Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19228


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Full Text
P Rt \ CAPITAL E 1,1 I. \Ui:s 0\lF X.* SE PAC5A PORTE
, t
Por tres meses adiantados.....,......... G000
Por s Por um rnoo dem................. 2^X))
Cada numero avulso, do mesmo di........... 100
O Srs. Ameile Frlaee tfr. C
de l?arls. slo os nsso agentes
exclusivos de anniineios e pu-
l!icrir(*rs na Franca e Ingla-
terra

TELEGRAMAS
-
'' ~
SiRlCB PMTICOLJl 00 DIARIO
RIO DE JANEIRO, 2 de Margo, s 12
horas e 30 minutos da ta?de (pela linha
Ierrefl1re, N
Fo iTonduzido no cargo de juiz muni-
cipal o e orph3os do termo Cururip*, na
provinria cas Alagoas, o bacharel Izaias
Belr.c Sea Santos Arands.
Foi noraeado juiz municipal e de
orpbcs do termo de Uberaba, na provia-
cia d> Minar, Gerae?, o baeharel Jos So-
riano ce Soaza Jnior.
lmbarcaram para o norte no pa-
quete americano) o cngenheiro Sobrega e
o irajor Luiz Cintra.

NATAL,
minute 3
2 de Margo, s 2 horas e 4
Aqu d.egou boje o paquete nacional
Maranhcr. e sfgue tarde para o sul.
.
.
-
" -

t
-------7*-------------------------
SEBVICQ O AGENCIA HAVAS
(Servigo directo)
SAN FEMO, 1 do Margo.
O e:MiJo de saie do~principe herdeiro
da AUeraaba continn peiorar.
PAFiIS, 1 de Margo.

As r-^cciajog entre a Franga e a Ita
lia para conclueo de um tratado da cora-
inercb toram rompidas simultane
^por ambas jssas nago>s. r



BERLiM. 2 ae Marco.
O principe Guilherae, flbo maia. velbo
do Kxcrorinz, acaba de partir para San
Remo.
N. B.-O tclegramroa de Paris, 1 de
Margo^ coacernente condemnagao de Mr.
Daniel 'vYilscn, pertence ao servigo directo
Ja agencia e n5o ao outro como por enga-
o sabio publicado.
N (Servido pela va Norte-Amrica)
VIEfrN'A, 1 da Marco. .
A Aiatria-Hangria vai augmentar o f-
fictivo c!o seu ejercito ao nivel do da Fran-
ca o da Allemanba.
PARS, 1 Mares.
Na Cansara dos Diputados o Sr. Delu-
ctenil apresentoo um projecto tornando na-
moviveis e-a ministros da guerra e da mari-
^RXELLAS, 1 de Margo.
'n Assevarase jue a Inglaterra e a Itali
responda 5i a Ruaaia que considerara Ile-
gal a eleicSo do principe Fernando, mas
recuiam participar a urna perturbag&o da
paz na Salgara.
BUSHOS-AYRES, 2 de Marco.
Annuuiia-ae (mas esta noticia carece ser
confirmada) que hoave um encontr na fron-
teka eni;;e soldados argentinos e cbilenos,
Multando alguna mortos e ferdos.
Agencia Ha vas, filial em Peraambuco,
2 de Miu-oo de 1888.
Bias citada;, e ap?nts um conjunt) mais ou menos
harmonios de palavras reducidas a veno, rolan-
do a bre um pciuaioeuto simples e singela, em
Maisias depuraremos mais paixa e mais arreba-
tam^nto, tuvez [> irqi Ihe sangrava deveras o co
rac ', e exprima milis profundo echo de s.ffriinen-
tos internos e proprios.
Ctlrbrava Mssia? as bclleiiia do salSo de sen
amo podorr.ef), cantando ao sora de urna rustica ta-
bardo, que era urna especie de guitarra, em neo t
tempa. C..m; trovador grangeara fuma, com)
guerreiro era celebrado.
Infelizmente, no meio dessa corte, que elle delei-
t>iva, enam tou-8 o pjcta do ama dama casida,
revestida doa mai'>res attractivos. Assaltado de
lelos tratou o marido de vin^ar-se, ou porque lbe
nao agradassem as decl&races amorosas que o
poeta rimava, e diriga directa ou indireetament-
dama idolatrada, ou porque talv. z elle psrcebera
vebrmcntes indicios de correspondi-ncia criminosa
Km ves de provocar o offeosor de scus brisa a
um duello, conforme osestylos da epocba, bateado
se como cavalbeim, pretorio queizar-se ao mostr
de Calatrava, e reclamar sua )ustiva c severida le.
Nao aJmittio o aouh r feu la! disculpas uo pseta,
mandeu-o recolber preso torre de um castelb
que possuia as visinhacas. -
Nj se ev.'-irou com o ar fri do car'eerc o
amor ardente S poota. D'alli mesmo enva va elle
suits endechas, i dama dos seus cuidados, e espa-
lbra-se por toda a parte a noticia dessas missivas
e cnticos, que mais exisperavam os emees do
fidalgo offendido.
Kesclve-se por fim a temar por suas mos a ne-
cees iria repuraca i de sua digntdade. Cobre-ae de
armes, e parte para o caatello Vagucia-lhe em
torno, procurando deseobrir o rival, qat o irrita
exaspera. Ei-lo all o i recostado a urna jeloeia,
caatando'suaa trovas oclancbolicamentc, e acom-
panbaodu o somda vos enternecida com os suaves
e montonos aceratos di taborde. Espalbava o
trovador aeus olbares pela campia, beba pelos
seotiios a atbmospbera perfumada que os honson-
tes i espira vtn, c pedia ao co, aos astros, s aves s
O restas, ao vento que sussorrava, inspiracoas que
lhe suavisasiiem as msgeas e saedades, que lbe
torturavaca o caracSo e o espirito.
Nao espera mais o furioso rcarido ; arma o arco,
colloca-lhe a seta, dispara, eeis que a flxa rpi-
da e obediente penetra no peito do trovador e o
precipita no cha i, banbado rm sangqe e perdida a
vida.
Os eauciooeiros conservam-nos alguna cantaros
do desgracados Massias, cuja linguagem ja p >t
gutuez^, posto que aioda conserve todava alga-
mas parecencas cem a gallega. D'entre seas ver-
sos repaasados de um sentimento saavee melan-
cholico, que nao posejc nenbatn outro trovador do
seu ttmpo, encentran) se alguus que se poiem
iotitalar cnticos do cysue porque demonstrara te-
reco sido compostos na pnso, onde fora assasei-
na o.
Aprtsantaremos um pequeo espcimen para
complete (selarecimecto.
Cativo, de minha trittaraf
J todos tomam espanto,
perguQtam que ventara
Fdia que me atormenta tanto.
Mas nao vi ao mundo migo
O que mais do mea quebranto
Diga que esto que Vus digo.
Qae sabir nunca de va
Jk peanar no qae foliv
Coidei sabir em alteza
Por cobrar maior estado,
E cihi esa tal pobreza.
Que moiro desamparado :
C id pesar e com deaej >
Qae vos dir m .Ifadado !
I qae em lei bem o v jo
Coando o lonco vai mais alto
Sabir, cabe de maior salto.
E qoao pobre e quao saudoso
Por qae me doa a penar !
Minha toncara assi crece
Qae moiro per entonar
fots nunca mais a verei !
Si ; non ver desejar.
E portanto assi direi,
Qaien em crcel sol vi ver
Em crcel se veja moirer !
Minha ventara em demanda
Me paso e Uo denodada
Qae mi coracio me manda
Qua aeja sempre negada :
Pero mas non saberao
De minha cinta ladrada.
E porm assi dirJo,
Cao ra voso e coisa brava.
De seu vahor vei que trava.
O- vicepresidente da provincia, resolve, dej il,322 da 14 da Julho ultimo, resolve prover o ci-
dadSo FrrocUeo de Arouxejlas Qulvao Carapeba,
na s-rv-ntii Vitalicia da officios de l tabelliao
do publico, jodicial r notas e cjcrivSo de orphioi,
residuos e cap'.las do termo di C.rrentc3, cosar
es de Qaranhuns.
O rice-presidente da provijia, usando da
attribufyio que lhe confere^o art. 1 ds decreto n
3 322 de 14 do Julh- ultimo, reaolve prover o c-
dadil) Francisco de S 'usa L o Jnior, na ser-
venta vitalicia djs officios de 2. tabelliao do pu-
blico judicial notas e uscris/ai das ezecucSes ci-
vei9 c rime do mesmo termo e ornarla. Fize-
ram-se as devidas commaniosev^s.
O vice-presidente da provincia, resolve de
confo.-milade com a proposta do De. chefe de nr
licia em oficio n. 152, de hontcm datado, exone-
rar- darthohoeu Fernandas Rodrigues Coelho e
Jos Antonio Preire^o Aadrade, dos cargos de
sabdelegado e'],* plente do dis'rict de V,\
choeita d i Robertornlmirmo de Petrolina ; o no-
(Contima.)
PAllt IIHIAL
1
POPULAR
SaCIOJaLISAD:. liuma i
URZSalBA
,. POBTIKIAL E BIUZII.
..^, PELO
CoBsel!Hi>ivjgfo Maooel Perorada Silva
ii
Ccamuoc o)
C'i-mfroiileaa-as atea oaatares com os qne no
Mltam de um poeta qaaii coaiemporaneo por Done
Massias, qt>e como aavaiaerro servia ao mestre da
Cfcratrtva. 8i pcaeo sentimento notamos ni pos-
tortroo da prov/lacJa
ExrcDiexTE do oa 2U dr ravaasiaj aa 1888
Autos :
U vice-presideote da provincia resolve no -
mear o cidadao Maooel Tunano dos Reis Csm-
pello para ezererr interinamenta o cargo de eonti-
uuo do Tb.sooro Pruviaciai, dorante o inpedi
ment do tff c ivo, Martinho Joo Torrea Rolim
qae se acha com licenea Communicoo-se ao
inspector do Theauuro Provincial.
O vice-piesideuie da provincia attendendo
ao que requeren Mana do Rosario Pinbeirn, pro-
teaaora da cadeira de rusiao primario do Qiquia,
tendo em vista f iof>rmac&o n. 10 de 19 de Ja-
neiro fiodo e o parecer d Junta ateaica Provin-
cial, resolve conceder peticionaria tres meses
de lieenea com ordenado para tratar de sos saade
onde lbe eonvier.
O vice-preridaote da provincia em execa-
clo da lei n. 2 395 de 10 de detembro de 1873,
resolve nosaeai D nsiiu Lobo de Aibertim para o
posto de alt'rea da 3* e mpaohia do 68- batalbao
do servico activo da guarda nacional das eomar-
cas de Uiiada e Igoaras, em subatitaieao de
Joao Baptists Bezeira de Meilo qne d-nou da so-
licitar a pat-nte no praao legal.ommonicsc-se
o rnapeetivu commandaote saperior.
O viee-piesident- oa pr .v nciaem ex-cuco
da le n. 2,895 de 10 de Seiembru d' 1878 resi-le
noaiear para preeucniuM-ato das vagas existentes
no 58* balalbau do srrvioo aetivo da guarda na
en nal da cumares de Cimbres, o* aeguintes i ffi
cia-s :
2* C mpanhia.Alfares Bajmando Perreira
de Mello Jbi r.
4* Cvmpanhia.Temnts Manoel Nanea da
8i va.
6* Cosz-pai bia.Alteres Jos Antonio dos San-
tos Caivaib..Cooiuiunieou-se ao eotcmandantr
saperior da guarda uacuoal da c. maica de Okav
bre*.
O viee-priesidente da provineia, resolve, d
e> ntoimadade com a pr. posta oo Dr. i-befe de
polica em oficio n. 189 ue 17 do torrente mes.
ex. a< rar, a p aid<, o c>pitao Manool O. mea Ca
Vaioaute do caig de 1' supaleute do delegado do
termo de Tmo- un ; e nomear, qara subatitail-o,
JusW Cbai-sa Manohu Palcao.
vice-presiieote d provincia, resslve. de
confurmidadn oam a p-op. ata du Dr. salare de po-
lica em i.flL-io n. 14 (, d 17 do carreute mes, no
ntear altere* Antonio CJm> rtanoeira de Me >o
paraoeas-go ae delgado do inrmo de Tacarat
6>ndo exonerado de igual cargo no termo de
Floresta.
conform daie com a proposta do Dr. chefo
polica em oficio u. 143, de 17 d> correte mea,"
nomear'o alf res Jos Felippc (i)ujes Jnior para
c cargo d-i d logad >, do termo de FIresta, ficaodo
exonerad i d igual oarg) ni termo de Tacarat.
'Jo-nmiinic m-se aj coramandante do corpo.
Oficias :
Ao brigadero coman Jante das armas.
Fica V. Exe. autorisado a conceder de aceordo
com a sua iaforinaeao n. 300 de 18 do o Trente
baixa do servic) do exercito mediante substitu-
(So, ao soldado de 2' batalhio de infantaria Ma
noel Joaquim do Naiscim n'o.
Ao Dr. ehefe de polica.Providencie V. 8
para que odolegado de polica do termo de Oari-
cury ta?a entrega respectiva samara municipal
da importancia existente na collectoria provincial,
proveniente de impost >s arrecadades por aquella
delegacio.
-io inspector da Thesonraria de Faz'-nda.
CjmiarMfao a V. S. para os fins convenientes
qae o wchercl A'fredo Seiaphico de Assis Carva-
Ibo joiz municipal e de orphaos dj termo do Cim
brea em 8 do corrente mez, assutnio o exercicio
interno do cargo de juiz de direito da comarca do
mesmo n jine^ por ter o funecionario effeativo en
trajo no goeo de licenca.
Ao mesmo,Ciiamunico a V. S. para os fins
convenientes qne o hachare! Augusto Abel l'eiio
to de Miranda II. nriques, juia municipal e de or-
phaoa do termo de Salgueiro em 3 do corrente in-
terrompeu o exercicio de sea cargo por motivo de
molestia.
Ao mesmo.Gommuoieo a V. 8. para os fina
convenientes qus o bacharel Luis de Caldas Lius,
jai municipal e de orpuaos rio termo d Sanio
Auto. em 17 do corrente mes, reaasumio o oxer
cicis de seu cargo, por ter cessado o seu incom
modo de saude.
Ao mesmo.Csmmunico a V. S. para os fins
convenientes qui o bacharel JoSo Bernardo de
Magalbes, juis de direito da comarca da Victo-
ria, em 17 do corrate mez reassamio o exercicio
de sea carg, renunciando o resto da licenca em
cujo g"iso se achava.
Ao inspector do Thesouro Provincial.
A' vista da informac,o n. 71 prestada por Vmc.
em 14 do corrente, autnriso-o a mandar pagar a
Francisco Tavares da Silva Cavalcaote arrema-
tante da obra de recooatrucco da ponte do Jun-
queira sobra o rio Pirapaaa r quantia de.......
1:6974192, importancia da 1* prestacao da mes.na
obra, j dedusida a rcspansabilida le do eatyio,
seguado o certifsado, que devolvo, passado pela
reparticio das Obras Publieas, em 31 de Janeiro
ultimo.Coinmumicou-se ao director geral das
'Joras Publicas.
Ao mesmo.Da aceordo croa informaban
n. 72 prestada por Vmc. em 14 do correte au-
toriso-o a maodar pagar a Francisco Tavares da
Silva Cavalcaote arrrematante da obra de repa-
ros da cadeia de Qojana a quantia de 875^475
importancia da 1* prestacao da imsiria obra ja de
dunda a poreentagem de rosponsabilidade segn
do certificado,, que devolvo, passado p-la reparti-
eao das Ooras Publicas, em 31 de Janeiro ultimo
Commumcou-se ao direeter geral das Obras Po-
nucas.
Ao mesmo.De conformidade coa a infor-
macao n 70, prestada por Vmc, em 13 do corra-
te, nsta data deliro o requerimonto em qne o co-
ronel Maooel do Nascimeuto Vieira da Conha,
arrematante da obra doreconetricco da ponte so-
bre o no Araripe du Meio, na estrada de ltapis-
suma pedo o pagamento da quantia de 1:1484691,
importancia da prestacaa de respensabilidade da
meter obra- Commanicoa-se so director geral
das obras publicas.
Aa director do Arsenal de Guerra. ^ Me-
diante a importancia de 201000, em qae f.i calcu-
lada a reapectiva despesa, segando o orcamento
annexo ao effic-io dessa directora, de 28 la Janei-
ro fiado, aatoriso Vmc. a promove administrati-
vamente a compra de duas mil guias mpreasas
para destribuico de eoeturaa desse estabelect
m'oo, constantes da incluso pedido que devx>lvo,
visto existir crediti para o competente pagamento
segundo intorma n thesouraria de fasenda em otfi
ci n. 1U9, de 18 do correle Commuicon-se ao
inspector da tbesooraria de fasenda
A ci n. 127, de 28 de Janoiro fiado, autorizo-o a
promover administrativamente a compra de mil
mappaa e quatro mil partes diarias, constantes do
incluao pedido, qneacompanhou o citado ficto,
visto existir eredito oara a respectiva desposa na
importancia de 1304000 seguado informa o ins-
pector da thesouraria em oficio de 18 do corrente.
so b n. 106. Comaunicou se ao inspector da the-
souraria ue fasenda.
Ao director da Colonia Iiabel.oDeferindo o
reqoerimento de Roberto Teixeira de Harros, so
bre o qual versa a inf ormacio de V. Rvma, de 16
de Janeiro fiado, recommenoo-lbe qae mande ad-
mittii nessa colonia o menor Vctor, filho oa fina
da Joanna Francisca de Oiiveira.
Remetto a V. RvJma. a ce.-ndio de baptismo
do referido menor e o alicatado do parocho da fre-
gus a de Santo Antonio, a qae allude a ana prj
dita infurmacio.
fortaraa:
Respondo ao offieio de 10 de Janeiro fiado,
declaraudo i cmara municipal de Ounccry que
deve quauto antee levar ipraca os imposto men-
ciouaos ao artigo da lei n. 1,897, de 24 de
.aio do asno passado ou maniar arrecadal-oa ad-
ministrativamente conforme julgar mais conve-
niente aos intrreaaes dessa municipalidade.
Outrosim, declaro a mesma cmara que nesta
data providencio, no sentido de saa redamac&o,
relativa a entrega da importancia da arrecad-ca
de impoetoa quo enstn em poder do esenvo da
co.lectora prnviocial dease municipio.
O Sr. *aperintendente da estrada de ferro d >
Recife ao S. Francisco mande conceder pasaagem
de ida e volta, em c*rrj de 1 classe por con a d>
provincia, da estadio do Cinco Pomas 4 d U-.a,
com escala p'la da lIDa i engenheiro da repart
cao daa obras publicas Fraooelioo Americo de Ai
buquerque Mello.
mear para aib'.tituilos os cidadiioi IgoaGia_Fran-
isc Rodrigues o Bemvindo Amaacio
laciar
w
litlado;
de jury
V S
XFBDIEirTE DO SECBBTABIO
Oficios:
Ao ^residente da actual s> ssao
Por twnvenieocia de servir/>v Obi ico rogo
de dispenaxr do imbalb->a do ju y o bacharel Ea-
;enu le A'h-yle L bo Mjscosj, th.fe da 2* aec-
Co desta a-Cr-lana.
A0 thesouro provincial.^O Exm. Sr. vice
presid< n'e da provincia manda coumunicar a V.
ti. qae o t-apir > Amonio Manoel Pereia Vanos
segundo pariicpou m ffi-u de 13 do correte, sb
n. i, atsumio no da 1 deate mes o exereicio do
cargo de ajudante do procurador d .s f.itns oa la
senda i rovmei.l ni mun floto de (i-v t.
zxpaoisKrs oo ata i aa Favaaam oa 1886
A Mame
O tsa presidente da provincia, alten Vnd.
ao que r-qien u Francisco oe Pao a Lina de Car-
valh ., professor dn caeira de cus n i primario d-
Pregaica, tendo em vista a iifurmacao n 15 d
io>p ciur geral da loslruecao pobliua e n p*re,cer
da junta medica provincial, resolve coi>ced> r a
o-ticionno, a eo.i.r dr 16 de Janeiro fiodo, 3 das da lieroca esa oraenado para tratar de sua
s.Be nde Iba eonvier.
O vice presidente da provincia, rm exernciu
da lei n. 239* Je 10 de Seiembro de 1873, resol
ve n mear Jaaxiuim Alve da Siiv-, para o p >si
de capitao da O couip.nhia do 32* batalha di
a rviO" activo aa guarda nacional daa cumaruas
de H.uito e Boserros, em subatituico de ManoI
Juvmo Brynei, qae falieceu Commnnicoa-se ao
espe'-tivo commandaote saperior.
igues
Coelh->, na ordem em quo ee acbam foiljcT3os.
O vice-preaidentiwda provincia, de conformi-
dade com a oroposts-^o Dr. cuete de polica, em
oficio n. 154 do hont-in datado, resolve exonerar,
pedido, o capitJo Qeminano do Reg Maciel,
do cargo de delegado do termo do Brejo e nomear
para substitoil-o o actual 1 supplcnte Liberato
Jos da Silva e para o lagar deste o cidadlo Re-
gino Curdeirs Falca?.
Outrosim, resalvo exonorar o tcoente do corpo
de polica SebaaiSo Floro do Reg, do carga de
2. supple.at (to mesmo delegad) o nomear para
substitul o .a m^iaosaf* Corareunicogie ao commsn lante do cor-
po de polica..
O vice-presidente da provincia, resolve de
conformidade eom a proposta do Dr. chefe de po
licia em oficio n. 155 de bontem datado, exonerar,
pedido, o alfares Vceata Al ves Campos do car-
go do sabdelegado do 1. dstricti do termo do
Brejo e nomear para snbetitail-o o caJo Joan
Baptista do Amaral, o para o lugar de 1." aopplen-
te do refeido subdelegado Francisco Perreira
Ouimaraes em aUbstituica'o de Clcmentino Ferrei-
ra Guimaries, qae f ii nomeado boje 2. supplcnte
do delegad do mesmo termo.
Officios :
Ao brigadero commandaote das armas.
Sirvs-se V. Exc. do^providenciar para que seja
inspeccionado de sade pela junta mlica militar
c contra-mestre da oficina de macbinistas serra-
Iheiros && Arsenal de Guerra, Genuino Lua
Nones.
Ao inspector da Thesouraria de Fasenda.
Declaro a V. S para os devidos ctTeitos, a em res-
posta ao sen cffisio de 20 do corrente, sob u. 22,
qne, nos termos do art. 5. da consolidacSo das
leis da Altaadega e Meaas de Rendas, autoriso a
transferencia do ebefe da 2.a scelo da Alfande
ga, Domingos Joaquim da Fonseca, para a 3.' sec-
lo da mesas Altaadega, e o desta Cicero Brasi-
lero de Mello, para aquella.
Ao mesmo. Remetto a V. S. seis exempla-
rea imprestos da tabella de distribuicao de crdi-
to para as despesas qae, por canta do Ministerio
da Mariana, tesa de ser realizadas nesta provin-
cia dorante o exercicio de 1888.
Easa remssa acompanbada de copia do aviso
circula* xpe-Xdi pelo dito ministerio em 6 do cor-
rente., Jgt> *5i6, >vfim de qae V. 8. e a devide
esecaoao aUroVaa no aesmo aviso expresso de nao
se exsedcr as cunsignacds coatemplaias as dif-
fcrenlet rubricas do oicam.nto.
Remetteu-ae um excmplar impretao e copia do
aviso ao inspaetor do Arsenal de Mariana e ao
commandaote da escola de apreudises tnari-
nheiros.
__ Ao mesmo.Para os fias convenientes trans-
miti a V. 8. a inclusa portara do g o ver no impe-
rial, concedendo ao Dr. Malbeas Vaz de Oliveira,
inspector de bygiene, licenca com ordenado, por
43 das.
As legedor do Gymnasio Peraambucano.
Aatoriso V. Rvdma. a reacindir contracto do m -
uitor dense Gymnasio, Aggao Cesar de Aadrade,
conforme reqaereo me e designo, para substituido,
Antemo Cesar de A idrade.
- Ao eageubeiro fiscal da cstrala de ferro do
Recife a Oiiada e Beberibc. Ddolaro a Vmc qae
no requeriSMSSftdo gerente dessa estrada de ferro
a qae se reterea sua informacio de 47 de Janeiro
fiado sob n. 2, profer nesta data o segainte dea-
pacho :
Falta competencia a Cama: a Muoipal de Oa-
da para conceder a liceoca de qua trata a saa
iatormacao de 18 de Janeiro ultimo, urna vea
ii que nao esst revogada a clausula 27 do con -
a tracto de 22 de Julho de 1868, pala qoal foi
o prohibida a qualquer empresa oa particular as-
sentar trilhos de ferro oa de madeira para o fim
< explorado pola C moanhia de Tiilhos Crbanos
do Roeitsa Olindae Beberibe. Communicou-
se & Cam.ra Municipal de Olinda.
r*ot tartas: .
Para resolver sobre o assampto do otnoio de
18.do eorreote mes, leoommendo 4 Cmara Muai-
ciaal dat Victoria m raavata a planta e orcameu-
to alladidos em sea predito oficio.
__O Sr. aeente da Companbia Brasileira de
Navegaoio a Vapor faca traosportar & eorte, por
cuota do Ministerio da Gaerra, ao alteres do 5o
regiment de eavailari* A'fredi Preatetado Maciel
da Silva, a os cadetes Joaqmm da Milva Rocha e
Aitbar Hurique da Silva uu- para jtili seguem
eom destn, i Escola Militar.Offioiou-ao ao ios
pector da Th-soarana de Faa-nda para mandar
ajustr contas ao refindu arfares e commuaicou-se
ao brigadeuo comoandante daa armas.
O Sr. agente da Cumpanhia Braaileira de
Navegaclo a vapor faCa transportar 4 corte, por
c-.uta dr Ministerio da Marjuba. os voluatanos da
armada, Jos Bolvar, Jos Mara do Paraso,
BrnHrdioo da Fonsec N^saro, Bermin-'gildo
Joi- Aut .ore do Sacramento e Joae Avelioo do
Ren que p.r. all a gu-m A dispoic4o do Q.iartel
General de Manuha. C immuotcou-se ao luspeo
tur 1" Arsenal de Man..ha.
O Sr. director eottenheiro chefe do prolau
gamento da estrada de ferro d Roeif* o S Fran
ciacu mande conceder paaeaavn d- 1 classe por
conta da provincia, da est-cio de S. Benedicto
k ce Uu, & pra'ass.ra publica I-mema G.-nmna
D aa, saa pai satraotaara na acoaaTaaio
Ofiwo:
- A> insoector do Tbesiuro Proviacial.O
Exm. Sr vice-presideote da proviacia, ne u
pr. vim-ot feo recurso de Anua Mari* da Lus, de
eeord.ie.BJ a infarta gao de V. S de 20 de Ja
Muir-, al itmo, a ao n. 48.
A director do Arsenal de Guerra S. Exo
o Hr. Vis- -presidente da proviucia manda declarar
V S -para a flus voavtaiai.ies qu- no requer -
id-d'o da operario dtisle araeoal G-numo Lu
Nuues.aobiV q o vera a mfjrm cao d-esa dnec-
tor d- Doutein datada, sob u. 157, pruf rio o se
g o in te despa.h -:
a Fi.-i.sb ezoedadas as oeceasarias
cutido qae r quer < supplict ite. s
_ Ao dir ct r g ral aas Ot>rs Publieas.O
Exm. Sr- vice-presi.'iVnW da piov*cia ticou ntei-
r.di q. fe) oficio de 20 do corrale, S ib n. 26 de
haver V. 8. uiaadado laviart.run do reeeb meuto
uiovisaris da obra de recousnutci' 0"d ampedira
o)i utn da estrada ua Escada (ranifi -acia da ViS-
t ri ) e passaj o c-r'ificadj de agHmnu'o a qae
tem dimito O arrematante Manoel X.vier Carnei
to de Alouqoerque.
__ A' en*, libero fis-al da estrada de ferro do
Becifeao S. Francisco O Exm Sr. vice-pr.-si
deuieila i.iovmci teuu onveoisutrt deatiao aos
DKSPACaOS DA PRESIDENCIA DO DU 1," DE
MARCO DE 1868
Ahnixo Essigoado do moradores no Por-
uo da Cal.Acbando se concluida a retor-
ma aut risada pela Jei n. 1.886 de 30 de
Abril da 1887 art. 9. 2." s podem os
supplicaotes ser attendidos pelo poder le-
gislativo.
Emydio Franeisco de Souza Magalbles.
Furnega 83.
Francisco Pedro G-.ngalves Bezerra.
Nao teto lugar a vista dos arts. 83 e 115
do r.gulamento de^ll do Janeiro ultimo.
Isa b 1 Lucar da Silva.Neg provi
ment ao recurso ioterposto, porquant nao
tendo havido aceordo na avaliagSo de ter-
renos cabe a supplieaDtu procurar -os seus
dimito* pelos meios udiciarios.
J,s Candido de Moraes.- -D se.
Major Justino Rodrigues da Silveira.*
Fornoga-se.
Baoharel Jos Eraygdio Gongalves Li-
ma.Sita.
Samuel P. Jobnston & C.Informe o
Sr. inspector da Thesouraria da Fazenda.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 2 de Margo de 1888.
O porteiro,'
F. Chacn.
- Bet;irllro da Polica
2* secg3o. N. 183.Secretaria de Po-
lioia de Pernambuco, em 2 de Margo de
1888 -Illm. e Exm. Sr. -Participo a V.
Exc que foram hontem recolhidos Casa
de DetengSo os seguint s individuos :
A' ordem do Dr delegado do Io distri-
to da capital, Rita Msria da Conceiyo,
Joanna Maris da ConceigSo Ia, Joanna
Mara da Conceigao 2a, por oflfensas
moral publica; J a j Paulino de Brito, An
tonio Mandes da Silva, por crime de furto,
e Petronilla Miria da Conceic2o, por em-
briaguez e disturbios.
A' ordem do subdelegado da freguezu
de Sano Antonio, Joo Paulo de O'iveira,
por crime de furto, e Manoel Antonio, por
disturbios.
A' ordem do do 1 districto da fregue-
zia de S. Jos, Jos Marcellino, Jos da
Costa, Joao Jos dos Reis, Manoel Fran-
cisco da Prfixii'i, Iler -ulano Jos Ferreira
Lima e Salustiano Jos Dias, por embria-
guez e disturbios.
O delegado do termo de Ipojuca den-
me scienci de que na noite da 21 do mez
passado e em torras do engenho S. Fran-
cisco dsquslle termo, os inlividpoa de no-
mes Googalo Aires de Oliveira e Joaquim
Pedro da Costa, feriram levemente a Ma
riana rsula da CooceigSo e Manoel Go
mes de Oliveira, conseguindo evadirem-se.
Aquella autorida le tomn conbecimento
do facto, abrie sobro elle o competeote in-
querito, que j te ve o coaveniente destino.
No da 26 do mez prximo lindo e em
trras do engenbo Undeal do termo de Se,
rinblem, Aurelia no Augusto de Moura as-
sassinon oom taes tacadas a Manoel Flix
Barbosa.
O delegado respectivo tomou conbeci-
mento do tacto, fez a vistoria no cadver
e diligencia capturar o criminoso, que eva
dio-se
Commanicon-me o subdelegado do Io
districto da freguezia de Nossa Senhora da
Graga,' ter bontem feito remeasa ao Dr.
juiz de direito do 4o districto criminal, dn
ioquerito policial sobre o esmagamento do
Manoel Antonio do Nascimeato, em a tar-
de 14 do mez passado, no lugar Quatro
Cantos d'aquelle districto.
No dia 20 do mez prximo fiado e em
trras do nngeoho AnanaZ do termo de
Sauto Autao, Jos Anacilo ferio grave
mente com quatro facadas a Joaquim de
tal, conheeido por Joaquim Cabjclo, le-
grando nvadir-se logo aps o crime
O subdelegado respectivo tomou oonhe-
cimnto do facto e abri sobre ella o com-
petente inqu-rito.
Ni dia 27 tambem d'aquelle mez, den
ae om desaarrtlbamento em um dos wa-
gons do eng-nh i central da termo de S.
Lmrengo da Matt, rl-i qual reaultou o os-
loaganento de Jos Vieente da Silv, em-
prHgado do m-S'DO engenho
O respectivo suod--legado tomou conhe
i-imento do fa-to, fez proceder a vistorta
oo offsndd e abri o o petante ioqueri-
to, que j foi remettido *o Dr. juiz do di-
reito do 5* listrioto trnoinal
Deus guarda a V. Exo.Illm. e Exm
Sr Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
muito diguo vicepresidente da provincia.
O i'.h-te de poli a, Francisco Domin
gue* Ribeiro Vinnna.
vi,e pr.sidente da provincia, osando, daldo uui ut que acomoaaa ram o. Hu i de V. S.
attnbuicao qae lbe confere o art. 1. do dacrato n. 13 do sjarnate, sob n. b ja raeaeido.
Theour ("roviarlal
DESPACHOS DO DU 2 DB MAK^'O
DE lr<8 .
Ponto da R'i-b- l.nia ProvioclaTpObra
PubltuaB e Societaria da Ioatrucgau Pa-
bli.;a. Ao Sr. pagador para oo dividoe
tina
Cintas do corpo da polica.Exami-
ne-a*.
Eda^Qorti. Entregue-se pla porta.
Vig-rio J.i quim >t Costa Caval ante,
ordeos noJ eolle.-t-r rte A^ua Preta e Antooin J.>o de
Anoriii.Hja vista o Sr. Dr. Procura
ilor Fiscal
M-noelJ-s de Baatoa Melle.Certifi
que 8-. *
Gustavo Mertnood Filho e Francwo Ta
vares' da S.l'a Cavaloaote. Junta se co
pia das inf'i. rna,5 -8.
Agente tiseal, Recife Drainag^, Mno*l
X vi >r C.rneiro de Albuquerqae, cotumis-
Ao de eatu IOS da mol-alia da O DOA, Joa
Cn ii Dr. i-h fo de
polica, proveuor da Santa Casa, Antonio
Rufino dos Santos e Manoel de Figueiredo
Cunbs. Informe o Sr. contador.
Mara Francisca de Barros.Regstre-
os e fagam-se os assentamentos.
Jo3p Gongalves dos Santos e Francisco
Argelino dos Santos.Fagam-se ns notas
Ua portara de lecenga.
MAB10 CE PEBBABBECT
RECIFE, 3 DE MAHQO DE 1888
iRetrospecto poltico
l'OLITCA PA8TICLAE DOS ESTADOS *
ECEtPECS
/ [Continuado)
0 poder legislativo da Hoilanda realisou, efti
fin, a reforma conslitucional com que, hayia
muos annos, andava seriamenle preoecugado.
A demora na solugo des se negocio lornava-se
lauto mais admiravel, quanto as niodificaces a
cffectuar no pacto fundamental de 1848 eram,
ainda segundo os projeclos de carcter mais am-
bicioso, pouquissimo extensas e radicaes, per1-
feilameute pralicas, cautelosas e reflectidas como
a ndole de um povo que nao ana em extreme
as theorias, nenr ^e'sent dominando por' ajr
(raordinarios idaes.
A mais importante dessas niodificaces con-
sislia, seguado o senlim.ento nacional, em pre
cissjr certas clausulas relativas successo .
cora dos Puizes Baixos. Pdese at Qizer qu
foi isto a origcm do pensamento da reforma,
0 re Guiiherme III est muito adiantado em
annos. Tem, 6 verdade, urna filha do seu segun-
do casamento, urna creanga actu.ilmente menor
de ojio annos. para succeder-lhe no tlirono. Na^
obstante, os subditos do monarcha lembram-se.
r-ceiosos, de urna extinegao, alias posstveldaly
descendencia directa do soberano c do advente
de qualquer dos representantes das linhas col-
laleracs. Tensam anda no casamento eventual
das priucezae da casa de Orange com principes
estrangeiros, e nos perigos a que ficariam ex-
postos se licassc acepbala a realeza no pas
Quem sabe se o imperio allemao, ante essa crise
dynaslica, nao aproveitaria as circumstanciae
para cerlas combinagOes nada compativeis com
a inteira autonoma da nago hollandeza?
Esla, como lembra alguem, nao liga dema-
siada importancia dos direitos que a sua casa
real exerce sobre o Luxemburgo, em virtude
do pacto de familia de 1783; ratificado pelo art
71 do acto final do congresso de Vienna e pelas
coavengoes tambem familiares de 14 de Julno
de 1814 e 27 de J.unho de 1839. Nao se d, po-
rem, o mesmo em relago a independencia na-
cional, de que os hollandezes sao extremamente
ciosos, c que em caso urgente ,defenderiam por
certo com outras armas que n5o um simples
artigo da sua lei constitucional.
Procurando, antes de tudo, garaatir-se contri-
eventualidades perigosas, a raioria dos polti-
cos do pequeo reino desejo, todava, ir alm
no caminbo das innovagGes. Enlendia-se ser
preciso dar mais extensao ao direito eteitoral, e
auctorisar as cmaras a resolverem nesse senti-
do, e mais em assuniptos de defesa nacional,
sempre que o julgassem conveniente, e sem ne-
cessidade, n'um caso ou n'outro, de novas re
formas constiluconacs.
Mas essa ampliagao das prerogativas parla-
mentares cncontrou fortes impugnadores naquel
les que temiam os abusos a que ella poderia
dar lugar. Receiava-se sobre ludo que o parla-
mento, urna vez Iivre das peas da constitugo,
nao comprometiesse as financas publicas cota
excessos de militarismo, nao consignasse as
lis do exercito o aervigo pcssoai obrigatorio
cousa, pelos geitos, muito pouco amada do povo
hollandez.
POr outro lado os intransigentes do catoli-
cismo e do protestantismo, em curiosa conniven-
cia, continuavam a pedir, contra a opiniao maia
seguida, a dei ogagao do art. 194 da lei constitu-
cional, artigo que consagra o priucipio da tor*.-
pleta neutradade religiosa do estado as esco-
las publicas de instruego primaria.
Apesar dessas divergencias, a reforma consti-
tucional venceu etn agosto a primara, distusso
na cmara dos debutados, a mais liberal das
duas. Reeonlssccu-ae, porem, de maioria trtmphatite era tao restricta, que nu
dara com certeza na segunda discusso os dons
tergosde votos necessarios.
Houve novas eleigoes em Setembro ; e posto
que o resultado testas nao modi< asse profun-
damente a situgo dos partidos no parlamento,
a verdade que a Hoilanda pode, afina), realisar
a obra poliiica a que nos bem pederamos cha-
mar de Santa Engracia.
Esse magno successo foiannunciaito em tode
spaiznoilia SO de Xovembro. Repicararn en.
louvtir Jelle os sinos de todos os edirlos em que
funecionam as cmaras raunlciiraes. Do poiai
desse* e-liBci is. magnificos e curiosos, ainda as
localidades mais distantes, os presidentes- das
communas, ornados com o tradicional diajto de
tres bicos e o collac de prata,' le-am durante
una hora .'mullid e Com a solemnidade que o caso requera, a
ova'lei orgnica do reino.
sps dessa ceressosia cmecou a expandir-
se mais livrement- a alegra popular. O ica-
dam t a cerveja correram, como de sraxs, ea
trrenles can Idiosas.
Km virtude da ultima reforma, a constitaicB
hollandeza estabelece a ordem de succes-JO 4
direiu ao throno, de>ignando nominalmnite
caiidiilalos eveutuaes e legtimos. O senado
punha-se de 3* membros: passou a com
de 56. 0 numero dos.depuUdos "UJ4*
'

.-


m


.~

.

