elle e o conselheiro Joio
Alfredo foram os prmeiros conservadares qoe, no
8enado, deram om xito o grito de guerra contra
a iustituico negreira, cuja permanencia urna
deshonra para o paiz,
Ainda ultimanente, em i. Paulo, saa proviucia
natal, prestoa o nobre ministro de estrangeiros ot
mais assignalados ser vicos cansa da emr.ncipa-
cSo dos escravos, ssrvicos quo jamis poderlo ser
esqaecidos.
O Sr. coaselheirs Coata Pereira, a quem 'Sube
a pasta do imperio, reuue a vasta illoatraco qne
possup, o eouheelm 'n'o maia perfeito do negocios
pblicos, o que tem demonstrado em di vera, s car-
gos que ha occapido, entre os qaaes o de ministro
no gabinete 7 de Marco e o de presidente de pro-
vincia.
O Sr. conselheiro Thomaz G>elho um parla-
mentar amestrado e .fez parte do ministerio Ca-
xias, onde conqui3tou grande lustre" par o sea
nome. Prudente e enrgico, S. be. urna ga-
ranta da ordem e trauquiliJad3 e ha de, sem da-
vids, gerir do melhor modo a pasta da guerra, qua
-tem sido nos ltimos t.tpp.s urna das mais tra a-
lhosas. >
Oa Srs. senador Veira da Suva e Dr. Ferreira
Vianna, os nicos que ainda nao foiam m.nis-
tros, sao dous talentos de primeira ordem, duas
illustracdes qua fazem honra ao pai.
Nunca se agitou no seio do parame to urna
questo importante que Ss. Exes. nao tomassem
parte nella, para dar-lhe fulgor e brilho.
Ha muito tempo nSo sa organisa neste paiz urn
mioisterio que tanto ss itnpontu ao reapeito
admiraca de todos os brazeiros. O eathusias-
mo que disp:rt:u om Petropolie, ao chegarem a'l-
os Sra. conselheiros Jso Alfredo e Prado, e da
qae noa dea noticia o fio electrizo, urna prova
do nosso asserto.
rOMMDNICADOS
O boto mioisterio
O telegrapbo j nos deu noticia do modo bri-
lhante porque o Exm. Sr. conselheiro Jo2o Alfre-
do, um dos mais prestigiosos chefes do partido
conservador do Imperio, se drsempenbou do en-
cargo qae lio. fra commettido pela Serensima
Princeu Imperial de organisar gabinete, em sub-
stitaiyio do de 20 de Agosto, qae se demittira.
Em todus os ispirit.-a serios prodoxio a mais
viva s.tiotacio a alvicareira noticia. Se grande
era a couanca de qae gosava o eminente esta-
dista peruambuuaQo, .se ao saber-se qae tiuha de
assumir as redeas da suprema adinmi-tr.-.cao do
paiz, furam enormes as eup.ransas de que ama
era de prosperidades ia c.mrcir para o Brasil,
porgue todus sabiam quo 8. Exe. alm dos intui-
tos patriticos que o aoimam, tena de abordar e
resolver as maia graves qa-sid s qae agitam e
trabaloam a nacao ; em ama paUvra se too nome
do Sr. come huiro Joo Alfredo era urna grande
pr mensa, depois qae se soabe quaes os cumpa-
ubeiros da trabalho que S Exc. esculhera, cres-
c--mm as esperanzas, alada mais cuiifiadu fiea-
ram t iJ.8 no bom xito da empresa dilH.-il, mas
bournsa que se lbr confiara.
O gabinete de 11 de Marco pf le-se cbamar o
gabinete dos notaveis. Nao Ua dentre todos os seus
in-inbrus um t que nao teuha dado, no parlamen-
to e oa impieusa, provaa asmis inconcusa, s de
ru irme aptidao para as justas briihantes do ta-
Unto.
O conselheiro Joio Alfredo, o grandsHcompa-
nheiro de Kio-Braoco oo gabinete de ? de Mar-
eo, conbeeido e admirado no Imperio inteiro pe-
'os altus dotes de-eea espirito, pelo seu amor ao
urugresac, pela saa m.darar/ao e cima de tudo
pela sua immaeulada huoestidade. O tacto de ha-
ver t. xc eacj'hiJo pai a si a pasta da f.senda
segara garanta de qae as r-'ndas publicas bao
de ser glidas com o maior escrpulo, ai4in de
qae, sabi'm-n'o todos os qae commuoicam. de perto
cm o honrado presidente do cooselho, tem S Ex .
deas segaras sobre o assumpto, que tem ido, so
brelndo no ltimos tempos, objeoto de aprofanda-
j. s eatudu de sna parte.
O Sr. conMlheiro rtodrigo 8;lva, que entrn pa-
ra o lainiotrio Cotegipe, levanlo am suma ji co-
ohecido e respailad i, niieotou-se na gerencia da
pasta da agrioaltura, qae oontnii a uceapar no
uovo ministerio, pelo en neo meato exacto de to-
do os aeoci i de qus se tinha de ouoapar e pelo
tino* bom oen i aom qae sempre m boa ve.
O Sr. eooselbiiro Autsaio Prado actualmente
um aos vulto mai saliente qae possae o partido
-ande lotera da provincia
Depois de cinco longos das de kborosi incuba-
c2t> surgi de o va o Sr. Praneise. Goiicalver>'
Torres, no Jornal do Recife de honteio, prose-
guinlo na gloriosa faina de cnlamear a reputacSo
albeia.
Seria muito maia curial quo cate senhor traisse
de cauterisar as suas chagas, que ainda e^tao sin
erando a curromjila sanie das podridles recentes.
0 Sr. Torres provocoa-m? por meio d* seas urn -
g-'S sobre o addiamen'o da extruccao da gande
lotera de 300:000*000 e. tendo ib ido rvapoata
convenien.e coDgratula-ie luje com a sna forana
por Ihe ter foruecido o eos-jo d>- vi> a imprcasa
dar expaasto a sua raiva hydr phobica. J sa-
tisfaz parte de seus destj s,mas nao eonBcgatr
aeu nefundo intento.
Desafi-i-me o Sr. Torres a que aprsente recibos
de pagamento integral feito ao Sr. Antonio Regino
do Amaral. Admire a ingeuQidade de meu de-
tractor, fazen to-mo tal provocacSo, quando 8be
pprfeitaio -ute que me impossivFl essa exhibajao
dtsJe que suspeudi meus pagamentos e requer
. miuha fallencia. E' isto simples nenie urna crian-
ciee, para nio dur Ihe outro epitaeio mais apro-
propriado. Exige tumbem o Sr. Torres que eu
apreafnte a declmelo de meus credores de que
miuha failencia foi motivada par infelicidade na
meu negocio, e de que os prejuizos per elles aof-
fridus n2o resuUaram do um plano adrede pre-
parado para defrau ta -es.
Enfeudo que nenhum documento maia valioso ^
poderla txbibir para miuha com^ et* ju 'ifieacao
do que o julgemento proferiaa em m?u t'avur pelo
meritissimo jmz do comm-rcio, e aaa ulterior
eniuaiiime c ufrmasao pelo colindo Tribuuat da
l .i;i i, salvo se o Sr. Turres tem a pret-ncio de
querer coetrapor ao ueredicuii dos mgistralos a
sua opioiao suspeita o os pequeomoa (. Herios de
mtiii luimig. s.
QueTO-Tmtteijj^to confondir o Sr. "Borres, cha-
mando a attcncaJTlJ p-wiim, psra odfauus duca-
mentcs qu,e i------T im.^.; '"rsfTriam TI"
c a: estes p quatro coatus Je ris, que deixo do pub icar para
evitar maiorca despezaa, mas que dusde j ponho
a disp si^o de qu^m us qutira examinar.
O pub ico dir agora se o n- gociau'e que assim
pr oced", procurand lademnisar as eeus cred ires,
depois de sua rchabiiitac /, sem que a ato fosse
ubi gado, pode e deve ser medido na mesma bitola
du Sr. Torres.
P o Sr. Torres que'ea posuo todos os dados
com que possa pruVar o prejuizo de quatncentos
e tant-s cutos, cansado'.por elle a proviucia e aos
cempradorea de bilhnt<; renlmeute os tenho, e
para isso me bastar cbamar a atteueo do pu-
blieo para o ac-urdo da Heacao quo o mandn
prucesaar por este desfalque.
, Diz ainda rsse ,enb .r que nao procuron pro-
positalmeuto minba casa, mas que ahi eotruu para
abrife-ar-se da chuva. E' uotavoi que o Sr. Torres,
que m.Ta em Cax.ng, e tem o aeu escriptorie em
Santo Autoui viesse recuher se da chnva'ess
minba casa, sita na ra de S. Groncalu, esquas da
dos Coelbos, lugar frnqu.-ntadu .n ute pd,s que
all babi'.am ou tem n gucins a tratar.
Em meu ultimo artiga j ^xpliqu-i *que resi-
no.-me p ssuu se e tre mim e o Sr. Torres com re-,
lacu a promessa que diz elle ter-lhs eu frito, de
dar Ib t.di o productu liquido das lottiiaa a seu
cargo ae fosse- da extra (,'o d'eilaa encarregado e
p. i isso nao me dem ii.r. i em refutar o qu<- boje
al'e.a <8se senhor, que al is o prnpiioa con-
ressur quo os s us amigos, cajo testemuobo invoca,
ouviram dVllc e nao de mim aquella declaraco.
Nao me couviuJo c n'iauar om e=ta p I-mica,
levad pelo Sr. Turre, para o terr- no da dea-
c mpostura, na s p-iqu- ni desej i dar Ihe c
gusto de realizar os s-m intuitos, como jorque
cuntesso me fr e, para lutar Cum sem -loante ar-
ma, dou por terminada esta di^cissao, a declaro
que nu v.ltarei mais a impreusa quaesjfler qus
sejum as pruvoCH<;oe8.
A h'mena t-.es, nio s convence, deiia-38 es-
bravejar ua sua sanria furiosa.
Becif, 12 de Marco dx 188S.
Jo Candido de Moraes.
Pernambuco, 19 de Marco de 1886.
Sr J< saVUandid i de Vi ora.i. Presente.Atsi-
go SrC m rouio prazer respondemos o seu es-
timad) faVur de 6 do correte, do qflal retiramos
du s Ierra aacoad-is por VuiC. e aCCeitRB p?lo
Sr vlanucl de Bastos taeilo, orna vencida em 28
d. Oitmro d lr85 d- i-.M'if mitra em 28 de
Soveo.b.o do retendo aun i J-- liu-l'i, a p,z Vmc. o pague-ae a iii sem sua r I id a de.
Motiv u essa sua resolucSo o d ajo de Va-e. de
quanto po-s vel inaditicia o preaiso qas a ffre-
iuos n iinpur'aucin qae nos devia, i|aaodo foi
Vme. infeiismente foroado a au*pen-l?r os aeu
paxamentus e -"o si gnida requ rer sua failencia.
T.ado a r. ferida talleocia sido juigada aasual^e
t. ndo rs aiuo pagos na rasa-i de sua propostSj
I gilmente nada miis nos d.-via Vmc.
A cireooistaoea, portanto, ae qu r.r Vi
luntariante nos .iuJemnisar do prujiuzo q
iremos um raigo de honattiade le BU* .
qae o bnnra muito, que u eleva sobre nodo wH
V ser-LOS o esperamos umi doce eonsolaclo 4
meio de tantas advera dad s que o tem iisaaltadt
Crea Vmc que damos o verdaeiro merecittQas
ta a sua generosidad -, e deslavamos que tolos
s.ub'.-em i> facto jara quando menos tozer Ca-
lar qualquer sugge^to meuus geueross. que pai
ventara ta ere.se coatrariado t. uha feito cra*j|
em eu deaf-ivur.
Conteesamo nos mai grato a Vme. ^
moa-o resoltado da cobranca d'aqaollas lt
ra voltarmo a sua pres"nOa.
Sumos com a maior eaf ma de Vmo.
obrigado e criadoGr me de Mattoa as l
"Reeesrdo Sr. eommendad-ir Jos
Moraes a qmntia di 3:73 '#410 em
naque e aceeitr de Pauuu.. Kerrsira
otvl em l5 de Jaibo du crrente, cuja


iKt^jfaiBBBi


Diario de PeniamhucoTcrca-feir 13 d Marco de 1888


\w
fe uUo da qoaotie de 4r0001 que me er* de-
vador qoiino requeren ao* falkeaeis, na qual p t
conoorda' a jadicial obteve de mina e de todo ae-us
Credorea plena quitaco e aasim tea que eu Uves
te direito man ree-b ment algam o meamo
Sr. Moran* de ua livre e espontanea vontade me
tes agora entieg* do titulo cima, que liquida-
do* uuj i"jam neare pago integralmente.
C Recife, 13 de M*'Co de 1886 Francisco An
tomo de jYlbuquerque M lio.
B
Eduardo .adault
V Regresi ou de Paria ba pouco eae nosto compro-
vinciano is diatincto retratista, coja pericia co-
abecidae mais rea'cada pe modestia, que fundo
do seu carcter pessoal.
Rejuvenecidas ai suas aptidoes oatoraee d aquel-
le centra das artes pela spraciacao do grandes
mestres, nuj.s obra de novoestudoa, retemp rsn-
do n'egia poregruico artstica o.talento com'que
o dotou a naturea e que all fora cultivado no seo
desabrochar, volia eui provincia a fiser-lbe
honra, q le do 'talento do filbo flecte atbre o
berco natd. ... ...
Ao chejrar j pos em evidencia at suas ap'.idoa*
m nm re.rato do finado desembrgador Joaquim
Nuaes M cbada, qna tivetnie occasio de apreciar
as vitrinas do Sr. t localves Braga. Si Ednar io
Gidaait ni) fosje conhecido como eximio retratista
eise trabalho por si ( Ihe contitairia caja qualifi-
cacao e sagrara o stu talento, que nii eve.bece,
n\o como urna esp.-rance, mas como reali !ad
porque no Iludido retrato descobre se a mo do
m stn' t io nos detalhes e tragos physi immico3.
c "mona carnacS i e co'orido, queem scu conjuncto
harmonio.' faa m levivero patriota em sua exprs-
So caraeeristics.
QjNo entretanto, nao fcil tarefa a exeeucSo de
um retracto de p rsonagem da estatura de Nunes
Machado, calcad sobre lithugraphia impeifaita, e
quaodo o original nSo existe; urna v-'s que nVgse
trabalho nao pode o artista phiutasiar, nc-m isso
seria admittido pelo sc-ptieisuio do poblioo, fami
liarisado ; jm a physioooroia d j retratado
^jiim, nao. foi aob a re acao do brlbo material
dtela, nein daphaota-ia doassumpto, que EJuar
do Qadault, na consagrarlo pela arte do um ly-po
Ilustre, ooseguiu o seu cavilo. Este abievc-o
na modilaco da cabeca, mesrno na pus'c&o difficii
de frente quo manteve da iilhographia, filando na
roe? ma cabeca toda a alma do patriota, cujo otear
dominad.' e ao interno tcmpo insinuante foi eseul-
turador com cssa sciencia de modelaba da escola
i de logres.
Este retrato acusa na execacio o meetre, ec
meetre presappoe saber e experieacia na materia
que protesta.
r.MMEiwn
s
REVISTA COHHERCI.IL
Da uta nna de a 10 de Marco de

