Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19231


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Full Text
1110 LIIT ----- KGIfilO S5

V
.



f
- -I

v-
X
PAR .4 CAPITAL E K<.\RKt OMi: WO SE PA4A PORTE
Por vret meses adiaatados............... 6)5000
Por seis ditos dem................. 120000
Por on mido idem................ 230000
Cada numero a valso, do mesmo dia............. #100
DIARIO DE
QUm -FEIBA 7 DE MARGO DE 1888
PAHA DENTRO E fORI DA PROfNCIA
Por seis meaes adiaatados.............'.
Por nove dito* idem................
Por uon anno idem................
Cada namero avulso, de diaa anteriores........ r .
13|600
200000
274WOO
0100
RNAMDUGO

Proprie>a>.e tft Janoti J\$ncixia i>c aria tt /til)os

Os Sr. Amede Primee A C
de Paria. so os nossos agentes
exclusivos de annunoios e pu-
blicaras na Frasea e lujla-
terra
TELEGRAMAS
SERVIDO PARTICULM DO DIARIO
RIO DE JANEIRO, 6 de Marco, s 3
haraa e 42 minutos da tarde (pela liaba
terrestre.)
O nimos estSo mais serenados.
Hontem, no assalto dado ao porto poli-
cial de Botafogo, nao houve mortes, como
ic propalou.
SERVIQO OA AGENCIA HAVAS
(Servico directo)
PAR/,jijle Marjo a tarde.
O gen Tal Boulanger dirigi urna carta
a. ministro da guerra na qual desapprora
completamente a sua candidatura depu-
tayo presentada pelo partido radical.
MADRID, 6 de Marco.
Ruis Z >rriHa acaba de dirigir um ma
infesto poltico a seus partidarios e acon-
selha aos verdadeiros republicanos a per-
seguir a luta eleitnral e faz sobresabir a
incompatibilidale que existe entre a tao-
narchia e a democracia.
BERLIM, 6 de Marco.
S. M. o Imperador da Allemanha acha-
se seriamente indiaposto; seu estado ios-
pira algumas inquietado1 s.
SAN REMO, 6 de Marco.
O principe Guilberrce filho de Kron-
prio JA voltou para Beilina.
BUCH.\REST, 6 de Marco.
O gabinete roamano den a sua demissao
c>.lectiva. Um novo ministerio acaba de
ser formado sob a presidencia de M.
Gbika.
(Servico pela va Norte-Amrica)
DUBLIN, 5 ds Margo.
Acaba de produair-ae urna discordia no
partido dos nacionalistas dos partidarios do
Ihme-Ru e.
ROMA, 5 de Margo.
Mr. Crisp presidente do gabinete orde-
nea ao embaixador da Italia em Paria a
pedir um severo castigo contra diversos
soldados da guarnicSo de Modane (Saboia)
que obrigaram os empregados dos earoi-
r.hos de ferro italianos a ajoelharem se dian
te das bayonetas.
PARS, 5 de Mrco.
"Avisos de Mxdagascar annunciam que
um tufo acaba de causar uns vinte nau-
fragios.
CAIRO, 5 de Margo.
Os sadanezes atacaram a guarnido in-
gieza de SaU.kio.
As tropas repelliram os aggressores.
Agencia Havas, filial em Peruambuco,
5 ie Margo de 1
A rainha vinva ndava, porm, apaixonada ha
tnuito lempo por um cistelhano, o conde Andeiro,
que frua em Portugal importancia, extraordinaria,
j pelos favores do D. Leonor, j4 per urna familia
poderosa, que fizera vir de Caatella, ae enriquece-
r, preatigiara e privilegiara no reino.
O povo de Liaboa atemorif ou a rainha, que aban-
donon a capital. D. Joio apreaentando lhe aaaa
homenageat, matn com seu braco o conde Audei-
ro as propriaa pacos, e quaai i vista de Leonor
Tellea. A revolucSo comecava, o povo de Lisboa
proclamoa governador do reino o Mestrc de Avia.
A rainha reclamou soccorroi de Caatella para sus-
tentar seu* direitoa de regente a os de sua filha
como berdeir* da cora portuguesa.
D. Jo Jo I de Caatella invadi Portugal com um
exercito numeroso e perfeitamente preparado. O
exeteito caatelhano nio encootrou resistencia quaai
ate aa portas de Liaboa, am enjos muroa ae encer-
rara o roeitre de Avia. Todo qnauto era caatelha
no e gallego ae declarara contra Portugal; aa pro
pria nobresa portuguesa, e no sen clero, grande
parte, a maiona talves, tomcu partido por Caatella
porqne representara o principio da legitimidade.
A idea deque as ioBtituieespsrtagnesasexcIuiam
do toiono os principes eatrangeiros nie estava
fixada e nem reconhecida em Lisboa. A fbula
de Cortes de Lira go, ao proclamar Aflonso Heo-
riquea a independencia, lora a inventada muito
lempo depois e pula primeira vez publicada pelo
ebroniata Antonie Branda). D. ffjnso Henri-
quea nunca convocara Cortes ; foi seu neto D. Al-
fonso II o que iniciou eate coatume em Lisboa,
reunindo aa em Coimbra em 1281, e seas sncees-
aorea urna ou oatra ves e irregularmente as cha-
rnavam quando tinham neeeasidadc de eus servi-
cia : antes do lempo do Meatre de Avis, poneos
quasi nenhuns populares eram convidados para
ellas ; em geral se coapunham da nobresa e cle-
ro at essa epocha. Para se repellir a renniio de
Portugal c.m Caatella, a urna rrvoluc >, e essa
propagava-se entre ca portugueses.
O Mi-stre de Avis conseguio nao s defender
victoriosamente Liaboa, como obrigar os castelba-
dos a abandonar o cerco da capital da monarchia.
Attrahindo a aeu partido vanoa goerreiros famo-
so, entre o* quaes Nono Alvares Pereira, atirou-
se sobre os castelhanos com a maior galhardia.
Coroen-lhe a fortuna oa esforcos. Derrotou seu
rival O. Joio I de Caatella na famoaa batalhs de
Aljubarrota, expellio-o por fim de Portugal, bem
como a rainha viuva Leonor Talles.
{Continua.)
PARTE OFFICIAL
Ministerio do Imperio
Foi nomeado reitor do intrnalo do Im-
perial Collegio de Pedro II, o couselbeiro
JoSo Capistrano Bandeiro de Mello.
Fu rain agraciados : com a commenda
da ordem da Rosa, o brigadeiro graduado
Manoel Francisco Coelho do Oliveira Soa-
rea ; e com o habito de Avia o capitSo do
7a b'-.talbio de infantaria D. Joaquim Bal-
thazar da Silveira.
Pelo ministerio do imperio foi expe-
dido este aviso :
t Declaro a Yin., em resposta ao seu
ofta' i n 25 do corroo** mes, qae appro-
vou o progrmma geral do enaino e o ho-
rario das aulas do imperial Collegio Pedro
II organiaadoa pela respectiva congrega-
cao, a fim de ser v ir m nesse anno lectivo,
devendo, para compnmento do que dispoe
o art 10 do decreto de 1 de Marco de
1876, mencionar se no mesmo programo,
alcrj dos livroa escoltados para as aulas os
que t a de servir nos exames de lmguas,
observada a recommendcjlo constante do
aviso de 2" de Outubro do anno fiado
quanto s obras de difficil acquiaicao.
Nos termos do aviso de 17 de Margo do
referido anno deve ser por essa inspectora
formulado o programma que ba de servir
nos exames geraes de preparatorios, o qual
depois de publicado sera demora no Diario
Offieial, ser logo distribuido s provin-
cias.
Finalmente, fica Vui. aatorisado a re-
icotter os referidos programmas Irapren-
8a Nacional, a cojo administrador aa pro-
sete data expec> aviso, a fim de serem
represaos com urgencia nos ezemplares
avalaos que forera necessarios.
Deub guarde a Vm. Barao de Cotegi
pe.Sr. inspector geral da instruce&o pri-
maria e secundaria do municipio da corte.
as
Ministerio da lostlea
Foram nomeados procuradores da corda:
e desembargador Jos S-gundino Lopes de
Qomeosoro para a reanlo do Para e o
des 'tnbargador Americo Vespacio Pinbeiro
Prado para a de S. Paulo.
Foi nomeado presidente da relac&o do
Maranbo o desembargador Joaquim da
Costa Barradas.
mwm popole
SA^TUDOS. il E
imiaAiA
DE
PORTltiAL E BRAZIL
PELO
Conselheiro Joo Manoel Pereira da Silva
ni
(Continuad o)
Para D. Jo2o viren se o povo, equantoadeaeja-
vam rei portugus, afim de ae uo perder a na-
ciooalidade e autonoma de Portogual, e nem vol
tar o pan aitnacjlo de proviacia de Caatella.
NSo aeria poaaivel corroaaper Leonor Talles, c'
sendo-a om D. Joio, e reconbecendo-os sobera
nos de f ottagal ?
tliniHterlo da Guerra
Forvm tranafitridos : para o 1 batalbSo
de artilbaria o 2o tenante do 2 baUlbao
da meama arma Domingos Jesuino de Al-
buqaerqae Jnior ; e para o 1* regiment
de c.vallara o oabe de esquadra da eom
panbia da meama arma da provincia da
Babia Agostinbo Francisco Rea dos San-
tos.
Foram classifioados nos corpos abaixo
declarados os segrales offioiaea subalter-
nos promovidos por decreto de 22 do cor-
rente :
Arma de artilbaria. No ';' batalblo o
1 lente Tbomss Cava lean te de Albu
qnerqur, e no 4 o Io tenente Francisco
Emilio Paes Brrelo.
Arma de cavallarie. No 1 regiment
os tenentes Francisco Manoel VelUsco e
Fdisbino Antonio Datra, e no 4 rgimen
to o tenente Alfredo Pinbeiro CorrSa da
Cmara
Arma de infantaria. No 2 batalbeo o
tenente Antonio Nunes de Salles, no 4 o
tenente Jos Joaquim Teiieira de ftouza,
Jos Xavier dos Aojos e Ral Pedro
Drummond Cabrita ; no 17a o tenente Joa-
quim Alejandrino Villa Surte, e no 20
tenente Carlos Pacheco de S.
Foi nomeado para servir na es ola d
Aprendices Marinheiros da Parnahyba o 2'
cirurgi&o do corpn de aaade do exercito.
Dr. Manoel Lopes da Silva Lima, que
desembarcar do cruaader Primtiro de
Marqo, fiando sem efleito a nomeagSo do
2o cirurgiJ do referido corpo, Dr. Ale-
xandre RenalJy.
Foi reformado, a seu pedido, com o sol
do de capitSo de mar e guerra, o capitSo
de fragata Desiderio Celestino de Castro
Jnior, por ter mais de 35 annos de ser-
vico e soffrer molestia chronic e in
curavel.
Foi transferido para o Io regiment de
artilbaria o 2* tenente do 3 batalbSo da
meama arma Joaquim Severa dos Santos.
Mandou-se continuar addido ao 13* ba-
talbSo de infantaria, at segunda ordem, o
tenente do G da meama arma Francisco
Jos Velho.
- Foi mandado desligar de 2o regiment
de artilbaria o 2a tenente do 3 da mesma
arma Manoel Jos Alves Ridrigues-
Foram promovidos:
Arma de ca vallara.2 regiment A
tenente-zoronel graduado, o major Bernar
dio Rodrigues de Mosquita ; a major
graduado, o capitSo Jacintbo Ferreira da
Silva ; a capitSo, o tenente Manoel Auto
oio da Cruz Brilhante, por estados, para a
Ia companbia.
3" regiment.A tenente coronel, o ta
nente-coronel graduado Pedro Jos Bufino,
por antiguidade.
1* corpo A major, o capitSo Antonio
de Cerqueira, por antiguidade ; a tente
da arma o alferes Z ferino Horacio Mar-
cellioo, por antiguidade.
Foi promovido a Io cirurgiSo-oapitSo o
2* cirurgiSo-tenente Dr. Jos Gomes do
Amaral.
Foi declarado sem effeito o decreto
de 8 do mez prximo paseado, que nomeou
2o cirurgiio o Dr. JoSo Jos da Cruz
Dreys, visto a-.siro o ter pedido.
Foram nomeados segundos cirargiSes
os doutores em medicina Artlmr EduarJo
de Seixts e JoSo da Gama Castro.
Foi transferido para a 2a claase do
exercito, fioando aggregado ao corpo a
que pertence, de contoraiidade crin a iuv
periat resolucSo de 1 de Abril de 1871, o
1 cirurgiSo Dr. Bernardino da Silva Ba-
bia Qualter, que foi jalgado incapaz do
servigo exercito.
Foi transferido para a 2a claase do exer-
cito o tenente do 5o batalhSo de infante-
ra, Ricardo Antonio Baptista, julg >do inca-
paz do servico do exercito por soffrer mo-
lestia incuravel
Companbia de infantaria da Parahyba.
Pelo ministerio da guerra foi determina-
do que o commandante das armas de Per-
nambuoo nomai am capitn para aaaamir
at ulterior delibera95o do governo o com-
mando da companbia de infantaria da Pa-
rahyba e bem assim que regresse para a
provincia da Parabyba, onde aguardar
as ordena do dito ministerio, o cspiSo Joa-
quim Pedro do R go Barros, podendo de-
morar so entretanto 30 dias na de Per
nambuco.
----------------jeaei
Kepartlcio da Folela
2* suato. -N. 188.Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 6 de Marco. de
1888 Illm. e Exm. Sr. Partidpo a V.
Exc, que foram hontem reoolhidos Casa
de DetencSo os seguint-s individuos :
A' minba ordem, JoSo Antonio Nepo-
muceno, conbecido per Beraldo, Manoel
Thomaz do Nascimento, Rymando de
Souza Vasconcelos, JoSo da oilva Gui-
marSes e Jesuino Jos Martina, por dis-
turbios.
A' ordom do Dr. delegado do 2 distric-
to da capital, Lupcioio Lourenco Carneiro
Torrea e Alexandrino JoSo Pereira de Je-
ss, p-ir disturbios.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recifa, Francisca de Souza Marques,
por offensas moral publica.
A' ordem do do 1. districto de S. Jos,
Guilberme Francisco Martina, DamiSo Le-
us, Ambrosio de Souza, Ildefonso Goncal-
vea de Cerqueira e Floreado Antonio de
Cerqueira, por disturbios.
A' ordem do do 1 districto da freguezia
da Boa-Vista, Vi tal i no Jos da PaixSo,
JoSo B.ptista de Abren e Salvino Pt reir
daa Neves, por disturbios.
Ouviodo o subdelegado do 2o districto
da fregoeaia de S. Jote, acerca do que a
l na Oazetilha do Jornal do Recife de 3
do coireote, aob a epigrapbe- Polica
louca, foi informado o segninte : paasan-
do no dia antecedente pela ra Imperial,
um individuo montado a oavallo, a vender
verduras, e/proferindo palavras oncenas,
foi por isso admoestado por um guarda c-
vico qua estava no posto do quartel do
destacamento daqutlle districto
Esse individuo proron>pea entSo injurias
contra o guarda, que deu lhe voz de pri-
aSo ordem .o referido Sr. subdelegdo,
ao que depois o mesmo individuo deitando-
se na calcada, ah se eonservou at que
appareceode nm outro guarda conseguiu
levantal o e condnzil-u a casa de Deteocio,
sendo posto em liberdade momentos de-
pois.
Affirma aquello subdelegado, que nSo
bou ve espan-amento algurn.
Participou me o delegado do ter.-- o de
S. L .uitDgo da Matta, que hontem a 5
horas da tarde, e em trras do engenbo
Quizanga, foi encontrado, Tertuliano Mar-
tina com diversos tenmentos."
O delegado tomou cenbecimento do fc-
to, fez proceder a viatoria e abri sob elle
o-competente ioquerito.
No da 28 do mes passado, o delegado
do termo de Taquaretinga, acoropanbado
do promotor publico, do cacrivSo e do
respectivo oaroereiro, fea a visita na ca-
dda, onde eocontrou 5 preaoa, aendo 3
pronunciados e 2 sentenciados.
Nenhuma reciamacJo fizeram.
Hontem o subdelegado da freguezia da
Vares, fez remeasa ao Dr. juiz de direi-
to do 5a districto criminal do nqaerito po
lcial, procedido contra JoSo Baptista dos
Santos, por criare de ferimento grave.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza LeSo,
muit3 digno vicepresidente da provincia.
O obefe de polica, Francitco Domin-
guu Ribeiro Vianna.
Th eso uro Provincial
ds8pachos do dia 6 de mari,o
7 de 1888
Manoel Jos de Almeida. Informe o
Sr. administrador da Recebsdoria Provin-
cial.
Candida Francisca de Menezes Moraes,
e Mara da Purificacao Silveira, Fa^am-
se aa notas da portaiia de lioecca.
Ponto da secretaria da Asembl6a.Ao
Sf. pagador para os de vid os fins.
Manoel Germano de Azevedo.Certi-
fiqur-se.
Mara Candida de Figueir-do Santos.
lija vista o Sr. procurador fiscal.
Antonio Soarea Raposo. Satisfaca a
segunda parte do despacho anterior.
Irmaodade de Sant'Anna Iaforme a
comraissSo.
Agostioha Ferreira do Amaral e oonfra-
ria do Amparo de Olinda. Jntese copia
das mformarcSes.
Dr. Maacel Raymando de Araujo Pinhei-
ro Anna Cesar de Almeida Pesaos, Maria
Ignacia de Jess e Maria Franca Bezerra
Cavaluanti. Regstrese e facara-se os ss-
seotamentos.
Vulpiano Jos de Mello, Companbia San-
ta Tiierezi Joaquim Luiz Teixeira. Iufor-
me o Sr. contador.
DIARIO DE PERHAHBGO
REQFE, 7 DE MARCO DE 1888
Motielas do Pacifico, tilo da Pra-
(a e sal da Imperio
Q paqu-'te americano AUianga, ebegada do sol,
trooxe as segnintes ooticiaa :
ppinco
Datas telegrapbicaa at 23 de Pevereiro :
O reconhecimento, pelo governo do Mxico, da or-
den de cousas em Guatemala demouatroa o nenhum
fundamento doa boatos de taita de harmona entre
as doas nacea. A folha mexicana El Partido Li-
beral, tratando deste aasampto, disse qae a se qual
quer duvida podesee dar se anda a tal respeito,
baetoriam para dasipal-av os termo do convenio
aaaarnHaar oalebrado, eaa flnasaaaaia, ocre oa re
praentaates de ambos oa governo para cortar
diffieuldade interoacionaea e continuar o cultivo
de francas e cordiaes relacoea de smisade. a
Sendo este o estado daa cousas entre oa dnaa
repblicas, carece, eom effeito, de base qne a jus-
tifique a aaaercio ie que oio seria difficil nm
col ti cto entre ellas.
As repblicas de Costa Rica e Nicaragua aujei-
taram a d-cieo arbitral do presidente dea Eta-
dos-Uoidos da America do Norte as seguintes
quest s : 1 se 6 valido o tratado celebrado peles
dus goveraos em 1858 ; 2.> no caso de ser valido
o tratado, se Costa Bies tem dlreito navegacio
peto rio San Juan, quer por navios mercantes,
quer por vasos de guerra.
O luteresse qne eata questo tem para os Esta-
dos-Unidos que, ae se fitsrem os limites no sen-
tido das reclamacoea apreaentadaa por Nicara-
gua, ficara todo o tracado do propoato canal de
Nicaragua entre oa limite deata repblica, e se,
pelo contrario, ae der ras&o a Costa Rica, eatl
focar com juradicc&o sobre um banco do rio
San Juan, que formar parte do canal pro-
p>sto.
Acerca da conatrnccSo deste canal, tantas ve-
tes preje. tado e que parece empresa easencial-
mento attractiva para o povo norte-americano, in-
formou o engenheiro Menocal que, o canal facti-
vel, cuitar me no de 65.UO.0OO. reqoer tao
comente 39 milhaa de canal em toda a distancia
de 175 militas existente! de Ocano a Ocano, e,
embora seja necesaario vencer difficuldades de en
genbaria, nenbuma dellns absolutamente formi-
davel.
Tmba chegado ao sen destino a primeira expe-
diedo de eog.-nbeiros, que foi recebida eordial-
meote, oSerecendo-se-lbe toda a sorte de faaili-
dadea por autoriaadoa representantea do gover-
no.
Na Bolivia, publicou-as por bando um decreto
prohibindo a exportacao de meeda nacional; po-
dendo oa viajantes levar eomaigo at 500 bolivia-
nos fciotnte.
lo da Prla
Dataa de Buenoa at 24 e de Montevideo at 25
de Pevereiro, e telegrapbicaa at 28 :
O diario portenho La Nacin reitera e confirma
aaaa graves accosicoes eootia a adminitraco
municipal e pedem que o aecusem judicialmente
para dar provaa publicas da veracidade de auas
accus"caes o denuncias.
El Diario, ds Boeuos-Ayres, tornoa-se echo do
boato de serias controversia entre as commiSaSes
argentina e brasileira de limite em Moaftas ; maa
na opiniato geral a noticia careca de fundamenta.
Um telegramma expedido de Buenoa Ayre a 18
e publicado naa folbaa de Mootivido da tarde do
mramo dia dis que terminaram o trabalhos das
commistS s de limites em Mitades e que o coronel
0rmedia e o Bario de Capanema iran capital
argentina.
Na Repblica Argentina foram eliminados do 6o
batalbao de infanteina todos os officiaes que se de-
clararan) contra a eommaodante Espina. Este foi
posto em lib -rdade.
Ao Diario, de Buenos- Ayres, que deu as deaa-
gradavea uotivias acerca oas commisaoea de limi-
tes em Miioei, reapondeu La Nation :
Tambem conversamos detidumente sobre este
aosnmptocom o tenente coronel Ramos Aberastaim
Oio o qual delicadamente se apreaentou no nossu
estabeleeiiaennto, pedindo 00a a rectificacio das
noticias dadas.
Nio exacto, segando diese, qne jamis ti-
tate havido nenbuma diffieuldade entre {aa eom
misados argentina e braaileira, pois eteruamente
reinou entre ells a maior e saai* franca eordiali-
dade, ajudaodo-se mutuamente em todos os casos
que loram neceasarioa.
E aereseenton que a eoanseio argentina esta-
va em dnvida com a brasileira pelas omites atten-
edes e fioesav que ibe dispeoaaia, ebegando em
nouitas occbsioes a aalvl-a de apuros surgidos
no trabaibo o costeando aos seus officiaes a gran-
des distancias para reeeberem os auxilios de que
crcesBitavnm.
O procedimento da comosissao brasileira para
eom a argentina, assim como das anioridadrs de
todas as p ivuacd do Braail pora eom eada unr
dos mroubros da eusnaaiasao aigeutioa, foi ato aa-
tiafatono como exceden em selo e bja voatada a
toda a esperan,-', de ampia e generosa bospitali-
dade. a
El Amigo del Pueblo, de Concordia, publicou o
seguate, ea artigo edictorial :
t Mais de 4 000 argentinos jviram-se obrigadoe
a emigrar de Missoes para o territorio brazileiro
porque depois da diviso que se fes das trras
daquella secSo da repblica, em grandes herdades
de 80 legaaaa, de t> para o general Rosa e seu
irmo de ceutos de leguas, foram corridos os po-
vooadoies Atases territorios pelos novos proprieta
rios e os argentinos que eatavam de poase daquel-
las trras e que a longaa annos estavam tirando a
subsistencia m o suor de seo rosto, fugiram,
abandonan lo os aens lares para constitnil-o de
novo entre os nttsos inimigos tradicionaes.
E,(vergonba l) us, argentinos, que attrahi-
mos mentalmente mil immigrantes, nao fomos ca-
pases at agora de crear o aentimento nacional ni
Alto Uruguay, na parte do territorio que confina
coas o Brasil, e proteger ao nacional, como prote-
gemos o colono estrangeiro.
. Fizemos mais; propoadomos para o^despovoj-
ment de Missoat. Hoj* atravessam-ae aqoelles
lugares, centrosjde num rosas populacd s antes do
serem teparades da provincia de Corrientes, sem
que um sigoal qualquer indique ao viajor a proxi-
midade de agrupameotos human>s e grandes ex-
tenedes sSo percorridas sem encontrar c utros ves-
tigics que nao sejam os de animaes ferozet
Em compensac&o, oa margeno oppotta, bord >m
as costas ncleos populosos e grandes e pequeo
estabe'eimootos de gado e outras industrias for
mados com elementos argentinos, que desgracia-
damente, se tivessemos de combater os brazileiro,
estariam do lado d'eases c na 1 do notso, ae bem
que os brasileiros Ibe deram a trra que os seus
coucidado! Ibes abandonaran). E'crivel? D.
Budeundo Roca, governador daa Miaaes, prohiba
a elabjraco da berva. Nao tem desembaracado
os seus ceotcs de leguas de campos e para evitar
que lhe cortem alguma arvore, corta pela tais e
prohibe a industria hervanaris.
E' trate e causa pena a nm jornalista argen-
tino ter que consignar estes factos de brutal e
acanhado auteriturismo, mat preciso publica!-os
para que se procore caustical-os.
a O Amigo del Pueb'o, que trata sempre de
tedas as questoes de ordem publica o que disem
respeito aos interesaes geraes, ba de proseguir
tratan la des.e importante assumpto ; a necesaida-
de de que ae nacionalise o Alto-Urugnay com a
colonibacaa, a industria e o fecundo progresan.
O senado da Repblica oriental do Uruguay
regeitoo, depois de breve debate, a mocao do sena-
dor Paulier para que aquella cantara tomaase em
eoneiderac&o a informaco da commissao perma
oente acerca da peticao do general Mximo Santos,
para qne se revogasse o acto qu o baniu. D s 18
senadores presentes, votaram 14 contra e somente
4 a favor da mocio
Tratando deste assumpto, dis El biglo, Jem ar-
tigo edictorial:
Foi a sal vacilo publica, foi esta suprema n'-
cessidade de pas que sent esta repblica, que se
invocou pelo governo e que justifi ou o procedi-
mento das ce mares.
- Comprebendemos quanto nm governo mal
in:encionido e pouco escrupuloso pode abusar
desaa auprema le ; reconheca-se, porem, tambem
qae muito diffiui que ara pas si acn as con-
dujo b espeisialissimas deste e que neubum bomem
sensato pode davidar de que a presenca do gene-
ral Santos poria em graviasimo perigo tudo quanto
te tem adiantad.-.
Se o general Santos nio fotse perigoao sena
por si meamo, mo Ibe attnbuiriamos tal impor-
tancia.
Desgracadamente, poroi sombra do sen
governo corruptor se forma e organisoa ama
pbalange de horneas dispostos a deixarem se cor-
romper.
a Essa pbalange nao perigosa emqasnto e
general Santos se conservar ausente ; no momento
porm, em qpe viesse de novo se estabelecer na
toa estancia do Colorado, essa estancia, querendo-
o Santos ou mesmo sem o querer, se convertira
em um foco permanente de conspirado contra o
governo e contra a actual ordem de cousas. E'
necesaario estar ceg para nio ver isto claramente,
e nao nos parece possivel que aa novaa cmara
dcixem de o ver.
So a aasembla anterior, composta quasi na
aua totalidade de creaturas de Santos, nio achou
inconvenistrte votar o desterro daqielle que tinha
sido declarado o ebefe nato do partido colorado,
muito manos ae pode duvidar de qae as cmaras
actuaea, oas quaes ha elomeut03 completamente in-
dependan tes do lantismo, reconhecam a necesai-
dade de qae eoatiuae elle arredado do pas ; e
aqoelles que conservara ainda amisade ao sea a li-
tigo chefe e tem em grande cent a o tea patriotit-
mo, procederiam acertadamente persuadindo-o de
qns o melbor ter vico qae ple prestar sua pa-
tria conaerv .r se longe della, nio prturbar com
toa prsenos a pas, a ordem e o progresio qne
conatilaem boje a auprema aapiracio dos partidoa
e doa bomena verdadeifameo'-e patriotas.
Na cmara doa repreaentantes o Dr. Carica Ra-
mrez interpellou o ministro da faseoda acerca de
eentraliaaeio de rendas departamentaes. Depois
das expiicacoes ministeriaes foi adoptada a se-
gninte mocio :
A cmara, rendo ouvido as nLrmacoe do
Sr. ministro da faten Ja, espera que o poder exe-
cutivo derogar o decreto de 12-de Julho de 1886,
na parte qae se refere i centraliaacio daa rendas
departamental a a, com 0 accrescimo,- sem que
isto importe censura ao geveroo pedido pelo
ministro da fui-oda.
Tornou-se publica a decsracio feita ao minia
tro dos negocio eatrangeiroa p ;Ij Dr. Gronaalo
Ramires de qae nio aceitava a legacio do Rio de
Janeiro.
) senado da Repblica Oriental enven acama-
ra do depurados a petico do general Mximo
S>ntoa solicitando a revogacio do decreto qne o
banira do territorio uruguayo
A junta sanitaria de Mootivido, informad
de qne no Rio de Janeiro se tinbam dado caaos
fataes de tebre amarada, reaolveu sujeita' a
ooservancio aauitaria, nos termos da convenci
internacional, aos navios procedentes do nosio
porto.
. __ Na cor tejo ram publicados estes telegram-
maa :
Buenos-Ayres, 28 de Pevereiro (atrasado)
O premio oo oaro 51 i0
O intendente reconbeceu terem verdaderas as
accuaacddS formuladas pela Nadan.
2 de Fev-reiro
O premio do ouro 49 3|4 |a.
La Prensa anooncou que o trabalbos dasrom-
mito.-a de limites foram suap ns_-t de comnoum
aecordo e que brevemente a questio ser tratada
diplomatie-mente.
O Mitre Vvdia, filho do conhecido general II.
Barthoiomeu Miire e um doa direetorea da Na-
cin, foi eleito preaidente da Assoeiscio da Im-
pr-usa.
As oegociaoo^s diploaaaticaa entaboladaa entre
os govein a argentino c oriental para urna cun
veugio sobre oa pbarea do reapectivo littoral vio
bam eucaminbarta.
Montevid : 28 de Fe.vereiro (atrasado)
Consta que D. Blaa Vidal vai aer nomeado mi
niatro plenipotenciaria jauto ao governo brasi-
lero.
Rio rande to Bul
D tas at 11 de Pevereiro:
O Echo do Sal, em dala d 21, publica a repre-
aeni-vo que a Asaad-olo C >m oercial do Rio
Graude val dirigir ao giveroo imperial, relativa
a)rot*i t obras da bairas geral da pr.vineia.
Provocar a solacio iminediats do grao le pro-
blema da abertura da barra, ou mais explcita-
menteconseguir que o poder exeeutivo seja aa-
torisado, eomo na primitiva le, a realisar o com -
mettimento por sua conta, adjudicando as obras
por empreitadas parciaes no em urna s empreita-
da, enrreodo as meama sob sua fiscaltsacsg: tal
o objecto principal da actual representacio; tal
o detidaratum da corporacio commercial daquel-
la cidade.
Um telegramma transmittido de Algrete
para a capital da provincia cemmanica que o Di
Saboia, promotor publico daquella comarca, dis-
psrou dous tiros de revolver em um individuo que
all excrce a profiasio de procurador.
O cffeusor foi preso, sendo ignorados os me'i ve
do crime.
' A imprensa de pelotas pugna activamente
pela creacao de nm hospital para criancas, idea
que foi saggerida pela espantosa mortandade que
ultimameite tem dizimado aa criancas naquella
cidade.
A iniciativa, qae est sendo secundada pelo Cor
reio Mercantil, pertence ao Diario de Pelotas.
Em Bag occorreu no dia 17 am desastre
de que foi victima o oriental Taborda, septuage-
nario, e qae assim narrado pelo Independene:
Tendo o pardo Epsminendaa sellado um ca-
vado de carro, deixon-o solt dentro da coebeira
para ir ver um objecto.
a Nesse interino, e animal assustou-se e dispa-
rou pela ra fra, com tanta infelicidade qne dea
am encontrio no infeliz veibinho Taborda, atiran-
do-o sobre nma calcada da ra Oeneral Sampsio
em frente ao mercado.
a Foi tal o golpe recebido do animal que par-
ti lhe urna perna em dous lugares, e com a argo-
ts do tiro abrio-lbe umt brecha na cabeca.
a Levado o infeliz j moribundo para a casa de
Dr. Leovigildo Carvalbo, para receber os priuoei-
roa soccorros, expirou instantneamente.
So Diario de Jaguaro encontramos a se-
gninte nsrracio dos succeaBos occorridos naquella
cidade nos das de carnaval:
No domingo, primeiro dia de carnaval, pela
maobi, apresen tan se em frente cass em qae re-
siden! o jaiz de direito e promotor poblico, ama
forca de 20 praess de infantaria commandada por
nm alferes, que declarou ao Dr. Jogueira qae a
torca era deatinada a guardar e proteger o jais de
direito e promotor publico da comarca, per ordem
do ccmauaidante da gusrnicio, tendo rocebide
tambem ordem para nio consentir qne peasoa al -
guma entraase naquella casa sem ser previamente
revistada, e mandar acompanhar cada am daquel-
les fanecionarios, quando aahissem rus, por am
cabo e qustro prscas-
a O juiz de direito, sorpreso com o appareci-
mento da forca, fes saber ao brigadeiro Astregil-
do qae a dispensava e desejava qae ella se reti-
ras se, ao qae o com mandante da guarnicio res-
ponden que nio mandava retirar a torca porqne
estava cumprindo ordena auperiorea.
Cotuparevendo logo depois a cavallo o Sr. As-
trogiUo, formada a guarda, mandn carregsr as
espingardas e retiroa-se.
e O Dr. Nogueiia pedio ao alferes Portella, que
commandava a guarda, que mandaase recolher os
soldados ao pateo de sua casa para evitar que_c
espectculo da forca armada attrahissc a attenco
publica, no que consentio o mesmo offieial.
Tendo sciencia deste tacto, mandou o com-
mandante da gaarnicao imsediatamente que o
mesmo offieial se recolbesse preso e o sabstituio
por outro, determinando qne a guarda se conser-
vasse ostensivamente em frente casa. _Derter-
Usua BLUlfUuBa em ca-
uiluou mala que se puSt
da canto da qaadra para impelir que por ella
transitassem mascarados e pessoss a cavado.
a No comprimento das ordena recebidas, sempre
que o jais de direito e o promotor publico sahiam
a ra, eram acompanbado cada um delles por cin-
co prscas !
< O juit de direito telegrsphou so presidente da
provincia reclamando contra aqaelle veame a qae
o subm-.-ttia o commandante da guarnicio, mas o
telegrapho achava-se nterrompido pela trsvoada.
a No dia seguate, pela manbi, foi a gnarda
rendida por oatra, sob o commando de nm tenen-
te, o qual enmprio risca as ordens recebidas.
Todos os cidadios que entravam em casa do juis
eram revistados, e o jais municipal teve de reti-
rar se para nio expdr se aquella inspeccio, visto
haver-se lhe declarado que a ordem recebida era
para revistar a todas as pessoss, sem excepcio al-
guma.
O tabelliio Mrcal, tendo sido examinado na
uocasiio de entrar em casa do jais de direito, foi
ao sabir preso pelo commandante da gnarda sob
pretexto de haver tentado peitar a aentinella.
a "O Sr. Marcal refugiouse no hotel prximo
onde se achava hospedado o Sr. Jos Bonifacio da
Silva Tavares. Vendo este que os soldados cer-
cavam o hotel para fazerem effectiva a prisio
daquelle ordem do commandante da gaarnicao.
tornea o expediente de dirigir-ae casa de juiz de
direito para impetrar ordem de habeos corptu em
favor do tabelliio.
a O 8r. Tvares entrou sem se haver submet-
tido ao came previo, e, teado o jaiz de direitc
mandado chamar e tabelliio Burlamaque para ex
pedir-ae a ordem de habeos corpas, dirigi se c
mesmo aesidencia do juiz, o qual expodic
aquella ordem.
a Tendo sido esta intimada ao commandante
da gnarda, recuaoa se o nr&mo a dar lhe execo-
oiq, declarando qae elle all s recebia e campria
ordens do commandante da guarnicio .
a Quando pretenda retirar-se o Sr. Burlama-
que, receben voz de prisio do commandante da
guarda aob o pretexto de haver entrado em casa
do jais sem te haver deixado revistar ; pelo mes*
mo motivo receben tambem voa de prisio ao reti-
rar se. O Sr. Jos Bonifacio Tavares, qae conse-
guio refugiar se no hotel, em que resida
a Duaa boraa depois, mandn o commandante
da guasnioii ficar sem tff ito as prsoes, cesande
entio o constrangiment phyeico em qne se acha-
sasi aquel lea cidadios presos ordem do com-
mandante da guarnicio.
a Depois dettes e de outros episodios vrrdadei-
rameote carnaval'seos, por ordem superior, ao
andtecer, mandn o commandante da guarnicio
retirar a guarda, pondo -se termo ao estado de sitie
om que se aehavam dorante dous dias o jais de
de direito e o promotor publico, qae desde hontem
pudersm sabir roa sem as cinco ordenanzas que
o acomuanb-tvam a toda parte.
a Inquirindo nos daa causas qae -motivaran)
aqaelle apparato de forc, recebemos as segnintes
ii.f irmacdes :
. Havendo o Sr. Salles assomido al vara da
deles-acia de polica na quinta-feira da semana
pastad, orlenou que se retirasse a patrulba que
dura ite a noite costnmava rondar a qaadra em
que reside o jais de direte e promotor publico,
a Este ultime, ligando a esse faeto extraordi-
naria importanea, -t. le rapbou ao presidente da
provincia, eomraueicandu-lhe 3 ocoorrido e pedin-
do providencias.
a O presidente demittio inmediatamente o 8r.
Salles e reapondeu ao promotor que as providen-
cias haviam sido dadas por intermedio do. com-
mando das armas.
a Efectivamente, o general Eneas GUI vio, diri-
g odo-se por telegramm* ao aavgadeiro Astrogildo,
ordenou-lbe qae mandaste collocar as patralaa
qne rondavam a qaadra em qae residem u juis
promotor ; qae impedase qualquer aggreaeio oa
ofl asa contra esses fuuooionariot, declarando o
commandante da guarnicio re*pon*ave por qual-
quer eonsa que eeoat -cesse aos meemos funccio-
narios.
< Foi em vista deste telegramma por demais po
sitivo e eategortoo, qne o eoenmaodaiite da nielo tomn o expedieata da mandar a gnaro