. ... .,/.-.



de PeraambneiiSabbado 3 de Marco de 1888
7i i i ------- T I


t|uando antes ra, apenas de 89. Foratn atapfa-
las.ascondigs de elegibilidale dtw senador'-i.
ogmeutou tui ito. cm conseqiiuncia da duniaui-
lo censo ati ahi exigivel, o corpa eleitoral,
Erflgna o conselhe-s geraes, dt* cujo eeio
SamosgeQailires, e queescolhe directamente
membro da cunara baia. O artigo da re-
forma relativo defeza do territorio naci al,
#cou redigido co militar obrigutorio sejaestabelecido na Holln -
uVpor meio di simples lei ordinaria. Nao ob-
stante os deaejos dos liberaes, continuou a ser
ronstitucionaliaante mantida a tirulo da Igreja e
do Estado. Jim corapensaco, flcou tambem
3Ubsistindo a aeulralidade religiosa das escolas
primarias mantidas pelos cofres pblicos. il0
Esta solucao nao foi de certo agradavel tos
conservadores oatholicos e protestantes. Mas os
liberaes, alm (iessa, obliveram outra vistona so-
bre os seus advrsanos. Posto que pequea,
devem-n'a era oarle ao primeiro ministro, o Sr.
Heemskerke: o soberano da Hollanda nao Si-
mis o rei por graca de Deus do antigo rogi-
men constitucional. Entenderam os hollandezes
que essa denominacao innocente nao assentava
de todo u'ura principe da popular casa de Oran-
e supprirai ram-n'a. Este facto nao ha de
finir certamente nos deslinos do mundo, nena
Bbs da propriu Hollanda.
Ella tom indubiiavelmente cousas mais senas
de que se ocojpe. O socialismo rnetaphyt.ico,
revolucionario generoso, mas adoidado, vai pou-
oo a pouco invadindo-a. Se nao por emquan-
to, demasiado foite e extenso, gracas a ndole
calma pacifica do povo bollaude*, e, comtudo,
sufficienteuiei t'.e ruidoso e amotinador. Tem por
ebefe no paiz o Sr. Dmela Nieuwenbuvs, que
em Selembro sabio da cadeia, ond a justica bol
lande/a o encerrou por alguns mezes.
'* Restituido i. liberdade, o tal Dmela largou-se
palo paiz a iv.-eber as felicitaccs da gente do
seu partido. Era Amsterdam, Rotterdam, Utre-
cht e n'outros lugares que percorreu, forain cssas
fccitucOes lu calorosas e solemnes, houvc lan-
os discursos ir cendiarios, tantas bandeiras ver-
melhas tremulimdo aos quatro venios da trra,
que os cidades amantes da ordem, do rei e da
constituidlo, julgaram necessario por cobro
aquellas maiul'estacOes de todo o ponto contra-
rias ao prestigio das instituigoes estabelecidas.
Os resulta los dessa intervencao benemrita do
espirito prdei-o foram grandes e reincidentes
motins, que s( acabaram de urna vez, qnando a
polica se resolveu aexcrcer aeco enrgica
para o reslabek-ciinento da paz. O chefe dos BO;
cialislas, por nuito venturoso, pode subtrahir-se
a novas amabilidades dos poderes sociaes_a
patria, fugindo, segundo se alliimou, para a
Suissa.
De mais grive e temeroso aspecto que na
Hollanda, e lalvez que em outra qalquer par-
te do mando, a queeta do proletariado na
Blgica.
As greves 1j 1886 repeliram-se all em aio
e Juilio ilo anuo luido. E posio que as ultimas
ao apreses assein resultados tio desastrosos
como a anteriores, deviam ter ainda assim,
impressiouado vivamente o publico e o gover-
no, que ve, e nao pode deixar de_yer nessas
repetidas agiaces mu syraptoraa assustador
de iutenso e 'iiesto'mal econmico e social. ;
*i classes operariaa belgas soffrem inenveis
pnvaces. A classe dos miueiros, sobreludo,
aarasla urna 'ida miserabilissima, supporta a
gnlheta do destino mais sombro. 'B <
O drama de tantos anidaras de existencias
cpndemnadas a um Irabalbo subterrneo, fa-
tigante, aniquilador c, alem disso, sulcieute
para ronbai-as as ganas da foma da mais
abjecla proslituico moral e pbysic,feis o que
em verdade excede tudo quanto de mais hor-
roroso podesse crear urna imaginadlo dantesca.
As greves ; os molns, os incendios e o as-
assinatos, o petrleo e a dytiamitc, nao sao,
por certo, remedio eflicaz para urna docnca
profundamente radicada no organismo da niaior
parte, das sociedades oceidentaes.
Mas as classes chamadas directoras, a bur-
guezia feliz, soregada e farta. faria mal se pe-
disse perpelta.Brte ao scu egoismo e a forca
material de ae os seus governos dispoem os
nices argumentos favoraveis a ordem publica
E' iiec.'ssario aun a justica os inspiree rege-
nere ] que a itosgraca dos que produzem com-
ino va e moraliie os esbanjadores iuconscieutes
da fortuna s>al; que a industria moderna, com
os seus iuimensos prodigios, di-ixe.de ser urna
prolongacao da guerra, a saturnal de todos os
appetiles individuaos, o campo de todas as ce-
bicas isolaik.s e insaciaveis, para tornar-se um
bem coiumum e a mais bella expressao do p_ro-
gresso da huinanidade.
Parece que o ministerio calliolico presidido
pel Sr. Keeriaert conla em pregar medidas con-
cernenles a uielhorar a sorte *dos operarios bel-
gas. Biuae-e, ao menos, uo discurso o pri-
meiro depois de 1880 que o rei Leopoldo re-
citou na abertura da sesso do parlamento, a
9 de Novembro prximo paseado. Veremos
qual ser o alcance pratico das providencias
imaginadas.
Oque podemos desde ja regislrae-^a victo-
ria alcaugada pelos liberaes moderados as re-
centes elciees communaes da Blgica. Ess
Victoria verificou se em Flandres, no Luxembur-
go e al na provincia de Anvers, onde os ca-
tiiolicos prepoudei-aTam sempre, ep virtude
da intloencii exercida pelo clero na direceo
das escola.-. Em Malines c Bruges, forlalezas
at ahi ine> pugnaveis do clericalismo, o pleito
foi vigorosamente disputado pelos liberaes, quo,
no enllanto,
certo humero de cathqlicos receiosos ele ver
tnmuphants os progressistas ou radicats.
Nao obst inte esse contratempo eleitoral, nao
i- abalada a situacao conservadora. Minis-
terio e. ii'im.-terialii-tas esperam tirar ampht
deJorra dessa derrota em Junho prximo vin-
douro, epocha designada para as novas eleigoes
legislativas.
Baalmecte, emquanto na Blgica sao consi-
deradB aptes para eleger camaristas todos os
haMantes das commonas que pagarem 10 fran
dt ciiitribuito annuai, ou preencherem
reci*sos de eapacidade exigida pela
lia, _> so vo;am as eteicOes de deptrtta ob
ulitflni que estiverem Rujetos a impofosdi-
w8Bi na importancia de H fr. S9. -.t*
8te coi so, demasiado alto, torna o'paHn-
mtin^o, nao urna repreflentajao do pais).ma8"de
a s cissse a dos individuos reme liados.
idfcflOJbre'udo, notavel preponderancia ;io ele-
jmrnto rura,, e 6 com esae -ilemento que sonta
i*clericacii para se manter oa gowraa, qae,
Hi) disso, Ibes garantido pelas proprias dts-
Kntaexk teates o sei do HueraUeao, pala
gDivita que se aa*Mta liberaes andera
tm -dsBfriDanoa radcaas oa
dCMft peetSo rttatiljm e^lo fe
tigo que a situacao adquiri com a entra-
do Sr. Lojenne, adrogado de grande talento,
para a pasta da justica, o gabinete Beernaert
passou pelo desgosto de ver repellido, pela pro-
pria direita do parlamento, o projecto de re-
forma militar que patrocinava e cuja dopcao
tambem era desojada pelo rei. A proposta con-
sagrava o servipp pessoal e obrigatorio, bem
como a suppresso das substituicoes. Os ca-
thohcos impugnaram-n'o por isso mesmo, e
tizeram-u'o cahir por 69 votos contra 62, sem
embargo da harmona em que a esquerda este-
ve com o ministerio nessa questo.
Mais "felii foi o governo na apresentago do
projecto de lei tendente as fortificacOes de Lie-
ge e de amar.
Esse, embora vivamente discutido, foi alia'
adoptado.
(Continua.)
INTERIOR
IIIM OKI 1 DO BRJlZIL
CARTA8 DE ANCHIETA
(Contiaaatfo)
Ao lempo que estes ebegaram, ordeaou Nosso
Seahor para que enteodcueaMS que todo ocaso
bej e salvicio nos vinba delle, que a maior paite
dos odios d is lagares em qae tiohamos algoma
confiaoca qae oos deteoderiam doa seas, si qai -
(sem tascr-nos mal, estiveisem aoseotes ; che-
gado pois aquelle principal com suas des candas
veio loge tallar oos com dan-nado ani.no, o qual
era borne n alto, secco, e de catadura triste e car-
regada e de quem tiohamos ubido sor mu cruel.
Este, pois, eu'.rou com muitos dos seus com aui
arco e d-chus em a taio, vestido em ama camisa,
e assootadoeui urna rede carnee iu a tratar das pa-
se*, e a todo o que Ib diciamos se mostrara in-
crdulo e duro, fraseado memaria quaotoa males
Ibe haviam feito os nossos, e como a elle meara >
haviam j pr*-oddo em oatro lempo com pretexto
Je pazes, mas qae elle por su* v*latia, cim uns
ferros emjos ps, saltara do oavio c ba va escapado
de soas mos, e com isto arregazara os bracos e
bulia com a* fltebas, contando suas valentas
Estando em isto, ebegaram os iodiosqae viobum
i m s navio e derau-lhe uova3 coio seu genro o
franen havfa feito j pazes, ccji o qual parece
qua elle ab.anlou algara pouco, o se toi, por ser
j tarde, d'zen J o qae so outro di* trataramos rara
espito, e aquella ooite determinaran! alguus
de
dos seus de ir por a ra-mlil com pretexto de res
gat<- a tomar o navio, e outros a maitr aos que
estivessern em trra, e puderamo fazer rauito a
seu salvo se Nosso Seahor o permittira, porque ao
outro da por a m-iiih desejaado Pindobuv qie
se isctuassem as pases, disaa me que tosae aos
navios e trouxesse o cspitSo torra para concer-
tar como haviam de ser n into eu por elle fonm
11 cioso candas mu cheias de gente e come;aram
M a a rescatar outros, a fallar sobre as pazes en-
ebendo-se o navio dellese por en chogou um raui
depressa dizendo que fosM asinba o cipitio, di-
z'.-odo que estava ja o priocipal com os bous espe-
i ind) .para tratar das pases, que elle logo ira, e
este era o priucipal autor da traic>, ainda que
nio o sabamos, mas todava tenendo oos do qne
poderia ser, na i quizemoa sabir at que se aparta-
ram as canoas, e ellas idas o c ipit > tiaeu lo-se
do que em a verdade se tratava, coa todo, por ser
grande nosso amigo e deroto, ao duridaodo de
morrer oode ua outroa merresaemos, deixaado em
o navio um irmo de fui i ib it i em retena por si,
se sabio trra commigo, e ora sabiodo se ehegsu
um meniao dos daaldeia, que eu ensmava, a mim,
e me dissej sao chegados ca^a os indios e
tallam sobre nossas cabecas,enem com todo isto
se q.iiz o eapitao tornar ao navio, que o pudera
mui bem fazer, qae as cases ainda eataram looge
em um monte alto, mas toi-se commigo i aldeia e
quelle principal eutroa logo em nossa pousada
com amitos dos seas, os quaes nos cercaram com
arcos e flechas, outros com espadas, outroa com
puahaes em as maos como horneas que nio espe-
ravam mais que a primeira palarra do eapitio, o
qaal, asseotado tra meio de todos com ama boa
espada em a mSo e vestido com um saio prelo bem
tino, antes do tratar com nos outros, praticou com
um franeez latberano quo trazia eotnsigo, infor
maudo-se delle qu era o capilio, ao qual o trances
disse quem e francesa e dizia haver-se criado em Frunc t, mas
qae nao era seo prente, que vinba a tratar pa-
zes com elle e juntamente com todo* os franceses
do Rio/ o principal, ouvindo diser que nio eia
franc -z, pareca que be alegrou para podei execu-
tar su ira e disse : ?t&
Assim ? Portugueses este ? ~:s
Eu. porque o capiiao aio entenda a lingua brx-
sibea, ariatt o do qae pratieavam, e elle diste ao
trances que ihe disaese a verdade, qae ello nio
era portugus, mae geno ves e grande amigo e ir-
osio dos franceses, com o qual se aplacoa am
pouco aquella beata brava e comeQaram a tratar
com nos outros sobre as pazes ; .insisti muito que
Ihe baviamos de dar a matar e comer dos princi-
paea de oosaos indios qae se haviam apartado dos
seus, assim como em outro tempo haramos feito a
elles, e.como dissemis que nenhum delles Ihes ha-
viamoa de dar, por serem nossos amigos I disc-
pulos, qae Deus nio quera Uso, e que assim o
haviamos concertado cem os da fronteira, respon-
deu elle:
U< contraros nio sio Deas; vi outros sois os
que trataeg as cousas de Deus, haris nol os en-
tregar.
E como em isso altercis mos um pouco, con-
cluio elle em poacas palavras :
Puis que sois escaasos dos contrarios, nao te-
ahamos pases ons com outros.
E p.'uco faltou para logo as quebrar e com que-
brar-nos a cab:(a, se Deus Noaso ,-ieubo.- Ibes
desse licenca ; a quebraramos raui de grado por
causa lio justa, porque nio t uoa pediam carne
bamana para comer, mas anda os inaocerttes que
por nos defeader se haviam feito inimigos doa seus
e posto sua ridas pelas nossas.
O capilio vendo-o tio bravo como lobo carni
ueiro que nio pretend mais que tartar-se de
sangue, e nio dava nada pea razio, por se dea-
embaracar delle, disse-lhe qae se viria ci e pra-
ticaria aqaillc com o capitio quo o btvia manda-
do, porque elle nio tiah licenca para poder pro-
metter-ln'o.
Em isto nterreio o Pindobnc, qae at entio
se havia callado, e disse que assim sena bem, que
bastava o dito, eom isto se foram e aos deixa-
ram, e antea que o capitio se tosso a embarcar,
lbe dcscobrio aquello trancez tadas as machinsces
dos indios que j tenho cootadas.
Bemdicto seja o seohor, amansou quedes foros
lees.
Este francs se Scou praticando com na outros
foram auxiliados em Bruxellas port6"? ,,ne* braailica, e delle sonbemos como
toios os seos qae estao no Uto sao neis e nao pa-
pistas e nio teein misa, antes persagsem e aida
matam ava qae a tliseui, qu elles rften s em
Deas.
Dente mesmo e dos indios que del vinham sou-
bemos como da Franca foram all euviados 12 fra-
des, que segando parece deviam de ser da Ordem
de S. Bernardo, os qmm riaaram caaa e manti-
icentoa om anno que ahi estirerem, e viriam apar-
tados doseas, dss quaea eraos pers-goidoa e mal-
tratados, parque eram papistas e disaasa mista ;
mas dos indios selvageua e crois eram tratados
rom muita hnraanidade, e alguna Ibes daram seus
tlbos a entinar, e com tudo isso pasoafam muito
trabad de fome, palo qua* tendo toroadM a bat-
ear da comer par as ropas, nao oeobesendo bata
as raizrs, comeram ama ves da mandioca assada>
e houveram de morrer, o qual este francs eoata-
va com maito gotta e praser qae disto ti aba.
Outra res, andando oa fiis tervot do Senr
trabtiaatJn t qneiraatadoom tmdao de ajatto oor-
'ad, para nelle plaatar maatitaeott, pagou fogo
ar ctMta e qummop tods aa pobreta que tinbara
e oruamantos da igreja, veodo-se tio peraeguidet
i js t-nt, que cata os gemios ai podiam faaer
frncto algum, como pretendiam, tornaram-ae para
a Praata, e aiada tata da cror qseat taastnos
franceses os levaram, porque nio aegoiam a oz-
eoatmangada taita de Cetrino, e segundo me con-
t(* am indio, na camroho mataram algaat d4let e
aMsMgajMa a Fraaon aUtaram oa outra*.
A vida dot franceses qaafeslio am asta Bu*
Jtt ai* tmente hoja apartada da igreja catbolica,
xat taaba
indws, comearle, bobeado, biilando- o caataaero
eaa elss, pinaando-ae otan tnaatiataa pMta*
tras* I a* a, adornan la-*e eom aa saa*a dos par
aros, andando -oua as tasas, t eom aos catcies,
e flunzfenfs mttaada eaoVariot, Segundo o riw
dot raesro >a ludios, e tomando ii.nn-i uoVia como
eltii, de maneira que nio Ihat falta maia qae co-
mer cama humana, qae em o mait sua Vida cor-
ruptsima, e com iito e com Ibes dar todo genero
de armas, lucitaud i-os sempre que not faQam
guerra e ajudando-ot nella, o tio ainda petsimoa.
Tornndome agora ao proposito coraeeado, o ca-
pitio Joto Adorno, livre de lio graude arjgostia, a
qual nos baria dalo maior i.ffl! :clo que a nossa
proprit, te embareoo, ao qual dissumos e atsim ea-
crevemot aos regadores deatas villas que de ne-
nhuma maneira se dene nio s alguna dot indiot
innocentes nossos amigos, mas aiada -nem algum
dot culpados a comer, ainda que a nos outros oos
cnstasse a vida, porque por tal cansa de boa voa-
tade nio a queramos, e ainda desojamos dar par-
tida pois rere tio bom vento pela bondade do Se-
nbor, qu* ebegou primeiro c qae os indios em suas
caaas, os quaes ainda- vinham determinado! de
combate* a fortaleaa da Benquioca, mas o capitio
da ssrra, sabido o qae pattava os estava j espe-
rando com muita gente e ihes tioba mandado ao
camioho alguns dot qae c ettavam em refeoa,
com cujas palavras aquelle principal vinba j
manso e entroa em ettat villas pregando que rol-
gara muito eom as pases, que j cria ser verdade
o que l lbe distamos, uem quera que Ihe dessem
alguns dos nossos indiot a matar, qua ti not <>u
tros,estando em tua trra e em sea poder, com
tanta etnstaneia baviamos resistido sua peticio,
dizendo que nio se Ibes haviam de dar, quanto
mais a terian os cbristioi c, que o tinham a elle
em sea poder, etc. : astim que foi recbido cojo
muita alegra e festas dot nossos, de que elle fieou
muito sai afeito.
Em ette tempo que -ato chegou aqu, vieram
mui'os dot tupia que te haviam rehallado e mot
terara te com OS chrittiot em urna fronteira cla-
mada Iunb'.l com proposito do matar os qae ha-
vam vindo em refeus, para que com isto so que-
brasteis as pases dos Taoijos, que se pudesem
tambem matar dos no-sos, o qual sabido o eapita i
da torra se foi l com os T delles qu: ua mais tagiram, dos qaaes os Tamjos
levyram tuat pretal e outros qae 01 nossos Ibes
deram, para confirmacio da pis e para qu'i eres
sem verdadeiramrnte eram nosaoa inimigos, com o
qual ellt's se tornaram tio .logrea e contentes que
mais te nio pode diter, e moveramtolos os seas,
do maneira que cada qnal se dava maior prensa
que psjsj para vr ver si poliam acbar outra tio
boa aorw.
A na "litros nos pesou muito guando o soubemos,
porque ultra da cama dos Topis se vinham co o
traicao ou nio, nao a :r bem examiaala, bsslar
quando issi tora, fas^r verdugos de seus contra-
rios, mas nio deixal-js levar a comer.
Era esae meio tempo que isto c se tratara, era
que te pasaaram oais de 15 das, nos outrji nos
Gcinos'postos entro multas angustias, e valos os
de no9sas al ieiaa que estavam aus'iates, Ihes con-
i-mm o quo htvi unta nimio e as traieoes que os
d> Rio urdiam contra n.s outroa e cono anda
eram c viudos cora mau proposito nomoanlo-lbes
os autores do mal, de quis elles moittiarajn fijar
mui enojados contra os asas, incitando-t uns' aos
outros que estivossem apparelbalos para quanto
estes volveesenii que nio consentisiem fazer-uos
algum ni i!, ainda quo soubisaem tazer-se boje seus
inimigos, c junto com isto li ira n espautados,
pensando que Deus nos bavia desesberto as trai-
(es, pois que P.nlobuc. o qual nos disse eotre
outras couaaa :
.Vos entras sabis toaas as cousas, Deut
vos de^cobre talo, rogai Ihe qae ue a tonga
vida, que cu me pouba por vos outros coitra os
meas.
E dVni em diaute sempre nos a a visitar Jogo
pela manhl, tabeada si baviamos mitter alguna
couaa para comer, e procaraads-a e porguutan-
J j nos mui'as cousas da Deas, ao qual coutava-
ints algumaa. mostraado-lhe as inageas em a bi-
blia, de que elle tioava espantado e uotdicia que
deix'Bseraos o mais para outro da, que ci) poda
lavar tanto junto e depoia tinha cuidado de tornar
a perguntar.
Detta maneira vivamos em continuos temores,
esperando eada da por canoas, atsim do Bio,
comi das que eram pastadas Beriquioca, temen-
do ;i fotsem descontentes ou boavestem recbi-
do ai gura dama o si accommttessem a fortaleaa, e
se quizessem vingar em us outros, o o mesmo
temor tinham os nossos amigos de Iperuig, em-
taoto pue querenlo elles ir a trater ama canoa
selva, anulo se haviam de deter alguns dias,
disiam seria b.i n levar-nos comsigo, porque" nio
viessem eat'oatros estando elles ausentes, como
d'aotet htvia acontecido.
Mas N. Seahor, por not entinar a verdadeira
pratioa de iialedictiu /tonto qui confiad in ftpmine,
e para que s ea elle puieasenv^a *^*Ar:c*t orde-
aou qe se f jotera aos bosqnes todos os" 111*09 d
,rte da outra, ficatrsi
sos, sioio quando, aos 9 de Juaho, vespera de
urna aldeia e a maior parte da
praiieas st foi com todos os outros mu brando, e
descobrio tudo o que tratia ordenado, disendo :
Bu vmha a faser isto e aquifls, mas qnando eu-
trai a var os padres, e Ibes fallei, eahio-me o cora-
cio e fiquei todo mudado e fraoo, e pois ea ais
os matei, que vinba tio furtos >, j nenhum os ha
de matar, atada qae todos 01 qae vieren hlo dt
vir com o metmo propotito e vontade.Louvado
teja o Senbor por todat as aaas obras.
Si houvesse de eacrever todas aa particularida-
des que alli pastar'ira teria uuaca aaabar, nio
mister mat tinio q 19 dalli em diante oada da
bebamos rauitos tragos de norte, dos qaaea ainda
hei de contar alguus para gloria de Deua. Ot
indios qus eram em selva tireram logo rebate
como eram chegados aquelles do Bio e que os pa
drea eram tugidoa peloa bosques com modo delles,
de que siles disiam oom muita tristes por o padre
Nobrega :O padre velho onde se ir agora por
easea espiubos ? bem disiamoa na outroa, que
nio 01 deix lasemos sa, e outras aimilhantea
patarras de eompaixio e de boas condicoea, e o
milis desangauado de todos elles, cono antea pa-
recer, chamado Cuohambeba (#), se mettou logo
em urna ca 1, qne anda nio traba acabada, e se
veto j mu alta noite, meio mergulhado por mar
mui baavo, a toccorrer-not, e aabendo que eatava-
mos em pas, taoegou aquella noite. Ao oatro da,
que foi de Corpus Cliristi, na fomoa mui de mi-
ahi a ana aldeia, onde elle bavia dias que nea ba-
via mandado faser urna catita pequea, em meio
dalla, para dtser missa, e qnando noa vio, aeaim
elle como todas as malberet da aldeia receberam
tanta alegra, como si resucitramos aquella
hora, fallando-nos palavras de muito amor, e foi-se
logo outra aldeia a convidar aos outros qae
viessem a beber sus, onde Ibes tiuha graudes
vinhas, e andan io bebeado e bailand > com grande
festa, Ihes disse que nio qaeria qae niogae.n nos
fizesse mal, nem fallasse alguma palavra aspara,
e nio osttrvhstem as pazes que elle fasia com nos
outros, que determinava de nos defender atada
que soubeaao quebrar com elles, e a nos delles
nais ruiat disse: Vos outros nio m: enojis,
3ue eu j matei um dos vossos e o comi,o qual
isia que um eacravo des p>rtuguezea que era doa
do Bio de Janeiro, que havia poucos dtaa qae de
ci fu-ira, e elle o bavia mirto, e entio maadtu t
urna de saaa mulheres que tirasse urna cauella da
perna que tinha guardada, de que eeni fas-r
flautas. Os outroa vendo-a disse-am :Pjs tu o
mataste e comate, comamos us outroa tambem ;
o p.-dinJo familia, um por urna bao la o outr* por
outra, comecaram a roer em ella com perros ;
atsim tola a ctusa pa;sou em festa a fica'am
grandes amigos. D-sta maneira Ibes fallavurn
tambem os outros em no;so favor, mas ilo h.to
veitara pouco st ul) tivoramos outro maior gu^r
dador, porque esta u-na gente ti m, uastial e
carniceira, qae t por tima* ura nome non ou
vitrgar-se de alguma ooaaa pcala, nio ti vera
era conla qalquer manco o. s;b;rb) matit-uos,
como certo tinham muitos bita voutate le "
fater, mxime saoealo que p^r ir-oo uit Havia d
ser eafor jalo, c que tolo oc-a.igi pnatla C ira
dizer Ibes os outros :S'a um rut-n. Para.ptov
do que de saber que em eate 111 so t tafia po a
do campo deram pela serra era umt t'jtt t de
um hornera, o qual, aiala que li ilii'ntt-
do aviso por cartas, nio se qaia go
(cu I t-ili i que, cono soub -sscm \ i e
tos dos seus eotre nt outroa, j i nao
mal ; mas elles, nio curando de iia.ili
Ibes disaeram que tinhiraoa ja feitat pun. ic pu-
zorsm fogo casa e a quetrairara a mVanra
elle e sua mulhcr e tizerara log ura ,t i'; -, o
outra mulher meio que nalt e fsrida teviram viv
a em ana aldeia a mitarara eom graades fettrt de
vunos e cantares, e junto com ella alguans cs-
cravas.
Depoia disto, aot 20 de Juaho, sendo j4 idos d -
c *t Pamujoa com euas prezaa, e fieaado-*e mui
tos era trra com desejo de petejar cora seas c-on
trarios, imodou nos o capitio ura bergantim para
que na vi aaemoa, pareceoto a t.-.doa, por o gran-
de cj.it ra'araento que elles levavam, que j tc-
riam firmes as pases, e ao lia que ch-gtu l o
b.-rgaotim eram partidas para aqui onse caais,
em qaa m mam mu.toa do Bio e foi js da froatei
ra, salvo dous ou tres principaes que fioavam
como em nossa defeusio co-n alguns seus criad .-,
e logo em este mosmo da chegaram des caudas do
U'O, ai quaes, com a prez* que ctt'ootra* haviam
levado, vinbara mui aleares e te partiram logo a
alcaooar as onee ; mas porque ea iodioa anda n'.o
estavam de todo seguros, nem creado note I t e
verdade pala tua, qae mui pouca, ni) nos li-
xaram vir a ambos, nea nos outroa lhi-s iattaan-09
por lato, todava pareoeu b-m que te'vioase o pa
drs K-'brega, e anda que a elle lbe foi mu caro,
por deixar-me s, esperaodo qae aiada n n ptlu-
,,r; caber alguma boa s rtj de ser coral iot par
outra, a ficasreraos "*-or do Siuhor, todava cu Ihe instet mulo que se
lunhi vean'ra de viette e to mt daxaate tua bancio e man iaaaouto,
Corpus Chrit'.i, estando nos outros no fim da praia,
apparecea urna canta que vinba do Bio de Ja
uniro, nos outroa tomamos por raelhor conselho ir
aldeia de Pin lo'>uc, porque catando ella pre-
sente, nos pareca' estaramos mais seguros de
qalquer encontr o demot a aadar pela praia e
as veset a correr, porque a podettemos patsar an-
tes qae a canoa cogasse, por Ibes aio dar ecca-
siio, si nos aohatsemoa ios, de ejecutar aua dam -
nada voatad, da qual aiada que nio oramos mu
certos, todava estavamos receiosos pelo qne j ba-
viamos passado, e este foi um oatro trabalho, o
maior ao menos dos meioris que o padre Manoe!
da Mobrega teve em aua vida, porque estando
elle mui fraco da anas contiouaa indiaposico is e
junto com o da m vida que alli pastara, ai qae-
ria correr nio poda, ai ni) corra panba-ae em
perigo da vida ; todava correa quanto pode, e
mais do qae pode', at ao m da praia, onde,
antea da aldeia, que est posta em um monte mui
alto, corre urna ribsira d'agua mol larga o que
da pela cintura, o padre is com botas c calcas
que commumineate tras por as cbagas qae tem
em as pernal, do qae ficoa mui mal tratado, si
se punha a descalcar ebegava a can, que ea-
t-.va j detras de urna ponte mui prxima do nos
-.ufros, do maneira que o t?m i s costaa e o paa-
aei ; ma* em o meio do rio vinhamos j todos
molbadto, a como miohat eotlellai anda cancera
e dam como aoiam, e tem mu pouoas forcaa, nio
o pude bem pasaar a f i forcado o padre a lanzar-
se em agua, e assim patsou todo ensopado, do ma-
ueira que escassamente tvemos tempo para nos
poder metter por o m xrvores, pois por p monte arriba foi coutt de ver,
fiooa-ae o padre, aa botas, calcas e roapeta e todo
molbado, com toda a tua roapa rao.hada t cottas e
elle em camtta s, com um bordloem a mi, come-
tamos a caminbar, roas elle ncm atrs nem
adianto podia ir, emtaatc qne, vendo eu aeu tra-
balho o que ra impotsivel ebegar aldeia, lbe
commoti que not eacoadeeiemot em o bosque at
qua pattatsem os da canoa, os quaea estavam j 1
em o ribeire gritando, e si nio fra a tardanga
que fiseram em tirar a canoa trra, bem creio
que nao ebegarismos aldeia, qoel ainda che-
irnos, porque encontramos com um indio della,
o qual, com muitos rogos e prometter qae ae Ihe
pagara, .Icancei que, agora s costas, agora pu-
chanda pelo bordao, levasae o padre, e aaaim,
qaaai aem respiraoio, chegou s catas ^ mas por-
que noa mottraise N. S. quio vi altas homi-
nit, permittio qae Pindobuc em qaem coaartrra-
raos nio estivease em casa, o em a canoa vinha
ura sea tilho, uo dos mais inaignes em maldade
qat ha eotre aquella eate, eom alguns 30 man-
cebos de sua natalidad a, o qual estando com sete
o* oit* eanoaa para rir guerra, ouvindo a fama
dot nossos m deiiou o s* mot teu raai dopreasa em
ama deltas qnerendoatr ello quem levas* a hon-
ra de noaaa morto, o tratia asaoatado que en-
trando em casa, sem dtzar nada aos seas, pirque
nio os eetorvaasem, uns aferrassem de as outros
e elle nos diese de ettueadaa e eattiadaa, tazendo
ooata que nem seu pstt nem ot oatrtta da aldeia o
bartam do matar por isao^ qua si Ihes qaweaaoaa
dar de paua qae os soffreriam, maa-que elloa pri-
utKtro tariam a ta. f *f C
Entrando elle, pois, com este proposito em caaa
de sea pai que estava ausente, disse-Hae um sea
to bomo ais outroa eramos idos o tratramos
pases, o qaem eramos, em o qual pareos qae al-
gara pouco se smansou sea tunoso ooraoio, taas
nio de todo, antes dalli a pouco espaeo entraras
amitos dos seas onde psusavamos, estando as
outros resaoiio a vespora, qual acabada, eatrod
um, qne era doa qaa aos haviam de tomar, com
urna espada mti rol otate em a nato, e sentoo-eo
em ama redonam rosto mo mu alegro, oilModo-
noa da travs seM noa fallar, s detras de todo*
veta sin capitio, o qaal acatado jante de fot oa-
tis, nio eatamlo eovcaaa nana qs sd nosso hoa-
pette, com cara alegre o rnsnisstnta iliasauulagin
oos comee m > fa bar, o ptaticaado mol devagar
em couaaa diversas, noa repeta arnitas tases :'
E' certa que trataos verdade *m astas pases, erhai
qne oa rnaaooars 00a draaa eme uto pretendis
aioio qne vamoa mot too junte t a vasta* tetra*) o
matar nos, e que vea aa*ets de rag*r o dsixar-nsa
em branoo 5frastaieate, depdis Aa mi lo*gSt
quo l dase miaba vida ao S-nh ir o por o Senbor
della, e eom isso so teve da embarcar, lespedindo
se de mim cora muitas lagrimas s -n eu Ihe cor.
responder com algumas, e mancando me que com
a molhor oeoastio qae acbasse mo vreeae. Em
mtnba companbia ae fieou am bomem mmto nosso
devoto e amigo de Deus, cuja mulher, ibos, es-
oravos e urna sua cuntala Iba haviam levado ba-
via quasi am anno, como em aa lettraa pateadla
foi referido, o qual, depoia de baver paseado mui
toa trabalhoa por reagatal-as, quiz entio aahir-ae
em trra com muito resgate, esperando, segundo
o bota comeco que levavam aa pazes, que ai pode-
ria tirar da eaptiveiro e peccado, e ai mais nio
podeaae nio duvidando de dar aua vida por causa
tio justa, e certo quo sua companhia foi para mira
nio meaos boa o suave que si iota nm irmio da
companhia, a qaal me foi occasiio de padecer al
guia cauta mais por amor de Nosso Senbor Jess
(Jhriato, cai laus in aculo.
Partido poia della o padre aoa 21 de Jj; lio,
passou urna noite grava tormenta jauto de ama
ilhota, emtanto que un? dos moaticoa j tratavam
de tomar ao padre sobre um taboa o leval-o
trra a nado, ai podeasem ; mas amnsenlo a divi
na misericordia a tempestado, chegaram c a sal-
vamento, e foi recbido o padre com extranha ale-
gra, como quem aabia dentre 08 deutes famintos
daquellea tigrea feroa, e com aua viola se ordena-
ram umitas coasas importaotea s pazes, e doas
das antes delle haviam ehegado as vinte p ama
canoas, s qaaes se fez muita festa, mostrando
especial favor aos de Ipering, por causa de na
outros, por qaem elles haviam tido tio bom cuida-
do, o dando-Ibes a entender a estima om que era-
mos tidos de todoa, por ser pregadores da palavra
de Deus, com as quaes consas elles mais se asse-
guraram, o do qae mais tuccedeu logo uontarei.
(Continu'a) *
() Devem ler-se as paginas consagradas pelo
viaconde de Porto Seguro a este formidavel rega-
lo indio no vol. 1, seccio XVII, da sua HMiria
Oerai do Bratil do qaem diz o douto hittoriador
nacional : < A expreasio do sea rosto podemos
diser qae respirava urna melancola feroz. *
Tbevet, no liv. VIH, fia. 66i, dos seus Retratos
t vida dos /tomen Musir, nos deixou exacta pin
tura e at o retrato do grande Cunhambebe.
Na narrativa de Hana Stade de auaa aventaras
e naptivefro entre estes indios, tem ello lugar aa
ligo atado.
iibviSTA DIARIA
Aseaste tio CrreloPor acto da preai
dencia da provincia de 37 de Pevefeiro tirado, foi
nomeada Auna Alpidia Minervina Cavalcairte,
agente do Oorreio de Vertentet.
torna ale fallo a/ertsePara a Livraria
Qaiatas, no largo Saldanba Marinbo n. 4, ebegoa
a t parte do romance Heitor Sejvadar-, de Julin
Veme, da edieAo popular feita pela casa David
Gerasai, de Liaba
Coll*;*e*Xa capeHa do palacio da Soled
do, celebra-te h.ije (6), A una hora da tarde, o
acto da collaoio cannica de maia tres novos pa-
rocho, Bvds. Srs. Julio Maris do Bego Barros,
VValfrido Soaret doa Santos Lsal e Luis Jos de
Arnajo, ass fregueaias em qae foran recanttmen-
to avresentadoa.
srsteutleimtae ele lHrr.lto te Recite
A congreprcio devta Pacaldade, em sest&o de han
tomr depoia d verificar a preaenca doa lentes, da
tributo asaras o ttrico das aulat no correteas anno
lectivo: -"TOS*
i. ana* .4fg5
1. oadoira : oaasornofro SHveira de Sooss, de
meio da a 1 hora.
2. endotra : cootometto Pinte Juator, de 11 ho-
ra* meia Ha-I. sata.
2.* anno
l. eadera: Dr. Albino Meira, das 10 s 11
horas.
2A cadetrtr-. Dr. Barros nimsrlas, das II ho-
ra ae taeio dfar-fc* sala.
3. anno
1.* oadeira: Dr. Vas de Oliveira, das 9 a 19
horas.
2. oadeira: Dt. Joao Vie ra, das 10 s 11 ho-
ras 3. sala,
1 4." anno
1.* oadeira : Dr. Correa de Araujo, da 10 a 11
horas. ,
2.' esdeira: Dr. Pinto Pesada, das 11 horas ao
meio da4. sala.
5.a anas
1. oadeira: Dr. Tobiaa do eoezes, de meio dia
a 1 hora.
-'. oadeira 1 Dr Soabrs, de 11 horas ao meio
dia.
3. esdeira : Dr. Jos Hygioo, dss 10 s 11 ho-
ras 5. j sala.
Aa bancas para os exames, os quaes cemscario
na seguada-feira, ficaram compostas com os mes -
mos lentes quo serviram noa examea de Novembro
ultimo, ssuuo aa turmas com o raoarao numero de
estadaotea, prevalecando as mesmaa diaposicaa e
horas entio deaigaadaa.
Aa liataa dos examinandos serlo atusadas na
Faculdade proporcio qae forem endo despi-
chadas aa respectivas petioea.
Cite re Ue polica de icrglpeNo va-
por 3. Francisco, da Couip>nhia Perasmbucana,
age hoja para Se rgipe o Sr. Dr Ly -urgo de A1-
buquerqoe Naactmento, ebefe de polica altima-
mente nomaado para easa provincia.
Desojamos a S. S. prospera viagem e que tenha
feliz admiuistraclo.
.Ferro-ala de aibeiro ao Bonito-
No da 5 do correute termina o praao fizado aos
accioniaias desea empreza para entrarem com a 9 *
preetaoio de auaa accoj-, mediante a malta de
20a; depoia deaa.- dia perdem taea accionistas,
em oeui ti :io ila erapreza aa anteriores entradas.
Cavaltaelroa da Gpoeba-Este clubcar-
navairaco reunto-se no domingo ujtrao em asaem-
bla getal, utira de eleger a aua nova directora,
que aeba-se a.sirri orgaoaada :
Preatdente, Victoriano Borgea Perera.
Vice-preaidente, AfFonso Perrera.
1.' aecretano, Antonio Barroao Braga.
i.- dito, Moura Accioiy.
Theaoureiro, Jos Xavier Faustino llamn Neto.
Fiel, Salvio Silva.
Urador, Luis Caralcante Licerda de Almeida.
A ij meto, Jos Atl'jnao dus Santoa Lima.
Gooaouier.s, bandido dos Beis, Francisco de
S e Eiadit X UymaatiD Peraambucano Escreve-
r .11.-1.o :
Sr. Hadaetor da Il-.visla Diarif as posc-o
leix-ir de vir dar ura pjbiico testeuiiiubo do que
nitiiii Hoenta vi no (yoi lasio Peraambacaao e rogo
a V. S. a boalada do o inserir ua sua cou :;( i. 1..
tievixtx Diarii,
. Era diversas v-'s-a que tora, em annos ante
Morar, ver aquelle estn leciraento,tibia deilc cou-
trinJ ; nio me pareca aquelle antigo o aeredl-
t* li gyraaaaio de que as firailias diaputavam os
'Ufares para a--us tlh.8.
H je, porciD, folgo de ver quo parecem teua3-
oer aqueiles bous temaos.
a Obs;rve mui;.i ?orltm, Cfcoio, regulandade,
u a ili:Meiii ;i 1; <.o mais os ajuntaraantss de
alomaos vatios a t/.: al^azarra p las calcadas
o fiutte es uturius vi fihoa do Dr. Antonio
Pran.-iatfo C ir rer de Araujt, do Dr. Ambrosio tfa-
ob id t, do Dr. Antonio Venancio (depatado pro-
vincitl), 00 L)r. Autoaio Ea.para1no.1d1a delJirri
Uorre.a, do De. Fraacisco Dontngdes tbiro Viau
ua (:bef; de pihciaj, do coronel Miuoel Gira-a
lia/iUuha Pedroaa, do capitio Joo de (Jieiroz
ilnter!, di coronel Florisraunlo Marques Lina,
lo ueg caum Olintb) ti 13' 1 -. ura tutelado do Dr.
Ignacio Joiqutu de Souza Lsio, actual viee-pre-
stlente da provincia, ura uieo-pensijuista tilbt do
U.-. Jj80 Miria Oaru liro da Licerda, e outros me-
nm a de familias igualmente distinctas.
Quando se nota que no principio do anno pas-
eado bavia all apenas ama meia luzia de pensio-
nistas, agralavel observar que vai se rcatabele-
ceado o crdito do instituto jo aio lbe falta maia a
confian;* dos pas de familia.
E' lato denlo priucipalm -ate a aiministracio
do diguo actual regedor o l ,-dra. Dr. Antonio de
Arcoverde Albuquerque (Javalcante, cuja vocacio
e reuonhecidas babtlitafods pira o cargo que exer-
0.!, tai urna gara itia para a prosporidadedo esta -
beleciraento 8oh*aua zoion eeaclaracid direccio.
Era boa hora foi, poia, elle ora alo e praza
aos uos qua aoa adraimistracio perdure.
Asiaoelaco Meillcu> Sftaarimnceutlca
Pvroaoatucaoa-Aote-bontem teve lugar a
reu nio doata aeaoctacio, comparecendo oa Srs
li.o Ermirio Coatiabo, Carneiro da Cuaba, Lis-
00a (Jouunbo, pbarmaceatico Maia e Silva, Urs.
Cario, Paila Lipes, Malaquias, pharmSceutico
Joio Facundo, ca. Sarreto Sampaio, Coelho Lei-
te e Barros Sobrioho.
Occupou a cadetra da presidencia o Sr. Dr. Er-
mirio C)utinho; Io secretario Dr. Cario e 2" se-
cretario Dr. Lisboa Coutinho, por torera faltado
com causa particpala os Sra. Drs. Velloso e Bar-
roa Carueiro.
Foi apreaeutado o parecer e approvado unni-
memente para ser admittido com socio efivcttve o
Sr. ph\rmaceutico Mauoel Alvea Barbosa.
O Sr. Dr. Paula Lopea leu urna memoria sobre
um caao de molestia nervosa, interessante pela
complexidade de symptomas e originalidade de
manifeatacoes, destacando -ae do quadro mrbido
daa molestias qae p.d.aut eer confundidas.
Esta memoria fot remettida i commtssao medi-
ca, aGm de dar o aeu parecer.
Paseando-ae ordem do da, foi concedida a
palavra ao Sr. Dr. Barreto Sampaio, que couti-
uuou a aua diasertacio aobre a glancoma, fallando
em aua geose, moatrando-ae aectano da tbeoria
mecbaoica.
Tendo dado a hora, foi levantada a aessao, fi-
cando aiada o Sr. Dr. Barreto Sampaio com a pa-
lavra.
Tribunal do Jury do iseclfeA'a 10
boraa da manbi de hornera, acbando-ae presentes
na aala daa aeasoea os Sra. Dr. Antonio Domiug -a
Pinto, jais de direito presidente do tribunal, Dr.
Van tel Clemcntino de Oliveira Eacorel, 2 promo-
tor publico, e o eacrivio Florencio Rodrigues de
Mlraada Franco, foi aberta a aessio.
Verificada* aa cdula* a tetta pelo eacrivio a
chamada, anmpareceram jft juizes de facto, sendo
aubmettido a jnlgamento o reo Antonio Tranquili-
no Marques, proceaaado por denouea do Dr. 1*
promotor e pronunciado no art. 193 do cdigo cri-
minal.
jury de sentenca compdz-se doa seguintea
juizes de facto:
Carloa de Moraea Gomes Ferreira.
Mauoel Zaterino dot Santos.
Manocl Clemeutino Ribeiro.
Joaqnim Jos de Meira Lima.
Dr. Joio Clodoaldo Monteiro Lopea,
Manocl dos Santoa Pimentel.
Franciaco Paulino Cabral.
Antonio Macario de Aaaia.
Dr. Affonso Artbur Cyaneiro de Albaquerque.
Eduardo Gregorio Gonrjalvea.
Dr. Cbriatovio Brekenfeld Vieira da Silva.
Jos Ferreira Saltar.
Deferido aoa ditoa jurados o juramento da lei,
passou o Dr. jais de direito a interrogar o reo.
Responden elle qae era natural desta provincia,
de 35 annoa de idade, casado, carpios, analpbabe-
to; que aabia o motivo porque era acensado, nio
tendo praticado s crime de qae o accasnvam. Que
lora preso 00 dia 21 da Agosto de 1*86 e apresen-
lado ao subdelegado de Afogadot, nao se lembran-
do o qae retpondera quando por elle fra interro-
gado. Qae nio afBrmava baver dito o qoe consta
do"ten interrogatorio parante aquella autoridade.
Que nio conbetria aa testemaubaa qus juraram no
processo e nio attribma a aecusaco motivo par-
tcBlar.
Concluido o interrogatorio, fes o eserrvao a
leitura do proceao.
Consta dos satos qae achando-se o res no dia
28 de Agosto de 186, i meia noite, na porta de
toa easa sha no heneo do Qabo, fregnazia de
Afogados, conversando eom antro individuo, appa-
racera Iba Eluvirges Mara da Conceifto, que Ihe
dirigir palavras ojuriosaa. Irritado o rejo, ea-
pancou brbaramente Edavirgea e a um fifho des-
ta, de noma Jos Ponciaio de Jess, aasaasnau-
do os em aegnida Com diversas lanadas.
Parante a polica confeasoa o reo antora do de-
licio, qnando, porm, foi interrogado pelo jais for-
mador da colpa, declarou nio ter cnaciencia de
baver pratioado o crite.
0 Dr. promotor pnblioo, deaenvolvendo a SCCB-
sacio, pedio a condmnacio do reo na pena de ga-
les perpetuas, visto qoe estava provado ter elle
commettido o crime 4 noite o com aoperioridade
em sexo, fbreas e armas, de maneira qne as victi-
mas nao podiam defender-ae eom probabilidade de
repelr a oflensa.
O acadmico Joaqnim Thiago da FonSeoa, pa-
trono do acontado, prodosio a defesa do ten eso>
stituinte, negando aa agarraran tea articuladla no
libello, e allegando ter elle prsticado o crime em
desaffronta a urna injuria, tem que tivease pleno
conbecimento do mal e directa iuteuci-i de o pra-
ticar, tendo precedido aggreaso doa offendidos.
Nio bouve replica.
liecolh n io-813 o jury de sentenca sala secre-
ta daa conferencias, responden aos qoi sitos qae
lbe foram propoatoe pelo Dr. juiz de direito, vol-
tando sala publica meia hora depoia, com soas
reapostaa eacriptaa, reeonhecendo, por unanlmida-
de de v .tos, a autora do crime e as aggravantes
doa paragraphoa 1* e 6 do art. 16, mencionados
00 libello e a nio existeucia de attenuantea.
Em vista destaa decisoes foi o reo condemnada/
pena de galea perpetuas, grao mximo do'jtf.
193 do cdigo criminal, appellando o jms de di-
reito para e Soperier Tribunal da Solacio.
O defensor do reo protestoa por novo jalga-
mento.
Terminoa 9 julgamcnto s 2 horsa da tarde,
sendo a aeasio adiada pata h je, aa 10 boraa.
Prado Peraambacaao- R al isa-se ama-
nhi, comecando s 11 horas, a 6.a corrida de ca-
valloa oe Prado Pcrnambucano :
Sio eate oa preoa :
1.Dr. BeltrSo 1:000 metros Premios:
1005, 30* e entrada livte3 cavalloa inscriptos.
Palpite Arana.
2.'-Consolacio800 metroaPremioa DjOJ,
20| e entrada livre.11 cavalloa inacrtptos. Pal-
pites Pery 2 *, Ugly e Atxla.
3Dr. Sorna Seis1:000 metroaPremios
200, 40*) e entrada livre4 cavalloa inscriptos.
Palpites Jfacst e Zumbi.
4.JoSo J. A morirn 800 metrosPremios
100! e 20*13 cavalloa inscriptos. Palpitea Mi-
mos e Dengosa.
5.0Club Internacional de Regatas800 me-
trosPremioa 150f, 30? e entrada livreb caval-
loa inacriptoa. Palpitea Pery e Tempestade.
6o Dr. Goncalves Pinto1:600 metros Pre-
mioa 200, 40 e entrada livre3 cavalloa ins-
criptos. Palpitea Talismn e Eo.
7.o Dr. Moreira Alves -800 metrosPremies
lOUsV 20S e entrada livre 6 carallcs inscriptos.
Palpitea Very- Well a Taquary.
Ti un is iinai.n de OllndaA drei-
co deasa liaba frrea suprimi os frena que, nos
domi'tg 18 e daa aantifieados. faziam aa viageos
de 10 1/2 boraa Ja manhl a da noite.
Aanlt/eraarto-^Fazcm boje 10 annos que
foi coroado oa Sauid nio o Papa L;io XIII.
Ferimeatua Ie*eEm terrss do enge-
ubo S. PraDcisce, do termo d?. Ipojuca, em a noite.
de 21 do paseado, Goncalo Alv s de Oliveira e
J0.1qu.1m Pedro da Costa feriram levemente a Ma-
nanna rsula da O' .: ,.1. e Mano.cl Gomes de
tjliveira. evadindj-se os criminosos em seguida.
U respectivo delegado tomou coohecimeoto do
Ucto, abrindo sobre elle o emptente inquerito, a
que j iera o devido destino.
(K.-isiinaio-En trras do cagenho Ua-
doral, do teroio de Seriuhea, e no da 26 do m-rz
proumo fiado, Auicliano Augusto de Moura'as-
asaiQO't cora tres faesdasa Manoet Felis llarho-
= 1, evadiudo-se em aeguidi.
O iel'gado respectivo tomoa vonhectmeuto do
facto, procadea Via ton a. uo cadver e dibgencia
CKpturar o criminoso.
aVertnaeiilON mivo Sa da 20 Jo me<
p- xitoo finio e era tenas do .-ngeabo Anan-iz do
tarm Je Sauto Anto, Josi Aaacletj ferio grave-
mente om qaato lacadas a Joaquim de tal, cj-
ni.cido por Jyquim Caboclo.
O criminosoVevadiO se oo aps a psrpetraco
d) delicto.
0 respeciito subie'ogal) t.aiou conheeimento
di facto e abri sobre elle 0 competente loque-
rito.
!)omniT:iiim-nM No dia 27 do
mez ultimo descarnliiou ura aoa w.agea do ea-
genh) central de S. Loureuco da Matto, aeado ea-
mugado Jos Vioeate da Suva, all empregado
U subdelgalo reapectivo tomoor conhecimento
do facto, inandou proceder vtatoria uo otssndida
e abri o competente iaqaerifo. que jifoi remetti-
do ao Dr. juiz de direito do 5* disiricto crimi-
nal.
I.linio* cbrotnONA L/vraria Popular,
ra do 1 operador o. 77, receben da Europa urna
variada collecoio de lindos chromos, em pastas e
cortos, proprijs para presentes e enfites de
mesa.
Vio vel 03 oa apreciadores e fiara .3 que hlo de
gostar.
Agradecemos o mimo que de um exemplar noa
fez a citada livraria.
i'um;inabla l'erru-Car.-ll-Na prxima
aeguoda-teira, f>,do corrate mez a Companhia Per-
ro Carril entregar ao trafego o proiongameato
da aua liaba do Fernandes Vioira at a 'Japonga,
ebegaudo os corroa por ora Eneote at a roa daa
Pernambucanas.
Ciato Cuaservador .acatlnnsico
Puucuionoa h ratera sob a pjesideti ia do Sr. Mon-
teiro Fiih'o eate clnb em seasao extraordinaria.
Procedeu-se eleico da aova directora, cajo
resultado foi o seguinte :
PresidenteAuguato Olympio Viveirca de Cas-
jrc
Io vicepresidenteAatomo Monteiro do Naaei-
mento Filbo.
2* ditoJoaquim de Lima Pires Ferreira.
Io secretario Augusto Olympio de Araujo e
Souza. '
2 ditoJoa Ceaar de Albuqaerque.
Sapplentea dos aectetarioa :
1"F. Leocadio de Araujo.
2J. Muraos Martina Filbo.
30Jonaa Meira. ~
4oV. Antonino de Carvalho.
OradorM. Lit Ferreira Pinto,
Vice-oradorL. Fernandes de Olivoira.
Tbe8.oureiroFrederico Alexaodre de Correia
Sampaio (reeletto).
Redaeci) :
Arthur G. Collares Moreirs.
Coelho de Almeida.
Barboaa Tinoco.
Vieira Machado:
Raymundo Lima.
CommtB8o de ayndicancia :
Joio Baptista Ferreira de Sonta (relator), Fran-
ciaco Lacerda, Cabral de Vaaconcelba, Aasia Mo-
reira e Pereira Jaoior.
Commiasio de pareceres :
Moreira Netto (relator), Alexandre Collares, Pe-
dro Marques, Jos da Siiva L-70 Neto, Dantas de
Magalhiea e Arthur da Silva Castro.
' aBrenalo Recreativo Familiar Esta
aociedade proceden ante-hontem eleicio do con-
seibo deliberativo que tem de rgela dorante o
semestre de Marco a Sctembro. Ficoa assim e:m-
posta :
Presidente, Prudencio C'otegips Mitanes, re-
eletto. "^*
Vice presidente, Lauro Picho.
1.* secretario, Antonio Franklin Freir (a-
meiro.
2 secretario, Manoel Joaquim da Silveira So
brinho.
Orador, Podro Alezandrino Machado Jnior,
resista
Vico orador, Vicente Eptiminondae Pires dos
Rea.
Fiscal, Antonio Rapbael Alvea da Coate.
Tneaoareiro, capitio S-bastto M Basilio Pyr-
rho.
1 procarador, Manoel J. de Carvalho Santoa.
2.o proourador, Alfredo Mauricea.
Qoiuta-feira 8 do correte ter logar a reuaiao
da ssembia geral para ser aproaOntado o ba-
lancete do exercicio fiado palo tnssonreiro Ra-
phael Costa e approvaoao total dos catatutoa ; a
no dia 15 o empossameoto destea funecionarioa,
clat L.Iiterarlo Arre* Saina No
dia l.o do correte efFaetnta-te a eleico da di*
rectora deste club. Eis o sea resaltado ;
Pr-sidente, Antonio Vieira, reeleito.
Vico-presidente, Manoel Jariim.
1 secretario, Arthur A. de S. Magalaiea, re-
eleito.
2. dito, Docio de Vaaconcelba, idem.
Adjunto, Manoel Guerra.
Orador, Rutilio de Oliveira.
Vice-orador, Severino Marques de Sotaza.
Theaoureiro, Genuino G. PaWel, reeleito.
Fiel, Juo Uermiao de Borget Lyra.
Bibliothecario, Julio Hansen.
Foi determinado o dia i do earrente para cerem
empanados estes fanocionaric*. ___
'emsreie de, luollm Miitlar 'V
Hoja noite, segundo est annoneiado, rsalizar-
ao-ha no theatro Santa isabal o bonito espeetaen-
lo em beneficio da aympathica e featejada artista
dramtica O. Iaolma Mondar, e qaa ala paders
realisar-se na qnhita-feira por cansa da chava.
graiieelassenlo Fallecen hontem nesta ci*
dade, proveniente de urna affeeoio pulmonar, Jos
Lucio de Carvalho.
BrA o finado fifho do tenante Aot
Lope! do Carvalho e irmio do
de Pregado*, 8r. Francisco da Piola Uta* i
Ve,
l