Cambio sobre Rio de Janeiro Negocion ti a
5 djv com 1/4 0/0 de descont.
Hoave tranaaccao a 9J J| com 2 1,8 0/ de
descont.
Cambio sobre Rio Grande do Sul e S. Paulo.
Foi tomado a 80 d/v com 3|4 0/0 de descont.
Cambio aobre Porto AlegreNa i constou tranf-
aec>; officinl.
Cambio sobro Pari Tomou-ec 60 d/v com
1 3(8 e 1 i 1 0/0 e a 90 d(v com 2 0,0 de descont.
Cambio aobre Londres Nada se fes nrtlci.il
mente. O l.nc > fechon 93 d/v 23 5,8 por UOW e
a vista a 22 3,4.
Cambio subre Pars-Nao constou ti amare lo
offieial. O Banco feeh.u a 90 d/v 413 rs. e i vista
417 rs. o franco.
Cambio sobre Hamburgo Nada constou offi
cialmente. O Banco iecbou a 90 d/v a 513 rs. e 4
vista 518 rs. o R. M.
Cambio aobre Portugal e Lisboa Foi passado
O papel a 90 d/v 115 0|0 de premio.
Cambio sobre 6 Porto Nada constou offLial-
mente.
Cambio sobre Montevideo dem" idem.
Cambio sobre Buenos A y resdem idem.
Apolnea da divida publica de-5 % Vende-
r* se 7 apelices do valor de 1:0804 a 9504 cada
cont e 5 ditas a 200*.
Ditas provinciaes de /0 Venderam a 6
api. I ices do valor de 1 :< 0)4 a 1 :U104 cada urna.
Com pan b a Segn. Iudemnisadora Nio cms-
tea vendas i t -ialmente.
Companhia Phenix dem idem.
Companbia Se ur Ampbitrite dem idem.
Companhia Pernambncanadem idem.
Companhia Fiacao e Tecidosdem idem.
Companhia do Beberibe V-nderam-.e 158 ac -
coeado valor de 10C4 a 1~>54 cada urna. .
OosspaoBja de Hanta Ther- -fada se fea of-
rjcialnaenil.
fj^d^Oonda^eberibedem dem
aipanrjia de tcfiBCaca Veodi-ram se 65
accoea do vaior di 1004 uor 4 <4 cada ama.
Acedes do Banco de Crdito K-al Vendern:-
se 15 de valor realisado de 804 1104 cada urna,
Descont de lettras A 9 0,0 ao aano.
Lettras bypothecarias V--uderam se 2f0 le-
tras sem juros do valor de 1004 a 914200 cada
ama.
traeros ssstciossaew
Agurdente Tem sido pequea as entradas,
teos-se eSectuado vendas por 704 a pipa de 480
litros.
Alceol Tea sido paqaenas as nt'a Jaa, tem se
efi.ctuado vendas por i0>4 a pipa de 480 litros.
Assucar Entrama 40,534 saceos Oeciina-
rsm nm pouco os presos do branco, maseavdo e
masca vado bruto que fumn de branco 24'00 a
24?00, someno 14703 a 14800, owseavade 145 0,
masca vado broto IsfcHQ a 14300, rtame 900 re.
a 1*1 os 15 kilo,.
AlgodiuEotraram 5,293 saccasdem de...
64600 1' aorte, pela procedencia do sertao os 15
kilos.
Arres em cascaO retalho de 44200 a 443X)
0 saceo.
CaleEntraran 2.140 saceosVareado frooxo
OS pr. jos de retalho para o no Rio ( > : Eseolba
54500, 2' ordinaria 64800, 2* regular 74500 e 2*
boa 84 os 15 kilos.
Oboias o,i Ki Grande do SalAs ultimas sao
rotalbadas de 124 a 184 o mi'beirj confjrme o
tamanbo.
Cera de Carnauba Mercado r;casto e prec >s
froux a para vendas que te tem efectuado por
24800 e 44800 1 quali tale.'
(Juro salgados seceos Tiveram lterco os
preco de veudas para 4) rs, por kilo sobre a
base de l k los
Dito* dito* verdesA existeoeis grande, eo-
tamos nominal por 240 rs. o kilo na base de 12
kilos.
Cerveja nacional -Mantem se o r-talho de 64 a
duna do 1,2 garrafas e 54 a de 11 (embarri-
cada).
Farin-a do mandiocaAs entradas de in'onor
suffioi nes para o consumo, o retalho por sseco
de 24600 a 34.
. Fumo -ao os mesmos os prt-cos de r talho :
pe i em tolhas de 64 a 164 e em cordas de 124
a 284 os 15 tilos, coolTin- a qualldade e proce-
dencia .
Oomma do mandiocaO reta ho da 14803 a
24000 us 15 ki'os, c nto-me a quaiidade.
(raia do Kio O. ande do Sui- -C-taiuj. noai-
Dalmente a 44 es 15 k I s.
Genrbra na i nal Manteo] sa o r--talh> de
34800 a 94500 a o- iza. uuforine a qualidadu.
Mel^lotainus a 454 a pipa
MilhuO rrtaibo ov 00 55 r*. o k> >, liqmd >.
Pelles coradasHouVe veuJaa de 504 por cent".
Pello* em cabello A* v>-n la* furam de 1054
a 1104 pela* de cabra e 404 as de caroeir.., ao
oento.
Sal do Asse Mosso'dAs entradas f .raro re-
fliare*, o pr.-v1 da veuJas 6rmoo-se de 14700 a
4800 os 100 litros.
Sebo coadoColamos nominaimeute por 54 o*
15 kilos.
Tapioca 's pri-cos < e reulho foram de 846u0
a 34800 o* 15 kilos nquido.
Ve'ia staanoas do Ri M ntmse o retalho
de 280 rs.o mssao.
D.ttt ditas da pravincia1 iem idem de 26) rs
O DIM.I.
-Vinagre do RioG utiu* o retalho de 804
-fr p-pa.
Vidoo do Rio O reta:ho te mantem de 1204 a
1604 a pipa.
Xarqoe do ftioGrande d> hu'O dep^sito de
cerca d- 68 0 arroba, qn M rcuih* de 440)0
a 44500 cada ama.
tener* eatransjeiraa
,ieini^e man m o istaiho de 104000 pw
^Hf*.
h India.Deeioam os precos de r, talho
^^KO a 2|350 os 16 kilos.
N'ease trabalho, pois mj* r-u se Eduardo Ga-
dault tai qual : vocacJo ducidiiae aprimorada
pelo estado e trabalho constante em sua arte, ja
executanlo oblas, jiensinando o desenbo e pinto-
ra particularm: nte e como protessir do nosso Gy.n-
nasio, cujo magisterio drizai-a por carecer d ir 4
Franca, u'oode voltando agora, contina no sea
bonroao labor.
Eiua'do t dault tem o sea aletier 4 rus do B
rS-> da Victoria o. 21, Io an' ar; e um visita a
essa oficina nao tempo peidido, porque muita
precio*id*1e atina bs a preciar-se, colh.da
dos museos do LaxeuaVurg e do L>utre, e obra
dos grandes piutores de diff rentes sceulos e es-
colas.
Ao publica
Epaminoadis Marianno da Sousa Gouvcia de
clara ao publico e especialmen'e ao scus amigos
que desde 1 de Marco correte admittio coi o so
oio em sea estahi-li-imaoto lythogra ra do Ranga! 11. 16, ao Sr. Luis Krause e que
da mesma data em diante pnsuu a gyrar o dito
estabrlecimento BOb a tir.na iiocial de Epaminon
dasfi Krause, p>r cor.ta da qual orrcr4 tolo o
activo, cando o passivo son a nica rcspjnaaoi-
lidade do socio Euaminondas.
Outrosi n, declara qie nf.o se respo isabilisa
por qua'qurr riebi'o con'rabido qor cm seu nomo
individual qur no da firma nocial que uio s-j
feito por si ou por seu socio lCrause.
Recife, 12 de Marco d-- 1888.
No Pono
Arthur Pcreira Btrbedo, envida aos scnbores
viajantes do Brasil, com esp-cialidade aos de F.r-
iiajiouc', a vistarem o sea hotel restauran! deno-
minado KEIilA), sito 4 ra do S. Lzaro n. 18,
oude encontrar.; 1.011 up isentos e o mais excel
lente tratarseoto, O referido h itel c situado n'uin
doa melborcs pontos da cidade com lindas vistas e
bouda na porta a todo o m iui''nto.
Para iuf.irmaiS a em Peroambuo com os Srs
A. A. de Lemos He, C. a ru i da Florentina n. 15 a
em L sboa com'o Sr. Francs:o Nunes Collares
ra da Atalaia n. 18.
-------------------sjj
Collegio Mcira
AULA DE ALL BMAO
A hc-fe tunccioiando nete collegio a aula d-
allemn, cojo professor o Si. Siduey.
Kua da Iinperatris n. 63, 2* andar.
Alpiste Se maotm par 44^00 os 15 kloi.
Aseite de liveira em barra O pn-00 para
retalho de 34200 por gallo.
Dito em latasO retaibj d j 154MK) a 151503
por tata
BacalboO deposito de cerca de 21,000 bar
ricas, declinaram os prec, para 174500 a 184
cada ama.
Itanha de porco. Ciutinna a retalbat-se por
3S0 400 ru a libra.
Batatas portoguasss Nao slteroa o retalh)
de IO40OO a meia caixs.
Ditas ioglesas Persiste o preco para retaiho
de 245OO por um quarto de caixi.
Ditas fraacesasU mesmo retalho de 34200 a
mcia caixa.
Brea Contnusmos a c-tar de 124 a 144003
a barrica, conforme a qualidad*.
Can o de pedra C .utinua o retalho de 164000
per tonelada, a bordo.
_ Canda Cantinuao retalho de 14450 a 14500
por kilo.
Ceblas Subi o preco de retalho para 174 a
caixa.
CervejaContinua sem alteraco o retalho de
64"'OG a 10450C a disia, conforme a qualidade.
CimentoContinua o retalho de 640 .hJ a 84000
a barrica, conforme a qualidade, fabricante e
peso.
CoroinhosDeclinou o retalho para o preco de
I741OO per 15 kilos
Cravoda IndiaSs mintem o retalho de 24?00
por kilo.
Fannba de trigo O depj.ito de cerc du
15.00J barricas, o retalho por barrica alt-roa pela
americana de 164500 a 174500 e a de Trieste
de 2<>4 a 224000.
FcijoJounoam abuodaotes entrada* do in
tenor da provincia. O retalho de 74 00 a 84500
por sacco.
Garratoes vasios 8astentou-e por 703 a 24
por garratio, conforme a capacidad d'elles.
Doce* em calda Saateotou-ae por 800 i a a
lata.
Farello do R o da PrataO dep -sito i da carca
de 7,000 saceos, o retalho por 90ai) a 34300 eada
um. liquido.
Dito de Lisboa C utinu* sea existencia no
mercado.
GenebraSe mantem o retalh* de 44 a 134 a
caixa, conforme a qualidade e procedencia.
Hervajdoce Firmou-se o retalbo de 184 os
15 kilos.
K-rosene O deposite de cerca de 1,5030
eaixas, o retalho firurV-ae por 34100 a 34200 a
lata, liquido.
L-nca inglesa ordinariaSosten toa o retalho
de 804 a 1204 a giga, conforme a qualidade e
ortimenlo.
Madaira de pinhoContinua supprido o mer-
cado.
Massa da tomate0 retalho oontinua por 740
a 803 'ais a libra.
Man eiga em barrisDeclinaram o* preg>s de
retalbo de 820 a 830 reis a libra.
Dita em hv*s Se mantem os mesmos precO
de I4IOO a 14200 a libra.
Massas italianas Soffraa baixa no preco de
retalbo que 7*500 a caixa.
Oleo d linbaca Uoniinaa a retalhar-se por
14700 o galio (em barril).
Paisas comsaans Sabio para 94*00 por
caixa.
Ditas finas -Conserva-** pjr 114000 a caixa.
Papel de embralhoSen alteraco o retalbo de
580 a 14450 a resma, conforma vqu,lla*de e
dimeuaao.
Piojenta da IndiaSustenta o retalbo de 14350
a I44OO por kilo.
Plvora inglesa Mercado pouco suoprido, o
retalbo de 2O4 por barril de quarto, c.m ten
dencias para alta.
Queijos-R talha-se por 34300 a 3460* um.
bal eatrangeircNio ba no mercado.
Sardinba* -> retalho se firma por 300 ris
O quarto das portugus** e 320 fraucesi*.
Toncibo de Luboa Nao alterca o ret|ho de
lo4o(,0 por 15 kilos.
Dito americano Se mantem por 114500 a
134 es 15 kilos.
Velas steannasContinua o retalho par 550 a
900 iis o masso.
Viuagre d" Li*ba O precos de retalho So
de 1504 1 1604 por pip >.
Vinbo de Liao.a-0 ret.lhi de 2104 a 2254
por pipa.
Dito francsFirmoo-se o reta ho por 2304 a
pipa.
Dito Fiirneira Oeclinoa o retalbo, qae de
2.54 a 2354 p->r pipi.
X irq-ie J" Rio da Prata O deposito e de
crea a,: 38 OUOarrobas, o* pregj* de retalbo sao
de 34000 a 54400 eada arroba.
N- rl Oa genero* de raliva sio vendido* com
10 por caato de descont, (alvo o* que tem de-
clarado liquido >.
Bulan com iteretal
OTADOS OFFICIAS OA JUNTA DOS COK
KMffftMf.
Htn't. 12 de Margo dt hS,3
Acco-s do banco de crdito real de Pernambuco
valor realisado de 0O4O >0a 1104000 cada, ama
Aigodo de Naiar tb 1" surte, 64600 p 15
kilo*, atibado.
Caarbio sobro Para, 90 d/v. coa 2 0,0 de des-
canto, aabriado.
Cambio aobre o Rio Grande di Sol, 90djv. com
V 1/8 O/i d* deacanto, *bbdo.
.'amblo aouie U.ulre 90 d|V 24 d- por .14, do
banco.
jain-oio sobre Lisboa 90 dv. 12) 0/0 de pernio,
particd'ar
Dito sobre dito 60 d[v. 121 00 de premio, parti-
cular.
Letras bypotheari>s 8* serie a 914'00 tem jaros.
Na hora da boiaa a
Veaderarjr-se :
6 aeces do banco de ere lito real de Pernam-
buco.
45 letras nypothecarias do buco real de Per-
assboM.
Consta-nos qu no lia 2-do crrente
mes, partir do povoado de Biaarra para
esta povaaclo o professor p ibli;o HnrcuU-
no Hy^fao Nuoes Baa familia, sendo acempanbados dalli at a
cidade do Limoeiro por signos cavalheirot
geus amigos, que espontaDeameote corap
re cera m para eate fim, e que oh gidos no
dia 3 na estacao de Sitio Novo furam all
re ebidog por divems pessoas qae j oa
esperavam ; entrando s 12 hoaa do da
na casa do Sr. ospitSo Ladislao Rudolpho
de Ar.iuj 1 C-zar, qu; geitosa o delicada-
mente offereceu aos viapree suculento res-
taurante, tomando parte algutnas p-esoas
mais, que alli se bohavam na ocoasiao.
Di pois disto, feitas as cortazias do es-
tyllo, aquello fu,occionaro o os qui lhe per-
tencem seguiram'para a casa qu! j so a
hava preparada para recebel-aa c onie fi-
c rain installados.
Viinos com prazT que o professor re-
eem-viaJo ao ctugar a sua nova reaiden-
:ia foi compriiseotado de modo muito li
song-iro pelas pesso.a8 mais gradas do lu-
gar.
Praza a Deus que srja bem succedido
acete torrSo e quo satistaca plenumcnte a
expectativa do seush abitantes.
AlliaosB, 7 de Maryo de 1888-
Um amigo.
Frederico Ui-ives Jnior
HOMCEOPATIA.
3d=Rua do Burilo da Victoria=39\
PRIMEIRO ANDAR
Autonio Pereira de Oliveira Coelhj, reti'ando-
ae desta ciiade e nao podcuio di-spedir-ae ptesoal
mente de seus amigo, em consequencia da pres
teta de sua viagem, vem fazei o pelo preseote,
oQerecendo-lhes seus prestimos na povocao da
Torre, em TaquaretiuKa.
Recife, Vi de Marco de 1888.
; 11 re (idate,
Augusto Piulo do L-mos.
O secretario,
Pedro Jos Pinto.
Cota^ito de assucar ,
BH ti O* MRCX) D* 1883
A Atiociago Comtmrmal Agrcola, registrn os
oreos abaixo, pagos ao agricultor, por 15 kilos :
Ao commercio
O abaixo assigoado estabelecido com loja de
fasendas 4 ra da Imperatris n. 64, sob a firma
figueiredo & C fas acieote a quem interessar
possa qae nesta data foi diaeolvida amigavelmeo-
ta a s iciedade alli exist'nte, retirando se o socio
Domingos dos Santos Coelbo pago e satisleito de
sea capital e lucros e ficaodo a cargo do mesmo
abaixo assigoado o activo e passivo da predita
loja.
Recife, 9 de Mareo de 1838.
Luis Abraoches de Figaeiredo.
ataque se m
CJUftUBEBi
O melbor depurativo eonhecido para a cara ra-
dical dos rheumatUmjt, de qualquer nsturesa, das
molestias da pelle, das typhilii, da aithma, da leu
chorreat ( ires brancat) e em goral das molestias
occasiooadas pela impurena do aangue.
' composto de productos veg.-taes brasile'jrcs,
nao contcm areeaico n* m mercurio, te tacil assi-
milavo, do acco toaica e estimulante e Denhum
mal f o Je causar o seu oso.
Recommendado pelos Drs Pedro de Atbayde Lo-
bo Moscos i, Joio du SiivaRannoB, Praxed-sGimes
de Sousa-Pitang, Ma 03I Duarte de Faria, IIJe
r. nso Tneooj Martins, TristSo Il-nriqui da
Costa e adopta lo ucs Hospitus de Marinha pelo
cous'lbeiio cirurgij-mcr da armada.
Em provade sua erHcacia temos publicado io-
num ros atistalos de curas das moles'.ias referidas
e h j Hccresceotamos os sguintes : *
Dj Dr. Altredo Aff;njo Ferreir*, sobre a cura
de urna cachorrea cbrcnica.
e De i t Caetano de M deiros, idem.
Ue rraucisco Barceos (m.radorem Olinda) quo
curou-se de ama gonorrha
Da Kanoel Jjs Kiapo da Silva (morador err
Bsrreiros), sobre a cura do D. Bertbolioa Ferreia
Fiaoco, que s^ffria de v rtignj, dor no estomig >,
iruqnuzu n-.6 pern-.. oppressio noc^rcao e insjm-
oia.
D Mariano Luiz de M mra, idem.
De Antonio e Sioza ibeiro (morador na Pa-
rabyba) sobre ucbaca na* p mu e no veotre.
Do Dr Max miao Lop-s Machado, que curou-
se da aithma -de que s^ffria ha 30 aunes.
Vndese
EM GROSSO E A EETALHO
Em PernambucoA' ra 1- do Marco n. 9. Li-
naria Francesa, a entender se com
Plrmloo Can ilo do Pigurtiredo
n. sse
orlsem e asi on *>ya*ap-
tomstsj
Devemo-nos lembrar qae os symptomas sao as
provas da lata da naturesa com a mol stia. Dis-
se-nos que as forjas aniunacs estao latando com o
veuerjo oceulto.
Auxiliem-se e fortifiquem-ss com este restaura-
tivo natural e soberauo chamado a 8*isaparrilha
de Bristol, e o resaltado nio ser duvidoso. Ne-
nbuma tloenoa pode resistir a casa podeosa al
lianca.
Se o inimigo ]se" acba derramado pelas veiae,
este grande detergente o busca o o desaloja del-
tas.
Coocluido ist >, a toase quo indica a tsica ; as
cbagas que denotara s preseuc das escrfulas, os
terriveie padeciu. nioa do cotpo e do espirita inhe-
rentes a um eatomago achacado; e o estado p e-
ttrnatural do ventre, deaapparecem para logo e
logo.
- Este puro e poderoso tonicj e alterativo vegetal
t antyseptico ; laipa, regula, fortalece o vieoriaa
oda a orgimaaco interior, e a cura completa.
Acha-se de venda em todas as pirtes do inundo
eiviiisado, em todas as p.'ucipacs tojas do drogas
e boticas.
Casa Feliz
Usina Pinto
Jolonia Isabel. .
Parbioa pulverisado.
tuneo 3." superior .
a 3.* boa .
3.a regatar .
Humanos ....
atasca vado porgado .
a broto.
tatame .
24700
2*80
242OO a 24^01/
34'iOO a 2480ii
344 K) a 24J00
24200 a
14700 a
1456.) a
14300 a 14100
14000 a 1414 1
2430U
I81K1
14600
O'otar>ut de algudilo
BU 12 DE MA11?0 DE 1888
Constou vendas do ac 1* corte do sertao a 64450
por 15 ky!os.
Kutradits de awurar o lgsdA*
usa oa MAHCO
A88UCAR
Entradas Diaa Saci-oa
ijarcacas...... 1 4 9 28 618
Vla-ferrea de Caruar . 1 4 li 4 440
Animaes..... 1 i 12 2.984
/ia-ferrea de 8. Francisco . 1 4 7 10.472
^ia-frrea de Limoeiro . 1 4 '( 7.084
tSommi' 48.698
AIODU
Eutradas Das 8aeeas
riarcaca* ...... 1 4 9 688
Va-terrea de Caruar . 1 4 12 468
Animaea 1 i 12 ,5.'914
Via-tene* de 8. Fraad*cv . t a 7 1 ISi
Via-ferrea de Limoeiro . i 4 7 f.hS
Bomms.
10.020
Vapores despaehades
Vap. ng > l'amar, para :
oeno-Ayrea : 50 saeco* com cocos (fructa).
Uarreg. diverso*. .i
Vap. iog. aCilian, para.*
Liverpool : 4.600 saeca* con algoda.
Carreg. J. II. Boxwell.
Vap. fr. Villa de S. Nicolao, para:
Santo* : 3.425 sacco* com a*sucar, 100 pipas e
325 barri de 5* coro agurdente.
Rio de Janeiro 50J aacco* co n assucar e 620
saccas coa algodio.
Carreg. diversos.
Vap fr. < Villa de Macei, para :
Lisboa : 200 saceos com assucar e 400 saccas
com algodio.
Havre : i 5 saccas com alf-cdao.
Carreg. diversos.
!%avla despachado
Lg. noroeg. Professor Nirdeockicld, para.
4,Canal : 9.405 saceos com a.aucar mascavado.
C irreg. Ferreira Caseao & Filhos.
Patita da Alfaadega
SKMAJSA na 12 a 17 db Masco oj I8c8
fVide o D.ario de 11 le M irCo
\avios A carga
Barca portuguesa Loptt Duarte, para Lis :oa e
Porto.
Barca noru-guens-- Polykarp, para Liverpool.
'tngue allamiu J. G. Jf'ichle, para Hanto*.
Lagar allemao Du Capo, para Canal.
Lagar nacional iMartnho IX, para Rio Gran le
do Sul.
Lugar americaoo Ediojrd Jokiuton, para Estados
Cados
Lugar ingles iierrilt, para Estados-Unidos.
Lugar portugus Henilia, para Lisboa.
Patacho portugus oui inndot, par* Lisboa e
Porto.
Patacho allemao D. Pedro, para Rio Grande
. do Sul.
Patacho sueco .-lij-r, para Rio Graade do Sul.
Patacho allemao Anin, Rio Grande do Sul.
Patacho allemao AdeJhetd, Pelota*
Vapor ingles Birkhiel para Liverpool.
Vapor nacional Mandaha, para portoj do sul.
Vpor ingles Paraenne, par Para.
\av os a descarga
Barca inglesa .arpatia*, baealbo.
Barca inglesa Lavi ia, baoalbao.
Lugar ingles f-araotro, bacalboo.
Lagar ingles Lucy March, carvao.
Lugar ingl. Miry Cory. bacalbao.
Lrar ingles a dama ni me, baealbo.
i macho uacional Hival. Xarqil .
Patacho nacional Eipadarle, vaiio- geoeros.
ImporUco
Hiate nacional Btm Jeu$, entrado do
Maeo em 10 do coreati e oonslgaada a
Maoel Joaqaim Pessoa, manilestou :
Sal 15,360 litros o sonsignatarii.
Lugre ingina Faiiny, entrado do Terr
Nova ua mearon data e consiguado a Bla
. kburo Needhan & C, manifnstou :
Bacalbi 2,39 Oarr ics o 1,420 m-iri
ditas aos consignatarios.
O viubo considerado cerno o zangue do> ve
Ibos.
Ellfl drsp.rta as fjrcs, anima o espirito, e,
qaando b m escjtbiJo, restituo aos vcihos as il-
Inses dos aunos pascados.
O qae urna verdade para o vinbo de bna' qua-
lidade alada maicr vordade quando sos priuei
pos naturaes desta preciosa bebida acha-se ligada
urna substancia capiz de actuar aobre o istomag
e tolos os orgslos, luzendo com qu-, depois de eu-
/raquecidos pela idude c p. las fadigas du vida,
recuporem toJa a actividade
Sao estes os rffeitoa, que produz oViubo de
laclo pbospbato de cal do Disart.
Desde quo elle ad ilustrado, o estomago di
gere 06' alimentos c.in fauilidade, as forcas reap
parecem, urna nova existencia parece recomecar.
Estes i';tji sao m ii j frouuuciados as pessoas
idosas habituadas a beb-r.
l'.o calix de Vi'ib de Dusar', na fim da comida,
produs resultados maravilhosis.
-------------------a-------------------
Dr. S.lva Ferreira, medio e parteiro, com par-
tica em varios buapitaes d'Eurvpa as especiali-
dades molestias de senhoras e da p lie, d4 consul-
tas na ra da C*dea n. 53, 1* andar, de 1 s 3
da tarde, c reside na roa do Conde da Bj*-Vista
n 24-1.
Tel^phonc D 412
Patacho nacional E$padart(, entrado de'
do Rio de J-.neiro na mesma data e con
signado Amxim IraiSos C, mscif?s-
tou ;
Azeite de peize 2 barris.
Barns vaaioa 800
Barrilba 10 barricas.
Pipas vasias 200 ordem.
Paqueta inglez Tamar, entrado dos por-
tos du Luropa em 11 do corrente e con-
aigaado a Amorim IrmSos & C, manifes
tdu :
.Amostras 56 volunea orlem.
Alvaiade de ziuco 10 barricas a Fcrrei
ra Ouimaraes & Q.
Chumbo de muoicL 3(J b.rris 4 oriem.
Canela 30 caixaa oriem.
Cb 1 voluiue a ti Gratis.
Canos de chumbo 18 barricas Gi npa-
nliia do B berib.
Cravo da aaitt 3 saccis ,orlen
Drogas 5 volunea a Manuel Alvra Btr-,
hoaa tuccesac r, dita e tinta 3.) volu nes a
Francisco Manoel da .-Iva & C.
I Perragena 1 voluine Compauhia do
Beberibe-, 30 ordem, 10 a Feruandcs da
Costa & C.
Livrus 1 caixa a Joan VV. d. Meieiros.
Meiaa 1 caixa ordem.
Mercadorias diversas 2 volurnes a Fran-
cisco Lauria i., 3 a Qaimarea Cardo-
ao & C, 6 a Amorim Inuioa 4 C, 1 a
Joao W Medeiroa, 2 a J. A. Tnoin, 1 a
Q-. D. Rb*rtso>, 1 a Mus E'aCw.j.
Objectos para eu.riptorio 1 caixa a Wil
on 8ous & C.
Preg-ia 4 eaixas ordem.
Pimenta 30 saocos ordem.
Pr. auutos caixa* a ordem.
l'otias 1 o.ixa a Macioa-I Collago d U-,
1 a iuimarai-s C.rdoso & C
Queijos 4 c>ixas a ordem, 25 a J. B
ie Carvalho & C, 13 a JoAo ITernandes
.le Al oeila, tj a (iuitoares Ka lia A C.
8-htr 100 brrieas a Fereir Quima
ries & C.
Tapetes 2 fardos A onle a.
Tecidos diversos 2 vulumes a \ Amo-
rim & C, 6 a Alves de Britto A C la
Monbard Hub-r dC, la Luis Ltik, -1
a B-rne.t A C, 6 a Manoel Olas da Silva
Guimaries, 68 4 ordem, 1 a F, Launa &
C, 7 a Narciso M.ia d C 4- a A. Vteira
d C, 55 a Machado & P-reir, 3 a F. de
Aaevedo d C, 62 a Luis Antonio Siquei-
ra, 14 a Loureiro M.ia d C f a {%*-
quiiu Agostinho d C, 10 a R de Car
valbo & ti, 3 a Querr d Fernandas,
1 a Couto Saotos d ti, 4 A. M.ia & C.
Tuna 2 barrio* a Joo VV. de M.-.dei-
ros, 2 a W.lsoo Sons di ti, 3 a Maooel
CollaCO d ti
Vi.iros 11 volurnes a Sulser Kiuffjiann
dC.
i']\p*rtaca*
aaetra, 1U oa habci ob 1886
Har o exterior
No vapor ingles Marinar, carregou :
Para Liverpool, C P. oe Liemos 7,0Ai saccas
coau 310 OJO ki'o* de algodio
Na vapor ingles ChUian, carregoo :
Para Liverpool, J H. Bozwell 400 saccas com
30, 93 kilos de algodio.
No vapor luglea Birkhael, carregaram :
Para L'verpool, K. Ua.cj Se. ilho 230 aaccos
com 17,v!5<) kilos de aiancar mascavado; M. J.
oa stoena 51 saceos com 3,825 kiios de assocar
mascavado.
Sa barca noruegueose Polikarp, carregoo :
Par Caual, J. H. Boxwell 1,600 saccas com
120,379 kilos oV ai Na barca norueguenje Solide, carregoo :
Para Canal, J. H. Boaweil 2,400 saecas com
130,214 kilos d algodio.
No brigue allemao t. H. Lolling, carreg*-
rain :
Par Canal. Amirim Irmios ja C. 5,500 saceos
com 412.500 kilus 4e**anear maaosvado.
Na barea portuguesa Lrpt Duarte, earre-
gon :
Para o Porto, Leobino Lima 462 Maceas com
27,578 kilos ae algooio.
No vapor franees Ville de Macei, carrega-
ram :
P.ra Lisboa, A. Labille 200 saceos com 15,000
kilos do saucar mascavado
Para o Havre, A. Lsbula 25 saccas com 1,927
kilos da algodio.
I'ar Hainlrurgj, S. P. Johastoo & C. 4 barri-
cas aocn 276 klos de borracha e 1,331 couro sal-
gad uum 15,97 kilos.
S:< vapor ingles Tamar, carregou :
P ira Bu-snus Ayrea, L. A. da Costa 5,000 cocos,
frnets.
Para o inttrtor
No lugar portugus tiercilea, carregou :
Para (im Grauda do bul, J. L. de Asevedo
2,000 cocos, frujta.
No vapor traneea Ville, de 3. Nieolao, oarre-
garam :
Para Santos, Amorim Irmios & C. 125 cseos
c.m 31 200 litros de aguardante, l,25e) saceos
com 75.UO kilos se assocar maseavado- e 476
ditos com 8,500 ditos de dita branca
Para Kio ds Janeiro, A. Labule 1U) sacoas
com 7,519 kilos de a'godio ; F. Vieira 1,000 sac-
eos com 60,000 kilo* de assucar mascavado ; Bor-
le ot C 150 saceos com 9.000 kilos de assucar
branco e 350 ditos com 15,000 ditos de dito asas-
cavado.
Para Babia, A. Taborda 3 eaixas eosn 40 kilos
de doce.
No vapor iafiec Paraetut, eanegoe :
Para Para, J. Al ves 200 saceos com 12,000
kilos de milho.
N> vapor nacional Para, carregaram :
Para Para, M. L p* de sis C. 3 uaix>* com
180 kilos de doce.
No biate nacional Crrelo di Natal, carre-
garam :
Para Macabyba, M jura Borges 4 C 5 saceos
com 125 kilos du fio du algodo.
Iitih. o
Olintbo, Jardim i C.
Mce.
Baha
201.100
4o soojoao
H00 0J3
Readim autos pblicos
us oa maui; i
Alfandeya
Ke id i eral :
o dia 1 a 10 290:979*523
dem -e 12 35.3j7*9l
Kenda provincial
Oo dia 1 a 10
Idea de 12
------- 332:317*510
55.955*518
38l3o513