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av
J
;



Diario de PernambncoQarta"feira 7 de Marpo de 1888
parare casa doHJr Nogueu-a o adoptoa ai medVIaa
xcsssivas que al* Catkarlaa
Data at 23 de Fevereiro.
Refero o Jor.wl do Commercio Je 21:
Pelas ras desta capital raga am pobre bo-
rnea coberto di auiray, que veto da Repblica
do Paraguay, for trra, at cala oidade, trazo ido
5 meaea e 18 da* de vagem.
a Chama se Joio Estuve* Rodrgaos, soldiio
do M batalbio de volntanos da patria, natal lio
que fot diaiaado na celebre ponte d lloro*, on
de o domo conterrneo, e brioso cor >ant Fematt o
Machado cabio atravesando patea bala das asteas
nimigas.
jjti Estoves, teado tido tambem ah fer do,
fiogio-ae mirto eotre o* cadver't q ie juoua-
Vaa o chao, at que, Hado o combate e cosa un-
xilio da noite, jode arrestar-te alt a anua prxi-
ma, onde eacotitrou refalada* algoazas pokires
aolheres que, serviudo-lhe de euferaetraa, ci ra-
ram ihe ai fondas cara todo o cuidado e abne-
garlo. Oito meses viven elle bomisiaao pelas brenh i,
leceaada cabir sob o poder do ero americano.
P.sado esse tempo pode apraeeutai-se ao ge-
neral Jos Ait i da Silva (Ja.maraes, una Ihe d.sae
ni) poder accei'al o mai* orno soldado, vino que
sea noine ciaba lido ocluido na relaciodaquolle
puohado de bm/us, que haviain perecido ao Ito
ror !
Joio Estoves cntio fji habitar* ama >illa
aquella Repblica, at q jo ultiraameute apreuen-
:ou ae ao eousul braaileiro uo Paraguay, solicuaa
do-lae passagen para o Brasil, pedido esae que
alo tere o pa ;or de ver satisieito.
Deeejoao, ayi tantos aano* de ausencia, de
volt al trra que Ihe aervio de berco, Joo Este-
ves deeidio-ee a joraadear eatradas ermat e peri
goaae, at que depoia de 5 mezea e 18 diaa, pie
chegar esta capital, em um estado de eommove
dora indigencia.
Aqu pretende elle obter pasasgem por coata
do Eitudo at ao Rio de Janeiroo dab se:;uir
ara o Piauby, aaa proviacia natal.
Joio Estoves coata nter casantes episodios re-
lativamente ;i guerra qao sustentamos oro o Pa-
raguay
Miaa lirraei
Foi publicado pelo Jornal do Commercio da cr-
te este telegramraa :
Qnro-Preto, 2j de Fevereiro.
Coutiua n chegar diariameute grande uuaero
de enera vos fu,;id>s, muitoa dos quaes inaadados
para fra pelos abolicionistas.
A relacio rafaraW o lespeaho da jais de direi
to da Januaria, conociendo Kabeas-corpas aos reos
Martinitno Passos, Iunoeeocio Medrado e Joa-
quina dos A ajos, pronunciados em Macahubaa,
Babia, incuraos noi arta. 193 e 205.
A mesina relacio auuuil >u o processo contra o
jais saanicipal de Araasaby, instaurado ex-oflieio
pelo jais de dimito, contra lei eipre.sa.
S. Paulo
Datas at 23 de Fevereiro :
Os a Gaseta de pimpina* :
a O ">r. juis de direito da cunaren, Jos Joa
qaia Baeta Noves, em a audiencia criminal de
asolea ten a bentouca por S. 6. dada no pro es-
to que pir erijo de carcere privado estava sendo
sao vi do contra o Sr. Carlos O. Leite Ponteado pelo
eedadi portugus J. J. da Silveira.
a A seoteoca jnlgou improcedente a queiza, ba-
seaado-ss na falta de prova, tora como na sen
tana do jury qae abeolveu-u do crime de feri-
f ro levea, pratieados na pessos do mesmo J. J.
Silveira, esa vista de taes feriaentos tere o sido
fctos ea legitima defesa, como o recoobecua o
jury por uuaiiin'dado de votos, o qae collccoa
Silveira ea poticio de injusto aggressor. Por
enea c nsid r.vJ *. o Dr. jui de direito julg >u
qae poda efledusr a priaao de Silveira ordem
atojis de pas, enterrando se preso at chega-
da da torfa reiiuieitada, sem que por isso se diisse
criase de careare privado. j aJ
a E buiadon ea aemclhaotes fundamentos
assolveu o Sr. Carlos O L Penteads, condum-
aando o qneisoso as castas.
a E ansia teraiaoa se a grande questo qae
agitoa o aosao f>o e a tapreoaa de qaasi todo o
Demra a adminitraeao da provincia, no dia
29 de Fevereiro, o conselbeiro Bindeira de Helio.
A' esse proposito escreveu o Diario de Noti-
tos :
Osiz.u boje ao meio dia a administraclo de-
ta provincia S. Exc. o Sr. conselbeiro Bsndeira
4o Mello, pensando o exeroieio do alto-oasgo, que
com tanta dediaaoio e seto aervio, ao Sr, desem-
bargidor Aurelio E.pioheira, 1 vico presidente.
a Reunidos os empragadbs da secretaria, delles
despodio S) o Sr. consta airo, darigiado-lhes pala-
vras da asaradaniasaastaaelo aaizilio e boa voatade,
qae esa todod asaasatcra durante a san admini-
tracio.
< Ooao iotaapnetn das referidos empregados,
proferio igninaa toaanSBi pasavra o noaao illus-
tre amiga Sr. U. Cssaco Rebairt Jaaior, distincto
aecrotasdo da~provincia, maaifeatand Ol sent-
meatos de grnssaao n qae fias** jos S. Exc. o Sr.
cooselheiro pela maaanra setnpre stcenciota e de -
tieada oan que es UMaia, dando I as* no mesao
tempo tocando ezemplo de qaanto vale a intelli-
gencia e o trabalho, no deiempenho dos cargos p-
blicos.
a Era manifeata a commocao de que todos se
acbavam pnaaidos ao despedirem-ie de S. Exe.
que deve ter verificado o grao de geral estima ce
que gosa entre aqaeiles dignos faaccioaartos.
- a Em seguida, retiroa-ae S. Eic. reoebendo to-
das as demonstraooos de apreco, de qae por inais
de um titulo i digno, a
Completou 11 annos de existencia no dia 1*
ae Marco o Diario de Noticia*.
O resultado, coahecido na ultima data, da
eleicao senatorial era este*:
Conselheiro Franco (C) 7210
B,ro do Goaby (C) 6713
Conselbeiro C da Rocha (L) 6319
Cooaelheiro F. de Moara (C> 6120
Consalheiro F. Sodr (L) 5461
Dr. Ionoeeacic Gees (Ci 4^21
Bario de (irremo-abo (U) 3981
Dr. Cesar Zaaa (L) 1182
Prooxiaj villa de Santo Amaro, no aitio de
Ficante Antonio da Silva, eetando este trabalhao-
de ea coapanhia de teis camaradas, foi fnlmina-
4o pos- asan fusca elctrica qae o matoa initanla-
Oa eompanhiiroa de Vicente, na occasiao da
aatda do raio, cabiram d< aacordados.
Vicente dexua na pobreta mnlber e filhoa,
Por teleg amnia recebido na capital sabe se
qae a locomotiva da Ltnha Mogiina j patsoa a
; da Jngaarn, ao rio Orando, unind n pro
ponte, que a aaior da provincia, tea
srea de qaiaboatos astros de exteosaoaieio
aJiaetro.
O trecho ao prolngame oto da linba de Franca
an Jasnara a ri brevemente ioaugarado.
__ D -ase a > Banaoal am desastre, devido a
jar-se naebrndo aaa taboa plre em am tac ai-
ate ate ae levantoa para as obras em construccao
a* larga da Matns, pertencentes ao capito M-
noJ Rayaiondo Oatra.
Fiearaa nlgons trabalh adores bastante macha-
sadee, vis o qne de enorme altara era o andaime
de satoa cnaimsa.
C>atiua a graasar na aesma eiiade a epi.
i das eaaa-as de aangue.
atas ate Jaaero
i at 1* de Marco :
malo Soemas UtmentaeeU escrevea o Jor-
ni sW tlommero de 29 de Fevereiro :
a Ua usaVsial da aunan araada que, infelisaen-
se, ata ji al^aun tempo, di repetidas aostraa de
Sttn'ta^ao ajrbida, peoetrou violentamente, boa-
lea ae saadrngada, ea nata caaa da roa do Hos
pe"', aaencon nota aaioer, eapacon na aeaor e
asatajrnsj varius objeetos qae se acbavam naqaella
a Aos natos de soecorro seadio n policis, qie,
de nlgtunn lata, coadusio a autor deeeas
rdeaa para n 1' eatacio policiaL
Diana qa< o oficial nio traja va o menor dis-
qual padwntf s'sr eoohecida ana posi -
. p .ti, qae nio hoave da parte da
i n aaiaipeasavet moderac/io ao effeetnar a
Segnnio non nsaegaraa, o infeliz oficial
m aenn -eeainriaaaeute aa.tratado.
, H oatea c;uluz:raa-n'o para o hospital de
Eaorevea a da 1* do corrate a aesma fo
2racavs as iafora&ccs qae recebemos nio a
da Sr. lenaiate-coronel Beaarepnire Roban, o qaal
nal ataliiai a tata redaecao, coma tambera de va
sean pnsaias q'ie aos acaece a crdito, podemos
fasja neeeaitaar n epino qoe eaittimos de am
ntdo usa t-nt. vago qnando eeosvaatos o proee-
HtBsaaaa) dn polieaa ao arto da prisao do infeliz ea-
snsait aaa mr Leste Lobo.
a nSTiivti da raa do Hospicio sfirmaa-oos
nassaa vista as prapai, qne effeetnama a prieo,
de saarinba, nio obstante
-ae-ttaea qae etie, ni i ad allegava, mas
tafia avniaDente ensa qnalidade.
ai atasracanaaVa c visuaLoa oda staeio disea-rsea
nac awaanaaS.iat^ da pasta nanbe, por affiaa-
psn dafina, o/te o ttsana era afisial dn ara-dv, e
aaa, aaa> tA pm esta ti'nlo ana aiadn pelo ira ea
direata a or tratado coa
*K-sa obrigado a dar
aaa exageraJ os, nena atte
rnfaridos. (Uo
ji ea ti asento
por qne ae facajas-
.'Vatlclaa da fiuropa ^
U paquete trances Equaleur, hoatem chdgado da
Europa, trouze datas qne de Lisboa alcaocam i 23
de Fevereiro, adiaotando onao das ia traaidas pelo
logles Elbe.
Alm das de Portugal, coustantee da carta do
ootso correspondente do Lisboa, publicada na ru-
brica Exterior, eia as domis noticias :
espanht
Sobre este paiz etereve em 23 de Fevoreiro o
aosso citado correspondente :
Terminaran) no parlamento hespaohol os d ot-
ees sobre a respista ao JiS-'Urjo da corda.
A discuisio tem sido tonga e (ove eztraordiua-
rio relevo tanto pela superioridad; dos oradores,
como pela iapertaaoia do assumpto.
As diversaa frscoes do partido repablicam ten
ji recooheeido qae o recurso aos meioi violentos
s pesaittido em eircumtanciaa aoormaes ; e
assim que at meamo o Sr. Ruis Zorrilla ai) Um
hesitado en declarar qae mauteria a lacta no ter-
reno da legadade, te for testabelecida acoaati-
tuicio de 18i?9.
ana o partido da restauracio, os conservadores
principalmente oppem-se a esse restaroelecnneuti,
e os elementos lioerae-, embora airaitem o espirito
daqaella coastituico. acbam-se embarazados no
expediente a qae hajam dej recorrer, pira reita-
belecel-a.
Nao ha duvida qae o Sr. Stgasta tem a poseo
poaco, deatrb do campo da legalidade ez siente,
nirodusida suc:es9ivameute os principios consig-
nados na eoostitaicao de 1869 ; resta, comtud >,
ajada o artigo relativo moaarcota, e o que recla-
mam, tibretodo, oa-republican >s: o recoaheci-
meuto da soberana nacioaal, como foate de todos
os podares.
Bem certo qae o ultimo caso,a sob reciana-
cio do Sr. Ascarate, depatado republicau, o Sr.
Sagasta recoaheeea o principio da sooerania na-
cional, e se isso maito, sem du?i ia nio satisfaz
os republicanos, qae desejaram ver constatado o
fcto, aceitando e consignando aqaelle principio
ua onstituicio.
Foi o Sr. Sagasta at onde jalgou qae poda ir;
mas tea bascadt em vio o m.-io do consignar na
cooatitaicio o prineipio da soberana popular.
A foraaoao do partido reformista, em que sio
figuras principies os Srs. Romero Robledo e Lo
p-a Domingaes, pareca eer o grupo destinado a
pugnar pelo principio que os republicanos qaere-
nam ver consignado na eoastitaioi*.
Neste debate, soiomne por tantos motivos, e de
pois do elojuentissimo discurso do Sr. Castellar,
qu3 taulos reparos e obserracoet suscitira, aal
poda auppor-ae qae nio noaveste oasfraccoes
monarchicaa algnaa que foate au looga do qae
o Sr. Sagaata fra.
O Sr. Jastellar provocirt e aoiaara o governo
do Sr. Sagaata a progredir e adiaaiar. principal-
mente solicitando par* qao estabeleoesse o jury
o sufiragio universal, com o qae tornara deajera
tica a aonarchM.
Nease eropenho de adiantarnento, nio faltara ao
ao Sr. Sagasta o concurso do Sr. Castellar, eabo -
ra elle fosse republicano, reoablicaao de toda a
vida e para toda a vida, nada qaerendoda minar
cha e nio podando deiztr de com batel a em tado
qae ella tem de m marebico, com; uio pele dezar
de auzilial-s em tudo que ella tem de democr-
tico.
Ao Sr. Ascarate parecer demasiado lavoravel
no governo esta attita ie do Sr. Castellar, e nio
faltariam jomaos republicanos qae avaacaisem
ter o Sr. Castellar licenciado o seu exercito, dn-
aolveodo o partido posaibilista.
Mal a noticia daroa poaco, por ua os j >rnaei af-
iectos no Sr. Castellar, e o mesmo Ilustre parla-
mentar, asando novamente da palavra, deafiaeram
todas as illusea.
Os Srs. Pidal e Canov.s coasideram projadieial
a monarebica attitade do Sr. C isteliar.
O Sr. Caotas protesten contra o saSVagio uni-
veisal, como o qaer o partido liberal.
E dia : > Quanto is iotencoos do Sr. Castellar,
pergaota : nio certo qae o Sr. Castellar substi-
tua a revolucis pela evolacio, pois que em ultimo
termo desta espora a repblica ? Qie tem qae ver
coa isso a monarchia ? Pois nio duse o Sr. Cas
cellar que presta o seo apoto a esse governo no-
narchico para que aaanbi, andando a poltica,
Iba prestem auzilia a elle no sea governo repbli-
ca no.
a Por isso ti ve qae levantar-me contra esee
movimento democrtico qae se deseaboa na cma-
ra, impressiooada pela magntica influencia da
palavra do Sr. Castellar, a
O Sr. Lipes Uomiuguez, qae entroa no debate,
nio corresponden is esp randas que se tormavam
do partido reformista, porque se limiten a consi-
derar oa a reconbecer o espirita da constitaicio
de 1869, mas nio o principio nella consignado com
respeito i soberana popular.
O Sr. Montero Ros aproveita o ensejo para
mostrar qae nio ha razio tafficien'.e para que o
Sr. Lopea Domnguez e os seas amigos ie afas-
tem do Sr. Sagasta, e deste modo os reformistas
deiiaram de alcanoar os applausos qae obteriam
te f ossea mais longe.
O Sr. Sagasta, encerrado o debate, declama
qae o governo est decidido a cumprir o sea pro
gram na, e a realizar de modo iniludivel as refor-
mas democrticas.
O Sr. Catitagail, novo ministro da Italia, em
Tnger, foi a Roma reoeber loitroeco -s eapeeiaea
du governo sobretodo pora a prozima oootereocia
marroquina de Madrid ; provavelmente nio pai
ri para o sea posto sanio em Mareo.
Apezar da ter ji sido categricamente des-
mentido o boato d qne trata ea Roma de fater
entrar a Hespanha na triplico allianoa, a Gaceta
de la Crm contina sustentando qae ezistem es-
sas negociaooes.
Parece qae o governo hespaohol vsi tratar aaa
ves do projecto de amnista para os crines polti-
cos e militares.
Este projecto, por varias vezei avancando, teof
desta vea aait probabilidades de ser aceito.
Peota-te tambem da transferencia do brigadei
ro Villacampa, de Mllilla para ama fortalesa da
poninaola, visto qae o clima africano teta alterada
gravemente a aade.
A' Barcelona chegon no dia 19 o Sr. Tienet, re-
presentante da Franca na exposieao universal da-
qaella cdade.
A saa viagem tem por fia a aoqaiicio d'am
local mais vasto do qae o concedido at agora
para instailar os productos enviadoa pelos ezp )-
altores franceses.
Sio to consideraveii se pedidos de terrenoa
at agora que ji foi cedido todo o eipaco dispo-
aival no Palacio ia Inmtria e Commercio.
Cooetruir-ae-hio adrficioa anaexot para poder
risasaar a todos os pedidos, qae se tea resabido
Itinwiannfft
E' tio grande a actividade coa que se eatie-
nonciado. O pedido de lugares eada vea maior.
A maiondade dos edificios est muito adianuda.
Continua o qae se daa em chamar ao valla do
El-Liberal lobre intrigas no palaoio para derri-
bar o Sr. Sagasta e eabstituil-o pelo gsaeral Lo-
pes Domioguez, protegido por D. Isabel de Boor-
bsn e p^lo duque Montpeosier.
O certo qne o duque, qoe ae dispunha a re-
ressai a Hespaoh* e a Savilba, onde ae ache
i. Isabel, receben em Pars no Hitel Brittol, a
visita do embaiXH.dor hespauhol o Sr. Len y Cas-
tiMo, com aaa carta do Sr." Ssxasta, indicando-
lite a con vesana ca. do que por ora nio regresse a
fiaapitnba.
Afitnca-se qaer vai tratas desee aasumpto no
parminento Sr. Rimero Robledo, para protestar
tem naane do-sea abofe, o general Lpez Dom u-
guez, contri ana i.itriga repugnante urdida
ims l fim de iaastdisar os obefes reformistas, of-
fendenaao a dassaiilussaes moabroa dn> familia real,
a a aaaaasraosat agrapnanento pelitiao, a coja leal-
dade nfio tem o throno poucs que agradecer .
A lingaagem da frcelo reformista tio vio-
lenta, e as su as reticencias tio graves, que o ai-
sumpto, em lagar de;ac!arar se, obscurec. -se cada
ves mais.
()s reformistas chegaram ao parozimoa do far.ir
e em usa aW qan ebaaaaAaaaaslro de urna
rainha, a partida da D. Isabel de Bourbon para
Sevilba e da prohioiclo ao duque do Montpeosier
de vr a Hespanha, comecta oom saeacat.
Ha diaa a pretexto da admissio no Cireulo
Reformista de alguna individuos qu?, levando
ana frente o Sr. Peres de Sata, abandonaran]
partido fusionista em que militavam, houve sessio
magua e pronanciaraa-se pbrases com estas ;
O general Lpez Domnguez "
S Sr. Sagasta trata de sobro elevar-se e
constituir-se em urna instituidlo, o meios lgaos
nio oastam para impedil-o. Se os principes sio
um perigo para a patria, leve so is cortes ama lei
de ezpulsio. \)s obstculos dio-me forc e.pro-
metto Ihea que J'aqui por diante hei detallar
menos para^execatar mais. (('andes applausos).
E' monstruoso o dito do Sr. Castellar, de desojar
larga vidaAmouarchia, chamando-se republicano.
Se o partidos sio leaes i torca de apreco, oia
podem sel-o a foros de desorJens .
(Saldnos applauaot).
L' indubttavel qoe a attitade Joa reformistas,
a sua scparacii, cada dia maior, do fusionisuo, e
aa aaas pala vras e ameacas cuvolvem serios pe'
rigos
Dizem de Roma qae o padre LechandI, rol-
gioso franciscano, chafe da aissio beopanboia em
Marrocos, aprsenlos no dia 20 ao car ieal Ram
polla, secretario de estado da Santa S, o ministro
marroqaioo enviado a Roma pelo sultio Maley
Hassaa.
No dia 21 do corrate toi recebido em Pars
pelo Sr. Caro.it, em audiencia, o Sr. Lsou y Cas
tillo, embaixador' beapanbol, que Iba tntrogou a
resposta da rainha-regente i notificicao da su-,
.ii'iv-io pira presidente da Repblica.
Furam aisignadoa os decroto) coueedeado o
Torio J'Ouro ao rei de Wurtemberg Carlea e ao
duque de Genova.
['are e qae anda nio esto completamente
vencidas as ditficuldadet que se oppoem i assi
gnatura do tratado de commercio entre a Hespa-
nha e a Italia.
Os jomaos americaaos dio noticia de ter
ocoorrido em Caba aaa violeutissiina colliso de
dois comboios da va-terrea prozma.
Contina doente com bastante febre o presi-
dente do conselho, Sr. Sagasta.
Agitase em Huelva a ule de abrir urna sabs-
crpyo entre as p-voaces visinbas, afin de se
elevar am monumento commenorativo dos que ni
dia 4 le Fevereiro morreram na praca das minas
do Rio Tinto.
Noticiara de Vienaa qae a archiduquesa Isa-'
bel, mai da rainha regente de Ueapanha, suaaes-
deu os preparativos que estava faaendo para ama
visita a Madrid.
goveroo bospanhol permittio a importacio de
gados c carnes por todas as alfandegas da freo-
teira. Ha piu'o tirapo fra restringida etsa iiu-
por acia s alfandegas de 1.* claase.
O jornal ?eneziano Viceolo afirma qoe o pretea-
deate D. Carlos raptoa urna modrsta de Veneza, e
que se ignora o paradeiro do enamorado par 1
Franca
A Franca demicratica quer a paz, estima-a, e
progride e adianta no seio della. Pie armar-ae
para nio 3er perturbada no isa trabalho de repl-
tsajaS) mas esse trabalho em pura defeza natu-
ral e de todo o ponto legitima.
A democracia franoeaa pode encarar a guerra
como urna eventualidad?, mas nao pele, nem quer
provocal-a. Por legtimos qae aejam os seus res-
sentimentos, bem o sabe a dem icracia francesa
onda est a aaa verdadeira forca, a sus iacoasasfl
tavol superioridade.
A Franca nio provocar a guerra por mais qu
a exciten) no sea orgulho, e tratar sobretudo de
dominaros seas arrebaUmentoa, porque aaaim es-
tar mais bem preparada para responder a quaes*
qaer aggresiSes.
QualqaerJ qae seja a rivalidaie entre os Jous
pov os, o francs e o a'lemo, por muito que ae
qoeira ver em tuturo mais oa menos prozimo, u
eventaalidnde inevitavel de tracarem de novo aa
armas aquellas duas nacoes ; boje polo menos, e
este boje nio sabemos at qnando so prolougar,
impoj o mutuo respeito aos dona pases. Nenhum
delles qaerer assumir a responsabilidade de pro-
vocar o entro.
O aioisterio Tirard contina frente dos nego-
cios, sem, que pona suppr-se qae seja grande a
sua duracio. Qaalquer dia v4<-o-bio desapparecer
da sceoa, embora esta persaasio qne eati no ani-
mo de todoa contri ba por ventura para que ella
v prolongando i saa existencia.
A ultima votacio com respeito aos crditos co-
loniaes bem moitra qaanto a tituacio ministerial
vacilante, e qaanto sio hesitantes as delibera
(dea da cmara dos depntadoa.
O Sr. Tirard vive da ausencia de elementos
susoeptiveii de coogregar-ae para o substituir.
Na sessio de 17 da eamara dos deputados, o
Sr. S. Leroy, membro da eaqaerda radical, re
quereu urgencia para a sus propoata de ioquerito
sobre aa queatoes qoe prendem com a ezpiraci
io privilegio do Banco de Franca.
O Sr. Tirard, presidente do conselho e minis-
tro da faseo da, combatea esta proposta coas
creando coofusio entre o poderes legislativa e
exeeativ'o. A argeucia requer la foi rejeitada por
323 votos contra 199.
U Sr. L Herase, membro da Uniio daa esqaer-
dai, apreaeotoa ama proposta de lei para que os
ministras nio poasam ser eleitos deputados oa le-
adores dorante o exercicio das sosa faacooes,
aansado os trabajaos para aqaelle grande certa-
ansa, qae se saa por segara qae a i nana, asnada ae
veriioari no da S de Abr prosdaet qoe- a sa-
mas t. mente paseados aera meses; e requereu a
urgencia.
U Sr. Sarrien, ministro do interior, fez notar
que esta proposta tea o carcter de qaestio pea
aoal contra o Sr. Floarena ; dase aguardar a ia-
terpellacio annanciada a este respeito ; e-deula-
rou que o governo permanece absolatameute neu
tral na el-icio dos Altos Alpes. A seisio tornea-
se neste ponto muito animada.
O Sr. Maillard, membro da extiems eiqnerda,
argoio o goveroo da fazer candidatura oficial. A
cmara afinal rejeitou a urgencia.
A commissio do orcamento rejeitou a proposta
do Bario de Soabeyran, membro da direita, para
a redacoio de tres miibdea de iraacos no juro dn
divida fluctuante.
Vanos jornaes parisienses manifestaram no dia
21 raceio de crise ministerial por causa da verba
orcaaental da fnadoa secretos, se o gabinete po-
sase a diseassio a este respeito e ella ie effoc-
tuasae no da 23. _
O conselho de ministros, examinando a qaatcao
dos filados secretos, decidi nio aceitar neabama
redcelo no crdito de 1 milano e 600,000 francos
pedido pelo ministerio do iuterior.
O partido radical socialista dn Saint Etiensta
decidi apreeeatar e aastentar a candidatura le-
gislativa do general Boulaaiger, nio obstante ia
ber qae este iaeleg vel.
Teem sido interestantissimas as seseosa do tri-
buna!, em qoe se eati julgando o proossso Wilaon,
pelo trafico de ooniecoracoes. Provan e depoi-
mentos esaagadore torio eonveneido ji o triba-
nal dn plana culpabilidad* do ganro de Sr. Orevy.
A ezptaaacio do li bello anoatatorie feita palo sab-
atftato Lombtrd ocoapoa toda a aadieneia de 21
de Fevereiro. Oeoelato rsqtserando qoe teja ap-
plicado ao reo Daniel VVilson o artigo do aodigo
penal qae pana as eraaoias trnodaleotat a o*
turto* industrioso* ca penas que vanaos de 1 n
5 nanos da priado, expedmdo pena menores para
os oatroi ce-reos, qas reprsasataai paptit sacan-
derita,
Aa audiencia da 2t tartas, a palavra os advo-
gados da defesa. Presaaia-ie qae a asoioisrja
aria proferida deoaro de oito diaa, o aaii tarda.
O qoe aaior i tenadlo tea prodasida tasa
aaanidi nqaallas rafiaaatras da a hiswia iaia
tino, na eaareas, wjlUfMhj patnuw dyMtyaw a
Blgica
Na sessio da eamara des representantes de 21
o pnocipe de Caraman Chimay, ministro nos ne-
gocios estrangeiroa, desmentio o boato de ha ver
tratado da allianoa da Bel.ica com oatra poten-
cia, e deelarou cathegoricamente que a Blgica
permanece fiel aoa seus deveres de neutraldade.
Inglaterra
O parlamento ing.ex repellio o ioquarito pro -
posto pelo partido liberal, oom respeito i priaio
arbitraria de deputados.
O governo julga poder atravessur zebre ai dif-
ficuldades qae por mais qae ae removam, raappa
recem ssmpre do la lo da Irlaadt.
Nada-abala por emquanto a situ-icto ministe-
rial, porque oa liberaos .unionistas se couserratn
do sen lado; e da poltica internacional, d'onde
tantas vetos vem a doeoca dos gabinetes ingleses,
agora nio ae descortina no arrisensn-o que pissa
prejudical-sa, porque o Sr. GHadatine ve ^egnidas
as suas trasbiSea, e por isso nao pie com basar
0 goveroo do marques da Stlisbury nsise'ter-
reno.
Ditem de Londres qae sir Jamei'Fdrgussoo,
secretario poltico dos neg-cios estraogeiros, des
montio na cmara dos comauua o boato da que o
governo toaba ordenado ou decidido ordenar
operaeoss militares contra oa Estados U .i los de
Venezuela : accretcentam por n que as bases da
arbitragem propottas por aquella repblica lio
iuaceitaveis, e por isso estio interrompid.ts ai ne-
gociacous.
Sir Henry Holland foi elevado ao pariato, mas
conservar as tuncgaa de sab-secretano. O ba
rio de Worms, qne -foi nomeado ltimamente se
cretario de estado das colonias, regresin da tua
viagem a Bruzellaa satisfeito ; a Blgica c a Al-
emenos aceitara, a abol:3o dos premios sobre o
assucar.
tllemtnha
O theraa de todas as ooservacoas di Europa, a
situaciu poltica em que se encontrara as gran-
des naco s oontinentaes, foroando esaa tituacio a
acarar aa duat bypotbetes ou a cooservacio da
paz ou o rompimento das hostilidades.
A pas tio estimada, que sio justificados to-
dos os receiot de a ver arriscada em ara incidente
que sarja de luoito. A guerra tio temida, que
todo o esforco para a afastar be n vin io.
O discurso di principa d; Bisrairok nili foi
apenas urna di ver ao prep irada para desnortear
01 espirtos^-O interesse da Allerneoba era con-
servar a paz grande, maa ni) menor o de col-
locar so por todos o modos em ejudicoes de nio
tentar o que porrentura qaeiram aggrodil-a.
O tratido publicado com relaci) ailianga e'u-
tre a Allemauha e a Austria, um preparo para
quajqu r eveotualidade qao surja di lado da
Bussia. O tratado igaalmeote dado luz com
-respeito allianca da Allemanha com a Italia,
da raesraa forma um acto em que se prev o caso
das hoatihdadea partirem da Franca.
Agora diz-se que tambera foi celebrado um
tratado entra a Austria e a Ital
Doste nodo a trplice alliaoca; naa
ji pelo accordo das tres nacoes, Allei
tria e Italia, ja pelos tratados entre
d'aquellas potencias. *
Mais se acerescenta, que a Roumania entrn ou
est prestes a adherir triplica alliancv
E sob.-etudo, pdo-se em relevo o erapenbo da
trplice allianca em attrabr a Iiglaterra, embora
se diga que esta desoja conservar a.aa libordad
de aceito, posto que se attribua ^ Inglaterra a de
elaraclo de que ella se inclinar para aquella al-
lianoa, urna vea qoe se mantenha a paz, porque
se enllocar, no calo de guerra, do lado contrario
ao aggressor.
Se as quatro grandes nacoes, a Allemanha, a
Austria, a Italia e a Inglaterra teem empenho era
conservar a paz, e esto rsolvidas a empregar
todos os estorcos para a maoter, pie bem diser
se qua a pas tem poieroaiasimos fitdoras
., Picam verdade do parte a Russia e a Franc,
que basta a aitaacio das tres gran les potoncas
centraei, para se considorarem na outra concha
da bal anca. Mas ia Franca e da Russia, apozar
das doiaoastracpas de affecto que de um e outro
lado ae manifeata, apeaar de urna certa cornmte,
raais ou menos intensa, qua tende a confundir nol
mesmo interesso de approzimff^io aquellas duas
nacoes, apezar da multas circumstaacias que pos-
sim peaar em um e outro d'aquelles povea para os
unir na lucta, nio ha por emquanto tratado' cele-
brado entre ellos, e pode bem calcnlar-se as dilfi-
caldades que podem surgir quaudo se pretenda ce-
le bral-o.
Tem tido multas alternativas o estado do
prinepo imperial, desde qua ero S R-ms (ItsUa),
o lie anda e anda permanece, ae suinetteu i
perigosa operacio da tracheotomia. Fallava-se em
ser necessaria a ablacto da larynge.
As ultima* noticiis (do 21) diziao ter paseado a
noite maito abitado, cora dores de cabeca e gran-
de desanimacio. De manhi estava melhor. O
principe de Galles chegoa all a 20 e foi logo visi
Mr o angosto enfermo sen cunbade.
Na pitias reoepcio uo palacio imperial de Ber-
lim e naoccaaiio em que diversas personagens da
corte felicitavam o imparador palo sea bom aspecto,
este responden :
Sinto mo muito bec de sau le, e creio que a
Providencia qaer satisfaser-me um desejo que
anhelo realiaar antea de morrer.
Todos escatavam com a mais profunda atteucio
o soberano, o qual acrescentou aps um momento
de pansa.
Quitara oavir de novo, como em outro tempo,
a vot sonora e vibrante de mea fllho, o principe
imperial.
O chele da polica do circulo da Suabia e
Neuburgo acaba de tornecer iostruecoes aos com-
miasarios da polica, ordenando-Ihes que procedam
ao recenseamento de todas o viajantes e emprega-
dos do commercio, de nacionalidade prustiana.
Deide o priucipio do invern tem sido esta pro-
vincia invadida por ama multidio do individuos
suspeitos. De 162 socialistas presos por desordem
ou tatuques aegaraaca publica, 119 sio prussia-
nos. Notou-ae que, as reunios publicas, os so-
cialistas prusaianos sio*sempre ot mais compromet-
edores.
O celebre socialista Volnar, de Mumicb, aconte-
Iba os comits socialistas a qoe excluaa lodos os
teas membros qae nio perteacam i Allemanha do
Sol.
das as minan de uro; mas os Estados-Uaidos'de
Venezuela estio decididos a combtter at ulti-
ma, antes de oederem.
O consol accreaeeotoa qae a Inglaterra qaer m-
pdr o sea protectorado a Venezuela, mas que esta
espera' que- a Uuiio Americana intervenba em seu
favor.
Um cyclone e depoii na incendio deatrairam
500 predios em Mount-Veraon, no Estado d'Hi-
uis, matando maia de 100 peisoas e frindo mais
de 200.
As perda materiaei aobam a 500:000 dol-
an .
O cyclone oceupava ama aria de 5'iO metros de
diametjg e daroa apenas 2 minutos, correado de
am extremo a outro da cidtdo com espantosa ra-
pidez.
o celebrrimo procesa Hersentj o ser o f
Pinhsiro Cbagas, visitado logo palos minia
O governo allemio eneommendou 30:000 bayone-
tas fabrica d'armaa de Soliogeo. ^s>n
-*"- Rnula <* 'Jj ^l
A Rusta poder nio ter o mesmo iatetesse na
maoutuuoio da pas, de qae a Franca e a saa ac-
eito diplomtica tem esperimentado natorvoi e con
tratempot, qae a casto aapporta um governo auto-
cratico. De mais as ms tendencias, as suas pro-
pensas, tantas veses manifestadas, nio te terio
desvanecido anda apezar de tudo.
A Russia por isso um pesadallo para n Euro-
pa. E' d'alli que pode vir todo o que por mais es-
perado, inopinadamente se manifest.
Mas a Russia pela aua parte tambem fes decla-
rarles pacificas, e o principe de Biamarck nio du -
vida assegarar que confia na palavra do czar, as-
sim como o marqaes de Satisbury nio hesita em
declarar na tribuna inglesa qae partilha a opiaiio
do principe de Biimarek.
As cireuastaaeas podem mudar de am momen-
to para outro mas tora de duvida que o empenho
das potencias mira sobretodo a aflastar a guer-
ra. Mais de ama vea se tata jalgado que ella ia
estalar, e o esforco de todoa eviton o rompimento
A guerra irromps mais deprests qaando se nio
pense nellsj
O correspondente do itorning Poit em S. Pe-
terabugo, dis que o principad fim diplomtico da
Rusta i actualmente aebar ama ooabioaoio qae
nasegare a neutraldade da Qram-Bretanha no
caso de guerra europea.
Segando aooaaciam de Berlim ao Standard, po-
dem ooasiderar-se malogradas aa diligencias feitaa
pesa Ruatia para levar as potencias a protestaren)
perante a Sublima Porta contra a aitaacio llegal
do priacipe Fernando de Coburgo na Bulgaria.
Entretanto certo dia o Afortuna Pott qae a
Oaieta de Motete ie 22 publica ama nota da Rus-
ta dir>gida a Allemanha, Austria o Turqua, so-
bre a qaestio dn Bulgaria.
A nota convida aquellas potencial a alrigirem-
te i Turqau para declarar sem poder o pnneipe
Fernando da Cobnrgo, e realamar a ana sabida.
Se a Austria apoiar francamente a proposta da
Ruatia esta tari ea considerarlao as susoeptibili-
jadea da Auitris.
U correspondente do Daity rea ea Roma tea
por inexacto o boato da ha ver atarla nesjoeia-
vo-s par* a rsoonoiliaosVo da Ruatia coca o Vati-
cano.
Estaaoa Vasialan
Coramunicam de Nevr-York que o eaoarregado
dea negocios de Vetataslt partiaipoo ao da 17
a aecretano de Estado qne o govaraadar da Guya-
na iagJaaa eoviou tropas para a baeia do Juruau,
a anal perteoce a Repaollaa de Venezuela, e qne
a faajlasait ptatando nanenr toda aqaella re-
go at ao rio Oasasky '
CorreipDadeacla. do Diario de
Peraambuco
PORTUGAL-Lisboa, 23 de Fevereiro de
1888
Sio relativamente considera ve: a as melhoras do
i I ustre escriptor Piuheiro Cbagas. J ss levanta
mas sem sabir do seu quarto.
No dia 13, ch?garam-u'o es aedfooa a conside-
rar perdido. Continuam as demonstracoas de sym-
patha de que tem sido sujecto, desda que no dia
7 do crrante foi traigooiramea'o aggreido, com
bengalladas na cabeca, comocircuraitauciadamen-
te lhes narroi na miaba de 12.
Ditem oa medios qu o Ilustre escriptor v eon-
valescer parafra dajcapital ese entregos aomais
completo descanQ). Infelizmente' pois, nem o pnr-
lamento nem o jornaiismo cucon*rarao tio cedo no
sen posto quotidiano a palavra e a penaa do nota-
bilsimo parlamentar e publicista bnlbante.
u o texto do deapaoho de pronuocia tanca io
no processo instaurado no 3a districto criminal :
a Os depoiraentos das testemuahal do summa-
mo at squi aqueridas, -e o ratis dos sotos, iodi
ciame por issoobngam a prisoe livrameoto, cora
admissio de flanea : I a Manoel Joaquim Pinto,
que se dia ezposto, natural de Li3boa, ser soltei
ro, profesaor de ensino livre e de maior idade, por
na tardo da 1 do corrate' ez, d is 5 para &i 6
horas, na rampa das cortes, offeoler corporal e
voluntariamente ao queizoso couaelbwro Mtmel
P.nheiro Ctu.;as, cauaando-lhe os eSettoi que
constara d:a ex imsa dj filhas, ficto eriramoao e
punivel palos arta. 360, desde on. 2 ao 361 do
cdigo penal, ooaforra : o resultado da ulterior exa-
ras que opportunaunnte e far, e nio polo art.
360 do mosrao cdigo; por uio haver prova has
tanto da uteueao niiriieida, que se ni; preaura: e
carece de ser-evoute, alias dirsillima ; arbi-
rada a Banca em 5 c mtos de ri..
a 2*. A Albino (Jomes de Moraes, que se diz na-
tural de Chaves, casado, brochante, e ser demaior
idade, e Manoel Jos Martina Vaqueiro, que aa
diz natural de Sotaba I, pintor brochante, por ae-
raa cumplios no dito crime nos Ierra >s do art.
22 o. 1 do cdigo pona', por terem directamente
instigad" o autor a edMtottol -o, sera que a iosti
gacio bata a cauja Oiaeacal do delicto, faetocr-
raiooso e puuive! p;los arts. 36) doaieou. 2,
361, 22, n. 1 e 103 do m:smo cdigo; arbtrala
a me i en I: IJ ~>t, para cala um dees.
a O escrivao orgamse e envi aosuu deatino na
respectivos bole'ins, juntando aos autos os biibe-
tesqia provera a recepjao; o compra o seu d---
ver.
a Solt se a denunciada Julia Adelaida Pinto,
por nio haver prova suffi;iento para a pronuncia
della. /
a Dec'are se, no eSectivo da rcmissa dos papis
ao 2- districto criminal, qua o preso Jo> Antonio
Cari i3o, fica desligado deste juio e dispisicio
d'aqualio districto, lanvando-se a cota respectiva
no ussento da caioia.
a Intime se aoi indiciados s ministerio publico
e prosiga-se no summario no dia ju; deeignar o
mandado.
Lisboa, 18 de Fevereiro de 1883. .
* lavares .
Oj pronuncalos forara para a cadeia por nio
poderem obter dinheiro para se affiaacarem.
Como se v, o outr. processo para a puaioio do
delict *>de associacio de malfeitoros, vai ser in3
taurado no 2 districto criminal.
O preso Cardoso, de que naste documento se
trata, o presumido agente principal doanarchis-
mo neate paiz, rapaz de 20 annos que era eaizei-
ro ou guarda livroa de uraeatabelec monto de com-
mercio de Lisboa e acerca do qual o patrio dera,
como Ihes disse, a um notciariata, as moltures in-
j-formaces quaoto a comportameuto, probididee
neis no cumprimeoto dos seas deveres.
Vio agora apparecendo elementos curiosos para
este aigundo procesio, o do enxerto ou implanta-
cio doanarcbismi era Portugal. Ha tempos oSr.
Armelin, estudante da Uuiversidade de Coimbra
eacrevera no a Diario de Noticias de Lisboa urna
serie de artigos lobre economa social, em que
sustentava e coinpandava as doutrinas correntes.
N'um desses artigos affirmava ser o commuaismo
(que tende a urna liquidacio social em que se d
a cada am segundo as suas necessidadea e nio
a a gundo as tuai obras), a suprema conaolacio
dos raatandros.
Pelo eorreio receban o autor das artigos urna
carta violenta e ameacadora, assignada J. A.
Cardoso, datada de R. dos Fanqueiros numero
tantos, que era entio a residencia deste mesmo
Cardoso agora preso como aupposto agente prin-
cipal dos saarchista8commuuistss em Portugal.
O Sr. Armelin guardn a carta, nio Ihe den gran-
de importancia e proseguio na aua trela ; mas
lendo as folhai de Lisboa e reuniudo aa ioforma-
coes veio a concluir que a enti .idade Cardoso
era a mesma e deu copia da tal carta para os jor-
naes.
Nio lh'a reproduzo aqui por brevidale. 1
Ha mais doeumaotos cunoioe, qae sao amas
cartas de Luisa Michel, escripias, urna aos anar-
cbistas portugueaes, outra a amasia de Pinto, de
condolencia pela injustica com que a aeu marido
foi preso e est soffrendo trabalhoi pelo genero-
o detforco com que a deaaffrootava a ella Luisa
Michel daa a covardes injuria! que Piaheiro
Chagas Ihe tinba dirigido pela imprensa.
Tudo iato conosissimo.
Um ponto, pois, qne parece astentado, apezar
de todas as besitacoes e pouea pericia del pri-
meirat inveatigaooes policaes, qoe o aggressor
de Sr. Piubeirt Cbagas iazia parte de um grupo
de individuos, coja moralidad* a juatica trata de
definir, maa que as doatrinas anarchwtaa ha
viam encontrado ama affiidade, que s uaa in-
vestigacio figorosa poder diser se eram apaas
de principio! oa ie tambem de atarease pes-
soass.
Algaos jornaes republicanoa, e de varias apre-
caedeo de a Jornal do Commercio de Lisboa
pode inferir-se que Pinto, o aggressor do Sr. Pi-
nbeiro Cbagas era urna especie de espiio on cbio-
frineiro encartado, que por man de orna ves ioi
aoa a meetings republicanos oa nos comicios de
operarios para oa deaaotorlsar espalhando a mios
cheiat proelaaacaa incendiarias de fegio aaar-
chista, faaendo barulho, promovendo eoufl otos de
caso pensado para que taes assomblas tivetaem
de ser immediatameate diasolvidas.
Posto fra dos comicios por quera oa presidia e
indicado a polica para lanear aio delle, a polica
deixava-o aempre escapulir-se.
Ao mesmo tempo que te tem suggerido estas
eircumstaocjaa caracteriaticaa do lodividoo qae
era o qae ae chama a pao para toda aobra ama
parte cooaideravel da imprensa en tende qoe nie
licito nem justo diaer ae qae o noovel do crime ds
Manoel Joaquim Pinto aeja o a qae ama parte da
opmiio Ihe attnbue embora, longe de toda a
suspeicio, deaagradavel nio s para aquellas qoe
vai ferir, aaa tambem para oa qae a tormolara,
ae procure ir no iuquenaento at onae necea
sario, sem especie alguma de idaa preconcebidas.
E acerescenta om deaaes jornaes que oa a parta
pril nio fasem senio prejadioar a nitidez de
ambiente que deve rodear eate melindroso as-
sumpto.
E depoia de toda estas ambaehs traslada ene
jornal {O Reprter de 26 d'este aea) aa opiaidea
que na imprenta continuara a aventar-te, a n'uma
necio e reaeoto ea qoe boa qoe attentea ot
que aerenameate e de animo tranquillo, observan}
oa faetoa e d'ellea tiram a justa noci da vida.
E proeegoe:
A opiatio mai temeraria vemol-a syntbe-
tiaada no seguintc trecho de ua jornal da provin-
eia, ea artigo de rod fraqueaa ebroniatiea:
a O ter o exav Pinbeiro Cbagas de ir depr ao
outro dia do crian ao oulebetiiaa- priaeaso do
tiulo oWaeot, aa sw a vea pabia eaadaa a-
raeteret politieo da alta reprasatacio aoeinl: o
ser o Exa. Pinbeiro Cbagas am re berador inoe-
mente do governo progressista em geral, a do
arait tm partJar; o aar para e^
doTksa ou
Exm.
ministros
todos, com a ezeepeio nica do Exm. Navarro,
pois que por terceira peseoa o mandara at visi-
tar o Ezm. Marianno ; o virem aa Novidadet da
capital, orgio do Exm. Navarro, aasoalhar par-
ante o publico de Lisboaa do pas igualmente
que nada linha oom motivos polticos a aggreuao
ao Kxm. Piuheiro Chagas; e o virem ellas dizer
isto oom tanta presea, cim tanta premeditagSo e
com tanto empenho; ludo uto e todsa as esnee-
quenciaa que por isto aio suggeridas;ais os mo-
tivos lgicos da segunda supposicio tnstissima, e
comroentais com desfavor crescebte, como o tem
sido tambem! o myaterioso incendio da fabrica
Lusitana de ttbisot.
a Na somos apenas o chroasta fiel e eonscien-
cioao daa versoes do occorrido, como as ou vimos e
escutamos. ,
O Sr. Joaquina Martina de Carvalbo o decano
do noiso jorualia.no reeponde no Conimbricerue a
..ate trecho com esta tirada enrgica':
a Ootao l Pois possivel que se espalhe tai
veneno e ie procure pjr tal forma desvairar a
a opiniia ?!
a Pois om Portugal ha um goveroo, ha um par,
tido politieo, legalmeote orgauisad., que promov
o assassinato de um ten ioimigo poltico ?
a Que syatema esse de calumniar os adver-
sarios, e aobretudo em um objecto tio grave!
a Entio se lr amanbi assasaiaado alguna mem-
bro do goVerno uu algum distincto partidario pro-
gressista, gostario qua a impreusa d'esse partido
veiiba cobarda e vilmente insinuar, qua o assassi-
nato foi directa ou indiiectameate dirigido ou pro-
movido pelo partido regenerador?
a Onde nos querem levar com este system,
destruidor du toda a ordem social ?
a Que dirio as nacoes eairangeiras, quaudo
virera que se ineisua em Portugal, que a tentativa
do assassinato do Sr. Piuheiro Chagas nio foi
simpleamente obra de urn mijerav !, maa que pelo
contraro o aaaaaaino foi asaalariado pelo goveroo
portugus, ou pelo monos por iudividuoe* do seu
partido, para se verta livres de um importuno
adversario ?
a lio de o- cesjar amento dizer que este paiz
composto de sicarios, e que nio la aqu honra,
nem providade l
O Tribuno Popular, de Coimbra tambem es-
creve, a tal proposito, no meamo sentido do Co-
/imbrcense \
Trauacrevi-ibes aqaelles doua trochos para ia-
zerera i J a da fluetuicio de opiuiojs que sobre tal
tacto se teos manifestado.
Roferiodo se uos documentoa achados em casa
do anarchista Cardoso, o Sr. Joaquim Martina
do Carvalbo oztraobava ha dsa, que muitos d'ellea
i as"ii tidoa como urna novidade, especialmente o
programaba de um peridico que o CardosrMea-
cionava publicar era Lisboa cora o titulo de 0 Be-
soltado; e dizia o mesrao erudito jornaliata qae
ou; loen ae ato agir deaaoberto nao era mais do
qu' urai iJ lia. quasi textual de Idntico pro-
gramuii publicado em N-ivemoro de 1887 no Porto,
pela Heoo/tucio Social, jornal que sngoe aa doutri-
uas do La Reoolte da Par c da Freiheit da 4ne-
rica. TaraOem o Sr. Carvalb) se refina ao an-
tigo rec'.aetor da Gorlopa, j iroal coramuniata pu-
blieado em 1886, e Keooltado de 1837, o Sr. Jos
Auguato Quedes (juurhooej. Eate S.'. Qtuihonca
acaba do dirigir urna carta dizeuio que o (ornal
Garlopa oio era comrauniata, mas sin socialista
orgio da Unido fraternal, dos carpinleiros cb,
associacio filiada no partido socialista. Tambara
diz o mes no inlividuo q ie o documento encon-
trado era casa de Cardoso nao copia quasi tex-
tual do programo)* da feooliicao S'jcial. A ver-
dade que a HeoAucdo Social do Porto se intitula,
orgo do partido commuatsta anarek ista de Por-
tugal.
Cutre outna documentoa interaasintos, publi-
cadoa pelo Coimbricense. vem tranaript03 dos
na. 1 e 3 do ooltado de Fevereiro e Maio da i
(1897 doua artigas do J. A. Cardos^, o'meamo qua
I eat' hoje preso, acerca do anarchista Duval.
I Tranaauda u odios e viogancas ferozes essaa li-
! nbas, cintra o burgus, o capitalUta, a banqueiro,
: o patrio a que conaidera a propriedade um direito
sagrado, a
Casta a crer, com aquolla apparencia da moaca-
morta, oa ticaioa Je tigre que tem ou simula ter o
tal adolescente.
Conclue-so de tudo o que o Coimbricense e
ontros peridicos tem pub icado, que multa gente
astava ao tacto do movimento das ideas, nao e
socialistas mas anarebiatas, em Portugal, igno-
ranio o, todava, ot que por daver de seu cargo
d'iviain ser o prira -iros a conbecel-o. Anda nao
ba tres semanas que ama folba ministerial alfir-
nava qae socialismo era cousa que nao existia c
era Portugal, nem tinha ra*io de aar. Dentro em
poucos das *era.n oa tactos por o contrario em
toda a evidencia !
Sob a epigraphe a O talento em Portugal,
escreveu em aeu jornal o Da a 10 d'este mez o
Sr. Antonio Ennes um artigo notabillissimo de
homenagem ao mrito e bonestidade iaconcusaa
do'Sr. Pmhairo Chagua, artigo qae e Correio da
lianhd (do Sr. Cnagas) o Diario Illustrado e
aluda outra* folbas regeneradora,* agradeceram
qielle jornal progressista
Revelou o Dia ao publico u'esse juaticeiro ar-
tigo qua nos primeiroa das da sua deagraca nio
bavia maia de libra e meia em caaa do illuacre pu-
blicista !
A admiracio generosa, (contina o referido jor-
nal) acudiram entie com requintes de delicadeza
a melhorar esta aituaoio aflictiva. As pesaoas
maia intimas' da Pinbeiro Chagas eoenrrega-
ram-ae da provar chimaae forcada d'este incan-
aavel operario das lettras, disputando entre ai o
encarga n'uma porfa de bizarras, qua n'um ins-
tante reuni um cabedal,cerca de dona contos
de reacomo nunca canamente se juntara na
modesta casa da r .a de S. Joaquim ; como nunca
tinha podida reunir, a extenuar toda a saa vi-
gorosa mocidade, o escriptor maia iilustre, maia
popular, maia frtil de Portugal!
Da modo que (prosegua o Dia) para possuir o
qae e mais modeetu commercante realisa no fia
do am anno sobre o seo tosco balcio. e a dcima
parte do que um banqneiro pode embolsar com
um telegramma opportuno, deveu-o aos affsetoa e
aos respeitos que oa aeus dotes moraes inspiraran),
nio o pode dever ao aen cerebro poderoso e ao aea
braco enrgico ; e para ser relativamente rico,
precisou ser quasi aasassinado! t
E concloio aasim esae espontaneo tributo de um
adversario poltico s virtudes cvicas do grande
escriptor e parlamentar:
a Pinbeiro Chagaa que nio precisou esperar
peta morte para ae recoohecer que a poltica, as
Iba io poupou impurezas que foram goaode ou-
trem e nio vicio seo, nio Ihe perdeu a alma, que,
para os homens pblicos para os que bao de vi-
ver na poaten dade, a honra ; e se podesse ou vir
havia de ufanarse de ae dizer delle o que entre
dos s em necrologas ae costuras dizer das cele-
bridades aociaes iE' pobre '.
O que ninguem approximou em letra redonda,
porque nie era opportuno faz-I-o, maa de certo
maitissimos o teriam faito no seu espirito, qoe
por occasiio de ae levantar na imprensa da oppo-
sif ao e aobretudo no Xjorreio da lanhd a queatio
dos bons-HerserU (ou ttulos de participado dia -
tribuidos para aqueile empreiteiro obter boa xi-
to na adjudicarlo das obras do porto de Lisboa)
naa Navidades, folha nocturna iundada pelo Sr.
E. Navarro, rainiatrodea obras publicas e qae por
elle ae auppe inspirada, aenio redgida anda as
queatSaa maia melidroaaa ou palpitantes toi a repa-
racio do Sr. Pinbeiro Chagaa insiste a temen te me-
noscabada a propoaito da adjudicaoio de um ca-
minho do ferro africano quaudo elle era ministro
da marinha, inainuanes gratuitas, como ae vi, e
qne outro loainni progressista, o Sr. Antonio
Ennea, indirectamente veio desmentir no Dia
prestando aquella homenagem da respeito e sym-
patbia pela probidade iodiscutival deaae hoaem
eminente qu", depoia de ter paaaado pelo poder,
careeeu, na infelicidadu qae o prostrou eotre a
vida e a morte da que a bolsa doa aeoa amigos n-
timos ae abrisae para qae rodeado de aete filhoa
anda alguna na primeire meninice, a miseria as
ihe nio vieaae enllocar i eabeceira!'
a^O
f acto eate, exclama va neaae aeaoravel
artigo o Sr. Antonio Ennea,Pinhsiro Chagas, o
glorioso herdeiro da tradiceio dramtica de Gar-
rett, pseta e folbetiaiata gsntillissiao, batoriador
eopioao, romanciata elegante, jornaliata ale paleo
de atWeta e dedo de fnda, j tarn tidoa penuria
por enfermeira M nio boaveaae grangeade mais
dedicaoee e amaadea do quegrangeoo riqneaaa!
Na cmara do depntadoa anda nio fot dia-
Batida a raapsatn faUa do throno.
Teeaa-a arraatado Bwroaea oa trabaibo parla-
Balar ea. Vas ea raeio da iiaaia lagissa va
actual, e aiode ante-baatsm aa cmara alta ss -
ansa flaartiadn a wipt| aa diaonrea(fa-eorda.
i nla......iiiMliii^taaiaaaan^asa))dozojt-
tada toda i nwooea de "