"1



.
* I\


<4 .
ftfaff
18*

um jolpe tdesitsco. -.asBsrrji
ma-ioa, oi, ou menos, a'B*Msro roen
8sn o Amaro.
rraraabA-E' 28 d' ** escreve-
ram noa deaU loealidade o segoint:
N*ete data retira-se deita povoagao pro-
teaicr publica Gaspar Aot -nio dos Re-ie, remon-
do desU cadeira par* da Cas da Detenerlo do
Becife, retnoeSo quo milito kmr a referido pro-
fessjr. .
O professor Oiipw, no desenipeuuo da seo
snsgister.o, na** fi-oa a restar aos deveresi oo-
lare ppis muito f* n0 *Pv> de 2 anus, II' me
as 315 dias, habilitando oeste tempo Ib alum-
nV, no i tres graos. A verdade aeta : o seo a
lea Joo. "|
Rom oidadio e b?m sm-go, seaipre aftVvel e
prestanse, nanea olvidando seus sirvios aquel
les ira os solicitavam, de.xou traeos b-m .a .en
tes cl^saa passagem, que muito o recommeudsm i
mssi estima. ,
Sunca os seui antecessores se lambraram de
facei neste lagar um acto qualqner fe benefi^n-
cia Mueosrecoma^ndaasero: toi o professor (ias
parVprimeiro que se poa cima das ntriguiuhas
de al-lea, e occupa'a o tempo res! ante dos la-
borea escolares na rdificaclo da torra da igrej> Je
Nossa Seahora do Rosario, qoe boj possoeisse
merturameati, conseguido botar aiduU a
Nove.abro doue sin., novo., feseoclo ;'
fMtau qoe nada deixaram a, deaejar. *oi amia
'elle o iniciador da creacio de orna sociedade mu-
sical, neo como da devogo de Nos. S sabor*, do
Rosar o, nao eaquecendo os seos servigoa qaWle
templr.
900 estas as raioea qoe temos par ter sem
pre su ladea do professor (Jaspar, a quem atravs
do eapaco enviamos um aperto da mal. A sua sa-
bida toroon sb neste lugar bem shunte e foi as-
ir ce diversos amigos e alumuos seus se eocor-
poraiam com a sociedade musical Primeiro da Ja
aeire 3 o acompanharam at a povoac5o do Car-
pina, ende, entre abiagos e lagrimas, Ibe deram o
ultimo adeus. -
.Prasa aoCo que o seo soccessor se condiisa
do mido por que se condusio e tre boj o proles-
sor GUspar.
Cid de de Cauarti-Em 22 do pasado
eescMfeu-nos o seg-uto o nos.o orrsspon.iu-
te *
A eidado de C.raar, qoeoecupa um planalto
de declive soave e de terreno s-cco e vegetae*.
DOUCC des-nvolvida. b.uh que uasee na serrs das Mocas, ns limites desU
provincia com a da Parahyba. .
Insignificante .m sua origem, como quasi to-
dos o rios, o I|< juca vai se avolamsndo em ion
percudi, enrojecido pelas pequeas corrutes
ate pica elle c- flieo. ,
K,i altura -esta cidade bastante candil o
nes iorwnos regulares, apresentanCo no vei*-
ama p mentu o bcu pnblic, fcito em urna das depres
toes cti sen Isi >. r
. Cldae er va de engraiidecimen-.o, cinta ba-
ruar, dentro do oerimetro rm que pe cobra a de
cima urbana, i 00 fogos apr xim^niente^ d0.s
ejas. urna <-*deia acumulando as fonceo is de
quart.-l, uto r-edio em qoe funeeio. a Cmara
Munici ial, um j'qieno deposito de polvera e um
edificio em cooe ;uccao destinado a s;rvir de h>i
pital ils carida:-:. .
- Tero qoatrj "scjl.is primarias, ama asoemcao
benefceente cerrpasta de artistas, di bandas
domuica e duas sociedades litteiarias, o OloO
Litteano Caruavoenso e a Juventude C.ruirn-
eose, manteud aqoelle urna bibliotbica, ja soHri-
velmente provida.
. As escolas s. freqintadas p-r 120 '"n0;.
reqoenc:a d.-sin' nadora para uxa ropulaco il
8.0U0 pessoa, ch>calanio t individuo, por cada
' nstruccio publica das diver-
n s e.isin quo a fr qnon-
i 1[8 da populnco total ''e
ou qoalquer ootra ci cum-
r grandes servicos ob ba-
I bitutee.
, ,.-,-- ..i 1 eso'tadostrabalhos de recencaa
aaoawis a exereie.ss asela faaer^e, que a populacao
>a, o. quae. eancam e fatigan, ^ i7p.-quHM. iU.nbr.-
ts. cr,a..Cs, e se Um -'. SSTbye.a a a salubr.dade publica sao affecta
estado finaac-.-iro em que se acha a provincia, um que u/g =
*- das. f
Poroutro lado, r,s trabalhos pblicos referen-
tes As vias-ferieas vao tomar ama extensio enorme
systema esesar em qoe se alternasaem as Ucobb e
s recreios, multo ganharia o eoaino. -
. Curar d, *^}J%?J;. ^tod.'."".'^^ tolaT p" od,rem"bon. re
Cie^C0m^l'0d9^JZ^1:Z^rePX tolo.. Ostrabalbosdoportoqoe vae erear-.e
em frente i cidade de Buenos-Ayres nao est)
sico aro grande erro.
o aua B deve proci'ar obter.
Emqnanw > tiver ama organaoio do en-
sino, as condic3es apontadas, ulo marchar esta
provinci d< sasaoiabradamente no caminbo do en
graudooimento, nSo ttingir4 ai grao de desenvol-
viineato e de prosperidad a que Ihe d direito o
genio de sua p &i{im ir insruccionisu..
, __ Na da 16 do fl lente realnou-e nasta oi-
dado pela qaarta ves eleicao dos veroa lore qoe
ten de fuoceionar no qoatriennio que deve term
nar em Deaembro de 1890, c.beodo o triumpho ao
partido conservador, que uiais orna ve revelou-se
turto e arregimentado.
c Foi disputadUaimo o pleito, tendo, quer o
partido situacionista, quer o lib-ral, empregado, no
terreno da legalioade, todos os meios eonsoantes i
ocnsecnoao da ictor-a.
A mesa eleitoral salientou-se palo seu proce-
dimooto correcto durante a. reama da assembla
de leitores, n5o dando logar a reclamagao l-
truma.
. Naparochia da S. Castao da Rapiaa, qoe
coacorre par* a es olba d^s m=mbros d Cmara
Municipal d'esta cidade, nia ai aparada a eleicio,
a-gando som-s ioformdis, porque no acto da con
tauem das cadolas venficou so que eram estas ex
cedeates em graude numero aos eleitorea que vo
tar m. ,
Nao nos parece isento de censar tal modo d
proceder; qoe nao eucjatra apoio na legislacio
eleitoral. .
< A eleicio deverii ter sido apurada, caneado
ao poder competente o conhecimento de sua nulli-
dade ou validada. *
Era o nico cami-jho legal.
. Entretaoto.diga se verdade, nenhom dos parti-
dos Li prejodieado com a taita de elaico na Rp>-
ea, porqaanto ha n'aquella parojhia igual numero
ds tloitores c-na. rvadares e liberaes, com se evi-
deaoia do resaludo da eleioao para deputadoa pro-
vinciaes, procedida a 80 de Desembro do anno
paaaad-, em que o candidato cortse vador mais vo-
tado-o 8r. Ridrigues Porto obteve all 21 votos
e o caudidato liberal, igaalmente mais vetado, o Sr.
capito J Maris, 20. E' isto o que sabem e repi-
tcm f.dos queconhcom va caraos polticos nesta
localidad*.
fl*-ie aftirmar o contrari", mas soaiente para
armar cffito e animado pjr partidismi exagerado.
Para quem conheca o systema de oppoaioio polti-
ca tmpregado em, nosso pas, coai certeaa nao se
admirar qi", po? espirito poltico, se contrare a
verdade a mais palpitante. Spencer eecreveu.
om rrauo n i,iww -< ~-- j ---
anda seuao om preliminares. A questo dos esgo
tes e>lieot..res vae entrar em liaba, porque j foi
votada a l<: respectiva.
Entre na, poim, tudo fija adiado por causa
dos advogados administrativos^ Ao menos olhemos
para Buenos-Ay^s, que nos j superior em mu-
tas eoosas, da orna t>:ha da Corte.
EsTeUoa aoelaesi e snoraesi ilr -ni-
tiriaguex Uui juis correccimal de Nova-Yoik.
na America, referi que em nm *6 annq 2,60J pes
soas foram levadas parante o seu tribunal, o qoe
de oem delictos, noventa e seis eram por causa
desee vicio, o qual ao mesmo tempo, urna das
principaes caosas da miseria.
Na Inglaterra os doos tero>s dos pobres e os
tres quartos d'aqnelles que dio mais que faser
juatioa e a prisdes, sao gente que tim o vioio de
embriague.
< Os nosBos jornaes e a estrangeiros, de ves
em quando trasem algom triste faoto, conseqoen-
eia deste vicio ahomioavel; e d'elles transorevo
algons que'podem Bervir como admoestaci aos
que tcem a tentaoio de se entregar a Uo baixo vi-
cio, i
Arthur Vood foi jasticado em D ondee, porqoe
asaassinoo o proprio filho. O desventurado deca
rou at a ultima quo era innocente, que nlo tinha
percepcJo nonbuma do delicto que se lhe iroputava;
mas as provas eram to evidentes que nao pode
obter perdi. Na occasio de ser decapitado con-
fessoa que o triste fim a que se achava, devia nt-
tribuir ao mo habito adquerido na maeidade de
frrqaentar as tavernas, onde se embriaga va ao
sabbado tarde e no domingo pela osanha.
Arthur Vood mereco cortamente compaixSo,
mas ni perdoavel : poiqqe um acto c mmetti-
do no fatado de bebedeira. Be nao imputa ye I di-
rectamente, o em causa, isto pela embriagues
volantana, soppoato quo a ebriedade n5o seja de-
pendente de causa accidental, sim de babiroton-
trabido. E tambero o nosso cdigo criminal abra-
ca este principio moral que se conforma com al-
guna, nos quaes se quslificam iropu'aveis em parte
dos delictos coinmettidoe os bebadoa por habito.
Un sapateiro, Joo Ploifon, tinha o habito de
abandonar-se quasi todos os dias a taes excessos
que, tolhendo-lhe o uso da raso, o i.nposainlita-
vam de cuidar dos seus negocios, o depois de se
aperceber daquillo que lhe succedia. Tinha fica
do viuvo de pouco tempo, e a joven mulher, mor-
rend>. lhe deixou nmajpobre crianca de 20 meses.
Eets saputeiro quena bem aua mulhtr e,
at qae ella vivu, tinha tudo empregado para re-
frear a sua paixo. Nunca o conaeguio, e tanto
I 'S&SX?. oioS1. vlnT ^-rdad^ qu^ ^poda mOrVdl p^ mob^
grande d.fiv u.aadc qui te.n a;"'' venLer. 4 ^ ^ ^ ^ o
Aalc.clndaB.po.-. sf;rmm^'^doTtido hensLs ju.t.s dalla, ou, como elle sffirmou, para
ser e,ntrad.cts Jas, nao *'^ ""'^"J1 entorpecer com o vinho 'a ddr aguda de tel-a per-
neta paroehia pelo partido ""' J"" "J uido,7>a-aa a beber com mais paixio que nunca
cada pleito que se f.ra ne^te munic^.o conquista ^9 ^ ^ ^ embebedava/
urna viotona.
A ijstatistica de
sss na^oea europea:
cia es Miar represeu
cada eiitado, eidade
scriccli territorial. .
.V se, P-.S, que oendo a trequencia escolar
destaidaio ..panas de 120 alumno. 2o5 crean
css n-.c apr.veitam o b- Scio da inatrocc-o, o
que revela um det- ito na .rganiwelo do eusmo
pobi resultante principalmente f nao appli-
cac' o eusino obri^atono s escolas.
. >.ces da recente reforma da instruecao pu-
blic, iiue melhorou coneid ravelm.nte este ramo
da publica administrado, tratando do desenvol
vimetitj intellectualT cresta provincia, ti vemos cc-
casi le eacrever : ; _
. *. jrgan!Sacao do ensini publico cm Pcroam-
buco reclama urna ret rm Tasad* em moldes
scicntifior-s, j alargando a sua e.ph;ra para
abraog^r maior numero de bencnoiacus, )a adap
tando ,s escolas os m^llnramentos de que gotam
as dai nacVs europeas c os Estados-Unidos.
Ccnveria, por exex.p'o, conv. rier em realida-
dc o sino obrigatorio que, aim de ser urna le
provincial, pSo mais ama medi-a discntive e
HBMuta do dominio tapecolativo, porm urna ver-
dade que se oolo com a torca da crenea.
ImpnsBvel de ser pratic. do em todas as es-
coles da provincia, pela falta de recursos pecunia-
rios cu de dotncao convenientes nos orcamentos
municipaes para o tbrn.-cimento de vros e rupa
s er.-t.ncaa pobres, sena pratic.vel as escolas
das cicades, dentro do p nmetro em que se p.bra
a desiina urb.ua, ereanio se pa.a occorrer as
deapexiis daqurlle foroeeimento nm imposto os
P"."''1gHlamente se o ensino publico neste senti-
do, multeni-se os paia que deixarem de mandar
escola os seus filhoi ou .qnell-B que oet.v-rem aab
a sua r-uarda o dependencia, origce-se quelles
que .ici'iaer-s dedicar s arte m. eani as, a apre-
sentar ..as cffic.oas, como cond ca* de adnii
nm d ploma de hbuit,c> naa m.tenas que con
Btitup.ii o cur.o primario, prefir-m se os mais
antoa oara edneadores, diffi.-uluodo as escola*
norraica a paasa?.m d.a ex .mes di capacidade
profiaional, adoptando se nB bcS-s de coosas ex-
plicad s pelo me'bido intuitivo, eoof.rme o
conselnos da peda rogia em aua parte metodol-
gica, e a uatraecAo, qu^l a es que em seus trans
bordVoiento. fcriiliaa os terreno, adjacentes .
anas margeos, lovar ao seio desta provincia o
bem 'litar moral e material.
. Urna medida qae nos parece capas de prodnxir
beueli os tractos ao env.o primario <; a substitui-
sio completa do hornero pela muher como educa-
eNes!e tocante a superioridad* da malher io-
brec ormm incmteetavel.
A mulber todo sentimeuto, toda dedicscao
vota-so com abneac4o a toda soissao de que 6
incunbida.
E' isto urna resultante de sui propn nan
rer. um qualdade que lhe mais que mher. ote,
inmi neo* _
. G i!mente o prafessor primario na, s.ie-.n-
teuta :>m o cargo qae exer'-e e, pnra ceoquiatar
n:-va p 'V-*, atira-si s lucias polticas, cora
eran detrimento d > eaiioo.
6 om a professora nio se d o mesmo, aasi-
dua. irada sua oa-deira aem preoccnphCOes ea-
trunlms saa pr que a do tumprlmento do dewar, emprega ana
no todo o esforco ment.l de que dotada, Bjbbs
nissolo as lnoea que mini.tra s cranlas c m a
braroura pripri de sen caract r.
Si nSo fjsaa bastante est-. nnalderucao, para
I nos di gr..de valor, para excluir o hom a d- di-
raccio do enaino prim. rio, seria decisiva, illocta-
?; vcl invncivel..a coneiderac^o econmica de que
" cot ets exclusio a BC-i-ncia, a arte e a indnstr.a
te i ni nm acc-tescimo de bracos o intel.ger.eas,
gendo ao mesmo teoooo aproveiiadoo grande nu.
mero de mulh-res para a eollabjr',*' <*-j aportei-
C0W3 mo geral.
Aproveitasa se todas as aptidJk>i, dando a cada
individuo o trabalho .mp-nvel m. ass.aU e mmto e muito Iurr4 a aoei-dade.
1J.U) -.rnente a escola moral, assimlaiia
podeoios exprimir, que precisa ser reformada, tam-
bi > clama reforma a cool oatat.al.
. |f contriatador ver o. ed.fic.o., ou tafias em
, que fuoosiooaui aa esc las.
Henbuma tam as aee, mmodac*. exigidas para
aa Tcleio. aolarea, nem as ad.rf.co "-
Udsa paU ayg.*ne, e nern t*o poaco mobilu ds-
i is todas peqnenas, de aspecto triste, quasi
eoni-e pouco venttlsvas, aeta.ado lugubrem bu
obra o espirito daa ereaoc*., qau*, feudo ce.u. ro-
Duarnuiei. mstinctJvaaas swaiaiaaesed-r-s, p*-
qw as privan de soas d..r-c* infamia, M-
quie contra elle i corlo br .r jo.ui.cdo.
i creanca qu praetaa de craa.-er e oVsetvot-
am deve S.-T euimda dorante
-aa boraa-tantoa.quasiua drm osxrx-
jua ojalar -esa nmi^ aaia.easle e ar awa*
I te raaora. oode, parsaN imperar u tris-
Al" sesSo do jury deste termo.dee.gnaao para
o di* 20 d ) correuie, por falta de qtorum foi t ber-
ta no da 21, e encerrada n;ssa mesmo da, tendo
sido subiaettidos a julgamento dods proccasos, ca-
jos reos foram couiemnado*. As deeisocs do jury
furam inspiradas na lei e na justica.
No di 5 de Marco funecionari o jury do ter-
ni de 8. liento e em Abril provavelmente o do
termo do Altinh', ambos p-rtencentes a comarca
de Caruar, boje urna daa maiore.s da provincia,
pois cnta de norte a sol urna extenso de quaai 40
leguas.
A' vista de Uf grande extensao sena conve-
nieuleqa; fosse desmembrado desta comarca.de
caja sede dista 18 leguas, o termo de S- Beato que
fisaria malhorcolloeado pertencendo a divisao ter-
ritorial da comarca de Panelias, que to ten om
termo, ou a da comarca de Garanhuus, de cuja tde
dista tou 8 leguas.
Nlo pausara aqu completamente des pper-
c.-bido o carnaval, tendo, nos dias destinados a essa
testa de alagria e de praxer sem limites, percurn-
do as roas da cidade dous grupos de maracatus,
nm dos quaes, preparado c >m certa decencia, exa-
cutava bai'adas conhocidas em nossos acrtdea. In-
significante, embora. muito primitiva, verdade,
o carnaval desta cidade foi urna henifica reaccao
c.-ntra o entrudo queja aqui imperou com toda fer-
Aaylo de MeatdlclilAde O nwvimento
deBM csUbeleciraento de caridade, duradte o me*
de Fevereiro, foi o aeguinte :
Homens
Existiam
Entraran
Sahiram
Existem
Naa enfermaras
Existiam
Eutraram
Tivcram alta-
Fallec^ram
Existem :
as enfermaras
N03 dormitorios
63
8
66
11
n
13
5