59.76.K03l
total 332:086 J541
seceo da Alfaodega, 12 de Marco
Somm
Segunda
de 1888.
O tuesoureiroFUtrene'o Dominguet.
O ehefe da sejcajCicero B. de Me'.lo
Herebedona (eral
o da 1 a 10 I8:0-(>#520
dem da 12 5:568.630
33:629*150
Herebedorift provincial
Jo dia 1 a 10 H;i-iiUi
Idiio de 12 2:761*701
Beeire Oralaage
'e dia 1 a 10 28:%278
dem 11:028/143
32:8481642
Mercado Municipal de S. fose
l ao vi ment de* te Mercado nca das 10 e 11 de
Mareo foi o seguiote :
Knrraram :
67 boi* pesando 10,90o kilos, sendo de Olivei-
ra Castra & U 54 1/2 ditos de la a 12 1/2
de perralarea.
971 kilo* de peixe a 80 res 194420
73 cargas de farinha a 200 raa 15J600
43 dita* de fructa* diversas a
800 ra 12*930
19 taboleiro* a 200 ris 3*800
39 Sumo* a 200 ru 7*800
30 Matuto* com legme* a 200
r.s 6*000
Forana oecupados :
51 columnas a 600 ris 3 *600
2 Eicriptorio 6'JU
38 compartimentos de feriaba a
500 ris 19*000
40 dito* de comida a 500 ris 2O4OO0
186 ditos de legumes a 4ix i ris 74*40u
36 ditas de sainos a 7t 0 ria 25*200
20 ditos de tressnraa a 600 ris 12*000
20 talho* a 2* 400uu
3 dito* a 1* 3*000
A Oiiveira Castro 4 C.:
108 talho* al*
108*001'
(ave ter sido arrecadada nesta
da a qnantia de 323*320
Oendimento ais das 1 a 9 do cor-
renta 1:867*300
PRACA DA IN DEPENDENCIA N3. 37 39 E
DE ANTONIO A SANTOS POB.TO
Ao* 100:000*000
Vendeu da 2 extrai-caV a 11 lotera extrahida
hontem, 13 de Janeiro, a-sorte de 1:000* u. 1891,
a aorte 500*000 o. 3123.
Tem expo(o 4 venda os seos felises bilhetes
garantidos da 3. exiraecio, a beneficio dit Santa
C'Sa de Misericordia que se extrahirg breve
mente.
MTAES
O Dr. Joaquim da Costa Hibeiro juiz de direito
do civel desta cidade do Recife e seo termo,
capital da provincia de Pernambuco por S. M.
I. e Constitocionol o Sr. D. Pedro II, a quem
Deus guarde etc.
Paco saber aos que o presante edital virem ou
dell- noticia tiverem que por ps,rte do Fre Al-
berto de Santa Augutta Cabra! de VaBCoacellos
foi-me dirigida a petico do theor seguate :
Illm. i; Ex'ii. Sr. Dr. juiz de direito do civel.
Prei Ab-'rto de Santa Augusta C-bral de Vas-
concelos, como udmiuisCiador do patrimonio da
o dem curinclitai'B desta eidade do Keeife, sendo
credor de Bermrdiuo L-pee de O ivr.ir.-i que
proprie'tario da casa n. 6 da ra da Paz, outr'ora
do 0 no, psU quautia de 22311)0 tc 13 annos de
f nos do terreno onda-aseiiia dita casa o. 6, na
rtzj de lj730 p .r anuo e mus pelo laudemio
qu.i se veri8csom com n e.thibicilo da cscriptora
a compra, estando o aupplicdo anente e nao
qu- rendo scu procurador attender an razoes apre-
aeutadas p I supp'ieaiitc, vAi requerer a V.
Exe. se difjno de o adi ittir a justificar a ausen-
cia do supplicado sendo eia jugada por nenten-
*-r citado o supplicadj a sua iriulher cuso seja ca-
sad), para v;r pgar seu debito ou ver prnpor-se-
Ihe a respectiva acc/lo ex. cutiva, pena de revelis,
fi -ande logo citado para toJ..a os termos rio exesa*
tivo. Pede a V. Exc. deterimcntiE. t. Me.
Recif-, 13 de D-zeuibro d- 1837Dr. Perrer.
Eitava sellada c m uuia estaujpuha do 200 rs.
inutllisada oa foima da 1 i.
E mais sanio >o itiuba -u dita peticao na qual
del o meo deeoaebo Jo tb or 8' gu.ute :
Distribuido, j latijut;. Uccife, 15 de U 'rubro
del887.-Rib:iro.
E mais senao coutinba em dita peticio e des-
pacno por mito prof. rido m virtude do qual o sup-
plicante iuuttcou a aus> ncit do nupplictdo Ber-
Emanuel ........
Eoward Joboston ..
I i; .............
Kreidig........
F. 11. Liniug......
Fany ...........
(ni.............
tl-iigarry.........
Q.-valla.........
H-..-II .< lia........
Ile.'silia..........
Helena............
rielen Isabel.......
JO. ftchta.......
Lopes Duarte......
Ii'i y Marcb.......
Lavmia...........
H.iil i S .-iminell ....
Merritt..........
M.yCory..,......
Mentor .'......
Olivia A. Carringoo.
Polykirp..........
Paragero..........
Paraense...........
Parisin..........
Potuti...........
Seqoel............
Soid..............
Speedwell.........
Star ot China......
Send'-i anden......
Tnomas C S.-ed. ..
T.ber.............
Tamar..........
Victoria........
Ville de 8. N'C'lao
Ville de M-ee...
Willie............
a^aiBBBBBSSBJfSSaVJOSJJSl
eriDnnn Lundgrin & C.
A' ordem.
H'-rmaun Lundgrin & C.
i. w.n .n C-
H -.ni i.ii Lundgrin $ C.
Blsckburn Needbau k C.
li-. ni ...n Lundgrin & C"
A'ordem.
Hermaim Lundgrin Se. C.
Ilermanu Lundrio C.
Ain ii ii Irma. 3 & C.
Via frrea d-- Limoeiro.
Blackburn Needbao & C.
Pe. en a Carneiro ft C.
Am riin IrmSos & C.
Wiisnn Sons C
Blaekburu Needbaa & C.
A' ordem.
J. U Boiwll.
Blackburn Nevdhao & C.
Jobnstou Pater & C.
H -rinaun Lundgrin & C.
J. H. Boxwell.
Jobostm Kater & C.
Jnhuston Pater & C.
Wilson Sons & C.
Wilson Sons & C.
A' ordem.
L> vi amento &Z. C.
W W. R>billiard.
A' ordem.
H i mann Lundgiio & C.
A' ordem.
Blackburn Needban & C.
Amorim Irmios Amorim Irmio* & C.
Augusta Labille C.
A licate Labille C.
Hermano Lundgrin & C.
O signal indica ter a embarcaco sabido.
Va parea a entrar
HEZ DB HABCO
Estados Unido* Adoance........
Bul........
Norte......
Haeabargo .
Sol.......
Europa____
sj.Tr-....
Norte......
Europa ...
Bol........
Europa ....
Bol.......
Europa ..
Taoui.............
Afondo*...........
Buenos Ayres......
Espirito 'into ....
Vxlle d Pernam&uco
Po-tugal.........
Pernambuco.......
New ...........
Maranho.........
Ville de tahia......
Elbe.............
ZVent.............
tmaohi
amanh
15
15
16
16
18
23
24
26
28
29
31
Ceareesc.
Bul.........
8ntos ecsc
eVicthamptou.
Sal.........
Beatos e esc.
Norte.......
Santos e esc.
Bordeaox ...
8al......\..
Buenos Ayies
Norte.......
SautuS e esc .
Soothamptoo.
Bueno Ayres
Vasares 4 *mli.r
BOW DB KABfO
S. Francisco.......
Manaui...........
Aduance..........
Tagui............
Mandahu.........
Buenos Aurc......
Espirito Santo.....
Ville de Pernambuco.
Portugal.........
Pernambuco.......
Nevo ,............
Maranho.........
ViUedeBahia.....
Elbe..............
2>en<.............
boje s 5 h.
14 as5h.
14 s 4h.
14 12h.
14sl2h.
16 s 5h.
17 as 5 h.
18 as 2 h.
18 s 2 h.
24 s 5 h.
21 s 2 h.
27 s 5 m.
29 s 4 b.
29 sl2n.
31 s 2 k.
Foi arrecadado liquido at boje 2:265*620
Precos do dia :
Carne verde de 240 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumo de 560 a 640 ris idem.
Fannba de 241 a 28J ris a cuia.
Milbo de 240 a 320 res idem
Feijao de t40 a 1* 00 dem.
Matado ur publica
Foram abatidas no siatadonro da Cabanga 78
resea para o eonsnino do dia do boje.
Bando: 59 reses pertenceutes a Oliveira Castro
Ss C, e 13 a diverso*.
Embareaode* aurfaa ne varia
ea 11 e II de Marea
ACIONAES
COHSIOBATABIO*
Pereira Carneiro & C.
Amorim Irmios & C.
Companhia Peinambucana.
Maia & Resende.
Luyo ce Filho.
Companbia Pernambocana.
avio*
Comillo.,........
Eaprdte........
Ip.ijuca ...j'.....
Lusitano.........
Marinho IX......
andaba..........
Rival ............ Amorim Irmios & C.
STRANGt EIRAS
SiVIUS
Adelbeid..........
Antn............
Amor.............
Adamantina.......
Berlha............
Bolgen...........
Jonaasa ..........
Beatrice Havener ..
Bukbael..........
Columba..........
Charles Coz.......
Carpasian.........
Chilian.........
D. Pedro..........
Dous Irmios.......
Da Capo..........
CONSIGNATABIOS
Hermano Lundgrin 4 U.
Pereira Carneiro Si C.
Amorim Irmios o> C.
Blackburn Needhan.
Hermano Lundgrin 4 C.
Hermann Lundgrin & C.
Johastoo Pater k C.
A' ordem.
A' ordem. '
,WU*on8onsd:C.
N. J. Lidstone & C.
Johoston Pater C.
J. H. Boxwell.
Pereira Carneiro 4 C-
Silva Guimaraes fk C.
A' ordem.
Ya vio* tutrar
Aurorita......... Ui.de Janeiro.
Bro.............. Rio Grande do Sal.
Cbristian ^criver .. Rio de Janeiro.
Costa Loto........ Rio Oraode do Sol.
Feral............. Antuei pa.
Formo........... Cardiff.
. a St.oford..... New-York.
Honor............ New- Port. _^
Hennk Verg l.ud.. Rio Grande do Sal.
Herm-d .......... Rio Grande do Sol.
Tioviniento do porto
Navios entrados no dia 11
Soutliamptbon e eseala15 das, vapor ingles
Tamar, de 17'6 to> eladaa commandante Q.
M. H ik, i qoipag- in 92 ctrga varios gneros;
f -m.rim Irma iS C.
Liverpod e escaia18 das, vapor ingles a Potos
de 2539 toneladas, commandante Alfred J.
fOipor, equipag- m 96, carga vario- geoeros : a
. Wilaon S,ns A C.
Navios snhidos no mesmo dia
Valparaso e es<-alaVapur ingles-* Potos com-
mandante Alfred J. i.oopcr, carga varios gene-
ros.
Buenos-Ayres e escalaV-p^r ingles Tamar,
commandante G. M. Hickr, carga varios gene-
ros.
LiverpoolVapor ingles Cbiliao, ommaudan
te E. F. Branniste, carga varios genero*
Navios entrados no dia 12
Santo* e escala9 das vapor frauc-s Ville de
Macei, de 1775 t. neladas, comm .n Jante Le*
normand, eqmpagem a2, carga varios gneros ;
a Aogualo Labille.
Z irate (Repblica Brg<-ntina) 35 dina, bsrea no-
roeguense S^ndemand, de 418 toneladas, oa-
pitao E. Eioarseo, equipagem 10, em lastro;
H. Lundgren 4 C.
Porto Natal30 das, barca sn-ca Mentor, de
302 toneladas, eapitio E P rsaon, equipagem
9, em lastro; a Jobnst n Pater 4 G.
Rio Grande do Sul e evalas15 1,2 das, vapor
nacional C.millo, ae 675 toneladas, com-
mandante Frauk Couditt, eqoipagem 35, carga
varios genero* ; a Pereira Carneiro & C.
jahidos no mesmo dia
BostonBarca sueca Gevalia, capitio G. A.
Syostoo, carga varios gneros.
BarbadosLujrar noruegnense Freidig, ea-
pillo Jacob Berg, em lastro.
BabiaLujar ingles Fanny, eapitao W. H.
K'dd, carga baealbo.
Havre e esealaVapor francs Ville de Macei,
commandante Leoormand, carga varios gneros,
;
~
1
-.
I

Jf.


IB'

r.
ti.
-
i
t ,
iario de Fenmiibucu--Ter(a-teira 13 de Marco de IhHH
**
nardiio Lopes de Oliveira, prodmindo sus tes-
temuuhe rae i ndo os antes rouclui.it divida-
mente sellados e preparados nel le* profer o dea-
pacho do Ibtor segn.te :
Procede a jusnfivaco, eipeca-s o edital de ai-
Uco do ausente coa o praso de 30 das. C"it-s
pelo juei incaute. Uecife, 3 de Fevereira de 18S8
Juaqmm da Costa Ribsiro.
mua seoo cantina* era dito despacho ci-
ma transcripto, pelo the-r do qul chamo, cito e
bei por intimado Bernardino Lopea de Olivara
pura qu't comp-irec-a parante eato juixo nopr.s.
da 30 diis, afim de allegar o que tr a bem de
seo direito e juanea, pena de rt vi I a.
Dij <: pa.-a*do n ata cidade do Rajife de Per
nambuco ao* 22 diaa do mee de Fevereiro de 1883
Eu, Antonio de Burgoa Punce de L:un, escrivo
o etere vi.
Joaquim da Cotia Bibeiro.
UtliLASACOES
( o iipniiliia de edifica^')
Aos Sra HCCiouit'as pos'uidcris d8 aec de
nuu.er. a i.b*ixo 00!umunco que terroiouu honter
oprazopart o rec hiov ut i di 10a prest-(3o f
que, ui virtu le do art. 8* dot estatutos fi'ia-lhes
mateado jv. praso .'e 30 diaa contados de b. je
a 9 i- Abril vindouro par* rfivctuaretn o recu
lh m- ato da alluaij i prestado mediaute o jure
de 5 |..
6 7 .32, 1701 a 1705, 1446 a 1455, 1746 a
1755 1736 a 1795, 186V1865, 1936 a 19i0, 951
5170/1556 8 1565 1796 a 1805, 1816 a 1825,
1756 1765 597 602. 614 647, 1176 a 1185,
1356 a 1365, 1246 a 1255, 1906 a 1910, 618 a 621,
648. 1996 a i998. 1186- 1195, 1706 a 1715, 1881
a 1855 1856 a 1860, 1991 a 1995, 557 a 581.
Recite. 9 ue Marc. >
de 1888
R. M-T..ZC3,
Gerenta.
Aos Sra. esa* nistas trm a b nm de convidar a
dirercSi para reunirem an ta aaaembla gcral or-
dinaria que runecienar na segunda- fera 19 do
Marco coi rente 1 hora da tarde no Salo da Aa
sociacAo Couimereial JSenefceute.
E' objecto da convocaco : s
Delihe.iar s bre as contas do anno social du-
rante 1887 p eieg.-r os tres futuros membros da
comaiiasa i fi-e .1.
Pernaubuco, 5 de Mar;o de 1888.
Os directores,
Antonio Marques de Amorim.
Manuel Jote ''a Silva Guimarcz.
Joaquim Olinto Bastos.
Rccebedoria Provincial
O administrador da Recebcduria Proviucial fax
pnblieo, pra c uhec'mento dos interessad s, que
por determinaco do Illm. Hr. Dr. inspector do
Therouro rica prorigadj at o da 15 do correota
0 praso concedido pira o pagamento, livre Je mu
ta, das annuidades e mais srveos da Recife Drai-
nsge Ccmpany, relativos ao 3 semestre addicio-
nado ao exercicio de !8861887.
Recebedoria Provincial de Pernamboco, 7 de
Marco d. 1888.
Francisco Amynthu de Carvaiho M jura.
Imperial Sociedade tt? Artistas
Mecbanicos e Liberaes >
De ordem do ir mi director, neo publico qne
tendo a db> ctora desta sociedade de contratar a
arrematadlo das obras das oficiosa do lycea, re-
cebe propostas em cartas fechada! no praso a 15
das, a contar desta data, na secretaria da mesma
sociedade, as 6 horas da Urde, e encontrarlo a
planta, orcaiccnt e as condices para serem exa-
minados pelos pretendentes ; sisim como o material
para a mesma ser de 1 quadade.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechanicos e Liberaes do Pernamboco, em 28 de
Peverei'o de 1188. -01- secretarlo,
Paterniano Barroso.
Tliesouro Provincial
De ordem do illm. Sr. Dr. inspector desta re-
particao, faeo publico .que no dia 13 do corr nte
mes pagaoa-se as c'aass seguiotes :
Profesores de 2a e 3 entrais, e no dia 14 os
de 1* entrancia, todo eom reluo > ao mes de Fe-
vereiro ultim ; fas ndo Botar qnj os pagamentos
principiam as 10 horas da manb e terminam a*
2 da tai de.
Pagadoria do Tbeseuro Provincial de Pernam-
buco, em 11 de saetea de 1888.
O eicrivio,
Silviao Antonio Rodrignas.
Da ordem do Illm Sr. Dr. uapector, faeo
publico que no dia 15 do correte ir A i prsca,
perante a junta da Fasenda Provincial, o furneci
ment da alimentario e dietas aos presas pobies
de casa de detenco, relativo ao trimestre pruxr
mj futuro de Abril Juoho, serviado de base a
diaria de 420 re.
Secretaria do Theaouro Provincial do Pernam
buco, 10 de Mareo de 1888.
Ser viudo de secretar!.',
Muooil Mara Araojj.
f>bras publicas
De ordem do Illm. Sr. eogenheiro director das
obras publicas e de couformidade com a utorisa-
cjto de S. Ezc. o Sr. vice-presidente da provincia,
de 2 do correte, fa;o publico qu-.- no dia 22 deste
mes, ao m-io dia, oesU repartivao, recebe-se pro
pistao em Carlas fechadas, competentemente sel-
ladas, para eiecucio dos reparos du porta sobre
o rio Ipiiuco, na cidade da Eccada, orcades em
4 7824275.
O orcim-.'ato e mais condico^a do contrato se
: churu na secretaria desta rep.irticS1, para eerem
examinados pe'es pretendentes.
Secretaria da repartilo das obras publicas, em
0 le M.-c> de 1888
O ngenheiro secretario i
Luis Antonio Civalcante de Aibu.]uerque.
Companhia Plienix Per-
nambucaiia
Os senhores aepjocistae sao eonvidados par a
assemb'a g-r. ordinaria, que dever ter lugar
no dia 13 de Marco prximo, 1 1 bora da tarde,
no f-scriptorio da companhia, a ra do Commercio
.numero 38. A convocarlo tem por fin :
Deliberar sobre 0 inventario e contal da adtni-
nistraclo, e dar exeeuf lo 1 1' parte do f 2 do
art. 30 dos estatutos.
Pernambueo, 27 de Fevereiro de 1888. Pela
companhia Pheniz Peruajnbuean*
Os administradoras
Luis Duprat
Manoel Gomes de Mattos.
Mantel d !Rilva Vlaia.
fnlemnsadora
Esta c mpaubia esti dittribuindo um dividendo
de 20^000 por serio, relativo so semestre findu
em 81 de Descmbro prozimo passado.
1ARI71I0S
Mm He dcaj e lenos ue
Santa casa
da Misericordia do
Recife
A Illm 1. junta administrativa dita Santa Casa
contrata, com quem melhores vanugens offre
cer, o fornecimento doa gneros abaixo d>cUr-
dos, pa>a o consumo dos estabelecimentos a seu
cargo, dorante o trimestre de Abril a Junho do
correte anno :
Aletria, kos.
Arros, dem.
Aguardante, litraa.
Aceite doce, dem.
Araruta, kil s
Assnoar turbinado, dem.
Bacalho, dem.
Banba de porco, dem.
Batatas, id.m
Chi,idem.
Cal esa grio, idea.
Carne secca, dem.
Ceblas, ceoto.
Farinha de mandioca da provincia, litro.
Feijlo, dem. ,
Fumo do Rio, kilos.
Gas, lata.
Milho, kilos.
Manteiga franceis, dem.
Potassa dem.
Po e bolaeba, dem,
dem pira o eoilegio dos orphios em OlinJa
ideo
Rap, dem.
Sabio dem.
Sal, litios.
Tapioca, kilos.
Toacinh ', dem.
Velas de carnaba, dem.
Ditas strarmaa, idem.
Vinho branco, litros.
Dito da Figueira, idem.
Vinagre, idem.
Al propostas deverio ser apresentadsa na aala
de toas aeseoes, em cartas fechadas devidamente
asilada, at aa 3 horas da tarde do dia 13 do
correte, declarando os proponentea sujeitarem se
1 malta de cinco por cento tubre o valor total do
forneci 1 entu, se no praao de 3 das nio compare-
cerem a esta secretaria para aasigoar os reapecti-
vos contract..s.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife. 6 de Murro de 8S8.
O. escrivlo
Ptdro Rodrigues de Soote.