s*-

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tte Femnmta 3
sjW re; !, eanpr avada o parecer da |da eontribuieS;, e pira este assumpto chaman a
**
\ niMfii aso tai nominal,
n apartaacia o esei) de 21 da-
la 4 parlaaseato, f ji a declaracia do Sr.
^"iVs** 4* J** asta, rgaaieedc am no? j agr
tolttK) esa qae entra o r. Thomaa Bi-
i aseaaeatoa do satigo partido cjnstitu'nte
jatgaTam ji aorto e multo bem morto.
atiesa, dista iite hoati'm o Jornal do
mli i prcciaeate ama no vi dad ;
mm as sateriore* aclara coes nlo t do Sr.
Vas Prats, san di Sr. Thasass Ri> e ro, tiabam ji
as ovar hgsoaei politiza entre alguna
do partido regenerador e ou-
trta : sane, poran, aovo catar eata agremia-
{ao isaauiasaratr eaosticoida.
Prraarar-se -k t a boy aggremiacio poltica pura
aettsapsabar o atp 1 que o fallecido Daqae a'Avi-
la Hnlaan deietapenhava com meia dniia de
t ata o depi de descanso,?ntre
aatagonieas.
Ja tasa ap?. Ilido comi o divo grapa. Cha-
o4jeto Fraseo.
arri saaia ac grapa quo vea
rol )i crescido doa partidas portugueaea,
li beaa repart loa aadam realoiene.
Jaiga tar Ibes dra aa ninas carta de 13 a en
aradasida pelo discurso do Sr. conselheiro
iaam 4e Freitas aa eaaaara alta na sessio de
7 tas aarraate.
OH s sacio _.
tita fai coaw Heio. am modelo ; como oppasi-
t2j lii* ifinaa.
Tratava-se de |ntis ans res afirmar a saa
cratiaria cusas oppcaeSo partidaria independente
es a eri-atf cia se ffata doa mold a seguidas pe-
lai regeaeradorea a qoe preside o Sr. Antonio de
Se-pa.
O Sr. Barjsai attrifcnio os tumultoa a am
aun estar.
Es aaaa atar, qoe o 8r. Barjona caracteriaoa
no faca* te para eaatiaaar deaaaaocegaio, depoia
tlt sjnssaaa* ter mesada bami demente, bode
SBBfBBjajaa se esas gaal iateasidade qoando o Sr.
tse-pa t a: poler.
'}mc o g.versa perdeo a confia oca do paia,
pnrra-a s facts te ter aaeadigade aa aaeignaiaraa
te pavas e 4 .-sotad as para o celebro telegramma
tea aseesoss eztraordiaarka para silba da Ha-
tetra, ala de poder aserecer eredi.o queilea in
salaaoa.
apesT de fado inte, o cuereo qoer Bear !
P. a rae atejec, d*e c Sr. Bar j na e paternal-
c! ate tai rxpri:seo o qoe tesa a faaer para
Qregos e trovaaos aso de parecer
do ilieatre cb U da eaqaerda dyoal
jtefeado-re ac taawitoe, qoe ataapre os go-
veraaa aaaaaaaa s qpposicoes, e estas aos go-
reraae, resaaiar* o e padia citar exessplos de
pos ai pelos seas r reiigijaarioa ter contribu io
para as acara-tr. v.-ea para os excitar.
No sea joraaV Sr. Serpa cb.mava irnica-
avatc a este aras iaiaterialiasimo.
E" isaiasin pi I ase o Sr. Bsrjiaa e oa ecos
asteas qoe t a te aoeeeder asi aetaaea miu.a-
trra, seis tare oa ssia eeio, paseo importa.
1*1 ajar a eaqaerda drasstica ae renut coo
isas de crear, desde ja, o.tro jor-
.ada s sitiis qae por slgam tcm-
i direetorea polticos d< ase
a Sr. viscaade de Ongue la, e
sexixsr a creaefc lo Ota, pri
s reeessidai* aafa'-M d> se "
c Sr. Aa' j > fa s, esibir
saeatar e ; ras/aV a Baja
.. t o 5 a p*Si J qa ui

atraia (regeaeraior do Sr. Serpa)
Mrtem aaa amello r.fcriado-sis
i -isaiclo aaiaiaterial, ees que i,
aVr.
Tsrrs as a. atejasi assito loage da verd-
ate tsrs a> atas, 4a de ha ma aeiUr a creasb 4o Oa, progresaiats diaaideate,
tde.-cc r ama pasta
abara este illosfn pirla-
declarado terminan
l aisj o mavem acbigs*
i sraeas. qa*!i jaWaiiam na imp aaibiii lado
a faaer ~mg*.rmMt) ap-rnaroc .* jj clam-
ad qse e:i r*ajVpsa a reprllir, etc.
Xa ^aaarsSs derS'adoa prosegoe serena a
li ii aaslii do cosJb : -mxerciai fictuJo ji votada
ticnatiiUiaua- i a psrt^ relativa so-
i i Ja aa veas.
Sa dascaasx > do ijcwto do esdigo conuaercial
tarasUaiaAe parte i .'eraos orador-s, a-guiud> to-
c;i aa apre**:.t.c5> aeda das sota ipiniea,
Casi O iatsi'a ie a ti osar a cora nbmettida
aa mai a aareciac4i da eatsara. muito
aaBaste a aaxcr) de easesda^, aaboU'aito a a. ad-
c^aaaeaaBa.
Canoa se aiaita d aaaa reforma do nono eo-
*;? eaaaa-rci-.l. fc'jaat) ptii o ,ip nho.
__ Pai ej dia ftf ae se eaTaetaao no aaisv da
Trsaateae a asa ti- ia>agaral do congreeso agri-

Aaria a sesass i* II e aaeis da assebi, aasia-
t.cs*;saa a tesas o principa D. Carlos, o Sr. is-
SiJe D. AS noy- o Je ijaciaoo do Caatro,
oct.a-'i. ', os Srs. Maii.no de Car-
da fas i, Ku.jgd'O Navarro,
i das iba* *ib4i.ae. e Bairos Gam< a, mi
i i i Jfisa i trasgeiroa. Era eaorme a
na, caatsaio-sa eatre ella cerca de ~7C0
Hiinirr deiegaisa de- todos os pontos do
r ...i.
frea*. Ir. O. Jos aaidaasa de Oliveira e
t _xa at 4aJOi teado per aeercnlaroe os Sr*.
ateas Ha-ta; da siiva (Jaim.ritj e Carlos B^r-
saa eateasa,
i aa.aaeay lea aaa r esa san kistoneo da vida
a>rie.aa e oreapaa aa da atutede doa poderes esn-
- :aiaa e aaaaajajta se a S.S. MIL e AA. agrade-
ti san a fraj ispeasida pela aaa real asaiaten-
e a e i saLaastacinu
i as guasean, aa parlamento, as eom
te irtf e aasim toius
esa tavjr desta crosada.
saste aae dava a palavrs aoa Srs.
a ''aiaerja e as 8r. Dr. Pinto Corlas.
O Sr. .Batial im Jas Lseiaao de Caatro diase
osasaaaerac viaaa as eoegreaso, seea a mnima
i'jm a-4 tea, e loa va va o coagr sao qae, Bfgato-
j a sea saBSMSjaas, tea i a iarea.
3aas> aae era pieciao proteirer. aesa offender di-
ic tas aV ciass ; qae a qaeslA era diffi.il e aa-
ajansaaea os gas sa asa, qae o g verno, coaaer-
iaa r- casao eatraaaa, est decidido s aceitar
. ; ic aae foc jaste. T-Tsairua loavaado a inicia-
ra aa ateaJ AsaoeiaeAs de Agri callara.
Fui aasKaaido f eia eoa.Tcaao
Seeaxi ae o Sr. Di. Carlos Z ferino Pinto Coe-
Iso, dssnada -jae era ai fciu nov ver esa Liaboa
acais desbil te aseas, sis para asistir c fausto
de esateraa lar-aci. Viahaas pedir JeSates e
as C'Btra a eri temvel qoe aase>cava e
aasasa a mis tTin ssii s a uadaatria das ladoa-
-Tae. Q c aa r eiasaacoea se sue)ordiaa desde as
rtea at a> asis altivas ; qae a K-l
o .arici-s s tesa eaufinc cas asasal-
i,s das saaes ceast'tasd a O coopiji tex
ir fia isr lares aos (saasaas q' p-r laaM se
3 1 a a.i a til > e aamercio e pe a luustriaa
fie sala rd-ai, c pri-ea q .e o Hgri.u'.c M
anea-ate firax, praorate ja<'o.
'Arta' aa' a po csidid q-w t-u htvilc asas ea-
' p.di isau rana e tra^-aibo aaci>aal aa tacto de
so acsKr empate 4o at-fo pi, e aS'm f ff c lo
-ai travos. timitaa-J -ae a so-.n-iar, ov quao en
;*., . r~ "a a*ei>-.ee, ilita qa- a populacio
a c.tovees s as uir.j la.'attr a?.
C
faatsae so eapMal asa aasaal in''asina-,
Baaafas>aaa*Bi (steV J, ^aaado iassaatcia
abatas aaaa iasHriutidais at-
4 eompsrael dos inspott -s s euoclui.'
.a ai i> p- ser vi). Aa OatraS indobtriHS oo
qaearasa nt-vca, sra ajas la.pot.'ac s, n-lerio -
ate se aa eaasstreja, e~fii'm>uqae todo ac tem
giasuTaSa e Br-ja'B da agrtcauara. f'A Viva
i paUvra o Sr. Et i asasssCro aaa 'aras paaliema, qoe ciC-a o taaio
aras S ali ssar *as lia- rs i aaaav que o tiobs
prec-tas', e saep as.v aa i^a'.ute nee-ssidade
-e aa aracaer a ag ai un l monas
c-aasariea-s itsasaa ao >atm