4
14
2
12
43
55
Mulheres
110
8
118
7
111
33
3
86
4
32
1
31
FO
111
Bebado aquella modo sahia de casa, e giran-
do de tasca em tasca nSo se recordava mais do
sea pobl filhinho, o qual chorava debalde de fo-
me e de fro, s, sera que ninguem pedessa ou-
vil-o.
< Alia noite Ploifon voltava cambaleando ao
seu quarto, e impellido por um sentimento instinc-
tivo pat ru, quasi inadvertidamente Be ponha a
aqoocer do melhor modo aquella crianca e lbo da-
va alguma cousa a comer.
Mis urna ve elleficou fora mais do que coa-
tumava ; a estacio tornou se muito mais rgida, e
o desventuradoieuino, abatido pelos sofirimentos
do dia antecedente, teve apenas folego para dar
um suspiro lameatavel. Q .ando Piolfon entrou
no quarto o seo filbinbo estava morto.
de cenbecer rpidamente a gravidade da sua des
graca e do seu delicto; mas pala mantiS, os in-
quilmos, acudalo aos gritos lacerante, d'elle a
entrados naquelle quarto, o viram apertar convol-
samnte nos seus braco o cadaveraioho gelado e
roxeado d'aqu. lia inocente criatura, e esforcando-
sa para lhe dar a vida com tieijos e lagrimas.
as visinbaneas de Pars u'uma aldeia suc- ---
ceden nm hato, consequoneia igaalmente de.te de Pedro P.erre Bwyner d
vicio. Un operario das minas voltou casa em *;
estade de embriaguez. Entrando no quarto quis
encher de plvora urna garrafa qu6 tinha de en-
pregar pela manhS para faser urna mina. Cam-
i puimaaatr as affec-
cees escropholoaaa e outrae.
As medidas prophy alteas garaes contra a dif
foaio do.Barampo, eatia no isolamaBJao da primei
ro ou dos primairos casos e depois do cesaada a
molestia a desinfecelo do local oceupado pelo
doente, e a dos objectos d; vestuario.
I-npedir-se-ha, piis, a prnpagaco do sarampo
entre i a manaos, adoptando logo aquellas precau-
c5es quo se acouMlham, geralm-nte, como capa-
-s de limitar a difiusSo de do^ncis afectivas en-
tre os auiistas e os menin-s do outros institutos.
Reinando u'ura lugar orna epidemia excedente
aflaatar os meninos do centro de infecco ; e em
todo o caso naa familias em que se manifeatasse
om caso, seria nm oem iazer desalojar os meninos
sios.
A tentativa de inocular o sarampo, afim de pre-
venir o individuo do co itrahil o semelhanoa da
varila, foi declarada intil. So o saramp de
oatareaa lig'ira, podemos deixal o a si, seguindo
ameate adoptadas, normas hygienicas. A demora
no leito, urna usual cobertura, o sacego e a pou-
ca luz no quarto do doeote, eo cousaB que se do-
vem adoptar.
Ao doente se tavarSo com agua moma nio s
aa narinas, ma. tamben o rosta e sobretodo oa
olbos, afim deatltstar o producto do seu augmen-
to de .ecrepcio. (Jonvm as bebidas momas e que
favorecam o suor ; a dieta seja b m moderada e se
prefiram o leito o a simples sopa. A temperatu-
ra do quarto do doente seja mantida entre
25-26 C. Nao abandona o leito antes que esteja
acabada a descaroacao o depois se demora om par
de dias antes de sahir de cas.. Tratase de aceio
da possoa e tamb.-m da roapa branca e do leito.
Porm, o seguir estas normas uo dispensa de
chamar um medico, mesmo em cuso de sarampo
que se mostrbimigoo, nio se pdenlo pelos pro-
faoos medicina reconhecer-s9 e prever-se. as
eventuaes complicaroSes capases de agravar a
molestia >.
uirecioriss dai* obran ae ennstrra
c&e om ponoBoletim meteorolgico do
di 1 d" Marroo d* 48f8. _____________
doras 1 a-d
OW
ffA
6 m. 254
9 24-4
12 237
3 t. 24-6
6 24'-6
(arometro a
0*
.58*85
J615l
76170
760"14
760">44
Ttnsao
do vapor
18,42
19,96
19,50
19,81
1981
o
'a
a
3
76
87
89
85
85
leuipuiaturtt lUA&iuia,/0",0 I
Dita miniraa23',0J.
Evaporacao em 2i horaa a" sol: 3,m8 ; 4 son
bra : 3,8.
Chava23,"0.
Oireccso do rento: SSE de mcia noite a* 7 horas
e 28 minutos da manb ; SE at 8 horas e 20 mi-
nutos ; E at 9 horas ; SE at aos 8 minntoa ia
tarde ; S com pequeas interrupco-ss de USE at
1 hora e 55 minutos ; S at meia- noite.
Veiosidade media do vouto: 2 'Ncbulosidado media: 0,81.
Boletim do porto
fa
u, O
M.
M.
Dia
----------r
1 de Marco
* >
3 de Marco
Horas
1
7-
1 da tardo
5
127 da manhS
Altura
0.-28
2,-6-i
0.-37
f.eliaJeEttectuar-se-hao
Hoje:
Pelo agente Pinto, s 11 horas, na raa Marque Albuquerque.
de Olinda n. 52, de fitas e meias.
Seganda feira :
Pelo asente Brito, a 11 horas, em Beberibe,
TJ:^X^X:^T^o em grao de utencis^ gneros 'da U verna em Cacnga.
__u,._ -:3......_.--------;aj= a .n. rio=. Terca-feira :
Pelo agente Stepple, s 11 horas, na roa Barao
da Victoria a, 35, de movis, loaoas, vidros, etc.
Pelo agent Pestaa, ao rucio da, na ra do
Vigario n. 12, de predios.
tt *) fnebres.Sera o celebrada :
A's 7 horas, na matriz de Pao d'A1h\, por alma
1 Sonsa Rang'l.
CHROMCA JUDICIARIA
Tribunal a Relami
I8ESSO- ORDINARIA EM 2 D~sbMBQO
DE 1888
PRESIDENCIA DO EXM. 88. CONSf-XHEIBO
QTJIrTINO DE MIRASDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horaa do costme, presentes oa Sra. desem
cargadores em ame .-o legal, foi aborta a Besado,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passadoa oa feitoa deram-se os
seguintes
JULGAMENT08
Habeas corpas
Pacientes i
Francisco Florentino Villa Nova, Francisco
Jos de Souaa, Mauoel Joao dos Santos e Arthur
A vea dos Santos. Pedirn se novas iuforrua-
5 .a, contra o voto do Sr. dcasmbargador Alves
Ribeiro.
Deauncia
De Jeronymo Tbeotouio da Silva Loureiro con-
tra o bacharel Fr u;i.cj Jos Metra Sobrinbo,
juis de direito interino do Villa Bella. Relator o
o Sr. desembargador lavares de Vascoocello?.
Julgou so pela absolvicao, contra os votos dos
Sra. desembargadores relator e Pires Ferreira.
PA88AGKN8
Da Sr. censelheiro Queiroz Barros ao Sr. des-
e no hurgador Buarque Lima :
AppellaQo crime
De Agua PretaAppelUn'ea Jos Candido de
Moraes e oatros, appellada a justica.
Appellac^o civel
Da TimbabaAppellantes JoSo Joaquim de
Mello e ontros, appellada a companhia Great
Western if rlraatl
O Sr. onselbeiro Qieiroz Barros, como promo-
tor da Juliana ad hoc, deu parecer no eeguinte
felo :
Appellacao crime
Do PiuncAppell-.nte o promotor publido, sp-
pellade Maneel Pereira da Silva.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador Deliao Cavalcant? :
Appeilaco crime
Do Plane Appillanta .o juio, appellado Izi-
doro Soares da Silva.
Appcllacao civel
Do Boro ConslboA|-pellaote o juiso, sppel-
lado Jo;, escravo de Paulo Pereira de Albu-
querque.
Do Sr. desembargador Del fino Cavalcante ao
Sr. desembsrgador Dfivmra Maaiel:
Appellacoes Crimea
De Bom JardimAppellante o ja izo, sppellado
Luiz Fraocisco da tU.
Do PilarAppeilante Torreas Maria de Jess,
appellada a justifa.
Appeilaco civel
De CimbresAppellante o juizo, appellado o
escravo Jos do O'.
O 8r. desembargador Dolfiuo Cavalcante, como
promotor da justica ad hoc, deu parecer naB bc-
goiotea
Appellacoes Crimea
De CimbresAppellaute o juizo, appellado Jo-
s Pedro da Silva.
De O'indaAppcllsnto o promotor publico, ap-
pellado "'i-in'no Manoel Ferreira do Naacimeui >.
Do Sr. deserobirgador Olveira Maciel ao r'r.
desembargador Pires Ferreira :
Appellncao crime
De Caruar -Appllanta Pedro Cypriano da
Silva, appellada u justica.
Appellacoes civeis
De GaraobunsAppellantes Pedro Ivo da Silva
e outros, appellado Antooio Maria de Figueiredo.
Da P rahyba Appellante Antonio Rufino
Aranha, appellado Manoel Oiorico Cavalcante de
SeTnhawn
Veoho cumprir o agvadavel dev
ao eleitorsdo conservador de Serinh em
de adheaSo e dedicaco com que li uro rae u
'aa
pregar pela msnha para fazer urna mina Uaav g h^8 na m%tril de Santo Antonio, por
^.^?.?" i"' !.C3.! k.",LTrTT. alma de Jovini.no de A-ved.'Belfo.
Total 166.
Escolas de instruecao privara :
Foram frecuentadas poi 12 alumnos, inclusive 4
na dos ceges.
I"m* enailvel economa de tempo
Urna das mais inp^rtaates companhias inglesa-
de navegacao Tbe Uiion Lines ., enjoa tatcei-
leates vapores navegam^eulre Soathampton. Cabo
da Boa Eaprrancae a costa oriental da frica,
projecta modificar a sna partida taxendo escala
p ,r Lisboa a pnmeira segunda feira de cada quin-
ina, em corr'apondencia inmediata com a chega-
da 'o Sud-Exprest, da Companhia Ioternacional
dos Wagma-L-itos.
A's 8 horas, na Gloria,
Gornea de Oliveira e Silva.
Terca-feira :
por alma de Joaquim
ao barrilete da plvora que os trabalhadores coa
tu mam ter sempre jauto a si, e quo contin seis ou
a tte kilogrammas; mas apenas abri o barril,
n'elle cabio urna faisca, ea plvora incendou -se
imned cAo tcrrivel, que po e.-n espaata a todos os ba-
bitau- s u'aquella aldeia, os quaes, correndo ao
logar, viram a casa sem teetc, o aoalho do tereei-
roaniar desmoronado sobre o pavimsnto do se
gtindo. O iofelis operario foi acbs.do morto e des -
figurado debaixo d'aqoellas rumas.
-Naa mulheres se aponan igoaea factos em
consequencia de bebedeira, e ellas tasem mais las-
tima do que ns bom na.
A Na Iuglaterra, por < xcmplo, onde cada anno
se prendo cerca de quince mil borneas por em
briagoes, sao prezas tamben, pelo mesmo vicio,
dez mil mulheres.
Julguj cada quai qu; rnca do donas de casa
devem ellas aer, que mulberea castas e qae mSis.
OirampoO ear.mpo oa rabela vai gras-
mn j entre ui com alguma intenaidade, e ape-
aar de nSo apresentar um carcter maligno, com
tudo julgaurds nao ser desfavoravel aos nossos
leitores alguma cousa a tal respeito publicar, sbre-
la io em relaeSo a medidas prophylaticas.
Osaramp', eacrevem-nos, eat comprehendido
entre as do meas de infecco e pmeisaraenta entre
as ontagiosas. Elle se diffinda sempre em segu-
meato trau-.mis-o do germen especifico ; este
nSo at h.je coaheeid, e snsote se sabe \ae
se acha na* secrecvSis dos olho., do nariz, doa
pulmes e da pelle do doente, e a infeccJo suece-
da oo por contacto directo do enfermo com o s >,
oa por me-i de objasfo* (roupa branca, vestidos,
livr-os, etc.) sobra que esta dep sitado o g-rmen,
ou emfim o,o.nlo o germen deseccadi e auepeii-
\ Aa n.< .i-, a nata a f invA vrthietilii da infee.e.i. P.
r iri.t'eSo talmente van'aiosa a viagem 'de no ar e este aa torna vehculo da infacoo, e
Comeata I gaeSo, realmente yan ajo.,^avi g. .ohretudo oelo ar d au.rto do doente e
de Pari Madeira, roaliaar-se ha em SO horas, e
oa passag'iros com destino Afriea do aul g.nha-
ro pelo menos 21 horas sobre a viagem por m .r,
evitando a travessia muitas v zes psng&aa, como
notorio, do golpho da BiBOay.
O exemplo deve certainente ter quem o descie
imitare s air.'send. pr isso pnvavl qae un-
irs grandes cnmpanhiaB de naVegacio da America
do Sul e daa A tnh.s, qoarraas aproveilar as Van-
tagens qoe o ud Expreu offerece preBeutomcnte,
qae j o priuo. iro transporte das mereadon a e
dos paaaageiroi pan as regias onentaea. com
grande proveito dos paizes atraveaaadus, a Franca,
a Heaoanha e Porlogal. -
Ordena rionocllle -Oelebrou-seem Ber
lim.eomac ttuiraia pompa,afesta annual daimpo-
g'c; das .-d"a contenas p-U eira da Proaai
A-siatiram a ella o .imperador, a imperatri, todos
o prin-ip s e prine- z-a r.ats actualmente residm-
d em Berlim. a prineip' real da Grecia, as pna-
eipne autoridades mi'iUies, cvis e moa capaes, as
peasoas que foram ee ideco.adas no anno fiado e as
qne eran agraciadas n'-quell.- anuo
E.t,. le-i*a foi inatituida em 1811 pelo re Cre
deviso Go.lherma III pal do acoal imperador, em
memoria do coroacao do primeiro re da Prmsia,
u 1601. Depois da ceremonia no palacio, houv-
a^rvioo divino na cape la, aegmao de u(na Leve
para os novos eavalle.ro. e de um jantar de gala.
O imperador e a impratnz apna e.i.veram pie-
a-otea recePCi a No Oanquete, o principe ui-
Iberm-^ propo*, em nome d. imp-ra-lor nm brinde
i aale dt novos cava kdros. O coude Ce tit
feldt. embaixadar da Ailmarrhi m L marea, re-
ceben a graa-erns da Aguia Vermelha, e o s*u
^ncarregado de negocios. Bario de P.ea^en, o t*f
oearo rao da me.ma ordem Ao bispo Vopa e ao
orof-ssor Helmholtx f ram eoufar. las as Veneras
de a-ganda olaa.e da Ordsm Imperial.
son. *yre.-. A capital d. Repobla
Argelina es.* par sa tr.usforo.ar. Trata M d .
dem.ljcaodeum. parte da cd.de e eonstruocio
de sata onlerord di.g maes, que encurtam mu.W
asd.sunc... do c-..tro da oidade para as ex'rem.-
dadea. E.t projeato fi appr,.v*io pela monicipa
lid.de e o Pode .xaco'.v-.. Espera se sO-nente a
approvacaodoCo. de duaa Com
panh.aa, orna fraacesa e outra inglesa, d.spostaa a
tomar a si astea trab.lhos, quaudo o emjarestimo
manicipal de 200000 0 fdr votado non
atea de d-a-pr^r.... eoapa.li fraiee.
^t umo m o governo par a coa.
atrucefto tte osa :. Utauo, de proporcosa gr.n-
isto sobretudo pelo ar d quarto do doeote e
das soas vi.inbanc.s, ar qae est de preferencia
impregnado do venino, que pelas vas respirato-
rias se introdux nos paliadas, oa se deposita snbra
as mucosas do olho, do naris, da bocea e passa
depois no sangu.
O germen infectivo sa afiasta do corpo do indi-
viduo affectado durante todos os periodos da doei-
ch e p>r isto o contaco com doeotes de sarampo
.o'roa-so sempre perigoso. Resolta portanto, ser
d.ffi ii o prevenir a infeceo de individuo a indi-
viduo, logo que arn dos dous se a-ha no prim-iro
-atadio do mal, caso em que nio M pode auppor
s mpre que Be trata do saiampo. Ci a, mas nio
e=t co.nprovado, quu o estadio mais intfectivo se-
ja o da deecamaco.
Eit.doeoc* tere tambera aos adultos, pr n
c..u preferencia aisnt'ninia, eapeeialmeuta da
id.de de 2 a tO anuos ; ra.as vesea adoacem del .a
us lactantes.
O* caos do morte, devid >s ao aarampo, entre
'icio
n'.ta
Vio
;U-jS
os monino, sao numr.i.os e variam pr'.p
d >s ni >s. relativamente e,
3 pira se t.on'r tii'r i a -r .rapo 6 t. q) bsm p
aio os iodividaos qae na su infancia uii u te-
nh.m supurado A doeuoa pl contrahir-sa tam-
o m do .a vez s.
Hresentement, ao mnos nos eidad-'a maiores,
Kppaiej-m cont'nu ida-oeute eas >a de sarampo, oa
qua a, de costums, cada 4-5 antros so tornam fr -
qu-ntes do m-do a constituir urna ligeira epid t-
ma e cada 7-8 aunos augmeotam ainda mis, re-
auiUndo d'ahi umepidemia m*ia grave (Kiuxe)
Aa ondicSaa athmosphsricaa team um inflieoea
extra .rdmaria aobre o carcter e a gravidade das
eprtauias e eataa aio de aatoraaa asss grave o
e in ;o irtal'dade maior da ordiu.ria.
O decurso ou marcha do aarampo nem sompre
favoravel Ha, comtudo, treqo^ntaa casos de de-
curso irregular, eoj compcacoes que pScm em
parigo a existencia do doente.
Ooaervam-sefreqoentemente complicaces, mais
ou menos graves dos intestinos e mais ainda m-
flammaoo^a dos broncluos, dos palmas, da pha-
riuge e da l.ry.iie, e da inflammacio desta ulti-
ma podo resultar o coapexo doa syaiptomaB do
pjHUd-iaroup.
Com i consequencia Immedata do sarasepo, ou
ejam aa doeoc.e na se desenvol veas log.j_
e com baaunte frequeneia, ci
alms de Joviniano de Aaevedo Bello.
Pansatgeirosi Chegadoa do Bio Formoso
oo vapor nacional Giqui :
Dr. Antonio Amasoaas de Atmeida, ana sechora,
sua mil, 6 filhos, 4 cunhados e 1 criada.
Beuulea oclesi] Ha hoje a aeguinte :
Da Cavalheiros da Cruz, s 7 horas da noite,
em sesao de poase da nova directora.
AmanhS ha as seguintes :
Da irmandade Je Nossa Senhora da Las, i 1
hora da tarde, paraeleicio do procurador garal.
Da Recreativa Juventude, s 6 hora da tarde,
em sessio magna oommemorativa do 2o anniver
ario da bibliotbecs.
Do Mont.-Po dos Typographos de Pernambu-
co, a 10 horas da manhi, em sua sede ra do
Coronel Suassuna n. 41, 2 andar.
Da Mi .erra Progresso Peroambueano, is 10
horas do dia, em sua sede, para em assemnla ge-
ral tratar de negocoi diversos.
Cana de Uetencio-Movimento do pre-
sos da Casa de Detencao do Recite no dia 1 de
Marco de 1888 : .
Existiam 462; entraratn 14 ; sahiram 20 ; exis-
ein 456.
A saber: .
NacionaeB 409 ; mnlheree 10 ; -'gtrangeiroB 9;
-seravos sentenciados 8; iiom de correccao 20.
-Total 456.
Arracoados 397.
Bons 374 doeutea 23.Total 397. ^
Movimento da enfermara :
Tevj baixa :
Basilio Luis da Silva.
Tove alta :
Lourenoi Paea B.rreto.
Foram hont m vi.itadoe oa presos da-te -ate-
belesimaoto por 78 pessoas, sendo homens 41 e
mulheres 35.
HoMplta! Pedro IIO movimento deste
hospital no dia 1 do Marco, foi o aeguintei:
Entrara............... **
Sahiram................. *
Falleeeram............... *
Existem................. *7 #
Foram visiudas aa eufermanaa pelo Lra.:
Moscoso, s 8 1|4.
Cyarteiro, s 9 1|4.
Barros Sobrinho, s 7 14
Berardo, s 12.
Viveiros, nio comparecen.-
Malaquias, *s 9.
Pootuai, s 9 8|4.
Estavao Uavaleaute, uio com parees o.
Simoes Barbosa, s 10 li2.
Cirurgiio deutista Num* Pompilio, nio compa-
O pharmaceutico entrou a 8 1/2 e sabio s 4
"o'ajndnnte entrou a 7 1|2 horaa da maebie
aahio a 5 da tarde.
luoierisi dsiMH*inela-A 3 parte da II
ioteia pelo novo plano, cojo premio grande d-
KiO-OOOlOiO, em beneficio da Santa Caaa de M'-
BvrhTord-a do Becrfe, 'ae extrahir no da .. do
correte a uo i o da, tu igrej de Nossa Senhora
da Conceieio dos Miiitarc-. _j
Lotera Jo Par A 2 parte da 17
pelo n .vo plano, cojo prem'o grande 6 bd:WJ
ser extrahida no da 5 da Margo
cemiterto pablleoObituario do da 1
de Marco : _
FeliBoJus Maria da Bocha, Pernambuoo, 18
annoa, soiteira, 8. Josa; tubectnloa pnlmoaa-
Maria, Pernambnco, 1 mea, Graca ; roenni-
g'Dr.^Alexandra Con da Costa, Pernambnco,
48 anuos, solteiro, Santo Antonio ; salerosa bepa-
tic*.
Augela Maris de Luna, Parnambaeo, 64 anuo,
soltt-ira, Santo Antonio ; obtruccao inteatinal.
Bebaatiaua, Peroambuco, 1 anno, eelteire, San-
to Antonio ; convulsa oa. ,
FraociKia Xivier de Abra, Alagoat, oO an-
noa, aolteir, _B6-ViU; Byphia cwutKueio-
*Mara LeoWua da Coatwicao, Pernarnaaieo, 60
asmo, sottetr., B4a-Vista ; tabre, ptrmoiar
O Sr. desembargador Oliveira Maciel juroo
sospeicao no
Recurso eleitoral
Do Recife Recorrentc Aftouso Salathiel di
Ponaeca Banks, recorrido o juizo.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desem barga dor Monteiro de Andnde :
Appellacoes crimes
Da Parahyba App-llante o juiao, appellado
Julio Jos Qarbosa.
Ds Conde -Appellante Joaquim Rodrigue des
Han'oa, appellada a justiga
Do Sr. desembargador Pires Goocalves ao Sr.
desembargador Alv-s tbeiro :
Appeilaco commercial
Do ReeifeAppeliantes H. Timmermano. e Luz
de Paula Lopes, sppellados os meamos.
O Sr. desembargador Pires Goncalve como
promotor da justica den parecer noa Beguintes
faltos :
AppellacSe crimea
De Pitimb Appellante o juizo, appellado
Manoel Cesar da Cunha.
Da GaranbunaAppellante Jos Joaquim da
Silva Casaca, appellada a justiga.
De Paulo AlfonsoAppellante Targino Fer-
reira Barata, appellada a justiga.
De Olinda Appellante o juizo, appellado
Franeiseo Bonifacio Alvea Ferreira.
Da N^sarethApp liante Lniz Pereira Barbo-
>, appellada a justica.
De Ata'aiaAppellaute o juizo, appellado Af-
fonao da Silva Guiuiai-s.
Da Pedias de FogoAppellante o juizo, ap-
pellado Altino J s Rodrigues.
Do Sr. desembargador Alves Bibeiro ao Sr.
desembargador -'avares de Vasconcellos :
Appeiiagoes crimes
Da Villa Bella Appellante Josu da Silva
Barros, appellada a justiga
De Souxa -Appellante o juizo, appellado Theo-
doro Lopes de Lima i
Appeagio civel
Embargante Jo^nna Prxedes de Albuquerque,
embargado Manoel Bernardes da Costs.
Do Sr. desembargador Tavarea de Vasconcellos
ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
Appeiiagoes civeia
De T.quaretintaAppellante o juizp, appella-
do Pelix Joa T-ixeira.
De G yanoaAppeilao'e Joa Pires Vergueire,
appellada a cmara municipal respectiva.
Embargos infringentes
Da IguarassEmbargantes Jeronymo Leito
da Costa Machado e outros, embargada D. Mana
Brilbauta da Silveira Pinto.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. deeembargador promotor da
justiga :
Appeiiagoes crimea
Do Recifeimpelante o juiso, appellado Ma-
noel Joa de F.r.a.
, e Alag6a de Baixo Apellante o juiso, ap
peliado Silvestre Monteiro da Rocha.
Couo vista a partes :
Appeilaco civel
De Porto CalvoAppellante Joa Norberto Cas-
tello Branco, appellado Jo= Antonio Fernandes
Fradique
Embargos infringentes
Do RiC'feEmbargantes F mando Jos Ccr-
rea, embargado Manoel Marques da Silva.
UlSTRIBUIC;5E8
AggraVo- Ue p^-tigo
Ao Sr. deae.nnargadar Pires Ferreira :
D>R-cit-----Aigr.v.ut. Uiogo Augusto dos
Rea. ggraV..do Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do Rccif-Aggra..nt- J.a Morer da Silva,
aggr.VaJo o jui.o
Eueerreu-e a sessio s 2 horas da tarde.
occrsi da eleico procedida 16 do cairente,
para preenebimeoto da Hga aberta pelo faile-
cimento do noajor Stverana de Siqu-ira Caval-
cante.
^8obram-ioe mstives pura ser gr.-o tjfo rl gas
elei!orad>, qae scube n-biltar-se aas ninas pac
modo honroBBeimo e que sempre deu as mars lig-
nificatiraa provas.
A elcigao municipal pmcedida l(i do correte,
de todos os pleitos, quanto se tea feritfo, depoia
do voto directo em Scijnbaem, foi o'que diapertou
maior nter, esc ; e para isto basta attendere
circumetsncia de em nenbama ou'.ra el-igio ter
comparecido tao-crcecido numero de c'eitors.
E que a eleigao tornou se eneejo para om grupa
de cooaervadores que q'ier tir o predon inio ptilj-
tca em Sertnhaem c medir ruis fui gas com cutis
que si nio quer imp r-se pelo numej-o, deseja en-
tretanto ser devidamente considerado, o que alia
at aqui nio ( m succedido.
. Teodo-se dado urna vaga na Cmara Municipal,
lembraram ee amig> s e coneligionarioa meas de
apresentar me candidato.
' En nada havia solicitado, e, por isso mesmo,
mais pcnborcn-me a capontaueidade ds If-mbraaca.
Nio foi, porm, mmba candidutara aceita pelea
conservadores Waoderliys que eqai censtiteeea
um gtupo : tanto bastou para que h: s'.illisaesem-te
tenazmente, tudo envidando para derrotarem-ma
desde a derrama de diuheiro, promesas de ira-
ttutes ridiculas e emp.-eg-'s impossiveis at*
ameaga de aerein dcmittidea empregadoa provia-
ciaes e monicipaee que tiveram a precisa indepen-
dencia de repeliir imposigoea directas.
No intuito de todo tranee dtrrotirem-me nie
trepidaram at em transigir cem es adversarios,
aceitado o candidato liberal e coro elle traba-
Ihando de cemmum accordo contra os ioteresses de
partido qne se dizem filiados.
Nao lmtaram-e a diixir de coooparecer ae
pleito, votar em branco. ou spresentarem outr*
candidato conservador que recebeasc-lhes ob Vo .
tos: isto importara demonstrago re JrJqueas.
Juotaram-se ao advi rsario com o lira de oates
tar forgn; mas csteutago taha: pois o nemece
de votos que conseguirtm contra raim nioj re-
presenta forga do gtupo Wandcrley ; maso pepa
ducto da ailianca bybrida Com os lib-res."
u obtive 68 votos exeluaivamente de correli-
gionarios meus, emqusnto mea competidor, oeau-
cii^ato liberalDomingos de recosa Leo Rege
Barros obteve "'l, sendo 52 de liberaes 19 de
conservadores Wbnderleya, suxiliadoa ainda pete
Sr. Lu volcante de Aiboquerqne Uchda.oo-
obecido por Lula Qoitindnba.
Nao h;uvease a allianga bybrida, eu teria vesv
cido o pleito qnr c< ntra oe liberaes, q"r centca
os conservadores dEsideDtes.
Como quer que seja, se o meu psrtido perdeu s-
cleigo, conseztiifldo oa sdversari-'S mais um ve-
resdor liberal" que ir com oa que j existtm eon^
atituir mai na ua C'.rnara Municipal, erro s*
culpa poltica que deve r.cahir exciuaivameete
sobre aquelles que tr*nsigiram com oa inteteasee
de seu partao em troca de firmaren nqui o fu-
nesto predominio olygarchico, resta mim e aoe
meus di dicados correligicnarios a grande satrfa-
go de ficarmos cr-natituindo o partido conaervadoe
do collegio de Serinbcm, coja situagb potitioare
idntica d Ipojuca.
Os meemos eli mentoa de perturbago quo ala
exist-.m, em, S^rinbatm tamben os ha, ag cause--
o aa meeml:8 e o grupo da meama familia, '-i
Nat rada como fica a historia do pleito eleitoraj,
termino asaeguraudo acs meus dedieados correli-
gionarios, que podem contar com os meus si-rvioes
em torno da baudeira do partido cuja cansa #
sacrificada por partidarios vacilante* e traeos.
Sernhaem, 26 de Fevereiro de 1888.
Francitco Jos Medeirot.
Molina
A insist ncia com qu os redactores do partido li-
b-ral, a t. do o proposito faa.m allnso marte da
M Vianua, impela ns a vir imprens' para diser-
lues que set.em desloa de infornar-se da bia-
toria do assas.iiiato o'aquelle ladro de gado, eoas
todas as soas pattienlaridadese pormenores, apro-
veitetn a occasi.. de sebar-se n'esta eidad.. o Sr.
Dr. Lu-'z Joa da Silva Guamar/e d'elle obterc
a noticia circunstanciada dos antecedentes d'a-
qnelle crime, do plano e, combinacots qaa produ-.
Z r&m o lgubre de^fet-ho.
O Dr. Gusmio, melbor quo ninguem, podar
apoutar a m&o occulla que guiou o brsco hoas*-
cida.
O Cimbrenic.
I
tlKUUCtti.H A ftlllO
O Oleo de Figado dt Bacalb&j pa-
preparado por Lanman 4 Kerxp o o Peitorat aje
Auacahuita sao oa dous rem. dios por excellenaas
por todas as molcstiai da Garganta, do Peit*
d-.'B Pultc-'s. -*
Falla-ae muito sobre pepsina, mas 'o poblase
ignora que ust neme d-se mistura do sneee
gstrico (pepsina) com 60 a 80 % do amido. F*
o Sr. Cbapoteant, que prepara porgo s enorme 4e
pepsina para a digestao da carne de vacea. (Faws>
de pepl ra de Chapoieaut) quo caegon a-obtecat
pep.iua absolutamente pura, que ae encontr es*
a forma de peroias. Urna gramma emente deete
p peina opera a digesto de cem graoimaa da
carne, senda, como cinco vexea mais activa eruc
todaa a. pepsinas do corum rcio. Ella cura todasT
as .ffectocs provenientes das ma digeatdes, qe
aa manifestara g-ralmente por dores de caboea^
somnolencias, conges'tojs, arrotos, intumesceaesa
do ven tro, ter
Collegio Parlhenon
N- 3 Ria do Hespid")!- 3
O director deatc esthbelecmcnto de instruerofa
primaria e secundaria, declara ao sublico.em goeaf
que as solas da aeu collegio estiro- fonecionando.
Outrosim recabe aluun a internos, simi-internoa
e externos.
Rocife, 2 de Margo de 1888.
O director,
Ovidio Alves MdHOfa.
-sea-----------------
Sempre bons resultados (4)
A maiur psrte dos remedios que boje
existem vendan.dstinadps a rsombaDer a*
enfermidarles da peito e vias respiratoria^
alero de um gosto mais ou menos repug-
nante, cont.u urna grande quantidade dad
opio e, com quanto sejam, muios deUec,
calmantes notaveis, tm a grande incOnV
veniente ds excitar o temperamento 6 pro-
vocar primes de ventre muito rebeldes^
que sempre produzera reaejio sobro O esr-
torcago, cerebro e intestinos.
O Pkitobal de Cambara', re
je r cotihecidamente efficaa, loriga de
sar csses inconvenientes, dvido ana
DotT^nsva preparlo, aprsente a vntt-
gem de ter u que o torca pr f ndo pe-las senhoras, oris
yas e todas as pessoae de paladar elijis
I
0 professor Gaspar aos seos ami-
gos de Tracuntiileni
Faltara a nm dever sagrado se nao viesse do
alto da impr*n.a kL-radecer os meus amigos, o
boio acolhia.eut> quem. deram duranto o tempo
qoe all. rrsidi como professor publico.
Jaaqnim Oregorte, Pernambuoo,
tos- Uiro, iW Vista ; anemia.
60
sol-
pri os meus deverea, fu. por motivo indepanden-
tes de mmh voutad- ; entretanto muito me es-
forcei par. I^var o fim a b minhas obrigagoea, nao
saben io se o c./u.egui
A todos um aperto de rato.
C m eap-cialidade o Rvd. vigario Basilio ; ao
meo particular amigo major Joaqmm Ignacio 5 4
banda marcial Pr.meiro de Janeiro ae prert.mo-
.0 amiijo uj r J aquim Nunea Machado
nbo, 0S1T100 oe mena limitados prestimos, na cida-
de do Kecift).
Reeife, 1 de Maroo de le8S.
Gaspar Antao dea fies*.
1
-I
Emulso de Laamaa
& Kemp
A Emulado de oleo de figado do
Iho com oa hip..pbo8phitos de cal, sod
potassa, preparada pela aaredit
de Lanman & Kemp de Nova'Yai
>e all resid como proresaor pumico. "" u ^.t. a mais effieast
A co.c.encia me d., qne se m-lh r nao cum melhor, a oo-.s perfeita, e a B
" aeradavel que ate agora ae tem oriol
ao publico.
E' um regenerador poderoso daa "
tuicJJea debis e um jemedio
todas as utTec(5es d-*peito, da
dos pulmoVs.
sese 6 a fmulsao de
Kemp ojo confondindo-a
Vend%-se em todas a d>
maciaa.


>
1

a "
ifliIyO QC looo
\o publico
Acbando-mi prejadieada no ma direito, vesho
mprensa pan. facer aerante ao publico da scjutn
Sos filo* legitima de U. Francisca de Paula Ca-
bras eenhora i i maia de 80 annoa da idade, oiga e
alqaebrada pi 11 velhice ; governada por mi fi-
Ihos, (mena ralo) e maitaa veses ignora abiola-
tamente o qui m passa en redor de ai.
k algana dii.a foi aiforreado um eera?o da mi-
aba mi de oane Emiliano, polo Fundo de Etaan-
ipacio e o Si. Anaatacio Cabral, (onea rmioi re--
(reu, en noe de miaba mi*-, pirareceber (.im-
portancia do cuto aiforreado, allegando no *e.i re-
uerimcnto soi inte 4 herdeiros, quaolano sonos
irmios, sendo 3 do primoiro inatrimoufo e 3 do
segando.
J v, poia, o respeitavol publoo, qae o reqiitri
uentQ do Sr. Anas lacio de aljama maoeira ile-
gal, lito realmente ama birbaridade, poii son
n de mena irm ios e irmies, a qao aa acha em peio-
rea circomstacias; viuva, sem ambaro, cooi 60
anaos de dada, vivando d-> candado de algiimis
almas bem formadas que se codapadeem do mea
-estado.
Miaba mae viuva duas vosas e nunca fez in-
veotario e eoaio existe anda algana bsne de raa,
alo qaero a btai di meu direito, qae quaado boa-
ver de User -ti partilhas, o mu desbumaoo irmo
o Sr. Auastacio Cabral, mi exelua d'ellas, como o
fes agora eom a parte qae me tocava da importan-
cia do aiforreado Emiliano.
Em vista de exposto fique o publico cicnli ;ado
do corrido
Eecife, 2 de Marco de 1883.'
Maria Francisca Bellr&o.
Flleicia iniprianle
revaseme publicar *c ha no Jor
tes d'eata ctdil-. rerbum ti ver
**ua. ani |-oce**o de f.tliencia que>
corre 4 "ipeme pelo foro corumer-
riil do Beclfe.
Para cal a pubhraiao ilim ae m
atcearo do comniciclo d'eate loape-
.gogoe-
Collegio Iastituto
Acadmico
PENSlO DE NUMERO LIMITADO
Eete collegio acba-se actualmente estabelecido
.na mesma roa do Vitoonde dt Goy O director,
Joa Ferreira da Croa Vieira.