'
(I
Sao convidados os senbores accionistas a com-
parecerem no dia 12 do correte, i>e meio dis, no
sali da Associacao Commerciai Beneficentc, para
apreciarrm as contas do anno fiudo, eleger a mesa
da assembia g. ral, directora, commissio fiscal e
apprcvaclc des novos estatutos.
Recife, 6 de Marro de 1888.
Manoel I >io de Amsrim
Presidente.
Jote A. de Onveira Lima
Secretario.
Veneravel irmandade do
Senlior Bom-Jesus dos
. Passos
Pelo presente coovilo a todos os nossoa
caros irmSos, a com parecerem no conven-
to de Nussa S-rjhora do Carmo, sexta-feirs,
16 do correte pelas 3 horas da tarde,
afim de encorporaloe, acompanharmos o
oosso Divino PaHroeiro, em solemne pro-
cisslo para nossa sede mal ra do Corpo
Santo.
Recite, 11 de Marco de 1888.
Jos Ferrara Marques,
Escrivlo.
Companhia de edifi-
caba
Aos Sr. accionistas, possuidores das accors de
BMaMsros abaiso, eomssaaieo ajae findou bootem o
segtMdo praao da sjae trata o art. 8' dos estatu-
tes a asas sostipn a earrer boje e tennis no dial
ti da Mareo viadoaro o aItieao prase para o reco-
lbimento da aova prestacio mediante o juro de
638 1216 a 1255 1446 a 1456 1586 a 1595 1706 a
1716 1991 a 1995 1856 a 1860 1236 a 1245.
Recife, 24 de Fevereiro de 1888.
M. Menee**,
_____________*___________Qreate.
Iissa fallida de Loorenfo Bastos
i laia
Os administradores desta masta convidara aos
devedores d- sesma a comp,rec rem no armatem
n. 2 A ni* de Pedro Alfonso, afirn de proeederem
o pagamento da seus debifai, n praao de 30 das,
sob pina de se preceder cbranca judicial.
Recife, 8 d Marro de 1888
_________________________Meira 8ilva A C.
Indemnisa tur i
De conformi ade com o art. 15 dos estatutos
desta companhia. a direccSo veod-- quinte aeepes
de os 621 a 625, 976 4 980, 886- i 890, vagas
pelo fallecimento d ja respectivo* accionistas.
Os pretendentes deverio enviar suas propoetas
em cartas fechadas por intermedio dos eorretores
aeraes, at o aaeio di de 19 dj correte. Reeife,
9 de Maro > de 188
PROJEGTO DE INS.RIPCiO
Para a oitava corrida que se effectuar
Domingo, 48 de Marco
Premios 1500000
1. pareoDr. BeltrSo1.000 metros. Eguis da pr voca.
to primeiro, 30XX) ao sgando e o terceim vra a entrada.
2.* pareoConsolarjlo800 metros. Animi-ps da provincia que
Premio : 1200000 ao primeiro, 300000 ao eeguodo
ainda nao te-
a o terceiro livra a
Pre-
nhain ganbo.
entrada.
3.* pareo Peres Campello1,000 metros. Ammses at meio saDgue
mos: 2500000 ao primeiro, 600000 ao segundo e o terceiro livra a entrada.
4. pareo Dr. Sonsa Res -1,000 metros. Animaes da provincia. Premias:
2000000 aa primeiro, 500000 ao segando e o terceiro livra a entrada.
5* parcoOr. Gkiocalves Pinto1,600 metros Ani naes da provincia. Pre-
mio* : 25O0OCO ao primeiro, 6O0OX) ao segun-lo e o teroeiro livra a entrada.
6. pareoPrado Pernambacano l,60u metros. A->imaes de qualquer paiz
Premios: 400000 ao primeir >, 100)000 ao segando e o tenteiro livra estrada.
7." pareoBaria de Nazarntti1,000 metros. A'i naes da provin a. Pre-
mios : 200A000 ao primeiro,
500000 ao segundo e
OBSEaVA^iO
o teroeiro livra a entrada.
Aa entradas slo de 10 % sob:e o valor ios premios.
sem que
se ascrevam e corram trez animaes de
Nenbum pareo ae roalisar
propiietarioa diflereotes'
A inaoripelo eneerrar-se ba no dia 12 s 6 boras da Urde.
Racifs, 12 da Marco de 1888.
O GERENTE,
MareoUno Rodrigim da Cotia Jnior.
Ol !% Mili: OKN flKNM,B-
RES HAHITIHEi
LINHA MENSAL
O paquete
riinfu
C o mina ud ante Grou
E' esperado dos portos de sul
no dia 18 do correte, seguindo
depois da demora do costume,
oara Bordcaux, tocando em
ITaLar e Lisboa
Lembra-ee aos seDhorcs paasageiros de todat
as classea que ba -lugares reservadas para cstk
igencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faa-se abatimcnto de 15 /0 em favor das fu
milias composta de 4 pf seoaa ao meaos e que pa-
jarera 4 pasagens inteiras.
Por exceprio os criados de familias que torna-
ren) bilhetes de proa, go.un tambem d'este a bati-
mento.
Os vales postaes s se dSu at e da 15 pa^os
de contado.
Pai i 'irga, passatcens, ence mtn v: las e dtnhsir
a frcie : tracta-ses -
AGENTE
4opsle Lahille
9 RIJA DO COMMKKCIO-9
Unued SUles & Brasil 1- 8. t C.
O vapor Advance
.Espcra-se de S.'*-r un -News,
at o dia 16 e Marro o qual
soguir iepo:s d demora ne
,Tsann psla
Babia, Klo de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e enconimendas tracta
10 com os
S 8 BA
AGENTES
lcory orser & C.
DO COMMERCIO -N t.
1 andan
CilARiElRS RELMS
Companhia Franceza de Marega-
eSo Vapor
Linha quiuzenal entre o H?vre, Lia
boe, Pernamboco, Babia, Rio de Janeiro e
"^ Santos
0 rapi ViliB io Pnico
Commandante Sebire
Espera-se da Europa no dia
16 de Murcio e seguindo de-
pois da demora necesaatis
para
R0Y4L M4IL STE4M PAllET
COIPANY
0 paquete Tagus
esperado do
sul at odia 14 do
crrante e seguir
lepois da demora
ne^essaria pars
. Vicente, Lisboa, Vlgo e Son
thampton
Reduelo de passagens
Ida Ida t volta
A. .^outbampton 1 classe 28 t 42
A' Lisboa 1 classe 20 30
Camarotes reservados para os passigeiros de
P ernambnco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-ee ~ ns os
AGENTES
Amorim Irmos &C.
'. 3-. RA DO BOM JESS N. 3
|1
fl
-
g.3 S
a #
3 E.
||
o *
I fj
i f
5. s
- R
III
Leilo
Agente Britto -
De fatendas, miedosas, quinqollbsrias, espe-
ibos, jarros, qoadros, livros, bandejas, bicios es-
tanbaaas, cmi neiros kerosene e gas carbnico,
copos, clices, e loora, 1 mobiiia do mogno, 8
carteiras, muveis diversos e muitos outros ar-
TERCA-FEIRA 13 DOCORRENTE
A's 10 1|2 boras
Ra do Rangel n. 48
a
a

til
3 m 3
3 S B
g-i "
a tu
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r
11
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H
i
i'
c o
9 o
1
i
a B
Rio de Janeiro e Santos
Boga-so aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar se dentro
Je 6 diaa a contar do da descarga daa alvarengas
qualquer recamaco concerneate a volumea, que
porventnra tenham seguido para os portos do sul
s6m de ae poderem dar tempo as providencias,
BJSSMBMBJM.
Expirado o referida praso a companhia nao se
responsab'liaa por extravos.
Para carga, passagens, eocommtudas e dlnbei-
ro a frete tratase com o
AGENTE
Aflgasle Labille
9 -RA DO COMMERCIO -9
costra uia PBSsNaaisiJCaKA
DE
aTeeacio Coatelraoor Vapor
PORTOS DO NORTE
'-arahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
"aty e Ceard
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 13 de
atareo, s 6 horas
da tarde. Recebe
ateo dia 18
Eneomraendaa passagens e dinheiros a frete ate
as 3 boras da tai de do da da aahida.
ESCRIPTOR10
Caes da Companhia PfMnbuoana
n. 12
Coaapaakla Uradlelra de.ave
gara* Vapor
PORTOS*a NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante o J tenente Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos portes do sul at
o dia 16 de Mareo, e seguir
depois da demora ndispensavel,
ra os porto do norte at Ma -
naos.
As eucommsudas sao receidas na agencia at
1 bora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens eneommendas e valeres
tracta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N 9
f ORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Commandante 1- tenante Quilhexme
Waddington
E' aperado dos portos do nor-
te a' o da 15 de Marrae de-
pois da demora indispensavel,
..seguir para os p^-t/is do aul.
tieucbe bauunm carga para Santos, Manta Ca-
charan, Pelotas, Porto Alegre e Kio Grande d
*sL frete modic .
As eDOmmrndas s serio recibidas na agencia
at 1 hora da Urde do da da sabida.
Para carga, paasgens, eneommendas e valore
rata-se na agencia
PRACA DO C()RPO SANTO N. 9
COMPANHIA PBMNAMaslJCANA
DE
avecacio costelja por vapor
PORTOJ DO SUL
0 vapor Mandahu
Commandante .Albuejueraue
ibk
9 9 I-I 8-3 | OG o; *> -a. a B i a O er a 00 s> er te- II E-S-
s. K 1 r L -
1 o rT G a O o > a V3 O a er es 9 o cT a E a.>
o o er l -8 i a. a s 9 B 5' o. a <- St B S a. o a a s
a e 9 a, .a rC SJ K33
a, B B f a B o 1 B" ? t. m " a.* o a>X ~ >
_ r^ eng-S s ~ >
a. o. B. a. a. Q. 2 r
a o a a o ' a 1 eo= >
se & S > > S a _. = a
te B> (t a" o* o O O t n o
- - o
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IO v+ K> O B
. Ol co 3 S
Directamente a, a o. a c a *h
para Euro- > > stSl
pa Jo Rio O" er 1 eij r-g-
da Prata. s

!i a. a o B -o <
*- S O O co t
a. Q. Q a. o.
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O" o o 3 o o.^
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uv o> CC -i en ce C i
o. a. a. a. o. a.
a o s a a a II ? a
o o o-o e a a-o R o 9 S s> o* >
5 5
a o
Leilo
Dj gangas para vestides da montarii, chales
de algodo, deseoho da mJa, chapeos de palha,
algodocs risexdos e saceos vasius.
Terca fetra 13 de Margo
A' 11 horaa
Agente Pinto
DE
NO AR\UZI.VI DA RA MRQUEZ
OLINDA N. 52
Por occieio de um outro leiljj papel ava-
riado e baclho fresco.
Leilo
DE
II O T E 1 s
Ra do Bom Jess (antiga ra da Cruz)
n. 45, armatem
Aja 11 horas
O agento Steppte, p-r mandado e assisttncia do
Exm. 8r. Dr. juia de direito de capailas e resi-
duos, levar b lei3 i 2 mobilias de jaccrand, 1
lavatorio di- mogno cem tampu do pedra e espelbo,
mesa clstica, lustre para gaa carbnico e grande
qUHotidade de outros movis que estar-) no seto
do leilo, que eer tffectuado no armasem da ra
Cruz n. 45.
Quarta feira 14 do corrente
Leilo
LELUS
Teica-feira, 13, o de 14 volumes com algo-
do do Rio, colchas, chales, saceos e outras te-
lendas, bem como bacalba perieito, viohoo e
papel.
Quarta-feira, 14 o de movis, crystaes, es-
pelbos, 1 guarda-vestido cem espelbo, da casa em
que resida a tira-. Sidronia tprioger.
Quinta leirs, 15, o das dividas, casas e ter-
renos da massa fallida de Jos Joaquim Pereira
de Mrndonca, bem cerno o eogenbo pertencente a
massa fallida de Joe Tavarea Pinheiro.
Si xta-feira, 16, deve ter lugar o leilo de
terrenos proprios nos Aflictos em frente da esta-
can do m-'smo nume Os concurrentes qne iorem no
trem de meio da terio passagem gratis.
Le!lo
ts 14 fardos com algodo do Rio, eras, brancos
e de cores, saceos de algodo alvo e eolias bran
cas e de cores.
Cortinados psra janelUs e camas, eolias de croH "V'
chet e entras fasendas de le. .
.. TERCA FEIRA 13 DO CORENTE
A's II lioras
Agente Pinto
No armatem ra Marque* de Olinda
n.
Marques
52
Urna cama de ferro no*a cum lastro de rame.
LeiiaO
'f.^
trege no dia 14 a<
Marco a & horas da
-tarde.
Recebe carga at <
lia 13.
Encjmmendas, passagens dinheiros frete at<
ta 3 horas da tarde do dia 14.
E8CRD7TORIO
A Caos da Companhia Psmambucona
______________________^12_________________
lisbo?, e Porto
Segas^com brevidade para os portos cima o
patacho portugus Dsvs Irmos ; para o resto
da sarga trata-se com es oons'gnatarios Silva
Gaitaera s 4 C., roa do Coosxnereio n. 6, pri-
Bjeiro andar.
de 10 canas con bacalho novo e fresca, cogaae,
massas, champagne fermento, semolma e quei
jos.
Terca feir. 13 do corrate
A's 11 horas
Agente Pinto
Ra Mrquez de dnda n. 52
Em continuado
nifferentes balas de papel de tmbrulho a va-
riad o. *
1 carteira, 1 secretaria e repartimento de eicrip-
tono.
Agente Pestaa
Leilo
Da fabrioa de cigarros sita rus da Rjda
u. 46.
Te rea-fe ira, 1S do corrate
A'a 12 huras etn ponto
O agente Prstu.ua, aatoriaado vender no dia
e hora cima mencionadas, a referida fabrica, em
um s ou mais lotes, a vontade dos Srs. compra-
dores.
Gaianto-se a obra.
Leilo
De grande vari>-dade de Jarros para flores com
altos relevos cotupletu>ente nov Jad<-, lioores finos,
ihnm, vermooth, cedro, genebrn, caodieiros para
gat, fios para sapaleiro. 1 selim e arreios, 1 piuno,
1 Cofre ingles prova" de f gu Je Milueri, 1 mooiha
de jacarsnif, cigarreiras, chaioteiras, 1 bi bar,
caideres, lour, vidroa, e muitoa outros artigo
-lstenles
No armatem da rita Mrquez de Olinda
n. 19 a
Jerga feira 13 do eorrente
A's 11 h ras
POE INTERVENCAO DO AGENTE,
Gusmo
Agente Brit*o
De urna esa 6, ra de S. Julo n. 1, na
frogoeaia da V-ra-a, urna dita do lugar
Amboi, em C-xaogi, e tuna dita em
oaizlo, na Passagem da M-gfialena.
O agente cima a mandado dj II m. Exm. Sr.
I'r. Juis de Direito di-O'abaos, e a requerimeoto
de D. AnUnia Francisca Jess Carneiro, inventa-
rante de sea casal, levar a leilo as referidas
casas, podes*! os b>(. preten'entes desde j en-
(enderem-se com o referido agente.
Vender mais orna casa e sitio na roa das
Crioulis-n. 8b1, as freguesia da Greca.
Terca.-frira 13 do crrante
A'a 101(2 horas
Rus do Rangel n. 4
De move 'i.kuri, vidros, quadros jarros par
flores, parcelan? e- Cristae constando
De um piano forte e novo.
Una mobiiia com um sof, 2 consoloe cade
ras Je brrus e 12 de guarnido, 2 ditas de ba
anco, 1 espelbo dourado, quadros, jarros para
flor, b, cortinados para janella, 1 manequim trans
parectes.
Um guarda vestido cr>m eapelho, 2 lindas cama
de erabre, 2 espelh.s grandes, 1 cama francesa
1 toilette, 1 lavatorio, 1 coaimoda, 1 gnarnico
curtinadis para cama, colchas de crochet, 1 cama
de ferro com lastro de rame (nova). I machina
de costura.
Urna mesa para jantsr, 2 apsradoies, 1 relogio
He pared'1, 1 sof, 12 cadfiras, 1 guarda-comid
com aram-.'.
Um apparelho para jantar, 1 dito psra ch
copos, clices, computeiras, talberes, bandejas
cJbercs ebienras e pires, mesas e trem de co-
staba.
Quarta-feira, 11 do eorrente
No 2 andar do sobrado da roa do Livramento
n. 21
Madame Sidrcnia Springer, tendo de faaer urna
viagem Europa, far leilo por intervenco do
agente Pinto, dos movis e mais objectos cima
mencionado* existentes em casa de sua residencia
ra do Livrameoto n. 21 '" andar.
O leilo principiar s 40 1(2 horas.
Lilao defioilivo
Agente Britto
Da armaclo e gneros da venda sita no
CanheDga em Beberibe
O agente cima a mandado do Illm. Exm. Sr.
Dr. ju a de direito especia! do commercio e a re-
querimento de Ladgero Joaquim de Parias No-
ves, levar a leilo definitivo a referida armacao
e gneros em um ou mais 1 tes, a voutade dos Srs
licitantes. Nao garante se a casa.
Quarta-feira 1-4 do eorrente
A's 10 horas
Bv>a empregtj de capital
0 leilo de pn
Qulata felra 13 do corrate
A's 11 horas
No pateo no Paraiao n. 26
O agente Silveira, por mandado e assistencia do
Exm. Hr. Dr.juiz de d'reit} de orphoa e ausentes,
levar a leilo as casas abaixo declarsdaa perten-
centes ao espolio de Victorino de Aloeida Ra
bello, requenmento do Mr. Jos de Almeida Ka-
bello, inventarame da referido espolio.
Urna casa terrea roa da IeitauracSo n. 6 com
aorta e janella.
Vosa dita A na 8. Jorge n. 37, com soto e 2
partas de frente cm grande quintal.
Urna meia-sgua ra das Flores o. 16, cem
parta.
Urna dita em caixio, ra do Censelaeiro Pi-
rette (antiga da Bod) n .62, tendo orna aala oc-
copada por orna officina de latoeiro, e 5 quar-
tos.
Urna dita de taboas, coberta de telba, roa da
Detneo n. 43, porta e janella, terreno foreiro.
Urna dita dita dita n. 46.
Urna dita dita dita o. 47.
Urna dita dita dita n. 49.
Ua terreno no Pr<-s, fregaesia de Afogados,
com casa de taipa, arboriaado com jaqueiraa e ba-
naneiras, mediado 12 metros de frente e 66 de
fundo (junto da estaco) terreno foreiro.
Em conliiiiifao
0 mrsmo agente Kvara a leilo 1 casa f Ilha do
R-tiro u. OA, em terreno proprio (Passsg>m da
Magdalens), com commudos para familia e agua
encanada.
K'i.Os Srs. pretendentes podem desde j exami-
nar.
De terrenos proprios na estrada dos Aflic-
tos em frente a eatagSo do mesmo nome
lindar na ra Bario de Itamarac, at-
travessando-lhes a ra de Saoto Elias.
(Em lotes a vontade dos compradores)
Sextafeira 16 do eorrente
A' 1 hura du tarde
j O agente Peito levar a leilo d.flerentes terre-
nos proprios para edificare s n>s Affl.toem lotes
a vontade dos compradores.
Os coDeurrent s ao leilj qae tomar m trem de
meio dia pe'cs Affl ctos tero pasisgens gratis.
' "^g^-B
g
Aluga-sc caaas h 8(KA) uo Deccu dos Coe-
hos, junto de S. Goncallo : a tratAr na ri/.a da
(mperatrix n. 56.
Aluga-se o gjbrado n. 4G ra da Rodg,
com bons commofou e muito frute > ; a tratar na
ra do Cabug n. 16, iojx.
Aluga-se o segundo andar do bobiado n. 73
arpa do Rangel, com uu.tj bous corxmodos e
muito fresco, tendo a vaotagem de estar prximo
ao mercado publico : a tratar ca ra do Cabue,
toja n. 16.
= Precisa-se de unn professor j idosa, que
saiba a lingua portuguesa e bem asBim a francesa
em seos rudimentos, para leccionar em um enge-
nho da freguesia de Jaboato, distinta 2 1|2 le-
guas da estacao i a tratar na ra do imperador
u. 81, das 11 s 4 h.iras.
Alugam-se o 1' audar di ra D. Mara Cesar
Q. 3 e 5, com grandes commi 03; o 3* andar e
grande soto do sobrado n. 51 ra do Bom Je-
ss ; a lcj-i em mm: z ni rus ca b'eatauracao
n. 36 ; o 2 andar i ra D. il-iri 1 Cesir n. 18,
todos limpos ; o armazcm do subrado roa do
Bom Jess n. 51 : a tratar na tus de Ojmingos
J t Martins n 50.
AMA Precisa-ee de unm, para eoinbar,
para casa de pequea familia ; a tratar na roa
Duque da Caxias u. 51, loja.
, C>tt>prs-se urna celia pa.a cavallo, j com
algum uso, d-se preferencia sendo inglesa ; na
ra Nova n. 13, 1 ja.
Oflarees-se um rapas para caixeiro de mo-
thados, dando fiador de sua conducta ; a tratar
na ra do Qoeimado n. 90, loja de fasenda.
O abaixo assigaaio quer fallar com o Sr,
Svmphrcmo Olymjio de Q^eiroga, aanuacie por
eatejirnal a sua residencia, que ser procurado,
do contrario procure o mesmo em sua casa na
Capuuga, travessa da Baixa Verde n. 10.
, Jos de Barros de Andiade L'ma.
L. T. A^ves da Silva declara que nesta data
deixou de encarregar-se da cobratif 1 de alaguis
das casas pertencentcs ao Sr. Eiusrdo C- de Oli-
veira, e de ser seu procurador. Recite. 11 de
Marro de 1888.
MA Precisa-se de urna, pra casa de
amilia de duas pessoas ; no pateo do Carmo n. 9,
segundo audar.
PRECISA SE de urna ama para cosinba :
na ra da Imperatria n. 2, taverna
Na aifaiataria e camisaria roa Duque de
Caxias n. 53, necessita se de um bom mestre de
officina de lfaiafe e ofEciaes para diversas obras.
Precisa-se de caixeiro pratico para taverna ;
na ra Marques do Herval n. 167.
Preciea-se de um meuino par caixeiro de
molhados, t serve com pratica ; a tratar na roa
da Umo n. 54.
$ Sympbronio Olympio de Q jeiroga scientifica
ao Sr. Jos de Barros de Andrade Lima (a quem
nao conbece) que mora em Apipucos, onde pode
ser encentrado todos os dias.
Eogommadeira
Precisa se de urna engomxadeira que lave e en-
gomme, para pequea familia; no pateo do C.rmO
n. 18, 2- andar.
I
Gaolela do Honie Soceorros
Compra se a paga-se bem na ra Direita n.
\l|2.
Do engenho Resgate, na comarca do Bonito, com
casa de viv< nda de engeobo e delavradores, com
suas trras, moente 6 c rr. nte.
Quinta-feira, 15 do eorrente
Ao meto dia
O agente Piut- autona^do por mandado do Exm.
r. Dr. juis de nrei'o especial do com ercio, em
vtrtode do requema -nr dos administradores da
massa fallida de Joa Tavarea P.uh- iro, levar a
leilo o engeobu Resgaie qae tas pane dos bm- da
referida m co eorrente.
Eateeogeuhi torna-fe reeommeodado por ter
de pssssr a estrada de ferro de Uonito.
Leilo
De terrenos, casas e dividas da massa fal-
lida de Jos Jjtquim Pereira de
Ali-rirti>iiQa
a saber:
Na comarca de Garanbaos
Um sitio no lugai Bom S- r.
Urna casa terrea de taipa, c berta de telha nc
ugrar Sambayba
Umaatmacode casa na ra Bella da mesma
cidade.
Em Correntes
Urna casa terrea e 1 p-.-daro de trra qae foi de
K ymen Silbstun.
Em Calende
Um terreno com casa de viveoda e Oais 4 pe-
queas cas s, rectbi'Jas em pagamento do deve-
dur L. B. do Reg Barn s.
As dividas da r> tend massa ^uo importam em
ci rea de 40 contos de ris, de conformidade cou
a lo que ser ene ntrada no escriptorio do agen-
te Pinto.
Qninta jexra 15 de Margo
A's 11 lloras
Bem da Harqsaea le oilssdat a. SS
O agente Pinto, Uvar a leil por autorisscao
40S administradores da massa fallida de Jos Joa-
quim Pereira de Mendosos, nao s as divi-
das como os terrenos- e casas cima mencionados,
pertencente a referido massa, s 11 horas do dia
cima dito, no armasen) da roa do Marques de
Olinda n. 52,
Diente
Qrreclaa-ae de perf-'isj
raa 1 aie-iler de ssaadassie:
! Silva, nui Nava o. IS,
MUTILADO