car afaiai i jas gabaras toafca o ny+tur d^-a-J dn
cat a caaar- as* asgaasa' aa caiaat 'a praden-
ci% P-sias as parta taas qa- a. oa p .linca parti-
s %'. (* Ca Iba, verbe-sa
r m aa a <-rrtriaa de rapa
fifi- a- toa ai ck.aatn i>s
k> f m o 6.-ii. D SMi que
dsV-i-i Ka visto a 11 ganda
m imiamrio, n-pr^aentaado
a a. Jeaa-Canste era
a-r- aa *waa wi -. F aaait aooiaa-
ira. jaausS-t s-gsiate aeaaaaeai
Sr sata g-asa.
asa mis u aasBMti* as asacada, e dis-
aaaa tava ss V. (M-.aas das seas cae
.. ap.r aa daa Sjaa al aje tiuham
afilia Im a a
i aaasta asa-rar fia boa orgsais ci.
uUeuylo do coagreaao.
Qae punha adisposici do eougresso tolos os
livros sobre o crdito rural qae tinas recebido, d
Italia especialmente.
Applaaaoa proioogsdos.
0 presidente agradocea ao govsrno s aaa com
par neis.
O Sr. Pinto Uoelbo dea esclarecimentos.
0 Sr. conde de Ficalho tea diversas considera
coes declarando-sa ratineiro
Era ama har da tarde qaando se cnoerrou a
sesso.
A' noite reuniramae aa seis seccoes do congres-
so agrcola as aaiaa da sociedade de Greographia
e da Cojipanbia das Aguas, afim de discatirem
os reUtorios e ejnelueoes apreseatados pe'oa re
(atores da Seal Assocucld de Agricultura, appro-
vaodo as, rejeitando-ai, oa ampliando-as, seguodo
o sea parecer.
E' grande o numero do individuas iaaoript s
em todas as seseos.
Occapa-as s 1* seccio do cereaes, farinhaa, tu-
brculos e legamos ;
A 3* de gados, las e psstagens ;
A 8 de vinhos, sleools, sseitea e leos;
A 4* de taritss e tervioos de caminbos de trro;
A 5* de matnxes prediaes e tribatos, sea lanca-
mento e eobrsnca;
A 6* de reerutamento, emigiacSo, polica rural
e crdito agrcola.
O coogresso reune-se todos os dias at o eeu
encerrsmento, 1 hora da tarde, no salo da
Triodade.
Os caminbos de ferro do estado e oa qae sio
explorados por diversas compsnhias, deram pssaa-
gem gratuita de ida e volts aoa coogreasistas.
Em s'parsdo Ibes eovio ss Concluyes dos rea
torioi das seegdci, a qae as meas amigos dario
public.dade, se Ibea parecer que para os lcitores
qae so ioteressam pelas cousaa de Portugal este
momentoso assampto oode porveotora, captivar-
Ihes attencio.
Bffdttivamente, para este paiz, no momento
actual, nao ha qoeatio mais grave qae s da agri-
cultura. Se o coogresso prescindir de rhetoncas
e de banalidades, (do que se nao absteve comple-
tamente na sesso imugural) e se os governoa,
este e os qae se Ibe foreai segaindo, tomarem a
serio o resaltado do estado de tantas competen
ciss, muito se poder ubter para bem de todos
Nao falta, porm, ji quem eatranhe as preten-
coes ultraproteccionistas dos congressistas, por for-
ma qae, se iorem attendidas pelos poderes publicas
as suas txigencias, o coDiomidor em ultima ana-
lyae que teri do ver se asul com o preoo do pi
e d'ontros gneros de primeira necessidade. Log >
na segunda aeaaio do cangmsao, por um tris que
nao descamboa a discuaao para os meandros d i po-
ltica, mas fiseram-se mutuas conceases entre os
oradores ; mu i tos dos quaes, seja dito entre nj,
representam a agricultura in pirtibus infidelium, e
o carro, qaaai a res val lar, endireitou se. Um de
pulado da minora estranhia na cmara qae, logo
na ae nada sasej do eongressa agrcola, o govei-
o.i brilhasse alii p la aaa ausencia. Tamos, pas
doas parlamentos abert. s : um consultivo e outro
deliberativo.
Qae siguifica o (acta daa lavradores do riina,
reunidas em caagresso, (exclamava hontem o illus-
tr publicista Oliveira Mirrias no Reprter de que
e redactor em chefe), tomarem en-, suas proprias
mios o debate e a defesa dos seua iot-vassea, senas
que Ihes parecem inadequados e ioeffi .'ases os pro-
cessoa conatitucionaea de representaci i poltica ?
E acreaceata :
Effectivamsnte, qaanda a gente ti e se con
vence do qae e, qaauto vals e para que serve o
macbmiamo eleitoral parlamentar, forc'. reconhe-
cer qoe os lavradores teem raiS>.
Que significa o facto dos applaaios com que
toi recebida a imigem cia da agricultura entre
o commereio e a industria, fazer lembiar Cbriato
no alto de Calvario ?
A comparacio mi, porque a industria e o
commereio nao sio ladisa ; mas este simile inju-
rioso a expressio impropria da verdad, quer di-
ser, que a agiotagem prima sobre o trabalbo ru-
ralcomo prima sobre o industrial e commcr-
cia
Dis um peridico francea, quao Sr. D. Llis I
asaia:ii inaugara(io daexpaaifio do Barcelona,
acompanhado do re Osear II da Saeca.
Nio aei o qae La de verdad nesta noticia. El-
Bei tcm c utmaado a dar bieves passeios pela ci-
dsde, eio trun fechado, com saa augasta esposa ;
mas 8. M cuntir i a nio apparecer nem no tbea-
trn, nem sao actos publicas, e a faxer-se represen
tar nell> s par seas fib s Entretanto, e t .l qa
s ja exacto, s suas meibtraa sio considerarais.
* P.llecen oa liba da Madeira o Sr. J';ronyino
Sancbes de B a, filba do Sr. vsconde da San-
ches de Beja.
A 26 do carrente realisa-se a eleicia de um
deputadu p>r Liabda, -sai virtud-i da vacatura oc-
corrida pela morto JeTnomas Bastos- O candidato
governamental o Sr. conselheiro Martiuh) da
Crus TVnreiro, que fai gavernador civil substituto
de Lisboa.
O partido republicana aprsenla ao suSragio po-
pslar o Sr. Dr. Theopbilo Braga, late da Curso
Superior de Lsttras, cuja enorme arfiasefio, ta-
lento extraordinario e r.-conhecida senedade de ca-
rcter o fasem bemquisto de (oda a gente e alta-
mente r. tpeitado dos seus correligiunariss pol-
ticos.
O Sr. Teaieiro um medico aa'igo progr asista.
bem vista entre os seus partidarios, mascuja indi
vidaalidade nada tem de preeminente.
as eleodes a que ba poucos dias se pro -
deu, ficaram assim cn-ti'uiios os cor pos gereut .
do Banco de Portugal:
Aasembla geral
Presidente, o Sr. lienriqae Beraardes Pires;
viee-preeidente, Praniisco Viaana ; 1 secretario,-
J. J. Rodrigues da Cmara; i.*, fnneiaco Ribei-
ro da Cunta; 1. v e. -secretario, A ves Dinis ;
2.*, J. Gregorio Barb >sa.
Direccia
Uanrique de Barros Gomes, Joaquina Pelippe d
Miranda, Ouarte de Oliveira Daarte, Oabri<>l Ra-
miros, Marques da Pos, Ernesto Sh os er, Go oes
rctt >, Joae Qailherme Perreira, Jorge O'N-il,
H-'nrique Matheus dos Santos; substitutos : Jas
Pereira Cardoaa, Castanbeira das N"Ves e Jalio
de Oliveira Bastos.
Conseth) fiscal
J.i) Ignaeio Udbecbe, Anaibal Aehill-s Mir-
tios, Joaquim P'-ixeira da Casta, Antonia Fra i-
eisco d Costa Lima, Jo da Silveira Visan, Da-
arte Ab.-anch-s Bizarro, Francisco Almeida Car-
dse Albuqaerque.
So tro de S. Carlos urna espteaJida mi'ine, em qae
tomata parte a ce'eb.-e A 1-liua Patti qae regresas
de Heso-ioba de paaj-gtm para a America, alm
dos arest ia prinsipaea que actualmente caotam
u'aquelle heatr Eita muttse'e parte em benefi-
cio d .s crele*, instituidas por S. M. a B. .tuba,
parte para o mllr>2rdo pianista Ea^enia Mazzo-
ne, n-j-s i c'.mpati. .Ca, que ha muitis annos pade-
ce d'ina attecvio n e-it-.l, que o inutiiisou para a
arte aa t t c i u vidt.
A Patti eumpre aasim bisarrameotea sua^pala
<-ra, 'l'-'.z m i> de cao'ir n'um b u fi 'i > <*m Madrid
cm favor d.s Albergues nocturuos d'aqurila cap
tal, para qoe foi solli'tada p ir a-.: nio pod r demo-
rar man al i i e ter i: vir deaumaenhar so,do seu
c.'tiipr miaso, a temj>a de seguir no piquete tr-.n-
aaltaoiico.
Tasa estado ta dias em Lisboa a t .m a
Tasa C<*nposieltana, grup i de estudaotes variado
piui.iOf-.iii ule ai iiK'do ciassico d is esludantiuss
a Ui.d- in- din coui a coiher tyioboliea de mar
tija a' rviodo 'bes de adorna aos en peas de veludo,
p u au'euiciit pulais iatres pancada J.
Os tan s e.tiver ai no forto e Cumbra durant
u .ru..vt< e alli causaram virdadeiro tuir, t -
man.i part- uae T> i idas divereO-s qn- all pro
uiuv u a sociedade p rtu-n-e d s Tenentei do iu
6o, -: diacursanj i ni s io do principe Real en
ju au.tiite cois vario- m- mbr ds eeuoiaa sup -
riore d Por... n ds U ntersi'1-.de de Ciimbra Str
r aasa-upto qjn tem agota mais oc'uali li 1--
cutre m i-laaae scutar portuguesa, qae a ib li
cao d aoa h uoic tero aca-letnico, quesiii esta
q i esii lig. I. eom a expul ie de am aeademic<>,
rucisc Z .reo da C>sii,[!< casa ds SSmr
quesead. K tvira) m c.ms- qu ucii do coi.fl uto
qae t- ve m CmnBi a com am dos lent! d'aqu-lla
Uii>v>ri-ldaae.
Ew C i libra tamoem a eatndantina bespanbola
t. ve gtaudc ex to, eerbetido uVafS -8 cal. rosas,
uiii itiivo-n tuer ci a-. Pr meiteram n'nqueil
inte
coi fraieruiSiv*o e ilhusiastcn e ex oauaiva,
rrss resn-se tanbeni e.o utdulto do espadante ris
eado da U .ivarst Ja le, e foi oasse intuito que ua
tauvs de c nap tetl vieram S Listj .. ptssa las s
follas do carnaval eos* aa depuiaco-o da.Vniver-
idade e 'I-a ac la j superiores do Pono, i'etici i-
oaV'SB squell. g-o raas bobeuiiis da Qall>aa.
ir ato paQ> e pedir io re de Portugal qae p.-rdo-
asas ao .caocnuc'j partagues a pena a qae fura
eou lemn.ido pelo claustro pleao da Uuiveraidade;
mal ou f jaso porque aa pragmtica e etiquetas da
edrte se interposessem i saa reoepci) no paco oa
porque o ministro de espanha .em LisMa, Sr.
Meudes Viga, de acoordo emogovemo portu-
s^iea, Ibes tareessem as voltas, cmj se costuma
diser, o oerto qae s depatacia da toba coinpos-
tellana foi hontem recebida palo Sr. conselheiro
Jas Luciana de Castro, presidente da eonseihs e
ministro lo reino, desiatindo oa adisndo-ie inde
fluidamente a sua ida ae paos da Ajada.
A petico li ficou. Nio sei qae resaltado teri.
Ns Cmara dos Depotados est pendente am pro-
jecto de le do talentoso d- putado Eduardo de
Ab.-eu, para se abolir o foro universitario. Mas
coma a le nio retroactiva, anda que esse pro-
jecto venha a ser convertido em lei ji nio poderi
servir para alliviar a pena ao eitodante Zarco da
Camra, cojo inlulto ed pode ser-lhe dado pelo
poder moderador:
Os tanoa hesptnhLes foram galbardamonte re-
eebidoi em Lisboa na estaeio do Caes doi Solda-
dos por glande numero de ritudantes daa escalas
Polytechnics, Medies, do Exercito, Naval dos lo-
titutoi Agrcola, Iuduatrial, do Lyceu, etc., etc.
Ao eahir da tarde, sshiram com grande arehota-
da a viaital-os e vietorial-os nos tres botis da
Baixa, onde aqaelles cincoenta mocos da estudan-
tina ae liaba alojada. Na roas atroavsm os ares
cam vivas, bourrahs e felicitacSo estridula!. A
polica qae em Lisboa sempre spparatosa e lali-
cita para coasai mais innocentes, mandoa-lhes
apagar os arehates, fioando assim girada a grande
marcha aux flambeaux qae a rspssiada enronque-
cida tinha pbactaaiado para festejar os sena ca-
ntaradas bespanhoes, eoimbrenses e portoeoses!
Famosa esta nossa polioia e digaa sempre de ter-
nal laminarias.
No da seguate a tuna compostellaua foi ao
vasto ampbitheatro de cbimics da Escola Po y-
tcchnicatpara all receber e saudar devidamente
os seus coliegi.s portugueies.
Os lagares do ampbitheatro, tomados de asfal-
to por miihares de estudantes. Discursos com
grandes explondes de expansividade juvenil. As
questSes da dia (foro acadmico c indulto) foram
discutidas com levantada bombridade. O presi-
dente da tuna, D. Manoel Acevedo y Otero, que
um moco muito bem fallante, eloquentc meama,
deixon encantado o juvenil auditorio. A' aote
deviam tomar parte n'um concert esplendorse
no theatro de S. Carlos.
Tal era o empenbo de os ver e applaudir que
antea do meio da ji na havia am nico bilhete
para aquella espacosissima caaa de espetaculss.
Lugares da geral qae sio de 14000, i noite ven-
d, m se, os varios qae restavam as mioi dos
cootractadores, por HJCOO. Todo ac tom u. E'
urna daa fea'as mais entbusiastas e alfgrea a que
teoho assistido. Noi camarotes tudo qae ha em
Lisboa de mais distincto por nascimento, firmo
aura e upuleucia. as duas plateas o que se cha-
ma tola a gente, as notabilidades em todos os g-
neros de proveniencia Na camarote real nica-
mente os Sri D. Carlos e seo irmio O. Affonso.
Os actores partogusses Antonio Pedro, Valle e
Silva Pereira, fiaeram scenas-comlcas muito en-
granadas ; a orebestra deiempenhou magistral-
mente as symphooias das Vsperos e daa eniira-
m:s. A juvenil prima dona Regina Pacini can-
t,u, como nunca, o rnndo da Lucia, que ibe me-
receu estrondosa ovacio, arrastaodo os tunos que
3e acbavam tolos no pilco as suas capas de estu-
dautes para le servirem de alcatifa quando o gen
til virtuoso vinha ao proscenio agradecer os ap-
plaaaoa, durante as numerosas chamadas que
teve.
Antonio de Aadrada caotou com verdadeir
nspiracio a rommca do tenor da Luia Miller;
Francisco de Andrade executou com grande mes-
tria nlgumis romanias muito difficeis, taes como a
Charit de Frur", o Sorride me de Tosti, e por
ultima a calcio da toureiro Esoamillo da Carmen
que dase cam a maior bravura. Tambem cantoo
urna w i.'.-a e algumas malagueas M lio Stegn r,
que urna formosa dlettanti de possante vos de
meio soprano, muito aateciada as salas. As ma-
lagenas eram acompauhadas viola por um doa
tunos.
Enea, ao abrir o eapectaculo, romperam com o
bymnj da Carta, que foi ouvldo do p, segando o
'styls. A sais naquelle m. ment estava impenen-
te pola variedade e riquesa de toilettes que ador-
navam tio grande numero de senboras geutis. No
comee) da t-ic.ira parte, e orebestra da S. Car-
ios em retribaicio, executoa o bymna nacioaal hes-
panhol qoe foi ouvido igualmente de p o foi co-
bertojde applausos. Tudo quinto a tuna comooi-
? -) a.. ; p.iWM.,iMiML tJavcutadj. Uj>
dos m-maros do orpheon cautuu, com ac mpanna-
ment de coros urnas malagenas graciosissimaa.
A estudantina est dividida eu instrumentistas
mas todos graciosos reappareceram aa terca feira
decarnansl. mas ja eotaa nio havia espada re-
servado para o oorso e cada ejual girsva as suas
vistura palo centro da Avenida conforme a sua
fan'aaa,cbegaodo alguns populares em soaicarro-
oai toacas a parodia ros carros da vespera, ornan-
do-as nio de flires... mas de hortalicas.
Desta ves, a batalha dasfllres nio f >i enimada
pela prsenos e gen'il concarsn da Sra. D. ..la-
r'a Pa e da Sra. Duquesa de Dragonea como em
1887.
A esp-rsoc deque viriasa aquellas sugaiias
damas que salves demaroo o toroeio a tal ponto,
qoa as bitegai teimasas se iatromnti'ram na
tests e a aguaram tio desastradamente.
1_______________________\
PERNMBUCC
Tranarrrenclaa daarr.i-s do Bsico
de Crdito Heal de I'.-ruanitm <<
ao nao de ISA*.
10
25
SO
20
30
17o
6
310
Accoei vilor rea-
lisado......
401000 a 40sf
. 50*
601000 . 604
a . 65*
a . 701
a > 801
80*000 1061

cada orne
*
a
Pernambuco, 31 de Desembru de 1887.
,, Nepoleao da Costa Moreira,
Quarda-livrus.
Halanr do Banco de Crdito Beal
de Pernotabaco, em SI de Beaem-
bro de 18SV.
ACTIVO
Accionistas
Emprestimos bypotbecarioa :
Roraes
Urbanos
Valores bypotbecados
Letras hypotbecsrias
Contal correntia garantidas
Baoco Internacional do Braiil
Letrai bypotbecariai depositadas
Valores caucionados
Deposito de administracio e ge
reacia
300:0301030
1 233:303100)
414:7004(00
3.6;7:20O40iiO
19:7001000
40:001)1'100
60:4-294380
83:0K)4O00
50:0004000
(contrabaxo, vi.li.ioa, violas, b.-n larras e fltatas),
e cantores. Uous daqucltes elegantes rapaces to
cam panderetas, acompauhando is veses as me-
lodim com Baltos passos e poaicS s choreograpbi-
c- s difficilimas que so com grande praticade ezer-
cic oa fcy nuaatic is se podem executar e tudo
issa movimentado, as panderetas com os ps,
eom as mios, esm o< joelhoa, na testa, bos
catovellaa, de mil modos ; todas porm geutis,
equilibrados, contrastando cam a fidalguia de coas
ptiyaionomias e trajar medierval.
Tivemo no succeaso assombreso. A bandeira
da aua uuiveraidade, que um delles emponbava
altiva eatavaoroaia com urna formoaa c.iSa Je
loiro e bagas doiradaa, cain largaa fitas das torea
h.BBaah >las que, lgi ao levautar da panno Ibes
fai off. rtada pela commijaia da ca''a;n de sooeor-
ros para os esludant's pobres, em cuja beneficio
era o conceito.
Este concert fdra promovido por urna commis-
t-a c-mpos'H das senboras : duquesa de Palm lia,
marqaeza do Funcbal, marqueza de Rio Mai t,
m trquesa de Fr nteira, marquesa O.doim, mar-
quesa do P marea, marquesa da Fox, condessas
de BaSsl Ribeiro, da Fos, de Mures e Saboga*,
de Metloe Villa Itial, da Valbam, dos Olivaes, de
Oacepias, de V'aluca, de Buruay, madaoe
Men es Vig-, D- Anna Berna de Serpa Piusentel,
O. Mara E-ailia Brandio Palha, D. Rita de Bar
r a Oomes, D. Octavia de Oliveira O jedes e D.
Mar.a Emilia Seabra de Castro.
No da seguate os estudantei bespanhoes fiss-
ram no th.-atro do Oymnasio um beneficio
para si.
Esteve concorridsaimo e os bilbeles venderam-
e por prefoi relativamente tabulasos
II meo a Asaociacio Acadeinioa de L aboa off'
reccu-lhes un lauto juntar no Restaurant Rosa
Araujo na Avenida da Liberdade.
ro de 159 talbere o banquete.
O numero dos brindes fii grande e a maor cor-
dialdade reinou sempre entre aqueliea aympathi-
cos rapases e ul n aaoa.
Vio partir para Braga, onde se I bes prepara es-
trondosa rec-pcia e nunca vistas t nejos Qui-
marJea reclama-os ; os joruai-s gallegos discu
tem- n. Pare.-e que ji m tempo esta mosma
una compostellana te i xhibio em Pars.
Li o tempa que Ibes dea a elles para freqnent-.-
na oa curaos na sua aniversidade, ousa com
que tnuita g ote sciaina ; mil com lia sio cao-
tas do nossa rosario... sua alma sua palma !
E*ata vai t) onga que poucas linliaa.p sao
j i gara consatrrar batalha das floreo do se -
guiiafoiri torda. H 'Via t .dos os e emento'.
n.i i iii- i |i. i rj i n Ao n l di Liberdade rio a-
luase asa a Promenade des Anglaxs Nice,
iu-.s .-i.ili'iciitea para qu- a bataiba daa fl ir s de
8d8 prevales ase i de 87.
Oesoito oo fats carruagena, tiburya, ph e'0-
ii--i. viet-Ttas, tlogcart, o/c;ka i ri.ain-otadoa
com muito g sto cotraram na certamen ; mas-s-
a peleja bavia de comiQtr ia duas como se an-
nanciara, e o xito baveria sido satisfactorio.
Tama fu a demora, pjim, que a tarde p isou de
uubl.da que estava a deaf.x r-ie em agoiceiros
,ii lunhos qoe nfiual de cjutas pileras tudo em
letaan tada justamente quando lam entrando na
Avenida dona soberaos carros, asbbos 4s Sr. con-
de rtmu y, um representando am gslcio venena
uo d ale aquel e fi (algo, s-uh .ras de sua fnniha
a seus fihoa oajars'an indistinctameute fluea,
saqdiuhoa cosa rebufados, etc. Bate carro era
p .Julo por outio em forma corbeUle, cheio de
flires, donde emergaos as cab gas Imrai de qua-
l'ta ciiancas, oait das quaes governava a pa-
r-tas.
D toda as carros fliridos que giravam pela
avenida, antes destea, o mais notavel fiio das la
vraleiraa. Era inud por ujia p issaote junta
do bois e cnb.-rto de A re* do campo e feaio-s.
(Jo id usa este carro nove f irtuoias adolescen-
tes, que eram as duas filhas d> Sr. presidente do
e>ns bu de ministros, as duas filhas do Sr. Emyg-
d'o Navarro, a fiiha do Sr. coode de Castro, mlle.
Am lk, mlie. Mo iteuegro e ama'filba do Sr.
vise ni* da Oastelio de Haiva, todas furmosai e
rigor smente vestidas i moda do Alto Minho,
eom grande quauti lade de ouro, caracterisUoa-
mmiie lavrado afeitando-ihes o callo e ai ra-
lbas.
Estes esrros e amitos dos ontroa nuil siogellos
Movis e otcnailius
Caixa
Diversas contal
PASSIVO
Capital
Pondo de reserva
Lacros suspensos :
Saldo de locros nio distribuidos
no presente batanea
Emisiio de Letras bypotheca-
ri.ia :
Da 1* Serie
O* 2a .
Garantas de hypoth. :
Bniaai
Urbanas
Depositantes
Titolos em caucio
Cao(io de admutrajio e gerencia
L:tras bypothecariai torteadas
Juros de letras bypotbecariaa
Premioi de letras bypothecarias
lorteada
Divdendoi :
Saldo anterior nio reclamado
Pelo 3' a rasio de 5 |. oo 41000
por aecio
Diversas cantas
S. E. e O.
Recife, 3 de Fcvereico de 1838.
O guarda-livros,
Napoledo da Cosa Moreira,
saa (tj), {,
o **eal
tii-i
red
na
PaBBCBR DA COMUlSAO FISCAL
Em cumprimento ao que diapoe o artiga 75 d
n saos estatutos, vimos, na qualida.de de membros
da cammisai) fiscal dar-vos conta de nossa miaio
a presentan Jo vol o noaso parecer sobre as opera-
ydiia, durante o anno fin i a, em 31 de Dezembro de
1887.
Examiuamos com attencio a escriptoracSo e oa
documentos que as aram apresntado3, e con-
frontando os baiaocis e demaastra(d>is da canta
de Lacros & Perdas, acbamaa ludo exacta, em baa
ardem e ciar za
Da conta de Lacros & Perdas verifica ae qae o
resaltado do anno fai o aega Reoeita
Saldo em 31 de De-
xembro de 1886
s 1:4344541
1,22:7794U9
124:2131660
94:7401601
29:4731059
Da importancia deate lacro liquido verica-se :
tundo de rueroa
1* semestre 1:221 Ibij
o semestre 3:07541^9
1 semestre
2* semestre
1 semestre
2 semestre
Lucro liquido
51:4521149
71:326*970
Despeta
4l:664638
51:u7l49i>3
Interrogado reo, responden qoe era natural
de Alagas, de 20 annos da idade, solteiro, aual-
phabeto, que sabia, per ouvir dizer, o motivo por
qoe era acensado ; qoe nio conbecia as rea te mu-
nba do procesao e nio attrboia a accasaoio a
motivo particular.
Dase mais aa fdra iaterrocado pelo subdele-
gado de S Jos ao masuao aia em qae f.-a presa,
nio sa recordando do qoe respouo, visto qae
u'nquella occaliio acbava-ae embriagado.
E jj seguida ao interrogatorio e feita a letora
do procesal, o Dr. promotor publico desenvolva
aaccaiaci<, pedinda a condemn- cia do reo as
penao do grao mxime, por ter elle praticad) o
enme par nm motivo r. provado (sggravante do
paragrapba 4. do art. 16 do cdigo crimirai).
O patrono do reo, dedusiudo a defesa, allegoo
ter o tasa eonstitaiote prstiesdo o chine em reais-
tenea 4 execacio de urna ordem Ilegal, nio exce-
dendo os m-ios neeeasarioi para impedil-a (art.
14 paragrapho 5.0 do cdigo criminal).
Nio h uve replica.
O Dr juiz de direito, resumilo a materia da
aecusacia edefeia,eaereveo os queaitoa propogtoa
ao jury de aeoteoc, qae Ihe foram entregues com
o procesao.
Recolbido o conseibo 4 sala secreta das confe-
rencias, voltan 15 minutos depais cam suas res-
poataa escripias, reconbeeendo, por nnanimidade
de votos, a justicativa allegada pela defeaa.
Em vista das decsoes do jury, foi oreo absol-
vido e condemnada a municipsiidade as cusas.
Foi levantada a sessio s 2 horas da tarde -e
adiada para boje s 10 horas.
Menador tinta Fellppe No paquete
Maranhio aeguio aote-boutem para o mi o Exm.
Sr. coueelbeira Luir Felppe de Sonsa Li se-
nador do imperio par eata provincia.
S. Exc. foi acompanhado ate o paquete por mu-
tos amigos.
tln'ataclaNa paquete fi anees Equateur veio
h >nte da Europa o Exm Sr. conielhero Joio
Manoel Pereira da Silva, depatada geral pela pro-
vincia do Rio de Janeiro, e ltimamente escolbido
sead r pela meama provincia.
8. Exc. desembarcou, e esteve algumas horas em
casa do Sr. Dr. Joaquim Corris de Arasjo, que
o obsequioj offerecendo-lbe um almooa, em o qual
tomaram parte diversos de seos amigos.
Ao meio dia regesaou S. Eie para o paquete,
em que segu para a corte.
Iijceu le Artes e Ottlcloa Reunem-
se h je cm cn15rg.fi) ordinaria es profesa,rea
d'es'e tstabelecimeoto.
O Inferna le OtantePara a Livrar^a
Quintas, ao larga Saldauba Mariuha n. 4, vieram
j de Lisboa os fascculos 6 e 7 d'eata obra, cem
fiuas gravuraa e illuitraco.-s de Gustavo Dor, da
qual editor o Sr. David Caraxxi.
E' esta urna publicacio digaa de todo o apreco
dos bomens de lettras.
A' Livraria Quintas agradecemos a offerta que
nos fes dos supraeitadoa faacicoloa.
Fsllrciinenlo-L'n telegramma particular,
qne n s foi houteja obsequiosamente mostredo, id
tica baver falleeida na cidade de O yanua, ante*
hontem a 8 haraa d* noite, do urna soogestio pul-
monar, o tcu-nte-c .rom-I Joia Paulino da Conha
kQouveia.
Contava o finado 59 anaos de idade e era pai
de numerosa familia, qoe deixoo na pobreta.
H)a em dotado de um carcter exc. lente, era
de veras catimado por todos qoanto o conheciam
Em Obyunna era am doa chelea do partido libe-
ral, a qoe sempre perttncera, prjstanda Ihe os
maiores serve.s, haveodo figurada na revlueai
praieira de 1 -.1.
Uevlaia lllnatrada D'eata excell-ut- e
espirituosa revista, que' publicada na corte pelo
Sr. Angelo Agostiui, recebemos o n. 486.
Sempre interessaute. t
imul.iilit-i a UniversalA' Livraria
Quintal, aa largo Saldanha Mirinbo n. 4, agrade-
2501000 cemos a cft' -rta qoe o?a fe do 2 livro la Biblio-
theca Universal, autiga e madeina, de qoe edi-
tor o Sr. David Coraxsi em Lisboa.
Este 2o numero col" volme da novella de
Leaage O bacharel de Salamanca.
Csstlelrs mixtaA cadeira mixta de o-
strocio primitia, denominada da roa Marc io
Dias, est agora a funecionar na roa Velba de
Santa Rita o. 89.
Batano preso con o fai lo Pelo Dr.
delegado do 1' districto da capital foi etfectuala
a prisiodo individuo Manuel Mara do Nascimen-
to, na ociasiao em que venda aos italianos Cae-
tauo Calabre e Caetana Rasot doas duiias de la
tes com graxa paia botas ; as quaes estilo id *
enptoro da delegaca para serem "isoes aos
respectivos douoa que alii dwveria apparecer re-
sjr? Prea trerreiro paquew -^- .;.
cano AlUanca, hontem ebegado do sui, re^reasou
da corte u noeso amigo Dr. Antonio de Sampato
Pires Perreira, digno 1 engeuheiro da cammiasao
directora das estradas de ferro do Recife aoS.
Francisco e do Recife a Cardar.
S. S. foi recebida por diversos amigos, e obse
qoiado com om almajo pelo Sr. Dr. (ornes P-
rente.
Cumpriraentamul-o.
nuil Carnavalesco Cavaibelroi da
Epucua Commuuicam-uos :
Na casa sita i ra da Aurcra n. 103 A cele-
br u este club urna s< ssia solemne, em que teve j
lugar a p >sse de sua nova directora.
c Abri a seaai-a o Sr. Saivio Silva, qoe depoia de
e o relatan.) dos trabalbus e cccorreocias de saa
dmiuiatr-.ca >, conviden o novo presidente Sr. B)r-
ges Pereira a tecapar o seu lugar.
Este, depos de algumas poaderacjs, cence-
deu a palavra ao 1 orador Lacerda de A'meida,
que fea \i. > fi.n d'aqueila riuniio e agradeceu s
pessoas que a ella cancorrt-ram.
< Tambem uaaram da pilavra os Rri. Candida
Res, Santas Lima e oa D-a. Bianor de Medeiros
e A'cibiades Peeanba que dias.rtaram a reipeiio
16:0014000
1:7251713
33 8121150
11:9101232
6008:3771475
500:0011000
4:5-671134
8:6761129
812:1001000
835:900100
2.912;40i-1000
704:30010CO
83.-U001000
50:0004000
16:00')4000
24:2004i 03
41:202400o
5251000
10:0001000
4:756112
6:008:3771475
de Per-
1* semestre
" semestre
8:2^61930
Dividendos
7:5010iX)
10:0001000
29:4731058
17:500#000 20:7961930
Saldo em lucroa ius-
peasos 8:6761129
Seutimai muito praier em significar-vos qu o
1 leautada do tono de que sa tiata fai bastante f .-
voravel, mxime para orna instituiciu c ma eata,
que apeoaa a Jaua annos iuijiou soas operaces,
e qoe asai^naladoa aervica vai prestando a lavoo-
r. da caima de noaaa provincia.
A adminictraeia, em sen relatorio, vas orienta
minuciosamente o mavimeuto do ann -, e eata cam
misis, da coaclusio de mal observs(5es, termi-
na propenda-voa que approveii ai contal relati-
vas ao anuo fiudo em 31 de Dezembro de 1887.
Banco de Crdito Ral de r'ernambuco, 2 de
Marca de 1888.
Francisco Ribeiro Pinto Onimaries.
Antonio J. i oimbra oncalvea.
Jo. Adolpha de Oliveira Lima.
HtviSTA DIARIi
T'lbaual da Jury do steeifeA's 10
b 'rs d > rnsnn de hontem, presentes o juis de di-
reito presdeme do tribunal, Dr. Antonio Do.uiu-
goi Pinto, 0 2." promotor pubitca, Dr. Mauoei Cle-
m' utiuo de OlVi-tra Escarel e o eacrivio FI irencio
rtaJrigues de Miranda Fraue >, prtncipiou a sea
lio.
Verificadas ai cednlai e feita a chamada, coin-
par. cerna 87 joisea de facto
Foi subiaettido a ju gam'oto o rea Antonio
KraouisTco de Arauj 1, proeesaaio por denuncia do
Dr. 1.* promotor publica pronunciado no art. 201
10 00 ligo ciiminal, par hav-r uo da 1 de Ja-
neiro da anno panado, s 5 dars da tarde, no
b eco do Bernardo, fregoeaia de S. Jas, feriJo ao
guarda eivico Migoel Arebaoja M'Uteiro.
Oucupou a cadeira da defesa o Dr. Jer nym >
Materno Pereira de Carvalho.
jury de satenes comaox-se dos s-guintes
juizei de facto, que prestaram o juramento da
le :
Manoel Clcmentioo Ribeiro.
Francisco M reir Das S.brinbo.
Gregorio Targioo A-eioii.
Manoel Zeferino doa Santos.
Francisca de Paula Mi-ndes.
Mano-I Aatunrs Oorreia.
Joio Xavier Ribeiro de Andrade.
Jos Josqom de Miraada. t
J 'nqoin.) is de Metra Lima.
Dr. Afanes Arthar Cyaeiro4e Aibasaisque.
fidtiarao asgnHs.ilWac4vei.
Pedro Antones Crrala.
da importancia uo Ciruaval sob a ponto de viata
da critica litteraria, poltica e social.
Depon disto o Sr. presd-'nte encerrou a ses-
sio e con vid ju as pesaoas presentes a serv rem-ss
de nm rodo d'agua.
Pacnldatte te OireiloS-rio chamtdos
o. je a prova eserip a do 3.* anno 01 segotntes ns.
4o, 85, 92, 93,102, 101, 05,109, 110, 111, 119 e
122.
ferimeoloi O delegado do termo de S.
Lourenoo da Matta eommunicoo ae Sr. Dr. che-
f Je poncia que antebootein is 5 horas da tarde
e em terral do cugenho Q usaoga foi encontrado
Tertulian) Martina com diversos fenmentos.
Tomando aquella suioridade conbecimento do
facto, mandn proceder i viatoria e abri o compe-
teute luquento.
Taqaretlnga Eserevcm nos desta locali-
dade em 29 de Pevereiio ultimo:
1 Diminutas sio as aaticias qae teaho a dar
deate ta.nia na ujezqae 1,0)0 6oda. que principian-
do uverojao, acaba com umsol abrasadora panto
de, se nio cbover ja, perdertsa-sfl as lavouras
p antaaas era Ja.eir).
c Na dia 10 cnegou aqu a noticia da. nomeacao
do Dr. Viente de Moraes Me lo Juuior, para o
cargo de juz municipal d- Iguapeem S. Paulo.
j Etercia >qui a prumatona puplica desde D -
seiubio d 1385, cu. oda aquella noticia eom mullas contrariedades
pelos seus amigos que perderiu, com sua retirada,
a couiuvacia que ib -s presta'a com a aff-b lidade
de que dutaao, e, a comarca, seus 8-rvicaa pa-
blicoi.
deixou a pr -matoria a 16 e parti 4 18, em
oompauhia do asus paia pira o Recife, s acompanhado, 2 leguas o'aqui, por grande no-
mero de cava-h i:n 8, qoe mamfes.aram aasim a
sympathia de que gosava.
r .ns ventos u le m Igu-tpe; nade des.ja-
jdDa Ibe si-ja t^ii na carrera que <-ne toa.
c Est extre ndo a pr. momcia, luti-rinamonte. o
alft rea Andi Cusain 1 de Aruj Pareara,
0 carnaval esteve aqu me h ir o qae o do
anno passado, pelo meu s aa fiqmrai estiveram
uaii limpas, bavnnda ama chinfrinada na caver-
na do Deas Momo, corieoao iu -o reguh.rmfote,
depo | de fiudas ..s evaluadas que tveram logar
ao ultimo di da briocadeira
> En 21 foi cuneada a 1' aeaaio do jury para
19 de Marco vinlouro.
a As ouras da igr. ja cootinoam em andamento,
cont rme ji dase ua ultima missiva.
< Tudo uaais eem altor.ci a nio er o tbermn
metro oue mareon uo enrrer do ates de 18* a atr
dutigrado Aa reasir. s
Esladanles ail-aaea O numero do*
estudantes que se matricularan este ano as
un veraidad s llemis de 26,945. N< niversi-
dade da Berlim esiio matriculad 6,478 astodan-
tea 5 na de Mu.ti -ti, 3 44 ; oa de Leipsig, 3,288 ;
nade H.lle, 1501, n. de Breaiso, 1,314; aa
deTubiogue, 1,244; nade Baa, 1,119 ; aa de
Sreitow-id, 1,141.; na de G ettingue. lt&21 ; na
de S'rasoargu, 86 ; na de Fnburg., S?4 ; aa
do.fi b.og-r, r*7 i ua de H idellerg/8i2 ; 11a de
Maroorgo, 863 ; ua aa Kdt-uiugbern, 807 ; aa
d jVle>en, 513 ; na de lona, 681 : sarde Mmas-
ter,-467 na de Kiel, 463 ; na ps R-stoek, JJ30.
Das 26,916 estudantes, 5.791 amaeio o oarso
de theoloffia ; 5,769 o de direi'o ; 6.650 o dersae-
dicina ; 8,736 o de sciencias on leuras ; 1-Jtil s>
ldanles pertencem a aacioaalidadcs istsan-
geirs.
A mu*le do ftiluro.Attrabido fama da Wa-'kiries de Wagner, fdra 4 Bayreuth
um millionario ingles, de nosae Rieci.
A naifes o maestro do futuro tranatornon t
cabeea do noso britanoieo. De regreaso- ao seo
paia, o novo apaixonado wagnerisno principioa a
viver vida phaatastca.
Orgaaiaoo om batalhao to amaronas com o
costme legendaria que Ihe serviam d escolta
eempre que sibis a passeio pelas suas extensa!
propriedades. Oa cv.alias eram do mais poro
sangoe. Estas pasaeatsa cxtrsTagaotei excita
vam certa enriosidade.
Um prente do wagnerisno tentn dal-o por
prodiga, por cansa das despias extraordinarias a
qoe se entregava o maluco, O jais, porm, en-
tendea que o millioasrio estava no direito de gas-
tar, como muito bem qoisesse, o seo dinbeira.
Assim si louraa amasonas cantinoam a acem-
panhar ao lea extico lenbor n.s bosb dendu
con erial.
Bariii Brollien-A opolenta caa ban-
cara de Londres Baring Brothers, qoe gyra com
esta firma, e qoe reputada como om dos mai
importantes banqoeiroi da capital inglesa, foi fon-
dada ha mais de nm aecolo prloa rmiol John e
Francia Baring, filos de Johann Bafaafi. pastor
protestante allemio, que or questfciFpawtica
emigrara de Bremen em 1734.
Baring psi, nito achando emprego on igreja al-
g^ma da Inglaterra, estabeieceu-seem Exetcr com
orna pequen* loja de livros. Tinha quatro filboa,
Jobn, Thomas, Francia e Charles, o mais ve'he
dos quaes associado ao teiceiro, dedicaran) se ao
commereio, fundando em 1770 a casa de Baring
Brothers em Lindres, que ebegoo a ser orna das
mais importantes casas de commereio de todo o
mondo.
Francia fci em 1793 eleito memora do ccnselho
da comp-.iihia di s Indisa ; tm 180< foi elevado i
dignidade de baronet a t.inau aasento na cmara
dos commons como representante do condado de
Exeter. Era intima amigo de Pitt e do Can-
ning.
Um fiiho o suc-sa r de Frat.c, Alexandre Ba-
ring, foi mais tarde lord Asbburton e distingoio-se
no eangresso de Aix-le Cbapellc eaa 1818, promo-
vcu o grande enaprestimo da Franca e foi -a
Washington eommissionado para regular duvida
entre a Inglaterra e os Estados Ui idos sobre O
territorio de Maine. %f'
tobos na HungraEm conseqoeneia doi "
grandes trios, oa lobos na liuDgria i acem s al-
Jeia8 o Bt-.c-nn nio t as animaec, mes at os ho-
rneas.
O Lloyd de Pest, entre au-res cacos, canta que
no dia 19 de Janeiro, o juiz de Ca' h, ar, Vasili
Caurdar, voltava de QrosiWardein, em om "treno,
qaando ama alcaleia de lob-3 se atiroo contra os
cavallos.
Oa cavados aasustados aeudiram por tal farma'
o treno qae o desgrasado juiz foi arrem-.snado 4
estrada.
O cochero, ebeio de terror, fustig u os c&vallog
e fugio, sem se importar cam seo kcuo. E qoando
olbou para traz vio om espectacnlo horrivel : os
lobos haviam se atirsdo ecbre o des^rsjado juze ,
tinbam-oo f-ito em peducos.
Cinco minutos depois, e restara da infeliz a
-aada iasangoentada.
O Lloyd narra outro facto muito mais borroroio.,
Na noite de 17 de Janeiro, um camponio romnico
de Ditkes t-i cm trec a Ldgs, levando consigo
uui fiiho de 13 anna3. ^
Durante o caminho, o fren foi aasaltada pelos
lobos, e o camponez, na> p-naando s-: nio rm salvar
a propria vida, temou a reso-ucaa desraperada de
atirar o p.roprio fiiho s feral, que in-.mediata>
mente a devoraran). Chegando a Lugos o desven-
turado pai, aasaltada pelos remaraos, entregon-se
prsio.
arlaba francesaA marluh 1 francesa
era assim campast* no oltima mes de 1886 :
0 grandes encoorscad s, 11 cruzadores, conho-
racados, 11 guardacostas encourg&ant^ f cro-
neiras eneonrsoadss, 1 ba,-.-, >t 2' 3 cas
aador?i bateras, 41 ^ras, 49 aviaos de 1* e 2-
s a, 4 crt;a<05g|."transporte8, 1 aviso torpedeiro.
rSaaaoltairaSj 43 chalupas-canho.-eiras, 13 cha-
lupas a vapsr, 125 torpedelras para a defeza das
costas e servico de viga, 29 transportes da 1', 2
c 3 claasea, 3 raviea de iinba de. vela, 2 fragatas
de vela, 1 e rwp'.a da vela, 5 galeot 8 do vela, 30
1 encarrtgal.a da segaran^* da pesca e*9
navos-eaealaa.
Para a eooatruecio da novoa navios, em 1886,
fai coucedido om crdito de 38,892,148 francos,
mas para os anuos siguiles, a cmara pos i-dil-
paaicia do Ministerio da Marinba 200,000,000 de
francos, afim nia e de mandar car.struir eimol-
Uneamente om grande numero de naviai da
guerra que satiafseam s exigencias acfaes,
iras tambem de completar as fortificaeoes destina-
das i defeza das costas.
Issreetorta das obras de eonaerva-
co ilos portoaBoletim njeteeroloeico do
da 5 d. Vlarco de 1888.