Caai vete Balanca
Tendo chegaio a nova remeisa dos canivetes-
balanca que 0 t.baixo assigoado esperava, previ-
no elle ao publico de quo recoroecar na pr-.xim*
segunda-teira a venda del le?, qae apenas efiec-
taal-a-ha dorante tres das, visto seguir para
o Rio de Janeiro.
O preco dos caivetes ser metade dos do pri-
neiro da.
Recite, 24 ck Fevei.-iro lSc-9
L'g'jannis.
Collegio Enmlaco
: Una Vclha -3
O direotor deate collegio, pede a pretac
-lo dos pas e tutores das cruezas qus
qrjeiram aproveitar um rpido aliantamen-
Itde seus filhoa < u tutelados, a em pir-
tioular tem f robusta ero tolos os seus
compatriotas percato busardos.
Alumnos internos305000 measaes.
Meio-pensiouistaa 15#000dem.
Por cada um preparatorio 4(5000 ideiu.
Primeiraa letras OOO uie.in.
Msica e piano4$000 idem
Pagamento adiantado.
O director,
Julio Soares de Azevedo.
Roa Vclha *
OSt Mil
COIIEBCn
Bollas cuiu rt'cial
COTAgBS OFFICIAB8 DA JUSTA DOS COR
BKCTOKK8
BeesY. 2 dt Harc de /S8S
Cambio sobre o Rio Grande d j Sul, 90 J,v c >ui
2 1/8 0/0 de descont.
Cambio sobre Pars, 9J d|v. 382 rs. o franco, do
banco.
o .ro'd r :;,
Aagusto Piuto de Lemos.
firotario,
Pedro Jos Piuto.
Mov imeuto baucarla
BBcirii, 2 de y.kv.c.1 db 1868
1-KACA O KEOIFE
Tendo o mercado fechado bont m menos firme,
todos os bsneos abriram hoja a 24 7.8 d a cuja
faia fiseram algum negocio, mostrando, porm,
clles pooca von';ade de sa?car.
Papal particular esieve escaiso a 2 d., sendo
feito pooc negocio a este algaritmo.
PRAtJA H) RIO U. JANEIRO
Papel bancar a, 24 7/8.
Papel particular, escass", 25 d.
As tabellas empostas aqu foram estas :
Oo Loanoa Baa :
i^oadrea.......
Pars........
talia........
damburgo .......
.JorUgal .....
Saw-York.......
Oo hrrsaBACioHl :
liendres... ....
^ris......
Italia. .......
Eamburgo......
Usboa e Porto.....
^rincipaes cidac ai de Portu-
gal........
ew-York......
Oo Eaausn Vini:
Uares.......
i*sm. .......
Italia. >
damborgo......
Ljabos a Porto.....
*raeipae eidades de Portu-
gal........
liba dos Acores ....
una da Madcira ....
Sew-York......
v'J d.v vitta
24 7/8 24 5/8
382
475
214
bb
m
479
2/U30
90 di virta
34 7/8 24 5/8
382
475
214
385
385
479
216
221
230
PIUCA DA INDEPENDENCIA NS. 37 39 E
DE ANTONIO A BANTOgPORTO
AS IOOiOOOoOOO
A'endea da 2.a extraccio da 11* lotera extrabida
balitara, 18 de Janeiro, a sirte de 1:0001 n. 1891,
a sorte 5004000 n. 3123.
Tem exposto 4 venda os seus felises bilhetes
garantidos da 3.* extraccio, a beneficio de Santa
Caua de Misericordia qua ae extrabiri breve
mente.
ED1TAES
O Dr. Jos Antonio Uortvia da Silva, oa-
valheiro da Isperial Ordem de Ohnsto,
juii de direito de orphos da comarca
(le Olinda, por Sua Magostado o Impe-
rador, a quen Deus zuarde eto.
F*(i saber aos que o presente editai
virura e delle noticia ti ver o, qu no dia
8 do crrante, depois da audiencia, o por-
teiro interino dos audito ios trar a publi-
co prego de renda e arrematado os bene
S"guDte8 :
IIm sitio de coquei os, deno^sioado S.
Josa do Rio Doce, desta comarca, no va-
lor de 800*000.
Quatro letras aceitas por J de Almeida e Albuquerqua, ando a pri-
meira de 1:00-^000; a segunda de 720^ ;
a terceira de 581^000 e a quarta de
500*000 ; beos estes p*rt^noentes ao es-
polio do fia a (o conego Fir.oiaa Je Mello
Aedo, e vai a praca a roquerimento do
inventarante e testamenteiro do mrsmo
conego.
Convido, pois, os pretendentes compa-
recercm no dia aci na indicado, afim de
ter lugar a alluda arrremaUyS).
E para que chegue ao toubecirrentc de
todos, insndei passar o presento, que ser
affixsdo no lugar do .oatu'ou e publicado
pela imprensa. ,
Dado e passad> nesta cidade de Oliada.
em 1 de Marco de 1888.
Eu, bacharel Francisco Lins Caldas, es
crivo o subscrevi.
JotAiU.nio Correia da Silva.
Faculdadc de Dircit
De ordem do Exin. Sr. couselbeiro director in-
i,.riu) f.cj publico que m cougregacao em sestSo
de boje, depois de veriGcir a preseoca des lentes
distr'buio o serv.c > das aul*s ao corrente anno le-
ctivo do modo srguinte :
1' auno
1> cadeira'Jonselb irj Silreira de Souza, de
12 4 1 bora.
2 cad.-ira.oaselbeira Pinto Jnior, de 11 s
12 hjrss, 1 asa.
2 auno
1* cadeira.Dr. A bmi Meira, ce 10 4s 11
horas.
2* cadeira.Dr. Uarros Guiinar2-;s, da 11 s 1-
boras, 2* sala.
3> anno
Ia cadeira.Dr. Vas, de 9 ;'u 10 horas
2* cadeira.Dr.jJoio Vieira, de 10 as 11 horas,
3" sais.
4" anno
1* cadeira.Dr Correia de Aranjo, de '0 s 11
horas. *
2 cadeira.Dr. Piuto Pessoa, de 11 s 12
horae, 4 sala.
4* anno
1 cideira.Dr Tibias, de 12 4 1 hoia.
2* cadeira. Dr. S<-hr, de 11 As 12 horas.
3* cadeira.Dr. )ja*,Hygino, de 10 s lf horas,
5* sala.
Passsndc-se depois a designscao das baos
para os exames que tem le ser falos na presento
epocha, a cora- (.ir do d 5 do orrente, qao fossi'm ellas compoa'as coin os meamos lentes
que serviram um exames da Novembro ultimo, sen
do as turmas com os m'-s-iios nmeros de estudan-
tea, prevalecendo os nomes, disposi^oes e as horas
para os ditos exames tambera os unsinos cima
designados para as aulas dos respectivos aonos.
Quanto aos estudantes qae devi-m ser admitti-
don a exames sera tfiados nesta Kacaldade as
Via-frrea de Caruata. .
Animaes.....
Via-fcrrea de 8. Francisco
Via-ferrea do L'.m.eiro .
1 4 29 13.399
1 4 29 9 8a6
1 28 114.991
1 4 29 45.740
Somma
ALGODAO
Eutradaa
Bateabas......
Vapores......
Via-ferrep de Caruai, .
Animaes......
Via-ft-rrea de 8. Francisco .
Via-ferrea do Limoeiro. .
Somma
UE2 DE MABfJ
A8SUCAR
Entradas
Via-frrea de Carusr .
Animaca
Soin mr.
AI.GODO
Entradas
Via-lerrca de Caruai .
Animaes ......
Das
29
4 Jl
a 29
4 29
4 28
4 29
Das
1 4 2
1 4 2
Dias
14 2
1 4 2
275.830
Sacen
4.367
2.206
1.409
11 506
4.088
9.915
35.491
Sacos
571
614
1.216
Saccas
6
SI
Somma.
lia vio despachada
Pat. ing. Weleh Girl, para :
Liverpool: 3 967 sseccos cem assacr
vado.
Carreg. Johoaton Pater & C.
60
masca-
90 d/u vitta
ti 7/8 4 5/8
382
75
385
3 So
49
!6
221
224
221
210 0
Catadlo sle sanear
asi 2 de subco ca 1888
A Assoetaooo CommcrenU Agrcola, regisrr;u .:
preape abaise, (iijvi ao agricultor por 15 kilos :
Jato* Pinto ...... 2 A 700
Ootonia Isabel..... 2#8tM
rubina pulverizado. 2/2iX) a 2A,it.)
Srsneo 3.' superior 2A700 a 2A8CM
3.' boa ... 24500 a 24600
3. regala;- 4200 a 24400
Sosenos...... 14700 a USOu
aasavado pargiido 1 *54u s 1 A*-0
bruto. 14200 a 14310
tama..... 903 a 1*000
Cata>eXa de alg xa 2 na mbo db 1888
O mercado de a godo maateve-se na mesma
posiclo de aonte
BsBiradaa do aisarar e algado
su m na ravaasno
| ASSUCAR
L*atia4siB^ das Saeci.s
1 a 29 91.811
Paula da .iTaodega
ssMaaa db 27 de fbvbuiibo i 3 db masco
DI* 1*'S
(Vide o Diario de 26 de revereiro
\avias A carga
Barca portuguesa Novo Silencio, para Lisboa e
Porto.
Barca oortuguczi Lope* Duarte, para Lis coa e
Porto.
Barca noraegnante Profusor Nordeuskiold, para
Esta dos-Unidos.
Bar Ce. sa'ca Jneob, para Canal.
Btrca nornague Potycarp, para Liverpool.
(J.rc i americana Daisy, pra Nt w- York.
Bnr.-n illmA Mispah, pi" Estado-Unidos.
Bngu-' ingles Admiral Tromp, para Rio Grande
do Sol.
Lagar allemio Djl Capo, para Canal.
Patacho portugus Dous IrmSot, para Lisboa a
Porto.
Patacho oacioeal Francoln, para Porto-Alegre.
Patacho nacional Ltuitano, para Pelotas.
Viipar incles Waterlu, para Liverpool.
Vapor iogl'Z Estrella, para Pjrlo-Alc^re.
.\v aa deaearga
Barca noroeguenae Dux, carvo de pedra.'
Bnr'-a noru gaense Norge. carvo de pedra.
Barca norueguen: SoUd, arv> d" pedra.
B Barca soraegueoaa Progress, carvo.
Briga* alkmio J. O. Fitht-, fir.llo.
Lgr ingles freidig, c.rvo.
L^ar ingles faragero, bacalho.
Lg>r ingles Lucy March, carvio.
Lugar allemio Edwurd Johnith, varios gneros.
Pi.cho ugles U ny Mary, Oac.lho.
Patacho nacionni Rival, xrqu .
Patach i alie mi > Antn, x.rqur.
Importaco
Vapor ingles Mtiiier, entrado de Liverpool e
Lisboa em 29 de Fevereiro e coosiguado a Johni-
tvn Pator k ., saamtastoa :
Carga de Liverpool
Amostras 4 vola mes a diversos.
eesopetates lisias, ti proporci > qae forem sendo
detpacbadasat pe'i(:cs coj que estivcrem no caso
de ser atteudido*.
"Secretaria da Faeuldade de Direito do Recife,
2 de Mareo de 88.
O secretario,
Jos H. BettrrtL de Minetts.
DtlitARACOES
Couipanhia de boiii-
beiros
Esta compaohia aoeita propostas para o forne-
cimebto de fardamento at o dia 9 do correntr, as
2 horas da Urde, hora em qao serio bertss em
conselho o em presenca doi proponentes.
CiassificseAo:
Busos de panno, brim era pardo 35
Ctlcas, idem, idem 35
Gimisis de morim 35
Gravatas de seda oa sarja 35
B'tinas 40
CapirSo A.nir,
v Commandante.
IRHAMDADB
DB
S. Bom Jess das Dores
Toado a mesa regedora resolvido fasr a pro-
cissSo de 8. B-m Jess dos Pibres Aflictos, e
tendo obtido a devida Iroenca de 8. Exc. Ravms.,
por iesptcbo de 1* de Marco, rog-i sos devotos
da Milag.-osa Imagem saa coadjavafSo para po-
der levar a effeito com toda decencia e solemni-
dade o referido acto, podeado os devotos entrega
rem sass esprtalas s respectivas commissSes e
ao tbrsiureiro da irmandade.
Secretaria da irmandude de 8. Bom Jetas das
Dores em ?. Goocallo, 3 de Marco do 1888.
O secretario
SonfBs Rosas.
Estrada de ferro de lli-
beiro a. Bonito
Previne-se aos 8rs. Acoionisiss, qae a ; do
correte, fiada o praso de 30 dias para realisarem
a 9* entrada de suas cedes, Am a. malta de
20 ';o, uos termos do n. 1 do S 2 do art. 9 dos
Estatutos.
O accionista qie nao rea'iaar suss entradas na
Lrm determinad i, perder mnediatamente em
beneficio da empresa as entradas qae j tenhsra
feito.
R.cife, 1 do Msico de 1888.
Jos BelUrmin < Pereira de Mello,
Director secretario
Goipaniia C xnmuuico aos senbores accionistas qua a di-
rectora em sessAo dn hontem, resolvea o recolhi -
meato da decima e ultima presuco do capital
desta companbta, e mirco-o o praso de 30 dias,
contados de bojj 4 9deMar(> viudouro, pura
dito reeolhimento.
Recife, 10 do Fevereiro de 1888.
R. Menetes, Gerente.
Obras publicas
-Da ordem do Illm Sr. eogeobeiro direetor geral
da reparticao dss nbras publicaB e coaforuiC k
aatorisacAo de 8. Exo. o Sr. vice-presidente da
provincia, de 22 do eorrente, taco publico que no
da 10 de Marc > viodouro, ao meio dia, rceebe-se
propostas em cartas fechadas e competentemente
selladas, pira a execuoio dos reparos do proprio
municipal que serve do cadeia na villa de Seri-
uhiem, oreados em 1:53644'*9.
O orcameoto e niais condic i- do contrato se
acbam na secretaiia deta reparticio, para sercm
examinados pelos senbores pretendentes.
S'-cretaria da rparticAo da ubras publicas, 23
de Fevereiro de 18S8.
O eneaheiro secrttario
Luis Antonio C. do Alboqaerqae.
Agua mineral 20 caixaa 4 erdem, 10 a Feruan-
des & Iinios.
Armacoes de sellins 2 caixs a W. Haldsy
*C.
Arcos de ferro 120 fcixes a Albir o Silva & C,
00 a Reis Ae Santos.
A'piste 40 saceos a Domingos Crus & C, 20 a
Joaqaim Duarte 8i>r.5eB & C, 10 a J. B. de Car-
valbi. y
Batatas Ocaizasa Goocalvcs Rosa A Fernn-
des, 80 a Blackburn Nedbaa & C, 50 a Torres
Irmr.
Biscontos 5 canon 4 ordem, 6 a Jos de Maca-
do, :' a Joaquim Felippe A Agoiar.
Barrilhi 35 tambores a Fernandos da Costa
&C.
Bigoroas 22 a Ferreira Guimsries & C
B irras de forro 90 aos meamos, 80 a Gomes de
Mattoa IrmA s, 125 e 20 feixe. a W. H.liiday
C.
Csoelia 2 caixas a Joaquim .Felli-re & Agoiar.
Correales de ferro 1 barrica a W. alliday
Cominho 12 saceos 4 ordem, 10 a Gomes c Pe-
reira.
Chombo de maoicAo 100 birris a W. Halliday
ai C, 50 ordem.
.Cios de chumbo 3 barricas a Ferreira Guima-
res A C, dito de ferro 1 a Vctor Neesen.
Ovo da India 2 saceos a Gomes o) Pereirs, 3
ordem.
Chapas para fogio 30 a Prente Vianoa A C.
Cha 41 grades e 10 caitas 4 ordem, 14 grades a
Fernaodes & Irmios. 2 a Josqaim Felippe &
Agaiar, 5 1/2 caxn a Jos Joaquim Alves & C.
Cervejs 35 barricas ordem, 40 a Feroandes
da Custa & C, 0 a Fernandes & lrmA-oa, 20 a
Francisco Goed U .mingos Ferr. ira da Silva & C.
C ordem.
i'. u -t 30 rolos >i G. C da Costa Moreira Se C
Ci pido 7 Caisoea a Albino Crus A C, 1 a Ha-
noel Josqaim Ribeiro i C, 2 a Ferreira Barbosa
& C, 1 ordem, 1 a F. deCatvalho fc C.
Caodieiros 8 caixSes a Joao Ferreira A C, 5 4
ordem, 2 a J. A. de 8' osa.
Couros 1 caixAo a Vctor Neesen.
Drogas 4 voiames a Francisco M-uoel da Silva
& O., 2 a J. C Levy.
Enxadas 58 barricas a Prenle Vianoa & C ,
100 a Antonio Duarte Carneiro Viauna, 15 a Per
reir Guimaries A C.
Estopa 6 lardos ordem, 10 a Luiz Jos da
Silva Cunnarie;, 5 a Amonio Iimioa & C.
Ervadoce 2 saceos Gomes A Pereira.
Fio 6 fardes a Olivcira Bastes & C., 2 a Lua
Jote da Silva Guimaries, 2 a Samuel P. J huston
a C, S a W. Halliday & C
Ferrageus 28 voluin-n a F-rreira Gjimaiies ^
C, 43 a Albino Silva & C, 25 a Viauna Castro ci
0,39 a Prenlo Vianna tu. C, 3 a .Maoool Joa-
quim Pereira, 2 a Nonas Fonseca 4 C-, 5 a Go-
mes de M.tio-. I mios, 20 a Miranda A S um, 11
a A. Duarte Caruiiro Vianoa, II a W Halliday
& C, 14 4 orotm, 4 a H. Naesch 4 0,6 Reis
Ce Hantos, 9 a J. de Axevco k. O
Fosareiros 2U0 a Gomos de Maitos 1 raaos.
lolh.s de Floudres 65caixis a Psreuto Vianna
& C, 25 a Antooio Duarte Carnein Viauna, 50 4
ordem, 15 a Ferreira Guimaries db C.
Graxa 3 barricas a Jos Josqniu A1 ves A C.
Louca 130 gigss a Amorim Irmas A C, 40 a
Gomes A Pereira, 49 e 3 barricas a ordem, 7 e 8
altas a B -rnardino Daarte Campos A C
Lioba 3 caildes a Antonio Duarte Csrneire
Vianoa, 2 a Guiioaros (lardoso & C., la Fran-
cisco Petroeelle, 38 Manotl Jcaquim Ribeito &
C, 34 a ordem, 8 a Migad Isabulla, 1 a Manotl
V Nevos, 7 a aues Fonseca A C 4 a Francis-
co Launa 6i C, 4 a Prente Viauna & C, 4 a
OliveiraDasto & C-, 1 a Res a Santos, 2 t> N-tto
Campos t ('., 1 a S.aza N .guaira & C, i l G
mes de Mattoa Irmios.
Lona 2 tardos a Joaquim Alves da Silva San-
tos, 1 a W. HalHdsy 4 0-, 3 a Antonio Daarte
Carneiro Vannos.
Iraaassdade ste Nossa enhora da
loas
Db ordem da mssa administrativa, convido a to-
dos os irmios que faxem prtada iress provecta
para rencirem-se em nosso consistoriodomiogo 4 de
Marco, 1 hora da tarde, para de accordo coa o
art. 23 do nosso compromisso, procedermos a elei-
cAo de procurador geral, cojo lagar se sena
vsgo.
Secretaria da irmandade de Noisa Senbora da
Los, 29 de Fevereiro de 1888.
O secretario,
Luis Tavora.
Companhia Phenix Pcr-
Dinbucaiia
Os senhores accionistas sao convidados psra a
assembla ger-.l ordinaria, qae dever ter lagar
oo dia 13 de Marco prximo, 1 bora da tarde,
no escripterio da companhia, raa do Commercio
numero 38. A coavocicio fm p r fias :
Deliberar sobre o inventario e eontai da adaii-
nistrscio, e dar execuoio ls parte do f Z" do
art. '0 dos estatutos.
Pernambueo, 27 de Fevereiro de 1868. = Pela
companhia Phenix Pcrnambacana
Os administrad r'-s
Luis Doprat.
Manoel Gomes de M-ttos.
Manoel da Silva Maia.
C ob Lili rario Pinto Jnior
EleleSo da nova direcfori.-i
Do ordem da Exma. Presidente, sao convidadas
todas as socias desta sociedade afim de, no da 4,
As 10' horas da manbS, em eua respectiva sede,
elegerem a nova directora, conforme dispde o
art. 20 dos Estatutos.
Secretaria do Club Litterario Pinto Jnior, 2
do Marco de 18S8.
A l* secretaria,
Maria Lin iim.
k' (l.\ do Sup.% Arch.-.
do Un.%
*.-. B -. Cavalhelros da Cruz
De orden do Beap. Ir. Ven.-.
sao rossvldadoo lorio* o OObr. .
ueoia.tus Off. '. a eomparecerem
eoa soasde no dlss S de Marco sin
rlouro. "a 1 lio < da noli o, nfim de
proceder-ve o eiso de posse Un
LLu o msla OOia.'- qae tests de
funtrliinsr sio ful uro anno mar.-.
de 5M88 a 58SO t devendo (odosj se
aprescnlarcm decente* e revesti-
do* de suas respectiva* inslgnist*.
Becife. de Fevereiro de 1988
B.'. V.-.
Eduardo Cionrnl 18.'. Seeret.-.
Companhia ferro-car-
ril de Perriambuea
Na prxima segunda-feirs, 5 do oriente, ser
aberta ao trafego a linba da Capunga, prolonga-
meoto da de Fernandes Vieir, sendo que, prj-
visor'ament". os carros 16 chgaro at a roa
das Pernambucanas. Amanba ser poblicudo o
b' rario e t. d-b os esclarecimestoj precisos sobre
este novo servici.
Recite, 3 de Marco de 18R8.
Carlos Alberto senrses,
Gennte
Obras publicas
De ordem do I Im. Sr. engenbeiro director eeral
das obras publicas, e conforme a ord-m de 8. Exe.
o Sr. vice-presidente da proviucis, de 16 do cor-
rente, t-ico publico que no dia 5 de Marco via-
doaro, ao meio da, nesta repartidlo, recebe-se
propostas em e.rtrs fechadas e competentemente
sdladas, para a execocio de reparos do pjatilhio
da estrada de Luiz do K> c -. un Santo Amaro das
Salinas, oreados em 80548'IS
O orc acham nesta secretaria paraje: em examinados
pelos pretndeme.
Secretaria das obras publicas de Peruambuco,
17 de Feverciiode 1888.
O ngenheiro teerftari i
Luis Ant- ni.) CavalCHnte de A buquerqne.
m THATRO
SANTA ISABEL
HOJE SiiWiml ."> mpreleiivelmeiio
REPRESENTAGiO DE GALA
Un regoaljo
AO ANNIVERSARIO DA TERMINA QAO DA
GOEREi DO PARAGUAY
RECITA EM BENEFICIO DA l.1 ATRIZ INGENUA BRAZILEIRA
}). SOiM MONCLAK
Espectculo eta qae toma parle o eximio actor dramtico ,
SOARES DE MEDEIROS
Programma variado o escolhido dividido em quatro psrttfg.
UNICAC REPRESENTAgAO
P imelra parte
RepreseDtar-sa-ha a pcr>a em 3 actos
ABEiGOAlO VARTIRIO
* Segunda parte
TERRIBTL1S DEA^
(loipressfles do Paraguay)
Poesa recitada em scena aberta pelo artista dramtico
Pro^uayao do distincto brasikiro o Exm. Sr. Oonselneiro
e pelo mesmo Sr. denominaJa:
Gloria da Marinha Brazilera
so
COMBATE DG RIACHUELO
Terceira parte

"


'*

Amostras 4 voiumes a diversos. Carneiro Viaona.
Arroi. 880 saceos i orden, 20a Dcmiogos Croa I ataOBinsaiis o ferrageos 17 voiumes e pecas a
4 C 1(10 a Jos de Maced-, 50 a Ferreira Rodri- ISanrael P. Jobnatoo, 31 aOardoso IrmSo, 65 aos
gees C.
herdeiros B wmana.
Materiaes ptra estrada de ferro 7 voiumes
Qreat Western or Brasil Rai w*y Compauy.
Mercadorias diversas 1 volume a Gumr2e<
Cirdoso 4t C, 1 a J. A. Dius, 2 a Nautu Fonseca
A C, 2 a onl.ro, 3 a Maia Silva & C, 20 a Oo
mes de Ma'tos Irmios, 7 a K. de Orusma & C.
Movis & cunos a Antonio Ooarte Carneiro
Vianna.
Oleo de linhac* 36 barria a ordem, 25 a Fran-
cisco Manoel da Silva & C
Ubjectos para gas 1,126 voiumes a respectiva
empresa.
Frrsuoto 5 caixas a Jis Josqaim Alves & C.
PAs de ferro 10 reixes a Mir.-mda & Souza, 23 a
Ferreira Qaimaraes & C.
Papel de embralbo 80 fardo a ordem.
Perfumara 3 eaixas a Salasar & C
Pimenta da India 10 saceos a Fernandes da
Costa dr. C., 30 a ordem, 10 a Juaquim Felippe Agaiar, 3 eaixas a Qonoalves Rosa s Feroandes.
Queijos 5 caixas a Juaqaim Ouarte Simoes
S Vo.
Soda caustica 10 tambles a Francisco Manoel
da S>lva & C
Salitre 26 barris a Albioo Silva db C, 20 a or-
dem.
Saceos 7 fardos a Jallo Fuerstenberg & C
Tinta 1 barrica ordem.
Tintas 135 barricas a Francisco Manoel da Sil-
va & C, 141 ordem, 15 a F rreira Quimarl- s
4c C.
Tecidos diversos 4 voluntes a Olinto Jarditn &
C, 6 t Lonreire Maia a C.,8 a Querr & Fernan-
des, 10 a Silveira a C-, 51 4 ord. m. 2 a Alves de
Britto & C i 1 a Figneiredo & J 1 a Monhard Hu-
ber U.,3 B. Maia a C, 3 a R. da Carvalho &
J., 6 a Agostioho Santos & C, 26 a Andradr Maia
A C, 2 a Bernet C, 14 a Albino Amorim & C,
I a J. Coimbra 4 C 5 a Francisco Launa s C ,
21 a Machado & Pereirs, 34> Couto Saotoa & C, 1
a Andrade Lop.-s O., 3 a Almeida Duarte & C.
Whitk-y 1 caita a Torres Irmios.
Vidrua 3 caixas ordem, 1 a Jos de Aranjo
Veiga, 1 Manoel Joaquim Pereira.
Vinho 27 eaixas a L I. A. da Silva.
Z ac 6 barricas a W. Halliday S C.
/. .rci 10 barricas a Ferreira GuimarSes k C.
Carga de Lisboa
Azeite de olivcira 24 caixis a Paiva Valente
4tC.
Alfaaema 10 saceos a Joaquim Duarte Simoes
&C
Albos 50 canastraa a Francisco Ribeiro Pinto
Qjimaraes & <".,60 a Franci.eo Ou'-des de Arnujo
& Fino, 50 a Sousa B.sto, Amorim & C., 20 a Do-
mingos Ferreira da Silva 4 C VO a Paiva Valen-
te 4 C.
Asu'ejo 32 c.ixSis i ordem.
B-.gas 2 barricas a Martias Viegss & C, 1 a
Joaquim Duarte Siredes &t C
l ogoac 30 caixas a Silva Goiaiaraes & U.
Cantara 4 eaixas a Fraucsjj Ribeiro Piuto
Qaimaraea Si C.
Ceblas 20 caixas a Aroujo Castro e C-, 2J a
6on(alves Risa & Fernandet, 25 a Joaquim Da-
arte Simoes 4 C
Cal 25 barricas a Beato de Freitas GuimarSes.
Conservas 5 caixas a Domiogos Ferreira da Sil-
va d: C.
Caoos 22 rolos a Joaqoim Alves da Suva San-
tos.
Carne de porco 3 caixas a B.roardiao Daarte
Campes ar C.
Dtogui 7 votamts a Manoel A. Barbosa, |7 a
Rouqaayrol Frerea.
Duccs seceos 1 caixa a Manoel da Cacha Lobo.
Ferragens 5 caixas a Ferreira Guimaries c C,
1 a W. Halliday & C.
Fejio 2 saceos a Manoel S. dos Santos o Silva.
Impresos 1 caixa a Ltndeiiao Rocha, 2 a P-
rente Viaana t C.
Livros 1 caixan a JoSo W. do Medeirot.
L'nba 1 caixa a Mala Silva k C
Pedras 28 a Amorim Irmios & C.
Rosario 1 caizio a Francisco Liuria 4 C.
Salpicoes 8 caixas i ordem.
Sardinhas 50 li3 barricas a Aranjo Castre 4 C,
26 a L >pes ftt Araojo, 6 a 2 eaixas a Cunas Ir-
nioa 4 C, 60 a Silva Guimaries k C.
Tamancos 2 caixts a L-ito Basto C
DiTO DI 0PESS1
Cantada pelo actor A. BORGrES e pela lien ruciada
Quarta c ultima parte
Comedia em um acto do theatro portuguez sempre apreciada com m&gao sao-
eesso nos th?atro8 do Brazil e Portugal
OS SANTOS DE BARROS
Principiar as horas do eos turne.
A beneficiada nos intervallos ir comprimentsr e agradecer as pesaoas que acei-
tando o sea convite, deram-lhe tnais uira porva de considerado.
Haver trena para .svplpuco e Oliada. Komis para todas
as linaas.
Vioagrn 20 pipas e 50,5 a Paiva Volente & C.
Vinho 20 pipis a Joaqoim Ferreira de Carva-
lho de C, 18 e 10,5 a Silva Guimaries 4 C, 10 e
50,5, 20,10 a Joao Fernandes de Almeida, 20, 20,5
e 20|'0 a Domingos Crus 4 O, 14, 35(5 e 40,10 a
Soasa Basto Amorim 4 C, 605, 40|10 e 30 caixas
i ordem, 20,5 a Manoel Joaquim Freir, 10,10 a
A. C. C. Pinto, 10(10 a Josqaim Salgueiral A C.
9)10 a Rspbael Dias C. 10,10 a A. A. Ferr,an-
de-, 30|5 e 25|10 a Domingos Ferreira da Silva A
C, 2|5 e OjlO a Canha Irmios 4 C 5,5 e lOilO a
Nunes Fonseca 4 C, 5|3 e 10,10 a R. A. da Cos-
ta, 1(10 a A. da Silva Rodrigues, 2il0 a Bernar-
dioo Duarte Campos a C, 1,4 a A- Oliveira 4 C,
55 caixas a Ferreira Rodrigues 4 C, 50 a Paiva
Valente & C.
Kxptrtaoo
sem, Io de si4nv >* 1888
fAxra o enersor
No patacho americano Daisy, carregaram :
Para Estados-Unidos. Boratelman 4 C. 1,500
saceos com 112,500 kilos de assocar masca vado.
No Vapor ingles Finsbarg, carregoa:
Para New-York, J. G. Coimbra 26 saceos cam
19,257 kilos de assacar mascavado.
Para o interior
No hiate nacional Camelia, carregoa :
Para Natal, M. Amorim 260 cascos com 1,500
litros de genebra e 10 barricas com 150 kilos de
doce.
Na barcaea Flor do Rio, carregoa :
Para alamangaape, M. Amorim 22 caixas com
176 litros de gmebra.
Na barosc* Flor da Barra, carregoa :
Para Cidade do fasso, J. Gnimaraes 10 meios
de sola.
Heudiineutos pblicos
10 talhos a 24 2O00O
3 ditos a 14 34000
A Oliveira Castro 4 C.:
54 talhos a 1* 54*000
De ve ter sido arrecadaa nestr s
dms a quantia de 1934140
Procos do dia :
Carne verde de 240 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 560 a 640 ris idem.
Karinha de 20) a 28J ris a cuia,
Milho de 240 a 281 ris idem
r'eijio de 610 a 1* 00 idem.
Matado uro publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga (7
reses para o eonsneo do dia do boje.
Sendo : 57 reses pertencentes a Oliveira Castro
-tC., e20 a diversos
Vaporea t entrar
HEZ DE MABOC
Renda geral
Do dia 1
liara de 2
US DB 1ABQO
Alfandet/a
38:1494303
6:52U902
Renda provincial :
Do dia 1
dem de 2
2:9141325
4;42U634
64.6714205
7:335*959
Somma total
seccio da Alfandega,
72:007*164
2 de Mar;o
Segunda
de 1888.
O thesonreiroVoreitcio Domnguts,
O chefe da seccioCicero B. de Melio.
, Becebectorla (eral
Oo dia 1 1:4554059
dem de 2 3.8564779
5:3114838
uolelpal de S. fos
Mercado
_ moviinento deate Mercado no da Ia de Margo
foi o seguinte:
Encraram :
33 bois pesando 4,792 kilos, sendo de Oliveira
Castre 20 1/2 ditos de 1*, 5 de 2a e 7 1/2 de
partiealares.
312 kiloa de peue a 20 ris
33 cargas de farinha a 200 ris
14 ditas da fruc.'as diversas a
300 rs.
11 taboieiros a 200 ris
13 Sumos a 200 ris
8 Matutes com legumes a 200
res
Foram ocenpados:
27 columnas a 600 ris
1 escripterio .
20 compartimentos de farinha a
600 ris.
24 ditos da eosaida a 600 ris
89 ditos ds legumes a 400 reas
18 ditos de sainos a 7i0 rU
10 ditos de Iressuras a 600 ru
Norte......... Maranhao......... gmsnhi
Sul........... A'g. vina......... amanha
Europa........ Equateur.......... 6
Sal........... Al!'enea........... 6
Sul........... Para ............ 7
Earopa...... Ville de San-Nicolas 8
Europa....... Turnar............ 10
Sal........... Ville de Macei.... 12
Norte......... Mandos........... 13
Estados- Unidos Advance........... 14
Sal........... iTaott*............. 14
Sal........... Espirito Snnto..... Vtlte de Pernambueo 16
Earopa....... 18
Sal.......... Portugal.......... 18
Norte......... Pernambueo....... 23
Europa ....... -Yei'a............. 24
25
Earopa
Sal ....
Eurcps
XilU de Baha..... 28
toe.............. 29
Tren............. 31
Vapores sabir
IfKZ DE MALi;..
Aracaj e esc S. Francisco.......boje s 5 b.
Sal......... Maranhao......... 6 s 5 b.
Buenos Ayres Equateur.......... 6 s 2 h.
Est.-Uaidos. A.lianea.......... 7 a 4 b,
Norte....... Para.. ..-......... 8 s 6 h.
Sul......... Fiie-d-5(i A'ico.'a 8 1 h.
Buenos Ayres Tamar............ 10 s 2 h.
Havree esc Vii.'e de Maceu ... 13 s 4 b.
Sul......... Manaus........... 14 s 5 h.
Santos e esc Advance.......... 14 s 4 b.
Southampton. Tagus............ 14sl2b.
Norte....... Espirito Santo..... 17 s 6 b.
Santos e esc. Ville de Pernambueo. 19 a 2 b.
Bordeaos... Portugal......... 18s2h.-
Sul......... Pernambueo....... 24 s 5 h.
Buenos Ay.es Neva............. 21 s 2 h.
Norte....... Maranhao......... 27 s 5 b.
Santos e esc Vite de Baha..... 29 s 4 h.
Southampton. Elbe.............. 29 s 12 h.
6424o
64600
44200
24200
2*600
Mov-lmento do porto
Navios entmdo8 no dia 2
Santos- -6 das, vapor ingles Birkhael, de 937 to*
neladas, Commandante David fr.fit, equipagem
20, em lastro; ordem.
Rio Formse e Tam*ndar 30 horas, vapor na-
cional Oiqui, ae 223 toneladas, commandante
Alfrtdo Muuteiro, rquipigem 20, em lastro ;
C mpanbia Peroambacaoa.
Navios sahidos no mesmo dia
Santos e escalaVpor austriaeo Ziohy, comman*
dante L Morovicb, carga vari na gneros.
146001 Ntw-Yoik Lugar ingles Harence, capitao Sa*
| niue! Faccj, carga assocar.
164200 CanalPatacho ingles Welsh Girl, capitn David
3qq Daveis, carga assuear.
Liverpool Patacho allemio Lena, cspitSo N.
104000 Crasa di, carga assaear.
124000 I Observscio
8&Ifiuo I Proeedeate da Terra Nov* fundeoa no lsmari*
124600 s 4 1/2 becas da tarde, a baea inglesa Harpas-
64(jqq ; lian, a qual ala commanicou eom a trra.



>

<
.-.


&
I-


PRADO PERlMBMNO
dsL sexta corrida.
QUE SE EFFECTUARA' NO Domingo, 4 de Marcjo de 1888 A's II horas da manh
Ha. >ome dteles ||PIIM Valuraliila dea Pea o* X;t da vrdlmiDi* i Proprletarlon
1. Pareo-Dr, Beltriio-1000 metros. Egoas da provincia. Premio* : 1504 ao i*, 4WJ ao 2- e o 3 livra a entrad
"\
l|Hebr.......
2 Araia......
3|Pregu'Cia.....
BDDO?
-
1 Redado
Pernamboeo.....M kilt.
51
m <
IKoearoado e branco........|J. P.
Kiearnada e preto.........Ir'. Carneiro da Cunba.
P. oto e encarnado..........|K. G. C. P.
9 Parto CoDftolitrdo800 metrosAnimara da privincia que anda nao tenham ganho. Premios : 100/ no 1", 2 aj 2. e o 3.* livra entrada
l[(Jequitaia ..
Ilongy.....
'ery 2....
Cndor ...
L'Epicier
tg'y......
Muribara ..
2
3
4
5
6
7
8
9
10
II
J-'
1
11
anuos.
Yucueiro..... 5
Curi
v'ii toria .,
Sbird___
itila.....
icela____
i'elephcne .
Rodado
Baio.
Castnuho.
Redado...
Rusto ...
Rodado ..
Foveiro ..
Kodsd) ..
astai.ho.
Pernaaabuco
36 kilo.
06
56 a
55 .
56 .
56
56
56
56 a
56
66
66
56 .
56
Atul e branco..............
Hrancj e preto.............
Mniroo e creme............
lirauco o encarnado........
Encarnado e aaal..........
Encamado e preto..........
ferdsl e amarello.........
liranco e a.ul............~.
Grane> e amarello... -......
Amarello.................
Encarnado e preto.........
iSocarnxdoe ufane..........
Ortoat e branco...........
Branco ...................
Man- el ei vasio de MeJeiroi.
J. J. de Araojo.
P. G-.
PeKppe Benicio.
J. (jnica Qanchet.
ir*. Draudo.
A. Zacaras Lint.
S. de B.
Lucio Jos Monteiro.
H.J.
F. Ciinboiro.
F. A. da Silva.
Augusto F. d'Oliveira.
J. C.
COnPANHIE DBS HEMSAI.E
BIES MABITIHEW
UNHA MENSAL
0 paquete Equateur
Commandante Minier
Espera-30 da Europa at a
da 6 de Mareo e seguindo
depoisda de mera da costume
para
Baha, Rio de Janeiro, Bueuos
Ayres e Jioolevidco
Lcmbra-se aos senbores passageiroa de todat
as claases que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em-qualquer tempo.
Previne-se aos senhores recebedores de merca-
dorias que s se attender a reclamacdes por fal-
tas noa volumes que forem reconhecidas na occa
nao da descarga, assim como devero dentro de
48 horas a contardo di da descarga das alvaren-
gaa fazerein qualquer reclamado concernente a
volumes que pjverntura tenbam seguido para os
por tos do su I, afm de poder se dar a tempo as
providencias necessarias.
Para carga, passagens, encommendas e dinh?t
a frete : tracta-se com o
AGENTE
Auguste Labille
9-RA DO COMMEHCIO-9
CHARGLIRS REUN*
cerapanhia Franeeza de Navega
cao a Vapor
Linha quinzenl entre o H.yre, Lia-
boa, Parnambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
0 vapor Mi k Sai Nicols
Commandante Henry
3. PareeDr. Soma alele1030 metro*Auimaes da provincia Premios : 200/ ao P, 40/ ao 2* e o 3 livra a entrada
i
Calino ....
Piisca ....
'/ i-nby ...
Andorioba
; a unos.
8
0
5 V
Baio___
Foveito.
Redarlo ,
Pernamboeo
*
56 kils.
56
58
56
Encarnado e branco........ Julio Cavalcante.
R sa, acul e branco........I Al varo Perras.
B'anco e aaul.............I Bernardo D. Pessoa.
Eacarnado...............(A- Bastos. .
4* PareoJouo J. Asaortm.-800 metros. Potrancos da provincia at l aones Premios: 100/ ao Ia e 20/ ao 2*
11 Putativa
M m sa .
o Dengosa
ancos. ICastanho..
Pernamboeo.