De perfeitos &tt&a
cigarreiros, na Fabri-
ca Dianna, ra Direi-
ta n. 17.
N. 17.480
Ns roa Larga do Rosario n. 25 precisa-se falla
c- m o Sr. Francisco Ortelano, de Limoriro.
Ao commercio
Os abaixo firmados declar 1 en que nesta data
compraran) sos Srs. Vi uva Barros & Filbo o sea
estcele cimento de refinaria ma do Coronel
Suassooa o. 7, livre e desembaraeda de qualquer
onua- R. c fe, 3 de M-.rc, de 1888.
Joaquim Cavalcante 4b C.
Sement de carrapato
Comprase s mente de carrapato ; na roa do
Hospicio n 79
Attenco
Gabriela Mara da Conceirlo, dona d um ter-
reno s 50 palm >j de fre> te e 120 de fu do, sin.le esse
t.nerii a qii-mquz'r comprar pela qnantia de
250*01)0 ; qu-m o quizer Cimprar dirija-se casa
du Sr. G no*' Das C e. ho, m.iradur un Beeco
das Almas u Traveasa re Ji a. de Barros. O
referido terreao tem urna mt la agua ae taipa eo-
berta de telb
Admirem!!!
a grande redcelo de
presos
Vos segn^otrs arillos
Merino preio a 1-J(). 16 0 1UO 800 rs.
Diti decores c m duas 111 guras de 14000,
1*V00 e 1*60 a 500, 6w0 e 7( 0 rs u e. vado (
pechincha !)
Completo S'rtimento de .rendas bespaobolas, de
seda, la, pretas e de cores
Liodiasimis fichus a 1^000 e 1^500.
Compb to sr riimei.ro ile t s per.f. mantithas
para a quaresma, a 74(.(i, 84000 9(> 0.
Lindo sortimenro oe bicns de iiah se a e al-
godo pr> tus e > cores qu- se vende p r menoe
qne emi.utea qualquer pane!
G.irgurn ne seda preta de 3*000 e 3500 a
2*000e 24500.
1 retunt-s de liudissimo desenhos, cr^s fixas, de
trs. a 160 rs. o covad".
Meias inglesas para seohura, de 1. <00J a 7$.
dasxa
Madapniao americano, com um metro de larga-
ra, de I44OOO a 74 a peca.
A' Loja das Estrellas
56 Bu Diino HlaGull 58
TELEI HONE N. 210


jtmittiM-
[cira 13 de Marfo de 1888


a tratar i ras larga
AlimenboiCrianQas
Para ren^ediar a fraquea Cas crianzas, desenvolver
as suas fo 'cas e presrvalos das ioencas Oa Hade
fnra, os principaes Mdicos de Pars, membros
da Academia de Medicina de Pars, receilao com
ptimo xito o verdadeiro
Jtacahor t es Araba* de Delansrenier, di Varis.
Esteagraiavelallmento,compdstocom substancias
vege taes i m t rl ti vas e fortalecedoras divdese na eco-
noma tuca, e, pelas suas proprieilados analpticas,
meliiora a composltjo do leile das seuhoras que ama-
roentao, e acorda as (oreas lnguidas do estomago.
51, ru Tiil w, Puit. Qeeesitoa ais Palmarias la lauta taire.
l'osinheira
Precisa se de uma Ira cosinbeira para ceaa do
ama familia nos Afflictcs ; tratase na ra X vn
numero 13.
atas tflmitrrmamr numero
Livro* de juneprudeneie, direitj, litteratara,
ciencia e religiio, livroa part iuttrucc&o primaria
e fecundara, livroe em branoo para eteriptara-
cSo commercial, tinta pura copiar e para eterever,
de diversas corea, artigua parta eicriptorio e diver-
so* objeotottie gotto e pbautitia, ppela pintadoi
para forro de talas, qaartos, restaurante,
Eacaderoa-se com prstela e teguraaca, mrca-
te com nitides csrt5e de visita e impriroe-ee com
perfeleSo qualquer trabalbo typographico.
Precoe.modicoe
Rae do Imperador a, 3
Precisa se de Orna ama para cerregar eriancas.
e ootra pera todo tei vc_} d. estico ; a tratar na
roa Vipeonde deOoyam.a n. 199. no Msngninho.
tjL-LaLJLi Jjoq
Licenciados pela Inapeotorla de Hygiene
do Imperio do Brazll.
CURA RPIDA t CERTA
PELO
ARSENIATO
DB
OURO DYNAMISADO >
de Soutor ADDISON
da (hlortme. Anemia, todas as Motes-
iam do Sysfntn iii'itdh, me-mo as
nais relieldcs. Molestiauehrottieau tos
J'iflMi'k'a, etc., CtC
Asmi.iores llluslracoes medicas tm altes-
tado o poder curativo de declarara n'o o prtmelro e o mal ener-
a-ico doa reconstituimos.
0 Frasco: 6 francos (em Fraica)
Todo frasco que nao trou ^p Ij
xer a Marca de Fabrica '"^Sb "***
registrada e a asignatura e^^"^ Muta.
aove ser rigorosamente recusado.
PARS, SOCilfi Mfallpl '. ru Blidor.
Deposito em Pemambuco :
PBAN" M. da SILVA Se O*
i te Mu as bui turnis it Brazll.
-^-m-mrwrm-m
Criado
ama Augusta n. 286 ha pssavslagar-so um
criado m c r >busto. ptimo tfcpeiro, e tHmbem
servente par qnalqner e6tabelfCim*n9.
Proessor
Uma senbora com bbilit*cSes necespr.riat. pro-
pe 16 a cnsiosr a bordac'os e todo trabolbo de
agulha, em col egios e casal particulares, tant" na
capital como nos arrabaldis pert das liubaja fr-
reas c bravie. Na tresm* "asa existe aga senbo-
ra que prope se a ensinur cm >l_um encobo
prioirlraa letrras e bardados : a tratar na ra da
Detencao n. 15.______________________________^^
Fabrica d-s
PRODUCTOS ENOLCGICOS
LmilePOUST, Suc^Genro
Cha pri'to
O Cario.) Sinden fecebea nova remeesa e vende
por meaos de que ontro qualqaer ; na loja de al-
faia'o roa BurSo da Victoria n. t.
fgMggggBNtfttKBKQfBBi'
ESPECIALIDADE
KIRSCH des V0SGES
E'ijt-u a marca Xjoa PEftlVET
Cada |arrala tasan t rtalo cija faa-italle n'.i cima
DEPOSITO OEHA1, :
Lon PERNET. em Aillerillerm (Franca)
Pe rna m b> Charles PLUTM C
As Punas Cathartioas
Do Dr. Ayer.
A experlenela do tempo, applloado is paulas do
Dr. Ayer, teni dado nuprovaeio coin os reeu,taaos
oltldoe com Aa riesmns. Ha mfti que estas PUnlue obtiream ua populanoaile un -
versal, que nenl.uma outra medcciii purgativa tem
podido rivalisar. ____,^.
AS fium DO DR. Ayrb, pnrgnm compiela-
mente o ventre com ennvidnde, e estimulan e for.
fleam os orgfioH digestivos e aselmllativos.
Aa Pilulas do Dr. Ayer
curara indlgesUo c Impedimento, e evitara maltes
eriae e a julmlo fatnes, culermldades, motivadas
por aquellas desordene.
Para as doencas do Estomago, Figado e Rtnp. -
cojos BymptomSiBo ns KnfermidaUee da r<-Hc,
Ardor" e Peeo no EWtomaRo, Nausea, Males,
Ures de Cabera, Hlito Ftido, Pebre Biliosa
t Coltoa, Dores do estomaco costas- e eepadues,
Inchacoe* Hydropicat*. etc., nada ae allivia
com eegurnBca e promptiilao como as PiU'LAS do
I>k. Ayer; as quaes silo de grande olidado no
curativo das Hemorrhohlo*.
Como remedio domestico nao tem egaal.
I'KEPABADAS PELO
DE. J. C. AYER e OA.,
Lowcll, Mass., E. U. A.
A' renda as principaes pharmacias c drogaras.
laga-s barato
Rus do Visconde de Itaparica n. 43 2. andar.
tua Visconde de Itaparica n. 43, armazem,
Bus do Bom Jceue n. 4?, 2. andar.
lua de S. Jos n. 74.
rrata-ae na ra do Commcrcio n. 5, 1 andar
esjriptorio de Silva Gnimaraus & C.
Aluga-se
as seguintcs casas : a da roa do Lima n. 30,
gri nde casa com agua, gaz e apparelbo ; a da rua
da Fundijao n 10 ; a tratar na lytograpbia de
J. Pa cell, k rna 5farques de Olm la a. 8.
Aluga-se
X Perfamo enantioo dos Vinhos ou sobra)
deMedoc.............oslOOraacw ooa
!. R ncio iEssencia-.(Cognac.os lufn=coa 500fr.
S. PerfumesparatodoaosLlcoreso-lOO fnucos 300 fz.
C Essencia de Bhuio ou neT^ fia, os 100 traecoe fcOO f=q
nspesiTAaloA su Prrnnmhuco -
&&~2f ** E-A- SILVA 3c CU
Loja de machinas
A' rua da Pruna n. 9 A tem i xp eto i venda
relogios amenesnoe f m chinis de costara de doa
pospont' e, Hssim com*> concertam-se, trncam se e
Compra se. Ha nm completo, aort'mento de bom-
bas m ves, e cm se tambrm motores e ma
ebinas a porvapor, pire e m dices.
(piadores n p- r vender, d. 1(>0. 200, *50. 300, 500.
750 e 1,000 f iihss.art'go muit Ut-m-c^uf eeioi.ado.
ctm "XC' lleuto P"FH,i e ">dice esp^ cial portugu. z,
na csa de
s. buril & c.
4o Raa di Imp- rad >r A I
CONSTIPACOES, BRONCHITES
Irritac&Otdo Peito e da Garganta
Contra is.sas aire oes. a Past peitobal e o
XAROPE d3 NAF d UEL4NGRENIEH. de PBIS,
pos Uem um eflicacia infallivel v. ricada pelos
Membros da Academia de Medicina de Franca. Nao
contenio opio uem to pomo sacs de opio taes
Como Morptiina ou Codeim.i, entes producios ml-
nlstrao-sc: com ptimo xito e seguranca aa
Criancas snlTrendo de rosne ou Coaneluehs,
Oeoontoi na Pharmaciat do Hundo inttro.
Empri'%;. ^raldviMu-
iLiiiV'a
A'oefn'n earri* o molao, propri- para trans-
porte de m ii'in, Bmtimr.i.-, **. e h e uiais om>
metttue le c.;e >l- t- iiilia. h e e n.tnb"|.ci
fneat. piillii- >. |i-m i. 0, ? qu iqnn pnitt- dh
eidadf <-en-, eabnrb e e, nnabair, por prtv
COtnn.il.; i ?'; .a roa do Padre N'ubrrga
Mtr'or d.. Aeciiui, u. H.
Oleo Florea
0 rneibor para o cabello
Oleo Floi a.
Aviso aos seiiliores de enge-
nho
Tbeodule Brocbeton, onic) represrntante da
coabeeida casa Munalle Pingaet, em Franc, ofie-
rcee eeus servais aos senbon s de rngrnbo pira
montagem de cngenbos centraee, refi' acoes, dis-
till coes e trsi'eformacee, p r prec s os mala
commodos ", pera quaetquer infurmacoes < u ttutu,
quei-am dirigT-se & caes do Sr. Angosto Labiile,
rua do Cummerei c. 9 ou ao Br. Engeoe Cha-.
}4 n8^_Hll^_________________________
Fabrico de assucar
Uaclilnle>n>o fo* rriratnio- I airwari X C. de Clamo-tv
r ns'rui-ca da mais moderna- e itpcrfeicoada e
de grsnde duracSo.
lloenda com pies o bydranlica de Htewart qne
d a melhor expreseo Cinhecida at b je.
Caideiras com eeon"miaador, especialidad des-
tes fabricantes.
Fornaihaa para queimar, o bagacj verde em di-
reitura da moenda.
Os apparelhos de Vacni e Triplo aao de syete-
ma moderno como ambem as turbinas ou cen-
trifugo.
Ornamentos e msis informacSes em cas de
Browns & C.
Rila do Commercio n. 5, 1* andar
u
r ii> Ir.'ncrz
. a ?*-!* ti. 36
O ab-ix i .v">.'io aeVi em rene i| gio uu.
Cnren de fiantes, ond** fm->e ihm*nre se d. dic^
-B9 art.^ itoM ni d^ e u- ainmnoe
M. i.)..'d-^- 3VI (1. ph( Rriiapf^d's.
t
I
Prant taro Rodrisnca de Senloe
D. Le n r M. r ra.cisca d e rtantoB, D. Mara
Amelia dos Sontos, P ai ciaetyRudrigU' s djs Kan
tosJouior, Ant nio T. di s Mantos, viava e 61bjs
do Francisco Iiodrigu s doe Sai t s, eonvidam aos
fina panoles e hmgoa para nee^etirem a mise
que tem de cel. bmr M di 15 do crreme, 7
b r-s da mana, 1* Hnmv rshrio do su fall c-
frente, ni igreja d Uivno Espirito Santo, pelo
que se cooleestm gratos p^r este acto de eari-
d-de.
t
tnlorlo laarlo Je Torrea
B-iHiiIra
F.snciseo Ikuscio de T.ne Baodeira convida
a t .daos seue p rentrs e uiigog do finado p*r
eeietinm a uma anta que mand* tesar por ana
-Ima na < rdrm tereeira de 8 Praneieco, tica-
f- :r 13 do crreme, ne 7 beraa da rnol i, stimo
da ; edesde Jase eunfreea ete'nami-ntn grato
todos que se dignareen de aesistir u este acto d-
rtligiio e caridad,'.
o 1- andar de n. 27. rn Vidal de Vegreiros ; o
2- den. 66 e o l* de a 18 a rua de Marcilio ius ;
o terreo do n. 27 e o 3* de n 8 roa da Penba;
o 1- de n. 27 a rua de Lomas Valentinas ; o 1' e
2- de r. 16 roa de Horias ; o terreo, 1' e 2-
de n 34 rua estreita do Rosario ; as casas de
ns. 35 rna da ViracSo ; 1 travesea da Hora ;
26 e 28 rna de Nanes Machado, no Esoinheuo,
com bone commodos ; a tratar na rua do Hospicio,
numero 33.
Aluga se
Ou vende-se a casa, sita em Cruz das Almas
(Parnamerin) n. 10, confronte a casa do fallecido
Dr. Leal. Acha-se limpa.e tem commodos pnri
grande familia ; a tratar na raa do Appollo n. 30,
1 andar.
Aluga-se
oo vende se a casa no Caldaireiro n. 9, que tica
em f'en te a casa du Dr. Alcoforado, i eodo bastan-
tes commodos para grande familia, nm grande
litio bastante arborisado, uma grande coebeira
par* vaccHS e ama grande baiza de capim ; .a
tratar na rna do Apollo n 30,1- andar, ou roa
Batao da Victoria n. 69, 2- andar.
Aluga-se
em Beberibp, no Porto da Modeira, nma casa cm
boas condigoea ; a tratar com o Sr. Jos Fcrnan-
dea, jauto a igreja de 8. Benedicto, on no Kccife.
loja das 6 portas, defrente do Livramento. L.
A.m
a
Precisa-se de ama ama para Limoeir", para
caea de pooea fmilia ; a tratar na rua de Ptdro
Aff .uso n. 5.
Ama
P.'.r-ciea-e de uma ama para coainbsr ; na roa
de Pedro Aff nsu n. 7. _______________t
Preciea-se de orna ama par- cosinhar : a tratar
na rna da Amizad** o. 1, C- Ama
Na roa de Santa Tbereaa n. 20, precisa-ee de
ama ama que cumpre e ujude o s casa, obrigando-ee a nao p-ruoitar t a
Ama
Precia-se de ama amo para cosinhar, lavar e
engou.mar para uma pessoa ; a tratar na rua de
Hortns n. 76.
Ama
Precisa se de ama ama para lavar e engommar
tseeudo mois alguns servicos, meuos comprare
cosinbar, que durma em casa ; na rua Duque de
Caxias n. 11, s.brad i, se ana.
Ana
Precisare de ama ma p-.ra coeirhar para duas
peesoas no Cmco d-s piincezas n 3
AMA
Precisa-se de ama ama que saiba cosiobar ; 'na
roa da Uoio n. 15.
PEuFUMlMlGnODX
Forne da Orela a d Holanda.
SABONETES EXTEAFNOS
prefa.-idos pela o!a-se elegante.
Olerts -s e clu'irosos. turnao a pelle
as se i in nla,e, dissolv dos n'atrua.lormao
oro vanl^Uain^bMiBo lei^e. Os ais
re<'- Saboneta as Kananga to Ja pao,
SaloneU di Miranda,
SaDonti Atraca,
So bonete di Mi lat ttt China.
Dspisitc ata fgSlS : 8, R Coaieero Inae nioanli Cumeo
e-e Itrio
O tenente-Cori.nel M.i>v>i D enisio O mes do
R<'go. Capitio Frn i,c- Be rpate" Gom.-e d>
Reg, jBcio'hi D nm Oom^e do K' go, D An-
bh Carolina di- Miranda K- ato. O.- las bel Mana d
M raida Reg, irmioe, Subrinbo e cunbalas du
c^nego .li'r Dionisio O aira do Reg. Cjnvid>m
aos d Baia paien'es e amig-a, para no dia 19 do
corrate oavinnr a miesa da s< timo dia qoe tem
de eefebrar-ai* pelu aima do iret,m<, na igrtja df
N. 8. do Onadalape e trn 8, i m Olinda, e no con
vento do- 8. Francaeo no Recife, ie 7 boras da
arataiaut, I t-.... ut takc.u g
eel*)
U HDiiivirexrio
Aona Bernardina Ri'e de Vaerooeellos convida
a todos ts eeos prente e migis para onvirem as
mia< as qu- manda ci-leon-r a reV m tereeira de
N. ti. du Oaisoo, no da 15 do e rrent, petas 8
b ras da me ubi, por alma do eeo airen." so e cent -
pr> tb/.rxd ee, o.o, umeeindo Beutano de Vas-
eobCHilos, 2* aonii'rssrio de tea feliecimcnto, e
sedo ja se coi frea < tern^neme grata a todo*
qoe ee digoareen de aasittr a ease a o de religiio
esarada.de
Precs-fe de ama ama para cosiuhar ; a tratar
na roa Oaqne de Canas n, 111.
Precisa se de nma nma para tratar de om me-
nino, faien lo tambern outr.a strvicos domsticos
em casa de uft> fnmilia esrrangeira ; a tratar na
rua Bario da Vict< na n. 52, na loja.
Ama de cusinlia
Neceeeita-se df om qoe saiba bero cosinhar ;
na i na Ouqqe de Casias n. 58.
Aran para eugommar
Precisa-se de uma qoe bem desempe-
nbe eate tnyater, tebdo cadernet, no 3
andar n. 42 da rua Duque de (Jaxias por
cima da typograhia do Diario.
Ama deleite
Precisa ee de nma ama de ieite ; a tratar na
roa Duque de Cana o. 54, I jo.
Falsit aces
Para evitar faleincao&es enm refereocia ao
onecido PE1TORAL DE CAMBARA, deve en-
gir-se este preparado com a firma do aa itorAi-
varee do b. Soares em malo circulando.aro
Iba do frasco e J marca da fabrica nos rnvoltorios,
rulada pelo n .me dos agentes o dep sitariue
geracs em Prnasabaeo Francisco Manoel da
Silva de C a roa do Marques de Olinda o. 88.
Atlencao
Cofres pro va de fogo
0 Carlos Sinden, roa BarSo da Victoria n.
48, loja de aliaiate, receben de consignadlo e
vende sem competencia.
Para cosinhar
Precisase de urna ama para cosintar,
sendo boa ; no 3. andar do predio n. 42
da rua Duque de Cnziss, por cima do
Diario de Pemambuco.
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Soccorro a velha
. A moradora do be eco do bernardo n. 51, anda
ee faz li-mbrar s almas caridoeaa, qoe nao se es
qaecam da protteco que sempre Ihe dlspensa-
ram.
Arrcada-sc
na secretaria da santa caea o sobrado n. 24 raa
do Imperado.:
1' andar c sotas
Loja
6004000
400^000
Aviso
Na rua da Un:ao n. 54, precisa-se fallar aos
Sre. Antonio Juli) de Seuna e C'clha Irmas C.
SenirnU s de carrapato
Compra ae em grandes e pequeas qaantidades;
ua dregaria de Francisco M. da Silva & C, rua
o alarques de Olinda n. 23.
lareWHT
Cbegua a pr i metra remeasa do precioso farollo
ie carneo de algodio, o m-.ia barato de todos os
alimentos para animis de raen eavallar, vacenm
auino, etc. O carneo de algudao depois de ez-
'rbida a casca e todo o olea, o soais rico ali
inento qne se pode dar sus auimues para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidus da Amenes do Norte e na
Inglaterra elle erai'tegado (can o mate feliz re-
saltado) de preferencia ao milbo e ontro tare Un
que sio muio mala caro e nao nio de tanta sus-
tancia.
A tratar no Rerlfe eoaaPrasra Hurha
Cosinhciraej criado
Pret.ea-se de um cesfnhera e de um menino
l 14 aireos para criado ; tratar na raa do
Marques de O'inda n. 32
79%soo "
Manoel Carpintpiro y Souza tem ama carta na
padaria de Mello & tiset; roga-se o favor de pro-
cura! a.
Obj eto perdido
I crdea-se aute hontem urna cslxa de tartaruga
para rap, com ns iniciaes J. B G. A, gravada
em uma chupa de uaro : qu-m a aebar r trouzer
i rua lo de MarCJ n. 4, 1- andar, ser grtifi-
cado.
E' com a deuomn>ayo au>ma que ce aeba 4
V ndi i'O estnbeit-cimeuio da Sr. Albeiro Olivei-
ra C de qualidade suti.'r, o qual os meemos
eeobores veudem por laiOO o k lo ; a manatacta-
r.i muito reeomnienda a lio- quandade do mesmo
vtt, do qual se ubtem oro nctar agradabilwsimo.
No meeo.o estabel cimeuto se acha a venda cb
verde e prrto finisaim.1, sem c mpetencia em pre-
co e qua i !e i-.
2BA DA IM"ERATRIZ42
fisco a publica niixia
Acha se funecinando desde o dia 1- do enrrente
a eae l.i pub'ir-a m zia da cidade de J-noatao, re
gida pela pr .fessura Francisca Sieeuanda de Soa
aa Kibi-iro.
Oliveira Campos e C.
lina do Cimpii n. VI
Reeebeiam pelo uitino vapor eorumento com-
puto de capae d- caermir-, merino, g irgurc e
s co roavel; recetaram maia serta preil e gorgu-
ro, e vendem p >r proco baratiseimo.
Fabrica Apollo
Charutos fiaos .
Recebeu da Bihia um grande sortimento dss
eguintcB tnarcus : t
turatpc
Fieurinos Delicias
Apollo Jonqailbos
Primaveras Indigenss
Selectos Primorea
Pernambucanos' Operas
que vendem por precos sem competencia, no s>u
deposito rua Marques de Olinda n. 49, oa na
abrica i rna do Hospicio n. 79.
RIGA SOLITARIA'
i nmsD
| I IHCAIltCA D4I.OBltlOA EIPKLI.ID* |
W 111 Bar onsrao di t ii okm um
OL.OBUt.A8 SECRETAN
[PHARM*CEUTICO, UUHEAOO, PBt MIADO COM MEDM.H.
I O nico remedio in< ITi'ii-ivo e Infallivel
'ADOPTADO NOS H06PITAESDE PARS*
k OBSERVACAO. O bom exilo du GLOBULAS i
"de SECRETAN tem originado variSs mius producios"
kfimilaics : t nus'.cr refgnardar-se d cilea com lo.o^
|o cuidado.
Dataslte geral, 52, ra Decimal, em Faris
Pemambuco FHAN< M.da SILVA 6 O
Atteno
No hospicio de alienados, Tamarineira, pre
ciea-ee de ciadas para servico interuo.
Ao publico
B-nt) Portella Garca Vidal, establecido com
lija de fazendss e mindezas :i rua do Conde d'Eu
n. 56, cidade do Cabo, participa'ao publico e. com
especialidade ao comxercio, que tendo de retirar-
se para Europa temporariamente, no dia 14 do
andante, deixa como seas bastantes procuradores
nesta praca os Illms. Srs. : primeiro Joaqnim da
Silva Das, segundo Mancel Fernandes Campos,
terceiro A'bino Campos.ficando na gerencia do re-
ferido estabelecimento o caixeiro Adolpbo Lins de
Araojo ; declara me is que o dito estabeleci ment
fica livro e desembsracado at erta data de todo
e qualqaer onas, aioda mesmo fiseaes. Cidade d
Ca, 5 de Marco do 1888.
Jos rodrigues Le i lito
A podido de eua familia, deseja-se saber noti
cias desee senbor, e Bgradece-se i pesg.ia que d. r
informacoes exactas no largo do Corpo Santo cu-
miio 2.
Na Mal!
Aluga-s" uma casa terrea com tollo, csiada e
pintada ha pouco, com commodos para familia
tem jai e agua encanada, quartos para criados,
jardim e sitiomorado : a tratar na raa da Flo-
rentina n. 15.
^VENAS
Vendes o sobrado n. 3 do caes do fa z'me-
tro, por tras da estacao de Caruor, tem 3 janel
las de frente, 5 qnart s, 2 salas, sotao -repart do ;
pela sua localidade em frente ao rio, e onde se
projecta a aova poate, torna se uma acquisico
importante para qualquer estabeh cimento que
convenba tir embarque e dcsembarqae : a tratar
na rua das Triocbeiras n. 17.
Vende-se ou aluga-so no Arraial uma cssa
com um pequeo sitio bem arborisado e boa agua,
m um d is melhores lagares : a tratar na rna do
Imperador n. 67.
Leite puro
Vende-se no talho do commercio largo da Pe-
nba o. 2 a 320 rs. a garrafa, das 5 horas da roa-
nb em diante, e pode levar-se em casa do fre-
gus a qualquer bora, garntese aer puro e de
vaccas crioulas do bom pasto
(rndf Mlencao
Leio
Florida vende
Chapeos, chapelinas e gerros para Senbcfras e
meninas a 000 que em outra qualquer parte
vendem a 9*"00 e a 15*000. P
Grande sortimento de cremes a 200 rs. a placa.
lies branecs e de cores de 2, 8 e 4 dedos de
largura, a 2*000, 2*500, 3*00J, 3*500 e 4*000, a
pica.
dem cor de cim, a 3*000.
Porta-embrulhoa americanos.
Iuvisiveis dourados e prateados.
Lindos leqoes traosparenks de 2*000, 3*000,
4*000, 5*(0J e 6*000.
Lindas iuv.il desteda de todas as cores de 2*000.
2*560 e 3*000, o par.
Luvas de pellica a 2*500 o par.
Encbovaes para baptisados, de 8*000. 10*000 6
12*000 at 16*000.
Capellas e veos para noivas.
Suspensorios americanos, a 2*500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 reTs, 1*0C0 e 2*000
nma.
Liodos broches, a 2*000 e 3*000, om.
Linba de macbma n. 0, 8 800 tis, a dusia.
Bicos de fil branco, a 2*500 e 3/000 a peca.
Lindos bicos de cores, gesto moderno, a 3*000
e 4*000, a peca,' .
Lindos bicos de cores cem 3 e 4 dedos de lar-
gura, 4*000, a peya.
dem ce linho de cores, a 2*0C0, 2*500 e 3*000
a peca.
Micos grip para correr b.barios, a 1*000 e
1*500, a peca.
Luvas de seda para meninas, a 2*000, diversas
cns.
dem para senhera, a 2*030 e 2*500, o par.
dem nota paln.as de missacgi e de seda, a
2*500. 3*000 e. 3*500, o par. *
Oaloes e bies de vidrilh ', gosto mnderno.
L'ndas rosas de vidrilbo .reto para enfeitar cu*
sacos e capas.
Cootas lapidadas para enfeitar vestidos, grana
da, bromeadas, prateadas e pVuradas.
Mescaras de mnssa, seda e cera.
O llarinhos e peit>s de seda para senheras, tra-
zendo uma grvatinha tumbem de seda.
Fivellas' de molla, americanas, para calca e cl-
lete.
9em competencia
Pannos de crochet para cad ira, a 803 res.
dem iJem p.ra sota a 1*000.
dem dem para cadeira do brayo, e 1 *000.
Cortinados brancas de crochet, ci.m 4 jardaj di
comprimento, a 16*000 e 15*000.
Pnn a de crochet, cor de creme. o que raro no
mercado, a 23*C00, o par.
Timaosinhi s para criancas, de fustSo e cambraia,
bordados, a 3*CO0.
Lindas boneess francesas, a 3*000.
Brd.de de cambraia e fittio branco, pea a
6C0 rs., 800 rs, 1*000, 1*300 e 1*500.
Para a qoarcsm
Franjas com fideo de seda e viJrilhos,.o metra
a 1*600.
Galoes e palmes c m vidrilhos, 3 dedos de lar-
gura| o metro 2*0r0.
Colarinhot e pnnbos de Sulu'o1 \
RUA DUQUE DE (JAXIAS N. 103
Barhosa & Guatos
Graode liquidaco
Vende-se a fabricca de vinhos das finetas do
pas, cstabelecida desda 1859, sita rua Vidal de
N^greiros, outr'ora Cinco Ponti.s n. 144; o motivo
da venda pelo pioprietaiio se achvr doente e
com a idade avanytda, e vendo se nso poder mais
trabaihar. Os ttsores e viohes de abacaxi e de
caj. dl qualidade, 2", 3' e 4", petas prrcis j
estabelecidos, e todo, tanto lquidos, como es
utensi ios, tem 20 I de dcsc ir;.
I
f
Arma^o
Vende-se uma armaco de louro para taverna,
garante-ee a caea a quem eomprar a armayo, na
rua de Lomas Valentinas n. 70 ; a tratar na raa
Dircita n. 120.
Vcnde-se
no Fundao done t-rrenos, tendo nm 50 palmos de
largura e cutro 100 j a tratar na rua do Ampan ,
em Olinda, n- 41.
lM\DIi
Precias-se de nm criado de 12 14 annos de
idade, qoe ie fi ,dur de sus conduca ; trata-te
no Cammho ^pvo n. 79. Nveroa.
Precisa-se
de um eriado de 19 13 anoos de idade, para
s- rvioo de compras mandados ; a tratar na rna
y-eln n. 86. __________________________
Cautelas do Monte de
SiiTOorro
Compra-se cntelas de qoalqoar joia on brilhan-
t-s, p*gs se bem ; oa praca da Iodspendeaoia a.
83, loja de relojoeiro.
Rojal Blend mar YI4D0
Esto oxcellente Whisky Escocez pre-
ferive! ao cognac on gnardente de canoa,
para tortincar o corpo
Ven'lc-se a retelho nos melbores arma
zens de) molhados
fede Hoya I Blend mama Tlado,
cujo nome o ediblcma aSo registrados para
todo Brasil.
___________BROWNS & C agentes.
ii-lig-s para acabr
21
SetineUs de cores miuiinhaa a 240 rs. o co-
vsdo.
ortimeoto completo em las de cores, 320
360, 5IK) e 640 rs. o cavado.
C irgurmas de cores, lindistimos padrSes, 320
400 e 500 rs. o covar"-.
Metiui traooado, magnifieos padres, de 360 rs.
o c ivudo.
Bramaute de duas larguras para lencoes, 50U
rs e metro.
Dito de qnatro larguras, maito boa fazenda, a
1*200 o metro.
Dito de linbo, francs e ingles, -de 2* e 2*500
o metro.
Atoaibado lavrado pars meca, desenhos lindos,
a 1*500 o metro.
Ouardanapos com franja, 2*C00 a dusia.
Zefires de cores, oeste artigo completo e va-
riado, de 200 800 rs. o covado.
Merm lito e de todas as coros, a precos di-
versos.
Ditu lavrado, magnifica ftsenda, 1* o covi.dj.
M--riu pre-o, eapleudid" o sortimento e gran-
de r-duecao nn pc de 800 rs.. 1*000, 1* -0>,
UfiiO, 1*^00 alio covado.
Hetioetas francesas, litas e de todas as cores, a
4i.'0 rs. o covhdo.
Bptis'ee de cores o'nantokt, padres lindos,
200 ra. e 280 o covado.
Sargelim de todas se cores e preeo redolido.
Crinoiine para turro, branca e preta, toda de
qaadroa.
Crercms trancez- s, brancos, d cores e eteuros.
Alem de grande tortimnoto de outroe artigo
que nos ioSpissivel mencionar, mas que se ven
d"-m eem reserva de preco : na roa do Crespo o
21, loja de Oliveira Campos s C.
Navidades e phantasias
21
Veritet de seda, merino e caeeniira, pretce, en
teilaloe a idrilboe.
Bedae de corea, padres modernos.
Crep dr cr para eoberta.
Cambraia bordada, branca e de cor.
Manteletes pretos.
Betim de todas aa coree, finos.
Beda branca para eaaameato.
Veos e capellas, oovidade.
Meias brancas, de cores e arrendada, para a>
mece senhoras e criancas.
Caseoairas de corea e pretal, e psono preto
asm.
Cortinadoi bordados e crochet.
Colchas idem.
Cortee de fusto para cllete, e seda.
Seteira para forro de sala, branca e de clr.
A loa tita e tapetes grande* e pequeo* ; na roa
do Crespo a. 21, loja de Obveira
Campos Jb C.
:


Sitio
Vende-se o importante sitio junto ao engnho
que foi do majar Antur.es, em .-b. nb \ 'ri io ar-
borisido cum grande Israngeiral e cutrus fructei-
rat, griind- s c.'.poe r, s, baiza para c .; u,, casa e
chao proprio, botn o rio a margf-m : qui m preten-
der dirija se rua do Livramento n. 71.
Para buhares
Vende-se por pr de superior qualidade. para forro de buhares ; na
raa da Florentina n. 15.
LiYraiento & C.
vendem cimento port'and, marca Bobina, de 1:
calidad ; no caes do Apollo o. 45.
Gabriolet e victoria
V-nde re um eabriolet e urna victoria em per-,
feito estado ; quero pret ndir dirija-se cocheira
n. 27 rua do Impera di r.
I
1
. I
1 W
-i
* m



E'fllitfo
Vende-se a refinado da rua do Arago n. 3
ou admitte-se um sccio que'entre c m algum ca-
pital ; a tr l-r na mesma nsco do Varadouro.
Bom empreo de c;p.t)l
Vende-se o hotel Comopolista, rectrttemente re-
formado, com excllentes accomp/odaces para
hospedes e diep.ndo de um periito eeri-iej de
restauraiit. Torna-s- ellle rec immcndado pjr ser
o mais afregui sado do bairro do 1 cife, e achar-
te oo centro do e mmercio O m tivo da venda _
ter o seo proprictario de transportarse para fra
da provincia : a tratar na rua da Madre de Deus
n. 30 e 32.


a
Vende-se dous ezcellcntet bus, esperimentados
no trabalho, e v.nde se p">r mais delles ; a tratnr no sim>zem da companbia
da B..beribe, i rna do Marques dj Hervsl. .
Altencao


V-nJese nma taverna em Unda, em um de:
oielhi res pontos para neg co, e t se vende por
motivo de moiesti* ; para infurmacoes na roa de
Santa Tbereaa o. 7.
Venda dft sitia
,rende-se oa perrnu; a se por predio nesta cidadl
uro butr sitio cu bcasa, muitas fructeiras.
encllente banho do rio, ba agua de cacimba,
esteusao de terreno para baixa de capim, todc
murad oua frente, ca p na e grudeamento, Com
ominho de ierro e eetacio junto ai> dito sitio, nc
Porto da Madeim, conbe-cido p> lo sitio da JoSc
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aquino Fonse-
ca ; quem pretender dirija ee 4 prca da Inde-
pendencia a 40, des 11 h' ras e 4.da tarde.
r
Visillos da (.ari^feira
Fios
Carc vellos.
Madeira.
Moeeaiel. '
Uva Bastarda e de Pssas,
PARA MESA
Genuino do Lavrani a 5tM) rs. a garrafa.
Na mere ana de Manoel Orreia & Ca
Praca 4 tonile rf'Rae as* 11
Arruz nacional
Vradf-se oa tum Direta o. 26, a 160 rs. o kilo.'
i. .,
Atlein;o
Venda-se ama pequea taverba saas immedis-
oSes de Banto Amaro, faaendo bom negocio, te
ir ao comprador o motivo da venda, s pan ia*
avrmaroes na rna dos Oaararapes n. 10.




ILKf
1


Diario de Peraamboeo^-Tcrfa-lfeira 13 de Ufarlo de
^


i
E PIBA ACABAR!!
T eidoa de phm.Usia para vestido, a 20U e-24U rs., o covado.
SitiooU, ideo, o que. ha de mais nevo, a 240 a 280 rs., o dito,
linda da Cnina, branca e de cores, a 240 e 280 n., o dito.
Lila moderna, u 320 e 36 J rs o 'lito.
N.nsona de cfir-s firmas, a 10 200 rs., o dito.
M.-rins de cores, daas largurns, a 500 rs., o dito.
1 lera pr.-.(o, a 800, 1,5000 e 10200, o dito.
Stius Mat-o, proto e de cores, a 800 e ljOOO, o dito.
Ctaseos pretos para senhora, ricamente enfeitadot, a 25(5000 e 35)5000.
Man tibias brasil-iras, a 54500, a ufa.
i obs pretos e de cores, a 4000, 5000 e 60QQ ; s3o grandes.
' Tapetes avellududos' lindissimos, a 12*)U0 e 164000, am.
Vara as Exanas. nolvas :
Orinal-Jas e veos de seda, a 9000 e 124000.
Colchas de crochets, ricas, a UaJOOO %
Gaarnicdes de dit3 para sof e cadeiris, a 84000.
L:quee e espartilhos batts?imos.
S-tins finos, a 14000 e 14200.
Dtmascs e popelina branca, a 900 elW00, o covado.
Guardanapos de iinho, a 240U0, 34000 e 54000, n duzia
Aioalhados bordados, 14200, o metro.
P Midapolao americano, a 60Oc, 24 jardas.
dem p AlgooSs superior, a 30UOO, 44000 e 54000.
Completo ai.itnu--n.to de c&a<*nti'-i>s.
Cheviots prt-.to e azul, a 34000, o covado. -.
C- s'.miras de cores para costumes, a 24500 e 34000.
Camisas inglezas par homein, a 3G40OO, a duzia.
eroulas bordadas, a 124000, dita.
Lencos e lind.s csixinbos, a 10800 e 30Q0, a dita. %
Meias iogli-Z3S para hotuem, e 24500, 34000 e 54000.
K muitus artigos que se- vendem cora grao les abatiraentos.
Ah ven-las em grosso teem o descont da praga.
I O 4 A D E
Pereira & Magalhes
SCCESSORES DE
taita M Cite & G.
59 ra Ruque de Caitas 59
BRONCHITES, TOSSES, Catarros Pulmonares,
DEFLUXOS, Molestias do Peito, TSICA, Asmas
CURA RPIDA B CKRTA PELAS
Gottas Livoniennes
os
TROUETTE -PERRET
. Com CREOSOTE ge FAI, ACATRAO de XORUBOA e bALSAUO de TOLO
Esta preparado, infallivel para cirar radicalmente todas as Molestias das Viaa
reap-ratorias. o recuium.-ndado petas Notabilidades medicas como o uuico efllc.ia.
o nico medicamer'o que a'.-m da rao fatigar o estomago, o fortifica, reconstitu e disperta
o appotit : duas gcttaa pela, manh e tarde bastam para triumphar dos casos mais rebeldes.
DEVE-SE EXIGIR O BKT.T.O DA UNIO DOS FABRICANTES.
Deposito principal: TROETTE-PERRET, 264. booleT* Yoltaira. .PARS
Depsitos em Pcrnambuco : FRJD-* M. da SILVA iC TitiftiiiT-ntiiiQjja*iitnno>ftii*>^aiiiiOiaii
o
%
^OPEFOtLe
A** Sirop de C-hlorarFollot ^ '
E o cmlmante por excelencia que supprim a dor procura
o somno tranquillo e natural noa casos da
NEVJtAIGlAS GOTTA 11UEUMA
TSICA FJEBRJES
EaciBir av yirm
Fabrica casa FRERE, 19, roa Jacob, PARIZ
%iTi-m**&W*^.iaV****tt****&
FORMULA
ANGELINO JOS DOS SANTOS MDRADE
Approrada pela Inspectora Geral
da Hjgiene Publica do Rio de Janeiro em
20 de Julho de 1887
Esle depurativo de grande eficacia as molestias syphili'.icas e iropn-
reza do siflgo. Para raaior garanlia da eficacia deste medicamento, publicou-
se grande numero da alistados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de muilos cavalheiros que teem feito uso deste depurativo, em nu-
mero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaram da terrivel beribe-
ri cooi este poderoso depurativo.
0 uso deste Elixir mu'no rfcommendado no tralamento geral as mo-
lestias das senhorase a prova est no bom resultado que lem obtido aquellas
das Exui". Senhoras que dalle tein usado.
Os adultos lomarao quatro eolheres das de sopa pela manh e qnatro a
nole. As creangas de i a 5 annos tomaro urna colher ppla manh c outra
noile, o os de 5 a II annos tomaro duas eolheres pela manhe duas noile.
Devcro lomar bastios, fri ou momo pela manh e noile. Resguardo regular.
Enconlra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da >ilva
& C, ra do Mrquez de linda n. 23 e phaimacia Oriental ra Estrena do
Rosario n. 3.
A LA HEINE DES FLE"JR3
WOLFF& C.
1.4IDA DO GABGA'-14
N'eate muit* 'nheoido estubelecloen-
ta encent-.r o rcprituv>-l pub ico o mals
variada complete aorlimenta de JO*4
receidas semprc dirretnmeate dos aaeBho-
res f >brlcantes da Karepa, e qu pfimaini
pelo apurado osto do mundo elegante.
Rlcoa -derecos completos*, lindaa piilsel-
ras, alflneteo, voltao de o uro eravrf tsdMsi rom
brilh<*nte, ou perdas, anaca, eacoletaa,
botOca e antro naultoa a tigoa propria
deste generen.
ESPE IALIDADE
fcsn relegio de uro, prata c nicL.eladoa,
para bom -as, aenhora* e ua- nios dos mals
acre4tudea fabricantes da Eur*pa e Ame-
rica.
faca todos a rticos dVxtu casa garaa-
te-se a boa quali dade nos precos que nSa sena omprlnc u.
El'esta casa tausbeui concertase qua!>
quer ebra de onro ou praia e tainbcm relo-
gios de qualquer qualidatte que seja.
4--Ru do Cabug-4
'tlA.
Extracto de trigo, cevada e a vea germinadas
Preparada pela Maltine MaDufuctunng C" Limited 2\ e 25 Hart Mreet Bloomsbury
Londres E. C
* pprovadas pela juuta de hyglene da Corte
A MAL UNA equivale a 3o vezes o seu proprio peso ero disstase e de 3 a
6 vezes em poder diastosiuo a qualqaer outro preparado deste genero.
A MALTINA tem merecido 6 medalbas d ouro em diversas ezposi(Ses a
cem ama aceituno enorme na Europa e nos Estados Unidos tanto que foi preciso en-
corporar ama comparihia com grandes capitaes para satisfazer o consumo sempre
creacente.
Chamase a sttengSo dos distinctos medisos desta cidade para os importantes
preparados da MALTINE Manufaoturing Companj. Todos os productos medicamen-
tosos 42o mais fcilmente assimilados em combina^ao com a Mal tina, anda msis bSo
ovados a torrente circulatoria e promptamente sao absorvidos produzindo effeitos
im mediatos.
Lista dos preparados
MALTINA pura.
MALTINA pepsina e pancreatitis.
MALTINA phopphato de ferro quinina e strychnina.
Oleo de ligado de bacalbe com leite peptonisado.
< Oleo de fgado de b calbo com leite peptonisado combinado com bypophospbi
to de soda.
Extracto de carne peptonisado. -
Alimento soluvel destinado a obviar a necessidade de digerir leite de vacoa.
O leite coubdo oeste preparado est digerido previamente pela pariere..tina;
VcBde-sc na pliarmacia Central
58 Roa do Imperador 38
PERNAMBACO
Chlorose, Anemia,Catharro pulmonar, Broncnite chronica,
Mtharro ta Bexlga, Pntsica. Tosse conoulsa, Dyspepsla, Palidez
Pardas somtnaes, catharros antigs e complicados, etc.
ntr*\\*vmxa Denaln. /, em PASXE; e na prtaolraaa rbannaokv>-
m
VER -AS-tfc 'C::|
MEDICAMENTOS FUNQAS E TINTAS
V TODAS AS CUALIDADES
PHARMACE UTICOS
, ..JOHCTOI CWWC0-PHARMASHTI5M I
L5ff-1 ] tspEaAUDADcswra

tamalhefes Hotos
. T. PIVERem PARS
Mascotte
PERFUME PORTE-BOKKETJ
BJEI
-_1^
NDALO de MIDY
Approrado peht Jauta d'HygJeae do RJo-de-Janeiro
Snpprime a Gopahiba, as Gubebas e as Injec?5ea.
Cara om t horas todo e qualquer corrimento. E' da maor
efficacia as affeccSes da bexiga, torna as urinas claras por mais
turvas que sejao. Deposito em Pars, 8, ru Vivienne.
FNDICAO GE
4LLAN PATEHSN tt C
N.44--Eua do Brum--N. 44
'UNTO A ES f APAO S BONOS
* Tem para vender, por prei_o mdicos, as segu --s ferragenfl:
Tachas fundidas, batidas e caldcadas.
Crrva$os de diversos tamaitos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, dem, idem.
Bancos de ferro com serra circular
Gradeamento para.iardim.
Varandits de ferro batido.
Ditas do dito fundido, de lindos modelos
Portaad fornalha.
Vapores de for9a de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas da panaduxa
Bodas d'agua, systema Leandro.
Eccarregam-se de concertot, e assentomento da macbinismo e exacutam otuJ
crabalho com perfeic2o e presteza.
I
. '