r
a -3 0
0 P-o
dora* S82
1 1 u-
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6 m 23'7
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21,07
21.13
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,3]
87
70
65
71
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temperatura mximaJ0*,0J.
Dito mnima23*00,.
kvaporac&> em 24 horas su sol: 6,,n0 ; i som-
bra : 3",2.
Cii v ...
Di rece1 o do vento: SE de mea noite a*l hora
e 18 minlas da maahi ; ShE at 2 horase 3 mi-
nutos ; 8 at 8 horas e 54 minutoe ; variavel en-
tre S e ESE at 4 hars e 55 minutos ia tarde ;
SC e ESE vanaveis al 7 horas e 30 minutos; va-
riavel eutre 3 e ESE at m*-ia noite.
Velocidade adia do vente- 2>,67 por segundo.
vellosidad media : 0.63.
(Mi funccionau o mareg apbo).
. e '6 iid.ee:'iar-a-!. j-j .
H je:
Pslsssjaate Steople, s 11 horas, na roa do 80-
cego u. 'J', da estob lecimento ah sito.
r*lo agenta Martina, is 11 horas, na eatucic
de Cinco Pona, de madetras de constroevio.
P. lo bgente Modesto Baptsta, s 11 horas, na
rau Dir-'ita n. 32, de movis, loucas, vidros, etc.
t'cl. agf Pinto, ia 11 horas, i ra Maiqoei
daOlinda n. 52, de movis, luucae, vidros, etc.
sexta feira :
Pelo agente Pinto, ie 11 horas, na gnarda-mo-
r,ia da A'f-ndega, do casco e pertencea do navio
ai lema Ionise.
Plo ag ne Martica, s 11 borfis, na roa Mar*
ciio D.as 11. 45, de jai.a, livros, predio e terreno.
laa fnebresSeria celebradas :
fSdje;
A's 8 n ras, na matriz da Santo Ansalo, per
alma J*J ti arunn i Francicta de tousa.
Srxta feira:
A', 8 h. raa, na matris de Santo Antonio, por
alma di' Ji s faronjalves Penna; .'s 8 b iras, na
matriz da Uoa-Viata. por alnia do des Jote Quintino de Castra L io ; as 8 h a-a, na
matriz da Boa-Vista, por alma de J.so Bibeiro da
Carta;
ranaielroCbegados-da Europa no va-
por traocea Eqnateur:
H-rmaon K'iunuber, Antonio L urenoo 3 me,
Jo. pfrewtuaea Lima, August" fernunde Lima,
Mine. Couatauga da < unba .Villar, Jcio P. da
Cius Ira^a e Cstooin'> Marques.
Sabidos paia o sol no mesmo vapor :
Fraociscu maard Araojo, Jos Anttao E.
Machado, Joan La'te Bii'tir 1 Jouior. Artbar ]
de Aa-ia, Vano. 1 Biit.i Cugip-, O P tgaafl> de
W. Terra, Pedro Prea Pantal, Z-tenuo PtitOal,
Jos Hereira das Nev, Luis S. Aaais OrTSlho,
Ernesto &>rreia, ortmei Laxe, Antonio Fi-rreira,
Abiocio a'v- Monteiro. Alberto de Almeids Ra-
mis, ft f*Hf, C P. Gomes. Eopbn sina 8. Bo-
drigox, H .norai Mara do Espirito Santo a Ma-
noel Bast* de Oliveira.
Cbfga ios uo ul 00 vapor americano Al-
Uanca t
m j>r Lni Cintra, Laciem Kesb. ff r, Pelix
Racaiiaba, Dr Amonio Sampaio Pire WaTOll
Or. Lu a d N brg-, Carlos Wgge as asto>4
rem-n L 01-01 io aodeira de U uv*ia*'lj>snj
Wnliam Hug&er, Maix.milian Herts, Caaiata I,,
".
I




Diari
o de PeroambncoCuarta- (tira ? de Marco de 188S
I
a Oras Para, cxtrmhrfa
I* rara -- A 8 parte da 17,
pato uto plaao, cajo preao ffrante 120:0004
era extrahida oo da 12 de Mf reo.
CHROIICA JUIIICIARIA
4a Helarle
8E6SA0 ORDINARIA EU 6 DE MARCO
DE 1888
raronciA do exm. su. comsslhkibo
QCirnXO D MIRANDA
Secretario Dr. Virgi'io Coelko
A's horaa do reteme, preaeiitea oa Sra. desem
ata, i hu esa ame-o legal, 1( i berta a seas&o,
itapaia deuda e approvada a acta da antecedente.
DiatribaJdoa e paitado* oa feilos derasn-se os
juLQiUk-xroa
Habea corpas
Pmdtmtt.
Jaaqoia, menor.Mani.u-sa ouvir o Dr. che-
le de polica.
Or/mpio Martina da Silva.Nrgou te, unani
Baratate, por ter aido preao mi flagrante.
Recursos eleilorars
De Garuara Recorrente Ectropio Fereira da
Silva, recorrido Manoel Francwco Pereira Xavier.
Relator o Se. conaelheiro Que ros Barros.Con-
i eat diligencia.
De AreiaRecorrente Tito Henriquo da Silva,
ido o jaiso. Relator o ir. desembargador
Delfiao Cavalcante.Ngoase proviuitnto, una
Do OaricuryR--corrente o juio, recorrido
Joaqaia Jos Ribeiro. Relator o Sr. desembar-
gador Delfiao Caralcaate N'gou-if provimeoto,
iiaaiiinirmontc
Do ReeifeRecorreote Delfiaj da Silva Tigre,
recorrido o jaiao. Relator Sr. deacatbarftador
Pires FerreiraNtgoa-tc provimeoto, unnime-
eaiSVI
m
l!*X>40X>
1:200*000
00*000
1904OU)
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1914 5U4 91
am 3004OW oa segeiatra na
JJ62 7.1 7896
aa 19mJ090oa
tea au
MU til 2415 2416
SUS S4M 24
oa reglales aa-
US C1S 714 715
717 718 1719
17
716
De Cantar -Recorrente Juvroeio Taciano Ma-
ris, recorrido Jos Florencio de Sousa e Silva.
Relator o Sr. disembargador i'irea Goocalrcs.
diligencia.
De Atajara Recorrente Bernardo de Sousa
Franco, recorrido Vicente Coneia Leal. Relator
o Sr. etsmbargador Al vea Rili.-iri D u se pro-
vimeoto, anaaimemeote, para ser ezcloi o o re-
corrida.
De AlagaGrranderecorrerte Lacio Matbem
Caldas, recorrido Jo Ariitidet da Costa. Rea
tor o Sr. desembargador Tarares do Vasconcel-
losDea M provimeo'o, contra os votos dos Srs.
oVarabergadorea Pires Qoocalves e Pires Fcr-
nsiuir.ifl
Be?nrsos Crimea
D-' BorbareataRecrtente o jaiso, recorrido
Aatonio Krrrcira de Araiiji ItMator o Sr. con
srlbeiro Qaeiros Barros.; N--;zou se provimeoto,
uaaaimrmente.
De AreiaRecorrente o joiio, recorrido Luis
Francisco de Medeiroe. U-latcr o Sr. desembar-
gador Tarares de Vasconcellos. Dan se pro-
dimeato, contra o voto do Sr. desimbargadur
Buarqne Lima.
Aggravoi de pe:icio
Do ReeifeAggravante Antonio Joaqaim Cal-
cio, eggravado o eonsal de Portugal. Relator o
Sr. desembargador Baarqae Lima. Adjuntos os
Sra. desembargadores Delfiao CaValcante e Mon-
teiro de Andrade Negoa-ae provimeoto, unan:-
BSSJBBSBjaa,
Do Recite Aggrvante L).ogi Augusto do*
Beis, aggravado o jaiso. Relator o Sr. d icin-
baigador Pire Ferreira. Adjuntos os Srs. dea-
ibargadorea Alvea Ribero e Monteiro de An-
dradeDea-se provimeoto, unnimemente.
Appellacoes criioes
Da ParabrbeAppeliante o juiso, appellado
Boato Coates Brasiliam. Relatjr o Sr. desem
bargador Tararas de Vasconccllo*. Mandn se
a aovo jury, unnimemente.
De Uampin Grande App. lUote o promotor
publico, appellado Julo Loureoco P.irto. R-lator
o Sr. desembargador A vea Ribeiro. N4j se 10-
m coaaecimen'o d appellacio, contra o voto do
Sr. desembarga ior Tavares de Voasoncellot.
Appellacio civel
De Palaam Appellantes os menores filbos
da Joio Maaoel da Puuaeca, sppellados Ferreira
Cascio C Relator o (ir. desembargador Pires
Krrreira. Rerieorrs o* Sra. desembargadores
Moateiro de Andrade e Alvrt Ribeiro. Refor
;a-ae a seateoca, ananimemeote.
PAiaaGKN
Do^.jnssyiaeiro (Reros Barro so Hr A^,.
Kntrsadiae de ssucar algadtii
rz DC MABOO
ASSUCAR
Entradas
Bareacas ......
Via sarita de Garuar .
Vm-ferrea de S. Francisco
Vm-ferrea de Lisaoeiro .
Das
1 4 5
I 4 ti
1 ti
1 4 3
1 3
Soma.
AI.O0DAO
Entradas
de Cansar !
de S. Francisco
de Lisaoeiro .
Dias
1 4 5
1 i ti
1 4 6
1 2
1 4 3
Soflama.
'1
Saceos
9 582
1.595
1.616
4.921
2.601
20.21.
Saccas
258
117
3.356
I08
ti46
4.565
Appellae5o crime
De Ipjjoca Applmnte oj aiso, appellado Joio
Cbiysoatoaoo Pereira.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador Delfioo Cavalcant :
Appellacio oivel
De TimhabaAppeilantes Joio Jo iqaim de
Mello e oatros, appellada a compeobia Qreat
Western of Brasil.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrtde :
Appellaooes crales
De Caraai Appellante Pedro Cipriano da
Silva, appellada a jostioa.
Do ReeifeAppellante o juiso, appellado Cos-
me Jos do 0'.
De OlindaAppellante o jaiso, appellado Fran-
cisco Bonifacio de Ssllrs Ferreira.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Alves Ribtiro :
Appellacoes crimes
DaEicada Apptllante o juicq, appellado Ba-
silio, escravo. *
D) PenedoAppellante o juiso,'appefradj Er-
nesto F> rreira de B D; GaruarAppellante o juiso, appellado Joio
Sacerdote de Garvalbo.
0 Sr. desembargador Pires Groncalves, como pro-
curador da corda e promotor da jastioa, dea pa-
recer nos seguales ieitos :
Appellscdes crimes
Di ParabybaAppellante o jaiso, appellado
Joio Francisco do ascimeato.
Do Paulo Alfonso Appellante Joio Baptista
Vieira, appellado Maooel Gregorio da Rocha.
Do ReeifeAppelUnte o jaiso, appellada MaJ
ria Francisca da Aooonciacio.
De PalmaresAppellante Joaquim Simdes dos
Santos, sppellada a justica.
Do ReciteAppellante o juiso, appellado Ji
francisco da Silva.
De Paulo AlfonsoAppellante Jos dos Anjoi
a Silva, appellada a justica.
De SontaAppellante Francisco Ferreira da
Silva, appellada a jostica.
Do ReciteAppellante o juiso, appellado Beato
Gomes d Silva.
Appollacio civel
De AtlaaAppellante o juiso, appellado Ma-
ooel de Farias Bittencoart, senbor do escravo Ro-
sendo-
Do Sr. desembargador Alves Ribeiro ao Sr.
desembargador Cavares de Vasconcellos :
Appellacio enme
De Nasaretb Appellante o juiso, appellado
JoJa Manoel Ignacio.
Appellacio commercial
Do Reeife Appellantes T. N. Tirmeman e Luis
de Panla Lopes.
Do Sr. desembargador Tavares de Vasconcellos
ao Sr. conaelheiro Qaeiros Barros :
AppellaedVs crimes
DoTeiselraAppellante Manoel Victorino do
Oliveira, appellada a justica.
Do PenedoAppellante Honorato Pereira de
Atrojo, appellada a jastica.
De I'imbab.App liante o promotor public>,
appellado Joio Prancucn do Rosario.
Appellacoes civeis
Do ReeifeAppellantes a escrava Juntia e o
jais>, appellaie Antonio dos Santos Siqueira Gs-
valcante.
Do Reeife Appellante Marcolina Heoriquela
da Conceicio, appellado Manoel Jo Moreno da
Silva.
DILIGBNCIA9 '
Com vista ao Sr. derembargador promotor da
justica : *
Appellacoes crimes
De Bom Jardim Appellante Jos Francisco
Pereira, appellada a justica.
De CabaceirasApi elknte Jos Francisco dos
Santos, appellada a justica.
Ccm vista as partes :
Appellacio commercial
Do ReeifeAppellante a Gompanbia Brasileira
de navegacio a vapor, appdlla-los Sousa Basto
Am.rim A C
Appellacio civel
De OliadaAppellante Mamel Aitoiio Riiei
ro, appellado Aotmio Joi da Rocha Braga.
distribci^Oes
Recurso eleitoral
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
De Soasa Recorrente G>lno Ferreira
Soasa Formia;, recorrido Jos Gomes de Si.
Recursos crimes
Ao Sr. desembargador Delfino .Cavacaota^:
lia Campfaa GrandeRecorri* o
Xo Sr. desembargador Oliveira Maciel :
De 8. JoioRecorrente o joiso, recorrido -Ti-
burtino de Sonsa taims-
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
De Iteaerros Recorreote o juiso, recorrido Jo-
t Antonio da Silva Pal me ira.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De BeserrosRecorrente o julio, recorrido Cas.
todio Gimes de Brito.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Do B m GooselhoRecorreote o jalao, recorr
do Agostinbo Aatouio do Meneaos.
Appellacoes crimes
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Do IgusraasAppellante o juiso, appellado
Joio Herculano Ridrignes de Andrade.
.\o Sr. desembargador Tavares de Vasconcellos :
Do CondeAppellante Nioacio Antonio de Oli-
veira, appellada a jastica.
Ao Sr. conselbeiro Queiros Bairos:
Do CondeAppellante o juiso, sppelladu Jo
Lucas.
Ao Sr. desembargador Buarqao Lima :
Do CondeAppellante o juiso, xppellado Ja-
cinth) Francisco de Soma.
Ao Sr. desembargador Delfiao Cavalcante :
De Bom Coaielho App.-llaate o jaiso, appella
do Firmino Lopes Padilba.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
Dj Bom ContelboAppellante o jnio, ampolla-
do Jote Rodrigues de Moura.
Appellacoes civeis
Ao Sr. deiembargador Tavares de Vasconcellos :
D IpojucaAppellante o juiso, appallados
Manoel Jlo e oatros escravos. /
Ao Sr conaelheiro Queiros Barros :
Do CondeAppellante Antonio Quina > de Soa-
sa, appellado Manoel Congo.
Encerrou-te a tesiio a 2 horas da tarde.
Todos nos estamos sempro prompto* a
dar am oonaelho > pessoat que toffrem e
a indicar-Ibes um remedio capas de co-
rl-B. o qae succede coro o Morrbaol
Chapotesut depois que substituio oleo de
figada de baoalbo, to desagradavel quan
to indigesto. Frequeotemente ouve-se di'
zer em Paria a quem toase: Tome o
Morrhuol Este novo producto repre-
senta coro eff.-ito tu ios os principias acti-
vos do oleo de ligado de bacalbo, sera
con'er a parto gnrdurosa : digere se fcil
mente, e s?.aa resultados a2o maravilhosos
as affdccSes do psito, catarrhaa, toases e
bronebites. '-
n BLiaci^s a pedido
l'ernanbtico H88lon[t Nea-
aaMal
A Meeting of intereated in the ab >ve w.ll thote
be beld at the Sailors Home en Frilav tbo 9f>
instant at 220 P. M. to consider the preseot po-
ition f tbe Institntion.
H. BeanmontJones
Gbaplain.
March 5 A bem da hum wiiriade (9)
E' fa>cil recoaheoer as proprie latea cu
ratiraa do PefCoral de Cambar dea
ooberta do Sr. S. Soares, de Pelotas, con-
tra os catarrhos, bronsbites, bemoptysiaa e
oatros estados mrbidos da membrana pul-
monar, e a sua poderosa cfficacia oos va-
rios peos p-riodos de tysioa.
Sob a iufluen :ia d'eate poierosisaimo re-
medio v ae cessar os esoarros de singue
a as expectora^-s s.ingaiulientas ; dissi-
pa mae aa tosses mais rebeldes e tambera
desaapparejem as oppreasSes, .Oria do
peito e alterares da voz ; pouco a piuco
dosenvolve-se appititf, r-sapp.-rsjc.u as
forcaa perdidaa e, n'urpa palarra os doen-
tes experimentam una mudanza muito no
tavel e, por assiro dizer, toraam vida I
Os nicos agentes depotarios geraes
Francisco M. da Silva & C.
Franclaro inionlo de Ibaqueique
Halla
D ti illuiioes em qae o sattentavam a vida amo-
roa da familia, e o respeito e estiuia de >cu
concidadios cahio na sepoltura mas um atni^o
dedicado, m iis um cidadao prestim.-so.
Francitco A. de Albaquorque Mello i nio
existell...
P^bre amigo !
Como lhe iria cortado de dor o coracl', '> dei-
xar om torno ao leito m rtuario urna familia em
pranto, na sua mor parte compoata de crianzas
precissndo do arrim > paterno !.-..
Eu que b.-m de perto tive varias cccatos de
apreciar o seu carcter e a sua gcocrosidade, eu
que fui participe des msnifeatacdjs deltas quali-
dades, oio posso dcixar ie vir Uncar minba la
grima de saudade sobre o tamulo do amigo since-
ro e desintereasado, que nio esperava qae Ih'o pe-
diieem para ministrar soccorro e auxilio.
Do rude exterior qne aprsentavs, deixava, en-
tretanto, transpancer um corayio de ouro e jun
lamente com 0 riso complacente que lhe ra habi-
ta1, stomava-lbo aos olhos a lag'ima do enter-
ueci:nento. v
Raro c significativo exemplo s falsidadet de
boje!...
Descansa em paz, amigo !
Si estreito o sepulcbro que te eocerrn, ha para
tua memoria um monumento mais vasto e mais
alto ao coracio daquelleg a qoem biueficiaste.
Reeife, 6 de Marco de 1888.
C. P. C.
O aedlite Chaoteaud, enja fama un
versal, um purgante salino, refrescante,
de aabor muito doce e irfliai segura,
para debellar a constip -yao (dureza de ven
tre) ; o seu eropr*go lino e ultimo para
as pessoas gotosas, atacadas de rbeumatis
rao, de constitituiyao sangunea, biliosas,
promptas s ceng-stois do cerebro, s ver-
tigens, enxaqueuas, dispostas s bemorroi
das oa etnburscos gstricos. E' elle tam-
bera o purgante por cxoellencia das mu-
Iberes e das crianzas.
Paca evitar perigos das contrafacc/vs
de sedlits e doa laedioainentoe doeimetri :oa
i-tijna o unioo- preparador o Sr. Ch,
oteaud. exiia-ao uos rtulos o nome
ntorea |
Burgr iaevft Chanteatid
de
a Za I3fl.
BOBO DC JAXOatO
M5reaa-
aVretaaaeala
Fffeitaea aa aootem o do lugar ingles. -Mcrrit.
paracarregar aqui, com destino aos E.tados-Ua>-
dos, asaaear a 12/6.
Vattl* deapacliud*
all. Mispah., para :
Liverpool : 12.1 la aaccos com assuear masca
9*Va dai.
.4 5.8 14 ifi
389
4 81
.15 218
Ss? V i mtt a
--! 3 5 .13.8
480
214
vfi
3
183
318
323
*> si
?4 5.8 H /
3b
i?
1
218
Ctrrcg. Loto A F.iho.
rauat daa AiriaadSa
awas aa 5 a 10 na *boo oa 1888
i Vide o D ario de 4 de Marco
*svl>aj a carca
Barca portagaesa Lape Daorte, para
Parto.
Barco aoraegaeoM
Unidor.
.-!<
X
J23
m
Lisboa e
Pro/euar fordenikold, para
Barca swra-gaeoae Polykorp, para Liverpool.
Barca aasaricaaa J. H. Oadwich, para Estados-
Uaidae.
Bngae ingles Admiral Tromp, pira Rio Grande
do Sal.
Ligar aeaub Da Capo, para Canal.
Liga aaaoBai Marmho IX, para Rio
aoKal.
Legar americano
Oaidos.
Ligar iaglez Mtrritt. para Esta don Unidos.
Patacho portagoex Lkmi Irmoi, para Lisboii c
Porto.
Patadas aacioaal Lttilano, para Pelotas.
Patacho alleaaio O Pedro, para Rio Ursnde
do SoL
Patacho sarco Aaa.r, para Rio Gr.ode do Sol.
Vapor lctea WmUH.D, para Liverpool.
Vapor laglix Birkhid, para Liverpool.
Vapor lagiea Ptiuburp, para Liverpool.
Vapor iagtea Chiiian, para Liverpool.
Grande
Edward Jokiuton, para Estados
.Yaav w ai descarga
awraegaeaae Din, carvio de p. dra.
Barca aoraagaaaa*- Suttd, utrvli ci pedra.
Marea ingles- >. arponan, baca Ib 4o.
Baiea inglea* H'Cen Itabel, bacalhlo.
Barca iagl-sa Laoimia, bacalbio.
rfl5?7f H**" "i1" aragtro, baealnao.
Lugar ingles Imc* March, carvio.
Lagar ingl a MxryCory, bacalb.'.
alacho bacioBa. ifioo, x.rqu-.
ItaporUco
Vapor aaericano A Itanca entrado Jos portes do
sai esa 6 a consignado a Ueorr Fartter C, ms-
1' irinba dn trigo 5)1 barricas aos cooiigaata-
rios, 500 a Lopet Irmioa A C.
Fnmo 138 v..!i m s i ordem, 111 a Moura Bor-
ges ic, C, 10) a David Bailar. 9 a As-vedo & C,
13 a Almeida Mchalo efe C, 17 a Coste Lima t
C, 15 a Rtlrigaes de Fa.ru & C, 15 a Ferreira
Bodrigaes &. C.
Manttiga 31 caixas a Pereira Carneiro A C.
Mercaiorias diverjas25 volumet a Amorim Ir.
mios & C, 1 a Martina Fiuia < C i> a Aagoati
Reg A C, 2 a S. Fooieca & C. 2 a Machada fct
Pereira, 3 ao Dr. Ctrl A. Menet.-s, 16 a Jo*
Antonio dot Svntos.
Machina 1 caixa i ordem.
Panno de algodio 55 fardos a Hr ,\r n & C, 99
i ordem, 31 a Machado St Pereira, 1? i Alves de
Britto A C, 21 a Peieira Caroeiro 4c C, 90 a C.
Antonio Seqoeira.
Viabo 10 caixaa a Etnaty Rodrigues 4t C
Xarqne 157 fardos a Augusto Figaeiredo & C,
60 a Joio Goacalves Coioabrt, 10) a Joaqaim ad
Silva Cara, ro, 190 a Pereira Carneiro A C, 563
a Maia Reaende, 20 > a Baltar O.iveira at C,
50 a Maia A Maguibies, 50 a Rodrigues Prsc, 50
a Silva & Aaevedo, -) a Viuva Cuaba Qenro ac
C 100 a Paiva Valeote A C, 50 a Firmino Gomea
Leal, 50 a Jote Fiedade. 330 i ordem, 30 a Jos
D. Pereira de Aaevedo, 30 a Joio Pereira.
Carga da Babia
Chpeos 2 caixoes a Antonio P. Carneiro da
Silv. .
Cerveja 10 eaixs a M. A- Pinheiro.
Charutos 2 caixo.-s a Almeida Machado A C. 1
a J. L. de Barros.
Fio de algodio 90 aaccos i ordem.
Fumo em folha 25 fardos a Joio Francia so
Leite.
Mercadorias diversas 1 volume a Mendes Lima
t C
Panno de Algodio 6 fardos ordem 00 s Rodri-
gues Lima &c C, 10 a L. Maia & C, 10 .. Ferrei-
ra Irmio, 10 a N. Maia A C, 10 a Luis Antcnio
S'qaeira, 10 a Crnmer Fr.y <* C, 70 a Machado
S Poroira, 10 a He terina \ Ir.nSo, 5 a A. Maia
Jt C, 6 a A. fteisa A C, 10 a A. Amirim A C,
10 a A Lopes A C 20 a Salaer K tulYoaou At C ,
100 a Monbard HuberA C.
Pipas vasiaa 18U a Jos Rodrignet Macieira.
Pelles de cabra 113 fardos a J. M. Liite, 13 a
ordem.
Xarqae 115 fardos a M.a & Rcenle, 50
Moura Borges it C.
llcienitiariiBilnr Ja- Aalalioo Caal.'u Ledo
1. ANNIVERSARIO-
Etelvino A. de Castro Lei", Manoel Jos. Mar-
tina, Epooio* de Ca-tro Martina^ Maooel Joi
Feruaodrs Birrot e Aun M. Feruandes Barroi
cnvidnin koa parenti-s e amigos para assistirem
as ids-i- que mandam resar na matris da l a-
Vnts, i 8 horas la m .ubi do di.i 9 do COrreuti',
1 aooiversario d < f tllccimrato de sea p-e?adis.i
mo pai, s gro e av desembargador Jote Quintioo
de Castro Le o, coufessaudo-s-; desteja Miuioia-
inrnte agradecidos a to'oi aqueiles quo coinparo-
ci'iem a eatp m-r r!e candado e religiio.
Protesto
V
O abaixo assignado, tendo arrendado por tub-
locaio, em 28 da Maio de 1887 c pelo tempo agr-
cola de oito safras, o engenho Riacho do I/orle,
sito n'este termo, a Jos Peixoto de Barros Reg,
a qoem por escriptuca de 1 de Maio de 1882, com-
peta safrejar e osar pelo periodo de dos aooos,
dos quaea ja havia gosado qoatro, acontece, qu<",
a despeito da eaprusmenle ter annaido a eisa sab-
locacio o propnetario do engenho Joo Pereira
de Arauj i Cardoio, eem nada alterar as cendi-
co.-a do arrendamcuto snblocado, mxime* qaanto a
iutegridade dos trrr-nos qae conttitaiam o meimo
eugeaho, e des qm.es ostava de posae o referido
Ji s Peix.ito de Barros Rgo, posee que as mes-
mas etndicoes e tem oppoaicao foi traspassada ao
abaixo assignado, a despeito deja tero abaixo as-
signado, seguro oa verdade da escriptnra, fand0
do.svfra, contando ttmbem com a lealdade daquel-
les quo com elle contractaram ; a despeito, final-
mi ote, de todo isto, o referido proprietario Joio
Per.ira de Arctg*i C.rdoso, em ausencia e sem a
mnima solencia do abaixo assignado, acaba do
desmembrar parte dos ttncart do alludido enge-
nho afim de seren uuid.s ao engenho Ritco.
Ora, alterando esc deem. mbramento ai condi-
voes pelas quaes bouve o abano assignado o ar-
rendamento do eogeoho fiiachio o Norte, desde
i e para seimeia de quetn posas oteressar, vem
protestar contra qualqaer negocio que tenha eido
leito oom as oito letras que acei u, do dito auren-
damento, pols, c. mo o obriga a propria digoidade,
nao pede encampar semclbante procedimento.
Em juiso competente usar de seu direito par >
tornar sem effeito este arreodam. uto e ec n valor
os ttulos que o representan).
Sem os terrenos desmembrados, p;r todo^ prreo,
caro o tal Hiach.o i > Norte.
Encada, 1 de Morco d 1888.
Mt,nocl da Rocha Ferraz de Asevedo.
Molina
A insistencia com que os redactores do partido li-
beral, todo o proposito faz -in alluiio morte de
Min Chico, para malainacm o integro Dr. Ribeifo
Vianua, impelle n a a vira impreot para dizer-
Ibes que se eem dcgejjs de inforoiar-se da his-
toria do asssssicato d'aquelle ladro de gado, com
todas aa suas particularidades o pormenores, apro-
veitem a occasii > de achar-se n'esta cidad o Sr.
l)r. La t Jos da Silva Guarni e d'clle obterio
a noticia circumstanciada dos antecedentes d'a-
qoelle crime, do plano e co.nbincocs que prou-
z ram o lgubre desfecho.
O Dr. Guarni, melcor qu ningucm, podei
upontar a m-i oceulta que guioa o brafo homi-
cida.
O Cimbren/e.
Casa Feliz
Queijoa 300 o.mi e 1 tina a O. Pluvo o (J.
Relogios 1 c-iixa a E. Goetohel.
Saogoexogas 2 caixaa a Fraocisco Manoel da
Silva A C.
Sardiuhas 15 caixas i ordem, 8 a Ram )a A
C.
Seda 1 caita a B :met A C.
V'drcs 1 cajas a C. Wacbsuann.
Veatidoa 2 oaixaa a Amorim Irmiw & C.
Vinagre 10 caixaa a Ramis A C.
Vinho 2 barns a Paal Jullien, 3 a J. Louret,
1 a Rouqusvrol F.e-oa, 2 1)2 caixaa ai contigna-
taric, 4 e 10.a Paulino de Oliveira Maia, i I e 5)
ditas a ordem, 2 e 5 a Ram n, 5 a C. P uyn
St C
. Vermuth 20 caixaa a Francitco G. de Araojo
t Filho.
PRAQA DA rNUEPESbENCTA N3 37 39 E
DE ANTONIO A SANTOS PORTO
Aos lOOiOOOftOOO
Venden da 2 extraerlo da 11* lotera extrahida
hontem, 13 d- Janeiro, a s rte de 1:0004 n. 1891,
a sorte 5004000 o. 3123.
Tem expoato i venda os seos felses blbetei
earantidos da 3 extraerlo, a bwefieio de. Santa
mente.
isencordia qae so eztrabir breve
Segunda seccio da Alfaadega, 6 de Marco
de 1888.
O theaooreiroFtorenc.o Dom'inguei.
O chefe da aeccaoCicero B. de Mello.
Rerebrdoria (eral
Oo da 1 a 14:1124835
dem de 6 3.298575
'
17:1114110
Nilill >'oKuaiCrdoba fRep. Arg ), 1 de
Janeiro de IS78 Srs. La muan & K:uip, NW
Y-oik Amigos e tenhoret: Oepoia d-j haver sof-
frido por muitissim s annos de urna forte irritacS
uo naris, jroduzi la pir um i uifl iinnoscao do fi-
gado acompaub-tda de urna ati'-ccio pulmonar, fui
acouselhado por mea amigo o Dr. L.-Severo Obie-
gon, facultativo mui distincto, de t mar seu muito
acreditado Oleo de Figado de Bacalbo, com o
qjal, cm doai meses, ti la-i curado radicalmente.
Manifestando a Vv. Ss. o uiiu rcconhecimeuto,
tubscreto-cce,
De Vv Ss. muito attento venerador e criado.
Nettor ha:a'aule. t
---------------*.---------------
Collegio de Santa Lozia
14 Boa do Bario da Victoria1A
Este collegiotem por rim iustruir as alumnas que
nclle tive em entrada as materias seguales: pri-
meiras letras, portugus, trances, geographia,
historia, aritbmetica, deaenhi, piano e todos es
trabalhos de agulbt, a saber : bordados de lnha
de leda, froco, mistanga, tapecana, alio relevo,
ur-. prata, cutio c escomiiha, assim Como flores
de paonc, tere, froco, de con tas, de escama, de
couro, de marisco e d madeira : e tmbeos cestas
do pedra hum-, de lacre e de missanga, uudissi-
mas flores de la (de novo gosto) o tambora a'cor-
tar e coser vestidos por figurinos. Tu Jo isto por
precos muito raxoaveis.
Espera, portanto.qad os pas do familia ae dig-
nem protegel-a e confiar-lbe auat tiilns, as quaes
a par da instruccio, receberio cuidados e educa-
(Zj relisioBS.
A directora
Fhadelpha Ernestina Fortes.
*S**5?aS5aHB
Norte.........
Europa.......
Sal...........
Europa.......
Sul..........
Europa.......
Pernambuco.......
Neva.............
Siaranhao ........
ViedeBo/io......
Eibe.............
ZVen.............
23
21
'5
28
29
-31
Hereedorla provincial
Do da 1 a 5 3:912^989
dem ds 8684191
?
Carga do Rio de Janeiro
Aaansfrss 18 volumet a divenos.
Caf 9 aac-oa a Jos Joaqaim Alves A C, 7i3a
D asuana Oh at IX, 71 a Joaqaim uarte Si-
- d A C, 200 a Goao.i A Pereira, 40 a Lopes de
aWa.lki-*, 238 a Paira Vateat- A C 70 a Costa
Mtiitaa, a Fraga Rocha A C, 477 a Jot-
as Carvalbo A C, 60 a Ferreira
A O., 70 a Pereira do Carvalbo A C,
19 Aagaato Figaeiredo C.
Vap:r francs Equateur, ntralo de Bordeaax,
e etcalas, em igual data e consigoado a Auguite
L.bille, manifeaton :
Amostrat 3 volumes a diverros.
Aaeite de oliveira 19 caixaa ordem, 40 a D.-
mingoa Ferreira da Silva A C
Ameixas 6 eaixas i ordem, 9 a Ramos < O, 10
a Goncalvi's Rosa & Fernandos, 11 a Domingca
Ferreira da Silva & C-
Cognac 3 o Chapeos l caixSo Ch'istiani j C.
Cburcbo de munioi> 00 barricas ord-in.
Clichs 1 caim sujomtldo Measte, 1 ao Diarto
de Peruambuco.
Champanha 10 eaixas ord-ui.
Chocolate 1 caixa a Ramos & 0.
Doces .0 caixas aos me3mos, 1 or lem.
Def-ncas de junco 12 ao ciiaignaturi;.
Ervilhas 5canas a C.rv.ilho A .
Ferrageos 2 caixas a Gdmei de Mattos Iiuiaoi.
Instrumento decirrugia 1 caixa ao r. Cocitan-
eio Puntnal.
Licores 9 caixas a R moa C, 9 ordem.
Mercadorias diversas I volumo a F Liaiia St
C, 1 a irmi Chouveroeb, i a irra S-.lveginl.
Modas 2 caixns ao uootal de Eranea, 1 s Fou-
qaesu.
Bertrand, 1 a C. Wachsmann 2 a H. Naeacb
A O.
Maoteiga 2 caixas a C. Ployu 4 C.
Machinas para arrolbar 1 caixa
cario.
I<'xparlacla
aacira 5 oa Miap i oa 1838
Powa o estertor
No vapor ingles Birkhael, canegaram :
Para Liverpool, F. Caacio & f'ilb o 2,003 saceos
com 158,000 ki os de aasucar masca vado.
No vapor iiiglea Finsbury, carregaram :
Para Liverpool, H Forster A C- 3,800 aaccos
com 285,000 kilos de aasacar a sea vado ; P. Car-
neiro A C. 266 taceos com 19,950 kilos de aasacar
maseavado.
Na barca allemi Metpah, carregaram :
Para New York, J. S. Loyu & Filho 4,0*0 aac
coa com 306,7:6 kilos de aasucar maseavado. -
Na barea portugoeaa Lope Duarte, carre-
gon _, .
Para Lisboa, T. de Aaevedo Ssuaa 300 eaccos
com 15,000 kiloa de aasacar braoco e 100 ditos
com 7,500 dito de dito maacavado.
No vapor americano AUianga, carrega-
ram :
Para N^w-Yoik, H. Laodgrio A C 25,500 coa
rinbot de eabra ; Abe, Steiu A C 40,762 cnunobot
de cabra e 1 vola ae com 110 kilos de borracha.
Pora o interior
Na barca nacional Marinho g', carrega-
ram :
Para I elotes, P. Carneiro i_ C 500 barricas
com 44,300 klostdo aasuear branco e 50 diui com
5,202 ditos de dito maacavado.
No patacho nacional Lusitano, carregaram :
Para Pelotas, Amorim Irinos St, C. 275 barricas
com 29,602 kilos de aasacar branco e 25 ditas com
o,8l3 1|2 ditos de dito mas avado ; R J. Pereira
400 barricas con 36,978 kilos de atsucar braceo.
No ljr americaoo Eduard, carregaram :
Para Santos, P. Carneiro A C 4,000 saecos com
210,'fOO knos de aasucar branco e 5,000 ditos com
300,000 ditot le dito uatcavado.
No brgue allomio A. Tromp, oarreg >u :
Para Rio de Janeiro, J. M. D.as 400 barricas
com 21,800 kilos do aaiacar braoco.
No vapor americano Altianga, oarrega
ram :
Para Par, T. de Asevero Soara 200 barricas
com 12,540 kilos de assuear branco ; Amorim Ir-
mioa & C. 10 pipas com 4,800 litroa de aleool e 5
ditas com 2,400 ditos de agurdente
No vapor nacional Maranho, carregaram :
Para Rio de Janeiro, Guimari-.-s A Val-ote 200
ateos com 12.000 kilos de milbo ; A. F dos San-
tos 28 caixas com vinbo de jura beba e 1 dita com
emplaitroa.
Para Babia, A. Oliveira & C. 8 volumes com
8J0 kilot do doce ; L. A. da Costa 2 barricas com
150 kilos da doce ; J. Fontellet 22 oaceot com
1,108 kilos de cera de carnauba.
Beclfe Dralnaxe
<>e da 1 a 5 12:6191525
dem d 6
5:635,17t6
Ilinlie.ro
kbcbbido
1:8111187
18:25c4315
Pelo vap. amer. Alliauca., do tal, para :
Martint Fiuza A C. I 001
ao c:naigoa-
Benditufata* publicas
tus oa tuaoo
Al/andeya
0004000
Mercado Maaielpal de 9. afos
O movimento deite Mercado nos dias 3,1 e 5 de
Marco foi o teguinte :
nuaram :
101 bois pesando 15,451 kilos, sendo de Oliveira
Castro 65 ditos de 1 *, 10 de 2' e 26 de parti-
culares.
1127 silos de peixe a 20 ris 224510
198 cargas de fariaba a 200 ris 3946'JO
61 ditas e fructas diversas a
SOU ra. 1S4300
3 i taboieiros a 200 ris 64100
61 Sainos a 200 ris )\>iW
38 Matulos com leguaies a 290
i s 74600
Forano occapados:
78 columnas a 600 rea \ 164800
3 teriptc rio 900
60 compartimentos de farinha a
500 ris. 304000
70 ditos de comida a 500 ris 354000
282 ditos de logum.es a 400 rit -11248U0
51 ditos de suinoa a 7< 0 ris 374100
30 ditos de ireasuras a 600 ris 184000
30 talhos a 24 60*OJU
10 ditos a 14 104000
A Oliveira Castro A C.:
162 talhos a 11
Vapores a sal r
HEZ DE KASfO
Est.-Unidos. A'tianca.......... hoje s 1 h.
Norte....... Pard.............. 8 s 5 h.
Sal......... FIe-de San Nicols 6 i 1 b,
Buenos Ayres Tamar............ 10 s 2 h.
Montevideo.. Potos............ 11 a 2 b.
Havreeesc. Vi'.'e de Macei___ 13 s 4 b.
Sal......... Afanaos........... 14 s 5 b.
Santos e ese. Advance......... 14 slh.
S uthampton. Tagus............. 14 s 12 b.
Norte....... Espirito Santo..... 17 s 5 b.
Santoa e esc. ViUe de Pernambuco. 19 a 2 h.
Bordeaax ... Portugal.......... 18 s 2 h.
Sol......... Pernambuco....... 21 t 5 a.
Buenos Ayres Neva........... 21 s 2 b.
Norte....... Maraado......... 27 s 5 h.
Santos eesc Vilie de Bahia..... 29 s 1 b.
Soutbampton. Elbe............... 29sl2h.
Buenos Ayres Trea............. 31 s 2 h.
Aurorita........
Brio.............
Cbrictian 'criver .
Costa Lobo.....'.'.
Espardate........
Ferm............
\a os entrar
R14 de Janeiro.
Ro* Grande do Sol.
Ro de Janeiro.
Rio Grande do Sol.
Rio de Janeiro.
Antuerpia.
1624001
Oive ter sido arrecadada neste
di* a qaantia do
Rendimente dts dias 1 e 2 do cor-
rente
|
Foi arrecadado liquido at hoje
Preoos do da :"
Carao verde de 320 a 480 ria u kilo..
Caraciro de 720 u 800 ris idea.
Sumos de 560 a 610 reta dam.
taaba de Ola ti) 'is a ciia
Milbo ds 240 a 23 J rea dem
,-.,jao de 640 a 14 00 dem.
6194910
1104100
vapor
1:0304040
Mistas alimenticias 10 caixa! a Carvalbo St, C
6 a Ramos 4 C. '
Mastarda 2 caixas aos mesmes.
Papel de cmbrulbo ICO fardos ao cjutigaatario
30 a Joaqaim Paarte Simos A C, 50 a Joio Fer-
nandos de Al oeida, 40 a Sonta Basto Amorim A
C
Renda sera]
Oo da 1 a 5
(lea c 6
Renda provincial
Ifo dia 1 a 5
dem de 6
134.61124332
37:6654874
23.9554691
4:1711145
172:2684206
28:1261836
Somma total
20. .3954042
Matado aro publico
Forain abatidas no Matadonro da Cabanga 77
rttes para o consume do dia do boje.
Sendo: 5f retes pertencentea a Oliveira Csatr
& O, e 20 a diversos.
Vapores A entrar
MIS DB HABCO
Sul........... Para............ hoje
Europa...... Filie de San-Niaolae amaubi
Europa.. Tamar............ 10
Europa....... Potos............. II
Sol........... Vi/U de Macei.... 12
Norte......... Mandos...........
Estados Unidos Advance...........
Sal........... ra.ui.............
Sal......... Espirito Sinta.....
Europa....... Filis de Pernam&ueo
8al.......... Portugal
II
14
14
16
18
18
Movluieuto do porto
Navios entrados no dia 6
Bordacuz e escala15 12 das,
fraacez Equateur, de 2482 toneladas,
comandante Rene Miaier, eqaipagem
126, carga varios gneros ; a Augusto
Labille.
Santos e escala 10 dias, vapor americano
Allianga, do 2205 toneladas, coa man-
dante James R Beeres, equipagem 68,
c-irga varios gneros : a Henry Forster
& .
Terra Nova -42 dias, barca iogleza
Lvala, de 251 toneladas, capio Ja-
mes M. Mit.'hell, equipngem 11, carga
bacalbo ; a Blackburn,NeeIhara & C.
Terra Nova 31 diae, ligar iDglez May
Cory, de 163 toneladas, capitao Joseph
Gr..ss, equipagem 8, carga bacallio ; a
Blaikburn Needbam & G.
Porto .1 zabeth26 di.is, b rea norae-
guense L'burna, de 433 toneladas, capi-
lao A. Johansen, equipagem 11, em las-
tro ; a H. Luotlgren & G.
Saot Catharina 21 dias, brigue allerno
F. H. LoUing, de 350 toneladas, capi-
tSo D. Heit-B, equipagem 9, em lastro ;
a H. Ltiodgren & C
Alacio.-7 di^8, hi>te nacional Deus te
Guie, de 101 toneladas, mestre Vicente
Ferreira da Costa, equeipagem 5, carga
sal a Birth >!omeu Lourenoo.
Navios sahidos no mermo dia
Bu-non Ayres e eaoalaV>.por fraocez
Equateur, com mandante Rm Minier,
o^rga varios gneros.
B.rbados Baroa norueguense $org, "ca-
pitio H Heurikieo, em lastro.
Rio Grande do NorteBarca Nora^guenj
e Solgran, capillo G. B Coib-neures,
em lastro.
Tybee (America do Norte)Barca norue-
guense Liburna, oapitao A. Johansen,
em lastro.
U