52 kilf. (Atole curo...............iRodolpho MotU.
Sfl [Encarnado e aaul.......... JA. F.
b j Encarnado e o aro.......,..|M. P.
5a PariClub Inti ruacloniM de Recaa* 800 metrosAnimaes da provincia. Pernios : 150/ ao 1", 3J ao 2. e oS livra a entrada
P' 7.........
Oiola........
P ry 2.......
Tt mp-sfa'le .. .
Iigazeira ..
Pa Florea....
annos
Baio........
Castaubo.....
tiodado......
Baio. ..
A'aso
Pernamboeo..... 158 ke. lA.rr.!.- obm.....
f iBrancr o f-cp.tl.
56 | Marrn B iT"
56
46
54
Branco e encarnado
Encarnado e aaal..
Eucaruado........
Manoel Jor Martina.
Augusto Frederico de Oliveira.
F. (i.
Uodolpho L al.
Augusto Contibo.
A. Bastos.
6" Pareo.Or. tooialves Plato1600 metros.Animaes da provincia. Premios : 200/aol*, 404 ao 2* e o 3 livra a entrada
11 Funerario.
'-' T lisioau..
3|Edo......
annos.lPreto.....t...IPcrnambuco .
JAIaso........ I
ib).....| *
Castaoh
PareoDr. Moreira Alvee-SOJ metros.Aoimacs da provincia.
54 kils. iPrrto e branco.....
56 I Marrn e reme.....
l iCnsaroaooe branco.
Joaquim Braga.
F. D. Reteode.
J. Cavalcante.
Premios : 1004 ao l*, 204 ao 2" e o 3* livra a entrada
1 Taqnary. ..
2 Teatamen ..
3'Bilontra. .. .
4.Ti mpestade ,
.M ieotm.....
6|Veiy-Well. .
aones
Rueao-pedrea ..
Castanbo.....t

Ridado.......
Foveiro.......
Castaoho......
Peroanibaoo <


58 ks.
64
54
66
52
52
Branco e aaul.......
Eocaroardo........
Encarnado e creme..
Branco e encarnado .
Encarnado e branco.
Encarnado e preto ..
Flix (Jypriano.
S
Pedro Alves da Silva.
Rodolpho Leal.
Manoel Paulino.
Agriiino Pereira.
ROYAL M4IL STEAM PA(KET
COMPS
O paquete Tamar
E' esperado da Europa no dia 10
do correte e seguir depois da
demora necease ria para
Maoci, Babia, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo e Rueos Ayres
0 paquete Tagns
esperado do
su)ate odia 14 do
'correte e seguir
Idepois da demora
necessaria para
A. Vicente, Lisboa, vigo e Son
(bampton
Reiuc$ao de passagen
Ida Ida e volla
A' Ponthampton-l classe 28 42
A' Lisboa 1* classe t 20 130
Camarotes reservados para os pasaageiros de
Pernambnco.
Para passagens, (retes, etc., tracta-se c-.m so
AGENTES \
Aniorim Irmos &C.
S. 3- RA DO BOM JESS -N. 3
Espera-ae da Europa no dia
ti de Marcoo e seguindo de-
pois da demora necessaria
para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Boga-sc aos 8rs. importadores de corga pelos
vapores dista linha, queiram apresntar se dentro
de 6 diaa a contar do da descarga das alvarengas
qualaeer rccamacSo concerneute a volumes, que
porventnra tenham seguido para os portos do sal
afim de ae p iderem dar tempo as providencias,
neoessarias.
Expirado o referida prazo a companbia n3o se
responsab'lita por extravos.
Para carga, passagens, cncommindas e dinhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
A guste Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
COMPAMIM PIiHklCl^.i
DE
NavegacSo eostel^a por vapor
PORT03 DO SUL
VIAGEM EXTRAORDINARIA
Macei, i ciiedu eAracaj
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 3 de
Marco a 5 horas ds
'tarde.
Recebe carga at c
'da 2. .
Encommendas, passagens e dinheiros frete ate
i 3 horas da tarde do dia 1.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pamambucana
n. 12
' Leilo
De terrenos, casas a divida da m&saa
lida de Jos Joaquim Pereira
Mendocca
A saber Jl|
Na comarca de GwwnLur.s
Uuj sitio no lcgat Bom Ser.
Urna casa terrea de faipu, coberta de telha nu
lugar Sambbyba.
L'uja armacio de casa na ra Bella^da mestna
cidade.
Em Correntes
Urna casa terrea e l pedaco do ierra que foi de
Ksymen Silbston.
Em Calende
Lm terreno ecm casa da vivenda e mais 4 pe-
quenas cas-s, recebidas oro paganieuto da deve-
dor L. B. do Reg Barros.
As dividas da rtferida massa quo importam em
cerca de 40 conloa de ris, de conformidade coin
a nota que ser encontrada no escriptorio do aren-
te Pinto. 8
Qnxnta fera 15 de Marqo
\'s 11 horas
llua do Marques le OMnda n. SS
. O agente Pinto, levar a leiao por nuterisaedo
dos administradores da massa (llida do Jos Joa-
quim Pereira de Mtajonea, nao as divi-
das como os terrenjs e caBas aeiina mencionados,
pertrnceotes a referida massa, a 11 huras do dia
cima dito, no armazcm da ra do Marquea de
linda n. 52.
A
Aluga-se casas a 8T>U no neceo dos Coa-
hos, junto d? S. Ooncailo : a tratar na ri/a d
(mperatriz n. 66. ---,-!
Alugam se aa tosas terioas ra Bario de
S. B..rja n. 19, e pateo, do Ti-ijc n. ?2 ; a tratar
ra do Pilar n. 56.
Pede-seao Sr.'Silvestre Jos Pereir vir 4
ra Duque de Caxies n. 48, riceber urna carta
viuda de Lomada.
Precisa-se com urgencia de urna oerfeita co-
oheira ; a tratar na ru da Soledade a*. 82.
LEiLUES
Leilo
J
[*) Montado por amador.
OBSERVACOES
Ncs inlevalles des 3., 4/ e 5/ parees serao vendidos era leilo os seguintes cavallos perlencente a Goude-
aiia Pernambueana :
Zamoro-cxCalote, meio srmguc, filbo de Fil de Escosse e egua Cotia, S. Paulo.5 annos de idade.
-Asteroide, meio singue, Cilio de Flor de liz e egua pelluda.2 annos de idade.Rio Grande do Sul.
Salan, pelludo. Paran, 3 annos de idade. ,,,j
Pede-se aos Sis. proprielarios dos animaes inscriptos no primeiro pareo o especial favor de lel-os no ensi-
Ihamento s 10 horas da manha no dia da corrida.
Os bilhclcs acham-se venda nos lugares do costume, at a vespera da corrida e no dia da corrida em mo
Os Srs. propietarios dos cavallos inscriptos podem procurar os seus cartfies de ingresso e de seas criados e
jokeys no Prado al s 6 horas da tarde do dia 3.
Recife, 29 de Fevereiro de 1888.
Mar colino Rodrigues da Costa Jnior,
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II
O GERENTE,
Companhia de edifi-
ca^o
Aos Sra. accionist.ua, possuidores cas accoes de
Butaeros abniso, communieo qua findou bootem o
egtrado praso de que trata o nrt. 8' dos estatu-
tos e aja* eeasafa a correr boje e termina no dia
Mete Mareo vidoro o rtioio praao para o reeo-
lbimento da nova prestacio mediante o jaro de
20/..
o33 1246 a 1255 1446 a 1455 1586 a 1595 1706 a
1715 1991 a 1995 1856 a 1860 1236 a 1245.
Recife, 24 de Fevereiro de 1888.
. R. Menetet,
Gerente.
Estrada de ferro de Ribeiro ao
Bonito
Imperial
P-t deliberaco da directora, sao cbsmadoa oa
Srs. accionistas desta empresa, para no praao de
COdias acontar do dia 3 de Fevereiro prximo,
realisarem a 10* entrada de 10 */- d.- suaa ac-
cSds, nos term is do art. 9 8 2' doa estatutos.
Recife, 31 de Janeiro de 1888.
Jos Bellarminj Pereira de Me'lo,
director secretario.
Sociedade dis Artistas
flchameos e Liberaes
De ordeno do irmSo director, ic i publico que
tendo a dir. ctoria desta sociedade de contratar a
arrematarn das obraa das omeinas do lyceu, re-
cebe propottH raicaria, feeb ad.ii o prj.ode 151 iJe diu uhi H&m de lhe, Mrcn.
das, a eontar deata data, na secretaria da mesma
g.ciedade, a 6 boros da Urde, e eneontrarSo a
planta, orcamento e as eondicoes para serem exa-
minados pe js pretendentes ; aisun como o material
para a mesma ser de 1 qaalidade.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mecbanicos e Liberaes do Pernamboeo, cu 28 de
Fevereiro de 1 "88. 01' aecretarlo,
Patera i ano Barroso.
Indemnisador?
Nos termos do g 4* do art. 44 dsa estatutos",
convidantes es senhores accionistas a re"nir- m se
em assembla geral ao meio da de 9 do vindooro
apresentadas as cintas do anuo social nado em 31
de Deaembro de 1887, bem aasim d^r-ae com-
primento ao que dispoe o 1* do art 24. Reci-
fe, 23 de Fevereiro de 1888. P. Companhia In-
demnisadoraOs dirretorea
Joaquim Alves da Fonseca.
Aatooio da Cuuha Ferreira Baltar.
Becie a oiiMi e B*l
Trem extraordinario
Neata data ficam sopprimidos os trena extraor-
idnarios qun nos domingos e das santificados fa-
xia as viagons de 10 li* di manh e 10 1(2 da
noiU-
Rec.fe, 1 ic Marco do 1888.
O "rente,
A. Pereira Bimftes.
Coipanhia do Beberibe
Ccmmuniea-se aos iotereaaados qne vSo abrirse
as oecco.'a do novo abaatecimento ri'sgua as rnaa
de Payaand, Chora-menino, Magdalena e adja-
c-ntes, assim como as ruaa do Corredor do Bis-
pi. Principe e aojn ce otes Para ase fim serio
previamente transformadas as antigss peonas
a'agna. c ea seguida se far novas eoofc ssoes.
Recife, 29 de Fevereiro de 1888.
Cccilisno Mimede
Director gerente.
S. K J.
oeiedude Becreallva Javealaalr
acjsio saagiia em commemoraco do 2.* nnnivcr-
ario da tiibliotbrca e sarao bimestral sm 4 de
Mareo.
(ion vi tes todos oa das, das 9 as 11 hjras ds
noit, na se:retaria deata sociedade ; nao aio ad-
mie-iveis segregad^s.
CJs senhues socios queiram procurar seos in-
gresaos, afim de evitar duvidaa oa antradit, todos
oa 'das ou e m mi do thesoarein, oa aa secreta-
ria i deata steisdada,
:retarin da sooie da da Recreativa Juventade,
27 ale Feveieiro de 1888.
BANCO INTEMCIONAL
DO
Capitel
BRASIL
30,000:000^
dem reallsado l9,ooo:ooo
A eaixa filial d'eate Banco fuocciona roa do
CoiLmerao n. 40, aacca, 4 vista oa a praao, cen-
tra os segaiotea correspondentes no estrangeira:
Banco Internacional do Brasil, Rio
LONDON j de Janeiro.
(l a ( Leuden de Connty
( Banking Compsny Limited.
ParlaBanque de Paria & des Psys-Bas. _
Samborgo.......
Berlim..
Bremenie........f
Frankfurt s/ Main /
Antuerpia.......)
Boma...........\
Renova.........
Vapolea.........
Millo e mais 340
cidadea del Ita
"............)
Madrid..........
Barcelona.......
Cadia...........
Malaga........
Tarragonp......
Valenci e outraa
cidade -n Hes
panba t iihaa
Canarias .....
Lisboa.........\
Porto e mais ci-f
dades de Por-/
cugal c ilhas... ;
Buenos-Ayree... .)
Montevideo......
Sova York.....
* Deutecho Bank.
Benque d'Anvers.
Banca Qenerale e anas
agencias.
Banco Hipotecario de
Espaa e oas agen-
Banco de Poiiigal i
suaa agencias.

Ri
Englisb Bank of the
ver Pate, Limited.
Q. Amaink & C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e do estraogero.
Recebe dir.boiio em oonta corrate de movi-
mento com jums iaa&o de 2% ao anno e por le-
tras a praao juros oonveocionados.
O gerente, William M Webters.
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3* p. 9 v* er i
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1 ^s
r-2 -
5 a.
SS
n
n
So
s s
a> o
Do atas de 13 e metas de cSrea, avariadas,
movis, louca, vros, espelhos, quudros,
jarros c flores.
SABBADO 3 DO CORRENTE
A's 11 horas
Agente Pinto
Ra do Mrquez de Ohnda n. 52
Em continuadlo
2 camas de ferro com lastro de rame.
2 camas de Erable.
2 espelhos grandes .urados.
2 leilo
Agente Britto
De ama armacSo, balanza, utensilios e bons
gneros, da venda sita no Caenga, em
Beberibe.
O agente cima, a mandado do IIlm. Sr. Dr.
joia de direito e a requerimento do Sr. Ludgero
Joaquim Ferias Neves, vender em leo a re-
ferida taverna e generes, seudo i fluctuado na
mesma.
Segunda fera & do correte
A's 11 horas
Agente Pestaa
Leilo
Dai partes das casas terreas, sobrado e
sitio.
Jerga-feira 6 do crrante
Aomeio dia em ponto
No armazem ra Vigario Ttnorio n. 12
O agente Pestaa vender a quem mais der :
Urna parte da casa terrea sita A ra do Amarim
n. 38; orna dit* no sobrado sito 4 mesma roa n.
14 ; ama dita no sitio travesa da Casa Porte
o. 6. Todas estas partes vendem-sa livres e
deaembaracadss de todo e qualquer onos.
; Compra-se urna sella para cavalio j com,
algara uso, d-se preferencia sendo ingiera ; na
ra Nova n. 13, loja.
Precisase de urna ama de boa eouducto,
para fra da provincia : quem quizer dirija-se
ruadoViscondc de Goyanna n. 161.
Aruga-se o sobrado n. 46 ra-da Rods,
com bons commorjoa e muito fresca ; a tratar na
ruK do (inbiif n. 16. loja.
ProfeNsutraUrna seub.ra profesioual
no ensino, ae lcrcce para fazel-o em casas par-
ticulrea,.e todos os Irabxhoa de auiba e mais
outras prendas : na ra Vidal de N.greiroe nu-
mero 174.
VENDE-SE a casa terrea o. 61 ra do
Padre Floriano : quem pretender dirija-se ra
Primeiro de Marco, leja n. 13.
Aluga-se o segundo andar do sobiado n. 73
ra do Rangel, cora moito bous commodos e
muito fiescn, tendo a vantagem de estar prximo -
ao mercado publjco ; a tratar na ra do Cabug,
loja n. 16.
= Precisa su de uns protensora j idosa, que
saiba a lingua portuguesa e bem assiin a francesa
em teus rudimentos, para leeciooar era um enge-
nbo da fregueaia de Jaboato. ditante 2 1)2 le-
gse da estoco ; a tratar na ra do imperador
n. 81, das 11 s 4 horas.
Precisa-se
oicio n. 3.
de uai criado : na ra do los
Precisa-se de urna
Matrix da Boa-Vista n. 9.
AMA Precisa-se
ra do Sebo n. 16.
csinbeira ; na ruada
para ngommado ; na
Aluga-se um pequtno chalet cercado de
lidas A ires nessoa idnea que trate, stnlo so-
mente a honem solteir>, oceco i eutij. l\ me^ma
casa fjrnece-80 cal, papa o comida, como quisr ;
timb-'m se aluga urna eala c dous qnarrus ; ao
Caminho Novo n. 128.
A cadeira mixta regida pela professora Dona-
tilla Julia nimaras de Aibuquerque denomina-
da dt luade Mareilio Das, est fonceionando na
ru '. de Santa Rita V.lha n. 89.
Sa Iffliyel
Compaofcia Bravllelra de Nare-
gaeio Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Para
Commandante Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portos do sul at
o dia 7 de Marco, e seguir
depois da demora indispensavel,
para os portea do norte at Ma-
naes.
Aa eucommandas sao reeebidaa na agencia at
1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, paaaageas encommendas valeres
tracta-se na agencia
r-ORTOS DO SUL
0 vapor Maranhao
Commandante JoSo Mara Pcesoa
E' esperado dos portos do nor-
te al o da 4 de Mareo e de*
_pois da demora indiepensavel
seguir para os pc-tos do sal. '
ticc-oe tainoifm carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Qrande d.
Sul, frete modic.
As ercsmmcndas s sero'reeebidas na agencia
at 1 hura da tarde do da da sabida.
Para carga, passgens, encommendas e valores
trata-so na agencia i
PRACA DO CORPO SANTO N 9
Estrada de ferro de Ri-
beiro ao Bonito
Nlo tendo comparecido numero suficien-
te dos Srs. accionistas para constitoirem
o da 7 corrente a assembla geral convo-
cada, do novo sao convidados os Sra. ac-
cionistas desta empreza para segunda reu-
nilo no dia 6 do prximo futuro, s 12 ho-
ras do dia no escriptorio, a qual tero por fim
approfaoo das contas, eleiclo dos membros
da assetbbla geral, da commissto fiscal,
sa proceder com qualquer numero da
accionistas que comparecer ero.
Recife, 10 FeTereiro de 1888.
Jos Bellarmino Pereira le Mello.
rstario.
Navigaliooiompan)
STBATS OP MAQELLAN LINE
O vapor Potos
E' esperado da
Europa at o dia
11 de Marco, e
(eguir depois da
Jemora do costu-
me para Valparaso eom escala por
BahJa, Ro de faaelro e fe
Tldo
Para carga, paas-tgeirea, ene-mmeudas e inhdei-
ro a frete, trata-so coa a
AGENTES
Wllaoa su dk sj Mmitm
N. 14 -BA DO COMMERCIO-N. 14
L'nned Sutes & Brasil 1-S.8. C.
0 wjor Allianca
E' esperado dea portos de su)
at o dia 6 de Marco depois
da demora necesaaris seguir
para
narauhaw, Para, Barbados,
Thomax e New-York
Para carga, paaeagens.e ie minendaa y dinheir
a frete, tracta-se com oa
AGENTES
O vapor Advance
tspera-se de .e* t ,r -News,
at o dia 14 o Marco o qua)
seguir jepois de demora ne
asari'- psia
Baha, Hio de laneiro e Santos
Para carga, passagens, S eocoaunencaa tracu
as casa os
2.'
Importante
Leilo
DE MOVIS .
Terca felra. t do corrente
RA NOVA N. 35
Entrada pela ra das Floras n. 14,
andar
O agente Stepple por mandado e assistencia de
Exm. Hr. Dr. jais de direito privativo de orphose
ausentes a requerimento do inventariante do espo-
lio de Franciaco Vieira Perdigio, levar a leilSc j
urna importante mobili* de Jacaranda a Luix XV
eom 1 s,f, 2 cadeiras de bracos, 18 ditas de guar-
oico, 2 donkerques c-.m espelho, um par de espe-
Ihcs grandes com moldura dourada, um dito oval,
um dito com ps, 6 ricos quadres com molduras
donradas, jarros, tapetes, etagers, urna mesa de
meio de sala, porta-Ajres, escarradeiras, 4 cadei
ras americanas do balan; 1, urna cama de Jacaran-
da, nos grande e importante toilette de mogno c;m
espelho, nm lavaterio de dito com espelho o guar
nico para o mesmo, um guarda-vi stido, um guar-
da-roupa de mogno, com espelho, urna bonita ecm-
moda de mogno e cutre d. jicarand, mesa de
amarello eom gavetss,, cadeiras de junco de gnar-
mcio, 2 de dito de brac, 1 eo^e, 1 dita do rosca,
um guarda-louca de mogno, 1 apnrador de dito ecm
pedra, 1 relogio, 1 mesa elstica, copos, garr-.fas.
clices, 1 faqoeiro, faexs e garios avulsos, colhe
res, diversos objecros de pbantasi, 1 bidet de
Jacaranda com taupo de peurs, camas para me
ninoa, camas de vento, bacas, trem de cosinha .e
grande quantidade de livroa novos e osaaos'e on-
tros mu i toa objectos de casa do familia que sena
enfadsnbo meacionnr e que estar ao patentes uo acto
do leilo.
Ka ra das Calcadas n. 4 ;e di ,utm cura
radicalmente a erysipella e sua inchacSo por mais
horrivel que seja.
Cosinheira e eriado
Precisa-se de urna cosinheira e do um menino
at 14 annos 'para criado ; tratar ni ra do
Marques de Olinda n. 32.
Professor de msica
Jos Flix da Trindade nsr musicii, tanto vocal como instrumental, dea
tro ou fra da capital, p?r precji cortmodo ; a tra-
tar na ra Vidal de Npgreires n. 61, cutxlora Pa-
teo do Terco.
Engenhos Canoas e Ca-
noinha
Nirguem poder fazer negocio com os
engenhos cima, sem se enteoderem com o
i abaixo assignado.
i Joaquim Januario Pereira de Brita
Engommadeira
Precisa se de urna engoma adeira que lave e en-
g?mme, para pequea familia ; no pateo do C rao
n. 18, 2- indar.
iii socio com capital
para asseciar-se a urna importante leja de mia-
desas i a tratnr na ra N va n. 16.
Leilo
18- RA
AGENTES
Henry htm IC.
DO
l.ateiai
-N 8.
De gneros, armacSo, pesos, balanzas e
mais utencilioa rta taverna n. 33, sita
ra do Socego, fregu-'zia da Bda-Vista.
Quarta feira 9 d correte
Na moema taverna
A's 11 horas
O agente Ptppple competentemente autorisado
evra, a leo a armacio, gneros e mais uten
cilios da taverna cima.
Leilo
Do 2 sitios em Olinda,
MiUgms, com
r>
, Vitos na praia doa
cinco casas de morara,
contendo 60 ps de coqueiros e outros
fruatos, e distante do banbo cerca de
200 palmas.
Sabbado, 10 do corrente
A'S 11 HORAS
No armazem da roa Marques do Olinda
n. 19
O agenta Gosntio autorisado lata leilo dos deis
sitios acimt mencionados, pelo maior lance que
obtiver, podendo oa Sra. compradores trem ao Va-
radouro, venda n andar examinal os.
Para ticair instantaneaucnte a barba e os ca-
bellos braneos n gricalhis da mais bella cor preta
e cas'anho : veode-se na b-itica francesa de
Rouquayrol Frercs
99na da Crog=9
Padaria e relinaco
Vtnde-se a acreditada padaria c r fior-cSo da
ra da )i mneos J. e Martias n 84, com todo
os pertenc-s, tanto paia um como para outro es-
tabeleeiment, garantindo-ae a casa ao comprador.
Cim todos oa direitiis adqneridoa pelo antigo dono ;
qaem pretender pie dirigir se ao siguodo andar
i. ruado Vigario T. norio u. ^3, ou 4 ra da Ma-
dre de Deas o. 3, que achara com qoeav tratar,
anda mesmo por preco muito inferior .o qui
QUltcO.
Cautelas do Monte Soctorro
Cocpra-se e
qualquer parte
ras s 4.'
paga-se mais do que
na ra Direita n. 26,
em futra
das 9 ho-
Vende-se
a maito afreguezada tabaearfa, sita ra da Roda
a. 46, livre e desembarazada de tsdo e qualquer
ouus ; o motivo da venda teu proprid^^^^H
de retirar-ae para fra por seu mo estad?
Sa,de.
Cursi de trancez
na Velba k. ae
O abaixo aasigoado abri em at
curso ae franc
ao adiantac
"Mnsalidade-30 paansi ailisasasa
Baa
SSH
SBsl
i
i


-

I
;i
>

M Mil !
^luDiuo J de jlar^o de 1888
Gaida
Compra
do lole Soccarrts
e c r*cn-l" b*p-
l' rna Direifs o.



Precio-s
De perfetos officiaes
cig-arreiros,
na Fabri-
ca Dianna, ra Direi-
ta n. 17.
xrope FERRUGINOSO
do Dr DUSOURD
AppioTado pela Academia de ledicina di P&ns
Era um Relator i feito Academia
deMedicinadePaiis.osProfessores
Henry e Gunbau di Mussy afflr-
mario que este Xarope offerecendo
C todas as vantagens na pratica
t medica, era promptamente absor-
< 9io e ansimado economa .
Elle nao produz a menor irritacao
dos orgaos gastro-intestines e
dentro de pouco tempo restltue ts
forcis das pessoas enfraquecidi.s,
por perdas de sangue, priva-
goeu, excessos de q'ualqu-r
genero, ou lonyas molestias.
Gura rpidamente a chlorose, ou
fraquesa geral, as cores paludas,
a anemia e certas perdas; res-
tabelOT* o fluxo menstrual c
torna rag lar o seu apparecimento.
Combate finalmente os accidenten
nervoBos a que sao frequen temen te:
sujeitas as senhoras o as mocas
mesmo solteiras.
Deposito em PARS: 8,RueVivienno.
Admirem!!!
a grande reducc,o de
presos
Wb-b scgn'nfes artigo
Merino preto de 1*200, 1*6! 0 a i.cO e 800 rs.
Dito de rres erm duas la rearas do 1*000,
1*200 e 1160. a 500, 600 o 7i0 ra o evado (
pechincba .'
Completo sortimento de rendas bcspanbolaB, de
teda, 13, p-.etss e de cores.
Lindissimos ficbus a 1*000 e 1*500.
Completo sortimento de' v"8 prctrs. miintitbas
para a quaresma, a 7*>>00, 8*000 e 9*0 0.
Lindo soitimcnto de bic-os de iiuh se a o al-
gedio pretos e que ra calrs qualquer parte !
Gorgorio de seda preta de 3*000 e 3*500 a
8*000e 2*500.
Cretones de lindsimo desenbos, coros fxas, de
OO rs. a 160 rs. o cova.i >.
Meias Dolers para senhora, de 12*000 a 7J
a dona
Madapoln americano, com um metro do largu-
ra, de 14*000 a 7* a prca.
A' Loja das Estrellas
56 Ra .fliiH fletes 56
TELEPHONE N. 210
IN-tuH losar ou aoSTrela do pello 4 I
9a
CAMBARA', e veris como vossasonri ment des-1
appsreee. Vende-e oa drogar-
tea e depositarios gvraes na pr
Menoel da Silva & C. ru* do Marques do
n. ,23.
Oleo Florea
0 melhor para o cabelle
Oleo FUna
-___________________________________________________________________-.-------------------------------------------------
AttenQo
O vinbo anonrlara de que umeo importador
Jlo Ferreira da Costa, encontrase venda t-
mente nos eethbi-lecimi'utns da ra Marques de
Dunda, ns. 2 e 50, ra N va de S.cta Rita n. 7,
rna de Direits n. 20 e ra BarSo da Victoria n.
60. Em Afogado, roa Motocolomb n. 40.
Para segaranca dos consumidores previne se qae
o retlos e rolhas sio marcados cem o nome do
cebedor.
Vendas em grosso
II na do A mor ni n 6
<0
Aliene^
Gh pr to
0 Carloj Sinden recebe-u nova remessa e vende
por menos do que outro qaalquer ; na loja de al-
aiato a ra Bario da Victoria n. 48.
Precisa se de ama, qoe ongomme com perfei-
cio ; na rna Marques do Ilnval n. 10.
Loja de na chinas
A' ra da Penba n. 9 A tem czpisto venda
relogios americanos e machinas de costara de doas
pospontos, assim como concertam-se, trocara -ae e
compra se. Ha um completo s irtimento de bom-
bas n .vas, e concertm se tambem motores e ma-
chinas a vapor, por prec s m-dicos.
Criado
SECLO DE BOU XITO
i'recisa-se de nm criado para compras, manda-
ios e mais sirvico de casa de familia, que aeja
matiicalado ; no eaes da Ccmpunhia n. 2.
Pao leuteio
Mello & Bise*, avisara ao respeitavel publico
que todas as teryas e sextas teiras teem este sa-
birsso pi ; i rna larga do R-sario n. 40.
Criada ,
Precisa-se de orna criada ; no Espinbeiro, roa
de Santo Elias n. 12.
CUIDADO COfcf
AS FALSJFICAC8ES1
0 PEITORAL de CEREJA
Do Dr. Ayer.
As enfermedades mais da irosase fataea dn (r.r.
gi.uta c los pulmep, ordinariamente desem
do p"r prtsalpio bases iieqnenss, cuj.ffi
1 s !;<-> s:io difRcetfl de curar se pVoni|rt.i-
i.,ente fie IratJIo com o remedio conveniente. Porem
o progrt-sse podo ser engaoso e a demora futa).
Os Keftfriaoft o as Toases diio reciproeann-ntt o
resultado de l.:irini:li-. Aallima, Ilion.-hlli',
ABvceo Pulmonar o a Tlaiea.
l'odas as amilias que tem crl.ii.cas devem ter
O Peitoral de Cereja 4o Dr. Ayer
em casa para o usar em caso pertla de ura t dia, pode ein ftiolloB casos acc;irrc-
tar serias eomef]uoncias. I'ur tanto nito se dove
Erder tcnijio precioso, experimentando remedios
eficacia djuvidosa, emquanto quo a enfernii;
tlade se apodera to systenm c se arraiga pofunda-
iento, euto que se uecessita tomar nesso instante,
o remedio maia certo e activo em seu lfcito, e este
remedio c sem duvida alguma o Peitoral db
Cg&kja do Db. au.i,
frepabado pelo
!DB. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
\.' venda naj prlncipaeapharmaciaa 9 drogarlart
Aluga-se barato
Rna Visconde de Itapvica n. 43, armasen!.
Ra do Bom Jesas n. 47, 2. andar.
l:ua de 8. Jos n. 74.
TVati-se na ra do Commcreio n. 6, 1* andar
es Tiptorio de Silva (inimarit-s & C.
41uga-se
. // -
y O LENCO O TOUCAOOt
w
Semenie dr'cfaipato
Compra-se spmentea e carrap.to na fa-
brica de Oes Vegetaes, raa da Anrora
n.'161
"^
VENDAS
Vende-se a casa sita i roa dos. Pescadores
n. 10, corr bons comicod s para familia; quera
pretender, dirija sn ao pateo do Mercado n. 7,
qae achara com quenr tratar.
M Loja das Lstras Azues
roa Duque do Caxias
211
n. O

S
E O BANHO
AtteriQo
Cofres prova de fogo
O Carlos Sinden, /ua Bario da Victoria n.
48, loja de alfaiate, recebeu de consignado e
vende sem competencia.
Para cosinhar
Precisa ae de orna ama para cosiohar,
sendo bSa ; no 3. andar do predio n. 42
da ra Duque de Casias, por cima do
Diario de Pernambuco.
Liraria, ueslmedi 8 lyjogra-
as segnintea casas : a da ra do Lima n. 30,
gr nde casa com agas, gaz e appan-Ibo ; a da ra
da Fandico n. 10 ; a tratar na lytographia de
J. Pucell, i ra .Ylarqoez de Olinda u. 8.
Aluga-se
o 1- andar de n. 27 i ra Vidal de Vegreiroa; o
2' de o. 66 e o 1* de a 18 ra de Uarcilio Dias ;
o terreo do n. 27 e o 3- d n 3 i ra da Penba;
o 1 de n. 27 ra de Lomas Valentinas ; o 1 e
2- de n. 16 rus de Hortas ; o terreo, 1- e 2-
de n 34 ra estreita do Rosario ; as casas de
ns. 35 ra da Viracio ; 1 travessa da Hora ;
26 e 28 i ra de Nunes Machado, no Esoinheiio,
com bons commodos ; a tratar na ra do Hospicio,
numero 33.
7
Atten^o
Bastos i C. avisara ao publico e a seus fregue-
ses, qae mudaran sua officina de cabslleireiro
para a roa Bario da Victoria o. 55-A, onde en-
contrarlo seas fregueses o mesmo agrado e aseei j
para o que acba se prvido de bous fficiaes
48 Frzalos
ALC00LH0RTEli
DE RICOLS
BBCOMMENDAOO
sslu lUustracdes Medicas
contra
Indigestos, Dotes de Estomago j
de Confio, de Heno, de Cacee*, etc.
Iidispeimel DURARTE m CALORES;
PTIMO TAMBKM PARA
eTOUCADOReosOENTES
Oraode Freaerratlvo em tempo
331
Fabrica em LTAO
O, Coara d'IIerbouvill*
Sio superiores a todos os que fm vinde tanto
m qualidade censo em tamango ; vende-se na lo-
ja n. i, roa do Bario da Victoria, esquina
Vinlio verde
Casa em PARS, 41, naRicher
xige-t$ o nome de R'CQLS
a Hriitmbueo : FRAN- H. da SILVA A c.
i m todss m Hii Pbirnadu > ar*iriu.
Mad
uro
SE* HIVaL
O sorprendeut.' viulio Maiuro, paro, r. in mis
tura algnmi!, proprio para m-ea. atan-, de cbt-gar
nava i oi>-8s:t.
Sem queretnj'-s depreciar asqoalidades poras Jr-r
vinhos diarii mpntp annniiciadoi", prdemos crentir
ao oossoa fregus-s a pnbli<-o i-m (eral, que e
vicho Mador *i>' bossa eso> cibanle o tuco
capas de um:i boa nntricao, conservando t. dos os
requisitos da hy fastr urna nenio fcil, hImt,.otando os globuloi
aangninecs, principaes inolor^s da snudeda huma-
nidad c
Em OBRAS DE VfME niugucm cimfets cem-
nosco : tfir j
erees fcfders C <>lni>-lr k<
Fa^urlro
Pipeleiios e h>.biit-8 p.ra roupa Boj*, assim
como cestas par"compras, de l-.d'-s Ern r-AM 'NCOS DO P-.'RTD
tamb?m nintuin cuoip>-te : Para h. m ns lio 80
berb-s, mas par a > bjrai sio soinreudriiti-e.
SFMENTKS MOVA1I
de bortalicas e fl-ree, irmoa S'u.pr" vm tod-t
oa vapores, a eseolba mais rigorosa qae desciar se
pcsna
na EsreHa do Ros rio na. .
junto a igrf J.-i
P^s )l('i(ie,s X f.
o mais paro que se p.te obter, rec-'beu a fabrica
de cerveja Pbeniz pelo vp -r Ville do Rosario,
torci, que vende em barra el 5* e engarrafado.
Presos razoaveia.
Fabrico de assucar
Hncbini*an6 doafabrteanioa linnra
lewari dk C. de GlaMfow
Construccao da mais moderna e aperfeicoada e
de grsade durejio.
Moeada com preasio hy d'i a melnor eipressio embecida at h je.
Caldeiraa com economisador, especialidade des-
tes fabricaatea
Fornalhaa para qneimar o bagaco verde em di-
reitara da mocada.
Os spparelncB de Vacuo e Triplo sao de syste-
ma moderno,ycomo tambera as turbinas ou cen-
trifugo.
Ornamentos e atis iaforina;des em cssa de
Browns & C.
Roa do Coaaercio n. 5, 1' andar
Aluga-se
par mdico alagucl a loja da ra larga do Roeatio
n. 42 ; a tratar na travossa da Madre de Deas
numero 5.
Alaga-sc
o s-'gundo andar com sata raa da Penba n. 23,
todo com maitos commodos, anda para grande
familia, tem gaa c agua encanada, banbeiro, ele. :
a tratar na ra do Imperador, leja n. 67
Aluga-se
ama cssa em Sant'Anna, muito prozima da esfa-
c3o, cem bus'untes commodos, jardim e sitio mu-
rado : a tratar na ra Bai So da Victoria n. 65,
tFgando andar.
Bna do Imperador numero 73
Livros de jurieprudeneia, direit?, litteratnra,
sciencia e religiio, livros para iustruccSo primaria
e secundaria, livros em branco para escriptura-
cio commercial. tinta para copiar e para escrever,
de diversas cores, artig >s para escriptorio e diver-
sos objectos de g-;sto e pbantasia, papis pintados
para forro dd salas, quartca, restaurante, etc.
Encaderna-se cotn prestesa e segaranca, marca-
se com nitidez cartSes de visita e imprime-se com
perfeicio qnalquer trabalbo typograpbico.
Porros madicos
IIun do Imperador n. 93
I
B
-
o
a
e
a
H
B
s
so
'O
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fia
tn J5
es ?*- 5
II
B
a
c
j.
s
S
1
u
ca
Boyal BleJd mar YUDO
Esto exceilente Wisky Escocea pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de canna,
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalho nes melhores arma
zens de molhados.
Pede Hoya I Blend marca Tlado,
cu jo nome e emblema sao registrados par
todo Brazil.
BROWNS A C agentes.
Venda de, sitio
Vende-se ou permuta se por predio nesta cidadi
nm bom sitio coa ba casa', muitus fructeiras,
exceilente banbo do rio, boa agua de cacimba
extensao de teireno para baixa de cspim, tod<
murad ona frente, cem poni e gradeamento, con
caininho de ftrro e estatu junto ao dito sitia n<
Porto da Madeira, conbecido pelo sitio do Joit
Selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Funse
ca ; quero pretender dirija-se praca da lnde
pendencia n. 40, dss 11 horas a 4 da tarde.
Vinhos da fiarrsfeira
tFinos
Caro vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Passaa.
PARA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a gairata.
_.;,, Ka mercearia de Maucel Correia & L
Praca do Conde d'Ra n. 16
com listraa oa
lindas cores a
Ama
P.-rcisa se de uaoa ama para eoBinhar: na ra
de Pedro Aff>nson.70.
Ama
iik
A qnsrta calefrs do sexo feminino da freguesia
do 8 Fre Pe*ro Oeacalves do Recife, acba-se
fui.ceionando a ra do B m Jess n. 81, primeiro
andar.
Prt-ci?a-se de ama ama para cosinhar
na roa da Amisade n. 1, Capunga.
a tratar
Ama
Precisa-so de urna ama para cosinhar e comprar
para casa de duas pessoas ; a tratar na raa Coro-
nel Suasasma n. 120.
Ama
a
9
H
\
-
s.S-8
% si
S.-e o
m sr o
8 2.
S=3
a d- 5?
BS'J.
S 5
I g S
09 V O
S 2
trra
s
R.
o s
oa
Precisa se de urna ama para lavar e engoramar
fazendomais alguna strvicos, menos comprsr e
cosinhar, que durma em casa ; na ra Duque de
Caxias n. 14, sobrado, ae dir.
Ama
Precisa-se de urna ama para eogommar, para
casa de pouca familia ; a tratar na ra do Livra-
mento n. 24, luji.
AMA
Na roa de San'a Rila n. 83, anda
de urna ama para carregar meninos.
se precisa
Engeasaetro doaquim bornes de
OHveira e Silva
O directo o engeobeiros da reptrt'cio das
obras publicas provinciaes convidara aos pareo-
t-s, *nv 9 c CiidaSdUS do loado t-ngmiheiro Joa-
qmm Oomeg de Jllfaira e Silva assistirem a
urna missa que pe? alffla do rnusmo mandam r-.-ar
un igr< ja da Q'oriB, ia 8 horas da manb de 5 do
corn-nte. trigsimo dia d. s*-j fileejsaeato.
AMA
Soccorro a velha
A moradora do becco do Bernardo n. 51, ainda
se fax lembrar s almas caridosas, que nio se es-
qufeam da prottecao que aempre Ifae diapensa-
ram.
mpreza geral de Alu-
dan? a
Alugam-se carrea de molas, proprkg para trans-
p rte de rn .veis, marmeres, espelh^s e mais orna
m en tos do easss de familia, hoteis e estabeleci-
mentoa pblicos, psra toda e qu.lqaer parte da
cidade e seus suburbios o arrabaldes, por preeo
commodo ; a tratar na ra do Padre Nobrega,
outr'ora do A'ccrim, n. 24.
Vende-se
um importante estabelecimento de molhadoa, com
commodos para familia, ou faz-se qualqu-jr nego-
cio ; a tratar na ra (.'onde d'Eu n. 18.
Lcite puro
Vende se no talho do commercio largo da Pe-
nba o. 2 a 320 rs a g-trrafa, dss 5 horas da ma-
nhi em diante, e pode levar-se em casa do fre-
; gues a qaalquer hora, garntese ser puro e de
vaccaa crioulas do bom pasto.
Artiga para acabar
! av
Setinet.s decores miudinfaas a 240 rs o cc-
i vado.
' ortimento csmpleto em lis de corea, 320
, 360, 500 e 640 re. o covado.
(iorgurmas de cores, lindissimos padrees, 320
400 e 500 ra. o covado.
Metira trancado, magnficos padres, de 360 rs.
o covado.
Bramante de daas largaras para lencjes, 500
I rs o metro.
Dito de quatro larguras,-muito boa fazenda, a
lOO o metro.
Dito de linho, francs e ingles, de 2 e 2/500
o metro,
Atoalhado Uvrado para.mcea, desenhos lindos,
a 1#00 o metro.
Oaardanapos com franja, 24500 a dasia.
Zafires de cores, neste artigo completo e va-
riado, de 200 800 ra. o covado.
Merm liso e de todas as coree, a precos di-
versos.
Dito lavrado, magnifica fazenda, 1/ o covado.
Merino preio, esplendido o sortimento e gran-
de reduccio no preeo, de 800 rs.- 1/000, 1/.00,
1*500, 1*800 e 24 o covado.
Setinetae francesas, lisas c de todas as cores, a
400 rs. o covado.
Baptistes de cores e nansuks, padres lindos,
200 ra. e 280 o covado.
Sargelim de todas as corea e preco redazido.
Crinoline para torro, branca e preta, toda de
! quadros.
Cretonee frsneezoe, brancoB, da cores e oscuros.
Alem de grande sortimento de outros artigo
qae nos impossivel mencionar, mas que se ven-
d m sem reserva de preco : na rna do Crespo n.
21, Ioj-i de Oliveira Campos & C.
Vende fazeodas fiuas por todo preco e d des-
cinto a qu.m comprar de 20* para cima. As
Ezmas. familias nio devem comprar tm outra
loja sem primeiro ver ou mandar bascar asamos-
Iras que se dio sem penhor
Fazendas de novidade
TecIdoH de hubo bordados
quadros, fazenda muito larga e de
9 0 rs.
Sellos de Mucu, preto e de todas as cores
lisj cu de listas a 800, 900 e 10 0.
Velludo preto de seda bordado oa cem lista
de setira a 4*'K0.
Mirln inf'-stado preto e de todas as efires
700. 800 e 1*000.
Eiaaiine de corc3 i coca listss cor de crem
a 500 re.
FNguio pardo infestado paravestidos a 360
e 400 ra.
Linn bordado, orna t cor 240 rs.
Velloiiiiino preto e de todas as cores com
contas a 1*800.
Benda hespsnhola eom bicco, preta ou branca
pe seda.
Csssaa Nanzuc padres miudinhos a 280 rs.
Crocbel braneo de cor, desenbos lidos
para Cortuados a 1*1.00.
<>rinai 104 e 12000.
1.a* de quadros, padres novos a 320, 360 e
400 ra.
Mimo dos Alpes fazenda de listas assetinada
a 200 rs.
Metluetas lavradas di- lindas cores a 240 rs.
FuNlao braneo a 30, 360, 400 e 500 rs. qua-
lidade superior.
Fazendas diversas
Bramante de 4 larguras a 700 e 1*000 su-
perior qualidade.
Maapoifio americano Z,tfa azues com
e raeio palmes de largura a 6*500 com 20 varas
garentidas.
AEgodfio americano moito Urge e superior
para leuecs a 5*500 a peca, mais estreito a 3*500
e 4*GW.
Chllns e crotones eseuros, claros C miudi-
nhos-a 200 e 240 rs.
Cassas indianas de cores a 160, 200 e 240
ris.
Iilnhoa lisos c de qusdriuhos a 100, 120,160
e 200 rs.
y
II; I ni
320 rs.-
Casinetas escuras irritacao
500 rs.
pardo psra roupa de meninos a 300 I
de casemiras s
tlaela azul cuoorpada para ronpa de banbo t
700 e 800 w.
I-a* dn quadrinhos, paiies novos, a 300,3.0,
360 e 400 rs.
Crep de lindas cores a 500 rs.
Lenco* brancos e de cores a 360, 1*200*1
1*5:0 a duzia.
Toalba felpudas e aleozoadas a 3*500 5* e
6*000 a duzia.
Mtia* de cores, brancas e cruns nsra senho-
ras, homens e meninos desde 2*800 at 6*000
melhor qualidade.
Eniin.vaes para baptisados completos a
103 o 12*000.
Cortinado* bordados para cama ou ianell
a 6* e 7*000.
Panno da Costa, de quadros ou listas a 1*200
o covado.
Aioalbado luvrado, lindes desenbos a 1*200
e1*500.
uardanapuN a 2*000 a duzia.
\
Especialidades
^fAlDga-se urna casa em Cazang, no Inga Ser-
ti'-sinho, com commodos bastantes para familia,
tratar na ra da Concordia n. 57 ; s chaves es-
tio na casa junto.
Lavas de seda ou pelica a 2*000 e 2*500.
BIcom brancos ce-r de cremo, matizados a
2*000, 2*5f0 t 3*000 a peca ctm 11 metros.
Cunta* lapidadas para eufeile de vestidos pro-
tas e de todas as cores a 500 e 800 rs.
Bordado*, babadus e euirem o de fustio 0
transparentes a 300 rs. a peca em 3 metros.
Ettuartilbo*'cocracu e americanos a 3*E00
4*, 5* e 6* 00.
Grande quantidade de chitas em retalbos que
vende se por qaalquer preco. .