Extracto de Corylopsis do Japao]
PERFUMES EXQUISITOS :
Bouqnet Zamora Anona da Bengala
Cydonia de Chine
Stephania .d'Australia
Helltatrope bl '.no Gardenia .
Bouqnet de l'AmiWbito Rose of Kexanlik Polylor oriental
Brise de Nice Bouquet oe Keino des Prs, etc.
--------------------DOC------------------.
ESSENCWS CONCENTRADAS C^E') QALIDADE EXTRA
desvaios na* prtncipaet Periuiaari, Phanuaets tabauoroiroa o
Ra do Cabug n. 5 4
DPDe3B.asrJuvxBXJca
Os propriet-noa d-ste esub^ecm.rnto, uodo-o Uno p-ssi.r por orna granO
transfbrm.clo, e nio tendo poup.do esf.roos nm desposas para o tornar um dos
mais elegantes e bei sorddos d'esta capital, parti dpm a aus hzmss. frega^sas, aos
seus amigos a so poblieo em geral, que ac.bam de recebar pelo ultimoa vapores um
completla bm i-scoUii^ sortimsnto d jois d ouro, prat, brilbants e relogios do
qua h, de roain aporvio gosto, oovida.le e b.rat-, t-n4o sido esoolbido passoalmeni
pelo igasto xXM, n-s principaea f.brios da Europa, por islo fu'gaos se bsbili-
Udos 11 fatisf.aer o gotte mais ospriohoso e sxi4eute por preooa *m eompetaocia.
Confiados, pon. n bomade de s-uh amigos e fTrgnee aa protecclo que Ibes
\ttt dispensado, toro aro mais ama vos a lib*rdade de oonvidsl os a fazer ama viata
O tea estabelecimeato para se certificarem da verdade.
______i u i------------
5 7, Ra do Dupe de Caxias,5 Zh
Especialidade desle estatelecimento
Eiiir iiiiiinto IiJiuiHi
Elixir dentifriele
Conlru a carie e amoliecimento e dores de dente.
Y.irho, xaropes e piiuSas de joruheba
Grande sortimento de prrolns, psstilbas, granulos, e pilulas dos melhores fabn
oaotes^-iimpeus c. ampriuanos.
Gra ide colleo^So de aleoloides os mais modernos e raros.
Aguas mifierafs da todss as qualidades.
*ara photographla e bomeeopathla
\lcool rectifi .'io e dosiniaoiado, dttiiisoents puro.
A Pharrnrtcia Ameri-an tero urna scelo bon 09upAthica onde se encontrar
lTi dos medicamentos preprados eom todo aceio e segundo os formularios hahene
manicos mais acreditados, crt< irts, vidros avulsos de tonos os tamenhos, glbulos
inertes e medicarnenlosos, tiuturas d^i plantas indig as e exticas.
Receba m^dicainf-ntos diractamente de todas na fabricas da Europa e Amerio*
JYfn<4na|ac3o por presos, commodos a a qualquer hora do da e da noite.
Perfumara- Oriza
L. LEGRANP, PARS, ra Saint-Honer, 207
ESS.-ORIZA SOLIDIFICADA
PERFUMES CONCHEK
DJVKNCXO SCIBNTIFiaA COM DIPLOMA DB WVKNCO KM FBAMCA B NO RSTRANaRtRO-
Os 'erftam.es solidos da Eas.-Oriza
rrtsmlM par BSh M preeasso am, patsuio um grad da concentracao a maridad! at raUa itsuoktttia
Sao tncerrados, debaixo da forma d iAtpis ou J*astil/ia, dentro de frasquinhos da I
vidrinhos fcis de levar consigo. Essss Ldpi-Perfumea nao se evapro e pdem ser
substituidos por outros, quando estiverem gastados,
lem a enorme vantagem de communicar o cheiro aos objectos posto em contacto com tile,
sem os molhar e sem os estragar. basta ESFUEgai levemente para PERFUMAR INSTANTNEAMENTE
toda, a orualcruer Roixi^a Branca, Papal, eto., oto.
DEPSITOS EM TODAS AS pbiscipaus Uandt-se a qum o pedir, franco de Porte
perfumaras DO MUNDO o Catalogo dos Perfumea, com oa preces.
Purgativo Julieu
CONFEITC VEGETAL, LAXATIVO lE MFRIGE&AtiTE
contra PRISAO DE VENTRP,
Approvado fsid Junta centhal de Hygiei e publica Bkazil
ks-ie purgativo txes*ma>amente vegetal se aprsenla sob a kVma e um canfeito agra-
davel.que purga c.-aoatgvidaile sem o u^.noi iicomniodo. L' aduii'ive'. contra aa ageooim
do estomago c do 'ja,io, a ictericia, bilis, pituita, nauseas e gazes. O seu effeito rpido
e Deneflco na jmxaqeca, q nana o a cubica est pes;4a, a otcu unaaiya, linqua s>qa,
falta o appetite e a eomi<- repugna, nas inchacbe de entre causadas por inflammaco
intestinal, poia nao iriita os org3i)S aMominaes. amfim, nas mUestias de pello, usagre e
tnfw>ul*ee da infancia. O Pvrgativo Julin resolveu o difncil problema d6 purgar as
creancas que nao acceilam porgativo algn, po>* pedem como se fosse urna pastilba
de chocolate sahi^u de confeitaria.
Deposito em Parts, 8. Ra "Vivienns, a nni \ Inclpaei Pnarmaoas e Diogarias.
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Laureado da Ftculdade de Medicina de Paria. Premio Montyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bronrareto de Camphora empregSo-se'
nas Molestias, nas de Cerebro e contra as alTeccOes seguintes:
Asthma, Issomnia, Palpitaces do Coragfio, Epilepsia, HalluoinacAo,
Tontelraa, Hemicrania, AUec^dss das via; urinarias et para calmar toda
especie de exoilacao.
Utt Urna explicado enalbada acompephk uda Fn$ot.
( Exigir aa Verdadelraa Capsulas o Bromureto de Camphora de CLIN a% G'V
de P&RI8, que ao onoontro em cosa dos Droguistas et Pharmaceuticos.
as
as
ce
tfD
3
MEDICAMENTOS
DI
JURUBEBA
PREPARADOS E ESTUDADOS
POR
Barllilemeu k C. Suecessores
P\l\\ I3SO l^TERiO
PRLPARADOS SIMPLES.
Xampe de afnrifbrba, inbo de aJurnbeba, pillas de
alurabeba, extr-cto de larubeb s, tintura de ajurubeba:
PREPARADOS COMPOSTOS
Vinho de luril^eba, com iodureto de pntassio, vinbo fer-
ruginoso de aiurubei>a, aarope ferruginoso de fnrubeba, pilulas
ferruginosas ie alurubeba.
PARA. 13SO EXTERNO k
*S9
^pmmam

4?
OS
a
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if
ce
ce
I
Oleo de ajlirubeba, pomada de Jiirubcbl. emplasto de
aioTabeba.
:o:
UniooB preparados de anrilbrba .pprovados pe. Academia de Medidas,
aulorisados pela/unta Geral de Hygi-ne Ptabl..*, ^" 3rt" e^cora"od^do8, P^*
medios conra as molestas do estomaga, perda de appette, d.gestde difficei*, J^P-
oB, rheumatumo agudo ou ch orneo, t..;.s ka. oisstw. do/^ do fta$o, o.
diarrha chronica, na ftydropesia^nas molesto de or gen, syphxUcaB, etc., ato.
k
:o;
25 annos de aceia^ao
ATTESTAM A EFF1CA0I.\ 'ESSES PREPARADOS
:o:
CUIDADO COM AS FALSIFFUg'ES
Eli&lr a assigualura BARiHOLOMEU& C. SCCESSORES
DEPi'SiT GEH.\L
EsH ana pbaraa ca e drogara a
, RA LalQA DO ROSARIO N 84.