"*^

'
>



"I
\



Pernambuco^n*rtn--eira 7 de Mareo de 1888
Y
Mrin ti lifli 11
Fimita

oa *enh>rea accionista* a coov
a* dia li do e-reate, meio dia, do
salai de iMiojip- ComaM-cial lloeficntc, par*
a s uintu do r:o fiado, elrgcr a meta
lia geral, dircctoih, comusissao fiscal e
- aa* evo* estat ito*.
6 de Mnre> da 1888
Maaoel Ido w Amsrim
Presidente.
Jet A. de O.iveira Lima
Secretario.
Srf^S Ceifaihia d edificace
tasas ai L" e> M**e V r n m agtbore* accionistas qo a di-
i de boatees, reaolveo o reeolhi-
e ultima prstsclo do capital
e arco* o praso de 80 dias,
de hoje 4 9 de Marc viudooro, para
na-fa.
10 de Fevereiro de 1888.
_. Afetete, Gerente.
1
de
Ce Ce E.
Cll
A. P. B.
r-rlatern ele Beatefl
reacia ea* rrraambara
Servir;-) medico
da dir-c'-uri. eommanieo aoe seoho-
a qae tiaidn o Illaa. 8r. Or. Barro* Car-
aiOTiatln de cargo de medico deeta
aas-ascis. acha ae noavado para o referido cargo
lllaa. Mr. Or. Coethw Leite, a qabm o senhiro.
ne ae achire** manido* d> d cament*
exigid ae | I do art. 70, te podero dirigir em
amlterio 4 res Duque de Caxia* o. 57, l
da* li it 3 hora* da Urde, ou em ana re-
4 ni* do hoepital portugus n. i.
ilil*, 8 de Mareo <" 188.
O 1' teeretario
Eraetto Guias* rae*.
rj_- BriBa*iiaiirrtaWai
HUAliCES
Mtolt
r
leriff Iraitafe
Da eras do Illa*. 8r. Or. inspector gril da
iaatraeeAa aab'-iea, faco saber ao* profeisores coo-
iratadoe *ae f- da* que ex-rciam, que fie* ibe* marsadj o
de 90 di**, a eoatar de 6 de Feverer> ul-
sfia le ratrareai ao exercieio de tuat nova*
Secretan* da lastreecao Fuilica de Prroam-
S Ae Mareo de 1888.
Oeeeretario,
Pargeatiao 8. de Aranjo Qalvo
CompanhiH friix Per-
nambucana
O* aahms acciocitU* sao convidados para a
asamb'a g t .1 ordiaana, qae dever ter logar
ae dU 13 de Mareo prximo, 4 1 bora da tarde,
i leiiipTinn da eampaabia, 4 roa do Commercio
tere 98. A cooTJCaco tem p r fia :
Di marrar aobre o aventario e eoaUi da admi-
c dar execaelo 4 1* parte do g S do
art. 30 do* cata tato*.
tt de Fevereiro de 1888 = Pela
Paeaix Peraaeabecana
O* administradoras
Lea Djprat.
Maaoel Qjmea de M.ttos
* Maajel de Silva Maia.
Obras publicas
De ataja* de lima 8r. eogenbeiro director geral
da reaartieao d* obra* pablicaa e conforme *
aatariaeeae de S Ese. o 8r. vice-preside.nte da
atattacit.de M do correte, taco publico qae ao
da* 10 da alare viadearo, ao meio da, reeebe-ae
aaipaataa eat carta* fechada* e competentemente
arllailaa. para a execaeao do* reparo* do proprio
aaaicipai ate aerre de cadeia aa villa de Seri-
aae-a, ateaae emr UbKiili
Oaraaaeato e maia coodicd-- do contrato ae
a eereUii* detU reparticio. para aerem
pelo* raharr* preteadeatea.
i da particao da* obra* pablicaa, 88
de fcttrcii* de 1868.
O cageabeiro aeerttano
Laia Aetoaio C. de Alhuqaerque.
I* Commeirlal Galerae
Sarao em 31 do carrente
Tcudo tido detigoKilo pela directora a noite de
31 do cortme pr* um tarto dansaote ueate club,
faco sber aei eebores telos que detde j4 pide-
rio f wnever t notat de convites ; aatim enmo
pr<:curarem ot teut ingressoa em niio* do Sr. tha-
soar.ir >, das.7 a 9 bora* da noite, na sede social.
Secretaria d<> Club Coinmercial Euterpe, 3 de
Mtrco de 16880 1' secretario,
Frcdcrieo Vitira._______
Santa casa da Misericordia do
Rccifc
A Lima. juuW administrativa dtta 8anta Cata
c ntraia, cjoj quem melhorea vantagent ofF're
rer, o forueciuieuto dos geceros abaixo dclr-
det, pa> a o consumo dot eitabelecimentot a tea
cargo, durante o trimestre de Abril a Junbo do
correte anno :
Aletria, to*.
Arroa, dem.
Aguardante, I ti di.
Ateite doce, idem.
Araruta, kil-s.
Astaoar turbinado, i-Jem
Baralho, idem.
Banha de porco, idem.
Batatal, i i ra
Cba, idem.
Caf em grao, idem
Carne tecca, idem.
Ceblas, cento.
F.rinha do mandlcca da jirovinia, litro.
Pejia, idem.
Fumo du Rio, kilo*.
Ott, lata.
Milh'.kl.s.
Mantt ig* franceaa, idem.
Potassa, idem.
Pi e bolacha, idem.
dem para o collegio dot orpbaos em OlinJ,
idem
B*p, id* ni Sabio idem.
8*1, litros.
Tapioca, kilos.
Tuuciuh ', idem.
VUs de carnk'id, idem.
Ditas tteariuat, idem.
Vinbo branco. litros.
Dito Ja Figaeira, idem.
Vinagre, idem.
As propostas dever2o ser aprsente Ks na sala
de tuat t< stoes, em cartas fechadas devidamente
selladas, at as 3 b iras da tarde do dia 13 do
correte, declarando os propou 'ates sojeitarem so
4 malta de cinco por cento aobre o valor total do
forneciu ento, se no praao de 3 dias nio compare-
cerem a esta secretaria para aseigoar os respecti-
vos contrete*.
Secretaria da Smta Ciaa de Misericordia do
Becife, 6 de M.rco de 1888.
O escrivao
P'.dro Rodrigues de Bous*.
Companhia de edifi-
ca(o
Aos Srs. accionistss, possnidores ca tc( t de
omero* abaiso, eommanieo qu i findoa bontem c
aegasdo praxo de qae trata o art. 8 dot ettatu-
to* aaaa ttiispi a correr boje e termina no dia
ttda Marao viadoaro o ultimo praao para o reco-
Ihiment da nova prestacio mediante o jaro de
20%-
633 1216 a 1255 1446 a 1455 1586 a 1595 1706 a
1715 1991 1995 1856 a 1860 1236 a 1245.
Recite, 24 de Fevereiro de 1888.
S. afama,
Gerente.
Maooi
MARTMOS
rttttlM
**a> caataiaad* lalenao do
tataib ale lar*aiarla ala
aartaaal da freiueila de
ariaia.tr, do asna teta lo ale
liada. 4 ale Marro ale I **.
CraVaa de dia n. 1
Tcaao a Illa. 8r. teaeate-coronel c imatandante,
a-ida par p- rtaria, da 2 do correte, do Exm.
Sr. pr i'SoiT- seis ateae* de lieenca, para aosen-
ij -se a'csta provincia, coaforae ccmmuoicoa-me
aa atajas e hastia*, a'eaaa data tiurni o rear.ee-
rjio earnaasado, o qae eommanieo aoe senhores offi-
i (jara asa intelligvncia e direcci do tervic
FHtr C. da Suva Guimariu,
Gapitaa, tomata adn te interino.
BUH IKTERHACIONL
DO
BRA.SIL
20,000:0004
Rio
CHAKI.ELRS KEIMN
< oinpanhla Fraaeeza de Navega
eio a Vapor
Linha qoinsena) entre e H vre, lia
boa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro t
Santos
O vapor filie li Sai Has
Comrn and ante Ilcnry
Espera-se da Enrona no di*
8 de Marcoo e aeguindo de-
pois da demora necessaris
para
R0Y4L M4IL STEil PAIET
COHPANY
O paquete Tamar
,' esperado da Europa no dia 11
do correte e seguii 4 depois da
demora necea** ra para
Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo e Ruano Ayres
O paquete Tagus
eaperado do
sal ata o dia 14 do
correte e seguir
iepois da demon
neceBsaria par*
vceote. Lisboa, vlgo e *ou
th.imp Redute&o Um Id* t voita
A 'Soufnamptoo 1> ciaste A 28 42
A' Iiisho l classe 20 i 30
Camarotes reservados para os passigeiros de
Pernambnco.
Para paasagens, fretes, etc., traota-se ^""m
AGENTES
Amorim Irmaos &C.
M. 3-TJA DO BOM JESS N. 3
*.
Leilo
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Directa.nente
para Euro-
pa do Rio
da Prata.
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11.000:0004
filial d'eete Banco faaeeioaa 4 roa do
a. 40, sacra. 4 vista oa a praao, con-
tra a* segvuates correspondentes no eatrangeir
(Bjno Iateraaeional do Brasil
LOSDON{ de Janrira.
( Laadon aflrr
( Laadaa Coaatv
( Baakiag Company Limited.
Baaqae de Paria A des Paya-Be*.
Deutacbe Bsnk.
Ptoriattal
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Banqoe d'Anver*.
Bae* Genrale <
agencias.
..........
Kidiaai
Banco
Epao
cia.
Hy pt teca rio de
e cu-s agrn-
Parta e as a-l
dadea de Par-/
raga! e itaas... I
tf-aa.'A-rea... .)
aaarTiea....
Banco Je Poitugai t
sjas agencias.
Eagiiah Bank of tbe Ri
ver Pate. Limited.
O. Anuink A C.
qualquer praga de iolpe
anata corren te de mov
terrara laxlo Ae !/ aa anno e por le-
raro* ciiaveacinaadoe.
U gereotr, Wilaai M. Webtert.
AQBSTCS
Babia, Rio de J Rjga-so ao* Srs. importdores de carga pelos
vapore* desta linha, qaeiram apresentar ae dentro
de 6 dias a cootar do da descarga das alvarengaa
qualqoer recamacio concernente a volumen, que
porveatora tenham seguido pra os portos do sal
afim de ae poderem dar tumpo as providencias,
necetsarias.
Expirado o referida prato a eompanbia uS> ae
repontb;l:si por extravio*.
Para csra, passagens, encomm?ndaa e dlnbei-
ro a frete tratase com o
AGENTE
Aunaste, Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
COMPAXIII* PBKMAal'dIJCaMA
DE
iareeat/io Costciraoor Vapor
PORTOS DO NORTE
faraJn/bo, Natal, Macdu, Mostor, Ara
"ity e Cear
O vapor S. Francisco
Commandante P-.reira
Segu no dia 13 de
Marco, 4s 5 horas
da tarde. Recebe
rga at o dia 12
Enoommendas passagens e dinheiros frete at
as 3 hora da taide do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Cae* da Companhia Per*iamhw>a*ui
_________________ti. 12_________________
lintied Sutes & Brasil M- S. S C.
O vapor Advance
hspera-se ele Hnwttt -Sewt,
ateo dia 14 l Mdrc o qual
seguir lep'l'a !.. demora as-
esan pi>ia
Baha, Mo de laneiro e Santos
Para carga, passagens, e encommondas traer-
e com oa
AGENTES
Henry F rsier & C.
vi 8 RA DO COMMERCIO -N 8
1 anda
Pacific Mean Savigaoniumpain
STrUITS OF MAGELLAN LINE
CUMPltH.'t PKR DK
*iavegaeSo Coseira por Vapor
Fernando de Xoronliu
O tapor Giqui
Commandante Monteiro
Segu no dia 10 de
atareo pelas 12 ho-
ras da manhi.
Recabe carga atoa
a S.
Pas*ag>..is at as 10 hars da msnbl do dia da
sabida, e
ESCRIP10RI0
(ae* da Companhia Pernambn
______ cana n. I"_________
Coaapanhla Uradlelra deXave-
' gaeio Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Para
Comnuindaiite Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portea do tul at
o dia 7 de llarco, e seguir
depois da demora udispenaavel,
.ra os porto* do norte at afa-
naos.
As eueommsndas tio recebidas na agencia at
1 hsra da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens eneon>meadaa a valeres
tracta-se na agencia
PRAGA DO CORPO SANTO N 9
LEiLU&
iluartq felra 9 do correte
A' 11 horas
Na ra Direita n. 32, Io ndar
O agente Modesto Bsptista, aatorisado por ama
familia qae madoa de residencia, far4 leilJj dos
seguintes mjveis:
la da frente
J-.S mobiliaa de junco, sendo orna preta e ou-
tra branca, 1 piano, 1 espelno oval, 1 lustre para
gas carbnico, 1 caodteiro de erjslal, pira kero-
sene,,! mesa douradacoin espeiho, 1 jardineira de
jaetrand, quadros, jarres, alcatifas e tapetes.
Ia Hitarlo
Urna mobilia de pao carga, 1 totllet, 1 lustre s
1 alcatifa.
> quarto
Urna cama para casal, 1 gnarda-vestido, 1 eom-
moda, l cabide, 1 lavatorio, 1 cama para menino
e 1 berco.
S* latirlo
Ua.a cama para casal, 1 marqaes&o, 1 commada,
1 gualda roopa, 1 vspelbo, 1 bidet e 1 candieiro
para kerosene.
4* que rio
Um marques!>, 1 cama para menino, 1 banca, 1
estante e 6 cadeiras d junco.
Sala de Jamar
Um guarda-loucs, 2 guarda-comidas, aendo um
grande e nm pequeo, 1 relogio, 2 aparadorea, 1
meta de Jacaranda, 1 mesa elast'ca, 1 mesa re
do da, 24 eadeirss, 4 etagers, 4 figurat, 1 appa-
rrlbo de elcctrc-plate, 1 bandeja do mttmo metal,
1 apparelho de jaotar, de porcelana, 1 reafriadeira.
2 jnrr.p, copos, clices, etc.
Corrednr
Tres quacros c 12 cadeiras de mogno.
CoalnliK
Uma mes*, 1 jarra e divcries objectos de co-
sinba. \
Gran le e variado
De chitas modernas, baptistes, algodd.'sinhos,
cortinados para janellas, colchss para cama, de
crochet o 100 dunas de chales de afgodo dese-
nbo da moda, 17 volumes com faaendaa de lei,
chegados ltimamente c sahindo da Alfmdega
nestes dias.
Quinta ieira 8 do corren te
A' 11 horas e-n ponto
O agtnte Pinto levar a lel por conta e risco
de qum pertencer. 10 fardos marca diamante e
II dentro, 6 cuizas marca triaogulo e J Y deotro
e 8 embaixo e 1 caixa marca B B eom crosbets
viudos do tul. faiendat novas, bonitos padroes e
desenbos da meda, de conformidade com as amos-
tras, que eatarao pateles no acto do leilSo qus
tere Ingar qainta-feira, 8 de Marga.
Os diarios do dia diio onde deve ter lagar dito
leilAo.
Leilo
to.ha
De terrenos, casas e dividas lida de Jos Jiaquim Percira de
Mecdotsa
a saber:
Na comarca de Garunhuns
Um sitio no lugai Bom Ser.
Uma caa terrea de taipa, c.berta de
lugar tambaybu.
Uma armacao de casa n :ua Bella da mesma
cidade.
Em Correntes
Uma casa terrea e 1 p id ac de trra qae fui de
K>ymen Silbston.
Era Calende
Um terreno com casa de vivenda e maia 4 pe-
queas cas-s, recebidas em pagamento do deve-
dor L. B. do Reg Barres.
As dividas da referida maesa quo importam em
cerca de 40 conloa de res, de conformidade com
a nota que ser encontrada oo escriptorio do sg> n-
te Pinto. -
Quinta jura 16 de Mar$o
.%.'.<* 1 f horas
Has da Marques de Ollsada n. Kt
O agente Pinto, levar a 'e'lao por autorisacSc
dea aastiaistradoies da,mtsia ialfroa de JosJoa-
qoim Pereira de Mi-ndom,. ngo t as divi-
das como os terrenas e citas cima mencionados,
pertencentes a referida masss, s 11 h ras do it,
cima dito, no armasem da ra do M .rquer de
linda n.52.
Leilo
H"j -, 7,' deve effectaar o agente Pinto o leilo
de bons movis, espelbos, qnadros, jarros, camas
de ferro, candieiro* a ras e oatroe maitcs objectos,
bem como mcias avinadas.
__Qu;nta feira 8, devs ter lugar c leillo de 17
voluuus com algodoes, chitas, baptistes, cortina-
dos e chales do IS, fasendas novas e de goeto.
Seita-feira 9, deve ter lagar o leilo da bar
ca aliena Lonise, tal qual se acha no lagar
do tinitro, bem como os demais objectos salvados
existentes no armasem do 8r. Jos Lata, onde *e
effectuar o leilo.
lapria. Smtit d#s Artistas
lediiicis t Libcraes
aarrarfo
Da
director, .*c. publica que
eoetVdade de contratar a
daa aera* da* aeseiaas do ly>-eu, re-
as cartas faenadas ao praso de 15
lasca data, aa aeeiataa da meta*
4a < hora* Aa tard, eneaatrarao a
aa ecataHaV* anta aerea ex*-
a^ai aaaaaatea : aaaan eoato o material
A del* *
la Iaaaal BstiSBlsilB das Artistas
11 rni'T'-----em 28 Ae
De ama porclo de travetas, madeira de
construcelo, oer a de 230 sa-oos com
carolos de algod&o, um lote de rolos de
madeira para tamanco?, sera marco, uma
sacca de algsd&o, marca D.
Quarta feira 7 do corrente
As i i hora*
N > estar^o das Cinco Pontas
O agente Martina, eompetcnreinente autorisalo,
far lei'o, por conta e riseo de quem pertencer,
das mercadori** cima, em virtude do art. 76 do
regulameoto da estrada de ferro do Recife aa S -
Francisco, as qaaes foram abandonadas polo
frete. .
Ua pretendentes pooem examinar as mcrcadonas
na refeiida esuclo. ____
Do casco, mastros reaes, vergas, 1 virador, anco-
ras, correntes e mais pertnces da barca a'lem
" Louise ,tal qual se acba na praia da Con-
ceico em Ilamaraci, onde encalhoo.
eala felra O do crreme
A's 11 horas.
Bem coma :
Chapas de cobre, 2 balaocs, 1 toga. g> s, 1
deposito para agaa, corrente?, 2 botes e 1 ancor-
is, ltimamente vinda'd'al.
Theodoro Bahlrus, capitao da barca allem
Louise, encslhsda na uoite da21 do mes de
Janeiro oroximo pastado, na praiaTia Conceica;
far leilo por au sa allcmo, com lieenca do Mr. inspector da Ai
tandera, coa assistencia do empreado da mesma
reparticko, por intervenoo do agente Pinto e
por conta e risco de quem pertencer em um s leu
do casco e mait pertenecs, tal qual se acha no lu
gar em qae eucalhou; e em diferentes lotes ot
demais objectos salvados da mesma barca existen-
tes no armasem alfandegado Jos Luir, ja oto a
guarda-mora da Alfandega._________________
Leilo
Sabbado, 1C do corrente
A'S 11 HORAS
Na armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 19
O agente QnsmSo autorisado tara leilo dot dois
sitios aeime mencionados, pelo maioi lanee que
obtiver, podendo o* Sr. compradores irem ao Va-
radourn, vend n. 8, para mandar ex miual os.
Agente Siiveira
Leilo
De gneros, armac&o e utencilics da taver- -
na sita ra de Gervazio Pires n. 139
Sabbado 10 do corrente .
A's 10 1|2 horas
O agente Siiveira, devidamente autorisade, Ie<
vara a leilo, em um cu mais lotes, os gneros, ar-
macao e uteocilios da (averna cima dita (conti-
gua ettaco dos P.res); garante-so a chave, e
veude-te livre e deeembaracada do qualquer oou:.
A cata acha-te bem sortida com bous gneros
e afreguezada, e tem commodos para familia.

AVISOS DIVERSOS
Ahiga-sc casas a 84000 no beceo dos Ce-
nos, junto de 8. Goncallc. : a tintar na rv* ds
Imperatris n. 56.
Precisa-se com urgencia de uma perfeita co-
nheira ; a tratar na rus da Soledad* u. S2.
Aluga-sc o sobrado n. Iti ra da Boda,
com bons commodos c multo fresco ; a tratar na
ra do Cabng n. 16, loja.
Aluga-se o segundo sudar dosobiaaon.
ra do Rangel, com maito bons cote modos e
muito frescii, tendo a vantag^m de ettar prximo
ao mercado publico ; a tratar ua ra do Cabug,
toja n. 16.
= Precisa- ee de um i protessora j& idosa, qae
saiba a lingua portuguesa e bem atsim a francesa
em seas rudimentos, pura leccionar em um eoge-
nbo da freguetia deJabootio, distante 2 1|2 le-
goas da estaeo ; a tratar Da ra do Imperado:
n. 81, das 11 s 4 horas.
AMA Precisa-se
ra do Sebo n. 16
para cDgommado ; oa
Aluga-se um pequ-no chalet cercado de
lindas fl mente a boxem solteir >, ce ao pento. Ha meima
casa fornece-se caf, pBpa e comida, como quizer ;
tambim se aluga urna sala e deas quartos ; c.
Caminbo Novo n. 128.
A cadeira mixta regida pela profesa j.-a Dona-
tilla Jaita Guimaras de Albuquerque denomiDi-
dada ra de Marcilio Dias, est funecionaudo na
ra de Santa Rita V. iba n. 69.
Aluga-se uma casa de taipa, coberta de te-
Iba, com o fondo para o rio, co lugar denominado
Caixa d'Agua em Beberas : quem p elend-.r di-
rija-se 4 ra das Aguis Verdes n. 17, ou na dita
casinba.
Alugam-se o 1' andar dama D. Mara Cesar
ai. 3 e 5, com grandes commt os ; o 3- andar e
grande solio do sobrado n. 51 ra do Bou Je-
ss ; a loja em armas o. 36 ; o 2 andar ra D. Mara Cesar n. 18,
todos .'.impos ; o armazem do sobiado ra do
Bom Jess n. 51 : a tratar na ra de Domingos
J.-s Marlins n. 50.
AMA Precisa-se de uma, para coeinbar,
pira casa de pequea familia ; a tratar ca roa
Duque de Caxiaa n. 51, loja.
Precisa-se na estaeo da Jaqueira, sitio do
Dr. VlencB, de um bemem que cuide do mesmo
sitio.
Aluga se o sobrado da traveasa do Livra-
mento n. 10 e o 1" andar da ra do Padre Flo-
riano a. 69 ; na ra do Pilar o. 12>.
Quem precisar de um caixeiro com ortica
de taveroaou trapiche, dirija se ra das Nym-
pbas n. 11 B. a tratar, que di fiaoca de sua con-
ducta.
Peitor

Precisa se de um feitor que entenda de jardiin o
borta : na ra do Booo Jess n. 4.
Pharmacia
Precisa se de um pr.itico
do Rosario n. 34.
a tratar ra larga

Cosinheira
* para os das atis
(Entra as 8 horas e sabe as 5)
Prrcisa-se na ra Nova n. 13, podendo dormir
onde quser. _______v
lasa na Boa-Vista
Aluga se a exeellente casa terrea n. 19 rna
doSeb;. com gas e agua, prestes a faoccionax
p-lo aovo tvstema, est se pintando, l- ter
vista, os escrip'os indieam aonde se trata._______
Caixeiro
Pr Ihados ; a tratar no pateo do Paraso n. 18.
Precisa-se
Leilo
O vapor Potos
' eaperado da
Europa at o dia
11 de Marco, e
seguir depois da
iemora do costu-
e para Valparaso eom escala por
Baha, itlo de Iaaelro e Monte
?Ideo
Par* carga, paat^geires, encommendas einhdei-
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
WIISOO OaVS at. J., UaaUted
N. 14 -RA DO COMMERCIO-N. 14
De gneros, armaco, pesos, bolanjas e
rrais utencilios da tavenia n. 33, sita
ru do Soiego, fregu-zia da Bfia-Vista.
4)11.)rta felra 9 do correle
A'a mosma tatema-
A'a 11 horas
O agente ,8tepple competentemente aatorisado
levar a leilo a armaco, gneros e mais aten
cilios da taverna cima.
" Lc4o
De movis, louya, vilros, espelbos, qua-
dros e jarros
Huje, 7 de Margo
A' 11 hor-*
Agente Pinto
No armazem da rita Mrquez de Olinda
n. 52
Kaa eoatloaieo
Leilo
De 52 duiiss de meiaa avariadts para ho-
mens, senhoras e meninos
De bons movBis, obras de ouro e
urna importante collecyfto de obras
direito, urca casa terrea com um te
Iheiro que serve de rancho no lugar
Areiss, freguezia de Afogados, e um
terreno na Boa Vig>'ro.
Bastollo de Joac Tlieooro Comea
SEXTA-FEIRA 19 DO CORRENTE
A'a 11 boras
No sobrado n. 45 da ra Mar cilio Dias,
antiga Direita
Colimando i
De duas mobilias Jo Jacaranda ero tampos de
pedrs, 2 espelbos ovirs, 2 Bares d-- jrros de vi
dro, 1 par de laoternas, 1 oaMMro de gas, 1 caon
francesa de amarello, 1 .^r9aUri > c.m pedra, 1
goarda-roupa, 1 guare-jSltMdo de ainarel o, 1
eetanie grande de :. i dita pequea, 1
mesa para escrever, 1 uadii.r nc p-tralux<-, 2 con
solos, 1 marqaet de j.n-arand.i, l ea
dtiras de g^""^j'' i:' relio, 1 guarda jj W~i '1 iras de bra? s, c-.b des,
bancos le kiJPk i*rdim, 1 rclo^iu de cima de
mesa e ouiojflK.^ movis.
Ub|ect^HR turoUm relegio, 1 trance-
lim, 1 pirJrorn.'CM c m iama/ite, 1 broche, i
pulicir, Jla^scole:. 1 boto de bri Imite pata
beriara.
PraiAD U3 trinchantes, 1 bulle, 1 cafe-
teira, 1 aasuvareiro, 1 uoautegueira, 1 salva, 1 ba-
ca oval, 1 concha, 1 paliteiro, 1 culuer para arroa,
9 ditas par s pa <- 3 para cb.
IiivroaUoi* coil evo d LfgislaeSo Brsi
leira, Ordmves do Reao, 16 vols. Manual do ci-
dado, obras de Libio, Tratado das bngacoes, 1
fiudigu Civil, Ribas piocesao Civil, L'sTVixeira,
Oireito Civil, '.odigu Cominrreial, diversos diccio-
narios e outr-s moitas ooraa de direito que estaro
a viata no auto do leilo.
Mm. casa terrea c m telbeiro que serve de ran-
cb o lugar Arpias, fr guesia de Afogados.
Um urreno fureiro nt Bi Viagem no lagsr
Giinrltrira Setubal (foreire).
O agente Martins, far etlio por mandado do
Iliui. S Dr juis de direito do civel em ana pre-
aenva e a lepuerimento do iuventsiiante dos beu*
dtixadc a por fallecioento de Jos Theodoro Go-
mea aoima d.acripto*, parte do espolio do dito fi-
nado.______________
de um criado de 12 13 anuos de idade, psra
servico de compras e mandados ; a tratar na rna
Velhi n. 36. .
$Il__ji HMiyi da turril
Biysl
Na ra das Calcadas n. 4 ee dif quem cara
radicalmente a erysipella e sua inchaco por mais
borrivel qae seji.
LOME

Leilo
De 2 sitios em Olinda, sitos na praia dos
MiUgrrs, cora cinco oasss de moraa,
conteni 6 ps de coqueiros ontros
fru ;to8, e distante do banho cerca de
200 palmos.
Cosinheira
Precisase de urna boa
Aurora n. 81, 1* andar.
Curso de trancez
Roa veibu h. SO
O abaixo assigoado abri em sen c .|lrgio um
curso de trances, onde esmeradamente se dedica
ao adiantameuto de seus alumnos.
Mensalidade3/WK), pagos adantados.
Ra Velha n. 36.____________
Cosinheira
cosiohar e com-
prar
Precisa-se de uma ama para
na ra do Arsgo n. 14.