Precisa-se de ama ama de meia dade, qae seja
boa cosiuheia e de conducta afianr-ada, para casa
de familia compo&ta de dus pessoas ; na raa Vi-
dal de Negr< ir.s n. 134
, m mm MT
Precisa e de ama ama para casa de pouca fa-
milia ; a tratar na raa de Pedro Affoiso n. 11.
MED A l HA S de OURO e da PRATA
DipUmn de Honra nrra / rpaar-flea
p.i/vi. iaes. 1S.9, ms, isss, met
CURA
I
de Urina
GRAGEAS GR.'MAD
Forro-Ergotadaa
Apprornts por a/rersa Scci-daaet a Meaiclni
lis Frarct t de Eitwittir*.
Bmpritad(db mal" de SO anuos
nos H i.iideWLsyl).s, colonias peniu;u-
clarias, cempre com feliz xito, i.as Affec6ee
fMoro'tuts u Anemtau de toda especie.
PUUua Urea
ISU ME3ICA(I(I PRECIOSA [ USIQI ,
INC0ATINENCIAS BB DUINA
>i'^Wu, CKIMAUD FLi
I, nt attt,i Pv,*taUu,i.
H AAtiaSw FRAN M. *ILVA C .
Jovlnlanc de A*.c - Oa ugenfci-i/os ssais i los da repart
>.<> das obras.pablieM revineiafs couvicam ao
.-riv.'tt e : migc f?0 ali ;>,ti.o de Ase-
Mdlo, fa^agaAr da dita niarricii, a as-
sislifeni a orna ttissa que pr alma do mes no
mandam retar ns matrie de Santo An nio, s 8
horH da manb Je do c i jie m- z, trigmino
rli n. ..,, nafaasaeaia,
"Na rna do Cbtig
b:a cosinbeira.

n. 5 A, precisa se de urna
Ama para engonmiar
Precisa-se do urna jne bem deeempe-
nbe este mjster, tendo caderneta, no 3.
andar n. 4 da ra Duque de Caxias por
cima da fypogrupha do Diario;
(.mielas do tmie de Noccorro
de qUhlquer joia cubri-
i odi-peu
Compra-se rau'elts
lbant.8, paga Iid : na prafa da Indi-penden-
ca n. 22. loja de rel eiro.
Urinaura, nuMista
Na ra Duque de Caxias n. 39, primeiro andar,
faz se por figarinos vestidos para senhoras e me-
ninas, com prompridSo e precos mdicos. Recebe
mensalmenle da Europa jomaos d modas.
Professora^le piauo e fraacez
Uma senh.ra francesa, perfeitamenta bab'litada,
ce offerece a ensioar em casas de familias as dis-
ciplinas cima mcncionxdas, por preco mdico.
Para informaces na loja de msicas do Sr.
Asevedo, ra do Bario da Victoria.
Arrenda-se
na secretaria da sauta casa o sobrado n. 24 ra
do Imperador :
V andar e sotao 600*000
L'.ja 400*000
Sement de carrapato
de carrapato
Cocrpra se s melo
Hospicio n. 79.
na ra do
Cosiiihdra
Precisa-so de uuib b a cosiuh ira
Aurora n 81, andar.
na ra da
l\ 17.480
Na raa Larga do Rosario n. 25 precisa-se fallar
c-ro o Mr Francisco OrrMtaBii, de Limoriro.
m
Pedro Plers-e Bra% nrr de Sosia
Basrtjn
Francisco Aataaio dr.yner de Sonsa Rangfl,
.los* ttangel, Heertwoe f-ang. I, R dolpho Ranvel,
Mhs Oiinda de Hallo Saiigel e Mara do Ampa-
ro ole Mello Ranga!, agr^deiem c.rdialmeote a
todas as pessoas qse ss durna' am aeompnnhar ao
i-imitorio puafjv'O dMta edade os restos rooriaes
do seu eempre r-fcerado tMb", irmio, t-oii> do e ca
ulia o. Pedrj Pierio Brayuer da Soasa Raagal ; e
de i,o*o coavtdaaxavesanas pessoas e aos pa en
res do finado psv* sssutirun a u i-sa qoe por sQa
lasaseri erlebrada aa igreja matriz desta cida-
de, ss 7"horss do da saoswdo, 3 do M*roo prxi-
mo vindooro, 59{iao dau pr. m.-.turo paasamen-
-.gradece**) Vade ja Pi d'Afbo, 28 de
Pcvsreiro di !8s>
Professora
\
Uma senbora comppfei.t pOe Se a leecionar em colbgios e casas partcula,
res as S"gumtes o.aterias : portages, francs,
msica e mno : a tratar na rna Marques da
B>rval n. 10.
AL 93:^00
Aviso
Na ra da Un ao n. .64, precisa-se fallar aos
Sre. Ai.fonio Julio do Senua e C tlho Irmio & C.
Semenles de arrpalo
Compra se em granara e pequeas qnantidades;
na dngaria de F/an.ieco M. da Silva 4 C, ra
o Marques de Olincla n. 23
Cosinheira
Preciarse de ama qu-coaiots l>m, pura oasa
de pequena familia, que durma em casa ; na roa
do Conde da B a-Viala u. 24-F.
tosieras por fijrnrinos
CrseT-se qualquer testimruia de smboras e me-
ninos ; na ra ro Piteen. 81, se indicar a ps
h
Novidades e phanlasias
21
Vesites do seda, merino e casemira, pretos, en-
feitados a vidrilbos.
Sedas de cores, padrees modernos,
Crep do cor para coberta.
Cambraia bordada, branca e de cor.
Manteletes pretos.
Setim de todas as cores, finos.
Seda branca para casamento.
VoB e capellas, novidide.
Meias brancas, de cores e arrendadas, para bo
milis senhoras e criancas.
Casemiras de corea e prc tas, e panno preto
azul.
Cortinados bordados e crochet.
Colchas dem.
Cortes de tustii para e.lie le, eseda.
Esleir para forro de sala, branca e de cor.
Alcatifa e tapetes grandes e pequeos : na rus
do Crespo n. 21, loja de Oliveira
Campos & C.
Rocamhtle
Vende-se rssa sntiga tav:rna, defronto da cs-
tacio dos bonds da Magdalena, lugar saudavel,
com commodos para familia, hotel a tratar no
pateo do Livramento n. 8, U-ja,
bwmw
B' baratissimo
Vende-se o eugenh> Vrrdinbo, duas leguas dis-
tante da villa do Bo.-i't \ i odo oito a nevo mil
ps de cafteiros, no estado de su-, maior prrduc-
cio, terraa par safrejar tr. mil pies de atsucar,
ferragens de 24polegadaB, novasleperfeitas 20 ani-
maes de roda e casa de vivends.
Qu ni qu z r .p.-o'.i-ita' este bom n'gocio pek
irrp rtancia cima. dir,ji-.-f nes'a ciddo a Lo-
pes, Maga-ki.'t & C, ma da Pe.ha n. 8, on na
villa do B u lo a- i>apit5.- Mano.-.1. Rodrigues.
Pintado* a oleo, com rica moldura e cordes
por 25*000; estio expostos alguns retratos para
o publico e as Exmas. famiiias vereca o quanto
sio lindos e bsratcs e fcil a qualquer peseca ter
um em eua la de visita.
Para enconsmendar bastante mandar
um pequeo retrato em carino de visita, nio a
porta que seja antigo, dizendo a cor dos olhoa e do
cabello ihega um lindo retrato desejado.
Agencia de artigos americanos e car robos de
borracha
Na Loja dss Listraa Azhps
Jos Augusto Dias
um hotel em
Aff nson. 36.
Vco'e-s^
pequea escala, i
ra de Pedro
Manoel Csrpiotriro y Sousa -t^m ama carta na
padaria de Mello c'BiSet; r>gSe o favor de pro-
cura!-a. .
Cosinheira
Precisa se de
am* familia,
numero II,
umdjhic-..,
M .otos;
ioh-irs, para cas de
trata-sena rna Nova
Cbegcn a prisneira retoeaaa, do pracioao farello
de carneo da algrMiu, o maia barato de todos os
alimentrs para animacs de raya cavallar, vaecum
luin", etc. O carneo de algodio depnis e nx-
trahida a casca e tndo o oleo, 6 o mais rico ali
uaut qoe ae pode dar aos auima.ee para os ferta
leci-r e engOdar com admiravel rapidez.
Nos Estados-UnMos da Amrica do Norte e as
Inginferra ella emwegndo (eotn'o mais feliz re-
sultado) da preferencia ao milho e outros farell >s
que s%o mui'o rciiaf aro a nao ais de tanta sa
,* tratar no Beelfe otnFraga Bocb
LiTraniento & 0.
vcmdem cimento port'and, marca Robics,
ualidade ; no eavs do Apollo o. 4f>.
de 1
Cabriolet e victoria
Viade se um cabriolet e uma viotor a em per
feito ea'ade; qnem pretender dirija-se i cuche ira
n. 87 i rna do Imperad .r.
Vnnde-se barato um braco R imV, asado, fbrea
Ha 300 kilos, Jtalanca eaeses Hde 50 Mos at
60 granmas, terao 90 Moa, afsrido. sata .nos ;
na ra da Pra i
k FLORIDA
Recebea grande sortimento de pulseiras ameri-
canas de 4*000, 5*0W), 6*000, 7000. 8*000 e
lo/OOO, o par.
dem para menina, a 4*000, o par.
Bicoa brancos e de corea de 2. 3 e 4 dedos de
largura, a 2*000, 2*500, 3*00 3*500 e 4*000, a
peca,
dem cor de ?ime, a 3*000.
Porta-cmbrulbos americanis.
Iavisiveis dourades o prat^ados.
Lmdos Irqnes transparentis de 2*000, 3*000,
4*000, 5*( O) e 6*r0v'.
Lindas iuvhs de seda de tedas as cores de 2*000,
2*500, e 3*000, o par.
Luvas d.: pellica a 2*500 o par.
Encbovate para bapuaados, de 8*000, 10*009 8
12*000 at 16*000.
Capellas e veos para noivsa.
Suspensorios amerieanes, a 2*500.
Oleo Florea.
Lindas psstas, a 500 ia, l*0CO. e 2*000
uma.
Liods breches,, a 2*000 e 34OO0, um.
Linha de machina n. 50. a 800 lis, a dusia.
Bicos de fi) btauco, a 2*500/c 3/000 a peca.
L'nrios bicoa de i6res, gesto moderno, a 3*000
e 4*000, a peca.
L'uoos bn-08 de cores com 3 e 4 dedos de lar*
gura. 4*000, a peca.
Idea ae linho de rres, a 2*0(^0, 2*500 e 3*000,
a p.ca.
Ricos grip para correr babados, a 1*000 e
1*500, a peca.
Luvas de seda para meninas, a 2*000, diversas
cores.
Ij.m para seuhora, a 2*0-X) e 2*500, o par.
dem c. m palu aa de miasangu e de seda, a
2A500. 3*000 e 3#-M)0, o par.
Oai 8 i- bic s de vidrh e, gusto moderno.
L'iidua rosas de vidrilho preto para eofeitar ca-
sacos e capas.
Coutas lapidadas para enf>jtar vestidos, grana*
da, br-.niHt.Gat-, prateadxs e d. uradae.
M.acaras de- m"88a, seda enr-,
C. Ilannhos e peit.s de sed" para senhoras, tra-
sendo ama gravatinbu tambem de seda.
Fivcllaa de molla, americanas, para calca e col-
lte.
Siena competencia
Pannos d^ crot-bet para t-ad ira, a 803 ris-
Idem i n rn p. ra sota a 1*000
l.iem dem para eadeira lie braco, a 1*000.
Comnadus imncu decnH.r, c ai 4 jai das de
comprimeuto, a 16*000 e lifJt.
Pao s de crochet, edr de creme. o que raro af
mercado, a 25*000, o par.
Timiosinh -e pma criancas-, de fustio e eambraia,
bordados, a 3*00j.
Lindas boaecas francesas, 3*000.
Bordad, s de cambraia e f istio hrunc*,
6C0rs., 800/s, 1*000, 1*300 a 1*500 !
Para a qaansm
Frpr.jas com fideo de seda e vidrilbos, o metra
a 1*600. .
Craioea e palmas A m vidrilb-? 3 dedos de Ur-
gurajo metro 8**f0.
Colar: _____
RA
MffM
, i

i> -> ---id".
k AaBatsM
r uaS l


man* de
PCTuambncoSabbado 3 de Mar-jo de 1888
' .JA -..',
BRAVAIS
combate
COM
elicacia
ANEMIA. CHLOROSIS, CORES PALUDAS
Acconseihadocom ptimo ezito s paesoaa fraoaa e adot&tadaa predlspostas ao empobreoimento do
eom dse de olio a doze gottas i cada refeloao. Numerosas imitaoes. Exigir a firma
imprimida vtxmalha. Deposito na mor parte das Pharmacia.
_A&p. Tomase
B. BEAVAIS,
FORMULA
MALTINA
O. b 1
ANGELINO JOS DOS SANTOS AXDRADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hjffene Publica do Rio de Janeiro em
20deJulhode 1887
Este depurativo de grande eficacia as molestias syphililicas e impu-
reza do sangue. Para maior garanta da eficacia deste medicamento, publicou-
se grande numero de attestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e do muitos caralheiros que teem feito uso deste depurativo, em nu-
mero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaram da terrivel beribe-
ri com este poderoso depurativo.
O uso deste Elixir muio recommendado no tratamento geral as mo-
lestias das senhorase a prova est no bom resultado que tem obtido aquellas
das Exnr". Senhoras que delle tem usado.
xwxano doos xjsjldb.
Os adultos tomaro quatro colheres das de sopa pela manha e quatro a
noite. As creancas do i a 5 annos tomaro urna colher pela manh c outra
noite, e os de 5 a i i annos tomaro duas^colheres pela manh e duas noite.
Deverao lomar baobos, fro ou morno pela manha e noite. Resguardo regular.
Encontra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Mnoel da 1 toa
& C., ra do Mrquez de
Rosario n. 3.
Dunda n. 23 e phaimacia Oriental ra Estrcita
Molestias das Creanpas
JAROPE DS RABIO I0DAD0
de GRMAULT e Ca, Paimaosu-ticos
Approndo pe* Jama d'Bygiene 4o Rlo-de-Janot*.
----J^- w --------------~
Esta Xarope que, rea >ca reconrro~jda effl.iaca, figura na Pbarmaoopa iraucesa
(Edioao cU 884I, (roza da mellior roputa^ac eore os medaos da toaos 3 rjaizee.
Substite o oleo de ligado de baca'- 5o pela ii:telliponle comhiw;ao intima o iodo cem
o sueco de plantas antisco.buticv, como o agriao, o rbao c a cockle&ria. be na
condecidas na medicacio dos adultos e das oreancae pelo iodo o o enxofre que ellas
oontom. Esto xarepe coEvm as ureancas paludas, iracas, sm appette, predis-
posias a certas molestias, como a ozatjra, as aristas de ieite, o engorgitamento
das glndulas do pescrco, qie des;ipf>ar< cem debajxo la ros acco.
Essensial mente depurativo e inofensivo, fc' oui. .: ^jir,j pioihtreode .^tasio
oolodureto.let:i-o, imu como-estos es.ipr.-pul..pararartik^e>apei-amentos
debis e para cornual ir a ticica "astOK ses cutarrh'.&j, ailarte da'- glauarias.
os mos humores, as molestias d peUe e ioc.xs es que sao tovUbs a u.n ficto
do tingue. *
Deposiio em PARS. 8. Rae Tmenn* 1 ti procese:
Extracto de trigo, cevada e aveia germinadas
Preparado pela Maltine Manufacturmg C Limited 24 e 35 Hart ytret BloomBbory
r r Londres E. C,
pprovadas pela Janla de hygieoe da Coree
A MALTINA equivale a 30 vezes o seu proprio peso em diasUse e de 3 s
6 veces em poder disstosioo a qualquer entro preparado deste genero.
A MALTINA tem merecido 6 medalhas de ouro em diversas exposicoes e
tem urna aceitacao enorme na Europa e nos Estados Unidos tanto que foi preciso en-
corporar urna companhi coffl grandes capitaes para aatisfazer o consumo sempre
crescente.
Chamase a attencao tdoe distinotos medios desta cidade para os importantes
preparados da MALTINE Manufacturing Corapany. Todos os produotos medicamen-
tosos sao mis fcilmente aasimiUdos em combinacao oom a Maltina, ainda mais sao
evado a torrente circulatoria e promptamente sao absorbidos produzindo effeitos
immediatos.
Lista dos preparados
MALTINA para.
MALTINA pepsina e pancreatina.
MALTINA pbopphato de ferro quinina e stryohnina.
Oleo de figado de bacalbo com leite peptonisado.
Oleo de figado de bacalbo com leite peptonisado combinado com hypophosphi
to de soda.
Extracto de carne peptonisado.
Alimonto soluvel destinado a obviar a necesaidade de digerir leite de vacca.
O leite contido neste preparado est digerido previamente pela pancreatina,
Veime-se na ptiarmacia Central
38 Roa do Imperador 38
PERNAMBACO
?00000000^3^000000 OQ4
FERRO GIRARD
ApproTado pala oadasnia de Medicina da Parla.
Approrado pala Jnnota Central da Hygieno publica do
Braa.
O Professor Hrar anoarregado do Velatorio Academia demonstrou f que
fcilmente acceUo pelos doentet, bem tolerado peto estomago, restaura a
forpaa e cura a chloro-anemla; que o que distingue particularmente este
novo sal de ferro, que nao causa prisao de ventre a qual aombate, t elevn-
dose a dase, obtm-se dejecebes numerosas. l
O PERRO OIRARD aura anemia, cores paludas, oalmbras da estomago,
ampobraoimanto do sangue fortifica'os temperamentos traeos, excita o
\ aapetite, regulariza aa regaaa e combate a estarilidade.
sgvas e combate a esterilidada.
Deposita em Parla, 8, roa ViTieune e bu '/Tincipati Baphu Fatnsaii
ANTIGOS
Lili

fe*>>.Ei-C5-IS'.. :"i 28>.3'0-3K1-.vci SI -- fui 1----- KT4>aiFJ -- ^^s O0*WS>
USL
a^S^
i *

Especialidadc deste establecimento*
n e lininto m Janaat
Elixir dentifricio

-
;
V
-
Contra a carie e amoHecin** a dores de dente.
Viiho, xaropes e pilnlas de jornNba
Grande sortimento de perolas, psstilhas, granulos c pilulas dos melbores fabn
iantes^ouropeus e americanos.
Grsode eollecsio de alcoloides os mais modernos e raros.
Aguas mineraes de todas as qualidsdes.
Para photographia e homceopathla
Alcool rectificado e deainfecado, cbimijamente puro. ___
A Pharmacia Ameriaan. t.5m urna scelo bommopathica onde se encontrara
.Am dos medicamentos preparados com todo aceio e segundo os formularios bahene
Zo*. mais acredtalos, carburas, vidros avulsos do todos os tamenhos, glbulos
inertes e m^di^roentosoa, tinturas de plantas indig?nas o exticas.
Receba m-dicamantos directamente de todas as fabricas da Europa e America.
Mu r Hdaqls por precos commodos e a qualquer hora do da e da noite.
oooooooooooooooooooooooooo
\
DE
MELI3SA dos CARMELITAS
BOYER
TJri.ico Successor
dos OaurxxxelitavB
14, Ba de VAbbaye, 14
CONTRA
Vroplexia
Cholera
Enjo do mar
Flatos
Clicas
Indigestos
ELIXIR ANTINERVOSO POLYBROMURADO
e BAUDRY, Pbarmaceatico de i' Clusse,
Este Elixir, que contm em toa oamposicao os bromuretoo de potassiOjde sodio
e de ammonla, pereitamente combinaaos, de um sabor agradavel e sempre
tomado cen prazer, mesmo pelas pess6ast que tenhao um eseomago decaao.
Numerosas exporiencias vierto confirmar a sua immensa efflcacia contra a
Inaomnia, as Bnxaquecas, a Aghacao durante a noite, o as Palpitaooea,
calmando immediatamente a excitabilidade nervosa. Admmstra-se tambera com
grande vantagem as convnUoes das craanpas e as senhoras que soflrem ds
espasmos, desmaioa e atasques de ervos. Emprcgado conTenientemente,
este Euxir um auxiliar poderoso da medicina contra o hystensnso, a epilepsia
e a danaa de Sfto Guido. A dase de 2 at 4 clheres por dia, pela manha e a tarOO.
Deposito : Em PA.MS, 8, Ha Viriaone, e nosr principa* Phrmaciua.
^oooo^mMooooooooooo
PARA ACABAR!
Tecidos de phantasia psra vestido, a 200 e 24Urs.,-o covado.
Setinetas, idem, o que ba de mata novo, a 240 a 280 rs., o dito.
Renda da China, branca e de crea, a 240 e 280 rs., e dito.
Las modernas, a 320 e 360 rs o dito.
Nansoes de cores firmes, a t) e 200 rs., o dito*.
Merinas de cres, duas larguras, a 500 rs., o dito,
dem preto, a 800, 10000 e 10200, O dito.
. Setins Maeo, preto e de cores, a 800 e 10000, o dito.
CasacoB preto* para senbors, ricamente enfeitados, a 250000 e 350000.
Mantilhasab'rasilciras, a 5)5500, urna.
Ficbs pretos e de cores, a 4000, 5000 e 60000; sSo grande!.
Tapetes avolludados' Iindissimos, 120000 e 160000, um.
Para aa Einss. noi vas :
GrinalJss e veos de seda, a 90000 o 120000.
Colchas de crochets, ricas, a 90000
Guarnieres de dita para sof e cada**, a 80000.
Setins finos, a 10000 e 10200;
Damascos e popelina branca, a 900 e 10400, o covado.
Guardanapos de linho, a 20000", 30000 e 50000, a dona
Atoalbados bordado, a 10200, o metro.
Pegas de esguiao para casaquinbos, a 40000.
Madapollo americano, a 6*000, 24 jardas,
dem peUe de ovo, a 60500, 24 dita.
Algoaa superior, a 30000, 40000 o 50000.
Completo sortimento de casimiras.
Cheviots preto e azul, a 30000, o covado. ^^^
Casemiras de cres para costumes, a 20500 e 30000.
Camisas iuglezas para hornera, a 360000, a duaia.
Serculas bordadas, a 120000, dita.
Lencos e lindas csixinbas, a 10800 e 30000, a dita.
Meias inglesas para homem, a 20500, 30000 e O0OOO.
E mnitos artigos que se vendem com granies abatimento
As vendas em eroaso teem o descont da pracs.
I OJ A DE
Pereira & Magalhes
SUCCESSORES DE
uWln&G.
de L'axlas
SOCIEDAEE ANONYMA
Capital.................... 20 mi
SGGESSORES DA SOGIEOAjB GAIL & G.
Tres diplomas de honra e medaa de ouro na .\posi(ao
Internacional de Amsterdam
Seis diplomas de honra e (res medaihas de onro na
Expsito Universal de.Anlnerpia
Construcpoes mechanicas, obras publicas
MATERIAL DE CAMINHOS DE FERRO
Instal!acOes completas para fabricas de assucar
, Eflmiars, liikK. fucilarlas, ele.

Locomotivas de todas as forcas para grandes viaa frreas. Locomotivas agr-
colas. Puntes rodantes e giratorias. Guindastes rodantes. Apparelhos de suspensSo.
Caldeiras a vapor de todas os systemss. Inj.ctores de todos os systemas. Machi-
nas a vapor de 4 distribuidores (systeraa'Corlis). Machinas fxas hqrisontaes e ver-
ticaes sem ou com condensac&o. Machinas para navios. Lanchas a vapor. Rebo-
cadores. Material para abastecimento d'agua as cidades. Elevadorea bydraolioos.
Pe9aa de forja de todas as dimeuBo'es.
Pontes metalli -as, grandes mercados e edificios de ferro, construcgSaB da es-
trada de ferro, constru-toes de eogenhos ceotr.-s de qualquer cap a cid a de, proueaaoa
de fabrcajao aperfeieoados.
Mll^fllflS PBra *nna de oto yu'ndros (syst'ma B. Lahaye e Briaaonaeao)
iflUdlUitS produzindo quatro pressSes successivas.
nSIPnan a Apparelhos de diffusao de todos os systemas para eXtracclo de
IFIIHctUiII aacuc; r de canna.
bagaco verde sahindo das
*
?-- >>r

para queimar o
moendas.
Fortlalhas especiaes _
a I 111 Llalli O W systema Cail e de todos os outros systemas, apparylbo rec-
il,lllllllfH|IH5o tifioadores de alcool, regulador de pressao (sysfema Cail)
para < s apparelhos de distilacio e de recticacao.
V-|IU"IilB de todas i.s dimenaSes para observatorio astronmico.
Torpedeiras-avisos SST c'"'e' co re!p,'!,"B "'
\Iaf fllarr-n Pe?fta de tod08 8 ('alDre8 com 8eaa rep*101
Jll 111 Htl C j^lICri respectivos para artilharia de trra e de a-
rinba (do systema de Bange) projectis e munigSes completas do artilharia.
\mh& succupwps nos priDcipaes centros do
xavx3P3e3ax3a ~
Representaatfe geral ao Braz'l
F. LUMAY
U\ 1. Marco n. 54



CAIXA DO CORKEIO
BO DE JANEIRO
O Sr. F. Lumay, representante geral uo
contractar em nomo da sociedade, demorar-se-ha
ropa, at 4 de Margo prximo.
TELEPHONE
m. 89
RIO DE JANEIRO
Brasil, com todos os poderes para
em Peroambuco, no Hotel de Eu
/
5
5
ijgplesbs da garganta *
PASTILHAS DE PALANCIE
SAUDE PARA TODOS.
OV
M
UNGENTO HOLLOWAY
Ungento de Holloway um remedio infaUivel para os males Se petas e do peito; Umbem para
feridas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enleffu-
dades de peito n&oJeTeconhece egual
Para oa males de arganta, brWchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pene nao teem semelhante e para os aembros
conUahidos e juncluras recias, obra como por eucanlo.
Essas medicinas o prcpaaa smenl* no Esiabclecimento do Professor HoixowaS",
78, HEW OXFOBD "SPBIET (aat^ 533, Oxford Street), iOMEBS,
E vendemae em todas as pharmacias do unnerso.
afO* compradores slo cenridados respeitoeamcnle a examinar os rtulos de cada caiu e Pote B <1 teen a
direcsao, 533, Oxford Sireet. sio falsificaMes. ,___-- ^^^^^^
I I
Chlorato de
\ \
** X
Febr? amarolla, etc.
Ltt o propecfo r.o qml tai timlrido
caa rldro. _
n..n ir xiTir ole'.relro bnneo e preto,
D"w^*c % udo* o. rldro.,
soja qual ISr tanaabo.
DEPOtTOB EK T0D48 A8 PHAMCACUS
^^- tK> i7*t!rso. ^
!Soooooooo*ooooooooooooo
INDUSTRIA HIUIHIL
COGNAC BRAZILEIRO
DE
A. M. YERAS & C.
PEBNAMBUCO
UU exooeUente bebida preparad com todaa as regras da acjnjem, e de sabor,
a aroma iga. ao. do cognac Fe.Lngeiro. O C.g-e Braxlelr* tem fe.
grande uacesso pelas provincia de norte e sol.
Precos da fabrica
PEQBBNA8 SBAKBBS
14OOO 14600
Urna garrafa. y^ UffOOQ
OCo^aoTa^iro'enoo'ntra.^ na fcbri, -.*-- ^ "S2S?'
dkare. senda, desta cidade, a B^ribajo botel do alo e venda da Ja-*o.
ikloool i 40 pariSoailo a iHofaoUd, para perfumara e bo.nosDpalbia.
Aoorovadas pea Junta Central de Hygiene pnbhca do BradL
PP"',**"** rL*f^?Jf inrtammapao 3o garganta, aphtat, *deera(ao da
Ptn as enferraidades aa bocca,w/ rouquido,inchafo da amygdalat, etc.,
Wj". s^Zalai^2z^Sdtdo'Zeqo chlorato de potassa. Si se lhe junta
benfica influencia do alcatrao. r~ntarf Advoca*1 Prestador e 1
Estas pastilhas sao muito usadas pelos Cantores. Aavogar wegaaore c.
M>essoas que sao brigadas fallar em publico. nhmmmmlamm
Deposito em Pars, 8, Ra* VIvobd* o em toda, as PhamaeUM.
nico representte da reptada ca-a de Mtruogl. "^^i(?
de 8t Quaotin^Franca tem a honra da partiepar ao. tllustn.s.mo. aanhores de enge^
nhos e outros interessado. que tendo baixado oonstderavelmente os ^^em;"
nsteris. priroas ero F.anc acha-se hsbiliudo a forDecer macb.n-sa.o. ;^* ^"
dado que os das U-ina. : Si.T. rooeel**0, Pl-to enj, R.be.rRo, C olonla Isa
bel I'aiaa Bandelra de Ipvjaoa e p.rte da Usina ^rlplb, etc., etc.
' Sr pr" ."ou" mais reau.idos, e condiaJJ-a da. mais favoraveui e COM
'^oft.^^'lmSlo da nteliigenci. do. Illms. senhores de engenho. que
podem certificar se eiie. masroo. dos rmdtodo.pr.vettlo. sMss pdb. n.n.. que
uan.formou oa constrnio em Pern.mbucO, Wo mau fantaiosa. a tudo o que .e tem
e.Ubelecido tte.ta provincia at b.jo. ^ ^ m
lNra Merecer aa eanubmea .
Par. ai. nformacr. dirigirse ao Sr. Aagaato Labille, ra do Commercto ou
ao Sr. Eugenio Cbaoe, 21 na meama roa, Rocife. .TAft8bida.
A. encommeoda. par.1ranrform.cao parctsl de engenhos podem .er recetadaa
at fim de Marco para aafi* prxima vindoura,
1NJECTI0N GADET
ELIXIR DESOBSTHULVTE
Eupeptico de Gervo
Preparado pelo pharmaceiMleo
JOS' FEANCISCO B1TTENC0UET
O GervSo tem nma accSo deaobstruente extraordinaria para os noommaoo
4o figado, ba$o e estomago, confors o desereve Dr. Mello Moraes.
' Um erando numero de pessoas que tem aaauo delle considera-o inlalUveij
Levados par estas informaseis e por mnitas expenenciss presenciada, po
ao mesmo. spresentamos aos clnicos e ao publico em geral, um Elixir desta plajrt
e um asbor deheioso e de um effeito verdadeiramente benfico para os pobre, oaspep-
ioos, aplenetico. e aquellos que soffrem do figado.
Oa proprietarios da Phsrmaoia Ceutral
HSPD2ITD ITA PHAR2/IAGIAMTHAL
N. 38 Ra do Imperador N. d
PEftNAMB^O
ffiedicaifi^
taUUf-ft
f-
TINTURARA m
2S-Rua de Mullirs de \lbuquerque-2o
(iriiifi m das Flows)
BE
CLEMENS KUGLER
SiCCESSOR DE
. Otto Sclmeide*
Tinge e limpa oom a maior perfeicao tods a qaslidads do aatofo a raaaat
oa peo ou em obra, cbapos do feltro ou de palhs, tir o radio da. iaseada; 4ode
o trabaJbo feito por meio.de Bacbinismo aperfemftido, at boje cppbooido.
Tinta preta na Unu a .extaa-feiras e d#efir e lavagem toda o oa.