13 de Marco de 1888
MTTRATbfi
DESTETO!. DE \TE '
POB
3HILE BLA'VET
XLVII
ATE'. S FEZE8
' ContinuaqSo)
Ellesl elles aqu I murmurou ella*
Teve medo de comprebender e, prese n-
tindo ama horrivel citada, apertoa com as
duas raaos a cabega que parcia querer es-
";"* talar.
Qumdo olhou eos torno de si, estar so
Bnba no salSo vasio.
At as fezes! at fzes balbucia
ella. Eslava quaai a desfallecer. Urna
mSo robusta seguro a a pela cintura e urna
VOS grave e raeig* nisse Iba ao ouvido :
Coragero, minba senhora Vamos t
Era San Stefano, que lbe dea o brago e
a levou ao salo imroe ato, onde Rime de
Brecourt e oo seus hospedes, se haviam
refugiado.
CbegHndo diante da dona da casa, com
a Cb ga erguida, o olhar altivo, disse :
-_ Mioha senhora, tenbo a honra de
presentar lbe a marquesa de San Stefano 1
EPILOGO
COMO A UAEQUEZA ERTENDIA O AMOR
Nao ha palavras para pintar o pasmo
que se seguio altiva declaragSo de San
Stefano.
.-JIUI'D". de Brecourt e Luciano interro-
pram-se com o olhar, como para pergun-
tar que linha de conducta deviam ter. Mas
dominado pela attitude imperiosa do mar-
quz, roSi e ido inclioaram-se diante, d'a-
quella que elle proclamara sua mulher.
Era tudo quanto r-zo-velraente se podia
esperar d'elles. era San Stefano quera
Dais: a deferencia dos donos da casa res-
pondi-lhe pela dos convida los. Nao su
enganava ; e quando, para se retirar*, teve
de atiaveasar a multidSo, levando pelo
braco Severina, rndiaorte, transfigurada,
homenu e mulberes a saudaram na sua pas-
88gm
Pariz gosta dos audaciosos: se a salva
co da princ-z pelo nobre italiano rom-
pa com as ooov-soiencias, nao deixiva,
entretanto, de ter um certo arrojo cavalhei
reten.
Na porta do palacio, mandou chamar a
carruagem, fez Severina entrar, sentou-se
ao lado d'ella e disse a mestre Bob :
Ra Monceau, para casa da prin-
cesa.
O trajecto foi silencioso. Nem elle, nem
ella trocara m duas palavreS. O sentimen-
tento de que a sua vida estava em jogo,
toroava-a muda. PreoccupsjSes de outra
ordem fechavaro os labios do marques.
Quando' Be acharam a sos no gabinete
da princesa, ella aj elhou diaute d'elle.
Deixe-roe, disee ella, adoral-o como
Um ente sobrenatural, como um Deus 1
E quiz beijar lhe a ma>, mas elle, re-
pellindo-a com uma especie de impaciencia
nervosa, responden:
Levante-se, minha senhora, e auca
me.
Senloajflr^-gHtftroujJg" com a m2o ama
cadejfa^na qUhl ella se deizon cahir, palli-
la, devorada de angustias, perguntando a
ai roesma, anciosa, onde quera elle chegar
Com aqu'lle ezordio solemne.
Nao son um Deus, como diz, repli-
oou San Stefano, aou um pobre homem,
que, tendo paseado a idade de amar, ama
agora ut Ioucura,.at ao delirio.
FOLHETIH
TESTAMENTO VEBMELHO
POR
XAVIR DE MONTEPIN
PRIHEIH&PARTE
OADA DDS SALGUEIRQS
(Continuado do n. 59)
XVI
Depreasa 1... depressa, minha se
nhora... accrescentou elle entregando easa
folba a Martha, a senhora sua mai nao tar-
dar a voltar a si ..
A moya arrbatou a receita das mSos do
doutor u precipitoa separa fra.
O denfallecimento db Perin eessava ef
feotivamente, porm com eztrema lenti-
dao.
Pasciil apanhara lera a carta do jais
i de intracg&o de Genebra.
O que nB previmos, disse elle em
voz baiza, effcctuou-se, ponto por ponto...
Ella est perdida ?
Est em serio perigo ; mas contra
toda a expectativa, pode restabelecer se...
E' preciso" que nao se restabelega...
Isso seria fcil..
Como ?
Bastara dar lhe algumas gottas de
agua. Amorte seria immediata... fulmi-
nante. ..
Admiravel I murmurou Pascal. Nem
violencia, nem envenenamento; por conse-
qaencia, nenbum perigo para nos no pre-
sento ou no future, e Martha nos pertence-
r... Desafo-a a que nos escape... D
lhe, poit, quanto antes estas gottas d'agaa
e acabe dos esm isto ..
Este dialogo sinistro dava-se junto ao
leito da doente.
Estas palavras abomina veis troca vam se
de oavido a ouvido.
Perin aoabava de abrir os olhos, mas
oio estiva em estado de ouvir e sobretodo
de comprebender.
Pasoa tirou de cima da commoda um
moringas e um copo.
aqu me
dia de
** AtTl loacura 4minnJ I ezfsnou Sj-
verina oom ama idisivel ezpressSo de ale-
gra. ^
E precisava d'essa confisaSo tarda ?
-NSo seria mulher, se ha rauito tempo nao
o tivesse alimonado Ha dous mses que
ludo oontra o encanto, dous mevs qae me
debato contra o sortilegio, dous meses que
a miha vontade nulial Pois bem, no
momento em que nao pisso re onquistar-
rae, que vejo me dei 1 Ao passo que a
senhora, logo no primeiro dia, logo ao pr-
meiro apeno de m&o, j nao duvidava.
Severina recebea com um sorriso esta
profissSo de f, pela que o marquez tradu-
zia eloqaentemente o seu penaamento in-
timo.
Soa sua T ezclamoa ella,
tem I E' meu, j o nao deizo.
Quera pode responder pelo
amanha? A senhora moya, eu velbo. A
senhora comega a vida, eu ebego ao termo I
Despejei todos os clices, e no fundo s
encootrei fel I A senhora apenas Ibes tocou
na borda, e s provou o roel 1 Eu tenbo
a ezueriencia, fruuto amargo; a senhora
tem o desejo, flor encantadora I Os ve-
llios sSo desconfi .dos, porque nSo tira a
mouidade, que d as illu.-M-s, nem a f,
qae d a forga. Araa-me boj, porque tem
em mim o autor da sua salvagJo, e por
consequencia um homem superior aos ou-
tros hornens I Amarme ha quando se jul
gar quite de todo o recoohecimento, e
quando eu lhe vpparecer como um homem
igual aos outros, talves mesmo inferior aoa
outros 'i NSo me querar mal por a ier avi-
vado, pur ter de alguio modo comprado o
seu amor ?
Para isso seria preciso que eu fosan
um monstro de ingratidSo I
Nao ha ingratos ra amor... s ha
fatigados, saciados I NSo se admirar,
pois, que eu tome as mirabas precaucSes
contra esse cansado, contra essas revolcas,
cunta esse tedio.
PfecaucSes Realmente perco-me ero
conjecturas e nSo ouso coroprehendel-o.
Se eu lhe dissesse que a primeira
mulher cuja ternura tnho desejado, por
quem o nitu coragSo tem batido em cuja
presonga os meus sentidos tem fallado, que
julgaria a senhora ?
Pensava que desconfia de minha ki-
telligencia, e desconfiara da sua sinceri-
dad.
E tinha razao I NSo; o meu cora
gSo nSo est virgen J por diversas ve
zes tenbo amado louoamente I mas amor foi
sempre para mim syuouyno de soffVer.
Todo o meu coragSo anda guarda os
vestigios l Depois da tempestada 0 das
auas convulso" es, aspira ao porto com os
seas borisontes tranquillos.
Falle, ordene; pois nSo sou sua mu-
lher?
Minha mulher 1 ainda nSo 1
Renegar a promessa que me faz, ha
um instante apenas ?
A reaiizagSo d'essa promessa, e j
depende apenas de si.
- Que preciso fazer T Catn prompta
E' preciso sahir de Pars.
Sahirei sem saudades. com sls-
gria meamo, amanbS, hoja, j.
Acampanhar-me ha para onde eu
for ?
Para toda a parte, com os olhos fe-
chados. .. ainda qae fosse para o fim do
mundo.
Meamo para as Delizie?
Severina estava tSo longo de esperar
pela escolha d'esta residen a, que fi;ou
como que atordoada. Mas eesa impressSo
foi pasaageira, e levantando para o mar-
ques um olhar firme, dase :
Mesmo para as Delisie 1
J Estou encantado por vel-a tSo con-
descendente, replicou San Stefano.
Podia receiar um desacoordo sobre
ama queatSo to indiffereote, em samma ?
Aqui oa alli, pouco me importa, contanto
que esteja a sen lado.
maior prazer, porm com
D-spejou no copo cer^a de ama colber
d'gu e apresentou-o a Jacqaes.
Este dea am paste para tras eom ez
preasSo de terror.
Por mais miseravel qae fesse, recuava
iostinotivamenta diaote da monstruosa co-
do ciime a commetter.
O ez-aeoretario do conde de Thonnerieaz
franzi a testa.
Se nSo ousas ezecutar, ezecutare
en proprio, disse elle em tom despresiv;!.
Jacques, dominado, tomou o copo e com
a mSo aireita approzimoa-o dos labios da
doenie, emquanto com a m&o esqoerda er-
gua lbe am poaco a cabeoa.
Perin sentio o fri do cryatal e bebeu
machinalmentc
Os aeus olhos fioaram loga esgazeados.
A cabeca balancoa lhe de um hombro ao
outro, emquanto o seu busto erguia-se a
meio, como qae galvanisado.
Medooha convulsSo toreen lbe os meto-
bros, urna golfda de sangue sahio-lhe da
bocea, e depois cabio novamente no tr
vesseiro e nSo fez mais movimento algam.
Estava morta.
Jacques, mais lvido anda do qae o ros
to do proprio cadver, afastou-se do leito
oambaleando.
Despeja o resto desta agua... disse
elle btizioho ao sea companheiro, estn
dendo-lhe o copo.
Pasflal deapejou no moringue o que e co
po continha ainda e tomou a collocal-o no
ugiT de onde o havia tirado.
Estamos senbores da situacSo, mor
murou.elle em seguida ; preciso tirar
diaao o melhor partido. Enoarrego-me da
rapariga.
Nessa occasiSo resooa no eseada um pas
so precipitado e a porta do commodo abrm
se com violencia, como impellida por um
furaeSo. c
Martha entrava.
Correu para Jacqaes e entregoa-lhe um
pequeo fraseo contendo a poc&o que ell>
tinha ido bascar.
Aqui eet .. aqui est... Sr. dou
tor... disse ella com voz quasi indistincta,
perqu a rapidez oom que viera fazia-a ar
quejar de cansado.
Desgrac. damente, minha senhora, res
pondeu Pascal, oom emoyBo adroiravelmen-
ta representada, tarde de mais ..
Tarde de mais... repetio a moca der
vairada, procurando nSo comprebender :
tarde de mais... Por que ?...
A senhora sua mSi nSo soffre msis...
arme-se de grande coragem, miha senho-
ra... vai ter neoessidado delta... A Sra.
Grrandcbamp no vive mais...
Mal haviam sido pronunciadas esta* pa-
Nao prooore ames|unhar o sacrifi-
ois que vai fazer I Sei todas as recorda-
res doloroass que as Delsle>eneerram,
para si I Se houvesse uniaamente reoor-
davJas, poapar Ihe-bia a tristesa d'ellas.
M*s ha prevenv3ea estpidas qae, pre-
oiso ir comba ter, legendas ridioolas, que
prec/iso reduair a nada | A sna% sabida
precipitada da villa, logo no di* s<-guinte
ao d'aquella lgubre tragedia domestica,
fez nasuer toda a especie de intrigas oa
lumniosas, que s a sua prese-oca podia
destruir. Como a mulher de Cesar, a mu-
lher do marques de San Stefano nao deve
Ser suspeitada. E' preciso que, tendo sa-
bido de Cdmo quasi como urna fugitiva,
volie como soberana 1 E' preciso que tor-
ne a ser o que j foi, a providencia da lo-
oalidade, e que lhe chamem, como ou-
tr'ora, a Madona I
Tem todas as delicadezas oomo tem
todas as grandezas.
Amo-a, eia tudo I Quera, de resto,
que,esteja em sua casa as Delisie... eu
serei seu hospede, se quizer fazer-me a hon-
ra de receber-me I Aqui est s escri
ptura que lhe restitue a plena proprieda-
de daquelle dominio. L encontrar to-
dos os seus antigos criados S fajo um
voto : que me permita ser do numero
dalles.
Com o
uma convicio
Qual?
E' que a sos, com as portas fecha-
das seja o meu seobor, e eu a sua milito
humi'de, muito fiul esorava.
Leinbre-se que, eatabelecendo essa
condco, comproiuette-se a obedecer-me.
A obediencia fcil, quando ame-
raos |
A bediencia sem objec^Sas ?
Sem objeccSdsl A una palavra, a
um gesto !
Ento aceite isto 1
Que ?
- O meu t"starrentoe
Oh marquez I. .
foderei deposital-o em mSos mais
seguras ?
Nao ieso I Mas para que lembrar-
se da morte no comeco da noasa felitiida-
de?
Record se que disse
gSes.
Obedego '
E Severina atirou o eaveloppe aberto
para cima de urna mesa. O marquez le-
vantou se.
Meia noite I. disse elle. Retiro-me.
J lhe diese : a mulher do Cesar !... Es-
t enten do ; partimos amanbS no trem
das se tes horas
A Dan ha pela manhS, se quizer.
Nao poasivel! Preoiso pdr os mens
negocios em ordom I .. E depois, adus
Pariz' B>a noite, priooez '
- Quando dir : Boa noite, marqueza?
Tem tanta presea aasim, de perder
a sua liberdade ?
NSo; tenbo pressa de ser completa-
mente feliz.
Sj depender nicamente de mim, ha
de sel-o, juro, afflrmou elle com ama ez-
preaaSo singular.
Logo que o portSo do palacete se fe-
chou, Severina correa mesa, pegoa no
enveloppe e abru-o febrilmente.
San Stefano institua-a sua herdeira uni-
versal.
Chegando avenida Montaigne, o mar-
qu z, etn vez de entrar pelo port&o, diri-
giu-se para os aposentos do Dr Mattei.
O doutor tmba-se deitado n'aqoelle mo-
mento. Habituado de longa data aquel-
las visitas nocturnas, nao manifestoa ame
or sorpresa.
Mea querido amigo, disse-I be San
S te tao, nao quiz deitar-me sem lhe dar
ama noticia, qae com certeza vai encbelo
ue alegra
E' esse o seu costme, Sr. marquez I
Partimos.
a
<-Omo
sem
objeo-
- ^Quando ?
AmanbS noite.
E para onde ?
Para o Cmo.
Devras ?
Devras.
* .'n. r**" oa> dizer que era uma
boa notioia Como a minba velba Annioa
vai fioar contente por tornar a ver seu
amo. Moa agora me lerobro : tornando
vela, peroo-o, e fioo sendo Mattei
d'antes.
-Tranquillise-me, meu caro doator.
Os seas servicos sSu muito preciosos p-
ra qu eu renuncie a ellee. O noeso con-
tracto subsiste ,e subsistir enquanto eu
vi ver. Est as suas mSos nao me dei-
zar morrer.
A saude do Sr. marques faz das
minhas func^S-s uma sinecura.
NSo me falla das nossas figuras, Sr.
modelador.
Temos entSo urna nova serie ?
Temos .. a ultima. Mas, desta vez,
nSo em oera que ha de trabalhsr.
Em que ?
Ero. earne humana.
II
PENA DO TALIAO
Foi nos primeiros das de junho qae o
ro*rquez e a princesa, acompanbados de
Bob e do Dr. Mattei, chegram s De-
lizi.
A casa preparada pelo velho Nio, es-
perava os s--U8 hospedes
San Stefano disse a Severino :
Aqui tero, minba s-nbora, as chaves
d< a seus antigos aposento*. Eocootral os-
ha tal qual os deixou. Tal vez queira re-
colher so a elles, e tomar de novo, no Bo-
rnelo, os seus hbitos familiares. Faga
de conta que eu nao estou presente. Eu
mesmo preciso organisar a minha vida de
roanaira que ella nSo s-ja um incoromodo
para a sua. Aceitaudo a aua hospitalicia
de, prometti a mim mesmo que ella nSo
degenerara eia esoraviuSo para a senho-
ra !
Oh 1 marquez, pois pie imaginar ?
A experiencia que vamos tentar, nao
ser conelu tente seu&o nietas condiyS s
de in lepen lencia reciproca I. Cada um
nos seus aposentos Se me permittir, es
tabelecer-me-bei nos aposentos d? princi
pe... Elle foi l feliz Eu l farei a mi-
nba aprendizagem de fdicidade I
Ouvindo a palavra felicidade, que lbe
recordava p >r antipbrase a aginia lenta de
L'onati, Severina escremeceu at mudu-
la dos usaos, e, receiandot trahr-se, foi
fechar se no seu quarto.
Pa8daram-se muitos das sem incidente
algum. O marquez, fiel ao seu program-
la de independencia, passava os diaa a
bater os campos, em companbia do Dr.
Mattei ; s va a prioceza n*s horas de co-
mida. Ella, durante esse tempo, levan-
uva as suas bateras, resolvida a fazer, no
mais curto espigo de tempo possivel, o cer-
co de Sao Stefano.
Pois que cita o amava 1 E nos j sa
bemos qae, qa demoraba coro as bagatellas do platonis
mo. Amando o m rquez, quera o,, e
querendo o, havia de tel-o I Estava dis
posta a dar-lhe toda a especie de arrhas,
mesmo antes do sacramento.
Este plano era simples, mas nSo era d
fcil exe;uv3o- O terrivel c cada um nos
seus aposentos >, qae o marques tinha
tabelecido desde o principio, era por elle
observado oom. um es. rupulo desespera
dor. Apezar dos seus convites, San Ste-
fano nunca havia posto os ps no qa*rto
de Severina, e nunca ella havia transposto
a soleira do delle I
Era um supplicio intoleravel a que
aquellas msnhSs de Junbo, tSo propicias
para o amor f-lizes, tSo funestas para o
amor despresado, accresoentavam mais uro
amargor. Que era ao lado destes os
supplioios de Tntalo? Ella reoordava-se
lavras, M*rtha, soltando um grito dilace-
rante atirava-se sobre o corpo inanimado
de Perin.
Den-se entao uma deseas scenas de par-
tir o ooracSo, que sSo facis do compre-
bender, porm quasi impossiveis de descre
ver.
A moga autToava de desespero.
Senta rasgar-es lhe o coiacSo.
Longos solucos inchavam-lhe a garganta
e agitavam-lbe os hombros.
Os lamentos, as supplicas, os gemidos
sahiam-lhe dos labios n'uma coofuso que
indioava a absoluta desordem do seu espi
rito.
Espectculo de tal natureza enternecera
as almas mais selvageos.
Jacques Lagarde sentase no intimo um
pouco emocionado, e Pascal afivelando no
rosto uma mas ara de tristeza,eooBervou se
trio como u u marmore e nSo pensava ae-
nSe o>s consequenuizB certas ao que aoa-
bava de passar se.
A' cris de dor tumultuosa suocedeu uma
espicie de quietude, porque as manifesta-
(,3is ozter^res toroaram se menos ruido-
sas.
As lagrimas modas soocederam se as
gritos, aos soluyos, s palavras incoheren-
te.
M beya o -.culta n js lenyes que cobriam o
coi po de sua mSi, orou.
Pao -al ouaou levar a aua hypoc.risia ao
pouto de aj-.el ar-se ao lado della e de ti i-
gir que orava tambem.
O miseravel peruebia que era chegda a
oceaaiao de comecar a couquist.r a inoQa.
Eaperou perto de um quarto de hora ;
depola, pe^uu lbe suavemente na mSo p r>
cooUraiig-l-a a levautar-se.
oia absoluta inconsciencia, ella obede-
ceu-Ine.
D-sgracada mente, minha senhor,
diss'i lie cuiu vos que pareca aiolhada de
l.grim.,8, o golp que a tere terrivel e
uuu a tiou-ve o6r wlguma mais Ignima do
que a aua .. Loug-^ le mim o penaamento
.ie prodigalis-r loe vSs e banana consola-
v8of, qu i nao podem produzir eff it aeuSo
aubie 8 alm'.s vulg-rea... Deixe-me, en
treluuto, dlB r-lne que O BOU isolau ente
oeste muudo na reali lade menos comple-
to ao que poder p-reo-r lhe... Estamos
* sea l..do, eu ej) Dr. Tnompson.. D s
uouhe lio hoatem. .. boje am go, que
teium graaitefealiafaySo em provar-lbe a
sua dtioicac;aj .
ab p.la.raido mancebo ebegavam aoa
ouvidus da Atoo, mas nlu otfer ciam ao
b< u espirito o menor sentido.
Aoborvida isa sua immensa odr, nSo es-
cutava e, em vez de responder aos protes-
tos de dedioacSo de Pascal, nSo pie sa-
nio gagueja.*:
Minba mai .. miaba mSi... minha
pobre mili...
E os seus solacos interrompidos am mo-
mento, recomecaram com dobrada violen-
cia.
Jacques Lgarde entendeu que devia
fallar por sea turno.
A*Sra. Qrandcbamp, disse elle, sof
fren... soffreu muito... A molestia do co-
ragao estava tao adiantada, que bastoo ama
emocSj para matal-a, e poderia deixal-a
viver ainda, porm com dolorosos oppres-
b3-8, iooessantes palpitacS 8, crises onti-
nuas, finalmente, que fariam da sua ezis-
tenoia um supplicio.... NSo estar mais
feliz na calma iufinita, no eterno repou-
8j ?. Ah I a hora da separaySo hoje
ruel, sei perfeitamente I. E' am golpe
horroroso I... As chagas sangrentas do
oora$So p a recera de ver ser i n cura veis, e
alm diaso, em momentos taes, ama pesaoa
entSo, que j hara infligido esses eoppliUj^.de publicado, foi um restituido so sea
clOS ao orn 1DS Leonati ntie n tinha vi.' _-.__ _*. __..__&*.__. c__________
cios ao principe Leonati: que o tinha vis
to, como se va agora, oom os labios em^ Os manusoj-i^tos adquiridos pela casa,
logo, o peito effegante, as olhos huroidos,
a) Sos
postas, implorando am abrago
que sempre fugia, uma uarioia sempre re-
cusada, e que ella se regosijava eom aquel-
lo supplicio 1 E per^aotava a si mesma,
se nSo era a pena de TaliSo que sofFria
por sea turno, se nSo era o morto que to-
nava a soa desforra: olbo por olho, den-
te por dente, de-ejo por desejo I
Destes dramas ntimos o marquez nada
saapeitava. la viven lo sem desconfiar
pelo menos apparentmenteque, ao seu
ad >, aquella que quera tomar por mulbar,
loffria mil mor tes. Afinal, aquella incon
icenci, u aquello deeprezo desesperou
Severina, a ponto que a sua ternura se
tratiformou em odio. E o ouo de Severi-
na eri uma sentenga de morte. Uma ma
nbS San Stefano disse a Mattei:
Segundo todas as probabilidades, be
de ser para esta noite.
Depois, chamando Bob, perguntoa-Ihs :
E o homem ?
Estou espera delle, raspondea o
criado.
Comprehendeu-me bem ?
Sua exoelleuuia pode estar tran-
quillo I
Com certeza ha de ser esta noite
Val
A' noite, os tres commensaes das De-
lizie achavam se reunidos em torno da mes.
ma mesa, o marquez, risonbo, e Mattei, de
boro humor, fegundo o costume. Severi-
na, pelo contrario, ptllida e pensativa
De repente, San Stetano levou a mSo es-
querda testa ; o copo que segurava com
a mSo direita, escapou lhe dos dedos, e,
fechando os olhos c mi uma indizivel ez-
presBSo de ddr, cabio sobre si mesmo.
Mesericordia I Est morto ezcla
mou S-verina.
Nao. mas pouco lhe f lta-' disse o
doutor tomando o pulso do marquez.
Transportaran! o doeute para o seu
quarto. Severina, receian to trahir a sua
alegra, ou ser trahida por ella ficara na
ala de jantar. Mattei veie ter com ella
no fim de vinte minutos.
EntSo doutor ? pergaotou ells ofle-
gan te.
(Contina)
autor, que, naturalmente, ficou espantado.
casa,
oentof
ao auno de 1887, foraro pagos por
itenta contoa de res fortes,
alma de todo este movimento e desta
mermo negocio uma mulher, que de
iflfla aquella legiSo de trabalhadres,
sempre a primeira que se encontra no sea
posto, sendo ao mesmo tempo proprietara
e directora ; e nSo deiza o seu lugar sen
ter sabido o ultimo operario.
Nao s olha por todo quanto est no es-
tab-lecimento, mas todos os assumptoa da
redacgSo e de correopondencia es tao laro-
bem sob a diret-cSo da sua ntelligencia ,
superior. E' a Sra. Frai k Leslie e viu-
vo do Sr. Frank Leslie, fundador "'d*
ca a.
No invern de 1880, por raerte de sea
esposo, a Sra Lealie imprimi uma tal r.c-
tividade administragSo, que em pouco
tempo mudou por completo o aspecto da
vida industrial das edigo -s. As ultimas
palavras do marido foram precisamente a
recotnmendacSo a sua esposa para que se
encariegasse de todo.
Mission Floreuoe esqoeceu o sea pro-
prio nome e converteu-se no Sra. Frank
Leslie e por tal formr e com tanto talento
substituio o primitivo director, que em poa-
co tempo a c-sa adquiri o reaotna que
hoje tem.
A elucagao desta eztraordiaaria mulher
foi a base principal para poder conseguir
o que intentou. Aos dez anuos, falla va
quatro linguan, alm do ioglez ; aoa treze,
comecou a publicar alguna trabalhos ilite-
rarios.
E' eztreraameote aympathi :a ; os seos
cabellos castanhos, S seus olhos gr- n Ie3
e profundos, a sua elegancia e distincgSo,
taeem com que. vista uma vez esta roa-
ltier, nSo seja fcil esquecel a. Alm diaso,
tero a arte dos grandes oradores, para at-
trahir o interlo utor e convncelo.
Em Nt-w-Yoik, pasea per Ber uma das
seoho, as mais elegantes.
De orige.rn hugonote, nasceu no b -irra
francs de Nova Orleans," na Luiaiania.
VAfilEPADES
A editora Lestle
Ho em N-w York um edificio gigantes-
co, por cujas portas sahe insessantemente
uro ruido de machinas de ensurdeoar e
continala raultiiao de g-nt-, isto desde
pela manhS at noite.
Autores, artistas, criados, boletineiros,
entram e sabem 8'jm interrupcao.
Os carros descarregam enermas volu-
mea de papel branco, e torna o a partir
para os caminos de ferro ebeios de papel
impresso.
A c sa edictora Frank Leslie popula-
rissima em todo o mundo.
Doze public-co" -s principaea sSo edita
aas naquelle estabele :i tiento, imprimiodo,
pelo menos, am total de 250,000 ezem-
ptarea.
No anno passado iropriroiram-se tam-
bem 47 mi'lioaa de folbaa soltaa ; isto o
papel preciso cara cobrir uma superficie
de. meio mi I bao de ars. Todas as sema-
nas se empregam tres mil pollegadas qua-
dradas de gravuras.
A casa emprega seiscentas pessoas,
alen de mil esoriptores e artistas qae nella
coilaboram. Nos armazens, compostos de
cinco salSes, cajas paredes sSo revestidas
de placas incombastiveis, estSo arrecaJa-
dos seiscentos mil clichis.
N'oatra sala, arraojada em idnticas
condigSes, conservara se oa manuscriptoa,
e em tal ordem, que, dezse.t' annos de-
No
preto,
estabele 'ment, traja sempre de
com aveotal preto de 6U; nos
passeios, nos tbeatros e as reuni" -s, bri-
1*3
e pe
nSo as quer mesmo curar I
Conhec<
perfeitamente estaa angustias !.. Senti as
como a senhora, porque p r li tambem
ureaturas que me eraro. aras... e entre-
tanto coosolei-me... Ha de consoUr-si
tambem, minha senhora... Neste mundo
todo se ap-.ga, e o oeS"sp ro de boje nSo
s r, de aqui a aro anno, mais do que uma
melanclica saudade. .
O Dr. L>garde podia ootinuar por mui-
to tempo ueota liilguagem.
M-r h> nao o eacutava, do mesmo modo
que nao reculara Pascal.
Os labios da p>bre moga repetiam bai-
Zinbo, sem treguas :
Morreu miaba pibr> mSi... Morrea .
NSo a verei maia nunca mais...
Suppli'.so lbe, minha seabora, disse
Pastal; pgi-lne, em no oe do co... em
nome m sua mai, que nos ouve e nos v
da mansAo dos juatua, nao se abtndone as-
aiiu aos aos aeus pensamentos, aos qu .es
su :t-u "bir. .. E' preciso viver.. Peta
muira boioa, aua ufti ordeoa-lhe que vi
va .
Para que viver V... Estou no mun-
do. .
NSo, nSo eBis... tem amigos...
M-ittia weneou a ob 51.
Nao, disse ella, nao os lenho...
Tein-uos, siro, viato que n* aqui es-
tamos t
Martas ergueu para os dous curapliees
para oa asaaaoiuoi de sua mai, os olho* bu
ltdos de lagrimas, O no Seu oltjjir llaio-se
ae mesmo tempo a admirayo e o reconhe-
cimento pjr quila amisade tSo rpida-
mente off reoida j mas a emogSo violenta
de que a moga ae achava possuida nio ibe
pemittio responder.
Aps um minuto de silencio, Lagarde
proBegnio :
Esta noite oa amanbS, minha senho-
ra, fallaremos de ai.. do seo futuro...
Na presente occasiSo, nao podemos pensar
senSo na desgraca que a fere e as auas
consequencias... Deize-me primeiro dar-
lhe am bom conselho, e siga-o.. saia des-
te quarto.
Abandonar minha mSi 1 ezclamoa
Martha oom um gesto de desespero. NSo,
nSo, cero vezes nSo I NSo a deizarei I NSo
Babirei deste quarto senSo quando ella tam-
oem sahir. ... Ah I ; c :resc.entou a moga
Jes vairada, o senhor nSo pode compreben-
der quanto eu soffro... Se soubesse como
eu amava a minba pobre roSil Ab 1 ama
va-a com todas as forcaa de minba alma,
ardentameote, exclusivamente... Nao ama-
va seuo a ella.. Era tudo para mim,
como eu era tudo p .ra ella e agora eis-me
saiana neste mundo, visto que ella mor-
reu 1 ..
Estrangulada pelos solucos, Martha oc-
oultoa o rosto em ambas as inSas, e de-
pois balbuciou estaa palavras, que mal fo-
ram ouvidas, tao debilitada eslava a su.
vos:
- Oh I querida mamSi, visto qae ama-
damo-nos tanto, visto que Sabes que nSo
posso viver sem ti, b to boa d-pois da
tua morte quanto o er-s durante a tua vi-
da .. cnama-uie p. ra junto de ti... lva-
me comtigo... fars isso, nSo verdade ?
E atiruu-ae sobre o cadver, cobrin iodo
b ijja auas f.ces g ltdaa, molbaado de
lagrimas os seas olhis o-rradis.
J.cqu s e Paa cal cont tupiara m n'o um
lustaote em silencio.
PaBoal tomou em seguida a palavra.
- "Acal me-se minba s-nhora, disse elle
oom vos melga e acaricia iora, acalme-se,
saiip precian, e escute me. .
-""O qae poder dizar-m- T... balba-
ciou M rttia eutre os seus solugo-i.
Vou diz-r-lbea liogua^em da rasSo...
lofelismente nao temos ueste mundo nem
aeq.i r o direiio de isol r nos as nossas
r^s I npS'in se a V. Ezo. necesiila-
drs doloros -a, e nSo existe meio algum de
tug-r tu satiafajSo... O fallecim oto da
aeuhora sua mi deve ser legairo nte ve
rih.-.ado ba formalidades a preeneber...
Nao as conhego... interrompeu a ra-
pariga ; a nica que sei que minba mSi
morreu q ie eu qinz-ra morrer tambem.
Urna ves que recusa sabir deste qur
to, cotitinuou Pascal, quer, minba senhora,
que vamos chamar o proprietario do esta-
bcleciuiento ?.. Elle poder encarregar-se
Iba pelas suas esplendidas toilettes
suas oas.
As suas reunirjes no palacio Victtria fa-
zem poca nos annaes da aristocracia de
N< w-York, aristocracia do talento e do di-
nbeiro.
Quando seu marido morreu, deixou lhe
am passvo de dividas de trezentos coa-
toa fortes.
Para pagar o que devia, iropoz se, com
inquebrantavel firmeza, todo o genero de
privag" -8, exagerando por tal forma as
suas economas, que ebegou a privarse
das cousas mais iodspensaveis para a
vida.
Em tres annos, tinha as dividas pagas.
E' uma cousa curiosisBima uma visita a
esta casa edictorial. Desde a sala onde se
acham os desenhadores, at a officina dos
gravadores, desde a que oceupada pela
electropia, at das machinas de impres-
sSo, escuta io dizer que movidas por
uma collossal machina de vapor, desde as
salas edictoriaes at adminiatragSo e aos
depsitos todas sao magnificas e mais pa-
recem destinadas a recepgSea solemnes.
^Para concluir, transcreveremos algamaa
palavras da celebre editora, respendendo a
um visitante, que lbe elogiava o seu nobre
paseado e o seu prospero presente :
c Passei por duras provas, mas dava-ms
forgas o penaamento da confianga que os
outros depositavam em mim, assim como
merec a confianga de meu marido. Pare-
ce-me ter pro vado a todos, que me 11 mari-
do andou bem entregan io me a restaura-
gao do seu crdito, tendo lhe dado com
isto a melnor prova dos meas sentimentos
para com elle. >
dos primeiros paosos neoessarios melhor da
qae nos, qae somos estraogeiros e nao oo-
nhecemos a nidada.
Sim, senhor, aceito de bom grado...
responden Martha chorando ; gr,dego-lba
a delicadeza de pensar em meu lugar....
Bem o v, estou aniquilada...
Vamos cbamal-o.
E' preciso pensar tambem no aerv-
go. disse Jacques Lagarde...
No aervigo t .. repetio a orphS; de-
pois, oomprebeadendo suoitameDte : -Ah
sim... e aervigo fnebre.. o enterro..
Abalada por nova e violenta criae da
desespero, accrescentou :
Meo Deus... mea Dous... nSo te-
rei com que pagar as despezas do enter-
ro I. nSo tere com qae comprar o loto
por minba mai 1
NSo se inquiete por semelhante moti-
ve, miuha senhora, acudi Pasoal vivamen-
te ; que ao meaos preoucupagSes desse ge-
nero nao venham juotar-se sua nOr. .
Repito lbe que V. Exc. tem em dos dous
amigos... Trataremos de tudo... os fu-
aeraes sarSo igaos da morta, e nao lhe
faltarSo os vest los de luto.
Deus nSo me abandona entSo com-
pletamente, balbuciou Martha, visto que
culto ja a meu lado cocagS-s generosos...
E a pobre muga ludibriada, estendea as
mSos aos dous misera veis.
Ajudal-a-hemos em tudo quanto pu-
derroos, pros-guio Pascal. Acooaelh^-a-
hemos da me bor forma... Cont inteirs-
mente eomnosco... A primeira cousa a fa-
zer roandar-lhe o propriataro do Marti-
nbo Pescador e pedir-lhe qae piraba a saz
criada disposigSo de. V. Kx .
Martha agraieueu de novo coro enterne-
cimeoto, e os doas cumplices descerara ao
pavimeoto terreo, onde conrounicarara a
uo iuia a Bu rea u.
Eu presenta isso mamo I disse o es-
tala] aieiro, e, ptavra, aempie f^i u-lhor
que aoabasse Ueste j I.. desta manefra
teuho certeza de nSo perder nada... *
Em raso Igum o senhor correra '
risco de per iei, Sr. Lure-u, repli.i.t'u Jac-
ques. D Martha Oi-aud -bamp uma mi-
ga cUU'pridora dos aeus deeres. .
D-i coordo, porm ella nada t m I...
Na r spondrtuij* p >r ella... Toma-
mos noasa oonta as suas deapeaas.. .
Mas o o a breca I. .se aasim 4, vai
tudo n'uui mar de rosas.





~vt

I
V
i Continuar te ha\
Typ. Uu i/uiru iu. Ujiju- ae Uiiuau. *
-*:: It^M-


Full Text
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