-



'

- -
i

i I

RIGA SOLITARIA1
0ABKCAPALOM11R1GA KXPBLLIDA \
DVJTKO Di: HOUAS l'SLAP
OLOBUL.AS SECRETAN
[TmAMUCEUTICO, UIREMO, P.MIADO COM MEBA1.H* .
FaDOPTADONOsKOSPITAESCE PAHjal
k OBNKKVACAO OWna cilio .Ijs CLOBUIA!
IdeSECRETaN i'm'rii.-ina,'o vano nwosproductoll
iJimilares: t nu.ccr regu.r_r-s elles com to-o^
i CUidldo.
Draatiti teral. 51, ru Decamps, em Pars
\Pemambuco FRAN- .da SILVA 6 O'
Sao superiores a todos os que tm vindo tanto
ii qualidade como em tamango ; vende-se na lo-
ja n. 1, rna do Baro da Victoria, esquina
li

cosinheira : na roa da
Nenenle de carrapalo
fCV.ir.pra se s mente de Garrapato ; na rna do
Mpicio n. 79.
Semenie de carrapalo
Compra-se semestre de oarrapato na fa
briea de Oleo Vegetis, ra da Aurora
o. 161.


Diario

(DinfePeDeOer
c ciado
d- i
f ^tMITI
>*
IVKNhtt
Dte perfel<> oficiaes
cigjuneiros na Fabri-
ca din, roa Di re
tam.17.
Y .I
Sioticri
sata (V a* >a
Oleo Florea
Mkir pan cabello
Olea Floia
Atiendo
Gh preto

receben asta resaeasa e rende
atra aaalqaer ; na loja de al-
en Victoria n. 48.
Laja de machinas
A' m
i. 9A tem expanto i renda
m t nwchiaat de eontnra de dona
', trocan) -M e
aertiatento de botn-
aa an tnaabem motoree e ma-
Criado
denm
;
enaaa pnra compra*, manda
te enan de familia, qne saja
dnCcsapankia a. 9.
Pao tcnteio
a* A aanart arianm no reapeitarel publico
ame tantea an terca* e acortan reir teem ente sa-
borMonaU; aran terca do Baarte a. 0.
Criada
aaaa criada ; no Eapianeiro,
a. 11.
*n AsT<
ra de Pedro
refera, k Cambar (3)
PcacoaHito prepararle de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Erna Junta Central de Hygie-
pelo governoimperial, pre-
e ooro da Academia Na-
Braaileira AiUmi de
atteatados mdicos r
curadas de :toase,
rruquidio tiaica pul-
de aangne. etc.
: Fresco 2500, meia
24*1000.
:-Fra*co 2*800, meia
sKJOOO.
i genes Beata provincia
!L DA SILVA & C, i ra
tt._______________________
Avisa aas seibores de eige-
iie> representante da
Phagaet, en Franca, ofie-
* orea de engenho para
a, retn ac**, di*
enea, p r precia a aaaia
aamnr mfursance* oa trato,
cana ate Sr. Augusto Labille,
a. 9, oa no Sr. Eugeoe Cha-
Prefessora
teacnte habilitada pro
can eollrgioa e eaana pnrticula-
: aortagaes, francs,
: a tratar na ra Marquen do
X. 9*l'0
___> j Sania tea* nana carta na
i a Binef 5 rag*.-s o favor de pro-
verde
*w*
maaemSie neta rap r X'ilU alo Boario,
asa nw i i* d: 5* e engarrafado.
% taMffC0
nulas m ana aeata
ra l* Vaara Karma a Pila ora
ra i m ^ Oita
7. atea**- pp arkr(r- RetV, J4-M-T >1m
J. aalm Carear4a V C.
Fabrico de assucar
fatrlranln Bnnr*
C. ale .iaw
acoderna e aperfeicoadn e
bydrsnca de 8tcwart qne
canecida ate hj.
, rapecialidade des-
r o bagaeo verde cm d-
ate Vacuo e Triplo sio de arate-
tamben* na tnrbinas on cea-
inferaacSea en* easa de
Browns & C.
Raa do Oosasatreio n. 5, 1* andar
Pieatea te -e
.brfet.
CRIADO
criado : ne largo da Fenba n.
As Pilulas Catharticas
Do Dr. Ayer.
A eaperUuela do tempo, applicado s Plala* lo
Dr. Ayer, tem dado approrncao coin oretuiuulos
obtlos com as mesniae. Ha inais de quarent* anuos
quo wla I-Huan obtircraoi urna popalariil.vl ""1-
rarsal, qne nenhoma oatra medeelna nurgatir. i tem
podido rivalisar.
Aa 1'n.n.is do D. Aven, purgara coigpleta-
mi-nti! o Tontr com auavldade, c c-tlnialaarV for-
tBoam os onjc&"s digestiros c asslmilatlTos. I
As Flalas do Dr. Ayer
enram Indigesta e Impedimento, o eritam muitas
serias e a miado fatat*, enfermdades, motiva-las
por aquellas desorden*.
?ara as doenoaa do Estomago, Figado Blns,
cajos srmptomas sio as Enfermdades da Pelle,
Ardor e Peso no Estomago, Nausea, Males,
Dores de Cabera, Hlito Petido, Pebre Biliosa
r Clica. DAren do estomago costas e espadnas,
Inchac6es nydroplens. etc., nada as allivia
com segnranca e prompttdto como as Pn.LAS DO
I>k. Aves; as quaes sao de grande utililade no
curativo das Hi'niorrhoidas.
Como remedio domestico nao tem egnal.
PREPARADAS PELO
DR. J. C. AYER E CA.,
T.owell, Mass., 1'. U. A.
A" renda as principa** pharmaclas e J%-arlas.
Aluga-se barato
Ra Viscoudo de Itapnrica n. 43, rmaseos.
Ba do Bom Jess o. 47, 2.a andar.
Kua de S. Jos n. 74.
rrata-se aa rna do Commercio a. 5, 1* andar
es riptorio de Silva OoimarSes & C.
Aluga-se
es aeguintei casas : a da rna do Lima n. 30,
gr< nde casa com agua, gaz e apparelbo ; a da roa
da Fundico n. 10 ; a tratar na lytographia de
J. E. Pu'cell, ra Mrquez de Oltndn n. 8.
Alug
a-se
O 1 andar de n. 27 ra Vidal de Sagreirna ; o
2 de n. 66 e o 1 de n. 18 a ra de Marcilio Dias ;
o terreo do o. 27 e o 3- de a. 8 i ra da Penbn;
o 1* de n. 27 a ra de Lomas Valentinas ; o 1* e
2- de r. 16 roa de Hurtas ; o terreo, 1' e 2-
de n. 34 rna eitreita do Rosario ; as casas de
os. 35 rna da ViracAo ; 1 traveaaa da Hora ;
26 e 28 a ra de Nones Maebado, no Espinbeiro,
com bons commodos ; a tratar ua raa do Hospicio,
numero 33.
Aluga-se
urna casa em Sant'Anna, mnto prxima da ests-
cao, com bastantes commodo, jardim e sitio mu-
rado : a tratar na rna Bai ao da Victoria n. 65,
tegundo andar.
Alusa-se
a leja do predio ron do Marques do Herval,
travessa do Pocinbo n. 33, propria para estabelc-
cimento commercial por ser de esquina; a tratar
no largo do Corpo Santo n. 4, 1 andsr.
Aluga se
Oa vende-se a casa, sita em CrasdB* Almas
(Parnamerin) p. 10, confronte a casa do fallecido
Dr. Leal. Acha-se limpa.e tem commodo* para
grande familia ; a tratar nn raa do Appollo n. 30,
1* andar.___________________________?. ".
Aluga-se
on vende ao a csaa no Caldaireiro n."9, que tica
em f-ente a casa d > Dr. Alcoforado, endo baatan-
tes commodo* para gr-.nde familia, um grande
sitio bastante arboriaado, nma grande coebeira
para vacess e urna grande baixa de capim ; a
tratar na ra do Apollo n 30,1* endar, ou ra
Bario da Victoria n. 59, 2' andar.
Ama
Precisa se de ama > mu para cosinhar, para
esaa de pequea familia : a tratar na ra Direitn
n. 64, tegua io andar.
Ama
Preeita-se de nona ama para cosinbsr; na ra.
de Pedro Affonao n. 70.
Ama
Preci*a-se de urna ama para coainbar
na roa da Amizade n. 1, Capunga.
tratar
Ama
0.
Atlengo
Cofres prora de fego
0 Carlos Sinden, 4 roa Bario da Victoria n.
48, loja de alfaiate, receben de consignaeio e
vende tem competencia.
Para n> sin liar
Precisa se de nma ama psra cosiohar,
sendo bSa ; no 3. andar do predio n. 42
da rna Duque de Caxiss, por cima do
Diario de Pernambuco.
M, iCtaiiui] e ypogra-
Boa lo Imperador numero 9S
Livros de jorirprudenria, dircito, litteratura,
aciencia e religiao, livros para iuatrncco primaria
e aecondaria, livros em branco para escriptura-
t Jo commercial. tinta para copiar e para eacrever,
de diversas cores, artigas para rteriptorio e diver-
sos objectos de gato e pbantasia, papis pintados
para forro de salas, quartcs, restaurante, etc.
Encaderna-se com preste* esegoranca, marca-
se com nitides cartoe* de visita e imprime-se com
perfeico qnalquer trabalho' ty pograpbico.
Pn cob modice*
na do Imperador n. VS
9!
s

a
2
s.
9

i
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I "13 -o
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Bi
c- B 8
exa
exa
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O
C/5
Vende-te a cata tita A ra dos Pescadoras
n. 16, com bons commod t para familia ; qnem
prett-nder, dirija se ao pateo do Mercado n. 7,
que achara cm qoem tratar.
WIISIT
Rojal Bleod marca VIADO
Este ezcellente Whisky Escocez pre-
ferir! ao cognac on agurdente de canoa,
para fortificar o corpo- i
Vende-se a ret&Iho nos melbores arma
zens de molhados.
Pede Boyal Blend marca Vlado
cujo nome e emblema sSo registrados par*
todo Brasil.
BROWNS dC, agentes.
Venda de sitio 7
Vende-e oa permuta se por predio nesta cidadi
nm bom sitio coa bia cata, muitas frneteiraa,
ezcellente banho do rio, boa agua de cacimba.,
extensio de terreno para baixa de capim, todc
murad ona frente, com portio e grsdeamento, ana
camiobo de ferro e estacAo junto ao dito sitia n<
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio da Joi<
Selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Ponte
ca ; quem pretender dirija-te prsca da lnde
pendencia n 40, daa 11 horas aa 4 da tarde.
Vinhos da Garrafeira
Finos
Cara-vello*.
Madeira.
Moscatel.
Ura Bastarda e de Pastas.
PARA MESA
Genuino do Lavradio a 00 rs. a garrafa.
Na mercearia de Manoel Correia A C
Prara do Conde d'Rsa n. 15
Leitc puro
Vende se no talbo do commercio largo da Pe-
cha o. 9 a 320 rs. a garrafa, das & horas da roa-
nhS em diante, e pode levar-te em casa do fre-
gus a qnalquer hora, garante-te ser puro e de
vaccas crioolas do bom pasto.
Arligus para acabar
21
de cores miudinhas a 240 rs. o co-
las de cores, 320
3
a-
o
a. a.
3 S
Soccorro a vclha
A moradora do becco do Bernardo n. 51, aioda
se fas lembrar s almas caridosas, que ne te et-
qupeaa da proUccSo que sempre Ibe d^spensa-
Precisa-te de urna ama para lavar e engommar
ta sendo mai* algn* s-rvicos, menos comprare
eosinbar, que durma em casa ; na ra Duque de
Caxias n. 14, sobrado, se ait.
Ama
Preci*a-*e de nma ama para eogcmmar, para
casi de pouca familia ; a tratar na raa do Livra-
mento n. 24, loja.
Ama
Tirtm h\mr.
t>mtr*rfe a hrrha p o. ra-
e *TT"~'tl *'- fc Ma '
B arma *. *- > l'a i
r aasra-a mfc p>> b u fr.*j MMMHiyrnl Vrerrs
**-\Nn.'fas rn.7
^l."tw i B Ha v er'-B'V s T!m n"
I* IpSIb Oossestiren Penna
Jo Lon Ocncatraa Prnon Jum r e cua ronlher
eonrid-ai ao* e- 3S aarpote* e f-mig s para as*i*
r rem a aaisaa (pe ssaodam celebrar na matriz de
~ai>t> Antonio, se B bo as da uianba do di 9 do
eorrentr, snni (rem psi, V qie *e e nfeasam assas agrade-

f

Relml' i isrifl.n. de Knnia
Os rrp;Pgu ka da'famaru muun-ipil iij hVcife
cov.dam a. ^n.v t do fciecidi, a>-ii rompaubei-
r Fi B?o dt Souz:-, p-ra afsiatirrin r
alma rnai ebrar na
& !> r^s da aaanlii
Prrcisa-se de urna ama para tratar de nm me-
nino de 2 annos e meio, tem mai: a tratar ns rna
Direita n. 49.
Ana
Preci6a-ce de urna i.ma para cosinhar e com
rrar; oa ra larga do R aario n. 18, p.meiro
andar.
--------------------,----------------Ut--------
Empreza geral de Mu -
llanca
Alogam-se carros de molas, proprior, para traos-
prte de movis, marmores, c. elb s e mait orna
montos de estas de familia, boteit e estabeleci-
mentot pblicos, para toda e qu .Iqner parte da
cidade e sena snborbiot e arrabaldet, por preco
commodo ; a tratar na roa do Padre Nobrrga,
outr'ora doAiecrim, n. i
Professora de plano e francs
Uma senh ra francesa, perfeitamente habilitada,
se offerece a eosioar em casas de familias as dis-
ciplinas cima mencionadas, por preco mdico.
Para .nformaeoes na loja de msicas do Sr.
A se vedo, rna do Bario da Victoria.
rrcnda-sc
na secretaria da S8ota casa o sobrado n. 24 i rus
do Imperador :
1' andar e soti) 600*000
Loja 400*000
Aviso
Na raa da Uniio-n. 54, precisa-ie fallar
Srs. Antonio Jolio de Senna e C clho Irmio 4
C.
Nenenles de carrapalo
Compra *e em grande* e pequeas quantidades;
oa drogaria de Fram-itco M. da Silva & C, i ra
o Marques de Olinda n. 23.
Cosinheira
AMA
Precisase de Uma i-.ma para eosinsiar e com-
prar; na raa 1- de Marco n. 17, 2- anidar, anti-
ga do Crespo.
AMA
Precisa-ae'de nnn ama de meia idade, qne teja
boa cosiuheia e de conducta Bi-ne^il", para c-.sh
de fxmia composta de da-e p tema ; na rea Vi-
dal de Negrtir.s n. 134
Prrc-.sa-B< ra essmnnannnnnl
vico de cata de f dIik ;
s *er-
3. i.
W MsnnnnnMS-.
Precisa-se de ama qne cosinhe b- m, psra cata
de peqoeoa familir, qne durma em cata ; na roa
do Conde da Boa Vita n. 24-F.
(oslaras nirfiprinos
Csese qnalquer vei'ime' 'a de smhoras e me-
ninos ; na ra do Piretn. 8', te indicar a pea
soa.
Setinct.s
vado.
'ortimento completo em
360, 500 e 640 rs. o corado.
Qorgurinaa de cores, lindissimos padres, 320
400 e 500 rs. o corado.
Metim trancado, magnficos padres, de 360 re.
o corado.
Bramante de doas larguras para lencoes, 500
rs a metro.
Dito de quatro larguras, muito boa fasenda, a
1*200 o metro.
Dito de linbo, francez e ingles, de 2* e 2*500
o metro.
Atoalbado lavrado para mees, desenhos lindos,
a 1*500 o metro.
Ouardanapos com franja, 2*."00 a dusis.
Zefires de core*, oeste artigo completo e va-
< riado, de 200 800 re. o covado.
Merino ligo e de todas as coree, a precos di-
versos.
Dito lavrado, magnifica fszenda, 1* o covado.
Merino preto, esplendido o sortimenro e gran-
de rednecao no preeo, de 800 rs.. 1*000, 1*.00,
1*500, 1*800 e 2i o covado.
Hetinetas francesas, heaa e de todas aa corea, a
i 400 ra. o covado.
Baptittet de coret e nanzuks, padres lindos,
I 200 rt. e 280 o covado.
Sargelim de todas as cores e preco redosido.
Crinoline para torro, brenca e preta, toda de
quadros.
Crotones trncese*, brancot, de cores e escaros.
Alem de glande sortimento de ootroa artigo
que nos imp>ssivel mencionar, mas que ae ven
dem sem reserva de preco : na ra do Crespo n
21, loja de Oliveira Campos & C.
Grande atlencao
Leio
a Florida vende
Chapeos, ehapelinas e gorros para 8enhoras e
meninas a 5*000 que em outra qualquer parte
vendem a 9*000 e a 15*000.
Grande sortimento de eremos a 200 rs. a placa.
Biccs brancoa e de cores de 2, 3 e 4 dedos de
largura, a 2*000, 2*500, 3*000, 3*500 e 4*000, a
peca.
dem cor de neme, a 3*000.
Porta-cmbrulhoa americanos.
Invisiveis dourados e prateados.
Lindos leques transparentes de 2*000, 3*000,
4*000, 5*000 e 6*000.
Lindas inra* de aeda de todas as corea de 2*000,
2*560, e 3*000, o par.
Lurat de pellica a 2*500 o par.
Encborart para baptisados, de 8*000, 10*000 e
12*000 at 16*000.
Capelina e veos para noivss.
Suspenaorioa americanes, a 2*500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 ris, 1*0C0 e 2*000
uma.
Lindos breches, a 2*000 e 3*000, am.
Linha de machina n. 50, a 800 ris, a dusia.
Bicot de fil branco, a 2*500 e 3.000 a peca.
Lindos bicos de cores, gi.sto moderno, a 3*000
e 4*000, a peca.
Lindos bi'.os de cores com 3 e 4 dedos de lar-
gura. 4*000, a peca.
dem de iinho de cores, a 2*0C0, 2*500 e 3*000
a peca
Farallo b um ft iWffli
Cheg u a primeira remesan do pre'-ioso tarelli
; .dio, o malo harato de t'.doao^
iiiui'iits para anima, s de rafa avallar, vaezuro
*uiO", etc. O caroco do Hgo trahidH a caaes e todn o oan, o mai* rien a
i dar aris anim .ea para s ferte
i-ugordir ctt) admiravel rapidez.
:.)a-Uiii'1"8 da Aai- n-'a d> Norte e na
Inglaterra elle em legado (ero mais teh re-
sultado) de preferencia ao n^iiho e utroe -irell .;
Utui'o irit curo e r lo ibi dp taota *oa-
^^^aaaajaBBB. dkBjn^BajfeBtaa'AaaBjMflJBjdjaa|
iraiar n' Reoife -aFt!! ntar**m
1^
Ftanj
1*64K>.
Qaiea e p
ir{ o HV0


tWrii'i! i
Bicos grip para correr babades, a 1*000 e
1*500, a peca.
Lavas de seda para menina*, s 2*000, diversas
cores.
dem para seihors, i 2*000 e 2*500, o par.
dem (" m palnas de missangs e de teda, a
V*500. 3*000 p 3*500, o par.
(i dos t bic a de vidrilhis, gesto muderno.
Lindas r saa de vidrilbo preto para enfeitar ea
sacia e capas. f
Cantas lapidadas para enf-ifar vestidos, grana
da, bronseauas, prateadas e di oradas.
M-seiwaa de o^ts. peda e cera.
C Warinhos e peit s de sed-, para senhoras, tra-
z'ndo nma gravatinha t .robcn de seda.
'Fiveliae de molla, amerieanas, para calca e ecl
fH^B. a^asadJJI^B^a.
Hem eompetencia
Pann'S de croebet para ea" ra, a 801 ris.
dem i lem p ra sof a 1*000
I rm dem para radeira de braco, a 1*000.
Cernnad. bratata s de ernih-t. ei m 4 jarriai dt
ciropriment... a 16*000 e 15*000.
Paon de < ro< hit. ir de ererae, o qne raro c
ii oreado, a 2o' 00, o par.
Tio-ioB'ntioa para enanca*, de fnstio e eambraia.
doa, a 3*(<0u.
Lindas b.'iitc-aa francizs, a 3*000.
B ni.id. de eab- ., hran.
600 r, 4*10 ,6, 1*(,00, 1*300 1*00.
quan am
B' MAIS BARATO
l\a Loja das tslras Ames
A' roa Duque de Casia u. I
TM 211
Vende fazenda* finas por todo preoo e d dea-
coto a quem comprar de 20* para cima. Al
Exmas. familia* nio devem comprar em outra
loja sem primeiro ver oo mandar buscar as amos-
tras que te dio sem penhor
Fazendas de nevidade
Teeldoa de linbo bordados com litfras on
qoadroa, fazenda muito larga e de lindas ores a
8(0 r*.
Seilm de Macu, preto e de todas as cores
lito ou de listas a 800, 900 e 1*000.
Velludo preto de seda bordado ou com Hsts
de setim a 4*0(0.
trina mfVtado preto e de todas as core
700,800 e .1*000.
Etaatlne decore e com listas cor de crenj
a 500 re.
Egalao pardo infestado para vestidos a 36C
e 400 rs.
Linn bordado, uma io cor 240 rs.
Yelludinbo preto e de todas as cores com
contaa a 1*800.
Renda hespanbola com bicco, preta ou branca
pe seda.
Crssa* Nanzuc padres miudinbos a 280 rs.
Crochet branco e de cor, desenbos lindos
para cortinados a 1*U00.
firlnaldaa com ricos veos de Blond a 8*.
10* o 12*000.
litva de quadros, paltes novos a 320, 360 e
400 rs. ^
Mimo dot Alpes fasenda de listas assetinada
a 300 re.
Me Un el as lavradas de lindas coret a 240 rs.
Faaiao branco a 320,'360, 400 e 500 rs. qua-
lidade superior.
Fazendas diversas
Bramante de 4 larguras a 700 e 1*000 su-
perior qualidade.
Madapulo americano Usas azues com 4
e meio palme* de largura a 6*500 com 20 raras
garantidas.
AlgodSo americano muito largo e-superior
para lencrt a 5*500 a peca, mais estreito a 3*500
e4*00J.
callas e cretones escuro*, claros c miudi-
nhos a 200 e 240 rs.
Cassas indianas de cores a 160, 200 e 240
ris.
Ijlnhoa liaos e de quadrinhua a 100, 120, 160
e 200 rs.
Brim pardo para roupa de meninos a 300 e
320 rs.
Casinetas escuras imitadle do caeemiras a
500 rs.
Baca azul encorpada para ronpa de banho a
700 e 800 rs.
La. de quadrinhos, padres novos, a 300, 3.0,
360e400re. '
Crepea de lindas cores a 500 r*.
lenco brancos e de cores a 360, 1*200 el
1*5(0 a dusia.
Toalnaa felpudas e alcoxoadas a 3*500 5* c
6*000 aduzia.
Melaa de cores, brancas e cruaa para senho-
ras, bomeos e meninos desde 2*800 at 6*000
melhor qualidade.
Farhoiaes para baptisados completos' a
10 12*000.
Cortinado bordados para cama oo janella
a 6* e 7*000.
Panno da Costa, de quadroa oo listas a 1*200
o civado.
lioalhado lavrado, lindes desenbos a 1*200
e1*500.
fiaardanapos a 2*000 a dusia.
/<
..
.
Especialidades
Lora* do seda oa pelica a 2*000 e 2*500.
Ilion* branca cor de reme, e matizados a
2*000, 2*5C0 9 3*000 a peca com 11 metros.
Contaa lapidadas para enfeite de vestidos pre-
taa e de todas aa corea a 500 e 800 rs.
Bordado, bahadot e eotremein de fustSo S
transparentes a 300 ra. a peca com 3 metros.
Eparlilnoa covraca e americanos a 3*5t>C
47, 5*e6* 00.
Cirande qosntidade de chitas em retalhos qu
rende ae por qnalquer.preco.
.1
peca
Plnladoa a oleo, com rica moldara e cordSes
por V5*000; esli expostos alguna retratos para
o publico e as Exmas. famiiiaa verem o quantc
sio lindos e baratos e fcil a qualquer peasca ter
um em sua sala de visita.
Para encommendar bastante mandar
um pequen i retrato em carto de viait, nio im-
porta que se ja aotigo, dizendo a condes iih s e do
cabello thega um lindo retrato dse ado.
Agencia de artigos americanos e carimbos de
borracha
Na Loja das Lis tras Azurs
Jos Augusto Dias
Navidades e phantasias
21
Veaites de teda, merino e casemira, pretos, en-
feitadoa a vidrilbo*.
Sedas de cores, padres modernes.
Crep de cor para coberta.
Cambraia bordada, branca e de cor.
Manteletes pretos.
Setim de todas aa cores, finos.
Seda branca para cajamento.
Veos e capella*, nevidade.
Meiss brancas, de cores e arrendadas, para ho
mens seoboraa e crianena.
Caaemiras decores caretas, e panno preto
aso *
' Cortinados bordados e crochet.
Coletas idem.
(rtes de tusti) para clete, e aeda.
Esleir para forro de sala, branca e de cor.
Alcatifa e tapetes grandes e pequeos ; ca raa
de Crespo n. 21, loja de Oliveira
Campes & C.
Para buhares
Vende se por preco razoavrl uma peca de panno
de supericr qualidade.' para forro de buhares: aa
rna da Florentina n 15.
ivramento & C.
v.-ndem cimento port'and, marca Robins, de l?
ualidade ; no caes do A no I lo a. ift.
Cabriolet" victoria
Vende te nm ct-briolet c cma victoria em per-
feitoeaiado; quem piet-odi r dirija so occheira
n. 27 rna do Imperador
<
Jtvppi
Te
nde-se
orna casa na ra da Baixa Vri" (C- punga) team
2 taina, 5 qiiai tic c sir-bd fra. quintal e gas a-
eaaad fu lite a mod rna, a. casa Ouva ; a tra-
t-ir na meajas raa i 10 ^ ________
Tendle-t
nm apartante
commodo*
nto de molhados, i
i. u fas se qa


avX
i L^ii
.Perftunaria Oriza
aat>>caeae ata Jante Ger~l do U/<
tea* cuatr* aa mtlmh'm de
ESS -OR
t&7
.'. i IFIC A
Bffcj^AOScnDfn>CAomMPij)Mfciim>.'^SowiM^EWoi
Os Parftii'ii sclidoo d TTiai ni i
tta scm'radw. deoj.se rfa foro* oto Mmpit em
ridhmkat i./j da Varar biii>. Enat Mtpi-^*
mati'MiJa por oatrot, maama isaiso gaitid.
7 a a anorse rentaos. o* ccmmuaicir o catiro ase sejectot p&stos Mi comtato coa i
ara os mollar o stm os wtraar. UM tSTKttl irtfK in KM KtfOU HSTUTUUKirE
sss//* //
e toda e cruaalcruar Bdui* Brno, Papel, oto, otc
BBPOsrros em todas as pkincipaks
PRRKUMAKIAS DO MUNDO
I*"
aaa-M a a
iCatafefoat
o pedir, f r
DE
WOLFF& C.
N. 4BA i GAW--I4

P
i- **
M eal mullo oah* oda easaasaleeii
le mcitkln ra retapoiluvel pabilo* mU
variad completo aarttaneata de JM.4
reedaidaaa aeaapre directoaaeSaae. do melho-
rea t sbrleaatea a fCnropo, e ama primada
pe purado onIo do mundo elegante.
IIi coa derwai completos, lindo* piilael-
rao, alflnetea, voltaa le toro era vejada cam
brilbantea, ou peralaa, anaels, cacalota*,
botSea e entras muitos artigo* preprle
dente genere.
ESPEIALIDADE
Eaa relogio de uro, prata e ni estelados,
para baara*, senhoras e mrnlnos daa mala
acreditada* fabrirantes da Europa e Ame-
rica.
I'ara todos ea artigas dcata casa garan
te--> a boa qualiiade. asaim como a modici-
dad* nea preces que aao sea* competencia, i
V ata eaaa tambrm concerta-e quai>
quer abra de enre en prata e tambem rel-
gles de qnalauer qualidade que aeja.
4-Riu do Cabug4
)
PEROLAS de PEPSINA PURA D Y ALISAD A
de CHAPOTEAUT, Pharmaceutico.
Foi o Sur Chapctcaut o primeiro chimico que conseguio preparar e fornecer ao
Bktdico e aos doentes, em peroUs redondas, urna pepsina pura,pao con'.endo, nem
amiia;nemas*ueardelete,nemgtlatina.E' Cinco vezesmaisactivaqueapepsinaque
figura na ultimaedicaa da Pharmacopea francesa e digore 100 vez-js seu pezode carne.
Sai acc&o da maior efflcacia; d'ias prolas tomadas depois da comida basta
para favorecer e activar a digesta, < fas*.m desappareeer no fim de um quarto de
hora as enxaquecas, as dores de caneca, os bocetos e a somnolencia, que
sin i coosequenc' de urna m digestao.
PARS, 8, Ru Vivienne. e em ioda ss Drogaras e Pharmacias._____/m/
1R1IISTI NMMAL
COGNAC BRAZILEIRO
DE
A. M. VERAS & C.
PERNAMBUCO
Eta axccellente bebida preparad com todas as regras da scienoia, da sabor
a aroma igaae sos do oogoao estrangeh-o. O Cagase ssrJWilelre tea feito
grande sueceiso pelas provincia do norte e aul.
Presos tk fabrica
PBQKHA8 OBi.imE8
Urna garran-..... l,fiKXX> 1*500
Um.do.ia. ..... 9*000 12*000
0 Cognac Braaibiro enoontru-se os fabrica, en todos os botis, restaurante,
buhares ti vendas desta eidade, e em Beberibe no bote! do Julo e venda de Jaeintho.
):o:(-----
Alcool i 40 purificado e deuinfectado, para perfaoiaria e bomaapatri*..
HatMJnVlO* WMsrVtaw
YMeA VSIi\TII?SI
:ac
s^MeHaias
ibefca .aarovadoa pal A
*>aa |>e*e, da ***
a aa aabataa d f$oad^ a teja,
IjJsafMfcy aaa avdstaes ob arteras ijpt.faiasi, ote., atu
:
25 anuos de aceitacao
ATTESTAM A EFUCACI \ D'ESSKS PRPARADO
CUIDADO COI! AS FALSIFI'V^KS
Elixir a Ma%aataW -BARROLOXEU. C. SU .'CKSSORKS
n aajaiiaaa, aabiM aetabas aa toda aa
awavaa da pLaaii iadg aaa ee>oaa-
aalsa niitaasaa de ledas aa kbricaa da Europa e aeri
a a ylaaer hora da dea a da asila.
DEPOSITO GERAL
ana pharanac
RA L\KGA DO
Ea* ana pharaiacia e dragarla a
" ROSAfttO N 34
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Laureado da Facilidad* da atadioina/la'ftrit. Pnmh Motitjron
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as Molestias, as de Cerebro e contra as affeccoes seguintes:
Asthma, Insomnia, Palpita?es do Coroslo, Epilepsia, Hallncinagao,
Tontairaa, Hemicrania, Aiecces daa via? urinarias et para calmar toda
especie de excitacao.
un Urna axolicaco thtalhad* a'.ompanhi cada Fraaco.
Exigir aa Verdadeirae Capsulas ao Bromureto de Camphora da CLIN A G'S
de PARS, que o encontrao em eaaa dot Droguista* et Pharmaceutico*.______
MALTINA

Extracto de trigo, cevada e avei germinadas
Preparado pela Maltine Manufactunng C Limited 24 e 25 Hart Street Bloomsbory
Londres E. C.
* pprovad;i* pela junta de byglene da Corte v^"
A MALTINA equival a 3u vezes o senferoprio poso em dieetase e de 3 a
6 vezes em poder diastosico a qualquer outro preparado deste genero.
A MALTINA tem merecido 6 medalhas de ouro em diversas expoeicoes e
tem ama eceitacfto enorme na Europa e nos Estados Unidos tanto que foi preciso en-
corporar ama companbia com grandes capitaes para satisfazer o consamo tempre
crescente.
Chams-so a attenco dos distinctos medaos desta eidade para os importantes
preparados da MALTINE Manafacturing Company. Todos os productos medicamen
toaos sSo miis fcilmente assireilados em oombinacSo com a Mal tina, ainda m ais sao
evados a torrente circulatoria e proroptamente sao absorvidos prodazindo effeitos
immediatoi.
Lista dos preparados
MALTINA para. -
MALTINA pepsina e pancreatina.
MALTINA phocphato de ferro quinina e strychnina.
Oleo de figado de baoalbo com leite peptonisado.
Oleo de 6gado de b calhao com leite peptonisado combinado com bypopbosphi
te de soda. *
Extracto de carne peptonisado.
Alimento soluvel destinado a obviar a necessidade de digerir leite de ?seca.
O leite contido neste preparado est digerirte previamente pela pancreatina.
Vende-se na pliarmacia Central
38 Roa do Imperador 38
PERNAMBACO
a n\Ms DORES os nfc.
-Jl B, *'" tOM MU* D. UFIMO DO ^^^rW^J
|jPV Blizir.Pe Pasta dentifrioios T,^/
RR. PP. BENEDICTINOS
da ABBADIA de SOTJH..A.C (Gronde)
DON MAGTJEI.ONNE, Prior
9 Medalha de Ouro t Bruxell&a 1880 Lvndres 1884
AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS

INVENTADO
NO AXVO
1373
falo Prior
FleVre SOD8SADB
O uso quotidiano o Elixir Dentlfrlcio
doa RR PP. Benedictinos, com dooe 4e
alirumaa eotla com agua, prevem e cora a cae
dos dantes, euibranqueceoa, fortalecendo,,e tor-
nando as gengivnn perfejtaiuoBte sadias.
Prestamos um verdaaeiro servico, assipna-
lando aos nossos leitores este antipo e utius-
eiS.opreparado, o melhor curativoeo nico
preaervaUvo contra as Alfeccoe den-
taria.
uidi rosBiDi a tu?
Agente Oeral
SEGUINBVoTo^x3
Aoha-tt em todas aaa Parfumarlu, Pharmacias a Drotarla*.
ELIXIR DBSOBSTR DENTE
>eptico de
Preparada pela ptaarmaeent.ee
JOS' FRANCISCO B1TTENC0URT
Eup<
incommow
O Oervo tem nms accao desobstrnente extraordinaria para os
figado, bsoo e estomago, oonforrue o desereve Dr Mello Moraes.
Um grande numero de pessoas que tem isaao delle oonsidera-o infalh'vel.
Levados por estas informacSos e por mnitas experiencias presenciadas po
os meimee apresentaaioa aos clnicos a ao puboo em geral, nm Elixir desta planU
te um sabor delicioso e de no effeito verdadeiramente benfico para oe pobres deepep
;oos, splenetioos e aquellos qne aoffrem do figado.
Os proprietarios da Pha'macia Central
33EPDSITC 1TA PHARMACIA GEXTTRAL
N. 38 Rus do Imperador N. 38
PERNAMBOO
4o
)ktCutiutrrfiMlm**v,- Bronchit chfica,
BMigo. Pkttc. Tisse nnontsa, Dysptusia, Palto ^
smmms, Catluirris antifs t complicados, etc
oivuii & i II)
Ra do Cabug n. 5 4
Os proprietarios deste astabrleciment, tnado-o teiio passar por urna grande
trsnsfbrmaclo, e alo tendo poupado esforcos nem despesas para o tornar nm dos
mais elegantes e bem aortidos d'esta capital, participara s anas r xmas. freguezas, aos
seus amigos e ao publico em geral, que acabaos de recebar peloa ltimos vapores um
completo e bem escolhi io sortimento di jcias de ouro, prata, brhantes e relogios do
qne ha de mais aparado gesto, novidade e barateas, tendo sido escomido peasoalmeni.
pelo socio Augusto Res, as principase fabricas da Europa, por isto julgam se habili-
tados a fatisfas-r o gosio mais caprichoso e exigente e por precos s^m competencia.
Confiados, pois, ns boniad de sus amigos e fr<-gaezes e na protecco que lhei
teem dispensado, tomam mais ama vpz a bt-rd^da de convilalos a fazer urna visita
o sen eatsbelecimento para se certificaren) da verdade.