LITTERATU*.
i


lPortiigal c Braall
(Do Paiz da corte)
Um mea desconhe ido compatriota ez-'
me a honra do ma enviar ha das, trans-
cripto n'uro jornal desaa cidade, um pro-
logo eaeripto pilo Sr. Dr. Sylvio Rome-
ro com o titulo do Un punhado de verda-
des, pecpclo-mo ao raesma tempo qie lho
reapendesae. Agradecendo ao meu compa-
triota .honra que me fazia escolhando-
me par cmapeao, payo lho ao mesrao tem-
po hcenja para nSo aceitar o enoargo. Nio
rasponderei ao Sr. Sylvio Romero.
Nao por desden), pelo contrario, A pesar
de oanhewr o Sr. Dr. Sylvio Romero qua-
i ex.-lusivamente pela sua collaborajab
n'aoia exaallente Revista do Brasil, que
ah bb publicou, tenho pelo erudito profe-
sor urna grande considerajab Iliteraria. E
um estudese e uia pensador. Pareee-me
que os seusestudoa-nam sempra o levam
is mesmas conclusSes a que me levam os
meus, e que 08 seua pensamentos nem
sempre estarlo de accordo oom os que se
produzem no meu cerebro ; euspeito mea-
mo que elle nao tem pela minha in-diyi-
dbalidade litteraria urna grande sympatha,
mas seo claro que me nao impeda de
apreciar, como devo, o seu bello talento o
xelo coca que lida nestes estudos Ilitera-
rios, tao desenredos nos nossos dous pai
ze* A
Nao poia, o desdem que ma irapede
de responder, a conviejao profunla que
tenho de que todos os que pensam, e de^
qte todos os que usam da imprenaa par
exeroerem uma certa iuflueneia no animo
dos seus Icitorea, devem aobretudo empe
nhar-as pordisipar uns pi-econceito spueria,
que de vezeosquandolevaBtam uma barreira
absurda entre povos, que estio ligados indis-
eoluvelraecte uns aos outros por lagos aper-
Udssiraos. Quando um hornero como o Sr.
Sylvio RoiaeroMedc tambara a esse precon-
ceito de criar.?, o melhor que ha do fazer
esperar que Ihe pasas a birra permita-
me o illustre profesor esta phraaee que
o eeu esjU.recidissimo espirito Iba aponte o
ttro que praticcu.
' que realmente de vez om quando ap-
parecem eitas uuveinszihss no nosso hori-
sonte. Um escriptor brasilero comes* ai
dizer mal de Portugal, um escriptjr por
"tuguez corneja a dizer mal ou do Brasil
-bu dos brasileiros. Permitta se me coratu
do dizer q-ao mais trequaoto o primeiro
caso do qiie o . Sa isto ficaase
-palo t diza tu, direi eu litterario, pouca
import-mcia tinha : mis o peior que mul-
tas vezea essas rivalidades pueris conta
giam-se s populosa, e quem padejecom
8so quasi sempre um puchado de homens
honrados que nao pensam senao em ga-
nhar honradamente, com a sua lamenta-
co incessante, meios de existencia para
si e para as suaB familias.
- E porque, afinal de contas, Casan favor
de nos dizer ? Ha entre Portugal o o Bra-
sil quaesquer motivos de odio, qualquer
antagonismo de interesse, qualquer diver
genojo da opiniSes, de tendencias, que
possam -erar antipathias 7 Nao ha. O
Brasil offreu, cert>, com o rgimen co-
lonial que nos lha mpuzemos, mas esse
rgimen nao era aenlo a applicajSo s co-
lonias do roesmo rogimen que fazia gemer
D& Europa debaixo de um jugo de ferro a
metropole. A regulamentajab excesaiva
paralysava, no Brasil colonia), o deseo
volvimento da sua industria, da soa agri-
cultura, do seu coinmereioT^A *sl$|a|*'
^^^nloiiiento' das"iToms forjas
productivas. As tyraDias especiaos do re
gimen colonial, que o Brasil teve de so-
frer, eram as que a todas as suas colonias
impunham nos scalos anteriorea ao nosso
todas aa sacos europeas. Fez o acaso at
com que jSes americanas s sa-Midiram quando lo-
FOLHETIH
TESTAIBUO YRBMELHO
ifraral i7go das 8Uaa '.
irininafir no Brasil por conotsjj ITdo
i ifoverno metropolitano. s outras ifisjo'es
amerhanas" era piram se com a revota-
jab j^tfo^Braail emanoipamol-o nos. Nao
alio" na/ ornan .ipajao politielf, fallo na
orancipJjab administrativa b soaial, no
icabanrento da tutella. Atfbutraa najSea
s.mericanas a si proprias se arrancaram
iolentamente metrone, como esoravos
que part m 03 seus gatlbSes e que os trans-
formara em armas.. *
O Brasil soparoi^se do as oomo um
iroiao que vai j^r" oas. Nao /tatamos,
liouve o seu oschagSo de parte a parte,
mas nao foi pusa de maior. Podo o Brasil
citar os martyrea pernambuosnas do 1817,
mas uessj mesmo aanv, victimas da mes
ma tyratiia, aucoumJBam em Lisboa ouiros
irmSo no ifiartirie. Gomes Freir e Do-
mingos Martina pode dizer-se que confun
ciar tttravez do Atlntico, o seu generoso
saogue. Se no secuto anterior o Tiraentes
succumbio no cadafalso, Claudio Macoal
da Costa se suicidou no carcere, e vi onza-
ga morreu desesperado no exilio, os cada-
falsos erguidos no reinado anterior, no Por-
to e era Li8bo*, mostravam bera qua a
violencia do regimeu absoluto nSo distin-
gua, para os victimar, entra oa qae ti-
nbam nascido de um ou de outro lado do
A'lantico.
Mais ainda-o Brasil independento con-
tina, na sua poltica oatrang-dra, aa tra-
dkSss do Braeil colonial. Ao passo que oa
Estados Uoidos, por exemplo, tomara coooo
alliado e como amigo o inimigo hereditario
da Inglaterra, o Brasil coato a ter por
inimiga a raga que foi sempre a inimiga
beiaditari de Portugal. A questfto do
Prata contina a ser o espinho da poltica
estrangera do Brasil independente, como
o fora do Brasil colonial. Era 1812 os Es-
tados Uoidos, sempre amigos cordues da
Franja, com ella se alliara contra a Ingla-
terra. As oampanhas gloriosas do Imperio
do Brasil tiveram sempre por theatro essas
mesmas margena do Prata, ou doa seus
afluentes, que foram theatro igualmente
das victorias das tropas colonues do Bra-
sil.
Sao aa moamaa ainda *8 tendenoias de
espirito dos dous povos. Ha entre nos uma
causa extrmame uta sympathica a da
luta contra a reaccao religiosa. Sempre
que ella tenta erguer o cole repare o I
Uitor que s muito de relance alludo ve-1
lha imagem da hydra, levantase immedia-
tamente o paiz inteiro a dar forja aos que
a esmngam. Que essa mesma tendencia
existe no Brasil vio-e>e ainda recentemente
na famosa campanha dos bispos.
O Brazil agitado ha muito tompo pelo
nobre, pelo sympatbico moviaento aboli-
cionista. RBstem lhe naturalmente os in-
teresses feridos, mis com a consciencia de
que 4utam contra a torrente irresistivel daa
ideas.
Em Portugal esse moviment abolicio-
nista por Ul forma impetuoso, que bas-
tou para dar uma -gloria immorredoura a
S da Bandeira, e que levou oa noaeoa
estadistas a extinguir naa coloniaa a eacra-
vidfto, apezar tambem da reaisteucia dos
intereaaea feridoa.
EntSo fazom favor de mo dizer onde ha
aqui motivos de aotipathia oa de des
uniJo ? as recordagSss do rgimen
o-^una e outros rendemos culto aos meamos
idee's de liberclade.
A diasidencia, portanto nSo pia provir
senSo destas riv^lidadea de campanario,
para asaira dizermos, que tambem ni te-
mos c por essa, e que ha de haver tam
bera por forca no Brazil, rivalidades que
s2o tanto mais intensas e tanto mais
pieria quanto mais conjunctos s3o os
povoa qua as nutrem. Sao rivalida-
des asaim que deram origem ma
gna queatao de Braga o da Guimar&es, e
a outra de Arrula e de Sobral de Mon
t'Aprago. t C a minlia igr^Ja melhor
que a ana I o meu prior prega muito me-
lhor que q prior do voces I E por cau-
sa do prior e por causa da igreja ha s
veaes lacubada de crear bicho as roraa-
mari a do Minho, e parteas se as guitar-
ras.de Riba-Vizella na cabeja doa guitar
ristas de Riba Cavado, e vai tudo raso
cura estas iiseuss3:8 picarescas, e cora o
barulho correspondente.
Ora, que um homem como o Sr. Sylvio
Romero, um homem erudito, um pensa-
dor, um estudioso, um homem grave e se-
rio agarra na sua guitarra brazileira a, a
parta na minha innocente cabeca lisboeta,
e comece a gritar Olho que o Rio do
Janeiro muito maior quo Lisboa, ouvio,
seu portuguz de uma liga ? I Olhe que
Evaristo da Veiga era muito melhor jor
oalista que Rodriguea Sampaio, ouvio, seu
alfacinha ? 1 l me parece um pouoo
forto.
Ah mas elle ies>? EntSo, espers
l, Sr. Sylvio Romero 1 Espere qua j o
arranje Deix-;-me agarrar aqui no bom-
bo da minha phiUrmonica, que eu j lb'o
enterro tambem pela eabeg-i abaixo. Es
pero que eu lho digo t O quo qao o
eenbor est para ahi a cantar "? Que o
Rio de Janeiro maior que Lisboa?
Hein ? Maior que Lisboa ? O Rio de
nunca 14 esti7e. mas sei
esse praconceit, maa
Janeiro ? E
perfeitaraente. O Rio de Janeiro ? Cabe
mnito vontade naa aroadaa do Terreir >
do Fajo. Jornalista8? Malhores poetas T
Melhores poetaa no Brasil ? Luiz Gui
maraes est mil setecontos e cincoenta e
seis furos abaixo de Jorge Hilario, que j
morreu, Deua lhe falle n'alraa 1 > .
E l vai o bombo pMa cabeca abaixo
NSo tenh, pois,
comptehendo-o.
Conheoi no Porto, a primeira vez que
l fui, um jornaliata distiaot8aimo, reda*
otor do Commercio do Porto. Nesse mes
mo jornal escrevera eu um folbetim, nar
rando as impressSea qua me produsira a
pittoresoa oidade. Eram qoaai estticas.
Apnaa dizia que o Douro nSi tinh o
lmpido azul das aguas do T*jo. O jor-
naliata a que me refro achoil juato o meu
folhetim, maa fez-me um reparo :
Olhe qua vo. apro:ioa anl o Dou-
ro, porque o vio pla primeira vez, natu-
ralcente era di i do ebuva.
Eu olbei pura ello a daaatoi- a rir, o elle
sm procisar de maisdes:ton a rir
tambem.
Ora, o Sr. Silvio Romero, quanio tem'
estas comiohSaa de amor proprio na.-ion-il,
alias respeitaveis, davia ter o bom senso,
antea da aa passar para as paginas imprca
sasj.de reparar que est sendo pueril, e
da rasgar o raanussripto.,
NSo em vez de fomentar csjfc o s;u ta-
lento, eom o prestigio do seu sTbar, essas
rivalidades infantia, ensine, p:lo contrario,
os seus oorapalriotas a ufanarem-se do
berco donde a sua nacionalidade se eri>
vou, e a perceberora que as nobras qua'i-
dadea quo ac distioguera entre todos oa
povoa americanos sao exactamente aquel-
las que deram vida, influencia o forja
najSo de que sao oriundos. E a qualida
de predominaute talcz a que temos,
oomo todos os povos do raja latina, mais
do que qualqu-sr outro, do diluir no nosso
fundo, cora uma rapidez maravilhosa, os
elementos eatranhos que retobemos. Ca-
da njeejab de sanguo novo que recobo
moa vem immediatamente confundir-ae
com o nosso sangua c na gerajae iii.nedi.i-
ta j aa molculas se nSo distinguem.
Nunca fizeram uma observajSo que pa-
rece frivola, mas que t tancia ? Tomem ao acaso cem nomea por-
tuguezea, cem nomea inglezes, com nomos
franceses raeamo e at cem nom-s hesp
nhea; o6servem quantos nonos de origem
estrangera ha nessea differentea centos,
verlo quo essa porcentagem enormemen-
proseguiu ainda no scalo XV com os ju-
deas bespalhoes, que a sabia poltica de
D Joao II admittiu, qui a politioa ignobil
da D. JoSo III, afugeatou, mas que tive-
ram tempo, no iotervallo, dedrixar no paiz
um reliquat importantsimo j qu3 ainda no
secuto XVI oontinuoa lentamente com a
viada doa coramerciaotea estrangeiros, flo-
rentinos e flamengos aobretudo, que vi-
nhara partilhar comnoaco os proventoa do
commercio do Oriente ; no secuto XVII
com 08 ofijiaea e soldados francezea e ingle-
zes que nos vinliara ajudar na luta contra
oa hespanhoes; no sculo XVIII oom a
viuda dos industriaos chamados pelo mar
quoz do Pombal, oom os emigrados fran-
cezea expulsos pela R-folujo ; essa com-
bnajio, pois, que in.us contribuiu para
dar noasa raja a sua forja, a sua origi-
nalidada, a sua autonoma. Esaa iofiltra-
jSo continuada de elementos estrangeiros
rpidamente absorbidos, e aes cruzameatos
incessantcs formara asaim aqui, na propria
psninsula, urna r.ija ta> diversa da hespa
nhola, que as vergonteas que do nos Sa-
hara couservam na America o tea carac
ter absolutamente distincto ; quo a familia
portugueza, longo do 83 confundir como a
aragonoza, a valenciana, a andaluza, na
vasta unidade hespanhola, conserva no com-
muuho das rajas o seu lugar parte e o
seu carcter separado.
Fajan o qua fizeram, descomponham-
nos vontada,' tratara nos com desdem,
nossos maiores, embora as circumatanciai
nao noa 8g'am f^voraveis ; so na frica
estamos tarjando novos rehentos, que em
menoB de doua seculos produzirSo novss
arvores portuguezt.s, com isso tambera aa
devem gloriar os portugueses da America
Estaraos cada um emnoesa casa e muito bem;
cada um preza cima dentudo o aeu cam
panario e as suas glorias looaee ; mas dei-
xe o Sr. Syivio ;'u philarmonicas das doa
fregueziaa o batarem-so cora os trombones
pela grave questSo de se saber se os sinos
do Rio de Janeiro toeam melhor do quo oa
de Lisboa, ou se os prgattores do Lisboa
borrara mais do que os do Rio.
PlN'HEIBO CHAGAS.
DME POR DE\TE

POR
SMILE3LA7ET

XL
DOCS DK HENOS
( Continamelo)

Aquello abandono espontane o de direi-
toa indisutiveis, aquello terror unioamente
tratera nos com despre^o, nao sao eapaz;alcom a ameaja da exhuraacao, aquella troca
do destruir este fa:to-quo a Amerita es Ido milliSs por uma esmoia, fioalraentfl a-
quella partida, ou sutes aquella fug^, nao
sao prova palpavel, evidente do c.rime do
-te fuperior entro os nomes portugaezes,
lo Sr. Sylvio Romero I e o Sr. Sylvio Ro Bfcg o9net de origom allem3> igot^im
co-
ioniai
aa
apagar
Na lu
mero, furioso, eom se poder deseavenoi-
lbar do bombo, coro rae oom um chapean
chinois, e berra :
O Rio de Janeiro maior, seu ma
nheiro I
Lisboa que maior, ssu Tupi-
nambo I
E zas tras i scona de romaria mi-
nhota I
E aqui est o bonito espectculo que
daramos ao mundo, se eu, acoedendo aos
desejoa do mou exjollonte.patricio, raspn
dease io Sr. Sylvio Romero no tora era
quo elle, por urna aberrajab difficil do.
comprehender, -eaoreveu o aeu prolago.
E* ato digno do noaao tempo, de uma
critica seria, da comprebensao verdadora
que dovemo3 ter daa quaetSs que nteres-
sam a civiliaajSo dos dous povos ? I
Essas questiuaculas que dividem entre si
os filbos dos dous paizes irraSos, como
dividem oa lhqs de dua aldeias ti mi tro
phes, po le n l nunca ter jus d8CuasSo
seria ?
Eu cora prahondo que se tenh am esaes
t dividida em ingleza, nespanhola, frange
za e portugueza ; que fundamos familia,
que usemos coucAe, como dizem oa franca-
zea.
Poia estaa qaalidades poderosas berdou-
as do nos o Brazil. Os atados Unidos po-
d-.m ter a grande naturalisajao, que no
conseguem ter a anidado do raja. As cor-
rentos das diffarontas immigrajSea conser-
vara-so perffitamente distinctas uc meio
dessa mar polenta da repblica e uma
dessas correntea exactamente a portu-
guesa.
No Brazil, em pouco tompo, tudo bra-
zileiro.
Quando lia ha tempoa ara estudo sobre
a litieratura alleraS nos E8tados Unidos,
outro sobra a litteratura franceza no Cana-
d, e que me lembrava por outro lado que
o Sr. Altredo d'Ecragnolla Taunay, per
ingleza, de origem franceza., ssea Hintzea
o essas James, o eaaos Duponta, e eaaes
Bramcaa
gleaes
pertencom a individuos perfeitaraente por
tueuezes. Da orieem estrangeira muito
remota? NSo, filbos, muitaa vezea, do ea-Upezar daa tentajoaa que offerece a todoa
IranKeiroB que veram eatabalecer-se ralos esenptores esaa hogua universal-mas
S .T._.i c__________... t ,i.,i,rra nm dos onmeiras esenptores brazileiros
5aamps, e esses Valos, .Uemaos, o- tenoente a uma famiba franceza qua osui
l trancezoe, hollandezes, italianos, no BraZ.l talvez ba duas ou tres geraco.-s,
icom a individuos perfaitamonta por- f nao um esenptor francez-apezar da
eaorever admiravelmecta nesaa liogua e
e toi I prooonceilos looaes. NIo os tenho, ma
que veram
ortugal. S ao pasao que om Inglaterra,
por ex-mplo, em Inglaterra e na Alle-
manha anda se diatinguora do reato da
populajSo, por tradijS :s especiaes, por h-
bitos communa, oa deacendentas dos pro-
testantes franjeaos expulsa de Franja pe-
la revogajao do edito de Nantes, e que,
portanto, se eatabelecerara nos paizes om
que boje habitara oa seus descendentes no
secuto XVH, em Portugal oa netoa daa
08trangero8 j nSo 8abam como foi quo vie-
ran c ter.
O solo portugus abso/veu-osl completa-
mente ; diluiram-se na raja portugueza.
Os estrangeiros squi estabelocidos forma-
ram oomnosoo, para nos servirmoa' da te-
chnologia chimica, urna cobinajao, emquan-
to oa quo se eataWocem as outras na-
com a raja autochtbona uma
um dos pnmeiros esenptores
quando me lembrava que o mesrao aucce-
deu ora Portugal com Boeage, neto de fran-
cez pertencento a urna familia littiraria
franceza, o qua foi comtudo excluaivamen-
te grande poeta portuguez ; quando me
lembrava de tudo isto pensava tamb.m:
tPodem dizer o quo quizar, podem gritar
contra nos, podem repellir a sua solidario
dade comnoscij : em todas as manifesta-
j3as de seu espirito, em todas as qualida-
des de aua raja, estSo revelando a sua ori-
gem portugueza.
T Nao esparemos para
que o Brazil se separaaae de nos.
ta separatista ? Foi insignificante,
ainda aa.im uma veri.doira lata civil, ^P^* ^
$aVtoZ ttcJ*T.y ou df^ISfVncpiou nos pnraairos tempoa da
Alencar. oa versos do Laiz Guimaraes, d, Hinaroh,., com os cruxadoa qao J esta-
R.ymuudo Corroa, de Machado do Aa..., Uecer-n na Extromadurs,
de Mucio Teiseira, de Olavo Bae, e de <" septentnonaes de que D. Sancho I
le cabro quo nSo
-
femR
POE jj
DE MORTEPIN
_

I>i;UHF,IKl PARTE
(Continuajao do n.^lj|
IX
Quo seja consciencioso na sua avalia-
jio...
fia muito mais rico do.que eatou... muito
tais rico !
O negooaute pareceu abaorver-ae no seu
calculo mental, relendo a lista das bumil
dea joia mpenbadas.
Ergueu subi'amente a cabeja :
E' impoasivel, minha senbora, diaae,
dar lhe po:' isto mais de oitenta francos ..
Martha estremecea.
Oiieata francos I repetio ella comex-
p.-essao do profundo desanimo ; oh I se-
ohor, muito pouco...
E' exactamente o quo isto vale,.
Ofoieja ao menos mais vinto fran-
008... Chegua aos cem...
Ea t?ria prejuizo... Nao posso dar
um sold mais... Faja o que eutender;
maa fique oonvenada de que nenbum dos
as -..olleras lbe t'aria offaiU t2o alta co-
mo a min.h...
Coubo i\ moja a vea de ra calcular mentalmente.
A quantia offorsoid, addioionada qao
ella posaui, elajrava o total da sua fortuna
a oitenta e ciobo francos, dos quaes tinha
quo pagar setenta e dous.
Reatar llie-biam trese fraooos para espe-
rar a carta de Genebr, se quo esaa car-
ia cbegoS3.
Era imppssivel a hesiUjlo.
Poia bem, senbor, Mb olla, acei-
to. De nio os oitenta fran^OB que pro-
pio...
O deijosito tai toito em bou u^mo 7
Sim, senbor... 9fk/
r
em que tomarara parto a favor da inde-
pendeacia braailaira n- fimo do Purtugal, oomejando ate pelo
chefo. Washington pode ter estatuas em
Pbiladolpbia, mas nao as tem de certo em
Londrea : Bolivar pode ter estatuas em Ca-
racas, em Bogot, mas nao as tem de
certo no Brasil ; D. Pedro tem estatuas
no Rio de Janeiro, em L'sboa e no Portol
as' tendencias diversas do espirito de um
e de outro povo ? Tambem nao, porque

Pois entb faja o favor de assigoar
aa cauteliaa. Aqui tem penna e tinta.
Martba escreveu o nomo nos lagares in-
dicados pelo negociante, que pr.useguio :
Agora, ba de ter a bandado de dar-
me a aua morada... .
A Sra. Graadcbamp e aua filha, bar-
ro da Ponte, estalagora do Martinho Pes-
cador. ..
O joalheiro escreveu eaae enderejo no
sea registro.
Pela regra, nao deveria pagar senSo
em sua easa, acureacentou ello, mas tenho
coofianja... aqui est o aeu dinbeiro....
E apresentou quatro luizea moja.
Esta recebeu aa raoedns de ouro e ia re-
tirar-se; mus do epente doteve-so.
Eaqueceu alguma coua T perguntou
o negociante.
Nao, eenbor, porm quero perguntar-
Ibe quanto me dara por eaxe objecto...
Emquanto dizia isto, Martba tirava do
pescojo um cordao de seda encarnada, ao
qual acbava-se suspenso um objecto do
metal mettido em am envoltorio, que ella
abri.
O que ieto ? perguntou o negocian-
te muito intrigado.
Est vendo, senhor, uma meda
lha.. uma lombrano*.. uma reliquia...
Tenho llie muita ealimajio, mas os aconte-
cimentos podem obrigar-me a separar-me
delta, bem contras minka vontade
Quanto me dara o senbor por este objec
to?
A moja destacara o objecto do cosdb e
anreseutava-o ao joalbeiro.
Este recebeu-o e ex.minou o com atton-
jlo.
Parece ser ouro, diaso elle em segui-
da. Naa duas faces dataa e palavras ma
ravilhoaaraente gravadas... E' muito ca-
rioso. Permitte que eu experimento o me-
tal na podra de toque V
Pois nao, senbor.
- O negociante seoteu-se sua banca, pe-
gou n'uraa pedra, n qual esfrogou a ars-
u da myatorioaa mndalha, e depo'S no pon-
to da pedra quo soffrera O attrito, de*po
jou uma gotta do liquido coudo em um
vidro.
Ouro de lei, diaae em seguida. Pro
oisavaos ver quanto p aa.
Deitou*oa cencha de urna peqajoa balan
ja o signal do reconhocimento do conda do
Tnounerieux e aocrescentoa :
Isto vale para mim oento e trinta
franco, miaba senhora. .. Posso pagal-os
j, se quer...
J, nlo, senhor... repito lhe que es-
te objeoto para mim precioso, muito pre-
cioso .... Nao me sapararei delle seno
mutos outroa, nom me le moro quo
pertancem miaba nacionalidade ; quaado
ha pouco li, n'uo jornal scientifico fran
cez, os mais rasgados elogios aos adraira-
veis trabalhoB de Domogos Freir, sent
tanto orgulho oomo se-elle foaao portuguoz.
enebeu a Beira desvastada ; que se conti
noou no secuto XIV com osmarinherosita-
kalianos chamados de Gscovs, com os fi-
dalgos hespanhoes viudos do Castella, do-
pois da victoria de Henrique de Traatama-
ra sobre aeu irraao Pedro--o Cru-1; que
SBJ
em ultima extremidade, ee circurastancias
deploraves eonstrangerem-me a isso ; mas
fico lbe muito agradecida pola informajlo
que teve a bondade de dar-me...
Sempre s suas ordena, minha senho-
ra. Se precisar dos meua servicos, cont
com migo...
Obrigad, senbor ..
Martba metteu novamente a modalha no
seu envoltorio, tornou o enfiar o cordo no
pescojo e sabio da luja.
Tinha o coiajSo monos inchado, o peito
menos oppresso do quo quando sanio da es-
talsgem do Martinho Pesoador.
O medico, ao qaal seria pago tudo quao-
to se lho dovia, ctfntiauaria as suas visi-
tas. <
Os medicamentos indispensavoia 4 sao,
rnai seriara pagos, e rostar-lbo-his ain'ds
uma pequea bomma que lbe p'ermittiri,
emquanto esperara os' conteoimeatoa, nao
privar se totalmonte de aliraataa.
Alera di sao, se a demora da carta d Ge-
oabra se prolongasse ; se fleasse completo
mente sera recursos, sabia qae pnderia ar
ranjar um pouo1*" dinbeiro vendando "
sua medalha.
Que lho imprtala a riqueza futura, nal
qu-J, alias, no acretava sbsolutamoir'
te?...
Uma nica cousa preoocupava-a : oonti
tinaar a prodigalisar a sua mii os desvelos
que recia mava o s*>u 'estodo.
Para fsonada faltse Patine, todo
vendi-ria, Xmo entregara ssm pwur, 9%
capto a honra.
Passoo pela pbarmacia, o;
r*m Iher os inedibMraentoa prep^ndoa, o'
tomou a passo acce.Irrado o camiobe da es
talagem, o* quif sua mai esprva-a com
impaciencia, sobando que a sua auaeneia
prol ngava so muito.. '
No birro da Ponte comprou pSo e um
pedkjo do croa fria, para satiafs#r o a
to-n;.g, que racomejava despvtioaaionte
reclamar alimento.
Ao passar pcl proprietario doMa
Peasador, q i tomv ar ports flo" seu
estabeleoimonto, perguntou-lOo:
Voio lgara-Crta, aenbor ?
Nio, minna senhora, aiada n&o.
E, depois de receber eata res ost, o su
bir a nsesds, Martba eutrou uabisbaixa no
seu coramodo.
Paaaara-se o dis ssm novidade
As dses da pojSo o das pilulas {otmoi
administradas puntualmente enferma, que
sunii > so malbor, o, so amteaer, adorme
cou auoogadsmente.
A iobre, entrotauto, volUra, poro mais
fraca fdra de, curta dursfto
Infelismente a toase mostrava-se rebalde
e nlo ceda.
Martha velou oabeceira da doente st
mea noite ; depois, aniquilada pela fadi
ga, procurou no somoo um sllivio sos seus
dastalleoimantos pbysioos o moraes e aos
seus temores pelo futuro.
na lit-
quem o
a vlba
potenf
a hum-
e a luz
Que os nossos irmSos brazileiros tenham
seguido o seu ca-xinho na poltica,
teratura, as artes, qaem o nega,
contesta ?
TranspN otada para o Braail
ra! pnrtnsiiMSa. h"J seiva
daqaelle solo abenjoado, bebendo
dale fecundante daquelle clima,
creadora daquelle sol, produziu aera duvi
da alguma uma arvore pujante, qae vai
bracejendo cada vez maia vigorosos e vi-
cejantes ramos. Longe de termos ciume
.lesao brilbo, dosaa grandeza, deasa gloria,
com tudo 8B0 nos ufanamos, e, se ainda no
nosso tempo mostramos, nos oa portugae-
zes da Europa, que nao desmerecemos de
envenonamento coraraattido na pjssoa do
infeliz sir Francia ?
Mostr Bob coneluio o depoimento no
meio do. silencio geral e, ao terminar O
juiz pirguntou-lhe :
Nao tem mais uada a dizer ?
Uma palavra ainda. Se mistress
Nicholson foi cumplice, pagou bem deprea-
sa a sua cumplicidade.
Morreu, e sou capaz de jurar, envene-
nada com o mesrao veneno que matou aeu
marido, meu pebre amo, pelo curare!
Lord Wilroore fez sobro este toxico estu-
dos muito profundos! Ora, a justija com
certeza nao 8e indagou se o criminoso,
commettendo este novo crirae, obedeca
ao mesrao movel, que quando coramitteu
o primeiro !
Pois bera declaro-o alto e bom 8jm, o
movcl era idntico. Agora, como entao,
anda caja de milhBes.
Agora o obstculo era a mulfaer, come
entao o marido. Esse obstaeulo foi sup-
prmido como o outro o pelo meamos x i
raeioa. Mas agora como ontio, deaamba-
raoada a praja, os mlti38 fogam-lhe.
Ha caiporas a quem o crirae nao approvei-
ta. Esto homem um deltes Sei qae
aa hypothosea me sao vedadas e que nlp
rae permittido preeucher aa lacunas dtT
inquerito. Maa, se eu tivessa tido a hon-
ra de ser ouvido, teria podido indicar uma
pista preciosa. Teria levado os juizea d-
fronte de uma barraca da tara do po do-
ce e ter-lbes-hia dito: Querem aabor
quaea os milhSea, que visava o asaassino
de Lady Kate, entrera alli!
Querem Baber de quem o aecusado que-
ra virgar-8, exbibindo essas figuras.de
cera, entrem alli 1
Esta perorajo foi um raio lummoso
para todos os ouvintoa, menos talvez para
jurados e para os jaizes. O myaterio do
Mueca eseava' desvendado. Era un gor
pe de Jaroac deafecbado por VVilmoro
que ss tinha vingado infmente da ruina
das suas eaperanjs.
E, como acontece sempre em taes casos,
produzio-se instantneamente uma reac-
jo geral em favor da princeza Loonsti.
Depois do.depoimento do mestre Bob, O
do constable Ttfartin, de miss Ferguason e
de Mauclerc nSo tinham ntereaso.
. (Contina)
,\

Pascal Saanier e Jaoqaos Lagarde toma-
raaram em NimM aa trea\, qae devia, por
correspondencia, doixal os'au Joigny na
aoite do dia seguiote ao da su partida.
' A's tres beras o alguns minlos da ma-
drugada* desembarcaran.
Jacques Lagarde, eomprehende-se, fazia
Bpoaba em uio ser visto nem reoonbecido
'uma eidade onde tinha sido preso, julga-
do condemnado.
Foi oom cese fim que dixara oreaoer a
barba antee de sabir da prisab, quando ou-
ir'ora nio osava nem bigodes.
foi tambem por isso qu teve o cuidado
de nSo spreoontur-so alta noite'em um doa
botis do Joigoy, onde podiam recordar se
Mella.
Na occasiio em que sshia da estajab di-
rigi se a um empregado da estrada e por-
guotou lhe ;
Canheoe, n5o longo daqui, no b-irro
da Ponto, nlgura hotol qae seja moderado
nos precua 7
Sim, senbor A oStaUge.ast|o Mar-
tinho Pesiador, dirigida por Lureka, est
oaa coadijSas quo des-ja... Nito so fas
ti grande deap-s. .. O eatior ver sobr
a portf urna Uaterna collooada por cima da
tabolet*.
Obrigado, meu amig >.
fi jaiques' Lgard, aoompanhado do
Pasual Sauni^r, encaminbou s* pira o bair-
ro, iateirameute ites>-rti> aqulla hora..
Em caminho ditsa a P^scl :
r CompVBhendes que bei de mostrar-me
o tenos puar*nl... eaejo qua igaorom
tou em Joigny.
Jfcfao'reeuiniuaoda segreio amanba
Bu ubHhao.
^ZL E' o.que voa faser. E' nutil que o
irobei-u-doe meus compatriotas Ujm do
stia o aisumpto das auaa conv*ra<,o >.
durutitfl a nosaa fSta la aqui, qao aba*, as-
aim o sepvro, nio ser do lunga durajio.
Supp8a que, depois do cinoo annos,
poderian rBbcor to ?
Podenra, sera a monor duida, cora-
quanto deixasse cr.-saer a barba. ha p*s-
ao'as que tm um memoria lavada do dia-
bo, o o meu prooesao toruouse muito co-
nbrtdo
Asaim conversando, os
dous ex-senten-
ciados ebegaram porta da eatalagem do
Martinho Pescador.
Pascal tocou vigorosamente a oampai-
nba.
Ao cabo de alguns minutos veio o pro-
prietario em pessoa abrir a porta.
Tem um quarto com duss camas que
nos d 1 perguntou Pascal Sauuier.
Sim, seuhores, um bom quarto ..
tenham a bondade de entrar. .
O* recem-ebegados pasearan pela fron-
te do estalaj deiro, que, depois de fechar
a porta exterior, iotroduzio os na sala do
caf, annxa ao estabelecimento, e perguo-
tou-lhoa:
Oa aenbores preoisam tomar alguma
oousa antes de doitar se?... Desejam que
Ibes sirvam um pouoo de earno fria e uma
garrafa de viono velho de S. Jaiques ?...
te un j-o aqa> ex lell-nto... g
Um Ducado de queijo, ama garrafa
do S. Jaiques, roas depresaa, ae faz fa-
usr, porque estamos extenua loa...
Trago-lbea tudo isao n'um memento.
Ao cabo de alguns minutos, o pao, o
queixo, a garrafa e doas copos achavam-
se collooaio* na extremidado de uma mesa,
diante dos dous homens.
Pa >rI bbea, o, dirigndo se ao estala-
jadoiro, porgintou :
O quarto cora duas camas qae Ibes
pedimos est promptoT
Si>, aeohor, am grande e bonito
quarto atapetado de novo, oom janellaspa
ra a TO*, no segundo andar, contiguo ao de
ama seuhora que nao fa grande bulo*, at
tendeado a que est doente e esinha com
aua filh
uma moja lindiasima o melga co-
mo um cordrtiro.
Poia bera, meu caro aenbor, l-to nos
l, por tovor.. diaae J.cques Llardo,
luguliudo o ultimo podajo do pao e de
qu-'jo o o ultimo booado do vinbo. Esta
uios a dormir em p.
O st.Uj eiro pegou em uma vela, con-
rtusio ..s viajantes o inatolluu os no qusrto
de eat.belooimonu? *poia rolirou-so, e W
Kialauta u.ais tardtos dous bomens mor-
gotbaraui se no aomno poaado que soga o
s grandea fa liga.
Eram aovo byr.a da manhi quando fas
c-1 S uuter, sawn da oso e acordou Jao-
qura L.garde.
E o um momento eeUva terminada a sua
toilette.
osoeram o o.f da estolagem, onde o
pi Luroau roocbeu os eom o sorriao nos
labios.
Dormiram bom, meua senhorea ? per-
guntou elle. -SJssV,
Perfeitameute, roapondeu Pascal.
Querem^almojar antes de sabir ?
NSo. replicou Jacques, agora n5o.
vou dar uma volta e virei ter aqu ..
E eu, dase Paaoal, pegando em uta
jornal, fias toa espera, toman lo um ab-
arato c lendo o Progretso de Yonne.
Jacques sabio.
i Pascal Sauuier preparou ura absintbo,
acondeu um cigarro o leu algamas buhas
do jornal, porm o aeu peusamento eata va
era outra parte.
Cora o espirito acompanhava Jacque
encaminhando-so para a oasa do tnbellio,
afim do tomar posse da horanja paterna^
heranja que devia ser o ponto do partid
da fortuna aonhada.
Via-0 apalpar as preciosas no as do Ban-
co, cuja posso permittiria a ambos faaor fi-
gura bonradamento at qae comecasse a
execujao do plano qua. povoava-lbo o cere-
bro bavia muito tempo ja.
Som contar que acariciava, alm dfeso,
cortos projectos, ignorados ainda do aen
amigo, mas quh tencionava commuaicar-Ihe
prximamente.
Eslava ssiuho no caf, porque Lureaa
punha em ordom as contaa da veapra, em-
quanto 8ua malher e a criada, quo compo-
uham toio o peaaoal da eatalagem, came-
javam a arrumar os qaartos doa hospedes,
caixeiros-viajantes ou pequeos agentes,
cuja maior p-rte havia sabida muito cedo.
Pascal foi bruscamente nterrompido naa
suas me litajSis pela entrada de uma mu-
luer na sala do caf.
Essa n ulher era Martha Gran Ichamp.
Vendo a moja, a cuja rara belleza, a
cuja gr-ja peregrina j tvemos oocasiSo
d- rafarir-nos, o qae, apezar da expreasSo
profundamente triste do seu rosto, nio de-
xava do ser. arrebstodora, oomo aempre,
asoal ficou titteralmonte hypnot-tado, co-
mo se dis h-ije quando so fica u^alurabrado
pelo aasombro, coai a bocea ab-rta e
alhB arrt-g-Udoa.
Naaua vira, nanea sonhsra at, formosu-
ra qua a lbe compapaaae, e entro unto j al-
ga v. ee ceabeoedor o assOmptraulhe-
ros bonitas. -
Martha pareca muito pertutbada.
O Sr. Luresu nlo est aqui, senhor ?
perguntou ella corando mnito.
Estas puucas palavras chamaram Pasca
81.
L^vantou se, comprimenton, ia respon-
der, maa nio tova tempo par isso.
O proprietario do Martinho Pescador, ou-
viodoa vos da moja, aoabava de app.re-
cor.
' {Continuar se hm
I

-
Tjp. do Diario ras Daqas d Caiios o. 43


Full Text
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