RACHITISMO
)
OLEO de FIGADO de BACALHAO
IDEBIL!PADEI BERTH
nica approvado pela Academia de medicina da Parla.
Oaiektori^apresetado's i^wajgmia de medicina pelo profes-
atores Trousseau. B'issy, Bouchardat, etCrrderBOStram a supcoridftde.
do oleo de Ogaclo de bacatfco fle Berth.
Este oleo natural aao submiddo a tratamento chimico algum.

Dem ac exigir utigntura \~\ \ 19, roa acob, Paria.
(venda a rbtalho na maiop parte das pharmacias.)

I
n
^
F,lZKMDrll
NOVID^DES
LANS mesoladas de seda, a 600 rs. o corado.
GAZES arrendada imitacao de seda, a 600 e 700 ra., o covado*
BICOS de c6rps, matisados, a 20500 e 2^000, a pe9a.
LUVAS de seda de cores, arrendadas, a 30000, o par.
ESFARTILHOS americanos, a 60OCO, IgW e 80000, um.
LEQUES transparentes, deseuhos novos. a 20500, um.
MEIAS cooj pintas de cores para senbora, a 800 rs., o psr.
SETIM Maco de edres, a 900 e 10000, o covado.
CAMBRAIAS de pintas de c6res, bordadas, a 60000, a peca.
VELBOTINAS de edres, a 800, 900 e 10000, o covado.
ESQUIO pardo paaa vestido, a 360 e 400 rs., o covado.
PERCALES miudinhiis, padrSus novos, a 240 rs., o covado.
COLCHAS do cores, imitacao do crochet, a 70 SETINfcTA japoneja o matisada, a 240 ra., o covaoo.
CORTINADOS bordados, a 60000 70500, o par.
FICHUS, arrendados, imitacao de seda, a 20000 e 20500, um.
LANS de qaadro, imitacao, a 100 rs. o covado.
MERINO de edres, a 800 e 10 KX) o covaHo.
MERINO' prete, a 800, 10000, 10200, 10300, 10500 e 20000, o covado.
GUARDANAPOS de franja, a 20200 e 20800, a duzia ; de linho.
COMPLETO Bortimento de bordados e extractos.
SARGELIM da todas as efres, a 24<) rS o covado ; qualidade melhor.
BRAMANTE de linho de quatro larguras, a 10800, o metro.
BRAMANTE de algodao,de quatro larguras, a 800 e 10000, o metro.
ATOALHAOO birdados,' a 10200, 104OJ e 10600, o metro.
PANNO da Costa de listra e de quaoro, a 10000 e 10200, o covado.
LENCOES de bramante, a 10800, 2000 e 20..OO.
TOALHAS felpudas para rosto, a 30500- 40500 e 50500, a duzia.
CAMISAS inglesas de flanella, a 50000, urna.
LENCOS brancas para orianoa, a 10OO, a duzia.
SEROLAS de bramante, a 150000, 180< 00 e 220(00, a duzia.
FUSTAO branco, bordados, a 400, 440, e 600 rs., o oovado
GUARDA-PO de briro pardo para bomens e senhoras,
Fazeadas com pequea deleito
COLETES de oasemira preta e de corea, a 30500 e 40000, um.
COLARINHO deoho, a 30000. a O"'-
BRIM de cores para roapa de enanca a 320 re. o corado.
NANSK moito finaa de ama s c6r, a 840 rs. o covado.
ESPARTILHOS ooursca de 100000 por 40000, nm.
BOLCAS para viagem, a 60000, 70000, 80000, ama.
BOLCAS de palh. ^^^^J^0^
CK)STUMES para bomens, sagrase meninos.
- NA RA 1 DE MARCO H. 20
La wa\a C> Ca
DE
AMARAL&C.
9
;
-


[
1



8

IB




I

Diario de Pcriiambiu(uarta-feira 7 de Marco de 1*88
UTTERATM
DENTE POR DEVTE
K>B
EMIL2 HLAVET
XLI1I
O DRAMA DA BA DA POMPK
i ContinuacSo)
Entrmdo na casa, ao encalco do ex-
padront, tinha visto pelo buraco d fecha-
dor toda a seena do gabinete, o foi no
momento era que o attentado ae ia consu-
mar, que ella fz a aua appariglo trgica.
Depois a ter visto cabirem successiva
mente o sea bomem e depois Andrea,
ella
c, sacudindo-a eom
correu para a moya
violencia, vociferou :
----E tu. vai-te ou mato-te '
Andrea nao esperuu por maia
nada.
Atravessou o baudoir a correr, desoeu a
aseada a ouatro e quatro, e enoontrou no
vastibulo jlo e Guido, que acabavam do
forjar a p>rta qoe dava para o jardim.
Varaos, disse ella, a tremer... de-
pois oontarei tudo... mas fujamos primei-
ro de ata casa maldita -
Duraate este teropo, Tramma, debruga
da sobro o cadver de Lugrano, cobrindo-
lhe de beijos e de lagrimas a face lvida,
inurmurava com meiguice :
Carlino I meu Carlino 1 Perdoa a
tua pobre Tramma 1 Estava louca de
ciumes Carlino 1 meu Carlino, amo-te.
Mas Carlino conserva va a immobilidade
de umfroarmore.
Est dormindo suspirou a pobre
creaturt, de quean a loucura so avisioba-
va. Est dormindo... Vou dormir
tamben 1
E voltando contra si o revolver,
cbou o no rosto.
Ouvindo chamal-a a aventnreira, An-
drea sor rio cooi deadem : man Je lo e Gui-
do fiseram urn gesto de colera que Ber-
tbier reprimi eom usa elbar.
Alm de nao estar demonstrado que
esta menina seja urna aventareira, repli-
cn elle com o mosmo saogue fri, temo a
liberdade de obaervar-lhe, minba seobora,
que em urna emergencia to delicada,
quando se trata de descobrir o possuidor
legitimo de dea milhdea, cuja guarda me
est confiada, canoa uaarei' de prudencia
de mais para salvaguardar a minba res-
poasabilidade.
Esta referencia aos milhSes foi nm aviso
para Severina. Comprehendeu o perigo e
a desvantagem da attitude que tinha to-
ma i o sob o choque da priraeira emoclo.
Persistiodo n'clla, podia comprometter tudo.
Por isso, mudando de tctica, disse :
Como quiser... mas nlo peroamos
teropo O senhor tem as minbas provea.
Esta senhora que aprsente as anas.
Berthier approvou oom a cabega e, vol-
tando-ae para a moga com indicios muito
visiveis de sympathico iotoiesse, pergun-
tou-lh :
Affirma, minha aenhora, que a ver-
dadeira filba do duque de Urbino t
Nada effirmo, senhor, replicou An-
drea, mas s provas apresentadas pela
princesa, estou prompta a oppr, iromedie-
tamente, outras provas que lhe darlo o
maia formal desmentido.
Sabe entio quaes sao as minbas pro
vas T interrumpen Severina, que, apesar
dos seus esforcos, tinha diffi -uldude em con
ter a raiva.
Se nao sei quaes slo, nlo me diffl-
cil advinbar quaes sejartr
A menina tem sera duvida, vista du*
P1- .
NSo, mas tenho o meu instincto, u
que melbor. Quer que lhe diga o que
est n'aquello enveloppe, que o Sr. Ber-
thier tem na mo T
Falle, minha aenhora. disse o tabel-
liao com benevolencia.
Existe, em primeiro lugar, a minha
supposta certidlo de bito. Esta oertidao
falsa... a de ama companheira minha.
que morreu, ha aete apoos, de febre ty
phoide, em Nova-Yoik. Chama va- ss Anea,
a pobre creatura 1 O falsificador emeodou
Dar Andrs, mas a substitualo fcil de
4 horas da, recooheoer. Tenba a hondade de ver, Sr.
communicaglo j Berthier.
sua irml An-' O notario, armado de ama lente, ezsmi-
nava j o documento.
Effectivamente, disse elle, v-so per-
feitamente a emenda.
O SIGNAL DO MUyO Severina estava offegante. Apoa alguna
mioulos de silencio, Andrea proseguio :
Vendo entrar no gabinete do tabellilo i A' essa oertidao est junta urna de-
Aaira acompanbada de Julo e de Guido, clarado attestanto a identidade da finada
e eo, arrutando a aeim cajeta, eofJren-, chama sua irml oesHra as maohnagoes
dsafe-
Dous das depois, Guido reeebeu o se
guinte bilbete com a deciaraglo Petmal.
c O marques do Sau Stefano roga
ao
Sr. Guido o favor de pessar por sua casa,
avenid Montaigne, boje s
tarde. Tratase de urna
importante a respeito de
dra.
XUV
disse
foi victima
Severina, como os leitores se recordam,
quis rerar-se ; mas Berthier reteve-a.
Teodo offerecido cadeiras aos reeem-
chegados que se sentaram sem pronunciar
palavre, o serventa>rio publico
princeaa:
Creio, minha senhora, que
de siguana mvstificacao.
Nlo comprebendo, senhor, respon-
eu Severina com altivea.
Eu me explico. A aenhora di* que
a filba do duque de Urbino, sua co ber
deira, morrea no dia 20 de Julho de 187...
ha sete nanos?
Sem duvida... Nlo lhe aprsente;
aa pravas ?
Pois bem, aqui est esta meninaK ji" poaaa repetir,
Berthier deaignou Ajadi^gue^ U,mJa
Tr "Elba do claque de Urbino, a
mesma cuja morte a senhora afnrma, e
que pr>p5e fornecer provas da sua identi-
dade.
O ssogue fri do tabelliao e a presenca
d'aqne las tres tostamanhae mudas eepera-
vam Severina.
Entio, disse ella oom deepeito, poera
em ODfronto a affirmaclo de ama aventu- | aere en qae. MU I Desde o beroo temos
como filba do duque de Urbino. A falsi
dade de um implica a falsidade da outra.
E' indabitavel, confirmoa o tabellilo.
Alm d'isso a falta de legalis >c2o tira a
este documento todo o oaracter de authen-
ticidade.
Has, observ>u novamente Severina,
o teroeiro documento est bem e devida
mente legalisado, est assignado p-lo mea-
mo punbo e tragado pela mesma lettra.
E' tambera a unios, interrompeu An-
drea, que nlo precisava de Itgalisaglo,
porque a nica verdadeira. E' a narra
co do asea loogo martyrio, narraclo tanto
msis ezaota, quanto emana do mea pro
prio abro 1 Nao cont am facto que en
oto canteo am. detalht
qae en nao posta esclarecer oom um novo
det. lhe Quer qae repita essa confisslo ?
Por mais doloroso que me seja revolver
estas amargas recordc8es, estou prompta
N'este momento, Guido, qae, tomando o
exeroplo do pintor, tinha nantido ha
mobilidade de ama estatua, tomn a pa-
la vra :
Se o Sr. notario me permitte, diste elle,
do aa mesma* dores, devorando aa mesetas
magoas! Sou bomem e nffb reoeio reavi-
var estes annos funestos, evoesado-os : Ou
gsm-me.
E, oom simplicidade eomegou a narra-
co da sua fraternal odysta, emquanto o
Sr. Berthier verifioara os detalhes no m -
nuscripto e pareca maravilhado com a soa
ezactdlo.
Quando terminen, o notario, cuja eyro-
pstbia pela sua nova cliente augmenta va
cada vea mais, disse :
Tudo isto est perfeitamente de ac-
cordo.
Est to de aecrdo, observou Se ve
ria, que parec ama ligio aprendida de
cor e recitada de memoria I
Aoba minba senhora ? responden
Guido. Entretanto, em Paria so havis um
bomem que poderia dizer se urna ligio
de cor, se ama licSo vivida I
E esse bomem ?
E* Lugrano, o nosto antigo patrio.
Infelizmente morreu.
Au I sabe T
S-i, como toda gente, pelos jornses,
balbuciou a princesa, que receiava ser tra-
tada.
E' verdade, ccntiouou Guido, os
jornaes disseram que elle tinha morrido,
mas n3o disseram em que condijoes. Mas
eu as oenheco e vou disel-at.
Para que T Nlo tem relaclo alguma
com a nossa questlo.
Pelo contrario, urna relaclo muito
directa. O padrone morreu victima de
urna cilada em que tinha teito cahir Mlle.
Andrea d'Urbino. O miseravel cabio no
proprio lago.
Ah! quer tallar do drama da ra da
Pompe ? perganton Berthier.
Precisamente, respondeu o snSo. E
sabe quem o proprietario d'essa casa da
ra da Pompe ? E' urna certa baronesa
de,Jonsae ? Conhece-a, princesa?
O notario deu um pulo na cadeiro. Lem-
broa-se qae Severina tinba sido bsron za
de Jonsae antes de ser princesa Leona ti.
O honrado serventaario, depois de ter pe-
dido lus, qaasi tinba medo de fisar ceg.
Severina comprehendeu qae nlo devia
deizar a duvida converter-se em certes,
e com o ar roais. innocente do mando
disse :
A inda urna ves, senhor, todas essas
historias nada ifi n com a qaestlo.
Como quiser, minha senhora, disse
Guido. Vamos, pois aos faetos. O nnico
testemunbo que a senhora invoca o de
um defunto. Consinta qae asemos do mes-
rao privilegio I Vejamos, aocrescenton elle,
apresentando urna carta a Severina, esta
carta nlo lhe faz le.nbrar nada ?
Severina laacou sobre a carta um olhar
inquie, fea se horrivelmente pallida e, oom
os denles serrados, murmurou :
Benedicto I
Leu, senhor, proseguio o snlo, es
tendendo o papel ao tabelliao.
d'aquelles que : n interessa om vel-a mar-
ta, o de auxiliar por todos os meios ao seu
alcance a reiviodioaclo dos seua direitos.
Foita em Pariz, aos... de Merco de
188...
Asssignado, Bekedetio Zfk.ha.
Concluida a leitura, Berthier olhou para
Severina por cima dos oculos, com am ar
malicioso que pareca diser : Entao ? qae
os a isto ? Ella, porm, responden esta
interrogsclo muda, observou :
Este sonbor esqueceu se de nos di-
ser quo o bomem cojo testemunbo pos-
thamo apresenta, um forcado evadido
das gsls, o proprio sesassino do principe,
mea marido. Esta particularade tira se-
gundo me parece, muita importancia a esse
documento.
Em todo caso, elle vale a deciara-
co de uai falsario 1 replicou o anlo. Mas
admitamos qae tanto valor tem um, como
o outro. .. Resta anda um documento
decisivo, ao qual, certameme, pertonce a
ultima palavra.
E tem esse documento ?
Eil o.
E Guid#) depo8tou as mos do tabtl-
lilo a carta in-extremis, que o duque de
Urbino, prestes a morrer, tinba dirigido de
Mont Cassi.n ao principe L'wnati, pedin-
do lho perdi do seu crime e esclarecen-
do o sobre a sorte de Andrea.
Este documento effectivamente de-
cisivo, disse o tabelliao, porque nos indica
um meio iofallivel de reconhecimento.
Qual ? nterrogou Severina cuja an-
ciedade fasia mal ver se.
Oaga esta passagem da carta do du-
que: t Assignalo uusa particolaridade que
o poder auxiliar as suas pesquisas. A
enanca tem em um dos bracos o signal vi-
aivel da operacao violenta reclamada pelo
seu nascimento. E' claro, nao exacto?
E se esta senbora, accrescentou elle com
amabilidade, puder justificar esse sigoal,
alie ser nlo ? am sigoal de belleza, como
tambera um talismn, i
Sem proferir urna palavra, Andrs le-
vantan se. Vesta um vestido de setim
preto, com maogss de ponto de Ioglater-
ra, presente de nupcias da maml Leyrsnd,
atravez de cujas malhas se va a pello alva.
Com um movimento a um tempo pudibun-
do e resoluto, levantou a renda que co-
bria o brago esquerdo, o n'esse brago, de
um tom de alabas'ro deslumbrante, appa-
recen, pouco cima do cotovello, como qu"
um ponto negro sobre a nev, um signal
em forma de meia la, semelbante aos
vestigios indeleveis de urna unha profunda-
mente encerrada as carnes.
(Conttana)
do sen Lito para ouvir-lbes aa suaves en
deixa8, essas aguas qus erara mais ca-
prichosas e arbitrarias que quanto subde
'gado temos na ooasa trra, ea;aminham-
se agora submissas e cabisbaizas para am*
torneira de ferro, grave e sizudo como
conselheiro de casaca.
Oh' a civilisaclo, a civilisscto I
Quando pens que ella deitou abaizo,
sem derramar ao menos urna lagiima by
reir com a da princesa Lsooeti?
i vivido ua ao lado do outro, minha irml
FOLHETM
TESTAMENTO fEBMELHO
gatanot qae possaem pultcios, carrugent
e laoaios. lato bIj se discute I...
Tambem nlo tenho tengio de disco
tilo. Contina...
, XII
POR
XAVIfcR DE MONTPIN
miiRt
k'FA'DklX^' 5ATaIrII5IS33
(ContinuacAo do n. 5,

P.soal Sesmier proseguio :
U Ta ves bem iastallado, o Dr.
Thompson abrir oa seas salta a* kigk Ufe
parisieaen, sttr dea calooiaa estraogei
rat. ..Serlo reeebid,* todos oa qsm aa
apreaentarem. Aairlo os milHoaarios
i da todos os p.-8, trdo boUot oar-
jteiraaaflbada 4e diabeiro. .. Ha date
se jogar inesino raferaalat^nte, e oda so
moa bastante habis para faaer asa que a
sorte se aja e se nos coaaerre farave4.
O ara diaea da i* *
- Digo qae llt sea principio,
rute)sanea Jaoques L^garde, saaa qae falta
lhe oiga ato. oooBt d- .taeacial.. .
-Oaned?
O Dr. Tiifnnpaoa, vate atar adsait
"Sim, sem davida, ae fsmdaasemos tido qae taatarei este aaate, peder perfei
urna cji6 de tavulagem clandestina. Usoeate., fragas o rocame, attraatr aat
J'reteodes pedir aaiaaatorisHcIo. que loassiaBsiab Twcantsaveate JuuBMaaaa abja
te seria reeawMi prgaaptortaotaate ? jasan deaaaa peeanas aae ana a saam a pr
Nao sou to aescio assiio 1... H* en- lie : aaoa isao nlo beata... tts baasaaa ala
tre nos na pr^eirte oceasiao, aa> aaal aa-1 uaKiiaa vanbeiadas, admM fwaaraast
teadido, porqae eervi-en ba poueo ate ate- late snuaiert, ae *ar taajjaa asaalbasaan aa
sigaiaci^) brutal de caaa de faf- taaaar- jare asjs ababa a aseaba aaaa sa el un te
se-bia ne usa ario nma p-Tipbras- para f eas ciaba, paTqae s aa
aer-te .omprebenaer <> mea paaaaaataate e ct aloaaB aasjaT aaaJaaaiSte,
'aatalicar-tri o asan aaaaa, eaifaa tragas eaV t
aa aagtiiotea :
asa Paria, alo
aae
i es Tvaaaaaes, o aaaeaeri* isagm jaaia O
re, "S ib oaaiea de laupruatiato, qae i TaSart*... O
asa atan aamaaaaaeis par asestes aaerstn imI
ar. Tu aiste ras >wr m aaaa.. t> aasga* asa aapa. pe-
iar. su as Lisjsid
r a etneo aataas ate priaao ratela r immmrmr asao ?
da deyaaaaaasaateaate V
asa t>
sT. .
Mxs finalmente a
.. Por mais doente
mli
que
da fttelagem
de opiniXo
em que
inteira
le aenhasa valor tasa pa-
sarafariria caat-eser a do medi-
a arataaie tela... Sabes como
este?
asa, ae tundo, Uso paaco m-
i oa caaa qae ella con
sea ai te rtsuaileci
aasssfjIeUr a ama abra.
XLV
O SIGNAL HO MAfO
Cada ves mais intrigado, o notario leu :
t En car regado pelo principe Leona ti,
mea amo, de procurar a filha do duque de
Urbino, pira a faisr entrar na pone da
sua parte da herangs, cuja guarda est
confiada ao Sr. Berthier, tabelliao, ras
Castigl oni, em Paria ;
Hoje... de Margo de 188... ao mea
leito de morte, parante Deus que me cha-
ma a sj; 'i
Declaro qae n'ests data a orisnga per-
dida vive anda, e qoe costureira em
oasa de uiss Ellen Fergusson, modista,
ras da Pss;
E, ferido pela Providencia, nao podando
levar a cabo a minba misslo, enoarrego o
Sr, Guido, discpulo do Sr. Jola Layrand,
pintor, cuja dedicaglo a temara por Mlle.
Andrea de Urbino conhego, de continuar
a'minba obre, de defender aquella a quero
fifilEMBES
eehos flnaaenses
(Do Paiz)
A biquinba do Monteiro
Na estrada nova da Tijuca, quasi a che-
gar so sito da Boa Vista, semi-escondida
em am ngulo de verdura, deslisa suave-
Pascal cuntou rpidamente a imprrsalo
prodozida nelle por Martha Grandobamp,
a o qae lhe narrara o proprietario do Mar-
tin ho fescador a respeito da mli e da fi
Iba.
Jacqaes Lagarde esontoa oom extrema
attenglo as ezpUcagSjs do seu amigo.
Muito bem disse elle quando este
termioou, admitto qae nlo te illudisses so-
bra a menina Grandobamp, de quem fallas
oom tanto enthusiasmo... Admitto qae
olla possua a belleza, a grags e o encanto
oeceeserioe para ser o engodo dalda nos-
sa ratoeira Esqoeces, porv, que essa
moga nlo est da modo siguen nossa dis-
posigio. .
Creio qae te engaas...
Prova-m'o.
Raciocina am pouco, e vers quanto
aa deva ser fcil vncela e eonvertel-a
n'uin. ooasa nosaa... Sus mfti est qussi
desengaad ; assim, pois, ella vai fioar
databa no mando, sem amparo, sem re-
caree*... o i sol ment completo. .. a ne-
gra miseria... Julgas qae, se alguem for
prapor-ibe delicadamente e com habilidade,
iiral-a dama posigio to lameotavai, nlo
a-r oatwiderado como am enviado da Pro-
videari* 1
A negra miseria de qae fallas ama
eveataalidade da vi Josa .. o dinheiro qae
Ha eapara talvea ohegae...
Apotaria de bota grado dea mil con-
elle nlo che gara... As
{oraos victimes de am galu-
mente pela superficie musgosa de urnas
pardacentss podras a lympbs azulada e
transparsnte de potica cascatioha, que
forma com o sombro arvoredo da matta
qae lhe serve de fundo, o msis potico
contraste.
A mi t civilisadors do bomem, em sua
triste misslo de corrigir o qae natural-
ment bello, collocou all estupido maro
brsnco.
Como se a affronta nlo fosee bastante,
ao laao figura si ais tro e e esguio lampelo
de gsi anda mais estupido I
Atrs do moroj um simulacro de cbafa-
riz parece espiar de cocers os transen-
tes.
E SS aguas da encantadora caBoatasi-
nha, qae corran) por aquellas podras, li-
vres, sem peias, segredando amores aos
vrenles fetos qae se inclinsvam boira
pocrita, a soberb i arcada de pedras que
era o encanto da pittoresca praia da Ita-
puca, nao para perpetuar all um padrlo
de grandiosa couoepglo artstica, mas para
promover a commodidade de urna linha
de bonds...
Quando pens qae as mattas de Petro-
polis vio desappareoendo e que aquellas
jequitibs altivos que all se erguan, co-
bertos de Airantes parsitas e bromelias,
achara se redusidos a car vio, isto quil
lo com que se cosinham bifes ..
Quando pens...
Seria um pensar sem tira se tentasse
recordar neate momento tudo quanto tem
feito e ser capsz aiada de fazer este
grande egosta chamado o horneas, que nlo
trepida em langar fogo casa do viziuho
para asear um ovo para comer.
Ora aquella potica cascatioha da 3stra-
da nova tem urna leuda.
Quereos as leitoras oavil-a ? '
Dirijo-me especialmente s leitoras, por-
que trata ae da historia de um amor par
tilhado; historia simples o sogela, sem
as peripecias viole otas da dos infelizes
amantes de Veroas ou da iuiitoss noiva
de L^mmermour.
Na pequea narragSo que vou f?z*r ba
apenas dous personageos :
- Me e Ella.
Foi em mil oitocentoa e...
NSo posao precisar positivamente a data.
Nlo importa.
Byron dizia que as cifras soam mal em
amor.
Ella era urna ingleza de 18 para 19 an-
nos. y -
Estava nos seus teens, como costumam
dizer os seus compatriotas.
Esees teens, qae ooraegamXaos 13 e vio
at aos 19, representara -o extremo oppos-
to do que nos chamamos os enta, qae prin-
cipiam na iogrime ladeira dos 40 e aca-
bara na sepultura.
Moga c bella, a vida sorria-lhe entre os
carinbos dos pais, que a idolatravam, a de
um irinSo, que era a menina de seusolhos.
Mora va na Chcara da Cruz, a po-
tica chcara que est situada alm da Bos
Viata, no camioho que vai para o hotel
Whyte.
All tarde reuna-se a familia som
bra da copada mangueira que protege a
hsbitaglo contra os raios ardentes do sol.
Quanta calma, quanta paz o qaanta fe-
licidade naquellas reunioes I
O pai lia.
A mi oceupava-se em trabalhos Je agu-
Ihs.
O rmlo sonbava a riqueza, a gloria, a
independencia.. e que pode sonhar um
cerebro de migo.
E ella cbntsmplava e horsoate nesse
lnguido abandono de quem segu urna
idea.
debaizo do brago, parta ella todas as raa-
nbls para a cidade na primera diligencia
e voltava tarde exhausta de caassgo
de fadiga.
Nessas idas e voltas, estando ama ves
no bond a 1er, como era seo oostume, para
ditfargar o enfado da visgem, ao erguir a
cabega, no momento de voltar a pagina de
livro, vio o vulto sympdthico e graoiost
de um inglsz, que vinba sentado no basco
da frente.
Litara, se a casada oom o hornera que
idolatras, o se te Umbra ds primera vel
qae o viste, podes avaliar o quo s-ntia
aquella pobre e iof-liz moga.
Quanto a mim, nao me sinto com forgas
de descrever o que se pissou no coracSt
dola.
O ladrlo do inglez, poram, estav* cal
rao o fri, a ver traaquillamente umss .
gravuras do Qraphic e a fumar.
Nlo vio o olhar.
Nlo sentio o calor delle :
Ao chegar o bond raiz da serra, ella .
sntrou na diligenna.
E elle subi para a almoiada da balea.
Ella tentou 1er emquanto suba a serra.
Foi-lbe impossivel !
Do objecto amado...
Amado sim, porque para amar ba s
urna hora na vida e ella j o idolatrava.
Do objecto amado vis apenas pela aber-
tura da diligencia os pes, uns grandes
ps ingleses, ptimos marchadores, metti-
dos em groasas botinas cobertas de poeira.
Olbando para aquellos ps, a sua alma
sentase feliz.
O amor verdadeiro e forte assim.
Fausto, nao podeado ver Margarida,
contenta va se em dirigir idylios casa,
onda ella morava
Passarara-se das.
Ella sempre dentro da diligencia a con-
templar os ps delle, curtindo silenciosa a
fatal p.ixao.
Elle seropie na bolea.
O Monteiro, o popular coebeiro da Ti-
juca, do qual por diversas vezee me tenhe
oceupsdo, tinba por habito parar junto i
cascatioha, que cima descrevi.
Ah os passageiros regalavam-se, bobea-
do ezsllente agua.
Um dia, em urna deesas paradas ellix
deseen da diligencia.
Elle, ou fosse porque tivease sede, oic
porque estava escrpto, desceu tambem da
bolea.
Quando chegoa junto casoata, ella
empunbava o copo para beber.
Elle aproxima se.
E ella atirando-lhe um olhar, que tra
duzia todo o estado de sua alma, ofi'are-
ceu lhe o copo.
Elle beben. Desde eass poca, ou fos
ae milagro da agua ou da forga do olbar,
o inglez nlo viajou mais na bolea.
Dentro da diligencia aubiam e desoas
os dous sgarridinhos.
Tres mezas depois estavam casados.
Espalbando-se a noticia, principiou
a chamar a cscateA Cascatinha

1 ;

1
.
De accordo, mas nesse caso ser for-
goso separar a moga de sua mli, e, fraoa
como ella est, essa separaglo dar-lbo-ha
0 ultimo golpe.. Achar-n?s-bemos entio
em presenga da orpbl sem abrigo e sem
dinheiro, prompta a atirar se nos bragos do
primeiro que lhe apparecer offerecendo Iba
asylo e po e dispensando lhe algumas pa-
lavras de consolaglo ..
Jacqaes reflectio am nBtante.
O argumento especioso, disse elle
em seguida, mas a consa nlo nada cer-
ta.... Aos dezeoove annos, urna moga in-
telligente, mesmo sem pratica do mundo,
pedo e deve ter urna dse de perspicacia
suficiente para adivinhar o lago que se Ibe
armara ..
A menina Grandobamp, com quanto
intelligente, ao que parece, de urna can-
dara phenomenal, replicou Pascal. Nlo
conhecendo as vicssitudes da vida, cha-
se sem armas, em virtude mesmo deas*
ignorancia. ffirmo-te que ella ver em
dos salvadores, nicamente salvadores.
__ Psra qua nos aeja pcssivel apoderar-
nos della em tempo opportuoo, observou
Jaoqaes Lgarde, preciso qae sua mli
morra, e nos n5o temos poder algum sobre
a molestia.
Pascal olhou fizamonte para o compa
nheiro, murmurnio estas palavras :
E por que nlo havemos de ter ?
Sob a ibfluenoia do olbar de Pascal, Jas
ques estremeoeu.
Comprebeodia o pensamenta do seu ami-
. O qae TI... pretendes. .. balbuciou
elle.
1 Nlo deizar esoapar o nosso meio de
fortuna, oom a brj I I concluio Pascal
Sauoier. Cooverearemos a respeito..- Que-
ro que vejts primeiro a moga... Dir-ioe-
has entio t- exagero quando affirmo que
nlo ha cousa alguma ootnparavel, ou pelo
menos superior s sos prestigiosa bailesa...
Desrjava muito, disse Jacquas La-
garda, aaber quem o medico que est
tratando da velha.... Conhego todos oa
tueut coll gas de Joigoy, pelo menos todos
quautoa ezerciam j a medicina ha cinco
annoa... Em que rolos se aohai a doen
te T a tnforaaglo pode ser til.
Lureau dir nos-ha coran se chama o
doutor .. Vamonos embora?
Uoa p.Uvra anda. .. Fallsate-'me
da atadanga de nomos. ..
t,' iiidispenaavel. .
R filote qae, pus metter-mena pello
4a medico americano Thompson, ou de ou-
tro qa.lqaer, aer-me bao preciso documen
em regra, nlo podando
Iofelismente, porem, tanta felicdade
durou pouco.
Em menos de um mez a morte ceifou
as tres vidas preciosas.
Ficou ella sosinha no mundo, com os
seua olhos asuea e e os seus lindos cabel-
los de reflezos dourados, amparada apenas
pela limpidez serena de urna alma de anjo.
Iotelligente, tendo recebido os princi-
pias da mais esmerada edacaglo, tirou
destes elementos a energa para ganhar a
vida. '
Alugou um pequeo aposento em urna
caaa de familia da Boa Vista e f z-se pro-
fesa ora.
Modestamente vestida, com o seu livro
deizar a mnima duvida sobre a minha
identidade...
Quando ebegarmos a Pariz, arran-
jar te bei tudo wo, e ffiango-te que nlo
faltarlo nenbum tvisto uenhuma legalisa
glo l... Os documentos serlo correctos o
completos, e noguem poder suspeitar que
o Dr. Thompson usar de um nome que
nlo o seu...
Ninguem, alm disso, ter motivo
para suspeital o... Para mim, tudo ir
bem, creio-o mas tu ?
E entio o que ha commgo?
Viv ste em Pariz... s conbecido de
rruita gente... nao mudaste de tres annos
a esta parte... Como te arranjars ?...
O mea processo e a minba condem
naci foram determinados por motivos in-
significantes, e por isso fizeram pouco ar
ruido... Na oceasiao em que devia ser
preso, communiquei a grande numero de
amigos que me estava preparando para
urna viagen a Nova-York... Devem ter
julgado que dei ezecuglo a esse p.-ojecto,
e ninguem poder admirar se de ver-me
volcar da America com o Dr. Thompson...
Poderia, pois, sem grande inconveniene,
conservar o meu nome ; mas estou r.-sol-
vido, entretanto, a adoptar o de minha
mai...
Que chama va se...
Sopbia Ramb-rt. Chamar me bei, per-
tanto, Pascal Rambert.
Muito bem... isso ser pro lente...
Os dous compaobeiros voltaratu pelo ca-
mioho que haviam percorrido e entraram
na eaUltfgaoa do Martin ho Pesoador.
Iam tranapr o limiar da sala do caf.
Pascal recuou vivamente para deizar a
passagem livre a una moga que sabia des
aa aala.
Ao raes.no tempo dava urna cotovelada
em Jacques e diaia-lhe ao ouvi i o estas pa-
lavras :
S ella.
O manoobo nlo precisava ser advertido
para reuoubecer logo priraeira vista a
peasoa cuja retrato Pastal Ibe havia des-
crpto,
Ella passava pela sua frente, e elle fioa-
va mergulbado em urna ospecio de extase
ero presenga daquella belleza incompara-
vel.
Martba atravessiva a sala, alinde diser
ao Sr Lureau que ausentava-se por alguna
inatauUs.
Is estrada de f<*rro levar repartilo
do telegrapbo um telegramma destinado' a
Genebra.
A pobre moga, obedeoendo os desejos
de su i mli, empregava esse meio oneroso.
povo
dos Amores.
Diversas mogas solteirae, que subiraoc
a Tijuca, bebsndo aquella agua, casaran:
log- .
Conhego at urna solteirona, que tinba
perdido completamente a esperanga de
acher marido, e que no entretanto so com
meio copo da tal agua arraojoa um partido
esplendido l
A Cascatioha dos Amares, transformada
pela civitisaglo, ohama-se hojeA Biqui-
nba do Monteiro.
A transformaglo, entretanto, segando
disem, lhe tirou as virtudes.
Leitora solteira, se tens alguem de
olbo, em ves do Santo Antonio no poce
ou de cara volcada para a parede, vem a
Tijuca.
A agua corre dia e noite.
* FRAirg. Jnior.
/
na esperanga de apressar a resposta do bac
queiro.
Os deus rapazes comprimentaram-n'a
com ezpresslo de profundo respeito. -Ella
retribuio Ibes o comprmento por urna I>
geira inelinaglo de cabega e sabio em d:
recglo estaglo do camioho de ferro.
E entio T perguntou Pascal. O qae
dizes ? _
Digo qae nlo te engaa vas... Esta
noga com effeito de urna belleza divina,
eomquaoto as suas feic,?* estejam altera-
das pela fadiga e pelo desgosto... Sao
seu rosto estivesse radiante, em Vez de pro-
fundamente triste como est, ella seria um
deslumbramento.
E accrescentou com um sorriso :
__ Ser iam entio precisos oculos de vi ira
coloridos para olhar para ella, como para
contemplar o sol I
Concordas qua ulo exagerei cousa
alguma ?
__ Concordo. Estiveate ante8 abaizo da
verdade na tua deacripclo.
E eoroprebendes que preciso que
essa moga airva aoa nosaos projectoa? Qaa
isso necessario, cusa o qut custar ?....
Pascal friaou estas ultimas palavraa.
Cutte o que curiar, sim, comprebeft-
do.. replicou Jacques Lagard.
Entraram ambos no cat.
L'ireau, sentado sua esorizaninha, fa-
za os seus asssntamentos. ^. r
Interrompeu se para compriraetar os
seus hospedes.
Jacques dirigio-se a elle e perguntou-
lhe :
Qual o medico que est tratando
do doente cujo comraodo fioa prximo de
nosso quarto e caja filba acaba de sabir
daqui T
O Dr. Gerbaut... responden o esta-
Itjadeiro. o melbor medico da cidade.
Effdctivamente, disse Jacques, cuje
sob'oibo carregou se, ouvi fallar delle
de um sabio a quem se pode confiar trau-
quillamonte os seus doentes.
Perfeitamente I Perfeitamente I..
Ah l o s-nhor conbeoe de nome o Dr. Ger>
bault ?...
Muito .. o collegas ezaliaro-lhe a
mrito.
Ser o senhor do numero deltas?
Sim, sou meduo tambern...
D arredoros daqui, talves ?
Nlo... sou americano, e chego de
Nova Yoik, mas fis parte doe meus esta-
dos em Paris...
(Continuar te-ha)
-
rl

i
lyp. do /Mario roa Daqat de Casios a. 41


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